Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17684

Full Text
AJH LIIJ -- HUMBJtO
fe.
OCf
PAtt -i l'APIl'AL 12 LLCiAKM OSiifi -V40 SlJU 1A Por tres muzos adiantados
Por seis utos dem. ,
(*<* um anuo ideni......
Jada numero avulso, do mesmo da.
6,5000
125000
245000
(5100
(JAB1--MEA 3 DE Wmm M 1886
PARA DELIRO E I OKA WA PROVISCIA
For seis mezes adiantados......... ..... 13(J500
Por novedito8 idern................. 2O|jrG00
Por om anuo dem................. 27<|00t
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 5100
DIARIO DE
Itoprietad* &e JHanoel -ftgucira te Jara -filljos

Oa Srs. Ametle Priaco A C
de raris, sao os nossos agente*
exclusivos de aanunrio o pu-
bllc icScs da Franca e Ingla-
terra.
*seaee>
Os Srs. Wasburne normanos,
de ew-Yrk. Broad AVay n.
990, sao os nossos agentes e\-
elusivos de annnucios nos lis-
tados- (nidos
-------------faoae------------
Aviso
Acs Srs. subscriptores deste Diario avi-
sa a respectiva direccao que, do i." de
Janeiro prximo em diante, far-se-ba a ar
recadacao das assignaturas pela forma se-
guinte : ,
Xa cidade do Recife e lagares para onde
nao se paga porte. G.-SOOO por trimestre,
adiantado ou durante o 1. mez do mesmo
trimestre, G550O nos 2. e 3. mezes.
Xj fim do trimestre ser suspensa a re-
cessa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugares para onde
se fazera as remessas pelocorreio, 135500
por semestre, pago as rnesmas ondigoes
cima.
Aos que quizerem pagar o anno allan-
tado, faz-se-ba o abate de 15000, para to-
dos os assignantes.
TELEGRAMAS
:ss::;: :li::::ili so habi
RIO DE JANEIRO, 2 de Xovembro, s
12 horas e 50 minutos da tarde. (Recebi-
do 1 hora e 55 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Foram nomeado* para o Arsenal
do Gnorra de Pernambaco :
Secretario da fnpeccfio. .muios
Pedernelran :
* iii (lanif do ordeni*. Antonio de i -
nuqaerqne.
Foram nomeado para a Capi-
tana do Purl'j das 4 l<>(oa :
Caplto do porto, tusmio Montel-
ro da Silva:
Secretarlo. Sjdronlo oliveira, son-
do exonerado o actual.
imhaiToii para Pernambaco. no
paquete nacional, o Dr. Pedro Vicen-
te, presidente nomeado para a mes-
ma provincia.
[Especial para o Diario)
SOFA, 30 de Outubro.
O general tarao do hiuilban. exi-
gi do goicrno da regencia o lewan-
lamenio do -sumo de sitio existente
om Sofa, e anieacoa de mandar
bomb tr.ioar a cidade se nao for at-
teudido.
VIEXXA, 30 de Outubro.
r..i adiada a scsso da Cmara dos
rcpreneuianle ilii luMiia-lliiiuria.
LONDRES, 31 do Outubro.
\<> raimsa. o paquete BORDERER
abalroou rom o vapor MINERVA, sos-
sobrando ente e Ocando aquelle for
lenle a rindo.
Apenas foram saltos urna peque-
a parte dos passaaelros e da equl-
pagcm do MINERVA.
PARS, 31 de Outubro.
A Bassla deseovolve os preparati-
vas de guerra con a maior aetivl-
dade.
LONDRES, 31 de Outubro.
t m telegramma da Blrmanla an-
nuncia que os Dacolts imendiaram
a cidade de Minbail.
MONZA, 31 de Outubro.
S. A. o principe Imperial da Aim-
manba acaba de cbegar A esta ci-
dade, onde JA eslavam SS. MI. o re
Humberto e a ralnba Margarida.
VIENNA, 31 de Outubro.
O general Kaalbars mandn nm
ultimtum ao governo da Bulgaria, exl-
gindo proiecco para os subditos
russos.
TIRNOVA, 1. de Novembro-
A sobrani. assembiea nacional
da Bulgaria, acaba de reaalr se.
O discurso da regencia Indica a ne-
cessnra-Je de nm accordo rom a Bn-
ala.
Agencia lia vas, filial em Per" am buce.
2 de Novembro de 1886.
INSTRDCCiO POPULAR
HIGIENE DA HABITAOSO
(Extrakido)
JA BIBl.IOTHBCA DO POVO S DAS ESCOLAS
CAPITULO VI
Altura das babllacdes. Salubrida-
de dos diversos andares. Dlsposi-
ro los aposentos. Catrinas. Ex-
gottos
(Continuaaw)
Disposicvcs relativas aos canoa parciaes G. O
canes pareies e as suaa Tamificacoes cntcrr-idas
podem ser visitaveis as ras em quo o cano geral
o fnr tambem ; tent entilo a forma ovoide e aero
construidos de alvenaria hidrulica, de tijolo de
boa qualidade ou de pedra calcrea, com reboco
de cimento de Portland e areia.
Os que nao iorem \isitaveis terao seecao crcu-
e construir- se ho de ferro tundido invernisado,
interior e rxteriormente, com as juntas chumbadas.
H. A seceo destes canos, quando forem tubu-
'ares, ou da aua caleira quando forem ovoides, deve
ser proporcionada quantidade do fluxo.
Em todo o caso, o dimetro dos canos tubulares
nao deve em regra ser iuterior a 0m,15 nem au-
pen r a i i.n,23.
I. 0 declive dos canos parciaes e suas ramifica-
res cnterraJasdeve ero maior que as circumstan-
cias locaes permi'tirem, convindo que nunca seja
interior a 0m,03 por metro.
Quando, poim, se tornar forcoso ficar aqtiem
deste limite, devem prevenir seos meios de produ-
zir n'esaes canos corrente de varrer.
J. Independ otemente d'iaao convir, aempre
que for possivel, applicar a estes canos pocos de
nspecco e disposieoes que permittam correntes
de varrer.
K. Os canos parciaes e anas ramificacoes en-
terradas devem ser construidos com o maior esmero
e asseates em terreno compactoon bem calcinado;
os circulares devem ter es tobo bem alinhados e
as juntas fetas com cuidado-
Nao convem que estes canos passem por baixo
das edificacoes. Quando, porm, as circunstancias
abrigaren) a sao devem reservarse os meios de
ventilar ex ti nrmente casa a parte subjacente
do cano, em ambos ca extremos.
Oa canoa tubulares que passarem por baixo
das edificacoes onao ladodellaa, devem ser enter-
rados a profundidade tal que a aua parte superior
fique pelo menea o dobro do dimetro exterior abai-
xo do chao.
Quando os canos parciaes e suas ramificaces
enterradas atravessarem as paredea, devem ser res-
guardados contra o aasentamento possivel deatas.
Disjiosices relativa dos tubos de quedaL.
Os tubos de queda daa aguaa de chuya, assim como
oa daa piaa, latra,ourinoes, baoheiras, etc. devem
quanto poasivel ser collocados pela parte exterior
daa casas e prolongados ; at cima do eapigo do
telhado sem dimmuicao.no dimetro e com aa de-
maia precaucocs indicadas para os tubos de venti-
lacao dos aypboes.
M. Oa tuboa de queda devem aer construidos
de ferro fundido invernisado, interior a exterior-
mente, com aa juntas de chumbo on de cimento de
Portland.
N. Oa daa agnas de ebuva devem ter dime-
tro nao inferior a 0m,10 ; e oa daa piaa e latrinaa
dimetro variavel segundo aa circumstancias, de
0m,10 a 0m,14.
0. Os tuboa de queda devem aempie que for pos-
sivel, daacarregar ao ar livre n'uma aargeta, cujo
ramo em communicacaa com o cano parcial teja
ventilado porum tubo dispoeto ptla forma j dea-
cripta.
Quando esta disposico for impoaaivel, eatabe-
lcer-se-ha entre o cano parcial eo tubo de queda
dks piaa, latrinaa, etc., am syphao conveniente-
mente ventilado e disposto de modo que posas ser
inspeccionado : e o tubo de queda daa aguas de
chuva, assim como os descarregadores de seguran-
<;a daa banheiraa, lavatorios, etc., depejaro em todo
o c aso ao ar livre, naa valletaa daa ras, as piaa.
latrinaa, etc., aegundj as circunstancias indicarem.
(Contina)
?ARTE UfflMAL
UoTerno da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 30 DE
ODTCBBO DE 1886
Adelino Augusto Pereira de Albuquerqua.
Concedo
Antonio Jos de Bittencourt.Remettido ao Sr.
inspector interino da Thesoararia de Fasenda.
Bellarmino Fernandes da Cunha Almeida.
Selle a petico.
Diogo Carloa de Almeida c Albuquerque.Con-
cedo na forma da lei.
Franojeco Jos de Carvalho GralvSo Informe
o Sr. c malandante da escola de aprendizes inari-
ubeiros.
Mara Zulmira de Lima. Paaae partaria no-
meando a aupplicante.
Secretaria da Preaidencia de Pernambuco, em
2 de Novembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonia Silveira Carvalho.
Repartirn da Polica
Secsao 2*N. I0d7. -SeoreUria da Po-
lica de Pernambuco, 2 de Novembro de
1886.-Bina, o Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram recolbidos Casa de D -
tencSo, os seguintes individuos :
No dia 30 do mez fiado, ordem do
Dr. juiz de direito do 2 districto criminal
Jos Porfirio de Lyra, como sentenciado
para enmprir a pena de 14 mezes de pri-
sao simples e multa correspondente.
A' ordem do Dr. delegado do 2 distric-
tricto da capital, Antonio Daniel de Sou-
za, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1 districto
da Boa-Vista, Manoel dos Reis de S, nt'
Auna, conbeeido pelo alcunha de Casaca,
por embriaguez e disturbios.
No dia 31 :
A' ordem do subdelegado do 1 distric-
to de S. Jos, Jos Salvador Ue Oliv r i >
Antonio Francisco dos Santos, por distur-
oios.
A' ordem do do 2o distri to da Ba
Vista, Dativo dos Santos Vieira e Manuel
Francisco de Salles, por disturbios e uB<>
de armas defezas.
No dia Io do corrente, ordem do Dr.
delegado do 1* districto da c .pital, Fran-
cisco Verderano, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Becife,
Francisco Manoel e Souz.., por distur-
bios.
Pelo Dr. delegado do Io districto da ca-
pital foi remettido ao Dr. juiz de tirata
do 2* districto criminal o inquerito que
procedeu coatra Bicarlo Geminiano de
Brito, que foi preso em flagrante como au
tor dos ferimentos pratii:a tos em J os
Francisco de Sant'Anna no caes 22 de No-
vembro.
O subdelegado do Io districto do termo
de Limoeiro, remetteu ao Dr. juiz munici-
pal os inqueritos que fez contra os indivi-
duos Manoel Ferreira do Nascimento, Jus-
tino Fcrreira do Nascimento, Bellarmino
Francisco de Almeida e :\nastacio de tal,
por terem no dia 20 de Jane:ro espanca-
do a Jos Felippe Pureira, conhecido por
Jos L -ao, que falleeeu dous dias depois ;
bem como contra, Jos Beraldo Martina,
por ter na noite de 23 do referido mez,
de emboscada, desfechad.) um tiro de es-
pingarda em Francisco Jos da Costa, no
lugar L igo.i Forte, quando achava se
Costa sentado em urna sala de sua casa,
as janellas abertas, o qual 6cou ferido com
quatro carolos de chumbo fino, na frtate.
Foram presos, Manoel Ferreira do Nas-
cimento Justino Ferreira do Nascimento e
B liara ino Francisco de Almeida.
'A's 7 horas da noite, de hontem, o in-
dividuo Manoel da Santa Cruz dirigise
casa de residencia da mulher Silvina Ce-
lestina da Costa, sita ra de Domingos
Jos Martina, na freguezia do Recife, e
pedindo para fallar-lhe em particular, ac-
cedeu Silvina, ebegando at a porta de
entrada da escada. *
Ahi, Cruz langa mao de um punhal que
trazia e ferio Silvina a baixo do peito di-
reito, pondo-se em fuga.
Comparecendo o subdelegado respectivo
acompanhado do Dr. Jos Joaquim de Sou-
za, fez proceder a vistoria na offendida,
que foi transportada para o hospital Pe-
dro II, sondo o ferimonto considerado
grave.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Ezm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de polica, Antonio Domingo
Pinto.
Thesoararla de Fazenda
AUTO DE PERGUNTAS FEITAS A OLVMPIO
FHEDEEICO LOP
Anno do Nascimento de Nosao Senhor Jess
Christo de 1886, aos 11 dias do mes de Setembro,
nesta cidade do Becife de Pernambuco, em casa
de residencia do Dr. Francisco Isidoro Rodrigues
da Costa, delegado de polica do 1* districto da
capital, comparecen Olympio Frederico Loup, ao
qual foram feitas aa perguntas seguintes :
Perguntado qual aeu nome, idade, eatado, pro-
fssao, naturalidade, residencia e ae sabe 1er e es*
ciever ?
Reeptndencbamar-se Olympio Frederico Loup,
de 43 annos de idade, casado, negociante, natural
da Bah8, residente nesta cidade e sabe 1er e ea-
crever.
Perguntado se ha pouco tempo nao reciben da
Theaouraria de Fasendac erta quantia e k a re-
colhera ao Banco ?
Responden que no dia vinte de Agosto ultimo,
recebera da Theaouiaria de Fasenda, como pro-
curador de Cabtro Babello, empreiteiro do Prolon
gamento de Caruar, a quantia de quatro ceios
e dous contos e tantos mil reis, sendo em notas
miudas approximadamente duzentos cantos de reis,
cuja importancia fez pagamento de parte ao Dr
Jos Goocalvea Pinto, snb empreiteiro da referida
estrada de Caruar, a qual parte depositou no
London Bank, assim como elle respndeme- tam-
bem depoaitou a parte de que ficra de posse uo
mesmo London Bank, enmprindo accreacentar
que da parte reco hi a pelo sub-empreitniro Dr.
(jroncalvea Pinto, ao London Bank, havia um
aacco com cem contoa de rie, que o mencionado
Bank nao acueitou e apenas guardou, iato por
aerem ellas muito miudas, e levarem muito tempo
a procederem centagem ; qne na occaaiao em
que elle reapondente recebera a citada quantia, o
tbeaoureiro Ihe prometiera qne caso recnaaaaem
qualquer nota por estragada, elle substituira por
outra, mas que do total recebido anda existe cin-
cuenta contoa, segundo Ibe consta, e que do di
aheiro sabido elle respendente regeiton na The-
aouraria como i stragado a quantia de oito centoa
mil rea pouco maia ou menos, sendo que algu-
inas das notas estavam no caso de maU niio cir-
cnlarem, e portaoto aerem remettidaa para a
corte.
Diaae maia, Ibe sendo perguntado, que es valo-
rea daa sednlaa miudaa de que cima tratou, iato
, que fasiam parte doa duzentos cantos de reis,
eram de quinhentos reis, mil reis, dous mil reis,
cinco mil reis e dez mil reis, e alguna macoa con-
tendo notas de vinte e ciocoenta mil ris.
Perguntado ae na qcantia recebida n fra n
cluida urna certa quantia de sedulaa de dous e d--z
mil rea, que estau s udo recolbidas, pnz -
fiada-se em Desembro deste anno, e ae t cisar o total deaaaa sdalas T
Respond u n pod-r precisar bem a quantia,
mas que todas as veses qne da Theaouraria rec -
oii dinheiro, recebia sedlas nascoudt-s desaxa,
iato sedulaa cujo prazo estavam a expirar e que
necessariamente bav.am ter sido recolbidas The-
aouraria.
Perguntado se foi essa a primeira vez que elle
reapondente recebea dinheiro neaaaa condiepes da
Theaouraria de Fasenda ?
Respondeu qne nao, porque recebendo dinheiro
ha oito annos ua Theaouraria de F-izeuda, qnaai
sempre recebia miudo, principalmente no tempo
fra da safra ; e quando thesunreiro o finad.
Nerv, fes-lhe tambem pagamentos em ilotas uva
das em quantia, mala ou menos, de cincuenta con-
toa de rea.
Pergoutado ae quaudo recebera eaaa quantia de
Iuntro cutos e d u cun'os e tantoa mil rea da
'Desmurara de F-izenda nao tiuha oatrsj para re
ceber, v, no caso affii mitivo porque deixou de re
ce'oer ?
R apoudeu qu airo, qne tinha na coutauorla da
TIm ui i a de Fozenia, ceitirlialos de obraa na
importa ca de fate e aeia contoa tautos mil ri->,
cuj- a paj. n-i >-atavam anda procesa.los e per-
^u.itanUo no ltS'Ureiru Dr LduarJo quando pu-
i ra ir raeeber a quantia de duzentos e vinte seta
con M d r.a, de certificados que aiuda eetavie
i l ntn'loria puna aeiem proceasad. s, reapoud* u-
Itit. o < f rulo tbt'seureiro que apparecraae no fim
do met rt'f rindo -1 ao moa de Agosto tiud', que
no da 30 do referido mes de Agosto, elle reapou-
daate in i a Th a uraria tratar de outr.a nei
u,o V'nticou qu i a Theaouraria anda nao havia
pi osailo ca te-iificados relativos ao recehimeu
to que t uha cte f.zer doa menciona loa Juzntos
e vint eisc ii'.s de ria, peiu que nao cogitou
den v recebimeuto e n'esaa occaaiio o retira: -a-
da 'liea uiai .a V udo O tbeaoureiro Di. Eduardu
de Barroa ui -. u ..binete, compnmentnu o e per-
guut u lhe em alta voseut-> j temos muito
-rsJu ao que o me.-ino Dr Eduardo de Barros
t-hamon elle r-spoo lente e o fasendo entrar con-
duzo-j ate a casa-forte, moatrando-lhe ah nna
esiad s qne eatavam no chao contsndo grande
Kiantidade de macos de dinheiro miado e disse-
e qne todo o dinheiro que entrava era n'aquelle
goato, ao que elle reapondente replicn dizendo em
ar de gra<;a qui ae prtenda lhe pagar em dinhei-
ro mi lo que lhe apresentava nao receberia, ao
qne lhe disse o thesonreiro qne nao ten-ionava
pagar a elle respendente com aquelle diablo,
n'aquella especie, porque etava juntando notas
grandes para efectuar tal pagamento porque elie
reapondente quando recebera a quantia de duzen-
tos contoa em mido j o havia tirado do grande
trabalho de contar essa quantia, c por isso agora
s lhe dava cdulas bem gradaa para que nao ti-
tssc maia a massada qjo havia tido ; qne elle
ropondente, disse lhe o thesoureiro, no principio
dVste mez logo depois do pagamento dos emprega
dos da mesma Tbeoouraria c i utras repartuoea, o
que constitue os pagamentos communa, o procu-
nise para receber, ao qne diase-lhe o reapondente
q>t no dia 0 do corrente appareceria para effectuar
o^ifpbimento da fallada quantia.
Perguntado se no dia 6 do^corrente fra on nao
receber dita quantia ?
itespoudau que nao, porquanto, s precisando de
diakeiro no dia 14 d'este mez nao tiuha pressa de
reajber dita quantia ; qne no dia 7 d'este mez re-
ctHku "ni recado do thesoureiro Dr. Eduardo in-
quarindo da razo pela qual elle reapondente nao
tinas ido receber o linheirue que fosse receber at
o da 11 d'este mes (boje); qne elle reapondente
pretenda e estava de sabida para a Theaouraria
no dia 0 d'eate mez, para effectuar o recebiment
d'easa quantia, quando foi sorprehendido com o
roano.
Perguntado em quanto calcnlava elle responden-
te havir dentro dos caixoes do dinheiro miudo que
estavam na cusa Jorte no dia 31 do mes ultimo,
conforme cima deelarou se examinara a burra e
ae o thesoureiro lhe mostrara algutna ves, nao s
as chaves como o dinheiro que tinha no mesmo
cofre?
Reapondeu que entrara, que vendo ligeiramente
o dinheiro miudo dentro dos caixoes e em macos,
avaou que daria para encher uua quatro ou cinco
sacaos communa de linhagem, pelo que calcula,
mas nao affirma a exis'encia da importancia, de
quatrocentos a quinltentos cantos de ris ; qne oa
caixoes que eatavam abertos nao podendo elle
reapondente pr-cisar os valores das cdulas que
se via seren miudas ; que elle respondente demo-
rou-se poucos segundos na casa-forte pois s fez
entrar e sabir, e nem prestou alte ico para nada
uiais com excepeo dos caixoes alludidsa, e bem
como nunca tivera occasio de examinar as cha-
ves, nem mesmo o dinheiro contido no cofre.
Em tempo declaro que o respendente foi inter-
rogado depois de ter em nm livro dos Santos Evan-
gelhos jurado dizer a verdade do qne soubesse e
lhe fosse perguntado, juramento este que foi defe
rido pelo Dr. delegado.
E como nada mais disse nem lhe foi perguntado
mandn o Dr. delegado encerrar este auto em que
assignon com o responde-t.e, do qne tndo dou f.
E eu Jos de Arimatba Costa Pontea, escrivu
interina que o escrevi. Francisco Isidoro Rodri-
gues da Costo, Olympio Fredeco Loup.
INTERIOR
Excssrso Imperial
(Jornal do Commercio, da Corte)
i 8. Paulo, 22 de Outubro de 1886. Hontem,
s V lidias, saino ua Magestade de palacio, acom-
panhado dos Srs. Viaconde de Paranagu, Bario
de Saboia, ministro da agricultura e presidente
da provincia, e visitou a grande fabrica de cha-
peos de Joo Adolpho Schritzmeyer, sita ao largo
da Memoria. Esta fabrica, enjos apparelhos alo
movidos per um locomovel de 12 cavalloa, tem 180
empregados, e fabrica de 400 a 500 chapeos por
dia. Tem grande deposito de materia prima fie-
bre, ratao e castor), e oa chapeos sao de diversas
qnalidades e feitios, e muito procurados, tanto que
para satisfaser os pedidos, nao s da provincia de
S. I alo, como de outras, vai o sen proprietario
augmental-o.
Sua Magestade acompanhou todo o proces
ao da fabri cacao dos chapeos e visitn todas a a
dependencias, dignando-se aceitar um chapeo, qne
lhe offereceu o proprietario.
O Sr. Schritzmeyer, brazileiro naturalisado,
dedicado amigo do Brazil, e acaba anda agora
de proval-o no desempenho da commaao, que
lhe foi confiada ae angaria/ objectos para a expo-
aiva I brazileira em Berlim.
Deata fabrica foi Sua Magestade serrara
da Bella-Vista, propriedade do Sr. Elias Chavea,
de qne sao superintendente Matbeus Haussler e
gerente Jos F diui. Tem esta 3-rraria tres ma-
chinas de apparelhar, tres ser ras circulares, duaa
topias, trea torneadores, apparelhoa pora venezia-
naa, serras de fita, sorras de recorte, tap"adorau
toma tico, machina para respigar, duaa para for-
mar, uoaa para fabricar formas e outras, todas
movidas por urca a vapor da torca de 40 cavallos.
Ti-m a f.brica duaa officiuas de marcenara, a-
de foram apresentados diversos e bem acabados
trabalbos, e um rande deposito de madeiras do
pas.
Ha na entrada nma estufa, que admitte nm
vagen carregado de inad. ira. Estao nella empre-
gadas p.'rto de 150 pessoaa entre marceneiros, car-
jiuteiros, pedreiros e serventes, alm de grande
numero de operarioa empregades em obraa contra-
tadaa pelo pruprirtario.
Pelos apparelbes aperfeigoadismos que possue
pelo seu creacente desenvuivimeuto e perlcico de
trabalho, pode cemsiderar-se esta serrara, senao a
maia, peij muos urna daa maia imoortantes do
;iais. Sua Magestade aaaiatio a diversos brabalboa
f-v.- Jo Sr. Eliat I havea aa maia mi nucios is in-
formacoes.
Depois visitn Sua Magestade duas fundi
ces. A primeira do Sr. Syd<>w, na qual trabalham
60 perarios e fazeaao oajoatos de ferro e outros
metaes diversos e para fiua diversos.
v ontra e proprieJade do Sr. Candido de La-
crda, de que geente o Sr. Wagner fundada ha
anno e uv-i", e na qual trabalham mais de 100
operarioa.
Apezar da aua curta existencia, tea esta fa-
brica grande desenvolvimento e esto se fabrican-
do n Ha apparelhoa para engenhos de asancar. A
muchiua a vapor, que pe em movimento todas aa
outras da fabrica, da torca de 25 cavallos mas
l< desenvolver at 50. Sao conhecidos os ma-
chiuismos de taes fabricar c por isso disp-aaaino
nos de 'lese ip^o minuciosa. Ai despedir 8e dos
pr< pnetarios destes estabelecimentos, Sua Magea
iade dirigi-Ibes palavras de animacao, declaran-
do ter goatads do que vira.
A's U h ras voiton Sua Magestade para pala-
cio donde, depois de almfar, tomn a subir indo
escola normal. All fui recebido pelo director
Dr. Eslaeio de S, Dr. Benevides e o corpo do-
cente. A's quintas-foiras nao funecionam as au-
las S por sao Sua Mageatade apenas percorren o
estabelecineuto examinando os laboratorios de
pbysica e chimica e percorrendo as diversas de-
p ndunciaa. Eato matriculados nesta escola per-
to de quatrocentos alumnos e alumnas, e forva
cufeacar que muito mal acommodados ficam no
edificio de acanhadas proporces e de teio aspec-
to. Pode se nanear que deesa visita em relaco
ao edideio n foi boa a impresa*) do Imperador.
Depois vioituu Sua M igestade quatro escolas
publicas, duas de meninos e duaa de meninas, e
em todas examinon oa alumnos em leitura, grasn-
matica, ari'huietic >. ge graphia e dautriua chris-
t. Daa escolas de meniuas ao professoras, do
urna 1). Feucidade Perpetua de Jess, que deca
ron ter estuiladu e sido approvad" no curso anne
x.- da fcul-Ud* de direito e ter sido habilitada
professora pela escola normal. A matricula de
60 alumnas e a freqnencia de 30 a 40 ; e de ou-
tra, D. Fortunata da Costa Muniz, tambem habili-
tada pela escola normal tendo matriculadas mais
de 100 alumnas e sendo a frequencia de 70 a 80.
Das de meninas sao professores, de urna Joaqun)
Luiz de Brito, tambem da escola mormal, tendo
144 matriculados e sendo a frequencia de 60 a 70;
de ontra Tho.naz do Bom Sucesso Oalhardo, tendo
matriculados 102 alumnos e sendo a frequencia de
50 a 60. As casas em qne funecionam as escolas
da professora Felicidade e professor Oalhardo nao
ofiVrecem nenhuma das condices exigidas para
ectabelecimentos de tal natureza; as outras duas
funecionam em nm proprio provincial, construido
para esse fim e cujas salas estao convenientemen-
te mobiliadas.
Sem querer de modo algum fazer censura aos
que dirigem e3tcs estabelecimentos, pois podem
concorrer circunstancias qne justifiquen! o tacto,
o resultado do exame feito por Sua Magestade a
alumnos, alguna dos quaes tinharn mais de dous
annos de frequencia, nao fei lisongeiro, salvo na
escola do professor Oalhardo, da qual se retirou
Sua Magestade satisfeito, notan do-se, alm docui
dado com qne o professor lecciona as outras toa
terias, a solictale que dedica ao ensno reli-
gioso.
t A' estas visitas assistio o Dr. Arthur Guima
raes, director de instruccao publica, tendo acom-
panhado Sua i Magestades as mesmas pessoas que
o haviam feito de manh.
" Depois foi Sua Magestade ao bairro da Bella
Vista na freguezia da Conoolaco, para assistir ao
lancamento da pedra fundamental do edificio de
urna escola para ambos os sexos, que vai ser edi-
ficada com o producto de urna subscripeo promo-
vida entre os moradores do lugar, e por iniciativa
e esforco do Sr. ivereira de Barros.
Infelizmente, a grande chuva qne rabio no
acto da insnguracao nao deixou que se effectuasse
grande parte da aolemnidade.
a Na padiola em que estava a pedra, seguraran}
S. M. o imperador, os Srs. ministro di agricultu-
ra, presidente da provincia e coDaelhe.iro Leoncio,
que prenunciou urna ailocuco cm nome da com-
misso promotora do edificio da escola, levantan-
do em seguida o presidente da provincia viv.n a
Suas Magestades e uacao brazileira. O vigaro
da freguezia benzen antes a pedra.
a Desde grande distancia at o local da escola
estava o caminho enfeitado com arcos e banderas,
sendo extraordinario o concurso de povo que
passagem de Sua Magestade rompa em enthusias-
ticas acclamacea, subindo ao ar grande quanti-
dade de gyrandolas. Junto ao lugar da pedra es
tava postada nma guarda de honra que fez as con
tinencias devidas.
Depcis do lancamento visitn Sua Magestade
o edificio, em eonstruecito, para hospital dos sub-
ditos italianos, sondo recebido porta pela Socie-
dade de Beneficencia Italiana incorporada, ai
Vita do hymno nacional e de enthu iasticos vivas.
Sua Magestade examinou o edificio, que est sen-
do slidamente construido. E' bem dividido e com
proporces para nao pequeo numero de enfermos,
trnde sido a colonia italiana auxiliada efficazmen
te no sen generoso intento por nacionaes e estran-
geiros.
Entrando na importante casa Garraux, percor-
reu Sua Magestade toda a luja, examinando algu
mas obras e dignando-se aceitar nm catbalogo da
meama e nm volme de poesas de Carlos Ferrei-
ra, ricamente encadernado.
Recolbeu-se entao Sua Magestade ao palacio
de oade sabio pouco depara am bond especial, com
S. M. a mperatriz para ir residencia do Sr. Con-
de de Tres-Rios. Dalli foi at a Ponte Grande
um doa bonitos pontos extremos da cidade.
As 7 horas da noite S. M. o imperador, acom-
panhado dos Srs. m nistro da agricultura, presi-
dente da provincia, Viaconde de Paranagu, B i-
rao de Saboia, BarSo de Ivinheima e de mutaa
pessoas gradas da cidade, dirigio-se ao Lycen de
Artes e Oficios, onde foi recebido, porta do edi-
ficio, pelos espectivos directores conselbeiro Len
ci de Carvalho, Drs. Rangel Pestaa, Antonio
Carlos de Andrada e Vieira de Carvalho.
Mais de 500 alumnos e avultada concurrencia
de visitante*, entre os quaes via-se represent >da
a melbor sociedade da ierra, enebiam os vastos sa-
ldes do estabelecimento.
as aulaa de desenho, regidas pelo professor
Rosa Laga, Sua Mageatade examinou d-tidamen-
te os trabalhos dos alamos, notando muitos de su
bido mrito artstico.
Psssou depois s aulas de ensno primario e
secundario dirigidas pelos Srs. commendadar Ga-
briel Franzen, Antonio Aymber e Galdino Bitten-
court, onde ouvio diversos alumnos que revela-
vam aproveitamento.
Percorren em seguida a bbliotheca do estabe-
leeiaento, qne conta hoje mais de cinco mil volu-
ntes de obras scieutificas e litterarias e grande
uumero de revistas e jnrnaes.
Assistio, finalmente, inauguracao do musen
pedaggico, cujas preciosas colleccoes foram es-
coltadas e compradas pssoalmente pelo cooseihei-
ro Leoncio de Carvalho na casa Delagrave, de
Pars.
Devemos nma ligeira noticia do importante
estabelecimento, de cojos prospera> condico~s Sua
Magestade mostrou se muito satisfeito que real
mente taz h nra provincia de S. Paulo.
E' o Lyceu urna utilissima instituicao de en-
sno primario e profi .siona!, fundada rm 1 de Se
tembro de 1882 pelo conaelheirc Leoncio de Car
vaiho e mantida pela Asoociaco Propagadora da
Instruccao Dopular, de qne foi tambem organisa-
d Esta ass.ci- cao j sustenta, ha mais de 14
anuua, un bibliotbeca e urna escola nocturna, em
qn se tem habilitado n*s materias do ensno pri-
mario mais de uas mil pessoas.
Destina ae o Lycen a ministrar gratuitamente
aa povo s conhecimtotoa necessarios aos officioa
e artes ao commercio, lavoura e s industrias.
O seu progrmala pode resumr-se noa seguin-
tes t-r nos : curao de artes e oflicios, curso com
plrto de ensno primario, pnblicaco de urna re-
vista destinada ao estudo das qucEtes de ensino
primario e rufissional; sesao;a pubcaa em que
s,- leiam escriptos e se discutam assumptos relati-
vos ao enaiuo primario e profiasional e em qne se
expnnhain os trabalhos do alumnos do Lyceu :
Um carao de commercio e um de agricultura
iuex"s aoly.-en; auiasiupplemcntares e cemple
menrar 's do ensno do lyeu, comprehendeudo-se
uas jruneiras o portugus, francs, ingles, geogra-
pbia, biat ira umvraal, historia patria e cismo
graphu; e as segundas a philosophia a hygiene,
sihenea, hiat-riaias rtea e officios, anatoma e
pbysiologia das paixoes, elementos de direito na-
tural, elementos de economa polticae elementos de
direito constitucional; realisaco de conferencias
publicas sobre assumptos que interesaam instru-
ccao popular. ____
Orante parte deste importanteprogramma j se
ach exeeutado com o mais t -liz xito.
Estao orgausados, e tm funccionadofcom mnita
regularidade, os cursos primarios, os de artes e
cihcios e alguna dos su, plementares e complemen-
tares.
Ha matriculados nasse curaos 580 alumnos e a
frequencia tem sido sempre de mais de 500.
As materias do eurso de artes r officioa sao clas-
sificadaa eu dous grupos pela seguinte forma :
grupo de ciencias applicadas e grupo de artes.
Para o ensino dos cursos tem o lyceu um corpo
docente de 49 professores, qne secrestara a lccio-
nar gratuitamente as materias.
Para ensinar o eonbecimento pratico das artes e
efficios, a que se reterem o* mencionados ci rs a, se
aproveitar, emquanto nao tiver oficinas suas, de
algunas particalar< s, onde se acham mestres dovi-
damente habilitado.
Para uso dos alumnos, possne nma importantr
biblioth-ca, que tambem franqueada ao publico.
Ao retirar-se do lycen, em cuja visita se demo-
rou por mais de nma hora, foi sua magestade Ban-
dado, com aa mis vivas acclamacoes, pelo povo e
pelos alumnos que offereceram-lhe lindos ramos de
fl:res naturaes. ~ :tt "Q
Do lyceu foi ana magestade a oalacio e dah.
sahiu com S. M. a Imperatra para a casaOarranx.
demorando-se mais de nma hora, no exame da
immensa variedade de objectos expostos no sali
superior artsticamente adornado. Na corte, forca
ccnfessal-o, temos casas de negocios dignas de
nota : nenhuma, porm offerece, pela diversidadee
ornamentadlo mais attractivos que o estabeleci-
mento visitado por suas magestades.
Emquanto suas magestades estiveram na casi.
Garraux, compacta multido enchia a ra e enthu
siastc-s viv.is foram levantados quando della sahi
ram.
* Felizmente nao choveu noite. A cidade con-
tina Iluminada e em testas; o povo cruza as ras
em todas aa direce s: as msicascontinuam a toca:
no jardim c iminediacoes do palacio as ondas de
povo se substituem urnas as outras.
" Disse oe repito: o enthasasmo peloa sobera-
nos parece que augmenta a proporco que elles aqui
se dem ram.
Partim 8 para Caldas hoje as 7 horas da
manba, e, segundo nos informara, o intenerario da
viag-m ser mais ou menos o seguinte :
22Sua3,magestades partem de S. Paulo e al-
mcc.iui na estaclo de Campias, seguindo para oe
Pocos de Caldas, onde chegaro s 5 horas da
tarde passando em Caldas o dia 23.
24Voltam almocam em S. J. da Boa Fisto,
visitam a tazeoda do eons-lbeiro Antonio Prado, de
p ssagem a esta;o do Lage e vao dormir no Ri-
beiro Preti.
25Vao a Batataes seguindo at a ponta dos
tnlhos e voltam a dormir ne Ribeiro Preto.
26Partem do Rbeirao Preto, almocam em
Casa Branca, e vao dormir em Mogy-mirim.
27Visitim o ramal da Penha, (22 kilmetros)
e vao dormir em Caoinas onde ficam o dia 28.
29Vao a Porto Ferreira, descerno Mogy-
jruaae af6,a Cacboeira do Escaramuza e vio dormir
na fazenda' do Dr. Franciaco.Leite Ribeiro Guima-
res.
a 30Sahem o Mogy Guass, vao ao ramal do
Desca vado e pernoimm em Araras.
31Vetn almo?ar em Jundiahy e vo dormir
em It.
1 de Novembro.Visitam de passagem o en-
genho central de Capivary e vem pernoitar em
Paracicaba.
2Vo a ponta doa tri'hosda Itnana e voltam
a Piracieba,
a 3Descem o rio Piracicaba e Tiet at o
porto de Araqu e vo dormir na fazenda dos r-
meos Car lia.
. 4Vo at a ponta dos trilhos da linha Rio-
Claro, passam por Dous Corregos e Brotas e vo
dorm: em S. Carloa do Pinbal
5Vo a Araraquara almocam e vo dormir
no Rio-Claro.
6Voltam para a capital.
Dep is visitaram as liohas frreas Sorocabaua e
Bragantina iro a Santos.
J tive occasio de fallar em Fr. Rodovalho, von
concluir com urna noticia que a elle ae refere ; o
Sr. engenheiro Nabor, obteve do archivista da
cmara municipal o Sr. Aasis Moura, e offere-
ceu a S. M. o Imperador, os originae* de urna carta
por Fr. Rodovalho dirigida sua irma D. Anna
Cortes de Toledo : cinco sermoes mannscrpos e
um iropre8so com o seguinte titulo Orsco de
grac pulo feliz e augusto nascimento da sere-
niasima Sra. D. Mara Thereza, muito alta e po
derosa'princeza da Beira, recitada ua Cath adral
do Ro de Janeire, no dia 17 de Novembro de
1793
Em telegramma expedidos noite. diz-nos o
mcsino corresp mdenie :
Feliz viagem de S. PuIo a Pocos de Caldas,
Suas Mag-atades almocaram em Campias. Entha-
sasmo e uvai.-'n's por toda a partee.
PERNAMBUCO
Assembla Provincial
68* SESSO EM 9 DE JULHO DE 1886
paesioENciA do eim sr. dr. JOS masoel de uarros
WANDERLET
Sl-mvario :\bre-se a sesso.Expediente.^Ad-
diamento da diacusso do requerimento
pedindo informaci> a relatifaraeute a pri-
so do eleitor Joaquim Felippe pelo sub-
delegado de Ipojuca.Leitura de um
oficio do Sr. presidente da provincia
prorogando a Assembla at o da 14 do
corrente.Discurso do Sr. Jos Mara.
Rejeico do requerimento do Sr. ba-
ro de Itapiaauma pedindo informacoes
sobre o empreatimo de mil cantos de
ris.1" parte da ordem do da2 dia-
cusso das emendas ao pr.jecto n. 43
d ate anno. -Discursos d s Srs. Luis de
Andrada, Prxedes Pitaoga, Viaconde
de Tabatinga, Juveucio Mu iz e Drum-
m-.ui Filbu.Pial da sesso.
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem preaeutea O Sr8. Ratia e Silva, Viaconde
de Tabatinga, Juveucio Mariz, Soarea de Amorim.
Autouio Vctor, Augusto Frnukln, Joio de S,
Costa Go'iies, Ferreira Velloso, L ure .o de S,
Barr a Banau Jnior, Ruso Barros, H^rculano
Bandeira, Barros Wanderley, Lus de Andrada,
lodriguea Porto, Jos Mana Bogoberto, Sophro-
nio Portella, Regueira Costa, Baro de Itapissama,
Prax-des Pitanga, Baro de Calar e Andr Dias,
Sr. presidente declara aberta a sesso.
Comparecem depois os rs. Julio de Barros,
Costa Ribeiro, Gomes Prente, F<-rreira Jacobina,
Domingues da Silva, Drammnnd, Coelbo de Mo-
raes, Joo de Ohv^ira e Joo Alves.
Faltam, com particip-co, oa Srs. Solonio de
Mell<>, e sem ella, os Srs Rosa e Silva, Goucalves
" rreira, Amaral e ConsUutmo de Albuquer-
que.
O Sr. Io secretario procede a leitnra do se-
guinte
EXrRDIEKTB
Um offl M do secretario lo gov-rno, remettendo
urna conia d-cuiaentada de 113*400, de passagens
dadas nos vapr-s da Comptiinia P-rntmbucana,
fim de ser aunexada outra ja remettida.A'
commisso de orcamento provincial.
Croa peticao da Aasociaco Commercial Ben*-
ficeute, reclamaudo c utr* a disposico da lei do
orcamrnto em discuaao, qu^ consigna >s imposto
de 10 res por litro de sal.A' commisso de orca-
mrnto provincial.
Contina a diacusso do requerimento do S>r.
Lourenco de S sobre informacoes da priso do
eleitor Joaquim Felippe, effectuada pelo subdele-
gado de Ipojuca.
O Sr. 1 secretario procede leitura de um ofi-
cio do secretario do governo, com mira i cando qne o-
Exm. Sr. vi;*-presidente da provincia prorogava
at o dia 14 do corrente mez, a actual sesso d
Assembiea Provincial.Inteirado.
Entra em discusso o seguinte requerimento :
Requeiro que pelos canaes competentes se
peca a S. Exc. o Sr. presidente da provincia as se-
guintes informasoes : ... .
1 Qaal o resultado da proposta feita ao Daneo
do Brasil, para contrahir emprestimo de mil con-
tos de ris, autorisado por esta Assembla ; pro-
posta annunciada aesf casa por um dos membros
da cowmisso de orcamento, naturalmente de ac-
cordo com S. Exc
/


c
V
-


.1


o
Diario de Pernamboc*Qnarta--feira 3 de Novembro de 1886
>




2* Se afectivamente foi realisada e quaei as
mas condcoes.
3' No caso contrario qual a razio da re-
cusa.
4* Finalmente, recuseda a proposta o que pre-
tende S. Ei'j facer desta autorisaclo, por quanto
send pedida) C"tn urgencia e concedida noi meamos
termos, ainda nao tem produzido nenbum effeito,
tendo j decorriau muito tempo.
S R.Barao de Itapissuoaa.
Vem mesa, lida, apoiada e entra conjuncta-
mente em discus.ii> a sagainte emenda :
Que se iufors tarabeas se foram recomidas
ao thesouro todas m apatices do juro de > .', para
cuja converso foram emittidas outraa de 7 % e
no valor de 40) con te 3 deria; e bem assim o
que se ha feito da arreeadacao. nos dous ltimos
mezes na Alfaudega e no Consulado, desde que os
empreados pblicos uio bao sido pagos os seus
venementos durante. ete anno.Jos Mara.
O Sr. loot Harta taz diversas considera -
50 's, justificando a sua emenda.
Ninguem mais pcdindo a palavra encerrada s
discuaeao e posto a votoa o requerimento rejei-
tado, bein como a emenda doSr. Jos Mara.
C.ratina a diseusslo do requerimento do Sr
Loureuc > de S pedindo informaeoes sobre a pri-
lio do eleitor Joaquim Felippe teita pelo subdele-
gado de lpojuca.
O Sr. fiaspar Drummval(Nao devol-
reu o aeu discurso.)
Vem mesa, I ido, apoiado e app .ovado o
juinte requerimento :
Requeiro o addiamento da discnsslo por 24
horas.Loureuoo do S.
Paosa-so a
Ia PASTE DA OBDEM DO DA
E' rejeitado o requerirornto do Sr. Ferreira Ja-
cobina, de addiameuto da 2a discustio das emen-
das ao projeeto n. 43 deste auno, continuando
.ortauto a diseusslo.
O Mr. Luiz de tudrada-(Nao devolveu
o seu discurso.)
E' lido, appjiada 2 approvado o seguinte reque-
rimento :
Requeiro prorogacao do hora por 90 minutos.
(i un.a Prente.
O Sr. Ferreira Jacobina-(Nao devol-
veu o seu discurso )
O Sr. Prxedes PilongaSr; presidente,
pensava que o illustre deputado pelo 8 districto,
subindo a tribuua, para impugnar a emenda n.
404, viesse trazer a luz, mostrando nao s o in-
conveniente da prorogacao do contracto como os
nales provemeutea dessa prorogacao, urna vez que
alo assentava, neui em direito nem nos preceden-
tes da casa.
Mas S. Exc. longe d'iato, Lnge de oceupar-se
da materia subi a tribuna, para vir mostrar a
casa urna tabella que. hoja j nao vigora, mas que
vigorava quanio os fjruecnnentos erain feitos pe-
los proprios carpos ; porque quando o contracto de
irneoimento das obras para o corpo de polica e
para a guarda cvica foi por preco diverso, era por-
que nao eram 03 meamos objeetos e nem as raes-
mas fazendas e por isso nao aproveita contra o pe-
dido que faz o contractante ou toruecedor das pe-
;as de fardatnento para o corpo de polica e guar-
da cvica: hoje vigora outra tabella que S. Exc.
encontra no Tneaouro que serve de base para os
contractos.
Eu chamo a attenclo do nabre deputado e peco
a V. Exc., se quer ouvir urna reaposta cabal, na
altara de tirar qua quer diiE:utdade de seu espi -
rito, o que Ih.t prometi, S. Exc. sahir convencido
de que. est truncando ene falso.
S. Exc. servo-se nao da base de um contracto,
mas de una* tibelia que nem hoje vigora, e que
apenas servio de base dos fornecimentos, quando
esses contractas eram feitos pelos proprios corpos.
Ei&a i-.iz.ij p'orque na orgunisaca das tabellas se
eatabeteceu urna difiranla, por quanto era este
o valor que se carregava ao soldado q lauda per-
da a peca do fardairento pela qual era respjnsa-
vel, mas hoje que o fornecimento feito pelo the-
souro, a tabella > outra. (Apartes.)
: V. Exc. est completamente lludido, a tabella
ioje umas. Eu presento urna certidao forne-
dida pelo thesouro em data de hontem que diz o
seg'iinte : l 1
Eu offererjo a considera? 10 de V. Exc. ; esta
do thesouro, esta a verdade do tacto. Pois o
thesouro manda firmado pelo seu procurador urna
certidao em que declara que o processo o raes-
mo, possivel que seja mentira i Entilo nlo vale
de nada o papel que V. Exc. apresenta, entao
nao tem valor nenhum isto ? (aponta para a
surtidlo.)
O .-r. Luiz de Andrade di um aparte.
O Sr. Prxedes Pitanga V. Exc. nao podo di-
xer que urna reparticao publica nao falla a ver-
dade. (Apartes.)
V. Exc. est truncando em falso ; nao tem o
direito de atfirmar em contrario, eu aft%re?o ca-
sa o documento ufficial, a ce. tillo passada pelo
procurador fiscal.
O Sr. Luiz de AndradeEu na) duvidei da ve-
raeidade do documento, o que dijo que este
contracto nao est sendo executado regularmente.
O Sr. Prxedes bitangaEu estou dizendo a
V. Exc. que estas tabellas j >, nem vigorara, esto
reformadas. Pois V. Exc. em vez de procurar a
foute onde se fez contracto, para saber-se a ta-
bella aquella ou outra, vai buscar urna outra ta-
bella, desde que o thesouro diz que os precos slo
os meamos ? Est aqui um documento feito pelo
smpregado (apresenta o documento.)
Puitanto o seu documento nlo tem valor, isto
. quanto ao valor das te bellas dos precos. V
V. Exc. que quanto ao valor do preco nao v- r-
dad- e Dortauto V. Exc. parti de urna argumn-
telo falsa.
Vamos a conveniencia da prorogacao.
Eu naoprecisare procuraros precedentes d'es-
ta casa nem as prorogacoea feitas para os ealca-
meatos por uiuitca anuos e nem mean na actual
legislatura no ait. 18 na emenda apresentada
que manda prorogar sem onus por tres annos o
contracto feito com os arrematantes das decimas,
nao preciso firmar-me 11'i-to para mostrar que
lio ha desvantagem.
O Sr. Luiz de Andrade-Nao passou isto.
O Sr. Prxedes Pitanga'lera outra explicarlo
nao mel com agua, mas garapa. Portanto,
desde que V. Exc. teem nos precedentes d'esta ca-
a a prova, nao preciso ir mait longe.
Vamos agora ver se ha inconveniente e qnaes
sejam, que dos estylos da casa prorogar os con
tractos. Eu tenbo aqui a lei que prorogou por
muitos annos o contracto dos calamentos. Por-
tanto, dos estylos da casae assenta isto em di-
reito.
jjQuanto as emendas apresentadas este anno,
vem trazer urna prova du que esta Assembla
aceita bem a prorogacao dos contractos desde que
contra ella nao se levantam provaa da desvanta-
gem. Analysemos o contracto actual para ver se
encontramos desvantagens e quaes sejam.
Que elle nlo tem desvantagem, bastara a prior i
dizer-se ijS* cinco administracoes n esta provin-
cia aceitaram a prorogacao mediante audiencia
das repartieres fiscaes.
Nlo de cir que cinco adminiatracoes, zelosaa
tomo devemos presumir terem sido n'aquillo que
ihes diz respailo, ouvmdi a repartcoea fiscaes,
que nao devem ser menos zelosas em acautelar os
dinheiros da fazenda, pro.-ogassem um contracto
ao qual encontrara urna desvantagem. Para pro-
7ar ligeiramente a vantagem eu ainda offerecerei
a V. Exc. ama certidao do thesouro na qual se
diz o segainte : (')
Portanto, creio que isto ama verdade para
contestar a argumentadlo do nobre deputado, a
argmaent aco com que o nobru deputado preten-
deu fundamentar a emenda, nlo me paraca a mais
razoavel, nem a mais concentanea, por isso que
e contracto de que se trata, tendo sido feito em
1881 ainda foi prorogado de 82 a 83, porque nlo
3 achou que n qnizesse fazer o servicio por menos.
Est nos hbitos d'esta assembla fazer sempre
prorogacoes de contractos todas as vezes que en-
teude que elles nlo prejadicam a provincia. F
esse nlo prejudica, est provado pelo resaltado
da differenca recolnida t-.o thesouro.
Portanto, isso j um tacto em favor do contrac-
tante, que tem servido com a maior regularidade
sendo at elogiado por um conselhi fiscal em que
0 goverao toinou o alvitre de mandar examinar
01 objeetos fornecidos.
Ah existe no thesouro esse exaine em que se diz
qrx0 a fazenda fornecida, senlo um ponco, supe-
rior, ao menes da mesma qualidade.
2la diversos apartes).
esde <|ue o thesouro, que competente disse
o fornecimonto feito de conformidade com a
tabella, os precos alo os messnos, nlo deve se
dovidar.
Eu creio que est demonstrado com toda a cla-
reza de que o nobre deputado apenas veio mostrar
ama tabella que nlo vwoia.
Con Juindo direi: entretanto, a assembla, pode
resolver como entender, certa de que a proiogaclo
dease contracto tem resultado a favor da Fazenda
de 33:0001 a contar de
provincial a economa
82 a 85.
O Sr. VlNConde de Tartiallnsra.Sr.
presidente, nlo pretendo entrar n'esta discusso,
mas eu sou um pouco desconfiado.
Vejo o calor que de parte tem havido sobre essa
queito e portanto, o meu espirito vacilla.
Vejo tanto interesse de parte a parte, que faz
me desconfiar.
O Sr. PrxedesPitanba.Nlo tem porque.
O Sr. Viseonde de Tabatinga.Para que haya-
mos de estar tazando questlo de prorogacao a nlo
prorogac&o.
(Ha um aparte).
Nao ha tal ; meu amigo nlo me pode convencer
disto.
A prorogacao nao mais do que um favor qus
a assembla qaer fazer; alegalidade iro con-
tracto a praca.
Para que avernos de escurece isto ?
Findo o contracto, o que legal chamar-se a
concurra.ca, ir o contracto a praca ; isto depro-
rocaco um favor.
0 Sr. Prxedes Pitanga.-E' urna attribaicSo
conferida a elle.
O Sr. Viseonde Tabatiaga.Eu nlo aei quem
o individuo, nlo o conheco, mas a minha descon*
flanea firma-so na batalba que tem havido por
cauca dease negocio.
Eu s quero oceupando ainda que mal ella, a
legaliaade dos actos.
O Sr. Prxedes Pitanga.O negocio legal.
O -Sr. Viseonde de Tabatinjra. O contracto nlo
legal; o nobre deputado nlo me convence disto:
um favor que fasemos aqui.
O Sr. Prxedes Pitanga.Urna lei da assembla
nra favor ?
0 Sr. Viseonde de Tabatinga.Nlo ha lei que
mande vigorar contracto; aqui a lei manda que se
faca publica.
O Sr. Prxedes Pitanga. A' lei nlo diz isto.
O Sr. Viseonde Tab.tinga.A lei diz arrema-
tadlo para o servido publico.
O Sr. Prxedes Pitanga.Diz que sor feito por
arrematadlo mas nlo diz que se nlo possa pruro-
sr-
O Sr. Viseonde de Tabatinga O nobre depu-
tado nlo pode negar que isto nlo seja um fa-
vor.
O Sr. Prxedes Pitanza.Nlo tal.
O Sr. Viseonde de Tabitinga.A vista destis
poucas palavras eu aguardo-mo para a votacao;
votarei conforme acharmais legal e praveitoso para
a provincia.
Tenbo dito.
O Sr. Javencio Matriz:-Sr. presidente,
signatario da emenda n. 461 e acbando-se ausente
o Sr. 1 secretario, della signatario, tenho neees-
sidade de responder 110 honrado deputado pelo 8"
districto, que atacou a mesma emenda por incon-
veniente.
Declaro casa que assignando esaa emenda en-
tenda que prestava nm ser^ico nao s a cidade
do Rio Formoao, comotatnbem cidaJe do Recite.
Sr. presidente, forca.confcsaar que a cidade
do K10 Formoso estem decadencia. E' esta urna
verdade que salta aos olbos de todos.
O Sr. UrummondEst peior do que Caruar ?
O Sr. Juvencio MarizS-m duvida nenhuma.
Est em tal decadencia que uio pode manter duas
escolas do sexo masculino. V Exc. talvez melhor
do que eu sabe quj existindo all daas cadeiras,
apenas ama tinha a frequencia legal.
Um Sr. DeputadoPorque ?
O Sr. Juvencio MarizPorque nlohavia nume-
ro de meninos que preenchessem as duas eacolas.
E isso conrinnoa aaaim durante um crto espago
de tempo, at que o nosso collega o Sr. Bario de
Caiar, achando-se na presidencia e dando regula
menta instraccls publica, teve de remover o
professor que exercia a 1 cadeira pira Garanhuns.
Convm fazer notar Assembla que o professor
que exercia aquelle mister, tinha a soa cadeira
pauco freqnentada, porque havia despertado urna
certa antmithia.
O Sr. DrummondE' urna aceusaelo injusta
que V. Exc. et fazendo.
O Sr. Juvencio MarisOu V. Exc. nlo me ou-
vio ou ost interpretando mal as minhas palavras.
O Sr. DrummondEu estou ouvinde religiosa-
mente a V. Exc.
O Sr. Juvencio MarizSe eu digo que havia
antipithia porque aquelle professor era um ho-
rnera de cor e por ser de cor os pais de familia re-
cuaavam-se a mandar para all os s us filhos.
Um Sr. DeputadoQuestlo de precouceito.
O Sr. Juvencio MarizSeja como for, o facto
este. A outra cadeira, porm, tinba a frequenci*
legal e nlo pedia deixar de ser assim, porque era
regida por um moco muito distincto. N'estas cir-
cunstancias o delegado Iliterario, consultando os
iuteresses da instrucc^o publica, propoz a sup-
presslo da cadeira, ao mesmo tempo que o dele-
gado litterario da Boa-Vista pedia a creaclo de
urna cadeira do sexo masculino. Conteguintcm',n-
te o presidente da provincia, se removeu o profes-
sor do Rio Formoso para outra localidade, nlo fez
mais do que um acto de jastica. Entretanto o
presidente da provincia, attendendo intlieneia
el itoral do districto, o Sr. Bario de Aracagy, que
se oppunha a essa remoco, aeonteceu que ella nlo
tivesse logar. Mae, pergunto eu Aasemblea :
subsistindo a cadeira que era exercda pelo Sr. Re-
gueira Coata, sendo removido para ds Coelhos,
fieam ou nao acautelados os iotereast s da instruc-
clo primaria ?
Um Sr. De putadoE a outra cadeira ?
O Sr. Juvencio MarizA outra cadeira nlo era
freqnentada. Conseguintemcnte, sendo eu signa-
tario desta emenda, estiu canvendo di que pres-
to um servico nl-i s cidade do Rio Formoso
como do Recife, parque forca coufessar que
urna cadeira de instruccao primaria nunca por
demais.
Ditas estas palavras, Sr. presidente, sent- me,
esperando qne a casa aceite a emenda.
O Sr. Gaspar Drummond fas diversas conside-
ra cSea.
Sr. Presi iente lavanta a sesslo designando
a seguinte ordem do dia :
1 parteVotaclo das emenias apreseatadaa
na 2 diseusslo do projeeto o 43 deste anna :
2" parteG ntinuacia da antecedente.
Acbando-se sobre mesa remettido sancco
urna resoluQao approvando crditos supplemen
tares.
69" SESSAO EM 10 DE JULHO DE 1886
PBESIDEBCIA DO EXU. SE. DE. JOS VANOEL DE BARROS
WASDEBXEY
Scmmario : Abre-se a sesaioLeitura e appro
vacio da acta antecedenteExpediente
Continuaeao da dscussao do requeri-
mento dos Srs. Lourenuo de S e Jos
Mara pedindo iuformacoes sobre a
prisao do eleitor Joaquim Felippe pelo
subdelegado de IpajucaDiscurso do
Sr. Lourencn de SAdiamento da
diseusslo -Ia parte da ordem do dia
Votaclo e adiamenu da mesma das
emendas ao projeeto n. 43 deste anno
Final da diseusslo.
Ao meio dia, feita a chamada a verificando-se
estarem presentes os Srs. Ratis e Silva, Antonio
Vctor, Barros Waoderley, Barros Barreto J-
nior, Luiz de Andrada, Soares de Amorim, Au-
gusto Franklin, Hercutano Bandeira, Lonrenco de
S, Rodrigues Porto, Sophronio PorttHla, Viseonde
de Tabatinga, Canta Gomes, Lourenoo de S,
Coelho .de Moraes, Ferreira Velloso, Bario de
Itapissoma, Juvencio Mariz, Domingues da Silva,
Rejo Barros, Jos Mara, Jlo de Oliveira, Go
mea Prente e Jlo Alves, o Sr. presidente decla-
ra aberts a sesslo.
Comparecern depois os Srs. Rogoberto, Pr-
xedes Pitanga, Julio de Barros. Costa Ribeire,
Drummond,Bario de Caiar, Aodr Das, Ferreira
Jacobina e Regueira Costa.
Faltam, com partieipaclo, os Srs. Solonio de
Mello, e sem ella, os Srs. Rosa e Silva, Goncalves
Ferreira, Amaral a Constantino de Albuquerque.
E' lida a sem debate approvada a acta da ses-
slo antecedente.
O Sr. 1 secretario procede leitura do se-
guinte
EXPED EHTE
Urna peticlo de Antonio Pinto Xavier, nego-
ciante desta cidade, reclamando contra urna dia-
posiclo do orcamento provincial.A' comissio de
orcamento provincial.
Contiunaflo da diseusslo do requerimento dos
Srs. Loureoco de S e Jos Msria pedindo infor-
macoes sobre a prislo do eleitor Joaquim Felippe,
efectuada pelo subdelegado de lpojuca.
O Sr. Lonrenco de 8a :Nlo devolveu o seu
discurso.
Paaaa-se
1* PA1T DA OBDXM DO DIA
Votaclo das emendas ao projeeto n. 43 desta
anno que d o seguinte resultado :
Sao approvadas as segu otes emendas :253,
256, 256, 257, 258, 59, &2, 263, 264, 265, menos
na parte qne manda supprimir a de n. 23, 266, 267,
268, 269, 270, 271, 273, 274, 266, 279. 282. 284,
292, 299, 301, 308, 313, 316, 322, 323, 328, 329,
331, 843, 347, 354, 355, 356 358.359, 364,369,389,
404, 408, 423, 437, 439, 449, 455,456, 482 e 483 ;
e regeitadas as de na. 265 na parte relativa as
emendas n. 23,376, 384, 429 e 47.
E em votaclo nominal as seguntea sendo a
p-imeira a requer mente *do Sr. Jos Mara e a
segunda s .requerimento do Sr. Bario de Itapis-
suma.
N. 299 :Votam a favor os Ss. Drummond,
Re Barros, Ferreira Velloso, Jlo de S, Julio
de Barros, Soares de Amorim, Herculano Baq
deira, Rogoberto, Domingues da Silva, Barros
Barreto Jnior, Luiz de Andrada, Regueira
Costa, Rodrigues Porto, Sophronio Portella, Au-
gusto FrapklBf Jlo Alves a Gomes Prente (17);
e contra a Srst Costa Riboiro, Jos Mara, Bario
de Itapissuma, Viseonde de Tabatinga, Costa Go-
mes, ndr Das, Lourenco de S, Coelbo de
Moraaa, Jlo de Oliveira. Ferreira Je'-ubins, Ju
venci Mariz, Antonio Victor, Prxedes Pitanga
e Bario de Caiar, (14).
N. 455 :Votam a favor, os Srs. Drummond,
Reg Barros, Ferreira Velloso, Jlo de S, Her-
culano Bandeira, Rogoberto, Domingues da Suva,
Andr Das, Barros Barreto Jnior, Jlo de Oli-
Vtira, Rgueira Costa, Rodrigues Porto, Mophro
nio Portella, Augusto Franklin, Prxedes Pi-
tanga, Jlo Alves, Gomes Prente e Bario de
Caiar, (18) ; e contra, os Srs. Costa Ribeiro,
Jos Mara, Bario de Itapissuma. Julio de Bar-
ros, Soares de Amorim, Costa Gomes, Lourenco
jdo S, Coelho de Moraes, Luiz de Andrada, Fer-
Aeira Jacobina, Juvencio Mariz e Antonio V'ctor,
T?-
Vem mesa e sao lidas as seguintes declara-
c,oes de votos :
Declaramos ter votado contra o requerimento
do Sr. Gaspar de Drommond, pedindo votaclo de
emendas anteriormente regeitadas.--Sophronio
Portella.B. B. Jnior.
Declaro que votei contra o restabelecim/uto
do ensino religioso as eacolas.=Barros Barreta
Jnior.
Declaramos que votamos contra a emenda
n. 313 que lanca 10 rs. de impoato por litro do
fal Reg Barros.Soares de Amorim.Dr. A.
da Costa Gomes. .oelho de Moraes. B. JJarreto
Jnior.
Declaramos que votamos pela emenda que
suppriinio o imposto sobre cal.Reg Barros.
Herculano Bandeira.
Declaro, que votei contra a emenda n. 331
(Inatituto Vaccinieo).Sophronio Portella.
O Sr. presidente levanta a sesslo designando a
seguinte ordem do dia :l* e 2" partes contiuua-
clo da anteceden'e.
Caixa Econmica e onte de Soc-
corro de Pernamhuco
Balancete om 30 de Outuitro de
lMtf
CAIXA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fazendaconta de
depsitos
Thesouraria de Fazendaconta de
juros
Monte de soccorroconta de pas-
sagem
Juros
Caixa
5S8:5103400
242:294*615
75:478"52
546400
2285000
Passico
Depsitos em contas correntes
907:1185197
907:1185197
MONTE DE SOCCORRO
Activo
Kmprestiinos sobre penhores 120:6995971a
Valores depositados 153:91(65377
Movis 6:0555227
Cadernetas 317*401
Apohees da divida publica provin-
cial 1:0005000
Despczas geraes 11:67.1549.)
Aluguel da casa 1:1905000
Retorno de juros 468.576W
Lucros e perdas 245969
Caixa 3:7755211
Paseivo
Capital
Cautelas de penhores
Juros
Caixa econmicaconta de pasea-
ge n
Thesouraria de Fazendaconta de
emprestirao
Cadernetas archivadas
Saldos de penhores vendidos em
leillo
Saldas de pcnhore prescripton
Gastos com leiloes
299:9115419
18:7605047
153:9065377.
11:7975080
75:4785752
34:998*845
68*21 JU
3:936*408
112*720
22*990
299:111*419
S. E. & O. =====
O gerente e guarda lvros,
Felino D. Ferreira Coelho.
-itviSTA DIARIA
Rabia e tlagoao O paquete nacional,
entrado do sul 31 do paspado, apenas adiantou
datas da Baha at 28 e de Alagas at 29.
Nada referem as folhas dessas provincias que
mereca menclo.
Deputado CieralNo paquete C'ar che-
gon do sul, no da 31 do passado, o Sr. conselhei-
ro Manoet do Naacimento Machado Portella, de-
putado geral pelo 1 districto desta previncia.
S. Exe. foi recebido por numerosos amigos e
commissoes de varias eociedades, tocando ao des-
embarque duas bandas de msica.
Aeompanbado de grande prestito, seguio S.
Exc. para a casa de residencia de seu tiibo, no
Caminho Novo, onde est hospedado.
Mcrglpe Recebemos folhas de Aracaj ai-
caneando at 28 de Outubro. '
H greasara a capital no dia 15 de sua viagem
no norte da provincia, o presidente da mesma. '
A tal respeito diz o seguinte A lazeta de Ara-
ca/1'1 :
S. Exc. que nlo foi a simples paaseio de ame-
nidada ou esparecimento, colbeu as margene do
S. Francisco, baatantea elemenros de estudo para
dar outra orientadlo, e mais feliz, aos destinos
d'aquehas plagas to favorecidas pela naturesa.
Em todo o percurso de sua viagem S. Exc. o
Sr. Dr. Manocl Goes, foi acolhido e recebido com
os maiores agrados e enthusiasmos, sobresanando
as gentilezas e nos inesperados grandiosos nosso
o Exm. amigo Sr. Dr. Lonre:ro Tavares, sua
Exma. familia, e assim nosso Exm. amigo Sr. Dr.
Machado, que de tratamento principesco nada
pouparam ao digno e illustre administrador da
provincia.
Logo que S. Exc. ponha em execucSo e prati-
ca os projectos e planos concebidos nos estudos
que acaba de fazer em pro! de urna regido tao fr-
til e aproveitavel, poder dizer, e certameute dir
camo Cesar : Vim, vi, venci.
Parabens s psragens ao norte da provin-
cia.
Lemos na mesma folha :
No dia 15 do correntu assumio o cargo de
chefe de polica de.-ta provincia o digno e distin-
cto Exm. 8'. Dr. Jos Ignacio Fernaudes de Bar-
ros, ex-juiz de direito da comarea do Maroim.
O illustre cavalheiro, a quem neste momento
saudamos com toda a sympatbia e respeito, ho-
rneen de sena probidade, respeitavel justica e ta-
lento.
Acreditamos que saber desempenbar o seu
nobilitante cargo com todo o criterio, mximo zelo,
e acrysolada dedicaclo.
C'ongratulam >-nos com a provincia inteira,
desejando a perdura;ao mais longa de S. Exc en-
tre nos e no seu novo e elevado posto. >
No dia segainte realisou se no palacio da
Presidencia um baile de apreco e despedida, offe-
recido ao 8r. Dr. Costa Carvalho, ex-ctufe de po-
lica a juiz de direito da comarca de Maroim.
Tribunal do Jtsry do BeclfeNao
tendo comparecido, hontem, juizes de facto em
numero legal, deixou de haver julgamento neste
tribunal, sando encerrado a sesslo por acharem-se
esgotades os das da lei.
O re tuteldaE' o titulo de um poemeto
que dea estampa, na corte, o Sr. Dr. Francisco
Phaeiante da Cmara Lima, e de que nos obse-
quiou com um exemplar. Agradecemos a fineza.
Almirante Barroso-Ante-hontem os im-
peraes marinbeiros e ^fuzileiros novaos de bordo
do (cruzador Almirante Barroto, foram assistir ao
sacrificio da missa no Arsenal de Marinha, onde,
em um barrado adrede construido, foi erigido o
altar.
Depsis da missa, fizcram elles exereicios, com
previa licenca do honrado Sr. iuspector do Arse-
nal, retirando-se para o seu navio s 3 horas da
tarde.
Hontem, cerca de 11 1/2 horas do dia, sahio o
Almirante Barroso para o sul, saudando ao partir
0 Sr. chefe de divisan Jos Manuel Picaneo da
Costa.
laarapioPela madrugada de domingo ul-
timo um ladrao, servindo-ae dos andaimes de reedi-
ficarlo do predio n. 8 da ra larga do Rosario,
penetrou no Io andar do predio n 6, onde mora o
Sr. Manoel Jos Vieira, e furtou um relogio e ca-
deia de oaro, nao levando outros objeetos, porque
foi presentido.
Posto em fuga, foi perseguido por duas pessoas
que pasaaram, mas revistin-lhes de faca em pu-
nho ; pelo que conaeguie pr-ee boro recato.
Hiilo e '-rmenlo*No domingo noite,
terminar o Te Deum da feata que teve lugar na
igreja do Terco, alguna capoeiras formaram um
rolo, de que resultaram alguna ferimentoe leves.
Com a aproximacao da ronda de cavallaria, dis-
persaram-se os capoeiras.
Tiientro dam Variedades A compa-
nhia de operata cmica, que est trabaihando no
Theatro das Variedades da Nova Hamburgo, d
hoje um bonito e variado espectculo, composto de
duas operetas e diversas canconetaa.
Vale apena ir assistir a esse mimoso especia -
culo.
Mocledade Auxiliadora da ARrlcnl-
tuca de Pernambuco em t de ^lo-
vi'inliro fe I SEscreve-nos o Sr. Dr. H.
Millet:
i Srs. Redactores e adminstrador do Diana.
Cumpreme felictal-os, por parte d'esta Sociedade,
pela importaute decslo que acabam de tomar a de
publicar nos domingos os ltimos telegrammas
tran3mettidos pelo cabo transatlntico, acerca dos
precos obtidoa, noa grandes mercados da Inglater-
ra e Estados-Unidos da America do Norte, pelos
nossos dous principaes gneros d exportacao.-
Prestaram coia isso relevante servico aoa nos-
sos productores, habilitanrlo-oa a apreciar a rela-
bSo que existe entre o dinheiro que recebem c
pelos seus gneros e o preco pe' qual estes s!o
veudos nos mercados consumidores, e tambem
aoa noeaos exportadores, constantemente acensados
de abusar do monopolio, de facto ko qual se acham
avesalos para regularem os vendedores, ao passo
quo tal a incerteza de semelhante ramo de nego-
cio, que tanto elles, como tambero os armazena-
sios, nem sempre recuperan! na venda o capital des
pendido com a compra, e mnito maior o nnmero
doaeommerciantes que animaram-8f, etcpeulando
com a exportadlo dos nossos generop, que os dos
que com elles ennqneceram.
Vse, comeffeito, dos precos que obtinham
o nosso assucar e o nosso algodlo, a 28 do passa-
do n"8 grandes mercados ingleses, e que Vs. Ss.
publicaran) no Diario de damingo prximo pacsado
(10 Sch. e 3 d por quintal de assucar n. 9 e 5 5/16
dinheiro por libra de algodlo fair Pernambuco),
que entre o preas local, correspondente ao que so
deve apurar no mercado inglez, combinado com o
estado de cambio de nossa rcoeda nacional e dimi-
nuindo da importancia das commissoes, fr tes, se-
guro, importes etc. e o preco que encontram na
praca os nosaos agricultores, nio se d a tantas
vezes apregoada despropilo.
Assim, pelo que toca ao algodlo, o preco local
correspondente a 5 5/16 de dinheiro por libra, ci-
tando o cambio a 22 d,' o de rs. 1*120 p:r 14 ki-
loa, isto cam piuca differenca no termo medio
contra as cotaces do 1" serte e do mediano na
nossa praea durante a semana prxima passada
Quanto ao assucar, o preco local corresp n lente
ao de 10 Slh 3 d por quintal e 15265 por 15 kilos,
cem reis mais quo indicado na Revista ComnvT-
eial do Jontrt de domingo, que corresponde a co-
tacao ile 9 Scb, 9 d. ao cambio de 22 1/21 maa,
no oslado de incerteza dos mercadas, ninguem se
admirar de se terem oa compradores baseado na
probabilidad de urna ba>xa de 6 d. nos meamos
mercados e de igual subida c na taxa do cambio.
tiito mais que nlo ha muitos das houveram sa-
ques a 22 1/2.
Isto dito, peco desculpa por me ter demorado
nest.es pormenores motivados pelas erradas apre-
ciac,oc que por ahi correm acerca da importancia
relativa das causas que coneorrem para es des-
granados precos "om os quaes os nossos infelizes
agricultores hlo de conteotarem-ae e aqui findo,
Srs. redactores reiterando-Ibes os agradecimentts
da Sociedade Auxiliadora da Agricultura e jun-
tando-lhes os Je quem presa ser de Vs. Sa. vene-
rador creado obrigado.Henrique Augusto Mi-
let, secretario geral.
Sel* de Outubro .-Publieou-se o n. 19, do
11 anno, deste peridico, orgio da Associacio dos
F.incconarios Provinciae.
Ferlmenlo Na ra da Sanzala Velha n.
82, ante-hontem noite, Manoel de Santa Cruz
ferio com urna facada no peito direito parda Sil-
vinia da Costa, com quem outr'ora vivera amsnce
bado, e que o despedir, pelo qa< andar elle bri-
gado.
A ferida foi medicada pelo Sr. Dr. J. J. de Sou-
zs, que a vistoriou, presente o subdelegado da pa-
rochia de S. Fre Pedro Goncalves do Recife ; e
hontem foi conduzida para o hospital Pedro II.
O offenjor evadio-se.
EntmolaDo Sr. K. recebemos hontem 2*003
para as casas de caiidade do padre Ibiapina, das
quaes esmoler o irmao Ignacio.
overno do Blnpado Diz a Aurora de
31 de Outubro que de la 1 28, foram passadas :
Provislo de vigario por tempo de mais um anno
para a freguezia de r'iassabuss, em Alagas, a
favor do Kvdm. Jos Joaquim da Rocha.
dem para a freguezia do Mogeiro de Cima, na
Parahyba, a favor do Rvdm. Joas Vertuliano
Corsino de Macedo.
dem de aso de ordens e deconfessor a favor do
Rvdm. Graciano Villar Barreto Coutinho, resi-
dente em Nazareth, desta provincia.
dem idem a favor do Rvdm. Juvencio Card030,
residente em bouza, na Parabjba.
dem idem a favor do Rvdm. Agostinho de Li-
ma Cavalcante de Lacerda, capello do Recolhi-
mento da Gloria, desta cidade.
dem idem o de pregador, a favor do Rvdm. co-
nego Joaquim Antunes de Uliveira, residente no
Natal.
Klspo Diocesano Le-se na mesma fo-
lha:
Na tarde de quinta feira, 28 deste, chegoa a
esta cidade, de volta de sua visita pastoral, o
Exm. Sr. bispo diocesano D. Jos Pereira da Sil-
va Barros.
S. Exc. Rvma. deve estar bem sati. feito, nao
s pelo benvolo acolhimento, que eucontrou as
diversas freguezias, que percorreu, como pelos
grandes fructos, que colheu em dita visita. Pois,
sabemos que innmeras pessoas se confessaram,
outraa multas se chrismaram, e fizeram-se diver-
sos casamentos de pessoas, que il licitamente vi-
viara eob o mesmo tecto. No prximo numero da-
temos noticia circunstanciada desta bella con-
qu ista das almas.
Ae imoauharara a S. Exc. Rvma. os Rvms. co-
negos Antonio Fabricio de Araujo Pereira, Anto-
nio Domingos de Vasconeellos Aragio, a os Rvms.
padres Antonio Soares de Mello e Jlo (Jarlos de
Maura.
Saudamos-cordi a Imente a S. Exc. Rvma. e a
sua comitiva, a
Rieleao de ConfrarlaA nova mesare-
gedora da irmandade de Nossa Senhora Mii dos
Homens da Madre de Deas, para o anno de 1886
a 1887, fieou assim composta :
JuizManoel A i ves Pitla.
EacnvioPedro Alexandrino Machado.
ThesoureiroAntonio Joaquim Tavares.
Procarador geral Joaquim Octaviano de Al-
meda.
Procaradores Jos Vieente de Lima c Romio
de Fontes Ferraz.
Mesarioa Alfredo Francisco de- Soasa, Anto-
nio Ferreira Lipes, Balthazar Jos dos Reis, Cae-
tao Gomes Powell, Antonio Joaquim Tavares
Jnior, Antonio Alvea da Silva, Jos Lino Pape,
Jlo Francisco do Soasa a Manoel Joaquim Fer-
naudes da Silva.
Juiza Exma. Sra. D. Carolina da Cunha Fer-
reira Baltar.
EscrivExma. Sra. D. Francisca Lina da Cu-
nha Porto.
1 Tragedla* do eclfe Diatribuio-se hon-
tem a folha n. 24 deste romance do Sr. Dr. A. M.
Carn*iro Villela.
Fallec usen toNo dia 30 do mes prximo
Sndo e a 1 1/2 hora da tarde, fallecen em seu si -
tio, na Estrada Nova do Caxang, D. Mara da
Cooceicao Trixeira de Carvalho, viuva de Loii
Francisco de Carvalho Paes de Andrade mi dos
Srs. Francisco da Carvalho Paes de Andrade, of-
ficial de descarga da Alfandega, Luiz de Carva-
lho Paes de Andrade, professor de Taquaretinga,
a Wenceslao de Carvalho Paes de Andrade.
A finada era eenhora dotada de excellentea qua-
lidades.
A seus dignos filhos apresentamos nossas con-
dolencias.
Caixa EconmicaEid virtude de aviso
do inspector da Thesouraria de Fazenda, acha-se
supprimida a restricelo das entradas semanaes, fi-
cando livre o deposito de qualquer quantia, da
qual somente perceber juros o computo de ....
4:000*100.
Sociedade Recreativa Juventutlo
A bibliotheca desta sociedade foi freqnentada
durante o mez findo, por 86 socios que csnsulta-
ram 62 obras em 68 volumes.
Sahiram para recreio dos socios 98 obras em 42
volumes.
Foram offertadas as seguintes obras :
Pelo D.-. Ferrer 11 obras sendo 6 ene. e 5 em
brocharas. \
Pelo Sr. Flix Pereira de Souza, O Tributo das
Virgens, 1 vol. eni broc.
Pelo Sr. Camillo Pires Falcan, os Dramas do
Recife, pelo Dr. Corte-Real, 1 vol. broc.
Pelo Sr. A. Fonseca, O Pap Sagro, por P. de
Kock, 1 vol. ene.
Pelo Sr. Fiavio Goncalves Lima, Historia da
revolucao de 17 pelo Dr Muniz Tavares, 1 vol.
bruC.
Pela Exm. Sra. D. Maria Joanna Wand^rley
Araujo, Uutomno, poesas de Antonio F Castillo, 1
vol. ene.
Pela Exma. Sra. D. Cesara Wnderley Araujo,
O Casamento e a mortalha no co se talha por
Julio Cesar Leal, 1 vol. ene.
Pelo Sr. Antonio dos Santos Neves Faifa divers
crimes debits, accidenta do l'am 1886, 1 vol.
broc.
Pelo Dr. Arthur Orlando, Philocritica 1 vol.
broc.
Pelo Sr. Manoel T. de Araujo Saldanha, regi-
ment das escalas publicas, 1 vol. broc.
Relaton) apresentada era 85 e 86 a presidencia
da provincia.
Pelo Sr. Rugard, Diccionario Geo^raphco do
Brazil pelo Dr. L. Moura, 1 vol. ene.
O Corooierciante por A. Walileu, 1 vol. ene.
Diccionario Jurdica Commercial pelo Sr. Jos
Borges, 2 vol. ene.
Peculio do procurador de duas instancias, por J.
P., 1 vol. ene.
^elo Sr. R:dolpho Pessoa, poesas de Pinheiro
Caldas, 1 vol. broc.
Pelo Sr. Antonio da Silva Girio, Os crimes de
urna asseciacao secreta por X. de Montepin, 6
vol. ene.
Os Lummunista3 no exilio por II. Rochefort, 2
vol. ene.
Pelo Sr.,Manoel Jos de Sant'Anna Araujo, Dic-
cionario francez e portuguez, por Fonseca, 1 vol.
ene.
Pelo S. Ventura Jos da Fonseca Pensamentos
e rimas, i vol. broc.
Revista do lustituto Archealogic Geographico
Pernambucano, 1 vol. br Pelo Sr. Caetano Presado, O Moateiro de Alco-
baca por M. Vieira Natividade, 1 vol. brox.
Pelo Sr. Joao Ramos a Revista Illustrada .
Pela respectivas redaceo's Diario de Pernam-
buco Provincia, O incentivo JoaoFer-
uandes e a Lanterua Mgica
Cb do Carplua Observacoes thermo-
inetncas :
Dia 30
II ra T/irrm cent. asp. do co Dire<-cao do vento
.; 29" sol O
9 2(3 sol E
12 29c:> aol E
3 31o'- sol E
6 27' E
9 23 NE
Dia 31
6 ,2'' sol OSO
!i 27o11 sol E
3 31 s.l E
6 27" sol E
9 25'" S9l E
1 de Novembro
6 240i ct.uvoso Nullo
9 26" nublado E
12 29: nublado E
3 .i"" sol E
6 28 sol E
y 26"i la I E
Directora da obras de conserva-
rlo 1I0* ponoBoletim meteorolgico do
d'i* 30 de Outubro de 1886 :
CJ 0
Horas Barmetro a 0 Tenso do vapor 13 i I
P"8 =3 -----------
6 m. 22'8 761-U8 17.57 87
9 28-5 762"39 20.24 68
12 288 762a16 20.24 68
3 t. 28-6 760"i44 19.25 66
6 269 760m51 18.8a 71
Temperatura mxima30*U.
Ditaminima228.
Evaporaco em 24 horas : ao solG^i, som-
bra4il.
Chuvannlla.
Direccio do vento : ESE le meia noite at 10
horas e 40 niatos da manha (com interrupcao de
3 horas de calmara at 8 hrras e 30 minatoa da
manhl ;) SE at meia noite.
Volocid.ide mlia do vento .">75 por segand
Nebnlosidade media: entre 0,5 e 0,6.
dem do dia 31:
iorii- a 1 P S
" 0 u sil
6 ra. 255
9 '28 3|
12 29-2!
3 t. 29-4|
6 270
Barmetro a
0"
760n>57
761"84
761"J25
759ni33
759a66
Tensao
do vapor
a
o
a
3
18.27
19.08!
19.43!
20.27;
19.85
74
67
64
66
75

Temperatura innxnna30,3.
Dita mnima25,!).
Evaporaco em 24 horas ao gol: 6m,3 ; som-
bra : 4,B,6.
Chuvanulln.
Direcelo do vento : SE e SSE da meia noite
at aos 45 minutos da manhl ; SE at 1 hora e
50 minutos da manhl; ESE at 2 horas e 25 mi-
nutes da manhl ; SE e SSE t 11 horas e 40 mi-
natos da tarde ; ESE e SE at meia noite.
Velocidade media do vento: 0,"88 por segando.
Nebulosidade media entre 0,2 e 0,3.
dem do da 1 de Novembro :
Horas !. 8* Barmetro a 0 Tensan do vapor 0 1 a 1 s
6 m. 25-6 759">42 19.6i 80
9 27-3 760-56 19.07 70
12 283 759">78 19.90 68
3 t. 274 758">72 20.33 77
6 27-l 758'"78 20.33 77
Temperatura mxima298.
Dita miaima25*3.
Evaporaco em 24 horas : so sol6Of som-
bra3">7.
Chuva3,'"15.
Direcelo do vento : ESE e SE de meia noite
s 4 horas e 25 minutos da manhl; E at 9 e 45
minutos da tarde ; ESE at II horas e 40 minutos
da tarde; E at meia noite.
Velocidade media do vento 0,81 por segundo.
Nebnlosidade meda : entre 0,5 e 0,6
Tilla de 9. BentoEscrevem-nos em 25
do Ontttbro:
A justiio'a sempre foi o attnbuto, o desider-
tum mais deaejaVel para a humanidade, qner esta
e conserve no estado da barbaria, quer ni estado
de civilisacao, assim como o principio da sabedo-
ria o temor de Deus.
< A justica, porm, desappareceu do infeliz ter*
mo de S. Bento, e onde nlo existo justica, deixa
de haver o temor de Deus ; e aperar de tel-a os
antigos pintado com os olhos vendados, os seus
falsos sacerdotes pensam : que ella realmente
cegt e nlo pesa os seus actos na infallivel balan-
ca com que ornada, e que um dia vira ou chega
r a vez de experimentaren! os terriveis gol 1 es da
espada qne lhe orna urna das mos e desapparece-
rao esses falsos sacerdotes, esses pseudo-juizea!
Assim, tendo-se dinheiro, poem-se i margem
todos o direitos, quer civis, quer polticos, ou de
defeza, paiareapparecerem as paixdes ruina, as
miserias e as intrigas com todos os seus horrorosos
cortejos !
Os ladrees do cavallos convictos de que pouco
tempo se demeram na cadeia, e encontram fiadores
que perante o juiz da culpa orestam flanea, caja,
importancia sempre calculada de 80'J a ltOOJI
sem possuirem sequer urna gallinha: se ricacos
devassos, insidiosamente, invadem o tugurio do
pobre, edahj roubam o socees, a honra e tranquil-
lidade, v rdadeiro paraizo do pobre camponio, en-
contrara tescemunbas que vio deporque urna
donzelia de doze ou treze anuos, j se entregava
todos os excessos voluptuosos ha mais de cinco
annos : se um fratricida encontra testemunbas,
vinte e tres annos depois de commettdo o crime,
para provar prescpca de presente, entretanto
que esteve em provincia estrauha foiagido, desde
a perpetracao do nefando e hediondo crime, por-
que dispoz de um cont e quinhentos mil res, da-
dos a um poderoso advogaio, a nica pena qne
soffreu foi conservar-se na sala livre por espaco
de nove diaa, sempre visitado e obsequiado: se se
ordena a notifieacilo dos pais viuvos, os quaes sao
legtimos administradores e iiaufruetn irios dos
bens dos filhos, para pret-tsrem coniaa de dous em
2 anuos, e deste modo ficarem desfa cados os pe-
quenoaquinhoes hereditarios dos menores e quando
os pais, em lugar de desbarataren! os bens de seus
liibo.', tractam de augmental oa : se os agentes do
fisco loeupletam-se com os rendimentos do thesou-
ro, dando recibos nao impreasos aos contribuintes
do imposto das rezes abatidas para coaaumo, prin-
cipalmente no termo de Canhotiubo, cuja matanca
animal excede de quiubentas rezes, pretextando
que nao ha taloes impressos, recebem um peso de
carne, ou multas extra -muros, querend se cobrar
6300) de urna doacao de pal para filho do valor
de GUOjOOO, quando o orcamento vigente manda
pagar meio por cenio de taes doat;oes por ser n-
ter vives e em liuha descendente : se sendo coaoo
do direito divino esta regra :
Widm, et pupillo non nocebitis. Si treseres eos,
vociferabunlur ad me, et ego aiidiam clamorem
eorm ; et indignabitur furor meits. percutiam que
nos ijladio, et erunt uxores vettrot viduos, et fil
vestri pupitti : oa pobres orpbos, em lugar da
proteceo que as leisjdivinas;e humanas Ihes outor-
g, em vez 1 e um asylo seguro, que Ibes garanta
a honra,unici bem encontrara na mesma lei, verda-
deiroa lobas vorazes e tao arte ros, que com ar
bypocrita e aparentando caridade, as devora sem
piedaie, mesmo antes dos infelizes chegarem ao
estado de puberdade, restando- bes como nicos
recursos ou a prostituico ou a industria de fur-
tar cav.los, pois que as peauenas lrgi.imas fo-
ram abdorvidas em custas as prestacoes de con-
tas bi. un .es e nao b entregon agricultores ou
artistas s sol iadas 1!
S tima arrec.-aiai.-HO de bens, bens secuestra-
dos depois do sequestrados oa delinquentes, cujo
acervo importou em cerca de 300(XJO, as euatas
do juizo absorveram mais de inetade do espolio,
15416: ae as arrjemat-icoea de bens de ausen-
tes k do evento os bens apprehendidos nao seacham
presentes uo acto da arrematacao, e sim em lugar
nao sabido e incerto, dndose o trate e vergo-
nhsso facto de se anematarem bens de ausentes,
como sao os que tem ferro e signal, como do even.
to a os respective s douos terem as suas fazendas
de criar dentro da villa e neila morarem, ha ven-
do na Decretara da Cunara .Municipal um livro
especial, no qua: se achara descriptos os ferros e
signaes dos auiuiae:, 03 ames dos fzendeiros n
situadlo das respectivas fazendas e, cspecial-
m-nte, sendo todo o gado vaceum. cavallar e muar
deste municipio ribeirado assim B ; e devendo a
urre-:adar;:to e p"ga dos inesmos animaes serem
teitjs pela polica e eutrej;ues ao jaiz da provedo-
rio, o qual depois de escriptural-os, dever dar-
Ibes depositarios at serem arrematidcs : se, pro-
posta iwi.i accao de aasignaela de dea das, nao
se d caprichosamente a vista pedida pelo reo para
deutro a- lies allegar os seus embargas, e aggra-
vando-se, ainda caprichosamente se denega o ag-
gravo, e interposta carta testemunhavel para o
L)r. juiz de direito, este d provimen'o e manda
reformar o. descacho da juiz a quo e sendo dito
provimento apresentido ha seis dias, ainda nia
teve o devido cumpra-s ao pisso que aerlo de
assignaclo de dez dias preeeleu arresto, senda
este feiiocm b.-ns j peuharados, e ficando os bens
arrestados em poder do embargante, sem annuu-
c:o e consentimento do embargado ou primitivo
exequente : consentir a Cmara Municipal que o
fiscal da villa contine a ex-rcer euas luuec,5es.
quando ha clamor geral da pjpula$ao, por consen-
tir o mesmo fiscal que oa atravessadjres em sua
presenca ataquem 03 gneros de prim-'ira necsai-
uade, fie concorrem a feira, e de tal modo que
das onze para doze horas do dia a populaclo fi-
que sem couipral-os, ou sujeitar se a vontade dos
desalmados atravessadores, bavenao gneros qus
slo revendidos pela quarta e quinta faz ; nlo de-
mittir a Cmara Municipal o respectivo fiscal, o
qual con&entu mais de tresentos porcos pastando
deutro das ras da villa, refociliando-ae as agua-
das, quando o calor tem marcado uesses ltimos
das 30 Reaumur ; que nao procede a limpeza
das ras, quo feita a custa dos cofr:s da Cama
ra ; que nlo manda concertar os passeios das ca-
sas, nem entupir a: vallas causadas pelas chuvas,
e consente urna infinita quantidade de sexos
magoarem os calos e estragarem os calcados dos
habitantes ; que nao cuida em roca gen s de estra-
das, havendo caminhos que se nao podem transi-
tar livremente, e nomcado ha quasi um anno, nao
fez urna corrida as fazendas de crear, afim de
provilenciar sobre as aguadas e criacoes de por-
cos, mxime nos acudes provinciaea, muito preju-
diciaes a creaclo dos gadosaoa quaes por isto sao
atacados da papeira, diarrha e outras enfermida-
des: neste lugar nao ha justea, desappareceu o
temor ae Deus, e somente imperara a miserias, as
ruina paixdes, o crime, a devsssidao, a crapu.a e
finalmente um conjuucto de males tao horroroso
que somente o inferno digno de supportal-o.
A Cmara Municipal contina a funecionar,
cora quatro veresdores.
Na sessan dos dias 17 e 18 do corrente mez.
demittio o secretario que ha quasi dous annos bem
cumpria com oa seus deveres; nomeou outro; man-
dou adiantar a pnmeira prestacao dos concertos do
acude municipal ao empreiteiro e desigm u os dias
27, 28 e 29 do corrente para a arrematacao dos iro-
poatos municipaes, oreados em l:2690c0.
1 O escravo Izidoro, de Jacintho Ferreira Cal-
lado Jnior, o mesmo que tentn suicidar-se, dando
um golpe de taca ua garganta, acha-se salvo.
Acha-se convocada para o dia 8 do futuro e
prt ximo Novembro, a segunda sesslo do jury deste
termo.
o Estao em preparo nave procc3soa, e ser pre-
sidente do tribunal, o Dr. juiz municipal Antonio
Pedro, ae tomar poase do cargo de juiz municipal
de Caruar, o removido de Sergipe.
A sesslo ser duradoura e ha causas impor-
tantes, e espera-se que sejam juigados os autores
do morticinio de Grota-Nova, engenhoca insignifi-
cante e a mais fallada, tanto n'ecta provincia,
cojao na corte.'
Falla-se que o delegado litterario responde.!
hoje ao Exm. sr. Fr. inspector da Instruccao Pu-
blica, sobre arguicoes feitas aos protessores pri-
marios d'aqui.
Sabcndo que foi abolido o ensino religioso as
aulas deste municipio, finaliso a presente que j
vai muito longu, com esaes pedacinhos ds ouro do
immortal Vctor Hago:
Senhores.Nunca, por culpa minha, alguem
o se poder engaar sobro o que digo e pens.
Loage de querer prescrever o eusino religioso,
creio, notai-o bem, que elle, a meu ver, hoje
mais necessario que nunca.
Quanto mais o homem se engrandece, mais
deve crer; quanto mais se approxima de Deus,
o mais deve ver a Deus.
E" dever de todos nos, quem quer que sejamos
legisladores ou bispos, sacerdotes ou escrip'o-
<' zea, publicar, pensar diffundir, sob todas as ior-
mas; usar de toda energa, de todo o poder so-
ir cial para combater e destruir a miseria, e, ao
mesme tempo para fazer que todas as ca becas
se levantem para o cea e todas as almas espe-
t rem urna vida ulterior, em que a justica ha de
ser satisfeita.
Digamol-o bem alto: ninguem soffre injusta
nem inaltimente.
A morte urna restituiclo.
A lei do mondo material o equilibrio; a lei
do mundo moral a equidade e a justica.
Oh! como a nossa miseria diminue, quando-
nos consola urna esperanca sem fimDeus !
1 Deas se mostra no fim de todo.
Nlo o neguemos e ensinemol-o a todos : nao
haveria dignidade alguma em viver, toda vida
nada Valeria se nos devesaemos aniquilar ,parw
sempre, se nos separasse urna morte atena.
O que allivia as nossas tristezas,; rj^ue santi
m fica o trabalbo, o que torna o homem forte, sa-
bio, paciente, benvolo, justo, a um tempo hu-
milde e grande, digno da intelligencia, digno da.
liberdade, conservar em si profunda e arrai-
gada a perpetua visao do mando melhor, que
. brilha atravez das trevas desta vida:o co l
t
h


t r




Diario de PeroambncoQuarta-feira 3 de Novembro de 1886

I
Quero qre O homein tenha par objecto o co
e nao a trra ; por amco fitn Deus e nao a ma-
teria.
At outra vez.
(nellumw animal' Acredita-ae ou
nao no magnetismo ? Sobre este ponto muitu
vasto o campo de obaervacoea. A hutoria nos of-
ferece milito* dados para elucidar este ponto.
David, tocando a harpa, prjcurava Sal um
agradavel sorano ; Stradella impreasionou tio vi-
vamente com o sen canto a seus assassiuos, que
estes rennuciaraui ao seu criminoso proposito.
(Hoje os aasassinos sao menos phylarmsnicos).
Tarsini, preoecupado por urna idea musical, ca-
bio sumido em vapor magnetizo, durante o qual se
lhe apreseutou o diabo prvido de um violino, e
executou auto elle urna composicio, que logo tran-
scripta no peutagramina, fji a oe.ebre Sonata del
Diablo.
Certo dia achou se Mozart profundamente pre-
oecupado, buscando o final le urna meloda qu t-
nha cotnpesto. Deitou-se e, como era natural,
aquella idea fixa foi o objecto de seu somno. De
repente e a urna hora avanzad, o maestro se le-
vanton apressadamente sem consciencia e debaixo
do nfimo do somnambulismo, escreven o to de-
aejado fiai de sua meloda.
Miguel Angelo, da mesma sorto com que nosso
secuto, injustamente culpado de fri, depos immar-
cessiveis croas ni tmulo de Franz Liszt, bri-
Ihante encarnaco da arte em um de suas inais
altao manlfestacoes, ja que o que constitue o bello
a perfeita harmona das paites com um conjunc-
to accorde tambem ao fim que se propoe.
I ni wallbulo MCientlflcu. Um enge-
nheiro de. Leipzig acaba de construir e de sub-
metter a autoridad?s judicaes d'aquella cidade
um apparelho elctrico destinado a substituir a
guilhotiua. Esto apparelho nao repugnante;
consiste em um estrado de uns nove metros qua-
drados de superficie ao qual se sebe por urna es-
cada de ciucj degros. No centro do estrado ha
urna ei'ii ira, sobre o qual deve sentar se o reo.
Detrs da cadeira se levanta a estatua da Justica,
suspendendo u'uin dos bracos a symbolica balauca,
cujos pratos, ao oscillar, detenniuam as funccCes
do me enanismo,
Debaixo do estrado ha urna batera elctrica,
cujos fios sobcm polos ps da eadei'a e terminam
ao asaento e no seu encost n'umas pequeas pa-1
cas de platina. As lun:;oes do carrasco sao sim-
ples, limitam-ae a quebrar urna bengala que re-
presenta a vara da justica e a arrojar os seus pe
dacos n'um dos pratos da balaoca, o qual ao des-
cer d crate s d-scargas da batera. A uaorte
do condemnado instantnea.
O HDparelh j ;oi ensaado ha poucas dins em va-
rios aumaes, na presenca de muitas pessoas que
foram convidadas para verean o efteito. O inven-
tor recebou os parbaos dos serios teutnicos que
assistram experiencia, e all mesmo se exprimi
o desejo de que os tribunaes do imperio alleinao
inaudem executar a prmeira sentencia, de morte
nesta nova machina.
Chama--e a isso matar de accordo com os lti-
mos progressos!
I.<-iii><-.Efivctuar-sc-hao:
Hoje :
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, na travs-
sa do Queimado n 1, da armacao e utensilios do
estabolecimento abi sito.
Feto agente Gusmo, s 11 horas, ra do
Mrquez Je Oiinda n. 19, de movis, miudesas,
ect-, etc.
Ainanh :
Peto aowae Gusmo, s 11 horas, ra de
Mara Cesar d. 3'J, da taverna abi sita.
Sexta-feira :
Peto agente Pinto, s 11 horas, na ra do Bom
Jess n. -l.'i, de fazeodas limpas e avariadas.
Peto agente Brito, as 10 1/2 horas, na ra de
Pedro Affons} n. 43, de fazendas, miudezas e mo-
vis.
Pelo agente Burlamaqui, s 10 1/2 horas, na ra
Imperial n 279 da taverna abi existente.
Pelo agente Martina, s 11 horas, no 2o andar
do sobrado ra do Rangel n. 58, de movis, lou-
cas, vidro.' e espelhos.
Jf 1***9 fnebres* S- rao celebradas :
Hoic :
A's 8 "horas, na ma'.riz de Santo Antonio, por
itlina do onselbeiro Jos Bonifacio de Andrada e
Silva; s 8 horas, as matrizes da Escada e
da Bi-Viata, por alma do Dr. Francisco Das de
Arrula Falca; s 8 horas, na matriz da B*-
Vista, por alma de D. Leopoldina Mara da Silva
Duarte ; s 8 horas, na matriz de S. Jos por
alma de Mara da (Jonceieo Tavares Ponce d*
Len ; s 7 hoias, na matriz da Boa-Vista ; por
alma da Joo de Barros Netto Juuior.
Amanh :
A's 8 horas na Ordem Terceira de S. Francis-
co, por alma de D. Elisa Ferreira Leal Res.
PaMMageiroMCoegados dos portos dosul no
vapor nacional Cear:
Dr. Manoel do Nascimento Alachado Portella e
sua familia, alteres Antonio G. da Costa Jnior e
sua senhora, Mara Joanna da Silva, Manoel oe
Jess, I. G. fietro, Francisco Jos da Costa, Re-
bel.o, Dr. Antonio Fraoiso Pereira de Carvalho,
Cicero Seabra, Manoel Joaquim da Costa Pinaeiro.
Luis P. Gome da Costa, Sebastiana Idaliaa de
Azevedo, Luiz Thomaz da Cunha Navarro, Aman-
do R. Franca, Augusto Montenegro, D. Amalia
de Barros Leite, Rodilpho Pena Forte, Ernesto
Torres, A. Pohlmann, Jos Auto. Manoel C. Fran-
cisco de Almeila, major Camillo Joa da Costa,
commendador Francisco M. da Fonseca, B. R.
Blanco, Mathias T. da Rocha, Marcolina V da
Concecio, Manoel da Costa Lima, Manoel de Oli-
veira Franca, Antouio S. da Costa Delgado Joa-
qun Waltrido C. Delgsdo e Antoiio J. Seabra.
Sahidos para o norte no mesmo vapor :
VV. C. Portal, J. R- Smith, sua senhora. 2 filhos
e 1 criada, D. Senhorinha de Carvalho, 1 filha, 2
netos e 1 criado, Torquato da Cmara, H. M. Hal,
Franzi Wettstin, Francisco de Sales da Silva Bra-
ga, Joo Tdles de Oliveira, 32 pessoas da cimpa-
uhia Ernesto Patrizio, Ernesto Monteiro, Manoel
Jos de Sena, Jos Ferreira Pinto e Candida Ma-
ra da Silva, Raymundo Domingos da Silva, Joo
B. do Reg, Bernardino G. Mneiro, Joaquim Rrjr
cha, Antonio Vaz Guedes, Uenrique Coelho, Jos
Martins, Manoel dos Santos, Manoel Goncalves da
Silva, Antonio Ribeiro Barradas, Manoel Goncal-
ves Rabello, Manoel de Souzi Loureiro e Ignacio
P. dos Reis.
Cbegados do sul no vapor nacional S. Fran
cuco :
Dr. Lupecinio Duarte, Hermelndo de Oliveira e
Souza, Argemiro Mondes da Cruz Guimares c 1
praca de polica.
I..... ra da prolacia Quinta-feira, 4
do Novembro, ao meio da, so extrabir a 8.' parte
da 1.a lotera em beneficio da Santa Casa da
Misericordia do Recite, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nessa Senhora da
Cooceico dos Militares ser teita a extraeco
pelo syBtema da machina Fichet
l.au-riaA 8* parte da 1' lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande *
100:0>X)00<\ ser extrahida a.nnh 4 de Novena -
te, princip aullo a extraceao aomeodia.
O bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nume-
ro 23.
Tamoem acliam-se venda na Casa Fel,
praca da Independencia as 37 e 39.
Lotera Extraordlarla lo Vplrau
gm-O 4.eultiroo sorteio das 4. e 5." senes
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000^000, ser extrahida no dia 20 Je Novem-
bro.
Acham-se expoatos vendaos restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna roa Primeiro de Marco
n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Lotera do aUoA i' parte da lotera
n. 365, do novo plano, do premio de 100:000*000.
ser extrahida no da 5 de Novembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
tona ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da rdrte-A 1 parte da 2(>1 lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:008*
ser extrahida no di de Novembro.
Os bilhetes acham-se. venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inda-
pendencia ns. 37 e.39.
atadouro PakllroForam abatidas ao
Matadouro da Cabanga 76 rezes pera o consumo
do dia 1 de Novembro.
Sendo: 60 resee portaentsa Oliveira Castro,
4 C, e 16 a diversos.
No mesmo estabelecimento foram tambara
abatidas para o consumo do dia 3 do corrente 72
reses.
Sendo : 57 pertencentes a Oliveira Castro & C ,
e 15 dversos.
Das 57 rezes pertencentes aos Srs. Oliveira Cas-
tro & C 1 foi para a caldeira.
Mercado Municipal de H. loaO
movimento deste Mercado nos das 30 e 31 de Ou-
tubro foi o se quinte :
Entraram :
621/2 bois pesando 9,427 kilos.
1051 kilos de peixe a 20 ris
130 cargas de farinha a 200 ris
70 ditas de fructas diversas a 300
11 taboleirus a 200 ris
50 Sums a 200 ris
Foram oceupados :
52 columnas a 600 ris
46 compartimentos de farinha a
500 ris.
46 ditos da comida a 500 res
1431/2 ditos de leguinea a 400 ris
32 ditos de suino a 700 ris
22 ditos de tressuras a 600 ris
20 tallaos a 2*
6 dito a li
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 1 ris
4 talhos a 500 ris
Oeve ter sido arrecadada uestes dias
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 29 de Outu-
bro
21i020
26#0u0
21*300
31*200
23*000
23*000
57*4d0
22*4.i0
13*200
40*000
6*000
108*000
2*000
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do da :
Carne verde de 400 a 560 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 res idem.
S uno- de 560 a 640 ris idem.
Karuiha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Peijao de 560 a 640 idem.
406*420
5:985*810
6:396*260
INDICAQOES IEIS
afedleoa
Dr. Brrelo Sampaio mudou seu consul-
torio do 2." andar da casa n. 45, a ra do
Bario da Victoria, para o 1. andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu aanuncio inserto na seceso compe-
tente. Residencia a ra Seta do Setem-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio me lico, ra do Bom-Jess n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. -4 A.
Consultas das \ 1 horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molostias e opera-
coes dos orgos genito-urinarios do hornera
e da mulher.
Ailvouailo
O Dr. Henrique Millet tem o sea es-
oriptorio de advogacia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C dono*
sitaiios de todus as especialidaaes pharma
ceuticas, tintas, drogas, productos chimicx
a medicamentos homoaopaticos, ra do Mr-
quez de Oiinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officna de campia
de Francisco dos autos Macedo, caes do
Capibarioe n. 28. N'oate grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'cste ge-
aero, compra-se 6 vndese maieiras de
todas as qualidades/ serra-se raadeiras de
conta alheia, assim como se preparara obras
de carapira por machina e por precos cera
ton,n***,?."-it
Drogara
Faria Sobrnho & C-, droguistas por at-
acado, ra do Mrquez de Oliuda n. 41.
rtdamente, porque da braza do carvo se despren-
de o gaz que em combinacao com o oxvgeoio do
ar forma o gat carbnico, expresso esta, torno a
dizer, que, para o cano, so approxima tanto mais
da verdade sciuntifica quan lo se sabe que o car-
bono eucoutrado em plena liberdadc na nature-
za, no estado de diamante, carvo de pedra, gra-
phito, etc.
J prove como a censura levada at ao grao de
erro, pelo uso do termo carvo era teita de m f,
porquanto havia eu dito, ( mesma fl. 53 apontada
por S. S.) explicando a razio pela qual existe me-
2*200 nos gaz carbnico de dia do que noite... que
10*o0 j ist > provem de que, pela acedo da luz solar, as
partes verdes das plantas teem a proprirdade de
decompor o ar para abaorver o carbono que elle
contin, restituindo athmosphera o seu oxygeno.
Si na mesma pagina apontada pelo illustiv cri-
tico eu decuinponho o gaz carbono em xyqeno e
carbono; para compol-o, uao precisa azeite para
augmentar inais a luz de que s o posso fazer com
a semina dos dous factorescarbono e oxygeno.
C-nsurou ine anda d. S. por emprogar eu, em
toda a mioha phyaica escolar, o termogaz carb-
nico-em vez deacido carbnico -como o Ilustre
autor do compendio para alumnos mestres
quer que o seja.
Si S. S nao estivesse tao na penumbra das scien
cias, onde nao pode ver bem o que teem cscripto,
e como o teem, os phyaicos e cbimicos modernos,
n> estrnharia a pirasegaz carbnico ;si o
fez, eeniurando-me at por isto, foi para descobrir
um puuco mais o numero do rearco estacionario
em que S. S. ficou, arquejando de cansado, como
que para mostrar A vaidade humana que nem
sempre as auroras polares sao Icio completas ;
pois S. S., que gosta de mergulhar em acudes que
represare as aguas da sabedoria, ignora at a
phraseologia que acompanha o progresso ta phy-
aica e da chimica.
Citando as seguiutes linhas das Lices de
Physiea do Ilustrado Dr. Oliveira Menezes, len-
te cathedratico de phyaica e chimica do internato
do Imperial Golleyio de Pedro II, e do Lyceu d
Artes e Oficios consigo aeender urna lanterna
elctrica para tirar da penumbra dous pontos des-
ta questo: a censura da phrascora carbnico e
a theoria do despn.ndimento do gaz do carvo ar- \
dente, para com o oxygeno do ar formar o gaz
carbcuico.
Diz o eminente professor, tratando do gaz car-
bnico, lli. 11 das suas Lices de Physica ...
Este gaz aquelle a que os chimicos modernos
do o nomo degaz carbnico,e os antigs
(ui .') chuinavain acido carbnico. E' formado
o pelo oxygeno que existia no provete e palo car-
6'jiio que o calor desprenden da bzasa, e que
> agora existem tao intimamente unidos que cun-
stituem um uovo corpo, que nao gosa das pro-
priedades de nenhum delles.
Metta se, pois, S. S. em quinao, o que quer
dizer, em massa de Santa Lia i a com cinco furos, e
Vamos lidiante.
Ao conc.ur eu este ponto declarei anda em
minea respusta que o termo carvo se aproximava
tanto mais da verdade acientifica -panto se sabe
que o carbono encontrado em plena LIliEit
DADE na natureza, no estado de diamante, car-
vo de pedra, graphito, etc.
A isto S. S. respondeu com ar de cassoada, dila-
tando um sorriso meio amarello, meio alaranjado:
E' o caso de lembrar-se que peior ficou a
< emenda do que o soneto. >
Para o Sr. )r. Gama possivel, digo eu, mas o
nosso juiz o publico e o publico vai ver que o
soneto nao est emendado, e que eu desejo, antes
de, seriamente, chamar ft. S. contas sobre este
novo espicha, acompanhar com alegra a expresso
humorstica do Ilustre phydico, cantarolando ca-
dente junto aos bordoes da sua viola, as parases
sem emenda desto
SONETO
yes do Diario de Pernambuco e Jornal do Red/e,
pasaaros de Psaphou!
Agora que S. S. deve estar passado com a lico
do eminente chimco Dr. Domingos Freir peco
que diga ao Conselho Litttrario si a emenda c
peur que o soneto, emqnan'o eu voo golpear
com a palavra o 4 erro, j bem terido, alm da
penumbra, no ponto mais Iluminado da cabeca do
seu Ilustre iuventur.
.Paula Barros.
(Con'inua).
MAN'IFESTACAO DE PEOFOMDO 8ENTIMENTO
Nos abaixo assignados, parochianos da
freguezia do Bonito, viemos do alto da
imprensa significar no publico nossas sin-
ceras reprov;ic5es aos desacatos praticados
no dia 23 do nuez fiedo contra o nosso
distinjto e estimado amigo o Rvm. Sr. Joa-
quim da Cunha Cavalcante, vigario desta
freguezia, pelo Sr. Dr. Joaquim Moreira
Lima, o qual tendo sido com tanta delica-
deza e dedica^So recebido pelo nosso Rvm.
arnigo ao chegar, como juiz nesta comar-
ca, em retribuij&o, acaba de mandar urna
patrulha cercar a sua casa para conduzir
forja sua presenca um moco de sua
familia, pelo facto de tereni apparecido es-
criptas em sua porta, conforme diz o mes-
mo Dr., palavras dosagradaveis impu-
tando-as maleciosamente sua pessoa, por
despeaos quo boje mantem contra o nosso
amigo, sacerdote reconhecido prudente e
de'carcter nobre.
O Rvm. vigario, sempre respeitado em
sua freguezia, nunca soffreo semelhantes
desacatos, ainda mesmo dos seus inimigos
politicos as diversas epochas, que tem do
minado I Entretanto o Sr. Dr. Moreira
Limn, que se diz consolador, pretenden-
do, de balde, acabar com o prestigio poli!
tico do nosso amigo, invida meius tao re-'
provados e ignobeis, que nao podem dei-1
xar de o desfigurar perante a opiniSo pu-
blica / Receba o Rvm. Sr. vigario Cunha
Cavalcante esta prova de cordiaca sentimen-
tos de amigos, que sabem apreciar os pre-
dicados de sua pesaos, e tilo bem a louva-
vel energia com que soube repelr tSo
descommunal violencia tres vezes emprega-
das por quem, p?lo contrario, dovia defen-
del-o de qualquer iggressao publica !
Bonito, 5 do Outubro de 1836.
Herid.
UN RECUERDO (E NUNCA MUERE
(A' Graciliano Martins Sobrinho)
Como doce e suave o momento
N'est'hora de inmensa alegra,
Que em ti s pensando iriuh'alraa,
Sonba quadras, de clicos dias !
Que sensiveis deixaram-me a palma
De saudades.... ou trate agona.
Minha lyra extremece n'um canto
De sentidas endeixas d'agrura ;
E buscando conforto em meu pranto
Sonho em ti ideal de ventura,.
Como esp'rancas do voto tao santo
Que fizemos Deus.... a natura !
Hoje tudo traduz solido!
E eu triste, proscripto a scismar,
Sinto ii a ina creocente emocao,
Reflectindo em teu lnguido olhar !
E me enlevo em querida illuso,
Absorto n'um s me atar !
E record dos tempos j idos.....
D'essas horas de doce bar.nonia
Que vise teus olhares tao fidos ;
Qual estrella tu s minha piaia,
E's archanjo dos sonhos qu'ridos,
E's um anjo, mimosaSoplan !
No rfflivio di saudade mesta
Em gemido de cor, eu despert.
Echa o som da lyra na floresta,
O zepbyro responde no deserto ;
Kesta ao vate a lembran^a da festa
Sem esquecer-te, estejas longe ou perto.
28 de Outubro de 1886.
Julio A. de Caldas Brondo.
PIBLK U10ES K PEDIDO
Inslrucfo Publica
Segunda reapoala do lllm. Sr. Dr.
ijrc de Albuquerque -ama
(Continuatfio)
O segundo erro inventado, foi por S. S. dividido
em duas partes : a prmeira por eu ter dito que a
turqueza era urna pedra azul-escuro ; e a se-
cunda, sobre os dous pheuomenos, da malleabili
dade e ductilidade, que S. S. disse que pelo modo
deacripto podia-se comprehender que pertenciam
ambos a maUeabilidade.
Atacado vivamente pela forca da lgica, o 1-
lustre relator em sua Defeza engolio a segunda
eica, pois nao escreveu sobre ella nem mais urna
palavra; e quanto primeira, vou repetir a se-
guada pirte da minha resposta, porque S. S., para
concluir a sua critica disendo : isto nao se com-
menta; e ainda, que, si noite todos os gatcs
sao pardos nem sempre sao vencidos por lebre,
licin o quo fot por mim eteripto !
.' o ponto mais viaivel, mais vermelho, do eu
Parecer e da sua Defeza : ]a necessidade que
tem S. S. de usar deste artificio; de agarrar-se a
cada instante a estaimprabidade Iliteraria, de tudo
falsear, para vencer-me pelas costas. Tirem ao Sr.
Dr. A. de A. G. o recurso da emboscada ; a sua
faca de amputar periodos e oraces, para aleijar o
pensameoto do seu adversario, que,todos os seus
argumentos sao {armas em que S. S. se fere, pri-
vando assim impericia na luta das ideas.
Foi respondendo sobre a futildade da ptimeira
parte do segundo erro inventado, que eu escrevi,
mais ou menos, afinando a resposta pela banalida-
de eiva o que foi apontado por S. S.; mas apon-
tado com exclusio deste perodo :
Alguns autores do como cor da turquesa o
mal claro, outros, o azul escuro e alguns disem
snnpleamente ser ella urna pedra azul, donde po
de-se concluir que variavel o azul da sua cor ;
e eu aflirmo ao Sr. Dr. Ayres Gama que, na au
acucia da luz, ella perfeitamente da cor do car-
vo, pela mesma formula do annexim de que
noite todts os gatos sao pardos *
Tendo S. S. glosado as seis primeiras linhas
deste perodo, o coucluio dzendo :
Entretanto ponderarei de passagem ao con-
tradictor do parecer que si a noite todos os ga-
tos sao pardos nem xempre $j vendidos por lebre. *
E para nao comer por lebre os seus dous bo-
nitos gatosParecer e Defezaque estou pro-
vando, pelo tamauho das orelhas, adinrenla en-
tre o gato e a lebre.
' Cumpre-me anda accrcscentar, que alm da
quelles qualificativos, Benevides diz a fl 58, do seu
referido compendio, que azul opaco o da tur-
queza.
E, esbatendo mais luz sobre este ponto, dia L.
Figuier : Ha duas especies do turquesas : urna
que contin oxydos de ferro e cobre, e que se acha
em pequeos veios as materias argilosas, na Per-
ala; a turqueza di rocha velha ou oriental; ou-
tra, que um osso fossil, ch .mada rocha nova ou
occidental, menos dar, menos estimada e mais
escura que a prmeira.
Eu mesmo dei me ao trabalho de ir com dous
... Que o Dr. A. de A. G.
Fritando ovos sem banha
Metteu em papoi de aranha
O Conseiho do A B C.
E agora quer prevar que,
E' manteiga o que apanha
O que oleo de castanha
Ou azeite de dend.
E como um balo de fumo
Do vento sempre merc
Seu Parecer nao tem rumo;
Pois, s vezes, bem se v
Que faz enorme consumo
Do gas do balo de A. G.
Nao ha aqui, portanto, emenda alguma. Mss o
Sr. Dr. A. de A. G. quiz provar o chulo da sua
phrase uestes termas:
E' o caso de lembrar-se quo peior ficou a
emenda do que o soueto. Autes este do que
aquella que veio accentuar ainda mais o falso
supposto em que labora o autor do compendio,
acreditando que o carbono existe em plena liber-
ar dade no carvo de pedra, graphi'e etc.
E em abono desta doutnna, e pira uao deixar a
menor duvida de que o seu espirito est mergu-
Ihado as trevas da confuso, faz S. S. a seguinte
citacao de Mar-Davy acerca do carbono : Le
carbone ne se recontre dans la nature l'etat de
purel que dans le diamant, ete.
Para os desprevenidos S. S. talvez tenha lavrado
um tent, para mire, porm, declaro bem alto o
muitas vezes que o Ilustre professor deu mais urna
eseorregadela tao desasada que quebrou para sem
pre a casca no seu ovo scientifico.
Nao estou escreveudo n'areia e nem fallando ao
vento; pois passo a fazer a prova do que acabo de
slfirmar, pedindo toda a attenco do leitor e par
ticularmente dos Srs Silva e Franco de S :
Eu disse que o carbono encontrado em plena
liberdade na natureza, no estado de diamante, ear-
vo de pedra, graphito etc. Pelo menos todos os
compendios de chimica assim o ensinam; mas S. S.
tonto de ideas com a minha resposta, e para, sem
intenco, fazer baixar de todo o cambio de sua
sabedori, norem bem, tomou a expressoLI-
RE113ADE,empregaa por mim, porPURE-
ZA,eousa ioteirameute dirlereute.
Em minha resposta nao tratei nunca, nunca, da
pureza do carbono, como S. S. quiz fazer acreditar
aos simplorios ; no compendio de Physica parp
Leitura, porm, reteriudo me ao diamante digo
fls. 33:
* O corpo mais duro que se conhece o dia-
mante, que rsca todos os outros e nao riscado
por nenhum delles. E' urna pedra de muto valor
pela sua raridade e admiravel brilbo; para o polir
preciso mpregar o seu proprio p. O diamante
frma-se do carbono puro e eristallisao.
Portanto, o carbono encontrado s em estado
Pacifico Pautino Malaquias.
Jos Ferreira de Albuquerque Mello.
Quintino Torros GraDde Maranhao.
lneas Torres Maranhlo.
Mathiaa Ferreira de Mello.
Jos de Medeiros Nunes.
Mathias Ferreira de Mello Filho.
Jos Francisco da Cunha Machado.
PantaleSo Jos da Silva.
Joao Luiz Vieira.
Jos Antonio de Assumpcao.
Manoel Eduardo da Costa Monteiro.
Sesario Jos Teixeira.
Miguel Quinteiro d3 Pontes.
Herminio Quinteiro de Pontes.
Frederico Christovao Godofredo.
Joo Gualberto Ferreira.
Manoel Grafiiho de Almeida.
Porfirio Teixeira de Carvalho.
Manoel Quintino dos Santos.
Jos Z icarias de Araujo Machado.
Josc Bernardino do Nascimento.
Martinho Jos do Nascimento.
Jos Thomaz de Oliveira.
Manoel dos Santes Bezerra Leite.
Joao Bartbolomeu Bezerra Leite.
Antonio Vicente da Costa.
Manoel Rodrigues da Silva Nery.
Joo Coriolano da Silva.
Francisco Jos do O.
Jos Antonio Bezerra de Mello.
Jos Leandro Gomes dos Santos.
Manoel Jos Teixeira.
.ntono de Salles Villa Nova.
Antonio Francisco Vieira de Mello.
Francisco Manoel da Mello.
Uenrique Claudioo Cavalcante.
Joao Manoel Bezerra de Vasconcellos.
Leandro Alves Ferreira.
Andr Curcino Machado.
Lautintino Antonio dos Santos.
Antonio Basilio Pinheiro Leite.
Antonio Jos Velloso.
Honorio Victor Xavier.
Alexandrino Ramos da Silva.
Joo Jos dos Santos Carnauba.
Joaquim Forreira da Silva.
Pedro Jos de Lima.
Manoel da Rocha Wanderley.
Placido Cordeiro da Silva.
Jos Belchior do Nascimento.
Bertioo Jos Ribeiro.
Joaquim Belcuior do Nascimento.
Numesio Ferreira de Vasconcellos.
Joo Jos Pereira.
Jos Ferreira da Cunba.
Joo Faustino Villa Nova.
Joo Carneiro dos Santos.
Raymundo Carapiro de Oliveira.
Antonio Marinho Falco.
Joaquim Rodrigues Chaves.
de pureza, como eu o digo alli, no diamante; couaa I Angelo Goyanna dos Santos Leite.
amigos, dos que conhecem o celebre Parecer Ayres
Gama at C. casa de um joalheiro ra do Ou-
vidor, e ahi vimos turquezas urnas miis escuras
que cutas .'
E foi por causa de um qualincativo dessss; de
urna futilidade levada ao grao efervescente de
alta banalidade que nao foi o meu livro aceito
as escola de Pernambuco !
E nisto consisti o segundo erro sustentado na
Defeza ; porque, quanto i segunda parte, da
malleabilidade do ouro, S. S., acanhado <*m a
poaica ductilidade da sua lgica, pretendeu esca-
par-ae mergulhado no ro do Eaquecmento,mas
eu o trago superficie luminosa das aguas para
que S. S. d conta ao publico e a Conselho Lilte-
rario desta raspadelia na-segunda partejda segun-
da eiva do Parecer.
E emquanto S. 8. vai dando voltas ao fuso da
ana dialctica para fiar mais um sophisma, eu co-
spo a descoser as mangas fofas da camisa esco-
lstica do terceiro erm inventado.
que eu j sabia antes do se dar a lamenta ve I
morte do Neves ; mas afiirmam por mi o, Sr. Ayres
Gama, todos os chimco* dignos deste nome, que o
carbono encontrado em estado de liberdade, como
eu o disse, anda no (diamante, bem como no car-
vo de pedra, graphito, etc.
Citando um exemplo que vale por mil, tran
serevo, acerca do carbono, algumas palavras do
notavel lente de chimica e biologa da Academia
de Medccina da Corte, Dr. Domingos Jos Freir,
autor lauralo de um tratado de CHIMICA
ORGNICA, com 800 paginas em grande formato;
e de um notavel livro, escripto em francez, apre-
ciado p ir sabios da Europa, acerca dos seus TRA-
BALHOS CHIMICOS, seguidos de indagacoes so-
bre a causa, natureza e tratamento da FEBttE
AUAKELLA.
0 terceiro sappoato erro ecnsiate em ter eu dito
mu da proposito figuradamente e por eimplificaco
de linguagem, como o fez Perier ne sen livro de
Physica e Cosmoqraphia ao aleante dos meninos.
que o gas oai bonico era um componto de curtido e
oxygenio ; pois disse e repito, usei do termo, figu
Transcrevendo as seguntes linhas do Pastcur
Brazilriro, que deve dar luz por estes das um
aovo livro sc-.entifieo, chamo a attenco do Sr. Dr.
Ayres de Albuquerque Gama e dos seus collegas
signatarios do Parecer de 17 de Agosto para o
modo de escrever do emiuente chimiuo, o qul ,
como diz o Ilustrado Dr. Oliveira Menezes, difiv-
rente do dos antigos, por ser o da sciencia mo
derna.
c CARBN )a E um elemento muto impor-
a tante, que entra na composico do tecido das
c plantas e dos animaes e cncontiado com pro-
a fueo na natureza, em estado de liberdade. no
a diamante, anthracita, carvo de pedra, graphito
ou plombagina etc, ou em combinaco no gaz
carbnico, composto de oxygeno e carbono, exs-
tente no ar ; as agaas, curbonatos, que fazem
a parle da cmsra terrestre e de muitas aguas,
o etc.
O carbono amorpho tem a propriedade de
absolver diversas materias; desinfectar, quand >
esta propriedade absorvente se exerce sobre ga-
srs ftidos, e descorar as substancias coloridas.
E' era virtude deste poder que o carvo em-
a pregado, na refnaco do assucar, para clarificar
as caldas, corrigh* o mo hlito etc.
Quanta lico de doutnna, quantos ejemplos de
forma e preceitos de grammatiea nao leja dado ao
Sr. Dr. .yres de Albuquerque Gama aquelle* a
quem elle ch imou, inclusive as Ilustradas redac-
Mnoel Clemente Cabral.
Liandro da Silva. Pereira.
Antonio Duarte de Mello.
Antonio Jos da Paisao.
Henrique Barbosa da Silva.
Joo Rodrigues Limeira.
Antonio Jos de Moura.
Andr Alves de .Espindola.
Alexandre Lopes da Silva.
9os Francisco Freir.
Manoel Rodrigues Limeira.
Manuel Flix de Menezes.
Manoel Liandro Gomes dos Santos.
Jos Fiorenyio Bezerra.
Poncidonio Pe eir de Lucena.
Jote Pereira da Silva.
Jos Paulino da Silva.
Jos Albino de Souza Bernab.
Oaraio Jos dos Santos Macena.
Autouio Jos do Nascimento.
Jos Quilhermino de Asis PaJilha.
Antouio Joaquim Padilha.
Francisco Leandro Gomes dos Santos.
Jos Luiz de Carvalho.
Joo Baptista do Lyra Cabral.
Miguel Pinto Teixeira.
Manoel Antonio Martins.
Miguel Cabral de Lyra.
Fraucisco Antonio Campos.
Francisco Ribeiro de Salles Gouveia.
Manoel Gomes Cabral.
Manoel Gomos dos Santos.
Joo Honorato Martins Brayner.
Patricio Gomes da Silva.
Flix Gomes Cabral.
Jos Gomes Cabral.
Antonio Jos Brayner.
Esto reconhocidas todas as firmas.
TRIBUTO
de gratidao e eterna saudade
memoria veneranda d minha
respetavel av D. L'iindra
Joaquina de S Lobo, minbas!
prezadas tias D. Porcia Au-
gusta Lobo Corte Real e D.
Marcolina Gercioa d: Gusmo
Lobo, e mi.ilia innocente prima
D. Porcia Wenefrida Lobo
Corte Real.
Lembranca de suas netas,
ssbriuhas e primas Mara Julia
e Maria Adeladc.
Recife, a de Nevembro de 1886
o
e
eoooo
o
o
o
O7
A' MEMORIA
DO
,Dr. Antonio Pepes Bar-\
reto de Vasconcellos v,'
, Fallecido a 3 de Novembro /
de 1883
' JSIXCEKO TRIBUTO
\ 1 SEUS
(CE BENDEM*l
l'RATEBXAES AMIGOS
J. C. Ribeiro da Silva. "(\
Ovidio Fen eir da S. Filho.%J^
Agostinho Jos de O. Jnior fi '
*2*. it-yonTmyi?
-l2?
Cumprimos um dever recommendando s pes-
soas affectadas do figado, s que soffrem de icteri-
cia e s que sao auejaitas affeccoes cutneas, co-
mo herpes, eczemas, etc., o uso da Fruta Julien,
que obra de um modo suave como depurativo
como laxante se n produzir inflammaco intestinal
alguma, nao esquecendo dizer que ts pessoas as
mais delicada" o tomam com prazer pois um ver-
deiro confeito vegetal.
Depois de um longo e triste invern chega o
vero, que veio tarde, mas abrazador. Appareco a
sede, a queremos betxr, s pedimos gelo; o appe-
tite desappareceu, a carne repugna, as digestoes
nao se fazem, as forcas vo-se. Em taes condices
preciso reagir contra essas influencias exterio-
res que noj debilita m e nos enervam ; necessa-
rio comer. A lampada precisa de azeite, a machi-
na de combustivel; do mesmo modo o estomago
carece de alimento. Se nao ba appetite, ac o cato-
mago tudo repugna, recorra-se sem demora s
Peptonas, que sao alimentos j digeridos ereduzi-
dos a um voluuae excessivamente pequeo. Urna
ou duss c'heres de Conserva de peptona de Cha-
poteaut jadas pela manb; um ou dous peque-
nos clices de Vinho depeptona sobremesa, equi-
valis a um bom pedazo de carne; o estomagoab-
sorve immediatamente e tem o menor trabalho ;
recupera suas funecoes, o appetite volta, as diges-
toes tornam se regulares, e ao mesmo temp re-
apparecem a actvidade, as forcas e a sade.
naja .unan ruilailo com a affec-
coes lo bronchion
44!
Seus progressos sao rpidos e assustadores, ata-
Ihem-se pois, os primeiros symptomas mediante
dses regulares do Pe tonal de Aoacahuita, o qual
para lego far parar os progressos da molestia ou
inflammaco local; impedir que a mucosidade se
aglomere nos tobos bronchiaes, fortificar os or-
gos da voz, e finalmente restaoelecer a sade e
o vigor de todo o syatema respiratorio. Embora
mesmo no caao, que a molestia se ache j algum
tanto avancada, proporcionar considcravel alli-
vio, e em muitos casos effectuar urna prompta
cura.
Portanto, as victimas da tosse, constipaces, ca-
tarrhos, tebres inflammatorias dos pulmoes, ou de
qualquea urna outra enfermidade dos orgos da
respirafo, nao devem uem por isso desesperar por
um a momento de sua final cura, urna vez que te-
nham mo este admiravel e maravilhooo medica-
mento, verdadeiro restaurador da vida e sade,
qualquer pessoa que o use, deve ter perfeita f e
confiaiica, mesmo nos indicios os mais pronuncia-
dos da molestia.
Cono oabihtu contra as falsifieacoes, observe,
se bem que os nomes de Lanman & Kemp ve-
nham estampados em lettras transparentes no pa-
pel do uvrinho que serve de envoltorio a cada gar-
rafa.
Acha-ae venda eu todas as boticas e lojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Foster C ,
ra do Commercio n. 9.
A's almas cariciosas
Exista na ra do Bom Jess, sobrado n. 13, no
quarto andar, urna- infeliz viuvs, com quatrdha*
menores e na tnaor penuria.
Soccorn:m-n'a as almas caridosas.
Caso importante (Gj
LE-SE EM UM JOKNAL DE PELOTAS
A joven Marciana, de 15 annos de ida-
de, morad ra ra de S. Miguel n. 11,
nesta cidade de Pelotas (Rio Grande do
Sul), ha muitos mezes achava-se soffrendo
do peito.
O seu organismo depauperado apresenta-
va todos os symptomas de urna grave affec-
co pulmonar : falta de appetite, cansaco,
tosse, dores no peito e as costas, extrema
debilidade, todos estrs caractersticos da
terrivel doenca apresentava a pobre mo-
cinha.
A sua saude, tao profundamente altera-
da, comejou a inspirar serios cuidados
sua tia D. Joanna Ferreira Cardoso, que
em vo apresentou a sua doente a alguns
Ilustres mdicos, sem nenhum conseguir
atalhar o curso da enfermidade
Esta senhora, seriamente preoecupada
com os progressos da doenca, teve a feliz
i a dn recorrer experiencia do uso o
Peitoral de Cambar, importante desco-
berta do Sr. Alvares de S. Soares, desta
cidade, e em tao boa hora o fez, que al-
guns dias depois a doente apresentava sen-
siveis melhcras, e o medicamento fazendo
triuraphar a natureza da enfermidade, de-
pois de alguns mnzes de tratamento, res-
tituia a saude perfeita joven Marciana.
O autor do Peitoral de Cambar, com-
pletamente estranho a esta prodigiosa cura
obtida pelo seu roaravilhoso medicamento,
recebeu ura dia, com sorpreza, a visita de
D. Joanna F. Cardoso, que omito satis-
fcita. o em companhia de sua sobrinbam,
trazia lhe um attestado que corre itnpresso
na maior parte dos jornaes da provincia e
em todos os opsculos que acompanha
cada frasco do Peitoral de Cambar.
O leitor deve procurar apreciar esso im-
portante documento, por meio do qual po-
der devida mente julgar a transcendencia
da victoria obtida na cura de urna affeeco,
que ainda em nossos dias faz os desespe-
res da sciencia medica. (Vede o folheto
que acompanha cada fraseo.)
nicos agentes e depositarios geraes em
Pernambuco -Francisco M. da Silva & Ca:
Ra Mrquez de Oiinda n. 23.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas mdustriaes e rotlos das
suas preparaces na junta commerciai do Rio de
Janeiro de confi rnrdade com as prescripcoes das
leis do imperio do Brasil, declarara e participan
aos interessados, que como nicos proprietarios,
tem direito exclusivo de usar as mares i indus-
triacs e rtulos relacionados com manufactura
fabricaco e venda das s guies preparaioes ;
Agua de Florida de urray e Laman.
Tnico Oriental.
Peitoral de Anacahuita.
Pastlhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemp
Emulso de oleo de figado de bacalho com hj
pophosphites, de Lanmam & Kemp.
Salsaparrilba de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e que, portante, perseguirlo a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaos e
rtulos, procurando que sejam castigados com toda
a aeveridade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aqu>*lles que intentam substituir as nossas prepa
racoe? cima mencionadas com artigos falsificados
que levara rtulos ou marcas industriis que imi-
tam as nossas.
Lanman < Kemp.
N. V. A EmuIsao de Scott o melhor re-
medio at boje descoberto para a cura da
tisica, bronchites, escrfulas, anemia, ra-
diis e debilidade em geral ; tambem e
um curativo infallivel para os defluxos
tosse ebronica e afeccos da garganta.
EDITAES
O Dr Joaquim Correia de Oliveira An-
drade, juiz de orphos e ausentes n'ee-
ta comarca do Recife e seu termo, por
Sua Magestade Imperial e Constitucio-
nal o Senhor D. Pedro II a quem Deus
Guarde, etc.
Faco saber aos que o presento edital virem, ou
delle noticia tiverem que no da 3 de Novembro,
depos da audiencia deste juizo, na respectiva sala
iro a praca para serem arrematados por quem
maior preco offerecer ficando a entrega dependen-
te de approvaco destejuizo as casas seguntes,
sub os numeras 1, 2, 3, 4 e 5 do segundo Becco
do Aquino, tendo cada urna, urna porta e2j&ne!las
de frente, 2 salas e 1 quarto, medindo Qe largura
7 metros e 20 centmetros e do de fundo 3 metros
e 39 ceutimetros cm slo proprio.
E vo praca a requenmento de D. Hermelin-
da Tavares de Aquino, inventariante dos bens dei
xados por fallecimento de seu marido Manoel Ta-
vares de Aquino, para pagamento decustas emais
despezas cum o mesmo inventario.
E para que chegue ao conbecimeuto de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa e affixado no lugar do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
da provincia de Pernambuco aos 27 de Outubro de
1886.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes, eecrvo o
subiere vi.
Joaquim Correia re Oliveira Andrade.
O Tricofero do Barry patrocinado pe-
las principaes familias da Asia, frica, Euiopa e
America e reconhecido como sendo o melhor pre-
parado que existe para ludo quanto concemente
ao cabello. Iuapede a queda deste, cura radical-
mente a tinha, a caspa, etc., e o conserva o mais
bnlhante e lindo posaivel. O uso habitual de
Tricofero de Bsrry torna o uso do oleo, po-
mada ou qualquer outra preparaco inteiramente
superfluo. E'ricamente perfumado com a mais de-
liciosa fragrancia floral e garsnte-se quo fas cres-
cer cabello novo as calvas.
O Dr. Herinoueges Scrates Tavares de Vascon-
cellos, juiz de direito do commercio da comarca
de Oiinda por S. M. o Impeador, u quem Deus
guarde etc.
Paco saber aos que o presente edital de vinte
dias virem, que no dia il de Novembro prximo
futuro, l hora da tarde, depois da audiencia, o
porteiro interino dos auditorios, trar a publico
prego de venda e arr-^atae/.o o bem seguinte:
A 3' parte deum sitio no povoado de Beberibe, a
margem do rio, com grande extenso de trras,
maltas, baixa de capin c alguna arvoredos fructi-
sobrado por acaoar em vista do seu mo estado,
jiros, tendo um avallado em 10:000.
E vai a praca a requerimento do tenente-coro-
nel Jos de Oliveira Castro, pa eiccueao que mo-
ve contra o major Jos Joaquim Aotums.
Convido os pretendentes a couaparecerem no dia
e hora cima indicados, afim de ter lagar a allu-
dida arrrmataco.
E para quo cli-gae ao conhecimentc de tedas
mandei pnsisr o plsenle que ser affixado no lu-
gar do costme e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta eidade de Oiinda, aos 21
de Outubro de 18 Eu bacharel Francisco Liba Caldas, eserivo o
subscreyi.
Hermoneges Scrates Tavares de Vasconcellos.
EditaTTiT 3 ~~
De ordem do lllm. Sr. inspector faco pblico
que no dia 11 do Novembro prximo vadomo,
perante a junta deste Thesouro, ir a praca. con-
forme o olfieio do presidente, de 22 de Setembro
findo. a execucao dos reparos de mais 3:^00 metros
correntes de empedramente da estraga da Escada
(ramal da da Victoria) sob asseguintes clausulas :
A reconstrueco do enpedramento da estrada da
Escada (ramificacao da da Victoria) e os reparos
geraes da mesma sero feitos de cooformioade
cota as iuctrueyoea da Rspartico das Obras Po -
f

i



(.
Diario de Pcriuuiibcco(fruira-fera 3 de jovciubro de 1C6
hu- mediante o preco de 4 J500 por metro cor- (101 JjSj Ignacio da Mlva Queiroz.
-- J ll.^wUiiA 1(1-) .Inunnm ir.-.,..,., D.,:.. _

;

. \
3orente~ato linite de 13:500*000.
O empedramiento e oe reparos geraes de que se
trata rao ejecutados nos lugares em qoe a juila
da Repart co das Obras Publicas for mais neces-
ario ao melhorHmento da estrada.
O pagamento desse servico b-t* effectuado no
ejercicio de 1887 a 1888, ou posteriormente quan
do permittirem os recursos dos cofres provinciaes.
O praso para a concluso das obras ser de um
anno e o de respojsabilidade ser de seis meses
lontado este ultimo da data da entrega provisoria
da referida ob-a.
V
Em tado mais que na) f >r cogitado as preaen-
' tes clausulas se observar o que dispoe o Reg. de
24 de Feverrro de 1874.
Secretaria do Thesouro Provincial, 23 de Outu-
bro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque Mello.
Edital n. 12
a,De ordem do Illm. Sr. inspector faco publico que
o dia 11 de Novembro prximo vindouro, perante
a junta deste Thesouro, ir a pract, contarme e J i; Jos rearo ae r ana neves.
officio do Exm. Sr. presidente, de 7 de Setembro' 130 Joaquim Elizio Maia e Silva,
obra dos reparos da pinte subre o rio '
altimo, a
Pirapama, no engeoho Junqueira, na importancia
de 7:500*, sob as clausulas abano transcriptas e
de accordo com o orcamento sobre a mesma obra
(presentado pela repartico das Obras Publicas e
existente nesta secretaria disposico dos Srs.
concurrentes.
Clausulas especiaes para a arremataco da obra
da ponto sobre o rio Pirapama uo engenho Jun
jueira :
A obra ser executada de conformidade como
orcameute approvado pelo presidente da provincia
na importancia de 7:500*000.
II
Ser a mesma obra con egada uo praso de 30
dias e concluida no de seis meses, contados da
data da approvaco do contrato.
III
O cntr-tante ter, nos termos do art. 50 do
Reg. de 24 de Fevereiro de 1874, copia authentica
do respectivo orcamento.
O pagamento ser realisado em tres prestacoes
iguaes proporco do ser vico ejecutado.
O praso de responsabilid ide ser de seis mez-s,
contados do dia em que for lavrado o termo do re-
cebimento provisorio. Durante este praso o con -
tratante- fica obngado a conservar a referida obra,
sendo responsavel por quaesquer ruinas que appa-
recerem por falta de boa eiacuco.
Em tudo o mais que noestiver especificado as
eondices cima, seguir-se-ha o que prescreve o
regulxmento citado.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 23 de Outubro de 1886.
O secretario,
Affonso de Albuquerque Vello.
Editai n. i:;:;
(Inlerrosravtorio)
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, f-.fio cons-
tar ao professor publico Francisco Deodato Lins,
removido ultimameute da cade ira do sexo mascu-
lino de Catende para a de igual sexo em Urucu-
i erim, da qual nao consta ter aind* tomado pos-
se, que foi designado o dia 15 de Novembro pro
simo vindouro, para npreseotar-se nesta secreta-
ria, afim de perante o conselho Iliterario ser in-
terrogado e produzir a defeza e preva que tiver.
Secretara da instruccao publica de Pemarn-
buco, 30 de Outubro de 1886. O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
DECLARACOES
Faculdadc de Direito
Continuando da lista de franca
71 Eugenio Ouro de Orqueira.
72 Elias dos Santos de Azcvedo o Silva J-
nior.
73 Eugenio d Costa Ferreir.
74 Edgar de Novaes Carvalho.
1:> Flaviaoo Martina Vianna.
76 Francisco Augusto Carneiro Leo.
77 Francisco Thumaz Mrinho Jnior.
78 Francisco Marques da Silva.
79 Fabricio Porfirio de Andrade Lima.
80 Francisco P?dro de Araujo Filho.
81 Francisco de Paula Oliveira Lima.
82 Francisco Joaquim de Sonsa Flho.
83 (Joncalo Casimiro Jacome de Araujo.
84 Guilherme Dantas Bastos.
85 Guilhermc Otbon Ferreir de Mello.
86 Gustavo Marques de Amonen.
87 Genuino Amazonas de Eigueiredo.
88 Henrique Ernesto Swensen.
S9 Hritor da Silva Maia.
90 Henrique Joaquim Ferreir da Cruz.
91 Henrique Cavalcante de Albuquerque.
92 Henrique Daniel da Cmara Pimentel.
93 II> nrique Cezar Pesefla Lins.
94 Ignacio Gomes Porto Neto.
95 Joo Guilberme da Rocha Pedregulho.
96 Jos de Oliveira Cavalcante Jnior.
97 Jos Prescilliano do Senna Gaio.
98 Jos Adolpho da Costa Palmeira.
99 Jos Mana de Menezes Ljra.
100 Jlo Barbosa dos Reis.
102 Joaquim Horacio dos Reis Lins.
103 Juaquim Ribeiro Dantas.
104 Juo Ferreir Monteiro.
105 Jos Henrique de Azevedo S-iares.
106 Jos Odilon Annes Jnior.
107 Jos Heu ique Cesar de Albuquerque Ju-
n'or.
108 Juo Tavares de Carvalho e Silva.
lt)9 Jos Antonio Cesar de Vasconcellos Filho.
110 Jos Correia do Amaral.
111 Joo Alfredo Vctor de Maraes Quintal.
112 Jos Carneiro Maciel da Suva Filho.
113 Jos Bonifacio do Amaral e Mello.
114 Job Martina de Fre tas.
115 Joa Thim s Pereira Filhs.
116 Jos Dias de Freitas Sabrinho.
117 Julio Alves Araujo.
118 Jos Gonvalves da Silva Brito.
119 Jos dos Anjos Cesar BurlamaquL
120 Joo da Matta Cabral de Vasconcellos.
121 Joo Pedro dos Santos Ferreir.
122 Joo Liberato Pereira de Mello.
123 Julio da Cunba Brando.
124 Juo Guedes Correia Gondim.
125 Joo Virgolino de Alencar.
126 Joo Aurelio Lins Wauderley.
127 Jos Aqumo da Cmara Pimentel.
128 Joaquim Carneiro de Andrade Mello.
129 Jos Pedro de Faria Neves.
C0IKEHC10
(iolsa commerclal de Pernam-
buco
RECIFE, 1 DE NOVEMBRO VE 186b.
As tres horas da tarde
OaiaeOen oifinaes
Cambio sobre Santos, 30 d/v. com 7(8 0,0 de
descont.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforada.
MiNDIMENTOS PBLICOS
Mes de Novembro de 1S86
ALPANDEGA
Kacoa onu
De 2 56:8374679
131 JooGualberto Maia e Silva.
132 Joo J"; Ramn da Costa.
133 Jos Soln de Mello.
134 Joo Alfredo do Reg Barros
135 Joo Baptista de Barros e Silva.
136 Jos Moreira de Barros e Silva.
137 Leonel Augusto de Caldas Brando.
138 Luis Deodato Mouteiro.
139 LiUrenco Alves da Cunha Salazar.
140 Luiz O iilou de Oliveira.
141 Leop -Idino Franco Accioli Lins.
142 Luis de Paula Lipes Jnior.
143 Luiz Francisco de Paul Cavalcanti de Al-
buquerque.
144 Liuis*Gonzaga Muuiz Mendes.
145 Luis Salgado Accioli,
146 Luiz Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buquerque.
147 Manoei dos Pasaos de Assis Cavalcanti de
Albuquerque.
148 Manoei Guilherme de Ath.iyde.
149 Mauoel Carpinteiro Pires Jnior.
150 Manoei Alves de Albuquerque.
151 Manoei Candido de Albuquerque.
152 Manoei Theophilo do Araujo Lima.
153 Manoei Vieira Barreto de Alencar.
154 Manoei Gomes.
155 Manoei Buarque da Rocha Pedregulho.
156 Manoei Joaquim Silveira Sobrinho.
157 Malaquias Goncalves da Rocha.
158 D. Maria Augusta Lins de Azevedo.
159 Matbias Piuto de Abreu Jnior.
160 Manoei Deoclecio de Sausa Bandeira.
161 Manoei Gustavo de Farias Leite Jnior.
162 Manoei Cipitulin > de Carvalho.
168 Manoei da Paixo Vieira.
i 164 Miguel Cyaneiro de Abren.
1165 Otar Alberto Lins de Azevedo.
' 166 Odilon de Mello Falco.
167 Oiympio Symphronio Ferre'ra Chaves.
168 Pedro Affonso Marques Muuiz.
169 Paulino Augusto Velloso Freir.
170 Rodoldha Cndido Arantes.
! 171 Rxlolpho Juvino de Sant'Anna
17: Raymundo Honorio da Silva Jnior.
173 Sergio Tcix-ira Lins Barros Loito.
174 Severino Barbosa da Silva.
175 Samuel Philemou da Cunha Pern.
176 Sebasti) Lius Carneiro da Cunha.
177 Severo Cbampeau de Farias Castro.
178 Theophilo Maria de Hollanda Cavalcanti.
179 Tertuliano Cabral de Vasconcellos.
180 Ulysses Pernambucaao de Mello.
181 Vicen'e de Paula de Albuquerque Mello.
182 Virgilio do Reg Motta.
18o Vulpiauo de Aqu no Fouseca.
184 Vietoriuo Domingues Alves Mara Jnior.
185 Wenceslao San Juan.
186 ZachariHS Augusto Cabral de Vasconcellos.
187 Z-ferinoGjuvs Pereira de Lyra.
188 Zeferino Jos Cardoao.
Conlinuacao da lisU de portuguez
88 Edmundo Casco.
89 Estevo de Leus e toau Pontes.
90 Eug-nio Osono de erqueira.
91 Eurico Witruvio Pinto Accioli de Vascon-
cellos.
92 Euzebio de Maura Mendoncs,
93 Lipidia Jus Ribeiro da Jouceico.
94 Francisco Salvador dos Santos.
95 Flaviano Martina Vianua.
96 Felippe Mu-illo Ferreir..
97 Fr&ucitoo de Assis Carneiro da Cunha.
98 Francisco de Paula Oliveira Lima.
99 Francisco Domingues Cavalcauti Vianna.
100 Francisco da Rocha Pontual F;lh.
101 Fabricio Porfirio de Aodrade Lima.
102 Fri.ciaCo Atbayde.
103 Francisco Jeronymo de Carvalho.
104 Fausto Tancredo dos Santos Porto.
105 Fruncisco Augusto Carneiro Lelo.
loO Francisco da Costa Ribeiro
107 Fernand > Cavalcante de Albquerque.
108 G.bnel Curino Ferreir Lima.
109 Gustavo Marques de Amorim.
110 Heit.r da Silva Maia.
111 11'leudara Fernn de Barros.
112 Henrique Castriciano de Souza.
113 Haanque Cavalcante Lins.
114 Henrique Joaquim Ferreir da Ctus.
115 Henrique Marques Pesaos Lius.
116 Henrique de Oliveira Cavaquinho.
117 Henrique -ergio de Farias.
118 Uermillo Alvaro dos Reis CainpdL.
119 Ildefonso Alfren de Moura Accioli.
120 Irineu Pedro Casco.
121 Iaaac Duarte Pinto.
Joaquim Carneiro de Andrade Mello.
Joaquim Francisco lo Amaral e Mello.
Joaquim Geraldode Bastos.
Joaquim Goncalves Casco-
'oaquim Ignacio Pereira do Amaral.
Joaquim Nasiazeno da Reg Barros.
Joaquim Pinto de Freitas.
Joaquim Ribeiro Dantas.
Joaquim Tbeodora Ferreir Costa.
Joo AI ves L-aaa.
Joo Agistinho de Souza.
Joo Alfredo Vctor de Maraes Quintal.
Joo Aurelio Lins Wauderley.
Joo Barbosa dos Reis.
Joo Baptista Rodrigues.
Jaciotbo Buarque de Hollanda Cavalcante.
Joo Baptista de Lemos.
Joo de B .rroa Correia de Araujo.
Joo Cancio da Crnz Ribeiro.
Joo Cancio da Costa Prazeres.
Joo Carlos Pinto. *
Joo Castro Mascarenhas.
Joo Evangelista de Albaquerque Maranho.
Joo Evangelista de Souza Landim.
Jaio F-rreira da Costa Lima.
Joo Guedt-s Correia Gondim.
Joo Ignacio da Silva Queiroz.
Joo Joaquim Alves Guerra.
Jao Jos Ramos da Costa.
Ja<> Luiz dos Santos Pereira.
Joo Liberato Pereira de Mello.
Joo da Motta Cabral de Vasconcellos.
Joo Pedro dos Santos Ferreir.
Joo Rodolpho dos Passos Guimrres.
Joo da Rocha Cavalcante Wanderley.
Joo da Silva Loyo.
Joio Virgolino de Alencar.
Jos Agripino Regueira Costa.
Jos Adolpho da Costa Palmeira.
Jos Alves de Carvalho.
Jos dor Anjos Vieira de Amorim.
Jos Ayrcs de Souza.
Jcee Carneiro Maciel da Silva Filho.
Jos Carneiro de S Barreto.
Jos Correia do Amaral.
Jas Dias de Freitas Sobrinho.
Jos Elias Monteiro Lopes.
Jos Francisco de Medeiros.
Jos Flix da Cunha Menezes Jnior.
Jos Fel'x da Silva.
Jos Francisco dos Passos Guimares.
Jos Goncalves da Silva Brito.
Jos Gerardo Goncalves Guerra.
Jos Henrique Cesar de Albuquerque Jnior.
Jos Hemeterio da Cruz.
Jos Hygioo de Miranda
Joa Heurique de S Leito.
Jas Maria da Silva Oliveira.
J is Mariano da Costa Santos.
Jos Manuel Lins Wanderley.
Jos Maria de Menezes Lyra.
Jos Martina Ribeiro.
Jne Marques Lins.
Jos Ferreir Pires.
Jos Odilon Aunes Jnior.
Jos de Oliveira Cavalcante Jnior.
Jos de Oliveira Ramos Theorga.
Jos de Paula Baptista.
Jos Prisciliauo de Senna Gaio.
Jos Praxedej Ventura.
Jos da Racha Poutual.
Jos Radrigu-s de Miranda Franco.
Jote Vieira Rabello.
Joviniano Lopes de Meudonc%.
Julio Al .-es de Araujo.
Julio da Cunha Brando.
Jos Francisco do Reno Rinsel Sobrinho.
Julio Osear de Novaes Carvalho.
Leopoldino Franco Accioli Lina.
Leopoldo Meira de Vasconcellos.
Leonel Augusto de Caldas Brando.
Liberalio Cavalcante de Albuquerque.
Luiz Freir de Carvalho Figueiredo.
Mauoel Alves de Albuquerque.
Manoei Alves Suerra Jnior.
Manoei Augusto de Magalhes.
Manoei Buarquo da Rocha Pedregulho.
Manoei Capitulino de Carvalho.
Manoei Carneiro Lacerda.
Mimoel Carneiro de Souza Lacerda.
Manoei Correia Liborio.
Manoei Cavalcante de Albuquerque Junior.
Manuel Dias ae Amorim Esteves.
Manuel Deoclecio -Sausa Bandeira.
M noel Gomes.
Mamel Gustavo de Farias Leite Junior.
.Mainel llerculauo de Almeida Cuuba.
M-inoel Nunes da Costa.
Manoei do Naseiin'-nto Pontea Junior.
Manuel da Paixo Vieira.
Manoei Paulo Lemos Amaral.
Mario U mulo Vaz de Oliveira.
Manad de S>uxa Galvo Filho.
Manoei Ibeophilo de Arauja Lima.
VInoel Turiano dos Rris Campello,
Manuel Victoriano de Lima.
Mauoel Vieira Barretto de Alencar.
Maria Augusto Lins de Atevedo-
Maxiuiiauo Ferreir de Souza.
Miguel Antonio Ribeiro.
Miguel Austregesillo Rodrigues Lima.
Miguel Cyneiro de Abreu.
Miguel Felippe Vieira de Barros.
Miguel Jos Ribeiro.
Misad da Cruz Ribeiro.
Nelson Vieira de Amorim.
Osear Alberto Lius de Azevedo.
&BZ>4 FSOV1BCUL
De2
11.921*6:14
pe
Resumo do recolhimento da renda provin-
cial, arrecadada por esta repartico no
mez de Outubro lindo, descrimitiada
la forma seguinte :
Imporlaco
Imposto de gyro:
Direitos de 3 'U
Addicional de 5%
dem de 7 '. sobre
cauros seceos
liem de 20 /o so-
bre ditos verdes
dem de 3 "/o sobre
sola e couiinhos
dem delOOrispor
sacco nao fabri-
cado na provincia
dem de 100 lis
sobre barrica ,
idem
dem de 5 'o adJi-
ciouaes
1:143030
4:620*000
234*488
9:207*100
900*160
2:784*035
-------------58:480*073
129:192*149
Segunda jeeco, 2 de Novembro de 1886.
O escrpturario,
Uanotl Gome de S.
249 Severo Ch-mpeaux de Farias Castro.
250 Severina Barbosa da Silva.
251 Severino Eugenio de Lucena Neiva.
252 T rtuliano Cabral de Vasconcellos.
253 Th-otonio Flix de Mello Nette.
254 Tbeotonio Jos da Cunha.
255 Thamaz Fiim-s Jnior.
256 Tito Fiock Romano.
257 Tranquilino Torgano de Oliveira.
258 Ulysses Nery de Mello.
259 Vctor Cavalcante de Albuquerque.
260 Viotorino Domingues Alves Maia Jnior.
261 Victoriano Jos Fdix d<* Sampaio.
I 262 Virginio Jos da Silva Brxga.
263 Vital Vctor da .M*ia_Costa/
' 264 Vitsliano da Albuquerque Mello.
265 Wenceslao Sau Juan.
266 Zichariaa Augusto Cabral de Vasconcellos.
267 Zephynno Gomes Pereira de Lyra.
268 Z non da lilva Loureiro.
269 Ovidio Bello da Cunha Lobo.
Estrada de ferro do le-
nte ao S. Francisco
Aviso
Em vista da reclamaco feita pela sociedade
Commercial Agrcola contra a delib racao de so
se consentir a tiragem de amostras dos assucares
sransportados por esta estrada, depois de effec-
tuada a entrega doB respectivos conbecimont >s, e
tendo esta 8'iperintecdencia ouvido sobre o as-
sumpto, a digna directora da sociedade Auxilia-
dora da Agricultura, de accordo com o par-1 cr
dessa airectoria, fica modifica.lu o aviso ae 18 do
mez fiudo, sendo permttido a tira^rm de ditas
amostr>8, sempre que as p-ssoas que as tiverem
de tirar, se mostrarem auturisadas, por me.io de
simples apresentaco dos conhecimeotos ou na
falta destes, de autorisaco por escripia e assig
nada pelos senhores consignatarios. A s amostras
porm devem ser pequeras, ao excodendo de u a
libra para cada urna das qnalidades, e s ser
permttido tirar urna vez em cada 'remessa.
Cabo, 2 de Novembra de 1886.
Wells Hood,
Snperinteudente.
corro
Em virtude do aviso do Sr. inspector da The-
souraria de Fazenda, e de xccordo com o art 6*
da nova le orcamentaria n. 3310 de 16 de Outu-
bro de 18s6. faco publico que se ach suppnmida
a D'Stricco das entradas sunanaes, ficando livre
o deposito de qualqucr quan lia, da qual smente
perceber juros o computo d 4:000*, conforme
as disposiepss do art. 2o 15 da lei n. 1083, de 22
de Agosto de 1860. Recife, 2 de Novembro de
1886.O gerente e guarda livros,
Felino D Ferreir Coelho.
Matriz de Santo Antonio
Irmandade dan limas
Nao tendo comparecido numero legal de irmos
no dia 28 de Outubro findo, par> se procede a
eleico da mesa rege lora, que ha de dirigir a ir-
I mandade no anno compromissal de 1886 87, de
novo convido aos irmos desta veueravel irman-
| dade comparecerem no respectivo consistorio s
6 horas da tarde do dia 5 do corrente para o fin
j indicado.
Consistorio, 2 do Novembro de 1886.
O eacrvo,
M. A. Lessa.
Exames da Escola \ormal
De ordem do Dr. director e em observancia do
dispostu no art. 28 do regulatnento vigente, faca
publico, a quem interessar poisa, que a congrega-
cao dos prafessores desta Escola resolveu em sua
sesso ordinaria de boje que os exames annuaes
do curso comecariam no da 3 de Novembro pr-
ximo s 9 horas da manda e pela prova escripta
dos tres anuos ; seguiudo-se a prova oral em tur-
mas de 6 examinandos por dia no 3 e e de oito
10 3o a-'no tu o de conformidad-: c uul:>ment e instruccoesde 22 de Outubro de 1881
com as medificaces de 1S84
Seio dmittidos a came escripto 03 seguintes
alumnos mestres do 3 anuo
Vicento Ferreir de Araujo Lima.
Jovino Rodolpho de Oliveira.
Joo Fernandos Soares.
Jos Mauricio de Alencar.
Andi Avelino de Souza Landim.
Jos do Reg Cavalcanti Silva.
Anastacio Jos de Azevedo.
D. Fdisbellu Amalia de Miranda.
D. Maria Josi-phina V-rgueira Costa.
D. Amelia Rosa de Brasil.
D. Anna Elisa de Oliveira Barros.
D. Maria Francisca de Birrot.
D. Marianna Justina de Sousa Gouveia
D. Cecilia Maria de Miranda.
D. Anna de Hollanda Cavalcanti Udi t.
D. Maria Julia da Kessurrdvo Cruz.
D. Amelia Rosa Soares.
Do 2* auno
Arthunio Vieira.
Jos Candida Fans-'ca de Mrdciros.
Francisco Cordeira Fonseci de Medeiros.
Joo Cord>-iro Fonsea de Medeiros.
Felippe Henrique (i rao.
Joo Cardoso de Albuquerque Vlach ido.
Ildefonso Mariobo de Araujo
Aprgia Alves de Sausa Magalhes.
Servido do Nascimento Brda.
Nicanor Fernandes de Faria.
Arthur Fenelon.
Jos Luiz Pi-rvira de Lyra.
Joo Francisco da Costa Fialho.
Manoei Victoriano de Lima.
Urbano Cavalcanti de Souza Albuquerque.
Elysio Amancio Gomes de Mello.
Rutilio Joa de Oliveira e Silva.
Engracia Frednvnda Coelho de Almeida.
Julia Canuta de Mello.
Maria do Carino Drummond.
Agostinba Ferreir da Amaral e Silva.
J sppha Cbristina de Barros Dutra.
Candida Mana Callado.
Olivia dos Santos Moreira.
Ermelinda Collecta d Sotza Ribeiro.
Mara Cintra Lima.
Maria Fernaudea dos Santot Bastos.
Luiza Candida de Albuquerque Jacome.
Clementna E'isa Monteiro.
Lucicda Sobres Pereira de Negrreiros.
Emilia Juauna de Mattos Lisboa.
Elvira Benta ae Souza Bandeira.
Honorina da Silva Reg.
E do Io anno
Abd8o Caldas de S Barreto.
Jos iiezerra de Oliveira.
Alfredo Ildefonso Barbosa dos Reis.
Thomaz Antonio de Barros Campello.
Henrique Carneiro de Almeida Bastos.
Jos Antonio de Araujo.
Samuel Jos Alves de Amorim.
Jase da Hora Beda.
Jo- Antonio de Miranda.
Guilherme Das Fej.
Cypriano Nilo Marcelino Baptista.
A touio Baibosa de Araujo Freitas.
Artbur Attico de S uza Magalhes.
Braziliano D nio da C =ta Lima.
Joaquim Claudio Pereira Junior.
Manoi 1 Antonio de Oliveira Jardim.
Julio Ciem- ntino da Cunha Catanbo.
Mauoel Targiuo Leopoldo dos Santos.
Joo Cancio da Silva.
Josino Homem B<>m de Araujo Pereira.
Julio Guilherme Haas n.
Decio Jrdo de Vasc ncellos.
Thomaz de Cantuaria Pires Ferreir.
Antonio Gmcalves Costa.
J orge Bezerra de M'-neses.
Francisco Augueto Gu'maree.
Joo de Deus e Silva.
Maria Francisca de Barros Campello.
Joanna Estellita Pereira de Lyra.
Antonia Ril.dra Campos.
Luciua Ferreir de S uza.
II riniuia Iiluininata Garcia.
Maria Pureza L^ o de L-icerdi.
Maria Nicacia du Jeaus Coelho.
Anna Francisca de Mello.
Jacintha Flora Gozende.
Amalia Florentina liosa da Silva.
Maria Th^reza Ferreir Lima.
Amalia Syncletica de Souza Barroso. ?
Beatriz Guilhermma de .Mirauda.
Hortensia Maria Corte.
Maria Amalia Ribeiro de Albuquerque.
Argentina Infanta Rioeiro Pessoa.
Thereza da Cruz Ribeiro.
J<>aiini Marcolma da Silva.
Rosa de Sant'Anna Castro.
Maria Elisa da Co*ta.
Maria Amelia do Cirmo Ramos.
Maria Amelia de Oliveira e Silva.
Maria do Carn.
Amalia Carneiro Pemv.forte.
Maria Vieira da Annunciacao Rabello.
Glyceria Jovelina da Fonseca Ventura.
Francisca de Almeida Mendes.
Lucilla Salvina dos Santos.
Margarida Rabello So., res de Araujo.
Candida Maria das Naves Sacramento.
Julia Firma Alves Camello.
Julia Herminia de Souza
Mana dos Hrizeres Cavalca.uti de Albuquerque.
Amalia Euphrazina Cavalcanti de Albuquerque.
Etdvina Elisa dos Sintos.
Secretaria da Escola Normal, 30 de Outubro de
1836.
O secretario,
A. A Gama.
Companhla de iriltao* Drbinos do
BecifV a Olln<
ASEMBLE \ GER-iL
Nao se tenilo reunido numeo sufHcicnte de ac-
cionistas p ira a reunan da assembla geral, con-
vocada par hoe, determinou o Sr. presidente que
f jsse feita a segunda convocarlo para o di 12 de
Novembrn, ao rodo dia, no escriptorio da compa-
nhia. E' sen fim :
Tomar coubecim-'iito do relatarlo da directora ;
ouvir a lei tura do ptrecer da coramisso fiscal ;
discutil-os e sobre ell'S se pronunciar, assim como
tobre o projecto de reforma dos estatutos, apresen-
tado pela cammisao ri-spectiva.^
Secundo resoluco dj Sr. presidente e de accor-
do com a le, eutraro os estatutos em di-cuseo
se estiver r- presentado doUB tercos do Capital
sendo que no caso c ntrario embora funecione a
m-eerobla geral para os outros fins ser ef ta con-
veca^o considerada como segunda convocaco
para este fin especial.
Escri itotio da com lanhia, 29 de Outubro de
1886.
O secretario,
Jos Aotauio de Almeida Cunha.
IOS
iBCasBDOBIAD 2
1:154*510
62:292*157
3:115*724
D:reitos diversos de
20 /o 80D^<, {aj>a
l .iem de 500 rs idem
liem de 100 rispor
couros
dem de 200 ris por
tonelada de navios
1 rtn de 50 rs. por
a-'queire de sal
JJem de 5/odead-
dicionaes
---------------- 63:407*881
3:176*296
36*000
515*800
1:239*800
85*220
251*079
5:304*495
Exportara
70:712
Vireitos de 3 ,, so-
bre o assocar
Idesa de 2 / sobre
ai gaio
1 iem de 8 /,, sobre
geuebra
33:799*255
4:038*717
1:663*285
DESPACHOS DE IMPORTAgO
Barca nnraeguense Aeolus entrada de Savanha,
no dia 29 de Outubro, e consignada a Pereira Car-
neiro A C. Manifestou :
Breu 2365, barricas.
Madeira de pmho 3735 pecas com 153.279 ps
aos consignatarios.
Vapor nacional Cear, entrado dos portos do sul
no da 31 de Outubro, e consignado ao Viscende
de I'-qui do Norte. M inifeston :
Carga do Rio de Janeiro
Assucar 2 barricas a V. Lima.
Chapeos 1 caixo a J. J. Samarcos urna a
Adolpho & Ferro.
Calcado 1 caixo a F. R. da Silva.
Caf 264 saceos Bailar Oliveira 4C..222 a Son
za Bi stos Amorim & C, 226 a Joaquim Ferreiri
de Carvalho dt C, 110 a Ferreir Rodrigues & C.
53 a Paiva Valente & C, 54 a Jto D Pereira de
Souza, 52 a Siqucira Ferraz & C, 50 a J. J.
Costa Pinto, 38 a Augusto Figueiredo de C.
Fumo 3 fardos e 16 volumes a ordem, um a
Leite Bastos & C, 10 a Sodr da Motta & Filho.
Fugues de ferro 11 volumes a Almeida & Soasa.
M rcadoriss diversas 19 volumes a Pereira Car-
neiro 4t C, 9 a Joc da Silva Loyo & Filho, 1 a
Jos N de Souza; 3 a Francisco Manoei da Silva
& C, 6 a ordem, 4 ao estacionario do Telegrapho.
M-dicamentos 40 caixss a F. Manoei da Silva
AC.
Panno de algodo 86 fardos a Machado & Perei-
ra, 50 a Luiz A. Siqueira, 30 a Andrade Lopes &
C-, 10 a S.lveira & C.
Roopa 1 volume a ordem.
Sola 2 volumes a ordem.
Carga da Baha
Azeite 2 barris.
Cartas 8 caixas.
(Jonservas 5 caixas.
Chapas 5 caixdes.
Usaros 13 amarrados.
Caf 50 saceos a ordem.
Charutos 1 caixo a Cramer Frey t C.
Fio de algodo 12 saceos a Juo Francisco Leite
Mercaduras 1 eaixa a ordem.
Panno de Algodo 2* fardos a Machaao < Pe-
reira, 41 a Ferreir 4 Irmo 23 a Lola A. Siquei-
ra, 10 a Rodrigues Lima &C, 6 a Goncalves Irmo
& C-, 5 a Joo Francisco Leite, 5 a orden.
Vapor nacional S. Francisco, entrado
da -Buliia e escala em 2 do corrente e con-
signado Cornpanhia Pemambucana, ma-
nifestou :
Assucar 60 saceos a Poblmann & C.
Azeite 1 brrril a Lepes Lima, 4 a A.
Alves Porto.
Algodo 99 saccas a Jos R. B. Coelho,
13 a Joo l. da Cruz.
Cordas de piassva 00 a Antonio Al-
ves Porto.
Fio de Algodo 45 saceos Domingos
Alves Matheus.
Punno de algodo 12 fardos a Crnz & C.
Queijos 1 encapado a F. B. de Andra-
de.
Piassava 141 molhos a Jos Pereira
Soares.
Barca norupgueose K^onos, entrada de
Cardiff, em 31 de outubro e consignada a
The Central Sugar Factorie, manifestou :
Carvao de pe ira 2o9 toneladas a con-
signataria.
Lugar inglez Mary Cory, entrado do
Terra Nova na mesma data e consignado
a Kaunders Brotheres & C, manifestou:
Bacalbo 2,5'- 0 barricas e 300 meias
ditas aos consignatarios.
Patacho sueco Nordhon, entrado de Li-
vorpool na mesina data e consignado *
W. W. Robilliard, manifestou :
Carvao de pedra 314 toneladas or-
dem.
)KSPA!;il()S DK KXPUKTAC&O
Em SO de Outubro de 1886
Para o exterior
Na vspor allemo Montevideo, carregar m;
Para Hambnrgo, H. Nuescb & C. 315 cauros
salgadus com 3,780 kilos e 92 saceos com 5,520
kilos de cera de carnauba; Borstelaann & C. 200
fardos com 39,426 kilos de algodo ; Pohlmann &
C. 410 coaros salgados com 5,280 kilos ; P. Stuhl-
maun 610 eouros slgalos com 7,680 kilos.
No vapor inglez Secily, carregar m :
Para Liverpool, C. P. de Lemos 20,000 kilos de
osso's, 70 fsrdos com 8,500 kilos de trapos, 3 volu-
mes com 300 ditos de zinco e cobre, 10 saceos com
2,000 ditos de sement de carrapato, 21 volumes
com 1,440 kilos de residuos de couro e algodo.
- No vapor ingles Sherbom, carregaram :
Para Liverpool, Julio & Irmo 1,000 saceos
com 75,000 kilos de assucar muscavado ; P. Car-
neiro & 3, 800 sac os com 58,400 kilos de assucar
mascavado; M. J. da Ro ha 500 saceos com
37,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca americana Ella, carregou :
Para New York, M. J. da Rocha 1.000 saceos
com 75.000 kilos de assucar mascavado.
Ne lugar noruegueose Len, carregaram :
Para Ni w-York J. S. Loyo & Filho 1,400
saceos com 105,000 kilos de assucar mascavado.
No patacho por.uguez Commercio, carrega-
ram
Para o Porto, P. Carneiro & C. 72 couros es
pichados com 504 kilos.
Para o Interior
= No --rigue nacional Marinho 8, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, J. da Silva Loyo &
Filho 1,30.1 saceos com 97,500 kilos de assucar
branco e 500 ditos de dito mascavado.
No brigue nacional Prater's, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Viuva Marques &
Cllho 400 saceos com 30,000 kilos de assucar
branco ; Barbosa 175 saceos com 13,125 kilos
Je assucar branco e 25 ditos com 1,375 ditos de
dito mascavado.
No vapor nacioual Marinho Visconde, car-
regaram :
t'ara a Babia, Amorim Irmos & C 100 barri-
cas com 9,607 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Cear. carregaram :
Para Mauos, F. A. de Azevedo 65 barricas
com 4,320 kilos de assucar branco; Amorim Ir-
mos C. 40 barris coro 3,840 litros de agur-
dente ; P. Pinto & O 45 barris e 20 pipas cam
13,920 litros desguarente ; V. deltaqui do Nor-
te 10 barris com 970 litros de agurdente e 6
barricas com 280 kilos de assucar branco ; H
Bnrle 4 C. 40 barricas com 6 522 kilos de assucar
mascavado c 50 ditas com 6,461 li2 ditos du dito
branco.
Para o Para, J. C. de Albuquerque Filbo 200
volumes com 12,748 kilos de assucar branco ; J.
M. Dias 200 barricas com 13 011 kilos de assucar
branco ; J A. da Costa Med iros 2U0 barricas com
9,105 kilos de assucar braaco ; M. Cunha 100
barricas com 8,405 kilos .le assucar branco ; M.
J. Alves 15 barricas cum 96 kilos de assucar I
brinco ; Amorim Irmos S C 25 barris com 2,400'
Lyce fe Artes e
A Imperial Sociedade da Artistas Me-
chaninos e Liberaos ne Pemarnbuco, que
tcm a seu cargo o Lyoeu de Artes e Offi-
litro? de agurdente ; V. T. Coimbra 4P0 barricas
com 31,111 kilos de assucar branco ; T. de Ase-
vedo Souza 200 bsrrica? com 13,060 kilos de assu-
car branco ; S. G. Brito 100 barricas eom 6,700
kilos de ssucar branco ; F. A. de Azevedo 200
barricas com 13,220 kilos de assricar branco; A.
R. da Cista 50 saceos com 3,750 kilos de assucar
branco e 10 barricas cm 226 ditos de dito refi-
nado.
Na barca norueguense Eleaezer, carrega-
ram :
Para o Para, V. da Silveira 70 barricas com
2,3% kilos de assucar branco e 130 ditas com
9,748 ditos de dito mascavado ; Viuva Marques &
Filho 34'J barricas com 21,774 kilos de assucar
branco ; tiritar Irmos C 20 pipas com_9,600
litros de agurdente ; A. P. Lapi t Irmo 30
piras com 14,400 litros de sgnardente.
o hiate nacional Camelia, carregaram :
Para o Natal, P. Alves & C. 18 barricas com
1,087 kilos de assucar mascavado e 47 volames
cam 2,600 ditos de dito refinado ; Fernandes 4
Irmo 100 saceos com iariaha d : mandioca.
No hiate nacional Aurora, carregou:
Para Mossor, Porfirio de Vasconcellos 8 barri-
cas com 780 kilos de assucar branco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 31 de Outubro
Rio de Janeiro por escala S dias, vsper
nacional Cear de 1,999 toneladas,
com mandante Guilherme Pocbeco, equi-
pagera 60, carga varios gneros; ao
Visconde do Itaqui do Norte.
Liverpool por escala22 dias, vapor in-
glez Scidptor, de 893 toneladas, com-
mandante James Woodcock, equipagera
26, carga varios gneros; ordera.
Cardiff 61 dias, barca norueguense Kro-
not, de 354 toneladas, capitSo J. Ben-
sen, equipagem 10, carra carvSo de pe-
dra ; Company Sugar Factoris.
Memel 93 dias, barga norueguense Erato,
He 233 toneladas, capit2o A. Salvesen,
equipagem 9, carga madeira de pinbo;
ordem.
Navios sonidos no mesmo dia
Rio Grando do Sul -Brigue nacional Ma
rinho VIH, cspitSo Antonio Falcao,
carga asBUChr.
Rio Grande do Sul-Brigue nacional Pra
zeres, capitSo Jolo R. dos Sanios, carga
assucar.
Navios entrados no dia 1
Londres 47 dias, barca ingleza J. B. D.,
de 400 toneladas, capitSo Charls Da-
guell, equipagem 10, carga sulipas de
cios. no intuito de ilustrar as classes arts-
ticas e manufac.tureiras, mantm como j
bem condecido em seu palacete no Cam-
po das Prini-ez.'S, aulas de diversas linguss
e sciencias, as qu.es, funcionara em todos
os disB uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito nnntu; ella urca
pequea o modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, .ugraeuta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
gi-r-l diariamente, as mesm.s horas cima.
Assim, p'S, cora o mui applaudido in-
tento de t -mar bem couhecido o progres-
so das artes e offi ios entre nos a perfei-
cSo e utilidade de seus productos, fazer
condecido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabeleciinentos, afm de
facilitar a sahida e o cons mo d-lles, pro-
rao ve ella tolos es annos para o dia de seu
anni^ersario, segundo dispSe o | 6o. do
art. 2." dos seus estatutos, urna exposicao
dos trabalhos d'artes officios e manufactu-
ras. E' para a consecucSo de tilo aper-
feicoado quao vanfcjoso fim, que a directo-
ra da sociedade vera pelo presente, soli-
citar de todas aquellas peasoas que pos-
buera por pergarainho o trabalbo, sua efi-
caz con urrcDcia Exposicao que, em 21
de Novembro deste anno se efectuar em
sua sede, Lyeeu de Artes e Officios.
Cumpre tambera a ella fazer conhecedo-
res o Ilustre senhores e senhoras, que
a quizer>;m honrar com seus productos, os
seus dircitos e
Deveres
1. Deverao at 15 do dito mez envia-
rem as amostras de seuj vendaveis pro-
ductos para o dito Ly<-eu.
2. E'i todos os obj*cto8devero acom-
panhar o nome no autor, ou proprietario
ilos raes nos.
3. -Ser mpresoindiv! em todo e qual-
qur obj^cto a declaracao do pr^yo, e la-
^ar d>- su- fabrica ou deposito.
4. Que os obj" 'tos para a Expos divem ser tal qual os costuma fazer e
vi-.nder.
Direito
Art. 8o do r gulmi-nto da Exposicao
Artistii-o-Industri.il :
Somante aos exp nitores permittico
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantas s seus pro-i u tos
A directora conoca de qu o oito se es-
forgarSo p -.ra o faustaso 1 sultado deste
'ertan.cn to pro/eitoso e lisongeiro a to-
das ..s classes in ustu-s, aotecipa seas
devidos gradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mechani-os e Liberaes, em 18 e
Setembro de 18*6.
Jos Castor de A. Souza,
1" secret-irio.
Obras do porto
O Illm. Sr. eng'-nheiro director manda fa^er
seiente a quem intereeBar poBsa, qu- esta reparli-
co passou, de h"je em di-inte. a funeci nar do
predio n. 59, rna nova de Santa Kita.
Repartico das obras da ooneei vaco dos portas
de Pemarnbuco, 30 de Outubrc de 1886.
O escriptu'ario,
Manoei Duarte Pereira.
T
COSTHA IOI.
Nortb Brilish & Uercantile
CAPITAL
:OOO.OOo de libras stcrlinas
A O EN I ES
Adoinsoii Howie &C.
CONTRA FOGO
Fhe Liverpool & London & Glob
INSURK4\E COMPAQ
irs & C.
i.ontlou and BrasIIian Ba
Limited
Ra do Commercb n. 32
-vacca por todos os vapore* sobre as ca
s.c do mesmo anco em Portugal, sendo
m Lisboa, roa dos Capellistas n 75 N-
Porto, roa dos Inglezes.
madeira; a Estrada de Ferro de 3.
Francisco.
Haroburgo 63 dias, patacho alleroSo An-
tlope, de 170 toneladas, capitao I.
Petens, equipagem 7, carga varios g-
neros; a H. Kursch & C.
Suderhara (Suecia)90 dias, brigue sueco
Dygve, de 240 toneladas, capitSo Th.
Torrsberg, equipagem 10, carga madeira
de pinho; a H. Lundgrim d C.
Rio de Janeiro 46 dias, lugar americano
laylor Bickson, de 570 toneladas, ca-
pit2o H. B. Lske, equipagem 7,Jem las-
tro ; a Robiliard & 0.
Terra-Nova56 dias, lugar inglez May
Cory, de 162 toneladas, capitSo Josepk
Gass, carga bacalbo; Saunders Bro-
thers & C.
Navio sahido no mesmo dia
Manos por escala Vapor nacional Cear,
commandante Guilherme Pacheco, carga
varios gneros
Navios entrados no dia 2
Liverpool57 dias, patacho sueco Nord-
bon, de 212 toneladas, capitSo E. G.
Byorkaiao, equipagem 8, carga carvao
de pedra; Companhia de Gaz.
Babia per escala7 dias, vapor nacional
S. Francisco, de 382 toneladas, com-
mandante Joaquim da Silva Pereira,
equipagem 30, carga varios gneros ; a
Companhia Pernambuca.
Navio sahido no mesmo dia
Santa-CatharinaCorveta nacional Almi-
rante Barroso de 2,000 toneladas, com-
mandante capitSo de fragata Luiz Felip-
pe Sildanha da Gama.
VAPORES ESPERADO."
ViUe de Bahia do sul boje
Senegal da Europa aman m
Espirito Santo do norte amanb
Principe do Grao
Para da Bahia amarina
Ville de Maranho do Havre a 5
Bahia do sul a 7
Cotopaxi do sul a 8
Mowdego Delambre da Europa de Liverpool a 10 a 12
Trtnt do sul a 14
Paranagu de Hamburgo a 15
Advance de New-Port-Ncws a 19
Tagus da Europa a 24
Orenoque La Plata do sul do sul a 25 a 29


rV.
,
!,-.
I
1
)



Diario de PernambueoHuarta-fcira 3 de Novembro de lSSft
i
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^""^
N. 7
AGENTE
flipel Jos Alves
RA DO BOM JESS -N.
Searuroa niariilsauyi e ItrrwlWi
Nebes ultimo a umca coaptnhia anta prac*
que concede aos Srs. scgnradi iseeipvlo de paga
ment de premio em cada stimo son, o oca
equivale ao d<">mto de ccrco^di 15 por cento em
avor dos segurados.
" SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhla Phenlx Per-
oambncana
-Ruado Commercio n. 8
(JOMPANHIA
DE
KKUI'KON CONTRA KM.O
EST: 1803
Edificios e mercadura*
Taxas boiras
Prompto pagamento de prejuizot
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
N. **Ra do CommercioN. 5
IplDOi
Companhta de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estaiielcida em t ...
CAPITAL 1,000:000$
SINISTR03 PAGOS
At 31 de dezeiubro de I8S-1
Harilinios..... 1,110:0008000
Terrestres,.- 3.6:000$00
4i-Hnado Commerelo
comiamii\ : Sl(.l mis
MMtTIIEKX
de LOndre* e 4berdeeu
Potica flnanrelra (Oeiembro IHS5)
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraran as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pfo-
priedade da m e s m a
Companhia.
THEATRO
DE
VARIEDADES
COMPANHIA LYBICO-CMICA DE OPERE-
TAS FRANCEZAS
Regento de orvhestra : da Mirecky
Eosaiador: Garcon
aHcajrs
Quarta-feira 3 de Novembro
V 1 i[l da iioilc
7 FUNCCAO
1' parte
Ouvertare pela orchestra
LE BEA PARS
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accumulados 3.134,34j
Becelta annualt
Di premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
Jo n // BoxteeU
RA (OHIIPIII)IKII) M. 2 1 MI (H
Opereta em l acto, execulada por Mr. Garcon
MI le. S tai n vil le
et
Ouvertura pela orchestra
POIVR1BUS, canconeta. Mlle. Bbndine.
LONDERIKETTE, cancao, por Mr. Asas.
MLLE. POMPETTE, canconeta por Mlle.
EMPREZA D GAZ
Pede-se aos Senho
res consuraraidopes que
queiram fazer qualquer
comunicaco ou recla-
inaeao, seja esta eita no
escriptorio desta empie-
za ra do mperador n
29, onde tarabem se re-
ceber? qualquer conla
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ns Carvalho.
Durante a auzeneia
doabaixoassigiiado na
Europa todos o s recibos
dessa empreza deve-
roserpassados em til-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
George Windsor,
Companhia de EiJiieaces
O escriptorio desta
companhia acha-se in-
stallado na prac,a da
Concordia n. 9,conser-
vando-se aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
trucQoes e reconstruc-
goes.
Recebe-se informa-
ges acerca de terre-
2.
3.
Leo.
4. LA FETE DES ROSES, romance por Mr.
Hoven.
6. LE GRAIN DE BEAUTE D'AGLAE. can- i
coneta por MI le. Mesage*
6. AVEC C\, tyroleza por Mr. Vateie.
3* parte
Ouvertura pela orchestra
7. LE PR AUX CLEROS, do por Mlle, Val-
dy e Mr. Hoen.
8. TROP SENSIBLE, canconeta por Mr. Va-
lere.
9. LA F1LLE A MAMAN THOMAS, por Mlle.
Leo.
11, LA FARANDOLE, romance por Mr Hoven.
11. O.UAND JE VOIS DES SOLDATS can-
loneta por Mlle. Lesage.
31 parte
Ouvertura pela orchestra
lARf-ElRS REUNS
Companhia Francesa de navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambueo, Baha, Rio de Janeiro e
Santoa
ste amer Ville de Baha
Espera-se dos nortos do
sul at o dia 3 de Novem "oro
seguindo depois da indis
ponsavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem ezcellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens pdenlo ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e pnes.igeiros para
os quaes tem ezcellentes accommodacoes.
SteBier Filie fle MaraiMo
E' esperado da Europa
ni dia 5 i Novembro, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a na -
rila. Rio ele Janeiro
e Manto.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p -loe
vapores desta Iinha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng;.
quer rectamaco concernente a volumes, quj po-
ventura tenham seguido para os portos do sul,afiui
de se podercm dar a tempo a* providencias necea-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nlo se
reeponsabilisa por extravos.
lecebe carga, encommendas e passageiros par I
os quaes tem excedentes aceomodacoes.
Angosto F. de Ofiveira&t,
42 -RA DO COMMEROIO -42
Itpawlila Ura.vlleira de Jare-
acoa Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JocLo Mana Pessoa
E' esperado dos rtos do
norte at o dia de 5 Novem-
bro e depois da demora n-
' dispensavel, seguir para
.08 f-tOS do SUl.
Recebe tambem carga para Santa Gatharina,
Grande d) Su!, Pelotas e Porto Alegre,frete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
ratase na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9.
Leilao
Da armaco gneros e ntencilios existentes na
taverna sita a ra de D. Mari Cenar n. 39, es-
quina do Becco Largo.
Quinta felra, 4 do eorrente
A'11 horas
O agente Gusino, ut. ruado far leilao por
conia e risco de qu<"m pertencer. da armaclo, g-
neros e uteaeilioa da taverna cima mencio-
nada.
Fm lotea a vontade dos Srs. compradores.
1UK
S
).|800
B00
Lu o
De fazendas, miudezas, movis, um i esto de mu
sicas para piano e diversidade de objectos, no
srmaz Agente Brito
Quinta felra, 4 do correte
s 10 lfi horas
Leilao
jardas aj4500, 5*, SS at
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas branets e cruas, de l at
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lenooes, toalhas e
croulas, vara 4f K) rs. e
Cern'na da mesma, muito bem fetas,
al|i0Oe
Colletiuhos r'a mesina
Bramante fraoces de algodao, muito en-
corpada, com 10 palmos de largura,
n itf i
Dito de linbo inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*501) e
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drdes delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratissimas, na co^hecida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Ferreiros
1*6(>
80C
1/2
28(X.
1J801!
40u
20
Algodo entestado pa-
Da arraagSo, gneros, 1 cofre inglez pro-
va de fogo e mais utencilios da taverna
sita ra do Peixe Frito, ou travessa
do Queimado n. 1.
A's 11 horas
O agente Burlamaqui, por mandado e assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. Jais de Direito da Provedo
ra de Capillas e Residuos a r< querimi-nto do tes-
tamenteiro e inventariante do espolio de Manoel
Araujo GuimaiSes, levar a leilao o que cima
flea dito, em um t lote ou a vontade dus compra-
dores.
Leilao
(OHIMMIM
SUCA KA
PE ttMA
DE
Navegaeo Costelra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear e Acarahu
De fizendas limpns e variadas
Sexta felra, 5 de Novembro
A's 11 horas
O agente Pinto, levar a leilao por couta e ris-
co de quem pertencer nao s um fardo com algo-
[ do trancado, como tambem outras fazendas es-
I trangeirxs, limpas e variadas, existentes no es-
I criptorio da ra do Bom-Jess n. 43.
Agente Burlamaqui
Leilao
Da armajao, lustre, pesos, medidas, ba-
lanca e mais utensilios, e gneros todos
de boa qualidade, que se vndenlo a re-
talho
Sextafelra, & do correte
A's 10 1/2 horas
No estabelecimento a ra Imperial n. 279.
Garante-se a chave do mesmo estabel) eimento,
visto a mesina casa ter bastantes commodos para
familia e ter agua encanada.
Leilao
De
ea-
LA CORDE SENSIBLE
VAUDEVILLE opereta esecotado por M. M.
Valere e Garcou e Miles. Stainville e Lesage.
PREQOS
Camarotes com 5 entradas 10000
Cadeiras e galeras 2000
Plateas numeradas lO
Entrada gcral no jardim (theatro aberto) 1-30J
Os bilhetes desde j d venda em casa de Char-
les Pluym & C na rus do Commercio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 horas da tarde na bilhetaria
do theatro.
O espectculo terininindo s 10 horas e 45 mi-
nutos da noite, haver bonds para todas as linhas.
0 vapor Ipojuca
bons mu vela, louca. vidroa e
pelboti
Sendo urna mobilia de junco com pouco uso, ten-
do 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas de braco, 2
ditas de bataneo, 1 sof e 2 conso'os com pedra.
Segu no dia 5 de j 2 quadros, espelhos para consolos, 1 cama irance-
Novembro, s 5 horss za de amarello, 1 toilet, 1 lavatorio, 1 c&bide de
da tarde. Recebe > columna, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 com-
carga at o dia 1. moda de dito, 1 marquezo largo, 1 dito estreito, 1
; berco, 1 marquesa de amarello, 12 cadeiras de
Encommendas passagens e dinheiros afrete at junco, 1 cadeira de parafuso, 1 dita e 1 espregui-
3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemamueana
_______ n. 12_________________
COJ
MARTIMOS
CO l'AMIll. E* MEKM.lhK
RIEM 11 lltl I lilis
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Eu-
ropa no dk 4 de
No vembro seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Lembru-se sos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que s se attender as reclamacoes por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidaa na occa-
siao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dmheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4oguSle Lab He
9 RA DO COMMERCIO9
IVWlll Pi;H\tHSltt\4
DE
.\avegaeo costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Mossor
VIAGEM EXTRAORDINARIA
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 4 de
Novembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 4.
Encommendas, passagens!e dinheirsfrete at
s 3 horas da tarde do dia 4.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Parnambucana
n. 12
cadeira.
Urna mesa elstica de 4 taboas, 2 apparadores
entalhados, 2 ditos de columna, 12 cadeiras de
pao-carga, 1 qu&rtinheiro, 1 marquesa, louca de
jjantar, copos, licoreiro, galheteiro, compoteiras,
' fructeiras de vidro e outros muitoa movis.
Sexta-feira 5 do eorrente
AS 11 HORAS
'No 2 anlar do sobrr.do n. 58 da ra do
Rangel
0_ agente Martina far leilao por ordem de urna
. familia que se retirou desta provincia, dos movis
i existentes em dito sobrado, os quaes tiveram mui-
| to pouco uso, e serio vendidos ao correr do mar
! tello.
ra len^ocs
A OOo ra. e ifooo o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
:i>diio para len^oes de um s panno, com 9 pal-
s de i.'ircuraa 900 rs., e dito eim 10 palmos a
00 o metro, assim coma dito trancado para
mal has de mesa, com 9 palmos ne largura a 1200
i> otro, lato na leja de Alheiro & C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, 14800 e 2* o eovado
A beiro & C, ra da Imperatris n. 40, veo
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pechincha : na foja da esquina do bec-
co de s Ferreiros.
Ivspartllhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5/000, assim como um sortimeuto de roupai
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
lio becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 34 o eovado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sor ti ment de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padrdes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato precc
de 2*800 e 35 o eovado ; assim como se enearre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
30", sendo de paletot saceo, e 35* de fraque,
grande pechmcha ; na loja dos barateiros da Bou
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 32U rs. o eovado
Os barateiros.da Boa*Vista vendem urna grande
porejo de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 32C
rs. o eovado, grande pechincha ; na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Hordados a lOO ra. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
squina do becco dos Ferreiros.
Tendea toce on otTrela do pello 1
Usai o melhor remedio, que o PEITORAL
DE CAMBARA', e veris como vosso soffrimento
desspparece Vende-so na drogara dos nicos
agentes e depositarios geraes na provincia, Fran-
cisco Manoel da Silva Se. G, ma do Marqnez de
Olinda n. 23.
Novas ias.nhas
A 380 e 400 res o eovado
Acabam de chegar para a loja da ra da Im-
peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
sinbas de cores para vestidos, sendo fazenda de
inuita phantasia, com cores claras e escuras, e li-
quidam-se a 320 e 400 res o eovado, por ha ver
grande porco na loja de Pereira da Silva.
AVISOS DIVERSOS
PaciGc Sieam Xavlgalion Companv
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
Paquete Dctopaxi
Espera-se dos portos do
sul at o dia 8 de No-
vembro seguindo pa-
-ra a Europa depois da
kdemora do costume.
s-mi ,

Este paquete e os que do; a
em diante seguiren) tocar em
riyinoulli, o que facilitar che-
garem os passageiros com mal
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tractn se com os
AGENTES
Wilson Sons dk C, Limited
i 14_ RA DO COMMERCIO -N U
Coipanhla Kahiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E
esperado dos
ma ate o dia
Para
frete
iop aei
5 de .NoVHmbrn
e regreasar ara os mes-
mos, depois da demora do eos
turne.
atga, passagens, encommeiida e cinlu-n .
racta-ge na gencia
7- imi do Viqart
Domiqg s Alves Na heus
CaPa.iaiA CKIllllfHIt-IA
DE
%avegaeio Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra ds
Imperatris n. 56.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com ezcellentes accommo-
dacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstonc,
ra do Commercio n. 10.
Aluga-se a casa terrea n 21 a ra de S.
Francisco ; a tratar na ra do Imperador n. 31,
armazem do gai.
Aluga-se a casa da ra do Pilar n 37, com
I 6 quart'e, 4 salas, cosinha e apparelho fra, re-
construida, caiada e pintada de novo ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
j Aluga-se um escravo pgra copeiro e tolo o
mais servico de casa de familia, ercriptorio ou ou-
j tro qualquer estabelecimento, garantndo se_ sua
conducta ; a trtar na ra de S. Jorge n. 115, 1-
Aos 100:000S000
Segu no dia 6 de
Novembro, pelas 5 no- andar.
ras da manh. I -:----------; .---------------------T
Precisa-se de urna cosinbeira para casa de
familia : a tratar na ra do Baro da Victoria
Recebe carga at o
da 5.
dinheiro a frete at
n. 39, loja.
Encommendas, passag
as 3 horas da tarde do dia da partida. Aluga se o 1' andar do soorado n. 43 -i ra
ESCRDPTORIO j da Aurora : a tratar om o Sr. Negreiros, ra
Com da Companhia re mamn ;dc iperador n. 24._________________
Cana n. Aluga-se aleja e o sjbrado da tratessado
Livrameoto n. 10; na ra do Apolo u. 4, so-
tnned Slates i Brasil Miit S. 8.1 "-?.
_^ Aluga-se o andar e sotao da casa n. (O
O vapor Advanee
Espera-se de New-Port-
Newa. at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8 RA DO CUMMJ^KClO N. 8.
1' andar
Para o Para
Seguir dentro de poucos di*s, por ter grande
psrte do carregamenfo prompto para esse porto, a
barca aorueguense de Ia classe denominada Ebe-
nezer.
Para o resto da crga engaja-se desde j, com
o seu consignatario, ao larg.i do Corro Sanio
n. 9.
Porto-Alegre
Segu com brevi-l-de pira o porto cima a es-
cudb nacional Martelta ; phra o resto da carga
qnelhe falla, tatf-*< na ruu do Mrquez de
Olinda n. 4.
LE
Leilao
De 2 co modas niv di amanQo, 1 dita de
j*?aranda masf1yi dunas'i inoesaa, aparad^r-s,
mesas, gi> goarda-loDoa, camxs de
ferro com las! mv e pnlhinha, espelhxs,
jarros, qu^dr is, hadas oc lee^S s ') chr mos, miu-
dezii.-. fachadas >' multes Otrl >-rtig.s.
Snarin felrn 3 do \o\imhio
11 huras
No armase M irqnei De Oliuda n, 19
1> r in'-'iv ncao d>> g nte
Gusino
ra de B. Francisco, o qual muito fresco por ter
janellas no oitao ; a-tratar n escriptorio ao caes
di Companhia Pernambucana n. 6.
Aluga se a metade da casa n. 99 ra do
Visconde de Goyanna, antiga do Cotovcllo, por
8*000 mensaes ; querj a pretender dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
Ponto* de arllbtnellca, segundo o
novo programma do governo. Vende-so nss livra-
rias: Franceza, Econmica, Parisiense, Flumi-
nens e na encadernsco Commercial.
Prccisa-se de um criado para vender tabo-
leiro e fazer mais servicos de casa : na rus ds
Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa se de urna ama : na ra do Aragao
numero 14.
Alugvse a casa darui da Conceieo n. 2-Aj
na Torre ; a chave est cm mi do Sr. Manoc
Elias, na mesma ra.
Precisa-sti saber noticias e informacoes so-
bre Francisco Peres, francez, nascido no departa-
mento dos Baizos Pyren-us, com cerca de 35 an-
uos de idade, o qual veio para esta provincia ha
aleuns annos, e consta que daqui seguio para a
Parubyba Agradece-se quaesquer informacoes
daius no escriptorio de Maia & Rezende, ra do
Commercio n. 38, 1 andar, entrada nela ma do
Torres.
Aluga se urna casa na estrada de Luis do
Reg u 9 B, com 3 quartos, 2 salas, eosinha fora ;
a tratar na casa n. 11.
Precisa-se
deum caixeiro com pratica re molhados, de 12
14 annos ; na ra de Hortas n. 91.
Fazendas brancas
SO' AO NUMESO
to -- ra da Imperatriz = 4o
Loja dos barateiros
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaizo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodoPaca i de Igodozinho com 20
jardas, pelo" barato preco de 3*800,
4f, 4*o0, 4*,..0, 5f, 5*500 e CfSO
MadapoloPecas de madapolo com 24
16-E.ua do Cabug-16
O abaizo assignadn venden nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so-
guiotes: 1 dezerja na sorte da centena do 1*
premio n. 6831,a 6840,1 dezena na centena
do 2o premio n. 10061 a 10070 e o n.
23555 com 5000 da 7 parte da 8* lotera.
Convida-se aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algam.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 8a pirte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quinta feira 4 de Novembro.
Presos
1 Vigsimo 10000
Sendo quantldade superior
a 10 0:000
A dezena 9000
Joaquim Pires 3a Silva-
Este remedio precioso tem gozado da acceft
{o publica durante cincoenta e sete annos. com-
ecando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca forao lo exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
oflerece a melhor prova da sua efficacia maravil-
losa.
Na hesitamos a dizer que nao tem deixado
am caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adultos, que se achr.rao amic
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
ttestacdes de mdicos cm favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por estn
remedio, tem apparecido varias falsificasdes, de
ene que deve o comprador ter muito cuidado,
ando o nome inteiro, que devia ser
erifflCueB..FAHHESTOCK
As sombras lgubres das casuarinas junto se
tmulo de O. doanna B. Crrela Oaedea,
o prototypo das esposas o coracilo^hilantropico para
sua familia a m> bem fazeja ao nessitado, coin-
rartilbando do sentimento profundo que comprime
o corncao do desolado esposo o coronel Antn o
Guedes Goneim e sua familia deita urna lagrima
de saudade.
Recife, 2 de Novembro de 1886.
F. Chateaubriand.
8A DO
Os proprietarios es-
tao preparados para
supprirem coke por
pre^o moderado, en-
tregan do-se em saceos
ras casas, ou de ou-
tra qualquer maneira.
Para combustivel
quente e de pouca fu-
maba, nenhuma outra
substancia solida pode
ser comparada com o
coke em economa, ef-
ficiencia e limpeza.
Tambem alcatro
{Tur) em latas ou-bar-
ris, que de muito va-
lor, especialmente nos
clinia* quentes para
pr^serva^o dp ferro,
da pedra, fijlos/ la-
drilhos, asphaltos ou
para effeitos antispti-
cos.
Para destruic,o das
sainas, formigas^ nao
ha preparado igual a
agua de amonio, a
qual perfeitamente
benfica e grandemen-
te estimulante rege-
ta^o, o amonio sup-
pre um dos elementos
mais ertilisantes,
Ser supprido etn
latas oubarris por pre-
cos reduzidos.
Qualquer informa-
gao de presos e par-
ticalaridades sero ob-
tidas na Fabrica do
Gaz ou no escriptorio
ra do Imperador n.
29, ou poderao tam-
bem ser dadas pelos
nmeros telephonicos
39 e 40.___________
neis p curamr
Sem dicta esem luodifi- '
caf es de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde ;do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
EspeciGcos preparadas pelo pliar
maceuco Engenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da CSrte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
' Elixir de imbirbina
_ Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes difficies.
Vnho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hj poemia
intertropical, rtconstitue os hydropicos e enh-
neos.
Xarope de flor de arueira e raut.imba
Muito recommtndado na bronchite, na hemop-
tyse e as toases agudas ou chronicas.
Oleo do testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas oro a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurub< rugirjus' pr^p^irados em vinho de caj
EfRcazes as iiiflammacdes do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Appiieado as convalescencas das parturientas
urtico antefebril.
Depe8i'to : Francisco Manoel da Sriva & G.
Francisco Manoel da Silva k.
RA MRQUEZ DE OLINDA-23
NA EXPOSICAO UNIVERS
VINHO de CATILLON
de GLYCERINA e QUINA
0 mais polcroio tnico reconstuinle prweripto ..
nos caio. do Dores "estomago. Langor, Anemia B
Oiabetis, ConsumppSo, i ebr ?s,
Convalescenca, Bezultados dos pa: tos, etc. "
O mesmo vinho com fe ro. VINHP FERnUGINOSO D
CATILLON regenerador por eicellencia ilo sangne pobre |
desrorado. Este rinho fai tolerar o ferro por todos
" os estomago e nao occasiona prisao de vcnlrs.
PAKIS, 23. rut StUil-Vtrctnl de-Put. Em PtnumbuCo:
Franc0-" M.daSilvaeC",cn3priDcirffi i'hwniaca.
tJNICO^VINO QUINADO QUE OBTEVE ESTA
1
1 HfGIVf
f
.



.






6
Diario de Per Bambucoguara- feira 3 de Novembro de 1886
/
4f>
Ai*/.4
f
pe
toral Cerei.
de Ayer Jq
(Ayers Cherryftcteral)
?AMAr(B\DC CCNSTMfUCS,
r0SSEj\STHMA.BR0?iCHI7T;.
Coqueluche ouTosse Convulsiva
Tsica Pulmonar.
Rcjri> ft!o Dt.'.CA>U*CIU*rt;.llmh
Alujase
predio n. 140 roa Imperial, proprio para es-
.belecimeto fabril: a tratar na rua do Uommtr-
Alaga se barato
Rua do Bom Jess n. 47, 1 andar.
Roa de Lomas Valentinas i. 4, com soto.
Largo do Mercado n. 17, l ja com agua.
As casasda roa do Corone' Suassun n. 141
Rua da Baixa Vrj di- n. f, sitio cem vveiro.
Trata-se na rua do Commercio n. 5, 1 andar
i seriptorio de Silva (Juimures & C.
Rua Viscondu de Goyanna N. 79
Alnga-se
cata ni i ni L;mbianca do Gomes, em Santo
Amaro, tem ngun : u tratar na rus da Imperatriz
a. 32, 1. andar.
Alug
a-se
urna casa terrea com 2 salas, 4 quarto?, eosinha
fia, quintal murado e cacimba, rua do Hospi-
cio n. 70 : a tratar na mesma n. 81.
Aluguel barato
Aluga-se o importante 1 andar roa da Roda
n. 17, c.m muito bons commodos : a tratar no
largo do Mercado n. 12.
Ama
Precisa-se de urna ama para eogominar e cos-
turar perfeitamente ; a tratar na rua de Riachue-
lo n. 57, portilo de ferro.
Ama
Precisa-se ie urna perfeita cosinbeira ; a tratar
na roa do Cabugn. 14, sala da frente, de meio
dia s 2 da tarde.
Precisa-se de um:i ama para cosinhar, qne seja
perita e que durma em casa do patrio : na rua
de Riachuello n. 57, porto de ferro.
Ama
Precisa- se de nina ama para lavar e engom-
mar : na ni i do Padre Floriano n. 41, taverna.
Ama
Precisase de ubbii ama para cosinhar para duas
pessoas ; a tratar na rua larga do Rosario nume-
ro 13.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engomme
alguma coasa, para casa de poue familia ; na
roa do Viscende de Albuquerque n. 24.
Ama
Precisa-se de urna ama de meia idade : na rua
da Aurora n. 137.
Ama
F Precisa-se do urna ama para cosinhar e engom-
mr ; na rua da Detencilo n. 19, casa de azulejo.
Ama
Na praca do Conde d'Eu d. i, 2- andar, pre-
cisa-so de urna cosinbeira de boa conducta.
Ama de leite
Offerece-se urna ama de leite, com muifa abun-
dancia de leite ; a tratar na rua do Coronel Suas-
suna n. 18.
Ama
Precisa-se de orna ama qne compre e cosinbe,
para casa de pouca familia ; na rua Nova n. 15,
segundo andar.
Ama
Precisa-se de urna para lavar e engommar: na
roa das ernzes n. 14, 1" andar.
Hnito taca
AInga-se muito barato a casa n. 37 roa do
General Sera, antiga do Jasmim, est muito lim-
pa e muito fresca : a tratar junto.
c
Compra-s duas carrosas para conducao de as-
8u:ar : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 17,
i- andar.
Parteira
A abaixo assignada declara s pessois de seu
conhecimento que mudou s- da rua do Arago n.
24 para a mesma rua n 32, onde pode ser procu-
rada para o acto de sua profiasao a qualquer hora.
Mara Lina de C. e Silva.
Attenao
Compra se urna escrava engommadeira perita e
sadia, ou aluga-se urna ama para o mesmo mister :
a tratar na ruar da Imperatriz n. 11, primeiro
andar.
Ivlz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MAET1NS* BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELEPHONICO : r." 33
Agua florida. Extrahida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, exceda
a tudo que oeste genero tem apparecido de
mais celebre.
Tnico amencano.E' a primeira das
preparares para a icnservayo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que embrarjquecam e tem a grande
vantagem do tornar livres de habitantes as
cabecasdos que os usam.
Oleo vegetal Composto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excellente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica las gen-
gives e faz desapparecer o roo hlito.
Vende-se as principaes casas dsta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes rua
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33_____________
Tricofero de Barry
Garntese qne faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha o a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranquo-
cer, e infallivolmente o
torna espesso, ruado, lus-
troso e abundante.
//jUUte'"
Agua Florida de Bany
Preparada segunda a formula
original usnda pelo inventor era
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaco official de
nm Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia qne qualquer outrn
ediirnodobrodotempo. E' muito
mais rica, suave o deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
niaia permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no bnnho e no quarto do
doente. E' especifico contra n
I frouxidao e debilidade. Cura as
doren de cabeca, os cansacos e os
I de.-;ruaios.
Xarope Je Yia ie Renter No. 2.
AXTEJ DB VSAIr-O. DEPOtS DE tJSAI^-ft.
Cura positiva o radical de todas as formasde
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AfTeccfes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo oom perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Bins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangra
e restaura e renova o systema inteiro. ^
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas e para a cura das moles-
as da palle de todas as especies
4 em todos os periodos.
AthufaO
Aluga-se em urna casa de familia, um quarto a
alguna aenhora viuva ou soiteira, que aem de
conducta moratisada ; trata ce aa rua do Mar-
que do Herval n. 182.
triado
Precisa se
conducta : ai
de um criado, dando fiador a
roa da Imperatriz a. 1.
sua
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Madamoiselle Cotinha
Anda contina na rua do Imperador n. 55, 2
andar, onde suas amigas e treguezas podem eu-
contral-a jara comprar lhe os trabalbos, qne como
modista desempenha, cuno sejam, toilettes e pen-
teados de todo gosto. de accordo com os figurinos
modernos
Casa para alagar
Aluga-se 2- andar do sobrado rua Primeiro
de Marco n. 12 ; trata-sena loja.
Bazar de passaros
Rua do Bom Jess n. tH
Neste estabelecimeotoencoutra se sempre gran-
de sortimento de especiar* paisaros e guilas,
nacionaes e estrangeiras, frucm de diversas qua-
lidades, balainhos para ainhos de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, tr*balho muito
aperfeicoado, a saborosa pimenta em conserva em
lindos fra-qumhos viudos da America, pelo barato
preco de l rs. cada nm, e outros muitos gne-
ros, que se tornam enfadonho mencionar, tudo por
precos mdicos.
Mande e vigor
PARA TODOS QUE FIZEREM UZO DAS PILU-
LAS ANTI-DY8PEPTICA8 K REGULADORAS
DO VENTRE.
Preparada por Bartholomeu &. C*.
Esta pilulas, cuja formula nos foi con-
fiada pelo distincto clnico desta cidade, o
Illm. Sr. Dr. Carneiro da Cunba, sSo ap-
plicadas com o melbor xito contra a frs-
queza do estomago, priso de ventre, en-
gorgitaraento do figado e bajo, anemia,
tonteiras hemorrhoidaes, etc. eta. Ellas
nao causara o menor veanse ou dor no
estomago, prodazindo sua accSo operativa
branda e suavemente.
Nao prostam as forjas, nem abatem o
espirito, antes pelo contrario dao alent,
desenvolvem .> apetite, dio roaior vigor e
r.'Stituem aos doentes suas primitivas for-
jas, concorreodo assim para o completo
restabelecimento da saude.
DII'OMIO
EM SUA PHARMACIA
BA LABOA DO E08ABIO N. 34.
KANANGAdoJAPAO
RIGAUD y C, Perfumistas
PARS 8, Rae Vivienne, 8, PARS
(A (Aglia de 0nng, a locao a mais refrige-
rante, a que mais vigor d pelle, e que mais branquea
cutis, perfumando-a delicatamente.
1 perfume para o lenco.
OleO de Knllga, thesouro dos cabellos que abril-
hanta, faz crescer e impede de cair.
SbOnte de Kndng, 0 mais agradavel e macio,
conserva cutis sua nacarada transparencia.
IpOS de (Knllg, branqueao a tez dando-lhe elegante
cor mate e a preservao de sardas.
Dtptito nos principaes Perfumaras
Kxccl lento morada na
Torre
Aluga-se urna casa com commodos sufScientes
para familia numerosa, com grande sitio e jardim,
muito fresca e alegre, a msrgem do rio, em cojo
portao termina a linha dos bonds, fundo na mar
gem oppos;a do rio, a estacao da Torre, da com-
panhia dos trilhos urbanos do Recite Caxaog :
a tratar a Recite, rua do Conmercio n. 46, pa-
vimento terreo
Cochelra da rua da Imperatriz
u 9
TELEPHONE N. 189
O abaixo assignado avisa aos seus amigos, fre-
guezes a ao publico em geral que o Sr. Delfino de
Azevedo Villarouca despedia-se da administracao
de sua c cheira, rua Ja Imperatriz n. 2, desde
o dia 9 do correntc, tendo prestado todas as contas,
ficando a mesma sendo administrada pelo Sr. An-
tonio Joaquim Moreira, a carge de quem se acha
tambem a cobranca; espera .pois, merecer a mes-
ma confianca dos seus fregueses.
Recife, 18 de Outubro de 1886.
Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Criado copeiro
Precisa-se de um de
14 a 16 annos, na rua
de Riachuelo n. 17.
m*m**>*T T T T T 111 T T f 11
MORSONs PEPSINA
Remedio Intaiiive e agraflaTel
PARA COBBATTfcR A M
INDIGESTAO
Sob a forma de
"BASCOS, POS
01 GLBULOS.
VENDE-SE no HUNDO INTEIRO.
PUfcPAIlAnOS DE
M'rii.tiitt yiorHon
Muito recommendada
pelos principaes Mdicos.
MORSON & SON
SouthamptoQ Rnw, (lussell-Sijuars
CONDN
M i nm Hnmi

tmltaricseaPernara/juco :FrMC"M.aSlXVA&Gl
Al
Ensrommader^
Precisa se de urna aoca que engomme com per-
feic?o ; na rua do Marqqez do Herval n. 10.
Costurciras
Na na do Imperador n. 55, 2 andar, precisa-
se de costurciras.
ttenditc!
Boquets da ultima invencao, para casamentos,
etc., etc.. de Jos Samuel Botelho ; a tratar na
rua do J'.arao da Victoria, loja n. 20, e rna da
Cadeia co Recife, loja n. 43.
Touiea nota
Trilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
HacliEnisHio completo para en
genhes de todos os tamaitos
Systema aperfei^oado
Especificagoes e presos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
IV. 5 Rna do Commercio
N. B Alm do cima B & C, tem cathalogos de
mu simplementos necessarios agricultura, como
.ainbt-m machinas para descaro^ar algodo, moi
oboe para cat, trigo, arroz e mho; cerca de fer-
ro galvanisado excedente e mdico em preco, pes
oa nenhuma pode trepal-a, ncm animal que-
bral-a.
Oleo para machinas
Em latas cootendo cinco galoej, a Of000 :
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
Criado
Precisa-se de um criado de 14 16 annos ; a
tratar na rua do Commercio n. 44
Por MS000
Aluga-se a loja do sobrado rua de Limas
Valentinas a. 50 : a tratar na rua Primeiro de
Marco ii. 7-A, livraria.
Pei.oral de Cambar (5)
Descoberta e preparadlo de Alvares de S.
Soares. de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Ilygie-
ne Publica, auterisado pelo governo imperial, pre-
miado com as mednlbas de ouro da Academia Na-
cional de Paris e ExposicSo Brasileira Alterna1 de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outros do pessoas curadas de : toeses
simples, bronchites, 8*thma, rcuquidio, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de >angue, etc.
Precos nal agencias :Frasees 2500, meia
dusia 13^000 e dusia 24/000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2^800, meia
dusia 153000 e dusii 28 000.
PAgpntes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, a
rn|Marquez de Olinda n. 23.
Superior viuli de Pasto
Lourero & C. receberam pelo Vle de Victoria,
por encommenda e couta propria, o que ba de mais
superior em vi uno de Pastu, no nosso mercado. I
Em pipas, quintos e decimos, vendem em grosso j
e a retalho, e pedem a seus fregueses e amigos o
favor de esperimentarem. E' muito proprio para <
botis, restaurant e casas de familia. Encontrase '
venda no estabelecimento de molhadcs dos mea-
mos Loureiio & C, Passagem n. 7 ; Augusto Fi-
gueiredo & C., Recife.
Caixeiro
Precisase de um menino pura caixeiro de ta-
verna : na rua de Hortis n. 17.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas puriflcdo o Singue, corr gem todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valer incrivel para todas as enfermidade
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para es meninos assim como tambem para as
pessoas de idade avancada a sua eficacia e incontestaveL
l
Essas medicinas sSo preparadas smente no Eflabelecimenlo do Professor Hollowav,
78, HEW 0XF0EE STEEET (antes 533, Oxbrd Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
3T Os compradores ao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caca e Poto se nao teda a
direcsao, 533, Oxford Streei, sao falsificacoes.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Estas exquisitas preparacoes sao muito apre-
ciadas na ni ais distincta sociedade pela deli-
cadeza do sea perfume.
W* RIECER'S
TRANSPARENT CRYSTALS0AP
(Sabo transparente cristalino)
rceonhoeido como o mais perfeito de todos os sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygicnicas, pelo seu arocn o pela sua larga darseSo.
..;.>.--.!. .. ...inciii.- I Perrumaiias, Farmaras. Ac.
INJECC0 DE GRIMAULT E C
Preparada oom as folhas do ICatieo
Approvada pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
Esta injeccao preparada com as folhas do Matioo do Per para a cara
da blennorrbagia, adquiri em pouco tempo urna reputacSo universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de ses adstringentes, que
se encontrao em outras em grande quantidade. Em poucos dias ella acaba
com os corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Paris, 8, Ru Vivienne, 8
Cada frasco leva a marca de fabrica, a rma e o sello da nosaa coa*.
Costureira
Precisa-se de urna pesson que eos com porfei-
ciio ; na roa do Mrquez do Herval n. 1U.
dmllstrifio : PARI2 g, toulsrtrd Hentmtrtrt.
SRANDtVOBILLE. ffcco> 11 rmpha tira? ..1 oon -
cas das viasdiges(ivas,ousiniec?er w usado t* do baco
obstruccoif vuceraes, coDCrecaes .alculoias bile.
BOPXTAL. Affocrridas viasdijii'StivasiaeomiD
dos do asioraa;o, -ijestin dilBcil, iDappalencia,
(astralpas ilyjpepjia.
CXESTIN3.AHoicoosdos r.ns, il ?eiiga sraias.
eoncre Acidasouri:ia-,gola,diablaUe.-Jbumiou'ia.
HAUTER1VZ.Ail. -.i. m dos rm, da bniiga .arslas
coocra-;eomu i -,^o-a. i' a!-ela.s. albuuaioria.
HJi-Si o IKME da FOATE fl8 CAPS0!j\
da rV-/JmO(/CO. rJ .'.gn^l inma nomet'-'ir^. l.o-ie em cas* a^
VAIUSQIEN-Y & Z.AILLC. 9. rux do Coil II| !
SULXi-R S a:.-;.chl:m. as. roa da Cru.

DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
XAROPE
Dfi HYPOPKOSPHITO DE CALI
dor con? o norac do doutoi Churceiix eicbre
c vidft.. /
3ob a Influencia dos HrpophMpliiroa ai
wtosse diminuc, o appetite -augmenta, as for-*
'cas torn5i0 a vir, 03 suores nocturnos cessao, \
i o dounte goza de um bein estar desnsrido,';
Os hjzophosphiioa qne Ie/.v> 3 nta :
iio fbnca da p/tannnata SWA3NJ
12, nta Cattiqnone. Parir, ."..i os uni-\
e? rwonnrc.iiIn* e reoommemiado.s j*lo
Ti' CHURGHILL. nulo* da aercoberta}
\-ie siiis propricduden curatit
j Preco : 4 francos por frasco era era":-
Vmdtm-ss nos principaes Pharztacias.
i
Leopoldina Mara da Wilia
liuarte
O major Antonio Jos Duare e sua filba mn-
dalo celebrar umi missa n mnfriz d:i Boa-Vista,
qaarta-feira 3 de Novembm, As 8 horas, trigsimo
dia do fsllecimento de sua presada mulber, Leo-
poldina Mara da Silva Dunrte, e sgradecem o
eomparecimenfo dus pespoHs de sna amizde.
COM
Marca
Registrado
Cal t irgem de Jaguaribe
Abri se rua do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preso
fxo de 'fSOOO a barrica por contracto que
fes o Sr. Vicente Naacimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietsrio do engenho
Jaguaribe, vujas pedreiras lho d o norae
f encarregido da venda nicamente,
. -j j o c l r> Precisa-se de urna ama para cjeinhar, comprar
nesta ctdade o Sr. SebastiSo Bezerra, e ma8 berv508 (e ca8a "M fm do a^/^.
com escriptorio a rua do Jioru Jeaus n. 23.1 mero 14.
Hvpophosphitos de cal e soda
approvada pela 3 un la de Ily-
giene e autorizada pelo
governo
E' o roelher remedio at hoje dewoberto para a
tnica bronebitea, escrophulasi ra-
chliiM. uiu'iiiia. deOaxoN, toMMe ebronica e alfeccoea
lo pello < tiws itarganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter ebeiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedadeB tnicas
reconstituintes dos hypophoephitos. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
n^HO^RlGF
Je 8X9, 4X9 e 3X12; vende-se na serrara a va-
sor de Climaco da Silva, caes Vinte Dous de So
f embro p. ti.
Ama
Precisa se de urna ama para cosub^r e engotn
mar : na rua do Mrquez do Herval n 18.
Ama
Precisa-se de urna ama no trmazem de P*n-
lino n. 28, rua d Imperador.
Ala
Na rua da Mxdrc de Deus n. 3, bote), precisa
de urna ama de idade, para pouco 'rabnlho.
Ama
Precisa-se di urna ama para
vessa dos Pires n. 5 (Geriquiti)
cosinhar ; na ba-
ilarla la CoMcelco Tacare*
Ponce de Lenn
Antonio de Burgus Ponce de Len, seas filaos
e sogra, convidam as prssoas de soa amizade
para assistirem a urna missa que mabdsm cele-
brar na igreja matriz de S. -.os, s 8 horas da
macha do dia 3 de Noveinbro vindouro, pelo re-
pouso eterno de sua presadissima e cara esposi,
mai e filha, Mara da Conceicao Tavarea Punce
de Len, trigsimo dia de seu passamento ; agr
dec m desde j s pessoas que assistirem ao dito
acto.
Cosinheira
AJug-a-se
a casa n. 12 rua de Santo Amaro, no bairro s-
Santo Antonio, compoe-se do pavimento terreo
1' andar e grande soto, muito fresca, tem gaz,
essgt-to e agua eneanada, banhiiro, etc., est no:"
asseiada ; as chaves na rua Nova n. 48, loja.
Bom emprego de ca-
pital
Melbor do que apoltcen
Vende-se 17 casas pequeas, no Corredor dc.-
Bispo, denominadas Becco Amarello, edificadas
i ib terreno proprio, rendem 140SO0O mensaes, ota
l:680(X,0 por anuo : a tratar com o agetf>
Martins.
Seriuhem
SEM CHFTRO NEM GOSTO DOS 0LE0S 0BDINABI0S
OLEO
o TEMRA-NOVA
HQGG
I de FIGADOS Frsacoa I
bERAP.fllHflilDcl----------------------
MUcaCKlditc cena contri a Molestias de Pelto. a Tialoa,
Bronquitis, PrisSea de Ventre, Tose onronloaa, AfteooSee .......Inln
AiiVEIt IteXClA. Kxiga-sa no rotulo o sello-Azul do Salado trancee.n\
SOSG. Pharmaceulico, X rua Caatlfllione, FABIZ, e priacigaaa l'iurmacitf-
l-llia Ferrelra E Antonio Joe Leal Keis e suas Gibas, O. Ma-
noella Mari Ferreira, irmos, cimbados e sobri-
nboe, agradeeem cordialineote todas as pessoas
que se dignrr -m acompxuhar ao cemiterio publico
os restos uu>rt*us de sua pretada es^sa, mili, Giba,
rma, cunbadn e ta, D. Elisa Fjrreira Leal Reii ;
e de novo as convidttn a assistir as missas do s-
timo dia que por sua alma uandam resar na ve-
neravel orriem tercera de S. Francisio, s 8 horas
da manba do dia 4 de Novembro.
Tenenle Isidoro Camello Pesioa de
aiqaeira tavalcanic
A viuva e flbos, pais, irmaos, sogro, sogra e
eunhados do finado Isidoro C. P. de Siqueira Ca-
vnlcante, intimamente condoidos de sua praatea-
da morte, convidam a todos os seus amigos e pa-
rentes, beru como h todos os do fallecidu, assis-
tirem a missa que mandam rezar por >ua alma, no
dia 3 de Novembro, stimo do seu falleeimeuto,
s 8 e meia horas da mauh, na matriz da Boa-
Vista ; e desdi; j se consideinna gratos por esse
acto de religiao e caridade.________________________
^OrTraicliM 1o de nuda
Falno i
A vnva e fllhis, pai e irmacs, tos e conhados
do finado Dr. Francisco Das de Arruda Pal cao,
intimamente condoidos de sua chorada morte,
cenvidam a todos os seus pareo'es e amigos, bein
como a todos os do fallecido, assistirem as mis-
sas que mandam resar por sua alma ao dia'1 de
Novembro, stimo de seu fallecimeot .>, s 8 horas
da inanhil, as matrises da Encada e Boa-Vista
do Recife, e na capella do engenbo Noruega, des-
de j ie considerando gratos por esae acto de ca-
ridade.
Inventario.'
O que feito do inventario do coronel JoSc
Florentino Peco ao Sr. vigario o favor de sao.
rcter... para que eu nao volte ao assumpto.
Um erador.
L
i I
quioagao
nodernos. palmas, plumas flores
. ^.-ecos muito barato.
Mme. Miquclina
Cbpos modernos, palmas, plumas flores e fita,,
tudo por precos muito .barato.
Rua as Cruzes n. 39
Doce de cajn' seeco
Do primeiro da pre-
sante safra, tem para
vcoicr, em latas de
4 libras, rua do
Bom Jess n. 55, arma-
zem.
-.olera de Alafoa*
Pede ee s prssoas que jogam nesta lotera que
procuiem lr oque escreveu nos jornaes da aca-
ma provincia o Si. Jor Alves Esteves, guarda
livros do tlics mieiro das mencionadas loteras, e.
por etses escriptos, poderSo julgar da lesura qni
existe na rxtracc&o desta mesina lotera.
W quejOfitt*
i
i'


<


Diario de PernambucoQuarta-feira 3 de Jovembro de 1S86
VENDAS
Cocheira a venda
Vende-se urna cocheira com bons carros de pas-
eio, bem localieada e afroguesadaj por preco mni-
to mdico em raiiio de sen dono nao poder admi-
nistrar por ter de fazer urna viapem : os preten-
dentes acharan com quem tratar ra do Duque
da Ca i as d. 47.
Maduro
Vinlio puro da uva
O qne pode bate* de melbor para mesa, em
irri e a retalho : Poess Mendos & C ra
estreita do' Rosnor 9.________________________
Tccidos de Hnho
A AOO rs. o covado
Na leja da ra da Imp-ratri n. 32, vende-se
jm bonite sortimento de tazrndna de lish) para
vestidos, rendo largura de chita fnnecza, com
amito bnitaa cores e palminhas bordadas,_ pe-
chincha a 500 reis o covado, na loja oe Preira da
Uva.
GRANDE
UN
Vende-se urna urmacao de amarillo, propria
para cigarros, por ser p> quena, ou ootro qualquei
negocio, jreco
no n. 24.
cummodo : na ra larga do Rosa*
Loja e arma Vende-se nina, propria para qualquer ramo de
negocio, na roa do Cabula, que muito se recom-
ienda por ser urna das principal s ras para todos
D8neg.cios. Garaiitc-se aocomprador as chaves
da mcsina : a tratar na ra Nova n. 15.
t'adaria
Vende-6e d. us c-yliniros americanos, em per-
Fi ito estado e com poueo uso, i'.asim t.ambem uten-
silios de pndaria ; a tratar na ra Direita nuine-
-o 32.
Camisas naeionars
a sjt&oo. aooo 33500
32^= L"ja ra di Imperatriz =- 32
Vende-ge ueste novo estaheleeimento nm pran-
ie sortim-nto de camisas brancas, tanto do xbpr
Turas e [.jnh.is dj linho como de algudan, pelos
baratos p'e^os de 2500, 3 e 4/, sendo tazinda
imito m^lhor ilo qu" as que vcem do eufranfjeiro e
^ii.it., mais bem tVitas, per serem cortadas poi
am bom artista, especialmente cainiseiro, tamb^'m
se manda faser p-ir encoinm odas, a i >ntade d'e
fregueses : na nova loja da ra da imperatriz n
Exposif o central roa larga do
Rosario n. 38
Daroio Lima i G, chamam a attenco das
Exmas. familias para os precos segmntes :
Uarreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados do 200 a 600 rs.
Ditas do um palmo a 2*500 e 3*000.
Fita n. 80 para laxa a 2/500.
Loques resatas e D. Joannita a 1*000.
Frascos extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
L-ques D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpadas a 500 600, e 1*000.
Onzia de meias para homem a 3J00O.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvaa de se.la a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinhos de linho a 500 rs.
Ditos de algodo a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo pira vestido a JO rs.
n visivi'is grandec a 320 rs.
(Jrainpos inviaivpis a 60 rs.
Um leque de setim (uovidade) a 65500.
Ii.e-is linleinliHS de madreperola de 1*500 6*.
L para bordar 2*800.
Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um espelho de mol fura por 5*300.
Urna pulseira de fita par 1*200.
Pliss a 400 e 600 r-<.
Urna boneca grande de cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSIQO CENTKAL
38Roa Larga do Rosario38
Serrara a vapor
Caes do CapSbnribe n. SS
N'esta serrara encontraro os senbores fregue-
ies, um grande sortimento de pinha de resina de
ineo a dez metros de comprimeuco e de 0,08 a
',24 do esquadros Garante-se preco mais cma-
lo do que em entra qualquer parte.
Francisco djr Santos Mpccdo.
Pechinchas!
Ao 32
Nova lojadefazrJas
%Z Ra da I ni pe = -% '
DE
FERREIRA DA S^VA
Neste novo latabelecioiento eueontrar o ret-
"j-jitavel publico t:m variado sortimento de tazeu-
Jas de todas as qualidades, que se it-iiUriu pji
precos baratsimos, assim cuino um bom ssrti
asento de roupas para h-nn.-ns, e tambem so man
da faEer por encommeudas, p r ter um bom mi
tre alfaiate e completo sortimento de pannos tinot
zasemiras e brins, ere
ip ira
S-
S9
v*o
10*00
12*0U
5*50)
6*5>
8*(X*
3*U
1*601
1*UU
-Boa (1:. !r:i|iennrli
hoja dr ferttra da Silva
Neste cstabeleeim. .if'i vende-se as roupss aba
"mu mencionadas, que so ba~ ...as.
PaJitota pretos de -w aiagonaes e
acolchoados, ai'n-o tazenaas muo en-
corpadas, e forrados
Ditos decasemir>. preta, de eord.'o muito,
bem feitos e torrados
Ditos de dita, ueada muito melhor
Ditos de fianella azul sonde ingleza ver-
dadeir&, e forrados
Jaleas de gorgorao preio, colchoado,
sendo fszenda muitr encorpada
Ditos de casemha de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de fianella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de bhm do Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
"croulas de groguellas para homens,
sendo muito bem feitas a l*J0O e
Jotletmhoo de gregnella muito km feitos
Assim como nm boui aortimento de lencos d
nho e de algodao, meias cruas c collarinhes, ote
to na loja oa *ua da Imperatriz n. 3"#
en. NettneUia tailoha u 60
r. o rotado
Na loja da rna da Imperatriz n. 32, vende-
un glande sortimento de rustes brancos a 50
rs. o covado, lazinhas lavradas de fufta-coret
razenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade
e aetinetas lisas muito largas, iendo de todas ai
cores, a 500 ;s. i covado. pecbincha : na loj.
do Pereira da Silva.
Alltodociabo franre para lenre
a OOOra., i* e i*aoo
Na loja d ra da Imperatriz n. 32, vende-s-
aperiores algodozinbos francezes com 8, 9 e 1'
D<nos de largura, proprioi para lencoes de un
so panno pelo barato preco de W0 rs e 1*000 i
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*28), as
im como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na loj
do Pereira da Silva.
Roopa para meninos
.4 44. lr.oo e A
Na nova loja da ra da Imperatriz t. 32, t
/e.ode um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dita
de moleequim a 4*50C e ditos de gorgoreo prett
emitando casemira, a 6*, sao muito baratea ; n>
oja do Pereira di Silva.
Sao Negutnteft qoe deflnltlva-
mente nao entrarao no proxtajo ba-
taneo
Admirem!
Bonito sortimento de mariposas e fustes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o ce vado .'
N'unsoks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linho escocezis, navidades em padroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Se finetas, as mais finas que tem vindo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones francezes a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs, listras de se-
da, barato !
La/inhas modernas, a 440 c 500 rs. o dito !
Cacntmiras, lindos gosto9, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (ioiitaco), linda fazeuda, a 700 rs.
o dito!
rlxnda, delicados desenhos, nm metro de largara,
a SO.) rs. o dito !
Merinos e cachemira?, prtas e de cores, a 900 rs.,
1* e 1*200 o (tito!
Stim macan, todas as cores, a 800 e 1* o dito!
Veludilho de tedas as cores, lisos e bordados, a 1*
e 1*200 o dito !
Caeeinirus ingleza?, de cores, a 1*200 e 1*400 o
dito !
Cheriots, preto e azul, a 2*500, 3* e 3*500 o
dito!
Cas* mira diag mal, a 1*800 o dito !
Panno inglt-z superior, preto e azul, a 2*200 e
4* o dito !
12*0" Pegas de eeguio para casaquinhos, a 4*500 e
4*!
dem de superior algodao, a 4*, 20 ids !
dem de madapuioes americanos, a 4*500, 5* e
i 6*, 24 ids !
: Para as Eimtj. noivas, lindas grinaidas e veos,
por 12* e 15* !
' Reos cortinados, todo bordado, completo, por
9* !
: Lindas gnarnices de crochets, cadeiras e sof, a
I 8*!
, Suprior bramante de algodo, quatro larguras, a
900, 1* o 1*200 o metro !
' Atoalhado bordado a 1*400 e 1*8C0 o dito !
| Pannos de riifiWentes ccres para mesa a 600,1*200
e 1*600 o covado!
Cobertas de cretones, Lodos padies, a 3*800 e
| 4*.
Lencoes de bramante (cama do casal) a 2* nm !
Colxas franeozas, de cores, a 2*, e 6* superiores !
Lencos de cores, lindos dosenhot, a 2* a duzia !
Seroulas bordadas, de bramante, a 16* a dita !
Meias inglezas, brancas e do cores, a 3*200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*, as melhorcs
que tem vindo !
Sortimento completo de sediohas de cores, grosde-
naples, filos bordados, crep, mantilbas, capas
de la, fich-i.
ChamadoTemos pessoal habilitado.
Vendan em si-omwoDzscontos da praca.
59Ra Moque de C'a\ias
Carnero fla (Ma & G.
Malvasia
Yinho proprin para senhoras
Mondes & C, i
Em barra e a retalho : P^cas
roa oetrei'a do Rosario n. 9.
! PHOSPHATO de FERRO
de
Fharmaceutico, Doutor em Sciencias, Inspector da Academia
Approvado pela Jnnta de Hygiene do Rio-de-Janeiro
Esta solutjo, que foi admittida na Pharmacopa Francesa (Edi^o
de 1884), clara, lmpida, anloga a urna agua mineral ferruginosa
concentrada, o nico dos ferruginosos, que,"" assemelhando-se
composico dos glbulos dosangue, tem a grande vantagem de obrar como
reparador e reconstituinte ios ossos e do sangue. Sem fatigar
jamis o estomago, sem enegrecer os dentes, sempre de grande van-
tagem para combater as dores de estomago, as cores paludas, a
anemia, a pobresa do sangue, a leucorrha, a irregularidade
da menstruaco e outras indisposicoes a que esto sujeitas as senhoras,
as mocas na idade da puberdade e as creancas debis, anmicas e
sem appetite. -
Deposito em Paria, 8, roe Vivienno e na principaes Pharmaoias e Drogaras.
^
CPPRJSSAO
uruniumni
ASTHMA
NEURALGIAS
isplra-ae a f'jmaca qne penetra no pello acalma o sympto
a espector&cao e rirorlsa as (naooues dos orgaos resplraton
------ em------------m rmMM J KflPH f t*. M<-|
i-/
HIm CCAfiBOS BHt
itoma nervoso, facilita
irioa.
H OtgmUariotm ftismUai, m&A*C- M. Va m'LVA c.
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Ertrangeiro
E3 A13TO C3 "O-i-iQ.
PHBPABADO COM MSMUTHO
Perfumista
PABIS, Q, Ru-a. de lai Faiac, 9, PARIB^
A RevoluQo
M.-4S
A' rna Duque de Caxias, resolveu vender
os Beguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Cachemira bordada de seda a 1|500 <> co-
vado.
Merinos de cores a 900 rs., 1/000 e 1/200 o co-
vado
Merinos pretos a 1/200, 1/100, 1/600, 1/800 e
2/000 o covado.
Vclludilhos lisos e lavrados a 1/000 e 1/200 o
covado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Las com listrinbas a 600 rs. o covado.
Giosdcnapoles pretos a 1/800, 2/000 e 2/600 o
covado.
Setins damass a 320 rs. o covado.
Zephiros com desenhos modernos a 240 rs. o
covado.
Linhos escossees a 240 rs. o covado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vado.
Zephiros lisos a 100 ris o covado.
Ditos iistrados a 200 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280, 300 e 320 ris o co-
vado.
Cretones finos a 360, 400 o 440 ris o co-
vado.
Baptistas finas a 200 ris o covado.
Nansue finas com 3 padroes lindos a 300 rftis o
covado.
Las com mselas de seda a 700 reis o covado.
Setinetas com desenhos lindos a 320, 360, 400 e
440 ris o covado.
Ditas lavradas a 500 reis o covado.
Dias lisas a 400 e 500 ris o covado.
Fustoes de cores a 320 rs. o covado.
Enxovaes para baptisado de 9/000 a 18/000
um.
Colchas bordadas a 4/, 5/, 7/, e 8/000 orna.
Ditas brancas a 1/800 urna.
Cobertas de ganga a 2/8U0 urna.
Lencoes brancos a 1/80U nm.
Lencos ae 1/200 a 2/000 a duzia
Toalhas telpudas a 44000 e 6/000 a duzia.
Bramante de 3 larguras a 900 ris a vara.
Dito de 4 ditas a 1(200 a dita.
I )if > d linho a 2/000 a dita.
, Cobertores de la a4/500 e 7/000 nm.
Fechs de la a 2/000, 3/000, 3/500. 4/000,
e4/500, 5/000 e 6/500 um.
-.Chales finos de 5/000 a 9/000 um.
'Setins maco a 800 e 1/200 o covado.
Cortinados bordados a 7/000, 9/000 e 16/000 o
par.
Espartilhos de cmraca a 4/000, 5/500, 6/000
e 7/500 nm.
Guardanapos de linho a 4000 a duzia.
Madapoloes genma de ovo e pelie de ovo a
650O a peca.
Camisas de meia a 800, 1/000, 1/500 e 2/000
urna.
Serula8 de bramante a 1/ e 1/400 urna.
Fianella branca a 400 ris o covado.
Casemira diagonal a 1/8(10 e 2/500 o covado.
Cortes de casemira a 3/000, 5/000 6/000 e
7/000 nm.
Camisas de linho a 30/000 a duzia.
Brim pardo a 320, 360, 440 e 500 ris s co-
vado.
Linn com salpicas a 500 rs. o covado.
Fustoes brancos a 360, 440 500 e 640 ris o
covadu.
Panno da costa a 1/400 e 1/600 o covado.
Dito admascado a 1/800 o covado.
Esguio amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Cortinados de crochet a 24/000 c par.
Henrique da Silva Mortira.
EXTRACCAO

DA
PRMEB SERIE.DA 24a LOTEBA
10 DE NOVEMBRO
SOB O SEGUINTE
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
k
VAPOR
e moenda
Vcnde-sc nm bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timb-ass. muito perto
da estaco do metmo nome ; a tratar na rna d
operador n. 48, 1* andar.
'Florida
Rna Duque de Caxias n IOS
Chama-se a attenco das Exmas. familias para
os procos seguintcs :
Luvas de seda preta a 1/000 o par.
Cintos a 1/500.
Lnvas de pellica por 2/500.
2 caixas de papel e envelopes 800 rs.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Lavas de seda cor granada a 2/, 2/500 e 3/
o par.
Suspensorios p .ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 3/.
Metas de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Loques de papel com correte al/.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de csgniSo a 1/500 a duda.
Albuns de 1/500, 2/, 3/, at 8/.
Ramos de flores finas a 1/500.
Lavas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 el/ o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1/, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos a 200 rs. o par.
Gnarnieoes de dem idem a 500 ra
Anqainhas de 1/560, 2/, 2/500 e 3/ urna.
Plisss de 2 a 3 oTdens a 400, 500 e 600 rs.
Bicos d cores cora 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largara a 3/ a peca.
dem com 4 dedos a 4/500 a peca.
Espartilbo Boa Figura a 4/500.
dem La Figurine a 5/000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2/500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1/000
a peca.
Pentes para coco com inscripco.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. nm.
dem phemeado a 500 va. um.
dem alcatrSo a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1/000.
Agua celeste a 2/000.
Agua divina a 1/500.
Agua Florida a 1/000.
Macos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3/ a duiia.
BARBOSA & SANTOS
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1AD0
Este exccllente Whisky Escosse preferive
so cognac ou agurdenle de caima, para fortifica-
j corpo.
Vende-se a retalho nos tu lheres armazens
molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo Do
me e emblema sao registrados para todo o Bras
BROWNS ot C, agentes
Predios a venda
Vende-se, ou troca se por apolises da
divida publica nesta cidade o sobrado n.
82 rua da Ponte Velha, com entrada pela
travessa de Jo&o Francisco, e na cidade
de Olinda o sobrado n. 18 ra de S.
Rento e duas casas terreas urna a ra do
Amparo n. 14 e a outra ra do Bispo
Coutinho, n. 11.
A tratar a ra d'Aurora o. 31.
Pio de Riga
Acaba de chegar pelo brigne Atalanta nm com-
pleto sortimento de pinho de Riga da melbor qsa-
lidade e de diversas dimensoes, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X 9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
sadas.
Vendetn MATHUES AU8TIN & C, rna do
Commcrcio n. 18, 1 -andar, ou no caes do Apollo
n. 51, por precos commodos.
DA

COLONIA ISABEL
COICEDlDJtS PEU LE PROVINCIAL I. M, E iPITOBII PELO EM SU. VICE PAESIDENE 01 PflOlCU
P00 ACTO OE l DE SLTLMBRD DE 1886
4o,ooo bi'hetes em vigsimos i ijjlooo..... 800:000$
Despezas............ H8;8oo
i premio de.
i dito de .
i dito de .
1 dito de .
1 dito de .
9 ditos de .
23 ditos de .
2:
1:000$
400 ditos de 100$ para todas as centenas, cojos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na exlracejio for mais
dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
400$ para toda a centena do Io premio
200$ idem idem do 2 premio
100$ idem idem do 3" premio
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2o dito
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito
2 ditas de 850$ para o ~f dito
4,000 terminacoes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminarles de 24$ para o 2o premio inclusive
1
1
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
alto
681:2oo
240:000$
40:000$
20:000$
10:(
5:(
18:000$
23:(
40:000$
1:000$
1:000$
39:600$
19:800$
9:900$
8:000$
6:000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
"681-200$
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quando as terminacoes do 1. c 2." premios forem
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a Oe de 0a1. Us premios sao
pagos sem descont algum.
0 premio grande de cada serie cha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Janeiro.
21 deOutubrode 1886.
O THESOUREIRO,
Francisco Gon^alves Torres,
f
\

DA
COLONIA ISABEL

o
110
de
EXTRACQO SEMANAL
V parle da iV lotera
CORRE
Quarta-feira, 10 de Novemko de 1886
Intransforml! Intraasferml!
PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da fianza, por um deposito
Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
cada serie.
BILHETES A' VENDA
NA
RODA DA FORTUNA
56-Ra Larga de Rosario36
Bernardina Lopes Alheiro.


s
Diario dle Pornambiiwityuarta--fcira 3 SCIENCIAS


*
A re ae> "r*r toso au raca ael-
Tasen* ou primitiva*
(Continuajo)
O Adonai caja morte primeiro se chora
ra, nao era o sol, eru o togo, era o Agui, o
senhor, o primeiro dos d*usps, e foi por
isso que entre os antepassados dos negros
e dos latinos, Estia significativa ao uieamo
tempo o fogo e o aljar, antes de tornar se
a diviadade que all se adorava : Vesta ou
Ephast08.
Se os espetaos convergentes forain co
uhecidos dos Etruscos, nao podem ter eido
ignorados dos Egypcios; nao mais no
Egypto, como na Etruria, parecem ter
sido exclusivamente reservados a ritos sa-
grados, esotricos. Nunca se tornaram de
uso popular. Os pontfices deviara reser-
val-os para si e.a toda parte, e* Roma, na
Phenicia o como na Babylonia, para fazer
descer sobra o altar, nao o raio, mas o
fogo que consuma as offarendas. Por urna
coincidencia singular, as propriedades dos
cspelhos convergentes parecem ter sido
conbecidas dos Incas e sem duvida des
Mexicanos, antes da conquista hespanhola.
Cada anno, no Per, na festa da primave
ra, novo fogo, descido do co, era acceso
sobre o altar e consuma as victimas.
E' esta mais urna das muita3 identida
des que a civilisajo americana apresenta
para com as dos Etruscos e dos Egypcios,
e que tendem a fazer suppor a existencia,
entre os dous continentes, de antigs cora
municajuas posteriormente interrompidas.
A qaesto da Atlantida renasce, pois,
ainda a este proposito, e a hypothese de
urna ponte de ilhas ligando a Europa
America, em poca ainda to recente como
a idade do bronze, s poda explicar tactos
j verificados em grande numero e que se
accumulam diariamente atimpor-se cou-
viejao. A identidade dos processos para
tirar o fogo, dos dous lados do Atlntico,
quer com o silex entre os povos que se
conservavam barbaros, quer por meio de
espetaos, entra os povos civilisados dos
dous continentes, vem se juntar a essa
serie de probabilidades, que resultara da
simultaneidade de desenvolvimento das
phases da civilisajo que na America como
na Europa, passou successivamente da
idade da pedra do bronze, por metho
dos e sob formas idnticas. Os teocali i do
Mxico correspondem s pyramides do
Egypto, como os maurds da America do
Norte aos tumidi de Bretanha e de Sey-
thia como os pylones do Per reproduzam
os da Etruria e do Egypto.
Quando, finalmente, se verifica que a
raga prehistrica da idade,da renna n&o
conta representantes vivos seuilo entre os
Vasconjos, cuja lingua tem affinidades
americanas, entre os Baleares do Mediter-
rneo, os Kayles dos Atlas e os Puanches
das Canarias; que ella nao apresenta ana-
logias anatmicas raaos seno com os po-
vos da America do Sul, por excmplo, os
Gruaranis, entre os quaes suas anomalas,
taes como a platynemia dos tibias e a per-
furajao do olecranon, sao de alguraa sorte
o estado normal; que acumulos de des-
trojos de coxinha,ou Kockken-mosdings,
anlogos aos da Dinamarca, so encontram
sobre as costas da Pat-gonia ; que os Fue-
guinos reproiuzem o estado social dos eu
ropeus quaternarios; que s se encontram
em os Patagonios e os Esquins as firmas
craneanas e a estatura da mais antiga raja
quaternaria, chamada raja de Constadt ou
de Neanderthal ; finalmente, que as caver
as do Brasil cortm grandes mamraiferoa
anatmicamente idnticos quelles cujos
Osos sao encontrados as cavernas qua-
ternarias da mesma poca na Europa, a
existencia de urna communicajo terrestre
os dous continentes, durante todo e perio-
do quaternario, e mais ou menos comple-
tamente continuada at 4 idade do bronze
inclusivamente, parece hypothese demons-
trada, porquant) a nica que explica to-
dos os factoa conhocidos, incomprehensi-
veis sem ella.
Demais, estas mudanjas na configura-
cao do valle attlantiro teriam correspondi-
do a outras transfoimacoca, nao menos im-
portantes do continente, que costumamos,
indevidaraente chamar o velho.
(om effeito, se a humanidade primitiva
aclia se assim separada em duas regiSes
pela maneira diferente de produzir o fogo
las rajas menos ad'antadas'era civilisaja*',
a distribuijo dessa raja nao parece mais
corresponder nossa geographia actual
mas remontar a ura estado de cousas intei-
ramente difftrente e sem duvida anterior
uoaga poca geolgica.
A geologa ueste ponto, parece, confir-
mar os dados anthropologicos, archeologi
eos e ethnographicos, mostrando entre a
fauna terciaria subbyro alayana e a fauna
terciaria da Europa, differenjas eonsidera-
veis, fazendo suppor que nessa poca es
dous continentes achavara se profundamen-
to separados. Nessa raesraa poca, pelo
contrario, fauna de Pikermi, descoberta
na Grecia e na Franja pelo Sr. Gaudry,
viajava livremente da frica para a Euro-
Da, e os mastodontes iara da Europa pan
a Amrica do Norte. \
Esta' eontinuidade das torras africanas e
europeas ainda devia subsisur, mas ligan-
do-se a America do Sul, na poca quarter
naria, quando os proprios felinos viviam
no Brasil e na Grecia, os mesmos hippo-
potanos, os mesmos rhinocerontes e os mes-
elephantes iam dos nossos valles fluvia- s,
travs da planicie que hoje o Mediter-
rneo occidental, ate frica do norte,
entilo profundamente separada da-frica
do snl.
Em poca talvez mais recente e quando
j a frica do norte, separada da Europa,
se tinha reunido ao seu planslto central,
trras continuas deveriara existir entre el-
las e as ilhas de Sonda, atravs de U'n
continente hoje desappareciio, que, dei-
xando de parte a Australia, permittia aos
hippopotamos, aos elephantes, aos rhino-
cerontes espalhar-se desde a Inglaterra at
aos lagos africanos, e d'ahi at Borneo e
Sumatra.
A Australia, entilo, devia fazer parte de
outro continente, coniprehendendo com a
Nova Gui, toda a Melanesia, e que tal-
vez estendesse muito longe suas ramifica-
joes para leste. E' para crer, todava,
que a ilba de Patchoa nao iazia parte del-
ta, achendo se, porm, mais ou menos li-
gada s trras americanas e ao massijo
central do Per'.
Seria ainda intoressante estudar como as
rajas primitivas poderam descobnr os pro-
csjos que empregaram para produzir o
fogo ; discutir si todas as rajas conhece-
ram o seu uso, criticar os documentos dos
antigos, que representam todos os povos
histori ;os do antigo continente como nao
ten io aprendido a servir se dalla seno em
pocas relativamente recentes, e examinar
como as lendas podem ser concilladas com
as descobertas arebeologicas o geolgicas
que nos mostrara a Europa habitada, desde
a poca terciaria miocen >, por um ser cer-
tamente anthropoide, se nao j humano,
que, sobre as margena do lago de Thenay.
perto de Poutlez-voy (Loir-et-Cher), j ta
lhava silex e conhecia o
FOLHETIM
DE
EMMA SOSA
POR
Z.TC23 de mam
::stss5: :s si&olo
i Continua'o do n. 250)
XXIV
Seria preciso voltar s antigualhas, que
nao davam nem mais um sold, e, o que
era ainda mais grave, a peja indita em
ensaios, peja ainda nilo acabada, cujos
primaros quadros tinham sido bem aceitoa
na litura, esta va p?rada ; alo se poda
mais contar com ella, sendo o collaborador
de Daroal:-., seguudo to as as apparencias,
incapaz de ac bal-a s !
A directora recebia to los os das, anteo
do almojo, os administradores de Batignol-
les e de Montraartr afim de entender se
cOm elles sobre o servijo aiario.
Eram nove horas .la m-mh.
Os administradores tinham chogado quan-
do soou urna violenta campainhada na por
ta do aposento.
Nao estando all nenhum dos dous cria-
dos da directora, foi o administrador da
theatro de Batignolles quera abri a porta.
A visita matinal era um mojo chamado
Leroux, o collaborador do fallecido Dar-
nala no drama interrompido.
Oh o Sr. Leroux ? dase o admi-
nistrador.
Eu mesmo, mea caro sonhor. A Sra.
directora 'visivel ?
Cortamente. Pelo menos eu ocreio...
Etavamog conversando sobre o servijo.
Vou avsala. Devo dizer que o senhor
vem fallar sobro a sua peca ?
Sim, faja-ma esse favor.
fogo.
servia-se
delle, mas era talvez ainda in-apaz de au
cendel-o ; porque, assim como observou
Broca, nao convra confundir estas tres
cousas distinctas : o conheeimento do fog ,
os meios de conserval-o e os de produzil-o.
Nao podemos estudar se nao o ultimo
destes tres problemas. Restara estudar
principalmente o primeiro : Como o ho
mem conheceu o fogo ? Que phenoraenos
naturaes Ihe poderam dar occasio de as se
nhorear-sa e aprender a fazer uso delle ?
Clemesce Royer.
A attrae?5o dos gelos sobre as
massas de agua adjacentes
Entre os resultados mais notaveis que a
geologa teve occasiao de registrar, deve-se
contar a concordancia que se conseguio es-
tabelecer entre a intensidade dos phenorae-
nos glaciarios a as variajSes do nivel das
mares durante a poca quaternaria.
E' sabido que, nos paizes ssptentrionaes,
isto n-i Scandinavia, na Escossia, na
Groelandia, finalmente, as costas da Ame-
rica do Norte, existe, nao longe da costas,
cor oes de cascalbos o de areias, nuitas
vezes com conchas marinhas, disposts
em terrajos de mal diferente, atDgindo
s veses a aUura de 200, 300 e mesmo a
400 metros cima do nivel actual do mar.
Estes depsitos attestam nao somonte que
a linha do afHoramento do mar contra a
trra firme oceupa diversas posijSes, mas
tambem o seu nivel oonservou-se estavel
bastante tempo, permttiudo por assim di-
zer a forraajao de cordSos no littoril.
Em todas as regioes as quaos foram
estu-iadas, as antigs linbas da costa otfe-
cem, quando confrntalas entre si, tilo
pronunciada independen' ia, que impossivel
e iazelas entrar em um mesmo qundro de
explicajoes, quer so admitta a deslocaj&o
em raassa da superficie ocenica, quer se
recorra hypothese de movracntos osoilla-
torios na crosta solida. Pde-so dizer quu
a sua physionomia era inexpcavel at ao
da em que teve-se a Ha de ligar esses
phenomenos ao desenvolvimento das anti
gas geleiras.
Reconheceu se priraeiramento que quasi
todos os terraplenos da Scandinavia com
punham-se de materiaes de origem glacia-
ria, revolvidos pelas vagas ou pela torren-
tes ; mais tarde que os terrajos attingiam,
cima de mar, urna altura tanto maior,
quanto se haviam desenvolvido as galeiras
na poca quaternaria, "no districto corres-
pondente ; finalmente, qu os mais altamen-
te collocados eram quelles que so acha-
rara mais affastados das costas actuaes e
que sua succesaSo formara urna especie da
escadaria, descendo do interior para a
costa.
Foi eutao que ao Sr. A. P-^rk aecudio
a idea de fazer intervir a attracjao exer
ci Ja pelos gelos sobre o mar a ijacente.
Baseaiido-se nos clculos pelos quaes os
geodsicos allemSes haviam estabel'cido
que a trra firme produza, sobre os occa
n s, um efTeito de attrajo 8U3ceptival de
rerguor-lh-s o nivel, em certas costas, a
cerca do 1,000 metros, sobreposto era um
continente de cerca de 300 metros do at-
iitude, devia duplicar a attraccSo exercida
pela porjSo emergida desse continente
(sendo a densidade do gelo quasl a terj
parte das rochas solidas). Ora, na poca
glaciaria, a calotte de gelos que cobria as
regi3es do norte n3o poderia ter, na media,
pot racial inferior a um kilmetro. Pode-
ria, pois, exercer effjito muito apreciavel,
e medida que a arnplitude dos gelos dimi-
nua, esse effeito, dimnuindo, nao pode
deixar de produzir o retrahimento progres-
sivo do mar.
Bastou que esse retrahimento, em vez
de ser continuo, se completasse por sacu-
ildellas (sendo bruscas as variacoes do r-
gimen glaciario), para que cada periodo
de stagnajao do nivel marino fosse marca-
da pela formajSo de urna linha de cord5es
littoraes de areia e de eascalho. Demais,
o effeito dos gelos, sendo essencialmente
local, e sua distribuijo, anta urna costa
recortada por numerosos tyords, sendo
muito desigual, concebe-se que o effeito
nilo era em toda parte idntico na mesma
occasiao. D'ahi estas discordancias to
surprendentes entre os niveis dos atterra-
dos adjacentes, discordancias que, at en
to, tinham sido a pedra de toque de todas
as hypotheses propostas.
Deste modo, nao se torna mais necessa-
rio, para explicar as antigs placas septen-
trionaes, imaginar um abrimento sobrevin-
do nos paizes do norte (eraquanto que os
paizes mais meridionaes. ficara estaveis),
e seguido, as mesmas condijes, de mo
vimento em sentido inverso. Esta hypo-
these, difiicil de adraittir-se, e que, demais,
exigira absolnta concordancia nos niveis
das plagas adjacentes, tornase inteira-
mente intil ante a explicajao tSo simples
que o Sr. Pentk propoz, e para cujos de-
talhes appellamos para a Memoria pubjica-
da por esse autor.
O que queramos fazer sobresahir aqui
a preciosa confirmajao que fornecem a es
sa hypothese os trabalhos recentes dos ge-
logos americanos, e, principalmente, os
que o Sr. Warren Upham executou para
a explorajSo do Estado de Minnesota.
Este Estado limitado ao oeste por um
rio, que corre do sul ao norte; e o rio
Verraelho do Norte, tributario do lago
Winnipeg, que tambem desagua, pelo rio
Nelson, na baha de lludson. Por outra
parte, ao sul des3e rio Vermelho achau-se cursos 'le 130 kilmetros, chega a 360 roe-
Hura 1 creio que por esse lado est
tudo acabado.
Quem sabe ? Emfiao, tenha a bon la-
de de annunciar-me.
J... Espere um segundo.
E o administrador foi dizer directora
que o Sr. Leroux desejava fallar com ella.
Qne me quer ainda esse sujei'.o ? dis-
se a boa dama, cujo rno humor essa visi
ta ex'dtava anda mais. Eu j lbe disse
que a cousa estava acabad i. Nao se re-
presenta mais a peja.
4 Eu j lh'o disse, mas ello Insiste em
querer fallar com a senhora.
- Pois bem, entilo que entre, visto in-
sistir : teria sido melhor se ficassaem casa.
Mas, emfim, a conversa nao ser longa.
O administrador foi buscar o mojo que,
stando a parta entre-aberta, tinha ouvido
este colloquio e entrou de cara comprida e
crelhas cahidas.
No moraento em que ia fazer um cum-
pr:u'-n:o, procurando palavras, a directora
interpellou-o.
Sim... bom dia. .. bom da, disse
ella. Como v, estou inuito ocoupaia.
Quanto sua peja, repito, nao ten mais
razao do ser. Tendo Darnala morrido,
nao pode mais guial-o nos ltimos actos
que falta escrever. O senhor muito bom,
mas nunca escreveu para o theatro, e
eu uo tenbo confian ja no senhor. Pre-
ciHavaiuos de Darnalo, nio 8(> para con-
cluir a peja como para representar o priu
cipal p p-1. Eit tudo acabado Essa
peja desgrajada trouxe o caiporismo ao
meu tieatro 1
Como assirr, minha senhora ? arris-
cou o mojo.
Como .ssimT oh muito simples.
Se nunca tivessemos tratado do seu drama,
Darnala nao estara em minha casa quando
essa tola de Joanua Dcrtil foi fallar-me pa-
ra montar urna peja... elle nao teria re-
presentado em Serge Panine, e agora esta-
ra de to boa saude como o senhor ou eu :
e eu nao estara com duas demandas s
cosas, a que a Dortil me propoz e a que
eu propuz ao armeiro Est vendo 1 Em
summa, nao quero mais onvir fallar na sua
historia, v com estt. Se for preciso, eu
Ihe darei urna indemnisajo, cuja impor-
tancia a coramissao de autores marcar ;
mas, quanto a representar a peja, isso nun-
ca !
dous lagos, chamados Traverso e B!g Sto-
ne, quo servem de origem ao iio Minneso-
ta, que so dirige para o suloeste, para ir
depoi lanjar-se n Mississipi.
Ora, a explorajilo geolgica do Minne
sota e dos paizes adjacentes, pantenteou
que no fim da poca glaciaria, desde o la-
go Big Stone, at ao Winnipeg, o valle
actual era oceupado por um lago, cuja ex
tenso inedia cerca de mil kilmetros, po-
rm, menos largo do que hoje o la^o
Superiar do qual representava cerca da
dous terjos da superficie. A profun idade
do lago ia crescendo do sul para o norte ;
era de cerca de GO metros cima do lago
actual des Bois, 130 metros aguas abaixo
da fronteira americana no rio Verraelho, e
de menos 183 metros no altura do lago
Winnipeg. Essa massa d'agua glaciaria
recebeu o nome de lago Agassix, era me-
moria do eminente naturalista, que foi o
primeiro que concebou urna justa idea do
des-nvolvimento das ant'gasgaleiras.
Que causa pd determinar a formajao
desse lago?
O general Warren e o Sr. J. Dana ad-
mittirara que, no norte, o continente devia
str entilo muito mais do que hoje e formar
obstculo ao escoamento das aguas. Mas
esta hypothese acba-se em desaecrd for-
mal com a abundancia dos cascalhos e ae
conchas martimas ao norte da America,
abundancia que prova que, na poca cor-
respondente, a trra firme era, relativa-
mente ao mar, muito mais baixa que nos
nossos das.
Em comp^ns^jiio, o Sr. Warren Upham
recorda que todo o Minnesota est cob-rto
de urna grande espessura de drift, isto ,
desse cascalbo profundo que a calotte gla-
ciaria semeava na sua passagem quando se
estendia muito.
Ilouve, portanto, uraa raassa espessa de
gelo nesse districto, e quando o retrahimen-
to da calotte comejou, a fachada dos gelos
teve de formar, ao norte, uraa barreira que
impedia as aguas de escoarem no sentido
para onde as diriga o declive natural do
solo. Assim, a partir da occasiao em que
a margern do gelo teve de recuar alera da
linha de diviso, que separa a baca do
Minnesota da do rio Vermelho, ura lago,
alimentado, tanto pelo derretiraento dos
gelos, como pelas chuvas, teve de formar-
se na base da calotte glaciaria, estendendo-
se para o norte medida que esta continua
va a retirarse.
Quando o gelo conservou-se quem do
lago Winnipeg, o lago Agassiz enebeu
todo o valle do rio Vervelho e suas rami-
ficajtes at ao ponto mais baixo pelo qual
pode achar escoamento para o sul, isto ,
at aos mannanciaes do Minnesota. Mas,
urna vez excedido o lago Winnipeg, o lag.
Agassiz desaguou ao norte pelo rio Nel-
son.
O solo sobre o qual estendia-se o lago
Agassiz consista de argila sem s trafica jilo,
contendo, em certos lugares, pedras ou
cascalhos. A.' custa desses substraa for
maram-se, as margens do lago, durante
longos periodos de estabili lade de seu ni
vel, cordoes litteraes da areia e de casca-
lbo, que constituem actualmente molhss,
que dominam a superficie adjaconte de i a
3 metros; aguas cima e de 3 a 6 metro?
do lado das aguas abaixo.
A composijo desses cascalhos contrasta
de modo sorprendente com a da argila gla-
ciaria quo lhes serve de substratum.
Conseguido isto o Sr. Warren Upham
pode reconhecer e seguir, em mais de du-
zentis e trinta kilmetro de extensao, tres
atterrados successivos de cascalhos, que
marcam tres perodos principaes de stag-
najao do nivel do lago desde o ponto mais
alto at ficar definitivamente secco. Deu
a esses tres atterrados, coraeyando pelo
mais alto, os nomes de : atterrado Hei-
ran, atterrado Northcross e atterrado Cam-
phell.
Ora, o que notavel que esses tres at-
terrados nao selo horizantaes. Sobem evi-
dentemente para o norU.
O primeiro, o de Hermn, que parte da
altitude 322, attinge, ao cabo de 100 kilo-
metros, o nivel de 330 ; depois o seu de-
clive pronuucia-se mais e, aps outros per-
tros de altitu lo, ou, na sua totalidade, 38
metros do differenja.
O segundo, o d Northcrosse, 6 menos
inclinado. Formando na oc -asiao ero que
a corrente meridional do lago j tinha ca-
zado o seu leito at 313 metros, el^va-se
em 240 kilmetros a 334 metros de altura
ou uraa differenja de 21 metros.
Finalmente, o da Campbell, sedimentado
quando a crrante tinh i attingin lo, na sua
excavajo, a altitude de 20 metros, ele-
va-se em 220 kilmetros altura de 210
metros, ou 12 metros de differenja.
Era resumo, -mquanto o nivel da corron-
te do lago babeara de 322 a 293, ou 24
metros, a propria superficie do lago, no s-u
limite septentrional, baixava de 360 a 310,
ou 50 metros, tendo-se serapre inclinado do
norte para o sul, 3to quanto mais o nivel
do lago era mais elevado.
Este tacto basta para arredar qualquer
idea de que a elevajo lo slo fossa mais
pronunciada no norte nessa poca; porque
si o lago Agassiz tivease sido formado por
urna barreira continental e que esvasiasse
depois ao aorta medida quo esse irap--
cilio baixava por aluiraento seria do sul
para o norte que as cama tas de ciscalhos
deveriam inclinarse. E foi justamente o
inverso que teve lugar
Urna nica explicajao a Iraissivel ; a
que, desde 1832, o Sr. Warren Upham
dera, em urna corara nica jilo Academia
das Sciencias do Mianescota, comraunica-
jao que s foi conhecida por nos em con-
sequencia da nossa conferencia do 1. de
Abril de 1886 m sociedade geolgica. Essa
explicajao tirada da attracjao que a enor-
me massa da calotte glaciaria devia exer-
cer sobre os leo jos d'agua adjacentes,
cora uraa intensidade tanto maior quanto a
espessura da calotte o era. Assim explica-
se maravilhosaraente a elevajio dos atter-
rados para o norte o a diminuijao progres-
siva de sua inclinajao medida que o lago
baixava.
O que concorda tambem perfeitaroente
com outro fado assigaalado pelo Sr. Upham,
a saber que, si, na extremidada meridional
A directora parou, por Ihe faltar o fo-
lego.
Minha cara senhora, respondeu o jo-
vea autor muito vexado, nao venho incom
modal-a, mas pedir qie nao tome apressa-
Jmente urna resoiujao de que, mais tar-
de, poder arrepender se.
A directora quiz nterroraper, mas fal-
to u lbe o folego.
O collaborador do fallecido Darnala apro-
veitou-se disso para continuar.
Terminei completamente o esboco."
Combiaei tres quadros com effaitos esplen-
didos. Inventtei um desfocho original e
curioso. Eu, sem duvida, deploro mais do
que ninguem o fim trgico de Darnala,
que era meu amigo, mas nao vejo porque
a sua raorte de va impedir a representajo
de urna peja que eu posso perfectamente
acabar s, comquanto ainda nao tenha s-
cripto para o theatro, Eu sinto que hci
de ser bem succedido como autor dramti-
co. Tenbo certeza...
Tanto melhor para o senhor Hei de
estimar muito, sim, muito, meu cara se-
nhor. Mas nao farei representar a peja.
Ab I minha cara seubora, ainda urna
vez, nao vira pedir-lhe que a faja repra
sentar T
Eutao que quer ?
Vira apenas cumprir um dever e res
tituir-lbe a paUvra dada Darnala e a
mim, e avisal-a que ia levar a minha peja
a ura theatro de Pariz
Cora uuiz.-r. Est absolutamente
livr-t de tazer o que entender. Se quiser,
posso dar-lhe isso por escripto.
Nao neceBsario, a sua resolujao
couhecida'd todo o mundo. Tenho a non
ra de cumprimental a.
E o mojo retirou se.
Descendo a escada, dizia de si para si :
Talvez, brevemente, esta boa senho-
ra lamente ter-me deixado sabir.
Um carro de praja esperava-o porta.
Entrou nelle e disse ao oocbeiro qua o
levasse a um desses theatros de Pariz em
que ainda se representam dramas, neste
tempo de operetas e pecas mgicas.
Ao cabo de vinte e cinco minutos, c car
ro parou porta da directora.
0 director estava no mesmo theatro.
Assim fazia urna economa dupla, econo-
ma de tempo, economa de dinheiro.
Time is money.
do lago Agassiz, s se observam os tres at-
terrados indicados, ao norte existam outros
iatermediario8. Por exemplo, no limitte
septentrional do atterrado Hermn, vera-se
outros quatro, qua esto respectivamente
abaixo do primeiro 2m,40, 4ra,60, 9 e 12
metros e que marcam os estadios successi-
vos do abaixaraento do plano d'agua, em
presenca da massa de gelo que diminua
sempre, quando essa diminuijo, vista
da distancia, nao exercia nenhum effeito
sensivcl sobre os 120 kilmetros situados
contra a corrente.
Os factos que acabam de ser assigaala-
dos concordara com os que revela o estado
das antigs plagas marinhas da America
do Norte.
Assim, no ew-Hampshire e Maine, es-
sas plagas observara se entra 9 e 90 me-
tros de altitude. Sao encontradas a 180
raetros no valle do 3. Lourenjo. Final-
mente, de 180 metros na baha de Hudson
e na Groenlandia. Em toda parte paten
teia-se a acjo attractiva da massa glacia-
ria septentrional, acjo tanto melhor mar-
cada quanto se approxima mais do princi-
pal centro de acmmnlajao do gelo.
Nao insistiremos mais sobre estes factos,
que fallara por si mesmos, deixando ao lel-
tor nipareial o cuidado de julgar at que
grao sao de natureza a confirmar a drou-
trina da estabilidade do nivel dos mares,
de sua permanencia atravez das idades geo-
lgicas.
A. DE Lappabent.
Hfgiene
I
panam' e colombo sob o ponto de vis
ta da hyglene publica
Emquanto o mundo inteiro acompanha
com 8olicitude sempre crescente e muito
legitima, os progressos dos trabalhos do
canal interocenico, pareceu-nos oppor-
tuno assignalar um estado de cousas que,
aos obstculos materiaes j mltiplos, dos
quaes o genio do homem sem duvida tri-
umpbar, vem juntar difficuldades de ou
tra ordera demasiado despresadas, em nos-
8a opiniao, considerando-se os dolorosos
8acrific8 quo tem castado desde a origem
desse commettiraento.
Queremos fallar do clima do isthmo do
Panam de suas condjoes sanitarias e dos
meios proprios para attenuar os seu3 de-
sastrosos effeilos
Sob o dominio hespinhol para vencer o
isthmo o attingir o li'.toral do Pacifico, os
nicos dous pontos, e.n que se poda fun-
doar no Atlntico, eram Porto Bello e Sao
Lourenjo, de onde partan duas vas de
coramunicajaoqueiam ter ao Panam, urna
por trra e a outra por agua. N
S. Lourenjo, na f.jz do Chagres, cer-
cado por pantanos que infeccionam todo o
valle baixo do ro.
No fundo de ura golpho, nilo longe de
Colombo, est situado Porto Bllo. Eis a
respeito do seu clima, o qua escreveu o Sr.
Christiin, em urna nteressante obra publi-
cada era 1857.
a A intemperie do craa do Porto Bello
tilo notoria, que donomnou se a esta cida-
de o tumul) dos h'spaohoes. Mais de
urna vez foram ahi abandonados galeoes,
por haverem perdido quasi a totalidade de
suas equipagens.
Os inglezes, que em 1726 bloquearam
essa praja nao teriam podido regressar
Jamaica, si nclla se deraorassem mais al-
guns das.Os seus proprios habitantes p ju-
co tempo ahi vivem, sendo era geral dota-
dos de temperamento fraco; o considera-se
to vergonzoso como funesto serse reduzi-
do a demorar-se alli, onde nao se v ac-
tualmente sen3o alguns negros, alguns mu-
latos e numero liraitadissiiLO de branco,
obrigado3 a pormanecer nessa localidado
era razio dos cargos que o governo lhes
confia.
A propria guarnijlo, cora quanto com-
posta apenas de 150 horacns, nao estacio-
na ahi por mais de tres m-zes consecuti-
vos. At o cornejo do XVII seculo, ne-
nhuraa mulher ousara ter allli o seu bom
successso ; julgaria votar seus lilhos e a
si propria a morte certa. E' evidente que
os aniraaes domsticos da Europa, que tem
prodigiosamente multiplicado em todas as
partes do novo mundo, perdera a sua feun-
didade quando chegam a Porto Bello; e a
ulgar, pelos poucos que ha, apezar da
abundancia dos po3tos, -ss levado a crer
que esta opinio nao um vilo prejuizo.
Os vegetaes transplantados para essa clima
funesto, onde o calor, a humidade, os va-
pores sao ex".e38vo3 e continuas nunca
prosperaran!.. Seria longo lembrar todcs
os males que alli se experimenta, difticil
assignalar lhes as causas, talvez impossivel
indicar-Ibes or emedio.
A opinio do autor supracitado corrobo-
ra quasi todas as observajoes que nos
mesmos colhemos nesses paizes longinquos,
e o que nos diz de Porto Bello, poderiamos
applicar, em grande parte, a Colombo,
quo boje a cabejada nova linha de tran-
sito atravez do isthmo.
(Continua.)
Era um homem de actividad a rara ; tra-
balbava desde as oito horas da manha no
seu gabinete, lendo, relendo, annotan to os
manuscriptos amontoados na sua secretara,
mas nao tinha gasto muito seguro e nem
sempre escclhia o melhor dos seus manus
criptos.
Leroux apeou-se e, dirigindo-se aoportei-
ro, perguntou se o Sr. director poda re-
cebel o.
Sr. director deve estar no sea gabi-
nete, respondeu o porteiro. Veja no se-
gundo andar, elle recebe todo o mundo.
O mojo subi a escada.
O sea corajao pulava de emojao, mas
elle fiava-se na sua poja, e isso dava-lhe a
coragem que um autor indito precisa pa
ra utfrontar as repulsas dos directoras om-
nipotentes.
No segundo andar parou diante de ama
porta entreaberta.
Era a do gabint i directorial.
Bateu discretamente.
Urna voz do interior responden :
Entre !
'> joven autor nao esperou que o con-
vite fosse repetido, empurrou a porta
achou-se em presenja d.-, uin hoiu-m de
Oaroa de sessenta annos. que o curapri-
raentou cern a mao-e perguntou-lha cora
sotaque do sul, muito pronun iado :
Que quer o senhor ?
Conversar com o seahor a resp'dt' de
uraa idea de peja, Sr. director, responJeu
Leroux, dominando o melhor que p I i a
sua purturbajo.
Sente-se e conversemos. O senhor
s tera ama idea, ou coinjik do ex n-
jao ?
De dez qnadros, cinco esto es-rip-
tos e o esbojo est completo.
Q'ial o ssu npto ?
Sem duvida o senhor j ouvio fallar
no assassinato oemu ttid > o mex p.ss d i
na estrada de ferro de Lyilo.
O assassiuato do Jaymo Bcrnier V
Sim-
Dcsse negocio s o qua as folh s
tem publicado.
Os jornaes s ten dado nforan$8ai
sera importauciie as mus I n v.-.zei err-
neas. Eu possuo ocameotoa inditos e
authenticos. Foi com ess s documentos
quo :enstrui o mu esbojo. As dtoagSea
oo originaes e poderosas, emfim urna pe-
ja da actuali lade e de urna actualidade de
que todos fallara. Ou eu estou muito enga
nado, ou ha ahi os elementos de um gran-
de successo.
O director sorrio.
Os autores sempre pensara assim
disse elle. O senhor j escreveu para o
theatro?
Nilo, senhor; nunca, mas comquan-
to esta seja a minha estra, creio que sahi-
rae bem.
O titulo da sua peja ?
O Crime de P. L. id.
Um bom titulo, mnrmurou o director,
que coraejava a prestar attenjo. Titulo
para produzir effeito, do qual tres letras em
caracteres grandes : P. L M. haviam de
rcaljar em ura cartaz. Tem ahi o seu es-
bojo T
Sim, senhor, e muito extenso.
Pois bamA leia-o j.
O joven autor nao poda dar crdito aos
seu- ouvidos.
U na audijo immediata.
Nunca ousou esperar semelhanta felici-
dad .
Tirando do bolso certo numero de folhas
nu mTad'S d>-seurolou as, e em voz, a prin-
cipio uui p ra o tremola mas que, a pouco
e P'iu -o, firmou-so comejou a leitura de
um esbojo, muito calma >* hbilmente con
struido, em que estava indicado tudo quan-
to no theatro ch uua-se effeitos.
Battavam poucas liabas para por em re-
levo as senas capitaes, que, iiiesmo sob
ssa forma reduzila pareciam interesan-
tes.
D'sle o quarto quadro, o director ficou
preso. i
O joven autor acompanhava com pra-
xer a impresso produzida no seu rosto pela
leitura.
C mtiouou, naturalmente, com mais con-
fian ja e por consequencia cora mais calor
enthusiasrao.
A' medida que progreBia + acjo, o dra-
ma t irniVa-se mais atirahonte.
U n dos ltimos -quadros, sobretudo, im-
prcosien 'U o director.
Aquella eat que a mili, falsamente aecu-
, scobria a filha cega.
O director nao pode contar urna excla-
ra a jo :Muito bem...
A audijo u. desfecho nao fez senao
augmentar o sea enthusiasmo.
VARIEDADES
Soneto
a Quando mo falta a coragem,
Eu bebo-a no teu affago
Bem como a pomba selvagero.
as aguas pura3 de um lago.
(V. Hugo.)
Eu nao posso dizer, gentil senhora,
quanto de amor meu corajo palpita,
ao ver-te que meu ser todo se agita,
fascinado por teu olbar de aurora.
Si de paixSo minh'alma se afervora,
si este fogo sagrado que crepita,
prenuncio feliz, sendo bemdita
a sorte d'este affecto que vigora;
Resta-me s para maior ventura,
ditoso nos meus brajos apertar te,
sellar n'ura beijo ardente a f mais para.
Oh I eu devo esta vida dedicar-te !
porque s to formosa creatura,
que muita vez, sonhando, sinto amar te.
J. DABTE Ftt,HO.
Quanto tempo precisar para escre-
ver o tira ? perguntou ao autor.
Uns cinco dias. Trabalharei noite.
Aceito a sua peja, disse o director,
estendendo a mo ao mojo, e aprssento-
Ihe os meus sinceros cumprimentos. Para
lama primeira composijo, notavel. O
senhor tem a intuijo do theatro. O se-
nhor ha de vir a ser autor dramtico.
Eu assim espero.
E eu estou certo. O senhor diz que
trabalhou em vista de documentos aatben-
ticos...
Sim, senhor.
Quem lh'os forneceu ?
Alguera que est em posijo de ser
informado antes de todos, mas cujo nome
nao posso declinar.
Iso pouco importa. E verdadeiro o
facto que serve de base ao drama. Se-
rem as minudenciaB inventadas, nao aug-
mentar nem diminuir o successo com
que cont. Iremos a ce.n representajSes.
A eito o augurio.
Agora, resumamos. Quantos quadros
escriptos ?
Cinco.
Mande-qs copiar j. A manha venha
para eu ouvir, depois do a uanh h-remos
para os autores. O senhor J com erapha-
s'. p. o qua convra. Pro uetto Ibo urna
d8tribuicao excepcional. Hei de contra-
tar um artista-em vedet't para o papel
principal... Creio que Taillade esta dis-
pouivel. Convm-lhe ?
Admiravelmente.
- Vou escrever-lhe. V trabalhar. Al-
mece parcamente, afin de ter a cabe-
ja d^Bombarajada, e esta noite,
ve para as dez horas, traga-me os
ores das detotajSes. Mandarei
os meus decoradares... Havemou
entender inmediatamente com elles, e a ma-
nila mesmo elles comejaro os modelos.
O mojo sabio do gabinete do director,
ebrio de prazer.
Pareca Ihe um sonho... Sentia-se des-
medidamente grande, e se naquelle momen-
to tivesse tido que passar por baixo do ar-
co de triurapho de l'Etuile, com otrtea te-
ria abaixado a cabeja, com receio de ba-
ter na abobada do monumento.
(Continuar se-ha.)
das no-
porme-
cbamar
de nos


^1
-

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Trp. do' Diario roa Duque de Caxias n. 42.
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