Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17678


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Full Text
Huh
fp*w?<
*
X
AnWO L. AiUMEBO 294
PAB1 A CAPITAL E LUfilRES O.VDE Nio SE PAS 1 POBTE.
For tres meies adiantados................ 6#000
For seis ditos idem................ 139000
Por am anno idem.................. Si-JOOO
Cada namero atulso .. A A 4 a a a i a x a .. 9320
QLIYTA FIRA 24 DE DEZEMBRO DE 1874
PARA DMTBO E FOBA DA PRO VINCI A.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos idem.................
Por nove ditos idem...............
Por am anno idem.
A A A A A
JJ7SC
yryoof
MARIO DE PERIVAMBUCO.
PROPRIEDAOE DE MMQEL FlGtiEIROA DE PARIA FILHOS.
9t Srs. Gorardo Antonio Aires* Filhos, no Para; (k>nc,aJ>es 4 Pinto, no Maranhao; Joaqaim Josd de Oliveira dFilho, no Ceari; i Arwtio de Leiiioi Brsga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Gar vei, no Asia; Antonio ilarqaes da Silrt, Natal ; Jose" Jastiafl
Pereira t"Almeida, em Mtmangnape ; Carlos Auxeneio Monteiro da Franca, ca Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Tillaftt Penhs; Be'armino dos Santos Enlcio, em Santo Ant* ; Domicgos Jot*- da Costa Bragt, emBazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna ; JoJo Antonio Machaeo, no Pilar das 4lw Al c-n Bahia; A. Xavier Leite 4 C. d Rio Janeiro-


Governo da proviuciu.
BXPEDIBSTI DJ DIA II DK SETSMBRO UK 187V.
1* seccao
Offlcios :'
Ao'Exm. brigadciro commaodaote das ar
iuii.~Daclaro a V. Ex,;., para os tins couvenien
tes que o recrula, cuj:'. sollura determinei por of-
licio Je hontem, chama-.-c Manoel Jose da Silva e
nao AntJDio da Silva, confoirae foi meaciraadj DO
cttade offleio.
Ao mesm). Fteam approvaias a* namea
goes, que segund) o odiei) annexo ao de V. Ere,
de 9 do earrente, soi, n 630, fez o direct.r do
ojspital miiitar di servenie Aureiiauo Jacimho
Marques para, na q lalidade de enfennci o cui
dar do asseia da eapella do merino hospital, e co
aijuvar o respective capellJunjs seus mi-teres, e
de Viceuie Poneio Ferreira para o lugar de *er
vente, quo aquelle oceopava.
Ao eagonSieirj das obras miliiaras. Apre-
seats Vine, am orcatnento da despeza a faxer-se
com o oovo ladrilii'j da sal i, que serve de apoiea
lu ao official eomroandaote da guarda, e do com-
partimeuto oude se reooliiera os soldaios, tado no
hospital miiitar; conforms sjlicitou o Ex n. bri-
gadeiro com nauJaiiie das annas, n) olll;io juuto,
qua rue sera devalvida.
_ 2.J seccao.
Acto:
0 presidents da proviacia, autorisadopela lei
ii. 1,130, de 30 de abril do eorrente anio, resolve
noinear para'o cargo de sargente da guarda local
d? rauuicipio de liambe a I'orlirio Poppa Girao.
Otlkios :
Ao Dr. chafe de policia.Em resposta ao of-
ti:io de V. S., u. 1,111, d-; lio:ilom da.ado, acora
yaahaa lo copia de outros dj delegado de policia d)
leroao de Cimbr e d i sabdelegado d district-) de
Aljgoa de Uaixo, relative ao factj de baver naquel
{}. diUrictograode Dumero de crimiuosos, eapenas
chegaro respective destac.ineut) para a guarQi';ao
i!:i cadeia, t-oh i a diier-l le qui opporlunaioeate
provid-uciarei a respeilo.
Ao couini .u laate superior da gii;.rla mci >
naL de Boa-Vista e Oaricury. iateirado dj que
jus coanuuaica em seu clUeio de 2! de ag<>:lo ul
tiaio, relativo a .-ubstitui^a) do offl:ial c.mmau
daate do destacameato An guards national exis-
teule na vi.la de I'etrolioa. teclio a recoiiimendar-
lae exacto eampriuMax de rniaba circular de 10
do referido met, expedila aliui ae serem dissolvi
dos OS desticameiitos da inesma guarda nessas
inuaieiuios. apenas se tiudar o praro de que trala
u lei n. 2,393, de 10 de seteaibro do anno pas-
sado.
3.* secp'to.
Offlcios :
Ao inspecur da tbe ouraria de faz d !a.-
Para oi lius couvenieOOl, comaiunico a V. S. que
; 1* do correcte, o juiz muuicipil c de orphaos
dj termo do Limoeiro, bacaarel Jo^quira Francis
ode Arruda, catroa no g>zj J-i vinle dias de Ii-
cenca.
Ao inesmo. -Expedindo nesta dala as con
veoientes oidens aos vigarios dus diversas fregm-
uas da pruviu:ia, para que deem opportuaaraente
stiencia a essa Inesonraria do fa!le;itnento de
qoalquer pessoi resident; nas me-mas fregue^ias,
que pereeber venciraanio dp estado ; assiru o de-
ciaro a V. S., em respo3ta aos seas offlcios de 1 e
'i do correat-f, s;.b n.=. 166 e 192, serie 11.
Ao niesrao. Commanieando o director do
hospital miiitar ter nomeado, nos termosd>arl.
-i.l do regulamento an-exo ao deereto n. 1.90J,
de 7 de raarjo de 18o7, o servente Aureliano Ja-
_::u Marjae=, para na qualiiaJe de eafer/neiro,
... 1 r dj asseio dacapella do nismo hospital e
coadjuvar o respecuvo capellao aos seas mis'^res,
.1 cjmo o paisauo Vfcente Pontio terreira pa-
r* o lugar de servente, que a juelle occupa ; a*-
siaa o diclaro a V. S. para os fins convonien-
Aoiopector dj tliesouro provincial. Fac,a
Vmj. consiar ao procurador fisoal dessa reparti
._i o offieio ju-ito por copia, do major Jos6 Pe-
reira Araujo, no quai oflerece por doacSoa pro-
Tuicia amieasa*terrade tipla, no valor de....
3:000 0J0, para Delia funccionur a eaeola publica
da povoai.-a > d: S. lose da Uoa E^peraoca, alim do
que a juelle foncciooario cumpra o que Ibe com-
peti. do seutida de legalisarse conveDientemeBtfl
bemelbaots doacao..
Ao niesrao.HanJe Vine, pagar ao foroece-
dor de presos pobres daeasa de detencao a quan-
lia de 4:197^7-!>2, coaslante da conta docurneutada
juu'.i, proveniente da despeza (eita no mez de
agoslo ultimo, com o foroecimeots do sustento e
dieta aos referid>s presos, tla coufirmididedo que
solicitou o Dr. chefe de policia em offlcio de hon-
fern ditado, sob n. 1,110.
Ao.niesrao.-Maude Vmc. pagar a Jose 1
reira IJastos, procarador da camara municipal da
villa de Palmares a quantia de '.00', correspon
dente a 4 mezes do aluguel da ca?a que na mesma
villa serve de cadeia e quarlel ao respectivo des
tacameolo, a coatar de maio a agosto d.^sle anno-
conforrne se- vfi das iaclnsos docurnentos reraetli-
dos pelo Dr. chefe de poh:ia eai o!B:io da hontem,
daiado, sob c. 1,111.
4.' scc^ao.
UiBcios :
Ao Exm. presidents ua proviniia da i'ara
Iiyba.Rogo a V. Exc. setirva proviJenciar no
sentido de ser pre-tado o fljcumento comprobato-
rio do alistamento de pra^a, que leve lugar uessa
proviacia era 3 dj raargo de 18G5, c >mo voluuta
no da patria, d i alferes-do 2' batalhao do iafauta
ria, Ismael Ctaar Paes Barr-rto, conforms pede
elle no requerimeuto juuto, qae ms sera devol-
\ido.
Ao major Jose Pereira de Araujo.Respon
dendo ao ollkio de V. S, de 7 do eorrente, no
qual tevu a geoerosidade de offerecar a provincia
uuia easa lerrea delijolo napj'vj-.QiideS Jose da
JBoa-Eipe!au;a, com 3J palmas do freote o 48 de
fundo, caiada e pintada, n > val r de 3:000--, para
eervirdaesjolapablicanaqaollalocalidade, cumpro
odever d; lauvai o poresseact) de patriotism),
que levarei ao coubetimeato do go'era > imperial.
Kesta data reradio por copia o ro'crido ofli:io ao
ttiesouro proviaeial, o roy> a V. S. queira mindar
Javrar a competente escriptura de doacao, que se
ra aceita pela prucur*doria l'u:a! daquella reparti-
QiO.
Circe! r :
Aos vigirios das fr ^ ;e ii>s da proviiioi.-.
Jim vista dj que pouderou'u iaspector da taesou-
raria de fazeala, em oftlflo do 1* do eorrente,
sob a. 466, recommeodo aoraraente a Vv. Rvms.
que cumpram o di-jiosto no regulamento de 20
de junbo de 1810, dando sc eacia aquelle iaspector
do fallecimeoto de qualquer pessoa, resi lento
neS3afr,gaczia, que perceber veoeimeato does
tado.
Porlana :
A' camara municipal da cidade da Escada.
iiaja a camara municipal da cidade da Escaia
de attender ao que requer o conego Simio d'A -
zevedo Campos, no senlido de ser preferido do
aloramento do terreao, de que e posseiro ha mais
de 20 anao9, nessa cidade, visto-como, na forma
da lei, tem elie direito a isso, cumprind) a mesma
camara considerar de nenhum effeiio o aforamento
que por ventura tenba effjetuado de todo ou de
parle do referido terreao a outra pessoa, 0 des
jpach) dessa camara mandaato que aqnelle sa-
i cordote rnqueresse e-n termos, nao tem eabimea-
I to, por quanto, aleui & juslo o seu pedido, oa pe-
ticao qae te lho sob as vistas, longe de faltar olle
coin o respeito devido a essa corporaijao, trata-a
com o acatamentoe alteueao a que tem ella di-
reito.
5.' UtfdOi
Offlcios :
Ao eogeoheiro ebefe da repartifao das obras
publicas.MaoJe v'uic. or^ar a ferragera o madei-
ra da ponte da Boa-Vista, que estj seaJo demo
I Ida.
Ao c-ngenheiro Victor Fournie. Transmit-
liodoa Vine, c-ipla do aviso do mioi;lerio da agri-
cnltara, cornmercio e oDras publieas, de 31 de
ig -!' ultimo, sob n. 29, e das instruc^oes qae o
acompauharam, declaro lho que o Exm. roiuisUo
respectivodesigaon-o para dirigir o sorvico da con-
s^rvacao dos portos de>ta provincia, tcnlo por
ajodante o eugenheiro Autonio Vicente do Nasei-
niento Feitosa.
Ao superintendi'n'.e da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. -Providence Vine, p ra
que seja u transportados gratuitaraeute para esti
cidade, nos irens dessa estrad.i de ferro, decon-
fjrrui i.ide com o art. 91 do respectivo regolamen
to c tarifas, as madeiras offerecidas ao hospicio
de alienados pelo Dr. Ant nio Venancio Civalcan-
te de A'huquerque, e que se achara depositadaa
na estacao Hibeirao. Outrosim, logo que Vmc.
liier embarcaressas madeiras, devera avisar a es-
ta presideneia para es Gus coflvenienles.
Portaria :
0 Sr. gerente da ao npamiaperoimbu;ana fa-
;.a tranaportar para a provincia das Alagoas, porcoa-
ta do ministerio da guerra, o ex soldado Lnuren-
co Joaquim Teixeira, que foi escuso do servico do
exercito, e hem assio a faaiilia dessa expraja,
composta de muiner o dous filhos menores.
EXPED1ENTE DO SEORETAniO.
/." seccao.
OfHclo :
Ao Exm. brigadeiro cominaadante das annas.
S. Exc. 9 Sr. presideate da provincia, lenlo pro-
videnciado no sentido de ser transporlado a pro-
vincia das Alagoas, no proximo vapor da cornea-
nbia pernambucana, o ex-sollado Lourenf) Joa-
quim Ferreira, ebem a3sim a farailia dessa ex-
pra^-a ; assim ominla declarara V. Exc, em res-
po;ta ao seu ufflcio desta data, sob o. 683.
2." secciio.
' Ollicios :
Ao Dr. chefa de polHa.S Exc. o Sr. pre
siJeate da provincia raaada d^c'arar a V. S., em
respo la a seu offleio do hontem, s b n. 1,110, que
neila data se auto-uou o inspector d) thesouro
provincial a fazer pagar ao forneced>r do< presos
pibres da cisa de dtlencao a quantia de.......
1:197.-752, dispeodida nomezde agoslo fiudo com
o susteoto e dietas dos referidos presos.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia, tendo aatorisadone.-ta data o inspector d-i
Hi,'-.;nro pr jjaatiai a Luc: p .gar aupniflisaAnr da
camara raanicipil di villa de Palmares a quanlia
de 100#, proveniente dequatri mezes de alugnel
da casa que alii serve de cadeia e qnartel ao res
pectivo destacameato, a cootar de maio a agosto
deste anno ; assim o manda declarar a V- S. para
seu conheeimento e em resposta ao seu offleio de
hontem, sub n. 1,111.
Ao juiz de direito de Limoeiro. -0 ESQ. Sr.
presidente da provincia manda accu^ar o recebi
memo do fllcio da V. S., de 2 do corrento com-
municanJo haver enc.^rrado no dia 28 de agosto,
ultimo a segunda ses.-ao periodica do jury desse
termo.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presideate da pro
vincia m'nda accusar o reccbimenU do offleio de
V. S, de o uo eorrente, communioando que no 1,
o juiz municipal e de orphios desse termo entrou
no gozo de vmte dias de lieenca.
Ao presidente do conselho de ceviita da
guarda national do manicipio do RiO Formoso. -
0 Exm Sr. presidente da provincia mania accu-
sar o recebimento do offl ao de V. S., de It) de ju-
Iho ultimo, commujicanlo haver encerrado no dia
10 do referido mez o conselho de revista da guar-
da national desse municipio.
Ao commandant-! superior da guarda natio-
nal do mu litipio do Rio Formoso. 0 Exm. Sr.
presidente da proviacia mandi accusar o recebi-
mento do offl;io de V. S., de 31 de agosto ulti/no,
remetteodo o mappa da guarda national desse mu
nicipio e deelarar-lie que, tendo-se effectuado a
qualilicacao de CODformidade com a lei n 2,393
de 10 de seteaibro de 1873, e haveolo V. S. re-
mettidoo co.npetente niappa, atiiam-se cumpridas
as circulares de 28 do outubro daquelle anno c 21
de agoslo proximo findo.
5.' secfiio.
Olfltios :
Ao engonheiro Antonio Vicente do [\asci-
raento Feitosa.D) ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, declar< a V. S. para ssu co-
otieeimeoto, que nesta data, offlcioa-se ao enge
nheiro Victor Fournie, communicando-lire que por
aviso do miaisterio da agricaltura, commarcio e
obras publica; de 31 do mez proximo passalo, sob
o. 29, foi elle designado director do servico da
eonse.-vaeao dos portos desta proviacia, servindo
V. S. deajudante.
Ao cngenheiro John George Gamble.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, pa?-
so aj maos de \. S. copia do offleio do engeoheiro
chefe da reparticio das obras publicas, em que,
detiarando nao ter c .nhecimento das enchentes
do rio Capibarib.-, havidas e.n 1831 e 1869, refe-
re-se aas retatorhw de seu.< antecessores 3obre is
uiesmas.
Ao gerente iutenuo da companhia psrnam-
bucaua.Do ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, man lo V. S. dar duas pa3sagens-a re
parao Ceara, em lugares gratottos, de que dhp5e
o govern), no vapor que para alii seguir, ao Dr.
Alipio ZiearJas de Carvallio e sua seuhora.
DESI'ACII'JS DA Pr.ESIDENCIA. DO DIA 22 DR DLZEMBnO
DE 1871
AnJr5 de Abreu Porto. -* Deferido com offleio
desta data ao Sr. inspector do thesouro provin-
cial.
Alexanlriaa Pereira. -Concede o prazj decinco
das
Autonio da Motta Boielbo, Maria Coostan;a
Bolelho c Constaboa Conciliana .Bjtelbo de Men
donca.-Sim, pagos os direitos naci raaes.
Barao do Livramcn'.o. Deferido coin offleio
desta dala, dirigiJo atlie.-ouraria de fazeuda.
Ji-a Marinhn de Hollands Fal:ao. Passa por
t in, rxoneraudo o supplicante.
Joao Vicente Corroia.Infirme o Sr. Dr. cjjefe
de policia.
Jose Marfoho de Hollaoda FalcSo.Iaforrae o
Sr. juiz muaicipal do termo de Bezerros.
Manoel Ferreira Garrido. Iadefendo, a vista
da iaformagao.
Maria da Coaceicao Castro. 0 requerimento
da supplicante jafoi deferid) com o offleio de 17
do eorreute ao provedor da Sauta Casa de Mise-
ricordia.
Maooel Francisco de Almeida. Conceda se a
passagem requerida.
Manoel de Miranda Castro. Passe porlaria,
aposentand) ao supplicante, em vista do termo de
inspeccao medica.
AGEXCIA U1VA8 HEVTES
RIO DE JANEIB.O, 22 de dezem^ro, &
noite.
Acnba de ser imblivada o deereto
eonvocando eKlraurdiiiarlamcnte a
assemlilea geral pnra 15 lie mar^o
proximo.
ROMA, 22 de dezembro, pela manlia.
O govenio Italian aprcsentou n
camara flos deptitariog umprojecto
de lei dando os niaiores poderes
possiveia its autoridades para re
prlmir lesrde:is scmcluaiites as
que rebeutaraiu uas proviitciassop
centrionaes do reiiio.cspcctalmcnle
a Micilia. Esse projecto i-nconlrou
lima cerla oppoMi^uo no scio da ca
inara, e soflTren diveriiait eincndas.
(pit1, a serem approvatlas, inutili-
saiu compietamenle ait'bases. O Me.
Mintgliettl declarou ser qucalaode
gabinete a approvacao do projecto
tal conio foi aprcscntatlo.
S. PETERSBURGO, 22 de dezembro.
O zrabinete russo acaba Ue rece-
ber dccipacbos de todas ns poten
eias, auuunciando que clias va:i
mandar rcprcaentanlei* para tomar
partc nas delibera^dics da eoiife-
rencia ipic denlro em pouco se deve
reunir na cidade de u. Petersburso
c:>m o flm de li.xai- as regriis a se-
guir cm tempo de guerra.
MADRID, 22 de dezembro.
Tendo mclliorado consiJcravel-
mente o tempo, as opera^6es con-
tra os carlistas vao recvoicenr com
tudo o vi^or.
MADRID, 23 de dezembro.
K'.ii conseqiiencia do ultimo mno
tempo, home um trasbordamento
do rio Euro, tfae tlestruio coui|il<>-
tasnciite as linlias do caiuii.il n de
ferro <|iie eostcia csaerio.
MADRID, 23 de dez.-mbro.
> go veriao aeaiia #e eai
rorcos de trepan para C
MALAGA, 21 de dezembro.
n l;t;s
Espera-sc aqui brevemcule o priu-
cipe imperial francez.
PARIS, 22 de deteinbro.
Ojornal bonapartis a
suspeuso por IS tlias,
do govcruo.
PARIS, 23 de dez;.bro.
LE PA YS foi
por ordem
POITOU, da coiiipanhia de
Flll'IA, 22 de dezembro.
i'Oj5;RG"0, 22 de dezembro.
do de-care seai aniiuacao.
on miminaes.
'ransaccdes regulares no raerea-
de < alV'. hus''.-iKiin.Ik se os pre
jNEW-YORK, 22 de dezembro.
mhio sobre Londrcs I -sr> I 2
111 12. Transaeedeg regii-
es no mercado de cafe, e os pre
fle:ues : n da Rio r.nt CIBOOBS 18.
OOODCAG) IS 1/8 cents par liora <
diarante a semana vemleram se-----
11(009 sarens de care do itra-.il ; o
deposito total e de 43,000 saccos
Vl^oila mndiann iipi.anos 14 1/8 CBSTS
por libra : ns chnitnilas de hoje
aos portos aiaaticaniinclevamne u
trinta c ilaiis mil fardos.
RIO Di: JV.NEIRO, 22 de dezembro.
Cambio sobre I^ondres Id 3/8
bancariu. e S l/ d. particular.
BAHIA, 22 de dezembro.
C'.imblo sobre E,ondres Se 1/9 d
bancari.i, 90 3'8a S8 5/8 d parti
cular. Cliegou liajc p^Ia m.inlia, do
Itio de Jaaeir... e seguto a tarde
parn Pei-uambuco o Iransporle de
Kiicrra brasileiro WEBNECK, condu
aindo tropa.
BAHIA, 23 dedez'mbro.
tambio sobre Londrea ta 1/2 d.
baucario e particular.
EMU
REVISTA DIARIA.
O infuntc D. Airui.o publicou urn
naniresto a naciio hespa aliola, no
qual declara que o unieo reuiedio
eapaz de llrniar a ordem e a pros
pcridaiie cm llespanlia, e o esiabe-
lecimento de lima monarcbia leitdo
bases proruuda-uacute itberacs.
VERSAILLES, 22 de dez;.ubro, a uoile.
Na scssaa de boje da assemble.s
naclonal, os membros da csu.iierda
aprcscutaram uma tno^ao para in-
lerpellar o goerno acerea da ac
cordao de improcedcute publicatlo
pelos Iribunaes no negocio da coin-
uiissao de appello a.o povo, a qual
se dizia creada cm Franca, com si-
de can l*aris, para f.izer'propagaii
da <-:;i favor do principc imperial.
nepois de viva discussaa. na qual
os deputados bonapartistas decla-
raram nao can vir tratar-se de uovo
dessa questao, por tersido ella de-
cidida pelos Iriltunaes. a monao da
esquerda roi approvada.
CfMMBaclASS
LONDRES, 22 de dezembro.
C'onsolidados 03. Fumlos brasl-
leiros de r> % a lOO. No mercado de
care fixer um se transaccdes regula-
res, sustcntanslo je os presos t o
deposito total eleva-se a 10,000 to-
neladas, seudo 3V.O0O saccos de
procedencia brasllcira ; durante a
icmana foram ontregucs cm i,ou
dres 1,100 toneladas e tlcsembar
caram ao, O mercado de nssucar
muifo calmo : prccos com teudeu-
cia a baix'.ir i o mascavado boiu de
Pernambuco a 91 sh. c 6 A., c o dita
dito da Dalrla a SI sb. pelas I IS
libras i o deposito total em Kon
dres, i va se a 153,000 toneladas ; duraute
a scinann foruui entregues nesses
portos 9,000 toneladas, c desem-
barcaratn II.OOO.
LIVERPOOL, 2-2 de dezembro.
Mercado de aiuodao ealmo. c pre
cos sem alteracuo i o de Pern a in
buco F.\n 7 9/8, e o de 8nnto& idem
1 o.H d. poi- libra t durante a se-
mana venderam-se 10,000 rardos.
sendo 800 do llrasil. llercado de
assucar calmo. e os precos icm ai-
terucao; o mascavado pui-Ka:ii> 09
sb. e G i.. e o medinno dc Slaccio a
9% sh. pelas lie libras.
HAVRE, 22 de dezembro.
Algodao ordinarlo de Pernambu-
co a OO francoi*. e o dito de Soroca-
ba a 88 francos pelos 50 Kilogrs.
No mercado de cafe transaecoes
quasi nullas, e os precos noiui-
naea.
MARSELHA, 22 de dezembro.
Aaancar de Pernambuco 90 fran-
cos os 50 Kilogrs.
MARSELHA, 23 de dezembro.
Cuegou hontem aqui. O paqucto
iispectoria da lii.irmv.io Pu-
blien. P>r (Mirlaria da n:e.-idencia da pr.iviu
oia, 'le 10 11 enrrente, foriira ni'inead.s : Mao.'el
Tobias do Beg.- e Allra erv?ale Jn-e J laquim I'ereira, cwntiuoo da so
'crt-li-Ma da ins-'C-Hria d-i iu-irue;au jjuohea.
.*ateid-ate por Iiopruileupla.-O
dairin irt-jgiiHT. HaaMI de^flm: >hi*. t-iuo de
ir bc\-M.n Oliuda, n-> Uem aue do Ht'Cife para
aluSfjS'-ii s^as o u 1(2 Ir.rasda manlia, nao obslan-
[h a- : rieia- dos em;iregidjs de-se trem, H-
sistio por fazer a viagem de pe sobre a platieforma
do carro para i| e suliio.
Bffectivamente assim segnio yiagein, mas CIS-
tou Ine cara a imprud.iocia, porque, aos passar o
trem ua eotv do Teixeira Lopes proxiiuo do
Salgadioho, o Sr. Maia perdeu o equilibrio, cahio,
e, ten Id ficado comum dus bracos sobre os tri-
Iho.-, Li eise brae i fr.iclur.vdo pela^ rodis dos ul
limos carros do trem.
Cmduzido ao Recife, grav^-monte ferioo, f->i o
pobre liomem levado para u hospital Pedro II.
Moviunentoscdicioso. Hontem a tar
de S. Eve o Sr. omraendaior preid;nte da pro-
vincia recabea o s-gaiole offleio :
laiio de direito da ooinarca d; Bom Cnse
iho, 20 de dezembro de 187i. 'lira, e Exm. Sr.
Era data de !6 do corrnatd cirainuuiioei a V.
Exc que corria o bo.il/, que seriarao- aiaeados
hontem na occasiao da Mr*; ioMiimente til
boato realisou-se, seud > a fsira invaliJa por Din
grupo A" sedieiosos que, seguudo me infonnam,
uiio era inferior a 500, os q e medidas. -
Assim que tive noticia da approzimacao d'sse
gropo, pedi ao Rv,n. capuminho Fr. J ise, e ao vi-
gario desta freguezia que o fj.-so encontrar, o que
exoita-se-o a retirar se cada um para sua casa ;
.-lies assim o flteram, porem nao foram alleodi-
dos, e os sediciosos praticaram o que ja referi.
Em vista de tal procediineulo delerraiaei a forija
do policia e da guarda naci nil d-slaoada qae, di-
rigindo-se ao lugar do confl eto, intiraasse os para
que nai prosegulssem em suas depieJi^oss, e as-
|-sira o tazendo, a forca leva era resposta vocifera-
eoes e lir>s, sealo logo ferid) no peito um dos
soldados de policia ; trav u se immediaUTienle a
luu, resuliando della a morle de i dos seiic^ora?
e feriraODtis de di versos, send) tambem feridos
gravemeate dous soldados de policia, e levemente
tres, ioclusivao sargeoto, e lambera ires paisaaos
que c, acorn pauhavam.
i E' publico que a inteneSo dos sodiciosos uao
era soraeute quebrar pesos o medidas, por6oi roa-
bar. como o-Bzeram lioatom em Garaoliuns, e
para isso inuitos trouxeram michaJos. Na occa
siao do conflict) foram presos dous cabecilhas,
que se acbam recolbidos a cateii da villa. Ii
maudaram me dizer que so eu nio pozesse em Ii-
bordade um dos taes cabeiilhas, viriam tomal-o,
ao que respondi que viftssem 0 sargento de po-
licia, aqui desiacado, Hermino di Srana Barros,
portuu so heroicamente, e os soldados do seu
eouimaudu com tida a ioirepidez. A guarda na-
cioiial, co.nina'id.ida pel > alteres Manoel Soares
de Albuquerque IVeaco, portou se soflrivelmente,
e o seu commaudante com toda a distincci). Sao
tainbera dignos da maior elogio os cidadaos Frau-
Cisco Tetxi'ira de Macedo, Dr. Manoel Antonio da
Silva Hios, Manoel C-rueiro Cavaleaote de Albu
querque Lacerda, Araerico Infra',..; Vlarinli) Fal-
cao, Marlioli-) Avelioo de Albuquer.iue, e o sub-
delegaJ) T^rtuliaoo Tenorio Villa-Nova, o- quaes
se comporlaram perfoitamente hem, ajulando me
em tulo que Pies eslava ao alcance, coocorreado
direct* nente par^ a cessa^ao do conQicto e para
a raanuieucao da ordem publica, sea Jo qae o pri-
ineiro se mo apresentou com 10 pessoas de sui
familia, declarando-me achar se promoto para
garantir as autoridades. 0 Dr. promoter publico
At comarca, lem-so comportado psrfeitamenl.e
oem, e o delegado de policia e o 1 sappiente do
juiz muoicipal em exereicio lambem, comporta-
rainse bem, send) que o delegado quasi e vie-
tima de um l.ro de um 4o3 sediciosos. Agora a
i i".,; r men pedido, para o lagar que me
diaem seri Ioai da fofli;Vi. o Itvm. Fr. Jose, que
vai ex^urtar o povo, alim de vr .-o i :-"-'* ""
acalmaiu. Hugo a V. Exc, que nao deixo do o-i
viar-nos forcas que nos auxiliem. 0 juit ue di-
reito, Bento Ceciliano dos Santos Ramos.
Di leitura desse officio se evidencia quo a auto
ridade, auxiliada pela fore* publica, e pelos bous
cidadaos, fez a devida recep^ao a esses malvados
perlurbadores da paz publica.
Conrereucius publicas.Na segunda
conferencia publica, jue deve ser celebrala do do-
minpo (27 do eorrente) occupara a tribuna o Sr.
Dr. Malaqulas Aatonio Gonjalves, qae tralara
Das relacoes da igreja com o eilado.
Minm;i do Natal.A coafraria deS. Cliris-
pim e S. Cbrispiuiaoo, erect* na igreja do couvea-
to do Carrao' do Recite, manda celebrar a 1 bora
da madrugada de 25 do eorrente uma missa so-
lemne.
Dlnhciro. -0 vapor tTffard levou hontem
para :
Maceid 71:000$ X)0
Bahia 1:670 j'iPO
itio de Janeiro 500:000*000
Correia umerlcano. Pelo vapor iuglez
Liguvii foi rem.ltida pra e-U provincia por<;ao
de joro-*es e eartas -d <3 Eslados Uuidos qae, ape-
zar d;i_mai ir oarte ter rotulos irapressos, com de-
8ga*cio clara -de Peruambaco -, foram eaviados
pela administriQJo do correio de Sew-York para
aqnella provincia, pelo vapor S>uth America.
Meuc'nnauijs o facto sem oinmeotarios, porqae
elle por si so poe bsin pateote a falta seusivel que
deviam ter soffrido os desiiuatari .s das eartas, e
demoostra q-ie timbem niquella admiaistragi) ha
eraorpgadiis pouco zelosis.
Via-ferrea do Recife a Olinda. -A
gerencia dessa orapreza, alem dos trem or iraarios,
expadira mais, a conncar de 9 l|2 da uoite do dia
de hoje tr< as ox:raorJioarios de meia em ineia
hora ate a 10 Ii iras e meia da n)ite do dia 25.
Igaarmeote bavera nojo as 3 horas e meia da lar-
de um trem ex.raordinario para earga e baga
gens.
Isreja da 8ledade. Nio se podenlo
celebrar no doming) (26) a festa de Nossa S;nh
ra di Soledade, na igreja dessa denominacao da
f e,'uazia da D6i-Visia, pela recusa dos Rvms sa
rerdot-^s, a mesa reged >ra mauda cautar, com lodo
0 espleodor, ui ooita desse dia, uma ladainha,
par.i cujo a-to convidi Ddos o> iroiios o devntos.
Festa do BTatal*Solemoisa araa ha a
igreja catholic a a festa commemorativa do nasci-
mento de Jesus Christo. for esse molin bavera .,
a partir de meia noil; de hoje, missas em todas
as igrejas que nao e.-tiverem interJictas,
Dlarlo de Pernambuco.-Nao se as-
perando amanba' vapores, e acquisscendo ao pe-
d d i dos nossos emprpgado-, di-tiibuirem is arna-
nliA oossu nuraero de subbad).
Kectiticacao. -0 Sr. Joai Braulio Correi e
Silva nos pede que uesta parte, publi |uem)s a se-
guinle orrespondencia :
o A Piovincia de tnje, invoeaulo o meu teslc-
muuho sobre o triste acontecimento da villa do
Bonilo, ma obrigt a rstibelecer a verdade do que
refer*, em con versa parlicuhr, ao Sr. Dr. Lopes
Macliado.
a E' orto que o uaido .iDlunio Jo.-e II nrique
era pe soa iu)j))rtaula, cuns'derada na corajrci do
Boailo, e meu amigo particular. E' lambem ver
dade que elle aau appareceu na villa do Bonilo
como caheca do sediciosos, Unto que a raiin de
clarou quo ua-Ja liaha coa> elles, e que, para pro
va lo, se relirava para sua casa.
a-Mas, oao sei se por uma dessas alluciaacoes
de raoraento que arraitam muitas vezos o homem
a crro.', ou se por qualquer raotivo que o impres
sionasse, Iravou discu sao com um soldado que^
gu;.r Jav-i a casa da ollecloria, e foi ate o poato
[da dar Hie com o cliapeo de soi. A esie ataque,
cu idado pela aggressao do povo qoe violeaU-
men'.e ijueria fnvaiir a colTec. ir"I8, resp ihdeu o
majyno suld^do. coin um liro, que deu morle ins-
taniaai;a ao referido capitao.
*E-t9 facto que ifle ciUsou omiisextremo
pezar, passou-se como acabo de expor.
a Qjaoto, porem, ao dizer a Provincia que a
casa da euil.-ctma nao foi atacada, declaro que
i-ommette inexactiJao. A collectoria f)i atacada
tres vexes, e chegou em uma deltas a ser inv.i i. l.i,
tanto que um dos aggr ssores foi morto dealro
1 II i e quando ia a p^-gar in- livros, e outro so
bre o leihado, em acto de deslelhar a casa.
a Ainda hoje podese verifi:ar os e.-tragos do
assalto a c-iUectoria, cuja casa Qcoa em pane des-
lelha-Ja, o com todas as portas e janellas estraga-
da a macbado e arrorabadas.
Ciuvem solar que tolo o ataque e confl cto
o^correu na cc-tlectoria provincial, uao haveadj
contra a geral nem a mais leva aggressao. Li ni-
to-uie a esta rectilicacao. Recife, 23 d: dezembro
do 187i. Join Braati) Correia e Silva. a
Carece prorideucia. Moradores do
largo do mercado de 3. Jose aos pedem para re-
commeiidar ao respectivo subdelegado um radivi-
duo que pjr alii appareee, quasi que todas as
tarde-, o qual tem por ci:tuine praticar actos im-
raoraes quando vi: algumii Sra. so a varauda.
Cidade da E-scada.Escrevem n:s des-
sa localidade :
o Com o intuito do evilar-se a invasao sedicio-
sa, de que iufelizraente se lamenta esta heroica
provincia, o Dr. juiz de direito, reconhecendo a io-
suQlciencia dos recursos, de que Hie pode dispor o
governo, a vista d.i divisao-qae tem fefto da forga
ao mesmo lempo por diversas comarcas, teve a fe-
liz idea de, coniiado no sea bom coaceilo raagis
tratico e relacdaa particuiares de que geralmente
goza, reuair hoatem (2!) todo o corpo fazeudeiro,
commercial e de fuaccioaarios publicos desta '.o
marca.
A reuniao, geralmente approvada, leve uma
concurreucia inesperada e maravilhosa, para mais
de cem pessoa- iraportantos e sem di-tioccio de
cor poliliea, apreseDlaram se com seu voto d: ad-
hesao, hvre e esparaocoso, alem do grande nume
ro de espectadores, que assomavam as galerias
da casa da camara, ondc love lugar tao louvavel
reuniao e que om seu- repetidos apoiados c ra-
lirraavam o espirilo ordeiro e sympatbicamenle
agradavel d> povo da E-cala, que, entre suas ir-
mas primando nas vanguarilas da civilisacio sem
pre soube com raagaaaimidade e harmouico con-
curso mediro terreao do sejjfuturo e plantar com
as bagas de seu suor a primoro^a riqaeza de sua
poote.-idale.
a A' hora aprazada o Dr. juiz de dire.l >, a pe-
dido de quern se navia.ii reuui Jo a | iel.es patno-
tisos e djigoos cidadaos, tomou a ioidativi e com
sua pilavra elopjeute e semprc bem avaii *J >, cx-
poz liies.a ialeacao, que leve eio seu acio, o li.u
para que a fez roanir, e logo apos, em oaolu-
:4o do sea exordio os seus etera)s agradecimeo-
ios ao bom pivo escadease, qua sempru o applau
dio nos seas actos era favor de seus direitos.
i So seu bello e arrebalador discurso, o Dr.
juiz de direito reprovou a iaac^ao de seus co n
inarcaos, avaliou as sin oasequeucias c cm o
movimeoto, de que esta a par, fez Ihes ver q le
a tao desordeiros e iadignos alaques e lambo n
qui para um povo, qua se preza, seria elerua ver
gouiia o effeiio do tao vaadalica e desm jralisaOora
invasao.
a Em seguida, coai sua eloqaeote e seduclora
voi, o Dr. Tobias Barrelo de Meaezes, com os do
lis oratorios do qua dispdo, elevou os an.mi-, ex
teudoudo se e abuudaudi em coasidera<;rs, que
mail i coadjuvaram para mais complela conviccao
do seu illastrado audicorio e corroborar a Orrae
coaliaui;a, que sempro impirou sua paiavra.
t Euiiia:ia>raava ardjolemeatd a belia vox, que
se oavia e o asp cio'sibraaceiro eadiieiivo, qae
se refleeti* era todos.
u Dr. pi---ii t r por sua vez lambem raaaifis
tou a justilicic>o do seu voto com o Sr. barao de
Piraugy, teoeaie Fredenco e coronel Marcio-
nillo, que apresenlaram algumas medidas do
prevenc*o, as quasi foram aceita--. flcaado todos
no fir me proposilo de em bem de sua paz e orlem
puguarera com seus bries de coucidadais livres,
probos s maguanimos, deixaodo como peahor am
protest >, que toi assigaado por todos e cujo texto
e o seguinte :
CoDVidados pelo digoo Dr. jaiz de direito des-
ta comarca, os abaixo firmados assisliram a
c reuniao promovida por esse illus'.re magistrado
t e como am prolesto lavrado contra a desordem
a levaulada nos .ertojs desta provincia, aqui dei-
xam assigaados os seus nomes com a solemne
a prome'sa de auxiiiar as autoriial?* por tti-
a os meios a seu aicance a onju ai e repiOir
i mat, se porvntura umbm ftfai ctMgir.
Com eita sole nao pr pectativa que a c.dade di Escada. pmuiJ.ra d
yoto de coaOan j e aoxilio de s>a nabiUnles.
jamait sofTra a raiculi, de qu9 a ma. tem sido viciima. mixim; agora reammil.
om o feliz exito dessa reuniio !
rat^resse a> seguiates liable, qui extra turn >s d
-Vt), di cine, e oas qim s: fn ref-treoiia a
um artigo do Globo, jornal da agenda 'elegraplnc.
americaoa, a proposilo da qoesUo relijii >a.
Emsuassc;!) religion oubli-ou Gitbo nm
artigo qae, a j prim >r da fjrraa. reune intu it-.-
patrioticos, irrecusavelmeote iasp rad^s porsevera
unparcialidade.
a Estreia-se esse nitavel art gi om as si-gum
les Irahas qae, por rauito ju-Us que nos parecem.
oos sera perraittid) trins:rever :
a Eotrou oo seu period) iacaod--Ciol" o on
a ft co eccle-iastico Produzio seus amargo, fruc-
a tos a liogaag-m-descabellati-dviinpreo-a neo-
a catbolica. Coaverteu -e t p.-nn* em paabal e
a o cruiifiX' em bran la j inceniarij ....
t Gizavamjs de uma paz e-etaviatt; fecbado o
i teraplo do Jau), depois daghrusa j trnada de
t Aquidahun, pmsperava o paiz, a simbra d =uas
a livres io-tituicoes No dia segiiote ao da vi-
tiro da civibsajjao sal americana s-sombrava
ra )s o uoivrso, burifaad) m frontal do falur
a odigi civil a meraoravel iei de 28 d setarabr >
de I87I. C irria a >r-a d > png-e-*. m|h ar
a lerias do gigante dos IropteftB, e em til n os ra-
c ra i> do servfe/i publio, sensiveis p.-am os mi--
Ihoramentos soOregamrate aolhiio< pels popa
a lacJo. Korie pela crafianci da eorOa, e ecuda-
a di na maioria ie arabua-" MHsa de nrlamnto.
obtiah* o gabinete de 7 de ini'ci uma ?*rie d-
medidas ha muito reclamalas p-la opinii> pa-
bl ca, e dispuuhi se a iniciar outra-, oi) m-a
t oeee*sarias, aem menu de t Yinca, desde q'ia som m nifa ,, raiira a 11: i-
a ri-onte Dolilico lao au^pcim qailra
a Emquanto, porem, volvia o governo imoeiial
a suas vistas para os multipliers aum:Hn.|.
a nossa co npiicalissima o:ginisac), ni quit am
da mf.'luinenie pre lamina o aaachronir rj
ma cenlralisador, urdiam e nos antr* do ul
tramontanismoos n-gros tios do tram* anti so-
cial, cujos funesljs resultados ora preseacia-
mis.
a dl ivemos por varias vetes aliudi Io a essa ne
a gregada machiaacao ; e brevemente off^rrcere
a m is aos leitores rapid* e imparcial resenha da>
a peripecias da pretenca questio religiosa, que es
a ta goiando do singular privilegio de prender to
das as attencd>s, sem receio de so-sobrar no-
parceis do nesso classico indiffereniismo.
t Immuns de qaalqaer prevencio panidaria
f oao fazeraos opposicao aciutosa : e nas cniiea
t lr0!it9taneia fnr que nos remi' otforalw.
qnand) o sangus de nosso- illalid i- irmii is po-
i de, d.i am m">'>ntn mum, r derraanit eai
da .iffrouia da lei, sari* por rio on mi d- |,?s>
pitriotismi abrir margem a recravencoes oa
a procarar exhibir esoirito, j ganh epigrarama-.
a ou ferir pundoaores era pungen:e< sarcasm)-,
a Ouira e bem diversa ten silo, e ontioairi a
a ser a nossa linha de conduct*.
a Com esta profissS) de fe, em aajt lealdad'
acrediiara js, catra o es-nptor em mat ria, respei
tosameole poolerando |i- se nota am* eefti ii-
jaslica na raaneira porque esta o givera > rxigiod
o curaprimeol) dos avisos que derail provim-m'
aos recursos interpostis pelas oafr.ria- e irmin
dades laterdiclis pelos seu'.iores bispi- d) Para
Olinla.
a Verificando e com a atisencia d ,s pr i
nao o caso de Se vaga, mas sira o de .V imped-J
onde nao existe ftfirio cipiln'ir e ?i n t/im-na-
dor do bispad>, cujos poleres p idem s->r n.ais oa
meaoa amplo?. adverte o illu-tre escript t qae ju
hdieas foram as ratOM co n quo o vig*ri i S*ba-
tia) Dirges de Ca biiidade criminal por the faltar jurisdi-c, o para
levantaraento dos interdict >s.
a Diz aindi o ont-,mp)r.:neo qu" a solicitud
om que o Sr. Dr. Pedro Vicenla de A zevedo s-
tem enpregadoem raanler agordem publica.amea
cada de morticinios e depredafoe-s, Um lera rou-
liado la'.eres para oninltar as obras dos ranoai>
las onde veria assignalada a distincrlo entre S
vagi e Si imp'd'da E o Sr. Dr. Luceaa, concloe
o escriplor, la ira ter por coherencia, pond) ainl,
uma vez em evidsn:ia que o goverm foi c daid i
de sorpreia par sagacissiraos adversaria-, qu1 lb
haviam visitado os arseoaes juridios e sjps.-aia o
valor das leis absolutes.
i Trata-se, e cerlo, de Sc i-npedidi e ni> de S
vaga, de gtvernulor do bispadi e na de rigiri i
capitular, tendo o governo, oatra o voto le res-
peitaveis canonistas a cuja opin.i > nos incliaamo*.
reconhecido por legal para produzir tilis os sej-
uriJicos effeitos o acto da delegacio.
a Qi.into a nos, em qae peze ao governo e aos
eus naturaes conselheiros, nao eogitanl) o direii
can mio de bispo preso par effeiio de -enten.-a d.
poJer judicial, e de toda pool) repagnan'.e om a
oossa legi.-la-.-a i criirin ii, qua fun<:i nuoiiaJoi e conlemoados estejam, bem que par
lelegac*), y i.-rnanio as suas diocese?.
a Aceitamos lodaaia o facto tal come cile e. 0
gaveroo reconbeceu a legaliJade dessi rtel^ici).
ejustooque Hie aceite as naturaes ciatSfM-
cias.
Porem, se essi delegacao p >dia ser roai
men h amala. segaalo o direito caaoui:o. Ul i
pode ella s?r oae exiraa os Severn iJore< pro epis-
copo ao cu nprimeiila assim d is I is, oaii dai de
crelos do poier competente.
t A obedieaeia as ten ua) podia ? r -"i| -ct de
delegagao, dasde que e a co liiei i vn 11 d do exi^
cicii de q iilqu-r jurisdiccao doniro d> irapiria.
Ou os bispM sao ob-igid>s a I-vaster os io
tardictos por effeila da decisio tomada sobre pare-
cer do cooselao de e?Udo ou ua >.
Sj nio sa> obrigalas a cunprir a decisi.i, i
o caso de repelir com o ujsso vraeiavel amig>
raonsoahor Piulo de Campos : IsHer qrnnti.
Os bispas eacarcerados, ieaJi-j Sili nesta b;^a-
nese iojustament?, devem ser re.-tiu; Im as saa-
dioceses, para que as govern: u de ac:>rJi c>m
as lei, disciplioa e regras d izoji M atunv*
a>s deere'.o.s do outro poder. Rjouhe.-a-^e-lbes a
mais plena iudepeodeacia do pader ci a Roma pedir de joelhos o perdaa de aoao attea
tado. Dcsobrigue.U'j-tos dojurament) que pros
taram de obodieacia as leis, e r-.iunci.mos a esla
rauuiau.il.iaoes do be-neplaeiu, rdWI a corui e
outras.
, S', porem, se ve-riflca a prim-'ira hypolJwn
i>lo e. se os bispos ommeuerara um orisM r.ca-
sando-sa a levau'.ar os inierdutis, uaiU de pi 'n
direito earestric.ii impasta ais g.vruad>re
para que o nio paam elles fur. Sena o asea-
mo qie delegar-lho* a jurisdiccio era a claasala
eiaressa de desobedecerem as leis mi dec.etas
do pader social.
S) os bispos sao faoerionarus p i''ocos, feee*
qae da especial calhegnria, lam em a see os g~>
veraadores dos bispadoi. 0 que a qu.!'' *>
foi lieilo, nio p)de ser a estes
a A obedieaeia as leis seudo a priuieira c
cao de tod) exereicio de jarisli:cao, de
-Oa a restriccao e nenhama, e os geveraedefw
dos bl-pados do Par* e Olinda sio obrigado* sb
pena de responsabilidade criminal a cumprir a >-
cisao qae lbes foi taiimads, oa a dar-ss qae a

MITUhDI
I ILEHRl
*-
mWA


v
Diario de Pernambuco =- Quinta feira 24 de Dezetnbro de 1874
a*
' i
jjlecao Ihes tol'jj a liherdade de prosedercra en
accordo com (iseu dever decidadaos, a^hes sej*
cauonicamea.e impossivel tevanUr os interdict)-,
& delegacao 6 era si mesraa nulla.
* 0 qua o governo'imperial reconheieu foi uma
delegacao mais ou menos ampla, porem legal. Ora
restric;io, de qne se trats, tirartai jurisJiccao
delegada uma condicao virtual do exercicio, su-
b, rdiiiando-a a nio observaucia das lei?.
Suppur os governidoses ravnunas de raspon-
sabi'idade porque se lhes delegau uma jurisalC'.ao
manea, 6 proclamar o absurd) de uraa jurisdieciio
excepcioual, suptrbr as lets e aos deeretas do
f der social.
Uraa tal jurisdiccao nio poderia ser reconheci
da o nm legal era uraa sociedide orguiisada, onde
as leis sao Tois.
0 qne aos bUpos nao foi recoaheeido, oa
podaria ae-w por direio aos que os re; resentam.
Legalraente, pois, proceieu o Sr. Dr. V de
Azevedo e Vsjalmente protedera o Sr. Dr. P. de
Luc^na, exigindo dos governadores postos a trea-
te das dioceses do Para e de Olinla quo cumpram
a deeisao do poder executive.
i.oi.Ti;*. A que se- a-.ha a venda ea 130*,
a heoeficio das obras de S. Senli >ra da Penha, a
qual ?e cxlrabira no dia 31 do eorrente.
;-oiia. -Hije ffectua o airente Dias o leilao
de predijs, as 11 boras em o > ndar do sobrado
da rm do Marquez da O'.inda n. 37.
Csa de detnncsio. Moviraento da casa
de detencio do Jia 2* de dezembro do 1874 :
Bxistiara presos 319, entraram 2, sahiram 3,
existem 318.
A saber :
Nacionaes i'lii, raulhere.s 8, e cravos 39, escravas 2. -Total 318.
Alimentad is a casta d m e rfres poatieo* 963
A saber
Sana 2i7, enferm-w u- -Tb.al 281
Mivimanto da cnfjrmir.a to dia 22 de dezera-
brn de 1874 :
Tiverara baixa:
Francisco Ham is Pjreira, i i ligestlo.
Manoei Alvea Jj Oi-h. M>ro.
Luiza, eserava d-> Anioniu \- Paiva Can lido de
Figuein-do, meiralgja.
Centilerio paiiiiri. -iHiituario do dia 22
de dezembr.:
Anna Piolvin I,-.I R.*, lev.iei, Pernambuco,
S3 annos, casa la, San; > A-K-mio; su-"pensao dos
lo |Uios.
Areeoia Carneiro da Gnhi Miranda branei,
Pernarabaeo, 40 anno*, e.;- bereol > oolw mar.
Jonn It-be'to IVw-li, branco, Inghterra, 39 an-
nos cis.ili, Santo Antonio; ana-arcj.
Maria, braaca, .'eraa-ii'mci, 4 maze), Recife;
iiiier.t-'
l'el,\ :arl), Peraarabac), 6 iBexes, S. Jose ;
eosrul-ees.
Armiao, preto, Pernambuco, 5 inezes, B;a-
Vista; de-'enteria.
iesuita, foi era Roma atica lor-mor da foguei'a,
na imprensa e bot resposteiros do Vaticaao I lju
ossrorcos desso degencradj brasileiro yroduzi
ratn o desejado effeik', coKige se de uma ear'^ d
D. ViuA ao superior dosjesuitas aqai, en 10 d
noVembro deste anno, na qunl pede com instancia.
que raaode outro aojo toda bretidade, para assoprar o fogo sagrado do
Valicano, que parece fraquear : e que eonvem que
a luta nao esmoreea aqui. Para isso o Sr. Vital
in-ta igualmente com o dit) saperior jesnita que
nio desampare o governador do blspado, a quem
deve aninar soatinuadaniente.
Tambem me infc-rraam ter sido encontrada
uraa carta do deputado geral Dr. Tarquinio ao
mesmo saacior jesnita, na qnal se \6 a confian^a
Hie este mspira ao tiouo 0' Connel (coino o deno-
mina era suascartas). 0 Sr. Dr. Tarquinio Ihepode
que maade contram nar em Ronja os esforco3 do
ex-internnncio San;uioi, que e descripto pelo mes-
mo Dr. com cores hem desagradaveis, era re'acao
a sua leal Jade p ia com a Sauta Se.
Nem o prcprio represeotante do papa escapou
as suspoitas injariosas dos promotores da propa
ganda I
t Ouvi dizer que a'guus membros da Sociedade
Calholka tinham tido a imprudencia de dar a en-
tender que a Santa Se nio decidiria a quesiao em
desf.ivor do3 bi-bos ; porque todos os mezes sao
remettidos para Roma, so desta dioiese, alguns
on: s de reis, alem do dinlieiro qne manJarn aos
jornae; catholicos. da Fran;a e da Italia. Tenho
rep'ignancii de acreditar na exi-ten;ia desses do
mtivis; que, ainda qoando existissem, nenhuma
infliencia deveriam ter para que a Sacta .-'e dei
xasse,de decidir a questao como deve e CDmo exi-
gem os iuteressera do catholicismo.
0 nosso governo ten procorado alliar a pruden-
cia a euergia, tern pre'.andido e3gotar todos os
recursos attinentes a uma solueao, que nio proro-
gne o estremecimento de nessas crencas. Os ra-
dicaes em politica ? em religiio, isto e, os sposto
Ik da democracia e os racionalistas, naturalniente
nao estao satisfeitos. Os liberaes e os dissilentes
. i.-i-r v 11 !.-.- fogem de manifestar uma approva-
cio que viria, pensam dies, firmar no poder os
seus adversarios.
Os poucos adeptos do nascenle partido religio-
so proclamam, que e urn dover de consciencia la
zer ao governo maconico a guerra mais de.-abri la.
Couhec i, portanto, os serios embaracis com que
tem luiado o governo, e faco justica k* soas lo-
ten?oes iem indagir se elle tem acerlado sampre
na execucao do piano adoptado; mas e cert) (|ue
os embaragos vao em augmento, de tal modi que
nao so pode mais, sem perigo assas consideravel,
escapar par muiio tempo a solucao do conflict).
Segue hoje para a corte o Sr conselh-iro
Joao Alfredo, que fui aqui muito b^m recebido,
sendo-lbe tributadas pro/as ineqoivocas de ipreco arraataram ao li .locmsto d-; suas arabieoes I lui-
a Oilinvi i 1-- ..in:,. i-,. I riltmaB >> C I.' (am miit .1 !.-*.I. 1 %__ --
perturba?.\o, e o esev,dalo ; elles em derrawar
pi r entreas camad'it popnlares u venem da des-
obed en^ia a d* sudi^i < I
As doutrta.s iacendiariasiroduzem a exsftsrio,
a cxaitacSuarrasia ao lehrio, o delino a tiirbnien-
cja, a turoulonsia ao crime e a etlusa < de siWne.
Nenbumatboliaosiu2ero,verdadeiramentedomina-
do do espirito christSo, prega outra doutrina, qne
nao a da fraternidade a da caridadc entre os ho-
iiiens. Nao e t>or disturbijs, sssuadas e Iromici-
dios, que se consegne a snlu^ao do qualquer diffl-
culdade, max/we VetgioM.
Se Jo.-us Caristo aiaudou pagar (e elle raesrao
pagou) trtouto a Cesar, exige a nossa qualiJade
de Mhos de Uo bom P,ii que paguemo-lo lambem
Se as leis tribntarias sao pesadas e vexal rias,
nao sao por melos violenlos e crimino?os que ha-
vemos de alcao^ar o reir.edio. Quem instiga o povo
a resisteaoias armadas, 6 um facsioso perverso e
cobarde ; 6 um vcrdadeiro parricida 1
Nio seria mnito mais conforme aos preceitos
divinos que nds, em vez de estarmos desbarataodo
o peculio das nossas fore is intellectuaes era lutas
estereis e prejudices areligiao, estivessemos nos
occupandu em pre gar o catheeumo ao povo, Ino-
culando em seu espirito as sublime* maximas do
Evangolho? Se assim procede.-s9mos,o povo ha
via de ser come lido e paciente ; hayia de conhe
cer que no culrivo das artes da paz tem elle a ver-
dadeira fonte da felicidade e liberdade.
Mas assim nao tem succedido. 0 apostolado
da doulrinacao evangtlica esta mndo eutre nds.
Todos os syinptomas indicate quo marcnamos,
nio so ptra um scisma religioso, como para uma
anarcina social. E como se expli:a essa ten lencia
funesta e perigosa ? E.\p!ica-se pela (alia de re-
ligiiu Aquelles que am' se inculcam orgiios Jel
la, s.io falsos propheias, cujos orasulos sao o em-
buste e a hypocrisia. E isto nao jo em religiio,
como cm politica. Converteram a imprensa e:n
guilhrtina moral dos prinaipios mais tutelares da
sociedade. A imprensa, este podero=o instru-
ment, de civiiisacio e de progresso, torna-se.pu-
nbal hervado quando deixa de ser luz, para ser fa
coo incendiario ; quando deixa de ser magistra
tura intellectual, para exercer o offlcio de carras-
co, quar da bonra, quer da vida do cidadao I
Nao se Madam, p.iem, os'lesordeiros. Seem
tempos de mais alrazo na transmissibilidado da
accao do governo a qualquer ponto iusurgido, a
obra da rebelliao nunea medron, quo direraos
hojo, que o telegraph') corrigi) a polvora ; que a
idea acnon na electncidale a sua ar'iltiaria, lao
promata e tao ra.iia como o pensamento r
Ti.ilas as tentalivjs de desorlens hao da abortar.
As victimas da sedu:gao entrarao em breve no
period > do desengaoo a do arrepeadimen'.o ; e os
initigadores perfiJos hao de rir se, na (eroctdade
do sous insliuetos, dasimple-.a dos aasctos, a quem
aTAKTIDO CO RECIFE, >J DS DEZEHBIIO DE 1874.
Tenis em miili onsilerjcai a pe--oi do Sr.
Dr. FtguereJo, preaideate do directorio prorineia-
no ; e se tad ua esperan.s qua cjaclua a seria de s-us artigo.s.
ci in) prumetto.
Faiti ain-Ji a parte priucipal, q ie ii > indicn-
tfio dit falsas, assim com as verJadezras auuas
d-t s'i'V'J quc'ira kilos ; a qua o Sr. D.-. Figue-
ivji, em dous artigos sucwiswos pr lo brevementij.
Depots iii-so darjm)< a S. S. resposta a toda*
as sun pr.pjjip5is, ii;iusive a -;elebre theoria
di hereditariedade sust-mlala no primelro artigo
da serie.
P.diiiis en'.relintj ao digoo pre prooittcian), qua iatisfa^i logo a noisa e a cuno-
sidaJi; publica que anciosameote espera ser eaeia>
rcci'la sobre a verdadeira causa da eifi lanebru
kilos.
O povo pernambucano, o paiz iateiro, eroit Sr.
Dr. rigaeredo, eiu attaato a solamnissima pro-
Desea fcita per S. S. e toJos acreditam que vai
fallsr o Govo Aloyses.
Ohomera inspirado pelas doutriuas de S. Tno-
9'-s e do divmo Taparelii, que nao reconhece os
arreUos de povj, que e a podia, que ve" as pro-
'Jicciss do u.rte eonvertidas em burgos podrts, que
teve a grsnde coragem civiea de apartarse do
seus compaoheiros previncianos por ser caiholico
apostolico romaDo, esse homem vai dizer qual 6 a
-ira C1U-.1 o.i seaicao.
Nos, 0 Diarii de l'ernambuzo, Jornal do lircife,
e seu art culista de collaboraoao, o club popular, a
popnlacao em pczi, tuJo e;la illadido.
A verdadeira causa de dedicacao aiada n".o e
sabida ; e o Sr. Dr. F.^ueredo que vai ns guiar,
dar-noi a luz pan, com passo, seguro, camiuhar-
mos :
SeJe bem vmdo eidadio patriot*.
Assim ficara abafaJo e?ie tnjvim&nto sedicioso
qua retards u n.sso progre-so.
U Sr. Dr. F'gueredo sabe qua o povo varunil e
noOre, com e o brasileiro, quer a revoluca. ; mas
arevolucao produzida pela bussola, pela impren-
sa, pela teregrapbia electrica e pehs estradas de
- ftrro.
Fcde brm vlndo, cidadao patriuia.
Uem sabe qua o povo brasileiro qner a revo
1 ncao produzida pela applieafio da mechanics nos
pezados Oooioho* e da vela na atraiada navgacao
oe cutr'ora ; quer a revolucao produzida pelo va-
por aprisionado lanlo no muado industrial, como
no OKtndo politico; quer a revolucao produzida
l orieote pelo grande Lesseps.
0 pivo o sabe, como tambem o sabe o Sr. Dr.
Figuerelo, 'jue o [iobre eolono com a poata do sou
araJo faz a m..is benolica dis rev-ljcoes ; e qu>'
pdotanto o povo nio qu.r a revolucai d > punbal,
ro archota, da garrafa do gaz que Ira', c nuo c >n-
seqnencia as grandes estagnaeS's sociaes.
Viude, Sr. Dr. Figtteredo, dizer, ao povo que.
precisamos desob^truir os no?, contru;r poates,
estradas de ferro, cultivar o tngo, cuidar seria-
mente da criacao dos gados, trabalhar emfim para
adquenr riquezae comella a iudfpendeneia.
0 paiz esia attuotameDto ; o povodepernambu
co espera que falle quanto antes o novo iies-
sias.
Se" Je bem vindo, cidadao pernambucano.
e estima. Os servicos rel.-vaa es quo S. Exc. tern
prest.uh ao paiz, e a rauit* consideracao (por to
dos cotibecida) em que tem os saus comprovin;ia-
nos. davam Ihe direitj a recepi;ao honrosa que lha
f.i foil 1.
t E' lastimavel que o ?r. cmselheiro, depoi- de
tintos motivos de saiisf.ieao, lave comwgo o pezar
c o luto, pelo falleci'.nenlo de stu sogro, o honralo
a abas ado a?ricnltor banio de G >yanna. Os jor-
naes desti cidade renJeram o merecido preito a
memoria do Taaaraado aaciio, que por suas qua
lilados estimaveis, e por seus servio* acusa
pabliea, toroaea se desde muito ua loealidada do
sua re-idencia, um chefe politico de iaabalaval in-
llaeucia.
Ao pnhlico.
Cham'.mos a attencao dis nossos leitores para a
ltitura do seguinte utavel trecho de uma corres-
pondencia de^U cidade para o Ghbo, jornal muito
acreditado do Rio de Janeiro :
a Que esses movitneolos sediciosos foram darao-
rada e cuidadosamente -preparados, prororapendo
quando pareceu opportuno ; e o que esta na cons-
ciencia de ludos, nesta nrovineia. Move-se a mul-
tiduo cmo ao impulso de uma causa descouheci
da, allegando pretexts ensinados. Umacerta nni-
t rmidaie da procelimonto, observada em grupos
diversos, e cm diversos lugar-s; nma certa reser-
va no meio da propria des.rdem ; o facto mnito
aotayel de nao tarera *ido attendidos pelo povo
amotinado dous missionarbs capuchinhM, um dos
quies aehava-se em Itambe"; a circuragtaneia da
irromper com mais forca a sedicao nos lugares,
cujis parochos se tem pronunciado com exalta-
Bsata na questao religiosa ; a coincidencia de co
mcar a sedici) pouco depoi*. de iniciar se a re-
ponsabilidade dos governadore* deste bispadi (ao
a,oal pertence a Parahyba) e depots da reontao do
clero em Olmda, a qaal, embora a d stancia, nio
fait.u o vigario de Campina-Oranda ; tudo i-to^B
ainJa ontras cousas, faiem erer nao ser ojauiti3-
mo estraahe a> que se tem dado.
A influsacia extrabrdinaria queos no-Sos bons
eapuctiinbos (confesso que os e^timo e respeito
muito) exerciam sobre o nosso povo ign Iraate e
fanati-o do interior da provincia, esta infljencia
nao adquirida por raeios occult's, tnas pela pala
?ra evaogalira em iocessantes miseoes, e pelo
exemplo : e;ta inftuencia, de que apeaas se ser
Tiam promovjndo reconciliacSas, aaotiicanlo
untocs ate entlo ilieitas, ediflcaaio cemiterio e
igrejas, e ate, algnmas vezes, re-tabelecendo a or-
dem publica alterada; emfim, esta itiOusneia dos
padres copuchinbos so podia ser d^rrocada pela
astucia requintada do jesuita I
Tudo o qae tenho dito e corrjborado pelo re-
suitad" ohtido pela policia n .s bu*sas, qae dea,
tan to oa mystenosa resideneii dosjesa'tas nssta
cidade, como ua casa que tUes otfcupaai oileasi-
Tamenta em S. Louren;u da Mat!?, rue nraram
se diieauientus, que, se Bao.deinoiistrp.'n e video-
teHieola serein os-jesuitng os promotores dos mo
vimeotus nfdieiosos, toruara avideme que elles in-
fluiri-m dirertameata oo awrito d- D. Vi a! para
conim'tOr s exeaasas qua todo< deploramo*; o
qne c .uliuuam a sar os-fomauuiores infitigavei-
da otMtiuaeao daoosdj bispo. eda seus scclarta-
tart, etn reia^aoao ijue sa patsi ''"Dtro comoVo'
ra d> o-.iz, a em Rem.i prm-nmirnent'.
_ Vdaodascarta~ eoi?ontr.iila, quo em priori
pio Atummano, to mandado a llorui u i padre,
infeltzmeate brasileiro, de nome Fialh qne fez se
E' sabi-la e notoria a perseveranca com que,
desde ocomeea do conflicto religiose, tenho insis-
tida na necessidade de ;e lhe pdr termo, por meio
de um accordo, cntre os dons pederes ; porque,
sem es~e accordo, sem essa convergence de v tades para a rcalisaeao da unica esperanja, qua
deve ter o bom catholico, que faz da rebgiao ali-
uientj da alma e fegra inialLvel das accoes bu-
nunas, o nao objecto de sordidas especula^oes,
nada se pode rieancar de mil, estavel e decoroso.
Mi*, se essa mmln iusi-.lencia na ad)pcao do
tao salutar alvitre, tem si-.lo approvada por todos
cs espiritos illustrados e contiecedores nas boas
praxes seguidaspela Igreja eoEstado, em occjsioes
de ccnflictos, tem me, por outro la lo, altra'iido as
maluvolas inerimio^i.oes des (alsos caiboiicos, que,
na explosio de sua atrabilis, e no empnho exo>
crav.-l de turvar as acuas, para nelUs lar.carem
o omoi p/scatotio, hao commettido os maiores
erros, e as man sacnlegas aberrates da duutrina*
da Igreja, aticando a di>c Tdia entre esta e o Es-
tado, e tornando, se nao Impassive!, ao mens dilH-
cii, o restabelecimento da coDccrdia entre anil>o;.
Quem lia a famigerada Uiufw, e os outros f.li-
coterios do lartufismo, ficava duvidando de que
jamais houvesse conciliacao possivel entre o s.be-
rjno Pontilice, e o chefe supremo do Estad >; qua
entre e.-tas duas potencias estava plantado par.
sempre o tnsanabile cdium de que falh Juvenal ;
que no V'aticano nio se euidava de outra c msa"
sen.io de forjar. e despedir raios contra o Brasil ;
que o novo plenipotenciaiio brasileiro fora mal re-
cebido pelo Santo Padre, e qne, extra :tas todas as
esperaucas de accordo com a Santa Se, os unicos
repiescntanusdo poder temporal no imperio, com
quem a corte de Roma havia de tratar de ora em
dia te, eram os irmaos Tarquinios, e seus com-
pares I
Nis maiores apertos, porem, arnde a Divina
Provi lencia, diz S. Chrysostorao. Quando todos
anceiavam no pelage de mceiteza? ec njeeturas ;
quando de todo este eslado anomilo, e travado de
mafdehtea desagradaveis, os irmaos Tarqumios
P'ocuravam lirar todas as illacdes oppostas a idea
de conciliacao entro o Santi Padre e o Imperalor,
.oe elles pin'.avam, qual ou ro Deocleciano no fu
ror centra a Igreja, i ss que dos labios do Potitifice
Santo, do p.-.i espirilual deste vasto continente,
rompem palavras as mais pmisiuaa*, as mais
akTeetiras, para com o Imperador, em resposta a
.arta autlingrapba q >e S. M. Ine tmha escripto,
apresentan lo-lbe o sen novo ministro I
0 summo Sacerdote nao se hmita a troca de
expresso?s sacramaotaes, que se costumam era-
pregar em d.cu:neotos de^ta ordem ; nao recorre
a es-as formulas genericas de simples cortezia,
n-'m envolva nos usuaes meandros diplomalicos
um so pensamento de reservt, uraa so restriccao
mental. Nao ; Sua Sanlidadecomeca por assegi-
rar ao Imperador: t Qua" gratas lha foram as
obaeqaiosas, e benewolas expresses de sua carta,
e que muito se alegrou da qne fosse o primeiro
cuidalo de S M. fomen'.ar a rautua carilade e
amizade com a Santa Se !
Ha ao lim deste perioJo um ponto de aimiracao
assas expressivo. Q.ier elle diz^r qae laes, e tan-
las, e tao rei'eradas eram as calumnias e urdiiu-
ras idas lo Brasii para Roma centra o governo do
Imperador, que Sua Saotidade, ao Idr o contrario
disso nas expressoes benevolas do chefe do Eitado,
nao pdde deixar de admirar-se I
E tao funda foi a conflanca que essas expres
soj3 benevolas prodaziram no animo do Santi Pa
dre, qne este, referindo-se ao peza' que Ihe eaa
sara a retirada do illustre Barao de Aitianlra, foi
g etn interpdr em favor delta junto a S. M. to-
dos os seus bons olHjios, recommenlando-o ca-
lorosamente !
Ningaem. qae onsidera ontro sea inimigo, ou
que suspeita da sua amizade, oasa interpdr para
om elie os seas boas ofReins, sera a certeza de
uae serlo bem acolhid >s I
Ms os periodo* mais sigoifljativo? c importan-
\ei da carta do Santo Padre sSo eates : 1.* Qua
prestara Sua Santidade plena fe a tudo quanto em
nome de S. M. Ihe prop >zer o seu enviad I ; 2.
o Q to espera desempenhara este seu cargo de
mod) qua, com espirito coaeitiatorin, promova a
tran luilliddade e increnento ds cousas deste im-
perio, unica fente de que se pole esperar a ver-
daleira Celicidade dos povos.
Ora bem : isto, que o Santo Padre escravia a
12 lie ootubro, eo, oa m nrinha obscundade e sem
netthuma n dicia do oraculo apn'toliet, dizia um
mez depois o seguinte : 0 diviao Fuudador do
christramsmo ordenoa qae os dous poleres vives
sem nnidos e inseparavei) como primeira coudicao
de paz e felicidade entre os homens.
Nos meus huraildes escriplos posteriores nao
tsnbo cessado de dizer que sem o emprego de
ractos concilia-tori is, nenhuma solucio definiliva
podera haver no presenle cmllicto. 0 Santo Pa-
dre ttnto recoohece a exejuibtli lade e effieaeia
desies meios, qne espera-o/ie o oos*-eiViartrt no-|
lesempenhi) da sua miWio, se-rnostre dyraioado
do i spirito comiliaicrH*
Agora-pergunurei a tod-js os lKKiiens-ractos :
qaera melhor tem interjiretalo as iat^ncdes da
S.rJtaSe,' eu, ou 03 irravjs Tarqtiim is, 9*aus com-
p-ir-3s ?
Tiaan-an, como elles, te-raos aido os'mart eipli-
cll-js nas nossas manifest ic.***.- Euera adfWgar a
causa da conciHacto entre a Igreja e o Estvdo ;
ellas em ax cits r sentirwot.s eaatraries; eu d
pregar o respeilo as leis do Eslado, pifa evitar a
mig.M da Igraja o da Patria sao esses
Cmcuirei, timiod>a iiberdarie'da reor.hr ao
clero peraambucaao aquelle eoasemo qae um es
criptor eanoaista de Franca dera ao eli ro de seu
paiz, dizenlvlhe, eiu coujiinctura igual : a Se os
act)s goveraativos ou almiaiitrativos parecercm
pengosjs era seus resultados aos'interessss da
religiio, sara lictto ao clero, em name desses in-
teresses, fazer ouvir a linguagem da jastica e
da razao, como seria licito a quaesquer outros
cidadaos I 0 clero, porem, comprometteria a sua
lef:itima auloridala essiritu.l se a empregasse
de outro nada centra a antoridade Civil ou politi-
co, ainla quando aos seus olhos esia te tornasse
oppre?iora.
Recife, 23 do dezembrode 1874.
Pinto de Campos.
Com area de Ouricury.
Srs. redact .res. A' rreu pc-:ar venno a im-
prensa fesfabefeeer a vedade gravemente altera-
da em nma pablieaclo feita n> Diario n. 263 de
1'J do eorrente, pelo juiz de direito, de Ouricury,
Dr. Antonio Lopes da Silva Barms.
Ou tivesse tidt o Sr. Dr. Fiarros por fin preve-
nir em seu favor os sens juizes, ou o tivesse mo
vido o desejo e'e exhibir os sens stte tides em
prosa e verso, dSo me occuparia da si, s nio
vie-se elleallegar f.ictus, que, a men respeito,
nuora se deratu.
Disse o Sr. Dr. Barros em aquella sua publiea-
cao qne uma denuncta que eu, na qualiiade de
prom torpublico, dera contra lieinaido Gmrali-es
Tuires, me hocia ca todo uma omeaco, que me
Aemotera a aband oiar a connrca.
Cofgandoao Ouricury reeebi ordem do S.^
para pr.-.cedef contra Reinaldo, e, ohedtcendo J
ella, inslaurei-dhe nm uni-e pro.esso por critn^
de respoiisabllidade, nao acceiendo ao [i r
que eniao me fez o Sr Dr. Ikrros, de denunci'l^f.
por dez, rinte e trmta crimes, para privalo d"i
fianc:i legal.
Conheci que o Sr. Dr. Barros tmha boa vonta-
de, linhabons de-tjos de perseguir a Reinaldo e qua
era seu go to lornar-me i isirumento de sua perse-
guicao, do mesmo modo porque queria qae eo pos-
ii S. S. hff-icoado.
itestlvido, porem, a nao alienar os di-eitos e as
prerogativas inhereotes ao me'u cargo em favor
do ^r. Dr. B.rros, pouco dispo-toa *ervir-lhe de
tnanivclla, pedi com instancia eoblive a minha re-
mocao.
Antes, porem, que esta me chegasse in mans
e para nao abrir luti com S. S., dei pane de
doente e deixei o exercicio do meu ca -go.
E para d-r pasto ;.o seu despeito. dea o Sr. Dr.
Barros uma parte contra inim ao Exra. Sr. pre-i
dtnte da provincia, dizendo que eu havia abani.)-
nado a comarca, pelo que fui, sem ao menos ser
ouvido, demittido I
Pude, porem, provar a injustica do men accu
sador, e nao so live o prazer de ser declarada
sem effeilo a minha exoneragio, como aie de se-
rein abouadas as minim falias," ficando consida-
rada como nao vtrdadeira a parte do Sr. Dr. Bar-
ros.
Se o ?r. Dr. Barros ten- ainda alguraa durida a
tal respeito, se se nao conteutou com a leitura do
expedite do governo, publicado nos Diarios de
22, 24, e 26 de ulubro passado, fe nao se
sati?fez com o desmeniido official, que servia de
respo-ta aquella sua parte, e qne vem em um da-
qutlies Diarios (o de ii), reorra a seoretaria da
presidencia, que la enconlrara pecas ollWaes, qae
declaram sem fundamenio nem verdads a sua
accusicio.
0 Sr. Dr Barr: nao se faja de innocente. Nao
sabe S. S. que deixei o Ouneury por sua causa e
so por sua causa ? Como vem agora dizer que
foi por causa de uma ameaca de Reinaldo ?
Dannie o tempo que e-iive no Ouricurv, avis
tei-rae soracnte duas oa ires vezes com Reinaldo,
qua, nessas occasions, tratou me com tod* a ur-
bamdado e respeito. Apaaas desci para o Sal
guairo, contra elle se ins'.aurou um processo po-
amaica faiias a mialia pe-soa, no exercicio da
meu em rego. Eniao se me pedio qua fornecesse
um dasaaanto para fortMecer as pi ocas dos autos,
ou que ao men >s nio ontasiasso semelhante facto,
pois se queria levar Reinaido a ilba de Fernando
de Noronha.
E ninguam melhor que o Sr.Dr. Barros sabe qne
a tao indecoroso pedido respondi que nao mepres
taria nnnca a ser instrument.) de persegnicao e que
nao obstante me havarem ioformado que Reinaldo
nio dizia bem d: mmi em minha ansencia, eu nao
transigiria com a minha consciencia, pira attri
buir-lae dm acto, qae elle nunca pralioa, embo
ra se jictasse de liavcl-o praticalo, como asseve'r*
o Sr. Dr. Bjrros, tudo nao obstante bver ella da-
do ontra inim uma queixa ao.Exm. Sr. presid?nte
da provin:ia por treye crimes (I I), queixa, qae
por seus faudameiUos, oern se qUer teve a honra
de seguir os seus turo.s. Eutrelanto, c ntinmo
v processo e nao obsianta essa minha formal de
elarai;an, R-'iaaldoa'ta prcnunciado a vai ser sub-
metlilo a jnlgamenlo I I Jtratica do Ouncnry I E
o Sr. Dr. Barros ha de ter dito a Relacio qua nio
persegue a Reinaldo.
Nio g sto de bravatas; mas ningaem ha que;
considerando a independencia e a energia com que
procadi no Ouricury, me eapendo a consas paio-
res do que as ameapas de Rdnaldo, sapponho qae
ellas (caso tivessem existido), fossem capazes de
me at>*rrar.
(iasrde, portanto, o Sr Dr. Barros para si o di
ploma de medroso, que me quer a forca passar e
Itque cerio quo o jury do Ouneury, a quem peco
justica, ba ee repar.tr a injaslica de qae tem sidO'
victiiua Reinardoeasse negocio da ameacas.
Lembra-se S S. daquella -Vez-qoe me pergnntou*
p-ira que eu-queria tanto doetmentaf
'Respondo-Mie agora : era para em tempo op'
portuno fallar sem rebujo, donricto de qo<, xbnn-
do as artahas malasde vtageB.jeneoatre'pTovas e-
tudo qaanto disser. I
'E,pol, Mmila'se, 8.8., a sua 4feza e justinca-^
vao, ooettpe-.*e da pubheseao da sens attaslados e
dos elogios que faz eont o seu -pruptio poaho.'
.'.nntimie a fazer a 'tta justi'a a me deixe--a
paz.
Villa do Salgueiro, 9 de d.zembro d 1874.
Argemiro Galcao.
O Or. Jas6 Antunlo le Ftsucfrcdu.
I
Na primeira colnmna da Provincia, com todas
as buaras devidas a persoualidaJo de chefe, ap-
pareceu hontam o Dr. Jose Antonio de Figusiredo
fallando ao publico.
Toraou- para thema do seo artigo a apreeia$io
justa, laipareial quo fizeraoe de suas iieas, ex
teraadaa, ja nas cadeiras da Paculdade de Direilo,
ja na camira temporaria e ja na imprensa desta
provincia.
A essa apreeiacio chamou S. S. llbcllo famiso,
cm. tem chanaado o com certeza chamara a tu-Io
quauto for dito com relacao a eua pesaoa, por iiso
que facd e muito coramodo 6 a qualquer julgar-se
acima da mais simples imputacao, considerar-se
impecavel debaixo de todos os pontos de vista so-
ciaes.
E entrataalo o Dr. Figueiredo e um daquelles
homens, para quem parece ter sido imaginado o
to he or no to be de Skspeare.
Em todos os ramos da sua vida publiea appare-
ce a incoherencia franca, desassombrada, mos-
trando iropavida as vestes da idea firme e inque-
brantavel, o nao obstante o incabido disfarce alltfa
divisa dos fracos : Noli me tungere I
E' prova do que dizeraos a conirariedade do
libello famoso asignalo por S. S. e a qaal iremos
fazendo algumas con ideracSes.
Nao respeitaremos a divia, mas respaitaremos
a venlade.
Considerando os capitulos da acensacio diz S. 5.:
* E' pois indeclmavel que me defenda perante o
publico. pbis que a accusacao 6 publiea, olHcial,
send-) ale escri|>to o libello por um empregado da
secretaria da presidencia, segundo nos infor-
mam.
E procurou dofenierse, e pareceulbe ter se de-
fendido.
Vejames.
Nio, nao sou sectario da ideas absolutistas em
politica e principalmente em religiio. Porque?
Porque ja tiva oecasiio de dizer na caaiara d.s
deputados, quo sendo catholico apostolico rora;-n>
nao poderia jamnis ser partidario do poder abso-
luto.
Eis o qae se chama uma resposta plena, cabal.
Negamos o principio.
Antes, pore n, de entrarmo3 em demonstrates,
liquidemos am p^nlo.
S. S nio entre u para o gretnio da igreja eatho-
lica apostolica romana ao tempo em qne entrou
para a ca nara dos depntados ; cremos que essa
entrada oper.m se pelo bplis>no, e desde qua S.
S. pode combater qae ergueu sua3 armas em prol
da igreja de Roma.
Dihi conclue-so qae a incoherencia e manifesta
do facto, qae varaos commemor?r. e para o qual
iuvocamos em parte as reminicencias de S. S.
Era em 1843. Dommava entao na Faculda !e
de Dirailo dasta eilale o tribunal da raqui-icSo.
Tudn alii era oi navia de ser ultramontano.
A mo:idide aeademica daquelle tempo, atada ao
prate da poslilla via a todo o momento obscure-
cer-se a sua inlelligeneia a forca do terror das
theorias qoe se enainavam.
Eram laes, que alguem referindo se as cadeiras
magi-lraes assim se exprimio:
Qua doulrina, meu Duns I se pregam por
estes tub s I d-ratrinas eapatea do demoronarem
um imperio I 0 absolutismo no poder. a violacS)
do art. 279 do cod. criminal, a escravidao como
om penamento divino, odio a todo aquelle que nio
for cforii-tao I Se o estt ianta intelligente fulmi-
na-as pela natural reougnancia, nasce uma enorme
offaara; se insiste ainda por amor ao proximo,
desfecbase o cntello da lettra, quo a convencio
dos homens creou para ca>tigar aos ignorantes,
convertendo-o em instrument) de revolta e tyran-
uia I Dapois, que gema uraa familia, que impalP-
deca uma vecacio n.'scento: nada importa: a
mundo onta sabios, porque pi'a sobre elle os ra-
chit'cos dontoras I 0 governo do meu paiz, talvez
e-tran'io a todo essa movitn>*nM do di-solu^io,
enaserva-se extatico, porque todas essas sceuas
teem raysterioa. Nao ha u n appello pira o estu
dhso opprimido; o t-ibuoal e infj|liv.-l para o
triumpho completo das iniquiJades. Eutretanto
repate-sa no eusinode dia em dia, de propusijao
am pr.posicao, o nome de Jesos Chii^lo I o d'reito
e Christo; a moral e Christo ; ludo e Cbristo e
Christ) a tudo ; insolenle panlheismo, que aid do
mal labrica um Christo I EntreUnto a Faculdade
de ireito do Recife e o segundo terco do Citho
licismo I 11 i
E o Dr. Figueiredo, sectario de TppparelU, Ou-
dot, Dell mi, Donoio Gorlez, Ventura, Banians e
outros prfgava o poder absoluto, o poder um,
sendo cathel co apostolico romano, como o era
n i camara temporaria, e e hoje na chelia do par
tido liberal d-sta provincia.
E pregava o absolutismo no poder quando nao
e apartara do non est poteslas nisi a Deo e do rex
est minister Dei in bonem 1
Mas S. S. allirraa qne a sua qualidade de cat o-
lico de Roma inhibe-o de ssr partidario de ideas
absolutistas em politica e principalmente em reli-
giao.
Nao fsqaecamos, entretanto, antes de con:luir
mos a exposigto desse facto, a maneira por qua
era eonhocida naquella sedes sapientue a trindade
de que faziam parte S. S. e os Drs. Brai e Tar
quinio de Souza : os dous irmaos Tapparelli e
0 PAOBE OUD0T.
E chamavam-no padre pelas sua- exageradissi
mas doutrinas ultramontanas.
Ate aqui tamos ^visto que o Dr. Figueiredo pisa
um trrreno falso. Houtem era abstluiista e era
catholico; hoje nao e absoiutista porque e catho-
lico.
Cheg-imos, porem, as dernonstracoes qne pro
raetietnos.
Examlnemos a these.
Inconiestavelmente grande e o derenvolvimenlo
que se Ibe pode dar; mas, ja porque nai e so
mente com rela<;io a e-se ponto quo leinos de
eucarar a individualidade poliiica do Dr. Figueire-
do e ja por que S. S. limitou-se a sustenlal-a com
duas palavras, nao nos demoraremos mnito em
combalel-a.
Um poder absoluto saria, diz S. S., uma bias-
pbemia contra a mageslade divina e am insulto a
di.uiJade humaaa ; a qualidade de catholico ro-
mano probibe que se p.ssa ser ahsolatista.
Nao e exacto.
Em primeiro lugar. o que e fora de dnvida 6
que em religiao, sendo-se como o Dr. Figueiredo,
catholico apostolico romano, nao se pode deixar de
ser tambem absoiutista.
Onde liea a infalibilidade do papa ? Como se e
catholico de Roma e se nao adraitle o poder do
chefe visivel da igreja, poder uno e infallicel 1
Voltando-u s para o lado temporal, para o lado
politico, perguntamos: nao e a igreja de Roma,
que em todos os tempos tem querido sujeitar todos
os poderes da terra ao sea, constitaindo o absolu-
tismo supremo? Nao 6 sabido, e nao estamos
vendo agora o non potsumus por intermedia d)
jesnitismo querer supplanlar a dignidade das na-
coes, em puro proveito do exclu3lvismo roma-
oo 1
E' ja5tamente do caracter jesuitico, do ultra-
i ontanism ), o ser absc lutista, senbor e possaidor
do tudo. Demais, o j .-suit i, como diz Habeneeh, 6
para si mesmo a sua religiao e a sua politica, es
lira em opposicao perraauente com todos os g>yer
nos qoe nio sejam a sua ordem. Nos paizes pro-
les'.aatas, e proteslante; nos paizes catbol cos, 6
catholico; nos paizes musulmanos, e musul-
mano.
E o Sr. Dr. Figueiredo ja confe3soa-o, 6 jesuita,
de caeaea embora.
Ve-se, portanto, que a razio que S. 3. da para
nio ser absoiutista e a rnasma qae o obriga a sel-o ;
qae a razao em que lirma a sna defeza, lirma a
sua dubiedade politica, sustanta a inoberencia,
sua c impanheira inseparavei de tod s os dias.
E'te artigo, porem, ja vai hngo e p r isso con
tinuaremos nos artigos seguintes a apreciacao da
defeza fatnosa.
Becifo, 19 de dezembro de 1874.
t
Segunda raatula :
Muchadinho -1, J/o de nnfti 2, Pita -3. Tutibi
tale 4, Capitao mata-monrosS, Q.;nmdu6.
Amphibio.'. :
UueieaI, Ze lungao-2, Fenife vote 3.
Arie-nii.gicos extramuros:
Lmquinhas 1, S. Lourenco di Malta-K), 5 na
Soledade ; por tudo16.
Compadre, eu os conheco pelo farejo : fcoto o
nariz eu certa hora da noite assim a eeaio, dis-
t>ugo a catinga de lodos elles.
0 verd.deiro jesuita fede a mnritacaca; os
ampbibios a jacare e os outros a queitaiii I
Sio iguaes em ferocidade, na simulaoao e na
mentira ; mas, como sou um experientao de pri-
mtira forca, digo a S. Exc, qae nao receie cou^a
alguma, porqae os d'aqui, basia que o ajudante de
orilens diga-Ihes no ouvido, uma vez por outra
em voz arrastada a palavra masmorra, masmor-
ra f...
Vale mais do que vomito de pega I
Os exlramuros ; forcas volanies de 20 em 20 Ie-
gnas, 40 bayonetas, e da quando em quando, exer-
cicio de fogo I. .
Note que no sabbado a tarde butei a venta para
certo lugar, senti uma refrega entra Hcaca e quh
tutu' ; prestando altengao, eram Machadinho, Pad,
bngole-cofre, Ze Tungdo e muit s outros quebra-
kilos, com uma enliada de tripas e mocot6;, de
viagern a Beberibe I
Deixal-os, di;se eu, emquanto estao na panellada,
nao machinam contra o proximo; encbein a pan
ca, quebrcm as garrafis, tomatn banjjo, deiiam se
a dormir na beira do rio, e na segunda-feira vol-
tatn a Provincia ainda tontos e mellados de vo-
milos I
Dlgam o que quizerem do Machadinlto, gosto
delle, mas, nao me enlra em ca;a por ser uiuito
tiL-l.jj com as mucaraas.
E' verdade que ja tern cara de assento ; tnas
como quem foi rei lica-lbe a magestade nada, rua,
va dormir com os presos I
Agora, que me digam que Ze Tungiij e cbifre
de cabra e menos do que uma penna da gullinha
acreilito, e se o pintam fazia rir !
Va la ; e um bicho comprido, veatas de limao
espremido, voz grossa e sumida, lenco rajado na
in.to, dealtnra caibedratica, ensina o qua nao sa-
be, pr.eura o que nao perdeu, deauncia dos ami
gos, ouve missa depois das II, coutmunga sem
coii'issao.
Ha poucos dias conversarara dous sujeitos na
rua, a respeito dessa especie de urubu rei eagas-
gado cum passariuha, disse um :
O uao quero para fe:tor do meu engenbo por-
qae e lio esiupido e nojenio, que tendo ua a pe-
qu:na discussao con elle aeabei taa indignado,
uue cbamei um prelo e disse-lhe, querer tnt-a pa
taca para alirares esle ente lora ? Apon-
tando para Tuugao.
Eu realmente e mais realmenta, conbec) que
elie e um pouqoiubo estupido e tem fedor de b ic-
ca ; o tal senbor de eugenh) devia ser nth com-
medido era na.. por um dos chefes da Prjcincia, de
cousa que nio preata.
E' verdade que a a mana passada r.amoricou
uma munina de um pobre sapateiro, quo o poz
louco a pregar sermoes I que tal o liberal de
feicoes de alma do outro mnudo -bom rapaz, boa
geuic para subir ao podsr I
Compadre, dioseramuie que o presidente nao
quer que BBOFeva assim ; mas que trale bem ao
direeturto das liberdades ? E' Loa.
Elle porqae uao briga dm Zi Tangao, Pito,
Pupi-mitra, Engole co/re, Vendevoto e Macka
dinlio t
Sim, mande os chamar e diga-Ihes que facsm
opposicao consiitucional que esia acabada a ques-
tao.
Desarmem o seu pclourinho, e entao couversa-
remos cunsutucionalmente, emquanto nao, nao,
hei de detenhar um por um com tudas as MM
inaztlla? publieas e as pirticulares.
Breve caio sobre uin salt igtio politico qne an-
d.. na rua com uma cangaliia ao nariz taa e?paa-
lado como um veado uo camuo I
H;i de jiregar-lhe uma cachorrada qae ha de
sahir aos piuoles do quilombo liberal I
Compadre, se for a palacio nio diga coasa algu
ma ao presidente do que aqui se acha escripto,
devo-loe o meu corufao, e uao quero que elle re
masse comigo.
Faco por eile e ludo por amor delle era cir-
cum:laucias mais arriscadas ; porqae qaem MMT
seriamente com iraparcialidade a causa publiea, e
esludar seus grandes e vitaea interesses, Ibe deve
com juslic-a uma corua da louros.
AinJa uao conheci em meus dias, um presiden
ie mais bonesto, mais ameslrado do expedienta, I
mais prompt) c acerlado.
E' pena que os sem grandes servic s nao te-
nham silo considerados na aitura que merece, pe-
los proprios desordeiros da Piocincii (papal).
Armaram-se da mentira e da calumma, e com
estes dous vis instruments como a mais baixa
das rales da histcria, lem procurado manciiar
a sua lucida adminislracao.
Cada um faz seu papai ; a virtade faz um, e a
rnao salanica outr 1
E nao la paseando ao seria?
Nao 6 tempo.
Trti-cScot.
I.' elasse
Maria Adelaide de Souza l K'smer-ldioa Mont iro Eipiura.
Anna Augusta ScuMa Frag*.
M.ti.i da Gloria Franca,
i-icha ui..,.n;ad.i ti-tico iguaL
1' das-e.
Angelica Eleoteria do Passo.
Rosa Alvts da Silva.
M l-abi-l Maria da Foneec* Coolinbo.
Fra.i^sca R.mana Ferraira da Conaa.
Maria da I'aixao Alvej Villeia.
Maria tiu'lbi-rii.ina Antunea.
Todas as demais alamoat receberam esta
delicaoaraeute unpreaas,
I'ez fim ao act) o hyvko racmml, eantaJj a
piano por nma das profeesom e respondid em
coro pelas alunnas, o qae por certo fei p.lpiUr
o coracio a tolas as pessoas presents-: a >*oocla>-
do tile offereceram as njaninai aos Exms. Dr.
Drnromond, Dr. Soar a* de Aaeved > a a muiU< d.
Exraas. senhorat preseoles, diverso> ramilb-les de
llotes naturae-.
Tal foi em resumo o acto de exam s. f..n
ccllegio da s\NTtssi)iATRUiDAOE, que acaba
var etn presenca da pesoas mnito co n;.ti -u*-s e
de fscolhida reaaiao de Exmas. setihora* e cava-
Iheiros da nossa melbor aocedada, quanto, at om
esiabeleciraento deedjcici>, uo goal >o t. i^m
parte senhoras p'-ruamone .na-. se i tiara i;> rar
se for animalo petoi Mga i ( a it mm Mm
cidadae,Jo interior da piov,u-ia.
t Ja nio precisamos (Jiese zaltiowBMaaa -
E.:c. i Sr. barao de Naran-tb) de m ,- .rar n s de
nossa- liibas para o estrang. ir, Mai ue-;a c-
dade patrieias no.->as que as Inn fa io-ir
educar MrMtavaeote, onio acaba de preaau
c ar.
A ta. valii.soee-| -taneo t^.-t.-mui.h jaata-an
se os Exins. Dr. Kromtnond, Dr. S.ar. s ue la
do e todas as pessoas presenter, s! i< r.ad. c m a
mais complela a d..cidida a.pr.va<;a >.
Satisfeitiiakaos lodua ae luviam rctirado, 10 boras da noite.
Ao publico.
Callegio) da Mantissinaa '5'ria-
dude.
A's ;"i 1,2 horas da tarde de sabbado, 19 do eor-
rente, liveram lugar os exaraes no collegio da san
tissim\ TnixDADK, sendo examinadores os Exms.
Srs. Dr. Antono de Vasconcellos Menezes de
Drummoud, lute da Faculdade da Direito; presi-
dente da sociedade Prop3gadora ; e Dr. Jose Sta-
res de Azevedo, professor do gymaasio pernambu-
cano.
Apresentaram-se a exame em portnguez e fran-
cez a3 meninas Maria da Gloria Franc*, Angelica
Eleuteria do Pass., Francisca Romana Ferreira da
Cunha e Isabel Maria da Fonceca Coutinho.
Em presen;a de numerosi e cscolhida reuniao
do senh^ras e cavalheiros, foram interrogadas as
examinandas nas malarias qae fazem pane destas
dlsetplinas; precisando aspecialmente os exarama-
dores a grammaiica da lingua nacional em sens
variados delalb.es; leitura, traduccao e paieslra
francezas.
Por espaco de I l|2 hora, que duraram este3
Irabalhos, era agradavel observar a attencao e ia
teresse que prestavam as Exuias. senhoras e cava-
lheiros, as resposta? das examinandas; em princi-
pio pudibandas, mas depoi3 desenvolvidas respon-
di un graciosaraente aos lentes, que com apurada
delicadeza as interpellavam.
Satisfeitos os examinadores na parte litteraria,
passaram a outra sala, onle estavam expostos os
nab. Ihos de agulha e outros de prin.-ii ios de de-
seubo, classifuados com o nome das executantes;
os quaes foram vantajosamen'.e apreciados por Ss.
Exes, e pelas Exraas. senhoras, mnito competentes
em taes materias.
PV
Para qae quer que Reinaldo se aproveile da
piibliracao de eerUs caftiahas, para que qu-r qua
elle junte certos bilhetinNjs a certa denuncia, qae
ora eorre pela relaeSo "
Coanpadro IBaedes.
Eslon tao namorado do presidente da provineia
(sem sr r a da matula de Jfa/unjumAo), que uma
eonsa 6 ver, outra e dizer
Qae e de os sediciosos da Parahyba e Bom Jar-
dim, qua quaimarara archives, cartorioi o apre
goavam a suapoasAe da impostoa?
Foi vihpora I o.presideriie que nao e d> meiasl
medjdaa,-&vpr.ua a eleciruidade, cabiado.isoarael-i
las, o- fez Voat-am oatapice como passarujlws com,
o sen system* de forcas v Craio qne quando virar a mao para certj) canti
oho (egrelo) fara nma Wai pwcaria de ja-taius e
false* aposL.los do catholieisiito qua infestara esta
ddide. J
, Aqai, illi Sr. presidente, bemastoa pontnd<*
he.tcoodnlas a V. S., nao me comprom^tla.
O'hp : Ze Jansdo -I, Dr. Tumbica 2, a*.
dons rr'tauiaaa-4, o Traquinho {de Olnta) 5.
o'cara de rpaidejchoa- 6, Mueiei-Q ; primeira-I
matuh.
Findo este exame seguiram todos a sala de bon
ra, onde ao piano provaram algnmas alumnas o
seu aproveilamento nos poucos mezes de collegio,
distioguindo-se as meninas Rosa Alves da Silva
(8 annoa) e Angelica Eleuteria do Passo; e roagis-
tralmenle Maria da Gloria Franca, que a quatro
maos tocou com a Exma. directora a Pbanlasie Le
Catde, opera de Arab. Thomaz.
Passando depois cs Exms. examioadore-- a dar o
seu parecer sobre as materias arguidas, foram de
opiniio accorde qae, em vista do puco tempo de
freqnencia do collegio, e esperando qoe continoas-
sem com gosio e dedicacio a etludar, em
poaruGUEz
Approvada com distinecio
Maria da Gloria Franca.
Plenamente
Francisca Romana Ferreira da Cunba.
Angelica Eleuteria do Passo.
Isabel Maria di Fonce:a Coutinbo.
FUANCEZ
Palestra, leitura e traduegao
Plenamente
Maria da Gloria .Franca.
Leitura e Iraduccuo
Plenamente
Angeii-a Eleuteria do Passo.
Prancisca Romana Ferreira.da Conba.
Isabel Maria da Fonceca Continho.
Para a distribuicad 4ns premios foi organisada
uraa commissio composta do? Exms. Srs. bario de
Nazareth, Dr. Soaras de Azevedo e Dr. Dromroond,
os quaes aliernadatnente collocavam as cer4as e
I'iigiam as faciias As.premiadas, dirigindo' com to-
d;> a aunibilidade a cada u.na.palavra- de docura
*-auiiiiacao, pela ordem seguiuie :
APPLICAQAO KM LBTTRAS
Corai de.rotus aitificiaet brancas
Maria da Gloria rraoca.
CorAi-aV rniu.ancanwalai'
Angelica Eleuteria do Passo.
Francis-a Romana Ferreira da Cunha.
f-Pabel Maria da Pooceea Coutinho.
R-i-a AIvps d-> Silva. e-ta pela e'paciaiidade em
piano, i-m vi-ta da pouca idade. ,
APPLICAClO EU TRAB'.LHOS DE ACUUIA.
Paaha .um com o distico bordalo a ouroAp
plication a l\ urrage.
wnm\
Appareceada hoje nas c dumna' dasta |MMl
cumpro um dever que me impuz: s.lifacn a .>
leaaae promessa qoe vos li/, |>etu Diano de Per
nambuco de 10 de MMMM dtsle ujiio, de voltar
a imprensa. afim de d.ftn It m c quai.t a>
odioao deixou pesar sobre mini a arroiada tor-
resp. nlencia do honrado Sr. pag.d^r 11 .
da .qui::o Fonctra, e de di ?mascar..r as lorpei*.-
deste prutotypo dos t mpregados.
Este dever, eu o d-.-i-nip uho go-toso, pr.is c r.
pesar divi-o qu<* o halulidosi pagador km pri Oi-
gi.s^mnta stihido a;r.ivcitar esse lap-o de tz-po
[i nl' a BM tavor a o uila.i de nn.ius r~->_s dc
bi'm, a quem i.-m cun-eguido il.udir |k-Io wets
de que sobe usar '.
1'tMpa e, peis, do fallnr e ecr'.o est n J- qu*
aproveilarti, c-rqne a verdade dummara st-
pr--.
Mas. te o tempo mlermealo ontre o n.-n p*o-
t de 8 Ja setembru e a preset.! pu'.luacac,
aaxilioode alguun t.trroaos len-b
aomnid'gno Sr. pagd,r, danJo tempo a .jtt<- a
men tin ^e (M.lesse einbui.ar com o nuuio da wi-
dade; lambem a nnm foi d grande f r... j
descerrando-me as peri.-. fez-ir,e v clar
aiuda o que de ha mnito ja eu >al>u, e ma I r-.
can as documentos necessaiios para puuer eu h -
j dizer. sen. receio de ser c.-l>i- -i ..I :
0 Sr. ngador lieltodoro de Aju no Fjaceca
e nm empregado de ma ie la r< auivmc...
Amaral d-iraudava oa c-.fret d-> e-tad I
Eu fui a vjclima de sua -/omibene- liMa
f>rcada, e que pur alguma 'orma no p -Jia >ta-
par de ser MMMM I
Tempo e ia de fallar '.
Q lando e eocelada uma qot4ao qae t-ta o qat
ha do mais serio em n> .-sa MMrtina. i '
devecK's tem aeaanra e sera he^tar, MMJ r a:
vo a que nos pr..p.-mos cheg.r, i-l> -, d- vam.
despresar os preambulo*, e cbegar aff Ma a faa
do da quesiao; priucipalraenU' qaaaclo se t in por
si nma eaaMMaM l.mpa. e a sea l*do a ju-ti-a
Tritarei priineirameate d-d-rsmasr^r-i
crita. pois, as'.m demoostrad. a impan-za tiha
le, mai- facil sera miuha jutiflcar,... .-
eoaaecera a torpera da accasacao kita a oimaa
peeaoa.
Eis me em campo, Sr pagador, e vao tll.r >-
factos.
Diz em sua MMMMMMM da 7 de setetabm
......Mjdiaot-.' ataraJo trabalh., variffaeia
f.lta de am numiro consideravel de procaraglea
qae deviam caoapr mv rai pagamaato)___. i
em seguida formalei nma reiac....... r|.-
tar Ja, remetii at llltn. Sr. in p-i .r.. r !;* it
panhada de iflicio, prlicd pr. viJ.-nu-
das3pp3recimeaio da? procuracoes, farta esie, a
meu ver Uo extraordinario quio e-psntus^ I
Qie cynismo no crime !
,\ada sabia o men henrado senhor. que qner a
lode transc ser inn fente I....
Entretanto, o fact < de haver o eaaaMMi t
nba sublral.L'o grande nun ro de diir'Bloa
alioi de apod-nr-s- das estamptlha*, era -
t i I o- enter pad qne I'tilum |a|' tct>
sua responsalnlidade, traiaram logo de ver it".
que Ihe faliavam.
0 Sr. pagador com sua rapre-en'acio. f r .jr.
qnalquer taria I synlicou, via o- dia laarat'
que nao exisiiam, e tr.-t u de tirar de si a MMM-
sabilidade I
Ora que graade Mto e qae orguib
nada !
0 que prova e*sa represent^.i i
cousa mais simples do mnnlo ?
Toll via, pub i cada a gaito, lica
bonita I lilusao dos s-nl'du !...
Era auito natjral qua o Sr. pag.L.r, c .no oa
trn qnalquer empregad >, em viia de am fa^to
laa extraordinario com. o qae deixamx aarraJ'
e qaa alia- ja estava no coaheciiaaato deidt a
repartica < fuss-*, nil xel is> m MMJMMMa d>
seus deveres, segaolo diz, mi- pressaro*o d* *e
ver livre de laminai ifapaaMMMaM a'cras
candi qua ha pouco tinha sil. n)mead> p.r^
cargo de pagador.
Adur:te, diz mai- : ... EacMM tanbeai ami
pratici aaMI Ml MMM, e era a de aao exi-
gir se atlesladirs d vida das pra.is a> prat re-
formalas, basiando somenta aa proearavdes gar
se apresc-ntavam d aono a anno., etc, do ro
liz nma represeatacao, etc...
E' verdaaa gaa represent u ; mas repre
contra a verdade do qia havia '... Dei 1>
no exigio-se na pagad rii ati.sudos de viaa at f
em 6 mtzes !... e la se acham aa thesoararia, no*
respeetivos macos de dMMM, s attesladas apve-
sentados mesmo por Amaral !..
E dizer o sanlarrao do Sr. pagad .r qoe I
isso lembran.a sua '... E dizer qae f.. ana sar-
preza para Aniargl .. Qae Amaials: di--e per
eguido, etc., ex. I... Que estop ;ndi metitira '
Que desfacatez em publiea li '.. Qaea alo dae-
cuttina aa represantaco aos attesudos a-c aplai-
nameti- de teiren) utit no f.uuro '..
II; r-'saatar contra o qaa mV, exiaaia !...
S .:ig-ar-se em saiiie para crear-se areiao de
nm dia poder dizer t
Repreaentei sobre isto I > E depois de Ama-
ral sentir se perseguido, tic on tao sea aaago aaa
o pagador tomou-o, segando eu't Jiz-sr, para pa-
drnb.) de am aea lllho L.
T'.ro3remos mais logo sua rapoaaaate cirrea-
pondeDCia. Varaos por ora a faci. s mais suceu-
ten ios.
En disse em am depoimento qoe fat < tr jaran
qne julpava o pagador campliee da Amaral.
Sei qoa isto pareeea a algaaaai taaaaas iaae-
rosimil. ja porque o pagador (diaea) tarn diaaei-
ro, e ja por totter raeialir I e-quem sake trarvrtir
sabe ^nveaoer I...
as tambem o publiso ignora o |oe eraa a
pagador e Amaral I.. Maa Umbaia a pMhaa M
sabs das aotoe tarpes do pagaaor I..
Pa?'.mos am resumo em an peqaen') aMa-
rico
Quand > desci para to mar
escriva. da pagadoria, ea
recebi-Jv.a' pelo pagader, a
como se costoma dizer l~
(lira. Sr. io'pec or, caatador,
tral-wn I..
Elle tlaba ratio I .vivia am Uma Ma pax
o sen \maral qiie qualquer viaiia era Ibe aa
tana I
rra chegarmos no>*o II m cca
passemea atada por eaaaa faa li Maa.
0 pagador er mig<> da Amaral ?
Sim, era ; Este viaba qoasi qaatdiaaaaaaaaaa
pagaa-'M, a aao era earn o
ntgvws I Sautava se ao
coefewonmvam todo taaapo I
Uaaa vax qae Amaral a a
as vista* aiguns padaCM de
am empr<-gdii inuo-eoietiH-ata,
da distineta junta a o pagador, d
do srn= prciosos mappas, disse Ml

qa< em si e a
alguma coasa
patsa da lag* *
I
\:


M^IXMlaMMP^a,.
nr
Marie de PeFBfla^noo Quintet leira 24 de Dezembro de 18T4.
-
Sr., rel'irese perq&e isto e nrgccio partica
lar!...
Quando deixava Amaral de vir nm dia a paga-
doria, o pagador, no seguinte, tnchja-o de eensu
ras dizeudb Ihe :
t... Qae flm levoa, njea charo Amaral ? I Ja
nao ha quern o veja Ja se nao teajbra dos aooi-
gos 1 etc. Depois, dizia-lhe : Espere, vamos
juntos I...
Qae sigaifka, meu honrado senhor, esta lao Jos-
mascara.Ia sympatnia ?
(jo.) signifljam esses- negoeio* particulares '
Para que taato sigilla ? I
Para onde iriam V*. S. depois da repariic,ao ?
Seria para o escriptorio do Amaral ? Ao meu as e
esta a ultima versao qne corre, segundo dizem
alguns.
Descan?e I...0 publice lara urn juizo perfeito 1
Lembra-me, e a niais alguem qua uma vet o
pagador, (ooraeeava a so tletoobnr alguma cousa
contra Aaairai), deixau eseapulir a saguiole pro-
posicao Da muito tempo quo eu di:ia a
Amaral qua largasse este mallita negocio que
acabar.a par po-lo na cadoia U
Ah I 0 Sr. pagador it hi muito sabia que os
negocios do Amaral nao erara licitos 1 E porque,
cada dia mais, fraaiueava Ihe a sua pagadoria?
E pan ava que nos e^eaparia a nos tomarmos
nota Jeiso dito sou, que o corafao nao quiz, m is
a bocca disse ? Lembra-se quanta disse quo o
procosso de Amaral nao proseguiria, porque ja o
senhor tinba dirigido fertes erapenhos para o
Exm. Sr. presidepte da provincia, e qae sua S. S.
mesmo na > se punba aberlamente em campo em
favor de Amaral, era porque.....para nao fa-
zer desconflar ?
E porque foi sempre S. S. o mais estremado
clefensor do Amaral, ate* mesmo depois da questao
Daltro, quo logo fallaremos ?
Ab honrado Sr. pagador, muito inleresse tinha
S. S pelo bem estar da Amiral I.... Digam os
sabios da E^criptura.
E nao tinha pejo de mo-lrar a granle pro-
teccao que dispensava a Amaral, este grande de-
lapidador I..
0 primeiro facto que se descobrio na thesoura
ria nio foi o de Manoel Floreo :io, como disse a
correspendeneia do pagador ; foi sim o de Fir-
mina Akxandfina de Aguiar, e ei3 o qae dense :
Firraina tinha sido por eugano incluida em to-
Iba por dui hcata. Uma das paginas constava Jo
indice e a outra nao. Por es-a q :o constava do
indice, p.iguei eu ao seu legitimo procurador, Joa-
quim Jose de Aguiar, em II de julho, o raez da
janbo. Tres dias depoii, Amaral apresentou-3e
com uma procura;Jo em forma, para o recebi-
mento de uma pensao. Ao meu collega Ezeqaiel
de Lima e Sa, que entlo me estava auxiliando na
pagadoria, pedi eu que lirasse o bilhete de qui-
tacao, e elle assim o fez, assigi.ando eu depois de
veriQcar a identiJaJe da cifra, a partida por elle
laaeada na folha, como tambem o respeciivo bi-
lhete.
Diz o Sr. Lima e Sa, e eu o creio piamente,
pois o tenlio por urn moco probo e honrado, que
Amaral Ihe inJigitara a pagmi onda se achava
sua eoastitainie, e que pelo fac'.odegranle namero
de pallet .sab-rom a folha em que se acham, tile
5a naa duvidou lirar o bilhete.
No Qra de julho deu-se pela dupli:ata do paga-
-mento, istoe, pob rouba de Amaral. Imaaedh-
tiraente levei ao Iilm Sr. coutador o aeooieci-
mento, e este diss-a-me que se representas3e. Dcsci,
disse na pagadoria o que havia. 0 Sr. pagador
nesti occastSo Lbnu admiravelmente I
Incontinente mandnu procarar Amaral, o,
cbegalo este, cornmunieou Ihe a desc.berta. Dis-
se me depois qae Qzesse representagao do facto
ao lllro. Sr. inspector, e querendo eu fallar na pro-
eurafaj falsa apreseutaJa por Amaral, elle paga-
dor nao consentio, dizeodo-me que nSo queria
que ni?to eu fallas?e, vi.-to omo, accrescentou
e'.le, nlo vinha ao ca?o fallar-so na procuracio I
Almirado do ver nm funcnonario publico pro
teger tio e.-.!andalj--am-.mte urn crime, corri ao lllrn.
Sr. inspector e desraascarei a pagador, qae na sua
representaeai pedira simptesmcnle que o Illm. Sr.
inspector autorisasse urn "extorno, visio Amaral ja
haver recolhido o que iuluvidamente reeebera.
O Illm. Sr. inspector, distineto cheb dc^ta the-
sauraria, e digno dos maiores panegyricjs, lendo
u relatorio que Ihe apreseutei sobre o facto, e.
conhecendo haver sido victims do embuae do pa-
gador, ialigooa-se SMbremodo, e decidn levar
logo o occarrido ao conhedmento do Exm. minis-
Iro da fazeuda.
E na sua (amosa correspondent fica o pagador
aJmirado de quo a thesouraria nao tenha dado
denuncia sobre este facto, amn de iustaurar-se pru-
ce-.-o II...
Para que occultou a verdade a seu chtfe ?
Porque nao consentio que se fallasse na procu-
ra^ao falsa ? Qae interesse qae tinha por Ama-
ral I... E dizer es3e hoaiem em um jorual:.. ..
E>tupenJa duplicata para a qual nao ha cxpli-
oacao possivel da parte de algum innocente l
Ora, sendo eu o escrivao nesta epoca, nao se
pode acoitar a palavra innocente senao para mi-
uha pessoa ; e creio santamente qae foi ella in-
set ta na correspuodencia no intuilo de desacredi-
tir-me para o tmblico.
Eis o que pode ser um lioraem perverso !
Eu tinha chegali para a pigadoria ha poucos
dia*, e pur mais severo que seja o public >, nao
pode ex'gir de mim qae eutre milhares de uomes,
ea guarJasse na rnemona o de Firraina. Con.-ide-
re-se mais que qaem pagou a esta pensionirta
nao fui eu I... Com esta simples resposta tenho
sacudido de mim a ma iu-inua.-aa que me quiz
fazer com a palavra innocente.
Esta palavra innocente, no sentiJo em que foi
empregada, so poderia cabor muito bum ao pa-
gador, que a todo o cust) qaer hoje deilinar de
si, inv?rteoio a verJaJe, a parto que teve na de-
lapidaciio feiti por Amaral I
Vejamos.
E.-tabelegamos um parallelo. 0 pagador e filho
de Pernambuco e conhece toda esta populacao,
com excepcao, bera eotendido, do Sr. brigade'iro
Lobo I Eu soa natural de Ser^ipe, e aqui sou
i hegado ha bem panco tempo, e com verdade posso
dizer que raro e o c.mhecido meu, alem dos meus
collegas de repartijao.
0 pagador conbecia o legitimo procurador Ce
Firmina,-elle mesmo o disse I Conbecia tam-
bem a Amaral I K' pagador ha annos, e todos os
mezes pagava a Firmina I Logo este norae Ihe
era conhecido I Entretanto pagou-lhe em dupli-
eata, sendo esta realnada em favor de Amaral I..
Ea nanca tinha visto o verdadeiro procuradar
de Firmina, e conheci o Amaral, posso dizer, na
pagjdoria I...
Ku era eserivao do poncas dias, e so uma vez
tinha pago a Firmina !
0 pagador pagou a darantc annos, e eu paguei-a
uma ves I...
.. .Talvez... qaera sabe elle nao olhasse
para os norae3 da3 pap-^letas____CoitaJo I que
innorencia II...
E o publico qnc jamais conheceri o pagador
como era para desejar, le" a sua correspoaJencia
e o ere" muito homem de bem I I
Innoeente, Sr. Heliodaro, 6 a sua pessOi, que
nao coahecia o brigadeiro Lobo, e por i3So tadas
os mezes Ihe mandava pagar no hospital militar,
e depois realisava sua duplicitisinha, talvez no
mesmo dia, a seu querido Amaral, na pagaia
ria 1...
Resta-me ainda dizer quo o pagador quiz tomar-
tne a procuracao falsa de Firmina-, dizenJo qae, logo
qua Amaral havia reslitaido o dinheiro qae reee-
bera, Dcava o recebimeato como se nao f&ra, e
que assim a procuracao nio tinha valor algum.
D3 tudo quanto digo, mea honrado seuhar,
tenho provas.
Pedindo me, pois, a procaracao, ficoa muito
alTircto por ea Ihe dizer qae a havia entregado ao
Illm. Sr. contador I...
Qae diz a tudo isto, Sr. innocente ft...
Para que Dm queria subttrahir a pa povro
crime de Amaral i
Can3tou-m9 qae era para restitail-a ao falsario I
E as mai lingnas bsm padem espalhar e3'.a fela
causa, Sr. innocente Vama^adiante I Isto ago
ra k coasa mail) melhor I E' a qaestio Dahro !
Corae^arei por traosaraver ajui a iuformacao
qae dei em ama raprflseatiQio qae caatra mim fez
o pagador ao Illm. S:. in^pemr, peb" facta de ea
haver posto sob chaves os docamentos de despeza
da pagadoria e os livros das procura^oes : t Illm.
Sr.-Cumprinio me ministrara V.S. esclareeimentos
sobre rainha eondacta que o Sr. pagalor ciassaflca
de admiravele extranha, tenho a dizer que todo
mea procedimeoto tem sido pantado pelo bem e3tar
do servico pnblica, o qae passo a demonstrar.
Qianio deici para oieopir o cargo de escrivSo
da pagadoria, achei esta qaasi qae totalmente en*
tregae a* panes I Cs documentos coraprobatoriOs
da desp'za do mez, por maltos dias permaneciam
por sobre as mesas I o* livros de"procurae50s nao
tinhaai-estabilidade em algum lugv, e maitas ve-
zes o Ot retirar das maas de partos que os (olhea-
vam a bel prazer 1 ^rr^c--lara mi constanteraente
pete con*eqeneia3 de tanta ficiiidade-, e'nSo sabia
o aftitre sjiootar,qaaadoum actado-Sr pagalor
me fez decidir a reqaisitar chives para as gavetas
e armario, e foi o segninte : Cjmejava a manifes-
tar-se a crise quo actualraaale domina esta thpsoa-"|:chri8ti, a traduzir, (Mar-t-eserever eorrectamen--rf*e, qne aHlrma qoe este ?aifero* refermado e
Protesfco
Os abaixo asigaados, protetam contra o au-
nancia pablicado no Diario de Pernambuco, de
hontem e hoje em nomo do presidante da socieda-
de Recreio Familiar, por qae nio reconhecem a
autoridade de presidente eleito por urn grnpo con-
tra as disposi^Ses dos estatutos, de aecordo eora o
thesoureiro, que trahindo seas deveres por moti
vos inconfessaveis, fez causa commura com o re-
ferido grnpo, apossando-se dos bens sociaes e clan-
deslinameate approvando estatutos sem compo-
tencia.
Declaram mais os abaixo assigaados, que leva-
ram ao conhecimento das autoridades competen-
tes e-te aeto abusivo e criminoso, das qaaes es-
peram justiga.
Ricifa. 23 de dezembro de 1874.
Francisco Luiz do Carrao Ribeiro, director, Ma-
nuel Francisco de Santa Anna, vice-director, Ju-
vencio Florencio da Pinha, secret'ario, Ibrme-
nngiido da Silva Lopes, J secretario; Faastino dos
Santos Costa, orador, Americo Olympio de arace--
do, 1 procaralor, Jaaqoim Ianocenclo do Espiri-
to Santo, Jos6 Ribeiro da Fomjeca Braga, Manoel
Jastiniano dos Reis, Joan Manoel de Franca, Ma-
noel Francisco das Cbagis, e Jose Atitonio de
Oliveira.
Esta sellada e reconhecida.
Saatissima ftindade.
Collect* fraacez pira meninas:
DirecUra D. Philomena M. do A, Occonnell iersev.
aO-rut dos (;oeth9-90 '
Xeste estabelecimento ende as alumnas inteirs-
mente so fallam francez, aprendem ellas, alem do
portoguez, calligraphia, arithmetica e doutrina
raria. Ja o Sr. pagador, par veze$, houvera por
bem descollar prifturacoas, sahir Cornelias, e res
tituil-as no dii immcdiajol Em urn desses dias,
pois, chamoa o Sr pagador a si, o Irtra das prostu
racoas da 1873 -1874, e com grande iweressp ins
tou de descollar uma procuragao IVrgautoi the
qual era, e o Qra para qaa fazia aqalllo ? I Res-
pondeumouaicamente : a E'ci uma coasa. -
Confessu que araedrantai me com essa tao singela
resposta I Eis a origam de se acharem, hoijerno,
sob chaves os documentos e pracuracdas dafajga-
doria.
0 pagador conbece perfeitamente ea'.a inbnjiar
eia, a creio que se nao tera esqueciio dos eRwtos
qae produzio sua representacio.
Com a leitura da informacao que venbo da tnips-
crever, tem o publico ja bastanle para brmar. ujn
joito; porem, e muito poaco ainda para mint I
Eis ainda, em resumo, uma pequena parte de um
relatario qae em dias de agosto dei ao lllrn.Sr
inspector... Dias passadas, apresentou-seme Jose
Farraz Daltro, procurador da pensiouista Maria
Jaciutha Pereira, com procuracao assignada pejo
proprio panbo da pensiomsta e moradora em S.
Lourenco da Malta. Para camprir o pagaraento,
recorri arespecli/a folha, e vi qae a dita pensio
nista ja se achava paga na pessoa de seu proaura
dor Amaral. Examinei a procuracao qae este
apresentou-me edizia:.....< moradora nesta
cidade... etc., e por nio saber ler nem es:rever,
assign* a seu rogo F.....
0 Sr. Jose Ferraa Daltro, gfitou contra tio esean
daloso roubo... etc, e sulucienteme nte provou que
a pensioaista Maria Jacintha Pereira, era moradora
em S. Lourenco ha muitos annos, que sabia ler e
e.-crever, que so elle tem sido seu procarador, e
que no conheciam elle oa elb, a Amaral... etc.,
etc., e quo elle se iria queixar as autoridades, etc.,
etc.
0 empenho qae o Sr. pagador mostrou era pro-
teger Amaral, lornouse digno do maior reparol
Acalentou a Daltro, pedindo Ihe at* pur favor, que
nada fizesse, pois tudo se arranjaria I Disse-lhe
quo Amaral era am homem maito de bem... etc.,
etc.!... 0 servente da pagadoria sahio por va
rias vezes a procurar Auaral, porraandado do Sr.
pagador I Caixeiros e conhecidos de Amaral poze-
ram-se em campo, porem, tudo baldado I Amaral
nao foi encontrado I... Daltro licou do voltar no
dia seguinte, porem, era vaoesperei-ol... etJ., et:s
Mais urna procaracao falsa apresentada por Ama-
ral: falsidade par domais provada, era visla di
respectiva procuracao... etc., etc.-
E quer o publico saber o que me succedea ?
Algans dias depois de haver ea dado o relatorio,
do qaal venho de publicar uma pane, o Illm. Sr.
inspector, chamon me e pedio-me a procuracao
pela qual reeebera Amaral a pensio de D. Maria
Jaciutha Pereira. Promptamente dosci para bus-
cal a, porem assombrei-me cam 8 que vi! Voltei
ao Illm. Sr. inspector e disss-lhe: Senhor, a
procaracio falsa foi roubada I.... e esta subsli -
tuiJa I ...
... Hoje ja nao 6 mysterio o aubr desse cri-
me I...
0 pagadar Hliodoro d'Aquino Fon^eca, era o
unico que podia roubar a procaracia I
0 Sr. Jo-e Fenaz Daltro, caaraado a juizo, de-
clarou que um empregado da pagadoria, o coxo,
etc., foi quera accommodou a qaestao, pediado-lhe
qae nada fizesse contra Amaral, qae tado se ar-
ranjaria, que o Amaral tiaha sido illudido... etc.,
etc I.... Erafiai, a sea tempo pablicareraos o
depoimento de Daltro para raelh r esclarecer o pa-
blico.
Xao e.-ta mais qae provada a camplicidade do
pagador ?
Qaun ousaria ir ao livro di procurators descol-
tar uma para a entregar a Amaral... ? I Eu nao
fui I E ningnem se capacitara de que um ernpre
gado subaiterno, depois de am relatorio a seu che-
fe, ac^nsando, e dizendo existir um dacaicenti fal-
so, va dar ti.u a este documents, que pur forca,
mais tarde sera exigido I... E depois, Sr. paga-
dnr, tenha honra, a muito prezo minba repnla-
q3o I
0 men companheiro Epiphanio Pedrosa tambem
nao foi, porque, honrado coma o mais hanrad),
jamais comraettoria esta infamia! alem de que, eu
Ihe disse logo, em particular, qae ia levar ao co-
nhecimento do Iilm. Sr. inspector todo ooeor-
nio !
A favor do Iwnrado pagador milita samente esta
circumstancia:-e que elle qaasi sempre ticava so
na sua pagadoria I ..
Eram ires horas, ja nao havia expediente, e
nos nos retiravamos, ficanda a sos o 6r. p i-
galor I
Quer o publico mais provas para a seoveni
encia do pagador ? Ea as tenho :
E' este facto, a men ver, o mais horroroso de
tados !
Preveodo qae a verae'dade desta corresponden-
cia sera talvez duvidada, de-^de ja previno ao
respeitavel publico que de tudo quanta hai dito
teaho as provas irrefragaveis I
Disso eu ainda ao Illm. Sr. inspector em nm outro
relatorio qaa Ihe apresentei no dia II de agosto....
t l\o dia 8 do corroate, estando para retirar-me
da pagadoria, visto j.i haver flodado o expediente
da reparticiio, appareceu o alferes F. E. S., e pa-
rants mim e o Sr. pagador, denunciou me que
existiain tres prar^as que, naa onstanta estarem
fallecidas ha maito, continuavara comtado a ser
regularraente pagas pela thesouraria a falsos pro-
curadcres.
Exigi que me fo:sera declinados os nome3.
0 Sr. pagador oppoz-se a que ea tomasse co-
nbeciment) de tal facto, dizenlo qae ea nada ti-
nba qae ver com essas indignas danancias, uma
vez qae os procuradores se achavara bastante
consiituidos por procura^oes de tabelliaes, cuj i fe
publica 6 incontestaval que elle pagador acei-
taria toda e qualquer pro:uracl), apezar de rail
der.uncias dessas, etc., etc. I...
Eu porem, fazendo sustar a ordem que o Sr.
pagador nesse momento dera, para que fa-sera
feshadas as portas, chamei as folhas depagamen-
tos, e veriliquei queasprajas denanciadas raor-
tas, se acharam em verdade, regularmente pagas,
e sao.......etc., etc.
Para logo declare! naa effectaar mais a'gara
desses pagamentos, a qualquer procurator ; con
tra o qae muito irritouse contra mim o Sr. paga-
dor----etc., etc.
Ejte facto 6 tao escandaloso qua talvez o pu-
blico sa recase acredita-lo ; mas podemos garan-
ti lo, p )is disso lamas testemanhas muito dignos,
e que jamais serao eapazes de negar a verdade.
Porqae razao o pagador oppoz-se a qae eu to-
masse conhecimento de um tao grande crime ?....
Nao sei I 0 que e verdade e qae Amaral, que
estava nesta occasiao ahi, (como de cos
tume), nao fez tanto para escandero seu crime I....
Dar ordem, depois de uma deanncia destas,
para ssrem fechadas as portas da reparticao, com
o fim unico, pareco, de eu nao poder tomar 03
nomes dos defuntos 1.....
E' ter muito zelo pelos intere3ses do seu com-
padre Amaral I....
Agora que 0 publico vai entraado no conheci-
mento do qae se tem passado na thesoararia da
Pernambnco, quo va fazendo 0 sea jnizo, e se
preparando para decidir so gador.
(Continua).
e italiano : geegraphis, histo
eabicodepen-
te ing'ez, francez
ria e mythologia.
Desenho-a crayon, i'Oqaarella
ai ; mii-i-i, canto, danca e piano
A lodas ostas icaterias ad prefessadas no colie-
gio pel* directana e saas duas irajw, aecfesca 0
ensino de civilidado, 0 de todas as prendas que
uma senhora da boa so:iedade deve saber, coraa
bordar a oaro, a prata, a branco, a matiz, a ca
bello, iescumilha, a 13. a demi point 0 point de ve
hurt, a mfssanga e todas as curiosidades .(Ue com
esta se fasera, a oartaoe em cima.de vidro.
Toda a especie de obras de la, manias, toucas,
sapalinhog, etc.; flares de la, de couro, de seda
frouza, de cera 3 de papel.
Muilai obras curiosas para ornamsr.tc de sala,
como cestinbas de contas, de cravo, de arroz, de
pedra hume, etc., alem de costura cha, fazer
meias, labyrinths e crochet.
A esraerada educafio que a diractora e suas ir-
raSs receberam na Buropa durante sete annos,
permit! s q assegurar aos pais e mits de familias,
qae nao serao iludidos em sua espeetativa, nma
vez qae as alumna3 frequentem e tempo preciso
para sua instruct Jo
Os precos sao : internas 40<000, meio pensio-
nistas 20^000, externas 5/0.0, pagos adianUdos
por triraestro, quando ama vez comecados estao
vencldos.
As aulas pnncipiam a fanccionar a 7 de Ja-
neiro.
Ao tribunal darelaqao.
o maior crime qae p6de commetter 0 cidadao,
e faltar a verdade para com 0 Jaifco e tribnaaes
onde coraparece ou como reo, on como aecusa
dor, on como juiz.
0 re a e 0 aecusador podera ter attenuates para
um tal desvio pelo Interesse qae cs move da defe-
za, oa accasacaa.
Alas 0 juiz, nao deve nunca faltar a verdade
contra a justice, ainda que sapponha qae 0 man-
do perece, porque esoajaslica qae pode evilar
esse mesmo perecirnento.
A verdade nos factos, nao tem tanto perigo. em
ser occnltada, para a sociedade, como a verdade
no direito, quando 6 obscurecida em prejuizo da
innocencia e da instiga. Neste caso ultimo esta
a conviecao erradi de nm jarz de direito que
predominoa no julgamento de habeas corpus
do tribunal da relacao declaraniose incompeten-
le para conceder soltara ao paciente Maaoel da
Assumpcio Santiago, alferes reformado do exer-
cito.
Esta incompetencia nao e fundada em lei. antes,
trsz a violaraao da lei, e a mais evilente infrac-
cio do direito.
Nao ha limite na jnrisdiccao do tribunal da
relacao para a concessao de habeas-corpus senao
a unica excepcao estabelecida na lei, isto e, no
2' do art. 18 da novissima refarma judiciaria de
20 de sctembro de 1871.
Esta excep;ao e a detorminaia p-rdespacho de
pronuncia ou sentenca condemnctoria.
So nestes casos,nestas dous unicoscasosa
prisio naa pole s ;r relaxada por hibeas corpus.
Em todos os mais ca=os, soja a prisao mi uar,
ou civel, e delerminada por qualquer autorida-
de, a prisao poie serdesfeita peb re-urso extra-
ordiaario do habeus corpus.
E' isto expresso no an. 18 da mesma lei, no cadi-
go processo. e em muitos avisos e decisoes do go-
vern 0.
Declhar, portanlo 0 tribunal da rebcio 0 co-
nl.ecimpnto do recurso de habeas corpns, era fa-
vor do alferes Santiago, sob 0 fundamento de
que a prisao e milita-, 6 demittir da si a relacao,
sem caasa, ama attribuigio que a lei expressa-
i^eute lha conferio.
0 venerando tribunal da relagio, nao pode ju!
gar se incompetente para tomar conhecimento de
u;n habeas corpus, porqua a prisao do paciente se
diz ser militar, visto que nem a praxe de tolas os
julgados ate hoje justilica esta incompeteucia, nem
exi-te lei alguma qae justifiqae uma tal res-
tricQao.
Ainda no ciso de ser a prisao militar -0 tribu-
nal da relagao, e qualquer outra antoridade,
guardada a ordem hyerarcuiea, tem comp;tencia
legal, manifesta e evidente, fundada no direito ex-
presso, para conceder 0 habexs-carpus, e em con-
se luencia deste, a soltara do paciente.
Talvez desonvolvamos na imprensa esta these
verdadeira. Hoje, porem, occupamos esta tiibuna
un versal para pedir ao venerando tribunal da re-
)acSo a justiga qae nos foi uegada, para declarar-
Ihe que nio Ihe fall* a verdade jaridica aqarlies
quesnstentara aopiniao caatraria, para emfim di-
zer-llie qae, salvo 0 respeito devida, vamos segan-
da vez requerer hibeas corpus, por ser a rclaeao
co upetente para concede-lo; que requererem'os,
segonda, terceira, qaarta, infinitas vezes a soltara
par h'.ibeas-corpus pira 0 paciente Mauool Aa As-
sampr;ao Santiago, porque e este um direito da
innocencia opprimida, e porqae 0 preo erabora
persegaido, nio perJe a confianea nos tribanaes
do sea paiz, nem no imperio das leis.
Deixando para as razoes do recarso a demons-
traeao da corapetencia do tribunal que se for pre-
ciso para adiante pablicaremos; hoje nos limitare-
mo3 a provar a innocencia do paciente e resignaJo
preso.
Esta innocencia resulla de varios documentor
qae vamos transcrever em resumo:
1. A parle do capitao Antonio Raymando Lins
Galdas, e a segninte :
Tendo nolicia da qae 0 alferes Manoel da As-
sampgio Santiago achava se da passagem nesta
vilia lie 0 alferes Joaqaim Candida de Oliveira
Marques prendel-o e trazel-o a rainha presen^a a
ordem do Exm. Sr. coramandante das armas, p-.r
qae sendo official raformado do exercito, pesara
sobre elleaoticias deboca em boca da vehementes
iniicios de qae 6 um dos inffuentes mais exalta-
d03 na insaflacaa do povo desta coraarca e da bir-
ra de Nataba, etc.
Basta esta simples parle do capitao qae 0 pren-
deu para se conherer qae 0 preso e iaaocente e
nao criminoso. Diz 0 capilio qua 0 preso nio esta-
va no lugar dos acontecimentos, mas de passa-
gem.
No dia 23. .
*!}faP:lz tudirigtr e subleoar 0 poco para fins Pnmeirapori* .
tUicnos, e 0 sobrinho do senador Almeida e Seganaa porta .
Aihuquerque, chefo d> pat-lido eonserxador na j Terceira porta .
aHjS a Titpicbe Ccneeicao
A palavra desse juiz de direito, pois, & insuspeita I
nao pob, de modo algum, ser recusada.
Supplicamos ao venerando tribunal da relacao
que leia e altonda a esta* nossaa primeiras linhas
de defeza, e nos conceda tola a saa beaevolancia
6 iraparcialidade para 0 segundo habias-corpu s,
que respeitosaraeate Ihe havemos de apresentar.
0 Patrono Pdo reso.
340
4W
4W
621
LT DIUCD a Parlumerie tut.iale.
1 x 1 V EtJTl w A base de Z.ait ditto.
Doctor in Ah.senliti
Os professores em artes, letras e sclencias, mam-
bros de clero e magistrados ; tado 0 medico, ci-
rirgiao, deutisla e artist 1, que de ullulo e diploma de doutor, ou bacharel honorario
podem dirigir se a Medicos, raa do Rei, 46, em
Jersey (Inglaterra) o qaal lhes dara gratuilamon-
te todas e quaesqaer informacSes sobre a Uoi-
ver sidade.
Qaem nao esteve no theatro do crime nao p_.de
ser o criminoso. Prander por boatos de boca em
boca nem 6 indlcio das leis enrainaes civis. nem
das leis criminaes railiiares, mas e a mais frisante
prova da innocencia do accusado.
2.* 0 preso reqnerea ao chefe de policia da Pa-
rahyba, onde elle paciente reside, Ihe cartifi :asse
se lha constava algnma coasa contra elle de par-
ticipaclo nos movimeutos sediciosos.
0 Dr. Caldas Barretto man lou certificar 0 que
constava dos sens archivos, e e 0 seguiote :
t Certlfico. em campnmenio ao despacho retro,
qae nesta reparticao nala consta pro nem contra 0
pa^ do peticionario, 0 alferes reformad a Manoel da
Assurapcib Santiago com relacio aos raovimentos
sediciosos desta provincia. Secretaria da Para
hyba, 18 de dezembro de 1874. 0 secretario San
tino d". Atiis Pereira Rocha.
Deste documenlo se vd qne apesar do paciente
ser residente na provincia da Parchyba, a policia
dalii, isto 6, a policia do lagar de seu domicilio
nio recebeu em tempo algnra. as notlcias que de
boca em boca 0 fiziam seiicioso.
0 Dr. Anisio Aogusto de Carvalho Serra, pro-
motor publico da camarca, onde reside 0 preso,
diz 0 regmnta:
t Attesto que 0 alferes reformado do exercito
Manoel da Assumpcao Santiago, advogado provl-
sionado residente nt villa do Ingi nao se achava
na mesma villa no dia em que eatraram la os se-
diciosos commetteedo os disturbios que sio conhe-
cidos e qae nada me consta com relacio a ter 0
mesmo tornado parte nesle3 movimentos. Inga,
20 de dezembro de 1874. Annisio Angusto de
Carvalho Serra.
4." 0 jaiz de direito da comarca do Inga, onde
reside 0 paciente, afflrma tambem 0 seguinte :
A' vista do pedido do suppticanle, attesto 0
seguinte : 1* qae 0 alferes Manoel da Assumpcao
Santiago advega no forojdesta comarca, onoV re.
side, e ad>ogando algnmas vezes em camarcas
diversas como a de Bom Jardim ; 2* nao me consta
que tenha tornado parte, qnerdirccta, quer ind'-
rectameate nos movimentos populares qae te B in-
felizmente apparecido nesta provincia ; 3* nada
sei em relacao a> que se tem dado n* provincia
de Pernambuco ; e porem meu juizo qae 0 sup-
pticaitte i incap,iz de dirigir e tubtevUr o'fovo
paro fins illiatat. Em 20 de deremhro de 1874
\ugusto Caldas.*
Ve se qae nem 0 promator, nem 0 jaiz d
reito, nem 0 chefo bVpblicia, do lugar em
dofnicihado 0 pre^io. sabent dos not inns de .
em -b6ceh,-qHe' Ihe ifriputdm ofaHtdria de sedi
0 juiz de direito Vai mais longe : ararma
0 paciente Her* AssampvJto 6 incapaz de
giresaWevi* pivo' paw fins illleitos.
0 preso Alferes Ampq*e,e liberal 0 i jaiz
dedireilo e coowwarJor, beoi como 0 prehiotor
e 0 chefe da policia.
O parteme alferes Asturapjio, d arrfgo com
effeito dos liberaes do Bom Jardim; mas o juiz
de direito Augasto Carlos de Almeida Albaquer- No dia i a 12
V Ui -Ex torn ago I.MIit !>.
oppressito dopois da co.11i1ln.it.
A inJ gestio toma innumeraveis forma3.
As vezes 0 estomago torna-se 13) sensitivo,
^ue rejeita attS mositto as Cjmidas as mais
simples, 0 otilras vezes a digesldo & ta > pe-
nivel, que 0 donnta tooie satisfazor oapp3-
ti:e. E' juslamdate eai casos so-nelbaat^s,
que as qualidades totlicas das pilulas assu-
caradas de Bristol, mais claramenta se tna-
nifestam. A senaora Margiret McElroy, do
Troy, Nova York, ns.evera, que duranto 5
annos, ella nao podia digerir comida alguma
solida11S0 eomendo :n3is nada do qua ge-
leas, arroz, minga"os, &e. e isto mestno
causava Ihe taoto vexame qua ella se vio
pbrigada a reluzir a quantidade & um par
de on$as Ires vezos ao dia. Ella acnava-so
n'urn ostado terrivel da magreza, e para
servirmo-nos de suas proprias expressoes,
ja b'5n pauco Sa Ihe dava 0 viver.
Depjis do ter cxparimentado mais de vinte
modos de iratamonto, ell linalraente prin-
cipiou a tomar as pilulas assucaradas de
Bristol, e os seus resultados sao por ella
mesma narrados da maneira seguinte : e
com 0 maior ro*gosijo de gratidao que lhes
participo que me acho b a. Como perfei-
tamente boa), durma deseangada, tornei a
engordar e nao sinto as menores dores.
Tudo isto devo ds pilulas assucaradas de
Bpistol, o por isso com 0 maior gosto do
mundo as recoumando a tolos que pade-
cem d'um estomag0 fraco e debilitado. Ellas
sao da maior olficacia. Em todas as mo-
leslias aggrava lis ou provitiientjs de impu-
reza do sanguo, a salsaparrilha de Bristol,
deve de ser tomada conjunctamente com
as pilulas. 0 sou excellence acondi;iona-
mento toma a sua conservagao (ixa era to-
dos os ciimas.
!SPS**rumrjiKm^zjz*-.-wxT -

JUNTA DOS "ORRETOKES
Prapa do Recife, 93 de dezem-
bro de1874.
AS 3 HORAS DA TARDE.
C0TAC0BS OFFICIAES
.Vssucar bruto esjolhido 1J600 por 13 kilos,
hontem.
Assucar da Parah)ba U720 por 15 kilos posto
a bordo a frete de 45[ e a OjO, hontem.
Coarossalgados vcrdes 3i7 rs. 0 kilo.
Cambio sohre Londres a M) div. 26 111 d. nor
1*000. ^
Dito sobre dito a 90 djv. 26 3(8 por 1*000,
hontem.
Cambio sobn Lisboa a 90 d|v. 104 0|0 de pre-
mio baucario.
Dilo sobre dito a 3 d|V. 108 0(0 de premio ban-
cario.
Cambio sobre a Uahia a 8 d[v. ao par, hontem.
Deseontode letras 12 0(0 ao anno, hontem.
tf. ae Vasconceiios,
President?.
A P. de Lernos,
Sscretarie.
is.id'raento do
I;.:-. do dia 23
alfande'.; k
H i a 22. .
687:069*704
30:214*524
797:294*238
Descarrcgam hoje 24 de.dezembro de 1874.
Patacho italiano Ermida mercadorias pira
alfandega.
Barca ingleza Clemnlia varias generoj e
trilhos de ferro para 0 trapiche Concei-
5ao, para deepachar.
Brigue portugur-z Ligeiro HI lageamento e
varios genaros para 0 trapiche Cancei-
cao, para despachar
Patacho portuguez Santa Maria de Bellem
vario'3 generos para 0 trapiche Conceicao,
para despachar.
Barca nacional Aguia varios generos para 0
trapiche Concei;ao, para despachar.
Patacho inglez S7oj Alward mercadorias
para alfanlega e farinha ja despachada
para 0 caes do Apollo.
Lugar araericano Maud Barbmr kerozene
para 0 trapiche Conceicao, para despa-
char, e deposito no trapiche Vieira.
Patacho inglez Lucy kerosene ja d?spachado
para 0 caes do Apollo e deposito no tra-
piche Vieira.
B.irca ingleza Constance bacalbaa ja despa-
cbado para 0 trapiche Conceicao.
Barca ingleza Volonta di Dio dormentes ja
despachada para 0 caes do Apollo.
Brigae allemio Bertha farinha ja despacha-
da para 0 caes do Apollo.
Brigae portaguez Soberano vioho e vinagre
para deposita no trapiche Barbosa.
Brigae hespanhol Amible Tltereza pipas e
barricas vasias ja despachadas para 0
trapicfie da companhia.
3E3PAOHOS DE EXPORTACAO NO DIA 22 DB
DKZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Ariel, para Londres, carre-
gou : J. J. de Miranda 1 caisa com 40 abaeachis ;
para Liverpool, Simpson 4 C. 674 saccas com
49,773 kilos dealgoiio.
No navio ingles Corisande. para 0 Canal, car-
regou : L. J. Silva Guiraaraes 330 saccos com
2G,2aO kilo3 de assucar raasjavado.
No navio allnmio Guciff, para 0 Canal, car-
regou : A. Loyo, 1,700 saccos com 127,309 kilos
do assucar mascavado.
Na barca franceza S. Andre, para 0 Havre,
carregau : E. A. Barle 4 C. 3,000 coaros verde3
com 63.600 kitos.
Na barca portugaeza Imperial, para 0 Porto,
carregou : J. M. da Cruz 230 saccas com 18,815
kilos de algodao ; T. A. Foneeca 4 C. Successores
2,000 coco3 (fracta) e 500 couros de cabra.
^- Na barca portagaera Victoria, para 0 Porto,
carregou: Silva Gutraaraes & C 300 sacco> com
22,300 ki'nj de assucar brauco e 200 ditos com
13,000 ditos de dito u*scavado ; E. R. Ra bello &
v. 140 dltos com 10,500 d.ios de dite e 60 ditos
com 4,500 ditos de dito branco.
P"ar'a os p riot do in'.erior.
Para 0 Rio de Janeiro, na barca porlugueza
Saphira, carregoa : M. L. Paes B..rreto 400 saccos
com 30,000 kilos de assucar branco.
Para 0 Rfc) de- Janeiro, no brigue nacional
l>a^}t carregou : J. R- Ferreira 100 saccos coto
7|5u0 kilos do assucir branco.
Para a Bahia, no vapor nacldnal Cedri, car-
regoa : I. P. Adtahes 2 barricas com 30 abaci-
tfih.
CAPATA7JA DA ALFANMifGA
Rendimento do dTi 1 a 12. 10:981*556
'do lit-23 V : 474*334
1
li:455*89u
. Mir rinllli il i
42,746
SERVigO gARITIMO
iiaa-.angas descarregadas no trapiche da
alfandega.
So dia 1 a 22.....
"Jo dia 24.......
82
2
3
87
IECEBEDOR1A DB RENDA3 INTERNAS GE
RAES DE PKRNAMBUa
Undimento do dia 1 a 22 30:184*551
51:627*606
CONSOLADO PROVINCIAL
tendimento do dia 1 a 22. a 127:080*193
d 135:176*488
AGENC1AS PROVINaAES
Liquidos espiritnesoa.
dondimento de I a 21
idem do dia 22
2:903*316
232*890
Rendimento de 1
dem do dia 21
Bacalhao. etc.
a 21 3:931*662
226*100
Generos de estiva,
iendimento de 1 a 21 5:580*924
Idem do dia 21 146*692
Farinha de trigo, etc
Rendimento dem do dia 22 *
3138*206
4:157*762
5:727*616
Furao, etc.
tcudimento de I a 21 1:682*961
idem do dia 22 *
-----------3:847*608
Aondimento de
idem do dia 22
Vinagre, etc.
a 21 1:698*869
158*980
1:682*961
1:941*231
VOLUMBS SAHlDOt
41,273
20:495*384
Tnesouro provincial de Pernambuco, 23
le dezembrodo 1874.
0 escrivao,
J. C. M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Gancalves Be'trao & Filbo saccara
por todos os vapores sobre :
Anadia Evora Honsao
Agui 'a Fate Ovar
Fr.ro Porto
Guarda Tavira
Leiria Regoa
Lisboa Vizeo
Barcellos Fignei
Coirabra L'mega
Mirandella Estar r
Penafiel Valen
Villa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espozende
Oliveira ce Azomeis
Povoa de Vanim
Vianna de Castello
Villa nova de Famalicao
a
Aveiro
Ceja
Bhaves
Ivas
Emaranto
Auimaraes
Gviiha
Coelgaco
MP01 t'alegre
Arcos de val de vez
Celcrico de Bastos
Caminba
Mangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
Villa nva de Portima
Villa du Conde;
\hn ilhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
compamhia7alliahca
seguros maritimos e terreb
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0005)000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
t:o maritimo em navio de vela e vapore:
jara dentro e f6ra do imperio, assim com
ntra fogo sobre predios, generos a fa
ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrio
aa do Commercio n. 5, i andar.
N4RITIH0S
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
lesta praja, toma seguros maritimos sobrj
aavios e seus carregamentos e contra fogc
>m edificios, mercadorias e mobilias: ni
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
37Rua do Amorim37
Saca qualquer qaantia a prazo ca a vista so
bre este Banco ou -uas respectivas agendas nas
teguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
centes e Hespanha, a saber:
Portugal
Agueda.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Arco de Baulbe em Ci
beceiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Caminba.
Chaves.
Castello Bfanco.
Coimbra.
Castro Daire.
Coura.
Covilha.
Esposendei
Eivas
Estremoz.
Bate
Famaticio.
Faro.
Figueira.
Gouveia.
Guarda.
Guimaraes.
Lag03.
Loul6.
Lamego.
Lisboa.
Melgaco.
Malbada.
Mirandella.
Monte mor o velho.
Mongao.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Port'Alegre.
Pinhel.
Ponte de Lima.
Portimao.
Porto.
Povoa do Variim.
Povoa de Lanhoso
R Silves.
Santo Thyrso.
Tavira.
Torres Novas.
Tbomar.
Valenca.
Vianna.
Villa do Conds.
Villa Pouca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
Villa da Feira.
Villa Nova de Cervelra.
Vinhaes.
Vizeu.
Villa Real.
Movimento da Betra.
Unas.
Fayal. Funchal.
Hespanba,
Badajoz. Madrid.
Barcellona. Orense.
Cadiz. Padron.
Caceres. Panlivedra.
Campinas. Puenteardas.
Corona. Santiago.
Fefrbl. Vlgo.
Aogusto F. d'Oliveira C.
A casa commercial e bancaria de aogusto
j d'Oliveira & C, i rua do Co-nmereio n
42. encarroga-se de execugio de ordens
para embarque de prodoctos e de tddos o-
mais negocios de Cdmmiss&o, quer commw
ciaes, quer bancarios.
Decsnta lettras, e toma dinheiro a p/e-
mio, compra cambiaes, e saca & rista e
/
tazo, i vontade do tomador, sobre as se-
;uintes prac/>s estrangeiras e narioaam :
l&n&rem. Sobre o oooa bakk ot
iJKWm, 0 LONDON AHD BAHSEATK BAH,
limited, e varias casts de 1.* cImm.
Parto. Sobre os banqoeiroa rout*
A C, MAmCOARD ANMB A C. 9 A. BLtCQCB.
VIGNAL A C.
Hamburg*. Sobre os Srs. joi*
SCOC BACB d Fll.lt s.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTtAO JOSS M
kBREO.
Part*. Sobre o banco cniJo bo r
0 Sr. JOAQl'W PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco cobui&rcia-
oe para, e os Srs. francugo gaubcncio ba
COSTA & FILHOS.
Maramhato. Sobre'o Sr. iose feb-
REIRA DA SILVA JCNIOB.
Bahia. Sobre os Srs. habinhos A c.
RI* de Jancira. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL
BANQUE BRASII.IENNE FBANCAJM.
SEGUROS
Mrilim oe po:!ra-fogo
CMPANU1A
Phenix Poi uambucana.
RUA DO COMMFRdO N. Si.
Seguro cyHlra-fdgo
?HK LIVERPOOL A L05D0wJ GLOP
INSURANCE GOIPMI
SAUNDERS BRUTUEKS4 C.
11Corpo Santo11
MENTO m P0RT8.
Navio entrado no dia 23.
Rio Grande do Sal23 dias, patacho nacional Or-
mezmda, de 185 tonelada*, capiUo Maaoel I a >
da Luz, equipagem 5, em la*tro a Keller & C.
Narios s:kidos m mesmto di.
Portes do tal Vapor nacional On i, cootrnaa-
dante Quadros Janior, carga varia. generos.
Rio da Prata-Patacho hespanhol ll>trt:ncta, capi-
tao P. Pages, carga xs-ncar.
Maccio -Lagar inglez 7sphy, capilio George Stra-
nach, em (astro.
Liverpaid Patacho ingl;z Rio, capilio William
Bryaut, carra aiiucar e ontros genero*.
Obscrvardo.
Susjendeu do lanuiio para ali.liij o Lrlgni
inglez Rio, capitao Thomas Hoodelss, con a
ma orga sjm tronxe de Cardiff.
SBWHHBHI^HBlWi


Consuladi) proviatiaL
Para sciencia doscntribuinles do imposto da >
cima urbana, e outras abaixo indicadus e os eff-ifc.*
legaes, em seguida pnbheam se as altera;oes veriti -
cadas no lancumenio do mesmo ii.m-: nac-rrentt
anno financeiro de 1874 a 1873, Ocaido aberio a
prazo de 30 dias, nas termos do art. 2 do regnla-
mento de 6 de abril do corrente anno, as reciaaa-
ciaes qae por venlara t>ossam ter a fazer cs inter
iBaos.
Altcraqoes feita no lancamento da decima nrl im
da freguezia do Poco da Panella, co cxerc i
de 1874 a 1875, pelo lanjadjr Isidoro TheoJal
de M ttos Ferreira.
Chan n. 8. Orphl. Silvino, nma
casi terrea arreadada por Hi H*i
Dita n. 18. Dr. Balbino de Uoraes
Pioheirv, uma dita por 360 000
Sant'Anna de Dentro n k J -|nim
Francisco de Mir.-nla, uma dila por <*>
Largo da Casa Fort': n. S">. Henri-
que Jose Alves Ferreira, uma dita
avaliada por no i)0()
Rua da Casa" Forte n. 2i. Jose do
Carmo Paz, nma d ta por 1C8W00
Dita n. 26. 0 mesmo, um dita por KV^'i n
Dita n. 28. 0 mesmo, nm i diu por I68>i i*i
Rua Real n. 1. Joao Facondo da
Silva Guimaraes, uma dita par 70"i 0<>
Dita n. 3 A. Mnna Thereza da C n
c.icao, nma dita por Pi"ti<
Dila n 5. Jo:e do Carmo Paz, uma
dita por 72*000
Becco da rua Real n. I. Jose Igna-
cio Pereira da Rocha. nma diu divi-
diJa em duas por 720 reis cada uma,
tudo por Hi i.00
Largo da Matriz n. 1. Aristid:s
Duarte Carneiro da Cunha G .ma,
um sobrado avaliado por l:0OJ^O00
Rua da Poefra n. 4. Vigario Fran-
cisco Luiz de Carvalho, nma dita
por RtBOuO
Dita n. 6. Maaoel Duarte Rcdrig acs
Pinto, uma dita por 2OOO0ij
Rua do Rio n. S. Jose Jaecme
Passo, um sobralo arrendada por 3S0AXO0
Dita n 13. liermelinda Maria do
Nascimeotu Nogaeira nma casa terrea
avaliada por ISO MX)
Dita n. lo. A mesma, nma dita ar-
readada por |2 1000
Caldeireiro n. I. Antonio Luiz dos
Santos, uma dita com sotao, avaliada
por l:00u Oil
Tr-ve-sa do Caldeireiro n. 1 A. Da-
vid Flack, nma dita por 19N i < h
Caboco n. i. Jose Ignacio Pereira
da Rocha, nma dita com sotao ar-
rendada por 10,
Travessa da ma da Casa Forte n. 6,
Manoel Jose de Agniar, ama dita ter-
r. a [nr SUOjOOi
Dila n. 19. ManoeJ da CosU Pereira
de Sonza, uma diu por 60 OOi
Dita n. 27. Francisco H. Corr^a de
Albuqoerqu", una diu par TijiOO
Manteiro d. 42. Antonio de Sauza
I! f i, uma diu por 300>' OJ
1) ta n. 23. Maria Tbereza da Con-
ceicao, uma dila por 120*000
Diu n. 77 Antonio Prieto, uma cila
por 400*001.
Becco do Quiabo n. 10. Jose de
Azevedo Andrade, nma casa terrea
arrendada por 300 010
Becco da Ladeira n. 1 Aatonio Ca-
milla da Costa, uma diu por % 000
Dita n. i. 0 mesmo, nma diu arren-
dada por ISO OtBa
Dita n. I. Bstevio da Cunha Me-
deiros, uma data por ISO us
Rua da Ponte do Manteiro n. 1. Aa-
tonio Jose Gomes do O-rreta, nma
dila por 300 0*
Travessa da raa da Ponte do Maa-
teiro n. 4. Antonio de Sooza Rr go,
uma diU por I20*OX
Dita n. 6. 0 mesmo, nma diu ar-
rendada por ItOBOOf)
Diu n. 11. Josd Francisco do H*f\
nma diU por ISO.OOO
Una dos Ralos n. 2. Angutto Ma- __
u i, nma diu por 72*001
DiU n. 5. Rita Maria de Cassia, _____
uma dita por 7tl**
DiU n. II. Joao, nma diu por 7tJ0tti
Rua de Apipueo" u. 1. Jo HjrgiBe
de Souza Galvao. uma dita por 100*0011
Priroeira seeeao do ceasulado proviaetai, 24 ae
dezembro de 1874.
OcBefa,
Eduario A. ie Oiirttrt
Edital n. 74.
Pela iaspecloria da ilftailafa sa fas
aa 11 boras da maahl da an Mao
ba iajarregatar na aattadtala raaarilQln awr-
cadorias ahaixo decuradaa, aaBaaslidaa a tafJBt
nor edital a, 73, e qne deixana do ser arrtaatU
das por (alia de concur antes ao valor

*
----------------,-------.---------
i


*'.* *"V~-l-'*--w ~
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Diario do Peraambuco Quinta feira 24 de Dezembro de 1874.
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' -'.. -
*
Armazem n. 2
Mare a A L B n. 3,967-t caixa viola de Liver
pool no vapor inglet Arbitrator, descarregada em
27 de fevereiro do corrente anno e eoosignad* a
Mendonca Carvalho & C., contendo chapeos de pa
lha ordioaria, enfeitados, 6 pares de botiaas de
couro, de mais de 22 centimetros, para homens, 11
camisas de algodao com pregas, e am par de fer-
mas de madeira para calcado,"lsdo no valor de
109-776.
Idem idem a. 3,968 -1 dita idem idem, contendo
18 chapeos de seda, ordinarios, enfeitados, ao va-
lor de 1*6*.
Armazem it. 4
Idem qmdrado \1 no centro 1 embrulho vindo
do navio ioglex Cheviote, descarregado em 27 de
fevereiro do corrente anno, ignora se a consigna-
cao, contendo amostras de ferragem lera valor.
Armazem n. 6
Idem triangnlo II N no centro e contra, marca
C H1 barril vasio viado de 'Jordeawt no vapor
frances Rio Grande, descarregado em 7 de-jonhn
de 1873 e consignado a D. P. Wild 4 C, no valor
de 25337.
Alfaodega de Pernambuco, 22 de dezem-
bro de 1874.
Ser vindo de inspector,
Pedro Lopes Rodrigues.
Fucultlade de Dlreito.
De ordem do Exm. conselheiro director, visconde
de Camaragibe, face pUblice iui ains:ripi;ao para
os exames de sciencias ccmecara no dia 27 do cor-
reote e ter-raraara no dia 17 de Janeiro vindouro.
de cooformidade com o aviso de 27 de setembro
de 1872, qu9 modiflcou as instruccoes que baixa-
ram com o decreto n. 4,130 de AO da uatadro de
i860.
0 qae se pretender inscrever devora faze-lo oa
secretaria desta faealdada por raeio de reqaeri-
mento ao mesmo Exm. Sr. ejoselneiro director,
dedarando nao so a materia cm que se tern de
inscrever, como tambem aqaella on aqaellas em
que a tiver si do approvado; a liliacao e natu-
ralidide, e bem assim exhibira attesiado do direc-
tor do collegio on professor que o houver ensi-
nado, certiflcando a sua habilit.icao e se a letra do
cequerimento e assigaatura sio ao proprlo pautiu
do examiaando, tudo de conformidade com os ar-
tigos 1.* e 2 das in;tru'\o -s qae baLxarara com
0 decreto n. 1,430 de 30 de ontubro de 1869.
Seeretaria da Faculdade de D reito do Recife,
21 de dezembro de 1871.
0 secretario,
Jose Honorio B. de Menezes.
Perante a camara municipal dest. Cidado
estarao em praca nos dias 18, 19, 21, 22 e 23dr
corrente para serem arrematados por quern maioe
preco offerecer, os alagueres dos t.ilhos e east-
nrns exislentes na ribeira da fregaezia da Boa-
Vista: os pretendentes a taes arrematacoes, ha
bilitem-se na forma da lei.
Paco da camara municipal do Recife, 17 de de-
zembro de 1874.
Manoel Joaqnim do Rego e Albuquerque,
President*.
Francisco Augusto da Gost3,
Secretario.
0 Illm. Sr. insptctr-r do thesouro provincial
manda fazer publico, que em camprimento da or
dem do Exm Sr. presMente da provincia, datada
de 12 de setembro proximo pass.do, se ha de ar-
rema'.ar perante a junta do mesmo thesouro, no
dia 31 do corrente, a qaetn por menos fizer o for-
neciraeoto des presos p:>bres da caw de detencao,
notriraestre de Janeiro a marco proximo vindonro,
seodo os geoeros ds que se compSem as diarias e
dietas dos tne.-mos presos, os constantes das label
las abaixo transcriptas.
As diarias e dietas dos pre-os pobres nJo pode-
rao exceder a 400 reis diarios, com excepeso do
fornecimento feito aos presos militares, que sera
de 332 reis diarios, conforme o disposto no aviso
do ministerio da guerra de 22 de maio de 1858.
E para constar, se manJou publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco
Secretaria do thesouro provincial, 21 de dezem-
bro de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Tabella organisada em virtude da ordetr da presi-
dencia, de 13 de julho ultimo e de conform'idade
com o anigo 29 da lei do orcamento vigente.
Sera fornecida aos presos pobres, recolhidos a
casa de detencao, a seguinte alimenta^ao, a ratio
de 400 reis por eada preso.
Almoco para todos os dias.
1 pao do farfaha ae trigo com o peso de 143 gram-
mas. .
36 grammas de cafe em grao.
37 litas dn assucar mascavado refinade.
j, CeU para todos os dias.
1 pao on bolacha de 86 grammas.
30 grammas de cafe em grao.
37 ditas de assucar mascavado reilnado.
Jantar.- Nos domingo?, tercas e quintas feiras.
139 gramm s de jarne verJe crua.
14 ditas de toucinbo.
3 decilitres de farinha de mandioca.
Sas segundas e <|uirtas feiras.
229 grammas de came secca.
14 ditas de toucinho.
2 decilitros de feijao.
3 ditos de farinha de mandioca.
Nas sexta3 feiras e sabbados.
229 grammas de bacalhao.
2 decilitros ds feijao.
3 ditos de farinha de mandioca.
2 centilitres de azeile doce.
4 ditos de vinagre.
nha e sal necessario psra o preparo da comida.
Os generos serao ectregues no estateleiimento a
eusta do fornecedor, qne tambem ministrara o
barbanto necessario para a divisao das ratoes da
came e bacalhao; senlo o cafe" fornecido cru, o
fornecedor dara o torrador e moinho a sua cosla.
Dieta n. 1.
1 quirlo de gallinha.
Lenha e sal.
N. 2 (almogo.)
1 pao de 143 grammas.
1 sopa de caldo de gallinha.
Lenha e sal.
Jantar.
1 quarto de gallnha cosida.
57 grammas de arroz para canja.
Sal, vinagre e lenha.
N. 3 (almoco.)
OCO mesmo da di(ta n. 2.
Jantar.
112 quarto de gallinha cosida.
1 quarto de gallinha sssada.
1 pao dc 143 grammas.
Lenha e sal.
114 grammas de arroz.
N. 4 (almoco)
7 grammas de cha da India (verde.)
1 pao de 143 grammas.
37 grammas de assucar branro 3' sorte, rednado
Lenha.
Jantar.
459 grammas de came verde.
3 decilitros de farioha.
Lenha e sal.
N. 3 (almoco.)
0 mesmo da dieta n. 4.
Jantar.
459 grammas de came assada.
Hi ditas de arroz.
1 pao de 143 grammas.
Lenha e sal.
Secretaria da policia Je Pernambuco, 3 de se-
rembro de 1874. Conforme, Miguel Alfonso Fer-
tetra.
Becco do Abreu.
Sobrado de 4 andares n. 2.
Rat dos Pescadores
Gasa terrea n. 11..... .
Raa de S. Bento (Olinda)
Sobrado n. 17...... 408*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua do Coinmercio
Sobrado *)......800*000
Raa da lloeda.
Casa terrea n. II fechada).. .
Becco das Boias.
Oasa terrea n. 18. .
. Rua da Lapa.
Jasa terrea d. II.......
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 .
^asa terrea n. 34......
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......
liua do Vigario.
I* andar do sobrado n. 27 ffecha la) .
r* andar do mesmo (fe?nada) .
i.oja do meiiiio fechada.....
Hua do Eucantainonto.
>obrado de 2 andares n. 13 (ieoha-w).
Raa da Senzalia velha
Idem n. 16. ......
Rua da Guia.
25.....
If. P.
Casa terrea n.
Idem n. 29
Sobrado .n. 41
''.asa terrea o.
Idem D. 108
Idem n. 98 .
Raa do Bom Jesus
Raa de S. Jorge
103.....
590*000
Parnameiriza.
Sho n. 1 ... o .
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irremat as suas nancas, ou comparecerem
acorapaiihalos dos respectivos nadores, devendo
pagar alem d i renda, o premio da quantia em
que for sej. nro o predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim
peza e preco dos apparelhose e nnaiJades.
Secretaria da Santa Casa da Misencordia do R*
life, 10 de dezembro de 1874.
Oescnvao,
Pedro Rodrigust de Sauza.
Consuld provincial.
Pelo consolado provincial, faz-se pu'lico aos
respectivos contribaintes, que do l. de dezembro
vindoaro por diante comec^ a correr o prazo dos.
30 dias uteis, irareados no art. 34 do reg. de
17 de janho de 1873, para a cobranca do primei-
ro seraestre de decima urbana e de 5 0|fj sobre
bens de mao morta, no corrente exercicio de
1874 a 1875, incorre ndo na multa de 6 0|n
aquelles dos contribu ntes que nao satisfizerem
nesse orazo os seus debitos.
Consulado provincial, 27 de novembro de 1874
0 administrador,
Antonio Carneiru Machado Rios.
Thomaz de Aquino Fonccca k C.
Saccessores
saicam por todos os vapores, sobre as seguin'.ei
oneag:
Lisboa. Regoa.
Porto. Oaves.
Braga Villa Flor.
Vianna. MiraDdella.
Visea. Alijo.
Guarda. Favaios.
Coimbra. Braganga.
Gnimaraes Lamego.
Rio de Janeiro.
Xa rua do Vigari > n. 19.
doa Honorarios do Bxer-
48U000 cito.
243*000 SessSo de istallaf&o domingo 27 do corren-
te pelas 11 horas da manha, A rua do
Imperador n. 83, 3.* andar.
Tendo o M. P dos Honorarios do Fxercito
de celebrar sua sessao Je instsllacao no do-
mingo 27 do corrente, pelo presento con-
vida a todos os officiaes do exercito, arma-
da, da guarda nacionai e honorarios que
resident nesa cidadc, a comparecerem is
salas desuss sessdes Da rua do Impftrador
n. 83, 3." andar, para assists em a sua ses-
sao de installacao is 11 horas do dia ; as-
sim como os convida para a noite vi-ita-
1 rem as referidas salas, que estarSo ricamen-
te ornadas e illuminadas, e onde se aclia-
r3o dilTerentes bmdas de musica desta ci-
dade.
v> M. P. dos Honorarios, pelo prr-sente
t:400*0*'G tambem roirida as iMstraeUs Ixmas. Srs.
peninmbucHMHS, pira qiin ;i t"i>-1> se >'ig
nem visitar as referidas salas, que Bhms
brilliant* s se tornardo com suas honrosas e
deslucrbrantes presences.
0 M. P. dos Honorarios do Exercito,
n8o obstante jd ter dirigido -especiaes con-
vites is differentes sociedades desta cidade,
de novo as convida a comparecerem & sua
sessao de instnllagdo ; confessando se desde
ja" pgradecido a"s provas de delicadeza e ur-
banidade de suas irmSs.
Recife, 22 de dezembro de 1874.
0 1. secretario,
Tenente Silva.
400*600
424*0Ot
202*000
602JS0001
122*00i
153*000
243*000
240*000
300*000
209*000
209*00t
201*000
600*000
207*000
JO8*(00
241*000
Massa fallida de Pereira de
Meilo & 0.
Os credores podera rece-
ber oterceiro dividendo de
set) por cento,, apresentando
os titulos para ser annoi 'o.
Companbia Fidelida e
Seguros mariti nos e terrestres
A-agencia desta companhia toma s'garos man-
tiraos e terrestre3, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuitj ar
segurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agepte.
Confcrcncias pulilieas
De conforraidade com o resolvido em sessao de
13, a segunda conferencia sob os auspicios da
ma?onaria desta provincia, tera lugar nas salas
do iheatro de Santo Antonio, as 11 horas do dia
27 do corrente, (dezen.bro).
E' orador o lllra. Sr. Dr. Malaqoias Antonio
Goncalves, que dissertara acerca DAS RKLA-
OJR'S DA IGREJA COM 0 ESTAOO.
As pessoas que pretendem inscrever-se, derem
dingirse ao abaixo assignado prevenindo-o do
objecto de seu discurso, alim de que a comraissao
respecliva observe a disposicao VII das bases ul
timamente sanccionadas.
Recife, 23 de dezembro de 1874.
Joao Martins de Andrade,
Secretario da loja Ganganeili
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA.
Nob a iiii'tM't'iiii de
J. L. de Fontes Braga.
Grande espectaculo pasloril, no dia 25 do
corrente.
Depois que houver tocado a musica, represej
tar-se-ba o drama de gr;.ode espectaculo em 2
part*s, 1 prologo, 3 actos e 10 quadros, ernado
de musica, danca, machinismo etc., denominado :
^ascimento do Mcssias.
Denorainacao das partes e quadros.
I.' parte.- Nascimento do Me>sia?.
2.* parte A degolacao dos innocentes.
Quadros.
1-" parte. 2." par'.e.
A Graca. 5..A perseguiQao".
A revelarao. 6 A Jornada des Magos
A coover-ao 7." A adora^ao dos *
A adoracao. 8. A senteoca.
9.* Avisc e fugida para o E:yoto.
10. Degi.lacao dos innocentes.
As pessoas que quizerem biihetes para e-te es
pectuculo, podera desde ja procura los na rua es-
treita do Rosario n. 2 A, salao de barheiro, na
rua Velha de Simla R.ta n 57, Rangel n. 12 A,
fabrica de cigarros, e no dia do theatre.
I'recos dos biihetes.
Camar tes coil 4 ent-adas
Gadeira
Platea
Galena para ^enhcra
Princi iaraas
Havera trera depcis do espectaculu.
THEATRO
PHE\IX DRA'MATICA
2j
I*
)*
8 horas.
SOB A DIR^CgAO DE
tSernardino C. Barrow
9
Via f'crrca do Becif'o Olinda
o ltchcrihe.
Na noute da festa do Natal, 24 para 23, a.'em
do ultimo trem das9 1|2 boras, continuara a ha
ver parlidas de trens todas a3 raeias horas, ate o
dia segninte as 10 1|2 da noiie ; assim como bave-
ra nm ontro trem de bagagens e carga as 3 l|2
horas da tarde, alem do de meio dia de 24 do cor-
rente.
Laurentino Jose de Mirand,
Gerente.
Kstraila de ferro do Recife a
Caxanga.
Nos dias 24 e 25 do corrente alem do3 trens da
tabella, havera mais 03 seguintes :
No dia 24 a noite, do Recife II h. e de Caxanea
10.35.
No dia 25 de manha, 2 e 3 h. ede Caxaoga 1.35
e 2.35.
AJ noite, do Recife, 12 h. e de Caxanga 11.35,
Do Recife ate 0 Monteiro, 5 h. da manha, que
volta as 6 h. pelo Arraial.
Os biihetes de assignatura nao tem valor nestes
trens fxtraordinarios.
Escriptorio da companhia, 22 de dezembro de
1874.
Gerente,
___________________R.;C. Balterbee.__________
Imperial sociedade'dos artis-
tas mecbanicos e iiberaes.
Tendo-se oovamente marcado 0 dia 3 de Janei-
ro proximo futuro par proceder se a eleicao dos
membros da directoria, convido a todos oa socios
que eslao atrazados em suas measalidades, a se
porem em dia, e a comparecerem com os demais
no dia aesignado, pelas 10 horas da manha, atim
de se tffectuar a eleicao. Recife, 21 de dezembro
de 1874.
0 1 aecreUrio,
P. P. dos Santos.
OECLABACOES.
SANTA CASA DA MISERICORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qne
nasala de suas sessoes, no dia 17 de dezembro, pe-
las 3 boras da tarde, tem de ser arrematadas a
qxtem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Vidal de Negreiroi.
Cats terrea n. 94.......301*006
Mem n. 112....... 327sOOO
Rna larga do Rosario.
1* andare loja n 24 A fechada 310*000
I.- andar n. 24 A idem .... 251*000
Rua de Antonio Henriqoes.
Gasa terrea n. 26 (fechada). 99*000
Largo da Campina.
Idem n. 11 (fechada)......120*000
Raa do Coronel Suassuna
4* andar do sobrado n, 94 400*000
Raa do Visconde de Albuquerque.
Casa terrea n. 101. j ... 241^000
Idem n. 91...... 68l000
CORREIO
Relacao das cartas que deixaram de seguir
a seus destinos por falta de franquia
Correio de Pernambuco, 11 de dezembro
de 1874.
Agust-n Costa Errero, A. J. Gomes Netto, Anto-
nio Correia, Antonio Joaquim dos Santos (J), An-
tonio Jose de Brito, Bessa A Cardoso, Directores da
companhia allianca maritima, Domingos Francisco
Rios, Encarnacion Ballare de Julia. Barcellona,
Emilia Rosa Gomes, Estevlo Jose Brocbado, Fran-
cisco Salles Mendonca Silva Carvalbo, Julia Casals
de Casales, Joaquim Antonio Vieira da Silva, Joa
qaim AdriSo-da Rocha Sobrinho, Joaquina Jacin-
tba, Joaquim Jose Marques Gnimaraes, J0S0 Bote-
Iho Jani'-r, JoioHendes de Araujo, Jo-e Bio Bar-
reto, Jose Marques de Farias, Maria Rosa Gomes,
Maria Vegundo, Maria Thereza, Manoel Gomes dos
Santos Sena, Placido Irmaos, Table Julia, Panlino
Candido Santiago, Serzedello & C, Severino de
Araujo Oliveira, Tbereza de Jesus Minhava, Viuva
de Theraoteo Capella, Visconde da Bella-Vista,
Manoel de Siqaeira Pinto, Nicora Gallo.
0 encarregado da expedicSo,
.4. H. de Araujo Pernambuco.

Jose
Quinta feira 24
A's 7 horns en ponto.
Sexta-feira i'a,
Sabbado 26
E domingo 27.
Quatro uliimas representaroes da magnilica
opereta biblica em 5 actos oraada de danca ma-
chinismo e fogos cambiantes, denominada :
Os Dous Anjos.
Tomam parte no desempenho do: ta peca 25 fl-
gnras.
0 director nao se tem poupado a despezas para
apresentar ao i lusraio publico desla capital um
divertimento digno de ser apreciado por todos.
Todos os vestua'ios sao ncvos e a caracter.
A danca e ensaiada pelo habil professor da
danca 0 Sr. Baptista, e a pintura pelo insigne
scenographo Chrispim.
Os biihetes para estes espectaculos podem ser
procurados era n ao do bilheteiro no escriptorio
do theatro.
0 espectaculo de hoje enlrara as 7 horas da
noite afira de terminar a hora de missa e todes
os mais espectaculos crmecarao as 8 1)2.
0 lirector previne que na proxima semana, 3U-
bira pela primeira vez a sceaa a raagniflca ope-
reta biblica era 3 actos e 6 quadros, do eximio
escriptor braaileiro Victoriano Palhares
A Aurora da Redempcao.
0 programraa sera rainu^iosamente annSncia-
do nos jornaes.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Empreza Maia & Costa,
Sabbado 26 e domingo 27.
Dons grandes espectaculos pastoris, ornados de
musica, danca e machinismo, representando se o
drama de grande apparato em 5 actos o 8 qua-
dros, iDtitulado :
A vinda do Mcssias.
As pessoas qae quizerem biihetes para estes
espectaculos, podem desde ja procura-los a ma
de Marcilio Dias n. 100, loja, e na noite do? es-
pectaculos no mesmo theatro.
Recebem-se assignaturas.
Precos dos biihetes.
Camarotes com 4 entraJas
Galeria para senhoras
Cadeiras
Entrada geral i|
Pnncipiara as 8
Havera trem depois dos espectaculos.
com os consignatarios Joaqaim Js6 Gonealves Bel-
trio A Filho, a ma do Commercio n. 5.
r*ara Lisboa
o lugre portflguez Cidral, capitao I. Adrilo da Sil-
va, vai sahir com brevidade : para carga e passa-
Keiros, trau-se com Silva Guimaries A C., pra$a
ao Corpo Santo n. 6.
COMPAiNHIAP ERNAMBUCANA
DE
Wavesa^So costeira a vapor.
Miceid, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jag'iaribet
"ommandante Julio,
seguirt para os por-
tos acima no dia 30
do corrente mez, as 8
boras da tarde.
Recebe carga ate o dia 29, encom nend-.-, di-
uhoiro a frete e passagens ate" as 2 horas da tar-
de do dia da sahida : iscriptorio ao Porte do
Mattos n. It.
Vcada
de
n:mo.
\ ?cde-sc o patacho nacioual Africana, que se
acha ancorado do quadro da lescarga da came
secca : quem o pretender dirija se ao mesmo
para examina-lo, e a tratar com seus consigoa-
tarios Amor m Irmaos A C.
Companhia Allinca Mariti-
ma Portuense.
Empreza do navegacSo entre o Brasil
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para o Porto
A sahir com a maxima brevidade. Recebe 'ar-
ga e passageniros : a tratar com Jos6 da Suva
Loyo & Filho.
Para o Ceara
ogue era poucos dias o brigue allemao Colmar,
ecebe carga a frete modico a tratar no escrip-
orfo IM D-mingMath os Alves us, a ma do Viga-
rio n. .
Para o Rio (10 Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
Isnbel, tem parte de sea carregamento engajado :
para o resto que Ire falta, trata-se com o seu con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, rua
do Bom Je-us n. 57.
i1
Segue com este destino nestes quatro dias, o
palhabole Rostta, toraando para o rcferido porto
a carga que Ihe'apparecer, por isso quem quizer
aproveitar, pode dirigir se aos coDsignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Bellrao A Filho, a raa do
Commercio n. 5.
Conspnnlila portuense
Empreza de navega^ao entre o Brasil e Pot
tugal
PARA 0 PORTO
Rarca p^rtuzueza Jocmi Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar dm os seus consignatarios Jose da Silva
Loyo 4 Filho
Librae esteriinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & 0.
Rua do Commercio a 43.
Companhia de navegacfio a va-
por bahiann, limitada
Bahia, Aracaju, Penedo e Macei6.
E' esperado do3 portos
acima ate" o dia 26 do
corrente, o vapor Pe-
nedo, e seguira para os
mesmos no dia. seguin-
te ao de sua chegada.
ftecebe-se carga, encommendas, passageiros e
d'nheiro : trata-se na agencia.
57-Rua do B.im Jesus57
LEILAO
DE
um bote (catraia), 5 remos, 1 mastro, 2
agulhas, senlo uma ptente, e 1 lamp^io,
objectos salvidos da galera amencana
John Bright
A'S II I10RA> da MANHA
J. Hadley capitao da g.lera americana John
Bright, nauf-as.ida nas R^ccas, na sua ultima via-
gem de New York para California, levara a leilao,
is 11 horas do dia acima aiio, com licenea do Sr.
inspector d.-t iiifandega. em. presenja de um em-
gregsdo para i.. lim u> mead'", por cont* e riseo
de quem perii'ncer^e-pof iutervencao do agente
Pinto, di b te e m.-iu' bject..s scima desenptos,
salvados da mesma gaJera, e pviftpiid'g na gu: r'a
moria da alfan lega. Oj^fe se < ITpcfja-.-i n leilao.
6*
2<
n
Real companhia de paque^
tes inglezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor-
rente, espera-se da En-
ropa, o vapor inglez Boy-
ne, cj;i:mandante Reks,
o qual depois da demo-
ra do costume, seguira
para Buenos Ayres, to-
cando nos portos da Bahia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo.
No dia 2!) do correntoo
espera-se dos portos do
|'Ul, o vapor inglez Neva,
commandante West, o
qual depois da demora
do costume, seguira para
'|j Southampton, tocandonos
prtos de S. Vicente e Ltsboa
sagens, fretes. etc.,. trata-se na agencias
Rua do Comm ercio n.40.

magnificos objectos de b'llas artes em ala-
bastro e marmore de FiurcnQa, esculpido
e copiado das. melhores golems da Italia
SEGUNDA-PEIRA 28 DO CORRENTE
as 11 horaa em ponto.
Em o armazem n. 6, na praca do Corpo
Santo.
O agente Dia% competeDtemente aukrisado, le
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, as
5 caixas com objectos de alabast.ro e marmore de
Floren^a, os quaes nio puderam s 1." leilao, p^r falta de espaco
.4 saber :
Vasos romanos.
Ditos gregos.
Uitos etruscos.
Ta^as diversas.
Fructeiras ditas.
Porta joias.
I'irta canoes, e cutros muilos artigos que estarao
paientes ao exame dog Srs. conenrreutes._______
Terceiro
LEILAO
DAS
arrascoes, moveis. drogas e mais utcnsilios
txistentes na botiea dnon,inadaPopu-
lar, sita i rua da Imperatriz n. 71, per-
tencente i m8ssa fallida de Goncalves
Fiaiho & C.
TERCA-FEIRA 29 DO < ORREME
A's 11 horas i a mai ha
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Illm. Sr. Dr. juis especial do cemmercio, leva-
ra a leilSo, do dia e hora acima Indicados, as ar-
maches, moveis, drogas e mais uteosilios existtn-
les em o referido estab;lecimeoto.
0 mandado contendo todos os esclarecimentos
precisos, acha-se em podr-r do agent", onde desde
ja pode ser examinado p^lcs Srs. preteodrntes.
LEILAO
DE
um sobrado deiim and:ir, era a rua do Bispo
Coutiuho, outr'ora Nova, em Olinda, com 3 ja-
neilas de freute, 2 grandes salas, 9 quartos e 1
vasto salio no sotao, com gaz canalisido, can-
dieirose lustres; 1 grande cocheira ao lado do
mesmo, quintal cercado, c> m arv,iredos f, u-ti-
fcros, e uma grande rirterna que conserve agua
de inverno a verao e vice-versa.
Este predio torna-se mu to fresco por ser edifi-
cido no melhor local de olinda, e e;ta livre e des-
embaracado de qnalquer onus.
Quarta-feira s 11 h ras da man} a
Em a ma do S'arquez de Olinda n. 37, andar.
0 ageite Dias, competentemente airorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados, o re-
ferido predio.
Os Srs. pretendtntes podem desde ja examina
ali pois as chaves do mesmo eslio em poder do
JS- Luiz do Rego, administrador do hospicio de
o[,enados.
Aluga-se
o segaodo andar a armazem dim hMo
AfTonso n. 59, o sobrado tie am andar sstio 4i
raa do Hospicio n. 65, e o I* amtar ifiti i)
sobrado da raa do Bm Jestu n. 63 : a tratar la
raa do Vigario n 31.
Jos 6 Robert* Powell.
Fri,rr|jM G ir: M5, lilhos e sobnobos, csniaa-
tr dos da mn aceria oar, agra-
d.cen, r, rd almmte as pesMMsna
ac.iropaiiharam .is reu^iterio publi-
co. o fereiro de sen rrtsrti es-
peso cu hado, |>n a lio. 1*4 Ro-
berto P. well, e aorarueate c- nridam nio m saw
parentes, como as pes as de saa. nii-i* e as
do fallecido, para assjstirem a missa do sMisl o
dia qre tera Ingir a ig r'<\ la Madre ra D pelas 6 <|2 horas da manna do dia 26 V>rorren:e
pelu qae desde ja anleripam tea eteroo recmhe-
cimento.
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade a barca
portuguezSopAia, por ter a maior parte de seu
carregamento engajado, e para o resto que Ibc
falta, trata-se com os consignatarios Joaqnim Jose"
Goncalves Beltrao 6z Filho, S ma do Commercio
d. 5.
Para Lisboa e Porto
Vae sabir com muita brevidade o brigue portu-
guz Imperial, por ter grande parte de carga
prompta. Para o resto e passageiros, lrata-se
com os consignatarios Tbomaz de Aquino Fonce-
ca & C. Successores, a rua do Vigario n. 19.
COMPANHIA BRASILE.RA
DE
.\'uve$acao costeira a vapor
Portos do none
horas.
THEATRO
m
EM
S. Jds6Rua do Alecrim.
Sabbado de corrente.
e domingo %9.
Depois qne a orchestra tiver execntado uma
linda ouvertura, subira a scena o drama-sacro
pastoril em 3 actos e 1 prologo :
Nascimento de Christo.
Os biihetes desde ja acham-se a venda no es-
criptorio do theatro.
Principiara is 8 1(2 boras.
4VIS0S MARITIMOS
COMMANDANTE C. A. GOMES.
Esperado dos por-
tos do snl ate o dia 27
do corrente, e depois
da demora do costu-
me seguira para os
do norte.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C
Agentes.
DE
uma casa terrea n. II, sita a rua 27 de Janeiro,
outr'ora Paco Castelhano, na cidade de Olinda.
a qual tem 38 palmos de comprimecto e 29 Ii2
de largnra, com porla e janeila na frente, pcrta
e janeila no oitao, 2 salas, senlo a de deiraz
assoalhada, sob a qu..| exist?, uma loja, i qnar
tos, cozinba interna, quintal ir.ura.to eon 160
palmos de extensao, cacimba, terreno ao lade
do norte, com portio.
Ter^a-feira 5 do Janeiro de 1875
A's 11 1|3 horas.
No escriptorio, primeiro andar.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. Jose1 Antonio de Fi-
gueiredo, testamenteiro do tinado Dr. Antcnio da
Assumpcao Cabral, o agente Pinho Borges fara
leilao da ref^ rida casa, e qualquer esclarecimento,
com o mesmo agente.
Os pretendentes podem desde ja examina la.
0 ba<-h rra-i, .Am sin R, ., ^ ,\ |>j Gos-
in.i. Ram da Stlva Gosmia, Ni-
ceas da Silva fiusmao, RygsM da
Silva Gasmao, tfaria Roa G^--
mao arvalho, Leooilla Rosa (!e
Gasn.ao Vianna. ele^ina Rosa de
Gismio Maciel, F ancelina Rosa de Gasmao. He-
lena Rosa de Gusmao, Or Jose da Costa Car' air
Guircarae*, Felieiann Mtr-jues \ ianna. Jo^ Car-
neiro Va.'iel da Siivae Aqnilino as Silva Gasais-
pongidos d mais acerba dAr peso presnataro pa-
sam> ntii de seu prezado e seatpre k"ibradc pai *
Sigrn, o major Antonio da Siiva Gasman, agrag
derem Ci rdialroeot'* a todas as pe-'-as ajne j
dignaram asi>tir as exeqoias crlfbradas no eon-
vento de Nossa Sea hora nbando o feretm ao cemiterio, e rogam a rdas o-
seus parente* e amig-v edofiaado sea pra1-
pai es.ign. o carid >-o < bseaaio de assistirsai a*i
missas e mem nio qne mandam resar na mT
igreja do C-rmo, a- 7 horas <*i T>anhi *> In i '
selimo de sen fa'lecun nio.
Major tnUnio da WuTn Uui>m*
Cesaria Candida Ni'.re V Gn-min isu
sea filho Vtaximino >la Stlva Ga I k
rose neks mandam resar aiyuin rriissas de T. M
8 boras na sataM ao aia i\ aa aarnvia, ao t-
venUi do Carmo di Recife. .xt li por e- -7
privilegiado |la icr.ja, p- r i'sm *< mb i'.II- I
marido, pai, $ogro e ar., Ai t nio da IHa
mao ; para ciijo acto convidam aos par<-a'e- c
arnigos do roeMDn tioad>, pelo qoe dsl a :
confess ra eternamcr.te gratus. e ao meMi.<> trsnao
aproveitam a opportuni lade para agraaVvr as
pessoas que a:.':np-.nharam s rest-" m seu presadonnrido ao eemik-io ;>ublic i.
* isas Bflkt^Bk-^HRaVHHC^M Ba^X^a^R
Pharmacia Torres
135 Largo do Terco 13 5
0 pro:rietati i deste an igo acr*li beleciratnto tea'o-oMta |ii*ar por uma r ma espe ial, e rnnOando r.o .el > e att.vi aaa
de seus empregados, nao actR* em c c i '
respei svel : nblico e paaiii sJarimta aai
drrfs da bafonia le S. Jo.-^, a ireai '-lasai-
narem dito cs:abrl->c mento : -n'e iDC^4raia>,
alem do precise) em cayi d-la ordiva. ;r r.:j
qua: tidade d- buUs St tod^s as jaa'.-da;s. a-
sirn er-mo 10.10 e qa \-m ; r- sraw frmci"
ant'Tes mis a'ama'os ; alem do qoe, garac'.e
aviar aasasooer neei \ seja qaal lor a bcra ic
dia oa ni'.e, en caidado, assji-i e pre? cz-,
ff?n rd> msi- .-, grande %an:ajem 1e Tei'-r
tudo per mm s d qae oati > qraljner
Alnga-si; ami can n ( i'a praia Je ?
Francisco, irnltii proxima ; >> ti ilos a* '
mar : a tratar n> Torr-l r I Bispo a 71 r
viuva Villela. Na me^ma casa pr>c>sa se a> onra
menlna attatMa pan hi r 1 sj 1 ;hia a am .
nbora, que-e pr -: ramben \ ak 1
mestico, gann'inl 1 se .. tratvv e -n^sao !:
cacao, como ronitas fm Ma ni aMSSta ciu ; nai
importa a r.v ; s*o!> orpU -. l.. maitas '.' -.
recebido mnito >->! !.!-> :* n. -1 n -raa *
SCIEM MEDICI!
dlano para as extraecoes das
loterlas Ja proTincia. appro-
vado pelo Exm. Ar. presldeate.
3,300 biihetes a 4*000 li.OOOfCOO
Imposto geral, sello, benelicio e com-
missao.......1:585*000
Liqnido.....9:1153000
premio de......1:000*000
ditos de 500*......1:000*000
ditos de 200*.
ditos de 100*000
ditos de 40*000.
ditos de 20*000 .
12 ditos de 10*000.
671 ditos de 5*000 .
100*000
3003000
120^000
120*100
1206000
5.355*000
700 premios
LEILOES.
uma casa terrea na travessa dos Expostos n. 22,
airaz da matrix de Santo Antonio, contendo 2 sa-
las, 2 quartos, sotao para dormida, cozinba,
quintal raurado com portio, dando sabida para
a raa do Caju.
De uxa outra na raa de Frei Heoriqae n. 39,
outr'ora raa do Dique, contendo 2 peoas salas, 1
buarto, eozinha fora e peqaeoo quintal
Hoje
A's 11 horas da manha
No escriptorio do agente, a raa do Marqa es d
Olinda 0. 37, 1* andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Exm. Sr. detembargador juiz de orphaos, leva*
ra a leilao^no dia e hora acima desigoados, as ca-
ta
1:410*000
snjeito ao
N. B. 0 premio de 4:000*000 e
imposto de 17 010 por lei geral, e provincial, e 0
de 300*000 ao de 2 0,0 por lei provincial, sendo
este tambem sojeito ao de 3 0,0 sobre 0 valor de
dito imposto provincial.
Thesouraria das loterias de Pernambuco, II de
novembro de 1874.
0 thescureiro interico,
__________________Jose Rodrigaes de Souza.
Moleque fiigido.
Gratifica-se com 30,000 reis a quem pegar For-
tunato, moleque de 13 a 11 annos, preto, baixo,
cheio do corpo, rosto e cabeca redondos, nariz
chato, cabello3 carapinbos e cortados de fresco ;
ausentoa se na tarde de 10 deontnbro do corrente
anno, com camisa de madapolao, :alca de brim
de cor, desbotada, e chap6o de massa preto. Gra-
tifica se na rna da Cadeia do Recife n. 39, on na
rua da Aurora n. 163.
Calf-ados
Para o Porto e Lisboa
pretende seguir com ponca demora a barca por- j sas mencionadas.
tugaeza Social, por ter porcao da carga engajada; j Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
e para 0 rw'o quo Ibe falta e passageir >s, trata-se I as.
0 n. Ill, sito a rua Duque de Caxias, recebea
completo sortimento de betinas fioas de set-m bran-
co, canno alto, bem enfeitadas, para senhora, ditas
de doraqne branco e de cores, para senhoras e
mtninas, sapatos de entrada baixa, de chagrin e
de doraque, de cores e brancot, para senhoras e
meninas, borzeguins de-varias qualidades, para
meninos, cbiqoitos de couro de lustre, pretos e de
cores, para criancas, borzeguins de Suzer para
homens, e vnde tudo mais barato do qne em ou-
tra qqalqner parte.
O pescador
precisa de uma ama para cozinhar, assim como
tambem precisa comprar nma j reta de meia idade
qae entenda de cosinha : a tratar na ma Direila
n.21.
Em tem poa raodanos iieiihum (iesvuL:
mento opeuromaior revo!ur;ao no motlo rj
curar anteriormentc em vnga do qoa o
PEITORAL DE HitWim!
TANTO ) TRATAMKNTO
na
Tftsse, 1 rupo,
A: tiim.-i, Tliisica,
Rouquidao, UcsfriaNientna.
Rronrhitos.
Tosso Convulsa,
Dores de Peito,
Expcrtura^ao dc Sanguf.
Alliviaa irritn^ao,
Pesenvolvo ecntcii>lim<>nt'<,
Fortifica 0 c e f.u com que o >vstema
Como cm toda a grande serie de eufci ali-
dades da Unr^anta, do srVitoedoa
Orgttos dn I'ONpirnrCo. que Ur.t
atormentam e fazem sofl'rer a bumanidads.
A maneira antiga. mente na applicacao de vesicalorioa, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente on-
guenkis fortissimos compostos de sabatan-
cias resicantcs, afim de pntduzir empolbas ;
cujos dilTerentes inodos de curar, nao (aziam
senao enfr.:qneccr e diminuir as torr;as do
pobre doente, contribuindo por esta forma
1'uma maneira mais Cacti e certa para a ezt-
fermidade a (leslru!;ao inivitavei de saa
victima I Quam dilTerente 4 pois o etVitn
admiravel do
PEI10EAL DE ANACASTOa!
Em vez de irritar, mortilicar e cauzar inau-
ditos soflrimentos o doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
desaloje d'uma maneira prompta e raptda
ate o ultimo vestigio da (nfermidade. 0
melhores votos em medicina da Europe, (oa
entes dos collegios de medicina de Berlim-
testificam serem exactas e verdadeiras eataa
rela^des analogicas, e alem disso a exp*-
riencia de milbares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes forasn curadaa cssa
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este rcmedio se acha
inteiramente isento de venenos, an to ous
raes, como vegetaes, emquanto que algans
destes ultimos, e particularmente aqueUea
que sio dados sob a forma de opio, act-
do hydrocianico, formam a base da maior
parte des Xaropes, com os quaes tie fe-
cilmente se engana a credulidade do m-
blico. A composicto de aniedsaiU serto-
ral acba-se linda e curiosamente enganafada
em frascos da medida de cerca de aaeio
quartitho cada um, e como a dote as
tomae s6 d'uma colher
geralmeute i applicaclo d'i
cos para a effectua^io da 1
Acha-se a venda em todas'as
H. Frosters d C, agentes.
*-



M1P
V"

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Diario de Pernambuoo Quinta feira 24 de Dezembro de 1874.
?*iU
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Precisa-se de uma ama que cozinhe perfei-
tamente : pa apa da Uniao n. 29.___________
Lino Ferreira da Silva
tera duas eartas na raa do Vigario a 7, primeir
andar._______________________________
Vende se a casa n. 10, em Olinda, no prio
cipio da ladeira do Varadouro, com 3 quartos, 2
salas e quintal : a tratar com Antonio Francisco
Alves Conde, nos Milagres, ou com Manoel Mar-
ques de Lemos, na Tamarineira. __________
CAXANGA'
Aiuga-?e por festa < a annualmente uma gran-
de casa em um dos melhores pontos do Caxanga,
reedificada ultimamente, cnntendo 2 grandes salas,
7 quartos infernos, l grands terraco, cozinha e 2
grandes quartos exlernos, em terreno elevado,
aonde nao chegam as enchentes do Capibaribe, e
muito perto da estacSo e do rio : a tratar na ma
do Imperador n. 54, loja de livros.
Aluga-se
o sitio que fica contigao a igreja de S. Jose do Man-
gninho; recommendase por sua excellente posi
jao e outras condicoes agradaveis a sua habiiacio
confortavel e de recreio : quern pretender, pode
entenderse com o Dr. WitruTio. ___________
Al garase tres casas terreas na rua do Co-
ronel Suassunans. i03, 193 e 198 com commodo:
e limpas de novo : a tratar na rua Dire-ta n. 8.
Ainda esta por alugar a loja do -r pado
n. 3 a rua das Larangeiras, aluga-se po reco
commodo: a tratar no Cajueiro n. 8, ju ao
hospital portuguez, ate as 9 boras da maoha e
das 3 da tarde em diante.
Doce finodegoi.ba
Ha constantemente para todoS os precos, tanto
em latas como em caixio, de todos os tamanhos :
no pateo do Terco n. 82, e aonde se vende mais
bar a to.
ATTENCAfl
CiSt M FORTH
AOS 4:000#000.
BiLEETES f.ARA\TiD08.
4' rua Primeiro de Marco [outr'ora rua do
Crespo} n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes ummeio n. 1591 com 4:000.*, dous
meioa ns. 2648 com 100? e outras series de 40$ e
iftf da loteria que se acahou de exirahir (129*),
convida aos pr>s formidade Ju co;tuuiesem de:Cuutu alguio.
Ac ham-se a venda os felizes bilheies garantidos
da 27" parte da loteria a benelicio da nova
igreja de Nossa Senliora da Penha (130"), qne se
sxtrahira na quinta-feira, 31 do corren'.e met.
PREQOS,
Bilhete inteiro 5*000
Tres qhintos : Dons quintos Siuou
Em parciio de lOOS pnra clma
Bilbete inteiro" 4*500
Tres quint.s 2;700
Dous qnintos 1/^00
Manoel Martins Fiuza.
Na rua Direila n. 29, segundo andar, ba
para alugar se uma escrava raoca para o servi-
'.o interno de casa de farailia.
P^INCENDIARIA!..
GRANDE REVOLU^AO
VIVA A REPUBLICA
(Dos pasteis)
Os proprietaries da muito acreditaila, unicia e ?em rival
CoDfeitaria do Uampus
avisam particularmente ao pablico desta muito nobre e leal cidade do Recife e seus soburdios que,
alem das machinas que tinharo em sua
Gr nde fabrica
r cd inm rr.siis a nonca vist machina apellidada
(a productora)
"E e bem appellidada essa machina, pois que em 6 horas pode prodozir
On nhentos mil pasteis
Com todo asseio
Precisa se de nma ama para cozinbar, en-
?;ommar e lavar alguma roupa de menino : de-
ronte da estacio das <"inco Pontas, sobrado n.
154, confronte a matriz nova._________________
I1T1TUT0 PARTICULAR.
Rua da Roda n. 48, sobrado.
Prime ras lettras, portuguez, francez, in-
glez, desenho linear e musics.
Sob a direcg3o do professor Herminio
Rodrigues deSiqueira ftincciorram ditas au-
las todos os dias uteis.
Recebe alumoos internos, meio pensio-
oistas e externos ; fornece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
precos muito razoaveis.
Dos que se costuma comer
Pela festa do Natal
Recebe-se encommendas at* a vespera do Natal.
Oiiti-o aim
Os mesmos proprietaries avisam a popolacJo desta capital que o sen estabelecimento (o unico
nesta cidade) se conservara aberto todo a noite do Natal, aonde se encontrara am verdadeiro
Bazar de novidades
Proprias para nresentes n' se dias em qae cada qnal quer primar em dar
V V AS FESTAS DO NATAL
A saber i
Ricas caixinhas enr doca; e confeitcs, etc,etc.
Ricas cigarreira com Ciarutos de rhoeolate...
Nao
ha mais cabelos
brancos.
Os proprietarios da Pre-
dilecta k rua do Cabugd d. 1
A, fazem sciente ao re&peita-
velpublico que, tendo resol-
vido mudar de genero de ne-
gocio, deliberaram vender
todas as mercadorias exis-(
tentes em seu estabeleci-
mento com um abate de 20
por 0[0 afim de liquidar a
sua casa ate o fim do corren- /iji
te anno, e por tanto e boa 3*aodar
occasiao do publico se pre-j VlPPntP flioin
venir do bom e barato. *4i.UJ
Tintura japontza.
S6 e unica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tern appnrecido ate hoje. Dtposito princi-
pal tftua da Cadeia do Recife, boje Mar-
quez de Olinda n. 51, 1 ;ndar, e em todas
as boticas e casas de cabelleireiros.
4gora mais siKtulencia-^pg
Presuntos preparados ricamente enfeitados.
Belos ingleies idem idem.
Pudins idem idem idem.
Pio-de-16 idem idem.
Gandeijas com pasteis idem idem.
Pasteis aos milheiros, grosas e duzias,
Em caixas, cart5e9 e latas.
Agora taiubem : -
Licores, ctrvejas, vinho9 e refrescos.
E TUTI QUANTI
So e soniente
N'a
Confeitaria do Campos.
Os Campos promettem dar um pequeno presente a qualquer, que nessa noita quizer honrar o
seu estabeleciraento com sua visits.
CASA DO OURO
Aos 4:000&000
Bilhetes garantidos
fluo do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vonder n-> sear
nuito felizes lilheteo a sorte de 4:000*'(X) em
men hilhtte de n. |Mrl c n:n writ* de n. 81-1 c m
a >0'!e de iC04. alem ',<: m::i:.y ':i -ncuv>ri;.- it-i
iUiooO e 2*1*000 da lotenu que se acahou An
extrahir (i29s) ; convida iftS.possoidurea a virtm
reccber. que prompUtnenie ser;"<. pa:;o.
0 Diesiufl abaixo :is.-i|!;ia'i.> -< tfvidj ao re.-ipeiu
vbI poblicu para vir ao seu ettobelecmwto com
.Tar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao dt
tirar qualquer premio, como prova pelos mcamrs
annuncios
Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
'antidos da iT parte da letsria a bene".cia da
nova igreja de N. S. da Penha, que h extrahir^
no dia quiola-feira 3i do corrente mer
Precos
inuirrs 5*000
Tres quintos 3*000
Djus quinios 2 000
De f OOTO4I para clt.
Inteirts i*Ci)0
Tres quintos iiTOi
Dous quit tos li?00
Kecife, 22 de deiembro de 187V
Joao Joaamm da Costa ls.iu
Criado.
i-Mfcua
, Para casa de pooca famika
que At fiador a sna e. nducu ; _,
vo : a tratar na rua do Coamreto 17, tatff
da pelo largo do Pelonrinfco.______________ _
ATYlfl ** *e de dim livre on caw..*, a
1,1 rua da Uniio n 47.
Precisa-se
!e !Min pS' :i : TJ I -tM,;. or. :.l:l d-
!ilui......i* v 'i. 9.
At 14 a I :.; :i .-, ; .ra ; p.' i:'. i 1) t^r pp-jl la
n a-!' ii.a
Aiuga-jo o I* andar da ca-a n ... da roa i
Torre<: A tratar na ma da SwN*4e a 3t____
Precisa se 1e um caiidro a.m prai:-a de
10OI00O de gratificacao.
Desde o dia 3 do corrente fugio da cssa
do seu senhor, abaixo assignado, o escravo
Miguel, pardo, porem nSo muito escuro,
Precisa se de uma ama forra ou!corP reforcado.de 19 annos de idade,-jo
escrava : trata se naru3 do Marquez ficial de marcini'iro, boa altura, e um tan
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,' to espigado, rosto comprido, olhos casta
', rihos, denies perfeitos, cabellos pixainhos,
nenhuma barba (apenas bugo), pes gran-
des, levou vestido calca e csmisa branca
e jsqueta parda, gosta de jogar gyrcnastica,
e e bastante regrista.
Quem o apprehendr r, leve-o a" rua da
Uniao n. 43, filha dos Ratos) ou na rua
b
Na noile de 13 para li de nr.rco do corrente
! anno, fugio o mnlato Vicente e-cnvi, .le 20 a
Rhum nacional.
Pr^miartrt n axnnsicin its Snpio lar'n Dt\/p 22 annos de idade, bjnita figiira, barha e estatura .
Premiado na exposif,ao da bocielade Doze, rpgular) |evando v>es[jdo e ^ am sacco {roopa dfl da raJeia do Recife 56> primeiro 8D(Jari
. .? .UPZemt)ro' .nn algodao branca e algnma fina pertencente a um,' rscrintorio de Leal & Irmao, que sera" re
Vendese pelo diminuto prego de t*0( la car- ..i--;.~ a~ ..... a'.~* ..; a ~...i a. *
1*000 a gar-
rafa na bem conhecida taberna Flor dos Progressos
na rua do Cab ga n. 8, enframe a matriz de'
Santo Antonio.
caneiroda ca-a d'onde ftigio, 6 na.ural da fire-, l s do com a qU811,ia acima mencio-
puezia de Sant Anna de Ms.ttos diz ser livre. cria-
Pa^d escriptono
Alnga-se o I* andar do sobrado a rua do Amo- lo na cidade do Kecife, rua do Crespo
rim n. 41, muito asseiado, caiado e pintalo, com
duas salas e dous quartos, por pre^o medico : a
tratar no armazem do raesmo sobrado. /
nada.
Recife, 7 de dezembro de lbT\.
Manoel Gomes Miranda Leal.
o em companbia da madrinba D. Anna Loisa da
Lua de quem alias foi escravo : rogase, portan-
to, aos Srs. capitals de campo e autoridades po-
liciaes a apprebensao do dito fscravo e en'rega-
n. 10, ao Aluga se oma casa no princlpio da Estrada
Sr. Joaquim Mon'ira Reis, ouna cidade do As?u { Neva, r.erto da e-tac5o d03 bonds : a Tatar no
ao Sr. Tonuato Auguslo de Oliveira Baptista jmemo l'igsr, primeiro sitio a direita, depois da
que sprao generosamenle recotnpensades. rpimeira bomba.
XATiOPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pbarmaceniico de Paris
As preeiozas propricdades de chloral tern vivamente
captivado a atlencao das pessoas scientifleas c dos medi-
cos, que nao cessam do ulilisar sua virtudc nos cazos
difficeis contra os quae's se n3o conhecia ath6 csta data
nenhum meio de accao effienz.
0 snr Dumas ha pouco tempo seexprimia nos seguintcs
termos, na Academia das sciencias : Duas substancias
appioximativas, o chloioformio e o chloral, que na
epoca de sua descobcrta forr.m o assumpto de muito
profundos c. serios estudos, no puro inlrrosse da scicn-
cia abstracta e das t'ueorias chimicas, tomaram em
seguida parte enlre os preriozos agentes da therapeu-
tica : o chloroformio para a chirurgia, e o chloral para
a medeeina. s
0 Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racSo t3o dclicada de chloral, garante a pureza absoluta
do sou producto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
que contem:
uma gramma de chloral em tuna collier de sopa.
0 XAROPE DS CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas eolhercs de sopa rjrocura
e facilita aos doeulcs um somno tranquillo e rostaurador
que lhe faz expei imcutar tun grande allivio, reslittte-lhe as
forcas e o aniino perdtdo e ajuda enormemente a reac-
cao, seinnunca provocar nenhum d esses accidentes tantas
c. tao ropetidas vezes prodttzidos pelo emprego dos opios.
E'era consequencia d'estas propriedades eminentemente
sedativas que ~o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empregado com grande successo
hos cazos a'insomnias, nevralgias diversas, gotta, rheu-
matisnws, enchaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
colicaf hepdlicas ou outras, earner, eclampsia, letanos, etc.,
e cm gc'-ral, em todos os cazos em que uma ddr aguda
acci.rrcta a falta de somno.
Imrante o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
l'eraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-GrSce,
publicou, no Boletim therapeuticoumaserie de observacoes
sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tinlia postoadisposic3o do dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, publicou sobre esle assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
0 somno 6 um dos primeiros e mais constantes effeitos, produii-
dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto de
t bora ou meia bora depois de se ter administrado o medicamento.
t 0 somno t profundo e analogo ao somno normal; nJo i pertur-
x bado por sonhos, e nSo e acompanhado nem de eicitacao psychica
< nem Uo pouco de agitacSo musculares... 0 despcrtar se opera sem
accidentes desagradaveis. Geralmente os doentea, nio se queiiam
t de done de estomago, nem de pew de cabeca, nem da cephalgii
i como acontece a maior parte das vexes com o emprego dos opios.
Alem do que com o opio torna-se indispensavel elevar progres-
t sivimente as dotes para qne seas mesmos effeitos se continaem
prodmir e ji o mesmo nio acontece com o hydrate de chloral. >
Para a gotta, o emprego e acc2o do chloral so torna ex-
dlrlflr-ae ei
tremamente precioza, assim como o scnor Bergerct de
Saint-Legerodemonstra pela observa?5o segunite :
s Um doente estavo dc cama bavia ja um mcz, rctiido por um alta-
que dc gotta, e durante oito dias n3o pode dormir, ainda quo ex-
< tcnuado pela dflr, insomnias e rigorOza dicta; tudo fazia prcTcr
< noites tcrriveis : administrou-se-lhe de uma so vez duas grammas
de chloral dissolvido em agua com assucar; e dez rainutos depois
i o doente adormeceu, eo somno durou trez horas; i meia noite des-
t pcrtou-sc sem ddres de cabeca o em um estado de contcntamento
f indescriptivel, depois adormeceu de novo para todo o resto da
noite.
c Desde entSo continua com o uzo do chloral, e as ancias atrozes e
dolorozas bem como as contrac<,ocs dos musculos cessaram. i
0 chloral tern tambem uma accSo notavel sobre a tosse
que canca tanto os doentes atacados dc constipates ou
de bronchites.
0 seiior douctor Offrct, depois de ter cilado em suas
memorias algums cazos de c.tras rapidas polo chloral,
accresccnta :
Toderia citar ainda varias outras observacoes feiths com indivi-
t duos attacados de tubcrculos ptilmunares, em differentes graus,
< de broncliitcs chronicas e agudas.
Este3 doentcs extenuados pela tosso, privados a maior parte das
c vezes de um somno tranquillo, encontraram no uzo do chloral um
< grande allivio, quando mesmo a morphina nao tenlia produzido o
< menor efieito, Os sadres abondantes que opprimem tcdos os phthi-
t sicos me pareceram dimiuuir sob a influencia d'este medicamento;
t a tosse se tern constantemente apaziguado por uma maneira muito
sensivel.
Os jornaes de medeeina c resuinos scienlificos tern
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr" douclores : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Beranger Feraud
Liebreicb Westphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck Virchow Dieulafoy Krishaber Demar-
quay Gubler Jastrovfitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar servicos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma ddr dando ao doente
nm somno reparador.
AlISO. Afim de evitar as falsificacdes ou imitacoes
que podem ser preparados com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre
cada frasco a etiquetta de quatbo aAmas
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Frwfo da frasco : 3 francos
Bonsbanhos edormida fres-j
ca no Monteiro.
Aluga se alii por preco commodo uma casa pe
quena que tern 2 salas, 3 quartos, cizinba e boa
cacitnba, e e perto do rio : a tratar na rua Nova,
loja n. 7.
Precisa se de ama para cozinhar : no ar-
mazem Baliza, rua do Livramento n. 38.
1
IT,
i
1
I
Mail
ifiUr li\ n
Estd encouracado 11 I
Agoa mole em pedra fiura
Tanto da ate que a fara.
Koga-sa ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de
iscrivao na cidade de Nazareth de3ta provineia,
'avoi de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
tluir aquelle negocio que^. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira cHamada deste jornal, em
ons de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
^assou a.fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
< por este motivo e de novo chamado para d
am, pois S. S. se deve lembrar que este negoci
le mais de aito anncs, e quando o Sr. sea ulho
acbava nesta cidade._______
Aluga-se o 1 andar la rasa da rua do Condo
d'En n. 21, eaiada e pintado, todo reparado, e o
armazem da rua e?treita do Rosario n. 45 : a tra
tar com Jose Henrique da Silva, na SoledaJe nu-
mero 27.
ALUGA-S;
uma grande casa terrea com bastanles commodo3
sita ua estraJa do Lucas : a tratar a ma do Vi
Aluga-se
os armazens ns. 65 e 69, na praca do chafariz em
Fora de Portas, um onde teve tenda de ferreiro
o fallecido E. Mahult. 0 outro que esteve occu-
pado com venda de molbados, para o que e op-
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livres
a desembaracados de impostos: a tratar com o com-
mendador Tasso.
COLLEGIO FRANCEZ
DE
S.LUIZ
DiniGlDO FOR
Madame Louise Irma Aluur, na de Fir-
nandes Vieira n. 2, ultima eslacao dos
bonds.
Madame Louise Irrra Adour, c'ueada em Paris
avlsa aosll!ms. Srs. pais df familias, que vai abrir
no dia 10 de Janeiro de 1875, um collegia para a
ensino do sexo ftminino.
Madame Luuise lrma Adour, durante sete an-
nos esteve no engenho Limceiro educandoa: Slhaa
do Exm. Sr. barao da E-cada, e duraate dous an
nos as do Exm. Sr. barao de Arai,agy.
u collegio e muito bem coilucado, tern um sitio
bastante grande, e agna eocfinada para os ban os
Os ram .^ de ensino sao :
Instruccao religiosa, leitara, caligraphia, arlth-
metxa, historia, geographia, desenho, iiugua na-
cional, lingua franceza, lingua ingleza, maska e
piano, canto e danga ; e bem assim todos o- tra-
balhos manuaes, proprios de uma snohora. como :
bordados, crochet, etc etc. A lingua que se falla
diariamente no interior do collfgio, e a franceza :
para trstar e ver estaiatos, na rua de Fei nan-
des Vieira n. 2.
Senhores chefes de familae
afilhalos.
E' chegado o tempo de virdes ao deposi-
to depao e ctstas t a rua larga do RoMrie u
36 ; abi podeis munir-vos d; a des para acoodiciouerdes vj^s s presuntes
de festas, designadus a OSfOS palritihus.
Nestes vases o u imo tornar-soba mais ele-
gante, digno de uma justa rec/rdacao ou
remuneracao. Os?rs. pais de lamili.i, aqui
tern um esplendido sorttmento do obr8s de
vime para todos os rnisteres iws suasc:s?,
sobresahindo as roelbores condegai gran-
des para arramar roupas de passar os dias
festivos no campo.
Cao perdido.
Grat.lica se a quem trouxer a rua do Impora-
dor n. 83, primeiro andar, nma cachora r'reta,
ingleza, desencaminhada doming^ a coile, l.v. n-
do uma coleira de metal principe.
Pliarmacia Torres.
Os Srs. devedores deste e taveieeiinent; ^io ro-
sados a virm pagar os seus dtbitos -Ad o fim
do corrente mez, do contr^rio verao os tens no
mes por extenso n?;ta jornal.
Recife, 19 de deierat-ro da 1874.
Manrel Tnomaz Bcretra d^ Bc0.
AMA
padaria : a tratir n rua Impelial a.
daria
IM.
Precia-?e He oma ama qne aba c-i'nhar *
na pa de Marcilio I" a-, antiga ma 1> reita, ai
mero 12.
Pr.ci*a-e le um caiidra cossBcatica para
taverns : no pal o da Paz n 21, em A
Aluga .-e duas slis e para escript 'rio, por data do iraptche Di'i< :
a Iraiar n) mesmo.
sjsjrsjasas.
Preci-a se do aan aata asasasjat, ataWksr,
mais alguro servi .. ii< esea de ^queni faae.. a .
na rua do Catuga a 2 II.
Na ma das Trine: eiras o. 39, vt-ade e ;a
cavalio meaJo, r.ixito, qua i prelo, crinas e :a-
aa braaeas eer*i'. Mm anlailt-r -lsaix. mei'j e i: ml i Rr.rl.i 0 c va I" .' tealado'.
= Precisa tc de um ho-
mera de idade que eutenda
de jardin, par,i tiiitur dc I i
em ponto ptqueno: na rua
|do Vigario n 1.
AMA
1'reciM %r. 4t un a ,i r--
escrava para o !>*r*aja Mar-
A" sst !^k- do i e uinrasal remi'.li'M .a
tratar na rua do linperaunr a. 71, !. anlar, d
lit hora- as .1 Ai t.rle.
Alorpa-se o 1* .ndar nsa a ru: Je
D. Maiia Cesar, oulrHra -ei.z.U .\'..va, r. '17.
difliado e ;iini:i(!.i. com vr.iodes ci miod i
tar na r a nincos l.a+i Mr n n in
A!uga-s- a atta e a alcva d.. i* andar it
sobrado n 7". A ma Mi'iue de <^aii:.-, | .-..-
para sjopM ll-ir.p. : a traUr na ksja.
alusj.
r um
nesta
Piecisa-.se
preto de ineia idade.
! typographic!._____________
I Voj.ie. -ii (otha i rua do itangel n. 67.
I Aluga-se a sitio n 21, ns e-lradT" I
, Barrcs, defr. n e da capil.'inlu.
s.guintes : uma (raaaa ssss e '
.ks, itsaesjca, cahiha Hta, asapaa na4j
sobre cJumims i.ir. gtal'in -
.cixira aara 1 avatw*, ran para er i
!eaehabaa cma ktsa agiia i ira *i -->
com tsnqne para bauno, gran le r.aa.er.
sos arvui.'dus .le f;u t.> : a aaatassaa sBsn mi* :tiara
N i me l.o sit J v- ill
iiuvOa carr>ca a quem qni/er tir r n r fir.
mMm,
m\m
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
que abriram novamente seu estabelecimento de
casa de costuras a rua da Imperatriz n. 5, primei-
ro andar, pelo que esperam continuar a merecer
a concurrencia das pejeoas que precisarem de
seus servicos._______________________________
Grande descoberla
Ourativo das molestias do
Este imporlante medicamento que acaba de ser
reconnecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
,bevas como um verdadeiro especifico contra a
abtysica, segundo nrovararn nos grandes nume-
ros de casos por elles experimentados, como se ve
aa sessao da academia de Paris de 24 de marco
lo corrente anno, encontra-se nnicamente no
mr- Atteneao
Os Srs. abaixo nomeados qneiram vir a rua do
Imperador n. 24, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da tilva Proa, marmorista.
Francisco Jose da Cesta.
Fabiciano Napoleao do Rego Barros.
Lagos, conductor dos bonds.
Joao Antnnio Portngal.
Jose Alfonso de Oliveira Guimaries.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Manoel Jose Ferreira Bentevi.
Quinlino Moreira Dias.
Jose Paulo dos Santos Oliveira.
SiNino Antonio Rodrigues.
Joao Gomes dos Santos Filbo.
Augusto Lobo de Sianeira Thedin.
Francisco Sergio do Rego Dantas.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Ribeito Ponies.
Rufino Correa de Mello.
Precisa se de uma a;na que cozinhe
bem o diario de uma ''asa de (amilia,
forra ou escrava : a tratar na Capuoga, rua das
Pernambucanas, casa da solea n. 17, ou ua rua
do Hospicio n. 25. ____________________^^
Aluga-se o sobrado de um a iar n. I, da
rua Imperial, esquina da travessa do Lima, altos e
baikos, lugar muito proprio para ter venda nas
lojas qoe tern os eomnelentes arraajos: a tratar
com o proprietario naraa do Hospicio. sobralo n.
35, pela raanhaa ale 10 boras, e das 3 as 6 horas
da tarde.
g
A
Salsa e Caroba
VENDEm AS iTI.'.- 'REiJOS M
O Monte Lima
-cin um comp! to > calio t fraaja Ci
ouro e prata, venla 'mit, Je t das aj 'sr;
abotoadnras dotiradas i;ra oftkiscs, <. auti
tafeites para bordado. Tambem sc en'arr
todo e qualquer fardmn< n:. mo saia
lalins,pastas, espaaas, drag ua-, arlal
Jas, atotoadaras iisas e d ;
etc. ; assim como um uo
raojas, gaiao btlso A
com borla para quadros r i -,
fosto da encoaimenda) loaa por sao-to n
pro^o que em outra qualquer prte : aa ;
Indeuendencia n. 17, junto a ''i.i Ao Sr. \r ii/e<.
AIngase
para o:servico interao do casa de fui"i! ;;*
cr:i\a de iilad its 13 antos, com :i; dl .
dades : a tratar na rua lo Barao de S. B rj-
mero 40
CAPSEAS D'ETBEROIi DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissoluc3o de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savor do medicamento e complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamente 15 centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, qne se
devem engollir rapidamente com algumaa colheres de
agua pura.
Preco da frasco I 3 framcoa.
laWB, i,
Jncob,
.Paris
Imperial
Fabrica de rape areia preta fina, de Moreira
it Cunha, da Bahia.
Deste eicellente rape, qne se torna recommen-
davel aos amantes da boa pitada, tern estabelecido
esta fabrica o seu deposito a rua do Commercio n.
5, qae vendem por junto e a retalho, fazendo-se
vantagem a quem eomprar por^ao. __________
Aluga-se
as casas das ruas da Una Carvalbo n. 35, de S.
Jose a. 5 e becco de S. Jose n. 1 : a tratar do ar-
mazem do Campos, rua do Imperador n. 28.
Precisa-se alugar um escravo que entenda
alguma consa de jardfm e horta : na rua do Mar
qoazde Olinda n. 18._________________________
Toda atteneao
Retalha se, com (rente para a rua da Amizade.
sobre 194 pa linos de fundo, uma porcao de optimo
terreno para edifleacio, tirada do sitio contiguo
a igreja de S. Jos6 do Manguinho, d3 preco de
50J por pahno. Aquella frente e toda mnrada:
bem como a parte posterior e a lateral extrema,
os prelendentes po.lem entenlerse com o Sr. Dr,
Witruvjo.
Previne se ao d< no da casa de penhores da
travessa da rua das Cruxes n. 2, que nao enlre-
gne os objectos descriptos na cautela n. 4,269,
senao ao seu legitiuij dooo, visto terse perdido
dita cautela.
Insti
Um
pde a
rucqao
moco compelentemente nabiiitado se pro-
ensinsr em algcm engecho ca povoado,
dentro on fora da provineia, as seguintes discipli-
nas : primeiras lettras, aritbmetica, lingua nacio-
nal, calligrapbia, francez e gecgraphia : a tratar
a rua do Imperador n. 71, primeiro andar, sala
da frente.
CRIADA
Precisa-se dc ama criada pfrtoguesa para tra
tar do nma cnanca : i iratar na ~ua Duqae de
Caxias n. 84, loja.
Costureiras para modista.
Prtci.-a se na roa da Palma a. 34.
"lOjOOO de gratifica?ar.
No dumingo 13, pelas t ia5 boras da aaria
gioum papagaio comnra.das asas aparadas
quem o trouxer a roaDuqaa de C-ua- a. 41, 2*
andar, recebera a i uanlia acima.______________
Aluga-se
o 3* anlar e solan do scbrado da raa la Iropera
riz n. 53 : a tratar no 2* odar do dmsbbo Ij-
rado.
Precisa-se de uma ama para cozinbar para
uma (amilia de duas pessoas: a rua des Goara-
rapes n. 94.
Arrenda-se a propriedade Barra de Seri-
nhaem, sita a (reguezia do mesmo nome, com
quasi 3|4 de legua Je extensao, e meia legua de
largura, beira mar.e na fox do Rio Strinbaem, com
muitcs pes de eoqueiros a .desfrnctar e muitas
rendas de solo a receber annnalmenie, muito
propria principalirei te para qualquer estabelec
mento de seecos molbados : a tratar a :ua
da Aurora u. u. ou a rua do Imperador n. SO.
Vendese ou arr^uia-se o engenho S. Gas
par, sito a fregaezia de Serinbiem. terreno de
massape, e paul, com embarque mui proximo,
bastaotes partidos de maltas, a roda de moenda ;
no caso de arrendamento serao concedidos alguns
annos de fogo mor'o, segaodo as respectivas con-
dtcSes. _________
Manoel Alves Ferreira & C. mudarm oseu
escriptorio da rua do Vigario Thenorio n. 3, para
eamesma raa n. 10.
i Attend
Vendese a mnito afregnezada taverns da rna
do Bom Gosto, em Santo Amaro das Salinas o.
40 :t;aratar na mesmr
Apipucos
Aluga se nma vraade e muito ari-jaaa
accommoda ;6es para duas (amilias, lead* f a
tos, 4 salas, 2 cozinhas, alem de oau oatra
chada fora, com espa;cso alao, proario para
tar e recreio, agua canali-ada, e cosb i rnairai
diversos logares. no interior e exterkn, haaara
choqae, banbeiro, etc, esa Apipacos, sales da \
voacao, junto ao chafariz: a tratar aa raa
Apollo ns. 34 s 36, armazesa de assacar.
dc
sVj
:;o$ooo
Quem deixara da passar a fe-la ao Rio Dore,
em ama casa de pedra e cal, toda fsmaracada,
con todas as commodidades p-ra kaaka doce
salgado, perto de Olinda, per tao poaco diasiiirs *
a iratar em Olinda coat o padre Baadesra, aa la-
deira do Varadouro.
Precisa-se alugar oau escrava a asa saassssje
para vender aa rna : na rna do araaea dc Oka
da n. I.___________________________ _
Arrenda-se o engeaho tsairo da Sara, sao-
ente e corrente com agaa, siso aa tregaszta de
Ipojnca, em tolo tempo aaa safsrarif aaess aaal-
ra, com 13 a 14 escravo*. swear asm a sa fa-
isndo, safra madora, a aova sa crisads, ssaasa.
tudo em andamento, cer:ado, saasst asapa, a saai-
tos partidos, e ate se vende. Tssat sa sc an c
mesmo negocio com o rageafcs Jassssa, sssassw, a
qnal e de animaes : quess prtlcdsr, paJe vir v<*r
no mesmo sitio da Serra, qua
traUr. -
Sara escriptorio, o .
ia o segundo dito : aa
da n. 4.
Aiigi-M
I'annonia
Ao eaaa do Apetta, an*
menda aos leaswrca de swgicsaa a
farinaa aaaaoaia, aaa saaias karri
a. M, sa
a a aaab i



"'!
Diano de F&rnamDuco Qumta feira 24 de Dezombrc de 1874
ESSENCE CQNGENTMDA
DE
DE
A WTO MS
Pharmaceutico *
Pela escola de Paris
Successor de
T ARISTIDE SA1SSET E________
A iBMeScto^Car^ba1 *"----- -P^i?e?dor do- 8an-ue- sem m"cnrio.
^^%
. um remedio hoje reconhecido
especial para eura de todas as molestias que teem a sua ori
JSr^L;.*^ ",,M STPH1LITICAS Bocbaticas e Escrofulosas, I
rm, ULCBRAS, Lbupqoes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos qae tem
como um poderoso depura-
em Da impureza do langue,
HEUMATISMO, EsiPCiGENS, DAR-
. pmHn a nmeacM ae Carobn, por
^1....*.^ apropmdamente expenmentada. a tem feito adoptar como um dos medieamen-
faeguros
sakttka.
toda parte
me
natureza syphilitica
produzi'o a Essencia de
inauamenie experimentada, a tem feito adopta:
e mais energicos para a cura de todas as molestias de
A cada frasco "acompanha uma inalruecio part a maneira de usar.
Pomada anli-dartrosa
Contra as affects eutaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
Lngnenlo de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc., etc
UNICAMENTE PREPARADO POR
S00QUAYR0L IBJAUS, SUCCESSORS
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
-L__________ANTIGA RUA DA CRUZ )
UNDICAO DO
1
BOWMAN
82
(Passando o cliafariz)
PEDEM AOS seuhores de engenho e outros agricultures, e compradores de ma
-.arsrao o favor de fazer uma visita a seu cstabelecimento, para verem o novo sortimen
o'eto que ahitern ; senlo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
:> pessoal pode--5e veiiflcar. H
- ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LDOAR DE SU\ FUNDIQAO
* d'affUa dos mais modernos systemas e em tamanhos con-
proprietarios e para descarocar
*&** aos mais modernos
iwsEtes para as diversas circumstancias dos senhores
aig dao.
de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
Moendas de canna
..Rodas dentadas p3ra
Taixas de ferro fundido, batidoe de cobre.
Alambiqucs e fundos de alambiques.
ChiniSmOS para mflndioca e algodto, e pars serrar madoira.
UOaS de patent, garantidas........
las as machinas pecas de qu8 se coto precisar>
^. qualquer concerto de illachhlismo> a pre$0 mui resumido<
IS de terrO tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
fc2SjL&f,m,!M8 dendar Vir <&**"' ma<*inismo a vontade dos
lembrando-lhes a vanlagem de fazerem as compras por intermedio de pessoa
lida, o que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxilio. P
Atados "amencanos
Aos'IkmoSooo
Betes de loterlus un Rio.
Praga da Indepeadeneia o. ii.
Precisa se fallar com o seguintes senhores,
oa raa Primeiro de Marco n. 16, primeiro andar.
Dr. Candidc Vieira da Cunha, de Sergipe.
Tito Antonii da Cunha, da Bahia.
Domingos Ulympio B. Cavalcante, S b-al do
Ceara.
Manoel Panta.eao da Silva.
Compra- e
duas oo tres ca?as ierreas nai me!i.
cidade : a tratar oa raa do Bario da ~
n. 22.
ALUGA-SE
o segando andar e armazem da rua de Pedro Al-
fonso n. 59, o sobrado de u n andar e solao da
rua do Hospicio n. 65, e o primeiro andar e ar-
mazem do sobrado da rua do Bom Jesus n 63
a tratar na ma do Vigario n. 31.
Precise da uma u ulher de bons costumes
que se presle a ensaboar roopa em casa de fami-
lia : a tratar na rua da Cruz, armazem n. 23.
24
E. A. DEL0CCHE
Rua do Harquez de Oliilda -2f
Ba^uloa do beeca Lar j
Participa a seus fngaezese amigosqoa. mudnu
i seu estabelaciunata do relojoeiro para a meama
rua n. 24, onde encontrarao um -graudo- ortiroento
de relogios de parede, americanos, e cima -de m-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios do
ilgibeira, de todas as quahda les, patente suisso,
de ouro e prata dourada, feleado (pta juet),- rolo-
S'os de onro, inglez, descuberto, dos mewons
bricantes, cadeiade ouro, placet a prata, lunetas
ie tod?s as qualidades^ tudo por precos muito ba-
ratos.
alem
para
Podendo todo^
ser movidos a mac
por agua, vapor
ou animaes.
instruments
N. 52
AFARIZ
Leques gratisj
A Magnolia, a rua Duque de C .xias n. 45, esta
distribuindo gratis a quem Ihe fizer algum gasto,
am Undo leqae, visto coohecer a necessidade que
ha deste ariigo ueste tempo tao caloroso.
Distrac,ao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, e so
quern tem aslindas consrucoes ou desenhos para
formar diversas vistas dos principaes edrflcios da
Europa, e que servem de distra^9es naa horas
vagas.
Lubki
Bauba, eleo extracto, co^melique desse afaraado
fabricante : t6 quem tem e a Magnolia, a rua Du-
que de Caxias n. 'i5.
Presentes
A Magnolia, a rr.a Duque de C xias n 45,
de nraitos outtos artigos que tem propnos
presente, acaba di receber c sf guinte :
Bonecas de cera que chamam papai e raam3i.
Bonecas de camurca com pescogn, pernas e
brajos movedigos.
Lindas caixas com finissimos extractos
Ricos vasos com ban ha e pos de arroz.
Bonitas caixas para costura.
Cestinhas com Acres artificiaes.
Ditas com prc-paros para costura.
Baptisados
Ricos chap6o3 e sapatinhos de setim branco, de
diversos gostos, pacp.i's para baptisados.
Cuti'culina
Quem tlver nodoas no rosto e quizer Hear :em
leas,l compre um frasco de cuticulina, na Magiio-
ia, la rua Duquo de Caxias n. 45.
Modas
Coques de eaballo.
Settas duuradas.
Leques dourado?.
Dlos de osso, marCm e madreperola.
Meias de cores para seiihora.
Gravatinbas para senbura.
BolSes de aro. <
Cintos todo dc me al.
Fivelas pretas para vestido.
Brincos de a$o.
Voltas de madreperola, e muitos outros artigs
Sue so se encontrara m Magnolia, a rua Duque de
sxias n. 45.
Espelhos
doarados, quadrados e ovaes, de diverse
am escriplorio
Comraercio n. 4
ma eutu
Aloga-se
no primeiro andar da raa do
: a tratar no armazem da mes-
S
1
o
0
S a m a
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nbores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Obras de verga.
Sufaes.
Cadeiras, as mats apropriadas para viagjns.
Mesas.
Cestos quadrados, para armazens de fazeadas.
Ditos para-padaria, os mats apropriados para
venda de pio.
Cestinhas para meninas de escola.
Capachos para entrada de estabelecimentos a
portas de scla.
Carrir.lios para meninos.
Bercos idem.
Veudem Pogas & C, a rua estreita do Rosario
n. 9, junto a igreja.____________
' Villa de Palmares
Na padaria demminada Maurty, siia na pra;a
deste nome, casa de azutejo n. 2, de=u villa, esu-
V^IMt
UlliliUlEi
LIQUIDACaO
NA
Loja de fazeodas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miodas muito boa* para roopa
meninas a 160 e 200 rs. o cevad*.
La pUs,anprior, a 400 rs. o covada.
Alpacas de core* fiau a Stt 910 rs. o eovadt
So se vendo.
DiUs com tmm ahertaa, taxeuda tea. a dOO ra..
covado.
CUtas de cores a 240 e 280 ra. o covado.
' Metins de cores miudas a 280 rs. a i
, Crelones, o raelhor qae tea) vtndo ao
! 400 e 440 rs. o covado.
Cambraias branens, bordadas e _
mais flna qne tem vindo ao nwrcado i
i **000 ""I", for IdOOO a ran ; a*
chincha. *^
Ditas preUs com floras miudas a200 n. o ewadc
Cambraia transparent, flna, a 31 a pea.
, Dita Victoria, lioa, a 4*000 a paja.
Organdy de assento braneo e de rw, eta
i res miudas de -eda e de la, a 400 n. a coradt
j E' pechincba.
Cortes de casemfra de cores modanua a MM
corte ; e fazenla de 8d. E' pechiacka.
Camiaas de linho fioas, lisas, a 554 a luxia, e (a
zenda de 554.
Brim braneo
belecimento de Francisco'Serarlco de Asris Vas-; D'ito Angola^ verdadeiro a 090 nT*o"covado.
concellos, fabrica se com a maior perfeicio, lim-, MadapoUo francex verdadeiro 24 iardaa. a *
peza e barateza, pao, bolacha e tudo quanto se 74 a peca. --
pode obter da farinha de trigo. 0 ancunciants Algodae T, largo e superior, a 54 a pan.
Gorgorao preto de seda para veaido e para
e barateza,
obter da farinha
protesta servir com esmero e agrado a todos quan
tos qnizerom honrar ;eu estabeleciment > ese cons-
tituirem freguezes e consumidores.
m

^jmmmtMMm
Collegio de Santa Ursula
Para educ$So de meninas.
Este antigo e bem conhecido cullegi, estabele-
eido no edilicio n. 32 da raa da Imperatriz, eo-
| mecaraos seus trabalhos no dia 7 de Janeiro pro
i ximo. vindonro. A direct ra abaixo as'ignada,
e-pcra dos pais de suas alumnas, e do publico em
ger.il, o acolhimento qae tem merecido ate hoje,
promettendo de c mtinuagao a seas esforcos na
boa educacao das meninas que lhes sab conGadas,
mantrndo assim o credito adquerido na praiica
de mais de 14 annos de exercicio.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
A director?,
Ursula Alexandria de Barro s
I MEDIC0-CIBDRG1C0 S
,v Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 2
S PARTEIRO E OPERADOR W
r.-iiuumu a OPERADOR
,/Hua do Yieconde de Albuquer-^
;?' Ie n. 3D.
T ESPECIALIDADE
Jg> MolcatlaH de senboras
menineg.
X Consultas das 7 as 10 horas da
R nha, todos os dias. mt
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- '%$
m
rua-

*
tas e sextas-feiras.
Os doentesquo mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serao visitados em suas eaaaa.
Escravo f ugido
Ausenloase ha dias do engenho J guiribe, o
preto crioulo, Mat-eel, Je 30 annos, alto e secco,
falla maosa, pes e maos bem feiios, tem fa'ta da
ut us dentes na frente, na f ente e iado superior,
olhos pequenos e nariz afiado. bocci regular, fol
escravo na Parahyba, de Victorinc Per'ira Maia.
Gratifrea se bem a quem o levar em Jagu; rib
oa no Decife, ma Nuva n. 8.
a 34 o covado
Toalhas alcochoadas a 44900 a dtuia.
Colchas grandes a 34500 uma.
Cobertas de ganga, forrada*, a 34.
Lencoes de bramante a 24 am.
Len'.-os de linho, abainbado* a em (.
34500 a dnzia.
Ditos de ca^a de oores abaiohados a 34900 a d
zia.
AlfOOO
Cambraia branca, bordada, com itsaras e de
I quadrinho*, ab rtas e Upadas, por kroos awa
grande por^ao, r< solvemos vender berat t para aca-
barmos.e faz.'ndi muito krga e muito Cna, qae
sempre se venden por 2;. o metro, e eeUawe ven-
dendo a 14 a vara : so qaem tem cira vtader
por este prego, GaiMvrme S C, rua do Crew
loja das tres portas. Dio se amotras.
E outros muitcs artigos que se veuie por aw
nos do quo ontra qualqurr parte e para se aw
Sonalorem queiram raandar ver as aaiostras
engaoaja de
GciflHTnie & C.
mn iivHiim!
AUen^ao.
Festas
Festas I !
Feslas
tama-
Dpposilo devi'b Mtm'e
Peruaiiiljueo.
u.S?^ J4 obiido o melhor acolhimento nos mer-
calos da Allemcnha. Inglaterra e mesmo em Fran-
N\0 HA MAIS FALTA 1>F1 GE1.0
AGORA HA COM ABL".N,A>'CJA
Gelopara almogo
Gelopara lanche
Gelopara jatitar
Ge'o para ceia
Gelo para vinho
Geio para cerveja
Gelo para refrescos
Gelo para sorvetes
Gelo para remedio
Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar carne
Emfim, gelo para Todos; e para qualquer Uso
NA
FABRICA NOVA DA VIUVA STARR
Caes do Capibaribe n. 38.
rta nos dias uteis das 6 horas da manha art rs 5 hora- da tarde, e not domingos e dias
%H| ^ Preci'a-ae de uma amaparaca-
_ mMM sa de homam solteiro, que saiba
cozinhar, e que qieira ir para fora da cidade : a
tratar na rua do Imperador n. 57, loja.
por-
J ale as 11 floras da manhS.
S. B Os pedidos de quantias grande? para
com antecedencia.
os vapores ou para fora da cidade devem ser
ESCRIPTORIO Rua do Commercio n. iO.
Predate de um caixeiro, prefere-se
tuguez, de idade de 13 a 14 annos: na padaria da
raa Imperial n. 20i. Na mesma vende se utenci-
lios para palarh.______
Vende-seum terreni proprio, na eslrada da
Luiz do Rego, em Santo Amaro, com 50 palmos
de frente e 600 de fuados: a iratar na mesma es-
trada n. 19.
Attencao
As acc5es entre amigos de um piano de dous
teclado=, que tinha de. correr com a ultima kttria
do mez corrente, rlca transferida para a nltima do
mez de jan-iro, em razao de ser ja novo piano que
tem de ser extrahido no dm do corrente mez.
CiUADA
Precha-se de uma ami para coraprar e cozi-
nhar em casa de peqaena familia, podendo ir a3 6
horas da manhJ e retirar-se as 6 1|2 da tarde : a
tratar na fabrica de fhcao e tecidos com o guar
da-livrcs.
exp<-,siQ5es ;
us igualmen-
bnos : na Magnolia, a rua Duque de Caxias no- ft" '0i,vin,nos das m">has pmpnedades e de
mero 45. I P0."10?. oode foram apre iados e mereceram os
.primeiros premios em differentes
e desejando tornal-os conhecid
16 na pruvincia de Pernambuco, onde de cer-
10 serao bem aceitos, ja pela dimim ta quantidade
ae aguardente que conie"m, como pela sua velhiso
e tratamento espec al rolvi estabelecer um de-
KTRnJ?^? dQS Sr,s- Poas & G a rua e^eita
do Rosario n. 9, onde se encontrao sempre de
diflerenles precos e qualidades e direelanu-nte en
Annos
Annos
Rtis
8
Rels
Reis !
I
Annos!I !
I I
- dias 3
DE
ISJAMI
0 comer da forca e vida I
0 beher au- or coutem :
noruamos pais e bebamos
Que a morte uao locge vem I
PJB
Sao gcralmeate eonbeeidas as vantagens que
auferem aos convalecentes do uso do vinho Ma-
deira permiltamme, por6m, os Exms. Srs medi-
nS,l. ma/ a Sna allfn& Pa" estes, nos'quaes
encontrarao as quahdad a mais apreciaveis.
Henrique lost Maria Camacho.
n^Es,?ad!JcnifIeilS e3la raeonheeHo pelo tabelliSo
Soza) Funchal, Joaquim Mochado
de
ARMAZEM DO VAPOR FRANCE
a. ttuadoBarao da Victor a, outr'ora Nova,N 7
*v?Jmt*$Sm?*M*:imat0 t9nd d Attengao.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel de Siqueira
(aialcante Junior a negocio de particular inte-
na rua do Marqnez do Herval n 14.
'
Galcadd fraocez
ra homem
enhora,
aueninos
lions pianos.
e meninas.
Bbta-s e perneiras inglezas
de montaria.
ftiJHliaig ~VencTe-se ranito em conta, cadeiras avuisai d
iilanco, de brajos e do dpbrar.
Perfumarias.
Wnos extractos, banhas, oleos, opiata e pds den-
^flce, agua de flor de larania, agua de toillete,
fljvuia, flnrida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
->smeticos, nraitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes em frascos de extractos, caixi-
afcas sorbdas e garrafas de differentes tamanhos
iaguade ^logne,4udo de primeira qualidade
to cera c.inheeidos fabricantea Piver e Coudrav.
de
Dos melhores e mais nrodernos modelo*
Blond. 1 : vende-se. troca se e aluga-se.
Quinquilharias.
rtlpo* de ;ilTeren(es gostcs e
phantaslaa.
Espelhos, leques, lavas, joiasd'ouro, lesourinhaa
camvetes, caixinhas de costura, albuns, quadros
e caixinhas para retratos, bolsinhas de veUodo!
ditas de couro, e cestinhas paratira^osde meninas,
chicotes, bengalas, oculo, piaee-neayponteiras para
charntoa e cigarros, escovas, pentea. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellaa, esterloco-
pos, lanternas magicas.cosmoraraas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens,
globes de papel'para illuminacdes, machinas de
razer eaf6, espanadores de palhas, realejos de vekv
accordans, earrinhns, mamadeiras de vMro para>
aarierte as criancas, e mnitos outros artrgos.
Brinquedos para meniiios.
A maior variedade que se pode deaeiar de to
dos os brinquedos fabricados em differntee paries-
da Europa, para entretimentog das ariaaeaa; toAoi.
t preco? mais wnmidor .;nf 4 poBSTfC 'f'
Gratificicaode i
Fogio da casa do seu senhor, no dia 25 de no-
vembro proximo passado, o escravo de nome Pau-
lo, preto fulo, de 21 annos de idade, mais ou me-
nos, altura regular, tem parte do dedo minimo de
uma das maos cortado, umas cicatrizes grandes
no brago esqaerdo e nas pernas, provenientes de
gomrnas, tem uma marca grande de ta'ho nas cos-
tas em cima da pa direita, and; ligeiro e e rauitj
esperto, sabe engommar, cozinhar e faz todo e
qualquer servico domeslico: roga-se a quem o
pegar, que leve-o a rua do Conde da Boa-Vista
oulr ora Formosa, n. 8, qne sera reeompensado. '
Escrows fogidos
D) engenho Pagao, freguezia de Santo Antao
fugirira os escravos Raymundo e Isabel, aquelle
com 25 annos de idade, solteiro, c6r mulalo, arta-
ra regular, bem parecido, dmtes limados, cabellos
Os abaixo a especialmette ao corpo commercial, qae desde 6T '
dia 15 do coi rente seacbadissolvida eatre si, ami-
gavelmente, a sociedaJe que tiveram uesta praca
que flna sob a razao social de Joaquim Jose1'
L-ltao & (1, r. lirando-se pago e satisfeito de seus
capitaes e lucros o socio Joaquim Ferreira de Car-
valho, flcando a cargo do socio Joaqaim Jose" Lei-
tao e sob sna unica responsabilidade. a liqaidacSo
do activo e passivo inherente areferida flrma so-
cial, de conformidade com o balanco a que se pro-
cedeu na citada data de 15 do corrente.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Joaquim Jose" Leitao^
______________Joajuim Ferreira de Carvalho.

Rua do Impc
28.
ni
dr
28.
resse
Na rua de^
ama para cr zinhar.
Joao n. 63 precisa se de uma
Escrava
Precisa-se alngar uma escrava para vender bo-
iinhoa na rua, que seja hn* .nii^-,:~ L. __
bem
boa qailandeira, nefea-se
na rua da Florentina n. 22.
e p6s limpos ; esta, viuva, idade 30 annos,
corfula, altaeseeca, tern o rosto carnndo,o:as
esta uma marqainba peqnena e pe3 com: rido o
quem os agarrar e entregar no dito engenho, ue
sqeo ruau Imperador n. 50, sera gratidcado.
Telegramma.
Assembles do comraercio, a rua
do Commercio n. 22, 18 de dezem-
bro as 6 horas e 45 minutos da
manha.
neste estabeleciraento
quantidade
Coflsoitorio medico fd
do g
Dr. Marlllo. fi
RUA DO VIGARIO*. 1, 2.' ANDAR. $
Recem-chegadbda Europa, onde fra- Q
quentouos hospilaes de Paris eLondres, rL
podera ser procnrado>a qualquer bora do
aouda noite para objecto de sua pro-
, Preparase
extraordinaria de
Qasteis
Bolos
Pddlns
E doces
ra satisfazer as exigeucias do publico, nos
festa qae estau a poru.
Recebem-se encommendas para qualquer dos
ngos.acima, e maisdos-segnintes:
EITOES (assados)
Viva o pr^zer r qu'ntado I
Viva o amor sublimado !
Viva a caridade araiga,
Da cabeca e da barnga !
Triple exultacjio.
Almoro fratcrnidade
Na rua do Imperador n. 28, en-
conlra se tudo quanto ha de mais
delicado e saboroso para o arranjo
de qualquer almoco por nnis mag.
niiico e soberbo que seja I I
rfamar iIberdade !
Presnnloj, salaraes, doees, quei-
jos, v.nhos e u. a iuQcidade de
pr-parados de aves, peixes e raa-
risco'.nao inclnindo uma immen
sa variedaie de e3pecialidades das
mais apreciadas na Europa I 11
------Ceia ifnaldade t
Viode ao armazem do Campos
e ficareis abysraados de ver tan-
tas igaarias e petijeos preciosos
que ficareis couvencidos de que
es'as no c^ntro do que ha de me
Ihbr no grande mundo das vic-
tualhas I I
P Campos vende barato I
Vende bom e do melhor I
Ver para crer I
Comprar para saber I
Re par em bem .
Qaem ao campos nao comprar
Festa ma hi de passar I
Annos tcra raaito feio
E Reis... nao digo... mais cre:a
Sera muito mao fregufz
E nao tera prazer Dcs tres dia3 de
E' s6 quem vende a 600 rs.
Cambraias brancas borJadas com litres e de
quadros, abertas e tapadas, fazenla inito fina,
com 5 palmos de largura, e por tprmos grande por-
fao resolveroos vendor barato para aeaaaram ;
fazenda de I GOO o covado, e nos estaax vnlea
do por 6.0 rs. o covado, dao e amrxtrat : na rua
do Cresjo n. 20, loja de Guilherme & C._______
LIQUIDACAO.
0 Pans n'America esta liqnidando ( ulados
pelos seguinte* pre^s :
Botinas de duraque, de cores, com canno alto e
laco, a Luiz XV a 540 0 Ml
Iiotin.19 deduraque, de cores, bordadas. caaa.
alto, a 64 III
Botinas de duraque com la^o a 34.
g|2*> pretax ga.-peadas, canno alto, a %$, St
Botinas Ii as eenfi"tada, para raer.;na- a 34,
B> tinas de Suzer, de cordevjo com i. >nt*ira'ee
verniz, para homem a 84. Aprovcinn, qae 4
barato. ^
Metins a 380 rs.
0 Pavao venle bonitos metins de rfres para
veaUdos, pe'o barato preco de 20 e 320 rsTe
covado; assim como, um bora sorlimento de ehi-
Us de todas as cores, nadioes modern s e fiios
pelo barato preco de 280 ale 360 rs. : a raa da
Imperatriz n. 60, loja de Felix Peretra da Si^va
Groa prelo a 14.
0 Pavao vende grosdeoaples preto a 14 0 co
vado e dahi para cima, ale 4; : na raa da Imne-
ratal n. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Yiulios garaiilidos.
Cunha IMn k t a in ds ll-
dre de Deis n. U.
Figupira superior em quintos e aaeoretas.
Pasto idem em ditas.
Porto idem em ditas eccapadaa.
Porto em qaintos e ancoreUs.
Porto em caixas de dnzia.
Idem superior para festas e doenles.
Hesperedina verdadeira.
Cera de carnaoba boa.
Cafe do Rio bem.

A 1#000
Sapatoi de tapete avelluda'dcs rara bomem
rua larga do Rosario n. 22.
aa
Pasto fino.
Superior vinho de ova pura em arris e aaeo-
retas vende se no priaeiro andar da sobrado a
00 da rua da Cruz.
5
dias
PERL'S
LLLINHAS
PATOS
Aluga-se
urn sobrado de umiandare sotao, con agua e gaz,
Fo/ta d?0ai*de Si.n'3 Rita n- S3 : a tratar na
1-orte do Mutos, poy cima do trapiche Dantas
Escrava
Para vender bolos precisa se alugar uma escra-
a qae seja boa quitaodeira> pagase bem : na
jua da Florentina n. 22.
Chapeos
senhoras e treainos
outr'ora Direita n. 61.
Lfqaidaeio.
de todas as qualidades p.ra Ii mean,
Marcil 0 Dias,'
na rua de
PEIXES
fceTtt ser assttdas.)
para nma mess
Consultas das 6 as Horas da manni e
do meio dia as drm horas da tarde.
w GRATIS AOS POBBES.
KspectalidtrtUs : Molestias de senhoras, I
da pells e de eriar^a.
E PRUGTAS ,
[kudo intttit Jmme.>ttfau4),
MHa tambem sortimeoto complete de bebidas
IARTOWSB'
VBR1HOUTH
iIIOS GENER060S
ABSINTHO
I
E CERVEJAS.
(Ageaaia). J&eira. Lim*
Compra-se dma escrava que seja sadia 9
de bonsr costumes 1 e quo entenda de eozinhae
engommado e mais service de can de familia -
a tratar a raa do Amorim n. 54 armazem, das 9
horas da manha as (4 da tarde.
Compra-se
caixas dBbto vazias a 400'rs.:
na fabrica-de sabaoidos Atogados e na travessa da'
Madre de Deusm. 10, Recife.
PEMAS u _.
Comprain Lehmam Fre-
res. a rua Primeiro deMar*
qon. 16,1. andar-
Fondas lleniarias
ELECTRO-MEDrC4ES
Para ligar perfeitamente e enrar radical-
rnente
as quebradnras
Essas fundas estsbelecidas sobre 0* conheci-
mentos medicaes e anatonicos mantem as quekra-
duras as mais volumosos e difflceis, impediado e
sea desenvolvimento. Ellas teem ama acci) elec-
tnca que na generalidade doe casos opera aaa
cura radical sem qae 0 doeate se Ntoite a pne-
cripcao alguma, a exeepaio do uao rfcliiuu 111
las. A cura opera-se no periodo de II a 30 Ma-
zes conform* a hernia mais ou menaa* aniiga.
L'nico deposito em Pernatnbucoj pharma-
FHARMACL4 E DROGAMA
Dl
Btotholiomeu & C.
34> Ra Iflcg* do Rosaria 94
Taccma. Vt
Tendoo Sr. Dr. Jc*e LoMencp
t montado na corte um complete a
' tigo, tem aqui aberto um depo
1 maia reeenta, 00400 tubos se e
PAGINACAD INCBHItTiJ


Diario de Peraambuao Qulnta feira 24 do Dezeinbro de 1874.
Aos legitimos fogoes econo
mieos.
tcaba'm de cliegar a esU cidade os ver-
dadeiros fog5es eeonomicos, ja rauito conhe
cidos nas proviacias do Rio de Janeiro,
Minds, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
hia e'Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior acoita^So possivel, e sio }i
preferidos aos de qualquer outro system*,
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidado na colloca$5o, moderno systema,
e sobretudo grande economia no combusli-
vel ; trabalham com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
nhos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, boteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos ao publico, aonde se darfio todas as
explicates necessarias : *1ia rua do Viga-
o n. 12
Soares Lei IrmSos, rua do Barao da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para camas
Naloja do Pavao vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas Ue dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,800
para c>ma o iitas de metim escarlate forradas com
madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.___________________
Vende-se
No escritorio de Thomaz de Aquino Fonceca 4
C. Successores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Ciraento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d i Porto em caixas, finissimo.
Idem em barris de quiato e decirao, fine
Retro r.
Fio.
VENDE-SE .
Na rua do v"igario n 19, vende-se o seguint e
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, fraissiino, em cai-
i'i- de duzia.
Dito dilo em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares era ancoretas.
Cera phi velas, de Lisboa.
Cera eco grume, idem.______^^^^^^
Wii on Rows & C vendem ao seu arman
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades._______
Nova reniessa.
Villa vcrdc de Aniarante
Convida-se os aprecia"dore3 a vircm apreciar o
que ha de mais excellente neste artigo; vende-
se cm decimos e a retalho, em casa de Pocat
& C, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
greja.
Coll a superior
DA
Fabrica Camacho
Ja cbegou para o unico deposito, no escript rio
de Joaquim Jose Gon;alves Beltrio & Fiiho, a rua
do Commercio n. 5._______________________
Farinha de mandioca
soperior, cbegada pela bare* Sapkira ; tem para
vender mais barato do quo em outra qualquer par-
te, Joaquim Jofo Gonrjalves Beltrao & Fiiho, no
seu escriptorio, a rua do Commercio n
com
rs.
listras
muuo
15o
400
240,
a 5*,
N. 7 2.Rua da Imp era t riz N. 7 2t
EM LlQUIDAAO.
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha Umpo iinham feito eneommenda e
agora estando em liquidacao resolveu que estas fazendas fossem veudidas nas mesmas eondicCes o
que e muita vantagem para os eompradores, isto no Bazar Nacional rua da Imperatriz n. It.
Organdvs branco a 400 rs. Chads de li a 640 rs.
Vende-se cha'es dc 13 a 640, ditos de merin6
estampados a 1/G00 e i/.
Cortes de casemira a 5/.
Vende-fe cortes do casemira de cores
5/500 e 6/.
Corertas de chita a 2/.
Vende-se cobeitas de chita a 2/ e2/50('.
( Colchas de fustao a 2/.
Vende-ss colchas do fost.io a 2/, 3/ e 4/.
Fustao branco.
Vende-se furtao branco para vestidos de senho-
ras, ergandys branco Gno a 640 o metro.
Madapolao a 3j.
i Vt-nde se pecs de madanolio enfestado a 3/ e
3J500 a peca, ditas dila< fino a 4/500, 5
dito francez fino a 6/, 7 e 8/.
AlgodSoiinho.
Vende-se peca9 de alg idao de todas as quali-
dades^e barato.
Bram ante.
Vende-se bramante de 10 palraos para lenjies '
a 1*600,2/ e 2^500 o metr <.
Algodao enTestado a 900 rs.
Vende-se algodao de doas largoras enfestado a
900 1$ o metro, dito trancado a 1/280 o metro. |
Graode li.iuidac.So dc roupa feita.
Vende-se ceroulasde algodao a i/, ditas
a t/100 e 1/3 0. catenas brancas a 1/800,
2/500, ditas de linho bordadas e lizas a
3/5"0, paletots de alpaca preta a 3J600,
4/500, ditos de dito de cores a 23, camisas
flanella a 2/, ditas de chita a 1/230 e 2/.
Vende se organdys branco
fino a 400 rs. o covado.
Popelinas a I'OOO.
Vende-se popelinas de cores muito finas a
covado.
Alpacas de cores a 400 rs.
Vende-se alpacas de cores para vestides a
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Vende-se laazinhas para vestidos a 120,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vende-se alpaca lavrada para vestidos a 610 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vende se gnmdina preta com listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales finas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.
o covado.
rChitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cores a 260 rs.
Vende se cassas de-core^ finas a 560 e 320 rs.
o covado.
Cambraia victoria a 3'500.
Vende-se pe?a de cambraia victoria a 31500,
4/e5/. Cambraia transp;rente a peca a 3:,
3/500, 4/ e 5/.
Cortinados a 6/.
Vende-se cortinados para janellas a 6/ e 7 S o
par.
Pazeudas e artigos
novidade
NA
LOJA DO PASSO
itaa Primeiro de Marco n. 7 A.
Cordeiro simoes C, proprletarios
leste imporunte estabelecimento> no louvavel pro-
jrosito de nSo desmentirem o conceito que os,
ieus Bumerosos (regueies Ihes tem dispensado,'
icabam de receber de sua eonta o mais rico sor-!
imento de selas, popelinas, las e artigos de ul-
ima moda em Paris, e continuarao a receber \
jor todos os paquetes daquella procedeccia ; por
sso chamam a attencSo de seus freguezes e os,
ttnvidam a darem nm passeio ao seu entabeleci-.
nento, garantindo-lbes que encontrarao a reali-'
lade do que fica dito, e para pr. va dao um pe |
ineno resumo, cujo infallivelmente despertara a
mencso dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
imotras nv.diaote penhor.
Artigos ultima moda.
Cortes de vestido de liuho guarnecidos de bieo
ta mesma fazenda e cor, trazendo fivella, bolca,
into, etc etc.
Riquissimos chapeos para senhora, de cores e
Retallics de fas.
0 Pavio vende uma por,;ao de retalnos \(
para vestides tendo grandes e peqnenjs, q i li-
quida barate para acabar, assim como um. por-
cao de cassas e chitas pretas qne se vende por
qualquer prejo para acabar : na rua da lo ir--
tr z n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilhos, a 3/500, 4/ e 5;,
0 Pavao vende urn boiuto sortiraento dos mais
mode "nos espariilhos que vtnde a 3/5 0, 4/ e
5/000.
Pechinca em lencps branc< s a 2 500.
0 Pavao vende duzi-s de kneos fmissimos de
cambraia branca para m5o, sendo fazenda que
sempre se vei.deu a 4 I 00 a duzia e liquida-se a
2/500 por ter grande porvio de duzias, ditos abai-
nhados a 2;, ditos chioez s mnito linos e ditos
francezes eseuros mu to fines para quem loma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vtnde-se cassas de cores para vestido a 240 rs.
o covado : na loja do Pavao a rua da Imperatriz
60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcao de camisas bran-
de linho e de algodao, por mnito
BAZAR
DAS
FAMILIAS
Rua Deque dc Caxfos n. 61
1J
araa
festa
Reis e Silva & Guimaraes, proprietams **+
bem conh-'cido estabelrcitnento de fazenda* few
convidam aos seus freguezes e amigua a mciik*
se dos artigos iodispensaveis para a feM,
da ultima mod;, e de fino gosto, oa qnaex ae
dera por modico prefo.de forma que igcai
enconira em outra parte.
A fun de que o publico avalie o qne lava*
offerecem a sua preciosa con>idera^ao a
men^ao:
Lacinhos para senhoras.
Tenjf s nm complete sonimeBto de lacwlMt
seda e de camlraia birdados que elar-
cas com peite
menos do seu valor, por estarem um poucoenxo- aeD(j0 por preCo n,nit.; barato, "a 2/, Sf*J. 1*
valhadas, assim como seroulas franceras e de al 3^500, 4/ e 83 cada um. Sio muito Undo*,
god-'-o a 1-.560, ditas de linho a 2$ e 2.500 para, Gases de seda.
acabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. CO Temos nm complete scrtimente de p>et it ^
de Felix Pereira da Silva. da de ?f-da, lazend.i muito modern*, tri<
Roupa para homem para acabar ate ao fim contra no Bazar das Familia?, pelo pre^o kt XI
do snno. rg. 0 cuvado. Niuguein p- de vender.
Na loja do Pava> liquida se nma grande porcao popelinas de linho to
de roupa pxra hunv.-m como sejara : calqas dt Temos um complete s.rlimentM de popeia
brim d'Angola, ditas brancas, ditas de casemira de, Hcbo, fazen 'a prof-ria para pps?ar a leau frwr
cor de 6,5 ate 12lt ditas de brim oores, palitots muit0 bcrata, a 500 rs. 0 covado.
e fraks de panno prcto, de alpaca e alpacao, as | Faiai de seda de cores,
.sim como de caseniiras de ceres, colletes branco?, | Rccebtmos um complete sortimento < fwA *
iretos. ___,4 u. pretei e de cures, f.ssim como rocpa branca de lo si)da, fa?2nda inu-iram-'nte nova, quo i*mk *
Lorte- de catrbraia brancos com lindos bor &7aa -^jia^ea,nio aa olha a prejuiao, 0 que se vendendo por 2/, 2*200 o covado.
'ados. Quer ^ ijquidar ate ao fi n do anno.
* de cores com enfeiles da mesma fazenda, 1u Cambraia victoria e transp
finas
2 A 0
3/ e
4/ e
de
5.
Chap
Admirem
Granadina Co. soda a 4O0 rs*
Na loja do Pavao vendc-so finissimas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre se vendeu a I;200, e liquida a 400rs. 0 cova-
do ; assim como manguitos e golinhas de cam-
braia bordadas a 1? cada um, e pecnincha : na
loja do Pavio, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva._______________________________
Salsa parrillia
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
lalho : na rua larga do Rosario n. 34.
Gal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na pfaea do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro
drigues Tavares de Mello.
jvrfi- u i>
Bouquets de crave e ie todaa as fl ties, capellas (
e velas para luplisados, de muito gosio, por barato ;
pre^o, e tamLei-.i reeehe-te encommendas tre- dias
antes: no pateo do Limmcnto n. 36, loja de'
Cera.
{ttftS
Grnade exposigao
t.OaiO
Granie sortimeoto de chapeos de palha para
homem a 1/8)0 e 2>, prego realmenla baratissimo
em vista da qualidade, e muito proprios para a
(esta : na ma do Passrio n. 60. ___________
Imperial fabrica de rape
areafina de Moreira dt C.,
da Bahia.
Oeste excellente rap^, que se torna recommen
davel aos amantes da boa pilada tem estabeleci-
do esta fabrica 0 seu deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que vendem por Junto e a retalho, fa
zendo-se vantagem a quem ct-mpnr porcao.
W E % lPE"^aJi 0 sitio junto a igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodagoes, todo mura-
do, com duas frenles fervi las por portao de ferro,
dando para a rua d Amizade e para a do Man
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
Isrgora e 354 de fundo ; e a casa mde 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situacM e a melhor
possivel para morada, e quem quizer edificar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'gumas plantacSes de gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
caeimbas, utia das quaes 6 nova. A entender-se
com 0 Sr. Dr. Wiiruvio quem o pretendei\_____
Esla queiniando.
0 proprietario deste estabelecimecto tem ratal*
vido vender as suas fazendas 0 mais barato pos-
sivel, aGm de apnrar dinheiro.
Cambraia branca bordada.
0 deseng8no esta vendendo cambraia branca
rdada pelo diainuto prego de 360 rs. 0 covado.
E' graude pechincha.
Cortes de organdy de cores a 4:500
/'Xlambraia transparente, fina, a 3/ a Jpeca.
Baptista de lindos padioes a 360 rs. e covado.
Chitas escuras finas, a 240 rs. 0 dito.
Ditas Claras idem, a 240, 280 e 300 rs. 0 dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. 0 dito,
Flor do bosque a 600 rs. o.dito.
Camisas de cretone, finas, a 3/ e 3/500.
Madapolao inglez, fino, a 4/500, b 0 5500 a
Uite fraucez, Ouo, a 0/0OO, 6/, 6*500 e 7/
peca
Alpaeas de cdres a 400 rs. 0 covado.
Basijuinas dc gorgorao de seda a 6/.
Popelinas de linho e seda a 1/ e 1/500 0 eo-
vad".
Cambraia Victoria a 4/ e 4/500 a peca.
Gase de seda .a 1/ 0 covad--.
Brim branco de linho n. 4, a 1/500 a vara.
- Algodao T largo e tioo a I/, 4/500 e 5/ a
pega.
Cambraia de cores a 200 rs. 0 covado.
E ou'.ras muitas fazendas que deixam de ser
mencionadas para nao se tornar massante, por
i.-so cbnvida a t.das as pessoas a fazerem uma
visita a seu est.ibelecimento afirn de sortirem se
do bom e barato para a festa : a rua do Crespo
n. 2">, junto a loja da esquiua
Uziohns bnlhantes a 720 rs.
0 Pav.io reeebea um b-juito sortiment) das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadriohoo
rniuJiiili i>, parecenlo de uma so cor, e tendo diffe-
rentes cores ; esta fazenda tem um brlhc corns
seda e bastante larRiira, e vende-se a 720 rs. 0
covado : na rua da Im, eratriz n. CO, loja de Felix
Pereira da Silva.
Lazinhas rno'Jernas a 320 rs.
0 Pavao vende honitas lazinhas de quadrmhos,
tendo de tolas as cotes, pelo barato preco de 320
rs. 0 covado ; sendo fazeuda qne sempre se 7endeu
a 500 rs, e ppc.hinoa : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras
0 Pavao vende uma porcao de panos de cro-
chet, proprios para eni'o>to de cadeiras e de so- I
fas, que vende por precos baratissimos: na rua ;
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Cortes de organdy a 29i00
0 Pavao recebeu um bonito sorHmento de eorte3
de organdy, matisados, para ves'ido, qne vende
pelo baratissimo preco de 2 400 0 corte, 6 pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva._________________________ j
Lustres, candieiros e aran-|
dellas paragaz.
No nevo estabelecimento, Grande Exposigao, na
rua do Irnperador n. 3i junto ao eseriotorio da
companliia do gaz, vendem-se lustres, candieiros e
arandellas de differenes tamanhos e moderno*
gostos, tanto de vidro como Aa bronze, e tudo do. ;
melhores fa rienntes que Pa na Inglatrrra. Taro-
bem se vendem glubos Ce bonitos padroes, churabo
e lud'i o mais gaz. E ci.-ino os donos deste e^labeleclmtnto man- I
oam vir de couta propria e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que quatquer outro,
pata 0 que os compradores podem exper'inentar.
Absuenr candi..
t) melhor e mais bonito, preparado e aper-
fei?i>ado por systema novo, vendem Beilrao 4
Quintal, em sua refiuagao a rua 00 Barao do
Triumpho n. ?i6.____________________^__ '
Salsaparrilha nova
Chcgada no ultinio vapor do Para\
Tim para vender Anton 0 Luiz Moreira de Aze
vedo : no seu escriptorio, '
n. 57.
nrino, etc. etc.
Capas de 1* para meninas e senhoras, guarne-
idas de arminbo.
Yestuarios para baptisado."
Riquissimas camisas bordadas para senhora,
Lequeade madreptrola, para noivas.
Etieas colcbas de seda, para casameoto.
O'rtes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
sedinhas da delicados padrSes.
Selim Macao de todas as cores.
Grosdenaplts preto3 e de cores.
Vtllu'.r preto e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
F1I6 de seda branco c preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Capellas e manias para noiva.
Cambraia de cores, ditas roariposas brancas, de
.ores, lisas e bocindas.
Plor do bosque (novidade).
Percalirras de qaadros, listras, etc.
Brius de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas- pira senhora.
Grande sortimente de camisas de linho lisas e
>ordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, mentnos
. meninas.
Sorlimpnto de chapeos de sol para homens e
#nhora.
Merioas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verSo, bombazina, can-
to, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e dito
lardo.
Daraasco de 15.
Brim de linho braaco e de cores.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e preJos
Ditos de tocquim e ditos de casemira
Canisas de chita para homef ""'tas de fla-
iella.
Ceronlas de.linbo e ditas de algodao.
Pannos do crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de larsyrintho.
Ricos cortes do vestidos de tarlaUna, bordados,
ara baile?, e tarlatana ae todas as cores.
Colchas de damasco de la, e dilas de crochet
Es-partiliiO* lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
C&semiras prel3s e ds cores.
Loja do i'asso
Rua Ptirnciro de'MarcjO 0. 7 A
antiga do Crespo.
transparente
Na loja do Pavao vende-se um grande sortimen
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos tendo 8 i/2 vara cada peasa de 35600 para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe
reira da Silva
Collarinhos de linho para acabar a 4 5
a duzia ,
KNa loja do Pavao liquid* se uma grande porcao
de duzias de collarinoos de linho, por estarem um
puuco enxnvMliados, pelo barato prego de 4,, a
duzia, sendo fazeuda que sempre se vendeu po;
7.; c peehincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix t'ereira da Silva.
Chales de casemira a 4/-
0 Pavao vende chales de casemira com gostcs
chinezes, sendo muito grandes, que semjire ven-
deu a 7/ e 8.., liquida a 4.:. Ditos de la, muito
encorpados, com listras, a 3^. Di'.cs de quadros,
azenda muito ba 2j; assim como. um benito
forti.nento de ditos de merino, lisos e de quadros,
vende de 2 ate a. cCj: a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pa-ao, de F. P.reira da Silva.
I'epc.lina de linho a 400 rs. 0 covado.
0 Pavao recebeu urn elegante sorlimento das
maitbcnit.'S p'<>pciiaa= listradas para vestidos que
vende pelo barato prego de 400 rs. 0 covado, la-
vandose nao desbolam ; assim como, bonitas e
modernas laz.nbas com listras de seda a 640 rs.
0 covado. Ditas transparent com palmiuhas a
500 rs., sao bonitos. Bareges de uma so cor, pelo
' barato prego de 400 rs. 0 covado, e pechincha :
na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
da Silva.
Cories de vestidos pira liquidar.
0 Pavao vtnle a 4 ;, 5/ e 6/ corte de cam-
braia branca com eufeites bcrdados de cor, la-
zenda que sempre vendeu a 7/ e 8/, e liquida a
4/ para acabar. Diu.s brancos de cambraia aber-
ta com listras e lavradinhas, que sempre se vtn-
deram a 10/, liquidam se pi r 5/. Dilus Benoatao
com lindos enfeites de co:, fazenda que val 12..,
liquidam se a 6:. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3/ ; e pechincha : na 1 ua oa Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para criancas.-
Meias a 2/500 a duzia.
Toalhas de fustao ;>ara mesa a 2.500.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de
jantar pelo bar. to preco de 2/500, e pechincha
na loja do Pavao, a rua da Imperatriz
loja de F. T. da Si'va.
Brins de Angola a 2/, 2 500 e 3/.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bins de
Angola a 2j, 2/500 e 3/ ; 6 pechincha : na rua
Sa Imperatriz n. CO, loja de Felix Pereira da
diWa.
X
n. 60,
Vinho verde.
Especial chegada no ultimo vapor, tem para
vinder em barris de quinto 0 de Colares em
decimos, no seu escriutorio a ma do Commercio
0. 5, Joaquim Jos Go'ngalves Beltrao & Fiiho.
SalsaTparrilha- do Para
Tem para vender Antonio Luiz> de Oliveira Aj-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bum Jesus no
mero 57.________________________
" A 500 rs. ooovado
E'BOM SAREB-SE
Asunicas verdadeiras
Bicbas hamburguezas one vem a estemarcafl.-
oa 'ua do Marouei lc ulinda ".51 ^^__
a rua do Bom Jesus Na loja do Pavao vende-se lazinhas japonezas
! de cores muito modernas pelo baratissimo pregc
de 500 rs. 0 covado, para acabar ; notaodo-se que
e fazenda que jamais se vendeu por menos de
dois crutados ; ia ha poucas : a rua da Imperatriz
n 60, loja do Pavao, de Felix Pereira da Silva.
Na loja do Pavao vende-se madapoloes france
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
dito muit < fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
sim como um grande sortiraento de madapoloes
inglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Pedras de marmore
Vende-se pedras de mrmores, de diversos ta-
manhos, com duas ool.jgadas de gros^ura, proprias
para muitos mistere3 : a tratar com Joao Jose da
Cnnha Lages.
do systema metrico deci-
mal
Que a NOVA ESPERANCA a rua Duque d*j p YUHUHi mcMdOP,
.alias n. 63, bem conhecida pela supenoridade de JZfUUltl(/lb ^JtbUb //fceu-ittue
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encommendas de mer'adorias de sua
reparligio, que pela eleganci 1 bem mostra aptidao
e bora go^to de seus. anligos corresprndentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA, \on Sohsten & 1, na rua da Crnzrn. 18, ven
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa j ,jem nm complete sort-mento, todo feito na me-s
e constante freguezia e com especialidade ao sexo; ^^ fabrica d.i Europa onde foram os actuae
arnaveL a visitarem na, afirn de apreoiarem ate padroes existentes na camara municipal
onde to'ca 0 primor d'arte. cidade.
A NOVA ESPERANCA nao quer entrar no nn
mero 4o& massanles (verdadeiros aznerins) com
extensos annuncios e nem pretende descrever *r^l'cllnIwreTn. 36 : a tratar ne ma do Vis
v cU' I
Aos 1,000 chapeos de sol de
seda de c6res com cabos
de marfim av42 e 5$.
Vende-se o dominio directo de nm terreno
site na rua da Santi Cruz, em que se aeha edifj-
Admirem.
Cortinados a ?4ooo.
0 Pavao vende cortinados bordados, pr< prio
para camas e janellas, a 7/ n par. e pechincha
3ne logo se acaba : na rua da lmperairiz n. 60
e Felix Pereira da Silva. _________________
" Vende se nm terreno na rua da Ventura,
Capunga, com 30 palmos de frente e perto de
300 de fundo, alborisado com larangeiras das
melhores qualidales, cacimba meieira, a'.icerce
de nm lado para ediflear : a tratar com Manoel
Marques de Lemos, na Tamarinuira. ___
Doce de goiaba
Vende se muito bom doce de goiaba a 1 -2
lata e arroba a 9j: na rua velba da Santa
n. 3.___________
30*
Rita
VENDE-SE
carneiros proprios para montarla ou para matar
se; assinveomo, catoras bichopara crtar erian-
ca: na rua
das Flares n. 33.
Farinha demandioca supe-
rior.
Tftm para vender, Joaquim Josd Gon^al-
ves Beltrao 4 Fitbo, a bortfo do pelbabou
Rosita, fundeado ao pe do cares doCollegio,
e para tratar-a bordo ou noseuescriptorio
i nra do Corrmrereio n. 6.
Traves.
Vende-se traves de touro e -qaalutade; para
ver.'noaeft do Ramos, e trata-eooni Joaquim
Rodrignei Tavarei de flello, a praga do .Corpo
Santo n. t7. t. andar.
Wo Barateiro!
A' raal. de Marc n. I.
Axba drt re eher g:n3e qu'ntidade de lazi-
nhas \-am li-favde sed par* 300 rs. o cova-
do Rv.. aprovitan anus quo se acaoeai.
Rua <* de Marco n. 1
Agostnho F.rreira da Sil?^ L.al.______
A 6* e7;Ji.0O"
Borzeguina frmceres para homem.
immensidads de ohjectos que tem expostos a
la, o que serla quasi impossivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
a toma a liberoade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte nio se arre- j
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento,
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
nem que deum passeio a NOVA ESPERANQA, i
rua Duqne de Caxias n. 63, a qnal acaba de rece-
ber os seguint-1 artigos de luxo e inleira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
lateressantes gravatas para seaboras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borraeha
(gosto novo).
Aos merinos
A NOVA ESPERANCA, a rua Etnana de Caxiai
a. S3, acaba de receber nm bom sortimente de fl-
aaa bonecas qne Wlam, qne riem-se e cboram ;
tambem as tem mudas e surdas on surdas-nmdas
venham ver se nao a verdade.
AO SEXO AM.4.VEL.
A Nova Esperanca, a rua Duque de- Caxias c.
63, toma a lrberdadede avlsar.ao bello sexo, qne
acaba de receber diversos artigos dealta novi-
dade, os qaaes estao expostos a von da era dito:
estabelecimento, bnm que venham apreciar-os;
para por esta forma satisfazerem oa caprichos de
^ua=i elegaates toilettes.
A Nova Esperapea, nao querendo tornr-se
massante, limita-sa a meneionar ateons artigos
. dos mais em voga co jnundo das modas, os quaes
si os segutntes :
Liodos cinto* de conro e ffligrana.
Madernos botoes de aeo para vestidos.
Novoa leques, grandes, matisados.
ElegantesflveuV de aco para vestidos.
Delicados ramos de Mores de larangeica.
Bolsas de conro e fHignana, proprias para tra-
pez'-rndentes ao cinto,____________________
conde de Goyanna en. 5.
# GRANDE
Liquidacao
0 desengano esta queiniando chapeos de sol de
seda de c6res com caoaa-de taat&ta, para eenho-
ras, pelo diminnto prego de 45 cad* nm, com um
1 pequeno toque de m6fo, e limpos a 58, sao cha-
I peos que muitos vendem a 12^ e.!5< cada^nm ;
! a tiles, antes qne se acahem : na rua do Crespo
n. 25, junto a loja da eequiaa.
Vejam todos
Raa do Quafcmado u, 43, Junto a lo-
ja da esquiua da rua do Crespo.
A 240 rs. o covado.
Lazinhas padroes a 240 rs o covado.
Organdys da listra a 3/500 on a 320 rs, o co-
. j- .a m listras muito bo-
Chapeos e fazendas.
Chapeos de seda, merin6, feltro, msssa, alpaca,
S JHWoVi?. 6?*** '"* |nftdradl9pVou>\.or
*Al2n distoS *granadine de seda nreta a| Aproveitem qne e grande pech.nch
400 rs. o covado, e nma granite variedade de nao se enganem.
fazendas de gosto fi por bar Na rua do Livr: mento n 30.
Lola da bindeira encarnada, de Lima Continho
& C.
So o 43,
Cimento Portland
um terrem no-ppsncipio cEstrada Nova, do la .
dc direito, com cer:a de 400 palmos de frente
e 100 de for do.
Um dito no princioio datMMfti do Raaedio,
com500 paiac.s de frente e 1,200.d-i fanio.
Uma casa terrea na ru d8 Vital de JJegreirss, j
Verdadiro
9/000 a barrica
Jorge- Tasso
37 Roa do Anwria .37
Bacalhao imperial
Nomega superior
em meias carxas, proprias para casas particnures.
W. 000 cada roeia canaa
large Taaso
37 Rna do Ajaonoi 37
terrea naru N---------,.., ,t .. _,----- ,
ita^ao daeatrada de ferro, comi mnito prefiUQ,jg q queiJOSlOlWirillOS
Olinda
Boa aeqniiie&o.
Vende-se om sobrado site na pateo da Se, em
Olinda, edifleado em chao proprio, com grandes
accommodatoe* para numerosa familia, reedifi-
cado e pintado de novo, com bellissima vista,
mni'o fresco e com quintal: a tratar no pateo
detPedro II n. 6, andar.
bons eomnvidos e exeerlente'-poco d'agua
prete-^der estes.terrenes aeta.caia, pode diri
gjr se a rua da Vjgario n. 34, qw.se .4ua.com
iuem se deve tratar a veuda.
guen
37 Roa de--AawrlB'W'
Jorge Tasso
Cora uos estreilaiiieiito d'iretra
pela facil applica$ao das
SONDAS OLIYAES
DE
G01HA EUSTICA
As mais modamas ft'Sperfei^oodM de todas
as conhecidas
Vendew-se
NA
cia (drogeria de B '.rtholomeu & C.
Rua larga do Ro.ario p, .34.
Lustres, lampadas e arandel-
las.
V*nd6-e am g^pm^lfi {#** ***! +
TwTTlMttdA.env iJeteriae" de Vb'aixo, com algu
Ms aJwSt%uSltor, agna potavel e rara^:
ras novas; tambem'se permuia por na PWna
casa on escrava awga^ OB'mesmo aiua -
perto da
n.22.
cidade : *.UH*t -? *#*
UanW
Yende-se
na ma do Vigario n. <9, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, M barna m
ancoretas. ,,, .
Cara em velas, de Uisboa, ^npenor qualtdads
Retroi do Porto.
Cimento Portland, legitirao
Sal 4o A*6U.
o emnit. mais*aralo ia qae em Tem -pm-w^ler Antoaio -^* OJ^1"
outVa'aualaaer parte, um naza vender Joaquim Azevedo, a bordo do palhabote /earn Arithr a
eicinTt. i I torio, a rua d- Rom Jesus n W.
A' rua 1 de Marc/> n. 1
Confronte ao arco de Santo
Antonio.
Conliniia vendendo suas fazendts com 30 per
cento menos do que seus anti^os precos, pelo qne
faz disso sciente aos seus freguezes.
A saber :
Grande sortimento de babadinhos e entremeios
bardados, oara 1/, 1/200 e 1/iOO I Que grande
pe-.hincia.
BRILHANTINA d cores, fazenda superior, o
mats moderno que ha, a 500 n. o covado.
DITA branca para iOO rs.
CHITAS Claras e escuras a 240, 280 e 300 rs.
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1/500 a peca com 8
lil varas. E' barato.
SEDA de uma sd cor a 900, 1/ e 1/200 o co-
vado,. fazenda qne sempre custou 1/; a ellas an
es qne se acatoem.
POPELINAS te elaa 1/400.
DITAS de seda de superior qualidade. gosto-
os mais modernos que ha, a 1/600 e t/800 ; cons
vem mandar ver.
ES iUIAO de linho e algodao para fronhas, ca-
misas, etc, etc., com 7 jardas a 3J200 a peca-
BRIM pardo trancado a 400 ra. o covado.
BRIM Angola, de cores bonitas e flxas, para 500
rs o covado. ^^
CHAPBOS de casemira para homem a 3/000 1
CHAPEOS de sol de alpaca a 3/, e tambem pa-
ra senhora, a J/.
DITOS de sol de seda para senhora a 3/oou e
para homem a 10/ ; mas s*o paragom.
BRIM branco exposicao a t/800 e If a vara, a
baratissimo
COLLBRINB03 os mais modernos qne ha, a 7/
e 74500 a duzia. E' linho e sempre enstam 9/.
PUNHOS a 6J500 e 7/ a duzia.
TOALHAS felpndas, faznda mnito boa a fl/ a
dveia.
CORTES de casemira d cores, bonitos gostos
a. 7*. So aqpi .-
LENCOS de linho abainhados, fazenda mmte
boaa 3/ e 4*200 a duzia.
MADAPOLAO franez om 20 varas boa qnali-
dade & cusu 6/ a peca- i elle, a elle.
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
a de Agostinbo Pfrreird Silva Leal & C
Escrava
Para vender na rua, precisase alugar nma es-
arava : na rua da Ftorenilna n. 22_________
Vende-se
0 asUbalecimpoto de raolhados A rua d Barao da
Vlekrie n. f>5. eom armacio de amarello nova e,
o mais moderoa possivel; vende-se com os gene-
ra* on sem elles, por ser propria nara qualquer
outro negucii e esta em boa localidade : a tratar
pai mesma.______________________
Prrprws $m bailes.
Chegarara em boa quadra, para a loja do Passo,
riquissimos cortes de sada com largas nstras
ackamali'tadas linli*simas core* ; cortes de tar
latana c-m palmas bordadas a prala, proprios
para bailes: so' na laja do Pso. a rua Pnmwro
ed Marco n. 7 A. B^^^^_
Pop- licas de linho e seda
Neste artigo lenus um c>mpl<-tu <.rtiawr
estaaoa vendendo p< r 7< 0. 800, 900, t/,
e li'.v ii .i covado.
Assim como terr.os poptlina branea propria sa
ra noivas, que vendemes por t/8"0e2/ '-
vadfi.
Hiqiiissiinsa capellas com ve: s para asw*"
que estamos vendendo per 13/, 18/ e 26# aaa
Po!oue2as de perealina proprias para *saw
Temos um complete sirlimente de p iooensd*
percalinas propr a- para ban'os, f r > -
to compiidas e mcito fcaratas a 4/ e 5/ not; a
a fizen'a inpirtncm muiu roa:s do q*- <#
leilas.
Alpacas di- sda com iatras.
Ttmos neste art'g' um comp'eio mtHmMB) ^a
estamnfl veudeudu pr preco muito barjte, fa>c
80, 900, 1/ e 142011 j sao taraw.
IJ.i-.ti-tas de cores
Receiemos um coniph to sortimento de baf**-
tas, pairoes inleirameutr HHs, e "t s ciaW-
nites, que e-limes vtiiJtndo por p.er,o ie IA
480 e :0O rs. o covado.
Qoftei degian^dioe.
Reci-bemus um ejtnpietu sortimento de cemm
de granadine branca; torn listras de eci>e a pal-
mas sollas, que estamos vendendo pJf 12/
corte.
Casaquinlios pretos de gergoria.
Reccbemos n n complete sortin^ento de e>s*-
quinh s pretos de g fgnrio, aue f:t:m.4-MiTt
do por 8 10/, 12/ e 20 om.
Sttim branco e de cores.
Recebemos tm ci-rrplcte si>rlim?nto d< aa>
Macao, tant-i braaea c.-mo de ate).-, q&e oa
mos p"r 2/200 e 2 40 o covad
Cambaia* branca, transparente e ttpadt
Temos soriinieni' de rambraia, qoe vccac>>
a i/, 4 500, 5/, M e 7/ a pefa ; garaatian
1;2 varas.
Assim como, oulros artigos qne se terts ,'*-
donho mencionar
REIS E SILVA & GUIMARAES.
A' pracja circular doApolk
vende-se:
Tijolos do marmore, dc diff<-rtir>* ftr
manhos e qualidades.
Tijolos fiaucezes, sextupl>.
Cimento Portland veriia-kiro.
Azulcjoa graudca muito n
para rodapes.
Azulejoa verdes e amarello:;,
regular.
laqninas de descrcfjsralgodi*.
Cadciraa de firm, assent d" .-
nha, pruprias para campo.
Bom sapateiro
Vende se um escravo sapateiro de toda oara
de boa ligura : na rua de S nto Amaro a ft, a-
gundo an^ar.___________________________
Armacjao.
Vende se uma arma^io de louro, xglez*. pan
ofzeodas : a tratar na rua do Crespo a to, H
aG uilrhernie.___________________________
Camisas francezas para me-
ninos a 2$.
0 Pavao vende camisas francezas para m-ajaa*
de todas as idades, a 2/ cada nma, os en aaaa
a 22/ ; is o e para aeabar na roa da E\?*n.?a
Semenles de hortalice^
As mais n .vas.
Couve flor.
c Bruxellas
Saboia.
c Menciana.
< Penca.
Lombarda.
Franchuda.
Galega.
N'alrica.
< Repolho.
Brccalo.
Cenonras.
Nabos.
Rabaaetes.
Chicoria.
Alfaee.
Moatarda.
Cobolla.
MM,
Pepinos. ^^
Vendem Puvas C. a rna estreita do aaaaja
9, junto a igreja. _____ ______
t A pessoa qne desejar comprar nma
verna em urn* das melhores locaJidadw 4
dade, entenda se com Laiz Ferrelra do
rua do Visconle de Inhauma n. %9.
bja
_ Vende ^-e o esuhelecimento de mothados d
1 jua po Rangnl n 8
Vs pechinfhas!
so
Rua da Qurianado n
Ju to a loja da Magnolia
Orgaodvs branco cam listras boaitts a Mi n. a
covado.
Popelina de linho eom Ibtras abertas >Uln i
covado.
Lisinhas a escoceu a 270 n. o covado.
Alpacas da seda, gostos acaamalotedos a Ctid m. a
covado.
Ganga eaelba en nada para coberta iWai
covado.
Cambraias de cores a 200 e 240 rs. o oovada
Chitas escuras a 220 rs. o covado.
Chales de casemira chinezes a Si nm.
Lencoe^ a 2/ om.
Cobertas de-ganga a *j e 3/ uma.
Tua!has para roste a 4 500 a dou.
Cambraia traataareate > 3d a PC-
Cortes decasimira a 4/J,
e 6,5000.
Na loja do Pavao, vende-*
secnira para calr-a a 49, 59
muito fin. sde uma so cdr om
do, feieuda que sempre se
109000, liquida se a itfiO*
i rua da lmperatru n, 60,
da Silva.
rv- 4aa.
K a, aaa*
la-
alt*
d' !


3iario de Pemambuco Quinta feira 24 de Dezembro de 1874.
SocleduiIe I'ropngatiara da In*"
tniccilu INiblica
Itelatorio do presidante do conselho paro
rockiil da Sociedade Prop.igadora, na
freguezia d<: Hoa-VisUt, lido tin assem-
bled geral da unsni piroc'aii no did l~i
da dezembro di 1374.
SenhoresDou parahens aos menbros
da S iciedadado" I'mp-igtiora, quo consli-
tuoru a parochia do H>a-Vista d-.>U cidade,
; meterem prop r-ioni lo os meios e oc'
casino de on ler dar c i :t.i da h uhislracao
do conselri > d sti parochia, ds qual, como
presidento, fui irapossido n > dia 5 d; Ja-
neiro do corren e anno pelo nosso muilo
illustre socio o Era. Sr. Dr. Alolfo Lame-
nba Lins, boj* presidents da provincia do
Piauhy, c nosso actual socio bonorjrio.
Fu vos rcch-no, pois, algous momenta:
de attenjdo. *
Do cousellio genl.
_ Assumiudo aaquella data o cargo do pro-
sidente do conselho desta parocliia, commi-
go foram Umbem srapossados 03 Srs. Justi-
no Jose de Souza Campos, no lugar de vi-
ce-presidonte ; Jose Francisco Ribeiro de
Souza, no lugir do socretario ; Mi gaol Ar-
chanjo Miodello, no da thesoureiro ; e, nos
de couselheiros, os Srs. Dr. Silvio Tarqui-
nio Villas. Bias, Victo.iano Jose Marinbo
Palhares e congo Temistoclos RomdoPe-
reira dos Suit>s. No exercicio de miohas
funccd, eneontrei 0 auxilio uecessarhda
part) do tdo dignos cavalhjiros.
RecebenJo do conselho, quo nos prece-
deu, uma lista com 32 socio; effectives em
dia, procunmoseugmentar 0 mais possivul
esse nurnero. pira 0 qur-, no correrdo pre-
sentc 80110 social^ apeoas poden lo celebrar
duas sessdes ordinaries, propomos e appro-
Tamos 137 socios, clevando-'se oqmslla cifra
a 169.
Iiifelizmento, porem, 0 pause aprego quo
cntre nos ainda so nota pelas associagaes,
cujos fins, n'ns udo de in'.e-e-so immeha-
to dos associalos, sdlh.'s accarretun despe-
zas e trdbsllio-, aquelie nurnero acba-so ro
duz^do a 39, visto quj 3 ftllectram, 3 fo-
ram elevados a socio? bonorarios, 1 a socio
benemeritq, 123 se ten abstii > de contri-
buir.
Limitou-se, portanto, a acgao do actual
conselbo a manter a escola do sexo femini-
no, creada pelo Exm. Sr Dr. Adolfo Lame-
' nha Lins ; a fiier esiripturar todo 0 movi
'mcnlo ocorrido desde nossa inslallacdo nos
ta parochia; oatamar, sob sua prote^ao,
desde 0 dia 7 dus-dembro do coraente an-
no, a csola primaria do sexo raasculiuo re-
gida pelo Sr. Vbome Augisto da Silva Vil-
lar, n.i rua do Socego, em a qual seacbam
matriculados nove alumnos por n6s estipen-
diados;osqua s reunidos a 16 oue se matri-
cularam 0 frequ ntsram a escola mixta que
sustentarnos Da rua da Imperntriz n. 37,
segundo andar, regida pela Exm.'Sr.' D.
Maria FeLsmina Pinto, prufazim 0 nurnero
de 25 alu nnos, que assira receberam deste
conselbo os meios de sahir da ignorancia,
no correote anno.
Atefim do marc/) ultimo funccionou esta
escola a* rua dp Hospicio, no pavimento ter-
reo do predi <, em que reside 0 u'oss) mui-
to dign0 socio e vice president", 0 Sr. Jus-
tino Jose de Souza Campos, gratuitamente
por elle presta lo para eisi mister, d^sde
sua funiarao, e somente dahi (A retirada
pela inconveniencia de vir a prof-ssora dia-
riarianionte de sua residoncia para podor
fonccionar.
E' este urn servigo, que em nome deste
conselbo agradcgo dquelle hosso distincto
socio.
Folgo em asseverar & es'.a illustre assem-
blea quo observei por parte dos prjfesso-
res dcssas cscolas todo zelo, interesse e de-
dica^ao no ensioq de seusNdisbipulos, como
bem se ve dos mappasannesos, cujas obsur-
vacois exaradas pelos risitajdores, corrobo-
ran 0 que levo dito.
lloje mesmo tive occasiao de assistir e in-
terrogar a dnus alumnos da escola esli(iula-
por cste conselbo, que foram subaiettiJos a
e\ame peraate 0 delngido litterario dc go-
verno, na mesma escola dirigida palo Sr.
Thome" Villar. Foram elles os Srs. Oscar
Tiberio Capistrano e Walfrido Cirneiro da
Cunba Miraud), senlo o priineiro approva-
do com distin;cao po segonlo plenamente.
Aproveitanio, pois, a reuuiao desta as-
sembled geral, e expondo-vos que e insig-
nificante a gratifieagao d mil reis mensaos,
que damos a"quiile professor por cada alum-
no, lernbro-vos que, como iucentivo, dator-
mineis uma gratificacjio extraordinaria de
cinco mil reis por cada alumno, que for
dado por babilitado em exame nas nossas
escolas.
Devo declarar-vos, que. ao assumir a pre-
sidancia desto conselho, foram as minhas
intenQocs promover na parocbia um reran
g amento, afim de reconhecer os locaes,
ue mais necessitassom da acgao benefica de
a sociedale, entender-me depois como
,_ iverno para providential* sobre a colbca-
r.vo dascadeiras publicas; que, a meu ve
Si acham agglomeradas 0 mal distribuidas
na parocbia; e, conseguindo este resultado
ci rmos enlao escolas mixtas primarias
[do l^grao), regidas exclusivamente por
s >ras, onde fossem aJmittidos meninas
1 'nos, sen do estes s6mente do seis an-
no< de ilade. Estou convencido de que,
adop! ido pelo governo este p'ano de ensino,
e uma vezsecunJad) pela Sociedade Pro-
p*gi I rj, muito tjriam elle e a provincia a
ganlr r.
Poi'-o, qutr d^z annos bastariam para qua
potMssemos transformar a ordem actual e
doiwg'ur que a educacao marchasso a par
da i si oc$8o ; de cujo unico conjunctopo-
der toda i> f-aulolla e pradencia & escolba das
prof:s; r.is.
E' de ficil inluic,ao quo uma senhora e"
mai-~ npr/priada para 0 ensino na primeira
idad-. c, .*i se contenta com um ordenaio
modico, 1 quo ao homem eque cumprc a-
ji :fei,r.r a criinga no ensino a que cba-
rr.amos do s gundo gr^o.
Nio ign '.'"is, porem, os trabalhos, qua
sobre mim p sam, e a exiguidade de meus
recursos; ap;.nas pude tornsr mixta a esco-
la do -exo fe-nioino qua possuiamos. Ahi
ficam, enlretanto, cohsigaadas essas ideas,
-,\. prau Deus os nossos successores as
realisem.
Secrelarla.
Appenso a este imperfeito trahalho, e sob
a 1 tra C, acha-se uma rtlag3o circumstan-
ciada, e firmada pelo nosso muito digoo
vo e secretaru, que como se vd consorva a
melli .r ordem.
Qumto a este nosso distincto socio,. te
nlio a satisfagao de annunciar-TOs, que,
ap.cz ir d; ter aceitado e servido o lugar de
secretariodeste conselbo no corrente anno,
conserv u, como proprietario do collegia
Santo A-naro, nesta parocbia, e por parte
de nossa sociedade, desde sua creagao, 3D
aluiinos gratuitos exlernos, qui foram ins
t uidos em diversas disoplinas alii professa-
das, a dos quaos 6 fizerttm rxa.no das res-
pectivas materias na faculdade de dir.-ito,
em 1873,; e foram apprbvados. Alen des
se imp Ttante service i nossa sociedade,
teve elle tin sua aula particular primaria,
stan-j freguezia do Recife, 20 lugares oc-
cupa los por alumnos pobres, que Ihe foram
enviados pela Sociedade Propaga lora ; des
tos no cor. ente anno exisiom G, tendo cessa-
d> o seu favor d^sle junho u'timo, com
rolagao ao collegio Santo Amaro, de que
era proprietario, por tel-o traspissado ao
Rvd. conego August.) Adolf) Siarea de
ttwsewetter, tambem nosso socio tfloctivo.
Do oflioio e lista dos alumms tambem
annexo aeste rel'torio, vor.iis a aut'umtici-
dide do que acibo de expertier, o que lo
vou este conselbo a propol-o socio bonora-
rio, proposla que com geral satisfagao nos-
sa vimos conlirmada pel.) conselho supe-
rior.
Hecapitulado agora 0 nurnero dos alum-
nos, que nesta parocbia receberam instruc-
giio, por parto di 11 issa sociedade e inter-
vengSo dest.- uonselh ), elevou-se elle a 76
alumnos: sen lo 38 do iustrucgSo primaria
e 37 de instrucgao secundaria, senlo d'a-
quelles 23 do sexo masculino e 15 do sexo
feminino.
Thesouraria.
Do balango e relacio juntas, s)b as le-
tras A e B, tudo Grmado pelo nosso illustre
the^oureir >, o Sr. Miguel Archanjo Min-
dello, vereiso estadode nossas rendas, 0
como foram ellas applicadas, e.os mo'eis e
utensis que possuimos esob cuji guarda se
aclium.
?t'o re'erido balango verifica-se que as
j )ias arrocada ias lizeram a somma do 260$,
0 as mensalidades a de 453J ; quanlias es-
tas, que reunidas ao saldo de 5#8D0, que
recobemos do conselho, que uos precedeu,
lizeram 0 total do 718 j ; e que sen do a
despsza feita na importaneia de 678ft660f
deixamos aos nossos successores um saldo
de 40C200, que sobre a mesa se acna.
Consi ieraoes finaes.
Tertdo-se retirado para j ct>r.e 0 nosso
socio effoctivo Dr. Manool Buarque do Ma-
cedo, cm virtude de servigos jd prestados a"
Sociedade Propagadora, 0 que alii continiia
ainlaa presiar, foi por este conselho tam-
bem proposlo socio honorarioe pelo conse-
lho superior approvada essa proposta.
Nao terminarei sem inteirar-vos de que
os nossos actuaes socios, os Srs. Cr. Joao
Jose Pinto Junior, apezar de socio effectivo
e presidento do conselho parochial do P050
da Pan-dia, ahstou-se tambem socio effecti-
vo nesta parocbia, e neste caracter contri-
buio ate que pelos servigos relevantes que
ha presisdo a* sociedade era todas as suas
parochias, fji-lhe conferido 0 titulo de
So:io Bonemerito; 0 Sr. Francisco Au-
gnsto de Almeida, tendo muiado sua resi-
dencia da parochia da Varzea, na quai occu-
pou 0 lugar de vice-presidente, acba-se
hoje considerado nosso socio [effoctivo;
bem como 0 Sr. Antonio Ignacio do Rego
Medeiros, quo ha mais tempo nao fdra por
mim convidado para ouxiliar-nos, por v6l-o
alistado no consolhodo Rec'fa, e nao cons-
tar de nosso archivo ter elh sido um dos
installadores deste conselho.
Qualquer que scja 0 elogio que eu possa
ecer, p.'lo; Wfirgos empregados pelo pri-
meir > destes senhores, 0 Sr. Dr. Pin-
to Junior, no desenvolvmento e pro-
gresso da sociedade nesta parochia, jd
lembrando me medidas salutares, jd auxi-
lianlo pecuniariamenle este conselho no
principle do corrente anno, quando lulava-
mos com grandes difli;uldades, e, e serd
iasafflcieota,
Apresentando-vos porlant), 0 seu nome,
eu vos recommendo esse cidadao digno de
toda a bonemerencia da Sjc'udade Propt-
gadora e do governo do nosso paiz, pelo
muito que faz em prol da instrucga).
Eis, senhores, rosumidamene 0 quanto
fez no corrente anno 0 conselno desta pa-
rochia.
Como 1 secretirio do conselho superior,
sei, que a esforgos de seu mui digoo presi-
dento, 0 Sr. Dr. Autonio de Vasconcellos
Menezes de Drummond. lord este conselho
de ser auxiliado pelos, diguos directores dos
cdlegios de Santa Genoveva e Sao Jose,
admittindo elles alguns alumnos internos,
exlernos gratuitamente por parte de nossa'
sociedade.
Damos portanto parab^ns a esses illustres
lidadores do progresso pela realisagao de
taes beneucios.
A' vista^do que hei expenlido, descul-
pai nos, se nao.satisfizemos a vossa espec-
tativa.
Ao passo que todas as outras parochias
em actividade teem promovido e recebido
beneficios e donative-, a parochia da B6a-
Visia tern manifestado vida acliva sornente
com os recursos das joias e mensalidades de
seus associados. Conservamos 0 que nos foi
confiado ; augmenlamol-o tanto quanto
nos foi possivel, nada fioamos a dever; e,
dando-vos conta bojj de nossa missao, s6
desejamos, que a escolha dos que nos v3o
suc^eder recaia em cidadaos amestrados
om promover 0 bom estar de nossa socie-
dade, e por conseguinte de nossa cara pa-
tria.
Concluindo, pego vos que passeis d esco-
lba de nossos successores,
Recife, IS de dezombro de 1874.
0 presidente,
Vicenta de Moraes Hello.
due c o clero cm uma monarcbia
eonslUucional 1
(Continuagao).
CAPITULO XIII.
PENSAiJENTO DE TERTULtANO.
To dos coucordam que & mellior obedecer
a Deus que an homens ; mas n6s 0 inter-
pretamos sempre'segundo as nessas paixSes
e os nossos interess s ; d'aqui nascem todas
as desorden*, hin i!lat lacrimcc.
S9 um rei quizessa mudar de raoto pro-
prijum ponto de discipline religiosa, elle
nao 0 conseguiria .nuuca em quauto 0 os-
pirito do seculo nSo tivesso prepnraio os
povos para e^la inoova^a) ; mas logo que
os povos 0 quer 11<, junto wn 0 rei, eu'.aa
obole^r ao_r'.i e ob doc r a Deus : t>d is
os caiUls'tal do .uion l.i nau Sin c-tpazes do
sewetario, 0 Sr. Jose'Francisco Ribeiro do'deslruir 0 senlido d'esta maxima. Tertu-
Souza, indicando 0 estado de nosso arch: Uiano, deolamando contra 0; camr-dias do'
seu tempo, diz : que 0 diabo 6 quern calga
as botas aos actores, afim de coatranar
Jesus Christo, quedisse, que pessoa algu-
ma podia juntar um covado d sua estatura.
Esto pensameoto e totalmentt ftlso j Ter-
tuliano e os outros padres da igreja, ox-
priminlose d'esta sorte, eqgrossavam os
objectos. A escriplura ndo tem defendilo
positivamente a comodia : proscrevendo
este divertimento, os primeiros padres so
amoldavam d opiufao e aos preiuizos
dos cbristaos d'esso tempo. E' u na vi-
rdade que uma mulher que tivesse
touado os vostidos de seu pai em uma pri-
sao, e lhe tive;se dado os seus para sj eva
dir, faria uma a ;gao louvaval,
Cmtiouemos a analogia ; no raciocinio
como nas sciencias, eila cooduzird d ver
dade.
Supponhamos quo contra 0 uso, semauda
servir da lingua vulgar para sa rezar nas
igrejas; 0 sem duvida que hogo apparece
rdo doutores a gritarem contra esta inoova-
gdo ; m.n esta innovagSo ndj serd menus
conforme d razdo e se obtiver a sancgdo Jo
seculo e do congresso nacional, serd obudo-
cer a 1 mesmo D;u> 0 conformar-se com
ella.pais que eevidente que elle tem por-
raittido tudo que aconlece.
Serit bom que o chefe da igreja e os
principesdos paizes catholicos se tntend s-
sem para introduzir esta reforma ; ella ser-
virii effi:az.nente para sustenlir a moral,
e para consolagao da mais numerosa pirte
do gencro bumano.
Todos os viajantes tem observado um
recolhimento mais proluudo nos templos
protestanles, nas synagogas, e mesmo nas
mesquitas, quo nas ign-j is da communhfio
romana. 0 povo se emja de ouvirorar ao
Eterno em uma lingua que nao entende ;
porem elle se olifuaria se 0 officiD divino
fosse rezado em nossos templos na lingua
vulgar.
CAP1TUL0 XIV.
USURPaQIO DE ROMA.
-E' sobre a graadeza temporal da antiga
metropole civil do universo, que os ultra
montanos tem conslruido osystema da mo-
narcbia universal dasanta se, relativo a tj-
das as igr.gas. So acaso lhe oppozermos,
segundo S. Athanasio, que Mildo era a me-
tropole do Italia, e Roma a da Romania,
elles respondem-nos com uma suotileza,
dizendo que este doutor naodeu 0 titulo de
metropole a Milao, sando para imstrar que
era no seu tempo a cidade real ; 0 em
quanto d Romania, elle entende por ella 0
imperio romano, a queomunio estiva su-
joito. Os theologos acabim sempre por
explicar as cousas in;xplicaveis.
Estd provadb que 0 direitode metropole
universal, consagrado por um edito de
Valenliniano III, apontado no odigo theo-
dosiano, nao parece autbentico e solido ;
pois que remonta ao concilio de Antiochia,
celebrado em 341, para poder achar um
novo titulo no nono canon deste concilio.
E' certo que Roma cbrista tave desde
os primeiros secuk-s uma jurisdicgdo sobe-
rana sobre todas as igrejas, nao porque S
Pedro estabelocesse alii a sua se; mas por-
que era a primeira cidade do imperio, e
porque a igreja ficou tendo oprimeiro lu-
gar, depois qui os lmporado-rw trosporta-
ram 0 tbrono para Constantin >(.|.. Roma,
apezar disto, sempre orgu.Uj,d de suas
lembrangas, ainda era a senhora domundo,
a rainba das cidades ; mandava a todos os
reis eeslava sentada sobre todos os povos,
como diz 0 Apocalypse.
Nada ha tao incerto era toda a antigui-
dade como a epoca em que S. Pedro foi a
Roma ; a igreja podia ter fundado sua su-
premacia sobre bases mais solidas que as
da pretendida viagem deste apostolo. E'
de suppor que elle s6 appareceu na capital
do mundo no reinado de Nero, no anno 64
ou 65 de Jesus Christo, e ndo no imperio
de Claudio, no anno 42. E' verdade que
se faz uma diffiouldade a este respeito so-
bre umapass8gem deLactancio, ques6met-
ta 25 annos de intervallo cntre a morie de
Jesus Chr.slo e a viagem de S. Pedro, afim
de estabelecer que elle teria vindo no anno
58. Eisas palavrasde Lactancio: Osapos-
lolos, depois de se tetem associado Malhias
e Paulo, dispsrsaram se por toda a terra
para pregar 0 Evangelho, e langaram os
fundamentoi da igreja em todas as cida-
des e provincias no ESPAgo de viste e
cisoan.nos, ate" ao principio do imperio
de Mero, e quando Nero ja reinava S. Pe
dro chegou a Roma. Alem disto, depois
da morte do Agrippa ate" ao concilio de Je-
rusalem, os essriptores nao dizem uma so
palavra de S. Pedro nem de suas viagens.
Foi s6 depois de Euzebio e S. Jeronymo,
que elles se tem copiado uns aos outros
para acreditarem um erro chronologico, e
tao grave ; os escriptores fundam-se sobre
a data da primeira epistola de S. Pedro,
a qual dizom serescripta de Babylonia. Os
dous padres acima citados afllrmam, que
Babylonia era Roma. Nunca nos tempos
antigos S3 deu um sentido metaphorico ds
datas e ds cmas de S. Pedro ; 0 interesse,
ou os preju.zjs sornente podiam dictar uma
interpretafdo tao violenta, Ido Contraria d
razao e tao opposta ao bom senso ; para
isto se adoptar seria necessario que 0 poder
da igreja tivesse os fracos principio; ter-
restres.
N6sjd fizemos ver qae nos tempos anti-
gos os bispos nada faziam sem 0 voto dos
presbyteros. Em Roma, bem como nas
cidades episcopaes, 0 papa estava sentado
no meio do conclave, assim como um prin-
cipe no meio do seu conselho.
Esta unido intirna do chefe com o seu
clero se reproduz'a nos synodos diocesanos
que faziam os bispos ate' aos concilios ge-
raes: esta conduct* em nada se assemelba-
va ao dominio que muitos papas arrogaram
a si. A constituicfio eccleshstica, assim
temperada, era 0 modelo de um governo
perfeito. Tal foi 0 governo da igreji nos
qaatro primeiros sooulos.
Dai a Cesar 0 que 6 de Cesar, e a Dous
0 que & de Deus. Esta maxima, cheia de
sabedoria, devia ter sido a regra invariavel
dos direitos respectivos do poier civil e do
poder etpiritual. Esta distinccSo, diz
um pontiiice celebrej parece ser um effeito
da Providencia, que quiz que os dous pode
res que eslabMeceu sobre a terra exercitas-
sem uma bumildade salutar que lhe servis-
se de remedio contra a paixao a mais geral
dos homens ; ella poz os priqeipes em uma
sorte de necossidado de recorrer d autorida-
de cspirilual, e f z depeader os papas e
os bispos do poder temporal, nas cousas
terrestres. Ndo In pessoa alguma que ndo
deva obedecer con sub nissaoao poder tem-
poral, seja um aposlolo, um evangelisla,
um propheta. (I)
(1) G?las. Ponlif., episl. 8. Anast., t. 4.
Concilio, Cill. II82.
D.>3gragadamente para 0 round) christdo
nd) f)i s.'mpra assim. Muitos pontifices
a'ousjra n da parlicipagdo quj os priu'eipes
lhe da vain om os negocios temporaes, para
so fizoren necessarios ; elevaram 0 edificio
do sou podor sobre a frajueza dos reis, e
om pouo tempo, os depozeram dascorOis
e dos imperios. '
r As disputas scismaticas dos secul ;s IV e
V, a ignorancia dos povos favorecoraai sin-
gular.ncnte 0 poder temp nl de Roma.
Ajuellesque eram accusalos do borosia p;-
Wiseus bispos lue rocusava.n a obedien ia;
os im.ieradnvs os cuviavam ctilio aos ou-
tros b:spos. e as mas das v.z s so do R >-
ir.a, quo sempre tiuba e;n seu consdlio bo-
moijs bibeis. Nos p-i.neiros seculos tanto
se nao acrelitou a infllibilidalo dos papas,
que oi bispos se oppunham ds emprezas do
Roma, eos concilios eram couvocados para
julgar das coQtcslago s quo havia entro os
papas a 03 bispos. Logo que na Franca
se quiz, attribuir falsamente as decretaes
aos po itilices dos quatro primeiros seculo;,
quee.vi.nplo do i-ilo nio dora/n os fieis ?
Uesgr.igidamente podor qui) arrogava a
santa to po; estes tilulos suppostos. jd naa
podia s;r contestado, nem polos reis, nem
pel ,s povot; ellt jolgou de todos os uego
cios em ultima in.taucia, e foi eutao quo
se estabdo^eu um direit> publ co novo so-
bre as ruinaj da autoridaJe soberana ; des
de es'.a epoca tod 1 a jurisprudent.! do anti-
go codig i romaio f ji d jstruida. Esta co.i-
fusao do ideas tinha elevad > ao throno de
S. I'edro homens os mais escandalosjs. 0
cardeal Baronio filla com despreso daquel
les que uocuparam este throno n is seculos
IX e X. Todos os escriptores ecclesiaslicos
nos dizem que neste tempo udo houve pa-
pas que nao prostituissem este titulo au
gusto.
lnnorjoncio III acabou de fazer 0 clero
indepeo lento da jurislicrio secular, elan
gou o iuterdicio d Franca, p.irque pnmdera
alguns bispos sediciosos. E-ta decadencia
da bierarchia civil produzio uma tal onfu-
sdo nos ;io lores, uma tal usurpjgao de di-
reitos, quo os bispos ex oin.mung'vam por
capricbo os reis e os povos. Nj seculo XII
vio-se na Alexandre IV conceder aos prin-
cipes fruncezes 0 prifilegio de nao poderem
ser excjinmungados senao pela santa s6.
0 observador procura um fio neste hbyrin-
tho, laaci-lbe a mao, perde-o de novo ese
desvia cada vez mais nos horrores da anar-
chiti faadal. 0 genio d) ntfal. da escravi-
dao e da impiedide surgio ensanguentado
das grandos revolug.o;s que tiuiiam prepara-
do a quel,, da dyiwstia de Carlos Maguo ;
apoiado sobre duas muletas, a ignorancia
e a credulidide, marciava sobre os passos
dos opp.-assures; seu sopro impestadb ti-
nha extinclo as luzes, aviltava 0 gonero hu-
mano egovernava 0 raunlo coo um scep-
tro de ferro. Fortificavam se os mosteiros,
batiam-se 110s concilios, entrava-se de mao
armada nas igrejas : a barbaridado, a igno-
rancia, a ambigdo, 0 fanatismo, pareciam
ter formado uma allianga para degradar as
nagoes.
Uma vez estabeleeida a maxima, que a
autondade dos papas ora superior u dos reis,
o meiifor clerigo se tornava um oraculo in-
fallivel. A primeira consequenci-a desta
opinido foi que os juizei seculares nao po-
diam coohecer dos delictos do clero. L'ma
ignorancia profunda era 0 mais seguro
apoio deste ascendente sobre os esointos.
Os papas declararam guerra a toda a' espe-
cie de ambigdo, e Ho V mandou c-squartejar
ua iuquisigao urn homem, s6 por ter dito
que 0 santo officio era 0 punhal dos sabios.
No longo peri )do de ign irancia e de fe-
rocidaie, 4 politica se reconcentrou toda
uacurtede Roma. Ella tioha nascido dos
artificios que fun laram 0 governo dos papas.
Com) os papas influiam pelas leis da reli-
giao e pelas regras da hierarchia sobre um
clero numeros 1, a correspondent que li-
nham com os bisp >s estabeleceu em Roma
um centro da communicagdo de to Jas as igre-
jas ou de todos as nagoes. To-dos os direitos
estav3m subordinados a uma religiao que do-
minava exclusivamente sobre os espiritos ;
ella entrava em quasi todas as emprezas, ou
como motivo.ou como meio;eos papas nun-
ca faltavam, pelosemi-siriositalianos que es-
palhavam pela christandado, de serera ins-
trui los de todos os movimontos. Eis os
meios porque caminhavam d monarcbia
universal. Este projecto e o piano g-ral
d6 conducta que elle exige, sy podia nas-
cer em um governo electivo, onde 0 chefe e
tirado de um ccrpo sempre animado do
mesmo espirito, imbuido das mesmas ma-
ximas ; onde uma cdrte aristocratica gover-
na 0 principa, e so ndo deixa governar por
elle. Em quanto a politica italiana dos
papas espionava om toda a Europa e en-
graudecia o poder ecclesiastic), os reis viam
com iudiffoienga as revolugoes internas que
os raonges suscitavam para se subtrabirem
ao poder civil. Os pap is para sustentarem
a idea da supremacia que tinham fundado
sobre a ignorancia c a superstigdo, der.im d
ttespanha todos os paizes que descobrissem
ao oesle do merraiino, ea Portugal tudo
quanto os portuguc-zes des:obrissem ao
oeste. AteS agora estamosaespera dodirei-
to que os papas tinb?m sobre os vastos do-
minios da America, Africa e Asia. Que
digno de lastima ndo 6 vermos os principes
e as nagoes daqaetles tempos roconbecerom
tal autoridade nos successores de S. Pedro ?
E' innegavel que a crodulidade supersticio-
sa dos povos suslentava 0 absurdo poder
temporal dos pontifices. Jesus Christo di-
zia que oseu reino n'10 era deste mundo,
0 os papas dizem que saa senhores de todo
0 mundo. A ridicula applicagao das duas
espadas se refuta pela doutriua do divino
legislador dos christdo;. S. Luiz, rei de
Franga, e seus successores foram os primei-
ros que se oppuzeram a umajurisdicgaj tdo
injuriosa aos reis como ds nagoes.
Quanto aos homens sab os e relgiosos
devera dargragasao ce.>, pola s bedoria 6
perfeito conhecimento d 13 tompos e dos
bomeus, que presidem ao^ djstinos de Por-
tugal I 0 augusto congresso dard d reli-
gido sua principal forga, 0 a seus ministros
S9u verdadeiro' wactor, isto 6, a caridade.
CAP1TUL0 XV.
DOS DIZ1M0S ECCLESIASTICOS.
Alguns politicos tem defendido que 0 go-
verns nunca deveria fixar rendimento aos
ecelesiasticos. Os s iccorro3 espirituaes que
adminislram devera sur pagos, segundo
ell s, por aquelles quo pedem o sen oxerei-
cio. Este methodo augmenlaria sua vigi-
laucia e o sou zelo. Sua conducta em diri-
gir as almas tomaria novas f jrgas pela ox-
periencia, pelo estudo e pela applioagdo.
Estes homens de estado foram arguidos pe-
los pbilosophos, 08 quaes n ostraram q i
uma economia, cujo fim ou c.T'ito augn
tassc a actividade do clero, seria funesta &
tranquillilade publici, 0 que era meIhor|0ircj
de do que dar Lie novas forcts. Ar uagfies
exigom que 0 clero tenha u na subsisteucia
certa, mas quo bmite ou fisto do corp > e 0
nurnero dos membros A p ibroza 0 f z
fanatico, a opukmcia o faz inJependente ;
uma e outra cousa 0 fazem sodicioso.
U.n philos ipho dizia a un grnde mo
aarcba : Hi em vossos estados um corpo
p d roso que tem armgi io 0 direito de sus-
pender 0 trabalao dos vossos subditos, tau-
tas vezes quant is Ibeonven cbama-los aos
temples. Este corpo esta aut >risa lo para
lu s fillar com vezes DO aim >, e fallar-lhes
em nome de DeuS. Estecirpo I bus prega
qu s 0 mais pederoao dos monarohas e tao
vil diante do Ser d)3 seres como 0 ultimo
escravo.
Fste corpo lues ensina, qua sendo 0 or-
gao do Creador de todas as cousas, devo ser
acredittdo em suasopinioei. Quaes devem
ser as coasequencias naturaos de semelhante
systoma ? S6 pertence a uai givwu con-
stitucioaal collocar osacordocii no seu es-
tado, onde, sem obstaculos para 0 bem, es-
tird na impotencia de fizer 0 mal.
Todas as ideas so i nprimem facilmento
nos orgaos ainda tenros. A alma sem ex-
perioncia antes da i lade da refloxdo, receb:
com igual docilidado 0 verdadeiro e o fals
em materia de opiniao, 0 que e favoravel e
0 que e coulrario d utilidado publiea. Logo
quo 0 clero comegou a pregar que a re'igiao
~-Sxz *rs:fc Ti:
que vivia dos sacrificios, exigia, antes de
tudo, o da fortuna e bens da terra, a ao-
breza que tinhi em suas indos todas ns pro-
prieda 1 s, empregou os bragos de seus es-
cravos na editicagao dos templos 0 suas ter-
ras om dotar esias funlagoes. Os reis de-
ram d igrtja tud 1 quanto tinbam riubado
ao pavo; despojaram-se a ponto do nao te-
rem com quo pagar d forga armada ne.n aos
empregados publicos.
Portugil vio em si uma segundi c6rte na
patriarchal, pelo luxoe fuasto dos ecelesias-
ticos, e comproo d cone de Roma, por
gran les so.nmas, esto imp ditico e prejudi-
cial ostabelecimenlo. 0 clero dizia e os se-
culares acreditavam que 0 contribuir para
a ii3cao com os bens da igreja era um sa-
crilegio, uma prostituigao oas cousas sautas
e a maior profanidade. 0 tergo do lisco do
reino, as off'rendas voluntarias de um povo
ignorante, 0 prego em que se taxavam to-
das as fun goos saenrdotaes, nada era capaz
de saciar a avareza sempre aefciva de um
clero que so era sabio para seus interesses.
Elleacbou no Antigo Testamento qua os di-
zimos de todas as pro lucgoes lhe parten-
ci.vn p>r direito d vino e incontestavel. "A
I icilidade com que se estabeleceu esta op -
nido a fez esteuder aos dizimos de industna,
de agricultura e commercio, esquecoado-se
qae 0 Divino Legislador tinha abolido taes
preceitos, e qual fdra a conducta dos pri
meiros apostolos. Com effeito, a tribu do
Levi, especialmente consagrada ao cervigo
dos altares, nao tinha parte na divisao das
terras ; ella devia promover os sacrificios
com a decima parte do dizimo.
Os pagdos tambem estavam em uso de dar
a decima parte dos fruclos dos sacrificado-
res. Comtudo, apezar das autoridades alle-
gadas pelos theol.gos, 116s opporomos aos
partidistas dos dizimos as actas dtis aposto-
los c cs canones que nao fazem meugdo
delles formalmenle. Parece que til uso
fdra desconbecido nos primeiros seculos da
igreja. Nesses feUzes tempos, os cbristaos
juatavam todos os seus bens para viverem
em commum, e os fieis suppriaru algumas
vezes com as offertas voluntarias. Com o
correr dos tempos, arrefecen lo- 0 zelo 0 a
caridade, os padres da igreja imagina
os dizimos. Santo Agostinho sii falls delles
como de umas esmolas, dizendo qu> eram
tao pequenas a seu respeito, qi.e nao p)dcra
pagar ao mestre que Ihe tinha ensinado 0
hebreu.
Logo que se adoptou 0 uso dos dizimos,
o clero fez delle um direito, o qual foi pro-
blematic.) ateao concilio de Tours cm 367.
Carlos Magno defendeu este uso com todo o
poder do imperio, enriqu?cendo os monges
para empobrecer a nagdo. Os concilios di
Mayence, d'Arles, de Chalons, de Reims, o
consagraram depois ; e S. Luiz, rei de Fran-
ga, chegou a pagar ao seu cura 0 dizimo
dos fructos do seu jardim.
Taes sao as autoridades em que se fun-
dou o clero para defender os dizimos como
sendo de direito divino. Outros tempos,
outros costumes ; quando os saccrdoles nao
tinham nem bens nem emolumeutos, era
natural dar lhe a sua subsisteucia do pro-
ducto das colheitas ; porem, logo que 0
clero chegou a ter uma riqueza prejudicial
a nagdo, entdo os representantes do povo se
devem oppfor a um abuso tdo prejudicial
como nocivo, eslabelecendo uma cougrua
de sustentagao, que livre os povos de paga-
rem 0 que se cbama direitos de estola, e ou-
tros emoluments que os. parochos exiem
no exercicio de seu tao sauto como gi atuito
ministerio.
Os mosteiros tambem recebiam dizimos,
pore'm estes tinbam outra origem. Provem
das anligas concessSes dos reis e das funda-
g6es que se fizeram nos seculos X e XL Os
bispos e os reis, quando fundavam algum
most-iro, davam-lhe, a titulo de dotsgao,
os dizimos das igrejas seculares. Um abuso
caminha a passos largos para outros abusos;
porem 0 que e nullo no seu principio nuu-
ca p61e deixar de ser nullo. 0 abuso que
0 clero fez de povos ignorantes para lhes
persuadir quo os dizimos lhes pertenciam
por direito divino, deve ser reformado no
seculo das luzes ; e mui principalmente em
uma monarchia constitucional.
0 clero em uma nagdo pouco avangada
na civilisagao, nao podia ter um salario mais
legittmo njrn de mais facil recepgdo, que 0
dizimo los fructos da terra ; mas entro n6s
se opporia infallivelmente aos progresses da
cultura, e estaria em opposigAo com as nos-
sas ideas, nossa nova constituigao e nossos
costumes : sua continuag3o 4, pois, imora
ticavol.
P6do ser que os mal intencionados jul-
guom que pretendemos reduzir d mendici-
dade os ministros do calto ; porem, m os
trando que os dizimos nao sao de direito di-
vino, tambem defendem is a consideragdo
publics" que devo ter 0 clero, 0 qual deve
ser susjentado pela nagaor Segundo os
principios da equidade nitural, todo 0 ho-
mem quo serve o publ co toiu direit.i de ro-
cober subsisteucia, qualqier quo seja a na-
tureza das fuaegoes qu esld e icarr gadj de
preench;r ; tal torn sido 0 sentimoiito de
to los os povos do- universo. Nas mesmis
religious as maisabsui-Jas, desde que h ajre
ministros, so julgou juste prover"su3s nccos
sidades. Oi in lbs, pcrsas, egyp^o^, g.-e-
gos, romanos e os mesmos selvagens, todos
tem adoptado este principio, pois quo oxY\ DO DIAR10. RUA PUQUI DE UIIa
natural os ministros da igreja tem direito a
recober un salario, uma subsntencia ; po
re n a inaueira do rccebe-la earn objocto
do policia e de disciplina relatiro is circum
stancias. Dizer que se deve dar ao clero
uma subsistencia, por^m qua elle ui teat
diroito de a exigir, e a maior das cont-a-
dicg.6 s. A religiao nige ministros, e estes.
em virtode do svu cargo pubLc -, tem direi-
to d ua subsistencia. E' necessario um cle
ro independent, mas nio opulento. As ri-
quezas uaciouaes d.vem ficar dubaixo da
mllueiKia direcU du ptder civil, coinoessis
v.ipores qu o sd elo.. da super icie da ter-
ra pjra os deixar recahir em chuv s fo.un-
das. Q oando un elifici) util e-td f rruina-
do, 0 arehitHcto nai^o reedifi om seus
defeitos; tudo 0 quo se p61e exigir delle ^
aproveitar-se das circum^ltnci-s para corri-
gir os defeitos do primeiro pi mo. Em um
monarcbia absoluta e necessario um clero
ric e p>der iso ; yoie.m u'u.u governo con-
stitucionil cmivem quo os bens do clero se
assemelhem aos do> |roprielarios, para nio
acuumuiar em um sd corpo todos os ben
nacionaes. Os impedimeutos do matrimo-
uio entro parents, imigiiialos pela igr ja
chri5la, tiveram p r liji a divisao |er|wtua
das prupnolades. Pa.-a ybl.tr aos ahsur-
dos que p idem uascur das riqu'.-aes eecle-
sia.ticas. osgivori'os constitucimm devem
esUbelecer aqudles meios de suhsisteocia
analogos ao usta lo da uagao e aM princi-
pios da justira, da ratio do s.grj.Jo mi-
nisterio de t|ue estao reves-.id .s.
I) ve nos, pois, coucluir eae capitalo, di-
zendo quo em uma monarchia canstitucio-
nalo cluro nao deve ser u na orleui privile-
gia.la, e que deve coutribuir para o> cargos
publicos.
CAPITLLOXVI.
D.V CLASS2 MAIS l\TFRE-SASTE D) CLERO.
Aquelles qne ua > querem n^m religiic
nem sacerdotes, nao po Jem negr as virtu-
dus apostobcas que em to I is os tompos bri-
Iharam nos parocbis das provincias : de
votos ou impios, bons ou mdos, mundanos
ou pbilosophos, todos coucordam na feli/
inlluen ;ia que elles tem s thru a ordem so-
cial. Porque estraohs contradicrio do es-
pirito humano esta porgdo tdo respcitavei
do clero nao tem uma subsistencia propor-
cionada ao peuoso de seu exercicio, em
quanto vemos ministros, que receberam
em vao a graga da sua vocagao terem de
rendimento um cout) de reis, quatro e doze
rail cruzados? Em Portugal tein se dad''
mais d ostentagao, do quo ds virtu Us ouscu-
ras de um p^rocbo, a qu.-m os gobs, cbu
vac, ventos, prccipicios, escarp id 1; mouta
nhas, uao sio c tj / s de suspender no
exercicio do seu ministerio. Ion d nos-
sos illustres deputalos, disse com toil a
razao, que as conezias, bencficio:. e bispa-
dos se deviam dar ao^ parochos, pois que
era justo cantarem aquelles que jd tinbam
trabalbado.
Que funcgOes mais penosas se podcra as
semelbar ds d) cura de uma aldia ? Vi-
zinho da in iigencii, sou exercicio attMM
mais seusivtl, porque nunca se afasta do no
ribundo nem do leito do pobrc. Nuuca a.-
reodas da igreja pode.n ser distribuidas
mais reiigiosameu'.e do que por et-tes digno-
ropresentantes de Jesus Christo; por estes
veueraveis successores dos apostjlos, que
repartem sem repoguaicia o pio da ddreom
oSBUrebmbo. 0* porouboS SSoesUbflle-
cidos como guardas av.mgadas nas frootai-
ras da vida, para receber aquelles que en-
tram e os quo sabem deste reino das dores.
0>de estao os apologistas da simplicidade
evangebca, que desejariam deixar suas bri-
" antes equipazens, ou seus sumptuosos pi-
lacios, para abraeir tdo ptrnwo estado*
ulguemos, pois, os bomeus pelas suas o-
bras e nao polas suas palavras ; e ta facil
fallar, como difflcil obrar. Ate agora am la
tienham pbilosopho se deu ao iucornmodo
de ir civilisar povos bsrbaros nem de esps-
Ihar seu sabir por enlre nagoes incultas.
0 cidadao, 0 cbristao, o homem de esta-
do, o magistrado, sabem que nao ha l;mpc>
a perJcr quan lo se trata do iuloresse dos
costumes, para melhorar a sorte dos viga-
rios e curas das alleias e lugarejos. A fal-
ls de iuslrucgao e de moral nas ultimas clas
ses do povo e sensivol.oeategrandc, por isso
M deveriam estabelecer escolas agraria,-
como na Inglalerra. Se os paro^bos das
pequenas povoagoes tivessem'uma sub>isteu
cia que os livrasso de uma quasi meiijicila
de, s m duvida se t-riam dado a este estu-
do. Com tulo, esperam is quo as nossa-
cortos nao desprezarao este obj JCta tao i.
ressaule.
CAP1TUL0 XVII.
DO DIV0RCI0.
0 meu fim, u'este capitulo, nao 0 lomar
a defeza do divorcio ; 6 uma queslio dua>
vezes julgada, aiuda que de uma aiffereuL-
mancira.
Eu quero somente examinar brevemente
se uao existem cousas iegitimas : se, em
um estado constitucional, onde bouver um .
quarta part! que profussem religioes que
autorise 0 divorcio, se podera pnvi losto-
talmente d'esta liberdade pela lei civil ; e
se, emlin, o divorcio portence ou nao aos
costumes dos iovos tolerantes. Fu ndo sa
birei do meu objocto, pois que suas con-
sequencias ticam nas bases fundamentaes
do'systerna raligioso e da tolerancia.
Mr. de Boualde, quo defende a negativa
em um de seu; escriptos, trati do divorcio
dubaixo da dup icada rela^a) d'esta 10 -lo-
mes'.i;o e de estado de sociedade.
0 divorcio, diz olle, e direuUmeiile cou-
lrario ao espirito c aos priucipios da mo-
narcbia horeditaria c iudissoluvel. K6>
Ibe provaremos 0 contrario.
0 divorcio t.'m exislido eai todas as fro-
toas deg)verno, em differentes epocas, ea-
trc muitos povos aatig-js e moJeruos i eltki
velho quanto a sui origem iuaerta se per-
du em a noite dos seculos. Todos sabem
que foi uma das liburdades romanos cjs-
firmadas pela lei das doze Uboas, e qua se
ampliou no tempo dos imperaloro-; [1]. Este
uso se pratic iva entre os gregos pouco de
pois dos tempos heroicos (3,.
(2) As mulberes nio Uoaam participado
do benelivio d'esta lei antes dos imperado-
res, que foi o da depravagao dos rooanos.
S. B irnardo uiz qua vira enti-rrar umt mu-
lher on R ima que Uavia udo nnie e doas
uioi'idos. As priucpaes causes do divorcio
era n eutao 0 a iu'.terio, a esterilida :e e a
sevicia SJguudo a Li de Moy-.es, o mari-
do |uJj repudiar sua uiulhcr por escrtj.to.
0 elle se podc t)riur a cassr ; depots, os
rabbinos inudipbc-ira n as ron
do div ircio, e se 1" z raio uoj i o*a
os judeus uao se tem conformado i lea civil
das nagoes onde habitavam.

*


s
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