Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17681

Full Text
T
MVO L MUMEfiO 297

PAR.l A CAPITAL B LUG1RC O.IDB iUlO SB PAG A PORTE.
tor tres mezes adiantados....... -........ 69000
Por seis ditos idem..................123000
Por urn anno idem........I........# SljjOOO
Cada nuniero avulso................\ j32o
DE MANGEL
ft In. 6erariJo Antonio AItmA PiIhos.no Pari; Goncalves d Pinto, no Maranblo; Joaqaim Jose" de OliTeira d Filho, no C
Pereira i*Almeid, em Mamangoape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Joae" Gomes,
______ ___________ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar
HSTBUCCiO POPULAS
Elementos dc physical
LIVltO TEllCblllO
GD/i'S
CAP1TUL0 IV
AEB0STAT0S.
Kuehisncnto c uscciiPiio dos across-
luJos. o baioes de gaz hyarogeneo sao os
uicos usados hoje. Enche-se-os ou com o gaz
Lydrogeneo, ou coin o gaz de lllurainagao, que e
uaa composto de hydrogeueo e de carbouo, e que
embora mais deuso do quo o bydrogeneo, e toda-
via raais le've do que o ar. Empregase-o mais~ge-
ruliueute para eneher os baioes, porque todas as
graadas cidades sendo illuminadas a gaz, obtem-
36 este mais facilmenlc e uaais barato do que o
bydrogeneo, cuja preparagao e longa e mais dis-
pendiosa.
Paraeuchero balao como gaz de illuminagio,
procede-se assim : Tendo o balao, no alto, utu
annei de metal, pas.-a-se ahi uma corda e suspen
ue-se esta a dous altos mastrcs, scudo que em
um delles passa a corda pela garganta de uma
roldana, e, pela poata que ie.-ce ate o solo, pode
ser puxada a medida que o balao se euche, e isto
no intuilo de levaniar o mesmo balao e manle-lo
u'auia poaioao apropriada a operagio.
Por essa forma, eslaudo a prin;ipio o balao
:,. .-nas suspense de um miro acima do solo, faz-
se cbegar o gaz, que, partiudo des deposits res
pectivos por meio de uui lubo de couro, se intro-
duz no balao pela patte inferior d > mesmo, a que
se liga o tube.
A' medida que g balao se vai enchendo, levan
'..- ) mais para citna, puxando a corda e des-
vendendo a. Pouco apos, nao so o balao nio ca-
rece mais dessa tulela, mas tambem exige que se
iheopponha resisteneia a sua forei ascencional.
Para isto, envolve-se-o previame'nta com uma
rede de malbas largis, a qual se achain lixadas
varias cordas, que sao sustidas per horaens collo-
cados a distancias convenientes.
Emquanto o balao se acha assim captivo, lira
se o tubo de introducgao do gaz, e liga-.se a rede
a b.irquinha, nome tile que e dado a uma espe
eie de cesla de vime, dentru da qual se colloea o
aeronauta. Quaudo cste enlra para a barquinlia,
ao griio de sMa, os liumens das cordas abando-
nam ou largam tatas, u o balao, toruando-se li-
vre, eleva-se com u.na veUcidade tanlo maior
quauto maior ea difiVreog* enire o impuxo de
baixo para cima e o peso go mesmo balao.
Basta que a differenga entre o impuxo e o peso
seja de qualro a cinco kilogrammas.
Convem nao eneher o balao inteiramente, por-
que, ditniuuindo a pressao atmospberica a medida
que elle se eleva, o gaz interior se dillata, e de
j.rto fara rebentar o envohorio se cste for cheio
logo ao parlir.
i Afi/ji de poder elevar-se a vontade, o aeronauta
leva comsigo lastro, que cousisle em pequenos sac-
cos cheios de areia. Se o desciraenlo se effectua
muito rapidamenle ou n'um lugar perigoso, dei-
:-.-;e fora alguDs saccos, e o balao, assim alliviado,
se eleva de novo.
Para facilitar a descida suspende se a baiqoi-
.i.ia uma ancora por meio de uma corda. Uma
vet que a angora e lixada a um obstaculo, abai-
xa-se lentamente o balao puxando pela corJa.
Emfim no aitff do balao existe uma abertura
:hada P->r uma valvuia, que e mautida pjr uma
la, que se abre de fora para deutro, c que po
d! ser movida por meio de uma corda que desct
a barquinlu.
ouando o aeronauta quer rffjetuar sua descida,
a essa corda, abre a valvuia, o assim deixa
. -e..par uma eerta porcao de bydrogooeo, que 6
iituida por ar ; e e=ie, sendo mais pesado do
aqaelle, augmenta o peso do balao eobriga-o
seer.
E' por meio do barometro, quo nas alias re-
. ";ida atmospbera, o aercnauta reconhece se
.1 (subindo ou descend'). No primeiro caso a
uruna de mercurio baixa no tub) baromelrico,
: lie a pressSo diminue ; no segundo, pelo cju-
trarlo, o m ireurio sobe.
Para-iiueiia.-O pdra-quida e um appr.re-
1 o com cuj-) auxiln o aeronauta pole abaodonar
- -a balao e descer bem lentamente para nao se
ferir. Elle consiste em um panoo circular, de
,rca de cinco metros de di metro, e apresentan-
. quando desttnJido, a forma de um vasto clia-
peo de sol, cujas ba>tes sao suhstituidas por cor-
uas, que se prolongam e sj ligam lodas a uma
:na barquinba
0 paraqueda,dobrado comoum ebapeodesot
Ijcliado, 6 ligado a parte inferior do balao e a bai-
i delle.peude a barquinha. Uuando o aeronau-
.d quer deseer com o paraqueda, e^tando na bar
[aloha, ligadaa clje, bastalargar a corda que p r
i de uma roldana, liga o mesmo para-queda ao
. alin
A descila entao tem lugar com uma velo:idad*
e.-pantosa ; mas o ar, que peuttra nas dobras do-f
; ara-qfieda, forga cste a so abriiv e imracdiata-
meni", em vista da grande superficie que elle
apresenta ao ar, a descida se opera com uma len-
suQui.ute para que o aeronauta chegue a
:. i ra sem cheques violentos.
I'm buraco existenle no centro do para queda
s rve paradeixar e.-capar o ar c mprimido pelo
Ppann i. Sem esla precaujao o para queda o?cilla-
Xix de um modo perigoso para qutm se acba na
ii;lia.
0 ensaio com o para-qc6Ja foi rrirceirarr.ente
! itc com animaes. Blanchard assim fez cahir o
lorbilhao detcve-o na queJa e levpu o para cima
das nuvens. 0 aeronauta pouco dejiois tnconlrou
pira-qaeda e o pobre animal, por sens lali-
repelidbs, mamfe.~tou sua inquielaclo e sua
alegria ao tornar a enccntrar seu senlnr. Uma
cova conenle os separou ; mas o para queda e o
;rinharama terra, sios e salvos, peuco tempo
Jepois do aeronuta.
A inveogao dos pira-qoedas 6 attribuida a D!an-
chard ; mas foi o Sr. Garnerin quern, pela primei
ra vez, em uma barquinlia, BOilida por um desses
apparelboi, ousou dcixar se cahir de uma altura
de quiuhentos metres.
(Continuaf'Se ha).
honras fuoebres devidas ao calaver do tenente da
guarda uaeional, Eduardo Frederico Banks Ju
nior, que se acha Jepositado naquelia igreja.
Ao mesmo. Tendo por portaria desla data,
nos termos Ja sua informacao de 12 do correute,
sob n. 692, concedido ao major do i8*baialhao de
iufanltria, Jos6 do ii*go Uarros, actualmeatfr nes-
ta proviucia, 60 dias de licenca para tratar do
complelo restabelecimento do sua sadde ; assim o
declaro a V. Exc. para seu conhecimento.
Ao director do arsenal de guerra. Mande
Vine, satisfazer o incluso pedido qae faz o 1 sar-
genlo aiumxarife da fortaleza d,js Kemedios, do pre-
sidio de Fernando de Xoronha, de varios objectos
precisos para o service da mesma forlaleza.
Ao mesmo. Hespmdo ao sea officiode 12 do
corrente, sob n. 70i, dizendo lhe que pode con-
tratar com qualquer embarcacao particular a con-
duci.ao de polvora deslinada as provincias da Pa-
rahyba e Rio Grande do N'orte, dando-me previa-
mente conhecimento do ajusio que fizeT para aquel-
le iim.
Ao mesmo.Informe Vmr sobre o que n inclutorequerimento pede o mestre da oflicina de
correeiros e seleiros desse arsenal, Francisco Rl
beiro Pavao.
Ao mesmo.Dou solucao ao seu officio de
10 do coirente, sob n. 702, dizendo lhe que pode
eutregar a quern se mostrar autorisado pelos com
mandanles do 2 e 9 batalhoes de infanteria, os
artigns de farJamento e cartuchus a Comblain,
viudos da corte com deslinj a juelles batalho*s.
Ao mesmo.Transmitto a Vmc. as iaclusas
relagoes nominaes, em dupiicata, dos artigos Je
ve.-luario veu'cidos pelos stmienciados militares,
Oetiuitivameiite excluidos dos corpos existentes no
presidio de Fernando de .\oronha, no tempo de-
corrido do t do Janeiro de 1873 a 30 de juuho
afim de qae raande fornecer dilos arli-
confonnidade com as disposi^oes em vi-
TERCA FEIRA 29 DE DEZEMBRO DE 1874
PARA DEUTRO B FORA DA PROViftCIA.
Por tres mezes adiantados............... 6j*7St
Por seis ditos idem................. 1SM0
Por nove ditos idem................. 909UO
Por am anno idem.................~. ST|0tf
Antonio de Lemos Braga, no Arca47 ; Jolo Mria Julio Chrvee, no Aasi; Antonio Marques in Siirt, xN'aUl ; Jaw Jastiw
ilia da Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Anti ; Domingos Josi da Costa Iraga, em Baxareth|
agdas; AWes d C,na Bahia; e A. Xavier Leite d C. v Rio Janoire*
de lb7i,
gos, de
gor.
Ado
3.' secgao.
Cioveruo la proviucia.
l-.XI'KlilK.NTK 00 DIA 14 DE SETEMBRO DE 1874.
1* secgao
Acto:
0 presidente da provmcia, attendendo ao que
reqaerea o major do 180 balalhao de infanteria,
Jose do Hego Barros, aclualmente ncsta provincia,
em tralamento de sua saiide, e tendo em vista o
termo de impec^ao, a que foi submettido o refe-
ndo major, nos lerraos da informacao do Exm.
brigadeiro commandante das arraas, de Pldo cor-
rente, sob n. 692, resolve conceder lhe 60dias de
licenca com vencimenlos na forma da Iei,4ara tra-
tar de seu restabelecimento.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandanle das ar-
mas.Sirva-se V. Exc. de mandar postar em {ren-
te a igreja matriz da fregueiia de S. Jose, hoje as
4 bcras da larde, a forca precisa para faier as
O presidente da provincia, attendendo a in
formacao do inspector da thesouraria de fazenda,
data la de 10 do corrente, s solve abrir sob respuu-abilidade desla prosideucia,
ocredito de 2:200:, averLa-obras publicas go-
raesdo mimsterio da agricullura, cominercio e
obras publicas, no exeacicio de 187475, atira de
que reuuido a importaucia de 2.800 J, exislente na
meucionada cousignai;ao, Seja satisfeita a ultima
prestacao de 5:000^, aos empreileiros do passadico
que liga os bairros de Santo Aaiouio e Boa-Vista.
OlOcios :
Ao Inspector d thesouraria de fazenda.-
Para os liuj conveuientes, commuuico a V. S., que,
segundo o ofllcio dogove.nador do bisoado, de 9
de Janeiro de?te anno, por portaria de 8 do mesmo
raez, foi exonerado o conego Themistocles Romao
Pereira dos Sant js, da regeucia parochial da fre
guezia-di Boa-Vista e nomeado para substituil-o,
o vig;irio de Nossa Senhora da Gra^a da Gapunga,
Angnsio Franklin Moreira da Sdva, fieando aasim
a reger cumulaiivmente ambas as treguezias ale
ser nomeado um oulro sacerdote para a ultima.
Em 15 do raez citado, foi nomeado para a fre-
guezia da Gra;a, o padre idaliuo Fernandes de
Souza, e provisionado em 27 de fevereiro Qndo,
couforme os oulcios dessas datas, do mesmo go-
veruador. Em 23 dejullio flndo, foi nomeado pro-
visoriamente o referido padre Idaliuo, para subs-
tiluir o vigario de Nossa Senhora da Paz dos Afo-
gados, Joaqdhn Jose de Faria, na mesma data exo-
nerado.
Ao mesmo.Para os fiis con'venientes, com-
muuico a V. S., que, couforme pariicipougo Rvm.
governador do bispalo, em 23 de Janeiro Undo, o
vigario encoraunndido da fieguezia de M or.beca,
padre Getulio Vespaziaoo Augusto da Co.-ta, obte-
ve uessa data um mez de licenca, iicaado na r-.--
gencia cuinulativa o da do Gabo, padre Luiz Porei-
ra du Queiroz, durante o impediment) daquelle.
Era 3 de raargo liudo, essa licenga foi prorogada
por 30 dias, por ter pedido exoneracao, o vigario
Antonio Domingues de Vasconceilos Aragao, foi
nomeado o referido paJre Getulio, em 6 do mesmo
mez, para a freguezia de Bom Jardim, substituio-
do-o na mesma data, na de Muribeca, o padre
Manoel Elodio Ferreira, que era coadjuctor da do
Cab).
Ao mesmo.0 Rvm. governador do bispado
commuaicou, em 28 de fevefeiro tindo, que nessa
data eoueedera 3 mezes de licenga, ao parocho da
freguezia do Rio Formoso, Autouio Eustaquio Al-
ves da Silva, sendo substiiuido durante cs=e tempo,
pelo respeclivo coadjuctor. O que declaro a V. S.
parao; deyidos lins-.
Ao-mesmo.Transmito a V. S. as indosas
CODtas duciimentadas-da-rcceita e despeza do hos-
pital militar, relatives^o mez de ago;to ultimo, e
bem assim o parecer em duplie.Ua da junta de
iuspecgao, que examiuuu d.tas coulas, na forma
das dispOsicCes am vigor.
Ao mesmo.-Ten o por portaria desta data,
attendendo ao que expoz me o major do 18 bata-
lhao de infanteria, Jose do Hego Barros, actual-
meule nesta proviucia, e em vista do parec.r da
junta que inspeccionou o referido major, concedi-
do-llie 00 dias de lieeaca com venciment03 na for-
ma da lei, para tratar du restabetccimedto de sua
saiile ; assim o commuuico a V. S. para 03 devidos
efl'eitos.
Ao mesmo.Transmitlo a V. S., para os fins
convenientes, o incluso termo de exame a que se
procedeu no presidio de Fernando de Noronha,
nos medicamentos remellidos' para alii per essa
thesouraria, no vapor Jaguaribe.
Ao mesmo.Attendendo a informacao de V.
S., datada de 10 do corrente, ?ob n. 5i0,"serie 11,
resolvi abrir a inclusa portaria de credito, com
a qual fica essa reparticao babilitada a satisfazer
a.iraporlaocia da ultima prestacao a qae teem di-
reito os empreiteiros do passadico, que liga os bair-
ros de Santo Autonio o Boa- Vista.
Ao mesmo.Tendo Miguel Pereira ^e Miran-
da e oulros, satisfeito o despacho desta presiden-
cy, de 22 de agosto findo, segundo V. S. iuformou
em seu eflicio datado de 12 do corrente, sob n.
544, serie H, devolvo-lhe os inclusos papeis e con-
ceda a licenija requeriila |>ara traosfertneia do
dominio util do terreuo de muriaha n. 120, sito a
rua do BarSo de Itaparica, a favor de Antonio
Joao Furtado ; feitos os devidos assentaaientos e
pagos os direilos nacionaes.
Ao mesmo. -Estando conclnida e assentada
cm sea lugar, a chamiue do fogao do hospital mi
litar, segundo informa o engenheiro da obras mi-
litares, em ofllcio de 12 do corrente, sob n. 129,
aaloriso V. S. a mandar pagar a Jos6 Simoes de
Magalhaes, a inclusa conta de 14-, em qaanto im
portou a alludida obra, mandada fazer por ordem
desta presidencia, de 17 de agosto find'.
Ao mesmo. Para os fins convenientes,
commnnico a V. S. que o Rvm. governador do
bispado, em oflicio de 4 de marco findo, participou
qoe n> dia anlecedente exenerara da jegencia da
freguezia do J.esus, Maria e Jos6, do Papacica, ao
conego Marcolino Pachoco do Amaral, da de N. S.
da GonceicSo dos Montos ao padre Joao Angusto do
Nascimento Pereira, e da de N. S. da Penha, de
Gamelleira, ao padre Floriano de Queiroz Couti-
nho, nomeando na mesma data para substituil-o,
na l freguezia o padre Floriano de Queiroz Cou
tinho; na 2*, conego Marcolino Pacheco do Ama-
ral e na 3", o padre Joao Augusto do Nascimento
Pereira. Outrosim, que este ultimo em i de jalho
iiodo foi removido para a freguezia de N. S. da
Conceigao dos Monies, sendo della exonerado o
coflpgo Marcolino.
Ao mesmo. 0 Rvd. padre Anlonio Pereira
Oiiveira Alencar foi nomeado vigario enm
mendado da freguezia do Senhor Bom Jesus d
Afllictos do ExU, em 21 de abril findo, seguul
participacao era ofllcio da mesma data do Rvm.
governador do bispado. 0 que coramunico a V.
S. para os devidos fins.
-y Ao mesmo. JDeelaro a V. S., para sua'
telligeocia e devido3 fins que, segundo participa-
cao do Rvm. governador do bispado, em ofllcio de
22 de abril flndo, o vigario encomeiendado padre
Oario N'uui's da Silva, foi removidO-nessa data da
freguezia de Gimbres para a de S. Jos6 de Bel-
monte e nomeado para aquella 6 R/d. Manoel
Terluliano de Figueiredo. Outrosim, que em 12
de maio proximo passado foi novameule removido
o Rvd. Dario para a freguezia de Gimbres e o Rvd.
Manoel Terluliano para a de S. Jose de Belmonte,
da qual foi exonerado em 4 de agosto proximo pas-
sado.
Ao mesmo. Cemmunico a V.S, que se-
gundo participou o Rvm. governador do bispado,
em 22 de abril undo, o parocho de N. S. das Doras
de Caruaru, padre Antonio Freire de Garvalho,
ubleve nessa data tres mezes de licenga, sendo n-
meado para subailuil-o durante o tempo da li-
cenca o RvJ. Antonio Pereira Bastoi. Outrosim,
que em 22 de maio proximo passado foi nomeado
para a freguezia de N. S. da Apresenlacao do Li-
rnoeiro, o Rvd. Joaquim Antonio da Cosia Pinto,
por havel a resignado no mesmo dia,-o respeclivo
vigario collado Manoel Ignacio de Lima ; e em 27,
nomeado vigario da freguezia de N. S. do Rosafio
de Goyanna, o Rvd. Dr. Joao do Rego Moura.
Ao mesmo. Declaro a V. S., para sua in
telligencia e fins convenientes que o Rvm. gover-
nador do bispado comraunicou ter aceito era 13
de julho Undo a renuueia que fez o Rvd. Jo?e
Rayraundo Baptista, da cadeira de lalira do semi-
nario.
Ao mesmo. Declaro a V. S.: para os fins
convenientes, que o Rvm. governador do bispado,
em offlcio de 3 de agosto proximo flndo, commu-
nicou ter na mesma data reintegrado no exercicio
das ordens e gozo de seus direitos parochiaes o
Rvd. vigario do Salgueiro, Antonio Joaquim Soa-
res.
Ao inspector Jo thesouro provincial. Res-
pondendo ao seu oIHcio, datado de 11 do corrente,
sob n. 318, cabe-me declarar a Vmc. que approve
a tabella. orgaaisada por esse thesouro, para re-
gular o fornecimeulo de luz e agua ao corpo de
policia e doslacameotos de qualquer natureza, oa
conformidade do regalamento de 30 de junho dette
anno.
Ao mesmo. Remetlo a Vmc, para os do-
vidns effeitos, a inclusa copia do contrato de alu-
guel, feito pelo deb'gado do termo de Gamelleira
com o major Jose Pedro Velloso da Silveira, de
uma casa na importaucia de 8,000 mensaes, afim
de augraentaros commodos da que alii serve de
cadeia e esta alugada por 12,-OOu mensaes.
Ao mesmo. TeaJo nesta data deferido o
requerimento de Theonilla Laarioda Lins, baja
Vmc. de maudar pagar Hie a gratiut-aca) a que
tem d.reito pelo exercicio intenao^da cadeira de
Agua Preta, contando dito exercicio de 3 do junho
ultimo, dia em que principiou ella a fuoecionar,
de ordem do respeclivo delegado litterario, como
prova com docamentos.
Ao mesmo. Por acto desta data nomeei
o bacharel Eugenio de Alhayde Lobo Moscoso,
para o lugar de official de gabinete desta presi-
dencia, o que commuuico a Vmc. para os fins
conveuieutes.
Ao mesmo. Para os fins convenientes
communijo a Vmc. que p Rvm. governador do
bispado, em offlcio de 6 de marco Qndo, participou
que exonerara o padro Manoel Elodio Ferreira Jo
lugar de coadjuctor da freguezia do Gabo, e em
14 do mesmo mez quo noraeara para subsliluil o
o Rvd. Severino J.se do Villa Nova.
Ao mesmo. Commuuico a Vmc, para 03
devidos elfeitos, quo o RvJ. Juvencio Verissimo dos
Anjos, foi exonerado cm II de abril findo do cargo
do coadjuctor da freguezia do Poco da Panella,
sendo nomeado para substituil-o provisoriaraenle
o vigario da^ freguezia de N. S. da Graca da Ca-
puuga, seguhdo participou o Rvm. governador do
bispado emollkio de 14 do mesmo mez; outrosim,
que em 21 de maio proximo passado foi nomeado
coadjuctor da freguezia de S. Miguel de Ipojuea o
Rvd. frei Augusto da Iramaculada Conceigao Al-
ves, por ter silo exonerado, a pedido, no dia ante-
cedeate, o conego Luiz Jose de Oiiveira Diuiz.
Ao nvsmo. A'vista do que informa o com-
maudante d) corpo de policia, no olllcio incluso,
que me sera devolvido, remelia-me Vine, uma cer-
lilao dos assentament s que tiver no mesmo cor-
po, durante o tempo quo nelle scftvio, e tenente do
21 batalnao de infaiilaria, Jj.-c Vicente Lyra da
Silva, afim de ser dita certidao transmiitida ao
Exm. Sr. miuislro di guerra, conforme exige cm
aviso de 2 do corrente.
Ao mesmo. Para os fins convenientes.
communico a V. S, que, segundo ofllcio do Rvm.
governador do bispado, em 12 de Janeiro liado, foi
suspense das ordens e do exercicio de coadjuctor
da freguezia do Poco da Panella o padre Vicent"
Maria Ferreira de Albuquerque, sendo nomeado
para subsliluil o o padre Juvencio Verissimo dos
Anjos, que foi exmerado em 17 de julho findo,
sendo nomeado em seu lugar o Rvd. Jose Vaz de
Guilerres. Tarabom foi nomeado coadjuctor dA
fregueiia de Santo Antao, em 2 de julho, o Rvd.
Viceute de Felippes ; em '29, para a o senhor Bom
Jesus dos Afllictos, de Fazenda Grande, o Rvd.
[Jellarmino Pereira da Silva Lima ; e era 31, o da
de Santo Antonio do Recife, padre Tnomaz Coelho
Estiraa tbteve 2 mezes do licenga. Em 4'de
agosto pioxi iio passado fi o coadjuctor da fregue-
zia de S. Beuto, padre Galdino Jomj Snares de
Piraeotel, e em sou lugar nomeado o padre Manoel
Terlulisno de Figoeiredo; em 17 obtove 2 mezes
de licenca o da ue Taquarctinga, frei Manoel de N.
S. da SiiiJe ; e em 21 para a de N. S. da Apresen
ucao do Limoeiro, padre Joao da Costa Bezerra dc
Garvalbo.
Ao imsrno. Expega Vmc. suas ordens
para que sejam coutratvlos, para o fornecimento
da guarda local de policia, 46 capotes e 46 bonels,
e o mais de accordo com o respeclivo regulameu
to, conforme solicita o commandante do corpo de
policia, em ofllcio u. 374, de 11 do currente, uma
vez que ja so disiribuio o fardamento que existia
no mesmo corpo.
4.' secgao.
- Actis:
0 presidente da provincia resolve nomear o
bacharel Eugenio de Athayde Lobo Moscozo, para
o lugar de official de gabinete da presidencia, de
conformidade com o an. 4 do Reg. de 1 jl de feve-
reiro de 1872.
0 presidente da provincia resolve nomear os
Drs. Augusto Trajano de Hollanda Chacon e Pedro
de Athayde Lobo Mescozo, para inspeccionarem o
professor pnblico de instrucgao primaria da ca-
deira da Vilia de Pesqueira, Valeriano Bezerra Ca-
valcante de Albuquerque, que requereu jubila-
gao.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o prolessoi de inglez do collegio das ar-
tes, annexe a faculJade de direito desla cidade,
Carlos Adolpho de Avellar Auchorne, resolve pro-
rogar por tres meze3, com os veucimentos que
lhe competirem na forma da lei, a licenga de
igual tempo concedida para o mesmo funccionario
tratar de sua saiide onde lhe convier.
Ofllcio:
Ao Dr. inspector da saiide publica. A' se-
cretaria desla presidencia, remetta V. S. uma pe-
quena ambulancia de medicamentos homeopati
apropriados ao tralamento da variola, com des-
ao delegado de policia do termo do Rio For-
o.
Ao Dr. Augusto Trajano de Hollanda Cha-
l Tendo requerlJo jobilacao o professor pu-
cadeira da Villa de Pesqueira, Valeriano
Cavalcantade Albuquerque, resolvi nesta
ata nomear a V. S. pa-a, em cjinmissao com o
>r. Pedro de Athayde Lobo Moscozo, inspeccionar
raencionado profe.-sor. Espero que V. S. pres-
|ara esse servigo, a causa publica.
Igual, ao Dr. Pedro de Alhayde Lobo Mos-
oxo.
5.' secgao.
Offlcios:
Ao eQgeuheiro chefe da ropartigio das obras
ublicas. Em solugio ao olllcio de Vmc, de 2
o corrente, n. 231, teuho a dizer que o engenhei-
Gustavo Mermond, podu contratar-se coma
kna. camara municipal desta cidade, pelo prego
p para o Um indicado no referido oflkio, sendo o
eootrato por espago de 3 mezes, segundo diz
uelia corporagao, em ofllcio de 2 do corrente,
ob n. 78.
Ao engenheiro encarregado da* obras ge-
aes. Orce Vmc. os reparos de que precisa a
tasa do lazareto da iilia do Pina, os quaes sao ur-
entes, seguudo inforina^o Dr. inspector da saude
do porto, em ofllcio de 6 do :nez proximo pas-
sado. )
' A' comraissao censjtaria da freguezia de Fa-
zenda Grande. Exigiotlo a directoria geral da
e.-tatistica na curte com a maior solicitude que
sejam enviados os elementos originaes do reeeu-
seainenio dessa Treguezia, unicos que fallam para
se podr organisar os quadrcs completo3 da popu
lagao do imperio, recommendo a Vmc. o maior
empenho na breve remessa desses elementos; o
Sue ejpero, conlia'do nos'seutiraentos pttriolicos
essa comraissao. -
EXPEDIENTS DO SECBETABIO
1' secgao.
Offlcios :
Ao Exm. Sr. brigadeiro commandante das
armas S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
tendo providenciado no senlido de serem fornaci-
dos pelo arseual de guerra, os anigos dc vestua-
rio, vencidos pelos senteuciados militares defini-
tivamente excluidos dos corpos, e em cumpriraen-
to de pena no presidio de Fernando de Noronha ;
assim o manda declarar a V. Exc, em resposla ao
seu ofllcio de 12 do corrente, sob n. 6i"6.
Ao mesmo. S Exc. o Sr. presidente da
provincia, maud* commuuicar a V. Exc. que nes-
ta data se autorisou a sitisfagao do pedido que
veio annexo ao seu oflkio de 12 do corrente, sob
In. 697, de objectos necessarios para o servigo da
fortaUza dos Remedios, do presidio de Fernando
de Noronha.
3.* secgao.
GGQcios :
Ao Dr chefe de p licia. De ordera de S.
Bjc. o Sr. presidente da provincia, communico a
V. S. que nesta data, remetteu-se ao thesouro pro-
raeial, para os devidos effeitos, copia do contrato
de aluguel de uma casa no termo de Gamelleira,
na importaacia de 8^900, afim de augmentar os
commodos da que alii serve de caleia, licando as-
sim respoudido o otlkio de V. S. dalado de 9 do
corrente, sob n. 1,103.
Ao juiz de direito da I' vara.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, manda declarar a V. S.,
que se achain na casa de delengao 03 sentenciados
de justiga, em cumprimento de pena no presidio
de Fernaulo de Noroaha, Jose Marcelino Pinto e
Tiburtino Jose dos Santos, cuja vinla para esta
cid-ide, foi solicitada era olllcios de 20 de junho e
31 de ago-i.) deste anno, tendo as respectivasguias
sido remeltidas a V. S., era data de 12 do cor-
rente.
Ao commissario do policia do munici-
pio do Bonito. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, man la declarar a V. S., em respo^a ao
seu olllcio de 9 do corrente, que em 10, foi demit-
tido, cmo se Hie commuuicoa, o sargento dessa
guarda, Manoel Rodrigues Lisboi Gamargo.
BXPgDlBNTE DO DIA Id DB SBTOiBBO DE 1874.
1." secgao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que rejueieu o aihauutnse do arseual de guerra,
Francisco de Figueirui Faria, e t.ndo ein vista a
informagao flo respeclivo director inlerino, daiada
de 12 do corrente, sob n. 703, resolve son:eder 3,
mezes de licenga com vencimeutos na forma da*
lei, para iralar de sua saiiie.
OJicios:
Ao Exm. Sr. brigadeiro commandante da3
armas. A' excepcao aos recrulas Manoel Perei-
ra dos Santos e Manuel Juaquim do Nascimento.
ao primeiro dos quaes deterininei em offi;io de
hoje, fosse posto em liberdade,- por ter provado
isengAo, e ao segundo concedi o:prazo de 15 dias,
para provar dita isengao ; pode V. Exc remetter
para a corte os demais, e neste senlido ficam ex-
pedidas as necessarias ordens. Fica assim res-
pondido o seu oflhio desti dati, sob n. 700.
_ Ao mesmo. Sirvase V. Exc. de maudar
por em liberdade o recruta Manoel Pereira dos
Santos, que provou iseocao legal.
Ao director do arseual de guerra. Ao
commissario de policia da freguezia de Taquare-
tmga, alferes honorario Joaquim Franeiseo de
Torres Gallinlo, ou a quem por elle se mostrar
devidameote autorisado, raande Vmc, de confor-
midade com as ordens anteriores, fornecer 14 pa-
res de sapalos, 1 mago de cartuchos embalados,
com espoietas em nuinero sufllciente e 7 espole-
teiras.
Ao eogenheiro das obras militares. Re-
commendo a Vine que, tendo em vista o que ex
poe o Exm. brigadeiro commandante das armas,
em offlciojuntj, datado do ho;e, sob n. 699, que
me sera devolvido, aprcsente o orgamciito da des-
peza a fazer-se com cs reparos, de que precis am
oe eoinpai timentos do quartet das Cinco Pontas,
que servem do ran.-.ho e de escola clemeutar do
i"batalhao de infanteria.
2.' secgao.
Ados :
0 presidente da provincia, autorisado pela
lei n. 1,130, de 30 de abril do corrente auuo, re-
solve noooear sargeulo da guarda local do muni-
jipio do Bonit), a Jose Felippe de Souza Rodri-
gues. Communicouse ao commissario d'aquelle
termo.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. juiz de direito da oomarca
da Escada, em ofllcio de hontem, resolve nomear
o bacharel Joaquim Francisco Paf s Barreto, para
exercer o cargo de adjuncto do promotor p jblico,
da mesma comarea no termo de Gamelleira.
Comraunicou se ao juiz do direito d'aquella
comarea.
Ao Dr. chefe de policia. Queira V. S. pro-
videnciar no senlido que reclama a Illma. camara
municipal do Recife, no ofllcio junto, de 9 do cor-
rente, sob n. 83, o qual me devolvera com os do-
cuments appensos.
;3." secgao.
Actoi :
0 presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no artigo 157 do regulamento da
30 de iunho ultimo, resolve nomear o 2* escripta-
rario da 1' seccao doconsulado provincial Deme-
trio de GUimao Gcdllio, para o lugar vago de the-
soureiro do mesmo consulado.
0 presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no artigo 137 do regulamento de
130 de junho ultimo, resolve promover a 2* o 3
1 escripturario da 1* secgao do consulado provincial,
Eduardo Frederico Banks, e nomear Manoel IB-
vino de Barros Faleao para o lugar de 3* escrip-
turario da mesma secgao daqnelle consulado.
Offlcios:
Ao inspector da thesooraria de fazenda. -
Na onformidadd da inclusa conta rernettida pelo
Dr. Inspector da saiide publica, em offlcio desta
data, mande V. S. pagar a Augnsto Caors & G.,
a quantia de 250 000, proveniente de ambulancias
enviadas com autorisacao desta presidencia para
as localidade3 indicadas na mesma conta, abrm-
do o necessario credito a respectiva verba, caso
esleja esgotada.
Ao mesmo.Para os fins conven'entes, com-
muuico a V. S. que por porlaria desta data foi.re-
movido o adjunto do promotor publico da comarea
da Escada com exercicio no termo de Gamelleira
o bacharel Joaquim Francisco Paes Barret).
Ao mesmo.-Para 03 lins convenientes, com-
munico a V. S que em 5 do corrente o juiz de
direito da comarea de Garanhuns, bacharel Joa-
quim Cordeiro Coelho Ciulra entrou no gozo de 3
mezes da licenga concedida pelo governo imperial,
em 6 de agosto ultimo.
Ao inspector do thesouro provincial. Em
vista dos inclusos prets mande Vmc. pagar a Joa
quim Luiz Vieira Junior, os vencimenlos do des
tacamento da villa de Barreiros, relativos ao mez
de agosto proximo findo, conforme solicitou o
respeclivo commandante superior era ofllcio de 9
do corrente.
Ao mesmo.Remelto a Vmc. o incluso pret
noraiual das pracas que foram excluidas do corpo
de policia no mez de agosto ultimo, por excesso d<
ton;i, na importaucia de 2:468:9*0, allm de que
essa repartigao ajuste contas com o tenente quartel
mestre daquelle corpo, da quanlia para lal Um
recebida eabone lhe mais 2:000.COO para conii
nuagao do soldo e fardamento da3 pragas que
ainda ban de ser excluidas, na conforraid-de do
que solicitou o r spectivo commandanle, em offl-
cio de 10 deste mez, sob a. 372.
Ao mesmo. Becommendo a Vmc. que man-
de por a disposigao das col eclorias dos raunicipios
onde esliverem guardas locaes, quantia sufllciente
para o pagameoto dos vencimenlos das mesmas
guardas, em cada mez
Ao mesmo.A' vista do qne solicitou o Dr
chefe de policia, em officio de 14 do corrente, sob
n. 1,127, mande Vmc. pagar ao subdelegado do
distrieto de Beberibe a quanlia de 30^000, era qne
segundo o recibo junto, iraporlou a despezi feila
nos mezes de junho a agosto deste anno, com o
aluguel da casa que alii serve de quarlel ao res
peclivo destacamento.
Ao mesmo.Transraitto a Vmc. os inclusos
documentos das despezas feitas durante o mez de
agosto ultimo, coin o suslento dos presos pobre*
de outras provincias, comprebendendo os milita-
res e os evadidos do pre=idio de Fernando, recolbi-
dos a casa de detengao, afim de que por es3e the-
souro sejam exlrahidas as necessarias contas para
poder ler lugar a requisicao do pagameato devido
ao respeclivo fornecedor.
Ao mesmo.Ao commissario de policia do
mnnicipio de Taquaretinga, alferes Joaquim Fran-
cisco de Torres Gallindo, ou a quem se mostrar por
elle devidamente autorisado, mande Vmc forne-
cer os livros de que trata o artigo 43 do regula-
mento da guarda local.
5.* secgao.
Offlcios :
nsacaoa reparli^o das obras publics.-- sara cx-
prar aranlelas para a illuraimgio a ga; da escoU
inodelo.
4' secolo.
Offlcio :
Ao Dr. inspector d saude publics.S. Etc
o Sr. presidente da provincia maud a derlarnr a V
S-, era resposla ao seo ofllcio de-la data, que u
fni autorisado o inspector da thesouraria de fuea-
da a mandar pagar a Augurlo Gaors ft C a
quanlia de 250 000, proveniente das ambulate;*-
radicadasna coma qae vei.. auatxa ao c.laJ
olllcio.
OESPACHOS DA PBKSIDRXaA, f0 DIA 2G DE DCZEHu:
dr 1874
Antonio da Cunha Ferreira Bal'.ar e sua sau-
Iher.Sim, depois de junta a plania d > terivto 4
que se trata, e satisfertos os direilos c mais lor-
inalidad-^s legaes.
Hercultno Diis Correia.Indeferil..
Jose Joaquim Fernandes.Passe-*e p-'rtaria.
Joio Jose Birfoso da S Iva Jureuis. Sim, sat;
feiinsos direilos devidos e feitas as diiiceacias d
estylo.
Marcolina Maria da Conceigao.- MMMMa
Manoel de Sou*a Mooi- irn.Aguarl* o suppli-
canie que o governo imperial arbitre a grainica
cao a que al ude.
Manoel da Silva Moreira.Sim, dpiis de sati<
feitus os direilos devidos e feius as dihtncias u $
e.-tylo.
Manoel Patrao do Xajcimeato.-Sira. d*poi >
ialisfeilos os direilos de/iJjs e fUs as diligen;ia
do eslylo.
Ped'ro Paolo dos Santos, procnrai.r d<> 1
Joaquim de Santa Anna.Dirij*-se o supplicant-
ao thesouro provincial.

Ao engenheiro chefe da repartigao das obras
publicas. ConceJendo a Vmc aulorisa..ao para
comprar as arandelas que tem de ser collocadas
na escola modelo, e fazer a despeza necessaria com
o respeclivo service, conforme o seu officio de hon-
tem dataio, sob n. 270, recominendo-lhe que por
ora compre a3 que lorem absolutameute indispeu
saveis.
Ao mesmo.Constando me que se acha mui
deteriorado o calgamento da parte da villa do
Gabo, por onde passa a esfada publica, e conviu-
do ser reparado quanto antes chamo a atlengao
do Vmc. para esse facto, afim do providenciar a
rcspeito.
Portaria :
Os Srs. agente3 da companhia brasileira de
navegacao a vapor rnandem dar passagem para a
corle, por conta do ministerio da guerra, no va-
pot*Cervantes, aos recrulas do exereilo, comtantes
da relagao nominal junta.
Ralagao a que se refere a portaria supra
Antonio Angelo Peieira dos Santos, Antonio Jose
de Oiiveira, Apolinario Joaquim Francisco, Car-
los Uaposo, Capitulino Autonio Xavier, Caetano
Gomes da Penha, Izidoro Dias dos SauFs, Joao
Ferreira da ?ilva, Joaquim Dias Martins, Joaqaim
Gomes Ferreira, Joaquim Ant.mio de Vasconcel-
los Grande, Jose Ferreira da Silva, Jose Antonio
de Avellar, Manoel Jose de Saut'Anna, Manoel
Seralim de Barros, Salvmo Jose Rodrigues.
EXfEDlENTE DO SEC.iSETAIUO.
1' seci'do.
Oflkio :
ao Exm. brigadeiro commandante das ar
raas.-S. Exc. o Sr. pres dtute da provinc a, tendo
nesta dala concedido aos recrulas Manoel Joaquim
do Nascimento e Paulino Antonio da Silva, prssoa
para provarem isengao legal, sendo aqaelle 15 e a
este 30 dias ; assim o manda declarar a V. Exc.
para seu conhecimento.
2j tecefio.
Oflicios :
Ao Dr. chefe de policia*. S. Exc. o Sr. pro
sideote da provincia manda declarar a V. S., em
resposla ao seu offlcio de hontem, sob n. 1,127,
qae nesia data foi autorisado o inspector do the-
souro provincial a mandar pagar ao siibdelogad
de Beberibe a quantia de 30*000, em que irapor-
lou a despeza feita nos mezes de juoho a agosto
desle anno, com o alujuel da'casa que alii sera
de quarlel ao respeclivo destacamento.
Ao juiz de direito de Nazareth.0 Exm. Sr.
presidente da provinia manda aecusar o rccebi-
ineulo do officio da V. S., da 31 de agosto tindo,
coraraunicando ler deixadode convocar a terceira
sessao do jury desse terrao, em conseqnencia da
variola que riessa comarea vai grass-rado com o
caracler de epidemia.
Ao juiz municipal e de orpbaos de Ipojuea-
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S., era resposla ao sea olllcio da 12
do corrente que nesta data foram da venientes ordens no sentido de serem pagos em
tempo os vencimenlos da guarda local desso mu-
nicipio.
Ao juiz municipal e de orphaos de Bczerros.
- De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia, remelto a V. S. uma collecgao de leis ge-
raes de 1872 e outra de leis provincnes do anno
proximo passado.
3' secgao.
Offlcios :
Ao inspector do thesouro provincial.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, com-
munico a V. S., para os lins convenientes, que
por aclo de hoje foi nomeado o f escripturario
da 1" secgao do consulado provincial, Demetrio
,de Gusmao Coelho, para o lugar de thesoareiro
do mesmo consulado.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, commuuico a V. S., para os
fins convenientes, que por porlaria desla data foi
promovido a 2 o 3 escripturario da 1" secgao do
consulado provincial, Eduardo Frederico Banks e
nomeado Manoel Silvino de Barros Faleao, para
o lugar de 3* escripularario da mesma secgao.
Ao mesmo. De ordera do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, declaro a V. S., para seu
conhecimento, que ncsta data concedeu-so auto-
Palacio da presidencia de Pernamburo, 17 d
dezernbro de 1874.
Ante o movimeoto sedicioso a qae espiritos ma
levolos ti em arrailado a parte igBefMU- e meant.
da populacao, incutiudo.iJje idear subversi-ai-d;
ordem social, e froperio-a e benelica a raisin qu
racnmbe aquelles qae, no carrier de auiondade
se acham em mais aproxima povo, que os respeiia como ageotes iKme'iato-
dos inleresses e bera eslar commuos e vigias d
iranquillidade publica.
Por lodos os moiivos injustifieave', r aquelle movimento, que vai revdand > s* por a-
saltos as povoagoes do interior da previccia e pei.
pratica de atl-nudos rew.ltam-s. nao pode desur
de ter a condemnagao d^s cidadios derrt .
de sa cousciencia.
No civiamo desses cidadaos, poij, enc .ntrar .
cerlamenle a autoridade um eflicas aax liar d-.-
meios a empregar para extirpar uma *edi;ao, qu
6 apenas o resultado do exercicio aturado e *obt,;
desses disci dos, falscs amigos do povo, que.
extravagames e perniciosos aleives, insinuam-ln
nocoes corro-ivas da moral social, e o instigam
pratica de actos de selvageria, que nos hao an em-
vergonhar perante o muodo cvilisad e para
quaes as leis, eai none dos bons principles, de-
cretam punigao.
E, sendo do mais util e benefico tffeit) que a
autoridade empregue cs meios brandus e persta-"
sivos antes de qualquer outr", envem que pr -
cure, com o apoio dos bons cidadios, deviar d
espirito do boy<- as ruins idea.- ijue Ibe iocuti:
aquelles, que to das calamid des publicaa i.-pt-
rain recolher BTOfWlm paw a -
E* tambem de MM i it h ito ssdanaat o piv
sobre o grande erro a que i induziram. A sm-
ples enunciigao das asiunas gro-seiras com qi. i
illudem a sua boa fe, para concita-lo contra a
leis e a aut.rilfde, patent-ia cs malevol<-s do-
signios dos con:iialores, e deve hMtaf para at-
trahir-lhes aanimadversao peril.
Incutir no espirito la Bva a per ua-ao de qu>.
para eviiar a decretagao de phanir.su 1 s e n
impost)?, ..ffensivos ale da moral iMMstfei e #V^
bons eostanes, e necessario r I c n.ra a-
leis, e sublrahir-se a coolribiii.ao que a vciedad-1
exige de cada cidadio, e realm-ate intailo de ma-
xima pei ver-idade.
N gar ao Esiado a peque^a p I exige, ma
proporgao dos taveres do cada u n de soil* mea-
bros, para assim accurauiar a r. a Ha, pa tea 4*
ser applicada a immenses e vari I
manutengao da ordem, praalia da IJxrdaat
muitos oulros mistcres, que asseguram o exer.-,
regular da> instituigocs pelrtkai e c:v
resultara os priacipios talwal r ; i '.tail s pe~
soaes e de propriedaJe, e j-rivar o E seu iudi pensavel e unio elemen.o d.- vida, pr
mover a sua c mpleia destru .:. >.
_ Ainda que iiiju-lose pesados f >-- i -. pi
sao, os impostosisxislent' -. > ;.e- -. > s n^ .-
raos ja cobrados era aums ant'n res, nV. i.
recusa de paga-los, nem o in archiv.-,*
publicos o meio legilimo de roW u. a.
Os impestos, taalo geraes c
municipaes, aio arrecadados pra laasftaraai a
bem commuin em meoidas sataUMS, <.t mar
quem a caJa uma esphera de saas scgwes, e as-
tegurem a lodos o goso iowreseio liv i us J.
reito?. Alan do quo, nao ha taaaain alo para a-
reluctancias ao pa^ameu'.o dos n: Astaaa<
ilas imposigo?s actoaes nao apri al alleraca
DOtavel, pnneipalineule quaulo aos i;.ip .ti* Biu-
nic paes, qne, sendo os mesmo* rl^retaaVa If
muitos aanos, ja a pop .1 I la.
De moito (ih recadbecido q le a iiij i .->-lea
de'pe?os e niedidas ers nlia-se de graves I f
porque os multiples esntiraoliipl das anidadr-
piitcipaes de uma mesma eq
eram iBleJfMMOle arbitrarioa, en damnu da ua -
frniiJade n, essaria as opra{ue* d.' caaaa
venda, succedendo ijU", | I j unid.ide principal, meram-mte r n ". i mi|, p#r-
dida estava a base do systema. Ilec ir.beciJ > aia-
da, que adoplaudo cada palz um sysbma divers ,
krnava se obngatoria nas Ira Maar
ciaes a reduceio, sob bases vaciltaats da' medi-
da? de um as que regulavam em ooiro pair, re
daeein essa que, aj6s *erias difflcnl lades, 1a
lugar a eugaiios e ems muil s Man de gr;
prejaizo, proearoa o goverao imperial solwr
teria ro tanta minta, i- ,1 eeaao
oelo decrelo n. 1,(37 de 26 de io.,l o de 18
msli ucgoes annexas ao de n. 5,089 de 18 d s-
lembro de 1872, a substiluirio do nosso ut ^
termo de pe.-os e meJidas pelo sy.-teina roetru
decimal, que e o resulta io da mais apjrada iuves-
tigaglo p profuodo estu Io da Academia das Sctet-
cias em Franga, e a li maudado extcalar, bem
como dfii.'.is era quasi todos os paizes civiiisado.-.
desde 1793.
As vanlagens deste systema a code.m a mais sim-
ples reflexao qae sobre' elle se queira faier : 1-
xando o nalro como base iavariavel e os multiptos
e submultiplos na razao decupla do metro, am for-
misa as relacoes commerciaes nos maiures com
nos mais insignificantes actos de tran.-acc
litando quanto e possivel a operacao arilbtnetiea. .
Em quanto.'a lei do recrntamentc, dafjIoJos osan
gulos do imperio partiamjqueixas e allegagoes tie
que ella|so existia para o boroem do povo, cujos fi-
Ihoseram conslantemente vlclimas expiatorias d
caprichos raal enteodidos e-de mesquiahas viafaa-
-as. Elle so, o homem do povo, diziam, capd*
de viver foragido pelas maltas, ria-se de momeat
preso e algemado afim de pagar o dare imiosto de
sangue, sentando praga no exereilo e na nunaha.
As camadas media e suparior da tocisdaaa arasi-
eira estavam a salvo desse pesado oaus. Pot s
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Diario de Pernambuco Terqa feira 29 de Dezembro de 1874
bem: o governo imperial propoa e o partsmento
reforma essa lei, reputada inijaa, estabele:endo,
pos acurado estado,; a igaaldale legal, acabando
eom o odioso privilegio dos favorecidos da fcrtuna,
cortando pela raiz aqueile pernicioso genero de
p rseguigao, chamando ao service militar do pair
tanto o filho do proletan)como o do mail abas
tado capitalist, croando aobres estiraulos de pa-
triotismo para que o soldadc nao seja, pela origem
vieiosa, am automato, mas o cidadao benemerito
da patria.
E e era vaotagera daquella lei qne se combate
a reforma, iusufriando a parte da populacio, a
que ella raais,aproveita.
0 eonflicto'reosioso tambeni tea silo mina ex-
plorada por aquelles que procurers ilesvairar o
espirito dos incautos, para deliciarera se com cs
tristes resultados d >.de-v .iramento.
Nao foi b governo quern lovantou esta gravissiraa
quesUo, pelo c ntrano, empregea twos os meioa
suasonospara evit.tr as melindro?as cousequencias
que della poderiam decorrer. Quanlo, porem, a
insania do fauatisrao ehegou ao pooto de atacar
as lets fuulamenlaes do estado, e a soberania na-
cional, nada mala Hie cumpria do que fazer res-
peitar essas leis e essa soberania, que em temp s
normaes estiveram sempre na mais iiilima harrao
nia com o poder da igreja, e ccm os santos pre-
cedes do catholicisuio, quo todos nos professamos
desde o bergo.
O governo que deixasse crrer a revelia, a causa
nacioual, seria tfaldor aos s-.-us mais aagradoa de-
veres.
0 governo qne appKca nma das maiores verbas
de seu ornament.) a raanutencio da reiigiao catho-
des, nao pode sera n mifesta injustice, ser taxado
de irreligio-o ou *p staia.
Nao bastando t id >s e-t*i aleives, qaeahi Beam
apontados, expl m s aiu-li o vigo e in k-fioido,
fallando de u n supposi > inal y< r. I, que nao pole
ser demonstrado, mas quo serve para crear em
animos iuexpeitos prevails a antipathias ao go-
verno do pair.
Entretanto o paiz vd que o p&triotico raini.-terio
de 7 de marco, que In chco annos lovantou a
grandiosa erasada dis lOclrtorameotja monies e
material", cnidando da irtstruecio publica, abriodo
estradas de ferro, eat ibel seen '.<> linhas telegraplii
easfanxiliando a agricultara, ream' nando o credito
publico; o rnini*:eri', jue ae ,ba de conceder ga-
rantia de juros a vias f-.reas em quasi toJas as
pri.vineias ; que refurraoU e:n tent do libaral
iuasi todas as leis que diziam ser oppressoras,
ban) como a da guarda naciooal, a de 3 de de-
zembro de 1811 e a do re:ruta!iioutJ ; que lem
per saliias provi.leucias regolado o movimento
ecjaomico da fazen la publica ; e que -6 por deivairamento das paixSea politicas,
licJe ser arguido de impreviJente, desazido e op
prcror, e sem duvida merecedor da cotfianca pu-
jj.'hu o da gralidao uacional.
Ao ministerio, qne iraz na fnnte a aureola da
emancip3cao do lillio da mulber escrava, so espi
ritos pervertidos pjdem altribuir iotentoa ferra-
n&oa e oppressores.
Isto, posto, tend) Vmc em mii:a considerae^o
esias vor :ai;<, peifancioriatnonte aqoi exoeadi-
ajs, as faca circular pela popoiaeao, no intenlo
de rostabelecer o d iminio das ideas sSas, c retirar
do povo os falsos suppostos, que o tem iransviaio.
E', p>jrtanto, pelos meios suasorios e brand-, e
com a demonuracgao da verdade, que agiia.,oe*,
j.'.ij a qne oecorre nesta provincia, devem ser
e.u priacipio eombatidas.
Eigotados, porem, e-'tcs meios, o coavencido
Vmc. d.i neniiuma efBcaeia de|les, tenho por
inaito reremmeniado que fact efflpregar 03 qae a
lei eoliocou em saas uifios, c mo autoridade cu:i>
nwida.
Muito desagradavel me sera e granie reprovaoao
m^ merecera a ioercia do ag nte daaut.ridad^
quo deixar, o 1 tolerar qae, en di;tricto de ma ja
rndiccao, se praiiqoera curepitam'os attniaJos
de que alguns povoados da Rrovincia ja tern Md >
itieatro.
A autoridade e a for^a publica nao devem, nem
podem ser testemaokas impassiveis do desrespeitu
tendentei a interromper a cubran;a dos ifflpostos
e a inceudiar os arsiiivos pablicos.
A repressfio desses atlentados, quando naj hala
meio de evita-ios, 6 o que cumpre a autoridade
tornar energicameote enectivo, bem como urgani-
ear injueritos que dem lugara exemplar puuiQao
dos zatures e conniventes no movimento.
Taes sao as instraee'es qne entendo conveni-
en!e enderecar; a Vmc, de cujo tAo e criterio
ospero stricia observaneia.
Deas guarde a VmcHenrique Pereira de Lu-
renu.
t Os quebra kilot apparexaram na Bahia Fjr-
moss, manicipio de C'Dgn^retama.
t Constava que o alfercs Moreira, qne faz parte
das forcas destacadas naquella villa, parlira imme-
diatamKnte com 30 pracas para o ponto invaiido ;
ignorando-se, porem, o resultado dessa expeJicao.
0 Dr. chefe de policia recolhea-se a capital no
dia 24 do corrente, e obtenlo uma licenca de tres
meies, deixou incontinent! o exercicio das respe ;-
tivas firaceoes.
SuppSe se que ha desgostos entre S. S. e o
Bxra. Sr. presidente da provincia.
c Ainda nao foi nomeado chefe de policia inle-
rino em substitui^ao ao Dr. Luiz Ignacio de Mello
Barreto.
0 delegado de policia da eipital contimia en-
cirregado do expediente diario.
PARAIIYBA.
Da capital escreve nosso correspondente em
27 do corrente :
t Tenho a satisfacao de coramunicar-lha o res-
tabelecimjnt) da ordem e tranquillidade publicas
em todos os muuicipios conQagraios nesta provin
cia, bem como os do inga, Ptiar, Pedras de Fog",
Independencia, Bananeiras, Areia, Alagoa Grande,
e Alagoa Nova, devendo a esta bora acbar-se tam-
bem nas mesmas condifoes toda comarca de Cam-
pina Granie.
Todas as autoridades noi respectivos mnnici-
pios eslaa no exercicio de seus cargos, e restabe-
lecem o imperio da lei por toda a parte.
c Diversas e importantes deligencias se tem feito
nos fucos principaes da sedicao, bem como na
Serra Redonda, Serra do Ponies, Riachao, Surrao,
Cafula, Gaja, e Boa Esperanca, realisaado nestes
lugares cento e lanlas prisdej, dasquacs cincoenta
e tantos sedieioso9 ja se acham de praca no exer-
cito, e com destino a corte, para onde seguem no
proximo vapor do norte.
t De hontem para hnje deviam se ter realisado
outras diligencia) na comaica le Gampina, e n .-
primeiros pontos de sedicao, a saber, Fagundes,
Queimadas e Varzea Grande.
t Sendo os novos pesos e medidas nra dos pri
meiros objectos de astg essas dos sedicio*)?, fi
tambem um dos primeiros que mereceu a atteugao
do presidente da provincia, faz:udo-os restabelecer
por toda parte.
As forcas ainda nao encontraram re3isten".ia
em parte alguma, parecendo-me que deste mo Jo
chegarao aos resultados da saas diligencias.
a 0 Exm. presidente da pro dncia tem si Jo io
fatgavel na expedicao de todas as providencias,
nao havendo para elle hora de repouzo de dia e
de noite.
Estamos certos, que podemos me^mo garan-
tir que este estado agradavel de cousas e devil,
principalmente ao acer'.o e [romplidao de aecao
para todos os pontos.
Poderaos cousiderar paciScados e restituidos
a seu estado normal todos os muuicipios cocfla-
gradis, nos quaes ja se ostentam com todo imps
rio, re-peito a lei e as autondidss consiituidas."
Nio temos tempo para mais.
Cosnaianda das aruim.
QUABTEI/GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PE&NAMBDCO, EM 2i DE DEZEMBRO DE
i874.
Ordem do dia n. 863.
0 Exin, brigadeiro eommandante das armas de-
t rmina que na.manhS do dia 2 de Janeiro proxi-
mo vjndouro se passe revista ie mostra em seus
respeetiv s quarteis aos doas batalhSea de infan-
t.ria 'e liaha, corpode gaardas naeionaes aquar
teiado, deposito de reerolas e a^ cjmpaui.ias iso
ladas, pela ordem segninte :
A's 6 boras a eompaobia de operarios, as 6 i|2
ao 2' batalbio de infaoUria, as 7 a corapanbia d'.-
eavallaria, as 7 1.2 ao 9 batalhao, as 8 a guarda
naciocal e flnalmenteas 8 f|2 ao deposito de re-
crntas.
0 mesmo brigadeiro faz constar que no dia 23
do corrente seguio para a corte, no vapor Ceara,
o Sr. alferes do 2* batalhao Amancio Aognsto e
Oliveira, desigaado para frequeatar no anno viu
douro a escola do tiro do campo grande
(Asaignado.) Manoel da Cunha Wamlerley
Lins.
Conforme.0 major Jose Bonifacio d.s Santos
SJergulhao, ajuJante de ordens encarregadq do
detalbe.
REVISTA DIARIA.
3Iorlc casual. No dia 25 dj corrente
foi tirado do rio Captbaribe, no lugar Poco da
Panella, o cadaver de Manoel do Ncscimento das
G indeias. Os peritos declararam ter sido a morte
proiuz'da por asphyxia por su'omers.i >.
Sesaeni Stnjc. Gonsta-nos que hoje em
baroAin para a Europa, a bordo do vapor Neva,
os Byms. padres fesottas, que se acham detido-
na c.orveta de guerra Vital de Oliveira.
Dlnhctro. Os vapores (liquid iPirapama
trouxeram para:
Gomes dj Ifatloa & Irmao 7:842:000
Luiz Antonio Sqaeira 7:379 820
Jose Jaaquira Femandes & Irmao 3::i2i 035
Antonio Alberto de S. Agniar 2 905ni'O
Fernando Garvalho &.C. 2:(00,000
Loyo Scbn'nho 4 G. i:o70~200
Pereira Vianna 4 G. 1:513 330
Perdigai, Oliveira 4 C. 1:334*23 l
Miguel JoseAives 1:170 000
Siuza Sl.utinho&C. 1:027'.OiH)
Moreira Reis&C. 1:000 0C0
Silva & Alves 1:000 000
Pedro Osorio de Cerqueira 800*000
J. J. Gongalves Beitrao & Filho 613*920
Gharles Leclerc 545*000
Alfredo Gircia & C. 310*000
Barros, Mendes i C. SOO.'OiO
AiTonso de P. de Albuquerque Mara-
nhao 320:000
Gosta&C. 317*000
H. Foster & C. i 38 480
Pinto Alves 4 G. 135; 360
0 vapor Para levou de nossa praca D'ira :
Parahyba 31:017*3^0
Maranbao_ 230 OCO
Parte'ofllcial. Sub es9a rubrica pnbli-
camos no presente numero a circular que o Exm.
Sr. c.mraendador presidente da provincia acaba
de dirigir as autoridades judiciarias, no sentido de
premunil as a respeito do movimento sedicioso ap-
parecido no interior da provincia.
Recommendamos a leitura desse importante do-
cumento.
Aconcagua. Esse vapor inglez, da com
panhia do Pacifico, deve tocar em nosso pirtn,
em viagem da Europa para o sal do imperio, no
doraingo, 3 de Janeiro.
Penedo, Esse vapor da companhia ba-
liiana, tendo sahido hontem a tarde de Macei6,
deve. chegar hoje ao nosso porto.
Monte Pio dos Honorarioi lo Kt-
ercito. Sobre a festa solemne da installacio
dessa sociedade no3 enviam o seguinte :
No domingo (27) celebreu esta sociedade sui
sessa) de installacao a rua do Imperador n. 83, 3"
andar.
As salas, onde funcchnou a sociedade esta-
TELEGRAMMAS
AGE\CIl II.1VAS BEUTR
"OUTICCS
S. PETERSBURGO, 27 de dezembro.
XIcolao Conslanii
de ser repenlina
de alienartio men
0 grao duque
no^viich acaba
mente aCacado
(al.
LONDRES, 28 de deaembro.
1 in telesramma de Uelbonrne
annuncla que o navio COSPA TRICK, em
viac-m de Inglaterra para a illia
iakland, Incendiou se em melo do
mar, pereccudo ISO pessoas nas
rnammas oh afogadas.
QOaOfflECUASS
NEW-YORK, 26 de dezembro.
Cambio sobre Londres 41SB. Pre
Ji do ouro 113. O mereado de ca
e esfeve aaimado, e feebou com
alca : o do Rio fair cargoes 18 /, e o
good cargoes ID cents por libra. Also
dao mediano uplands II 1/t cents
por libra t elevaram-se a 3,000
fardos as cbegadas de hole aos por
(os ifos Estados Untdos.
BAHIA, 28 de dezembro.
Tex hoje no merc-.ido de
IVada se
cambio.
DIARIO JD PERNiMBUO
RECIFE, 29 DE DEZEMBRO DE 187i.
lioticins do norte do imperio.
Amanheceu hontem p n nosso porto o vapor
brasileiro Pirapania, d.i .'.ompaubia pernambuca-
na, trazendO" d.atas : do Geara 20, do Rio Grande
e da Parahyba 27 do corrente.
CEARA.
0 Sr. Antonio Moreira de Souza libertou o
sen escravo Manoel, de 27 annos de.idade, em re-
gosijo pelo ten consorcio.
0 vapor inglez Jerome, sahido para Liverpool,
no dia 17 do corrente, levou : 1,498 saccas eom
algodio, 162 (ardas com bonachs, 800 saceos com
cafe, ICO ditos eom cera de earnaQba, pesando
tnio 167,917 kilos, e deixando de renoimento a
alfaodega 6:11 Is 163.
BIO CiANDE.
Da capital escreve no?o
do correDte :
vam ri:a e priraorosamente adornadas.
t Mer. ce especial niencao a sala das sesroes.
Achava se ella militarmente adorr.ada, por quanto
bandeiras, carabinis, tambores e outros emblemas
militares estavara diversampnte collocadcs e dis-
posto?, que encontravam a vista de quem entrava
alii.
t Concorreu muito para tal brilhantismo o Sr.
tenente Francisco de Paula Gameiro Uchoa, que
por mais uma vez revelou o seu bom e apuradu
gosto para tal mister.
t Em frente a entrada da sala sob um rico do
eel apresentava se um magnilico quadro da Santi-si
ma Trindade, e aos seus lados erguiara-se dous
trophecs d'arma.
a Pelas paredes foram collocadas bandeiras das
najoes da triplice allianca e qde entrela?.adas m.s
travara nos centros das junctoes escudos com os
nomes de alguns dos hetoes da guerra do Para-
guay.
Do lado direito da sala era rico docc-1 via se
a efflge de S. M. o Imprador, o Sr. D. Pedro II, e
do mesmo lado liam-se em escudos os nomes do
conde d'En, Osorio, Caxias, Tamandare, e Victori
no ; e do lado esjuerdo os de Pinheiro Guimaraes,
Farias Rocha, Andrade Neves, Penalva, e L--bo.
Os nomes da direita -representavaia por gra-
dac.ao e antigiidade os offlciaes do exercito e da
armada, e os da esquerda cs dos voluntarios da
patria.
E' de laraentar, que a sala nao se prestasse a
se collocarem outros nomes de offlciaes do exer-
cito, da armada, e de voluntarios, dignos de res-
peito e consideracio, como sejim O' do gen ral
Wanderley, Pedro Affonso, Vital de Oliveira, Mariz
e Barr-3, Paulino Camara, Albuquerque, Appolo-
nio e outros.
Aoaeio dia reunido uri esc-olhido auditono,
presentes os Srs; generaes Wanderley, comman-
dante das armas e Lobo, uma eoramissao da so-
ciedade Benericente Commercial, de qne fazia par-
te seu presidente o Sr. commenaador Joaquim Lo-
pes Machado, o coronel Deeio, o commaudante e
officialidade do 1 de artitbaria, a ofllcialidade do
eaqnadrao de eavallaria, differentes commi>soe>
de outras soeiedades, e outras pessoas gradas, foi
pelo presidenteeapilao Florensio P. drigaes de Mi-
randa Franco aberta a sessao, o qual pronuncioo
nm diseurso narrative a solemnilad".
Fall.ram em seguida os oradores dos montes
pios do Honorarios, Popular Pernambucano, San-
ta Cruz, das soeiedades dos Guarda Livros, dos
Portugueses eropregados no commercio elBdustfia,
e Luao Brasildira, e o socio alferes Buarque de
Macedo.
As 2 horas foi suspensa a sessao, que cooti
nuou as 8 da noite, fallaodo nessj occaslio- diver-
so? ennvidados. o Sr. Rangel de Sarapaio, protes-
sor Mosteiro Pessoa, orador do Monte Pio Popular
e o Sr. Pelino "Guedes, que arrebstou o auditorio
eom nma nassuas ricas producc5s poelieas, e ou-
tros oradores, iocluive o Sr. Diniz de VascADcel-
los, que muito amdon.
Ourante as sesto 8 duas bandas de rousica, a
do corpo de policia ea do I* batalhas de artiihana,
Drrpjponlentft, em I que graciosamenle seprestaram, tocaram vanadas
Ipecai, satisfaaendo completamente aoauditorio.
t V noite a:lm;,m Se as salas illumiuadas
gkmo.
Didtioctas sanhorAs vieram a noite vi-iur os
saloes da ?.'.-i.-dade ttoura-la coin sua asslstencl*.
i A's 9 horas da noito a? -om do iiymno na-
tional f. i levautada a sessa".
s Felizes e prosperos annos altnejamus a socio
dado Monte Pio dos Honorarios do Exer.ito.
Gaaeta tlurldica. Acaba de chegar do
Hio de Janeiro o n. 92 dessa publicacao juridica
mensal, de propriedade e reJascao dos Srs. Drs.
Carlos Perdigao eAlvaro Camiuha, distinctos adva
gados no fdro da capital do imperio, numero es3e
que corresponde ao raez de ontnDro ultimo.
Nolle vein tratados os seguiotes assumptos
abeitura de falleucia ; bens il taes-autorisa.-aa de
marido ; indemnisacio do damno causado ; al^ada
de despejo ; decisao cm causa de liberdade ; ap
pellacao nas eausas de alforria ; escriptura pu-
blics ; embargos de terceiro ; competencia do
jujtj de direrto ; vicio .redhibitorio ; appelJacao.
aison. Racebemos do Rio de Janeiro o n.
22 desse interessante jornal de raodas, que, acom
panhadode um folha com a descripcao dos figu-
rino3, dos moldes, e das gravuras intercaladas no
texto, so publica em Paris duas vezes por inez
e do qual sao agentes principaes para o Urasil os
Srs. Lo.ubaerts 4 Filbo, no Rio de Janeiro. A
modicidaJe do preco annual da assignatura (t'i{),
a variada e quantidade das modas tanto para se-
nhoras como para crianjas, e sobretudo a addicio-
nal'folha em portuguez, devem fazer preferir esse
jornal a outros muitos que publicados em Paris
vein para entre nos.
Aquellas pessoas que desejarem assignar para o
anno de 1873, devem quanta games inandar se
mscrever na livraria daquelles senhores, na rua
dus Ourives n. 7, do Rio de Janeiro.
Povoacao de S. Mebastiao. Dessa Io-
calidade, outr'ora Cauhotinbo, escrevem nos :
t Actia-3e entre n6s o virtuoso e distincto uiis-
sionario capuchinho frei Gaetauo de Messina So^.
brinho. A's 6 horas da tarde do dia 20 do'cor
rente, acompaohado por crescido numero d) ca-
v.illeiros que o foram encontrar a duas leguas,
chrgou o Rvm. capuchinho ne3ta povoacao, e as
7 horas do mesmo dia, nao obstante as fadigas oc-
casional por uma louga viagem, fez ouvir sua
eloquentissirna palavra no pulpito, enchendo os
animos do auditorio de satisfacao e deixanJoos
tocados de amor pela santa e suavissima reiigiao
do Martyr do Golgotha.
Frei Gaetauo, ao mesmo tempo que trabalha
com lervor e a-suduidade na vinha do Stnhor,
presta relevanti-snnos servigos a sociedade civil.
A niaguem, cremas, era desconhecido o estado
assusUIor desta povoapao, em rdayao aos grupo.-
de f iccinoras que a cada rao.nento nos ameaca-
vam ; tanto que viviam os t.abitantes com o ba-
camarte era punho para defeza dos seus mais sa-
grados direitos ; hoje, porem, depois de dous dias
de missoes, nao se ve um so homem armado de
bacamarte, faca de p^nla ou pistola, nao se ve
uma so pessoa predominada de terror ; reimudo,
portanto, pleaa tran-juillidade e socego de espirito
eutie t-jj'j .
Mil parabens a frai Gaeiano Sobrinho I
Consta-nos que era sua passagem porPaaellas
preslou elle nao menos valiosos e inipjrt.utej ser
vijos ; espera ido ae alii que appareeesse ura mo-
vimento sedicioso, a scmelhauja dos da Parahyba,
e com justa causa receiando a populacao graves
desordens pela exaltacaodos animos, fizeram scieu-
te a frei Gaetaoo do occorrido. Eutao este mis
sionario.acudindopressuros) ao reclarao do povo,
fez dissipar as nuvens uegras que se anlolhavam
no horisonte, e sem outra arma mais "do que iua
autorisada p lavra, conseguio plantar "a ordem na
quella localidade.
t Este incansavel lidador, durante sua curta
estada neste lugar, tem emprogado eafa g-^s admi-.
raveis para a construccao de ura templu uesle po-
voado ; alera de outros trabalhos acnara-se aber-
tos os alicerces, grands quaniidado de pedra e
areia e da das mais outras ordens tendenles :.o
mesmo lira ; de sorts que, estamos cunvictos, sera
elfeciivameuteno dia doNascimento o assentament<>
da primeira pedra.
t Para esta solemciaade ja acham ;e convida-
das doze pessoas, que tem de tervir de paranym-
pnos, e, seguado o programma, tsremoa uma festa
b;illnute como ainda nao testemuuliou esta po
voacao.
o Muito devemos esperar do apost do Jo Senhor,
que, sabendo supurar todos os obstaculos. construe
templos como os da Escada, Una e outros, em
breve tempo e a custa do pequenos dispendios.
Faze;nos votos para que os S. seba?tianenses
envidando todos cs seus esfjrcos e empeiihando
os seus recursos, saibam traduzir as ideas e sa
ti?fazrr a espectativa de lao preelaro missionario.*!,
Uodas.Do Jornal do Cvmmercio, de Lisboa,
extraliimos o.-seguintes trechos sobre as ultimas'
modas departs:
a v'ai baixando o barometro da moda, i-to e,
ludo que lendia a subir e a arrebitar cada vez
mais, vai mclinandose para o SjIo; as altissimas
golas e collarinhos qie chegavam ate ao cabello,
por mais alto que estivesse disposto, vao tornar-se
completaraenteinuteis; o cabello desce ate ellas e
de.:ce de tahorte, que ja chega a raetade das cos
tas; e nao chega ate a ciulura, porque o silio des
ta vai desceado como desce o penteado.
A' este respeito eis o que diz uma illustre cor-
respondente d'urajornal:
t A cintura, ou f6rma de cintura, que durante
alguns annos nos pareceu teia, commum e'ordioa
na, a ,:intu:a comprida, n'uina palavra, voltou a
luz das salas, e obtem ttdo o favdr das senho-
ras.
t E, comtudo, nada conheco majs horrivel, do
[que uma mulber de pequena eslatura com cintu-
ra compriia; sem querer vejo, ao miral a, a ti-
gura de nma vespa; e pareie-me que nao ha gra-
ga corapativel com um pbysico semelhante.
t A igualdade e inadmissivei nas leis da moda;
uma senbora alta pole usar a cintura tao compri-
da como queira ; as de estatura baixa on mesmo
mediaoa, e Ihes imposaivel usal a de outra raanei-
ra que nio seja curta, e, no caso que a estendam
um p uco, deve ser com toda a moderacao.e nun-
ca passar das propor.oes regulares.
t Fallarei em primeiro lugar da's excellencia3 e
pnvilegios do trajo preto, de que certa gente tem
querido a for?a fazer moda ; usa-se hoje de todas
mais mo-
gantes de Paris, Londres e Berlin, sitaram-na.
0 uso dos braeeletes foi imp.rtado da R ssia
pel os gran-duqnes da familia imperial; os prin-i
pes Niculao e Wladiuiiro, usam ale tres braeeletes
pdornados com turquoiis, rsrtiios'e ag.atas.
a Esta moda 6 u uit* pasiivel, hoje que se usam
muito largos os puulios da camisa, e que os pu^oi
e parte do ante bra go an lam completamente a
mostra.
Da Russia esta moda passou a Inglaterra, e
d'alli a Paris aonde ? levou o duque de Hamilton,
um dos rapazes mais elegantes, muito estimado na
primeii a roda da socicde.de parisiense. >
- t Li Precurseur, um dos mais serios jornaes
belgas, publica o seguinte :
t Agora t'ateraos do capitulo dos toiletes : Eis
o que de novo se imaginou para o inverno de
1874-1873, dedicado as senboras. E'a Vie Pari-
siense quem falla :
Mala de formas pequenas e mesquinhas.
Grandes chapeos forrados de lophophoros com meia
eoroa de pontas de pluraas, ou duas pluraas de
abestruz cruzadas uma sobre outra. Uma facha
de faille sobre o chapeo ; por baixo um laco for-
mando catogan, e largas fitas atandj debaixo da
barba.
Nada de penteados para o ar, nem nucas des-
cobertas torsades enroladas cahindo pelo pescogo
e a grande moda.
a Abolidos os veozinhos-caragas cobrindo o ros-
to, reinarao os grandes vfios que descem ate ao
peito.eovolvemoshombr.se prendem no meio
das costas.
Nada de poufs, de tunicas, de apanhados;
saia comprida que se arregaga acolchetando-se ao
lad', e, deixando ver sa botinas at6 ao tornozelo.
Avental por cima bem ju?to e terminando por
ura lago, e ainda moda; mas prefere se-lhe os dous
cintos spgurando por diante a saia, chanfrado no
silio dos quadriz, e indo star em lago, muito
abaixo.
Nas saias as guarnig5es viio subindo, as ruches
os folho=, os plisses, os rufos, e os macheados ja
chegara a altura dos joelhos. Sm compensagao 03
corpos dos vestidos descem pelo lado de traz ; sao
decotados ate a cintura, pela frente, e tao baixo
quanto e possivel vao e-tendendo se, arredondan-
do, ate meio femur, vulgo meia coxa.
o Nada de ruches, de encanudados e de pregas
a roda do pescogo ; grande cllarinho alto e direi-
to, voltando sobre si mesmo, como a gola dos in
croyables, feito de fazenda irraa da do vestilo;
no3 mantos as pelles Unas tomam a forma de co!a-
rinho vjrado.
o Nada de orlas estreit-.s de pelles ; mas sim
largas liras ou feehas guarnecendo os contoraos
do trajo, e os canhoes d- s mangas.
Nada do Izljais ou falso azev.che e vidrilhos.
plumas e pelles estao senhoras do campo.
Para saias de ceremonia 03 enfeites e guarni-
goes sao de penugem de passaros de differentes
cores. De distancia era distancia, p5e se em lu-
gares bem eacoihidos, uma pequeua altura que Si-
mula um ainho, e d'onde sane uma cabega de
passarinho.
a Os chapeos de feltro tem abas largas forradas
com liras de peouas de abestruz e condizem per-
feitaraente com semelhaute toillete.
a Nos chapeos a forma ioteiramente chata, isto
e, a total ausencia de copa, comeca a apparecer
nas elegantes cabegas da alta fashion. De fultro
ou de velludo, e 0 pralo, que este inverno sahio a
luz. Esta forma tem de bom poder modificar se
a vontade, e pjr diversas maneiras collocar-se na
cabega. Nao po-so r sistir a citar um dos mais
lindos midelos neste genero que hontem admirei
ua cabega da marqjeza de P... 0 fundo iuteira-
mente chato era de faille cilisee, e as abas de vel
lud 1 tatubem coalissi ; mas as coulisses nao for-
mavam circulo, estendiam-se em oval para 0 ladi
de traz; nao posse descrever a graciosidade de se
melhante feitio de chapeo ; u n lago com pontas
muito compridas, e pregado no lado posterior por
baixo da aba, cahialhe sobre 0 cotogan. Pela
trente a passe que achatava sobre 0 Cabello, era
forrada com faille cor de amendoa, e 0 resto do-
chapeo cdr de castanha. Tres pe juenas extremi-
dades de plumas de abestruz cinzentas e frisadas,
formavara tufo por baixo da aba, presas n'um
pa;sarmho mosca de plumagem bnlhante.
E' claroque com taes chape jS os peuteados
devem descer pelo pescogo. Os caracoes, os mar-
telo, as lacadas, e os rolos vivem todos em perfeito
accordo ; a qucstao e saber ulilisalos, seguudo
as physionomias e ter bons materiaes para a obra.
Es^iuadra argeniina.-Di; a Nagao :
Ja foram lancados ao mar, em um dos portos
da Gri Bretanba, em a go to e setembro, dous gran-
des e-couragados argentioos, 0 Los Andes e 0 La
Plata.
S5o inferiores ao nosso encouragado Indepen-
dencia, mas muito sup^riores a todos os outros
encouragados que possuiraos, tanto em numero e
qualidade da artilharia, como na espessura das
ch3pas e forga das maehinas.
a A guerra do Paraguay deixou estr gados
quasi todos os nosos navios, e'em geral 03 que
possu'mos apenas servera para a naveeacao flu-
vial.
a Para a defeza
as fazendas desde as mais ricas ate as
destas, mas todas lisas e bordadas de continhas'de
azeviche.
Para evitar um Irabalho immenso nos trajo,
raodestos come sao os de falsa cachemira, panno e
outros tecidos de la, vendese ja toda a classe de
ornatos e passamanes com azeviche e missana
alim de serem applicados por meio detira3 de di'
versas dimenso^s: feito desta sorts vi nra trajo de
cacbemira preta, lindissimo, que levava na saia
dous pequenos folhos pregados a russa, e ?sujei
tando, a costura de am defies, um gracioso'orna-
to ou barra de azeviche miudo, forrnando ondula
toes ate acima, que fazia 0 mesmo effeito que *e
e.-tivesse alii bordado.
c A tunica era deslumbrante; por dianle che
gava ate aos pes e apresentava toda a frente ador-
nada c-m fofos de seda mescladoa de azeviche,
tendo por cabega tires como a dos folhos, formaa'
do ondas grandes, isto e, uma so onda cada risca
de fdfo?, cujo centro era a parte mai, baixa da
mesma ; enfeite ignal, ma 3 menos la[go guarnecia
a borda da tunica, nos horabros, e na parte infe
rior das mangas; os pannos de uv-.z e as cost is da
tunica e^tavam seraeados de floriubaa muito peque-
nas de passaraaneria com mistura de azeviche.
Este trajo, que, bordado a mio, teria sido de
eusto immenso,"obtevese, assim diiposto, pela
quarla parte do seu valor.
Semelhante processo tambem se emprega com
os vestidos de fazendas pouco densas, ou com
aquellas em que ocozido lirecto de contas deixa
sigoaes indeleveis, c5mo acontece com 0 velludo,
em que as liras de quefallamos, cosidas com al'
godao pre 0 apenas deixara signal imperceptivel:
devemos, poiem, advertir quo, se se cosera com
relros, 0 signal 6 imrnedialo, e nio se pode ti-
rar. r
As cores pronunciadas e egcuras vao deixan-
do livre 0 passoas palliias ; 0 teeido faia e 0 vel-
ludo tornara a esiar era todo 0 favor ; 0 verde, 0
azul ferrete e 0 castanho doirado, produzpm trajo*
da maior eleganeia.
Os adornos sao de cdr mais escura do aue a
dos vestidos.
Era quant/ioa feitios, 6 negocio decidido a
suupressao completa da seguoda saia, e para cor-
roboraresta assergao, apresentarei nm trajo mo-
destq,' nas de rara elegaueia, que vi o'uma das
mais acre Jita as raodistas de Paris : Era de case
mira azul, a saia tinha por diante viezes formando
bicos suieitos no centro, por grandes botoes, os
pannos de traz esta vam coberlos com foihos ate
aonde chegava um paqotoo puff, p03to solto e
aeolcbetado oor dirate, com nm cinturSo de me-
tal, 0 corpo lioha abas pequenas e quadradas e
sobre 0 reatido e c.mo sobretudo um dolman'da
mesma fazeoda, pouco justo e com grandes roan-
gai, e eluj-eode leltro preto c-m lagos de faya pre
ta e azul, presos por fivelas de ac>.
t A moda dos braeeletes noa homens vai-se ge-
j neralisasdo cada yez mais. Os rapasea mais ele-
das nossas costas e para a na-
vegajao do alto mar poucos sao os vasos da nossa
esquadra em estado de prestar servigos.
Ao nonrado e intelligente Sr. ministro da ma-
rinha lembrarera -18 que presentemente 0 Chile e
0 Peru dispoem ja de esquadras eocouragadas su-
periores a do Brasil. Ainda ha dias esteve em
nosso porto um grande monitor chileno construido
ultimamente na Inglaterra. _y
Precisaraos cuidar aenamente da renovagao
d nossa marinha de guerra, porque os encoura
gados e as grandes macbinas de guerra nao se
im;>rovisam quando chega 0 caomento do perigo.
Prot-Iamas.-Lidos no dia 27 de dezembro
na igreja de Nossa Senhora do Rosario que serve
de matriz na freguezia de Santo Antonio.
1* denunciagao.
Manoel d'Araujo Alcoforado, com Palmira de
Uattos Lemos.
Jose dos Santos, com Maria Jose Pereira.
Isidro Pereira da Silva, com Maria da Conceigao
Vieira da Silva.
1' denunciagao.
Agostinho Jose" de Sant'Anna, com Maria Ange-
la da Conceigao.
Pedro Francisco Theodoro ie Senna, com Anna
Senhorinha da Porciuncula.
Celestino Aogusta de Sa Barreto, com Maria
Isabel de Sa Barreto.
3" denunciayao.
Audre da Silva Dutra, com Guilhermraa Clotil-
das Vieira.
Pedro Luiz de Oliveira, com Hermina Januaria
Thomasia de Luna.
Joaquim Onofre de Mondonga, Ri
Dorsulina Francisca Gomes de Souza.
Joaquim de Araujo Alves da Fonceca, com Ma-
ria Annunciada Rodrigues Pinheiro.
Francisco Mauricio d'Abreu, com Belmira Eliza
dos Saul s e Silva
Joviniano Alexandre dos Santos, com Gregoria
Maria de Albuquerque.
Alexandrino da Motta Silveira, com Nympha
Laura da Fonceca.
Joao Geraldo Martins com Umbelina Alexandrioa
de Noronba.
Manoel Joaquim Flores, ccm Eufrosina Maria da
Gonceicao.
Dr. Francisco Rodrigues Pessoa, com Eugenia
S phia Pessoa dos Anjos.
Joaquim Fornandes Ramos, com Eudocia Fran
cisca de Souza e Silva.
Jose Manoel da Fonceca, com Maria da Annun-
ciagao Velloso.
Jose EstevSo do Nascimeuto, com Maria Zeferina
d'Oliveira.
Joaquim Rodrigues Pereira, com Amelia Au-
gusta Brandao.
joterta. A que se acha a vendM a 130',
a beneficio da nova igreja do N Senh/ra da Pe-
nba, a qual se extrabira no dia 31 so corrente,
pelo uovo piano.
Loteria do Rio de Janeiro. Por
i.ieiro, dm
1 reia, Manoel da Silva Loyo, Aogusto Frederlco de
Oliveira, Jose Ferreira Silva Junior, Antonio J. de
Motta, Manoel F. Sils.i, Manoel F. de Cerqueira,
Manoel Alves Baptists, Antonio Csattriu Lope, Ge-
It-ttino J. da Motta, Jose Antonio Diniz da Motta,
Manoel A. da Motta Dini7, Cin:tantino das Neves
e Jo^e M. G. Martinez.
Chegados dos portos do ncrte no vapor bra-
sileiro Pirapama :
Dr. Pedro de Alcantara Miranda e sua familia,
Francisco Borges da Silva, sua senhora e 1 criada,
Vicente Foreato, Domingos Foriato, Francisco J. de
Figueiredo Mattes, Jose Setine, Manoel Ferreira de
Lima, Jose Ferreira da Sjlva, A' tonio Vicente Bre
kenfeldt 1 fllbo e i escravo, Miguel Santige, Be
nedicto Gomes de AlraeMa, Pedro Walk^n e sua
senhora, Joaquina U hapb, Dr. Joaquim Mendes,
sua familia e 2 criadas, F. de Lassert, Maria Pon
ciana e 1 filho, Dr. Jose Ruflno Pessoa de Mello,
sua senhora e 4 criadas, Dr. Jolo Gualberto Gomes
de Sa e Justino Jose Fernandes.
Chegados do Aracaju e escalas no vapor na
cional Giquid :
Manoel Jose, 1 cabo de esquadra, 2 pragas do
corpo de policia.
Chegados dos portjs do aul no vapor brasilei-
ro Pard :
Anlonio Gongalves Torres, Joio Francisco An-
drade, Lucio Alfredo Dolabaratz, Mancel Constan-
tino dos Santos e sua senhora, Dr. Antonio Joa-
quim de Barros S brinho, Sotero Pereira da Fon-
ceca, Porfiria de Oliveira, Domingos L. do A. Mel-
lo, 4 pragas do exercito, 1 escravo a entregar, J.
Antonio Machado, Jose Marques de A. Hildas, Ray
mundo Gouveia, Joaquim Francisco de Mello Cahil,
J. Martins de Castro, Jose Maria Garcia, Antonio
Fernando Porto, Salvador Gongalves da Silva.
Seguem para 0 norte no me3rao vapor :
Exm. bispo de S. Paulo, 6 pragas do exercito e
mais 23 passageiros.
Sahidos para 0 sul no vapor inglez Boyne:
Francisco Perez Aleiandro, Ramiro AManlro
Sobrinbo, Joaquim Rodrigues Perez, Josd Gon:al-
vo Alvarez, Jose Maia de Lima, Guilher.nina C
Lima, Francisco Jardim, Livertooce Etrenne, Caro
lino Ramos, Francisco, major Affoaso Martins, Cha-
line.
Chegados no transporte nacional Werneck :
100 pragas e 30 mulheres.
Cemiterio pabllco.Obituario do dia 21
de dezembro:
Maria Fernandes Baptista, branca, Pernambuc-',
33 annos, casada, Recife ; hemor'hagia.
Heliodoro Florentino Rodrigues, pardo, Pernam
buco, 33 annos, ignora-seo esta:o, Boa Vista, bos-
piial Pedro II; tuberculos pulmonares.
Querino, e-cravo, preto, Pcroambuco, 22 annos,
solteiro, Santo An-onio ; espusmo.
Rosalina, preta, Pernambuco, 4 mezes, Recife;
idarrhea.
Joanna, preta, Africa, 49 aDnos, Boa Vista ; hy-
dropericardite.
Emilia Maria da Conceigao, preta, Pern>mbn:o,
20 annos, solteira, Santo Antonio ; tuberculos pul-
monares.
Alvpio, pardo, Pernambuco, i mezes, Boa Vis-
ta ; fraqucza congenita.
"Adelia Paulina do Corpo c"e Deus, parda, Per-
nambuco, 25 annos, casada, Boa Vista ; bexigis.
J se Vi al, branco, Hespanha, 44 annos, aoftet-
ro, B >a Vista ; anemia.
- 23 -
Gildino da Fonceca B?rroso, ?ardo, Pernarabu
co, 13 annos, Boa Vista ; tetano' traumatico.
Fabiao Engenio de Sauza, pardo, Pernambuco,
30 annos, casado;1Santo Antonio ; tuberculos.
Um recem nascido encontrado na porta da igre-
ja da Peaha, manda Jo pela policia.
Antonio, pardo, Pernambuco, II mezes, S.Jose ;
bexigss.
Theodora, escriva, preta, Pernambuco, 30 an-
nos, solteira, Boa Vista ; interite chronica.
Priraitivo, escravo, pardo, Pernambuco, 9 annos,
S. Jose ; tetano.
Leonel, escravo, preto, Pernambuco, 30 annos,
solteiro, Graga ; aircesso.
Joao, pardo,_ Pernambuco, 2 annos, Graga ; be-
xigas.
Manoel, escravo, preto, Parahyba, 31 annos, ca-
sado, Santo Antonio ; hepatisagao aos pulmSes.
Maria, parda, Rio de Janeiro, 9 raeze3, Boa Vis
ta ; inflamma^ao do figado.
Manoel, branoo, Pernambuco, 3 mezes, Boa Vis-
ta ; variolas confluentes.
26
Joaquim Pedro de Gusmao Villela, branco, Per-
nambuco, 2i annos, solteiro, S. Pedro Martyr ;
alienaglo mental.
Maria, branca, Pernambuco, 19 mezes, Pogo ;
esraagada f.elo trem de Apipucos.
Severino Jose Ferrein, preto, Pernambuco, 33
annos, solteiro, Boa Vista, hospital Pedro II ; tu-
berculos pulmonares.
M.ria, parda, Pernambuco, 18 mezes, Coa Vista;
diarrhea.
Joaquina Maria dos Prazeres, preta, Pernambu-
co, 70 annos, solteira. Boa Vista ; inflammagao do
figado.
DE
consta que deve
telegramma recebido hontem
correr hoje alii a loteria 542.
Casa de detencao. Movimento da easa
4e deteocio do dia 27 d'e dezembro de 1874 :
Existiara presos 325, existem 326.
A saber :
Nacionaea 257, mulheres 8, estrangeiros 23, es-
cravoa 35, eacravaa 3.Total 326.
Alimentados a custa djs eofres publicos 276.
A saber .
Saos 257, enfermos 19.'Total 276.
Hospital Portufues. Movimento das
enfermarias na semana de 20 a 26 de dezembro de
1874.
Existiara 28, entraram 8.Tolal 36.
Sahirara enrados 5, falleeeu 1, existem 30.To-
ut 36.
Entron de semana 0 Sr. mordomo Antonio Nunes
Ferreira Coimbra.
Passageiros. Chegados da Europa no
vapor inglez Boyne :
John 0. C. Doyle e 1 6lna. Helen Harvey, Her-
bert R. DSmeng, vVilliam S. Henderson, Walter Fre-
derick Pomgdistre, Wiliam GilL Joseph Stubos 6
sua mulber, Eugenio Joseph Chatine, Joao P. Cor-
tBROMCA JUDffMREL
Tribunal do coramercio.
ACTA DA SESSAO DE 24 DE DEZEMBRO
1874.
PBBSIDENCU DO EXM. SB. CONSELHBIBO ANSILMO
FRANCISCO PBBETTI.
A^IO horas da manha, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Basios, Lopes Machado,
Alves Guerra, e 0 Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lida, foi depois approvada a acta da sessao ante
cedente.
EXPEDIENTE
Offlcios :
Do secretario do tribunal do comraercio da
capital do imperio, acompanhando a relagao
dos enmmerciautes matriculados naquelle tribunal
no raez de novembro proximo passado.0 tribu
nal mandou archivar.
Do inspector da alfandega desta provincia, acer
ca da cotaoao de assucar que sob a denominagao
canale invariavelmente apresentada aoa on-
ferentes pela junta dos correlores. 0 tribunal re-
soiveu que fosse a junta dos corretores para que
com urgencia informe sobre 0 que se deu no out
cio do raencionado inspector, deelarando a mesma
Junta desde quando se tem feito cotagd-s do assu-
car com 0 preco de 1 ?, qual 0 corretor que tem
apresentado semelhanies cutafoes e em que dias
mais ordinariamente.
Do gerente da fa'.rica de fiacio e tecidos, res-
pondendo ao offlcio do tribnnal, de 17 do cerrente.
Mandou-se a secretaria, para oa fins conve-
nieiites.
Do Banco Commercial de Pernambuco, em res-
posU ao offlcio do tribunal, com a data de 16.
Foi remettido a secretaria para servir com outras
respostas de base aos esclarecimentos que teem de
ser transmittidos a presidencia.
Do London v\ Brasilian Bauk, em resposta ao
offlcio do tribunal, de 17 do corrente.Foi envia-
do a secretaria para os devidos fins.
Da comraissao liquidadora dar companhia Utili-
dade Publica, em resposta ao offlcio do tribunal,
de 17 do corrente Mandou-se para a secre-
taria.
Da direcgio da companhia de seguros Indem-
ni.-adora, em resposta ao offlcio do tribunal, de t7
do corrente. A' secretaria, para os fins conve-
nientes.
Foram distribuidos oa seguintes livros :
Diario e copi.dor de Joaquim Jose Gongalves
Beitrao & Filho, copiador de Souza Moutinbo &
C, diario da Bernardino Alves Barbosa, dito de
Miguel Ferreira da Silva. dito de Jorge Tasso.
DKSEACHOS.
Requeriment08 :
De Antonio da Cunha Soares Guimaraes, ava-
liador do juizo commercial, requerendo novo titu-
lo, por findar-se neste anno 0 prazo do que 1 he
foi concedido.- Ja foram providos os lugares de
avaliador, tendo sido marcado longo prazo para
que os pretendentes a esses lugares os requeres-
sem.
De Jose Teixeira Leite Bastos, para dar-se baixa
em a nomeagao de sen ex-caixeiro Amaro de Bar-
ros Correia Junior.-Como requer.
De Antonio Baptista Nogueira, pedindo transfe-
rencia do livro diario que servio .a Joaqnim Jose
Ra mos.Deferido.
De Joaquim Bernardo dos Reia, solicitando re
gistro da procuragao junta.Seja registrala.
De Jos6 Cardoso de Sa, para qua elimine-se a
nomeagao de sen ea caixeiro Laurrado de Mello
Carddso e registre-ae a que junu, de Carlos Car
ddso Fernandes de Sa.Na forma pedida.
De Francisso Ferreira da Silva, pedindo certi-
dao da procuragao que passou a Antonio Martins
de 1 arvalho Azevedo. De se a certidao reaue-
nda. H
Informag5o da secreuria, dada em cumprimeu-
to do despacho do tribunal, de 21 do correule.
acerca dos papeis relatives ao n-gistro dos estalu-
tos da companhia Recife Drainage, e apontando 0
que falta para aatisfazer 0 de:reto n. J.71I.Visu
ao Sr. desembargador fiscal.
COM 0 PABBUBB FISCAL.
De Manoel de .Souza Ta vires e Joao Jose" Mcdei-
res Mello, regislro d n 11 'ocial.-Prore-
da-se a" r.gistro, uos ten*0* Jo dxret.. a. i3H.
De Eluardo Ctrnia d \I- quiu Carowst JWe
dos Said i Vidaya, n^i-i-o do MM coMrt> jHMa.
- Sali-fagi 0 parteei Di
Do Ilun.ii Maria da Gouc-igio G jiatt t Fna-
ci.-co de Paula Gomes, ,- gi.-tro do di.-trato da Ir-
raa Man-el J.aquim Lolato &CRgijtre u
fjrma do decrelo n. i,39i.
De Joa juira Jute G>:igivesBeltra> Junior, eisa-
dao bras Iciro, pedindo car a do htate nacioul H0-
sita.Satisfaga 0 parccer fiscal.
Nio havendo mais n da a despa.-'.iar, 0 Easa
Sr. conselheiro presidente enccrrou 1 ses-i ao l|2
dia.
PABTE POUTICA
PAUXKSfO CO RECIFE, 28 DE DEZEMBRO DE 1874.
OS Kll.'jl I.ASTA-.
I
1, es
vrn-
coa-
jal-
rs! a
0 ex.
Moviraenl >a scJici 'sjs agitam Pr-rMsMhpm
Espir.tos malevolos, juntan io cle:<-ent de mtt-
ordem, procuram coufljgrar a pr"inri.
A ignorancia do pavo amda iroa v.-z t rxplon-
da p.r iadividu-s que nao >invi ia tut .riles*
a sua ainbigio.
Os ptincipi sos mais h-ter u \ s o lij'
band iras as mai- nppogus i>r>mi-*ii >:>>
g's, uoindo e.-fo^co, levam m Ma
mu: gar oa m&raa t ca.
m. sKiedade 4 aiuea'caJa, a anarchia -rri
gaudo a sua pre-a.
Gnven f.,liar fr*nbrs
faces h -uiondas, airaucal a, t fmtttm > be-n.
Lutaoiosc-m adversaries ma-arad .
Os fal-os religioaoa se abra;i n m f I-.- |il^.
raes e anibis uod's >|u rem.'x. rar a
0 jesuita qu-r domn^ar ob a arm d; ChrM,
0 falso liberal c 1 n .) mfl da Iiberda4e.
Um qu-r raacbina pen*4e .-c nditer o 1 aV
os petroleiros.
Um qoer a obediencia passiva, n outr^ a aair-
chia que ihe dd 0 de-pHismo.
Entretanto Loyola e Mar-l di> sr as mm, t
ambos solapara a ordem a lei, a lib rlade 1
Um quer que u Brasil m t.rne MM eji-cie4e
mis.-Oes do Paragsay 0 oajtra Uao caodilhagem argeolmi.
E hypocriUt I nm invoca bnmi' In o Eramjaslko
onde esta 0 n<>ms do Senhoro outro a ins wttii
gao -quo garanie a- pu'ilicas litcrdad.- !
E um e outro prejudicam |. >r >
I /.in servir.
O jesuita prejudica a religii',. p 11
libi-rdade II
K .) Dswaatre os ma*carados
seiiteo ma! que Ihe lazem.
Para ond. vamos 0 que qner- n o u';rar -
lanismo e esM.s I beraea de pa'arr. 4 de-y>4kn
nas obras I
Para que artnam o brago isjsarod 1 qa bra kil
Porque r.->zaoabusam da mepnae da .ijOe* hrc-
taes do estupido ubare >, eocasqnetand > he*
tiras ?
E' necessirio qne a lingn*mdi meniira
nharaos a da ver la c, e que ao i '
batamos a lu. do foi na arena da o;>tKi i
Qae niiigii-m se illnia : auxiliar m>| r
pr.-parar de-gr-cas futurat ; imraen s be e a
pedra que se d-*cola 0 ira alcang .r em sua rar.ida
queda I
As t-mpe-tade* najse dirirem. as avalan-t
tudo doiroem.
Ai 1 dos qne se nao re-guardam d) mfi flit
os impellira <>n Ie meoos p> nsarao I
Quaes as cau vincia ?
Quaea seus fiu f
Quem a pnmove t One meio< emnrcfam *
A que lende T
0 que pode della esperar a provi.-icu '
0 qm della pode resultar a s< us aa:nr<-s f
Eis as questoes pnnTip'.es qne basearmi re-
solver sem desprezar 1 s incidences.
So 0 que psasar diremoa : p dorera >s crrar
mas nao er remos volnutari^mente.
Nao bu.-ca nos enganar 0 povo. bocam->s esrla-
rece-lo, so dizendo 0 qne julgam E' e^ta a raissio da imprens'. seta -? n-
sao.
Quaes as eausas da agilagao T
A aiiibigio louca, 0 iesespero, a c-ja a-pjrag^
ao poder, 0 ardeute desejo do mand > seja porajaw
meio for.
0 ultramontiaisraa enctrnalo no* je-nitas rio
contente de devatar a E iropa, quer vir umkeai
explorar a America.
Os abutres n-g.-os de Loyola I'm >r ram-se de
vir pairar ao Brasil I ..
Dtsfargad s, isolalos, huxildes, vieram *o-
tnens nrqros perturUar este piiz ben-.ado ac
Deos.
. A cobra roja de man?*), 0 chacal caconde-se as-
tulol
Nao e 0 hoa.em do pre-oute-que buscam prear.
e odo futun.
0 sapo m:gnetisa 0 pa> rerisa a alma da creanca Prio^ipia 1 r -egre
ga-lo da familia, depois da sociedade para tnraa Io
cousa da corapaclra I !
Para isso basta-lbe 0 enaino, 0 oasjfjja] r.jn '
Loyola ri >e d pieJade do Velko da m oitaaka.
Este procurava no Katckis 0 segreJo dj s-a im-
perioLoyola, dorninando a alma, fuada roei r
seu I
0 Velho da inontanha fallava aos eBtidi, Loyo-
la qniz raoldar as alma-!
0 espirito, esse sopro divino aue De fez bell.-i.
grandioso e livre, 0 jesuita toma nma cfusi sbbjo
1 .ante a cera, que se dobra a toma t> forma que
elle Ibe quer iirpiimir I
Deos quiz 0 homem livre, vivo, anixado e crea-
te ; 0 jesnita qnis emendar a obra de Deos ; a
busca tornar 0 homem cadaver I
Para elle a humanidade d ve crer, pea-ar, e
obrarsgnndo ordenar 0 geral da eosaaaatiu '
E anathema a quem nio eorrar-ae a or-
dem I
Loucos I A charama qne bnscais abafar aa de
devjrar voa as mios I Deos nos fez Kvres e ra-
cio^aes, nao sereis vos que nos tornareis mackim E 0 jesuita pouco a pon:o foi mioando ft aato
em que Ihe deixaram pisar.
Paraayta damniuha, cobrou f. rgas, e aoaadj se
ssntio com raizes, quiz soft*>car asocirdade I
E-ta sorpreza selton 0 grito de alarma I 0 je-
suita curvando se, rio-se c armou-lbe novos kra-
gos. 0 jesuita apalpou 0 terreno : vio qne os aoe
a 14 0 a acaram 0 fizeram por esp para combate los, maa ao governo, e fracas a
iuibecilidale e ignoraneia qae per mcuna de tc-
dos achou no interior- pde era scena os quebra
kilos I
0 jesuita e maahoso e astuto. Elle nao ataca
de frente, acha sempre quem por elle roaaaaii,
Nem sempre os Baldas ae deseobrean, aorasM
aa missoes do Paraguay nio se criam *faaitaHn |
Os procincianos pensando laser do jesoila aaa -
irumento, pelo contra rio servem a aoa cans...
Foram oa ligneiroa qne introduziram os je-
auiua sJo os protincianot, seus herdairos, qoe
Ihes servem de auxiliares.
Para terera tres dt tndo empregam, tudo Ihes serve.
Hoje ultramontanos, vel-os heis amaaha allra-
racionalistas.
Sem a minima ceremonia de nm dia para outro
mudam de opiniao e doutrina, aegnndo 0 momen-
to e occasiio, on segundo Ihea parece que por es-
te ou aqueile meio chegario mais lacilateate a
posse do poder.
Hontem 0 collegio era atacado pelos htrim das
motina e aasnadas e queriara pelo pnnaai,
os jesuitas, h"je 0 jesuita e 0 alliado
com quem esperam ch'gar ao polaaru I
Hontem se dizia ao povo qnn f aaaV a finfwa
cane a devia trabalkar 0 Uraco hoje jnaifa i
0 heroe que nesta terra escravo, cynic* otrtpsm sr
a bater 0 pe ao monarcha I
A cegueira sempre, sempre a lonca aasaseaa t
0 jesuita occults a raao, e nega a parte aa Iha
perlence na agitaglo ; maa do pulp l", da *m&
Qssionario, da imprensa aqut n ettraufeiro
la vera 0 conaelho, a incitacao, a iBonativo &
guerra civilpintando-ae 0 governo eaaaa aaa-
fon, disposlc a acabar eom a r^licaia, lyraa-
no, p rseguidor rcbelde ao papa a a *m
nbiaque dizem superiores a todos os
terra, quando o governo nao fas
fender a eoasiituicao, maoter a
estado e oomi'aler ao uliraraontamsaao I
A mt.-leran.ia e pregada, eiploratn
sdes, aaanncia-se a vmla de matnti t a
kil'S, como o earlista em Heapaaaa aaitsla aaaa aa
padre? contra a lei e 0 poder anailiiuiau I
E os (jruv.n.iauos folgam Oess a a^Maaaa a o
jesuita pensando fazer delle iaitraracaiii I
Sabam que os iropoftos sao as aaaasaaa, ajaa ad
oor eiles pode a provmcia fazer Uea a
pezas, e saiisfazer seus comafaasiaaoa,
legad js de sea tempo, reconaeearaa a
1 aadarasda

.<
_


-r-
Diario de Pern&.mbueo Terga feira 29 de Dezembro de 1874.

eionalidade doi novos ereados sobre fariaha, xar-
qaa, etc., etc., cousummida na provincia, sabem
perfeitaaoente qua nio e quatro reis por kilo que
pode tornaro bacalhao mais car*, mas o mono-
polio que d'esse e de outros generos fazem tres
estrangeiros qaa por isso combatem os impostos
qua di.uiuutm os lucros qae os hao'de repente
enriquecido embora com o suor do pevo; a eu-
tretanto diariamente c mcitara os ignorantes
auimam 01 desordeiros, e em sua folna, a em
avulsos pregam doutrinas subversivas. servem se
da lioguagivn a mais virulenta e iocendiaria I
Em quanto o jesuita se retrahe, e se occulta ;
era quanto obra nas trevas, e por raeios indirec-
los prega a guerra civil, os proviaciauos choram a
falta dos Soatos-Maiores, iusultara o povo porque
cheio de bom sen-o nao (a: a desordem qae dese-
jam, e por meio de agentes dislribuem irnpressos,
e espalham quanta absurd lhes vem a cabeca
com tanto quo conflagre.ii os desorlei os igaaros
do interior I I
E assira obrando quer ter foros de monarchis-
ts, de crdeiros, de bomens quo nao querem a
desordem nera especularidade com o crime I
E' contar muito com a imbecilidade I E' des-
eonbeoer muito o piiz I I
E negarao acaso Os proviocianos e jesuitas 09
lacosqii9 os unem ?...
Na curia 0 reconhecido chefe dos primeiros e 0
presidente da sociaaade creada pelos seguados, e
ate republican houve que quiz fazer liga osten-
siva I Casaraento hybrido da liberdade e do Syl-
labus isto e dedous principios negativos, de
duas idea* diametralmente oppostas I I...
Aqui... a Provincia (papel), ahi esla para com
a Uniao, provar 0 q :o lizeraos I...
Assim, pois, os ji'suitas, isto 6, os zuavos
do ultram-ontanlsmo nao davida'm perturbar e
eisanguentar 0 solo da patria em bora do ul-
tramontanismo e do poJer temporal do Papa,
com que nada temo3: e ha brasileiros css&s
palriotas e liberties (que liber.es I I) que nao
duvidam presttr se as vistas do estrangeiro, e
coraprosotter 0 futuro, a paz e a liberdade de
seu paiz so por que pensarn que assira obrando
lhes viri 0 poder I
Esppcularao, arabicjlo I !...
Nao f illamos aos homens apaixoaados, fallamos
aos homens imparciaes, aquelles que a par dos
successos sabsm desenminar a verdade d > erro, 0
trigo do job, -tiles que nos digam se nao e isso
a verdade.
N.)s seguinles artigo.. tratareraos dos otftros
pontos.
PUSUCACOES A FEDIDi
Trilhos Urbanos do Recife ao
Oaxangd.

Sr. gererJe V. S. nao se engane com e que peJ-i para a estacao da Mangabeira ficar aon-
de esta ; tiles dizem que sao as^ignantes, porem
nao sac ; elles querera enganar a V. S. e ao Sr. fis-
cal; V. S. nao os GDuhece c>mo cu, piles 0 que
sao, e, passageiros de caridade I nunca os vi na
i* classe; os da Mangabeira e P.iruan,eirim, isso
Jim, sao da 1*.
Eu nuoca ouv! fallar em tal Cajueiro, sempre
fci Mangabc'ra, jamais ilguem se lembrou de
tal.
Olhe, V. S. sabe de 11111a coasa, m-ndeparar 0
trem na Mangabeira que e 0 lugar proprio, e dei-
xe la a estacao a-jnde esta, que assim coalenla a
todor, e 6 bom para a companhia.
0 conductor da caridade
CoHeglo do iWossa Seuhora u
Ansparo.
Este collegio, estabelecido no edificio n.
61 da rua do Hospieio, comcara os seus
trabalhos no dia 11 de Janeiro proximo vin-
douro, A directora abaix) assignada, cs
pera dos pais de suas alumnas 0 do publi-
co em geral, 0 acoibimento que tem mere-
cido alo hoje, proinettendo a continuarao
de seus esfor^os na boa educagao das ine-
ninas que lnes sao confiados.
0 ensino religioso, odj primeiras letrase
0 dos trabolbos manuals, como bordado a
ouro, frocj, soda, crucliets e objectos de
la, sao dados pela directora e sua filha, as
rjnes sc acham coaip ti.nte.nente autori-
sadas.
A; Unguas portugueza e frauceza, assim
wno a geognphia, historia, piano e de-
senbo sorao L'ccionadss por pe^soas compe
tentoiiiente habillitadas, c sob a immediata
inspecgao da directora.
Recife, 20 de dezembro de 1874.
Carlota Augusta da Figuairedo Del fort.
Ao ]iUj>Iic.
Brevca considcrn^deg solire o abas-
tecimento d'a^ua potaiel si ciilu
ifv- do Recife, scum eggolog e uicios
dc sanear must almogpbera, pe-
lo Dr. Pedro de Atbayde Lobo
Mugcuso, formado em medicin
_pela Fuciildadc la Babia.
CIDADB DO RECIFE.
Sua p'sicw e endicues relativas ao fornecimento
d'agua e ulilidade de esgotos.
(C inliuuap'i .)
A assemblea provincial com effoito mostrando
que nao podia Q:ar indifferente a urn dos mais
iustanle? reclamos da populacao da capital, auto-
r.sou 0 presideote da provincia a usar do que
maispropru julgasje para remedir tao palpitaute
ne*essiiale do povo.
Mas como veucer essas diiBculdade3 ? com qua
meios, com que capilaes ?
Com os de quo a companhia pode aetualmente
dispor, certamente que nio.
E com as ide"as de que fe acham dominados
seus admini-tradores, com loda certeza nunca se
rahira do aperlado circalo era que nos achamos
s^clusos. Ha fore >sa necessidade de outros meios.
* Labor tmprobus omnia vincil.
E' uroa verdade. Mas veiamos 0 que ha a fa-
wr.
Os mananciaes qiie a ooraomhia possue no Pra-
ia e no engenhoDoas Irmaos -sao insnffljientes
para aiasliiser a ciJ^de do Recife e seus arredo-
ros, como hoje se exige em toda parts dj mundo
em que se pen-a no bem pablico e principalraente
na sad la ; 0 que aciaia temos demons'rado.
Ainda qua a companhia adquira 0 aoude do
Monteiro, nao pode foruecer talvez duzento3 a tre-
zentos litres por iiabitanle, e ter algum excedente
para 0 cressiraento ordioario da populajao e da
sua indast -ia nascente.
Passemos araa rapida vista d'oluo3 sobre esta
materia :
A companh a dos bunds sustanta qaat.'ocenlos
muares ou mais ; e lava-os, assim como os seus
carros com agua do Beberibe, a logo que teDha
da assentar outras lianas J trilhos tera de aug-
mentar 0 numaro deltas.
A companhia locomotora vai bo mesmo cami-
n'uo ; e nao pode dar agua de caciraba aos ani-
maes de sea tratego, porque se arriscaria a per-
del os em curto espaco de tempo.
Temos, portaato, de contar approximadamente
com am milhar on mais da bestas, alem dos
cavallos das oatras cochelras de carros e de par-
ticulars, bois, vdccas, etc., em e~tribria, cuia in-
dustria vi crescendo do dia em dia.
Tomando por termo me"dio a qaantidade de 75
litroa por dia, em qne Dupuy () e outros, avaliam
0 j{ast9 de cada cavallo oq outro semelhante, e
nao contaado com a lavagem dos animaes e dos
carros, porque a agaa dos pogos tambem estraga
0 verniz, teremos neaessidade de uma avultada
quaniidade d'agua 96 para essa pequena parcella
de grandes cansamidores.
_ Temos, porlanto, necessidade de cem mil litros
somente para esses dous estabelecimentos, nao
coniando os cavallos, vaccas, bois e mesmo bur-
ros dos outros e*tabeleeimentos raenores.
Mesmo concedida a bypotbese da obtencao dos
tres mananeiaes, toonteiro, Apipucos e Prata, e do
eocanamento do no Beberibe, qae sera disputado
pela companhia de Olinda, que ja se abasteceo
delle, teremos a companbia a lutar coma didicul-
dade da elevar a agua a grande altura nor saeu
de poderosas machinas e torres suflicientementa
alus para que a agaa possa cbeg.r a todos 03
andares.
Ahi Jtem como coosequencia neceesani -o es-
trago dts machinas e a despeza do carisslmo com-
bastivel.e as ecWB3 de tim e ouiro material
() CondulKJ drstrifcoittoD des eaux a Peris.
para nao aggravar a sorte da eompanhia, qae com
eazao nao querera ser prejadicada.
Accresce que 0 acude do Monteiro eSta hoje ro
deada de pequenas habita;oeg, e qae nelle oa na
sua levada se toma banhos, lava-se roupa, etc.,
etc., etc.
0 acude de -Dous Irmaos tambem esla rodea
dp de moradores qae praticam os mesmo3 aetos.
Ninguem dira que nestas condicoes a popula
cao do Recife querera beber dessa agua, nem com
ella cozinhas seas alimenlos, sob pena de encon
trar 0 qua se acha nas aguas de Londres on de
Paris, e 0 qae aqui pode dar a Recife Drainage
os samidora.1, os monturus dos qaintaes.Lam-
brem se d'agua com qae ha pouco fabricava 0
pao 0 padeiro da rua do Visconde de Goyanna.
A companhia ver-se ha obrigada a fazer repre-
zas longe dos poroados, onde a agua nao possa
ser contaminada pela lexivias e pelas immundi-
Jias ; enc*namentos extensos e sempre snjeitos as
machinas e custoso combustivel, porque os ma-
nanciaes pouco mais ele/alos sao que 0 lerreoo da
capital.
Resta 0 verdadeiro e mais proveitoso recurso
buscar agaa onde ella exisla em grande abundan-
cia, capaz de salisfazer a todas as necessidados pu-
blicas e parli :ulares, sufficient- menle pura e lim-
pa, e em altura que independents de machinas
elevatorias possa cbegar aos ultimos andares de
todas as casas, em quantiJade tal qae cada urn
possa jjastar livremente todaaqueila de que tiver
precisao sem registro nem embaraco de qaalidade
alguma.
E' esta a predominate opiaiao de todos os mo-
dernos hygfenistas, a qual se coaduoa com os mais
^a'uiiferos principios da sciencia medica e com a
razao esclarecida.
Onde, porem, acbar a companhia um mansn-
cial d'agua em taes condicoes ?
Ha ama pergunta maito natural : -A compa-
nhia ja procufou 0 ? Suppomos que ainda nao 0
0 fez com xonta&t de achar.
Os terrenos qae jazem ao sul da provincia, sao
mais humosos 0 por conseguinie as aguas nao so
sao mais barrentas, como contem maior quantida-
de de materias organicas.
As aguas dos rios Tigipi6 e Piraparaa, diz-nos
um babil engenheiro, estao em altura sufficiente
para chegarem em abundancia ao mais alto andar
de casa do Recife : mas sao barrentas, lodosas,
carregadas de materias org micas, e por conse-
guinte improprias para os usos alimentares : nao
devem, porlanto, serrir para abastecimento da ci-
dade ; salvo se forem susceptiveis de se torna-
rem boas, alimpando-se 0 rio, e afastando todas
as mais cansas qae as tornam impuras : que em
muitos casos nao dcixa de ser possivel Os enge-
nheiros que 0 decidam.
Dessas localidades em diante, as aguas dos rios
sio mais ou menos semelhante^ ; e como a dis-
tancia 6 maior, a diffieuldide tambem cresce para
se ir have! as.
Para 0 lado do norle existem muitos rios e ria
chos, como sejam : 0 Paratibe, Timbo, Monjope,
Jamba e onlros.
Alguns destes tern oleilo pedrogoso; 0 terrenoe"
de constituijSo differente ; as aguas limpidas, pu-
ras e dc natureza a s rein aproreiladas iuJepcn
dentemente de custosos proctssos de filtraQao :
talvez b3stem os reservatorios em numero e tama-
nho sufflcientes para as aguas reponsarem e depo-
sitarem as materias organicas.
(Conlinuar-se-ha.)
O Dr. Jose Antonio de Figuei-
redo.
II
0 libello famoso cuja contrariedade tem occupa-
do ja dous numeros do jornal da opposicao, forca
e dizi'1'0, nao teve uma verdadeira e perfeita con-
trariedade ; verdadelra, porque 0 seu autor nao
pode infelizmente destruir 03 nossos provards;
perfeita porque dcixou a margem, como que sera
mertcer digno reparo, alguns dos pontos, nao da
accusacSo, mas de ama apreciajao imparcial e
justa.
Poi assim que, interrogamos se alguem haveiia
que ignorasse que 0 Dr. Figaeiredo ensina aos
seos discipulos as doutrinas de Tapt.relh, a quem
chama divino ; e S. S. passou de largo a respeito
deste pon'.o, para presentear-no3 com uma pos-
[ilia (maravilhoso invent0 /) sobre a hereditarie-
dade da monarchia, famoso escudo de suas ideas
monarchicas e conslitucionaes, excellente doutri-
na, que nos esta a pedir uma completa refula-
cao I
Foi assim que, inquirimos se alguem haveria
quo igoorasse que 0 Dr. Figueiredo pronunciou-
se Sempre a favor do condomnado D. Vital, e S.
S. e?gueirou-se maito subtilmente e deixou-nos
perraanccer firmes na opiniao enunciada e do to-
dos cocheciia, off'Tecendonos um pedarjo de pos-
lilla (sublime crearuo I) sobre a hereditariedade
da monarchia, padrao da sua qualidade monarcbi-
ca, constitucion.il, magnilica doutrina, que bem
merece serjustamente apreciala I
Foi assim que, ainda perguniamos : quem ig-
nora que 5. S. como re.Tesenlante da nacao, pro-
carando demonstrar o- vicios e violen^ias pralica
das nas eleicSes de algumas freguezias desta pro-
vincia no dominio progressista.chamavaao povo
poeira ?
E S. S. guardou religioso silencio, fingio estar
esqaecido daquella infimtaria descalca, chamada
-zjpovo, daquella poeira, contra as quaes tinto
vociferou na camara dos depnlado;, e vem dizer-
nos : ahi tendes a poslilla, (estupenda maravilha I)
que dei aosmeas discipulos uesle anno, a respei
to da ques'a 1 das monarchia3 hereditarias, uma
d is garaoths do meu amor as iostituiQoes patrias,
soberbadoutrin?, qae era nossa opiniao nao pold
nem deve pass.ir desapercebida.
Bern se ve*, pois, que S. S. escondiase e appare-
cia para contrariar esse famoso libello.
A forca do Dr. Figaeiredo, essa forca qae co
nhecemos, affectada oa nao, era'para fulminar as
nossas palavra-, como outr'ora do seio da repre-
-entacao nacLnal fulminou, para dar-1 he exter-
minio, a essa poeira e essa infantaria descalca,
que hoje sao para S. S. como para muitos, senao
lodos 03 seus amigos, 0 idolo, a santa imagem la
patna, 0 soberano inviolavel 1
Mas, confessamos, foi uma tremenda decepgao
que experiineniamos I
E nada mais nos disse na primeira parte de sua
famosa contrariedade, alem de que tambem nao
era republicano, Iqualidado alias de qae nao tra-
umas), porque no Club Popular se manifestara
em um aiscurso, que com impresso, contra a pre-
tencao de alguns que desejavam converter 0 Club
Popular em club republicano ; e qae sendo lente
por deer,.to da Faculdadede Direilo sempre trans-
mi ttio ao> seas discipulos essas ideas, aproveitan-
do a opportunidade para fazer bem publico, que 0
Exm. visconde de Caraaragibe concorreu oilkio-
samente para a sua nomeacao, 0 que causara-lhe
ad:nira;ao ; e tornai a-o amig0 pessoal de S. Exc.
e mais outras consideracoes que nao vinhara de
m do algum ao caso.
Oe sorte qae, bem dissemos que a S. S. parecea
terse defendido.
Rapidamente passemos agora um golpe de vista
sobre 0 sea segundo artigo.
Neste S. S. apezar de chefe do partido da Pro-
vincia e de ser o|uni:o que com todas as abundau-
cias apreseatoa-se ao paiz gritando e batendo nos
peitos: sou jesuita de c naca; de'ser tambem am
daqaelles que bao coocorrido para qae 0 orgao
liberal nao tenha opiniao flrme e segura a respei-
to da questao religiosa ; de declarar desde 0 co-
meco dessa questao que era contraaio a muitos
ariigos na Provincia pablicados, e de pedir qae 0
deixassera pensar conforme a sua con sciencia,
raostra se nos incompelente para intermediary en-
tre liberaes e,jesuitas, oa 0 peiot medianeiro enlre
elles.
Nao podemos aceitar semeloante declaracao,
Funda-se ella na excessiva raodestia de S. S.
Nao e crivel, que os provincianos, movidos to-
dos por ama idea, mudassem de rumo, se 0 Dr.
Figueiredo, 0 chefe, 0 ouico que tinha flea diver-
sa, nSo obrasse apos si, como am excellente in-
termediario, um medianeira de forca e qualida-
de?..
Expliqoemo-nos.
Ate certo tempo, a imprema dirigida por S. S.
encarava os negooios publicos religiosos de am
modo, qae apoiava 0 peosaraento do governo, 6
secundava as suas vistas.
Por esse tempo S. S. distanciou-se dos seas
amigos, e estes continuaram, em verdade e diga,
sem respeito a Ma chefe a trilbar 0 mesmo cami-
nho.
Presentemente, po'em, 0 qae vemoeT...
A Provincia qae 16 tiaba as suas columnas pa-
ra refutar, contrariar e muiUs vezes 'ridiealarisar
os escriplos da Uniao, e bra-^M da algun3 dos seas
redactores para escalar as portas da sua typogra-
phia, e a ferro e logo lnutilisa-la, commetlendo
por esse aete 0 mais vil attentado contra a proprie-
dade e a liberdade de impren'a ; a Proyincia or-
gio doe liber*ea desta terra da hoje a ma 1 aos re-
dactores da Uniao, orgio do jesuittsmo em Per-
nanbaeo, e raoea-ve oao esta eon s onta e
dentes centra nos e 0 governo.
Figaei>edo a prova do qae dize- Garrafas de vidro 1 barrica a M.noel Alves Bar-1 Canal -Ldgar inglez Corisande, capitSo T. GarJi
D0'f-. I ner, carga assucar.
uojactos para esgoto 6 volumes a Recife Dcai- Juenos Ayres e portos intermedios -Vapor ingiez
Boyne, commaodaate T. Reeks, carga parte da
qua tr.iuxe da Europa e assucar que recebea
neste porto.
Navio entrado no dia 27.
Portos do sul 6 dias, vapor brasileiro Para, de
1,999 tcneladas, commandante 0 !. lenente
Carlos Antonio Gomes, equipagem 62, carga
differentes geaeros ; a Pereira Vianna & C.
ObservaiSo.
Na3 houve saliidai
Navios enlrados no dia 28.
Aaiarracao (ao Piauhy) e escaia-Vipor nacional
Pirapama, de 312 toueladas, conmandante Jose
Henrique da Silva, equipagem 30, carga algodao
e outros generos ; a companhia pernambu-
cana,
Aracajd e portos intermedios^5 dias, vapor na-
cional Giquid, de 232 toneladas, commandante
Martins, equipagem 23, carga farinha de man-
dioca e outros generos ; a companhia pernam-
bucani.
Navios sahidos no mesmo dia.
Caoal-Barca ingleza Suza, capitao W. Weymatb,
carga varios generos.
Portos do none -Vapor brasileiro Para, comman-
dante Pedro H. Duarte, carga varios generos.
II I .......tl--------a:
Quer 0 Dr.
mos ?...
Da la hemos.
Nao baitava a liaguogem mais ou meaos seme- nage Company. Oleo de linhaca 60 barris a Bar-
Ihanto, mais oa menos insotonte da Provincia e tholomeu & C, 20 latas a Jorge Tasso.
Uniao; aquella queren4o furtar se ao trabalho, oa Piraenta 50 saccos a Soaza Bastos 4 C Pregos
bateado palmas de contentamento pelos insaltos 37 barn's e 43 caixas a Pdreola Viaooa & G Pol
por esta a n6s dirigiJos, transcreve-os era as suas yora 500 barns de quartos aos coasigoata.-ios 400
colamnas, e com isto 0 que faz?... a ordam 500 e 10 J caixas ao barao de Bem flea.
Quizeramos que 0 Dr. Figueiredo respondesse- Silitre 25 barris a D. T. Bask>3 & F.lho, 30 a
nos. Moreira H.illiday & C, 12 a Bartaolomeu 4 C.
E como nao tenhamos certeza da resposta, afUr- Sherry 50 caixas a ordera.
mamosque faz causa comraum com os jesuitas; Tiota 15 barris a Moreira Halliday & C, 10 a D.
que a allianca de que fallamos operoa-se 1 sendo T. Bastos & G, 10 e Paronte Vianna & C. Tin-
presidente do direciorio um horaem canhecido pe- la 100 barris a ordem, 19 a Manoel da Silva Faria
lo paiz por suas ideas absolutistas em politica e & C.
principalraente em religiao. j>
Mas S. S. ainda declara-nos que, nem faz parte: 0E3PASSOS DE EXPORTAQAO NO DIA 26 ,rE
da sociedade calholica, porque prefere consefvar-: DKZRMBRO Dli iS7i.
se no seio do parlido liberal, do qae fazer parte, Para os portos do exterior
de ama asssociacao too pequena, embora assevere. No patacho inglez Castandrj, para 0 Canal,
qae naquelle as suas ideas sao as desta; nem es- j carregou : Sirap-oa fc C. 4,000 saccos com 300,000
ereveu nunca ama linha para a simoniaca Uniao, kilos de assucar mascavado.
embora escreva na Provincia e neta tr.njcreva 0 j Na barca ingleza Am >y, para 0 Canal, carre-
gou : Simpson & C 3,000 saccos com 225,000
I7tt20
Hi
que d'aqaella lhe agrada ; e por isso proenra con-
vencer-nos do que nao existe tal allianca, nem foi
S. S. quuin instituio a.
Sera em pura perda de tempo esse afanoso tra-
balho; porque ninguem ha que desconoeca a
marcba qae leva a partido por b. S. dirigido, nem
0 lim a que se destina, sendo certo qae todos os
meios lba servem, como tambem ninguem igoora,
e v6-se claramente da hybrida uniao qae acaba
de fazer com a Uniao.
Conclnindo, como S. S. diremos :
c Este artigo ja vai iongo, no seguinte veremos
as cauas dessa origiaal UniHo.
Recife, SO de dezembro de 1874.
t
17*f
JUNTA DOS CORRETORES
Practt do fetecife, 3 S de deze-u-
br de 1874L.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOES OFFICIARS
Algodao da Parahyba 1* sorte 7^000 por lo
kilos posto a bordo a frete de 3|1 e
5 0(0, sabbado
Assucar bruto regular 1^500 por 15 kilos.
Cambio sobre Londres a 90 dtv. 26 5|8 e 26 3i'i
d. por 1*000, sabbado.
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 1|2 e 26 5i8, e do
banco 26 3[8 d.por 1*000.
Cambio sobre Paris a 90 d[v. 360 rs. 0 franco,
sabbado e hoje.
Dito sobre dito a 3 d(v. 370 rs. 0 franco, do
banco.
Cambio A sobre Hamburgo a 90 d|v. 450 rs. por
ItS. M., do bauco.
Dito-sobre* dito a 3 d;v. 460 e 463 rs. p>r R. M.,
do) banco.
Cambio .sabre Lisboa e Porto a 90 d|v. 102 0|0
de premio.
Dito sobre dito a 3 d|V. 108 0[0 de premio, do
banco.
Desconto de letras 12 0|0 ao anno.
a. ae Vasconcoiios,
President*.
A P. de Lemos,
S tcretarh.
Aandunanto do
Idea do dia 28
ALFANDK'.iA
oil 1 a 26
740:851 ;-,866
29.979*376
770:831*542
Descarregam boje 29 de dezembro de 1374.
Barca ingleza Clemenlia .mercadorias, carvao
e coke ja deepaehados para 0 caes d)
Apollo
(trigiie portuguez Soberano pedras para 0
trapicba Conceicao, para despachar.
Patacho portuguez Santa Maria de Bellem -
vario3 generos para 0 trapiche Conceicao,
para despachar, e vinho para deposito no
trapiche Cunha.
Patacho italiauo Ermida S,l ja despacha-io
para ten a.
Patacho inglez Silas Aboard mercalorias
para -alfandega e farinha ja desp^cliada
para 0 caes do Apollo.
Patacho iuglez Lucy kerosene ja dpspachado
para 0 ca-s do Apollo 0 deposito no tra-
piche Vieira.
Origue portugu z ^ Ligeiro III viuho para de-
posito no trapiche Cunha.
Barca ingleza iVolonta di Dio dormenles ja
despachados para 0 caes do Apollo.
Barca ingleza Jane Maria carvao ja despa-
chado para 0 caes do Apollo.
Vapor nacional Pirap ima generos nacionae3
para 0 trapiche da companhia pernam-
bncana.
Vapor nacional Giquid generos nacionaes
para 0 trapiche da companhia pernam-
bucana.
Patacho ailemao Frang polvcra para depo-
sito no forte do Buraco.
Iinportac&o.
Vapor nacional Giquid, entrado dos portos do
sul em 28 do correnie e consignada a companhia
pernambucaaa de navegacao costeira por vapor,
manifestou :
Assucar 55 saccos a Miguel J. Alves. Arroz do
casca 152 saccos a ordem. .
Coaros salgados 199 a Francisco 5oa,'alves Tor-
res.
Farinha de mandioca 57 saccos a Joaquirn Jose
da Silva Gomes, 70 a Domiagos da S. Torres, 80
a J. Manoel de Aaaujo, 100 a J. J. Tasso, 22 a
Francisco Goncalves Torres.
Mi I ho 131 saccos a ordera, 117 a Francisco Gon-
calves Torres.
Oleo de ricino 50 latas a> mesmo.
Vapor na jional Pirapama, entrado dos portos
do none na mesma data e consignado a compa
nhia pernambacaaa de navegagao costeira por va-
por, manifestoes :
Algodao 244 saccas a Henrique H Araujo
Saraiva de Mello, 243 a Braga & Costa, 101
a Audrade & Mello, 49 a J se d S. Loyo So-
brinho, 56 a Luiz Antonio Siqneira, 40 a Antonio
Jose de Sonza, 102 a Monhard, Mettler & C., 66 a
Parente Vianna & C, 16 a Gomes de Mattos & Ir-
maos, 35 a Sa Leitao & IrmSos, 58 a Joao Fernan-
das Lopes & C, 82 a Monteiro Gregorio & C, 44
a Luiz Jose.Piatoda Cosla, 12 a Manoel Mar-
quee Pmto
Conrinhos 100 a Jjse Joaquim Feraaod s & Ir-
mao, 398 a Bellarmino G. de Albuqaerqae, 20
molhos a M. Marques Pinto. Coaros salgados 296 a
Henrique Xavier Araujo Saraiva de Mello, 100 a
Luiz Antonio Stqaeira, 36 a Manoel Marqaos Pia-
to. Cafe *23 saccos a Joao Jos6 R. Mendes, 1 a
Theodoro Christiansen. Cera de carnadba 17 sac-
cos a Cosme Jose" dos Santos Callado, 5 a Sa Li-
Uo Irmaos, 4 barricas a Bellarmino Goncalves de
Albuquerque.
Cerveja 40 caixas a ordem.
Gomma 3 saccos a Moraes & Irmao.
Milho 10 saccos aos me3mos.
Peanas de ema 1 caixa a Bellarmino GonQalves
de Albuquergue.
Sola 386 meios a Goncalves Irmio & C, 220 a
Jose Joaquim Fernando* & Iimio, 3,150 a Moraes
H Irmao, 2,817 a Gongalves & Irmao, 529 a Luiz
Antonio Siqueira, 230 a Pereira Vianna & C, 232
a Joao Jose de Carvalbo Moraes, 114 a Henrique
X. Araujo Saraiva de Mello, 22 a Bellarmino Gon
calves de Albuqaerqae. Saccos vasios ft volumes
a ordem.
Brigae inglez Okenbury, entrado de Cardiff em
26 do corrente e consignado a Saunders Brothers
& C, manifestou:
Carvao de pedra 400 toneladas aos consigaata
rios.
Patacho ailemao Francz, entrado de Londres na
mesma data e consignado a Saunders Brothers &
G, manifttsloa :
Amostras 1 caixa a Domingos Alves Matheas.
Biscoutos 26 caixas a Jose M. da'Rosa & Filbos,
14 a Domiagos Alves Matheas.
Cok^-83 toneladas aos consignatsrios. Larvae
de pedra 103 toneladas e 17 qaintaes aos mesmos.
Cofres de ferro 2 a Moreira Hailiday St C Calca-
do 1 caixa a D. T. Bastos & Filbo. Cimento 150
barricas a Johnstor Pater & C, 100 a ordem, 100
a Jose M. da Rosa & Hlhos. Chumbo de municae
60 barris a Domin;oj Alves Matheus. Candieiros
9 caixas a ordem.
Drogas 4 volumes a Manoel da Silva Faria &
C, 19 a Ferreira Maia C 3 a Manoel Barbosa,
2 atlartholomau AC, la loaquim Felippe da
Costa.- M-^
Enxadag 38 barricu a Parente Tianda A C.
kilos da assucar mascavado.
No patacho inglez Fleeting, para Hampton
Reals, carregou : Matheu3 Au-tia & C. 4,200
saccos com 315,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Victoria, para 0 Porlo,
carregou: A. Loyo 400 saccos com 30,000 ki'os
de assucar brauco e 200 ditos com 15,000 dims de
dito mascavado ; T. L. Soares 680 couros salgados
com 8,160 kilos
Para 0$ portos do interior.
Para Uruguayaana, na barca hespaohola Ce
lestina, carregou: Silva Guimaraes&C. 100 pipas
com 48,000 litros da aguardeate.
Para 0 Rio Grande do Sul, no patacho nacio-
nal Africano, carregou : Amorim Irmaos k C. 622
volumes com 65,443 kilos de assucar brancoe 45
ditos com 5,103 ditos de dito mascavado.
Para 0 Rio Grande do Sul, no patacho na
cional Bello Vestino, carregou : Oliveira Filhos &
C. 419 volumes com 43,731 kilos de assucar
branco.
Para 0 Para, no vapor nacional Para, car-
regou : Amorim Irmaos & C. 100 volumes com
7,765 I|2 kilos de assucar branco,
CAPATAZ1A
Hendiraaato do dia 1
Hern do a,: 23
DA ALFANLiSGn
a 26. 11:644*083
. 374/606
robinfltt Ho dia 1 a 26. lu dia 23. ... Piiraeiraporia -Segonfla porla Fereeira ports Ttspiche Ccseaifcas 12:018*782
iJtHlDOS * 45,748 202 168 398 441
46,957
SERVICO MARiTIMO
aivarongas descarrogadas no trapic'aa da
alfandezs.
o dia 1 a 26 .
k) trapicbe Louci(-ac
93
2
2
97
IKCUBEDORIA DE
~ RAES DK
tndimento do dia t i
tona do d 28
RENDAS INTfc-tiNAS Gt-
PERrtAMBUCC
1 26 55:863/417
. 3:812*632
59:6:6*049
OONSULADO PROViNCIAu
do itia 1 a
dEi do di?. 58
147:723*071
I6:43i;614
164:156*683
AGENCIAS PROVLNC1AES
Liquidos os) iiituosos.
mento de 1 a 2* 3 181*730
(?om do dia 23
V-mdimento de 1
(dam do dia 26
Rendimento do 1
Idem do dia 26
Bacalhao, etc. *
a 24 4:304*022
I
jneros do estiva.
a 24 6:031 i004
103*284
Farinha d>j
dendiraento de 1 a 24 .
denido dia 26
trigo, etc
3:847*608
*
Furao, etc.
Aendiffl3nlo de 1 a 24 1:976*303
idem do dia 26' *
Aeadimento do I
idem do dia 26
Vinagre, etc.
3:481*750
4:304*02:
6:136*288
3:847*608
1:976*305
a 24
1:941*231
67*3-26
-----------2:008*537
21:754*530
Ttiesouro provincial do Pernambuco, 28
le dez-jmbrode 1874.
0 escrivao,
J. C. M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Joaquim Jos6 Gonjalvcs Be'trao & Filbo saccam
por todos os va pores sobre :
Anadia
Agai a
Aveiro
Ceja
Bhave?
Ivas
E-narant-)
AuimarSes
Gvilha
CoelgaQO
MPo't'alegre
Arcos de vai de vez
Celorico de Bastos
Caminha
Mangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
Vi
Evora Monsao
Fate Ovar
Faro Porto
Guarda Tavira
Leiria Regoa
Lisboa Vizeo
Barcellos Figuei
Coirabra L^mega
Mirandella Estarr
Penafiel Valen
Villa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espozende
Oliveira de Azeraeis
Povoa de Varrira
Vianna de Castello
a nova de Portima Villa nova de Famalicao
Villa do Conde;
Mas ilhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
?- n
mmn m mm
Iiavios entrddos no dia 25.
Rio de Jauein pela Bahia e Mace 6 -8 dias, trans
porte nacional Werneck, commandante 0 capi-
lao-lenentc Manool Gomes da Craz.
Montevideo19 dias sumaea hespanhola Guada-
lupe, de 143 tonehda. capitio Pedro Oliver,
equipagem 10, carga 132,010 kilos de carne :
a Baltar Oliveira & C.
Observagdo.
Nao houve sahidas.
Navios enlrados no du 26.
Southampton e portos iutarmelios 16 e meio
dias, vapor inglet Boyne, de 2,084 toneladas,
commandante F. Reeks, equipagem 117, carga
differentes generos; a Adamson Howie Si C.
Buenos-Ayres26 dias, bngue.bespanhol Maria,
de 18o toneladas, capitao Rablo Sust, equipagem
12, em lastro; a Loyo & Filho.
Rio de Janeiro -18 dias, barca portugueza Novo
Silenao, de 350 toneladas, capitao Jos6 Antonio
Ferreira, equipagem 14, carga varios generos ;
a Beltrao 5 Filho.
San'.oa -20 dias, patacho ingles Feetwing, de 196
toneladas, capiiao F. Manley, equipagem 8, em
lastro ; a ordem.
Loadres'-43 dias, patacho allaraaQ Franz, de 135
toneladas, capitao J. G. Michelson, equipagem
8, carga 1,500 barris com polvora e outros ge
neros ; a Saund rs Brothers A C.
Cardiff-32 dias, brigue inglfli Okenbury, de 231
: toneladas, capitao Ricbaril-Goodyear, equjpa
gem 10, carga earvl 1 ;' a Sauuders Brotbers
A'arios sahidot no mesmo dia.
Rao de JaneiroBrigue brasileiro Isabel, capitao
' Jose 'Marques Vianna, carga assacar e outros
generos.
NewYotk-Patafho aaerlcatto Maty E-. Thauer,
capitio Grawneek.
0 procarador fiscal do thesouro provincia
de Peruarabuco declara aos contribuintes do3 im-
postos de decima 4. 5 a 8 por cento, carros e
uilhar a cargo da collectoria provincial do muniei-
pio de Igaarassil, do exercicio de 1873 a 1874,
que lhes Pica marcado 0 prazo improrogavel de 30
dias,a contar da publica^ao deste, na conformidade
da lei n. 891 art. 53, para solicitarera da secgao do
contencioso as respectivas guias, afim de recoihe
rem seus debitos, certos de que nao 0 fazecdo
dentro deste prazo, se procedora a cobranga jadi-
cialmcnte, fazendo se publicar para isto a relacio
dos devedo;es abaixo transcripta.
Seccao do contencioso provincial de Pernambu
co, 22 de dezembro de 1874
Cyprian j Fenelon G. Alcoforado.
1MP0ST0 DE DECIMA.
lguarassu'.
Rua da Matriz.
N. 7. Joao Lius Cavalcante de Albuquer-
que 6*048
Rua dos Ferreiros.
N. 3. Geraldo Laurentino de Siqueira Va-
rejio
17
MOCTA.
44034
1*344
Monjope.
Baroneza da Vera-Croz, t dito dilj
A mesma, 1 dito dito
Desiino.
Tenente Antonio Luiz Ferreira da Caaba,
1 dito dil>-
Caite" de Mariel.
Tenente Jose" Mathias da Fonceca, I duo
dito
IMPOSTO DE 5 POR CEXTO DE MAO
Pasffm.
Casa pertencente a cooliaria des SS.
Cosme e Daaiiio
Livratnent-i.
Diu a Nu3sa Senbora do R*saria 4m
Braocos
IMPOSTO DE 2O9OOO SOBRE MAM'.ATE.
S. Stb.'.si
Antonio Fal-ai de Mello Cavaleant* 22 4f
IMPOSTO DE 29500 SOBRE GADO TACCCB.
Pilar deI^naraca.
Joao Luiz Gonzaga 22*400
Seccao do contencioso p'ovia.i I de Peraaaka-
co, 22 de dezembro de 1874
0 I- Official,
_______H.Tscio Walfrido Peregnno da S-lva.
Perante a camara municipal de.-u ctdatfr
eslrao novamente em Bffa dos dias 26, 28, 2t
do corrente, pira serem artraaUd t porfaaal-
aior preca olf.-rocar, os alugu- is das casas aa
, 14,16, IS e 20 da pra(a da ladepao Os pretendeates a taes arremala{iks, babilit-w
m na formal. lei.
Pajo da camara municipal do Recif _i4
de dezembro de 1874.
M. J.do Hego e AIbi-jveri/ne,
PresiJet-.
F. AnguMo da Call,
S ciwtari >.
Edital n. 75.
Pela inspectoria ii alfan I .r-, *e fax publico fw
as II boras da roan'>4 d porla desu rep-.mcao, m iia de aneaa'ar, livra
de direitos e sajeit-ts ao imp t\ -.-.lazia, as
mercadorias a a,x : .. ii.:::aJa-a W-
lao porcditai u. 7 e qu- 1.01 f r.in. air.'maladas
tor falta dc c lcuiuD' ia.
Arm;; .
Marca A L B 11 :;9fit. | e..xa, vlala de Liver-
pool no vapor r.-^i^Bsra/ r, '.'e ^^rrcjala na
27 di fevereiro ^ ^^Bpc anno. u ipoada a
Perragetis-1 Darrtta' a Moreira Hailiday 4 C. ml-Barca intfeta U*, capitalB.'Clark", carga
FPtas 1 caixa a Domtajjo* T. Bastos & Filho. issuer.
N. 27. Ben'edicta Maria da Conceifio
X. 31. Vicente Longainho de Souza
Ru.i do Livramento.
.N. 9. Herdeiro3 de Roberto Gomes do
Rego
N. 19. Irmandade de Nossa Senhora do
Rosario dos Brancos
N. 19. Cosme Damia > Pereira da Luz
Rua do Acougue.
Herdeiro.-t de Roberto Gomes de Fraga
N. 9. Confraria de Santos Cosme e Damiao
N. 23. Joaquina Maria Cavalcante
Rua da Ponte.
N. 3. Padre Sebastiao Jose" Ribeiro Pessoa
N. 6. 0 mesmo
Rua de S. Sebastian.
N. 23. Joao do AndradeLima
It'jpissuma.
Rua da Gloria.
N. 1. Joaquim Mauricio Tavares
Jesuina Maria da Silva
Rua Direita.
D. Maria Franci^ca da Silva
A mesma
Joao Valerio de Souza
Pedro Alexandrinj de Mello
M. 1. Joao Marques de Souza
Maooel Marques da Silva
Rua da Passagem.
Jose Damazio
Rua do Trapiche.
Casa do trapiche pertencente a compa-
nhia pernambucana
Rua do Paraizo.
Antonio Joaquim Guedes
Manoel Vicente Correia
Candida Francisca do Nascimento
Maria Francisca da Silva
Rua da Camboa.
Maria da Conceicao Roge
Maria da Conceicao
Maria Rosa de Lima
Rua do Meio.
Cactana Maria da Conceicij
Maria Francisca da Silva
Rua do Cemileric.
Manoel Vicente Correia
Pilar de Itamaracd.
Ruadalgreja.
Jose" Maria da Trindade
Rua de Dentro.
Francisco J036 de Farias
N, 7. Umbeliua Theodora Nascimenlo Ma-
dureira
N. 19. Manoel Lopes de Albuquerque
N. 26 Anselrao Ferreira Camara
N. 30. Antonio Theodoro Nascimenlo Ma-
dureira
Rua da Praia.
N. 15. Clymerio Ignacio de Loyola
.V. 21. Viuva de Marcolino da Paz -
Padre Ignacio Bezerra da Meneies
Jose Alves Pragana Guabiraba
Fortunato Vieira da Silva
Rua do Fogo.
Tnomaz Jose" da Silva
Travessa da rua de Dentro.
Fortunato Vieira da Silva
Viuva de Joao Paulino de Albuquerque
Villa Velha.
Rua de Cima.
Joaquim Rufino de Almeida Villarim
Bonifacio Jose" de Oliveira
Viuva de Antooio Jose dtaedes
Rua Nov.i da Croz.
Dr. Joao Carlos Augusta C'ivalcaute Vellez
Francisco Dia3 Leite de Albuquerque
Manoel Jose" de Albuquerque Gadelha
Antonio Joaquim da Fonceca Galvao
Andre Cavalcante ds Albuquerque
Rua do Ram ah 0.
Manoel Alves Chacon
lguarassu'.
Rua da Ponte.
N. 3. Martiniane Jose Ribeiro Pessoa
Rua de S. Sebastiao.
Sahistiano Duarle da Silva
0 mesmo
Rua da Itabatinga.
Antonio Floriano Monteiro
Antonio Alves Cavalcante
Joao Gomes Port 1
Rua do Qaerere"
Bonifacio Jose" de Oliveira
Rua de Santa Rita.
Goncalo Francisco Romao
Rua da Maricota.
Margarida Joaquina Ferreira
Francisca Maria da Conceicao
Rua do R.imalho.
Jose" dos Santos da Cunha
Rua da Cocbeira.
Manoel JosC" Pereira de Moraes
Rua das Tres Ladeiras.
Manoel Cosme Damiao
Rua da Piedade.
C?milio Pacheco Bato3
Ilapissuma.
Rua da Camboa.
Bellarmino Venssimo de Barros
Rua do Meio.
Mauoel Viceate Correia.
Caetana Maria da Conceicao
Ru da Passagem.
Tranqoeliao dos Santos Cavalcante M.
Rua de Jaguaribe.
Camerlno de Barros Moraes
Rua da Villa Velba.
Felippe NeryTaixeira
Rua de Cima
Brites Bezerra de Mello
Joaquim Rufino da Almeida Y.
Manoel Ferreira do Prado
Rua de S. Paolo.
Antonio Perg- uliuu Moreira de J.
Rua do Rio do Ambar.
Boaventura Octaviano de Paiva
Rua do Vinagre
Antonio Rodriguea da Silva
Rua do Chi do E-tevao.
Joao Pedro da Andrade
IMPOSTO DE C1RR08.
QapltaoTWefonso Vieira da CodAi/I ear-
ro de 4 rodfaa
Araripe do Meio.
Tenente-coronel Manoel do Maicimento
Vieira da Ctlnha-, ;1 carW e. *'ro-
4*837
2*418
2 418
6*048
2*418
2*418
7*257
7^257
7J257
6*048
7*257
1.813
9*670
3 628
9*676
4*837
7*257
6*0i8
7*257
3*628
4*837
19*353
7/257
6 048
3*628
3 628
2*4(8
2*418
3.6:8
6*048
35094
2..-418
3*094
2*418
:' ilN
7*257
1*813
2.418
8 iGC
3:628
12*096
12*096
7*257
2*418
7*257
2 418
3*628
3*628
6-168
12*096
12*096
3*628
12*096
7*257
12?096
2*688
6 450
6*450
2*688
2*688
2*688
2 688
2:688
2*688
2*688
2 -688
2*688
23688
3*225
2*688
2*688
2*688
2*688
2? 688
2*688
2*6$8
1*612
1*612
2*688
1*344
2*688
2J688
171920
ejnvu 1" C c:.apew 4e
b ,tia- de
a aomesn, 14
v e u 1 par de for
lujo no valor de
Mendo.ica Ca valii
palha orJinaria, cur
conro de mai- de 2i
c :misis d< algodio col
r.ia 1 de madeira para
109*776.
Lb m, n. 3968. 1 dm idem idem contoaio 18
chi eos de seda, ordinirios, eufeiud s., ao valar
do 1283.
Arsaawai d. 4.
Idem quairado M. Um enibruih iMs ao aa-
vio ingle-: Cheviole, descarregado cm 27 de fevc-
vereiro do corrente anno, ignore se a con.>ignacac,
contendo amostra3 de ferrai as, sem vai .r.
Armazem n. 6
Idem diamante H S. C 11 1 tarri! vasio, via
do de Bordeaux no vapor Iranccz Ho Grande,
descarregado em 7 de junho de 1871 e cjusigna
do a D. P. Wild 4 C. no valo;- ne 23T.il.
Aifand.-ga du Pernambuco 28 do dezembro de
1874.
Servindo dc ir.-, .ct.r.
l'cirLps R J igues
0 Him. Sr. inspector do thuonro proviaciai
maada fazer pablico, qae e:n canopiimnto da or-
dem do Exm. S presidente da provincia, d-tae.
id 12 de setemaro proximo passado, se ha de ar-
rcmatar per.iite a junta do mesmo i^t-oaro, n
dia 31 do eorfeata, a quem no: mecos fiz-r 0 f r
necimento las aresos pubres dj casa de d-u-nca .
no trim>stre de Janeiro a m*r.o proximo vmJou
ro, sendo os g -ner.-s de que sc eompoein as diaria-
e dietas dos ice-mos pn.ss, os con tates das la-
beUaa abaixo iranscripias.
Ai diarias e dietas dos presos psfcrsa nao ped -
rao exceder a 400 reis diarios, c.: i exeepcao d
fornecimento feito aos presos sadiurea, que sera
de 352 rei; diarios, conforme 0 disposlo no :
do 'Linisterio da guerra de 22 de nub ds 1858.
E pira constar, se mandja publirar e present-
pelo Diario de Pirnamlmco.
Secretar.a do tUesouro pcwtswisi, 21 de dezem-
bro de 1874.
0 sejretario,
Miguel Affonso Ferreira
TaMla n. I.
do sustn.:;
casa de dt-
Copia. I'ara o firoecimento
dos presos pobres rccoliiiJos 6
tencjao.
AlmoQo para lodjs o> dias Ui scmaua, para ama
pessoa.
143 grammas de pao.
28 ditas de cafe era caroco.
50 ditas do assucar mascavad n :.. v"
Lenha, a n^cessaria.
>ia para todos 0. dias da semana, pan nma d
soa.
86 grammas de pao oa b lac: as.
28 ditas da cafe em carofo.
50 diUs de assucar mascavuh, refinalo.
L-una. a necessaria
Jantar para os doming.*, terras e quintas-f.ira*.
para uma pessoa.
459 grammas de carne verde.
14 ditas de loucinhe (0 necessario para temperi
5 docilitros de farinha de mandioca.
Lenha e sal, 0 necessario.
Jantar para os dias segundas e qoartas -feiras. pa-
ra ama pessoa.
229 grammas de carne secea.
14 ditas de toaciono
2 decilitros de feij&o.
5 ditus de farinha de mandioca.
Lenha, a necessaria.
Jantar para os dias sextas e sabbaao.-, pra no?a
pessoa.
229 grammas de bacalhao.
2 decilitros de fuijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
7 milililros de azeite doce.
3 centilitros de vin.gre.
Lenha, a necessaria.
Alem dos generos contid^s m tabclla areceaea-
te, sera f >ruecido, independent de iademawacao
0 barbante necessario para formular as racoes de
carne e bacalhao, moinho e torrador para tcrrar e
moer 0 caf6.
Tabclla n. 2.
Para o fornecimento das dietts aos prctoc
doentes.
Uif la St. I.
CompS^ se anicamente de am quarto de galli-
aha para tres caldos ao dia, lenha, a necessaria.
ile in as, S.
Aim -co.114 grammas 4e pao.
1 sopa em caldo de gallioba.
Jantar. I quarto de gallioba cozida.
57 grammas de arrox para canja.
Lenha, sal e vinagre, o necessario.
dessa ss. S.
Almoco. 0 mesmo da diela n. 2.
Jantar. Meio quarto de ga linha coziuaa.
Um quarto de gatlmha assada.
114 grammas de nao.
Lenha e sal, o necessario.
Idem sa. 4.
3 112 grammas de cla da India.
114 grammas de pao.
50 grammas dj assacar refioado, 2
sorte.
Jamar. -i?9grammas de carne mae, cosals.
5 d- cilitros de farinha de maadioca.
Lenha e sal, o necessario.
dea> si. 6-
Almoco 0 mesmo da dieta a. 4.
lantar. -459 grammas de carae verde, assada
m lius lo trros.
1(4 ditas de pao.
Leaha e sal, o aeeessario.
Sob a bases acima, obrigo-me a fomeear, laaM
as diversas qaalidades de racSes, eosao dietas su
razio do 400 rs., nmas pelas oatras, saado os g
oeros necessarlios para ellas eatregaes as eatade
deteacao, cuja conduccao correri 4 sasaaa esjsta
Tinha esumpilha de 200 rs. PenaaisjMa, 8 *>
ootabro de 1574. Joti Eliot it OJtasdr* Caa-
forme.0 offlcial-maior, Imu Snimzt sariiii da
Veiga Ptssoa.
Mifml Afmuo FsTtatra.
DO 1RSE5AT
Aim r i.

das
CONSELHO DE COMPRAS
DE MAtnraA
17*9201 o coaselbo no iia do oorreote ma eoatrata
**


Diario de Pernambuco Terqa feira 29 de Dezembro de 1874.
sob as condi;5es do estylo, e a vista de propo'stas
reeebidas ate as 11 horas da manha, o forneci-
raento na trimes'.re proximo vindoaro de Janeiro a
xnarco, dos seguintes objectos :
Para aprendizes artiflces.
Bonets do unifornse, bonets do servico, cober-
tores de la, cobertores de algodao, sapatoes e sac-
cos de guardar ronpa.
Fara imperiaes raarinheiros, aprendizes ditos
e marinhagem.
Bonets de panno azul ferrete, cobertores de la,
lencos de seda preta para gravatas, sapatSes e
saeeos de lona de marinhagem.
Para o arsenal.
Car ao cok e dito de ferreiro.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal de marinha, 2G de dezembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Bance Commercial de Per-
nambuco.
A directoria do Banco Commercial de
Pernambuco convida aos Srs. accionistas
a reunir-se em assembled geral extraordi-
naria, no dia 14 de Janeiro vindouro, ao
meio dia, na casa do Banco, a" ma do Vi-
gario Thenorio n. 1, afim de rosolver sobre
a reforma dos estatutos ; notando, porem,
nistas cujas acc,5es n3o tiverera sido regis-
tradas quatro mezes antes, como dispoe o
artigo 51 dos mesmos estatutos, assim co-
mo deverSo ser apresentados no bancc, pe-
lo menos tres dias antes do da reuniao, os
documented comprobativos do direito de
*otar, conforme o disposto nos artigos 60
61.
Recife, 26 de dezembro de 1874.
Os directores,
JoSo da Silva Regadas.
Antonio Jose Leal Reis.
Franciseo Ferreira Baltar.
602A00C
ISijOOC
153/000
543*OOC
2i0000
300/000
fcANTA CASA DA MiSERlCORDlA DO
RECIFE.
A Hlma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer pablico que
nasala de suas sess5es, no dia 17 de dezembro, pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas i
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
vidal de Negreiros.
G-.S& terrea n. 94.......301 006
Idemn. 112 ....... 327*000
Rua larga do Rosario.
8.' andare loja n 24 A fechada 310/000
J.-andar n. 24 A idem.....251/000
Rna de Antonio Henriques.
Casa terrea a 26 (fechada). 99/000
Largo da Campina.
Mem n. 11 (fechada)......120/0OC
Rua do Coronel Suassuna
i. andar do sobrado n, 94 4C0/00C
Rualdo Visconde de Albuquerque.
Casa terrea "n. 101. ... 211*000
Idem n. 91......... 681^000
Becco do Abren.
Sobrado de 4 andares n. 2. 481*000
Rua dos Pescadores
CasaterreaD.il..... 243*000
Rua de S. Bento (Olinda)
Sobrado n. 17........408/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua do Coramercio
Sobrado n. 30.....' 800/000
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. 400/00C
Bccco das Boias.
.Casa terrea n. 18.......421/00(
Rua da Lapa.
Casaterrean.il.......202/ooc
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 .
Casa terrea n. 34.....
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21......
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 (fecbaia)
4 andar do mesmo (feanada) .
Loja do mesmo fechada. .
Rua do Encantamcnto.
Sobrado de 2 andares n. 13(fechado). 1:400/000
Rua da Seczalla veiua
Idem n. 16........209/00C
Rua da Gala.
Casa terrea n. 25 209/000
Idem n. 29.......201/000
Rua do Bom Jesus
Sobrado .n. 41.......600/OOC
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 103......207/000
Idem n. 108........208/000
Idem n. 98........241/000
Parnameirim.
Siio n. 1 ... o 590/000
Os pretendontes deverao apresontar no acto da
anteinai as suas fiancas, ou comparecerers
acorapanhado3 dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem d v renda, o premio da qnantia em
qne for se^uro o predio qua contiver estabeleci-
memo commercial, assim como o servico da lim
peza e preco dos apparelhose e nnuidades.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do R
cife, 10 de dezembro de 1874. e
Oescrivao,
L Pedro Rodrigues de Souza,
Devogao.de >'. S. do Ilosario, erecta na
igreja da Madre de Deus.
A mesa regedora da devocao de
N. S. do Rosario, da igreja da Ma
dre de Deus, manda res;r nma
missa na quarta-feira, 30 do cor-
rente pelas 6 1|2 horas da manha,
por alma de sen mui presado irrolo
e mordomo Joao Raymundo Martins
Pires, e para este acto convida a todos os sens
irmaos e aos parentes e amigos do Gnado.
Recife, 28 de dezembro de 1874.
Alfredo Francisco de Souza,
Escrlvao.______
Irmandade do Senhor Bom Jesus das Por-
tas, na igreja da Madre de Deus.
Nao podendo esta irmandade festejar, na forma
Ho costume, o seu excelso padroeiro, faz sciente
aos seus devotos, que na sexta-feira, 1' de Janeiro,
estara exposla a referida imagem desde as 6
horas da man ha as 10 da noite, lermioando com
nma ladainha, que comecara as 8 horas, por mu-
eica cantada, em veneracao ao mesmo Seohor.
Alexandre A. de C. Padilha,
Secretario.
Consuldo ^provincial.
Pelo consnlado provincial, faz-se pablico aos
respectivos contribnintes, que do 1.' de dezembro
vindouro por diante comeca a correr o prazo dos
30 dias nteis, marcados no art. 34 do reg. de
47 de junho de 1873, para a cobranca do primei-
To'" semestre de decima arbana e de 5 Ojq sobre
tens de mao morta, no corrente exercicio de
4874 a 1875, incorrendo na multa de 6 Ojo
aqnelles dos contriba ntes que nao satisfizerem
nesse prazo os seus debitos.
Consalado provincial, 27 de novembro de 1874
O administrador,
Antonio Cameiro Machado Riot.
Companhia Fidelida'e
Seguros maritimos e terrestres
A agenda desta companhia toma seguros mari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuiti ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Imperial sociedade dos artis-
tas mechanicos e liberaes.
Tendo-so novamente marcado o dia 3 do Janei-
ro proximo futuro par? proceder-se a eleicao dos
membros da directoria, convido a todos os socios
que estio atrazados em suas mensalidades, a se
porem em dia, e a comparecerem com os demais
no dia designado, pelas 10 horas da manha, afim
de se effectuar a eleicao. Recife, 21 de dezembro
de 1874.
0 1 secretario,
P. P. dos Santos.
COKREIO
RelagSo das cartas que deixaram de seguir
a seus destinos por falta de franquia.
Correio de Pernambuco, 11 de dezembro
de 1874.
Agnst'n Costa Errero, A. J. Gomes Netto, Anto
nio Correia, Antonio Joaquim dos Santos (2), An
tonio Jose de Brito, Bessa 4 Cardoso, Directores da
companhia ailianca maritima, Domingos Francisco
Rios, Encarnacion Ball.re de Julia, Barcelona,
Emilia Rosa Gomes, Estevao Jose Brochado, Fran
Cisco Salles.Mendonca Silva Carvalho, Julia Casals
de Casales, Joaquim Antonio Vieira da Silva, Joa
quim AdriSo da Rocha Sobrinho, Joaquina Jacin-
tha, Joaquim Jose Marques Guimaraes, JoSo Bote-
Iho Junior, JoSo Mendes de Araojo, Jo-e Bio Bar-
reto, Jose Marques de Farias, Maria Bosa Gomes,
Maria Vegundo, Maria Thereza, Manoel Gomes dos
Santos Sena, Piacido Irmaos, Tablo Julia, Paulino
Candido Santiago, Serzedello & C, Severino de
Araujo Oliveira, Thereza de Jesus Minhava, Viuva
de Tbemoteo Capella, Visconde da Bella-Vista,
Manoel de Siqueira Pinto, Nicora Gallo.
0 encarregado da expedicSo,
A. II. de Araujo Pernambuco.
mm Di ENCRUZILHADA
SOB A DIRECCAO DE FONTES BRAGA
Sexta-fcira 1. e domingo 3 do Janeiro
Depois de haver a orchestra tocado uma das
symphonias de seu repertorio, ira a scena o dra-
ma pastoril:
0 Natalicio do Dlessias
em 1 prologo, 2 paries, 5 actos e 10 quadros.
Denomina;ao das partes
1." parte.Nascimento do Messias.
2.* parteA degrlacio dos innocentes.
Frecos dos bilhetes.
Caraarotes com 4 entradas 6/
Cadeira 2$
I I ik-a 1/
Galeria para senhora 2/
As pessoas qne qaizerem bifhetes para estes es-
pecticulos, podem de do Rosario n. 2 A, do Rangel n. 12 A, e rua larga
Velha de Santa R.ta n. 57, e no dia do espec-
taculo no mesmo thealro.
Principiara as 8 1(2 horas.
Ilavera trem depois do espectaculu.
CIRCO EQUESTRS
COMPANHIA BRASILEIRA
Dircetor
Autouio Carlos do Carnio.
Cidade da Escada.
i companhia de passagem nesta cidade, dara
3 espectaculos consecutivos, sempre com esco-
Ihidos prograrnmas, sendo nos dias 1, 2 e 3 de
Janeiro vindouro de 1875.
Principiara as 8 horas.
Vende-se uma casa terrea em Santo Ama-
das Salinas n. 50, confronte ao cemiterio inglez *
a tratar na mesma das G as 11 horas da man,.a
e das 6 as 9 da noite.
>m$
COMPANaiAP ERNAMBUCAN'A
DE
iVavt*rjnoilo costclra a vapor.
Maceid, escalas, Penedo o Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe,
coramandante Julio,
seguira para -os por-
tos acima no dia 30
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 29, encomiendas, di-
nheiro a frete e passagens at6 as 2 horas da tar-
de do dia "da sahida : escriptorio ao Forte do
Mattos n. 12.
Real companhia de paque-
tes inglezes a vapor.
No dia 29 do corrente e
espera se dos portos dosul,
o vapor inglez Neva, com-
raandanto West, o qual de-
'poisjda deraora do costume,
sfguira para Southampton,
_ tocando nos portos de S.
Vicente e Usbo-J
Para passagens, fretes. etc.,. trata-se na agencia
liua do Commercio n. 40.
Companhia Allinca Mariti-
ma Portuense.
Empreza do navegacao entre o Brasil
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para" o.Porto
A sabir com a maxima brevidade. Recebe car-
ga [e passageiros: a tratar com Jose da Silva
Loyo & Filho.
Companhia ailianca murilimit
portuense
Empreza de navegacao entre o Brasil e Por-
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portugueza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros: a
tratar com os seas consignatarios Jose da Silva
Loyo 4 Filho.
Porto por Lisboa
a barca portugueza Firmeza vai sabir com brevi-
dade : para carga, trata-se com Silva Guimaraes
& C, praca do Corpo Santo n. 6, andar.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
Isabel, tern parte de sea carregamento engajado :
para o resto que lbe falta, trata-se com o sea con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Aze,vedo, rna
do Bom Jesns n. 57.
Tnomaz de Aquino Fonceca & C.
Soccessores
aceam por todos os vapores, sobre as segointei
pracas :
S. Lisboa. Regoa.
Porto. Chaves."
Braga. Villa-Flor.
Vianna. Mirandella.
Viseu. Alijo.
Guarda. Favaios.
Coimbra. Braganca.
1 Gaimaraes Lamego.
Rio de Janeiro,
/na do V/gario n. 19.
Para o Porto e Lisboa
pretende seguir com pouca demora a barca por-
tugueza Social, por ter porcao da carga engajada;
e para o resto que Ihe falta e passageir >s, trata-se
com os consignatarios Joaqoimtese GonSalves Be 1-
r3o & Filho, a rua do Commercio n. 5.
Libras eslcrlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n 42.
Lisboa e Porto
Vae sahir com muita brevidade o brigue portu-
gjuz Imperial, por ter grande parte de carga
prompta. Para o resto e passageiros, trata-se
com os consignatarios Thomaz de Aquino Fonce
ca & C. Saccesseres, A rua do Vigario n. 19.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
de
\ttvcguctlo oosteira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Giquid, comman
dante Martins, segnira para os
portos acima no dia 2 de Janei-
ro, ao meio dia.
Recebe carga ate as 10 horas
encomraendas, passageiros e di-
do dia : no escrip-
n dia da sahida
'heiro a frete ale" as 11 horas
orio do Forte do Mattos n. 12.
LEILOES.
LEILAO
DE
uma berlinda nova e em bom estado, 3 car-
ros de passeio, 2 pares de arreios e_ 3
cavallos, existentes na cocheira n. 25, a"
rua do Imperador
Hoje
as 11 boras da manha
Por mandado do Illm. Sr. Dr. jniz ie direito
da 2.' vara desta cidade, e por execucao que mo
ve Albino da Silva Leal, o agente Pinho Borges,
levara a leilao os bens acima especificados, penho-
rados a Manoel Baptista do Nascimento, os quaes
desde ja se acham patentes para os Srs. preten-
dentes examinarem.
Terceiro
LEILAO
DAS
armacoes, moveis, drogas e mais utcnsilios
existentes na botica denominadaPopu-
lar, sita & rua da Imperatriz n. 71, per-
tencente & massa fallida de Gongalves
Fialho & C.
Hoje
A's 11 horas da manha
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo lllm. Sr. Dr. jniz especial do cemmercio, leva-
ra a leilao, no dia e hora acima Indicados, as ar-
macoes, moveis, drogas e mais utensilios existen-
tes era o referido estabjlecimeoto.
0 mandado contendo todos os esclarecimentos
precisos, acha-se em poder do agente, onde desde
ja pode ser examinado pelos Srs. pretendentes.
Agente Pestana
LEIL40
DE
30 caixas com charapanhe em meias e garrafas
inteiras, 3 caixas com papel almaro frame e 100 1|2
caixas com charutos Emilios e diversos moveis
usados e nov s e grande quantidade de brinqua-
dos para urn bazar, 2 espelhos dourados, ao correr
do marteilo.
QUARTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
as 11 boras cm ponto
No armazem de agendas de leiioss, sito a rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 prepo-to do agente Peetana fara leilao per
conta e risco de quem pertencer, de 30 caixas
com cbampanhe em meias garrafas e ititeiras, 3
caixas com pauel almaco fiuine, 100 1|2 caixas
com charutos Emilio e diversos moveis usados e
noves, a saber : mobilias de jacaranda com tampo
de pedra, ditas de faia, dftas de junco, ditas de
amarello, guarda loucas, guarda-roupa, pianos de
jacaranda, armarios e mesa, pares de jarros, pares
de lanternas, 2 grandes espelhos dourados, diver-
sos objectos p-.ra iardim, duzias de cadeiras de
diversas qnalidades, marquezas, marquezoes, com-
modas, meias ditas, toilettes de jacaranda, pares de
aparadcres, diversis quadros a oleo, santuarios o
muitos outros objectds quo se achario patente en
acto do leilao aos Srs. compradores.
LEILAO
DE
am sobrado de um andar, em a rua do Bispo
Continho, outr'ora Nova, em Olinda, com 3 ja
nellas de freute, 2 grandes salas, 9 quartos e 1
vasto salSo no sotao, com gaz canalisado, can-
dieiros e lustres; 1 grande cocheira ao lado do
mesmo, quintal cercado, com arvoredos fructi-
feros, e uma grande cisterna quo conserva agua
de inverno a verao e vice-versa.
r Este predio torna-se muto fresco por ser edifi-
cado no melhor local de Olinda, e esta livre e des
embaracado da qualquer onus.
Quarta-feira SO de dezembro
as 11 horas da manha
Em a rua do Marquez de Olinda n. 37, andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o re-
ferido predio.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
ali pois as chaves do mesmo estao era poder do
JS- Luiz do Bego, administrador do hospicio de
o|,enados.
Feira Semanal
BAHIA
Segue com este destino, nestes qnatro dias, o
palhabote Rosita, tomando para o referido porto
a carga qne lhe apparecer, por isso quem quizer
aproveitar, pode dirigir-se aos consignatarios Joa-
quim JosS Goncalves Beltrao & Filho, a rna do
Commercio n. 5.
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com mnita brevidade a barca
portugaezScpAia, por ter a maior parte de sen
carregamento engajado, e para o resto qne Ihe
falta, trata-se com os consignatarios Joaquim Jose
Goncalves Beltrao & Filho, 8 rna do Commercio
n. 6.
uma mobilia usada de jaca-
randa, 1 dita pintadade
preto, 1 guarda roupa, 1
guarda louca, 2 aparado-
res de armario, meias
commodas, 2 mesas elas-
ticas, sendo uma de 4
taboas el de 6, espe-
lhos com molduras dou-
radas, grandes e peque-
nos, marquezoes, camas
de ferro, mesas redondas,
lavatorios, 1 sofa avulso
de jacaranda, mesa para
advogado, candieiros de
gaz, cristaes, relogios
para algibeira, de ouro e
prata, fiteiros para loj&s,
carteiras para escriptorio,
1 toilette de mogno, com
pedra, objectos de ouro
e prata, relogios de pa-
rede, pianos de armario,
santuarios, quinquilharias
miudezas e muitos arti-
gos do uso domestico, que
serao vendidos a troco do
barato para fechamento
do anno.
QUINTA-FEIRA 31 DO CORRENTE
Ultimo dia deste anno
NA
FEIRA SElYIANAL
16Rna do Imperador16
ARMAZEM
LEILAO
DE
uma casa terrea n. II, sita a rua 27 de Janeiro,
outr'ora Paco Caslelhano, na cidade de Olinda,
a qual tem 58 palmos de comprimento e 29 1|2
de iargura, com porta e janella na frente, poria
e janella no oitao, 2 salas, sendo a de deiraz
assoalhada, sob a qual exi-te uma loja, 4 quar
tos, coziuha interna, quintal mnrado com 160
palmos de extensao, cacimba, 1 terreno ao lade
do norte, com portao.
Terga-feira 5 de Janeiro de 1875
A's 11 l|ft horas.
No escriptorio, a* rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. Jose Antonio de Fi-
gueiredo.testamenteiro do flnado Dr. Antonio da
Assumpcao Cabral, o agente Pinho Borges fara
leilao da reft rida casa, e qualquer esclarecimento,
com o mesmo agente.
Os pretendentes podem desde ja examina la.
LEILAO
DE
um grande armazem n. 33, com tres portas de
frente com sotea, bastante grande e fresca e tendo
uma escada de volta, [quintal, cano de esgolo e
em chao proprio, o qual foi reedificado ha ponco
tempo e bastante iendoso.
Ter Ao meio dia.
no escriptorio a rua do Bom-Jesus n. 53, 1." an
dar.
Por intervencSo do agente Pinho Borges.
Os pretendentes podem desde ja examinar i
qualquer esclarecimento com o mesmo agente.
uma grande casa terrea sita a" rua de S. Jo-
se" n. 37, com as commodidades seguin-
tes : 2 salas, 3 quartos, 1 grande cozi-
. nha f6ra, quintal muradoe bast*nte gran-
de, e cacimba
Terca-feira 5 de Janeiro
A'S 11 HORAS DA MANH*.
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro nndar.
Por intervenesio agenle Pinho
Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar, e
qualquer esclarecimento, com o mesmo agente.
leilao
DA
armagao, utensilios a generos da taverna si-
ta ri rua da Santa Cruz, no bairro da Boa-
Vista, propria para qualquer principiau-
te do commercio
Sabbado 2 de Janeiro de 1875
A'S 11 HORAS EM PONTO.
0 agente Pinho Borges, bastante autorisado, le
vara a leilao o que acima se declara, por conta e
risco de quem pertencer. 0 balanco e a chare
da referida uveroa acha-se no poder do mesmo
agente, que tambem dara qualquer explicagao re-
taiva.
5 casas terreas, em chao proprio, sitas no Cal
deireiro, freguezia do Poco da Panella, as quaes
ficam bem confronte a estacao da via-ferrea, com
as seguintes commodidades, cada uma dellas:
salas grandes, 2 quartos, cosinha fora, quintal
grande e cacimba, sSo recommendaveis por serem
bem consiruidas e acharem-se em boa 1, calidade,
com agua en:anada ; rendem annualraente 1:200.-3
e sempre estao alugadas; estao iivres e desemba
racadas de qualquer onus.
Os Srs. proprietaries e capitalistas queiram ap-
parecer a este leilao
Tenja-feira, 5 de Janeiro
4s 11 horas
no escriptorio a rua do Bom-Jesus n. 53, 1 andar.
0 agente Pinho Borges, levara a lsilao as refe-
ridas casas, por conta e risco de quem pertencer ;
os Srs. pretendentes podem desdejja examinar, e
qualquer esclarecimento com o mesmo agente.
AVISOS OVEHSOS
Motte.
Sr. B. Fabio Reis
Deixesaa amolacso,
B' cousa muito feia,
Pr'a quem tem educacao.
A pedido de muitas familias e de sea amigo
Casusa Pinole por ora deiia de sahir a glosa, na
qual esta fielmente retratado o
Pna mansinho.
Precisa-se alugar um
preto de meia idade. nesta
typographia.
fAccoes entre amigos.
A que devia correr com a nltima loteria do
corrente mei, de am cordio e um trancelin, fica
transferida para a segunda loteria do mez de Ja-
neiro proximo futuro, em consequencia do novo
piano da loteria.
Recife, 28 de dezembro de 1874.
Atten^ao
0 abaixo assignad > declara a todos os sens de-
vedores que quizerem jaMar suas cntas qne o
pneurem na taverna n. 48 da rua do Kangel, isto
Hi o flm de Janeiro de 1875, e aqnelles que assim
o nao fizerem, nao se arrependam de todo e qual-
quer meio de que o abaixo assignad j laccar mao
para esse flm.
_____________ Boaventura Jose Coelho.
Maria Thereza Fernandes Baptista.
Estevao Jorge Baptista, Paulo Jose Baptista,
Rosa Maria Baptista, Joaquina Rosa da Sil'a Far
nandes. Rosa Maria Fernandes Baptista, Jose Joa-
quim Fernandes e Braz lanaario Fernandes, pun-
gidos da mais aeerba ddr pelo passamento de sui
presada e sempre lembrada coosorte, nora, filha e
irma, Maria Thereza Fernandes Baptista, agrade-
cem cordialmente a todas as pessoas que se dig
naram acompanhar os restos mortaes ate ao cemi-
terio publicb ; e de novo rogam a todos os seas
parentes e amigos o caridoso obseqnio de assisti
rem as missas, que pelo repeuso eterno de sua
alma, mandam resar na igreja <*a Madre de Deo?,
as 7 horas da manha do dia 29 do corrente, seti-
mo dia do sea fallecimenlo ; por i ste acto de ca-
ridade e religiao, desde ja antecipam os seas eter
nos agradecimentos.
Joaqnina Pedro de Giumao
Villefa
A viuva do tenente-coronel Joio
Valentim Villela, D. Isabel Ignacia
de Gusmao Villela, sens filhos e
genros agradecera profundamente a
todos os amigos e parentes que se
dignaram acompanhar ate ao sea
ultimo jazigo o corpo de seu amado
filho, irmao e cunhado, Joaqoim Pedro de Gu*mlo
Villela, e rogam aos mesmos parentes e amigos o
caridoso ob^equio de assistirem as missas qne
mandam resar na igreja do Carmo, as 7 horas da
manha de quarta feira, 30 do corrente, setimo dia
de sea passamento.______________________
d
Ao publico.
Antonio Ferreira da Rocka, oolr'ora SMrasor
na cidade de S ibral, pVovincia do Oara, t Mis*r>
mente nesta praca, de bc-je em diante asMgaar-f *-
ha por Antonio Izidoro Fernando, faew, M *
dezembro de 1874.
4.
Alngasc
o armazem da rna to Bnrgos n. II, I*
mesmo sobrado, assim como o 2* andar 4
da rna da Sen ala velha n. "6, e {tartano
mesmo sobrado, no becco tapatlo, e naa Mra
casa na travessa do Monteiro, en Sail Aaloa .>.
n. 2 : a tratar na rua da Praia n. 20, eosi J.
Feliciano Nazareih.
Aula particular .de primeiras
letras
Mano'l de Souza Cordeiro Sia<> avia am t-
nhores piis de seus alamos, qne no dia 7 > >.
neiro i roximo vindouro se aehara abr-ta a an-
aula ; e ao respcitavel pnblio, qne ensUsoa aria
miliir alumnos externos e intr-n s. prinsasau -
meio-pensionistas: na mesma rna, travma 4 expo-tos, 2*andar da casa n. 16, fregneiia 4eSan-
to Antonio do Recife.
JARDIM DAS tlkMKS
A rna da Vrntma a. s (Casssfa)
Abi se encontram :
Larangeirat celecta e de umbigo enxrrtadas a 34
Sapotiseiros e sapoteirus em vasut, 4* I a 11
palmos e ate ja com flores para iar frarto, akir.
das seguintes plantas de ornato e 4e fructo j :
pre;o muito commodo.
I
Agradccinacnto.
Francelina Gomes Powell e sens filhos faltariam
a um eminente e sagrado dever, se nao ousassem
romper o silencio, para do alto da imprensa offe
recerem aos Illms. Srs. Antonio Vieira de B&rros e
Tito Augusto Porto Carreiro, uma signiBcava pro-
va de sua amizade, pelos espontaneos servicos que
se dignaram prestar na occasiao do cnterro de seu
chorado esposo e pai, Jose Roberto Powell, como
lambem se reconheciam ingratos senao escreves-
sem aqui, com o mais vivo reconhecimento, o
honroso nome do lllm. Sr. commendador Alfredo
Garcia, que voluntariamente se olTerecea para o
que fosse preciso. Reno v. r o qae se dlgnoa fa-
zer-nos este benevolo cavalheiro, lornar-se-bia des-
necessario, em virtude do valor e grandeza de seu
coracSo; entretaDto podem as pessoas que teem a
dita de o conhecer, avaliarem o imporlaote auxilio
que sinceramente nos tributou, em tao aeerba oc-
casiao. Aceite o Illm. Sr. commendador Alfredo,
nossa profunda gratidao, coja miior valia consiste
em ser sincera e verdadeira ; e desculpe-nos, se
com estas pobres palavras, dictadas do coracao, va-
lues ferir sua modestia. Recife, 28 de dezembro
de 1874.
A ma
Pre.isa-se de uwa ami para
enzinhar : a tratar na rua da
Uniao n. 35, junto a macham-
bomba de Olinda.
AMA
3* andar.
Precisa se de uma ama lorra ou
escrava : trata se na rua do Marquez
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,
Aluga-se
para escriptorio, o primeiro anllar e paramora--
dia o segundo dito : na rua do Marquez de Olin-
da n. 4._________________^___________
Precisa-se de uma ama que cozinhe perfei-
tamente : na rua da Uniao n. 29.
Dscrava.
Precisa-se de uma para comprar, cozinhar, :
mais algum servico de casa de pequena familiae
na rua do Catmga a 2 0,__________________
Escrava
Para vender bolos precisa se alugar uma escra-
a que seja boa quitandeira, paga-se bem : na
rua da Florentina n. 22.______________________
Escrava
Preci=a-se alugar uma escrava para vender bo-
iinhos na rua, que seja boa quitandeira, paga-se
;m : na rua da Florentina n. 22. ____
Martinho fugio.
No dia 21 do corrente desappareceu o escravo
acima, teado os signaes seguintes : idade 38 an-
nos mais ou menos, cabellos carapinhos, sobrance-
lbas preta?, barba aparada, cor parda, tem todos
os dentes, usa de chapeo de csuro, e muito ladioo,
tocador de violao, e se intitula forro ; esse e cra-
ve e natural do Serido, e consta qne para alii se-
guio em companhia de uma preta; roga-se a to
das as autoridades e capiiaes de campo queiram
aprehender dito escravo, e leva-lo a rua da Madre
de Deus n. 5, 1 andar, das 0 horas da manha as
I da tarde, ou a rua de S. Gonealo n. 29, sobrado
ao lado da igreja, que serao recompensados
Vende se ou arrenda-se o engenho S. Gas-
par, sito a freguezia de Serinhaera, terreno de
massape e paul, com embarque mui proximo, bas-
tantes partidos de maltas, a roda da moenda ; no
caso de arrendamento serSo concedidrs alguns
annos de fogo mono, segundo as respectivas con
dicdes : a tratar a rua do Imperador n. 2d, ou a
ua da Aurora n. 65._________________________
Massa fallida de Jose Narci-
so da Silva & C.
Manoel Monteiro da Cunha tendo arrematado
todas as dividas da mas/a fallida de Jote Narciso
da Silva & C, por mandado do Illm. Sr. Dr. jnii
especial do commercio, avisa aos senhores deve
dores a mesma massa, que no prazo de 15
dias, techara a bondaJe virem satisfazer seus de-
bites ; Undo este prazo e o nao tendo feito, eile se
vera constrangido a juiza los. Onlro sim, avisa
qne a nnica pessoa antorisada a receber taes divi-
das e o Sr. Jo-e Maria de Carvalho, a rua da Im-
pe ratriz n. 32, loja._________________________
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frncta-pao.
Inga do Para.
Jamba
Jasmim laranja
Laranja da China.
L'ita do ceo.
Dbaia e outras mvitas.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita braoe.
Dita tasgnina.
Lima da Persia
Dita dbig.
Li mao francet.
Dito doce, enxertaoa.
Oit ia.ro.
Paimeira ipriaL
ParreirM.
Pinheiras.
Roraeiras.
Rreiras.
Roseda.
Unaia.
Arrenda-se a prcpriedade Barra de Seri-
obaem, sita a freguezia do mesmo nome, com ana-
i 3|4 de Icgaa de extensao, e meia legna de Iar-
gura, beira mar e na foz do Rio S?rmhaem, r, rr.
muitos pes de coqnriros a drsfroctar, e aaitas
rendas de solo a receber anonalmedte. mnim ;
pria principalmente para qualjuer (stabelerim^n
to de seccos e molbados : a tratar a raa da An
rora n G5, on a mi do Imperador n. 20.________
Precisa-se de utn ama para c jzrahar n
padaria d* rua da Santa Crni a. 3.
Doce finodegoi ba
Ha constantemente para tod.is os prrcoa, taut.
em lata cobm em caixin, de t'Jos os tamaah'c
no pateo do TlT';o n. hi, e aende se veade aaif
barato.
Triumpho da
DE
BRISTOL
Rna da Mainz da Boa-Vista n. -hi
Jose d'Bitenconrt Amarante participa aos Srs.
pais de seus alumnos e a todas as pessoas qne se
queiram utilisar de sea limitado prestimo, qae
sua escola estara aberta do dia 7 de Janeiro em
diante, ticando certos qne fara quanto lhe for
possivel para qae alcancem a desejado adianta-
mento em tudo quanto e necessario as primeiras
lettras. Aqui nao se admittem deeari5es; supre
esta falta snas edncandas que para isso estao na-
bilitadas. Obnga-se a tirar-lhes qualquer vicio
patrio se os tiverem. Afflanca a boa letra. u>m
este syslema adiantam-se muito.
Pedido
Um passageiro deixou no trem que partio as 4
horas da tarde do dia 23, da estacao do Recife ate
o Monteiro, um embrolho contendo 48 pecas de
fita de cur, e pede a pessoa, em poder de quem se
acbar o dito embrnlho, o favor de o entregar no es-
criptorio da mesma esta.ao, que querendo, se a
gratificara bem, e se lhe Qcara agradecid).
CURA OS CASOS M4IS DGSESrFRAlXW
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL porf
fica a massa do sanguc, eirclle para fcra
todas as materias e fezos tisMMi I impura?,
rogula todas as ocrc;6os, di vitalidade
energia a todos os orgSos e M forra e vi-
gor ao syslema afun de poder moll r r
tir a todos os ataqnrs da enferm idade. P
pois este um remedio conttilurinnnl. El!
nunca distroe afim de poder curar ; porem
constantemente as&isle a n Uurezn. rortant:
em todas as doenras constitiiciorutrs pento-
des as molestias locals rnrf>n> d'um ea-
tado vv:ioso eimperfeilo dosy--temaetf0-
ral, achar-sc-ha que a Sausaparrilha m
Bristol e um remedio seguro e eflicasriatf
mo, possuindo inestimaveis e incontesttTtii
vrtudes.
As curas milagrosas de
Kscrofulas,
Ilcerns. I
Clia eras itnilgam,
E^FERMIDADHS SYPUlLIiiaS
ERYSIPELAS,
KHFLMATISMO,
NEVtALGIAS,
ESCORBLTO,
ETC.,ETC., ETC.,
qne tem grangeado e dado o alto ronome
Salsaparrilha de Bristol
por to-Ias as partes do uniTerso, s5o tao -
mente devidas a*
I'NICA LF.GITIMA C OaKT5AL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
Vigor do Cabello
DO
-

Aluga-se o 1* andar com sotio, sito a raa de
D. Maria Cesar, ontr'ora Senzsla-nova n. 37, ree-
dificado e pintado, com grandes commodos: a tra-
tar na rna de Domingos Jose Martins n. 48______
Calcades
0 n. HI, sito a rna Duque de Caxias, recebeu
completo sortimento de botinai finas de setim bran-
co, canno alto, bem enfeitadai, para senhora, ditas
de duraque branco e de cores, para senboras e
mtninas, sapatos de entrada baixa, de chagrin e
de duraqne, de cores e brancos, para senhoras e
meninas, borzeguins de varias qualidades, para
meninos, cbiquitos de couro de lustre, pretos e de
c6res, para criancas, boraeauins de Snzer para
homens, e vende tado mais barato do qne em on-
tra qnalqner parte.
Precisa-se alugar um escravo que entenda
algoma cousa de jardim e horta : na raa do Mars
qae de Olinda n. 18,
Precisa-se de um caixeiro, preferese por-
tuguez, de idade de 13 a 14 annos: na padaria da
rua Imperial n. 204. Na mesma vende se ntenci-
lios para padaria.___________________________
PRIMEIRAS LETRAS
Rna da Mainz da Boa-Vista n. 16
Paulina Maria da ConceicSo. snbstituta de sua
Unada irma Maria Bartholeza da ConceicSo, par-
ticipa aos Srs. pais de suas alumnas e a todas as
pessoas qae lhe qaizerem dar a honra de con-
liar snas meninas para as instroir em tado
quanto e necessario as primeiras letras e costnra,
promette fazer todo o esforco para o desejado
adiantamento. AQanca a boa letra e boa pronua-
cia. Pode admittir algumas internas, por me-
nos do qae em qualquer outra parte, e bom tra-
tamento ; sua escola estara aberta do dia 7 de
Janeiro em diante.
Inslniccao
Um moco competentemente habilitado se pro-
SSe a ensinar era algum engenbo ou povoado,
entro on fora da provincia, as seguintes discipli-
nas : primeiras letras, arithmetica, lingua nacio
nal, caligrapbia, francez e geograpbia : a tratar
na raa do Imperador n. 71, primeiro andar, sala
da frente.
Dr. Ayer.
Para a renovacio do ca-
bello, restituicSo de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor no Cabfllo 4 nma pn mesmo tempo agradarel, undavel e efficaa iwm
conservar o cabello. Por meio do tea mm m
cabello ruco, grisalho, e enfrnqn^cidc, dentro d
pouco tempo revolve & cor que Ihe natural
primitiva, e adqnire o brilbo a fregcura do
cabello da juventnde; o cabello rain m taana
denao e a calvicie muitas vezes, poeto que ala
em todos os casos e nentralixada.
Nao ha nada que pode reformar o cabal*
depois dos folliculoe eataiem destniidoa, aa
glandes cansadas e idas, mais ae ainda natanat
algums podem ser salvadas utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essaa fabstancias
deleterias que tornam muitas preparaooea de eat*
genero tam nocivas e destrnctiras ao caWfla,
Vigor somente lhe e beneficial. Ban fan da
ujar o cabello e o faxer pegajoso, o cea
limpo e forte, embellinndo o, impedindo a <
e o tornar-se ruco, e por conaequinte preriaa
calvicie. f
_ Para uso da toilette aio ba nada mais a aasa-
jar; nao contendo oleo nem tintura, nao noda
manchar mesmo o mais alvo leaco de i
perdura no cabello, lbe da urn loatrc
am perfume mnita agradavei.
Para reformar a cor da barba, 4
mais tempo de que com o cabeDo, potea aa pod*
appressar o effeito, esrrorrendo a barba de asata
cam um lenco molhado no Vigor. .
>a /
Dr. J. C. AVER A CA, Lowell,
Hatadoa Uaadaa.
NM*lM
VKNDH5 SB POR
\


Diario de Pernambuco Terca feira 29 de Dezembro de 1674.
OLEO
DE FIGADO DE BACALHAU
IODO-FERREO
COM QUINA
E CASCA DE LARANJA AMARA
SToontor DCCOUX, 13, galerii ^Orleans (Paco Beat), Paris.
E msdieameato e faeil de tomar, tern resaibo, e de cbeiro agradaTel. Pela sna eomposiela,
possus lodai as qnalidades que Ihe permetloin substiluir com Tantagem todaa Mrie de medicamsnws,
como pilulas ferrvginosas, vinho de quina, oleo de figado de bacalhau, xarope de caeca at
laranja amara, empregadoi para combaler a anemia, a chlorose, as affeccties do peito, a bronchitt,
os eatarrhoe, a tinea, a diathese estrumosa, escrophulosa, etc., etc.
Per molJTo de lea emprego (acil, da sua accio multiplice e segura, da economia para 01 doeatei,
os medicosprescrevem no por preference a qualquer outro medicameato fimilar.
Deposilo em Pernambuco, A. RE60RD.
r
COALTAR SAPONINADO
DE LE BEUF
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelos boapitaes de Varis e peloi da Marlnha millUr franceca.
Esse excellent tonioo possue uma efflcacia verdadeiramenle maravilhosa nos ulceras gangre-
nosas e escrofulosas, nos cancros ulcerados, no anthrax, na otorrhea purulenla, na ozena, no
crup.feridas pelas armas de fogo, enfermidudes do mtero, etc., etc. ..
Empreea-se, mcielado com mais ou menos apna, em cbumacos, locoes, injeccSes, gargansmos.
Como dentlfriclo ordioario (uma colnerada das de cha n'um quarto de copo d agua) e muito espe-
cialmente efficai para puciGcar o bafo, sanar as gengivas doentea e tornar firmea os
deutes escarnadot. -,
0 seu uso e muito hygienico, sobretudo em tempos d epiuemia.
Uma nolicia circumstanciada yae com cada frasco. Exiga-se a firma do inventor.
Fabrica em Bayonna (Franca), em casa do Sr. LE BEUF. Plrarmaceutico de 1' class*.
Depositos: Paris, 25, rua rteaumur; Pernambuco, A. REGORD onde se encontra tambem a
Emuicao de AioatrSo vegetal de Le Beuf para laser a agua de Alcalrao, a unica preparacao con-
cenlrada e titulada cootendo em si o alcatrSo sem ser alterado nem modificado._____________________
VERDADEIRO ELIXIR DO D GUILLlE
TOMCO ANTI-FLEIMOSO B ANTI-BILIOSO
PREPARADO POR PAUL GAGE, PHARMACEUTICO
tTnico proprletario, rua de GreueUe Saint-Germain, 9, em Paris.
Un folheto qoe 4 um verdadeiro tralado d* medlclns
usual e domesllct se da de greet com cada girrafa
de ELIXIR. E">. Indict M doencas aende o BLIXIR
e otil e o modo de usar delle.
As pessoas qoe qolieren consulur este rolneto
tines de usarcra deste BLIXIR, podem dirigir seu
pedido franco ao 8. Paul Gag*, em Paris a na
provincia on nos palzes eslrangeiros, em casa dos
deposiiarios; este folheto lbes ser* enlregue de
graca et immedtalamenie. ,
Desde cincoenta annos a reputacSo do Ellalr Ouiili*
espalhou-M no mnndo Uterlo pelos aervicos que
que cada dla elle presia aos medicos e aos enfermos en
casos graves oa aesenganados.
sobretudo ntil a classe operaria. ^ elle ponpa gastos considera-
veis de doencas e tempo perdido, pois com o BLIXIR GUILLIE, as curas
sao rapidas. *
O Elixir Guillie vende-se em todas as principaes pharmacias das Americas, nomeadamente
no Pernambuco: A. REGORD; B&RTHOLOMEO E C
4 teclo de *I11 OnllUe i lntelramentebeneflct.
Como purgativo nlo deblllla como os ootros remedlos
desta qualidade, porem tonilca e refresca no mesmo
tempo : aoiilia e corrige todas as secrecOes; da force
aos diversos orgSos: nlo exige uma diets severe, pelo
contrarlo preclso lomer uma boa refeicao a. lards
quando se usar delle; pode ser edminisirado com
egual eilto na mals tenra Idede como na mais adian-
lada velhice sem nunca causar accidents qualquer.
Na dose d'uma colherada pequena denlro dum
ponco de agua asaucarada, teja antes seja depoia da co-
mida,eslimula o appetite, aviva las funccoes digesiivas,
subsiilaea lotnt(abiinihe),o*mtu& e bebidas emer-
ges que se costuma tomar,
tlMVd
g^T^ '
jnor.OAiit.) ap |trL
anbijqq q ep "==tj|
-:suoa M9 ej*ap ajnainoo
p :l'nb oa tnijduli v>m.i, d
as sad iiu,jod
an uod>"U V1"!
330U
ois.nl uid 9jiwis-9dJ o mbv souivp
jvnb op 9 'S3HOO oaxvnb 0SS3J(I
-wit oqutuDJ tun 9\)vp\ui9.i\x3 vpm U19
0pil9) SOJSV.lJ SO SoaiaavaaaA 9IU9UW0mtl
OU103 l9)UVip W9 9toil 9p l9S-9U9pUU0J
~$03SD.lJ
sop soi.toj]oau9 sou vipj J9S 9p vqoov
ovivoijipom vwn 'patssod ovsvjuo} v
VpO) S9Mpnj(llU03 SOD .tDJl.19 V.IVJ
vpiwa ]9HD.t9pmi03 vns ap nsnos .iod lopv3\Jis]vJ gjumisju^ibpjj
timu s9Z93iw.iJ sopnpo.id sop um ? 'suoj 9p vupumu 9p vniupvoy
vpd opv,w.uldo onmuvsipdm 'eScjj op soApeSand so^ s0
Op\39.mU ODU 0l]p9.l3S9p UIH of)1].lD 9)S9 9.iq0S
vjui i.io}u?.un op oo 9]umu9uus ouo]\oau9 uin qos jpnos n oapou
9 p.w}S9jap ojjtipojd um S9Z9H sop 9}.tDd JOWUl O OpU939lU0J
s9)iwpo69u sopo.moiip oimo.t 9 OMfDuBtsso v uwdjnsn
tnb s9.topo3iJisii)J so soos ut9/siX9 9iif> sepijisd swui ssg.ipvq Jf9
v:j*^^-*M&&^-*T'-wr---^r:---~v
3EEi.".J
LICOR DOS MONGES BENEDICTIROS DA ABBADIA DE FECAMP
Este celebre licOr t5o
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje em todas as
boas mezas, tanto no
Restaurante como no
jantar dom?stico; nos
grandes hoteis como nos
saloes dos principes, por
isso e elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tafoes, cuja maior parte
de falsa provenencia.

v
.on.''
UKi'tlnr*
Como termo final de
garanlir aos consomma-
dores cuidadozos um
producto puro, exquisito
e essencialmente hygie-
nico, contra estas lalsi-
ficacoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, k
saude, damos retro o
modelo da garaffa e mais
acima o dos sellos e le-
treiros que envolvem o
rerdadet'ro licor benedic-
tino.
i '
OBSERYACAO IMPORTANTE.
Rccommendamos particularmente ao publico em geral, o exi-
gir o letreiro acima, gui 6 sempre poslo no fundo das garaffas
desde o I" de Outubro de 1872 que tern a assignatura de
A. LEGRAND ain6, director geral.
N. B. Em tempos de epidemia o BENED1CTINO e am preiervatlvo
certo; nm gnmde numero de celebridades medicas tem dado o
certiQcado bem formal.
Deposito serai: A. LEGRAND atn^ em Ftfcamp (Franca).
Deposito geral em Pernambuco, A. REGORD.
Aloga-se
um sobrado de am andar e sotao, coa agua e gar,
na rna nova de Santa Rita n. 53 : a tratar na
Forte do Mattos, por cima do trapiche Danu.
CASA
Alnga-se a casa n. 46 da rua do Fogo : a chave
para ver esti na taverna ahi perU, n. 20, e trata-
se no Recife, rua da Cadeia n. 3.______________
Pergunlase ao Sr. Jose\Aotonio DominuneB
de Figueiredo, proprietario da fibrica de cigarros
do becco Largo, no Recife, se 6 certo (como dii)
ter 32 offlciaes Ihe trabalhando, ou se isto nao e
mais do que vontade de os ter.
__________Um enrioso.
Collegio de Santa Ursula
Para educa^ao de meninas.
Este antigo e bem conbecido collegi \ estabele-
eido no ediricio n. 32 da rna da Imperatrir, co-
me^araos seus trabalhos no dia 7 de Janeiro pro
ximo vindonro. A directara abaixo assignada,
espera dos pais de snas alumnas, e do publico em
geral, o acolhimento que tem merecido ate" boje,
promettendo de continuacao a sens esfor?os na
boa edueagao das meninas que Ihes sio confiadas,
mantendo assira o credito adquerido na pratica
de mais de I't annos de exercicio.
Recife, 16 de dezembro de 1874.
A directors,
Ursula Alexandria de Barro.s
Obras de verga.
Sofaes.
Cadeiras, as mais apropriadas para viagens.
Mesas.
Cestos quadrados, para armazens de fazendas.
Ditos para padaria, os mais apropriados para
venda de pao.
Cestinbas para meninas de escola.
Capachos para entrada de estabelecimentos a
portas de sala.
Carrinhos para meninos.
Rer^os idem.
VeDdem Picas & C, a rua estreita do Rosano
o. 9, junto a igreja.
H^* AtteriQao
Os Srs. abaixo nomeados queiram vir a rua do
Imperador n. 24, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da bilva Proa, marmorista.
Francisco Jose* da Cesta.
Fabiciano Napoleao do Rego Barro?.
Lagos, conductor dos bonds. J
JoSo Antonio Portugal.
Josd Affonso de Oliveira Gnimaraes.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Manoel Jose" Ferreira Bentevi.
Quinlino Moreira Dias.
Jose" Paulo dos Santos Oliveira.
Silvino Antonio Rodrigues.
Joao Gomes dos Santos Filho.
Augusto Lobo de Siqueira Thedin.
Francisco Sergio do Rego D-nta?.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Ribeiro Pontes.
Rufino Correa de Mello.
= Precisa-se de um ho-
mem de idade que entenda
de jardim, para tratar de um
em ponto pequeno: na rua
do Vigarion. 1. _______
Para escriptono
Aluga-se o 1* andar do sobrado a rua do Amo-
rim n. 41, muito as3eiado, caiado e pintado, com
duas salas e dous quartos, por preco
do mesmo sobrado.
modico: a
tratar no armazem
Collegio del*. S, da Saiide.
PARA MENINAS
Dirigido por D. Maria H. da Rocba, rua da
Imperatriz n. 17.
No dia 7do proximo Janeiro, abrira a directora
deste collegio o seu novo anno lectivo.
0 ensino religioso, o de primeiras letras e o dos
trabalhos manuaes, como bordados a ouro, froco,
seda branca, crochets e objectos de la, -sao dados
pela directora e por duas. sobrinhas suas, fjue a
acoaipanham na regencia do estabelecimentoA
As linguas portngueza e franceza, assim corns a
geographia e historia, sao professadas pelo illns-
trado professor Dr. Jose Soares de Azevedo, o qual
segue em seu ensino o novo systema americano,
que tao uteis resultados tem aprcsentado para a
infancia de ambos os sexos.
A musica, o desenho e a danc,a estao a cargo de
professores mui habeis.
Os variados trabalhos de aguloa e ns exercicios
de cada uma das disciplinas podem ser vistos e
avaliados pelos chefes de fartilia, a qualquer hora
que queiram visitar este estabelecimento, ]a lac
couhecido e acredilado pelo favor publico.
D. Anna M^ria do Nascimento taz pnblico
que o Sr. Joaquim Francisco de Medeiros deixou de .
ter loda e qualquer ingerencia no estabelecimen-
to denominado Livraria Classica, pertencente a
annuncianle ; que a firma Nascimento 4 Medei-
ros. sob a qual entabolara com o dito senhor so-
ciedade, que nao chegou a realisar-se, acha-se ex-
tinita ; e que havendo ella annunciante assuraido,
em virtude do mandado judicial, a posse e a ad-
rainistrocao do referido estabelecimento, tem dado
procura<;ao a seu irmao o padre Ignacio Francis-
co dos Santos, para tratar de todos os negocios
concernentes ao mesmo. Recife, 23 de dezembro
de 1874.________________________________
Preci?a se de uma ama para cozinhar, en-
gommar e lavar alguma roupa de menino : de-
fronte da estaqifr das Cinco-Pontas, sobrado n.
154, confronte a malriz nova._________________
~^- Precisa-se de uma ama para cozinbar, para
uma familia de duas pessoas : na rua da Cruz n.
55, 3* andar. _________ _____________
SdllA MEDICA!
i
FUNDA ELECTRO-MDICAL
1NVENQA0 PRIVILEGIADA PARA 15 ANNOS
pwimra uCDMIAC dosflontoree MABIB
radical daa ntrtlllHO lrmaoe,medicoslnventoree
I 44, rue de l'Arbre-Sec, Paris, Vai accompan-
hada da uma noticia.
Depoeltoem Pernqmpuoo.CAHQRSetBARBOZAph;
AGUA DIVINA
E.COUDRAY
DITTA AGUA DE SAUDE
Preconlsada pan 0 tooeador, como conterrando
conatasteiseiiU aa belles cores da moddade, e pressr
raode da peete e do cholera morbe.
AB1BRTEHCU IMP0RT1HTE
Umas imitacoes falsiBcacfies fraudulent^,
is mais Tezes damnosas a safide, exciladas pela
fama Uo jnstamente adqnirida pel* Agua di-
Tina, obngao-me a recommendar aos conssmi-
dores de reconhecer unicamente como lagitimai
as garrafas no gargalo das auaes acha-se ama
Kqvenna fixa eon a minba
ma e maiea ds (abrica.
I
V-
PAR1S, 1, rue 'l
_ ja-se em eaaa da todos et prtadpacs PertnsalsttaJ
rasrwaeeatleee e Cabellereiree de Amflaca. Jf,
GRANULOS ARTIMONIAES
dr. PAPILLAUD
Not* medicacio contra as molestias do cora-
cio, ostAma,ca*OfT*^), coqueluche, tisica, etc.
ORANULO* *NTIMONIAE FEBBUOI-
nosos contra anemia, chlorose, amenor-
rhea, neuralgia, nervosa a molestias tsero-
phulosas. __.._,
ORANULOS ANTIIIONIAEB FEBflUOI-
Nosos.com bismuth, contra as moltstias
nerviosas, das Tias dieesUras.
Pharmacia E. MODSHIER am Sanjon, (Cha-
rente-lntefienreJ.Francia. nRMm.
Depositiem Pernambuco : A. REGOKU,
pharmaceutico.
VINdeQUINQUINA
FERRUGINEUXdeMOITIER
oan MalKa> e Pyrophaeplaat* de
wrf. Este Ttnho foi preconiiado por toda a
emnreasa saedical como sendo o mais poderoso
tonic* empregado para earar a Cslososis,
Amnu ExiAirsTAcao >o sascdi.
Deposito geral em Pasus, It, rue des Lom-
bards, Laurences, pharmaceutico.
Pemambnco, k. REGOKD, SU pnnci-
I paes pharmacias.
Em tem pos modernos nenhum descubri-
mento ope uromaior revolu$ao no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PEITOUAL DE ffiMWH I
TANTO KO TRATAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturagao de Sarigue.
Allivia a irritacio,
Desenvolvo e entendimento,
Fortilicao corpo
e faz com que o sjstema
Como cm toda a grande serie de enfetmi
dades da Garganta, do Peito e dos
OrgSos da rcspiractto, que tant
atormentam e fazem soffrer a humamdade.
A maneira.antiga de curar consistia geral-
mente na applica^ao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim.de produzir empolhas ,
cujos differentes modos de curar, nSo faziam
sen5o enfraquecer e diminuir as iorgas do
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a en-
fermidade a destrui^ao inivitavel de su
victima I Quam differente 6 pois o effeito
admiravel do
FSI1QSAL SE aSaCASUIIaI
Em vez de irritar, mortiiicar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
desaloje d'uma maneira prompta e rapid*
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim-
testificara serem exactas e verdadeiras estas
relacOes analogicas, e ale"m disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanbola, as quaes foram curadas com
PEITORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar que este rcmedio se-acha
inteiramente isento de venenos, anto mine
raes, como vegetaes,- emquanto que alguns
destes ultimos, e particularmente aquelles
3ue sSo dados sob a forma de opio, e aci-
o hydrocianico, formam a base da maior
' parte dos. Xaropes, com os quaes tio fa-
cilmente se engana a crcdulidade do pu-
blico. A composi^So de anacahuita peito-
ral acba-se linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartillio cada um, e como a d6se que se
toma e s6 d'uma colher pequena, basta
geralmeute & applica^So d'um ou dous fran-
cos par a a effectuacjio de qualquer cura.
Vicente fugio
Na nolte de 13 para 14 de marso do corrente
anno, fugio o mulato Vicente escravo, de 20 a
22 annos de idade, bonita Qgura, barba e eslatura
regular, levando vestido e em um sacco roupa de
algodao branca e alguma fina pertencente a um,
caixeiro da caa d'onde fugio, 6 natural da fre-,
guezia de Sant'Anna de Mattos diz ser livre. cria-
do em companbia da madrinba D. Anna Luua da
Luz de quem alias foi escravo : roga-se, portan-
to, aos Srs. capitaes de campo e autoridades po-
liciaes a apprehensao do dito escravo e entrega-
lo na cidade do Recife, rua do Crespo n. 10, ao
Sr. Joaquim Moreira Reis, ou na cidade do Assu
qo Sr. Toriuato Augusto de Oliveira Baptista
aue serio generosamente recompensados.
IXST1TUT0 PARTICULAR.
RuadaRoda n. 48, sobrado.
Prime;ras lettras, portuguez, francez, in-
glez, desenho linear e musica.'
Sob a direc^ao do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas au-
las todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, meio pensio-
nistas e externos ; fornece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
pretjos muito razoaveis.
CASA DA FORTIJNi
AOS 4:000)?000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Crespo) n. S3 e casas do'costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizeB bilhetes um meio n. 1591 com 4:000?, dous
meios ns. 2648 com 1005 e outras sortes de 40* e
20,5 da loteria que se acabou de extrahir (129'),
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 27' parte da loteria a beneficio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (130'), que se
extrahira na quinta-feira, 31 do corrente mez.
MtEgos,
Bilhete Inteiro 5/000
Tres quintos 3^0(0
Dous quintos 2G00
Em porcao de IOOS para clma
Bilhete inteiro 4/500
Tres quintus 2.700
Dous quintos 1/^03
Manoel Martins Fiuza.
Rua da Imperatriz n, 1.
peito pelo
Xarope de sulphito de soda
DE
\. BERSET
Deposito da pharmacia e drogaria -
de
Barllioloiueu *r -
4 Rua larga do Rosario 34 N
Pharmacia e drogaria
A'
34rua larga do Rosario | 34.
CASA DO OURO
Aos 4:000$000
Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova
n. 80, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sea;
muito felizes bilhetes a sorle de 4:000*(00 em
meio bilhete de n. io'JI e um meio de o. 833 com
a sorte de 100/, aiem de outras soites menores de
40/000 e 20/000 da loteria que se acabou de
extrahir (129'); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes Dilhetes,qu9 nao deixarao dt
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da 27' parte da leteria a beneficio da
nova igreja de N. S. da Penha, que se extrahir?
ao dia quinta-feira 31 do corrente raez.
Precos
Inteircs S/000
Tres quintos 3/000
Dous quintos Si000
De tOO^OOO para ciatam.
Inteircs 4/500
Tres quintos 2/700
Dous quiolos 1^800
Recife, 22 de dezembro de 1874.
Joao Joaauim da Costa Leitt
Senhores chefes de familae
afilha'ios.
E' chegado o tempo de virdes ao deposi-
to dep3o e cestas ca rua larga do Rosario a.
36 ; ahi podeis munir-vosda a.^fales gran-
des para acondicionardes vossos presentes
de festas, designados a vossos padrinhos.
Nestes vasos o mimo tornar-se-lia mais tlo-
gaute, digtio de uma justa recordac,ao ou
remunera^So. OsSrs. pais de familia, aqui
tem um esplendido sortimento de obras de
vime para todos os misteres n*s suascas^s,
sobresabindo as melhores cotidccas gran-
des para arrumar roupas de passar os dias
festivos no campo.________________________
Pharmacia Torres.
Os Srs. devedores deste e3ta>e!ecimenti sao ro-
gados a virem pagar os seus debitos at6 o lim
do corrente mez, do contrario verao cs sens no-
mes por extenso neste jornal.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Manoel Tnnmaz Pereiia d) Fe^o.
A
Salsa e Caroba
VILN-iiEm A> PELOS HiF.OlS l-O CSTl'ME
OMonleLima
tem um completo smrtimpnto d> plio e frasqa m
ouro e prata, verdadeiro, de t.-das as larfara*.
abotoaduras douradas para dCkiae*, canatsUrr* k
enfeitos para boi dado. Tamtam e ewsrrtfi u<:
todo e qualquer fjrdamtnlu, cn>o seja : hsjet,
talins, pasus, espada, dngoDas, ci.arUuuas, Laa-
das, abotoaduras lisas t doma-ias, para cr^do
etc.; assim como um cuni'leto sorii?n#ni' "
ranja", galao falso para oruamenlo, cordao ce la
com borla para quadro< esfxHhos (conf'jne o
gosto da encommenila) uulo p t muito bsmws)
(r<"'.o que era oulf a qualqu< r parte : ua prai* aa
lnuet>undeucia n. 17, juuL> a loja do Sr. Araute*.
f Aos Srs funnies S

i
Fumo destiadit 'le diversas quali- ^
dades.
N: V) C'lpTa'. jgA
Olho de l*a-fro.
Kiur do Brasil.
Verdaleiro Itio nov.
Verdideiro fnm' de Gi'Vaz
eta paeoVi e la'a- de 2, 4 e 8 oa<
rent comp .-nao il^ jma noe va ao
madir, n.aaufaciurado, e a venia ua
*> fabrica a fapsjp, na antiga rua do
Wl Qwrttl d>' poii^a c.2l.
Pharmacia Torres
13 5 La rgo do Terco135
0 piojrietaii) dote an ipo e acrt.iiu.uo .
ibeUciniinto ten o o lei.o Barter por uwa re: r-
|ma e?p- ial. e opfiiddo no se.j e
ide sens uiipiegad ?. mo vi.csSa tin c aatisM .
j respeiu vel t'Ubhc-.i e panicuUrnicnte aos IT: ra
Idires da f.-eguczji . J e, a .ii'io ta em sWacaulrrleciBsonto : >nd tisc Ltr*;.
Isk-m d preeisn cm ca a d.-U ord-rn, gr-nl-:
quaPt.daJs d- li t < -.a^-
! i.m como toJo e qu Iq-jer preaarasls) li.oces, d
UulTes in.is a'ama;os ; il in i!" <:u* g*raL-
A TIT \ Precisa se de uma ama qne cozu.h. a%iar q:ae;quer rtc-i ', vja oval for a sVn
AMA bem 0 ajari0 de uma casa de familia, en ou n ie, ean ea I < <*-
atralar na Capunga, rua das (fieri rd; ina>s a Rr.L-je r>Ul?!piU .e v,_-:
de sotea n. 17, ou na rua luc'i pom.en.s do ..u oatro ou,
20^000
forra ou escrava
j Pernambucanaa, casa
do Hospicio n. 25.
_^______________________| Aluga-se u::ia casa na beta
" Aluga-se o sobrado de um ac.dar n. I, da Francisco, o nilo nroxima i
rua Imperial, esquina da travessa do Liin.\a!ks e n>ar
35, pela manhaa ale 10 horas,
da tarde.
araia
i I:
a irMar n" Oit,,< r An |tis;i n. 71 c ra .
baixos/lugar muito proprio paia ter venda nas viuva Viilela N* r,^i
lojas que tem os compclentes^ arranjos: a tralar menina d^sva!. la para cotrp nh.
com o proprietario narua do Hospicio. sol.raio n. du. ra, qoe se pr*.
e das 3 as C hora.- me-ti <., .r.tr t.nii'i j > i.-m e :u
ca(i s c-iiiio n.uius mii l
_______ importa a c. r; scad' orptia t
"'recebiio ntiito b i : >. n -sa tut.-m:.
*~~ Molequc lugido.
GratiGca-se com MM"^:
ItonaU-, iroleqne d 1.1 a 14 sno i
chtio do Curpo, r*-i e ca!
; ch; 11 i-:.bell...- csra ii;. e c tta
' au-ent'Ht w na larde d< 10 dc i utabro da i i
jane. iv.misa de i.
i A" iV.r, tesl-oUda, c cbp<-o de i .a>?a \*<
' llflea SC T/\ \V. a "' U i
|ruad3 Aarora n. 1*3.
on
SS

Villa de l*almares
Na padaria denominada Maur.ty, sita na praa
deste nome, casa de azulejo n. 2, desta villa, esta-
belecimento de Francisco SeraQco de Assis Vas-
concellos, fabrica se com a maior perfeicSo, lim-
peza e barateza, pio, bolacha e tudo quanto se
pode obter da farinha de trigo. 0 annunciante
protesta servir com esmero e agrado a todos quan-
tos quizerem honrar seu estabeleciment) e se cons-
utnirem fregnezes e consumidores.______________
\ \f A Precisa-se de uma que tenha bom
^ilVlii. ]ej(ei paga-se bem : a tratar na rua do
Bom Jesus n. 4, 2 andar.
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* aadar d i
sobrado n. 70, a rua Duque de Caxias, proprio
para mofosj^U-iros : alraiir na'oji.__________
Precisa-se de uma criada portuguez* para tra-
tar de uma crianfa,: a tratar na rua Doqai
Caxias n-84, loja._________________
Criado.
Para casa de. pouca familia precisa -as de am
que do fiadur a sua eondueta ; prefere-se escra-
vo : a tratar na rua do Cju.mercio u. 17, tntu-
da pelo largo do Pelourinho!______________
100^000 de "niuii-'.i'
Deftde o ih 3 do < i
de seu m i bor, abaixo
ial, pardo, i R aia n"
: po n.forcfl'10, de 19 ui
Ccial de marcinciro, b i > \
l i i spiga -. i j I '
5, HMil i periVin -
[neohoaga barba (afeane 1 .;; ;
:. u ;!-. eal{' > i
e j. queta pards,
' e > i I
' ijinni t.< '; n
1'i.fu i n. 3. [ill
da Cadeia -lo Recife n. 5 .
cscripturio de l.'.:l dk hi'!".', cjue ser* re-
icomiitiisaJo com a ft
aada.
Recife, 7de dewmbro de 1*1*.
Ma>iccl iio.. i '; i
Cabelleiretro
BrauMaRiearaaCiasl ;. t!e Saaia T
Bartholomeu & C.
PABA
Liqnida^o de centos
vendem por barato preco
SALSA-PARRILHA
DO
PARA'
34RUA LARGA DO ROSARIO-34
n. -." t-in u i tir.inde '
cezes," irti \- < : '
. l i r '.
\ .... crepes p.ira ban as lasaaswi
res. em grosso e a retalho : nf. rja~de S*nU
reia n. 23.
Est& encouragado I! !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de M^ll
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-. ^\{'^ 9 j. andar.
cluir aquelle negocio que S. S. se compromcttsu a
realisar, pe'.a terceira chamada deste jornal, em_______________
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,;
passou a'.fevereiro e abril do 1872, e nada cumprio; |
por este motivo 6 de novo chamado para d
Qm, pois S. S. se deve lembrar que este negoci
de mais de cito annos, e quando 0 Sr. seu filho
achava nesta cidade. _^_
Silio para aluga
Aluga-se um sit< na (ipanya-ao-a. rua
Pernambucanas, cm ha casa de v vooda, ga
! agua, tanquo para banh esnl-aria. r -h>f
'diversas friict^ira> : a tr.ttr na rua di If :.
Companhia Indemnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:0000000.
Thomaz de ^guino Fonceca 4 C, successors
agenles.
Esta companhia toma seguros maritimos e ter-
restres, dando nestes 0 sepumo anno gratis aos se-
gurados.
Baa do Vigarlo 11. 19.
pa gjifiNBi _^^^^
ADVOGADO
JACHAREL JOAQOMGCENNESDA,
SILVA HELLO.
S3 Baa entrelta do Rosario S3
primeiro andar.
31
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que abriram novamente seu estabelecimento de
casa de costoras a rua da Imperatriz n. 5, primei-
ro andar, pelo que esperam continnar a merecer
a concurrencia das pessoas que precisarem de
sens servicos.
Grande descoberta
Ourativo das molestias do
petto.
Este importante medicamento que acaba de ser
reconhecido pelos distiuctos Drs Zalloni e Paras-
jhevas como um verdadeiro especifico contra a
phtysica, segundo provaram nos grandes nunie-
ros de casos por elles experimentados, como se ve"
aa sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, encontra-se unicamente no
VELOUTINE
UMA BSPKCiai D
PO8 dc FLOR dc ARROZ
Especialmenteprcfwradoacoia CisaMTM
I por conseguinte d'nnaa aofss* aaalerel
I sobre a pelle. ____ _____ I
_' ADHERENTS UiUhnente UTVI-1
SIVKL, dando i peDe a_a fraseara |
I aveladado nataraca.
Ptppo da Caixinha eon borla i fr.,
Icaaa deCh. FAY, 9,niedlaPa, fAWiz. j
' iteporitoent P-nsU*. _-_aaORD.J
ASTHMA
rrf.is.NAi. utiiin, nm mraiu
NAO HA MAIS CABELLOS
BRANCOS.
_TQ_^D
TINTTJRAJRIA JAPONEZA
So e unica approvada pelas academias
de sciencias, reconhecida superior a toda
que tem apparecido aW boje. Deposito
principal a. rua da Cadeia do Recife, hoje
Marquez de Olinda, n. 51, J. andar, e em
todas as boticas e casas de cabelleixeiro,
arriccecs
Curai
nas 1
CIGARROS
ceatico 4
ad* kat raf* w
class**. 1
isM
1. AUeucao
Na rua estreita do Rosario n. 35 tem lindos
bouquets de cravos, rosas, dbalias e de todas as
flores e cores, e capellas proprias para offertas
para as pastoras; bordam-se litas a ouro para
os bouquets e as faxas, todo por muito barato
preco ; fai-se aventaes bordados a ouro, flores
para enfeite de saiotes : toda e qualquer encom-
menda aprompta-se com presteza e mais barato do
qua em outra qualquer parte e I oiase qualqner
letreiro que se qneira.________________________
Pharmacia.
Precisa-se da.um pratLo na pbarma:ia Ameri-
cana a rua Duque de Caxias________________
EaconU-a-M
mucus.
BO
Deposilas
>eposii
TICA
CWTsUL
Nesta typograpbia precisa se de um menino
de 14 a IS annos, para sprender bolar papel na
machlna.
a intm -nu.ua eniTa _____
ra-mmU~-t*ri aa 1 In 1 *----assll-
A SUA COR PRIimiA
rUisafcaiitiK- romTiiitsyss|ania.tis--
a sua cob nemrnk
*m attu rauUi-.! *** '___**___?-
Suiiiiiwiis-la litansss aslt ^*^s,'","'r^ .
Kirnuiu mhostal. a. s-i
V


/

m

.. .-V.*^-...
f
-\
IDA
Oiario ae rernamouco Terca feira 29 de Dezombrc
[i mm
DE
MM
Premiada nas expo-
sicSes de Pemambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DB PRATA.

'.^^vv;-'?l??ci.'^ai^fl
ARISTIOE SAISSET E. J. SOOM
puriflcador do
rSenXZeDrVrS rrdade,r Sw ao sangue.semmercurio.
tivo e espedul 8p!ra cura de *K mo^i^at^t ronheci.do como.um Pod"oso depura-
comosejam : as nmlestlas STPmur E..1 -^ a sna orl?em na lmPnreM do sangue,
tros, ULcEnAs, EnuS etc ^rc BoUBAT,CAS E*a<"s, Rhkdhatismo, Empwqkns, Dab-
as molestias de
A cada frasco acompanaa uma inatruecio para a maneira de nsar.
Pomada anli-darirosa
Contra as affec&Ses cutaneas, darthros, comichSes, etc., etc
nenlo de Caruba
or to da parte
o medicamen-
natureza syphilitica
Para cura das boubas
i',"I!?f*?jl,tha?a9 antigas, etc.. etc.
UMCAMENTE '
I"
PUEPARADO POR
aliOS. SUGCESSORES
FQUATHOL
Botica Franceza
Rua do Bom Jesus
22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
22
PEDEM AOS sonhores
MpAO DO BOWMAN
I. 82
(Passando o ckafariz)
PECIAL ATTENCAO AO NUMEBO E LU :AB DE SU FUNDICAO
Moendas de canna de todos os tarTmhos> 8s melhores
Rodas dentadas para anim8eSi agua e vapor<
laixasde forro fundido, batidoe docobrc
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos para !Eandi0C8 e algodg0) e serrar
Bombas
ios 2o:ooo8ooo
B.'tcs tie loccrlas do 18Jo.
_______Praga da Independent n. 22.
Precisa se fallar-com-oa seouiotes senhores.
rua Pnmeiro de Marco n. 16, priraeiro andar.
Dr. Candidi Vieira da Cunha, de
Tito Antonii da Cunha, da Bahia.
Domiogos Ulympio B. Cavalcinte,
..eara.
Manoel Panta.eao da Silva.
Sergipe.
S b'al do
E. A. DELOUCIIE
24-Roa do Marquez de 01intia<-24
Esqoln a do bccco Largo
Participa a sens freguezes e amigos que mudou
o sen estabeleciraento de relojoeiro para a mesma
rna n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
Sos de onro, inglez, descuberto, dos melhore9
bricantes, cadeia de onro, plaquet e prata, lunetas
de todas as qualidades, tudopor precos muito ba-
ratos.
que aqui existem.
Machinismos
liar* iKunuioca e aigoaao, e para serrar madeira.
; W dc pntente, garantidas........
loci:'.: :._ : achfnas
Podendo todos
ser movidos a mac
por agua, vapor,
ou animaes.
Leques gratis
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, esta
distriburado gratis a quem Ibe fizer algum gasto,
um Undo leque, visto conhecer a necessidade que
ha deste artigo neste tempo tao caloroso.
Distracao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, e" so
quem tern as lindas consirugties ou desenhos para
formar diversas vistas dos principaes ediflcios da
Europa, e que servem de distracoes nas hoias
vagas.
Lubin
Banha, oleo extracto, cosmetique desse afamado
fabricante : s6 quem tem e" a Magnolia, a rua Da
que de Gaxias n. 45.
PENHUKB
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
LIQWDACAO
Lojade fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
CfTA^BAS.
QBuB
P>rl, 36, Rti* Vivienne, D
IHSMslH IfiDICIX SPftlll
DAS IMmillDADAg DBS UZCAB, Af AmofMi
ALTWA60M DO UIMI.
~1 l'),000eurasduimc4i.
I qen s.putlulos, kerptl,
I sarna, comixoei, aeri-
tm monia, e afUrfOu, vi-
I ciusas to sangut, vt-
rui, e aueracoes ao sangue. (Xarope vegetal
em mercurio). DoiiaratI vesetaoi
MM* HH'EBAES tomao-se dous Mt
semana, segaindo o tractamenio Detmnlivo 11
empregado d.is mesmas molestias.
Ki Las de cores miuda. mcilo boa* pa
meninas a 160 e 100 n. o eov4o. ^
La pretas. superior, a 400 rs. o eovaio.
Aloacas de cores finas a 310 e 360 ra. o cova*.
So se vendo.
, Dius com listras aberUs, (ateoda fina, a OOf n .
COTjQi).
Oiitas dc core*, a 240 e 380 rs. o covaJc
, Metms de eflres nUndas a 280 rs o cova**,
Cretones, o melbor qne tcm viado ao mul ,
j 400 e 440 rs. o eovado
, Cambraias braocas, bordadsa e abertaa, firom*
I mais Qua que tem vindo ao mercado e
: de 2^000 o metro, por 1*000 a
chincha.
Ditas pretas com Oores
?ara; a*
miudas a 300 rs. o cova4<
warente, Boa,
Dita Victoria, fina, a 4*000
DEPURATIF
Cambraia transMrente, fina, a 31 a peea
~ a 4X000
Organdy de assento brano e < e cores, a as It-
PLUS DE
ra
I Este Xarope Ciiracto dt
I lerro de CHABLE, can
mmddiatamente qual-
quer purgacao, rtla-
\ ragao, e debilidad*,
aenie os jiuxos t flora brancai da*
mulneres. Esta iuieccao benigr.a empretMM
om o Xarope de Citracto de/irre. ^^
emiorraidaa, Pomada que as cart ems dlai
m POMADA ANTIHERPETICA
Contr*: nas affeccoes cutantat e comixoei
. P"WLAS VEGETAES DEPURATIVAS
do Oaable, cada frasco vrai accompahad*
da nm folheto.
AVISO A08 SRS. MEDIC08.
Presentes
para
pescoco, perna3 e
A Magnolia, a rua.Duque de Cxias n 45, alem
de muitos oulros artigo3 qne tem propnos
presente, acaba de receber o seguinte:
Bonecas de cera que charaam papai e maaiai
Bonecas de camurga com
bracos movedigos.
Lindas caixas com linissimos extractos
Ricos vasos com banha e pos de arroz.
Bonitas caixas para costura.
Cestinhas com flores artiflciaes.
Ditas com preparos para coslura.
e pegas do que se costua.a
iJazqjialquer concerto de
FomiaS de teo ^ as tnelhores e mais I
.. Inuombe-se de maodar tir
i'o-lhes a dn fazerem
precisar.
maehinismo, a prego mui resumido.
a existentos no raercado.
qualqu' r macbjoismo & vontade do:
Ar.. i
> nmaseww lazerem os compras por intermedio de tmwmm
7 '. B^essidade p6Je lhes prestar auxilio ^
eanos
e uistru.nentos
52
A F ARIZ
Baptisados
s e sapatinhos de s
paopries para bapti
Cuticulina
Ricos chapeos e3apatinhos desetimbrauco.de
diversos gostos, paopries para baptisados.
$" MEDICO-CIRIMICO
^ DO
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
X PARTEinO E OPERAOOR
4KRaa do Ylgconde dc AlSiuqaei-
@ que n. 39.
X ESPECIALIDADE
W. Molestias de aenlioraB c
fl( meuinoa.
Jg Consultasdas.7 as 10 horas da ru^-
m. nha, todos os dias.
^ Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
^ tas e sextas-feiras.
S^ Os doentesque mandarem os sens cha-
M mados por escripto at 10 boras da ma-
nb3 serao visitados em suas casas.
9
Sirop du
mam
k

ICort catarrhoi,
coqutlueha, ii rftiiilal
nervouu lot om brea-
ch i t lodat at dunfm
de ptiiv; buU ao dMBit
ami colhe rchdea dots iarope IV FoaCR. *
9r. TatI1Ii b Paris, raa Tlvtcmaa, a*.
Deposito botica Franceza
22 Rna da Cruz 22
.V-
Rhum nacional.
Premiado na exposiQao da Sociedade Doze
de Dezembro.
Vende se pelo diminuto pre^o de U000 a gar- [
rafa na bem eonheeida taberna Flordos Progressos
na rua do Cabaga n. 8, confronte a matriz de'
oiSan Antonio.
e de co
res miudas de seda e da-la, a 400 rs. o eovad*
E pechincha.
1 Cortes de :aseraira de cores raoderna*. a 5/361
corle ; & fazenda de 8/. E' pecliincba.
, Camisas de linho finas, lisas, a 3? a daxia, 4 b
senda de oof.
Brim branco de linho a UiOO a rara.
j Dito Angola, verdadeiro, a 600 rt. o eovado.
Madapolao francea verdadeiro. 34 iardas, a <#
; It a pe;i.
I Algodae T, largo e superior, a 5 a peca.
; Gorgorto preto de seda para vestido e para eolla.
a 3/ o eovado
Toalbas alcochoadas a 4x500 a dcxia.
j Colcbas grandes a 3X500 uma.
Cobertas de ganga, forradas, a 2f
. Lencoes de bramante a !i am.
Lenr-os de linho, abainhados e an OMEBtat
! 3*5O0aduxia.
i Ditos de caja de cores abaiohados a 34800 a t*
'. xia.
A 1^000
i Cambraia branca, bordada, eom li.-tras e de
I qu'drinhos, ab rtas e tapadas, por teraoa mtm
grande porcao, rcsolvemos vender barato para aca
barmos, e fazenda muito larga e uuito fina,
j semnre se venden por 2. o metro, e estamot vea
dendo a lx a vara : so quem tem para vender
por este prego 6 Gailherme 4 O, ma do Crape
{ioja das tres portas. Daose am^tra*.
E outros muiios artigos que se vende por mm
; no* do qne outra qiial.joer parte e para se da
I So na lorem queiram mandar ver as amostras
enganaja de
*
mmt
mmmmmmmmmm-m'
Quem tiver nodoas no rosto e quizer flcar Jem
leas.l compre um frasco de cuticulina, na Maeno-
la, la rua Duque de Caxias n. 45.
II \ MAIS F\LTA ira GM.O
AGORA I1A COM ABCFiDARCfA
uelo para almoco Geio para cerveja
Gelo para lanclie Gelo para refrescos
Geio para jantar G3I0 para sorvetes .
Ge para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
G^ lo para conservar peixe
Gelo para conservar carne
Enifim, gelo para Todos; e para qualquer Use
NA
FABRICA NOVA DA T1UVA STARR
Caes.do Capil>aribe n. 38.
samo, JSu SHUSH? 6 hra9 d* ra3!lhS a 3 "* ^rde, e ncs domingos e dias
feltos co^aS Jl B,"" de q0an,ias grandes ^ara os W V ft*a da cidade devem ser
_ ESCRIPTOWO Rua do Commercio a. 40.
ARMAZ
N:7Ra
J
I DO VAPOR FRANCEZ
0 d no d^i
artrigm, com ,
loparao da Victor.a, outr'ora Nova,N7
e '.siabele'im'iito tejdo it ir a Europa,
em.
vende a precos baratissimos odos os sens
Modas
Coques de cabello.
Settas douradas.
Leques dourados.
Dim de osso, ma rum e madreperola.
Meias de cores para ssnhora.
Gravatinhas para senuora.
Bot5es de aco.
Cintos todo de me:al.
Fiyelas pretas para vestido.
Rrincos de a^o.
Voltes de madrenerola, e muitos outros arlig s
lie sii e encontrira ua Magnolia, a rua Duan de
.axias n. 45.
Espelhos
dourados, quadrades e ovaes, de divers.s lama-
hnos : na Magnolia, a rua Duque de jaxias nu
mero 45.
Atlencao
?^As accSes entre amigos de cm piano de dous
teclados, que tinha cIb correr com a ultima kteria
do mei corrente, Sea transferida para a ultima do
! met de Janeiro, em razao de ser ja dovo piano que
jem de ser extrahido no flm do corrente mez.
Atteneao.
Precisa-se fallar cm o Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcante Junior a negncio de particular inte-
resse : na rua do Marquei do Herval n. 14.
*iKMOQfcQSSB4^^
{ CoBsallorio medice i
'd do I
9 lr. UuriUo. 1
ft RUA DO V1GARIO N. 1, 2.- ANDAR.
0 Recem-chegado da Europa, onde fre-
W quentou os bo3pitaes de Paris e Londres,
Q podera ser procurado a qualquer hora do fl
rZJ dia ou da noite para objecto de sua pro- fL
ffl fissao.
Consultas das 6
M do meio dia as
Daposito de vi Ii
Pernaaibuco.
eira e
Tendo ja obtido o melhor anolhimento no3 mer-
cador da Allemenlp, Inglaterra e mesmo em Fran-
ca, para os vinhos das minhas pmpriedades e de-
posits, onde foram apro iados e mereceram os
pnmeiros premies em dilTerentes exoosicoes;
e desojando tornal-os conhecid>s iguJmen-
te na_ provincia de Pemambuco, onde de cer-
to serao bem aceitos, ja pela dimionta qnanti^lade
de aguardente que contem, como pela sua velhico
e tratamento especial rosolvi estabelecer um de-
posite na casa dos Srs. Pogas & C, a rua estreita
do Rosario n. 9, onde se encontrao sempre de
dillerenles prejos e qualidades e directamenle en
viados.
Sao geralraeate conbeciJas as vantagens que
auferem aos convalecentes do uso do vinbo Ma-
deira ; perrailtam me, pordm, os Exms. Srs. medi
cot ehamar a sua allflnf5o para estes, nos quaes
encontrarao as qualidades mais apreciaveis.
Henrique load Maria Camacho.
(fc-ste documento esta reconhecido pelo tabelliSo
uda cidade do Funchal, Joaquim Mochada de
Soza)
8
Cimpra-se uma escrava que seja sadia e
de bons cos'.ume3 e que entenda de cozinhae :
engommado e mais serviyo de casa de familia
a tratar a rua do Amorim n. 51 armazera, das 9
horas da manha a- 4 da ta'de.
Compra-se caixas d3 sabao vatias a 100 rs.:
na fabrica de sabao dos Afogados e na traves a da
Madre de Deus n. 1C, Recife.
Compram Lehmam Fre-
res. a rua Primeiro deMar-
con. 16, 1. andar-
Gnilherinc i C.
E' b6 quem vende a 600 rs.
Cambraias brancas Lor Jadas com linras e de
quadros, abertas e tapadas, fazenia muito fiaa
com 5 palmos de iargura, e pir termos grande por
j cao resolvemos vender barato para acabarmoa ;
; fazenda de 1:600 o eovado, e nos estamoa tmiIm
do por 6'JO rs. o eovado, daose amostras : na ro;.
j do Cres jo n. 20, lo]a de Guilhrrra' A C.
LIOUIDACAO.
0 Paris n'America esta liqoidaiJo os cal id-
les seguinte- precos :
Rotinas de duraque, de cores, com casno alto
laco, a LuizX'.' a5iO'.OI!I
Rotinas de duraqne, de cores, 11 rddas. eaaa
DA
AS
Gratificicao de 100$
Fugio da casa do seu senhor, no dia 25 de no-
vembro proximo passado, o escravo de nome Pau-
lo, preto fulo, de 21 annos de idad.?, m<:is ou me-
nos, altura regular, tern part* do dedo minimo de
uma das maos cortado, umas cicatrizes grandes
no brago e^qoerdo e na? pernas, provenientes de
gammas, lem uma marca grande de ia!ho nas cos-
las em cima da pa direita, and; ligeiro e 6 muito 'for* i -i tt-
esperto, sabe engomraar, ozinhar e faz todo e' IUS & OliCCCa, a TH2L dO Vlira-
qualquer servigo domestico: rogi-se a quem o'' -i i i
pegar, qne love o a rua do Conde da Boa Vista. T10 n. 1 1, DnmOirO andar
outr ora Formosa, n. 8, qne sera recempensado.
alto, a 6i 111
Botioas de duraqne com laco a .'ii.
tojhapBi ga-peadas, canno alio, a ii, 5t
6/000.
Boljnas lias eeofeitadas, para nenina a 3A.
Bi tinas de Suzer, de cordovao c< m ponieira e-
vernii, pa-a horaem a 8*. Apr.veit m, qne -
barato. ^^
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende b.nitos metins de cores par
vestidos, pelo barato preco de 280 e 330 rsTc
eovado; assim cumo, nm bom sortimento de eh.
I las de todas as cores, padroes rood-Tnos e fixe*
! pelo barato prego de 280 ate .36'i rs. : a raa d*
Imperatnzn. 60, Ioja de Ftlix Pereira da Sj.va
Gros preto a 1$.
0 Pavao vende grosdenaples preto a Ii o co
,vado e dahi pan cima. at6 4j : na run da Impe
For maiorprego que qual-j"1"10.
Oompra- duas ou ires ca^as terreas nas melhores ruas dest?
I cidade : a tratar na rui do Barao da Victoria
: n. 22.
quer outrem, compram Drei- v a Dce de goiaba
Telegramma.
Prepara-se
extraordinaria de
Pasteis
Bolos
Assemble do commercio, a rua
do Commercio n. 1% 18 de dezem- j
bro as 6 horas e 45 rainutos da j
manha.
neste e>tabelecimento quaatidaJe'
Pudins
is 8 horas da manha e
duas horas da tarde.
da
GRATIS AOS POBBES.
Especialidadet: Molestias de senhoras,
pelle e de crianca.
Aliigani-se
boas casas de eampo, na Cruz de Almas, Poco da
Panella : a tratar com o commendador Tasso.
E doces
do publico, nos
dias
dos
Caixeiro
Ainda se precisa de um caixeiro com idade de
is a 14 annos, portuguez : na rua da Floreutina
numero 22.
par: homem
senhora,
naezaiaos
mencas.
inglezas
Botas e perneiras
de montaria.
Hdbil'!:^ d" vime e k tm.
Veade-se muito pm conta, cadeiras avulsas, de
balanoo, d bragos e <\- dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiate e pds den-
tnflce. agn,1 de fior de laranja, agua de toiliete
divina, dorida, lavande, p6s de arroz, salanetes'
cosme.ieos, muitos artigosdelicados em p'-rfuma'
ria para prosentes em frascos de extractos, caixi-
nhas surtidas e garrafas de differentes tamanhus
dagua de Cologne, tudo de primeira qualidade
aos t'emconhecido? fabricantes Pivcr Coudrav.
Boos pianos.
Djs melhores e mais modernos modelos de
rfljnd.l : vende-se. troca se e aluga-se.
Quinquilharias.
4r(lgo de -iifferentes gostoa r
plaantaslas.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas
-aniyeies, caixinhas de costura, album, quadros
-jcaixinhas para retratos, bolsinhae de velludo'
bias de couro, e cestinhas para bracos de meninas!
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
cnarutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
Aluga-se
o; 3 andar e sotao do sobrado da rna da Impera
na o. 53 : a tratar no 2 andar do mesmo so-
rado.
Aluga-se
o segundo andar e armazem da rua dePedo
Affonso n. 59, o sobrado de um andar e sotao da
rua do Hospicio a 65, e o 1 andar e armazem Jo
sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 : a tratar na
rna do Vlgario n. 31.
Aluga-se
o siiio que flea contiguo a igreja de S. Jose do Man
8?inno- reeommenda-8e por sua excellente posi
para satisfazer as exigencias
de festa qua estao a norta.
Recebem-se encommeodas para qu dquer
artigos.acima, e mais dos seguintes:
LE1TOES (assados)
PERUS
PATOS
GALLINHAS
PEIXES
E FRUCTAS (sem ser assadas.)
e tudo mais que for nacessario para uma mesa
(comme ii faut).
Ha tambem sortimeato completo de bebidas
Unas:
CHARTBEUSE
VERMOUTH
ABSINTHO
VINHOS GENEROSOS
E CERVEJAS.
(Agencia) Meira & Lima.
Vende-se muito bom doce de gniaba a 1 3fO ..
lata e 9C a arroba: na rua velba de Santa Flit*
n. 3.
Altencao.
Festas
Festas I !
Festas 1 I I
Annos
Annos I
Reis
Reis
Annos I I t
! I !
Reis
3-
dias -- 3
DE
Escravo f ugido
Aoaentou-se ha dias do engenho Jagn tribe, o
preto crioulo, Ma oel, de 30 annos, alto e secco,
falla mansa, pes e maos bem feitos. tem falta d^
dous dentes na frente, na f eote e lado superior,
olhos pequenos e nariz afiiado, boec* regalar, foi
escravo na Parahyba, de Victorino Pereira Maia.
Gralifica se bem a quem o levar em Jagu.ribe,
ou no Decife, ma Nova n. 8.
0 comer da forja e vida I
0 b9ber an or contem :
nomamos p-is e bebamos
Que a morte nao longe vem I
N.
28.
Rua do laiperad r
K-.-28.
ATTENgAO
Os proprietarios da Pre-
dilecta a rua do Cabuga n. 1
A, fazem sciente ao respeita-
velpublico que, tendo resol-
vido mudar de genero de ne-
gocio, deliberaram vender
todas as mercadorias exis-
tentes em seu estabeleci-
mento com um abate de 20
por 0[0 afim de liquidar a
sua casa at6 o fim do corren-
te anno, e por tanto 6 l^oa
occasiao do publico se pre--
venir do bom e barato.


/
entender-se eom o Dr. Witruvio.
1
madreperola, tapete para la'nternas* malas bolsas! t*0? ?atras condicoes agradaveis a sua habitacio
de viagens, venesianas para janellas, esterioco- S?fo?aveI e to rec^e'v qaem P^ender, pode
pos lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria.
Je damas, de bagatella, quadros com paisaaens
tfiobos de papel para illumina?5es, machiou de
rarer cafe, espanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinbos, mamadeiras de vidro para
oarleite as cnancas, e muitos outros artigos.
Brinquedos para meninos.
A maiqr variedade que se pode desejar de to
oos os brinquedos fabricados em differntes partes
la Europa, para entretimentos das criangas. tudo
weens mais rosum-d;< on' e
cnancas,
D'oeiv9t.
ALUGA-SE
uma grande easa terrea eonj haaUntes commodos
site na estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi
gario n. 3.
CSIlDt
Preciia-se de uma ama paiacomprar e cozi
nhar era casa ae pequena familia, pod.-odo ir as 6
horas da manhl e retiraf-se a^ 6.1|2 da tarde a
tratai na fabrica de iiagao e tecidos com o goar
dahvn.
Da se 2:200i a p'remio de 1 li2 ob hypo
tncca emcaia terras: z.? ::::. ': ".-.-? ??
| Aluga se o i andar da casa n.... da rua do
I Torres: a tratar na rua da Soledade n. 50.
Alnga-se duas salas e-dous quarto*,propria:
apra escriptorio, por cima do trapiehe Dintas :
a tratar no mesmo.
Precisa se alngar um moleque de iO a 12
anaoa; psra servico de casa estranteira : na Caift-
9BHo C?.m? s. 17
Ahgswe
os armazens ns. S3 e 69,.napM$fcjdo chafariz em
Pera de Portas, am onde teve tenda de ferreir
o fallecido E. Mahnlt. 0 entro que estevo occa-
padp com,venda de m^hadoa, para o que e op,'
nmo pela hocalidade e aer ae esqatnaL ambos livres
e desembaracados de impostos:a tratar com o com-'
mandador fafao. ______________"
r.
Bons banhos e dormida fres -
ca no Monteiro.
Aluga se alii por preco commodo uma casa pe
quena que tem 2 salas, 3 quartos, coziaha e boa
cacimba, e e perto do rio : a tratar na rua Nova
Ioja n. 7.
Toda attenqao
Retalha-se. com frente para a rua da Araizade.
sobre 194 palmos de fundo, uma porgao de optimo
terreno para ediQsacSo, tirada do sltio contiguo
a igreja de S. Josd do Manguinho, do precs de
50# por pal mo. Aquella frente e toda murada:
bem ijomoa parte posterior e a lateral extrama,
JJWtendentet podem entenler se com o Sr. Dr,
Wrfrnvto.
> ('-
Lioo
tem duas cartas na rua
ca da-SUta-
o Vigario d. 7,
prlmelr
Aluga-se
as rasas das ruas da. Una Carvalho n 35, de S.
Joed*. 5 becco de S. Jos6 a. 1; a tratar no ar-
mazem do Campos, rua do Imperador n. 2'8,
Viva o prazer r quintado I
Viva o amor snbllmado t
Viva a caridade amiga,
Da cabeca e da barriga 1
Triple exultagao.
-------Almpco firaternldade
Na rua do Imperador n. 28, en-
contra se tudo quanto ha de mais
delicado e saboroso para o arranjo
de qualquer almoe,o par mais mag
nilico e sober bo qne seja I 1
-------Jantar -llberdade Tt
Presnntos, salames, doces, quei- J
jos, vinhos e noa infinidade de
prsparados de aves, peixes e ma-
risco-,nlo incluiado. uma immen
sa variedade de espeetelidades das
mais apreciadas na Bnropa 111
-------- Ceia-lau*ide t
Vinde ao armazem do Campos
e ficareis abysmados devertan-
tas iguarias e peliscos preciosos
que ficareis convencldos de quo
esias no csntro do que ha de me-
lhor no grande mundo das vie-
tnalhas I T
P Campo.' vende barato I
Venderbom e do melbor I
Ver para crer I
Comprar para saber 1
Rcanren ben.
Quem ao Festa ma ha de passar 1
Annos tera muito felo
E Reia... nao dl|o. mais craia
Sera muito mao freguez
E nao tera prazer nos tres dias da
Vende-se tuna porcao do madeiras de o^d
mas qualidades, eomprimento e grossora, proprias
para con-truir uma boa easa de taipa : a ver e
tratar, no Campo-Grande, na teverna do Sr. Pedro
Pessoa Velloso da Silva.
Vende-se 70 palmos de terra com 500 dito*
de fundo, na raa do Cacnndo, em Beberibe
quem quizer eomprar, dirija-se a Saaic Amaro das
Salinas, casa defronte da do tenente Parheeo.
Sal
vindo da Ilha do Sal; veadaae a bordo do aavio
hespaabol. Jfueva Providtnd* e rate-se cob
Arori fraaos & C-
VcBie-sc
uma casa na villa de Barreiros, i rua io
cfo, por preca modico; a tratar cozaT;
A Companhia.
7- Vende-se um terreno prjprio, a* estrada de
Lui* do Rego, em Santo Amaro, eom 50
de frente, a 600 de fundee : a tratar na i
trada n. 19.
Tavoma
Vende-se
bamafr.
maio
rua n. 1
Vende-se a armaeio da Ioja de
site na rna da Imperatru a. 78, propria aara aaai-
quer negecio : a tratar na i--------


Diario de Pernambuco Terca feira 29 de Dezeinbro de 1874.
[ ?
R
s
L
Aos legitimos fogoes econo
miGos.
Acabam Jo ehegar a sta cidade os ver-
dadeiros fogoes economicos, ja muito couhe
jidos nas provincias do Rio de Janeiro,
Minas, S. l'aulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
hia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitaQSo possivel, e s5o ja
preferidos ao3 de qualquer outro systema.
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocacao, moderno systema,
e sobretudo grande econoraia no combusti-
rel ; trabalham com lenha, coke, carviio de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
ohos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, boteis,
casas pias, bospitaes, etc. Acham-se ex-
postos ao publico, aonde so darSo todas as
ixplicacdes necessarias : na rua do Viga-
on. 12
Soares Lei Irmaos, rua do Barao da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para camas
Na loja do PavSo vende-se colchas de fustao
Brancos, para eama a 2,500, ditas de dito de coi
a 4,000, cobertas de cbita e de cretone, de 2,500
para c'ma e ditas de metim escarlate forradas com
tnadapolSo a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
le Felix Pereira de Silva.__________________
Vende-se
No escritorio de Thomaz de Aquino Fonceca 4
C. Successors, a rua de Vigano n. 19, priraeiro
andar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d) Porto eta eaixas, finissimo.
Idem em barris de quinto e decimo, Ado.
Retro z.
F" YENDE-SE
Na rua do Vigario n. 19, vende-se o seguint e
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
s.d.% de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em eaixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.___________________
Wilson ttowe & L. vendem eo seu armum
i rua do Commercio n. 14 :_
verdadeiro panno de algodao azul americano
Excellente flo de vela.
Cognac do 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qnalidades._______
Nua remessa,
Vinho verde de Aniaranle
Convida-se os apreciaaores a virem apreciar o
qne ha de mais excellente neste artigo; vende-
se em decimos e a retalho, em casa de Pdcas
k C, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
greja.
N.72. Rua
EM
Tendo recebido diver?as qualidades de fazendas que ha Cmpo tinharo feito eneoramenda e
agora estando em liquidacao resolverj que estas fazendas fosscm vendidas uas mesmas condiroes o
que e muita vantagem para os compradores, isto no Bszar Naeronal rua da Imperatriz n.
I11UI10
Ho
400
240,
Organdys branco a 400 rs.
Vende-se organdys branco com listras
Ono a 400 rs. o covado.
Popelinas a 1 000.
Vende-se popelinas de tSres muito flnas a
covado.
Alpacas de cores a \00 rs.
Vende-se alpacas de cores para vestidos a
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Vendese laazinhas para vestidos a 120,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vendese alpaca lavrada para vestidos a 640 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vende-se grnadina preta com listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales flnas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.
o covado.
.'Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260,
320 rs. o covado.
Cassas de cdres a 260 rs.
Vende se cassas de cdres fiuas a 260 e 320 rs.
o covado.
Cambraia victoria a 3 500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3J300,
We 5$. Cambraia transp.rente a peca a 3',
3*500, 4* e 5*.
Cortinados a 6*.
Vende-se cortinados para janellas a 6* e 7} o
par.
721
Coll
Chales de li a 640 rs.
Vende-se cha'es deli a 640, ditos de merind
estampados a I 600 e !*.
Cortes de casemira a 5/.
Vende-se cortes de casemira de cores a 5*,
5*500 e 6*.
Co! ertas de cbita a it.
Vende-se cobertas de chita a 2* e 2*500.
Colchas de fuslio a 2*.
Vende-ss colchas de fustao a 2*, 3* e 4*.
Fustao branco.
Vende-se fu.-tao branco para ve.-tidos de senho-
ras, organdys branco fino a 640 o metro.
MadapolJo a 3j.
Vf-nde se pecas de madapolao enfestado a 3* e
3*500 a peca, ditas ditas lino a 4*500, 5 <
dito francez lino a 6*, 79 e 8*.
Algodaozinho.
Vende-se pecas de algodao de todas as quali
dades e barato..
Bramante.
Vende-se bramante de to palmos para Ienc6es
280 e a 1*600,2* e 2*500 o metr >.
Algodao enfrstado a 900 rs.
Vende-se algodao de doas largnras enfestado
900 e i* o metro, dito irancado a 1*280 o metro.
Grande liqnidacSo de ronpa feila.
Vende-se ceroulas de algodao a 1*, ditas finas
a 1*200 e (-35 0. carnisas brancas a 1*800, Z& e
2*500, ditas de linho bordadas e lizas a 3* e
3*5(i0, ps!etot3 de alpaca preta a 3*500, 4* e
4*500, ditos de dito de cores a 2*, carnisas de
fianella a 2*, ditas de chita a 1*280 e 2*.
XPOSICAO
DE
fazendas e artigos de alta
novidade
NA
IM 1)0 PASSO !
;lua Priraeiro dc Marco n. 7 A.
Cordciro Slmdea A C, proprietarios
leste importante estabelecimento, no louvavel pro-
jrosito de nio desmentrrem o coneeito que os
icabara de receber de sua conta o mais rico sor-'
imento de sedas, popelinas, las e artigo* de ul-i
iraa moda em Paris, e continuarao a receber;
)or todos os paquetes daquella procedeneia ; por)
3so chamam a attengao de seus freguezes e os
envidam a darem um passeio ao sen estabeleci-
nento, garantindo Ihes que encontrario a reali-
lade do que Dca dito, e para prova dio um pe-
ineno resurao, cujo infallivelmente despertara a
ittencao dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
imoatras mediante penhor.
Artigos de alta novidade e
ultima moda.
Cortes de vestido de linho guarnecidos de bico
ia mesma fazenda e cdr, trazendo fivella,
Retalhos de /!.
0 Pavio vende uma porr;ao de retalnos
!'
)li-
por-
per
tr.i-
' para restidos t( ado gr^ndes e p'equenos, q
j quida barata para acabar, assim como um'
cao de cassas'e cbilas pretas qua se vende
qualquer preco para acabar : na rna da It
1 tr* n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Esparlilhos, a 3*500, 4* e 5?,
0 Pavao vende um bonito sortimento dos mais
mode-nos esparlilhos que vende a 3*5C0, 4* e'
5*000. |
Pechinca em kneos brands a 2 500.
0 Pavao vende duzi s de lengos finissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenda qne
sempre se vendeu a 4*000 a duzia e liquidate a
2*500 por ter grande porcio de duzia*, ditos abai-
nhados a 2;, oitos chinez s muito finos e ditos
francezes escuros mu.to finos para quem toma'
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores para vestido a 240 rs.
o covado : na loja do Pavio a rua da Imperatriz
60.
Carnisas.
I Vende-se uma grande porcao de carnisas bran-
cas com peite de linho e de algodao, por muito
menos do eu valor, por estarem
seroulas francezas e de al-
BAZAR
I'AS
FAMILIAS
Rna Doque de Caritt 11. 60
Para a lesta
Reis e Silva 4 Guimaraes, pn>pri bem conhecido estanelrcin i-nlu de faz ndas boat
convidam aos sens freguiivs e taugot a suitirea-
se dos artigos iadispensavels para a f .-ta, ^uign
da ultima mes se vea-
dem por modico preco, de forma qne goal nio m
encomra em ontra pane.
Alirn de qne o | ublico avalie o qne '> vam dito,
offerecem a .-ua preciosa con^iderscao a Kgc.nw
men^io:
Lacinhos para senburas.
Tem s nm completo ton imento de cinb os d
seda e de cambraia bordados que e.-tamos ul-
na pouco enxo- dendo por preco muito barato, a 2*, 2*:: 00, 3&
valhadas, assim como seroulas francezas e de al- 3^500, 4* e Si cada um. Sao muiu lindos.
god-^o a 1^560, ditas de linho a 2j e 2,.500 para Ga'es de seda.
acabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60 j Temos nm completo sortimento de gases dc ?e-
de Felix Pereira da Silva. : da de seda, fazenda mnito moJcrra, e so s *a
Ronpa para hi mem para acabar ate ao nm contra no Bazar das Camillas, ,elo pnfe de 5WI
do anno. 'rs. 0 covado. Ningnem pide v ndi-r.
Na loja do Pava; liquida se uma grande porcao ; Popel.nas de linho .-6.
de roupa para hum m como sejam : calcas de, Temos cm ccm,leto s< ri casemira de iii,ho, faz. u 1a propria para pas.-ar a fe?ta poi Mr
muito barata, a 500 rs. 0 covado.
Faiai de seda de cores.
Recebemos um c mi leto orlimtnta de fatati dt
seda, fazenda ini-ir>m?nie nova, qne estif
brim d'Angola, ditas brancas, ditas de
e cor, trazendo fivella, bolca, i Mr de 65 -t6 12^ diUs de brim ooreS) ealitols
-into, ere etc. e fraks de pacno preto, de alpaca e alpacao, as
Riqnissimos chapeos para senhora, de cores e < ^racK0smo dpe c.8emira8'de ccre'^ colletesP branch,
,riw. Aa n^K,in K.a .__i,_^. v.^. pretos e de cores, assim corao roupa branca de to
Cortes de cambraia brancos com imdos bor-1 gas as naandades, nao se olha a prVjuizo, 0 que se
quer e liquidar ate ao fia) do anno.
Cambraia Victoria e transparente
enfeites da n-esma fazenda,
e senhoras, guarno-
Admirem
Granadina de seda a 4O0 ra.
Na Icja do Pavao vende-se linis-irnas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre te vendeu a I"200, e liquida a 400 rs. 0 cova-
do ; assim corao raangoitos e golinhas de cam-
braia bordadas a 1$ cada nm, e pecbincha : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva^_______________^___________!_
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcjio ou a re-
talho : na rua larga do Rosario 0. 34.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, 1 andar, escriptorio de Joaquim Ro-
drignes Tavares de Mello. _________
a superior
DA
Fabrica Camacho
Ja chegou para 0 unico deposito, no escriptrio
le Joaquim Jose Gonfalves Beltrio & Filho, a rua
do Commercio n. 5._______________________
Farinha de mandioca
superior, chegada pela barca Saphira ; tem para
vender mais barato do qne em outra qualquer par-
te, Joaquim Jos6 Goncalves Bellrao &_ Filho, no
seu escriptorio, a rna do Commercio n. 5.______
Grnade exposiqao
fl,00
Grande sortimento de chapeos de palha para
nomem a 1*800 e 25, preco realmente baratissimo
em viita da qualidade, e muito proprios para a
esta : na rua do Passf io n. 60._____________
Imperial fabrica de rape
area fina de Moreira dt C.,
da Bahia.
Oeste excellente rape, que se toma recommen
davel aos amantes da boa pitada tem estabeleci
do esta fabrica 0 seu deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que vendem por Junto e a retalho, fa
zendo-se vantagem a quem crnpnr porcao.
f E % a^E~SlSil 0 sitio janto a igre-
ja de S. Jose do Mangnnho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodacoes, todo mura-
do, com duas frentesservi^as por portao de ferro,
dando para a rua da Amizade e para a do Man-
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largura e 354 de fando ; e a casa mode 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situacao e a melhor
possivel para morada, e quem quizer ediGcar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'guraas plantacdes de gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
caeimbas, urea das quaes e nova. A entender-se
com 0 Sr. Dr. Witruvio quem 0 pretender. ___
E*la queiinando
0 proprietario deste estabelecimeato tem resol-
vido vender as suas fazendas 0 mais barato pos-
sivel, aSm de apurar dinheiro.
Cambraia branca bordada.
0 desengano esta vendendo cambraia branca
rdada pelo di ainuto reco de 360 rs. 0 covado.
B' grande pechincha.
Cortes de organdy de cores a 41500.
Cambraia transparente, fina, a 3* a {peca.
Baptista de lindos pad; ties a 360 r. e covado.
Chitas escuras finas, a 40 rs. 0 dito.
Ditas claras ideal, a 240, 280 e 300 rs. 0 dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. 0 dito,
Flor do bosque a 600 rs. 0 dito.
Carnisas de cretone, finas, a 3* e 3*500.
Madapolao iDglez, fino, a 4*500, 5$ e 5.500 a
boca.
Dite francez, fino, a 5*500, 6*, 6>* 500 e 7*
peca
Alpacas de cores a 400 rs. 0 covado.
Basquinas de gorgorao de seda a 6*.
Popelinas de linho e seda a 1* e 1*500 0 co-
vado.
Cambraia Victoria a 4* e 4*300 a peca.
Gase de seda a 1* 0 covado:
Brim branco de linho n. 4, a 1*500 a vara.
Algodao T largo e lino a if, 4*500 e o* a
peca.
Cambraia de cores a 200 rs. 0 covado.
E ouiras.-muiias fazenda3 que deixam de scr
mencionadas p3ra nao se tornar massante, por
isso convida a t.das as pessoas a fazerem uma
visita a seu estabelecimento alim de sortirem se
do bom e barato para a fesla : a rua do Crespo
n. 25, junto a loja da esquina
Adiuirem.
Cortina aos a *AOOO.
0 Pavao vende cortinados bordados, prcprio
para camas e janellas, a 7* 0 par. e pechincha
que logo se asaba : na rna da Imperairiz
de Felix Pereira da Silva._______________
Salsaparrilha nova
Chegada no ultimo vapor do Para.
Tem para vender Antonio Lniz Moreira de Aze-
vedo : no seu escriptorio,
n. 57.
n. 60
a rua do Bom Jesus
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburgneias qne vem a estemercaae
aa ma do Marouez deulindan.St
Fariuha de mandioca supe-
rior.
Tfem para vendor, Joaquim Jose Goncal-
ves Beltrio & Filho, a bordo do palhabott
Rosita, fundeado ao pe do caes do Collegio,
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio 1
a rua do Commercio n. 5,
No Barateiro!
A' rna 1. de Marco n. 1.
Acba de re:eber grande quantidade de lazi-
nbas com listras de seda para 300 rs. o cova-
do I... aproveitem antes que se acabem.
Rua 1. de Marco n. 1
Agostinho Ferreira da Silva Leal.______
E'BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque &>
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de j
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas eneommendas de mercadorias de sua I
reparticSo, que pela elegancL. bem mostra aptidao '
e bom gosto de seus antigos correspondentes da'
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,'
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa I
e constante freguezia e com especialidade ao sexo '
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate j
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer enlrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros aznerins) com '
extensos annuncios e nem pretende descrever a'
immensidada de> >jecto3 que tem expostos a ven-
da, o qne serta q \si impossivel, mas limitarse-ha .
a mencionar algnds daquelles de mais alta novidade
e toma a liberiade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depoia que
comprarem em outra qualquer parte cSo se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento
que ha em dito estabelecimente, e3ta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
uao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que de um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qnal acaba de rece-
ber os seguintes artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
Interessantes graVatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderegos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
Aos meninos
on
Bouquets de cravos e de todas as flores, capellas
e velas para baptisados, de muito g.s-.o, p<.r barato
pre^o, e lambemreeebe-re enconrroendas Ires dias
antes : no pateo do Livramento n. 36, loja de
cera.
Lazinhas brilhautcs a 720 rs.
0 Pavio recebeu um bonito soriiment} das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadrinhoo
raiudinhos, parecendo de uma s6 cor, e tendo diffe-
rentes cores ; esta fazenda tera um brlho corns
seda e bastante largura, e (nde-se a 720 rs. o
covado : na rua da Imperatriz n. GO, loja de Felix
Pereira da Silva.
l.azitihss modernas a 3-20 rs.
0 Pavao vende bonitas lazinhas de suadr-nhos,
tendo de tolas as cores, pelo barato prtf;o de 320
rs. o covado; sendo fazenda que sempre se vendeu
a 500 rs, e prchinc a : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras.
0 Pavao vende uma porclo de panos de cro-
chet, proprios para fncosto de cadeiras e de so-
fas, que vende por preros narattesitnoi: na rua
da Imperatriz n. 60, l'>ja de Felix Pereira da
Silva.
C6rtes de organdy a 2jji00
0 Pavio recebeu um bonito sortimento de c6rtes
de organdy, matisados, para vestido, que vende
1 pelo barali.'simo preco de 2 400 o corte, e pechin-
' cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
1 Pereira da Silva._________________________
| Lustres, candieiros e aran-
dellas paragaz.
No nevo estabelecimento, Grande Exposicao, na
rua do Iraperador n. 35 junto ao escriptorio da
companhia do gaz, vendem-se lustres, candieiros e
arandellas de diffcrentes tamanhos e moderno;
gostos, tanto de vidro como de bronze, e tudo do:
1 melhores fabric-rates que ha na Inglaterra. Tam-
[ bem se vendem globos de bonitos padrSes, chnmbo
! e tudo o mais que for preclso para o servlco do
1 gaz. E como os donos deste estabelecimento man-
;dam vir de conta propria e se quercm acreditar,
vendem tudo mais barato do que qualquer outro,
pata o que os compradores prdem exper;mentar.
Assucar candi..
0 melhor e mais bonito, preparado e
feicoado por systema
Quintal, em sua refioacao a rua c"o Barao do
Triumpho n. 56._________________________
Balangcis, pesos e medidas
do systema metrico deci-
mal.
Von Sohsten & C, na rua da Cruz n. (8, ven
dem um completo sortimento, tudo feito na me-
ma fabrica da Europa onde forara os actuae9
padroes existentes na camara municipal desta
cidade.
'ados.
w > de cores ccm
nnno, etc. etc.
Capas de la para meninas
das de arminho.
Yestuarios para haptisano.?
Riquissimas carnisas b' -rdada? para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casamento.
CtTtes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
3edinhas de delicados padroes. i
Setira Macao de todas as cores.
irosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Sicas basquinas de seda.
Casacos de merin6 de cores, la, etc.
VJantss brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cdres, aitas mariposas brancas, de
.ores, lisas e bordadas.
Flor" do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, Iistra3, etc.
3rins de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Ssias bordadas para senhon.
Grande sortimento de carnisas de linbo lisas e
>ordadas. para nomem.
Ueias de cores para liomcm, senhora, meninos
i meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homens e
-nhora.
Merinas de cores para vestidos.
Dito pi eto trancado e de verao, bombazina, can-
io, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e dito
>ardo.
Damasco de li.
Brim de linho branco e de cores.
Selins de linda3 cores com lislras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touqoim e ditos de casemira
Carnisas de chita para homers n Mas de fla-
iella.
Ceroulas de linho e ditas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
LenQos bordados e ditos de laiyrintho.
Ricos cortes de vestidos de larlatana, bordados,
' ara bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de li, e ditas de crochet
Bspartflbu lisos e bordados.
Fculard de seda, lindas cores.
Ueias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Loja do Passo
Rua Trimeiro de Marco n. 7 A
antiga do Crespo. ^^___
Na loja do Pavao vende-se um grande sortimen-
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos t>ndo 8 1/2 vara cada pessa de 3.600 para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Fe!ix Pe-
reira da Silva
Collarinhos ia linho para acabar i 4 J
a duzia..
Na loja do Pavaoliquidase uma grande porcao
de duzias de collarinhos de linho, por estarem um
'pouco enxovalhadns, pelo barato preco de 4: a
' duzia, sendo fazenda qne sempre se vendeu por
7; e pechincha : a rua da Imperatriz n. 80, loja
de Felix Pereira da Silva.
Chales dc casemira a i*.
0 Pavao vende chales de casemira com gostc.s
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven
deu a 7* e 8:, liquida a if. Ditos de la, mnito 8.0, S00, 1* e
encorpados, com listras, a 3;. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2. ; assim como, um bonito
fortLnentc de ditos de merino, lis-os e de quadros,
vende de 2# ate 5: e 6* : a rua da ImperatrizJnitos", mwastimai venJtLdi
n. 60, lofa do Pavao, de F. Pereira da Silva. 480 e :.00 rs. o crvado.
vendendo por 2*, 2200 o covado.
P'.prlinas de iiiiho e seda.
Neste irtipo temi s um c ml to si-rtimf nt? qne
esumos vendendo pir 7 0; 800, &O0, I*, l*iOO
e I *8i 0 o covado.
A'-.-im como lerr.es poprlina rancj. pr pria pa-
ra Uuivas, quo viud^m-.i p'r)*8lO, ?* c co-
vado.
Itiqiiissimas capillas cm vaca para boItm,
que estamos vendu.Jo ptr 13*, 18* e 20* ex*.
Polonozas de percalina propriM pin "mb.1,.-.
Temos um compltto si percilinas propr.a- para baBMW, \ >: hr.-m mo-
to compiidas e mnito tarittas a 4* e 3* uma .
a fazenda import u cm Ml MM do qoe ritaa
foilas.
Alpacas li si-da naa li>tra*.
Ti-mos ncste artigo nm con j leto, que
e?tamos v.ndendo p r pr.c> u.jito larito, qoe
liiOO ; sio hrgsa.
Bapli:Us de carea.
Recelrraos umcompbt-:- rttoaeat le btptts-
tas, padrSes inteir..miot( n v.-, gad I nuilaba-
por p: ro J_> '.cO,
Popelina de iinho a 400 m. o covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais benit s popelinas listradas para vestidos que
vende pelo barato j.rec.0 de 400 rs. o covado, la-
vando-se nao desbotam ; as.:im CGmo, bonitas e
moderoas laz.nhas com listras de seda a 640 rs.
o covado. Ditas transparentes ctm palmichas a
500 rs., Bio bonitas. Ban ges de uma -6 cor, pelo
barato prego de 400 rs. o covado, e pecbincha :
na rua da Imperatriz a. 60, loja de Felix Pereira
da Siha.
Cortes de vestidos p',ra liquidar.
0 Pavao vende a4:,5* e 6* corte de cam-
braia branca com eufeites bordados do cor, fa-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
4* para acabar. DiU-s brancos de cambraia aber-
la com listras e lavradinhas, qne sempre se ven-
deram a 10*. liquidam se per 5*. Ditos Benoatao
com lindos enfeites de cdr, fazenda que val 12 -,
liquidam se a 6j. Ditos de cassa do cores com
7 varas a 3* ; e pechincha : na ma da Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pecbincha para criancas.
Meias a 2*500 a duzia.
Toalhas de fustao 'ara mesa a 2.500.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de
jantar pelo bar-to preco de 2*500, e pechincha :
na loja do Pavao, a rua da Imperatriz n. 60,
lcja de F. T. da Silva.
Brins de Angola a 2*, 2.500 e 3*.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bintde
Angola a 2c, 2*500 e 3* ; e pechincha : na rna
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereir da
dilva.
Yinho verde.
Especial chegade no ultimo vapor, tem para
vender em barris de quinto e de Colares em
decimos, no seu escriDtorio a rua do Commercio
n. 5, Joaquim jose Goncalves Beltrao & Filho.
preparauu c aper-' _^
novo, vendem Beitrio 4 (JOfteS Cie CaSlUlira a
5
YENDE-SE
um terreno no principio Ca Estrada Nova, flo la
dc dire ito, com cer'a de 400 palmos de frente
e 100 de fur do.
Um diJo no princbio da estrada do Remedio,
cm 500 paimos de frente e 1,200 da fundo.
Uma casa terrea na rus de Vital de Negreiros,
perto da estagio da estrada de ferro, com muito
bons cemmodos e excellente pdeo d'agua : quem
prete-der cstes terrenos e esta casa, pode diri
gir se a rua de Vigario n. 31, que se dira com
quem se deve tratar a venda._______________
e 6#000.
Na loja do Pav8o, vende-se cortes de ca-
semira para calc,a a 4J>, 59 e 60000, ditos
muito finosde uma s6 c6r com listras ao la
do, fazenda qne sempre se vendeu a 98 e
108000, liquida-se a 6#000 p8ra acabar:
& rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereir*
da Silva.___________________________
Vejam todos
Corte. degrar.-di:
Recebemos um c:rnp! degranad.no Uranra; >om lirti. to err..- pal-
mas soltas, que cstan.es VMrftuSdo por 12; __
corte.
Casaqumho! pretos dc pi rorJo.
Reci-bemos n i cm pbto s ilin.cnlo de ca-a-
quiuh s pretos de g. rg do por 8 <:.$, i2* e :0 i:n.
S t.ra Lranr.i e de rflraa
Recebcrros uiu cooipkto s ': nto dc tet_B
Macao, tant Uranc < c mo dt r-Ves, q 'infe-
rnos nor 2*i00 e 2 400 c c>,.
Can^b-.i;!.- braaca, tr; n-|..nnte e ta;a*a.
Temcs I nirr.eoi de rn.Lrs'.-, qui
a i#, 4 500, 5*, ('* ii; a | ap ; t : :. ''_ 8
li_ varas.
Assim como, outros a>t:gos qne sc t rna enfa-
donho menriouar
RE13 E SILVA & GUIVARAFS.
' 'Q
A^&PO-OES"
Na loja do Pavao vende-se madapol5es france
res muito incorpados, com 20 jardas a 6.000 reis,
dito muitu fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-
sim como nm grande sortimento de madapolde*
inglezes de 4,500 at6 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Pedras de marmore
Vendese pedras de ra^rmores, de diversos ta-
manhos, com duas polegadas de gros-nra, proprias
para muitos misteres : a tratar com Joao Jose da
Cunha Lages. _______________
MM 0 8'
mam id m
A' praca circulrir do Ap
vende-se:
Tijolos de marmore, de diJtr itiu la
manhos e qualidade.
Tijolos francezes, sex'/ t.
Cia_ait Portland v.r:::ir-.
Aaalejoo ^laudi* n uito -. ';c
para rodapes.
Asnlcjos vcrdes e arcirellos, ta_>*nbc
regular.
Maquinaa de MM r ,i!goi!*v>.
Cadeiras de ferro, afs 'nt> dc palhi-
uha, proprias para campo.
Carnisas francezas para me-
ninos a2|.
0 Pavao vende carnisas fr?rc z.v p;ra m-nic:*
de todas as idades, a 2* cada i ma. m, eiu dasia
a 22* ; is o e para acabar i:a roa da tr.jVTatrix
Sempntes de btrlalim
Cora dos estreitaRiento d'nretra
pela facil applicacjk) das
SONDAS OLIYAES
DE
G01HA ELAST1CA
4s mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conhecidas
Ycndem-se
NA
cia e drogeria de Bartholomeu d C.
Rua larga do Ro.ario n. 34.
ii ii a do Qaelmado n, 43, Junto a lo-
ja da esqutna da rna do Crespo.
A 240 rs. o covada
Lazinhas de listras a imiUfao de seda, bonitos
paf-rSes a 240 rs. o covado.
Organdys de listras a 3*500 ou a 320 rs. o co-
vado ; organdys de cores com listras muito bo-
nit s a 3*500 a pec.a ou 320 rs. o covado.
Aproveitem que e grande pechinch*.
nao se ecganem.
So o 43,
Lustres, lampadas e arandel-
las.
Viohos garaolidos. |
Cunha [ratios & C. ii rua da Ma-
dre dc Dens n. U.
Figneira superior em quint* e ancoretas.
Pasto idem em ditas.
Porto idem em ditas encapadas.
Porte em qnintos e ancoretas.
Porto em eaixas de duzia.
Idem superior para festas e doentes.
Hesperedina verdadeira.
Cera de carnanba boa.
Catt do Rio bom.
Obra de gosto e muito mais barato do que em
ontra qualquer parte, tem para vender Joaquim
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqne de Caxias' jese Goncalves Beltrao & Filho,-a rua do Commer-
a. 63, acaba de receber um bom sortimente de fl-' cio n. 5.
aas bonecas que fallam, que riem-se e choram ; I________________^______________________
tambem astern mudas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao a verdade.
AO SEXO AMaVEL.
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n.
63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
acaba de receber diversos artigos de-alta noyi- Para hgar perlettamente e curar
dade, os quaes estio expostos a vunda em dito
estabelecimento, e bom qoe venham aprecialos
para por esto f6rma satisfazerem os caprichos de
snas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao querendo tornar-se
massante, llraita-se a mencionar alguns artigos
Fuuilas Ucrniarias
ELECTRO-MEDICAES
Cimento Portland
Verdadeiro
9*000 a barrica
Jorge Tasso
37 Rua do Amorim JJ7
Bacalhao imperial
Nornega superior
em meias eaixas,proprias para casas particulires.
9 000 cada meia.caixa '
Jorge Tasso
37 Rua do Amorim 37
Presuntos e queijoslondnnos
37 Rua de Amorim 37
Jorge Tasso
SITIO
radical-
raente
as qnebraduras
Eesas fundas 'estabetecidas sobre os conheci-
mentos medicaes e anatonicos mantem as quebra
duras as mais volumosos e difneeis, impedindo o
dos mais em voga no mundo das modas, os quaes i geQ desenvolvimento. Elles teem uma aecao eleq-
slo os seguintes : j ^a aw na generalidade dos casos opera uma
LindoS cintos de couro e flligrana. cura radical sem que o doente se snjeite 4 pres-
Modernos botoes de ajo para vestidos. j crjpc50 alguma, a excepcSo do uso continuo del-
Novos leques, grandes, matisados. i j^ A ctlia operase no periodo de H a SO me-
Elegantes fivellas de aco para vestidos. M3 conforme a hernia mais ou menos antiga.
Delicados raraos de flores de larangeira. v j deposito em Pernambuco, pharma-
Bolsas de couro e flligrana, proprias para tra- UU1TO pnARMACIA E DROGARIA
Vende-se nm sitio com 240 palmos de frente e
700 de funds, em Beberibe de baixo, com atgu-
mas arvores fructifer^s, agua potavel e larangei-
ras novas; tambem se permuta por uma pequena
casa on escrava mo?a, on mesmo syoJ^SJ
perto da cidade : a tratar na rua da Florentina
n. II__________________
As mais n v_s.
Conve
Vendem
9, junU
flor.
Brnxrllas.
Faboia.
t Mercians.
* Penca.
l.imbarda.
Prunchuda.
c Galega.
c Nal'ica.
c Repolho.
Brocalo.
Cenonras.
Nabos.
Bbantc.
Chieoiia.
Alfaee.
Mosurda.
Onolla.
Ma
Pepino*.
P6cas k C, a rna
a igreja.
esireita do RcsarK
A' rua 1 de Marco n. 1
Confronte ao arco de Santa
Antonio.
Continda vendendo suas fazendss com 30 por
cento menos do que seus antigos precos, pelo qne
faz disso sciente aos seus freguezes.
A saber :
Grande sortimento de babadinhos e entremeios
bardados, oara 1*, 1*200 e l*i00 I Que grande
pe;hirtcia.
BRILHANTINA de c6res, fazenda superior, o
mais moderno que ha, a 500 n. o covado.
DITA branca para iOO rs.
CHITAS claras e escuras a 240, 280 e 300 rs.
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1*500 a pe?a com 8
li2 varas. E' barato.
SEDA de uma so cor a 900, 1* e 1*200 o co-
vado, fazenda que sempre custou 1*; a ellas an-
'es que se acabem.
POPELINAS ie DITAS de seda de superior qualidade, gosto-
os mais modernos que ha, a 1*600 e 1*800 ; coos
vem mandar ver.
ES iUIAO de linho e algodao para fronhas, ca-
rnisas, etc,.etc., com 7 jardas a 3#200 a peca.
BRIM pardo trancado a 400 rs. o covado. 9*- **
BRIM Angola, de cores bonitas e fixas, para 500 Ju to a lojft da "& "cHAPEOS de casemira para homem a 3*000 I Organdys branco com listraa brniiu a 401 rs.
CHAPEOS de sol le alpaca a 3*, e tambem pa-1 covado.
ra senhora, a 2*. Popelioa de linho com listraf aberas a 3 n.
DITOS d'e sol de seda para senhora a 3*800 e I covado.
nara homem a 10* ; mas s*o paragom. Ltolnbas aescoceza a 2/0 r*. o f'viAr
BRIM branco exposicao a 1*800 e f a vara, e Alpacas de teda, goslos achamalofcidw a 400 rs
baratissimo. covado.
COLLERINHOS os mais modernos qne ha, a 7* Ganga carlisa en nada para coberts. a 160 n.
e 74500 a duzia. E' linho e sempre custam 9*. I covado. __ ___ -
PUNHOS a 6*500 e 7* a dntia. Cambraias de cores a 200 e 240 rs. o covaao.
TOALHAS felpudas, fazenda muito boa a 6* a Qtius e' -nraa a 22 f r*. o ev_ao.
jlajja, (_ales de casemira cbioetas a I* ua.
CORTES de casemira d eores, bonitos gostos Lencoes a 2* nm.
a 7* S6 aqnL _, I Cobertas le ganga a to e 3* aaaa.
LENCOS de linho abainhadot, fazenda mnito Toalhas r ara rusto a 4 8
\ s pcchir.chas!
e an
pezerndentes ao cinto,
Olinda
Boa aeqaialcato.
Vende-se um sobrado sito na pateo da Se, em
Olinda, edificado em chSo proprio, com grandes
accommodacfes para numefosa familia, reedifl-
cado e pintado de novo, eom bellissima vista,
muito fresco e com quintal: a tratar no pateo
de Pedro II n. 6,1* andar.
DE
Bartholomeu & 0.
34 Rua larga "do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jose Lonreaco de Magalhaei,
momado aa cdrte nm completo servlco deste ar-
tigo, tem aqui aberto um deposito da melhor
mais recente, enjos mbos se enccntram na
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar:
Vinho do Porto engarrafado, em Barru
"Si velas, de Lisboa, saperior qualidada
Retroi do Porto.
Cimento Portland, legitimo_____________
Fiode algodao da Bahia
Tem para vender Joaquim Jese Goncalves Bel-
io 4 Filho, a rna do Commercio n .________
boaa3* e 4*200 a duzia.
MADAPOLAO francez c^m 20 varas boa quali-
dade e custa 6* a peca 4 elle, a elle,
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. i.
Lo|a de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C
trao
Vende-se
o estabelecimento de molbados a rna do Barlo-da
t Victoria n. 83, com arma^ao de amarello nova
o mais moderna possivel; vende-se eom os gene-
! ros ou sem elles, por ser propria para qualquer
! outro negocio e esta em boa localidade : a tratar
na me? ma.____________________
rotassanova
ehegada recentemente, verdadeira, em^meios bar.
ris vendem Cunba lrmaos & C, rua da Maare
de Deos n. 34.
Vende ?e o estabelecimento
jua po Randal n. 8
de molbados da
A 500 rs.o covado
Proprios para bailes.
Chegaram em boa quadra, para a loja do Passo,
riqnissiraos eortes de seda com larga* lialras
achamalotadas lindissimas cores ; cortes de tar-
latana com palmas bordadas a prata, proprios
_! para bailes : s6 na laja do Passo.
* (ed Maroo n. 7 A. _________
Cambraia tractparente a 34 a peca
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoroe nan aparfatpoadas aai ata bor' u
nnecidaa.
veade-te
la e
A'
S4. Bua laraa do Rosario
fnm.
Veade-ae travea aa toar
' ver no caas on Rataoa. e t.ata
a rua Primeiro Rodrignes Tavare* de aWK
Saoto <7, !. nr______
~
i anea aa Cl*
Na loia do Pavio vende-se lizinhas japoneias
de cores mu>to modernas pelo baratissimo preco
de 500 rs. o covado, para acabar ; notando-se que
e fazenda qoe iamals se vendeu por menos de
Vcndc-sc
a tavern a e padaria da
do^ra\'dosUTirb7pou7as':Tru"ada Imperatrh Iaendo junto ou seoarado,
?KS PavSoVde Felix Pereira da SUva. dor : a tratar aa mesma.
Ponte de Uch6a a 37,
a vontade do eompra-
Liqaidacait
Ctapeoa d toaaa aa qa*h .'
_ahoraa e meniny*: aa re
oatr'ora DireiU a. fl.


8
3iario de Pernambuoo Terga feira 29 de Dezembro de 1874.
LITTEMTURA,


O nosso cuiirionc?ro
CARTAS AOSR. J SERRA
Conlinuagdo
Nos classicos portuguezes sao innumras
os exemplos do uso promiscuo das duas
preposigdes p*ra do.ignar os lugaras onde e
aonie. Sa algu:ua c nisi ha a notare qui-
ca urn ressaibo de aif.-chgdo noamiuiado
uso de ei co n verbj> de m avimento a ac-
cosso ein qua d tnollior quad aria.
Jd v6 o meu illustralo collega, quo alui-
jariamos nossa lingua Ida ri'ea, so Jho to-
ihessemos esso genuiao tbeor de locugao
que traz de origem. E' o qua pretendem
uossss irmdos; o taiara nos de ndo sa-
bermos.portuguez, porque nao nos oon-
formaraos cam as suas modas modernas em
materia Je linguagem.
Oempregoqua fazemo* segun lo a ligdo
classica da preposigdo em para in Hear o lu-
gar onde, deixa-no. livra a preposicao d para
exprimir a eircumstancia. Co n a maior
conciste, elegancia o proprieda le diromos :
moro r\i ruad'i... ddiriila.Eslaoa na
jaaella d tsrde, et .
Todavia, se o uso e a ligao classica per-
mittee a opcao entre as duas preposigoos ;
a perspicuidade, que e uma das excellencias
do estylo, exiga algum descrimem. A pre
posigao a por us) que signifies o aceesso,
designa com maispropriedade a idea do a
proximagdo, emquanlo em melhor exprimi-
ra a relacdo de ingresso e permaoencia.
La direi, pois. eslar djanclla de umi
pessoa que avizinhou-se delta, ou a uccupou
da passagome ligeiramente ; eestar naja-
nelii da qua so aclia positivamenla nella e
ahi sademor.i. Da racsma forma cheg'ar d
C08& e tocar-ho a soieira ; o chegar em casa
penotrar n-dJa, achar-so dentro.
Basta da grammalioar; deixemos isso
para os se bios, e toniemos ao nossa thema
que e o cancionWro,
Em miuha infancia, passnda nas cerca-
nias da lagoa de Mecejana, tdo ncmoadaa-
gora pola salubndado de sous ares c virtude
de suas aguas ; quasi toJas as noites, du
raute os invernos, ouvia eu ao nosso vaquei-
ro o rimanco ou poemeto do Hoi Eipacio.
Naquella idado foh'z, mais da la aos risos
e folgares d is quads tarnuras, maitas vezes
humedeaeram me os olbos lagrimis da tris-
teza incutida pela toada merencoria e senti-
da da rule cantiga.
Conhecode certo, mau prezado collega,
O aboiarAoi nossos vaqueiros, aria tocarite
e maviosa com que ellas ao por da sol tan-
gem o gado para o curral. Sdo os nossos
ram sertanejos ; e tenho para mim que nos
pittorescos valles da Suis>a nia resoam nem
mais bollos, nem mais ricos da sentimenlo
e barmonia do que nas encautadoras var-
zeas do meu palrio Ceard.
Realisa-se alii a lenda poetica de Orpheu.
Rao ha rez-arisca, nem touro bravio que
resista aos harpejos do bardo, ds vezes in-
fantil, charaan lo-os ao aprisco.
Quern tirasse por solpha esses improvi-
sas musicae?, soltos a brisa vespertina,
houvera composto o mais sublime dos bym-
nos dsaudade. Como os suissos, os cea-
renses quo o tivesserr ouvido, seutiriana
escutando-o de novo esse marasmo da au-
sencia, que se chama nostalgia.
A toada do boi Eipacio tem o mesmo
doce queixume, o mesmo torn saudoso, com
a difference apena; do urn rithmo obrigado
d cadencia.
Mais de trinta annas p-.ssarara por mim,
Jevando-me quantas reminiscencias edeixan-
do-mo tantas preoccupagois. Entretanto,
quando estiva recentemente em miuha pro-
vincia, as prineiras raodulagoes reconiieci
promptamonte a cantiga da infancia.
Infelizmente a lettra do poema nao ficou-
mo guerlaJa na memoria, como saccedeu
com a tjada, de sorte que urn fragamento
lheavirassc oresto dotexto esquocido. Apa-
nas retive umas tres quadras, e uma dellas
imcompleta.
Duranta rninba resideocia no Ceard, tra-
ballui para obter uma copia do todos os ri-
manees e posmas popularos, mas com cspe-
jcialidade deste. Aliim de prendcr-se eile a
record.iroes de infancia que o i iontificam de
iilgum modo com o mcu passado; accresce
quepala vaga reminiscencia deseu entrecbo,
eu o supponhond) s6 a mais antiga, como
tambem a mais curiosa e interessante das
rapsodias sertanejas.
Kas inir.bas pesqaizas fui auxilrado por
urn joven patricio meu, o Sr. Joao Capis-
trano de Abreu, notavel por seu talento, en-
trc tantos que pullulam da seiva exuberan-
le dtsta nossa terra, que Deus fez sin Ja mais
rica'de inlelligencias, do quede ouro.
Esse moco quo jd e facd e elegante es-
criptor, aspira ao estagio da imprensa desta
cortfl. Creio eu quo, a'em do grangear nel-
la um prestanta collaborador, teria ojorna-
lismo lluminense a fortuna do franquear a
umhomem do futuro, o caminho da gloria,
quo lhe estdo cbsfruinio uns accidentss mi-
nimos.
A muito custo p6Je o Sr. Abreu alcangar
uma vrrsdo, mas considersvelmente trunca-
da. Outras pessoass, algumas do sertdo ,de
que.n solicitei o mesmo Lvor, ndo poderam
satisfazer-me, apezar de sua boa vontade.
Tive no Ceard occasiao de conhecer e
praticar um volho maior de oitenta annos,
o Sr. Felippe Jose" Ferreira, mais coahecido
como Felippe do Pici, por morar nesse apra
zivel sitio, proximo de Arronches.
E' elle casado com uma[descondente do
grande Algoddo (Amanai)^ contemporaneo
do ce'ebre Camarfio (Poly). Sabe que so
estas as duis hnhagens cearenses da nobreza
indigena.
0 volho Felippe e Qlbo do Crat \ que se
p6 Jeconsiderar oberco da l'berdada coaren.-
so. Assistio as lutas que precederam a inde-
pendent e que foram os symptomas de sua
gastacdo. Quando cpegou d provincia a
uoticia do insulto paragu*yo, elle for* dos
primeiros que soltaram o grit'o do guer-
Ndo seria um bom soldadoj apezar de
que seu braco robusto ainda governa com
destreza o caalIo esquipador e an a terra
doiida Ura a subsistencia de sua familia.
Mas em todo o caso era um grande eiemplo.
Esta velbo e um livro curioso. Aprendi
mais com elle do que numa bibliotheca, onde
ndo encontraria as antigalhas que ma con
tou. Mas a sua memoria ja se obscurecia
com a sombra de quasi um seculo que
perpassou por ella. Era preciso esperar
com paciencia os momentos em que desnu-
blava so, e algumas vezes restrear-lhe no es-
pirito o Go do uma idea para desenvolver
as outras que se lne eucadeavam.
Foi elle^ucm d ;spertuu-mo os echos ador-
mecidos, cantindo a primeira copla do Hoi
Eipacio. Mas ess^ quadra era tudo qaanto
Ilia lic.ra na lembranci. Talvez nunca el-
le retivesse do poemeto senao esse trecho.
Assim devo crer; pois a memoria que de-
pois do sessenta annos pd la repttir-me toda
desle o prologo ate d conclusao uma exten-
sa Ida em que representava pequeno papel;
nao se mostraria tao remissa em assumpto
analogo.
Abi tive eu occasiao de verificar a virtude
da musica sobre a reminiscencia. Quando
sa faziam na memoria do velho Felippe os
eclips de que fadei; elle compunha a pre-
senca e o gesto, pelo theor dramatico ; e re-
montavn-se ao trecho anterior, e vinha se-
guin lo alattra pela cantoria. *;Assim atraves-
sava o passo difllcil.
No Boi Espacio, porerr., foi baldado o
processo da menemom'ca musical. Nao
passou dos quatro versos, com vordadeiro
pezar de minha parte, que daria pelo reito
toda a Ida, nao obstante o seu merccimento'
como producgao nacional daquelle tempo.
Com os escassos subsidies que ate hoje
pude obter, ndo me animei ainda a empre-
bender qualquer trabalho da colleccdo ou
refazimento desta rapsodia. Por isso ape-
nas lhe darei aqui uma ligeira noticia do
seu entrecbo.
Nao sei na classificaQdo lilteraria que no-
me sa possa dar com propriedade a essa e
outras composigOes populares de nosso paiz.
Pelas iuvestigagoes de Garret, no seu Uo-
manceiro, pareco que ellas de um lado fri-
sam com a Xac.ira, por serem dialogadas
eutre os inlerlocutores, ou narradas por um
delles ; do outro lado se approximam do
romance pelo torn epico ou narrativo sern
ornatos lyricos.
Podemos nos porem casar esses nomes
cultos, qua respondem a trovas do outro
geuero, com as inspiragoes rusticas e aos
improvisos incorrectos de nossos sertanejos,
entre osquae; nunca vogaram aquellas do
sua integra primitiya, pelo menos a ligSo
mais completa que eu presamo existir.
Jd eu possuia tres versoet, colhidas por
amigos em varios pontos da provincia, quan-
do um parente, o Dr. Barros, que e actual-
menta juiz de direito do Salgueiro, me fez
o favor de enviar a li$Jo por elle obtida no
Ouricury.
Essa licflo, onriquecida de algumas no-
tas importantes e mais copiosa do que
qualquer das oulras, induzio-mea ten tar a
dilliiil empreza da refusdo destas varias
rapsodias, adoptsndo uma paciente res-
tauragdo, o processo empregado em outros
paizes para a corapilagao da poesia popu-
lar.
0 trabalho, fructo da distracgdo has Ion-
gas e quentes sestas de Arrouches, ficou
na pasta esquecido. A tengSo que eu tra-
zia de publical-o epenas restituido ds lindas
costumeiras, passou.
Lembrei me quando e* mingoado ainda o
circulo daquelles que se iuteressam de co-
ragdo por estas futilidades litterarias, as
quaes entretanto ndo t6m a fuligem de
umas outras futilidades, que sujam e tis-J
nam.
Jd nem mo lembrava dessa versalhada,
quando ha dias, como lhe disse, um joven
patricio, que fdra men companheiro de via-
gem para o Ceard, deu-me uma quiuta li-
gdo do poemeto, por elle trazida do sertdo
de Inhamuns dondee natural.
Essa ligdo, ein alguns pontos accrescen-
tida, veio avivar o gosto pelo d esquecido
estudo : e para que ainda esta vez ndo fi-
casse nos borroes em risco de extraviar-se,
occorreu-me enviar-lh'a. PoJo servir-lbe
para encher algumas paginas, em falta de
melhor.
Haverd muito quern lamante o espago
tornado com estas histories de boi. E' da
ordem das cousas que as preoccupagoes
do presente absorvam a attengao publica.
Por descouto muitas nagQos cultas se in
teressam pelos singelos carmes de sua in
fancia, e os conservam como tradigoes ve-
nerandas; que entretanto ndo guardaram
memoria do alluvido de palavras annual-
mente gasto com os negociosjia republica.
Ill
MTStERIOS E INTRIGAS DA CORr
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GOXZALES
VOLUME I .
PRIM LIRA PARTE
As Tres Espcrancas
CAPITULO XII
EM QUE AXX\ MARIA COMEgA A ISTRIGAR.
(Continuagao do n. 29o)
Visitava-mo o almiranto, mas secreta-
mente. Ha alguns mez:s comprehendi com
terror, que a minha desgraga era completa.
Disse-o desespsrada ao almirante, e elle, em
vez de so entristecer, alegrou-se.
Sois, me disse, a flamenga mais formo-
sa de Flandres. A mulhor pintada pelo
pintor Rubens, e que reprosenta a via lac
tea, ndo 6" tdo formosa como vds. Muitas
vezes, quando el-rei passa por diante d'a-
quellequadro, olha para elle e suspira. De-
nials, el-rei tem grandes desejos d'um fllho :
ndo os teve nunca de sua esposa Marianna
de Nebourg, e muito folgaria de os ter,
afnda que fossem bastardos ; mas tem jd
um, visto que estaes gravida.
i Uma infamia, um embuste, um sa-
crificio mais que se me exige I
nominagoes ? Entendo eu que nao. Por
isso adoptei por titulo ou pretexto desta
palestra litteraria a palavra mais lata do
cancioneiro, que abrange tudj.
Se alguiaa vez designo as rapsodias po-
pulares com o nome do rimances; ndo in-
ten o com isso qualilical-a rigorosamecte
nesse genero de composigao litterarias ; e
s6mente exprimir a eircumstancia de serem,
c mo as trovas da media idado, completa-
mente estranhss aos moldes classicos.
0 interlocutor no poemeto do Boi Espa-
cio e" o proprio vaqueiro, que depois de
agarrar o foragido, o matal-o, conta sau
doso as proesas do brioso animal. Elle
comegi justamente do momento em que
final consegue pOr a m&o no fugitivo,
Vinde cd meu boi Espacio,
Meu boi preto carsiina ;
Por seres das pontas lizo
Sempro vus deitei a unha.
Segue-so a commemoragao das faganhas
do touro vdente; e tormina o poemeto
com o espolio do animal, em que a hyper-
bole, iltrapassando as raias do verosirail,
attesta a extrema admiragio que devia ter
inspirado o her6e.
P-ra fazer idea da exageragio, aqui vai a
amostra :
Um chifre do boi Espacio ;
Delle f^z-se uma canoa
Para se passar a gento
Qae viossa de Lisbda.
Em compensagao, do outro poemeto o
Iiabicho da Geralda, posso dar-lhe sendo a
Deixae vos de loucuras, Margarida,
disse-meo almiranta. Do que deveis cui-
dar e de fazer fortuna, e s6 o quo vos res-
ta n'esto mundo. El roi com toda a cer-
teza so ha do naraorar de vds. Ndo po-
dera ver nem os vossos olhos, nem a vossa
garganta, nem os vossos bragos, sem que
o su sanguo inQammado por uma febre
continua, arda com a intensidado d'um
volcao. El rei nao 6 rei, e uma criatura
adoentada, pobre do espirito, que nao se
atreve a desejar cousa algurna, e que tudo
deseja : uma alma, que e uma febre des-
truindo um corpo doente e enfermo, en-
fraquecendo-o do dia para dia. Eu farei
com que el rei vos veja. Fazei da vossa
parte algurna cousa do muito que podeis
para o attrahir, fazei-lhe crar que o amaes,
sude p8ra elle um anjo. Que creia que
tendes d'elle um Glho, porquo vos restitui-
rd os bens ; lavard a nodoa de traigao quo
mancha a vossa familia ; engrandeser-vos-
ha ; podereis viver d luz do dia e aspirar d
um grande enlace.
Rehabilitard el-rei a memoria de
meu pae ? exclaraei.
Sim, reiarguio o almiranto. El-rei
tudo vos concederd.
Pois bem, disse, fazei-me conhecer
el-rei.
0 almirante- enganou sua magestade.
Disse lhe que havia una mulher que o po-
dia curar dos feitigos que o traziam pros-
trado : mas queeranecessario que visseem
segredo aquella raalher.
El-rei desesperado pela sua longa enfer-
midader que attribuo d feitigos, pois ba
"
Illustre collega Na apuragao das can-
tigas populares, penso eu que sedeve pro-
ceder de modo identico d restauragdo dos
anligos paineis.
Onde o texto estd completo e s6menta es-
poal-o o raspar algurna crosta que porveu-
tura lhe embote a c6r ou desGgure o dese-
nho. Se apparecem solugoes do continui-
dado provenientes de escaras da tinta que
so despegou da tela e preiiso supprir a la-
cuna, mas com a condigdo de restabelecer o
trago primitivo.
Esse trago primitivo e original, como co-
nhecel-o quem ndo tenha o dom de o adi-
viuhar ? Ahi estd justamente a difficulda-
de ; sem uma rigorosa intuigdo do pensa-
mento, que produzio o poema popular, e do
centro em que elle vivia, ndo e possivel con-
seguir essa resurreigao litteraria.
Esforcei-me em realisar o processo; mas
ndo tenho a pretengdo de haver colhido o
resultadoque visei. Aqui lhe remetto a li
gdo por mim apurada, e a sujeito ao seu
esclarecido e atiladojuizo critico.
Onde o meu illustrado collega com o seu
gosto delicado descobrir a sutura do antigo
texto com os retoques ; e claro quo o traba-
lho ficou imperfeito. Ou essa costura pro-
venba do refazimento, oude algurna corrup-
ted, frequente nas versoes oraes : a raissao
do compillador era apagal a de modo que
ndo fosse possivel duvidar se da pureza da
ligao popular.
Quando, pois, encontrar esses, defeitos,
ou assuma o direito de corrigil-os, com o
que prestard bom servigo ds lettras patrias,
quo t8nto lhe devem, ou, se nao quizer to-
raar esse enfadonlio encargo, advirta-me
para tentar novo esforgo.
A Geralda, do que trata o poemeto, foi
uma viuva rica, dona de muitas fazendas
na ribeira de S. Francisco. Apezar de seus
grandes cabedaes, e da importancia que de-
via ter ha cerca de um seculo, o seu nome
se teria perdido na multiddo anonyma,
expressdo feliz do nosso romancista Macha-
do de Assis, se ndo fosse um boi, que veio
a tornar-se her6e do uma epopea sertaneja,
e das mais populares.
E talvez ignore que esse nome jd esteve
por um triz a figurar na correspondencia
diplomatica, e a vogar no grande oceano,
mare magnum, da celebridade europea.
Foi em 1860. Andava no Ceard a-com-
missao scientifica, aborto do uma idea fe-
cundissima, que o apparato agorentou. Se
em vez de uma caravana, fizessem viajar
porcada provincia um ou dous homens de
talento o estudo, como os havia na commis-
sao, teriamos colhido vantageDS centu-
plas. .
Um dos commissarios fez no Ceard boa
celheita de curiosidndes litterarias, de quo
depois de seu fallecimento, sensivel para o
paiz, eu tentei, mas de balde, obter uma
copia. Talvez jd estejam perdidas, ou sa-
turadas no p6. Entre ellas havia uma li-
gao do Iiabicho da Geralda.
pessoas que tem interesse em fazer-lhe crer
que estd enfeitigado, acolheu com alvorogo
a noticia de haver uma mulher que o podia
curar, e certa noitc foi com .o almirante d
uma casa de campo quo este tem na mar-
gom do rio e ondo eu o esperava.
Timido como uma crianga, debil, doente,
namorou-se de mim, e eu tive d6 d'elle :
u'uma palavra, senhor, ndo amo el-rei mas
coroprazo-me com a. breve felicidade que
elle encontra d meu lado ; eu, repito, estou
innocents.
Succumbi s6, abaudonada e cobardo, ao
almirante, e para, em primeiro logar, res-
taurar o noma da minna familia, e depois
por compaixdo para com o real enfermo,
tornei-me sua amante. El-rei julga que a
criatura proxima a vir ao mundo, 6 seu
filho ; commetto talvez n'isto um crime,
mas o almiranto motte-me medo ; ndo me
atrevo a desobedecer-lhe, sou sua victima.
XVI-
0 marquez de Castroviejo escuton em
silencio Margarida', e, quando ella acabou,
disse :
Se e" verdade tudo isso, 6 menos gra-
ve o vosso crime do que eu suppunha. 0
Santo Ofllcio averiguard isso, e se as cousas
se-passaram como dizeis, restituir-vos-ha d
vossa casa. Esta raesma noite se poderia
fazer isso, se escrevesseis n'um papel o
mesmo que me dissesfes, isto 6, que fostes
manceba do almirante, que o filho qae tra-
zeis nas entranhas e d'elle e ndo d'el-rei.
Escrevi isto e eu mesmo yos lerarei para
rossa casa.
Margarida estava aterrada e consentio me
Agora comega a anecdota que me conta-
ram : mas de cuja verdade ndo dou fe.'
Leu certo diplomata estrangeiro, no expe-
diente do ministerio do imperio, um aviso
em qoe se accusava a recepgdo do ofiicio
da commissdo scientifica, incluindo traba-
lhos da mesma. Seudo esta a primeira re-
messa, o diplomata, obedecendo ds instruc-
goes dorespectivo governo, immediataraen-
te solicitou c6pia desses trabalhos para
communical-a aos sabios do seu paiz no in-
ieresse da sciencia.
0 minislro que era entdo interino na
ausencia do effoctiro ilinerante ; mandou
pressuroso vir o ofiicio para julgar da im-
portancia dos trabaltfos, e esbarrou-se com
o Habicho da Geralda. Faga idea do hor-
ror administrativo ao encontrar tal versa-
lhada dentro da secretaria ; na pasta de
um ministro ; isto e, no proprio raiolo da
governagdo do Estado.
Ndo sei que destino teve a infeliz copia.
Bem lastimei eu ndo a possuirj e so nao
fossem as dependencias quo om nossas re-
partigoes se fazem, das cousas as mais sim-
ples, eu teria pedido permissdo para re
produzil-a, se e que ainda existe.
Ora, supponhamos que o ministro ndo ti-
nha curiosidade de ver o trabalho da com-
missdo ; qua ora uma especie de ministro
de cruz, como os ha ; Id ia o Rabicho da
Geralda para a Europa. Cbmavam-se os
antiquarios para decifr.ir aquelle codice que
naluralmente se tomaria por cdpia doins-
cripgdes ante-diluvianas; e ahi tinhamos
para sempre celebrisada a nossa fazendeira
da ribeira de S. Francisco.
Rabicho e um adjectivo sertanrjo. Que-
rem alguns que signifiquo tanto como o
classico rabdo, o que na provincia tem ain-
da outro syuonimo biqao. Mas pessoa do
sertdo me informou que lhe ddo alii diverso
sentido, correspondento d adjectivagdo do
bem conhecido substantive-. Neste caso vi-
ria a signiGcarcauda arqueada.
Ahi vai, pois, o poemeto seitauejo.' De-
pois que o tiver lido, o apreciado pelo que
vale ; communicar-Ihe hei as minhas relle-
x5es dcerca desta rapsodia popular, a ver se
concordam com as suas.
O RABICHO DA GERALDA.
I
Eu fui o lizo Rabicho,
Boi de fama conhecido,
Nunca houve neste mundo
Outro boi tdo destemido.
Minha fama era tdo grande
Que enchia todo o sertdo,
Vinham de longo vaqueiros
P'ra me botarem no chao.
Ainda eu era bezerro
Quando fugi do curral
E ganhei o mundo grande
Corrfndo no bamburral.
Onze annos eu andei
Pelas catingas fugido ;
Minha senbora Geralda
Jd me tinha por perdido.
Morava em cima da serra
Onde ninguem me avistava,
S6 sabiam que era vivo
Palo rasto que eu deixava.
II
Sahi um dia a pastar
Pela malhada do Cbisto,
Ondo por minha deegra^a
D'um caboclinho fui visto.
Partio elle de carroira
E foi por alii aos topes
Dar novas de me ter visto
Ao vaqueiro Jose Lopes.
Jose Lopes que isso ouvio
Foi gritando ao Glho Joao :
a Vai me ver o Barbadinho
E o cavallo Tropelao.
Dd um pulo no compadre
Quo venba com seu ferrdo,
Para irmos ao Rabicho,
Qu' ha do ser um carreirdo.
Foi montando Jose Lopes
E deu linha ao Barbadinho ;
Tirandoinculcas de mim
Pela gente do caminho.
Encon:rou Thome da Silva
Que era velho topador :
Dd-me novas do Iiabicho
Da Geralda, meu senhor ?
Homem, eu nao o vi:
se o visse do mesmo geito
la andando meu caminho
Que era lida sem proveito.
Pois entao saiba o senhor,
A cousa foi conversada,
A minha ama jd me disse
Quo desse boi nao quer uada.
c Uma banda emais o couro
Ficard para o montorio,
A outra serd p'ra missas
A's almas do purgalorio.
deilarar por escripto a sua deshonra e o
modo porque enganava el-rei.
Assim que o marquez apanhou o valioso
documento, tirou a mascara e disse d Mar-
garida com repugnante impudencia :
Nem estaes na inquisigdo, nem eu sou
mais do que o marquez de Castroviejo, ca-
mareiro-m6r d'el-rei, d quem o mordomo-
m6r D. Jodo Thomaz Henriques Cabrera,
conde de Melgar, almirante de Castella, pre-
tende prejudicar no antmo d'el-rei, absor-
vendo para si so todo o favor e valendo se
de v6s, da vossa formosura, do engenho de
que sois dotada para o conseguir. Dou-yos
os meus agradecimentos, senbora, por tao
facilmente mo Jiaverdes ministrado uma
prova que fard com qua o almirante se re-
signs a partilhar o favor d'el-rei comig
Agora, como soffre3tes muito e este sitio e
humido, segui-me, senhora, e eu vos le-
varei de cadeirinba para vossa casa.
Margarida estimou muito saber que ndo
estava em poder da inquisigdo ; concordou
com o marquez em o ajudar quanto podes-
se para neutralisar o poder do almirante
para'com el-rei; e o marquez, fazendo-a
sahir na mesma cadeirinba om que a lovdra
para alii, conduzio-a ate ao jardim da sua
oasa, que um dos velhacos que a acompa-
nhava abrio com chave mestra.
XVII
Custdra ao marquez algumas dezenas de
ducados a prova de que o almirante enga-
nava el-rei d'um modo miseravel; mas d
quem mais custdra aquillo fdra ao negro, ao
companheiro de Margarida, que ficara mor-
Despedio-se o Jose" Lopes
E metteu se n'um carrasco ;
Dando n'um rasto de boi
Conheceu logo o meu casco.
Todos tres muito contentes
Trataram de me seguir,
Consumiram todo o di8,
E d noite foram dormir,
" No fima do um semana
Voltaram mortos de fome,
Dizendo : 0 bicho, semhores,
Nao e boi; e lobisbome.
III
Outro dia que eu malhei
Perlod'uma ribanceira
Ao longe vi o Cherem
Com seu amigo Moreira.
Arranquei logo dahi
Em procura d'um iesbado
Juutou atrz o Moreira
Correndo como um daranado.
Mas logo adiante esbarrci
Escutando um zoaddo ;
Moreira se depencou
No fundo de um barrocdo.
Corre, corre, boi raalvado,
Nao quero saber de ti,
Jd me basta minha faca
E a espora que perdi.
Alevantou-se o Moreira
Juntando todo o seu trem,
E gritou que lbe acudisse
Ao seu amigo Cherem.
Corre a elle o Cherem
Com muita resolugao ;
Nao se engane so Moroira,
Que o Rabicho e tormentao.
Ora deixe me, Cherem
Vou mais quente q'uma braza.
Segucram pela vereda
' E Id foram ter d casa.
IV
Resolveram so a chamar
De Pajeu u.n vaqueiro
D'entre todos que Id tinha
Era o maior catingueiro.
Chamava-se Ignacio Games,
Era um cabra coriboca,
De nariz achamurrado,
Tinha cara de pipoca.
Antes que de Id sahi-sa
Amollou o seu ferrdo :
Oado encontrar o Rbicho
D'um tope o boto no chdo.
Quando esse cabra chegou
Na fazenda da Quixaba ;
Foi todo o mundo dizendo
Agora o Rabicho acaba.
Senhor:s, eu aqui estou
Mas nao conhego dos pastos :
S6 quero me deem um guia
Que venba mostrar-me os rastos.
Que eu nao preciso de o ver
Para pegar o seu boi ;
Basta-me so ver loo o rasto
Do tres dias que se foi.
De manbd logo mui cedo
Fui d malhada do Chisto,
Em antes que eu visse o cabra
Jd elle me tinha visto.
Encontrei-rae cara d cara
Corn o cabra topetudo ;
Ndo sei como nesse dia
Alii ndo se acabou tudo.
Foi uma carreira feia
Para a serra da Chapada,
Quando eu cuidei, era tarde
/Tinha o cabra na rabada.
T *
aCorra, corra, camarada,
Puche bem pela memoria ;
Quando eu vim da minha terra
Nao foi p'ra contar historia.
Tinha adiante um pdo cahido
Na descida d'um riacho ;
0 cabra saltou por cima
0 russo passou por baixo.
a Puche bem pela memoria,
Corra, corra camarada ;
Quando eu vim da minha terra
Nao vim cd dar barrigada.
0 guia da contra-banda
Ia gritando tambem ;
Veja que eu nao sou Moreira
Nem seu amigo Cherem.
Apertei mais a carreira,
to d'uma estocada, ao pe da igreja de S.
Andre.
XVIII
No dia seguinte, na ante-camara real, o
marquez de Castroviejo charaou de parte
o almiranto e levou-o para o vdo d'uma
janella, onde, por estarem afastados das
mais pessoas que alii se achavara, ndo po-
diam ser ouvidos, e disse-lhe :
Amigo D. Joao Thomaz ; que tal
vae o favor de sua magestade ?
Amigo, redarguio o almirante com
insolcncia, medi o que eu ganbo pelo que
v6s perdeis.
- Eque vos parece isto, senhor almi-
rante ? disse o marquez apresentando d D.
Jolo Thomaz uma c6pia do documento
que Margarida escrevera.
0 almiranto ao le-la poz se pallido.
Ah I bem I disse elle, iato explica a
razdo porque esta maohda foi encontrado
raorto o meu escravo Pedro junto d paro-
chia de S. Andre". Confesso que ndo sois
falto de engenho e receio que tenhaes feito
pacto com o diabo ; mas previno-vos de que
ndo andeis muito confiado na sorte, porque
o muito que el rei p6de fazer, se vos ser-
virdes d'esse documento, e" desterrar-me, e
sempre terei tempo, antes de sahir da cOr-
te, para me bater comvosco.
Nao se trata d'isso, disse o marquez,
mas d'uma amigavel allianga entre ambos,
para cuja segnranca^pie servird de penhor
o original d'esta'c4p|a. Gozao muito em-
bora do poder d'el-rei nosso senhor, amigo
D. Jodo Thomaz; mas deixae-me tambem

Fui passar no boqueirio.
0 russo rolou no fundo;
0 cabra pulou no chio.
Nesta paisagem dei linha,
Descansei meu coraclo ;
Que ndo era desta fait*
Que o Rabicho ia ao moirio.
0 cabra desfigurado
Ld foi ter ao carrapicbo :
<* Seja bem apparocido
Dd-me novas do RabichoT
Senhores, o boi eu ?i,
0 mesmo foi que ndo ver,
Puis como este excotnraungado
Nunca vi um boi correr. >
Tornou-lhe o Goes neste torn ;
Deseogane-se co'o bieao ;
Pelos olhos se conbeco
Queofdd volta no Rabicho.
Esse boi e excusado
Ndo ha quem lhe tire o M
Ou elle morre de velho
Ou de cobra cascavel.
> YI
Veio aquella grande secca
De todos tio conhecida ;
E logo vi qua era o caso
Do despedirme da vide.
Seccaram-se os olhos d'aqua,
Onde eu sempra ia bubec,
Bolei-me no mundo grande
Logo disposto a morrer.
Segui por uma vreda
Ate dar n'um cacimbio,
Mitei a sede que tinha ;
Refresquei o coragao.
Quando quiz tomar assum,>to
Tinh.im fachado a porteira ;
Achei-me numa gangorra,
Onde ndo vale carreira.
Corregi os quatro cantos ;
Tornei a voltar atraz,
Mas toda a minha derrota
Foi 0 diabo do rapaz.
Correu logo para a casa
E gritou afon;urado :
a Gentes, venbam depre;sa
Que o Rabicho estd pegad...
Trouxeram tres bacamarte*,
Cada qual mais desalma lo,
Os tres tiros que me deram
De todos fui trespassado.
S Eram vinte p'ra me matar,
Sete nos pes, dez nos chifres,
E mais tres p'ra ne sangrar.
Disse entdo o J0se Lores
Ao compadre da Msfalda :
S6 assim n6s comrriamos
Do Rabicho da Geralda.
Acabou-se o boi de fama
0 corredor faraauaz,
Outro hoi como o Rabicho,
Ndo haverd nunca mais.
Fim.
Eis a rapsodia da epopea sertin-ja. A.
breve, em que lhe manJ.irei o coanaenta-
rio o as variantes.
IV
Illustre collega.0 trago mais salient,
das rapsodias sertanejas pareca-me ser -
apotheose do animal.
Nos combales, ou ant^s nas (.uerrai por-
Gadas que so pelejam em larg is annos po-
los mocambos e carrascos do sirtao ; o he-
roe ndo c o homem : e sim o boi.
Esse cunbo peculir d poi^ia psstoril do
Ceard, resalta em tod as os p>-rcns de ejoe
tenho noticia; mas em n-n!ium talvez com
o vigor que se nota no !! ibichtda Gera
A acgdo dikta-se por nive aVMi, s -gun-
do uma vers3o ; ou por ouzo, na li4
mais seguida. E' com pouca ddTurenga .
periodo classico do cerco da Troia.
Durante esse tempo, o bji affronta a ba-
biliJade dos vaqueiros ; destrogi os ran-
destimidos e afamados campe^dores; e,
sempre vencedor, s6 vcm a sjccumbir com
a calamidada da secca.
Todo o valor e paricia do homem ns!
podera contra o touro vaLnta. l'ara trium-
phar do herde, e preciso um flagcllo da na-
tureza ; o o maior dos qua assolam perioli-
camente o sprlao.
Nda ha nessa personilLagao da animal
miuimo laivo da apolog >. Ao contrar,
bem longe de represeniir o homom po.
meio do irracional, o trovista s-runtjo,
conserva ao rei excellcneia, e assim es.il-.a mais o protou^-
nis'.a do drama bucolico.
(C,i,utinuar-se ba

gozar. Ha de sobra p3ra amb s, e juntos
faremos muito mais do qae podciiamos fa-
zer separados. Preparae as cousas de mo-
do qje el rei mo rtvelo o seu s-gredo e
sirva da mim.
E, como^sc ha de servir el-rei de vo-,
n'um negocio d'estes ?
Nao esta D. Margarida paestes a dar
a luz uma crianga T Nao suppue el rei quo
essa crianga e seu filho ?
Suppoc.
Pois bem, dizei a sua magestade q;,
D. Margarida adoeceu ; que os medicos Ih-^
aconselham mudanga d'aajas, c que c neces-
sario tira-la do Madrid. Como vos estaes
scohor de todos os negacios, como el-rei
nao sabe dar um passo sem \6i, dizei lbe
que se precisa de pes>oa do gr;nJe con-
fianga e muito leal a cl-rei para acompa-
nhar D. Margarida.
Ah ? Comprehendo. Onda encontnrd
para semelhantc encargo pessoa nnis leal e
mais d proposito do qua vos" ?
Exactamente. Lcvarei D. Margarida
para Castella a Velba, para a minha mm de
campo de Pozofrio,. e no fim de ires at-
zes voltarei com ella e com a crianca qoe
nascer, e da qual couvird que el rei me
faga ayo.
Seja como quizerdes, disse o almi-
rante, que se via atado de pes e taftot tarn
consequencia do documento que omai-
qaez de Castroviejo arrancira ,a D. Mar-
garida.
(Conlinuar-u-lid.)
P. DO UiAtUO. RU A DU O.U& t>K QAm?