Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17679


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Full Text



)
ANNO L. AUHERO 295
PABi A CAPITAL E LUGAB3S OlDS IIAO SE PAG A PORTE.
For tres raizes adiautados................ 65000
For seis ditos ideal..................12$000
For um anno idem..............f 3 43SOOO
&da numero avulso A x x M............ 9330
A A A
m MMQEL FIGOE
g In. Gerarso Antonio Alvei A Filhus.no Far*; Goncalve* & Finto, no Maranhao; Joaqnim Jos^ de Oliveira d Filho, no Ceari; Antonio
Fereira d'Almeida, n Msmanguspe ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose Gomea, na Villa da
m Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagda*;
masm P0PJL4H
de um fiel de ba-
extremi.lades uma
e na outra uma
0 peso desta ul-
Elenieuios de lahvsicu
I.IVUO TtRCEIKO
Oases
CAPITULO IV
AEROSTATOS.
EfTeitos da pressao atmospbcrica
sobre os VMipos que 13u(::;iui na at-
tnospbera. -Ja vim .is que todo corpo merga-
lliado em um liqoldo supporta, de baixo para ci-
ma, um imptix ) igual ao peso do liqaiJo quo esse
corpo deslocd.
Esse prineip o, que fui demonstrado sol. o Dome
de principio tit Archimedes, t- gerale se apphea
aos gazes da tnssma forma qa: a as liqui los.
DeotODStrase, pcU. experieooia, o impuxo de
baixo para cima qua supportamos corpoirtaKlwr
gidos no ar, por meiodo um appareiho ehantado
biiroscopo, de Unas palavras greg-s que signilicam
ter o peso.
Esse appareiho sj compSe
lanca tendo em uma de suas
grossa bolla de cobre oca,
pequena inaasa de chumbo.
uma e reguladu de modo que faca exict.men-
te equilibrio, no ar, a bola de cobre, isto e
da mode que o liel Gqua borisontal; mas, se se
colloca o appareiho sob o reeepiente da machioa
pneumatica e se ahi se fa', o vacua, ve-se o fiel
se ioclinar para o lado da boll de cobre, d'onde
se concluo qne na realidade esta pesa raais do que
a massa de ehurabu, e que, se o nao raostia quau-
do pesada no ar, provem isso a bola maior volume dear djqus a massa de
chumbo, supporta un maior ioipaxo de baixo pa-
ra cima, e por Cunseguinle perde mais do sen
peso.
Pode^se, pon, penpralisar o principio de Archi-
medes, e dizer : Todo corpo mergnthado cm um
fluido qualquer, liquido ou gazoso, perde uma
parle de sen peso igual ao pest do fluid) que die
desloea.
D'ahi deeprre que, quando se pesa um corpo
no ar, obtem-se em geral um peso muito pequeno
Para que o peso Kisse exacu fora mister que o
volume de ar d-slocado pelu corpo a pessr fusse
igual ao volume de ar deslocado pelos pesos^que
Ihefaztm equilibrio ; o-que naa e o easo i*di
nario. Portanto, *-6 pesando o> eorpos no vacuo 6
(jue se tem sou peso rea'.
No impuxo de baixo pira cima que supporta um
corpo mergiilh-ido iu ar, apteienlam se tres ca-
i 9 : ou ftiorpo pesa mais do que o ar que elle
dealoca, e nes-e caso, sobrepuj^ud) o seu pesoao
impuxo de baixo para cima, elle calie, o que e o
caso mais geral, ou o corpoj>esa precisanieuie lan-
IJ quauiiMj volume de ar deslocado, e entao as
Uuas fuiQos que o suiicitain, uma a se clevar, ou-
tra a descer, se-faeero eqtrHibrierelH-ftJrsiB^tit^
pen:5) na atmo>pliera ; ou, em'jii!, o corpo pesa
menos do que o volume de ar de qua elle occupa
o lugar, e nesto caso o impuxo predoinioa, e o
corpo se eleva ; o que alias lein lugar para a fu-
raaoa, para o vapor da agua que forma as nuvens,
8 para os balGei.
(Continuar-se h.)
?AETE omCU
KkM,
buterao <8u proviucia.
KKPEDKNTE DO DIA 12 DS SETBHBBO Dii 187i.
1.' scccao.
OfBcioa :
. Ao Exm. brig^Jeiro cjinmanJante-das ar-
Dd DcfenuJ) o nequerimenio do capeilao da
companhLi d apreodi'.es msaofei do ar-eaal da
guerra, padre Albiuu dj Carvaino L?ssa, subra
que versa a su.i infurmacao de 10 do corrente,
-,ii a. G3t, autoriso \'. Exc. a coulrau-Io, nos ter-
doart. 2! d> reguiameutj mauladj observar
pelo decrito a.o,ii79 de 27 de juaho proximo pas-
^ado, ali.n de eontinuar a p es'.ar os .-erviQos do
teu miaisterk) ni referiJa coiupanhia aid ullerior
deliberagio, percebeadj dous lercos dos venci-
maatos marcados pr.i jj eapeliies leneqtes oa ta-
balia aaaexa ao c.u 10 regula.uento, conformo dii-
pos o mesmo ariigo 21 is fine.
Ai mesmo. Deferindj o requerimen'o do
religioso earmelitaao Fr. Jorge de Santa Ann*
Lccio, que preieade aoro eiigijameato para conti-
nual- na capsllauia do 9. batalnao de iofantaria,
autoriso V. Exc, nos termos da sua informagao de
10 do corrente, sob n. 08'J, i mandar vig rar ate
ulterior deliber-sao, oantigo co.trato, e.n virtuJe
do quol e-la o supplicate exerejado aquells iu-
gar, meuos na parte do eilipeudio, que devera ser
eqoivaleate a dous tercos Aoa veucimectos maroa-
dos ua labella anuexa ao regulatnento que bai-
xou com o decreto n. 5,679, de 27 de junho do
corrente anao, para os eapellaes teuentes, coafor-
ine o iinal do art. 21 do mesmo regulamento.
Ao mesmo. Sirra-se v. iv;. de providan-
ciar para jut uma for^a de 2o pracas sob o com-
mando de um olD:ial se apresente uo sitio da Ta-
mariceira, am.inha, as 4 boras da tarde, a dispo-
aijao do presidente daeommissao do bazar de preu-
das offertada) em beuelicio do hospieio da alie-
nados.
Ao inspector do arsenal de mariuba. Mande
V. S. Iransportar para bordo do vapor quo espe
rase dos poiloa dj n.-rle, um caixao que sera
mandado apreseutar pelo Dr. Rulino Augusto de
Almeida, e que coute.n chapeos com destmo aos
expositores do Itio de Janeiro, Joaquiin Alvaro de
Armada & (J.
Ao director do arscoal de guerra.C.mmu
nico a Vm-;., para seu conaecimento, que no va-
por Jrguartbe f ram embarcados pelo commaa-
daate do presidio deFernando de .Noronh.-, com
desiino a esse arseaal, segunlo consta de seu offl-
cio de 9 io correntj, sob a. 55, 10 saeeos, oaten-
do 63i panes do -ipatos mjuu'aclurados uo mes-
ino pre.-iJio.
A> engenliiiro das obras militaros Nesta
data, em vista do at estado de Vm:., annexo a pa-
tii;ao do superintendente da Western aul brasi-
liaa Tek-graph Company, Limited, recommenJei
ao inspect, r da these uraria de lazenda que man-
dasse lavrar lormo de recebimento doelilicio quo
a mesma_ compaahia se obrigou a coostruir em
substituicao do laboratorio pyrotechnico, qae Ihe
foi cedido, licamlo i-llo exonerada da respoa^abili-
daie quv bssamio.'
2.' sec/io.
Acto :
0 presidente da proviocia, usando da attri-
buicao que Itie confere o 2.* do art. 1." do de-
creto n. 4,668, do 5 de Janeiro de 1871, resolve no-
inear para servir provisoriamenle o cargo de de-
positary geral do mnnicipro do Cabo a Fiorentino
Cavalcante de Albuquerque, que entrara logo em
exercio.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.-Communico a V.
S., para os devidos effeitoa, que aesta data recom-
mendei ao inspector do thesouro provincial para
que, nos futnros contratos para o fornecimento da
alimentaco feito aos presos pobres da casa de de-
tengao, tenha em consideragao a diaria abonada
aos sentenciados militares, pelo aviso do 22 de
maio de 1858.
, Ao juiz de direito de Nazareth.Conitando
haver fallecido aessa comarca o capitao reforma-
|do do exercito, Antonio Alv.-s de Paiva, enecessi-
. tando a thesouraria do fazenJa sabur com exacii-
Idao a data de seinelhants fafleciinento,recommen-
do a Vmc. que infufffin a i.il lespeito.
3.' seccuo.
Oilicics:
Ao Dr. chjfe da piiicia. Uespoadeado a seu
officio 'lit v lj dj 51 deagisto fii'do, sob n. 373
serie II, cumpro-mo declarar a V. S.'que solicite
o eredito sulBcieoto para pagameoto do forneci-
mento da alimeutac/io feila aos presos de justica
raeolbidos na casa de dcteocao, e que quanto a
despeza referente ao3 presos militares, div.'ra ser
paga m eon'ormidade do avHo do mioisterio da
guerra, da 22 de maio de 1358, cilado por V. S.
no alluili lo ollicio.
Ao mesmo. Para os lias convenieutes com-
munico a V. S, que em 20 de agosto ultimo o ba-
charel Graciliano Augusto Cesar Waaderley en-
trwu no exercicio do cargo de promo'or publico da
comarca da de Klctes.
Ao mesmo. -Tendo deferido, de accord) com
a informaeao do brigaJeiro cgmmaudante das ar-
enas, de 16 do corrente, sob a. C>hi, o requerimento
em que o capeilao da compauhia de aprendizes
menores do arsenal de guerra, padre Aloino de
Carvaino Lrssa, pede conlratar-se.de conformida-
do com o art. 21 do regulamento annexo ao de-
creto n. 5,679, de 27 de junho deste anno, para
eontinuar a pre?lar seus servicos na referida com-
panbia ate ulterior deliberacao; assim o commu-
nico a V. S. para seu cohheeimento a direccao
Ao mesmo.-Tendo nesta daia, a vista do que
requareu o capeilao conlratado do 9.* baialhao de
infanlaria, Fr. Jorge de Santa Anna Locio, e o que
informoo o brigadeiro commaodaate das armas,
em ollicio de 10 do corrente,- sob n. 683, relativa-
mente a falta de capellae? effectives para o seivico
da guarnicao, e de conformidade com o art. 21 do
regulamento annexo ao decreto n. 5,679, de 27 de
junho ultimo, resolvido que continue em vigor ate
ulterior deliberagao o contralo, em virtude do
qual o referido sacerdote esta prestando os seus
servigos, menos quanta ao estipeudio, que devera
ser equivalente a dous tercos dos vencimentos mar
cados para os capellaei-t?nentes, na tabaila anne-
xa ao mesmo regulamento, segundo dispoe o linal
do eitado art. 21; assia> o coinraunico a V. S.
para seu Condi cimento e direccao.
Ao inemo.--Declaro a V. S.,para os devidos
lius, que a ordem desta presidencia, de 4 do cor-
rente, mandanlo cessar a de 2-3 de outubro do
anno passado, relativa a att^slados com que os vi-
garios deviam receber suas congrnas, comprehende
Uinbem a cessa(4o da exigencia do cumprimento
dos deveres do seu minislsrio tu propria matrix.
Ao mejmo. Attendendo ao que requereu o
uperiDteadenle da Western and Brasiliua Tele
graoh Company Limited, e ten lo em vista o pareeer
do Dr. procurador liscal dessa thesouraria, a que se
refere a iufirma;ao daV. S., de 10 do corrente, sob
c 5.7, seiie 1L rtOifltuendo-lh8<|ua mande lavrar
termo de recebimento do edificio que a mesma
companhia se obrigou a conslruir para laboratorio
pyrotechnico, em substituicao do que lhe foi cedi-
do pelo governo geral, visto como esta edificado
nas dev:d3s eondiedos, seguudo att^stou o enge-
nheiro encarregado das obras militares, ficaolo
assim a dita companhia exonerada da responsabi-
lidada que Rssomio.
Ao inspect or do thesouro provincial Para
seu ennhecimento e Bits convenientes, declaro a
Vine, quo nesta data autonsei a repartigio das
obras publicas a executar, por adminislragao ou
pequeuas empreitadas, os reparos da ponte stbre o
rio Jaratina, ni estrada da Ecada.
Ao mesmo.I'ecommendo a Vmc que nos
futuros contratos para o fornecimento da alimen-
lacao dos p'fesos pobres da casa de detencao, tenha
em eooHOeraclo o valor da diaria abuuada aos
sentenciados militares pelo aviso do uiinistetio da
guerra, de 22 do maio de 1858.
Ao mesmo. Autoriso Vrnc. a contratar o
fornecimento da alimentacao para os presos pobres
da casa de detencao. na conformidade da iuolusa
labella minislrada pelo Dr. chafe de policia, sem
detennioacao do valor dos generos que houverem
de ser fornecidos, e nao excedendo a 400 riSis dia-
ries para cada preso, excepgao feita da despeza
que se refere aos senieueiaJos militares, a respeito
dos quaes devera ter em consideracao o recom-
mendado por esta presidencia em outro ifllcio
desta data.
Ao mesmo. Fico ioteirado do que, tendo
ido por vexes a praca, perante a junti desse the-
souro, o imp);to s*brecapita vendido na cidade
do Recife, e nao (epdo appa:ecido licitautes, nun-
dou Vnc proceder a novo calculo que, como
abata da 4.1 parte, fiea reduzido a importancia de
1:939^460 ; e C:n resposta cuinpre-me declarar
que approvo semelhante deliberagao.
Ao mesmo.Ten lo em vbta o incluso certi-
fi ;ado do engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas, maude Vmc. pagar a Alexandre da Mot-
ta Coulinbo, arremataote dos reparos da ponte da
Escada, a quintiade 1:121^053, importaacia total
da obra, a que tern direito por te"i-a concluido uos
termos do respective contrato.
Ao memo.\a conformidade do qne reque-
reu a companhia Recife Drainage, autoriso Vmc.
a maudar pagar-Ilie o restaate das contas liquida-
das o por adiantamento duas tercas paries das que
estiverem por liqui lar; devendo ser 25:000000
em dinheiro e o mais era apolices de 7 por cento
ao par.
Quaflto a veriia relativa a concertos, lambem re-
quer.da, nao node ser autorisada o 3eu pagameoto,
por dever correr por coata da mesma companhia.
Ao mesmo. Mediants a compeleate fhnca,
mande Vmc, nos termos da saa iuforraagao do I."
do corrente, sob a. 311, enlregar ao lhe3oureiro da
irmanlade de Njssa Seuhora da Conceicao dos Mi-
litares, teneute Emiliano Erne-to do Mello Tambo
rim, o products do 7" pane da loterU exlrahida
em benelicio das obraa da igreja da mesma invo-
cagao.
Ao mesmo Mande Vmc. pagar ao bacharel
Jose Vicente Me:ra Vasconcello3, os vencimentos a
qua tiver direito ate1 lioje como official de gabinete
de=ta pre;iJeuci'.
Ao mesmo. Remctto a Vmc. o inclu.-o prel
do soldo das praeas da guarda locai de Ipojuca,
relativo aos dias 1 a 10 do corrente, para que sem
perda mande satisfaz;r arespec.iva importaucia.
4.' seccuo.
Offlcios:
Ao Exm. presiJenle da provmcia da Tara
hyba.Afim de que V. Exc. digne'se de mandar
[-proceder as formahd.ides exigidas pelo decreto d.
2,5oii de IS ii.; marc, i de 18ciu e circular de 28 de
junho do 1805, tuciuso remetlo a peligao de graga
do sentencialo de jimija em cumpriinento de pa-
na no presidio da Fernando de N'oronha, Felix J036
de Aguiar.
Ao Exm. presidente da provincia do Rio Gran-
de do Sul. Afim de que V. Exc. digne-se de at
tender como julgar conveniente, incluso remetlo a
peticao do sentenciado Jose, escrave de Jose Coe
Ino, exislente no presidio de Fernando de Noronha,
onde cumpre a pena de 20 annos de gales impos-
ta pelo jury dessa capital.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
0 porteiro dasta secretaria entregara a Vmc. a
quantia de 100:1362370, em letras, a ordem do
tbesoureiro da Santa Casa contra os Englesk Bank
of Rio de Janeiro e New London and Brasilian
Bank, todos a favor do hospieio de alienadas; a
saber:
Do primeiro banco:
N'uma letra vencivel em 5 de oalubro 21:1531940
dem Idem idem em 31 de outubro
dem Mem idem em 12 de novembro
Do segundo :
-N'uma letra vencida em 10 do cor-
rente
N'uma letra vencivel em 14 de outu-
bro
Idem idem idem em 31 de outubro
Idem idem idem em 3 de novembro
Hem idem idem em 26 de dezembro

SEXTA FEIIIA 25 DE DEZEMBRO DE 1874

cm*
PARA UKVrao E FOBA UA PHOALICIA.
Por tres mezes adiautados................
Por seis ditos idem................
Por nove ditos idem.................90m6
Por am anno idem. .. x ,. .. A _, A A .,...,, tTyOtf
NAMBUCO.
BUS
mm Braga, no Aracaty ; Joio Maria Julio CnM*, no Asia; Antonio Marqnes 4a Sil?a, Maul; Jo*^ JoatiM
} Be'armino dot Santos Bolcio, em Santo Ants ; Domingoa Josa da Costa Braga, em Baxareth;
Bahia; A. Xavier Loite dC.D Bio Janeiro-
44:152*280
1:3325780
69:641*000
15:616^000
6:78U520
700*-*50
507/50 I
6:909*800
30:515*370
100:156*370
Recebida toda esta quantia, a j'inta administra-
tiva dessa Santa Casa dara curaprimento a primei-
ra parte da 4.* clausula do contrato do referido
hospieio, e me enviara o excedente para ter desti-
ao convenieate aos interesses daqnelle estabeleci-
rnenlo. .
5.' seccdo.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o major Cnrysantbo Datio Nobre de Al-
meida, e informou a reparticao das obras publicas,
resolve eoncedtr-lhe permis.-ao para reparar a sua
custa a estrada e ponte da Boi-viagem.
Offlcios :
Ao engenheiro cbefe da reparticao das obras
publicas. Iaforme Vmc. se nao sera mais conve-
niente estabelecer a ponte de qae trata o seu offi-
cio de 7 de agosto ultimo, sob n. 231, entre os
Cocirns e o bairro de S. Jose.
Ao mesmo.Providencie Vmc. pira que seja
remettida ao provedor iulerino da Santa Casa de
Misericordia, uma copit da planta do hospieio de
alienados, afim de ser entregue ao contratante da
cdificacao do mesmo hospieio, Jose Caetano de Me
deiros.
Ao mesmo. Inteirado do que expoz Vmc.
era seu officio de hontem datado, sob n. 265, rela-
tivamenle aos reparos da poute sobre o rio Cirau
na, na estrada da Escada, approvo o respectivo or-
camento e autoriso o a mandar executal o por ad-
miuistraclo ou por psquenas empreitadas.
Ao ongenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. Em solucio ao quo pon
derou o autecessor de Vmc. era officio da 16 de ju-
nho ultimo, sob n. 85, relativamenle a licenca con
cedida ao empregado dessa estrada Augusto Du-
prat pela respectiva directoria, tenho a declarar-
Ihe que subsiste a minba deeisao a respeito, coos
lante de officio de 6 de raarco deste anno, ate
que o governo imperial, a quem nesta data se sub-
metta a matena, resolva sobre a questio.
~Ao mesmo.-Remetlo a Vmc. copia do aviso cir-
cular do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas, de 31 de agosto ultimo, sob n. 18,
afim de que.-eja cumprido fielmeute.
1'ortaria :
OsS's. attentes da companhia brasileira da
navegacio a vapor maudein transportar para a
curte, por conta do ministerio da agricultura. com-
mercio e obras publicas, no vapor que se esoera
do norte, um caixao que sera mandado apreseniar
a bordo pelo inspector do arsenal de marinha, o
que coutera chapeos que liguraram na exposigao
universal de Vieana d'Austria, pertencentes aos
exposilores Joaquim Alvaro de Armada St C, esta-
belecidos a rua de S. Jose, us. 85 e 87. 0 refer-do
caixio sera alii eotiogue ao secretarin da co.nmis-
sao directora da exposicao, comraendador Joaquiin
Antonio de Azevedo.
EXPEDIKNTE DO SEcRETARIO.
2.' seccuo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, communico a
V. S. que por offlcio desta data expedio-se on'em
ao thesouro provinaial para qae fosse contrntado
o forueciraeuto da aiimentaclo dos presos pobres
da casa da deteucao, na conformidade da labella
organisada por V. S. e com as clausulas especiP-
cadas no seu offlcio datado de hontem, sob n 1,116.
Ad" mesmo. Da ordem de S. Exc. oSr. pre-
sidente da provincia, remetlo a V. S. uma carleira
da medicaraentos homeopathicos, quartro tubos
de pus vaccinico e quatro exemplares das instruc-
cues para a propagacao da vaccina, com destine
ao delegado de policia do term> do Granilo, con
forme solicitou V. S. em ollicio u. 1,100 de 9 do
correuto.
Ao juiz de direito da 1' vara desla cidade.
Da ord-m deS. Exc. o Sr. presidente da provia-
cia, iacluso remctto a V. S., para os Un.s conve-
nientes, os autos de vistoria e identidade dos sen-
tenciados de justica desta provincia Severino Jose"
de Lima e Joao dos Santos Barros, fallecidos uo
presidio de Fernando de Noronha.
Ao mesmo. Da ordem da S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, incluso remetlo a V. S.
10 guias de sentenciados que do presidio da Per-
naaoo de Noronha vieram ao vapor Jaguaribe.
Aojuiz da direito do Cabo.De ordem de
S. Exc. o Sr. presideala da provincia, communico
a V. S. que por portaria desta data foi proviso
riameale nomeado para servir o offlcio de depo-
sitary geral desse terrao Fiorentino Cavalcante
de Albuquerque.
Ao promotor publico de Villa Bella. 0
Exm. Sr. presidente da proviocia mania accusar
o rejtbimento do offlcio de V. S., de 26 de agosto
ultimo, communicando haver na mesma data as
sumido o exercicio do cargo de promoter publico
desiia comarca para ondo fora removido da de
Plores.
Por csla secretaria st faz publico, de cou-
fjrmiJade com o 3* do art. 1 do decreto n.
4,688, do 5 do jaueiro de 1871, que pur portaria
desta data foi provisoriamenle nomeado pai a ser-
vir o offlcio ile depo.-itario gerarf do lermo do Cabo
Pioreuiino Cavalcante de Albuquerque.
Ao commissjrio de policia de Ipojuca!-De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. que nesta data exnedio-se a
nacessariayrdeui ao lliesouro provincial, mmdando
pagar sem perda de tempo o soldo das pra;as dessa
guarda local, relalivo aos dias um a dez do corrente,
segundo solicitou em seu ollicio de hontem daUdo.
4.' seccao.
Offlcio :
ao provedor iuterino da Santa Casa de Mi-
sericordia.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda couimudicar a V. S. que nesta data orde
nou a rejurlicjio das obras publicas remella a co
pia da planta do nospielo de abenados, conlorme
solicitou V. S. em offlcio desta data.
6." seccuo.
Offlcios :
Ao engenheiro cbefe da reparligao das obraa
publicas.-De ordem da S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, declaro a V. S, para seu conha.i--
menlo, que nesta data eoncedeu-se permissao ao
major Chrysaatuo Dario Nobre de Almeida, para
reparar a sua custa a estrada e ponte da Boa-Via-
gem, conferme sua informacao de 9 do corrente,
sob d. 260.
Ao engenheiro fiscal interino da companhia
Reetfe Drainage. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, manda communicar a V. S., em resposta
ao seu offlcio datada de hontem, que expedio-se
a neceesaria ordem ao thesouro provincial para
ser paga a companhia Recife Drainage o restante
das contas liquidadas, e por adiantamento duas
tercas paries das que estiverem por liquidar, sendo
2o:000* em dinheiro e o mais em apolices de sete
por cento ao par, e que nao antorisou o paga-
mento relativo aos concerto?, por deverem correr
por conta .da mesma compauhia.
DBSPACHOg
1DENCIA, DO DIA 23 DE DEZEMBRO
DE 1871
Serra. Passe portaria.
Souza. tndef=rido.
isfendo com o. offlcio
spector da '.hesonra
Antonio G'
Beliarmini
Francisco
dirigid)
ria da fazenda.
Ignacio Bsrnardo Junior. -Entregue se, median-
U3 recibo.
Joaquim Correia Mascarenhas. Passe portaria.
Bacharel JoJo Baptisia Regueira.Sun.
Joao Pinto de Mattos Lemos.-Sim, satisfeitos os
direiios devilos e preenchidas a demais to mali-
dades do eslylo
Z-.'ferioo Mauoel da Medeiros. Coma reqaer,
no case de haver vaga.
Repartipito !.' seccaoSecretaria de policia da Pernambuco,
21 de dezembro de 1874.
N. 1521.Illm. e Exm Sr.-Harticipo a V. Exc.
que fora n hootem recolhidos a casa de detencao
os individuos seguintes:
A'.ininha ordain, Simplicio Gomes doj Saotos,
vindo da Villa-Bella como seuicaciado, a disposi-
Qao do Dr. juiz de direito dis execac&as ; Vein n-
cio, escravo de Jose Joaquim Cavalcante, por aa-
dar fugido ; Antoaio M a el da Silva, coma cri-
minoio de nioile em .Nazareth.
A' orde.n do subdelegalo de Santo Aotonio, Sa-
vero J is6 Francisco e Jo-6 Gomes do Nascimenlo,
por embiiaguei e distnrbios.
A' ordem do subdelenado do 1 districto de S.
Jose Elisa, eserava de Lauriana de Albuquerqua
Lins. por distnrbios.
A's 8 horas da manhi do dia 19 do corrent?, era
terra* do engenho- Pindoba -do termo de Ipoju-
ca, foi encontrado o cadaver da Francisco Mauoel
do Jesus, e da vistoria quo sa procedcu, veriflcou-
se ter sido a morte o result .do da uma congest Vi
fulmimnta
Dens guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. cora-
aiendador Henrique I'ereira de Lucena, digno pre-
jidenta da provincia -0hefe de policia, Antonio
Francisco Correa de Araujo.
TELEGIUMMAS
AEAC#* H1V.4S EtKUTEB
?3UTI5SS
Vi:ir:nae que ilivcimis oI>jncc5cs
acabnm de ner aprcseatnilaii por
iileuma< das potenclns, a iillima
iiora. ncenn dos punlus qne devem
uer ilisi iitltlns n-i lonri-i-i'Ticiu qoe
vai ser el V<> para ii\av an rcgrav n observar
em tempo dfr uiierra. Dl-seiiiiila mo
qae, em cnnMer|iie unlaii da roufereueiit nao possa ter
lujjnr nn prazo flxado. i: iiiabolam-
se iii'gci;!fiii'!i ptira resolvcras ob
JcccAes e rcstabclecer oaceordo.
MADRID, 2V de dezembro.
O Ebro comcra a decresccr. O ma
rcchnl Kcri'aiiu consert'a se em B.o
grono, por causa de nan cstarcm
ainda as estrada* boas para reca-
mecarem-se as op.raeoes contra
os carlislas.
LO-:i)lu:s, 2J de dezenibro.
Consolidados a 5>3. I'undos brasi-
letni.s de > :t lOO. llou%eraan trans-
accues re^ulares no mercado ctfe. e os precog sustentaram-'se
lieiii. Nada se fex ciu senerots so-
bre nguu. quer assuear qner rafe,
Iniito em Londres como em Liver-
pool. Assuear inascavado bom de
Persiambueo a Si all. o d., e dlto
Oil;; da aiabia a 22 sb. pelas 112 li-
bra s.
LIVERPOOL, ii3 de dezeoibro.
Mercado do algodao calmo, mas
os precoN sustentaram-sc : vendc-
ram-se* lioje 12,000 rordOK, i-nde
1.300 do Urasil ; o fair de Pcrnam-
bueu 9 1,'H. c o i Ain de Mailtos "i it "Hi
d. por libra. Assuear inascavado
pnrgadt 2 mIi. c G d.. eo mcdlano
dc Uacciu 22 sh. pelas 112 libras.
HAVRE, 23 de dezembro.
As transactors no mercado de ca-
te foram quasi nullas. e os precos
nominaes. Alttoilao de Pernambu-
co ordtnario OO francos, e de Soro-
caba Idem 8S francos os 50 bilosrs.
I11MBUUU0, 23 de dezembro.
as Iransaecocs
cafe, e os precos
Foram
no mercado de
sustcntaram-se.
ANTl ERVIA, 23 dc dezembro.
Uercado de cafe calmo. e os pre-
cos sem alleraeao.
NEW-YORK, 23 de dezembro.
Camblo sobre I.ondres 4 S5 1/2.
Ouro III 3/4. Trausaccoes recu-
lares no mercado de cafe, e os pre
cos siistentaram Me Item t o do B.io
FAIR CARGOES 18. O O GOOD CAHGOSS 18 1/S
cents por libra \l;;oi!iii mediano
uplands 11 1/4 cents por libra t as cbc-
gadas de lioje aos pnrtos anaerica-
nos clevarana se a SS.OOO fardos.
LISBOA, 23 de dezembro.
(Ih-kuii lioje pela manlia, de nor-
dealt, e hi'Kuin & tarde para Per
u;i;:5:>::i" por Dakar, o paquete
francex GIRjAIUS da rnmpanhla das
Hcssagcries Mariliuac.-..
BAHIA, 24 de dezembro.
Camblo sobre Londres SO 3/8
bancario, e 23 1/3 partloalar. Che
gou esta manhi, do Rio de Janeiro,
e segulo a tarde para MacelO e Per-
nambuco, o panocte liraslleiro PA-
RA'.
I'ERNAMBUCO,
REVI8TA DIARIA.
Reparticao das obras publicas.-
Por portaria da presMemia da provincia, de It do
corr nte, foi exooerado a pedido, do agente paga
dor do segundo districto dessa repartiyao Manoel
Marques de Albuquerque Maranhao, o foi nomea
do para o fubstiluir Augusto Cesar Pereira de
Mendonca,
Circular president ial Por S. Exc. o
Sr. comraendador p-esidente da provincia foi ex
pedida a ,-eguinte circular a todoi os juizes de di"
reito da provincia :
2' seccao. Pala:i. da prc.-idencia de Pernam
Imco. Re:ife 12 de dezembro de 1871. A' vista
do e9tado de agitacao sediciosa da Parahyba edas
comarcas desta provincia com ella limitropties,
convem qoe cada autoridade duplique de activida
do, vigilancia e cuidado para impedir que ijjuae*
movimentos appare?ara no districto de sua juris
diccao, combatendo por raeios suasorios qualqu r
erro que gra?se enlre o povo a respeit) do novo
systema de pesos e medidis impostos, etc.
Se i-sj nao bastar e apparecerem movimen-
tos sediciosos, d-jve lispersar os grupo- que se re-
unirem erapregaalj a fjrya, se forem inatil os
raeios brandos.
Oatrosim, cjnvera que V. S. communique im-
mediatamente a esta presidencia qualquer aconte
cimento a este respeito, declarando ao mesmo tem
po quaes os cabeeas de taes movimentos da sedi-
cao. Deus guarde a V. S.-Henrique Pereira de
Lucena. c
.llerecidos lou.oies. Por S. Exc. o
Sr. commendador presidente da proviocia, acabam
de ser expedidos os seguintes offlcio-, nos quaes
torna patentes os relevantes servicos p-estados a
causa publica:
t Sec;ao 2' Palacio da presidencia de Per-
nambuco Recife. 2i de dezembro de 187i Ca-
be me louvar a V. S. pela promptidao com que,
acudindo ao reclarao da autoridale, era poucos
lias aquirtelou mais de 300 pragas da guarda na
cional. sob seu commando e a frente deltas diri-
gi'ido-se a varias localidades, inda uma vez, pres
tou bons e reaes servicos a ordem e tranquillidade
oublica, restabelecenlo nessas localidades o soce-
go e o re peito a lei.
a Tal proeediraento era de esperar dos cidadaos
briosos que formara a guarda nacional e do digno
chefe, que em Pao d'Alho a commanda, por isso
qu sabera que so medr?m os povos a sorabra da
pas e por esta sera mantida sempre que for res-
peitada a lei que garante e nao combate os direi
tos dos cididaos.
E consta ado de sua participacao eslarem pa
ci6cadas as comarcas de Itambe, Nazareth, Bom-
Jardim, Limoeiro, e os pontos da Parahyba limi
trophes a esta provincia, determino que dispense
do a juartelamento todos os ditos guardas najio
naes.com excepcao apenas de *0 pracas e um of
facial que Constituirlo, ate nova ordem, um de.-ta-
camento nessa loealidado. Outro sim V. S. fara
rccolher ao arsenal 150 armas das que recebeu
com o correarao e cartuchame correspoadente,
mandando essas armas e municoes em cargas a
cu.-ta do governo, guardadas por uma escolta ti
rada do predilo destacamento. Deus guarde a V.
S. Henrique Pereira de Lucen i. Sr. coronel
I.uiz de Albuquerque Maranhao. >
o Seccao 2*-l'alacio da presidencia de Per-
nambuco, 2i de dezembro de 1874.Acabo de
receber nova^ participacoes, das qnae9 vejo que
Vmc., contando apenas com uma pequena for?a
poiicial de 8 pracas, csmpenetrandose dos impor-
lantes deveres que Ihe impoe o seu cargo, soube,
animando os seus comarcoes achar recursos com
os quaes repellio dous as.-altos dados a sede da
comarca, coatendo os sediciosos em seu3 crimino-
sos iateatos, mantendo a ordem publica, e fazendo
que uao fosse desrespeitado o curaprimento da lei.
0 honroso procedimento de Vmc. e digno de u.o
magistrado que presando o seu cargo, prefere cor-
rer os riscos p perigos da autoridade que resiste
a crimiuosos, do que o ocio ou timidez de outros:
sendo que tao louvavel procedimento levarei ao
ennhecimento do goveroo imperial.
o De minha parle, e em noms d>j matmo go-
verno louve Vmc. os cidadajs llermino de Sou2a
Barros, Manoel Soares de Albuquerque Preaco,
li'ranci^co Teixeira de Macedo, Dr. Manoel Anto-
nio da Silva Bios, major Manoei Carueiro Caval-
cante de Albuquerque Lacerda, Ameiico Iafante
yarinlio FalcSo, Martinho Avelino de Albuquer-
que e o subdelegado Tertuliano Tenorio Villa-Nova,
que o auxiiiaram nessas occa9ioe9. Deus guarde
a Vmc Henrique Pereira de Lucena,- Sr. Dr.
Bento Ciciliano dos Santos Ramos, juiz de direito
de Bom Conselho.
t 2a seccao.-Palacio da presidencia de Per-
nambucoRecife, 2idedeaembro de I87i.-Cum-
pro um grato dever louvaado e agrade;endo a
V. S. pelo facto de ter, nao obstante acbarse doen-
le, acodiao as requisites das autoridades do Bre-
jo, a frente de duzentos guardas nacionaes, que
assim corresponderam a sonfianca do paiz, raos-
trando-se rasntentdores da ordem e tranquilli-
dade pubiica que alguns sediciosos desejam per-
turbar.
" Isto posto, approvo a medida por V. S. toma-
da de aquarlelar uma companhia do batalbao 36,
esperando que os dignos cidadao9 que a compoem
impelirao a pratica de actos criminosos havidos
em ni.tras licalidades, e que mantendoo socego
publico, prender&o os crimioosos que pr ahi ap
pareeerera, devendo dizer-lhe que essa medida
por V. S tomada ja eu havia aulorisado em ofDcio
de 19 do corrente. Deus guarde a V. S.Henri
que Pereira de LucenaSr.. barao de Buique,
commandantd superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Brejo. "
8eeretae-ia do goveroo, Por porla-
ria da presidencia da provincia, Ue 22 do cor-
rcDle :
Foi aposentado, a seu pedido, raediante inspee-
i.-a j medica, o seguudo i Hi ial do archivo da se
cretana do governo, Manoel de Miranda Cailro,
com os vencimentos a que tiver direito, nos termos
da lei n. 1,111 de 17 de juuho del873.
Foi removido para esse lugar o amanuensc da
>eerui:n ia da in.-lruccao pubiica, bacharel Henri-
que Alfonso de Miranda Leal.
Acto louvavel. 0 dutincto faiendeiro,
o Sr. barao de Buique, sendo ioformalo de que os
sediciosos iam a villa do Brejo no dia 19 do cor-
reuto, quebrar os kilos e incendiar os arcluvos
das collectorias e da camara municipal, reunio,
como coramandante superior da guarda nacional
uma forca de 200 pracas, e apezar de doente, apre-
sentou-se com ilha na villa dorante a feira da-
quelle dia.
Em face da forga, o povo conservou-se paciQco
sem oppor reluclancia ao pagameotos dos impos-
tos. No dia seguinte o illustre barao dissolveu a
forca, deixando apenas aquartelladas 36 pracas
que devem auxiliar, em caso de neees.-ddadd, o
pi'queno destacameuto de for^a poiicial qde exiite
i..i r. f rida villa.
Es.c piaet-'finwfilo d honrado Sr. barao de Bui-
que 6 diguo de ludu o K.iiv ir, e constitue mais
uma prova do seu palrioiismo e amor a ciu-.a
publica. Ptoeedam as demais luflueucias locaes
da provincia, como aeaba do proceder o Sr. barao
de buique, que a ordem publiea nao sera mais
perturbada.
Camara municipal de Olinda. Por
portaria da presidencia da provincia, de 19 do
corrente, foi approvada provisoriamenle, sob pro-
posta da camara municipel de Olinda, o saguinte
ariigo de postura :
< Ariigo unico. Pica expressamtnte prohibido
o uso dos banhos, Iavagens de roupa de animaes
no rio Beberibe, alem da caixa d'agua para abas
iecimento da populacao desta cidade : ot infracto-
res serio raultados em vinte mil reii oilo du
de prisao.
ll<> vi men to sedloloso. -Por aotiria t-
legraphica de Birreirys saba-se qn, no dia 23 d
corrente, um grupo d^salfeitorM s laip.ss d-
cavallos assaltou a povoaeaa da $. Jo-e, poca.<
I'guas disunte da villa, e ahi teoDa Mr i
casa do subdelegado do 2.* districto, para pratrar
actos criminosos. Essa aataridade, pcrem coo) a
forca do destacamento, nao w oppoi resist nci*.
como, quando o grupu batja em retinda, sahio a
persegui lo. Aguardam se infurma;o s mioack
sas.
Ci over no do bispado. p(r provisoes
de 21 dj correute foram ao:neadas : vigaho es-
eommendad > para a Treguezia de N. S. d'O, de
Serra Negra, no Rio Grande do Raits, ao Rvm
Manoel Salviano de Medeiro*; e de coadiaetor
para a freguezia de N. S. da Ar>re?eDtacao di
Escada, ao Rvm. Manoel Barroto Pereira.
Musicas novas. Da litographia do Sr
Azevedo, a rua do Barao da Victoria n il, aeabam
de sabir a luz duas novas composicdes nnweaes
deniminadas Rainlt i Crinoline, w.d-a. e MandAi-
nala, recorducoes de Roma, a* quaes -io ahi ves
didas a 1,000 a primeira, e a 2J<)00 a segunda
Kecommendamo las aos apreciadures.
Cadaver. No dia 19 do c-rreole f A ea
contrado em terras do engenho Pin loba, do tens
de Ipojuca, o cadaver de Fraoeisc, Mtnoel de Je-
sus. Da visturia conhece .e ter side a morte o
resultado d'uma coogestao cerebral.
Fernando de Noronha So dia 2 d-
janeiro, ao meio dia, expede a cmi aolm psr-
nambucana o teu vapor Giqnid para o pr -sidi. de
Fernando de Nuronba.
Mociedade Propagadora. D .ming >.
27 do corrente. funccionara a assetnblca g par.chia do Pjco da P.inella, no povuado do Mon
teiro, casa da escola da sucieJade, ali.n de sieger
o n .vj conselho director, coaforme o avi-o iubli
cado em ouira parte deste Diario. E*pera-i g
compareciraenlo de todos os socios as 6 boras da
tarde.
Relacao das pessoas, que ale a preseote data
leem-ae diguado enviar st-us donativos para esa
sociedade; os quaes foram promptamente eotre-
gues ao respectivo thesoureiro :
Barao de Utioga
Commendador Antonio de Miranda Leal
Comraendador I.uiz Aotoniu de Siqueira
Dr. Aaibrozio Machado da C. Cavalcaaie
Um anoaymo
Dr. Manoel de Barros Barreta
Barao de Guararapes
Antonio Bernardo Vaz dc Carvalho
Jose Peres da Cruz
10. )<*..
SOMXtJ
50|OtO
-V1*'M.
3000l>
20 OOO
JO.-llO"
Total
Mi
DnfnV
Brevemente sera pubiicada a rela<^u nomiaat
de ouiros distinctos cavalheiros, a quem a mesma
sociedade dirigio cartas invocando o mu patrwtto-
mo e generosidade, para enviar Ihe aigoos duaa-
tivos destinados a realisacii de seus imp. rtante--
lins, cujas respostas aguarda aociosauvote a So-
ii'd^de Propagadora.
.llissas tancbres. Na igreja de V S
do Canno, do Recife, serao celebradas na seguoda
feira (28 da corrente) as 8 horas na manhi. mis-
sas pela alma da Exirn. Sra. D. Anna Pinbeir.
Leal Reis, setinu dia do seu passamento.
l.oirria. A que se a;ha a venda e a 130'.
a beuelicio da nova igreja de N. Seuli ra da Pe-
nha, a qual re exlrahira no dia 31 co orreote.
pelo novo piano.
Casa de detencao. -Movimeato da casa
de detencio do dia 23 de dezembro de 1871 :
Exisliam presos 318, entraram 8, sahiram i.
existem 'Mi.
A saber :
Naeionaes 2j'l, mulheres 8, estrang-Mros 22, es-
cravus 38, escravas 3. -Total 322.
Alimeolados a custa das cJret publicos 268
A saber .
Saos 250, enferroos 18Total 268.
Movimenti da cufermina do dia ii de dezem-
bro de 1874:
Teve baixa:
Felismino laaa Bezerra, caria.
Passageiros.-Sahidui para as port.i d
sul no vapor nacional Ceard :
Alferes Amancio August i de Oliveir.t. 2.* cadete
furriel Salyro Rios de Oiiveira Port". Dr. Jose I..
Cavalcaaie de Albuquerque, Clirismuado Barret >
dos Santos, D. Maria Honoria 1'aes Lao dim. U
Luiza Runekio, Pedro Derfrlt, Dr. Deirostht-oe* da
Silveira Lobo, Antonio de Mello, Ju-tino Torres.
cadete Joaquim Eufrasio da Fonseca M-ales, ea
dete Joao Antonio de Ssuza Moraet, It amuod
Antonio de Sonza, Antonio B. Pereira, Beuto Tra-
vassos, Francisco V. de Albuquerque, Jo-e Per-
nandes Bastos, Julio Ribyron, Trajan < I -se Piohei-
ro, Moyses Marqnes de Maria, Midest Antoaio
de Maria, Francisco Rodrigues da Silveira, Felis-
mino Alves de Araujo, 2.' sargento Manoel Ferrei-
ra da Silva, D. Guilhermina M. da Conceicao,'ire-
crutas da armada, 9 do exercito e 11 escrav entregar.
Cemiierio publico. Obituario do di. 2'
de dezembro:
Luiz Jose Comes, pardo, Pernambuco, 40 *aao*.
casada, Boa-Vista : lesio organica do coraci>.
Manoel, bracco, Pernambao, 2-1 dias, Saat
Antonio; fraqneza congenita.
Sebastiao, escravo, preto, I'ernambDCo, 16 an-
nos. Boa -Vista ; ana-area.
Claudina, preta, Africa, 6) annos, tub ira, Boa-
Vista, hospital Pedro II; infecri) pa.-iilen'.a.
Anna Esm.-ri.. de Albnqoerque Uo i.a, brau.-i.
Pernambuco, 2ti annos, viuva. S. 1+4 metrue
chronica.
R'cem na-cida Maria, brauca. Peruainbaco, Re-
cife.
PUBLICAeOES A PEDIDO,
o
dreves conslderacoes nobre at ban
iecimento d'tigna pot ael a rida
de do Recife, seats esjrolOM e arb>
de sanear sua atmeaphrrH. pe-
lo Dr. Pedro de Atbayde
Moscoso, fornaado em mcilieii
pela Faeuldade da Bahia.
CIDADE DO SECT'S.
Sim posicao e condicoes relalitas ao fornea*
d'agua e uliluiule de esfuh4.
(Coobnnaca..)
Vamos outra vex para o mex de outubro tm qme
escreviamos o qae acima fica estanpadu.
Diziamos entao qae se comerava a teattr gras
de falta d'agua apezar de haver chnvido durante
muitis mezes : e como o negocio e de inb
particular, e pode-se mesmo diier fsihtssa
remedio senao tralar die famlliarimale.
Simpk-s e a razao porque com o e i
ha hoje d'agua ua cidade, ella aboada
rizes no t?mpo de ioverno, e dioHsa
primeiros dias de verao.
Em quanto chove o p >bre que nao 1MB
quatro ou sets vinlens para comprar oa
d'agua, tem a precaucao de eschar tolas
lhas que possue com agua de chuva. Como Ma
far.ura della, bebe, loon banbo, lava a Mash* *
casa, etc., com a esperaaoa do qae voBha oslra
booanca : porem, passam-se quinze oa Tinto 4m
sem chuver, elle ahi vai bntcax aot raifinasi a


*
----rj*?r
%
Diana de Pemambuco Sexla fcira 25 de Dezembro d6 187 ' u
*** da companhia ; e afmea-i>e assia rouilo. eonsequenrias, naica me pnle conforniar, e com
a Procura e p r.conseguiaie & diminurcio vai em iudgnacao revoHei-me, apezar de catholico auoa
1
P^resso.
, ^ como a agua quo a sompanbia node fornecer
9 muito poaca, apparecero as difllauldades e us
alronellos, apo3 dos qaae-3 as meias medidas; e 1 cdes do estado.
tolieo romano, contra a pretenc.se m. noiae da
;Mja de exercer esla ?cus polores fe aivibairoe*
.-eui tiraltes nem resoeiio aos poderes o presdrtp.
| port'nhs p r onda passavam es
I
Por "mais qua se esfbrcem os administradores, o
resultado e nenham, como se tem visto aie o pre-
sents
Se nos con?ld*rarmo9 one na Europa reputa se
era forcecimento de 300 litros d'agua potavcl por
eabeca como incapaz de Mtlsfazer as n:cessida-
des da popolaeao, alii, oade a raaior parte da gen
le nao toma banho frequentes vezes, nam sente
iincessidade disso ; como 6 qae em ura clima ar-
dent-', como o nosso, e onde em ecrtos dias todos
desejariam estar rneRUoa u'agua, bavemos de nos
contentar com qukize litros, se taalo, por urn
dia?
E' evid-nte qae a compaahia do Beberiba -e?ia
muito longe de poder aliiistecera cidade do Reci-
fe de agna potavcl ; esla muito longe de dar agua
para banlios e para as outras neeessidades da pa-
pulacfio ; e ainda mais lifige esta de dar agua
para se fazer com a preeisa freqaencia a irriga-
cao e Itvagem das mas, reputada hoje como mui-
io e muito superior ao vanrtmento; quo esta qua-
si exterminado d eids lea em qae se presta a de-
vida atteacao a salubridade public), como adiante
veremos.
A companhia icossaea pur esses cratinuos ro-
vezes e desiliusoes qua t<'ui s ifriri >, > ocura re-
nedlar sens males ; pesar sobre ella e ioalilipar todos es seus inclli-o-
res esforcos. .
Nao a suOrieote cm eacanamecto, cjllnoa ou-
tro ; este nao da agn-i lis'tante, ewmpra outro re-
set vatorio, isio e, BO m^sm* niv.' ; cotende qne
este deve de ser tl\;.r.->; nwnt que servira
augmentar as paredes do resenalori, se nio ha
agua quo durante j vc;a-i se}t i-ottiaiente para ele
var-ve a uui nivtrf superior
Eis M, prrtaato, o que tat a companbia : la-
bora mi urn circuh vi^m-.. nao sabeo que deve
bzar, nem se asitua a sabir dtas diflleuldadcs
procurando em oulra pafle u-u pr:iudema:ian*.ial,
ou dous, ou qaautos scjaai soflJeieates para iw
jigua que chsgae para am compieto abasteeineo-
to: nao tem capitaes su!a:ieate- iiara uma grn-
de tuijovza ; lica de maos atadas ; conleuta-M;
com o bob luiiro cei to, corrcspondeute e ate vanta-
joso ao capital cmprejiad >.
A popalacao soHre do voi eai quando panosas
interr-iproes ; e moiU genio a querer penn.is d'a-
gua en poder obtel-as ; c esperan lo qua ama
cesse para passar para oulro.
QiiiuKi se peasa na dimiunuicao prograssiva do
braco eccrano, qaandu se pensa na care.-tia de to-
dos os peaeFoa, .|uaado se pensa nas dificaldades
com i|;iu loios vivem, tiaj se pule deixar de dese-
jar q;ie ha;a uma CompanUa que lie agua boa
em abuodanoia, a firiar, quer a casa dorico, qaer
a do mais pobre, pois, qua este 6 quern custa nais
a obul a, (-jf.iu* nao torn nem dinbeiro, ce.n qaem
va l'uscai-a.
Quaudo todos se ioqaietam s>m a lalta da bra-
jo.-, aiula um gran ;e uumero dalles se *cba uc-
cupaloem eatregar agua a cabeca para l-var as
casas ; e assim mesnao ha pessoas qua passam am
dia inteiro S jaoella a espera quo umi carregador
d'agua llie qoesia (net a graca do traier 1 tie u:n
eaaeco por preco etevado : e se o in liviJuo tem a
iuf l:aidade de morar en u:.i lerceiroandar, entao
corn- rbco do nao baser qaem la va levar I'.i'a
por preco algaro.
Kio a somaale o c. iiTirtJ que acarrat. a abuu-
daoeta d'agua : ?io iaea!ealaveia]os beueiicios qae
resaltam ^li^^f [iara a salabrid< Se a waior pane da p: puiacao nao toma um
cu ii"ii? banhos por dia, uio a porjae nao queira
ou nao goste : e porqae oao |em as vazus dinbei-
ro pars comer, quart, in .is para regalos. Deem-
lae agua em abuod in -ia : ti iuri'cira, deeni-lbees-
eoamen',0 prompto e fauil, 0 vo.'ie sa a casa do
pobn; c-on!iQiiar meBte; aa coolrark) vel-o-bemos sempre com o
corpo roupa limpos.
A nalureia do clima coavidao individao a que-
rer lavar-se e a.'.iar-.e ; e e indispensavel pro-
pircii'uar ao povo um;.l->s selamentos da que ellc
tem iuJ'iclinavcl nrces.-iJade para vivcr.
A companhia da Ueberibe nao salisfaiaado,nera
podenJj salisfazer, com os inaaanciaes que pos-
oe, as esigeneias da vlda, do co&forto e d? by-
-jii-ne, e nao podeuda tambem com os capitaes de
qie dtspC-3, atiiar-.'ff a uma empreza ide valor
moito mais sulnii), uao se de.-cuiJ i t davia de se-
goraros seus lucres e proloBgar sua existencia,
em eompensaeio da ijoalqaer oeapezi mais avul-
ladajiue fax, do maaeira que podenros suppor
com pi.usiveis fundain.ntis qae eila sera eterua ;
e que ;.<;r eonseqencia a pjpolaelo desta capital,
qua i-rasic coastderaielmeate c em proitor.w.
desenvolvH seas recarsus mdastrrles, licara toda
vida privada da am d03 n^ais importanles b.mafi-
cios quo a maos largas hoje e liberalssado as po-
pnl tides Jas graaias cidados.
Em v r u !o da hav. r comprado o acude dj en-
gauho Dout bmS n, r<-qu^-reu a companhia imme-
diat.in-a.:ta a assembiea proviacUl a proroga<;io
do prazo da sua existencia, como jeompenaa-
cio do capital qae enpregoo : c qoande a popu
laca-j inaisse resentia da fa!:a d'agua, nao se
aiuutava ella a assoverar a assemblea provinsial
que i> .-au fornecim -nto tinha augtnentado const-
eeravelmente, e jue ja se gozava dessa grude
-.v.ntura.
Eocarregon-so des^a meliadrota tarcfa o enlio
director Dr. 1 ise Tiburcio IVreira de Siagalhats, o
mesmo que ja demonstramos a luz da evidenoia
due linha liscalisadfl as obraa da coinpanhii Reci-
fe DrotHoge, sein plaulas, s-.m per!!-, tern pianos,
em saber camiuho nem carrefKa das me.'mai obras
como ejpoblico e oootrio.
Em s-.'u relatcrio o ex-director se exprime pelo
modo segainte,digaode tida atteacao :
0 foraeeiinenio d'agoa nos tre^ bairros da ci
de fez secom toda a regniaridade ; o mesmo, po-
rt m, nao acootecea nos cttafames da Afogadoa e
H'agdalena ondese deaum algumas inlermittencias
que obiigarara o povo a scllnr e pratic.ir algumas
violencias ; p-ra:n, taJo se cou.iliou por luterme-
aio da ptdicia.
oTrata a romaanhia dc subslituir o tnsaoam.'.nto
velao qua nau tarn a capacidade necessaria para
satiable* as exigencias dessas duas 1 calidades,
aguardando o tcrmo dos trabalhos da primaira
para occupar se da segunda.
nesses dous lugares e desapparecerao os infunda-
dos rumores que as vezes se dao contra a adminls-
tracio di companhia.
Em conlraposicao, porem, o presidente da pro-
vincia, o Exm. Sr. comraendador ll.nn^ue Petti-
ra de Lueana, prestanJo adevida altencio aos re-
pe!ido3 clamores, quar dos pov s do Recife, qaer
dos da Passegem da Magialena, quer dos dos Afo
uado, como administrador zeioso do bem pnblico
e vivamente interessado pelo melnofamenlo de sua
provincia natal, faz ura appello a assemblea pro-
vincial, e pede-lbe que o habi ite com meio no-
cessarios para poder remediar a uma das mais
iitpcrtantes e urgentes necessidades que soffra a
provincia.
Para se poder apreciarconvenientementeojuizo
do ex-director das obras publieaa, e preci;o cote
jar com o sau en:nciado, as phrases s-guiutes qua
se l^ani no relatorio que no 1* de marco do cor
rente anno, dirigio a assemblea provmai I o Exm.
Sr. presideute da troviacia :
Compuutua de Bebeiibe.-A falta d'agua con-
tinua na povoaclo de Afogados, e a companhia
Beberibe, a quem se concedeu ama fubveucao
de 10:00USG0U para collocar chafariies em name
ro sulliciente a abasle.-er d'agua a juelle povoado,
oao tem saiisfeitJ o sou coraprouiuso, resullan-
do d'ahi repetidas queixas contra a rnesma com-
panbia.
a Nao soracnte da povoacao de Afogados qae
surgem queixas contra essa compaahia por esta
molivo.
Muilos raoradores do3 bairros do Recife, San-
to Antmio, S. Jose e Baa-Vista, tem reqaerido a
ella o fornecirneDlo de penuas tt'agua para os
seus predios, e ele Ibes (era sido recasado sob
o fan la.nento de- qae o maaaasial a^ha-ia empo-
trecido.
A cjtapanbia, ba mais do ti-s amos, reco-
nhecu a necessidade de augmentar d esteader
o abaskcimeoto d'agua, am vista do desenvolvi-
mtDio material desta capital e crescimento de
auapoynldcao ; no entretanto ate ho;e se ba !<
mitaao uu c*aiente a coaipra do aeude Dous lr-
maos.
0 forna.:imeato d'agua em abandancia a to-
dos os predios e por modico preco 6 assnmpto
que Ue o marecer a vossa particular atteacao,
porque elle mteressi a populacao a mui'.os respei-
tos.
{ConUnua).
O/n bispof incommunlcaveljB.
Emiuaiiiimente amigo da liberdade, e pof-conse-
gumie o.i or.iem e da barmonia da sociedada, des-
da quando so lavantoa entre no- esta fatal qnes-
l5o religiosa qae parece nos levara aterrivei?
Nunca pule compreheader dou& poderes ig.aal-
mente todependentes no mesmo terrilorio, cada
um gyrando dentro do circalo que Ihe compete,
sem que am deliaa ao outro os limiies de seus po-
deres.
A igreja livre no esiado livro ? t e am prinei
pio que s6se podo calender no exercicio de cada
um desses poderes dentro das raias oelo outro
marcadas.
Nao e dado a-csda uma dessas autorilades a
igreja e o estado deflnir os limitas de seus pode-
res, porque a qae detiair os seus, ipso facto tem
detinido os da oulra
Do uma t! pretencao n5o poJem resaltar a har-
monia e a merdade, p>rem sim, a anarohia e a
violer.cia.
A uma ?6 dessas autondades nor tanlo, compe-
te detiair seus poderes, e assim indirectamante os
da outra, ou directsmente definil-os ambos quan-
do se sascitar duvidas ou sc derem conlliatos. A
outra dessas autoridadas por taato so compete a-
ceilar a delioie:o de sous poderes assigaados pela
priraeira e assim cada uma exercar a sua liberda-
de dentro da esphera deste ruodo traijada pir um
deltas.
<}ua! sera por6m o poder qua dava as-ignar e o
qua deva sujeitar se a da&niQio do primeiro?
Os hypocritas, inimigdj de Jesus Christo, o qual
reconh'eceu a lei de Cezar e sujaitouse a ella, o
maudou que a ella se sujaitasse todos os povos,
esses liypocritas diem quo e o esudo qua deva
siijfiiar-se a prescripcio da igreja.
Esti insMente prctoocao nao e aceita nem pe-
loa liberaes nem pelos conservatory, sauao por
peqoena excepcao de ambos os partidos composta
Ja velhacos, siiuplices e iueoaseqaeutea supersti-
aiosos, que se prendendo a infallibilidade d-o papa
e, temando que Ihe sejam fachaias as portas do
ceo, nao se lenabrtm qoe o papa ;6 jola ser infal-
hvai dantro da esphera de sua; attribuicoas, o
uunca attcando a lei de Cesar, q >e Jesus souoe
sempre ra.-peitar e obadactr, lanto qae, sens ini-
raigos, votaado a sua morte, uuuci aebaram com
qua acusal-o.
Entre n6s,"a Provincia, que aiada nao dis-e sua
oniniio ou piano pelo qual se deve por larmo a coa-
lhgacao que se nostem trazido em name da igreja
de Jasus Christ i, lodavia tem manifastado a opi-
uia> geralmente seguida.
Parece-me do iraperio deve ler um piano para resolver a
qoestao; por quo sen lo esta a principal questao
quo nos occupa, e de um tao alto alcincd e im-
portancia, nao pole ser chamado ao poder o par-
tido que nao tiver o malhor piano para ella.
De minha parte na* coa.-ordo com o que o go-
verno tem felto, porque enten lo, como muitas ve-
zas tenho minifettado, qua tem faito muito pouco
A prudancia e condesceuiaaaia que compete a
sabedoria e bumil Jade da igreja ; o governo tem
tornado para si oppondo-as a insulente preleagio
de que us>ra cm nime da igreja.
Que qo.tr dizer serem oi bupos condemoados
dor haverem eenmetlido f-jferima, e gozarem la
rf) fund) dc sms c n ceres, da t)da a liberdade para
coalinoarera ua pratica do uia-mo crime, como el
les t-'in contioaado ?
Q.ic quar dizer os bispos condamnados por nw
levantarem os interdiatos, e, de suas prUD-s con
tinuaram a goveruar as diocesus, dando ordera aos
governadores dos bispados no mesmo senlido, e
reservando poderes para qae a lai do estado con
tinu" a ser atacada ?
Por islo mnrtas vezes tenho dito c escripto, alias
dovariam estar incommanicaveis, rigorosamente
locommnaicaveis, nao se Ihes deixando fallar a
pessoa alguma seoao muito litniladamenta e na
presenea.de autoridade que Ihes nao pennittuse
faliar oa materia porqae estio condemoados.
Sio posso por tinto deixar de vir a falla, e pir
i-t > ac.iio vendj a Provincia aaau-sar o governo
por tar poslo os bispos iucommuni -.aveis.
Penso qua caberia a Provincia acauar o giver
no por tar demorado tanto esta medida; por tor
deixado os bispos miaarera t^du o jiiiz, para eaiao
u.-ar della.
Amanha se sabirem os liberaes, conn resolve-
rio a qneslio seniio puzerem os.tiispos incommuni-
caveis, malila ladbipeo'avel, 05 id base da operi-
c9es neeta lata, qae 6 inev tavelmenle tromenia,
sem tregoas nem possihilidade de conciliacae como
desda 0 principio davara ser coaiprahan tida ?
.Nao se lembra do dia da ammaa a Provincial
Nao tame se subir ao poder, cahir em tao faia
contra Jiecio, vendo-se na neeessidade dausar des-
ta medida, na impossibilidaJe de proScaiJade da
aiguma oulra sem ella ?
E' que a Provincia a;ha este acto illegal e vio-
lento.
Pcrqus ?
Porque 0 preso conscrva a liberdade civil, diz a
Provincia.
Toda?
E como e*ta presa
Porqae jiode ser citado ?
A citar/u 6 faiia, erabora a reiuerimento da
parte, por ordem di aatirilaie; a nao ha nece3-
sidade ds ser a iosoinmqnicabiu'dade absoluta ;
esta deve ir ate onde a lai 0 perniilte e a neces
sidade 0 exige, sera vedar ao p.-eso 0 exercicio dos
direitoj qua a lei lha on;al.'.
Preso 0 conderanado, nao e-ta na c3deia a sua
ventada ; goza apenas da i.t. r I. !a compatival
ao:n a sua coadifio e 0 seu comporumento (Consi.
art. 179 21.)
lsto se cooiinna pala Icitura dos arts. 166,167
c 16^ do reg. n. 12^ da 3t da Janeiro de I84S, aos
qnaes tomo a liberdade do rametter a Prorincia.
Nao ligo qua a opposicio deva ajudar ao go-
vern^ ; mas, tend) tanto por onJc ser atacado, co
nio 0 faz a Provincia, nao 0 deve ser por aquillo
de que a Provincia tara de usar se forchamada ao
polar a qual qaer Inra.
Recife, 13 de detembre d; 1871.
Affms) de Albuquerque Mello.
peciVentes dapos
qoe se leva :tavim da C'i!ifis-'.\ 1 ; ie nella p.issa-
van lirremetla, a cC'i;l-so era comroicia ; se, po-1
rtm, nao poliam pa^-ar, era signal qua astivam
inrpen'tenlas !
Qae acha ? Af,K''.rj snman.d ;s pa'sanara na
tal porlinba. a saJwananto ?
Passavam e tornavam a passar, e ale sao capa
zes da arroinbar as parades do Vaticano 1
Nao \e o Dr. Ski de furo, do qaem fallou 0
PicoU ? E' wn dos que passa todos 03 dias
p'ra la, p'ra ca, tend 1 apenas a sea favor duas len
talivas de morte I I !
Que n nao passa sem eu e V., eompadre ; olhe
a Iraquinada, se nao e 0 padre Campos com duas
lambadas Marine a Cilva ao sol, continuavamos
a comer 03 dous rapazes por theologos e bons
chri>ta >s I
Ningm in disse como 0 preto Joao, quando 0 se-
nhor moco Ibe pergonlava se conbecia a Mari
quinbas da bocca da matta.
Conhece muito, senhor moco, respondeu 0
preto, eu td cu elle um anno, largou por ruim I 11
Assim digo cu, compraure ; boa gente para
edilicar Feruando de Norouha, de griLeta ao pe,
0 Canuto o- matricula n'um insiaute. .
Ora diga-me, que mal viria ao mundo se 0 san-
tisumo Chopa, Papa mitra, Ze" Tung&o, Ze Colo-
nun, Slach dinho, PU6 de Macaco, oa por outra
os liberaes jesuitis, ;.ntepostos ao Ganganeli, fos-
sem habitar Feraando por urea asneirinha de 20
annas ?
Nao me catuque, eompadre, 0 governo nada diz,
0 men escripto e portuguez castiao e eu estou fal
lanlo sciio I
Nao supporlo piscados d^ olhos ; ji nao naaio-
r>, iwin como diulieiro do estado ; portauto nada
tenho com 0 governo que passa bem e da ordens
eiu seu pslacio, e quem se amoU sou eu, corn-
prando farinba de dous rrazados I
Ora diga, se elle nao mandasse iS^peixe espi-
da no dia 16, acaaalba do dia ii, nao irranaa-
ria o thesouro publico pela raiz.. E' loa I. .
Por causa de uma besteira igual a sua, Christo
mandou S. Pedro passeiar. Sabe deste fa.le? pois
au Hie conto.
0 Salvador parlicipando aos discipnlos que se
approximava a sua nliima hora, di-salhe Pedro :
nao sera assim, Senhor...
Christo, ao ouvir esta blasphemia, 0 reprimio
com vehemencia dizendo Ihe : Sahe da minha
presenea, Satanax, qua so me serves de eican-
dalo ..III
Voi-t?, compadrn, merece ainda mais; pois as-
iania no seu bestanto que sou moja do ma to, que,
para dizer ao padre que quer casar, 6 necessario
as madrinhas ihe arrancarem 0 ccuro a belis
c5es I ?
Ora quem esta como eu largand) as unhas de
oscrever para acbar graca no govaruonao digo
0 re-to-v m 0 Sr. com symboliaos qae nao en-
ten lo, contar me histonas Gompadre, teaha
paeieneia, V. e um pouquinho eslupido I
0 preto Juao, dizia ao parce'ro que tinha ami-
U5A0 com a senhnra moi;*,-0 parceiro aseustoa-
se ,-obre inaneira eniao Jisse-lhe Joao niuitoani-
malamen panceiro voe6 e um bessa eu an
da atrai memo quesiund sabe p'ra Joai casar com
sinha moca... ?
Assim dig) eu. Aalo secco tf09 0 governo me
conlnci, para var se comsigo algum urroz dice,
com) a agora quo mc vem com borracheiras.
Qaer gostem, quer nao go ctnalha da Provincia e da Uniuo ate 0 c6o da
bocca.
A opposicio de de;comp):tura3 ha de anabi^r,
miseraveis I
Trtscocos.
Coaiptktlre Caiicdos.
0 diabo nao come ntm beb'. seat atteatar as
crealaras 1
Matuto?, vocei que anJara fzend) ? Larguem
esaas armas, vao trbalhar, para terem 0 que co
mar com suas mulheres e filuos ; quem te a visa,
leu amigo'e...
Ponta de bayonelas e fivellas da cinturao nas
Costs lias dagento dde como seiscentos diabos !
Sr presidenie, V. Exc. mania iraajar por coa-
ta a folha Uniaoe a prima della APrjvincia,
papel, sao duas raparigas muito trelosas I...
Diz Ze Tangao que esta seraana sahiram do-la
capital para 0 matio trial 1 mil grosas delimas de
aco com immensos exemplares das duas rapari
gas.
Os quebra kilos formigatn por alii, de corpo fe-
cbado contra faca e chumbo I Zi Colomtn, re-
dactor da diia Union,. diz qae 0 meluor preser-
vative contra arma de fogo, faca de pout 1, cacete
e fouce encavada, e tar comsigo reliquias da fo
lha Uniao I
Colomin- tain por tal forma incntido no animo
dos matutos a neeessidade de irazer comsigo a tal
folha, a pretexto de sagrada, qua na) na inaluto
que deixe de trazer no pescogo um breve de fazer
couro secco, como tinham 03 antigos valentoes
supersticiosos I
Olhe, gents, Ze Colomin procrastinando com sua
Hlicena a con;lusao da sedi^io anyuh-quebra kf
\os 1
Ah I caboclinho feiticeiro .. a Llba Uniao,
e sagrada, na e assim ?
Entao, Sr. Machadinho, a bonito islo ? Sim, bo
te Ze Tungao para fora, nao o metla la no escuro,
deixaado s6 na ponta da put o cabeciioha Zi Co-
lomin com 0 santusitno irmao Chico Chopa
Nao ; venlia dar contas Sr, Tungao, das trinta
grosas de limas, que forara remattidas aos matu-
tos ou dizer quem as'mandou.
Olhem como a cavilloso e velhaquinho .. pensa
que me engaaa ?
Todo 0 calculo della e apreseaar ura pessoal
armado qoe corresponda ao ins-giificnnte algaris-
rao de triuta m J grosas (i.32U,0(K) lunas I I)
Ora, diz elle, 4,330.00 > pessoas armadas de li
mas aio e quilombo, nao c insurrei^ao. na> e se
dicao, nao 6 reball^o ; logo nio esia no codigo
e por consequencia nao ba ciime I Dravlssimo I I
T.-uibem uunca e vio em negacio de escorren-
cia criminal duas pessoas mais pareeidas do que
0 cjthedratico Ze Tangao coi'i o Farreira rataol
Conbecoelle, eompadre 1 E' o co|w que armou
ratoeira no jardim- bataatce, para pegar geale que
fosM.sem ua ordem apaubar cajii-*, e qua-, seodo
arg iido de saeio oriiuiaeao, respowiea ijuenao fal
audo o-eodigo, de morte* e feriinenlos causatl>s
com rstceiras, nao havsriaerime algum se alguem
sucumbissenos respctivos denies I 11
Tenbe notado que, de Udos cs jesaitas os mais
innocente* sao was duas .pnrulas pbarisaicas I
Mil vezes Machadinix, Parjta-mitr-i e PitH- de
Macaco ; porqae ao menos sao mais lisos, embo--
ra lao lisos-, como easca de jaca !
Contas?, eompadre, que em Roma bavia uma
O bacbarel Francisco Jose de .lie-
<2eii-os e os rcUaetorcs do iornal
Provincia, ao puitlieo.
I'1
No arligo anterior provei a luz da cvi-iencia, e
nao fui con testa do, qua naia linha com a Genipa-
pidi, ecovildo sulieaior Vicente de Paula, facios,
qua sa'dera.ti antes do mea uascimeaio. No pie
sente, porem, viu occupar me exelusivamenle da
nliima parte da Cltronicadaj mal Pronincii, que
sa iascreve nas saguintc-s palavras : St 0 tal in
soiente e pedante Joti McJeirus, ainda nao se < c'tar
bun cullocado em algum destes piquetes de orde
n'incas dos udvers.-rks, recuvde se que aind 1 ha
outra do'.se qne pode agradar lite: ea dos libe-
raes qua morrem pela liberdade $e adquirir 0
olheio, tnas que infelizts va> piror a cade in, e
fogem dejois para os Uosqties ufim de esconderem
a eslanluida cara.
Em quanta 0 lugar qae ma offereceis nos pi-
qttehs de crdenaiiras dos adversariot, nio aaeito,
e uada miis accre-contarei; por que presente-
menta 0 meu jiropoiito e re.-p judor as vossas sl-
lusoes insultuosas.
Nao tenho felizment; facios em miuhi vida pu-
bitca e particular, que me fa5am eurvar a fronie,
ao seem descobsitis.
Procuni c >m todo 0 cuidado c zalo, couvergi
todas as vossas altenjoes para estudal a em todas
as suis phases ; ey ?os provoco, senhores da Pro-
vincia.
Euconlrareis, c verdadc, muitas paginas repai-
sadas de dor, encoatrartis vivos ainda os iracas
da luta entre a honra e a intelicidvJe; mas nao
encontrareis-a ambicao, a miseria e a infamia,
iraa>pireeeudo em quaiquer acto, que hei c-xer-
citado.
Permiiti, qua, eu neste rcomento fallando com
excessivo abandono, lanlo me iaipoa a soberana
trauquillidade da minha 6onsciencia, alllrme.-que
as vosias allusSes nao me lizerara corar, nem lao
pouco temer-vos ; porqua a miuba honestuade, se
ostautando altiva a sombra de todos os meus cre-
dores, nao pode ser effuscada 1 el as impiecavoas
de mil dizentes, que exercem semelbante missao
por diiiheiro, ou fuiuras recompensas.....
Se e esta a nobre funccno do liamem politico
para chega;- ao marco termiuativo de suas aspira-
cdt-s, eu preferindo a coinpleta obicaridade, com
franqueza e sinceridade rejeito essa coniinuacao
de baixezas e ignominias, que cerlamenle nio sao
partilha do homem que se pre3a.
0 sacrario da vita intima, senhores d 1 Provincia,
deve ser sempre respeitado. Violal-o por odiost-
dadas polilicas, e mais que cobardia, e quem se
esquace da3se sagrado dev^r, ravela someute qae
em sua alma so predomiua um unice sanlimento
- a perversidade I I I
Eu quizera desde logo dizer-vos tado quanto
sinto, mas nio devo; porqae minha defeza ainda
nao terminou.
Volleinos a miulia fallancia, onde acastellastes
as Vossas mesquiuhas e dasaa/urad.is allusdas,
Esiabeleci-ma nesla cidade com casa de coosi-
gnacoes de assucar, em 186S, tendo rec"8bidj 0
grao da bacharel em dezembro de 1867.
inexperiente absolutimente em commercio, por
is'0 que acabava de deixar a vida escolasti;a, tit
granoes adiantamentos aos meus committentes,
apezar de ser 0 meu capital em dinheiro demasia-
dameule peqaeuo.
Emprenhendi especulacoes com algodao, nas
quaes sofTri excessivos piejaizos, alem dos juros
do capital, que para e:sas transacts eu bavia
tornado.
Nesla epoca era a razao social,Daarte &
Medeiras.
Chegam os vencimantos das Ultras, que se acha-
vam descontadas, e os aceilanles nao solvessem
opporlunamanie os seus comproinissos.
Comecei immedialameule, islo no primeiro.anno
da meu infeliz commercio, a fazer euormissimos
sacnlicius para pagar em dia os debilos dircctos e
indirectos.
Acabrunhado com este asar da for tuna, mas
collocandu aciraa de lu to a honra, vendi para
pagar tado quanto possuia predio, escravos,
etc, etc.
Seudo insoflkieutes os meus bees, pedt auxilio
a minba raai e sogra, que tudo vendoram do mes-
mo modo, apezar de tarem complelameute esira
nhas as minhas negociacoes.
Eos meus parentes dedicados-nao foram sordos
aos meus reclainos, e tambeai lizerara series ta-
criGcios.
Finalmente no mez de dezembro do mesmo
anno, quando ea ja tinha pago quantia muitissirao
guoeriora c:n contos de reis a diversos, e nao li-
nha mais euusa ahguma para vender, cessci meus
pagarmntos, devendo a praga poaco mais ou rae
nos triuta cant s de.rei?.
Collocado aeta dura sitaa^ao, declaxei aos meus
credcer, qua retirava-u-e deol*tida.:e para lra
tar .le-reccbimanto dos debitos, qua ainda. nito h'-
nliam sido satisfeitas, affiiinandu-lhe^ pug r mie-
gralmcnle os meus empenhos, com 0 p uducto J >
liquidacao, e 0 iraballio da nova vida, que ia en
cetar
Effectivaniento em fevereiro de-186f, fui reridir
no engenho Prvgresso, onde estava unoba mai.
0 qua venho de dizer 6 geraim-nto sttHdo, e
adrmado, ate pelos ineue de af--clin, e se i se
nhores d> Provincia teemdi.cumeniuen centr*ra>,
por digaidaoa propria, devera exhiteil-s, com)
acensadores, e ea corao victims, imponho, que 0
f.icsm, sob pona de serom considerados pela api-
niao pouco amantes da verdade ".....
Appellidar-se de liberal que mrie pel* liber-
il:ile de udquirir 0 alkeio, a aquelle que veudun
ludo qaastu linha, ate a ultima escrava, qua ser-
via a sua familia, para solver os seas dobitos, 6
sem duviJa trahir as leis da razaa, e meulir-a
propria consciencia, e apuahilar 0 innocente com
a feroz e impassibilidade do assassino, ao sa:iar a
mais torpe vinganca.
0 commercianla, qua calcuia defraudar aos
seus credores, ufano me era dizer, nao proceie
como eu, que m dispi do tudo absolutamente,
e suppliquei, a aquelles que em o:casioes criticas
me podiam dar a maior coadjuvacao para pagar
todos os meus compromissos ;ainda que no dia
seguinte eu tivesse r-rao premio por este proce-
diraento a terrivel iudigencia.
A minba familia, senhores di Provincia, nao
abateu a minba fronte, a lornou mais altaneira.
No artigo segujnte occupar-me-hei do respec-
livo processo e julgamenlo.
Recife, 18 de dezembro de 1874.
Francisco Jose de Medeiros.
Ao publico.
(Coniinuacao.)
Relrocedamos :Em sua verdadeira correspon-
dencia diz ainda 0 pagador : que eu lando tido
conhecimento do failacimento de uma pensionista,
em virtude da participacio feita a tbesoararia
pelo vigario da Boi-Vis'.a, que me foi apresentada
para notar na folha, paguei aum supposto procu-
rador os sons vencimenlos: e qae Clara Maria
Vieira da Lacerda e a pensionista resuscitada, que
segFedou-me ao ouvido, dizendo-me qae precisava
da dinheiro. >
A ncgrura desse capitulo, ultimo da correspon-
dent do pagador, e verdadeiro acervo de calura
oia e injuria, p5e bam patente a alma pequenina
que 0 anima.
Que lianca em s: ou em seu3 amigos I.. e que
esearaeo aos triounaes da justi.a I.. Compro-
matier a reputacSo albtia sera temer ser jusli-
cado II..
Diz quo a eommunicacao do vigario da Boa
Vista foi rac apreseatadi para fazer a note da
folha 1...
Cheguei a t'arnambuco no dia 12 de maio da
1873 e tomei po3se do meu lugar nesta thesoura-
na a 13, sendo logo desigaad-o para servir na lur-
ma encarregaia dos trabalhos de mariaha c gaer-
ra, dirigida pelo distinclo e sempre estiraado
Itonteiro
s'jrie de minhas pesquizas quando vi 0 Illro. Sr. I volta d3 4 boras da tirde, am grape naraerasis-
contaJor, com a energia propria do sou caraaler UioM ainJa sa apresenta em freute a minha raa,
rrpresentar onioiainiente contra tats facios, e q landoera larmos a.iipaveis e e>m a raai- r i>rn-
por-se a tc>la dosexames, qua to da entio pole jdaneia, Wiava eu eaa'o infeliz V-clooino ll-iaaldo
ram ser perfeitos. dn Fre.tas Vilella, e oacouselnava a sjaeaa reti-
Naa abandonei, porem a causa I e na pemena rasse, a nao su pozessa a frame do ura uiovnniau
esariplurario Januario Constancio
Andrade.
Ahi permaneci por mais de mez 1 Depots fui
rauJalo, a pezar meu, para a tunna que dirigia 0
eicrinlurario Frederico Lemos, e fui oscupar a
baaca qua 0 escripturario Manoel Leila Pareira
FJastos deixara, por haver dascido a ssrrir na pa-
gadori-i. EncaTregaai-rae entio da diviJa activa
e ceitiddas, e lh| liquei por muito tempo ainda.
Fiualmeute, inn dando do mesa, occapei-ma com
todo 0 expedianta variado da turma.
Nesta mesa e qua 0 pagador diz que foi encon-
trado 0 oflicio do vigario da Boa-Vista I Admilta-
mos poiem que seja verdade I
0 que prova que este olBciO tivesse sido entre-
guc a mini ? Sobre aquella mesa bavia, e exisie
ainda papais da todas as especies I... 10-le ofBcio
veio a thesouraria em 7 de julno de 1873, e nesta
data ainda trabalbava eu na mesa deixada pelo
Sr. Leile Bastos 1...
Alem disso do protocollo da contadorii consta
que 0 oflicio do vigario foi distribuido ao em ore-
gado Leiiios j.ara ser notado I
Vejaraos agora 0 pagamento qae fez sa na pa-
galoria.
Era 13 de julho, dezeseis dias depois de minha
estada ua pagadoria, apresentou se Marcelino llo-
driguas Lima, parsoaagaai forjaia, lalvez, pelo fa-
cundo lalento da algum honrado senhor, e rece-
Leu, por meio de procuraaao em forma, 0 raeio
soldo de CUra Maria V. de Lacerda. 0 emprega-
do Sr. Linn e 5a mi ainJa quem cxirahio 0 bi-
Ihe'.e de quila.-ao, e faz a raspealiva partida ; 0
que, examinado por aiim depois, e achado em
tado parfeilo, nao puz duvida em assignar I
0 publico vd, pois, qua 0 ofDcio do vigario nao
foi a raiai distribuido, e qua 0 pagamento feito ua
pagadoria nao correu direciamenia por minhas
maos !
E diz que en tinha conhaciraeato do falleciraen-
lo, porqae me foi entregue o olHcio de eommuni-
cacao I E diz que foi eu quem pagou ao procura-
dor Marcelino Itodrigues de Lima I
Ve 0 publico que so 0 prurido da mal dizer le-
vou 0 pagador a offender me por tal forma I...
... Por fallar era Marcelino R. de Lima, lem-
bro-ma que este personagam lam ascapado a todas
as pesquizas da justica I pelo que occorre me pe
dir alguns es;laiecimentos ao honrado Sr. paga-
dor 1
Da: ante 0 mez de julho, p.tguai um ou dous
dias a essc tal Marceliao, e julgo que serei acre-
ditado dizendo que nao 0 conheco, e que outre
milhares de pessoas, vistas por mira p"la primeira
vex, bem podia deixar de lixar a alte.ncao sobre
Marcelino.
E d'ra 0 pagador oulro taclo ?
Marcelino era ja um antig-> procurador, e nao
:'oi arranjado em meu tempo !...
A' prima face, meu honrado pagador, pode
se fazer um mao juizo a seu re.-peilo, e eis por
que :
Como e que Marcelino, qut S. S. nao conhece,
sabia que na folha de pagaraeutos bavia esle ou
aquello noma em branco, para arranjar uma pro-
curaeao, e vir re^ber ? Teria elle 0 dom de adi-
vinharf
Cnmo d que Marcelino, qae recebca era paz os
vencimentos de sous lingiios coaititninlas no inaz
de julho, nao voltcu em princioios da agosto, como
era de esperar, uma vez que nada iransptrava
aiuda fora da reparticao 1
Parece qua, a nao ter elle 0 foi avisado por algum Espirito Santo da orelha I...
Sao para fazer pasmar, na verdade, eises mys-
teries I... e quem 0 conaecer um pouco de perlo
nao acred tara, cerlamente, na iMMcfita boa fi de
S. SI...
Como e simplorio e innocente 0 pagador da the-
souraria I...
Necessario faz-se que suspenJamos por algum
tempo a accusacao fuudamenlada que fazeaios a
S. S
Se formos obrigados, voltaremos a este jorual,
e enlao, Sr pagador, nos occuparemos raelber de
sua h uriida pessoa.
E' chegada a occasiao de tratar do minha de-
feza, isto e, de pateotear ao publico minha posi-
ca) nsita que.-tio ; 0 que alias nao sera loago, e
nem dilncil para mim.
Acha-se ja complelameute destruida a torpa ac-
cu3aeao a mim feita pelo dig no pagador ; pois
que, dos pagamentos por elle maocionaJos, nao
fui eu 0 autor, e porque nao sendo ea feiticeiro,
nao pidia adivinhar se esta oa a (uella procuracio
era lalsa, uma vez qae da folha de pagamenlos
nao constava algum fallecimrnto.
Arim de nao tornarme aborrido aos leitores,
referindo-lhe3 uma hislaria chaia da peripecias
repugnantes, farei 0 mais resamidaraeate possivel
minla defeza.
Logo qae deu-se a primeira descoberla, 0 que
immediatamente levei ao conhecimento de meus
chefes, comecaram em mim as suspeitas contra
a honradez de Antonio Pacilico S. do Amaral.
Nao tinha, porem provas, e trite! de adqniri
las : Havia-se dado por um facto ; mas, um so
podia ser classiflcad por engano, como realraente
0 foi. .
' ... .Trabalhava, como ainda hoje, a comroissao
encarregada da organisacao do cartori), das ires
horas da tardo as cmco, 0 nos dommgos e mais
dias sanliilcados. Eutao, pedia eu, na qualidade
de membro da commissao, a meus collegas, me
dispensassera dajuaile trabalbo,a encerrando-me
no caitono, dedicova mea tempo a .exarainar as
folhas dos annos anteriores, e a porcorrer igual-
mente os macos de despezas, etc, alim de poder
de.cobrir factos qne jastiflcassom minhas legiti-
mas desc'ioGan^as.
Uoavoram dias de doroingo era q'te dediqae
muitas horas n^sse estudo I
Ftliimente, meus estorcos prodaziam semore
bons resultados, pois todos os dias descobria mais
e..te oa aquelle roubo.
E d-? ,1a a dia, senhor do fto, mo eotranhava
no intrincado dedalo, construido por Amaral, sob
0 rtinndo oa lleliodi.ro I.
Minha deuicaci" aos iateresses da fazeuda na
so limiiou aos exaraes na reparticao ; estabeleci
agentes, nimro dizor, encarrguei amigos de pro*
cederem a t-yndioancia*. por fata da thesouraria,
e qua aiiidrf (.roduzio 0 elfaito per mim esperado-
e dasejado I
Os primeiro* casos criminates foram por mini
levadosao coubecimentu da do.tirwto Sr. lospaetet,
nor meio de relaiowos. Dpoi<, e quaada os
taetos d falsiHaaeao abnnJaram, deixei de-fazer
relatorios, vneabnente ia expor ao ami diguos
inspector e cuntadur da thesouraria, junundo a
imnba cxposlci') a relacao dos nomes das pessoa*
ao? nao podiam ser pages.
E isto flz por diversas vexes I E so deixei a
posicao de escrivao da pagadoria, oontiauei a
dedicar-mc a :ausa, no quanto me permitt am
minhas fracss fo-ca;. Mas......qae infelici-
dade para mim I....
A pagadoria era um cahos ; nao sei se digo
bam : verdade, porem, e que era uma cousa in
deiiuivol I...
E havia alii am tremendo sorvedouro. ura i t-
sonJavel abysmo, para 0 qual seria arrastado,
por forca imponderavel, todo e quaiquer empre
gado que fosse occupar 0 cargo que exerci !
Como se recusar 0 pagamento a um procurador
que se apresenta zora uma procuracio crnala
com todos os requisites da lei ? I
Poderia acaso suppor qae uma procuracao em
Sue am tabelliao diz....... Conbecido da mim e
as testeraunhas; doa fe : e perante alias disse....
etc._ era ama procuracao falsa?
Como fugir de obeJecer as uoias faitas nas res-
pectivas folhas, pelo empregado meu aatecessor,
de F... ter procuracao para todo exercicio?.-
Com que direito, com qual base, responderia eu
3 um procurador, a quemja meu antai-essor havia
pago il mezes, que Ihe nio pagaria 0 da daci-
rao ? E tendo aim procuracio em forma I E
tando no ta em folha de que era procurador para
um exercicio ?
Eis 0 que liz: Obedeci as nolas do meu aate-
cessor I Preslei fe ao servigo por elle feilo I
Fiz 0 quo davia e 0 qae quaiquer faria I...
Na pagadoria, naquelle treraadal badionJo, a
quaiquer um acontcceria, pelo menos, oquea mim
aconteceu I Puz os pas, e quando reconheci u
terreno traigoeiro e imraonio, pale evitar sua vo-
ragem ; mas trazendo as plantas marcadas palo
coolacto do lodo I
Precisava lunpal-as, e 6 0 que actaalraenta faco
pelas calumnas da imprensa.
Estou mats que muito convencido da qua 0 pu-
blico ja me tera feilo justicja ; nao obslante, e para
robustece'r a boa opiniao d s que me acraJitaram,
assira como para confundir algum descrente, da
claro possuir alguns documentos que sao provas
incontestavais de minha innocencia, e do que mais
era meu abono venho de expendar.
Esses documen!03 que serao sempre um orgu-
Iho em minha vida, pois que me sao dados pelas
pessoas mais competentes para me julgarem, bas-
Uriara para destroir qualqaer accusacao que pos-
sa forjar uma fronte negra como a do pagador Ha-
liodoro do Aquino Foneeca, se eu as pablicasse ,
mas minha modestia ollaode-se com as boodo^as
expressoas que nellcs me dispensam os meus che-
fes : alem da que, ja voa demasiadamente lougo
Entretanto, eu os ponho a disposicao de quem os
queira ver.
0 publico qne rac ju'gue.
Pique carlo, Sr. pagador, qua nesta jues'.ao se-
rai a sombra que seguira seu corpo.
Recife, era 17 de dezembro de 1871.
Francisco Sabinc Cunha de Sampaio Junior.
Instittito particular.
Tiveram lugsr no dia 21 da corrente os
exames da aula primaria deste Inslituto, di-
rigido pelo Sr. Herroini R-idrigues de Si-
queira, sob a presiJencia do 111(0. Sr. Dr.
delegaio litterario Olynpio Marqaes da Sil-
va, com assisUJiicia do Illm. Sr. Dr. Jose
Soares de Azeveilo, achanlo-so preseatet
alguns Srs. professores, os pais dos alu:n-
nos e mais pessoas gradas, e foram appro-
vados com distincgao 05 alumnos Carlos da
Costa Ftrreir Porto Carreiro e Joao Bap-
tists de MaJeiros Junior.
Terminaram-se na mesma occasiao os tra-
balhos kclivos, recitando o alumno Joao
Baplista um paqueno discurso com o do-
sembarai;o pouco commum as criangas de
sale annos, e os alumno; Carlos da Costa e
Arabrosio Antonio de Barros, que recitaratn
cada um uma poesia.
Foram distribuidos premios aos alumnos
0 cdlarecilo aos raosmos e as pessoas pre-
sentes um variado lunch.
0 desenvolvimento dos alumnos n mn-
terias cm qua foram exv.uinaios, e 0 aceio
e boa ordem dasse lastituto, sio provas do
zelo e applicai;ao do sou director e que mui-
to satisfizerim alilos que alii S3 asba
ram.
da quell 1 ordem.
Foi nessa occasiao, em qua alias me parecia,
qua niaui conseUios erain accitos, qae ma In des-
fechaio am tiro, da que escipei, porque p'ssoa de
in nba casa, que presiulio 0 movimeato do sica-
rio, puciun I j ma de am braco, fai-me desviar 0
corpo, e a baila cravou-se na porla. j
h", pois, fal.-issimo que o primeiro Ma tivesse
partido da raiaha casa, corao diz 0 Sr. Peixolo .
parlio dos sediciosos, e foi essc o signal da reohi-
da luta, em cujo coraeco foi logo feriiM o dalegado,
que se approxunava,e mono am dos soldalos qae
vinnam em soceorro delle.
Assira aggredido, bem se ve, nada era mais na-
tural do qae fechar a minha port;, e defender-
rae, como faria quaiquer outro nas mesmas at-
cumslancias, maxime quando havia ira rt-cebido
ura aviso c mliieucial da que se me qneria assas-
sinar.
E tanto a exigencia;da entrega do wtcf ro e kilos
era ura pretext >, qae tendo eu fachaJo 0 nru e--
tab-.-lacimento, desde 0 primeiro niovnii nt j na >ira,
e consorvando me oa casa da minba resiJencia,
foi ahi que fui sempre jrocurdo.
Lament) profandaraente ludoquaiiloo'Ctrrea :
naome pa=i, poten, a cousciencia d ur sido 0
proTocaJor, nan da ter co nmeUido 11 nhuraa ..0
prudencia.
Sou 11 >rador em Giranhuns, onde tenh) minha
familia a nj meus peqaen >s i:r -. ---; :.
a ir.enos <;ue ea nio ne;a iaseasauiKitie peiv!r*c
aio poderia ter o satauic0 itit-ct) de pro^
uraa populacio n> seio da qual tnho viviJi, e j\
qaal nao tenho in tivo para pro*ocir um a
tecimeoto de tal orJ-.-m, chiraanio s^tre wiru
mitades e com: reiiimentos, de qae aecessariamai-
te nio resullanam graves inco:i.nioJ *.
Com qaanto ui) fossa amigo pariiculir do ii:, -
do Vicloriiio, maniiaba c i:n wlio, lodavia, essas re-
lacSej de urbauida.e, cort.zia c bom ir-uo qoe %*.
dispensam os homens bem elnc.J ; e alem ditte
n nri sempre n-laroes cstraita< com s u inn
lenente (e nao padre) Euiaiio Sngeaie Freius
Vilella.
E outros, qae nao Je mim. deve.n qa -ixar t+
os parentes daquella infeliz. Nio fui m de ctrr-
to quem 0 cintigou ; nao fui ea quem 0 txcitoa 0
ammo da pooulacao, alia' credula, ig< a:a,c ;n em-
bustea e aleives, fazeodo-a crrr u ex^-t-acia d>
impost is abs irdos; nio fui qaem u ler 11. MM 1-
artigos da Provincia, assim como um pip-;j\
avalso qua c i.o ella fora i stribui I >. on | m
concitava o povo am aia punlul e agua raz e exforcialo Mbftta not
lampioas; nijfii eu, linalnanl >, qa-:i p.--,nr ;i a
aasa exptosiva, cujos eiTaitissao essa saagae
d.-rramado, que deva cauir sobra a caliej d p->v
versos e hypucril is.
Soffri incjmnoJ-14, iaqaiatacoa*, preji z s, p i-
que as minhas barrasas, cam i as dot J mais da
faira, foram escingaibad^s e as f.zeulu c artig*
roubados.
Eatretanto l.oavd dias oa-ii1.";n<'. 1 f
um irmao e an caahalo 4a Sr P.sii AjMe r
frerara prcjaizoi, saas born: 13 fora n raa .-
des I
E'vardadaqn 0 Sr. I'alro Pixoto, oir
hem merecia do ;dvo; por | is fz.-lfta cu
so ser'ic-o de ser-lha 0 qua dizia as lalbis am.
gas do mesmo povo, e de inform* lo d k> novof
impost)s qae tinaam das-r obriJ)i d; jao;ir
por diante, tans corao 0 impost) da cabec* dc mil-
Iher que ?e peMeasse, e am estav* 0 laeblai Sr
Ant 1:1:0 Bapdste Peix-i'.o qae se iacaiea 1
con aqaeitear prazeMaireaaauM ji'"' ,,;
aheca, para coulir.nar a verJaie di Irateroal in-
formacao.
Fui one u-ai Jirei qua s; o Sr. I'eiXjt) q ;:-r
disculir os acaateim nt bem a limpo a res;uusabililaia e ladiOM qoe
dellas dtvan resaltar a quem qa;r qne ),
acompenharei.
Re;ire, xl de dezeml.ro de 1871.
Pedro do llegi Chares.
Illm. Sr. Dr. Autcro de MeJeiros Furtado.
Q abaixo asstgnado preeisa, que V. S.
como advogada que foi contra elle em sui
fallencia, lha atleste : qu.ies os sacrilicios
que fez e pessoas de sua familia para saber
os compromissos desua casa, qu3l 0 concei-
to que d'elle faziam todos os seus ere lor s
daquella epocbe, e bem assim 0 de V. S.,
que esta" a par detidosestes acontecimentos,
linalmente se sua probidale so.Treu a* me-
nor contesta5ao, quer durante a fillencii,
quer depois do respectivo julgamento.
Onbaixo assignado, querendo s.6 e s6men-
tc a verdale, confia que V. S. nao se fur-
tard a cxpendo la, ainda quo Ihe vd ferir.
llec.fa, 19 de dezembro de 187 i. Fran-
cisco Jos6 de Medeiros.
Em tributo & verdsle at'.esto que diver-
sos da fa nilia do Dr. Medeiros, e especial-
inenle a sua mai, fizeram sacrilicios para
pagar os compromissos de Duarle e Medei-
ros, e do rae*mo Dr. Medeiros; cuja inde-
vidualid.de foi substituida no commercio
pela firma Daarte & Medeiros. -Como advo-
gado do curador fiscal liz 0 exame em tola
a cscripturac,So, e apezar de muitos erros,
euganos, e victos na cscripti, tenho plena
convic^ao de que elles foram davidos ao
relaxamonto, incuria e ignoraucia de quem
a fez, e nao-4 improbidade do Dr. Medeiros,
que reputo moco honrado ; 0 qual, pela
mexperiencia, foi compromettiJo 0 sacrifi
cado completamenie nos seus negocios com-
merciaes, dos quaes sd tirou prejuixos e
compromettimentos, sam a monor tnienc&o
de def aular os seus credores : convic^io
esta, que sempre nutri, e sempre manifes-
tei a todos, que a respeito me fallavam, no
proprio tempo, em que contra elle promo-
via a fallencia. Recife, 19 d3 dezembro
de 1874. Antero Manoel da Medeiroe
Furtado,
.lecutccimcutos de Garanhans.
Ao chegar a esta cidade, deparo na Provincia
de it do corrente, com uma carta do Sr. Antonio
Baplista de Mello Peixoto, que procura lancer so
brc mim 0 odioso e a responsabilidade das tristes
soenas de que foi thealro a villa de Garanhuns
no dia 19, porque, ao invez dos ouiros commer-
ciantes, recusei entregar 0 metro e kilos, fazendo
fogo sobre uraa maltidao ioerme, que os exigia di-
ante de minha loja. A' minha'iraprudeoeta, no di-
zer do Sr. Peixolo, se devem as desgracaa quo to-
dos lamentamos.
Nao devo Bear silencioso ante 0 aleive do Sr.
Peixoto, que che^a ate a sinrmar qua os tarbu
lentos haviam promattido nio atacar as collecto-
nas, quanio verdade e que na occasiio em <\a*
pela terceira e ultima vez se dirigiram ellcs a
minha casa, ja haviam forcado a porta dicalleclo-
na provincial e quebrado a mesa em que traba
lliava 0 collector, nao encontraado abi os hvros
porque aquelle os tinha retirado.
Quando por trei vezes foram exigir de mim os
petos e-msdi Jas, respoadi que ueohum tinba em
casa, quo pane ca .tinha dot nntella reeetblfio a
casa da cainara, ea outra partt estiva, conn da
costume, nas barraeas, onde ja estavam inntwados
por elles.
. De facto a parte que estavanas barra.ias da fai-
ra fcra inutilisida, na oacasiab" em qae seitsvaa-
tou u tuaxilto, qua, seja dito- de p.-ssagem, nio foi
unteamente para qnebra de kilos, seaao parasaque
nasasasmasaaeraoas, qua f< ram estragadas, qua
bradesosabancos efortadossgenero emgeatido
quaulidade, 0 ate 0 draheiro qua ooierara tirar,
Em nenhuma dessas vezes pr ftri nraa paUvra
Fiquar, offaosivaa nenhura dos aggressores. It:u-
ravam-se elles, parecendo attendee ao que ea Ihes
dizii ; mas pouco depois vollavam, aid qne por
."V. 39*. loo pup* MBO.licIaa!
man k Kemp.(juaalo .js d.jencas
dos pulm6;s ou da garganta sa chegam a
desonvolvcr em forma dc plitysiia, a cren^a
gcral e, que ji nao ha csperan^a pira o mi-
sero doente. Istoeumerro perig-Mo. Mi
Ibares de pnssoas que se achava n nesse c-
so, curaram-se com 0 olao puro me!i inal
de figalo do bacalhao, de I.mm in A Wiiap.
Pure n ha casos em que o ole > o lig.i-Jo dc
bacalhdo, nao produz ben nonhum. K ss-
jeis porque ? I" porque 0 artigo en uma
prepargao cspuria, adulterada com az ile
Je balci3, toucinho c outros ingredient
na) menos daptecMfW, destittiios de to-
da a virtude meliciml. Por v-mtura, ten-
das alguma vez ouvido dizer que o 0! > .
ligado de biCalhdo dc la.iman A k *mp,
fora administra lo sam produzir os mais fe-
iizes effaitos, nos cisos do phty->ica, bronch -
tes, asthma, aff o;So do ligaioou escrofu
las 1 Nuuca I Con tudo aiala nao s; ha
notado um so caso em qne tsnhi f'laado.
Em todas as paitrt dj mundo,po*qe
conserva-se perfaitimento em tad >s maseste grande remelio, tma triumph*-
do uma e outra vez, 011 le tolas os nuis
foram inutais. A sua superior frescura c
pureza sio proverbites, cm todo* os hos-
pitaes dos Madot Unilas. CuiJa
as imitar;oes 1!
i.iilalo com
GOMMERCll.
JUNTA DOS 'ORKETORKS
Praea do Hecife, 4 de dez<
br de 1894.
AS 3 IIORAS DA TAfiDE.
citacoks ornaata
Assucar bruto es:olhido l#6i)0 por 15 kuV
Assocar do ttio Grande do Norte 14880 por la
kilos posto a bordo a frete de iS\ e S 9fi
por looelada, honiem.
Vlgodao- da I'arair.ba 1- sorte 7^000 por IS
kilos posto a bordo a frete de 3ri e
5 0|0, hontem.
Carabio sobre Lon Ires a M) d|v. 16 3\i i. por
t000, hontem e hoje.
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 5|8 e 26 l|2 d. por
1*000.
Dito sobre dito a 90 d|v. M 3|9 d. por I#000.
do banco, hontem e hoje.
lambio sobre Paris a 90 d|v. 36s e 363 re. r
franco, honiem.
Carabio sobre Lisboa a 90 d|v. i( 0|0 de pre-
mio, do banco.
Dito sobre dito a 3 d|v. 108 OjO de premio, ea
banco,
^mbio sobre o Ro de Janeiro a IS 4|V. 1 OjO
de deseonto, hontem.
iito sobre dito a30d|v. l lii 0|0 de descoatv
bontem.
Dito sobre dit) a 8 d|v. ao par.
Deseontoda letras 9 e 1J 0|0 ao anno. honi*a.
tt. oa neaaeawi'.
Presidents.
A P. de Lemos,
SKratanc.
aLFA.NDK'!A
taa lieu do dia ..... iMMi7
rmmtm
Desorregani ho]-. 2.5 de deaembrti de 187V
Vapor ioglea Bogne (eiiperaao) mereaearaa.
hagagens e anwetraa part aliaadega e
irapicbe r-oceicao.
Barca mgieza dementia merciderias
alfandega, carvao, coke e aacbat
para 0 tiapicha I'mcetcio, para deapa-
char.
PataehJ portugaez &uf* Mtrin de
. vnebM geoeros para 0 trapirhe <
para dospacbar.
Barca nacioo.il Agni-t vacioa |oero> aan
trspicoa (^oecai.io. paraa
1'ataeho ingloa Sikm Aiwtrd 1
para alfandega efi
para o caet do Ap
Palacho inglei Lucy kerosene ja 4>
para o ca*s do Apollo e
piche Vieira.





Diarjo de Pemambtioo Sexta feira 25 de Dezembro de 1874.
3*T
Lugar aracricano Maud Barbmr kerozene
para o trapiche Conceisao, para despa-
char, e deposito no trapiche vieira.
Brigue portugu"z Ligeiro III lageamento para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Brigue allemao Bertha farinha ja despaeha-
da para o caes do Apollo.
Barca iagleza Volonta di Dio dormentes ja
despachado para o cae3 do Apollo.
Brigue portugu.:z Soberano vinho e vraagre
para deposito no trapiche Rarbosa.
Barca ingleza Amoy carvao e tijoioa ja des-
pacbado3 para o caes do Apollo.
DS3PAGHOS DE EXPORTACAO NO DIA 23 DB
DEZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No navio hespanhol Marcelina, para o Rio
da Prata, carregou : A Loyo 400 b^rricas co.ii
46,713 kilos de assacar brauco.
No vapor inglez Ariel, para Liverpool, car-
regou : Simpson & C. 1,320 saecas com 97,300
kilos de algolao.
Na barca ingleza Luso, para o Canal, carre-
gou : Simpson & C. 1,000 saccos eom 73,000
kilos de assucar mascavado.
No navio inglez Ilva, para o Canal, carregou :
F. Cascao k Filho 1,000 saccos com 73,000 kilos
de assucar mascavado.
No brigue inglez Dora, para o Canal, carre-
gou : L. J. Silva Guimaraes 5,000 saccos com
373,000 kilos de sssucar mascavado.
No navio allemio Quciff, para o Canal, car-
regou : A. Loyo, 1,700 saccos com 127,500 kilos
de assucar mascavado.
Na barca portugueza Imperial, para o Porto,
carregou : J. M. da Cruz 151 saeeas com 11,180
kilos de algodao.
Na barca portugueza Social, para o Porto,
carregou : A. J. Ferreira 2 volumes com 210 kilos
de crraa.
Na barca portugueza Victoria, para o Porto,
carregou : A. E. da Silva Caraoes 1 barrica com
20 ki'os de cafe, 4 ditas com 146 dilos da assucar
branco ; A. Loyo 639 couros salgados com 7,908
kilos.
Para os porlos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
cional Bello Destino, carregou : Oliveira Filhos &
C. 390 barricas com 38,283 kilos de assucar
branco.
Para o Rio Grande do Sul, no navio nacienal
Rosita, carregou : J. R. Ferreira 100 barricas com
11,211 kilos de assucar branco ; Baltar Sobrinho
600 saccos com 45,000 ditos de dito ; P. Vianna &
C. 300 ditos com 22,500 ditos de dito e 200 ditos
com 15,000 ditos de dito mascavado.
CAPATAZIA DA ALFANDBGA
Readimento d* 4b 1 a 23. 11:453*890
Ilia do dU 2i ..... 148J990
11:604*790
VOLUMES 3ABIHOS
No dia t a 23......
So di. 24. .
Pnmeiraporta.....
Seg tada porta .
Terceira porta.....
Tivpicbe Ccnc'i- .
42,746
81
81
30
237
43,175
SERVICO MARiTIMO
tivarcagai dosiarregadaa no trapich6 da
a'.faudega.
So dia 1 a 23..... 87
No dia 24....... 1
to tr".;:lcte Ccucsicso ... 2
. 90
JBCBBBDOR1A DS RRNDAS 1NTERNAS GE-
RAE3 DE PERNAMBUCO
UndimentO do dia 1 a 23 o 1:627.'606
c'.m do dia 24 652*118
52:289*724
CONSULADO PROVINCIAL,
.va.'.'mento do dia i a 23 135:176*488
d*a do dia 54..... 4:580*235
139:736*721
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
l-tendimento de 1 a 22 3:138*206
idem do dia 23 *
Bacalhao, etc.
rteaiimento de 1 a 22 4:157*762
idem do dia 23 146*260
Ganr-ros de estiva.
Hendimento de 1 a 22 5:727 i 616
Idem do dia 23 202*984
Farinha de tngo, etc
Rendimento de 1 a 22 3:847*608
'lem do dia 23 *
Fumo, etc.
Headimento de 1 a 22 1:682*!161
i ;..-m do dia 23 293*344,
Vinagre, etc.
Haodimeato de 1 a 22 1:941*231
Mem do dia 23 *
3-138*206
4:304*022
5:930*600
3:847*608
1:076^305
1:941*231
21:137*972
Anadia
Agui 'a
Avelro
Ceja
Bhaves
Ivas
Emarante
Auimarles
Gvilha"
'.'.oelgaco
MPort'alegre
Arco3 de val de vez
Celorico de Bastos
Caminba
Mangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
Banco Commercial tie Braga.
Jorge Tasso.
37Rua do Amorim37
Saca qualquer qnanlia a prazo ou a vista so-
bre este Banco ou -uas respect ivas agendas nas
eguinles cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
eeutes e Hespanha, a saber:
Portugal
Agueda. Melgaco.
Amarante. Malbada.
Anadia. Mir.mdella.
Arcos. Monte mur o velho.
Aveiro. Mongao.
Arco de Baulhe em Ca- Oliveira de Aremejs.
beceiras de Bastos. Ovar.
Barca. Penafiel.
Barcellos. Port'Alegre.
Beja. Pinhel.
Caminha. Ponte de Lima.
Cbaves. Portimao.
Castello Branco. Porto.
Coimbra. Povoa do Varzim.
Castro Daire. Povoa de Lanhoso
Coura. R^eoa.
Covilha. Silves.
Esposende. Santo Thyrso.
E|ra3 Tavira.
Estremoz. . Torres Novas.
Fafe. Tbomar.
Famalicao. Valenca.
Faro. Vianna.
Figueira. Villa do Conde.
Gouveia. Villa Pouca de Aguiar. Villa Real de S. Antonio.
Guarda.
Guimaraes. Villa da Feira.
Lagos. Villa Nova de Cerveira.
Loule\ Vinhaes.
Lamego. Vizeu.
Lisboa. Villa Real.
Movimento da Beira.
I1UUM.
Fayal. Funchal.
Hespanha.
Badajoz. Madrid.
Barcellona. Orense.
Cadiz. Padron.
Caceres. Pontivedra.
Campinas. Puenteareas.
Coruna. Santiago.
Ferrol. Vigo.
Augusto F. d'Olivcira k C.
A casa commercial e bancaria do Augnsto
j d'Oliveira & C,, A"rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execuc,ao de ordens
para embarque de prodoctos o de todos o-
mais negocios de commissao, quercomrner
ciaes, quer bancarios.
Decenta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca a vista e a
razo, a vontade do tomador, sobre as se-
uintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londrcs. Sobre o union bank oi
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUAKD ANDRE & C. 6 A. BLkCQUE,
VIGNAL & C.
IlaMihui'go. Sobre os Srs. JOAo
SCHU BACK & FILHOS.
Liisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOS^ DE
\BREU.
Porto. Sobre o banco uniao do p
0 Sr. JOAQCIM PINTO DA FONSECA.
Pard. Sobre o banco commercia-
00 parA, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
HaranhSo. Sobre]o Sr. jose fer
ilEIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre 6s Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
industrial e mercantil, banco nacional e
BANQUE BRASILIENNE FRANQAISE.
JLIIlOS
llriliai o e conlra-fogo
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO R. 34.
conlra-fogo
C9E LIVERPOOL & LONDOR & GLOI
INSURANCE COMPANY
Agonies
SAUNDERS BROTHERS & C.
tiCorpo Santo11
MftV
Thesouro provincial de Pernambuco, 2i
de dezembrode 1874.
0 escrivao,
J. C. M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Be'trao & Filho saccam
por todos os vapores sobre :
Evora Monsao
Fate Ovar
Faro Porto
Guarda Tavira
Leiria Regoa
Lisboa Vizeo
Barcellos Figuei
Coimbra Lamega
Mirandeila Estarr
PenaGel Valen
Villa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espozende
Oliveira Ce Azemeis
Povoa de Varzim
Vianna de Castello
Villa nova Je Portiraa Villa nova de Famalieao
Villa do Conde;
Mas ilhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
C0MPANHIA~ALUA8CA
3<3s:iiros maritimos e terres
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma segnro de mercadorias e dinheiro
. .co maritimo era navio de vela e vaporei
jjara dentro e f6ra do imperio, assim com(
contra fogo sobre predios, generos q fa
rondas.
Agente : Joaquim Jos4 Goncalves Beltrio
aa do Commercio n. 6, 1 andar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA E0 FOOO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
aasta piaca, toma seguros maritimos H>bi*
aarios e aeiu carregamentos e contra fogc
4m edifioios, mercadorias e mobilias: n
rat dp Vigario n. 4, ptriaeaW
Navios entrados no dia 24.
Montevideo-39 dias, brigue brasileiro Djus Ir-
maos, de 220 toneladas, capitao Manoel Morei-
ra da Silva, equipagem 10, carga 182,0i0 ki-
los de carnts; a Amorim Irmaos & C.
Navios sahido's no mesmo dia.
Perto AlegreHiate brasileiro Deus le Guarde,
capitao Manoel de Carvalho Pessoa, carga as-
sucar.
Ceara-Brigue allemao Collmar, capitao H. I.
Welshnsen, em lastro.
Liverpool^ Vapor inglez Ariel, commandante
Brown/carga assucar e algodao.
;oitaes.
21 do regularaento n. 4,835 do 1 dezembro de
1871, devem vir realisar o pagamento da mnlta-
]ue lb.es foi imposta, no prazo de 30 dias, conta-
ios da publicai;io dests nos jornaes desta cidade,
ob pena de so proceder a cobranca exeeutiva.
Recebedoria de Pernambuco, 17 de dezembro
de 1874.
Manoel Carneira de Souza Lacerda.
Relacao aque se rebre o edital supra.
Francisco Xavier Carneiro da Cunba MiiraoJa,
raorador no Caxaaga, multado em
D. Maria Carolina de Araujo Foaceca,
moradora em Afogados, multada em
Jose Gomes de Lyra, morador em Ja-
boatao, multado em
Manoel Izidro da Rocha Falcao, mora-
dor em Jaboatao, multado em
Jose Ignacio de Souza Albuquerque,
morador em Jaboatao, multado em
0 mesmo, multado em
Anna Januaria do Mello Miranda, iguo-
rase a residencia, multada em
Joao Francisco Correia de Araujo, mo-
rador na (rsguezia da Varzea, mul-
tado em
100#000
10*000
100.000
10*000
103*000
100:003
100.000
10*00)
TalR'lla d. 1.
Perante a camara municipal desta cidad e
estarao novam^nte em praga nes dias 26, 28, 29 e
30 do coronte, para serera arrematados por quem
maior prepo oflerecer, os alugueis das casas ns.
12,14,16, 18 e 20 d prasa da Independencia.
Os pretendentes ataes arreraatagoes, habiliiem-
se na forma da lei.
Paco da camara muaioipal do Recife, 24
de dezembro de 1874.
M. J. do Hugo e Albuquerqne,
Presidents.
F. Augusto da Costa,
_________S'cretario.___________
Perante a camara municipal desta cidado
estarao em praga nos dias 18, 19, 21, 22 e 23dr
corrente para serem arrematados por quem maioe
prego oflerecer, os alugueres dos talhos e oasi-
nhas existentes na"ribeira da freguezia da Boa-
Vista: os pretendentes a taes arrematagSes, ha-
bilitem-se na forma, da lei.
Pago da camara municipal do_Recite, 17 de de-
zembro de 1874.
Manosl Joaquim do Rego e Albuquerque,
Presilente.
Francisco Augnsto da Costa,
Secretario.
MCLABMOES.
Sociedade propagadora de ins-
truccilo publica.
(Parochia do Poco da Panella.)
Para domingo, 27 do corrente, as 6 boras da
tarde, na casa da povoagSo do Monteiro, em que
funcciona a respectiva escola, sao pela segunda
vez convidados todos os socios, aQm de nrocade-
rem a eleicao dos membros do conselhp director
que tern de dirigir os negocios da sociedade no an-
no proximo viodouro.
Poco da Panella, It de dezembro da 1874.
o secretario,
Aojiusto Carlos Vaz de Olvei:
0 aduitii&tcador da recebaloria e r
internu geraes, pelo presente ediul a visa as
toss constantes te relacio abaixo tea
umas per morarem mra da cidade a outras
se ignorar a residencia qua. tendo sido multadas
ea virtd dot art*. U fa fctnmfc d*rt.
Copia. Para o fornecimento do sustento
dos presos pobres recolbidos & casa de de-
tengao.
Almogo para todos os dias da semana, para uma
pessoa.
143 grammas de pao.
28 ditas de cafe* em caroco.
50 ditas de assucar mascavado, reQnado.
Lenha, a necessaria.
Ceia para todos os dias da semana, para uma pes-
soa.
86 grammas de pao ou li. lachas.
28 ditas de eafe em earogo.
50 ditas de assucar mascavado, reQnado.
Lenba, a necessaria.
Jantar para os domingos, tergas e quintas-feiras,
para uma pessoa.
459 grammas de carne verae.
14 ditas de toucinho (o necessario para tempero).
5 decililros de farinha de mandioca.
Lenha e sal, o necessario.
Jantar para os dias segundas e quartas-feiras, pa
ra uma pessoa.
229 grammas de carne secca.
14 ditas de toucinho
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
Lenba, a necessaria.
Jantar para os dias sextas e sabbados, para uma
pessoa.
229 grammas de bacalhao.
2 decilitros de feijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
7 milililros de azeite done.
3 centililros de vinagre.
Lenha, a necessaria.
Alem dos generos contidos na tabella preceden-
te, sera fornecido, independente de indemnisacao,
o barbante necessario para formnlar as racdes de
carne e bacalhao, moinho e torrador para lorrar e
moer o cafe".
Tabella ji. 2.
Para o fornecimento das dietas aos presos
doentes.
Dteta 11.1.
Compoe se unicamente de urn quarto de galli-
nha para tres caldos no dia, lenha, a necessaria.
Idem n. 9.
Aim.go.Ill grammas de pao.
1 sdpa em caldo de gallinha.
Jantar. 1 quarto de gallinha cozida.
57 grammas de arroz para canja.
Lenba, sal e vinagre, o necessario.
Idem n. 3.
Almogo.-0 mesmo aa dieta n. 2.
Jantar. Meio quarto de gallinha cozinha.
Urn quaito de gallinha assada.
Hi grammas de pao.
Lenha e sal, o necessario.
Idem ii. 4.
Almogo.3 l|2 grammas de caa da India.
114 grammas de pio.
50 grammas da assucar reQnado, 2."
sorte.
Jantar. 4S9 grammas de carne verde, cozida.
5 decilitros de farinha de mandioca.
Lenha e sal, o necessario.
Idem n. S.
Almogo0 mesmo da dieta n.4.
Jantar. 459 grammas de carne verde, assada.
Hi ditas de arroz.
Hi ditas de pao.
Lenha e sal, o necessario.
Sob as bases acima, obrigo-me a fornecer, tanto
as diversas qualidades de racoes, como dietas na
razio do 400 rs., umas pelas outras, sendo os ge-
neros necessarios para ellas entregues na casa de
detengSo, cuja conducgao correra a minha custa.
Tinha estampilha de 20 rs. Pernambuco, 8 de
outubro do 1S74. Jose Elias de Oliveira. Con-
forme.0 ofJQcial-maior, Luiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessoa.
Conforme,
Miguel Affonso Ferreira.
" SANTA. CASA DA MISER1CORU1A DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
iliserieordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sossoes, no dia 17 de dezembro, ye-
as 3 horas da tarde, tern de ser arrematada-*;
luem mais vantagens oflerecer, pelo tempo de uie
x tres annos, as rondas dos predios em seguid?
laeiarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
vidal de Negreiros.
Gas&terrean.9i.......3013006
Idemn. 112......- 327^000
Rua larga do Rosario.
!. and are loja n 2i A fechada .
i: andar n. 24 A idem ...
Rua de Antonio Henriques.
'.asa terrea n. 26 (fechada). .
Largo da Campina.
Idem nil (fechada)......
Rua do Coronel Suassuna
! andar do s brado n, 94 .... 400*000
Rua do Visconde de Albuquerque.
Casa terrea n. 101. j ... 241 $000
Idem n. 91..... 68lj000
Becco do Abreu.
Sobrado de 4 andares n. 2. 481,000
Rua dos Pescadores
Casaterrean.il..... 243*000
Rua de S. Beoto (Olinda)
Sobrado n. 17....... 408*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua do Commercio
Sobrado n. 30.......800*000
1 Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. 400*000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*0 Rua da Lapa.
:asaterwan. 11. ...... 202*000
Rua do Amorim.
>obr*dodB andares n. 23 6026000
"asa terrea n. 34......122*00*
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
! andar do sobrado 27 (fechada) 243*000
1* andar do mesmo (fecnada) 2404000
Loja do mesmo rechada.....300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechado). 1:400*000
Rua da Senzalla velha
Idem n. 16........209*001
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25.....209*001
Idem n. 29......201*000
Rua do Bom Jesus
Sobrado .n. 41 .... 600*00t
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 103......207*000
Idem n. 108........208*100
Idem n. 98........ 141*000
Parnameirim.
Siio n. 1 ... o 590*000
Os pretendentes deverao apresontar no act j da
arremat as suas flangas, ou comparecerem
acompaLhaiiojdos respeettvos fiadores, devendo
pagar alem d renda, o premio da quantia em
que for se^uro o predio que contiver estabelec!-
mento commercial, assim como o servigo da lim
pexa a prego dos apparelhose e nnuldades.
Secretana da Santa Casa da Misehcordia do R
wfe, 10 de dezembro de 1874.
Oatcrivio,
______________Pedro Rodriguts de Souza,
O&nsuld) provincial.
Pelo cooaalado provincial, faz-se pablko aos,
respectivos cootribointes, que do 1.* de dezembro
vindouro por diaote comeca a correr o prazo dos
30 dias uteis, mareados no art 34 do reg. de
17 de junoo de 1873, paca aeflfaranr* do primei-
ro semestre de declma nrbana e de 5 Ojp sobre
bens de mio morta, no corrente exercicio de
1874 a 1875, incorre ndo na mulla de 6 Om
aquelles dos contribu ntes que aao salisGzerem
nesse orazo os seus debitos.
Consulado provincial, J7 do notWbro dc 1874
0 admioistrador,
Antonio Carneiro Macbado Rios.
Thomaz do Aquino Fonccca & C.
Snccessores
saccam por todos os vapores, sobre as seguinlei
oragas :
Lisboa. Regoa.
Porto. Chaves.
Braga Villa-Flor.
Vianna. Mirandeila.
Vised. Alij6.
Guarda. I'avaios.
Coimbra. Iiraganga.
Guimaraes Lamego.
Rio do Janeiro.
Na ma do Vigari o h. 19.
Massa fallida de Pereira de
Mello & C.
Os credores podem rece-
ber oterceiro dividendo de
set 9 por cento; apresentando
os titalos para ser anno! V
Companhia Fidelida 'e
Seguros maritimos e tcrrestres
A agencia desta compashia toma segnros mari-
timos e Urrestres, a pcemios rasoaveis, dando nos
ultimos osolo livre, e o aejinjo anno gratuit) co
segurado.
Feliciano Jose Domes,
_ __________ Agente.
CoiifereHcias pnblicas
De conformldade com o resotvido em sessao de
13, a segunda conferencia sob os auspicios da
magonaria desta provincia, tera lugar nas salas
do thealro de Santo Antonio, as 11 horas do dia
27 do correnle, (dezeabro).
E' orador o Illra. Sr. Dr. Malaqulas Antonio
Gnngalves, que dissertara acerca DAS RELA-
GOES DA 1GREJA COM 0 ESTADO.
As pessoas que pretendem Inscrever-se, derem
dirigir se ao abaixo assignado prevenindo-o do
objecto de seu diseurso, aQm de ijue a commissao
respettiva observe a disposigao Ml das bases ul
timamente sancci.nadas.
Recife, 23 de dezembro de 1874.
Joio Martins de Andrade,
Secretario da loja Ganganeili
Via fei'rca do Becife a Olinda
e Beberibe.
Na nouie daTTeW do Natal, 24 para 25, a!e"m
do ultimo teem dis9 1 j2 horas, continuara a ba
ver parti-la's de trens tudas as meias horas, ate o
dia seguinte as 10 1)2 da noite ; assim como have-
ra urn ontro trem de bagagens e carga as 3 1|2
horas da tarde, alem do de meio dia de 2i do cor-
rente.
Laurentino Jose" de r and,
Gerente.
Estrada de ferro do Recife a
Cnxungii.
Nos dias 2i e 25 do corrente alem dos trens da
tabella, bavWi rnals os seguiutes :
No dia 2i a noite, do Recife 11 h. e de Caxanga
10.35.
No dia 25 de manha, 2 e 3 h. ede Caxanga 1.35
e 2.35.
Aj noite, do Recife, 12 b. e de Caxanga 11.35,
Do Recife ate o Monteiro, 5 h. di manha, que
volta as 6 h. pelo Arraial.
Os bilheles da assignatura nao tern valor uestes
trens pxtraordinarios.
Eseriptjrio da companhia, 22 de dezembro de
1871.
Gerente,
________________R.:C. Ballerbce._________
Imperial sociedade dos artis-
tas rnechanicos e liberaes.
Tendo-se novamente marcado o dia 3 do Janei-
ro proximo futuro parr1 proceder se a eleicao dos
membros da directoria, convido a todes os socios
que esiao atrazados em suas mensalidades, a se
porem em dia, e a comparecerem com os demais
no dia designaJo, pelas 10 horas da manha, atim
de se effeciuar a eleigao. Recife, 21 de dezembro
de 1874.
0 secret-rlo,
P. P. dos Santos.
310*000
251*000
99*000
i20*oo('
SI. '. dos Uoiiorarf os do Exer
cito.
Sessao de istallagao domingo 27 do corren-
te pelts 11 lioras da rcanha, a rua do
Imperadorn. 83, 3." andar.
Tendo o.M. P dos Honorarios do Txercito
de celebrar sua sessao de installable no do-
mingo 27 do corrente, pelo prescnto con-
vida a todos os officiaes do exercito, arma-
da, da guarda nacional e honorarios que
residem nes'a cidade, a comparecerem as
salas de suas sessoos na rua do Imperador
n. 83, 3. andar, para 8ssisti:em a sua ses-
sao de inslallacAo as 11 horas do dia ; as-
sim come os convida para d noite visita
rem as rcferiJas salas, que estarao ricamen-
te ornadas e illuminadas, e onde se acha-
rao difftrentes bindas de rausica desta ci-
dade.
0 M. P. dos Uonorarios, pelo presente
tambetn convida as distinctas Ixmas. Sras.
pemambucanas, para que a noite se dig-
nem visitar as referidas salas, que mais
brilhanUs se tornarao com suas honrosas e
deslua brantes presengas.
0 M. P. dos Honorarios do Exercito,
n3o obstantejd terdirigido especiaes con-
vites as differentes sociedades desta cidade,
de novo as convida a comparecerem A sua
sessao de installagao ; confessando se desde
ja agradecida as provas de delicadeza e ur-
banidade de snas irmas.
Recife, 22 de dezembro de 1874.
0 1. secretario,
Tenente Silva.
Relagao das cartas que deixaram de seguir
a seus destinos por falta de franquia
Correio de Pernambuco, 11 Oe dezeicbro
de 1874.
Agust n Costa Errero, A. J. Gomes Xetto, Anto-
nio Correia, Antonio Joaquim dos Santos (2), An
tonio Jose" de Brito, Bessa & Cardoso, Directores da
companhia allfauga maritima, Domingos Francisco
Rios, Encarnacion Ballcre de Julia. Barcellona,
Emilia Rosa Gomes, Estevjo Jose" Brochado, Fran-
cisco Salles Mandonga Silva Carvalho, Julia Casals
de Casales, Joaquim Antonio Vieira da Silva, Joa
quim Adriio da Rocha Sobrinho, Joaquina Jacin-
tha, Joaquim Jose" Marques GuimarSes, Joio Bote-
Ibo Juni r, Joao Mendes de Araujo, Jo.-6 Bio Bar-
reto, Jose Marques d Farias, Maria Rosa Gomes,
Maria Vegundo, Maria Thereza, Manoel Gomes dos
Santos Sana, Placido Irmaos, Tabio Julia, Paulino
Candido Santiago, Serzedello & C, Severino de
Araujo Oliveira, Thereza de Jesus Minhava, Viuva
de Themoteo Capella, Visconde da Bella-Vista,
Manoel de Siqueira Pinto, Nicora Gallo.
0 encarregado da expedi^fio,
A. H. de Araujo Pernambuco.
Sabbado 26
E domingo 27.
Qaatro ultimas representagdea da magniflca
opereta biblica em 5 actos ornada de danga ma-
cbinismo e logos cambiantes, denominada :
Os Dous Anjos.
Tomam parte no desempenho de:la peca 25 fl-
gnras.
0 director nlo se tem poupado a despezas para
apreseutar ao i:lustraio publico desta capital um
divertimento digno de ser apreciado por todos.
Todos os vestuarios sao novos e a caracter.
A danga e ensaiada pele habil profdsscr da
danga o Sr. Baptista, e a pintura pelo insigne
scencgrapho Chrispim.
Os bilhetes para estes espectaculos podem ser
procurados em mao do bilheteiro no escriptorio
do theatro.
0 espectaculo de hoje enlrara as 7 horas da
noite a Pirn de tefminar a bora de missa e todes
os mais espectaculos comecarao as 8 l|2.
0 director previne que na proxima semana, su-
bira pela primeira vez a sceaa a magaiflca ope-
reta biblica em 3 actos e 6 quadros, do eximio
escrii-tor trasileiro Victoriano Palhares
A Aurora da Redempcjio.
0 programma sera rainu?iosamente annSncia-
do nos jornaes.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Empreza Maia & Costa,
Sabbado 26 e domingo 27.
Dous grandes espectaculos pastoris, ornados de
musica, danga e macbinismo, representando se o
drama de grande apparato em 5 actos o 8 qua
dros, intilulado :
A viiida do Mcssias.
BAHIA
Segue eom este destino, neates qnatrt dia,
palhabole Rosita, tomando para o nferido pom
a carga que lhe apparecer, por iaii qoea qatmt
aproveilar, pode dirigir se aos consiRuUrlea Joa-
quim Jose Goncalves Beitrio k Filio, aruc*
Commercio n. 5._______________^___
Libra eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n 41._______
Rio de Janeiro.
Pretcnde seguir com maita brevidade a barca
portuguezSopAic. n r tcr a maior tN* da
carregamento engajado, e para o M qoe lh*
falta, trata-se com os ruasi,naurijs Joaqaim J .-
Gongalves Beltrao & Filho, A rua do Cmiueici*
n. 5.
Para Lisboa e Porto
Vae sahir com ir.uita brevidade o biigoe puna
gjuz Imperial, por ter grande part* de carga
prompta. Para o resto e passag.'im, trata-te
com os coosignaUrios Thomaz de Aquino Foaee-
ca & C Succestoret, a ma do Vigario n. 19.
COMPANHIA BRASlLE.iiA
DE
.\'avega cteira a vmf%w
Porioi do none
As pessoas que qhlzerem bilhetes para esles
espectaculos. podem desde ja procura-los A rua
de Marcilio Dias n. 100, loja, e na noite dos es-
pectaculos no mesmo theatro.
Recebem-se assignaturas.
Precos dos bilhetes.
Camarotes com 4 entradas 61
Galeria para senhoras 2
Cadeiras 2/
Entrada serai Is
Principiara as 9 boras.
Havera trem depois dos espectaculos.
S.Jds6Rua do Alccriin.
Sabbado 20 do corrente.
e doiuingo 91.
Depois que a orchestra liver execulado uma
linda cuvertura, subira a scena o drama-sacro
pastoril em 3 ac.os e 1 prologo :
Nascimento de Christo.
Os bilhete; desde ja acham se a venda no es-
eript. rio do thealro.
Principiara as 8 i|2 bora?.
m%
Para o Porto e Lisboa
pretende seguir com pouca demora a barca por-
tugueza Social, por tor porgao da carga engajada;
e para o res'o que the falta e passagc-ir >s, trata-se
com os consignalarios Joaquimtese Gonialves Bel-
rao & Filho. a rua do Commercio a. 5.________
COMPANI1IAP ERNAMBUCANA
DE
\'avegaeiio costeira a vapor.
Macei6, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe>
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 30
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Reccbe carga ate o dia 29, encomnendas, di-
nheiro a frete e passagens ate as 2 horas da tar-
de do dia da sahitla : scriptorio no Forte do
Mattos n. 12.____________________________
Venda de navio.
Vende-se o patacho nacional Africana, que se
acha ancorado no quadro da descarga da carne
secca : quem o pretender dirija se ao mesmo
para examina-lo, e a tratar com seus censigna-
tarios Amor m Irmaos & C._________________
Companhia Allin^a Mariti-
ma Fortuense.
Empreza do navegaQao entre o Brasil
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para o Porto
A sahir com a maxima brevidade. Recebe car-
ga e passageniros : a tratar com Jose da Silva
Loyo & Filho. __________________________
COMMANDANTFC. A. GOMES.
"V.. "iv Esperado dos por-
Jl^=j?V tosdoolndodta7
do corrente, e depot*
da deaora docean-
me segu.ri para os
do norte.
Para earga, om-ommendas, valores passag-ns.
trata-se no escri|itorio
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna 4 C
____________A gen tea.______________
COMPA.NIi A PERNAMBUCANA
DB
Navcgacuo cstdeira m vapor.
Tcrnando do Noronha.
0 vapor Giquid, eomman
dante Martins, segairi para os
port38 acima no dia 2 de Janei-
ro, ao meio dia.
Recebe carga aid as 10 horas
, encommendas. passageiros e di-
'heiro a frete ate as II horas do dia : ao eserip-
orio do Forte do Mattos n. 12.
n dia da sahida
i.EluOE$
MIO
Para o Ceara
3gue em
poucos dias o brigue aliemao Colmar,
ecebe carga a frete modico a tratar no escrip-
orio do D/mingMath os Alves us, a rua do Viga-
rio n.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
Isabel, tem parte de seu carregamento engajado :
para o resto que lbe falta, trata-se com o seu con-
si gnatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, rua
do Bum Jesus n. 57.
Mij.
Real companhia de paque-
tes itiglezes a vapor.
t j Ate o dia 26 do cor-
^/i^^iTlk. rente, espea-se da Eu-
idF^lsC^w^v. ropa, o vapor inglez Boy
ne, commandante Reks,
o qual depois da demo-
ra do costume, seguira
para Buenos Ayres, to-
cando no3 portos da Bahia, Rio do Janeiro e Mon-
tevideo.
No dia 29 do correntoo
espera se dos porlos do
| ul, o vapor inglez Neva,
commandante West, o
qual depois da demora
do costume, seguira para
~f Southampton, tocandonos
prtos de S. Vicente e Lisbda
s agens, fretes. etc.,. Irata-se naagencias
Rua do Coram erclo n.40.
DE
tnagnificos objectos de beilas artes em ala-
bastro e marmoro de Florence, csculpi Jo
e copiado das mclhores gslerias da Italia
Hoje
as 11 ho ran can poato.
Em o armazem n. 6, na pra^a do Cbrpo
Sant^.
O agente Dia-, competcDtemenla antorissdo, le-
vara a leilao, no dia e bora acima indicados, as
5 caixas com objectos de alabastro e inarmore de
Florenca, os quaes nao puderam ser exp-.stos em a
1. leilao, por falta de esparo
A saber:
Vasos romanos.
Ditos gregos.
Ditos etruscos.
Ta^as diversas.
Fructeiras ditas.
Porta j )ias.
Porta canoe.-, e outros mnitos artigos que estarao
patenle3 ao eiarce dos Srs. concurrentes._______
leilao
DA
armac3o, utensilicse generos da taveroa si-
ta a rua da Santa Cruz, M bairro da Boa-
Vista, propria para qualquer principiaa-
te do commercio
Sabbado 2 de Janeiro J 1875
ASH HORAS EM PONTO.
0 agente Pinho Borges. bastaate aotorisado, le-
vara a leilao o que acima se decUra, por eoata e
risco de quem p-rtencer. 0 balanco e a chave
da referida tiverna acha-se no poJer do mesm
agente, que tambsm dara qualquer expltcacao re-
aliva.
LEILAO
DI
10 caixas com queijos lonirinos, chegados
pelo ultimo vapor
SEGU3DA-FEIRA 28 DO CORRENTE
an 11 boras
Rua do Bom Jesus n. 43.
0 agente Pinto, levara a leilao, por conta e risco
de quem perteneer, 10 caixas com qaeijos iondri
nos novos, e proprios para o tempo de lesti, as I
horas do dia acima
do Bom Jesus n. 13.
dito, em seu escriniono, rua
LEILAO
DE
um grande armazem n. 33, com tr-s parts* d freate com sotea, bastsnte prande e fresea e tao
uma escada de volta, [quintal, eano de Off0***
em chao proprio, o qual fji reedificado ha pofsea
tempo e bastante iend-.iso.
Terca-feira 5 de Janeiro de 1875
Ao meio dia.
no escriptorio i rua do Bora-Jesus n. 53, 1.* an-
dar. ____
Por intervenr^io do agente Pinho Borges.
Os pretendentes podem desde ja exaaiinar
qualquer esclareciroento com o mesm) agaass.
LEILAO
THEATRO
PHENIX MAMATICA
sob a DmncgXo DE
Jose sseraarcliuo C. Barrou
Companhia de navegicfto a va-
por bahlana, limitada
Babta, Aracaju, Penedc e Macei6.
E' esperado dos portos
acima ate o dia 26 do
corrente', o vapor Pe-
nedo, e seguira para os
mesmos no dia seguin-
te ao de sua chegada.
Recebe-se cargai~encommendas, passageiros e
dinheiro : trata-se na agencia.
87 Rua do Bnm Jesns57
DE
uma berlinda nova e em bom estado, S car-
ros de passr-io, 2 pares de arreios e 3
cavallos, exisienUs na cocbeira n. 15, i
rna do Imperador
Terca-feira 99 di* earrwla
as 11 horas da manbS
Por mandado do Illra. Sr. Dr. joiz de direito
da2.' vara desu cidade, e por execa;ao ma
ve Albino da Silva Leal, o agente Piaae Boras*,
levara a leilio os ben^ aeioia espeeiOcndos, paaao-
rados a Manoel Baptita do Naseimani*, as aaae*
desle ja se acham patentes para os Srs. pretea-
dentes examinarem.
Quin la-feira 24
A's 9 horas em potato.
Sexta feira 45,
Companhia u Ilian?w niariritua
portnense
Empreia de navegac,8o entre o Brasil e Pot
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portugueza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros: a
tratar com os seni constgnatarios Jos6 da Silva
1 Loyo 4 Filho,
uma grande casa terrea sita a rua da S. Jo-
se" n. 37, com as corarnodidade* teguin-
tes : 2 salas, 3 quartos, 1 graoda cozi-
nha f6ra, quintal rauradoe baitaote gran-
de, e cacimta
Terea-feira ft de Janeiro
A"S 11 HORAS DA MANttL
No escriptorio da rna do Boa htm a. M,
primei ro andar. ______
Por interwoaoae aa
Os Sra. preteadaatss podm deeds ja
qualquer mainaiaMn, ooaia






v>.. V"
M
Di&rio de Pernambiwo Sexta feira 25 de Dezembw) do 1874.
Attenqao
O abaixo assignado declara a todos os sens de-
vedores que quiierera saldar suas ccntas, que o
pncurem na taverna n. 48 da roa do Rangel, isto
ale o flm de Janeiro de 1875, e aquelles que a9sim
o nao fiterem, nao se arrependam de todo e qual-
BAS I qaer meio de que o abaixo assigaad) lancar mao
drogas e tnais utoosilios ( para ese flm-
Boaventnra Josft Coelho.
Terceiro
LEILAO
arms^oes, moveis.
existentes na botica denominadaPopu-1
lar, sita & rua da Imperatriz n. 71, per-
teucente a" massa fallida. de GooQalves
Fiaiho & C.
TERgA-FEIRA 29 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
O agenle Dias, corapetentemente autorisado pe-
lo Him. Sr. Dr. juii especial do commercio, leva-
ra a leilao, no dh e hra icima Indicados, as ar-
mache?, moveis, drogas e tnais ntensilios existen-
tes em o referido eaab2lecinienio.
0 mandado contendo todos os esclareciroento?
precisos, acha-se em poder do agente, onde desde
ja pode ser examinado pelos Srs. pretendentes.
LEILAO
DE
um sobrado de nm andar, era a ma do Bijpo
Continbo, outr'ora Nova, em Olinda, com 8 ja-
nelias de 'rente, 2 grandes salas, 9 quartos e i
vasto salao no sotao, com gaz eanalisado, can-
dieirose lustre;; i grande cocheira ao lado do
mesmo, quintal cercado, com arvoredos fructi-
feros, e uraa grande cisterna que conserva agua
do inverno a verao e vice-versa.
Este predio torna-se mu'to fresco por ser edili-
cado no melhor local de olinda, e esta livre e des-
embaracado de qualquer onus.
Quarta-feira 99 do dczembro
as 11 hvras da manha
Em a rua do Marquez de Olinda n. 37, i* andar.
0 agente Dias, competentementft an'orisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o re-
ferido predio.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina
ali pois as chaves do mesmo estao em poder do
jg. Luiz'do Rego, administrador do bospicio de
o|,enados.
pedido
Um passageiro deixou no trera qne partio as 4
1|2 boras da tarde do dia S3, da estajao do Recife
Sara o Monteiro, urn emhruiho contendo 48 pecas
e'Dta do cAr, e pede a pessoa, em poder de quera
se acbar o dito embrulho, o favor de o entregar no
escrjptorio da mesraa estajao,' que querendo, se
graiilicara bem, e se Ihe fieara aj.raiecid>.
Martinho fugio.
No dia 21 do corrrnte desappareceu o escravo
acana, lead" v.? signaes aegtiinles : idade 38 an-
nos mais ou menu.-, c*!iell.>s earapiaho*, sohrance-
loas pretas, barba aparada, cor pard^, t-m todoi
os denies, usa de chapeo de csuro, e inuito ladiun,
tocador de violao, e se intitula forro ; esse e>cra-
vo e natural do Serid6, e consta que oara alii se-
guio em companhia de uma preta ; roga-se a to-
das as auloridades e capitaes de campo queirara
aprehender dito escravo, e leva-lo a rua da Madre
de Deus n. 5, andar, das 9 horas da manha as
4 da tarde, ou a rua de S. Goncalo n. 59, sobrado
ao lado da igreja, que serao recompensados.
Vende se ou arrenda-se o engenho S. Gas-
par, sito a freguezia de Serinhaem, terreno de ],
raassape' e paul, com erabarque mui proximo, bas- ]
tantes parlidos de mattas, a roda da mcenda ; no
caso de arrendamento serao coneedidos alguns.
annos de fogo mono, segundo as respectivas con-1
dicSes: a traur a rua do Iroperador n. 20, ou a .
rua da Aurora n. 65.
LEILAO
- DE
uma casa terrea n. II, sita a ma 27 de Janeiro,
outr'ora Paco Castelhano, na cidade de Olinda,
a qual tem 58 palmos de comprimento e 29 l|2
de largnra, com porta e janella na frente, porta
e janella no oitao, 2 salas, sendo a de deiraz
assoalbada, sob a qual existe uma loja, i quar-
tos, cozinba interna, quintal murado com 160
. palmos deextensao, cacimba, 1 terreno ao lade
donorte, eomportao.
TerQa-feira 5 do Janeiro de 1875
A's 11 1| horas.
No escripturio, a* rua do Bom Jesus n 53,
primeiro andar.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. Jose Antonio de Fi
gueiredo, testamenleiro do finado Dr. Antonio da
Assumpeao Cabral, o agente Pinbo Borges fara
leilao da reftrida casa, e qualquer escUrecimento,
com o mesmo agente.
Os pretendentes podem desde ja examina la.
II
it--: w
5<
dlano para as extraeeSes loterias Ja provlucla, appro-
vjido pcloExm. Sr. presidente.
3,500 bilheles a 4*000 14:000*000
Imposto geral, sello, benelicio e com-
missiio.......4:385^000
Liquido..... 9:415*000
1 premio de...... 4:000*000
. 1:000*000
. 400*000
. 300*000
. 120*000
. ssostoo
: 120S000
671 ditos de 5*000..... 3:355*000
2 ditos de 500*.
2 ditos de 200*. .
3 ditos de 1005000
3 ditos de 40*000.
6 ditos de 20*000 .
12 ditos de 10*000.
700 premios
9:413*000

CASA
Aluga-seacasan. 46 da ma do Fogo :
para ver esta na taveraa ahi pern, n 2'i
se no Recife, rua da Cadeia n 3. ._____
a chave
e irata-
fieci.-ase de uma arr,a paia cozinhr, para
uma farailia de duas pessoas : na rua da Cruz n.
55,3* andar. _________ .________
Da se 2:200* a premio de 1 l|2 sol hypo-
theca em casa terrea : na ma do Hortas n 80.
0 INEXTIl^GUIVEL-
N. B. 0 premio de 1:000*000 esta sujeito ao
imposto de 17 010 por lei geral, e provincial, e o
de 500*000 ao d-> 2 0t0 por lei provincial, sendo
este tambcm sujeito ao de 3 0,0 sobre o valor de
dito imposto provincial.
Thesouraria das loterias de Pernambueo, 14 de
novembro de 1874.
0 thescureiro interico,
__________________Jusc Ro-Jrigues de Souza.
'^18\ ^P ojquiszap op eg 45ji08\l
JBpilB
c'l 's\ 'u znJ3 ep snj -g -g ep -f --j
-JS ,iu|ij op ogui eu epsjisodep os-cqoe 'q\
-najjoo op 95 eip ou jboom 8J?d 00A#S9Z
ep eiiuenb jad 8]|a jod eiiaoe bjjsj b enb
.......JS 08 BSIAB '0U0ld!J3S9 Op
aaj cbu........ ......
Aluga-se
o 3* anlar e sotao do &C>L.rado da rua da Impera-
riz n. 53 : a tratar no 2 sndar do mesmo so-
rado.
;.\nii Pinbeiro i-e:il Rels
Antonio Jose Leal Reis Filho,
Joaquim Pinheiro Jacome, Joaquita
Pinbeiro Jacome, Antonio Jose Leal
Reis, Carolina Libania de Lemo*
Rei9, seus irmaos e cunhados, agra-
decem cordialmente a todos os seus
I nrentes e amigos que se dignaram
acompanhar ao ultimo jazigo os restos mortaes de
sua presada esposa, filba, nora, irma e cunhada,
Anna Pinheiro Leal Reis; e de novo convidam
para assistirem a missa, que pelo repouso eterno
da mesma Cnada, mandam resar na igreja de N.
S. do Carmo, na segunda-feira 28 do corrente,
pelas S horas da manha, setimo dia de sen passa-
menlo ; pelo que confess am gratidao.______
eollegio de IV. S. da Maude.
PARA MENINAS
Dirigido por D. Maria H. da Roeha, rua di
Imperatriz n. 17.
No dia 7 do proximo Janeiro, abrira a directora
deste eollegio o sen novo anno lectivo.
0 ensino religioso, o de primeiras letras e o dos
trabalhos manuaes, como bordados a ouro, froco,
seda branca, crochets e objectos de la, sao dados
pela directora e por duas sobrinhas suas, que a
acompanham na regencia do estabele^imenlo.
gAs linguas port.ugueza e franceia, assim como a
geographia e historia, sao professadas pelo illus-
trado professor Dr. Jose Soares de Azevedo, o qual
segue em sen ensino o novo systema american^,
que tao uteis resultados tem apresentado para a
infaocia de am bos os sexos.
A musica, o desenho e a danca estao a cargo de
professores mui babeis.
Os variados trabalbos de agulba e os exercicios
de cada uma das disciplinas podem ser vistos e
avaliados pelos cliefes de familia, a qualquer bora
qne queiram visitar este estabelecimento, ja tio
conbecido e acreditado pelo favor publico.
D. Anna Maria do Nascimento 'az pnblico
3ue o Sr. Joaquim Francisco de Medeiros deixou
e ter toda e qualquer gerencia no estabelecimen-
to denominado Livraria Classics, pertencente' ao
annunciante ; que a Arm* Nascimento 4 Medei-
ros, sob a qual entabolafa com o dito senbor so
ciedade, que nao cbecou a realisar-se, acba-se ex-
tineta ; e qne havendo ella annunciante assuroido,
em viitnde do mandado judicial, a posse e a ad-
ministracao do referido estabelecimento, tem dado
procuracao a sen irmio o padre Ignacio Francis-
co dos Santos, para tratar de todos os negocios
concernentes ao mesmo. Recife, 23 de dezembro
de 1874. ____
Arrenda-se a nroprledade Barra de Seri-
nbaem, sita a freguezia do mesmo nome, com qua-
si 3|4 de legna de extensao, e meia legua de lar-
gnra, beira mar e na tot do Rio Serinhaem, com
muitos pes de coqueiros a deefructar, e muitas
rendas de solo a receber anoualmente, mnito pro-
pria principalmente para qualquer estabelecimen-
to de seccos e molhados : a tratar a rua da Au-
rora n. 65, ou a rua do Imperador n. 20.
A celclirc agua Flofida
DE
HIRRiY <& LA?V1IA.\.
Uma pura distillacao das mais raras fla-
res dos tropicos. Contem, para assim oi-
zer, quasi o odor odorifero das Qores do
tropico da America, e sua fragancia" e quas
uioxhausta ainda mesmo por continuada
t)/aporac3o e diffusao. N'este respeito e"
i.icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com o bom
.m, tem conservado sua influencia pars
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
ulexico, America Central, e do Sul e n6s
v.0111 toda a conlianc,a o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle :
ASPEREZAS, empolas, ,
QUELMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORfiULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
c,So nublada, sendo applicada depois d
barbcar, evita a irritagao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e rae-
lhora a condigao dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitagoes, as quaes na<]
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar s6mente o
o famoso perfume 9 cosmetico do sul it
America, cham
AGIA FLORIDA
DE
Ml'RRAY A- L4\ll l\.
S-j acha a venda em todos odrogu
wrfumari sda moda.
Parts, 36, Rua Vivlenne, D
ih;msim mim mmi
BAS K^rHMIIMD'g DBS SEXUABS, AS ArFICfOM
CITANF.AS. K 1LTSRACOFS DO SAHSDB.
"^ 30,000 earas das intjkn.
I lem.puslulas, herpet,
I sana, comixoei, aeri-
I monia, e allerfots, vi-
__\ciosas do tongue, vi-
rus, e alteruioes du sangue. (Xarope vegetal
semmerfeurio).Seporativaa teieliei
BAMM HiiEBAES tomao-se dons por
semana, seguiodo o tractameoto Depurativo: i
empregado nas mesmas molestias.
I Este Xarope Citracto d
ferro de CHABLE, cum
imme'diatamente qusl-
I quer purgarao, rqla-
\xafao, debili&aa*,
e igualuente os jluxos floret brancai das
mnlheres. Esta injeccao benigna empregasM
om o Xarope de CUratto dtjtrro.
err*IMPomadaqne as curaemi dus.
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: nas ajfeceoet tutaneat $ comixoei.
PI/.ULAS VEGETAES DEPURATIVAS
de Okakle, cada fraseo vral sccumpahad*
i* na folheto.
AYI80 A08 8RS. MEDICOS.
Sirop du
DrPORGET
DEPURATIF
du SANG
PLUS DE
COPAHU
I Con eatarrhoi,
coqutlucktl, irritafitt
nervotai MS dos bron-
chial ioia$ at dcBtas
----------------------------1 de ptiio; but* ao dont*
ma eolhe rchdes desU xarope D* FoMST.
tr. Wim tm Paris, na Tlvi, ,
Deposito botica Franceza
22Rna da Cruz 22
Bartholomeu & Q.
PABA
Liquida^o de contas
vendem por barato precp
SALSi-PARRILHA
PARA'
34-BUA LARGA DO ROSARIO -34
I ADVOGADO
BACfi ARE! JOAQUIM GUENN
SUVA HELLO.
93 Baa eatref ta do Bosarto *3
prlmelro nndar.
OUIA PRATICO
PABA OS DOEflTES
BEMEBIOS ACONSELHADOS
Uma combinagao especial nos permitte de indicar ao publicd
algums remedies francezes os mais apreciados no mnndo inteiro, e
prcparados em Party debaixo dos olh.os dos inventoves. Ningtvm
ignora os cuidados minuciosos com que e piepavam cm Franca os
remedies. A merecida farm d'es(es productos, desinvolveu a inveja
dos contrafactores 6s quaes denamam, principalmente nos mercados
do Brazil, prodv.clcs contrafeitos, assemclhando-se muito com o$
verdadeircs, rende-se o cnvolto e a (arid dos frescos, mas quasi
sempre, dcp'.ovrdmcnie prcparados. eonslilurm um vn-iijo coniinuo
para a saude pubt.ca. tievem os compradores dirigir-se as cases
abaixo mencicnadas, as quaes lirem os sens prodiiclos ditvetamente
dos inventores.
INSOMNIAS- i insomnia e" causada geralmente, j,
ou por dores vivas, como acontece nos casos de gotta, rheu-
matismo, nevralgia, enxaqueca, dores de dentes, colicas, fe-
ridas, etc., ou por preocupacCes moraes, ou por um estado
geral difficil a relatar, e algumas vczes o grande calor. 0
Xarope de Chloral de Follet tornado por duas ou tres
colheres de sopa n'um copo d'agua, vence a insomnia e em
poucos minutos da ao doente, o somno natural e roparador.
Ao accordar a cabeca nao se sente pesada, mas um bem estar
perfeito 6 o resultado d'esSa medicacao.
Nunca sera sufflciente a altencao de todos sobre este ma-
ravilhoso producto que se apreciara em cada familia. Pode-
se dizer sem exageracao que quern usar uma vcz do Xarope
de Chloral de Follet, continuara a ter em casa um fiasco
d'este mesmo xarope para quando for necessario.
INCOMMODOS DO ESTOMAGO. As molestias
nervosas do estomago, gaslralgias, gastro-cnteralgias, pyro-
sis, etc., curam-se com o Carvao de Belloc tomando-se
uma ou duas colheres de sopa,ou algumas pastilbas na occa-
siao da comida maior numtro das vczes sente-se melboras
desde as primeiras doses.
Nao se pode insistir bastante sobre as qualidades deste
remedio, do qual o uso tomo-se popular, pois e exempto de
perigo algum. Para as doencas d'intestinos e d'estomago, e o
remedio o mais efficaz. Em 1849, a Academia de medicina
dava-lhe a sua aprovacao e acdpselhava aos medicos de o re-
ceitar n'essas affci?5es, as qmes muitas vczes dosaniman
tanto os doentrs como os medicos.
NEURALGIAS. Sendo na cabeca ou nus mcrabros,
curam-se muito melbor, e muito mais rapidaiucnte toraajfdo
duas ou trcz Perolaa d'escencia de th6r6bentir-a de
Cle. tan, do que com qualquer outro remalio. Estas i'ernlas
do tamanbo d'uma ervilha engolcm-se com muita (acilidade.
Este produc! j o d'uma efficacidade maravilliosa, nove vexes
sobre dez tira em poucos minutos as nevralgias as mais
agudas. NSo se pode deixar de aconselbar aos doentes que
soffrem d'essa molestia de usar este remedio.
Para se obter um bom rosultado, e netessario qne a es-
sencia de tlierebentliina seja perfeitamente reclilicada. Dc-
ve-se exigir a firma do li' Clertni na tarja de cada Fraseo de
Perolas d'esseacia de therebenthina.
SOLITAR10. FaHando no Konsso, o D' Boucliardat,
diz, no seu formulario : 'E' o melbor toenifugo, mas e
precizo conheccr a sua ori|em x pois o Dr Trousseau, asse-
verou-me que algumas vezffi o Kousso de ma qoalidade occa-
sionnou envenenamentos. i
L6-se tambem no Iratado de tbereapeuliea dos S"'" Trous-
seau et Pidoux : Os pos de Kousso tendo um sabor naitsea-
bundo tomam-se diflicilmeiMe por essa razSo. L'n pbarma-
ceutico de Pariz S' Mentel teve a idea de os granular mixtu-
rando-os com assucar, preparados d'este modo, e a cousa
a mais simple para se tomar, mesmo para as criancas.
0 Konsso granuiado de Mentel e garatttido de
primeira quaiidade.
RHEUMES-TOSSE. Desde 1820 a Pasta Pei-
toral de Regnauld e o peitoral mais afamado, na sua
fabricacao nao entra o oiium.
AFFEIQOES DO PEITO- (bronchites, nsia, ekcox-
modos da gargasta). 0 alcatrSo de.Guyot (Goudron de Guyot),
licor concentrado e graduado, facilita a preparacao immediata
d'uma agua d'alcatrSo muito efficaz n'essas doencas. Basta
uma colher de ch5 n'um copo d'agua. Poucos remedios em-
pregam-se mais frequentemente do que a agua de alcatr3o;
resultado das suas propriedades incontestaveis. 0 grande
consummo deste excellente producto desinvolveu um grande
numero d'imitacSes, peores umas que as outras.
0 Verdadeiro Goudron de Guyot leva na tarja a firma
do inventor.
0 S" Guyot tambem prepara umas capsulas redondas do
tamanbo depillulas, contendo o alcnlriio dstrtoruega, liquido,
toman-se estas capsulas na occaslao da comida, e podem
substituir a agua d'alcatrao.
Nas doencas as que nos refcrimos^jponlCCe muitas vexes
que o doenle soffre d'uma tosse persistente, iuipedindo-o donnir; duas ou Uvs colheres de sopa de Xarope de
Chloral de Follet Umi is a notite aodeitar-se Hie darao
o somno reparadorajudaiulo a ::ra.
RACHITieMO TIS1CA. Deve se temar todos os
dias algumas colheres de sopa, d'Oloo de ftgado de Ba-
calhau de Bertbe. Bsle o!co prcparade coin os maiores
cuidados fiounico que foi approvado pela Acaileniia de medi-
cina de Pariz.
DIARRHEA. 0 remedio melhor para corar estas
affeicoes e o sub nitrato de Bismuth. 0 S" Houtbard.it,
professor na Academia de medicina de Paris, diz 0 scguiiite,
no seu Formulario magistral: E geralmente muito dilucil
de engolir de um ate dez grammas d'ums pos tao pesades
como e o sub nitrato de Bismuth- Embrulhados n'uma ohrcia,
esta muitas vezes rasga-se, em agua assucarada os p6s vao
logo para o fundo.
0 S{r Mentel, pharmaceulico em Pariz, resolvcu es-.as pe-
quenas difficuldades niisturando, e fazendo em granulos, o
sub nitrato de Bismuth com parte ignal de assucar. Estes
granulos vendem-sc em frascos, e a tampa d'estes fiascos,
mede exaclamente dous grammas de granulos, sej.i, um
gramma de sub nitrato de Bismuth. Esta subslancia prepa-
rada d'este modo e inalteravel. Basta eniher a mediila tantas
vezes quanto se queira tomar de grammas, e engole-se rapi-
damente, o que 6 muito facil bebelido ao mesmo tempo um-
pouco d'agua.
0 Bismuth granulado da Kentel e para as criancas
o remedio o mais vantajo=o porque o ton am ci mo confeitos.
FEBRES. QuereniK'-se cortar rapidaraente um accsso
de febre, o melhor remedio fi o sulfato 'c Quinina; sendo
paracurar febres antigas. persistcni;^ cm periodicas, coavem
dar-se a preferencia ao Quinium Labarraque. Era pou-
cos dias a febre desapaiece, >> n melhor preservative fi de
tomar todas as manhaas um copo dc licor, este vinbo. 0
Quinium Labarraqce eum dos productos de primeira
ordem que tiveram a apprdvacSo da Acadeniia de medicina
de Pariz.
DIGESTOES DIFFICEiS. rEanccra.) -
Engolir duas olrez Perolas de fitter de Clertatt n'uma
collier d'agua. Efieito quasi immediato.
Havendo muitas imitacoes exigir a iinna Clcrtan na tarja
dos frescos
ANEMIA, POBREZA DO SANGUE. As Pillu-
las de Vallet constitnenl um poderoso tonice para a refci-
rao do sangue. 0 Xarope de Robiquet rie pyiopliosphalo
de ferro, serve melhor para as pessoas quo mal supportam os
remedios solidos; este remedio contendo os principles cons-
tilutivos do sangue, tem um gosto acradavel, tanto assim
que, os doentes o toman facilmente.
Estes dous remedios silo dos primciros que tivei ao a appro-
vacao muito rara da Academia de medicina de Pariz.
Ha numerosas imitacSes das Pillulas de Vallet.
PURGATIVOS. A Limonada purgativa de
Roge com citrate de Magnesia, approvada pela Academia de
Medicina fi o typo do purgativo salino. Nao causa nunca infla-
macCes d'intestinos, o que acontece com outros purgativos
mais violentes. Pode ser preparada em casa na occaziao de a
tomar; deita-se n'uma meia garrafa d'agua um fraseo de
P6s purgativos de Roge.
Poucos remedios tem sido mais falsificados que os pfis de
Roge. 0 Brazil esta cheio de productos falsificados, mal pre-
parados e nocivos a saude. Devem exigir q-je o fraseo traga
em cada extremidade urn sello imprimido em quatro cores.
FALTA D'APPETITE. 0 P.huibarh* smpre
gozou de muito conceilo parn regnlaiisar as fin <;s do esto-
mago e fazer recobrur o appel ite. Nao se applica firqucntemente
por causa do sen sabor osagradavel. O S" ?lcnlel tc^e a
excellente idea dc applicar a eslc remedio o se i systems at
granulacao. O rhuibarbo em granulo* 4* MW,
toma-se um pouco antes da r imida. Na tampa rte cada fraseo
acha-se uma pequcna medida dando a dose acust imada. Estes
granuloscngolcm-sr f.u.luiente oucom m pouca d'azua oa
n'uma collier com sopa.
CONVALESCE!CA. 0 Cuinium I^barrsqae
approvado pela Academia do Vr Hi ina o tunico por vxcej-
lencia. Este vinho incornparavel e administrado com crand*
successo as p;ssoas fracas e dehilitadas, as inullnri-s que
acabam de parir, as meninas quo diflirilmentc so fwrmam r
desinvolvem-se.
Este remedio combiuado com os forru^inosos. ajuda muito
c facilita a sua acc3o, quando esses sio atavaMba
DEMTIQAO DAS CRIANCAS- Para facihtar a
donlicao, prevenir as convnl.i.e- o o racliiliMiio das criancas.
nSo podemos deixar de aconselhar a Osteine Mouries,
que e uma conibinacSo de p'uospliato do cal gel: tinoso e d'al-
bumina. Sendo csla propiracao feita om farinha tro.--a, pro-
para-se em sopa com Icite ou com caldo. Na tampa de cada
fresco, acha-se uma medida dando a quantidade que tomar.
V.s\e medicamento teve a approvacaoda Acadomia do Mo>
cina, ec inventor apresontou imin inonu.na a respeito d'osta
prepaiacao, a qual foi coroada polo Institutode Fraoi
RETEHQAO D''NTESTINO0. A arjaarfi I muiio
rcceilada pelos medicos como laxative liguin Sendo esta
suhstancia desagradavel a t> mar, aronclhamos a Magaesia
grauulada do TContel. I'm ^raiuuin c a capacidada ia
medida que sc acha na tampa do fraseo; a dose arustamada
e uma ou duns roedidaa.
CENTiFRICIOS. A descoberta dc/sulfato to ijuinino
pelo S" Pelletier, memhro da Academia de Siolirina deParii.
fez um grande servico a hnmanidade, elle quiz liml)oin so
occupar da hygiene da boca, e para esse fun elle empregaa
!- los os recursos da scieii'ii.
A altcrOcio dos dettcs, segundo as suas c-bserva^rx
muitas vczes causada pelos donlifricios inventados e einpre-
gados ate boje, sendo elles quasi sempre comp<>stos de acides
que sao contrarios aos priucipios da sciencia. 0 S" Pclli
invcntou'enOo dous dentifricios, um solido e outro liquido.
offerccendo todas".is garantias que se possa desejar para e
bem estar da boca.
A Odontine de Pelletier e uma massa mole sobre a
qual passa-se a escova ligeiramente. Da aos dentes a brancura
tao procurada sem nunca estragar o esmalte. 0 Olixirio
Odoctalgico do Pelletier fortifies a- perfuma
a boca, e tira o cheiro do fumo. h !c'imas gottas
de-la preparacao n'um :of o d'agua para Ihe dar um sabor
suave e especial.
EPiDEPTilAS. Durante os tempos d'epidemias, cho-
lera, febre nmarella, besigas etc, fi muito necessario tomar
prccaucdcs hygienicas. Sem mudar nada no seu modo de vida,
devc-se evitar todo excesso em tudo, sendo susccptiveis de
enfraquecer mesmo momeutaneamente. Lavar-se umas poucas
de vezes por dia e deitar nos quartos, agua fria na qual se
deitara umas colheres de Licor Labarraqae. En tempo
d'epidemia, este licor empregado d'este modo i o melhor pre-
servativo. E tambem muito util nos paiaes quentes para
desinfectar os quartos dos doentes.
Para purificar o ar e destruir os miasmas que se produxetn
nas inhumacdes, os quaes sao muito perniciosos, deve-se etn-
pregar sobretudo este licOr.
Convem ter muito cautela com as numerosas falsincacees.
AVISO. Uma instrnoao detalhada acompanha sempre cada um dos produclos a cima menelonnadon.
Unico depositona pharmacia de P. Maurer & C, rua da Barao da Victoria n. 25
H06, pbarmaceaUeo, *, me de ClgHne, Parit, onleo prpricarto.
OLEOE3HOGG
DE FIGADOS FRESCOS DE PACALHAO
Tisica, affeccocs esrrofalosas, tosse chronica, rheumatismos, fraqueza
dos membroB, gotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e facil t
de tomar. Mencio honrosa.
Exigir a marca de fabrics abaixo indicada encobrindo a capstua de
cada fraseo da forma triangular.
Deposito em Pernambueo, A. BEGORD, e nas principaes phannacias.
DESCONFIAR DOS LADROES!
Os Ladroes mais perfides que existem saos os falsificadores que
usurp am a assianatura e rotulo d'honrados negociantes.
Fornecendo a maior parte das vexes um producto detestavel e
nocivo & saude seb um envoltorio semelhante ao do inventor, lanca
sobre este artigo um descredito nad merecido.
Os P6s purgativos de Roge, medicamento approvado pela
Academia de medicina de Paris, 4 um dos productos jrancexes mail
frequentemente falsificatlo, por causa de sua consideravel venda.
Para evifar aos compradores toda
a eonfutao possivel, uma modijicacao
acaba de ser feita nos envoltorios dos
frascos.
Considere-se, de hoje em diante, como
unicamente vbrdadeikos os frascos tendo
em cada extremidade um tarimbo im-
presso em QUATRO CORES, e do qual
damos aqui o facsimile em preto.
VERDADEIRO ELIXIR DO D" GUILLIE
TOlfICO Aim-FLBllCOSO E AHTI-BIIJOSO
PREPARADO POR PAUL GAGE, PHARMACEUTICO
Unico proprletario, rua de GrentUt Saint-Gtrmaim, em Pmit.
A tcclo de fclxlr OolUU InMlramanU benefit*.
Como purgeliro nlo dtblliu como o oolrot remedioi
deiu qoilldtde, powm tonific* retroect no mtamo
tempo : loxilla corrlgo todu u iKrecSw; di force
eoe dlvereoe orgJoe: nlo eiige ami dleie severe, polo
contrerlo precleo tomer nmt boa rofoiflo tarde
quando ae sear dalle; pode aer edminisirade com
eguel exilo ni mal* tenra Idade com* na mala adlan-
lada velhice eem nonce causer accidenle qaalqaer.
Na dose (Tame colherada pequena deniro d'am
pouco d* ague assaearada, se]e antes seje depoie da co-
mida, eatlmula o appetite, avlra laa runcfS** dlgesllras,
subsUlo* loan* (mtmiki), o wruwlt b*bida* amar-
gaa qne t* coetuma tomar.
E sobretudo util *V classe operaria, a quern oULK"P?JB*^ caaelaera-
Tels de doencas e tempo perdldo, pois com o ELIXIH CUILLIK, aa caras
sao rapidas
Un folheto qne 4 nm T*r4*4ir* tnui* _
uoal a domestica a* d* 4* graca e**a e*4* tarrafa
d* ELIXIR. Ella indica as dMacae *** BUXIR
4 Bill 0 modo da seu d*U*.
A* possou qj* aalMrta consalU* Mh**s
anlee d* oaaran deete ELIXIR, *** *Mf*T
pedido franco ao S. Pan Gael, **a fuho a*
provincla oo ao* paiiee **trani*tra*, <> *( *
depositaries; *sM (Mail* taa* Ml
graca el ImmadlataaMat*.
Dead* dncoanu an*** t npifele 4*
Mpalbo*-** aw nu.dt) heart* *H*i
qne cada dia alia emu ae* *M4ie*a m
O Elixir GuUlie vende-se em todas aa principaea pi
no Pernambueo : A. REGORD; BARTHOLO
harmacias das Amoricu, i
mo c.
COALTAR SAPONINADO
DE LE BEUF
DESINFECTAHTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelos bospltaea da ParU aaclo* da Weelafc* eaalUUr rraaeea*.
Else axcellente tonleo possoe oma eBcacia verdadeirameat* laravilfcosa mo* **r** <*>"
nosas c escrofulosas, not control ulctndot, no anthrax, na otorrht* purulenta, (at ottnm, aw
crup, feridas pelas armas de fogo, enfermidadet do utero, ate., tie. ^^ ,
Emprega-se, mezelado com mais ou neaaos agua, cm chomajoj, locoaa, lajeceOa*. (ar|arl*aiM.
Como dentifrieio oraiosrio (uma eolamda du d ehi um quarto da copo d agaa) 4 wwey
cialmenle efficaz para purificar o baft), aaatar m gamgtvm dsaaate* e loratae- aMaaea* *
dentes eecetrnado*. ,,
0 seu uso i muito hygienico, sobretudo em tempos d epidemia.
Uma aoticia circumstanciada va* com cada fraseo. Bxigm-ie a firma do inventor.
Fabrica em Bayonua {Franca), caaa 4* Sr. LE BEOF, Pliaraaacwitic* do 1- ciaaaa.
-OaMsiloa: Parii, S8, rua Rtautaw; Pernmmiuco, k. REGORD, ** w aatoeara lawiia
Bmuioio da aioatrao Teceui da a* eof para fixer a ana ee Alcatrlo, a aaiea frtmmntie eaa-
ceutrada litulada'contendo em si o alcatrio sem ser allarado aam modtlcada.
I


'*''.....n.'-
f
<.
I

Diario de Pemambuoo Sexta feira 25 de Dezembro de 1874.
PrecUa-se de uma ama qua eozinhe perfei-
tamenle : na raa da Uniao n. 29.____________'_
Lino Ferreira da Silva
tem daas cartas na rua do Vigario n. 7, priineir
andar.__________,
Vende-se a casa n. -20, em Olinda, do prio-
cipio da ladeira do Varadonro, com 3 quartos, 2
salas e quintal : a tratar com Antonio Francisco
Alves Conde, nos Milagres, ou com Manoel Mar-
ques de Lemos, na Tamarineira._____________
CttAlWi'
Aluga-se por testa ou annnalmente ama graa-
de casa em nm dos melhores pontos do Caxaoga,
reedincada ultimamente, eontendo 2 grandes salas,
7 quartos internos, 1 grande terraco, cozinha e 2
grandes qaartos externos, em terreno elevado,
aonde nao chegam as enchentes do Capibaribe, e
muito perto da estacSo e do rio : a tratar na rua
do Imperadur n. 5V, loja de livros.
Alaga-se
o sitio qne flea contiguo a igreja de S. Jose do Man-
gninho ; recommendase por sua excellente posi-
cao e ontras condicj5es agradaveis a sua habitacao
confortavel e de recreio : quern pretender, pode
entenderse com o Dr. Witrovio.___________
Alngam-se tres casas terreas na rua do Co-
ronel Suassunans. 103, 193 e 198 com commodo^
e limpas de novo : a tratar na rua Direita n. 8.
Doce fino de goiaba
Ha constantemente para todos os precos, tanto
em lata como em caixao, de todos os taraanhos :
no pateo do Terco n. 52, 6 aonde se vende mais
barato.
ATTENCAO
Os proprietaries da Pre-
dilecta a rua do Cabuga d. 1
A, fazem sciente ao respeita-
vel publico que, tendo resol-
vido mudar de genero de ne-
gocio, deliberaram vender
todas as mercadorias exis-
tentes em seu estabeleci-
mento com um abate de 20
por 0[0 afim de liquidar a
sua casa ate o fim do corren-
te anno, e por tanto 6 bfca
occasiao do publico se pre-
venir do bom e barato.
Rhum nacional.
Premiado na exposigao da Sociedade Doze
de Dezembro.
Vende-se pelo diminuto preco de 1*000 a gar-
rafa na bem conhedda taberna Flor dos Progressos
na raa do Caboga n. 8, confronte a raatriz de
Santo Antonio._________________;_____________
Para escriptorio
Aluga-se o 1' andar do sobrado a rua do Arao-
rim n. 41, muito asseiado, caiado e pintaio, com
daas salas e dous quartos, por preco modico : a
tratar no armazem do mesmo sobrado.__________
*:AUen$ito
Vende se a muito afreguezada taverna da raa
do Bom.Gosto, em Santo Amaro das Salinas n.
40 :t aratar na mesmi.
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#000.
BiLBETES GARANTiDOS.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Crespo] n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido not sens fe-1
lizei bilhetes nm meio n. 1591 com 4:0OOJ, dousj
raeios ns. 2648 com 100$ e outras series de 40* e
20$ da loteria que se acabon da extrabir (129*), [
convida aos possuidores a vtrt'in weber na cou>
forraidade do co;tuute sein descouto algum.
Acham-se a venda os fellies bilhetes garantidos
da 27' parte da loteria a beneflcio da nova
igreja de Nossa Seohora da Penba (130'), qne se
extrahira na rruinta-feira, 31 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete Inteiro 5*000
Tres quintos '0' 0
Dons quintos Sfuou
Em -jorcao de 1004 pnra clma
Bilhete inteiro 4*500
Tres quint.3 2:700
Dons quintos 1*M)3
Manoel Martins Fiuza.
100#000 de gratifica Desde o die 3 do corrente fugio da casa,
de seu senhor, abaixo assignado, o escravo
Miguel, pardo, porem nSo mnito escuro,
corpo reforcado, de 19-annos de idade,-jo
ficial de marcinriro, boa alltirn, e um tan
to espigado, rosto comprido, olhos casta
nhos, denies perftitos, cabellos pixainhos, j
nenbuma barba (apenas buco), pesgran-;
des, levou vestido calca e camisa brancn j
e jnquela parda, gosta dejogsr gyn.nastica,
e e bastante rigrista.
Quem o apprehender, leve-o A rua da
Uniao n. 43, (ilha dos Ratos) ou na rua
da Cadeia do Recife n. 56, primeiro andar,
escriptorio de Leal & Irmao, que sera" re-
compensado com a quan'ia acima meticio-
ll*llc.
Recife, 7 de dezembro de 1874.
Manoel Gomes Miranda Leal.
Criado.
Para casa de pouca familia precisa-se de nm
qne de" flador a soa eondacta ; prefere se escra-
vo : a tratar na rua do Commercio n. 17, entra-
da pelo largo do Pelonrinho. .________________
Precisa se de uma livre ou captiva, e
Ama
rua da Uniao n. 47.
1
Esta oncjouraqado 11 1
Vjjh*". mule em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Mm. Sr. Htnacio Vieira de M sscrivio na cidade de Nataretb fiesta provinela,
favor de vir a rua Dujue de taxiaa u. 3tj, a con-
clair aquelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jorn&l, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a.fevereiro e abril de 1872, e nada comprio;
por este motivo e de novo chamado para d
Sm, pois S. S. se deve lembrar qne este negoci
-in^a se uma casa no i>riaclpio da iiuada| de mais de eito annos,e qoando*o Sr. sea nlho
Nova, perto da estacao dos bonds : a tratar no, achava nesta cidade.
Na rua Direiia n. 29, segundo andar, ha
para alugar se uma escrava mo^a para o servi-
go interno de casa de familia. ___________
Precisa se de uma ama para cozinhar, en-
gommar e lavar alguma roupa de meoino : de-
Fronte da estacto das TincoPontas, sobrado n.
154, confronte a malriz nova. '__________
mesmo logar, primeiro
rpimeira bomba.______
sitio a direita, depoii da
I1TITI1T0 PARTICULAR.
Rua da Roda ti. 48, sobrado.
Prime ras lettras, portuguez, francez, in-
glez, desenho linear e musica.
Sob a direc^ao do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas aa-
las todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, meio pensio-
nistas e externos ; fornece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
precos muito razoaveis.
H^*' AttenQao
Os Srs. abaixo nomeados queiram vir a rua do
Iraperador u. 24, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da Silva Pr6a, marmorista.
Francisco Jose da Ceeta.
Fabiciano Napoleao do Rego Barros.
Lagos, conductor dos bonds.
JoSo Antonio Portugal.
Jose Affonso de Oliveira Guimaraes.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Manoei JosC Ferreira Bentevi.
Quinlino Moreira Dias.
Jose Paulo dos Santos Oliveira.
SiWino Antonio Rjdrigues.
Joao Gomes dos Santos Filho.
Angusto Lobo de Siqueira Thedin.
Francisco Sergio do Rego Dantas.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Ribeiro Ponies.
Hufino Conea de Mello._______________
Aluga-se o 1 andar da casa da raa do Condo
d'Eu n. 21, caiade e pintado, todo reparado, e o
armazem da rua estreita do Rosario n. 45 : a tra
tar com Jose Henriqad da Silva, at Soledade nu-
mero 27._______________________^__^^
ALUGA-SE
uma grande casa terrea com bastantes commodes
sita na estrada do Lucas : a tratar a raa do Vi
Aluga-se
os armazens ns. 63 e 69, na praca do chafariz em
Fdra de Portas, um onde teve tenda de ferreiro
o falleeido E. Mabnlt. 0 outro que esteve occu-
pado com venda de molbados, para o que e op
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livre-
e desembara^ados de impostos: a tratar com o com-
mendador Tasso.
Precisa se de uma ama lorra ou
escrava : trata se na raa do Marquez
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,
Dlao ha mais cabelos
brancos.
Tintura japoneza.
S6 e unica approvada pelas academias de
sciencias, reconbecida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
! pal & rua da Cadeia do Recife, boje Mar-
'quez de Olitida n. 51, 1 andar, e em todas
as boticas e casas de cabelleiieiros.
Ail
3* andar.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno, fugio o mulato Vicente escravo, de 20 a
22 annos de idade, bonita lignra, barba e estatura
regular, levando vestido e em um sacco [roupa de
algodao branca e alguma Cna pertencente a um,
raixeiro da ca'a d'onde fugio, e natural da fre-,
guezia de Sant'Anna de Mattos diz ser livre. cria-
j do em companbia da madrinha D. Anna Luita da
Lnz de quern alias foi escravo : roga-se, portan-
to, aos Srs. caplties de campo e autondades po-
liciaes a apprshensao do dito escravo e entrega-
lo na cidade do Recife, rua do Crespo n. 10, ao
! Sr. Joaquim Moreira Reis, ou na cidade do Assil
ao Sr. Tonuato Augusto de Oliveira Baptista
/ que serSo generosimente recompensados.
Aluga-se
as casas da9 ruas da Ilha Carvalho n. 3o, de S.
Jos6 n. 5 e becco de S. Jos6 n. 1 : a tratar no ar-
mazem do Campos, rua do Imperador n. 28.
frecisa-se alugar um escravo qne entenda
alguma cousa de jardim e horta : na rua do Mars
qnaz de Olinda n. 18.________________:_________
Ahigase
para e se/vigo interno de casa de familia uma es-
crava de idade da 13 annos, com algumas'habili-
dades : a tratar na rua Jo Barao de S. Borja nu-
mero 40
i'recisa-se de ama para cozinhar
mazem Baliza, rua do Livramento n. 38.
no ar-
iiiiDim n
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a snas anligas fregnezas e ao pnblico em geral
que abriram novamente seu estabelecimento de
casa de costuras a raa da Imperatriz n. 5, primei-
ro andar, pelo que esperam continnar a merecer
a concurrencia das pessoas que precisarem de
sens ser vi jos. ____________________
CASA DO OURO
Aos IrOOOJOOO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos eu :
nuito felizes bilhetes a sorte de 4:000*!'00 er.i
meii MlheU de n. Io0! e um mci" At n. 8!^! c tn
wrlM de l(Vi#, alPtn loo:r>- >-hm aietaom d-
illHXjIi e ii'4000 daloU-i.. >i<:t MtSfl de,
extrabir (129') ; convida ao; possaidures i *i
receber, que pnnnpamaiHe 'cr:^ p4gof. j
0 mesmo abaixo asMgNMd wavida o respoiU
vel i:ul>Sieo pan vir :>j sen ostabeieeisHuBW com
prar os muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao dt
tirar qualqner premio, como prova pelos me^mes
annuncios
Acham-se a venda os mnito felizes bi!hete3 ga-
-antidos da 27' parte da loteria a beceneio da
nova igreja de N. S. da Penha, que se extrahira
no dia qujnta-feira 31 do corrente mez.
Prefos
Inte ir. s 5*000
Tres quinU>3 3*000
Djus quin;os 21000
De 1005000 para clozm.
Inteircs 4*500
Tres quintos 2*700
Dous quintos li800
Recife, 22 de dezembro de 1874.
_______Joao Joaquim da Costa Leiti
COLLEGIO FRANCEZ
BSCISeBR^
"1
V
r...0|
Toda attenc;ao
Retalha-se, com frente para a rua da Amizade.
: sobre 194 palraos de fundo, uma por^-ao de optimo
terreno para edilicagio, tirada do sitio contiguo
a igreja de S. Joje do Manguinho, d3 preqa de
50* por palmo. Aquella frente 6 toda murada:
bem como a parte posterior e a lateral extrema,
os pretendentes podem enten.'er se com o Sr. Dr,
Witrnvio.______________________________,____
= Precisa-se de um ho-
mera de idade que entenda
de jardim, para tratar de um
em ponto pequeno: na rua
do Vigario n. 1.
Grande descoberla
Curativo das molestias do
Este importante medicamento que acaba de ser
reconbecido pelos distinctos Ors Zalloni e Paras-
ibevas como um verdadeiro especifico contra a
Dbtysica, segundo provaram- nos grandes name-
:os de casos por elles experimentados, como se \6
aa sessao da academia de Paris de 24 de marco
lo corrente anno, encontra-se nnicamente do
Escrava.
Precisa-se de uma para comprar, cozinhar, e
mais algum servico de casa de pequena familia :
na raa do Carmga n 2 B.____________________
Instrucgao
Um mojo corapetentemente habilitado se pro-
poe a ensinar em algum engenho on povoado,
dentro ou fora da provincia, as seguintes discipli-
nas : primeiras lettras, aritbmetica, licgna nacio-
nal; calligraphia, francez e geographia : a tratar
a rua do Imperador n. 71, primeiro andar, sala
da frente.
10$000 de gratificagao. v
No domingo 13, pelas 4 en 5 horas da tarde, fu-
gio um papagaio com ucra [das azas aparadas:
quem o trouxer a ruaDoque de Csxias n. 41, 2
andar, recebera a quantia acima.
EXPOSIQIO UNIVERSAL DE 1855
MEDALHA DE I.' CLASSE
AL. LABARRAQIE & G/

ARRAQUE
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIS
OQuliihim ILa1>arraiie eum vinhoeminen-
temente tonico e febrifugo, deSUnado a substituir todos
os putros preparados de quina.
Os vinhos de quina ordinariamente empregados em
medicina, sao preparados com cascas de quina, cuja
riqueza de elementos activoe e exlremamente variavel;
accresce ainda que em razao d'esse modo de praparacito,
estes vinhos contem apenas alguns vestigios dos ele-
mentos activos.
0 Ouiiiiuin tabarraquc, approvado pela Aca-
demia imperial de medicina, constitue pelo contrario
um medicamento de composicao determinada, rico de
elementos activos e com o qual podem sempre contar
os medicos e os eufermos.
Pode-se dizer hoje como uma verdade incontestavel
que nao ha indisposicjio continua- sera principio febril
do qual, quem soffre, nao tem conhecimenlo algumas
vezes, mas que nem por isso deixa de existir. Por isso
as pessoas fracas e debilitadas, quer por diversas causas
de esgotamento, quer por consequencia de molestia, os
adultos cancados por um crescimento rapido de mais,
as raparigas que tem difficuldade em se formar e desen-
volver, estao sempre submettidos a uma accao febril
continua. n'estes casos que o Quimum Labarraque
pode ser administrado com a cerleza d'um exito com-
pleto. Nas convalescencias, bthimium^o tonico por
excellencia f junto com as Pilulas de Vallet, produz
effeitos maravilhosos.
Nos casos de chlorosis, anemia, e cores pallidas, elle
b um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Junto por
exemplo com as pilulas de Vallet produz effeitos nota-
veis pela rapidez de sua accao.
. Aconselhei o uso de Qttinium Labarraque a um grande numero de
doentes, tanto na minha casa de saude como na minha clinica externa.
Como trato especialmente as affeccfles cancerosas, procurei por mmto
tempo um tonico poderoso. Tendo-o enconU-ado no Quimum, o qual
considero como orestaurador por excellencia das constituicOes exhaustas.
IV CiSAftM >
f
A Snr." A... de Bourbon, com vinte e oito annos de idade, tinha febre
sob diflerentes typos, ha dezoito mezes. Ella tomara uma enorme quan-
tidade de sulphalo de quinino, de maneira que sen estomago n3o podia
mais toleral-o, mesmo misturado com opio. 0 estomago achava-se de taj
sorte latigado que nem mesmo podia supportar o sulphato de ferro; este
sal provocava-lhe colicas e uma excessiva repugnancia. Foi n'essas con-
dicOes que receitei o vinho de Quinium, cuja apparicao era recente. Estando
pouco familiarisado com seus effeitos, grande foi minha surpreza ao ver
com que prompliduo, ellCfizera desapparecer a febre da Snr.' A..., que
ha dous annos n3o tem lido, a menor recahida.
i 0 SfirR..., de trinta e dous annos de idade, proprietario-cultivador
em Ygrande, teve durante os veroes precedenles alguns accessos de febre
que cedei-ao corn o uso do sulfato de quinino. No mez de Agosto de 1859,
foi de novo atacado pela mesma febre; mas, d'esta vez, o sulfato de qui-
nino n3o produzio o resultado acostumado. Occasionava-lhe grandes ddres
de estomago, e, em seguida, uma repugnancia invencivcl. A febre aug-
mentava de intensidade. Appan>cerSo o fastio, grande fraqueza e tristeza
com o pensamento que elle biiccumbiria, vislo que nao podia toinar nem
supportar o unico remedio capaz de o curar. Receitei-lhe quatro calices
de vinho de Quimum por dia... A febre desappareceo; o doente recu-
perou de novo o appetite, o somno e a alegria, so faz uso do vinho, dimi-
mundo as doses'de dia em dia. ^
< A Snr.' P... de vinte e seis annos ifMdade, estava devorada por uma
febre, haviaO cinco annos. Apezar da sua mocidade, apresentava o aspecto
da velhice : pelle cor de terra, olhos embacados, etc.* Desde seu casa-
mento que datava de seis annos, residia n'uma casa bem situada na appa-
rencia, sobre uma collina, athando-se entretanto no alto do tanque de
Meillers. Ora a metade d'esse tanque esta secca duranle o verao.
Rcceitei-!he o vinho d.- Quinium por doses de quatro calices por dia.
Passados quiuze dias, o mamlo veio dar-me parte de grande melhora do
estado de sua mulher. A febre desapparecera completamente, a pelle
tomara-se alva o appetite e o somno voltarao; mas e tal o medo que tem
de recahir doente. que ella reclamou-m* ainda tima garrafa de vinho de
Quimum.
* I' Recsaclt.
a Ha alguns annos que trato os doentes da fabrica de Mazeline et C*;
receitei sempre com exito constantso vinho de Quimum Labarraque como
febrifugo 6 tonico em todos os casoa que os operarios (em numero de 800
a 1,000) achavSo-se enfraquecidos pelos miasmas paludosos que exhalao
os terrenos do Sure. >
0 S*. Mazeline mesmo, achando-se em esUdo de magreza assaz grave,
por causa do excesso da trabalho, n'uma localidade onde. as febres sao
frequeiites, foi regenerado pelo vinho de Quinium tornado em dose de um
calice pela manha e a noite, recuperando d'esta sorte sua perfeiU saude,
D' Bkuiiuu. .
D.poaito m Parte na caa, L. FRERE, 19, raa Jacob
Na pharmacia de P. Mara & C rua do Barao da Victoria n. 25.
DE
S. LUIZ
DIRIGIDO FOR
Madame Louise Irma Aluur,
aisa e \BV|)Km v-i Kl.'IS ;iKl.: 16 i.Q CtrSTlME
0 M'onle Lima
icn urn complet" sortim^nlo ir p.ilao e franja de
ouru e pmia, vartateim, de t-das as Unrva,
abotoaduras 4on4aa para aSdasa, rannulhos c
cafeites para bonlado. Tainbem se er..-rrefa 4e
todo e qnalijUT fardam-r to, coruo stja -"k
Ulins, pastas, espada-, dr.ponas, charlatciia*. ta-
das, atoloadtiras lisas e ilouradas, para emit
etc.; a.'.sir.i como um t'mpleto sortmeato da
ranjas. galio fal.'o para oriMiueulo, rnrdM tie ii
com borla para quadros e ejp*"lhos (nne o
gosto da encomnienda) U'do p*ir muiio ru-mc-s
preco que em ontra qna'qnr parte : na praca da
tndeoendencia n. 17, junto a 'oja do Sr. Araates.
f iifS Srs fumattles
9
rua de Ftr-j '?*
nandes Vieira n. 2, ultima estagao dos .A
hrtnitc !
Fcmo'deslUJo tedts.
Novo C-'PfTa'.
Olho de Pa-sro.
Fior do lirasil.
Verdaimo U,o MM.
Verdidcirc Nson tu C- ;.az
em paco'es e lalas de i, i e 8 (>rca,
waacompwicao aiguira iHviva o fa-
(i ad .r, inauufaciarad s a a venia na
fabrica a v;.prr, i.a sctica raa do

n
bonds.
Madame Louise Irma Adonr, e^ucada era Paris,
avlsa aoslllms. Srs. paisd' familias, que vai abrir
no dia 10 de Janeiro de 187S, um collegio para o' i$ Quarl.| Qe p,,:j
eosino do sexo ftrainino.
Madame Louife Irma Adour, durante sete an-
oos esteve no eneeDho Limociro educando as flllir do Exm. Sr. barao da E;cada, e durante dous an-! Arr nda-se ; ngenho idaiu da Ser a, a -
nos as do Exm. Sr. barao de Aracagy. i corrnrte c x. asua, hio .-a fr. gu-iia -
0 collegio e muito bem collocado, tem um sitio. I^juca. lata trinp-. qae ajajami r. u,m qa,-
basunte grande, e atjna encanada para os banbos. ra, com tl a li o.-ciav.H, ,,-uc-r fcii. e .a-
Os ramw dc en-mo -ao :.-nJo,afta madura, nova c rr.ind>, esta,
Instruccao relig.osa, leitora, caligraphia, arith- ludo em .ndame:..., n r.-ad( n u_ !. ,.-,
metica, historia, geographia, desenho, lingna na-.toa parlid-s. e ate >e und- Ti...l* aa fci >
cional.'lingua franceza, lingua ingleza, m*ica a n6goc.o f..m o apt-a, Jalata. .nex.,0
piano, canto e dan?a ; e bem iwo todos os tra- qua! e de an: na. ? |.i. in ,. i.-i. ,r. ,
balhcs manuaes, proprios de ua.a senhora. comr.: ao mesmo s.t'o di Iwa, que schsra qucn
bordados, crochet, etc., etc. A lingua que *e falla l_'.6,i:
diariamente no interior do collegio, e a franceza
Arnuda >e a
I ;o.nla le liaira dft S :
huo noi&r, cv:.i
< i.. i. iua i*
para tratar e ver o-estatutos, na rua de Feinan-. nhL-.m, s;ta a begaacia
des Vieiran.2^______________________ : 1,n 3I* il'8lia 'xl u~"
~------^------------------; p ] n M I arrara, teira mar e na foa dj Ria StfaaMaaaj C' ^3
iSeniiores ciietes ue lamilae mmtcs &* de .-.ju-a ~ -f,i it a **
*>..*..lr.> Aa s.rAfi ft rtfotur ftaOTaaaatfaa*#Clt*. r
anlhalos.
rental de >olo a recent r aa"-nalni*ots, maila
propria princiialme.to p-ira ;: '. -.
P chegadoo .empo ,1. rir*. j. Joposi- EZ?Z~.'f& '
to depao e cestas La rua larga do Rosario n. ------------,--------------------------------------
36 ; abi podeis munir-vos d-5 a.; fates gran-. i'llff'l-^O
des para acondiciouardes voss s preseates :llll^<'- ^''
de festas, designados a vossos padrinhos. escript(,rio, 0 pmnlra -.r.d-r i
Nestes vasos o mimo tornar-se-ha mais ele- Jia 0 jegUnd0 dito : na rua do Marquez de 0'- s-
' gante, digno de uma justa recordo^ao ou da n. '.. .....
remuneraQao. OsSrs. pais de familia, aqui -------------------------- ~
tem um esplendido sortim-nto de obras de PIlUPHlMI*!'* I vime para todos os misteres s suns etKS, j I IIUI illillU lWlll-O
sobresahindo as melhores condemn grau-'
des para arrumar roupas do passar os dias
festivos no campo.
JO
Cao perdido.
Gratiiica se a quem trouxer a rua do Impera-
dor n. 83, primeiro anJar. uma cachoira prela,
ingleza, desencaminhada domingo a noite, levan-
do uma coleira de metal principe._____________
Pharmacia Torres.
Os Srs. devedores deste e-talelcciment< sao ro-
gados a virem pagar os seus di bitos Me o Pm
do corrente mez, do contrario verao os Eeai do
mes por extenso nesta jornal.
Recife, 19 de dezem iro de 1874.
Mancel Thomat Pereira (b I'.ego.
1UI000
* \T A Precisa se de uma ama que eonahfl
Ji.iU.il. tem o diario de ana ca=a dc familia,
forra ou escrava : a tratar na Capunga, rua da>
Pernambucanas, ca?a de sulea n. 17, ou na rua
do Hospieio n. 23. ______________^
135 Largo do Terc,o135
O piorriet li UcAi n ipo e acr 'ado esu-
belccimcn'o ten o o fei'.o pacaar paf <:na r
ma eafl ial, e : onflacdo i'0 ala a r:t
di* >;-.s ei prpgad s, na) ne .'a era afaaaaf i'
res^ei.>vcl publico e j.ar.i,-uurr'tnre a % r
Acres da fragaetta A S. Jerf, ft ir.m fXiaai-
na em dtlo uliiwfctfinirnn : nde tdc nttarac-,
alem io .reiso cm ca-r lU 'Tdeaa, francs
quanlida la d txtas de uds r<
s in C" :: i I
. uurca ;...........
aviar qoaetqaej nc-i a .- j. :<.*\ f-r a icra i-.
:ia ou nci'.c co-. .n 1 a.-<:> e
iff*fi nl.- n:s a
tudo ptricen-'-s d.> qu' outn tr._______
Aluga-tis i.ii a i..-.. i.'- : '>* a> :'.
i-'rancisco. n iv pr< xima ;
n'ai : a (ratal a '- -" r I
v.uva VUkla. S n.<.....ta .-caaama
Alugase o sobrado de um andar n. I, da
rua Imperial, esquina da traves.-a do Linu.aMos a
baixos, lugar muito proprio pata ler venda nas
lojas que tem os competentes arranjos: a tratar
com o proprietario nanta do Hospieio, sobradj n.
35, pela manhaa at6 10 horas, e das 3 as 6 horas
da tarde.
mtnina desvalida para f.<; r :
uhora, qnese pr..-!e :a,iib. mi a d:-
n.e-tici', garaataado ie o tn a mesmo edp-
c ja e a p bWi u u 11 a i
im'pf-rta a
rereMdo a uito 1> <\ < I
Moleque
GratiQca-se eon bOfl b -
Innate, moleque dc 13 15
cheio do eorae, rot. e cabeta .
1-.. '. cabeld j r'
ausentou se na lardr de 10
anno, eom camisa dc n>adp
dft cor, desboUda, e ehapeo de
tif;,-n se ai rua da Cade a Ie Recife i a aa
rna da Aarara a. tM. ____ ^___
w ^s
JD s

* ^^
is m *
N ==
a i
ft 3 > *P^^Pff(maik
S| ur6sh
B9 m SB
GaMos
On. HI, silo a rna Daqne do Caxias, ret
ci-mplelo aortiaKBlo dc bdana lioaj de set atkran-
co, canr.o alto, bem enftiladaa, i^ra
de doraqi:e hraeco e de cores, pace aaaai .
Dxniaas,sapal : Ie entrada baixa, I: t\
do duraeuc, do cores e brancos, para -
meninasj bonegniae de aariaa qualiJad^, para
meninos, chiquitos ae cooro de lustre, prrtrs e ii
cores, para criaocas, borz^guins de fcaw
homens, e vnde tudo iBJ-is I -' do qna eia oft-
tra qualqner p;-rte._______________________ .

Previne se ao doio da casa de penhores da
travessa da rua dss Cruxes n. 2, que nao entre-
gue 09 objectos descriptos na cautela n. 4,zX'J,
senao ao seu legitimo dono, visto terse perdido
dita cautela._________________________i______
Manoel Alves Ferreira & C. mudaram o seu
escriptorio da rua do Vigario Thenorio n. 3, para
eamesma ma n. 10._____________________
Costureiras para modista.
Procisa-se na rna da Palma n. 34._________
O pescador
precisa de uma ama para cozinhar, a?*im <
tambem precisa comorar nm r-Ma <1 n>-it !> *
que entecJa de coiinha : a I
n. it. ______________^
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar do
sobrado n. 70, a ma Duque de Caxias, proprio
para raogfts solteiro' : a tratar na loja.
Aluga-se o sitio n SI, na e.-trada de Joao de
Barros, defronte da capellinha, com os commodos
srguinles : ama grande casa com 4 salas, 8 quar
tos, despencsn; coziDha f6ra, nm grande terraco
sobre columnas ccm gradeamento de ferro, co-
cheira para 4 :avallos, casa para escravos. duas
cacimbas com boa agna para beber e lavar, casa
com tanque para banho, grande numero de diver
90S arvoredos de fruoto : qnem pretender, dirija-
se ao mesmo sitio que achara com quem tratar.
No mesmo sitio vende se grande porcao delenha a
2#000 a carroca a quem goiter tirar mi cortar.
ORIADA
Preciaa-se de uma criada portugueu para tra-
tar de uma crianca : a tratar na rua Duque de
Caxias n. 84, loja.______________________^__
508000
Quem deixara de passar a fe.-ta no Rio Doce,
em oma casa de pedra e cal, toda envidracada,
com todas as coniraodidades pra banho doce e
salgado, perto de Olinda, por tio ponco dinheiro T
a tratar em Olinda corn o padre Bante'r?, na la-
deira do Varadearo.
Aluga-se
o segundo andar e armazem da rua de (\' -
AITonso n. 39, o sobrado de nm andar e sr-tio da
rua do Hospieio n. 63, e a l* andar e armaaaaa df
sobrado da ma do B .u Jesns n. 63 : a tratar aa
rua do Vigario n. 31.
0 barharel l.uiz d Sil< a i^
mao, Ant'.nio Ramos da Silva
mao, Serta da Silva 'Jasmin, Hi-
reas da ilva Goroi<. Hyg.cn aa
Silva fiusmao, Maria Itosa de flaJB-
roao Carvalho, Leocilla rV?a de
Gnsir io Vianaa. Celeriaa Roaa aa
Gnsroao Maciel, F-anceliua Rosa da Uawaao. He-
lena Rosa de Gusma Guimaraes, Feliciano Marques Viaaua. J>? Car*
neiro Maciel da Silva e Aquilino da SUva Gaaaaar
pungidos da mais acerba dor pelo prewatoro paa-
samento de aeu prezado e sempre lemfcradf pai e
sogro, o major Antonio da Silva Gusmio. agra|
decem cordialment^ a todaa as pessi-aa aa* aa
dignaram assistir as rxtqnias celebrada* a* aaa-
vei.to de Nossa Scnhtra do Canaa, '
nhando o feretro ao cemiftarta, a I
seas parentes e amigos, a r
pai e sogro. o raridoso < f
miisas e memento qne iu~.
igreja do C*rmo, as 7 him aa aan.a ao a
setimo de sen falledinDio;_^__^j_^j__-^
Hotel del' Eirtpe
Alag-" BBMkfrattPc* i
tamelecftaBcmlm 4 rauadU Caa
amercftm m. 1.
Este antigo e bera conaiwda HOIi*~, aja
ebon se por cansa do (alleeiaaaaaa d SrE *
Tourpin, acha-se provid) d* todas is ixmaajaa a
ornameatoa corruapanaaalai & taaaa aa ana aaav
pre gozoa, e ettaado sitoado aa lagr m a-
parente e agradavel da ftaeila aaaia d a
levard, defronte do deaeaaaarfaa da aaaaaaajaa,
os interesMdoa *a ae> aria ""LJE? J
roontado, em boas toral ) ***. -.j_
Para traur, eiriglr-se ao oacftpairla da reraarM
Cameiro, a meauu raa 4 CeanwaMe ..


9
Diane de i'ernaaiDiioo Sexta ieira 25 de Dezambrc cle 1874
ES3ENGIA GONGENTRADA
4>
$0kU}%
ARISTIOE SA1SSET E. J. SOUM
*^2 Ji.*.? eui? vegltal yerdade.ro puriflcador' do s'angue. sem mere
tamciaf ntrTpnrf ,u !^oba 6 urn remedio hoje reconhecido como nm poderoso depura-
S?- Jtu r c s a3 oleslias que teem a sua origem na irapureza do sangue,
'a:.-a8B?^!8Ji^ S".VS, BoUBATICAS E EsCBOFULOSAS, rUlEUMATtSMO, EmPINGENS, DAB-
ETC.
rais, Erupcoes, etc. _
Os prodigiosos effeitos que
.!^mt'a aPr?Priadaran'a experimentada,"a"tem"*teirol'"adoptar com^um'dos'medicamen-
tem pruduzi "o a Easencla de
uU aprupnauaraenie experimentada, a tern feito adopta
garos e mais eaergicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica
& eada-fraseo acompanha uma instrucgao- para a maneira deusar.
Pomada anli-dartrosa
*atra as affecgoes cutaneas, darthros, comichoes, etc., etc.
l-ngoenlo de Caroba
boubas, nlceras, chagas antigas, etc.. etc.
?Sra enra das
UNICAMENTE PREPARADO POR
wV*<
iHOOAYftOL IRMAUS, SUGGESSORES
Botica Fraaceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
CAO DO BOWMAN
52
(Passando o chafariz)
1 AOS senhores da engenho e ootros agricultures, e corapradores de ma-
tt o-favor de fozer uma visita a seu ostabelecimonto, para verem 0 novo sortimen-
":,:.. queaht tem ; seiido tudo superior em qualidadeefortidfio ; o que corn a in*
*mgso pessoal pode-sc venficar.
ESPECIAL ATTENQiO AO NUMEBO E LU'AR DE SUA FUNDIQAO
Yapojes e rodas d'agua dos mii mimm e em tamanhos
W*s para as divcrsas circumstancias dos senhores proprietarios e para descarofar
laS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
Sodas dentadas para animaes, agua e vapor>
Euzas de ferro fundido, batido e de cobre.
AlamMques e fundos de alambiques.
Jfiaem/usmos para maajioca e aig0(35o> e para serrar madaira
MBDaS "de patente, garantidas........
Jbdas as machine 0 pecas de que so cc,tuma prccisar>
fZ ffW<* concerto i& maohiLlhta0( a pr(^ mui resumido
w rotiu tein as melhores e mais barstas existentes no mercado.
r nJl- rnaCumb,0-se de, m,andar vir qualquer machinismo i vontade dos
brando-laes a vantagom de fazerem as compras por intermedio de Dessoa
, e quo em qualquer oeceseidade P6Je Ihes prcstar auxilio P
* amenoanos e it******** agric 1'as.
Aos 2o:ogo8ooo
Betes iic loicrias do Rio.
_______Praga da Independence b. L'2.______
Precisa se fallar com os seguiuit-s senhores,
aa rua Primeiro de Marco n. 16, primeiro andar.
Dr. Candidi. Vieira da Cuoha, de Sergipe.
Tito Antonic da Cnnha, da Bahia.
Domingos Ulympio B. Cavaleante, S.bral do
Ceara.
Manoel Panta.eio da Silva.
Compra- c
ALUGASE
o segundo andar e armazem da rua de Pedro Af-
fonso n. 59, o sobrado de u n andar e sotao da
rua do Hospicio n. 65, e o primeiro andar e ar-
mazem do sobrado da rua do Bom Jesus n. 63
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Precisa-ne de uma nulher de bons costumes |
que se preste a ensaboar roupa em casa de fami-
lia : a Ira tar na rua da Cruz, armazem n. 23.
Podendo todo;
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou animaes.
E. A. DELOUCHE
24-Roa do Marquez de Olinda -i\
Eaquina do Iteeco Lar^o
Participa a sens frrguezes e amigos qne nmdou
9 sea estabelecimento de relojoeiro para & mesma
rua n. 2i, onde encontrarao am grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios do
ilgibeira, de todas as qualida- les, patente suisso,
de ouro e prata donrada, foleado (plaquet), relo-
!;io3 de onro, inglez, descoberto, dos melhores
abricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, Iunetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos._______
Leques gratis
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. iS, esta
distribuindo gratis a auera the fizer algum gasto,
am lindo leque, vist> conhecer a necessidade qne
ha desle arligo neste tempo tao caloroso.
Distracao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, 6 so
quern tern as lindas cods rueu.'s ou desenhos para
formar diversai vistas dos principaes ediflcios da
Europa, e que servem de distracoes nas horas
vagas.
Lubin
Banha, ojeo extracto, cosraetique desse afamado
fabricante : sd qoem tem e a Magnolia, a rua Du-
que de Caxias n. 45.
Presentes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n 45,
de muitjs ootros artigos que tem propnos
presente, acaba de receber o srguiBte :
Bonecas de cera qce chamara papai o mamai.
Bonecas de caraur^a com pescoco, peruas
bracos movedicos.
Lindas caixas com flnissimos extractos.
Ricos vasos com banha e pos de arroz.
Bonitas caixas para costura.
Cestinhas com flores artiflciaes.
Ditas com preparos para cosiura.
am eseriptorir)
Commercio n. &
ma oaia.
Aluga-sc
no primeiro
: a tratar no
ndar da rua do'
armazem da raes- '
?
2
o
B
s
a.
o
1
alem
para
9 2
a
3
"S
en
O.
o
a-
a.
o
Baptisados
3 e sapatinhos de s
paoprtes para bapti
Cuticulina
Ricos chape"os e sapatinhos de setim brsneo, de
diversos gostos, paoprips para baptisados.
X^O H\ M\IS F\LT\ Bl ftMLO
AGORA HA COM ABUN-ttSCFA
;'elo para almoco Geio para cerveja
Gtelopara lanche Geio para refrescos
Cielo para jantar Geio para sorvetes
Geio para ceia Geio para remedio
Geio para vinho Geio para banhos
Geio para conservar legumes
Geio para conservar fructas
G< lo para conservar peixe
Geio para conservar carne
Emfim, geio para Todos; e para qualquer Uso
NA
FABRiCA NOVA DA VIU7A STARR
C8es do Capiharibe n. 38.
At.rrta
Qnem tiver nodoas no rosto e quizer ficar em
leas,! compre urn frasco de cuticulina, na Magno-
ia, la rua Duque de Caxias n. 45.
Modas
Coques de cabello.
Settas donradas.
Leques doarados.
Ditos de osso, marfim e madreperola.
Meias de cfires para senhora.
Gravatinbas para senhora.
BotSes de aco.
Cintos todo de me:al.
Fivelas pretas para vestMo.
Brincos de a*-o.
Voltas de mi'dreperola, e muitos outros artigos
que so se encontrarA oa Magnolia, a rua Duqu9 de
Caxias n. 45.
Espelhos
dourados, quadrados e ovaes, de diversos tama-
hfios : na Magnolia, a rna Duque de Caxias nu
mero 43.
o a 1 &
o o i a o 0
.a n
s .
S" o CO
n n g .

a = o 3


PENHORES
Natravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Obras de verga.
Sofaes.
Cadeiras, as mais apropriadas para viag;ns.
Mesas.
Cestos quadrados, para armazens de (azendas.
Ditos para padaria, os mais apropriados para
venda de pao.
Cestinhas para meninas de escola.
Capachos para entrada de eslabelecimentos a
portas da salt.
Carriohos para meninos.
Bergos idem.
Veodem Pflgas & C, a rua eslreiu do Rosario
p. 9, junto a igreja.___________
Villa de Palmares
Na padaria denominada Maur ty, sita na prata
deste nome, casa de azulejo n. 2, desta villa, esta-
belecimento de Francisco Seraflco de Assis Vas-
concellos, fabrica se com a maior perfeicio, lim-
peza e barateza, pio, bolacha e tudo quanto se
pode obter da farinha de trlgo. 0 ancunciante
protesta servir com esmaro e agrado a todos quan-
tos quizerem honrar sen estabeleciment > e se cons-
tituirem freguezes e consumidores. s^S3*E-;
Collegio de Santa Ursula
Para educagao de meninas.
Este antigo e bem conhecido collegia, estabele-
eido no edincio n. 32 da rua da Imperatriz, co-
I megaraos seas Irabalhos no dia 7 de Janeiro pro
I ximo vindouro. A directora abaixo assignada,
espera dos pais de suas alumnas, e do publico em
geral, o acolhimento qae tem merecido ate hoje,
;promettendo de continuacao a sens esforcosj*
: boa educaglo das meninas que Ihes sio confiaa^
mankndo assim o credito adquerido na pratica
de mais de 14 annos de exercicio.
Recife, 16 de dezembro de 1874.
A directors,
Ursula Alexandrina de Barro.s
dnas oa Ires casas terreas nas nwlhores rcas i
cidade: a tratar na rua do Bario 4a Vtetaria
n. 22.
VINDAS.
i MEDICO-CIRURGICO
AM
m 11 hons^manh^8 6 hCr33 da manh5 "* H S horas da ,arde'e nos dorains e dias
& B Os pedidos de quantias grandes para
aWBacifl I'.iuecedencia.
ESCRIPTORIO Rua
os vapores ou para fora da cidade devem ser
do Commercio d. 10.
Q\ Precisa-se de uma ama para ca-
rii. sa de hoimm solteiro, que saiba
cozinhar, e que qaeira ir para fora da cidade : a
tratar na rua do Iroperador n. 57, loja.
Precisa ?e de am caixeiro, prefere-se por-
tuguez, de idade de 13 a 14 annos: na padaria di
rua Imperial n. 2;)i. Na mesma vendese utenci-
lios para paJaris.
Vende-se urn terreno proprio, na es'rada de
Luiz do Regn, em Santo Arnaro, cum 50 palmos
de frente e 600 de fuados : a tratar na mesma es-
trada n. 19. ________
Attcncao
As accSes entre amigos de um piano de dons
teclados, quo tinha de correr com a ultima loteria
do mes corrente, lica transferida para a ultima do
mez de Janeiro, em raiao de ser ja novo piano one
tem de ser extrahido no fim do corrente mez.
Precisa-se da uma ama para comprar e cozi-
nhar em casa de pequena familia, podendo ir as 6
horas da manha e retirar se ai 6 l|2 da tarde : a
tratar na fabrica de tiacio e tecidos com o auar-
da-livns.
*
DO
Dr. Pedro d'Alhayde L. Moscoso S
PARTEISO E OPERADOR M
ltua do Viscoude de Albn(iuer-9f
que vi. 39. '*
ESPECIALIDADE
Sloleatias de senboras e
meainog. i*J
Consulias das 7 as 10 horas da ma- H
nha, todos os dias. ^
Das 6 as 8 da noite, nas sogundas, quar- 141
tas e sextas-feiras. W
Os doentesque mandarera os seus cha- W
mados por escripto at 10 horas da ma- -<%
nha serao visitados em suas casas. :*
Attencao.
Festas
Festas I I
Festas 1 I I
Annos!
Annos
AnnosI I I
Deposito devhtoTHeira e
Peraa!)afio.
Tendo ja obtido o melhor acolhimento nos raer-
cados da AHemenha, Inglaterra e mesmo em Fran-
ca, para os vinhos das minhju pr.priiddes e de-
pottos, onde fofam ppreiados e merecerara os
primeiros preraios em differentes exposicSes ;
desejando tornal-os couhecido8 igu.lmen-
te na_ provincia de Pernamlmco, onde de cer-
to serao bem aceitos, ja pela diminula quanlidade
de aguardenle que cmtem, como pela sua velhiao
e tralamento especial resolvi estabelecer um de-
posito na casa dos Srs. Pogas & C, a rua e=treita
do Hosario n. 9, onde se encontrao sem pre de
difTerenles pregos e qualidades e directamente en
viados.
Sdo geralmente conhecidas as vantagens nue
auferera aos convalecenlcs do uso do viuho Ma-
deira ; permittara me, por6m, os Exras. Srs. medi-
cos chamar k sua attengao para estes, nos quaes
encontrarao as qualidades mais apreciaveis.
________Henrique Jie* Maria Camacho.
Reis !
Reis! I
Reis I I I
8 dias ~ 3
DE
0 comer da forca e vida I
0 beber air or conte"m :
Oomamos psis e bebamos
Qae a morte nao longa vem !
P.
N.
Kta do luperadtr
28.
28.
LIQODAaW
NA
Loja de fazeodas
DA
Ruado.Crespon.20.
Las de cores miudas muito boa* pan roooa
meniDa* a 160 e 200 rs. o covado. ^^
La pretas, superior, a 408 rs. o covaAu
Alpacas de cores Unas a 320 e 360 rs. o eova4t
So se vendo.
Ditas com listras abertas, (aaeitda fina, a 600 rs
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores miudas a 280 rs. o covado.
Crelones, o melhor qae tem vindo ao mercado
400 e 440 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas abertas, (aieodi
mais fina qae tem vindo ao mercado. e fazeadi
de 24000 o metro, por 14000 a van : a b
chincba.
Ditas pretas com flores miudas a 200 rs. o eovadc
Camhraia transparente, flna, a 34 a peca.
Dita Victoria, fina, a 4/000 a peca.
Organdy de assento branco e de cores, ecm le
res miudas de seda e de la, a 400 rs o covaaV
E pechincha.
Cortes de casemira de cores moderaas a 5*500 .
corle ; 6 fazenda de 8*. E' pecbiocba.
Camisas de linho finas, iisas, a 354 a Joxia. i b
zenda de 554.
Brim branco de linho a 14400 a vara
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o cavado.
Madapolao francex verdadeiro, 24 iardaa. a i
74 a peca.
Algodie T, largo e superior, a 14 a peca.
Gorgorio prelo de seda para vestido e para colte*
a 34 o eovado
Toalhas alcochoadas a 44500 a duzia
Colchas grandes a 34680 ama.
Cobertas de ganga, forradaa, a 34.
Lengoes de bramante a 24 nm.
Lengos de linho, abainhados e em raixinnat .
34500 a duzia.
Ditos de caga de cures abainnados a 34500 a d
xia.
A1|000
Cambraia branca, bordada, com I.Mras e de
quadrinhos, abertas e tapadas, por krmos uuia
grande porgao, resolvemos vender barat para aca-
barmos, e fazenda muito larga e moito foa, qae
sempre se vendea por Ij o metro, e esiamos veo-
dendo a 14 a vara : so qoem tem para vender
por este preco 6 Guiiberme d C. rna do Crespo,
loja das tres portas. Diose amostras.
E outrcs muiios artigos que se vende por dm
nos do quo outra qualquer parte e pan se a>
So na lorem queiram mandar ver as amostras.
enganaja de
Gcilbcroie k C.
E? s6 quem vende a 600 rs.
Cambraias brineas bordadas com listras e de
quadros, abertas e Upadas, faienla awitu fina,
com 5 palmos de largura, e p >r ttrmos grande por-
gao resolvemos vender barat > para ac-barmos e
fazenda de 1:600 o covado, e nos estamos vrnden-
do por 600 rs. o covado, dao-se amostras na rna
do Cresjo n. 20, loja do Guilherroe A C
C *M 4.ISO
UOUIDACAO.
liquidando cs calgados
alto e
c.tnnj
(Este documento esta reconhecido pelo tabelliao
uda cidade do Funchal, Joaquim Mochado de
boza.)
Viva o pr^zer r quintado I
Viva o amor sublimado !
Viva a caridade amiga,
Da cabega e da barriga !
Triple exultagao.
Almoco fraternida de
Na rua do Imperador n. 28, en-
contra se tudo quanto ha de mais
delicado
0 Paris n'America esta
pelos seguintes precos :
Botinas de duraque, de cores, com canno
lago, a Luiz XV ao*0oO!!l
Botinas do duraque, de cores, bordadas.
alto, a64 fl!
Botinas de duraque com lago a 34.
6noouis preta' ga"p-adas' c*nno alt0' a i*. 5* <
Botinas lias e enfeitadas, para meninas a 34
B verniz, para homem a 84. Aproveilem, qne e
barato.
Metins a 280 rs.
OPa\ao vende bonitos metins de c.'.res psra
vestidos, pelo barato prego de 280 e 320 rs o
covado; assim como, nm bom sortimento de chi-
tas de todas as ores, padrons
as cores, padrons modernos e Aim,
delicado e saboroso para 0 arranjo j ?el barat0 PreC de 280 ate 36' rs. : i rna da
de qualquer aimogo por mais mag- lmPeratnz n. 60, loja de Felix Ptreira da Si;va
Gros preto a 14.
0 Pavao vende grosdenaples preto a 14 0 co-
vado e dahi para cimi, ate 4* : na rua da Impe-
ralr.z n. 60. loja de Felix Pereira da Si'va.
Jmftm DOVAWB FRAHCK
-LiuadoBarao da Victor.a, outr'ora NovatN7
Attencao.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel de Siqueira
Uvateaate Junior a negncio de particular inte-
resse : na rua do Marquez do Herval n. 14.
Na rua de S. Joao n. 63 precisa se de uma
ama para cozinhar.
Gratificacao de 100$
Fugio da casa da sen senhor, no dia 25 de no-
vembro proximo passado, o esoravo de nome Pau-
lo, preto fulo, de 21 annos de idad?, mais oa me-
aos, altara regular, tem parte do dedo minimo de
uma das maos cortado, umas cicatrizes grandes
no brago esquerdo e nas pernas, provenientes de
gommas, tem uma marca grande de ia!ho nas co3-
las em cima da pa direita, and; ligeiro e e muito
esperto, sabe engommar, cozinhar e faz todo e
qualquer servigo domestico: rcga-se a quem o
pegar, que leve o a rua do Conde da Boa-Vista,
outr'ora Formosa, n. 8, qne sera recompensado.
Telegramma.
i to ejstabele^mo tendo de ir a Europa, vende a Pre;os baratissimos odos
Beii s
aljiado fraacez
nem
senhora,
menlnos
e uieninas.
e perneiras inglezas
de montaria.
s de me e tk tm.
*a>tw-se muito em coma, cadeiras avuisa" Se
Vhm?.; de bngos e de dobrar. '
Perfumarias.
Jfaee extractos, banhas, oleos, opiau e p6s den-
Ma, asaa de flor de laranja, agua de loillete,
mmm Gorida, lavande, p6s de arror, sabonetes,
:-.wks..- i tnaitos artigos delicad a em perfnma
nm jra presentes em frasccs de extractos, caixi-
ntesortihsegarrafas de differentes tamanhos
tfapsnde u,logne, todo de priineira qualidade
mTfsa c-.ihix-.idos fabricantes Piv-r r,-,ndri.v
os sens
Bons pianos.
de
~ Asufa-se o andar da casa n.... da rua do
<> tratar na rua da Soledade n. 50.
Dos melho'es e mais modernos modelos
Hlond.l : vende-se. troca se e aloga-se.
Quinquilharias.
4rtf,^oa de differences gostos e
phantnsiaas.
Espelhos, leques, lavas, joias d'ouro, tesourinhas
camyetes, caixinhas de costura, albuns, quadros
o.-aixinbas para retratos, bolsinhasde vejludo'
ditas de couro, e cestinhas para bracos de meninas'
chicotes, bngalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
charutos e cigarros, escnvas, pentes. carteirinha de
madreperola, Upete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
poa, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria
i amas- de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminagoes, machinas de
tazer caf6, espanadores depalhas, realejo3 de veio,
ai-coi-daos, carrinhos, mamadeiras de vidro para
daMeite as criancas, e muitos ontros arligo*.
Brinquedos para meninos.
A maiqr variedade que se p6de desejar de to
dos os brinquedos fabricados em drfferates paries
aa europa. para entretimentos das criancas; *ndo
orfir-o mais resumida Os abaixo a-signados declarara ao publico, e
espeeialmente ao corpo commercial, que desde o
dia 15 do corrente se acha dis'olvida entre si, ami-
gavelmente, a sociedade que tiveram cesta praga
quegyrava sob a razao social de Joaquim Jose1
Luao & C., r,nr^ndo-se pago e satisfeito de sens
capitaes e lacros o soclo Joaquim Ferreira de Car-
valno, ficando a cargo do socio Joaquim Jose Lei-
tao e sob sua unica responsabilidade. a liquidagio
do activo e pa^sivo inherepte a referida Qrma so-
cial, de conformidade com o balango a qae se nro-
cedea na citada data de IS do corrente.
Recite, 19 de dezembro de 1874.
Joauuim Jose" Leitao.
_____________ Joaquim Ferreira de Carvalho.
- Precisa se de am caixeiro com pratica de
a tratar na rua Imperial n. 236,
toss.
pa-
~ AJnga-se duas salas e dous quartoe, propria:
4nsript'.rio, por cima do trapiche Dantas :
Wtattj no mesmo.
- Vende se folha de loaro a 720 rs. o kilo : na
rua do Rangel n. 67.
Precisa-se alugar mm
preto de meia idade. nesta
typographia.
Escrava
Precisa-se alugar uma escrava para vender bo-
imhosoarua, que spja boa quitaadeira, paga-se
m : na rua da Fiorentina n. 22.
I Cousullorio medico 8
X DO
Sj Ifr. Murillo.
RUADO VIGARIO N. *,*. ANDAR.
Recem-chegado 4a Eoxona, onde fra-
qoenton os hospitaes de Paris e Londres
podera ser proenrado a qaaafnnr hora do'
dia on da noite para objecto de sua pro-
ssjfo.
Consultas das 6 as 8 horas da manhi e
do meio dia as doas horas da tarde.
*m
de nma pessoa ,
Duqae de Caxias n.
GRATIS AOS POBBES.
ecialidades : Moiestias de senhoras,
!e e de crianca.
ecisa-se
|p servigo: no hotel da rua
Assembler do commercio, a rua
do Commercio n. 22, 18 de dezem-
bro as 6 horas e 43 minutos da
manha.
Preparase neste estabelecimenti quantidale
extraordinaria de
Pasteis
Bolos
Pudins
E doces
para satisfazer as exigencias do publico, no3 dias
de festa qae estao a porta.
Recebem-se encommendas para qualquer dos
ariigos.acima, e mais dos seguintes :
LEITOES (assados)
PER US
PATOS
GALLINHAS
PEIXES
E FRUCTAS (sem ser assadas.)
e tudo mais qae for nece3sario para u.na mesa
(comme il faut).
Ha tambem sortimento completo de bebidas
finas:
CHARTREUSE
VERMOUTH
ABSINTHO
VINHOS GENEROSOS
E CERVF.JAS:
(Agencia) Meira & Lima.
cifico e soberbo que seja I !
------Jantar liberdade !
Presunto", salames, doces, quei
jos, v.nhos e nmn infinidade de
pr-parades do aves, pe;xes e ma-
risco',nao iucluinao uma immen
sa variedade de especialidades das
mais apreciadas na Enropa I 11
--------CelaIgualdade :
Vinde ao armazem do Campos
e ficareis abysmados de ver tan-
tas iguarias e petiscos preciosos
qne ficareis convencldos de qne
. es^as no c*ntro do que ha de me-
lhor no grande mundo das vic-
tualing 1 I
P Campos vende barato I
Vendo bom e do melhor t
Ver para crer I
Comp ar para saber I
Reparem bem.
Quem ao campos nao comprar
Festa ma ha de passar I
Annos tera muito feio
E Reis... nao digo... mai3 creia
sera muito mao freguez
E nao tera prazer nos tres dias de
VENDfrPE
carneiros propnos para montaria qu para malar-
se; assim como, cabras Licho para criar crian-
cas: na rua das Flores n. 33.
Travcs.
Vende-se traves do louro e qualidade ; pan
ver no caes do Ramos, e trata-se com Joaqnim
Rodngues Tavares de Mello, a praga do Corpo
Santo n. 17, {. andar.
LiijiiidafflO.

Chapeos de todas as qualidades p?ra b.mene,
senhoras e meninos : na rua de Marcilio Dias
outr'ora Direita n. 61. *
Aliiga-se
um sobrado de um andar e sotao, con agua e eaz,
na rua nova de Santa Rita n. 55: a tratar na
t'orte do Mrttos, por cima do trapiehe Danus
Escrava
Fundas Herniarias
radical-
ELECTRO-MEDICAES
Para ligar perfeitamente e curar
rnente
as quehradiras
Essas fundas e^tr-be'ecidas sobre os conned-
Para vender bolos precisa-se alugar uma e=cra- ment03 "w^'ms e anatunicos maniem as raenn-
a que seja boa quitandeira, paga-se bem na a2 as ma,s Vt-,|am<>'< e diflceis, impediudo o
jua da Fiorentina n. 22. i8ea deseBVolvnitento. Elles teem uma acgio elec-
tnca que na genera hdade dos casos opera ama
cura radical sem que o doente se sujeite a pres-
Pergunta-se ao Sr. Jose Antonio
Nesta typographia prtejea ae de WBWjm
del4ai3 annos, para aprehder notar papeftia
machina.
Escravo 1 ugido
Ausentouse ha dias do engenho J.'guiribe, o
preto crwulp,.Maueel, le 30 annos, alto e-secco,
falla mansa, pes e maos bem feitos. tem falta de
dous dentes na frente, na f ente e lado superior,
olhos pequenos e nariz afi.ado, bocci regular, foi
escnjo na Parahyba, de Vicurin. Perura Maia.
Gralifica se bem a quem o levar em Jagusribe
oq no Decife, ma Nova n. 8.
Bons banhos e dormida fres-
ca no Monteiro.
Alugase alii por prego eommodo ama casa pe
qnena one tem 2 salas, 3 quartos, aoainha e boa
*otar papeina nanimba, a e perto do rio : a tratar na rua Nova,
loja n. 7.
. Dominjues
de Figueiredo, propnetano da f-.brica de cigarros
do becco Largo, no Recife, se 6 eerto (como diz)
ter 32 offlciaes lhe trabalhando, ou se uto nao 6
mais do qae vontade de os ter.
________________Um carios'o.______
Precisa-se alugar uma escrava e um moleque
para vender na rua : na rua do Marquez de Olin-
da n. 1.
COMPRAS.
"- Compra-se uma escrava qua seja sadia a
de bons costumes e qae entenda de cozinhae
engommado e mais servigo de casa de familia :
a tratar a rua do Amorim n. 54 armazem, das 9
horas da manha as 4 da tarde.
Compra-se caixas de sabao vatias a 400 rs.:
na fabrica de sabao dos Afogados e na travessa da
Madre de Deus n. 10, Recife.
PENNAS DE EMIT
Compram Lehmam Fre-
res. a rua Primeiro deMar-
con. 16,1. andar-
cnpgao algnma, a excepgao do nso continuo del-
tas. A cuia opcra-se no periodo de 12 a 20 me-
zes conforme a hernia mais on menos aniig*.
Unico deposito em Pernanabuco, phanna-
PHARMACIA E DROGABJA
DE
Bartholomeu & C.
34Rua larga do Roaario 34
Vacoina. Vaccina.
Tendo b Sr. Dr. Jose Lournaco de Matalbies,
montado na corte am comnleto servigo deste ar-
ligo, tem aqui aberto um ilepasito da malbor a
mais recente, oujos tubos se encontram na
da
its
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfr-icoasns das aid h je co-
nhecidas.
Tende-no
Ph
onroirarla
aaela
de
Bariolonto* S4. Rua Ian
VnrJe-se
Rosario
a tavern* padaria da
Por maior preco qae qaakpur enlnm, caa-
prampnUtts Fonceca, a rua do Vlfario n. 11, 'aaaio jnnto ou separado,
1 ana,r- dor : a tratar na mesma.
Ponte de Uchoa
a vonlade do
W,
PAGINACAOINCORRHA I


Diario de Pernambuco Sexta feira 25 de Dezembro de 1S74.
w
) *
'- -
Aos legitimos fogoes econo
micos.
Aeabam da chegar a esta cidade os ver-
dadeiros fogoes economicos, \i rauito conhe
oidos nas provincias do Kio de Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipo, Rio-Grande, Ba-
hia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitagao possivel, e sfto }&
prefaridos aos de qualquer outro systema,
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocacjao, moderno systema,
e sobretudo granle economia no combusti-
vel ; trabalbam com lenha, coke, carYao de
madeira, etc., etc. Ha de divewos tama-
nhos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, boteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acham-se ex-
postos ao publico, aonde se darfio todas as
explicates necessaries : na rua do Viga-
o n. 12
Soares Lei Irmaos, rua do Barao da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para camas
Na loja do Pav5o vende-se colchas de fustic
brancos, para ca_a a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,300
para eiraa e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva._______
N. 7 2.Rua. da Imperatriz N. 7 2,
EM LIQUIDAGAO.
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha tempo liuhara feito encoromenda e
agora eslando em liquidagao resolveu que cs'.as fazendas fossera vendidas nas mesmas con.Iicoes o
que d maita vantagem para os coropradores, isto no Bazar Naeional rua da Imaeralri
fazendas e artigos de alta
novidade
LOJA BO PASS!
400 rs.
com listras muiio
Vende-se
No escritorio de Thomaz de Aquino Fonceca 4
C. Successores, a rua de Vigario n. 19, priraeiro
andar:
Ciroeoto Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d > Porto em caixas, Bnissimo.
Idem era barri3 de quinto.e deeimo, fine
Relros.
Fio.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. I0-, vende-se o seguinte
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinbo do Porto, engarrafado, Bnissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.___________________
Wilson Howe & C. vendem ko sea armax*
a rua do Commercio n. 14 :
vwdadoiro panno de algodao aiul ameneaaa
Excellente fio de vela-
Coguac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvio de Pedra de todas as eraalidades.
Nov;\ remessa,
\Lnho vcrde de Amaranle
Convida-se os aprecia'dores a virera apreciar o
que ha de mais excellente neste artigo; vende-
se em decimos e a Tetalho, em casa de PGgas
it, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
greja.
Organdys branco a
Vende se organdys branco
fino a 400 rs. o eovado.
Popelinas a 1:000.
Vende-se popelinas de cores muito Unas a 13 o
eovado.
Alpacas de cores a 400 r?..
Vende-se alpacas de cores para vestidos a 400
rs. o eovado.
Laazinhas a 120 rs.
Vende-se laazinhas para vestidos a 120, 240,
320 e 400 rs. o eovado. |
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vende-se alpaca lavrada para vestidos a 640 rs.
o eovado.
Granadina aSOOrs.
Vende-se gr.to.dina pretacom listras brancas a
500 rs. o eovado.
Percales finas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.
o eovado.
'Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o eovado.
Cassas de cores a 260 rs.
Vende se cassas de core3 finas a 260 e 320 rs.
o eovado.
Cambraia victoria a 3- 500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3?500,
42 e 5*. Cambraia transpsrenle a peca a 3-,
3*500, 4/ e H-
Cortinados a 6*.
Yendo-se corlinados para janellas a GJ e 7* o
par.
Chales de \\ a 640 rs.
Vende-se cha'es deli a 610, dilos de merino
eslampados a 1*000 e it.
Cortes de casemira a 5*.
Vende-se cortes do casemira de cores a 5*,
5*500 e 6*.
Cotertas de chila a 2*.
Vende-se cobertas de chita a 2* e 2*500.
Colchas de fustao 2*.
Vende-ss colchas de fustao a 2*, 3* e 4*.
Fustj.o branco.
Vende-se fu?lio branco para ve.-tidos de senho-
ras, organdys branco lino a 640 o metro.
Madapolao a 3.:.
Vende-se pecas de madapolao enfestado a 3* e
3*500 a peca, ditas ditas fino a 4*500, 6 i
dito francez fino a 6*, 7 e 8*.
Algodiozinho.
Vende-se pecas de algodao de Udas as quali-
dades e barato.
Bramante.
Vende-se bramante de JO palmos para lencoes
a 1*600,2* e 2*500 o metr<.
Algodao enfestado a 900 rs.
Vende-se algodao de dnas larguras enfestado a
900 e i*o metro, dito trangado a 1*280 o metro.
! Grande liquidacao de roupa feita.
Vende-se cereulasde algodao a 1*, ditas fioas
a 1*200 e 1*5 0. carci?as brancas a 1*800, 2A e
25300, ditas de linho bordadas e lizas a 3* e
3*500, psletots de alpaca preta a 3*560, 4* e
4*500, dit"S de dito do cores a 2*, camisas de
flan-jlla a 2*, ditas de chita a 1*280 e 2*.
Rctalhos de /3s.
0 Pavao vende uroa por.-ao de r< tallies |
para vestidos teudo grandes e pequenoBt q i li-
quida barate para acabar, as.-im como um por-
{So de cassas e chitas pretas que se vende por
qualquer prego para acabar : na rua da lu in-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilhos, a 3*500, ii e 5:,
0 Pavao vende nru boDito soriimento do mais
mode nos espartilhos que vtnde a 3*5-0, 4* e
5*000.
Pechinca em len?os branccs a 2 500. I
0 Pavao vende duzi-s de kngos finissiraos de
cambraia branca para mao, sendo fazenaa que
i sempre se vendeu a 4-C00 a duzia e liquida-ie a
M Pnmeiro -de Marco n. 7 A.-;gwpoMer^^^
Cordclro simoes A c, proprietaries francezes es'curos mnto finos para quem toma
leste importante estabelecimenlo, no louvavel pro- ^
irosito de nao desmentirem o conceito que os, K Cassas de cores a 240 rs.
eus numerosos fregnetes lhes tem dispensado, j yende e casas de cores para vestido a 240 rs.
.eabam de receber de sua cont3 o mais nco sor-, cova(j0 na |0ia do PavJo a rua da Imperatriz
imento de sedas, popelinas, las e artigos de ul-, g,,
ima moda em Paris, e continuarao a receber Camisas.
xir todos oa paquetes daquella proccdencia ; por venje.se uraa grande porcao de camisas bran-
sso chamara a attencio de seus freguezes e os, com peil0 d |jnho e jR algodao, por muito
lonvidam a darem um passeio ao seu cstabelecl- mell09 ao seu valor, por cstarem um oouco enxo-
nento, garantindolhes que encontrarao a reali-; ,d.,s aim como seronlas francftas e de al
iade do que fica dito, e para pr^va dao um pe d Q a ',t5eo oilag de |inh0 a 2< e 1;500 para
lueno resunio, cujo infallivelmente despertara a |caDar pa [0ja do Pavio rua da Imperatriz n. 60
ittencio dos preteudentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e
imostras m<-diante penhor.
acabar :
s I de Felix Pereira da Silva.
dao
Admirem
Granadina Na loja do Pavao vende-se finissimas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre se vendeu a 1:200, e liquida a 400 rs. o eova-
do ; assim como manguitos e golinhas de cam-
braia bordadas a 1 ? cada um, e peeaineha : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.________
parrillia
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
talbo : na rna larga do Rosario n. 34._________
CM de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Sant-3 n. 17, 1* andar, escriptorio de Joaquim Ro
elrigues Tavares de Mello.__________________
Esta qaeiinando
Coll a superior
DA
Fabrica Camacho
Ja chegou para o unico deposito, no escriptTio
e Joaquim Jose Gonfalves BeltrSo & F'luo, a rua
do Coinmercio n. 5. ______
Farinha de mandioca
superior, chegada pela bare* Sapkira ; tem para
vender mais barato do que emoulra qualquer par-
te, Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho, no
eu escriptorio, a rua do Commercio n. 5.______
Grnade exposi^ao
t,OUO
GranJe soriimento de chaneos de palha para
homem a 1*800 e St, preco realmcnte baratissimo
era vi-ta da qualidado, e muito proprios para a
festa : na ma do Passeio n. 60._____________
Imperial fabrica de rape
area fina de Moreira & C,
da Bahia.
Oeste excellente rape, que setorna recommen
davel aos amantes da boa pitada tern estabeleci-
do esta fabrics o seu deposito a rua do Commer
cio n. 5, que vendem por Junto e a retajho,
zeodo-se vantagem a quem ce mprar porcao.
0 proprietario deste estabelecimento tem resol-
vido vender as suas fazendas o mais barato pos-
sivel, afim de apurar dinheiro.
Cambraia branca bordada.
0 desengano esta vendendo cambraia branca
rdada ?elo diminnto prejo de 360 rs o eovado.
E' graude pechincha.
Cortes de organdy de c6res a 4 "500.
Cambraia transparente, fina, a 3* a {pega.
Baptista de lindos padrSes a 360 rs. e eovado.
Chitas escuras finas, a 240 rs. o dito.
Ditas claras idem, a 240, 280 e 300 rs. o dito.
Lazinhas de bon'tos padroes a 200 rs. o dito,
Flor do bosque-a 600 rs. o dito.
Camisas de cretone, fiaas, a 3* e 34500.
Madapolao inglez, fino, a 4*300, 5 o
Dite francez, fino, a 5*500, 6*. G^500e 7*
peca
Alpacas de c6:es a 400 rs. o eovado.
Basqoinas de gorgorao de seda a 6*.
Popelinas de linho e seda a 1* e I*o00 o co
vado.
Cambraia Victoria a 4* e 4*500 a pega.
Gase de seda a 1* o eovado.
Brim branco de linho n. 4, a 1*500 a vcra.
' Algodao T largo e fino a 4;', 4*500 e 5* a
pega. ,
Cambraia de c6res a 2C0 rs. o eovado.
E on'.ras muitas fazendas que deixam de ser
mencionadas para nao se tornar massante, por
isso convida a t.das as pessoas a fazerem uma
visita a sen esUuejecimento afira de sortirem se
do bom e barato para a festa : a rua do Crespo
n 25, junto a loja da esquina
Bouquets de cravOT e de todas as fl-ires, capellas
e velas para baptisa Jos, de muito gos:o, por barato
prego, c tambein ^ecebe-^e encommenJa* tre- dias
antes : no palm do Livramcnto n. 36, loja de
cera.___________________________________
Laziuhss biilhautes a 7-20 rs.
0 Pavao recebeu um booito soriimeuti das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadriuhoo
miudinhos, parecendo de uma so c6r, e tendo diffe-
rentes cores ; esta" fazeuda tem um brilhe corns
seda e bastante largura, e vende-se a 720 rs. o
eovado : na rua da Imperatriz n. GO, loja de Felix
Pereira da Sil\-a.
LSzinhas modcrnas a 329 rs.
0 Pavao vende bonHao lazinhas de quadrinhos,
tendo de todas as ce:es, pelo barato- preco de 320
rs. o eovado ; sendo fazenda qne sempre se vendeu
a 500 rs., 6 pe-chlncha : na rua da Imperatriz n.
CO, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadciras.
0 Pavio vende urna porcao de panos de cro-
chet, proprios para ea^osto de cade.ras e de so-
fas, que vende por pregos baratissimos: na rua
da Imperatriz n. 60, loja do Felix Pereira da
Silva.
C6rtes de organdy a 25'i00
0 Pavao receben um bonito soriimento de cdrtes
de organdy, msfisado?, pars vestido, qne vende-,
pelo baratissimo preco de 2 400 o corte, e pechin-
cha : na rua da In ic-ratriz n. 60, loja da Felix,
Pereira da Silva.___________________
Lustres, candieiros e aran-
delias para gaz.
Nonevo estabelecimento, Grande Exposicao, na
rua do Imperador n. 35 junto ao escriptorio da I
companhia do ga?, vendem-se lustres, candieiros e ]
arandellas de differ?n'.cs tamanhos e modernot:
gostos, tanto do vidro c-mo de bronze, e tudo do.
> 100 a roelhores fai-.ricantes que l>a na Inglaterra. Tam> j
bem se vendem globos de bonitos padroes, chumbo
e tudo o mais que f;r pteciso para o swvi^o do |
gaz. E corrro os donas deste estabelecimento man-
dam vir de conta propria e se querem acreditar,;
vendem tudo mais barato do que qualquer outro,;
para o que os compmrtores podem experiinentar. \
Assucar candi..
0 melhor e mais benito, preparado e aper-
feicoado por systema novo, vendem BeilrSo & _
Quintal, em sua refiuagae a rua do Barao do,
Triumpho n. 56._________________________ |
Salsaparrilha nova
Chegada no ultimo vnpor do Para".
Tem para vender Anton o Luiz Moreira de Aze-
vedo : no seu escri.iturio, a rua do Bom Jesus
n. 57. _______________,
Artigos de alia novidade e
ultima moda.
Cortes de vestido de liuho guarnecidos do bico
la mesma fazenda e c6r, trazendo fivelia, bolga,
-into, etc etc.
Riqnissimos chap^os para senhora, de cores e
iretos.
Cortes de can'braia brancos com lindos bor
tados. ,
w de cores com enftites da mesma razenda,
nrino, etc. etc.
Capas de li para meninas e senhcras, guarne-
-idas de arminho.
Yestuarios para baptisado.!
Riquissimas camisas bt-rdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casameato.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedichas de deltcad-is padrSes.
setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de Cores.
Velluio preto e damasco de seda.
Grauadine preta e de cores.
Filo de seda bianco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, IS, etc.
Matitas brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Roupa para homem para acabar ate ao fim
do anno.
Na loja do Pavai liquida se uma grande porgao
de roupa para homem como sejam : caigas de
brim d'Angola, ditas brancas, ditas de casemira de .
cor de 65 ate 12;, ditas de brim cores, palitots: muilo baftte, 500 rs. o eovado.
e fraks de panno preto, de alpaca e alpacao, as Faiai de seda de c6rc=.
sim como de casemiras de ceres, colletes brancos,; Rtccbmos um c.-mplit-j tortimsr.t
I BAZAR
DAS
FAMILIAS
Rua Deque dc Caxius n. & t
Para a festa
Reis e Silva & Goimaries, proprietary* *
bem conhi cido estabelecimenlo de f,n convidam aos sens fregnezes r ainigos t flril
se dos artigos indispensaveU para a Ma, M|
da ultima mod. e de finn jtr.slu, os qnae.
dem por tnodico preco,de forma qne if:* *
enconira em outra partc.
Alim de que o publico avalie o qc
effereeem a mcngJo:
Lacinho para senhoras.
Tcm-'s nm complel'< eoriimesto dc lteafea
seda e de cambraia bordados nun
dendo por preco mait bants a 21, lt*K,
3*500, 4* e 85 cada um. S*o muito 'W
Gases de seda.
Temos um complete aortirr. i>t-
da de seda, faz?nda moilo moderna, i
contra no Bazar das Familia*, pcl> prarjl 4i
rs. o cuvado. Niuguem pi de vender.
Popelinas de linbo .
Temos urn cumplelo s-i il>riunt de
liDho, faz^nla prorria para pss?ar leu
Cambraia" de cores^ ditas mariposas brancas, de
wires, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de (juadros, listras, etc.
Brins de linho para vestidos.
Fustao de ceres.
Saias bordadas pr.ra senhor*.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
ordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senbora, menmos
i meninas.
Sortirppnto de chapeos de sol para homens e
enhora.
Meriaas de cores para vestidos.
Dito pieto trangado e de verao, bombazina, can-(
vo, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalnas, e dito
>ardo.
Damasco de la.
Brim de linho branco e de cores.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino do cores e pretos
Ditos de touquim e diros de casemira
Tanisas da chiu para hi..ro>r>> o I'uas de fla-
.ella. .
Cerou-as de linho c ditas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de lanyrinlho.
Ricos cortes de vestidos de larlatana, bordados,
.ara bailes, e tarlatana de todas f.s cores.
Colchas do damasco de la, e ditas de crochet.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard do seda, lindas cores.
Ueias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e do cores.
Loja do l'asso
Rua Frhneiro de Mai^o-n. 1 A-
nligdo Cre>spo.
pretos e de cores, assim como roupa branca de to |
i das as qualidades, nao se olha a prejuizo, o que se
oner e liquidar ate ao fin do anno.
Cambraia Victoria e transparente
Na loja do Pavao vende-se um grande sortimen
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
lidos ttndo 8 1/2 vara cada pessa de 3j600 para |
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe-
reira da SB*a ,
Collarinhoa de linho para acabtr a ;
a duiia
Q. Na loja do Pavao liqui-Ja se uma grande porcao
de duzias de collarinhos de linho, por estarem um
pouco enxovalhados, pelo barato prego de 4; a
duzia, sendo fazenda que sempre se vendeu por
7; e pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
Chales de casemira a 5*.
0 Pavao vende chales de casemira com gostos
chinexes, sendo muito grandes, que sempre ven
deu a 7* e 8 ., liquida a 4... Dtos de la, muito
encorpados, com listras, a 3;. Dilos de quadros,
azenda muito boa 2; ; assim como, um bonito
fortijiento de ditos de merino, lises e de quadros,
vende de 2 ate 5. e 6* : a rua da Imperatriz
n 60, loja do Pavao, de F. Pereira da Silva.
Poptlina dc linho a 400 rs. o eovado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonitiS popelinas lisiradas para vestidos qne
vende peleybarato prego de 400 rs. o eovado,, la-
vando se nao desbotam ; assim como, Mitt e
rcoderoas lazinhas com listras de seda a 640 rs.
o eovado. Ditas" transparentes com palmir.has a
500 rs., sao bonitas. Bareges de nma so cor, pelo
barato prego de 400 rs. o eovado, e pechincha :
na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
da Silva. ,. ....
Cortes de vestidos p-*ra liquidar.
0 Pavao vende a 4^,5* e 6* corte do cam-
braia branca com eufeiles bordados de cor, fa-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
4* para acabar. Dites brancos de cambraia aber-
la com listras e lavradiuhas, que sempre seven-
deram a 10*. liqoidam se per 5*. Dilos Benoatao
com lindos enfeiies de cor, fazenda que val 12-,
liqnidamsea 6:. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3* ; e pechincha : na rua ua Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para criancas.
Meias a 2*500 a duzia.
Toalhas de fustao para mesa a 2:500.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de
jantar pelo bar- to preco de 2*500, e pechincha :
na loja do Pavao, a rua da Iuperatnz n. ou,
loia de F. T. da Siva.
Brins de Angola a 2*, 2.500 c 3*.
0 PavSo vende cortes dos verdadeiros bins de
Angola a If, 2*500 e 3* ; e pechincha : na rua
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
dilva.
seda, fazenda int-iramiiitc nova,
venJeudo por 2*, 2*200 o covad-..
Popelinas de linho e s*d*
Neste artigo leans um c-mpbto
estamos \endendo per 7> 0, 800, 000, i*. W
e 1*8(0 o eovado.
A ra noiva*, que vendem-i por 1*800? 2* -m-
vado.
Hiquissimss capellas com vfca par* mk.
que estamos vendendo per 13*, t8* e X# *
Poloneza* de percalina prupriss \r..ymbm.
Terni'S nm completo scrlimenlo dt p .iiidBF*;
peri'alinas proprias para banuo*. por <*'? *
to c> mpiidas e nmilo laratas a 4* c J* .as.i*
a faztn-?a iaperti u em muiu mas du ^M *sr
feitas.
Alpacas de seda com listra:.
Temos nesie artigo um comp'it" wamm: mm
estamos vtinlendo prr preco muilo l>a.kj mm*
800, 000, I* e 13200 ; wo laraas.
Uaplislas de cores. ^
Reccbemos nm coaipltto sortimen^ Is s^*f
tas, padroes inteiranunie novo.-, faal -;i**-
nitos, que e.-tiniv* vendendo por pr< te irfk
480 e :00 rs. o eovado.
Corb-s degransdinr
Recebemcs um cooiplelo sortime'it. mm
de granadine branca; eom listras de >***f*-
mas sollas, que esiamos vendendo [> i" ISft
corte.
Casaquinhos pretos dc u Recebemes un comp'eto tefliMMi la **
quinh pretos de g..rgorao, <;u- est. j ~v6t<
do por 8-, 10*. 12* e 20:- um.
SttiOl Lranco e de core*. __
Recebcmos nm complete erlhp*c'.e <: *r
Macao, tanf lranco como de aim, oo mmm>
mos por 2*200 e 2 40 o eovado
Cambaias branca, trsasparente e **
Temo* s.nin-ent de a i*. 4 500, 5*. 6* e 7* a pega ; ia:-r-ior*
ij2 varas.
Assim como, outros artigos que se loraa
donho mcociooar
REIS E SILVA & GUIMAILsc>
-
.

!
.
I
Vinho verde.
fa
V E D B-S M o sitio junto a igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodacoes, todo mura-
do, com duas frentes -ervi las por portao de ferro,
dando para a raa d Amizade e para a do Man-
cuinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
argnra e 354 de fundo ; e a casa mc-de 52 palmos.
da frenle e 84 de fundo. A situagao 6 a melhor
possivel para inorada, e quem qnizer eiificar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'gumas plantagoes de gozo e re-
creio, havendo bastante agaa fornecida por duas
cacimbas, urea das quaes 6 nova. A entecder-se
com o Sr. Dr. Witruvio quem o pretender.
E*pecial chegado no ultimo vapor, tarn para
vender em barria de qninto e do Colares em
decimos, no seu escriptorio a ma do Lommercic
n. 5, Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho.
Saisa-parrilha do Para
Tem para vender-Antonio Luiz de O'.ivorra Ax*-
t vedo, np seu escriptorio. '
mero 57.
MJl**APOI-EN
Na loja do Pavao vende-se madapolSes franne
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
dito muito fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
sim como um grande sortimento de madapoloes
ioglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva._______
a rua do Bom Jesus no
A 500 rs. o eovado
E'BOM SARER-SE
n>> NfWA RSPERANCA. a rua Duque it\
Na loja do Pavao vende-se lazinhas japonezas
1 de cores muito modernae pelo baratissimo prego
de 500 rs. o eovado, para acabar ; notando-se que
]e fazenda que jamais se vendeu por raenos de
dois cruzados ; ja ba ppucas
oa
rna do Marfiues deolinda ".81
do systema
mul.
Von Sohsten &
metrico deci-
C na rua da Cruz n. 18, ven
Adinirein.
Cortinados a 9O0O.
0 Pavao vende cortinados bordados, pre prio
para camas e janellas, a 7* o par. e pechincha
que logo se acaba :
de Felix Pereira da
na rua da Imperajriz
Silva.
n. 60
cidade.
Vende-se o dominio directo de um
sitona rna da SanU Cruz, em que se aeb;
cada a casa terrea n. 36
conde de Goyanna en. K.
'a tratar ne rua do Vis-
Vende se um terreno na rua da Ventura,
Capunga, com 30 palmos de frente e perto de
300 de fundo, alborisado com larangeirai das
melhores qualidades. cacimba meieira, alicerce
de um lado para ediflcar : a tratar com Manoel
Marqncs de Lemos, na Tamarineira.__________
Doce de goiaba
Vende se muito bom doce de goiaba a li2C0 a
lata e a'rroba a 9 j: na rna velha de Santa Rita
n. 3.__________________________________
Farinha de mandioca supe-
rior.
T6tn para vender, Josquim Jose Goncal-
ves Beltrao & Filho, a bordo do palhabott
Rosita, fundeadoao p6 do caes doCollegio,
e para tratar a bordo ou-no seu escriptorio:
i rua do Commercio n. 5._____________
N Barateiro!
A'-roal. delarcon. I.
Aciba de ra eber granie quantidade da lazi-
nhas com liiiras de seda par* 300 rs. o eova-
do !t... aproveiteni anus que se acabem.
Rua 1.' de Marco n. 1
Agostinho Ferreira da Silva Laal.______
Viahos garaolidos. |
Conlia Irroa is & C. a raa da Ma-
die de Dens n. 31
Figueira superior era quintos e ancoretas.
Pasio iilm em ditas.
Portn Hem em ditas encapadas.
Pnrlo e'n quintos e ancoretas.
Po to em i'.'lira* de duzia. .
Id^-n sii'i-ri ir para festas e rtoentev
Hesperedin* verdadeira.
Cara do carnauba boa.
tafe do Rio brm.
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque at< T>nJnnrn~ 07PC/79
Caxias n. 63, bem conhecida pela supenondade de JjUtaJU^at> ; jjlouo
jeus artigo3 de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encoromendas de mercadoria3 de sua
reparligao, que pela eleganci; bem mostra aptidao
e bom go-to de seus antigos corrcspondentes da
EuropaT e por esla razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante fregnezia e com especialidade ao sexo j ma fabrica d* Europa onde foram os
amavel, a visitaremna, afim de apreciarem ate padroes existentes na eamara municipal
onde toca 0 primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qnereatrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extenso3 anauncios e nem pretende descrever a
immensidads de objectos que tem expostqs a ven-
Ja, 0 quo serta quasi impossivel, ma3 limitar-se-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
e toma a liberJade de aconselbar ao bello sexo,
que a visitem coitftantemente, para depoia que
comprarem em outra qualquer parte nSo se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualqner senhora do bom torn,
nao podera eompletar a elegancia de sen toilet j
sera que de um passeio a NOVA ESPERANQA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os seguintcs artigos de luxo e inteira novida-1
de :
Uodernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessante9 gravatas para senhoras.
Elegantes facbas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos do pufalo e borracna
(gosto novo).
Aos meninos
A NOVA ESPERANCA, a raa.Duqiie de Caxias
a. 63, aeaba de receber um bom sortimenta de n-
aas bonecas que fallam, que riem-se e choram ;
tambem astern mudas e surdas ou surdas-mudas
veaham ver se nao e ti*rdad>.
AO SEXO AMAVEL.
A Nova Esperanca, a rna. Dnque de Caxias n.
63, toma a liberdade de avisar ao bello saxo, que
acaba de receber diversos artigos dealta novi-
dade, os qnaes estlo expostos a vunda em dito
estabelecimento, e bom que venbam apreeialos
par* por esta forma satisfazerem.os.capricliQS de
suas elegantes toilettes.
A Nova Esperanea, nao .querendo tornar-se
massante, limits se a mencionar alguns artigos
dos mais em voga no msndo das modas, os quaes
sao os segjuntes :
Liodos cintos de couro e filigrana.
Modernos bctoe-s de ago para vestidos.
Novos leqoes, grandes, malisados.
Elegantes fivellas de ago para vestidos.
Oelicados ramos de flores de larangeira.
Bolsas de couro e filigrana, propria* para tra-
pezerndentes ao cinto,
As unicas verdadeiras d-; *nipo =ma d. imperatriz
Bichas hamburgnezas erae vem a eatemarcau* I {. do pdVaw, de Felix Pereira da Silva.
' ~ 3- Bat!!* A11 il 1r1.11 n Jj __,,_ 1 _
medidae Aos 1,000 ehapeos de sol de
seda de cores com cabos
de martini a.4$ e 5#.
0 desengano esla queiraando chapeos de sol de
seda-de c6res eom caboa de marfira, para eenho-
dem on> comply soriimento, tudo feito na me-s, ^rp7lo"diminuto preco de 4$ cad- um, com um
dMta'peqoeno t0(loe de mofo, e limpos a 53, sao cha-
desUibeosquerauitos vendem 12? e 135 "daum'
_____I i elles antes que se acabem : na rua do Crespo
terreno' n_ K> j0oto a loja da esquina.
tGRANDE
Liquidacao
DE
Chapeos e fazendas;
Chapeos de seda, merino, feltro, missa, alpaca,
castor, panno e de palha, a 1*500, 1/800, U.
21500, 3/, 3*500, 4/, 55e 6-.
Alem disto texo granadine ce seda preta a
400 rs. o eovado, e uma grande variedade de
fazendas de gosto e por baratissimos pregos.
Na rua do Livramenlo'n 30.'
Lola da bsndeira encarnada, de Lima Coutinho
& "*
Veiam
todos
Pcilras dc marmore
Vende-se pedras de mrmores, de i^versos ta-
manhos, com duas Dolc'gadas degros=ura, proprias
para muitos misteres : a tratar com Joao Jose da,
Cunha Lages.
Mil 0 B
mm h Tts.
A' praca circular do.
vende-se:
Tijolos de marmore, de difv
rnanhos e qualidades.
Tijolos francczes, sex'.npl f.
Ciuicnlo Portland verJa-Vir:
Azitlejos graudrn nui.
para roiiapes.
Acnlejos verdes e amarelle-s,
regular.
Maquinas de desctrcg.ir aigoctta.
Cadeiras de fcrro, assent-.t & .^rfb>
iiha, proprias para campo.
Bom sajxUeiro
Vende se um escravo upateiro d Mi osaav*
de boa flgura : na rua de S.nto MM r 4 <
gun to andar.__________________________
Armaqao.
Vende se uma armagio d-j louro, tagi is.
ofzenda* : a tratar na rua do Cre*ao a. 2-W
aG uilrherme.___________________
,
um terreno no principio da Ertrada Nova, do la
do direito, com cer:a de 406 palmos de frente
e 100 de fuodo. __..:...
Um dito no princi;io da eetrada do RemedHry
com 500 palmos de frente e 1,200 da fonio.
Uma casa terrea na ru- de Vital de Negreiros,
perw da estaclo da estrada de ferro, com muito
bons commodos e excellente p&co d'agua : queai
preteauer estes terreno* e eta casa, pode diri
gir-s* a rua da Vigario n. 31, que se diia com
quem se deve tratar a vends. .
uaa do *auemoda u. 43, Junto & lo-
ja da esquina da rua do Crespo.
A 240 rs. o eovado.
Laziubas de listras aimitacao de seda, bonitos
nadrrles-a 240 rs. 0 eovado. __
P Organdys do listm a 3*500 ou a 320 rs. o eo-
vado ; organdys de cores com listras motto bo-
nit s a 3*800 a pega ou 320 rs o eovado.
Aproveilem quo e grande peehmeh:. S6 o 43,
nao se engaoem.________________
Cimento Portland
Verdadeiro
9^000 a barrica
Jorge Ta'sso'
37 Rna do Amorim 37
Bacalhao imperial
Nornega superior
em meias caixas, propnas para casas particulires.
9=000 cada meia caita1 .
JorffaTaaso
37Roadodmonm-37
Presuntos e queijoslondnnos
37 Rua da Amorim 37
Jorge Tasso
Olinda
Boa aeqiiisicfto.
Vende-se um sobrado sito na pateo da Se, em
Olinda, ediflcado e_ cb5o prpprio, com grandes
accommodagies para nomerosa familia, reedifi-
cado e pintado de novo, com bellissima vista,
muito freseo e com quintal: a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, t andar.
Cura dt)s eslreilaraeiito duretra
pela facil applicagao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOMMA EUST1CA
As ma_ mocrernas e aperfeigoadas de todas
as conhecidas
Yeadem-se
NA
cia e drngeria de Bartholomeu & C.
Run ldrga do Ro.ario n. 34.
Lustres, lampadas e arandel-
las.
Obra de gosto e mnito mail barate do que em
outra .qualquer parte, tem para, vender Joaquim
Jose Gongalvts Beltrao & Pilho.a rua do Commer-
cio n. S.
A' rua 1 de Marco n. 1
Confroutc ao areo de Santo
Antonio.
Continua vendendo suas fazendgs com 30 por
cento menos do que seus antigos pregos, pelo que
faz disso sciente aos seus freguezes.
A saber
Grande sortimento de babadinhos e entremeios
bardados, para 1*. 1*208 e I*i00 I Que grande
pe-.hinCia. ,
BRILHANTINA de cores, fazenda superior, o
mais moderno que ha, a 500 n. o eovado.
DITA branca para tOO rs.
CHITAS claras e escuras a 240, S80 e 300 rs.
CAMBRAIA para forro a 1*500 a pega com 8
trf varas. E' barato. _.
SEDA de nma s6 c6r a 900, i* e 1*200 o eo-
vado,- rfaieuda que sempre custou z*; a ellas an-
'es que se acabem.
POPELINAS le ie la a 1*400.
DITAS do seda de superior qnalidade, gosto-
os mais modernos que ha, a 1*600 e 1*800 ; cons
vem mandar ver. -._
ES iUIAO de linho e algodao para fronhas, ca-
misas, etc., etc., com 7 jardas a 3#200 a peca.
BRIM pardo trangado a 400 rs. o eovado.
BRIM Angola, de cores bonitas e nxas, para w
rs o eovado. ^ -.Ann t
CHAPEOS de casemira para homem a 3*ooo i
CHAPEOS de sol de alpaca a 3*, e tambem pa-
ra senhora, a 2*. oitnn
DIT09 de sol de seda para senhora a j#ow e
para homem a 10* ; mas sto paxagom.
BRIM branco exposicao a 1*800 a 2* a vara, *
COLLERINHOS os mais modernos que ha, a 7*
e 7W0O duzia. E' linho e sempre costaaa 9*.
PUNHOS a 6*500 e 7* a duzia.
TOALHAS (elpudas, fazenda muito boa a 6* a
CORTES de casemira d* cores, bonitos gosto*
a,7*. S6 aqui. ...
LENCOS de linho abainhados, fazenda muitt
boa a 3* e 4*200 a duzia. -___
MADAPOLAO franwz c>m 20 varas boa qnali-
dade e custa 6* a peca 4 elle, a elle.
Sd no Barateiro
A' rna Prlmelro.de Marco n. 1.
Loja.de Agostinho- Ferreira d Silva Leal
'Camisas francezas para-
ninos a
0 Pavao vende camisas francrza? par jo.
ue todas as idades, a 2* cada uma. ..-; :--*
1H ; u o e par* a-:abar na rua da x. ; sj
Seineutes deliortalittf
As
Couvc
mais lovas,.
& C
flor.
Bruxellas.
bab.:ia.
Ueocia.
. Penca.
Lombard*.
Frunchuda
. Galeg*.
, Nabica.
Repolbo.
Brocalo.
Ctnonras
Nabos.
Rabanttes.
Chicoria.
Alfaee.
Mosurda.
Obolla.
Salsa.
Pepincs.
Vendem Focas O. a raa estreiu io
9, junto a igreja.
A pessoa qne .lasejar cooprar n
verna em nma das _e_w tocalidadsa
dale entenda se com Luiz Ferreif* de M
roa do ViscooJe de Inhanma a. 69.
4s pechindns!
Vende-e tun sitio com 240 palmos de frente e
700 de fundo. em Beberibw de baixo eon^g"
mas amres fruciifer.s, agaa P0n^mVfeSSa
ras novas", tambemseipermuta por ama-pevoaaa
caaonlscra^ moga, on masmo tawm*
perto da cidade : a tratar na rua da Florentina
n.ll__________________-----------------
i
na rna do Vigario n. 19, PfJ**"n'*l
Vinho do Porto engarrafado, em barns
"'oera'^rn vel.s. de Lisboa, superior qnaHdad*
Retroz do Porto.
Cimento Portland. legHimo_______________
Vende-se
am
Sal do Ahsu.
Tem para vender xmonio
Azevedo, a bnrdu do palhahnte
tratar com o capi'a a b>rdo.
torio, a rua do B"m JePQ? n
Luiz de Oliveira
Joke* Arhhr : a
ou no seu escrip-
7.
Escrava
Para vender na roa, preoUa se alngar ama es-
crava : na.ma da Florentina n. 22.___________
~ Vende-se
o estabatoeiawato de malhado* a rna do Baraoda
VHteria n. IS* com armatao de amarello nova e
o mais moderna possivel; vende-se com os gene
ros ou sem elles, por ser propria para qualqner
outro negocio e esta em boa localidade : a iratar
naimawna.___________________.__________
Proprios para bailes.
Cbegaram em Iwa quadra, para a loja do Passo,
riqnissimos cortes de seda com largas nsiras
achamalotadas linJissimas core* ; cries de i*r
latana com palmas bordadas a prau, proprios
para bailes : s6 na la] do Paso. a rua Pnmeiro
ed Margo n. 7 A.__________ .-----------
Vende >e o esUbeleeim*nio de moihados da
ma po Rangel n. 8.
Ja-* to a loja da Magnolia
Organdys branco com listras booita* a41a_
eovado. mmmL
Popelina de linho com listras abertas a.2ax
LkaWUs a eseoreza a 270 rs. o covaao.
Alpacas de seda, gostos achamalol a*
covaao. ,_
Ganga carllsa an nada par a cohwU a sm.
eovado. _
Cambraiaa de cores a 200 a 240 r*. o eovafc
CbJua atenras a 220 rs. o eovado.
Chales de casemira chineies a S* u_
Leagoe* a 2* um
Cobertas de gng ii 3* asaa
Tos'aaa para rurto a 4-._8 a do.u.
Cambraia tranmareata a M a pa Cortes decasimira a 41,
e 6000.
Na loja do Pavao, *e_de-se
semira para calca a *f, 6 t
muito fin. sde uma so cor coin li-
do, faxanda que ternpre aa
109000, liquiiia se a 6_i00
i rua da Imperatriz n, 0, de
da Silva.



t
,
3iario.de Pernambuoo Sexta feira 25 de Dezembro de 1874.
4sues o clero cm um.i iuonnrchla
COIlSIKucioilill ;
(Continuagdo).
E' verdade quo Jesus Guristo proscreveu
o divorcio, masexcoptuou a causa do adul-
terio. A gran lo dilli'raldade, aqtiella em
que os thcoiogos c m'publici-tis ndo tern
podijo"troncorJar, nio e saber se o divorcio
podesor autorisade, mas quaada o porane
0 deve ser. Muit s (Kf-n Join quo e per-
; mif'ido ao m.rido, en case de aiulte io da
)oarte dsrauliior (i). Sanlo Agostiubo con-
fessa frame rmoute quo na> s; sa.be decidir,
e que nada acnava na escri;>iura quo o uu-
desse illustrar s.dira este objecto. Seo di-
vorcio subsi.tio mire BDtos povos nasdt-
versasepoeas da ehronol >gia e ds historia,
. se elle nio Una causado iiom drsord-us
nem revolucoes, sej t ua infancia da c:vili-
ssgdo, seji na gua vclhico, e difficultoso
saber a causa porque nio poderia sor o mes-
rao entre as u.-iro.'s moderns*.
Sem aos metier.nos nas abstracgues me-
tapbysieas com o iloquente escriptor que
jd eitamos, lhc pideriam >s dizer qae em
.Franga a depl ra.1 1 consequ meia da lei do
divorcio, djcretada era 175)2, foi menos a
obra d'ostsljj que a dos costumes. Mr.
da Bonalde e mui sauio para nao ignorar
que os remedios mais saluta-res em um tem-
po se tornam venenos cm outro : eis o que
succedeu na apphcagao d'esio principio da
legislagao dos antigos. 0 divorcio puro e
simples convem as sociedades quo cstdo na
infanoia da civilisscao e nao aos povos eor-
rompidos. 0 mesmo autor confessa que,
antes da revolugdo fraoceZa, os costumes
d'aquelle paiz eram taes, que o divorcio,
perraittido a alguns pela lei religiosa o pro
Libido a todos pe'a lei civil, foi origem de
urn gran Id numero -de eseanddosas sepa-
rates entre os esposos ; que por esta ra-
zao os espiritos estavsm dispostus a rece-
be-lo como um remedio necessario. Se o
divorcio fcii mui'.as vezes mais provocadu
dolas mulbcres quo pelos maridos, isto so
prova que ellas sao oi mas fracas ou mais
apaixonadas. Por tauto, toda a sabedoria
do legislador n'estes tempos.deve consistir
em modifiear a lei, de maneira que ella
nao possa degenerar em urn trafico vergo-
nhoso de adulterio ou de libertinagem.
Depois qu*-o Franca volveu ds institui-
coes monarcpicas, o divorcio foi restringido
por tauto consentimento, e o codigocivil
estabeleceu condigoas tdo difficeis, que se
tornou quasi i'mpossivel. Conciliou-se o
socego das faraihas como o respeito dos
costumes. Aobomen Ihe foi marcado o
limite de seus direitos para ndo p3ssar aldra
d'elle. t
inflexivel lei os obriga I Este d o supplicio
do Mezencio.
Que de males, de vicio*, de crimes ndo
deyem nascor da in lissolubilidade de uma
uniao forjada pelos pais contra a incliuagdo
dos filb s 0> raatrimonios serdo n cessa-
riaracnte mais raros, maisdiflioeis ; os celi-
batarios mais nuraeroso:, e, por conso^uen-
cia, a libertinagem mais commura. 0 di-
vorcio limUndo, longe de ser contrario aos
principios conservadores da populagdo, os
favorece especialmente. Niuguem ignora
que a popuLgdo da Franca, tem augmen-
tado depois da revolugdo, apezar das guer-
ras deploraveis que a deveriam fizer dimi-
nuir. Alem d'isto, o divorcio s6 e" susdta-
do pelos grandes o ricos da sociedado, pois
quo o povo vive mi is confjrme aos costu-
miis religrosose a" lei.
Finalmente, o matrimonio e um vinculo
religioso ou um vincuh civil ; ou e" ambos
ao mesmo teaapo : como vinculo religioso,
sua iudissolubilidado sendo um ponto de
discipliaa ecclesiastics romsna, paroce que
n5o se deve applicar iniistinctamente a
todas as crengas ; coin) riosttlocivil, pode
e deve ter causas d i dissolugao ; so e ao
mesmo tempo vinculo religioso e civil, a
obra prima consisto na unlSo do um com
outro. 0aalquer hypothess que se adopte,
eonhecer-se-hi, quo logo que uma parte
de um povo professa uma religiao ou re-
lig'Oci, que toleram o divorcio, emquanto
outrjs o rpj^itim, n uma raz3o de mais
para se sujeitar a*s lois qu% sem o proscre-
ver totafmente, limitam o restringem o
uso (5j. Nao se pode negar que o divorcio
ten favored lo m Inglaterra os adulterios ;
a razSo e slara ; um dos conjuges, arras-
tido por uma piirto, cornega a olbar com
md vontade para aquelle que Ibe nao deixa
gozar do objeoto de suas affeicoes ; ora,
n'este caso, p-ocira o adulterio como uni-
co meio d? se desligar ; e eis porque haverd
Uatos adulteries quantas affeigocs fortes
senlir. A n?gao onde se adoptasse por lei
esto u-o, cm brivesiria o modelo do de-
bocbe e da immoralidade. Toda a cir-
cumspeccao e pouca para legislar sobre este
objecto.
V6s conccdeis o divorcio, porque a
p3rte do urna nagSo professa uma religiao
que tolera a sua faculdade, diz ainJa Bonal-
de ; mas pc-rmittirieis \6s o roubo aos secta-
rios de um culto queestabelecesseem prin-
E' inco.-itestavel que ha causas legitimas
& naturaes do divorcio na csle'rilidade, no.
adulterio e mesmon a incompallbilidade dos
qenios : n'estes casos parece justo concedej
aos esposos a facul lade de contratar novos
vinculos, com tanto que nao haja filhos.
0 fun do matrimonio nao e a felieidade
dos esposos diz Bonalde ; isto e ver
dado, se o matrimonio e considerado em
suas relacoes com a religiao e o estado ;
porem e falso se se considera n'aquellas
que deve ter com o estado domestico e o
governo da famiiia. Mas nao baveri ponto
algurn militante entre o jugo do dever so-
cial e o das affeigoos conjugaes ? E se exis-
ts este ponto militante, dever se-ba pros-
crever para crear aos humanos um inferno
antecipado 1... Quanto e horrivele detes-
tavel a existencia djs bomens e das mulhe-
res indissoluvelmente unidos, nao porque
seus.coraco;s extingam os prazeres em
seus transportes sympathicos, mas porque a
cipio a co.umuni lade dos bens ? Eis
FOLHETIM
A P8IHBZA DOS UfiSINOS
MYSTERIOS E IXTRIGAS DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y G0NZA1.ES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTI-
As a'res Usporaucas
^ (Continu8gao do n. 2D'3)
C.4PITUL0 XII
tM QUE ANNA M\MA COMEQA A INTRIQAK.
I
Qu?nto siuto, disse a princeza, dirigindo
d'um nndo affavel a palavra ao guardiao,
que um prelado da vossa qualidade soffra
taes incoramodos.
Vossa alteza, senhora...
Anna Maria interrompeu com vivacidade
:uardi5o.
Dispensse-me, eu vos rogo, dispen-
se o tratamento, disse-lbe ella. Co
uliecemo-nos demasiado ; sois um horaem
mui to mfliente na cdrte, e quero quefal-
1. ?ios franca c chamente, que nos entenda-
m s. A noile, ainda que um pouco fresca,
formosa. Quereis dar um passeio pola
ho''i, padre Jose' ?
Oh I com muito gosto, senhora, disse
o ( nebinho.
Siiamos, volveu a princeza, dirigin-
do .'! oem vivacidade para a porta.
0 gusrdUo seguio-a.
Auu i Maria tomou por uma rua, ou me-
lb 1 : nio, por uma vereda que se eslen-
dia cu'.ro arvores de fructa, depois de ter
atrave; ado um atalbo que sulcava um ter-
reno i-;rtr> de vistosas liortalices, o quan-
do o i-, ichinho se achou a) lado d'ella,
tomou Ih 3 o brago e apo'ou-se n'elle com
affavel in i dencia.
II
Bizarro, disse a princeza, deu-me um
document > que v6s hontem & noite Ihe en-
tregat.'s, o que o marquez de Castroviejo
vostiini tirAoA bora da morte. Conheceis
o con' -i'i lo d'esso documento ?
Oh fim, senhora ; e" uma declara-
uma engenhisa subtileza, um brilhante pa-
radoxo : nao se permitto no estado de so-
ciedade o quo pode ser nocivo a outrem,
mas tolera-se o que e util a uns, sem pre-
judicar os outros.
Sujeitar os protestantes e os judeus a in-
dissolubilidade do matrimonio, "pronuncia-
do pelos concilios, e quasi o mesmo como
obrigi los a crer na eucharistia, e na pre-
senga real. 0 eloquenteescriptor toma em
sentido opposto a pissagem do contrato so-
cial, de que fez a sua epigraphe.
Se o legislador, enganando-se no seu
objecto, estabeleceu um p'rincipio differente
d'aq-.-elle quo nasce da naturez* das cousas,
o estado n5o deixard de ser perturbado,
ate quo se tenha mudado ou destruido, e
que a invencivel natureza tenha reassumido
seu imperio.
CAPITULO XVIII.
1)0 GENIO DO CURISTIANISMO E DOS MAR-
TVRES.
Oi suocessos inauditos alcangados pelo
genio do cbistianismo e dos raartyres, de-
pois do uma revolugao que parecia ter
destruido tudo, e, aos olbos doob-ervador
a prova mais evidente que as opinifies re-
(5) A Franca ainda tern, actualmente,
seis milhoes de protestantes e quasi cin-
coenla mi judeus.
-- Mais ninguem j porque a outra pes-
sna que a conbecia era o marquez de Cas-
trov;ej, que jd morrcu.
E v6s, conheceis ?
Nao, senhora.
Sabeis a historia dos amores del rei
D. Carlos II com a mae d'essa joven ?
Sim, senhora, respondeu resoluta-
mente frei Jose.
Parece-me coraprehenderdes que vos
importa trazer-me contente, e felicito-vos
por isso. Mas nao vos demoreis, padre
guardiao, nao vacilleis ; sede completamen-
te franco comigo.
Na ver lade, senhora, disse o capu
chinho sorrindo, que nao vos podeis quei-
xar de mim.
Vou fazer vos uma obscrvagao : el rei
D. Carlos era muito timorato, muit) fraco,
a ponto do que nera energia tinha para
amar. Nao se contam d'elle, como d'ou-
tros reis, aventaras galant?s ; nao teve fi-
lhos da mulber, e ddepresumir que nao
os teve de ninguem, apezar da declaragao
de que el-rei conhece D. Esperanga d'Ayala
por filha natural sua o d'uma dama deele-
vada gerarcbia. "El-rei foi de certo illudi-
do por alguem, que tinha interesse em fa-
zer-lhe crer quo D. E'perangi era filha
d'elle.
Lles-me obrigar a romper o sigillo da
confissdo, disse o padre Jose".
Quando so trata dos int resses do
estado, nao ha sigillo, padre guardiao De-
nial's, guardar-vos-hei, como o t-jmulo, o
segredo que mo confiardes.
Sentemo-nos, senhora, disse o goar-
dido, parando n'uma alameda, junto d'um
banco rustico de madeira. Vejo que vos
cansa o andar.
Sim, redarguio a princeza sentando-
se. Ainla nao descansei completamente da
minha longa viagem, nem descansarei du-
rante muitos dias.
0 guardiao sentou-se ao lado da prin-
ceza.
A lua illumioava-os de freute.
A'quella claridade a princeza estava mui-
to formosa ; parecia muito mais moga que
das outras vezes.
i III
ligiosas, a moral e o bom gosto ainda ndo
tinham desapparecido em Franga nas epo-
cas em que se deram & luz estas obras.
Ate este tempo linham-se vislo escripto-
res consagrar suas pennas a provar a ei-
cellencia da religiao cbristi, outros a re-
futarem oserros incredulos e dos sophis-
tas ; pordna estas producgoes, dovidas is
melhores intengfies, ndo escapavam i essa
lei commum, quo condemna d morte os
livros despidos de .graca e de colorido.
Mr. de Chateaubriand t^ve a gloria de
ser o prim dro que fez conhecer os bcllos
effeitos que resultam da uniao da eloquen-
cia com a verladeira philosophij. Esta
observagao ainda parecerd mais exacta se
nos lembrarmos que os seus censbres nao
podem recusar ao autor o merecimento de
ter descripto, debaixo de um ponto de vista
novo, as sombras verdadeiras da religia .
Por ventura o erro d'este escriptor serd po:
que destruio o Olympo dos poetas para Ihe
substituir um Deus remunerador ? Ndo ;
d de ter provado que a philosopbia sem
religiao e um reiurso insufficiente aos des-
gragados, uma barreira impotente contra o
vicio, um fraco apoio contra as miserias
humanas.
Ndoe verda leira philosophia que Cia-
teaubriand proscreveu da sociedade, assim
como julgaram os inimigos do ginio' do
christianismo e dos m arty res, mas sdmente
seus abusos, isto d, os sophistas. Todos
sabem quanto differe un philosopho do
um sophista. 0 fim de Chateaubriand foi
provar que a religiao e a unica que faz
Qonhecer ao homem sua verdadeira origem,
seu destino e seus deveres ; que sd ella e
quem illumina seu espirito, sua razao e
seu coragao, dandj ds virtudes objectos
sensiveis e soccorros poderosos ; que ella
finalmente, por forga de suas leis o de sua
moral, como pela grandeza de seus myste-
rios pode fazer a felieidade dos bomens,
manter o estado em paz da sociedade, sus-
tentar os imperios e ser a def-msora dos
povos e dos rei i. E' innegavel que o ge-
nio do christianismo e os martyres fizeram
uma grande revolugao nas ideas, enfraq>ie-
ceudo os progressos do atheismo. Nao se
le uma so linha n'estas obras que nao fosse
inspirada pelo amor da Vcrdaie ou di vir-
tude, o por uma grande tolerancia para com
todas as opioides. Os sarcasmos de alguns
zoilos so desvaneceram, pois que o tempo
sempre faz justiga.
CAPITULO XIX.
LEGADOS DO PAPA.
Os papas se limitaram pelo espago de
muitos seculos a enviar um subdiacono,
um.diaconoe ds vezes urn acolyto dquellas
igrejas que os pediam. Estes enviados iam'
sem acompanhamento, executar as ordens
de que eram eocarregados. Os papas en-
carregaram muitas vezes legacies aos mon-
ges ; mas a cdrte de Roma conformando-
se d grandeza que via nos soberanos, creou
embaixadores que a representassem como
os dos outros potentados ; com esta diffa-
renga pordra, que os outros embaixadores
eram sustontados pelas suas nagdes, e os
legados d custa das igrejas para onde eram
mandados. Alem d'isto exigiara do clero
secular e regular somraas consideraveis,
debaixo de differentes pretexts.
0 poder temporal do papa, t.-udo-se am-
pliado pelas cousequenciastiradas das falsas
decretaes, foi obrigado a legar a outras os
seus poderes. Daqui nasceram as legagSes,
que comegaram no seculo XII a ser Uo fr-
quentes. Havia legados natos que se attri-
buiam esta prerogativa pela dignidade d
suas ses; eos que vinbam de Roma cha-
raavam-se legados d latere. Os papascon^-
fiavam mais nestes, aiuda que nao podessem
julgar com tanto conhecimento de causa,
como os que residiam no lugar em quese
^Itiuha suscitalo a controversia. Os bispos
nSo podiam supporiar a idea de se verem
presididos por bispos estrangeiros. Mas o
que fazia mais odiosos os legados a lalere
era o fausto, o luxo e a avareza quo os do-
mmava. Por onde elles pasfavara empo-
breciam as igrejas o oscouvenUs, e era ne-
cessano fazer-lbe ricos presentes
E'indubitavel quo as frequentes iegagfles
deram um lugar ta> dislincto aos cardeaes
da igr.ja romana; porque cada igreja tinha
os seus, isto Je, sacerdotes e diaconos, de-
baixo de certos tilulos. Como os taes le-
gados occupivam nos opriuilios um lugir a-
cima dos mes.nos patriarchas, juntou se ao
tilulo do cardeal romano a id-ia de uma
diguidado que sd era inferior d do papa.
Os cardeaes vestiram Si de encarnido como
os papas, para melbor os reprosentar. Sou
luxo, sua brilhante e rica equipagem era
tal, TU3iito era lumille e p >bre a dos pri-
meiros discipulos dos apostolos. E como
podera-j descer dsimplicidade evangelioa a-
quiros qne se olhara mais com> principes
do qu:j rainistros de um Deusburaildo?
Os |).)nlilioes de Rjma f iram os autores
da grandeza dos cardeaes, ordom desconhe-
cida na antiguidade. Seu orgulho era tal,
que no concilij do Trento perguntavam al-
guns prelidos se os cardeaes deviant ser
comprehend! los na reforms geral do clero,
ao que o nosso celcbre e veneravel D. Bar-
tholomeu dos Martyres respondeu. com to-
da a fjr.neza, quo os i.luslrissimos cardeaes
linham nscessidade de uma iUuslrtssima
reforma. A primeia cousa, disse elite,
flue se dove reformar e a maneira com
quo b >je tratam os|bispos. A autondado e-
piscopil estd como auiquilada depois
quo so introduzio esta nova ordem na
igreja. Foi desde o seculo X quo elles
priucipiaram a elevar-so alem do seu os-
tado, sem com tudo se atreverem a com-
parar com os bispos. Oi cardeaes os re-
ft conheoerom por seus supenores ate ao so-
ft culo XII, mas agora elks os caloam aos
pese os reputam como seus servos.
* Nao ha, continua este generosoprelado,
nao ba esperanga de estabelecer uma ver-
* dadei.a reforma, em quanto os bispos
lanos imaginaram outro meio p*ra comba-
ter os ditos erros ; a cdrte do lloma ju!g iu
que o melbor era attriluir a infallibilidade
aos papas. Apezar de jao grande absurdo,
hcuve muitos que oscreveram para realhar
esta chimera. 0 clero francez destruio esta
fabula pe'a sua declaragao de 1082, na qual
0 granle Bossuet pulvnsou tolas as cbi-
canas dos douiures ullramonianos. I>.ive-
mos notar que se a antigu dado tivesse a -.re
d.tadoa infdiibilidade do papa, nao se l-;ria
di ig^d) aos conjilios, mas unicamente a
elle. para terminar todas as diffiouldades.
Foi a estas respeitave'S assembleas quo os
li'i s so dirigiam, quanlo se tralava da fee
da disciplina. Porem bojo nao dassim;
Roma folia, e tudo estd acabado. Mas qual
e o hom m .-ensato quo possa crer que um
homem semelbante aos outros nao possa
errar T lloje estava sujeito a engamr-se,
amanba e eleito para occopar a pnmeirj e.
Devemos acraditar que uma eleigdo, onde
tanks vezes doinina a inlnga, faga um ho
mem t.Jo novo, quo jd so nao po !e enga-
nar em suas deoiso s ? Quem o poder com-
prehemkr, comprehenda-o : a razao nunca
poderd dig-rir u n tal p:radoxo. So a re-
velagao o annunciasso daramenle, bumi-
Ibaria o espirito. Os a post dos, ainda que
inspiralos, nu:ica decidiram cousa akuma,
ndo gozirem da autoridade que Ihos per
IV
para
como
cao em fcrma prcvindo que certa D. Espe-
ranga deJAyala, que mora em Madrid, na
Puert! doMoros, d filha natural d'el-rei D.
Carlos II.
Vou oxperimentar se sois leal
comigo. Quem conhece esss joven
filha natural do defunto rei ?
Conhecia-a o fallecido almirante de
Castella D. Jo8o Thoraaz Henriques de Ca-
brera, respondeu sem hesitar o capuchi-
nho.
E quem mais?
ceza.
perguotou a prin-
Primeiro qae tudo, disse olhando
com ainabil'idade para o guardiao e sorrin-
do, confessae, padre, que mudastes muito
de hontem para hoje. Hontem ereis pelo
archiduque, hoje sois por e!-rei, n3o d
verdade ?
Pode ser; mas o que vos juro, senho-
ra, d que em vez de servir o archiduque
ou de servir el-rei, sirvo-vos leilmente a
vds.
Vojimos, padre Jose, vojaros ;-c n
tae-me o que souberd.:s do !J. Esper*noa
d'Ayala. '
0 guardiao inclinou a cab;ga um mo
mento como quem invoca alguma recor
dagao ; em seguida leyantou-8, e com o
mo Jo mais tranquillo do nun i > disse :
Ha dezesete annos, a 4 de dezembro
do 1688, o camareiro-mdr d'el-rei D. Car-
los II, entrou na sua ante-camara ds dez
boras da noite, bora em que el-rei, depois
de terfeito as suas rezas e de ter tornado
uma ligeira collagSo, costumava recolher-
se. Era camareiro mdr o marquez de Cas
troviejo.
Ndo me recolbo esta noite, disse-lhe
timidamente el-rei; mas importa que toda
a gente acrodite que me recolhi. D'aqui
a a guns minutos sahireis e fechareis a ca-
mara como todas as noites costumaes fa
zer.
Dito isto, el-rei proferira estas pala-
vras muito contrariado, sahio da ante-ca-
mara, deixando o marquez de Castroviejo
sdziubo.
Se el-rei sahe, disso comsigo o mar-
quez, que era muito experimeutado nas
cousas da cdrte, deve sahir pela parte bai-
xado slcagar, que deita para o Campodel
Moro.
E no mesmo instante o marquez sahio,
annnunciou aos gratis homens que el-rei
se recolhera ; fechou a porta da camara,
pegou na cupa, no chapdo e na espada,
sahio rapidamento do alcagar, torneou-o
quasi de corrida, chegou a um postigo que
deitava para o Campo del Moro, e protegido
pela escuridao da noite, conservou-se d
certa distancia, occultaudo-se alem d'isso.
com uma desigualdade do terreno.
D'alli a pouco rangeram os gonzos enfer-
rujados do postigo, que o marquez de Cas-
troviejo observava : sahiram primeiramente
dous boraeus, depois uma cadeirinha leva
da, riio por dous lacaios, mas por quatro,
o que, conjunctameole com o tamanbo da
cadeirinha, queria dizer que iam dentro
duas pessoas ; e finalmente, outros dous
homens, depois da sahida dos quaes se fe-
chou o postigo.
0 marquez deixou entdo o seu posto, e
seguio d certa distancia a cadeirinha e os
quatro bomens que a essoltavam.
Tomou a cadeirinha o caminbo da ponte
de Segovia ; chegando abi, voltou d direila,
des'isou ao longo da raal casa de campo, e
a um tiro de arcabuz mais adiante parou
em frente d'uma quinta situada em meio
d'um arvoredo, na margem direita do rio.
Entrou por um postigo d'esta caso, o
qual se abriopo: si, e os quatro homens
que ate alii tinham servido deescolta, fi-
caram da banda de fdra.
Nem o frio d'aquella noite,
tempestuosa, nem a chuva que
mentecabia, fizeram com qua
renunciasse d sua obscrvacio.
Melteu se silenciosanonte por entre as
arvores, e felizmente a casualidade depa-
rou Ihe o concavo d'um velho alamo, d'od"
dese via o postigo por onde entrara a ca-
deirinha, e que se o n8o preservou do frio,
lh'o diminuio evitando-lhe a impressao do
vent" e da chuva. -
tence. Tal e a ordem de Dous, que, como
diz S. Paulo, tem posto cada merabro no
ft corpo de Jesus Christo, que e a sua igreja,
segundo o lugar que lbe e proprio. -
Elle concluio dizendo : Quando eu con-
sidero o que em outro tempo eram os
bispos o os cardeaes e o quo sao actual
mente. nao posso deixar de mequeixar d
igreja da raesma igreja, que as cousas
ndo eram assim no prinapio.
Todos applaudiram este discurso, e os
mosmos cardeaes ouviram traoquillamente
as arguigoes desto grande bispo.
E' ds legagoes tdo frequentes que devemos
attribuir uma das maiores mudangas da
disciplina da igreja, isto e, a suspensao dos
concilios provinciaes e a dimiuoigao da au-
toridade dos metropolitanos. Esta bella or-
dem, tdo sabiamente estabelecida desde o
nascimento da igreja, c tdo util mente prati-
cada por muitos seculos, deveria ter por-
venturaser destruida sem deliberagSo, sem
exarae e sem coahecimento de causa ? Por
ventura os legados estrangeiros, que ndo co-
nheciam nem os costumes nem a lingua do
paiz, eram mais aptos que os pastores or-
dinarios para julgaremjos negocios e restabe-
lecer a disciplina 1 Os bispos e os metro-
politanos ignoravam de tal maneira os seus
direitos, que ate pediam as legagOes.
CAPITULO XX.
INFALLIBILIDADE DO PAPA, E DO ABUSO DAS
CENSURAS.
Ndo tem bavido seculo em que a igreja
ndo tenha a combatar algum erro ; depois
que supprimiram os concilios, os ultramon-
que est va
incessaiila-
o marquez
Demasiado sabia Castroviej o que o segre
do d'um rei vale bem um sacriScio, e es-
perou pacientemento ate ds duas horas da
madrugada, em que novaraente se abrio o
postigo, sabioa cadeirinha e afastou-se com
os quatro homens quo a tinham escoltado.
0 marquez do Castroviejo ndo se raoveu
do seu logarjje observagao. Sabia dema-
siado que a cadeirinha voltava para o alca-
gar ; porem ignora va se d'aquella casa de
campo ndo sahiria alguma pessoa que Ihe
conviesse seguir.
Felizmente para o marquez, que ia sen-
tindo mais frio, quo o que do bom grado
se pdde tolerar, meia hora depois abrio se
outra vezo postigo, e sahio outra cadeiri-
nha conduzida por dous lacaios, e-escoltada
por um sd homem.
V
0 marquez de Castroviejo, que era mui-
to valente e dado a aventuras, e por outro
lado, como bom cortezao, tinha interesse
em conhecer um segredo d'el-rei, poz-se
em seguiraento da cadeirinha, mas d distan-
cia, e sem perder de vista o homem que a
escoltava.
Continuava a chover e a fazer vento, e
o marquez estava molhado ate aos ossos e
enteirigado de frio.
Aquillo, segundo me confessou, custou-
lhe uma pulmonia, que o poz d morte.
Mas conseguio o que queria.
A cadeirinha chegou ao postigo de la
Vega, o homem que a escoltava bateu n'elle
d'um modo particular dando tres pancadas
compassadas, e em seguida outras tres, mas
precipitadas, com u.n objecto duro, de
certo com a empunhadura da adaga, e o
postigo abrio-se.
A cadeirinha e o seu guarda transpozo-
ram o postigo.
Mas no mesmo raomento, o marqoez,
que valendo-so da profunda escuriddo da
noite e do zumbido do vento para ndo ser
visto nem sentido, encurtdra a distancia,
avangou rapidamente, e sem dar tempo a
que o postLjo sa fechasio completamente,
chegou-se a elle e empurrou o.
A pessoa que fechdra o postigo oppoz-se
a que elle passasse ; mas o marquez deu o
seu nome e como era grande personagem e
muito conbecido, o guarda deixou-o passar,
desculpando-se humildemi-nte da demora.
0 marquez seguio outra vez a cadeiri-
nha, pondo-se novamente d distancia.
Teve por isso de entrar pela rua de Mai-
peca, seguio pelas ruas Real de la Almu-
dena e do Sacramento, largo del Cordon ;
d'abi descou a rua da S.'govia, atravessou-a,
metleu-so na cidade, chegou a Pu?rta de
Moros, virou para a rua del Almendro, cus-
tom o muro d'um jardim, p rou diante
d'um postigo, o homom que servia de es-
colta bateu, o postigo abrio-se, e depois de
terem entrado o guarda o a cadeirinha, tor-
nou a fechar se. 0 marquez reparou bem
nos signaes da casa, e jd atacado da febre
da pulmonia quo apanhdra, foipira casa,
nv.t'cu so ua cama, a depois deter estado
sem o soccjrro de um coocilio ; e querem
que um sd homem possa inf.llivel.naute re-
gular tudo na ropublica christa ?
Os littoratos Z).xbam destas fabulas ul-
tramontsnas ; mas, aiuda que a iufal-.ibili-
dade do papa seja uma chimera, ainda
ha quem se conduza como se fdra uma rea-
lidade. Muitos bisp s tiveram a fraqueza
de adular a cdrta romana ate ao ponto de
dizerem : que eram revestilos do episcopo-
do pela graga da santa se, apezar de S Pan-
Li ihe eusinar que elles sao estabeleci los
bispos pelo mesmo Dous. Tudo parecia
concorr r ao estabelecimonto do despotisaoo
dos papas. Tal e a innovagdo quo nossos
pais nunca imaginaram ; as falsas decretaes
o a conplicagao do monge Graciano, que
ddo autoridade illimitada aopapa, sdo a o-
rigein don la p ovem es:a mudanga tao
extraordinaria.
As antigas decretaes dos papas se faziam
nos concilios numerosos dos bispos da Ita-
lia ; e apezar disso nao eram recebidas nas
provincias sendo depois que se reconheciam
couformo a antiga disciplina. Os papas co-
megaram a espalhar taes abusos da autori-
dade depois que forara menos santos em
seus costumes, menos sabios, menos appli-
cados a instruir, pregar e fazer as funcgdes
de vereadeiros pastores.
0 seculo XI f >i aquelle en que se come-
gou a abusar da autoridade da igreja. Os
papas fulminavam censuras segundo sous
caprichos, e Gregorio VII levou esteabuso
ao grdo mais encandaloso. Este papa fazia
cbovor as censuras, querendo sustentar as
penas espirituaes pelas temporaes, que ndo
lbe competia. Hivia duzentos annos qua
os bispos de Roma quizeram ser os arbitros
dos direitos das cordas; porem Gregorio
VII feguindo estas maximas, pretenlia o
mesmo, que como papa tinha o d:reit deo
depdr os monarcbas rebeldes a igreja. Elle
fundou este absurdo sobre a excommunhao,
tirando todas as consequencias de maxima
(<) 0 papa Gregorio VII, sem mais au-
toridade que a do fanatismo, docretava aos
povos que elegessem outro rei, esbulhanlo
aquelle quo occupava o throno. Pio VII,
persegue as nagdes e faz allianga contra os
povos, que sem derrubar do throno os seus
monarcbas, reassumiram seus direitos. Ora,
o que faz um intruso no governo civil, ndo
poderdo fazer aquelles onde reside todo o
direito ? A labia das excommunhdes jd nao
pega.
tSo chimerica. Henrique IV, rei dos ro-
manos, citado para ir dar conU do sea pro-
cedimento ao papa, foi excommungado'por
Gregorio, o qual o declarou decahido do
reinado, dcsligou seus subditos do iora-
mento de G lelidade, mandando Ihe rlspi
outro rei. (6) Que succedeu? sedigdes,
guerras civis no estado escismas na igreja.
Jesus CristO MM reformer o muni,
converlcnlo os coraroes, sem nada rnuda'
ua or fern exterior das cousa? human*-.
Seusapjstooa e seus successores seguirarr.
o mesmo piano, e lCm sempre recomsMO-
lado aos particular,^ a oblciiencia is a-
londades. Foi depois qua pasiar.m mais
la mil annos, que apparaccu un novo svs-
tema, quo fazia do papa um monarcha so-
berano, superior a todos os soberan >s. tan-
to no espintual como no temporal. D est
systerna la* absurdo nasceram os crimes da
Jacques Clement.-, assassin > de H-nriqur
III, e que mono elle mesmo, foi posto m
catalogo dossantis por Xim V. Tanto pj-
ii o abus da autoridade e a ignorancia
los povus Xisto V levou em procissic-
p-licilal de Roma a imagem de Jacques
C!eaaeate, fez um discurso ao povn, em qua
comparou esta assassi.io do s u IcgiUmo
rei a Ju Lib e a Eleazar, exconomunganl
aju"lli-s quo oli b?.; -ssi.n a Ha irjque I?,
rei de Nava ra. A morte de Henrique HI
a da Henrique IV, reis d; Franga, devem
eusiuar'a l>ij a poslanJa le BjMfl si) as
consequencias dos err s ultram .nUnos, e
quanto os bispos davein fozer MMMT a dis-
ciplina da igreja primitive, opponJo oscoa-
cili>s profiociaM a mcmmmi as usurpagoas
dos direitos episcopaes.
Bosta correr a historia da igreja para
vermos a facilida le com que so convoca-
vam os concilios, quanio se originava al-
guma dilliculdade ralaliva a fe ou i disci-
plina. Appnas se formou a igrejn, logo os
apostolos julgaram como cousa necessaria o
reunirem-se para terminar a coutestaga.
que se excitou sobre a observancia da le.
de Moyses. Este primeiro concilio, que
devia servir de modelo aos qne depois v.
segiissem, da a conbecer a necessidade
destas sanlas assembleas. 0 CincJio d
Constanga jnlgou este dever tao in lispensa
ve', que determinou seonv ica^sede dez am
dez annos um concilio geral, s'.m cotDtudc-
prpjudicar por este decreto e celebracao dos
concilios particulares, segundo o eiigisseoa as
pr-ecisOes da igreja. Os concilios gerae-
oram o meio etficaz para desarraigar o em
e para fixar a fe dos lieis. E' pasmoso ae
tenha como deixado no esquecimento, de-
pois de um tempo tdo consideravel, a ce
lebraga i de taes coucilios. Ci-ssard porex
toda a admiragao se attendermosque o coo-
cilio de Contanga decidio com toda a dareu
que o papa era sujeito a todo o concilk
ecumenico: os sob:ranos pont fices previ
ram muito bam que esta decisao descarre
gava um golpe mrtal sobre a autor.dad.
sem limites, d qual aspiravam. Esta a
principal razao porque os concilios gene-
se tomaram tao raros. Sabe-s muit i ben
que o concilio de Basilea foi bastante contra
riado pela cdrta de Roma, e que ndo tevj
o successo que se esperava.
Oue maquinas ndo foi necessario pdr eo.
jogo para que se convocasse o concilio d.
Trento 1 Se ndo fosse o zelo e hrmeza
dos principes christdos, os obstaculos que
os partidarios do papa suscilavam tehan
sem duvida obstado a que tives- o desejalc
fim nesta santa asserablea.
(CoiUiiiuar-se ha )
is portas da morte, sahio d rua no fim de
quinzo dias, jd completamente restabeleci-
do, para se apresentar ao rei, quo o rece-
beu com muita benovoleucia, porquo era
seu privado muito intimo.
VI
Durante a enfermidade do marauez, o
almirante D. Joao Thomaz Hanriques'de Ca-
brera tomdra grande ascendecte sobroo
debil monarcha. em prejuizo do marquez
de Castroviejo.
Bern sabeis, senhora, quanlo importa aos
que viyom na cdrte e d custa da cdrte a
posse d'um segredo do soberano, tanto mais
se esse segredo e uma fraqueza.
0 marquez da Castroviejo dissimulou,
ndo se deu por offenlido do favor que em
seu prejuizo o almirante gozava junto d'el-
rei, e protestoa qae havia de saber quem
era a dama a qu;m D.Carlos fdra visitar
duranto uma noite tempestuosa d casa de
campo do rio, e que d'abi sedirigira para
o jardim da grande c.isa de i'uerta de Moros.
Porque o marquez da Castroviejo, tinha
acertoza, apozar de ndo a ter visto, de qne
se tratava d'uma dama.
Estranhava na verdade que o onfezado
Carlos II, o doente, de alma acanhada e
medrosa, o rei que lentameute agonisava,
porque a agonia de Carlos II durou, como
sab3is, muitos annos, tivesse amores.
Entretanto, como conbecia a astucia de
raposa do almirante, ndo se admirou muito.
Os enfermos, e muito principal mente os
enfetmos fracos, que teem ao mesmo tem-
po doentos o corpo e a alma, que soffrem
oirao Carlos II uma tristeza e um frio con-
tinuados, assemelhnm-se ds criangas e gos-
tam do regago da mulber formosa quo os
afaga.
Comprehende-se isso perfeitamento,
disse a princeza, quem agonisa ama a vida ;
quem treme de frio absorvo com del'cia
um raio de sol. Pobre Carlos II I Mas
continuae, padre Josd, continuae e descul-
pae-me a intcrrupgao.
Ah I nao, senhora, disse o pad.-e
Jose" ; ndo me tendes interrompido mais do
que para dizer umas formosas palavras
pordra eu continuo :
0 marquez de Castroviejo a ninguem
quiz vonfiar a averigusg5o daquella intriga
e dirigio-se a Puerta da Moros; porem en-
controu compleamente fechada, e com si
gnaes de n8o ter sido aberta havia [muito
tempo, a casa a que pertencia o jardim por
cujo postigo entrdra a cadeirinha.
Como naquella casa havia de ser necessa-
sario comer, e para isso comprar carne, no
diaseguinte pda manba, muito cedo, apo
zardo frio poz-so a observar o postig col
locado d porta d'um casebro proximo.
Ao n3scer do so! abrio-se o postigo, o en-
volto n'uma capa, debaixo da qual, se nota-
va o vulto d'uma grande cesta, sahio um
negro a quem o raarquoz seguio.
0 negro chegou ao'mercado da praga da
la Cebada, fez uma abuodante compra de
todo o genera d? earn s, de peixe, de csga,
dc aves, legumes e fructas, como para oc
mida de pessoa do importancia, e voltoc
seguido do marquez, mas sem dar por elle.
Quando chegou ao postig), abrio-o com
chave, o depois de entrar, toruou a fe-
cha-lo.
VII
0 marquez que estava naquelle dia livre
de servigo, entrou n'ura cas>bre proxim .
deu algum dinheiro ddona da cisa que era
uma velha, para que ella lb. perraiilisse o
estar do observagao a uma jauellj junto da
qual se sentou, e ds suas horas do costume,
comeu oque ella, rail o exquisitamente Ihe
preparou, sem iiunco deixar de olbar para
o postigo.
0 marquez aguentou um formilavei
plantao durante todo o dia ; chegou A noit--,
e por signal muito escura e cerrada, e o
marquez sahio.
Mas ndo abandonou a sua vigilancia, e
pelo contrario contiuuou-a occultamente no
mesmo portal em que pela mauhj wj occul-
tdra.
VIII
Embora escura, a noite estava serena;
ndo cbuvia, nio soprava ven.o, nio fia
um frio excessive
Mas passava o tempo, e o postigo perraa-
necia fecliado como tinba eslado todo o
dia.
Deram as Ave-Muias.
0 marquez hesitava jd entre ficar e reti-
rar-se, quando uo postigo se ouvij o ruido
d'uma chave.
Em seguida vio a luz d'uma lantema, que
um homem, em quem o marquez reconbe-
ceu o negro de pela manbd, trazia na raio.
Atraz do negro, sahio uma dama de me
neios cilraotdinariaraente gentis, muito em-
bugada n'ura manto. Entao o homem fe-
chou o postigo, o dando o brago A dams,
poz-se a andar depressa
0 marquez segui-os com todo o cuidaJo
ate d igreja de San Andres, onle eotraram
pela porta da sacristia, A qual o negro ba-
tera.
0 marqu jz de Castroviejo esperou duas
compridas horas.
No fim deltas, tornou a abrir-se a porta
da casa do sacristan, e quando jubjava
ver apparecerem o horaonu: a dama embu-
gada, appareceram-lhe um Icigo com uma
lantema, e um padre de aspecto grave, da
ordem dos pregadores.
Mesmo depois de se terem afastado o fra-
de e o leigo, o marquez deixou-so ficar.
Um quarto de bora depois. tornou a a-
brir-so a porta da sacristia ; stbirain o
homem e a dama, o o marquez segiio-os
ate a rua del Almendro, ondre entnram pelo
postgo do jardi d, qua sa torn on a fechar
0 rra-quezrecolheu-se A casa muito con-
tente, porque o que tinha visto, punha-o em
bom caminbo, mas antes das Av:-M..rias,
tornou a-pdr se de o'jjervaglo ao po?'
. {CuiUinuar$c-ka.)

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TYJ. DO OIARIO. RUA DUyi c DE tAXU'
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