Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17687


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Full Text
AH'C LU lOlfi.U 255
I

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!*%. A tlFIYAL a. L(aitX*i OMtlS -VmO HE .%..% POKTE
For tres mezis aaiantado ... 6<}000
Por suis ditos dem. 120000
Par un anno dea...... 244000
'Jada numero avulso, do mesmo da. 0100
SABBADO 8 flfi NOVEMiO OH 1886 (
PARA IMMKO E I OH A OA PHUILU'U
Por seis mezea adiantados.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada- numero avulso, de dias anteriores.
13,J500
200000
270006
01 JO
|)r0priel>a>e tst Jttaiwel Jiguctra fce Jara -ftlljos
O* Srs. Ameder Princo fft C
Je Pars, sio es nassos agontci
exclusivos de aanannioi e pu-
Me >ees da Franca e Ingla-
terra.
Os Nrs. Uaiilnirne II-marean*.
de Newl'rk. Bread Way n.
S9(>. silo os nossos agentes ex-
clusivos de annn-cius nos Es-
iados-l'nidos.
Aviso
Aos Srs. subscriptores deso Diario avi-
sa a respectiva direccilo que, do 1. de
Janeiro prximo era diante, far-se ha a ar
recadad-Jo das assigoaturas pela forma se-
guinte :
N* cidade do R-cife e lugares para onde
nao se paga porte. 6$000 por trimestre,
adiantado ou durante o 1. inez do ir e sino
trimestre, 6500 uos 2. e 3. mezas.
No lia do trimestre ser -suspensa a re-
dessa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Foia da cidade, n03 lug se fazem as remessas pelocorreio, 13-J500
por semestre, pago as mesmas condicSes
cima.
Aos qun quizeretn pager o anuo allan-
tado, faz-se-ha o abite de 1 >000, para ta
dos os assignantes.
TELEGRAMMAS
:::.:::: da liznil batas
(Especial para o Diario)
ROMA, 4 de Novemfero.
Ippnrprou o cholera -niorbni em
Imo e em 4-i-novn.
Agencia Ilavas, filial em Fernambuco,
5 de Novembro de 1886.
IHSTRCCAO POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
(Extrahido)
04 BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
INTRODUGTO
LaiHTKS da Histoeia Antiga----StM DIVISoTem-
T06POK-.I3TOBIC03O iKOKEH PHE-UISTOBICO
Idadf. de peora Idade i>e bronzeUacas ais-
TOR1CA9 0C PRIMITIVASO? rOVOS DA AUTIGOlDADE.
Conforme o que disseraps na tratadioho de His-
toria Universal (vol. XL^i da Billiothecado Pooo
e das Escola) comee* ':Historia Antiga desde as
maia remetas eponhaa de que puaaa havur-ae co-
nhecimento e prolouga se at ao sculo V da era
christit.
N'elli se conprebende a epocha da phase bri-
lhante dos povos orientaes, a qual mais tarde es-
oaorec.-u parante a ou, reuiacia que vierarn a adqui-
rir aa civilisaco s claasicasprimeiro a grega e
depois a rnimiuina Europa, comparativamente
com os po Jarosos e vastos imperios da Asia e do
norte da frica. O lougo periodo da Historia An-
tiga fecha coa o desm rouameato do imperio ro-
mauo.
A Antiaa Historia pode dividir-se etu tres pe-
riodos, ca la um din quaes se divide por sua vez
en epochaa principa-.
Oj tres penod* sao : > dos lempos primitivo* :
o dos lempKf. mythologicos ; e o dos tempos Ai 'o
ticos f
O primeiro periodo comprebenda duas epodhas
principaes : a da orig'm do hornera ; e a do dilu -
lio e da dispersxo dos horneas, segundo a tradicad
bblica.
No segn io periolo notam se tres epochasprin-
cipaes que sao : a dos tempos idolatras, carete-
risada pela funda gao dos imperios da China, da
Asia, do Egypto, e da Grecia, e pela tendencia
que os povos tiotiam a elevar categora de denses
o* seu pntneiros soberanos ;a dos tempos heroi-
cos, em que appareceram grandes conquistadores,
fundadores, de cidodeg, e outros Domee notaveis,
pSJ os poves, entilo j mais adiantados, se limita-
ran] a considerar na cafegoria de hroes ou semi-
deoses; a dos 'empos poticos ou epocha em que
o* prophetas e os poetas ezerceram una accao et-
ncaz sobre o progresno da civiliaag, e derain a
forma potica s tradices e legis'cao.
No periodo dos lempos histricos (quelle de que
poasuimos nocoes m >is seguras e mais p jsitivas)
sao seis as epochas principies, a saber-:a epocha
irqielal'va, em que sobresahem quatro personagens
mais nota veis : Lycurgo,|Numa,Slon eCoufucio ;
__a epocha da grande gloria da Grecia, na qual
cata iii.<,aj teve a supremaca da civilisacSo na
Europa, eutai comecada a aproveitar pela xpan-
b&o progressiva do Oriente ;a das conquistas dos
iiii......, que s i substituiram a js gregos na domi-
nacao e na influencia, e alargaram consideravel-
ente a colonisago at ao occidente da Europa ;
a das disfnfe intestinas da repblica romana ;
a do grande explcndor do imperio romano ; a
da decadencia do mermo imperio, euj > desmorona
Moto po- t-ruio a Historia Antiga, e ab/e com a
mvasao dos Barbaros do norte o periodo da His-
toria da r". la je Media.
Berna anda bastante incerteza na sciencia da
niatoria acere* da verdadeira epocha do appare-
disento do homein sobre a superficie da trra. Por
omito tempo toi geralmeute acceito que, se tal epo-
eha nao era ezaciamente contempornea das mais
antigs civilisvcoes orientaes de que temos noticia
pelo ineiMJo nao era anterior ao actual periodo geo
lagieo, que o b.-oieui smento havia apparecido
peta priin.ira vea u'um periodo relativament- re
eejkte e ja contemporain o da (auna e da flora
actuare, crea du iug:>r em que as tradices de dif
fraates povos fazem demorar o berco da especie
huataoa.
(Contina)
rARTE lail
7
averno da Provincia
PBDIESTE DO DA 21 DBOUTOBK DE 181
viv .
O vicf presi lent. da provincia attendendo ao
BZrBDIBITE DO DA 21 DBOUTUBEO DE 1486
Aetos
que representou o inspector do Arsenal de Man-
nha em officio n. 537 de 19 do corrente e em vista
da nformacao n. 745 do h je datado da Thesou
raria de Fasenda resolve nos termos do art 5 I 1
do decreto n. L'884 do 1." de Fevereiro do 18t2
abrir sob sua responsabilidade um crdito snpple-
mentar s diversas verbas di foic/i naval de exer-
cicio do 1886 a 1887 na importancia de........
16:4534471 afim de occorr-r ao pagamento do pes-
soal do cruzador Almirante Barroso relativo ao
de Setembro findo.Uommunicou-sc ao inspector
do Arsenal d- Mari iba.Remmcttea-se copia ao
inspector da Th^souraria de Fasenda.
O vire presidente da provincia resol ve nomear
Antonio Rotilio de Figuer io Lima para exercer o
cargo ds amanuense da reparticSo das obre.s pu-
blicas vago pelo fallccimcnto de Antonio da Costa
e Silva Maduro.Communicou-se ao engenbein
ebefe da reparticaodas obras publicas e ao inspector
do Thesouro Provincial.
O vioe presidente da provincia de conforma-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica em
offic n. 1,024, de 19 do correte inez, resslve ex
t'.nguir o districto de subdelegada de Co'onia do
termo de Flores, ficando annexo o territorio que o
constitua ao districto de Carnahyba. Communi-
cou-se ao Dr. chete de polica.
0 vice presidente da provincia, de eonformi-
dade com a proposta do Dr. chefe de ptlieia em
offieio n. 1,012, de 16 do earrente resolve, por con-
veniencia do servico publico, desmembrara proprie-
Uade denominada Macaco do 3." districto de Sao
Lonrenco da Matta, a qual dora em diante far
prtedo3.' districto do Poco da Panella.Com-
munieou-seao Dr. chefe de polica.
O vice presidente da provincia, atteu leudo ao
que requereo o subdito allemo Caries Antonio
von des Lindeu, residente nesta provinca, resolve
da accordo com o disposto no decrete n. 1500 de 12
de Julho de 1971 c usando da autorisacuo cinf -
rida pela lei n. 3150 de 80 de utubro de 1882,
naturalizar o referido subdito allemao Carlos
Antonio von des Lindeu, afim de rnv possa gosar
du tod a os direitos, honras e prrroguti as que pela
conalituicao competcsp aos ciiadaoi brasileiros
naturalisados.
OOeios:
Ao conselhero marechal do exercito, Vis-
conde de Qavea ajudande general.Rogo a V.
Exc. que se digne providenciar pira queseja sub-
tituidas pelos de n. 2,047 as 3 inclusas ordens do
dia da reparticao a cargo de V. Fie, sob n. 2,037
os quaa foram por engao enviados juntamente
com dois exemplares d'aquelles.
Ao conselbeiro presidente, do Tribunal da
Relacao.Traosmitto a V. Exc. onze exemplares
da coileeco do leis e decisoes do governo do anno
fiado.
- Ao mesmo.Accuso recebido o offieio n.
,631, de 19 do corrento no qual V Exc. me par-
ticipou ter o Desembargador Conselhero Joo
Antonio de Artujo Preitas Henridues reassumido
o exercicio de seu cargo a 13 do mesmo mez.
Ao inspector da saude do Porto.Em addia-
mento ao mea officio de 18 do corren te transmiti
a V. S. copia do aviso u. 4,3fl do Exm Sr. minis
tro e secretario do Estado dos negocios do imperi >,
declarando infeccionado de cholera morbus o porto
Cagleari e suspeitos os domis porto da Iha de
Sardenha.
Ao ispector da Tbesouraria de Fazenda.
Communico a V. 8, jara os fas convenientes, que
o juiz municipal do termo d Bonito bacharel Ju
li&o Tenorio de Albuquerqu* a 14 do correte mas
assumio o exercicio interino do cargo de juiz de
direito da comarca damesmadenominaco por ter
o respectivo proprietario bacharel Joaquim Mo
reir Lima entrado no goso de 30 dias de licenca
concedida pelo presidente do Tribunal da Relacao
do districto.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os
f.is convenientes, que o desembargador da Relacao
do Recate conselhero .load Antonio de Araujo
Freitas H-nriques reassunio o exercicio de seu
cargo a 13 do correte mes.
Ao mesmo. Declaro a V. 8. para os devidos
fins, que segundo avisj do Ministerio da Agricul-
tura, Commercio e Obras Publicas, sob n. 20, de
12 do correte, foi indeferido o r-qii-riuvnto em
que Pompeu de Carvalho Soares Brandad, presi-
dent. da Cmara Municipal de Gamelleira, recor-
reu da multa de 504 que por esta presidencia Ihe
foi imposta, por nao ter convocado a junta classi-
ficadora de escravos para o da 14 de Junho ul
timo.
Ao mesmo Devolveado a V. S. os docu-
mentos a que se refere o sea offic.o de 21 de Se-
tembro ultimo, sob n. 667, e teudo ouvido o juiz
municipal e de orphios do termo da Escada, cuja
informaco por copia envi, declaro Ib-, vista
io que Consta do officio do respectivo collector ge
ra' de 4 do dit > mez. que teudo sido o pecolio de
Kcsalina recolhido por sua filha Prxedes Rosali-
iih, afim de proinover-se acerca da liberdade a fa-
vor daquella, eujo resultado foi f favoravel, nen-
huui inconveniente resulta da entrega do dito pe-
culio a quem de direito, como requisitou aquelle
juiz, e satisfazer o collector, no interesase de pro-
mover a liberdade por oatro mcio, tanto mais quan-
to a libertacao pelo fundo de eouudpaco a po-
da ter lugar, alm do peculio, mediante outras
condicoes de preferencia, que faltaran a Rosaliaa,
a -vista da classe a qne pertence.
Beinais, a seuhora de Kisaiina.transfer o, ha
mais de 3 aanos, sua residencia para o municipio
de Gamelleira, onde aquella poder reqaerer o seu
direito.
Finalmente, declaro a V. S. que compre provi-
denciar-se sobre a entrega dos juios du dito poci-
lio, na forma do aviso do Ministerio da Agricultu
ra, Commercio e Obras Publicas, de 9 de Uutubro
de 1873 e 24 de Julho de 1874 Remetteu-se co-
pa ao respectivo juiz municipal.
Aojuiz de direito da comarca de Iguarass.
Sciente do assumpto do officio de 18 do curran-
te mea, rei'sramendo a Voic. que mforme se ja as-
sumio o ezercicio e na affirmativu, em que data, o
cidado Jos Ribeiro Cavalcante de Albuqnerque,
uomeado por V'uic. p;.ra exercer o cargo de pro-
motor publico interino dessa comarca.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo da
Escada. Tendo concedido, por despachos de boje
datado, 3 m-zes de licenca ao escrivad de orpba >s
desse termo, Joo Carlos.Cavalcaute de Albuquer-
qivj, recommendo a Vmc. que me informe e da ac-
cummulacio daquelle officio com o dos de qual-
quer dos substitutos legtimos, resulta desvanta-
gem para o ser vico publico.
A' commissio encarregada de agenciar pro-
ductos para a Kxposicad Sul Americana, em Ber-
ln. De posse do officio de 25 de Setembro ulti
mo, no qual Vv. 8s. informam qne obtiveram dos
ci'dados, que enviaram materias primarias e pro-
ductos para a Exposicao Sul-Americana, em Ber-
ln, a cessad desses objectes em favor da Socieda-
de do Estudos Brazileiros, fundada em Pariz, fol-
go em dirigir-me a Vv. Ss., solicitando que lhes
agradeca, em nome dessa presidencia, esse acto
de benevolencia.
A' iunta classificadora de <" cio de Panellas. Ao officio de Vates, de 19 do cor-
rente, boje recebido, respondo : quaoto 1" parte,
que nenbuma disposic> prohibe ao escravo casa-
do com saxegenaria, libertada pela lei n. 3,270 de
28 de Setembro do anno passado, ser incluido na
classificaco para a alforria pelo fundo de eman-
eipac'', conforme esta presidencia declaran jun-
ta classiieadora de escravos do municipio de Se-
rinbaem em 25 de Agosto ultimo, e foi approvado
pelo aviso do Ministerio da Agricultura, Commer-
cio e Obras Publicas de 39 de Setembro.
(uanto 2', tenho a dizer-lhes que, nao tendo
o edificio da Cmara Municipal, ende fuucciona
actualmente o Tribunal do Jury, outro compart-
monto, onde trab ilhe essa junta, dev-in Vmc.
reunirse uo consistorio da igrJ4 Matriz, ou onde
melho- convicr, visio ue nao podom Vmas. adiar
os trabalhos.
Poi taria:
Respondo ao offi-o de 16 do corrente mez,
recommendando Cmara Municipal de Quipap
que designe dia B chame concurrentes para a no
va arrematacao de mpostos desse municipio, &
qual d vera o preceder editaes, affixados nos'luga-
res mais pblicos, com antecedencia de 15 das.
Aproveito a occaiio para declarar me3Ria
cmara que os impjstos deveao s;r arrematados
cada um de per si, mencionando-se nos roapocti-
vos termos a sua taxa e a lei que as houver de
cretado ; c bem assim que, se os arrematantes nao
fizerem deposito de qdantias pecuniarias ou de
ttulos de divida publica para garanta de seus
debito.-, de .. exigir que essa garanta se effec
tuo por meio de hypotheca legalmente constitui-
da pelos mesmos arrematantes ou seus fiadores.
Entretanto, se a cmara julgar maia convenien-
te poder a arree idaea > dos impostas ser feto
adminitrativameote, de conformidade com a au
ttrisacao concedida pelo art. 52 da lei n. 1790, de
27 de Julho de 1883.
A* cmara municipal da PedraDevol"o
cmara municipal da Pedra de Buique o bataneo
annexo ao seu officio de 13 do correute m1 z, afim
de ser organisado de accordo com o modelo t Ilu-
dido pelo art. 99 da lei n. 1,221, dj 21 de Julho
de 1878.
EXPEDIENTE DO ECRETABIO
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. vicepresidente da provincia manda
remetter a V. S. para oj fins c nvenient.s a in-
clusa ordem do Thesouro Nacional, do 11 do cor
rente, sob n. 221.
Por esta secretaria se cotnmuaica ao Sr .
Pompeu de Carvalbo Soares Brindad que, segun-
do aviso do Exm. Sr. Ministro dos Negocios da
Agricultura, Commercio e Obras Publicas, eob n.
20, de 12 do corrate, foi indeferido o requerimen
to em que recorreu para o governo imperial da
multa de 504, que por esta presidencia lhe foi
imposta por nao ter na qualidade de presidente
da cmara municipal do Gamelleira convocado a
junta classificadora de escravos para o dia 14 de
Junho ultimo.
Ao primotor publico de Cabrob. De or-
dem do Exm. Sr. vice presidente da provincia,
transmiti a V. S. para os fim convenientes a
copia inclusa da informacad n. 738, de 18 do cor-
rete mez, prestada pela Thcsouraria de Fazenda
cobre o assumpto oo seu officio do 1 de Julho ul-
timo, que assim fica respondido.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha.De ordem doEinr. Sr. vice-presidente da
provincia, transmiti a V. S. para os fins conve-
nientes copia do aviso do Ministerio dos Negocies
da J ustica de 12 do crreme mez, dando soluco
ao assumpto do requerimento do sentenciado Ben-
to Ben^uella, a quem allude o officio dessa direc
tona n. 189, de 12 de Julho ultimo.
BXPBDIKKTE DO DI\ 22 DE 0CTUBB0 DE 1886
Actos:
O vice-presiJente da provincia, attendendo
ao que requeren Honorio da Costa Monteiro, pro-
tessor da cadeira de enino primario da Estrada
Nova de Goyauna, e tendo em vista a informa
cSo n. 329 de 5 do correte, do inspector geral da
liistruccao Publica e atteatado medico exhibido,
resolve conceder ao peticionario 30 dias de tieen-
?a, cora ordenado, para tratar de sua saude ende
lhe convier.
O vice-presidente da provincia attendendo
ao que requeren Joio Pitta Vires, guarda fiscal
do municipio do Recife, e teudo em vista o pare-
cer da junta medica provincial, resolve, usando
da autorisaco concedida pelo art. 74 da le n
1882 de 10 de Setembro findo, aposentar o peti-
cianario com penso annual de 3874650 corres-
pondente ao tempo de servico publico effectivo.
Communicou-se respectiva Cmara Municipal
do Recife.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o tabllalo do termo de Qara-
nbuus, Manoel Toomaz de Villa Nova, resolve
prorogar por tres mezes a licenca ltimamente
concedida ao peticionario para tractar de sua sau-
de.
Officios :
Ao presidento da provincia das Alagoas.
Tenho a honra de tranamittir a V. Exc. a quantia
incluta de 10011)09, importancia do saqu i que en-
vi.ra ser pago pelo banco inglez em Per-
nambucu. Apreseoto a V. Exc os meus protestos
de estima e canrideracito.
Ao Dr. cheto de polica. Conforme deter-
mina o Ministerio da Marmha, em aviso circular
deQ do crreme, airva-se V. S. de recommendar
i autoridades polciaes da provincia que sujeitem
a previo exame de sanidade os menores que tive-
rem de ser remettidos para a ecola de apreudi-
zes marinh -iros.
Ao mesmo.Declaro a V. S. para os devi-
dos -ffeitos e em solucao ao seu officio n. 886, de
10 de Setembro findo, que fica approvado o con-
trato de locacao da casa, perteneente a Isabel
Cavalcante de Albuquerque, para servir de quar-
'el ao destacamento do povoado Vertentes, me-
diante opreco de 8 mensaes. Communicou-se
ao Inspector do Thesouro Provincial.
Ao juiz de direito e de orpbaos da comarca
do Recite De conformidade com o aviso circu-
lar do Ministerio da Mariaba, de 9 do correute,
recommendo a V. Hi que sujeite a previo exame
de sanidade os menores que tiverem de ser re-
mettid '3 para a escola de aprendises marinheiros.
Mutatis mutandis ao juiz de direito de Olin-
da, Iguxrase e Jaboato.
Mulalis mutandis a todos os juizes munici-
paes e de orphaos das c< marcas da provincia
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Declaro a V. S., para os fins convenientes, que
de conformidade com o aviso da Ministerio da
Gutrra, de 11 do e irrente, autorisei o director do
Arsenal de Guerra a mandar fornecer a compa-
nhia de iuiautaria da provincia de Alagoas o far-
damento constante das duas inclusas notas por
copia, de 23 de Setembro findo, organisadas na
reparticio do qnurtel inestre general.
~ Ao mesmo. O Ministerio da Marinha, em
aviso circular de 9 do correte, declaro que as
despezas com o transporte, por agua, de menores
destinados escola de aprendizes marinheiros de-
ve correr por conta daquelle ministerio. O que
communico a V. S. para seu conhecimento e fius
convenientes.
Ao aesmo. 0 Ministerio da Marinha, em
aviso <*e 12 do correte, declara ter expedido or-
den, afim de ser desligado da escola de aprendi-
zes marinheiros o menor Joo Jos da Silva, co-
mo requer seu pai, que indemnisar o Estado de
todas as despezas feitas com o dito menor. 0 yie
communico a V. S. para os a, convenientes.
Ao mesmo Para os fins convenientes, com-
munico a V. 8. que o Dr. Pedro de Athayde Lo-
bo Moscoco rcassumio hontem o exercicio do cargo
de inspector da saude do porto.
Ao m 3oioDeclaro a V. S. para os fina con
veuientes que, de conformidade com o aviso do
Ministerioda Guerra de 11 do correte, autorisei
o director do Arsenal de Guerra a mandar forne-
cer a guarda cvica desta provincia o armamento
a Mim e mais artigos constantes das duas inclu-
sas notas, por copia, de 24 de Setembro findo, sr-
ganisados na repartic) doquartel-ineatregeuera ,
devendo aquelle ministerio ser indemoisado da
importancia de tal fornecimento, a vista da conta
que for apreseutada pelo mesmo arsenal ao The-
souro Provincial.
Ao mesmoCommunico a V. S para os fins
convenientes, que o jais municipal dos termos reu-
nidos de Cimbres e Alagoa de Baixo bacharel
Francisco Caraciolo oe Freitas a 16 do correte
mez interrompeo o exercicio de seu cargo por mo-
tivo de molestia.
Ao director do Arsenal de Guerra.Manda
Vmc. fornecer a companhia de inlantaria da pro-
vincia das Alagoas, conformo determina o Minis-
terio da Guerra, em aviso de 11 do corrente, o
fardare uto constante das dnas inclusas notas de
23 de Setembro findo, organisadas na repartidlo
de quartel-mestre general.
Ao mesmo. De conformidade com o aviso
do Ministerio da Guerra, de 11 do corrente, man-
de Vmc. fornecer a guarda civiea deata provincia
o armamento a Mini e mais artigos constantes
da duas inclusas notas de 24 do Setembro findo,
organisadas na reparticio de quartel-mestre ge-
neral, d 'Vendo esse arsenal apresmtar a conta ao
Thesouro Provincial ufim de ser aquelle minist
rio inJemiiisado da importancia de tal forneci-
mento.C'immunicou-ae ao inspector do Thesouro
Provincial.
Ao 2- promotor publico da capitalTrans-
muto a Vmc. as inclusas copias dos cilicios do
juiz substituto do 5- districto criminal e do Dr.
chefe de polica, relativos a requisicao dos livroa
que serriram ltimamente na ekicio procedida
na Ia secci i da parochia de Nossa Senhora da
Saude do Poco da Panella ebem assim copias dos
ile-fa presidencia expedidos ao presidente da C-
mara Municipal do Recife e ao 1' juiz de paz da-
quella freguezia, aos quaes vo anneros os que
me dirigiram em resposta, afim de que proceda na
forma da lei contra quem de direito.
Aos membros da commissao da estude da mo-
lestia da cana.Declaro a Vmc. em resposta ao
seu officio de 9 de Setembro ultimo, que peds fun-
damentos constantes da iuf irmacao ]unta, por co-
pia, ministrada em 4.do corrente. pelo inspector
do Th'-souro Provincial, nao pie ter luga' a en-
trega pedida de dinhero pa a a conservaca > e
custeio do laboratorio chimico e histolgico a car-
go dessa commissao.
Portaras:
O Sr. agente da Companhia Brazileira, faca
transportar a corte, por conta do Ministerio da
Marinha, no vapor Pura, esperado do norte, o vo-
luntario para o servico da armada Maooal Fran-
cisco, conforme solicita o inspector do Arsenal de
Marmha em officio n. 543, de boje datado.Com-
municou-se ao respectivo inspector do Arsenal de
Marinha.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana,
mande conceder passagem a proa at S. Salva-
dor a Silvana Josepba Mara da Cooceicao, por
conta das gratuitas a que o goverao tem di-
reito.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do Exm.
Sr. vice-presidente da provincia, communico a V.
S. que autorisou se o director do Arsenal de
Guerra a mandar satisfazer os dous p-didos que
vierarn annexos ao seu officio n. 779, de 12 de
Agosto ultimo.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. vice-presidente d provincia manda
devolver a V. S-, devidamente assignados, os 15
ttulos de teirenos de marinha deque trata osen
officio de honti m, n. 746.
Ao commandante do corpo de polica.De
ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia csoimunico a V 8. que nesta data solicitou-se
do Ministerio da Guerra o form cimento, com ar-
mamento recolhidw aos respectivo depositas, dos
versos artigos constantes da relacao annexaa*
seu officio n. 891 de 14 do corrente mes.
Ao Dr juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Nazareih.De ordem de S. Exc. oSr. vice-
presidente da provincia accuso recebido o officio
de 14 do corrente com o qual V. 8. satisfes a re-
quisicao constante do que Ibe dirigi no dia 1 do
referido mez.
Em eoluco e para os devidos efieitos declaro-
Ibe qne nao pode ser reproduzido aa imprensa
desta capital a copia do edital annexa ao seu offi
co de 15 de Setembro findo, pondo em concurso a
serventa vitalicia dos lugares de escrivo de or
phili s, ausentes e crimes por distnbuicao, parque
no referido edital nao est consignada a verda-
deira dispcsicSo legal que creouos iludidos luga
n s, conforme exige o art. 155 do decreto n. 9,420,
de 28 de Abril de 1885.
No edital citou V. S. como disposicao creadora
dos lugares postos em concurso o decreto de 30 de
Janeiro de 1834, quando eerto que este decreto
determina que em todas as villas crea -as em exe
cucan do cdigo do processo criminal hajam dous
ubrllies do publico judicial e utas, servindo o
1 oe escrivad du urpbos, residuos e capellas e o
2* de escrivad das exeeucoes cives e crimes.
Conven), portanto, que, verificada a existencia
legal dos lugares de que se trata, V. 8- affixe novo
edital observando a disposicilo do citado art. 155
do decreto n. 9,420.
Ao juiz municipal e de orpbads do termo da
Gloria de Guita.De ordem de y. Exc o Sr. vice
presidente da provincia remetto a V S., em aatis-
taceo do pedido constante do seu officio de 18 do
coi rente, urna coileeco impresa das lea provin-
ciaes do anno passado, na qual se acha a de n.
1,860, do orcamento do exercicio de 1881886
pr rogado no de 18861887, que consigna o sello
de berancas e legados.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
NOVEMBBO DE 1886
Avelino GoBsalve8 de Olveira. Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
Bento de Freitas GuimarSes. ~Sim, a
contar do prximo futuro semestre em
diante.
Capitio Capitulino Cesar Loureiro.
Como requer.
Francolina Sabina do Monte. Na fr
ma requerida.
Joao da Silveira Tavora.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Jos da Vera-Crua Campos. Informe o
Sr. inspector geral "a instuccao publica.
Bacharel Luiz Rodrigues Villares.
Sim, a contar do semestre prximo futuro
em diaute.
Marianna da Silva Jess. Informe o
Sr. inspector ger 1 da- mstruc^o publica.
Severino de Andrade e outro. Sim, de
conformidade cus u edital desta data, sem
ooua p..ra a provincia.
Secretaria da Presidencia di) Pernam-
buco, em 5 do N >veinbro 1886.
O juuVnte do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
Repartivo da Polica
Seceso 2*- N 100. -Secretaria da Po
lieia de Peroaiubuco, 5 de Novembro d.
1886.- Illiii. e-Em. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram h ntem repulimos Casa
de D teou&o, os seguiutes individuos :
A' ordem do subdelegado de Sauto Antonio,
Liiz de Franca do Nascimeuto, Jos Jusiiuiano
de Lima, Albino Victoriauo dos Santos e Tascian
Teixeira de Me lo, por disturbios.
Cummuuieou-mc o subdelegado de Santo An-
tonio, que oo da 2 do correute mez, pelas 8 horas
da noite, fora eocontrada na escada de um sobrado
a ra de Lomaa Valentinas, urna enanca de cor
branca r cemnuscida envolvida em um vestido ve
loo, a qual fui eouduaida para a casa n. 2 ra*
do Conselhero Piretti, onde se acha en poder de
Mara Francisca Ramos.
Das deligencias at agora procedidas, ainda nao
se pode saber quem abandonara a dita crianca.
H intera s 7 horas da noite, na freguezia de
Santo Antonio o individuo de nome Marcoliuo Jos
dos Santos, empregado da Assembia Provincial,
por motivos que se ignora, armado de um nv.rl-llo
aggredio a Mara Francisca da Conceico, com
quem viva amasiado, fazendo lbe diversos feri-
mentis na cabeca.
A offendida depois de vstoriada pelo Dr. Car-
neiro Led, que dec'.arou graves os ferimentos, foi
transportada p ira o hospital Pedro II afim de ser
tratfda convenientemte.
A autoridade local tomou conhecmento do facto
e ahri i iuquento.
O criminoso evadise.
Na noite de 28 do passado, no lugar Ponte
Velha do termo da Escada, Manoel Ignacio ferio
com urna punhaiada, na regio heptica, a Jos
Felippe.
A's 2 horas da tarde do dia 3 do corrente, no
rresmo term>, indo banhar-se no rio Ipojuca o tra
balhador do engento central Firmeza, Joaquim
Alces, morreu de asphixia por submersao.
Acerca de ambos os actos procedeu a autoridade
local na forma da lei.
Pelo delegado do referido terme foi enviado ao
juizo comp tente o ioquerito que procedeu sobre o
assassinato do Dr. Francisco Dias de Arruda
Falcad, sendo indiciado como autor o individuo
Jos da Richa Guedes.
No dia 1, no lugar Barra da Lama da villa
de Agua Preta, Sebastiao Alves da Silva as-as-
si nou com urna faca, ferrad i no Descoco, a Pedro
da Cruz que morreu instantneamente.
O delnqueme foi preso em flagrante, e pela au-
toridade do districto, do crime toi procedido o in-
querito que j teve o competente destino.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao
milito digno vicepresidente da provincia.
O chefe de polica, Antonio Domingo
Pinto.
Thesouraria de Fazeadj
ACTO DE PERGUNTAS FEITAS AO DE. JOSK
GONCALVES PIMTO, SOCIO DA FIRMA GOX-
CALVES PINTO & C., E SUB-EMPREITRIRO
DAS OBRAS DAS ESTRADAS DE FERRO-VIA
DO RECIFE A CARUAR'
Anno do nascimeuto de Nosso Senhor Jess
Cbristo, de 1886, aos 15 dias do mez de Setembro
do dito anuo, nesta cidade do Recite dePernambu-
co. em casa de residencia do Dr. Francisco Izido-
ro Rodtigues da Costa, delegado de polica ds Io
districto da capital, comparecen o Dr. Jos Gon-
Calve'B Pinto ce C, sub-empreitero da ferro-va
do Recife a Carnar, ao qual, depois de ter jura-
do aos Santos Evangelboa dizer a verdade do que
soubesae e Ihefosse pergnntado, lhe foram feitas
as perguntas seguntes :
Perguntado qual o seu nome, idade, estado, pro
fissao, naturalidade, residencia e sabe 1er e escre-
ver?
Responden chamar-se Jos Goncalves Pinto, de
36 aunos de idade, solteiro, engenheiro, natural
do Rio-Grande do Sul, residente nesta cidade e
sabe 1er e escrever.
Perguntado se elle respndeme frequentaya &
Tbesouraria de Fazenda e a casa forte e se .mu-
tem relacSes de amisade com o thesoareiro Dr.
Eduardo de Barros Falco de Laccrda ?
Respondeu que nunca freauentra a Thes jura-
ra de Fazenda e a casa-forte, uem tem necessida -
de de frequentar, porquanto, as transaccoes que
tem o sub-empreiteiro da estrada de ferro do Reci-
te a Carnar, directamente com o commendador
Castro Rabello, por intermedio de Olympio Frede-
rico Loop, nao onhecendo, nem mesmo de vista,
o thesoureiro Dr. Eduardo de Barros Falcad de
Lacerda.
Perguntado se no dia 20 de Agosto ultimo nao
recolhlra ao London Bank urna certa quantia que
recebera na qualidade de sub-empreiteiro da es-
trada de ferro do Recife a Caruar e de quem a
recebera ?
Responden que no dia 21 de Agosto ultimo, elle
respndeme, o>mo socio gerente da firma Goncal-
ves Pinto & C. e sub rmpreiteiro da estrada de
ferro do Recife a Caruar, recebera do commen-
'dador astro Rabello, por intermedio de Olympio
Frederico Lotip, que entregara a seu caixeiro Jo-
s Joaquim da Cosa Maia a quantia de 3u0 e pon
eos conloa de ris, sendo que ambos seguiram di-
rectamente com essa quantia da Thesouraria de
Fazenda para o London Bank, cumppndo aceres-
centar que toda a quantia recebida por Olympio
Loup, tora a de 400 e tantos com a de ris, mais
ou menos; que el'e resp >ndente, eatranhando a
demora de seu empregad Maia, se dirigir para
o Banco, e ah o eocontrou contando dinh- iro, ve-
rificando a existencia de mais de 20 coutoa em
aelulus miduse estragadas, elle reapondente, sen-
do que dessa quantia de Mi conloa de ris, 100
coutos de ris estava dentro de um aacco de li-
nhagem, iuanta essa de 100 contos qne o Banco
se recusou Contar pelo mo estado em que se acha
vam aa cdulas, que eram miadas, de. 500 ris
para cima, nao poJendo affirmar os valores de
tai-a seduias por nao ter podido contal-as; lhe
propoudo o caixa do Banco ficar os referidos 100
contos em deposito e dispoaicao delle resfon leu-
te, para ir retirando qnando a na pr iporcao que
precisasse por m-io de cheques, visto como o-,Ban-
co nd poda aceitar para Contar, pelo trabaiho
que oana, por seren miuJas.
Disse dos
200 coatoa d ris, eram em notas miudas, exis-
tindo alguna masaos de olas ra lores, sendo que
existan] muito-i Ue seduias que estavaiu sendo re-
cnlh.dss, mas a qu mtia e p idena s<-r precisada
por seus empregadua Mala e Oswildo.
Disse mais que o cana do Bauco, com tal di
nheirn, se inc luixiodou e muito, (.urque, era el e
raiudo e velbo, existiudo basiaute no Uas, tendo teito > I e respndeme urna ese Iba em
taes cdulas pr ip ri;ao que t>-m m tildada bus-
car. iw Banco, c-iic riauio o tazend > rec lh"r as
i icerad. IbesOuraria. existimo inda era seu
p >dei nestns c o Ji^oe urna certa quaiilia ; que,
autes do roubo da Tb'S uiarm, elle re p ndate
fizera recoiber a sa r< p.nielo uotas 1nac rad a
- uo ca>o de ser-ui r< ni tti laa para a caix. ii
mo irtisnCoio, atn a d- p mandn o
seu empr galo (J.-W-O io faz r iguai re- un o n( ,
o qu.al iada wa rai.- i, porqu< nao p,j.-i i
i'Ste cutrar na l' s urina, por lhe ler s'IO ve a
da a entrada.
Dis mais que o dutaatra por elle r- *;r>o
recebido e reculhid a> 'tauoa pe l '.i ji es>
puala, ra veln >on j4 e "-" -ido, U0 p i n W
ciaar se -Xistrl a u u .nay > BM aSdlIlaa
nao cir-ulala, vm u. m aiii le a a. i. i ., .
Dia- in.la que 1 ul liranh.Joi I ,\o :
.liubeira ii v na T icSOUiar a d- F I i ,
c >uiu s<5 ihe foram -i' reg" a a >)yii,i ..
iCo Loup, UolaS V Ibas -' II a las
Perguutndo se elle resp m lpata c mi inb
preiieiro da estrada I- 1 r i-i i fe a
. nio t-.'ia em ..utr-a "-casoes rce'i I da l'li
cOJi'aria de Fa.'.euda, q r im -i iiii-J.o ,1 -'y
-1 eje -ico L up, procurador do comme o K
bello, quaniiaa avulladas lian c ra nvo
zeut s contos reccbiJ.ua uo.da 21 de Ao- i
mu?
Respondes que ba quatro anuoa sub- mpr -
teiio do proloogaineutu da estrada de ierro ue A.
Francisco e da de Caruar e que t-ra re wotdu d.
n oreitt-iru commendador Ca.-no Rabello, directa
mete, e por intermedio de Ulyrapo Fredene
Loup, dezenas de contoa de res peina obras cuus-
truidas e nao se reeorda de ter recebido quanti.
to avultada em notas to estragadas ,c,, miudas
sendo esta a primeira vez.
Disse mais, que, quem recebe da Thesourark.
de Fazenda as importancias das obras construi-
das as estradas de que falln, o commendador
Castro Rabello, ou seu procurador, isto porqo*
elle respoodeute nao tem contracto com o govcrnf
e sim com o mesmo Castro Rabello.
Disse ainda, por lh i ter sido perguntado, qne
na occasiao em que Olympio Frederico Loup rece
bera os quatro centos e tantos contos de que tra-
tou em 21 de Agosto ultimo, devia existir na Tbe-
souraria de Fazenda outros certificados, na im-
portancia de duzentos e tantos contos de ris, por
que lhe consta haver o director em chete da es-
trada de ferro do Re:ifo a Caruar e prolonga
ment de S. Francisco, Dr Aristides Galvao, en
viado ao inspector certificados na importancia de
seis centos e tantos contis de ris. nao sabende-
elle respondente a razo pela qual foi eemente pa-
ga a quantia de quatm centoa e tantoa contos de
res e nao toda, na impirtancia do3 referidos cer-
tificados, isto porque, como dUse, nao va The-
souraria de Fazenda, e nada tem que ver con?.
ess"s recebimentos.
Perguntado so elle respondente quando recebe-
ra a quantia de que fallou, tinta j direito a ou
tra quantia e porque razo nao recebera ?_
Respondeu que quando recbela a quantia qut
declarou tinha direito a mais, e que L mp lhe ha-
via dito, que s poderia receber at o dia 12 de
Setembro correte, conforme lhe prometiera o the
sonreiro Dr. Eduardo de Barros Falcao de Lacer-
da, o que este nao effectuara por causa do roubc
que se dera.
Perguntado se t-ndo elle respondente tranaac-
coea imoertantes qu-i o faz girar com quantia:
avultadaa, tem cofre ou burra, e se as chave8 dei-
ses cofres podem servir para oulros ?
Respondeu que possun cofres do autor Milcers-
e que as chaves de um desses cofres nao abre os-
tra, por serem diff^rentes e espeeiaes para cadt.
um, tendo elles numeracio diversa
E como nada mais disse e nem lhe foi pergun-
tado mandou o Dr. del-gado lavrar este auto de-
que asaigoa eom o reapondente, que ouvindo ;er
declarou achar conforme, do que todo dou f.
ia-Jos de Arimatha Costa Pontea, eacriv:-
iutenao, o escrevi.Franciaeo Izidoro Ridrigues
da Goata.Jos Goncalves Pinto. -1
Conforme com o original re8oectivo e ao qual
me reporto e dou f. Recife, 18 de Setembro de
1886.
Eu, Jos de Arimatha Costa Ponta, escrivac
interino, aubscrev. Commigo, tabellio publicc
interino, Joao Precilano da Costa.
Thesouro Provlneial
DESPACHOS DO DIA 5 DE NOVEMBRO DE
1886
Dr. procurador dos feitos, J. J. Alvea
de A!buqu-rque, Augusto Jos de Moraes,
officio do engenheiro chefe da repartiglc
das obras publicas, Miguel Jos R>driguee
Braga e Companhia Pernambucana.In-
forme o Sr. contador.
Manoel Marques de Albuquerque Mar
?bao. Entregue-se a quantia depositada.
Silva Dias & C, JnSo Goncalves da
Luz, Irineu Coelho da Silva, colle-itoria de
Panellas, Dr. procurador dos feitos, Fer-
nandos & IrmSo e Costa Lima & C. -Ha
a vista o Sr. Dr. procurador fiscal. H
Adelino Celestino de Mendonja.Ar-
chive ss pelo Contencioso.
Auna Elias Paea Barreto.Registre ao
e facam-se as notas. *
Padre Graciano de Araujo Guanta, De-
clare o Contencioso si toi prestada a nanga.
Joac Paulo Bo:elho. Voltj ao Sr. Dr.
administrador do ConsnU o.
Felippe S intiago de Torres Gallindo-'-
Ao Consulado para atteoder.
Amorim & limaos e Dr. procurador dos
feitos.Informe o Sr. contador.
Joao Fernanies Marques e administra-
dor da Casa de D--:tenc3o. Junte se co-
pia das informaed-s.
Manoel LtHSo Figueira.Cutnpra-se,.
registre-se e fagam se os assentamentos.
Inspectora geral di lostruccS
Publica
DEoPACHOS DO DIA 3 DE NOVEMBRC
DE 1856
la ii iia G nuioa Das. -Juatifioo em-virtudede"
aurorsaco da Presidencia de 2 do corrente.
Joao Ferreira Vilella de Araujo. Informe c
d-l-gado Iliterario se o supplicaate cumprio o
dispisto no art. lo I 13 do regulautento da 6 de '
Fevereiro de 1885.
Antonio de Menezes 'ya ero Bandeira de
Mello, professor publico A'jmo as faltas dada
pelo supplicaute, de 27 a 29 de Setembro Jaste '
auno.
Secretaria da instrucylo publica de Pes*-
nambuco, 3 de Noverabro de 1886.
0 porteiro,,
J. Augusto de Mello.
INTERIOR
Uicursao Imperial
(Jora l do Commercia,) da cSrte
Pocos de Cal las, 23 de Uutubro Nao podes '
ir agora as rauh is cartas cem a presteza das aa~
teriores, p ir c u-a da ii.-t incia em que vamos- &-
e.illd l da ,,.pui.
ii -i-, as 7 horaa da man ha, tomaram Soasv
vta^ sii-i-s,na (Staeio da Comp->nhia Inglesa, > '
tr ra que devia '.on 'Uiir a esse lugar.,
\ t ca i siava muna enfeitada e embaar-
ile i.ii > n- orva do eorpn policial, all postada^
I* i gua i de honra e ere-nido uumexo de pee-
,-o .i i C'aaaes SOCaeS Vierarn assistir sa>
en.'i. .| i sen Suaa Vlagestades aaud d ~ cosa--
reo ti i vas Ai pissar o trem em frente das
mina up..lna, do editi i i em coustruccis)
i i,i) i A'ibaii. ic. G, e da fabrica de telhaa
ii o. ei. ca, i eorouel Rodov -lh extiaon-
nan uui r le operarios e trabalh tdorea,. for-
i ilto la i ia nuha, acclaui .van 0*>
' itea, subiudo ao ar muitas gyraa-
i- hy, onde comeca a liuha Paulista,
| eudo Suas Magestades recebdo
) aejooal e de graudes aeclama-
.ea, i-: ei straurdinario de povo agglo-
i.a eotaca iiegaulernente adornada. Na.
i1 i I-., ta jormadus com o seu director
d koi < io Senna Fieitas. Sna Ma-
uvitiuu o >i Filenco Prates, presi-
'I couiponliia. para ir n > carro imperial.
ii liaby s-guio o tiein para Campinaa*
t-' ffli ro -huriarmo com que toraoa
i-i c bi. !ea pea popul ;i "a lo-
ca ata u, le .m ute a .-,-'a(;io e at>
eireoaviaui j. ila Os vivas succediam-a
qnasi sem i .um tm ao ar gran e no-
uier.i de g>r>i> i- i guetes e tres bandas de





'.


msica t i
byrauD naciouul A estacaba
t
i
ILEBlVEL


NN
aV
Biari* de PernambHcoSabbado 6 de Novcnibro de 1886

vito na parte que pertence Paulista come
Mogyana, estavam artsticamente enfeitadas. As
varandas entreiacadas de folhae c florea, os arcos,
bandeiras e outroa adornos davam-lhe o mais bello
aspecto.
Pouco dcpois da chegssda servio-se um lauto
ajnoco. A's 10 e incia parti o trem, repetiudo-so
%i mesmas demonstracoaa a ;->uas Magestades que
rtcebsrara os comprimen tus do presidente da Coin-
pauhia Paoliata o Dr. Fidencio Prados e seas col-
togas da directora, convidando Sua Mngeetade
pura o carro imperial o Dr.-Joao AtalibaNoguaira,
presidente da Coinpsuihia Mogyana.
as estacoes-de Auhuams e TaDquinho, onde
0 trem te ve pequwia paradu, huvia malta gente.
Msicas executaraoi o hymno nacional e foram ><
vantados diversos Vivas. -Etn Juguary, a seuhora
e os filhos do Dr. Ataltba ofiereceram delicados
ramos a S. M. a Iaperatna. Foi all servido eaf
e vieram da iazenda do mesmo doutor numero-Bus
fructas entre as quaas oxcellentes jaboticabas. m
Mogy-Mirim e Mogy-Guass recoberain os augus
ios viajantes as mesmas demonstrado *s.
Depois dcsta estaeao ebegou o trem de Cas
eavel, onde comeca o ramal'de Pocos de Caldas,
qne se inaugurara.
O privilegio para a constrneco deste ramal
4i concedido a Companhia Mogyana por decreto
le 17 de Fevereiro de 1883, e os respectivos es
todos encetados a 5 de Abril e terminados a 11 de
Juuho. Tem esse ramal a garanta de juros au
Ma.es de 6 %> pelo governo geral.
A dtfscripyaJ deste ramal, feita pelo Diario
Popular o cuja exactido nos f oi garantida, a
eguinte :
O ramal de Pocos de Caldas tem urna exten-
so de 77 kilmetros, a partir do entroncataento-
da liuha 4 ero trafege, isto da estaeao do Cas-
eavel que fiea no kilmetro 128. Esse ramal cm-
ate-se de duas partes bem distinctas, urna de
42,0 kilmetros do Caseavel raz da ierra de Cel-
das e-outra de 35 kilmetros em que sobe a inesma
erra com decli /es forte?, da 3 / curvas aper-
ladas e importantes obras de arte. A bitola do
ramal, como de toda a estrada Mogyana de um
mU'o entre trilhos.
A liuha ao sabir do Cascavel vai em direccao
i cidade de 8. Jlo da Boa-Vista, passando por
lerrenos que nao sao multo accidentados, e atra-
Tesaando antes de chegar quvlla cidade o rio Ja
raary-mirim por urna ponte de 24 metros de vo.
I>e 8. Joao da Boa-Vista segu a liuha em
direccao ao rio Prata, chegando a base da serra
so kilmetro 43, once est a estaeao do Prata.
Deesa estacas ate a da Cascata sobe-se a serra,
jende* esa trecho o mais intereasante nao pela
importancia das obras que abi existein como pelos
lindos panoramas que se avistam. Ligo lio co
seca da serra pasaa a estrada por urna garganta
apertada, entre duas monUnhas cortadas venieal-
taeote com 50 a 60 metros de altura e que por ser
to lgubre chama-seGarganta do Inferno.
Da estaeao da Prata Cascata o terreno tor-
sa-se mais difcil para a construego da estrada,
hsveudo enormes trros e cortes, sendo inuit os
liestea em rochas, e alguns aterros garantidos por
paredoos. Ha uease trecho um pequeo tunnel de
'.05 metros de comprimento, era curva, todo aber-
"o em rocha viva, rendo s as boceas revestidas
de alvenarias : e um viaducto, chamado do Mudo,
si curva de 80 metros, com 6 vaos de 12 metros
Cada um, teudo 17 metros de altura no centro.
8ahndo da Cascata contina a liuha a subir
at dous kilmetros adianto, chegando altura de
1,282 metros cima do nivel co mar.
Desde a raz da serra at o ponto culminante
sob a linha 460". Segu depois por um planalto,
atravessando o rio das Antas por urna ponte de
44". de comprimento, composta de 3 vaos, tendo o
4o centro 20"'. e os das extremidades 12'". cada
va ; d'ahi desee at os Pocos de Caldas que tem
a attitude de 1,189'".
Antes de ehegar-se aos Pocos acba-se cons-
traide o viaducto Jos Pocos as mesmas condicoes
lechnicus do do Mudo, sendo a altura no centro de
2S.
As distancias das das estacos sao as segua-
les :
Estacos Do Cas- De Cam- De 8.
eavel pinas Paulo
Cascavel
i Joao da Boa-Vista
Prata
-Gasala
Pocos de Caldas
As attitudea desses difieren! e pontos sao as
Kguintes :
S. Paulo (Luz) 742.4'"
Campmas 693.2
Caseavel 55
S. Joo da Boa-Vista 738
Prata 819
Cascata 1270
Garganta do Vallo 1282
>ocos de Calda* 1189
i' ramal tem as segointes obras do arte : 71
boe;ros aberto, 78 de capa, 2 de areo, 6 pardes,
10 pontilues, 5 pontes de \0m, 1 de 24 sobre o
rio Jagoary inirim, 1 de 44 sobre o rio da An-
tas, 1 tunnel de lOo"' e os viaductos do Mudo e
atoe Pocos, de 60" cada um. O declive mximo do
tamal de 3 % e a curva menor de 82rn06 (11).
A estatu de S. Jco da Boa-Vista, onde se
demoro* o trem alguus minutos, eslava enfeitada,
i em um coreto, levantado em frente della, toccu
ama banda de msica o hymno nacional, depois
de ealorosos vivas erguidos a Suae Magestades.
Na seguinte estaeao, do Prat.i, onde comeca
s sabida da serra, passarain-se Suas Magestades
para um el. gante bond aberto, collocado nt fren-
te da locomotiva, construido expressamente para
este acto.
E' de maderas do paiz e feito as offieinas da
ecapanbia. Na treutr ia o Dr. Joaqnim Miguel
ibeiro Lisboa, engeubeiio ebefe da companbia,
qoe durante a viagem deseuvolveu a maior ctivi-
ade, attcndrndo a tudo o que era aeeesSas-io pitra
a ecmmodidade e rdgfllaridade da viagem. No
bond entraram, aim dos semanarios e da dama d
S. M. a Imperatriz, os Brs. ministros da apricul-
lura, presidente da provincia. Conde de Tres Ilios,
atoaJor Ottoiii, Drs. Ataba, Joaquim Ferreira
Camirgj de Andrade, engonheiro Silva Coutiuho,
refresentant- s da imprensa da provincia e da cor-
te, engenheiros e outros senhores. A viagem do
Prata a Callas, fez-se sem o menor aecident" e
principalmente na sorra era deslumbrante o pano-
rama que se d-.-scortinava, ora de um, ora de ou-
W lado.
A's l> h)i'&s eniviu o trem na estaclo dos Po-
to de Caldas. De todos os pontos visinhos af-
rlaiiin seuhoras e senhores, quo enehiam a esta"-
eiti. BuBJfcitiH formando alas, espargiam iorat
sobre Suas Magestades, que foram recebidns coas
envhusiasticaa saudacoes e ao som do hymno ua-
onal.
iuas -Magestades dirigiram-se & capilla do
jBjgar, e, d'-pois de fazerem oraeo, foram para 0
btei da empresa balnear a, que preparou acom-
lacoes para es august-os viajantes em urna das
s iaterars do es'.abelecimento. No hotel con-
r_Tou su te :'n 10 horas- graude numer. de se-
M|l e sniores. Suas Magestades toram rece-
idas un estcao pe.o jui de direito Dr. Saraiva,
pe, Lopes Chaves, S Leite e Tolentiuoe Ansel-
H| Aini-iida, proprie:arios da empreza. A po
Vhco iliuminoa-sa.
' Aqui p..ssaraui Suas Magestades o da de
keje.
Tem ella cerca de -00 cesas e cinco botis ;
sao ha entretanto um s lugar vasio. >
Ck 128* 23. 5k
30.5 158.5 2fi3
42.5 170.5 275
5 187 291.5
77 205 309.5
Assenibla Provincial
74' SESSA0 EM 16 DE JULHO DE 1886
J3KSCU DO EXM. SR. DE. JOS JUXOEX. DE BABEOS
WAHDEELEY
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
eotarem presentes os Srs. Barros Barreta Ju-
nior, Dinmmond, Ratis e Silva, Repo Barros,
Barros Wanderley, Luiz de Andrada, Herculano
Baadeira, Sopbronio Portella, Joao de Oliveira,
Rodrigues Porto, Antonio Vctor, Ferreira Vel-
loso, Augusto Franklin, Viaconde de Tabatinga,
Coelho de Moraes, Domingues da Silva, Juven-
eio Maris, Rogoberto, Jos Mara, Prxedes Pi-
tanga Cata Gomes, o Sr. presidente declara
berta a sessSo.
Comparecen) depois os Sr. Julio de Barros,
Joao d 84, Lourenco de 8a, Bario de Caiara,
Ferreira Jacobina, Andr Dias e Soares de Amo-
rimv
Faltam, com participacao, os Srs. Solonio de
Mello e Constantino de Albuquerque, e sem ella,
os Srs. Rosa e Silva, Goncalves Ferreira, Barao
de Itapissuma, Regueira Costa, Gomes Prente,
Jofto Alves e Costa Ribeiro.
E' lida e sem debate approrada a acta da ses-
s&o antecedente.
E' approvado sem debate o parecer da commis-
rao de redaccao sobra o projecto n. 37 deste
anno.
E' lido, apomd), ficando- para ser opportuna-
mente discutido, um requeriinento do Sr. J. Mar'
riz, pedindo iuformaooes sobre o facto de ter ido
no da 4 o delegado do Br.jo Serra dp Vento
falsificar a acta da eleifo do 1 do corrate.
Rejeit i-ge o requerimento do mesm Sr. depu-
putado sobre a eleieao municipal de Caruar.
Entra em disoBjatato o requerimento do Sr. Jo*
M*ia sobre a eleieao municipal de Bom Jardim.
9 Sr. fos tari (Nao deVolveu o se
dtoWrso).
'Wr. nrummond Filbo(Nao devolvOu'
o S'-u discurso).
E' adiada a discussao pela hora.
1* PABTE DA OODKH DO DIA
' rejeitado o requerimento da adiamanto da 2'
disensso das emendas ao projecto u. 54 deste
anno.
Prosegue a discusso e em seguida encerrada
depois de ligeiros rep.ros feitos pelos Srs. Maris,
Reg Barros e Pitanga.
Procede-ae votaclo e ao approvadas aa emen-
das de ns. 155, 15J, 158, 1G5, ItiG, 167, 169, 170,
172, 174, 176, 1W>, 181, T83, 185, T88, 187,188,
189, 192, 193, 194, 195, 196, 199, 201, 201, 02:
206 e 208, e rejeitadas as do ns. 161, 173, 177 e
191, e prejndicftda a de n.203.
Eneerra-se a 2*discussHO da emenda offerecida
em 2 mo pnrjecto n. 27 deate anne, deisjando de
ser votado pjor falta de numero um requerimento
de adiamento por 48 horas.
2* PABTE DA OBDEM DO 31A
E' adiada a discuiaao do projecto n. 13 de
1885.
Mandase imprimir um parecer da eommisso
de rciaeco sobre o projecto u. 43 deste anno
Em seguida o Sr. presidente levanta a sesso
designando a seguinte ordem do dia : l* parte :
2' discussao da emenda ao projecto u. 2i; 2*
parte : continuado da antecedente.
75" SESSAO EM 17 DE JULHO DE 1886
ntUSIDEBCIA DO EXM. 8B. DB. JOS 1IANOBT. DE BABBOS
WABDEnr.KY
Summabio :Abre-ae a eessao.Leitura e appro-
vacio da acta antecedenteEzpedleu-
te.Declaracio do Sr. Ratia e Silva
(/ontinuacao da discosso do, requori-
mento do 8r. Jos Maria sobre a eleico
municipal de Bom Jardim.Diconos
des Sra. Herculano Bandeira o Jos
Maria. Primeira parte da ordem do
dia. Approvacao em 3 diacussao do
projecto n. 27 deste anno.Discurss dos
Srs. Viaeoode de libatinga e Ferreira
Jacobina.Votacio nominal.'Segaoda
parte da crdem do dia : Approvacao dos
projeetos ns. 26 a 46 em 2a discussao,
n. 81 em I, u. 10 e 3J. Final da
seseao.
Ao mcio dia, fcita a chamada e verificndose
estnrem presentes'oe Srs. Soares de Amorim, Ba-
ts e Silva, Birria Barreto Juuior, R'gj Barros,
Antonio Vctor, Rodrigues Porto, Joao do Sa, Lata
de Andrada, Barros Wanderley, Gomes Prente,
Domingues da .Silva, Constantino de Albuquerque,
Sophrijui Portella, Joa Maria, Coelho de M :-
raes, Costa Rib iro, Prxedes Pitanga, Joao Jde
Oliveira, Costa Gomes, Julio de Barros e Louren-
co de S, o Sr. presidente declara aberta g ses-
so.
Compareeem depoie os S.'. Vissonde de Taba-
tinga, Herculano Bandeira, Rogoberto, Andr
Dias, ferreira Jacobina, Iterad de Caira, Re-
gueira Costa e 1). umiD-nd.
Faltam os Srs. Rosa e Silva, G-m-;alvos Fer-
reira, Amaral, Ferreira Velloso, Juvencio Mariz,
Barao de Itapissuma e Joio Alves sem participa-
cao, e com ella os Srs. Solonio de Mello t Augus-
to Fraoklin.
E' lida e sem debate approvada a acta da ses-
so antecedente.
O St. Secretario proco le leitnra da se-
guinte
EXPEDEXTE
Um offieio do seeretano do governo, commnni-
rando que foram remettidos ao Thesouro Piovin-
eial para os devidos fins a relajo nominal dos
Srs. Depurados qae compareceram s sessSes de
Juoho ultimo e o pento dos erapregados da Secre-
taria desta Assembfa, relativo ao mesmo mez.
Intcirads.
Outro do mesmo, communicando que o Extn. Sr.
vice-presidente da provincia prorogra at o dia
20 do corrente a actual sesoSo desta .Vssembfa.
Inteirad-i.
O Sr. itatiM e Silva (pola ord-m) commu-
niea qne o Sr. vigario Angosto Franklin Mon-ira
da Silva nao comparecer segso por acbar-se
iucommo^ado.
Contina a discussao do reqnerrmento do Sr.
Jos Maria sobre a eleico municipal de Bom
Jardim.
a Sr. llrrraiane Bandeira-(X) de-
vol sen discurro).
O Sr. Jone Maris(Sao devolvcn seu
discurso).
A discussao fes adiada pela hora.
Passa se
1" PABTE DA OBDEM DO DIA
O Sr. Vnc-on-:.' ile TntoattnsM Sr.
presidente, vou dar o mcu voto centra esta emen -
da, e pedi a pa'avra porque nao quera ficar si-
Icncicao relativamente a esae assumpto.
Vejo, Sr. presidente, que esta e-nenda surgi
mesmo de sorpresa no tira da discussao do pro-
jecto de orcmamento.
Esta au.orisacao a mcu ver perigosa, por isso
que da urna coucessao umpla ao preiidente da
provineia para augmentar mais 100 procos no
eorpo de polica, quaodo eu ouvi aqui dizer que
nao havia necessidade de semelhante aug-
mento.
(Trocara-se muitos apartes).
Eu, Sr. presidente, se visse que tiuhamos meio
para occorrer a esse augmento de forca, talvcz
deixaese passir a emenda sem o meu protesto,
porque sou daquellos que conhecem que para bem
rovernar-ae esta provincia, to extenaa como ella
, 800, 900 ou loOl pracas' nao sao suficientes.
Acredito mesmo que coro l.'AK) .rocas do corpu de
polica, um admiuierrador nao poda acendir a to-
dos os lugares, sendo como to extenaa a no.isa
proviucia, mas tu tenho receio de votar pela
emenda por causa da falta dos meios precisos
para pagar a esse augmento d for^a, e, por iaso,
tiesta oceugio, en ponbo de parte o pirentesco e
a amisade que tenho eora o actual administrador
da provincia.
(Apartes).
Pode vir um presidente completamente estra-
iilio noasa provincia.
Eu nada tenho esm isso, mas ordinariamente,
os presidentes que se para aquifnomeados, demo-
rain-s tres ou quatro u.ezes, ,e no fin iesse tem-
pe sao substituidos, muitas vezes, sem conbece-
rem o que vai pelo interior de nossa provincia.
O Sr. Jo MariaNeate ponto V. Exc. tem toda
a r..zo.
O Sr. Visconde de TabatingaSe eu tivesse a
ci rteza de que o actual administrador se conser-
van i por muito terapo frente dos negocios da
provincia, elle que me merece toda a confiunca,
eu nao tena duvida de tazer sua admmistracao
todas as concesaoes possiveis. Urna vez, porm,
qne isso nao acontece, desde que o governo geral
eutende mandar a seu bel-prazsr mudar os presi-
dentes das provincias, e como en nao pesso ter o
dom de adivinhar, preciso proceder com a maior
cautell* possivel.
Eu nao quero, absolutamente, roabar o tempo a
essa Assmbla, mesmo porque us estamos nos
ltimos dias de sesslo e a nossa provincia tem
necessidade mais do que nunca das leis orca-
mentarias.
Sem est&r habilitado, para discutir o nusso es-
tado tinanceiro, todava, pens que eiie se impoe
inteligencia a mais limitada.
O meu intuito nesta Assembia fazer tudo
quanto em mim estiver para o bem estar de mi-
aba provincia.
Eu nao sou daquelles que se deixam levar por
urnas tantas promessas ou por um tuturo mais ou
menos liso gero.
En sou um hornera pratico, habitoado a ver as
cousas como ellas sao. Por isso qne tenho essa
linguagem qne pode desagradar aos nobres de-
putados, mas que deixa-me tranquillo com a mi-
uba consciencia.
Fcitas estas considaraces sento-me, Sr. presi-
dente, esperando que a casa reso'va do modo qu
jntender mais conveniente.
O Mr. Ferreira Jacobina(Nao devol-
vev sen discurso).
E' lido e sem debate approvado o seguinte re-
querimento :
Reqneiro a prorogaco da hora por 30 minu-
tos.S. Portella. .
Ficaprejudicado o requerimento do Sr. Jos
Maria.
Procede-se votacio nominal da emenda n. 7
e pronunciam-se a 'favor os Srs. : Drummond,
Reg Barros, Julio de Barros, JoSo de S, S. de
Amorim, Rogoberto, Costa Gomes, Domingos da
Silva, Ratis e Silva, Barros Barreto Jnior, Coe-
lho de Moraes, Luiz de Andrade, Regueira Coata,
Rodrigues Porto, Constantino de Albuquerqut,
Sopbronio Portella, Antonio Vctor o Gomes P-
rente, 18; e contra os Sis. : Costa! Ribeiro, Jos
Maria, Visconde de Tabatinga, Andr Das, Joo
de Oliveira, Prxedes iritanga e Baro de
Caiar, 7.
Passa-se a
2* PABTE DA OBDEM DO DA
Sao Nm debate approvados e dispensados do
Intersticio os projeetos de ns. 6, 46, 81,10 a 33,
todos diste atino.
O Sr. OrueamoMI Pllbo (pela ordem)
r8t|iier e attendido para que o projecto n. 4 de
1885 aeja retiigido-eom o de n. 54 deste anno.
Schsndo-se sobr a -meaa foram a imprimir
doua pareceres da commisso de redaccao sobre
oa projeetos ns. 27 e 54 deste anno.
0 Sr. presidente levanta a sesso designando a
seguinte ordem do dia : 3 discussao dos projeetos
ng. 26, 46, 10 e 33, 2a do de n. 81 todos deste
anuo ; discussao do parecer n. 118 e continuaco
da atttWSedeote.
Batanete da rceeita e despeza
ordlMara no semestre de 1
de Halo a S t de OHtubro de
i se
Rceeita
Recobido da peonas d'agua 57:8355070
Arrecada^o dos chafarizes 45:141 710
Renditnentos diversos 8:265$440
Total 111,542,5220
Despeza
Hon6rnrio da directora 11:050^770
Pessoal da companhia 4:679r>J40
Conservacilo das obras 1:3975950
Gasteio das bombas 7:95u5$90
Limpeza das bacias 1:>49> G0
Despezao eventuaes 200^000
De8pezas diversas 4:616-5380
i. __----------
Total 31:74*0090
Saldo 79:7970130
ComparajSo
Receita
Em igual semestr de 1883 96:h89|5564
Idom de 1884 I01:932'.'00
dem de 1885 110:574r)S60
dem de 1886 11|:542>l'.'U
Despeza
Em igual semestre de 1883 56:0230604
dem de 1884 36:739068o
dem do 18>5 40:42*i->2'i0
dem de- 1886 31:745$090
Saldo
Em igual semestre de 1883 40:865950
dem de 1884 65:1920320
dem de 1885
dem de 1886
70:1485600
70:797 J130
Escriptorio da Compaohra do IJeberioe,
em 5 de Novembro de 1866.
O director eaixa,
Oracilictno O. da Cruz Martina.
BMasieete lo morlmeato da <-ai\.n
no semestre de 1 de Malo a 31
de lutubro de 1
Retfeita
Saldo em Io de Maio de
1886 39:7110100
Recebido de perrbas d'agua 57:8350070
ArrecadagJt dos chafarizes 45:4440710
Rendimeritos diversos 2-4980000
Annulaclo de despeza de obras
novas 2:7340000
Movis vendidos 4200000
London 4 Brasilian Bank
Limited, retirado da conta
simples 12:3850590
Idsm da conta com juros 171:5060030
Total
Despeza
Honorario da directora
Pessoal da companhia
Gonsevajilo das obras
Custcio das bombas
Limpeza das bacias
Despezas eventuaes
Dcspczas diversas
Diversas propriedade3
Movis diversos
Oarvao em deposito
Knowles & Forstr cbnta
geral 4,000
Dividendos dos semestres an-
teriores
Setuagessimo sexto divi-
dendo
Obras novas
Total
Saldo
332:5040500
11:0590770
4:6790940
l:3'J7-)950
7:9500890
1:8490160
2000000
4:6|6|38D
9190350
1:2400000
2:4020210
45:0690040
1:8930600
50:5515600
|77:023-)7!H)
311:4440710
21:0590790
Escriptorio da Companhia do leberibe,
5 de Ncvetttbrb de 1886.
O director caixa,
Gmcilimto O. da C. Martau.
Londoa Se Brazillan Bank Li-
mited
Capital do Banco 1.000:000
do pago o00:000
Fundo de reserva 250:000
BALANDO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
KM '0 DE OUTDBBO PE 1886
Activo
Letras descontadas 403:3635730
Letras a receber 880:729*710
Emprestiinos, contas correntes e
outras 2,809:127490
Garantas por contas correntes o
diversos valores 1,143:844*060
Caixa em moeda corrente l,u:tt:744620
6,333:809*610
Passlvo
Depsitos :
Em conta corrente 453:498.3680
Fixo e por aviso 1,509:9075070 1,963:405 750
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
1.938:596*730
2,430:231*190
1:57l'*640
6,333:809*6.0
8. E. & O.
Pernambuco, 5 de Novembro de 1886.
W. H. Billn, manager.
Wm. HU, accountant.
VISTA DIARIA
TabelllonatoPor acto da Presidencia da
provincia, de bontem datado, foi nomeado o te-
nente honorario do exercito Ursino Teixeira de
Barros para exercer provisoriamente os oficios de
1 tabeUiao e escrivo de orphaos e annexos do
termo de Palmares.
tinarda Nacional Por actos da mesma
data foram nomeados para a guarda nacional das
Clmarcas de Olinda e Igaarasi :
67* batalhao da activa
Alferes da 2" companhia, Jos Goncalves Fras;a ;
Tenente da 6* companhia, Joao Chrysostoino Lei-
tao Eangel;
Alferes da 7 companhia, Joaqu'm Jos de Quei-
roz.
68 batalhao da activa
Alferes da 4a companhia, Antonio Alves de Souza.
13* seceo da reserva
Alferes da 1* companhia, Jonquim Alves da Motta;
Alferes da 2 companhia, Joao Baptista Ferreira
da Cunta ;
Alferos da 3" companhia, Severiao Rodrigues da
Costa.
ExaMMea preparatoriosEm conseqaen-
cia de disturbios platicados pelos alumnos inscrip-
tos para acames de lingual, do edificio do conven-
to do Garfeo, onde estavam seadd prestados MrS
examea, ioin tiles suspensos por deus dias.
Reeowjprao, porm, hoie, Kaa*cio da FsWnl-
dade de Direita, tendo inicio pelos de portugus,
seguindo-se-lho os de francez na prxima ter^a-
feira.
As condicoes da chamada para os exames cons-
tara da um edilal publicado na competente ru-
brica.
VMIWb.'8. 'ttc. o Sr. vice-presdentc da pro-
vincia, vieiton hontein o Arsenal de Guerra.
S. Exc. percorreu todas as olficinas e as diver-
sas seccoes do estabelccimento, patenteando ao
seu digno director o Sr. inujor Antonio Vilella de
Castro Tavares, a satisfacao de que se achava
poseuido pela disciplina, boa ordem e aceio que
alli encontrn.
Durante tdo o tempo da sua permanencia do
arsenal, tocou a msica dos menores.
ferimemo graveAutc-hontem por vol-
ta de 7 horas da ooite e na ra 24 de Maio da
freguesia de Santo Antonio, a parda Francisca Ma-
na da Conccicao alli moradora, foi. por motivos de
ciumes gravemente feriUa com diversas marcena-
das, por Marcolino de tal, seu aoiante, que, com o
mesmo instrumento, pouco antes quebrara os tras-
tes c loucas que alli havia.
A offendida, que recebeu dous f< rimontos, am-
bos graves, sendo um na cabeca e outro na fon-
te direita, foi reolhida ao Hjspital Pedro II-
O criminoso evadi se.
RnnbAmaubeceu hontein roubado o esti-
belecimento de ferragens di Srs. Viauna, Castro
& C, -i ra do Duque de Caxias n. 115.
Os ladres, provavelmente pela madrugada, sd
biratn pela frente (a cisa terrea) e, cb<-g.iiido
ao teihado, a'niram um buraco, por onde ptm'tra-
ram no soto. Abi ebegados levaram porcao de
ferragens finas, diversos jigos de pisfolert e trez
caixas de superiores charutos, que um treguez da
casa, em m hora, ae lembrara de d..r aos caixei-
"roa para ficarem bem guardados.
Bem fumados j es to el les.
iciccionfrrio de edui-nt'o e enaino
Par* a Livraria trairccza chegaram aa 36J e
37" cadrnetaa deste Dicetoterla, nova edievao do
capitilo Jos Nicolao Raposo Butelho, do Porto.
Providencia ailarlaConsta que pelo
governo imperial foram declaradus infectado do
cholera- mOrbus o porto de Buenos Ayres, e sus-
peitos os demais da Repblica Argentina e os do
Estado Oriental dj Uruguay.
Tlicatio Manta laabelNa prxima ter-
ea-feira, 9 do curente, a Companhia Franceza de
Oprrctas Cmicas, que actualmente est trab.i-
ihando nO Theatro ds Variedades, d un Varia-
do espectculo no Theatro Santa Isabel, levando
secna as melliores pecas do seu repertoiii.
A cOmpnhia,, querendo tazer-se conbecer do
publico desta cidade, tomou esta resoluco no pen-
sameoto de ser bem julgada, urna vez que pona
tem sido a concurrencia de familias aos seus es-
pectculos no Theatro das Variedades.
A rcsolucio oua, e merece ser devidamente
apreciada petos amadores da msica, tanto mais
qaanto a companhia nao somenos outras que,
no mesmo genero, teem se teito ouvir do uosso pu-
blico c tem conqustalo applausos, de que aquella
tambem merecedora.
PunltaludnEm a noite da 28 do mez fiu-
<1>, i- no lugar Ponte Velha da Escada, o indivi-
duo de nome Manoel Ignacio ferio com urna pn-
uhalada na regido heptica, a outro de nome Jos
Felippc.
A autoridade policial respectiva procedeu a tul
respeito nos termas da le.
Afosado \'a 2 horas da madrugada de 3
do corrente, indo J.mquim Alvvs, morador no en
genfio central Firmeza, da Escada, banbar se no
rio Ipojuca, pereceu afogado.
A respectiva autondade policial tomou conhe-
cmento do f..ctu.
tKun lugar Barra da Lama da Villa de Agua-Preta,
um individuo chamado S> bastido Alves da Silva,
assassinpu com urna facrida a outro de nome Pe-
dro da Cruz.
O criminoso foi preso cm Higrabte delicto e es-
t sendo inquerido.
C'liiSt Carlos CionaeReunir ae-ha ama-
nha, ein'sessio ordinaria, o conaelho administrati-
vo desta sociedade.
KngeiluaA's 8 horas da noite de 2 do
corrente loi encontrada na escada de um sobrado
ra de Limas Valentinas, urna crianca branca,
recem-nascida, envolvida em um vestido velho.
Acha-se em poder de Maria Francisca Ramos,
morad, ra na casa n. 2 da ra do Conselbeiro Pe-
vetti.
A autoridnda respectiva nao pode conseguir
saber quem bando.ion a innocente.
Ea irannio O paquete Xtnegal, levou
nutibontem 573 passfgeiros para 6 sul, sendo 8
tomnd.3 em Pernambuco.
Xitrte e ulAmanha deve tocar em Per-
nanibu.'o, proc dente do norte, o paquete Espirito
Santo, que sahit amanh mesmo para o sul.
Do sul eh gara o paquete (iah'tu na segnda-
tela, o a .h r,i para o norte na terfa fera.
A E%~olucoPublicou-se o n. 2 deste no-
vo peridico, eujo apparteim-nto ha dias noti-
ciamos.
8. Goocalo de AmarantoAmanha, s
3 horas do dia, na expela de Sanco Amaro das
Salinas, ter lugar a celebracao de urna missa a
S. Goncalo de Amaranto que all se venera e em
seguida ser empossada a ccmmisso que se acha
encarregada de promover a festa do mesmo santo
uo prximo anno de 1887.
Faeuldade de Dlrcilo Eis a relacio
dos que serio chamados huje, para a prova escripU:
1". anno
Ns. 48, 175, 17G. 177, 178,179, 180, 181,182,
183, 181, 185,186, 187 e 188.
. upploUes
Ns. 189, 190, 191. 193, 191, 198, 199, 200, 201,
202, 203, kOl, 205, 207 e 208.
2. anno
Na, 125, 126, 127, 131, 132, 133, 134,136, 137,
138, 139, 141,143, J44el45.
Supplentes
Ns. 146, 147, 11?, 149, 151, li>2, 153,154, 155,
156,158, 160, 161,162 e 163.
3." anno
Ns. 123, 124,12a, 126, 127, 129, 130,131, 132,
133, 134 e 135
Supplentes
Ns. J36, 137, 133, 139, 140, 141, 143, 114, 145,
146, 147 e 148.
1." anno
Ns. 101,1102, 1C3, 101, 105,106, 107, 108,109
110,111 e 112.
Supplentes
Ns. 113, 114, 115, 116,117,118, 120,121, 122,
123 e124.
', anno
Na. 95, 96, 97. 98, 101, 102, 103, 101,105 106,
107 e 108.
Supplentes
Ns. 119, 110, 111, U, 114,115.116,117, 118 e
119.
Examen do preparatorio*Eis o re-
sultado dos exames de Irancez no dia 4 :
i Distincco 1
|32$Plenamente 2
Approvados 8
Reprovados em oral 2
Reprvados cm escripia 11 ^
24
Directora dan obra* de conserva-
cao' dos porto*Boletim meteorolgico do
dia 4 de Novembro de 1886 :
Horas
6 m.
9
12
3 t.
6
a 3
Barmetro a
0
25'6
290
295
292
27o
759"57
760-58
760-23
759>21
759-92
Tenso
do vapor
17.81
18.62
18.79
19.09
18.11

72
63
88
64
66
Dita minima255.
EvaporacSo em 24 horas : ao sol7'2, som-
bra---4n>8.
Chuvanulla.
DirecC/lo do vento : E le meia noite at 2 ho-
ras e 35 minutos da manha ; ESE at meia aorta,
com iuterrupcao de 4 horas de calmara.
Nebulosidade media : entre 0,3 e 0,4.
EamolaRemetteram-nossob envoltorio 50*
para serem divididos em 100 esmolas de 500 ris
cada urna.
Na imp03sibilidade material de effectuar essa
distribuicao, lembrainss ao caridosi auonymo, que
nos honrou com a sua conlianca, a idea de em seu
nome remettermos a aliudida quantia p'.ra o hos-
pital Pedro II, para o fim de ser dada a esmola in-
dicada a 100 enfermos pobres, quando se retirarem
do hospital.
Esperaremos urna resposta at s 5 horas da
tarde de boje ; se ella n3o vier, ser indicio se-
guro de ser aceito o uosso alvitre; e nesse caso
amanh cumpriremos o mandato.
Estrada do Xumby. Communicaram-
nos o seguinte :
Admira o pouco caso que a nossa Edilidad-
fai dos interesses de seus municipes, na mais ina
significante vantagem para ellea, esqueeondo-se
dos duplos compromissoa a que est obrigada para
com os moradores deste infeliz municipio. E' as-
aim que a illuatriasima nenhuin interesse tem to-
mado sobre si em retacas ao seguinte facto :
n Ha cinco annoa passads foi abeita e des-
apropriada gratuitamente pelo Sr. capito Joo
Carneiro Rodrigues Campello ama estrada ligando
a Estrada Nova do Caxang ao povoadoda Torre,
pelo sitio de sua propriedade denominado Zumby,
na extenso de mais de meio kilmetro com a lar-
gura de 15 metros, tornando assirn a commuuica-
cio para as estafes da estrada di ferro de Ca-
xang muito commoda para os moradores, quer do
Zumby, qOer da Torft.
O capito Joo Carneiro nao s entregoa ao
transito publico o terreuo desapropiado como te-
ve o trabalho e despezas com a cordeaco, factura
de um pcqueuo paseadic\ limpando todo o terreno
Ja nova estrada, a qual deu o nome deEstrada
do Zumby, ficaudo usiiim os moradores d'aquella
zona e < s da Torre muito satisteitos. Agora, po-
r.ii, depois de decorridos 5 annos de funecioua
ment da estrada, alguem julgando se prejudica-
do; Ecrn uenhuma razo oerantc a lei, eutendeu
deVer fechar, como fechou, a referida estrada por
invio de cercas de cspinlus pela lado da Estiala
Nova do Caxtng e o pequeo corrego Zumby, ar-
rancando tarcb-.'in o pequeo pissadico. Assim es-
to os moradores d'alli em estado de (icio, priva-
dos de certas regalas sem outra sahida a nao ser
a de Ponte de Ucha erj distancia dupla, com de
pendencias em canoa", a!m da despeza, ou do
contrario sahircm pela estrada do sobrado grande,
com viagem de dous kilmetros para ale incar o
trem do lado oppost i a ponte do L issere, onde e a
primeira estaeao depois da do Zumby.
A Casara Municipal deve ter tido sciencia
deste inquaicavel abuso em detrimento dos inte-
resses do povo. urna vez que reside mais ou menos
defronte da estrada obstru la o agente do distric-
to fiscal, que muitas veses timurm pass^u pe'a
estrada em ouestdo, u neubuma providencia tomou
em favor dos moradores do Zumby e da Torre :
patenteando assn o pouco ou n-nlium caso que
taz jos seus muuicipes. Nos, porm, alimentamos
a aeperaDCM de que o honrado Dr. couimissurio de
polica da Cmara, tomando conb'-ciincnto da ver-
di.de, que ubi fiea externada) advogue a causa dos
moradores cm estado de sitio, dando-1.es a liber-
dade, e fazeudo-os sabir dessa coaeco em que pre-
sentemente se acham.
finita Casa de Hisericordia do Ke-
cil*<;Eia o pessoal soccorriio por esta S:'.nt:i
Casa e existente em 31 do inez fiado, nos se-
guintes cstabelccimentos :
Hospital Pedio H 490
Dito dos Lazaros 39
Dito de Santa gueda 1
Hospicio de Alienados 231
Asylo de Mendicidade 17(1
Collego das Orphs 203
Cusa dos Expostos :
Em creaco 134) .,j2
Em educacao .209)
Total 1.479
Asj lo de Mendicidade O movimento
d"este estiibelccimcnto de candado no mez de
Outubro, foi o seguinte :
Homens Mulheres
Existiam 60 106
Entraram 6 9
66 115
Sahiram 6 o
-- -
Existein 60 110
Xas enfermarlas:
Existiam 1 30
Entraram 12 14
28 44
Tiveram alta 3 4
25 40
Falleceram 2 2
Existem:
as enfermaras 23 38
Nos dormitorios 37 72
Temperatura mxima30*5.
60 110
Total 170.
Escolas de ustrueco primaria no Asylo :
Foram frequeatadas por 15 alumnos, inclusive
2 na dos cegos.
Cor i o de delictoEis o auto de corpo de
delicto procedido no escravo Joo, de Nicanor
Bandeira de Mello, rendeiro do engenho llura,
procedido no dia 2 de Novembro (corrente) ua
Oasa de Detenco :
No mesmo din, mez e anno, no lugar j de-
clarado, onde se achava a mesma autondade, com-
migo escrivo de seu cargo, abaixcv declarado,
presentes os peritos nomeados Jos ;'.e Miranda
Curio e Joao de Moraes Vieira da Cuuba, doutores
cm medicina, e as testemunhas abaixo assignadas,
o uienno Dr. delegado deferio aos peritos o jura-
mento aos Santos Evangelhos, em um iivro delles,
em que puzeram sua mo direita, de bem e fiel-
mente dcsempenharein a sua misado e encurregou-
Ihes que procedessem a exame na pessoa de Joo,
escravo di Nicanor Bandeira de Mei'.o, e que res-
pondessem aos quesitos seguintes : 1" sa houve
t'erimentos ou offensas'physicas ; '" se essas otfen-
sas se acham cicratisadas recentemente; 3 se
esas cicatrizes sao em grande numero; 1" se po-
diam ter produzido grave eucommodo de aade ;
5 se iubabilitaram do servico por mais de 30 dias,
e 6, finalmente, qual o instrumento que as pro-
duzio.
Em consequencia, pussarain o? peritos a fa-
zerem os exames e investigncoes ordenadas e as
que julgaram necessarias, concluida as quaes, de-
clararam o seguinteque tendo examinado o es-
cravo Joo, pertencente a Nicanor Bandeira de
Mello, encoutraram: em toda a regio gltea,
costas e bracos, partes lateraes e superiores da re-
gio tboraxica, extensas e diversas cicatriz; s de
forma, extenso e direccao diferentes, sendo que
as da regio gltea sao todas de forma creulaT
com mudanca em todas ellas, da cor da pelle, in-
dicando terem bavido ulceracoes com perdaa de
suas substancias;as das costas, bracos e trax
em forma de fitas com 3 centmetros pouco mais
eu menos de largura e de extenso difierentes, va-
riando de 3 decmetros at 2 e 3 centimentros ;
no pulso direito em torma de fjulseira, urna outra
cicatriz t"ndo de largura 2 centmetros, mais ou
menos, parecendo ter sido -produzida pelo ferida
feita pela corda com que diz o pacieute ter sido
amarrado, e que portauto, respondo ao 1 quesito
sim bouve ferimento ; ao 2" provavelauntesim;
a cicatrizacao, se bem que completa, parece re-
cente; ao 3sim, deixando de enumeral-as, pela
difficuldade na contagem, conforme a descripeo
j feita ; ao 4 certamente sim, to extensas e nu-
merosas contuzoes, principalmente oceupaudo todo
o tronco, nao podia deixar de produzir grave en-
commodo Je anude; ao 5 sim; ao 6", finalmente,
instrumento contundente ; e que sao estas as de-
claraces que em suas consciencias e debaixo do
juramento prestado teem a fazer. E per nada
mais haver den-se por concluido o exame orde-
nado, e de tudo se lavrou o presente auto, que vai
por mim escripto, rubricado pelo Dr. delegado, as-
signado pelo mesmo, peritos e testemunhas, com-
migo escrivo Jos de Arimatha Costa Pontes,
que o fiz e escrevi, do que de tudo doa f.Fran-
cisco Isidoro Rodrigues da Costa, Dr. Jos de Mi-
randa Curio, Dr. Joo de Moraes, Vieira da Cu
nha. Joo Gomes dos Santos Filho, Henrique Fran-
cisco de Moraes, Jos de Arymatha Costa Pontes.
JulgamentoJulgo procedente o corpo de de-
licto de fls.para que produza os devidos efeitos ;
castas afinal.
< Recife, 2 de Novembro de 1886.Francisco
Isidoro Rodrigue da Costa. >
EscadaRemetteram-ncs a seguinte copia
da denuncia apresentada contra o assastiao do
Dr. Francisco Dias de Arroda Falco:
Illm. Sr. Dr. juiz municipal. O promotor
publico da comarca, usando da attnbuico que a
lei Ihe confere, vera persnte V. S. denunciar de
Jos da Rocha Guedes, cidado brasleiro, casado
e preso na cadeia desta cidade, pelo facto crimi-
noso que passaa expor:
Achava-se descaucaodo em uina rede arma-
da em um pequeo sot existente em um dos can-
tos da casa de caldeira do engenho Campestre, se-
ralo de 11 horas para meia noite de 26 do mez
lindo, o co-propr.etario e rendeiro do mesmo en-
genho, Dr. Francisco Dias de Arruda Falco,
quando, aps o estampido de um tiro partido de
lado de fora cm direccao ao dito soto, ouvio-se
ama dolorosa supplica proferida pelo mesmo Dr.,
pedhtdo que o acudissen, que o linham morta, ca-
hindo em seguida, por sobre um banco que estava
junto grade interna do mesmo soto.
Incontinente foram ao soto as pessoas que se
achavam trabalbando na casa de caldeira, mas
apenas o levantaran], desprendia-se-lhe o ultimo
suspiro !
n Feitas em seguida as pesquisas qae a occa-
siao permittia, nenhum vestigio se encontra do au-
tor de to brbaro facto.
Do minucioso exam: feito na regio que rece-
ben o ferimento e da descripeo dos estragos cau-
sados pelo projeetil, do que tudo d completa no-
ticia o auto do corpo de delicto a ti 3, feito pelos
distinctos facultativos, Drs. Manoel Unirte de Fe
rias e Antonio Hermenegildo de Castro, resulta
qae, por si, e por seus immediatos resultados, esse
terimento era da natureza daquelles que a medi-
cina legal atlirma, que produzem a marta instan-
tnea.
Do da 27 em diante principiaran] com toda
actividade as diiigeucias legaes para o descobri-
mento do autor desse nefando criune e das causas
qae, infelizmente, o levaram sua pratica ;re-
sultando de rolas citas afinal a existencia de ama
encadeada serie de circunstancias e de indicios
que altamente compromettem, ou antes apontam
0 denunciado Jos da Rocha Guedes, x-destiPa-
dor do mesmo engenho, como o autor desse deplo-
ravel assassinuto.
Dessas circumstancias e desses indicios,
maior peso jurdico t n, os seguintes :
Primeiro.Ter havido em dias anteriores ao
triste acontecimento, urna desagradavel desintelli-
gencia entre o denunciado e a victima, achando-
se aquelle armado de faca e pistola, desintelligen-
cia essa que teria produzido funestas consequen-
cias ee o Dr. Francisco Dias nao tivesse contem-
pori sado.
Segiindo. O mo humor que o denunciado
moitrara de outo para c, apezar de esfarcar-se
ein apareutal o, com a distituii;ao das funeces de
destillador.
'lerceiro.A falsa declaraco que fez quando
iuquendo, de que trabalhava no engenho Mussu
at meia noite de 26, quando das diligencias fei-
tas se c-videocia que nessa noite, cautelosamente,
s inri o deuunciado a caVallo e voltura d-*pois
-a hora.
U'tarto.Ser a bocha extrauida do cadver,
d-j mesmo papel da que estava na pistola perten-
cente ao denunciado, e que foi eucoutrada na des-
tillacao do in-sino engenho Mussu'.
Quinto.Ter sido reconbecido o cavallo per-
tenceuce ao d**uuuciado, quando a esta hora mais
ou menos, passava pelo engenho Jiindi, de volta
de Campestre, e em direccao estrada de Fre-
Txiras.
Sexto.Ter-se verificado que a despeito de
earregdUa, essa pistola tiuha Biguaes de ter sido
recentemente disparada.
SetiiiVi.-Combiuarem os signaes da pessoa
que passara a cavallo nessa occasio pelo engenbo
Jundi, com alguus do denunciado.
Uitvo, finalmente ter silo a victima aineaci-
da de morte pelo denunciado.
Em vista, pois, do que fica succiotai^cno
narrado; e que consta do inquerito junto, acha-
se o denunciado iucuiso as penas do artigo 193
grao mximo, do cdigo criminal, por terem con-
corrido na pratica do crime as circumstancias ag-
gravantes dos ] 1 e 8 do artigo 16 do mesmo c-
digo.
E, para qoe seja o mesmo devidamente pu-
nido, requer a premotoria que V. S. marque dia e
hora para o summario da culpa, com citacao das
tes'ciiiuuhas abaixo arroladas, e intimaco do de-
nuuciado. Nestes termos pede deferimento. s-
cads, 'i de Novembro 4e 18S6.O promotor pu-
blico. Aquilino Gomes Porto.
Bibliotneca Provincial Coatinuaedo
i das obras i-acrecidas a esta reparticao pelo Sr.
Dr. J. J. Alves de Albuquerque :
De l'administration de la justice, et de l'ordie
judiciaire em France, p3r M. d'Eyrand. Pars.
; 1825, 5 vol. (Dupl.)
Institutes de droit commercial Francais, par
II. Delviuccurt. Pars, 1810, 2 vol.
Traite dea prises maritiines, etc., etc., par M.
.\I A. de Pistoye et Cb. Duverdy. Paris, 1855,
j 2 vol.
De l'ordre, legal in France, et des abus d'au-
1 torit, par M. Duvcrgier de Hauranue. Pars,
i 1821828, 2 vol.
Formulalre gucral e complct ou traite pratique
de procdure civile et commerciaele, par Cbaveau
Adolpbe. Pars, 18581859, 2 vol.
Elementa de i'couoinie politique, par Joseph
; Garnier. Pars, 1848, 1 vol.
Dfense de la pbilosophia de l'conomie politi-
qoe, etc., etc. Pars, 1837, 1 vol.
Catbchisme d'conomie politiqoe, par J. B-
Say. 1 aria, 1834, 1 vol.
Philosophie du droit, par E. L?rmiuier. Pars,
] 1853, 1 vol.
Principes au droit puble maritime, par te Com-
' te Ferdinand Lucchesi. Paris, 1812, 1 vol.
Dictioanaire analytique d'conomie politique,
: par M. Ganilh. Pars, 1826, 1 vol.
D la rpartition des nchesses, par F. Vidal,
i Pars, 1846, 1 vol.
Progres de la Grande Bretagne, etc., etc., JI.
J. K. Fertcr. Paris, 1837, 1 vol.
Conai erations aur l'industrie, etc, etc., par
Louis Say. Paris, 1822, 1 vol.
tPremiers essais de philosophie du droit, ect.,
etc., par J. Oudot. Paris, 1810, 1 vo!.
Essai sur la science des financia, par M. R.
Gandiliot Paris, 1840, 1 vol.
Traite da crdit foueier, etc., etc., par J. B.
Josseau. Paris, 1853, l vol.
Cobdcn et la ligue au l'agitation anglaise pour
la libert au commerce, par M. Fi 1 Baatiat. Pa-
rs, 1815, 1 vol.
Essai sur la principe de populatioo, pur Mal-
thus, etc., etc. Pars, 1845, 1 vol.
Introduction a i'tude philosophique au dror,
par A. J. Lherbette. Paris, 1819,1 vol.
Journal des cours publics de jrisprudence,
histoire, eat belles lettres. Paris, 18201323,
1 voL
Histcire des impostes gnraux sur la propri-
t et le revenu, par M. F. Esquirou de Parieu.
Pars, 1856, 1 vol.
Code d'iustructon criminelle et cod penal, par
Ad. de Grattier. Paris, 1834, 1 vol.
Cdigo do processo criminal primeira instancia
do Imperio do Bmzil pelo Dr. Braz Florentino
Henriques de Souza. (Dupl). Recife, 1860, 1 vol.
Origine des tous les cult-'s ou religin univer-
salle, par Dupuis, Paris, 18351836. 10 vol.
l'uil supine d l'conomie politique, par J. Du-
tens. Faris, 1835, 2 vol.
Les conomistes les sociahstes et le christia-
nisme. par Charles Prin. Paris, 1849,1 vol.
Nouveau dictionnaire des termes de droit et de
pratiqno, par R S. Collinre et J. B. E. Baulet-
Paris, 1841, 1 volume.
Cod eeclesiastique francais, par Mathieu-Ri-
chardAuguste Henron. Paris, 1843, 1 vol.
E'conomistes financiero du 18 2 sicle. Pars,
1843, 1 vol,
Esprit au droit, par M. Albert Fritot. (Dopl>.
Paris. 8(24, 1 vol.
O Outono, collecco de poesas de Antoaio Feli-
ciano de Castilho. Lisboa, 1863, 1 vol.
Commentaire du code penal et des lois de U
presse, par M. Pascal Bonnin. (Dupl). Pars,
1845,1 vol.
Commentaire de la Igislation commerciali, par
M. Pascal Bonnin. Pars, 2845, 1 vol.
Dialogues oa questions de droit, par M. M. 1.
B. Coulon.Paris1838 -18399 vol.
Elementrs de direite publico universal pelo Dr.
Pedro Autau da Matta Albuquerque.Recife,
1878, 1 vol.
Lices de direito criminal segando as prelec-
coes oraes de Dr. Basilio Alberto de Souza Pin-
to.Pernambuco, 1847, 1 vol.
. Iostrucco popular. O jury as escolas brasi-
leiras em duas partes. Primeira parte o cathe-
ciemo do jory em 30 lices. Segonda parte o
mestre dos jurados com 20_exemplares, por un
magistrado.Fortaleza, 1885, 1 vol.
Estudo elementar de direitos de usufructo, pe

>
1-
:\
I


i_..w!it


Diario de PernambacoSabbado 6 de Novembro de 1886
3
Dr. Joaquim Antonio Carnoiro da Cuaha Miranda
Recife, 1871, 1 vol.
Revue de lejisla en t de jnriaprudence, dog
anuos de 1844 a 1846.Paris, 1811-1846, 9 vo!.
Observationo sur I tat d-*s claseesouvrircspar
Thodore *'.\.Paris, 1846, 1 vol. ~
Leis judiciarias annotadas pelo Dr. Joo Viei-
ra de Arauj>.- IV c fe, 1877, 1 vol.
Instituiros dt: direito administrativo portupuez
por Justino Antonio de Freirs.'Jjinbra, lMil.
I vol.
Insttuices Louren^o Trigo de Ljureiro. Pcruumbuo, lW.il.
2 vol.
Observado -s de varios artigas do cdigo do pro-
cesso criminal, peta Dr. Mauoel Mcndes da Cunta
e Azevedo.Pemimbueo, 1852, 1 vol.
Histoire de 1i rvolution de 1848 par A. de La-
martine. Paria, 1849, 2 vol.
Reforma eleiroral.' Eleicao directa, etc., etc.
Editor o bach mi Au'onio Herculanj de Souza
landeira.lmite, 1862, 1 vol.
Jurisprudencia do contracto mercantil di- so-
ciedade, por Jos Ferrcira Borges.Lisboa, 1844
1 vol.
Ensaio de um trataao regular e pratico sobro o
divorcio segundo o direito syn.idnl, econmico e
c7il brasileiro, pelo advogadj Romualdo A. de
8eiia8.Baha, 1867, 1 vol
E'tuJes d'conomie social?, par J. B. P. Mar-
beau. Paris, 1844, 1 vol.
Le droitau travail a l'ass&n uale, etc.,
etc., par M. Jo.ieph Garnier. Paris, 1848, 1 rol.
Traite thorique et pratique des coutri-fac^na cu
tona genres, et.'., etc-, par Adrien GastambiJe.
Pars, 1837, 1 vil.
Troit lcmentaire de la ricbe3so publique, par
LouizSsy. Paria, 1827, i vol.
(Saaaificaco geral da Lcgistaco Portugurza,
etc., etc., pelo Dr. J jaquim Raphacl do Valle. Lis-
boa, 1841, 1 vol.
{libert et travail, cu mryjna d'abob'r Tesela-
vage sens abolir le travail, par M. l'Abb J. H ir
dy. Pap#, 1838, 1 vo1.
E'iudes auri'iiis'itutou de l'.ivoeat des pauvres
et sur les movera da Jtense dea indgena procos civils et criminis cu Fraoce, en Sardaigui-.
etc, etc., par J. C. AI. G. du Beux. Parid. 1047,
1 voL
De l'admioiatratioo eo France s;n3 le ministre
du Car mal de R'.chelm, par J. Caililt. Paris,
1875, 1 v I.
Datchisma d'couomM pilitiqu?, par Bmtj
Jcuffny Paris, 181-1, 1 vol.
E'tu tes d'eon.inie politique sur la proprit
f rri'or; lie, i U Q is! un Dupuyuou '. Pars, 1843,
1 Ve 1-
. Lgslatiou FraneaiM con-eruaii; les ouvrierg
ce-, par L. J. D. F. .ai Giraod. Paris, 186,
1 mi.
Sur la reforme d-'s prisons, par H. Vctor Fun-
. eher. lennes, 1338, 1 vol.
Lelivrca aeouvrier, par A. E'gron. Paris, 1814
1 v.l.
Cours d'concrnie p iitique etc., etc., par M. W-
chel Chevalier. Bruxellas, 1845, 1 vol. (u. I)
Manual do artilhttiro de niarinha pelo seguud)
teneute da armadfCiein satino Pl.'.cido de Miranda
Machado. Montivido, 1849, 1 vol.
O paiario du ouquu MierO eiciipto Vende-se esta-propriciade,
atusado parta do histrico palacio, boje pru-
prelade do duque di Montpi usier, tem, viva
mente, prececupudo os habitiute* -cucuinvizi-
nhar
A venda do casteo de Reudau traz memoria
um mundo de gratas recordacoe*. A esplen-
(iia m .rada, onde tantas suinptuoaas testas
se celebraram, honradas regios hospedes regios,
passar em breve a outras mitos, em conas-
quencia das leis que foram recenteinente promul-
gadas pelo governo da Repblica, expulsando os
principes.
Os ingenuos aiii'ios daquelles contornos acham-
se immersos na umis profuuda tristeza.
A virgem da i.aretes roubada
Foram rou'jados virgem de Loordea una ro-
sarios que Ihe tinbain silo offereeidos p los seus
numerosos devotos e que valiam cerca de ris
'OO.
Os lidiiiS pentraraui de coite na gruta para
perpetraiem o roubo
l*T.t'i:ii( ai* Jcwnla* Km can-
stqu.'neia di perscguicao iniciada na Italia
ais jesuta?, u paire Beks, geral da companhia
que habita va a casa da crdcic, na pr.ica M ir
gona da liorna, refugiou-se no collegio germ-
nico.
Tambera foram estabelechiis, emquanto du-
rarem essas causas, as offiei -as da Cicit Ca-
thulica no seminario Hespanhol, qu a suas ex-
pensas, sustenta naquella capital a mitra de
C.diz.
O fro na SiberiaAt ba pouco tempo
julgava-se que o mximo fri na Siberia nunca
de 60 Fahrenheit, em virtude doei tuna rna Primeiro de Marco n. 23.
tinha passado
registros feites p.lo sargeote Bramerd, da expe-
d cao Greely.
Hoje, o tenente da armada americana, o Sr.
Schuntze, aliinna ter experimentado tempe/atura
de 85 do mesmo th rmometri.
Imprcssionou-nos tanto esta noticia, que senti-
mos seasucao de trio, tmente em dal-a.
t'm eaunmenio de ladrc -ta das
reilisou-se em Varsovia o casaueuto de um tal
Bransezik, sobriubo do famoso ladrao do mesmo
appellido.
Aojantar de nupcias assiEtiram quasi todos os
ladroes da capital, entre os quaes figuruvam al-
guna que, apezar de terem sido t-xpulsos de Var-
sovia, se apreseataram incgnitos ua casa, onde
se festejava o caiauvnto.
Findo o banquete nupeal, e quando os ladioes
e as suas irmas, as ladras, se propunham abando-
nar as deiieus do baile, a p>licia cercon a casa,
introduzndo-se logo em seguida nella.
Um dos malfeitores, de panhal em puoho, ore-
cipitou se sobre o commissario da polica, mas foi
desarmado, sendo conduzda toda a comitiva
prisao.
Nunca a polica de Varsovia fes ama captura
tao importante, prendendo infnidade de ladres,
que eram baldadamente procralos ha omito
tempi.
Urna duquesa typographaas Me-
morias de madame Recamier, ltimamente publi-
cadas, le-se um ficto da vida da duqueza de
Luynes.
r'oi ama das fidalgaj que nao optou pola emi-
praciio em 17'.l, retirando-se para o caetelio de
Dampierre. Era urna senhora instruida, liarouito.
e tiuba a pretensio de ser urna boa typographa.
Corto da, apresentou-se, acompanbada de ma-
dame Recamier na lypograpbia de Ballauche e
Filbo. Depois de visitar tudo com mnita atlencao,
isto as caixas e prelos, arregacou desembaraca-
damente as mangas do vestido, e coiLcando-ae
diante d'uma caixa comecou a compr e fez um
granel com grande correceo.
E' escusado dizer-se que os empregados da ty-
pograpbia Ballauche commentaram a faltaba da
diifueza.
Qoaii.lo, por decreto imperial se sBpprimiram
em 1810 todas as typographias particulares, a du-
quesa de Luynes teve que degfazer se da sua.
I m barro de papelNao fcil empre-
sa a de ir por mar desJe Colonia ao Havre.
Apezar disto, Tanneguey de Wogan realisou
esse viagem n'um barco de pape'
. 'Parti de Colonia em 12 de Julbo, seguioo cor-
to do rio, atravrssou o mar do Norte e chegon ao
ponto onde teneionra chegar, ao cabo de um mez
e 14 das de uavegacao.
O pequenino barco de papel e no seu interior
difficilmcnte cabe ama pesioa.
Mais de um intrpido mari.-ihero nao se (atre-
vera a navegar no citado barco, uem n'um *>ra- do
axroio, e, nao obstante isto, Wogan desceu o Rheno
e ebegou sem incidente algum ao Havre, feudo
t lo a felieidade de desfructar, durante o perigoso
}ajecto, um mar sereno e tranquillo.
iioromllova elctrica Est-se cin-
struindo, nest momento na America urna locomo
tiva elctrica, que certimente ser a maior das
que at boje se teem construido.
Esta machina monstro, destinada ao camnho
de frrro subterrneo, em construccao em Nova-
Vork, de dous moto-es reunidos, com f.irca de 670
c-.vallos. Ter I'i rodas, sendo o dimetro de cada
umadellas de l'75.
Dizem tambeui que ser munida de faroes ele-
c'ricos, collocados frente e que os freios e aa
c impaioha* senlo autbcmatcameute poslos em mo-
vimento por uicio de eleclricidade. Lampad.is de
iacaudesee.icia lluminarao todas as carruageusdo
coosMo.
Praposta d'uta deputadoaustlrlaea
a cmara'J tr. r'laner, depjtado radical aus-
traco, npreseutou ao Rclchsratb, ha pi.ucotf das,
n n pr.jccto de lei propoudo a cieacao de cmaras
syndieaesde operarios com o direito de mandar ao
parlamento seus representantes.
Esta* csmims, segundo o projecto, serap 26 e
tul .B ellas ^mandaro nove d-putadis ao parla-
mento, sendo preciso, para ser eleitor a maior ida-
de, saber 1er e escrever, trabalbado dons annos
na respectiva cireumscripcJo e membro das caixis
legas de s corros ao3 enfermos.
Como na Austria b5o existe o suffraiio univer-
sal, trata-se por este meio de dar aos operarios
partilha no direito eleito.-al.
LellAo*. Eflectuar-se-hio:
Hoje : %
fdo agente Giismio, s 11 hora9, na ra da
Aurora n. 139, de movis de diversos misteres.
Feo agente Brtto,&3 11 horas, ra de Pedro
AfFonw u. 43, de predios e terrenos.
Se^unda-feira :
Pelo agente Guem&o, ka 11 horas, k ra do
Imperad jr n. 79, de bjeclos de trro, diversos
obj.-ctns e taboas.
Terca-feira :
telo agente Modesto Baptista, as 10 e 1/2 horas,
na ra do U.ii.tj u 49, de movis, loucas, vidros.
ec etc.
Pelo ajenie Martint, a 11 horas, na travessa
das Exponeos n. 16, de moves,'loucas, etc., etc.
MiXMasi funeltrri.S' rao celebradas :
Uoje :
A's 8 horas, no Carm, por alma do D. Mara
da Conceicao T. de Carvalho.
Segund i-fera :
A's 7 h.ra.', na matriz da Hoi-Vista, pela Rima
de D. Mar-nna Joaqunt Ferreira : s 6 1/2 h>-
ras, ein S. Francisco do Ohnda, pela alma do-D.
M-ira Petronilla Vcllez Botelho ; As 5 horas, na
Madre do Djus, por alma de D. Amelia Mari* dos
anto3.
Terca-teira :
A's 8 Ir-ras, na m.itrz da Boa-Vista, por alma
do Dr. Miguel Augusto do Natcmento Feitosa.
PaMairelroi.Ch-frados da Europa no va
por franci'z Ville de )'aranh&) :
J. Bender, Repo?si Carlos, Monteiro J Balbina
Monteiro e M. E luvig.'s.
Casia de Uelence-Movimento dos p-e-
so do da 4 de Novembro :
Existiam presos 300, eutraram 4, Babiram 8,
existem 301.
A saber :
-Maciona".-. S7S,asfltbSfM 5, estrangeiros 8, es-
cravos senteneindos 4, pr.cesiado 1, ditos de cor-
recele 7. Total 301.
Arracoados 273, scudo: boas 265, dientes 8
Batal
.Movimento da enfermara :
Ti /eram baixa :
M.noel da Cota Pinto.
Eduardo, escravo do Visconde da Suva Loyo.,
Tiveram alta :
Avelino J..s Jeronyaio.
Joa', escravo de N.e.inor Baudeira de Mello.
liOlerla da provinciaQ'rnta-feira, 11
Jo Novembre, ao mcio da, so extrahird a 9. parte
da 1 loti-r: na beueficio da Santa Casa da
Misericordia do liecit'e, pelo uavo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dos Militaros Mrl tea a extraccSo
pelo systcma da machina Ficbet.
iOieria dn corlePor telegramma recebi-
do p>'la,Casa da Fortuua, sabe-se terem sido estes
os nmeros premiados da 4a parte da loteria 865
extrahida no ilii 0 de Nivemro :
2.066 100:0005000
7. :>7 20:^.00*00(1
888 .:t!000000
LoteraA 9 parte da 1 loteria da provio-
jia, em benetieio ca .Santa Casa do Misericordia
do Recif". pelo novo plano, cujo premio grande e
100:00000'',sera extrahida no da ll.de Novera-
te, princif ando a extrncco aomeio da.
Os bilbetcs garantidos" acham-se venda na
Casa da Fortuna.' ru.i Primeiro de Marco ntre-
te 23.
Tarabem aeliam-se venda na Casa Feliz,
praca da Iadepeadoneu ns 37 e 39.
i sa -O- 4. eultimo sorteio das 4. e 5. series
de3ta importante loteria, cuj maior premio de
150:0005000, ser extrahida no da 20 de Novem-
bro.
Acham-se expostos vendaos restos dos bi-
es na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
a. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
liOteria do MoA 1 parte da loteria
i, do novo plano, do premio de 100:0005000,
ner extrahida no dia .. de Novembro.
Os bilbetes acham-se venia na Casa da For
runa ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se veuda na praca da Inde-
oeulencia ns. 37 e 39.
Lotera da rdrteA Ia parte da 2'2 io-
'eria da corte, cujo premio grande de 100:000*
ser extrahida no dia 12 de Novembro.
Os bilhetes aeh m-se venda na Casa da For-
Tambera acbain-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
atadouro PublicoForam abatidas no
Matad juro da Cabanga 76 rezes para o consumo
do dia 6 de Novembro.
Sendo: 61 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
i C, e 15 a diversos.
Cemlterlo publico.Obituario do dia 28
de Ontubro :
Antonio, Pornambuco, 7 dias, S. Jos ; mal de
7 das.
Antonio AfFmso de Albuqujrque Mello, Per
nambuco, 50 annos, casado, S. Jr.s : para ysia.
Balbina Minervina da Silva Cavalcante, Per-
nambuco, 39 annos, casada, Jos ; tubrculos?.
Mari Alexandrina, Pernsmbuco, 50 anno<, sol-
teira, Boa-Vista; febre perniciosa.
Manoel Juliao da Silva, Pernambaco, 52 annos,
viuvo, Boa-Vista : rlieumatismo.
Francisco Silvetre das Chavas, Pernambaco,
60 annos, viuvo. Boa-Vista; gangrena.
Mara Lutanho, H;spanha, 50 annos, solteira,
Boa-Vista ; epithelina.
A^oatinho Pirei, Portugal, 55 annos, solteiro,
viuvo ; cachexia.
Um feto do sexo femiuno, Peraambaco, S, Jo-
s ; nas' a morto.
Flix Jos de Almeida Cataobo, Pernambuco,
63 anuos, casado, Santo Antonio ; lesao cardiaca.
Eliza Ferreira Leai Rcis, Pernambaco, 24 an -
nos, casada, Boa Vista; beriberi
Felippe. Ceari, 26 annos, solteiro, Graca ; ca-
chexia ayphilitica.
Anua Balbina da Fooseca, Pernambaco, 65 an-
uos, viava, 8*a Vista; gastro enterixe.
Thsodora (escrava), pcrnamhaco, 37 annos,
solteira, Santo Antonio ; hepatite.
Clara Mara da Conceicao, Pernambaco. 40 an-
nos, solteira, S. Jos; hemorrhagia cerebral.
Francisco de Paula Ferreira Guimaraes, Per-
nsmbuco. 12 annos, Boa-Vista; ttano.
Emiliaua, Pernambuco, 15 dias, Boa-Vista ; re-
mettida pelo subdelegado.
Um feto, Pernambuco, S. Jos ; remettido pelo
subdelegado.
Mara do Rosario, Pernambuco, 90 annos, sol-
teira, Boa-Vi-.ta ; velh-ce.
Serafina, Pernambuco. 40 annos, viuva, Boa-
Vista ; caucro do tero.
Falieidade, Cear, ignorase a idade e o estado,
Recife; pneumorrhagia.
Felismina, Pernambaco, 7 meses, S. Jos ; e-
clampsia.
Paulina Carvalho de Sonsa Nogueira, Pernam-
buco, 31 aunoo, casada, S. Jos; tubrculos pul-
monares.
Tribunal da Rclaoao
SESSO ORDINARIA EM 5 DE NOVEMBRO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. 8R. CONSELHKIBO
QINTISO DE MIRANDA
Seeretario interino Dr. Alberto Coelho
A's horas do costume, preseutes os Srs. desem
bargadures em numeo legal, oi aberta a sessdo,
depois de iida e approvada a acta da antecedeute.
O Sr. couselheiro Queiroz Barros propoi que
fosse inserido na acta um voto de profundo pesar
pelo passameoto do distiocto couselheiro Antonio
iraujiseo de Azevedo, ministro do Supremo Tri-
bunal de Juatica, o que foi unnimemente appro-
vado.
Distribuidos e paseados os fetos deram-se os
eguiutes
JDLOAMKNTOS
Habeas corpas
Pacienti s .
Francisco Jet Goacs^lves.Negou-se a orden,
unnimemente.
Claudioo Jos da Silva Mandn-se ouvir o
jaiss municipal de Alag i Grande.
Recursos eleitoraes
De IguarassRecorrenta Joo Antonio ^a-
valcanti de Albuqu 'rque, recorrido Alexandre As-
terio da Silva Borja. Relator o Sr. couselheiro
Freitas HmriqaesDeu-se provimento, unni-
memente, para se muid ir desalistar o recorrido.
De CamaragibeRecorrente o juizo, recorrido
Guilherme Mariafao Falaao. Relator o Sr. dos-
embargador Toscano BarretoDeu-se provimen-
to, unnimemente.
De IgaarassRecorrenti JoSo Antonio Ca-
vaicanti de Albuquerque, recorrido Joao Baptista
do Espirito Santo. R dator o Sr. desembargador
Alves Ribe-ro.l)eu se provimento, unnimemen-
te, para s r desalistado o recorrido.
Recursos crimes
Do BonitoRicorrenteo juzo, recorrido No-
mesio Joaquim dos Santos. Relator o Sr. desem-
bargador Buarque Lima. Adjuntos os Srs. cou-
selheiro Freitis Ilenriquea e desembargador Mon-
teiro de Andrade. ..Negou-sa provimento, unaui-
MMUft
Do BuiqueRecorrente o juiz), recorrido Ma-
noel Clemeutioo L'ite. Relator o Sr. desembar-
gador Toscano Barreto. Adjuntos os Srs. consc-
Ibeiro Queiroz Barros e desembargador Oliveira
Maciel. Negou-se provimento, unnimemente.
De MamaiiguapeRecorrente o juizo, recorri-
do Jos Mreos Ferreira de Moura Andrade. Re-
lator o Sr. 'd'S'inbargador Pires Ferreira. Ad-
juntos os Srs. desemb>rgadores Alves Ribeiro e
Buarque Lima.Negou so provimento, unnime-
mente.
Da Eacada Recorrente o juizo, recorrido Sil
vino Jos de Mello. R-lator o Sr. desembarga-
dor Alves Rib'.iro. Adjuntos os Srs. lilibu
gadores Toscano Barreto e Pires Ferreira.No-
gou-se provimento. unnimemente.
Aggravo de instrumento
Da EscadaRacorrente Deodato Luiz Fran-
cuco-Monteiro, aggravado Luiz Lopes Fe:reira.
Relator o Sr. dtsimoargador Pires Ferreira.
Adjuntos os Srs. desmbargadores Oliveira Uaciel
e conselheiro Araujo Jorge. Nao se tomou co-
nhecimento, unnimemente.
DiVictotiaAggrovantes Andrade Lopes z
C, aggravados os herdeiro3 do Manopi Gomes
Silveiio. Relator o Sr. desembargador Buar-
que Lima. Adjuntos os Srs. d''scmbargido.~es Al
ves Ribeiro e couselheiro Q leiroz Barros.Deu-
se provimento, unnimemente.
D ImperatrizAggravantes Manoel Henriqu
Pimentel e outros, ag^ravad Braslmno Olympio
le M-jirdonc^ Sarmcuto. Relator o Sr.desem-
bargador To.'ano Barreto. Adjuntos os Srs.
desembarga-lores Pires Ferreira e Pires Goncal
ves.Negou s provimento, unnimemente.
Dd BananeirasAggravante Luiza Jos;pha di
Conceicao, aggravado o juzo. Relator o Sr. des-
embargador Oliveira Maciel. Adjuntos os Srs.
conselheiro Freitas Heariques o desembargador
Monteiro de Andrade. Deu se provimento,
contra o voto do Sr. couselheiro Freitas Heon-
ques. \
FrorogacSo do inventaro
Inventariante Isabel Cabral de Mello.Conce-
deu-se oprazo pedido.
Inventariante Jos Francisco Petroso de Car-
valho.Concedeu ie o prazo pedido.
Appellaces crimes
Do Tcixera Appellante o juizo, appellado
Jos Anastaeio G Bes de Oliveira. Relator o Si.
cjtiselheiro Qiciroz Barros.Nao se tornea co
uhecmento, unnimemente.
Da ParahyoaAppellante o juizo, appellado
Mauoel Paulino da Silva. Relator o Sr. conse-
lheiro Queiroz B.irros.Vlandou so a novo jury,
uuauimemente.
Do RecifAppellantes Mauoel Albino de Bar-
ros e outros, appellada ajustica. Relator o Sr.
conselheiro Qjiroz Barros. Confirmou-se a
sent-oca, uuauimemente, (estes r js s;"io os la -
droes da lampada da igreja de S. Pedro e foram
-conderanadoj no mximo do art. 269 do cod'go.)
De Iguara8s Appellante Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barreto, appellada a justica. Relator
o Sr. desembargador Toscano Birr.to.Conver-
tea-se o julgamento em dilig"ncia.
Appellacao civel
DeMiragogy Appellante Jos Antonio de
O.iveira Senoa, appellado Francisco da Rocha de
IIollanda Cavalcanti. Relator o Sr. conselheiro
Queiroz Barros. Revisores os Srs. desembarga
dores Buarque Lima e Toscano Barreto.Foram
desprezados os embargos, unnimemente.
Appellacao eommercial
Do RecifeAppellante D. Mara Joaquina das
Dores, appellado Francisco Cecilio da Silva Gui-
nares. Relator o Sr. conselheiro Queiroz Bar-
ros. Revisores os Srs. desembargadores Enar-
que Lima e Toscano Barreto. Confirmou-so a
sentenca, cnira o voto do Sr. desembargador
Toscano Barreto.
PASSAQENS
Do Sr. conselheiro Araujo Jorge ao Sr. consc-
consclheiro Queiroz Barros ;
Appellacao eommercial
Do RecifeAppellantes Arthur Bastos C,
appellada a companhia de seguros Iudcmnsadora.
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procura-
dor da corda e promotor da justica, deu parecer
nos seguintes feitos :
Appellacao civel
Do Recife Appellante a contraria
Senbora do Livramento, appellados
Fcrnandes & C.
Appellaces crimes
De Jaboato Appellante o juizo
Lzaro Feruandes de Barros.
De Bom Jardim Appellante o promotor pu-
blico, appellado Antonio Henriqu. .
Do lugaAppellante Jos Aives Rbeirs, ap-
pellada ajustica.
Dj TaquaretingaAppellante Jos Manoel de
Barros, appellada a justica.
De GaranhuusAppellante Bellarmino Correia
de Moura, appellada a justica.
Do Sr. couselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacao civel
Da VictoriaAppellante Francisco Cari to, ap-
pellado J o Peixe.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Oliveira Maciel :
Appellaces crimes
Do Teixeira Appellante o iuizo, appellado
Manoel Joaquim da Silveira e outro.
Do TraipAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Ferreira da Silva.
Da CimbresAppellante Antonio Miguel da
Silva, appellada a justica.
De Pa maresAppellante Izidoro Marques da
Silva, appellada a justica.
Do RecifeAppellautu Joao Campello Bandei-
ra, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao Sr.
iesembargador Pires Ferreira :
Appellacao civel
Da Parahyba-Appellante Jos Teixeira da
Silva, appellados Silva Ferreira & C.
Appellacao eommercial
Pa ParahybaAppellantes D. Manoella de Me-
nezes e Silva e outros, appellados Figueirldo &
Irmo.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellaces crimes
Da ParahybaAppellante o juizo, appellado
Antonio Severo de Souza.
De Garanhans Appellante Miguel Rufino
Teixeira, appellada a justica.
Do Sr. aesembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellaces crimes
Do RecifeAppellante o juzo, appellado Ig-
nacio Luiz de Moura.
De CrtenlesAppellante o juizo, appellado
Francisco Braz Romeiro.
De Olinda Appellante o juzo, appellada a
menor Mana Joaquina
Appcl!ac.lr eommercial
Do RecifeAppellante Ludovico Gomes Pe-
reira. appellados Jeaquun Nicolao Ferreira e ou-
tros.
Do Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaces crimes
Do BonitoAppeilaute o juizo, appellado Si-
mio, escravo.
Do Recif.-Appellttnte Jos Flix, escravo, ap
pellada a justica.
Appellacao civel
De GoyaiuiaAppellante Henriqu Olympio
Tavares da Rocha, appellado Dr. Deudor* Ulpia-
no Coelho Citanbo.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr
coosrlheiro Freitas Henriques :
Appellacao civel
Di ReciteAppellante D. Anua Cecilia da
Silva O-uitn irites, appellada a Sauta Casa de Mi-
sericordia.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro promotor da jus-
tica :
Appellaces erines
Da PilSos-Appellanta Agostnho Ribeiro, ap-
pellada a justica.
Do TaquaretingaAppellante o promotor pu-
blico, appeilad Antonio H-nrique de Araujo.
DISTRIBigOES
Recursos eletoraes -
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Timbiuba- Recorrente o juizo, recorrido
Jos Z-'ferino Alves de Mello.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel : ,
Do Brejo da Madre de Deus Recorrente o
juizo, recorrido Rolo.ano Florencio de Carva-
lho Calumby.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
DeOliadaRecorrente Francisco Luiz da Sl-
v.i, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De S. JooRecorrente o juizo, recorrido Ju-
vencio da Costa Brto.
Ao Sr. desembargador Piros Goncalves :
Do Catle do RochaRecorreiito Salviano Car-
doso de Araujo, recorrido o juizo.
Aggravo de peticao
Ao Sr. conselheiro Freitas Henriques :
De OlindaAggravante Cecilia Mara do Es-
pirito Santo, aggravaio Claudino Coelho Lual.
Ao Sr. conselhfiro Araujo Jorge :
De JaboatoAggrante Francisco Casado
Fon-'eca, aggravado o Bario do Nazareth
Ao Sr. conse'heiro Queiroz Barros :
Do RecifeAgsravante Joaquim Lopes Tei-
xeira, aggravado Antonio Joaquim Pornandea da
Silva.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
Do Recife Aggravante D. .-menia Ayres da
Silva, aggravsdo Hermana Ludgren.
Appellacao civel
Ao Sr. desembargador Monteiro de Aadrade :
Do RecifeApp llanto Joaquim Antonio de
Oiiveira, appel'ado c juizo.
Embargos infriogentes
Ao Sr. d'sembargador Pirea Ferreira :
De MaceAmbargado Silva U"io & C, em-
bargada >. Agostiuha de Aguinr Lupardo o ou-
tros.
Eucerrou-se a sesaao as 2 horas da tirde.
gurado a alma, vem o t'.r. Dr. Ayres Gima, ain-
da provaudo coro a ponta da liogua afilada o fd
do fructo que me d'U a comer, dizer impunerocn'.e:
que bouve apenas um descuido em nao ter eu feito
mencio desta cu daquella .cousa que estava, nao
no mea programis, mas no ca beca de 8. S. !
E o que dir a isto o Coneelho Luterano ? !
CjhcIuo, Sr. redactor, os meusr. paros rerca
deste ponto, dando ao Sr. Dr. Ayres Gama, si m'o
permittir, mais urna licao proveitosa cerca do
termo quadrante :
Abra S S. o diccionario fxancez-portuguez, de
Fonseca, e ahi achara :
Cadran, s. m. quadrante, reloga de sol; mos
trador de relogio. A esta explicado aecn-scentei
com minha reeposta (depois do ter citado as p iU-
vras do meu compendio acerca fin principal do ba-
tmetro) que o da quadrante ou de mostador nao
era eenio um rdogio que iudicava o estado do
tempe
Dito isto, vou correr os dedos pelo teclado da
stima eiva para conbecer quantas e quaes as no-
tas que se ncham desafinadas.
"5.
Appellacao Cosaaserclal
EMUAliASTE BKKNAUDINO JOS1 UA SILVA
HAIA.
EMBARGADOS -OS ADMINISTRADORES DA
MASSA FALLIDA DE MOTTA
SILVKIR.V & .
O Embargante nada mais aceresceutana ao qu
OfiaiPnai a. A i mi m ) da
INDICACOES UTEIS
Medico
Dr. Barreto Sampaio tuudou seu coqsu!-
torio do 2." andar da cas* n. 45, a ra do
Bario da Vistona, para o 1. andar, da
casa n. 51, raestna ra, como consta do
seu annuncio inserto na seejao compe-
t:nto. Residencia a ra Seto de Setem-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jefis tem o bou consul-
torio mlico, ra d Bom-Jeaus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia raa do Hospicio n. 20.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultos das 11 horas da manila s 2 da
tarde. Especialidde : molestias e opera-
res dos orgaos g mito-urinarios do horcom
e da mulher.
AdvoRado
O Dr. Henriqu Millet tam o seu es-
criptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
trocarla
Francisco Manoel da iiiva & C-. dopo-
iitaiios de todas as especialidades pharma
-ieuticas, tintas, drogas, productos chimiui
a medicamentos homosopatico, ra do Mr-
quez de Olinda n 23. *
Serrarla a Vapor
Serrara a. vapor e offieina de carapino
Je Francisco dos antos Haced o, cae3 do
Capibaribe n. 28. N oste grande- estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
aero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as quadades/ serra-se madeiras de
conta allieia, assirn como se preparam obras
de carapira por machina e por precos cero
COm nfn/iia.
Drogara
Farui Jiobrinho & 67., droguistas por at-
acado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Este ponto versa sobre a explicacto do phencmeno
da voz humana.
No parecer de 17 de Agosto aoresentadoao Con
aellio Littercrio S. S. amputou-me o peiisanvuto o
as piiiavras, engazopando a boa f di:s s-us col.'e-
gas. Contradisse-se escrevendo no seu Compendio
mestre urna cousa, e no parecer outra contra mim;
e agora na defeza descose a sua ppopftu Critica
Litteria para negal-a com uns tantos retalbos de
fazenda diff r. nte, de modo que mal se conhecem
os traeos primitivos do parecer carrasco que me
degoloa.
No sen compendio pare, a alt escola, S. S. disse
a flj. 33 que o ar pode entrar por si mesmo em vi-
braefio e na celebre Critica apaixonada e improce
dente, aflirma que o ar NAO PODE entrar p-jr si
mesmo tm vibracao !!
Querem os Ilustres homens de lettras do Pir-
uainbuco urna contradiecio mais i liosa ; oin me-
Ihor mcio para apreciar o sentmento de Justina, as
vbrRCji do carcter do mea gratuito oceusa-
dor ? !
S. S. quera que eu calcasse sobre o sea velho
molde, mi-sm > a proposito de nm licro d<- leitura
para meninos, esta linguageui gangoria/ica do seu
C impendi, dada em nova edicao no parecer so-
cial :
Realmente existe na laryngo um orificio on ma^a: em apoo deesa proposico inv.ca o Reg.
antes fenda mais ou meaos estreita chamada d" D>b. do l'aco 1U, Mendes, Pereira, Fhoebo e
glotta_sobre a qual se acha uain e3pece de val- OUn ad O.-d.
A vista disto poderao diser que neuhuma im-
portancia tem a opina > de Pereira e Souza ; mas,
escreveu n'esta csusa.seos Epibargados, oo memo-
rial que ltimamente publiaaram, nao o tivessam
jultrado capaz de sorprender o Egregio Tribuna!
ua Rouifao com falaiii cit.icoes.
Si'.mente esta tao grave quao infundada impa-
taca i o toreara a vir h; je imprens* occupj.r se
de urna qnetto que, ao seu ver, j se ach^ sufijC
cientemi-nte discutida nos autos.
O nm principal da presente pubcacao poi.
demonstrar que o Embarcante proeedeu com toda
a i f e lealdade na discussao da causa, e que,
portante, sao injustas as ai-guicoes centra ello arti-
culadas no predi tu memorial, c neerneates ditas
itafOM que fizera : urna, de Pereirs e Souza, e
ou'ra, de Alauzet.
No intuito de justificar a admssibili la !e do-
embargos apresentalos ao Aecordao, disse o Ej|s
bargante que, no entender de muitoe junsoonsal-
ti-s, em quanto ha recurso ordinario, nao tem lu-
gar a revista, e tpU em seu apoio a nota 704 das
frimeigtl lintias sobre o Processp Civil, de Pereira
e Souza, nottt que por um erro typographicofoi al-
terada para 764.
A este respeiueacrcverana os administradores da
massa o^seguinte : a opinio attribaida Pc-
reirn e S.;nz quando nao c:nstituis3e um falto
testemunho d> Embargante, nao merecerla etc.
Para que semelhaute assercao podesse ser ati-
rad;:, era preciso que es Embargadas demans'ra9-
sem ou que Pereira e Sonsa sustentara doctriat
dft'. rente ou polo menos que nada bavia escripte
sobre a questio.
i te modo, a par do conhecinento das doctri-
uaa paofesaadaj pjr e- se conspicuo praxista, os Sm-
bargiidos revellariam que nao proeuram snmente
arma:- ao lir'-io, c>m propisiciles inexactas, e que
eavolyem inautiaeSea offenaivas.
Felizment -, porm, a clareza com que se ei-
pressa Pereira e Souza, quaudo trata .ta Revista,
352 e seguintes, pag. 92 do 2" vol., Ed. do 1863,
nota 74, nao admitte subterfugios Ahi diz elle:
emquanto ha recurso ordinario, nao tem lugar art-
vista: a em
de Nossa
Casemiro
appellado
inslrucfo Publica
Segunda reaposiia do llim. r. Dr,
yr<->. de Albaqaerqae Gama
(Continua^&o)
O sexto erro, grelado no cauteiru das idis do
Ilustre Relator, est caracterisado no parecer de
17 de Agosto, que os seus collegas assignaram
sem pestanejai, nestas celebres palavras :
Alia do emprego desasado do termo qua-
draate pelo qual tradusio, naturalmente de al-
gum livro em franeez, a expressao cadran pro-
posta a barmetros ; o autor commetteu o grave
erro do pbysica de nao conbecer os barmetros
metallicos e aueroides de Bourdon e Vidy, funda-
dos sobre a elasticidade dos metaes ; e que sendo
muito mais portateis, sao actualmente myito eui-
pregadjs para iud'car as vbriacocs do tempo
Todos viram como, em minba resposta, desfi-
brando orna ur urna a materia desta eiva, que me
qualificou de desasado pelo emprego do termo
quadrante, e me reprovou por ter eu commettido
o GRAVE EKRO DE PHYSICA de nao conhecer
os barmetros metlicos, levei i evidencia a fu
tilidade da aecusacio, que ntfazia um erro do que
nao estava eecripto !
Pois bem, depois da analyse minuciosa em que,
no Diario de 4 de Abiil, levei convelo de
. S. o sea desaso por haver levantado um ponco
mais a ponta do cortinado espesso que encobre a
sabedoria, a qasil faz motivo de aecusaco por lhe
ser desconhecido o termo quadranto para urna
certa applicseao, e logo em seguida qualifiea de
grave erro de physica o cao conhecer algnem um
instrumento; um grave erro de physica, urna cousa
nao escripia ; depois, repito, de Ihe ter eu posto
os pou.os nos ii, S. S., tendo olhado um pouco
para deutro de ai, voltou a tras e escreveu no
Diario de Pernambuco de 16 de Abril o seguinte;
peco attenco :
Alm da emprego pouco justificavel do termo
quadrante ; pelo qual foi uatoralmente rraduzdo,
diz o referido pirec r, o vbcabulo franeez cadran
roposto a barmetros ; o Sr. P. lia/ros incorreu
no descuido de omittir os barvmetros metallieos
de liourbon, Vidi o outros que, sendo muito mais
portateis, sao actualmente innito usados para in-
dicar aa variacea do tempo. >
Agora comparem os leitores a pbraseologia do
parecer com esta outra defesa e digam se esta
nao traduz a coiidemiia$2o daquella, por apaixo-
nida e improcedente, orno com toda a aatorida-
de o disse o i Ilustrado redactor do Diario de Per-
nambuco.
felo emprego do termo quadrante, S. S. no pa-
recer de 17 do Agosto chamou-medesasado ;
agora na defesa escripia no Diario Je 16 de Abril,
tendo-lhe eu provado o seu uso por todos os auto
res franceses o portugueses e at citado-loe o il
lustrado Dr. Saturnino Meirelles que chama ex-
ciusiramente barmetro de quadrante, sem a
outra dcuominac&o, Je mostrdaor -como eu o fia,
o Sr. Or. Ayres Gama, uio p ideado de todo apa-
gar com um borrao esta infeliz eiva quis escapar-
se por um tangente dizendo que o termo pou-
co justificavel T
Q ie diff-reuca !
L, a pbraae t por s fra um desaso que me
valeu urna bola preta do Consellio Luterano-, aqu,
a phrase j 6 pouco justificavel ; isto justifica-
vel em maior ou menor grao I
Eat a primeira retratacio, vamos segunde :
No parecer de 17 de Agosto b. S. justifijou o
seu voto contra o meu trabaih dizendo que eu
. commetti o GRAVE ERttO DE PHY;1CA de
nao conhecer os barometra metallico du Bour-
dou e Vidy ; acossado vivamente por esta desa-
sada aecusaco, aleijada na essencia e na forma,
por que a aceito do veibi coiniaetter recabe sobrj
o desconhecido, do que fea um grave erro de phy
sica, o Sr. Dr A. de A. G., na suade/ezo diz qu
apsnas incorri no DESCUIDO de nao citar quel-
l.'s barmetros !
jauto Djus '.
Fui reprovado por commetler um grave erro
de p/iysica por nao faaer citacao de uin iuatru-
m.'uw ; e depois de reprovado, de me ler amar-
vula librosa chamada epiglota.
Pois bem, a passagem constrangija do a:
alravez da glota faz vibraras fibra* da epiglo
ti, cuja contractilidade determina a toDaldade
d s bous do cante e da voz humana.
Foi justamente para evitar estes tesmos cabel-
ludos, estas fendas estratos, que eu mu calculada-
mente, substitu todas us discripcoes anatmicas e
plii.'.iologiens do phenomeno da voz, dizendo que
ella se prrduziu por um modo complexo.
Parece cabido fazer aqu nm reparo para o qual
chamo a attenco do3 Srs, Fragoso e Franco de
S.
No parecer de 17 de Agosto, 8. S. empunhaudo
a su i lamina do amputHcoos degolou, intencional-
raente, citando as miuhas palavras, t>d a phrase
por um modo complexo a mesma que suhstitue a
linguagem de que carecm os detalbes para a pro
dueco do phenomeno ; e agora na sua defeza de
16 de Abr!, depois do vivamente denunciada a
fraude, pinga para alli a igeireza, alejando por
este modo o proprio parecer da szecao, que assim
ficou com urna perua mais compnda.
Tendo pois, a sua stima eioa ficaio manca e
sem p;uto de apoio, tratou o ilustre relator ao
fingir que a restituicao nao lhe arruinara a polpa
do stimo fructo, barulbando as cousas j dtad. n i
sentido da peliotica; mas de modo qua provoca o
riso, pelo arabesco das molbas em qne colb o il-
lustre critico, que assim, pelas suas proprias pala-
vras que vou citar, confessa o seu desap;nta
ment :
Na refutacilo opposta ao erro notado em se-
" timo lugar, esqnecendo taivez que s !ho cabia
nessa occasiu defender o seu compendio, arvo-
rou-se tambem em critico o Sr. P. Barro?, e es-
colbeu para ns suas censuras o opsculo que sob
a modesta denominacao de Nocoes de Pbysica
despretcnciosamente pubquei em 1876.
E' hu.i.'iS. S. na sua dialectade liuhas curvas e
zig-zags enfeude que a defeza r devo mover-se
no campo da passividade, limitado ao circulo tra-
cado pela aecusaco; mas pensando de modo o-
teiramente opposto, fiz-mu de tangeate, e tendo um
ponto de commum com a questo procurei avahar
em campo aberto e franco a todas as aspiracoes,
as forcaa do meu Ilustre acensad .r; e o seu Com-
pendio premiado nao poda ser esquecido de modo
algum, tanto mais quanto representa o crys >l onde
se apura o fino ouro da sabedoria do Sr. Dr. A.
de A. G. sobre sciencias physicas e pbilologix; e
toi por compulsal-o, combinando Iba a materia com
o molde em que foi vasado para flus que jamis
ebegariam a attiogir, que neg a S. S. competen-
c:a para julgar-me.
O sen compendio, confradiccao asper3 e nervo-
oa do seu parecer de 17 de Agosto; osea pare-
cer, corpo de delicio do seu compendio para
alumnos-mestres ; a sua defeza dos 3 das de
Abril, negacao viva de urna cousa e outra, ou au-
tes, amalgama de conftisdo, de ecusas heterog-
neas, s-> o pulso de vida da miuha eterna de-
feza.
Nao devia escavar parSi descobrir ofossil, diz-
mc S. S. E como poderia eu conhecer as jazidas
de tanta sabedoria. as transformacoes da natu-
reza, seno entranbando-me nos veics de tubulo-
sas riquezas ? !
Ra lome, para consolo, da sorpreza que c.-.usei
a S. S. vendo-me utilisar, como instrumento, do
seu compendio premiado, para desaparafusar as
juntas mal unidas do parecer de 17 de Agosto.fa-
bricado c m material pouco resistente e j serv
do, acbo anda mais graca ouvir 8. S. dizer:
Que esquecendo-me taivez na refutacilo op-
posta ao erro notado em stimo lugar, que s
me cabia nessa occasio defeuder o meu com-
pendi, arvorei me tambem em critico -\
Esta phrase : arvorei-me lmbem em critico;
este tambem, reflecte sobra qnem o escreveu urna
satyra tao fina, to imponderavel, que vale, sem
byperbole, um livro de pbilosophia.
En concluso. Para bem firmar, coma sua pro
pria penna, a contradiccSo fligrante em que cabio
o Sr. Dr. Ayres Gama, dizendo urna cousa em seu
compendio, e, com o fim calculado de prejudcar-
me, outra no seu paree*r de 17 de Agosto, cita o
Ilustre critico no Diario de Pernambuco de 16 de
Abril, um texto de Langlebert, o qual. embora
mesmo sao tendo S. S. comprehendido ntidamen-
te a esttica do pensamento daquelle autor, j o
bavia passado, sem ceremonia, para o seu Com-
pendio-mestre, com o fim, que realisou, de, com es-
se tactor ettranho sua intelligencia, fisgar no
tombo o premio da provincia.
S. S. teve por fim provar com essa citaco a
miaba ignorancia quando duvido, ou antes, quan-
do neg que um eorpo qualquer possa entrar por si
mesmo em vibrac&o sonora mas com isso nada pro
vou; ao contrario, o Sr. Dr. Ayres Gama, esque-
cendo-se das relacoea que a esta questo preu-
dem-se as leis da inercia dos corpoi, d mais um
espicha, e cabe em nava coutradicca comsigo
mesmo; contradieco com o que citou em seu pa-
recer, e anda em sua defeza, inaiatindo em dizer
que o ar nao senao conductor dos sons produ-
zidos pelas vibraces dos corpos elsticos exis-
teutes na laringe ; pois si certo, digo eu, que
o 80in nao se produz no vacuo, como de tacto nao
se p.-oduz, rigorosamente lgico que o ar, antes
de ser o conductor do som, entra como tactor na
sua produeco ; por tanto, falsa anda a i isis-
ittn :ia de sua atrmativa, em contradicho com o
que est escripto a u 36 do sea compendio.
Mas consiga o Sr. Dr. Ay.es Gima provar ex
perimentalmente, diante dos Srs. Silva Fragoso e
Franco de S, conforme o seu compendio, que o
i ar, PODE assim como outro qualquer orpo, en-
^ trarporsi mesmo em vibracao a proJuzir sons. ;
ou, conforme o seu parecer, que o ar NAO
PODE entrar por si mesmo em vibracao ; cou
siga, disse, S. S. fazer com que um copo de vidro
ou de metal, um siuo ou dous pratos do msica en-
trera, sem auxilio de outro corp >, sem percueso
ou cboque, sem frieco ou attrito; consiga que
qualquer desses cerpos entre por si mesmo em
vibraces sonoras quev me confessare v ncido,
e comprometto-me sobre a miuha palavra de hon-
ra a declarar, pelo Diario de Pernambuco, justa a
reprvVacV) du meu livro.
Si, porm, o nao fizer, sao lea de comprnsaco,
ba de p rmittir que considere como embust o seu
parecer de 17 de Agosto de 1885, submettido a
deliberaco doConselho Luterano.
Espiada assim a r da stima eiva e proiuzidt
sobre ella a luz voltaica da verdade, vou inergu-
Ihar as aguas salgadas daoitava invengan pes-
ca de novas perolas.
Paula Barros.
(Contina.)
nunca alarmar que a citaco feita pelo Embar-
gante conslitue mais um fa!-~o testemunho cDntraesse
escrptor.
E" tempo de passar a outro ponto.
Examinando o Aceor lona parte relativo com-
peusaco decretada pela smtenga proferida em
primeira instancia, disse o Embargante que o juiz
a qno nao liaba contundido, como se armava. as
qualidades de to.- e de credor; e em seguida ac-
cresceutou:
Em faver da dontrina que sustentamos, pro-
iHiinia-se Alauzet (vol. Io pag. 388) quaudo, com
inectand > o art. 2b do Cdigo Commercial Fran-
eez, diac-.-rre d-sta maneira. Si o commandita-
no, cculia.lo em um inventaro, on is s verlicou
achar-se intacta sua entrada, obrigiu-seaeleval-a
a semina maior, em prorogico do contracto, nao
ser responsavel nara com os terceiros seno pelo
augmento promet'ido, nem contra elle, que tem em
seu favor a presumpeo de boa f, jamis se p-ider
allegar a talsidade eu fraude do inventario. *
Em seguida trauscreve o citado escriptor um
julgado pelo qual decilio-^e poder o commandta-
rio, credor por conta corrente de urna sociedade
que se dissolveu, on foi substituida, saiisfazer li-
citamente o que a ella devia com a quantia da qual
ira elle seu credor, e cujo pagamento poda exi-
gir, isto porque nenbuma lei ha que obrigus os so
eioa commanditarius a realiear suas entradas oa
quantias subscriptas em valores da mesma especie,
sendo-lbes, como permittdo efT.'Ctual-as em di-
nh-iro, ttulos, ou crditos. D'onde conclue aquelle
commercialista, forgoso recouhecer d direito qne.
assiste aos socios commanditarios de oppor ao pa-
gamento de sua contribnicSo o crdito "que tinha,,.
contra a sociedade, urna vez que seja elle, anterior
falkncia d'ella, o que em direito urna verdadeirs
compenaacao.
Eis, em resumo, a doutrina de Al?uzet, que
nao cjnh.ee entra limitacao a esse direito do com-
manditurio seno a que resulta das pocas dos cr-
ditos ou ttulos, cujas datas devero ser anterio-
res a tallenea da sociedade.
De balde, dizcm os administradores da masa*,
procuramos em mais de urna edicao da obra desee
uotavel eommercialista a passagerr.' citada ex-ai-
verso, e que se diz haver sido colbida no ominen-
tario ao art. 25 do Cdigo Commercial da Franca
Nesse cominentario, offirmamol-o, nao diz Alauzet
aqudio de que o Embargante o faz autor.
A transcripto por extenso do trecho citado dis-
sipar certameute teda a duvida que, p r ventura,
possa pairar no espirito do maior incrdulo.
Alauzet (2* El., de 1868, vol. 1, pag. 388;
comment*ndo:o art. 26 (e nao 25, como por en-
gao se no impresso) asBm se enuncia :
II faut dcider, toutefois, que le commanditaire
qui, sur la foi d'un inveataire constatant que sa
mise tat intacte, s'est engag, dans um acte de
prorogation, pcirter cette mise a un chitfre sup-
rieur, u'rtt tenu, envera les tiers, qi-' versar le
supplmrnt par lui promis, On ne peut lu oppo-
ser que l'invcntairea t reconnu plus tard traa-
duleux et menaonger; le commanditaire, dans ce
cas, est protege par sa bonne foi.
Dans uno eepeee analogue port e devaut la Cour
de Paris, on a dit avec raison que le commandi-
taire crancier par compte couraut d'uue socit
qui prend fin et est remplace par une socitenou-
veile, qui la continu, peut tis-licitement payer
la eommandite, laquelle il s'est engag envers
cette seconde ocete, eo la dcharg^ant de la
somme dont elle tat sa deb trice et dont, assu-
rem-nt, il peuvait exiger chaqu instante le
paiement en espee* ; aueune loi n'oblige ie
commanditaire t-fFectuer son apport de comman-
dite eu telles valeuis plutt qu'en tcile* autres; H
peut done, indiifremment, appirter ou du nume-
raire, ou des titres, on des crances, et rr.e.ne la
sienne propre: dans cedernier cas, il suffit que la
crance sot represente dans la socte par aa
actif quivalent; alora prsonne n'est ls et le
commanditaire a aeeoupii son obligation, la seu-
le condition qu'il soit proa v qae l'iu v-ntaire cqn-
statait, au uioment o le transport de ce qui tat
oi au commanditaire par compte eouraot a t
tait au .compte de la comraandite, un actif au
monis gal au passif. et sauf le cas de fraude tou-
jours reserv.
Il faut done admettre que le commanditaire,
qui ion demande le versement de sa mise peut
oppiser la compensaron avec la crance qu'il
avait ui-mme sur la socit, mais elle s'cat
opre avant la faillite de eelle-ei.
Das palavras que acabamos de trauscraver se
evidencia que o Embargante nao attribuio a Alau-
zet urna deutrina que nao tivesse sido por elle en-
sillada.
Todas as vezos que o Embargante teve de citar
pensamentos alheios foi bastante escrupuloso em
respeilar nao s a iotegridade delle.", cono at
mesmo a forma em que vinham expresaos; epor
isso nao poder ser, com justica, aecusado de faU
testemunho.
Outro tanto podessem diser tambem os Embar-
gados, que andavam seinpre a descobrir equivalen-
cias, onde nao existiam, oufa attribuir ao Embar-
gante palavras que p >r este nunca for un usadas.
Assim dizem elles, no Memtnal, que o Embargante
loi breado a esen-ver na su8tent*co impressa :
que os devedores deseas dividas procoraram sal -
Ual-HS, etc.
Nao se encontra em parte algnma do trabalho
criticado as palavrasdevedores dessas dividas:
o que ah se Id o que se segu:
V se do exposto que Vicente de Queiroz Ca-
valcante, em Dozembrode 1881, deu por conta do
seu debito 300 JOO", e que a sociedade em comman-
dita comecuu m Jaueiro da 1882 (art. 3o do con-
tracto a ii- 4); nao obstante considerara-se hoje
prescriptas e j extinctas essas dividas naqoellt
-pucha, sem attender-se a que os seus devedoxet
proiuiavam saldal-as e applicavam a ramisso dr
seus dbitos as quantias de que podiam dispor!!
Si os Embargados tivesecm tioimeute transcri-
pio o tncho cima e o cr:tica3sem quanto reda"-
cao. ficana s m resposta a censura, por mais ni
fin lada que fosse, porque a questo dos autos nao
de esiylo e sim de direito.
Mas, urna vez qu aecusam ao Embargante de
ter levautado falso; testemuahos, tem este o di-
reito de peJir-ib.es que sempre que tiverem de
tiuaacreve:palavrasdajie, cons'ervem a devidafor-
t evittr ai menos tao justa rccUreacr.
O Erjbargados lucominoiaraia se milito com a
danouivaac > de emprtitada dada ao^cqntracto eiu
virtuib ij qml f,j propost a questl q'ie e de-
bate, nos autos.
i






Diario de PcrnambueoSaSLdo 6 de Sovcinhro de 1 f>

I
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!
if
Nio ha, entretanto, rasao para isto, pois que a
JenominacJodo contracto nada tem de ..ttensivo, e
sendo este escudado lux dodireito nenhum uutro
aome lbe cab'.
Si os Embarcados, porm, acham que o quann
sativo nio foi bem empregado, apresentem outro
|ne o substitoa com vantagem, e bem possiv. 1
ojae desappareca toda a divergencia sobre a deno-
anaclo do contracto.
Recife, 4 de Novembro de 1886.
O advogado, Dr. Joaquim Correia de Arauj:
\o *r Joaquina los Ribeiro
NSo tendo por .osturae ler A Prvoin
da smente boje tive noticia de sua rris-
3va tratando da minha humilde pessoa,
am vista do que cabe-me dizer alguma
soasa cjm relajo, nao porque me jul-
gue culpado, e sim por atteocjto ao publico,
afim de suspender qualquer juizo que pos-
sa fazer acerca do mea procedimento ein
vista da innocencia de V. S.
E' preciso que V. S. lembre se que du-
rante 5 mezes que fui seu procurador, ce-
no declarou, recebi 650^ de seus ordena-
dos na razao de 130)$ mensaes, e recolhi
por suas oriens os saldos da colloctoria
provincial de Ouricury, sendo do 2* trimes
ta 1883 1884 ta importancia de
C>-)000, eujo conhecimento lhe enviei ein
sonfiaoca em 28 de Agosto de 1884, os
da 3 e 4o trimestres do mesmo exercicio
na importancia de 3170344 conforme so
v dos .sonhementos ns. 409 e 410 pas-
cados em 31 de Outubro de 1884, os quaes
se acham em nieu poder para entregar
quando me for exigido por pessoa legal-
mente constituida o mostrar a quem quizer
verificar as verdades de V. S.
Canvm que V. S. se lembre das or-
Jos capitstrs Manoel Rodrigues de SfAsa,
Raymundo Jos de Souza, Joao Benicio
Rodrigues Cjelho, tenente Fausto Fernn
des do Souza e alferes Malaquias Torres, s
naes importarara em 300 e tantos mil ris,
sem que V. S. tivesse saldo em meo po-
der, pedindo para eu solicitar novo praso
a adiantar a importancia dellas, ainda que
toase preciso tancar mao de coa para tal fim, com tanto que elles nao
fossem prejudicados. Solicitei-as e man-
dei 13 de junhode 1884.
NSo foram smente aquellas vezes que
atisfiz os pedidos de V. S. pelo que pa-
-^aei omitas ordens como se v dos recibos
em meu poder.
O Sr. s me f>ra ser homem de bem
se eu tbsse algum promotor publico e ju-
iudante do procurador fiscal da fazenda
ao alto sertao, que estivesse em continuas
transacoes com os saldos da colloctoria,
azendo com que esses tossem recolbidos
depois do praso fizado na lei, mas feliz-
mente souempregado em urna s reparticio
ha 17 annos, e nunca fiz tranzacSs com
Jiaheiros de fazeuda e muito menos com os
-neus companheiros.
Emqaanto a minha ingratidao, s o pu-
blico pode julgar pois sou muito conhe-
oido.
Nlo tendo por habito alimentar polmi-
cas pela imprens, faco sciente urna vi z
;jor todas, que esta a pura verdad,
rjrompto a sustentar pelos meios legaes.
Recife, 4 de Novembro de 1886.
Deodato Pinto dos Santos.
Faeuldade de Dlrello
Reclfe
do
brigando-me a ceder 50 /0 de quaesquer
quantias que produzirem as cannas que
vender; e para isso j havia a Compa-
nbia avaliado-as na sua quantidade.
Em vista dessa razao, protesto pela im
prensa, altn de fazel-o em juizo como de
direito for, contra o acto injusto de serae-
Ibante intiraacSo, que privou-me da tanger
um bando de novos especuladores que am-
parados na lei, arrancara m contra minha
vontade um bem que eu havia hypotheca-
do, como bypthecado est por escriptura
publica Comparihia de Eng< nhos Can-
traes.
Tomo publico, que doclarei a esta Com-
panhia' ter recebido a intimacao de que
cima fallo, c assim cumpri o meu dever
para garantir o meu direito qualquer pro
cedimonto posterior, fijando justificado por
miin o oso de forca maior.
Lsvrado o meu protesto, peco ao pu-
blico que o aprecie.
Devo dizer que cont com a Companhia
de Engenhos Contraes, porque, como mais
tarde tornan-i publico, tive urna prova de
honra iez in tependencia de carcter do
Sr. gerente geral Eu Connor sobre neg
cios referentes as mesmas cannas e por
essa razao, creio, que se realisou este fauto
tSo traicoeiramente chicanado, tambera con-
tra a vontade da Companhia como hypo-
thecaria da safra deste engenho.
Fica con he.'id o, < ste facto escandaloso
para cuja realiaacSoVoncorrcu smenttpes
soas de posicao elevada, e isso para vin
gar caprichos mesquinhos, como provarei
se for preciso pela imprensa.
Voltarei sobre o assumpto.
Kngenh j Harmona, Escada, 4 de No-
vembro de 1886.
Antonio Litis Ribeiro Guimaraes,
De S. Jos da Lage nos pedem a publicacao dus
seguintes llnbas :
Hontem vestio-se de galas esta pittoresca po-
voacao para receber em seu seio pela vez primeira
o virtuoso missionario trei Caetano de Messiua,
prefi'ito da Penha do Recife, e seu digno compa-
nheiro fre Faustino de Grumez, que aqui veeni
abrir missoes e trabalhar as obras do cemiterio
e matriz da freguezia.
Quando eip-ilbou-se entre este bom povo a no-
ticia de que os virtuosos missionarios se achavam
em Quipap, cinco legURS alm desta villa, mais de .
-'U 'eavalheiros dos maiseonsiderados do lugar foram
ao encontr dos [lustres padres, aliin de acompa-
uharcm-noa em sua feliz jornada at esta amarel
localidade.
E de fseto foi brilbante a manifestscSo que fi-
zeram "qaelles dois enviados do Seuhor os habi-
tantes de 3. Jos da Ltige, que anciosas estavam j 1ae referido predio esta onerado por nma hypo
por verem aqui penetrar to dignos hospedes. | %** PMda no cartn do esenvao Hennino
Eram seis horas da Urde quando os dignos i O Iphino do Naseime.ito Lins, devando_ter >ugar
apostlos de Christo entravam nis roas desU vil o seu vencimento a 2 de Jane.ro de 188..
I, acompanhados de im.nenso prestito de cava- : Protesto desde j qiialqer transarcao que v-j*
iheiros, afora mais de 5CW pessas a p (entre ho- f mus, mulheres e criancas) que conduziam as eridos.
imagens dos virtuosos missionarios.
As nas achavam-se ornadas de arcos, tulhagens
Constando-me que se me imputa a paternidade
de nma publicacSo inserta no Jornal do Recife de
hontem, ob assignaturaMi i-Eva,apres>o-me
a declarar que nao sou o autor d'aqnella publica-
co. ,
Confio plenamente na integridade de carcter
do Ezm. Sr. conselbeiro director e corpo docente
da Pacnldade de Direito ; por isso nao me julgo
aulorisado a censurar seus actos.
Ao contrario disto, tenho at boje, reipeitado
saas decisSes.
5 de Novembro de 1886.
Joi Perreira da Cria Vieira^
Anh-tliuii Peltoral
As curas proJuzidas pela composici da Auaca-
huita Poitoral, sao realmcn'e milagrosas.
Don Clemente Silva, que reside na ma do Esta-
do, Santiago do Chile, escrevo aos nossos agentes
em dita cidade, que bavendo soffridn atrozmente
de a9thma, pelo espaco de mais de 7 annos, snn
que medico algum jmsis lhe hoavesse porporcio-
nado o menor allivio ; decidi se finalmente em to-
mar di composicao de Anacahuita Peitoral, e de-
pois de haver apenas tomado dous frascos, deseo-
brio com sorpresa, que a grande oppresso do pe-
to havia qirisi completamente desappareciao. N <
emtauto foi counuando a fazer uso delle e no fim
de tres mezes ss achon perfeitamente curado, com
graude assombro e safiafaco de todos os seus pa-
rente= e amigos, os quaes j havi&m perdido as e-
perancas Ue jamis vel-o bom.
Dase tambem que desdi cntio esta parte o
tem recommendado a um grande numero de seus
ctullecidos que scffriam de diferentes affeccoes
pulmonares, to frequentes nos costas do mar Pa-
cifico, na America do Sul, e que seus bons resulta-
dos tuem sido universaes.
Como garanta contra as faUificaces, obsrve-
se bem que os nomes de Ljnma & Kemp ve
nbara estampados em lettras transparentes no pa-
pel do livriubo que serve de envoltorio a cada gar-
rafa.
Acha-se venda ein todas as boticas e lojas d-
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henrjr Poster i C ,
ra do Commercio n. 9.
Nenhuma outra descoberta medica a destes l-
timos cincoenta annos pode ser comparada ao
Xarope le Vlla de Bealer. N. t, p&ra
purificar o sangue e os humores, porgar os intes-
tinos, dar vigor ao fijado, limpar e dar tora ao es-
tomago d calmar e sanar os rins. Sua accao sobre
os ervos benfica, calmando os e fortxlecendo-
os, e pondo assira o cerebro apto pira funccionar
com lucidez c precieo.
Cidade do Limoeiro
Constando-me que o Sr. capitlo Conrado Ermes
tino Xavier Ramos pretende arrendar o predio de
sua prnpriedade ra Nova da cidade do Limo iro
com a clausula de recebimento de um anuo du
alugut I adiantado/previno a quem iotereasar possa
Ao publico
Acabo de ser sorpre he adido por uina iu-
timaco feita pelo juiz municipal da Esca
da para nao obstar o corte de cannas plan
tadas em terreno do engenho Harmona,
de que sou arrendatario, porque o indivi-
duo que as plantou havia requerido e obti-
do licenca para moel as no engenho L-
sjHto.
Ped pelo meu aJvogado, vista para em-
-jarasar qualquer tentativa em face de tito
Jamurosa in Justina; e quando encaminha-
va meu requerimento para tal fim, foram
as cannas do ro tadas e conduzidas para o engenho Li
rooeiro, onde estSo sendo mohidas, empre-
gando-so n'aquolle trabalho grande numero
Je escravos c libertos do rtenlo engenho.
As cannas corladas estilo comp. ehendidas
'.ia esenptura de hypotheca (registrada na
Escada) que fez a Companhia de Enge-
uhos Centraes na minha safra para garan-
da de dinheiro recibido por emprestimo,
e bandeirolas de variadas cores, que faziam um
conjuncto de encantador aos clhos do especta-
dor.
Era imponente e magnstoso ver-se este religioso
squito estilar ra abaito at a matriz, onda se
chava armado um .-legante pulpito ornado de
colchas encarnadas, r< inundo duraute todo o tra-
jelo empre a maior oidem, devida a pacifica n-
dole do nosso povo,
Apeiadas os dignse virtuosos missionarios em
frente a matriz, dirigiram-se ao pulpito, sendo
nesta occaso recebi Jos pelo digu i pamcho da
fi-.guezia, que ergueu vivas k Santa it-ligiii Ca-
tholica Apostlica Roinma, ao preclaro hispo io-
cesano de Olin-la, e aos virtuosos mibsioutrios
apostolicoc fre Caetano de Messina e trei Pausti -
no de Gruraez, os quae< conmovido Mgra'.cc-
ram em phrases sentidas o discurso di Kvd. vi-
gario. ^
DVntre a compacta maltidao, fei levantado um
Recife, 4 do Novembro de 1886.
Joaquim da Silva Carvallo
Unas rpidas caras (2)
Illm. Sr. Jos Alvares de Souza Soa-
rea Pelotas, 12 de Novembro de 1834.
Tem esta por fim scientifical-o de mais
duas esplendidas curas devi.las ao seu pre
cio80 peitoral de Cambar
Por occasi2o de i-tf-cUiar-se o ultimo
bazar em b?neticio da Bibliotbeca Publica
Pelotease, fui atacado de urna forte br-n
chite que rae levou ao leito.
Vendo-ine prostrado e desojando o toeu
rcstab^-lecimento o mais prompto possivd,
deliberci usar o Peitoral de Cambar, e o
tz com tanta felicidade qu, no terceiro
viva ao vigario Pranciaco Jo.quim da Costa Bar- j ''* '* molestia, pade raassomir a minl.as
bosa, que na se tem desdorado um *6 momeut) das tu iiccoes de blbliotliecario naqaullo tstabe
neiesudades espirituaes de s?u i-ebnho, dok qsw ; lecimento.
4 sua iniciativa que deve a vind* dos do. j Na ,nesrna p0CR foi niahm Dl))nl1;l
apostlos da venlade : e praza aos ceos nu: sua I T .. ,r .
vida ja duradoura ..trenos, para nos pnp^rcii- i Jtt,,wto tacda do "a "" imprimen-
nar os bens espiritaaes de que necensitain as us- te, com carcter asthmatico. e appllcando
sas alma'. | lhe eu o mesmo effioaz medicamento, vi a
p-lo prazo de oito das que o cidadSo Mi-
guel Luiz Rodrigues da Fonseca dirigiu
Sua Magestade o Imperador a seguinte
peticao com documentos que satisfazem as
exigencias do art. 66 do citado regula-
mento :
Senh -r diz Miguel Luiz Redrigues da
Fonseca que, achando-se estabelecido na
cidade de Pesqueir.i com casa de drogas e
tendo o supplicanto pratica de longos an-
nos de pharmacia, nao l na cidade do
Po to, como nesta provincia de Pernaru
buco, como provam os documentos jin-
tos, e havendo grande necessidade de urna
pharinacia nesta cidade, como prova coro
o altestado da Jamara Municipal vem o
8upplicante requerer a Vossa Mngestade
Imperial a grao* de conceder-lhe lieenea
pf.ri abrir e administrar pharmacia na c
dade de Pesqueira, em vista do art. 65 do
n-gulamento que baixou cora o decreto n.
9554 de 3 de Fevereiro de 1886,- Nes
tea termos Pede a Vossa Mgestade Im-
perial deferimento Pesqu?ira 3 de Junho
de 1886, Miguel Luiz Rodrigues da Fon
seca, sobre duas estampilhas de 200 reis
cada urna.
E declara que, se nesse prazo nenbum
pharmaceutico formado lhe comrounicnr
ou a inspectora do hygiene da provincia
de Pernambuco, a resolucao de estab'le-
cer pharmacia na citada localidade, conce-
der ao pratico a licenja requerida assig-
nado Dr. Pedro Alfonso de Carvalho. Se-
cretario da inspectora g ral de hygiene.
Secretaria da inspectora de hygiene
publica de Pernambuco 28 do Outubro de
1886.
O secretario,
Guilherme Duarte.
N. 10 Recommenda-se a Eraulso de
Scott aos doentes do peito, da garganta e
dos pulmSes ; aos anmicos, debis e es-
crofulosos, e todos os .jue precisen! de
um bom reconstituute.
A Emuisao nao tem igual para reparar
as forjas dos debis e enfraquecidos.
lotera de Alaaoaa!
Pede se s p-'ssoas que jogain nesta ludria que
precurem ler o que es^reveu nos jornues da mes
ma provincia o S. Jala Alves Esreves, guarda
Hvros do thesoureiro das mencionadla lot-rias, e.
por c-ses escriptos, poderSo julgar da lesura que
xiste na extraccao dcsta mesaia lotera.
Um qiiejogava.
Clnica niedicocirurglca
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de scnhoias c
criancas.
(JKesi lencia Ra da Impcratriz n. 4, segundo
andar.
Dr. Joao Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de seiiho.as c
de enancas, com pratica lias prineipaes materni-
dades e hospitaes de l'nris e de Vieina d'Austria,
faz todas as operac.-s obsttricas e cirurgicas
concern-lites as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Barao Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Coiuultiit. das 12 s 3 honvs le tarde. TeU-
phone ii. 467.
Dita n. 13. Urna dita dita, arrendada
por
Travesea do Palacio do Biapo n. 4 Urna
dita dita, arrendada por
Dita n. 6. Urna dita dita, arrendada
, por
Sucego n. 12. Urna dita dita, arrenda-
da, por
Dita n. 14. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n. 28. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n. 7 O. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n. 23. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n. 47. Urna d.ta dita, arrendada
por
Dita n. 49. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n. 51. Urna dita dita, arrendada
por
Attraecao n. 2 A. ma dita dita, ar-
rendada por
Dita n. H. Uma dita dita, arrendada
por
Dita n. 8 A. Uma dita dita, arrenda-
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lieoco da Attraecao n. 1 D. Urna dita
dita, arrendada par
Din o, 1 Una dita dita, arrendada
por
Dito n. 1 P. Uma dita dita, arrendada
por
Dito n. o. Uma dita dita, arrendada
por
Dito n. i. Urna <>ta dita, arrendada
por
Dita u.
9. Uma dita dita, arrendada
por
Principe n. 6. Uma dita dita, arrenda-
da por
Dita n. '2. Uma dita cita, arren la(a
por
Dita n. 28 8. Uma dita dita, arrendada
por
Dit n. 44. Urna dita dita, arrendad i
por
Dita n. 7 A. Urna dita dita, arrendada
por
Travesea do Principe n. 10. Urna dita
dita, arrend.ia por
Dita u. 10 A. Uma dita dita, arrendada
por
Dita n.
por
. A Urna dita dita, arrendada
Dita n. 7 l. Urna dita dita, arrendada
por
2 Travesea di Principe u 1 C. Uma
dita dita, arrendad por
Dita n. 5. Urna dita dita, arrendada
por
Sabida para Joao de Marros u. 15. Urna
dita dita, arrendada por
Santa Cruz u. 3. Uma dita dita, arren-
dada por
Dita n 'i
Urna dita difa, arrendada
18. Urna dita diti, arrendad*
Dita u. 40. Urna dita dita, arr. udada
17. Urna dita dita, arrendada
por
Dita n.
por
por
Dita n.
por
S. Ooiicalo ii. 2. Urna dita dita, aneu-
dada por
Uma dita dita, arrendada
U>oa dita dita, arrendada
Uma dita dita, arrendada
600000
333*000
300*000
189*000
189*000
453*000
273000
210iOOJ
768*000
240*000
213*000*
150*000
408*000
40*000
800*000
81*000
84*000
96*000
168OiO
19 *0J0
84*000
273*000
240*000
30u*0 0
2405000
360*000
216*000
216*000
180*0J0
180*000
240*000
800*090
480*00
453*000
8WITO0
278*000
333 (XXI
273*0.10
213*000
4S0*0 0
360*000
333*000
500*000
EDITAES
Edital n. 756
COMERCIO
ta commerclal de
buco
Pernaiu
RECIPE, 5 DE NOVEMBRO OE 18*t.
As tres hora da tarde
>'otacf' otfiocM
Guubic sobre Para, 60 d/v. core 1 5|S 0/0 de des.
cont.
O presidente,
Pedro Jos fiutu.
- O secretario,
Candido C. (i. Alcoforade,
aKNUWENTOS PUtfLIGOS
Mes oe Movembro de 1886
ALPANUEOA
Ksncoa o>ca*
De 2 *4
di 5
DA raovmcikL
De 2a4
1>D 5
Tela-
4SKMSB1X)BIAI'- 2
lc>.... ,1 5
146;749994
60:553.656
26.397^758
8:548*958
a 4
207:803*650
34:946*716
242:250*366
4:466.450
1:045*419
.;J*aSOl^Do eaoriNciAL
dem de 5
D 2a 4
5:5114869
1:9104544
70.250
acira .bvn.of.
dem i. 5
n 2 a4
l:980*7y4
2:022*431
171*^54
2:194*288
DESPACHO DE IMPORTACO
Barca nac-nal Varia Angelina, entrada de Pe-
Xas no da i d c irente e consignada a Jos da
-iilva Lrjo Se P.lh', m>.nifentou :
Xaiqoe 186,900 kilos i ordem.
Depois subiram ao pulpito os virtuosos inssio-
nari.is, e ein seguida O Kvd. frei Caetano fez uma
cunciza e c. muiov. nte pratic. sobre ter Deus feito
uma visita a este povo, e em conclusao abeiifoo. -.
Ja tribuna sagrada o seguirain para a casa desti-
nada a se.-vlr-lbe de residencia.
Assim t.-r.ni.iou a importante recepcao que os
lagenses prep*ram aos Ilustres muaiouarios.
(Do Gtittemberg).
Sao seductores une bonitos olhos c ama bocea
ornad* de dentes alvos como marm ; nada poim
mais bello na mulber que u na cutis fina, fresca e
perfumada como s- v diariamente quaudo lia
taz uso da Agua de Kanan;a do Japao da casa Ki-
gaud & C, que tonifica a pclle e d lli-i um brilno
admira vel.
nodia 5 do crrente e cousiguado ordem, maui-
f estou :
Barricas 40 volumes, ditas vasias 1,092.
Pipas vasiaj 200 ordem.
Hiate nacional Joao Valle, entrado de Macao
uo da 5 do corn nte e consignado a Manoel Joa-
quim Pesss, luanifeatou :
Algodao 100 sacaas a Cuoha rmeos Se C, 7
* Rodrigues L-ma C )25 a Gomes du M.-.tti,-
Irmaos, 43 a Luiz Antonio Siqueira, M a Joo V.
Alves .Vatheus ot C. 11 ordem.
P.-nnas de tina 1 caiza a Rodrigues Litna
&C.
fcia 8,960 litro* ao consignatario.
Patacho ingles Kliiabeih Sleuent, entrado do
Rio Grande du Sul no dia 4 do correute e consig-
nado a Baltar Ohveira & C., manifeston .- -
Xarque 160,000 kilos ordem.
DKjFACUS l)K BXFUKTAgAO
Em 4 de Xovembro de 1886
Para o exterior
Ne vapor ingles Sherbone, carregaram :
Par* Liverpool, J. H Bozwvll 30 sacas com
15,778 kilos de algodao M. J. da Ro.ha 289 saceos
com 21.675 kilos de assucar inascatado.
N'o lugar ingles Merriett, carregaram:
Para New-York, F. Cascio & Filbo 2.000 sac-
eos com 150.000 kilos de assucar masca vado.
No patacho porruguez Commercio, carrega-
ram
Par* o Porto, M. Lima c C. 1,114 zaceas com
9,542 kilos de algoJio : B. Oliveira 4 C. 90 cot-
os salgad -s com 630 kilos.
- Na barca ingleza Fairy, carregaram :
Para N w Yuik, r-ohlman & C. 11,000 eacco-
com 825,000 kilos de aaso.-ar mascavado.
restabelecida en poucos das. Subscrevo-
me, etc.
Francisco de Paula Pire*
nicos agente e depositarios gerao* eni
Pernambuco
Francisco M. da Silva ft C.
Jia Mrquez de OUnda n. 23.
Inspectora de hygiene
Em virtuie do que dispSc o art. 66 do
| regalamento que baixou coia o decreto n.
0554 de 'i de Fevereiro do corrente snno,
a inspectora geral de hygiene tas publico,
40 duzias de vsssouras de piassava ; E Barbosa
200 barrica, coui 12,125 kilos de assucar braaco
No vapor nacional Imijuea, carregaraia :
Para o Cear, P. A. de Azevrdj 30 barrica'
com 2,250 kilos de assucar braaco ; J. Ramos 2
barricas com 152 kilos de assucar branca.
No hiate nacional Deut te Salve, carcega
ram :
Par* Aracty, P. AJves & C. 85 valuases com
2,018 kilos Je assucar bianco.
MOVMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 5
Harre por escala 19 das, vapor francez
Ville de Mara-ho, do 1,775 toneladas,
coui'nandante Brean!, eqnipagem !,"),
carga varios gneros ; a Augusto F. de
Oliveira C.
Babia dias, barca iiigleaa Caskel, de
329 toneladas, capitao Thoraa Coatb,
equipagem 11, em ekitro; a W. W.
Robelliard & C.
Rio Grande do Sul 20 dias, pataco di
namarquez Johanna, de 145 tisekkdas,
capitio II. Jens'n, equipagem 7, etrg.i
surque ; a Maia d R -acode.
M-ti o -9 dif-s, biatc nacional Joao VuVe
de 108 toneladas, meste Francia* LI.
Cinuto, equipagem 5, carga varios g.-
Coaflrmae o de catenea
De ordem d > Sr. r. i sp -ct t g.-ral da iustruc-
cAo publica, fac uiivido de Uruvu-.niriui, Mano-I Perrcifa Gue-
des, para su* nite:ligencin devidos fins, que no
processo disciplinar que lh- fu instaurado por
denuncia de Manoel Jos da Si'va, profeno o
Exin. presidente da provincia asa grao de rccurs.i
nec-ssario. o seguiute despa. ho :
- Neg pr vimeuto ao recurso inierposto, con-
i firmando, por seus fundamentos, a sentenca de
ti. 30, em virtude da q>i*l fui bsolvido o pro
tcsfOr publico de ciioiu i primaria em Uruc-
u.iriin, Manoel Perreira Gucdes. I'nlae.o da
presidenzia de Pernambuc 28 de Outubro de
1886Ignacio Joaquim de S.uia Ii-ao.
Secretaria da iustruccao publica Oe Pernambu-
co, 3 de Novembro de 1886 O secretario,
Penruntino S. de Arauj i GalvAo.
O Dr. Joaquina C> rreia de Oliveira Ai:-
drade, juiz de .lire to privativo de or-
pbos o aus-utes, u'esta comarca do Re
cita e s-u termo, pir Sua Magesta-le
Imperial e Coustitucon .1 o Senbor Doio
Pedro II, a quoiu Deus guarde, etc.
Faz sabor aos que o presante edital v>rem, ou
delle conhecimento tiverenj. quo no dia 9 do cor-
rente mez, depois da audiencia deste juizo na
respectiva sala, ir a praca para ser arrematado
por quem maior p.eco ..florecer, o solo em que era
edificado o sobrado do 3 andares sob n. 11, ra
do Mrquez de 01 n Ja, decs|i solo sao cmse-
..llores us menores Anua Emilia Maia dos R-is,
i). Mariaun* Ventura dos S mos R'is, Manuel
Ventura dos Santos Reis e Heurique Ventura dos'
Santo- R.-ig, de uinater?* parte, e D, Hermene-
gilda Cirolma Correia Vieira. r*i praca a
requerimento de Amonm Irmos 4 C, comu pro.
curedores do Or. Jjs Ventura dos Santos Reis,
pai dos ditos met .res, e de D. II rinenegilda .Ca-
rolina Correia Vieira.
para constar mandei pussar o presente edital
que ser publicado p.-le imprensa, e afiixado no
lugar do cestume.
Dado o passado nesta cidade do Recife de Pcr-
n.in.buco, aos 5 de Novembro'da 1886.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes, escrivo, o
subscrt'vi.
Joaquim Cerreia de Ohveira Andrade
Dita u. 4.
por
Dita n. 8.
pjr
Dita u. 12.
por
Dita ii. 20. Urna dita dita (2o semes-
tre) arrendad* por
Dita n. J8. Urna dita dita, arrendada
por 213000
].* Seceai do Consulado Piovinc.il, 2 de No-
vembro de 1886.
O ebefe,
J. X. C. de Parios Campello.
A W.Wki: Arci: Mi:
i.oj.- ('i.nciiiarii. nu vl.. do nlliiKii
3') Ir.-. Ven.-, inauda-ine convidar os OObr.-.
dsta Oln.-. para a sess.-. d fin.-, que se realisar
na segunda teira, 8 do crrente, a hora do oostume.
Pr. Caneca '.v
Secret.-.
Secretarla da presidencia de Per-
nambuco, 3 de Vovembro de
880
1* s.ccao.
De ordem do Eim. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, faco constar a quem interessar possa, que
o ministerio da guerra, em aviso de 225 de Outubro
fiado, declarou que, nao tendo deizado espolio
algum o alf-res reformado do exercito Fenelon
Firmo, tallecido no hospicio de Pedro II, quer no
dit.. hospicio, quer no hospital militar da corte,
onde se acbava quando foi para alli transferido,
segundo informacoes do provedor da santa casa
de misericordia e do director do citado hospital,
nada ha qu.- resolver sobre a entrega do espolio
desso official, conforjie requeren D. Anna Mara
dos Santo?, nial do referido alferes.
O secretario,
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
'ecreuria do Gov ru de Pernambuco, 5 de No-
vembro de 3886.2 seceoDe ordem do Ezm.
Sr. Dr. vice pr- bidente da provincia, faco publico
para os devidos .ffei'os, que por portara desta
data fui n .meado o tenente honorario do exercito
Ursino Tersaba de Barros, para servir proviso-
riamente, do confortd*de com o disposto no art.
16S do decreto n. M20, de 28 de Abril de 1885,
os officios de 1" tabellio do publico, judicial e
notas, escrivo de orphos e annexos do termo de
Palmares.
-'ervindo "de secretorio,
Emiliano Ernezlo de Me lo Tamlorim.
Companhia de Edificado
Commuuica-se acs Srs. accionistas, que por de-
liberac o da directora foi resolvido o recolbi-
mi nto da quinta pr.stacao, na razao de 10 pir
cento do valor nominal das respectivos a ;coes, a
qu.il dever rcal.aar-se at o dia 5 de Dezembro
prximo futuro, uo escriptorio da companhia
praca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Antunes,
director secretario.
Faeuldade da Direito
T'-ndo nio gospengja os exames depertagu.fi
c francs que estavam sendo rcitos na bibliotheca
da faeuldade, no convento do Carino, em coose-
qoenzia d s p. los respectivos estudantes, resolveu o Exm. Sr.
c .nscih.-iro director interino da tnesma faeuldade
< s guni'e :
1 Os exames d- portugus continuarao a fa-
zei -se maulla (sabbado) s 3 horas da tarde, em
urna dus salas do edificio da faeuldade, oendo
cha-nados uuicamente u sse dia para a prova es-
cripta os Cstudalites, cujos nmeros vo abaixo
declarados Depon de concluidas as provas es-
criptns des*es, serao chamados pruva oral os
quo Szerain a prova "scripta no dia.
2o Os rxau ed de fraucez continuarao na terca-
eira 9 do cjrrente, a mesina h >ra, e no mesmo
elificio la faeuldade, ceado chamados p r* a pro-
va escripia e ora! (-e bouve teinpo) unicamen'e
os ciacoeuta estudautes, cujos eumerjs serio an-
nuuc d'S o ip n i -lulamente.
u Quer se coinpletcm as respectivas turma,
quer nao, mais neiiiium estodaate ser chamado
alem dess-s m jiielle di*. As listas pira as cha-
madas n s i- ai.ns dias seguiutes serao previamen-
te publicados.
4o As ch una lis si-rio feitas porta da entra-
da do edifici., e s podero entrar para a sala dos
exa.nea us .llamados que comparecercm.
Numeres d'.s estudautes de por-uguez que serao
.haniadws ainanb (sabbado) prav* escripia.
48, 47, 43, 4. 52, 53. 54, 56, 58, 61, 62.63, 65,
66,68, 7.1, 74, 77, 80. 83, 85. 86, 88, 90, 95, 9 ai, 105. 10i, no, U4, 122, 129, 133, 134. l5,
147, 148, 150 e 153.
Tem prefereucia vbtei estudantei em rasao de
se acharem rambein inscriptos para exame de
li ancez que delle depende.
Secretaria da Faeuldade de Direito do Recife,
3 de Novemro de 1886.
O secretario,
Jos Honorio H. de Menezes.
Companhia de trlinon urbinm do
He. if.- i Olln.l* ll.-ltrrilM-
ASSEMBL GERhL
Nao se ten.lo reunido uume o sufficirnte de ap-
cionistas p*ra a reuuio da assembla geral, con-
vocada par h ve, detenniuou o Sr. presidente que
fosse t'eita a segunda cunvocacilo para o di. 12 de
Noembr-i, ao tneio dia, no escrptorio da compa-
nhia. sen fim :
Tomar conhecimento do relatorio da directora ;
uavir a leitura do parecer da coinmissao fiscal ;
discutil-oe e sobre ell 8 se pronunciar, assim como
.obre o projecto de reforma dos estatutos, apresen-
tado pela c mmissao respectiva.
Segundo resolucao do Sr. presidente e de accor-
do com a lei, entrarao os estatutos em di-cussao
se estiver repieseutadi d^us tercos do capital
sendo que uo caso c ntrario oinbora funccioiic a
assembla geral para os outrus fins ser erta con-
voca cao considerada como segunda coiivocaco
para este fim especial.
Ecri.toiio da com janhia, 29 de Outubro de
1886.
O secretario,
Jos Antonio de Almeida Cunta.
C. C. E.
tiens ; a Manoel Joaquim Pessoa,
^Patacho dinama-quiz Johanna, entrada di Rio
rand- .lo Sul n. lia do c rrenfe e eonsffua-
rio Bailar Oliv-ira 4 C, manifeston :
Xnrquc 58,lb() kilos A ordem.
, Fataebo alien So Brilhanle, entrsdo da Rahi.i
= No patacho sueco Helena, carregar.m :
Para Montevideo. Amonm Irmos 4 C. 725
barricas com 78,462 kilos de assucar branco.
Para o interior
Na scona nacional Marieta, carregaram :
Para Porto-A'egre, Maia k Rrsende '.'50 saceos
com 21,7''0 kilos de assucar branco e 150 ditos
cox l,750 ditos de dito mascavado ; F. A. de
Asevedu 350 saceos com 26,260 kilos de assucar
branco e 50 ditos com 3,750 ditos de dito masca
vudp.
No vapjr fruneez Ville de Maranhio, c ir-
regaram :
Para Santos, P. Oarneiro Se C. 959 saceos com
57.0U0 kilo de assucar mascavado e 2,200 otos
com 132,000 ditos rl dito branco ; A. Salles V70
saceos com 16,200 kijjs de assucar mascavado
r Na barca norueguense Ebenezer, carrega-
ram :
Para o Para. F M. da Silva 4 C. 28 caixae
com 800 kilos de oleo medicinal ; F. J. de Barros
Jnior 2U piras c m 9,600 litros de agurdente ;
J. C- de Mello 1 pip com 48(1 litros de alojl e 2
ditas cun 960 litrus de agurdente, 20 Calzas com
60 kilos de o'eo de ricino ; Baltar Irmios 4 C
Baha 6 dias, patacho allemao Breante,
do 194 toneladas, capitio I. Jesaen,
equipagem 7, ern lasT); a Baltbar Oli-
veira & C.
R:0 de Janeiro13 d!i.s, patacho orne
guense Sjohvart, de 233, capita P. K.
Oquist, eqaipsgem 8, ein lastro; H"n-
rique Builu & C.
Navios suhidos no mesmo dia
Now-York Paticho norueguense Len, "'
capitao M. Ardersen, carga asacar.
MaceiVapor ingli z Sculptor, eomman
dante Jams Wocdc- k, carga varios ge
eros.
VAPOllES E3PERADOS
Etpirilo Santo
BaKia
Cotopaxi
Afondeao
De/ambre
Pirapama
Paranagit
Trenl
Advance
Tagut
Orenoque
La rala
do norte k. jo
do sul aiaanba
do sul a 8
da Europa a 10
de Liverpool a 12
do norte a 13
de II ii.iburgo a 13
(lo sul a 14
de New-Port News a 19.
da Europa a 34
do sul a 25
do sol 'J
O r. Antonio l-jnrique de Almeida, juiz
de direito da co.nar.-a do Jaboatio, por
Sua Magestade o Inp'irador, a quem
Deus guarde, et-\
FaQo saber aos que o presente edital vir. m ou
t verem delle conhecimento que, tendo sido penho-
r .dos por execuco de Manoel Martina Lmreuco,
contra Joaquim Pereira Borges e sua mulber, as
.rasas ns. 64, 64 A e 64 B, sicas ra do Impera-
dor dcsta cidade, e tendo sido cd*s avaliadas : a
l*esa 700-i'iOO c as duas ul'imas em 4001. cada
urna, nao apparcceu licitante na praca annuucisda
para o dia 21 de Abril do corrente anuo, pelo que
.-v r.-queriineiito do exequente, mandei que co:u 3
lio ilc pruc* e o sb-tnn-nto d* q ;iut pirte no
preeo da avaliaco, fossem postas novameote em
hasta publica, uo dia 8 do crrenle mez, us mes-
rn^s casa?, as qu*< s serao arr, matadas por quem
maior pre^o offerecer sobre o que ha de servir 0e
base e o seguinte : de 5504000 pura a cas* n.
4, Ue 3204000 para a de numero 64 A, de 990*1
i ara a de u. 61 B.
para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
iinoieasa e atusado no lugar do costume.
Jabuato, 4 de No/.moro de 1886.
En, Joio Evangelista de Souza, escrivo inte-
riuj, o cscievi.
. [iitouio Henriqve de Almeida.
Club 4V o ni Hiere hil Euierpe
Sarao em 6 do corrente
Nesta noite realsar-s j-ba o sarao, solemnisan-
do o 1 enniversario da installacao da banda mu-
sical. Os seuhores socios queir .in procurar seus
incr.ssos em milo do abnxu assignado. Princi-
piar o sarao depiis da parte coucertaute, execu-
taia pela banda do club.
PROGRAMMA
La G'-au'ie Duchcsse, uuverture Offcubacb.
Betly, cavatina desta opera .... Donisetti.
Robert le Diable, phanUsia Meyerbeer.
Principiar as 9 1/2 boras da noite
Secretaria do "Jlub Camioercial Euterpe, 4 de
Novembro da 1886.O 1 secretario,
Francisco Lima.
ImnUti das Alias ia matriz
S.
DECLARACES
A t.:r\ues < nc ntraaas para mais nu lancaraeuto
ila decima urbana da freguezia da Boa-Vista,
no ejercicio de 188637, pelo lanzador Izidure
T. de Mattos Ferreira.
-'* da ra de Gervasio Pires n.
Jo. Urna casa terrea, arrendad* por 144000
Ra do Atalho n. 4. Una dita dita,ar-
rendada par 7:'o#00
De ordem da mesa regedora convido pela segn -
da vez a torios os nossos irmSos | ara comparece-
rem neste consistorio, no dia 7 do coir.-nte, pelas
10 horas da manha, afim de se procedar a eleico
d* nova mesa que tein de administrar esta rmau-
dade no anno cooiproinis*al de 1886 a 1887.
Consistorio da irmandado das Almas, erecta na
matriz de S. Jus do Recife, 5 de Novembro de
1886.
O rscrivo,
francisco Valeriano Alves da Ponseea.
5.a Secro.Secretarla da Preuldew-
rla d Pernambuco. 4 de novem-
bro de i SS6
Por esta secretaria se faz publico, de ordem do
Exm. Sr. vicepresidente d* provincia, & vista do
que reqaereram Severino de Andrade, o t- neote-
corouel Francisco Pereira de Carvalho por seu
procurador e Luiz Lat-k, que con o praso de 6
dias, contados desta data, serio recebidas na tic*
ma secretaria pro;iostas ptra a construc^ao de
uma estrada, que, partiudo de uma das estaco's
do prolngame i'.o da estrada de trro do Keeifc
ao S Francisco (Cai.hotinb > ou Poco do Coelho)
v terminar na vill de Papacae,, patsando por
Palmeira de Garaiihuns, Correutes e Lagot do
Emigdio, mediante as clausulas da lei n 1871, de
31 de Maio deste mino, meno^ a que se refere ao
onus da garautia de juros de 7 U/0, imposta pro-
vincia a favor do capital empregado.
O secretario,
Pedro Franeisco Correia de Oliveira.
RelacSo nominal dos contribuintes collecta-
dos na freguezia do Poyo da Panela,
para o ex.-reicio de 1886 a 1887 de con-
forinidade com o art. 2o 16 4a lei de
ornamento vigente pelo lanzador Antonia
Suriano do Reg Barros.
Agua-Fria n. 16. Augusto Arcoverde
de Mella, taverna
Dita u. 16. Miuervino Avelino Fiuza
Lima, acougue
Estrada du Arraial, n. 25B. Jos Luiz
Ribeiro. padana
Dita n. 21 Francisco Alves de Barros
taverna
Dita n. 27. Dominguo3 Gomes Correia
Se C. idem
Travessa da Casa Forte n. 9. Manoel
iluniz Lopes di Cruz, idem
Dita n. 10. Basilio Maguo da Silva
Guimaraes, id m
Harmona n. 10. Miguel Archanjo Jos
Fernandes, idem
Travessa do Cemiterio n. 4. Minervino
Avelino Piusa Lima, acougue
Dita ii. 6. Jos Ferreira Branda-., ta-
verna
Encanaraento n. 2B. Mara Francisca
do Nascimento, idem
Estrada do Arraial n. 65. Domingos
Gomes Correia, idem
Dita n. 22. Manoel Joaquim Fernandes
idem
Kua da Matriz a. .. Manoel Ferreira
da Motta, idem
Encanamento n. 11. Adriano da Rocha
Pereira, idem
Dita n. 23. Jos de Hollanda Cavalcan-
te, olaria
Dita n. 19F. [Antonio Vasques ta
veras,
Sant'Auna n. 111. Thom Rodrigues
Cuuba, pujara
Dfta n. 1. Maucel Sotelino, taver-
na
Dita n. 11. Dias dos Reis, idem
Dita n. 37. Hvpolito Martins Gomes
de Piuho, idem
Casa Eorte n. 42. Minervino Avelino
Piusa Lima, acougne
Dita n. 46. Manoel Martins Campos, pa-
daria
Dita u. 15. Antonio Arcoverde de Mel-
lo, taverna
Dita n. .. Agapto Alves Lourenco, pa-
daria
Cosa*Porte n. 17. Htnrique Cavalcante
& C. taverna
Dito n. 55. Manoel Muuiz Lopes da
Cruz z C, idem
Dir n. 69. Antonio de Carvalho Azc-
\ edo & C, idem
Li.marao n. 1. Manoel Ferreira dos
Santos Braga, idem
Poeira n. 2. Ferreira Se C, idem
i- strada da Matriz n. 2. Silviuo Uomiu-
gues Ribeiro e Silva, l.ja do miu-
desa
Dita n. 2A. Austricliano Procopio de
Colombo, taverna
Dita n. 4. Oliveira Castro Se C, acou-
gue
Dita n. 4. Tiburcio Victor de Mello
Santos, padaria
Dita n. 6. Al xandre & C., loj* de fa-
zendus
Dita a. 18. Arsujo & C, idem
Dita n. 44\. Ohveira Castro & C.,
acougue
Dita n. 44 Manoel, Pedrosodos Santos
taverna
Dita n. 1. Manoel Ferreira da Croz
idem
Dita n. 7. Minervino Avelino Piusa
Lima, acougue
Dita n. 17. Manoel Ferreira da Cruz
4 C taverna .
Dita n. 71. O mesmo, idem
Estrada do Mouteiro n. 75. Minervino
Avelino Fiuza Lima, acougue
Monte do Mnteiro n. 1. Manoel de
Ca va I ho, taverna
Estrada de Api pucos n. 2 A. Domir-
gos Gomes Correia, idem
Largo de Apisucis n. 46. Joao Feli-
sado de Aniorim, id. m
Dito n. 48. Minervino Avelino Fiuza
Lima, acougue
Dito o. 50. Manoel Martins Beiriz, ta-
verna
Dito n. 54. Francisco Jos Dias, pa-
daria
Ra de S. Joio. Rocha & Alves, ta-
124000
124000
1040i)0
lOOtf)
2040O
64000
840 JO
1240)0
124000
10400J
10*000
2040 W
1200Q
10400J
1.4000
100.>J
740-JJ
12*000
15*00-)
1*000
12*0i
lSaOijO
0*O)J
15*000
6*000
94000
9*600
12$000
]S*0t>,
. 20400)
6*C0)
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15*00)
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12*00
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15*00)
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10*00)
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20*000
15*000
20*00.
15*00)
15*001
15*00)
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Diario de PernambucoSabbado 6 de Novembro de 1886

12*000
124000
12*00
verna
Estrada do Brejo n. 24. Lat Goncal-
ves Loureneo &; C, ttm
Casa Furto. Generoso Al vea, idem
Estrada do Brejo n. 17. Jiaquin Jos
de Almeida, dem
Estrada de ferro do Limoeiro o. 7.
Jos Calado de Hollanda Rogo, idem
Estrada do Eogenho u. 2. Joaquim
Ferreira Alvea, idem
Dita d. 4. Oliveira Castro 4 C, a; yu-
gue 9J600
Dita n. 14. Martina & C, Uverna 15*000
Dita n. 25. Jcs Rodrigues, idem 10*000
DiU n. 25 A. O mesmu, rancho 20*000
Dita. Andr Bustmann, idem 0*000
Travessa do Acode n. 1. Sabina Ma
ria da Conceicj, taverna 0*000
Douslrmaoa n. 2. Andr Vidal Al ves,
idem 8*400
Travessa da Caro'a n. 1. Horacio Ma-
chado, idem 5 000
Vedra Molle n. 2 A. Mauorl Simplicio
Torrea, idem 10*000
Dita n. 5 A. Maria Pastora da Con-
ceico, idem 5*000
1.a aeceo do Consulado Provincial, 2 de No-
vembro de 1886.
O ebefe,
J. X. C. de Barros Campello.
10*000 ADMINISTRAQAO DOS CORREIOS DE PER
NAMBUCO, 2 DE NOVEMBRO DE 1886
12*000
12*0001 Relaco da correspondencia registrada (sem
valor) que existe tiesta repartido, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
72*000
S0*000
30*000
120*000
48*000
40*000
48*00J
48*000
7i*000
36*000
24*000
48*00 1
48*000
72*000
'JOjOOO
72*100
72*0
305000
600X)
19*800
60*000
120*000
24 00)
Consulado Provincial
Relac/.a dos contribuintea comprehendidos
08 impostos decretados nos 15 e 16
do art. 2o da \-\ do ornamento n. Ic60,
oooi relacao a freguesia do Recife, e per
flenceates ao exercico ci 1886 a 1887,
pelo lar.cador Joaquim Tranquilino de
Lcmos Duarte.
Bom Jess
S. 42. F. H. Caris, ebjectos de
Mcriptorios e lytographa 150*000
Ra do Amorim
$. 37. Costa Lima & C, armazem
de fuma 90*000
Compauhia Pernambucana
31. 2. Joo Rodrigues Maciuira, en-
chmenlo de agurdente 240*000
!a. 8 e 10. Antonio Maia da Silva,
idem 180*000
S. 10. Manoel Marques de Oliveira,
iacm 150* 00
N. 14. Francisco Genuino Correia,
idem 180*000
S. 18. Pedro Alves de Azevedo,
pn-nsa de algoao 24*000
S. 28. Joo Martina Viegas, ta-
noaria 48000
31. .JO. Joaquim da Suva Carnero,
taverna 51*000
Lnrgo d'Ass mbla
8. 9. Jos Clemeutino Heuriqucs
da S'lva, inspcccii do a I odio 300*000
31. 11. Antonio Jjs da Nova, ta-
vtrna 90*000
S. 15. Gjocalvea Vianua A C,
idem 90*000
31. 17. Mmoel Franciaco de A'inei-
da & C, idein 90*000
3Js. 3e 13. Jo da Silva Loyo &
Filho, armazem de asaucar 3:000*000
Tuyuly
S. 6. Jote Paulo Botelho, tanoa-
n* 21*000
31. 8. Joaquim Gomos Ferreira, t.i-
noana 24*000
21. 5. Lino Alves de Carvalho.
idem 20*000
5. 5. J >aq iiin Gomes Ferreira, de-
posito de barra 19*200
Caes da Companbia
S. 6. Jos Joaquim Goncalves Bas-
tos, eacriptorio 48*000
31. 3-. Marcolino de Souza Travas-
9, inspeoo, 10 de algorlao 400*000
Ra da Madre Dous
K. 8. Barth}lomeaL3ureGco,escrip-
tono 38*400 '
Y. 13. Fonaeca Irinio & C., cn-
ela de gneros 90*000
.1. 28. ustorgio Maredo, lytogra-
phia 48*000
3. 30 e 32. Joaquim S. de Fguei-
redo, hotel
'<. 34. Cnnha Irmos & C, agenca
de gen ros
N. 36 A. Sebastian de Olveir* Ro-
zende, caballciro
X. 3. Maria Angela M. Pitla,
hotel
X. 11. Costa & Bunty, oliici.il de
alfaiate
Domingoe Jos Martin j
V. 14.. Jos Ricardo da Costa, ofli-
cu de movis
31. 18. Venancio Rosaa,dita de bar-
ricas
!S. 46. Companhia de Carnea Ver-
dea, acougue
S. 50. Gomea & Nerto, taverna
N. 52. Rodriguea 6c C, casa de
paato
9. 56. JoJ Pedro de Alcntara,
barriqueiro
>!. 60. Vuva Euatorgo, acougue
S. 8. Moura C, idem
S. *). Jos Moreira de Souza, ta-
verna
N'. 96. Joaquim Fernaudea do Mon-
te, padaria
3!. 102. Jeaquim Antonio Gomes,
taverna
M. 104. Jos Pedroea de Carvalbo,
idem
N. 126. Auguato Vieira Soarcs, of-
ficina de marcioeiro
.1. 124. Mirandi 66 Souza, dita de
Ierra gem
S. 132. Francisco Xavier de Moura
Nevea, olticm de nmrcineiro
S. 140. Silva o Alvo, diu de ier-
ra g*m
H. 142. Rus & Saiitus, idem
Ti. 144. UercuUuo Semiao da Silva
Braga, utlioma de chapeo
Traveaaa de Domingos Joa Martina
<. -V Joo X-p-imuc -no Cv4 lu da
Silva, officina d inai cirneiro
Traveaaa do Campelh
S. 2. Hjnorata Mana do Sacramen-
to, offieiua de inarciueiro
1. 1. Antonio Joa de Carvalho J-
nior, tavernt.
IJecc j Largo
S. 7. Franciaco Gamillo da Fonae-
ca, otficiua de calcado
X. 3. Hennque L-ai fcC, taverna
$. 9. Benedicto Djiningos Ramos,
barbeiro
Traveaaa do Antigo Porto
N 3. Jos de Oliveira Carvalbo,
dem
R'atauracio
X. 68. Pinlj Alvea & C, retiuaco
S. 62. Autonio Perura ui- Oli"eira
M iii, tavenia
S. 64. Beliarinino Alves Arouza,
acougue
;. 1. Iaacc Goncalvea Machado, co*
cheira
S. 5. Rosa & C, fficina de barr
cas
>". 7. ')a meamos, taverna'
X. 9. Edua'dc Fradiqu-', acougue
|. 51. Pedro Sjoriauo do Lapirito
Santo, idem
f. 57. Santoa Raaa & C, tavrna
D. Man Ceear
X. 2. Antonio H nior, taverna \^^
X- 4. EJuardo Murqu '8 Moii&eiro
& C, refioxca i V
X. 26. Manoel Moreira de Souza,'
taverna
X. 30. Antonio Fernn les de Fi-
gueiredo Paiva, padaiia
X. 9. Bricto S Araujo, tavern.i
X. 13. Sinrca Ripoio, acouguo
H. 15. C<;b& Pi.diiliH, uverca
X. 39. Braga C, id-m
Mrquez de Oliula
M. 23. Francisco Mnocl da Silva
* C, drogara
B- 41. Fana Subriabo & C, idem
1. Seccao do Consulado Provincial, 29 deOu
abro di 1886.
0 chefe,
J. H. C. de Barros Qinpllj.
Alfredo Correia Lima.
Acberubim Ferraz de Andradu (2).
Adalberto biaa Ferraz da Luz.
Ad liberto Ferras.
Anna Therezt de Jess.
Artbur de Mattos
Antonio-B. Marinho de >'.
Antonio Cardoso d) Reg.
Antonio Culimodi
Ant nio Fausto Jos Rodrigues.
Antonio Joaquim da Costa.
Antonio Liao Pereia Dutra.
Antonio Luiz Paraiio Cavalcante.
Antonio K.mos de Azevedo.
Antonio Sarriera.
Antonio Ventana.
Balbina Maria da Silva.
Brantj.'s & C
Benedicto de Almeida.
Carolina Mara do Bomfim.
Constantino de Almeida.
Claudoo Cesar Fr ir.
Claudino da Iucarnacao do Verbo.
Cetario Clau lino doa Santoa.
Caaimiro Franciaco de Araujo.
Eslepbania da Silva Lima.
GaQrtl Jos da Fonaeca.
Eurico de Caldas tirito.
Fabiana Amaro Lopea.
Fabio da Cunha Galvao.
Francisco Antonio Salgado.
Francisco Jos Silverio.
Francisco das Chagas Falcao.
ijuiaeppo Penoella
Gabriel de Aguiar Moiitarrcyjs.
Hemeter o Jos Ferreira Martina.
Josepbina Fernandos Silva.
Jovino Baptista Leitao.
Julio Cesar d< Magalhes Costa.
JuSo Antonio da Silva Pereira.
Joao Ferreira da Silva.
Julo Cancio Tavares de Olivei -a.
Joio Jos de Siqueir Mondes.
Joaquim Ferrei -a de Souza.
Joaquim Francisco Colares.
Joaquim Mana Piuhei.o Costs.
Joaquim Mendos de A'metda.
Jos Torres Lei'e.
Jos Augusto Paula.
Jos Alves de Carva'ho.
Jos Bcrnar io Gomes.
Jos Car'os da Silva Leal.
Jos Ign co Guedea Pereira.
Jo Olympo da Rocha Santos.
Jos de Souza Alomes.
Leonor Augusta B Imonte Mafra.
Libania Benedicta da Cono co.
Lydia da Costa Siqueir*.
Luiz Goncalves da L-icerda.
Lusia Maria da CouceicSc
Maria da A.-sumo^lo Ferreira.
Mura Ceriaca.
Maria Mtfedalena da C nceicao.
Maria Salustiana de Scuza.
Mari.mii) B ptista de Oliveira.
Mauricio Vannier.
Macoel Azevedo Pontos.
.Mano. I Feliciano Varn.
Manoel Gomea da Silva.
Manoel Joaquim da Rocha.
Manoel Pereira de Araujo.
Manorl d Silva.
Olindina Augusta de Miranda.
Pedro Celestino deAseveio.
Rita Joann*.
Rita 'aria de Jess Bezerra.
Rosa Alczandr na da Cista.
R ymundo Lasserre (2)'
Rita de Cuasia Pacheco Osoro Prea.
Sebastiao Antonio Vidal.
Torqnato Antonio de Al incida.
Theophilo Borges Falclo-
Te>ciicio Gomea Ferreira Velloao (2).
Victoria Rosa de Moris.
Antonia Montuiro do Xascimento Fi h).
Joaquim Uioiano.
Porcina Maria J. da Costa.
Sebastin Possollj.
O Io official
Deodato Pinto dos kintue.
MARTIMOS
Pacific Steam NavigationCompanv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Sotopaxi
Eapora-se doe portoa do
sul at o dia 8 de No-
vembro seguindo pa
ra a Europa depois da
demora do costume.
Eslepaquete e os que dora
em diante seguirem tocaro em
PIyiiiiilli. o que facilitar che-
garem os passageiros com mal
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
licro a frote tracta -m coro oa
AGENTES
\%ilson Sons A c .. Limited
N. 14- RA DO OOMJVERCIO N 14
liaed Sutes\l Brasil MiiISXC
O vapor Advanee
Espera-so. de New-Port
News, at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encoinmcndaa e dinheir
a rrete, tracta- se com os
AGENTES
llenrv Forsler C.
N. 8 RUADO OUMMJUiClO N. 8.
1' andar
Corap&^hia Bra ileira de Sjare-
gaeoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Baha
Cammandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado dos portoa do sui
at o dia 7 de Novembro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os porto*
Lisboa
Segu cnan brev>dad i a barca portogneza Ve-
rtir Borq.s para o resto da carga que falta,
tra'a-se com Silva Guimaraes C-, ra do
Commereio n. 5.
AVISOS DIVERSOS
oPar
Seguir dentro de poneos das, por ter grande
parte do carregamento prompto para esae porto, a
barca aorueguense de 1 elasso denominada Ebe-
nezer.
Para o resto da carga eugaja se desde j, com
seu consignatario, ao largo do Corpo Sanco
9.
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncatlo : a tratar na ra di>
Imperatris n. 56.
LEILOES
De 2 bufets, 1 rico relogio com miisica em um
lindo quadro com paysugem, 1 eapelho de moldu-
ra de Jacaranda, 2 consolos com podra marmore
preto, urna jardineira com pedrn, 1 santuario de
Jacaranda, urna mesa para o mesmo, urna estante
com gavetas, 1 bidet com pedra, urna mesa para
jantar, 1 aparador, 1 relogio americano, urna me-
aa de Jacaranda para jigo, urna davina de Spen
cer, cma carroca, forquilbaa de ferr^ com cepos
para taladas e mnitos ootros movis.
Em contnuaco vender o mesmo agente um
poldro rudado de segunda muda, andador de bai-
lo com um principio de mcio.
Sabbado 6 do crvente
A's 11 horas
Na casan. 139 da ra da Aurora
Por inferveneo do agente
Gusmo
Aluga-se oa andares superiores do predio n.
51 roa do Imperador, com ezcellentea accommo-
daces para familia : a tratar com N. I. Lidatone.
rna do Commereio n. 10.
Alaga se a casa terrea n 21 a ra de S.
Francisco ; a tratar na ra do Imperador n. 31,
armazem do gaz. '
Aluga se o andar e sotao da casa n. 70
raa de S. Franciaco, o qual maito fresco per ter
janellas no ouao ; a tratar n escriptono ao caes
da Companbia Pcrnambucana n. 6.
Precisa-se de um criado para vender tabo-
leiro e fazor maia servicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa se de una ama
numero 14.
na roa do Aragao
Alug*-se acusa darui da Conceico n. 2-A
na Torre ; a chave est cm mao do Sr. Manoel
Blia
na mesmi ra.
3 Jeilo
De predios e terrenos
Agente Brito
THEATBO
DE
VMEMMS
COXIPASHIA LYBICO-COMICA DE OPERE-
TAS FRANCEZAS
Regento de or.:hestra : de Niirecky
Ensaiador: Garln
do norte at Manos.
Para carga, passagens, cncoromenrhas valoree
raefa-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS~DOSUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado doe ,.rtos do
norte at o dia de 7 Novem-
bro e depois da demora in-
' dispensavel, seguir para
. os p--tns do sul.
Recebe tambem carga para Santa Catbarina,
Grande d> Sul, Pelotas e Porto Alegre,trete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
rata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9.
COPAWniA PEUMAMSIJCAN*
DE
i%aTegaeo Cosielra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Mossor, Ara-
caty,'Cear e Acarahu
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 9 de
Novembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 8
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
3 horas da tai de do da da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Per^ambw/ina
n. 12
O agente Brito, por alvi-r do Ezm. Dr. juiz de
direito e da provedoria levar a leilo : a metade
da casa terrea n. 15, e duas quintas parte da casa
terrea n. 11 ambas ra do Carnario, espolio de
Antonio Martina de Carvalbo Azevedo, em ae-
guida vender maia 1 sobrado de 1 andar e sotao
quaee'novo, ra do Apollo o. 63 e rende 432J,
1 casa terrea moderna, no largo do Ampare n. 6,
em Olinda, outroa predios e terrenos.
SABBADO, 6 DO CBRENTE
A's 11 horas
No armazem ra de Pedro Affonso n. 43
Vende-ae a taverna da ra dos Pescadores
n. 43, bem atreguezada, cora poucos fundos e
commodos para familia, o motivo se dir ao com-
prador ; a tratar na mesma.
Precisa-se de um vendedor de cigarros ; na
fabrica Suzana, pateo do Terco n. 30, que d fia-
dor sua conducta.
Preciaa-se de nm caixeiro com pratica de
taverna ; na rna do Conde da MoaVisia numero
143 A. __________________
As abaixo assignidas declaram que o Sr.
Manoel Jos Affonso deizou de ser seu procurador
desde 30 de Outubro. sendo o Dr. Ferrer o sea
nico procurador actualmneu-, Recife, 5 de No-
vembro de 1886.
Mona Affonso Ferreirs.
Francisca Affonso Ferreira.
Leilo
De fazendas e miudezas
1 mpbilia completa de janeo com encost de
palba, 1 dita Jacaranda, commoda. guarda vestidos
e guardas loucas, mesa3 com estantes, 1 machina
para aapateiro, 2 cafres, 1 1-istre para gaz carb-
nico, manhinaa da costura, lavatorios, cadeiras de
balanco c do gaarnico, relogioa toaleta, quadros,
jarros, marquezcs, eofs, camas e mnitos outros
artigue que serio vendidos lao correr do martello
por ter de liquidar so.
Agente Britto
Sabbado 6 de Novembro
A's loe f|t horas
Na ra de Pedro Affonso b. 43
AS
9
9
:;o*ooo
19J200
51 00)
19200
540O
24 i 009
189000
72O0J
6J0
80J000
58440
57*60)
18#000
38*400
700
60*00
90000
72*000
6 de .\oveuihro
:*|l da onie
FNCClO
Espectculo variado!
PndMX repeticao
1' parte
Ouverture p-la orchestr
LE CABARET DE SI 0\
jfOocreta eiu 1 acto, musir de Robilliard,
executada por Mr. e Madarce GARyON
Ouveiture pela orchegtra
1- LE PONT DES PIOL'PIOUS, canr;oneU
cmica, por Mil.'. Blondine.
2- A 35 ANS dito, por Mlle. Leaase.
3- LE R0I DFS BOHEMIENS, romance, por
Mr. II .\ ii
4- LAME D BOIS DE BOULOONE cancio
cmica, por Vlilo. 1,&n.
5- LES .REV1SSES, dito, par Mlle. Stala-
TillC
6 J'SAH PA^COVIMEXI' DIRE'JA, can?o-
neta, por Ml'e. Vauly.
7- CASJSINETTE, tyroleza, por Mr. Va-
lere.
8- BKFXISI, canelo, por Mlle. Larlour.
parle
Oaverturc pela orchestra
. :80CO
|-5DIXJ
72*
IA DIGOE HDE DON
Cangoneta do, por Mlle. LEO e
LESAGE
9- LA CHANCHOS DES BAIERS, cancao,
por Mlle. vmdy
10- LE PjNC D'AVI'JNON, tyroleza, por
Mr. Valere
11- MUlClEN D'ORNESTI.SE, canconeto
cmica, por Mlle. l.-i.
12- SONGE It.SE, romin.^e. por Mr. Araia.
13- YEN A ANS LE-i CHASSEURS, cao-
roiciai. por lll'e l.r*'
14" LESCLOCHES DE CORSEVILLE, aria,
por Mlle. Lafleur._
parte
pela orchestra
BOYAL MAIL STEAM PAGkET
COMPAISY
0 paquete Mondego
8a
Ouverture
LA CARENTILE
Opereta em 1 u -tu, executada por Mr. Mr.
GARCON, HOVEN e Mlle
' STAINVILLE
PRESOS
Camarotes com 5 entradas 10000
Cadeiraa e galeras 2J00C
Plal&n num rad.s I *0 0
; Eutrada ge.ral nj jardi:n (theatro abertol liOX)
4000(
540( O
Oa bilhetes desde j4 venda em cusa de Ciar-
les Piuym i C, na ra. do Cimmircio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 boraa d tardo n* bilhetaria
do theatro.
O espectculo terminando s '.0 horas e 45 mi-
nutos da noite, h-tver buida para tolas as linhas.
Ha trem para Appucoi.
E' esperado da Europa no dia
10 do corrente, seguin*
da depois da demora necessa
apara
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Ayre
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
crrente seguin lo
lepoia da demora
uecessaria para
*. vrente. Lisboa, Algoe Son
thampton
Para paasagena, trefe, etc., tracta-se m os
CONSIGNATARIOS
Adumsoii Huwic &C.
Coaapanhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Jeixeira
Segu iinpretervol-
tnente para oa portos
cima no dia 7 do cor
rente, ai 2 horas d
tarde. Recebe carga
nica menfe at o 1/2
da do dia G.
Para < arga, passagens, encommendas e dinheiro
a freto 'racta-se na agencia
7tiua do Vigario 7
Uomiiig s Alves Ma heos
cni*A.%iiiA piKHtoi ant. t .
DE
Vavegaeio Costelra por Vapor
PORTOS-DO SUL
Macei, Penede e Aracaj
0 vapor Mandahu
Segu no dia 6 de
Novembro, polas 5 ho-
ras da manb.
Recebe carga at o
'da 5
Encommendas, passag^.a dinheiro a frete at
as 3 horas da tarle do da da partida.
ESCRIPTORIO
caes da Companhia Per-nanita
eana n. i*
De cerca de 51 depsitos de ferro para diversos
misteres, 2 baleos, urna armacio para deposito
de barras de trro, 2 fiteiros, 6 vidracas, lti portas
e 1 grando lote.de taboas caizoes e barricas va-
ziai.
Segunda-fetra 8 do corrente
A's 11 horas
No rmazoro da ra do Imperador no 79
Por intervenqo do agente
Gusmo
IA DO HAZOMETRO
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem coke por
prego moderado, en-
treg-ando-se em saceos
as casas, ou de ou-
tra qualquer maneira.
Para combustivel
quente e de pouca fu-
maca, nenhuma outra
substancia solida pode
ser comparada com o
coke em economa, ef-
ficiencia e limpeza.
Tambem alcatro
(Tur) em latas ou bar-
ris, que de muito va-
lor, especialmente nos
clima i quentes para
preservago do ferro,
da pedra, tijolos. la-
. drilhos, asphaltos ou
para efeitos antispti-
cos.
Para destruido das
saivas, formigas nao
ha preparado igual a
agua de amonio, a
qual perfeitamente
benfica e erandemen-
Vende-se urna cocheira com bons carros de! '-'
passeo, bem localisada e afreguezadi., por proco f^i ^ct I 11111 I'1 II t muito mdico, em raxo de aeu dono nao poder ad- L^ CBUUIUIOUIC a t CgC
mini8trar por ter de faer urna riagem : os pre-'
tendentes acharo com quem tratar ;i ra Duque taC30, O 31110II IO SUD"
de Caxias n. 47. 5
Vende-se o predio de dona andares e sotao,
sito ra dos Torres n. 4, edificada ie novo ; a
tratar na ra do Commereio n. 30.

as
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
GaAtDE
_^ oa

^
era
se
S
5_

0 Remedio ma't efficii e
Se/uro que se tem descoberlo ole
hoje fiara oxpe'lr ai ion trigas.
ROQRIAVOL FRERES
Cocheira venda
bons carros de
a mm %
Precisa se de urna ama pa'a comprar e cos
nhar ; ly ra Vidal de Negreiios n. 134.
Leilo
De genero* do emabelecimento sito
ao lamo do l'anil/ii n. 8
Wegnnda felra, 8 do correte
A's 10 horas e meia
O agente Silveirx por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juis de direito do civel e a
requerimento de Gomes Augusto Gayo de Miran -
da, levar a leilo os referidos gneros, em um ou
maia lotes.
Mara
jpreum dos elementos
Imais fertilisantes,
Ser supprido em
latas oubarris por pre-
sos reduzidos.
Qualquer informa-
Qao de presos e par-
ticalaridades sero ob-
tidas na Fabrica do
Leilo
Rio (irand do Sul
Segu com brevedad para os |>ort cima o pa
tacho Rlleini Brilhante.
Pura carga trata-ie com Baltar <)liveira t 0.
De bons movis, 1 piano, espellics, jarros
e vidros
!Ve obrado da ra da Uniaa it. i!
Terga-feira 9 do correute
A's 101\2 horas
Sala de viaita
Uma benita mobilia de Jacaranda a Luiz XV,
coi.atando de 1 sof, 2 consoliM, 1 jardineira, 4 ca-
deiraa de braco e 18 de guarirla", todas de meda-
Ihao, 1 piano do far>ricante Uord, 1 cadeira para
0 mesmo, 1 porta-muaieaa, 1 grande espelbo oval,
(vidro bisotj 2 ditos grandea para cima de conao-
los, 2 cadeiras de bilanco de jacarando, 2 ditas
le dito de encost de panuo, 2 parea de jarros,
(bacar!) 2 pares de lanternas com pingeulea, 6
etagera e 6 jarres finos, 2 figuras de pedra, 2 cs-
carradeiras tinas, 1 tapete grande e 6 peqnenos.
1" quarto
Urna mobilia de junco fingindn canna, conten-
do 1 soti, 2 commodar, 1 jardineira, 2 cadeiras de
braco e t de guarnilo, (todas aa pecaa fecham ae)
1 tolet, 1 guaruicilo completa p.ra o mesmo e 1
guarda-vestido de amarello.
2* quarto
Uma cama francesa, 1 lrtv.Atoro de mola com
suaa pertenexa, 1 commoda inteira de Jacaranda,
1 espelho de moldura dourada, 1 cubije de p, 1
cama pan menino e 1 berc/i.
3o quarto
Dous marquezoVa. 1 avatorio de aman lio, 1
marqueza, 2 meaas com estantes, 2 cadeiras de
desvauco e 1 dita do parafu o.
Sal de jant r
Um guarda-louc* envidraeoidi, (>bra do Il.>ini
gio) 1 mesa elstica, 1 aparador guarda comida.
1 guarda-comida pequen", 4 aparadores simples,
12 cadc.iraa de junco, 2 ditas de balanco, I quar-
tinlioiro, 1 relogio de parede, 4 jarroa do pedra,
copos, clices, louca, I vcl cipeile de ac e uiitroi
artgna proprxa de casa de familia.
O agente Modesto lia ptista, autorisad por uma
familia que miidou de n-aidencia para fra da c
d.ide, fari loiljo doa obji-ol" cima, que ae re-
coinuien ain pelo sen estado de conaervacao, c
principiara s 10 1/2 horas eco ponto por aerein
nuitos r.s lotea.
da ConccIcAo T. de
Carvalbo
Francisco Urcisino de Carvalbo Paes de An-
drade, Luis C. de Carvalho P. de Andradc, Wen-
ceslao do Carvalbo P. de Andrade. suas rmSes e
ominados mandan celebrar hoje, 6 do corrente, As
S horas da inanlii, uma iniest no convento do .
Carmo, pelo descanso eterno de sua sempre lem- | f --orm (\y\ t\\ acorintAnn
brada mii, .Mara da CooceicJo Teixeira de Car- *~" a' u u llu C^I ip IUI 1U
valho, e para este acto religioso convidain os seus / i i
pwt^e amigos.__________________i a ra do 1 mpe rador n.
ff*i-
O Dr. Jos Auatregesillo convida aos parent -s
e amigos do finado Dr. Miguel Augusto do Naa-
ermento Feilosa, para o acto de caridade de aa-
sistirem a missa, que por alma do finado, manda
rosar namitriz da Bju- Vista, a 8 horas do da 9,
Botiino da triste noticia neata cdade.
H ii i- -*fc 1***^"^?'^-* I
D. mella Mara dos Sanio*
D. Isabel M. dos Santos e seus filhos, Vicente
F-rreira dos Santos, Bernardo A. dos Santos,
Justino Manuel doa Santos. D. Prancaca M. doa
Santoa, rmeos, ennhadas, mai e s-brinhos, agra-
aecem cordialmente todas as p-ssoas que se
dignaram acompanhar o cemiteno publico os
restos mortaes de ana preaada filha, irmS, cunha
da e ta, D. Amelia Maria dos Santos ; e de novo
convidzm aasiath-ero aa misssa de stimo da,
quo por aua alma, mandam resar na greja da
Madre de Deua, as 5 horas da raanba do dia 8 do
orrente.
29, ou poderao tam-
bem ser dadas pelos
nmeros telephonicos
39 e 40.__________
Ao commereio e ao publico
O abaixo assignado es'.abelecido ru-> do Via
| conde de Inhauma lantiga Rangel) n. 55 qu
girava sob a firma social le -Goncalves Das s
i C, daclara ao commereio e ao publico que nena
' data admittio como socio de seu estabeieeim if >
' ao Sr. Ernesto da Silva Araujo Goimares, pas-
tando a girar sob a razio social de Das, Guima-
; res & C sendo os dous cima responaaveis pelo
activo e passivo do dito estabcleeimento.
Recife, 2 de Novembro de 1886.
Antonio Goncalves Das.
Attcnco
Vende ae uma importante taverna : a tratar na
ra do Mrquez do Herval n. 29. Ao portador
se dir & razio de venderse.
Aos .00:0008000
Leilo
De bons movis, espelhos
Couitandode 1 m-blbade june com 12 cadeiras
de guarnicao, 2 dita de bracos, 2 ditas de ba-
lanco, 1 si f p 2 cons-iloa com pedra]; 2 pares de
jutroa, 1 espelho duurado, camas fiancezae. 1
commoda inteira, 1 im-ia commoda, 2 warquezoes,
cbnie.- d.- pared-s, 2 CM e 1 cania paru creauo*.
Urna m< sa elstica de 4 taboas, 1 guara louca,
1 s ti He amarello, 12 ei.d irna de mnarello, apa-
radoio.-; divera.h nici>aa, CaiiiLOteiras, galhcteiras,
2 licoreiros, 1 porta e gnuc e outros inuitus mo-
vis.
Terya feira i) rio corrente
A's II lloras
Na Travessa dos Expottos n 16 segundo
andar
O "geuto Mu ti a larii MU ptir crdem de ana
faimiin i|U s- rituiii para fr lia privucia dos
BrOVeia ixfsttntrs do dito sobrad ao correr do
ni.rl lio.
O. Martiiiina Joaquina Perrelra
Antonio Mara Marques Ferreira, eeua filhos e
ora-, agradecem do fundo d'alma todos os seus
prenles o maia pessoas de aua amizade que se
dignaram cimpanhar ao cemiterio publico os
reatos mnrtaea de sua muito presada esposa, mii
e ora, D. Marianna Joaquina Ferreira, fallecida
no dia 2 do corrente ; e de uovo Ibes pedem o ca-
riduso obs-quio de assiatirein aa mistas, que por
alma da mesma finada, mandaui resar na prxima
secund feira, 8 do corrente, polas 7 horaa da mi-
nb, na matriz da Boa- Vista, stimo da do aeu
paBuamenfo.
Marn Pclronlila Vellez Botelho
Manoel Joaquim Boielho. seus hlhns, J >s Can-
dido Pessoa, ltrnez Velh-z Pcsroa, Francisca Xa-
vier Vellose Mura F anciaea Botelhi, agradecem
todas as pessoas qce se dignaram H;ompanhar
ao cemiti-rio da ordein terceira de S Francisco de
Olinda, os restos in irrites de sua presada esposa,
mAi, irmi c eBObada, Mari* Petrouilla Vellez B..-
Irih'i; e de novo co ividam a todos os seos paren-
tes a amigo* pura assistirom as n anua de stimo
da, qu" serio celebradla na mesma crd-m, se-
gunda feira 8 do corrente, pelus t Ij2 horas da
maiihii em ditute; ocio quo desde j se coofesaam
geato por "it ncf > de raridad.
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so
guintes: 1 dez<:na na sorte da centena doO
premio n. 8561 a 8570 Im dos ns.
23452,9570,7344, 20,891, ll 464 com
5005 da 8 parte da 8* lotera.
Cnnvid-Rrt aos possuidores a virem rece-
ber sem descont alguro.
Acliam-8 venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 9a p*rte da 1* lotera da
provincia em b-npficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extraliir
quinta feira 11 de Novembro.
Presos
i Vigsimo 15000
Wendo quanlldnde superior
a 1 OtOOO
A dezena 9,5000
Joaquim Pires da Silva
INSECTICIDA GALZY
OESTRTJigAO IKFALLIVEL
aa fe. oreyoi, Pulgas, Piolhos, ttoamt, Tinebriee,
Iracas, Formigas, litarttt, 6ortulho; tu.
O kilo, II Ir.; 100 |r. pa> oorreio. l'IS.
' B RIC A: 7i. oeura d'Harbonvle. m LVOft
i a a







Diario de Per Bambuco-- Sabbado 6 de Novembro de 1886
*.
-
II
Extracto Compcsto
CE

U DAS
-'-.
t'scrouias c ledas as Molestias
provenientes (tefes c para
Dar Vigor ao Corpo
Purificara Sangue.
41uga-se
Urna casa nova no largo da Casa Forte, junto a
estacao. com grandes commodos, prestando-se para
umaou daas familias, trndo eutr. quartos e salas
26. c icais d cascosinhas cora daas saletas para
engcuji.u-, tendo gaz encanado, con boa agua de
beber, tendo duas bombas, banbeiros, com agua
encanada, tanques c apparclhos c galnhciros,
tendo o predio terreno aos lados, cercados estes
por muro, e no fundo por quartcs, com dous por-
tos na frente, preco ruaoavel a tratar com o Gui-
maraes na Casa Forte, junto a loja d fazenda..
A Inga-se
o segundo andar da casa ra da Aurora n- 81,
janto a estacao da estrada de ferro de Olinda ; a
tratar na ra do Commercio n. 15, escriptorio de
Sebastin de Barros Barrete
Alistase
predio n. 140 ra Imperial, propri} para e-
^belecmiento fabril : a tratar na ra do Commer-
do n. 34, com J. I. de Mdium.' Reg.
Alagase barato
Ra do Bom Jesus n. 47, 1 andar.
Ra de Lomas Valjutinas i. 4, com sotlo*
Largo do Merend n- J 7, I ja com agua.
As casasda ra do Corone' Susasuna n. 141
IVath-se na ra do Coinmercio n. j, 1 andar
escriptorio de Silva (iiimaraV* & C.
f Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
Boa da Palma n. 11.________________________
Aluga-se
i casa n 1 roa Lcmbranca do Gome?, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na ra da Impcratriz
32, 1. andar.
Aluguel barato
Aluga-se o imprtame I: andar ra da Roda
d. 17, o m muito bens commodos : a tratar no
largo do Mercado n. 12.
Luz brhante, sem Fumo
oleoIromatico
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARLAS
i
HABTXNS a. BASTOS
Pemambuco
NUMERO TELPHONICO : rl* 33
Agua florida. Extrahda de flores bra-
silcira8 pelo seu delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excedo
a tudo que nesto genero tem apparecido de
irais celebro.
Tnico americano.- E' a primeira das
prcparacSes para a tonservacjlo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias capiilareg, faz nascer os cabellos,
impede que embranquejam e tem agrande
vantagem de tornar' livrea de habitantes as
caberas dos qoe os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo hlito.
Vend?-so as principaes casas dista ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TELEPHONE N 33
Aluga-se
a casa d. 12 ra de Santo Amaro, no bairro da
Santo Antonio, compe-se do pavimento terreo,
1 andar e grande soto, muito fresca, tem gaz,
esgoto e agna encanada, banheiro, etc.,cati muito
asseiada : ai chaves na rna Nova n. 4S, loja.
Aluga
-se
a casi terrea da ra de S. Jos n. 29 e a sota da
ra Bella n. 29 : a tratar na ra Duque de Caxias
n. 66, loja de miudrzas, a fallar com o Pinheiro.
Ama
rrecisa -se de cma cosinheira ; no largo do Cor-
po Santo n. 17, 3- andar.
Ama
1'reeiaa-se de urna ama
n. 2, taverna.
na ra da Florentina
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna para cosinhar
outra pari andar com crianca ; na Ca punga, i
ra do Dr. Joaquim Nabaco n. 3.
Ama
Precisa-se de umr. ama para eogominar e cos-
turar perfeitamente ; a tratar na ra de Riachucl-
la n. 57, portao de ferro.
Ama
Prcisa-se le urna perfeita cosinheira ; s tratar
na ra do Cabog n. 14, sala da frente, de uieio
da :b 2 da tarde.
Precisa-se de urna ama para cosinhar, qne seja
perita e que darma em casa do patrio ; na rna
de Riachuello n. 57, portas de ferro.
Ama
Precisase de urna ama para lavar e encom-
iar ; na rn < do Padre Floriano n. 41, taverna.
Tricofero de Brry
Garante-sa que faz nan-
cer e crescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e reraovo
todas s impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahirou le embranqne-
ccr, e iufallivclmonte o
toma espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
3' o nico perfume nomnn-
do que tem a approvacao ofcial de
un Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia quo qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E' muito
mais rica, suave ti deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
rilis permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refrr---
cunt.' no banbo e no quarto do
doente. E' especifico contra n.
fror.xiilao e debilidace. Cura as
dores de cabeca, os caasacos e os
desraaios.
Xawje de Tito te Beiter No. I
Airria ra csaii- o. dxpozs de toal-A
Cura positiva e radical de todas as formasdo
scrofulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccjoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdaado Cabello, e de todas as do-
sncaa do Sangue^Figado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
e restaura e reno va o systema inteiro. 9
Sabao Curativo de Reuei'
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sus e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pemambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Madamoisclle Cotinha
Aioda contina na ra do Imperador n. 55, 2-
andar, onde suas amigas e ireguezas podem eu-
coutral-a ciara comprar Ihe os trabalhes, qoe como
modista desempenha, como sejam, toilettes e pen-
teados de todo gosto. de accordo com os figorinot
modernos
Ama
Na praca do Cr-nd<: d'Eu n. i, 2- andar, pre-
cisa-so de uui i cosinheira de boa couducta.
Ama de lcitc
Offerece-se urna ama de leite, com muita abun-
dancia de let; ; a tratar na ra do Coronel Snas-
8una n. 18.
Ama
Precisa-t- de urna ama : no
lino n. 28, ra d Imperador.
.imazem de Pau
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar
vessa dos Pires n. 5 (Geriquiti).
na tra
Alaga-te muito barato a m n. 37 i rna do
G"ncral SeAra, autigu do Jusmim, ett ii.uito liui-
p u muio fresca a tratar junio
Parteira
A abaiio assignadn d' clara s pessoas de sea
conhecimento que muriou-s-" da ra do Ara gao u.
24 para a metma roa n 32, onde pode ser procu-
rada para o acto de aua orofisaao a qualquer hora.
Mana Lina de O. e Silva.
triado
Costureira
Precisa-se do urna pessoa que cosa com perfei-
co ; na ra do Mrquez di Ilcrval n. lll.
m
~9 Kedalha da Ouro na Expsito uniTcnal 1878 "
* BRDEOS (FRAHC*) "
-^ Depsitos em todas as tend'.s de Comestibles. &
ftf tfff tfff #?#
WniMle e vigor
I'AEA TODOS QUE FIZEKEM LZO DAS P1LU-
LAS AST1 DYSPEPTICAS E REGL'LADOSAS
DO VEXTBE.
Preparadas por Bartkolomeu C*.
Estas pilulas, cuja formula nos foi con-
fiada pelo rlistincto dioico Icsta cidade, o
Illm. Sr. Dr. Carceiro da Cunha, s2o ap-
plicadas com o nielhor xito contra a fr-
queza do <-stomago, prisco de ventre, en-
g. tonteir--is iieiiwirriioiilae, etc. eta. Ellas
nSo causam o mmor vxarr.e on dtr nc;
cstoinago, produzindo sua acjiio operativa
branda a suavemente.
Nfto prostam as forjas, nena abutem o
espirito, antes pelo contrario dao alecto,
yr uratai* **
D artros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO GHABLE.
ja todas al rktnuciac i Ddtwh
Onde se encontra gratis a
Houcla Ckabli.
36
CHABL
VAR/S
^,000 Doe
9 carados dt "
GoMOffHEA, FLORES branc&s,
PERDAS SEItlIHAES,
ESGOTANENTO, etc., etc.
CURATO DE FERRO CHARLE
Em todas os boas
*
Pharmacias
o adresao
3
*gr
Aos 1.000:0008000
200:000^000
100:000|000
Em favor dos ingenuos da Colonia Ornhan&lMica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBG0
, Bitracgao a 15 fin Dun^ lie 1816
0 tlicsoiirciroFrancisco dioncalrcs Torres.
PERFUMARA
PARIZ
Segredo da Juventnde
AGUA LAFERRIERE
Par-* o Tucatior.
POS LAFERRIERE
Paro o /iosto.
LAFERRIERE
PARIZ
Segredo da Juventude
OLEO LAFERRIERE
Para os Cabe/tus.
ESSENCIAS DIVERSAS
Para o ZtfO.
PRODUCTOS HYGIENICOS para conservar a Be/feza to Rosto e to Corpo.
i-iM-i.^^njVnwnitwD.-rBAN-M.iiisn.VAtC' as prinripaes Pfrfnm.iri.-n ( Cilioll^reiros.
la^HBHwnBmHBi^Bl
INJECTION CADET
ftira certa em 3 das sem outro medicamento
JPAMIS V, Boulevard Detumn. y JPAUIM
Atten^o
v
Coslureiras
Cimpra se uma eserava cogommadeira perita e Na rna do Imperador n. 55, 2- andar, precisa
adia, ou aluga-se uma ama para o meemo miater : se de costort'iras.
a tratar na roa da Impcratriz n. 11,
andar.
pnmeiro
Vende se
nmettr.hi-Iicimenio de rto'hadcs, b?m lecalisado
por ficar junto a eatafo da ra do Sol ; tratar
na ra Bella u. 37.
Att^nco
Aluga-so om uma casa de familia, um quarto a
alguma eenhora viuva ou solteira, que st-ja de
conducta moralisada ; trata fe ua roa do Mr-
quez daHerval n. 182.
1SS2, Bordcacx: Nc-inbi e Brea:
E!os:tfeWfla rf Pnti; P.oche-
lort: Venpao -9 lcrfaMa 4o Puta,
trtntlimoc.'j .lS33,Amsl
Mcialm fie Priti ocur- :a. 1885,
Ezposl;.-}(Jc'iraalho:'!-n.M lo
Alimentando Rica
ic picljirs MUUl e ?!;D:jDaUM.
A jPARUtrHfl. rorsr.xxT c- o melbor auxiliar
da ana de tel ::n!ia3.
Experimentada com o i rexHoii Crcclics,
Hospiia-
Oasi.-ii.i, Casti alriaa, WCc; __ntos-
fttncs. PrlaSo do Venlro rebcii:
as aa'O'.tOc^ rp-e aso
suppo,-! u- a
uccio lia iV:
Enc-m i: .
PJiarias-... m Bord ea um ffrugi)
P$rnu\. Uva A c*.
Siio pora slugar
No aprasivel Cbacon n. 13, tent acconimoda-
ces para fumilia, e mnil .8 nraetM ; a tintar na
ra da Aurora i. 81.
A o commercio
O abaixo aEsignado chama atteu^ao de alguem
que se julgar sen credor, a >pn sentar tua conta
no praao de ."0 dias, para ser ; aga, a contar d eta
data em diante. Olinda, 4 de Novembro de 1886e
.J :'.auim Moreira C>flho.
Lquidaco
Cbpcos modernos, pslmr.s, plumas fljrcs efiaj,
tud'jpor prejos mn:to barato.
Mine. Miquelina
Ra 'ias Cruzes n. 39
APFEOQOES DAS vfftS DiSESYiYAS,
B RACHITI8M0,
LieADC,
"SEAS
- I.TZ.
: ::
.. ..

Exccllcnte inorada na
Torre
Aluga-se uma casa com commodos sofficicntes
para familia numerosa, com grande sitio e jardim,
mmto fresca e alegre, A margem do rio, em cujo
portao termina a linba dos bonds, fnndo na mar-
gein oppos-a do rio, a estacio da Torre, da com-
pauhia dos trullos uibaos do Recite :i Caxaog :
.i tn.t-.r n Secifi.-, ru do Coirmercio n. 46, pa-
vimeuto ttfVM
Coeheira da ra da Impcratriz
n. 29
TELEPHONE N. 189
O abisj asaignado avisa aos seus amigos, fre-
guezes e ao publico em geral que o Sr. clfino de
AzeveJo Villarouca despedio-se da adminiatracao
de sua cocheira, ra a Imperatriz n. '9, desde
o dia 3 do corrr-ntc, tendo prestado todas a> contas,
ficando a meama sendo administrada pelo Sr. An-
tonio Joaquim Moreira, c carga de quem se acha
tatnbem a cobranca ; espera .poia, merecer a mes-
ma confianca dos seus fregueses.
Kccife, 18 de Outnbro do 1886.
___________Jos Pedro Rodrigue, da Silva.
Criado copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16annos, na ra
de Riachuelo n. 17.
AO
Torcera nota
Frilhos para ci.gcn.ios
WAQONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachcismo completopara en
genhos de "dos os Iamaahos
Systema aperfeigoado
Etpecificaqdes e presos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
\. 5-Rua do Commercio
N. B \lta do cima B & C, tem cathalogos de
ai t Eimplementosueces3ario8 agricultura, como
lUnbem machinas para dcscarocar algodao, moi
ahos para cat, trigo, arroz e milbo; cerca do fer-
ro galvanisado cxcellcnte e mdico em preco, pe.
30a nenhuma pode trepai-a, nem animal que-
bral.
Oleo para machinas
Em latas eontendo cinco glMn, a !)000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
Criado
Precisa so de ura criado de 14 16 ana Tratar na rna do Commercio n. 44
En
sromniadcir^
Precisa-ae de orna arra que rngommo com per-
JJsipi'o ; na ra do Mxrqqez do Herval n. 10.
Seriubeni
In remarlo!
O que 6 frito do inventario do corunel JoSo
Florentino ? Peco ao Sr. vigirio o favor de nao
r Um credor.
Attcnditc!
Brquets da ultima iovencilo, para casamentes,
etc., etc., de Jos Samuel Botelho ; .tratar na
rna do Barita da Victoria, leja n. 2(y e ra da
Cadeia ao Kecife, loja n. 43.
Por 14S000
do sobiado rna de Lomas
a tratar aa ra Primciro de
Alnga se a loja
Valentinas a. 50 :
Marco n. 7-A, livrsria.
j*immmmmmi&
\
CREME de VOGEOT
Especialidade de Cassls
JUSTIN DEVLLEBICHOT
OUDN (Mor) Tran^L
1 Medalho* nn lwy*l&m 6% :
ran tus, ute. ibc? ;niffr ciiTerui)
....BU0, ,,M <",lUaa "mi, U63
lonaa, maco, ibss brdeoi iss, ms
B0BG 1859 BEJUCOS, TBOTES 183
0lKltri((BPer/iam6i/co : Fruc"M. i SILVA O
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacilho
COM
flypophospliitos de cal e soda
Ipprovada pela liiiifa de Hy-
gleae e aatorisada pelo
governo
E' o melhor remedio at boje de-scoberto para a
Halen ln-oiuliiK x. <-s< i oi>!iula. ra-
i tillii. anenla. < etiilidatlr em erral,
deflaxo*. toMM chrunlca e aVerce*
do pello e la garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
aacalbo, porque, alm de ter ebeiro e sabor agra-
daveis, possne todas as virtudes medicinaes e nu-
.ntivus do oleo, alm das propriedades tnicas
reoonstitnintes dos hypopbosphitos. A' venda nat
irogarias e b-rticaa.
Deposito em Pemambuco
Ao publico e ao com-
mercio
O abaixo assignado faz scicntn aos sena freTMA-
zea que compra va ci jarro, o seu em pregado licl-
miro Manoel de Oliveira, qu:s o mesmo retirou se
Da caaa do Dr. Claudino de Mello, rna do de sua caaa ecpi he prestar corita nem dea a mc-
Visconde de Albuquerque n. 25, (mitiga Matriz or MtislacSo, ptlo qne nln paguein eonta algu
o'a Boa-Vista) ausentou-se no dia 1 do corrate, ma o misino e sim ao abaiso aasignado r assim
um menino seu tutelado, de ida le de 10 annos,. como n3o se respons-ibilisa por conta que o meemo
pardo, rosto redondo, frecs salientes, bocea gran-1 receber deita data era dianfe, c tainbum nao
de, muito esp rto c fallado, 1- vando vestido, calca | respou&nvcl por debito ul^um do .'nesmo, pois est
de trabalbo e bluza de brim pardo, com listras tratando d Menor futido
azucs largas e chapeos de palha.
O mesmo pede a qum encontrar o referido me-
nor, o esp-.cial favor de leval-o a sua casa, que
re mpensar querendo.
Deaconfia-se ter volado para Palmares de onde
veio ha nouco.
Bom emprego de ca-
Hellior (Joque upollcen
Vende-se 17 casas pequeas, no Coriedor do
Bispo, denominadas Becco Amarello, editieadas
cm terreno proprio, rendem 14O0OCO mensaes, ou
1:6800C0 por anuo : a tratar com o agente
Martina.
Precisa-se
de um caixeiro coin pratica i:e mol hados, de 12
14 anuos ; na ra de Ilortus n. 91.
Bazar de passaros
Raa do Bom Jcnu n. 9S
Nestc estabelecimentoeucontra-sc sempre gran-
de sortimento de capeeiaes; passaros e gaiolas,
nacionaes e estrangeiras, frucas de diversas qua-
lidades, balainbos para ninhos de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, trhbulho muito
aperfeicoado, a saborosa pimenta cm conserva em
lindos frasquinhos viudos da America, pelo barato
preco de VM rs. cada um, c outroa inultos gene-
ros, que se tornam enfadonho mencionar, tudo por
preces mdicos.
mesmo a dar contas. Rccife, 3 de novembro de
1886.
Manoel do3 Santos Pal.-ao.
Casa no campo
Aluga-se uma excedente cesa com aotao e cem-
raodo? para familia, t;ndo um pequeo sitio, es-
tendo pintada do novo, na trave-ea da Cruz daa
Alma9 n. 4 ;.a tratar na ra Primeiro de Marco
n. 25, lija de joias.
.:

va aviiifGICuS'
n 0LYSSE ROY, ea Pifias {Frang
mePROUST, Sicar- Genrb
i P-rtuir.s enanUoo aoa Vtnbea ou sotara/
deKsioo.................oaljOfriMoaai aael"
'. Knooio nEMonciaiHCo-nB'> -a 10O frasco 5CO 3k
, PArfumcBimratodoso|Ziinoreh^9l00fr&aciM 300 ir,
. EsseiioiadeZlhamondeTa'ia, Criado
Aluga-se um mulatinho escravo, de 17 annos
de idade, muito proprio para criado ou boleeiro,
por ter disso pratica ; a tratar na rna do Mr-
quez do Herval, casa n. 182.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 16 1S annos de
idade, com bastante prati?a de. molhados e que d
fiador aua cendaetu ; na estrada de Luiz do
Reg n. 40.
~PNH0 DE RIG4
de 3X9, 4X9 e 3X12 ; vende-se na senaria a va-
por de Climaco da Silva, caes Vinte Dous de No
7embron. 6.
Depositarios em Pemambuco i
V*kn cinco *C da SXX>_iT^- *
<*
Marca
Registrad
Superior vinlio de Pasto
Loureiro 4 C recebera m pelo Ville de Victoria,'
por encommenda ecouta propria, o que ba de mais
superior em vinho de Pms'o, no nosso mercado.
Em pipas, quintos e decimos, vendem em grueso
a a retalho, e pedera a seua fieguezta e amigos o
favor de e^penmentarcm. E' muito proprio pura
hotei, restaurant e cusas de famili. Encontra se
venda no earxbelecimento de molliadrs dos mes-
moa Loureiro & C, Pussagcm n. 7 ; Augusto Fi-
gueiredo & C, Recife.
Cahirgem de Jaguaribe
Abri se ra do Boro Jess n. 23,
um armnzero onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias par.i o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior qne nos
vern do estrangeiro, vendida pelo pre50
tixo de 6^000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento cora o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o noron
E' encarregatio da venda nicamente
nesta ci Jarle o Sr. Sebastio Bezerra
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23'
raaior v;gor e
Precisa se de um criado, dando fiador
conducta : na raa di Imperatriz n. 1.
desenvolver > apetite, dSo
r.'Stituem aos doentes suas piimitivas for-
jas, concorreado assim para o c >nipleto
rcstabelecimento da saude.
i>i;iomio
em sua phakmacia
BA LARGA DO EOSABIO N. 34.
SNDALO de
Avprorado pela Junta d'Hygisne do Rio-do-Janeiro
Suppriae a Copahiba, as Cubebas e as Injecc5es.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
eficacia as alTecges da bexiga, torna as urinas claras por mais
turras que sejao. Deposito em Paria, 8, ru Vivienne.
Pintora domestica
PHARMACIA DE
llermes de Sonza Pereira & C,
Successores
Receben grande sortimento d'esta escolente
tinta de todas aa cores e em latas de 1 a 5 libras,
que continuam a vender por commodo preco.
Qualquer pea aoa (menino ou criado) pinta com
perteicau.
Com esta tinta podem todos com penco dispen-
dio conservar suas casas sempre limpas.
18
i.
Tintnn liana
PARA TINGIR A
Barba eos cabellos
Elixir carminativo e tnico do
pharmaceoco Ye as
Remedio que cera dyspeptias, gastralgias e to-
das as perturbacoea ligadas desarranjos de es-
tomago e inteatiLOS. Aeonielbado por varios cli
niecs dos mais conceituados desta cidade, i.cha-se
venda exclusivamente na pbarmacia americana
de A. M. eras & C, ra Duque de Caxias nu-
mi,po ^7.
Coi tina a rcisar-s
de uma ama para cosinhar e mais servico de uma
casa, e de ra quando se torne necessario, paga-
se ordenado regular, e prefere-se que nao aeja
muito moca ; quem nao estiver nos casos, nao
perca seu tempo em procurar : na ra do Padre
Floriano n. 48.
Cosmheiro e cngoin-
madeira
Prccisa-se de nm bom coainheiro e de unja eu-
go%imadeira, para acompanh.rem um eaail sem
filhoa, que 8 gue para uma cidade prxima a ceta
capital : quem se julgar em ccndicoes de bein
aervir, dirija-se ra Imperial n. 178, en ra de
Joaquim Nabuco (Capungu), que achara com
quem tratar.
Attenfo
Na ruaDireitan. 69 alugsm-se aposentos para
rapazes a OOOmensaea com direito a banhos,
tratar na meama casa.
Cascas de caneilciras
Compra-se qualquer qnantidade no armazem de
GuimarSes & Valente; Corpo Santo n. 6.
Criado
tiutura tinge a barba e os cabelLa instan-
tanen-ente, dando-lhes uma bonita cor preta e
natural, inofensiva, o aeu uso simples o muito
rpido. V'nnde-ae na botica francesa o drogaria
de Roubuayrol Freres, successores de A. (.aora,
ra do Bom Jess (auriga da Crui) n. 22.
Pastilhas vcmiiiu^as
de Hcring
o nielhor capceifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa do Furia Sobrinho & C-, ra do Mar-
que d blinda n. 41,
Precisa-ce de um menino para criado, ra do Sebo
n. 26.
OPPRESSiO
UTlKBHc"aSU
KSSM
NEVRJL&iS"
Nm tiSiaOS Qrt
vsplra-ae a f'jaiaf;^ '|Ua penetra no pello caima o svmptoma aen-'oao, tclllla
a expectoraca e l'avorisa as fuicccs dos orxaOj rcai.irai-
*m*i ecaK4a eos emmm ale J. BPll- 8 *, i -i H^-l.nuun. eca rauta
SEM CHEIRO NEM GOSTO DOS 0LE0S 0BL1NABI0S
D TCRHA-NOV*
Ida FIGABCS Frascos |
0EBACALHA=
duaiie uvrU contri a Molestia* de Poito. a Tielca.
Bronquitis, PniSes de Vcntr. Toasea ehronioas, AecoSes esa rotulosas.
ADVElt WXC1A. Kxiga-se oo rotulo o sello-Azul do Estado fiaiasf i i
HOCO. Pharmacauco. 2. ra Caatialion, PARIZ, e priuciaes Pnarmaciaiv


dto ao no.-.to
a bella al vera vapo-
rosa ano ez a reputaco
das Bellezas da Antlguidade.
L. PANAFIEU m. C"
Paria, raa ochac/iouart, 70.
hpoitiriosrm Pernairtba',0 ; Fnnc"M. i SZiVA <>
i masaaasaa 'immsi!
Cosinheira
Precisa -se de ama ama para cosinhar, Jcomprar
e mais smeos t'e casa ; na ra do Aragao nu
mero 14.
AGUA SMtES
Acabarao-so as Cas
(ammiinjea aos Cabello e a Barata
a Cor natnral
Baso raa 'B ^as Ad; rotees em Lavagm w Prejaracic
35 ANNOS DE XITO
E. SALLES tils: J. MONEGHETTI. srtocaaaor
ParfiaiMa-Cninic, J3. ra Tnrbig. PAEIZ
Vtr.dtm.n tm .-sl ai princnact Ptrfumarisi a Drosrlj
rrKiu-laiPi"T"m.'iii'-o :Fru'"M.ilnSILVA
Preciaa-se de uma para
crianca de 18 mezes :
n. 13
Tomar conta de uma
na ra de S. Jouo
';- Trndcx luce Ol nolTreifi alai pello '
W
bi o naiboa-' remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA'ye veris crin votao si ft'ri ment dea -
apparece. yeade-se na dngaria dos uuicos agen-
tns e depositarios gentes n provincia, Francisco
Mancel d> Silva & C ra do Marqueda Olinda
n. 23. 7
------------------------------------------------------
Ueoda'o Francisco da Silva
decla-a*aao rapeitavel publiio, con eapecialidsde
aos pasadores de festr na Boa-Viagem, qne tem
nma diligencia postada na eatacSo, afirn de con-
duzir os paasageiro8 para a pivoa^ao ; garantia-
do servir bem e por prejo mdico.
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L
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Diario de Permtffibucii---Sabbado 6 de Novembro de 1886
VENDAS
Cochcira a venda
Vende-se nms cocheira com bos* carro depas-
teio, bem localisad e afreguezada, por pre$o mui-
to mdico em ratao de seu dono nao poder admi-
nistrar por ter1 de fuier urna viagem : os preten-
dentes achanto com quem tratar ra do Duque
de Caxia d. 47.
Tecidos de linho
A 500 rs. & covado
Ka loj* da ra da Imperntris n. 82, vende-se
am bouit sortimento de luzondm de linbj pura
vestidos, fendo largura de chita frdnecza, com
multo bonitas cores e palmichas bordadas, pe-
chincha a 500 reis o covado, na leja de Pereira da
Silva._____________________________________
Camisas nacionaes
A 3I500, *oo o 3 4500
32=c Loja u roa da lmperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimeuto um gran-
de sortimTito de* camisas brancas, tanto de aber-
turas e p julios da linho como de algodo, pelos
barates p'ei,os de 2/500, 8/ e 44, sendo tazenda
inuito nvelhor do que as quo veem do estrangeiro e
mto maia bem feitas, por serem cortada por
am bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vmtade dos
fregueses : na nava loja da ra da lmperatriz n
3;, de Ferreira da Silva.
A 32
Vende-se urna armacao de amarillo, propria
para cigarros, por ser pequea, on ootro qualquei
negocio, preco commodo : na ra larga do Rosa-
rio n. 24.
Pechinchas!
A Revoluto
Nova loja de fazer Jas
hZ Ra da Impe = 3*
DE
FERREIRA DA Si^VA
Neste novo estabelecimento encontrara o rei-
poitavel publico urn variado sortimento da tazen-
das de tod.id as qnalidades, que se venaeui por
precos bararissimus, a s ni como um bom son i
ment de roupas para homens, e tambem se man
da lazer por encommendas, p r ter um bom ines-
tre aliaiate e completo sortimento de pannos fiaos,
uasemiras e brins, etc
s i
SSBoa da lmperairii-3I
Loja de Pertira da Suva
Neste estabelecimento vende-se as roupts aba
ro mencionadas, que sito ba- i .* u.at.
Palitots pretos de ejpri. augonaes e
acolchoados, senao tazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7/0OI
Ditos de casemirn preta, de cordao muito,
bem ieitos e forrados 10(KX
Ditos de dita, azendatnuit meibor 12/OUt
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12WX
Calcas de gorgorito preto, colchoado,
sendo fazenda muitr encornada 5/501
Ditos de casemiiu de sores, sendo moit
bem tatas MM
Ditas de fiancila ingleza verdadeira, e
multo bem fcits 8/0
Ditas de briui de Angola, de ciuleskim e
de briso pardo a 'i, 2/500 c 3/0'
Oeroulas de greguellas para, homens,
sendo muito bem feitas a l/'iOO e 1460t
Colletinho de grguea muito tem feftos l/0O<
Assim como um bom sortimento de lencos di
linho e de algodo, meias cruas e collarinbfs, ett
to na loa ca ~un da lmperatriz n. 3i
6e. xetineaa e lslnbaa a SO
r*>. o cavado
Na loja da rea da lmperatriz n. 32, vendo-*
um grande sortimento de ustoes braneos a 56t
rs. o covado, laziubas lavradas de furta-core
fazenda bonita para vestidos a 600 rs. o covade
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas a
cores, a 500 rs. > covado. pechiucha : na loj.
do Pereira da Silva.
Aizodaiirl/io francs para lenre
a OOOr*., lie i*5oo
Na loja da ra da lmperatriz n. 32, vetde-s-
superiores algodozibos francezes com 8, 9 e 1<
palmos de largura, proprios para lence* de un
so panno pelo barato preco de fKW rs. e 1/000
metro, e dito trancado pa' a toalhas a 1/28, a*
sim como superior bramante de quatro largura-
para lencoes, a 1/50U o metro, barato na Ion
da Pereira da Silva.
Koiijm para meninos
A *&. 4*500 e 4
Na nova loja da ra da lmperatriz n. 32 ?
vende um variado sortimento de vestuarios prfc
prios para meninos, sondo de putosinho e calci
nha curta, feilos de brim pardo, a 4/000, ditot
de molesquim a 4/50C e ditos de gorgorito pralt.
emitando caeemira, a 6/, so muito baratos ; n>
oja do Pereira da Silva.
Serrara a vapor
Caes do Cap'baribe u. 98
JTesta serrara encontrarao os stnbores fregue-
ses, um grande sortimento de pir.hj de resina de
cinco a dez metros de eompnmenco e de 0,08 a
0,24 de esquadros Garante-ee preco mais cmo-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santcs Macedo.
Ho a seeolnies que deflnltlva>
asente ao eulraro no prximo ba
MMaaa
Admire ni!
Bonito sortimento de mariposas e fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Nansoks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linho? cscocezes, novidades em padroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinetas, as mais tinas que tem viudo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones franceses a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito !
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs., listras de se-
da, barato !
Lazinhas modernas, a 440 c 500 rs. o dito !
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs; o dito !
Renda indiana (imitaco), lindafazeuda, a 700rs.
o dito!
ran da, delicados desenhos, um metro de largura,
a 800 rs. o dito !
Merinos e cachemira?, pretas e de cores, a 900 rs.,
1/ e 1/200 o dito!
Setim macan, todas as cores, a 800 e 1/ o dito !
Veludilbo de tedas as Cores, lisos e bardados, a 1/
e 1/20O o dito !
Casemiras inglesas, de cores, a 1/200 e 1/4*0 o
dito !
Chcriofs, pret e azul, a 2/500, 3/ e 3/500 o
ditdl
Casimira diagonal, a 1/800 o dito !
Panno ingles superior, preto e azul, a 2/200 e
4/ o dito!
Pe<;a8 de esguiao para casaquinhos, a 4/500 e
4/! '
dem de tuperior algodo, a 4/, 20 ids !
dem de madxpoles americanos, a 4/500, 5/ e
6/, 24 ids !
Para as Ezmas. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 12/ e 15/ !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
9/! ,
Lindas gnarnicoes de crochets, cadeiras e sof, a
8/1
Superior bramante de algodo, quatro larguras, a
900, 1/ o 1/200 o metro !
Atoalbado bordado a 1/400 e 1/8C0 o dito !
Pannos de diferentes cores para mesa a600,1/200
e1/600 o covadoI
Cohertas de cretones, lindos padroes, a 3/800 e
4/.
Lences de bramante (cama de casal) a 2/ um !
Colzas francesas, de cores, a 2/, e 6/ superiores !
Lenccs de coree, lindos desenhor, a 'JS a duzia !
Seroulas bordadas, de bramante, a 16/ a dita !
Meias inglesas, brancas e de cores, a 3/200 e 6/
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6/ c 7/, as melborcs
que tem vindo!
Sortimento completo de sedinhas de cores, grosde-
naples, filos bordados, crep, mantilbas, capas
de l, fich-i.
rhamadb*Temos pessoal habilitado.
Vendan e:n ero*Dsscontos da praca.
5 Hita Doqne de Ca\ias -.
Garneiro Ha Canto $ G.
Doce de caji secco
Do primero da pre-
sente safra, tem para
vet er, cm latas de
libras, ra do
Bom Jess n. 55, arma-
zem.
Loja e armifiio
Vende-se urna, propria para qualquer ramo de
negocio, na ra do Cabula, que muito se recom-
meuda p >r ser urna das principar-a ras para todos
os negocios. Garantc-ee ao comprador as chaves
da mesma : a tratar na ua Nova n. 15.
t'adaria
Vende-se dous cylindros americanos, em per-
fi'ito estado e com pouco uso, assim tambem uten-
silios de padana ; a tratar na ra Direita nume-
ro 32.
Resfriamento, fcosse, atarrhof fysica
XAROPE DE HYPOPHOSPHITO DE GAL
de GRIMAULT a C*
Approvado pela Jauta d'Hygiene do Rio de Janeiro
Fazendo-se uso deste Xarope, calmao-se os accessos de tosse, desap-
parecem os suores nocturnos, goza-se de um somno reparador,
desperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas forcas, apresenta o
aspecto de quem gosa boa sade. Os mdicos recommendao que se tome
ao mesmo tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de alface e
agua de louro cerejo de GRIMAULT e C\ que constuem os
dois calmantes mais inofensivos da materia medica.
Os frasco ova0s, me contm este Xarope, So de urna bella eSr de ros* e levao
a marca de fabrica, o sello e a firma da nossa casa.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivienne, e nas principies Pbarmaei e P"!!8""-
'^Sdt
grageas de Ferro Rabuteau
Laureido do Inttituto de Franca: Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorosc, Anemia, Plidas Cores, Corrimentot, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alterafo do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a Datureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nem Conttipafo nem Diarrhea, Assimilaco completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
I Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
1{ii Urna explicado detalhada acomoanha cada traico.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & O, de PARS, que te
tucontra em cata dos Droguiatas e Pharmaceuticos. ^
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 25 oj0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 1500 o co-
vado.
Merinos de cores a 900 rs., 14000 e 1*200 o co
vado
Merinos pretos a 1*200, 1*100, 1J6G0, 1*800 e
2*000 o covado.
Velludilhos lisos e lavrados a 1/000 e 1*200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Las com listrinhas a 600 rs. o covado.
Qiosdcnapoles pretos i 1*1800, 2*000 o 2*500 6
covado.
hietins damass a 320 rs. o covado.
Zephiros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Lmhos escosseres a 240 rs. o corado,
(ase com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zephiros lisos a 100 ris o covado.
Ditos listrados a 200 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado.
Cretones finos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Baptista6 finas a 200 ris o covado.
Nansuc finas com 3 padroes lindos a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 reis o covado.
Setinetas com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o eovado.
Ditas lavradas a 500 reis o covado.
Das lisas a 400 e 500 ris o covado.
Fustoes de cores a 320 rs. o cavado.
I Enxovaes para baptisado de 9*000 a 18*000
um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 3*000 urna.
Ditas brancas a 1*800 urna.
Cobertas de ganga a 2*800 urna.
Lencoes braneos a 1*800 um.
Lencos de 1*200 a 2*000 a duzia.
Toalhas lelpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
Bramante de 3 larguras a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a 1J200 a dita.
Dito de linho a 2*000 a dita.
Cobertores de la a 4*00 e 7*000 um.
Fechs de l a 2*000, 3*000, 3*500. 4*000,
e:4*500, 5*000 e 6*500 um.
Chales finos do 5*000 a 9*000 um.
gSetins maco a 800 e 1*200 o covado.
Cortinados bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Espartilhos de ourac* a 4*000, 5*500, 6*000
e 7*500 um.
Guardanapos de linho a 4000 a duzia.
Madapoloes gemina de ovo e pella de ovo a
65O0 a peca.
Camisas de meia a 800, 1*000, 1*500 e 2*000
urna.
Seroulas de bramante a 1* e 1*400 nma.
Flanella branca a 400 ris o covado.
Casemira diagonal a 1*800 e 2*500 o covado.
Cortes de casemira a 3*000, 5*600 6*000 e
7*000 nm.
Camisas de linho a 30*000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s co-
vado.
Linn com salpicoe a 500 rs. o covado.
Fustoes brancas a 360, 440 500 e 640 ris o
covado.
Panno Dito admascado a 1*800 o covado.
sguio amarcllo e pardo a 500 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 24*000 c par.
Henriqtte da Silva Moreira.
DA
COLONIA ISABEL

VAPOR
e uiocnda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
aso ; a ver no engenho Timb-ass. muito perto
da estacao do aietmo nome ; a tratar na ra da
operador n. 48, 1* andar.
A' Florida
Rna Duque de Caxias n. IOS
Chama-ce a attrncao das Ezmas. familias para
os precos seguintes :
Lavas de seda, preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caixas de papel e envelopes 800 rs.
Qrampos invieiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de sed& cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios pr.ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 3*.
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Leques de papel com correte al*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de esguiao a 1*500 a dnsia
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Bamcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Feotes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de bnlhantes chimicos a 200 rs. o par.
Onarnicoes de idem idem a 500 rs.
Anquinhas de 1*5M), 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Bices de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem com 4 dedoa a 4*500 a peca.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurne a 5*000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Feotes para coco com inscripcSo.
Para toilet
Sabao de areia a 320 rs. um.
dem phemeado a 500 vs. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de alface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac icos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senbora a 3* a duaia.
BARBOSA & SANTOS
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Eate exeelleute Whisky Escbeos preferive
ao cognac ou agurdenle de canna, para fortifica'
3 corpo.
Vende-se a retalho nos tu lberes armasen*
nclhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo ne-
me e emblema sito registrados para todo o Brazi.
BROWNS ce C, agentes
Predios a Yenda
Vende-se, ou troca se por apoliies da
divida, publica tiesta cidade o sobrado n.
82 ra da Ponte Velba, com entrada pela
travessa de Joio Francisco, e na cidade
de Olinda o sobrado n. 16 ra de S.
fenlo e duas casas terreas urna a ra do
Amparo n. 14 e a outra ra do Bispo
Coutinbo, n. 11.
A tratar a ra d'Aurora n. 31.
Pinlio de Riga
Acaba de chegar pelo brigue Atalanta um com-
pleto sortimento de pinbo de Riga da melhor qua-
lidade e de diversas dimenBOes, como aejam :
4 X 12
4 X
3 X
3 X
3 X
2 X
9
12
11
9
12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle
Vendem MATHUE3 AUSTIN & C, ra do
Commcrcio n. 18, 1 andar, ou uo caes do Apollo
51,n. por precos commodos.
EXTRACgO SEMANAL
I." parte da 24.a lotera
CORRE
Quarta-feira, 10 de Novelero de 1880
Infrattsforml! Itttraa$forYl!
POKTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da flanea, por um deposito
iro Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES A' VENDA
r
o
MA
RODA DA FORTUNA
56-Ra Larga de Rosario36
Bernardina Lopes lhe'tro.
EXTRACCO
BA
PEMEIK SEKIE M 24a LOTERA
10 DE NOVEMBRO
SOB O SEGUINTE
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
COLONIA ISABEL
CONCEDIDAS PELA LE PriOVfNCIAL N.lM, l APPRMfiO PELO EXM. SR. IfICE PtiESIDEHTE Di PMCM
PODJLCIB Dt 2 DE SETEMBRO DE 1886
io.ooo li'lieles em vigsimos ISoeo ; 800:000$
Despeas............ H8;8oo
681:2oo$
i premio de.
1 di lo de .
i dito de .
i .dito de .
i dito de .
9 ditos de .
23 ditos de .
400 ditos de 100$
forem gOes ad
1 dito de
i dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
2:000$
1:000$
para todas as centenas, cujos dous algarismos
_Js dous ltimos do primeiro premio inciusive
1:000$ para a sorle, cujo numero na extraccao for mais alto
1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
400$^ara toda a centena do Io premio.
200$ dem idem do 2 premio .
100$ idem idem do 3o premio
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2* dito
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito .
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito
2 ditas de 850$ para o -V dito
4,000 terminacOes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacOes de 24 para o 2o premio inclusive
240:000$
40:000$
20:000$
10:000$
5:000$
18:000$
23:000$
40:000$
1:000$
1:000$
39:600$
19:800$
9:900$
8:(
6:(
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
681:200$
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quan lo as terminales do 1. e 2. premios forem
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a 0e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont algum.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Janeiro.
21 deOulubrode 1886.
O THESOUREIRO,
Francisco Goncuhes Torres.





i
rio i1' PTiambuniSabbado 6 de Novembro de LS56



L!TTRATbi/
passam-se
os lias fe
De Caianbu
(Coneluso)
O piano de cauda que all figura a un
Jado fas ouvir as suas vozes sonoras, s
quaes se vm casar de vez em quando o
canto ou as langas, e as horas
: -31 u lig-iris, como se eseoam
lizes ila existencia.
Tal ;o hoti-1 que a empreza aqu raon-
tou, hbilmente dirig lo por ura suisso.
Alm deste tnelhoramenta, deve ella
inaugurar brevemente, o Rtstauranf, onde,
ad instar das principaes cida les de agua
da Europa. irte comer os moradores daa
diversas casas cireumvisitihas, as quaes
pertencera taicbem empreza.
O edificio do Restaurant, cora a sua fa-
chada suissa, de vastas proporcSes :
abraoge urna bi-.lla sala de refeicSo, um
salo para familias, outro para horneas, e
rsas dependencias essenciaes.
Onde vo tgui r, porem, as obras prin-
cipaes di empreza, no extenso valle das
fontes.
Ha aqui roais fontes que poetas no Rio
de Janeiro.
Gazosas, sulfurosas, frreas, magnesia-
OTO, todas lera freguezes.
A todas vai bater o aquati -o cotu o seu
capinho a tiraeolo.
Os aquaticos em Lambary disti'gera-se
pelo gorro e grande ccete em punho.
A idea do copo onde t n de beber o pre-
cioso liquido nao Ihes preoccupa o espirito ;
porque sabom que junto fonte encontra-
rao dous Ganymedes com as respectivas
tajas, prompto8 a servil os, mediante um
ligeiro pou- bolre.
Os aquaticos de Caxainb salientam se
pelo classico chapeo de linho branco, in-
dustria do lugar, e pelo copo que trazem
preso por cor loes, a tiraeolo, ou balancan
qo o guisa de pendu.o.
Os ruis elegantes penduraai o copioho
ponta da bengala, e l vo para as fon-
tes, como se partissem para urna pescara.
Dissa no comeg desta artigo que', pelo
que est teito, pode-fe imaginar o que
Caxarab em pouco tempo
O que nao se pode imaginar o qoe ha
de ser o valle, onde actualmente forroi
gam as fontes, transformando em vasto e
elegante parque, centro da reunid> dos
aquaticos que all irlo digerir as aguas
sombrado frondosos rvorelos, respirando
perfumes de flores e ouvindo excellente
msica tocada par urna banda composta de
habis professores,
E este futuro, passo asseveral-o, nao
est rauito longo.
Da Empreza das Aguas de Caxamb e
Contundas teni-sa a esperar tudo quanto
for rnelhoramenlo e beneficio para esta
abencoada localiJade.
Franca Jasiob.
CASAMENTO 4 REV'OLVEB
POE
JLES MARY
I
__ Quanto do por um lote de utensi-
lios de cozinha, composto de quinze pe-
cas.. estao em mo estado, verdade,
mas com um pequeo concert podem fi
car como novos... tenho dez francos !
Por dez francos de graga 1... de
miohas senhoras... vendido a peso,
'>... Dez francos. .. nin-
oraga,
dara muuo >
guom d mais r
Onze francos !...
-- Onze. francos... uma vez, duas ve-
zes.. Onza francos o lote de utensilios
de cozinha... pela ultima vez... onze
francos, adjudicado 1... Temos agora um
sof, duas cadeiras de bragos e seis cadei-
ras... tudo obra moderna... forrada de
velludo detrecht... em perfeito esta-
do... Cincoenta francos o lote !
Cincoenta e cinco 1
, Cincoenta e cinco francos!... Va-
raos, aenhores, um pouco de coragem...
doixareis arrematar a mobilia por este pre-
50?... S a madeira val* roai.. Cin-
coenta e cinco fran-os, dizeraos. .. s-is
cadeiras, um i-of, duas cadeiras de bra-
cos I... Cincoenta e cinco francos, urna
vez, duas vezes, ni'iguera d ruis ? Ad
judicado I.. Pa8sainos agora a vender
urna arca de carvalho untigo, obra de ta
llia, com as armas da casa, authentica..
um movel precoso... umaojeasio rara...
Temos quem d por ella tres rail francos !...
Tres mil francos Quera d mais ?
Esta s :ena p >8sava se no p tteo de honra
do castello de Bois-Tordu, situado a dous
passos da floresta de M ratreuillon e a al-
guna kilmetros da ald' ia de Corvigoy, no
Morvan.
Bois-Tordu merecoria ainda o norne de
castello ?
Sim, attendendo nicamente sua his-
toria.
Nao, considerando apenas as suas ruinas
tristes, o abandono em que jazia e mergu-
Ihava os visitantes na melancola que d< s-
pertara os grandes edificios derrscados por
um desastre.
As torres, que erguiam-se outrora orgu-
lhosamente com os tectos ponteagudos, nao
formavam mais do que um monto de pe-
dras, sobre as quaes corriaro ou dorraiara
uraa infioidade de caraelioVs.
O corpo do edificio, entre estas torres,
tinha as jaoeilas sem vidragas, por onde
devia gemer lgubremente o vento as
noites de invern.
Bandos de andorinhas j havia foito os
ninhos.
As chuvas tinham esburacado as pare-
des e o reboco havia desapparecido, dei-
xando a descorberto as pedras, sob a ac-
go prolongada das ms estaySes.
A hera o outras plantas selvsgens ti-
nhara-se ngeitado nos intervallos das pe-
dras e trepado at cima, escondendo fe-
lizmente, com o V50 nataral, a dcsolacao
d'aquellas ruinas.
No jardim crescera o matto, c os com-
pridos ramos eraraaranhados e pendentes
dos tojos e pinheiros vedavara a passagem
pelos camintios meio oceultos pela relva.
E o pateo de honra, onde se proceda
venda judicial, diante de urna centena de
al Je oes reunidos, podia ser tomado por um
campo inculto, tal era a quantidade de
plantas que alli crescia livremente.
O interior corresponda ao exterior.
Os quartos estavam cobertos de poeira ;
o soalho desunido: as paredes nas ; os
tectos esburacados: as tapecarias cahindo
aos pedagos.
Por toda parte havia mofo e abandono.
Por toda a parte a mesma iraprenso de
fri, penetrante como a humidade de urna
adega !...
Entretanto o castello tinha moradores,
plo menos, n'aquelle dia.
A pessoa que o possuiaque tinha pos-
suido todo o iraraenso dominio, que se ia
desmembrando, aos poucos, de anno para
anno-o marquez NorbTto d'Argental
l estava.
Esse hornera sombro, cora ar trgico,
cujas feigSas estao contrahidas ecuja fron-
te parece vergar ao peso de um desespero
incuravelesse hornera que est de p, no
meio de um aposento do pavimento terreo,
que d sobre o pateo, olhando para os
compradores e ouvindo os gritos do leiloei-
roesse hornera, joven ainda, o marquez
d'Argental.
Alto, robusto, de fronte espagosa, rosto
exp essivo, Iluminado por dous olhos vi-
vissimos, embira rodeados por esse circulo
azulado que indica o cansaco, fino bigode,
cabellos louros, cortados escovinha. or
berto d'Argental sent pesar hs sobre os
FOLHETIM
DE
EMMA ROSA
POR
ZA7IEB DE MISO
::s::s:a:: ::".:::::
(Continnaco do n. 25))
XXVI
NSo faromos o leitor assUtir visita d s
amigos de Emroa Rosa. Bastar affirmar
(o que ninguem duvidar) que essa entre-
vista foi das mais tocante e que a pobre
mi a raeiga menina receberara de nona-
frac5as to consoladoras quanto sia.-eras,
de kffei$ao profunda e dediacSo absoluta
Parecemos mais opportuno seguir Luigi.
Quando sahio do gabinete do doutor, o
cx-operario arroeiro subi rapidamen e ao
seu quarto.
L abri urna grande mala, fechada
chave, na qual estava a ferrementa do
su officio, que na vespera tinha trazdj da
ofBcina da ra Borsault, depois de avisar
0 patro que parta para a Italia.
Do fundo da mala tirou um mano de
chaves falsas, aquellas de que vimol o to
desastradamente servir se ora la Pie para
abrir as portas da quinta de Sopbia Ri-
gault.
Metteu no bolso o maco de chaves, bem
como urna pequea pioca carta e forte.
Aisim manido dessa ferraments empre-
urg^ !}oa>br08 irao da miseria -da mi-
seria negra.
Gastou com loucas fantasas a heranca
!egda pelo pai.
Vveu, em Pars, do jogo de expedien-
tes e de aventuras, nao tendo occasio de
exercer, por falta de um quadro que a pa-
desse moldurar, urna vontado enrgica,
uraa inteligencia superior.
Soldado, a principio, abandonara o exer-
cito, porque nao podia hombrear com ofi
ciaes mais neos, que o esmagavam com o
laxo qu -. obtentavara
Depois, diplomat, contrahira dividas e
fra obrigado a abandonar a carr- ira antea
da realisaco de um brilhante casamento,
que havia considerado como base de sua
fortuna poltica.
O casamento nao se effectuoa.
Entao entregou se completamente vida
parisiense.
As torras de Bois-Tordu fundram-se lhe
as raaos, pedaco por pedaco.
Ainda n'aquella raunh fra vendido o
castello no eartorio do tabellio de Corbig-
ny, e no momento em que corneja a nossa
narracao, a mobilia estava sendo vend da
era leilao....
E que mobilia Havia, muito tempo
que Bois Tordu est va deserto .. havia
muito tempo que, de pas a fillios, o di-
nheiro tendo-se tomado cada vez mais raro,
nada tinha sido possivel fazer, em relaco
ao luxo mederno o commodidades das no-
vas invencScs.
O marquez tinha querido contemplar
pela ultima vez aquillo que tinha sido a
fortuna de seus pas ; havia para elle, do
espectculo daquella pobreza, um gozo
amargo e cruel, em que se comprazia com
urna especio de colera furiosa contra si
pronrio.
Eis por que tinha vindo.
E d'i pe, com os bracos cruzados, 03 la-
bios contrahijos por um sorriso amargo,
nao havia feito um movimento desd) o
principio do leilao.
Os movis mais preciosos j tinham sido
levados.
Ao redor delle, na grande sala, onde se
acbav.i, havia quadros representando al-
gans de seus antepassados, em trajes -de
guerra ou da corte ; e aquellos retratos
pareciam olbar com tristeza para or
brto :
Quo fizeste de nosso nome?... Usas-
te delle como altivez c nobreza ? J que
eras pobre, era preciso viver como pobre 1
E o sorriso sceptico de Noberto respon-
da como um insulto ou um desafio aquel-
la censura mu la.
No pateo de honra, dontinuava a venda.
Nada ^ra esquecido.
Tinham descoberto armas, as aguas
furtadas, debaixo da poeira ; tinham acba
do farrapos, brinquedos, cavallos de pao,
espadas ou espingardinhas, que relembra-
ram a Norberto sua infancia e o tornaram
um pouco mais paludo.
E' que tudo aquillo, arrancado ao es-
queciracnto em que jazia, trazia lbe sub
tamente a recordacao de sua vida inteira,
urna vida que tinha-sa tornado estril, por
falta de dinheiro no proprio momento cm
que senta no cerebro a forja sufficiente
para conquistar um mundo ; urna vida em
que serapre so encontrara diante da mise-
ria, quando o ardor do sangue impellia-o
para as batalhas da ambijao.
Deixou escapar urna exclamacao aba-
ta Ja.
Contrahia os punhos -punhoa capazes
de manejar os homens como as enancas
manejara os soldadnhos de chumbo.
Como sofFro I dis39 elle. Sinto ani-
quilarla o que havia de bom em mim.
Torno-me mo !...
Adjudicado! respondia a voz do lei-
loeiro no pateo, entre risadas e gritos.
O sol dos primoiros dias da primavera
allumiava esta sceaa.
Os passarinhos chilreavara as arvores.
Ao lado da miseria de Norberto, appa-
recia o espectculo da natureza, eterna-
mente rica, fecunda, bemfazeja.
Norberto volveu os olhos para os retra-
tos, que recordavara-lbe o poder extncto
de sua familia.
Buscava urna inspiragao.
A ti se pudesse vender a alma ao diabo,
por dinheir >, como diz a leuda que o fize
rara fidalgos de outros tempos I
Mas Norberto nao o teria podido fazer
at em penaamento.
Os fidalgos antigos tinham f.
Elle em nada acredita va...
Adjudicado 1 disseram no pateo.
E estava terminada a venda.
Ouvio-se um ultimo golpe de martello -
o leiloeiro queria fazer constar que decidi-
damente a justij* por l havia passado -
accendeu
4
gad.i por ladr3es de profissao,
um cigarro e sabio de casa.
A ra da Saude, ende se achava o esta-
beleciment comprado pelo italiano ao po
laco Grisky pouco frequentada, j o dis-
semos.
De um lado ha muros de quatro metros
de altura.
Do OUtro, a longos interrvallos, erguera-
se conhtruegSes sombras, pertencentes a
comraunidades de tT-rentes ordena reli
giosas.
Os dous carros que tinham levado as vi-
sitas estavam parados porta do estabele-
cimento.
Aqui nao posso fazer a s-ntinella,
disse de si para si o pieraontez, havia d
s-T reparado e isso nao convm.
Sendo homem que nao negligenciava
n-ni'UraH preeaujo, quando pasaou pols
dous <: rros toraou nota dos nmeros, um
era 1954 e outro 30i7.
Depois de gravar n memoria esses na-
o;erot>, foi ao boule-. ard A* Purt Royal, su
bio at a avenida do Oos^rvatorio e alli
toraou U'ii arro da estaca.
Oude va cochi iro.
A' hora, respondnu Luigi. Vamos
8'a';ionar no canto da rui da Saude. Ser-
vij> da pr te.itur>.
OxHiihor de l ? murmurou o co-
cheiro, piuan.'o o olho.
Sou. Doulho vitit^ franc >s se uio-
tr^r mt-llig- 101a e oompr-h^-nder ra-ia o'<-
la vi-.. t
F.t direit. Sou vivo como un mi-
ro, h i 4e gar.har a am relia. Focae a
poriiuh-di, u rolo.
O pi'-'ucrntez ncolheu-ie era nm
do'"ir1, q1"" p-r miiiut-it. no ponto de interscca<> i > -u-
1. v^r'l d- Port It yal la rus da S
T"ni) 's i lo h cortina quasi al i\-
boixo, ati o u*o s r risl > ii fra, L.igi
va u-rf itno-n'e os carros p^ndoa p>r-
ta dt asa J Paloii.
S ti iha qu- eaperar ^ahida d<.quells
qu- prei>n na seguir.
Tr e que e*p*-rr muito t upo.
Aliual. quando iara d .r iros horas, as
cinco visitas sahiram e tomaram os dous
carros.
^uigi deseen urna das vidracas da fren-
m do sen e disse ao coebeiro :
e que pedera quem quizesse, procurar, es-
qaadrinhar vontade, por toda a parte,
que nada encontrara 1.. .
Entao o marquez d'Argental cobrio o
rosto com as raaos. Dir-se-hia que chorava
so fosse un hornero capaz disso.
E, de repente, com um movimento brus-
co, ex laraou:
Dara a alma a quera rao trouxesse
a fortuna .. daria a honra... dara a
vida, at, mais tardo so fosse preciso I...
Tinha o dito em voz al a.
Toque aqui, aceitj! disse uraa voz
atraz delle.
O marquez d'Argental nao era super-
sticioso.
Entretanto teve medo.
Um pouco do suor banhou-lhe a fronte.
Aquella intervengo corresponda to bera
s preoccupaefJo8 do moraeato, ao que so
lhe passava no intimo do pensaraento, que
havia nella alguraa cousa do sobrenatural.
Aceito, repetio a mesma voz, pode
olhar-me sera susto. N5o sou o diabo. Nao
tenho cauda, aera garras, era ps de bode,
oem finnalmente brazas no lugar dos olhos.
Mas Norberto j havia recuperado a pre
senga de espirito.
l! ranzio as sobrancelhas o lanjou um
olhar deadenhoso sobro o homem que asaira
3e lbe intromettia na vida.
Este era, seto 011 oito annos, mais ve-
Iho do que o marquez.
.Muito alto, magro, vestido cora severi-
dade, usando suissac, physionoraia seria e
fria, tinha ares de magistrado.
Os labios eram decorados o tao delga
dos que quasi tornavara-se invisiveis.
O nariz direto, puntudo, com as nari-
nas movis, arrebitalas, denotava um
temperamento violento.
Os'olhos, costanhos, despr-diam cham-
mas.
Nao senhor, nilo sou o diabo, repe-
tio a singular personagera; pe.rraitta-me
em primairo lugar, antes que traveraos
mata ampio cooheciraento, que rae apre
sent eu mismo. Charao-me simplesraente.
Rouquin e nao Belzebuthe sou agente
de negocios da Secnritns,indagacSes
offijiosas sobre ausentes, devedores dr8-
appareeidos ; inforraa^o;s conlidenciaes,
commercioes e particulares para casaraen-
tos, sobre a honradez e situacao pecunia-
ria das pessoas; buscas do quaesquer do-
curaentos indispeusaveis a processos civeis
em materia de separarlo de corpos, peti-
cSsi de heranjaa, Ih -alistcto e informa-
53as sobre o possoal dos grandes estabele
ciraentos, fabricas, minufacturas, admins-
traci>38 particulares, por meio de uraa vi-
gilancia continua e offi jiosa, exercida por
erapregados especiaos (antiga casa Monte
nat, fundada era 1847). Poder encontrar
todas estas informacoes no Almariak Botn,
de Paria.
E1 a que motivo dovo attribuir a hon-
ra de sua visita, Sr. Rouquin ? perguntou
o marquez cera irona e altivez.
Honra? Nenhuma ; nem para mim,
nem para o senhor. Conheco 0. Quanto
visita, o senhor qua est era minha casa
e nao eu na sua !
O que quer dizer ?
Siralpesraente que coraproi este cas-
tello e pagueio-o vistao que dispunha-
me a exarainal-o de alto a baixo, quaedo
ouvi, sem o querer, su grito de desespero.
O marquez estava paludo e fisou calado
durante um momento.
Bem, est cm sua caaa. Nada ha
raais aqui qte me pertenga. Retirme,
portanto. Quanto ao que ouvio, fique en-
tendido que nada dir... ou seno !...
Norberto fez um gesto de araeaca e
afastou-se.
Ia j deeapparecer no vestbulo, quando
a voz mordaz de Rouquin fel-oparar :
Disse-o, ha pouco, senhor marquez
aceito! Quer? Nao lhe peco a alma
basta-rae a rainha nem a vidaqua faria
eu della? Pelo que toja honra, ora nao
se trata disso, embora fique salva aos
olhos do mundo, e o principal. Sim, acei
tol E nao julguo que procedo leviana-
mente. Nao para mim, um desconhecido.
Ha muita tempo que interessome pelo se-
nhor I
O marquez f-z um movimento.
Da parta, escutava a Rouquin, prompto
a sahir.
Rouquin contrauava :
Est completamente arruinado. To-
dos sabsm isso. Mas o que eu sei raelhor
do que to.os que o senhor dotado de
urna intelligencia superior. Devora-o a am-
So. A vida vai-se-lhe por agua ab-ixo,
por falta de dinheiro. Procurou casarae.
Nao o canseguiu. Encontrou nao ha du-
vida, algun3 partidos na burguezia, mas
eram insufuuntes. Quatrocentoa ou qui
nhentos rail francos desapparecer Ihes-hiara
rpidamente das milos... E' ou nao ver-
dade ?
Talvez. Quem lhe deu to exactas
inforranjS.'S ?
- Eu
mesrao,
qu
o duvida Pois nao
apresentei, ha pouco, o meu prospecto ?
O senhor est indiciso e muito perplexo.
Vejo, pela perturbacao que mostra, que.
est hesitando. Estar ainda sob a irapres-
aao de rainha app iru;o fantstica I S o
que tinho de comraum eim o demonio. .
nao ser am raa diabo... Reflieta mas de-
pressa.
Vejamos : o qua rae offereco ?
Offerego lhe mais do que pode ter
oonhalo... porque estou certo que nunca,
nos sonbos ainda 03 mais insensatos, ima-
ginou o total da fortuna de qu poder dis-
por. .
L-?u as Mil e urna noiU 1 .'
Nao se ria. Trata-so verdade, de
urna fortuna das Mil e nina noites... po-
rm mais ceita.. mais mor Jema...
L'U o Con le di Monie Christo ?
L, aim. Nao sou ara abbade Faria
e racu thesouro ser mais mais fcil de en-
coatrar-se de quo o delle
Se eu aceitasso o que teria de fa-
qne
zer
a indecisio ; entretanto, peco-lhe que acre-
dite que Bunca estive to serio como agora.
Cincoenta milhoes I balbuciou Nor-
berto, cuja voz tiahase tornado roaca.
E durante um segundo entreviu a exis-
tencia nova que semelhante fortuna pode-
ra originar : communicaria novo brilho ao
braz&o de seus pais, tornara a comprar castellos que vndera, teria cavallos es-
plendidos, raantilhas, trens de caca.
Esraagaria, com o luxo, aquellas qua O
haviara desprezado quando pobre !
Ah I como Ihes faria pagar caro as hu-
rahaeo '8 que soffrera !
Seria urna vi.ia de delicias e de festas t
A vida que ambicionava Eatar-lhe-hiam
ab rtos todo3 os caminhos O que nao con-
seguira ella com a poderosa alavanca da
f irluoa ? Sentase levantado, levantado
serapre, por sua intelligenc* que nao en-
contrara mais obstculos na miseria ci-
ma dos homens pelos quaes senta despre-
zo.
E cornbinava tudo isso, amassava todas
nac
Teria de casarse, nada miis. Como
ve, nlo lhe pego um impossivel.
E terei de c.-sarrao com urna velha
ou cora uraa moga ? E minha noiva ser
corcunda, cga ou ter o habito.de embria-
gar-so ?
Ser o raais feliz dos homens, por-
que ter urna raulhersinha encantadora
e honesta, pura, linda o mais que, possi-
vel. e pobre, pobre alora de tudo l
Pobre ? Eis onde o mysterio come-
Sim, pobre e tendo do trabalhar pa
ra viver ; filha de um operario ; dizesete
ou dezoito annos : uraa rosa que desabro-
cha.
Est me fazendo vir agua boca,
Sr. Rouquin. At aqui nada vejo que
nao seja muito agradavel: urna fortuna,
urna noiva linda. Nao sei corao urna trar
a outra, mas tenho torapo para comprehen-
del-o. LXga-rae, entretanto, quaes sao as
suas condicoea ? Nao de certo por amor
arte que experimenta sobre raim essas
tentacoiS ?... Dave ter um fim ? E o que
vai propor*me, sem duvida, em troca, ha
de ser alguraa cousa to exagerada...
Engaase, reepondeu framente Rou-
quin. O que tenho a pedir-lhe muito
aceitavcl. Estou do ante.-mo convencido
de que nao recusar.
O que ?
A motade de sua futura fortuna !
E a quanto se elevar essa tortuna ?
A urna centena de milhoes I disse
Rouquin com toda a calma. Sao, portanto,
cincoenta milhoes para o senhor... outro
tanto para mim O sufficiente para nao se
raorrer de fome !
Houve um momento de silencio.
Norberto sentia-se deslumhrado ante a
enormidade daquella somma. .stava com
a garganta secca e engulia diffiuilraente a
saliva. Cum os olhos dilatados cootempla-
va Rouquin, cheio de assombro.
Cincoenta milhoes gaguejou elle...
Est doudo? !...
Olhe bem para raim e diga-ma se pa-
reco um louco.
O marquez passou a mo pela fronte.
Estara sonhando? ou estariam zoraban-
do de sua credulidade ?
Mas Rouquin pareca adviohar-lhe os
pasamentos mais secretos:
Nao est so ah ando. disse elle em
tom seeco... quasi impaciente-Compre-
bendo-lhe o espanto, e at um certo ponto,
as paixoes com os dedos possantes,
vendo limites sua ambicao, porque tam-
bem era Ilimitado o ardor de seu genio.
Cincoenta milboas I... repeta elle.
Que loucura I Cincoenta milho:s para mim
quando nao sei como jaotarei araanhS '.'
Para mira quando tnho apenas na algibeira
o dinheiro necessario para pagar rainha
passagem at Paris ? Cincoeeta milhSdS /
Quo sonho 1
Dexara se cahir sobre uraa cadeira, un
ca que l havia.
E continuava a divagar, como se esti
vesse embriagado.
Rouquin, de pe, contemplava-o com a
mesma expressao fria e tranquilla.
De repente Norberto lovantou-se do ura
salto, atirou se sobra o tentador e apertou-
lhe o pescoco.
Escuta, disse elle cora um gesto-de
loucura, se quizesta brincar coraigo nao sa-
hirs vivo d'aqui .'...
Cora a mo esquerda, sim esforgo appa-
rente, Rouquin desprendeu-so das mos
de Norberto e, agarrando o depjis pelo
meio do corpo, levantau-o e manteve-o ne
no ar, cima da cabega, comprirando-o
em um aperto forraidavel. Depois do que
depositou-o no chao, diante de si.
E com voz calma, sem colera :
Snhor marquez, comigo, se tiver-
mos de viver juntos, preciso mudar de
sy8tema !...
Aquelle homem dorainava-o, ao mece
pela forja phyaica.
Desculpe-mo, fiz mal, disse, mas tudo
isto to estranbo...
Em conclutao: sabe o que lhe offe-
rego. Aceita ?
Ento, verdade?... nao estou so-
nhando ?...
Aceita? repetiu Rouquin.
Norberto langou ao redor um olhar des-
esperado.
Seja, aceito disse elle bruscamente,
com o rosto contrahido.
O sol estando oceulto pelas nuvens, rei-
nava na sala urna certa obscuridade Dir-
se-hia que, na parede, os antepassados de
Norberto cobriam o rosto...
II
Depois de alguna iastantes de silencio
Rouquin continuou :
Vai perguntar-me, nao assim, por
que foi que o escolta de preferencia a qual-
quer outro ? O acaso influio muito na mi-
nha escolha. Alm d'isso, o senhor est
livre, independente, arruinado, sem escr-
pulos, disposto a tudo para marchar con-
quista do mundo e isso convinha-me.
Mas o senhor mesmo nao rene to-
das estas condicoes ?
Nao tenho pouoos eacrupulss, ver-
dade; mas uo sou livre, sou casado
Ah se as nossas leis adraitissem o divor-
cio 1
De que modo entrarei na posse deas
fortuna ?
Herdando-a I
Desde que me torne possuidor destes
milhoes, quem lhe diz que, em lugar de
repartil-os com o senhor, nao ficarei com
ellos ?
cauto
Igun?
Prepare-se para seguir um dos car-
ros que vo sahir da ra da Saude.
Qual delles I
Eu lhe direi quando passarem por
nos.
O cocheiro calheu as guias e preparou-
se para partir ao sigual do seu freguez,
3ue julgava ser um agente de polica no
esempenho das suas funegoes.
Ow cutos partiram.
Tomaram pelo boulevard Port Royal e
Bubiram para o lado do boulevard Saint
Michel.
No segundo, atrava da vidraya da por-
tiohola, o pieraontez vio Osear Rigault, f-
cil de coohecer, por estar com o brago ao
peito.
Qual ? tornou a perguotar o co-
cheiro.
O ultima, n. 1954.
Bem.
E seguio os dous carros que am a bom
passo.
Os carros descerara o boulevard Saint
Michel, passararo por tras do Odon e se-
guirara pela roa Vaugirard at a ra Bo-
11 ip.rie, era que entraram.
O eochiiro de Luigi parou bruscamante
o s-u avallo.
O sarro que segua tinha feito alto uns
viute p.os raais adianto.
Til ia ap- araiu-se, e os carros, pagos,
volt.ra n.
Angela e os seus anigos tinham se apea-
do e.'u Irnte caaa em que morava o Sr.
|p K)iyl a era que ella mesma morava
Jes te a vespera.
Trocarara-sa alguraas palavras e apertoa
dt- mi >, lepos a Bella Hervanaria entrou,
e Sop'111 e 3 tres horneas continuaram o
.- u oai.iuho.
Luigi tinha visto tudo.
Deu ao cocheiro os vinte francos pro-
...i.elos.
Fieo squi, disse elle, saltando na cal-
gia.
D pou poz-se a seguir as quatro pes
soa8 qu -, at istando se conversando, segui-
rara p I i ra Bonapr.rte at o caes e toma-
ram omita.
O ,d uont-z nao as perda de vist Pararan no canto da rut Oungaud.
Ni > querendo chamar a atteu^o, pran-
lo 1 luoera, Luigi continuou o seu carai-
abo, abraadondo passo e passou perto do
grupo, no momento em que Osear Rigault
dizia a Leo L-royer :
Subo para ir buscar urna cousa no
meu cubculo e depois vdtarei para o la-
do de Montreuil em procura do meu vi-
draceiro.
Ao ouvir essas palavras, o cumplice de
Proli sentio qua cambaleava e empallide-
cia.
Ento o perigo era inminente e cera ve-
zes raais teraivel do que Angelo e elle po-
diam suppr 1
Agora, por felicidade, sabia como se h -
ver.
Luigi parou diante de urna loja, flagra-
do examinar alguma ous na vitrina, mas
oa realidad para espitr de mais perto.
Osear Rigault, deixando Sopbia e os
dous estudantes, entrou na ra Gun-
gaud, e Luigi o seguio.
- O vidraceiro murmurou elle. Nao
roe engaaran) os meua otividoa. E.le fil-
loa no vidraceiro 1 e vai a Montreuil. F ;-
lizraente, posso contar com Donato, mas
nao importa, e eis ah um gajo que mette
medo E' preciso que eu me desembarace
delle.
No terceiro andar parou, tirou urna cha-
re do bolso, metteu--. na fechadura da por-
ta do se.u quarto, abri e entrou.
O armeiro entrou atrs delle, subi ao
andar superior e parou, ouvindo fechar a
porta do terceiro andar.
E' ahi que mora,* disse ella de si
para si. E' o que eu queria saber.
Desceu rpidamente ; ao sahir toraou no-
ta do numero inscripto por cima da porta
e gravou a na memoria.
Feito isto, foi at o canto da ra e poz-
se de longe a vigiar a casa de Osear.
Este nao tardou a sahi, passou sem no-
tar o espiSo, que nao couhecia, chegou
Ponte Nova e desapparoeeu na husma.
Vai, meu velho, vai a Montreuil, mur-
murou Luigi com um ms sorriso. Os vi-
draceiros s voltam para casa noite, e,
por mais que procures, has de voltar sapa-
teiro. Emquanto perderes o teu tempo
por l, eu trabalharei por c.
Chegando ento ra Dauphine, entrou
em um caf pequeo o eiporou a noite,
tomando absiothio.
Emquanto bebia e fumava cigarros, o
armeiro construio o
nha.
seu plano de caropa-
(Continua)
"-T
Eu podia perfectamente tl-o matado
na escada, dizia elle de si para si ; mas
esse jogo era muito arriscado. Um loca-
tario volta de repente, urna porta abre-se
inesperadamente, e a gente est segura.
Dizem que a primeira idea serapr: a rae-
lhor. Ili de, pois, ciogir me ao meu
aeiro projecto.
Eram oito horas.
A noite estava to escura que os bcos
de g.iz no caes mal dissipavam a es-uri-
do.
Luigi sabio do caf, tornou a deacer a
ra Dauphine e chegou ra Oun-
gaud.
Sem apressar ojpasso, e encostando-so
parede chegou at casa de Osear Ri-
gault.
A ra nesse momento estava absoluta-
mete deserta.
O pieraontez erapurrou a porta do cor-
redor, afim de ver se estava fechada.
Ced -u primeira presso.
Audacia I dizia elle de si para si. E'
serapre o raelhor systema.
Entruti em ura corredor mal Iluminado
por um candieiro de kerosene, chegou
cacada sem sur visto p^io porteiro, que es-
tava muito oceupa lo remendando urna bo-
ta, e subi a escada, tendo o cuidado de
uo fazer barulho.
Cheg.ndo ao terceiro andar, cujo pata-
mar recebia a luz vaga de uro lampeo de
kerosene, que arda no seguudo, chegou-
se porta de Rigault, bateu duas panca-
dinhas aeccas, e esperou.
Ninguom reapondeu ; nao se ouvia ne-
nbum rumor no icterio .
Ah l disse Luigi comsigo mesmo,
ainda esr na ra Montreuil, procurando o
vidraceiro nao arris.-o nada absolutamen-
te.
Comegou ento a ex-\minar a fechadura,
mas a lampada do kerosene do andar imfe-
rior nao lhe dava luz bastante.
Tirando do bolso urna caixa de phcapho
ros de cera, aceodeu am, ati o de ver exac-
tamente o titio do buraco da fechadura.
Assonoulhe aos labios um sorriso de
8atisfagao e apagou com o p o phosphoro
de cera, qua j nao lhe preatava aervigo.
Palavra de honra I fcil de mais I
murmurou ello Urna crianga de dez an-
nos abrira isto to bem como eu !
Tirando ento o mago de chaves que
sabemos teve o cuidado de mu ir se, es-
colheu ama, debragando se no corrimo da
escada, afim de ver melhor, e, voitando
porta, introduzio na fechadura a chave que
tinha escoltado.
A chave deu volta, recolheu a lingueta
a porta abrise.
Luigi era hbil, ha muito que os ieitore
o sabem.
Depois de entrar, tornou a fe ahar a por-
ta atrs de si.
Estou em minba casa, murmuro;.
elle.
Depois, tornan lo a tirar do bolso a cai-
xa de phosphoros de cera, acendeu ama
v-da que estava em um castigal de cobre
ao lado de urna garrafa, em cima de urna
taboa presa parede.
Agora, continuou elle, laogando a
olhar em torno de si. estuderaos o local.
A' sua esquerda havia urna porta, qoe
abri.
Era a do gabinete escuro, onde Osear
Rigault dorms qumde hoapedou Eram
Kosa.
As cobertas dobradas estavam em cima
de um colcho sem lenges.
Eis ahi urna cama que niugue.ru oceu-
pa, disse o piemontez. Portanto, ha ou-
tra.
Deu volta maganeta de outra porta e
entrou no quarto de que Osear liuha toma-
do pose, depois da partida da filha de An-
gela Bernier.
Em consequencia da exigui lade da pe-
ga, o leito estava qaasi eucovtado porta.
Isso muito bom, continuou Luigi,
basta da; ura passo para l cheg-r.
Cbegou j .n lia que dava para a rua'e
olhou atrava das cortinas.
-- A ra de N-iv-rs, pensou elle, ra
deserta. .. nao tera lojas, rauito poucasja-
uellas... tudo vai bem.
Sahiodo ento do quarto, apagou a vela,
tornou a pl a na taboa de onda a h vis tira-
do, sahio do aposento, fechoa com cuidado
a porta do eotrada, pz de parto a chave
que tirou do mago, desceu, sahio da casa,
sem ter encontrado viva alma, toraou uta
carro na estago do caes e maniou que
levassem ra de Montreuil.
(Contiuuar-ae-ha.)
Tjp. do Diario raa Otiqu de Caziai !ta. 48.

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e


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