Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17682


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Full Text

If-
a '

AM) L NVMEM 298
- ---------------------------- -
PARA A CAPITAL E LOGAHES OIDB ViO SB PAGA POBTE. '
J?or tres mezes adiantados. .............. 69000
Por seis ditos idem.................. 129000
For uia anuo idem ..... ........ 2+2000
Cada numero avulso ................. 9320
QUARTA FEIRA 50 DE DEZEMBR0 DE 1874
PABA DEHTRO E FOBA DA PROVINCIA. ___
Por tres mezes adiantados......'...... MTM
Por seis ditos idem............'. ... 1US#B
Por note ditos idem...............- MftiO
Por am anno idem............... lTp0#t
DIARI0 DE PEMAMBUCO.
't PROPRIEDADE DE MANOEL FIQfiElROA. DE FARIA 4b FILH0S.
3* In. Gerardo Antonio Ahet 4 Filhoi, no Pari; Gonsalves 4 Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jose1 de Oliveira d Filho, no Ceara;
Pereira s"Alme::da, em Mamangnape ; Carlos Anxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose" Gome*, na 1
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dan
uo de Lemoa Brags, no Aracary ; Joio Maria /olio Ch/rea, no Aacd; Antonio Marqcea da Silra, Natal ; lemi I
Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Ant* ; Domingos Joed da Costa Braga, em Haxax8thi
i; Alves A C.,na Bahia ; A. Xavier Leite A C. d Rio Janoiro*
nsiwcao populah
Eleuientos do physica
LIVRO TERCEIRO
. Gozcs
CAPITULO IV
AKBOSTATOS.
N.iimi'is asccntiOcN aerostations.
Logo aposa le.-c. berl i dos baloos.ousados expe-
rimentistas coniiaram saas Tidal a estes appare
Ihos, elevand i-se com elle* nos ares.
A' lodeoatubro de 1783, quairo mezes e al-
guns dias depois da experiencia de Aunonay ; urn
joven enlhu.aiasta pela physica, Pilatre de Rosier,
se elevou pela pruneira vez, era um bulao cheio
de ar queute a uma aliura do cerca de trinta me-
tres ; mas esse balaj estava captivo, isto e, era re
tido por cordas.
A' 21 de novembro segainte o mesmo Pilatre
do Rosier e o cavallieiro de Arlandv, lizeram, em
primeiro lugar, uma viagera aeria u'um balao li-
vre. Os preparaiivos uverara lugar uo jardira
da Muda, no bosqua de Bolonha. Depois de
uma viagem de vinto e cinco miuutos, os eu-
sados viajores gaohatam terra lo oatro lado de
Paris, perlo do inuinhode Croule barae. Sea ba
lao estavi cheio de ar quenle e assim era este
mantido por u.eio de um fogareiro, collocado na
tiarquiolia, e em cojo fogo, de vez am quando, elles
iaagavara um molho de palhas pra conservar a
dilatagao do ar.
Estando assim aberta a esirada, alguns dias de
pois foi repelida no jardim das Tulhenas, a expe-
riencia do jardim da Muda, pelo physico Carlos e
por um dos.irmlos Robert, nao com o terrivel f)-
go de palba, que fez da primeira viagem uma con-
sa espantosa, mas siui com o auxilio do gaz hy-
drogeaeo.
Depois disso, as ascensoes acrosta.licas torna-
ram-se numerosas. Uma deflas, trisu-mente eele
ore, foi a em que Pilatre de Rosier pe.rdeu a vida.
Querendo esse mocj combiuar os dous preces-
sos de Carlos e de MoQtgalGer, reuaio dcus baloe3,
nm cbeio de hydrogeneo, outro de araquecido por
meio do fogo de palha. locendiandose o appare-
ibo e precipilando se do seie dos ares, o infeliz
moco pereceu victima de sua temeridade.
Cilaremos aiuda a viagem de Blaochard, que a
7 de janueiro de 1785, em eompanhia do Dr. Jef-
fries, fez em primeiro lugar a iravessia de Don-
vres a Calais, node foi erguida a r.a pyramids pa-
ra rememorar essa viagem aeria. Os dous via-
jantes quasi cahem no mar, c para evitar issq e
luderemattiniir as co?tas da Franca, foi Ihes mis
tor desfazerem-se de todo o lastro, dos instrumen-
los e a'.e de sua roupa, alim de tornar mais leve o
j.'u balao.
A asceusao de Gay-Lussac, a 17 de selembro de
H0'., foi a mais uotavel pelos factos com que en-
riqueceu a sciencia, e pela altara a que chegou o
celebre physico, altura que foi de 7,016 raetros
3Cima do n'ivel dos mares. Nessa altura o baro-
metro desceu a trinta e dous centimetros e o th r
raoraetro, que na superQcie do sol*, marcara trin-
ta e um graos, descera a nove graos e meio abai
xo de zero.
Nessas elevadas reg;oes a seccura e tao grande
|ue as substancias hygrometricas, taes como o
jjpel e o pergaminho, beam seccas e rcu-rcidas
como se fossera. submettidas a ac^ao do fogo. A
rdspiracio e a circulacao se acceleram por causa
la rarefagao do ar. Gay Lussac verificou que
eu pul?o, uaquella occasiio balia cento e vinte
iilsacSea por minuto, no entanto que de ordina-
riO e nas condigoes coramuns apenas batia sessen-
ta e seis. Emflm, ne?ta grande altura, o eeo apre
to toruo do areonauta, reina um silencio ab-olu-
e solemiie.
Tendo partido do paleo do Conservatorio das
Artes e Olllcios, as 10 noras da manha, Gay Lus-
sac dc-sceu ao cabo de seis horas, perlo de Ruao,
leado caminhado cerca de trinta legoas.
Applicarao dos aerostatos. Ate
agora a principal applicagao dos aerostatos tem
.iilo fazerobs-rvaQQes de pnysica e de meterologia
nvs alias rcgioes de aimo?phera.
Desle sua origem propoz-se o seu emprego na
Ute da guerra para observar os movimenlos do
.uimigo por meio de baloes captivos.
Ka batalha de Flenros, em 26 de junho de 179i,
o general Moreau, duranie duas boras Cunservou-
se a quairocenlos metres de altura, em um balao
iptivo, observanHo dahi as disposigoes doioimi
jj, edanlo-as a conheeer por meio de duas car-
tas suecesslvas dirigidis ao general Jourdan.
Oganho da batalha foi em pane atiribuido as
ntais informacoes colhidas por essa forms.
Na guerra franco-pru. tambera se fez uso dos baloes captivos como meio
Ji observafao do inimlgo, e bem assim foram em-
pregados baloes livres como meio de coromunica-
cUo eatre as pracas de guerra. si'.iadas pelos prus
sianos, e o exterior do territorio francez.
Os baloes, porem, so terao grande emprego e se
*>>rnarao realmenle aieis a parlir do dia em que
for possivel dirigi-los.
Ate agora as tentativas feitas nesse sentido tem
sido improGcuas.
Por emquanio o meio empregado para alcanQar
aigum resultado e elevar se o balao na atmosphe-
ra ate que se encontre uma corrente de ar que o
conduza pouco mais ou menoi na dlreccao qne
tjr.Participo a V. Exc.
"lo* a casa de delencao
I N. 1539.Illm. ,
que foran hontem ffl
os individuos segnintes
A' minha ordem, JasCTedro Gorges, por crimo
de falleocia fraudulent*, a disposigao do Dr. juiz
de direilo especial do commercio ; Qairiuo, escra-
vo de Joaqulm de tal, por andar fugido.
A' ordem do subdelegado do Recife, Francisco,
eseravo de Firmino Francisco de Paula Mjsquita,
a requerimento do procuradur do senhor.
A' ordem do de Sanio Antonio, Henrique Fil-
Iman, por embriaguez.
No dia 26 do corrente, o subdelegado de Bebe-
ribe remelleit ao jniz competente, o inquerito po-
licial a que prncedeu contra Thome Jose Pedro,
por crime deoirmsas physicas.
No dia 25 do orreate, a rua Nova, da villa de
Palmares, foi assassinado. com uma facada Joao
Vicente de Carvalho, por Jose Jato, que foi preso,
e contra eile procedeu-se nos termos da lei.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exra. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
jidente da provincia.0 chefe de policia, Antonio
Francisco Correa de Aravjo.
OFFICIAL
- t
(nycrno da proviucia.
28 DE DK-
iiBSPAC!l05 DA
pbrsidhncia, do dia
ZE.MBBO DE 187i.
na fdrraa
reque
Antonio Bad. Passe portaria
Tlda.
Antoaio Maria da (ionceigio.Iodeferido.
Ant.nio Manoel da S;iva. Indeferido, porquan-
:o esia verifisado que o supplicante 6 criminoso
J-? raorle, e tem por hso de ser processado.
Barao de Bemlica.Nao pode ser aceito o re
curso do supplicante, por nao terem sido guar-
dadas as prescripcoes do art. 180 do regulamen-
D do thesouro provincial.
Camillo Machado Freire. Deferido com oflicio
desta data ao thesouro provincial.
David Pereira Barbosa.Ao Sr. Dr. juiz de di-
reito da execugoes criminaes, para tomar em con
sideragio o que requer o supplicante.
Francisco Martins Ferreira dos Sanlos.-Passe
portaria.
Franci-co Pialo de Magalhaes. Pa3ie por-
taria.
Coronel Jonqnira Cavalcantc de Albuquerque
Bello.Deferido com olllcio desta data a thesou-
raria de fazenda.
Joao Antonio de Carvalho e Adolpho Silvino
Handel.-Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Joao Vicente Correia.Indeferido.
Lucio Ferraz de Sant'Anna.Indeferido
Maria Felicia da Soledade.Em vista di infor-
magao do inspector da thesouraria da fazenda,
nada ba que deferir.
Ilepurti'Tuo da policia.
*. secgaoS^cretaria de policia de Pernambuco,
29 de dezerabro de-1871.
AGEXCIA HAWS REUTEtt
P0LITIS3S
LISBOA, 29 de deiembro.
O governo portuguez, (endo siilo
inloi niailo de qne porciio tie urma-
nento. desltnada as cnrligia;, Cura
desembarcada no Porto, expedio
termlnautes ordens para o iiromp-
tu aprlalouaiueiiio.
LONDRES, 29 de dezembro.
Lord Derby enviou uma nota di
plomatit-a ao luiuittterio iniclez em
Conslantinopla, na qual derlara
que o governo da raluha Victoria
vera com prazer a Turquia conce-
der it Rouuiania o di'eilo de con-
cluir tratados de commerclo.
qqttMSRCi&ss
LONDRES, 28 de dezembro.
O mereado do aasiucar estcve no
Je muito cal.iio. apresentando os
precoti (endeucia para balxar. No
mereado de eafe am transac^Oea fo-
ram quasi nullas. e os preyos no
minaes. \ada se fez em generos
sobre at.ua. assucar ou cafe, em
i.uniii'1'H ou em Liverpool.
LIVERPOOL, 28 de dezembro.
Foram regnlares as transaecoes
no mereado de algodao, e os pre-
cos sustentaram-se : venileram-se
lioje i'S.OOO rardo.N. dos quaes ....
I,WOO procedentes do Urasil t o de
Pernambuco fair a 1 9/8 d., e o de
Santos fair a ~i O/IO d. a libra. No
mereado de assucar as transaecoes
foram quasi nullas. c os precos no-
minaes.
LIVERPOOL, 28 de dezembro.
Aqui cliegou boje o vapor inglea
ARCHIMEDES, da eompanhia Liver-
pool. Urasil A River Plate, proce-
dente da America do Siil.
MARSELHA, 28 de dezerabro.
O cafe do Rio l.'ordinaria a OR
francos os 50 kilogrs.
HiMBURGO, 28 de dezembro.
O mereado de cafe estcve anlma
do, e os precos moatram tendencia
a firmar-se.
ASTUERPIA, 28 de dezembro.
Esteve calmo boje o mereado de
cafe, sustentando-se os precos sent
alteracao sensivel.
HAVRE, 28 de dezembro.
Algodao de Pernambuco ordina-
rio a OO francos, e o de Morocaha dl-
to a 80 francos os 50 kilogrs. O
mereado de cafe esteve calmo, man
tendo se os preros seni alterayao,
NEW-YORK, 28 de dezembro.
Cam bio sobre Londres -180. Pre
co do ouro 111 3/4. Mereado de ca-
fe animado, e os precos lirmes ; o
do Hio FAIR CARGOES 18 1/2, O O GOOD CAR-
GOES 19 cents por libra. Algodao me-
diano uplands I a 3/8 cents por libra i
aschegadas de lioje aos portos dos
Kstados Unldos elevaram se a .
SO.OOO fardos.
LISBOA, 28 de dezerabro..
Chegou boje aqui o vapor Inglcz
MOXDEuO, procedente da tmcrlea do
8 ill.
BAHIA, 29 de dezembro.
Cambio sobre
particular.
Liindrcs 30 .is d.
DIARI0D PERNAMBUCU
RECIFE, 30 DE DEZEMBRO DE 1874.
Notfcin.9 do sul do imperlo.
Araanheceram hontem em nosso portoos vapores
inglez Neva e brasileiro Penedo, trazendo datas :
do Rio da Prata 17, do Rio Grande do Sul 16, de
S. Paulo 21, do Rio do Janeiro 2i, da Bahia 27 e
de Alagdas 2S do corrente. Dos jornaes colhemos
o que segue :
RI0 DA PRATA.
Debellada a rebelliao era todos os ponlos da
Confederajao Argentina, onde ella se manifestara,
vultara o paiz aos fecundos trabalhos da paz e
procura a administrac3o restaurar as forgas eco-
nomtcas desviadas da sua applicacio benelica pa-
ra o emprego lastimosoda guerra a qiie foi a re-
publica ainda uma vcz condemnada.
Em honra do governo do Sr. Dr Avellaneda de-
ve se reconhecer que, na nobreza da sua altitude
e no uso que tern feito da -esplendida victoria que
alcancou sobre 03 sens adversaries, tem feito jus.
ao apreco e a estima da opiniao.
Ao licenciar os guardas nacionaes e a tropa de
linha que formaram parte do exercito, o Dr. Avel-
laneda expedio o seguinte decreto :
a Ministerio da guerra e da marinlia. a Buenos-Ayre.3, dezembro de 1874.
< Coosiderando : que reslabelecidi a paz na
republica o primeiro dever dos que governam Cc-
mo d- todos quacto fazem parte da nacao, e dar
gragas ao Omnipolente que pelo auxilio poderoso
da sua vonlade permittio que em tao curto prazo
terminasse uma guerra civil ameacadora ;
< Considerando : que terminada a luta armada
que desiroe, nao se deve- per der nm moweolo em
recomecar a luta pacilka do trabalho que restaura
e fecunda ;
< ConsideraDdo : que o maior premio e a me-
Ihor deraonstracao de agradecimento que pode o
governo offerecer aos cidadios que, resoluta e vo-
luntariamente, acudiram em auxilio da ordem e
da autorilade legal, u restitui los qaanlo antes ao
lar domestico e ao productivo labor de sua acti-
vidade, no seio da pax ;
Considerando : que assim como foi simulia-
nea a reuniao dos guardas Dacion republica, sium laneo dove ser tambem o seu li-
cenceamenlo ;
i Con.-iderando finalmente que ao acto do li-
cenceamento da guarda nacioa.il deve associar-se
igualmento o da tropa de linha que compaitilhou
com ella as fadigas e os perigos da campanba ; ao
que se ajunia a conveniencia da reuniao de todas
as forcas em um lugar e dia deterrainado para
que o governo ou os sens delegados po sar Ihes revista o ao mesmo tempo dar-lhes os
agradecimentos pela sua conducta leal;
< 0 presidente da republica tem resolvido e de
creta :
Art. I." Fica designado o dia 17 do corrente
para que sejam dadas gracas ao Omnipctente pe-
la sua manifesta vontade em devolver a paz aos
babitantes da Republica Argentina.
t Art. 2.* 0 referido dia sera feriado em toda a
nacao.
Art. 3.* Para solemnisar a accao de gracas,
na occasiao da missa e do 1e Deum, formarao em
grande parada em todas as capitaes das provincias
as for;as de linha guardas nacionaes que te
achem rennidas e possam concorrer ao acto.
Art. 4. Na provincia de Buenos-Ayres cn-
correrao os corpes de exercito commaudados pe-
los coroneis Julio Campos, Luiz Maria Campos, Jj
se Innocencio Arias e as forcas da guaruicao as
ordens do governador coronel Alvaro Barros, sen
do a parada commandada pele chefe que opporlu-
-namenie sera desigoado.
c Na mesma occasiao sao desigoados para coa-
mandar as paradas :
Na provincia de Mesdoza o general Julio Roc
ca ; na de Santa F6 o coronel Ayala ; na de En-
ire Rios o coronel Donato Alvares ; na de Cor-
rientes o coronel Manoel Obligado ; na de Cordo-
va o coronel Lucio Mansilla ; na de Catamarca o
general Octaviano Navarro ; na de Tucuman o
coronel Uriburu'; na de Rioja o coronel Gordi-
i ho ; na de S. Luiz o coronel (seas e nas de Salto,
Jujuy, S. Joao e Santiago as pessoas que forem
designadas pelos respectivos governadorei.
t Art. 3.' Term nado o Ta-Deum e a parada o
pre mvbilisadas, dirigindo a palavra as de Buenos-
Ayres e dingindo-se pelo telegrapho as das pro-
vincias.
a Art. 6.* Antes do licenceamento pagar-?e-ha
o soldo de um mez a todas as forcas de linha e
guarda nacional, para o que o ministerio da fa-
zenda tomara as medidas convenient^, para que
em toda a republica se effectue esse pagamento.
a Art. 7.* Pelo ministerio do interior serao con-
vidados toiosos governadores das provincias, pa-
ra que solemnisera a accao de gracas ao Omnipo-
lente
o Art. 8.' Fica encarregado da execucao deste
decreto o ministro da guerra.
a Art. 9. Communique-se e publiiue-se, etc.
N. Avellaneda.Adolpho Alxina. a
Em signal de regosijo pela teiminacio da guer-
ra civil, entre out ms feilas, fallava-se muito na
que preparava o ex-presidente Sarmiento, na sua
ilha de Carapachy
Na grande parada do dia 17 deviam entrar em
forma, na cidade de Buenos-Ayre*, 30 batalhoe*
de infantaria e 16 regimentos de cavaliana, sem
contar a arlilharia.
Aos chefes rebeldes Mitre, Jacintho Gon^alves e
Ocampo foi designada a prisao de Lujan : e a Hi-
vas, Murga, Calvete e Vidal a de Mercedes.
As forcas do general Rocca tiveram ordem de
ir estacionar em Mendoza, em cuja cidade de-
viam fazer a sua entrada no dia 13.
llavia chegado a Buenos Ayres nm enorme ca-
nhao, o qual nao fora ainda desembarcado, e alem
dos navios de guerra que ja chegaram, eram es-
peradosmais is seguintes : Jous monitores, qua-
tro canboneiras, duas baterias fluctuantes com
pecas de calibre 300 e ires vapores-avisos.
Quanto ao general Arredondo, dizia o telegra-
pho, em Buenos Ayres, que o general Rocca em-
penhara-se vivamente com o governo para que
apenas o deportassem para fora.do paiz.
Constava que o governo tinha o designio de in-
tervir pelas armas na provincia de Santiago. Esta
notlcia carece de confi.macao ; pordm, referindo-
se a ella diz, o Eco de Buenos-Ayres :
Aniquilado o poder do sabre, vai se-lo tam-
bem o do despoiismo estupido que pesa sobre um
povo martyr.
t Preparemo nos para saudar tao erplendido
successo com toda a expansao di no?sa alma e
com enthusia-mo ainda maior do que aquelle com
que festejamos a terminacao da rebeiliao miirista,
da qual os Tahoadas foram cumpliccs cobardes-
Os engenheins encarregados de esiudarem o
tra-;ado da estrada de ferro dos Andes, por Acon-
cagua, c Mendoza e Chile e occupam-se agora com o'recd-
nhecimenlo da outra passagem que communica
com S. Joao pela estrada dos Palos.
0 resultado desses estudos era satisfactory.
No Esiado Oriental terminou tambem prompta-
mente o movimento revolucionario encabejado por
Maximo Perez, fugindo este chefe, para a fron-
leira do nosso territorio.
Continuavam, porem, os embaracos flnanceiros
do governo.
0 minislro da fazenda apresentou ao corpo le-
gislative um projecto autorisando aos Icui .- de
Montevideo a fazer a emissao de bilhetes menores
de cinco pesos, pelo prazo de 12 annos, a troco de
um empres'.imo de quatro mil contos.
Esse projecto enconirou opposicao na camara e
suppunhr.- e que seria apresenlado um outro cre-
ando o Banco Nacional Uruguayb.
0 senador Lavinha publicou uma caria repellin-
do de si toda e qualquer comparticipa^ao no mo-
vimento revolucionario.
Em Paysandii, foi assassinado o commandanle
Romualdo Castilho. Este facto causara profunda
impresiao.
RIO GDANDE DO SUL.
Nos jornaes so enconlramos o que segne :
t Pelo Sr. Dr. chefe de policia da corle. em
vista da autorisacao que lhe foi data pelo Exm. Sr.
minlstre dos estrangeiros, em 8 do corrente. foi
aulorisado o Sr. delegado de policia do tcrmo desia
cidade para maidar fazer entrega do preso Joio
Parades a autoridade oriental mais proxima de
nossa fronteira, entregando ignalmente ao consul
oriental nesta cidade o dinbeiro e letlras quo lh j
for.m encontrados quando nesta cidade desem
baroon.
Joio Paredes 6 o autor do roubo commeltid)
era Montevideo ao agente de uma das eompanhias 1
demos, devem ter conhecimento os nos-
s. PAULO,
capital o Dr.
chefe de policia da
Be|ipKara a
pnvintia,
Tiaiifci.se recebido em matrimonio, em Campi-
nas. sW. Dr. Delbno Piaheiro de Uibda Cintra,
dep "o geral, com a Sra. D. Angelica Machado
Floi j, fllha do Sr. Hercules Florence ; e na
capi* St. Dr. Pala do Sonza Qaerroz, lilho o
llnado Bario da Limeira, com o Sra. D. Narciza
Emilia Oleary At Audrada, uiha do Sr. conselhejro
Jose Bonifacio tie Andrada e Silva.
Cbegara a Santos o primeiro carregamento de
tnlhos, constado de 300 toneladas para a estrada
de ferro a cargo da eompanhia S. Paulo e Rio de
Janeiro, aelualmente em construccao entre a capi-
tal e a povoagio de Sauto Antonio da Cachoeira.
Antoriorroenle ja havia ehegado a barca N. Smith,
com carros de laslro ; e acham-se cm viagem a
barca II ihnnu e mais duas outras com pontes de
ferro e locomotivas.
Foram traasportados durante o mez de novem-
bro proximo passado, na linha paulisla (Jundiahy
a Cainpina>), G.58J pas^ageiros. sendo de l" classe,
1,477 ; 2- classe, 5,105, e 6,878 tonelala* de mer-
cadorias, a saber : cafe, 4,018; algodao o{); sal,
1,103 ; assucar, SO ; diversos, 1,627.
Le se no Piracio.iua de 12 do corrente :
a Consla-nos que porvstes dias sera lancado do
estaleiro ao rio Piracicaba, uo porto desta cidade
(CoQstiiuirao) o primeiro vapor pertenceuie a eom-
panhia emprezaria da navega;ao dos rios Title e
Piracicabi.
E' um facto de grande .importancia para a
provincia de S. Paulo e especiaimente para os mu-
nicipios ribeiiiobos, co.no o nosso, aos quaes inte
ressa mais do perlo a navegacao daquelles rios ;
o dia em que ele se reahsar licaia seudo uma
data n navel nos faslos glohosos da indepen-
dent, rica e emprehendedora proviucia de S.
Paulo. Esse dia deve ser de jublio e de festas
especiaimente para os piracicabanos.
< A imprensa local cumprira o seu dever re-
gistrando um suas columuas essa data de snbida
importaocia, mofmente para o rico e flore3cenlo
muoicipio, cujos interesses tem por missao re-
piesentar e auxiliary
N'otieia o Pjrahytinqa de S. Luiz :
a Na noite de t do corrente foi inaugurada a
illutninacao publiea desia cidade, illuminando-se
tambem as freutea das casas. & banda de rausica
do Sr. Joao Baplisia Salgado, percorreu as ruas
depois de ter locado em frenle as casas do dele-
gado de policia, Dr. juiz municipal e da camara
d'ondo proleriram bonitos discursos analog s ao
acto e ao dia os Srs. Aalouio Luiz de Andrade e
professor Belisario Ferreira Salinas.
niO DE JANEIRO.
Por despacbo de 19 do corrento foram nomea-
dos :
Ordem da Rosa. Offkiaes : 0 Dr. Fransisco
Leite da Costa Belem, vice presidente da provincia
de Minas-Geraes, em atlenc.ao aos relevanies ser-
vicos que tem pres'tado a > Estado ; losi Teiseira
da Nobrega Sobriabo, da provincia do Rio de Ja-
neiro, pelos relevanies servieos prestados a ins
tiuc^S- ^nblica ; eo oronel Clelnente Evangelista
de Castro Tanajura, pelos que prestou em relac4o
a guerra com o Paraguay.
Cavalleiros.-O Dr. Francisco Regis de Oliveira,
em attencao aos relevanies servieos que prestou
na exposicao universal de Vienna d'Austria, e o
Dr. Manoel Alves da Costa Brancanle, pebs que
tem prestado ao Estado e a bumanidade.
Ordem de S. Rento de Aviz.Cavalleiro : 0 ma-
jor do corpo de engenhdiros Guilherme Carlos
Lassance.
Foi exoneralo o Dr. Joao Pelro Maduro da Fon-
ceca, do lasar de commissario vaccinador da pro
vincia do Amazonas.
Foram naturalisados 03 subditos portuguezes
Antonio Joaquim de Moraes e padre Liuriano Joa-
quim de Serpa; o subJilo prussiano Theoloro
Henriaue Heegewaldte o marroquino Marcos Co-
cliim Corte-Real.
Por decrelos de 10 do corrente :
Foram. a seu pediJo, removidos os juizes de di-
reilo Mai tioho Avelino e Antonio Ferreira Garcez,
aquelle da comarca de S Stbasiiao para a de Casa
Branca, e este da de Casa Branca para a de S.
Sebastiio, amtas de 1" enirancia, na provincia de
S. Paulo.
Foram recondnzidos no lugar da juiz municipal
e de orpbaos :
Bacbarcl Emiliano Jos6 Rodrigues, do termo de
Grajahii, na provincia do Maranhao.
Bacharel Jeronyrao Americo Raposo da Camara,
do termo de Pao do3 Ferro*, ua proviucia do Rio
Grande do Norte.
Bacharel Bento Minervino da Silva, do termo de
Arassuahyi na provincia de Minas Geraes.
Bacharel Francisco Dias Fernandes, do termo do
Alegreto, na provincia ue S. Pedro do Bio-Grande
do Sul.
Foram nomeados :
0 bacharel Luiz Antonio de Andrade, para o
lugar de juiz municipal e de orphao3 do termo
de Ouricury, na provincia de Pernambuco.
Foi reformado, a pedido, Jflsd Miguel de Lemos
capitao cirurgiao mor do commando superior da
provincia do Amazonas, no posto de major.
Fez-se merco da servenlia vilalicia dos ofllcios
de conUdor e parlidor do termo de Caninle", na
provincia do Ceara, a Joio Lzaro de Soaza, no-
inead-j pelo presidenle para servir provisoriamente
na forma da lei.
Por titulo de 21 do corrente, foi ncmeado
Jose Vieira Rodrigue3 de Carvalho e Silva, para o
lugar de pralicante da thesouraria do Ceara.
Por decreto de 12 do corrente, e na confer-
midade do regulamento approvado pelo decreto n
j',679 de 27 de junho deste anno, foi nomeado ca-
pellao mor do exercilo o conego Jose Joaquim da
Forceca Lima.
Por decreto de 19 : \
Foram nomeados:
2" cirurgiio do corpo de saude do exercito, o
doutor era medicina Joao Telles de Menezes.
CapelUo lenente do corpo ecclesiaslico, o conego
Jose Joaquim dos Santos Ferre>ra.
Foram concedidas ao juiz de direilo bacharel
Jose Marcelino de Araujo Ledo Veiga, em attenQao
aos boaa servigos prcslilos no exercito em opera-
cSes no Paraguay, as honras do posto de major
do exercito, que exerceu em commissao como au-
ditor e membro da junta mililar dejuslicado mes-
mo exercito.
Passaram se aggregados as armas a que perten
cem, de accordo com a imperial resolucao de 20
de julho de 1870, tomada sobre a consulla do con-
selho supremo mililar: os capilies do 4 batalbao
de arlilharia a p6 Joaquim Alvaro Pereira e do 14
de infantaria Joaquim de Casianheda Pim^ntel, e
0 alferes do 2 regimento de cavallaria ligeira.
Fidelis Machado de Avila.
Foram reformados:
De conformidade com o disposto no l do art.
9 da lei n. 648 de 18 de agosto de 1832, o aiieres
do 8 batalbao de infantaria Limphronio dos Santos
Ribas, visto soffrer raolestia incuravel, que o torna
incapaz de continuar no servlco do exercito.
Era vista do que dispoe o | 3 do piano que bai
xou com o decreto de 11 de dezembro de 1815,
com soldo por inteiro e valor.da farinha, o 2 sar-
gento do 15 batalhio de infantaria Joio Vital de
Araujo, por contir mils do 30 annos de servigo e
soffrer molestia incuravel, que o torna incapaz de
1 continuar no mesmo servico.
Foi commutada, em virtuda da imperial resolu-
de tapores para o Salto, e da qnal pelas nolicias I $io de 12 do aureate, na pona de carrinho per-
peiuo a de morte, a que foi condemnado, por sen-
len<;a do conselho de guerra e coulirinagao do
conselho supremo mililar de jnstica de 30 de se-
lembro proximo passado, o cadete do 3* re-
gimento de cavallaria ligeira, Jose Alves Carneiro
Junior.
Por portaria de 17 do corrente foram e>n".edidas
ao porteiro da secreiaria de o-t-ido dos negocios da
guerra, Lniz Jose Soares da Nobrega, 40 dias de
licenca f ao conilnno da mesma secretarial Fran-
cisco Galdino de Paula Ferreira, 20 dial com os
repeclivos ordenados para tratarem de sua saiiJe
onde Ihes convier.
Por portaria de igual dala concedeu-se licenca
pararesidir na provincia de Santa Catharioa, ao
eapiiao reformado do exercilo Joao Machado de
Souza.
Por decreto de 19 do corrente, foram pro
movldos ao poslo de 2. tenentes os seguintes
guardas-marinha: lanocencio Marques de Lemos
lia-i.s, Anlanio Leopoldino da Silva, Jo>e Lopes da
Silva Lima Junior, Emilio de Miranda Ferreira
Campello Joio Cordeiro da Grata, Joaquim Diniz
Cordeiro, Joaquim Jose Oias de Aguiar, Henrique
Christiano Braune, Ignar.io Luiz de Azevedo Costa,
Albnso Henrique Nina, Ollon de Carvalho Bnlhio,
Jo^e Gongalves Leite, Justiniano de Oliveira Souza
e Mcllo, Francisco Augasio Monteiro da Silva, Po-
lycarpo Cesario de Barros, Emilio Carvalhaes Go-
mes, Luiz Pinio de 5a, Joao Aogusto Deltlm Pa
reira, Manoel Antonio Moreira de Carvalho, Joio
Velloso de Oliveira, Alberto Jacintho Correia de
Mallos, Julio da Silva Oliveira, Irineu Americo d
Costa.
Foi nomeado ajudante do deposito de apren-
dizes arlilheiros o alferes do corpo de estado-maior
de 2' classe e tenente-honorario do exercito, Can
dido de Amorim Tavares.
0 decrelo n. 3,823 de 17 do correnti raarcou-
o ordenado annual dos carcereiros das cadeias dos.
seguintes municipios da provincia de Maito-Grosso
Villa do Rosn.rio do Rio Acima, e diia do Corum-
b.i, iio-, freguezia do Livramealo, dita da Cba
pada, dita de Santo Aotonio do Rio Abaixo, e dita
de S. Jose de Herculania, 120?.
0 de n. 5,826 da mesma data marcou tambem
o ordenalo annual de 120$ ao da cadeia da Villa
de Entre Rios, na provincia de Goyaz.
0 decreto n. 3,818 de 12 do corrente cf nee
rfeu aos bachareis Luiz Maria Gonzaga de Lacerda,
Diogo Ferreira de Almeida e comraeodador Eudo
ro Emiliano de Carvalho, autorisacao para incorpo-
rarem uma eompanhia destinada a reconstruir
predios, especiaimente os arruinados, sob as bases
seguintes:
0 fundo social da eompanhia sera de dex mil
conlos (10,000:000/), divididos em 50,000 aegoes de
200) cada uma.
A empreza obrigar-se por escriptnra publiea a
pagar mensalmente aos proprietary que a procu-
rarera para reconstruccao de seus predioi o pre'eo
(deduzida a decima urbana) do aluguel de suas
casas durante quinze annos, e d'ahi por diante a
porcentagem qne se coovencionar na escriptura
ate qne Ibe sejam deQnitivamenle eutregues os pre-
dios. Undo o praso d mesma: os nronriavarios.
por6m, poderao renavelos antes por um acordo
com a eompanhia.
A eompanhia durara por espa;o de 40 annos,
Qndo3 os quaes entrara em liquidagao.
Nao sera maior de 30 annos o prazo que a eom-
panhia podera alugar per sua conta cs predios
reconstruidos.
Prorogou se p-r 30 dis, com ordenado, a li
cenga do juiz de direito da comarca de Pianco,
Francisco Jovita Cavalcante de AILoquerqne.
0 ministerio da justiga marcou a ajuda de
custo de 300) ao juiz municipal do^termo do Bom
Conselho, bacharel Joaquim Antonio da Silveira
Junior; a de 4005 ao juiz municipal e le orpbaos
do termo de Cimbres, bacharel Duarte Estevio de
Oliveira ; a de 330) ao juiz municipal e de or-
pbaos bacharel Jos6 Gongalves da Rocha.
Furam concedidos 4 mezes de llcenga, com
vencimentos na forma da lei, ao 3* e*cripturano
da alfandega do Ceara, Manoel Jo;6 Candido.
Bealisouse no dia 20 do corrente, a 2
corrida de canoas, organisada pelo Club de Rega-
las Guanabarense, era o moiivo da animacao e do
movimento que bavja naquelle bello arrabalde.
De todos os lalos o povo allliia era massa.
0 longo caes, que borda a easeada em loda a
sua exteosao, apresentava a mais linda perspectiva
que se pode imaginar.
Innumeros espectadores procuravam, em terra
lugar conveniente para assistir a festa, e no mar
nio era raenor o movimento.
Lanchas de vapor, escaleres, gnigues, boles, toda
a especie de embarcagoes pequenas, emfim, mo-
viam se de um lado para ooiro, offerecendo qua-
dro nao menos bello e animado.
0 Club empregou os maiores esforcis para tor-
nar brilbantp a sua festa.
Em frenle da rua do Marqnez de Abrante levan-
tou o Club um bello e elegante pavilhio, destinado
a SS. MM. Imperiaes, que nao poderam assist'r por
se acharem em Pelropolis. Aos lado3 deste pavi-
Ihao havia duas longas arcbibancadas para os es-
pectadores, seus convidados.
As archibancadas mediam 675 palmos e accora-
modavam cerca de 1,300 pessoas. A' vista que
ollereciara do lado do mar era esplendida.
Pouco depois das 4 l|2 horas partio o primeiro
pareo compoato do guigue Nicota e da canda Got
finho, aquella de 61 palmos de comprimento e esta
de 59.
Veoceu a Gol/inho, fazendo o trajeeto em 2' e 30',
Eram : patrio o Sr. A. Faria e remos 03 Srs.
W. Bollard I*, R. Windle 2*; Mac Rived 3% EL A
Stuarl 4\
0 premio foi uma medalha commemorativa de
prata a cada tripolanle.
usegundo pareo compnnha se das canoas Vain
piro, ie 48 palmos de compndo, e Pint*, de
52.
Realisando.o-trajecto em 3' e43"sanio veneedo
raa Pirata, de qua eram patrao o Sr. A. Baptisla
e remos os Srs. A. de Moraes 1, A. F. Jorge I'., S.
de Miranda 3, e J. da Cruz 4.
0 premio de3'.a corrida foi igual ao do pa-
reo.
0 guigue SmAd e a canoa Hope, amba3 de ol
palmos.formaram o 3* pareo.
Sahio veneedor o Sinhd, realisiudo o trajeeto
em 2' e 33". Eram os seus tripola"ntes os Srs. F.
de Oliveira, patrao; J. Teixeira, rerao ; J Cos
ta, 2'; A. Pinheiro, 3; e 0. 0. G. Leal, 4.
A seus tripolanles coube ainda uma medalha
commemorativa de prata.
0 4 pareo, formado pelas canoas A*, de 46 pal-
mos, e Republica, de 59.
Venceu a X, que realisoa o trajeeto em 3' e 30',
o que era tripolada pelos Srs. Jorge Dias, patiao ;
J. Azevedo 1 remo, J. Fonles 2, Guimaraes Ju-
nior 3" e G. Bastos 4".
0 premio nesta corrida foi igual aos anterio-
res.
A estas quatro corridas de amadores, socios do
Club, scguiram-se as dos profissionaes. Nao bou-
ve premio para a corrida simple*; os vencedores,
porem, no pareo final, disputaram um mirao olTe-
recido pelo Club.
Os pareos dos profissionaes corapunham-se dos
seguintes escaleres, candas e bileeiras de guer-
ja:
Quinto pareo : baleeiras Werneck. e Araguary,
tripoladas por seis imperiaes marinbeiros e gover
nadas aquella pelo gnarda marinha Barros e esta
pelo official de fazenda Julio de Oliveira.
Sexto pareo: canoas Sylphiie e Willegaignon
remadas por quatro imperiaes marinbeiros e go-
vernada a primeira polo gnarda-mariaha II. 4eFi-
ria, e a segunda pelo guarda marinha F. 4* Car-
valho.
Setimo pareo: escaleres Atlili e Hf*, o pri-
meiro reraado por 10 imperiaen mariaheiros % >-
vernado pelo gutrda-inarinha M. de Carvaiko, o>
2*tripolado por 12 imperiaes manuheirs gover-
da pelo guarda marinha Diniz i.irdewo.
Oitavo pareo: baleeira Flmmtnrtm e escait r
Rto Grandenie, arebos iripulados p-ir IS Imperial's
mariubeipos. Na primeira goveraava o leaaat-t
B.ureio e ao segundo o guarda inariDba P. de Bar-
ros.
Neslas corridas sahiram veoced^res o Anigmtrt
no quinio pareo, a Sulphide no sexto, o At lilt a
setimo e a Flumincate do oilavo.
Entrou em seguida o nono pareo de amadofes.
coraposto dos vencedores. I. irjiaram as caada-
so sigQil oo juiz da parti U, c r.;al saudo trajret -
en J e V, a Golfinho obteve c.m> premio ua.
medalht de ouro e um rico paliie.ro de praa*.
Nao se realisou o decimo par--o x>rque nenhnT
dos vencidos, de que deveru ser -Jle orgiaaad"
te apresentou na raia a di-putar o premiu, qae cr*
uma rica taga de prata.
0 decimo primeiro pareo, q-iepiz termo a Im-
la, compoz-se do* escaleres de guerra vesc4o
re* : Aragu-iry, Sylphtde, Attila e Flmmi*ente. O
Arugaary, que chegou em I* lugar, obteve o are
mio de uma linda cnican, pires e colher de prata,
e o Attila, que foi u 2* veneedor, uma rica ui>
de prata.
Os premios foram di>lribuidos aot veoeeiorr'
por uma o-mmissao de seoboras ao som 4* 4ui-
oaodas de musica e no meio das acclaaiagea do-
espectalores.
. Na escula de marinha prestarim examea re-
gulameolares em ensin >> tbeorico e pralico, e t-
ram approvados os guard is marinha abaixo mea-
ciooados da turma de 1871, qu; :"r>>qaenuraai a
4* anno do curso escolarem viagem de introcco.
na costa do none do imperio, do I'io de Janeiro a
provmcia do Para com derrott pela ilha de Par-
naodo de Noronba, a bordo da corveta a vapor
M-nhrrohij, sob o commando do aaaafc de fragata
Joaquim Ji.se Pint j, sendo in-lructoras us I" teaaa-
les Manoel Maria de Carvalho, Aflonso Angasio Ro-
drigues^de Vasconcellos e Americo Leonitfas Bart
sa de Oliveira : Franri Marlins Toledo, Francisco Marques Pereira e Soa-
za. Lueidio August) Pereira do Lag), Francisco >
1'anla Duarte e Souza, Fnderico '^rreia 4a Ca
mara, Manoel Ignacio B-lfort Vieira, J<>ao Pereva
Leite, Augusto Guedes de Crvalao. Launnlo Ma-
lar Paulino Junior, Manoel Jacinmo Pinheiro, Am
tjoio Jose Gongalves Junior, Antonio Candido d>
Amaral, Uarindo Henrique Soares, Alexiodre
Bipiisia Franco, Manoel Innocencio Pires Caaaar-
go, \rthur d Serra I'into, Joio Anionio Soares
Dutra, Raymundo Fredenco Kiappe da Costa Ks-
bim, Aristides Monteiro de Piano, k-mcio Gabriei
Monteiro de Mendoopa, Joaquim Aatoaio Feroaades
da Assumpglo Junior, Francisco Cprdeiro Torre-
e Alvim Junior. inuo udci. ou.*, jvmai-
gusio Damasio, Arthur Jose dos lieu Luboa, Joao
Francisco de Jlalft Carvalho, Jose J wqaiia Macha-
do da Cuoha, Jest Amelio Goagalves, Miguel Aa-
lonio Fiuza Junior, Jose- Joaquim da Foaceca Leaaa,
G dofredo S.lveira da Motla.
Resuludo dos examr na Escola Poliiecaai-
ca, nos dias 20, 21, 22 e 23 do correnle :
Aristocles Ambrozino Gomes Calaga e OrLs Jo-
se de Oliveira Braga Gross, approvados td-aa-
mente ; It lymundo Furlado Ferreira da itochn.
approvado simpl*smeut*.
2' cad ira do 3* anno :-Samuel Severiaoo Fi-
gueira de Aguiar, Tobias Tell Martins akaesae, Vi-
cente Hue! de BacelUr Pinto Gaedes a Joaqntm
Jose Barrio, approvados plenamente.
2'cade.rs do 5* aon- .Ernesto Marcos Tygna
da Cunba, Carlos Alberto e Luiz Alfonso Braga
approvados plenamente.
Desenho do I* anno : -Jose P.n-iano de Olivei-
ra e Anionio Jose Feireira, approvados plena-
mente. Ilouve um reprovado.
2* cadeira do 3- anno :-Felix Emmanuel Flour
get, approvado com riisiincgio Alfmso Luttaaa
e Lu*as Teixeira de Souza Magalhaes, approvados
plenamente ; Tneodoro Fernandes de Sampaio
Francisco Luiz Loureiro de Andrade e Feroaal
Pereira da Rxhi Paranb-s, approvados simplts-
menie.
Desenho do I* anno :-Guiiherme Frauciseo d
Souza Baslos e Ma.hias da Costa BafVaa, approva-
dos plenamente ; Francisco Dias de Arruia Kal -
can, approvado simpltsmenle. Houve nm repro-
vado.
Resultado dos exames, na Facullade de Me-
dicina, nos dias 21 e 22 do corrente :
1* anno pharmaceutics :lanoceaci lose Xar-
linho, approvado plenamente ; Pedro Franei-c-r
Barroso Nuues, Brazilino Americano Freire, Lu-
ciano Galdino de Oliveira e Jose I'rbano de Castr
Menezes, approvados simplesmenie. II uve nu
reprovado.
2* anno idem :-Alfredo Dias Ferreira, Antow1
Jose de Moraes Brito e Antoaie II J ipfe I'.reira
de Lemos, approvados pleuamenie Americo Car-
los de Siqueira e Jose Pereira Arantes, approva-
dos simplesmenie.
2' anno pharmaceutico :-Joao Coelh? de Hell:
approvado plenamente. Ilouve d.ms reprovado*
Exame clinicodesufllciencia. -Dr. Pedro Adol-
pho Rostgdard Brunn Gad, approvado plena-
ineote.
Prestaram juramenlo deph.irmaceuiio antes do
dia 19 por moiivo de moktlia, os alutnnos segaic-
les :Arthur Augu-to Pires llali IJ, Tilo d- Sa
Macedo Carvalho, It.iiilio Kodrigu.s de Ompo*.
Jose Eduardo de Macedo Soares, Fraon.-co Jose
Pereira de Caslro, Aupuslo Pereira da Itocha.
Sosi Vicente Marcondes Romeiro e Fortaaato Ray-
mundo de Oliveira.
Prestaram tanibem juramenlo de ph.irmarenti-
co, noje, os alunim-a seguintes, que por diversos
motives deixaram de prestalo no dia 19 : Fran-
cisco Ferreira Couto, Venancio Jo.-e da Silva, Ma-
noel Soares de Meirelles, Guilherme Barlnsa *e
Oliveira, Francisco Jayme Torres, Sebasuio Cata
Callado, Luiz Augusio do Loyola e Evarislo Aaol-
pho de Cerqueira Cr.ldas.
Em sessao de hontem a congrega^io den por en-
cerrados os mbalhos do auno e eleg< u un.ini-
nemente para redactor da Meiniria 11 -1- !- a. n
lento de bolanica e zoulogia Dr. Joaqoim Mnk.r >
Caminhoa.
0 Sr. bispo de Olinda conferio no dia 21 4o
corrente, na capella de sua prisao, a sagrada or-
dem de presbiteralo, ao Rvd. Joao Carlos de Mon-
ra, que no sabbado ultimo fota ordenado de aia-
cono.
A Sra. D. Maria Rosa do Espiriio Saoti Per
reira, viuva do coronel Miguel Rodrigues Ferrei-
ra, libertcn os seus escravos, Caadida. de 28 aa
nes, e David/ de 18, para solemnisar o dia do
doaioramenlo de sen filno o Dr. Jose Lopes Fer-
reira, que se fonnou em medicina.
No dia 23 do corrente canto sobre o Rio a>
Janeiro nm terrivel temporal, qne occasionoa o*
seguintes sinislros :
Um saveiro, qne estava atraeado ao vapor ViL:
de Santos, carregidc de tnlhos e eaixas, sosaokraa
depois de perder a ancora e a corrente.
Quatro catraias, qne se aebavara atracaiae a
galera fracceza Rcine dm Monde, carrega4as >
couros, tambem sossobraram. -
Um bote da estagio do cael Pharoux, aae riafca
de bordo do vapor Lidador com e>aapaaaiafssra?.
enchen-se d'agua, sendo feUzsaeass same estas e
os iripolantes por alguns boles da Ufca iai Cobra*
I
/>
\%

L ^ifflLJ

4


Diario de Peraambuco Qaarta feira SO do Dezembro de 1874
y
que logo acudjrara. Perdea se a eagagera dos
dous passages.
Afandou-se tambera uma fahia, pertencente a
Joao Luiz Ferreira, qu'e tinhi seguilo d'aqui par..
a estacao daeslrada de ferro de Maua, carr?gada
de carvao. Uma canda de Pescadores, que em
boa hora aproxim u se do lugar do siaistro, pdde
salvar ps seus tripolantes.
Outra faltia, propriedade do Also Luiz Quin-
tella, tambera submergio-se, into para Paqueta,
com carregamcnto do-tartnlia de trigo. Sua tri-
polacao foi salva por urn bole da ilba do Vianna.
Sossobrou iguaiuiente, cm freuie a barra, uma
laneha trip iada por Jose do Souza e Antonio, es
cravo de Francisco Mac ha do GuitF/araes.
Quandoe^tes i feti7.es e-tavam prestes. a afogar-
s-. depois de tereea latado longo tempo com as
ondas, utn esc..:er, peit-ncente a Manoel "Es
quimore, e por tile dirigulo e 3eu irmio Antonio
Esquimbre, eonteguio salval-os. Consta-nos que
<.' a quiotao'ezque Antonio Esquimbre salva nau-
fragps.
Na altura da iliia do Eogenho, appareceu urn
bareo de uuerena para clma; nada te sabe a
rmpeito dos seus tripolautes.
Finalmente, cahio am raio na barca hcspanhola
Sarag'oza, qus quebrou-lhe o mastareo do joanete
de proa e est- cabiada, partio o do joanete grande.
A alfaniega reudeu de 1 a 23 do corrente
2.688:295026*
Eis as notieias commcrciaes das ultimas da-
las :
t Buenos-Ayrrs, 11.-0$ descontjs fleafh nuis
laccis. As let:as do thesouro sao procuradas a 2
por cento.
O raoviraeiito mariUmn a-.igmentaa esta se
mana. Os corretores aciiam-se, mats do que
nuncs, 3tarofa'Jo-.
Os embar pies generos elevannwea 15,000
.t 0 camb:o Qca a 50 3/i e 50 7/8 d., taxa a
que o banco da pronncia titaon 88,000.
Ha proenra para a agnardenle, cujos preQos
regulam a fc6 .; a b rij e 68 9 cm deposito. Os
pnmeiros supprlmcnos jue chegarein nao de
otter precos mais altos.
Nao houva entrada* dc sal.
a 0 mercaib melli i u Je posijab. Consta a
vends, a cbegar, de alguns cir.egainentos para o
porto do Tuyd a ii r;- Ik a b rdo. Uma outra
carga foi vendida com aesliitj a Mgdaleaa, a.
mesmo preco, de sorta qdh inje poletn s franca-
nieule cot ir o artigu de li a 13 rls. a bordo.
a Nao ba existencia algama de assucar de Per
nambuco, que flc'a muito fir me e procurado
De genefp da salra passada vendcram-se pe-
quen'H otes a 68 o de I", a 6!i o de 23 e a 57 e
58 o mascavo.
a Mohtccidrj, 15. 0 mercado de cambio fechou
aos scguintes prejos : Londres 52 3|i a 53 d., Pa
ris 3.60 e Antqerpia 5.60.
Xo morcado de proJu:tos apenas nos cons-
tju a ve^Ja de algous lotes de cjuios saigados e
Sibo ii. nTwa safra, a jirego reservado.
a liio >.le jttneirv, 23.-Kltioje rauito llmitado
o muvimeutj-ilo mercado de cam bio, que, eijtre
tamo, f-.cluu iirme etm boa posicao. Sobre L n-
dres regal .ram as taxas de 36 1/2 d., papel ban-
eario, 26 ', e 20 3/4 d. p?rticnhr ; sobre Pranca
Jt>2 is. pjr franco, papel baucario, 357,336 e 351
rs., p-rticubr : e sobre Hamburgo 447 rs. per
marco reicksmuze.
i Uepeii d^.' mnitos dias de paralysajao, acgo-
ci^u-.-e/ii ije ao mcroado do ioberaaos, am peque-
ii j krtoja 'J 300, a diubeiro.
O .iiiticadi Je fundos puLlxos e deacc.3os es-
tcve em completa apathia.
A* v.udas (ic ca'o ft-ram menos que regul .-
res, eas ass'nciir peqaenas, para cuii^uaio.
ao nos cjihtuii fioU.iuinio algum
Sahirara para Peraambuco : a 22, p pataclio
bfaaffeiro S. Luiz ;ea J3,o ratachj Cariifode.
UAIIIA.
Pur fatta d'aguada, arribara no dia I'i, o bri
f-'^e toglcziflono l\.le,
;evidi3j.
que ia Je Cadiz para il.ii-

PT
REVISTA DIARIA.
' llospicio Ua ulieaados. Producto daf
ufferlis los parauvmpUus:
Traa pjile 22:550-3000
D. Maria Luiza Perreira Maia 10J jOOO
senlenc*. Dito'Man-jel Joaqaifll de Soiza, accusa-
lo de desobediencia e fenmeato, conlemnado a ser
ar:bzado, foi refornaia euten;.a em 12 annos
le prisao com trabarhi. JMto Caqdido M.vmiam*
loi Santos, accusa lo de ferim?nt.is graves, cou-
Jeranado ao carrinha perpetuo, foi refarnnha
sentenca era quatro annos de prisao com traba-
Iho. D.103 Joso Luiz-do J mesio da Rocba, Riymundo Guedes \lcanforado,
Antonio Rodrigues da Silva, Manoel Francisco Al-
ves da Cruz, Joao de Mattos Caraiiba e Pirmiao
Antonio dos Santos; fecusajos de sedigao, con-
demnados a secern areabuzado* ; fit conlrmada a
sentenija. Dito Severo Marques da Silva, accusa-
do de priraeira deaer^ij simples conderanado a
seis mezes de prisao; foi conlrmada a ;enteoC;.
Dins Tiburcio Pinto da Silva e Igoacio Paes de
lledeiros, accusados de deser^ao em tempo de
guerra, condemnados a serem areabuzaJos; foi
reformada a aeuten;a em cinco annos do prisao
com trabalho.
Armada.Offlcial ue fazenda Elpidio August)
da Rocba Lima, accusado de crime d falsificacao ;
coudemnado a ser expulso do servigo da armada,
com inhabilidade para servir outro qnalquer em
pr.'go na.mesm^ armada; reformada a sentenca
para condemnare n o reo a dous annos de prisao
como incurso r,o art. 73 dos de guerra da armada,
atera das penas in art. 25 era que foi condemnado
pela sentence do conselno de gueira, a qual nesta
parte foi confirmada.
Mupreiuo tribunal do jumtira. Na
seseao de 19 d) corrente, o Sr. conselneiro Valde
taro expoz os fuudamentos da revista civel n. 8,617,
do Pernambuco.-llec.rrenles, Joaquim J'se" Bap-
tiita e sua mulber ; recorridjis Francisco da rfilva
ilego e outro.
Feita a exposicai, passau os autos ao Sr. conse-
Iheiro Albuquerque.
I'roduftos brasileiros uas prafa
esiraugelra*.-O consul geral du Bra-n no
Chile dirigio, era 9 de novembro o seguinto oUlcio
ao mmisterio ua fazenda :
Illm. e Exm. Sr.Cumpro com satisfjcao o
dever de ministrar a V. Exe. as inforroagoes rela
livamente a posifao mercantil de nossos princi-
paes producios neste mercado, obedecendo assim
a circular de 15 de selembro ultimo, que V. Exc.
dirigio a este consulado geral.
< A herva mate se pode dizer que e o product"
brasileiro oue constitue o nosso commercio com
o Chile; dando-3e a circumstancia de nao ter-
mos competilor, pois que o Paraguay desde
o comeco da guerra deixou compleiamenle de
exportar.
a Duas sao as qualidades qae expirta o Bra-il :
a herva commum, que alem de muito ordmaria e
moida, e que portanto nao agrada no Chile. Esta
hi rva se veude actualmente por 2 p- sos a arroba
bespanbola, preco bastante inlimo, nao so devido
a enorme exi.-teacia, como priaoipalmente pela
sua ma qualidade.
ii Os exporladores devem de uma vez para sem-
pre deixir de espe.cular coin semelhanto ani-
go, attendendo-se a extraordicaria depreciajao
que elle soffro ; convinJo notar qua ainda maior
sera por motiro de n^vos carregamemos uiti-
mameute chegados c por chegar de Parana-
gua.
A outra qualidade de herva e a conhe.cida
como especial, que tern uu cousumo enorme, e 6
muito procurada, sendo seus ppocos, segunJo as
marpas dpi fabric-antes, variaudo de 2 \\i a 4 pe-
m a arroba.
Esta herva e preparada com muito esmero ;
tern lambem excellente aroma, e e toda ella em
folkcs, o que Ibe da e seu principal valor ;
vi.tto que no Chile nao se aprecia a herva
moiJ.t.
a As mateas mais rejoin : enladas sao as de
Sfaooel Mir6, Jcse Mirode Freitas, lldefonso e C
J il de Parauagua; e Daisson de S. Joronyaio do
Rio Grande do Sul.
Po.'tant >, ?e os prodaclores se Compenetrarem
que devera somtute introduzT herva era follms,
mesino que jeja de qualidade ordinuria, con-
seguirao firmar a n putagao desso importantt
prod uu to, e por consrgumte obierao retultados
fclizes.
Nos generos similarcs de
OcmMm
22:650A 00
0""" ihlica8. Para a ter-
ceira, qu'e tera lu^ar no thealro do Santo Antonio,
as Ii boraj da manha do proximo^oraingo, acha-
se ioseript* o Sr. Dr. Autonio do Souza ."into,
que deseftVglvera a e0-uiute (hose :~A mulher
peranit 'a filloria.
_ P_dreijii>a;sita9^- a b-.rio do vapor in
g!ei Neva fez o governo Imperial bontena segair
para Portugal os Rvms. padres jesoilas ilario Ar
. I io iaptisia Rayberii, Phelippa Sottovia,
uucio Cap uci, Vicente M-zzi, e Joao Bertbi, que,
tendo fe.ro parto do colljgio de S. Fraociaeo Xa-
vier, achavam-se nacidade d) Recife, e em seus
arrabaldi s.
[otormam-n is que :6 de passagem para esses
i i a bospe les pagoa o gaverno 2:049 2ti.
Para a Eiiruna. Com 18 recebidos em
30SSO poit >, ievou o Neva 1C8 patsageitt s.
BMnheir*.0 vapor Neva tiouxe 01 para
os Sr:>. J. J. Goncalves B.'ltrao & Filho, 6 12 00J;
iiara os Srs. Luiz lose da Silva Guimaraei & C.
Preiinsidora da lumtruc^ao tu-
blica.. lklicao ds pessoas quo ate a ureseute-
data tearse digaado caviar seus ionativos para
essa sociedade, os quaes foram promptamaote tu-
tregues ao respectivo thesoureiro :
Barao dc Uuoga
lommeudad r Antonio de Miranda Leal
Commeniaii r Luiz Antonio de Siqueira
Dr. Ambrozio Macbado da C. Civaicauio
JJm anonymo
Dr. Manoel de Barns Barreto
Barao de Guararape3
Antonio B-jrnardo Vax de Carvalbo
Jose Perns da Crur
Dr. eommendador Henrique Pereira da
Lucena
SOOiOOO
50i000
504000
50iu00
oOfSOUO
205000
20*000
203000
10,5000
40^000
410^000
Iaqju;>ri(o policial. Pela subdelegacia
deBeieiilie f.i remeltido ao juizo competente o
inquerito policial a que procedeu contra Thome
Jose Pedro, por cime de off neas physicas.
Assassinato. .\o dia 23 do corrente, foi
asiassinado na rua Nova, da villa de Palmares,
com uraa\facada, j0.io Vicente de Carvalbo, por
Jose Gato, que foi preso em flagrante.
Arreniataao provincial.-Perante a
janta da thts rararia provincial vai a pra;a, no
dia 31 do corrente, o fornecimento de alimentos e
dietas sos presos pobres da casa de detencao no
tnmestre de Janeiro a marco, segundo as tabellas
publicadas no lugar competente.
ona Jo.iik das Por la a.Nao podendo
a confraria dtssa denominagao, erecta na igreja
da Madre de Deus, celebrar, na forma do costume,
a festa do seu pairoeiro, no dia i. de Janeiro,
proximo, fara a exposigao da mi agrosa imagem
desde 6 horas da mauba ate 10 da noite, raanJaa
do cantar as 8 da noite uma ladainha sdemne.
Seilulas de GOO rels. Shi reparticoes
do the^ouro e da caixa da amortisacao, aa corte,
du o Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, que
ja se; e^lavam assignando as notas de 500 reis,
que devem ser emittidas em circulaeao no princi-
p!o de Janeiro proximo.
Mosquito.-itecebemos o n. 275 dcse tote-
ressante jornal illnstr.do, que se publica no Rio
de Janeiro.
Myaterios do Rio de Janeiro- Tarn-
bem receOemos a 14.* cadernetado !. volume do
romance Mysterws do Rio de Janeiro.
Conselno supremo militar.-Na ses-
slo do 19 do corrente fo-am jalgadoe definitiva-
mente os seguintes processos :
Ex^rcito. -Tenente Joao Ruflno Marques, accu-
sado de ter se evadido do estado-maior on lo se
achava preso, tendo sido absolvido pelo conselho
de guerra; foi reformada a seatenca era um rnez
de prisao em fortaleza, Segundj cadele Jose Gon-
calves Guimaraes, accusa:!) de haverextraviaJo os
seui un.iorijies, e Ctnde :.ido nas penas do art.
19 do regulamento de l/t'j; refirraada a senten-
ea para c-iideronaiem o reo a dous meze? de prt-
saoi our e ur uniennenie ir.eurso na primeira par
te rl. c.ui. anigo. S ;! ial ( I'ranci-co Pereira da
SMva, aicu-aJo do crime de t-mbnagucz eresis-
tern id, e coodenioado quauto ao primei;o crime
em 7 nieces de prisao e 50 pancadas de espada de
pram-La. e -inanto ao segunlo em dour* mezes de
prisin ; fu reformada a sentenga em dous annon j
de prisa.. cum trabalho. Dito Jose Franciso de1
Sc-uz s accu>ado do-crime de in^ubordinaca >, tea
do -i lu ab^olrido pelo conselho de guerra; foi
retri ada sentenQa para condeinoarerrv o re*
em h- ni^^i de prisao com trabalho.
) !e Maserfo, accusado do bomicidio, a,n
outros pares, im-
portados no Chile, temos o cafe que as republicas
da America Central e Grazquil exportam em
grande qaantidade, e que 6 reputado melhor que
o do Brazil; entretanto o no.-so e sempro bem
vendido, prmcipalmente nos mezes'de setembro a
fevereiro, tempo em qife se prepara a nova co-
Iheila. 0 cafe que se im;orta do Brasil e todo
elle de 2" qualidade, o que charaamos 2" boa,
e tal sua pri cura actualraente que so vende a 30
pesos os 46 kiUgrammas, accrescendo a especial
circun^tancia que, como a companhia dos vapo
res do J?anifiro insiste em nao reeeber eargas dos
portos do Brasil e vice versa, os especuladores era-
barcam no Rio de Jane;ro com t'i lino a Montevi-
deo, donde reembarcam para Valparaizo.
Apezar de tantos gastos com embarques, se-
guros, arraazenagem, commis-oes, etc., convera
cs;iecular sob-e este nosso importante producto ;
lal e o provei'.oque resulia.
Estou certo que desde que os poJeres- publi-
eos coueederera a isencao do iroposto de aocora-
gero, que pede a referida companhia de vapores
do Pacilico, unica vii direcla de communicacio
do Chile para o Brasil, teremos facilidade de ex
pirtar em grande quanlidade o nosso cafe som
contarmos o retorno de farinhas, trigos, nozes,
els. 0 augmemo da procura do cafe, Exm. Sr.,
depends unicamente do moraento em que o seu
transporte possa ser directo, sem que tenhara
03 comraerciantes de servir-se de uma pr.-.ca in-
tcrmeJii, oamo succede presenteraente com ilon
tevideo.
a Oxala era breve se conclua a revisao do aper-
feicoameoto do systems tributario, a que, coa-
fjrrae V. Exc. me fez a honra de comma-
niear, o governo imperial presta a mais seria
atleocSo,
a o sebo e gordura sao productos brasileiros
cxportados pela nossa provincia do Rio Graade
do Sul e que sao bastante procurados: sua cota-
cao e iguai aos similares da Republica Argentina,
sendo actualmmto de 13 a ii pesos os 46 kilo-
grammas. Nao e grande a exporU^ao, devido
i-toa diffkuldade de traasporte, pois tern de vir
era navios de vela e dobrar o terrivei cabo de
Homos; entretaul, convem que se]a em maioi
e.-cala, visto que o resultado e bastante satis-
factorio e o competidor nao nos prejudiea,
muito embora seja mais coniideravel o seu com-
mercio.
a Resta fallar do assucar de Peroamtuco, que,
com senlimeuto o digo a V. Exc, cada vez esta
em peior coniigao. 0 Peru e um valente antago-
nist i e o seu assucar e melhor que o nosso, alem
da facilidade e rapidez do transporte, notandose
quo os assucares relioados de Boneos, Havre,
Hamburgo, como tambera uma fabrica ae retina-
cao ultiiTiaraeutefundada aqui, proporcionarn em
abundaacia e mais barato comparalivamen'.e com
o nosso de Pernambuco. Assim, nao vejo modo
de neste mercado conseauir recobrar o credito
que antes se dispensava a esse prodacto bras lei-
ro, sendo de lastimar-se que os proluctores nio
se resolvam a montar grandes reflaacoese ex-
portarem ao ranndo mteiro esse rico producto
tropical.
a No presente anno dous carregamento3 ape
nas foram introduzidos nesta praca, e e" tal sua
depreeiacao que ainda existe sem vender se parte
de arrobas I
t Sao estas as informacSes que tenho a honra
de ministrar a V. Exc. era c mtestacao. a circular
de que me occupo.
t Reitero a V. Exc. as expressOes de mioha
elevada eslima, coosideta^io e respeito.
a Ao Exra. Sr. visconde do Rio Branco, mtaietro
de estado dos negocios da fazenda.-'Joao Antonio
Rodrigues Martins, d
institoto Brasileiro de Seteneias
phyulcas.Lemos no Jornaldo Commerao, do
Hio de Janeiro, de 23 do corrente :
Reuniram-se hontera n'uma das salas da Es-
cola Polytechnica diversos oavalheiros com o litn
de crearem uma soeiedade para a propagacao
das sciencias physieas era suas variadas applica
5es.
0 Sr. Dr. Maxiraianu Marques de Carvalbo
julgou de seu dever, como mais velho dos mera-
bros presentes, expor suceiataroente os fins da re-
uniao e patentear ao me-nio tempo os esforCj>s do
Sr. Dr Miguel Antonio da Silva para a re>-
lisa^lo de tao feliz idea, acclarnando-o, por una-
nimidade de rotos, presidenle inlerioo da nas
cento associagio.
0 Sr. Dr. Miguel da Silva, agradecendo essa
prova de eoosideracao, convfdou para auxilia-i
nos trabalbos os Srs. Leonardo Lessa e Dr. G
Furtado. ajuelle para !. e esto para 2." secre
tario.
0 Sr. presidenle, altendendo a que os diversos
raraos de sciencias -:a) eutre nos representaJos
por diff-rentes s.iCieiale- ; attendendo a que o
eultivo das scineias physiua* tem dado a diversas
naciJes, como a lugiaterra, a Franca, a Allemaoba
Uito Joao e aos Estados-Umdos esse brilho qae as colloca na
vangnarda da'civilUacao, devido e^se resultado
ilmn-,itini..Bi,, -._.._ .-------a T i'-u8"" cmn.acao, aeviuo e>se resa laao
demnado orarriono perpetuo; foi confirraada a1 em graude parte a appiicacaj da actividade de
seus (linos aquelle ramo de sriencia*, lamenta quo
aibda nio exi>ta cntre r.oi uma socie-Jads desta
ordera, e pi.r ;sso cspera de todos os socios pre-
MMM '* daqueltes que ja adheriram a idda urn
o.iincurso valiosp para tiin tao nobre como seja a
diiTusaodes coMCcimentos daquellas sciences.
' Eipostos os lins da socieoade, cujo wtka ii,
por ora, Inttituto Brasileiro de Sciencias Physicas,
o Sr. presidenle noraeou para organisacao dos e3
laiutos uma commi-sao comp ista dos Srs. Drs.
Uargues de Carvalho, Hilari i de Gouvea e Leisa.
c Dos 50 socks que adheriram a idea eque
sio con~iderados fundadores, compareceram bon
tem os Srs. : Drs. Miguel Anionii da Silva, Leo-
nardo Lessa, Hilario de Gouvea, Marques de Car-
valho, Paula Freitas, Joaquitn Murtinho, R^rnos
de Queiroz, M. de Saldanha da Gama, F. Vari Er
ven, Amarauto, Abreu Magalhies, Pereira Rego
Filho, Galdino Piraentel e G. Furtado.
iiiolituto HiMtorlco e Geographico
Uratiiloaro. t- Sessao da assemblea geral de
elei^des, em 21 de dezembro de 187i.Presidencia
do Sr. Marquez de Sapucahy.A'3 5 meia horas
da tarde, reunidos na sala do Insututo os Srs.
Marquez do Sapucahy, Visconde do Bom Retiro,
conego Or. Joaquim Caetano Fernandas Finhetro,
Drs. Carlos Honorio do Figueiredo, Maximiano
Marques de Carvalho, Alfredo d'Escragnolle Tau
nay, Nicolao Joaquim Moreira, Antonio Alves Pe-
reira Coruja, conselbeiros Dr?. Francsco Ignacio
Marcondei Homcm de Mello e Guilherme Schucb
de Capanema, o Sr. presidente abrio a sessi) em
assemblea geral para a eleicao dos membros da
mesa e das commis 6es que devem servir no anno
social de 1875, 9 noraeou para escrutadores os Srs.
D s. E-cragnolle TaiiDsy e Carlos Honorio.
Passando-se ao process eleiloral, na forma doe
estatutos, foram eleitos os Srs. :
Presidente.-OSr. Marquez de Sapucahy.
I." vice presidente. 0 Sr. Vistonde do Bon
Reiiro.
2. vice-presidente. Dr. Joaquim Manoel de
Macedo. ;
3. vice-presidfute.J .aquim Norberto de" za
e Silva.
2." serretario.-Conselneiro Dr. Jos6 Hibt ode
Souza Fontes.
Secretaries supplentes.Dr. Carlos H norio de
F gueiredo e Dr. Manoel Duarle Moreira de Aze-
vedo.
OradorDr. Joaquim Manoel de Macedo.
Thesoureiro.Antonio Alvares Pereira Coruja.
Co urnissao de fuulos e orfamento. Conse-
heiro Dr. Francisco ignacio Marcendes Homem
de Uello, e teueule coroQl Pedlo-Torquato Xa-
vier de Bnto e teneate coronet Francisco Jose
Barges.
Colnmis^a^ do eslatutos e redaccio da revista.
Dr. Ag'ittiaho Marques Perdigio Malheiro, Dr
Antonio Pereira Pinto, Dr. Joaquim Antonio Pinto
Junior.
Cammissao de revisao de manuscriptosDr.
Joaquim Pires Macbado Portella, conego-Dr. Ma-
noel da Costa Honoralo, Dr. Nicola Joaquim Mo-1
reira.
Commissao de trabalhos historicos.-Conselheiro
Francisco iyna-io M ireondes Momem de Mello, Dr.
Jos6 Tito Nabuco de Araujo, Dr. Jose Maria da
Silva Paranhos.
Commissao subsidiaria de trabalhos bifloricos.
Dr. Benjamin Frai kliu Ramiz Gaivao, Dr. Jo^e
de Saldanha da Garaa, Dr. Joao Ribeiro de Al-
a eiJa.
Comnissao de trabalhos geographicos.Barao
la Poote Ribeiro, senador Candido Mendes de
Almeida, conselheiro Guilherme Sebuch de Capa-
nema.
Commissao subsidiaria do trabalho? ge^grapbi
cos.-Teneute-coronel Pedro TorquaU X*vierde
Brito. Dr. Alfred i do Escragnolle Taunav, Dr. Mi-
guel Antinio da Silva.
Commissa) do arclieologia e elhnographia.
Dr. Jo^e Vieira Couto de Magalhaes, Dr. Ladis
lao do Souza Mello Net to, Dr. Nicolao Joaquim Mo-
reira.
Commissa) de admissio de socios. Dr. Ma
noel Duarte Moreira de Azeved.i, Dr. Joao Ribei-
ro de Almeida, Dr. Cietano Alves de Souta Fil-
gueira*.
Commissao de pe-qniia de manuscript)?.-Dr.
Joaquim Pires Maehado Portella, Dr. Antonio Pe-
reira Pmio, Dr..Carlo9 Honorio de Figueiredo.
A eleroao do l. secretario nao teve lugar ette
anno por ter sido feita o anno passado e.ser o
cargo biennal.
Termioada a eleicao, o Sr. presidenle decla
rou que o Institoto tnlrava era FerfM, e levantou
a sessao.
Meteoro.-Nolicia nCapit'il do R.-ario (Re-
publica Argentina) que a populacao dessa cidade,
no dia 8, pelaa 9 horas da noite, pouco mais on
meoos, coutemplau encantada am phenomeno.
qua se produ2io no finnamento.
0 ceo eatava completamente lirapo e mardiita-
do do estfettas.
a noite perfeitamento serena.
De repento parecen desp^enJerse de nrn doi
planetas mais proximosnm raio luminoso degran
de volume, que eorren rapilamente do Sndueste a
Norcrste.
0 foco de 'uz se exnagoio no horisonte, pore"ra
deixou uma eslrella comoumhrg> arcj pbos-
(ih)reoante, que permnnocea e se susleutou por
oito minutos.
Esse sulco vivace, formoso, sorprendeDte, pTin-
cipiou a tomar forraas distmctas, descrevendo cur
vas phantasticas e semi-circulos.
Torceu se como os raovjmentos preguicosos da
cobra ; e logo sem diminu r de extensao longitu-
dinal, principiou a alargar-se com uma transpa-
rent diaphana, que deixava ver as estrellas.
Assim se dilatando gradualmente, se extinguio,
deixando aos espectadores ineffavel irapressai.
E' um pheaoraeno de electrieidade como nunca
se vib aqui.
Seatio-so uma exhalacao que ninguem soube
explicar.
Talvez fossera as avan?adas de Venus, qne anda
em campanha pelo3 desertos do espaco celisle.
E.o(eria. A que se acha a venda e a t30',
i beneficio da nova igreja de N. Seob)ra da Pe-
nha, a qual .-e extrabira no dia 31 do corrente,
pelo novo plaao.
L.itcria d Rio de Janeiro. Resn
mo da lista da 9' lolerii (211.*) em renerlcio do
hospital de S. Joao do NictlTotiy, extrahida a 2s
do corrente:
N- 3466 2O.-O0OJO00
N. 187 10:0001000
N. 386 4:0005000
N- 5017 2:0005000
Ns. 286 e 2353-1:0005 a cada um.
N. 715, 2536, 2746 e 5623-800/1 a cada um.
Ns. 21.3, 1320. 1649. 2148, 2560, 3408, 4143,
4411, 4860 e 5983-2005 a cada um.
Ns. 48, 379, 1098^ 1179, 1194, 1265, 143),
ISil, 1734, 1979, 2329, 3030, 3441, 3761, 4161,
4365, 4642, 4934, 5822 e 5851K'OI' a cada ora.
Si. 53, 86, 146, 433, 704, 931, 999, 1037,
1144, 1198, 1252, 1315, 1617, 1683, 1767, 1847,
1892, 1912, 1!'8I, 2104, 2156, 2354, 2424, 2463,
2562, 2783, 2857, 3068, 3507, 3537, 3791, 3862,
3872. 4153, 4162, 4261, 4396. 4560, 4565, 4569,
4646, 4716, 4758, 4798, 4928, 4974, 4996, 5066,
5090, 5096, 5206, 5460, 5516, 5575, 5698, 5704,
5742, 5812, 5815 e 5S70 -40a a cala nm.
Leilao.-Amanha havera na Feira Semanal,
a rua do Imperador, o ul imo leilao deste anno, Ii-
quidando-se muitos raoveis, quinquilharias e arti-
gos do uso domestico, por conta de divt-rsos.
Hospital Pedro. IE. 0 movim.en.to deste
estabelecimento, do dia 21 ao dia 27 de dezembro,
foi o seguinte :
Existiam 409, eatraram 31, sahiram"l6, falle-
cerara 6, existera 418, sendo :
Homens 263 e molheres 155.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermarias nestes dias :
, .Aas 7* l'Q *'2' 6 'I*' 8- Pel Dr- Ramos ; as
7 1|2. 9, 8 7 Ii2, H 7 l|2, pelo Dr. Pereira da
bilva ; as 6 i|2. 7, 7, 8, 7, 2, pelo Dr. Malaquias;
a? 9 l.2' J. 7 *|3, 9,9 1|2, 9 l(2, pelo Dr Mu-
nllo Vianna.
Fallecidos.
Claudma ; infeccao purulenta.
Leodonio Flerentino Rodrigues
monares.
Theodora ; entente chronica.
Severino Jose Ferreira ; tuberculos puimonares.
Marianna ; hepatite chronica.
Simpliclo Francises do Espirito Santo ; taberculos
puimonares.
Caava de deteiif ao. Mevimento da casa
Je detengao do dia 28 de dezembro de 1874 :
Exisiiaiu presos m, entrarara I, sahiram 3,
sxistem 327.
A saber:
Nacionaes zoo, mulheres8, estrangeiros 25, es
cravo3 36, escravas 3.-Total 327.
Alimeutadoa a custa djs cufres publicos 276.
A saber .
Siis 237, enfermos 19.Total 276.
M bro de 1874:
Tiveram baixa:
Jose Alr.-u luerque da Silva, cephalalgia.
Jose, escraro do Dr. Nobre, broncbite.
Jose, escravo de Francisco Freire, idem.
Francisco, fccravo ds Antonio Jo-e da Cj.-ta. ane-
mia.
Tivtram alia :
Caetano^ValeLtino da Silva.
Petro da Costa Borba
Eassagciros.Sahidos para a Europa uo
vapor inglez Neva : .
Neale Thomson, Frederick Wolhaf, Francisco
Anastacio Pires Loureiro, JoSo da Costa, Fortu-
nato Jose Marques, Luia Pinto de Mesquita, Ma
noel de Smza Rocha, padre Mario Alcioui, padre
Joao Daptisla Rayberti, padre Pelippe Sottovia,
padre Lucio Cappuci, padre Mazz>, padre Joao
Berthi, C. C. Simpson, Antonio Candido de Barros,
Salvador Gonjalves, Manoel Joaquim, Justino Jose
Fernandes.
Vindos dos portos do sui no vapor brasileiro
Penedo :
Frederico Normay, Vicente Jose de Almeida,
Francisco Piret Carneiro, Julio Symphronio Fer-
reira, Jo-e Luiz Carneiro, Francisco Luiz Carneiro,
Joao Pinto Damazio, Francisco de Vasccncellos
Mendonca e Joaquim Jos6 de Santa Anna.
Vindos dos portos do sul no vapor inglez
Neva :
Joao de Araorim, Antonio Simoes, Joaquim A.
de Lima, G. ..de A town e Lima, Oscar Fenlzen,
Francisco N. Saunders, George Crosfleld Gates,
Olympia Augusta, Procopia de Lima Santiago e
um filho.
Cemiterlo publico. Obitaario do dia 28
de dezembro:
Domingos Jorge de 01 iveira, branco, Portugal,
42 annos, ca*ado, Santo Antonio; abcesso.
Simplicio Fran:isco do Espirito Santo, preto,
Pernambuco, 28 anno?, solteiro, Boa Vista, hospi-
tal Pedro 11 ; taberculos puimonares.
Mariano, escravo, preto, Pernambuco, 50 annos,
solteiro. Boa Vista ; hepatite chronica.
Jacintho, escravo, preto, Africa, 50 annos, sol-
teiro ; pneumonia.
Domingos Jose de Santa Anna, pardo, Pernam-
buco, 52 annos, viuvo. Boa Vis'a ; estupor
Antonio Muniz Pereira, pardo, Pernambuco, 32
annos, casado, Santo Antonio ; lzao vulvular car-
diacs.
Mequilina Maria da Costa Monteiro, parda, Per-
nambuco, 33 anno?, cssada, S. Jose; gastro ente
rite.
contraria, equlvateria a proclamar a anarchia
legal.
Os governaiorc3 dis dioceses impedila>,
desde quo eaweata um poJer iuns^iccir.na seja
qual for ajirigcra desse po-ler, nao opodem ser-
cer senao nas conjicdes ^s^-,:aciaes a tqda auto-
ridade reconhecida como legal. Elles devea, por
tanto, plena obediencfa a todas as normas de
acgoes emanadas dos poderes cont:tui los, e,
apartando-se dellas, comuuttem am crime. '
Frivolo argumeolo serja dizer qne, tendo sido
os governadores reconhecidos por acto do governo
como subslitutos iegaes dos bisp s, implicila-!
mente se Ihes reconheceu o poder jurisdicciosal,
tal como Ibes f)i delegado, isto e, com as restric
coes impostas pelos prelados.
Alem de que a jnrisdiccib que o governo;
reconheceu como legal, nao foi nera pode ser uma!
jurisdiccao restrict* a nao ol euiencia das leis e ;
ilosactos emanados do poder competente, a decla- LenJo na Provincia, de 23 de n..v srabro, am
rarao das restricts foi acto posterior ao reco-! pedido feito ao II ra. Sr. Dr. Jolo Hirzaa* Alvea
nhecimento. | Macul, juiz dedirelo de=u comarca, era relari, a
a 0 Sr. bispo de Olinda nio podendo diipensar, umas certidoe? que reqaereo o Dr. Mt It-pti-ta
a lei, nao 6 preciso para executal-a ir perguntar do Atmral e Mell, venho dizer ao publico
j quaolo repotasse jnstiQcavel o delirlo arg-.i#* M
gjvernadur da ttioense, p-jr se verili ar q.ialsaer
Jjs byput-.e-cs etprosrts na M, tiria UJMT-
ttala p.-.ra u.-ar ou nio de uieio l-cr.i la *-
nnwis
i i'arle e nao joix, o promoter iij jalj, mas
| ap.-a .* pramove a accasacio.
a Nio sends livre a esse funeeionaho conae-
cer dos molivos que pu If ram icfluir n animo do
g weraador da diocese de Olinda, p.n na i dar
i \- cucao a ura^ ord, m legal, acto do Sr. tor.
'.ucena, nao 6 ere lor de ceo* an, mis de loa-
vor.
ym ^cet$ a nm
v.
Ao publico.
a S. Exc. se deixou livre aos seus substitutos cura-
pril a oa nio. hto seria reconhecer a ama auto-
ridade irapedida um poder superior aquelle que
Ihe nao foi reconhecido na effectividale de suas
funcgoes. ,
0 crime nao 6 menos o crime, porqne a von
- I 'Tie
ha de vcrdaie sub:e o fact .
Tendo recebido do Dr. Am are! e Me !n tro w
lic.de? para dar cerlidao sobre divenae aesarren-
cias era processos crimes, passei-as poa ., 4:i<
depois que mo foram eutregaes, e kU k< ,a te
conservara em men pi It p nio a ter proes-
tade d'aquelle que o commette se seote debaixo rado o mesmo Dr. Amaral o Mis, pagan W o arilo
de uma coaecao moral, a que pode resistir. [ e o meu trabalho.
t Em todo caso so aos'tribiinaes compete jul-
gar se o delicto e da natureza d'aquelles qno a
lei qualifica como justificaveis.
Ora, o promotor publico de
E' este o mot vo de ainda se
poder a que las ceilidues.
N./.areth, 7 de iiezeru ro e>
Oilr-.d) Miquelino de Almeid-i
ah-rein era aeu
Olinda, ainla
^ colli:gio da conceicao
MAPPA AN.NLAL IH 1874.
(Remeltido em 21 de dezembro d inspectoria geral da InstruccJi Publics .
AULAS
PARTE POLITIC
tuberculos pul-
P.CRTIDO CO.HSEBVilDOR
BECIFE, 30 DE DEZEMBRO DE 1874.
As seguintes linbas que abaixo transcrevemos
do orgao do partido conservador da corte, a Nacaoi
servem de resposta a certas cehsuras dos provn-,
ciunos.
Fazendo inteiramente nossai as rensalas consi-
deracSes feitas pela Nacao, charaamos para ellas a
atten;ao de nossos leitores, quo sabem bem avaliar
as censuras dos provincianos.
t 0 governad)r da diocese de Olinda, intitnado
para dar cumprimento no prazo de 8 dias a deci-
sao que mandara levantar os interdictos laneados
peio Sr. D. Vital, a irmandades do Kecife, respon
deu por ofBcio ao jniz de direito que, niio se com-
prehendendo na jurisdicgao que ihe fora delegada
a'faculdade para semelhante acto, nae o poderia
lavar a effeito por exorbitante que era de suas
attribnicoes.
a U.-mettidos os documeatos comprobatorios do
delicto ao promotor publico da comarca de Olin-
da, para que iuterpuzesse a denuncia perante a
autoridade competente, recuson-se esse funccio-
uario, nao sabemos ainda por qual fundamento ou
fun laments, em cumprir o seu dtver. Tudo
quanto do facto sabemos por despacho telegraphi-
co, ha 3 dias uublicado, e que o presidente de
I'emambuco demittira o promoter publico.
a Este fucccionario e filho do lllustrado Dr.
Braz Florentino Henrique de Souza, que se finou
no Marauhao, irmao dos Drs. Tarquioio Braulio
de Souza Amarantho e Jose Soriano de Souza, re-
dactors da Uniao, o orgao episcopal de Pernam-
buco.
Se o grio de parentesco em que esia o ex-
promotor Ctm estes dous cidadabs, a quem tem
cabido um papel de importancia na questao r.li-
giosa, nao o tornava suspeito para proceder nos
termos da lei cmtra o governador da diocese de
Olinda, a recusa de interpor a denuncia por um
facto q.e em direito nao pede dcixar de ser re
putado delictuoso devia trazer, como natural con-
se(|uencia, a exoneracao que Ihe foi dada.
Nao sacrificando as suas convicgoes, o ex-
promotor publico de Olinda, sacriflcou a causa da
JDBtica, '|ue aao podia padecer por uma falsa
aprecia^ao do funccionario incumbido pela lei de
promoter a accusacao criminal.
t Querer-se-hia que o presidente de Pernam-
buco, perante a resistencia de um funccionario
ainovivel, um prom.tor publico, cruzasso os bra-
cos, indifferenle e impassivel ? A excepcional gra-
vidade da que^tio, o tratar-se de um facto julga-
do crimino.-o pelo primeiro tribunal do imperio,
nao erara razoes mais que surllcientes para deter-
minar a josta deliberagao do presidente de Per-
uambneo ?
t Basta exror o facto, qual o conheceraos, para
quo o acto do bonrado e intelligence administrador
seja tido por plenamente justillcado.
t Sa o ex-promotor, obraado de accordo com a
sua consciencia, mostrou obedecer a conviccoes
profundas, o incontestavel e que o presidente de
Peraambuco fez o seu dever, usaudo da faculda-
de que ihe da a lei de nomear e deraittir livre
mente funccionanos de tal cathegoria.
t Desde que os agentes do ministerio publico
sao demissiveis ad nutum, e o presidente da pro-
vincia e o unico juiz da escolha desses funccio-
uarios, nao seria justifkavel quo, tratando-se de
uma causa criminal de maxima importan:ia, so-
bre a qual e conhecida a opiniao do mais augus-
to tribunal do imperio, e em que se trata de dar
exeeucao a um act) do p)der executivo, o presi-
dente de Pernambuco deixasse de esgotar os meios
que ihe faculta a lei para promover a responsa-
bililide de um elevado funccionario reputado em
eplpa.
t Nao houvesse o Sr. Dr. Lucena procedido
como procedeu, e pleno direito ten a a Reforma
de pedir-lhe contas do modo pelo qual se servisse
da faculdade de nomear e substituir livremente o
represenlante da justica publica. 0 aue entao
se diria, muito provavelmeate, e que uma vez fei
ta a intimacio de ordem do poder executive, com
prazo certo e comminacao de responsabilidade cri-
minal, a administragao corria o dever de, no caso
de desobediencia do governador, substftuir 6 pro-
rnitor que se recusasse a denuneiar, a menos que
implicilamente reconhecssse nao se dar a hypo-
these da existencia de um delicto. 0 delegado do
poder executivo confessaria assim de plane o seu
desaccordo com esse mesmo poder.
Esta reflexao decorreria naturalmenie da fa-
culdade que tem o presidente de provincia de no
mear e deraittir livremente o represenlante da
justica puilica na primeira instancia.
< Bem que esta nao seja a occasiao mais pro-
pria para indagar se ha na hypothese um delicto
punivel, ponto este sobre o qual temos por vezes
ex pri mi io o nosso juizo, nio poderiamos concluir
real provocar a Reforma, por amor de argumen-
tacao, a fazer nos conhejer sobre a questao o seu
elevado concelto.
t Se ha um crime no facto da recusa do gover-
nador, o president de Pernambuco obroa lonva-
velmente, com urna energia que o honra, e cum-
pre que a Reforma o confesse.
< Para que a censura da folha liberal tenba
algum fun lament1, Ihe e preciso reouhecer qae
o governador da diocese de Clinda estava e e-ta
em seu pleao direito, abstendo se de exercer um
acto exorbitante da jarisdicclo que Ihe foi dele-
gado.
Mas para isto sentir-se hia a Reforma obri-
gada a sustentar, coo Ira toda? as regras de di-
reito, jue acto idenlico aquelle que ao Sr. D
Vital eaoSr. D. Antonio foi imputado como de
iicto punivel, pode ser reconhecido como licito oa
pelo menos justidcavel, em sendo praticado por
nm governador pro episcopo.
E' que se vai argumentar, como ji se tera
feito, com a restnecao Imposts pelo bispo de Olin-
da ao seu substitute havido por legal ?
A resposta 6 obvia para todos aquelles aue,
I." lettras...
Latim.......
Francez.
inglez.......
Portuguez___
Arithraetica..
Geometna...
Geographia. .
Historia. ....
Philosophia..
Rhetorica------
ARTES.
Musica.....
H
a

3
32
28
24
20
12
12
IS
Desenho.
Danca
154
34
28
69
9
B
ro

o
a
a
o
D
?3
COLLEGIAES OUE FIZEnAM EXAM1! DE PBISIEir.AS
LETTnAS K DE PREPAIUTOBIO.
Primeiras Irttras.
Latim.
Franciscq B. Wanderley....................
Jose Candido T. da Cruj...................
J"5o Baptisia de Almeida.................
Victorino de P. Ramos....................
Manoel do N. M. Portella..... ............
Antonio Jose Henriques...................
Luiz do Rego C. de Altraqa rque............
Jose Enypdio G. Lima................
Arthur Orlando da Silva...................
JoSo Pinto Portella.....................
Joaquim P. Portella........................
Jose Bezerra Cavalcante..................
Joao Baptists Wanderley..................
Frances:
Carlos Alberto Bnrle .. .. ................
Jose Candido T. da Ciuz....................
Jose de Azevedo Maia e Silva...............
Pedro Valerlano C Deis....................
Antonio Jo;e Henriques...................
Alcide? de Aquino Fonceca...............
Francisco de P. Silva Rego.................
Jo;e Joaquim Guimaraes................
Jose Be?erra Cavalcante..................
Luiz do Rego C. do Albuquerque...........
Manoel do N. M. Portella...................
KF. srt.TA.DO
cos i \ \srts
811
*i
Inglez.
Francisco de B. Wanderley...............,
Francisco Domingoes Silva..............
Jose Fernandes de Salles Jorge.............
Joao Bnptista Wanderley..................
Jose Eraj-gdio G. Lima... .*................
Jiao Baptista S. Almeida..................
Manoel do N. M. Portella................
Apprfvad't..
Approvado. .
Idem.......
Id.m........
DisliDCcio...
'Approvsdo...1
Idn.......'
Idem........?
Idem........i
Idem.......
Mam-...;...I
Idem ..;
DfctSKfis...
Approved.\.
ii
m
r. x

13
Approvado...
Mem........
M. m.......
Id.m.....
Ursa......
Idim ...
Idm......
Id'm.....
idem.....
Idom.....
II. m......
Reprovado-
ApprcraaV...
"iiem.......
Idem........
Idem.......
Mem........
Hern........
I-Ji m........
H
fnrtnfnez.
Joao Pinio Portella.......................
Joaquim P. Portella..................
Jose Bezerra Cavalcante..................
Luiz do Rego C. de Albuquerque.............
Manoel do N. M. Portalla...............
Sciencias.
Appro ad<>...
Idem........
I Jem-------
Idem........
Idem.......
Reprovadcs..
Apprcvad,?..
5
8
?*i
OBSERVACOES.
Nenhuma das reprovaroes qne soflreram em portngnex os alumnos desle collefio, foi abso-
lutamente injusta; relativamente, porem, talvez houvesse alguma.
Era quanto os esludantes nao se conveneerem de que nada adiantam presUmdo exarae de
portuguez, logo no comeco doestudo secundario, e que so conlinuando a e.tud.T esta lingua simnl-
tanearaente com os preparatories poderao chegar a sabel-a melhor, o resultado b*ra poucas vezp d'i-
xara de ser negative x
Com o novo programma que para o esiudo primario e secundario deste collegio acabo de or-
ganhsr, e qua com opportunidade subecetterei a apreciacao dessa inspectoria serai, trrtiado ler
sanado esse ma I,
Collegio da Conceigao, 21 de dezembro de 1871.
0 DiriECTOR,
Manoel Alves Vianna.
A:, pnblico.
Sue
es
na decisao do poder judicial, applaudirim o des
aggravo da lei.
Se os idspos commetteram crimes nor se op-
porera a ex^cugao de decisoes do poder executivo,
cemmettem-uo por iguai os seas projuradores ou
maodatarios.
A i b-diencia a lei e as decis&Vs com forca de
lei nio 6 matena que posa ser reputada como
extnuseca de qualquer jurisdiccao, ou ..ae de
penda de condicSes. Antes essa obe.iiencia. 6
Con Jicio viriual du extreicio da juris-licgio, qual-
quer que eja a sua natureza. De^de que uma
jurisdiecio se exerce no imperio, elli nao pode
deixar d cooformai-se eslrifitament^, s ,n ppna de
respou.aOilidade criminal, aos de-retos e decisr3e3
Com a me3ma resolucao e franqueza com que
tenho combatido os erros, e absurdos dos brawn
Tarquinios contra as prerogativas do poder civil,
hei de corabater os de quem quer que seja contra
as prerogativas da Igreja.
Assim como considero ma) catholico o que
desobedece as leis do Estado (fora do caso ex-
tremo em que e melhor obedecer a Deus do que
aos homens), considero da me-ma sorte mao cida-
dao o que desobedece as leis da Igreja. Tao fu-
ne.-ta e a propaganda contra os direitos do Esta-
do, como contra os direitos ecclesiastiras. Nao e
menas terigoso agitar controversias sobre a origem
do poder politico, do que sobre a origem do poder
rel gioso. Aates da coostituicao delinitiva da so-
ciedade, todas essas theses foram discutidas e as-
sentadas. Plalao, na sua republica, prohibia dis-
culir, nao so as leis juradas, como principalmen-
te os principles fundamentaes da religiar.
Uma das minhas grandes queixas contra os
promotores do conflict') religioso tera sido a faci-
lidade e affoiieza cora que desde enta j cada um
se ju'gou autorisado a discutir os pontos mais
diUioeis da religiao ; pontos, que, para serein tra-
tados sera pengo de erro, demandam longos esta-
dos e habilitacoes especiaes 1 t Quandoa religiio
e abandonada a liberdale das opinides, diz um sa-
bio escriptor, a autoridade religiosa cessa de exis-
tir. Acontece _muitas vezes, que individuos, era
nome da religiao, se erigem em padres da Igrej3,
para decidirem auctoritate qua fungor, se nao de
questao de dogma, pelo menos de disciplina reli-
giosa. Isto nao e so um perigo, e am abnso.
Quantas discussoss, em nossos dias, entre taes in-
dividuos sobre a supremacia do Papa, ou dos con
cilios I Que no ponto de vista temporal se escre
va que a autoridade ecclesiastica nio tem direitos
sobre a autoridade civil, nada mais licito : porque
e um interesse social e todo material ; mas que
se va mais longe, e que sobre uma questao de --u-
premicia religiosa e no ponto de vista religioso
um letgo ouse tomar a palavra, & uma uiur-
pacao. Nao se prende essa questao a applica
jio e expliczcao de textos sigrados ? Ora, nm
leigo nao tem direito ae interpretar canones. En-
ge-se incompetenlemente em doutor sem missao e
sem autoridade. Tanto nao admiltimos o clero
dorainando o poder civil, quanto nao admiltimos
a autoridade :ivil decidindo das quesloes religio-
sas. E, pois, qae o conhecimento e decisao das
cousas sagradas perteoce exclusivamente ao sa-
cerdocio, deve-se comprehender quao perlgosa e
a mieiativa dos leigos nas questoes desta nature-
za ; e entretanto e um dos abusos mais frequen-
tes desta nossa epoca.
Que de carapucas bem ulbadas nao vai por
aqui, nao so aos irma-is Tarquinios e seus com-
parsas, como 4 todos aquelles, que no campo ad-
verso se arvoram em dictadores do dogma e da
d.-utrina da Igreja? E qnem introduzio liofune-to
abnso 9 Foram sem duvida os irmios Tarqmnos,
porqne se elles se jnlgaram com direitos de.nas suas
renn.des, mandar um leigo subir a cadeira, e dis-
correr de omnt scibiti em malaria de religiao e de
politics, jorrando d)S labios os maiores imprupe-
nos cratra o Imperador e o governo ; oa livres
pensadores do genero opposto julgam-te com o
mesmo direito de subir a cadeira, em suas reu-
nites vasar, dos labios nio menos impropeiios
sobre cousas religioias ; mas run'a a liberdade
do dizer ultrapassara a espbora da isssreaul t
quando se excedia na agf esaio a qualjoer poa!;
essencial da fe, o p.-vj murmurava e trana de ss-
guelha o iadividuo, que ooiava tocar na area sac-
ta de suas crenca*.
Uas hoje.... Quantum mutatus ab illo .'... bj-
j *, J -p"is que os irraa >s Tar juinios, nao si se ar
vorarara em raeslies da lei, como proviMonarais
a mais de era leigo para explicar o r.oro cathtcs-
mo, nao faltarain outros que, no lado opposio, lbe
seguissem lao singular exemplo t
Mas toda a genie que pensa e refl. cte com ma-
durezi ba de couvir que taes aberraroas ni>j po-
d.-m deixar de off nder ao melindrede una so-
ciedade cathedica, qual e a nossa. Neiibura po-
vo, a nio achar so de todo apodrecido aa torpe-
:a e na devassidao, poJe vt-r impassive! ataca-
rera-se diariamente, quer os fundaaieotot de stu
pacto social, quer o deposito das v-rJades eoasc-
ladoras e sublimes da religiao que profess* !
Sim o povo que assiste indiff rente e ate pra-
zenteiro, ao desfoih r impio da arvore benebca da
sua religiao ; daqueila r ligiao que bebeu come
leilerfnaternal, e que em toaosos niufragio* da vida
the tem sido esperanca e consolo, eees pov) tem
abjura io os mais elevados sentimeolos da digni
dade huu.aua e os mais nobres caracteristicos da
liberdade civil I
A religiao, a lingua e a liberdade, qnando con-
servadas era sua pureza, constituein a triplice au-
reola de civilh.-rio e venlura de nm povo.
A lei jrimor In I que, en;errando lodoios leve-
res immutaveis do homem, e que constituiido pot
si mesma todos os direitos, dere regular o exer-
cicio da liberdade, nio e outra eenai a reiigilr.
Ha uma lei espirilnal, uma lei religion, s qne
Deus submetteu todos os seres intelhgeaSss; lei
que obriga tanto o soberano como homem, mas
tambera como soberano, quer esse soberano se
chame rei, quer se chame povo.
A antiga religiao, desenvolvendo-se, permane-
ceu sempre a base necessaria da sociedade, o fnn-
daraent) do direito e do poder ; mas a sua cc^
se manifesloa sob nma forma neva e mais perfei-
ta, desde jue o christianisrao adqmno, ptr asim
dizer, uma existencia pubiica. A mais looca in-
racao dos imperios cbristais e so** rev.4acaee
menos frequeutes, diz am ssbio escriptor, sao ex-
clusivamente devidae a esta admiravel mstitmcio,
que poz o poder do* reis ao abrigo do* erro* t
paixoesda maltidao, Como os direito* doe novas ao
abrigo dos arbitrios oa das tyraouias dos reis.
Se o cr ristiacismo, asseuurando aos m*f>stra-
dos supremos a obedieneia dos povo*, irmou
a estabilid de em seas eslados ; assegoraSMts ao
PoQlifice roroaao o does da inerrancia sa* sbm
decisoes dogmalicas, tranquillison por igaa! a
Cunsciencia dos fieis a respeito de todo quisle ees
matena espiritual fosse definido pelo Pass cosso
verdade de fe.
Dizia Feneion : a A iofallibil dad* qss n -
tbolicos reconnecem no Papa, se basU sa eosvic-
cao de que o successor de S. Pedro nao seta de-
linir heresies nas cousas que raaoda erer pur tea*
a Igreja. Non posse nllo modo defuure nliquU
koreticum a t ta ecclesid creJendum.
Ora, e evidente, accrescesu o aressina Cambraia, que a Saota Se nio seria o fuaSnaMSM
e ceuiro commum da uoidade jath Ika se p. -
desse errar nas defiaicdee dosautieas,* nsi-
(5es dogmatical, nole-se beta I rwqasate. nuis
contra o Soberano Pontiflce, e toda a hyerarchia I oeploravel equivoco em qne hoje labors
ecclesiastica I I gente, 6 pen>ar que o Papa e inlallivrl
Qlando,em qne t-.-mpn, se tinha presenceadoera qua fit, e diz. .Nao e assim. A ial
Pernambuco tao depi-r.iv-I traostoroo de ideas ? restringe se is definicoes dogmaticss
\
.
.

*

aioita
dos poderes constituidoi. Admittir a doutrina, N'ontras eras, bavia discussao forte no jornaiisrao ment^. Desde qae o Papa nio tem liberdade de

L MIITI1AD0 3
<\




Diario de Pemambuoo Quarta feira 30 de Dezembro de 1874.
1
crear e inventar dogmas, porem, siro de defini! os,
segundo as regras iovariaveis da Igreja, a infalli-
bihdada nao pole oflferecer perigo as insiitiii^Oas
eivis.
0 me3mo S. Pedro nao era infallivel, se nao
quando deflnia ex-cathedra ; f6ra di3 rar, em cousas secondaries, como oalro qaalqaer. j
A prova 6 que S. Paulo, sem derrogar na aalori-1
dade infallivel do cttefe do Apostolado, delle des-;
cordou e ate o reprehendeu em Aniiochia, por
divergences no modo de observar as cereraonias
legaes.
Trago este exemplo, para provar a verJade da
que o Papa nao e infallirel em tado quanto diz.
A sua esphera de arcao como mestre, e doutor
indefectivel da Igreja, hmita-se ao dogma e aos
costumes.
U actual bispo de 0 leans, qae foi urn daquelles
que nj concilio se oppuzeram, nao a definicao,
mas a sua ojiportun.dad explicou depois, em
carta pastoral aos seus diocesaocs, qual era o ver-
dadeiro seutiJj da infallibiliJade, e nao aquelle que
os inimigos da Igreja, no in'uito de despertar os
zelos e suspeitas dos Betados civis, procnravam
arteiramente insinuar.
- quanto aos que nao duvidim proclamar
qua o Poutificado de hoje nao e o mesmo que Je-
sus Cbristo instituio, direi que a mesma plenitu-
de de poder espiritual, que 3. Podro teve em suas
mao., tem tido todos os seus successors ate Pio
IX. Assica o defioiram diversos eoncilios, parti-
cularmente o de Florenca, nestes termos : a N6s
a definimos que a Santa S6 e o Pontifke romano
t possaeni o primado sobre todo o universe, e
< que o mesmo PontiSce romano e o successor
do bemaventurado Pedro, principe dos Aposlo-
los, o verdadeiro Vigario de Jesus Ch isto, o
cbefe de toda a Igreja, o Pai e o Doutor de to-
< dos os christaos, e que recebeu de Jtsus Chris-
' to na pessoa de S. Pedro pleno poder para apas -
a centar, regere governar a Igreja catbolica como
< esta registrado uas actas de todos os concilios
ecumenico3 e nos sagrados canones. >
Est e a doutriaa verdaisira. Qaemdella se af-
faslar, pede ser tudo, menos catbolko. Djgo
mais : sa um anjo do ceo descesse a pregar Sou-
trina diff.'reale e opposla, eu nao Ihe diriacre-
dito.
Recife, 29 de dezembro de 1874.
Pinto de Campos.
como a geographia, historia, piano e de- Aranjo 160 ditos com 11,939 ditos dedito; J. C. Gvilha
senhj gerSo leccionadas por pessoas compe- Goncalves 300 barricas com J4.G27 dito dedito; Ceelgacp
tpntompntn huhilliinrtas tnK ;mma tentementebabtllitadas, e sob a lmmediata dUo BalUr Sobrinho 22i ditas com 17,518 ditos Arcosde val de vez
[de dito ; Rego Barros & C. 10 ditas com 591 ditos Ce/orico de Bastos
inspeccao da directora.
Recife, 26 da dezembro de 1874.
Carlota Augusta de Figueiredo Belfort
N. 470.lima palavra rclativamen
te us moleatlas dos pulmdes e da
sargana. Toda a vez que os pulmdes se
aebem enfermos, pode-se com toda a certeza dizer,
que o doente aeba-se a borda de uma enfermida-
de incuravel, e o primeiro passo para lao perigosa
situacao e a losse. Torna-se pois da maior impor-
tancia o atalhar-.-e para desde logo. Se pergun-
tardes como isso se possa realisar ou conseguir,
responderemos, com o Peitoral de Anacahuita, o
qnal e extraliido h preparado do sueco balsamico
de uma arvore do Mexico, conhecida desde mui -
tos seculos pelos naturaes daqusiie paiz, como re
medio poderoso e saoto pa a todas as enfermida-
des dos orgaos da respiracSo.
Esta ad in ravel preparacaa curara a tosse den-
tro em poucos dias, e ate mesmo as vezes m
poueas horas alliviara a astbma, curara a inflam-
macao mucosa do lirynge, bronchios, e impedira a
pbtysica. Em contrario aos peitoraes e xaropes
fabricados de fructas e de outros ingredienies mais,
na soa elaberada e delicada eomposifio, nao en-
tra nenbuma particula de acido prussico,e como
igualmente se acba livre de antioionio, ingredien-
te eiie que abundantemeute se encontra na cam
posicao daquelles eutros-nao produx pois nauseas
de qualidade.alguma.
de dito reflnado ; P. Vianna & C. 100 barriqni- Gaminba
ntaas com 7,640 di.os da dito branco : para o Ma- Mangualde
ranhao, A B. Nogaeir i 109 volames com 8,-394 Ponte de Lima
ditos de dito; T. Christiansen 50 saccos eom 3,750 Povoa de Lanhosa
ditos de dito e 7j ditos com 5,625 ditos de dito Villa nova de Portima
masearado.
Para Santos, no nario hespanbol India, car-
regou : T. Christiansen 1,800 saccos com 135,000
kilos de assucar mascavado.
Para Maceid, no vapor oacional Jaguaribe,
carregou : II. A. Barbosa 1 barril com 96 litres
de alcool.
Uirandella Estarr
Penafiel Valen
Villa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espoieade
Oliveira de Azcmeis
Poroa de Varzim
Vianna de Castello
Villa nova de Famalicao
Villa do Conde;
Mas illias
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
U
Srs. redaclores. Peco-lhes que fajam publicar
na Recista Diaria as seguintes linhas, como com
plemento do que Vv S. noticiaram a 28 do cor-
rente sobre o esmagamento de uma crian^a pelo
tre^j da e^trada de ferro do Caxanga.
0 (acto teve lugar no dia 23 do co: rente as 6
boras da tarde, loga quo o*trem entrou na lioba
do Arraial, vindj do Mmteiro para eta cidade,
conduzido pela raachina n. 2 ; e a crian;a esma-
gada tinlia apenas 19 Inezes.
Como lestemunba presencial desse acontecimen-
to triste e compungente, nao devo deixar que elle,
como outros muitos de laioentavel identidade, seja
narrado sem a minuciasidade e apreciacao p:e-
cisas.
Ao enlrar o trem na lioba do Arraial fez logo
signal de parar, e procurou-se por todos os esfor-
Qoa conseguir para lo a tempo de ser evitado o es-
niagaiihiu > da crianciaba, que tranquillu e inno-
centemec.e se acluva entre os trilbos, seta saber
que ia ser victima da incuria, com que ordinaria
tneulc. sa tratam dos negocios publicos.
Por'ma's esforcos qie se fizesse para parar o
trem, iinpossivePfoi consegai-lo aut^s de tar attin-
gido a erianca que apenas foi atravassada p^la
primeira roda da macbina, que deslocou comple-
tamente a perna esquerda e fra:turou o brago es-
querdo, dando-lbe poueo depois a morle.
A men ver esse lacto foi devido a falta de Dsca-
lisajiio da compaahia, porque se o empregauo in-
cumbidj delta se m Btivesse na altura de .--ua
ejm:n;s r scm duvida a companbia cumpriria
satisfactoriaraeute s^us deveres, e inuilos acoute-
cimentos evitar-se-hiam, sendo por i as vidas dos que tem a iufelicidade de se aproxi-
raarem desse elemento da de-truiea;, porque em
vardade, nesta cidade assim se tem tornado e-sa
empreza.
A macbina n. 2 e uma das mais velbas da com-
paahia, e por isso, e p,r ser pequem, sera a for;a
J.recisa para arrastar um trem grande, como to-
dos saben ; entretanto no mencionado dia eiia
puxava seis velbos carros, impellida por graude
for?i para poder snster o paso e galgar a ladeira
denominada dos Mudos; nessas condigois, dilll:il
e evitar-se qualquer possivel esmagam^nto; e no
liig.tr d) aoontecime .to, onde ha um pequeno de-
clive a difBculdade cresce de p>nto.
Accresce, (e o que 6 impordoavel) que o ircm
coinposto de tautos earns levava, contra as ex-
pressas determinaciies do regalamento da compa-
nbia um so freio, o quo no ca impossivel a parada do trem, ^ue foi a rastado
por seu propiio peso, o que e indicado pela razao
de ter somenle passado sobre a crian^a a primei-
ra n.-da da machine.
Se o trem em lugar de um freio so, levasse dous,
omo ,e erianca 1 Sem duvida qua nao. Mas se assim nao
succedon, quem 6 o responsavel por essa falta de
observancia do regiilamento? 0 fiscal.
Raleva dizer qne me consta que o Sr. fiscal tem
exigido do gereate da companbia o cumprimento
dj reguiamento nessa parte; mas tambem me
consta que o mesmo gerenle nenbuma irapoiun-
cia tem dado a isso.
A>sim cbamo a altencao do Exm. presi leate da
provincia para o que levo dito, afim de que nao
se reproduzim fautos dessa ordem, que a todos
contrista e in-ligua ; e o Sr. engenheiro fiscal que
tem meios legaes para fazer observar o reguia-
mento, lembre se de que saa condesc 'ndencla 6
prejudicial ao publico, ou entao abatdone o cargo
para ser exercido por quem tenha mais energia e
amor ao proximo.
JUNTA DOS CORRETORES
t'raca d Recife, 99 de dezeui-
bro de 18 4.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAC5BS officiaes
Algodao do sertao 1* sorts 7*000 por 15 kilos.
Algodao.de Mossord sorte 7*000 por 15 kilos.
Assucar bruto eswlhido t/600 por 15 kilos.
Assucar do itio Grande do Norte 1*920 por 15
kilns posto a bordo a frete de 30( e 5 0|0
(laslro), liontem.
Conros -seccos salgados 533 rs. o kilo
Carabio sobre Londres a 90 div. 26 3(4 d. por
1*000, hontem.
Cambio sobre Paris a 90 d|v. 364 rs. o franco,
do banco, bontem.
Carabio sobre o Porto a 90 d[v 105 OiO de pre-
raio, do banco, bontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 101 0|0 de premio,
bontem.
Desconto de letras 12 OiO ao anno.
a. ae Vasconceuo.',
Presidente.
A P. de Lomos,
Sacretaric
CAPATAZIA DA ALFaKUKUa Eteadimento ia dia 1 a 28. 12.018*782 Idta do dii 29 428*775
12.447*557
VOLUMES 3AH1DOS .No dia 1 a 28. No dia 29. ..... Priraeirapori* '. Seganaa porta Ticpiebe Ccneeigs. . 46,957 231 45 256 387
47,876
SfiRVigO MAR1TIMO 4i>arngu descarregadas no tr alfandoBa. Mo dia ....... 97-3
100
tBCEBSDURlA DS REND AS INTcRNAS GE
RAES DE PERNAMBUCv
Undimento do dia 1 a 28 59:676*049
i*m do dia 29 4:481*610
64:157*659
kCQQI,
Santissima Trindade.
Colleg;io francez para nieninas.
Directora D. Philomena M. de A. O'Connell Jersev-
SOrua das Coelhas-SO
Neste eslabelecim?nK> 0! de as alumnas interna-
mente so fallam francez, apreodem ella^, alem de
portuguez, calligrapbia, arithmetica e doutrina
christi, a traduzir, futlar e escreccr correctaraen
te inglez, francez e italiano : geographia, historia
e mylhologia.
Desenho a crayon, a aquarell* e a bieo de pan-
na ; mu^tca, canto, dinca e piano.
A todas estas material sd profe;sadas no colle-
gia pela directora e suas duas irmSs, accresce o
ensino de civilidade, e de todas as prendas que
oma senhora de boa so-.iedade deve saber, como
bordar a ouro, a prata, a branco, a matiz, a ca-
bello, a escumilha, a la de mi point e point de ve-
lours, a tnissanga e todas as curiosidades que com
esta se fazam, a cartao e erp cima de vidro.
JJToda a especie de obras' de la, raantas, toueas,
sapatinhos, etc ; flores de'la, de couro, de seda
froaxa, de cera ? de p'apel
Muitas obras cunosas para ornamevtc de sala,
como tapetes para jarrr.s, cestinhas da contas, de
cravo, de arroz, de pedra hame, etc., a'em de cos-
tura cha, fazer meias, labyrintbe e cr.cbet.
A esmerada educa;So que a directora e suas ir-
mas receberam na B^aropa durante sate annos,
permitte assegurar aos pais e raais da familias,
que nao serao illudidos em sua espet'tativa, uma
vez qua as alumnas freqaenlem o t ;n;n preciso
para sua iustruccao.
Os precos sao : internas 10*000, meio pensio-
nislas 20*000, externas o*0-i0, pagos adiantados
por trimestres, que uma vez comecados estao ven-
cidos.
As aulas prmcipiam a funccionar a 7 de ja-
n;ir>.
suas casas dnrante qninze anno3, e d.hi pir diap-
te aporeenlagein que se cosfencionar na escrio-
tura ate que sej&m defloitivamema eatragues s-
predi js, nndo o prazo da mesma : os proprietas
xios, porem, paderao rehavelos antes por am acs
cordo com a coir panbia.
Collegia dc IVossa Senhora do
Aiuparo.
EsteeoHegio. estabelecido no ediGcio n.
01 da rua do Hospicio, comegard os seus
trabsthos no 'di 11 de Janeiro proximo vm-
dotfri k 'dfrefctora abaixo ssignada, es-
pera'dos pais 4e'sxns alumaas e do puWi-
co ein^getM, b afc cido atl boje, promettendo a continuaij5o
de seas esfpr^os na bOa educa^ao das me-
ninas que Ihes sio conQadas.
0 ensino rqligioso, ode primetras telrase
o dos trabalbos manuaes, como bordado a
ourq, Croco, seda,, crochets e obiectos de
18, isftrdTOds'ttelS 'directora e su'arQ1ba, as
quaes se achVfn 'cornpetentemente autori*
sadas.
As JtngatS pO";tugueza e franceza, assim
ALFAM>K.?,
eadirasnio do dia 1 a 28. .
Idt2 do dia 29 .
770:831*242
24:895*594
793:726^835
CONSULADO PROVINCIAL.
undimento do dia t a
dim do dia 19
28.
164:166*573
13.114*314
177:280*889
AGENCIAS PROVINMAES
Liquidns espiritnosos.
rtenaimento de 1 a 26 3481*750
Idem do dia 28
Headimento de 1
Idem do dia 28
I
Bacalhao, etc.
a 26 4:304*022
547*548
Dascarregam hoje 30 dc dezembro de 1874.
Barca ingleza Clemenlia mercaiorias para
alfandega-
Patacbo ailemao Frang mercadorias para al
fandega.
Brigue portuguez Soberano pedra3 para o
trapicbe Conceicao, para despachar.
Patacho inglez Lucy kerosene ja daspacbado
para o caes do Apollo e deposito no tra-
picbe Vieira.
Brigue portugUPi Ligeiro III vinho para de-
posito no trapiche Cuoha.
Patacho portuguez Santa Maria de Bellem
vinho para deposito no trapiche Cunha.
Palaeho italiano Ermida vinho para depo-
sito no trapiche Cunha.
Barca ingleza IVolonta di Dio dormentes ja
despachados para o caes do Apollo.
Barca ingleza Jane Maria tijoros ja despa-
chados para o caes do Apollo.
ImpertitcJ&o.
Vaper nacional Penedo, entrado dos portos do
sul em 29 da corrente e consigaado a Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, manifestm :
Aguardento20pipasa ordem. Alvaiale 4 barris
aBartbolomeu & G. Arroz de cas'Ca 83 saccos
a ordem. Assucar 380 saccos a H-nry For's-
ter & C.
Cal 10 barris a Clemente Jose Mendonca. Gou-
ros salgados 78 a Pereira Carneiro, Maia & C.
Charutos 13 caixas a Doniingos da Costa Fer-
reira.
Fumo em folha 26 fardos a Domingos da Costa
Ferreira. Ferragem 1 caixa a Souza Bastos & C.
Farinha de MauJi ica 400 saccos a Francisco Gon-
calves Torres, li'6 a Barros Mendes 4 C.
Livros 1 caixa a Walfredo & Souza. Lyrio flo-
rentino quartola a Meuron & C.
Machinas 13 caixas a Henry Forster & C. Mi-
lho 154 saccos a ordem.
Oleo de ricino 20 latas a ordem.
Barca ingleza Porlena, entra la de Leilb na
mesma data e consignada a Saunders Brothers &
0., manife-tou :
Carvao de pedra 503 toneladas, aos consrnna-
tarios.
B igue nacional Constante Uniao, entrado di.
Bahia na mesma data e consignada a Francisto
Ribeiro Pinto GuimarSes, manifestou :
Barricas vasias 214 a Beltrao & Filho.
Charutos 8 caixas a Bonrgard & C, 3 a Domin-
gos A. Mathens. Cordas de piassava 200 pecas
a Manoel Jose de Aguiar & C.
Farinha de mandioca 400 saccos a Tito Livio
Soares, 1,235 a Fraga Rocha & C, 300 a Jos6
Maria Palmeira, 403 a Fernando & lrraaos, 200 a
JoSo Rodrigues de Faria. Mercadorias diversas 3
volumes ao Dr. G. Goncalves da Silva.
PranchSes de pinho 20 duiias a Santos & A-
raujo.
3E3PAC90S DE EXPORTAQAO NO DIA 28 IE
DEZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No navio francez S. Luiz, para Liverpool,
carregou: Keller & C 1,002 saccas com 75,427 1|2
kilos de algodao.
Na barca franceza S. Andre", para o Havre,
carregou : E. A. Burle & C. 1,000 couros salgados
com 21,000 kilos.
No brigue inglez Dora, para o Canal, carre-
gou : J. C. de Oliveira Bastos 800 saccos com
70,000 kilos de assucar mascavado.
No navio inglez Jane Marie, para o Canal,
carregou : F. Cascao <& Filho 2,860 saccos com
214,000 kilos de assucar mascavado: para Liver-
pool, Rocha, Lima Guimaraes 82,300 ditos de
dito.
Na barca portugueza Victoria, para o Porto,
carregou : A. Loyo 80 conros espichados com 560
kilos ; S. Guimaries 4 C 100 saccos cira 7,500
ki'oj de assucar branco e 50 ditos com 3,750 ditos
da dito mascavado,
Na barca portugueza Imperial, para Lisboa,
carregou : J. A. da Fonc ca 2 barricas com 139
kilos de assucar branco : para o Porto, T. L Soa
res 60 saccos com 4,500. ditos de dito.
No lugar portagnez Cidral, para Lisboa, car-
regou : S. Guimaraes & C 100 saccos eom 7,500
kilos de a'sucar mascavado e 100 ditos com 7,500
ditos de dito branco ; j. C. de Oliveira Bastos 343
ditos com 23,725 ditas dito mascavado J. J. Gon-
calves Beltrao & Filho 516 oenros salgados com
6.192 kilos ; M. L. Paes Barreto 200 saccos com
13,000 kilos de assucar branco e 257 ditos com
19,275 ditos de dito mascavado.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, na barca portugueza
Saphira, carregou: A. Loyo 1,000 saccos cam
75,000 klos de assacar branco.
Para Coromba, na srnnaca hespanberia Des-
jada, carregou : A. B. Nogneira 46* harness C6
35,893 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sal, no patacho na-
cional Bella Destino, carregou : S. P. de Lemos
400 barricas com 32,715 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, po brigue portu-
guez Retife, carregou : F. K Pinto Guimaries 475
barricas com 39,312 kilos.de assucar branch 15
ditas com 2,648 ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sol, no patacho tacio-
nal Africalto, earregou : Amoriro Irmtos 4 C 20
barricas com 2,215 kilos de assucar mascavado e
625 ditas com 64,411 1(2 ditos de dito branco ; I.
L. Leal Rets 5,000 eocos .
->. Para o Rio Grande do Snl, no navio flactonal
Rostra, earregou : S. P. de Lenws 200 saceoi own
15.000 kilos de assuear braneo.
Para o Pars, no vapor naeio*al Pari, car-
regou : J. J. G. Beltrao 4 Filho 600 volumes eom
36,984 kilos de assucar branco J. A, da Silva
Generos de estiva.
Sendimento de 1 a 26 6:136*288
Idem do dia 28 423*368
Farinha de Ingo, etc
ftandimento de 1 a 26 3:847*608
'demdodia28 972*640
dendiraento de 1 a
idem do dia 28
Fumo, etc.
26 1:976*305
*
ttendimento de 1
idem do dia 28
Vinagre, etc.
a 26 2:008*557
*
3:481*750
4:831*370
6:339*636
4:820*640
1:976*303
2:008*357
23:698*476
Tnesonro provincial de Pernambuco,
in dezombrodo 1874.
0 escrivao,
J. G, M. da Silva Santos.
29
Agueda.
ymarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Arco de Baulhe em -a-
Cbeceiras de Bastos.
Caca.
Cacellos.
Bha.
Baminha.
Boaves.
Csstello Branco.
Coimbra.
Castro Daire.
Erura.
Coniiiiercial dc Braga.
Jorge 'Vasso.
37Rua do Amoriui87
Saca qualquer quantia a prazo ou a vista so
bre este Banco ou suas respectivas agendas uas
aguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
centes e Hespanlia, a saber :
Portugal
Melgaco.
Maibada.
Mir.ndella.
Monte raor o velbo.
Moncao.
Oliveira dc Aremeis
Ovar.
Penafiel.
Port'Alegre.
Pinhel.
Ponte de Lima.
Portfolio.
Porto.
Povoa do Varzim.
Povoa de Lanhoso
R 20a.
jeavilha. Silves.
proosende. Santo Thvrso.
Elvas Tavira.
Estremoz. Torres Novas.
Fafe. Tbomar.
Famalicao. Valenca.
Faro Vianna.
Figueira. Villa do Conde.
Gouveia. Villa Pouca de Aguiar.
Guarda. Villa Real de S. Antonio.
Guimaraes. Villa da Feira.
Lagos. Villa Nova de Cerveira.
Louie. Vinhaes.
Lamego. Vizeu.
Lisboa. Villa Real.
Movimento da Betra.
Unas.
Fayal. Funchal.
Hespanha,
Badajoz. Madrid.
Barcelona. Orense.
Cadiz. Padron.
Caceres. Pantivedra.
Campinas. Puentearfias.
Coruna. Santiago.
Ferrol. Vigo.
companhia'allianca
seguros maritimos e terrea
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
i*co marifimo em navio de vela e vapores
ara dentro e f6ra do imperio, assim com
fogo sobre predios, generoa a fa
sontft fogo sobre
ondas.
Agente : Joaqnim Jos^ Goncalves Beltrio
u do Commercio n. 5, 1 andar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A. companbia Indemnisadora, estabelecidi
wstn pteca, toma segaros maritimos obr
aavios e seua carregamentos e contra fogt
am edificios, mercadorias e mobilias: n<
na do Yigarfb n. 4, pavimento terreo.
Banco do Minho.
Joaqnim Jose Goncalves Beltrao & Pilbo saccam
por todos os vapores sobw :
Honsao
Ovar
Porto
Tavira
Anadia Evora
Agnife Fate
Aveiro . Faro
OeH 6aria
Bnaves Leiria
Jvas Emarante Ltsboa
Barcellos
Auimaries Coimbra
Aogosto F. d'Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria deAugustt
j d'Oliveira & C, 6 rua do Cov.mercio m
42. encarrega-se de exor.ugao de ordens
para embarque de prodoctos o do todos o-
mais negocios de commissao, quercomm^r-
ciaes, quer bancarios.
Decauta lettras, e toma dinheiro a pre
mio, eompra cambiaes, e saca a* vista e *
razo, a* vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o umion bank oi
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK
limited, e varias casas de l. classe.
Paria. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCOARD ANDRE & C. e A. BIA
VIGNAL & C.
Hamburgo. Sobre os :
SCHU BACK & FILH<>S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTlAO JOSE DE
ABKEfJ.
Porto. Sobre o banco onlIo do p
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco cohmercia-
08 parA, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILBOS.
llarauhtto. Sobre\) Sr. jose fer
aEIRA DA silva jdnior. *
Bahia. Sobre os Srs. marinhos <& c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASIL1ENNE FRANgAISE.
SEGUHOS
rilim o e coulra-fogo
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMEKCIO M. 34.
ViMO
Flgnei
Lamega
CBE LIVERPOOL & LONDON < G; < '
INSURANCE COMPAHT
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Oompanhia Indemnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000^000.
fliomaz de Aquino Fonceca 4 C, successores
agentes.
Esta coropanhia toma segaros maritimos e ter-
restres, dando ncste? o scptimo anno gratis aos se-
gurados.
Biia do Vigario n. 19.
Navios entrados no dia 29.
Bahia e portos intermedios10 dias, vapor na-
cional Penedo, de 403 tuneladas, commandanle
Pereira, equipagem )9, carga dilTerentes gene
ros; a Autouio Luiz de Oliveira.
Rio de Janeiro e Bahia 5 e meio dias, vapor in-
glez Neva, de 1,625 toneladas, coraraandante
Aib-jrt, equipagem 121, carga differentes gene-
ros ; a Adamson H-iwie & C.
Bahia9 dias, brigue brasileiro Constants Uuiao,
de 26i toneladas, capitao Ribeiro Gomes, equi-
pagem II, carga diffcrentes generos ; a Silva
Guimaraes A C.
Leith 70 dias, barca ingleza Por Una, de 330
toneladas, capitao Ferguson, e.juipagem 12,
carga carvao; a Saunders Brothers & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Hamjiton IliadsPatacho americano S. C. Ciary,
capitao G. Ryder, carga assucar.
Southampton e portos intermediosVapor inglez
Neva, commandants Albert, carga a mesma que
troaxe dos porl03 do sul.
mlMM,
Perante a caoiara municipal de:ta cidade
e9trao novam'nte em pra^a nes dias 26, 28, 29 eO
do currente, para serem arrematad'S porqueml-
aior preco onerecer, os alugueis das casas nsa
1 4,16, 18 e 20 da prae i da lod'p.^ndeucia. e
Os pretendentes a taes arremataQoe-, habilitem
m na forma da lei.
Paco da camara municipal do Recife, 24
de dezembro "de 1874.
M. J.do Rego e Albuquerque,
Presidente.
F. Augusto da Costa,
S-cretario.
A camara municipal desta cidade, fax pu-
blico para conheciraeuto de quem interessar pos-
sa, o artigo de postura, aoaixo transcripto:
Art. 8.* Nos primeiros oito dias do mez de Ja-
neiro de cada anno, todos os medicos, cirurgides,
pharmaceuticos, drogui tas, parteiras, sangrado-
res, dentistas e veterinarios, mandarao i camara
rauaicipal a declaracao de seus nomes, naturali
dades e moradas, atlm de que ella possa mandar
publicar a lista de todas estas pessDas ; os in-
fractores sorao muludos era 104000.
Pago da camara municipal do Recife, 29
de dezembro de 1874.
M. J. do Rego Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincial
manda fazer public^, que em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provineia, datada
de 12 de setembro proximo pasRdo, se ha de ar-
rematar perinte a junta do me*ipo ihesouro, no
dia 31 d^ corrente. a quem por menos Qzer o fnr-
neoimento dos presos pobres da casa de detencao,
no trimestre de Jaueiro a mar?o proximo vindoa-
ro, sendo os generis de que se compoem asdiarias
e dietas dos fcesmos presos, os constantes das ta-
bellas abaixo transenptas.
As diarias e dieUs dos presos pobres nao pode-
rao exesder a 400 reis diarios, com excepcao do
fornecimento feito aos presos militares, que sera
de 352 reds diaries, conforrne o disposto no aviso
do (Linisterio da guerra de 22 de maio de 1858.
K para constar, se mandon pablicar o presents
pelo Diario de Pernntnbuco.
Secretary do thesouro provincial, 21 de dezem-
bro de 1874.
0 secretario,
/ Vtguel Affonso Ferreira.
Taht'lla n. I.
Gepit. Para o fornecimento do sostento
das presos pobres recolhidos & casa de e-
ten^ao.
Almoeopari todos os vda semana, para uma
pessoa.
; 143 grammas ne'plo.
28 duas de cafe am caroco.
j 50 ditas de assucar mascavado, reflnado.
1 Leiiba, a necessaria.
Ceia para todos os dias da semana, para nma pes-
soa.
86 grammas de pao on b dachas.
28 ditas de eafe em caroco.
50 ditas do assucar mascavado, reOnado.
Lentia, a necessaria.
Jantar para os domingos, tercas e quintas-feiras,
para uma pessoa.
iji9 grammas de came verde.
14 ditas de toucinhe (o necessario para tempero).
5 decilitros de farinha de mandioca.
Lenha e sal, o necessario.
Jantar para os dias segundas e quartas-feiras, pa-
_,, ra uma pessoa.
229 grammas de earne secca.
14 ditas de toocinbo
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
Lenha, a necessaria.
Jantar para os dias sextas e sabbado?, para uma
pessoa.
229 grammas de bacalhao.
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinba de mandioca.
7 mililitr.s de azeite doee.
3 centilitros de vinjgre.
Lenha, a necessaria.
Alem dos generos contidos na tabella preceden-
te, sera fornecido, iodependente de indemnisacao,
o barbante necessario para formnlar as rar^Ses de
came e bacalhao, moinho e torrador para torrar e
moer o cafe. *
/ Tabella .n. 2.
Para o\fornecimento das dietas aos presos
doentes.
nietan. 1.
Compoe se unicamente de um quarto de galli-
aha para tres caldos no dia, lenha, a necessaria.
Idem ii. C.
Almojo.114 grammas de pao.
1 sopa em caldo de gallinha.
Jantar. 1 quarto de gallinha cozida.
57 grammas de arroz para canja.
Lenha, sal e vinagre, o necessario.
Idem n. 3.
Almoco. 0 mesmo da d.ela n. 2.
Jantar. Meio quarto de gallinha cozinha.
Um quarto de gallinha assada.
114 grammas de pao.
Lenha e sal, o necessario.
Idem n. 4.
Alraoco.-3!|3 grammas de caa da India.
114 grammas de pio.
50 grammas de assucar reflnado, 2.*
sorte.
Jan.ar. 4?9 grammas de carne verde, cozida.
5 decilitres de farinha de mandioca.
Lenha e sal, o necessario.
Idem n. S.
Almoco0 mesmo da diela n.4.
lantar. 439 grammas de came verde, assada.
114 ditas 4e arroz.
1(4 ditas de pao.
Lenha e sal, o necessario.
Sob as bases aciina, obrigo-me a foroecer, tanto
is diversas qualidades de racoes, como dietas na
razao do 400 rs., umas pelas outras, sendo os ge-
neros necessarios para ellas entregues na casa de
detencao, cuja conduccao correra a minba custa.
Tinha estampilha de 2' 0 rs. Pernambuco, 8 d:
outubro de 1S74. Jose Elias de Oliveira. Con-
forme. 0 offlcialmaior, Luiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessda.
Conforrne,
_. ______ Miguel Affonso Ferreira.
Rua do Bom JaMu
kibrado .n. 41.......
Rua de S. Jorge
3asa terrea n. 103......9O7J0OP
dera n. 408........208*0*
idem n. 98 ......241*100
Parnameiric.
Sho n. 1 o 590*100
Os pretendentes deverao apresentar no art da
hp:m( as aaas nancas, oc empareeemr
ompaiihados dos respec'ivos nadorea, dawiads
pagar alem d i rends, o premio cb quaatu ea
iue for se. uro o predio qua eont:ver estabaleei
iionto commerciil, assim enmo o feiric > da las-
peza e precc dos apparelho.-e e niiuiladoa.
Secretana da Saa ta t"-asa da Misericord* dr. IU-
:ife, 10 de dezembro it 1874
<~>d*cnvao,
_^________ Pedro R'.drittus 4$ Sous a
Irmandade do St-nbor B-m Jsos das Por-
tas, na igrcji da .Msdre de Ueus.
Nao podendo esta irmandade festejar, na forma
Jo costume, o seu excels i padroeiro, fat sciata
aos seus devoto-, qae na >v\\i feira, I* de jandre.
estari exposta a referida imagem desde as C
boras da manha as 10 da noite, tt-rmioaudj eaaa
uma ladainba, qae comecara as 8 bora, por na-
ica cantada, era veneracao ao mesma Seibor
Alexandre A. de C. Padilha.
Sfcrelari) 'M
Consuld i provincial.
Pelo consul.ido provincial, fuse pa lico awi
respeclivos cot,tribuinte., qae do l. de d'zeoiafo
vindouro por diante comeea a correr o prazo d s
JO dias nteis, ivareados no art. 34 d rri. de
17 d in eai-
i -phi.-'ii a at aeciraa urii.-.n.i e de 5 0^) o>r
Dens de inao awrta, n<> corr. nte cx-rcieio de
1874 a 1875, incorre nd i na molt de 6 0|g
iqnelles dos contribu atea qne nao .-atijfiztreia
oesse prazo os v as a bH.
Consulado proviuci ii. 27 d; ti^eirbro de If7t>
0 adminislradur,
Antcnio Cinitiru Mitchado Riot.
riioaiaz de k^m ;. tieeci k C.
Sacccssores
accam por todos os vaaarai ariaai as secaia
sracas :
Lisboa. rtegoa.
Porto. Caaaw.
Braga Vilia-Flor.
V ianna. Jjir.i.doUi.
Viscn. Mijo.
Guarda. r'avaios.
Coimbra. Guimaraes Braganca. Lamego.
Rio de lane iro.
rua do Vigario n. 19.
CONSELHO DE CO.Vll'RAS DO ARSENAL
DE MAR1NHA
0 conselho no dia 30 do corrente mez eontrata
sob as condij5es do estylo, e a vista de propostas
recebidas ate as 11 horas da manha, o forneci
mento ne trimestre proximo vindouro de Janeiro a
marco, dos seguintes objectos :
Para aprendizes artifices.
Bonets do uniforme, bonets do servipo, cober-
tores de la, cobertores de algodao, sapatoes e sac-
cos de guardar roupa.
t'ara imperiae; roarinbeiros, aprendizes ditos
e marinhagem.
Bonets de panno azul forrete, cobertores de 15,
lencos de seda preta para gravatas, sapatoes e
saccos de lona de marinhagem.
Para o arsenal.
Car ao cck e dito de ferreiro.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal do marinha, 26 de dezembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Bance Commercial de i'er-
nambuco.
A directoria do Banco Commercisl de
Pernambuco convida aos Srs. accionistas
a reunir-se e;n assemblea geral extraordi-
aaria, no dia 14 de Janeiro vindouro, ao
meio dia, na casa do Banco, a" rua do Vi-
gario Thenorio n. 1, afim de resolver sobre
a reforma dos estatutos ; notando, por^m,
que nao podem tomer parte os Srs accio-
nistas cujas acQoes n3o tiverem sido regis-
tradas quatro mezes antes, como dispoe 6
artigo 51 dos mesmos estatutos, assim co-
mo deverao ser apresentados no banco, pe-
lo menos tres dias antes do da reuniao, os
documentos comprobativos do direito dp
votar, conforrne o disposto nos artigos 60
8 61.
Recife, 26 de dezembro de 1874.
Os directores,
Joao da Silva Regadas.
Antonio Jose Leal Reis.
Franciseo Ferreira Baltar.
SANTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE.
A I'lrna. junta administrate da Santa Casa d,
Misoricordia do Recife, manda fazer public qdt
m sala de suas sessoes, no dia 17 de dezembro, pi
as 3 horas da tarde, tem de ser arrematadaf.
ruem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nn:
i tres annos, as rendas dos predios em seguid*
ieclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE
Vidal de Negreiros.
iisa terrea n. 94.......30U006
tdemn. 112......327=000
Rua larga do Rosario.
L andare loja n 24 A fecbada 310* 1/ andar n. 24 A idem.....251 ^uh
Rua de Aotonio Henriques.
;asa terrea a 26 (fechada). 99*00
Largo da Campina.
,dem n 11 (fechada) .... 120*0OX
Rua do Coronet Suassuna
I. andar do sobrado n, 94 400*000
Rua 'do Visconde de Albuquerque.
Casa terrea n. 101. a ... 241(000
Idem n. 91........681^000
Becco do Abreu.
Sobrado de 4 andares n. 2. 481,000
Rua dos Pescadores
Casaterrean.il........243*000
Rua de S. Bento (Olinda)
Sobrado n. 17. .*......408*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua do Commercio
Sobrado n. 30......800*000
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. 400*000
Becco das Bofars.
Casa terrea n. 18.......42l*00t
Rua da Lapa.
iasa terrea n. 11. ....... 202*(XX
Rna do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. S3 6020000
:sa terrea n. 34......12**000
Roar do Bugos.
Casa terrea 0.21. ...... 15*00o
Rna do Vigario.
! andar do sobrado n. 27 (fechada) 243*000
1* andar do meame (fecnada) 240*000
Loja do mesmo fechada.....300*000
Rua do Eacantamenlo.
sobrado de 2 andares n. 13 (feehado). 1:400*000
Roa da SenzaUa vaiba '
'.demn. 16........ 209*000
Rna daGuia.
I Casa terrea a. 28 WfjOOt
1 Idem n. 29 .... .. 20i*JOC
Companhia Fidelida'e
Seguros maritimos o terrestrcs
A agencia desU compaahia toma s gnros mari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando bos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuit i ao
>egurado.
Feliciaco Jjse Gomes,
_____________'_______Agt-nte.___________
Imperial sociedade dos artis-
tas mechanicos c liferaea.
Tendose nvamente marcado o dia ."! de jaaei
ro proximo futuro par" proccder sj t-l-.n-ao dos
membros da directoria, ronvid > a todes os socips
que estao alrazad em snas mensalidades, a se
porc-m em di, e a eomparei-en-m cm o% drmais
no dia de^ignado, pelas li5 boras -ISn manha, afim
de st- (ffcetnar a elei^ao Radie, ^1 de dezembro
de l"i.
0 i sfcrcUrh-,
______________________P. P. dc Santos '
SOCItliADE I'KOPAGADORf. DA INS-"
TBLCCAO FLBLICA.
(Paroch a"do Pojo da Paretla.)
N4o tecdo sido possivel a eonvwacao da asem-
bl6a geral dos socios para o dia 8 do cjrrente mes
de dezembro, enio tend,) omparec lo socios era
nnmero legal nos deu< ultimos doaaiafaa, para
que fora convocada dita aaaaaMia, de ordem 1o
presidente do conselho parocldal convido de now*
os socios para comparccrp m na casa funcciona a e^cola da scciedade, oa povoarao do
Munteiro, as 5e mda hi ras da tarde de doming)
proximo vind.uro (3 de Janeiro), alira dc proce-
der-se a eiei(ao dos membros do cansclho dire:tor
que tem de servir no anno scgninte.
Parochia do Poco da P neiia; 28 de dexembro de
i87i.
0 secretario,
Aogusto Carlos Vaz de Oliveira.
A camara municipal da ci lade de Olinda,
faz sabfr a todos os s.us municip:;, qne o Exm.
president da provincia approwu [Tovisoriameate
o seguinte artigo de poMura.
Pace da camara municipal de Olinda, 23 de
dezembro de I87i.
Barao da Tacarun*,
Pnsidente.
Marcolino Dias de Araujo,
Secret.irio.
Palacio da presidencia de PeroamhucD.4' sec-
cao, 19 de dezembro de 1874. 0 presidente da
provincia, sob propo.-ta da camara municipal de
Olinda, constante do offlcio ie 17 doe rrenf, re
solve, de conlormidade com o art. 2* da let de 2*
de outubro de 1831, approvar proviso iaracnte e
mandar que se execute e observe o artigo de pos-
tura, abaixo transcripto :
Artigo unico.Fica expressamente prohibido o
uso dos banhos, lavagem de rupa e de aniraae< no
jio Beberibe, alem da caixa dagua para abasieci-
mento desta cidade.
Os infractores serao multados em 20*000 e oito
dias de prisao nas reincidencias.
AssignadoHenrique Pereira dr Licena.Con
forme 0 official-maior, Luiz Salasar Moscoso da
Veiga Pessoa.
Couforme. 0 ecretario,
_____________Marcolino Dias dt Aranjo._____
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PERNAM-
BUCO.
Esta secretaria faz publico que foram archi~a-
dos na forma da lei os seguintes eontratos e dis
tratos de sociedades :
Contratos.
De llenrique Xavier de Araujo Saraiva de Hello
e um command:t irio, sob a li ma do solidarin, com
o capital de 40:000*, sendo o funuo em comoun
dita de 20:000;, para o commercio nesta cidade
de eompra e reodade issues res, e consigna^oes d
genero3 de producclo do paiz.
De Jezuino Akes Fernan les, Manoel Homem de
Carvalho e um commanditario, tub a hrma de
Fernandes Carvalho & C, com o capital de. ...
100:000*, seado o fundo em commandita de.....
30000? ; para cujo capital nao conccrre o oco
de iuu stria Carvalho, e o objecto ou Dm social e o
commercio de fasendas e miudrzas nor grosso, M
armatem sito nesta cidade, a rna do Marquez de
Olinda n. 13.
De Joaqaim Duarte Simdes, Manoel Jose Soares
de '-.maral e Soares de Amaral & C, de cuja finra
lazem parte Jose Soares de Amaral e Joao Je
Soares de Amaral, sob a Qrma Duarte Amaral 4
C., com o capital de 10:50 *, para o comnaarcio
nesta cidade de eompra e vends de generos oa
merca lorias nacionaes e estrangeiras.
De Vicente Ferreira Frederic, Vicente Victa
Carneiro Victor, sob a Anna Vicente Ferreira *
Irmao, com o capital de 20:00 )*, sendo Victa o
Victor socios de indostria, para o commercio na
?ilia da Cachoeira do Riacho de Saogoe, proviocia
do 0 ".ra, de eompra e vends de f.zendai, aaiade-
aas e ferragens.
Distratos.
De Arbeiro & Aranjo, de cuja firms faziata par-
te J j-e Lopes Alheiro e Manoel Jose do Araajo,
Qcando o activo e passiro a cargo do ex-8oek>
Araajo.
De Souza Junqneira & C, de cuja Qrma faziaa
parte Joio Francisco de Soaza, Beraardino Fran-
cisco Junqneira e Urbano load da Souza, fieaada
responsaveis peto activo e passivo os ex socios Joao
Francisco de Sjuza e Urbano Joe de Sooxa.
De Rego Barros & C, de cuja fi/ma eram aoakM
Miguel Joaqnim do Rego Barros e BeraardJao Al -
ves Barbosa, Gcando o activo e passivo a cargo da
socio Barbosa.
Secretaria do tribunal do commercio da
Pernambuco, 28 de deaembro da 1874.
0 official-maior,
Juli* Guimaraes.
ADalNaSTftA AO DOS UMUMOS Ba fUtMkf
BUCO, 30 DB PrTFaalaO DM 1874
anlaa a
Peto Taper oaaoaal
expede maias para Macew a oecalas, Paaado
I


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>%
Itr


Diario de Pernambucu Quarta feira 30 de Dezembro de 1874.
Aracajd, hoje 30.
Recebem-se jornaes, impresros de qualquer na
tureaa, e cartas a registrar, ate 2 boras da tarde
cams ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1|8
comporte duplo.
Affonso do Rftgo Barros,
'_________________Administrador._______
COKREIO
Relagao das cartas que deixaram de seguir
a seus destinos por falta de franquia
A. J. Gomes Netto, Antonio Bernardino Martins,
Antonio Correia, Antonio Ferreira Braga, Antonio
Joaquim dos Santos (2), Antonio Jose de Brito,
Antonio de Medeiros Barbosa, Bessa A Cardoso,
Directores da companhia allianca maritima porta-
faeza, Doraingos Francisco Kios, Enoarnacion
all ri de Julio, Estevio Jose Brochado, Francisco
F. Kodrigues Fernandes, Krancisca Julia, Francisco
Salles Mendonca Silva Carvalho, Joaquim Antonio
Vieira da Silva, Joaqnira Adriio da Rocha Sobri-
nho, Joaquina Jacintha, Joaquim Jose Marques
Guimaraes, Joao Botelho Juni r, Joao do Rego
Mello, Jo.e Bio Barreto, Jose Marques de Farias,
Miqaelina Jacintba de Torres, Maria Pereira do
Soccorro, Maria Rosa Gomes, Maria Segondo, Ma
ria Tbereza, Manoel Araujo. Manoel de Serqueira
Pinto, Manoel Gomes dos Santos Sena, Manoel Nu
aes Pereira, Placido Irraaos, Nicola Gallo, Pablo
Julia, Serzedello & C, Severino de Araujo Oliveira,
Tbereza de Jesus Minbava, Visconde da Bella-Vis-
ta, Yictorioo de Almeida Rebello.
Correio de Pernambuco, 29 Qe dezembro
de 1874.
0 encarregado da eipedigSo,
A. II. de Araujo Pernambuco.
THEATRO DA ENCRUZILHADA
SOB A DIRECCAO DE FONTES BRAGA
Sexta-feira 1. e doraingo 3 de Janeiro
Depois de haver a orchestra tocado uraa das
sympnonias de seu repertoiio, ira a scena o dra-
ma pastoril:
0 Katalicio do Messias
-*m I prologo, 2 partes, S ados q 10 quadros.
Denominarao das partes
I.' parte.Nascimento do Me?sias.
2.' pane A deg< larao dos innocentes.
Frecos dos bilhetes.
Camarotes com 4 entradas 6
Cadeira 2g
Plate a U
Galena para senhora 2/
As pessoas que quizerem bilhetes para estes es-
pectsculos, podem deide ja proeura los na rua
do Rosario n. 2 A, do Rangel n. 12 A, e rua larga
Velna de Santa R.ta n. 57, e no dia do espec-
taculo no ires mo theatro.
Principiara as 8 1(2 hora3.
Havera trem depois do espectaculu.
CIRCO EQUESTRE
COMPANHIA BRASILEIRA.
Dircetor
Auioivio Carlus do Caruso.
Cidado da Escada.
A companhia de passagem nesta cidade, dara
3 espectaculos consecutivos, sempre com esco
ibidos progracoroa', sendo nos dias 1, 2 e 3 de
Janeiro vindouro de 1875.
Principiara as 8 horas.
Goncalves
n. 5.
Beltrao & "Filho, I rua do Commercio
Companhia Allinqa Mariti-
ma Portuense.
Empreza do navegsrao entre o Brasil
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para o Porto
A sahir com a maxima brevidade. Recebe car-
ga; e pasogeiros: a tratar com Jose da Silva
Loyo & Filho.
Companhia allianca niaritiina
portuense
Empreza de navega^ao entre o Brasil e Por-
tugal
PARA 0 PORTO
Barca pcrtugaeza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar com os seas consignatarios Jose da Silva
Loyo 4 Filho
Para o Forto e Lisboa
pretende seguir com pouca demora a barca por-
tugueza Sociul, por ter porcao da carga engajada;
e para o resto que Ihe falta e passageir >s, trata-se
com os consignatarios JoaqoiniUse fionSalves Bel*
rio & Filho, a rua do Commercio n. 5.
Aracaly
Vai sahir pora o Aracaty ate o dia 6 do corren-
te com a carga que liver, o hiate Flor do Jardim,
para carga a tratar eom Joao Jose da Cunha La-
ges, a rua do Vigario n. 33 ou a bordo ao pe da
guarda-moria, com o mestre._______________
Lisboa.
0 patacho portugues Judith seguira com brevi-
dade : para carga trata-se na rua do Vigario n. 7.
Rio Grande do Sul.
A barca brasileira Aguia deve seguir com a
maxima brevidade para o parto acima e recebe
ainda carg* a frete,ija tendo a maior parte engaja-
da : a tratar cm os re Jo;e da Silva Loyo & Filho._________________
THEATRO
X
Acto 1. Qaadro i.
-L
a 3."
2." . c 4."
3. c "}.
6.
Soli a directio lie
lose Bernardino C. Barros
Sabbado 2 e domingo 3 de
JANEIRO DE 1873
Duas primeiras representac.oes da importante e
apparatosa
pereta Kihlica
em 3 actos e 0 q'ladros :
A Aurora daRedempcao.
Composicao de Victoriano Palhares.
Masiea original do habil maestro Marcelino
Clelo Rib irj Lima.
Vestuarics todo? novos e a caracter da epeca
em que se.pf.ssa a accSo da operela.
Scenario e transfomiaroes ccmpletamente no-
vos e pintaJos pelo iutelligeute scenographo Cria
pim.
Dancas ensaiaJas pelo professor Mancel Bap-
iista.
Denominagao dos actos e quadros.
A alvorada.
Visio.
'Annunciagao.
D.'u* e Satan.
Gloria.
Adoragao.
Personagens.
rlerodes P.ei de Jerusalem.
Gaspar )
Meicbior (Magos do Oriente.
fiaitnazar ) *"
Pedro t'astor.
Um pastor.
Um ministro de Herrdes.
Tentador Pastor.
Zacharias, sacerdote da classe de Abias.
1.* anjo.
2. anjo.
3.* anjo.
Virgem Maria.
Rosa e branca, pastoras.
Pastores, pa>tora., comitiva dos Magos, comi-
tiva de Herodcs, soldadus, anjos, sacerdotcs da
classe de Zaloastro, e'.c. etc.
A direcc&o nao se pouppn a despezas e sacrili-
cios afira de fazer subir a scena com todo Inxo
e apparato esta importante composicio dramati-
ca, pur isso pede ao illustrado publlco desta ci-
dade toda a saa coadjuvacao, afim de se poder
fazer face as excessivas despezas de que esta
jubcarregid.
As pessoas que quizerem camarotes para estes
espectaculos podem vir ou manda-les encommen-
dar a rua Bella n. 23.
Principiara as 8 1|2 horas.
SEXTA-FEIRA i. DE JANEIRO.
f A's 5 1)2 horas da tarde.
representa^ao do muito applaudido dra
Porto por Lisboa
a barca portngneza Firmeza vai sahir com brevi-
dade : para carga, trata-se com Silva Guimaraes
& C, praca do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n 42.
Lisboa e Porto
Vae sahir com muita brevidade o briguo portu-
gjuz Imperial, por ter grande parte de carga
prompta. Para o resto e passageiros, trata-se
com os consignatarios Thomaz de Aquino Fonco
ca & C. Succe,3seres. a rua do Vigario n. 19.
COMPANHIA PERNAMBUCA.NA
DE
.\avegacJto costeira a vapor.
Fernando do Noronha.
0 vapor Giquid, comman
dante Marlins, seguira para os
portos acima no dia 2 de Janei-
ro, ao meio dia.
Recebe carga ate as 10 horas
n dia da sahida ; encommendas, passageiros e heiro a frele ate as 11 horas do dia : no ei
orio do Forte do Mattos ri. 12.
escrip-
Ultima
ma-sacro em
5 sctos
Os Dous Anjos.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Empreza Maia & Costa,
Aviso ao respeitavel publico.
Qninta-feira 3i de dezembro e sabbado 2 de Ja-
neiro, haverao dons grandes espectaculos pastoris,
ornado de mnsica, dan^a e machinismo, snbindo a
scena o drama 0 Nascimecto do Messias com
toda pompa e apparato; assim como, os bilhetes
se eneontrarao a venda na rua de Hortas n. 9, e
na porta do theatro.
Pacific Steam Navigation Company
ROV.IL MAIL STU.iHKR
ACONCAGUA
(l. 100 toneladas).
Espera-se da
Europa, at6 o
dia 3 de Janeiro,
e seguira para a
Bahia, Riode Ja-
neiro, Montevi-
deo, Buen.'s-Ay
re., Valparaizo,
Ar'ca, Islay e
Callao para onde recebera passageiros, encom-
mendas e dinheiro a frete.
N B Sio sa'iira antes das tres horas da tarde
do dia de sua chegada.
AGENTES
nilson Eowe A C.
liUua do Commercioii
Companhia Asuericana Brasi-
leira de Paquetes a Vapor.
Ate o dia 31 do
corrente mez e e=pe-
rado dos portos do
sul o vapor South
America, comman-
dante Tenklepangh, o
qual depoi3 da dsmora do costume, seguira para
Xew-Yoik com escala pelo Para e S. Thomaz.
Para passagtns trata-se com os agenles
HENRY FORSTER & C.
N. 8.Rua do Commercio..V. 8.
Agente Pestana
30 caixas com champanhe em meias e garrafas
inteiras, 3 caixas com papel alma^o fiume e 100 Ii2
caixas com charntos Emilios e diversos moveis
usados e noves e grande quantidade de brinqna-
dos para um bazar, 2 espelhos donrados, ao correr
do marte!lo.
Hoje
as 11 horas era ponto
No armazem de agendas de leiloas, sito a rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 prepo-to do agente Peetana fara leilao per
conta e risco de qnem pertencer, de 30 caixas
com cbampanhe em meias garrafas e inteiras, 3
caixas com pao6l almaco fiume, 100 1|2 caixas
com charutos Emilio e diversos moveis usados e
noves, a saber : mobiliag de jacaranda com tampo
de pedra, ditas de faia, ditas de junco, ditas de
amarello, guarda-loucas, guardaronpa, pianos de
jacaranda, armarios e mesa, pares de jarros, pares
de lanternas, 2 grandes espelhos dourados, diver-
sos objectos para jardim, duzias de cadeiras de
diversas qualidades, marqnezas, marquezSes, com
modas, meias ditas, toilettes de jacaranda, pares de
aparadores, diversis quadros a oleo, santuarios o
muitos outros objectos qae se acharJo patente en
aeto do leilao ao3 Srs. compradorea.
de jacaranda, mesa para
advogado, candieiros de
gaz, cristaes, relogios
para algibeira, de ouro e
prata, fiteiros para lojivs,
carteiras para escriptorio,
1 toilette de mogno, com
pedra, objectos de ouro
e prata, relogios de pa-
rede, pianos de armario,
santuarios, quinquiiharias
miudezas e muitos arti-
gos do uso domestico, que
serao vendidos a troco do
barato para fechamento
do anno.
QUINTA-FEIRA31 DO CORRENTE
Ultimo dia deste anno
HA
FEIRA SEMANAL
16Rua do Imperador10
_____________ARMAZEM_____________
LEILAO
DE
um sobrado de nm andar, em a rua do Bispo
Continho, outr'ora Nova, em Olinda, com 5 ja-
Dallas de frente, 2 grandes salas, 9 quartos e 1
vasto salao no sotao, com gaz canalisado, can-
dieiros e lustres; 1 grande cocheifa ao lado do
mesmo, quintal cercado, com arvoredos fructi-
feros, e nma grande cUterna qne conserva agua
de inverno a verao e vice-versa.
Este predio torna-se muito fresco por ser edifi-
cado no melhor local de Olinda, e esta livre e des
embaracado de qualquer onus.
Hoje
as 11 h.>ras da mania
Em a rua do Marquez de Olinda n. 37, p andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima indicados, o re-
ferido predio.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
ali pois as chaves do mesms estao em poder do
jg- Luiz do Bego, administrador do nospieio de
o(,enados.
DE
uma casa terrea n. II, sita a rua 27 de Janeiro,
outr'ora Paco Castelhano, na cidade de Olinda,
a qual tem 58 palmos de comprimento e 29 1|2
de largtira, com porta e janella na frente, porta
e janella no oitao, 2 salas, sendo a de deiraz
assoalhada, sob a qual existe uma loja, i quar-
tos, cozinha interna, quintal murado com 160
palmos de extensan, cacimba, 1 terreno ao lade
do norte, com portio.
Terga-feira 5 do Janeiro de 1875
A'.* 11 J i' horas.
No escriptorio, d tua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por ordem do Him. Sr. Dr. Jose Antonio de Fi-
gueiredo.testameDteiro do flnado Dr. Antonio da
Assumpcao Cabral, o agente Pinbo Borges fara
leilao da ref^rida casa, e qualquer esclarecimento,
com o mesmo agente.
Os pretpndentes podem de=de ja examina !a.
J
DE
ura grande armazem n. 33, com "tres pcrtas de
frente com sotea, baslante grande c frosca e tendo
uma escada de volta, quintal, cano de esgoto e
em chao proprio, o qual foi reedificado ha pouCo
tempo e bastante lendoso.
Tertja-feira 5 de Janeiro de 1875
Ao meio din.
no escriptorio a rua do Bjm-Jesus n. S3, 1.
dar.
Por intervencSo do agente Pinho Borges.
Os prelendentes podem desde ja exarainar
qualquer esclarecimento com o memo agente.
an-
DE
uma grande casa t?rrea sita d rua de S. Jo-
s^n. 37, com ascommodidades seguin-
tes : 2 salas, 3 quartos, 1 grande cozi-
nha f6ra, quintal murado o bas'.ante gran-
de, e cacimba
'Fcrca-feirn 5 de Janeiro
A'S 11 HORAS DA MAN'HA.
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por inlervciieno do agente Pinho
Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar, e
qualquer esclarecimento, com o mesmo agente.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juii de direito da
i.' vara desta cidade, e por execugio que move
Albino da Silva Leal, o agente Pinho Borges leva
ra a novo leilao os bens acima especifkados, pe-
nborados a Manoel Baplista do Nascimento, o
quaes desde ja se achara patentes para os Sr.-
pretendentes examinarem.
leilao
Feira Semanal
AVISOS MARITIMOS.
BAHIA
Segue com este destino, nestes quatro dias, o
palhabote Rosila, tomando para o referido porto
a carga qne Ihe apparecer, por isso quem quizer
aproveitar, p6de dirigir-se aos consignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao 4 Filho, a nu do
Commercio n. ii.
Rio de Janeiro.
Sretende segair com muita brevidade barca
jxwtuguezSopftm, por ter a maior parte de sen
earregaraento engajado, e para o resto que Ihe
Jaltt, trata-se com o eonslgnatarios Joaquim Jose
uma mobilia usada de jaca-
randa, 1 dita pintadade
preto, 1 guarda roupa, 1
guarda lou^a, 2 aparado-
res de armario, meias
commodas, 2 mesas elas-
ticas, sendo uma de 4
taboas el de 6, espe-
lhos com molduras dou-
radas, grandes e peque-
nos, marquezoes, camas
de ferro, mesas redondas,
lavatorios, 1 sofa avulso
DA
armacSo, utensilios e goneros da taverna si-
ta a" rua da Santa Cruz, no bairro da Boa-
Vista, propria para qualquer principiau-
to do commercio
Sabbado 2 de Janeiro de 1875
A'S 11 HORAS EM P03T0.
0 agente Pinho Borges, bastante autorisado, le-
vara a leilao o que acima se declara, por conta e
risco de quem pertencer. 0 balanco e a chare
da referida taverna acha-se no poder do mesmo
agente, que tambera dara qualquer explicagiSo re-
taiva._______________________________
LEILAO
DE
Predios
5 casas terreas, em chao proprio, sitas no Cal
deireiro, freguezia do Poco da PaneUa, as quaes
ficam bem confronte a estacao da viaferrea, com
as segnintes commodidades, cada uma deltas : 2
salas grandes, 2 qoartos, cosinha f6ra, quintal
grande e cacimba, sao recommendaveis por serem
bem construidas e acharem-se em boa localidade,
com agua encanada; rendem aanualmente 1:200$
e sempre estao alugadas; estao livres e desemba-
racadas de qualquer onus.
Os Srs. proprietaries e capitalists queiram ap-
parecer a este leilao
Terca-frira, 5dejaieiro
as 11 horas
no escriptorio a rua do Bom-Jesus n. 53,1* andar.
0 agente Pinho'Borges, levara a leilao as refe-
ridas casas, por conta e risco de quem pertencer;
os Srs. pretendentes podem desdelja examinar, e
qualquer esclarecimento com o mesmo agente.
AVISOS DVERSOS
Collegio de N. Senhora da
Penha
Na villa de Gamelleira, dirigido pelo professor
particular Joaquim Porfirio de Araujo.
0 director deste collegio eontinda a receber
alumnos interhos e exlernos, dos quaes os pri-
meiro? pagarao, por quartel 90$, e os segundos
log adlantados.
As materias de ensino sao lingua latina,
franceza e nacional. philnsi.phia, rethorica, geo-
graphia, historia universal, etc., e tudo que e re-
lativo ao ensino primario.
Em uma casa espacosa e sadia eneontrarao os
meninos um preceptor que, por meios brandos e
suaves, procorara formar lhes o coracio e o es
pirito.
0 director do mesmo collegio, agradeee a todos
os senhorej pais de famiiia que ora Ihe tem con-
fiado a educacio e inslruccio de sens filhos, e pe-
de que se dignem continnar a protege lo nesta
ardua e importante tarefa.
Conferencias publicas.
De conformidade com o resolvido em sessSo de
13, a terceira confereocia sob os auspicios da ma-
conaria deita provincia, tera lagar nas salas do
theatro de Santo Antonio, as II horas do dia 3 de
Janeiro vindouro.
E' orador o Illm. Sr. Dr. Antonio de Sonza Pin-
to, que dissertar'a sobre a hulhbr pebAnte a his-
toria.
As pessoas que pretendem inscrever-se, devem
dirigir se ao abaixo assignado, prevenindo-o do
objecto de seu discurso, aflm de que a commissao
respectiva observe a disposicao 7* das bases ulti
maraente sanccionadas.
Resife, 29 de dezembro de 1874.
Joao Martins de Andrade,
Secretario da Loja Ganganelli.
Aula particular de primeiras
letraa
Anna Tneodora Simdes, avisa aos senbores
pais de suas alumnas, qae no dia 7 de Janeiro
proximo vindouro se achara aberta a sua aula, e
ao respeitavel publico que eontinda a admittir
alumnas extrrnas e internas, pensionistas e meio-
pensionistas : na mesma rua, travessa dos Ex-
postos, primeiro andar da casa n. 18, onde es
pera satisfazer aos seDhores pais de familias que
confiarem suas fllhas, tanto nas materias que
constitnem a sobrelita iostruccao, como tambem
em musica vocal, e no que for _concen.eote as
habilidades de agulba.
do Pttir n. 72.
No 3# andar engomma se e lava-se, por menos
do que em outra parte.
Doming-, s Jose dos Keis
Lima
Precisa se fallar com este senhor, a negocio de
particular inlere?se, no Forte do Mattos: escriptorio
de Dantas Filhos & C.
ROSA BRANCA
Ao publico
E' com a maior satisfacao que venha declarar
ao publico que foram apprehendidos pelo Sr. snb-
delegado da Boa-Vista alguns ob;e*,tos dos ronba-
dos na ininna extincta loja, denominada a Rosa
Branca, na rua da fmperalriz ; os que sabem das
peripetias deste roubo, por certo avaliarao o meu
regosijo.
C Recife, 29 de dc-zernbro de 1874.
____ Manoel A. de Azevedo.
Motte.
Sr. B. Fabio Reis
Deice sua amohgio,
E' cousa muito feia,
Pr'a quem tem educarao.
A pedido de muitas familias e. de seu amigo
C.isusa Pinote por ora deixa de'sahir a glosa, na
qual esta fielraente retratado o
Pisa tnansinho.
kfOes nitre amisos.
/
A que devia correr com a ultima loteria do
corrente m*z, de um cordao e ura trancelin, fica
transferida para a segunda loteria do mez de Ja-
neiro proximo futuro, em conscquencia do novo
piano da loteria.
Recife, 28 de dezembro de 1874.
AS
Rna da Mat iz da Bos-Vista n. 16
Jose d pais de seus alumnos e a todas as pessoas que se
queiram utilisar de seu limitado preslimo, que
jua escola estira aberta do dia 7 de Janeiro em
diante, licando certos que fara qaacto Ihe for
pojsivel para que alcancera a desejado adianta-
mento em tudo quanto e nece^sario as primeiras
lettras. Aqui nao se admitteii deenrides ; supre
e bilitadas. Obnga so a tirar-lhes qualquer vicio
palrio se os tiverem. Affianca a boa letra. Com
este systema adiantara-se muito.
Calfiulos
0 n. HI, sito a rua Duque de Caxias, receben
completo sortimentode botinas Unas de setim bran-
co, canno alto, bem enfeitadas, para senhora, ditas
de dnraque braoco e de cures, para senhoras e
mtnioas, sapatos de entrada baixa, de chagrin e
de duraque, de cdres e brancos, para senhoras e
meninas, borzeguins de varias qualidades, para
meninos, chiquitos de couro de lustre, pretos e de
cores, para criancas, borzeguins de Suzer para
homens, e vende tudo mais barato do que em ou-
tra qualquer parte.
Precisa-se alugar um
preto demeia idade. nesta
lypographia.
Atten^ao
0 abaixo assignad> declara a todos os sens de-
vedores que quizerem saldar suas contas que o
pnenrem na taverna n. 48 da rua do Rangel, isto
ate o flra de Janeiro de 1873, e aqoelles que assim
o nao fizerem, nao se arrependam de todo e qual-
quer meio de que o abaixo assignad) lancar mao
para esse 0m.
Boaventora Jose Coelho.
Maria Tbereza Fernandes Baplista.
Estevao Jorge Baptista, Paulo Jose Baptista,
Rosa Maria Baptista, Joaquina Rosa da Silva Per
nandes, Rosa Maria Fernandes Baptista, Jose Joa-
quim Fernandes e Braz lanuario Fernandes, pun-
gidos da mais aeerba dor pelo passameuto de sua
presada e sempre lembrada coosorte. nora, filha e
irma, Maria Theresa Fernandes Baptista, agrade-
cem cordialmente a todas as pessoas que se dig
naram acompanhar os restos mortaes ate ao cemi-
terio publico ; e de novo rogam todos os seus
parentes e amigos o caridbso obseqaio de assisli
rem as missas, que pelo repauso eterno de sua
alma, mandam resar na igreja (*n Madre de Deo?,
as 7 horas da manha do dia 29 do corrente, seti-
mo dia do seu fallecimento ; por tste acto de ca-
ridade e religiao, desde ja antecipam os seus eter-
nos agradecimentos.
Joaquim Pedro do Gusiutto
Villela
A viuva do tenente-coronel Joio
Valentim Villela, D. Isabel Ignacia
de Gusmao Villela, seus filhos e
genros agradecem profundameote a
todos os amigos e parentes que se
dignaram acompanhsr ate ao seu
ultimo jazigo o corpo de seu amado
filho, irmao ecunhado, Joaquim Pedro de Gutmao
Villela, e rogam acs niesinos parentes e amigos o
cawdoso obsequio de assislirem as missas que
mandam resar na igreja do Canno, as 7 horas da
Sianha de quarta feira, 30 do corrente, setimo dia
a seu passa mento. ____
0 bicharel Christovao Xavier Lopes e >eu<4li
lhos, cordialmente agradecem as pessoas da ci-
dade de Caruarii, que tiveram a bondade e ca-
rilade de prestar seu< ofScios de amisade duran-
te a molestia e enterro de seu charo filho e ir-
mao, Helvecio Xavier Lopes, o qual naquella ei-
dade fallecera, e com muita especialidade ao
Rvm. Sr. vigario Antonio Freire de Carvalho, pe
los immensos servicos e bondade que mostrou ao
dito seu filho, prutestaado a todos sem indele-
veis reconnecimento3.
A.mas
Ama
54, loja.
Precisa se a rua da Imperatriz n
23 2 andar, de duas amas.________
Precisa-se de uma ama que compre
e coziuhe : a rua DuiUd do Caxias n.
Ama
Pre isa-so i!eu:;a ama para
ft ziiihar : a tratar na rua da
Uniao n. 35, junto a m&cnam-
bomba de Olinda.
AMA
3' aodar.
Precisa se de nma ama torra ou
escrava : trata se na rua do Marquez
de Olinda, antiga da Cadeia, n. iJ2,
Aluga-se
para escriptorio, o primeiro andar e paramora--
dia o segundo dito : na rua do Marquez de Olin-
da n. 4.
Precisa-se deuma ama qu? cozinhe "perfei-
tamente : ca rua da Uniao n. 29.
Hscravu.
Precisa-se de uma para comprar, cozinhar, :
mais algum scrvico de casa de pequena familiae
na rna do Cahuga n 2 B.
Escrava
Para vender boles precisa se alugar uma escra
qa ue seja boa quitaadeira, paga-se bem : na
rua da Florentina n. 22.
Escrava
Precisa-se alugar uma escrava para vender bo-
linhos na rna, frne seja bo qnitande>ra, paga se
ctn : na rua da Florentina n. 22.
Vende se ou arrenda-se o engeaho S. Gas-
par, sito a freguezia de Serinhaem, terreno de
ma8sapd e paul, com embar^ue mui proximo, bas-
tantes parLdos de mattas, a roda da moenda ; no
caso de arrendamento serao concedidrs alguns
annos de fogo mcrto, segundo as respeciiv^s con
dicues : a tratar a rua do Imperadur n. 20, ou a
ua da Aurora n. 65. ;
Massa fallida de Jose Narci-
so da Silva & 0.
Manoel Mont?iro da Cunha tendo arrematado
todas as dividas da mas a fallida de Jo;e Nareiso
da Silva & C., por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio, avisa aos senbores deve
dores a mesma massa, que no prazo de 15
dias, tei-bama bondaJa virem satisfazer seus dc-
bitos, Ondo este prazo e o nao tendo feito, die se
vera constrangido a juiza lo?. Outro sim, avisa
que a unica pessca autorisada a receber lacs divi-
das e o Sr. Jose Maria de Carvalho, a rua da Im-
peratriz n. 3~2, loja.____________^_^_^_^_
Fedido
Um passageiro deixou no trem que partio as 4
horas da tarde do dia 23, da estacao do Recife ate
o Monteiro, um embraiho contendo 48 pecas de
flta de cor, e pede a pessoa, em poder de quem se
achar o dito embrulho, o favor de o entregar no es-
criptorio da mesma esta.ao, que querendo, se a
gratificara bem, e se lbe ficara agradecid).
Precisa-se alugar um escrava que entenda
alguma consa de jardim e horta : na rua do Mars
que de Olinda n. 18.
Conicdorias.
Uma famiiia a rua do Duque de Caxias n. 43,
1* andar, offsrece se para fornecer comidas ; ga-
rantindo tod> asseio e hmpeza desejavel; assim
como commodidade em preco.
A quem interessar pos
sa: Rodolpho Eichbaum, es-
tarade volta do sul no dia 5
do mezque vem.
Recife, 29 de dezembro
de 1874,___________ .
COZINBEIRO
Para casa de famiiia, precisa-se d'um
bom cozinbeiro : a tratar no Caes do Apollo
n. 69, ou do Mauguinbo (silio n. 2) aotes
da igreja.
Precisa-se de um caixeiro, preferese por-
tugnez, de idade de 13 a II annos: na padaria da
rua Imperial n. 20i. Na mesma vende se utenci-
lios para padaria.________________________
PRIMEIRAS LETRAS
Rua da Slalrizda.Boa-Yisla d. .6
Paulina Maria da Conceigio. substituta de sua
ilnada irma Maria Bartholeza da Conceigio, par-
ticipa aos Srs. pais de suas alumnas e a todas as
pessoas que Ihe quizerem dar a honra de con-
liar suas meninas para as inslrnir em lado
quanto 6 necessario as primeiras lelras e costura,
promelte fazer todo o esforco para o desejado
adiantamento. ASanga a boa letra e boa pronun-
cia. Pode admittir algumas internas, por me-
n s do que em qualquer outra parte, e bom tra-
tamento ; sua escola estara aberta do dia 7 de
janairo em diante.
Ao publico.
Antonio Ferreira da Rocha, outr'ora morador
na cidade de Sobral, provincia do Ceara, e actusl-
raente nesta praga, de hcje em diante assignar-se-
ba por Antonio Izidoro Fernando. Recife, 26 de
dezembro de 1874.
Alogase
LEILAO
DE
uma berlinda nova e era bom estado, 3 car-
ros de passeio, 2 pares de arreios, exis-
tentes Da cocbeira n. 25, a" rua do Im-
perador
Ter^a-feira 19 de Janeiro
A's 11 horas da manha
Iostruccao
Um rnoco competentemente habilitado se pro-
oe a ensinar em algum engenbo ou povosdo,
entro ou fora da provincia, as segnintes discipli-
nas: primeiras letras, aritbmetica, lingua nacio
nal, caligraphia, francos e geograpbia : a tratar
na rua do Imperador n. 71, primeiro andar, sala
da frente.__________________________
AlDga-se o i* andar com solao, sito a ma de
D. Maria Cesar, outr'ora Senzala-nova n. 37, ree-
diflcaflo e pintado, com grandes commodos: a Ira-
tar na rua de Domingos Jose Martins n. 48.
o armazem da rua do Burgos n. 11, o t* andar do
mesmo sobrado, assim como o 2* andar do sobradc
da rua da Sen alavelha n. 76, e nm quarto no
mesmo sobrado, no becco tapado, e uma outra
casa na travessa do Monteiro, em Santo Antonio,
n. 2 : a tratar na rua da Praia n. 20, com Jose
Feliciano Nazareth.___________
Aula particular de primeiras
letras
Manoel de Souza Cordeiro Simoes avisa aos se-
nbores pais de seus alumnos, que no dia 7 de ja
neiro proximo vindouro se achara aberta a su-
aula e ao respeitavel publico, que continua ada
mittir alumnos externos e interrn s, pensionistas e
meto-penslonista: na mesma roa, travessa dos
expouos, 2'anJar da casa n. 16, freguezia de San-
to Antonio do Becife.
Aluga-se
o segnndo an?ar do sobrado da nu Direita a. 85,
com bons commodos para fimilia e om perfei o
estado de limpeia : a tratar ni casa n. 8i.
Joio Lourengo Pereira da Coju, e.-ubete-
cido com officina de ferreiro e serralbeiro, a raa
do Barao do Triumpho n. 67, fai scieute ao pu-
blico e ao commercio, que do 1.' de Janeiro vin-
douro em diante, assignar-.e-ha por Joao Loa-
renco Pereira da Cosu B >rbolei.
ltacife, 28 de deteinbro de 1871.__________
Collegio de Saata Genoveva
Rua do Hespicio n. 33
0 diector informa aos Srs. pais de famiiia e
a todas as pessoas, a quem este wso possa in-
tere^s.r, que as aulas d-ste collegio p-ioci^iario
a fanccionar na segnnda-feira 11 de Janeiro de
1875.
Antonio Marques it ATorim.
~^oj;ooo
A \r A Prec''* f e de uma ama qne onake
^l.]JXx\. 5era 0 diario de uma casa de hmiiia,
forra ou escrava : a tratar na Capunga, rna Am
Pernambucanas, casa de sotea n 17, ou na raa
do Hospicio n. 23. _____
Doce finodegoi ba
Ha constantemente para todos os precos, tar'.:
em (alas como em caixao, de todos os taraanh: :
no pateo do Tergo n. 52, e aonde se vende au.f
barato.
Precisa-se de uraa ama para ozinhar : na
padaria da rua da Santa Crm a. 3._________

Em tem pos modernos nenhuni descul.i-
mento ope uromaior revolugao no mo'o dt>
curar anteriormente em vdga do que o
HMI.IL DE mCiUTA!
TAMO SO TRATAMESTO
DA
Tosse, f.rupo.
Asthma, Tliisica,
Itouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturagao de Sangiie.
Allivia a irritarAo,
Desenvolvo e pntendimeuto,
Fortifica o corpo
e faz com quo o svslema
Como em toda a gran le scric tic enfermi-
Jades da Gargaitta, do Peila a
Orgttos da roscpirarilo. que I
atormentam c fazc.n seffrer a humani!
A maneiia antiga de cur.ir cojisistia g
mente na applicagao de vosicatorios, sau-
grias sarjar ou applicar exteriormonte ut-
guentos fortissimos compostos de sub
cias vesieantes, afim de ptodazir empo!ha ;
cujos differentes modos dc curar. nno fa?
senSo enfrnquecer e diminuir as Mf_ i
pobre doente, contribuinlo por esta forn ?
J'uma maneira mais facil e certa pnra s
fermidade a destruigao inivitavel de
victima I (Juam differente e" pois o<
admiravel do
feisosal.es mmmui
Em vez de irritar, moitilicar ecauzar iaac-
ditos soflrimentos ao d Cnhna, modifica e suavisa a dor,
desaloje d'utna nuuieira jmm .ta c raj :i*
ate o ultimo vestigio di enfernudade. '
melliores votos em medicina da IbNm,
entes dos collegios de n.eliiina da
testificnra serem exactas e vardadetras estts
relagoes analogicas, e alem di.;so a <
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadai ccm
PEITORAL DE AMr.AlMITA!
Deve-se notar que este root li > se acba
intciramente iscnto de venenos, auto m:.',o
raes, como vegetaes, emquanto que algurs
destes ullimos, e particularmcitc aqae!!-s
que sao dados sob a forma de opio, e ac>
do hydrocianico, forraam a btse da BM
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
cilmente se cngaua a creduli I i.ic do j- -
blico. A composigiio dc anacauuita p>
ral acha-se linda e curiosamente eng,-irraf
em frascos da medida de MMi de meio
quartilho cada um, e como a ddse que aa
toma e so ffni colher pequena, baita
geralmeute vapplica^ao d'um ou dous fraa-
cos para a ^fjectuacao de qualquer mra.
Vigor do Cabello
DO
Aioga-se o sobrado de um andar b. 1, da
rua lroperiid, esqnina da travessa do Lima, altos e
baixos, lugar muito proprio para ter venda nas
lojas qae tem os eompetentes arranjos: a tratar
com oproprietario na rua do Hospfcio, sobrado n.
35, pefa manaia ale 10 boras, e das 3 as 6 boras
da tarde.
Dr. Ayer.
Para a renovacao do c:.-
bello, restituicao de sua ccr
e vital idade prinitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello & uma prepancio *
mesmo tempo agradavel, saudavel efficaz pa:
conservar o cabello. Por meio do sea uso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentra d*
pouco tempo revolve a cor que Ihe i natural
primitiva, e adquire o brilho e a fteauua- do
cabello da juventude; o cabello ralo ae ton,*
denso e a calvicie muitas veces, posto que uJo
um todos os casos e neutraljaada.
Nao ha nada que pode reformar o cabei^o
depois doe folliculos estarem destruidos, as
glandes cansadaa e idas, mais se ainda restarcaa
alguma podem ser salvadas e utdixadaa pcla>
applicacSo do Vigor. Libre de eaasw subBtanciaa
deleterias que tornam muitas preparacoes de eaU
genero tarn nocivas e destructivas ao cabello,
Vigor ad mente Ihe e beneficiaL Em vei dt>
Bujar o cabello e o fazer pegmjoao, o conserva
limpo e forte, enibellizaodo o, imped indo a qoeda
o toruar-ee ruco, e por consequinte previse a
calvicie, (
Para uso da toilette nab ha nada maia a de
jar; nao contendo oleo nem tintura, nlo foi
manchar mesmo o mais alvo lenpo de cambniaj
perdura no cabello, Ihe da nm lustre luxurioM^
e um perfume muito agradaveL
Para reformar a cor da barba, 4 new
mais tempo de one com o cabello, p>rcm
appressar o effeito, envolvendo a barba de
cem um lenco molhado no Vigor.
mrnmo roa
Dr. J, C. AYER Sk CA, Lowell,
ISatadoa TJnido*.
CMmiut Jaillni
VIDTDB SE a?01l
?
*

W
.<


*Jiario de Pernambuco Quarta feira SO de Dezembro de 1674.
'
"1
i
XAPOPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pharmaceuiico de Parla
As prcciozas propriedades de chloral tem vivamente
captivado a allencao das pessoas scienlificas e dos medi-
cos, quc n3o cessam de utilisar sua virtude nos cazos
difficeis contra os quaes se nao conhecia athe esta data
ncnhuui mcio dc accao efficaz.
0 snr Dumas ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
tcrmos, na Academia das scicncias : < Duas substancias
t approximalivas, o chloroformio e o chloral, que na
epoca de sua descobcrta foram o assumpto de muito
profundos e scrios estudos, no puro interesse da scien-
cia abstracta e das theorias chimicas, tomaram em
t seguida parte entre os preciozos agentes da therapeu-
( tica : o chloroformio para a chirurgia, c o chloral para
a medecina.
0 Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepar
racSo tao dclicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu produclo, e para facilitar o emprego d'csle mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
que contem:
uma gramma de chloral em uma collier de sopa.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas colheres dc sopa procura
e facilita aos doentes um somno tranquillo e restaurador
que lhc faz experimcntar um grande allivio, rc-stilue-lhe as
forcas e p^.animo perdido e ajuda cnormcmentc a reac-
cao, scmminca provocar nenhum d esses accidentes tantas
e tao ropelidas vezes produzidos pc!o emprego dos opios.
E'eni consequencia d'estas propriedades eminentemente
sedativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e semprc empregado com grande succcsso
nos cazos d'insomnias, nevralyias diversas, yotta, rheu-
matismos, ench'tquecas, asthma, bronchites, phl'uica,
colicasiiepdiicns cuoulras, canser, eclampsia, le'tanos, etc.,
e em geral, cm lodos os cazos em que uma dor aguda
accanvta a falla de somno.
Durante o cerco dc Paris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servigo dos feridos no Val-de-Grace,
publicou, noBoietim tkerapputicoumascrie de observagoes
sobre os resullados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, linlia postoadisposigao do dito hospital; os feridos
rcclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douclor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, publicou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
0 somno & um do3 primeiros e mais constants effeitos, produzi-
< dos pelo hydrate chloral; principia scmpre em geral um quarto de
a bora ou meia bora depois de se ter administrado o medicamento.
c 0 somno 6 profundo e analogo ao somno normal; nao 6 pertur-
o bado por sonhos, e nSo e acompanhado nem de excitacSo psycbica
i nem Uo pouco de agitato musculares... 0 despertar se opera sem
a accidentes desagradaveis- Geralmente os doentes, nao se qucixam
< de dorcs de estomago, nem de pezo de cabeja, nem de" cepbalgia
t como acontece a maior parte das vezes com o emprego dos opios.
t Alem do que com o opio torna-se indispensavel elcvar progres-
sivamcnte as dozes para que seus mesmos effeitos se continuem a
t produzir e ja o mesmo nao acontece com o hydrate de chloral. *
Para a gotta, o emprego e acgao do chloral so torna ex-
ii
tremamente precfoza, assim como o seftcr Bergeret de
Saint-Leger o demonstra pela observagao segunite :
Um doente estavo de cama havia ja um mez, rettido por um atta-
c que de gotta, e durante oilo diaa nSo podc dormir, ainda que ex-
t tenuado pela dor, insomnias e rigoroza dicta; f.udo fuzia prefer
c noites tcrriveis : administrou-se-lbe de uma s6 v?z duas grammas
t de chloral dissolvido em agua com assucar; e dcz minutos depois
< o doente adormeceu, eo somno duron tret horas; a meianoitedes-
pertou-se sem d6res de caheca e em um estado de contcntainento
t indescriptivel, depois adormeceu' de novo para todo o resto da
noile.
Desde entSo continua com o uzo do chloral, e iis ancias atrozes e
dolorozas bein como as contraccOcs dos musculos cessaram.
0 chloral tern tambem uma acgao notavel sobre a tosse
que canga tanto os doentes atacados de constipagoes ou
de bronchites.
0 seiior douctor Offrct, depois de ter citado em suas
memorias algums cazos de curas rapidas "pelo chloral,
accrescenta :
a Poderia citar ainda variat outras observacSes feitas com indiri-
i duos attacados de tuberculos pulmunares, em differentes graus,
de bronchites chronicas e agudas.
t Estes doentes cxtenuados pela tosse, privados ;i maior parte das
a vezes de um somno tranquillo, encontraram no tzo do chloral um
f grande allivio. quando mesmo a morphina nao tenha produzido o
< menor efleito, Os su6rcs abondantes que opprimem todos os pbtbi-
sicos me pareccram diminuir sob a influencia d'e=te medicamento;
t a tosse se tern constanlcmente apaziguado por uina maneira muito
sensivel.
Os jornaes de medecina e resumos srientificos tem
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr* douclorcs : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Beranger Feraud
Liebreich j Westphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck Virchow Diculafoy Krishaber Demar-
^quay Gubler Ja'strowitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar scrvicos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma dor dando ao doente
um somno rcparador.
AVISO. Afim de evitar as falsificacfcs ou imitacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre &
cada frasco a ctiquctta de quatro core* ~
tendo a assignalura.
Uma instrucgao minucioza acompanha cada frasco.
Preco de frasco : 3 francos.
CaPSEAS D'ETHtROLti DE CHLORAL IE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolugao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savor do medicamento e complectamente nullo. -
Cada capsula contem approximadamentel5centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura.
Preco de frasco : 3 francos.
Para a venda por attacado d!rlglr-se a eaza do Snr L. FBERE, 19, rna Jacob, em Parla
::?:--- -i ;*: I"

-
' Ciffijftfe**'.^ 'S^-'^fe

AS PASTILHAS DE DETIIAN
CurSo as molesiias da -{oi-KaiiiH, rouijuiaues, cral> 3a3 erlanMO, stHSinatS), ppspot-Jsuto, ulccrayocs,
e Indaisimaf uca t! bocc. Purificao o Etalito, deslroem a trcfc(9.'>.o pvovoendn pelo fumo e curao oa
eileiios perniciosos Jo nicreurlo sobre o.- drntcs. Sao prccio*as para os Srs. yregaiEorcs, (irofessores, oradorea
eantores, j-orque faciliiao a pmlstiito da voz.
Paris, em ca^a Je A, DETHAN, |iharmaceulico, 90, faubourg St-Denis, o nas principaes i harmacias e drogarias do Brazil.

-oio' 'ofiBiuoisa ap sc>:np sbuoi
-no>.Cp 'sBaipjBip sb wjuoa pc^oduioo
muuisin ap so|nucj8 so 'SBaiuoi s.)o,o
-BJBdaJd saiuon'aaxa 'vdoq ap aixrig a
OllVl_\0 9S0eiiaBBpBUlJBlld BIUS0U1 bk
.ijuvui]uoi[r CuncqnDj '|J
U3IHA3H3 'UiJBqd siava Na oa.iso.iaa
a BpB.ioui.:;> *puaaaiono;p ;-.: >a
- 'ouiB]lain-->i|ti 'rj .i-'. !'-;.!
|'s8liijoj3'..g *oni|i(\il3nj| 'diiqauojigl
juuountul vajK-j, : (M.uij ii iii i.iuiajos
anb uia sosbd so sopoj uw tuaiuoj 'iw
-OUianjJdJ fdyOwudjJu SBJ)UO S UldJJJ
-aid o SBOipaoi sopopi-iqaioo SB sepox
"OJ|Ud.v op O..S;^U DSuBO
Bounu e onsaSip p.aiij ap v 'OJi'jj op u
oa|o op Bapvpsi'doidTs? wpoj anssoo
' -oujSiu.i.'j nvqiaavqap op*Bpoaio
9^S'J -nBlilBJEa >P OpBJJlJ -<\> 03(0 113S OB
0JJa;ap oiaanpoj oopuBiaosss BiJ3qnosop|
Ens b nuiapluiija jau.\3i{'j joqaes o
38 jbiuoj ob id.vl,
-BpBJgB 01JUJ01 0 Bttf) Ollui.4 0UIS31U OB B3
-imsdBJoin sepBpouaojd s-:is se ogi
-nB Bptuu enb gBotarB|Bq bbioubi i
BUi0JBtidS0a.\ap J.>Hiai;,).ii oa|oo
tflPQ o pq
-nxi$ uupuovp.iopvpwuiMuj j fipil) i\
op \vpiJlQ 'vjuofj ip op'.Oy] up o.u.q/n.wj
uijiisi.tHU.} :iu
0U13n9)ul 3 0bV13 'OSO.-.lailii'iHJ
^y-1 '^Kx
LIC3R CONCENTRSDO E TITULACO
0 Snr Guyot chegou a tirar ao alcalrao a
sua acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
o que o lorna mais soluvel. Aproveitando essa
feliz descobcrta, elle prepara um licor con-
cenlrado de alcalrSo, o qual, sob um pequeno
volume, contem uma grande proporcao de
principios activos.
0 Aicatrfio de Gajnt (Guiidron de
Cuyol) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcalrao orJinaria, sein ter
os inconvenientes. Basla deitar d'elle uma
collier de cafe" n'ura copo d'agua para obteP
logo um copo de excellente agua de alcalrao
sem gosto desagradavel. Cada anal pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
calrao quando d'ella precisa, o que ofl'erece
economia de tempo, facilidade de Iransporte
e evita o manejo lao desagradavel do alcatrlo.
0 Alcatrao de Oujot substitue com
Tantagem muitas lisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronchites,
tosses, calarrhos.
AjilfWUTMtlo: PARIZ, M, booiktait Mosimabtbb.
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricadas em Vi-
cliy com os Saes exlraiilos das Fonles. Sao de
gosto agradavel a sua accfo e certa conira a
Alia e as digesloes difficeis.
SAES DE VICHY PARA BANHOS. Um rolo
por nm banbo, para u pessou que nio podem
ir a Vichy.
Para evitar at imitocllet
exigir em todas at produetos a marca do
CONTRASTE 00 ESTHOO FR1WEZ
Os produetos de acima acbuo-se :
Em Pernambuco, HAR1SBEKDY t LABILLE,
, rna do Commercio. t
0 Aleatrffo de Cayot e empregado com o maior exito nas moleslias seguintes :
EM BEBIDA. Vma colher de cafe para um copo d'agua ou duat colheres dc
sopa para uma garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITAQXO OE PEITO
TOSSE CONVULSA
EM FOMENTJLQOES. ^ictr puro ou com um pouco d'agueu
AFFECC6ES DA PELLE
COMICHdES
HOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EM INJEC^OES. Vma parte de licdrequalro d'agua Umcci. iiir.BU p^lal)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Alcatrao de Gnyot foi experimentado com um verdadevro exito nos
principaes hospitaes de Franca, da Belgica e da Espanha. Foi reconhecido
que, para os tempos de calor, elle conslitue a bebida a mais hygienica, e so-
bretudo durante os tempos de epidemia. Uma inlruccao accompanha cada vidro.
Depoalto geral em eaa, E FEEItE, <, rue Jacob
Rio Jirerao, Daponehelle; Cheiolot.
Pebiiimtoco, Haarer et C".
Btni, Basse et C'.
Odo-Pbito, Candida Welleraoa
. MiaiiiHio, Ferrelra et
Pilot*', antelro Lelvaa.
Mien), Faleo Dlas.
Pobto alegie, Franclseo Jon* McBo.
= Precisa-se de um ho-
mem de idade que entenda
de jardim, para tratar de um
em ponto pequeno: na ma
doVigarion. 1.
IITITUTO PARTICULAR.
Rua.daRoda n. 48,sobrado.
Prime ras lettres, portuguez, francez, in-
glez, desenbo linear e musical
Sob a direcgao do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas au-
las todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, meio pensio-
oistase exlernos ; fjrnece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
pregos muito razoaveis.
Rua da Imperatriz a 1.
Seito pelo
e sulnhito de soda
DE
A. BERNET
Deposito da pbarmacia e drogaria
de
Bardiolomcii S -
4 Rua larga do Rosario 3i N
Pharmacia e drogaria
A'
________3irua larga do Rusario I 3i._______
Villa de Falmares
Na padaria den^minada Maur.ty, sita oa pra;a
deste norae, casa de azulejo n. 2, de.-ta villa, esta-
belecimento de Francisco Serafico de As.-is Vas-
coneellos, fabrica se com a maior perfeicSo, lim-
peza e barateza, pao, bolacha e tudo quanto se
pode (liter da farinha de irigo. 0 ancunciante
prote3ta servir com esmero e agrado a todos quan
tot quizerem honrar seu estabeleciment > e se cons-
tituirem freguezes e consumidoret.
Pharmacia Torres.
Os Srt. devedores desle estabeleciment' sio ro-
ados a vireni pagar os seus dt-biius ate o lim
do corrente mex, do conlrario verao os sent no-
mes por extenso neste jornal.
Recife, 19 de doiemhro de 1874.
_________Manoel Tflomaz Pereira d> Re;o.
|6^* Attengao
Os Srs. abaixo nomeados queirare vir a rua do
Imperador n. 21, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da Silva Proa, marmoristai
Franiisco Joie da Cesta.
Fabiciano Napoleao do Reg!) Barros..
Lagos, conductor dos bonds. "
J.'.li: Antnnio Portugal.
Jose AfTunso de Oliveira GuimaraCs.
Felix Cantalice Lobo da Silva. ,.
Manoel JoteFerreira Bentevi.
Qu'ntino Moreira Dias.
Jos6 Paulo dos Santos Oliveira.
Silyino Antonio R)driguet.
Joao Gomes dot Santos Filho.
Augusto Lebo de Siqueira Tbedin.
Francisco Sergio do Rego L>dUs.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcanle.
Antonio Ribeiro Pontes.
Rufioo Correa de Mello.
s
A
Salsa e Carol>a
VE.vpRm as pe(.Q3 I'nrr.^s io Qi>Trvn
0 Monte Lima
lem um complete sortimento de pISo e frar.ja it
ouro e Brata, verdadeiro, de ti-das a lant*rir>.
aboloaduras douradas pr.ra (iflciaer, ranatcbot e
aafeHei para bordado. Tambem s encarfp <
todo e qualquer fardamentn, como eja : I
lalins, pastas, espada*, draw na=, cttarlateiiat. -
das, aboloaduras lisas e douradas, para criaao
etc.; assim como um competo sortimen".' *
r;:njas, galao faho para ortiamento, corda'- 4e '
com borla para quadros e espethos (conf rme o
gosto da encommenda) ti'.-lo d-t muito .
| prei;o que em outra aaaltjMr parie : na i-ri?a da
| Indeuendensia o. 17,-junto a !oja do Sr. Arantea.

Alirase
o
um sobrado de am andar e sotao, con agua e gaz
na rua nova de Santa Rita n. 55: a tratar na
jorte do M*Uos, por cima do trapiche Dantas
Alugase o seguolo andar da casa da rua
do Cabuga n. 3, com bans commodos para fami-
lia, e completamente lirapa : a tratar na loja de
ourives da mesma casa, ou na rua do Marquez
de Herval n. 21._____________________________
Pa"a escriptorio
Aluga-sa o I' andar do sobrado a rua do Amo-
rim n. 41, muito asseiado, caiado e pintado, com
duas salas e dous quartos, por prejo modico : a
Iratar no armazem do mesmo sobrado.
B
m
CASA
Aluga-se a casa n. 46 da rua do Fogo : a chave
para ver esta na taverna ahi perto, n. M, e trata-
se no Recife, rna da Gadeia n. 3.______________
Collegio de Santa Ursula
Para educagSo de moninas.
Este antigo e bem conhecidj collegia estabele-
eido no ediQsio n. 32 da rua da Imperatriz, co-
mecaraos seus trabalhos no dia 7 de Janeiro pro-
ximo viodouro. A directora abaixo assignada,
espera dos pais de suas alumnas, e do publico em
geral, o acolhimento que tem merecido ate hoje, ]
promettendo de continuacao a seus esforcos na '
boa edueagio das meninas que Ihes sio confiadas, ,
mantendo assim o credilo adquerido na praiica
de mais de 14 annos de exercicio.
Recife, 10 de dezemoro de 1874.
A directora,
Ursula Alexandria de Barro.s
Aos Srs (umanles ^
Fumo desfiailo de diversas quali- '.
inks. W
Novo C iprra'. *
Olbo de Patcara. -'
Phw Ou Brasii. ^
Verrialciro llio novo. -w
Verdadeiru fumo de ( >yaz ^B
em pacutes e lata* de 1. 4 e 8 mf!-, %tf
rcm coii)p-i>i(,a" alguma aociva ao lu o*
mad< r, iL-anulaclurad'j, eavenlarti *a%
fabrica a vapor, na antiga rua i, aa
Qaartcl dc polioia n. 21.
Pharmacia Torres
135 Largo do Terc;o135
0 p:of rieiaiiu aeste an igo e aci .-
belecimtnto tco-o o feilo pa>sar joi uma -
rua e-p-Jal, e lonflaiido iio ;eii e au!v.
de seu* empregad s, nio vzt: lla em c n~idar o
__________________________________________ respei.zvel lublicn e pariicui'rm Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar do acres da freguezia de S. lose, a virem exa:ni
sobrado n. 70, a rua Duque de Cams, proprio raem diro esiab. kcniento : nde tDCititri'i".
para moco? f-lteiros : a iratar na loja.
GRIADA
Precisa-so de uma criada poriugueza para tra-
tar de uma crlanga : a iratar ua rua Du-mo do
Laxias n. 84, loja.
Criado.
Para cjsa de pouca familia precisa-so d^ nm
que de" fiador a sua t- nducta ; prefere-se es^ra-
vo : a tratar na rua do C)u>mercio n. 17, entra-
da peli largo do Pelourinbo.
alem do precifo em casa d ;ti orierr, crE.-
quaatidaaa d> i.ui*s dc t d>s l* ,
sin come todo r qu U(0 r ;r irado h n-i,
iUt.res onto a'aioa'o^; iln do cue.
a-iar q aesqoar nc i a-, Kji |aal
'ia ou u i''-. con cnidad ;.- i; c i ".
ff?n dj m*is a grande xu'.agea -;
tuao pc-r meaya d> gu~ tro q, ;..^jer._______
Aluga-se uma casa n> > lla paatl de -
Francisco, n uilo proxima *o i 1! -
mar : a iratar no Grrcd.-r d > l> -p-i n 7
viuva Villela. Na n e.-nii menina desvalida para (..- .-
nhora, que se pi '< la akem a algaw
mctico, garaatlndo te train i
:. '.i-i, como n.uitas um UJo i-a mama I
importaacdr; s"uJo orphi u-'
ro'cl id) n oitn !: ia ei
Molequc lugido.
GratiQca-ic <:
tunato, moleqne d I I
chew do rpo, i i t
chaio. ciibellus eara|>inh< reort
ausenl'iu se aalardede Wd-.-nii.. ;o J>
Pre:isa-se de uma- ama para cozinhar e
mais algum servigo de c?sa : na rua da Impera-
triz n 40, segundo andar.
Estd encourac/ado !! !
Agua mole cm pedra dura
Tanto da ate fgue a fcra.
Roga-se ao Illm. Sr. lgnacio Vieira de Moll
escrivao na cidade de Nazareth desia provi-:cia,
favor de vir a rna Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquello negocio qne S. S. se comrrometten a arjri0( com caroiai
realisar, pela terceira ehamada a ste jomai, em ae cor, desbciada, e eba|
flE9do dezembro do 1871, e depois pira }ajuin,!triea so Da :ua da CaCeia & Re it u. \
pa.ason a.feverciro e abril de 1872,e ru da A.. !.. n. 105.
este motivo e de novo chamivJo para d
Rodolpho Jjao Barata de Almeida mudou o
seu escriptorio para a raa do Inperador, sobrado
n. 42, primeiro andar. -________________^^^
escrlva para Uio
por
Sm.poisS. S. se d-vr lei brar que este ne; :i
de mais d oilo annoa. a quando o Sr. ten i
achava nesta ci
Aluga se uma excellente
0 servigo ; na rua da Gloria n.
14ft.
Arrenda-se a propriedade Barra de S
nhaem, sita a freguezia do mesmo nome, com qua
s 3[4 de legua de extensao, e meia legua de lar-
gura, beira mar e na f6z do Rio Scrinhacm, com
muilos p<5s de coqueiros a desfructar, e muitas
rendas de solo a receber annualmenle, muilo pro-
pria principalmente para qualquer cslabeleclmen-
to de seccos e molhados : a iratar a rua da Au-
rora n. Co, ou a rua do Imperador n. 20.________
C';!le;io francez
100.5000 de a: 10.
'de sec set I r, ii ii.....
I, I a, |
fcorjio ref r i4o, nos J*; i'
Qcial de marcin ii >, boa align, .
MaJcmo'.scle Eugemia Leconte e ir.a. avisam ,,,.-,.,,,,.
a sua, anlipas Cregaeaai i m geral l
que abriratn Bovamente aea estalwIedineBW de.QuOSf denies
casa de ccsturas a rua da imper Iriz p. 5*. primei- ner>: .

ro andar, pelo que e^peram eontiouar i
a conearraneia das pe.-soas que precisareo d:
seus services.

Madame Louise, Irma Adour
Rua de Femandes Vieira n. 2, na
ultima estactio dos bonds
Madame Louise Irma Adaur, educada em Paris,
avisa aos Illms. Srs. pais de familia, que vai abnr
no dia 10 de Janeiro de 1875, um collegio para o
ensino do sexo feminine.
Madame Louise Irma Adour, durante sele annos
do
Grande descoberia
Curativo das moleetiae
peito.
Este importante niedicamento qne a.-aba de ser
reconbeeido pelo3 dlstinetoa Urs Zalioni e P^ras-
:hevas como um verdadeiru especifico atra a
pbtysica, segundo provaram no granuo l
:os de easos por elles experimentados, coro se \6
ar. sessao da academia de Paris de 24 de mar*o
lo corrente anno, encuntra-se unicaroente no
des, I i '.'
V j .{Ut i .I d
l.
. i. r. I v 0
Unit i n. '"', illis i c !''' i'r
da (. .! cifa 6i, priu
es tii tori o, -:.-
cdb)| dm i con I | iMi.ia cima wsi
Dad*.
Recife, 1 tm brt '.- TV
U r
Cat* llein
Na rua estreia do R sarij n.
esteve no engenho Limoeiro, edncando as filhas do bouquets de craves, ros%s, dhalias e
Exm. Sr. barSo da Escada, e durante doiA annos flores e cores, e capellas proprias para utfei!.:s
as do Exm. Sr. barao do Aracagi. para as pastoras; bordam se Bias a ouro para
0 collegio e muito bem collocado, tem nm silio os bouquets e as faxas, tudo por muito barato
bastante grande, e agua encanada para os banhos. prejo ; faz-se aventaes boroad :s a ouro, Bores
Os ramos de ensino sio : j para enfeila de saiotes : toda e qualquer en:om-
Instrucgao religiosa, leitura, calligraphia, arith- menda aprompta-se com presteza e mats barato do
metica, hlstoria, geographia e deseuho, lingua na- que-em cntra qualqoer parte e Loiase qualquer
cional, lingua" franceza, lingua ingleza, musicae letreiro que se qneira
piano, canto e danga ; e bem assim todos os traba-
lhos manuaes, proprios de uma senhora, como :
bordados, erochet, etc.etc. A lingua que se falla
diariamente no interior do collegio, e a franceza.
A pensao para as internas pelo anno escolastico
tde 400?, as raeia-pensionislas pelo anno escolas-
ico 6 de 240, as exlernas pelo anno escolastico 6
de liOf, pagos adiantados por trimestres.
As ligues de piaao e de ioglez, serao pagas em
separado, sendo 103 por mez pelo piano, e 5:000
por mez pelo inglez. Para tratar, na rua de Fer-
aandes Vieira n. 2, na ultima eslagao dos bonds.
Braalio Iho, araa i c '
n. 23. tem iit gnu
r~rz-------~------------------------ lcezes, soriidos em cure*, da ultima in'la, para
* lflOnCil!) acabar
v 'v;no I tambeiii > :::1) etr
5 t?m Imdos'r,,, em r,. ea| iiraadcSraU
de todas a? rtza n. ;
Pharmacia.
Pre '.isa-se de um pratico na pbarmacia ameri-
cana a rua Duque de Caxias n. 57.
Liquidacao dc contas
vendem por barato prego
SALSA-PARRILHA
DO
PARA'
Gri. ALBERT!
CUBA JUDlOil, raOKFTA B tMOUtLA FILO
VUTHO Dl lALSAPAaBILHA : Impigena, I
alporcas, borbnlasa, nlceraa, Ticlo# de |
[ tangne, debilidade, tnmorea.
B0L08 ABXIinoS Oorrimantot rerentas I
| cm antigoe; floret brancas, cores pallidas. [
Pant, It, r. UontorgnU. Vgiheto gratis-1
Depodto am Ptmambueo. A. SHOOED.
COWSTIPACOES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE "T1 BRIANT
PARIS, Pharmacia BRIANT, 150, rna de Rivoli, PARIS. '
As Celebridades medicas de Paris recommendio ha mais de SO annos o XAROPB
BRIARTcomo o medicamento peitoral o gosto mats agradavel e a efflcacia mait certa.
.. Deposito em Pernambuco, A. REGORD-
34RUA LARGA DOROSARIO-34
ADVOGADO
JACBARBL JOAQUIM GLENN DA(
SILVA HELLO.
S3 Una eatrelta do Rosarlo 93
primeiro andar.
Nesta typographia precisa se de um menino
de 14 a IS annos, para aprender botar papel na
machina.
Obras de verga.
Sofaes.
Cadeiras, as mats apropriadas para viagjns.
Mesas.
Cestos quadrados, para armazens de fazendas.
Ditos para padaria, os mais apropriados para j Carolina do principe.
venda de pao.
Cestinbas para meninas de escola.
Capacbos para entrada de estabelecimentos a
portas de sala.
Garrinhos para meninos.
Bergos idem.
Vendem Pogas & C, a rua estreita do Rosario
d. 9, junto a igreja. _________^^_
NAO HA MAIS CABELL08
BRANCOS.
TINTITRARIA JAPONEZA
S6 e raiica approvada pelas academias
de sciencias, recouhecida superior a toda
que tem apparecido ati hoje. Deposito
principal a roa da Cadeia do Recife, hoje
Marquez de Olinda, n. 61,1. andar, e em
todae as hoticaa e casas de.cahelleireiro.
Condega.
Coragao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pio.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Phaia e oolras mvitas.


Siiio para ahigar
Aluga se um titio na Caponta-a-va, raa _a-
Pernambucan;^*, em b>a casa d.' c I
caa, tanqoe para banh-i, etlribaria, o-h*ira *
divers;, (r ..i-iras : a tratar na rna da lmara-
Tir n 9, t andar.___________________________
J\RBiSDANPL\ms
A rna da Yrniura a. S (i^pnag:)
Ahi se encuntram:
Lnrangeiras celccta e dc uJl>im nxer!aaa a :#
Sapotiseiros e sapoteiros em va*ot, 4t I a II
palmos e ate ja com Acres p^ra dar fraclo. alem
das seguintes plantas de ornato e de traetc r
prego muito commodo.
Abacati. laranjj rrarr
Acacia. Dili de Ariu'cum a pe. DM brmc.
Canella. Dila tanfTiaa.
Casuarina. Liiaa da Persia
lira dbie.
I.inao Irano?
Uii.i doce, eaxi rtaao.
QMssfa
Paimeira iprial.
Parreirw.
PiDbeirat.
noneira?.
WaUris.
Roseaa.
Ubiia.

Collegio de N. **. da Maude.
PAHA MENINAS
Dirigido por D. Maria H. da Rocha, rua da
Imperatriz n. 17.
No dia 7do proximo Janeiro, abrira a directDra
deste collegio o seu novo anno leclivo.
0 ensino religioso, o de primeiras ietras e o dos
trabalhos manuaes, como bordados a ouro, froco,
seda branea, crochets eobjeetos de la, sao dados (
pela directora e por dnas sobrinbat suas, que a 22 annos dc idade, booita fifrara, barb* etlt
acompanbaro na regeneia do ettabeleeimento. [regular, levando vestido e cm am gaeco rofa a>
As linguas portngueza e francen, assim como alalgodao branea n algnma fina perteweasr a asm,
geographia e nistoria, sao professadas pelo illoa-icaUeiro da cata d'onde forjio, e aaiocal da Ira-.
trado professor Dr. Jose Scares de Azevedo, o qual gneria de Sant'Anna da Hattoe diz ter Irrro. rria-
segue em seu ensino o novo systema americano, do em companhia da raadrioba D. Aiaa Lm
" apresentado para a!Lnt de quem alias foi etcravo ; roga**. '
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco da eorrgam
anuo, fugio o muUlo Viccato ascrav H da :
que tao uteis resultados tem apresentado para _
infancia de ambos os sexos. to, aos Srs. caplties de eaaipo e aat.maades a
A musica,o desenho e a danga estio a cargo delliciaes a apprebeniao do dito etcravj e es^rosa-
professores mni babeU. Mo na cidide do Recife, rnt do "'!**.
Os variados trabalhos de agulba e ns exereicios 8r. Joaquim Moreira Reia, on aa cX I
de cada uma das disciplinas podem st vistos e qo Sr. Torraato Aagatlo d -'*
avaliados pelos chefes de farrilij, a qualqner hora;sue erg^aerotamenie rvtmjm*aao. __
que qaeiram visitar e*le estabel^imento, ja tioi p4MM|-aM^Lj(.^ad Aakmij l ora
conhecido e acrediiaQo pelo favor public-") ^Jfl ml We* i* ci -a
en- dob "wo I-*rr, R'clh, ajdeano (e.ua*asrl
de-'ter 3J cadaes IM trabamaaaa, aa mid-.*#
Precisa se de uma ama p:ira cozinhar,
!;ommar e lavar algnma roupa de menino
ronte da estaglo das Ciuco-Ponus, sobrado a mais do- qoe voatadt da at Mr.
154, confronte a matriz noT. _________
Um rarlam.
AIWA Precisa-se de uma qua tenha bom rVeeisa-se de mna ana para caaamar >ra
H-aLa. leiie, paga se bem: a traur na roa do nma famnia de duas pestoM : aa raa aa w-ji a,
Bom Jesus, n. 4, 3* andar.
55. 3* audar.
I
x>


Diario de irernaniDuco Quarta feira SO de Dezombrc de 1874
<
ISSEMGIA CONGENTrUD*
fi>*3S__i
DE
Premiada nas expo-
sicSes de Pernaujbuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DB
AIGISTO CAORS
Pharmaceutico *
Pela escola de Parts
Successor de
Premiada na expe-
sijao de Vienna d'Aus-
tria.
ilSTIDE SA1SSET E.
MBDALHA DE MERITO
J. SOUM
Trntamentu paramenie vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercuric
A Egeencia de Caroba 6 um remedio hoje reconheciJo como um poderoso depura-
tivo e especial para enra de ludas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como seism : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escbofulosas, Rhecmatismo, Empinorks, Dab-
tros, Ulcebas, EnrjpgoES, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzilo a Eagencla de Caroba, por toda parte
onde elia t9m siao apropriadamente experimentada, a tem feito adopur como um dos medicamen- '
t03 mais segaros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza gyphilitica
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira de usar.

Pomada anli-darlrosa
Contra as affeccSes cutaneas, darthros, comich5es, etc., etc.
Ingnoiilo de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc., etc.
JJNICAMENTE PREPARADO POR
RO QUAY OL IBHAUS, SUCOESSORES
Botica Franccza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
Y-C-
iNDICAO DO BOWMAN
9. 52
E. A. DELOUCHE
24-Rua doNarqnezde01inda-24
Esqalna do beeco Largo
Participa a sens freguezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarlo um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gustos e qualidades, relogios dc
tlgibeira, de todas as qualida-ies, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
Sos de onro, inglez, descuberto, dos melhores
bricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qualidaJes, tudo por precos multo ba-
ratos.___________________________________
Leques gratis
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, esta
distribuindo gratis a quern lhe fizer algum gasto,
um Undo leque, vist > conhecer a necessidade qne
ha deste artigo neste tempo tao caloroso.
Distracao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, 6 so
!|uem tem aslindas coDsru?5es on desenhos para
ormar diversas vistas dos principaes ediBcies 4a
(Passando o chafariz)
- PEDF.ll A.0S* senhores de engenho e outros agricultores, e compradores de ma-
chinUaio n favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen-
to eomp'.eto que ahi tem ; senio tudo superior em qualidade e fortidfio ; o que com a ins-
trucQao, ppssoal' pode-se verificar.
ESPECUL ATTENQAO AO NUMERO E LU; AR DE SU.\ FUNDICAO
V apores e rOdaS d aglia dos mais modcrnos systemas e em tamanhos con
venient.-s para as diversas circurastancias dos senhor.s proprietaries e para descarocar
algndao.
j-lOenaaS de. Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
KOQftS deiltada.S para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batidoe de cobre.
Alamhiques e fundos de alambiques.
Machinismos para mandioea e algod30( e para serrar madaira i jodgjo .
Bom ,>as de ^ .g,rMtida8......... iff __&.vapor'
TodaS as machmaS e peps do que se costum. precisar.
Faz q alquer concerto de raachini5m0) a preso mui resumido<
r 01! IS UC terrO tern as melhores e mais barotas existentes no mercado.
ILll nenaaS. Incumbe-se de mandar vir qualqucr machinismo a vontade do*
client-, i ibrando-lbee a vantagem de fazerem
0.1 !! "
tniencanOS e instruments agriclas.
T\f\ (mm
Europa,
vagas.
as compras por intermedio de pessoa
e quo en qualqucr necessidade p6de lhes prestar auxilio.


52
ARIZ
N\0 U\ M\1S F\LT\ _>. GEL.0
AGORA F1A COM ABUNOAKC'A
Gelo para almoco
Gelopara lanchc
Gelo para jantar
Ge'o para ceia .
Gelo para vinho
Gelo para cerveja
Gelo para refrescos
Gelo para sorvetes
Gelo para remedio
Gelo para banhos
e que scrvem de distracoes nas horis
Lubin
Banha, oleo extracto, cosraetique desse afamtdo
fabricante : s6 quern tem 6 a Magnolia, a rua Du-
que de Caxias n. 45.
Presentes
A Magnolia, a rua Duque de C .xias n 45, alem
de muitos outros artigos qne tem propnos para
presente, acaba de. receber o seguintc:
Bonecas de cera que chamam papai e mamai.
Bonecas de camurfa com pescoco, pernas e
bracos movedicos.
Lindas caixas com finissimis extractoi
Ricos vasos com banha e p6s de arroz.
Bonitas caixas para costura.
Cestinbas com flores artificiaes.
Ditas com prepares para costura.
Baptisados
Ricos chapfios e sapatinhos de setim brauco, de
diversos gostos, paop-ios para baptisados.
Cuticulina
Quem tlver nodoas no rosto e quizer flcar sem
leas,I com pre um frasco de cuticulina, na Magno-
ia, la rua Duque de Caxias n. 45.
Modas
Coques de cabello.
Settas douradas.
Leques dourados.
D'tos de osso, ma rum e madreperola.
Meias de cores pa ra senhora.
Gravatinhas para senhora.
Botdes de aco.
Cintos todo de ni'al.
Fivelas pretas para vestido.
Brincos do a?o.
Voltas de madropiirola, e muitos outros artlg s
Sae ii'i 98 encnnlr.'.ra ax Magnolia, a rua Duqae de
axias n. 45.
Espelhos
donrados, quadrados e ovaes, de divers:s tama-
bnos: na Magnolia, a rua Duque de Gaxias nu
mero 45.
Atlencao
As acfoes entre amigos de cm piano de dons
teclados, que.tinha de correr com a ultima luteria
do mez corrente, flea transferida para a ultima do
mez dff Janeiro, cm razao de ser ja novo piano que
jem de ser extrahiJo no Bin do corrente mez.
LE MO! MARGIE'
Graade meeting.
Viva a I'cdcraoAo dos hens pe-
tiscos.
Os profrietarios dan^va e ja acreditada confei-
taria
Asfamblea c!o> Comiucrcio
avisam att respeilavel publico drsta bella cidade do
llecife que, (sem terem machina5) preparam, com
lodo o acek) quantidade extraordinaria de
BOLOS,
iPUDINS,
PAO DE L0\
DOCESE
^ASTEIS .
(sem o poderoso auxilio daPr,duetora) -(?)
Avisam mais que o seu cstalabeleeimento (sem
rival) eslara aberto sempre a concurrencia dos
amantes do que e bom, e muito principalmente
nestes din de testa, ontle havera um gran le
Meeting de confortavels
(so fazeodo barulbo nas algibeira>) estando em
exposicao os bellos
PRESUNTOS preparados,
LEITOES (assados),
GALLIMBAS ditas,
PERU'S ditos,
LICORES,
YIPfHOS ge-nerosos
E tnti quanti
exigir possa o paladir mais exqui3ito e apurado.
So na Assemblea do Coiuaicceio,
de Meira & Lima.
Gssi
:rr-
D17M0RES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
LIQUIDACAO
NA
Loja de
5
Parti, 36, Rua Vivlanaa, D
GHIADO.
Preci3 se de um para trabalhar com carroca
em um sitio : a tratar na rua Primeiro de Marco
n. 14, loja.______________________________
Aluga se barato umas meias aguas novas,
na travessa das Barreiras ,'becci do Aquino) : a
tratar narua do Cotovello, casa de azulejo n. 25.
Preclsa se de um caixeiro com aignraa
pratica de taverna : a tratar na rua do Lcau Co
roado n. 2, antiga rua da-*Mangueira.
Precisa se fallar com os seguintbs senhores.
aa rua Primeiro de Marco n. 16, primeiro andar.
Dr. Candidi Yieira da Cunba, de Scrgipe.*
Tito Antonic da Conha, da Bahia
Domingos Olympic B. Cavalc^nte, Sbral do
Ceara.
Manoel Panlaieao da Silva.
MS tTEKVlDADAI DBS IHCilS if 4ITBCQ0I
CITANFAS. B ALTBKACORS DO SAMOE.
^ 30,000 curts dni/)ipa)
qeni,puilulai, kttytt.
I sana, eomixoti, ten-
I monia, t allerfots, vi-
________________I ciosas do umgm, 4-
rus, e altei acocs do sangue. (Xarope vegetal
sem mercurio). Depar* tl itjeUci
t\HM MHIBB-ES tomao-se dous por
semsns, seguindo o traetamento DepuraUve: i
empregado Das niesmas molestias.
I Este Xarope Citraeto dt
I ferro de CHABLE, can
immediaUmente qnal-
Iquer purgacao, rela-
1 rafao, e aebiltdadt,
t igualiaeme os jiuxos e floret bronco* da
mulheres. Esta iuieccao benigna empregssse
Mm o X*rope de Curacto dt Jem.
r_irrid)Pomi'daque as can em* Alas.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nu affeccoee cutaneas cewiJOW.
PI/.ULAS VEGETAES DEPURATIVAS
dt > Chablc, cada frasco vrai accompihadt
dt um folheto.
AVISO A08 8RS. MEDICOS.
OEPURATIF
dxi SANG
PLUS DE
COPAHU
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas mnito boa* para roaM
meninas a 160 e 200 rs. o eorado.
Li pretas, superior, a 400 rs. o cora**.
Alpacas de cores lutas a 320 e 36") rs. o eowtV.
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fasen^a fina, a 600 n
covado.
Clutas d : cores a 240 e 280 rs. o ctvado
Metins de cores miudas a 280 rs. o covado.
{ Crelones, o melhor que tem vindo ao _|
400 e 440 rs. o covado.
! Cambraias brancas, bordadas e abertas,
mais fina qne tem vindo ao meroido, e
de 21000 o metro, por 1*000 a van ; t p*
chincba.
Ditas pretas com flores miudas a 200 rs. o eovafc
Cambraia transparente, fina, a 3* a pera
Dita Victoria, fina, a 4*000 a peca.
Organdy de assento branco e de cores, cca l<
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o eotaa
E' pechincha.
Cortes de easemira de cores modernas a 5*900'
corle ; e fazenda de 8*. E' pechincha.
. Camisas de linho fina?, lisas, a 35* a duria, d l
aenda de 55*.
Brim branco de linho a 1*400 a vtra.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
Madapolao trances verdadeiro, 24 jartaa, a i*
> 7* a peca.
: Algodae T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorio preto de seda para vestido e para cob*>
i a 3* o covado
Toalnas alcocboadas a 4*500 a duxia.
, Colchas grandes a 3*590 uma..
\ Cobertas de ganga, forradas, a 3*.
; Len(6es de bramante a 2* um.
, Lencos de linho, abaichados e n caixinaas
i 3*500 a duiia.
Ditos de caca de cores abainhados a 3*500 a b
zia.
Sirop du
d^FORGET
i. g
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I Cart eatarrhoi,
coqtttluckei, fcllUflW
MlMas tot dot irtm
eluet t loiai M i
I do ptito; bttU so (
suns eolhe rchdes deite xtrape D" Foscit.
Vr. CJBABWLB sm Psrii, rm- TlTlemat,
A 1*000

Deposito botica Franceza
j 22Rna da Cruz 22
Rhum nacional.
Premiado na exposi^ao da Sociedade Doze
Cambraia branca, bordada, com listras dt
quidriohos, ab rtas e tapadas, por tcrmos oui
grande pircio, r. solvemos vender barato para aca-
. barmos,e fazenda muito larga e moito fina, qut
sempre se vendeu por 2.. o metro, e eslamot ven
Idendo a I* a vara : so quem tem para vender
i por este prego 6 tiuilherme' <_ C, rua do Crespo,
': loja das ires portas. Dio se amoitras.
E outros muitos artigos que se vende por km
; nos do quo outra qualquer parte e para m dt
: So na lorem queiram mandar vcr as amostra*
enganaja de
Guiiherinc & C.
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar carne
EmQm, gflo para Todos; e para qualquer Uso
NA
FABRICA NOVA DA VIUVA STARR
Caes do Capibaribe n. 38.
Aborta nos dias uteis das 6 horas da maoha ate rs 3 horas da tarde, e nos domingos e dias
3antos ale as 11 horas da manbi. "
-V. 3 Os peJidos de quantias grandes para os vapores ou para fora da cidade devem
fe.fos com anteced:neia.
ESCRIPTORIO Rua do Commercio n. 40.
Atteneao.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcante Junior a negocio de particular inte-
resse : na rua do Marquez do Hwrval n. 14.
'!i ConsHkorio medico %
1
ser
DO
Dr. Hurlllo.
RUA DO VIGARIO N. 1, t> ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
podera ser procurado a qualqner hora do
dia ou da noite para objecto de sna pro-
fissao.
Consultas das 6 as 8 horas da manna e
do meio dia as duas horas da tarde.
de Dezembro.
Vende-se pelo diminuto preco de 1*000 a gar- --j flf.
rafa na hem eonheeida taberna Flordos Progressos Jh SO OUem VCnCle a OUU K.
| na rua do Cabuga n. 8, confronte a mitriz de cambraias brancas bordadas com l.siras e de
ojSan Antonio. 'quadros, abertas e Upadas, fatenla mo>t-> fina.
- Aluga-se duas casas com comraodo3 para ; com 5 palmosdelargura,e.por tcrmos grande a-
pequena familia, pir li^OOO mensaes cad* ami, | fio resolvemos vender barato para acabarmosT*
ua fazenda de 1600 o covado, e nos estaraos veadra
covado, dao-$e am^tras : na rua
do ca>"s do Gazometro
sario estreila n. 17
da tarde.
,___ ... T---- laieuua ue row
ro n. o : a tratar a rua do Ro- do por 6t;0 rs 0
, i andar, das 10 horas as 2 do Cres?0 n 20>
loja de Guilhermc C.
Compra-se uma cserava que seja sadia .
de bons costumes o que entendi de cozinbae ;
engommado e mais servico de casa de familia
a tratar a rua do Amorim n. oi armazem, das 0
boras da mauha a-. 4 da tarde.
Compra-se caixas di sabao vazias a iOO rs.:
na fabrica Madre de Deus n. 10, Recife.
PENNAS OE EMAT
Compram Lehmam Fre-
res. a rua Primeiro deMar-
^on. 16, 1. andar.
GAltCAV.O
LflPDACAO.
4>
HEDICO-CIRlinCICO
f
at
m
DO
0 Paris n'America esta liquidanio os cal.-ad
pelos seizninle- precos :
Botinas de duraqne, de cores, com canno alto t
laco, a Luiz X'-' a 5*000 111
Botinas do duraque, de cores, bordadas. caste
alto, a 6* III
Botinas de duraque com laco a 3*.
Botinas pretas gaspeadas, canno alto, a i*, 5* e
6*000.
Rotinas li*as o enfeitadas, para menina-' a 3*.
Be tinas de Suzer, de cordovio c< m f'nteira e*
verniz, para homem a 8*. Aproveitnn, qae t
barato.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende ba_te* metin? de c*>re para
vestidos, pelo barato preco de 280 e 320 rs. t
covado; assim como, um bom sortimento de ebi-
tas de todas as cores, B_4r0M nv;dern>. e fiios,
duas ou trc3 ca-as terreas nas melhores ruas dest? j pelo barato pre?o de 280 M6 Md rs.: a ma da
cidade: a tratar na rua do Barao da Victoria lmperatriz n. 60. loja de Felix Pereira da Siva
Compra- e
I n. 22.
''^MHt,
Atlencao.
^i Festas
GRATIS AOS POBBE5.
Especialidades: Molestias de senhoras
da pelle e de crianca.
.. RMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
N. i Kuado Barao da Victoria, outr'ora Nova,N7.
0 d no des.e cstabeledminto teado de ir a Europa, vende a prejos baratissimos odos os seus
diir.g'1', i iini s '-'j till. ,
. Calcado fraocez-
para homem
senhora,
meninos
e men I oas.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
M I)ilias dc vime e de faia.
Vecdi se moito em conta, cadeiras avnlsas, de
balan^o. oe bracos e d; dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pd3 den-
trifice. a?ua de flor de laranja, agua de toillete,
divina, florida, lavande, p6s de arroz, sa! unetes,
cosmeiicos, muitos artigos delicados em p"rfoma
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de difTerentes tamanhos
d agua 'In Cologne, tudo de primeira qiulidade
dos hem C'lnhccidos fabrieantee Piviir Condiav.
Bods pianos.
de
Djs melhores e mais modemos modelos
Blondel : vende-se. troca se e alnga-se.
Quinquilharias.
l-tlges de differentea gomtoM r
phantaslaa.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas
caniyetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
ditas de coaro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
charntos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinha de
inadreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
ie damas, de bagatella, quadros com paisagens,
giobos de papel para illuminacoes, machinas de
rarer caf6, espanadores de palhas, realejos de veio,
aecordaos, carrinhos, mamadeiras de vidro para
dar leite as crianfas, e muitos outros artigos.
Brinquedos para meninos.
A inaior variedade qne se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa. para enlretimentos das criancas, tudo
nreco? maw resum-do na 4 oossivel
1
Alugarn-sc
boas casas de campo, na Cruz de Almas, P6co da
Panella : a tratar com o commendador Tasso.
Caixeiro
CUIADla
Precisa-se de uma ama para comprar e cozi-
nhar em casa de pequena familia, podendo ir as 6
horas da manbi e retirar-se as 6 li_ da tarde : a
tratar na fabrica de fiacao e tecidos com o guar
da livr s.
Aluga-se o 1* andar da casa n.... da rna 4*
Torres: tratar na rua da Soledade- a. 50.
Aluga-se duas salas e dous quartos, propria:
Di
Da se 2:200* a preroio de 1 I|2 sob hypo
heca em casa terrea : na rua do HorUi n. 86.
apra escriptorlo, por cima
a tratar no mestno.
do irapiche Dantas
Preclsa se alugar nm molaque de 0 a Mh
annos, para servico de casa estrangeira : aa Cam-
bda do Carmo n. 17.
Ainda se precisa do um caixeiro com idade de
13 a 14 annos, porluguez : na rua da Florentina
nnmero 22.___________________
Vende-se uma casa terrea em Santo Amaro
das Salinas n 50, confronte ao cemiterio inglez *
a tratar na mesma das 6 as 11 horas da man. a
e das 6 as 9 da noite.
Aluga-se
o segundo andar e.armazem da rua de Pedo
Affonso n. 59, o sobrado de nm andar e totao da
rua do Hospicio a. 63, e o { andar e arraaacro }p
sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 : a tratar na
rna do Vigario a. 31.
Alnga-se
o sitio qfce flea contiguo a igreja de S. Jos6 do Man
guinho; recommendase por sna excellence posi-
tio e outras condicSes agradaveis a sua habitacio
confortavel e de recreio : quem pretender, pode
entender-se com o Dr. Witruvio.
ALUGArSE
uo grande casa terreft cam bastentes commodos
siu na estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi
gario n. 3.
Dr. Pedro d Athayde L. Moscoso
PARTEiiiO E OPERADOR
Q^Raa do Visconde de Albuquer-0
que D. 89. __,
ESPEC1ALIDADE g
Uolcstias de tenboras e
meninos. A
Consultas das 7 as 10 horas da ita- g
W nha, todos os dias. ^
tg Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- ag
^ tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
jfi raados por escripto at 10 boras da ina-
Z nha serao visilados em suas casas.
Deposito de vbttt Madeira e
Fernaiuboco.
Tendo ja obtido o melhor acolhimento nos mer-
cados da Allemenha, loglaterra e mesmo em Fran-
ca, para os vinhos das minhas propriedades e de-
posits, onde foram apreoiados e mereceram os
primeiros premios em differentes expcsigSes;
e desejando tornal os conhecidos igualmen-
te na provincia de Pernambuco, onde de cer-
to serao bem aeeitos, ja pela diminuta quanlidade
de aguardente que conlem, como pela sua velhico
e tratamento especial resolvi estabelecer um de- i nomamos psis e bebamos
posite na casa dos Srs. Pocas & C, a rua estreita j Que a morte nao longe vem
do Rosario n. 9, onde se eneontrao sempre de!
differenles precos e qualidades e directamente en :
viados.
Sao geralmente conhecidas as vantagens que
anferem aos convalecentes do uso do vinho Ma-
deira ; permittam me, porem, os Exms. Srs. medi-
cos cbamar a sua atteneao para estes, nos quaes
encontrarao as qualidades mais apreciaveis.
Henrique Jose Maria Camacho.
(Este documento esta reconhecido pelo tabelliSo
uda cidade do Funcbal, Joaquim Mochado de
Son,)
El
Festas I
Festas 1 1 I
AnnosI
Annos I I
Annos
Reis!
Reis I !
Reis I I I
3 dias 3
DE
JR1.QABOFJE2
0 comer da forca e vida I
0 beber as or contem
s.
Rna do imperador
28.
28.
Escravo f ugido
Ausentouse ha dias do engenho Jjguiribe, o
preto crioulo, Maioei, de 30 atTflos, alto e secco,
(alia mansa, pes e maos bem feitoi, t m falta de
dous dentes na frente, na f ente e lado superior,
olhos pequenos e nariz afrarto, bocea regular, foi
escravo na Parahyba, de Victorin'j Persira Haia.
Gralifica se bem a quem o levar em Jagu-.ribe,
ou no Deeife, rua Nova n. 8.
Alnga-sc
os armazens ns. 05 e 69, na prai do chafariz em
Fera de Portas, nm onde teve tenia de ferreiro
o fallecidj E. Mahult. 0 outro qae esteve oecu-
pado com verrfa ie hmHmmIob; para o qne e op
time pela lecalidade e ser de esquina. ambos litres
e desembaracSdos tie' i npostosr-a tfHai'eeW o com-
menflador TasBo.
"" _tC'"' "*" ''' "
Bong banhos edorraida fres-
ca no Monteiro.
Aluga-se alii por pre(o commodo uma casa pe
quena que tem 2 salas, 3 quartos, cozinha e boa
cacimba, e 6 pflrto do rio : a traur na rua Nova,
loja b. 7.
Toda atteneao
Retalha-se, com frente para a rua da Amizade.
sobre 194 palmos de fundo, nma porcao de optimo
terreno para ediQsaQao, tirada do sitio contiguo
de S. Jose do Manguinno,
fire1
pot palmo.
Aqnella frente
dj preco de
e toda mnrada:
Mmeotaoa pane pblteBot e a lateral extrema,
na*
os pretende:
Viva o prazer n quintado I
Viva o amor sublimado !
' Viva a caridade amiga,
Da cabe^a e da barriga !
Triple exultacao.
Almoco fraternidade
Na rua do Imperador n. 28, en-
contra se tudo quanto ha de mais
delicado e saboroso para o arranjo
de qualquer almogo por mais mag-
nifico e soberbo qne seja I 1
Jnnlar llberdade !
Presuntos, salames, doces, quei-
}os, vinhos e una infinldade de
preparados de aves, peixes e ma-
risco nao jacluiuoo uma immen
sa variedade de especialidades das
mais apreciadas na Europa 111
--------Ceiaiffualdade t
Vinde ao armazem do Campos
e ficareis abysmados devertan-
tas iguarias e petiscos .preciosos
qne flcareis convencidos de que
estas no onrro do que ha de me-
lhor no grande mundo das vie-
tualhas I I
P Campjs vende barato t
Vende bom e do melhor I
Ver para crer I
Comprar para saber I
Beparem bem.
Quem ao campos nao comprar
Festa ma ha de passar 1
Annos tert multo feio
E Reis... nao digo... mats creia
Gros preto a 1*.
0 Pavao vende grosdemplcs pr>ti a I* o co-
: vado e dahi para cims. at6 4; : na run da Impe-
ralnz n. 60, luja de Fi-lix Pt-reira da Silva.
Doce de goiaba
Vende-se muito bom doce d piiaba a I 200 a
lata e 9; a arroba : na rua velha de Santa Riu
"atteneao
Os proprietaries da Pre-
dilecta a rua do Cabug4 d. 1
A, fazem sciente ao re&peita-
vel publico que, tendo resol-
vido mudar de genero de ne-
gocio, deliberaram vender
todas as mercadorias exis-
tentes em seu estabeleci-
mento com um abate de 20
por 0|0 afim de liquidar a
sua casa at6 o fim do corren-
te anno, e por tanto 6 boa
occasiao do publico se pre-
venir do bom e barato.
Vende-se uma por;ao de madeiras de o,-li
mas qualidades, comprimento e grossara, proprias
para con truir nma boa casa de taipa : a ver e
tratar, no Campo-Grande, na taverna do Sr. Pedro
Possoa Velloso da Silva.
Vende-se
podatft enleiUer^scom o Sr. Df.'sera muito mao fregtte*
E nao tera prazer nos tree dias de
lino Ferreira da Silva
. tem duas cartas na rua do Vigario o. 1, primafir-
|aate,
Alura-se
as rasas das ruas da Rna Car*alho n. 35, de S.
JeW n. 8 e beoco de 8> lose t. I *. a tratar no ar-
BMttes- do Gai-Bos, ru de Imperador n. 88.
Tem-sa para alugar nm escravo mojo e
pdOMM pan MM s^rtio: na rua Bortaa; fella, travessa da rua do Tmpefador a diaWtra,
a, 86. com am por cento menos.
, inglez de Portland,-
.tem da boa ama-
uma casa na villa de Barreiros, a rua do Commer-
cio, por preco modico: a traur com Tasso Irmios
& Companhia.
Vende-se nm terreno proprio, na estrada de
Luiz do Rego, em Santo Amaro, com 50 palmo*
de frente e 600 de fundos: a tratar na mesma ea-
trada n. 19.____________________________
Taverna
Vende-se nma taverna aa rna Imperial u. 202,
bem afreguezada unto para a terra como pan o
mato : qnem pretender, pode dirifh* se a mesma
rna n. 162, a tratar com o sen dono.
Vende-se a Uverna da rna da lmparairit n
51, com poucos fundos, propria para prineipiaale,
e se dira porque se vende : a tntar na i
Vende-se a armaeto da loja de
siu na rna da Impentni h. 78, propria pan
quer oegacio : a tratar na mesma.
a uverna n. 50 mui propria para priacipw^, ji por tar i
fundosi come por ser em bom local : a tratar aa
.300
ecco do
no mepaw"
mm m
tut do Fogo a. 20, Uvaraa.
com 37 palmoTd*
uma casa 4* taiqa;:

?V


%*
<\


-
Diario de P^nambuco Quarta feira 30 du Dezembro de lb74.
*>
*
Aos legitimos fogdes econo
micos. .
Acabam de chegar a esta cidade os ver-
iadeiros fogdeseconomicos, jd muito Tionhe
cidos nas provincias do llio de Janeiro,
Mines, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
hia e Aiagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitac,ao possiyel, e sao ja
preferidos aos de qualquer outro systema,
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocaijao, moderno systema,
a sobretudo grando economia no cornbusti-
vel ; trabalham com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
abos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, hoteis,
sasas pias, hospitaes, etc. Acham-se ex-
postos ao publico, aonde se darfio todas as
ixplicacdes necessarias : na rua do Viga-
o n. 12
Soares Lei Irmdos, rua do Bar3o da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colehas para camas
Na loja do Pavao vende-se colehas de fuslao
brancos, para cama a 9,500, ditas de dito do cor
a 4,000, cobertas de cbita e de cretone, de 2,300
para c>ma e ditas do metim escarlate forradas com
niadapolao a 5,000 : a rua da Imperatrix n. 60,
ie Felix Pereira de Silva.
V ende-se
No escritorio de Tbomaz de Aquino Fonceca 4
O. Successores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho do Porto em caixas, Qnissime.
Idem em barris de qainto e decimo, fino.
Retroz.
Fio.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 19, vende-se o segoint
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoreta3.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Viaho Collares em aneoretaa.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera era grume, idem.
WU-on Kowe & C. vendom ao seu armasaa
\ rna do Commercio n. 14 :
voriadeiro panno de algodao azul amencano
Excellente flo de vela.
Cognac de i* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao do Pedra de todas as qualidades.
Col I a superior
DA
Fabrica Camacho
Ja cbegou para o unico deposito, no escripurio
Je Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua
do Comrnereio n. 5.
Farinha de mandioca
superior, ch-gada pela barca Saphira ; tem para
vender milsbarato do que emouira qualquer par-
te, Joaquim i GonQalves Beltrao & Filho, no
seu escriptorio, a rua do Commercio n. 5.
Chaptfos
Grnade exposicao
1,000
Grande sortimeoto de chapeos de palha para
homem a 1*800 e 2-, preco realmente baratissimo
em vista da qualidado, e muito proprios para a
esta : na rua do Passeio n. 60. ______
Imperial fabrica de rape
area fina do Moroira <& C,
da Bahia.
Oeste excellente rape, que se torna recommen-
davel aos amantes da boa pilada tem estabeleci-
do esta fabrica o seu deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que vendem por junto e a retalho, fa
zendose vantagem a guenv ixmprar porcao.
WMP ^ft^-^l*!
f ij r 9WWDd S9 slA o sitio junto a igre-
ja de S. Jose do Mangu'nho, com casa de vivenda
assobradada c outras acommodaco'es, todo mura-
do, cum dnas frentes servi.'as por portao do ferro,
dando para a rna d Amizade e para a do Han
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largura e 354 de fundo ; e a casa mede 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situagao e a melbor
possivel | ara morada, e quern quizer edificar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tun a'gnroas plantacdes de gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
acirubas, an a das quaes e nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Wiiruvio quem o pretender.
Admimii.
Cortinados a 94000.
0 Pavao vende cortinado3 bordados, prcprio
para camas e janellas, a 7* o par. e pechincha
iue logo se acaba : na rua da Imperajriz n. 60
de Felix Pereira da Silva.
Salsaparrilha nova
Chegada no ultimo vapor do Para.
Tem para vender Anton;o Luiz Moreira de Aze-
vedo : no seu escrijitorio, a rua do Bom Jesus
n. 57.
As unicas verdadeiras
uainburguezas one vem a estemtreWa
na raj do Marauex de ulinda ;. 51
Farinha de mandioca supe-
rior.
Td;n para vender, Joaquim Jose Goncal-
ves Beltrao & Filho, a bordo do palhabott
Rosita, Tundeado ao pe do caes doCollegio.
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio
a rua do Commercio n. 5.-
No Barateiro!
A' hi l. de tajo n. I
Acaba de reeber granie quantidade de lazi-
nbas com listras de seda para 300 rs. o cova-
do II... aproveiiem antes que se acabem.
Bua 1. de Marco n. 1
Agostinho Ferreira da Silva LeaL _____
N.72. Rua da Imp era t riz --N. 7 2,
EM LI
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha tempo !inham feito encommenda e
agora estando em liquidagao resolveu que estas fazendas fessem veudidas nas mesmas condirSos o
que e muita vantagem para os compradores, isto no Bazar Nacional rua da Imperatriz a. li.
Organdys braneo a 400 rs.
Vende se organdys braneo com lislras muito
flno a 400 rs. o covado.
Popelinas a 1 \ 000.
Vende se popelinas de tores muito Qnas a 1} o
covado.
Alpacas de cores a 100 rs.
Vende-se alpacas de cores para vestidos a 400
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Vende-se laazinhas para vestidos a 120, 240,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vende-se alpaca lavraJa para vestidos a 640 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vende se gnnadina preta'com listras brancas a
500 rs. o covado.
Cbalcs de li a 640 r<.
Vende-se cha'es de la a 640, ditos de merin6
estampados a I $600 e i&.
Cortes de casemira a 5g.
Vende-se cortes de easemira de cores a 5^,
5*500 e 6/.
Co! ertas de cbita a i&.
Vende-se cobertas de chita a 2* e 2*5(X*.
Colrtiasd; fuslao a ii.
Vende-ss colehas de fust.io a 2*, 34 e it.
Fuslao br..nco.
Vende-se fuslao braneo para ve;tidos de 6enho-
ras, organdys braneo fino a 640 o metro.
Madapolao a 3;.
Vmde se pecas de madapolao enfestade a 3* e
35500 a peca, ditas dila; fino a 4*500, 5 i
dito francez fino a 6i, 19 e 8|.
. Algodaozinho.
Vende-se pe^as de algodao de todas as quali-
Percales finas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.! dadeTebaraW
o covado.
rChitas finas a 260 rs.
Vende-se ehitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de c8res a 260 rs.
Vende se cassas de cores finas a 260 e 320 rs. 900 e U o metro, djto tranado"a 1*280 o metro.
Bramante.
Vende-se bramante de 10 palmos para lenf6es
a 1*600,2* e 2^500 o metr .
Algodao enfestado a 9C0 rs.
Vende se algodao de doas larguras enfestado a
o covado.
Cambraia victoria a 3 500.
Vende-se pe^a de cambraia victoria a 33500,
4*eo*. Camoraia transp:.rente a pega a 3 ,
3*500, 4* e 5*.
Cortinados a 6*.
Vende-se cortinados para janellas a 6* e 75 o
par.
Graude liqnida;ao de roupa feila.
Vende-se ceroulasde ilgodao a 1*, ditas finas
a 1*200 e 1*5'. 0. caici=as brancas a 1*800, 2S e
2*500, ditas ile linho bordadas e lizas a 3* o
3/500, paletots d6 alpaca preta a 3*500, 4* e
iS-iUO, ditns de dito de cores a 2*, camisas de
flanella a 2*, ditas de chita a 1*280 e it-
Yiahos garanlidos. |
Conlw IrmiVis 4 C. a rna da Ma-
dre de Dens b. 34.
Pigueira superior em quintos e ancorelas.
Pasto idem em ditas.
PiTtn idem em ditas encapadas.
Porto em quintos e aneoretas.
Poto em caixas de duzia.
Idem superior para festas e rtoentes.
Hesperedioa verdadeira.
Cera de rarnanba boa.
Cafn do Kio bf m.
Sal
Admirem
Ciranatlinn de seda a 400 rs.
Na loja do Pavao vende-se flnissimas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre se vendeu a 1*200, e liqnida a 100 rs. o cova-
do ; assim como manguitos e golinhas de cam-
braia bordadas a 13 cada um, e pechincha : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao on a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 34.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro-
drignes Tavares de Mello.
Esla queimando
0 proprielario desle estabelecimer.to tem resol-
vido vender as suas fazendas o rnais barato pos-
sivel, alim de anurar dinheiro.
Cambraia btanca bordada.
0 desengano esta vendendo cambraia branca
rdada pelo diaiinuto ; reco de 360 rs. o covado.
E' grande pechincha.
Cortes de organdy de cores a 4-500.
Cambraia transparente, fina, a 3* a |pec.a.
Baptista de lindo3 padioes a 360 rs. e covado.
Chilas escuras finas, a 240 rs. o dito.
Ditas claras idem, a 240, 280 e 300 rs. o dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. o dito,
Flor do bos que a 600 rs. o dito.
Camisas de cretone, finas, a 3* e 3*500.
Madapolao inglez, fin", a 4*500, 5 o 5 ..500 a
toe*.
Dite francez, fino, a 5*500, 6*, 6*500e 7*
peca
.U(.a.'j dao&rci a 100 ra. o covado.
Basquinas de gorgorao de seda a 6*.
Popelinas de linbo e seda a 1* e 1/500 o co-
vado.
Cambraia Victoria a 4* e 4*500 a peca.
Gase de seda a 1* o covado.
Brim braneo de linbo n. 4, a 1*500 a vara.
Algodao T largo e fino a if, 4*500 e 3* a
peca.
Cambraia de cores a 200 rs. o covado.
E ootras muilas fazendas que deixara de ser
mencionadas para nao se tornar massaatc, por
isso convida a t-das as pessoas a fazerem uma!
visita a seu esUbelecimento alim de sorlirem se
do bem e barato para a fesla : a rua do Crespo
n. 25, junto a loja da esquina
E'BOM SAREK-SE
Que a NOVA ESPERANgA, a rua Duque da,
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de |
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece- ]
ber diversas encommendas de mer adorias de sua !
reparticao, que pela eleganch bem mostra aptidao '
e bom go to de seus antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
i rna Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa j
e constante freguezia e com especialidade ao sexo '
amavel, a visilarem-na, afim de apreciarem ate .
onde toea o primor d'arle.
A NOVA ESPERANCA nao quer eotrar no nu-;
mero dos mas-antes (verdadeiros azucrins) com '
axtensos amuncios e nem pretende descrever a i
immensidads de objectos que tem expostos a ven-1
Ja, o que serla quasi impossivel, mas limitar-se-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
a toma a liberdade de aconselbar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depois qne
comprarem em outra qualquer parte nao se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tarn-
bem demonstra que qualquer s^nhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que d um passeio a NOVA ESPERANQA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os seguint s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes facbas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo a borracha
(gosto novo).
Aos meninos
A NOVA ESPERANCA, a rna Duque de Caxias
a. (S3, acaba de receber um bom sortimente de fl-
aas bonecas qne fallam, qne- riem-se e choram ;
tambem as tem mudas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao a verdade.
AO SEXO AMWEL.
A Nova Esperanca, a rua Duqne de Caxias n.
63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, qne
acaba de receber diversos aitigos dealta novi-
dade, os qnaes estSo expostos a vnnda em dito
estabelecimento. e bom qne venham aprecial-os
para por esta f6rma saiisfazerem os caprichos de
anas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao querendo tornar-se
massante, limita se a mencionar alguns artigos
dosmais em voga no mnndo das modas, os qnaes
sao os seguinles :
Liodos cintos de couro e filigrana.
Modemos botdes de aco para vestidos.
Novos leques, grandes, matisados.
Elegantes fivellas de aco para vestidos.
Delicados ramos de flores de laran/e:ra.
Bolsas de couro e filigrana, proprias para tra-
pezerndentps an cinio,
vindo da Ilba do Sal : vende-se a bordo do navio
hespanhol Naeva Protidencia e rata-se com
Amoriiu \ru>Ao* & C.
\ Vendor 70 palmos d3 terra com 500 ditos
de fundo, Da rna do Cacundo, em Beberibe :
quem qmzer comprar, dirija-se a Santo Amaro das
Salinas, casa defronte da do lenente Paeheco.
Boaqnets de cravos e de todas as flores, capellas
e velas para baptis3ilo?, de muito gos'.o, por baralo
preco, e tambem roeebe-te tncoramendss trc- dias
antes : no pateo do Livramento o. 36, loja de
cera.
Lazinhas brilliautes a 720 rs.
0 Pavao nccben um boi.ito sortiment3 das mais
lindas laziDbas brilhiintes, sendode quadrinboc
miudinhos, parecenio de uma so cor, e tendo diffe-
rent! s cores ; esta fazenda tem um bribe corns
seda e ba.-taote largura, e vvnde-se a 720 rs. o
covado : na rna da Impetttriz n. CO, loja de Felix
Pereira da Silva.
Ldziribas raodernas a 329 rs.
0 Pavao vende tonita.i laiinhas de quadnnhos,
tendo de tolas as cores, pelo barato preco de 320
rs. o covado; sendo fazenda que seropre se vendeu
a 500 rs., e pechincra : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras.
0 PavSo vende uma porcao de panos de cro-
chet, proprios para encosto de cadeiras e de so-
fas, que vende por preens baratissimes: na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
C6rtes de organdy a 25 iOO
0 Pavao recebeu um bonito sortimento de cortes
de organdy, matisados, para vestido, que vende
pelo baratissimo preco de 2 40Oo c6rte, e pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva.____________________________
Lustres, candieiros e aran-
dellas para gaz.
Xo novo'estabelecimento, Grande Exposicao, na
rua do Iraperador n. 33. junto ao escriptorio da
eompanhia do gaz, veniim-se lustres, caodieiros e
araudellas de dihurenes. tamanhos e modernoj
gostos,' tanto do vidro como de. brome, e tudo do:
meHiores fabricates que ba na Inglaterra. Tam-
bem se vendem globos de bonitos padioes, chumbo
e tudo o mais oue fur preciso jiara o servico do
gaz. E como os donos de^te estabelecimento man-
dam vir de conta propria e'se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do quo qualquer outro,
paia o qne os compradores podem expepmeotar.
Assucar candi..
0 melhcr e mais bonito, preparado e aper-
feicoado por systema novo, vendem BeitrSo 4
Quintal, em sua refinacao a rua do Barao do
Trinmpho n. 56.____________________________
Balances, pesos e medidas
do systema metrico deci-
mal.
Von Sohsten & C, na rna da Cruz D. 18, ven
dem um compkto sortimento, tudo feito na me-'
ma fabrica da Europa onde forara os actuae3
padroes existentes na eamara municipal desta
cidade.
lNDE-SE
um terreno no principio Ca Estrada Nova, "lo la
di diniio, com cer:a de 400 palmos de frenie
e 100 de fucdo.
Um dito no price!, io ("a cMrada do Remedio,
com 500 palmos de frenie e 1,200 da foodo.
Uma casa terrea na iu. de Vital de Negreiros,
perto da e^tacao da estrada de ferro, com muito
bons commodes e excellente pec-o d'agna : quem
preteder estes terrenes e esta casa, pode diri
gir S3 a mi do Vigario n. 3!, que se diia com
quem se deve tratar a venda._________________
Cora dos eslreitameBto d'nretra
pela facil applicac,ao das
SONDAS QLIVAES
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfei?oadas de todas
as conhecidas
Vendemse
NA
cia e drogeria de Bartholomeu & C.
Rua Urga do Ro.srio n. 34.
fazendas
e artigos de alta
novidade
' NA
Retalhos de lis.
0 Pavao vende uma porcao de retalr.os |t
para vestidos tendo grandes e pcqueuos, q i li-
quida barato para acabar, assim como um. por-
cao de cassas e chilas pretas que se vende por
qualquer preco para acabar: ua rua da la a.-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilbos, a 3*500, 4* e 5-,
0 Pavao vende um bonito sortimento dos mais
mode-nos espartilbos que vende a 3*5^0, 4* e
5*000.
Pechinca cm len^os branccs a 2 500.
0 Pavao vende duzi s de Irncos finissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenda que
>lia PnimASiiA An Mni> tllia lllmeirO (IC HSTvy U. t A. 2*50O por^ter grande porcao de duzia.,ditos abai-
BAZAR
DAS
LOJA DO PASSO
Cordeiro slmues A C, proprietaries
leste importante estabelecimento, no lonvavel pro-
jrosito de nao desmentirem o conceito que os,
eus Humerosos freguezes lhes tem dispensado, I
icabam do receber de sua conta o mais rieo sor-1
imento de sedas, popelinas, las e artigos de ul-,
ima moda em Paris, e continoarao a receber:
jor todos os paquetes daqnella procedencia ; por
sso chamam*a atten^ao de seus freguexes e os'
onvidam a darem um passeio ao seu estabeleci-
nento, garantindo-lhes que encontrarao a reali-
lade do que fiea dito, e para pr. va dao um pe
i.ueno resumo, cujo infallivelmente despertara a
itten^ao dos pretendentes.
Uandam fazendas a casa dos freguezes, e dao :
.mostras mtdiante penbor.
Artigos de alta novidade e
ultima moda.
Certes de vestido de linho guarnecidos de bico
la mesma fazenda e
-.into, etc etc.
FAMIffiAS
Rc: Duqne de Caxias b. 0 *.
Para a f esta
Reis e Silva & Guimaraes, propri- tarios 6r*u
bem conhecido eslabelrcimeutu de fazcadas lua
convidam aos seus fregoeii s e n.i^vt a ".! tireuo
nhadosa23, ditos cliiner s muito finos e ditos se dos arlj09 judi.pen.aeis r.ira a festa, s
francezes escuros mu.to finos para quem tcma da U|,ima roojj e de Cno goMOi n ,,,*, M
rape. *- dem por modico preco, do forma que icaal na.
Cassas de cores a 240 rs. encontra em outra parte.
Vende-se cassas de cores para vestido a 240 rs. ] Anra de que 0 ul,|ico ata|;ft 0 qoe '
o covado : na loja do Pavao a rua da IrnperaUyz
60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcao de camisas bran-
cas com peito de linbo e de algodao, por muito
menos do seu valor, por estarem um pouco enxo-
valhadas, assim como seronlas francezas e de al-!
god."o a lt500, ditas de linho a 2_ o 2-5U0 para ,
acabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz u. 60
de Felix Pereira da Silva.
Roupa para homem para acabar ale ao fim
do anno.
Na loja do Pavaj liquida se nma grande porcao
de roupa para homem como sejam : caixas de
evm A :.
(fferecem a aua preciosa eonsden^ao a sefroiaw
men^-ao:
Lacinhos para senhoras.
Tern^ s nm complete sonimmto de Ucinbot da
seda e de cambraia bordados qne MM v>a-
dendo por preco muito bar*l a 2*. 2* 00, 3J.
3*500, 4* e Hi cada nm. -ao muito l.ados.
Gases de seda.
Temos nm coroi.bto nMMcats Je g.ws de se-
da de seda. fazenda muilo mo km*, e >'; -e -n
contra no Bazar das Kaiuilias, paia pr rs. o covado. Niagnen pdo vender.
Poaeuaaa de linho m
Temos um coin, k tw s' rtimcnlo de p.'.pelioas (?
^TuSSrSSkTuS. brim d Angola, ditas brancas, ditas de casemira de ,j,ho, f,n ,a ,,r^r;a pm ps,r fc& pot Mr
cor, trazenuo uvena, mem, cor de C5 M ,2 ( djUs de brim c0{ei> pahtoU mu.^ ^^ ^ ^ ^ q ^^
rr,r p ,e fraks de Panno Prel0' de alPaea e a,Pacao- as
*** m B j sira como de cascmiras de c^res, colletes brancos,
t i
Riqnissimos chapeos para
>retos.
Cortes de cambraia francos com uuUO | da3 as ^ndades.nao se olha a preju
ni Scores com enfeites da mesma fazenda, *" 6 "SSSaffvtSuS !S
iin^0 y.n. : pretos e de cores, sssim como roupa branca de to
nnaos nor-1 ... _.i:j.j. .;. .. ih n >.i..;i,i, n mu q,
nrino, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
das de arminbo.
Yestuarios para baplisado.'
Hiquissimas camisas b'rdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colehas de seda, para casameato.
Certes de seda, lindas cores.
Sorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinbas do de.lic.ol -. padroes.
Setim Macao dc tolas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Vellnlo preto e damasco de seda.
Sranadine preta e de cores.
Filo de seda braneo e preto.
Sieas basquiuas de seda.
Casacos de merino de cores, la, etc.
Manias brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas brancas, de
ores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (nnvidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
Brins de linbo para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas para senhora.
Grande sortimento de camisas de linbo lisas e
lordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homens
enhora.
Merinas de cores para ve3tido3.
Dito pieto trancado e de verSo, bombazina, can* -a^CoTtet de ve9,ido9 p,ra liquidar.
'aToSo de lho e algodao para toalhas, e dito Pav3 Vin3e a 4;, 5* e 6* corte
lardo.
o
Damasco de la.
3rim de linho braneo e de cores.
Selins de lindas cores com lislras.
Cbales de merino dc cores e pretos
Ditos de touquim e ditos de casemira
Can.isas de chita para hom<"m a d'tas de fla-
tella.
Ceroulas de linho c dilas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de lat yriutho.
Rices cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
ara bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colehas de damasco de la, e diias de crochet.
Sspartillios lisos e bordados.
Foulard de seda, Jiadas cores.
Jfeias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Loja do Passo
Rua Frimeiro do Marjo n. 7 A
antiga dp Crespo. __________
Vinho verde.
Especial chegado no ultimo vapor, tem para
vender em barris de quinto e de Colares em
decimos, no ttu escriptorio a rua do Corwgaccio
n. 5, Joaquim Jose Goncalves Beltrao A Frflho/_
Olinda
/.<
Boa aeqnlgicSo.
Vende nm sobrado ulto na pateo da Se, em
Oliwia, edificado em chao proprio, com grandes
areommodacoes para nnmer^sa familia, reedifl-
cado e pintado de avn, com bellissima vista,
mui'.o fre-eo e com nuinial : a tratar no pateo
de Pedro II n. 9, andar.
C*
Lustres, lampadas e araudel-
las.
Obra de gosto e muito mais barato do que em
outra qualquer parte, tem para vender Joaquim
; Jusd Goncalves Beltrao & Filho, a rua do Commer-
cio n. 5. ,
Funilas flerniarias
ELECTRO-MEDICAES
Para ligar perfeitamente e curar radical-
mente
as qnebraduras
Essss fnndas.estabelecidas sebre os conheci
mtntos medicaes e anatonicos man tem as quebra
doras as mais volnmosos e difflceis, impedindo c
sen desenvolvimento. Eiies teem nma accao elec-
trics que na generalidade dos cases opera nma
cur a radical sem qne o doente se sujeite a pres
eripcao algnma, a excepcao do uso continuo del-
las. A cura opera-se no periodo de 12 a 20 me-
zes eonforme a hernia- mais on menos antiga.
Uoico deposito em Pernambuco, pharnoa-
e HA KM A CIA E DROGARU
DE
Bartholomeu & C.
34 Rna larga do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Teado e Sr. Dr. Jose1 Lourenco de Magalhaes,
moBtado na corte nm complete servico deste ar
tigo, tern aqui aberio nm deposito da melhor
mais recente, enjus tubos se encontram na
Cortes decasimira a 4$,
e 6#000. )
Na loja do PavSo, vende-se cortes/de ca-
semira para calc,a a 49, 59 e 6J00O, ditos
muito fintsde uma s6 c6r com listras- ao la-
do, fazenda qne sempre se vendeu a 99 e
109000, liquida-se a 6ifc000 para acabar:
a rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereira
da Silva.
sparente
Na loja do 1'avao vende-se um grande sortimen-
to de eambraia Victoria e transparente para ves-
tidos t-ndo & 1/2 vara cada pessa de 3-600 para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Fe'ix Pe-
reira da Silva
Collarinhos de linho para acabar a 4 j
a duiia
J. Na loja do Pavao liquidise nma grande porcao
de duzias de c llarinhos de linho, por estarem um
pouco enxovalhados, peb barato preco de 4, a
duzia, sendo fazenda que sempre sc vendeu por
7 e pechincha : a rua da Imperatriz n. tin, loja
de Felix Pereira da Silva.
Cbalcs de casemira a 4*.
0 Pavao vende chales de casemira com gostcs
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven
deu a 7* e 8... liquida a 4;. Ditos de la, muito
encorpados, com listras, a 3j,. Dilcs de quadros,
azenda muito ba 2 ; assim como, um bonito
furtijiento de ditos de merino, lisos e de quadros,
vende de 2-,? ate 5- e 6* : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao, de F. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. o covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonit: s popelinas listradas para veslMos que
vende pelo barato pre^o de 400 rs. o covado, la-
vando se nao desbotam ; astim como, bonitas e
uiodernas laz.nhas com listras de seda a 640 rs.
o covado. Ditas transparentes Com palmichas a
00 rs., sao bonitas. Bareges de uma to cor, pelo
barato preco de 400 rs. o covado, e pechincha :
a rua da Imperatriz n. 60, loja dc Felix Pereira
de cam-
braia branca com eufeiles bordados de cor, fa-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
4* para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-
la com listras e lavradinbas, que sempre se ven-
deram a 10*. liquidam se pc r 5*. Dttos Benoalao
com lindos enfeites de cor, fazenda que val 12j,
liquidam se a 6z. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3* ; 6 pechincha : na rua aa Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para criancas.
Meias a 2*500 a duzia.
Toalhas de fustao lara mesa a 2-500.
0 pavao vende toalhas de fu>tao para mesa de
jantar pelo ban to preco de 2*500, e pechincha :
na loja do Pavao, a rua da Iixperatriz n. 60,
Icja de F. T. da Siiva.
Brins de Angola a 2*. 2,500 e 3*.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros binsde
Angola a 2:, 2*500 e 3* ; 6 pechincha : na rna
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereir ;d
dilva.
MAM>JPM.OK*r
Na loja do Pavao vende-se madapoloes franco
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6.000 reis,
dito muito fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
sim como um grande sortimento de madapoloes
inglezes de 4,500 ale 8.000 e 9.000 : a rna da Im-
peratriz n. 60, de e'eiix Pereira da Silva.
Faiai de seda de runs.
Recebemos um ow; lelo ?r ilimcnto de fatal d
seda, fazenda ii.i in.m. nto- nuva, qne eslam s
que se vendendo por 2*, 2*200 o covad-.
Popelinas de liuho e seda.
Neste artigo temos ora c-mi-l to ortimenti qne
estamos vendendo per 7> 0, 800,800, I*. 1*200
e 1*8(0 o covado.
Aim como temos popelina l.ranra. r,r pria pa-
ra noivas, que vendemis por l08U)e 2* o co-
vado".
liiquissimas capellas com vet para r. ivas,
que eslamos vendo-udo por 13*, 18* t 20* do*.
Polonezas de p-rcalina pn Temos um completo s-rtiioe::ti de p. iooeaaa da
percalinas propra? para haaio.. pai .f.m n.oi-
to compiidas e muito laratas a I* a 5* uma ; so
a fazenla import'u em muito nu; d> _ feitas.
Alpacas de seda com Hstra.
Times neste artigo nm cooip eto MfMMMs %xt*
e.-tamos vendendo p r pr.^o mti.lo barato, qne e
8.0, 900, 1* e l200 ; sio lark.
Baptitlas de cons
ReceVmos um compl. to *.jrtim*r!o 4e baptes-
tas, padroes iuieirameiite novi.r, g slaa aMi> I'O-
nitos, que e.liiius v. ndetdo por ataaa da *6,
480 e iOO rs. o ci vado.
Cortes de granr-dme.
Recebemos um couipli-to aort m't.lo it eoiM
do granadine branch; om listras de oClM e pal-
mas soltas, que esi.aos vendondo per Hi na
corte.
Casaquiuhos pretos de garfntM.
Recebemos nn complelo su.t.neoio de casa-
uinh s pretos d*- f rg. rao., que e.-t. m.s veal-.a-
por 8 li'*. 12* e 20 nm.
Stt;ni Lranc.i e dr tttm.
Recebemos nm toapfelo srriim-Ll-' de *et'm
M:icao, lanl-i tranco c.mo de eiret, <,\.e vea mos por 2*200 e 2 40o o cova ao
Cambaias branca, In asnreaia e 'apada.
Temos k rtimeni de can.brt' que
a V*. 4 500, 5*, (* e 7* a i.p ; garanlim -.- S
1.2 varas.
Assim como, outros aitigos quo se tiraa cafj-
donbo meocirmar
REIS E SILVA & GUISIARAES.
z
Veiani todos
Boa do Quciinado a, 43, Junto a lo-
ja da esquina da rua do Crespo.
A 240 rs. o covado.
Lazinhas de listras a imiUcao de seda, bonitos
paorOes a 240 rs. o covado.
Organdys de listras a 3*500 ou a 320 rs. o co-
vado ; organdys de cores com listras muito bo-
nit s a 3*500 a pec.a ou 320 rs. o covado.
Aproveittm que 6 granie pechtneh.. So o 43,
nao se eiiganc-m.
Cimento Portland
Verdadeiro
9*000 a barrica
Jorge Tasso
37 Rua do Amorim 37
Bacaliao imperial
Nornega superior
em meias caixas, proprias para casas particnlires.
9 000 cada meia caixa
Jorge Tasso
37 Rua do Amorim 37
Presuntos e queijoslondrinos
37 Rua de Amorim 37
Jorge Tasso
SITIO
Vende-se nm sitio com 240 palmos de fiente e
700 de fundo, em Beberibe de baixo, com algu-
mas arvores frnctifems, agua potavel e larangel-
ras novas ; tambem se permuta por uma pequena
ca3a ou escrava moca, on mesmo sitio pequeno,
perto da cidade : a tratar na rua da Florenlioa
n.21 __________________
Vende-se
oa rua do Vigarto n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em bams e m
"cera em velas, de Llabea, superior qnalidad*
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo_______________
Fio de algodao da Bahia
Tem para vender Joaquim Josd Ooneartes Bel-
trao Filho, a na do Commercio n 5.
otassanova
ehegada recentemenu'. verdadelra, am meios bar.
ris vendem Cunha Irmaos & C, rua da Madre
de Deoa n. 34.______________________________
__ Vende se o el;ibe!eeimento de moihados da
jua po Ran^plriS___________________________
Pedras de marmore
Ver/Je-se pedras de mrmores, de diversos ta-
manbcJ. com duas aol-'gadas degros-ura, proprias
para tinitos iri.-teres : a tratar com Joao Jose da
Cunha Lages.
Mil 0 B
ARUffitl D3 \m.
A' prae,a circular do.Ap
vende-se:
Tijolas de marmore, d*1 di&ivate: ta
manhos e qualidades.
Tijolas francezes, seilopl.-s.
Ciaacate Portland ter.iadeiro.
.taulejoa grandes muito r>
para rodnpes.
Azulejos vtrdes e atcsrelks, tamanh'
regular.
Muquinai de desctrtc^r algorlao.
Cadeiras dp form, f
uha, proprias para csmpo.
Camisas francezas pm me-
ninos a 2$.
0 Pavao vende camisas franc- za* para m-nicci
de todas as idades, a 2* cada nma, o i em duzia
a 22* ; is o e para acabar pa rua da mperatn
Semenl^s de herlalices
A'Vua 1 de Mar^o n. 1
Confronte ao area de Santo
Antonio.
Contimia vendendo suas fazendes com 30 nor
cento menos do qne aeus antigos precos, pelo que
faz disso sciente aos seus freguezes.
A saber :
Grande sortimento de babadinhos e entremeios
bardados, ..ara 1*, 1*200 e 1* iOO I Que grande
pe-hinCia.
BRILHANTINA de cfires, fazenda superior, o
mais moderno que ha, a SCO n. o covado.
D1TA branca para iCO rs.
CHITAS claras e escuras a 240, 280 e 300 rs.
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1*500 a peca com 8
li2 varas. E' barato.
SEDA de uma s6 c6r a 900, 1* e 1*200 o co-
vado, fazenda que sempre custou !*; a ellas an-
'es que se acabem.
POPELINAS ie .e la a 1*400.
DITAS de seda de superior qualidade. gosto-
os mais modernos que ba, a 1*600 e 1*800 ; eons
vem mandar ver.
ES3ULAO de linho e algodao para fronhas, ca-
misas, etc, etc., com 7 jardas a 3J200 a peca.
BRIM pardo trancado a 400 rs. o covado.
BRIM Angola, de cores bonitas e fixas, para 500
rs o covado.
CHAPEOS de casemira para homem a 3*000 I
CHAPEOS de sol de alpaca a 3*, e tambem pa-
ra senhora, a 2*.
DITOS de sol de seda para senhora a 3*500 e
para homem a 10* ; mas sao paragom.
BRIM braneo exposicao a 1*800 e 2* a vara, e
baratissimo
COLLiiRIN'HOS os mais modernos que ha, a 7*
e 74500 a dnxia. E" linho e sempre custam 9*.
PUNHOS a 6,500 e 7* a duzia.
TOALHAS felpndas, fazenda muito boa a 6* a
duzia.
CORTES de casemira d* cores, bonitos gostos
a It. So aqui.
LENCOS de linho abainhados, fazenda muito
boa a 3* e 4*200 a duzia.
MADAPOLAO francez c >m 20 varas boa quali-
dade e cnsU 6* a peca 4. elle, a elle.
So no Barateiro
A' rna Primeiro de Marco n. 1.
Loja de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C
As mais c \as.
G uve flor.
Bruxelias.
i J-'ahoia.
Menciana.
Penca.
" Lombards.
Frunchuda.
f Galega.
t Natica.
Repolho.
Brocaln.
Cenouras.
Nabos.
Raban.les.
Chicoria.
Alfaee.
MiUrda.
Obolla.
Salsa.
Pepinos.
Vendem Pocas k C, a rua eatreita do Rosarie
. 9, jont) a igreja.____________^_______'
Vs pechindias!
Ran doQuelssada n. 43.
Ja to a loja da Magnolia
braneo com li.-tras becitas a 400 rs.
Vende-se
o estabelecimento de molhadoa a rua do Barao da
Victoria n. ^5. com armacao de amarello nova e
o mais moderna possivel; vende-se com os gene-
ros ou sem elles, por ser proprra para qualquer
ontro negucio e esta em boa localidade : a tratar
na mesma. ________^
A 5t)0rs. ocovade
Proprios \nrn bailes.
Chegaram em boa quadra, para a loja do Passo,
riqnissimos cortes de seds com larga* listras
acnaraalotadas e lindissimas cores ; cortes de tar-
latana com palmas bordadas a prau, proprios
para Dailes : sd na laja do Passo. a rua Primeiro
ed Marco n. 7 A. _______ .."_______________
covado.
Popelina de linho com h>tras abertas a 320 rs.
covado.
Lisinhas a escooeza a 270 rs. o covado.
Alpacas de seda, gostos achamalotados a 600 rs.
covado.
Ganga earlisa en nada para ecberla a 160 rs.
covado.
Cambraias de cores a 200 e 240 rs. o eovado.
Chitas es:nras a 22frs. o covado.
Cbales de casemira chinezes a 2* nm.
Lencoes a 2* om.
Cobertas ie ganga a 2, e 3* nm*.
Toalhas para rosto a 4-~50<> a duzia.
Cambraia tramparente a 3* a peca.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das aid aoje co-
nhecidas.
veadeie
Pk;
34.
.ala e
de
arlolonro
A'
Rna larga do
DroftarM
Rosario
Trave
s.
Vende-se
Na loja do Pavao vende-se Ifcinhas japonezas
de c6re muito modernas pelo baratissimo pre$o
de 5XX) rs. o covado, para acabar ; ootando-se que
e fazenda que jamais se vendeu por menos de a tavema e padana da Ponte de Dchoa n. J7,
dots eroradus ; ja ba pnneai : a rua da Imperatrii sendo junt> oo saparado, a vonta-'e do compra-
n. 80, loja do Pavao, de Felix Perei'a da Silva. dor : a tratar na mesma.
Vende-se trives de lour"
ver no caes do Ramos, e t<
Rodrigoe* Tavarea de Mell-v
SanlA n. i7. !. andar
in if.

luia
rpo
Liquidac^
I. mu mu n n aiaS
Chapeoa todas as aai'
aenboras a nwoins : aa ru> i*
ontr'ora DlreiU n. 61.

k
$/


/
/ .
8
Diario de Pemambuco Quarta feira 30 de Dezembro de 1874.
LITTEEATUEl
=
O aosso cancioneire
CARTAS AO SR.J SERRA
(Couclusdo.)
Nem vestigios so encotitram Jo allegoria
nessas rapsodias ; o boi flgura pur si, tem
umi iadiviiluairdadu propria. Dahi n ca-
nho mytiiologicu d ;sscs heroes serlaneios.
Na iufancia dus povus, cerlas indivi'lua-
lidades mais pujantes fbsorvom em si a
traJi^ao de fact is prattcados pjr individuos
cup nome se perJe; e lornara-se pir csse
moJo symbolos Jo uma iJoa ou do uma
epoca.
Co'.n o incrcmonto da civilisagio, que
nivella os humous, debilita-so aquolla teu-
dencia ; e o myth Jogismo so apparoco ass
latitudes sociaes on lo ainda nao dissiparam-
so de todo a primitiva rudczi a ingeuuidado
do povo.
Estou convencido que os heroes das leu-
das sertanejas sau mytlios, o rosumem os
enthusiasmos do vaqueiro pela raca gene-
rosa, companheira inseparavel de suss fadi-
gas, e pruvida mai que o ahmouta e o
vesto
U caracter poetico das noas rapsodias
pastoris nao e commum e outros paiies.
Muilas vezes tern o homem cantado os
auimaes de sua prodilecgao, e, Para *ono-
brece-los. deu Hies uma personalidade com
que iigurassem om accao dramatics.
Mas nesses poemas o animal entra. ndo
como o emulo, a sdmente como socio e
smigo, quando naO e o servo do homem.
E' sempre, tnais ou menus carrogado, o
painel do lead prostrado pelu cagador.
Was lendas do sertao, o boi nao precisou,
como o ledo da fabula, do ser o artista pa-
ra reivih iicar a proocninencia. Recouhe-
t'.eu-a o homem, o a celebiou.
Ahi estd o toque da magnanimidade dus
rusticos vat'S do sertdo. llomero engran-
dece os guerrciros troianos para realgar o
valor dus gregos 0> iiossus rapsodes, imi-
tatido, sem o saberem, ao creador da epo-
pea, ixaltam o homem para glorificar o
animal.
0 Rvbicho da Geralda tern a forma da
prosopopeia. 0 cautor e o espectro do pro-
prio boi, do her6o que a legends .suppoe
erradio pelas varzeas onde outr'ora cain-
peou livrc e indomavel.
Ouvio o algum a'ltigo vaqueiro celebrar
suas pro outros rcpetiram dabi em diante, quando
fazjam ao relento sobre o couroo costuraa-
do serao, d espera da came de veuto e da
coalhada, que compuem a coia serta-
neja.
fla no poemeto, como vio, tragos da
simplicidade homerica, ou antes do estylo
sobrio eenergico do povo, em que foi va-
sada a poesia do graude epico.
A descripcSo da ultima e formidavel cor-
rida encerra grandes bellezas, especialmente
nesta quadra :
Tinha adiante urn pdo cahido
Na descida de urn riacho ;
0 cabra saltou nor cima,
0 russo passou por baixo.
A scena desenhad-'em dous rasgos breves,
mas tao naturaes, que a paisagem se retrata
aos olhos ; a destrez? do vaqueiro que gal-
ga o obstaculo ; a (iispsrsda do cavallo a
atravessar o passo dfficil, tudo alii estd es-
presso cor*^* pala.ra concisa o rapida, que
Simula a veiocidade Ja corrida.
Outro ponto que tem para mim graude
valor e a do alvoroto do Jose Lopes, quan-
do s?bo que o Rabicho foi emontrado per-
to. Compreliende se o acodamento do va-
queiro em correr ao boi que anduva fugido
havia nove annos :
viola. A caiencia da toada apaga as aspe-
rezasdo metro imperfeito, e imprime ao
verso cantado um rithinofsonoro.
Quern transporta para a imprensa essas
composigoas 'que nao foram dostinadas d
leitura, tern por dever apresenta las com a
fdrma porque as sprecisrn aquellos que
porventurs as esmtam, vestidas com a ru-
de harmonia do canto sertanejo. E aioda
assim a corroceao graramitical ou metrics
ndo vale s poesia nativa, que so expanle
na voz e 0) en'husiasmo do trovador popu
lar.
Agora que ja satisfiz o desejo de dar a
lume. sub o seu patrocimo. essa rapsjdia
cearense, podia aproveitar o ensejo para do-
duzir dolla considoragojs mui cabidas u*
questJo da nacionalidade da nossa liera-
tura, quo em meu conceito envoi*" neees-
sariamente a da modificaijao d lingua.
llaverd no cancioneiro portuguez, tao
rico alids, cousa que so pareca com o poe-
meto do llabicko da Geralda, nao somente
de o tratar
Jose Lopes que isso ouvio
Foi gritando ao filho Joao :
Vai buscar o Birbadinho
E o cavallo Tropelao.
Com uaa simples e feliz onomatopeia, o
vate sertanejo pintou da maneira a mais
expressiva toio o espanto e azafama produ-
zidos pela noticia. 0 nome dcsse cavallo,
que tao aproposito se chama tropelao, diz
tudo.
Kstas duas quadras, que citei, chama-se
como grando part-i das outras em sua pri-
mitiva pureza. Ndo fiz na li$ao popular
mais do que uma tenue altersgao ; substi
tui um vocabulo dissyllabo, afim de conser-
var a harmonia do verso.
Sahe que os nossos vates populares, d
imita^ao dos prosistas proven$aes, oa tro-
veiros, como os chamou Garret, improvi-
sara e repetem suas cancoes ao toque da
oo Sssumpto, cotno na maneira
e ex por ?
Eu ndo conhego. So um de nossos serta-
oejos, transpurtado de repente d Portugal,
cajiWsse a sua lenda cearense, no terreiro
rf'e alguma das abegoarias do Alemtejo,
estou convoncido que os grangeiros de la
ndo o ontendoriam. Nem ello tdo pouco
aos sous parcoiros de officio.
ComeeSTS peo titulo, que o sertanejo
pronun :iaris Rabicho da Geralda, como estd
cscripto ; e o alemtpjano teimaria em ler
llabicho da Geralda. E cada um a rir-se
do outro ; sern razdo, porque tanto direito
te.n o nosso. povo do dar a uma lettra o
som de b, como elles o som de v. Quan-
to d elegancis o simples questao de gusto.
No latim classico o t. diante das vogaes
comrcou desde certa e*pocha a ser pronun-
ciadu pelos romanos quo fallavrm a lingua
de Cicoro e Virgilio, como s. Tambem o
m. tinal se foi obscurecen lo a ponto que
jd a voz o nao feria, esmag.indu-o contra
a vogal seguinte: como muU'ilU por mul-
tum tile.
Essas alteracoes phonedcas sdo frequen-
tes nas linguas, especialmente quando intor-
vdm novos elenn'ntos ethnologicos. Com o
volvor dos tempos ellas exerc^m tao pude-
rosa acgao no rtecanismo o grammatica de
um idioms, que o separam complolamoate
do trouco,
Nao foi outra, segundo as investigagOes
dos melhores phil dogos, a revolugao, que
desvanecendo as flexoes do latim, creou a
lingoa romana ou romance, da qual sahi
ram o francez, o italiano, o proveugal, o
valachio e o hespanhol, de que a seu turno
destacou-se o portuguez.
Querem alguns que o portuguez sp for-
masse de primeira mdo, e ao mesmo tempo
que as outras linguas de eslyrpe romans.
Emquanto, porem, ndo se exhibirom as
provas desse facto, eu permanego ca minha
conjectura. Se como sssegura Burgny, e
se acredita geralmente, o portuguez nasceu
da transfor.nagdo do gallogo, um dus dia-
lectos do primitivo hespanhol; parece obvio
que ello ndo podia preceder d lingua mdi.
Estas qucstoes philologicas andam do
presonte tdo estudadas e discutidas, quo
realmeute e para eacher-nos de pasmo,
como ha quern seriamente conteste a revolu-
gdo fatal que a lingua portugueza tem de
soffrer no solo americano para onJe foi
transplantada : revolugao da qual jd se no-
tam os primeiros e vivos tracos, no que jd
se pode mamar o dialecto brasileiro.
Transmigrando doorioute para a It-lia,
o sanscripto demudou-se em latim, -como
na Ilellado se converters em grego.. Mais
tardo o latim, derramando-se p8la Europ,
transfurma se no roniauo, que impregnadu
vigoroso ; tristo delle; seria uma lingua
exhausts,-votada d breve e rapida extinccao.
Temos do portuguez idea mais vantajosa
e lisongeira do que nossos irmdos de aldm
mar. Acreditamos que d essa lingua, oio
s6 estd promettido o florescimento o rostau-
ragao na terra heroics, onde s fal'ou Nuno
Alv-res e a csntou Camoes, e onde agora se
succodem ssgeracoes de notaveis escripto-
res; como foi destinads servir de raiz a
uma das mais bellas emais opuleDtas entre
as linguas qua dominaram na America, an-
tes do um seculo.
Dtib^o destas altas cogitag5es a que se ro-
moatou oespirito involunturiamenti e le-
vado dos enthusissmos que desperta o futu-
ro deste immenso Brssil, de que n6s, meu
prezado smigo, menos felizes de que os nos-
sos netos, nao uavemos de admirar a mages-
tosa virilidade.
Eitava eu, quando me tomarsra estes de-
vaneios, tralando de mostrsr quanto jd so
difTerengam o nosso portuguez americsno e
o portuguez europeu. Como trsnsigdo,
permitta-me que apure a duvida suscitada
por um dos mais smaveis, entre os nosios
lei to res.
Com prologos mui cortezes, nota-me o
anonymo correspondente um eugano. Ndo
um, porem, varies, escaparam me de certo
nestas cartas, alem dos que me vdo empres-
tanlu os typose os olh s fatigados dos re-
visores.
Consola-me, porem, a lembranga de que
essas miiiimas incorrecgoos ndo passam da
poeira, que fica sobro a tela Basta sacu-
dil-a ; e mister de espanador ; ndo se care-
ce de arto para expuugir taes defeitus.
A correcgdo rigorosa e monotona,
quando nao chega a ser esteril.
S6 Deus pode oslentar a belleza esplendi-
da na forma purissims. 0 homem, a quern
ndo coube o dom ds perfeigao, ha de sa-
criticar d rausa da iospiragdo, ou d vestal da
imitagdo.
Se captivar-so d ultima serd forgosamente
frio e compassado ; limard, mas nao creard.
Se entregar-se a espontaneidada da phanta-
sia, terd rasgos sublimes, mas nao escapard
dos argueiros, que ndo enxergam nem o es
tro do artista, nem o enthusiasmo de quern
o comprehende.
0 engano quo me argue o illustrado lei-
tor proveio do tor eu dito que em Portugal
se nora de mi; por dizermosmoro narua
de... etc. Aflirma elle que, ao envez, riem-
se Id de quem usa da outra loucugdomo-
ro a rua de ... etc.a qual tem ressaibos
de galliscimo.
Nada mais natural do que ser induziio
om erro nessa materia um brasileii-o que
ndo percorreu ainda as provincias de Por-
tugal, e que d falta de documentos, tem de
guiar-se por informagoes.
Ndo fumos n6s que iniciamos na littera-
tura osta nvalidado que infelizmente reinou
em outros tempos no trsto da vids. Prsza
s Deus ndo cousigsm accendel-ss umas pue-
rilidades magonicas que Id andam ds voltas
no Pard com uns cortos preconceitos do
povo. Serao outras iguaes puerilidades, mas
de um meninocom quem ndo se brines.
Depois da independencia, sendo Rates,
comegamos a balbuciar a nossa litteratura ;
pagamos como era natural otributo d imi-
tagao, depois entramos a sentir em n6s a
alma brasileira, e a vssal-a nos es riptos,
com a linguagom que sprendemos ds nossos
pa is.
Proseguiamos na modests sends, quando
em Portugal principiou a cruzsds contrs a
issa e.abryonsris e fragil litteratura, a
ppnto do negar-se-lhe ste urns individuali-
daci'; | ^opria.' Nao era generoso, e ndo era
just.,^"i;yisu qua a escola dos escriptores
. comegando pelo principe de
tdo natural o zelo ds mdi que recata a fillia
e nao Ihe consente separar-sa de si t
Houve, porem, brasileiros que se deixa-
ram contaminar desse espirito. Comegou
ontdo a vogsr uma idfis singulsr ; que o di-
ploms de escriptorem nosso paiz ndo sere-
cebia da opinido nacionsl; era preciso ir
recebel-o do outro lado do Athlantico.
Foi em Roma que outr'ora se laurearam
os poetas italianos; mas a laurea era defe-
nds por uma academia, onde estiva repre-
sentada a flt)r da litteratura.
Km Lisboa ou Porto nao se carecia desse
apparato. Bastava o capricho ou a sympa-
thia de um simples jor.ialista para dictsr a
lei ao nosso publico.
E' contra isso que eu rec'amo em nome
de nossa litteratura e pur hmra da mociJa-
de brasileira, que ahi vem cheia de vigor e
talento peJir-nos coats de raeio seculo de
existeaoia politics.
E' essa submissdo que eu ndo tolero ; e
como jd o disse uma vez, quebraria a pen-
na antes, do que aceilar semelhautc expa-
triagdo litteraria.
Admiremos Portugal nas tradigSes gran
diosas de seu passado : nos esforgos genero-
sos de seu renascimento; presemos sua
litteratura e seus costumes ; porem nunca
para imita'-o servilinente. Importaria isso
annullar a nossa individualiJade.
0 Brasil ndo e" unicamente nem o solo
que habitamos, e no qual sdo recebidos
como irmdos quanto 6 buscam ; nem a
gente aqui nascida e que tem nome de cida
dao. 0 Brasil e a grando alma que habi-
ta esse corpo, e quo associou-se d terra sul-
smericsns, como o seu espirito indigeta,
como o seu nome hospitaleiro.
Se nos, os brasileiros, escrovessemos li-
vros no mesmo estylo e com o mesmo sa-
bor dos melhores qua nos envia Portugal,
nao passariamos de uns autores emprasta-
moil 1 caiella ladf?r rePrehe,,e-0 ^""l delo jd antigo. o modelo s.xonio.
raeateesocega*. AQusI a fers acsbsrd demnsdos d morte escolhidos
dos; renegariamos nossa patria, e nao s6
ella, como a nossa natureza, qua e o bergo
dessa patria.
Pdro aqui, interrompendo odesenvolvi-
mento do assumpto. Mas co no o desali-
nho e uma das gragas desta especie do es-
criptos familiaros ; espero ree nau levard a
mal a falta do metholo e deducguo das
ideas.
J. de Alencar.
VARIEDADE
r
FOLHETIM
a nmm dos uesiuos
MYSTERIOS E INTRIGA.S DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
As Tres Esperan?as
CAPITULO XII
EH QUE ANNA MARIA COMEgA A INTRIGAR.
'vContinuagao do n. 296)
XIX
Tres dias depois, Cirlos II, com muito
custo e acanhamento, confiou o seu sogre-
do ao camareiro-mdr, e mandou lhe que
levasse com muita reserva D. Margarida
para fura de Madrid, e a pozesse em sitio
que melhor parecesse aos medicos para mu
danga d"ares.
Quatro mezes depois, Carlos II tevo o
prazer de estreitar nos bragos uma fdha sua,
a qual reconbeceu pela f6rma que vistes no
documento que Bizarro vos deve ter entre-
gue, senhora princeza.
Da grande numero de intrigas que
conheco, disse D. Anna, ndo vi ainda ne-
nhuma tdo ridicule, na f6rma e tdo repug-
nante no fundo como a que me acabaes de
conlar. Referistes-me a historia d'uraa ve-
lhaca interessante, utilisada por dous no-
bres tratantes, para enganar um rei parvo,
mas agradego-vos muito essa historia, ps-
dreJose". Supponho quee* a nltims con-
fissdo do honrsdo marquez de Castroviejo.
Com effeito, senhora, e so quebrei o
sigyllo da confissdo'foiporqu?...
mais ou menos dos dialect js abongeues, so ,. ores, Alexandre Herculano, ndo
divide em tantas linguas, quantas sao asre-Uj d I ingrata propaganda,
gioes por onde se vulgarisa.
E' admissivel que alguraa dessas li]^g'i;s
produzidas pelo desenvolvimento me<.
de outra lingua primitiva, esteja condem-
nada d imrautabilidade ? A transform{c-ao
continua, quo se opera na historia phiLolo-
gica, e que Muller compara d vegetffgdo,
cessou detodo para o portuguez, de que se
pretende fazer uma mumia classica ?
As linguas, como todo o instrumento da
actividade humana, obedecem d lei provi-
dencial do progresso; ndo podem parar de-
linitivamente. As pausas, ate mesmo os
atrazos, que lhes sob evenham, ndo passam
de accidentes ; e de ordinario succedem-se
recrudencias de energias que reparam aquel-
las perdas.
Se o portuguez, transferindo-se para a
America, desenvolvendo-se no seio de uma
natureza tdo opulenta como aquella onde se
enriqueceu o sanscripto seu antepassado ;
se o portuguez nessas condicoes ndo tivesse
o vigo e a seiva necessarios para brotar de
si um novo idioma sonoro, exuberante e
Porquo... pira satisfazer a ambigdo
peoca-se, e tanto vale peccar d'um modo
como de outro. Tulo e peccar, padre guar-
di3o. Demais, na cdrte vive-se em pecca-
do mortal, ndo duvideis d'isso. A virtude
ama a pobreza o o sacrificio, e e duro,
muito duro, ser pobre e sacri(icar-S9. Ora,
mil ou dous mil annos mais de purgato-
rio, nao e assim, padre Jose ?
Senhora, confesso que preciso fallar
comvosco Iisa e claramente. Ndo e possi-
vel enganar-vos.
Pois olhae, teem-me enganado mais
de tres vezes e mais de quatro ; mais de
dez vezes me tenho eu enganado d mim
mesma, e receio ndo me enganar alguma
vez de modo que o erro nao' tenha reme-
dio ; mas a noite vae-se tornando demasia-
do fresca ; estou cansada. Pode ser que
faga falta no paiacio. Concluamos, padre
Jose. Parece-me que haveis de corapre-
hender que vos convem servir-me ?
Por certo, senhora.
Tenho-.vos feito muitos beneficios, e
ndo poucos d vossa sants casa de capuchos
da Paciencia, e desejo ter motivo para vos
favorecer muito mais ainda. Que foi feito
de Margarida de Egmont ?
Deixou se por Gm de reservas, co-
megou a andar em publico, encontrou um
dia o seu primeiro amante Diogo da Silva,
desapparecea com elle e ndo se sabe onde
foram parar.
Restituirase a D. Margarida o valor
dos bens conQscados ao seu quarto av6 ?
Parte d'elles ; uns cem mil escudos.
Que levou para gastar com o seu pri-
meiro amante ?
Exactamente.
Feliz papilla da Providencia ? E dij
zei-me que4dade tinha sua G.ha quando D.
Margarida desapparecea ?
Dous annos.
Ainua-,ss3im, nao reagimos, nem pensa-
mos em f eUiiar. No Brasil tambem se cul-
tiva n critica ; e desde remotas erasAristar-
troii que ndo ha superioridade inac-
cessivel d censura. Todavia respeitavamos
os representantes illustres da litteratura
mdi.
Eraquanto em Portugal, sem darera-sa ao
trabalho sequer de ler-nos, accusavam-nos
de abastardar a lingua, e enxovalhar a
grammatica : n6s, ao contrario, aprecian-
do as melhores obras portuguezas, apren-
diamos na diversidade dos costumes e da
indole a formar essa litteratura brasileira,
cuja independencia mais se pronuncia de
anno em anno. E' infantil ; serd incor-
recta ; mas & nossa; e americana.
Terd um dia a formidavel e brilhaiite in-
correcgdo da magestosa bahia de Guana-
barra, a qual infunde o assombro eaadmi-
ragdo no estrangeiro que pela primeira vez
a contempla.
Ndo nos resentimos, ainda assim, com
esse espirito de colonisagdo litteraria. E'
n5o tornou a apparecer
D. Margarida
em Madrid ?
Julga-se que estd era Nova Hespa-
nha.
De modo que D. Margarida se Voltas-
se e visse a filba, nao a conheceria 1
S6 saberia que era alva, loura e tinha
olhos azues.
Alva, loura, olhos azuos e de deze-
sete annos, murmurou a princeza. E, di-
zei-me, padre Jose, el-roi soube que a
smante lhe tinha fugido T
El-rei foi mais uma vez enganado ;
disse-se-lhe que D. Margarida morrera de
uma apoplexia. El-rei affigio-se muito, e
logo se esqueceu d'ella, ou pelo menos ndo
tornou mais a fallar d seu respeito.
As almas faltas de energia ndo con-
sort-am tao profundamente as suas sensa-
g6es, como as fortes ; n'isto, como em tudo,
os extremos tocam-se. Pobre Carlos II I
pobro martyr coroado I e v6s, frei Jose,
conheceis a Qlha bastarda reconhecida d'el-
reiD. Carlos II ?
Nada sabia a tal respeito, senhora,
ate- que ouvi em conflssao o marquez de
Castroviejo.
Padre Jose, pretendeis enganar-me,
e isso desagrada-me muito. Serd muito
possivel que ndo conhegaes D. Esperanga
de Ayala ; mas tenho a certeza de que hou-
ve troca de retratos entre ella e o archidu-
que.
Ndo o nego ; o que eu vos disse 6 que
nao conhecia pc.ssoalmento D. Esperanga,
nem sabia a sua historia.
Peosar que o archiduqne obra de boa
fe\ offerecendo-s< como esposo d essa joven,
e um disparate. Anda n'isto uma intriga ;
fazem de D. Esperanga um instrumento.
Dizei-me, como se chama o amante de D.
Esperanga, o amante de Madrid ?
Parece-me que lhe faz a cdrte e entra
em sua casa o marquez de Leganes.
MISCELLANEA.
0 theatro da Grande Opera do Paris
deve inaugurar-se no dia 5 de Janeiro pro-
ximo. Nilson, Krauss, Faure, Vdlaret e
outros grandes artistas cantarao dous actos
da Hebrea, um ado do Fauslo, o grande
duo da Muda de Portici, e os dous me-
lhores quadros do Hamlet, rendendo-se por
esse modo um 'tributo d Halevy, Aubor,
Thomaz e Gounod. D'aquolle magnifico
ediQcio dizem-se maravilhas. No vestibulo
ha fontos de marmore onJe se banham gru-
pos da nymphas; a grande escadaria nao
tam rival em nenhum paiacio da Europa ;
abi veem se espelhos colossaes que repro-
duzem todas as tiguras, estatuas, candela-
bros, flu.-es e quadros; as balaustradas sdo
de jaspe, porfido e onix ; a sala dos espec-
taculos e do uma riqueza incomparavel ; o
saldo do descango tem estituas e pinturas
de grando merito ; no que serve de foyer
ds bailarinas ha retratos, de corpo inteiro,
de quantas se taem dutinguido na artn de
Terpsichore ; nas galenas destinadas ao ca-
fe, restaurantes, bibliotheca, gabinete de
leitura, saldo de pintura, etc., tudo e admi-
ravel.
Estatisticos e sabios europeus, partin-
do, do calculo de que a populagdo conheci-
da do globo e da 1,300 miihoes de habitan-
tes aproximadamente, e dada a progressdo
que esta recabe, com especialidade na Asia,
nos Estados Unidos, na A lie ma nha e outras
regioes, accrescentam que em fins do secu-
lo XX o mundo terd um numero superior
de habitantes ao que a terra podera all -
mentar, sendo entao necessario um desses
successos, que como o diluvio ou a invasdo
dos barbaros, raudaram a fase da humani-
dade.
A mdi de um tigre que ha em Dresde,
teve ha dous annos tres filhos, e como os
achasse tenros, comeu dous na noite se-
guinte. 0 guarda do jardim, assustado
por tal ferocidaJe, tirou-lhe o ultimo com
tengdos de couserva-lo, e deu-o a criar a
uma cadella que estava entdo nos casos de
o fazer. Desde entao o pequeno tigre ndo
quiz separar-se mais de sua mdi adoptiva,
nem esta do filho alheio; como, porem, o
tigre tem crescido muito e a cadella cada
vez estd mais velha e mais fraca, dd-se d ca-
da passo espectaculo de que, quando a verda-
deira mdi do tigre ruge na jaula visinba, elle
dispoe-se a lutar com ella e enfurece-se, e
Oh I o marquez de Leganes e" muito
austriaco.
Tem trazido a casa de Bourbon tantos
francezes para Hespanha, senhora, per-
doae-me, visto que sois franceza,que os
cortezdos deed, ao verem-se expulsos dos
seus postos, ndo teem podido deixar de se
revoltar contra isso.
Tendes razdo, padre Jose\ tendes ra-
z3o : a lealdade c mercadoria que so cora-
pra mais ou menos cara. E sabe o mar-
quez de Leganes a real origem da D. Espe-
ranga ?
Ella mesma ndo a sabe. Julga-se
de boa fe apenas filba do homem cujo ap-
pellido tem. Esse papel que Bzarro vos
entregou, 6 o unico que pdde provar que D.
Esperanga e Qlha de Carlos II.
Muito bem ; e esta I). Esperanga de
Ayala reside na mesma casa em que residio
seu pae em Puerta de Moros ?
Reside.
Padre guardido, metteu-se-me uma
cousa diabolica na cabega.
Dizem, senhora, que sois dotada de
muita vivacidade.
Ora v&ie I desejava saber a que ponto
chegaria a e&trategia d'uma cigana ao ver-se
filha natural d'um rei 1
Oh I senhora t uma cigana I conbe-
cer-se-hia d uma legua.
Ndo, ndo, e uma cigana deliciosa,
branca, loura, olhos celestiaes, uma for-
mosa menina, filha de Bizarro.
Ah I pois ndo comprehendo.
Ob 6 muito simples, padre guar-
dido. Bizarro tem-nos s'ervido com' muita
lealdiide, e merece bem os cem mil duca-
dos que o rei Carlos II legou d uma filba
falsa, Bizarro perdeu a raulher, e estimard
bastante que-sua filha seja rica e senhora.
Bizarro e homem de coragao e nao
ha de querer privar-se da filha.
Bizarro e pae.
por perder o respeito d uma e outra, pordna
aid agora ndo o tem perJido d que o criou.
Morreu Pericles I Ndo e porem do
grande homem da Gracia que se trata ; 6 de
Pericles, o rhinoceronte do jardim das
plantas de Paris, que padecia ha dous an-
nos do umi enformidade de quo aGnal suc-
cumbio. 0 interessante pacbyderme havia
22 annoi que habitava o refendo jardim.
H>uve uma grande catastrophe om
Paris e que poz en agitagdo tola a cidade.
Foi dostruida por effeito de uma explosdu a
fabrica de productos chimicus dos S:s. Poi-
rier & C, estabeleci la na rua Poissonieres.
0 desastre deu-se ds 6 horas da manbd.
Diz-se que a explosao foi prolu/.ida pela
methylena (alcool extrahido da madeira),
JizenJo outros qu9 o alcool methybco
submettiJo d acgau do acido nitrico produ-
zio agua o nitrato de methylo, ombinagdo
que desenvolveu uma grande quanlidade
de gaz. Alem da destruigdo da fabrica li-
caram timbem damnilicados muitos outros
predios e estabelecimentos, chegando a ex-
plosao a sentir-se ale na ilha de S. Diniz,
onde cahio o telhaJo da fabrica Warinier,
que soffreu por esse motivo um prejuizo
de 3,000 franc s. As perdas sao immensas.
Calculam-se e;n 300,000 francos os prejui-
zus soffridus pelo Sr. Poirier e em 20,000
os da fabrica Goez, tambem muito damnifica-
Ja, ndo fallando no de outros predios. A
estacdo do caminbo de ferro tamb-sm sof-
freu perdas no valor de 4,000 francos. A
detonagdo foi horrivel, fazendo estremocer
as casas mais louguiquas da cidade. Mor-
reu uma pessoa e ficaram feridas quinze.
Na fabrica referida, que recomegou os seus
trabalhos em outras ollicina, empregavam-
se uns 400 operarios.
A duqueza de Ediraburgo resolveu
aleitar aos seus proprios seios sou filho.
Este facto veio augmentar a popularidade
da duqueza em Inglaterra.
Acaba de dar-se em Londres am
facto quo torn dado muito que fallar no
mundo commercial. Um duque de Argyll,
irmdo do marquez do Lome, genro da rai-
nha, acaba de eotrar no Stock-Exchauge,
ou por outros termos, acaba de fazer-se
agente de cambio. Um grande senhor in-
glez que se occupa do negocios e cousa
muito extraordinaria para que passe des-
apercebida. Alem disso nao e" a necessi-
dade que forga essa nmre vergontea de
uma das primeiras familias de Inglaterra a
trabalhar, porque possue uma fortuna que
lhe permittiria viver como um principe ;
ninguem, porem, estd contente com a sua
sorte, eo joven duque, que conhece a so-
ciedade em que vive, nao iguora que esta
derogagdo dos priocipius aristocraticos lhe
valerd as boas gragas da clientella de todos
os commerciantes da City.
Refere um poriodico inglez que o ac-
tual duque de Richmond herdou de seu fi-
naJo pat uma caixinha, que encerra uma
nota do Banco de Inglaterra do 50,000 li-
bra;, unica qiieexiste na sua classe ; igno
ra-se pore"m o segreJo para abrir a caixa,
porque o finado esqueceu-se de revela-lo
ao seu herdeiro ; o que apenas se saba e*
que estd fechada de tal modo, que a pes-
soa que tente abri-la sem saber o segredo
receberd uma descarga de seis tiros. No
fira de rauitas duvidas e conciliagoes, o
doque entregou a caixa aos empregajos
do banco, com a permusdo de a abrirom,
se poderem.
.Pelos dados estatisticos recolhidos pe-
lo director da casa da moeda dos Estados-
Unidos, ba no mundo uma massa de ouro
cunbado na importancia de 10 a 12,000
miihoes de pesos, que augmenta annual-
mente em 1 1/5 por cento. Calculada a
populagdo do globo em 1,300 miihoes de
almas, corresponde a cada uma destas 8,46
pesos, porem descontados os povos que ndo
usam da moeda, p6de se asseverar que se
a moeda, de ouro estivesse dividida por to-
dos os iodividuos, possuiria cada um delles
uns 10 duros.
Noticia o Figaro que morreu em Pa-
ris, na idade de 78 annos, um dos mais ce-
lebres profossores de arm as, hespanhol,
chamado D. Manoel Corser, deixando uma
fortuna de dous miihoes. D. Manoel Cor-
ser ferio gravemente em um duello o celebre
Godoy, principe da Paz, seguodo refere o
mesmo periodico.
Victor Eugo acaba de concluir a se-
gunda parte do seu. romance intitulado 3,
Jd fez entrega do manuscripto ao editor e a
nova obra serd posta d vends no Dm do
presents mez.
O novo codigo penal hungaro substi-
tuio para a execugdo da pena de morte a
t'orca pela guilbotina. Ha dias expenraen-
tou-se a primeira machine, fabricada por
um industrial de Pesth e feita por um mo-
Os con-
para mat ei-
perieocia foram dons veados. 0 antign
modo de execugdo, a forca, exisle ainda oa
Austria.
0 Sr. Gremieux, aotigo membro do
governo da defeza nacional, eelebroa ba
dias, segundo o rito israelita, o 5*>.* aaoi-
varsario do seu casamento. 0 antigo mem-
bro do governo de 1848 nasceu em 179,
coutando hoj>, portanlo, 78 annos.
Diz-se qua terd lugar no proximo mez
do fevereiro, o annunciido casamento da
princeza Luiza, filba mais velba do rei 4m
bolgas c ^m o principe Folippe de Sue, Olbc
do principe Augusto de Saxe Cofcourg-Gi.-
tha e da princeza Clementina de Organs. A
noiva compietard no dia 18 de fevfreiro 18
anuos eo principe tem 21.
Uma coramisHk) de senhoras, d 'rent')
das quaes se achava a Sra. Einnaird, offe-
receram ha poucos dias a duqueza do E-lmi-
burgo, em Buckingham Place, uma bitlia
magoifica, mandada imprimir por mio de
sutiscripgdo; as subscriptoras sio em nu-
mero de 7,572. Esta edigdo do Antiyo c
Xooo Testamento e de um valor mcalc-la-
vei; foi irapressa em papel velino, tirando-
se um unieo exemplar, e estd oraada de
gravuras, devidas aos primeiros attts;ii dos
tres reinos, e de pinturas dos imtdaturistas
mais em voga ; cada -uma destas, que sio
em numero de 100, taem um graixto rjlor;
todas as f6rmas, depois da tiragem, foram
desfeitas ; quanto d encadernagao. 9 uaa
obra prima de bom gosto e de luxo. 'i to-
do custou mais de t>,000 libras aorlira5.
Dm ba pouco que fallar em Paris c
apparecimento, nos Campos Ijm^ de am
pequeno trem tirade por'dous mmmn c\e-
do Caucaso e guiado por am suj-r.) de-
nhecido, tendo ao seu lado uma da ma rica-
raente vestida. Os caes diz-se que cami-
nhavam com uma rapidez pr.xlixiosa. O:
parisienses ficaram de bocea abtrta e ainda
hoje perguntsm quem seriam os extravt-
gautes personagens.
0 consumo dacarne de cavallo vai-se
generalisaudo em Franga cada vi mais
Uurante o lerceiro trimestre d<- cor rente
anno consumiram-se em Paris 1,56^> caval-
los, isto e, mais 411 doque em igoal pe-
riodo do anno passado. 0 prego dos ca-
vallos destinados ao matadouro varia entre
125 a 150 francos. Oaugmento do zonsu-
mo desta carne desenvolveu-se igus'tnt-'ite
nos outros deparlamentos.
Os periodicos inglezes publican a ar-
ta em que Disraeli annuncia a resol.?$an
do governo, de emprehender imme-li-a
menta a organisagdo e aprestamento de uma
nova expedigdo polar ao norte, con forme os
desejos manifestados d rainba por varies
corporagoes sabias e especialmento pelt real
sociedade geographies British Association,
estando convencido o refarido gov.-rno dos
importantes resultados que se c-speram dessa
nova expedigdo.
Novas estatisticas publicidas por uma
revista europea elevam a 138,871 os sol da-
dos mortos que a Franga teve na sua guer-
re com a Allemanba, e em V:},000 os feri-
dos. Alem disso morreram 17.240 prisio-
neirosna Allemanha, 1,701 na Suissa e 12i
na Belgica. So o mdo equiptmento e m,i i
trem militar produziram It,471 victimas,
emquanto qua a Allemanha m teve nenhum
morto por essas causas.
0 clero catholicu de Franga compGe-sa
do 17 arccbijus, 09 bispos, |<>i xigiri.-i.-
gerae?, 723 conegos, 3,531 paroebos ou
economos e 31,569 clerigos. OrenJimeo-
to do clero, comprehenden lo o otlici.il a o
particular ascende a mais do 100 milL0?s
de francos.
A sagrada congrega..i.o dos ritos aca-
ba de publicar por ordem do papa, um de-
cretorolativo a beatificagao e mmmtamfB do
veneravel servo de Deus frei AJ-inso m
Orosco, sacerdote professo da ordem dos
eremitoesde Santo Agoslinho, da provincia
de Hespanha.
0 maestro Verdi foi nomeaJo sena-Jor
da alta. camara italiana.
Entre os prelados a quem o papa se
propoe boorar brevementc c -m o chaj -
cardinalicio, contam-se cs arcebispoa de
Westminster e Malmas, e o antigo nuncio de
sua santidade em Na poles, monsenhor iVian-
nelli, arcebispo in partibis de SarJcs.
Na praga de Valderrama, em Sevilba,
descobrio se uma fabrica de moeda falsa,
tendo-se encontraJo algumas mocJas de
prata e diversas ferramentas. Foram pre>^=
uma mulher e um homem que estavaa no
referido predio.

Ndo vejo raeio de arranjar isso que
dizeis.
Padre guardido, o meio e muito sim-
ples ; uma men lira... duzentos annos mais
de purgatorio. Vos declaraes legalmente,
em presenca d'um escrivdo, quo o senhor
marquez de Castroviejo, d quem assististes
na sua ultima enfermidade, vos encarregou
de declarar em seu nome quo a filha natu-
ral que se cita ca declaragdo feita por el-
rei, foi entregue ao cigano Bizarro ; que
passou por filha sua, o que facilmonio se
acreditard, porque ninguem p6de admittir
que de dous ciganos nasga uma criatura
branca. corada, olhos azues, apozar de mui-
tos exeraplos que ha d'isso ; que, na quali-
dade de hlha de Bizarro so chamou Maria
de la Agucena, e que assim so fez para
maior disfarcee para conservar maisseguro
o segredo. Bizarro deve fazer iguaes de-
claragoes, e olhae, o melhor serd voltardes
esta mesma noite na corapanhia de Bizarro
ao logar onde morreu o marquez; chamar-
des um escrivdo, e fazerdes esta declaragdo
como se ella fosse em arliculo mortis do
marquez.
Isso ha de custar muito caro, senhora.
E o que vos importa ? Passae a con-
ta que eu a pagarei quando me apresentar-
dos o documento legalisado. Ndo imports
que seja caro, entondeis ?
Haverd duas Esperangas de Ayala.
A outra igaora tudq. Fazei, fazei o
que vos digo, padre guardido. Depois
d'amanhda, o mais tardar, espero-vos com
esse documento.
XX
A princeza levantou-se e poz-se a andar.
- Estd uma noite muko formosa, disse
a princeza agarrando-se ao brago do guar-
dido, que tambem se Ifevantdra. Era Ma-
drid o inverno annuncia-se muito antes do
outomno.
[Conlinuar se la )
com o que
0 guardido ndo responded.
Estava cheio de tonfusdo
acabdra de succeJer.
Mas sabia que a princcxa era inimiga
terrivel e nao se atrevia a desobedecer-lbe.
Vole que linda horn tem a casa Jos
capuchos da Paciencia. (Visse a princeza ;
segundo creio, padre iotv, isto (' uma li.
lerancia, porque as ordeus mendicantes i
podem ter propriedades.
0 guardido sentio o golpc e decilio-se a
servir a pnnoeza.
As ordens religicsas, pro;eguio esta,
fazem bem em se robusloct-r ; mas um ar-
cebispo de Toledo, como o cardoal Cisnorcs,
d quem occorresse refurma-las, eiroutraria
muito que fazer, o eu da mi nha parte quer)
que todo o* mundo seja proprieUrio : os
pobres so servcm para causar d6 e deitar
mdo cheiro*
A princeza rebatia o prog".
Se jd ndo estivesse resolwdo. o captllio
acabaria de se resolver.
Approximem a cadeirinha, disse a
princeza, quando se achno ao pe do p
tdo da horta.
Os criados approximaram a cadeirinha, a
a princeza subio para ella dizendo :
Adeus, padre Jose, espero-vos depots
d'amanhda para almogar no paiacio.
Ndo faltarei, senhora.
A cadeirinha poz-se immedialamentc a
caminho.
Duas horas depois. Bizarro e o guardtao
de capuchos, montados em dons tat
e acompanhaJos de dous letgos, U
o caminho de Gastella a Velba.
(Conlinuar-$e-hd)
Yf. DO OlARia RUA OUQOKBS QaHaT
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