Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17685


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Full Text
V *-
<
> *
a JA (i LU HUMEII 53
Ama c aA-aa.41, fc. JH.74i.4HK,* 0'jI; 1AU afc Plft.i pukii;
Por tres mezo adiantados .... 6,5000
Por seis ditos dem. ..... 125000
Por um auno aera...... ...... 24000
Jacia numero avulso, do mcsmo di. ..... 5100
M--MM I OH M0VEMd0 lili \m
PAMA Ot :WlO K VOH iA PKOt'Mt'U
Por seis meses adianutdos......... ....
Por nove ditos dem................
Por um asno dem................
Cada numero avulso, de das anteriores..........
135500
205000
27500G
5100
;;



t

Propriefcafce ir* Jllanoel /tptrira fce -tarta & -filljos
Os Srs. %inedta i'rinco ti C
d Paria, :"! os oossos agitte
exclusivos de anmiaHo e pn-
blic ttrdes da Franca e Ingla-
terra.
r^r-r
Os *irs. Wasburne II -raanos.
de Xcw-Vork, Btro&d Way n.
?)5>. silo os tioasos agentes ex-
clusivo) de iinnn cios nos Es<
tados-l'ndos.
--------------*sssvs?&e*----------------
Aviso
.Acs Srb. subscriptor'8 ''.esto Diario avi
sa a respectiva ireeelo que, do l. de
Janeiro prximo Co diaute, far-se ha a ar
resada^lo das .issigaaturas pela forma sc-
guinte :
Xi cidale do R-cife a lugares para onde
nao ae paga port. (ijJUJ pir trimestre,
adiantalo ou durante o 1." mez do mesmo
trimestre, (i j5'J0 nos 2. 3. mezas.
No ti o rcessa do Diario aos que n.io tiverem aa-
tisfeito o seu debito.
Foia da cilat*, nos lugires para onle
se fazem as rameatae pelocorrcio, lo-5500
por sem^tre, pago as mesmas con iu-,5 -s
cima.
Aos quo quizerem p^gar o anno a lian-
tado, faz-se-ba o abite do I#000, para to
dos os assiprnantc8.
TELEGRAMMAS
(Especial para o Diario)
PARS, 2 de Novembro.
O m'i)Mr dio (li-missao
OD^SSA, 2 de Novembro.
Trez Iranaporte e nove caanonel
ras russas parllram raqui para
Woraa, na Balearla.
BUENOS-AYR
l'RS, 3 de
Novembro.
i "iiilo e lati nm aovo fallec
ment, upeitt de cholera morhn*.
no banpial lenta cldacSe. o governo
irilenon que e flaese nm exanse
nrio.
' O rennliado da autopsia no ser
cenbecldo amanba.
MONTEVIDEO, 3 de Novembro.
Acaba de conall i ni r > um novo mi -
laterlo pela aeguintt* forma :
Sr. Kaniiri'/. ministro do Interior i
sr Hl.n.i ... ministro do negocio
catraogeiro i
Sr. BarSDPZ, ministro da rascada t
Sr. lliidriiiuvi l.nr.io. ministro ila
tundra:
Ciee ral Hiixlmo Tases, ministro
da guerra.

BUENOS-AYKES, 3 de Novembro,
Segundo o resultado da autopsia, o
ralleclinent susp.-llo. Iiooti-m as-
ignalado. fot de iioH-i a. E* porm
oplnlo gerul fue trata se de nm
cao espordico.
yiENNA, 2 de Novembro, tarde.
O gavera* do Caar declarou que
a tropa rna nao occaparao a
Bulgaria.
PARS, 3 de Novembro.
O governo Ingles acaba de-nnnnn-
< iar que ei reolldo a peraaae-
cer no Egipto.
Agencia Ilavas, filial am Pernambuoo,
''< de Novembro ae 1*S6.
ii 0 tubo da gnu nao dey commonicir directa-
n-ctite com a latrina, i as sim por intermedio de
um deposito co locado cima della cum fluctuador
pin a alim-ntacao e dcscarr. ga loaro de su-
perficie.
Con vira qae o deposito tenlia t3tnbnm o ap-
parelho denominado icasle preaenter, que 6 desti-
nado a nanegurar nm mmim de agua para a la-
vjem e a cvitr o des^erdici '.
o O orificio d* l.itrina d> ve ter 0 n,07 de dia-
mefr, cem pyphao de dimetro nao iateriw a
0m,10 ; e, tw"tivi*r vlvula, d>-vo esta abrir suffici -
ent"ineiitc pura que a bocea do j'pblo tubj-iceutc
fiqu comp'i taoieiitt visivel.
Q. A^ pias, lairiuas e urinocs devera ser col'o-
cados contra s par-des exterior s das casis ; nao
devein estar suhJHeenf.es a qua.'quer quarto babi-
tavel, e cinvi-m que fiueai pela p*rte de tora das
cusas qnando for possivel.
R. As latrinas de vero S'-r providas de janell ou
f re.ita c ui nmplitude suuciente e de mudo qu-
haja serapri' urna abertira perman-nto proxim
do tecto, tendo pi-ln raenus Om,^ do comprimeuto
p-.r Oni.Or de allura.
S Nos tubos que pocm em communicacao as
pias e latrinxs cum 03 respectivos tubos de qaeda,
deve rmp'epar-se o fi'rro tundido iuvernisadooa o
chambo cm tubos confanos, seodo preterivel este
ultimo.
Os tabas de descarga dos arinoes, banheiras
c !avat<'ri"8, dev"tn ser de chumb > ero tubos con-
tinuas, at a" tubo Dpitsinics relativas drenagr^n T. O sub-
solo di casas, qu-indo for hmido, deve ser dre
nado. 0 drenas nao corainunicarao directamente
com qualqner cano de exgotco particular ou pu-
blico, mas d- signara 1 no da ra, ou ao ar Iivre,
em ponto cenvenien 'emento escolhidn ; e acra 1
garantid s quanto posaivrl contra a invasao das
raizes das arvores qui'ndo p ssarem as visinban-
cai d'estas.
G." Quesito
41. Antes da eiecuco do novo fystema de
exgottn, e desdeja, convir tomaras s-guintos
providencias :
(a) Melhorar a limpeza da superficie ds v'as
publicas, VHrrendo-as < lavanco-as frequentemente.
(b) Fazer largo uso da agua do abastecimen
to da cidade, 1 .ncando-a systematicaraente nos
canos.
(e) Proceder metdicamente di'sobstrueco
e limpeza de todos os canos p ir trabalho manual,
durante o invern, ou em outra qualqner estagao
quando a temperatura nao for muito elevada.
(d) Pazer conveniente emprego de desinfec-
tantes.
(e) Por em execucJo as diaposices relativas
As caoalisac-s par'iculares descriptas nos arta.
38 a 40 assim como os regulamentos a que se
refere o art. 9".
(Contina)
JARTE m\mi
Ministerio do Imperio
Foi expedido em 22 de Outubro o se-
guate aviso:
Ao presidente do Amazonas :
Lliu. e Exo. Sr.- Sobre a materia do
offi.io n. 53 do mez prximo paseado, ob-
servo a V. Exc. qae D. Oesario Salivas j
Fernaudez, qivvaffirma ser titulado hornos
opatha por urna f*ctrtdado da Henpanha,
seu paiz natal, nao pode em face do art.
41 e 11 lo rfgnlamento annexo ao decre-
to n. 0,o4 de 3 do Fevereiro ultimo exer-
ccr a uiediaina no imperio sem quo exhiba
seu titulo, provando que a faculdade que o
eonferio ofBcialmrnte reconhecida, e pres-
te exaroe de suBcienciaperante alguma das
faculdades do imperio na forma dos respec-
tivos estatutos.
< Se estas taouldades nao reconheoem,
nem approvam o systema hahoeaianniano,
nem por isao devein os mdicos h.>roce ipa-
tuas ser dispensados daquelle exorne, que
verta sobre outras materias alm da tbe
rap -utica (anatoma descriptiva e cirurgi-
ca, operayoe* physiologia, et;.), e da the-
rapeutica allopathica, embora nao a adop
tem, ronvm que elles tenham coaheci
ment.
< A dispensa do referido exame abrira
Urga puru aos abusos permittindo que in-
ivi iuos sera habilitayoes exercessem a me-
dicina, prejulicando os ioteresses dos legi-
iidjs protissionaes e os da sciencia c da
bumanidade.
a A doutrina do aviso de 31 de Julho
ultimo, relativo s pharuiauias hornee >pa-
ihicas, nao pode vista do exposto, appli-
car-se aos mdicos hmnoe ipatbas. O que,
em resposta ao referi 1o offi do, declaro a
V. Exc paia os devidos etTetton. D*u*
guardo a V. Exo.Bar3o de Mamar.
Ministerio da f nstlea
Foram expedaos em i2 de Outubro os
seguintes avisos :
Ao presi leste de Minas-Qeraes :
a Ilim. e Exai. Sr. Com o offiuio n.
171 de 3 de Juoho ultimo, sabmetteu cssa
presidencia coasideragao deste ministerio
e requerimento do bacharel 'Jarto Augusto
Ferreira da Silva, consulta!, io sa o preco
do contrato que o advagado celebra com
eu
IISTRUCCaO POPULAR
Novembro de 18S2, e art. 130 Io do re-
gul.imento de 30 de Dezo:nbro do dito
anno ;
Que de accordo cora o art. 13, Io do
U -reto citado de i'J de Dozembro de
18G0, embora archivados ou r-gUtrados
na Junta comraercial da corte os estautos
das referidas sociedades devara ser igual-
mente registrados com as respectivas car-
tas de orginis*c,ao as juntas commi-rciaes
de cada distri to em quo si houver do os-
tabclecer caixas filiaes, agencias ou suc
cursaps. D<-us guarle a V. S.Joaquim
Ddphino Ribeiro da Luz.
Ministerio la Gnerra
Foi exonerado do c:rgo de ajuiante de
ordens da presidencii d Parahyba o oa-
pitao reformado do exercito JuSo Paes
Barreto do M lio, e transfrilo pira o dito
cargo o capitao tambera do exercito Wm-
ceslo Freir 'le Car/alho, que exercia o
mesmo lug.r junto da presidencia da pro
vin.'ia das Al-igoi.s.
Tiveram ordem de continuar addidos
"ompanhia de infantera da provincia do
Rio Granie do Nirte, at a chegida dos
dous offi aes i-ff jcvos a ella perten^entes,
o capitSo Claudino Marinho de Oliveira
Cruz, o um dos alteres que all se achara,
expediado a presidencia dessa provincia aa
necessaria3 ordens para qua se recolham
aos seus corpos os outros officiaes que
referida companhia cstao addidos, inclusi
ve o tenente do 15" bitalhaj de infantaria
Joaquim Rodrigues Perera, l"go que esto-
ja terminada a iaspeccao militar em que
serve de (.judante de ordens.
Foram desligados, para s? reunirem
aos seus corpos, o capito Alfredo Mac-
Guines, Io tenente Romualdo de Carvalho
Barros, 2o ten<-nte Vctor Hugo de Paula,
todos do 3o batalhao de artilharia ; Alfre-
do Jos Joaquim de Andrade Neves Mei-
relles, da companhia de cavallaria de Per-
nambuco ; tenente Antonio Caetano da
Silva Jnior, do 16 de infantaria, e te-
nente Adalberto Xavier de Castro, do 20.
Ministerio da Mariana
Ficou seto e Afeito a noraeaco do capitao
tenente Eduardo de B.rros Gonda, para
capitao do p >rto o Rio-Grande do Nortf,
e nomeado interinamente o 1 tenente Can-
dido Floriano da Costa Barreto.
Ministerio da Agricultura
Por portara de 15 de Outubro foram
approvadas as seguiotes instruigoas provi*
sor*3 para o servico da torras a colonisa-
gao as provincias :
Art. 1." Todos os trabalhos relativos ao
servigo do trras o colonisayao as provin-
cias onde exista inspectoras especias? -
carao a cargo desteR fanc ionarios, sob a
imaiediata fscalisar^ao da inspectora geral
na corto e dos respectivos presideat s, aos
quaes deverao ser communicadas todas as
providencias e ordens respectivamente ex-
pedidas sobre o mesmo servico.
Art. 2. Toda a correspondencia das
commissoes qua f >rem nomcadas para o
servico da iraraigracao e trras devolatas
ser dirigida inspectora geral, poi inter-
medio do nsp -ctor especial, o:ie Ihe dar
e destino devido, informando desde logo
cora o que lhe occorrer para melhor es la
recimeoto da materia.
Art. 3- E' da competencia exclusiva do
inspector especial dirigir e or capital da provioca, onde tcvr ter sua
se le, todo o servico de reoepuo, ags-
Iho e expedico dos immigrantes, bem
como nos actuis portos da provincia e lo
calida es de transito onde l'or conveniente
estbele ter-se este ser vi 50.
Par* esto tira cumpre-Ihe confeccionar
um plano g-rl, que, com os contratos pre-
cisos, devero ser submettidos approva-
cio do governo geral, por intermedio d<>
presidente da provincia que por esta osea
sio infirmar sobre o que julg-.r oais
conveniente.
Art. 4." Os inspectores especiaes deve
rao coniiuaiiii-ar inspectora geral a a*
presideat 1 da provincia todas as occh ren
.-as que se derem sobre o servico a seu
carg transraitndo igualmente ao mes no
presidente as ordens que recb*reai da re
ferda iuspectoria geral com relacSo ao
mesmo torapo.
Art. 5. Os inBpect>res especiaes deve-
ro ser ouvidoa pela prest en a e dar pa
acf.r sobre as qu^stS s relativas ao pro
rnrai^r^nte
tal effejuada, numero do
cntr.tdos, estabele -i los e por estabelcer,
e b -ra assim o numero de lot ;s medidos,
ilistribaidos o existeotes.
Art. 7. At ao da de Janeiro de-
vero es inspectores especiaes enviar
inspectora geral um relatirio sobre a exa
urjan dada a todos os servidos a seu cargo
durante o anno anterior, acompaahado de
raappoj'e de todos os esolare tiioeatos pr-
1 sos para exacto couhe ;i n Mito dos mea-
mos servidos o d'-->ez:n realizadas bem
co.no das suas principaes necessi lades-
A Mte r-latoro s-r juato o oryraea-
to das nie8pzu3 necessarias nj exer^icio
qu se seguir.
U copia dessa relatorio devar 3er
apresest .d 1 ao prosidento Art. 8.- Para cumpriraantj das tispo-
icSds precadentes, os chefes das corarais
eoes afresentiirara .10 inspe :tor especial no
d^vido^orapo os rclatorios, mappis, pUatas
o inforftav3e8 que este lhes requisitar.
Art. C* Os inspectores espe^i .es, pro
cedeodoautorlsaQo da inspectora geral ou
do prndente da provacia, inspecciona-
ro una ou mais vezes no anno o servico
das commisso -s, bem como o de recebi
ment e agazalho dos immigrantes que se
fiz-r fa a Capital.
Quagdu se acharem em servico lora da
st le, os inspectores espe iaes tt-ra urna
diaria re -'i e os seus auxiliaros teuhoicos
a de $<$, nlo excedondo a auseacia de
cada un) do dous mezes no periodo de um
anno.
Dispogtves geraes. Art. 10. As ins-
pectoras especiaes terfio o pessjal que fo
necessario conforme as exigmeias dos tra-
balhos a sea cargo.
Na execucao dos servcos quelhes com-
petirem s commis.-o -s observaran as ins-
truc(;5esde 18 de Nivembro de 1884 na
parto nao alterada pelas presentes.
as provincias onde nao houv*r inspec-
toras especiaes, as comm3s3a3 observaro
integralmente as mesmas instrucr^Ses. A
da Silva Prado.
2 DE
HIGIENE DAHEITACIO
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS K8COLAS
CAPITULO VI
altara das babliaces. Malolirlda-
5, de do dlverao andar. Olaposi
cando apoaento. l-atrlnas. Ei-
gotto
(Conlinuarao)
Ditpoiic.ts
P. Em cada domicilio deve baver pelo uieuo*
urna latrioa,seapre.quo aao sej ^^'"^"^J xas filiaes qu ionciouam no imperio
nnpossive odependente da pa de despejo das 1 .!
aguas ctastra.. A latrina sJr ptovida de una com autoruacftO do govm.c., nos termas
distribuicao de attuai. do art. Io n. 3 da le n. 3,lo0 de 4 <
regiment de custss, deve ser pago pof
este ou pela parto vencida.
Em resposta, declaro u V. Exc. que j
nao podendo a parto ven id ser obrigada
a pagar os honorario* a que se comprorat
teu por contrato a vencedora, mas soraen
te o qae for coatado conforme o regiment
citado, nicamente contra o seu consti
tuinte qu o advogado tem a accao de qu-
trata o art. 205 par* baver o preveo do seu
contrato o qual so censtitue pr. va de diri
da contra quem o assignou. Deas guarle
a V. ExcJoaquim Delphitto Ribeiro da
Luz.
Ao presidente da Jauta Commerial de
Porto Alegre :
c Em boIuco consulta aa Junta Cora-
mercial do Porto Alegre, e que so refere o
ofli'jo n. 1,035^6 23 de Agosto ultimo,
declaro 1 V. S* :
Que continuara sttjeitas s disposicSes da
le n. 1,083 de 22 de Agosto de 1860, re-
culada pelo decreta n. 8.711 de 19 de
Dezembro do mesmo auno, as sociedades
anonymas estrangeiras, sua uocursaes t>
constituinte, nos termos do art. 201 d> ftaso de giilico de posses o rerali la
c)o de ses.oarias e outras coacesb<3-s, ben
como sobre os ped'dos gas s cab -ndo-lhes, sempM que i>
piisnimlj por si ou por seas auxiliares, pr -
i:iier vsjnficactao das medic s eflfj ;tu
das por coubt particular.
Outro si 1, I da competencia dos mis-
mos funeci m .n.'S fisoalisar o t-umprimento
d-.s obrig-jS-s que forera imjostas as
COUC^BbS S I ;VaU 10 SO UOohecliueatO 'la
preaiieu i. e da inspectora g ral as in
trac^S.s que se verito-rere.
Art. 6." As d-spezas cottl os serv eos a
'largo das i-ooi uiooo -s sern pag ante lequisiyio do presi lento da provincia
teta pelo inspector 8/OClal aO qgjl deVB
rao ser nvia las as competentes cont-s.
oump.*indo-lh-s vericar s- as mesmas d a*
pcZas se tiz -rain de aecoldo cora as ordeus
dadas e orcamentos approv-das
Dentro do primeiro m- z de cada tri-
mestre devera o inspector especial enr-.r
inspectora g-ral um mappa contondo a
urni.ijlj s 1 ir. urastaneiaias sobra todo o
..o vi ment ao s-rvico da i spe.-loria e d s
. uiiimiBo3e ao trioiestre anterior, especi-
ondo os trabalhos execut-idos, os r-s-
peciivo* precos da anidado, a despeza to-
Governo da Provincia
DEPACHOB DA PRESIDiCKCIA DO DA
NOVEMBRO DE 1886
Abiixo assignado de negociantes de ma-
deira. Mantonho o despacho de 22. de
Outubro findo.
Abaxo assignado de moradores nos po-
voados Torres e M .g I alea.Era vista dos
direitos eonsigoados nos respectivos con-
tratos a nao tendo as cora pan hias Ferro
Carra. e$r*ilaa Str*.t B*lwy, olMaati
a accordo, nao ha que del rir.
Os roesraos. -A pretenijo dos suppli-
cantes foi nesta data resolv la.
Alfredo Alves Martns. Requeira de-
pos da ennelusao das obras.
Major Emygdio Ferreira de Souaa Ha-
galhaes.Forneca-se.
Francisco Jos Guimares.Sim, pa-
gando o supplicante as comedorias.
Jo Rufino e sua mulher.A' jant
elassinesdora de Pao d'Alho, a poude
cla8sificar o escravo Jos, filho dos sup-
plkaates, por ser menor de 21 annos, vis-
to que, segundo informaco Joo e Se
venno sao maiores.
M qor Justino Rodrigues da Slveira.
Forneg -se.
Joo Cosme do N 1 aciment. Deferido
com offiuio ao Sr. briga leiro comraandante
das ansas.
Mara Leopoldina da Silva. Concedo
M tria Jovita de Barros Wanderley.
Informe o Sr. fiscal da Co.opaaha Recife
Drainnge.
Miguel dos Anjos Alvares dos Prazeres.
D-se.
Mara da Conceico. Cuno reqaer.
Tno;a-z de Aquiuo Silva Liureiro.
D-ferido com officio ao Sr. director do Ar
s nal de Guerra.
Secretaria da Presidencia do Pernara
buco, em 3 de de N ivembro 1836.
O ju I nte do portoiro,
nto F. da Siloeira Carvalho.
D^us gu.rde a V. Exc Lio. e Exn.
Sr. Dr. Ignacio Jo iqura de JSouza Lea 1
nuito digno vicepresidente da provincia
-O chofe de polica, Antonio Domingo-
Pinto.
Loterlis Denuncia
Illm e Exn. Sr. Di: jais de direilt do i" dis-
tricta criminil. -O segundo primo'>r publico da
comeres do R-cifa. firmad 1 nos ii-uniutu jan
t >o, que acomp inharaih a ripreseutaga ta "bem
juut i, dirn;i ia pelj Dr. Praucisco do Riiro Btr
ro* Je Lacirda ao preiidente da p-ivm:i.i, vero
p-raute v*. Exc. apresent.ar dmuucia cunta o
ten-nte coronel Francisco Giuc*lves Torres, pelo
que ptasa a relatar :
Hivendo o deauuciado sil) no-neado thesou-
reiro Jai lo'.-rias creadas pelas leis provincUes
17 8 e IS3J, e devenio. con 1 tal, prestar, psote
o Tnerour<> roviueia!, a tnica exigiia pirlei.
olT.receii hypitheca as casas na. 9, 10 e 17, da
ra da lili 1; o. 8, la ra dj Brum; n. 20, d 1 Ca-
tanga ; n. B, d* ra da Estaca), e ns. 1 e 3. d.
ruada M ilhala, todas sitas na treguczia d-i Var
z-a, all-ganlo sereui de su* prooriedade, coas
truid*8 d-t pedra e cal e em terreno proprio.
Fu acceila polo Tnesouro esta fiUQa, h assig
nar5 o r-spectivo termo em li> d 1884,-leixanlo de ter Iutar a especialisacio pv
ter dispensa lo esta formabdade a le provincial
u. 9rf4, di 13 de luaho de 1871.
Por acto do 23 da Janeiro do crrante amo, o
presidente da pnvincia coa od -rju caduca esta
le, e determ iou que fossem esp -cialisadas to-
das as bypoth cas resultantes de fiaacas presta-
das p -raute o Th>;souro Provincial.
F.ram entregues ao traa icialo tilos os docu-
m-utos com que instru > a sua fine*. Uint copia
do respectivo term>, afim da tratar da esp-ciaji-
s.co, a qual, sendo requerida em 24 de Fevereirj
d./ crreme anm ao desembargad >r juiz dos feitos
da fazenda, determiuou este que se procedase
avali .cij dos inuiuveis i.fferecidos hypotheca
peraute o Tbesouro.
O denonciado, porm, que havia offerecido i
hypotheca a casa n. 8, da ra do Brum, que n,
Iba pertencia, ena-nd iu O n. 8 para n 15, de accor-
do com o escrivlo R leba (documento n. 5) emen-
da que se nota na petici inici ti, assiguaoa pelo
denunciadj, no maulad) e t-rm 1 d 1 avaliaca>,
quando tal alcracaoj nao poda ser feita.
Sendo ou vid o poiteriormente o Dr. proeuradir
fiscal sobre a especialiaacan, exigi aquella func-
c-ionario que o denunciado exhibase os tituLs de
propriedad^ das casas iff-recidas hypotheca.
Este, porm, offereeen urna certidi 1 da ava-
liacao de tres das canas, teta no Consulado Pro-
vincial, declaran io que deixava de off-ireceros t-
tulos das deuiais casas, porque tnham sido por
elle construidas.
Couformando-se o Dr. procurador fiscal com esta
declaracao, ba&eada no couhecimento do p>ga
ment do imposto da decima, f > julgada pelo d s
einbargad.ir jui dos teitos a espeeisaacao, c m-
forne se v da sentenca junta p r certido; de-
vendo notar se que esta Seutenc* f cordo com a alteracao feita, de mod que tev^ lu
gar a especialisacao da hypotheca da casa n. lo.
sem que o Thesouo a tivesse acceitado, e nao toi
intimada a reterida sentenca ao Dr. procurador
fiscal, a quem nao foi dado conhecer da emenda
teta.
Examinados os documentos offer<-cidos pelo Dr
Lacerda e quet' acompanharam a rep esentaci
dirigida ao presidente da provincia, v-sn que, re-
lativamente s casas dudas hypotheca pelo d -
uunciado, consta o segu te :
A casa n. 1 da ra da Malbada, e que diz o de-
nunciado foi por elle construida, foi cullectada no
ejercicio de 1875 a 1876 pela primeira vez, flomn
perteuceute L b.ma Cavalcant, com a dec.a
racio de est-.r em obras, con'inuando collect.da
nos meamos ter nos, duraute os ex-rcicios de 1876
a 1878, earado conectadano8 exercicios de 1878 a
1883 pelo valor locativo de -O0, .-m anas >U
mesma L bania. No exercicio d 1883 a 1884.
foi cullectada pelo mesmo valor locativo m em nome
ie Libania, cm asegrate decUraci na casa
das observacoesalias de Francisco Qonc.lvea
Torres, e no anno de 1884 a 188 (quau lo foi
pre*tada a flanea) foi cullectada em ooma de Fran-
cisco Granea Wes Torres, com a declaracao de es
tar demolida,documentos na. 1, 13 e 16 N-
exercici < de i885 a 1886 (guando foi etpeciaiisada
a fianca) eatava a refer Ja casa n. 1. colleda
como un la de u. 3 -documento u. 11, amba*
Cotniuando das Anuas
QDABTBL OIWEBAL DO COMJCAHDO DAS AB-
MA8 DE PKKNAMBUCO, KM 3 DE NOVEHBBO
DB 4886
Ordem do da n. 130
Pac* publico a gu-miyo que apresen-
tnu-so no da 31 do mea prximo findo, a
este cuartel general, vindo da corte, o Sr.
alferes do 2." batalhao de. infantaria Anto-
nio Giteeamo de Castro Jnior, qua era
considerado im-Iuito e nao presentado.
{ Assignado ) -O brgadeiro Agostinh
Marque de S, com mandante das armas.
(CooCirof) -O tenente. Joaquim Jorge
de MeiU FUho, julaote de ordens int -
rinoeeacairegado do detalhe.
Reusrtieo da Pollela
Seoco 2* -N 1070.Secretan* da Po
lici .l Peruaiiibu.-o, 3 ile Niv-mbro de
18"6. lra. Exm. Sr. Parteoipo a V.
Exi-.. qua furaiu honr-m rendiiiios Cas-
de D t nyo, o seyuiut'-s in-iivi luos :
A' or-tem do sub-legado d S mo Aa-
louio, Mntioel J laqui it Pl ir, Izi f> Eles-
bo da SiKa e J i> Leandro ie Jl.r oda
Filbi, por dlaturbios.
A' finli-ui do sub telegalo do Io distrie-
ti da Bo Vista, Herminio Jj' Francisco
te Figu ire'o, Ma-mel Pe ro dos 3nt.is,
p >r ombri .gU'Z e uso d> ar-uas prohibi-
das.
Co" muiiK-ou me o itol-pa lo da Glora
ie Goit, fcr riuiti lo a autoridade o.m-
ptenle o luquerito que pro edeu contra
Jio Persea iio Albuqu-rqu--. autor dos
feriuiftitii* pratioados em Candi la M.ria
da Conct iciio.
rteucaotea a Torres, e colleetadas ambas pjr
400.
Entretanto, dos documentos na. 2, 3, 4, 5 e 6 ;
bem como do documeuto de fls. 19, dos auto* de
especia isacao, prova-a* que nunca foi ella aver
bada em uouie da Torres;que nao toi pago o
nnp .ato de transmisao pela aua acqui.ico, e que
nem Torrea n m Lib-nia pediram licenca & Ca
mar para reconstruil a, ou mesmo C"ncertl.
Nao obstante foi avahada por 3 O00, e separada-
mente da casa n. 3, a que esuva unida, consti
tuindo urna <5, colleetada p 4dOJ, e dea se a
esta ultima o valor d. It5:0*>i Ambas aa CaBa*
na 1-3, sao da taipa, edificadas em trras d
engeub i Brum. Devein dcimas de diversos exer-
cici isdcuincntn8 7, 12 e 13.
A casa u. 8 da ra do Brum foi pela priuu ir*
ves cullectada em 187o a 1877, em nome qiiim Francisc Rib:ir, pelo valor locativo d
1441; tm 1877 a 1878 continuou do m-smo mod
.i -m ta observac* >marasrua; em 1878 a 1879
coto esta outra obaervacao casa terrea Cjm
mei'agua ao p a -b t Iheiro para rancho.
Passou em 1879 a 1882a Justino Eparainondas
d A. Ncvea, anida com o Valor locativo de 141;
em 1883 a 1884 fui alterad, o valor locativo para
JMJJU |0, escreve.ido-se este valor na entrelim
- aeiuia lo d 14401O; no exercicio de 1884 a 85
voltou 4 eolii-ct de l44WX).eui nome de Justino,
com a obervacao seguiute--iiaa Joaquim Prau-
cia.-o Rib iro, documento n. 1
D>s documento na. I, 10, 11 e 12, consta qae
i i xercicio de 1885 a 1886, fui c dectada tanto em
n mu de Riber ., .ou. uo de Justino, ni con-
laulo o motivo si a cuniradiccA ; seulo de no
ar pie o do-uinento n. 10. (.-ertelo du Cousmad >,
Oe 8 da Julb di crranle ami.i) lo i|Ual conata
que o valor lw.-ativu desta east na i fu alterad-
uo* exercicios da 1883 a 1884, esta tambera m
.-autradiCcAo com o doeuinentu n. 1 (-arciddo do
Th- Busru).
Da escriptura de compra de tr.-a casas de taipa,
feita por Turres a J Jan <>, m 2 de selemor. d-
1884, (lo-um-ut.....9) pnaoM < a autea d. flanea.
na q lal d- u hypuid '--t a c sa n 8 da ra do
Bruu c-mi prupn d..0e sua, nao consta que bou-
veas i-oupradu a m-'sma casa; eu'ie .n-j,-m
data de 9 do mesmo re i, requereu administra-
dur ilo Co isuia io (lucumemo n. 14) i|U tnd.
eoinpralo a Justiuo a c-sa da ra da Muh.d ., u.
15, -.- esiaulo esta cava inscripta son n. 8 ra
i.i {ruin, se .n u la^se t'aser a alter-.cao, de ac
C > lo com a sua i seriptura de compra.
SU .-xistiudu uulieutaaa a -asa u 15, k ra da
ti Un la, pttis do docujieal. u lwv que neatai
ma i-exumm e sgwt**a eoUectada* as jasas ns.
I e 3. au tend i Turres eoinpr-.do a Justino
e 'i a Kib ira a Casa n. 8, da rus uo Brum, mas a
d. VI ina u, u. 15, caaa ^u ni.est nacollecta,
can i tu I conata de aua penct diii am vio (ducunv.-uto a. 9,) claio qu fa* -ulo hy
potheut da Caaa n. 8,byuOih cou u.n bem iub nao
me p> rtencia
A casa u. 9, da ra da liba, (u.na da, que T ir-
r.-: aneifuu ter uuslritid i ) foi collectada uo exer-
cicio de 1874 a lo, ud. valor locativo de 216,
c uio penen ote a Francisco da Paula C rnva le
Araujo, cum a declaraoio de ser dividida em duas ;
nos exercicios de 1875 a W, confina m colloctadt
du mesmo mod i, sem observacili albura*; em
1880 a 81, f> ainla cillectad* do mesmi mido,
cjm a ae.'uinta oota n* casa da observacoaa :
passou a Francisco Gon "Ivea Torres p>r despa-
ch> de 29 di Marco do 1881, p tasando d'abi por
diante a sercdieetada eoi nome dj Torres. i
D >s do jumentos na. 3, 4 e 5, nao consta que ti-
vesse elle pairo o impiat > a tranam ssl) pela sui
acquisivai. Esta casa, do taipt, edifi-adi em
trras do sitio Iiha e nio em terreno oroprio.
Eit deven lo d-cimas de diverso ex-treicios (lo-
cumentos ns. 7 e 13 )
A casi n 17, da ru da Ilha, (ta-nbara urna dts
qu-*, diz T 'rr. s, f ir ira por elle c niatratdaa) f
collectada p.;la p-i nena vis -m 1SS3 a 81, pelo
valor loe."tivo de 700i0K>. Eitr-tanc, ola cinsta
por qua titulo adq uri'i elle est i casa, ooirt dos do-
cumentos ns. 3, 4 a 5 p-ova-sn q-t' nao pag >a o
imp isto pela sua acquiaica >, c do do jumento n 6,
que nao pe lio licenaa Cira ira pira couitruil-a.
E' de pe Ir* e cal, pi.n edifi.-il. era trras do
engenho Brum, e ni i e o trro i proori i, c infir-
me foi avaliaU pir 13:0)l')0) Esr.4dev.-aij
dcciraia de diversos (loca neutis ns. 7 e 13)
A ca* n. 5, da rui da Estac-lo (un das tres
havilas por cimpri) 6 .p taipi, a nii da pelrt e
cal (JCjineuto n. 15) e edificidt em te ras do
ana uho t um, e ui-i e. a tetoao pr.ip-io, c infor-
me foi avhala por 2:000 IODO. Est devenli de-
c'mts do diversos exercoijs 'lojumaatos ns. 7 e
13 .
A casa n 10. da ru i la liba, (urna das havidas
pir compra) de tai ja e e lineada e.n vrras da
engenb i Br-i.n. e ni i era terren i pr >prio, confirme
t avallad i pj'r 3:Oi0S0>; d vn I notar aequa
esta c^safn compra U pir ItOiOsOJ), Itaaaata
de ser pr-sta la a f uca. Esc deveud decimn
(loeumentos ns. 7 13,
A casa n. 20, d> C.sanga. (r.ambim hivida por
compra) Di loeuinsnto -i 1 o istaque. nos eixerci-
cias de 1871 a74, as casas d-stt rut s attingiam
ai n. 18 ; achtu I > aa esta ultima cillact U em
u une de J nquin Francise.1 Rioaiio. pir 12 I 000.
No exercicio da 1871 a 75 passou a ter a nuraera-
co de 20, e a ra -cmt e .llecta; co it'nuandi da
neamo modo ra 1875 a 1878 E c 1378 a 79 pas-
sou a ser colectada em noa'l- Juatiu i, conti-
nan lo do mesmo modo em 1879 a 80, e era 1880
a 1882, era que passiu a 30J*o00. No ex-reio
de 1882 a 83 passiu a tar a uura -racio le 14,
d-acod a coilecta a 150*. em 1883 a 84, ep-icba
era que Torrea toi nouie ido th -soureiro, f u altera-
do j valor locativo da 150 00 para '.MO/t 0).
Em 1834 a 85, coutmuaid cullectada aob n. 44,
foi averbada em nune de Torre8.
Dosaocumentoa na. 1, 11, 12 e 11, conata qae
ii i i existe mais casa altjuma Sob a. 2 I, na ra do
Caxaag; sendo que, da escriprura de comp'a,
(documento n. 8), consta que Turres comprou por
1:0005000 a caaa i. 20. de taipa, staem terraa do
engenhoPoet trreaiada ao capitao Manoel
Corris de Araujo.
Entretanto, do termo de avaliaco se verihea
que a casa n. 20 de pedra e cal, ed.ficada em
t-rreno proorio. Est devendo decima (ducumen-
ios ns. 7 e 13)
Quaut, ao pagamento das decimas das cinco
casas que o denunciado allegou tar construido,
juot.iu os documen'os aegu'rates : couhecimento de
pag imento de dcima da caa n. 17, da ra da
Ilha, relativo ao Io seaieatre de 188586 : conhe-
euneutu de pagamento de decima da casa n. -15,
d Ilha (Yfalhudaj, relativo ao meara i semestre de
188586.
Entretanto, d-.s documentos offerecidoa consta
queIlhaeVia.badasao ras differ.-ntes ; e
ato mesmo consta do processo de especialisaco ;
bem como na i tui hyp ,thecada, nem eapc-ialisada
a caaa n. 15, daliba, -nem a de n. 15, daMa-
lbada,que, alias, nio exiate, poia n'. ata roa a
ha c..liectadas as casas de ns. 1 e 3; e a no
exercicio de 188586 a caaa n. 1 A, da Ilha,
peitenceute a J .anua Chrysuatoma Ferreira de
Mell-s pnssou a ser collectada t >b n. 1 A, roa
da Malbada, (d.cumeutus ns. 1 e 12).
Nada consta quanto ao agamento de dcima
Ja cata n. 8 u 15, conforme a alteracio feita;
conviudo lerabrar que nao p ssu. Turres caaa al-
guma i.Vata raa, cuja num-rac' impar no pasas
do o. 1, casa uerteucente a Tner. za Carneiro Liui
(documento n. 1)
Quanto eaa n 9, da ra da Ilha. junton n
counecimento relativo ao Io aemeBtre de 188586,
la, casa n. 9. da Una Malbada, era i se fosse urna
a rus, ou houvease ra com este n -me.
Das Casas ns. le 3, da ruada M Ihada, juntou
Couhecimento de pagameut-i da 1 semestre de
1885S6; prra do documeuto n. 12 prova-ae que
este pairara-uto refere se casa n. 1 A, perten-
ct-nte 4 D. J auna l.hrysoatoma.
E deste lucio servio-se o deuunt-hdo. porque,
tendo sido colleetadas aseases ua 1 e 3 como
urna s (documeuto n. 1) e tendo e'le as bypothe-
cado separadam nte ; eeudo, poi u iudispeoM-
vel a prava do pagamento das d.-ciinaa da aran**,
pagou a dei-ima da casa n. 1 A per te.i te & D.
Jmm-i (hry.>ostoina, e juut u i respectivo conbe-
ciment; prom-vendu depoie us>i uova coilecta
das uuas casas separadamente, i-.nno tudo cnala
das duaa eertidoea d Consulado (locumentus na.
11 e 12), pruced -u 1 .-se ui tul., isao cum a niaior
cuurradiccau, p .ib em um mesmo exercicio appa
t C- aquella casa, ra em ruin.a, (document 'sn. if),
ra como uui'ia Oe u. 3, (documentoa n. 11,) do-
cura utos estes fo. uecidos pela va- a na repart-
cao.
Quanto e casas n. 5, da roa da Ea'ac.i', 10,
da roa da Ilha, e 20 (alias 14), do axang, por
elle compradas, juuiou na conhecimeiitos da paga-
mento relativo -a l* semestre de 1885 a 1886, da
de ti. 5, da Estaca a de n. 10 da Iiha Vtalhada ;
nad juntando quanto ao pagamento da decima
da de u. 20, aas 14 do Caxaaga, que ainda nio
fu paga (documento n. 12).
Juntou anda conba.-iraeuro de patramentode de-
cima no .xercicit) de79 a 1880, li\^-"n.i
e 3 i* atai;a ,- c-UnrUdaa rain /v telan.
Prea, e por eafct veud.das a Fraueacu de Paula
Correia de rao jo, (documento n. 13), e daa de ns.
5 e 7 do Caxaug, o .llecta las a M.u asi du ata-
mente Vera Cruz. S- eataa casa* perteuc--m boje
a Turres, e se este juntou estes e..iibeciiDeutus,
para pro ar que na-ta deva Pasen.!, nao m con-
st-guiu; pirque, do duc uneutu n. 7, prova-es qae
estas cus .s devein dcimas d qunsi todos os exer-
cicio* po.-teri .res ao de 1875 a 1876
Para provar qu- nu era oeveil-.r Fatenda por
qiialqu'T titilo jui'oo os d >eum nt-is a fls. 32, 33,
27 38, doa aut de eapecialiSacan, p .rera, d cer-
ti lio io Th'-s ure, (1 icumentu u. 7) t se queestio
por pagar as dcimas das casas seguales, que
elle allega serem *UaS :
Ra d. K,t.ii;.io, caaa n.5, uos ex-rcicios de
1875 a 1879 a 1884 a 1885.
itu t da Malbada, casa n. 3, nos exercicios de
1875 a 1879.
Ra da Malhada, caaa n. 1, noa do 1878 a 1879,
1881 a 1883 e 1884 a 1886.
Ra da Ilha, casa n. 9, nos de 1875 a 1877,1 -78
a 1879 c 1884 a 1885.
Ra da Ilha, casas ns. 10 e 17, no de 1884 a
1885.
Caxang caaa n. 14 (oatr'ora 20), no de 1681 a
1885.
Alm dista elle devedor de decimis das sa-
grantes caaaa, nao incluidas na hypotheca.
Iiha n. 3 V, nos ex-rcicios de 1376 a 1877, de
187/ a 1778, e de 1878 a 1879.
Iiha n. li, no de i834 a 1885 (documento n. 7).
Des'a expoaicao, f ta de accordo rom a repre-
utaeau do Dr. Francisco do liego Barros dw La-
cerda, uoiopr ivada pelos documontus que a aoomps-
uharain, resalta:
A Que o de. uociado dea bypoth-ca bent qae


\
J
rilibinD
L

jnai
J


Diario de Pernamlraco ido Insania por titulo legitimo, e at um bem
alVio;
B Que allej-ou sermn og mmcveis bypothecados de
edra e cal, construidos em terreno propno, fazen-
do-vs, c mo tes, avaliar; quando a verdade que
jao todos, menos um de taipa, e edificados i m trras
do* engenhoj Brum e Poeta, e sitio liba.
C Que allegou havsr construido 5 das casas by-
jotbecadHP, na impossiWlidade de exhibir os res-
jeeHvis ttulos; quando entretanto, est provado
qae muito teinpa antes existan) colleetadaa em do
e de outros, Beodo que nSu consta tmbeos que
trvesse obtiio liceaca da Cmara para construil-as;
tem que i.s tiveaso comprado, urna vez qne nao
pog.u o imposto de tiausssiss-io peta saa acquiei
D Que a legra estarem^ pagas as decimas das
jcJeridas casis, quanto nao esta a verdade.
EQue juktou, para provar quitaco das dcimas
de slguoias/das casas bypothecadaa, HialoH maleo
reltvos a/outras casas, algumas das quaes per-
dientes a outros ;
F. Que fez avaliar no processo para especialsa-
5o a casa que nao era sua, mas que tora dada
bypothccH; tmeudando, depois, anuin raco, lan-
o ua p. ticao iuicial, coino no mandudo e termo
Je avnKi
G Que finalmente uson de todos os meios para
ilhtdir a Fxzenda, cnaeguinio que sejulgssse a
seeeeialisac-o da hypatheca contra as prescrpgoes
po regulaaii'iit > do Ihesouro Provincial de 2 de
Jotbo de 1879 regulamentu de 26 de Abril de
J8*V, art. 162 e s- guintes:
Constituinda crte proeediraento do denunciado o
eviuie previsto art.-..64 g 4, do codigj criminal,
3oobiuado com o ait 21 da lei n. 2033, de 2 Seiembro de 1871, o premotor publico off-rece
a presente denuncia, para cuja prova indica as
tetemanhas abaixo arruladiis:
v'ates termos pede a V. Exe. se digne proceder
i ktrm.-icao da culpa do denunciado, nos termos da
fei; e mandar que o escrivo d copia'das pecas
que o suppl cante upontar, ufiui de denunciar o tirio Costa Rocha, pelo crime previsto no art.
129, 5 8 2" parlo do eadig) criminal.
E. R M.
Seciie. 2 de Novrobro de 1886.
Dr. Manat Clcmentino de Oliveira Etczrel.
Thesouro l*rovinr!al
SE0PACHO8 DO DA 2 DE NOVEMBRO
de 186
Oficio do Dr. procurador das fiiros.I'iforme o
3r. Dr. administrador do Coi:salado.
Prets e folhas da guarda cvica e do corpo de
-jo'k i.Exa.2t nuu -se.
'T'outas do colleetor d Agua-Preta o Costa 4
Sva.Haja fisto, o Sr. Dr. procurador fiscal.
lrman la le do Espirito Santo do convento de S.
Tiaaeiseo e Hermillo Fraueisco Rodrigues Frei-
r.Certifique se.
Contas (na 849* -52' parta da loteria da San
aCnsa; Dr. Israel Cysneiro, Francisco Gooealves
Torres, Ridngo Jacoine Martina Pereira, contra-
ria, do Amparo de Olinda, Dr. chefe do polica,
Antonio Heurique Rodrigues, Francisco Jos d-'8
Paseas Guiraares, director da Escola Norin 1,
Dr. Viente Ferrer de B.rr-s Wanderley Araujo,
oSeios do Dr. procurador Jos faites Thom Jo .-
5im do R-'go Birros.Informe o Sr. contador.
Maooel Juqunn daSouzaNeca e H-rmes de
Seoaa Pereira.Satisfaga a exigencia da Conta-
tk
Prets e Mhas da guarda cvica e do corpo de
jolicia.Pague se.
Pontos da Casi de Detenco e da Escola or-
anl.Ao Sr. pagador para os devidos us.
Joa Mara Caldas R cha. Pacain-se as notas
da portara eli.-enca.
Xauocl -I aquim Pereira e A-lelino Celestino de
SdoncaHija vista o Sr. Dr. procurador fis-
sa.
Pontos do Consulado, Obras Publicas, guardas
ii i!iumini;ao, secretaria da Instracco Publica
a Cat de Detencao. \o Sr. Or. pagador para os
dcTidcs fins.
Dr. inspector geral da Instruccao Publica, Ma-
bofI Joquim da Silva, guardas da Casa de Oe-
tBBeSo i: contas d > commaudnte do corpj de po-
Heia Informe o Sr Dr. contador.
Jos de SA, Joo Fernandos Marques e Jacio-
Uso de Altn ida.Entregue-ae pela porta.
MAMO DE FEB5A5bUeo
H-REGIFE, 4 DE NOVEMBRO DE 1886
S# (a c sul do imperio
>Vo vaaor Vdle de liahia liveuios as seguintes
aMieies :
Pac aro
W Jornal di Cinmercio da corte pnblicou este
>lrgmmma :
bntiago, 26 de Outubro.
ILiive um terr-moto em Iquique, porto de i'a-
spuei. Estes abalos, que parecm consvquencia
do aituierjsas erupvo.'s volcan'Cas notadas ultima
Sfjtte na cadeia dos An i ees estragos, e nao ba perda ue vidas a lamen-
Itiu da Prala
A referida fo b*. : Pkiicot esioa telegrammas :
Buenos-Ayres, 36 de Outubro.
D^ram-se serias disorurns por occasiao das
rflioes.que ae tfieetuaram hintva BM Tucuoian
is forexs da polica tiveram necesbidade de in-
Btn~rii e de curregar sobre o povo, que oppoz 6eria
?ittncia De parte a p i! te foram disparados
tiroe, sendo i.vultado o nuin ro dos feridos.
Buenos- y res, 86 de Outubro.
Contina uas Ou .s cmaras do congresso ar-
^ewico n dijcusso do orcamento geral da repu-
btira. Foram 'presenta.- .o uiversas emendas ao
rvjeero do governo ; pui t das os oradore* que
Bypareeerafn na tiibuua recunli -em a iiecessidade
d realizar serins econoiuias nos diversos ramos
da administiacao publica. E'certo, entretanto,
it o orcamento o niiiiisti rio da gii'rra per* do-
' tstdoda v-rbe. necessaria para armar a infuutan.i
sao < spingardas de repirticao.
kstovic >, "-6 de Uutubro.
A eooimissao do senado, encarregada de dar
ssweevr sobre o projecto d>! le realriugindo a li-
Mrdaiie da isnproosa, tpre* ntou hjje o sea rea
'-fMri, pie culiclue pela adou<;io do inesino proj-c-
Mk. A Iti entrn ,micodiat^uienie em OOBaitio
rsvfo di unitivamente approvada polo senado.
A eonunitao da cmara dos defotados, near-
wgada do cftudo da mei-ma lei, deu tambem pa-
rectr favoiavel,e piovavcl que os deputa Jo* a
otarao tan.bem.
A le prLhibe ao e. trangelro de discutir e de
Bmbate a p 'fit ca d o governo, sob pena de ser
deportado. A opiuiic publica em geral dest'a
Tkiravtl ao g^veroo e contraria a esta le, qae vio-
la a consiituico e diversos tratados do commer-
e.
Va jornal da opposicac anuuncia que vai sus-
uWndsj a 8ia pubiicucio.
..ra d'.s d--rulados aes-a de votar a le
irttringindo a liberdade da imptensa por '15 votos
ooatra ti.
Hio Urande do Hnl.
Dotas at 1!) de Outuoro :
Tronscre n mos ba algum tempo das folbas da
ooxtal um telegramma exj>edido de Urugunyana,
asa o,uc be noticia va que major Honorato Cundi-
do Ferreira Caldas ha va sido espancado all por
Jer raptado .irea m { i.
Vemos agora, nos recebidos hontem, a explica-
fio do factu. tnico motivo da brutal aggres-
ato foi ter o referido mejor r'prebeudido alguns
oficia :s por la tas no servico
Com Seto da o Artitla :
f; Demos urna noticia, transcripta dos jornaes
de Porto Alegre, de que em Uruguayana. onde be
aeb*. havis nio bsrbaramrnte espancado o major
toral do 6 batallio H toldas, que por algnm tempo servio na guarnilo
int cidade.
Os te legradlo] as a tal respeito reccbi ios na
ropital davum como mot /o da inslita ag^resso
o ficto de ter o major Caldas raptado ama 0109a.
SasxBBOs boje, nao e por cartas recebidas de
bnujui-vau*, como pelas folbas desea cidade, qae
fiscal do 6 batalhao foi apenas victima da vin
ca de alguna cfiiciaes, que procuraram desfor-
jar-se pr meio de urna cobarde emboscada, de re-
sRoenses e advertencias que, em assanptos de
ocrri(o, Ibes foram fetas pelo major Honorato
Odas.
. O Commercio deu a respeito do facto a se-
aate autii.'ia, que confirma o qae deixamos djito
rtiiioati os telegrammas expedidos para Porto-
Aegre, e que parece serem anda obra dos odieo-
fio ^amnigo: do Sr. Honorato Caldas.
AUentadu Com relaco noticia qae demos
oMisero paitado, de baver o Sr. major Caldas|
b%cal do G batalhao, sido aggredido, na noite de
26, por urna emboscada de tres individuos, arma-
dos de espada, consta-nos qae ja se acha nomea-
do pelo commando da gtiarnicao um conselho de
inveBtigacao sob a presidencia do Sr. cirurgiao-
mr de brigada, Dr. Ayres, para conhecer do fac-
to, visto tt r o oifeniido declarado oflicialmente se-
rem os Hggressores tres alferes do raesmo bata-
lhao o ter recoubecido um delles, que tambem nos
consta achar-se preso, attribuindo o atteutado a
destorco de reprebensoes disciplinares.
Realmeote o Sr. major Caldas, que alias se
recotnmeuda na soeiedade pela cortesa e amabi-
lidade, gosa de fama de rispido no servico e recto
no desempnibo das fuoccesde seu posto ; mas ae
etrto o que se di d* origera daquella aggres-
sio, nos parece ser caso de dar pezames ao ejer-
cito, a
v idiram-se da cadeia de Bag os roaos An-
t^iio Benigno d Cunha e Reginaldo Benigno da
Cnnhi, coudemnados morte pelo jury daquelle
termo.
Diz o Diario de Bag que 03 daus assassinos
evaiiram-se pelo (elbado quo arrombaram, ser-
r.'inio e eortaudo faca tr-a v^as do teeti, af-
fastaodo as t.-ltias sabiudo psla parte da frite
da cadeia. U maneadorra e redeas que tinhart
deotro da prisao serviram-lbes para alc.iuearem
o telhado.
O mais eur030 qae nenhum dos outros presos
em ooinero de cerca de 20, ourio o menor rumor,
e neio ao nien >s desp.-rtou do somno em que se
aihavam tofos, o que faz crcr que tal vez esnvea-
aem sob a accao de algam narctico dado no caf
que toffiaram i. n Hjto.
A guarda e o reforco, eampojta da 18 homens,
timben: noda seotio, e corra como certo qae to-
das as procos que a c impuub im achavam se com-
p.eiarneote embriagadas.
Deu-se pela evasao quindo o preso Cabral des-
pertando pela madrugada, vio o rombo itbsrto no
telhado e elinniu pela guarda.
Constava em Big que fora assaBsinado em uto
dos diatrictos de Piratiny, onde morava, Benigno
Claro da Cuuri. pa< dos <-vadidoj.
Le-so na Uaiao LiUeral :
Por pessO't bem informada e digna de todo o
crdito, ltimamente ebegada do Algrete, sabe-se
rao O 11.feliz tenvnte Hortencio Alves Coelho de
Mes (Uita, que lia poucos rarzes levado pela paixao
e.uiciosa do jogo, perdeu nao peqaeua quantia
em S. Gabriel, prrtenccnte ao pret do 3- reg>
'neuto decavallaria htreira, foi encontrado erran-
te nos mattos de S. Martiuho, de o'ide, pres se-
guio para Santa Mara com destina ao Algrete,
por onde se sabe esta uceurrencia. Snppoe-se que
t-at scft'rendo das ficuldades mentaes.
s. Paulo
Datas al 26 de Oaburro :
Escreveram di Sap, do Jah, em 20 a Pro-
vincia de S. bunio :
No municipio de lences, frogoesia da Forta-
leza, foi as^assinado o talen leiro Francisco Eleo-
tero dos Santss pelos seua escravos Autonioe Cle-
mente.
.. S 9 dias apz a conaummacao do crime,
que foi descoberto o calav.T, jem adiautadissima
pu'r-: icco.
O enterro deu-se nesta villa, por cujas auto-
ridades foram feito-i o auto de corpo de dclicto e o
interrogatoria djs reos, do qurt ja teve couheci-
inento o promotor publico de Lences.
C ininunicaram do Ribera Preto que no dia
17 foi preso Joaquina Dias da Silva, conbecido per
Joaquim Becerra, iudiciado com> autor do assas-
sioato de Firmiuo da Cruz, platicado em diaa do
mez de AfOaM de 1882.
D. pois de preso tentn suicidar-se, ferinl>-se
gravemente com uai-i faca, e nao cou9egaindo o
seu intento por esta foram, mais tarde, osnSJoi --e
de um caivete que trazia comsgi, deu na gar-
gaota profundes golpes, de que I be sobre Viio in-
tensa bemorrhagia.
Telegrapharam ao Jornal do Comm*r. t : .ia
corte :
S. Paulo, 26 de Outubro 1
Jos Bonifacio chegouaute-hontera, queixando-
se apenas do canaaco da viagem. Hontem passou
o dia sem incidente a niia ser ligetra suffocaca>.
Esteve com amibos e com a familia at 1 hora
da madrugada de h-j : asas cerca das 2 12 horas
manifestou-te embolia c em poucos lostaotes era
cadver.
Fallecen'de lesao cardaca, senda a raerte at-
tribuida ao excesso dos trabalhis parlamentares
deste aun >.
A sua morte piodizio constemacao geral ;
houve niiume-as msnifestac'S de pezr, ditin-
guindo se entre todas o telegrammi de pezaines
que siias m li^estades eoviarain d'i Casa Urai:ea
.. II je s 1 1/4 horas fez-se a traslsdoefii lo
corpo, da residencia para '1 S, eendv o caixao car-
rejado pelo povo, que echia as ras por 1
passou o prestito tnuebre. Foi um acoinpanha-
inento onnea visto aqui at hoje.
Muiaa Kjsoeiaefl'S ab licioniatas fizeram-se
representar. Santos uo.ne"U um eommissao coin-
p ata dos Srs. e mselheiro Gavio Peix^to, Dr.
Joio alendes de Aluieida e Dr. Brazilio Machado.
O corpo acadmico concorreu em piso. O com-
mercio cern u as portas.
manha. O Pjz fer-se representar. Innmeras
iMiie cobnain o C-.iio e utraa foram lavadas
mo. A familia ngradeee as condolencias.
filo de Janei'O
Datas at 2.7 de Ou'nbr
As pcineii aes noteiaa constara da carta do nosso
corresp ndi ufe .la eorte :
Lemos o Jornal do Commercio de 29 :
Attendcndo a neccaidkde de restringir as
despeaos d- taioteos das estradas de ferro de So-
bral, Baturi'5, Paulo Alfonso, prolon.'amento da
do Recif- a S. Francisco, e Recite a Caruar, fez
ba.xar o Ministerio da Agricultura novas tsbellas
de venciicentiis para o peaso.il das mesmas estra-
da-, approvadas as referidas tabellas por decreto
n. 9 667 de 16 do correte.
Do controut) dos 7encimentos agora fixudoa
eosn os qua se ucham tm vigor, resulta a S'gui i'.-
:.i i annual :
Sobral 21:770*000
Ua-urii vt:7ooo,
P.ooAffosWS 14:600OU
Recife a S. Francitco e Reeife a
i;Hruai :>2:J10i00O
\
To'a" 117:600*0,10
E'ta econoini 1 ter de augmentar com a dimi
nu.cao de operarios, ordenada por aviso de 16 des-
te mee, bem como pela reducyio do numero dos
11lilis proporcin iluieiite s exigencias do trafego-
Por este modo procura o governo atteuuar a di-
minu v'O que nataralinente acarrotard para a re-
c.ita,nos primeiros tempos, areduccan das taritas.
Su'iinio somos iufoiinidoa nao se trata de re-
duelo :s arbitrarias que importem damua para o
a' rv.yo, inaa economas calculadas e decretadas
apz attento came.
Babia
D tas a' 30 de Outubro :
As noticias bao de interesse local.
Correspoadeac*a do Diario de
PerHambaeo
RIO DE JANEIRO Corte, 27 de Outm-
bro de 1886
ocmmbio :Falieeimento do conselbeiro Jos Ba-
nifacio.Mauitestacaa de impreasa
Urna causa celebre.Julgameuto pelo
jury da acensada Francisca de Castro.
Incidenies occorrdos durante a sea-
sao.Opiuioes encontradas dos mdicos
sobre o estado mental da r. A histo
ra e os seus effo.tos.As ioformaeoea
dos leporters .Telegrammas con-
tradietorios de Porto Alegre.
A noticia do fallecim. nto do conselbeiro Jos
Bonifacio causn aqu geral e merecido seutimea-
to. O finado ara entunado e considerado pelo aeu
grande talento e dotes pessoaes, quer como homem
poltico, quer coma particular.
0 triste aconteca]' nto assim noticiado, em te-
egramma do Jornal do Commercio :
S. Paulo, 26 de Optubro :
< Joi Bonifacio cheguu ante-honlcm, qnexan-
do-se apenas da cansaco da viagem. Hontem
passou o dia sim incidente a nao ser ligeira suffo-
cacio.
Esteve com amigos e com a familia at 1 hora
da madrugada de hoje ; mas cerca das 2 1/2 ho-
ras maaifestou-se embolia e em poucos instantes
era cadver.
Fallecen de leso cardiaca, sendo a morte at-
tribuida ao excesso dos trabalhos parlamentares
deste auno.
A saa moite produzio consternaco geral; bou
ve innmeras manifestacoea de pecar, distinguin-
do-se entre todas o telegramma de pezames que
Suas Magestadoa enviaram de Casa Branca.
< Hoje, s 4 1/2 horas, fez-so a trasladacSo do
corpo da re ideucia para a S, sendo ocauo car-
reg ida pelo pava, que enchia as ras par onde pas-
sou o prestito fnebre. Foi um acompauhimento
nunca visto aqu at hoje.
Muitas associatoes abolicionistas ficu-nm-se
representar. Santos nomeou urna camm'ssao coro-
posta dos Srs. conselhciro Gavio Peixot Dr.
Joo Meudes de Almeida e Dr. Brazilio Machado
0 corpo acadmico concorreu em pesa. O com-
mercio cerrn as portas
O conselbeiro Jos Bonifacio nao retirou-se para
a sua provincia logo que 3e encerraram a acamaras.
Demorou-se aqu, ao que parece, a corrigiros seua
discursos pronunciados as discuss's doorcamt n-
to do Ministerio da Fszenda e da receita, o ulti-
mo dos quaes e um dos mais importantes, foi pu-
blicado do Jornal do Commercio de domingo, 21
do contente, dia em que elle daqui parti. Na
reunhio dos amigos que o foram visitar na noite
de segunda feir, e em quo elle conversn alegre-
mente e satisfeito, conforme refere um telegram-
ma da Gazeta de. Noticias, esteve o sea filbo a 1er
o dito discurso quelles amigos.
Retirados estos, ficou elle ainda a conversar com
o filbo, rccolhendo se aos apisentos do dormir, on-
de comecon a sentir grande anciedade, anrtaud i
de um paraoutro lado com passos agitados. Q tan
do acudiram lbe, caba elle fulminado.
E assim termiuou a existencia de um dos pri-
meiros, por ventura o mais valente dos oossos ora-
dores parlamentares !
Todos os jornaes de hoje noticiara o sea paBsa-
mento em pirrases de repaesado aentimeuto, tru-
cando a largia trae'S a ni'ig-aphia do l.u.-tr fi
nado. Alguoa dessea artigos serao i.hi transcrip-
tos, e Delles achara o Icitor nt'orniacS ;a que sa-
tistarao sua oatural curiosidade, e que aesta car-
ta nao caberiam.
Outro aconteefiaebto que na scmaoi ultima
preoecupou a attencao publica fui o julg-imento,
no jury desta capital, da r PrancioM fi Caalro,
de que os jornaes levados pelo aqueta do 24 dio
uoticia incompleta.
Foi urna causa verdaderamente relebre, c coiao
tal a qualificou toda a iinpreosa. V sesttoi daquel-
le tribunal, que cvm>-cjm 11 1/2 horas d.> dia
23, sabbado, s termin >u s 7 horas da manlia do
dia seguate, pela absolvicao uuanima da r, de-
ciso de que o juiz, Dr. AI .ot ira de Azevedo, up-
pelln para o Tribunal da Relavan
O facto que inetivou o pro:esso teve lugar em
Fevereiro deste auno e foi rauito debttdo na im-
prensa. A citada Fraucisca da Silva Castro, rio-
grundense, que veio para a corte em busca de for-
tuna, ao que consta, adiando m entilo em plena
forja da mocidade de guasea linda, na obrase da
su* trra, viva em campa ibia d- uin ne^ocaiit ,
fuao Magalhaes. de queui tinba tiilios. Era acen-
sada de applicar castigos barbaros a di ib escra-
vas que tmbi. Uina destas, .va iinJ i-se de casa,
ftrocurou um vi-iubo que a levou ao escrpiono da
Gazeta da Tarde, e andou depoio esa cb.r .lia pea
ra do Ouvidor, Send > apresentada no .-acript rio
de'todos oa i imaea, matrapiiha como tnha aahi-
io ie casa e com chagas recentes, B visivea sg-
naes dos vicios Jo que era viet ma.
A CoLederaca) Ab ilciouista, tomandia sob
sua protecca, incumba o Sr. Sizfnando Nabueo
ie tratar di causa, nai t daq iclla, de n ne
E 1-jarda, como da outra escrava, de nafne Joaona.
Foi pelo juiza competente nomea la curador o de-
positarlo para a priuieira e expedido mamado de
apprehenaao para a segunda. Proceden se acor-
po de di'licto e nos deraals lerm-s da loi, intervi
do t-un'o -.n a polica e a jn.-t.ea publica ej;- ifiaio.
senio Francisca de Castro recolhida C^s* de
Detencao.
Naose iuterim, fez o pa dos filhas da r com
que esta desse carta de Iibcrdade sduas esera
vas, mas urna dellas apenas gosou Ja tal oeue.'io
par 6 dias, pois fallecuu.
A autopsia constat u que a morte provier i do
tuberculuse pulmonarque foi acoderada p ta de tratamento.
Por amor aoa iillioa da propria aceusada, Mi-
gallia;s legitimou suiumai coic ella fazeula-a
sua esposa mesmo na prisa.
O Sr. Seztnando Raboso na queixi que deu, pe-
dio pira a delinqueute a applie.arao das penis,
grao mximo, dos arts. 205 o l'J3 do Cdigo Cri-
minal. O promotor publico, de accordo com a quei-
xa, opinou no mesmo sentido e o juiz, em senien-
ca tongamente fundamentada, pronunciou a ac-
eusada nos citadas artigo?.
Erain advogidos desta q Srs. Can 1 ida de Oli-
veira e Ignacio Martins, o que toj motivo de gran-
de escndalo para a Coufddcraca Abolicionista,
qn" eiimiuou os do numero d s-ua asaociados.
Travou-8e rcnhida-discusso ua imprensa catre
os homens descienda, sustsntandu-se de um lado
que Francisea de Castro ..lina de'Jaucid-a hist-
rica e era inconsciente na mal pratleado e outros
que ella tiada siffria e eatava n> completo usa de
suas la.-ul.lados intelletuaes. Os peritos llamea-
dos por ambas as partes, discutiram com grao de
Cal A commisaau nomeada pelo juizo, composta de
Irez conheedos facultativos, toada por presidente
o Dr. Souzt Lima, aresidenie da Imperial Acade-
mia de Medicina, foi de parecer que Fiancuca de
Castro, nao obrava por tif ato de u> nbuma causa
phistea que aetoftaae sobre o seu organismo ;erasiin
urna mulber sem educacil', sem nenhu.a cultivo do
sentimeuto di moral, e cujas iustinetos bestia -a
ae tiuham deaenvolvido no tneia corrompido em
qufl vivera precedentemente.
Outra coiuioiasao de que.era presdeate o De.
Xun > de Arrdrade, inspector da sauJo e muito
considerado pela sna in'.elligeneia, sust'utava que
Francisca deCietro s ffia de loiieura histrica. 0
Dr. Fijueiredo de Magadiaes, medica portuguez,
de re,iUtaco, o apaixonado pelos uebatea na im-
pnusa, escreveu (pelo en he i ment quo tin!n Ja
ceusad-i a quem tratou etn varias occasioe.) cer-
ca de triuta rticos, mjstraodo quoioUa era his-
trica c qu u histeria, secundo us cstu lis mais
receutesj eo conhedmeoto qu- ba lioje da mate-
ria. molestia Tiuito commum, que'se mauifeata
i-ob varias formas cim syinp'oiii 13 muito vana los
e nao peculiar ao sexo feoimao, p lis nao t.en a
aua sede uo tero,como antigainjnte sesupounbi,
mas nos centr-s nervosos ; de modo que a htrte.-ia
molestia que ataca taiobem o h .mein.
C .ro esta nao contavamos nos outros do sexo
fe o !
Em resuma, chega o dia do jolgamento. H;uve
enorme concurrencia, o a sesoo t. ve agar ua sa-
la ana S' s-o's da cinara mnnidpal, oporquj a em
que fiincdons o jury habitualmentejno 2- an lar
d edifien, alm de pequen-i, corria risco de nao
resistir ao peso de grande aggleineracaa de muita
gente. Varias f amibas sol ici tara m car ules de en
trada para asaistirem se.-
Cids jornal mandou dous e trez reporten, p3ra
que deasem noticia do que occorr.sse.
Toirjo do Tai; o seguiute trecho, relativo ao
eoineco da sesso:
O presidente da tribunal declasoo aborta n
sessaa e mandou apregiar aa t'-.-temunbaa en pre-
sentar a acensada farra do tribuna*.
A's 11 horas e 50 minutos f u ^Ijajh'ro lucida
no tula >. dando o br ie i ao Sr. EnasiPeBte, sub
d. legado da 'reggezia do Espiritj-Santo, e acudo
acuipunbada por sea esposo e um ibiubo da cer
ca de nove anuos de idade, vestindo elegajjte 1 ir-
deta de c llegial e calcando Iuvae pretaa. e se-
guidos tdoa pelos seus defeosdrefl senadoras
Ignacio Martins e Candido da Obveti
A futrada da ro na local dos trabalbas foi
precedida da borboritaba natural dar curiosidade
puDlic, que em paueo tempo ee extingui, fican-
do ella desse momento em uiante sendo a mira de
todos os olhares e o alvo da geral attencio.
E' tila de regular estatura e-tesa os tecidos
adiposos bastante desenvolvidos, demonstrando
simples iuapeooao visual perfeita noraialdade de
aaude e trato desvelado durauts o tempo de sua
d< tencao,
Revela ter ado ama billa mnlbr, pois con-
serva os traeos predominantes da. racl americana,
lembrando seu perfil o de urna andaluza de cutis
clara e oihar de brazilcira, vealo por oogos ci-
lios avelludados.
Trajava riquisaimo vestido de gofgnro-woir e
coreage de etiw da meama cor a dens' c/?ur ent. i-
tado de vidrilUas ; artefacto revaladvr de afama
da modista. Elegante chtpo preto de veludo, se-
tim, gace e piuma prefa c un viirilh^i cobria-|l>e
as magnificase abundantes trancas pretas, cahin-
do-lhe sobre o rosto rubonsado aos meio v^ de
fil de seda prota franjado de rendas. As luvas
erain pretas e longas, dando logar entretanto a
ver-se a abundante carnacao dos bracas tornea-
dos. Cobriam-lhe os pulsos duas magnificas pul-
searas de ouro cobertas de b ilhantes e pe iras
preciosas, ostentando-se nos lbulos das orelbas
mngoilicaa bichas de esmeraldas, circuladas de
diamantes, que faiscavam em acintiliacoes mul-
ticores.
. Abanava-se com um custoso leque de rendas
pretas e varetas da bano, que servia ihe ao mes-
mo tempo de anteparo claridade que Be coava
pelas janellas fronteiras.
Acompanhnda por um offi-ial de justica at ao
banco dos los, recusou sentar ae, perraanecendo
de p, asEm como seu fihuiho.
i A' entrada o seu olbar era altivo e senhorl,
aflorando lhe os labios leve sorriso, que depois se
traduzio em aeriedade, conservando sa ento ca-
bisbaixa at ao interrogatorio. >
No corneo do ioterrogatorio, requerpu o Sr.
Ignacio Martins nomeacao de curador da nter-
dictano plenario, visto tel-o sido no sumir ario, e
o juiz deferio, oomenndo curador o mesmo Sr.
senador, que prestou juramento.
Continuando o inlcrrogatori) e p-rguntando o
juiz rse tnha slgum motivo particular a que
atrribuir a accusacilo que Iho faziam, responden
ella :
Q'ieriam dinheiro, nao se dea...
Quem quera dinheiro ? replcou o juix.
Patrocinio, Clapp e Nabueo, restondeu an-
da a r.
o reQro esta passagem por maiignidade, mas
por que tenho de referir me talvez ao que ella
deu liiijar, e mesmo porque mostra que quem d
semelhanto rcspjsta eui uccasies taes, nao regida
bem.
Fiodo esae interrogatorio, contina o Pai'z,
o Sr. senador Ignacio Martins osou da palavra
pela ordem, pnra requerer ao Sr. pr adeute do
tribunal que aua caustituinte fosse concedida
un.a cadeia u mesmo um banco de ene. ato, afira
de que, no caao de ser aecommetti la de um iusul-
to bysterico, como frcqueuiemtnte lbe sucrede
niio Ihe proluza a queda grave in 1
Declareu-lhe o ho irado juiz que nao poda
acceder ao que reqm ria a defesa, porquanto,
sendo aquelle o banco dos reos, aque'le devia ser
e nao outro o lugar destinado a esaa como a qual-
qU'-r mitra pessoa qne houvesse dcrespinier ao
tribunal.
ms o reci'io era de urna queda, consenta
S. Exc. em qu- a r es'ivesse guardada par duas
peSS as, durante o tem|.o da sessdu.
Fi itas estas declarares, o Sr. Dr. presidente
determinan que prosegussem os traba h .s.
i Incidente esperad/)Comee ju a I -.-tura do pro
ceas A 1 11 i llora.
A' 1 1[2 hora, tendo a aceusada manifestado
incoinmido vibiv-I, caho inesperadain. ote, quasi
de brujas, n logu em que se achava, acudo
uessa occasiao soceorrida por algumas familias de
sua ami/ade e diversos Srs. mdicos, pre3tando-
Ihe os primeiros soceorros. entre oulraa mlicos, o
Sr. Dr. Soeiro Guaiaoy, que, ao mesmo t-rop > que
aspergia-lbe as faces e a fronte c. m agua fres-
ca, m-.iidava desatacar lbe o eapsrtilho, corpinho,
saias, etc.
T-ndo com estes cuida los recuperado os sen-
tidos, desgrenhada, desataviada, foi pelo Dr. p*e
ai.leute suspensa a sesao por meia bora, Beodo a
aceusada couduzi la por s.u marido, affeif )i:dos e
defensores ao compar'ioi-nto que Iho lora dcst
Dado no edificio da Lima. Cmara Municipal.
Urna vez ahi, p z-se, segundo nloimaeo-s
f iedieiias, en traj. 8 de dormir, accen-.l.-u um
inagnific i charuto que havia pedido a um dos cir-
eti .atantes, e declaruu perei:iptoriainnte, que u::o
retomara o 8. u lug r na sala do inbunal einquan
lo uo fo.-se-ihe Icita o i>en!i;i.io por um dos me-
lhores coiffeurs deata corte, elijo noma citoa.
Ilaveu i > sido satis!-r^ n.'SrO eip.-ieho. foilhe
feito na eeo,-ado neglige". c anaervando a inagu'fi-
ca e abundante eabeilaira quasi sola, apenas ata-
da por moa fita, e tendo as cxtreuiidaidea cm 11-
berdade.
Terminad) o tempo da sispensaa da sessrto,
foi a acusada c >n iuda por seu man io ao banco
respe livo, onde ambos tomarais aasooto com urna
filba de l' ai.na?, c ntitiiindo a le.tura do proeea-
so s 2 horas c 3.'i miuutas.
a Da novo o -r. setudor Ignacio Martina re-
quereu que fosse concedida a lugar mais eosn
moda para s-iitar-se, c allegando agora em favor
de aua preteucio o estado melindrea/ la ie, decla-
rado p-les mdicos que soco .rrerain a p ir occasiao
do ine min alo de que fura pouco autes ..co.uinet-
tida.
Requereu mais que fassa dispensada a leitura
do inquerito policial, para uo pioloogar dem.aia-
do a leitura geral da processo
Oppoc-ao a isso o Sr. Dr. Carvalho Dura),
que declarou nao p.der disp ns I-a em sua tota-
lidade, ciucordaado eutretauto que se prescindase
de urna parte.
Isto resolv fo, iiifonnou o Sr. Dr. juiz de di-
rei:o indeferir o primeiro requenmento. cono j
i baria leitoda pruueira vez, firmando bem a de-
e ar.ieo de que na i abreria para a aceusada
Francisca do Castra ex:epea j algama, neio pode-
rla disaensar a sua presau^a emquaata fuuecio-
nasse > tribunal.
o Deferio S. Exc. o segundo requermento, de
accordo com o que fai pedido pela promotoria pu-
blica acerca de algumas pecas do inquerito poli-
cial .
Terminando este novo incidente, que vea n-
terromper mais urna vez os trabalhos regulares do
tribunal, coutiuuou a leitura da processo, que,
apezar das suppreesoes resolvidas, prolongiu-se
at s 3 horas e 52 minutas da tardo.
Toinou entila a palavra o Sr. Dr. diseando
Nabuca, que proce.leu leitura do libollo da tri-
buna que he fr* destinada. *
Pelo que shi fiea, v o leitor que Francisea do
Caa.ro se nao maluca parece realmente affeeta-
da de tal hest-'ria que arruina o criterio, o acaso
moral de qualquer creatura.
Na o possivel dar extracto da aceusaao feita
pelo Sr. Secinanlo, nem da d'feza proluzda pelo
Sr. Ignacio Martins, c assim tambem da acensa-
cao do Sr. prunotor o da respasta a este pelo Sr.
Candido de Oliveira.
Os milicos, quer de um, quer de outro lado,
tambem faram ouvidos c discursarara. A r teve
ma'i tres ataques e um destes quando ora va o Dr.
Figu reda d Magalhaes, o qual, aproveitanda o
ineidoute, paz termo s suas v.flexoes, observando
qae i.qu l.e facto dispensava qualquer cutra
prova.
Por fim, a r foi ubsalvida, como j dsse, reti-
rando se do tribunal pira sua casa, em carro acom-
panhnda pelo seu marido e filhas, liadas creancas,
scguudo a opiuia dos reportm.
Nao me resta ago'a tempo para dar noticia da
resposta dos Sra. Patrocinio e Clapp aos advoga-
dos da r, aos quaes elles a'tribuem que iusiuua-
ram aquella historia de diuhdro.
Paia termin ir, visto que esta vai muito tonga,
transcreverei os 8pguintes telegrammaB, expedidos
de Porta Alegre Gazeta de Noticias e ao Po/.::
Porto Alegre, 25.
Chegou h je, aqui, o senador Silvrira Mar-
tins, que foi recebida com ruidosas ovacoes.
A' noite S. Ex.', foi victariado po- urna mul-
tdo iramen-1.
8. Exc. ftllou aa povo, sendo muito applau-
dido.
Tratando da questao militar, S. Exc. fallou
nos inesmos termos em que tnha fallado no Sena-
do, recebando muitas applausos.
i (Gasea de Noticias).
Porto Alegre, 25 do Outubro. ^
Chegou o senador Gaspar Silfeira Martins.
P. uca gente concorreu sua reeepcSo.
Fazein-se eaforco3 para promover-lhe, entre
os seua cerreligi -narins, qualquer manifeetaoao.
O prestigio do Ilustre c-befe do partido libe-
ral desta provincia tem decahido.
Porto- Alegre, 2 de Outubro.
Retiliseu-ae a raanilestaco liberal ao coose-
lheiio senador Gaspar Sdvo-ra Martins.
Este, quando diseursou, repetio, pouco mais
ou menas, as oaiuio -s que tinba emittida no Se
nado, respeito questSo miliiar.
Alludio no protosto dos offieiaes e censurou
os genaraes que o aasigearam, o muito especial-
mente o marecbat Deoioro da Fonseca.
Foi ouvido en silencio, silencio que o senador
rio grandensn recebeu como acquieacen^ia s suas
ass rcoes, o entao tomou calor, eathusiasmou-sa e
declaren que na aua opiniao as escalas militareis
estavam transformadas em fabricas de rhetorica e
de in ubordnaco.
Neste ponto o orador foi violentamente nter-
rom O Jo com calorosos protestos, noapoiados, vo-
cera, etc.
Muitas pessoa s se retiraram recelosas de que
houvesae algum tumulto brio.
O orador esteve muito tempo impedido do fal-
lar pela vocera dos que reprovavam as suas in-
vectivas classe militar.
Bestebeleeida a calma, o Sr. conselheiro Gas-
par Martins arrepiou carrera e pretendeu suavi-
sar as anas primeirai exprsanos, termioaodo o
discurso com chave de ouro um viva pro vio-
cis. *
(Do Pait). *
Qual delles dir a verdade ?
Assembla Provincial
70* SESSAO EM 12 DE JULHO DE 1886
I-HESintNCIA DO BXJI. BB. DR. JOS MANOEI. DE BABIIOS
I WANDEHLEV
SuMMAiiio.Abre-cea sesso.L-tara e votacao
da acta da sesso antecedente.Expedi-
ente Discussodo requermento dos Sis.
Jos Mara e Laurelo de S, sobre a
pnsj do eleitor Joaquim Felippe pelo
subdelezado de Ipojuca.Discurso do
Sr. Jos Mara.Regeico do requfrimen-
to do Sr. Juvencia Mar'z, pedndo infor-
roaeoes sobre a eleiciio municipal de Ca
ru.rDiscurso d> Sr. Jiiveucio Mmz.
1." parte da ordem do dia.Conclusio
da votacao das emendas ao projecto n.
43 deste auno.Requ^runento do Sr.
Gomes Prente.bservacoes pela or-
de".Requermento doSr. Ferreira Jaco
bina.L vantou-se a sesso.
Ao meio dia, feita a chamada e v rsficando-se
estarein prea mes os Srs R-itis o Slva, Soares de
Ainorim. Rodrigues Porto, Ferr. ira V-Hozo, Do-
miiigues da Silva, Costa Gomes, Lourenco de S,
Jos Mara, Baro de Itapissutna, Juvencio Mariz.
Viacoude jde Tabatinga, Reg Barros, Augusto
Fraiiklin, Luiz de AuJrada. Ceibo de .Moraes,
Barros Waud-* lej, Andi Das Jo Vi Alves. Her
culaoo Bandeira, Sopbronio Porteila o Joo de
Oliveir... o Sr. presid'-nte declara berta a sesso.
Comparecern! depois os "ira. Ferreira Jacobina,
Gomes Par nte, Julio de Barros, Jeo de S, Pra-
xeucs Hit mga, Ant no Vietor, Baro de Calar,
Custa Ribeii-o, Regueira Costa, Drummoud, Rogo-
berta B.rros B .rreto IsUsioE.
Faltaram, v in purticipacao, o Sr. Solonio d--
Mello, e sem ella, os Srs. Rosa e Silva. G mcalves
Ferre a, Ainaral e C niBtautino de Al'iuquerque.
E' li la e seas d--baie appr vada a acta d i sesso
antecedente.
O Sr. 1." secretario procede a leitura do se-
guate :
EXPEDIENTE
Um offi -io do secr. tan. do governo reme'teudo
as iuf nnaees relativas eatacao de ferro do
R-cite a Casanga, uo porto do Lasserre, e provi-
dencias sobre reparoa de a'guns curros de paosa
_' n s esa que penetra a ebuva.A' quem f-z a
itquesie >.
Continua a diaeussao d i reqn- rimento di Sr
L.ureufo de S e do Sr. Jo- M ira pe-Jiu;
maeo s sobro a pfafto d i eleitor J 'ii.pii.n Felippe
pelo subd- ieijado de la juca.
O Jos Mariis(Nao devolveu o seu
discurso)
Ni jiiera ma'a pe dolo a palavra encerr.ila a
' aiscusso e posto voi03 0requcrimeoto trogei-
tado.
Entra em oiscu;.) o seguinte requerraent :
- U qu;iro qua pelos canaca eonspetentea sejam
enviadas a esta nsseinbla nfoi ini.o a sobre o
resultado da nterv.-nc > ia polica oo ultimo
pleito eleitoral de Caruau Sr. Juvencio Mariz
O Hr. Jiiieiino HsmMS(Nao revio o leu
(iiseurs ).
Sr. presidente, mais urna d cepcii para quelles
que icre.litarain as j>r m SS IS o i gov*"rao, a- q i
a i-leica.de I de Julho correra livre. A p.
do nobie uroaidanta d i couaelhu toi unta mentira
atiraua a t.ce do paiz (na i up lia d i bae
conservadora, c spoiados da bancada liberal)
porque, o governo, so -ia i ewpregoa a violencia,
laucau ii. > da frau-ie e da traosoia. L' eata a
noticia qu-i s r.-ceb. iiioa de todas as partes.
N'aquelles poutos ou In n lo podia Iriumphar o
p.rtid) coiis-. rvad .r, einpr--:; u-<) a tr,.moia i m
larga -acula. Tum >s ->s factOS de Ii inJardnne
de utras locaii ladea, alie p alcn is ant-p if a qual-
quer ceit -i u i0res deputaios que-OCCa-
pam a 1) incala opposti.
Em C ii u ir, p >r -xeinpl -, 0 partido conservador
que linuntuva eapertsBOa uo triurapar, quer na
leicSo maniclpal quer ua de juizes de paz, seuio
completamente batidos, decrotadua os ebefes nais
proeiniu-'utea d'easc p.rtida,' lanc .u-se maa da
tiamoia.
O uobre deputado, mea colleja d? dis'ricto
nao pode c-.ont>-tar-ine ueste pent 8. Exe. dz
que nao foi candidato, mas ni sei da contrario e o
taet-i prineioal que S. Exc. apenas ceiiseguio
fazer se el g r suppleute.
O Sr. Kodriiiucw ProMas ifinal de
contas quem gaiihou a eieicio de CaruaiV
O r. Jun-uclo Hariz-C mil iu V. Ere.
p.r u.n vno; ti-iuinpliaa acbaya conservadora por
1 voto apeuas, mas de que modo V arraucaii lo se
o Vito de u.n,c>aado que teq^ inn fiihu cumpl
cado em um pr cesso, vase obrig-da a ceder
uiz inte ae-lhc que se por ventura deixaase do valor
cm o g.vern -, seu filho se sabina mal, porque
Da aessao do jury o juis do direit", que cons-r-
Vador, furia Valer o seu prestigio M esaas cir-
cuioatauca Sr. presidenta, o bomem de espirito
fraco deixou-ae arraatar e o voto d'elle decidir da
eleico.
' imito cleieo municipal, o partido liberal
ua quereudo el gerjmuitos Candidatos que Concor-
reram ao 1." escrutinio, diviiiu a v. taco por 10
caouidat s, de modo que os conservadores ficaram
apeuas com 4 v.-ieadores e batido completamente.
N i l." escrutinio, logo que se conheceu o resulta-
do da eleico, o secretario da junta eleitoral que
conservador de b un saugu-i lanc iu maa de um re-
curso Ilegal, eom o fim de d>r gacho ele causa
aos seus cireligionarios.
Nod minio liberal, Sr. presidente, nunca tive-
mos occasiao de presenciar eemelbautes set as,
tanto assim que as eleices corriam sempre do
moda o mais livre p-ssivel. Jamis lane-.m s mo
da tramouia para Vcucer os noasoa adversan..a
Um Sr. Deputado Se ola laneavain mo da
tr.in a, lanc-uvatn do terror.
O Sr. Juvencio MarizV. Exe. sabe que se o Sr.
conselheiro Dantas quizesse lanzar mo do t rror,
teria sem duvida conseguido urna cmara aua
ieica. (Apartes!.
O que verdade, porm, Sr. presidente, que
canheeido o resultado da eleico, acabado tolo o
.trabalb'. deixou ae de mandar tfixiir o edital, e
isso ainia era urna tramla, poique V. Exe. sabe
que se o edital tive=se sido ufixado, embora os
amigos do nobre deputado quizessem adiar o praso,
nao teram conseguido o seu fim. Mas uo se pro-
cedeu ii e.-se modo nem isto coiiieidio cima ebega
da da uoticia do resultado da el--icao cm outra
localidade, onde nos haviamos obtiio urna maioria
de 11 votos.
O Sr. Rodrigues Porto d um aparte.
O Sr. Juvencio Marislato aconteceu justamente
quando os amigas do nobre deputado se retiravam
da mesa. Assim o nobse deputado f)i veneidj na
paroebia fie S. Cetano da Rapos?, tendo cbtido 14
votos e vos 25.
Ora, desde que S. Exc. cheftf do partida conser-
vador em Caruar, era assim derrotado, desde que
S. Exc. canseguio apenas fazer-Be eleger suppleu-
te, aonde a forca do seu partido ?
Deu-se anda a seguiute cireumstanca, Sr. pre-
sidente ; ti ndo cu de retirar-me s 3 horas da
tarde, porque j senta-me incommodado, o nobre
deputado disse-iii; :pode retirar ae, porque tu
/qui o represento.E eu acredite! que o nobre de-
putado mo fallava sinceramente.
0 Sr. Rodrigues Porto Eu retirei-me pri
m- ir o.
O Sr. Juvencio Mariz Deaois que eu sube da
noticia do occorrido, depois que eu sube do que
aconteceu aos nfeus amigos.
O Sr. Rodrigues Portj0 nobre deputado est
fantasiando.
O Sr. Juvencio MarizXa estou fantasando;
estou narrando os factos taes quaes elleu se pas-
saram. Eu nao sei se o nobre deputado teria eom-
b nado com os seus amigos p ira que proced,essem
do modo por que o fizerara. E', porm, de sim
pies ntuic lo que o chefe poltico pelo menos deve
ter a responsabilidade moral. (Apartes)-
Assim dirige se ao carcereiro que nao eleitor
mas que tem 2 eleitores na familia para que acon-
selhassem seu psi iitm do que votaase coin o go
verno, porque se isso uo acontecesse elle seria
inmediatamente removido do f eu cargo.
Ora, ui.iguein dir que o delegado de plida
dzendo isto a um homem que eatava na sua de-
pendencia, ue quizesse inter\ir na eleico.
O Sr. Rsdrigues Porto-D a sna palavra de
honra de que o delegado ameacou o carcerciro de
ser removido de seu cargo ?
O Sr. Juvencio MarizDou o meu teftemunbo,
porque, estn lo em casa do Sr. alferes Monteiro e
chaguada o filho do carcreiro cuta o que se ha-
via passaao.
O Sr. Rodrigues Porto d um aparte.
O Sr Juvencio MarizOra isto iocontestavel-
meute um acto da intervenco da polica, que
nao poda licitamente ex.rcel-o.fazeudo pieaso
sobre um individuo, sob a sua immediata depon.
dencia. (Apartes). O Sr. Lauriano Jos de Car-
valho, que toi eleito juiz de pac e que tinha com-
petido com outros candidatos conservadores, por
s r mais velho, dirigio-se a um candidato cons r-
vador que j iuha votado com elle, o cidado
.__(.., encontrn se na casa do subdelegado que
se esforcava para que votasse comsigo.
Estabeleceu-se par essa occasiao urna discusso
entre o subdelegado e o pai d'aquelle eidado, di-
zea io o subielegado que devia consentir quo elle
votasse porque era autoridade. Ento o pai res-
piodeu, que ee havia autoridadeque devesse in-
ilur em aeu filho era elle, e que sendo liberal e
0 filho senda de igual poltica, nao tinha o direto
de votar n'um candidato de poltica opposta.
0 Sr. Rodrigues PortoElle volou por dinhei-
ro, nao tem poltica.
O Sr. Juvencio MarizEntao agora elle votou
por dinheiro?
O Sr. Rodrguez Por'oDeclareu que votava
em quem Ihe dsse dinheiro.
C Sr. Juveneio MarizPergunto se V. Exc. sabe
se elle votou pir dinheiro.
O Sr. Rodrigues PortoEu nao dase que elle
houvesse votado pjr dinheiro, disse que elle de-
clamara que votaiia em quem Ih'o dsse.
O Sr. Juvencio Mariz E=sa declaraeo nao
quer dizer nada, porque inulta gente para se li-
vrar dos p ildos do candidato diz : eu s votarei
por dinheiro.
(IIi um aparte Ja Sr. Rodrigues Porto).
O qu: certo que elle voteu com o partido li-
b ral e qae vorou a coutragosto dos amigos do no-
bre deputado.
O Sr. Rodrignes PartaE d'elle propro.
O Sr. JuveDcio MarizXo senhor, eu son tes-
temunha o Cotnmigo, p.-sa as ina rea de toda a
exc -pea i de que esas eidado d-clarou dentro da
in ti ii que uunea mais se separara de seu velho
pai, votando sempre com elle
(II i um ap.rte do Sr. Rodrigues Porto).
Ora, estes factos derain-se no dia da eleiQao e
eu s declino estes, porque bao quelles de que ta-
nho coiihecimento ; mas rnagiuc, V. Exc. e a As-
a- mble, a que nao teriam feito os amigos do nobre
deoutado, na ausencia d'elle, no sentido de arran-
jar urna maona na eleico ; mas a despeito de
od s essea esfercos empregad s pelos amigos do
nobra deputado, qua eu nada tena a censurar, se
p. r v- ntura n.io bouvoase a intervenco da auto-
ri lade, o que facto qae o nosso triumpho foi
esplendido.
Sr. Riirigucs PortoMas onde?
0 Br. Juveneo MarizHoia contesta que r.3
triumphamos completamente na iocalidade? Para
qu ist V*. Exe. appareiitanlo uina igoorancia
que nao existe ?
(H um aparte do Sr. Bodrigttes Porto.)
U cobre deputado sendo 0 chefe...
') Sr. liiirigu s Port)Na > sou chefe.
O Sr. Joven:-) MarizV. Es-, ua pile de-
clinar d ss. i.-ie.l. nem di responsabilidade que
della decorre.
O nobre deputado presentado candidato pelo
partido conserva i ;r. de que chefe ero Caruar,
u i poderla d-ixar de ser eleito primero juiz de
paz, mas longe dissa fai eleito Io juis aupplente
contra tuda a i-s cetativa, quer d- muitos conaer-
. iuer de todo o partido liberal.
Por c .iis-quencii o nobre dep tuda eonhoce per-
feit .minte qu-, se o rp3iiltalo fosse favaravel a si
e a -i-us amigos, r ddc.1> teria fica-io rcgularmen-
1 i ita e ir-ae-h am interessado pira que qual-
quer cireumstancia imprevista ua a viesse an-
ii-il! r.
|0 Sr. I i Irgnes Porta d um aparte.)
O Sr. Juve i no VlarizSd vatam is en 10 a-
mes; c in.' 'i'ss-, dividilos a votacai p>r 10 ean-
lelat ia, ,e:-si com ai-i .1 > q e a-; a < em pratiea
- ni Uaruir, da-mosm > m i-Jo toi ex^cutada na ia-
Tenia compareeido 25 eieitores lib-racs, foi a
a vutacu distribuida com t. la a igualdade, de
inod) que o menos votado dos nossis, tinha 10 vo-
tos, e o noare deputa 1 > sabe, coma eu q J o cau-
li ... i qne nao fu eleito, toce apenas 38 votos.
(O ir. Rodrigue: Porto di um aptrte.)
0 que eert >, porm, qae a eleico i ii inutili-
sada por ptrte los amigas da nobra deputado, e o
foi pirque S Exc. e seus amig is .-si ivam derrota-
dos sa o negocia Corresse em p-z ; pn-quanto los
tcrUmos'a in >i ni i t) 1 n es suppleots ; e quan-
:a a> s juiz s de paz o nebre d-putada setir.-u wat
derrota.
Portante, a tnunoia entre aeus prepruia correli-
gE narios, nao podi -er mais clara,
O Sr. Rodrigues I'art)Eu responder! a V.
Exc.
Sr Juvencio Mariz -uppinha que es3es 2
professores, amigos no3sns. nao tiv. ssem votaJo ao
nobre deputado, assan com > outra?, porque tenho
raasV) p^ra saber qu--, amigas meua, d.aaeram-me
que votavain no nobre deputado e estes em numero
de ou 0, supo nha, dijo^ que assim nia proce-
d saem e que o nobre, dep'itad) na) tivease 5 ou ti
votas iineraes, S. Ene. nem 1 suppleute seria.
(Apartes do Sr. Rairigues porto)
O que liquido, o que fara de toda a questao
que o triumpho incoutestavelmente toi nosso e
que a partido conservador qua alnn-ntava tantas
espe ancas de triumphar naqueila occasiao, fai der-
rotado.
O Sr. Ii idrgues Parta d um aparte.
O Sr. Juvencio MorizAgora acredito que o
nobre d pata lo trimnphe.
0 Si. Ridrgues Port:Pertence ao futuro.
O Sr. Juvencio MarizJ caohece a nossa tac-,
tica e hoje diga que o uobre deputado pie trium-
phar ; ou antes, dou isso como liqu1 i
Na usamos d'aquellaestrategia e conseguimos
que e'ia vingas3-, embora os amigos do nobre de-
putado depois a conhjcesseui ; perdemos todo o
nosso latun e o tempo ; a vezes urna eleico mu-
nicipal mais porfiada do que urna elcifo pro-
vincial.
0 Sr. Rodrigues PortoV. Exc. deve ser justo;
deve coDfessar que eu proced u'aquella eleico com
t da a honestidade.
O Sr. Juveocio Mariz0 que eu disse fai que o
nobre deputado tinha rcspansabilidade m ral, por-
que ningu-m poder acreditar que oa amigos de
S. Exe. luncassem mo de diversos meios sem
consnltarea o chefe poltico da loealidade.
O Sr Rodrigues PaitoXa son chefe, sou sim-
ples saldado conservador. .0 chele liberal V.
Exc.
O Sr. Juvencio MarizEu ,que nao sou chefe,
porque estou na reserva ; mas o nobre d.putado
qu-- moco, que representa o disfricto, ua pode
dizer que nao o ebefe ; quer qu-ira quer nao,
e c m tal tem a responsabilidad-- de rudo quanto
em materia de poltica prcticarem i-.lii os seus
amigos.
O Sr. PresidentePrevino ao nobre deputado
que a hora j i est linda.
O Sr Juvencio MarizBasta V. Exc. advertir-
me de que a bora est liada, para quo eu conclus,
ponda pooto s minbas conBideracoes.
Vozi sMuito bem Muito bem .
A discusso fica adiada p'-la hora.
Pasaa-se a
1.* PADTE DA OKOBM DO DA
Contina a votacu das emendas apresentada
ao projecto n. 43 deste auno, a qual d o seguate
resultado:
Sao approradis na de ns. 286, 293, 304, 311,
S13, 324, 333, 839, :i40, 341. 342, 363, 365, 366.
371, 372, 34, 377, 37'J, 3-0. 387, 390, 3i<3, 394,
37, 40o, 411, 412, 413, 414, 41.., 418, 419 421,
122, 44, 425, 430, 431, 436, 441, 44, 448, 451,
453, 460, 461, 462, 465, 470, 471. 473, 474, 477 e
478 ; r j atadas ss de us. 275, 332, 341, 386, 402,
416. 445, 475 e 478 ; pnjudicaias as de 113. 401,
438, 452 e 472 ; tendo odo nomina! a votacao so-
bre as seguintes :
N. 460. Votara a favor, os Srs. Drummaod,
Costa Kibeire, Jo? Ufara, Joo de S, Baro de
[tapiasoma, R"g ber;o, Andr Diaa, Ratis e Sil-
va, Lourenco de S, Joo de Oliveira, Regueira
Costa, Ferreira Jacobina, Juvencio Mara, Prxe-
des Pitaiiga, Joo Alves e Baro de Caiar (lo) ;
o contra, os Srs. Reg Barros, Fem-ira Velloso,
Julio de Barros, Vscoode de Tabatinga, Soares
fe AiDonm, Hertulano Bandeira, Costa G.mes,
DoiringueB da Siiva, Barroa Barreto Jnior, Coe-
lho de Moraes, Luis do Andrada, Rodrigues Por-
to, Sophrouio Portilla e Augusto Franklin (14).
N. 224. Votam a favor, os Srs. Drummoud,
Costa Ribeiro, Jo Mara, Joo de S, Baro de
Itapiasuma, Julio de Berros, Rogoberto, Aadr
Das, Ketis e Silva, Laurenco de S, Joo de Oli-
veira. Regueira Costa, Ferreira Jacobina, Juven-
cio Mara, Augusto Franklin, Pran-ies Pitanga,
Joo Alves, (Jomes Prente e Baro de Caiar
(19) ; e contra, os Srs. Reg Barros, Ferreira
Velloso, Visconde de Tabatinga, Soares d Arno-
rim, Herculano Bandeira, Costa Gomes, D.,min-
gues da Silva, Barros Barreto Jnior, Coelho de
Moraes, Luiz de Andrada, Rodrigues Porto, So-
phrouio Porteila e Antonio Vietor (13).
N. 832. Votam* favor, os Srs. Drummond,
Joo de S, RogoWrto, Andr Dias, Barros Bai-
reto Jnior,*Ratis e Silva, Joo de Oliveira, Luiz
de Andrade, Regueira Costa, Sophrouio Porteila^
Antonio Vctor e Joo Alves (12) ; e contra, os
.

,
O Q
OlffllADO



""*""*"*IP
>-
Diario de Peraamtaeii^uinta-feira 4 de Novembro de 1886



Srj. Costa Rib r.>, Bego Barros, Jos Maria, Fer-
reira Velloso, Bario de Itupissuim, Julu. de Bar-
roi, Viaccnde di Tabatinga, Boat*s de Amorim,
Herculauo Bandeira, Costa G me, Domin;ues da
Silva, Lonreu;o do S, Coelho de Ufanee, Ferrei-
rs. Jacobina, Rodrigues Porto, Juvencio Mar,
Augusto Fraukiin, Prxedes Pitanga, Goinoe Pa
rente e Barao de Caiar (20).
E' p rtanto a 'provado o projecto com diversas
emendas.
Veaai m 'sa as segtiinte3 declaracoes de voto :
D-'clan ter vo'h.I > c .ntra as emendas ns.
968, 3G6, 4')0,# 12 e 402 Sophronio Portella^ _
Declaramos que votamos pola emenda n. 3i <,
que d 8:000|000 par. repacoi da cadeia do Bre-
jo.Juveucio Mariz. udr Diaa. Barao de
Caiar. Iqfto do Oiiveira.Lourenco de S. '
Declaro qne votoi pata e:iionda n. 400er-
reira Jacobina.
OSr. Uoine Prenle (pola crdem) re-
quer que srjam separadas us enuudas, a resenta-
das ao projecto de orcamento, estranbas recuita
e despeza.
O* stn. Jo Maria. lia rao de lia-
pisnuina. Hunos Brrelo Jnior c
Ferreira Jacobina (pela ordcra) fazem bre-
ves considerad-oes.
Vem mesa, lido, apoiado, entra en discus-
sao e fica aliado por ter dado a hora o seguiute
requeriuiento :
Requeiro o adiamento da discussa do reque-
rimento dj Sr. (Jjmca Prente, por 24 horas.
Ferroira Jacobina.
O Sr. presidente levanta a sessao designando a
ordem do di a : 1 parte 3a discussao dos pro -
jectos ns 37 o 271 ambos desto auno; 2a parte
continuacao da antecedente.
71a SES-'AO E\I 13 DE JULIIO DE 1886
HBMMDCU DO EXll. SB DR JOS SlASur.1. DE BAU-
BOS WA.NDEKI.EV
SummanoAbre-se a sessao.Leitura e appro-
vaio da acta antecedente.Discur-
so do Sr. Ferreira Jocobina sobre o
requer u.ento do Sr. Gomes Parate
.presentado na sessao anterior afim
ae sorem redigidas em projoctos dis-
tinct&8 as emendas ao projecto n. 43
extranhao rece'ta e a despeza.
Discursos dos Srs. Joo Oliveira,
Prxedes Pitanga e Ferreira Jacobi-
t
do dii.Eucerramento da 3a discus-
sao do projecto n. 27 'este anuo.
Discussao e addiamento do projecto
n. 37.Discursos dos Srs. Drummond
e S lares de Amorim. 2a parte da
. rdeui do da.Eoeerramenio da 2a
discussao do projecto n. 2t e .idia-
mento do de n. 46.Final da sessao.
Ao meio dia, teita a chamada e verificando-so
estarem prsenles os Srs. Ratis e Silva, Julio de
Barros, Visconde de Tabitiuga, Joo de Oliveira,
Juvencio M u'/., Jos Mara, Rodrigues Porto,
Jeao Alvos, Lourenco de S, Domingu-s da Silva,
Ferreira Vellos.), Regueira Costa, Barao de Iia-
pissuraa, Augusto Frankin, Costa Gomes, Barros
Wauderlty, II :rculaao Bandeira, Coelho de Mo-
raes, Keg.i Barros, ophrouu Portella, Luiz de
Andrada, B. Barreto Jnior, Costa Ribeiro e Go-
mes Prente, o Sr. presidente declara abert a
mmIb.
Comparecem depois 03 Srs. Rigoborio, Soares
de Amorim, Aadr Dias, Drumminl, Ferreira Ja-
cobina, Prxedes Pitaa^'a e Barao de Caiar.
Faltam, com partieipacio os Srs. Solonio de
Mello e sem ella ns Su. Rjsa e Silva, G malves
Ferreira. Amaral, Joao de Si, Autonio Vctor e
Constantino de Albnquerqne.
Entra em discussao o requerimento apresentado
na sessao anterior pelo Sr. Ferreira Jacobina, de
adiamento por 21 horas da discussao do requeri-
mento do Sr. Gomes Prente para que fossem re-
digidas em projectos distinctos as emendas pre-
sentadas ao projecto n. 43 d'estc anno estranbas
receita e despeza
O Si. Ferreira Jacobina (Nao de-
volveu o eeu discurso.i
O Nr. PresidenteV. Exc. j fallou sobre
o requerimen'o.
O Sr. Ferreira Jacobiu i O requerimento de
boje nao o mesuro de hontem.
O Sr. Presidente Desde que a materia tinha
eonnex) para a hora do expediente e ea haver
dado a patarra ao Sr. depuudo Pitanga que pe-
dia o adiameuto, entend proceder de accordo c?m
a lei.
Contin i cm discnsso o requerimento do Sr.
Gomes Prente.
OSr. Baro Je lWpluma-(Nao de
volveu o seu discurso.)
O Sr. Prxedes Pitanga (pela ordem)
Sr. presidente, venho entrar em urna discussao
suscinta acerca da materia que se acha em dis-
cussao : vi que V. Exc. nao termioou a acta de-
clarando o que havia resolvido acerca de um re-
querimento aue fon hontem aposentado na casa,
e sobre o qnal eu f ai le pela ordem, apresentando
discussao um incidente que vem a ser : se era
um requerimeuto aquillo que se baria apresenta-
do, ou se era ama emenda ao ore ment.
Comeco dizendo que como emenda nao poiia
ser aceita, porque a materia estava encerrada
sob trma de em-ndas o que empetato o orca-
mento, mantera n'elle todas aquellas que t verem
por fin a prodcelo d i .eceita ou a diminuico da
despeza, todas aquellas que disserem respeito ao
moo de ori^anisar o servico, ta&daren s reformas
do mesmo servico, conveniencia de eonstruccoea
por m>-io de obras publicas, e todas aquellas que
disseretn respeito a harmona d'esses servicos, de
maueira a nao r^trar-se doorcimentos nao aquel-
l-is eincnda3 que dieserern respeit) a abites, in mu-
turiaa ou indemnisaijoes, e bea asaim aquellos
tos que neuh'ima relaco tiverem com a ma- j
teria oreauentaria.
A tatefa spinhosa. avaliar por si, julg:ir por
si, s-in que tenlia o sello da casa, sem que tenha o
timbre da mesa, quaes os proj-ctos que debaizo de
forma de emendas constituem o orcimento e de-
vem ser d'elle retir dos para nao tornar pasado,
para nao acarretar eoinsigo ni iteriai estranbas ao
orctiiiento.
B1 sem duvida ei-ta ama misso.muito melia-
dros:i, uma misso muito ditfieil para a nobre coin-
missao, pelo que desde ja me autecipo a declarar
que naturalmente passar por grande discussao
l r (aeo"io do orcamento, apresentada a esta casa,
porque nos teremos de \r que, se o traba h for
feto sob a dreccao da nobre commisso de re-
daceo, elle na. > poder sem duvida satisfacer as
vist.s dos illustres deputados autores das diversas
emeuda;, e por isso que me pareceu de utiltdade
otferccer cooaideracito da casa, um requerimento
additieo no qual peco que seja esta casa que des-
criminu quaes as emendas que devem constituir
corpo no orvamento e quaes .aquellas que devem
ser d'elle retiradas por sercm materias estraohas
em vista do art. 141 do regiment.
Alm da respo Habilidad-; que deve pesar sobre
a n jbre cutmnisso tornando oneroso o eucargo de
apresentar um trabalho tnais ou menos perfeito,
nos devemos reeeiar nue esse seu trabalho venha
ferir a susceptibilidade dos autores das divsrsas
f mi n las o que cada um com o seu bom direito
procuro n demonstrar que devem faz r parte do
orcimento aquellas emendas, porque esto as con-
digoes de outras quaesquer que forem pela nobre
com.nisso aceitas e por elle conservadas.
J ve pois, a casa, que nao foi sem razo que
apreseutei o toen requerimento, afim de que cada
um dos nobres deputados emitta a sua opinio
acerca do modo p)rque deve ser votado o orca-
mento e declare quaes as emendas que d'elle de-
Passa-se
2a PARTE DA ODBM DO DIA
Eod,ra em 2a discussao, a qual fica ene -.. .
p)r nao havr numero para votar-ae, o project i u
26 de3te anno.
Entra em 1* discussao e fica adiada o pnjecto
U. 46 deste anno.
U Sr. prosi lente levanta a sessao des.na id j a
3eguinte ordem do dia : Ia e 2a partescontina-
cao da antecedente.
u;l.__Expediente.Ia oarte da ordem vem *' separadas para que nao estejamos em urna
lucra constante, porque crelo que nao ba uma s
emenda apresentada pelos meus illustres collegas
que nao tivrsse bom direito para fazer parte do
ornamento, desde que a mes* as ac m&u e de bom
grado, embra o art. 111 prohibisse a aceitacaode
alguinis d'ossas emendas.
Ora desde que a in'aa aeeitou taes emendas e a
casa us approvou parece que ellas nao sao con-
trarias materia do projecto, poie, se deve crer do
que aquella emeuda tem cabimento e ligaco com
a materia que s discute, porque se aasim nao
loase, a mesa nao procurara ferir de frente aquillo
que est determinado em lei.
Portanto, i se existe o precedente firmado pela
mesa, de qu-> a materia do projecto nao unifor-
me ; se j existe a favor da emenda a opinio de
urna commiseao, como que a illustre cominissao
de redaeco boje julga-se autorisada contra a d'-
liberaco da mesa a declarar que semelhante ma-
teria nao pode fazer parte do projecto ? Qual ,
puis, o modo de salvar a responsabilidade da illus-
tre commitso que deve encarregar-se d esse tra-
balho? Sem duvida alguma o dever da commisaio
marchar de accordo com o vencido, de accordo
oom o regiment, que a lei d'esta casa e de
accordo com aquillo que toi determinado pe a mesa,
de accordo com aquillo quo toi discutido e aceito,
pirque, senhores, bonu fide, o projecto um, e sendo
assim elle nao pode ser dividido.
O autor da emenda tem o direito de requerer
casa que faca separar a sua emenda para consti-
tuir um projecto, mas a casa na) tem o direito de
por si excluir do projecto uma emenda qualqner
que ou por ventuia tenha apresentado. sta au-
turiJade nao est concebida e.a neuhum dos arti-
gos do regiment, porque para prevenir seme-
lhante hypothese a le deu mesa o direito de
escolber e conhecer aquellas medidas que podem
faier parte do projecto.
J v prtanlo que o requerimento do nobre
deputado nao pole ter applicacito sena) a emeu-
da* suas, porque como autor, elle pode diz-t : eu
tenh i conveniencia em fazer separar do projecto
as m ni .-.as emendas.
Mas pretender separar (odas as emendas que
foram offerecidas ao projecto e que devem ecustu
tuir um s corpo, porque qualquer que seja o nu-
mero de emendas offereeids ellas canstituem um
s corpo com o projecto, querer separar, digo, es-
sas emendas, o que nao me parece razoavel-
Seria necessario fazer nma nova lei que dsse a
qualquer deputado esse direito. Ento sim ; es-
tb decida esta hypothese, qualquer depntado te-
ria o direito de reqnerer qae cada uma das emen-
das off-recidas constituase separadamente um
projecio,
De accordo, porm, com a lei que nos rege, Sr.
presidente, nos nao podemos ter semelhante pro-
sedimento, nos nao podemos ter semelhante auto-
ridade.
Espero portanto, que a casa proceda com mnita
como reqoetimento elle nSo podia ser discutido ivflexo, afim de nao se estabelecer um preceden-
n'aquella occasio pirque nao bavia pascado o re- | te pingoso.
querimento de urgencia que devia preceder. fe por ventura o orcamento cont n em si ma-
Estava convencido que V. Exc bavia resolvido i terias estranhas, emendas que nao poderiam ser
o incidente, considerando o facto como nao pro- i aceitas, a culpa da mesa, a culpa da honrada
mentado, o que hoja fazia presentar como reque
rtmeuto recebido hontem, deixado sobre a mesa, e
boje Hdo na occasio do expedienta, na forma do
art. 114. Se isto aisiin, me dtdo fallar acerca
do requerimento para fazer ligeiras cenaideracoes
sobre a materia. Se pelo coutrario, V. Ezc. cn-
tendeu que o requerimento tinha sido aceito hon-
i commissad de polica que a aceitn e agora ne-
nhnma outra commiseao tem o direite de voltar
atraz no intuito de reformar esse acto.
A comm sso de redaeco, portanto, nao pode
exceder os limites' tragados pela lei, nao pode
deiXMr de proceder de accorda com o vencido, sal-
vo se quizerem urinal-a com uma autoridade que
tem e discutido e que hoje Jeve proseguir a sua ella nao tea, que ella nunca teve desde acreaco
discussao como encerrado e nlo adiado em vista | das assembleas provinciaes.
da emenda apresentada pelo mea amigo o Dr. Ja-
cobina, a questao muda de forma ; e eu para pro-
vocar a decisiu que dove ser dada pela mesa, re-
meti uma emen la additiva pedindo que, se passar
o rf querimento, soja a casa quem declare quaes as
emendas que devem aer retiradas do orcameuto.
Nestas condicoes, ea aguardo que V. Exc. de-
clare como resolveu a materia para saber que po-
aico en tomo na tribuna, e n'este caso peco a V.
Exc. se digne declarar se aceitn minha emenda
additiva, e ae a manda 1er, pois quero fazer alga-
mas consideracoea.
O Sr. PresidenteAceito.
O Sr. Prxedes Pitanga Xeste caso V. Exc.
mande 1er e me dar a palavra.
Vem a mesa, lida, apoiada e entra conjuncta-
mente em discussao a seguate emenda :
c. Requeremos que a casa resolva quaes as ma-
terias que devem ser excluidas do projecto de or-
camento, afim le formaren projecto em separado.
__Joa MariaFerreira Jacobina.Praxede Pi-
tanga. ....
O Sr. Joo de Ollvelra fax lucirs con-
sideracoea sobre o requerimento.
O r. Praiedea Pilanca Nao preten-
do, Sr. pr*8denle, tomar muito tempo a casa acer-
ca da materia em discusiao, e folgo que V. Exc.
recoohecesse que os requetimentos so podem aer
discutidos na hora do expediente e sentina que
esta casa que com tanto afn apresentou emendas
f projeeto, addicionando-os ao oreameno, no in-
tuito de velo* convertidos em le, ou approvados
para que produzam o sen effeito, venha a ter o
desprazer de ver que cada urna d'eatas emendas
ter de ser separada para constituir projoctos que
naturaltaente tero de voltar para o anos para su-
rera jalgados pela commisic de leia nao saoccio-
nidas.
Mas, para que isso nao acn teca em toda e qual-
quer materia nue esteja annexa ao orcameato, eu
pedira illustre commiseao a quem tenlio o pra
ser de me dirigir, que tenha muito em mente que
todos aqaolles projectos que tiverem por fim pro-
ducto de leceita ou diposi(ilo de deepezas, nao
p)dem nrm d vem ser separados do projecto orca-
mentario. *
O Sr. PresidentePeco ao nobre deputa lo que
interrompa o sea discurso por alguns minutos para
mandar ier um requer liento que se acha sobre a
O Sr. Prxedes PitangaPois nao.
E' lido, apoiado e approvado o segninte reque-
r nento :
Reqoeiro prorogaco de bora por 30 miuotos,
afim de termiuar.se a discussao do requerimento
do Sr. Gomes PrenteSxphronio Portella. o
O Sr. PresidenteO nubre deputado pie con-
tinuar o seu discurso.
O Sr. Prax des Pitauga (oontini a ido) Lieon-
testavelmente uin bello proceder desta casa, alb
interromper uma dicnio importante como er.a,
e portanto o proeelimento do illustre Sr. 2o secr*-
tirio apresentando este reqaerimeuto nao pode
deixar de ser por mun louvado.
Continuando, portanto, as aprecii-cis que e*T-
t>va fazendo, esp.Tj que a i lustre c mmisso de
redaeco estudando e examinando os projectos qae
(Apoiado*}.
As emendas, pois, nao podem ser destacadas sem
fleos do direito aaquelles que apresentaram,
porque e questao que nao pode ser posta em du-
vida de qae o projecto de orcamento como outro
qualquer constitaa um todo e oeste momento eu
appello para a commissao de polica, appello mes-
mo qara u presidente desta casa, em quem reco-
nheco o melbor criterio e boa voatade para dar
andamento regular as discasses desta casa.
Portanto, me parece de todo aceitavel o addi-
tivo ao requerimento, porque em boa concordata
chegaretnoe a am resallado.
Espero, portanto, que a easa na votacao deste
requerimento faca com o criterio, cada um re-
Hoctindo e emittindo ana opinio afim de que che-
garemits a um resultado sem offonder aos direitos
de quem tez parte desta casa.
Sr. Baro de liaplaaaraa faz breves
consideracoes
O Sr. Presidente diz qne resolveu collocar o re-
q-i-rimentj na hora do expediente segundo a
pracs regimeutal.
O Sr. Ferreira Jacobina(Nao devol-
vcu seu diseurso.
A discussao ficou addiada pela hora.
O Sr. .aupar de Drummond ipelaor-
d> mi diz que na mesa acha-se um requerimento
do Sr. Rogueira Costa e que portanto, se faca a
abertura do mesmo.
O Sr. Presidente dic ser verdade o qae vem de
dizer o Sr. Gaspar Drummond, porm nao pode
aceitar semelhante reqneriaeot'.
O Sr. (.anpar de Urnmmond (pela or-
dem) faz ligeiras consideracoes sobre a decisao
que acaba de dar S. Exc.
Paesa-se
-1* PARTE DA OBDKH DO DIA
Ent/a em discussao o projecto u 27 deste anno.
Sao lidas, apoiadas, entrando coojnudamente
em discussao, as segnintes emendas:
N. 1.Art. 2. O presidente da provincia po-
der, no caso de permittir o estado financeiro dos
cofres provinciaes, augmentar ao corpo de polica
mais ti na compaubia de 100 pracas e os respecti-
vos ofticiaS inferiores.
t> 1 Para prover a esta despeza reabrir o pre-
ciso crdito.
.S. R. Gaspar de Drummond.Luis do Andra-
daRatis e Silva.
N. 2. A gradasc/io e vencimentos do comman-
daute da guarda cvica sero equiparados aos do
major do corpo de polica.
b. R. G. do D'amm.nd.Lais de Andrada.
Satis e Silvs.
Niugu.m pedndo a palavra encerrada a dis-
cussao, deixand >.e de votar por falta de numero.
Botta em 3a dscusto o prsjecto n. 37 diste
anno.
Vem mesa ama emond do ?r. Garpar de
Druinmoai, que o 8r. prealdente declara nao a
aceitar.
O Sr. (.apar de Brummond fes li-
geiras o(.nsiiera(,oea.
Mr. atoaren de Amorim-(Nao de-
vjlveu o seu discurso).
A discussao fica adiada pela hora.
72" SESSA' E\I 14 DE JULHO DE 1885
PIIE.SIOEKCIA DO ZXM. SR DR. JOS MAXOEL DE BARROS
WA3DERLEY
SammarioAbre se a sessao.Ltura e appro-
vacuo da acta antecedenteEspe-
diente, -Discurso do Sr. Ferreira Ja
cobina justificando am requerimento
de inlorin ices sobre actos pratica-
dos pelo Io juiz de paz de Pancilas
na elcicaj de 1 do correte.Apoia-
monto do requerimento, o qual fica 89-
bre a mesa para ser upportunamente
discutido.Discussao do requerimen-
to do Sr. Gomes Prente sobre a se-
paraco das emendas ao projecto n.
43 deste anuo. Discursos dos Srs.
Visconde de Tabating e Gomes P-
rente.Rejeicc do requerimento.
Declaradlo de voto de diversos Srs.
Deputados. Ia parte da ordem do
dia.Votacao do projecto n. 27 deste
anno, em 3' discussaoDiscussao do
projecto n. 37 deste anno.Discursos
dos Srs. Ferreira Jacobina, Visconde
de Tabatinga e Costa Ribeir .Vo-
tacao do mesmo projecto.2a parte
da ord :m do dio.Voticlo em 3a
aiscuaiodo projecto n. 54 deste anno.
Final da sea.- ao.
Ao meio dia, teita a chamada e verificando-se
starem presoutes os Srs. Ratis o Silva, Rodri-
gues Porto, Barros Wanderley, Luiz de Andrada,
Coelho de Moraes, Visconde de Tabatinga, Joo
Alves, (Soares de Amorim, Sophronio Portella,
Loureoco de S, Jlo de Oliveira, Ferreira Jaco-
bina, Domiugues da Silva, II -rcuUuo Baodcira,
Juveucio Mariz, Ferreira Velloso, Jos Mana.
Costa Ribeiro, Baro de Itapissuma, Regueira
Costa, Augusto Franklin, Costa Gooieo, Gomes
Pareute, Drummond, Rogcibcrto, e Julio de Barros,
o Sr. presidente declara aberta a sessao.
Coraparecem dopois os Srs. An Ir Dias, Prxe-
des Pitanga, Joo de S, e Baro de Caiar.
Faltam, com participtcn, os Srs. Solonio de
Mello, e sem ella, os Srs. Rosa e Silva, Goncalvcs
Ferreira. Amaral,", Antonio Victor, R :;;o Barros,
Barros Birrcto Jnior, e Constantino de Albu-
querque.
E' lida e sem debate appravada^a acta da sea
sao antecedeote.
O Sr. Io secretario procede a lei tura do se-
guiute
EXPEDIENTE
la: lIH -io do secretario do governo, communi-
cando haver o Exm. Sr. vice-ppegdente d pro-
viu:ia prorogado por mais tres dias os trabalhos
da actual sessao desta Aisembla.--Iuteirada.
Urna petic) de Antonio Luiz Cartano da Silva,
bacharel Aunibal Falca > e Alfredo Falcao, a:-
tuaes contratantes do servico stenograpbico desta
Assembla, propondo-se a executar o nesmo ser-
vico durante a sessao de 1887, meaiante as clau-
sulas ja establecidas no contrato vigente.A'
conmisso de polica.
O Sr. Ferreira Jacobina(Nao devel-
veu o seu discurso.)
Vem mesa, lirio, apoiado e fica sobre a mesa
afim de ser opportuuainente discutido o seguinte
requerimento :
Requeiro que o governo da provincia informe
sobre os actos praticados pelo 1 juic de paz de
Pancilas, na eleicao que se procedeu em 1 do cor-
rente.Ferreira Jacobina.
O requerimento fica sobre a mesa afim de ser
opportuuamentb discutido.
Entra em discussao o requerimento do Sr. Go-
mes Prente, sobre a separata de emendas ao
projecto n. 43 deste anno.
O Sr. Visconde de Tabatinga Sr.
presidente, bem contra a miuha vontade entro na
discnsso do requerimento do nobre deputado,
bem contra a niiuoa vontade, digo eu, porque nao
pretendo protelar esta discussa.), nem tomar tem-
po casa, purquanto urge que os nossos trabalhos
teubam um fin e isso por diversos motivos, sendo
o principal a necessidade de que tem o governo
das leis annuas,
Um Sr. DeputadoE V. Exc. o orgo do pre-
sidente ?
O Sr. Visconde de TabatingaNao sou eu o or-
go do presidente, seja o nobre deputado, se isso
Ihe apraz. Nao sou orgo de pessoa alguma, sa-
nan da provincia; demais V. Exc. sabe peit uta-
mente que eu nao sou goveruista e, se faz isso por
cbalaca, perde o seu tempo. Deve saber perfeita-
meote que eu son um homem independente e que
nao preciso da geveroos.
Mas, como dizia, Sr. presideote, o presidente da
provincia acha-se com um ornamento caduco e
nao ha recura.s para sahirmos desse estado anor-
mal. E o orcamento que discutimos deve quanto
aut-s sabir daqui para atteoder-se s necessida-
des da provincia. Para que, pois, estarmos aqu
perdeudo tempo com o requerimento do nobre de-
putado que pede para lirar-se do orcamento as
emendas que cont a materia estranba ? Dois o
nobre deputado nao sabe que isto am costame
antigo e inveterado nesta casa ? Querera por
ventura S. Exc. reformar o mundo V Felizmente
eu nao mandei emendas ao orcamento, poderei vo-
tar por esta on por aquella, mas nao sou padrinho
de nenhuma, declaro em tempo ao nobre depu-
udo.
Mas como dizia, Sr. presidente, o qae vem fa
zei a jui este requerimento': Vem tomar o tempo
nesta casa, norque cada um dos deputados que
teto a sua emenda, julga-se na necessidade de de-
feodel-a, e sendo asaim nem em Dezembro a As-
sembla estar fechada. E no fin de contas quem
perde? A provincia. Assim, pois, Sr, presiden-
te, eu pedera ao nobre deputado pelo 13 distric-
to, autor do requerimento, que o retirasse, deixan-
do o orcamento ficar com a cauda que tem, d i-
xando isso responsabilidade do presidente da
provincia. Assim poupariamos o tempo e habili-
taramos admiaistraco a laucar m dos meios
de que precisa.
Portanto, Sr. presidente, vista das miabas coo-
sideracOes, en espero que o autor do requerimento
retirar, deixando votar o orcamento como se
acha. Quem quiser que tome a responsabilidade ;
a minha opinio.
' ama consa impoesivel dizer o que se ba de
separar e o que nao ba de ser separado; uma
confuso, porque um Sr. depsitado pode entender
que uma emenda tem relaco com a receita e outro
o contrario, e isto obrigaria o Sr. presidente di
provincia a prorogar a assembla pr mesas e me-
ses, porque a mator questao seria esta : todos di-
seco, que teem direito.
(Trocam-se muitos apartes).
Assignei apenas uma emenda com 22 assigna -
turas, emenda que nao nem em prejuizo, nem |
em beneficio da provincia.
nlo Portella, C-sra Ribeiro, Gomes Prente, Ro-
rro, Andr Dias, Ferreira Jacobina, Prxedes
:lo de Caiar <20).
Entrs em 3' discussao o projecto n. 37 d'este
anno.
Preeedndo-so avota^o sao regeitadap as emen-
das de ns. 1, 2, ficando projudicada a de n. 3, sen-
do a ftanlo da emenda n. 2 nominal, a requeri-
mento do .-r. Ferreira Jacobina o qual deu o se-
guinte resaltado :
Votarain a favor a ^ra Drujmvnd, Jos Maria
Batel o Silva, Andr Dias, Luiz de Andrada, Re-
gueira Costi, Jlo Alves, Gomes Prente e Baro
^e Caiar (9J; eeontra os Srs. Cist^ Ribeiro, Fer
reir Velloso. Barao de Itapissuma, Julio de Bar-
ro", Visconde Tabatinga, Soares de Amorim, Coa-
t Gomes, Hereulano Bandeira, Domiugues da Sil-
va, Lurenc" de S, Coelh) do Moraes, Joo de
Uliveira, Juveucio Mariz, Rodrigues Porto, Fer-
reira Jacobina, Sophronio Portella, Prxedes Pi
tango e Augusto Franklin (19;.
Passa se a 2a parte da ordem do dia.
Continua a votacao em 3 discussao do projecto
n. fi-1 deste anno o qual d o seguinte resultado :
Emenda n. 155 appiovada,
Dita n. 156 regetada.
Dita o. 157 approvada.
Dita n. 158 dem.
Dita n. 159 regetada.
Dita n. 160 approvada.
Dita u. 1G1 regetada.
Dita n. 162 dem.
Dita n 163 idom.
Dita n. 161 dem,
Dita n. 165 approvada.
Dita n. 166 idem.
Dita n. 167 idem.
Dita n. SS regetada.
Dita n. 169 approvada.
Dita n. 170 idem.
Dita n. 171 prejudicada.
Dita n. 172 approvada.
Bhhco de Crdito Real de Per-
naDiiiuco
Ouubr de lSStt
ACTIVO
Accionistas 10.-500S0T0
Emprestimos bypothecarios 7 A 2002000
Valores bypothecados 1,469; 1003000
Deposito de administrarlo c gerencia 16:000*000
Paos dr jangadaInterior 70
PranchesExterior 41
Interior 50
Total 91
Letras r< ceber
Letras hypothecarias
Valores caucionados
Movis e utensilios
Diversas contas
Caia
:l':0 1031IOO
73:3'*
i) e ojooo
1:313*150
13:1735910
3:264635
2,773:3512725
PASSIVO
Capital
Emisso de letras hypothecarias
Garantas de hypothecas
C'auco de adininistraco e gerencia
Ttulos em eauco
Letras hypothecarias sorteadas
Lucros suspensos
Diversas contas
500:000000
724:200200
1,46!): 1002000
16.0002000
40:000 J0J0
2002000
3:5522783
20:2982942
Prata vclhci Exterior
RapInterior
SalInterior
SolaInterior
Trapos Exterior
Vassouras Interior
3,089 ki!,
.V.i kil.
62:680 litros
5 rolos e 20 meios
150 fardos
21 duzas
Essa exportacao, caloulada pelos precos me-
dios do mez em relaco cada artigo, tea este
val r:
Assim, pois, Sr. presidente, nao querendo tomar
mais tempo casa, eipero que o nobre relatar re-
tirar o sen requerimento, deixando que o Sr. pre-
sidente da provincia se ate como puder com o que
daqui val.
VozesMuito bem : muito bem.
O Sr. domes Prente(Nao devolveu o
seu discurso).
Nmguem reais pedndo a palavra encerrada a
discussao e posto a votos o requerimento do Sr.
Gomes Prente regolfado.
Vem a mesa e lido a seguinte declaracio de
voto:
Declaramos ter votado a favor do requerimento
que mandava destacar do ore i ment provincial,
para constituyera reiacoes distinctas, emendas, na
forma do art. 141 do regiment alheias ao referido
oroamnto.G. Drnmmond Gomes Pare t
Dr. Costa Gomes.Domingos da Silva.Vigario
Augusto Franklin.
Pasas-se a 1 parte da
OBOEX SO MA
Procede-se a votacao do projecto n. 27 d'estc
anno.
E' approvado salvo as emendas.
E' approvada a emenda n. 1.
Indo votarse a emenda n. 2 o Sr. Lourenco de
S req'icr e a casa concede qne a votacao seja no-
minal.
Procedendo-se a votacao d elle o s guinte re-
salalo:
Votam a favor os Srs. Ratis e Silva, Julio de
Barros, Rodrigues Porto, Regteira Costo, Augus-
to Franklin, lilis de Andrada, Soares de Amorim,
Drummond, Jo4o de S (9); eeontra os Srs. Vis-
cende de Tabatinga, Joi de Oliveira, Juvenoid
Mariz. L mrenco de Sa, Domingos da Silva, Fer-
reira Velloso, Bario de Itapwsuma, Costa Gomer,
HercuUoo Bandeira, Coelho de Moraes, Soobro-
Dita n. 173 dem.
Dita u. 171 idem.
Dita n. 175 regeitada.
Dita n. 76 approvada.
Ditan. 177 idem.
Dita n, 178 regeitada.
Dita n, 179 idem.
Dita n. 180 approvada.
Dita n. 181. dem.
Dita n. 18 regeitada.
Dita n. 113 approvada'
Dita n. 184 regeitada.
Dita n. 185 approvada.
Dita o. 186 idem.
Dita n. 187 idem.
Dita n. 188 idem.
Dita n. 189 idem.
Dita n. 190, regeitada.
Dita n. 191, approvada.
Dito o. 192, idem.
Dita o. 193 idem.
Dita n. 194 idem.
Dita n. 195 idem.
Dita o. 196 dem.
Dita o. 197 prejudicada
Dita o. 198 dem.
Dita o. 199 approvada.
Dita n. 200 idem.
Dita n. 201 idem.
Dita n.'02 idem.
Dita n. 203 na 1* parte regeitada.
Dita n. 204 prejudicada.
Dita n. 205 approvada.
Dita n. 206 dem.
Dita n. 207 pr.jidicad.i.
Dita n. 208 aoprovada.
Sendo nominal a votacao sobre a emenda n, 203
a qual deu o sehuinte resultado :
Votam a favor os Srs. Diummond, Costa Ribei-
ro, Andr Dias, Juvencio Mariz, Rogoberto, Pr-
xedes Pi'anga, Rigueira Costa, Joo Alves e Ba-
re de Caiar (9); e contra os Srs. Baro de Ita-
pissuma, Julio de Barros, Visconde de Tabatinga,
Soares de Amorim, rosta Gomes, Herculano Ban-
deira, Domingos da Silva, Lourenco de S, Joo
de Oliveira, Luiz de Andrada, Ferreira Jacobina,
Sophronio Portella, Augusto Franklin., Gomes P-
rente, Jos Maria e Rodrigues Porto (16).
O Sr. presidente levanta a scsso designando a
seguinte ordem do da: 1 parte 2a discussao das
emendas apresentadas, em 3a dos projectos de os
54 e 27 deste anno: 2a parte contiouace da an-
tecedente
73' SESSAO EM 15 DE JULHO DE 1886
PHESIDESClA DO EXM. SB. DR. JOS MANOEL DE BARBOS
WAXDERLRV
SummanoAbre-se a eesso.Leitura e appro-
vaco da acta antecedente.Expe-
diente.Discursos dos Srs. Jos Ma-
na, Joo de Oliveira e Costa Ribeiro.
Apresentaco de uma moco qae
nao aceita pola mesa.Eucerra-
mento da discussao do requerimento
do Sr. Juvencio Maris pedndo iufor-
macoes sobre as ultimas eleicOes de
Caruar.1 parte da ordem do dia.
Adiamento da 2a discussao das
emendas apresentadas em 3' ao pro-
jeetto n. 54 deste anno.Adiamento
da 2a discussao da emenda em 3a ao
projecto n. 27 deste anno. -a parte
da ordem do dia : Adiamento da Ia
discasso do projecto n. 7 deste anno.
Final da sessao.
Ao meio dia, feita a chamada e veiifioando-se
estirem presentes os Srs. Ratis e Silva, Barros
Barreto Jnior, Reg Barros, Soares de Amorim,
Lourenco de S, Sophronio Portella, Juvencio Ma-
riz, Joo de S, Rodrigues Porto, Baro de Ita-
pissuma, Augusto Franklin, Herculano Bandeira,
Domiugues da Silva, Luis de Andrada, Barros
Wanderle, Vizconde de Tabatinga, Coelho de
Moraes, Rogoberto, Ferreira Velloso, Jos Maria
e Joo de Oliveira, o Br. presidente declara aber-
ta a sessao.
Comparecen) depois os Srs. Casta Ribeiro, Cos-
ta Gomes, Prxedes Pitanga, Regueira Costa, Ba-
ro de Caiar e Andr Das.
Faltam com participaco os Srs. Selooio de Mel-
lo e Constantino de Albuquerque, e sem ella, os
Srs. Rosa e Silva, Goncalves Ferreira, Ferreira
Jacobina, Drummond, Amaral, Antonia Victor,
Gjtnes Prente, Regueira Costa e Julio de Bar-
ros.
E' iida e sem di bate approvada a acta da an-
tecedente.
O Sr. 1 secretario procede a leitura do segnin-
te
EXPEBIEHTE
Um officio do Sr. deputado Constantino Lins de
Albuquerque, commuoicando qae por motivo de
molestia tem deixado de comparecer s sesso-s.
Inteirada.
Outro do secretario do governo, de volvendo
sanecionado um exemplar da resoluco relativa a
crditos sopplemeutares.A' archivar.
Outro do m ;smo, devolvendo informada as peti-
roet de D. Procopia Rosa de Jess, Antonio Hen-
rique de Sonsa Gomes e D. Militan dos Santos
Jorge.A' quem tez a reqnisico.
Outro do mesmo, reme'-tendo uma nformaco
do inspector do Tbesouro P.-ovincial e mais pa-
I peia relativos ao pagamento de 27f 020, de trans-
2,773:3512725
S. E. e O. 1-----------.
Peruambuco, 3 de Novembro do 1886.
Os administradores,
Manoel Joao de Amorim.
Jos da Silva Loyo Jwor.
Luiz Duprat.
O gerente,
Joao Fernanda Lopes.
tiuglish Kaiik of Rio de fane.ro
(Limited)
Capital do Banco em 50,000
acedes de 20 cada uma 1.000,000
Capital realisado...... 500,000
Fundo de reserva...... 190,000
BALANfO DA CAIXA FILIAL EM PERXAMBCO,
EM 30 DE OUTUBRO DE 1886
Activo
Letras descontadas....... 35i):376!)o0
' Emprestimos e contas caucio-
\ nadas..............
Letras a receber.........
Garantas e valores depositados
Mobilia, etc. do banco.....
Diversas contas.........
Caixa
Contas correntes
simples ....
Deposito a prazo
lixu com aviso
e por letras .
274:17(15090
883:756^090
521:858,5080
2.2970250
l,232:505jfil0
..95:9Gt55
Rs. 3,238:9365630
Passivo
697:17-U430
Assncir
lyodao
Agurdenle
Cauros
Mel
Abacaxis
Borracha
Caf
Cera de carnauba
Carocos de algodo
Garrapato
i hapos de carnauba
Cieos
Courinhot
Doces
Espanadores
Farinha de mandioca
Goma de mandioca
Garras
Medicamentos e drogas
Metats velhos
Milito
Ossos
Onro velho
Passaros seceos
Paos de jangada
Pranchoes
Prata velha
Hap
Sal
Sulla
Trapos
Vaisuiiras
Total
1.775:501*6
21.-46838C
60:251 Sil2
4051008
7(0*000
2.208*4*
30*008
2:208 000
1:9945100
2:1003000
1:621600
1:563*2W
43:313OG:
50oor
3:711*006
3181400G
60*00
C:400*00y
150G0U
8:375*000
40-t*U*
7:300*090
1:000*0:10
210*000
4:450*08
242*201;
1:100*0"*.
313*40!
150*00u
150*009
21*006
2.536:276*9 IS
1,158:264*980
Letras a pagar
Ttulos em eauco e deposito .
1,855:4395410
1775590
521:8585080
Diversas contas......... 861:5215550
Es. 3,23S:93G5630
8. E. & O.
Pernambuco, 3 de Novembro de 1886.
Assignados^'^/- frW> mlna?er-
0 (Fred. Goodcfuld. accouutant.
HLVSTA DIARIA
Faculdade de Olrelio Lista dos estu
dantos que serio chamados as respectivas bancas,
hoje 4 do corrate :
Io. anno
Ns. 69, 70,94, 95, 121, 122,123,126, 127, 128,
13o, 131, 134, 135 e 136.
Supplentes
Ns. 137, 138, 139,141, 142. 143, 141, 145, 146,
147, 148, 149,150, 155, e 156.
2. anno
Ns. 86, 87, 08, 89, 90, 91, 92, 93, 97, 98, 99,
100,101, 102 e 103.
Supplentes
Ns. 194, 105, 106,107, 108, 109, 110, H3, 115,
116, 117. 118 e 119.
3. anno
Ns. 84, 85, 86, 87,88, 89, 91, 92, 93,94, 98 e 99.
Supplentes
Ns. 100, 101,103,104,105, 106, 103,109, 110,
111, 112 e 113.
4. anno
Ns. 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77,78, 80, 81,82 e 83.
Supplentes
Ns. 84, 86, 87, 88, 89, 90, 91, 92, 93, !<5, 96
e 97.
5o. anno
Ns. 70, 71, 72,73, 74, 75,76, 77, 78, 79,80 e 81.
Supplentes
Ns. 82, 83, 84, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 91, 92 e
93.
H01 intento do porto do Recite.
Foi o seguinte o movimento do porto do Iiecife no
mez de Outubro prximo findo.
Entraram do Jtixleriur
19 Vapores, lotando 31:866 toneladas.
28 Navios de vela, lotandc 10:412
Entraram dos portos do Imperio
25 Vapores, lotando 25:375 toneladas.
56 Navios de vela, lotando 15:222
Dando para total das entradas
44 Vapores, lotando 57:191 toneladas.
84 Navios de vela, lotando 25:634
Sahiram para o Exterior
13 Vapores.
34 Navios de rea.
Sahiram para os portos do Imperio
25 Vapores.
40 Navios de vela.
Lando para total das sabidas
38 Vapores.
74'Navios de vela.
-V. />'. Naa entradas comprebende-se nm vaso
de guerra.
Exportacfto de Pernambaco No
prximo findo mes de Ontubro foram exportados
pela Alfandega os seguimos gneros
portes concedidos por cout.i da provincia, nos car-
ros da estrada du ferro do Iiecife so 8. Francis-
co, em Maio ultimo.A' commisaio de orcamento
provincial.
Outro do mesmo, idem, idem, sobre o de.......
777*600, de passagens concedidas por conta da
provincia, nos vapores da Companhia Pernsmbu-
cana, a sentenciados que sagairam para o presi -
dio de Fernando da Noronba, em Junho ultimo.
A' commissao de orcamento provincial.
Cu tro ao mesmo, id< in, idem, sobre o de 5*800
de passagens concedidas em Msio ultimo, por con-
ta da provincia, nos carros da estrada de ferro do
Recife ao Limoeiro A' commissao de orcamento
provincial.
Outro do secretario do Instituto Archeologico e
Geograpbico Pernambucano, enviando 6 exempla-
res de sua Beoieta para seren distribuidos pelos
membros da mesa da assembla e um para o ar-
chivo da mesma reparticao.
O *r. Joa Baria-(Nao devolveu o seu
discurso.)
O Sr. Costa Btifcelro (Nao devolveu o
aeu diseurso.)
Os liberaes retiranwe do recinto e as galeras
apptaudem.
Fica adiada a discussao.
Paesa-se 2" parte da
oanex do na
O Kr. Luiirenro de diz que usse
pode passar a 2* parte da ordem do da, por ser
isso contrario ao regiment.
O 8r. PresidenteDos de que ae esgotaa ma-
teria da 1 parte nilo tem eutro remedio senao
patsar 2* parte.
Eatra em discussao o projecto n. 27 e nao ha-
vendo mime-o kvanta a sessao, designando a se-
guinte ordem do dia:
1* e 2 partes contiasaeao da antecedente.
A ssucarExterior Interior Total AlgodaoExterior Interior Tal AgurdenteExterior Interior Totf! Couros Exterior Mel Exterior AbacaxisExterior Inf.ror Total BorrachaExterior CafExterior Carocos de algodaoExtcrioi Carrapatotxterior Cera de carnaubaExterior Chapeos de carnaubaInteric Coco*Exterior Interior Total CourinhosExterior Interior 7:222:721 kil. 3:411:752 .
10:634:473
1:043:766 kil. 273:060
1:316:826 .
344 litros 151:198 ..
151:542 157:892 kL 4:320 litros 439 1:375
1:814 5:516 kil. 60 kil. 19:941 UO:000 5:520 r 8:108 8:400 26:080
34:480 43:213 100
Total 43:313 DocesInterior 210 kil. Espanadores Interior 1 Caixa Farinha de mandiocaInterior 1:287 saccas Goma de mandiocaExterior 1:592 kil. GarrasExterior 1: 40 Medicamentos e drogas Exterior 10 volumes Interior 55'1 Total 560 j> Milho-Interior 1:1x6 satos Metaes velhos-Exterior 300 kil. OssosExterior 20:CO0 kil. Ouro velhoExterior 8,727 Passar.)* seceosExterior 2:000
Wociedade Auxiliadora da ariral
tara de Pernambuco em 9 fie &'-
'inlro de I febttscreve-uos o Sr. Dr. .
A. Milet :
Srs. Redactores e Adminstradores do Diam.
Cumpre-me feiicital-os, por parte d'esta Sociedad".
pela importante decisao que acabara de tomar, a de
publicar aos domingos os ltimos telegramteas
traiuniittidos pelo cabo transatlntico, acerca doe
precns obtidos, nos grandes mercados da Inglater-
ra e Estados-Unidos da America do Norte, pelos
nossos dous principies gneros de exportacSo.
Prestaro cora isso relevante servico aos nos-
sos productores, habilitanco-os a apreciar a rela-
jao que existe, entre o dinheiro que recebes: i
peles seus gneros e o preco pel^ qual estes sa
vendidos nos mercados consumidores, e tambuut
aos nossos exportadores, constantemente aecusadoc
de abusar do monopolio, de fnclo, Ho qual se acbasc
investidos, para julgarem os vendedores, ao pasta*
que tal a incerteza de semelhante ramo deaeg-
cio, que tanto elles, como tambem os armazeasv-
rios, nem sempre recuperam na venda o capital des-
pendido com a compra, e muito maior o numere
d' .1 ominen-iantes que arruinaram-se, etpeeolande
com a exportacSo^ dos nossos gneros, qae o sc
que com ellas enflltoeceram.
o V- se, com effeito, dos piec'-s que obtinhasE
o nosso assucar e o nosso algodSo, a 28 do Mata-
do aya grandes mercados inglezes, e que Vs. 8a.
publicarais no Diario de domingo prximo pacnid*
(10 Sch. e 3 d por quintal de assucar n. 9 e 5 5/H
dinhtiros por libra de algodSo/atr Pernambcwo),
que entre o preco local, correspondente ao que te
deve apurar no mercado inglrz. combinado esos
estado de cambio de nossa moeda nacional, ediat
nuido da importancia das commissoes, fivtes, se-
guro, mpestos etc. e o preco que encontrast t
praca os nossos agricultores, nao se d a- tantac
vezes apregoada despropnrcao.
Assim. pelo qne toca ao slsrodao, o preco loesS
correspondente a 5 5/16 de dinheiro por libra. e-
tando o cambio a 22 d, o de rs. 6*120 por 15 ki-
los, isto ti, crin ponca differenca, o termo meds
entre as cotacoes do 1.' surte e do mediano ac
nossa praca, dorante a semana prxima passada-
Quanto ao assucar, o preco local correspondes-
te ao de 10 Sch. 3 d por quintal 1*265 por 15 ki-
los,cem res mais que o indicado na Revista Cam-
mercial do Jornal de domingo, que corresponde i
cotacilo de 9 Scb. 9 d. ao cambio de 22 1/2; 1
no estado de incerteza dos mercadea, ninguna <
admirar, de se terem os compradores baseatto t
probabilidade de uma haixa de 6 d. nos
mercados e de igual subida c na taxa do ea
tanto mais que nao ha muitos dias houve saqttsc
a 22 1/2.
Isto dito, peco desculpa por me ter detaorade
nestes pormenores, motivados pelas erradas asm-
ciacoes que por ahi correo acerca da importases*.
relativa das causas que concorrem para os des
gracades precis, "om os quaes os nossos intesac
agricultores bao de contentar-se; e aqni findo,Src
redactores, reiterando-Ibes os agradecim"nts da
Sociedade Auxiliadora da Agricultura e juntaada-
Ihes os de quem se preza ser de Vs. Ss. veneratUc
creado e obrigado.Henrique Augusto Milet, se-
cretario geral.
V. tina cien loHontem s 4 horas de.
tarde e na ra de Pedro Affonse, o carro n. 11 de
Companhia Locomotora, qne vinha da estaeSa
das Cinco Ponas carrejado com saceos de as-
sucar, atropellou o menor Manoel Lopes da Silva
Cruz, ficando com a perna esquerda esmagaa
por uma das rodas do vehculo.
O cocheiro, ao que nos consta, onda sofFrea, e
offendido foi recolbido ao h< tpital Pedro II.
EatatiHtica Hortaarla No Ccotiteis
Publico do Santo Amaro foram sepultados ear
Outubro :
De 1886 /> 255 corpos
De 1885 240
De 1884 286
De 1883 246
De 1882 327 ,
A media diaria dos enterramentos no proxiss*
findo mez de Outubro foi de 8,22 corpos.
Os das de menor numero de enterramentos fo-
ram : 12, e 24. em que houve quatro; 6, 15 e l.
em qne houre cinco ; e 10 e 31 em que boawe
seis.
Os dias de maior numero de enterramentos t,_
rain : 9 em que houve treze ; 25 e 30 esa 4
bouve doze ; e 2 em que houve onse.
Presidente do Klo Grande do Mar-
te.No paquete Cear veio do sul o Exm. He.
Dr. Antonio Francisco Pereira de Csrvalho, presi-
dente ltimamente nomeado para o Rio Grande ae
Norte.
A respeito do seu embarque, escreveu a Gaza
da Bahia :
No paquete nacional Cear segaio boatoa:
para Pernambuco, sua provincia natal, nosso dis-
tincto amigo c Exm. Sr. Dr. Antonio Franeise*
Pereira de Carvaftio, ex-secretano desta provioets
h presidente nomeado para a do Rio Grande V
Norte.
>' Grande numero de pessoas gradas, correligio-
narios u amigos do illustre cavalheiro, acompa-
nharam-no 10 embarque, qae realisou-se no Ar-
senal d Marinha, s 3 1/2 horas da tarde.
Por incommodo de saude 8. Exc. o Sr. canse-
Iheiro Bandeira de Mello, que depois de achar-se
na cid. de vio-se f.rcado a voltar para o pslacate
da Victoria, nao pode assistir ao embarque.
1 Estiveram presentes Ss. Exea, os Srs. desem-
bargador Espiuheira, Io vice presidente da pro-
vincia, que com outroo cavaihe-ros acompanhou a
Sr. Dr. Pereira deCirvalho atea bordo do CearL
general commaodante das armas, deputados ge
raes e provinciaes, chefes das reparticocs, todo
os empregados da Secretaria do Governo, omciaet
do corp > de polica e amigos particulares do dic
tincto cidado que ia pertir.
AS. Exc. foram prestadas todas as homsv.
devidas a sen sito argo. 'Deuaguarda de huir
o 16' batalhao com a respectiva msica, achanta-
se tambera no Arsenal a msica do corpo de po-
lica.
S. Exc. embarcou na galeota do Arsenal, e **
passar o Cear pela fortaliza do mar, deu esta*
devida salva.
Renovando nossas ordiaes despedidas, dase-
jamos a 8. Exc. a mais feliz viagem*.
FallecimentoCartas recemdas hon'estt
de Minas-Gems trouxeram-nos a triste noticia
de haver fallecido no dia 3 do njez prjimo findn
e na cidade do Turvo, o juiz de direito d'alli, Dr.
Mignol Augusto do Naecimento Fe'tosa, < qnefc*
muito resilla naquella provincia, onde ta-nbess
exercerao cargo de juiz municipal e de orph:i
Era o fallecido natural d-sta provincia e i
I

'
-'
*



--------^^bbbbb



Diario de Peruuiuhiicotyu.nta--ic.ra 4 de Xuvcnibro de 1 fi
mi e finado Dr. Antonio Vicestte do Nascimento
F itota ,, .
Tinba cerca de 45 *udos do idade e era talen
toso e probo.
A u* carentes presentamos nossas conao
lenci f
A Moda IiliiMraitaDo Rio de Jao"iro
receb-roos hontein o n. 187 deste jornal de modas.
Tras om figunno colorido, varias Bravuras no
texto orna estampa d.' moldas e bordados.
Club .literario tucrr Junqar-iro
Acbam se encerrados o trabalhoa deste Club,
no corren te aono.
Recomecarao na primeira dominga do ana o
viudouro,
Eimiila- De S. B-nto remeteu-nos o sr. F.
M- ft a quantia de 103000 para as cisas de ca<
ridad do padre Ibianiua, daa quaea esmoler o
irmo Ignacio.
Direoloria da* obras de coaaerv*
ro do portoBoletim meteorolgico d
di 12 de N .vem'.ro de 1886 : \
Horas
B'S ;,
o
-o h
Barmetro a
0
6 m 25-9
9 28-i
12 28-6
8 t. 28-1
6 270
75911
760*67
760-0
758">39
758-63
Tenso
Jo vapor
a
o
a
o
E
o
a
20.32
19.7IJ
J9.90
19.711
20.33
80
70
68
70
7;
j
.
j
Temperatura uiaxuu9*3.
Dita ininimn25"7.
Evaporaclo em 24 horas : ao sol6in9, som-
braira6.
Chavanulla.
Directo do vento : calmarla da meia noite at
i horas da manh ; E at meia noite.
Vclocdade m lia do vento l,">Lil por segunda.
Nebulosidade media: entre 0.6 0,7.
O valor mercantil da vidaPretende
Addison, segundo disse o N>w-York Fornin ,
que o bornean deveria por mais cuidado na direc-
cSo do que na conservacao de sua vida. Os boinens
do seculo XIX chegaro, se nao a destruir este
iriocipio, pej menos a dar muita importancia ao
problema da conservacao.
Todava taz pouco tempe, um Ilustre medico
ingles, sir James Paget, pedio que a saude per-
feita tivesse seus dignatarios, como oatros montos
os tm no mundo e que todo homem chegado aos
siacoeota annos sem ter padecido entermidade
^rave, recebesse urna mostra de apreso nacional.
S que h .je se concede protecca > da vida e saude
geral a attencao que nv-recem.
A conducta dos governos neste pinto tem mu-
dado multo nos ltimos annos. 11 je, parece mui
natural que o estado se oceupe cm cuidar da vida
do contribuate que Ihe cache as arcas do theaou-
ro : nao obstante, a cousa nova ; como que ape-
gas conta meio seculo de existencia.
A maior parte das grandes potencias tem or-
janisada u.aa udioinitr-cao da saude publica. A
Franca tem o conselho central de hygieoe; a Ai-
lemanba o despacho central de hygiene; a Ingla-
terra o Local Governement Board que abran-
ge 15,000 districtos sanitarios; oa Estado6-Uu-
Job o National Board e sociedades de bygicns
em todas as cidades e anda em algumas villas e
aldeas; a Italia o co iselho superior de saude, as
ommseoes muuicipaes sanitarias, assim como a
organisacao da saude martima, qae a in-lh t
que f xiste na Europa, e pode servir de modelo ; e
a Hespanha, finalmente, t m a sua direecao de
saude saniiade hespanhola de hygiene.
A este de6envolvimento da vigilancia, cumpre
acrescentar a diffusaj de conbecimentos em ma-
teria de hygiene e de salubridade. l'.na nova
ciencia, com seus especialistas e at c un sua 1 t
teratura, fez sua apparicao : porque as que de tuedicna preventiva i-Oai preoecupado, nao so-
stente as academias de medicina, mas tambera os
economistas, e teem 'ornado posto entre os pro-
blnn-ts da poltica e ca socialogia.
O resultado de.txios estes atreos tem sido no-
tavel, porque as estatisticas provam que tem ba-
ndo urna descida mu grande na mortalidad, na
prmeira metade deste seculo: tem de se ttri-
imr isto necesariamente as reformas inlroduzi-
das na hygiene publica. De pessima que era, chc-
ou a ser medicina ; de medicina chegou a ser
uasi boa.
A mortalidade annual era Londres, em 1680 er*
de 80 pw mil; em 1750, de 31 por mil, em 1880
de 23 por mil
Em Pariz, era de 50, no seculo XIV, hoje nao
hega a 26
No scalo XVI, o termo media da vida humana
se calculava nada mais que em 18 annos, buje se
alcalva em 41.
Em 1729, de quatro meninos morriam tres an-
tes da idade de cinco annos. Em 1800, ja erara
doos dos quatro, os quaea ch'gav.m a essa da
le. Na actualidade, exceptuara eiw de quatro ou
cinco grandes capittes onde a m rt-lida te infan-
til muito grande, resalta que 70 0 dos ir.nios
hegam aos cinco annos.
Neste* ltimos tem; s, o aecrescimento da mor
saudade tem sido ate c rto po.ito regular e cons-
tante. Inglaterra por exemplo, tem desculo gra-
dualmente desde 225 %, em 1861, at 19/3 /.
cm 1830-82. Isto de 1,000 nascid.s, chegam
sos quinze anuos 29/4 0 mais do que bu vinte
annos.
Desde um seculo, a drselo media da vida bu-
sana se tem duplicado por mais que diminuam os
GOMMERCIO
centenarios. As estati-ticas ingleza e italianas,
que ptaaim pelas m.is ex.clas, d-m matrain que
a diwinuicao da mortalidade desde 1861. equivale
ao HUgmeuto de 2:009 annos vida de 10J0 indi-
vidu >s eufe mus.
Cora estes didos se tem chegado a avaliar em
dinheiro e6tas ecouomits da vida-
Em I- glaterra se calcula, que a vida d'um re-
cemnascido v^le 40 libras esterlinas.
A eduuacao de um meuinj custa, termo med i
2:500'
Todo este dinheiro se perde su o menino mirre
antes da idade da producco. O valor da vida da
um adulto representa para o esttd >, 3 750 p se-
tas : seo producto annual 6 de 475 pesetas. Estas
cifras variara, como natural, segundo os paizes
Perm pode affimar-ee em termos geraes que a me-
tade da populaco momu durante a idade da
prodaccao. Era os Estado-Unidos, o algansmo
d. 401:000 Nao b que dizer. pois, quo a mais pe
queua diminuida. da mortalidade representa all
urna ecoaomia consideravel.
Por outra parte, cada morto representa dous
annos de. enferraidade durante um me?. Ha por
coasequencia em os Estad -s-Uoidos 1 50'):000 -u-
fermos constantes ou d'outro modo, 36,000:009 d-
doentes durante um m- z de cada anuo.
Era Inglaterra se calcula que cada individu >
que trabalha, necessita, no anno, semana o meia
de descanso p >r enfermidade. loto representa urna
perda de trabalbo enorme. Por fortuna, tudo o
que diminue a mortalidade geral diminue o total
de horas de enferraidade e tudo que augmento
na duracao media da vida, se traduz na pratica
por milbo'8 de pataces.
E conta-se que aiuda estamos no meio do ca-
minho. Us bygienitas esperara poder rcduzir a
mortalidade de 20 a 10 e mesmo a 5 / e que o
numero das horas de enfermidade ftictae entre
200 60 '/..
IssjtMsMbEffecfuar-se-hao:
Ho|e :
Peo agente Gasndo, s 11 horas, ra de
Mara Cesar d. 39, da taverna ahi sita.
Pelo agente Brito, s 10 e 1/2 horas, na roa de
Pedro Affonso n. 43, de faz .radas, miud zas, etc.,
etc.
Amanha:
Peio agente Pinto, s 11 horas, na ra do Eom
Jess n. 43, do fazendas limpas e avsriadss.
Pelo agente Brito, s 10 1,2 horas, na ra de
Pelro Affonso n. 43, de fazendas, miudezas e mo
veis.
Pelo agente BurlamaqiU, s 10 1/2 horas, na ra
Imperial n 279 da taverua ah existeute.
Pelo agente Martin, s 11 horas, no ta andar
do sobrado ra do Kangel n. 53, de movis, lou
(as, vidro: e espelbos.
Peto agente Gusmao, s 11 horas, roa do
Mrquez de Cunda n. 48, de movis, miudezas,
etc.
Sabbado :
Pelo agente Gasmao, s 11 horas, na ra da
Aurora n. 139, de movis de diversos misteres.
tfluoa* fnebre. Serio celebradas
Hoie :
A's 8 horas na Ordem Terceira de S. Francis-
co, por alma de D. Elisa Ferreira Leal Reis.
- Amanha :
A's 7 horas, na Soledade, por alma de Carlos
Auirust-i de Seixas.
iAsma*elron=Chegado8 do sul no vapor
fr ancez Ville de Baha :
Eduardo da ^>ilva, Mr. Heymann Isvel e Jos
Thomaz de Oliveira.
Chegados da mesma procedencia no vtipor
nacional Principe do Grao Para:
Dr. Zacaras Fernandes Viuhas e Constancio
Cabral.
Lotera da provincia Hoje, 5' feira, 4
do Novembro, ao meio da, so extrabir a 8.* parte
da 1.* lotera em beneficio da Santa Cas* da
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro
vado.
No consistorio da igreja de Nossa Sen hora d>
Conceico dos Militares ser taita a citracct
pelo iydtema da machina Fichct.
LolerinA 8* parte da 1' lotera da provir
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericord'ii
do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande
100:00000^, ser extrahida hoje 1 de Novem
te, princir ando a extraccio ao meio da.
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casa da r'oituna, ra Priueiro de Marco nume-
ro 23.
Tamnem acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Indepeodencia ns 37 e 39.
Lotera Estraordlarla do Vpiran
gm O 4. e ultimo sorteio das 4." e 5. tn<-t
d. ata importante lotera, cujo maior premio <>
150:00000(>, ser extrahida no da 20 de Novem-
bro.
Acbam se expostos venda os restos dos ti
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marc-
n 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do BioA 4* parte da Ioteru.
n. 365, do novo plano, do premio d- 100:000^000
era extrahida a.nnuha 6 de Novembro.
Os bilhetes acbam se venda na Casa da Foi
tuna ra Prmeirr. de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da rorteA 1< parte da 2"1* lo
teri. da corte, cujo premio grande de 100:000*
ser extrahida no da de Novembro.
Os bilhetes ach.un-se venda na Casa da For
tuua ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na prac* da Inde-
pendencia ns. 37 r 39.
Matadotsro PublicoForam abatidas n<
Vfatadouro da Caftanira 82 rezes para O eousume
lo dia 4 de N ivembro.
beudo: 66 rezea pertenceatsa Oliveira Castr ,
i C, e 16 a diveraos.
Mercado unlclpal de 8. Jnne-i
inovimento deste Mercado uus das 1 e 2 de No-
vembro foi o seguate:
Entraram :
57 boi* pesando 8,118 kilos.
655 kilos de pe-xe a 20 res 13100
55 eargas de f .riaha a 200 ris 1 *ln
25 ditas de fructaa diversas a 300 rs. 7*500
12 tabuleiros a 200 ris 2H'-Q
38 Sumos a 200 ris 7*6.0
Foram oeenpadus :
5o columnas a 600 ris 31*80'
46 compartimento* de farinha a
^500 ris. 230(K)
39 ditos da comida a 500 ris 19*5'0
1401/2 ditos de legumea 400 ris 56*2' 0
33 ditos de snino a 700 res 23*1 0
22 ditos de tressaras a 600 ris 13*200
2 ) talaos a 2* 40*000
6 diio a 1* 6*000
A Oiiveira Castro & C.:
108 talhos a 1J ris 108*000
4 talhos a 500 res 2*000
Deve ter sido arrecadada nestes das ,
a quantiade 361*400
Presos do da :
Carue verde di 320 a 560 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 rea dem.
S -m s de 560 a 640 ris idera.
Fariuha de 240 a 320 ris a cuia.
Milbo de 26) a 32 I ris dem.
Feijo de 560 a 640 dem.
imiUlOLS A PEDIDO
xia commerclal de
buco
Reman
ECIFE 3 DE NOVEMBRO VE 18So.
As tres horas da tarde
''otac6e offimae*
Actes da companhia de edificicj, do valor de
100* a 95* cada urna.
Jambio sobre Londres, 9 j dv. 22 d. por 1*000,
bontem.
Na hora da oolaa
Veudeiaro-se :
26 actes da companhia de eJificacao.
12 ditas dem.
13 ditas idem.
O presidente,
Pedro Jos finio.
O secretario,
Candido C. O. Alcoforade.
Al tiUWU SITOS PLBLU.S
t t. e Novesabca de 1886
i Jhu. aaaax-i>. 2 dew < 3 LLTftnUKQA 56:838*679 48:586.3:9 105:425*078

Oasu>a raoTiaciaL De 2 tdea d 3 Te:' 11.921 6:564 .*; i .166 18:485-860

123:910*938
alaiTswanpaiA 1> lotm dt 3 i 1:154 510 l:6^0*27t 2:8244780
Joast&aoo PaocmclAL -De 2 dem de d J 38*601 1:293 4.3
1:332*044
.; ja DsaTNAoa Al *
Idea de 3 2:219*699
2:219*699
DESPACHOS B% IMPORTA CAO
Vapor mElpz Sculptor, entrado de Liverpool e
Lisboa no da 31 ,de Outubro, e consignado a
J.onnstcn Pater'A C, manifeston :
' arga de Liverpool
Arroz 2C0 saceos ordem.
Agua mineral 1 caira ordem.
Ac 6 feues a Miranda & Soaso, 6 a Alb uo
Silva & C, 5 a Companhia de Bebcribe.
Arcos de f-rro 225 fcixes a Vctor Neesen, 81 a
W. Hallid.y 4C.
Amostras 3 volumes diversos.
Barrilha 30 tambores a Fernandes da Costa
t C.
Barras de ferro 103 a W. Halliday & C, 480 e
101 feues a Antonio Rodrigies de Souza 4t C,
170 e 181 a Res 6 Santos, 134 e 10 a Compa-
nhia do Beberibe.
B'scoutos 4 caxdt-8 a F. Quedes de Araojo.
Canos de ferro 184 a Compauha do Bebe-
ribe.
Conservas 7 caixas ordem, 1 a Rosa & Quei
r z.
Camisas 1 caixa a Cactano Ramos A C.
Cha 5 grades e 6 caisas ordem, 8 a Souza
Basto, Amorim & C, 4 a J o Morera & C.
Chapeos 2 caixea ordem, 1 a J. A. Ve i na &
C, 1 a Augusto Fernando, 3 a Maia Irma.
&C.
Cour.'S 1 caixa a H. Nucscb & C, 1 a Otto Bo-
her o Su cees sor.
i aleado 3 caixdes a F. R. da Silva, 3 i ordem,
1 a Tbomas de Carvalbo i C, 1 a Pil.lo & Ir
ina, 2 a F. Launa & C, 4 a Albino Cruz & C.
C'dra 2b caixas a F. Guedes de Araujo, 10 i or-
den-.
Chapas para fogos 100 a A. C. C. Duarte
Vianna.
Correut> de ierro 3 barricas ordem, 1 a J. A.
da Silva Sntoe.
IMtr* 22 veame a Ferreira Gratmaracs & C,
2 ordem.
C >f-e de ferro 1 caixa a \V. Halliday i C.
Drogas 2 volumes a Furia So rinh<> A C, 1 a
Barlholomeu & C, 2 a Rouqu>-yrol Freres, 3 a
Mano -I Alrs Barb sa Successor, 11 a F. Manuel
a Silva Se C. .
Elstico 1 caixa a Prente Vianna & C.
Euchadas 14 barricas aos mesmos, 4 a W. Hal-
liday ce C, 16 < Re'S t Sant s, 3 a Albino Silv
& C, 10 a Ferreira Guimarie 4 C
Ebipa 15 fardos a Manuel Jo3qu m da Ro:ha,
23 a Julio ce Irmo, 60 ordun.
Fogareiro 200 a Ferreira GuimarSea & C, 115
a Jo- des Santos O iveira, 297 a Eugenio ce
Vieira.
F<-rragen 3 volumes a ordem, 11 a Cardoso &
Irmo. 2 a Albino Silva & C, 1 a C mpanbia Per
n^mbuuana. 8 a Samuel P. Jobuston ce C, 48 a
Gomes de M.ttos Irinos, 2 a Miranda & Souza,
33 a Frrreia Guimaraes C 1 a Netto Campas
lies non verba
Perante as Da^5es civilisudas o nosso c-
digo criminal uppareuia, ou se mostr,.va
com duas pagiaas manchadas de saDgue, e
cobertas d igaoiuinia.
Em urna seapulicava a forca coroopena,
o na outra elevava se o ayoite categora
de p' na I
A primeira auha-se rasgida por S. M.
o Imperador, que nao continua pena ulti-
tima, que retrgrados uizes anda se lem
bram ipplicar.
A segunda ioi ha bem pr ucos dias, sem
estrondu, e nem ovaytJvs, ou marchas aux-
jiimbeaux, Iluminada pela cmara tempo-
raria, composta na sua maioria de deputa
dos cooservadorea.
A le n. 3,310 de 15 de Outubro fiado
revogando o art. 60 do cdigo criminal, e
bem asaim a lei n. 4 de 10 de Junho do
anno passado patenteou ao JJrasil, Eu-
ropa, em ti n aos povos civilizados, que o
partido conservador deste imperio,se com-
p3e de ho.iiens, que almejam o bem estar
de sua patria, e Dern assim, que sempre
tiveraui por norma res non verba.
O senador Zacaras, chefe do partido li-
beral, por meio da falla do throno apre-
sentou ra tela para discussSo a tx'incyil
do elemento servil, e no entanto nada, e
nada fi-z em prnl do abuliciouismo !
D pos, o partido conservador tendo
sua frente o nunca assaz chorado Viacon
de do Rio-Branco agitou a questo, o deu
ao paiz a urea lei de 28 de Setembro de
1671.
E o partido, qua em 1868 proclamou
urbi et arbi : reforma, ou msoiduyio su
biodo ao poder em LS78, oude e.otve at
l*tS5, o que fez em prol das ideas da ex-
tiricyo do elemento servil ?
Agitou, perturbou, ou antes encandecen
a questu, tnraxe-a da casa para a ra, da
cmara para a praca publico, couvulsio-
uou o p-iz, e por tiu o que fez '.'
Nada, e na la I
Engan.imo us. Fez rouito, e n uito para
p rturbar o socego, tranquillidade e ba
ordem deste imp rio. Volveu e r<*vlvt-u
as tezes da nossa sociedade erguen lo na
pr*ca publica por meio de seus arautos,
como remedio de salvaySo, o principio d-
revulta e rebelhao 1
Feliz, ou int'lizmente n2o o sabemos,
a ier-iad'1 histrica qurt os lib-raes sem-
pre levantam a lebre, e nao n'a cern
A escravidao entre nos est abalada, e
o abolicionismo caminha a pasaos g>g<>u
tados para o seu termino, mas a quem sao
devidos tu esplendidos resultados ?
___ ___________J_ -
Ma(-hiu:nfflo 9 volumes ordem.
Machinas 3 caixas a Miranda & Soasa, Ditas
para costura 20 caixas a Oliveira Basto & C.
Mercadorias diveisai 1 ci'xa a GuimarVsCar-
doso & C, 6 a F. J. A va Goimares, 3 i ordem,
3 a Manuel Joaquim Pereira, 1 a Augusto F. de
Oliveira & i'.., 4 a Suiser Kau'ffinan ce C, 1 a
Nunes Fonseca & C, 2 a Manoel Collaco & C, 1
Maia Silva, 5 a Otto Bobera Successor, 1 a F.
H Caris, 2 a A. D. Carneiro Vianna, 6 a Tbe
Central Sugar Factorie of Brasil, 2 a fabrica de
tiavo e tecidos, 3 a Companhia do Beberibe.
(Jbjecros para gaz 2 volumes a Empreza, ditas
para estrada de forro 5.015 volumes e p.cas a
Western Grcat, ditas para eseripiorio 1 cana
a 8aundres Brothers t C ditos par* sclleiro, 3
Ciixas ordem.
Puoenla 2 saceos a Rosa & Quciroz. .
Papel 8 fardos ordem.
Pertence para poute de ferro 280 volumes e pe
cas ord m.
Penuas 1 caixa a Eugenio & Vieira.
Ps iic ferro 15 feues a Samuel P. Johnston
4 C, 0 a Miran la l Souzh, 5 Reis & Santos.
ja. iious iniuiateros conservadores : i2to!
Branca e Coteyipe.
Uous distincto8 brasileros, um pernam-
bucano o Ex-.. Sr cons--lheiro Tlieodr>
Machado Freir H\ da Sil&a e o outio mi-
ueiro, o senador Joaquitn Oelfino Ri'ieiro
da Luz, lavraram, um o d-creto ureo de
de 28 de Setembro de 1871, e o ou ro o
de 15 ao mez findo, decreto que bu nao
ae pude chamar ureo, p.> le ser denomina-
do humanitirio e progn-ssista pda id-i
santa, qui consigna. E*tes nomos patsa-
r&o posteridad-i cobertos de gloria, e
serao venerados p-li h imcns de bim.
O ministerio Rio Bran:o deu o primeiro
golpe no cdifieio da escravidao entre nos,
c o Cotegpn secuadou-o. Ambis os gol-
pes, que se chara consigdados em lei,
nicas al hojo promulgadas enj prol do
abolicionismo, foram dados por conserva lo
res.
Um terceiro golp ser desferido. Alm^
jamos, que sja esse o ultimo pira Mudar
com a es:ravidao entre ni, e temos f,
que esse tro de honra dado na liydra ca
Temosa, que ro as entranhas de noi-sa
sociedade, ser diap irado pelo partido con
servador, que j v a scu lado o intrans
igente abolicionista r. N -buco
va O Pwz de .. do mez lindo,
sos apostlos do res nm verba.
R-cife, 1 de Novembro de 18S6.
Vfagner.
,, como prc -
U-jisanas
Mobre campa do vcae benemrito edado fos Bo-
nifacio de And rao c c Silva.
A lage tria do tmulo
Mais urna vida prenden,
Mais um ente altivo e forte
A fatal mor te abateu.
Um espirito Ilustrad-.
Ura orador denodaJo
A causa da liberdade
Foi do mundo arrebatada ;
Mas, por Deus ser guiado,
Para sua et iruidade.
Defensor do abolicionismo
Qae era pil d'elle trnbalb u
Neste mister doce e sauto,
Ura gran ;e vacuo deixou,
Pela sua intelligencia,
Pela 3Ua sapiencia,
E seus altos pensamentos
Mostrando ser dedicado :
Deixara mu b ra provaao
O seu robusto talento.
Como ministro deu provas
De multo amor Justina ;
E sempre os seus amigos
O encontrarara na liga.
Amante da Caridide,
Defensor da buinanidade,
O que sempre apregoou ;
A sua torva era inmensa
Em derosa sua creufi
Elle sempre trabilhou.
Do grande mappa do mundo
Mais uu eur se -fas'ou,
Mus ura mte ven- raudo
Nossa historia coilijuistou.
E guardar em a- o seio,
De s as pagiuns em meio
Para toda etenudade
O seo neme laureado
Q-ie aqu ser lembrado
A bera da p.sieridade :
Arraial, 20 de Novembro de 18S',.
T. Ramos-
Ei rivaes
As Ezmas. Srus :
D. fgnacia Fran i D. L-,onlla S ve Na^i.rro de Mel tros. g
Juizes protector-s
Os Exins. Srs.:
Sebastiai Lins Fanderl-'y Chives.
Coronel Sebastito Antonio Accioli Lius
Wandotiej.
Or. II /iiorio de Barros W-nderb-y.
Dr. Sergio de B.rros Wmderley.
[)r. B'-mgno Ci^ipir.
Tunent* coronel Jo= Honriques d-i Salles
Abreu
Dr. J is Minnel de Birros Wan lerl y.
Dr. Lmrenco de S e Albuqu rquo
Capitn Manoel Bernardo ds Virgous.
(L pita o bVaneis o Liu3 Jnior.
Majir Manuel Vicente Vieira.
Juisas protectoras
Ao Exmas Sras. :
D. Rita de Cassia Ferreira Pc;x>to.
D. M >riada Assurapao Aoeioli Lins.
D. S-nhonnha Maria da C'oncei^>.
Dr. Aquilino Gi-mcs P ito.
Juizas por devoclo
As Exmas. senhoras :
D J ixquinx de >allrs Sena.
D I-ihIj^I Kuhigruia i e Souza L- ao.
D. Un, espisa do Illm. Sr. Dr. Autonio Herme-
negildo de Castro.
Esposa do Illra. Sr. Mana-I Francisco da .Silva
Birro.
Exposa do Illra. Sr. capio Jos -an :ho Bezerra
Cavalean'i.
E-;isi d-. Illm. Sr. Dr. Sergio Hygino Das dos
Santos.
i -Esposa do Illm. Sr. Deadato Luiz Francisco Mon-
teiro.
..sposa do Illm. Sr. Jos Francisco de Souza Cha-
ves.
Esp sa do Illra. Sr. tenente Alventuo Nunca da
- oata Agr.
Juzes protectorea
Os Exms. senbores :
Baro de Frex ras.
Barao de Jundi.
Barao de Aracae/.
Capitao Manoel Aut oo dos Santos Dias.
Tin ni" Etelmimo de Almeida Bastos.
Capita Francisco da Rocha Cornual.
J-ao Polycarpo Soarcs Rosas
Fre Augusto da Immaculada Conceigb.
Con"go Aut >nio Eustaquio di Sdva.
Reg
Serinhaem
Lu
EleijSo dos uises, juizas, cscrivas, escri-
vaes e mais devotos que hilo de festejar
Nossa Seuhora da Conceiflo, padroeira
dcbtd fregu-zia, no dia 8 de Dezsmbro
do correte anno
Juizes por eleic.no
O Exms. Srs.:
Desembargador H-nrique Pereira de
cena.
Dr. Ignacio Joaquim de Souza L '2o.
Juiz 8 por eleigito
As Ex uas. Sras. :
D Mara da Conceiclo Wandorley.
Consorte lo Dr. M ino"l Florentino
Alliuquerque Montenegro.
Escrivas
Os Illms Srs.:
Luiz ('avalcantn Aibnquerqu Uebda.
Cap tao Amonio Jos Com s Jnior.
Consorte do Sr. Goncalo do Reg Barreto. Capiuio Erueito Uoneaivea 'erira Liraa.
Consorte do Sr. Trajano Alves do Men-| Jatsns protectoras
donga.
Consorte do Sr capitn
Paes de Albuquerque.
Consorte do Sr. Jsc Vianna P nentel.
Consorte do Sr Tenenta Coronel Fran-
cisco di R-cha Wanlerley.
Cons-Tte do Sr. Antonio Jone Fragoso.
Filha do Sr. capito Francisco Pacifico de
Assis Lobo.
Consirto do Sr. Albino Connives.
Juizes por deVoflo
Os Illms. Srs.:
Dr. Gaspar de DrumoOnd.
O;taviano Los W>nd;rly Cliaveg.
Mj"r Manoel Peres Campcllo Jacome a
Gama.
M jur Sveriano de Siqu-ira aValoaote.
Cipito Manoel do R-g Cavalcaute de
Alboqaerqae.
M j t Prisciano di Barro W.nd-il-y.
I Ir. Francisco Santiago A eioli L ns.
T-m nt-cTonel Anlonio Argeo do
A -cioli
Ali'Xindre R Al-xandre de Araujo Birb.sa.
Marfnno G.rcia do Araiij >.
Fr nciseo Manoel de S>uz i Oliveira Fillio.
Juizas por iicvo;a')
As F.x naa. Sraa. :
D. Mari- Jjiquioa de N .zareth Wand-r
D Jo.moa de Birros Wanlerley.
D. Maria Bernardina d- Serme M mezas.
1). Francisca Fufr.zia da Coucciyilo.
D Frai-is- Hypilita Barreto
D. rsula Mina B rb"sa.
D Jo .una Ba'oisi de M>raes.
Consorte do Sr. Manoel Virginio d-i Araujo.
Filha do Sr. capito M.noel Pereira da
Rj ha.
Filtia do Sr. Antonio Jo iquim de Oiivei-
ra Ma ei.
Coos;irt -lo Sr. Francisco de Paula Vas-
conc-llos Glasner.
Consorte do Sr. Paulino dvalcanta Bir-
reto.
Procuradores
Joaqui n Henriqu :s da S l#a.
Rodolpho Riulia
Jos Eugenio Pacheco de Mnezes.
Procurador gero.1
Antonio Calumby.
O Vigario, Genuino Gomes Pereira.
As Exmas. seuhoras:
T__i rpi___^*^; i Esposa do Illm. Sr. Autonio Jo.quim Cavalcant
Jos Thcotonio d(J AlDuqui.rque.
Esposa do Illm. Sr. Antonio Francisco Araujo
(>obta.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Vicente Gurjla Sobrinho.
Esposa do Illra Sr. capito Jos II;i o.iiu Pou-
ru>l.
Esposa do Illra. Sr. tenents coronel Autonio Mar-
ques H. Cavalcant.
Enposa do Illm. Sr. Jos de Barros Lns Wau-
derley.
Escrivo por duvoco
O Illm. Si Tertuliano Delgado de Borba Caval-
cant.
Escriva por ele co
A Exraa. Sra. D. Alexaudrina do Araujo.
Ecrivao por devocao
O Iilui. Sr. Hilario l'O no di> Suva.
Escriva jor evo^Ho
A Exraa. Sra. D. Ciaudma Mana da Conceico.
Juizes perpetuos
O R vd. Sr. conego -iinio de Azevedo Campos.
O Illm Sr. Dr. Joa Mana Mjsjoso da Veiga
Hens .a.
Juiza p-o-pet a
A F.xma. Sra. espora do ar. capito Florsmunio
Miriucs Lius.
Procura lores
Os II'ms. si-nh r-s :
J..a> Luiz da Cista Itibeiro.
Mauu. I de Barros Wuderley.
Francisco Soaies Los.
i Joo Cirios Cavalcauli de Albuquerque Jnior
; Juvencio Silviuu d-- Barros.
i J .I Ito do go K .rr b Juuior.
I llcrmoguucs Suucb) leserra Cavalcant.
Procurador peral
O llim. Sr. tenunte Jos Alfonso de Azevedo
Campos.
Thesoureiro
lO Mm, Sr. Antonio lacin'ho Pereira da Costa.
Escada, 31 de Durubr de 1S86
Ocouegj vigario, Simo de svvedo Hampo*.
Cabo

KLEI(lAu
Era atteucao ao publico a luem devo contas lie
uieus actos, c ano funecionario publico, respondo
I ao artigo anonvino que. sob a epigrapbe acim.,
! foi publicado na Provincia de bontem.
B-queri que fosse areuivado o inquerto a que
, procedeu o zeloso subielegado do I* districto
nao pelo fundamnnto de ser particular o crime a
que se refrrem os arts. 26P u 270 do C id^o Cri-
raiial, o que seria um di prate, mas porque nao
constavam do mesmo inquerito os elementos con-
titutivos e caracterstico do crime previsto n i.-
quell' s artigos.
E esta opima) que manifest no i nquerto foi
acceita peio Dr. Juiz Municipal, que mandou que.
fosse elle archivado, nao proseguindo nos termo
I da le, como alias o faria se tivesw encontrado
i base para para o procedimentQ,ex oficio.
4 de Nov-mbro de 1886.
Carins Frederioo da Costa Fereira.
O publico vive preoecupado desejiado sai ur
MU qualo meio de conhe^r a pureza do sulphato d.^
, .__ .,.. ^. ,.,.c.r. quinina, tao talsificado nestes ltimos tempoa cobi
DE DKL-S SOSSA SKSHOBA DA APEESBS- J ciuchniduaj CUJH flbricacio monta a 100,00o
TACAvl DA E-CADA, OKAUO DESTA 1'itK- kil'grammas p,r anuo, e que utferece > mesmo n-
GUEZIA NO CORBEVTE ASIKO DK 1886. | P cto simples vista. O nico meio a analyae.
Jmz por eleicSo ,n"s esta diSicil mesmo para os pharmaceuticob.
O Illm. Sr. capitn Jos Joaquiui Barbosa. P;r que r-quer instrumentos que nem sei pre se
Juiza f*ir eleicao I i"'ssuera. O mus s gu o comprar o Sulphato d
A Esma. Sra. D. Frsmisc, esposa do Illm. Sr. | '-''"ina de Pelletnr ou das 2rc* Pirmas Nao ha
& C, 7 a H. Nuesch .v C, 18 a Alian Paterson &
C, 24 a W. H .lli iy & C, G a D. Crnero Van
na, 1 a .loao Walfredo de Mederca, 10 a Vianna.
Castro & <"., 6 a Reis Se. Santbs.
Folh e de t rro 45 a Ferreira Guisarles di C.
16 a Jos dos Santos Oliveira.
Ditas de Flandres 40 canhetes a Vianna Castro
4C.
Farinha de trigo 1,333 barricas a Machado Lv
pentt'., lu Lopes Irmao oz C.
Fimas para assacar 6 gigas aos herdeiros
B.wm-ne.
L uva 111 gigas i ordem, 16 a Jos A. Veiga
A C, 10 b-rriuaa a Augusto Figunired. &C
Liuba 16 caixas a Manoel Col seo A> <-, Ua
X it Campos & C, 1 a Mua & Si'va, 16 a Ma
noel Joaquim Sibeiru & O., 30 ordem, 41 a Go-
mt de Mittos Irui'is,
L .na 1 fardo a C. .da Costa Morcirs, 1 4 or-
dem, 1 a Bernsrdioo Mam st C.
Prego* 10 oarricas a r .-mandes da C'o.-i t O.
Taxis de ferro 21 aos berdeiios de Bowmaou,
11 a Adau Paterson & C.
Trapo fardo a Miranda i Suuzt.
T.ntas 5 barricas a Ferreira Guimarie* i C,
69 a Companhia de Edificacoes.
Tinta 1 barr.'ci a A D. Carneiro Vianna.
lecidos diversos 275 volumea orden, 17 a
odrigu. s de Carvalho ft C, 40 a A. Vieira & C,
18 a Guerra & Fernandes, 2 a F. de Azevedo-* C,
7 a Andraiie Maia 4 V., 5 a Silvera ct C, 4 a
Jezumo Alves Pernandes, 9 a D. P. Wild & C, 4
a Ftgiiereao c C, 4 a Manoel da Cuuha Lobo, 4
a L P. de Caivalbo, 1 a Caetnno Hamos 6c C, 6 -.
A. L. Guimaraes, 114 a Lus Antonio Siqoeira, 6
a 11. Burle & ('., 4 a Souza Nogueira & C, 3 a F.
Gurgel de Amoral ic C, 15 a Albino Amorim
& C, 17 s Pereira Carneiro & C, 16 a Olinfo
Jardim A C, 125 a Machado & Pisrcira, 16 a
Goncalves Iimo C, 41 a Loureiro Maia c C,
49 a Narciso Mua & C, 9 a Francisco Launa
& C, 8 a A. Santos & C, 11 a Alvee di Britto
fe C, 15 a Joaquim Aostinlu & C, 3 a B. Mata
0,2 F. X. Ferreira & C.
Wiekjr 50 caixas ord. m.
Vidros 7 volumes ordem.
Vi miz 1 caixa a Co paphia Pcrnambucaoa.
'/ neo 1 birrica a nanm. I P. Johnston 4 C 1
a Miranda & Souza, 2 a Ferreira Guimaraes ce C.
Zarcao 14 barricas a C C. da Costa Morera
sC.
Carga de Lisboa
Azeite de oliveira 10 caixas a Domingos Fer-
reira da Silva 4 C.
Amendoas 2 barricas a .1. s5 Joaquim Alves
& C. 2 a Joaquim Kcappc 4 >'..
Arcos de pao 50 a J. J. de Carvalbo.
Batatas 20 meias caixas a Domingos Ferreira
da Silva & C.
Ceblas 10 I cxas a Ferreira Rodrigues & C,
25 A. F. de Oliveira, 75 a Silva Guimaraes 4 O,
100 a Guimaraes Rocha dr. C, 5j a Paiva Valente
te.
Cal 50 barricas a Tavares de Mello Genro & C,
25 a Aut mo de Oliveira Maia, 30 orden.
CaatHDhas 8 meins caixas a Domingo* F. da
Silva & C.
Conservas 2 caixas aos mesmos.
Coinmbos 2 saces a J .rquin Felippe & Aguiar.
Ervadoce. S saccas a Po^.a Mendes & 0, 10 a
Domneos Ferreira da Silva As C
Pared -8 200 saceos a Biltar Iroj'os & C.
Fruutas 6 caixa* a P cas Mendes it C, 20 a
Domnigo* Ftrreira da Silva 4 C, 1 a Manoel
Amara! Irmin.
Figo* 1 caxao a Pocas Mendes 4 C, 2 a Joa-
quim Felippe a Aguiar.
L'nha 2 caixas a Nunts Fonseca & C.
L L.p ti 4 C, 1 a Andr Santo*
.Miudezas 2 caixas a Nones Punseca 4t C.
Mercadorias diversas 7 voluaes a Ferreira Gu
maraes 4 C.
Mercarlo 1 caixa a Manoel Jjuquim Ribeiro
4C.
Nozes 5 barricas a Domina"} Ferreira da Silva
& >'.., 2 a Joaquira Felippe 4 Aguiar, 1 a Jos
Jo.quim Alves 4 C.
Pedras 149 a Amorim Irmaos & C.
Passa* 12 caixo a Rosa 4 Qusiroz, 3 a Jos
Joaquim Alves & C.
R trato.-! 1 caixa A. Duscable.
T.-lha* 75 caixa* ord m
Uvas 1 caixa Samuel Vaz.
Vinho 43 pipas e 35 quintos a Domingos Cruz
4C-, 10 a Mendes Lima fe C, 6 a J. A. da M.
Gnituiries.
Vnare 2 b&rris a H. B. de Oliveira.
Barca noruegueus ralo, entrada de Memel, no
dia 1 de Novembro, e consignada a Borstelmann
fe C, manifeston :
Madeira de piuho 7,236 pecas com 110,228 pi
aos consignatarios.
Barca ingleza i. B. D.,entrad de Londres no
dia 1 da Novembro e consignada ordem, mani-
irsrou :
Solpas 7,236 a estrada de ferro de S. Fran-
cisco.
Patacho allemao Antlope entrado de Hamburgo
oo dia 1 de Novembro, e consignado a H. Nuscb
4 C, maiiiiestou :
Ac 19 caixas aos consignatarios.
Agua mineral 8 caixas a Rouqu.yrol Freres.
Acido 1 caixa sos mesmos.
Barras d ferro 90J ordem.
Cerv ja 3i)0 caixas ordem, 225 aos consigna-
tarios. v
Cimento 1.360 birricas ordem.
Espoletas 1 caixa ordem.
Enx fre 20 barricas ordem.
Estupin 20 harneas ordem.
Ferragens 2 caxns ordem
Cuca 15 barr.ms e 1 caixa ordem.
Movis 5 c-ii.xues ordem.
Pregos 90 caixas aos consignatarios.
Papel 1,200 tardos a ordem
Ps de trro 20 feixes ordem.
Phospb' ro* 50 caixdes aor consignatario?.
Piuienta 3'' siccos aos meamos.
Plvora 100 barri-i le quartos a Ferreira Gui-
mariles & C. 100 a W. H.lliday C.
Salitre LO barricas aos consignatarios.
Vidros 25 caixas ordem, 4 a Rouqaayrol
Freres.
' rsneisc, eap-isa
Manoel do Carino Ridri^u-s Esteres.
Juizes p>r .iovoeao
Os Illms. senhores :
Barao de Pirungy.
Commendador Jos Pere:ra de Araujo.
Japito Ileiiriou Marques Lins.
C piiao Jos Francisco Ferreira.
Capito J-s Alves d^ Oliveira.
D.osio Jos de S mt'Aun ..
necessidade de c imprar nm frasco ; hoje a casa
i Arnet de Lisie & C, saccessores ao inventor, ven-
I de o seu sulphato em causulas redondas e em trb-
eos de 100, 200, 500 e 1,000 capsulas, que os l j-
tic*ros poJera vender era pequeas quantidades.
' ElUs sao da maior efficia, engolem-se mais fcil-
mente do que as hostias medicamentosas, e nao
atravessam os intestinos sem disolver-se, como
succede com as punas e os confeitos.
si.'nado
ton
a Domingas Alves Matheus, manifes-
Na barcaca Amelia, carregou :
Parai.Macahyba, J. dos Santos Andrade 4 bar-
Assucar 40 gaecoa a Amorm Irmos 4 C. "cas com 240 kilos de assucar branco.
A'irodao 50 saceos aos mesmos, 251 a Ferreira i --------
< .dr.Rue* 4 C, 12S a H. Nuscb & C, 297 a J. MOVIMENTO DO PORTO
H. Boxwellt, 44 Goncalves Irmao 4 C 4z Justo
Teixeira.
Bacalbo 23 caixas a Soares do Amaral Ir
mo*.
Cordas de piassava 113 a Beltro &. Costa.
Couro* salgados seceos 21o a Pereira Carneiro
& C, 93 ao consignatario.
Fo 3 suecos ao mesmo.
Pelles 13 amarrados a H.
ordem.
Pedras de amollar 100 a
-olla 471 meos a D. A. dos Reis, 144
Nuscb se C, 160 ord m.
Nuscb 4 C, 6
Ferreira Guimaraes
II.
Vapor nacional Vrincipedo Grao Para, enttado
da Baha e escalas no da 3 de Novembro, e con-
OKjPACHOS nKKXPuitTACO
Em 2 de Sovcmbro de 18SS
Para o exterior
N'o vap r al lema o Montevideo, car regar m:
Para Hamburgo, Borstelmann B C. 250 fardos
com 48,861 kilos de algoda >.
No vapor ingles Sherbone, carregirara :
Para Liverpool, P. Carneiro 4 1. 488 sacros
com o6,600 kilos de assucar mascas ado ; M. J. da
Rocha 2,(> U saceos cura 50,00U kilos de assucar
roascavado; Julio 4 Irmao 1,0)1 saceos com
75,000 kilos de assucar raascavado ; A. Lopes &
C. 266 sac-as com 20.000 kilos d- algodo.
fo vapor n l-z yortaense. earreguram:
Para L'verpxd, J- Pite.' 4C 5.413 sCcjb com
405,975 kilos de assucar mascavad;.
No vapor ingles Secily, carregaram :
Para Liverpool, M Lima fe C. 605 saccis com
32,128 kilo de alg .dio ; F. M. da Silva C 588
saccoe com 2->,5;>0 kilos -ie sement de carrapato.
No l;ar ingles Merriett, carregaram :
Para New Y rk, F. Casco 4 Fiiho 2.00J sac-
eos cura 150,00ii kilos de assucar raascavado.
No lugar americano B. Doonne carregaram :
Para New-Y'rk, Julio & Irmao 2,000 saceos
com t50,0iiO kilos de assucar mascarada
Na barca americana Sarah Doc, carrega-
ram :
Para New York, Bo stelmann i C. 11.50J sac
eos com H62,0.i kilos d assucar raascavado.
No lugar noru gueuse Len, carregaram :
Para New Y-rk. J. S. Lyo fe Fiiho 1,400
saceos com 105,000 kilos V assucar musca vado.
No vapor frsncez Senegal, carregou :
Para Baems Ayres, D. M da Costa 5,000 c eos
fructa.
Para o Interior
Na barca noruegunse Ebcneztr, jarrega-
ram :
Para o Para, M J. Pereira 10 pifas com 4,800
litros de 8(ruirdento t Amorim Irmos 4 C 34
pipas com 16,320 litros de Hguardente ; F. A. de
Azevedo 300 volumes com 17,025 kilos de assucar
-branco ; T. de Azevedo Souza 120 barricas com
8,800 kilos de aso Car branco ; M. Cunba 84 vo-
umos com 5,092 kilos do sssu.'ar branco.
No hiate nacional Deus te Salve, carrega-
ram :
Para Aracity, M. Vigas A C. 1 caxao com
15 kilos de carvo animal.
Navios entrados no dia 3
Santos por es<:ala6 dias, vapor francez
Ville de Baha, de 1,00-sJ toneladas, com-
mandante A. Delieus, equipagem 36,
carga varios gneros; a Augusto F. de
Oliveira & C.
Bahia por escala7 1/2 das, vapor na-
cional Principe do Grao Par, de 54S
t ).,ela as, oommandante Jos Fernandes
Teixeira, equipagem 30, carga varios
gneros ; a Domingos Alves Matheus.
! TWra-Nova 34 dias, bar ja ingleza Pare-
jero, de 315 toneladas, capito Robar;
Davidson, equipagem 14, carga baca-
lbo ; a Johnston Pater & C.
Rio Grande do Sul 18 dias, lugar nacio-
nal Othelo, de 203 toneladas, capito
Luiz Nunes Ramos, equipagem 9, carga
sai que ; a Amorim Irmos & L'.
Gr -nu'-k -51 dias, patacho noruegunse
Waarbud, de 170 toneladas, capito E.
Si-houm, equipagem 7, earga carvao de
pedra ; ordem.
Carliff -77 dias, barca noruegunse Nat,
de 547 toneladas, capito Theodor Royen,
eq iinagern 10, carga carvao de pedra ;
Wilson Sons & C.
S-ntos 12 dias, lugar noruegunse Prte-
ce, de 290 toneladas, capito J. L. Mar-
ckuBseo, equipagem 8, em lastro; a R.
Lundgrin & C. j
Navios sahidos no mesmo dia
Harabur Montevideo, commandante P. H. D eyer,
carga varios gneros.
Havre por escala -Vapor francez Ville e
Bahia, com mandante A. Deliene, carga
varios gneros.
New-York Barca americana Ella, capito
E. A. Rud, carga assucar.
V APORESKS PER ADOS
Senegal
Espirito Santo
Ville de Maranhao
Bahia
Cotopaxi
Mondego
Delambre
Pirapama
Paranagu
Irent
Advanoe
Tagua
Orenoqye
La Piala
da Europa hoje
do norte boje
do Havre amanha
do sul a 7
do sul a 8
da Europa a 10
de Liverpool a 12
do norte a 18
de Hamburgo a 1S
do sul a 14
de New-Port Ncwi a 19
da Europa a 24
do sul a 25
do sul a 29
L
T
UEfiL







Diario de PernamburoQuinta -cira 4 di- Novembro de issfi
i*



As sombras lugubn-s' dat-
:lrUili 111: i.-, j'l ilO a- tomillo de
I. Jinn.iu E. Curre!
Uut'ilrx, u proiotyp> das es
posas, o curaca philantronic
pira sua familia e a mito b'm
fazeja ao ntcessitad >, coinpar-
riihand > dd e?nt>menio iw-fan-
(i.i que c. m irtne o c<-rac%u do
desolado esposo, o coronel An-
tonio Gued.* Uondim e sua fa-
milia, deiu urna lagrima d-
siudadu.
F. Chateaubriand.
K-cife, 2 de Nevembrode 1S86
DECLAS1C5ES
m
lina patarra relativamente aw -
leatiaa do imimocs eila sartimii
450
T .da a vez que os pululo s s? aehem enf ruios,
p le-se cora toda a certeza dizer, que o do-nte
acha-sc ljrda do urna enf rmidade innuravel, e
o pritn ro passo para ta perico a situacao a
tosse. Turna se piis, da maior imjo-Uacia, o *ta-
Ihar se para desdi- l"go. &e p rguntardes como
isso se possa realisnr ou conseguir, responderemos,
Cotn o Fetoral -le Anncahuita, o qual extrahido
C oreparado do sueco balsmico de urna arvore do
Mxico, coihecida desde ha muitos avenios p los
oaturaes d'aquelle paz, cuino remedio poderoso e
santo para todas as enormidades das orgaos da
respiraeao.
Es'a ndinirarel preparoslo curara a t -sse de n-
(ro de p NMM diag, e at meamo as vezes em p-m -
cas hiras, allivian a asthma, curar a inflamma
{So mucosa Jo larynx e bronchios e impedir a ty-
sica. *
Era contrario aos peitoraes e zampes fabricados
de tVuct.is e de outros ingr dientes mais, na su
laborada e delicada compo^ivao nao entra neu-
buma pirticula de acido prussicoe como igual-
mente se acha livre de antimonio, ingrediente este
que nbuudantem-nte se eucontra na composicito
'aqueil s outros nao produz, pois, nauseas de
quaiidade aguma.
Como oaranti4 contra as falsificacoes, observe,
se b-ui qae os noines de La/unan < Kemp ve-
nham estampad s em lettras transparentes M pa-
pel do hvriiibo que serve de envoltorio a cada gar-
rafa.
Acba-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Foster & C-,
ra do Commercio n. 9.
Assim como nao ha perfume nem acua de tou-
asf que se assemelhe gaa Florida de
Barr, assim nenhuma outra ba que possa sub-
stitu! a. A Anua Florida de Burrj pos
sue um* fragrancia deliciosa, tao diferente de to-
das as outrns que em nada cora ellas se parece, o
que ella t-m de suave e opu'ento teem as outras
de acre e grosseiro, o que ella tera de calmante e
refrescante teem as outras de irritante e nauseati-
vo, salutar e d- lidiosa qaanto as outras sao prc
judiciaea e desagrada veis.
A's almas caridosas
Exista na ra d Bom Jess, sobrado n. 13, no
parto andar, urna infeliz viuva, com quatro tilbas
nen Soccorr- m-n'a as almas caridosas.
X 8. Na lisica pulmonar a potencie
'la Emulsao Seott como remedio mara-
vilhosa. Restaura o sangue ao sei esta-
do normal. Sana as inflaroinacoes de gar
^anta e dos puluioes. Calma a tosse e a
rouquidao. D cor s faces o aumenta a
carne e as forjas.
Quatro filustres mdicos brasl
leiros residentes na iuipor
tanta eldade de Pelotas
Dr. Miguel Rodrigues Barcellos, vice
presidente da provin ia, medico da Santa
Casa de Miseri -ordia, condecorado pelos
governos da Alle.-nanha, de Portugal e da
Italia.
Dr. Vicente Cypriano da Mui'i, medico
da Cmara Municip ], commissario vacci-
nador da mesma, capitulo cirurgio-rar do
-'ominando superior da guarda nacional do
municipio, delegado da sa le publica, etc,
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo,
ux-meiieo da Cmara Municipal, ex-dele-
^ado da sau'de qublica, cavalleiro da im-
perial ordetn da Rosa, etc,
Dr. Octaclio Aristides Cmara, medico
homeopatba, cirurgiSo honorario da arma-
da nacionol, etc.
Attesto que o xarope Peitora de
Cambar, preparado pelo Sr. Jos Alfares
u'e Souza Soares, estabelecido nesta cida-
de, goza de propriedades emolientes e fa-
cilita a despectoracao, e o considero como
um excellente meio para alliviar e curar a
tosse quando convenientemente pres-
cripto.
O referido verdade e o affinno sob f
de meu grao.
Pelotas, 21 de Feverciro de 1384.-Dr.
Miguel Ro iriguet Barcdlos.
Attesto que o PeiXoral de Cambar
do Sr. Jos Alvares de Souza Soares, pre-
parado de> unta arvore aromtica deuomi-
nada CAMBARA' que vegeta na Serra
-los Tapes, desta provincia, um nxcel
inte balsmico e expectorante, e como tal
o tenho expregado sempre con bom resul-
tado nos affiiccSes pulmonares.
O o referido verdade e o juro sjb a f
de meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884.
Dr. Vicente Cgprirno da Maia.
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelu Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, ura excedente medicamento em-
oreg~do com muito bons resultados as
molestia) broncho pulmonares.
HJ por ser verda le passei o presante que
assigno em f de raen grao.
Pelotas, 38 de Feverciro de 1884.\
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo.
Attesto que o Peiioral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Suuza
SoareSj tem urna aceo especial sobre a
inu'jns* das vias respiratorias, enrando ou
alliviando muitas molestias destas niesmas
vias, o que prova cabalmente a sua crescen-
tej procura e aceitacao, que ainda nao teve
producto Jilgum offi inal nesta provincia.
(i referido verdade, o que affinno em
f do ru:u grao.
P. I t.s, 28 de Fevereiro de 1884. Dr
Octaclxo A Cmara.
Caicos agentes e dep sitos geraes em
Pernambuco
FRANCISCO MANOhL DA SILUA C.
Ra Mrquez de Ollnda n. 23
C. C. E.
Club Comutereial Enterpe
8aro em t do crrente
Nesta noite lealisar-s-'-ba o sarao, solemoisan-
do o 1 i-aniversario da installacao da banda mu
sical. Os suhur- s socios queirtm procurar seas
incressos era nulo do aban > assignado. Princi-
piar o sarao depiis da parte concertante, execu-
ta ia pela banda do club.
PROORAMMA
La G'ande Duchess, ouvertare Offcobaeh.
Betly, cavatina desta opera .... onisetti.
Rob. rt le Diable, phantasia Meyerbeer.
Secretaria do 'lab Cimtaercial Eaterpe, -1 de
Novembro de 1886. O 1 secretario,
Francisco Lima.
.Matriz de Santo Antonio
Irmandatde da* Alnas
Nao tendo comparecido numero legal de irasSoa
no dia 28 de Outubro fiudo, par< se procede, a
eleico da mesa regedora, que ba de dirigir a ir-
uiaudade no anno compromissal de 1886-87, de
novo convido aos irmos desta veneravel irman-
dade comparecerera no respectivo consistorio is
6 horas da tarde do dia 5 do correte para o rim
j indicado.
Consistorio, 2 do Novembro de 1886.
O. eacrivao,
M. A. Lcssa.

cerro
Em virtude do aviso do Sr. inspector da Tbe-
sonraria de Fazeuda, e de necordo com o art. t*
da nova le oreameotaria n. 3310 de 1C de Outu-
bro de 18st. fitco publico que ie ach suppnmida
a restric^ao das entradas stmaoaes, ficando livre
O dep sito de qaalquer qnaiitia, da qual sotneute
perceber juros o computo d- 4:00U, conforme
as disposicois do a't. 2 15 da tei n. 1083, de 22
de Agosto de 1860. Recife, 2 de Novembro de
1886.O gerente e guarda livros,
Felino D Ferreira Coelho.
Estrada de ferro do Re-
cife ao S. Francisco
Aviso
Em vista da reclamacao feita pela sociedade
Commercial Agrcola contra a deliberaco de s
se consentir a tiragem de amostras ds assucares
eraD.'portados por esta st.ni la, depois de effec-
tuada a entrega dos respectivos conheciment >s, e
rendo esta superintendencia ouvido sobre o as-
sumpto, a digoa directora Ca sociedade Auxilia-
dora d* Agricultura, de accordo com o parecer
dessa directora, fica modifica lo o aviso de 18 do
inez fiudo, sendo permittilo a tiradera de ditas
amostrts, sempre que as p ssoas que as tiverem
de tirar, se mostrarem antorisadas, por meio de
simples apresentaco dos ennhecimentos cu na
falta dejtes, de autorisacao por escripto e assig-
nada pelos senbores consignatarios, as amostras
jorm devem ser pequeras, o exc idendo ie u a
hiira para cada uaia das quahdades, e s ser
permittido tirar urna vez em cada 'reuiessa.
Cabo, 2 de Novembro de 1886.
Weils Hood,
Saper intendente.
Obras d porto
O Illm. Sr. engenbeiro director manda fazei
seiente a qnem inrereasar possa, qu es'arcpaiti-
cao passou, de b<>je em diante, a funcci.nar no
predio n. 59, rna nova de Santa Rita.
ReparticAo das obras da oonset vacio dos portas
de Pernambuco, 30 de Outubrc de 1886.
O 1- escrptu'ario,
Manoel Duarte Pereira.
ADMINISTRAVAO DOS CORREIOS DE PER
XAMBUCO, i DE NOVEMBRO DE 1886
Relacao da correspondencia registrada fsem
valor) que existe nesta repartiedo, por
n3o terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Alfredo Corrida Lim*.
Achi-rubiin Perras deAndrado (2).
Adalberto Clisa Ferraz da Luz
Ad liberto Ferraf.
Anua l'h r- z de Jess.
Anhur de Mattos
Antouio B. Marinho de >.
Antonio Cardoso d) Reg.
Amonio Colono li
Ant ni Fniiste Jos R Jrigoes.
Antonio Joaquim da Cost ..
Antonio Lino Pereia Dutra.
Antonio Luiz Parairo Cavalcante.
Antonio R> mrs de AzevvJj.
Antonio B-jirienu
\ut'iaio V'eutania.
B-.inina M"fia da Silva.
Braiitj !& C
Benedicto de Almeida.
Carolina'Mara do B mfim.
Constantino de Almeida.
Ciaudieo Cesar Fr ir.
Cuni'lino da Ioearnacao do Verbo.
Ce ->.ri i Ciau tino dos Santos.
asimiri Francisco de Araujo.
Esrepbania da Silva Lima.
r< 1 Jos da Fonseeu.
Eurico do Caldas Brito.
Fabiaua Amaro Lopes.
Fabio da Cuuha Galvo.
Francisco Antonio Salgado.
Francisco Jo^ Oliverio.
Franciso das Cbigas Falcao.
'juisepp'- Penne la
G-ibrie.l de A_'vnm Mniitarrryjs.
ll'Uieter o Jo Ferreira Martina.
Josephina Feruandes Silva.
J.ivino Baplista L.-it-i.
Julio Cesar d Maealbes Costa.
J. a i Antonio da Silv Pereira.
Jjao Ferreira da Silva.
JotVi Cancio Tavares de Oliveim.
Jo i J se de Siqueir Mendes.
Joaquim Fe .re a de Souza.
Joaquim Francisco Colares.
Joaquim Mana Fiuhei.o Costa.
J a pum Mend'-a de Almeida.
Jos Torres Leir.e.
Jos Augusto Paula.
Jos Aives de Carva'ho.
Joa Bernar lo Comes.
Jos Oar'os da Silva Leal.
Jos I,:o co Quedes Pereira.
Jor c Olympio da Rocha Santos.
Jos de Souza Moraes.
Leonor Augusta B lmonte Mafra.
Libania Benedicta da Conceico.
Lydia da Costa Siqueira.
Luiz Goncalves da Lacerda.
Lusia Mara da Conceicao.
Mara da Assumpco Ferreira.
Mara Ceriaca.
Maria Magdalena da CnceicSo.
Mria Salusti.iH de Souza.
Marianno B ptista de <->veira.
Mauricio Vauuier.
Manoel Azcvedo Pontea.
Mu no 1 Feliciano Vason.
Manoel Gomes da Silva.
Manoel Joxqnim da Rocha.
Manoel Pereia de Araujo.
Manoel da Silva.
Olindina Augusta de Miranda.
Pedro Celestino de Atevedo.
Rita Joannt.
Rita aria de Jess Bezerra.
Rosa Alexandr na da Costa.
R Rita de Cassia Pacheco O jorio Pires.
Sebastijo Antonio Vidal.
Torqnato Antonio de Alneida.
Theophdo Borgs Faicio-
Te encio Gomes Ferreira Velloso (2).
Victoria Rosa de Montes.
Antonia Moateiro do Nascimento Fi ho.
Joaqaim Bibiano.
P.-rcina Maria J. da Costa.
Sebastiao Possollo.
O 1 official.
Deodato Pinto dos Santos.
Imperial Sociedade dos ArlMas
NecLnicus e Liberaes de
Pernaoibiico.
De ordein do irinao director, convido a todos os
irmaos a reunir-on-se em aes mbla g- ral em nos-
sa sede, sexr--fira 5 do correte, pelas 6 huras
da tarde, i-rim de ser preciado as occurrencias
do mez prximo passado o tratar-s" da appruva-
eio da planta do edificio para as "fficinas da s-
ciedade, de vendo ror lugar dita assembla ci-m o
numero que comparecer.
Secr- tarie. ila Sociedade dos Artistas, 4 de No-
vembro de 1886.
O 1 secretario,
Jo? Castor-
THEATRO
DE
VARIEDADES
CO.MPAXHU I.YBICO-COMICA DE OPERE-
TAS FRANCESAS
Regento de or hestra : de Vlirecky
iDnsaiador: Garln
Oiiinla-liira ido Avembro
As :f| da nolc
8- ESPECTCULO
firane soim
ama rs mms
Compauhia Pranceza de >avega-
oilo a Vapor
Linli.i quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Rantna
Stsamor Ville lie MaraiMo
Li' esperado da Curopa
n i dia 5 de Novembro, se -
guindo depois da inJispen
aavel demora para a Ba -
hia. Rio de Janeiro
e Manto*.
Koga-se aoe Srs. importadores de carga plos
vapores desta linha.quoiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng
quer reclamacao concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afin
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nao s>
responsabiiisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageir par
uS quaes tem excellentcs accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira i t
.tu.vri:i
42 RA DO fOMMEBCO -4^
cm|t:.s>h]a lira- Ilelra de Xave-
gacaoa Vapor
PORTOS DOSUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos .rtos do
norte ate a dia de 5 Novem-
bro e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir para
os f-tnf do su!.
Leilao
Da armagao, gneros, 1 cofre inglez pro-
va de fog> e in^ia atoncilioa da taverna
sita ra do Peixe Frito, ou travessa
do Qu -i m: .lo II. 1.
Quinta feir 3 de Movembro
A's 11 h >ras
O agente Burlainaqai, por mandado e asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. Juiz de Direito da Provedo
ra de Capillas e Residuos a riquerimento do tes-
tamenten o e inventariante do espolio do Manuel
Aranjo Guimaies, levar a leilao o qae cima
fica dito, ei um t lote oa a vontade dos compra-
dores.
Leil
ao
De fazendas limpas e nvariadas
fiexta-felra, & de \ovemhro
As 11 horas
O agente Pinto, levar a leilao por costa e ris-
co de quem perteucer n.lo t um fardo com a!go-
dao truncado, como tambem outras fazendas es
trangeiras, l>mpas e a variadas, existentes no es-
criptorio da ra do Bom-Jess n. 43.
Hilo. Vernet Laflenr
Cantora de operetas
Ia parte
Ouverture pela orchestra
Osear et Eulalie
Do bouffe, cantado porMlle. LEO e Mr.
HOVEN
2- GIOLETTE, canconeta cmica, por Mlle.
Bl'indine.
3 LA CHASSOS CLOCHETONS, cancio,
por Mr. Arsia.
4- C'LSTLA PAUTE A MA JARRETIDRE,
cancao cmica, por Mlle. Iii'ase.
5- LA PIGEONNE, canconeta, por Ml.'e.
Va id y.
6- LE COUr'E DE LISE, cancao cmica, por
Mr. Valere
7- LA VALSE DES CENT V IERGKS, por
Mlle. Vernet-baflvur-
'* parte
Ouvprture pela orchestra
LE BEA PAKIS
Opereta em 1 acto, execulada por Mr. GARJJN
et Mlle. STAINVILLE
Ouverture pela orchestra
8- CfEST BIEN BE VE, canconeta, por Mlle.
Valdy
9LACHANSON DE PEUPLIERS, por
Mr. lleven.
10- KOCFR1KO, canso cmica, por Mlle.
tm,
11- LA GUOSsE CAISSE, dito, por Mr.
Valere.
12- QL'AND JE VOIS DES SOLDATS, dito,
por Mlle. Lease.
13- MMAME FAVART AIR, por Mlle.
Vernet -I.Hileiir.
3a parte
Oaverture pele orch estra
LA G0RDE SENSIBLE
VAUDEVILLE opereta executado p >r M. M.
Valere e Garcoo e Miles. Stainville e L?sage.
PRECO
Camarotes com 5 entradas IOJW0G
Cadeiras c galeras 2O(Xl
Plateas num radas 1 0' O
Entrada geral no jardim (tbeatro aberto) H0M
Recebe tamoem carga para Santa Catbarina,
Grande d > Su!, Pelotas e Porto Alegre,frete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
rata-ee na aeencii.
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
Agente Burlamaqui
Leilao
Da araoajao, lustre, pesos, medidas, ba-
tanea e mais utensilios, e gneros todos
de boa quaiidade, que se vndenlo a re-
ta lh o
Sextafelra, 5 do corrate
A's 10 1/2 horas
No estabelecimento a rna Imperial n. 279.
Garante-se a chavo do mesmo estabelt cimento,
visto a mesma casa ter bastantes commodos para
familia e ter agua encanada.
Leilao
De
\iilros e es-
OMP*\ll|\ ii:uvM3i tvvt
DE
^tavegaeSo Costelra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Mticu, Mossor, Ara-
caty, Cear e Acarahu
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 5 de
Novembro, a 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia l.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
4 8 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambw/ivi
_____ n. 12_ ________
co i*t\nii. rt mtAijs
ItlIiW HAItlTIHE
LINHA MENSAL
bons movis, loara,
pelno
Sendo urna moblia de junco com pouco uso, ten
' do 12 cadeiras de gaarnifSo, 2 ditas de braco, 2
i ditas de balanco, i sof e 2 C'mso'os com pedra.
2 qaadros, espelbos para consolos, 1 cama trance
za de amarello, 1 toilet, 1 lavatorio, 1 cabide de
columna, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 com
moda de dito, 1 marquezo largo, 1 dito estreito, 1
ber^o, 1 marquesa de amarello. 12 cadeiras de
junen, 1 cadeira de parafuso, 1 dita o 1 espregnl-
cadaira.
Urna mesa elstica de 4 taboas, 2 apparadores
entalbados, 2 ditos de columna, 12 cadeiras de
pao-carga, 1 quartinheiro, 1 marqueza, loaca de
jantar, copos, coreiro, galheteiro, eompoteiras,
fructeiras de vidro e outros muitos movis.
Scxta-feira 5 do crtente
\S II HOR.4H
No 2* andar do sobr-do n. 58 da ra do
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Rangel
Os bilhetes desde ja i venda em casa de Ciar-
les PJuym & C, na rna do C >mmercio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 horas da tarde na bilhetaria
do tbeatro.
O espectculo terminando s 10 horas e 45 mi-
nutos da noite, hivera b >nds para todas as linhas.
MilillOS
PaciQc Sieafld \a vigalion Lompan>
STKAITS OP MAGELLAN LTNE
Paquete Cotopazi
Espera-se dos portos do
8iil at o dia 8 de No-
vembro seguindo pa-
ra a Europa depois da
cinora do costume.
Este paquete e os que dora
em (liante seguirem tocaro em
Plymoulh, o que facilitar che-
uarem os passageiros eom mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens. encommendas e din-
heiro a frete tract -e con os
AGENTES
Wilson Nona dk < .. Limited
S. 14- RA DO OOMMERCIO N 14
Companhia ilahiaoa de na*es-
eo a V; por
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia n Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreterivel-
mente para > portos
cima no dia 7 do cor
rente, a 2 huras da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/s!
dia do dia 6.
Para >-arga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete rracta-se na agencia
7tina do Vigario 7
Doming s lves Ha heus
DE
*avegaco costelra por
PORTOS DO NORTE
Mossor
rea, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Lembra-se aos senbores passageiros de todas
as classes qne ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Previne se ao ssenbores recebedores de merca-
dorias que s se atteuder as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidaa na occ.i-
iao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4uguste Lab He
9 RA DO COMMERUIO-9
CUHP.4.VUI.t rKR.11HBlC> AA
DE
Mavegaco Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penede e Aracaj
0 vapor Mandahu
Segne no dia 6 de
Novembro, pelas 5 ho-'
ras da manha.
Recebe carga at o !
'dia 5. ,
Encommendas, passage.-s dinheiro a frete at I
as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRD7TORO
Cae* da Companhia Pernambn
_________eana n^ lt________
tniied SUles & Brasil XiiIS. 8. C
O vapor Advance
Eapera-se de NewPort
News, at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
frote, tracta-se com os
AGENTES
Henrj Forsler k L
RUADO COMAii-RUO N. -8.
/ andar
O agente Martina far leilao por ordem de ama
familia que se retiruu desta provincia, dos movis
existentes em dito sobrado, os quaes tiveram mui-
to pouco uso, e sero vendidos ao correr do mar
tello.
Leilao
Em continua<;o
De movis avulsos, guardas toncas nzados de
| amarello e Jacaranda, commodas e meias-commo-
! das, marquezies, camas francesas, camas de ferro,
espelbos, jarros, colheres, faccas, caldeires, miu-
1 dezas e outros muitos objectos existentes
mora ao cosiumc .. ., i /->? j
nara Buenos-Av-! armazem da ra do Mrquez de VUnda
19
Espera-ee da Eu-
ropa no dia 4 de
Novembro seguin
do depois da de-
mora do costume
n.
seita feirn. O do correase
As 12 horas
POR INTERVENCAO DO AGESTE
Gusmo
Leilao
. De 2 bufets, 1 rico relogio com mu sica em um
lindo quadro com paysagem, 1 espelho de moldu-
ra de Jacaranda, 2 consolos com pedra marmore
preto, urna jardineira com pedra, 1 santuario de
Jacaranda, urna mesa para o mesmo, urna estante
' com gavetas, 1 bidet com pedra, urna mesa para
jantar, 1 aparador, 1 relogio americano, urna me
j sa de Jacaranda para j >go, urna davina de Spen
! cer, tina carroca, forquilbas de ferro com cepos
' para lavadas e mnitoa oatros movis.
Sallado 6 do torrente
A's 11 horas
Na casan. 139 da ra da Aurora
Pr ntervm$o do agente
Gusmo
N. 8
Para o Para
Seguir dentro de pinicos dias, por ter grande
par e do carrcgamentn prompto para esse porto, a
burea aoruegueuse de 1> classe denominada Ebe-
nezer.
Para o resto da crga engaja se desde j, com
o seu consignatario, ao larg i do Corp o Sauo
n.9;__________________________________________
Porto-Alegre
-Segu com brevidade para o porro cima a es
cuna nacional Mantua ; para o resto da cara
que Ihe falta, trata se na ruu do Marques d
Olinda n. 4.
AVISOS DIVERSOS__
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coe-
Ibos, junto de 8. Ooncallo : a tratar na roa ds
Imperatris n. 56._____________________^^_
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excellente* accommo-
daedes para familia : a tratar com S. I. Lidstonc,
rna do Commercio r 10.
Alaga se a casa terrea n 21 a ra de 8.
Franci.-co ;'a tratar na ra do Imperador n. 31,
armaiem do gaz.
Aluga-se a casa da ra do Pilar n 37, eom
6 quartre, 4 salas, cosinha e appsrelho fra, re-
construida, catada' e pintada de novo ; a tratar
na ra da Imperatrz n. 56.
Aluga se um escravo p-ra copeiro e tolo o
mais servico de casa de familia, ercriptorio ou ou-
tro qualquer estabelecimento, garantindosc^ sua
conducta ; a tr>tar na ra de S. Jorge n. 115, 1-
andar.
Precw-se de urna cosinbeiea para casa de
familia : a tratar na ra do BarSo da Victoria
n 39, loja.
Aluga se o 1- andar do so orado n. 43 rna
da Aurora : a tratar om o Sr. Negreiros, ra
do Impe ador n 24 ______________
Aluga-ae
Liviaineoto n
b rarto.
a lija e o sobrado da travessa do
10 ; na ra d Apol o n. 4, so-
LEILQK
LHliio
Da fazendas, miudezas, movis, um i esto de mu
vapor eicas para piano e diversidade de bj. ctos, no
armaz-m ra de Pedro Affonso n. 43.
VIAGEM EXTRAORDINARIA
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 4 Ot
Novembro, s 5 horas
da tnrde.
Recebe carga at o
'dia 4.
Encjinmcndns, passagens;e dinbeirosfrete at
s 3 horas da tarde do dia 4.
ESCRUTORIO
Ao Ca* da Companhia Pernambucana
n. 12
Agente Brito
Quinta feirn, 4 do eorrente
is 10 lj2 horas
Leilao
Da armacn gneros e utenclios existentes na
taverna ira a ra de D- Maris Cesar n. 39, es-
quina do Becco Largo.
tilinta feir. 4 do eorrente
A's 11 horas
O agente Gusinao, aut irisado far leilao por
conia e rioco de quem pe tencer, da armacSo, ge
eros e utenclios da taverna cima mencio-
nada.
Em lotes a vontade dos Srs. compradores.
Aluga-se o andar e sotao da casa n. 70
ru de *. Prsncisco, o qual milito fresco per ter
jn lias no onao ; a ir ,tar n escrrprorio ao caes
di Companhia Hernambucana u. 6.
Aluga se a metade da casa n. 99 ra do
Viseonde de Wnyanna, autiga do'Cotovcllo, por
8i>00 niensii's ; queu a pretender dirija-se
mesma, que achara com quetn tratar.
PonlOM de artthmeiira. segundo o
novo prot:ramma >lo giverno Veude-se as livra-
rias : Francesa, Ec'nomica, Parisiense, Flumi-
nense e na encaiiei nacao Commercial.
Prccisa-se d-- uin criado para vender tabo
leiro e faz r miia eervicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 3
Preeisa se de om vpd ledor de cigarros ^ rut
fabrica Suzana, pateo do Terco n 30, que d fia-
dor sua coiducta.
Preciea-se de om caixeiro com pratirs de
tav< rna ; na rna do Conde da Boa Visia numero-
113 A.
DOfil
EOA Da HAZUMETRO
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem coke por
preco moderado, en-
tregando-se em saceos
%as casas, ou de ou-
tra qualquer maneira.
Para combustive]
quelite e de pouca fu-
maba, nenkiima outra
substancia soliua pode
ser comparada com o
coke em economa, ef-
iciencia e limpeza.
Tam bem alcat rao
(Tar) em latas ou bar-
ris, que de muito va-
lor, especialmente nos
clima* quentes para
pr**servac,o do ferro,
da pedra, tijolos. la-
drilhos, as|>ha 1 tos ou
para efleitos antispti-
cos.
Para destruido das
saivas, forminas, nao
na preparado igual a
agua de amonio, a
qual perfeitamente
benfica e grandemen-
te estimulante vege-
tado, o amonio sup-
preum dos elementos
mais fertilisantes,
Ser supprido em
latas oubarris por pre-
sos reduzidos.
Qualquer informa-
Qao de presos e par-
ticalaridades sero ob-
tidas na Fabrica do
Gaz ou no escriptorio
ra do Imperador n.
29, ou poderao tam-
bem ser dedas pelos
nmeros telephonicos
39 e 40.___________
Precisa-se
de um caixeiro com pratica ae molbados, de 12
14 annos : na ra de Hortas n. 91.
Hr-i-isa se de u na ama
numero 14
na ra do Araglo
Alug se ac-8 darui da Conceicao n. 2-A'
na T -ni ; a cb .ve e.-i eui mao do >r. Manoel
Ellas, na mesm < ra.
- Pr-<-isa-8 saber noticias e informaces so
bre Francisco l'-rez, francs, nascid-i no departa-
mento dos Biito- l'yri neua, com cerca ile 35 an
nos de idade, o o,u*l veio para esta provincia ba
ahruns annos, e consta que daqui seguo para a
Parahyba ALrr-.det-e-se qnaesquer informavo 8
dadas no raeriptor > de Maia 4 Ueseude, ra do
Ommeicio n. 38, 1- andar, entrada pela ra do
Torres.________________________________
Aluga se uioa casa na estrada de Luis do
Reg n 9 H, com 3 quartos, 2 salas, ejsinha fora ;
a tratar ua Casa n.11.
Ven-I--.-e- taverna da tua dos Pescador s
n. 43, bem atreg-iesada, coni poneos fundos e
con molos p-ira familia, o motivo se dir ao com-
pia lur ; a tratar na mesma.
Bazar de passaros
Hmi do Rom Neste estabelecimento encontra se sempre gran-
de sortimi-nto de espec-iaes passaros e gniolas,
nacionaes e estrangeiras, fruexs de diversas qna-
lidades, balaiuhos para ninhns de canarios do-
imperio, jarros e cestos de timb, tn.baiho muito
aperfei^-iadn, a sabrosa pimenta em eoni-erva em
lind.s fra qmnhos viudos da America, pelo barato
preco de 1/' rs cada um, e ontros muitos geno-
ros, que se tornam enfadouho mencionar, tudo por
precos m -dicus.
Criado
Aluga- n ui mulatinho escravo, de 17 annos
de idade, muito pnprio para criad ou b >leeiro,
porterHs. pr^tica ; a tratar na ra do Man-
que dolierval, casa n. 182.
Caixeiro .
Precisa-se de um caixeiro de 16 18 annoa de
idade, com basiante pratica de molbados e que de
fiador sua conducta ; na estrada de Luiz do
Kego i). 40
Casa no campo
Aluga-s- mna excrllentc casa eom sotao e esir-
raodef uara familia, t ndo um pequeo bho, es-
tend.i pintada de novo, na travt t da Cruc das
Alma- n. 4 ; a tratar na ra Primeiro de Mareo
n. 86, I ia de nas.
t
Carura Ao(oo ii- pisa*
Pranei-c -ie fuuia Neves d .*-e x>-8 < unas fi-
lhns, Mnria Amelia d,- .Seix s e Emilia August.
d" tjeil-s, >ai ei m\'e de U*rlos Augusr.i \K be
xas, c-nvi mu as peessas.de sua anuate p do
fillecJdo, para assisiirein a misan que por sur
alma un-ti l-tm resar na ifrreja da ^ol-dade, s 7
o- ras da manha no da 5 do correte, 1 Himivei-
sarin de s oto Auteeipi m-c, ag;de-
cendo este a'-t'> de c-ridade.
tHl



1

0
Diario de Peruanibuco(uinta-fcira 4 de Xovcmbro de 1886






Purgante as Familias.
pilo DiJCAYERsCIAl..Uiu.Ijk
Uuga-se
. predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
belecimento fabril: a tratar na ra do Commer-
0 n. 34, com J. I. de Medeiros Reg.
Alaga-se barato
Ra do Bom Jess n. 47, 1 andnr.
Roa de Lomas Val -atinas 4, com sotio.
Largo do Mercado n. 17, I ja com agua.
As cssasda ra do Corom;i Soassuna n. 141
Roa da Baixa Wi de n. f-, sitio com viveiro.
Trata-se na na do Coinmercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Silva (uimaraes & C.
&oa Viscondo do (jr.yauna N. 79
Aluga-se
t casa n 1 hih J>mbianca do Gomos, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na ra da Imperatriz
.32, 1. andar.
Aluguel barato
Aluga-se o importante 1' andar ru:i da Roda
n. 17, cum muito bous commodos : a tratar no
largo do Mercado n. 12.
AJuga-se
a casa n. 12 ra de Santo Amaro, no burro da
Sauto Antonio, compoe-se do pavimento terreo,
1 andar e grande totao, omito fresca, tem gas,
esgoto e agua eneanada, banbf iro, etc., esta muito
asseiada ; as chaves na roa Nova n. 48, loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para engomiar e eos
tarar perfeitamente ; a tratar na roa de ttiachucl
lo n. 57, portao de ferro.
Ama
Precisa-Be le urna perfeita cosinheira ; a tratar
na rna do Cabug n. 14, sala da frente, de meio
da a 2 da tarde.
Precisa se de urna ama para cosinbar, que teja
perita e que dorm em casa do patrio ; aa rna
de Riacbuello n. 57, portas de ferro.
\ina
Precisa-se de urna ama para lavar e engom-
mar ; na rm do Padre Floriano n. 41, taveraa.
Ama
Na prsca do Conde d'Eu n. 1, 2* andar, pre-
cisa-so de urna cosinheira de boa conducta.
Ama de leite
Offerece-se urna ama de leite, com mnita abun-
dancia de leite ; a tratar na rna do Coronel Suas-
suna n. 18.
Ama
Precisa-se de nina ama que eompie e cosinbe,
para casa de pouea familia ; na rna Nova n. 15,
segundo andar.
Ama
Precisa-se de urna para lavar e engommar : na
ra das cruces n. 14, 1 andar.
Ama
Precisa se de nma ama para cosinbar e engom-
mar : na ra do Mrquez do Herval n. 18.
Ama
Precisa-se de urna ama ; no armazem de Pan
lino n. 28, rus d Imperador.
Ma
Na ra da Madre de Deus n. 3, hotel, precisa
de ama ama de ida le, para ponco 'rabilbo.
Ama
Prrcisa-se de nma ama para cosinbar ; na tra-
vesea dos Pires n. 5 (Oeriquiti).
i fresca
Alaga-se moito barato a casa n. 37 rna do
General Sera, antiga do Jasmim, est muito lira
pa e moito fresca a tratar junto.
Parteira
A abaixo astignada declara s pessoas de sen
conhecimento que uiudou se da ra do Aragao u.
24 para a mesina ra n 32, onde pode ser procu-
rada para o acto de sua profUsao a qualquer hora.
Mara Lina de C. e Silva.
Athncio
Aluga-se em urna casa de familia, um quarto a
alguina senhora viuva ou sol tetra, que seja de
conducta moralisada ; tr-ita te ua rna do Mr-
quez du Herval u. 1H-'.
triado
Precisa se de um criado, dando fiador sua
ondacta : na ra da Imperatriz n. 1.
Scriuliciii
Intentarla !
O qoe k feito do mv. ufano do coronel Joo
Florentino ? Peco ao Sr. vigirio o favor de nao
rtter... para que eu nao votte ao astampto.
Um ciesVor.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARLAS
HARTXNS* BASTOS
Pemavribuco
NUMERO TELEPHONICO : rJ' 33
Agua florida.- Extrabida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tado que ueste' genero tem spparecido de
mais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
preparadles para a tcnservacao dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranqueeam e tem agrande
vantagem de tornar livrea de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo balito.
Vende-se as principaes casas desta c-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33__________
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer ecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da caneca. Positiva-
mente impede o cabello
de caiiir ou de embranque-
cer, e infallivelniente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
182*J. E" ounicoperfnmenonmn-
do que tem a approva^ao official de
nm Govemo. Tem duas veres
mais fragrancia que qualquer outra
i- dura odobro do tetupo. E' muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
len^o. E' duas vezas mais refres-
cante no banbo e no quarto do
doente. E' especifico contra n
frouxido e debidade. SCura as
dores de cabeca, os cansados e os
desmaios.
laroje ie Yiia ie Rente. Ii. 2.
larras MttrsAt-o. sxpoo netou^-A.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
Affec^oes, Cutneas e as do Couro Cabel-
lndo cora perda-do Cabello, e de todas as do-
encasdoSangue^Figado, e Bros. (Tarantes*
que parifica, enriquece e vitalisa o Sango*
e restaura renova o systema inteiro. w .
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian.
Ss e para a cura das moles-
s da pelle de todas as especies
e em todos os periodos.
Deposito em Pernambueo casa da
Francisco Manoel da Silva & C
Madamoiselle Cotinha
Ainda contina na ra do Imperador n. 05, "_'
andar, onde suas amigas e freguesas podem eu-
contral-a oara comprar lhe os trabalhos, que como
modista desempeuha, emo sejam, toilettes e pen-
teados de todo gosto. de accordo com os figurinos
modernos
Costurera
Precisa-se de urna pessoa que cosa com perfei-
9o ; na ra do Mrquez do Herval n. 10.
SUSPENSORIO IWILLERET
Elaittfl. un lffliras fclaixo das wat.
Para evttsr a falsiflcacdc*,
exigir a firma do inventor, estampada
em tuda suspensorio.
FKLaS de todos os systemas
MEIAS PARA VABIZES
suHEBET, LIGOHiatC. acensar, rirti. 41. r. J.-J. aman
aaotsTKADo
XAROPEd reinvillier
q Laureado pela Academia de Medicina flQ
111 ^.EJV-n -. Cnalhelro da LegiSo de Honra ^tOP0
f
que o Xarope
como 0 especifico mais seguro comra a Tsica pulmonar, Bronchie chronlca, Anemia,
Xacbitlamo, Bcbllidade do Organismo, Xaropr ilo U' MtviKclllier admiirlslrddo
diadamente as crianzas facilita a dentlyao e o cresetmeoto: as maes e amas d s loite torna o
lolte mcllior; impede a carie e queda dus denlos tao frequentes dopois d.i prcnlicz.
Depo ito: Pbarmaoia ViaEJIQTJE, 8, Plaoe de la Magdeleine, PARXZ.
Em PernambUCO: FRAX" M. da SMLVA ib C", s na principies Phnrmacias e Droiriai.
Cosinheira
Precisa-ae de nma ama para cosinbar, comprar
o mais servicos de cata ; na na do Aragao al-
asen) 14-
ttaiitle e vigor
PARA TODOS QUE KIZKKKM UZO DAS P1LU-
LAS ANTI-DYSPEPTICA8 K REGULADORAS
DO VENTBK.
Preparadas por Bartholomeu &. C*.
Estas plulas, cuja formula nos foi con-
fiada pelo distincto clinico desta cidade, o
Illoi. Sr. Dr. Carneiro da Cuoba, sao ap-
plicadas com o melhor xito contra a fra-
quera do estomago, priso de ventr-, en-
gorgitamento do figado e ba^o, anemia,
tontoiras heinorrboidaes, etc. et. Ellas
nao causam o meoor v. xane ou dor no
estomago, produzindo soa accSo operativa
branda e suavemento.
N3o prostam as forcas, nem abatem o
espirito, antes pelo contrario do alent,
desenvolvem i> apetite, do maior vigor e
r.-stituem aos dountes suas primitiva for-
jas, conconeodo assirn para o completo
rcstabeleciroento da saude.
DEPOSITO
EM SUA PHARMACIA
RA LAHGA DO EOSAKIO N. 34.
MNBU
nommsl_
P CLERY
tostt-M M toda s parte
Exccente morada na
Torre
Aluga-se urna casa com commodos uffieientes
para familia numerosa, com grande sitio e jurdiin,
muito fresca c alegre, a margem do rio, em cojo
portao termina a linha dos bonds, fundo na mar
gem cppos'a do rio, a estacao da Torre, da com-
pauhia dos trilhos urbanos do Recite Caxaog :
a tratar ns Secife, ra do Coumcrcio
vimooto terreo
n. 46,
pa-
Cochelra da ra da Imperatriz
d. 29
TELEPHONE N. 189
O abuixo assignado avisa aos seus amigos, fre-
guezes e ao publico em gersl que o Sr. Dclfino de
Azevedo Villarouca despedio-se da administracao
de sua ccchcira, ra Ua Imperatriz n. 29, desde
o dia 9 do cern rite, tendoprestado todas ab contas,
fcando a mesma sendo administrada pelo Sr. An-
tonio Joaquim Moreira, a carga de quem se acha
tambem a cobranca; espera .pois, merecer a mes-
ma confiaoca dos seus fregueses.
Eecife, 18 de Oatubro do 1886.
lote Pedro Rodriguet da Silva.
copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16 annos, na ra
de Riachuelo n. 17.
AO
Tome ni nota
Trilhos para cngcnlios
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Hachfnlsma completo para ea
genhos de todos os taannos
Systema aperfeicoado
EapecificaqZe8 e presos no escriptorio do
agentes
Browns & C.
-V. 5-Rna do Conmercio
N. H Alm do cima B & C, teir. cathalngos de
ou i simplementosnecRsaarios agriculturf, como
*mb< m machinas para descampar algodao, moi
abos para cat, trigo, arroz e milho; cerca de fer-
ro galvunisado excedente e mdico em preco, pes
soa nenhuma pode trepal-a, nem animal que-
bral-a.
Kiisronmiadein*
Precisa-se de urna arca que rngomme com per-
feifao ; na ra do Msrqqez do Herval n. 10.
Costureiras
Na ma do Imperador n. 55, 2* andar, precisa-
se de costureiras.
A t (endit!!! "
Boqueta da ultima invenco, para casamentos,
etc., etc., de Jos Samuel Botelbo ; a tratar na
ra do Barao da Victoria, loja n. 20, e ra da
Cadeia ao Recife, loja n. 43.
PorllOOO
Aluga se a loja do sobrado rna de Lomas
Valentinas n. 50 : a tratar na ra Primciro de
Marco n. 7-A, livraria.
Pchoral de Cambar (3)
Dcscoberta e preparaa9 de Alvares de S.
Soarcs. de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica, aut^-risado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Pars e Exposicao Brasileira AlIcmS de
188], e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos ontres de pessas curadas de : totses
simples, bronchites, asthma, rouquidao, tisica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc.
~ Preces as agencias :Frasees 2500, meia
dusia 13*000 e dusia 24*000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2*800, meia
dusia 15*000 e dnsi 28*000.
R*Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ruaMarquez de Olinda n. 23.
DOENGASdo ESTOMAGO
DIQISTOIt DIFFICtlS
Dyspepuia, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debiliaade das Crianzas
CURA SKQUKA E SPIDA PELO
ELIXIR6REZ
TNICO-DIGESTIVO
cotn Quina, C0em t Pepnina
Adoptado em todos os Hospitaea
MEDALHAS HAS EXPOSIQlES
PA11S, r .laBrare.34, eemtotuuPhinuciu.
Alimentapao racional
tas MAES, CBIAUCAS, AMAS i CONVALESCENTES
Por uso da PHOSPHA TtXA Falli-rra.
PARIZ, G. Avonuc Victoria, 6, PARIZ.
OcposItarlM en Hnttmbgco FaAN~ M. da SILVA CM.
Oleo para machinas
Em latas cootendo cinco ga!Se, 9*000; ven-
dc-se nos depsitos da fabrica Apollo.
Criado
Precisa-sc de um criado de 14 1C annos ; a
tratar na ra do Commcrcio n. 44
PERFUMARA do hundo elegante
DELETTREZ
54, 56, Ra Richer. 54, 56
CF.EAQO PARIZ NOVA
SUAVIDADE
concentragao
CREME OSMHEDIAi
SAB0.VETE, EXT&ACTOl
AOUA DO TOMADOR
P3 de ARROZ
COSMTICO, BRILHANT1NA
OLEO, POMMADA, VIH AGRE
Jk Pertuniaria 0SMHEDIA assegura aos
Clientes fiEis
urtatade eterna l Cor sea pul
torios em Pernambueo: I
SILVA t C".
Superior vinlio de Pasto
Loureiro & C. receberam pelo V/e de Victoria,
por encommenda e couta prorria, e que ha de mais
superior em vinho de Pustu, no nosso mercado.
Em pipas, quintas e decimos, vendem em grosso
e a retalbo, e pedem a seus fregueses e amigos o
favor de esperimcntarem. E' muito proprio para
hotei, restaurant e casas de familia. Encontra se
venda no estabelecimento de molhadca dos mes-
iDos Loureiro & C, Passagem n. 7 ; Augusto Fi-
gueiredo & C, Recife.
Marca
Registrado
Cal drgem de Jaguar ib o
Abrise ra do Bom Jess n. 23,]
um arroazera onde se vende constantemen-'
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o ;
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preco
fixo de 6)5000 a barrio* por contracto que
fpz o Sr. Vicente Nascimento com o Sr. |
Jos Costa Pereira proprietario do engenho'
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o noron
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastiao Bezerrn,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
MULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PKO DE
Figado de baealho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
lpprovada pela Cunta de Hj
glene e antorlsada pelo
t governo
E' o melhor rem> dio at boje descoberto para a
(tailra br>n-rill'<, enrrophulaii, ra-
rlillm. anemin, i. <-liilt denuio. loase rrirunica e asTec^dea
lo pello e la ^srganla.
E' muito snperior ao oleo simples de figado de
aacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agr-
iavois, possue todas as virtudes medieinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
recoastituintes dos hypophosphitos. A' venda nat
irogarias e boticas.
Deposito em Pernambueo
OLEO
De Figado de Bacalhau Pancretico
X>S DEFRESNB
TODOS OS QUE PADECEN MOLESTIAS DO PEITO
Oermm 1t o seguate
Este oleo tem o aspecto de um creme braneo
qoe se pode diluir no leite, cha, chocolate ou
eaf: Possue todas as virtudes e propriedades
de tab precioso remedio, e tambem toma-se sem
repugnancia al^uma pelos doentes mais deli-
cados ; grecas a eficaz addicao da Panero-
atina, chega no estomago, digerido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem diarrhea.
D'epois de um semnumero de experiencias
praficadas nos hospitaes da Corte, este medica-
mento obteve a approvacio dos mdicos da Ka-
caldade de Pars. Hoje em da, todos os mdi-
cos receitam o Oleo de Figado Pancre-
tico da Defresne, como nico remedio
para curar radicalmento:
Lr.llJ-IIATMS.ltO, HACHITISXE
TABICA ITJ.riOSAR
e mais afleccOes que impedem os effeitos da
nutricio e assimilajao.
M TOOAS AS MARMACIAS
**** MU*AAA*III>IU>
THES0URAR1A
DAS %
wmm %
Acha-sc venca a 8a parte da P loteria a
beneficio da Santa Casa de Misericord a do
Recife que se cxtraSfir quinta-fcira, 4 de Jo-
vembro ao meio dia pelo seguinte
centena em que sahir
-ii-.imOQO
69:060^000! 2
314:940^000!
-----------2
10O:0e'\.SO0O
3OKKKi30Oi 2
10:000^0001
24,000 bilhetes a 16^000
Beneficio, sello e commis-
sao. .
1 Premio de.
1 Dito da ...
1 Dito de ... .
1 Dito do ... .
7 Ditos de 2:000^000 .
10 Ditos de 1:000,5000 .
16 Dito de 5UOkX)0 .
99 Ditos de 200&000 para
a centena em quo sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 100,5000 para
a centena em que sa-
bir o segundo premio
99 Ditos de 60;5000 para
Caso a terminacho do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu-
mero immediatamente superior.
Esta loteria divide sa em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ria
cada um,
Os premios raaiores de 209,5000 em cada parte estilo sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15[0 e 5[0 addicional sobre o referido imposto.
EXTRACCAO PELA MACHINA FICHET
Thenouraria das loteras, 28 de Outubro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesonreiro.
o terceiro premio 5:9400000
Approxim a c, 5 e s do
2:0005000 para o pri-
meiro premio 4:000,5000
Ditas de 1:0000000
para o segundo premio 2:000#OCO
Ditos de 06000 para
o terceiro premio 1:300(5010
4:005KKX) 2,400 premios de 200000
14:00000001 para todos os algans-
10:00000001 mos iinaes do primeiro
8:0000000) premio .... 48:0000000
! 2,400 Premios de 200000
para todos os algaris-
19:9000000 mos finacs do segundo
premio..... 48:0000000
9:9000000 5,140 Premios 314:910:000
Esto medicamento de um gusto agradavel, adoptad* com
8
Arwst Victoria
la Pernambueo:
MU* Silva *e*
grande xito ha
fcais de 20 annos pelos melbotes Mdicos de Parlz, cura os Defluxo, 6rive, roste,
mrm m Oeroanta. Caurro ulmnwsr. rrtiotm e ^aita. daa Vttt niM-M la Bsxtae.
Aos 1.000:000$000
200:000*000
100:000$000
LOTERA
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanoiogica Isabel
DA
PROVINCii DE PERNAMBUCO
ExraccaG a 30 de Dezembra de 1886
0 thesoureiroFrancisco Goiifaires Torres.
Atten^o
Compra se urna escrava engommadeira perita e
tadia, ou alaga-se urna ama para o mesmo mister :
a tratar na ra da Imperatriz n. 11. primeiro
andar.
Burros
Ycnde-se dous burros muito mansos e proprios
para caugalha e earro ; a ver e tratar na gara-
peira da estrada de Apipucos.
Vende-se
um estabelecimento de aolbados, bem localisado
por ficar junto a estacao da ra do Sol; tratar
na roa Bella u. 37.
XAROPEdeBCHU
dp D^ADEL J
CONT TOO** A*
Sitio para alugar
No aprasivel Chacn n. 13, ten io accommoda-
ces para familia, e muit .s fructas ; a tratar na
ra da Aurora n. 81.
j Ao commercio
O abaizo assignado chama 8ttenc3o de alguem
que se julgar sen credor, a apresentar sna conta
no praso de SO das, para ser paga, a contar d sta
data em diante. Olinda, 4 de Novtmbro de 1886e
Joaquio Moreira Coelho.
Bom emprego de ca-
pital
M cilio i- do que apollen
Vende-se 17 casas pequeas, no Corredor do
Bispo, denomioadas Beoco Amarello, edificadas
em terreno proprio, rendem 140(000 mensaea, ou
l:G8O*0CO por auno : a tratar com o agente
Martina.
Liquicla^o
Chpeos moderaos. pHlmss, plumas flores e fiti
tudo por presos muito barato.
Mrae. Miquelina
l
i MOLESTIAS du VAS URINARIAS
!UM
Catarro ch'onico ta Jbsxlga,
hfltatfa o canal da uratra,
Molestias da prstata,
incontinencia de Urina.
Arela na urina, etc.
SWAEVN, Pharmaceutico-Chimico.
.. 'ASJS.JI^hm ymticxiowt, 11, PARS
I
Ao publico e ao com-
mercio
O abaizo assignado faz sciente aos seas fregue-
ses que compra va cigarros o sen empregado Bel-
sniro Manoel de Oliveira, quo o mesmo retirou se
de sua casa sem Ibe prestar couta nem den a me-
nor satisfacao, pelo qne nao paguern conta algu-
ma ao mimo e sim ao abaixo assignado : assim
como nao serespoosabilisa por conta qne o mesmo
receber desta data em diante, e tambem So
respousavcl por debito alt;um do mesmo, pois est
tratando dos meios sutficientes para obligar o
mesmo a dar contas. Ki cite, 3 de novembro de
1886.
Manoel dos Santos PalcSo.
r
Ra iias Cruzes n. 39
Chlorose, Anemia Catharro pulmonar, Bronchlte chronlca,
Catnarrs da Bexlga, Phtislca, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez,
Perdas seminaes, Catharros antlgos e complicados, etc.
Boulevard Denain, 7, em PAKXZ, e as principaes Phanaaclas.
VINHO gilbertSEGUEN
A.pjpro--acio jpola _A_cidirii de TnTod.icri.na de Franga
AIS DE 8ES8ENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Viztzio de nma efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Pebre*.
e como Fortificante as ConvaJeeenca, Debilidad* tto Sangite,
falta de Menatruactlo, Inappetencia, Digestes difjieei*.
Enfermidadea nervomas, Dbilidade.
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Dcposiianos em P : FRAN- M. da SILVA e C\
l.oteria de tln(o
Pede se as pessoas que jogam nesta loteria que
procurem lr o que esereveu nos jornaes da mes-
ma provincia o Si. Joo Alves Estoves, guarda
livros do thesoureiro das mencionadas loteras, e.
por eesos eacriptos, poderao julgar. da lesura qne
existe na extraccao desta mesina loteria.
Um qvejogava.
jt&i
|H|;
DAY& MARTIN
forncedor* de Sua Majaatade a ateas da fi
do Enrollo ."> Utrteme arNaaaMa.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRA[XAmPAsuUNCTU0SA
0LS0 par ASREI0S
Et*deiM*smtsirli %vt.< nirrfaacMi, essri
i$ tdis s rrmss.
DEPOSITO OERAl. KM LCNDW* :
*, High JTolrtom, 97
rUK~B.UIBI.TikV.
TINTURAN POMADA
NICA y TNICA
O. FILLIOL 0E FILLIOL
TKSTANTANEA pr bark. < SWARtMn Jar woabUte
BS un v^.dro, sen preparm^i o c t>rocoi
nm Ur.gcai. soa Cor primitiva
N0sM*cer U Anian.'t..M FRAN- II da 8IX.VA O*-
Aluga-se
a casa terrea da ra de S. JoSo n. 29 e a sota da
ra Bella n. 29 ; a tratar na ra Duque de Caxtas
n. 66, loja de miudrzas, a fallar com o Pinheiro.
Eliza Fcrrelra Lo a I Re*
Antonio Jote L-al lii* e suas filhaa, O. Ma-
noella Mara Ferreira, rsoaos, cimbados e sobri-
nbus, agradecen cordhilaiea'c todas s pessoas
que se digm.r un acompanhar ao cernterio publico
os restos uiurtaes de sua pregada es.josa, mi, 61ba,
rm, cunbada e ta, D. Eiixa Ferreira Leal Reii ;
e de novo as convidim a assiatir as missas do s-
timo dia que por sua alma mandam resar na ve-
neravel ordem terceira de S. Francisco, s 8 horas
da rxauba do dia 4 de Novembro^________________
I l illMI^lllfcirl*lTnWaannnninnSE^aTtMnW>
Ama
rrecisa-se de urna cosinheira ; no largo do Cor-
po Santo n. 17, 3- andar.
Ama
Prcisa-se de urna ama ; na ra da Florentina
n. 2, taverna.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna para cosiubar e
outra para andar com chanca ; na Capunga,
ra do Or. Joaquim Nabuco n. 3.

i


Diario de PernambucoQunta-fcira 4 de Novembro de 1886
.-

VENDAS
Coeheira a venda
Vende-se urna egeheira com bons carros de pa3-
eio, bem Ir causada e afregucaada, por preco mili-
to mdico em rasad de seu Bom no poder admi-
nistrar por 1er de nter urna viagem : os preten-
dentcs achuran com quem tratar ra o Duque
da Caxias r. 47.
Tccidos de liiiho
A 500 rs. o corado
Na loja da ra da Impratris n. 32, vende-se
um bonita sortimento de taaendns de linhD para
vestidos, fondo largura de chita frinccza, com
inulto bonitas cr.-s e palminhas bordadas, pe-
bincha a 500 reis o covado, na lija ce Ptreira da t
Silva._____________
Camisas nacionaes
A 9*SOO. SAOOO e 84500
32=^ Lja a na di lmperatriz 32
Vende-se ueste novo rstabelecimonto um gran-
de sortiw'jto de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnbos dj linho como de algi'dao, pelot
baratos prei,08 de 2500, 3 e 4, sendo tazi-uda
muito inelhor do qu" asaque veem do cstrangeiro t
~uit^ mais bem fritas, por seren orlada por
um bom arlisfa, especialmente camiseiro, tamben,
remanda fuzer p >r encommi'ndas, a vmtade dos
fregueses : na nova luja da ra da Impeatris n
Si, de Ferreira da Silva.
Vendc-se urna armacao de amurello, propria
para cigarros, por ser p.quenu. ou cotro qualquei
negocio, jrec) commorio : ua ra larga do Rosa-
rio n. 24.
Ao32
Raa loja de fazc
'as
= 3',
A* Ra da Inipe
DE
FERREIRA DA S^VA
Keste novo esta beleci ment encontrar o rei-
p.'itavel pubiieo um variado soriimento de t.izen-
das de tod.is as qiialidudes, que se vendem poi
precos baratiMmoa, iissira como um bom sorti
mente de r. upas pira Irmacna, e tambem fe man
'ja lun p i i uconimeni.s, p r ter um bom un*
tre aliaiate c completo tortllMatO de pannos finat
caseunras e brias, etc
opas mu
3?
*(1U

12f00l
ISfOB
bfsa
stop
fiisOX
33Ba Ja Cmiernirlz
J*cja de Pereira da tutea
Neste estabeleciinentii vendti-se as r;upss aba)
*i mencionadas, que sdo ba- ...as.
l'alitots pretjs de :- aiagruaes o
acolcboados, sen .o lazenaas inuiio eu-
corpadas, e forrados
, Ditos de eaaeaka prcta, de cordita muito,
bem teitos e forrados
Ditos de dita, hienda nuiita melhor
Ditos de flanella azul sende Bgtpia \vr-
dadeirs, e forrados
. is rie gergorio preto, acolchoadr,
sendo Gasettda muitc ene >rpada
Ditos de cusemia de ores, sendo mr.ito
bem f.-it.is
Ditas de fianella inglesa verdadeira, e
muito bem tetas
Ditas de brira de Angola, de maleskirn e
de briaa pardo a 2fi, 2*500 e
Ocroulaa do gregnellas para hornera,
sendo muito bem fettM a I 1100 e
Colletinlios de greguella muito tem fritos
Assim como um bom sortimento de lencos linho e de algodo, meias croas e collarinh-s, etc
to Da loja C3 yjJA da lmperatriz n. 3>
6et ne(iiieia sxlnba* u &
rn. o roiado
Na lija da na da luip-ratriz n. 32, vende-
um grande sortime-nto de ."ustoes brancas a ft-
rs. o covado, l.lzinhus lavradas de iurta-coret
fkseada bonita para vestidos a :AH) rs. o c< v.i.
setiuelas lisas muito largas, lente de todas a
cores, a 500 rs. > covado. pechi:icha : na loj
do Pereira da Silva.
AlgQdoEinlio franrez par leneoc
m SOOrk., I* e l300
Na Ijja da ra da Tniperati-i u. 32, vende-
riores algodaozij'.hos f'rauc-zes com 8, 9 e l1
ptmofl de largara, propri.s para leuces de ui
i panno pelo burato prefo de S00 rs e 15000
metro, e dito trancado pa a toalhas a Ifi'J", as
im como superior bramante de quatro largura
para leneoea, a 1 500 o metro, barato n loj
dj Pereira da Silva.
Uouna para meninos
A 4*. 4*iO 0 A
Na nova loja da ra da lmperatriz fe. 32,
vende un, variado sortimento de vestiarios pn
prius para meemos, sendo de palitosinbo e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4(M), dito,
de moleequim a 450C e ditos de gorgorio prU
omitaudo casemira, a i>, sV. muito baratea ; m
. ja do Pereira di Silva.
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe n. S
ITesta sern.ria eneuntraro os s- ubores frejrue-
38, um grande Bortitnento de piubj de resina de
:iuco a dez metros de comprimeuco c de 0,08 a
.24 de esquadros Garante-ee preco mais como-
fo do que em Mitra qoalquer parte.
Francisco djr Sautis Mi-eedo.
Pechinchas!
Sao i lenuiite* que tleflntiva-
meuteiuio enlraro no prxima la-
iMft
Admirem!
de mariposas e fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado!
Nausekj do cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linho- e;cocexe8, novidades em padroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinetae, as mais finas que tem viudo, a 320 e
360 rs. o di tu !
Cretnnes franeezes a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs listras de se-
da, barato .'
Larinhas modernas, a 440 e 500 rs. o dito !
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitacio), linda fazenda, a 700 rs.
o dito
rb-uJa, delicados desechos, um metro de largura,
a 8ti:> rs. o dito !
Merinos cachemiras, prtas e de cores, a 900 rs.,
1* e 1*200 o dito !
Stim manen, t>das as cores, a 800 e 1* o dito!
Veludbo d.-. tedas as cores, ligL-s e bardados, a 1*
e 1*200 o dit !
Casemirjs ingltzns, de cores, a 1*200 e 1*190 o
dito !
Clieriots, preto e azul, a 2*500, 3* e 3*500 o
ditot
Cas>mira diagonal, a 1*800 o dito !
I'aniio inglez superior, preto e azul, a 2*200 e
4* o dito!
Pecas de esguiio pura casaquinhos, a 4*500 e
4*!
dem de superior algodao, a 4*, 20 ids !
dem de madapultcs americanos, a 4*500, 5 c
6*, 24 ids !
Para as Exinas. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 12* e 15* !
Kicos cui-linadoe, todo bordado, eorr.pleto, por
*!
Liiniis gnarui^-oes de crochets, cadeiras e sof, a
8*!
Supi-rior bramante de algodilo, quatro larguras, a
900, 1* e 1*200 o metro !
At alnado bordado a 1*400 c 1*S Panno de iiffer- nt- s el res para mesa a 600,1*200
e 1*600 o covado I
Cobertas de entones, lindos padroc-s, a 3*800 o
4*.
Lences de bramante (cama de casal) a 2* um !
Colza* fiaiic-'Zas, de cores, a 2*, e 6 superiores !
Leuccs de cores, iiiuios desenbu, a 2* a duzia !
SiToulas bordadas, de bramante, a 16* a dita !
M< ias inglezas, brancas e de cores, a 3*200 c 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*. as melhorcs
que tem vindu !
Sortimento completo de sedinhas de cores, g:osde-
naples. filos bordados, crep, mantilbas, capas
de la, fich-.
ClinmntiOHTemos ressoal habilitado.
%'endaw em eronD..seontos di praca.
5IIua Duque de Ca&ias-O
Carneiro u Guia h C.
A lievolu^o
, M.. 45
A ra Duque de Caxias, reaolveu vender
os seguiutia artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 1*500 o co-
vado.
Merinos de cores a 900 rs., 1*000 e 1*200 o co-
vado
Merinos prctos a 1*200, 1*100, 1*600, 1*800 e
2*('00 o covado.
Velludilboa lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Palba de seda a 800 rs. o covado.
Las com listrinhaa a 600 rs. o covado-.
Oosdcuapoles prctos a 1*800, 2*000 e 2*500 o
covado.
Setuis damasse a 320 rs. o covado.
Zepbiros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Linhoa escosse'es a 240 rs. o covado.
Gaze com boliubas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zepbiros lisos a 100 ris o covado.
Ditos Iletrados a 200 rii o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado.
Cretones finos a 360, 400 o 440 ris o co-
vado.
Buptistas finas a 200 ris o covado.
Nansuc finas com 3 padroes lindos a 300 ris o
covado.
Las com mselas de seda a 700 res o covado.
Setinetaa c^m desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o covado.
Ditas lavradas a 500 reis o covado.
Dias lisas a 400 e 500 ris o covado.
Fustoes de cores a 320 rs. o covado.
Eaxovaes para buptisado de 9*000 a 18*000
um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*0C0 urna.
Ditas brancas a 1*800 urna.
Cobertas de ganga a 2*8u0 urna.
Leneoc* brancos a 1*H:IU um.
Lencos de 1200 a 2*0(>0 a duzia.
Toalhas lclpudas a 4*000 e 6*000 a duzia.
Bramante de 3 larguras a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a l$20O a dita.
Dito do linho a 2*000 a dita.
Cobertores de l a 4*r 00 e 7*000 um.
Fechs de l a 2*000, 3*000, 3*500. 4*000,
e"4*500, 5*000 e 6*500 um.
'.Chales fiuos de 5*000 a 9*000 um.
Setina maso a 800 e 1*200 o covado.
' Cortinados bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par.
Espartlhos de couraca a 4*000, 5*500, 6*000
e 7*500 nm.
Guardanap^s da linho a 4000 a duzia.
Madapoloes gemina de ovo e pelie de ovo a
6*500 a peca.
Camisas de meia a 800, 1*000, 1*500 e 2*000
urna.
Seroulas de bramante a 1* e 1*400 urna.
Flanella branca a 400 ris o covado.
Casimira diagonal a l*8l'0 e 2*500 o covado.
Cortes do casemira a 3*000, 6*000 6*000 e
7*000 nm.
Camisas de linho a 30*000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris a co-
vado.
Linn com sa'picoa a 500 re. o covado.
Fustoes brancos a 360, 440 500 e 640 ris o
covadu.
Panno da costa a 1*400 e 1*600 o covado.
Dito admascado a 1*800 o covado.
Esguio amarello e pardo n 500 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 24*000 c par.
Henrique da Silva Moreira.
EXTRACCAO
DA
PRIMEIK SEUE DA 24* LOTERA
10 DE NOYEMBRO
SOB O SEGUINTE
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
DA
COLONIA ISABEL
CONCEDiDAS PELft LO PriOVINCIL N. MI, E OTTOO PELO FXM. SB. HCE RESIDENTE 04 PiOMl
PR iCT OE l DE
40,000 bheles em vigsimos l$ooo
Despezas .......
SEMBR OE 1886
Doce de cji secco
Do primeiro da pre-
st-lite safra, tem para
veiHcr, em latas de
libras, ra do
Bom Jess n. 55, arma-
*cm.
Loja c armero
Vende-se urna, propria para qualquer ramo ie
nefroeio, na ra do Cabula, que muito se recom-
raenda p >T ser urea d.-.s principar, ras para todos
os neg cios. Garante-se ao comprador as chaves"*
da mesm.i : a tratar na la Nova n. 15.
l'adaria
Vende-se don. tylinlros nmeriesnos, em per-
fi ito estado e com pouco uso, assim tambem uten-
silios de padaria ; a tratar na ra Direita nuuie-
1 ro 32.
mmmEea
VERDADEIROT V nVLIQUIDO
PURGATIVO lili U I PILULAS
AICIEME
BHA||fi8A@9E TTII
ENDBB DE 1JI EOT
Os Purgativos Le Roy justifleam
ua reputaeo secular e sua superv>-
ridade por niilbares de curas; hoje sao
doptados por toda a parte, de preferencia
d qualquer outro para cura rpida e pouco
Pl'RGATlF LE RO'iy'Jonerosa'da
TEhvri-u fir.cuiVE dc codx nuamS MOLESTIAS CHRON1CAS
^ual conbeciras, mal curadas, e consideradas sein
rrazo como incuravei",. Nao existe medicaco mais
|^r.'filcax contra os humores, pituitas ou biles alterada
riine provocam ou entreteem estas longas afleccoes; nfio
la reconslituinte mais enrgico contra as reincidencias.
Afim di evitar as Contrafagots:
Se des* recusar como mrfp.nax ou perigoto qualquer Purgativo
rJLe Roy liquido ou em puiat que nao taht da i si
"harmacia Cottin, genro do Cirwgiao lie Bojf J Roe de Seine
nao trazendo a asstgrwura ao lado tobre o rotulo. PARS
Roa de
f HIIIWI
WW^*^^^^rW9*V^W^9W*9V*
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS BANB08 E CUIDADO. A PR AS CRIANCAB
Este SABOXMTE, verdatlriro antimeptte, o maz efucaz para a cura de toda. M
MOLESTIAS DS PELLE
SAPO CARBONISDETERGENS
i-avai 'iiotuu Crtunrat com o t*AVit CtUBOAMS l>l. i t.Itt.i:\s atim de proieyel-os contra
o 8RAMPO, a. VARILA e a FEBRE ESCARLATINA
Este. 8ABOXETES sao recommendados pelo Corpo medico lntelro porque prevlnem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e te adaptao a qualquer clima.
MAMCA DE FADKICA NOS ENVOLUEROS E NOS PaBS
W DeDoaito aaral; "W.'V. WRIGHT &C C, Semtfawaric, LONDRES Ij
Em Pernambuco : Eran." M. da HT^~VA. &c C*.
IEE.eAA^>AAA^AAAAAAAAaa................I
VNHO E GRAGEAS nS VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
P.*nmindo con medalhas de Ouro e Prata
PELA ACAtSMIA NACIONAL
Ordenados no bospitaea da Franca. Arnerioa, Inglaterra, Bairit,
Ailmini-'.rar sob forma mui fcil e agradavel todo. o. elemento, curativos do .
ev.mn.lo as.un o cheiro e sabor nauseosos d'esie ; alem d'uwo Ma preciou preparaoa.
tem urna superioridale incontestavel sohre o oleo porque poda Mr onda duranta ~
grandes calores em quanio o usa daquel.e impoMivel, tal o eminente serrico pi
pelo Doutor VIVIKN; a experiencia tem confirma lo o bom xito 0'esta producto.
pelo uoutor vi vir.ii; a experiencia tem cunnrmaoo o oom xito 0 eil. producto
Exigir a ftrma do inventor H. VIVIEN em dua. core, ao rodo.- do ra
?arrata com o Sella de uniao dos Fabricante. $o, botdevard Strasbourr, em P.
151SX51SIS151S151S151S1
VAPOR
e mocada
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb ass, muito perto
i a estacao do nn-tmo uome ; a tratar na rus ds
aperador n. 48, 1" andar,
A' Florida"
Ra Duque de Callas n 103
Cbama se a uttenco das Exmas. familias para
os pravos seguintea : a-
l.uv8 di- seda prcta a 1000 o par.
Cintos a 1*500.
Luvas de pellica por 2500.
2 eaixas de ppel e envcl..pes 800 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de sed>. cor granada a 2$, 2/500 c 3f
o par.
Suspensorio, p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos par bomrm a 3/.
Alelas de Escossia pura.crianza a 40 rs. o par.
Ijeques de p:ipi-l com corroo te al/.
Fita, de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
L"ncos de eseuiio a 1/500 a dunia.
Albuus de 1/500, 2/, 3/, at 8/.
Ritmes dc flores finas a 1/500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 8C0e 1/ o par.
Porta-retrat.. a 500 n 1/, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e &<0 rs. um.
Rosetas de brilbantes chimicos n 200 rs. o par.
Gr.arnices de idem idem a 500 r.
Anquinba. de l/5<0, 2/, 2/51.0 c 3/ urna.
Flisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Bicos de cores com 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3/ a peca
dem com 4 dedos a 4/500 a peca.
Espartilbo Boa Figura h 4/500.
Ideo. La Figurine a 5/000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2/500 a peca.
dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 1/000
a peva.
Pentes para coco com inscripcio.
Para toilet
Sabao de nreia a 320 rs. um.
dem pbemeado a 500 is. um.
dem alcatrSo a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dcalraee al/000.
Agua celeste a 2/000.
Agna divina a 1/500.
Agua Florida a 1/000.
Mhc eos de seda a 100 rs.
Meias brancas pxra sen hora a 3/ a duzia.
BARBOSA & SANTOS
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escossos preferiv
u> cognac ou agurdenle de cauna, para fortifica
i florpo.
Vende-se a retalho nos tu Ib ore.' armaren,
oolhados.
lede KOYAL BLEND marca VIADOcnjont-
ae e emblema sao regiatrados para todo o Brasi
BKOWNS it C, agentes
Predios a yenda
Vende-se, ou troca si por apoli ;es da
divida pblica noeta cidade o sobrado n.
82 rua da Ponte Vdha, com entrada pela
travesea de Joo Francisco, e na cidade
de Olinda o sobrado n. 18 ra de S.
Rento e dnas casas terreas urna a ra do
Amparo n. .14 e a outra ra do Bispo
Coutinhn, n. 11.
A tratar a ra d'Aurora n. 31.
i premio de.
1 dito de ....
dito de .
i dito de .
i dito de .
9 ditos de.......2:000$
23 ditos de.......1:000
400 ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algarismos
forcm iguacs aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
1 dito de 1:000$ para a sorle, cujo numero na extraccao for mais alio
1 dito de 1:000$ para a sortc, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio
99 ditos de 100$ idem idem do 3 premio
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2' dito
2 ditas de 2:000$ para o 3 dito
2 ditas de 1:100$ para o 4" dito
2 ditas de 850$ para o 51 dito
4,000 terminacoes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminac5es de 24$ para o 2 premio inclusive
800:000$
H8:8oS
681:YooI
240:000$
40:(
20:(
10:000$
5:000$
18:000$
23:000$
40:000$
1:000$
1:000$
39:600$
19:800|
9:900$
8:000$
6:000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
1
681:200$
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezen.is. Quando as terminacoes do 1. e 2. premios forem
iguaes, a d'cste passar ao algarismo immediatamenle superior. De9 passa a 0 e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont alguno.
0 premio grande dc cada serie acha-sc garantido por um deposito equivalente e igual qaantia no Banco
Rural do Rio de Lneiro.
21 deOutubrode 1886.
O THESOUREIRO,
Francisco Goncalves Torrea,


.'
DA
COLOMA ISABEL

PdIio de Riga
Acaba de ebegar pelo bngue Atalanta um com-
eorfimento de pinho de Riga da melhor qua-
idade e de diversas dimenses, como seiam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
a tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
rudas.
Vendem MATHUE3 AUTIN & C, rua. do
Uommcrcio n. 18, 1 andar, ou no caes do Apollo
o. 51, por precos commodoe.
EXTRACQO SEMANAL
1* parle da 24." lotera
CORRE
Ouarta-feira, 10 de Novembro de 1886
IntransformU Intransferml!
0 PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
dc cada serie.
BILHETES V VENDA
VI
RODA DA FORTUNA
ORa Larga do Rosario36
Bernardina Lopes Alheiro.


Diario de Pwmniiuwi-([uinta-fcira 4 de Novembro de 1S36
SCIEXCIAS


PANAM'
llj-giene
I
K (.tiLOMBO SOB O POSTO DE VIS-
TA DA HYGiENE WJHWCA
(Conclutlkt)
Em apoio de nossa : tfir .ativa, permitta
se-nos reprcduzir aqu i.lguraas linhas He
utn artigo publica lo re entamt iti no J r
nal do Debutes, p-l Sr. de Molinari. que
acaba > auoaipetibar h dt-legayo da Cora
panhia uivwsal ao isthmo :
Colombo utn buraco afecto : a <-s-
prestlo na. rauito viva. Km compar tilo,
as espeluncas -los ju leus 4a Russiu Brau
ca, Tralon, G-nova, aples, o vclho
Stomboul mereoeriara premios de boa con
trvayao o de asscio. Coratud >, Colombo
teve a vantag-m de ser quasi iuter-imente
inendiada o anno p.asado no panxisrao
de uma revoluca local, e est eos vu d-
ser esttb locila. Ordinariamente, O incen
iio puniiea e~saneia ; eiu Colombo, creou
aimplesraente depsitos de ejtulbos e ira-
mundcies no meio de mu pltano.
Uuas ou tr-s largas vias guarnecidas
de trilitos da Mirada de Ierro do Panam
e onde os trena circulara, livremeiite, ad
"vertindo os transentes era o tonar inees
te do siuo de se precaverem contra os
u'i .sras; 110 c-spayo que os trilitos deixau
iivre, rodearas profundas crtalas de inter-
"\ alio a iot-rvallo por ebaroos de uraa l.ra
espessa on ie .s nulas jungdw aos carr 13
euttrrara'se at ao v-ratra ; streitas palca-
dssrfe tab.as, in .rgeando casas edific da-
a raaior p-rte tambera de maneira a as n
tadas sobra cubas de pedra e cal sobre
siraples eslveas fijadas no pantano;
granl"s e>piyos vasios pelo neenlio, m !-
accumulam-se, na. agua estaenada pela
chucas, destrsyos le lou9a, g.ra3 quebra-
das; eis o que Colombo,
* Algumas casas pintlas de cor^s vi-
vas apre clara aspecto agradavel; maB
nao convera appioxiraar-se rauito delU.
Como nao ha esgj os uera sorocos de lira-
peza publica de nanhum* especie, como
es wartercl seis all sao absolutamente des
coohec.dos, aiiram se para o fundo do pan-
tano, ou nos de8troyos qua fijara ao lado
todos os detrictos e iramundicies.
Quando chegaraos ao Panam, ha an-
nos, SLiprend^u-nos essa accomuiulayo de
destrozos malficos em varios lugares da
cidade destruido pelo incendio. Este es-
pectculo inspirou-nos ento as refl-xo-s
seguiros, que foram publicadas em uto
jornal da lo.-alidade, sobo titulo: As rui-
nas do novo Panam.
1 H.1 das, tizera >s conhecer aos nossos
leitorea a interessanta de. isao da munici
palidade, que impoz todas essB3 ruinas de
casas inoenniadas, encontradas a cada pas-
so, offerecendo aos nossos olhares o terri-
vel perfil de suas paredes desmoronad s.
a Dando cossa cidade um cunbo ar-
chaico que recc-iheceroos. mas que prescin-
dimos de proclamar, essas ruinas nao sao
ma3 que reservatorios de iramundicies,
que aecuraulam, de dia a dia, ao noeso
lado, novoa elementos pestil mcaos, espe-
cie de gamonas era plena ra, focos de in
fecyo, causas inooatestaveis de epide-
mias.
Certamente, applaudimos a engenhosa
idea de empregar o agttlhao do imposto
contra a appathia e a indifforenya crimino-
sa dos proprietarios dessas horriveis cloa-
cas, que nao podem invocar se quer a seu
favor a falta de recursos ou de ineios ps-
cuniarios, para desemb.irayar-nos de tao
funesta visinhanca, porque ess^s proprie-
tarios, capitalistas, ou cao, as <,uerem ce
der por preyo algum ; m ha raais alguraa cousa f.zer, princi-
palmente, que cumpre agir prorapta eener
gicamente.
" Contetamo-nos em emittir aqui um
voto, s;m perioittir-nos iodioar os muios
de accSo, cuja eseolha nSo dee ser em
saracosa pan. edis que presara o seu man
dato, principalmente quando se trata da
saude publica.
Como que urna cidade como Pana-
xa, cabeca de comarca, futnro fjoulevard
da civilisarlo e do coraraTcio, a grande
rt-ria juo d e, d-utro de alguns anuos,
iff rucer em linh-'i directa liro com.uum-
cacao *ntre a'duas arnet-'iles do globo-
u>oa idade destinada a grandes corametti,
meatos, Be uouserva impassivel i-mnovel,
descuidosa, era presenya da reputacuo pou-
eo se lu-tora de seu clima, sein tentar o
menor usfiryo ;ara aua rehabilitacilo ?
N5o, a cidede do Panam tem os
Oieoi e o dever ie fazer mais
(Js inembros do s u :oiis-dlio vao san
tuvi la envidar eatory s pira mehorar
r-ste estilo d' eousis. Po lera con ar co u
o apoio dos bons idia litis o cora a gr^ti-
lao dos estr.uig ir.s qu a grande obra
lo canal interoc-juii.-o attrhu era maasa
case paiz.
Parece que o mesmo estad) anda sub-
siste, se o comparar.nos a nova cidade
opulenta cade de Panam destruida por
Morgan I Esta, certamente, nao ex sitara
a cubica do celebre flibusteiro inglcz.
A autiga Panam, na poca da audu-
eiosa ni'iirsiV) dos Fradc* da costa, em
167(3", era u na das cidaics mais importan
tes e ras ricas do 110/0 muato. .\ ci lado
mji-rn> queergaeu-se alga ni dis'.aa-
cia lalli no p>ato de vista top tgraphico
in "ontestavelineute mclhor partilnada que
res>lvida coino principio, si be n nos Iem
bramos. Nao reclamamos, hoje san2o a
appli -ayao do que foi decid lo entSo.
Si as nform .tojs e os relatnos forne-
ci los pelos representantes das potencias aao
sao considerados lettra raorta, nao se deve
demorar mais era pedir ao governo colura-
biano o estabeleciment em C lombo o era
Panam de um servio 1 sanitario o de urna
com nissilo especial cncarregala de velar
na stricti obseivayio dos regolimentos em
vgor em tolas as oacocs i.ivibsa las, afm
de girantir o islh no aim-ri ano das npi la-
mias que appirocera t fre u. nt "mente
nos portes do Alxio 1 das Auliihas.
B imposs'vul qu-, S'gui.i 1 > a priti-a
ictual, sosas duas idadc3 c insigam proser-
var-se dos elementos inficiosos unp litados
diariameate, gruyas franqueza fuuesta de
que g >zam os navios que abordara no i til-
mo; faVericen lo assira o desenvolvira/uto
de t rrveis notestM que jd existem no
estado 'deiuLo no psiia.
Importt, p'is, por t-rmo a 033a anona-
lia, usauao soiia.u ute de toia3 as preoaO-
c3*.s necjssarias em relaySes s proceden-
cias dos portos couta uin, los.
Ao ui-siuo temp.i, pertenoe s autorila-
dcs locaes tomar a iniciativa das m didas
Colombo, e, por isso raesrao, os qurtiroes de,ment.rcs do hygiene que a s ui la p 1-
slo piuco mas espyosos; mas btt-i dili- bliea reclama. Ani, onde prc sam-nte aUa
S'ir menos ru lira-rata soliciutde e su 1 vigilaucia dc?-;ria'H ixr-
dade dUo dcix-i d
re
Como vraos algur-l, nao be osgotos,
nao ha servyo de liup'za publica, oque
pura verla le. Ms para dizel a toda,
jumpre accr-scent-r: nio ha ad.uitdtlra
yao ii'im p >li a sanitarias, nil) ha meiidas
era prescrip,ojs hygieaia*,, fin dmonte,
nao lia agua doce nestas duas cidad s. E
explicar se-ba dep lis p irque o sthrao de.
Panam reputado to insalubre, e por
que ol.mb) condemnada ao ostracsin
g I > commercio martimo a ponso de ser
i.'a il. na Europa, encontrar navios a fre
tur cora csse dtstino.
Todava, na travessia do sthrao, ap-z de uraa atmosphera tao essencialraente hu-
FOLHETIM
DE
SIMA ROSA
POR
ZAvisa se mnm

( Cputin uayo do n. 2>l)
XXIV
O carro, que anda sp^rava, o levou
ara cas, onde toraou o primeiros quat'ros
pik os levar casa do copista.
Angela Bernkr pareca um pouco mais
&a depoi* que liuba encontrado a tllia,
is se, na realidde, su alma era ainia
treza de angustias ort Diante della erguiam-se problemas ter-
:vis.
Seria bem succedida a operag.lo que
Zmiua Rosa de va soffrer dentro em cinco
'iias ?
A polica pora, atinal, a mao no msera
vel autir do rime de que ella era accuaaila V
Fichria -lia definitivatnetito livre e corn-
amenta justificad*, ou era preciso voi
lar para a ;adeia e p ic-a utras noites de
in^oiDni em urna ella d S Lzaro ?
Todo o seu futuro dependa d priso
do verdadeiroassassino e da cura de sua
filba.
No dia seguate ao da eutrada de Emraa
?iosa na casa do same do succesaor de
Grieky, 'embrou-se logo pela manbS d' le-
^ar bu- qurridinlta alguraa roupa, que
irah'a comprado n' vesptr.
Fernando do Ri'yl, em cujo aposento
o para adagar -: jugava opportuuo
passo, spprovuu o compleamente.
cer-se mais rigorostraeut), ellas djxam a
populayao de iOr entrega.: a s as habita
do deeceii), viccalo no meio de pantanos
t'-ti los, iios quaes despre.n lesa ansiante
m ra'C ura atmosphera pestala.
A stuaya > de Calumba, na raargera
scpt:utriou-d da lha de Manzanillo, cerca-
da do putanosy s pormitte a cidade difli
. ilraeate est ra ler-ee. Os europeos, >,
pos, oryados actualmente a viver astea
perigosa vsinlianya.
Fraalraent-, outra causa de inaalubr
dada, a falta n'agua doce. C dorabo >wta
desprovida u'ella, cono Panam. E'-se
obrigaio a transprtala do interior por
wagons reservatorios e os indiginas nen-
mida e urna terap-ratura atada matt ele-'uem na as ras aos habitantes.
va la qne no littoral, observamos que as
terriveis molestias que reinara no paiz, a
tebre araarella, a febre biliosa com forma
lgida, a Varela, et;., nio apr-'sentavara
se.upre o earai ter epidmico quo estavam
quasi eonotantemente era Colombo, nem o
mesrao grao de intensidade.
Nao pos, un :amente nai condiyoes
climatricas, que mist-r precurar as
causas que, em pocas indeterminadas, fa
zura recru escer essas molestias. Essas
caasas para as quaes chamamos a alten-
yao, na cap rauca de que outras .vez s,
m-iis poderosas e mais autorisadas, se er
giPro para combatel as, nao tem contri-
buido pouco, forya dizelo, para embara-
yar a marcha das grandes obras do canal,
augmentando a raortalidade j tilo conside-
ra vel entr<> os Europeus, be at entre a po-
pulayilo indgena originaria dos outros Es-
ta loa Un los, que nao aao todos tilo insa-
lubres como a Estalo da Panam.
Observamos, com effeito, durante o anno
de 188, com es mdicos francezes addi-
dos companhia universal, que a guarni-
yilo recenteraente ch gada de Bogot a Pa-
nam no fora, mais que nossos compatrio-
tas, poupa la pela febre araarella. Quan-
to febre paludos*, ella mina os indgenas
to profundamente como os estrangeiros,
quan lo nao determina accessos peruiciosos
fulminantes
At agora Panam e Colombo tena sido
dous portos absolutamente livres. A Co-
lura bia orgulha-se com razo- do largo qui-
uhSo que o aeu governo concede) liber-
dade. Sob este ponto de vista felicita-
mol-a pelas suas nstituyo'es liberaos; mas
a liberdade cesaa de ser um beneficio des-
de que ella vai de encontr ao interesse
geral.
Os brilhantes destiiios que o futuro lhe
res tva iiDp3a ao t.-tadn de Panam a obri-
gayo de nao desprezar por raais terapo a
grave questo da salubridade publica, que
dtjvn interessal-a, acreditamos, em reUyo
aos numerosos emigrantes que o canal at-
trahir mais tarde s saas margena.
Eutretanto, no congresao geographico de
Pars, que precedeu a abertura dos traba-
Ihos do ean d, essa questo toi discutida e
Por t-oosequencia, a B da Hervanaria,
um pouco antea das nove horas, sabio da
casa da ra Boaaparte, cora o pacote de
roupa para a filha.
Tomou ura carro da praya na eatayao
do c-s M -Uquais e maodou qua a levas-
se ao estabelecmento da ra de Saude.
All o portador a poz em contacto com
uraa enfermeira, que levou ao quarto o -
cupado por Erama Rosa.
Sentada na cama, de cabeya baixa e o
espirito ebeio de tristeza, a menina espera-
va a visita, annunciada do doutor.
Estremeceu e levantou vivamente a ca-
beya, reconhecendo o passo da rai.
Angela tomou-1 nos bracas, apertou a
contra o peito e cobro-a de beijos.
Emraa Rosa, de rosto Iluminado, retri-
buio lhe os beijos com fuso.
Fizeste bem de vir cedo, querida ma-
ma ; quante sou feliz sentindo-te ao m-u
lado, mureiurou ella.
Oepois, acerescentou, mas nao sera uraa
espeiio de hesitfyao :
t o Sr. de Rodyl, raeu pai, nao vira
hoje verme ?
O Sr. de R>dyl fst oceupado, res
pon leu Angla. As suas oe-upayS'sde
magistrado o retra no ptlacio ou ebri
gaoi a tra liiar era casa. Por isso ulo
sci se elle po era 'ir hojj ; mas fioa certa
que, se pu ier, elle vira.
- EU-- me ma inulto, nao assray ma-
ma V
Sira, luinlia filha, elle te ama ; tanto
mais que se exprobra o mal que nos fez
Al -s tu lo est esquecido, tu lo est per
araal o.
Eu j o amo de todo o raeu coraco,
querida maiul. Elle mudo bom. F-z-
ni prora ssas qne me felicitaran!. Dize,
mam, 9 Sr. L-So Lsroyer e o seu amigo
Renato 'aub-ui virilu vsitar-me 'i
Devo ir buscal-os esta tarde e 'ra-
id os caiumigo, e o duitor o permittr.
- Ilaveiiios de Ih perguntar logo, por-
iue quasi hora da MU ^visita : a enfer-
meira avisou-iue. Ha anda urna pessoa,
que eu d'sejiv milito ver...
Quera ?
Essa pobre Catharina. Elle sabe que
eu app,reci ?
Aiinia nao.
E' preciso dizer-lb'o logo.
Comtudo, a importante qu -stio das aguas
sob esse ico tor/ido, com justo ttulo, tioha
preoecupaao, desde os primeiros estados de
seu projecto, os iatr-pi los promotort.s do
canal, rs. Lucien Wyse e Armand RcIus
nil! iacs da man ha franceza, c Scsa, enge
nkeiro americano.
A concesso lhes fura dada pelo governo
de 13 .gota.
Nao acharaos explcayoas para o facto de
que horaens eminentes chamados para te-
rera honra de realizar casa grande con-
cepy2o, nilo procedeasein no isthmo de Pa-
nam como se fea no isthmo de Suez, onde
se cuilou, primeramente, e com razAo, de
prover-sc de um elemento to in li.--peusa-
vel, prin 'palmeiit era seraelhante clima.
Como quer qui sja, como as cidades
mais fl irescentes que visitamos as coatas
de Venezuela para tomarmos o exemplo em
ura Estalo Hzinho, Panam e Colombo
deveriam achar-se dotados de uraa distri-
buiya j d'agua doce, alimentando cada ra
o cada habtayo, ver-se-hia, mesmo antes
da concluso da canal, esses dous portos
transformar se e o estado sanitario do is .li-
mo raelhorar em proporyo^s consideraveis.
Louis Beell.
tSacoatravamo-n s
gl luxurant-, flmlo, odorferodir-s-
hii um volumoso raraalhe.to architectado
caprichos imanto corn as onis redolentes e
louyans rosaa, cora raagaoli 13, margaritas,
sepias violot-8, heli itroprios, j s uius, raa-
dreslvas, ayucenas, Irnos, rayosothis, be-
gonias, orotms, caladuras, etc.
En Burama: vergd qa porfiara prima
sia aos divinisalos p-osis da inigm Se ni-
ramis o ranalhete priuoro3> digna de ata
viar o hy.ftto da propria Flora.
xj d'paravara u .s pr" :is .m nt no ama-
go-de U 11 arapl -diculo marginad.) pal.S
conif ras thuias, plantadas sy in-tri ;am nt
dotadas era frma de agulh.s quan-
drangularea, si aulando opulentos obeliscos
de eemeraMa.
EiCieitando o mbito, segniain-sa : uraa
taixo co viridenta relva, siogularraente en-
b llcila por raatizes -le musgo qua are.
camsvaiu cora estrellas, zig-zgs e grotes-
co dos raais excntricos des nh is ; uraa
avenida eapafosa alastrada de seixos ma
d>8, roluznt-8, piutalgilos, quo rangiam
80b os psdo riaalaate : e cmfira uraa orla
le esmeraldinos ir>vos, al:atit\ndo a gle-
ba cora a sida do suas tenuia foUiasi
unas on Beni is i.ltnnbrados cora o estofo delicioso
de mimosos myoaothis, cordados ao vrtice
por can lidos lynos.
hintlo ostintava-se ura vasto aquario or-
bicular, lavralo era braaquisai-no Carrara,
j izea lo ainda na s o do viy isos e exube
rantes caUdiu us. qu; imp llido3 p do favo-
nio, acaridavara-ln o aa poli las borlas cora
auas folha? bi-c lores
" En seo nuel-o crguia-sc ura grupo d'
>r\-ttile8 primoroso lavor artstico,eaoul
pidas era roseo marraore, alleg irisando a
nychiia triudadedas Grayis e supportando
uraa alvissiraa eaepeta da alvssimo hoz, de
^uj 1 cspide gdfavara perennera-nte iopa-
tuis.is gorgollios de fliilo opalino.
A lyrapha ao deapenbar-si dos ares e
e d'ahi suceessivameato pdas bacas for-
ra >u lo triplioe queda, esp irgia-so em ui
veos lenyoos tranalncidoa, sussurrando bran-
-dairente, ate o leitj crystahno do cstag
ao aut>j tente, onda vagueavam e saltta-
vara liados peixinhos azues, rubros, doi
rados, multicres, e baloiyavam-si jubilosos
cysoes airosos, de b.-ancuras de ar.ninho,
jpr entre sobarbos specraras de encanta-
dores nenuphares e lin ios caladiums, or-
gulhosos dos viriega los matiz -,s de suas fo-
Ihas saggitadaa, abrolhados era fr-g nentoa
de rocha nsulas deliciosas que ratdhor figu-
ravara selectr-s raraalhet-s eolhidos pelas
nguas que as oonservass9ra frescas, viee-
j*ntes, sobrenadando em sita face lisa, at
appariySo de sua deusa
O D lphiaio radiava o in oiuaiensuravel
zimborio da mole da Creay3>, irap.-Iluto da
macula da raais rarefeita n hulosa, e todo
azulino a imaginarse esmaltadj de tur-
quza.
Os se us ureos raios espelhando-se na
torrente opilina da rairit.a eaeoata e nos
pracioses aljofares en astoados pela aurora
nos estamos, noa pistdlos, as p talas,'era-
fio na corulla das fl ir s desabrocha l-s,
imprim un uus to's m ig os, inenarraveis,
ao mag nil -ante e3p ta u! > que pr sen
ci 1 nos era mstica .onteinplayo.
/ 'phyro mimoso, ameasava os ar lores
Apilluitsos cora seus sculos meigos, a<-
ta upo qu sub's fragrancias que colhia das odor s fl -
res, desaiiuiua las no ednico ambiente.
borboletas lindas de az .s polyc -res, es-
vo-iyivara de flor ora fl>r, poij.ndose
aas ptalas das rosas ou nos clices dos
lyrios.
Culibris mimosos de pluraigens iriad^a
-dos -araetliyatas. purpuras, aaphiras, llo-
ralos, etc. -b'irboieteavara, beijaaio as
madidas cor .11 >s ou os clices das fl .res, ab
suvendc-lhes cora o tenue, fo de sua adel-
gcela liogua, o nctar deudoso. 1
Canarios, pintasdgos o myri idea da ou-
tros cantores do reina alado, g >rg avam
trechos nvaviosos -ura concert fadari
que vahara partituras iuterpret idas por ti-
ples osiini m.
Era syo'hese : os nossos. sent los erara
arrebtalos cora as delicias entontec^doras
lo qo hada mais sublime om aosso pla-
neta: -a luz o o perfume, atljr e a me-
l lia .
III
Eramos absortos contemplando 03 for
i0080s cysnas fluotuarera hilari.rates no
opulento aquario, ora desusando se velo-
ses, ora codean lo os flexiveis pescoyos e
engolfando as cabocnhas ni vas na lyrapha,
ora as eraergindo do lmpido II v o que
b'berricavara feriado os ares cora seus es
tridentes cantos, quando um pintasilg. ,
anaa na adulto, q ie a instaui.es, alean-
dorado aa caulo de urai roseira, sera te-
mor dos seus espioalalos acleos, inebria-
va-nos os tyinp.raos cora as raetoda3 que
cbivaava su privilegiada larynge, des-
ferio o vij > e veio tambera banbar-sa.
Ao sabir do let do estagno poisou as
brnnidas bordas e espannejou-se todo.
Oh I fossa observar restrictamente os
oonselhos de mama e anda nao hav^ria
adejado- radiante exdaraei, po:sado ga-
lhardaraente na extrem lade do esgalho
que aroparava nnssa h-btacSo ella t2o
precavida qua certamente nao auctorisaria
o meu tentamen.
On le os perigos com que so aterrori-
sava ?
B'a mama/
O muito fF;cto qua me cons >gra quem
faz p'ivoar loe o cerebro vi.-o :s tenebro-
sas.
Era fice de prova tao palpitantore-
flseti nao era iosen8at.menta qua esti-
uava-rae i.pto a desferir longos vo is. Va-
mos disse contraigo saciar os nossos
olhos vidos cora estes encantos, nao os
raartyrisom03 raais cerceando aspiraySes
que a tanto alenta....... E assim, a
outros tantos diasque viajo, ora rapoisaudo
aqui, ura alli......
Qoanlo esta alvorada esphaelou o veo
ebansa o que envolva o doel si (ereal e
os primeiros luzeiros crastnos exhibiram
aoa ra-us olhares extticos a sdutora
passagera era que rae eniontrava, eu era
empoleiraio n'uma roseira deste vergel
paradisiaco.
Oh! incomparavelespeiticulo o romper
d'alva :
Era de tal forma deslurabrado a fitar a
fimbria da abobada eropyrica franjada de
purpura cora recamos de od, precisamen-
te no fragmento era que acintillava o es-
pUnluroso lu linar matutino, que nem per-
cebera, bem prximo a mira, uraa primo-
rosa pnripenagrO
Quo bella I
Era de 'toda desabrochada : a infinida-
de o seus estamos erara inindarios de
luz p-do astro-re quo absorvia os fresco-
res do retento que os v;goravara.
As suas ptalas enrijecidas pala irr^ra-
yo do cariciosa roci, sem detrimento de
sua raaciez de velludo, erara nimiamente
descerradas, compondo sua corolla'refo-
Ihosa un precioso ramalhete do qual ema-
navara subtilraente ineffaveis erfivios em-
briagadores.
Eis como ella vingava-se de miaha des-
eo tezia !
Vindicta beila de uraa alma nobre.
Almej iodo suavsar o raeu iraperdoavel
lapso entao trinei o ma3 mlico dos trillos
Eis que fitou os brancos lynos que ai- ^ Q DiviaQ Q meu e3prtual_
;hitectavp.ra o topete dos volu oinosos '""'aiQ favoncou
quets de wergia meta nickf, aupraeiudos o Am d^orreo U(na hora............
germinados na vicejante utorabra de tre 0s fragores pro .uzidos pela quedadas
vos que tao supernamento decoravara. d*gU cla8at d,8fBrl0U.me cu.
.ntao conssrtanlo sua magninca pluma
Amphritto formosa como as llires (l)
para nidifical os na gruta encantadora do
seu torneado eolio crystallino.
VAKltrAE
llcvaueio
' (A DMA MESrSA)
Alimentai ideal, sonhadores!
ValEXTIH MaGLHES.
I
Esplendida Magnifica I
Tue forara a exclaraayoes que nossa
alma electrizada tez irromper dos nossos
Ubios, sote a extasnata tel 1 que de des-
dobrava se aos nossos olhos embevecidos
na mais elevada das onteinplaySes.
E delicada leitora, (tt-ute-se. que diri-
gimos-nos as damas -a entes superiores
pela lindeza e nobr za aos sentimeutos que
clausurara suas psychs) imagiuai de nossa
intuya esthetica.
- Araanba irei avis.l-a
Pobre Catharina, como deve estar
triste, cono deve chorar, julganio-rae per-
dida para serapre. Ella me ama tanto, es-
tou pensando era alguem, para cora qu -m
contrahi uraa divida de gr^tido e a quem
desejaiia poder dizer que nao sou ingrata.
Sophia Rg-ult, nao ?
E', e seu irraao tambera. Esse bom
rapaz que me salvou a vida e qua foi fe-
rido.
Irei procralos. Eu lhes direi onde
ests e os trre c, se quiz-res, bem en-
tendido, com lieeaya do doutor.
Irs boje, mama ?
Hoje, sira, se quizeres.
Foram to bons para mira. Nao ima-
ginas qaanto eu estimara mostrar a miaba
gratidSo a todos que foram boos para mira.
Ura dia poders fazel-o, querida fi-
lha.
Ha alguraa noticia dos assassinos ?
J f >rara pr. sos ?
Infelizmente, inda nao, mas toda a
polica est trabalhando para sao.
XXV
A polica, r< p-tio melanclicamente
Erara Rosa. Ella ten algum indicia, ou
procura ao acaso ?
Nao nteirainente ao acaso, respon-
eu Angela. Ella pro ura espe ialmeute
o houi-.u qua Catharina indicou, o hornera
que entrou no nonso aposento oa vespera
do da em que eu tr.ziade Saint Julien du
Sault e quo deve ser verdadeiraraanto v-
iraceiro, porque elle Bubstituio muito rpi-
da e hbilmente o vidro quebrado. E' por
esse h mera qte se espera deseobrir tudo
Oh I so isso tojse possivel 1 disse a
menina com exaltaySo. Imagina, mai,
quando essas infames forera presos, tu po-
ders provsr a tua innocencia Nao ti cara
nem sombra de dttvida a esse respelo !
Nao terao mais direito de te separar de
mira I O Deas de justiya e de boudade ha
de dignar-se de me restituir a vista e col
locar-me em frente do culpado, para que
eu possa dizer aos juizes : Este o assas
sino Bem vm qua roinha mi e innocente.
Acalma-te, minhi filha, disse a Bella
Hervanaria. Tem conlianya : Deus nlo
nos ha de desamparar.
Nesse memento abrise a porta do quar-
H
Attendei que era formossaima macha
primaveral uraa dessas privilegiadas cora
que a cariciosa Progne, enfeiti^aado Apol-
lo cora os seus sorrisos fascinadores, o in-
uuz bscrpyo da huraanidade do solo ora-
beberado do lgido pranto da carpidor la-
vervo.
Titlunia a diva encantadora que com
seos dedos rseos descerra a cortina
voladora do Lavante e franqueia passa-
gera ao ureo e resplaudeate coche de
Phebo -
...........as portas d'Oriente,
Chorando aljfar, abrea bella Aurora.
Que quando ri nos Cos, noa campas chora
j havia aspergido, com o seu cora o seu
profuso hyssope, as frescas margaritas do
rorido, embebendo os clices das flores que
Jilat-.ndo-os, como se em insigo sorriso, er-
guiam sua corolla velludioea p ira as mnn-
s3es ethereas, saudando sua bemfeitora ce-
lcola e exhalando de suas caeolaa inexhau
riveis, o raais suave doj perfraus.
(2) Lusiadas. Canto VI ICstrophi XXII.
t/Uiyssea. Cauto I -Estrophe XLIV.
to e o ioutor appareceu uo liraiar ora o
cortejo habitual dos seus ajudantes e disc-
pulos.
Era a hora da visita.
Angela levantoa se da poltrona em que
estava saetada parto da cama e curapri-
montou.
Ao vcl-a, Proli franzio a testa, mas a
ruga desappareceu quasi inmediatamente.
e elle disse soTindo :
- A senhor* matinal. Teve presaa
de sabr como a nossa joven doeute paa
sou a noite ?
Vira, Sr. doutor, trszr uiu pouco de
roupa para miaba filha, replcou a berva
an., qual nao escapeu esse franzr de
testa. A ininha presenya importuna T
Sentira muito que a senhora podes-
se suppor itso. Atfirrao-lhe que nao as-
sim.
Angela afastou se, para deixar Proli
approximar-so do I. to.
O doutor tomou a mao da menina.
Dorraio bem. minba filha ? pn-crun-
tou elle.
Mal, Sr. doutor, respondeu Urania
Roa, e nos raros momentos da so rano fui
atormentada por pesadios.
O succesaor de Grisky tnha apoado
dous dedos no pulso e centava as pulsa-
yo -s da arteria.
Um pouco de febre, murraurou ella.
Sr. G rvasoni ?
Sr. doutor ?
Entregue no loboratorio a frnulade
urna ligeira poyao calmante, le qm a se-
ubora tomar urna colli-.-rada, d duas em
duas horas Hontom nuiti tizeram, co-
mo recommendei, urna un yao as palpe
bras ?
Sira, Sr. doutor.
E' preciso continuar, duas vezes por
dia, ao meio dia e s 0110 i.oras da noite.
D-'pns da ura silau-iu, Piroli toraou. di-
riga Jo 8 aos seus alumnos :
M-ras seahores, temos aqui um facto
muito raro e rauito curioso. E' uraa sat-
ruta dupla, que appareceu depois de uraa
queda violenta, que produzio ura ferinen-
io na parte superior do raneo. Podem-
rae dizer a qua causa determinante deve se
attnbuir esBa catarata ?
Os alu nuos conversaram era raeia voz
durante alguns segundos ; depois, um del-
1 s respondeu:
gera irisada cora o cerleo bico coarostro,
ergueado airosamente a cabecinha azevi-
chada e trillan lo ura dos seus maviosos
gorgaos, assim disisertou :
Salve I fii"r mimosa.
Salve I correspon leu o lyrio.
Adrairayao que conaagro aoa voaaoa
encantoa a nao menoa ao voaso cantor in
eoraparavel, que otfusca o alvor da lagri-
ma depositada pela propria Aurora era voa-
so clice, de no veo rao a saudar-vos, linio
lyrio.
O lyrio quodou se silencioso.
Apenas aua dbil basto vergon-se ura
tanto, como se as phrasea do galanteador
pintasilgo houvessam jaculado sua modes-
tia.
Bemdgo, pois, o acaso fagueiro proseg-
mo o plumoso cantor que trouxa-me a
estas paragens.
- .vh 1 nSo demora neste jardim fez
ento o lyrio.
Nao Bera de longe venho repl-
cou o pintasilgo era tora affect.do.
Ha cinco das deixc o niuho de mnos
progen'tore8. Se.ntia-me robusto e perce-
bia rainhas azasjaeran vigorosas a suster-
ne no espayo.
Anciava contemplar a farta as bellezas
ndcscriptiveis desta vasta cpula turqui,
quo s escassamente descortinava do ori-
ficio da morada paterna.
Nessa manha fizera mam uraa de suas
raras ausencias.
Ora, aproveiteraos to propicia oppor-
tunidade para ens i trmos o nosso vigor -
pensei. Volitemos, pois, breve distancia.
Pensado e exeeutado.
Pensamos, Sr. doutor, que o medico
encarregado de far.er o prim iro curativo
deixou a f t la fecL-ir muito depressa.
E' essa a rainha opinio ; mas tudo
nao provra dahi. As causas sao da uatu-
nza dupla. Emoyocs rauito forts, aba-
lando o cerebro, cautarara perturbayo-s
graves.
Proli, voltando se para a hervanaria'
accresc'utou :
Croio tar co.aprehendido que a se-
nhora sua filha foi victima de outro desas
tre, alera daquella de que fallei ha pouco.
Sira, senhor, disse Angela; mas da
seganda vez, como da primeira, nao fui
ura desastre, mas um crirae. Obrigaram
a menina a ingerir um narctico violento,
e quando ella adormaceu, tentarara ufo-
g.d a no Mamo.
Ura longo murmurio de indignaySo fez-
so ouvir entra os ajudantes e alumnos.
Na verdade, horriwi I, disse Proli.
A audacia de c-rtos criminosos ultrapassa
os limites da verosimilnaiiya I Por que
meio foi salva a senhora sua filha T
Pi r ura acaso singular. Os misera-
ve3 que quzerara tentar cratia a sua vi-
da tinhara escolhi lo para realizar a sua
obra urna casa solada, cujas portas forya-
ram. Nessa casa havia ura carro, tiles
tinhara se apoderado dclle p*ra arrebata
rera minha tiltia.
Parece-rae estar ouviodo ura capitu-
lo de romanee exelaraou Proli.
Entret rato, por desgray 1, nao ha na
da raais re 1. O irmo di-
to vio-o pasear em P..riz, e
ri isidade. Olhei.
Vi asespadaaarem borbulho^s,to trans-
parentes, to hya'.inas, qua fascinou-me.
Volitei e vira refrescar-rae.
Eis qu9 ao retirar raa desfructe a deli-
cia da mirar vos a entilo era hu nilo preito
a voss siogaleza enviei-vos aiinhts cor-
deaes sauiay5es.....
Obrigtdol Que gentileza !inter-
rorapeo \j lyrioba.buciaote.
Agora volveu a ava vou prose-
guir o meu etenarario escantador.......
crey devassar tuda essa amplitude in-
coguita quo defronta-rae e escpame a
p rcepyao pela iraraensi lade.....Mas
com certa fatuidad? Maravilha-me em
como vivis v.-nturoaa condemnada como
sois perpetuamente a esse estar firme,
tranquillo Confeaao-vos qua so ma for-
yassera, como a vos a permanencia no
mesmo local, fenecera de dor......aao
sobreviveria a semelhante mvgoa, isse-
vero-vos.
Ob sim I volveu o lyrio felicissi-
raa somos. Quot.llanamente o bondoso
Salvador do Mundo accumula-nos da favo-
res : as horas matutinas asperge-nos com
os frescores de cop oso orvatho, habilitan-
do nos assim a resiateocia doa raoa Apol-
lineos tao raprescindiveis nossa vitalida-
de ; depois envia-nos os ardoreis do gran-
dioso astro para que medremos, floresya-
raos e nao parm.tn-caraos esterina e inuteis,
e por ultimo volve a. hyssopar-nos com o
relento vespertino, spaucando o amolleci-
raento da nossa liaste ligeiramente emmur-
checida.
(Con't'nuar se-k)
Sr. Rigault, j que assira que se chama
o seu salvador ?
Sara duvde, muito grata, respondeu
Erama Kosa. E nos, rainha mi e eu, que-
ramos pe iir-lhe licenya para o Sr. Ri-
gault e a irml virera-me visitar.
Proli estremeceu.
Pela segunda vez um sulco atravessou-
lhe a fronte: mas voltou logo a si, o seu
rosto clareou, voltou-lhe o sjBM aos la-
bios e ella replcou :
De muito boa vontade dou essa per-
nisso. Nio teoho nenbu o motivo para
obst-.r que essa boa gente venia visital-a,
comtanto que uao seja na oceasiao das rai-
nhas visius aos pensionist s da casa. Du-
rante essas visitas posso tolerar a presen-
ya de parantes, mas nunca a de estranhos,
sera neidra.ua excepyo.
Co nprebendo isso, usse Angela. E'
rauito natural. A que hora pdenlo o Sr.
Osear i>uh irraS ser receb li.s liojo ?
H .jo J repetio o doutor. Ento de-
vem vir hojo ?
Mu ha filha o deaejava.
Ento, luinlia senhora, entra meio
dia e 1 res horas.
Obrgada, senhor.
Agora, aecr- scentou Proli, dirgin-
do se a E nraa Rosa. Agera, minha se-
nhora, teuha calma. A raaior tranquill-
oade do corpo e de espirito { indispensa-
v.d na v-sp'-ra da op raya que vara, s ten-
tar. T.nha espeanya, minha menina. Fm-
roraos tudo para iiiral-a.
Deposito toda a ininha esperanya no
senhor e era Deus balbuoiou a meiua.
fl eu esp ro qua nSo ser illmiida.
lona d"sse car-
noite eoutou
o encontr irra.. Esta, dscontando daSf ^ rasoat y
verdade e nilo queren lo aliar p seguinte a certeza do facto, parti irarae-J Nao e-qu-ya nem
diala nent
para a sua quinta .-ora o irmao.
Foi quando l cheg-ram que o Sr. Rgauit
Salvuu miaha filha.
Esse a. as.) de que fdlou, minha se
nhora, pro luz o enea leamemo de faotoe
be u singulares disse Proli. D1 que
dependa a vda humana I Se esse Sr. Ri
gault nao ttvasaa visto pausar o carro, s-
nilo o ti-isse reconhecdo, su filha estara
raorta 1
tneontrarara-a na margem, s -ra eo-
nhecimen'o, melada do corpo d-ntro t'agua,
disse a hervauaria.
A senhora deve s poyo calmante
nra as lo.,o s nas palpebras.
- Si n, Sr. -ioutor.
At mais ver, rainha senhora ;. at-
breve, minba minha menina.
E Proli faoio o quarto cora o seu aeom-
pauliaoento.
Angada to oou a filha nos bracos.
Minha querida, disse lhe ella, nejan-
do a, eu tambera vou deixar-te.
J, querida mam ?
Continuarse ha.)

^v
.

y


Typ. do Diario ra Uujao de Caius u. a.
ILlIH


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