Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17689


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Full Text
AMO LU IMEIO .51
PARA A CAPITAL 15 lH'CAJ**"*. O.^DE SAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes atiantados
Por seis ditos dem......
Por un anno 'deax......
Oada numero avulso, do menso dia.
\
65000
120000
24000
100
DIARIO DE
-FEBA 9 2
PARA l>i:\ IIIO K PORA OA PROVINCIA
Por Beis meses adiantados. .
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
130500
20^000
270006
JIJO-
|)ropriei>ai>e ir* Jttaiwel itguctra He iaria 4 Jiljo*
V
O Srs. Amede Prlnce <& .'
de raris, sit os nossos agente
- -elusivos de anniineios e pu-
>I!c seffrs da Franca e Ingla-
terra.
S605>

d tew'l'ork, Sro?d Way n.
290. sftf os nossos ajantes ex-
elusivo* de nnnu: cios nos Ks-
lados-IInidos.
-----------------eeeei-----------------
Aviso
Srs. subscriptores '.este Diario avi-
sa a resp activa direecSo que, do 1. de
Janeiro prximo em diante, far-se ha a :.r
reoad'u.'.ao das assiguaturas pela forma se-
guint a
Na cidale do R;cife e lugares para onoe
nao se paga porte. 65'300 por trimestre,
adiantado ou duronto o 1.* mez do runsmo
trimestre, 6<500 nos 2. e 3. mezas.
No fin do trimestre ser sus pansa a re-
messa do Diario aos que nao tiverera sa-
tisfeito ~> seu debito.
Fora da cidade, noa lugares para onia
se fazem as remessas p do correio, 1-1-5500
por semestre, pago as mesmas con lico's
ima.
Aos que quizerem p .gar o anno a lian-
tado, fcz-se-ba o abato de i $000, para to
dos os assignantes.

3 24 *&(.... um
Especial pira o Diario)
VENEZA, 7 de Novembro.
trlia fce meibor o lilbo malo \ cilio
de D. Cario.
VIENNA, 7 de Novembro.
I ni (eleuramma de Cnstaiiiiuopla
aunuucia que fot decrelatio ocilido
d- Mili na Ritnielia.
SOFA. 7 d i X>v\mbr>.
O governo 2a rrgenc'ta inandou a
grande po:enclait da Europa, urna
circular di. tom.tira Molci'anno um
candidato para o principado da Bul-
aria.
Age.. lia. .a, liiial >-iq Fernn
- Nove.mbro i I H .!.
IHSTBDCCAO POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
uu povo B da ks'-ilas
INTRODUCQAO
Liuitks DJk IIi.-.r ::; v AxriOA3tM mvisloTfM-
P0S PIJE-HISTRICOSO IDJIEM PEE-HISTOBICO
IDADE DE PEORi = lDAaP. DE BKOXZEKaC-IS UIS-
Tor.nv. Di i riVASOs povos da autiocidade.
A i 'divide o periodo
.. i da existencia
de '.-'.- : u H i lochas :
i, ou da :
A ;ubatan-
a hados
- 11 I ib ico, si; ie fuu-
-ia s ca itecr s iatinet v
das
A" i >' nc rn armSS c instrn-
-i ha os, talhados
i iscaa tira tai pela
per cu x tinliam endeate-
raer.r -'.ni, de pautas mais
agssadas, o d farar Alguot hia, > om formase
ine'li ajhe dovtam < rrii
para preparar :. pile anaa, com q
vest i horneas. Os vestigios e
po.ideutes a I m crer
que o mo i pse e humana o ento
de extrema siisplic |o eram desi-onhecidos
os aatauv gricoltara, que os ho-
meu= va^'jeav.im ; oeu-
tan I tOaT .-fr-'s i' 'om o producto
da c ii c .v roaa
cuja pusa-' ia Da obrigad a a diaputu
hcs aoioaau s f r >s< a. A aiimcutacao dos q' i
van. muroado pofa
e marisco. O estado soei il devia asr o maia ru-
dioie ivi I ; apenaa se pode caosiderrtr
naqaelia rpochaenooca 11 o virerda Guaina.
Aquello couo do vi ver era p)r corto aluda maia
simpl'3 e primitivo d<> que o doa avtuaea a>
gena d N v >.aled oia.
Um pouco mais rfittl fji de cert> o tiret na
idade ncolitlriea. As anaaa aoa otenailioa aquel-
la rp eh lodtatioe ka d>i idadepaleolhic por
cert-.s paticul.irid id i.a e pela^maior per-
feieo do i, a qu*l j denuncia um maia
adiantario (st o, bavendo ntreos
fragm :i' ;; lon^a e "iitre bs objeetoi ie l
encontrados alguna qo revei ,m urna ceta indus-
tria, ainla radimeotar, mas ji eam algum d
volrimento. Jaiga-M que neataa erechaa ae pra-
ticou j ocoaiinercij, par >u encjntrarem n'aigu-
MM localidades aabataaeiai que eram rroduzidae
em aiti a diatast a, n-siui eotao veatigioa da xis-
tencia de offi I a crer que effectivamente
a industria ee delineara j com feico a pr^nun-
ciadaa.
( Continua.)
Velloso Pederneiras, e ajudante de ordena
o alteres-alumno Antonio Pereira de Albu-
querque.
Foram transferidos do 12 batalhSo de
iafantaria para o 14 da mes oa arma, os
alferes Ernesto Antonio Cardoso e Joa-
quim <'avaleante de Albuquergue B lio ;
e deste para aquello os alferes Pedro Lou-
rival e Carlos Frederico de Oliv-iira.
Ministerio da Marlnha
Foi noraeado e.ipitJo do porto da pro-
vincia das Alagoas o Io tenente Augusto
Fructuoso Monteiro da Silva.
Foi nomoado Sydronio Jos de Oli-
veira para XTeer o lugar de setretario da
capitana do porto da provincia das Ala-
gos, pereebencto tao somente os emolu-
mentos que por lei le competem ; e exo-
nerado desse lugar Cypriano Rodrigues
Lindes.
Por portara do 30 do passado foi
comeado t-apiulo do porto interino da pro-
vincia do Riauhy o 1 teaente Augusto
Fructuoso Monteiro da Silva.
Foi ispensade, a seu pediio, do lu-
gar de capitao do porto da provincia do
Piauhy, o capitSo-tenonte Jos Antonio de
Oliveira Freitas.
Foram i^au.-aos desembarcar : do
Imperial Ma inheiro, o guardio Francisco
de Assis Vinhales Coelbo e do Primeiro de
ilarqo, o calafate de 2a classe Antonio
Anustacio Leite Unto.
Foram mandados passar para o P-
rus: do vapor Amazonas, o Io tenente Iri
neu Americo da Costa ; do Irajano, o 2o
tenente Amintbas Jos Jorge e o pratican-
te de machinas Bartholotneu Caetano da
Costa ; do Riachuelo, o praticante de ma-
chinas. Alber;o Marinos dos Santos ; do
Madeira para o Guanabara, o 1* tenente
Henrique Alves Pinto Bastas ; do Guara-
n/ para o Trajano, o 2* tenente Dyonisio
Lesea Bastos ; do Puros para o Primerio
de Marco, o Io t- neute Froncisco Pordeus
da Costt, Bastos e do Sete de Setembro pa-
ra o Guarany, um mochinistn de 4* classe
e um praticante.
Foram mandados embarcar : no va-
por Amazonas, o capitao-tenente Jos An-
tonio de Oliveira Freitas, destacando pa-
ra o quartel-general da armada ; no pata-
cho Aprendiz Marinheiro, o fiel Sverio da
Costa Pinheiro ; e na canhoncira Carioca,
u gtuwdt&Q Joo de Deas Fcrroiru.
Ci ve ru da ir vineia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 6 DE
NOVEMBRO DE 1886
Antonio Telles Barbosa de Vascon:ellos.
N'eBta data me dirijo ao Ministerio da
Querr no sentido da eonsesso de crdito
para pagamento do titulo de fardamento.
Quanto ao pagamento dos vencimentos
nada ha qae deferir, em vista da informa-
crio da Thesouraria.
Antonio Duarte de Figueiredo.Aguar-
de o crdito pedido hoje, co Ministerio da
Marinha.
Abaixo assignado de negociantes 'de
ira. Sim.
Honorato Gaiola do Pinda.Deferido
com officio a> Sr. brgadeiro commandante
das armas.
II:iirique Vianna da Paz.Aprsente
eertido de casamento.
Major Jos Francisco- Ribdiro.Deferi-
do com o ; ffi:io desta data a Thesouraria
de Fazenda.
Joo da Silveira Tu vares.Concedo ao
suppli :ant." 60 dias de licenja na forma da
lei.
Mara Amelia Cavalcante. Ao Sr. ins-
p tor para attender.
Mauo'.l Juvenal Muniz. Aprsente cer-
Ndo de casamento.
liara Adelaide de Carralho Oliveira.
Informe o Sr. inspe.tor geral da Instruc-
clo Publica.
Mara Antonia da Costa. Sim.
Secretaria da Presidencia de Pernain-
buco, em 8 de Novembro 1886.
O port* iro,
Francetino Chacn.
deia do mesrao termo Francisco Ferreira
da Costa, cenhe ido por Xico Velho, tra
vando-se de razSes com Migusl Nicaeio
de Barros, resultou ficar Barros ferido
sobre o peito esquerdo.
Foi preso o criminoso, em fligranto e
contra o mesrao procede-se nos termos da
lei.
Ainda communcou-me o delgado do ter-
mo do Buique, que no dia 20 do mez pas-
sado no lug .r Caxoeirinha d'aqur-lle termo,
Flix Bezerra de Araujo e seu conhado
Se bastillo de
til, assassinaram a Paulino

PiCUK.
llnlserio da Ciaerra
Forun norneadis, por proposta do toene-
tt coronel JoSo Npomuoeno d Medeiroa
Mallet, inspector geral do arsenal ue guerra
da provincia de P-. rnam'.iui-o. secret-.rio da
apeccao o i teiu-ute a^gregado ao 2o re
gimentt le artiiharia a cavallo, Achules
Heparticao da Polica
Seoeao 2*N. 106.Secretaria da Po-
icia de Pernambu ;o, 8 de Novembro de
1886. lihi. e Exin. Sr.Partecipo a V.
Exc. que furam re olbidoa Casa ue D. -
t. nco, os seguintes individuos :
>.' i dia 6 :
A' ordera do subdelegado de Santo An-
tonio, Jos Francisco de Souza, por distur-
bios; Antonio Laiz, conheeiio por Campi-
neiro, cono alienado, ininha disposi;ao,
J Josti llano de Lima, por disturbios.
No dia 7 :
.' oriein do subdelegado do Recite, Ma
noel Beuto, como vagabundo, Pedro Celes-
tino da Silva, pir disturbios; Fran'cis.-o
Greraldo do Nas;uneuto, por offenuas a mo-
ral publica.
A' ordem do subdelegado do 2. distric-
to de Jos, Vicenta Ferreira, e Mara Ma-
tuilde dos Prazjres, por disturbios.
A' ordenlo subdelegado do 2. distrijto
da B.i-Viota, Joaquim Ljp<8 de Santa
Auna, Z'f-niuo Jjs Spindola, por distur-
bios tuit de galihad. .
Comraunicou-uie o dcleg.ilo do termo do
Cabo, que no di 4 do c -reate, foi preso
em fl gratite, pei'i gerout; do eiigenh"
central Santo Igna io o individuo de nome
Jo? Cantillo, em o. casia que conduzia
um euiuruliiu com asauear.
S ndo apr-sentado autoridade locol
proco le n>>8 termos da lei.
l',.i:ieip u-mc o delega -o do termo de
Pao d'Alho, c-m data de 5 do crrante, que
no dia 31 uu mez passado por volta de 2
horas da tarde om trras do engenho Al-
Corroa da Silva, com tiro de bacarnarte e
12 facadas, cortando lhe tambem urna d s
orelhas e onluziram 2 cavallos da vicli-
mr.
A autoridade competente procedea a vis-
toria o prosegue nos termos da lei.
Mo dia 24 do referido mez no lugar Ca-
bo do Caiipo, claquelle termo, Sebastian
Jos Araujo, Lourenco Bezerra de Mou-
ra e Manoel de Mura Ramos, viudo do
matto com as arm s que na noite anterior
tinham cellocalo na passagem de urna on-
5a, aconteceu que o de nome Louronco,
tr;z:n-o urna espingarda sobre o hombro,
casualmente disparou-se esta alcanzando a
carga, Salistiano que ficou gravemente fe-
rido na caber;..
A mesma autoridade tomaado conheoi-
mento do fa^to, fez o compstente corpo de
delicto e mais diligencias recommenadas
por lei.
Ainda com uuhjou me o delegado do Io
districto do termo da Escada que no dia
1 do coerante na ra Ra Alagoa do racs-
mo termo, Pedro Paes d Lyra e JoSo Ani-
zio da lio ;ha, travando-se em lucta, lella
rcsultou saiiir Jlo Afizio ferido em um
braco-
Os turbulentos ora-n presos o procegue
a mesma autoridade as demais diligencias
recommendadas por lei.
Na mesma data foi remettido aojuizo com-
petente o inquerito policial que procedeu
o reterido delegado contra Manoel Caeta-
no, pelos ferimentos em Antonio Ful ppe.
Communicou-me o subdelegado d<- Ca-
nhotinho tor remettido no dia 2 do corren
te mez o inquerito policial, ao juizo com-
petente, pelo facto criminoso praticado por
Mane! Jos de tal.
Ainda hoje participou-mo o Dr. delega-
do 1* distrito da capital, ter remettido
do ao Dr. juizde direito do 1" distrito
to criminal, o inquerito policial relativo ao
facto dado do mez passado na freguzia do
Rficife entre pracas do 2o batalhao de linha
o o imperial Marinheiro do Pirapama Pe-
dro Ferreira Soares.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao
muitc digno vicepresidente da provincia.
O chefe de polica, Antonio Domingos
Pinto.
Thesouraria de Fazenda
Auto de perguntas feifaa a Olympio Frederico
Loup
Anno- do Nascimento de N088O Senhor Jesua
Chriato de 1886. aos 22 di;a do mez de Setembro
na Secretaria de Foliis, presente o Dr. delegado
do 1* districto, Francisco Izidoro Rodrigue da
Costa, eommigo escrivo ad-hoc nomeado e jura-
mentado na formada lei compareceu Olympio Fre-
derico Inup, o Dr. delegado fez as perguntas se-
gundea :
Perguntado ae elle respondente nao tem como
encarregado do emprciteiro daa obraB da eatrada
de ferro de Cania: e prolongamento de S. Fran-
cisco, recebido quantiaa avultadaa e se alguma vez
recebeu quantia to avultada de notaa velbaa di-
laceradas e miadas e j recolhidas mesma The-
souraria Das cindicoea daa que recebera no dia 21
de Agosto?
K spondeu que nunca reeebera quantia tao
avultada desedulas miudaa dilaceradas, sendo esta
a primeira vez que recebera quantia tao avultada
deata especie, sendo que se ieuibra que a quantia
maia avultada que recebera em notas miudaa as
conditQ.'g expostaa foram 50:000000.
Perguntado ae podia precisar quantoa massns
de dinheiro novo exiatiam nos 400:((XtOftO que re-
cebera da Thesouraria?
Respondeu qu nao recebeu dinheiro divo al-
gum, e aim notar jA circuladas, e graudas e miu-
daa nva con.1 ico-.-a cima expostaa.
Perguntado ai era exacto ter dito ao aub-em-
preiteiro da estrada de ferro de Carii ir, Gonfal-
vei Pinto, que g p^deria pagar as qnantias daa
ubraa a que ille tinba direito, quando recebesse
no dia 12 do crreme, conforme lhe promettera o
thesiureiro Dr. Eduard 1 de Barros?
Keap-iiideu que era isao vrdade, calculando f
podfr rec>-!!"r ni dia 10 011 12, isto porque t
de receber 226:0 0000, pretenda receber easa
quantia cm notas grandea e nao desojava que a
Th' aouraria lhe desse maia dinheiro iniudo, uiea-
m.) porqae estavs p -rsuadido que naquella data
ae lhe podia faaer pagamento, vista de ua
dinheir > 111 Thesouraria graud quaudo lhe fot a
p.ga B (piantia de qu-droeentoc e tantos coutoa
le ria no dia 21. .
Pt-rgu-itado a que tempo ae aehavaai na The-
Bourana os certitioid b de 226:000OJO que nao
tinh im aidj anda pagos ?
R apoudcu qu-- nao pode preeiaar a Jala, trias
3U elle auppoe ae aehai b lea all desdo tina de
albo at o principio d- Agosto.
Perguntado a razio p >rque nao r Ceb u eui
Agosto a iiDpor'aueia aciaaa ?
Perpindeu que deixou de receber a importancia
de 226:O0OJ,O0 na occaaio tm que r.-ceben a de
400:0004 por nao baver nesea uecasi > mais di
nbeire, s.Ivo s-.' qoisetes receber tudo tm miudoa,
o que nao convinha a elle respondente.
Perguntado se alguma vez pedio ao inspector
para mandar fagtt pagamento dos 226:0004000 ?
poudeu negativamente.
Vr/untado ai exacto ter ido no dia 4 do cor-
rente Th"sopraria a pedi .0 do theanireiro para
pagar-ltie a quautia de 226:0004 e hav r o ineamo
ro respjudido que podia recebar quau-
do qU.ZPBBe ?
K .--,-jiideu neg itivauiTit i.
Perguntado que tempo costuma se a gastar na
- mraria para Mocesaar certificadoa para os
ntuotoa ?
nidi'U que gasta dnaa ou tres b ras, como
J tem acontecido. ,
Perguutado ae recorda-se do ultimo dia em que
e-t ve ua Thesouraria de Kazenda e, ai- nease da
j ae acliavain pr<-cefsad.>a os certificador, corres
pondentes aos 226:0'J04 ?
Keapondeu que o ultimo dia que eateve na Tho-
souraria, antes do ficto do de/appare iieento do
diaheiio do cofre, foi no dia 30 de Aguato pr-
ximo findo, e os certificados neaaa occaaio nao
estavaro ainda processadoa, j havendo, porm,
crdito para esac pagamento como j foi f cito no
dia 22 de Agosto.
Perguntado se quando recebeu ltimamente a
quantia de 400:0304 na Theaourarii. contou todo
dinheiro e se achou nelle differene t ?
Respondan que quaudo receben aquella impor-
tancia nao a contou nota por nota, e que contou o
dinheiro miado por macos de 1:0004, contando
nota ]or nota o dinheiro grand-', achando em um
maco de 10:0304, em sedulaa de 1004- urna diff-
renca de 9004 de : enos, qu? lhe foi reatituida
depoia de verileada pelo fiel fie nome Pialho, sen-
do que recorda-ae que nesaa occaaia-), aendo Fia
lho interrogado u respeito pelo theaoureiro respon-
den o icguiut*: 'rrei, errei, desta vez.
Perguntado e quando deu-se o extravio do di-
nheiro na Thesouraria no dia 9 do corrente, nao
inanitcetou elle perante algumaa peaaoas urna cer-
ta sorpreza por estar persuadido de que nao exia-
ti83e neaaa oecaeiSo tanto d nheiro, iato 1,200
e tantos contos na Thesouoaria e qual a ra-rao
d.-asa aua aorpreza?
Responden que cfFectivameute manifestou csaa
aorpreza entre di verana p-'ssoas, cujoa uomna na i
s'iecorla, porqm tendo recebido no da 21 de
Agoato proxim findo 400 e tanto, eontoa de ria
para completar ssa quantia foi precifo receber
duzentos cm uot.9 miadas e velhaa, como j de
claroa pjr mais d urna vez.
E por maia nada reaponder nem lhe aer pergun-
guntado encerrou-ae o presente auto que aa signa
o Dr. delegado com o respondente e o Dr. Io pro-
motor publico, e as testemuuhas abaixo.
Eu Joo Jos dos Sintos, escrivSo ad hoc, cs-
crevi.
Em tempo, fui ainda interrogado o respondente
sobre a venda do crdito para sea pig tinento se
antes dodir. 20 de Agosto quanto?
Responden que veio o crdito por telegramma,
aegundo lhe consta m 20 d.: Ago8to, do qual cr -
dito deve aer 676:00'J4> tendo elle reapondente
recebido por eouta deaae crdito os 400 e tantoa
contos em 21 de Agoato, do thesoareiro Dr.
Eduardo de Barros c 226:0004 no dia 18 do cor-
rente mea do actual thesoureiro interino.
E por nada mais dizer nem lhe ser perguntado
assigna o Dr. delegado, o respondent e o Dr. Io
promotor publico e as tettemuuhas.
Eu Joo Jos dos Santos, escrivo ad hoc, es-
crevi.
Francisco Isidoro Rodngue8 Coata.Olympio
Frederico Luppi.Manoel Poliano de Lima.Ma-
noel Goncalvea RibeiroJoo Joaquim ue Frei-
tas II 111 i 'lea
Nada maia ae continha em dito auto, aqui fiel-
mente copiado, ao qual me reporto e dou f.
Reeife, 4 de Outubro de 18S9 Eu Abdizi; de
VaBConcello8, amanuense, aervindo da escrivo,
subacrevo ". assigno, Abdizio de Vaaconcelloa.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 6 DE NOVEMBRO DE
1886
Vicente Sabino de Magalhaes. -Satisfa-
ga a exigencia do procurador fiscal.
Antonio de Burgos Ponce de Len. -
Indefcri o a vista das informac3;s.
Francclino da Silva Atmela.Certifi-
que-ss w
Dr. Antonio Alolpho Coelbo deAlmeida.
Cumprase e facam-se as notas di por-
tara de licenca.
Hermes do Souza Pereira e director da
Bibliotheca.Ioforme o Sr. contador.
Joo Paulo Nunes do Mello. Registre
se facam-se as notas.
Jos Gomes Ferreira Maia.Ilaja vis
ta o Sr. procurador fiscal.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DIA 6 DE NOVEMBBO DE
1886
Francisco Antonio de Britto & Filho, Fran-
cisco Jos dos Pissos Gruimaraes, Lopes
& Irinao, Domingos Manoel Martins, Braz
Januario Fernandes, Araorim & Cardoso,
C ipitulino UhGa de Cusma*, Luiz Jos da
Silva (jruimaraes, Silva Guimares & L.,
Fabricto Gomes de Aodrade Lima, Joa-
quim Jos Rodrigues da Costa, Antonio
Miguel da Cruz Braga, Luiz Neuhans, An-
ua Mara do Nistimento, Jos Antonio de
Mattos, Torres & Irmos, F. H. Charles,
Jos de M*cedo, Nunes Cornelio & C.,
Alfonso Ferreira Baltar, Antonio Muniz
Ma-hado, Visconde de It-iqui do Norte,
Man<-1 Alves Barbosa Succ ssor, Santos &
C, Manoel da Cunha Lobo Costa Perei-
ra & Irinos, Viuva Azevedo & C, e Jos
E. Porccll.Sim
B rnet & G Informe a 2' seeco.
Joanna Joaquina da Paixao, Vicente
Ferreira da Costa e Carlos Alves Barbosa.
Infor-me a Ia secgo.
Amorim Irmos & C. Dirija ti-se ao
Tnesouro Provincial.
liara Izabl ue Caralo Cunha. A' l1
secfio para os devidos fins.
OIIImaIIco
RECITE, 9 DE NOVEMBRO DE 1886
noticias do \ortc do Imperio
O paquete nacional Espirito-Sanio, entrado do
norte s 10 horas da noite de aabbido ultima trou-
xe as seguiatc-a noticiaa :
maiona
Datas at 26 de Outubro :
Xa capital mauiteatou-se um pequeo incendio
em casa dos Srs Sjharamn & C, porm foi logo
extincto.
O Dr. Frederico P. Carueiro Monteiro eata-
va exircendo iuteriuameote o lugar de delegado
especial do inspeutor geral da inatruefio puoliea
do municipio da corte.
Os habitantea do rio Gregorio, no alto Jarn
abaud.uaratn a safra, devido a terem os indios
maasacrado urna familia inteira.
Foi designado o dm 10 de Dezembro prxi-
mo para ter lugar, no municipio de Silves, a elei-
co para preenehimeuto da vaga de 3 vereado-
rea.
Carlos Luiz David e sua mulher foram pro-
nunciados no artigo 201 do cdigo criminal, por
infriugirein castigos barbaras a menor Davina.
So rio Juru, 6 individuos, munidos de facas
e espingardas, entraram na casa de Ariatidea de
Paiva Leite e fizeram um roubo, calculado em maia
d" cinco contos de ria.
Dia o Commercio do Amazonas:
O Sr. commendidor Bastos, ebegad > hontem
a esta cidade, vindo do Rio Branco, informa-noa
que doloroaa a aituacao do povo em Maura, Ay-
lo c Tauapesaaas ; que ha nesaaa localidades
abaolota f ilta de toda a qualidade de gneros ali-
menticioa.
i O meamo cavalht iro commanicam-nos que a
14 deate mez, peina 4 horas da manh, encontrou-
ae com urna ubi tripulada por 14 indioajauapery.
que aeguiam em direcfo ao Carvoeiro.
Oa indios portaram-se b.-m, nao fizeram a
mnima violencia, e eram esperados a 17 deste
mez em Moara.
O valor official da exportaco em Setembro
oltimo foi de 1.578:1824208.
Sobre o roubo de urna moca braaileira, oer-
tencente fimilia de Jos Gomes de Moura Mar-
tina, do rio Puna, e qae ha cerca de 7 annos se
acha prisi-oneira dos hos do rio do Javary, en-
cont'amoa o aegniute no Amazonas, eaeripto pelo
vice-consul braaileiro noa districtos do Ucayale :
Di bocea do rio Uciyale navega-se em va-
por de boa marcha 15 dias para th gar aonde
desemboca o Tambo e dahi em diante navegan to-
se 10 diaa em cano i pelo Timbo chega-ae con-
fluencia do garap Camisea, e por eate, aguas ar -
riba, a quatro dias por canoa chegi-ae a um isth
mo (varadouro) donde a caminho, por trra, a 5
leguas, eneontra-ae o igarap Mano Chica, habita-
do por indios Amauhacas.
Navegando-se aguas abaixo no igarap Mano
Chica m canoa, ao meir dia d: distancia eucon-
tra seahibitaeo d.s infieis Mseos.
O igarap Mano Chica desagua no rio Mano
Grande, que suppoe se ser o rio Puru's, porquanto
um infi 4 da fribu dos Piros, que corresponde-se
com o Mseos, diese que estes fallara de ter vi>to
no Mano Grande enormes piraguas (canoa de fogo)
que outra eousa nao pode aer seno vapores.
O indio Piro disse tambem que nesae rio cha-
m im ees-a indios da tribu dos Maceos.
A desgranada menina braaileira roubada por
esses u tiraos indios (Mseos) conheci la cutre
elles pelo nome de Euraku"e que qner dizjr se-
nbcra.
Diz -se que existe t imbem entre elle3 um me-
nino branco de idade pouco mais ou menos de Eu-
r kue.
Porfanto dous assumptos d i importancia en-
couira se ahi que merecem graade attencSo e in-
terease da parte do Brazil.
Fazer rcolher ao lar da familia e ao
aeio da aociedade aquella infeliz, hoje eacrnva doa
barbaros, e determinar comexactido a carta geo-
grapbica da8 nascentes fljvlaes do Puru's, Java-
ry, Jatahy e Javary am referencia com as cabe-
ceiraa do Ucayale e limites entre o imperio e a
repblica do Per', afim de evitar ma'a tarde dea
harmona entre os piizea lemitrophe3, quando
aquellas virgens e ricas regiea ebegarem ao ter
mino qu na assiguala o deseuvo'vimeuto pr.gres-
;' v i que notoriamente s percebe.
Para
Dataa at 30 de Outubro :
Nao tendo aceitado c coavite para servir i..fe-
rinamente o cargo de cSefe de polica, o Sr. Dr.
Jo) BiptiaU de Camp.s Tourinho, juiz de direi-
to da comarca de Porto de M >z, S. Exe. o Sr. pre-
sidente da provineis, por acto de 29 noraeou o Sr.
Dr. Antonio Bezerra da Rocha Mjraes juiz de di-
reito d Igarap miry.
O presidenta da provincia dirigi o aeguiute
i fiicio ao inspector do thesouro :
Palacio Ja presidencia do Para, 23 de Outubro
de 1886N. 9351 seeca-.
Do relatorio presentado por Vmc. em officio de
16 di corrente, consta que no da 6, data em que
aasmi a adrrjiuistraco' desta provincia o catado
doa cofres provinciaes apresentava o a guinte re-
au'.tado :
Caixa effectiva 57:1705448
Dita de juros 92 0 0
Dita de depoaito 372:43597
existiotift apenaa ero dioojnibilidaue a pansa de
57:170448, visto que as entras duas eo deatina-
daa encargos especiaes.
Conata ainda do mesmo djcumento que na re-
ferida data a caixa i ffeetiva devia a aomma de
563:6745359, manifestando portanto o dficit d
506:5034911 aem incluir os encaraos, que o.tbeaou-
ro tem de satisfazer com os contrates, que come-
$am a ser executados ecuja numeraco se acha no
appenso sob a letra F.
A lei do ore .ment vigente calculou em......
3;050:''004000 a receita do corrente ex-rcicio.
D->ta tem sido j arreeadada asommade...
2,167:4314315 faltando para attingir oreada a de
882:5684685, que Vmc recea nao se possa n diz ir
noa dona mezes, que reatara o anno financeiro.
Neatas circumatancias de presumir vista doa
dados feruecidoa pelo theaoun, que o exercicio
corrente teuha de fechar-se com um dficit cresci-
do, ae a differenca j conhecida entre a arreeada-
io ea despeza accreaeerein as aommas pelas quaes
o mesmo thesouro obrigado em virtude doa eos-
tratca ci librados com a admiuistracao.
No estado adiantado do exercicio e em vista das
verbas detalhadas noorfimento rigente) uo basta
a simples economa para rcstabelecer, o equilibrio
orcamentario, e evitar o desastre de um dficit.
Por outro iado oreeursoaoempretimo, sempre
oneroso a provincia, coja divida conao idada SSB8S-
de a aomma de 1:294:20040 *0 'brigada mcnsal-
mente ao pagamento de 10:9224666 ds jur >3 d .8
ap lices de ambos os ty.os.
Em vista desta exposicAo e nao tendo a aseem-
b' i legislativa provincial votado o orc^mentu do
futuro ex -r/jico, no qual deviam aer centemp
oa servidos creados posteriormente a lei do orna-
mento viguenle ou oa que depoia dellea eoroeca-
raro a ser executad ia, o nico alvitre, que aa con
dicoes pouco iisongeiras do thesouro acontelbain
para evitar ou att'-nuar o dficit no juro d exerci-
cio activar a cobranca, que se impo-' com ama
neceaaidade nidiave', da d vida activa, a qual M
aelia lquidada, r-'pres ntaudo a somma de......
904:'924947.
Tendo em vista as difenldades c..m que ha de
luct ir o theaouro no perodo em que diminuir a ar-
recadafo, chamo a sua atteiico para eate as-
si'mpto e r c imra- ndo multo instantemente BJBS
Vme. envide todos 03 esforc-os para que ae tffectue
com a m.xima urgencia a cobranza daquelle debi-
to, que pider solver a maiiir parte js compro-
missrs, dando-me conh-cimento do que se tor ar-
reea.iaudo para que es:a presidencia contiena os
BSeaiSM de que pod" dispur, para f -z"r ftee os
gmves encirg s, i np stos a provincia pela sua
eataco fiuanceira.
Esper io seu zelo pelo servico pub ico e dos
agentes encarregads deste serviyO a mxima act:-
vi lade no d'-semp-nho dest- dever. Deus guarde
a Vmc Joaquim da Cotia Barradas.Sr. ia-pector
do th-sour-/ yioviucial
Lemua u Diario do Grao Para :
Desde o dia 20 lo eorreute que d.-sappareceu
d-ata capital o prbprie'ario do Hotel do Com-
mercio, o a'aaciano Joo Walk-nk r.
Consta qoe Walkei k :r deixou urna carta asea
seuhira e que fa 1- vado a esse acto por atraaos
de a-Ua negoeioa oinmereiaea.
Al hontem ignora Va-re 0 seu paradeir1, -up
pondo-se ter seguido para a America no vapor
Brasil.'
Haranho
Dataa at 1 de Novemoro :
Nada de interease rtferem aa folhas que reee-
bemos.
Cear
Datas a' 4 de Novemni-
Ni lia 31 de Outubro foram encerrad a os tra-
baihos da aseemola urovincial.
A' 30 de Outubro fizeram se na catbedral
solemnes exei|uiis por alma d>\eonselheiro Jos
Bonifacio de Andrada c Silva.
Nada mais que mereca raenso.
nio Grande do .\orte
Datas at 5 de Nov uibro :
Refere o Correio do Nlal que foram ach djs
varios doa objertos aehadoa roubadea daa igr j ..-
Santo Antonio, R .sario o Bom Jess.
Assui:.; a a admiuistracao da provincia, ti
2- vice-pre: ene Dr. Luiz Carlos Lins Wan
derley.
Lemos no Correio da Natal de 22 de Ou-
tubro :
No engenho Santa Eaperanca, propriedade de
Francisco Alves da Silva, districto de S. Goncalo,
Manoel Cannavieira e Manoel Cariry, all mora-
dores, travaram lata no dia i do corrente, da
qual result u a morte do primeiro, em eonsequen-
cia de urna facada que lhe d ra o segundo.
A autoridade local tomou conhecimento do
facto, procedes ao ex .me cadavrico e trata da
crganieaco do inquerito policial, para servir de
base ao pracesao contra o denqneute, ^ne conse-
guio por-se em fuga,
Parabyba
Dataa at 6 de Nuvembro :
Foram nomeados promotores pblicos de Ala-
goa do Mcnteiro e do Catle do 3< cba os Drs.
Manoel Rodrigues de Pai^a e Manael de Anuda
Cmara.
Lemos u > Monitor de 28 de Outubro :
Segando noa eommunicaram ante-hontem, foi
ferido mortalmente com duas facadas o Sr. Henri-
qu'' Jos de Mendonea, quando ua propria casa
de vivenda de s u engenho estava debruc.do so-
bre a mesa escrever.
Se se tivesse vitado as violencias praticadas
ha algum tempo, em Alagoa-Nova, daa quaes di
versos jornaea derara noticia circamstanciada, oa
ae o menos ae tivesse procurado punir, e nao
inn- contar, os aut Tea dellas, cortamente nao la-
mentar-se-hia hoje to triste resultado, que nao
deve ficar imi une entretanto.
Rtnden a Alfandega em Outubro..........
118:226J554
Xotlilas o PaelOco. Pi da
Prala e sul do imperio
O paquete Cotopaxi, entrado hontem do fnl
trcuxe as seguintes noticias a as que constam das
rubricas Parle Official Interior:
Faciflco
Datas de joruaes at 19 de Outubro, e V legra-
phicas at 2 do ntrente:
-'i-gundo communicou aodiari i portenho La Na-
cin o seu eorrespssBlente eir. Santiago, do Chile, o
presid nte Cacera, interpretando a censura ao
ministerio cemo um ataque ao seu poner, prepara-
va-se pira c nfaatei-o p >r um golpe de estado.
Maiidou assignar pelo ex rcito declar.co-f deseo-
Dh-ceudo a autoridade do congr. sao, e hlrn diaao
crdenou que aa tropas estivessem promptas para
t-.nia a eventualidade, urna vezdissolvidas as cama-
ras. Algumaapesaoaa, porm, conseguiram conven-
ecl-o de que o paz ae levantara como um a hornero,
para proteatar, e ent o pr. aidente decidio-se a
constituir outro gabinete., mas s mpre com dous
chefes militares de sua ecufianca, como Borgonho e
V 1 .r-ie As accoaac s fitas aos ministros do
inten r e a fazenda eram gravsimas.
Em Arequipa hivi-. f. mesmas qu.ixas contra o
governo, que em Lima.
O partido eaetrista pedia un presidente que
mandasae urna ccmmisso de pessoas influentes
pp.ra apasi^uaros nimos e contrariaros prtjectos
qu-'se prepararan), oa qaaea serio p>rig-sosse
acaso se realisassem.
Noticiavam de Valparaizo que toda a imprensa
apolaudia a atiitude tomada peo novo presidente,
Dr. Balmaceda, de fazer derogar todas as leis
incoustituci naes do governo anterior.
Hjuve em Lima um meeling a f.vor do jesutas
ao qaal concorreram muitaa aenhoraa. Varios
grupos, dando gritos m >r -.m os jesutasd ssol-
verain a reuui; a pedradas, sem que ella tivesse
tomado qnalquer r someo.
O ministro da faienda do Per apreseutou um
projecto de impresiimo de 303,030 soles de prata.
A c-.mar uo conceieu a despensa pedida pele
geverno de ouvir i. OOtomiasSo.
Foi apresentad i um projecto de lei mandando
confiscar bens e privando por 10 annos dos di-
reitos de cidado .os revoluci i lariosi
O governo do Chile deu poderes as seu represen-
tante em Franca para negociar a coaverso da
duvida externa.
Todas as noticias recebida% do Per assegsra-
vam que aquelle piiz estava attravessado situxe
diflieiliima. ,
O cougresso de Bolivia oceupava-s- tm ssea
secretas, com aasurapfos interaaci.naes.
Valparaso, 2 de Novembro.'
As noticias recvbidas da campanha ao couris-
tador is. Em toda parte reina urna asees que causa
grandes prejuisoa agricultura ; se ella prolon-
;, as colhetis d o trigo esto consideradas
.perdidas.
Lima 2 de Novembro.
Os depurados da esquerda apreaentaram c-
mara d os representantes do Per um projecto de
lei, prohibindo no territorio da republi-a todas as
ordene religiosas.
N; senaao foi proposta urna mot;i> declarando
traidores patria e como taes fura da lei, o general
Iglesias e o ex-dictidor Pierola.
Hio da Prata
D.tas de jomaos at 24 de Oitubr-, e telegra-
phicaa at 2 de Novembro :
Diz La Nacin, de Bueuoa-Ayr a, que, depoia
e ter augmentado as dotacoes do p.esitente da
iica e doa ministros, os siembros do cougres-
so r;solverain augmentar os sus subsidios, elevan-
do quasi ao dobro a despeza actual cora ese ramo
i. tervieo publice, isto eleVaudo-se de 618,200
pesos a 1,160,000.
Segando o mesmo diario, eram iiumerosa as
qae: ra pela completa suspeuso de pagamento
pelo Ministerio da Fazenda, das dividas prove-
nientes das guerras da independencia e do Bra-
sil ; o que provinha segando iuf i mai,-5ea, que
obt'e, de ter sido depositada cm um banco, co-
mo cme. i do ouro csbado que ferneces ao go-
verno, metade da importancia vo'ada cm fun-
dos pblicos pira oerorrer eqoelles pagamen-
tos-
C instava que o troveruo queri i consolidar teda
a divida fldctuai.t:
Faliava-ae tambora u^ appar cimento de um
decreto creando na Europa varias ag ncias de
propagauda cuj misso sera proporeionst todas
as m rnia^Ses rslstiva Repblica Argentina
no iniu tu a; Tinaitar a intsaigraooSO.
Foi ii ajeada consol geral na Hespanha Eduar-
do Calvan -.-e. utera ut destituido ue consol
era enova por causa dos to fallados certifica-
dos.
La Prensa desmentio terminantemente a noticia
de La fac-on, cencerueute a urna t ntativa de
uvaco da hepablica Oriental. El Diario qna-
lie u d imagmaria a invaaSo
13eelarou-=e tH i ilm ate que os dous casos
occoiTidos a b si in de cholera eporad'co sem uenliuin caraeter
.oico : El Diario, p.rm. insist, en dn-
\id..r que o,- laea caaos f issem I luof-
fensivo. com > preteudiam as aut, ridades.
Fallec n repi utinp.ineiite, n ru ., ia-
aulto apopltico, o senador Gregorio Javier, oo-
ineado presidente do Banco Hyput cario Nucio-
Bat
La Siluuciun video, como al supraCita-
uhas, ueg-ni absolutaaieiite fnda-
me t a uoticia da lavas .. A'ucoa,
'xar
No 4 i irtel do 5* cor o aobaTa-so
lame B r tab II ireras flbo do
muiistr a .- o ocios e.-tr-iugar s- por f,l s de
diaciplina, s ga \a
K i ..dos,
eh v;-s preso no m amo quart 1.
Era Montevideo tinham cesaado comp.i t.iBic'ute
os boatos de levoluc) que circularan) duraate al-
guna dias.
) p u urna m Aa-
-- n lea Geral pe.liudo modificaeo a na lei de im-
p SM -.
tevid >, 4 de Nov mbro.
Em memorndum que dirigi ao presidente gv.u-
'
t


Ihniw' de P^riiiimhiinTer^a-feira !> <** Novembro de e^Sfi
___


I





ft'(Mirlu cora rile inaintio p.ra orgauisar ramis-
tttn, > Dr. Konirex eatabeleeeu p.r condieo-a :
*' a lev de tripa ; urgaaixar i 6 tastaado as de'p'Zia deoecesaaris ; desistir da
lei dii imprensa ; t>rn>tr .ff-etiv. o direito
7ral ; destituir os actuaes chefes polticos.
Segn lo consta, Santos nceitou estas coudico s
KfptQindo a ultunu : beand > asaeutado esto mi -
crio : g >vi'iii i, Rainir z ; culto, Carlos M
, ; estrangeiroa, Ju.m Q. Blanco ; guerra, Ta-
jas ; taieod,, Barr-.
A ertica mai i geral que aeatel liante miarsc-
a te chpgar a cooatitosr-ae aio durante maito
aHspo-
2 de N venta).
Continaain as netfociacois para a formacio do
** gabinete:
ODr. Juan Pedro Ramrez, encai-regado desaa
"~i-il uiisso apreacutnq ao presidente Sintos,
ryiiBte progrmala que ha de ser o do novo ga-
Ma
Jantes de tul', a poltica seguida pelo governo
hiai ser umt pilitica de concillado, biaeada
saare o respeito 4 coostituicio e is liberdades pu-
miuist-iio dever procurar resfabelecer o
i do or -amento e, para cnegar a esse fim,
ir serias economas as d apozas e eatabe-
i urna fisailisaciio severa na grenzia dos di-
SaViros pblicos.
(M> Kiuiin'z pede anda que lhe soja cuncedi-
a* a reintegradlo nos quadios do ex-rcito dos
ObScsaos que forarn risoa loa por teretn sido imp'i-
aatlie em onspiracoe*, a mudanca de diversos
en> .Vo p diticos e a reduccao do exercito
Eae progratnma f>i aceito muito f ivorave'm?n -
> jorain granl. n.uuiero de Uruguay ton 13 e pe-
la av-mbros do corpo diplomtico.
Renos Ayres, 2 de Hoveaibro.
Sol na gran le einoco em toda a cidade. Mor-
x* %>ye n'um hospital um doente, que se sudku i
tessuccumbid a um ataque de cholera-m&rbns.
Os Mdicos da polica estn proceden Jo a urna
antopsia, cuj >s r-sultados na o aiuda conheei-
4m
M;itli> Hmii
Datas at 3 de Outubro :
Jr\.i respjusabilisado h demittuin p-la assembla
uciai o Dr. Antonio Aoirusto Bodrigu-s de
s, do cargo de juiz substituto dacoaiarca da
tl.
Dia a Situacio que a meara 1 assembla pronun-
: o juiz da direito de Matto-Uroaso c mi > in-
ao art 12!) Io d > cdigo p-nal, por h iver
arad > livres 131 africanos importados dopiis
da ii da 1831.
tiojmu
Dutas at 9 d : Outuoro :
Fot aberca no dia 1 asseinbl 1 legislativa pro-
-PMaial, snn'io eleita a segu 11.0 masa : preoi tente
Sr. FVIicMim<; viee-presiieute, o Sr. Amaro
Cfersa: l" sacrtarior o Sr. Cootaci <; 2o dito' o
Ja,Mano-l Alves.
Tinoam s-guilo Dar a villa de Anicuna, nesta
jav-rmea, o r. Manoel Tuenaoihao da Costa,
Jo> L'itao, Praaaiauo Moulevade e Joao Rosa, e
Mar all rao cun o fias de escorar uia poco que
Se rtn corrego que banha aquella villa, e que
]aa 80 palmos de profundidad'. Suppoa so que
^art>- pico ha glande quaatidade de ouro.
A asaembla pr uncial approvou, e a preii-
4kBcia saucciotioil, o seguinte prujeeto :
* A asaemblea legislativa provincial de Greyaz
Art. 1 Pica concedido 4 compaukia de es-
nda dr l>*rro Moifyaana, privilegio po, 'J ) annos
ot prolongamento de sua va terrea, desde a
SkTgum direita do rio Paranahyba at a margem
do no Araguaya, tendo por ponto obriga-
seu desenvolviusento a capital desta proviu-
tw
m Art. 2." Pica o prasideule da provincia au-
tlMMdo a fazer para esse fim, com a directora
frisa e -mpuntiia, o respectivo contracto pelo qual
tttaab garantido, referida eompaohia, o I vre e
oario:ive gso, uso e poase do proiongamento da
K frrea p t 90 aun03.
Ar 3." Esto privilegio suri iatraastenvel.
Por officio do KevJ. vigario do Jatahy m
^.krigaieiro director geral (ios. indios, saoe-se
rr ao taque feto p'los indina C*yps 4 fazen-
fttoyioiiia. foi apprebadida por pessoas da
aaaaaatlazenda, quando procuravaia repeilir aquel-
ms-sulvagens, una iiuiigena de 7 annos de ida le.
aabado-se ella a.-tualia nte em pider do meim.
vijri!- que a bptis >u c m o notae de Canida.
10 kraailn do Mu
Dataa-at 2t> de Omunr :
X se no Diario do Rto Grande de 23 :
< V.>i llfWllillil 1 'lo In^ar l .^.-ute c jonuar da
tai aa cidado visiuha (Pe tas) s Sr. (i. Ualan.
t Sf. Halan eatava incumpaiibiliaado com a
maMrl" ffieial que oocuuava vista ser um eleuiiii
A>4h diserdia entre os seas compatriotas resi-
aartra naqueda cidadr, onde a colonia italiana
Ma pnifundaui''iite dividida.
ianstava que a autoridade poliaial de Bag j
para onde ae havion dirigido os dous ir-
criininn-os de morte, Reuiu.l'io e AnWnio
JBtMgBo da Cunha, que se evadirn da cadeia da-
ajHika i-idade.
SVlaa ts. capitao Antonio Joaquim di ?ilvei-
ns.J'-s Bonifacio da Silva TaVarea e sargeatu
Biaiii-ii- das Ci)ng-'8 toi preso 110 ugar deun.oi
1 Uiub, um individuo chimado Pedro Jos di-
dros, qui- iudi;iUdo cum 11 m dos cumplices
?) ..i ilos reliT'dos Antonio e B gma do Benigno
t!auha, em assassiuato perpetradu ultimameute
Ki tiTiD'i da S una Mana fu captura-la o ru
Jaafi Cinnn, pronuui-iado por tentativa d-* ui.irt
iM pe-isoa do tonego Marcelliuo e padre Rositti.
Srfere o Didri >, de Pa.otas :
O subdeigadn do polica do 1" distrieto, Sr
JU r. da .-ilva li 'Sa, foi h niei ierido com um
jipe de pistola dest> cbado por M.iuo>-l dos Santos
tuf rmam-nn8 que tendo havido grande ine-
wt am casa de Th philo Antonio Perrvira, mo-
Tt ua ra da L b-'nlade, o Sr. Roaa para all si-
aaigia as 11 horas da n ite. aeompaubado d> dua-
B^as de poiaa. A' sua ch'gada os de3ord'-ir*
aaaaram fugir e como lbfs fosse impedida a fuga
jlaaoel dos 8ant-s disparou um tiro, cuja bala
ataavetenu a mi' esquerdada autoridade.
O motivo d 1 desorden] foi, segundo dizem, oc-
ajurirniil 1 oor desavengas na partiiba de diversa
eft-rtin furtad a. Alm ae Santos t n preso Ko-
nrarX de H< II e t inbein fie iu ferido com du asadas < di no da casa. C ir, Kosa acha-se de
Mata, nao h-n 10 f lizinente de gravidade o fi'J l
:arI > que ree Si> Pa-so Puudo, a 10 do corrente, foi barbara-
rja-a'e assas^inado Tb inaz Pinto de Mora-s por
oaa individu a, que desfiguraran) completamente
gj aaifi V I. dan lo Itic um tiro nos olb ;s, um golp-
Btrapada n roto, e corlando Ib- o nariz, beic-o
e>ejB>ixo, tudo em pres-nca de um fi'hinho da vi-
Bid dos autor-'s ch-itna-se Ananias, e o outro
pastal Jo'i'1 Harija lo (assira conb cido por ndo ter
jMlin fio de barba) Ja tinham partido sco'-
0aa* seu eacalco, urna at o rio Jacuby-Grande
raatra para o Lagoo.
Pn to de Jaguarao do dia 16 uma comm s-
aa>i enmpoita d-> iij ij r Bernardiu" Rodrigues de
Vs^ai'a e capila-'s Joaquim li xlolphnio, Iuno
ansio (toib"s de O.iv-ira, Luis L pea da Ro-n e
A'4r-d<> de Miranda Pinhairo da Uunha, todoi d
^rrgiincuio de eavaliana, para 'X.millar os oatn-
hs prop istos para a luvernadt do E^t-id).
Opr ifessor publici Jo- AuTonso de J'-sus, em
YBgm pura a capital, suicid >u se atirando-se ac
tfv
tiotieias do Livram-nlo dizem que o guarda da
Bat tel-gr .phica, Ezequiel d>sS peto rame, aasassinou o solalo do 18' batalho
B-ialaataria Christovao kilrgues Pacifico.
Oenuino8i pret-'ii leu lamben assassinar duas
BBBlfcere?, que se achavam na casa em que foi mor-
>> soldado.
faeto f d pres-nciado pelo abo de cavallarla
aoUido ao in-sino batalho VI n el Ldvas e pelo
Basalto Joa > Prauciaco, que nao tiveram animo
as prender o criminoso.
A victima co-itava apenas 20 ann 13 de Idade e
aatural d- Al-grete.
Nania tatbarina
Untas at 28 de Uurubr 1 :
Tai encontrado mirto, no lugar chamado Serra-
na, ara n-gnciante italiano, all establecido e cha
Biaggi > Curcio. Sosp ntava-se que havia
1 assaaainado por outros dous italianos, que es-
Paiao com ella na v np-ra, e qu-, sendo mterro-
3J-kw, e-or lisseram s BU iep nutento.
K-f-re o J/rntl do Ovmmercio, da caiital :
H n'em (271, a 1 h ra da tarde, a o.dicia re-
aalBan ao qu>rtii r'rooopu Jos da Silva, infortu-
jbbJu o>ic i, artista, multo dedicado ao t.ab>lbo e
BJakrerado, que eniouqaecera repeniinament*..
l>j-B- que esta mleliz impressionra se de
. tal p lo alleciraeu'o le uma moca com quem
viva, facto que se deu ha tres ou quatro das,
jae deada logo manifestara sigaaes da desarranjo
awatal. Hontem, Procepio atir m-se ao mar de
Barca para baizo, com o intento, ao que parece,
de p6r termo existencia. Sen lo aculi lo a tem-
p Ini retirado d'agua e trau portad 1 p ira o quar-
tel de polica.
Ah tent iu novam->ate t irminar aeus das, ser-
vinto-se ora de um tij 'lo, ora de um pedaco de
pao, c un os qua-3 deu fortes pan 'a I as na cabeca,
Mando em lastim iso esta lo. O iuf liz foi mettido
em camisa de forca, e medicado pelo Sr. Dr. Lo-
pes ct diiguei. >
Noticia o Lageono do 13 :
Suicidoo-ee em: das da setnao 1 passada, ao
qaartcnao dt Divisa, districto de S. Joaquim da
Casta da S-rra, o sub lito italiano Vicente Magal-
di, irmio do Sr. Manuel Magaldl.
o Consta-oes que o motivo de tal proeedinaMIlB,
foi ter o d svearuiado mojo perdido o uso da ra-
aao, pelo facto do casaan-nto de ama suaconcu-
nhada a quera elle estaja. Viceate >ra socio de
aaa irmoo, e hatempo que negociovam ; logo qua
perder o juiso rasgou varios docoojpntoe perteu-
centes sociedade, e que segundo dizem andava
u'uraa avulta ta quaotia, termmando o infeliz por
disparar um tiro da revolver na bocea.
Paran
Datas at 28 de Outubro:
Effuctuou se no da 2G priaMra sessai prepa-
ratoria da Ass-rnota Provincial, finando asaim
curtetituida a inran interina : presdante, eonselhei-
ro M. Alvesdc Araujo; Io reerntario, Di. Viorue
Machado da Silva Limi; 2o dito, Jos Fraucisco
da Rocha Porobo.
A coinmisso de poderen fieou composta dos Srs.
Dr. GHn-roso Marque', padre Caaiargoe Araujo, e
Dr. E iT ll|ihaliBl
Diz a Gazeta Paranamxe de 27, que na madru-
gada do dii anterior ev.idiram-s da cadeia desta
capital os presos militares Miguel Lauriano Pr 11-
co, Ait-oiii) Perreira Bautista de ttouaa, Pedro Co-
sario e Paulino J j- Antonio, que seachavam em
pi'isao separada d C usegui-aiu a fuga escavando a grade de nia-
deira sobrep >sta hugueta da tecbadura, c depcis
eom u a instrumento forc- que ceden, fican 10 a grade aborta.
(Jon'tava qua a sentiuella. que se achava de
guarda A prisa), sen t sor-oren lid. pelos tugitiv..s
sd deualaroae quando est-s traaspuahsm o p '"t i j
d 1 pateo. Militas pracas da guarda da cadeia sa-
hiram em p-rseguicao Aaa fugiti.-oa que mo pu^
ram ja I cancar, nao ^ p-l 1 g-aude-dianteira que le
vavm, como tambera pal 1 uacuridao da madru-
gada.
Ciinryba, 31 de Outubro.
II nit m insulina su a Asseukbli Provincial,
lendo o vico -presidente, Dr. Pana Sobrinbo, o seu
relatorio. A mesa fiaou constituida do gegt'inte
mo lo : presidente, eonselbeiro AI ves de Arauj 1 ;
secretarios, Dr. J.w I. lureuco e ti nente-coronel
V'ii.una. Perante a A-seinb t o com a assistenma
de numerosos cida-los, pr-st m juramento de pre-
sidente da provincia o Dr Paria Sjbrinho, que foi
n.-ito alvo de esplendida mautcsta^au de seus
amigas.
Nao Paulo
0 Jornal do Commercto u corte public iu este
tel'-gr-iinaia:
S. Paulo, 27 de Outubro.
O da de h je comecou triste e ebuvoso ; nao
obsUute istj, immeuso c.iiiL'uraJ do povo, qu.' se
avalia em GUOJ pessoas, acguipanhou o eutirro do
Jj Bo.ut.icio
0 funeral sal o da S s 10 horas da manh,
sendo o acooxpaahimeulp a p, e indo o esquife 110
c.rro fnebre at ra Direita; dahi foi carrega
do uiai at o ceinileno. as ras por onde pas-
sava o prestito, o povo agirlomerado curvava-se
respeitusam-'Ute, daa j.ueas da casa de L p-s
Oliveira e de muitas outras Lram atiradas 11 .res
sobre o esquife. Cumiois--o s numerosas represen-
ta vau todas as curporacjs e associacas da pro
vincia,
v A's 9 horas jhegarain n presentantes da im-
prensa do Rio de Janeiro
.I.iu'.. sepultura foram recitados discursos
pelos Srs : eonselbeiro Leoncio em n-une do par-
tido lib 'ral ; tereciro anuiata Drummoud pela Ac
demia ; Dr. Miranda Azevedo pelo partido repu-
blicano de S Paulo e especialmente de Santos ;
Samuel Mes .anta pela colonia francez 1; Climaco
pelos ab 1 ici mistas ; Or. Uatulio das Neves pelo
Centro abolicionista da Escola Poytechuica; Dr.
Campos da Pac o la confodera^ao ab dicionista ;
lina ) de Jaceguay pela corporaco mditur; Per
au Jes Coelho p-dos esoravos; Joaquim Nabuco
pelo partid) ab.liciouista biasileiro ; Ezequiel
Preire ao p >eta lyric., lendo ao terminar o a--o dis-
curso, o ultimo soneto da Jos Bouifaeio, que vai
abaixo transcripto.
" Quintino Bocayu *a fallou em mine daim-
prensa da 10I1; a Dr, Miranda Asevedo m uo-
me d Jornal do Commeroio, entregando neaaa.oc
casio a gnualda que a redaeco do Jornal Ihe
pedir dvpuzerse sobre o fretro : Gaspar Silva
em nome do Diario Mercantil ; Patrocinio pelos
eaittdautes da escola militar ; o acadmico Hort..
pea impr. iira mineira ; Racgel Pestaa pea as-
seuibla prov:ncisl-
1 A ceremonia fuuebre termiaou 1 hora da
tarde.
O ultimo soneto de Jos Bonifaiia o se-
guiute :
ASPIRARES
Quando eu rnorrer, ungiiem venha chorarme ;
L -urein m-u corpo soiulii sein termos ;
Eu amo aquellas i-os, aquelles r.nos,
Onde a tristeza, Deu*, vem consolar me !
Li, siuto ainia esl'alma esvoacar-me
Eihna da, e eu soubo a reuascennos;
Eu e 'lia, ambos sos, ambos eufi ruios,
Eu ni ji'to j, e ella a despcrtar-ine !
L, fico aragem, folha, pasearinho ;
La, lae iraustGrma em :o a solido,
E a natureza inleira breme o ninho.
0 Deus da amor, o D -us da L'reacao,
f\-en e uiinl: i alma aos musgos do caininbo,
Derrete-me 110 espaco o corac'u !...
O corpo de Jos Bonifacio ficou depositado
duraute a uoite na igreja da a, onde fra prepa-
rada uma ea pella arden ti- e onde uumerosos ami
gos vicrain uiz r-iue o ultimo adeus.
O c >rpo do illustre multo foi levado para o
camitiTio s 10 horas da mauh.
< Fui realmente imponente o cortejo, acjmpa-
nhad por immensj coucurso do povo. Nelle iam
levando soburbas cor as, deputafoes de todas aa
a ci dadas poltica-, multares e commercia^s,
grande numero da acadmicos e representante* de
todos os jornaes, tanto da provincia como da
corte.
Os empre gados da secretaria do governo,
adberin i idea levantada pela impranaa de eri-
g.r-se uma estatua ao finado Jos Bouifacio, ro-
nio.'erain .-itere si umi siibscrip^ao para esse fim,
a quil j attiuge quantia de l:lld, qua em
tempo o.iportum ser eutregue co.maissai, que
psia ini fim lr nomeada.
Por telegraiuuia de Piracicaba fji 1: mmuuica
do ao pitbieute da couipaabia Yiuana qua t st
suaijenso o embargo r. querido pea companbia
Sorocabana e que ot Bervicos ja lecou; caram.
Kat ram aa toinag da capital que uO da 24 do
c urente o tnm que da c-ipital parti para Cum-
pla :s, aUtaoOM luuto do'tuu I um pr-to, escravo
Jo Sr. Ant.no Oardoso, fazeudeiro de PeJreiras.
Na. Si-ud) possivel parar a machina por cusa da
pequea distancia que asep.nva do p.bre es-
cr ivo, foi este aicauyado pela locomotiva que o
matou instantneamente.
O cadaVi-r, que fot nnmediatam -nte cinduzido
cidada do Amparo, uprescutava um aspectj hor-
ot n 1, tenlo as p-ruas iut aramaiite mutiladas,
Um le div-rs s ferimantose contuso:a em outras
1 art s do corpo.
O desgrvalo preto chiioava-se Joaquim c era
ourto-ii.udo.
Os representantes da imprensa fluminense e
puulista que ac nnpauh iio SS. MVI. I nperiaes di-
rigirn! a familia de Jos Bou.facio n seguate te-
legramaia :
Os reprea utantes da impr, nsa, que acompa-
11I1 un SS. MM. Iicperiaes, na eua i-icurso pela
pr .vi i'ia de i. Paulo, euviatn Exma. familia do
glorioso paulista Jos B mi-ieio, tao prematura e
m.'sp-ra lamo ite roubado adin.raco de tolos os
seas coneida laos e > eepermicas da patria, os
suus mus pr d'un los aeut-in-utos de posar.
Dr. Pedern irn=Jornal do Commercio.
M ixiiniuo SertdeiioGatcJa de N-iieia.
L. de AlfonseenDiario Mercantil.
Leopoldo Ain.ral -tazela de Campias
Alberto SarmentUiari'j de Campia.
Tiourtino Moodim Correio PatdUta*o.
De. Americo da Camp >sDiario Popular.
la de Jauelro
Datas at de Novembto :
As pri'-ipaes noti ;ias coostam das car-
tas lo UH8S0 correspondente, publicadas aa
rubrica Interior.
1 or aviso de 2 do Outubro oi au-
torisa-ta a competente uouiinias 10 para pro
seguir as obras de desobstru giii lo p ir-
to de 3. Lmz na provincia do ofavaobii
be u como as obras do ras da Sagrar 1.
comtant3 quf nao s-j 1 esoedl lo o crdit 1
conced 10 para aquelle in pula le do or-
namento eiu vigor.
- O tribunal do Thcsouro, em 25, de-
fer* os r<*fture' 8 de :
M iqij.'I Jiiaiiuin Pessoa,contra a do ins-
pector la aifafl'leg de P.-rn.t.ubuc.J, qu
loan'ioueobniK'na razode 30 0[os dircitos
sobre o produeto da v~-n la, e u basta publ
ca, tomavite cuntido etn un ton-1 ai'.tiulo
pelo raeerrente em ltomur, quando as o
.[ovia 8*r na d10 0[, confui-uo o art. 135
da tarifa.
N. W. Riv & C contra o acto qua lhes
negou a entrega do producto liquido, qu-
se aclia depositado nos cuires da altaiide
ga, proveniente] da venda, em leilJo, de
urna porcao de madeira, que dera costa,
e que provarara p-rten^T lhes.
i:i>ii-iiu santo
Datas at 2 de Nci-inbro :
Diz a i'rovinela do Espirito Santo, de
20, que ten. cahido desdn Setcinbio, chu
vas abundautissitnus, tatito na capital como
no interior.
Refere a mesma filha era data de 10 :
n No dia 2 do corrente, na povoaco de
Santa Thereza, occorreu fina scena con-
tristadora.
U ua crianca de 2 1|2 annos de idade
e filha do cz-colono italiano Luigi Gava
achando se em companbia da mai, prxi-
ma a uma machina agri 'ola que entn
funci'ionava, cahio inesperada e fatal ii'-n-
te na bioa que conduz a agua para o ma-
chinismo, e, arrcbata perecer maia abaixo esmtig-ido o seu fox-
gil corpinho pela roda motora. A m5i
di infeliz, testemunba oceular e an-
gustiada a gr..nde desgn-Q'. que lacer m
lae a alma iiartio-lhe o enrayo, vio os
s vayan do p>bre auginho.
A os gritis da infliz inia-cudiaiu os
vizinhoa e conseguiram api is salvar o
cadver trio e triturado da cr..ncinha dos
ditnsa, que pou -os mom.-ntiis anti-s cnchia
o comcio da familia com as casquinadas
sonoras di, suas risadas ..legres.' >
Em Cariacia estavam reinando febres,"j
que j tuiliam matad t ou 10 pessoas.
Babia
Datas at ti de Ou/.ubro.
- Pela Junta Commercial foi designa-
do o da 22. do corrente, p ra proeedi-r-a-
libajit de dous depulados e dous sup-
plentes.
Em coti-s -qu- 11 :ia de copiosa chura
que cahiu dorante a noite de 4 desabou s
8 ![- horas a 111 miiil o muro da aotig-
fabrica de rap Gueudeville & C, ra
do Fortioho, arrastando comsig parte de
urna casa contigua, que eslava em con-
cert.
A ra fi :ou obstruida, tornando-se d>f-
tioillimo o transito e inpro cindivel a bil-
deayao dos pas>ageiros dos bonis dos Ve-
ni -alos Econmicos.
Anda em consequenaia da referida ohu-
va ti:ou interro'upi lo o trafego da linha
de trilhos centraes, por ter corrido para
sobre a linha graodo quanti lado de torra.
O itrem que eh gara n rsse dia izera o
com urna hura dn atrazo por ter cahido
sobre a linha, em Itacaranha, uma porcia
de trra. ,
F-.lleceu e sepultou-se no dia 4 o ci-
da Io Francisco Jos, Torrda Jo Couto, ex
tenente do corpo de polica^ tendo servido
ultimament1! na companbia de pjliciamen-
to da capital.
Victima oe aneurisma na aorta, tal
leceu no dia 30 do passado na cidade de
AUgoinhas o alteres Manoel Pedro dos
Santos, co tceituado negociante daquella
praca.
O fioado gosava alli de gerai estima,
tendo oceupado o lugar de ver.-.a lor e ou -
tros cargos de notnei.cao do governo, Eero
pre com honra o dudicacao.
O correio ger.il renieu nr mez ul
timo. 5:4TO?)85
Saques:
E-i.utidos 6:3354290
Fatjos 1S:211?VJ0
Para Portugal dV&JbO
-J-- II
e
NTER10E
l orre*|ojleQcla do Diario de
Pernambueo
RIO DE JANIKO (Joete, 30 de Ouiu-
brode 1886
JLNAiin,:Annullaeau da '" escrutinio da elci
i,-a 1 inuuicipal.ildivo da decisSo dos
tnbuiiaes Kccluinacao na. attendida.
Apuros dos candidatos que ja se con
tavni eleitus.O procesoo dos ver.-a-
d reaQueatlo do f-i-hain oto das por-
tas os ii mingo. Id Pili: iiivucaudoa
opona 1 de Napobao.Uo.a 11 tu-ia de
- iKiiniu dada p. la Gazrta de Noti jV.in.io. d>- doc-.so. i>esm< iitido OaOo
pelo Jornal do Commerdo
Vamos ter nui t-leicao u.uu.cif.al na corte,
visto haver .. Kelacao 1I0 diatrict. sustentado o
despacho do juiz de l eutraucia, o Dr. -eraui
Mumz Brrelo, que anuullo'i o 2 escrutinio, e
beiu assiin a deciaau Jo m-smojuiz qu- julgou
imprecedeute o pedido de auuuliaco da eiei^ 1
. m Io escrutinio dos Srs. Ferreira Nobre e To.--
qu^to Couto.
A iju atad a seguiute :
S'-gundo a apuracao dada pelos jornaes, foram
c-i.us erados el' itos em 1 acrutitii. quatro ve
readores, sendo o unimo desti s o Sr. Jos do Pa-
trocinio, candidato dua republicanos e do., aboli-
cou-stas, que ahteve esMt de 200 votos. A apu-
racao ieita pela Cmara Municipal coitinn. u esse
resultado, c man lou-oe proceder a 2* eaaHltiai
entre os 31 ciuadaos mais votados, para a cleica 1
d< pletar os 21 ver-adores que teem de servir nu
prximo quatri' nuio.
Houve protiblu coutra essa apuracao, p>r t r.iu
sido cantados ao Sr. Patrocinio votos tomados em
separado, sem us quaes nao tiuba elle o qu .cente
1 xigido p la leu Ess- protesto nao foi attendido,
e, ffectuado o U* escrutinio, recorr. rain us lute-
ressados para o juiz comp-t>-ute, pudindo que bou
vest"' 2* escrutinio entre o mesmo Sr. Patrocinio
e o 35 votado. O jan reconbecenl.i que, cem
efi it., h iviam sido ludevidameute coutailus atu*
candidato os votos em s-i>arado, annuliou a apu
meo fcita pela Cmara Municipal e maudnu que
se procedesse a novo escrutinio entre os 35 man
votados, e nao entre elle' smente e o 35* vo-
tado.
Contra essa decisao reeorreram aiada os recla-
mantes para a Kelacao, e esta, com 1 tica dito,
confiruiju-a.
Por o-jtro lado haviam t-unbem outros interes-
sados recorrido para o mesmo juis, allegtalo que
os Srs. Nobre e Couto nao podiam ser votados na
elcico que leve luar no 1 de Julho, pirque
dispoudo a lei que us veri-adon-a a poder ser
reeleitos quatro aunua depois do fiado o quatrieu-
nio em que tiverem a-rvido, e s termiuaudo
este no da 7 de Janeiro violuuro, dava-se que
aquellea cidalaoe, tendo feto parte da Cmara
triiisacta, achavam-se anda no periodo da incom-
patibilidad quando te ve lugar a citada eleico.
O Sr. Mans lisrreto, em despacho desenvolvi-
do, niiefeiio a rec-l .mayao inostrando que o que
a I--I teve e-n vista fui o exercicio das fu.iooea de
vereado--, de m d- que qom tiveaso feto parre da
'amara em um qu itriemiio, nao o pud--sae f .zer
no seguiute. e^ti deciaio que a Kelacao aca-
ba tainoem da confirmar.
O novo escrutinio, para o qual uinda nao foi
marcado dia, visto que sumen*- h intem deaceram
.a aut .8, aei para a eleica> de 18 ver-adores.
Nao precisodiaer qaaut) se tem i icommodado
com a prnn-ira decisao os -iue, e mtando-se j
el itos-e li-nlo recebido manifetitaco-s, com msi-
ca e foguet -'.a, achaia so agir em n^iso de ver per-
dido o tmb.lbo qu.! tiveram. a man 1- rehcitac^e
dosainigna e a d.apeza do ropo daguaqno tive-
run de offerec-r Ihe.i, 110 qu^l f rain tr'C
brindes calorosos e sau iacoos esperancosaa. O
nen 's que p le a: .ntecei-itie dar-in novo copo
I agua que um modo ds disar, p ntque acru
pr uis-tmente o que menos se-beb*, ..u m -smo ) que
nao se b be em ta-s occasi s. Accreace anda o
embaraco das com o nav s para a distriimicao das
votuc a parciaes, que podem ser outras actual-
mente.
Pelo ^uo diz respeito aos republicanos, que con
tavam ter eleito um dos seus candidatos no Io es-
crutinio, e psravam muito contentes en a elei^ao
.litro 110 2', agora fero de ficar com um s, lten-
la a couVeni-ncia de coueentr r-m as au 18 f-ire is
em um dos dous, para nao arriscarcm-se a pi-rda
de ambos.
Tratando de qu-sto relativa Cimara Munlci
pal, oceurre diser-lheg que ten4o o juta do 5o
O. tri 10, o Sr. Bandeira de Mello ju g do impro-
ce .ente a denuncia dala confia os v. readores
ausoensos e m mdados reaponsabilisar por cau a
dos negocioa'do inatadoaro, sabi > o pr icesso, em
grao du recurso, ao Tribunal da Relacio. que
.mili nao pronunciou o seu jnlgamento. Suppe
ao que abi S'-r confirmada -a deciaao daqueile ma-
gistrado. 0 Sr. Deii, advigado de um dos v..
i.- dores. ai>()l udindoem stirado artigo, no Jor-
nal du Connivido de ante hont-m, a luiniu>si
iKoteuca do juiz. e retornando os a u< fd 1 lam 11-
toa com um reaumo de adegac-a por elle pro to-
sida! 11 autos, acha que o tribunal superior ni
tem outra base pira por t-nno a um n-oc-aa ,
t lo tund id 1 em caluinniaa gera las d odio -
de intereasej contrar-ad-.a, que s- tem arra.if.id>
durante um anuo, e ap zar de todo u eafnei e
- inp-iitio a justi*. nao ach.u um s elementi
pi.llat- lio ..
Anida a priposit-i de negocios-munieipaes : Ul-
tiui Hlente eubinettl'u a cmara municipal appro
vai.o d g iVeruo una p atora, que j vnroou
aqu por algnin t-mp 1, li ciucu ou Ma aun is pas-
sa ios e foi rev gada mandando fechar os eitabele
ciment is conmerca -a cas m de neg icio, com Va
ras xc-pcea, nos doujugoa o das santificado-..
Huv-iiio ae levantado reclam-it-s pea irapr-n-
aa, por parte de int.-reasadjs que consi leratn a me.
li la na 1 t pr.jtl lieial a urna c-rta clase de cooi
i.eii'iant'', c in inconatitucioual. e at ridicula,
encarada po lado religioso, mandn ogivr
no, por intermedio do Sr. miuiatro da agricul-
tura ouvir o tribunal do commereio, no tocante a
prun ita p^rte; iato : s- ha r -almc.itir, prejuso
p-ira o cnmm-rcio ua adopca.i da postura.
l'aiz liseutindoa medida ;-m artig)3 editoriaes
tem npr-ciado os s-ud pros e contras, mostrando o
que se tem praticado em "Utroa paizea e in lagando
te o f.cliamento das casas commerciai-s e a prnhi
t.ieodo trab dho nos domingos e providencia qm
devo ter tomado pelo p da civil No seu e t.'-.der
a nitervenyao, nesea qu-stj, daa cmaras m.ui t-i
cipa s uu daa ai-scuioleas prov nciaes incinve-
ineiite o absurdo.
Ii 'Cordnido o que occirreu em Franca, durmt-
0 priacTo imperio, transcrcv o Paiz uma curiosa
carta de Sapol-o. escripia do acamoamento de
Ostof.de, cin Mirco de 1807. o ministro dos cul-
t .3, Portalia, quando pelos bispos era reclamada a
.baervancia dos domingos.
Dep .is de varias rtflexs, trlzia X poleao:
Urna vez que se invoca a interveiico da autori-
dade sobre .-ste assumpto. preciso antes du ludo
que este seja competente para isto.
Ei si.u a autoridade e dou aos me.ua povos,
huje c sempre, a autorieaca > n-cessana para qui
nao interrompain o seu trab dho aob qualqaer prc
t-xto Quauto inais trabalbein. m-noa vicios teri".
(J lauto mais abundante tur o frocto di seu trab 1-
ili mais necessidades piderao Satiafazer, nao s
mente com vantag- m para si como para a inicio.
Se eu deveaae immiscuir-me neates aasum -
tos, eataria antes disposto 1 ordenar que 111 do.nin-
go, dep-.is da misaa, f-issem abertas as Injas e to
doa as operarios v 1.tassem ao trabtlh 1. Q lando se
langa os o h s sobre s div^raasclasies'iuecom. 5to
a sociedade, compreliende-seat quep ntoorepuuso
110 1! imiug 1 inai-i funesto que salutar ; observa
se em qu-mtas artes e em qu-iut-.s otiicios eata 111-
terrupeo do trabalbo exerce efieitus prejudiciaes.
As socie ladea nao poden viver a vida comteropla-
tva. A guus lagisladores entretanto te n prcten
dido fazer dellas-conventoa de frades e applicar-
Ibes regr 13 s pn o Desde que o p.vo come todos os das justo
que Ine s-ja permittido trabalhar ti.tnbcm todos
us dias U Sr. Portalis deve lembrar se que, uma
uma vez concedida a autorisaijo que se pede, ou
tras exi^'ncias si-rao logo aps t miniadas. Ten
do-se feto, uma vez, intervir a torca do go/erno
em cousas que ctto fura di sua eaphera e.c m
p-t'-ncia, levar-uos-hio ao tempo calamitoso da
diatribuicao dos bilhotea de confiseao e a casas mi-
seravi'ts pocas, as quaes os vigarios j ilgavam
ter o direito de repreb-nder aos cidados porque
nao iam nssstir inisa.
; forca doa ministros do culto reside n-is exhor-
tado js do pulpito, no couf'-ssi iu irn.; os esbirros e
aa prisos nao devem jainaia ser emprega los como
meius de att abir uinguem a praticas da r.li-
giao. ..
Nenbumaoutra folha tem-se oceupado com esia
qU-Stao agora. Km 1S80, p-irin, quando se tratou
de igual pistura, o Jornal do Commercio, tambem
em artigo i-ditorial, tratou da uateria, fizendo
e .iaideregea que pesavam eutao ni animo putii
co, mostraudo quanto tinba a medida du improfi-
cu 1 e coutraditi.nal alm dss inconvenientes que
en erra, sem attingir alias au fim a que era desti-
nada.
Como o tribunal do commercioque conste
anda nao deu o seu parecer, o goveru > anda nada
resilv-d.
Em confirmscao de algumis obaervaces que fiz
na anterior, acerca da f'.cilidado c-m que a nossa
i 111 oren--i acceita os fact e, e os d a publicidad-,
coinecarei por tr-oiscr ver a s-gniute noticia d-
3i3 .ca dada pela Gazeta de Noticias do dia 2S :
Rapto J ha ds que com iusist>-acia c .rre
o taiat do rapto de urna ineuiua p-rtencente a
uma das mais distiuc'ns familias fiumimenses.
O raptor, ao qua se diz, pussoa altamente collo-
ca la-
O nter, sae que ambas as partes teem em oc-
i-iilt-ir esse escndalo, ditfieulta naturalmente a
aequisico de info'mac-s, que certamen te alean
Cariamos, se na> se trataaae de um negocio de
familia, e que ap as d que fallar p la qu-dida
de aas pessoas que n'elle s acbam compromot-
tidas
' faeil de imaginar a sena ico que eata noti-
cia produzio.
Qu m era case raptor altamen e coliocado ?
Q .i m era essu familia das mais di inet s, a que
tencia a raptada ? Faziain mil conjecturas
aquelles que nao tinham andado na ra do Ouvi-
d r. Mas os que l foram, v. taiain para a casa
LJn o nome do raptor e da raptada para auuuncia-
loa s suas familias. Um e outro eram r -aiineut :
o primeiro de toda a gente, o segundo do quasi
todos, p-'lfc m> nos de una-.
N'aquelle dia nao se fallou n'outra Cousa. M .3,
dizia a g nte sensata, se do ambas aa partes b.
nit t- Bao em oceultar o eacaiidalo, aeudo um ne-
gocio de familia em que ha ditfiouldad em coiber
uif rmaces, nao se pdenlo por isto citar nuiccs,
para qu. fin foi dada a noticia, e em taca terinia?
O que gaubou com ella o publico, que n-in ae
quer ,la com franqueza cond muar es culpa-
dos ?
F.i preciso que no dia seguiute o Jornal do
Comia'-rcio,ciija circuubpecao cuuh-cida, dcsiiieu-
tisc a noticia nos aeguiut-s termia, p ra qu; a
iuvenco perversaque nao foi da G.zela fi
l-sfeita :
Podemos aaaeverar, dia o Jornal que obso-
lutameute destituid 1 de tuu Iam. u. o boato que
c ricu, relativamente a um rapto, no qual se pre
leadla 1 .-tarn envolvidos pessoas de e.evada
P'isico social, u
Mas o que anda de notar que a mesma
Gazeta que receb-u inforinacoes da ineama origein
das que teve o Jornal, em vez de recouh-cer
falta em que Cahira, e procurar francamente dea-
faser a impressao causada pela sua 111 nscreta no-
ticia, veu anda como jue avivar o faeco para
eolio oppor-lhu a iuformaco, duendo sob o titu-
lo Rapto :
O uoato de que hontem demos noticia sob este
titulo, e que j ha dias c.rria, tem tomado
grande vnltj, e nio falta quem o uommente e o
d"-ireva de mil m dos diversos. Alm d'isao,
net'em os claros da noticie, pondo-lhea nom-s
eonh-eidos.
A' uoite unn cavalheiro, que goa do mtior
coaceito e nc no 1 alta p isir/.i. ofB^ial, procurou-
nos r asaegurou-n .s que o que ae tem dito sotire
o rapto de urna menina da alta sociedade, por um
moco cuja no-n tem sido abertaiuente proouaeia
do, aba hMamaMe falso.
As nutras fdhas, com excepcao da Gazeta da
Tarde, que cotnpoz logo uji lo.nanci-, com Blltt-
^es e iudie.-e'3 que tornavam cnihecidos os
peraonag na d.'liiatorm, nao deiam palavra sihre
o caso. Apenas o Paiz de hoj,;, no sen beleti.n
diario, tr insereve, pura e sim^lesmente o des-
mentido do Jornil.
Como e quando se originan semelbante biato,
n;1o direi, p I > menos p.r emqnauto, por nao pa-
recer verosmil o que ouvi a reap ot>.
Para gracejo, com o fim de pilheriar, abusan! 1
da b .a f de mn simpln i, em uma reunii uu
merosa, muito pesado.
RIO DE J.iNEIRO-Cobts, 3 de Novembro de
1866
-UM.WAK10 :Doscanco rotativo dos ministres na
auaeucia do Imperador C uno trabalha
cada nm dos ministrosPequeuaaus-n
cia do Sr. Beiisario0 saueamento aa
cidade o o j.r. jacro do eugeubeiro Re
vy) trabalbo doa presidentes do con-
sclhoA excurso imperial em S. Paulo
e o Sr PradoAs m .niteataccea de pesar
p lo falleciineuto d- J s Bonifacio e o
Imp ra lorLibertacao do municipio de
S. Vicente A Asae.nbla Provincal de
Alatto Grrosso e un juiz abolicianista
O Sr. Andrade Figu ira.
A auscucia do Imperador, em seg iia ao en-
ccrraineuto d a trab olio do parlamento, den aos
ministros um dcscaaco rotativo que ae r flecte
uo8 actos da alta a luvmatrac V>. Ittn, porn,
nao querdizer que Sa. Exea, eatrjam em compito
ocio. Trabalha c-e na a-cretaraa uo expediente
ordinario, oqu nao pouco, pota qochivia mudo
a-rvici accumula tu que, por dejajnder de xame
doa m insc o, s agora esta teu lo sabida, embira
e8aper.'ebidaihjnte, p.rqu o qun d na vista,
o que chama a attcnco do publico sao os actos
que tem aaaiguatura imp-nl, aa lioeraco'S to-
madaa etn c nisellio d i ministros, e ratificadas em
despacho -in S. CiirUtovao, >u me-mi abi molifi-
cadas, coico i i nos dou a eutender o Sr. Saraiva
re-p..!ito la fimiai quiistiod. contracto d sioi
nisiroa coit companbia orgiv el chantiers.
Por is80 digo, que oactiiii d.a.'.,neo doa minia-
tros relativo e da lida-das cmaras, las t.i
digas que Itiea produziain .a de-pachos imp-riaes
11 ote, entrando p-la mi draga I ., qu-elles esta,
iiividi.s ; mas nai d > exj-dieute assidOO da se
cretaria e do frabilho de gaboiet", ein njH eiii
nm dos ministros r--em de emoreg^r o aeu reinp ?,
- s-m a tolga que prece. Nio descanto abso
lata.
O Sr. Boliiiai-io, p ir exoraplo, que 111 semana ul
tona parti para a 'Ui fas-u 11, uo innoicipi da
Juiz de Fra, e d- onlu eap-raio de b .je at
amanii, nm doa que m 113 at ir-la i h 3- acli iv ..
el ab .raudo aa alteraeO.'* qde. t--m de faior n .3 ta-
rifas a luaneiras e as instrueces e regulain-nt a
que t--m d- cxp'iir para a exocuc,o das refj m*s
e outras medidas para qu.,' f 1 autorisado pelo par
l.iuieiit.i ; tribu.os estes qa<' dever > eat .r proinp
ros ..u proximoa a ist-j, chegada do i nperadjr,
para aor-in 3 10:11 '.ttid.s despaclu.
Tainliein nao d:ix 1 da ser pesadait pdas
Couv-iii"iK'ias que tem de ser atteudi.lasa tare-
fa do Sr. iilmiro di L-iz, na eaemiedi q le vai dar
a nova lei a .bre a apoaentadona doa 111 igistrad 13.
Maudir deseauoar os qnj cato iu c3o disaae o
pedan, nao cuata.
i'reeueli'r piren, as vagaa que se forera abrin
do, pelos succesaivoa acc-aaos a s dusembu- ado-
res ejuizesda direito, que deve causar muito
..!) rxeciinenr .. Como be r. se c 1 npr-li 11 le
O Sr. ministro da gu-rra anda abarbadoom
a questao militar, icm t-r, se qu-r, demittili j o
tenente-corooi I Ma.lureira e o mandado recolber
curie para ser submettido a couaolh 1 de gu-rra,
e aguaran.lo ao que parece a voka do impera lor
para a assigiintura dos decretos de exouemco
d'aquelle oliicial, e n .meaja) de oatro pira sub
stituirl-. no lugar de coaiin-iulautc da escola de
tiro, 110 Iiui-Graii le ; o Sr. mimstio da ga-rra.
alm do expelicute de ana pasta que emattdoa
andava atrasado deade o temp. do S:. Juuquer .,
tem o da paa;a da agricultura, que c avullado, nao
obstante elle limitarse a dar ^hida s ao cxtnc
taueute necessario. E diato resulta que o Sr. Al-
trpl Caaves, que tem toda a appareacia de uma
organisacao robusta, seite-se fatigado, e pensa a
conselhu medico, em ir a aguas de Caxamb, ou
Alambary, depoi lo regresco de Sua Mag-stade
e logo que o verilo, que por ora val cum muita
braudurs, for se tornando rigoroso.
O Sr. .Vlac-Dw:ll nao falla em tomar aguaa,
mas dizem "3 que o freqaentaui que vive engolfa-
do 11'uin m ir de papis que lhe abairvcm a atten-
y 1 dia e noite.
O Sr. .Mamn:, con. > ae lhe na 1 bastassem as
frequentes queates que tem a resolver, sobre os-
truccao pul) ca, ajor negocios municipaea e so-
bre o servio "sanitario, conaiderados segundo a
Tgauij-ico dada pelo r.-spectvo regulamento e
leutro daa forjas da verba votada pelas cmaras,
ahi tem ag .ra diante de si o Sr. Revy, o euge-
nbeiro i.icumbiio dos estudoa preparatorios
para o 8yaterai de aan-am-into desta edad-, quo
surge cm um orcam-nto ds 1,500 cintos s para
0 esgoto das aguas d 2" districto, que b j fe-
to pelo canal do Maugue, o qual, na opimao di
mesmo engeuheiro deve ter outro destino, sendo
transformado em canal uav-g.vel, guarnecido de
comportas as extremidades. Mas o Sr M .mor
s diape de o HJ c mtoa, que e tudo qaanto Ibe d u
a lei do orcamento; e o s-rv co 6 urg-nte, visto
como a junta de gygiene, em falta de c m.-a me
Ibor, quer que quauto antei se obatrua o canal.
Na pasta de esfri-ngeiros, salvo uma ou outra
questn de tempos at-mpis, 'on.l-t o servico
maia f-ligado. Mas para presidenlea do conaelt>oco
mo foram Zach iras e Rio-Braoco, e como Srs.
saraiva e C tegip -, que oceupara-se na > s c en aa
queates da sua pasta como las dos co'legaa em
todos os negocios que sao tratados em conferfcu -
cia ministerial. estudand-os, examinando-.sco-
1110 se correasem pe seu ministerio, o trabalbo
duplicado. E asaun queo Sr. Cotegipe uoes
to deacanfad como sena de crer, e mesm. por-
que tem a direccao poltica, que toda de sua com-
petencia.
L' o Sr. Prado, pois, o nico que por ora nao
se acba entregue aos labores da sua pasta, por
acompaubaro imperador aa excurs vertiginosa
em que Sua Mag stade anda por S. Paul', r-ce
bendo por tola a parte esfrondosas manifeaticea
de que nos do diariamente minucio-a deacripca-.
os jornaes desta capital. Mas isao nao descauj .
e deve causar gran le f. liga e cau^aaao mamo
as orgamaacea mata vigorosas.
E u-m sel como a iraperatriz, que resol veu nao
ticar nos Pocos de Caldas, pr.-feriu 1 acompinhar
seu augusto espoio, t-m p >did.> resistir a I .como
cao iuceasautu da comitiva imperial.
E' de suppor, pnm, que o b urado muiiatro da
agri-ultur.., que j complc 011 quareuta anuos e
apontado Como candidato vaga d-ixada p ir Jos
B niifacio, uo leona que lamentar-ae, de tal ex
cralo em c > opanhi do ebefe do E-t .do, pon 1
se p >r eS3e m .do em eviden-ia perauto a ana pro-
vincia. Certo todava, que o Sr. Prado para fa-
zer parce da lista trplice uo teria precao dis80.
Vas aasim o resultado muito mais seguro; avi-
v imb aff-ices que-pid-riam ea'.ar a.norteei 1,3,
lesfazam-se prev-m s uue, por v-utura, existam
e criam se nov^s e atis r. la^es que sao du gran
i- vil. r uo prerenie. <- un futu ...
Paliando na vaga deixada por Jos Bonifacio,
vem a proposito observar que as festua rebinadas
pea visita 1 nperial nao tem obstado a que os ami
gos a liniradores do jilos re finado, a cuja dr se
aasocia a proviucia, procurein por todos os meios
or. star-lbe as ti on-uagens 0U1: Ih- sao devilas.
Apox as ui iiiifeatay a de pezar e de apreso a su-,
m-moria, que ao de coturno em faea oecasies,
tratara de urgir Iba um m .numsoto, por maio de
uma subscripco, em que o Imp-rador se fez in-
acrever com 5W000, dclar..udo que tinax mudo
praz-r em aasoeiar 81 qu-lia mauifeatacai. A,
chegar Campias sab -udo j du trate acouieci -
ment que -uiutava a capit-.l, diaa} Su* Magestade
ana que o foram rec^b r na c tacan : tudo iato
est muito bom, mas a m .rte de J s Bouifacio en
Iristei-eu-iae ui uto.
Entre as b oneuageua prestadas ao illuatre fi
nado, ba uma muito significativa, que uierecida-
meut tem si 10 applaudida p-laimpreasa da c te
0 mata el.a do seguiute lelcgramma dirigido ao
Jornal do Commercio, em nome le uma oominisso
do povo:
A populacao aantista commemora no dia 3 de
Novembro a morte de Jos Bo litado libertando o
muuicipio de S Vicente e a quasi totalidade dos
escravos em Santos. Convida essa redaeco para
que se faca representar, pedindo-lbe que wja orgSo
junto da i aprensa d % corte pera o m smo fim >
O Jcrnal publicando este telegramma, ujuntou
estas piUvraa :
A' imprensa desta capital transmitimos pir
este in do o co ivi'e qu lh^ dirige a coinmiaso do
povo de Santos, emnprind 1 assiin com a itiafaco o
que nos foi determinado, pon rrata-ae de prestir
condigna h imeuagem memiria querida de um
culada 1, cuj >s ultim >s discursos na triouna, que
tanto illuairava, f.ram repetidos e ardentea votos
pela causa d liberracin.
E a Gazeta de Noticias, de boje, publica este
uutro telegramma, datado de hontem, 2, iato um
lia antes do promettido :
Santos,2.r\n declarado livre, sem um uuico
escravo, o municipio do S. Vicente. Em Santos
r-starn apenas p .neos -scravos. Reina grande en-
tbusiasmo na populaco.
" Amiuli haver festaa solemnes em honra a
memoria de Jos ll.uitaci 1.
E nquauto assim a popular) santista procura
honrar a memoria de um grande batalhador pela
causa de libertac >, de 8 ntitneuto diversiposto
que ueuhiima relaco tenh 1 com o caso de que se
trata leu prova a Asaembla Pr .viucial de Marto-
Groaao, que, segundo as noticias qu 1 acabam de
cli-gar-nos d'adi, responaabilisou edemittio,
diz uma versa, e pronunciou, diz utra, como m-
curso no art. 129 $ l'do cdigo penal, o juiz sub-
stituto da capital em exercicio da vam, oacbarel
Aut mi Augusio Ridrigucs de Moraes, por haver
declarado livres 134 africanos importados depois da
lei de ln31. >
Tolos esses libertados nao sao africanos, como
oarcee da uotici t. 0 maior numero dulles de
deeeendent-s, filhos e netos de africanos.
S em um inv -otario t.rain declarad'8 livres,
nessas condiyes, '.Vd eacrivos, e assiin em outros
iuveuiarios, bom c .uio reqmm 'ii'.o dos abolicio-
nis'as.
Ocaso principio, e isto ha mais de anno, le-
vautou reclamado s, mas la sendotolerado p-las in-
fluencias da trra ; cresd-ndo, p irin, as libertaces
ita grande escala, pela intervenco de uma socie-
dade abolicionista rec inte, e que dizem mereca
todas as aympathias do presidente, libertes e cin-
aervadore- ligaram se na Asaembla Provincial,
e d'ah aquella delb-raco, que fas supp r que a
(saemba rompeu com a admiuistra-ao do Sr.
Gil uno Pimentel.
Isto nada mi ii.rta a este qu-, tend d-ade muito
solicitado a sua exooerajo, espera o seu auctessor
qd j est nomead e nao sei porque aiuda nao
parti pa a o seu posto,
O novo presidente, o Sr. Marc.ndes, coubecido
I. Sr. Au ira la Figueira.
E aqu neo r- me que a imprensa bein infurmada,
eataVa .nal informad 1 quaud liaseo eu na f
quj lhe presto re.eti ans leitoresque o m-smo
.ir. Yudraik! Figu-ira parta p ira os Estados Uni-
dos no udim paqu te americauo, uo qual regrea-
sar, 4 COIIS Iho dos medie -8.
S. Exc. conserva-se na ilha de Paqnet, onde
BMtem-UM que t m esperiireatado incih.raa.
Parahyoa, de Xovcmbro de
J cutramo* pleuaiaeute no verao, e o
aalor t-m si lo ar tente. II1 muito te:np
tta) 'hove, o estes prenuucios desagrada-
v-is que se roanifestam eom tanta antece-
1-.11 i. van proiuzialu m inipressio.
Juate-se a isto o n.tural receio p-1* ap-
pro si ni a-So do cholera que est visitando
os uossos visinlios do Rio di Prata, e j
i temos com que ali ucutar a nossa imagi-
I naco em materia de cousas tristts.
O tacto mais important-j que s-s deu ul-
timameote aqui foi o desapp irecimento do
Iaino do proessj crine ustaurado contra
os autor.-s da tentativa de morti de que
! se iiiieixju o prol'essor Jalo Mano:tl da il-
va. O t'aeto deu se em iu lio as proximi-
dades da ex-villa de Petimb.
D-pois disso a sJc ua coumrca foi trans-
I fenda para a povoaco da Jacoca, a qual
bem como a com ir.a totuuu o atitigo uumo
de Conde. /
Us criminosos, isto tros os proaun-
ciidos, compareceram uma vez parante o
jurv em Pitimb, poretn nao podera^ ser
julgalos.
Tinham de responder ao ju:y no tlia 25
do mez p'ss-ida, quando do cartorio do es-
crivo do jury desappareeeu o pro-esso
no dia 2b,
Por um interrogatorio que foi feito im-
mediatamente pelo juiz municipal supplen-
te ao dito escrivo, pareca d-?duzir-se que
este attribuia a subtt-.r..;*..) ao profesar
Joao Manoel. Entretanto, submetti lo a
novo interrogatorio pelo juiz de direito da
;o narca, qu reas9Uinio o exercicio a 24,
o escriv) entrou era raaiores es-lareci-
ineutos, que p irecem destruir aquella sup-
posicHo.
Abrio-se rgorosos inquer/tos sobre o
faeto, e no Jornal da Parahyba foram pu-
bli ados diversos do -timemos : a tifbrma-
yo prestada pelo juiz de direito J o Segun-
do interrogatorio pelo juiz de direito; e o
terrogatdrio feito pelo Dr. chite de poli-
ia ao professor Joo Lino -i que se ucba-
va na capital, no dia s -guinte as em que
foi publicado un boletim, no qual o Des-
pertad1 deu couta do facto.
O qua parece manifest que nao deu-
se subtraccito, e sim que o processo foi
voluntaria oeute oceultado pelo eserivao.
No interesse de quem ? Affirinam alguna
que no interesse dos reos, os quaes reqne-
reraiu inmediatamente habeos corpas, al-
legando que estavam era priso illeg .1 por
nao existir formagao da culpa, desde que
os outros foram propositalraente subtrahi-
dos para continuar a injusta pers^guigo
que Ib-s tem sido movida. Por m tia es-
tranba que pan-a essa hypotbese, ella
aceita pjr muitos, que esto cooveueidos
le ine o habeos Corpus, no caso extrava-
gmte de ser consiteralo. aproveitaria aos
outros reos que nao estao presos.
Ha :amb na quera est-ji convencido que
til o proprio Joao Manool, qu^in promov^u
o facto. porqu*, desde que os reos onta-
va u com a absolvico, como dssa e u seu
uu rrog itoiio, nao po ain ter interesse
:ii prolongar voluntariamente a detencao.
( ie Joo Manoel o fez por odio, e para
perseguir seus adversarios, G cousa repug-
nante lio aceitar, mas eratim uma bypo-
tii -a" que tem sido discutida.
Nao possivel or emquanto firmar jui-
zo s guro nesse negocio, t' certo porera,
quetrata-se de um facto escandaloso o digno
te severa pun5ao. qualquer que tenha
sido o seu autor. Nesse sentido se erape-
nham as autoridades.
Na viili do Pianc foi assassinad no
dia 6 do mezpassido o sargento de poli-
ca Jos Joaquim de Mediros e ferido
gravemente o soldado Candido Giruia do
Aiuaral, por occasiao de irem efectuar
uma diligencia, afin de capturar um cri-
o i lioso daqueile termo.
O Despertador, orgao do partido liberal
(2* p icaj, redigido pelo Dr. Francisco
Jos Ribello, v..i tomando uma posij
p jujo oompativel cora a de um orgu poii-
tico. Nio tea dia, nem hora eert de sa-
bida. Quando menos se espira l vera um
numero, ou um bol-tira, o que qu-r dizer
que um jornal tambera pode sabir aos pe-
damos.
Pr vi ataos esta resultado. Nao fcil
aci-umul r a redaeco de duas folbas, sen-
do u.na dessas diaria. Por maior que se-

.
(

f IffcM t




IMari de PeriiainhiiwTer^a-lcirn 9 do Xovrmhro de INNti

ja o thlento do Sr. Ur. Rabilo, o serviso
maternl da rolh
sup-rior aos uf-raon de um hoiueu da su
idade,
S. S. mesmo j o vai comprehendo c
eouieco a tirar parte do trabaloo para o
aeu ju lauto, o qu .1 il" vez cin quando en-
cho hs columnas inedi -toriles Na exten-
sissi oo8 artigos, nos qu.es aeseorre golfear
daiueut Bobr os seus propno.s un reci
mentos mora 3 o iutellei.ttuaea, sern quo
ningu'ut i'S boa veste posto etu duvida.
Es.-es ang>8 ?em ap(j.r-o'di) ora no Dia-
rio da Parahyba, ora no Despertador, as-
signados p-lj proprio autor.
Consta que t-i'-s artigos silo uma exi-
gencia do Dr. Rabullo, para que os leito
res dos dous orgaos possam bem apreciar a
differei)* entre os seus suculentos artigos
do redae^ao, e a rhetorica brilbante, po
m, estril, de seu intelligent-i auxiliar,
Este vai aproveitando a dispOuibilidade de
magistrado para ee aperfei^o^r m arte de
es.rever para o publico,/^ue nao lhe fa-
miliar. (
Do que ninguein rnais tevo noticia foi do
directorio do partido liberal. Eran onze
irmaos n'uma casa e foratn fazr um di-
rectorio ; vea nelles qualquer cousa, c nao
ficaram senao novo. DestM nove por em-
quanto s se tein noticia certa do Dr. Ra-
bello, dos outros apenas os norae para in-
gli-z ver no frmtespieio do Despertador
(2a poca).
O rendimento do Consulado Provincial
no mez de Outubro t'oi de l8:62t't$12S.
Oda Ait'andega i'jiti 118:22ti54. Em
igual dos annos anteriores o rendimento da
Alfandcga fui :
1880 36:06So34U
1881 49:5^8^111
18S2 54:l83da
1883 84:683^23(j
1884 57: 080318
1885 23:9125j32
Por orden do ministerio da iazenda fo-
raru suspeneos, al ulterior drliberacao do
_mesmo ministerio, os segundos escriptura-
rios da Alfand-ga, Martiobu Mtrques de
Almeida, Antonio da Triudade Secundino
de Olive-ira e Jo quim Leobino Fiuza
Lima.
Veririjou-89 pelo inquerito a qoe se
procedeu em Aris, com assisteacia do
promotor publico, que nenbuma importan-
cia te ve o celebro tacto da tentativa de
raorte contra o juiz de direito da comaroa,
bach.irel Jos Jacintbo ue Souza.
Este magistrado nao M quiz sujeitar ao
exame pessoal para o corpo de delicto, c
segundo su .s proprias dcclarayoes nenhu-
ma lesiio sollru, nem ferimento do qual-
quer ordem. Foi apenas o sasto.
Dj inqu rito ficou provado que os dous
aggressores, Cstivam disfarcidos, o eram
duas mulheres, sendo uma deltas a celebre
Baziiia, muito coubecida na cidade de
Areia. O que nlo se pode saber porque;
razo ellas escolheram de preferencia o
juiz de direito da comarca para lhe prega-
ren t:'inanho susto. Fallan em interven-
cao de feiticeiros e outras cousas sera ne>-
nbuma seriedade.
A tragedia acabou cmicamente, e ma-
guen inais so preoecupa com a tentativa
de mortf, que tanto horror causou ao Dia-
rio d tttviSTA MAMA
V'in.if'aitUU'jSti* l'or acto da presidencia da
provincia, de 6 do correte, foi exonerado do car-
go de porteiro da Alfandega, Flavio Ferreira Ca-
to, sendo Borneado para aubstituil-o Fran.-isco
Jo Guedes d.- Lacerds.
Delegarla iln capitalA' seu pedido e
put pjrtaria de hontein, da presidencia da provin-
cia, ci exonerado o Dr. Jo.- Osorio de Curqueira,
do cargo de delegado do 1" dittricto da capital,
sendo nora-ado para sabstituil-o o 1 supplente
Dr Franciso Isidoro Ridngues da Costa.
Foi nomeado Io supliente do racsino delegad o
Dr. Anecio Augurio de Carvalho Serrano.
tlotrrno do KiwpailoDiz a Aurora de
7 do correte que, de 2a de Outubro a 4 de No
veoaro, foram paseadas :
Provisao de coadjutor p r tempo de mais un
anm. para a treguezia de Macc, a favor do lvd.
J0S0 Nepomueeno Valladares.
Il-oi, de ciji Ma.) da Casa de Deteucao, por
tempo indeterminado, a favor do Rvd. couego Dr.
Anaiiias Crrela do Amaral.
I em. de uso du ordena e de confessor, a favor
do Rvd. Jos da Silva Machado, residente na fre-
guezia da Imperatria era Alagoas.
dem, idein, a favor do Kvd. Jote Gomes de
Mello, residente na fregaezi* do filar, em Ala-
jglS.
dem, de uso de ordens, a favor do Rvd. Ignacio
de S uza Roliui. rcaidento em Cajazeiras, ua Pa-
raliyba.
dem do uso de orden, coefessor e pregador a
favor do Rvd. Antonio aoares de Mello, residente
na Alag Funda, em Alagas.
Preftideole de tlaxunNo paquete
Etpirit i Santo passou aute outem para as Ala-
gdas, provincia ru vai administrar, o Ezm. -Sr.
Dr. Jos Morcira Alves da Silva, vinJo do Rio
Grande do Norte, cuja udmioiatraco uciiou.
S. Ele. recebidj por diveraoa amigos, deten-
barcn e foi hospedar-se en casa de tua sogra,
ra do liaro de S. liorja, onde f oi muito vial-
visitado.
Reembarcou no domingo tarde, levaudo-o at
0 paquete amitos ainig' *.
Pretidcnle do Rio trane do Sorle
So vapjripo/nca da cluuipanhia Fernambucana
sogae boje tnrde para o Rio Grande do Norte,
o Exea. Sr. Dr. Antf nio Francisco Pereira de
Carvalho, presideute nomeado para asa pro-
vincia.
8. Exc. deu tao boa copia do sea criterio e ta-
lentos cuino secretarm da presidencia da Baha,
que o Govrno Imperial nao trepidou em coutiar-
Ibe a miasio de dirigir os destino, do Rio Graude
do Norte,
Fat-uldaili- de lirc-io Eisalistadit
eatudantea que serao chamados boje para prova
escript :
/". auno
Ns. 217, 2I9, 220, 24, t. 227, 228, 230, 231,
SflB, 233, 2a(i, 237, 238 e 240
Happleiit'
Ns. 242, 345, 249, sal, 2Y>, 2, 259, 2G2. 263,
1 ->i;:, ->tiii ai7 2H.-4 h -h\u
264, 265, 266, 267, 2tii M'.K
2o. mno
Ns. 164, 165. 167. 168, 16'J, 170, 171,172, 174.
175,176, 177, 178, 180 e 181.
Ns. 182, 188. 18, 185, lc6, 187, 1S8, 190, 191,
192, 193, 194, 196 l9 e 301.
3. anm
N. 170. 172,1.3 174.175,177,178,179,183,
14, 185 e 186
StipplentP
N*. 187, 188, 189. lito, 191, 192, 194, 196, 197-
198, 199 e 00.
4 anuo
S rao chamados oa qu juai.Gcarem perante a
ea exaudu .d la.
5" anno
Prior pia 1 >s x iii.es uraes ao mem dia.
gB(miiF< pr!-pralrio*Hoje mo ha-
veri prova urci i.ji. |. poitugurX. e terio cha-
nados 03 esto lautos que tem de f-z r priva
o al. Aa di 1111 ..las berao fcitas s 3 botas da
tarde-
Digno de louvur-08r. Francisco di Ng
tividade Aaldanha e uc* ba di^ua irma, hende-
ros uaioies de aeu finado pai/, o alferes Francisco
Antonio da Nxtividade Sallan Ii do
mventari.i dos betiB do dito finad, e em pr. juiz..
de outro herdeiro menor, coucedemm liberdade
a> a eacrav'i 3 Joaqu m e Coerce, ambos m icoa, em
reepeitu mi-una do morto e pelos servicos prea-
tadi.s pel.s fiberradua em viddoi.lf resSnldauha.
Fui uma boniu accil", qf estalle b-.rmonia,
com as tradicoea detxaaas pelo filiado, que foi
sempre um hommem parid s 1 e eslimavel.
KiibeilnroOS,-. Dr Adriai Luiz Pcrui
ra da Silva, livcU''o Miitc-lnaiti-ra baptisido urna
6 liinlri, coucedeu carta de llanda de, sem onue
il^iim, ao a n HMiVii Elcuteriu, jardo, natural do
Uear e de 24 mnii s de idns.
E' um acto diguo deluuvor-
Tragedia*! do Reclfe. I)istribuio-;c
hunti-m a firma 25 do romance deste tituio, do Sr.
Dr. A. M. Carnean Vi ib la.
jitieriardc em .>iaxareili Ccmmu-
nicarain-m s o seguinte m data de 4 do corrento :
Em audiencia especial de *i>>je, presidida pe-
lo Dr. Mmie I C*bral de Mello, juiz de orpbaos do
termo, toram entregues as cartas de liberdade a
21 eseravos que fjr.itn libertos pela 7 quota de
7.oTll40, diatribuida a estu municipio, em exe
cu cao a humanitaria lei de 28 de Setembro de
1871.
A audiencia estuvo animada, concorreado a
ella grande uitmero de pesaoas gradas.
O Dr. juiz de orpbaos ao entregar as cartas,
dirigi aoa libertandus pdavras animadoraa, con
cluuido a consejando o tiabalho e que f.iseem go-
aar de suas liberdadea, tornndose dignos della.
Fall.u depois o collector de rendas, aconte-
lbando nos libertando* as tneaina* considera cora
de ordem.
Finda a audiencia os libertos, com 1 regoci-
jo, muito natural, dcili aram pelas ras da cidade
soltaudo f.'go do ar, dand > vivas as autoridad- c e
a lei de 28 de Setembro de 1871, que denomina-
ran lei Rio Branco .
Furlando ttacnrNo dia 4 do corrente
e no eng nbo c> ntrai M Ctb.i, Santo Ignacio, ta
preto Jos Cunil 9, qu- conduzia um embrtllbo com
aasucr, que tirara do r. f erido eugeubo.
Est seudo inquerido.
arada-Em fligrante delicto foi preso no
da 31 do mee ultimo, no engeuho Aldeia, de Pao
a'All ', Francisco Ferreira da Costa, conhecidopoi
Chico Velbo, o qual,'travando-se de razoea com
Migaal Nicacio de Barroso ferio com uma facada
no peito esquerdo.
Deu se- esie facto s 2 horas da tarde.
AaaaaMlaato brbaro e rouboX
lugar (.aclioeinuha do termo de Buique e uo dia
2 do m z prximo fiado, Flix Bezerra de Araujo
e um aeu euubado de nome Sebattio assassina-
ram com um tiro de bacamarte e doze facadas a
Paulino Correia da Silva.
Os uss'isainos c rtaram urna das oreihas da vic-
tima e Ci-uduurain dous cavado? della.
Verlmcnlo casual Viudo no dia 24 do
mez paasado no Iug->r Cabo do Campj de Buique.
Si baatio Jos de Araujo, Lourenco Bezerra de
-Moura e Mauoel de Maura Rainoj, com as armas
que na anterior noite haviam collocado na passa-
gem de uma ooca, aconteceu disp piugarda que o tegundo trazia ao hombro e terir
ao pr.un :-.i gravemente na cabect.
Oeste tacto tomou conhecimento a respectiva
actoridnde.
Turbulento*Na ra de Alaga da cidade
da Eacada e no dia 1 do corrente, travaram-se de
razoe.i, indo em seguida a vina de facto, Pedro
Paes de Lyra e Jao Auizio da Rocha.
Acudindo a polica para acabar com o rolo en-
trn Joo Abzio ferido n'um dos bracos, e, como
lhe cumpria, tnaudou pBra a cadeia os dous turbu-
lentos.
Km tracilo0 paquete Coropaxi ievou para
a Europa 81 paosageiros, sendo 6 tomado em Per-
ambaco.
Uiabelro0 referido paquete troxe do sul
para :
Londo.i Bank 300:0005000
Amonra & Irmaoa 550
- O paquete Espirito Sunto trouxedosul para:
Diversos 24:586*000
U mesmo paquete ievou para :
Alogas 94:0105000
Rio de Janeiro 14:000i000
Halrada do /.nmbEscreve-uoa o >Sr.
Wenceslao de Carvalho Paes de Andrade :
Em sua Revista Diaria de 6 do corrente, foi
publicada urna eommunicacao respeito da estra-
da do Zumby, que liga o povoado da Torre a Es-
trada Nova de Caxaugii, tazendo se-me ama cen-
sura por nao ter impedido que se fechasse por
meio de cerca a dita estrada.
O qu? ha de verdadu a case respeito o se-
guate :
A estrada que o communicaute diz ter sido
feita pelo Sr. capitao Joao Carneiro e entregue ao
transito publico ha cinco annos, fui urna travcaaia
que confronta va com o sitio do Sr. coranel A poli
nario Maranbo, a qual paseando por terrenos,
cujo dominio til nao pertencia ao Sr. capitn
Joo Carneiro, desappareu acerca de dous auno*
sem ha ver rcclamaco dequem quer que fuese.
A estrada propriainente do Zumby oais
abaixo do que aquella travesis, a qual paseando
p ir terrenos dos herdeiros do Itaio de Bembca
liga-te com a Estrada Nova defronte da 2J bomba.
Esta va de comumnicaco antign, tem a
sua margem alguina edificacan.
Um morador de um sitio que c.rtado por
esta carrada cercou o, o que deu lugar a desappa
recer um p< queno paaaaua;j que bavia sobre o
riacho Z'.'-iLby.
Teudo sciencia disto dirigi-me ao mesmo mo
radi r para nao ser privado o transito, mas nao
tendo sido bem recebi lo riz sentir que iria parti-
cipar a Illma cmara afnn de providenciar.
Temeudo taiv- z o tal morador alguma provi-
dencia da cmara e antes que lhe fosse feita a
parricipcao por mim promettida, veio talvez a
imprensa fazendo -me aquella censura e prop vi-
talmente confundindo a verdadeira estrada do
Zumby com a travesis de que cima fallo.
Prometi porm demonstrar perante a cama -
ra com documentos a verdadu do que fica expos-
to.
Eacola Xormal Comec^m boje os exames
oraes de curto, de vendo ser chamados os seguin -
tes alumnos-mestree :
Do 1' anno
Abdisio Caldas de S Barrcto.
Jo; Bezerra de piiveira.
Alfre 10 I defonso Barbosa dos Reis.
Mana Francisca de Barros Campello.
Joanna Eetellita Pereira de Lyra.
Antonia Ribeiro Campos.
DIrertorta daa obras de conaerva-
co don pono*Boletim meteorolgico de
di 1 6 de Novemhro de 1886 :
Airaiidexa de PernamburoDamos em seguida o mappa demonstrativo do rendimento
da Altanuega ue. Pernambuco, duraue o m z de Ua uoro de 1886, comparado com o de Igual mez do
anno d< 1885. f
DES JMtNiC.U) OlS SENDAS
Importafdo
Direitos de consumo .
Add ceionaes de 50 %.
Augmento de 10%.
Expediente de 5%.
^.rmazenagetn.....
Capatnzia.......
Imposto de 40 / sobre fuuio.
Despachos martimos
Imposto de pharoes.
Dito de deas.....
1886
Exportaqao
Direitos de 9 o/o-
dem de 7%. .
dem de 5%. .
Interior
Sello por verbas.
Dito adhesivo .
Imposto de transm. de 5 %
Extraordinaria
Multas.......
Fundo de emancipacilo. .
Depsitos
Deposito de diversas origens.
Contribuicao de caridade
Somma. .
5.V):0339.;i
275:4824i3
55:096*548
3:il3375
11:668*712
2:183*98.
4:8805000
461*40
7:304*064
l*38o
51:310*088
44600
1:608*000
125312
747*264
4:100*S2S
637*302
3:195*12*
1885
46':520*556
31:2395295
4H:247*f6o
4:(27*05
9:68:<5-'32
1:9655744
64*56
4:600*000
723*960
5:925*649
i
60:386*477
1:1175001
2:50.'*5dO
7915641
*
682*650
3:877*710
-I-
1.013:441,5.105 ,s: !..:. 11 5ssi
DIFFEgESgAS
Para
88:413*339
44:243*410
8:84H*6S8
*
1:973 4SO
218*236
*
*
1:378*415
1*380
*
4*000
491*i,00
*
45:109*828
1515052
*
Para menos
l
1:093*675
*
i
64*560
B0JOO0
262*561/
9:076*389
*
1:490*188
445377
*
688*588
190:833*4581 12:934*337
RECAPITULAgAO
DEN MINAQAO DAS RENDAS
ImportacJo.....
Despachos martimos .
Exportaeo.....
In'erior......
Extraordinaria ....
Depsitos......
Total ,
898:479*245
4:841 400
58:6!5553-'!
1:624*312
45:848H2
4:032*424
1.013:441*005
755:934*297
5:323*1160'
66:312*126
2:619550o
791*64l!
4:560536o,
835:5415884
142:544*948
*
*
*
45:0565451
187:601*399
*
482*560
7:6965594
995*188
*
527*936
9.702*278
riilaS, que se arbim n'.-n 1 murina, exeveem usa
lo excitante, i|ii" es.iiiii a a.peile e os seus
Vatoa, e a .oo-iquent r esfio mua prolongada
e intensa.
a ianb a .le mar, p ia. teem rima maior effiea
ca 1 pea inn r pre- > que exereem obre a su-
peifi ie do eorpo, por ser a agua mais dcusi. e
pslo moviin Mo lina nadas, e einfin polas proorie
dad. s da a'hiii"S|.li' ra u ar marino O m ivimen-
to daa ondaa exerce um graude benefie >> aobte o
orgHiii.Mno.
A m>iia opporluua eatacao para os banlioa d.-
mar de Omubro Mrrco. As hjras mais aJap-
tadaa sao aa da tnauna.
A temperatura Jo mar, segundo aa condicoes
amuiosphericas, varia muit"; a temperatura mi.a
couveuieute ptra ornar o haubo marino d-: 16
aos 21" R. A dumoo no d. ve exceder dos 15 a
30 minlos. A iminereiio u'agua de mar deve ser
inmediata c mp'e'n, e, immediatament" qnem o
tomar deve por em inovim uto os msculos, seja
por meio da uataco ou ui vendo todo o cupo.
Ti ds as vrzes que, deptiia da itnmersao, o ba-
1 hi.-.t 1 aentir um qualquer incemmodo, alo ab
timent canei ira, ampios ou outro qualqu-r phe-
nouieuo, dever lego sabir do banho. Completo o
banlio mariu >, deve cnebugar logo o corpo e ves-
tir-te cuidad i-amente, poudo-se logo em roovi-
uiento, um d. favorecer urna boa reaccao. Qian-
do dipois do buho nao se pode fielmente expel-
lir uma seusnco de fro que permanece, tome se
uma eopa queute, ou um eh, ou mesmo viuho ge-
i.eroso.
Quem acbar incommodo os raios solares, deve-
r u,ar de chapeo de pa'ha de Urgas abas. De
ni ia s muiherea bastara uma coituba de rendas.
(ando teinaui quo oa c-. b'los te embarcelo o se
contundan], poderao deixal-os int- iramente soltos.
E' um pr. joiz.i crer que a agua de mar estraga a
cabrlieira, quaudo antea ella a f .rrifica.
Dep.iis da saludo do banho se poderao lavrr os
cabehos com agua doce, para livral-os dos saes
que fiema aoberentes, e usar, havendo necessida-
de, de um pouco de oleo, para tornal-oa uovameu-
te lisos.
Segundo Piuelli, aa ,-egras para as pessoas que
toinaui bauhos salgados, sao as seguiates :
Ev.tar tomar o banho antea de passarem tres
h iras depois da comida.
Nao oaubar-se quando se esteja caneado por f-
dig-.g ou por ouir qualquer cousa.
Nao esperar para inergulhar se n'agua, como
prejuizo corrente, que o corpo est> ja muito fr>o.
Bauhar-se quando se est anda quente, sem
perder lempa, nao hesitar antes da inin-rso.
Na deixar jamis que o corpo se resfrie ao ar
livre. As mulberes em certas oceurrencas se abs-
t. nham du tomar banho.
Os bauhi s de mar trazem as seguictes vanta-
geus bygienicaa : uma excitacao geral do proees-
so vital, Com abaixameuto da temperatura, uma
tacnidide da digeato, com augmento de appeti-
te ; um melbor somno que melhor rrstitue as tor-
cas } uma maior robustez muscular; limpeza e
o conservaco da florescencia da poli- e da soli-
1' : 00, aas extrabidino da 20 de Jaaa>-
bro.
Achara se exp-ntos venda ob restos dast-
IBB na Casa da P a-tuna 4 ra Pnmeiro de UsM
a 23.
Tambera acham-se venda na ruaca da ia*a-
pendeucia di&. 37 e 39.
Siiilerm uu MiA 1' parte da !(
n .'i'6, do novo plano, do premio d liMhOOU*^)^
- xtrahida no dia .. de Novembro.
Os bilhetea ucbain e venda na Casa d*Fr-
'una ra Pnoi ir., de Mata.
1'ambem acbua si- veuda aa praca da Ic4a-
rn'inleiicia ns. -"7 e. 39
Colcria da rdrteA 1 parte da 3 I la-
tera da corte, cuj .,1.ini grande de HXkO&f
ser extrahida no di, 12 de Novembro.
Os bilbetes aeh m-ae veuda na Casa da Bar-
tu.-i rua t'rimeiro de M.irco n. 23.
Tamben acham-se A venda na pragt da {t*o
pendencia ns. 37 39.
Haiadouro PaibllcoForam abatidas aa
Matadouro da Cabanga 82 rezes para o cousajM
do da 9 de Nuvembro.
Sendo : 66 rezes perteneeutsa OJiveira Cas(
Ji C, e 16 a diversos
movimento deste Mercado ms das 7 e 8 de -II*-
veuibro fci o seguiute :
Kntraram :
681/2 boia pesando 10.172, kdis.
475 kilos de peixe a 20 res
70 cargas de f.triara a 200 ris
27 uitaa de Irnctaa diversas a 300 ra.
5 tabolciios a 200 ris
36 Suin .3 a 200 ris
Foram m-cu jados :
531/2 coiumuas a 600 ris
45 compartimentos de farinba a
500 ris.
42 ditos de comida a 500 ris
148 ditos do lesume a 4iH) ris
32 ditos dr snino a 700 ris
22 ditos de tressuras a 600 tis
20 talaos a 2*
5 ditos a 1*
A Oliveira Castro A C.:
108 talb',8 a 15 ris
4 talbos .1 500 ris
Deve ter sido arreandada uestes das
a quantia de
Randnaento dos dias 1 a 8 de No-
vembro
ti
84W0
ytm
7*2d0
32*lC
2MWI
2a5J408
135206
40<**J
5*dW
108MM
vm
365*MB
1:2.0*WD
l:C06*ttt
2 aeceo da Alfandega de Pernambu. 5 de Novembro de 1886.-0 chefe, Domingos Joaquim da I td"td"" CMr,";S ; "stabelee.mento das foicas do
Fonseca.-0 escripturario, Odilon Coelho da Silva. *T, """"l?0 I*? apt'da ,nt:"ec,ual-
---------------------_______________________________ _____________________________________________ I -E-ra alguna bauhiataa os saes da agua marica
MorreaO menor de 12 annos que fra pi- de Braz Garca Mascan-ubaa. Lisboa, 1846, 2 irritam a pelle e eausam aspereaa e vanadas erup
Horas i 0 T3 B Xa Barmetro a Tento do vapor a
. u O fifi 0 i a
s* a
6 m. 253 760"38 19.65 83
9 279 762-02 20.70 74
12 29o4 761*72 19.77 64
3 t. 29-8 76on>i;4 18.79 62
6 278 76i lasui 19 22 71
Temperatura mxima30-U.
Dica'iiiininiii25.
Evaporacao em 24 horas : aosol7"2, a som
bra4">7.
Chuva0,m6.
Dire ca 1 do vento : E-K ie moia noite at 2
horas e 50 minutos da inawha ; ES at 10 horas
e 40 da maub ; ESE e riE at inea noiie.
Vi-locid.idr ui 11a do veuto 0.in48 por aegund-.
N- bulosidade media : entre 0,5 <- 0,6.
dem do da 7 :
9 ffl
Huas a r s gil t H 25-7 Barmetro a 0 Tensa0 lo vapO' I 3 S
6 m 761"'16 19.19 U
9 *B2 VitfM 19 08 61
12 29-4 ln-J"' 2 19.71 64
3 t. 287 76'll 19 25 66
27" 1 7' <".j 19.85 o
taco no da 3 do corrente, no rua de Pedro Alfon-
so por um carro da C>mpanha Locomotora, facto
de que demos ha dias noticia, falleceu ao sabbsdo
tarde no h ispital Pedio II, de ttano. O nome
deste infeliz era Manoel L pea Gomes da Silva.
Pao-(I* AilloDesta cidade em 6 do corren-
te escreverain-noa o seguinte :
No dia 25 de Outubro, prximo fiudo e uo dia
26, nao pode tunceiouar o tribunal do jury, por
falta de numero : funecionou, porm, no dia 27,
tob a presidencia do juis de direito Dr. Antonio
Jos de Amorm, oceupanda a cadeira da aecusa-
ci 1 o promotor publico Dr. Joaquim Pedro Ca-
valcante ue Albuqurque, sendo julitadooro Ade-
liao Candido da Cimba, incurso as penas doart.
266 do Cod. Crim.
Patrociaou a causa o advogado Ignacio Leo-
p.ldo, sendo o mesmo reo condemnado uo grao
mximo do referido artigo e multa correspiudente
metade do tempo : appellando para o Tribunal
Superior.
No dia 28, foi julgado o reo Luiz de Franca
Wanderley, incurso as pjnss do art. 193 do Cod.
Crim. Advogou a causa o tenente Jos Francis-
co Pae BarrPtto, seudo o mesmo roabsolvidopor
unanimidade de votos.
No dia 29, entrou em julgamento o reo afian
cade, advogado Ignacio Leopoldo, incurso as pe-
nas do art. 231 do Cod. Crim.: advogou o mesmo
reo a sua causa, sendo condemnado no mnimo do
mencionado artigo e multa correspondente a me-
tade do tempo. Appellou da decito do jury para
o Tribunal da Retacao.
Nos dias 30e3I e 1- e 2 do correte, nao
fuaccionou o jury.
No dia 3, foram julgados es rjs Joao Pedro
da Costa, 1 ocurso naa penas do art. 269 do Cod.
Crim., e Severino Gomes incurso as penas doart.
205 do iresmo cdigo, sendo coodeinuados : o pri-
meiro no medio c o segundo no mnimo, dos refe-
ridos artigos: advogando as causas o tenente Jos
Francisco ^aes Barrcto.
No da 4, finalmente, foi julgado.o roo Jos
Urbano Gomes, incurso as penas do art. 222, do
Cod. Crim.: tendo absolvido unnimemente. Te-
ve por advogado o bacbarel Marcelino Ferreira
Lima. Nao havendo mais proiessos preparadas,
foi encerrada a aessao.
No dia 29 do mez lindo, tarde, regreseou a
esta cidade, donde se bavia ausentado para acom-
pauhar o Exm. Sr. bispo, na visiti a diversa; fre-
guezias o Rvm. Sr. couego Autonio Domiogues de
Vascoucellos Aragao, sendo recebido por algunt
amigos, que o foram esperar na estacao.
< A' uuite foi comprimeatado, em casa de sua
residencia, pela sociedade Pbilarmouica Pao d'A-
Ibense, de que director, ofiereceudo a mesma so-
citdade um cupo o'agus.
No dia 30, assumio, na qual idade de T sub-
stituto, o exercicio do cargo de delegado lutera-
no desta cidade, o Dr. Joaquim Pedro Cavalcanta
de Albuquerque, promotor (.ublic >.
0 Club Easaio Dramtico Pod'Alhensc, da-
r no domingo 14 do correte mez, um espectcu-
lo em seu beneficio, no theatro Santa Tbereza des-
ta cidade, levando sceoa o drama em 4 actos,
Carlos o artistac a comedia em 1 actoConse
quencias de um rapto.
Nada mais digno de mencao.
Ao revoir ,
coes da mesma, como tamb- m fornculos e pru-
dor. Em taes casos conselhado que se suspn-
dalo oa bauhos de mar, subatituiado-os pelos d'a-
gua morna, e d'alii de agua domare. i cam
agua doce.
Alm de que pelo lado moral e tamben pelo by-
vola.
Refutaco da doutrina do Dr. Braz Florentino
HenriquHa de Souza, apreseutado na sua obra
O caanmento civil e o casamiento religioso,por
Carlos Kcrnis de Tolvarad. Rio 4e Janeiro,
I8C0, 1 vol.
De l'origine des lois, des srts et des sciences, et gienico aconselhado, duraute os bauhos mari
de leurs progrs ches les anciens peuples, par Au- nos, o uso de vestido proprio para a natacao, e
toioc-Yves Goguet. Paiis, 1820, 3 vols. melhor do que outra estofa, de l,a qual sendo um
Cmm d'conomie polit'que par M. Rosei. Bru- mo conductor do calrico afrouxa a sua disper-
xelles, 1861, 1 vol. s.i- nem se tururm to seusiveis as bruscas mu
Misc llaneas Jurdica, pelo Dr. Joaquim Gon- dancas de temperatura,
calves Lima, l'ernambuco, 1874,1 vol. Propuesta de Mapolea o 1Diz-se que
Lettres sur l'inauguration du ebemn de fer Napoleo I prophftisou que dentro de 50 annos a
de S'rasbourg a Bale, par AI. Chevalicr. Pars, Europa seria toda roxa u toda russa.
itiulioiuora Provincial Coutianacao
das obias offereciias pelo Sr. Dr. J. J. Alves de
Albuquerque :
Inatitutinuum D. Jnstiniam bibri IV. lmisum
academiarum brasiliensiumedit E. Ferreira Fran-
ca. Lipsiae, 1858, 1 Vol. Oeuvres philosophi-
ques et morales d Nicole, etc, etc.. par C. Jour-
daiu. Paria, 1845, 1 vol.
Estis philusupbiques sur lea systme de Locr,
Beikehy, etc., etc., par Caries Huret. Paris, 1828,
1 vol.
Des penaes de Pascal, par M. Vctor Cousiu.
Paris, 1844, 1 vol.
Principes mtaphyique de la morale, traduit
ue l'aliemaud de E. Kant, par C. J. Tissot. Pa-
rs, 1837,
1841, 1 vol.
pi ocia de logigue clmeutaire, par G. C Ubaghs.
Louvain, 1819, 1 vol.
Le soeiaiisme devane le vieuz monde eu le vi -
vant devaut les morts par V. Considerant. Paris,
1850, 1 vol.
Resumo do cathec-ismo de perseveranea, etc.
etc., pelo Abbade J. Gaume. Porte, 1868, 1
vol.
Doctrine relign use et pbilosopbique fondee sur
le tempigaage de la consciense par Emile limuo-
tin. Paris, 1842, 1 vol
Potica para uso das escolas, por Bernardino J.
da Silva Carneiio Coimbra, 1853, 1 vol.
De la mauie du suicide et de i'espnt de rvoltc
de leurs causes et de leurs remedes par J. Titsot.
Paris, 1840, 1 vol.
Intro uction a la science de l'histoire par P. J.
Buches. Paris, 1842, 2 uols.
Phiiooopbie des lois, par AI. L. Bautain. Pa-
ris. 1863, 1 vol.
Elementos de direito publico u.versal pelo Dr.
Pedro Autran da Matta Albuqurque, Recif",
1878, 1 vol.
Le livre de l'ouvrier, etc., par A. Egrou. Ta-
ris, 1844,1 vol.
Des principes de l'conomie politiquo et de
l'impost, par David Ricardo. Paris, 1819, 2
vols.
Tratado de economa poltica, pelo Dr. Pedro
Autran da .Malta Albuquerque. Recife, 1859,
1 vol.
Cde procdure civile exp iqu, etc., etc., par
J. A. Rogrou. Pars, 1864, 2 vols.
Aventuras dr Telemaco. Paris, 1837, 2 vols.
Poesas de Jos Alaria da Costa c silva. Lis-
boa, 1834 1814, 2 vols
O Gil Braz da Revolucao ou as coufiasoes de
Lourenco Giffard, por L. B. Picard. Lisboa,
1842-1843, 2 vols.
A prophecia at hoje est por verficar-se, e os
50 annos d'aquelle temp 1 j l se foram. ( omtudo
boj* a prophecia parece querer confirmar se afeaCo
materialmente, moralineute.
A Italia oo se move esperando pelo que fsr a
Austria, e esta espera o que far a Russia ; a
Germaoia deixa-se ludibriar pelo Czar, e pare. <
disposta a dar a outra face; a Franca arma-sees
perai.do que a Russia lhe estenda a mi; a logia-
ierra manda os eeus navios ao Arch pelado espan
do os movimeotos do Urso Branco. L go ludo
Russia boje, e estamos em 1886, como em 1866
depois da guerra da Crimea e do tratado de Ber
lim.
liCilen.Euvcruar-sc-ho:
Hoje :
Peo agente Modesto Baptista, s 10 e 1/2 horas,
na rua do Uuio u 49, de movis, loucas, vidros.
etc, etc.
Pelo urente Martina, s 11 horas, ua travesea
dos Expistoa n. 16, de movis, loucas, etc., etc.
i'elo agente Gusmao, s 11 horas, na rua do
Mrquez de Olinda n. 19, de movis, louca, vi-
dros, etc.
Pelo agente Brito, s 10 e 1/2 horas, na rua de
Pedro Alfonso n. 43, de movis, vidros, loucas,
etc.
Qainta-feira :
Pe/o agente Modesto Baptista. s 11 "horas,
rua de Domingos Theotooio a. 15, da taberna ah
sita.
Mlaaaa fnebres,S. rio celebradas :
Hoje : .i
A's 8 lleras, na matriz da Boa-Vistt, por alma
do Dr. Miguel Augusto do .Nascimeuto Fetosa.
Quiuta-feira :
A's 7 hora na matriz da Boa-Vista, por alma
de Jos Aff >nso dos Santos Barros.
Poi arrecadado liquido at hoje
Precon do din :
Carne verde d 1 320 a. 560 ris o kilo.
Carneiro de 700 a 800 ris dem.
Barato de 560 a 640 ris ideu.
farinba de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 260 a 32o ris dem.
Fejao de 660 a 640 dem.
(emileriopolilicai.-Obtuai i > do dia
de Novembro :
Mara Vlat iel Vfonteir, Pernambuco, 25 aaaa%
solteira, S. Jos : eclampsia.
Fe iciana Mara da Cooceicao, Peraambuc, t
annes, casada, Boa-Vista ; an< mis.
Mara Rufina da Silva, Pernambuco, 20 aaaa%
solteira, B-a-Viata ; diarrhca.
Linda Mana, feruumouco, 40 annos, solteira
15 a-Vista; tubrculos pulmonares.
Bibiana Mara da Cooceicao, Pernambuco, fl&
aun1 a, vmva. Boa-Vista; cacbexia senil.
Manoel Cardc*o de Luna, Pernambuco, 35 ata-
es, casado, s. Ji.t; beaiorrbogia cerebral.
Tbomazia Mana da P-onceicac, Paraguay, 38
annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos puimoaa
res.
7
Manoel Lepes da Silva Gomes Pernambuco,.t
annos, solteiro, Boa-Vista ; f>rida na Coxa.
Manoel A' xanore Pereira, Pernambuco, 54 as-
nos, casado, Boa Vista ; tbre typhica.
Antonio d-> Nascaaento R.ch, Pernambaco,SS
annos, solteiro, Boa-Vista; ttano traumatic*.
Um feto, Pernambuco, Recife; nasceu morto.
Luiza Mara do* Prazeres, Alsgoae, 30 aunas,
solteira, Recre ; tubrculos pulmonares.
PaaaagelroaCbegadosdos portosdo norte
Essais de r bilosephie, par Charles de Remusat. no vap-r nacional Espritu Santo:
Pars, 1842, 2 vols.
Pnilosophie p liiique, etc., ete., par Evarist
Bavoux. Pars, 4840, 2 vols
Diccionario geographico das provincias e pos-
sessoes purtuguezaj no ultramar, etc.. etc, por
Jos Mara de Souza Alruteiro. Lisboa, 1950,
2 vols.
De 1'humanit, de son principe, et son avenir,
etc., ete., par Pierre Leroux. Paris, 185 ,
2 vils.
Minoires du Marchal Ney, publi, par sa fa
mille Pars, 1833, 2 vols.
Philosopbie des facultes actives et morales
de l'bomme, par Dugald Stervart. Paris, 1834
2 vols.
Prblmes de iccaniqne rationelle, etc., etc.,
par le P. M. Jullieu. Paris, 1855, 2 vols.
Des bases de l'ordre social, par Joseph Rey.
Paiis. 1836, 2 vols.
De la dcaden de l'Angleterre, par Ledru
Rollin. P.,1,8, 1850, 2 vols. (Dupi.).
Essais sur la philosopbie dea aciences, etc.,
ete., par Andr Marie Ampre. Paris, 1813,
2 vols.
Hittoire natureile de la sant et de la ma-
ladie, par F. V. Raspait. P.-ris, 1843, 2
vols.
Essais de philosopbie physique, ete., etc., par
L. A. Grugcr. Bruxelles, 1838, 2 vols.
Rcvue bistorique et politiune de tous les vne-
meotsqui seproduisent en Franco et l'tranger
Dictiouuaire general de bognmbieet d'histoire, pro?eDt """f er>"er
etc., etc, par M M. Ch. Desobry et Th. BscLelet. d.ePu"' iJ*evner 1818> PHr Alciandre umas. Pa-
Paria, 185/, 2 vols. "" 2 voh: ., .
H.sioire de la .iitrature Francaise par Nisard. H'ttoire genrale et particulaire des anomailcs
Parip 1844 3 volt. de organition che I h un me et les annnaux,
e'la c innaissauce de Di.u, par A. Gratry. etc,< atc, 5af, 1- G.offroy Saint Hdaire. Biu-
Pana, 1856, i vols. xi lies, 1837, 3 yo s
Hittoire de Napolen et de la grandearme, ,o^.0r" u.t Ul1 v,centtl. ctc- ,tc- Hamburgo,
par M. le gural cont de Segur. Braxelles, Ibf*- v,',,3 .,
1837 2 voIb. Dratina sociale, par Vctor Considerant. Pars,
Tiait elementaire de pbysique genrale et *.> a Vu'a' _, ___
muicale, p.r Pelletan. Pars, 1838. 2 vols. "^o.ution Francais;. H.stone de ans 1848
(Duul) partas Ivgiiault faiaant i-uitc a I biatoire de
De la libert du travail, etc., etc., par Charles !"" 183-184. P*r LjU' B>'- Paris,
Dun.yer. Pars. 1845,3 vols. x>.l.Zt\L p.......:..
M T. Cicer nis oratioues, etc. etc.
1819 4 vi la.
E-s*i u'ui e oouvelle thorie sur les dees funda
Jo. Aiit.uio G. da Roeba, Jobs Ank Mauricio
Chatn, Jos Pinella, Lniz Miloui, Dr. J.'t Ja-
Jacinih 1 Borg s Diniz o um criado, Francisco de
Salles Silva Braga, Fabncio Ucha, Ernesto Reg,
Antonio Justino Pereira da Silva, Manuel O de
Almeida Albuquerque, e Amero Pessoa.
Sabidos para o sul 00 mesmo vapor :
1 teoente, Jos Nunes Belfort Guimaraes,
Silvino Augusto da Paz, Jos Fraocisco da Costa
Luz, Joo Fraocisuo Ribeiro, \mancio da Cunha,
J. hs Aretz, Julio Correia do Nascimento e Mara
N'nmisa de Souza, Antonio Alberto, Mana Roza-
lioa da Cooceicao, Zelioa M. da Cooceicao, Domin-
gos Pioella, Matbeus A. dos Santos, O J ..- de
Castro, Manoel Silva, 45 imperiaes marioheiros 1
guardiao, 1 voluotario, 1 sargento, 1 cabo, 2 ana
pecados e 5 pracns.
( hegados de sal no vapor iuglea Cotopax:
Otto Brosse, Anbal Falco, Mantel Mayardiue,
Joo Coelho.
Sabidos para a Europa no mesmo vapor :
Rayinuudo Ley, Joseph Leigbton, George
W-'udsen, Joi Francisco de Figueredo e sua
aenhora.
Hoapltal PorlUKueiO movimento das
enfermaras deste hospital na semana fiada foi o
seguate :
Existiam em tratameuto...... 13
Eatrou...................... 1
Sahio curad................
Ficam em tratameato.......
13
1
12
13
l'UBLiaCOES A PEDIDO
Instroe^o Publica
Vesuntla reapoaia do Illa. Sr.
ijre de Alkaqnerque ama.
(Continuaban)
Este oitavo crime ecientifico deve ser uat 4a-
quellts que e e'r. Dr. Ayres Gama qualificxu de
> pouca gravidade mas que apeznr disto, taata
no p-r. ci-r de 17 de Agosto, como na di feza de
de Abril, eunneiada ao correr das invencOes, pro-
cura batel-o val ntemente cimo na sola o martel-
lo do rapateiro.
Accusa-me S. S. mas scciisa-me acremente, par
t*r ec dito no meo livro de leitura, depois de ta-
\er dado a dei.icao gerul dos sons,. que os soac.
mus eses sao aquelies que podtm ser apreaUiK
pelo noseo ouvido. a
Explicada a di tiuicio em micha resposta aa ^-
reci r, S. 8. vim em toa defeza de 16 de Abril d-
zer que se no compendio eu houvetse modiBea-
t do o objectivo (?) apreciado com as p avrar
que acen seentei u< fiuicao, o < rro nao sea
lo tensivel.
Nao bonve Ltm ba erro no que ficou dito, calve
para o Sr. Dr. Ayres Gama, a qmm o leitortaa-
visto com levisna facilidade condemnar doutrcoar.
at de autores que cita como autoridades, e par
dttraz de qnem se eneolhe para detrder-se; pata
o termo apreciado geralmente eu pr- gado pesas
physieos de nota que nao andam intrigados coa c
phylolwgia.
Eiemph 3: Fonsera Reneviaes (o mesmo cita-
do por S. S) N- fSes de Pkysica Moderna 1%. 1#6.
> SONS MSICAES.Aatim se denomina* ac
sens cujo valor o nosso ouvido pode apreciar.
Pina Vidal, lente cathedratico de pbysica da
Esco'a Polytechnica ce Lisboa Principio* c
physicai- 174:... O intervallo enlre o Cok
maior e o toso menor to pequeo que ai<
ouvido muito exereitado o pode apreciar.
LMigl-bertr HYMCA pags. 368:
SONETt RIT Iltaut distingur lesee
1 roprtment dit, tu son musical, du simplecrmSfr
Le premier doune um teusation continu, or"
on put aprecie* la vahir musicale, etc.
Gant, '-if.> de piiysipte, pags. 181: U
une vsiu -^aicale que l'ozille pent appnssisr
a et compazer a celle d nutre sons.
Eiassm o fnzeni tantos outros autores qua ai
np Ipam as coalas pela rama, e com quem S. fc
poder, se qn)ae^ aprender e cpreciar coas coa-
scieucia e n flemudamente o desaso do seu pareeqc;
que o peou daqu. lie elevado pedestal scientaaa
oude S. S. balaucava o cachos das saas boartac
dragonas de teuei te-coiooel da instrueco paWi-
ca de Pernambuco, olhando de esguelba, de eac
parn bnxo, para a piabagem do pobre prjfessara-
.i'. Sao os oatra-golpes aa tnesmo jareeer. -
rm, que obrigaia gora ao corajoso relator a baixo para cima, para ver como voam u'uiu ata-
bieute de lus os jmjmtos de Ptaphon.
T- uiprralura 111 xnua -30*0.
Oiiii mnima255.
Ka niracao em 24 horas : to sol.16, 6*m-
br>.i">'.
Chuva1,"'J.
Oireeea, di vento: ESE e I-E de mea uoit.
( 7 hor'.s e .0 miuutos oa m aba ; ES al inea
ote.
;idade media do reato 0,77 porseguudo.
N-buio.idadc mdi.J: 0,6
Venetius Rvolatiou FrauVAse. Histoire de dix-ans
' 183 1840, par u. L uia Blaue. Bruxvlles, 1847,
2 vols.
meutalea ou les uriucip sde l'ejiten.icmeut humaiu, *" cortsauiame au la ventalle ie ovation des
par P. Peir.n Pan-, 1843, 1 vol. "' "'T/ c}c "* Par Bard'18 ""'"OUlin. Pars,
Resume de psychologie, par A. Tullemer. Va- 1H*Ii> f ^l3;;
gnea, 183, I vol.
L" bi 11 en 1852 et sa col.nisation future etc.,
p-rJ. N. Mur, r-ans, 1852, 1 vol.
Trii elem utaire d'hygieue unlitaire parS.
Hotaigm 1. Paria, 1857, 1 v.l.
Eipneacaa litteral e mor 1 daa Epiot das e Evao-
eiiii 3| te etc., pelo padre A. Guiloit. Porto,
1870 1 v '.
Pags d'histoire d- la lvolu i n do Fevrier
1840, por l- uia Blane. Pans, lb5vl, 1 vol.
A. N 1 ulosa por J aquim Mauoel de Macedo.
Ri. d- Janer 1857, 1 v I.
Un-tioniiaire de m ucn et de chirurgie prati-
que-p 1 M. M- Audral, Bgm. etc. etc. Pars,
18291336, 15 vos.
Tlitre de CaBiaiier Delavgnc. Pars, 1850,
4 vola.
Hiotoire de l'esclavage pendan! les deux der
niies aunea, par Vctor Sebi.lcher. Pan-, 1817.
2 vola
Viage pintoresco por loa ri n Pal ni, Paraguay
8. L renzo, Cuy aba y el Ari110tnb.1t.ar10 del graude
Amazonas con U d ecripti 111 de la provincia de
Matto GroseO, par El C- Bartoloo- Bossi. Paris,
1863, 1 vol.
Pliarinacope rasonne, ou tiai' de pbarmac e
pratqua et tlieonque, p.r N E HcmgetG.
Guibourt. BruxvMl.s, 1818. 1 vol.
H.iiiliiK danua salsada-Eutre os ba
11 lijo 1.100 k fresco* ce devciu numerar os ba-
ncos de mar, qua tai indicad m tauto no seu'i-
do bygicui.'o euui.. uo medie A m liar mtl leuc 1
por edea ex reda attribuida sj- temp ratm'a
uaixa, j.orque sumrahum cal. ViratoTrgico, poema heroico cm 20 canto' acuribi:id .de ucrvosi, e, pe a maiciias diasol
Entrou de semana o Sr. mordomo Albino Nar-
ciso M lia.
Caaa de DetencoMovimento dos p-e-
sos do dia 7 de Novembro :
Existiam preeos 292, entraran 9, sabiram 1,
xiat. m 300.
A saber :
Nacionaea, 276, muiheres 4, estrangeiros 8, es-
jravos seatenciadoa 4, pr.ceaiado 1, ditos de cor-
reccao 7Tota' 300.
Ar acotaos 270, sendo : boas 261, doentes 9
Total 7U
NAo houve alterac^ na enf-rmara.
liOleilM da proiluiia- Quinta fera, 11
do Novemoro, ao meio da, sa extraiin a 9.' parte
da 1 lotera em beneficio da Santa Cas* da
Misericordia do Recite, pelo novo plauo appro
vado.
No consistorio da igreja de Nessa Sen hora n
Jonceico dos Militares a-rS feita a extracca
pelo syatema da machina Fichet.
luoleriaA 9 pi.rte da 1' lotera da provie
:a, em benecio da Santa Casa de Mitericord a
lo Ueeif pelo uoV'i plano, cujo premio grnnde
100:0.l000<>, ser extra h id a no dia 11 de N'ov ra-
te, prineii ando a exiracc O ao meio dia.
Os bilbetes garautidoa acham-se venda na
Casa Ua P01 tuna, rua Primeiro de Marco niiu e-
10 23.
Tamaem achara se veuda na Casa Felii,
praca da Independen, ia ns 37 e 39.
laoleria Katraordiurla do 1 lrau
ita O 4." e ultimo sortew daa 4. e 5. a*r>< r
i.-sta importante loteria, cujo maior premio dt
A Bona suUiina, qoe deu flores, perfumes e fne-
tos na arvore da peraoicacia luteliectual do illus'ce
ral .tur. a tal dos accordes Deve ser tus *
judies erros ue poucaqravidade, a por isse que
uo p reei-r de li do Agosto, S. S. o qjaiificca de
pleonasmo; a asas coa emmiuha nsosta eam
aiderei o pe., v.-.l ir qae tMve ter uma figurad*
rbstonca, p la Sr. Dr. A Gasta transformad eat
etro de phyea. S S na sua def- za, publicadaa
Diario de i rrinmtbuco de 16 de Abril, reparou be
o= is. Silva ri*o*> e Franco de S, SUPPR5-
MIO cowpfctoajeate iodo etae trecho do seu pace-
cer de 17 de Agosto, viciando o sensivelmente par
es e mudo; tas se o illuatre critico lauca agy
ao pal do d preso u argumenti com que gaiaae-
vlam .uti, agu>eiiado o nn'aer de et'wo, arraa-
c-u do ii g> -uai Oaaaeiho Litt.rario uma coudea-
nst'j, eu me encasrrgo re repetd o aqui ptra sas.
eterna gloria de MpM; pois to 0 bonito,
fica bem qu- 1*0 isfpteto litterario negu, cosa
i. Pedro a J.-sua Caitntc, o seu charo pi nfameaCe
teripto, iiaewdo qu o nao conhece. aapri-
m-iro canto do gallo ia impreosa.
Eis periodo da aeceo .Ayies Gama 4 C., gU-
sido pe illualre Sr i)r. Ayres de A'buqueaKe
Gama, que teutn apagai-u da memoria do cnse-
1.10 Literario, tog.ndo o as aguas torvas d
rio d. Esquecimeiio:
O iiuuier 1 da vibracoes em tempo igual*
qu coiio'i nea altura do sooi logo, 6 napla-
nasno i,,ntl uaer que os instrumentos ptjda-
tem o iiK-aiu-i numero Jo vibravci cm igaal
p* e qoe todos rrjids sons teem a mesas al-
tura.
S. S. isoto dea plt futilidad 1 da accuticao,
iU ,I,..'m!.i:'| Ue (ringH paraenae do sea
erro de phy*ia reda-a a m pl-onasr.o imtil.


.



j
I
l
r
1


Diario de PcraambueoTuya-dra 9 de Xovcuibro de ICC6
que tratando da nona
A


l do Diario de 16 de
AteiTiette-e na molla e ficou qaetinho, dizen
do U comsigo: o Fragoso e o 8& nio dio pela
oomtt e o publico desp*eveuido fica mais anta vea
OMUido ; mas eu que nao estou pelo silencio
4esia moita, onde S. S.yoryeouo plano da nona tu-
fara ; pelo que, atiro sobre ella aquelles papagaios
afabula, quiiro pelo mando tagarellaodo acer-
ca do pleonasmo de phytiea do Ilustre professor.
Mas nao tudo. E continuo a chamar, em no-
me da Ilustrada sociedade p- rnambucana, a at-
teocio dos Srs. Silva FragDso e Franco de 8 para
o que vou diier ainda com relacio a esta ques-
tio:
O Sr. Dr. A. de Albuo,uerque (ama no sfeu pa-
recer de 17 de Agosto, couiecou assim a eauncmr
a ana opiniao sobre este poafa :
9* Continuando a tratar do som, do qual m
* conbeee a altura e o tabre, mas nSto a intensi-
dade etc.
Ora, todos viram como na parta final do meu
artigo publicado no Diario de 6 le Abril e em toda
priouelra columna do de 7, confund com a elo-
cuencia dos factos as pal a v ras rama gaguejadas
da S. 8. sobre a minha ignorancia, q-ie s por sua
ignorancia S. 8. me attribuio ; pois tendo dito o
illattre relator que eu nao coa necia a uUtnsidaie
dmsom respondi-lhe trinscrevenio do mea livro,
amg. 87, 88 e 89, quatro rticos sobre : o reforco
do som agitacao di ar ; porta vys e corneta acus-
tiea, tod kre o que S. 8. dizia ao Conselho Litterarir, com
vos p i'ia ida c grave de fofa sabidora, que eu
ignora va.
Bendita a aecuaacao, que, em defeza leal e fran-
ca, me den logar nao s a apanbar o aecusador em
tao odiosa H ^.-rancia, como a faxer duvidar delU a
coosequei..,a foreada de que 8. 8. nao conhecia e
nos comprehendeu claramente como que o som
augmenta de intensidade.
?ois bem, confundido at as vogaes do seu racio-
cinio, p-la nr.nh-i resposta, 8. 8, tratando, no
Diario de 16 de Abril, d que qualific u de nono
erro, nem urna palavra urna so, balbuciou sobre
toe este ponto (!) pelo qual o conselho Litterario,
bebendo a seiencia Ayres Gama, brindou-me com
am punhado de espheras negras!
Quanta justica, qnanta energa vibrada no gol-
pe daquella consciente decisao!
De quantas Iluminadas canecas teria vind
aquella sentenca da sabedoria D. Pailas proferida
pelo santos 1 >bios da immaculada densa da Ver-
dad?!
Nao podeodo, cu, de momento, responde! a esta
pergnnta aeoinp mbado de admracao, abi a deizj
auspensa na sal das sessoes do sabio Couselho
Litterario; representando estes dous signaesortho-
graphicos denterrogaeao e admiricaoo
prisaeiro, nm olhar do espirito da Gileu e o se-
gando urna fagulha da sabedoria pratica de Hora-
ci Mannt,
Fete Uto pauso a concluir a segunda edicto des-
ta nona eiva,. editada por 8. 8., corr cta e ang-
snenta^a (chap n 9.) no Diario de 16 de Abril.
Na primeira edieao, ella se deadobrou em duas
grandes partes : a minha ignorancia da infeosi-
dade do toin e o phonasaio da msica; na segun-
da, porm, S. 8. preferio substituir essas duas par-
U-s por uin cumulo de golodce: engolindo-as sem
deixar, seq-n r o enroco da phrase !
S. 8. preterio arriscar-se a urna indigestan de
periodos a ferir-se, tocando naqae'laa asperecas,
aquellas pontas de broza, maliciosamente ccllc-
cadas com os espinhos de metal para cima.
Quein boa cama fizer nella se deitar.
Mas foi f a sendo a ravessia da moita qne 8. S.
com uaa sons Vfnt.-ilocos, permitta-mo disel-o, pas-
aon k defender a defimcao da pbysica do sen com-
pendio, n (firmando que cu na la adduxt em f tvor
da minha arguicao !
E' incrivel! Mas este o maior fraco de 8. 8.
o sen calcanhar de Achules : afirmar cousas
contrarias ao que se ve, as que se apalpa; cousas
contra tactos, cuja prova se faz. pulverisand o as
us propo^icoes, nnm abrir e fechar de olhos.
* assim que, 8. 8., teodo afirmado, diante de
osa sociedade que tetn os olhcs abertos e sabe, o
que !,que nada adduzi em favor da minha argai-
cio eu apresento-lhe iinmeiatamente com um
longo artigo na 8 pagina, 4' columna, do Diario
de Pernambuco de 6 ae Abril, em o qnal. provandu
o desacert c a confusao laocadaem a ana defiui-
cio de pbysick, transcrevo o que diz Qanot sobre
divisin* de laphysiqutsendo que nma deesas
divisSes, (por tanto a parte nao o todo) q-e tra-
ta daa propriedsdes geraeg dg cornos.
Soccorreiiilo-se do que dizLaogltbert a este res
peito, 8. S. citou a defini(,-a i de pbiaica desse un
tor, tenio antes passado-H, palavra por palavra,
para o seu Compendio-mesfre, s m cointudo ter
perfeita e .-dclarecida idea da deinicao n|:i dada ;
pois tanto nao compreheudeu-lbe a rigorosa preci-
aao do pensamento naquellas modi6ea(s passagei-
ime de qne falla Langiebert, que, tratando de ez-
plical-as, tudo confundi no peri >do segninte, por
na conta e risco disendo o,ue a pbysico oceupa-se
NICAMENTE das propriedades ezteriore* (or-
ganoleticjts) dos cor pos
Isto por este seu additamento, contraro a de-
tiicao de Langlebert, a pbysica nia pede ter
sania por objecto estillo ilmpropriedades geraes
doa corpos)
Como destas descahidas S. 8 nao achon nem ti-
nha forcus para acbar no m< u livro de leitura, oc -
esdtou os vardadeitas motivos pelos quaes obrin-
sode defeito-, atirou-se pelo campo onduloso e
agrestes das futilidades e coutradicces !
Finalisando este ponto, nao resisto i vontsdedo
ejoochiil o faz"ndo notar a seguinte graca do Sr.
Dr. A. de A Gama. :
3. S. com todo o cuidado copia urna por nma pa-
lavra da definicode Langl bert, augmenUndo-.be
asna Mztradiccao ; chucha com ellas o premi> da
ToviavJa.de Pernambucn, e iscreve este p;! ci -
abo de uin do Porto :
Iospir.-thdo me tanto quanto me foi possivcl
skm aabics eusinamentas de to inclyio mestre es-
ctevi logo na 1* pagina de meu opsculo : A ph-
i___etc. etc.
Bonito, Prondbon! Empalmas a propriedade do
outro, e diss que te inspirastes nella !
Suspendes da poleiro do visinbo o mais gordo
dos seus pers e afirmas corajosamente que ten,
por forca de nspiracao !
E' cer:o Prondhon, a propriedade um zombo
disaestes.
E agora que vimos como o Ilustre relator, fazen-
do-se de Saturno, engolio a nova eiva do seu pa-
recer de 17 de Agosta vamos a ver em que con-
siste decima invencao.
Paula Barros.
(Contins.)
AKandega da Parahyba
Sob este titulo publicou o Sr. Jos Dominguos
CoJocoira no Diario de Vernambuco n. 231 de 8
do corrente mez uin *o p-queno quo malicioso
artigo, proposito das decantada* oceurr, ncias
da alfandega desta proviucia, no qual, procuran-
do defender e iunocet-tar o seu filho hachare!
Luiz Prederico Codee .'ira, seu actual biapaofr,
pondera que o exam a que 3e est procedendo
na referida alfandega foi de ha muito reclamado
pelo dito aeu filho, desde que tomou posse do lu-
gar, j dirigindo-se ao Thesouro Nacional em
diferentes representacSes, algumas acompinhadas
de documentos comprobatorios das miserias d'a-
quella reparticao, e j do antecessor do actual
inspector da Thesouraiia de Fazenda e, finalmen-
te, do Exm. Ministro da Fazcuda, directumeute o
que ao contestamo se ao contrario juraramos se
pr.'ciso tesse.
Assumindo a inspectora da alfandega desta
provincia o Sr. Codeceira no dia 18 de Abril de
1883, deizou de comparecer mesma, em acto
seguido, durante doze das, por incommolos de
san le, sendo que no da 30 do referido mez, ou
mais claramente, com seis horas apeuas de ejer-
cicio pessoal ou de frequencia, e setn qu; tivesse
o menor conh-cimento do movimento c negocios da
repartico, a nSo tor sido por graciosas informa-
co-s dos desaffectos da alfandega, oriuudas d
fonte poltica, hbilmente manejadas, ao que di-
zem, e assaveram os factos, pelo entao inspector
da Tbeecurara de Fazenda, que, seja dito de
passagem, deixou gratas rocordacoes de seu ta-
lento estratgico e bellicoso n'esta provincia,
auzhado por certo esculapio que Ihe servia da
mentor dirigi o Sr. C uieceira, em tao pou
cas horas, um reservado ao Exm. Ministro da Fa
unda, uo qual aecusava vagamante a todas os
empregados e at nominalmente a algunasem
que ainia os couhecesse !
Oescocoberto que fra esse celebre reservado,
por ter sido laucado inesperadamente nos tapetes
do parlamento, ferio-se, como era de esperar,
urna grande luta entre empregados e o ebefe. o
Sr. Codeceira, e d'ahi toda a sorte de perseguicoea
por parte deste contra aquellos ; do que rosultou
a suspensa < de diversos empregados ->ub os mai
frivolos pretextos, e d'ahi tambem as mais serias
e reuhidas dscus^oes na imprensa e a creaco do
uin jornal com o tituloPopularno qual tora
cuidadosamente analysada a toaico2ra e descom-
munal conducta do Sr. Codeceira com relacolo aos
empregadosa qutm ainda uo conhecia, repe
inos.
(J'uvtn notar, para mlhor se ajuizar da torca
do Sr. Codeceira, quauto a seu carcter e digni-
dad, que elle depuiade to malfico proced-'ment
contra as victimas de sua perversidad^, visitara
mm lamente a algumas deltas, dzendo-se admira-
do quaudo comecou a soprar o vento de sua Intriga
pemnte o governo contra as incautas victimas o
que se verificou com a public> do nuu M asss ea-
tigmatijado reservado
Kcnhidu foi euto a Iota, e travoj e ella em
toda a altura, orno todos o aabem nesta provin-
cia e foro deila, e servem de documento os jornaes
d'aquclla epocba entre outros o citadoPopular,
creado o e nicamente par amasar a masca-
ra do Sr. Codeceira, apresentand i-o .-.o publico,
que ainda uo o conhecia, tal qual elle um in-tru-
m- ato to perigoao, como jamis pizou as plagas
parabybailas ". portanto c.piz de todos i 8 papel*.
Nao tendo produzido o etfcito que elle dea-jara,
do a<|uelle amcutuado 'e miserias, d- cujo dea-
einpenbo se encarregou, poucas horas depoin de
hacer chegado a esta cidade, investido de u-u Barga
publico que elle devia hoora' cjiii.-i.-ju o Sr. Code-
ceira a declinar. .. declinar r l'.i declinan lo por
ser iiiustentavul o seu Inste papel, at o poutu de
balnuciar coniriclo e buinilliado penitel me pecca
ti !! Perd-iai me senh .r.-s .. Fui illudi'lujui
fcil eleviano e nao mais me acontecer oulra !
i/ah por diante inudou -se completamente ose -
nario, e o Sr. Codeceira, deixando a ana cadeira
de inspector da alfandega, a sempre coilocar-s-
ij centro doa empregaioa emuitas vezea na mesa
dos deapachantea ond entretiuha c 'uvera isas
voutude ; e j e v 'JU'I cas-a empregados lougc
de desmerecerem,meicciam ao centrario pela c u
fianca eeraiu st.m.! :.
Puriantoa esistirrm as miserias de qu-' trata o
Sr. Uomiugu a Codeceira nos uiegocios da alfan-
dega detta cidade, nao pode deixui de ser co-par-
ticipaute deltas o Sr. seu filho bacharei Codeceira,
aeu inspector, que, dad > ocaso de qualquer abus
por parte dos empregados, tinhu p ira elle o Cor-
rectivo no reSjjectiv'o regiilaujento, como rl\ bem
o aabe, e soube delle taz.-.r uso quando drseuvol
veu sua intriga ctm'ra elle*.
E como poder separ..r-se < oio do trig'i de que
falla t> p doSr. Codeceira, onde uo ba j-jio nc.n
trigo? !
S .brc esta qu.'si i f.iz -ir, :.s nqni ponto final, es-
perando que o Sr. J s IXimingues C>deceira na
aoe veuba de uovo imprensa.
P-ral.yba do N .rtf, 21 de Outubro de 188C.
COHHERGIO
Pfruam
Utitm coiuinerclal de
fouco
ttBCIFE. 8 DE NOVEMBBtJ \)E 18&n.
Aa u-c hora da tarde "^ '
4'otacet oficiar*
Appellaeo eommerclal
EmbarganteBeruardii.o Jus da Silva Maia.
EmbargadosOs administradores da tnass i fall
da de Moita Silveira & C.
Queixou-se o Sr. Dr. Joiquim Correia de Arau-
jo (Diario de 6 do corrate), porque os embarga-
Nao houve.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
secretario,
Csuidido a G. Alcoforada.
BEVWTA ( OHni;it< 11|.
Da emana de 9 a de lYoTein
bro de IHM
Cambio sebre o Rio de Janeiro, 5 d/v a par do
Arroz em cast
feo com 10 o,'0 de
/ at. letalha
cens 10 % de des
1/4 '/
7.
de pre-
da des
nao consta
Hinco.
Cambio sobre a Babia, vista
uk> do Banco.
Cambio sobre Santos 30 d/v 7/8
costo.
Cambio sobre o Rio Grande do Su I
transaeco.
Cambio sobre Londres, 90 d/v 21 3/4 baoeario
e 23 d. por 14 particular.
Cambio sobra Pars, 90 d/v 437 vista 442 rs.
o tranco Banco.
Cambio sobre Hamburgo, 90 d/v 542 vista
547 ra, R. M. Banco.
Cambio sobre Porlugat e Lisboa 90 d/v 145 /.
vista 147 o/0 de premio.
Cambio sebre Montevideo nao consta aeabum
aegocio.
Cambio sebre Buenos-Ayres dem, idem.
Apoiicea da divida publica de 6 %, nio se fez
..egocio. Cotanaos ao par.
Dita proviucial 7 %, coUmos 2 f de abate.
Companhia Seguro ludemuisadora, acees de
00* a 335 urna.
Companhia Pheniz, colamos a 335/1 urna.
Compsnhia Seguro Aophitritr, noesnstr tran-
racao.
Coepanhia Pernambucan, anda
e 2004 a 80j umn.
Compauliia de Fiacao e Tecidoa,
raCvo que onstr.
Compauhia de edificaco aeces de 10J4 a 954
cada aa.
Companbia de Santa Tbereza. cotamos de 504
a 424 cada urna.
Companhia do Oiinda e Beberbe, eotamos as
aaeoes de 200 a 220400').
Descont de lettras, 9 "/ "O anno.
eotamos as
o tran
Gneros nacionaes
AgurdenteAs vendas foram de <>;()00 por
pipa.
Alcool As vendas forano de 130 00 a pipa.
Assucar Vendas, obraueo de 2480J a 31100;
somenos, de 24500 a 2700; o masca vado, de
14700 e 1*900; o bruto de 1J100 a 14140: ore
tame a 81'0 e 900 rs.
AlgodoVendas a 6430) os 15 kilos U so te,
as dualidades abano menos 500 rs.
Arroz em casca. Retaiba-se a 2$4O0 o sac-
desconto-
a-se de64500 a 9*500 os 15 kilos
aconto.
Ceblas do Rio Grande do Su!Nao booj en-
tradas.
Cera de carnauba.Sem altrraco o msreado,
Couros seceos. Vendas a 548 rs o kilo.
Cerveja nac:oual Retal ha-se a 54 inteiras,
tiOK) as meiaa liquido.
Parinha de mandioca.Esto artigo rst mais
atteudido. Colamos de 3 a 34400 Je iVlotas e
de Santa Jatb-.i-ina a 24500 o sueco.
FatuoVendas em latas a 204 com 10 de
descosto.
Gomma de mandioca. ReUlb.-je a 34500 os
15 kilos.
Graxa do Ro Grande do Sul.Sem alteracaio.
Cutamos de 4480U o 54 oa 15 kilos com 5 j'0 de
descont.
Gordura do Rio da Prata.dem. Colamos a
54000 os 15 kilos com 5 <"', de descont.
Genebra nacionalRemlhasu de 3i20U a
6400 acaixa.
Mel.N.i ba no mercado.
Milbo. Refaln-t-se de 69 a 65 rs. conataudo a
venda de lotes a 55 rs. o kilo.
Pelles curtidas Ss maoteui as cotayoes de 504
a SOt 'i cento.
Pelles cm cabello.Cotaiuos de 424 a 1154 o
cento.
8al do Ass e Mossor. Venda a 14 o al-
qu.-:re.
Sebo cuado.O mercado se ruantem sem alte-
raco. Cotam-s de 5*800 a 64 os lo kilos com 5
/4 de descont. .
TapiocaReta!ha-se a 4*500 os 15 kos com
10 /. de uescou'o.
Velas steariuas do Ro deJaneiro.Rctalh-ae
a 320 ria o inasso de 6 vellas com 10 / de des-
cont.
Ditas ditas da provincia.Retalha -se a 280
ris o masan de 6 vt-laa com 10 o/, de descont.
Vinagre do Rio.Vendas de 80* a 1004 a
pipa.
Vinho do Rio. Vendas de 1204 a 150*000 a
pip .
Xarque do ttio Grande do Sul. Deposito de
134 0U0 arrobas. Venda de 44''00 a 54000 os 15
kilos.
teneros estrangeiros
AlfazcmuRetalha-ae a 74500 os 15 ki!*.s com
10 por cento de descont.
dos contcstaram a exactido de duas citafoes que
fez na sustentaco impressa doa embargos.
O embargante tinha citado a nota 764 de Pe-
rei .-a e Sousa, e nessa nota nao escreveu o douto
praxista urna nica palavra em favor da doutrina
que lhe fra attribuida ; tinha citado Alauzet, em
commentario ao art. 25 do Cdigo do Commercio
de Franca, e nesse commentario nao disse o Ilus-
tre commercialista, como afirmamos, o que se pre-
tenden que elle tivesse dito.
Assevcra o Sr. Di. Correia de Araujo que, efifec-
tivamentc, em taes autores nada colheu nos textos
apontados, mas sim em outros que indicou uo seu
artigo.
Bastara essa declaraco para que ficasse pa-
tenta a boa f e verdaue com qu foi escripto o
Memorial a que alludio o Sr. Dr. Correia de Arau-
jo, e a improcedencia das censuras de S. 8.
E" claro que us embargados nenhuma culpa
teem nos erros commettiJos pelos typ.graphos, a
que o aabargaote confioa a impresso de suas al-
legavocs, nem no descuido quo por v-.'ntura tives-
se havido em corri^il-os.
Em vista, porm, da errata agora publicada pelo
Sr. Dr. Correia de Araujo, tanto mais farl uos
reconhecer que nao sao falsas aquellas citaedes,
quanto certo que nao offeudem ellas no mnimo
ponto o direito dos embargados, nem n justica do
venerando accordo que o recoubeceu.
Terminaramos aqu, se o digno patrono do em-
bargante nos ni> suppozesse o intento mo de al
terarlhe a redacc,lj dos conceitos, pelo gosto pue-
ril de censurar o eatylo de quem, alias, considera
mos mestre na arte de bem dizer.
Felizmente, o artigo do Sr. Dr. Correia repro-
duzco por inteiro a passagem que se disse pelos
embargados alterada; e portanto, ser fcil no
leicor menos attento verificar que nao se attfibui-
ram ao embargante palavras de que elle na> tivesse
usado.
A expresso -devedores dessas dividasippare-
ceu sublinhada no Memorial, nao como critica a
um molo de escrever que pode ser to licito como
qualquer outro, mas smente para chamar a atteu-
co dos meritissimos julgadorcs para urna daa
muitaa propoaces inexactas do embargante.
t'arcce que se nao devera mostrar to malauis-
ta lo com os grgphos quem delles usa to inmode-
radamente.
Oa embargados perderam a conta daa vezes que
o embargante, com ntenco menoa justa, gryphou
aa palavras claro e lucido, de que uaaram n'umde
scus arrazoados nos autos.
Recife, 8 de Novembro de 1886.
O advogao,
A. dt Souza Pinto-
Alfandega da Parahyba
No satnico furor do desacreditar a alfaudega
desta provincia para por esse meio conseguir
maia fcilmente seus finsa nomeaca-i de aeus
protegidas, tem o correspondente do L) ario dt
Pcrnambuco nesta provincia por diversas vezes
exagerado os tactos, e nao atneote exagerado
como adulterado com o maior requin e, como se
desse m ido podesse fazer vingar todo a fiia per-
versdade sem limites co.itra aquella repartico
011 aeus empregados.
8-'inpic urna causa ma, desgranada inesm 1 a
il'.iqii-!lu que se arvora em carrasco daa reputu-
(d.'a albeias e nio treme ao ultimo auspiro d..s
victimas I
Sumerjo nos estas refl-xo s a ultima corres
deuca d-;at proviocie, datada de 13 do corrente,
na parte ura qu.) trata dos negocios da alfandega.
e pedimos ao publico que suspenda, por un, o aeu
juizo, at que aeja tirado a limp oin justica e
rectdao a vordade dos factos, quo talv-z mi 1
aejam to feios como propositalmeiite teca silo
pintados, tomndose por baso da ascua tc/io to-
nelladas dos carregainentos dos vapores MM a
mnima attenco a uatureza e qualidade das mer
eadorias, sendo esta urna das razocg porque se
diz na ultima c-irrespondeiicia '|-i- os sofre
pblicos f .rain tesados em I70:000*0j0
Os factos bem averignados bao de demonstrar
a verdade do qne se tem dito contra os empr^i;a-
dm da alf .ndegt ou se eucarregar 1 de desin 11
tir. tiraudo a masesra dos emousteir ts.
Nada ma is por ura
Parahyoa do N-ite, 22 Je Outubro de 188 i
> K
O promotor pnfolleo de Ignaras
su' ao Egregio Tribunal da
i&elai'o.
Julgo acerla.lo bem de mea direito,
'lest.iz'.'r urn engao em qu diversas p-'s-
eoas algumas das quaes dignas par.i miin
de todorosp".ito, eato, quanto ao m"U ciu-
preg'i ou cargo.
Nao exacto qu t cu fsteja em exercicio
de ir.inhas funct;3;s. D ixci-o, pr fwrja
a condeinnacS, a 2i) de Jullio do corren
M auno, isto en tc.npos que j Vio
muito lo.ig-^.
E nem me era dado, e:n C*ef da l'-i,
couiiuiiT nelle.
A con Itninaclo, cono a pronunci sus
pende o ex'.-rcLb das firaeffys publicas,
nao obstante a appella^o interposta. Avi
80 de 18 de Abril de 18u4.
Agora, mais duas palavras :
II promotor interino, actul uent) n^sta
comarca.
Nao houve ao tciopo eai que por r an-
jU o meu malfadado processu, porque nito
conviuha ao juiz Tdhsplioro que bouvessi.
Parece de primeira iiituiya.i quo s un
motivo iuconfr'ssavol, ple justitijar fac-
to daquclld juiz ter devolvido o mea pro-
cesso ao Superior Nribnnal, sem eumprir o
que nelle' lhe foi determinado pelo vene-
rando relator.
Nao provocar o riso do quem nSo me
vota ogorisa a declaracao, feita em autos
pelo Dr. Telesphoro, de qu9 nesta comar-
ca nao eocontrou urna pessoa habilitada
ou que quizesse aceitar o espinhoso cargo
de orgSo da justica publica ? I
Puder-se-ha aImittir a hypotheae de que
eu, com a minha vastissima influencia, ti-
vesse feito com qu9 ninguem aceitassa o
referida cargo T I
Pens qm nao, por duas razS.is:
1. Porqua seria preciso suppor qua o
juiz Telesphoro nio tem nesta comarca
uin s amigo ou instrumento, capoz ie
subs rever urnas razias, feitas com pode
rosos ingredientes, inclusive a dynamite ;
2o, porque necessario seria suppr-me um
idiota ou imbcil para crear embaracos
mim mesmo, retardando a decisao de meu
processo.
Quem tem lido os meu* artigos, deve
estar lerabrado de qu9 eu, com a maior
franqueza declarei, em um delles, que jul-
gava indispenaavel a audiencia do promotor,
e censurei acremente o erro voluntario do
juiz, smente no intuito de prejudicar-me,
o quo tem conseguido brilhantemente.
E' esperado nestes poucos das o honra-
do juiz de direito desta comarca, Dr. His-
belo Florentino, que vera reassumir o seu
cargo, depois de ter gozado dous mezes de
liceoca.
Tranquillisa me o espirito semelhante
facto, porque a.h> muito possivcl que o
juiz Telesphoro, hojo ou amanhS, obrigue
e promotor interino pedir demissao, para
ainda urna vez, desrespeitar urna orlem
superior.
Iguarassu', 6 de Novembro de 1886.
Francisco Xavier Paes Barreto.
Oiinda
Diversas pessoas quo nao po.lem ser in-
differentes s grandezas quo ainda restam,
embora em estado de ruinas, ncst-3 cidade,
rcuniram-se na casa da residencia do Exm.
e Rvio. Sr. conego Dr. Luiz Fraccis;o
de Araujo, para o tira de combinaren, nos
meios de reparar o magestoso templo de N.
S. do Canuo, hoja to arruinado.
Estudados os reparos essen -i.-.os pelo
intelligente e pratho engnheiro arjhitec
to, Dr. A. Peraira Smo;s, qua do boa
vontade a isto se prestou, e est prompto
a dirigir a parte technica do tr.ibalhj, fo
rain cle.itaa duas cuinmissoes : urna geral,
composta do Dr. H. S. Tavar?? de Vas
concc-llos, presidente, tenente Manoel J.
de Castro Villola, secretario, padre Julio
M .ra do Reg Barros, thesouriro ; e u
tra i'o esmolas, compjs".a do dcsembirga-
dor J0S0 Francis.-o da Silva Braga, presi-
dente, Antonio. Estevito de Oliveira, secre-
tario, conego Manoel Joao Gomes, e cone-
go Dr. Joaquira Graciano de Araujo.
As com:niss8i8 trabillian com estorcj
pa,ra obter os recursos naieesirins i-ffu-
tividade do inteuto, que e nprchende.'ara ;
e do esperar que encontrn! apoto o ani-
iu;i;.ii) da parte de todos aquellos, aos
quacs recorferom para ti n to pie loso.
Nvssse sentido vo dirigir circulares.
Oca pilan Capitul.no Cezar Lou-
reiro
Eacrevern-no8 :
Com destino pro7auia do Ri > Grande
do N .re, onde vae assu-nir o commando
da cD-npanbia tix:i, Seguio ant '-!iin:e 11 o
illu6tre militar cupitao L inreiro, tendo ura
e ubarquo bastante eeooordo na altura
le sim mrito e do cavalheirismo do publi-
co dtsta capital.
Com effeito I J ao incio dia mui:os
amigos se gglomeravam na casa d* resi
djn ia do lf.res phar naceutico Anisio
3oi.es, de onde mais tarl<: sahio um nu-
meroso squito de a id^os a tomar 2 bonds
que exprcs8amcn'.e devia n conduzir to
-electa companhia.
To-los os offioiaes da companhio, de li-
nl)2, quasi todo o eorpo d sau le, ajudan-
t lo ordens da Presciencia, o coro man-
dante de polica e mutas pessoas gradas
de nossa sociedade Oaoberaa 2 bonds, pro
cedidas da banda marcial do corpo de po
licia*.
Ao chegarera-todos na ponto de desem-
barque urna fila de pracaa da companhia
fiza com os inferiores estavam espera de
seu bom e honesto commandante, espon-
tneamente levadas pelo louvavel aenti-
mento da saudade, pela ausencia d'aquelle
que po" mais da anno, soube 3er mais pro-
tector do que superior.
Nesta occasiao un do3 inferiores era
nome de seus collegas e pracas, em um
paqueno mas significativo dis^ursj e poe-
sa, patenteou os seotimentos, que os do
minavam, pela separagilo da tosympathico
superior.
Tambara se fez ouvir o Ilustrado o in-
telligeute Dr. Arthur Hornera de Carvalho,
que, 11 un improviso conciso, mas .loquen-
te, traduzio de modo arrebatador a impres-
so que dominava a todos que so achavam
presentes. Sempre tocando a banda mar-
cial tomou se de urna imponencia bem
significativa aquello adeus de despedida
da raelhor so.iie.lade da capit.l ao bravo e
respeitavel militar qua em to pouso tem-
i > soubi aqui conquistar ta tas sympa-
tbias o affeico's. D>; ura nobre e justo or-
gulbo devia ter-se possuido o capito L>u-
reiro, vendo se alvo de tantas e to since-
ras adhesSes; vendo tambem em occasiao
solemne o grao do cavalhairis no do povo
Alagnanc.
Galernos ventos conduzam ao digno ea-
pitilo Lourelr.) e sua cara familia a Na-
tal, cujo p tblico feluitaraos pela acquisi-
cao de um militar to brioso e sympatbco,
para a sua guarnilo.
ManifestacSes como as qu teve o cap.
Loureiro tanto nobilitam quem as faz como
ennobrecra quem as merece.
(Do Orbe, de AlagoasV
Consta-nos que o Sr. capitulo Capituli
no Cezar Lnureiro, o entregar o cora-
raaudo da companhia em ordera do dia
guarnico do 19 do corrente, elogiou aos
Srs. 1." cirurgio Di'. Liiz Vctor Hi-
mera d-* Carvalho, 2.- cirurgio Pedro
Delphino de Aguiar, e alferes pbarraaceu-
tico Anizio Muniz Gomes, pelo fran::o e
ieal auxilio quo serapr: eocontrou nos tnes-
mos Srs. era materia do servco.
(Do Diario d/i Manlid das Alagos)
*
Rio Graade do Norte
lo Exui inlulsiro da .iisi<-1
O' Dr. Fa.i Cibral de Oliveira, actual
juiz iiiuuieipal do termo de Mi u. u:sti
provincia, tem e 11 8">ti termo u n cunhado
de nome P^dru Pe.reira de Souza (conheci
i-> por Porrvl, pronunciado em crirae de
ferimentos gravea e de resstenoia, e que
est iniciado em" crirae de uso de armas
prohibidos e em termo de bem viver !
O Dr Fabio convive cora Pierre, vai
sua casa no sitio A^ua-s Novas a 5 leguas
lesta cidade, o traca do prescripcao da-
qU'dles '-rimes e nao d andamento a ca-
tes 1
Os crm sao de 1380 para esta parte.
O D.-. O.y opio Vital, chefe de polica
do C ir fui quera pronunviou Pierre o sa-
be dos factos.
J ha poneos tempis pir uflaenc do
Dr. Fabio f,i aqui absolvido no jury, com
escndalo Jos Virg dino de Souza, cunha-
do tambera do Dr. Fabio, e qu-! fora pro
oua.iaJo como um dos autores do roubo
farad arraaii, feito a infeliz Mara Lrza,
a 2i3 K) os 15 kilo^
03 15 kilos idem,
Artoz da India Iletalbo
idem dem.
Alpista.Eatalho a 500
idem.
Azeite de oliveira cm barra.Retallio de 3i'.)i0
o gallo, idem, idem.
Dito era latas. -R t..lho de 15*00 a Uta, idem,
idem.
Bacalho. Deposito 14 030 bar cas, rctalho
de 174 a 18*000 a burrica.
Banha de porco.-- Rctalho a -110 ris a libra,
c 111 10 % de descont. t
Htalas portuguesas.Nao coasta estradas.
Ditas iuglezas. Idera.
IJri-n Ceraada suprido. Citamos de 8 a 12/
a b.rric,, coul une a iju-..'i-Ja'l,- p-so.
Carvio de pedra Colamos d 20*000 a 25*000
a tonelada.
Canella.Retalha-se a 1*500 os 15 kilos com
10 % de descont.
Cenlas.Retalha-se a 13*800 a caiza com 10
"Jo de descont.
Cervejas Retalha-se de 7*000 a 103500 a
duzia cen 10 */ de descont.
Cimcn'o. Retalha-se de li200 a 8 a barri-
ca, -informe o peso e fabricante.
Cominhos. Retalna-se a 18* os 15 kilos,
com 10 % de descont.
Cravoda India.Retalha-se a 25* os 15 kilos
com 10 "; de descont.
Familia de trigo Deposito 10,000 barricas
Vendas : a de Triestre, de 20*000 a 25*000 ;
a Americana de 17*500 a 18*000.
Feijao -Retalha-ae a 7*800 < sacco.
(analco vasiosR talha se de OJris a 1*500
cada uin
* Doces cm caldaRetalha-se de 880 ris a 900
a lata.
Farello do Rio da PrataRetalha se a 4000 o
sacco.
^ Dito de Lisboa Retalha-se a 4*200 o si.eco.
Genebra Nominal 3*500 a 14*5 0 a eaza.
Herva doceRetalha-se a 18*00> os 15 kilos.
KeroseneRetalha-se de 3*600 a lata lquido.
Louca ingieza ordinariaRetalha-se de 100000
a 150*000 o gigo conforme o sortimeutn.
V MaJeira de piuboConataudo aentrada de dous
carregameHto um com o preco reservado, aereado
sonido com a chegada de mais dous carrega-
mentos.
Masa de tomateRctalho de 520 a 600 ris a
libra
Manteiga em barraRetalha-se a 740 a libra.
Ditaem latasRetalba-ede980a l*300a lit 1 '.
Massas italianasItetalt a se de 7*50J u *000
a caiza.
Oleo de 'inhacoiRtalha-se a 1*600 o galao.
Passas commuusRetalha-se a 8*000 a caix>.
Passas finas Retalha-Be a 10*5110 a caiza.
Papel deembrulh.Retalha se de 640 ria a
1*50011 bala.
Pimentada IndiaRetalha-se a 1(300a libra.
Plvora inglesaVenda 20*'K o bail.
Que.ijoaRetalho 3*300 um.
SalSem -llegadas do etrangeiro.
SardinbasRetalha se de 280 a 3JO ris a i -ta
de 1/4 conforme a procedencia
Tou.inh) de Lisboadem de 12*000 os 15
kilo?.
Tauciiili) americanodem al0500osl5 kilos.
Velas stearinasNacional de 540 a 900 ris o
inaseo
Vinagre de Lisboa Venda a 160y000 a pipa.
Vnho de Lisboa Venda de 230*000 a 240*
a pipa.
Dito (rancezVeuda 260*003 a pipa.
Dito do FigueiraVenda 205*000 a pipa.
Xirque do Rio da PrataNao ha chegada e
3 ni deposito.
X.NntoliNlS PBLlCuS
o! ie Novembro dn iSti
ALFANOtUA
a 3 legias desta cdad) I
t' u n horror este juiz !
E pode sl-o em Ma' u ? !
Ma-u de 1886.
I HEPlHUCt tMt/i\l
Abraca fraternalmente ao distinc-
to bachiic! paiacuse
Gutiuar dn Costa
9 de N .vembio de 1886.
Em qumi todas as casas do mundo se encontra
o Tricufero de an-y constantemente sobre
o toucadur ou entre os medicam-utos coiaiderados
i 1 .-pi'iisaveis na familia, como o nico artigo que
limp p tfeitam -ute, embelleza e faz crescer o c 1-
bello. E' recommendado pelas primeiras familias
da trra, e usado por todas as eassea sociacs as
cio partes do mundo, e na> tem rival no seu in-
menso e sempre crese-nte con-umo. Nao ha oleo
nem p imada, nem preparad 1 algum para cabello
quer solido, quer fluido, que se lhe approziuie em
pop ilaridade e dcuiiia ve ide-se deciucoenta a se-
tenta e ciuco por ceuto mais,barato do que nove
decimos das Iavagcn9 para o cabello, etc., boje no
in rcado.
la..A M|f
I < J 1 o
\lu 8
Ma.ll rHOVIMCItb
l*a 2 6
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259:146*459
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355:841*105
7:420.522
1:411*928
8:832*450
2:012*012
1:634 o 740
3:646*752
2:408*156
1:755*621
4:163*777
DESPACHOS DEIMPORTAgO
l'an-a nnruegiiense Alexandra, entrada de Bruns-
wick, no dia 6 do correcto e consignada a Henry
Fursler & manf-steu :
Madei a de pinho 2,232 pee a.
Canos 176,637 ps aos consignatariot.
Patacho inglez Clare, entrado de Baltmore, no
da 6 do corrente, e consignado a Henry Forster
C, manifestou :
Farinha de trigo 2,500 barricas aos consignata-
rios.
Vapor nacional Espirito Santo, entrado dos por-
tos do norte do norte no dia 6 do corrente, e con
signado ao Viacondc ltaqui do Norte, manifes-
tou :
Chapeos 1 c-iizao a Gom '8 de Mattos Irmaoa.
Ferragcos 2 volumes a Autcnin Jus Ferreira
Montero.
Pipas vazias 100 a Pereira Carneiro & C.
Pomada 30 caizas a Maia &. Rezende-
Sabao 10 caizas a H. S-.ulzenbai-k.
Salsa parrilba 25 volumes a Q. Laport &. C.
Tap-oca 62 encapados a Amorim Irma is fe C ,
25 a Rodrigues de Para & C.
Rio Grande d > Sul, patacho altrnalo V/illierm &
Josep, entrado no dia 8 do corrente e consignado
a Maia &t Rezende, manifestou :
Lioguas 10 caizas.
Xarque 205,605 kilos ordeno.
Encuna inglesa Villie Harlary., entrado de
Porto Alegre, no dia 8 do correte e consignada a
Pereira Carneiro & C, manifestou :
Fariuhs de mandioca 140 saceos."
Xarque 168,000 kilos ordem.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 7
Man o por escala 11 das, vapor nacional
Espirito Santo, de 1,999 toneladas, com-
mandante Joao Maria Pessoa, equipa-
ge m 60, carga varios gneros ; ao Vis-
. conde de ltaqui do No te.
Navios-sahidos no metmo dia
Rio de Janeiro por escalaVapor nacional
Espirito Santo, commandante Joao M:
ria Prssoa, carga varios ge.neros.
LiverpoolVapor inglez Sherborn"., oo a-
mandante W. Ma-kay, carga varios
gneros.
Rio 4a Prata.- patacho sueco Ima, capitao
H. Estyorns80u, carga assucar.
Navios entrados no dia 8
Rio de Janeiro13 diab, barca norueguen-
so Flora, de 273 toneladas, capito Jo-
han Klaster, eqaipagem 9, em lastro ; a
H. Lundgrin & C.
Pelotas-21 das, patacho all>mao WU-
Ihelm Joseph, de 18 toneladas, capitao
C. Hilie, equipagem 7, carga xarque ; a
Maia Rezende & (v
Valparaso por escala 23 das, vapor
inglez C lopax:, de 2,601 toneladas,
commandante H. W. Hayer, equipagem
91, carga varios g-neros; a Wlsonj
sons 4 C. I
Fez-se ama erando e importadle
lencoberla
431*
as eminentes qu&lidades medicinaes da Ana-
calinita, arvore esta que cresce as mmediacSes
de Ta.npico, no Mezico. O Peitoral de Anacahu-
ta. composto c preparado com o balsmico sueco de
dita arvore, tem enchido o mundo de espanto e ad-
miraco. Os proprios mdicos confessam que nun-
ca se Ihes havia entrado na idea, de qne se podes-
se eztrahir de nenhumproducto da trra, um espe-
cifico tao rcaravilhoso e completo para a cura das
enferraidades da garganta e dos orgaos da respi-
raco.
A tosse de um carcter ornis confirmado e vio-
lento, desapparece so o a sua maigea influencia,
deutio cm poucos das, e as vezes mesmo dentro
de algumas horas, depois de se haver tomado urna
garrafa do mesmo.
A rouqaido por mais cavernosa e profunda que
seja promptameute. desvanece e a voz dentro em
pouco recobra e adquire toda a sua costumada cla-
reza e iJOOfidadtt.
(>3 bronchites se alliviam mejiante o seu uso.
Cura os pulm&i feridos e inflammados.
Os que padcela de asthma principiam a respi
rar com desafogj e regularidade logo depois de se
uaver tomado ns orimeiras dses.
O catarrho declarado incuravel desapparece or-
dinariamente ao cabo de urna semana. Emfim, a
su* ezcelleucia e grande efScacia nii-o teve, nao
tem e nem ter igual por meio de todas as mais
medicinaes tendentes ao inedino fim
Como ua;:i\-ji v contra as falsiticaces, obsrve-
se bem que os notaes di Ljnman & Kemp ve -
uhain estampados em lettras transparentes no pa-
pel do livriuho que serve de envoltorio a cada gar-
rafa.
Acha-se venda ein todas as boticas e tojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Foster ifc C ,
ra do Commercio n. 9.
Cidade do Limoeiro
Cooatando-me que o Sr. capitao '"onrado Ermes-
t i no Xavier Ramos pretende arrendar o predio de
sua oropriedade ra Nova da cidade. do Limoeiro
com a clausula de recebimento de um anno de
uluguel a lUntadiy pr-vino a quem interessar posss
quo o referido predio est onerado por urna hypo-
theca pa'ssada no cartoria do esenvo Hermino
Delphino do Nascimento Lins, devondo ter lugar
o seu vencimento a 2 de Janeiro de 1887.
Protesto desde j qualqer transaeco que seja
feita com o proposito de prejudicar a direitos po
mim adquendos.
Recife, 4 de Novembro de 1886.
Joaquim da Silca Carvalho.
N. 1?. Altesto ter eropregado cora van-
ajosos resultacios era doentes do tubercu-
loso pulmonar, ero minha casa de saude, a
EmulsSo de Scott oleo de ligado de baca-
lho com hypophosphtos de cal e soda.
O referido e veadado c o juro in fide me-
did.
Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1884-
Dr. J. Tacao.
LOTSBIASDALauuAS
Pede-se s pessoas
quejogam nesta lote-
ra que procurem lr
o que escreveu nos
jornaes da mesma pro-
vincia o Sr. Joao Al ves
Esteres, guarda-livros
do thesoureiro das
mencionadas loteras,
e, por esses escriptos,
podero julg*ar da li-
sura que existe na ex-
tracto desta mesma
lotera.
Um quejogava.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Esoecialista em partos, molestias de senhoras c
de enancas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieoha d'Ausr.ria.
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residenciar na ra do liara i da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas dn tarde. Tele-
phone n. 467.
Santa Catharina 14 das, baria norue-
guense Nympha, de 372 toneladas, ca-
pitao C. Wilkemines, equipagem 8, en
lastro ; a H. Lundgrin & C.
Pelotas30 das, escuna ingieza Milly
Harland, de 77, toneladas, capitao
Fredk Jones, equipagem 5, carga xar-
que ; a Pereira Carneiro cS C.
Buenns-Ayres 22 diae, batea allera Ma-
ria, de 318, toneladas, capitao J. Q.
Itieke, equipagem 9, em lastro; a H.
Lundgrin & C.
Baha8 das, patacho .dinaraarquez Anne
ioanne, de \'2 toneladas, capitao J. M.
Soaensen, eqaipagem 8, em lastro ; a
H. Lundgrin & C.
Rio Grande lo Sul 17 das, lugar nacio-
nal Loyo, de 243 toneladas, capitao Ber-
nardina da Silva, Thoin, equipagem
10, carga xarqno; a Loyo & Filhos.
Navio ssahidos no mesmo dia
BahaBrigue italiano Maria C. capitilo
^Caetano Romano, carga varios gneros.
Rio de JaneiroBrigue sueco Dygne, oa-
pitSo N. Th. Forsberg, garg tnadeira.
Lisboa Patacho portuguez Commercii, ca-
pt5o Domingos de Mattos, carga varios
gneros.
Rio Gran ie do NorteBarca noraeguens^.
Caskef, capillo Th. Coath, em lastro.
Rio Granda do Norte Lugar norueguense
Praces. espitao J. L. Markunsen, em
lastro.
Rio Grande do Norte Hiato nacional Gi-
riquity, mestre Joaquim H. da Silveira,
carga varios gneros.
VAPORES ESPERADOS
Babia
Mondego
Delamber
Pirapama
Paranagu
Trent.
Mandos
Para
Advance
Tag>u
Orenoque
Cear
Espirito Santo
La Plata
do sul boje
da Europa amanha
de Liverpool anisaba
do norte a 13
de Hamburgo a 13
do sul 15
do norte a 16
do sul a 17
do New-Port News a 19
da Europa a 24
do sul a 25
do norte a 26
do eul a 27
do sul a 29
I1EBIVE
l
| mMBBB^B
I



[i

/

Diario de PeriiaiubucoTcifa-feira 9 de Novembro de 1886
A priailo de ventre, a anemia e o Iym-
phantismo sao as verdadeiras molestias de
nossa poca, as mais generalisadas e mais
difficeis de curar. A medicacao ferrugi-
nosa, provuitosa na anemia, seguida al-
gumas vezas de prisao de ventre bam dif-
ficil de vencer ; este inconveniente porm,
n2o 89 d com o ferro Girard, approvado
pela academia de medicina de Paria e ad-
miltido na Russia, o qual goza da dupla
propriedade de ser muito enrgico, de fcil
assimilacSoe de combater com effiaciaa
prUSo de ventre.
Encontra-se era todas as pharoiacias.
Si a tisica ebega ao ultimo periodo, na-
da mais poaaivel do que minorar o mal,
procurande alliviar os sofFrimontos do doen-
te. E' porm inope rdoavel que os enfer-
mos ebeguem a tal estado quando podem
evitar os progressos da terrivei molestia e
curarse radicalmente, tomando a tempo o
xarope do hyporjbosphito de cal, de Gri-
mault & C. Este xarops acaba com a
toase e os auores nocturnos e tomado du-
rante um certo tempo, d forca e vida os
doentes. Como fcil de comprebender, os
hypophosphitos dao admiraveis resultados
no trata ment dos uatarrboa ebronicos, das
tossea rebeldes, das affeccoes pulmonares_
Lde com aliento
Importaotisslmo documento
O Sr. Bernardo Job* dos San'os, residente no
Serrito, municipio de Pelotas, provincia de Rio
Grande do Slu, querendo prestar urna homenagem
:i verdade, tornando publico as virtudes do Pel-
lural de Cambar, preciosa descoberta do
Sr. Alvares de S. Soares, de Pelotas, fez publicar
o seguinte importantsimo documento, ein diver-
sos jornats da referida provincia :
Levo ao conhecimento do publico mais um
triumpho alcanzado pelo popular remedioPeito-
ral de Cambar descoberta e preparacao do Sr
Alvaros de S. Soares, de Pelotas.
Ha va seis aunos que urna tosse grave me
atormenta va di a e noite, tazend i ltimamente dei-
tar j abundantes escarros de sangue: os pulmoes,
com certeza achavam-se efFectados e eu teria in-
fallivelmentc de succujibir a terriveifysica pul-
monar !
Um amigo sabendo do meu estado, aconae-
!hou-me o precioso Veitorl de Cambar, e soroen-
te com o uso de 12 vidros d'este importantissimo
medicamento, consegu curarme radicalmente,
sentndo-me hoje forte e podeodo j entregarme
as lides de ininlia fazenda do Serrito.
Depou d'este caso, tenho aeonselhado a mui-
ta genie o Pcitoral de Cambar e todos tm co-
Jhido resoltados importaules.
Actjalmente faz uso d'este preparado, com
omito aprovetamento, minha filha Neutndes, que
tambem se achava soffreudo do feito.
- Fezenda do Descanco, no Serrito, 24 de Oo-
tabro de 1884. Bernardo Jos dos Santos. Re-
coohececo como verdadeira a firma supra. Eoi
testemunbo de verdade, o escrivlo de pa. Rol-
icio S. de Gouveia.
nicos agentes e depositarios geraes em Per-
-ambuco Francisco M. da Silva & C- Kua do
Mrquez de Olinda n. 23.
O Dr. Joaqu a de Olivein An-
drade, )uis da frreito privativo de or-
ptifttw e naswtes, n'esta comarca do Re-
cite e 8u termo, por Sua Magestade
Imperial e Constitucional o Senbor Dom
Pedro II, a quem Deus guarde, etc. I
Faz saber aos que o presente edital virem, ou
delle coobecimento tivereni, que no dia 9 do cor-
rente mes, depois da audiencia deste juizo na
respectiva sala, ir k praca para ser arrematado
por quem niaior preco ofl'erecer, o solo em que era
edificado o sobrado de 3 andares sob n. 43, a ra
do Mrquez de Olmia, de cijo solo sSo conse-
nhores os menores D Anoa Emilia Maia dos Beis,
D. Maranna Ventura des Santos Beis, Manoel
Ventura dos Santos Beis e Henrique Ventura dos
Santos Beis, de urna terca parte, e D, Hermeue-
gilda Carolina Correia Vieira. vai i praca a
requerimento de Amorim I raos ft C, como pro-
curedores do Dr. Jos Ventura dos Santos Beis,
pai dos ditos metieres, e de D. H:rmenegilda Ca-
rolina Correia Vieira.
E para constar mandei pasear o presente edtal
que ser publicado pela imprensa, e afiliado no
lugar do costume. '
Dado e paseado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 5 de Novembro da 1886.
u, Manoel do Nascimento Pontea, escrivo, o
snbscrVvi.
Joaquim Cerreia de Olivara Andrade
Edital n7f4
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que, conforme determinau o Exm. Sr. presidente
da provincia, vii de novo praca no dia 11 do
oriente, o fornecimento da alimentaco e dieta i
aos presos pobres da casa de detenco, durante o
trimestre que fiada em dezembro prximo futuro,
servindo de base a diaria de 420 rs. c as tabellas
novas em vigor, sendo os gneros saos e de boa
qnalidade.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 5 de Novembro de 186. Servindo de se-
cretario,
Lindolpho Campello.
Cnsul portugus
"^Atiesto, em vista do passaporte conferido pelo
cnsul de Portugal, em Buenos Ayres, que o sub-
dito portugus indigente, Jos Thomaz de Olivei-
ra, de 38 anoos, distina-se i Haris, a conseibo de
mdicos, afim de iaaer urna operacao, e para isso
implora o auxilio dos uossos compatriotas aqui re-
sidentes, no intuito, de effectuar a sua viagem.
Dado sob o selo do consulado de Fortugal em
Pernambuco, aos 6 dias de mez de Novembro de
1886. encarregado do consulado,
Vicente Nunes Tavares.
MARTIMOS
Edital n.
735
(Interrogatorio)
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, f<.co cons-
tar ao protessor publico Francisco Deodato Lins,
removido ltimamente da cadoira do sexo mascu-
lino de Ctenle para a de igual sexo em Urucu-
erim, da qual nao consta ter aindt tomado pes-
se, que foi designado o dia 15 de Novembro pro
ximo vindouro, para apreseutar-se nesta secreta-
ria, afim de pi-rante o conseibo Iliterario ser in-
terrogado e produzir a defeca e prava que tiver.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco, 30 de Outnbro de 1886.=0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
Edital n. 758
Clnica medico clrurglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, mo'estias de senhotaa e
oriancas.
Residencia Ba da Iinpcratriz n. 4, segundo
andar.
EITES
n. 759
Renscies diMcinlInarea
De ordem do Sr. Dr. inspector gcral, declara-se
ios professores Edoardo Monceiro de Moura e Ma-
noel D-lihino de Medfiros Favilla, removidos dis-
ciplname ite, o primeiro para a liba de Assump
.;SLo emCabrob, e o segundn para a de Leopoldi-
ua, que Ihes fiea marcado o praso de 60 dias, a
sxereicio de suas novas caderas.
Secretaria da Instruccao Publica de Pernambu-
co, 5 de Novembro de 1886.O secretario.
Pergentino S. de Araujo Galcao.
Edital n. 12
De ordem do III J>. Sr. inspector fco publico que
ao dia II de Novembro prximo vindouro, peraute
a junta deste Tbesouro, ir a praca, coutorme e
-ifficio do Eim. Sr. presidente, de 7 de Setembro
altimo, a obra dos reparns d pinte sobre o rio
Piraoama, no engenho Junquera, na importancia
ile 7:.r;00, sob a? clausulas abano transcriptas
presentado pela reparticau das Obras Publicas e
xiatentc nesta secretaria :i disposicao dos Srs.
concurrentes.
Clausulas especiaea para a arrematacao da obra
da ponto sobre o rio Pirapatna no engenho Jun-
jueira :
A obra ser executada do conformidad*] com o
orcameute appsovado pelo presidente da provincia
na impsrfancia d 7:50Oo0().
II
Seri a m*'iina obra con ecada no praso de 30
dias c concluida uo de seis meze, contados da
data da approva^.o do coatrato.
O contr-tante ter, nos termos do arfc 50 de
Heg. de 24 de Feverciro de ls74,copiaautbcntica
do respectivo ornamento.
O pagamento aeril realiaad em tres prcstaf;oeB
guaea proporcao do servido executado.
O praso de rcspousabilid.de ser de seis mez'S,
contados do dia em quo for lavrado o termo do re-
..ebimeuto provisoria. Durante este praao o con-
tratante fica obrigado a couservar a referida obra,
sendo responaavel por quaesqu-r ruinas que appa-
jrecerem por falta de boa exwucilo.
VI
Em tudo o mais que naoestiver especificado as
condicoes cima, seguir-se ha o que pr^s* rev o
regulamento citado. -
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 23 de Outnbro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque 'ello.
Edital ri. lo
rf ordem do Illm. Sr. inspector taco publico
que no dia 11 de Novembro prximo vindoui o,
peraute a junta deste Thesouro, ir a praca, con-
forme o officio do presidente, de 22 d.-.Setembro
rindo, a execoco dos reparos de mais 3:1 00 metros
-sorrentes de empedramente da estrada da Escada
(ramal da da Victoria) sob sseguintes clausulas:
A reconstruecao do enpedramento da estrada da
aseada (ramificaco da da Victoria) e os repr>s
jreraes da mesma serao feitos de conformiaade
jom as instruccoes da Bepartico das Ob. as Pu
blicas, mediante o preco do 4*500 por metro cor-
orrente at o li nite de 13:OC00.
II
O empedramento e os reparos geraps de que se
trata serao xecut^dos nos lugares em qe a juixo
da Repart vao das Obras Pnbiicaa for mais neci'S-
aario ao melhoramento da estrada.
III
O pagamento desse servido s r effectuado no
ecercicio de 1887 a 1888, ou posteriormente qun-
do permittirem os recursos dos corres provinoaes.
fi> praso para a conclusio das obras ser de um
anno e o de respoasabilidade ser de seis meze
contado este ultimo da data da entrega provisoria
da referida obra-
Em todo mais que na f r cogitado as presen-
tea clausulas se observar o que dispe o Beg. de
24 de Fevereiro de 1874.
Secretaria do Tbesouro Provincial, 23 de Outn-
bro de 1886.
O secretario,
Afonso de Albuquerque Mello.
PoM*e de radeiin*.
Da ordem do Sr. Dr. inspector geral, declars-se
s professoras publicas : Mara Zulmira de Bar-
roa Lima, Mara Jos Pessoa Ayres, Nympba
Munis Tavares, Amalia Carolina Pereira Caldas
e Mana Presciliana Vilella dos Santos, a nrimei-
rs normad i par a cadera de Pedra Tapada, a
segunda para a de Varzea Bedonda, a terceira
para a de Mucambo, a quarta para a de Preguicas
e a quinta removida para a do povoado da Torre,
que Ibes fica marcado o praso de 60 das, a contar
a primeira de 30 de Outubro ultimo e as demsis
de 30 do corrente mez, datas em que foram no-
meadas e removida, afim de tomaren) posae e aa-
sumirem o exercicio de suaa cadeiras.
Secretaria da instruccao publica de Pernambu-
co, 6 de Novembro de 1S86.O secretario,
Perjrsntino S. de Araujo Galvo.
Edital 760
Posse de radclra
D- ordem do Sr. Dr. inspector gcral, declara-se
professora publica Amzia Augusta do Amaral,
nomeada por acto da pres'dencia ae 3 do corrente,
para reger a cadera mixta da Ilha, em Barreiros,
que Ihe fica marcado o praso de 30 dias, a contar
daqutlla dati, para tomar p.sse e assumir o eser-
cici -t de sua cadera.
Secretaria da instruccao publica de Pern.mbu-
co, t di Novembro de 18:6.-0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
Companhia de Edificado
Communica-se acs Srs. accionistas, que por de-
libciac'o da directora foi resolvdo o recolhi-
mento da quinta prestacao, na razio de 10 por
cento do valor nominal das respectivos a:ces, a
qual dever realisar-se at o dia 5 de Dezembro
prximo futuro, no escriptorio da companhia
praca da Concordia n 9.
Becife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Anlunes,
director secretario._______
Empreza Telephonica
Bourgard
BELACO DOS NOVOS ASSIGNAN-
TES QUE COLLOCARAM APPARE-
LHOS TELEPHONICOS NO MEZ DE
OUTUBRO.
A
N. 86. Adolpho Pereira Carneiro, ra do Pro-
gresso.
N. 412. Alvaro Jos Pereira (Camisaria Ameri
cana), ra do Viaconde de Inbauma.
C
N. SI. Costa Lima & C, ra do Amoriiu.
m
N. 798. Dr. Souto Maior i. Casa de Sale)! Ponte
d'Ueha.
N. 406. Dr. Pedro Coi rea, Manguinbo.
N. 466. Dr. Hypolito Pederoeira (escriptorio),
Nova Deseo berta.
I
N. 371. Jos Cavalcante (Collegio Nazareno), ra
do Bario de S. li irja*
t
N. 472. Lonrero & C. (venda), Magdalena.
m
N. 315. Manoel Moreira de Sonza, roa de D.
Mara Cezar.
a
N. 194. Quartel de Cavallara, largo do Jardim
das Priucczas.
V
N. 280. Vinva Carroll & C, ra de Commercio.
EMtariio do Calderelro
N. 31. Domingos Gomes Correa (venda), Casa
. Amarilla.
N. 32. Amonio Nevea da Silva, Agipucos.
Becife, l.o de Novembro de 1886.
Antonio do Carmo Almeida,
gerente.
s.xi. liado Beneflcente Conclllaro
ao vale da ra da Imperatris
De ordem do irmo presidente, convido todos
os aenhores socios a coinparecerem em a sede so-
cial, no dia 10 do corrente, s 6 horas da tarde,
afim de proceder-se a eleico geral dos mem oros
da nova adminstraco, de conformidade com o
art. 380 dos regulamentos geraes da ordem.
Secretara, 6 de Novombro de 1886.
O secretario,
Jos C. Maci. 1 da Silva.
Imted Slales & Brasil lili S. i C-
O vapor Advance
Eapera-se de New-Port
News, at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, paaaagena, encommendaa e dinheiro
a treta, tracta-se com oa
AGENTES
Ilenry Forster & C.
N. 8 RUADO COMM^KClO N. -8.
V andar
COMPANHIA PET>>Hj||i: l\t
DE
ftavegaco Coste! ra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macu, Mossvr, Ara-
caty, Cear e Acarahu
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 9 de
Novembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 8
Encommendas passagens e dnheros a frete at
a 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia P&riamhucnna
n. 12
1 espelho de moldura doorada, 1 cabide de p, 1
cama para menino e 1 berco.
3 quarto
Dous marquezoes, 1 lavatorio de amarello, 1
marqueza, 2 mesas com estantes, 2 cadeiras de
descanco e 1 dita de parafu o.
SaK de janti.r
Um guarda-louca envidracado, (obra do Remi-
gio) 1 mesa elstica, 1 aparador guarda comida,
1 guarda-comida pequeo, 4 aparadores simples,
12 cadoiras de junco, 2 ditas de balanco, 1 quar-
tinbeiro, 1 relogio de parede, 4 jarros de pedra,
copos, clices, louca, 1 vel icpede de ac e outroi
artgoa propnos de casa de familia.
O agente Modesto Baptsta, autorisado por urna
familia que mudou de residencia para fra da ci-
dade, far leilao dos objeetss cima, que se re-
comaiendam pelo seu estado de couservacio, e
principiar s 10 1/2 horas em ponto por aerem
muitoa r.s lotes.
Criado
Precisase de um criado de 14 16 anaos : a
tratar na ra do Commcreio n. 44.
Pr
Leilo
Harnorg-SBflamerkanscliB
DampfschilMrts-ueselIschan
O vapor Paranag-u
De bons movis, cspelhos
Constando de 1 mebilha de junco com 12 cadeiras
de guarnico, 2 ditas de bracos, 2. ditas de ba-
taneo, 1 sof e 2 consolos com pedra; 2 pares de
jarros, 1 espelho dourado, 2 camas francezas, 1
commoda inteira, 1 meia commoda, 2 marquezoes,
cabides de paredes, 2 cadeiras de balanco de junco
e 1 cama para creauca.
Urna mesa elstica de 4 taboas, 1 guarda louca,
1 sof de amarello, 12 cadeiras de amarello, apa-
radores; diversas mesas, campoteiras, galheteiras,
2 licoreiros, 1 porta cognac e outroa muitoa mo-
vis.
- Terca feira 9 do corrente
A'* 11 horas
Na Travesea dos Expostos n. l'J segundo
andar
O agente Martina far leilo por ordem de urna
familia que su retirou para ,fora da provincia dos
movis existentes do dito sobrado ao correr do
martello.
ecisa-se
de um caixeiro para Gamelleira, que tenba prati-
ca de fazendas e molhados, o que d fiador ao
conducta ; trata-se no Largo Jo Mercado n. 7.
Alnga-se
o sobrado de um andar e soto ra do Mrquez
do Herval, traveasa do Pocinbo u. 33 ; a trar..-
no largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro
dia n. 165.
na ra da Con:
Henean
O proprieta rio da muito acreditada taverna ah*
praca do Coeselheiro Joao Alfredo, por motivo
de molestia, convida ania pessoa para so: ,
com pequeo capital ; a tratar na mesma.
Excedente acquisifo
Bous emprego de capital
Vende-se por preco commodo o bem localisaQo
predio da ra Duque de Casias n. 39, reedificado
ltimamente e dando um bom rendimento ; a tra-
tar na rna 1 de Marco n. 20.
Leilo
Espera-se de HAMBUBGO, i
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da |
demora necessaria para
De tazeuda9, miudezaa, perfumaras, mobiiiaa e
muitoa outroa artigos para liquidaco, no arma-
zem ra Pedro Afionso n. 43.
Agente Brito
9 do corrente
1/2 horas
Terca feira.
A's 10
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmarui & C.
RUADO VIGrARlON.S
* andar
KOYAL MAIL STEAH PAGKET
De divi rsos movis avu!sos, santuario, estantes,
commodas, lavatorios, camas francezas, marque-
zoea, espelhos grandes e pequeos, jarros, mia-
dezae e fazendas.
Terra-feira. 9 do corrente
A's 11 horas
No armazera da ra do Mrquez de
_ Olinda n. 19
Por intervengan do agente
Gusmo
na
Ofierece-se urna cosinheira:
(i seo n. 58.
na rur deS. Praa-
Pliosplioros quodlibet
Sao os melbores que tem vindo a este merca i..
que se tornam recommendaveis, tanto pela boa
qnalidade, como por virerj coloradas em caixinhs
de phantasia c oom chromos variados, vende-se
p>r precoa mdicos. nicos depsitos :
Francisco Lauria & O, rm do Bom Jess nu-
mero 61.
Costa Lima & C., ra do Amorim n. 37.
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco gales, a 9/000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
Deoda'o Francisco da Silva
declara ao rspeitavel publico, ca especialida J
aos passadores de f* st na Boa-Viagem, qne tec
urna diligencia postada na estacao, afim de con-
duzir os passageiros para a povoacao ; garants-
do servir bem e por preco mdico*
Atteiiffio
TIIEATRO
0 paquete Mondego
Leilo
E' esperado da Europa no dia
10 do corrente, seguin*
de depois da demora necessa
ra para
OECLRiCOES
COJIPANmA LYBICO-COMICA DE OPERE-
TAS FRANCEZAS
liegento de or.diestra : de Mirecky
Ensaiador: Garcon
Tendo o xm. Sr. viee-presidente da provincia
conedido a J**ronymo C.ibral Purera do Amaral
a recisao do cou'.rato que frz p ira f jrnecer Capim
i cavalhxda da companhia do iravullaria no se-
mestre corrente, faco publico, de ordem do Illm.
Sr. inspector, que pelo Ezm. Sr. general coounan-
dantc das armas foi designado o din 12 do corren-
te, p.'la- 11 horas da manba, para t*r lugar no
quartel general a arrematacao de semi-lhante arti-
go at o dia 31 de Dezmbro deste anno.
As propostas serao fetas em carta fechada e
por duplieata, e a presentadas al as 10 horas da
inanha Jo referido dia.
Thesouraria de Fazcoda do Pernambuco, S de
S.iverabro de 1886.O secretario,
Luiz Pinhi ir da Cmara.
Secretaria do Qovrruo de Pernambuco, de No-
vembro d 1886.-"2a si'ccao.Deordpm do Ezm.
Sr. Dr. ice nr- aid-nte da provocn, faco publico
para os devidos *lK-i"os, que por portara desta
data foi noineado o tencntc honorario do ezercito
Ursino Teixeira de Barros, para s*-rvir proviso
riamente, con >i miil-oV com o disposto no art
168 do decr to n. 91i), de 28 de Abril .. 188;>,
os offiaios de 1 tab'-ln.io do publico, judicial e
notas, es :rvilj de orpbaos e aiinexif/do termo de
Palmares.
Servindo do secretorio,
Kiii'liano Emezto de Me\lo Tamborim.
&e ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, ?e faz publico que os estudantvs dos diver-
sos aiinos di-.-t:i taculdade que deiiaram de com -
parecer p imeira chamada serao admittidoi
segunda, justificando perante as respectivas W'
sas e>: iminarforas e8sa falta de cumprimento. o que
s ter lugar depois de concluidas todas as provas
eccripta9 da primeira chamada de cada anuo. Os
que levantaram-se da prova esenpta ou deixaram
de pagar a tx* correspondente a matricula de
encerramento fieain dependentes de resolucSo da
congrcgacAo. Igualmente se faz publico que os
exames de francez, annunciadoo para amanh, fi
cam trnusferdos para quarta-f- ira 10 do corrente,
As 3 horas d* tarde, em urna das salas desta fa-
culdade.
Secretaria da FacnliUdc de Diie.ito do Bxife,
9 de Savembro de 1886.O secretario,
Jos Honorio B. de Men^zes.
S. II. J
Soci dade Recreativa Juventude
Sarao bimestral em 5 de Dezembro
Estando designado este da para realisar-se o
sarao do bimestre flueute, roga se aos aenborcs
socios que qucerem tirar convites, a dar suas
notas ca secretaria da aocedade. Previne-se que
nSo serlo admittidos iggregados.
Os ingresaos dever-> ser procurados em inao do
Sr. thesoureiro at o dia 4 de D>-zembro.
Becif'-, 7 de Kovembro de 1886.
Jos de Medeiros,
1* sccrt larlo.
C. C. E.
Club Commercial Eolerpe
Assembla geral
Tendo a directora de cjirimum accordo e por
motivos imperiosos nado par rinda a sua missao,
convida a todos os socios para a minuto de urna
assembla geral ni sexta-feira 12 do crrente, s
7 horrs da note, para proceder se a leitura do
relatorio, prestacao de contas a elei^Jo de ivos
tunceionarios. A resoluto da directora d-fi-
nitiva, e ror isso pedes*; o comparecimento de
todos os socios. A poise da nova directora ser
em neto continuo.
Secretara da Club Commercial Enterpe, 8 de
Novembro de 1686.O 1- secretario,
Francisco Lima.
Ter$a-fcira 9 de Novembro
AS 1 :|l da noite
Ia Soire familiar
PROGRA.MMA ESCOLH1DO
i parte
Ouvertare. pela orchestra
Heloise et Abelanl
Opereta ein um aero executada por Mr. e Mada-
me (BARCN.
Oaverturo pela orchestra
l.-FOIVRIBL's, canconeta por Mllc. Blon
die.
2u-SONOE BOSE, romanea por Mr. Arnls>.
3.LE fiUAlN DE BEAUTE D'AGLAE
canconeta cmica por Mlle. Leaace,
4 oL'AMOUREUSE, bluette por Mlle.VaMI.
5. LE CHEP D'fEVRE DE LA CBEA-
TION, cauvoneta cmica por Mr. Valere*
6.ANATOLE C'EST UNE CCLLE, canSo-
neta cmica por Mlle. I^t-o.
7."LA PARNDOLE, romanea por Mr. Do
ven. ,
8.-LE PECHE DE MlDAME GRKGOIRE,
canconeta por Mlle. Wiainvtlle.
8.0LA DECLAKATI )N DE LA GRAND
DUCHESSE, aria por Mlle. Lalleur.
t parte
Ouverture pela orchestra
LA TAREHTOLE
Opereta ora 1 acto, executada por Mrs.
GARCON, HOVEiS e Madame
GARCON
Ouverture pela orchestra
lO.o-LA VENUS DE BOKDEAl'X, ?ancone-
ta cmica por Mlle. 1,^0.
11.B01S AVEC MOI, romane* por Mr.
Arla.
12.O'EST DEJA PAS SI LAIP, canconeta
por Mlle. Nlaliivtlle.
13.ACHILLE! canconeta por Mlle. Ls-
a#re.
14-LA CHANSON DES TYPES, canelo co
mica por Mr. Valere.
15.-PARTZ PETJTS OI3EACX, romin
por Mlle. Va Id I
16LA hEUENADE ISTERROMPUE,can-
coneta por Mr. Baten.
17.-LE MARCHAND JE CAPRICE, cancao
por Mlle. I.iifl.iir.
3a parte
LES CDETS OE GASCOGNB
Opereta em 1 acto em que toma parte toda a
companhia.
PRESOS
Camarotes de 1 e 2' ordem, com 6 en-
tradas lOOOO
Ditoa de 3 dita, com 6 entradas 6D00
Ditos de 4" dita, com 5 entradas 4^000
Cad< iraa ae 1 c 2* e galenas.
Plateas 1 *0 >0
Paraso 500
Oa bilhetes esto 4 venda em casa de Uar-
les Pluym & C, na rua do Coramcrcio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 horas da tarde na bilbetaria
do tbeatro.
O espectculo terminando s 1.0 horas e 45 mi-
nutos da noite, h*ver& bonds pira todas as buhas.
Ha trem para Apipucos e Olinda.
A empreza espera merecer a protee$lo
da sociedade pernainbucana pelo que tero
eropregado todos 01 esforjos para satisfa-
zel a.
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Ayres
0 paquete Trent
esperado
do su! no dia 15 ie
corrente seguin lo
depois da demora
necesaaria para
8. Vicente, Lisboa. Vlgo e Son
thampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
COMWXIIH PKRiirC VA
DE
.%avegaco Costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 13 de
Novembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Idia 12.
Enommendas, passagens e dinberos a frete at
as 3 horas da tarde do dia 13.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Penwmbucana
_______________n. 12
COMPAXIIIA FEBIVtHa'UCA.VA
E
.\avegacSo costelra por vapor
Femando de Noronha
O vapor Giqui
Commandante Lobo
Hiiinla f. ira 11
A's 11 horas
Rua de Domingos Theotonio n. 15
O agente Modesto Baptista, competentemente
autorisado, far leilo da armaco e gneros exis-
tentes na taverna da rua de Domingos Theoto-
nio n. 15, em um s lote ou a retalho conforme a
vontade dos compradores.
Garante-se as chaves da casa.
Em seguida vender tambem diversos movis ao
correr do marfllo.
AVISOS DIVERSOS
VEXiiE SE 18 Cadeiras deguamicao e 2 de
bataneo, de amarello vinhatico, entalhadaa e em
perfeito estado ; tudo por metade de seu premtivo
valor. Ba do Baro da Victoria lojaPorta
da Fortuna ae dir.
Aluga-se casas a 80C0 no neceo dos Coe-
Ihos, junto de S. Goucallo : a tratar na rua da
Imperatriz n. 56.
Aluga-sc os andares superiores do predio n.
51 rua do Imperador, com excellentes accommo-
dacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone.
rua do Commercio u. 10.
Aluga se a casa terrea n 21 a rua de S.j
Francisco ; a tratar na rua do Imperador n. 31,
armaiein do gas.
Precisa-se de um criado para vender tabo- .
leiro e facer mais servicos de casa : na rua da
Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa se de urna ama
numero 14.
Na rna Direita n. 69 slugam-se apcsentos'pui .
rapazes a 5000mensae3 com direito a banhos. i
ttatar na mesma casa.

Criado
Precisa-ce de um menino para criado, rua do Seb>
n. 26.
na rua do Aragao
Alugi-se a casa da rua da Coueei.ao n. 2-A
na Torre ; a chave est cm uio do Sr. Manoel
Elias, na mesma rua. I
As abaixo aasignadas declaram que o Sr.
Mauoel Jos Affonso deixou de ser aeu procurador
desde 30 de Outubto, sendo o Dr. Ferrer o seu
. nico procurador actualmnete. Recife, 5 de No-
vembro de 1886.
Mara Affonso Fonseca.
, Francisca Affonso :Fcn3ee.
As cadernetas da caixa econmica de ns.
7803, 7804, 7805, 7806 e 8254 desencaroinharam-
se : pede- se a quem as acbou se digne entrega! as
na rua do Vigario n. 7, que ser gratificado.
Aluga-se ou v-jude- e o sitio
Jacar, perto da estacao da Tamarineira, cem
inultos coinmodo8, baixa de capim, umitas arvores
de fructo, e muito terreno para plantacoes: a tra-
t ir na rua Nova 11. 55, ou na guarpimoria com
Mwttxs.
Segu no dia 12 de
Novembro,pela:-12 ho- os
ras da manb. ___^_ ------------------------------
Recebe carga at o : Precisa se de urna sendera para casa de um
jj 11. moco com familia ; na rua do Mrquez do Herval
Pa8sagt.oS at as 10 borasjda manb do dia da I >
partida.
ESCRITTORIO
cana n. IX
Precisa-se de urna
raizo o. 18, 1- andar.
ama ; no pateo do Pa-
:;.IS.I FELIZ
Aos 100:0008000
HILHETRW <;iRli!lTH)O(
Pratja da J n d ependen -
ca ns. 37 e 39
O aharzo assignado venden da 8* parte
da 1* lotera extrhhii'a hoje, 4 do corren-
te, os segundes premios : de 2:000)5 em
o ns. 7313, 9988 e 20425.
Acliain-se venda os t'ezes bilhet-a
denaminado j garant ios da 9a parte da Ia lotera a
i beneii. i da Santa Casa de Misericordia
do Re rife, que se extrahir a 11 do cor-
rente.
Pilaos
De cada vigessim-i
Empopo de lOOiJ para cima
Aiibrtio Angnat -i*- H*tutO'
1 900
PorU,
Rio liriiid do Sul
Segu" com brevedade para os poi t.-s cima o pa-
tacho allemo Brilhante.
Para carga trata-se cem Bailar Oiiveira & C.
Lisboa
Segu com brevida*!; a barca portuguesa F-
retro Jorges para o resto da carga que falta,
tra'a-se com Silva Guimares C-, rua do
Cominereio n. 5.
LEILOK
LHlo
Alaga-se o l" andar e soto do sobrado
rua do Coronel Suassuna n. 278, muito fresco,
calado e pintado, tendo agua e gaz : a tratar com
Jos Antonio Marques, uo Chora-mennoa D. 12,
junto capella ; as chaves estSo no lindar terreo
do mesmo predio.
\A pessoa que quiz< r subscrcatr, dftija-M ao
escrpioro deste Oiari.
Ao comoiercio
l O abaixo assignado scientifie acata praca, que
ven leu aloja de iniu leas aila rua da Impera-
tiiz. Exma. Sra. D. Mara Isabel de Carvalho
: Cunha, e perianto declara que ueuliuuia respou-
I sabilidade tem com as trausaecoes deste estabe-
. Iccimeiit que at ento gyrava sob a razo de
1 sua firma individual, e desde j protesta pela cou
tiuuaco de sua firma as trauaaccoes do referido
estabelecimento Rceife, 9 ae Novembro de 1886.
Francisco de Paula Duar'.c.
De bons
movis, 1 piano, espelhos, jarros
e vidros
!\<> i lirado da rua da I iiiao n. 1
Terja-feira 9 do corrente
A's 101\2 hora
Sala de visita
Urna benita mobilia de Jacaranda a Luiz XV,
constando de 1 sof, 2 consoloa, 1 jardneira, 4 ca-
deiras de braco e 18 de guarn'caV, todas de meda-
Iho, 1 piano do fabricante Bord, J cadera para
0 mesin -, 1 porta-muaicas, 1 grande espelbo oval,
(cidro biste] 2 ditos grandes para cima de conso-
los, 2 cadeiras de balanco de Jacaranda, 2 ditas
de dito de encost de panno, 2 pares de jarros,
(bacar it) 2 pares de laiiternas com piugentea, 6
etagers e 6 jarros finos, 2 figuras de pedra, 2 es-
carradeiras tinas, 1 tapete grande e 6 pequeos.
Io quarto
Urna mobilia de junco fingindo caima, conten-
do 1 sot.i, 2 commeda, 1 jardneira, '.' cadeiras de
braco e 6 de guarnico, (tolas as pecas fechan;. =e^
1 tolet, 1 guarnico completa p>ra o mesmo e 1
guarda-vestido de amarello.
2o quarto
;QUuia {cama francesa, 1 lavatorio de mola eon
| Euas pertencaa, 1 commoda inteira de Jacaranda,
Ama
Precii
pessoas ;
i- o de urna am qne coainhc, para tres
na rua da Mangueira n. 7.

O Dr. Jos AiMtregesiilo convida aos parcutes
e amigos do finado D.-. Miguel Augusto do Nas-
cimento Fetosa, para o acto de caridade de as-
sistirem a missa, que pr alma do finad i, manda
resar na matriz da Boa-Vista, as 8 hor.-.s do d:a 9,
s.*timo da triste noticia nesta cidade.
MU
t.
VENEZA!!!-. VBKEZAH!
O doge de Veneza !!!
Vai sabir.
A o coaniiercio
Vende-se a taverna sita no Pombal n. 16, pro-
pria para principiaite, por ter poucos fundos e
cimmodos para familia ; o motivo da venda o do-
n j o dir.
Rlw trande do Norte, SdeNoven-
bro de 18SB
FKETAMENTO
Precisa-se por fret ment urna barcaca em boas
condicoes Je. apparulho c fabrica prompta a nave-
gar de Pernairihucj para ns |Kirtos do Rio Crande
(lo Norte, garanta se o fretsmentj poj; ^, snBo :
*(iiem quici' entrar ueste negocio, aunuuee, de-
clarando a lotaclo *ia b.ircaca.
Criado ou (Vtor
Precia i se de um criado ou teitor : na mi Nova
u. 15. *
Jo<- tiro ii o o dos sanios Bastin
Mara Marcelina dos Santos Bastos, Joaquim
Jovino Honorato Bastos e Leopoldina Alexandrina
I'.ir.enfnl Cas.'os, mandato resar urna missa por
alma de seu esposo, pai e sogro. Jos Affous dos
Santos Bastos, ns matriz da Boa-Vista, s 7 ho-
ras da ma ha do dia 11 do corrente, aniver-
sario de seu falleciment. i : e pira assistil a con-
vdam aos sena prenles e p-ssoas de sua amiza-
e. e serao ngradeeidns.
!stvaM|^H
Cwininiendador don Joaquim
de Lima Ralrao
Os fiihos do fallecido convidam os amigos para
assistirem a missa n> dia 11 do corrente, s 7
horas da mauha, na oraem tei csi-a do Caimo, I
anniversario !.> eu paasam-nt pelo que ficar
asss KratameutH Mgradee,
C7*

r
t>e PAST1LHAS
m De ANGELIM&MENTRUZ Franccza
SO as ^J/" Guan '^nC'JS->'' oc
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0 Remedio mais efficoz e
Seguro que se lew descoberto ate
PS hoje para expeflrr os ion trigas. R0QRIAY0L HIERES

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|>irii e SVriin.ni>in m~ Ter^i -fcira 9 de Novcmbro de IH8i>
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CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES!
PARA
O LENCO O TOUCADOR
E O BANHO.
pcitoral-Cere
r de Ayer -,,q
C^yorsCherryPwloral)

PAMAfllA K tMSTOMftCS.
.OSSt-.ASTHMA BRONCHITE.
COQUELUCHE OUTOSSE CCNVU'.SIVA
Tsica Piitrnonar.'
r.-t,is t*., Dt J.CJHitCsUaaHmIsNh
Aluga-se
Urna casa nova no larjo da Casa Porte, junto a
cstaeao. com grandes commodis, prestando-se para
uon on duas familias, trndo entre qoartos e salas
'6. e mais d uas cosinhas pnm dnas saletas para
engomado, tend i gaz encaad >. con boa agua de
beber, tendo duas borneas, banbeiros, cr-m agua
encanada, tanques e apparelhos e gallinheiros,
tendo o predio terreno os lados, cercados estes
por muro, e uo fundo oor qu:irtos, com dous DOr
toca na frente, prec,) raanavel a tratar com o Gui-
mares na Casa Porte, junto a loja d fazendas.
Alngpa-se
O segundo and ,r da cas ra di Aurora n. 81,
junto a estica > da estrada de ferro de Olinda ; a
tratar na ra do Cummereio a 15, escriptorio de
Sebastian de Barros Barreto.
lug-a-se
K?dip n. 110 ra Imperial, propno para es-
leeimento fabril : i 'i-atar na ra do Conum-r-
do n. 34, com J. I. de Medeirij Reg-
Aluga-se barato
Ra do Bom Jegns n. 47, 1 andar.
Ra de Lomas Val i itnas i, 4, com sotao'
Largo do Mercado u. 17, i ja com agua.
As casasda ra do Oiotii Suaasun n. 141
frata-se na ra do Co-i-mercio n. 5, 1* andar
es :riptnrio di' Silva Guin-ii aes C.
* Largo do Corpo Stnto n. 13, 2." andar.
Roa da Palma n. 11.
AI liga-se
i casan 1 en*. Lcmbranca do Gomes, em Santo
Amaro, t<-m agua : a tratar na ra da Imperatris
.83, 1. andtir.
Aluga-,
se
a casi terrea da ra de S. Jos n. 29 e a solea da
ra Bella n. 29; a tratar na ra Duque de Casias
n. 66, l Ama
i recisa-se de urna cotiuheira ; no largo do Cor-
po Santo n. 17, 3' andar
Luz brlhante, sem Fumo
oleoaratico
Hygienico e Econmico
PARA UMPARINAS

MAETBTS* BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELEPHONICO : r' 38
Agua tiiirta. ,xtr iii.a sil* irab pelo aeu delicado perfume, suavida
de e sus prupriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tem epparecido de
uiais celebre.
Tnico americano.- E' a priraeira das
prepar:>c5e8 para a onservaeSo dos ca-
bellos Extingue aa caspas e outras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que enibranqnecaro e tem a grande
vaiit;igt'rii de tornar livrts de habitantes as
cabeyas dos que os usam.
Oleo vegetal Coropcato com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilbo aos c:-.bi llns.
Agua demifricia. Excllente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gn-
gives e faz deaapparecer o mo balito.
Vcndj-se nas principaes casas desta ci-
dade e na f\biieae oleus vegetaes roa
da Aurora n 161.
TFLF.PHONE N 33
Tricofero de Barry
Garante-aa qne-foz nas-
eer e crescer o cabello anda
aos mais Alvo?, cara a
tinha o a caspa e smove
todas as impurcres Jo cas-
co ta cabera. rositiva-
mente impede o cabello
de caliiroude embranquo-
ccr, e infallivlirenso o
torna espesso, : IS O, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segi:nda a fonnnla
original ~ada pelo inventor em
l*2',t. E' o anico i h rfume no mnn -
do qne ton a approvnoio ofiioinl de
ura -cerno. Tem dnas vezes
mais fragrancia qne qualquer ontra
ednraO'lobrodotempo. E'mnito
mais De*) suave e deliciosa. E'
muito tinis fina e delicada. E'
maip pcncanente e agnulavcl no
lenco. E' (nos vezas mais refres-
cantn no banbo e no qnarto do
doente. E' especifico contra :i
fxouxid'io e debiliilac'.e. Cnra as
Jl dores do cabeca, os cansacos e os
U desmaiob.
Xarope ie Tia Je Renter No. 2.
AMAS
Precisa-se de duas ains, urna para cosi ibar e
outra para andar com enanca ; na Capunga,
ma do Dr. Juaquim Nabnco n. 3.
Ama
Precisa Be de urna ama para engommar e eos
tnrar perfeitammte ; a tratar na ra de Riachucl-
b n. 57, portao de ferro.
Ama
Precisa-se le urna perf' ita cosinheira ; a tratar
na rna do Cabug n. 14, sala da frente, de meio
dia s 2 da tarde.
%* % .
Precisa se de urna ama para cosinliar, qne seja
perita e que durma em easa do patro ; na rna
de Riachuello n. 57, portao de ferro.
Ama
aUOTS DX Uaalr-O. DKTOIS DE USil^ft.
Cura positiva radical d* todas as formas do
scrofnlas, Sypbili?, Feridas Escrofulosas,
AfiTecfdes, Cutanea-i e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encaadoSangne, Ffrado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa oSangue
e restaura e renova o systema inteiro. w -
Sabao Colativo de Reuter
Aos 1.000:
'
200:000*000
100:00000
LOTERA
GRANDE
DE 3
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologici Isabel
DA
PB0VINCIA DE PERN\MBUG0
Map a 15 ii Dezemorj n 1806
0 thesourciroFrancisco Gon^ilvcs Torre
s
Gxccllcntr morada na
orre
Aluga-se nma casa com commodos eufficientes
para familia numerosa, com grande sitio e jnrdim,
muito fresca e alegre, margem do rio, em cujo
portao termina a liuha dos bonds, fundo na mar
gfm oppos'a do rio, a estaco da Turre, da com-
paubia dos trilhos urbanns do K a tratar n tiecife, ra do Conmercio n. 46, pa-
vimento HIT'o
Criado copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16annos, na ra
de Riachuelo n. 17.
Eii'TommadciP1
Precisa-sn de urna ana qu1 engommc com per-
feicJo ; na ra do Marqqez do Herval n. 10.
CAPSULAS de GR1MALT k Cu
MATICO
ipprotadas pela Juta central de Higiene
ulica i Draiil
Combinafdo da Ststncia de Maiicc
com o Balsamo de Copahiba
Remedio infalllvel para cura a
Gonorrhea. sem embaracar o
estomago, nem provocar repu-
gnancia, effetto que setnpre pro-
uuzeiii todas as capsulas de co-
, uahlba liquida.
Deposito em PAR8 :
Ph- GRIMALT ft O, 8, ro Thinie
a ais principies Pharmecias e Drogaras.
ATXINS0N
PERFUMARA INGLEZA
aunKlft ha mais d* nm scalo; excede tooaf
as outra-spel" 'ti perfumo delicada exquisito.
Tur:/. Mkiiai.hai DI Ocito
PARIZ 1S7H. CAM.'I ITA 1~.|
pcll lllrt li-noiri-snaaiialid(de,
ES!ESCIA DE WHITE ROSE
FBAWIPASSE I YLAHG-YLAHG
STEPHAH0IIS 0P0P0H4X
outios minios i erimi's conhc idos jwla stu
qualiJade e odor di-kitaxel e exqusito>
ACOA DE COHHIa'dE ATIISSOII
illc< BMfMiot K| Broduri., similares -
M>l .i T "S'i;.. nu:lie.
tHHlra- mCjii te Wt-.il t Fibri^iln
J. 4 E. ATKINSON
34, Od Bond Street. Londres.
Marca de Faiirica-Ci-is "Rosa branca'
obre urna Lyra de Ouro.'
DOMESTIC
nSn r--intihi't'ii.ori s > -s nMr
legantes, as mais duraTeis
em tcidus i s acotillos.
M-LH0B3S
cir ular<'S convo
os esiyli'8, dir>
Pra precita, e
illustrniO'-s do todos
j:uii so
omestic Sewing Machine & C
NKW YOR. U S. A.
Gotta, Eheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon.
A Verdadeira Soluco CLIN ao Salicylato de Boda emprega-se para curar:
As Affecces Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necussario calmar os
soffnmentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Soluco CLIN c o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
1123 Um explicaeio detalhada acompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Soluco de CLIN & Cie, de PARS, que se encontra em
. easa dos Droguistas p. Pharmaceuticos._____________________.
J
LOTERA do ceara
Por MS000
Alujase a lija do sobado rna de Lomas
Valentinas n. 50 : a tratxr na ra Primciro de
Marco n. 7-A, livrBria.
Superior vinho de Posto
Loureiro 4 C receberam pelo Vle de Victoria,
por i ncuinm nda e couta pru, ra, o que ba de mais
superior em vinho de Phs'u, no nos&o mercado.
Em pipas, quintos e decimos, vendem em grosso
i' a rei:i bo. e pedem a seus freeuezes e amigos o
favor de etpi-rimentarcm. E' muito proprio pira
hotei.-r, resttiuraDt c casas de familiii. Encontra se
i venda no es'Hblecmento de molhadra dos mes-
los Liureiro & C, Passagem u. 7 ; Augusto Fi-
gueiredo & C. Recife.
AojsenoreseBDgenQboatros ^' "' ""v-W\j\j\j
rrihosTpTaocncniiosl0 portador de dous vigsimos d'ola nova lotera
esl habilitado a tirar
20:012$000
Extracca iiitranslerivel
rt
()uarta leira, 10 do corrate
BIMIETES VEXDA
BODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
WAGONS PARA CANNA
LocoDsOlivas
flachitrismo completo para en
genhos de todos os taannos
Systema aperfei^oado
Especificacoes e presos no escriptorio dos
agentes
Browns &'C.
IV. A Una do Commereio
N. B Alm do cima ii & C, tem callilogogde
mu "i cimplemeutosuecessarios k agricultura, como
aoibi-m machinas para desenrocar algodao, moi
nhoi pnra caf, trigo, arroz e milho; cerca de fer-
ro galvxnisado excellcnte e mdico em preco, pes
soa nenbuma pode trepal-n, nem animal que-
bral a.
mMENftTsiii^
Par os CAVAiiOF
SPPKSSAO
do FOSO
e aa
QUELa
1 do PELLO
i. .i'.
DI tl-T-
substitu.
o FOGC
em
todas ai mas
, ArfUCiCCES
Para o Baaho, Toilette, Crian,
jas e pane a cura das moles-
tias da pello de todas as especias
* era todos os periodos.
Na praca do Cond. d'En n. i, 2- andar, pre-
cisa-so de urna cosinbe'ra de boa conducta.
Ama de leitc
Offerece-88 nma ama de leite, com muita abun-
dancia de leite ; a tratar na ruado Coronel sur.s
auna n. 18.
Ama
Precisa-sede urna ama *, no armasem de Pau-
lino n. 28, ra a Imperador.
Vina
Precisn-se de urna para tomar conta de urna
crianca de 18 mezes : tratar na ra de S. Jouo
a. 13
Precisa se de urna ama para comprar e coai
Bhar ; na na Vidal de Nfgreiros n. 134.
~~~ m "
Precisa-se de ama ama para cosinbar e outra
para en .'ominar ; na ra da Matriz da Boa- Vista
n. 24, sobrado.
Ama
Precisa-se de umn a na para comprar e cesi-
ohir bvm : a trntar na rna di Palma n. 29.
Deposito em PernambU'jo casa de
Fieocisco Manoel da Silvn & C.
Madamoisclc Cotinha
Ainda centina na r;a do Imperador n. 55, 2-
andar, onde suas amigas e fiegui sas pndem eu-
coiitrnl-a .-ata comprar Ihe os'rub-'l. .-. qne como
modibta desempenha, .ocio cejan, i m ttes pe.
teadog de todo gosto, "*rounii -mi m onr
modernos
Costreiras
Na rna rio Imperador n. 55, 2 andar, precisa-
se de costureiras.
EXP0SITI0N J^ UNIV"* 1878
Mdaille d 0rlt^CCroixd.Cievalier
LS PLUS HUJS HCOMPEHSES
AGUA DIVINA
E. COUDRAY
DITA AGUA DE SAUDE
Prcconisada para o toticador, como conservando
constantemente as cores da mocidade,
t preservando da peste e do cholera morbos.
A cura fnz-sc com a >,n.n em S minute,
sem dor e sem cortar, ne., raspar o pello.
\ Pharm^GNEATs.fiuaSt-HoDoi.PARIS |
K EM TODA ,.8 PHARMAClAb
QMULSO
DE
>
rticos Recommendados
PERFUMARA DE 1ACTEINA
RtaiBiinidaila pelas Ce!kridades ledicas.
GOTAS CONCENTRADAS para o lape.
OLE0COME para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
pars 13. roe d'Eoghien, 13 parsf
Dopotitos em todas as Perfumara'. Pharmaciis
e Cabellereirns da America,
Cosioheira
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Hypophosphitds de eal e soda
Approvada pela liinla de ly
glene e autorizada pelo
governo
E' o melber remi-dio at buje dencoberto para a
(iMlca lnoin-liin-s, -><' cijiliul;)*. rn
riiins.. aiH-iniii, < eltilitlntlc em Keral.
deflnxoN, losne ebrunica e nfTi-tcin-*
do pello la Karcanl.
E' muito supi-rior ao oleo simples de figado de
Dacslho, porque, alm do ter cheiro e sabor agra-
dareis, possue todas as virtudes inedicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tonicits
reconstituinte8 dos bypophospbitos. A' venda nat
irogarias e boticas.
Deposito em Pernambuco
VINHO IYIARIANI
DE COCA DO PER
O vtwho maria.ti que fol ei perlmentado nos hospitacs Je Pariz,.
4 prescripto diariamente com xito para combate." a Anemia, Cnlorose, i
Dlcrestde* ms, BColestlas das vlaa respiratorias e Enfraquci- .
ment do orgo vocal.
O Meolteoe recomtncntiam-iuj d Petso* fraca e d*lic4aa, exhausta* peta molestia, i
aoe VelKos e Crianzas.
E' o Reparador das PerturbaQfira dljestlvas
O FORTIFICANTE por EXCEL.LEIUCIA
O VINHO MARIANI SB ENCONTRA af CASA DS
Jar. ""', tu" Par a, 41, kulerarl Gusaaaa Wew-Tork, II, las!, H", Hmt
Em Pernambuco : rranclsco BK. da silva *, C*.
0s\fsts)}^sfit\itstTa\^\%\s90$^
Elixir carminativo e tnico do
pharmaceutitt) Ye as
Remedio que cura dyspepsias, gastralgias e to-
das as pe rturbaces ligadns i desarranjos de es-
tomago e intestinos. Aconseibado por vario cli
nicos dos mais coneeituades desta cidade, acha-s*
venda exclusiva mente na pharmacia americana
de A. -Vi. reras & ('.., i ra Duque de Caxias nu-
Precisa-se e mais servicos < e casa ; na ra do Aragio nu-
mero 14.
Ama

Pre -isa se n duas arrias, sendo urna pa-
ra cesinhar u lavar outra para eng. ni
niado3 n ontrus rvico ele caaa do pmn-a
familia; tratr na run Duque de C'axias
n. 42, andar por iiua da t^'pographia
o Diari-' de Pernambuco.
Amas de leite
Na ina de H rfss n. 18, tem duas bo ;s amas
de leite para se alugar ; quem deltas precisar,
dirija-si' ra e cs cima.
Cascas de canellciras
C mpra-se qualquer qoaniidade no armazem de
Gtiin>;uIes & Valente ; t'orpo-Santo n. 6.
;Bazar de passaros
Rn lo Bom Jesus n. ;
N>8fe estbe!ccm'jn:oenconrra M sempre gran-
de sortiminto de espeT-ia- p?sarns e gaflas,
narii-naes e sJfraafsaVas, :>iichb de diversas qua
lidades, balaiulios para raii.h s di-canarios do
imperio, jarros o cestos de timb, tn.balho muito
aperf. C'iiiil", a saburoau pimenta em conserva em
lind' s fra-qaiubos ximioada Amrrica, p''lo barato
preco de l') rs. cad Tm, c ontros uiuitos gene-
ros, qui- se trnalo en.a>.ionho ai-nciinar, tudo por
prec' s m 'dice*.
WawJc c vigor
PARA TOBOS jE : t KREM L'ZO DAS P1LU-
LA> ANT1 mrSPBPTl iS K BEGLLaDOKAS
UO TUTW.
Preparadas por 3a '.holumeu &. C*.
Est .s pilulas,' Ba formula nos foi con-
fiada pelo dttttniQta .linicu lesta ciilade, o
Illin. Sr. Dr. Oarneia da Cunt, silo ap-
p i'-a'i^.s con o raelho." xito enntra a fra-
(|iiez.-i d *tir|n, pria O '' ventri-, ni-
g i'^it:i i' i^ bar; ', neniia,
t ii iiasP^WBBiia('s, t-t-. Lilas
n" callalo 0 iMr v Sun .i' ou der no
i-stomago, produzinoo -;ia KCtjlo operativa
branda e suavcuicul' .
Nao pri stau as jo;-;as, nem ab^tom o
espiito, Mstefl jm-Io -ontrHrio d;io alent,
desi-nvolvoiD o p>3ti::i, dao iiiaior vigor e
r-stituem os lente- suns primitivas for- [
gas, cnncorieodo asslin para o Completo
rustabelfciiii?nto Ta sjucV.
DKPOWIfO
EM SUA P'JAKMACIA
jtL. whaio x. 34.
\ II 'linio
Aluga se rta urna casa dn familia, um qnarto a
alguma senbura viuvh cu su i- ri, que seja de
conducta moralieada ; trata te ua ra do Mar- '
qnez do Herval n 18. i
Liquidacao
Cbpos modernos. palms, plumas fl res e fitas,
tudu pi r pn-c s ii.ii t barato.
Mine. Miquelina
Ra as Cruzes n 39
Casa no
campo
Aluga-s>' uiua excllente esa eom aotio e eem
inmi, .-- .i--r:i I. ilia, t ndo um pequeo aiiio, -s
ti-ndn pintada de boto, ua trav. sa da (,'rus das
Alina.- n. 4 ; a tratar na rna iJrimeiro de Mar(.
ii. 25, I..ja dr j- ias.
Marca -oBui.rii.e'.l Registrado
Cal virgen, de Jaguaribe
ALrio so ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgern de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do nssucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo prego
tixo de 6<$000 a berrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Naseimento coro o Sr.
Jos Costa Pereira propricterio do eDgcnho
Jaguaribe, i'ujas pedreiras lhe d-o nomo
K' enearregato da venda nicamente
cesta cidade o Sr. Sebastiito Bezerra,
om eseripturio ra di Bom Jess n. 23.
PO CL.ERY rendu-se era todi a parU
Cana
Superior agurdente de esna fei'a do esldo,
p ra eoccmmenda ; vepde-se a que sobrou pelo
barato pric Cecilia u. 'i, taverna da esquiua, detraz da Pe
nhi.
Atten^o
Pede se ao Sr. Manccl Vital, morador em Ponta
do Pcdra, que venba iu monde pagar o que deve
no Largo do Mercado n. 7, peis j faa mais de
dous annoe.
Fastidias verniilu^as
de Hering
o melhor especifico contra v-rmes : deposito cen-
tra I em casa de Furia Sobrinbo & C, ra do Mar--
quez d linda n 41,
\
Criado
Aluga-se um mulatinho escravo, de 17 aniiu
de idade, mtiilo proprio para criado ou bobeiro,
por ter Jisso pratica ; a tratar na ra do Mr-
quez do Herval, casa n. 182.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 16 18 annos de
idade, com bastaute. pratica de molhados e que de
fiador sua conducta ; na estrada de Luiz do
Kego u. 40._______________________________
mrnli rig4
le 3X9, 4X9 e 3X'2 : vende-se na serrara a va
jor de Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de So
'eaibio p. 6.
Pintura domestica
PHAKMACIA DE
Mermes de Sooza Pereira iC,
Successores
Receben grande sortimento d'esta excedente
tinta de todas as cores e em latas de l a 5 liaras,
que contiuuain a vender por cominodo preco.
Qualquer pessoa (meniuoou criado) pinta com
perteicau.
Com es'a tinta peden todos com p- uco dispen-
ilio conservar suas cusas si-nipre limpas.
Phospfiatado
APERITIVO RESTAURADOR
Os facultativos o receitam muito s
mulheres pejadas, e s que amamen-
tam, porque em ambos os casos ul
mi e formaco da crianca.
PARS, 22, roa Drouot. 22, PAJUS
S >a, flumius
Parteira
paK'
::.-.:i-.: ..
VjK
s OUINA e FE
de GRIMALT & C", Pharmaftouticos em Paiis, 8, Ra Vivienne
Admitido va. nova, [.h&imacopa oicia.1 de -Fr&aoa.
Appiovado pela Junta, central de Hygiene do Brazl.
l'azem 25 annos que o Ferr., elemento principal do sangue, a Quina Real, tnico
superior do systeuia uervoso o oPhophato itconstiiuinte dos ossos, foram coinbi-
/"losintimainenli! pelo Sur GniMaui.t em umxuropedecor lmpidaesabor agradavel.
ajas qualidadus tnicas e reparadoras dao excellentes resultados na anemia,
chlorose, leucorrhea, irregularidades de menstruagao, caimbras de
estomago consecutivas essas enfermidades, lymphatismo e todas as molestias
provenientes de empobrec ment do sangue. Excitando o appetite, estimulando
o organismo e reconsiitiiiiido os ossos e o sangue, o XAROPE de QUINA e
FERRO de GRIMALT & C', desenvolve com rapidez as creancas debis e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeros accestos febril, humidade
das mos e sitore* nocturnos; efficaznas diarrheas rebeldes, facilita as convalescencas
difficeis e sustenta a pessous tilosas.
O VINHO de QUINA e FERRO de GRIMALT & C, que possue as
mesmas propriedades do XAROPE, preparado com um vinho de Malaga, rico
e generoso e preferivel para as pessas que nao tolerana xaropes.
Deposito em Pars, 8, Rna Vivienne, e nas principaes Paarmacias e Drogaras.
ie
i.
Tintun ] aiana
PARA TINGIRA
Barba e os cabellos
A abaxo assignada declara s peesoas de sen
conh cimento que mudoa se da ra do Aragao n.
24 para a mesma ra n 32, onde pode ser procu-
rada para o acto de sua profissao a qualquer hora.
Mara Lina de C. e Silva.
Tended toce ou noirrein to pell* I-J
(4) A
Usai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vofo s< ffrmentdes-
apparece. .Vende-se ua drogara dos nicos agen-
tos e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva A C. ra do Mrquez de Olinda
n. 23.
eA Ilutara tnm a barba e os cnb-11 s instan
taueaireiite, dande-lh. s una houira cor pret.-t e
untura.', inofeiibivii, i ai'u usu simples a tniiit
rpido Vniiiie-iie na botica tianeiz* e drogara
lie U ubuayi.,1 Fn-ren, *uec r-sore* de A. I aWT,
ru.i do B m leaos (xjttjtTa da Cuilj n. LJ
(O I)'Cburcbill, uor da descobtrra das
prmiriPJsW:" curativa^ dos Hypophos-
.phitos no tratamonlo da. tsica [ulmonar,
Jiem a lionra Je participar io.= seus cilleras
medicoa, -
3uo
os
I
irecon'iecidoM a recommendados
Attengo
Compra so nma eterava cadia, uu aloga-O] qmi ma pra u Biesoio misfj r ;
a tratar na ra da Imptrulriz n. 11, pnintiro
andar.
Sitio para alugar
No aprasivel Chacn n. 13. ten lo aceoinmoda-
ces para familia, e cr.iiit s fructae ; a tratar na
ruu da Aurora n. 81.
os aicos R.vpo lospkitos
9 reccmniendados por elle
jsao )s i|ue prepara o Sr Swann. j>hir.
imaceutico. '2, ra Caslsriione, Pariz.
j Os Xari jes do Hvpt-hosphitej de
.i'noa. Cal o Ferro vcndci-so em frascos
quadraiios tendo o n.;me .o E" GlmrchiU
noVidr.i. sua SM^fr.stura no envoltorio a
na lira de praiel ev-ar/iailo que cobre a rolha.
Cada fiasco verriadeiro leva alem d'isto a
marca Je labnca da "Harmacia Sv^ann.

Vandsm-t<> vn jm as Ptvirrx fia.
....,.............mi
ILEGiVEl


i)an> de P^rnitiiihiirafcrpa-feira 9 le- Novcmbro
m)

__ Vend- -3'' o predio de don andares e b
eiln i roa d T M n. 4, edficaoa .le no'o ; a
tratar na ra do ouxnercio u. 30
Aflijo
rio o.
le amsrello, propr a
i ootro qunl (ini
na na larga do R;sa
Attrngfio
Vende se una tem -rante t venia : a trnt.Hr na
roa d Mrquez do Herval n. ''i. Ao portador
se dir h razio de venderse.
Teciilos de liiilio
A OOrs. o corado
Na loj da ma da Imp ratrta n. 32, vende se
m bonit- sortimento de tazenda* de linio pura
vestitos, 'endo largura de ehita fr inc za, coin
auito bonitas en-a c palminhas bordada, pi-
chincha a 500 reis o covado, na luja oe P- reir da
Silva.
Camisas nacionars
A S*SOO. 3*000 f 3500
32^.- I* ja a ra di lmperatriz =>-- 32
Vende-e oeata novo estai-elecimento mu /ran
4e 8oriui"-'ito de camisas braiu-as, tanto de aher
turas e p.uih.'it da hnho como de algndo, patos
burato pr<\o* de 25UU, 3 e 4fi, sendi- lae-uo*
muit melbor ilo que as que veein do esfranneiro i
out. oais hein f.-ita, por serem currada poi
om boni artisra, especialmente caiuiseiru, tf.inbeu
ae manda lser p >r encornue ndus, a v >ntade dm
tregUr.aes : un nova loja da ra da Imperatriz o
3 i, de Ferreira da Silva.
A32
Pechinchas!
*8
Nova loja de fazr 'as
itiiii da I-upe = 3-
DE
FERREIRA DA SaJVA
Neate doto rutabclecianento encontrar o Prt
rwitavel publica em variado sort tinento de fazen-
das de fo i s hs qualidades, que de venteo.
presos bsrutiswmos, assira como am boa s>rn
tnento d< r upas para h-iioens, e tainoeiii nian
da tazer p-r eneomuieudas, p r ter uiu boui un*
re altaiate c completo sortimento de pannos finot
^aaemiras p briim, BU
10* 1$*W
OSO
oa
8J0M
3*00"
16<*
liuw
33Roa da Imnerairtc 33
Loja de Perru da Suva
Nette estabeleeiinento vende-se aa roupaa aba
su mencionadas, que so ba- aa
Palitots pretos de ciap.naea e
acolchonaos, sen io tazenaas muio en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemin. preta, de cordo muito,
bem teitoa e torrados
Ditos de dita, fazenda muito meihor
Ditos de flauella azul sende ingU-za ver-
dadeira, e torrados
Calcas de gorgorfto preto, Hcolchoaoo,
sendo faii-nda muitr encornada
Dito* de casemi.a de cores, sendo milito
beo f.itas
Sitas de fianella inglesa verdadeira, e
muito bem fetas
Ditas de brim de Angola, de muleskia e
de bro, pardo a 24, 24500 e
Oeroulas de gr> guillas para bomens,
sendu mmt<> bem fetas a 1"J Colletiubus do greguella muito lm fetoa
Assim cmu um boni sortimento de lencos di
tiaho e de alg.-dao, metas cruas e collarinh-;*, cu
to na Iota aa *ua da Imperatriz n. 3v
sen, etlneast e lalutiaa at SO
rn. o roa do
Na oja da ra da Iinp-ratriz u. 32. vende-t
sai grande sortimento de lustoea branena a btx
ra. o covado, laziobas lavradaa de turla-core
aaenda bonita para vestidos a 60(1 rn. o c.vr.
3 Betinetas lisas muito largas, tendo de todas a?
cen-s, a 500 :s. i covado. pichincha : na loj
do Pervira d Silva.
aiKodaoaitalio franref, paira lenioe.
a MMra.. 13 e laVSOO
Na lija da ra da Imperatriz n. i2, veude-b
superiores alg< palmo* de largura, proprios para lencea de ui
a panno pelo barato prev*o de "HJO rs. e lli(Xi
Jietn. e dito trancado pa a toalhas a lt'HH, a>
aim como superior bramando de quiltro largura
para b-nc^ea, a 130t; o metro, barato na loi-
d Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A 1#. 4*500 a
Na nova loja da ra da lmperatrtc n. 32, t
vende um variado sortimento de vest.jarios pri
jrio* para meninos, sendo de palitosmbo e calc-
aba curta, feilos de bnm parda, a 4J0M), dito
de moiecquim a 4J50C e ditos de gorgoro preu
emitando casemira, a 6/, sao muito barati a ; n>
oja do Pereira di Silva.
Nao am nc|iutnii-M que deflnlilv*-
aaenio nao euirarao no pioilm ba-
lan^o
Admire ai!
onito Eort'mento d'- mariposas e fustoes, cor
firmen, a 240 e 320 rs. o covado !
Nans k l de cores mintoaas a 180, 200 e 320 rs. o
dita]
L'nho eseoceies, novidades ca padioes, a 200 e
240 rs. o dito !
S- rniefas, a= mais finas que tero viudo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretunea ^ranezes a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sarirelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelina de cores, a 160 e 240 rs, listras de se-
da, barato !
L.7iihas niuiiernas, a 440 e 500 rs. o dito !
CacDi-miras, lindos gustos, a 6U0 e 700 rs. o dito !
Kcnda indiana (imitar"), linda fazeuda, a 7u0 rs.
o dit !
ran Ja, d'licados desenh 's. um metro de largura,
a 80.) rs. o dito !
M' rins e cachemiras, pr.tas ade cores, a 900 rs., i
U e I201'o dito!
S'tun BMMn, t idas aa corea, a 800 e lj o dito!
Vi lud'lh i di t. da hs cores, lisog ebjrdadoa, a l
e 1*2U0 .- dit !
asem>r..a iuglezas, de cores, a 1200 c 1 j-100 o
uto !
IH nuis, preto e azul, a 2/509, 3 e 3/500 o
dito!
Oas mira rfiag >nl, a 1/S00 o dito !
Panno DgWa superior, preto e azul, a 2200 e
ii adu !
Pecas de ttguiilo para cassquinhos, a 4500 e
Ai !
dem de superior algodao, a Ai, 20 ids !
dem de n.ad

6, 24 ids !
Para as Eimas. noivas, lindas grioaidas e veos,
por 12 c 15* !
Ricu colimados, todo bordado, coapicto, por
9*!
Limlas guarnivoi'S de crochets, cadeiras e sof, a
8!
Sup rior bramante de algo 900, 1/ c U2lH>u m. ir.. !
Afoalhado bordado a 1400 e 18( 0 o dito !
l'anno- de oifferentes cores para mesa a 600,1*200
e 1*600 o covado|
Cohertas de cr.tones, lindos padioes, a 3*800 e
4*. .
Lences de bramante (cama de casal) a 2* um !
C Ixas fiauc.zas, decores, a 2*, e 6* superiores !
LeiiccB de cores, lindos desenb >t, a 2* a duzia !
Si riiuJas boidadi.s, de bramante, a 16* a dita !
M. las iogleza8, brancas e de cores, a 3*200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*, as melhores
que tem vi lid" !
Sortimento completo de sedinbas de cores, gosde-
naples. filos bordados, crep, mantilhas, capas
de I'., fich-.
ChumadoTemos pessoal habilitado.
Venda* ** n & ' tiia lauque de C axias .
A Revolugo
Ginuin da Cite & G.
Serrara a vapor
Caes do Caplbaribe a. *
N'esia serrara encontrarlo os s. nhores fregu.
es, um giaudu sortimento de pir.h i de resina de
anco a dez metros de comprimen") e de 0,08 a
0,24 de e&quadros Garntese precn mais como-
do do qu' em outra qualquer parte.
Francisco d.ir Sant. a Mecedo.
Doce de cajo' secco
Do primeiro da pre-
s ate safra, tem para
ven ier, im laias de
libras, ra do
Bom Jess n. 55, arnia-
zem.
A' ra Duque le (Jfixias, reaolven vender
08 aeguint-8 artifeos rom b /0 de me-
os do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de gda a 1*500
vad}.
Merinos de cores a 900rs., 1*(X> e 1*200 o co-
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*100, 14600, 1*800 e
**i'00 o cu vado.
Velludilnos lisos e lavradoa a l*000el*200o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Lis com listrinhas a tOO rs. o covado.
Oioadeuupolea pretos a 1*800, 2*000 e 2/500 o
covado.
Krtms damass a 320 rs. o covado.
Zephiros com desenhus modernos a 240 rs. o
covado.
Linhos escosse^es a 240 rs. o covado.
Uaze com bolinkas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zepbiros lisos a 100 ris o covado.
Diti.s listrados a 200 rii o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado. '
Cretones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Baptistas finas a 200 ris o covado.
Nausuc finas com 3 padroes lindos a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 rea o covado.
Setinetas c m descubes lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o covado.
Ditas lavradas a 500 reis o covado.
Das ligas a 400 e 500 ris o covado.
Fustoes de cores a 320 rs. o covado.
Euxovacs para baptisado de 9*000 a 18*000
um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna.
Ditas brancas a 1*800 urna.
C .bertas de ganga a 2*8U) urna.
Lencoes braneos a 1K>K) um.
Lencos de 1*200 a 2*0(0 a duzia.
Toalhas lelpudas a 4*0(0 e 6*(0O a duzia.
Bramante de 3 laigurs a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a i$i )i) a dita.
Dit i d- lir.hu a 2*000 a dita.
Cobertores de la 4*r 00 e 7*000 um.
Fechs de la a 2*010, 3*000, 3*500, 4*000,
e 4*500, 5*000 e 6*500 um. n
Chales finos de 5000 a 94000 um. !
Setius mauo a 800 1 *20i) o covado.
Cortinaooa bord*doa a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Espartilh >s de cnuraoa a 4*000, 5*500, 6*000
e 7*500 um.
Guardanapas de linho a 4000 a duzia.
Madapolea gemma de ovo e pelie de ovo a
6*500 a peca.
Camisa de meia a 800, 1*000, 1*500 e 2*000
urna.
Seroulas de bramante a 1* e 1*400 nma.
Fianella branca a 400 ris o covado.
Casi mira diagonal a 1*8(0 e 2*500 o covado.
Cortea da caaemira a 34000, 5*000 64000 e
7*(0 nm.
Camisas de linho a 30*000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris a co-
vado.
Linn com salpicos a 500 ra. o covado.
Fustoes brancas a 360, 440 500 e 640 ris o
covado.
Panno da costa a 1*400 e 1*600 o covado.
Dito admascado a 1*800 o covado.
Esguio amarello e pardo o 500 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 244000 c par.
Hetirique da Silva Moreira.
DA
COLOIA ISABEL
EXTRACQO SEMANAL
1.a parte da 24.a olera
CORRE
Ouarta-feira, 10 de \ovembro de 1886
latransfwml! Intraasfferml!
PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alein da fianza, por um deposito
no Banco Rural do itio e Janeiro equivalente ao premio grande

0
de cada serie.
BILHETES A' VENDA
NA
Lojaearm'.o
Vende-se urna, propria para qualquer rimo ie
negocio, na ra do Cabu.', que muito se recom-
menda pr ser urca das principis ruar para todos
os neg cios. Garantc-se ao comprador as chaves
da mesma : a tratar na i ua Nova n. 15.
Padaria
Vende se dona t-ylindros americanos, em per-
I f. ito estada e com p juco uso, assim tambem uten-
* I silins de padaria ; a tratar na ra Direita nume-
Vende se
ro 32.
IB estabeleeimento de aolhados, b-'m loca'ido
jr fiear junto a eitacao da ra do Sol ; tratar
ia ra Bella o. 37.
foche ira venda
Vende-se urna eoebeira c..m boo3 carroa de
px-Ciu, b-m localizada e afr-guezadi., p ir preco
muno mdico, em rnzao de b- ii dono nao poder ad-
mioistr*T por ter de fa.er urna \ iagem : o*i pr-
iiites acbaio rom quem tratar ra Duque
de <'axias n. 47.'
P
ROG
PURGATIVO
DE
P0UDRE PRGAT1VE DE ROG
APPROVAgA DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
Nenhum -purgativo ter^ gosto to agradavel nem produ\
effeito mais certo. Numerosas observacbes nos hospitales de Pars
demonstraram t que os seo t eeitos sao constantes.
Com o P DE RO Jr qualquer peesa
pode preparar urna bebida purgativa,
laxante e refrigerante. Conservase e trans-
portase fcilmente.
O P DE ROG nico e authentico
rendido em vidros cm olvidos em papel c/
de laranja tra\ a aisignatura
e o sitete do inventor em frente : &A
l
ORIZA LACT-E. CREME ORIZA ORIZA VELGUT-E
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207. Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS A PERFUMARA ORIZA L.LEGRANO
tlcroto nru miccenao e favor publico :
1* As iHito eursiilaso can ( i 2* A tu |Mlif>i lio fibrir sm. j luvilai do wi iirtnu.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
Na attinqlr ao seo gr.iu de delicadeu e pereifdo.
C| A ajmarencia exterior tiesta* imitaroes sendo ia<.ntica aos Terdn- 4W 1
^^ d4 ,h i'iodurtn Oriza, o'i Ci.iisuiHmu.ores devero se Jmjf |
. *9+ precaver contra este commerclo lict" e considerar emo Ir
a^r*v coiUraiacgo qutlquer producto de qualdade inferior >|Z%
4JJ vendido por casas pouco honradas. n*y
SAVGN ORIZA VELOUTE
nne*a do CaUUoco llhutr do pe 11 c lranquado.
JftMaKUMItM*AMMBlaHWta*^
ADMINlTBAOAO .
PARIZ, 8, Boalsvard Uontmartra, PARIZ
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricadas ern
Viohy coin os Saes tx! Fon tes. Sao
de gosto .igraOiivcl e a certa con-
I Ira a A:it: e as Digrstdes dif/iceiS.
[MES OE VICHT PAR BAHilOS. Um rolo para um wanho, para aa peasoas ijue nao pode Ir a Vlcbr
Ptsra evitar as mttacoes exigir em todo* os producto* a
SkKARCA. X3A. OOMP. XJEJ VIOHY
ta Pmambmeo. m Piduc:. mm n'ho-M am eim i* BARISMCNIT k LABILIX, t,n> i^mm'ra;
SULZER A aiCVC-H m r,. rm cnaio
VAPOR
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
xbo ; a ver no engeoho Timb ass. muito perro
la estacao do ineimo mime ; a tratar na ra da
operador n. 48, 1 andar.
A' Florida7
Ra Duque de Caiias n. IOS
Chama te a attfncjio das Exujas. familias para
oa pr. (os seguintes :
Luvas de seda prcta a 1000 o par.
Cintos a 1J6U0.
Luvas de pellica por 2500.
2 caizas de p~pel e envel..pes 800 rs.
Orampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvaa de sedu er granada a 2, 2500 e 3f
o par.
Suspensorios p. ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 35.
Meias de Escossia para crianza a 240 rs. o par.
Leques d" papel com correte a I A.
ritas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseruio a 1^500 a dueia.
Albuiis de U50, 2i, 3J, at 8*.
Ram< s de flores finas a 14500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 8(X) elfo par.
Pr a-retrat. a 500 rv, U, 1*500 e 2f.
Peines de nikrl a 600 rs., 700 a 8>'0 ra. um.
Kosetas de brilhaute: ehimicus n 200 rs. o par.
Quamicoes de irlem idem a 500 rs.
Anquiubas de IlrV-O, 2f, 2x 0 e 3J upa.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 re.
Bicva de cores com 12 jardaa e 2 1/2 dedos de
largura a 3 a peca.
dem com 4 dedos a 41500 a peca.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ide La Figunue a 5*000.
Bicos de alencoa com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a perja.
dem esireitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Feotes para coe com inscripto.
Para toilel
Sabio de areia a 320 rs. um.
dem phemeado a 500 rs. nm.
dem al.-atr" a 500 rs.
dem de assendoa a 300 rs. ,
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*001.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac coa de oeaa a HX1 rs.
Meias brancas pira enhora a 3 a duiia.
BARBOSA & SA \TOii
WHISKY
'YAL BLEND marca VlAIX'
Kste ezecllente Whisky Esecwssa preteriv
m cognac ou aguarden-e de canna, para tortifie.
corpo.
Vende-s*- a retaiho n..a a. Ihi.res armazeus
oihadoa.
I'ede R oe n emblema s<. registrado* para todo o Brai
KKOVV>'S v i;., tgontM
IVrdiosa venda
Venrle-se, ou troca 8 por apoli es da
divida publica DeMn 'idade o sobrado o.
H' ra d P.nte Velha, com entrada pela
traveasa de Joo Francisco, e na eidaile
i Olmda o sobrado n. 16 ra de S.
Rento mb casas terreas urna a ra do
Am p m n. 14 e a outra ra do Hispo
Coniiiiho, n. 11.
A traur a ra d'Aurora n. 31.
PdIio de Riga
Acab '< chepar p-l.i hriur Atalanta um com
sortimento de piubo de Kiga da melbor qua-
idade e de diversas dimensSis, como sejam :
4 X li
4X9
3 X 12
3X11
3X9
2 X 12
- tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
Jadas.
V.-mi.-m MATHUE- AUSTIN ft C, ra d..
Jotnm icio n. 18, andar, ou no cae* do Apollo
5l,n. por precoa commodos.
RODA DA FORTUNA
30-Ra Lar-ra do Rosario--fi
JBernardino Lopes Alheiro.
EXTRACCAO
DA
PKIMEIE SERIE DA 24a LOTEKi
10 DE NOVEMBRO
SOB O SEGUINTE
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROMCIA
COLONIA ISABEL
DAS PELA LE Pnl
N! i\ iPPfil 0 PELO FXH. SI. WCE PrtESIDENTE 0 PROVINCIA
PR ICIO Dt l DE SETtMBRO OE 1886
4o,ooo b 'heles em vigsimos l$ooo .... 800:000$
Despezas............ 118;8oo$
68ir2oo

2:(
dous algariumos
1 premio de.
i dito de .
i dito de .
i dito de
i dito de .
9 ditos de ,
23 ditos de......
400 ditos de 100$ pra todas as centenas, cojos
forem ignaes ao- dous ltimos do primeiro premio inclusive
1 dito de 1:000$ para a sorte, rujo numero na extraccao for mais alio
1 dito de 1:000 para a sorte. cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para tuda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 pr mi
99 ditos de 100$ idem idem do 3" premio ....
2 apps. de 4:000$ para o Io premio .....
2 ditas de 3:000$ para o 2o dito.....
2 ditas de 2 000$ para o 3" dito .
2 ditas de 1:100$ para o 4o di io.....
2 ditas de 850$ para o 5 dito .
4,000 terminncSes de 24$ para o 1" premio inclusive
4,000 terminacOes de 24$ para o 2" premio inclusive
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quamlo as terminagoes do 1."
240.-000
40:000$
20:000$
10:000$
5:000$
18:000$
23:000$
40:000$
1:000$
1:000$
39:000$
19:800$
9:900$
8:000$
6 000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
681:200$
e2.
premio'
forera
iguaes,'a d'este passar ao algarismo imuiediatamenle superior. De9 pas&a a 0 e de 0ai.
pagos sem descont algam.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quanlia no
Rural do Rio de J neiro.
Os premios sao
Bance
21 deUutubrode 1886.
O TfI":SOUREIRO,
Francisco Goncalves Torres,



%
t





llEGiVI


rio vde PcrnambcoTcrta-feira 9 d NoveinbrO 'le TS6
LITTERATIR
\

CASAMENTO II REVLVER
POR
JULES MARY
-)(*)(-
II
(Continuaco)
Aconteoeu-me a mesis cousadisse
Koaquia com um sorriso fri -olhei para a
minha. Felizmente Mourad nao se dignou
interrogar La Guayne e perguntai-lhe por
conta de que tinha ido se instalar no seu
palacio; La Guayno, para evitar a calceta,
teria sido obrigado a dizer o meu nome,
A partida, portanto, nao est perdida,
mas Mourad lia d rodearse, cada vez
mais, de precaucoes.
O que devemos foser apressar-nos o
precipitar as cousas. Amanti, a esta hora,
preciso que Gabr: Ha esteja em nosso
poder. Comprebende, marquez ?
Perfeitaraente, amanh ser nossa...
Quer dizer sua... Que relaces teui
<_om o pai Bertara1?
Excellentes. Tomamo-nos amigos.
Nao me demorei era fallar-lbe francamente
e disse lhe que o motivo de ter travado co-
nhecimento cora elle era porque amava a
filha.
Achou isso tnuito natural. ..
- O senhor agrada-me, d'sso elle... .
M vez que tem urna fortuna regular
e ama a Gabriella.-. urna vez que pro-
meti levar-me para sus casa e'no sepa-
rar-me della, qu-mdo for sua mulher, p:;is
bem, est tratado !.. nicamente a
i nao depende s de raim...
E de quera n;
E Gabri.Ha? Ella s faz o que en-
tende. Por mais bonito rapaz que seja,
instru io,'rico... se nao lhe agradar...
I olbar para o senhor mais do qu: o
faz s calcadas da ra...
Ao menos, promette ;:poiar a minha
pretenca.?. .
Sim, prometto-lhe.. .
Durante os priraeiros das julguei que
.o encentrara grande resistencia por par
te de Gabriella. Ulhava-mo cora um sorri
so que eu achava muito terso... e pare-
cia-rae que havia nelie mais complacencia
do que oostnme tcataasnqhar a un ro-
cem-ehegado.
Demais, nu^ca eu ia roa u'Allemagno
sem tarar algum presente; sem dizer, mili-
tas vosea, o verdadeiro prego, oom re eio
de caus;.r Bospeitus aquella pobro gente...
ProcuravT, late modo, captar-lhes a
confianca. Estu :s gostos, iu tina-
paes, habito-, ffeic3es...
Effoctuei, na companhia delles e de seas
amigos] alguns passeius aos campos...
Con ih- i jantar, aos d;.lingos...
era Suresnes, ond o bom tempo que tem
feito ultii'i km i) rmittio-uos ir duas ve
zes...
Ch e Sr. Norberto
desconfa que sou icarqu^z...
Bertara am iumetn exquisito: Xam
sempr- que Casesa con que
tomo as pesaoas que lhe freqoentam a casa
como iai aigos qu> lhe qu ro a faaer mal...
Nao linda a loacura das p rseguicoes,
mas ama mana pao muito se lhe appro-
xima.
Pro rio
cssa mania inoffenaival...
Parece quo Bertara, tendo sido oulr'ora
contramestr, pro .uro j tornar-so patrao...
mas que foi abrigada a vender tudo por
causa da eos aberta- por muitos
rivaes que abosaram de sua boa f.
Desde emao EOnservoo urna tristeza
urna timidez que formara o fundo le aei
carcter... E >e consegu to depress
angariar-lhe a araisade, foi porque nao Un
oceultei qu-, se me toro ssc seu genro
consagrara um. parto de minha tortuna
c ninguera
ajudando-o a reconstituir a posico que
peder...
_ Picou profundamente commovido... mas
recusou...
Nao, Sr. Norberto, disse elle... Nao,
nao aceito... O que me offereco prova que
tem um excellente corsean, mas estou de-
masiado velho para recomecar a partida.
Seria preciso ter bom p, boa vista, cane-
ca firme. Eu, estou acabado, gasto,
tarde de mais. J que ama minha filha,
guardo para ella sua fortuna... Ser mais
f -liz com o senhor do que cotnigo ; ter o
bem estar... vivor ao abrigo das necessi-
dades... Que mais posso desojar? Nada.
Era para ella que cu trabalhava... Mas,
minha filha sabe que o senhor ama-a ?
Julgo-o um pouco timido I...
Fallou-lbe j?
Anda nao, Sr. Bertara ..
Esta noite, se quiser, podenv tocar
neste assumpto.
Po8 sim, j que o senhor raesrao
que m'o p.eonselha...
A' noite, estavamos sos, em familia...
Foi Bertara que comecou.
Ligo prraeira palavra Gabriella nter
rompeu o:
Nao v mais longe, meu pai, disse
ella com docura. Acho que ainda rauito
cedo para pensar em casar-me...
Nem por isso deixo de agradec r ao
Sr. Norberto o ter-se lembrado de mim...
Olhava-m o sorrindo ; eonheco ai mu-
Iheres e pareccu me que aqulle sorriso
desmenta um peucoas palavras. Os labio*
diziam: nSo. O sorriso pareca dizer:
sim I... Nao ha mulher qu n3o seja gar-
rida. E pela garridice que a maior parte
dellas se perde... Creei coragem.
Permitta-me acreditar, minha senho-
ra, que esta nao sua ultima palavra e i
que ha de mudar da resolugao.
A p1 ysionomia de Gabriella altprou-se
e foi com voz secca que respondeu:
O senhor faz mal era n3o tomar ao
p da lettra o que acabo de dizer lhe.
Nao quero casar-me !
Bertara disse-me ao ouvido :
Nao a contrari Est hoje nervosa,
Nao conseguir arrancar lhe nem mais urna
palavra. Amachl seremos mais bem su:-
eedidos.
Ento, at araanhS.
Mas no dia s^guinte Bertara disse-me
sacudin !o a emboca :
Mo i i o quo te.oo esta pequea.
Anda co i a oabeca transtornada. Quando
pronuncia o sea nome coraecou a chorar,
a solucar, a gritar :
Nao me casarei! n2o quero casar-
me I...
Qual o meio de convencer urna menina
que, logo s prmeiras p;.lavras, responde
cora urna crise de ervos ?...
E Bertara accrescentou :
Contiii a r izer-lho a iorte... Est
so operando urna grande transformaco no
;Jo de minha filha .. NSo ha dovida
que e precinto!... Nao se descuide...
S ja amavel, nttencioso... Urna vez que
eu tenho t'iato lesejo que o senhor seja
meu gvnro... pdese dizer que ganhou
oaia la metido da partida !. ..
Jorberto d'Argental guardou um momen-
to de sile;.
Morda os L.bios estava cora 03 so-
br'olhos franzidos. 8'U amor proprio re-
v-ltava-so a nao poda perdoar aquella
crianca o tel o repellido.
Rouquim nilo o havia interrompido urna
s vez.
Mas o senhor e Bertara nao fizeram
outra tentativa ?.. .
fiontem, pela ultima vez... mas sem
resultado. ..
Rouquim fez um gesto de pouco caso.
Pouoo importa I disse elle... Lem-
bre-se do que lhe disse... essa. menina
porten"rltie-ha, por bem ou por mal...
e em tres semanas ser sua mulher...
Tucou o tympano.
Louffard. um homem baixo, de rosto mo-
reno, Alguns minutos depois estavam reunidos pidos progresos e j sua joven imagina-
os qtttro miseraveis. I cao trabalhava e era arrastada para o des-
La Guyane era urna especie de colosso, I conhecido, procurando e achando medifi-
FOLHETII
DE
Al EOSA
JJXu
zmm si mim
: :r, -, -
82 2I&3LC
( r. c o : i nua i i- o do n. 2.">ii )
XXVII
No Hotel Dio
Sim, senhor, na sala Saint-Jean, lei-
to nura'ro 9, respond u Cario, eu fui visi-
tal-o.
Obrigado pela nformacao, meus se-
nhores.
Nao ha de que.
Luigi pagou a sua cerveja e sabio por
sua vez.
Tu s muito fino,Os^ar Rigault, mur-
murou elle fastando-se : mas receio muito
que a tua malicia ta custo caro.
Um carro espTava o cumpliec de P-
roli na ra Montrsuil.
Entrou nelle e disse ao cocheiro :
Ra Dauphine.
O carro prtio.
7 Se tiver entrado ha de, seis davida,
ter-se d< itado, pen3ou Luigi, hei de sor-,
prehendel o no seu primeiro somno. Se,'
pelo contrario, ru c'neg.r antes delle,
perarei em algum canto escuro do aposento
oxsl no gibinete em quo vi a cama por fa
zer. Por aqu ou por ali> hei de acabar
com isso boje.
O carro p.rou na entrada da ra Dau-
phine.
Derara onze horas.
Luigi apeou-se a pr.gou ao cocheiro.
Anda cedo, disse elle de si para
si, muito cedo de mais. E' preciso ter pa
ciencia.
de formas atbleticas, pescoco de touro,
hombros birgos. Traza o punho direito
oceulto por dentro do paletot. O rosto es-
tava lvido, e os olhos pequeos, redondos
e pardos scintillavam.
E tua mo? perguntou Rouquin.
Conseguiste ap?gar...?
Impossivel disse ello rangecdo os
dentos.
E apresentou a larga n:2o, onde se lia a
ignobil palavra.
Oh I hei de vingar-me, paciencia !
murmurou elle.
Tu te vingars, est entendido, mais
tarde, disse Rouquin com um olhar que
fez curvar a cabeca ao colosso... Mas,
antes disso, temos outra cousa a azer...
Elle proprio foi fechar as portas e, sen-
tando-se, iisse :
Agora, meus amigos, conversemos se-
riamente. ..
III
E' em fins de Marco que comeca o nosso
romance.
Um joven que representa ter vinte e
deus annos desee a ra Laffite, andando
de vagar c sobr. cando urna pilha de li-
vros.
Est vestido modestamente, mas quasi
com elegancia. O andar firme e desem-
baracado, os ol ios sao pardos e espirituo-
sos, o oli'.ar franco.
A tez alva e os labios finos o verme-
lbos silo sombreados por um lindo bigode
preto, retorcido as pontas. O talhe me
diano quasi delicado.
Este joven, j o vimos urna vez,
aquello a quem G-obriella chamou Valentim.
Vinte annos antes o pai e mi de Va-
lentim tinham suecumbido a urna febre ty-
phoiie, cora quinze das de intervallo um
de outro, o a crianja ia ser levada para a
casa dos expostos, quando Bertara e sua
senhora o recolheram. Crescera no meio
d'aqueila familia, que tornara-se sua o a
quem amava como flho. A mor te de Mido.
Bertara, quo teve lugar alguns d as depos
do nascimento de Gabriella, cm nada alte-
rou 1 situaco da crianca na casa. So-
mente Bertara era pobro e Valentim teve
qu sntrar, muito cedo, como aprendiz em
urna fabrica; sete ou oito annos depois,
Bertara, tendo reunido suas economas, cs-
tabeldceu-se por conta propria ; mas t.ao
pode seno entraver a independencia e o
bem estar, porque, um anno depds, um
accidente terrivd quasi que lhe ia custando
a vida.
Arrebatado pela carrtira d tr.nsmis-
sao de urna machina, Bertara tinha ficado
gravemente f rido na cabeca. Entretanto
sarou, mas conservou, desde aquelle feri
ment, urna fraqueza de espirito, cujas pri
meiras consequencias trouxeram logo a
desordem nos sous negacios.
Obrigado a vender tudo, tornou-so ope-
rario como antes e voltou para a casa de
seu mitigo patrao Leboussu. Estava, po
rui, muito mu 'a 10.
Valentim depoz um, beij timido no res- pai> que tiroa.me Q janto da rabha
Tornara-so um pouco
cacoes as machinas ; e j tambera Le-
houssu colhia, pela applicacSo destas pr-
meiras descoberlas, o fructo de sua benefi-
cencia e bondade.
Semelhante mudanca de situado deve-
ria ter urna repercussSo em casa do Ber-
tara e trazer-lhe um poueo de bem estar ;
mas, com urna obstinagao doentia, o bom
velho tinha constantemente recusado acei-
tar outra cousa que nao foasu sou salario
ou deixar de ser operario.
Fundava sua recusa n'uraa especie de
orgulho exagerado o chimerico, quo s en-
contrava explicajao no faeto de ter elle
algumaa vezes o espirito transtornado.
Agora que nossos leitores sabem quera
Valentim, reatemos o fio do nossa nar-
raco.
Valentim chegara aos bouhvards exte-
riores. Deparou de repente com a carro-
cinha de tama vendedora ambulante, que
apregoava em voz aguda :
Muni-vos de flores, minhas senho-
ras !
Havia na carrocinha urna grande quau-
tidade de ramilhetes do violetas, de lila
zes cor de rosa o braicos, ainda hmidos
de orvalbo e sobre os quaes reflectia-se,
naquelle instante, um raio da sol.
Quer um ramilhete de flores, ra^u
lindo moco I perguntou a vendedora.
Era justamente o que eu procurara,
disse Vid -ntim.
Cinco minutos depois, embaracado com
as flores que comprara, atrapalhado com
os livros, parando a cada passo, quando
senta aquellas ou estes perderera o equi-
librio, assim carregado, com o olhar bri-
lhante, um sorriso nos labios tomou pela
ra d'Allemagne o subiu ao segundo an-
dar de urna pequea casa entre a passa-
gera d'Hautpoul e a ponte do caminho de
ferro.
Parou diante de urna porta no fundo de
uji corredor escuro e bateu levemente.
Entra, Valentim, j te reconheei, gri
taram de dentro.
Valentim abriu com divuliaia a por
ta nao tendo as raaos livres e ficou
parado, de p, attonito com o olhar, ao
tro
acu lo ao chmalo.
- V chamar La Guyane e volte com
!'el
Accendendo um charuto, poz-se a pa-
sehir no caes.
O seu pass^ io (to durou menos do urna
hora.
Afiaal ouvio os diversos relogios da ci-
dade di rem ;s doze pancadas da raeia noi-
te, entrar; lo entilo na ra do Gungaud,
dirigi se casa em que morava Osear.
Achou f ch da a porta da ru .
Dsveria empr.gr as chaves falsas e na
falta destas Jarear mao dasgazuas para for-
9ar a fechad ura ?
Era iue!hcr pux.r a campainha. Tai-
vez o porteiro istivesso meio dormindo e
nao se ler/ibrassa de perguntar o nomo do
loe t rio r-t .r lado que catrava.
Depois do um momento de hestaciio,
Luigi tocou a earopinhi.
A porta abri se logo.
Entrou e empurrou a porta atrs do si,
tendo, porm, o cuida !o de nao fechar de
todo. Seguio pelo corredor escuro como e
ict rior d um forno, encontrou a eecada o
subi sera f zer b*rulho.
Na occasiao cm qu.' ia passar pelo quar
to lio porteiro, o seu > bteu com
violenci i.
Se o luterrogassem, que respondera ?
Desa^so :<>go vSo.
Nao lhe p.-rguntarain nada.
Chegando ao terceiro andar, parou cffe-
gante, com a fronte inundada do suor, e
>u o envido porte de Osear.
No int -rior do aposento reinava profun-
do silencio.
Luigi espin pelo buraco da chave.
Dentro, tudo est.va escuro.
O piemontez entilo toaiou a chave que
tinha expementado poucas horas antes,
introduzio-a s apalpidellas o deu volta
sera enmntrar a menor resistencia.
A porta gyrou nos gonzos.
Elle teve o cuidado de a deixar entre-
aberta, depois, tirando do bolso urna nava-
lha ctala, jue abno, avancou, encostado
pando at segunda porta, quo iava
entrada para o quarto de dormir. Apal
pon-a. Estava meio aberta. Empurrou-a
do vagar o tornou a es utar.
O silencio continuava a ser absoluto.
Luigi eo ouvia ^ psIpitacSes do seu co-
racao c a sua respiracao desigual.
Den um passo para a frente, e tendo na
mao direita a sua navalha ctala, estendeu
o braco esquerdo na direceo da cama. Os
seus dedos apalparan as cobertas e os len-
yes.
Timiio e taciturno, via por toda a parte
inimigos. Sua intelligencia, outr'ora tao
viva, tinha-se por assim dizer, obscurecido.
De volta para casa de Lehoussu, em
companhia do pai adoptivo, Valentim, que
teria eutao un3 quinze annos, logo attraliio
sobre si a attencao do patrao. Lehoussu
j 1 > n r E que hont
descobrio u aquella erianga urna natureza .
superior, urna intelligenta fra do com-
mum, reunidas a urna honestidade a toda
prova.
0 industrial l2o costuruava proceder le-
v: mente.
Depois de haver por muito te rapo e ma-
duramente estudado o carcter do joven
aprendiz, o Sr. Lehoussu foi ter com Ber
tara e disse-lhe que, nao tendo paren tes,
nem familia, filho do acaso e do seu tra-
balho, encarregava-se da educacao e as
iruccao de Valentim.
1 ato do servico militar, por interven-
gao do patrao. Valentim nao interrorapeu
os estudos; ceder natural propensao
que tinha p las sciencias, as raathemticas,
a chimica, a phyaica; tinha feito nellas ra-
inesmo tempo zorabeteiro e carinhoso, de
urna joven loura, de cabellos opulentos,
elegante, nao obstante a pobreza de seu
vestuario.
Tinha ol iraveis de um azul cam-
biante, ora cloro, ora quasi negro, confor-
me r flec'iam urna melancola da alma ou
[> nsamentos ardent' s e tumultosos.
A fronte alabastrina revelava a pureza de
seu coracao, ^ se o canto levantado dos la-
bios frescos e hmidos indicava um pouco
de ironaqual a moga que nao gosta de
gracejar ? o conjunto da physionomia re
flertia urna bondade suave e terna, urna
gran le franqueza e toda a energa de urna
vontade tenaz.
Era Gabri-lli Bertara.
J aabia que haviaa de fazer lonca-
ras, disse ella recebendo as flores, e tu lo
isso porque faco hoje ciezesete annos.
Valen:im, admirado, olhava do todos os
lados.
Como I pois teu pai n3o voltou da
officina ?
Bem sabes que nao costuraa vir an-
tes das sete horas.
ni promotteu que esta-
ra aqu s quatro horas, quando todoc
viessem te abracar. E' estiauho 1
Gabriella nao o ouvio. Estava dispondo
os ramilhetes era vasos sanes sobre o fo-
go. Quando acaboo, voltou para a mesa
de trabalho, ondo est.vara espalhadas em
desordes flores artifieiaes : e todas as es
to da linda menina,
paludo.
Oh como to amo .Quanto deso-
jara que tivesses mais dous ou tres annos
para que tea pai nos casasse.
Paciencia, Valentim, hei de envelhe-
cor, acredita !
- Nao t3o depressa como desejo.
Amo-te tanto I Nao pens senSo em ti.
Gabriella escutava-o de cabeca baixa.
Depositou sobre a mesa as linhas, a seda
o o setim, com que estava trabalhando, e
flcou pensativa.
Escuta dizia Valentim, nao imaginas
quanto estimo encontrarte sosinha. Quan-
do estilo outras peasoas, nao ousamos con-
versar, porque logo rao dirigem gracejos,
sob pretexto do que s demasiado enanca
para amar-mu seriamente... Entilo nos
raesmos fazemos coro com os outros... E
entretanto garanto-te que sinto vontade de
brigar com tolos quo na ra, demorara o'
olhar s bro t.. Olha, ha um, princi-
palmente, que eu detesto... o tal Nor-
berto, quo te pedio em casamento.
Ah I se eu soubosso quo o amas I...
Nos feigSes contratadas, no brilbo dos
olhos, transparoeia-lho urna colera, urna
colera estranha.
Socega, disse ella cora calma, nao o
amo... Meu pai communicou-me sua pro-
post. Re .'us"i...
E nunca o amars 1 E seinpre re-
cusars ?...
Juro-te !
Houve um curto silencio entro ambos.
Sorram so do novo olnando-se agora,
sem eonstrangimonto.
N'cst3 momento, o relogio de marmore
preto bateu cinco horas a meia.
Ouvio-se na escada um passo pesado,
que so aproximava
E' Brtara ? perguntou o joven.
Nao. Nao silo seus passos. Mas por
que te raostras inqueto ?
Elle nao teve tempo de responder.
Um moco de recados entrou, trazendo
nos bracos gran le quantidade de flores.
Mlle. Gabriella Bertara, perguntou
elle...
Sou eu.
Estas flores sao para a senhora. E
p.qui est un cartao de visita. ..
E retirou-se.
Gabriella apodera-se vivamente do car-
tao, percorrea-o com um rpido olhar e
vez uai movimeuta instinctivo para oecul-
tal o de Valentn, que deorucara-se para
lcr...
Li, disso -lie a custo... E' do Nor-
berto. .. Nao o es-onda, intil I !. .
Como vs, por mais que o tenha re-
peludo, nao desanima...
Gabriella, disso Valentn, desviando
os olhos como 33 tivesso neio do quo ia
A cama estava vj.zia.
Hoje da infeliz, murmurou Luigi,
de lentes cerrados. E' preciso esperar
ainda !
A porta quo dava para o patamar nao
poda ficar aberta ; o piemontoz voltou pa-
ra fchala, depois metteu-se no gabinete
escoro que tinha explorado de manh2, dei-
tou-se na cama c trmulo de impaciencia,
de iact-rteza e de febre, esp. rou.
Passou u'iia hora, depois duas o tres.
Deram quatro horas da manhS.
Osear Rigault cao voltava.
Luigi esperou aiada um pouco, mas che-
ge u o momento em quo oomejou a ouvir
os ruidos da ra'.
Elle dormio fra, murmurou o mise-
ra vel com um gesto de colera. A partida
foi adiada, porm nao est perdida. Mas,
preciso que eu seja o primeiro a ver Do-
nato.
Sabio do aposento e desceu, tendo o cu
dado de fechar a porta atrs do si.
A porta da ra ainda estava aberta, nt 1 -
gera tinha entrado depois dille ; dirigi
se ra de Nesles, ebegou ra Dauphi
ne e s cinco e meia da manh entrou nn
casa de saude, com grande admiracao do
porteiro despertado pela sineti.
Voltenos a Osear Rigault.
O ex-aiascate, dessa vez, dorso a vida
irmS.
Voltando do bairro do Montreuil, con-
tente cora o que tinha sabido, foi casa
de Sophia para fazel-a compartir a sua ale-
gra.
Nessa noite, Sophia reuna algum as ami-
gas e alguns amigos.
A' meia noite em ponto deviara ir eeigr
urna mayonaise de (agosta e urna galantine
e tuberas, regadas com vinho de Brdeos
e rinbo de Champagne.
Logo depois da c-ya haviam de jogar-
Oac-ar fez-se de rogado para ti car, por
achar a ^ua roupa in-orreeta e por nao ter
o habito de frequentar o que chamava a
alta sociedade.
Entret -nto, Sophia nao teve grande dif-
fi tildado em resolvel-o.
Ceiou com bom appetito e apontou i
jogo tmidamente, o quo entretanto nao
obstou que ganhasso alguns luizes.
Oa convidados de Sophia e so separa-
ram s vinco horas da manh, e Osear s
voltou s seis horas p^ra o seu aposento,
onde Luigi o tinha esperado tanto tctnpo
para matal o.
pec:e8.
Gabriel era florista.
Valentim sentou-se co seu lado, laacou
um olhar sobre aquellas niaosinhas habis
o delicadas e disso :
E minha recompensa, Gabriella j
te esqueeeste ?
Ella ro-SS e apresentou-lhe graciosa-
mente a face.
Paga-ts, ja que nao gostis, de fiar.
O piemontez, de volta casa de saude
tioha-se atirado na cama, e?perando cora
impaciencia o momento em que podesse
relatar a P..roli o que se tinha passado.
Logo que amanheceu foi ao aposento do
patrao e foi iatroiuzido pelo .-riado ainda
ettremunh;;do.
P..roli, notando a sua pallidez e o seu
rost di sfi-ito interrorrpeu o.
Luigi contiu rpidamente o que os dos-
sos ieitores ja sabem...
Angelo ouvio-o com o suor na fronte.
Quo diz a isso ? perguntou o pe
montez, quando concluio.
Digo quo preciso ver Donato sem
demora, repiicou o ssassino de Jayme
Bernier. Se esse hornera fallar estamos
perdidos. Em v5j procuro comprehejder
porque motivo Os;r Rigault nao voltou
para casa hontera. Se elle avisou a poli
cia, hilo de ir ao Hot<:l Dieu antes de ti !
Ah Rigault, miseravel | Entao por causa
delle tudo ha de desmoronar.
E' intil estar assim prevendo des-
gracas disse Luigi Hei do ir ver Dona-
mas como chegir a fallar-
im-
to esta manhi;
lhe?
Antes da hora regulamentar,
possivel.
. Hei de escrever-lhe.
Sim, poders escrever. Mas pre-
ciso que a tua carta iiio seja compromet-
tedora.
Isso fcil. Elle, recebendo a oarta,
ha de calarse. Hei do annunciar-lho a
minha visita pura logo, pnrquo hoje dia
de visita nos hospital s.
- Ento escreve. Toma um carro e
vai depressa ao Hotel Dieu.
Luigi tornou a subir para o seu quarto
e escreveu algumas palavras em patoispie-
montez e pz esta direccjo :
ests bom carta de nao lhe haver
alguraa accao de garridice, o di-
esperaneja
diz r
dado por alguma accao
reito de conservar urna ultima
Gabriella ficou interdicta.
Havia ao mesmo temoo no seu olhar
urna doloroso expressao de censura e d
orgulho ferido.
Assim, disse ella em voz baixa, nao
tens coufianga em mim ?
Oh I sim, garanto-te! Mas este ho-
rnera rico... E'f bastante moco ainda
para poder seu t"ii marido... o eu sou
cumento em extremo I...
Tens rnzao, preciso que fonverso-
mos. Mas antes disse'espera !. .
Rfisgou em pedacinhos o cartao, onde
estava o nomo do Norberto, abri urna
pequea jnnella, que dava para um pateo
estreito e escuro, e atirou fra as flore
razi las pelo mogo de recados.
Depois, dirigindo-se a Valentim :
Vem s -ntar-te ao mea lado.
Pe,o periSo por tar feito algumas
vezes scenas do cium, Gabriella... E'
mais forte do que a minha vontade.. E's
tudo para mira, coroprehendes?... Por
ventura nao fomos criados juntos ?... eu,
seai pais... tu, pobre, verdade, mas
que ao meaos oonhecesto teu pai e tua
mili...
Nao certo que, devido bondade do
raai moribunda, habituei-mo a considerar-
te como se fosses minha irm ?. .at o dia
em que descobti que to amava de outro
modo?... K so viesses agora, Gabriella,
a amar um outro, v a dor que isso me
cau8aria...
E tu, nao sabes, tao bem com eu,
tudo quanto pens ? J ment alguma vez l
Porque to mettes em cabega que j n3o te
amo?... Podes citar um facto que o
prove ?...
Nao, nao o poderia fazer, responden
Valentim constrangido.
Tivemos algum dia quest5e3 um coa
o outro ?... QuestSes serias, mestro quan-
do eramos enancas ?...
Nao. Gabriella, nun a!
Esse Norberto a qaem aborreces e
eu ainda mais, j me viste fallar cora elle
em s"gredo ou s oceultas?
Nao, Gabriella, nunca I
Mostr mo sequer perturbada quan-
do e le est aqui ?
Nao, nao
Em um? palav tens alguma cen-
sura 3 fazer-me ?
Nenhuma, Gabriella !
Fies, pois, sabenlo, urna vez por
todas, que cu tambera, te amo, tanto quan-
to podes amar-me !
E' isso verdade ? Repeto-o ainda.
Tenho ne essidade de ouvir-te dizel-o. Te-
nho tido tanto modo, nestes ltimos tem-
pos, desdo quo aquella homem frequonta
a tua casa... Afigurou se-rae, n3o se por
que, que nao eras indifferente aos seus
galanWos, o, como vi que tsu pai gosta
delle, julguei que tu lo Cs.va acabadlo...
Dize, ainda urna vez, que nao o amas,
que nunca p rasaste em cssar-te com elle...
Dize-o, Gabriella I. .
Ouve, amigo, disso ella com gravi-
dadee havia osa ruga na sua fronte aLva
se me tz rea utra vez a mesma psr-
gunt 1, que eu considero como U:aa inju-
ria ; se eu notar que conservas a menor
duvida, que emfim d a .'..fias do mim,
pois be-n, jui-o-t-, Valentim, nao obstante
o pezar que isso ha de eausar-rae, que
nunca mais to tornarei a ver.
Valentim dc3viou os olhos e abaixou a
cabeQa. Guardou silencio durante alguns
instantes.
Gabriella observcuo com muis attencao.
Senta o estremecer, agitado por sobresal-
tos Lervoscs. Nao podondo ver-lhe o rosto,
ebrigou-o a voltar-sc bruscamente. O jo-
ven estava muito vermelho e as lagrimas
brilhavam-lhe nos olho3.
Meu Deus, Valontim, o quo que
tens?
E sem esperar pela resposts, passpu-lhe
os bracos roda do pescoco e deu-lhe
muitos beijos.
Desta vez era a irma que o beijava.
Vs tu, disso Valentim. nao sei se ^
poderia acontecer-me maior de3gra(ja do
qu-. s-r esquecido por ti. So teu pai mor-
resse,
Nao pode vl-o.
Por que ?
Porque esta nao a hora das visi-
tas.
Nesse caso nSo insisto, sei o que
um regularaento, mas pejo-lhe que entre-
gue a meu irmo esta carta que lhe annun-
Oa a minha visita logo. Tome-a e fja-
me o favor de aceitar isto como
manto.
Dizendo isto, Luigi metteu cinco fran-
cos na mo do porteiro, que tomou a moe-
da e a carta e respondeu :
Espere um pouco. Vou j levar a
carta o lhe trarei de viva voz a resposta d >
seu iricao.
agradeci-
SR. DONATO
Sala saint JeanLeito n.
r>
Feito ito, sabio da cosa de saude, tomou
um carro e deu orde 1 que o levasso ao
Hotel Dieu.
Quando l chegon eram mais do nove
horas.
Drigio-se ao porteiro e disse-lhe :
-- Chego da minha trra, que o Pie-
te. Ao chegar aoube quo meu irmao
estava aqui ferido. Eu desejava commu-
niear-lhe que estou era Pariz e, so pos-
si el, vl-o.
E dppois de mandar a visita entrar no
seu quarto, desappareceu.
Decorreram alguns minutos, que pare-
cerara horrivelmente compridos a Luigi.
A rii d voltou o porteiro.
Ainda tinha na mao a carta de que ti
nha sido encarrcgsdo, e vinha de cara mui-
to cotuprida.
-- Meu Deas, que ha ? perguntou vi
vamente o arraeiro.
Ha, 8> nhor, que nao pude desempe
nhar a sua commiss3o para seu mano.
Ello sabio do Hotel Dieu ?
Morreu.
Morreu exclamou Luigi. Morreu
meu irmao.
Infelizmente, sim, senhor, s tres ho-
ras da madrugaJa, de urna febre purulen-
ta, resultado dos seus forimentos.
Ah meu pobre irmo... meu po-
bro irmo... nao de via mais ver-te vivo I
nao devia mais abracar te I
- Que quer, meu caro senhor, somos
todos inortacs.
Luigi tinha tornado a tomar a carta que
' o porteiro lhe offereceu.
Fingi profundo pezar o sabio camba-
leando como um homem embriagado.
Interiormente a alrgria o suflbeava.
A morte imprevista do Donato era a sal-
vaco para Proli o para ella I
No momento em quo a porta se fechava
atrs delle e em que ia entrar no carro que
o tinha levado, parou com um eatremeei-
nento.
Dous carros tinham parado na escada
exterior do Hotel Dieu.
Do primeiro apearara-se o Sr. de Ge
vrey, juiz de instruejo, e o chafe da se-
granos.
lie, que e meu :rafeitor, a quem
devo o que hojo sou, eu teria un pzar
iromenso, mas que nao se pod ria ,conopa-
rar com o que me causasia urna infideli-
dode tua. Amo-te h;. tanto tempo Pare-
ce-me quo sempre te araei o quo sempre
fui cumento, ni' sino em enanca !
Consagrei-te tao completamente minha
vida I Pens acaso em outra cousa que
nao sejas tu oa o m;u trabalho? Vivo ao
lado de ti e do3 meus iivros. E tudo.
Eis minha vida.
E sinto me tao feliz por te amar, tao
orgulhoso per s r amado, quo sou muito
desculpavel, se estremece s com idea
de que minha fe-i o e poieria desippa-
reeer !
Amo-te, disso ella coa; urna ternura
infinita. Nao quero que duvides disso. Ju-
ro-te quo pama amarei seuao a ti. E
quero que jures Umbela ter confianca em
mim, aeont que for que to disserem...
Valentim respondeu vivamente :
Juro to. .. Mas como rae dizes is
... Receias alguma cousa ?...
(Continua)
Do outro, Osear Rigault e dous agen-
tes.
Luigi sorrio com ar de triurapho.
Osear que passava por elle, olhou-o ma-
chinalmente, e perguntou a si mesma:
Onde jiabo eu vi essa cara '<
Procurava.
De repente, lembrou-se, na Reuniao dos
vidraceiros, tuurmurou elle, volando a ca-
b^ga para certificar-se.
Mas Luigi nao estava mais l.
Os magistrados, depois d3 darem-se a
conhecer ao porteiro, entraram no p;;leo do
hospicio o dirigiram-so ao cscriptorio das
informay5e8.
O juiz de instraccio ao nico emprega-
do presente.
Os senbores tm aqui, dise elle, um
piemontez 'hamado Donato ?
O empregado olhou para urna folha vo-
lante que estara a seu lado e que tinha in-
nicacoes e algansmos.
Depois de a consultar, re?pondeu :
< Denato... Piemontez... fractura
do quadril esquerdo... Sala Saint Jean--
leito n. 9. Uoin effeito tivemos.
Sabio our.ido ou foi removido para
outra parte ?
Falleeeu esta noite de urna febrs pu-
rulenta. Acab ra de trazer-mc a folha de
bito. Aqui est.
Morreu exclamaram os
dos.
Morreu I repetio Rigault, b*tendo o
p com colera. Tudo se conspira contra
nos At a morte I
E' preciso tomar a morada desse bo-
men> e ir dar bua?a em casa deilo, cisse o
Sr. de Gevrey ao chele de seguranza, quo
eacrevia na cf-rteira a morada indicada na
folha.
' O juiz de instruejao jontinuou :
Esse Donato tinha alguns prpeis
aqui ?
Nenhum absolutamente, refpondeu o
e:: pregado, abrindo urna gaveta e mos-
trando diversos objeatos. Eis aqui tudo
quanto foi depositado : um diamante de
vidraceiro, urna bolsa contendo vinte e se-
to francos e urna caixa do phosphoros de
cobre inkelado.
Bom. Essa morte improvista suspen-
de o nosso inquerito desde o cornejo. Agra-
deco as suns informacoss.
(Co.dinuar se-ha.)
Typ. do Diario rus Duque de Gaiias a. 4i.
msgistra-

!
K


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