Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17677

Full Text
T

-
- -


AMVO L. \mm 295
'PAB.4 A CAPITAL B LUGARKS 0\E !\i.it> SB PAOA POBTB.
'Por tres mezes adiaulados............... W000
:Porsseis ditos idem-.................
;Poramwmoi Cada numero avuiso .A a k x x x x a a a a a a a 9320
tjt
OUARTA FEIM 23, DE DEZOffiRO DE 1874
PABA Ii; V I HO B OBA DA PBW1SCI A.
Por tres mezes adiantados................ M7M
Por seis ditos idem.....*........... ISMo*
Por nove ditos idem................... 90HSO
Por am anno idem, ................ *TfOtt
PROPRIEDABE DE MANOEL FIGIEIROA DE FARIA FILHOS.
** Sn. Gertrdo Antonio Alves 4 Filhos, no Ptri; Goncalves d Pinto, no Maranhao; Joaqnim Jose de Oliveira d Filho, no Ceara;
Pereira a" Almeida em Hamangoape ; Carlos Aaxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Vi
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das
de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Maria Julio Curves, no Asia; Antonio Marqaes da Silva, Natal ; Jos* Jostiac
a; Be'armino dos Santos Bolcio, em Santo Anti ; Domisgos Josd da CostaBraja, emBaiarethj
Aires d C.,na Bahia j A. Xavier Leite d C. d Rio Janeiro-
ii..
w* 1
Ministerio tl iiuperio.
Por despacho do 12 do corrente :
Foram nomeados : i >
Ordem da Rosa Cavalleiros.0 capitao ioao
Manoel Alfaya Rodrigues Junior e Hercules Pin-
datura de Carvalho, em attengao aos relevantes
services que i<*-n presudo ao estado,-o primeiro no
exercicio do cargo de delegalo de Santos, da pro-
viaeia de S. Paulo, o o segundo no de igual cargo
do termo da ciitdo de Mossor6, na provincia do
Rio-Grande do Norte ; o major reformado da guar-
da nacioaal da proviucia do Maranh&o, Bernardino
j >j6 Pereira de "astro, pelos que prestou aoosla
do : Bernardo Saiurnino da Veiga, em atleucao aos
que tern prestado a instrucgao publica ua cidade
da Campanha, provincia de Minas-Geraes; e o le-
ueute coronel Mauoel Jose Rabem ae Macedo, de-
iegido de polieit da villa de S. Raymuod) Nonato,
na provincia do i'iauhy, pelo que proslou, captu-
rando um criminoso de raorie.
Ordem de Nosso Senhor Jesus Ciirislo. Caval-
leiro.0 deseml-argador Antonio de Cerqueira
Lima, pelo* b >n- services qae lem pros a Jo ao es-
tado.
Ordem de S. Bento d'Aviz. Cavalleiro.-O capi-
tao do 2* batalhao de infaalena, Manuel Anseluio
Pereira Guiuiaiaes.
Ministerio dajiwliru.
Por decreto* de 12 do corrente fora;n nomea-
dos: ....
0 bacharel Antraio Pereira de Abreu Junior, Job
de direito da comarca da Palma, na provincia de
Goyai. ....
0 bacharel Ailino Rodriguez Piment3, 1 juiz
substitute da comarca da capital da provincia da
rlahia. .
0 bacharel Carlos Justioiauo Roirigues, juiz
aubstituto do juiz de direito da I* vara da coinarea
da Nilheroy, na provincia do Rio de Janeiro.
0 bacharel Miguel Thoraaz Pessoa, juiz munici
pal e de orpbao* do termo de Itajahy, ua provincia
de Santa Calharioa.
Foi reconduzidj o bacharel Jo5o Francisco de
Moura Magalhaes, no lugar de Juii de orphaos do
termo do Rio-Grande, na provincia de S. Pedro do
Rio-Grande do Sal.
Hiaistcrio da f uzeiulu.
Por titulos de 10 do corrente foram oomea-
dos :
Cobrador da recebedona do Rio de Janeiro An
ioqio Joaquim Fernandes de Meira GuiraarSes
2" escnpturano da thesouraria de Matto Grosso,
i 2 dito da alfandega de Albuquerque, Frederico
-luipiicio Gualbert) de Mattos.
Praticante da thesouraria de S. Pedro do Rio-
aade do Sul, Ignacio Manoel Domingues Fi-
bo.
Foi declarada sera effeilo a noraeacJo de Jo6
Joaquim de Moura, para o lugar de cobrador do
recebedoria do Rio de Janeiro, por nao ter eutrada
^ra exercicio do dito emprego.
FHialstori- da agrit-ultura.
Por portarias de ii do corrente:
Foi nompado o engeuheiro Francisco de Paula
B.calho para o cargo de chefe da estrada de ferro
0. Pedro II.
Foi concedida a exoneracao pedida pelo enge-
uheiro Charles Limaire Teste do cargj de chefj de
traccio da mesma estrada.
Ministerio ila gnerra.
- Por decretos de 12 do corrente;:
Forara proraoviJj* ua anna de ml'anteria :
8' batalhao. A capiiao, oleneute Francisco Sa
lusiiaoo da SiWa, para a 6' companhia, por ami-
roiaada.
A teneate^da arraa : os alferes JoseSabino Ma
i, Monteiro, Verissimo Maximo Gomes da Silva,
Napoleao da Costa Rosa e Antouio Lull Vieira, to-
doi por antiguidade.
A'alferes : 2* sar^ento Vicente Rabello Leite. 1*
di'.o Silvino Xavier d^ Souza, 2" ditos Manoel Viei-
\x Lopes, Pelro Alexandrino de Amorim, Joao Jose
de Olivtira, Joao Cancio de Faria Bangoim, 1" di-
toj Joao Cmbeliuo Tavares e Joao Antunes Leite,
ss.-gent) ajudanle Leopoldo Roirigues da Costa,
i" sargentos Manoel Lucas Evangeiista e Joaquim
dd Paiau Menezes Lima, sargenlo quartel mestre
AntootQ] da Costa Maranliao, particular 2* sargento
Francisoo Jose de Carvalho eOliveira, 1" sargentos
Gn-lherrae Fern -tales da Silva, Joao Ayres da Silva
Moura e Mariano Antooio Lisboa, 2' da Silva Santo?, 1 dito Manoel Franklin da Silva,
dargemo-ajudaute Augusto Fraacisco da Silva Ro
caa, 1" sargentos Antonio Feliciano Calvet e David
Carlos da Rocha, 2* cadete 1 sargento Luiz Zefe-
rino Moreira, cadete Augusto Fredarico do Cou-
to, ,-argenly quartel mestre Finnino Antonio' Brasil
Correia, 2' Sargento Aristides |JR jdrigues Vaz, 2
cadete sargento-ajudante Oiogo Antonio Bahia, 1*
cadete Juliao Mania 1'avares, particular 2" sargento
Jose Carlos Ferreira Cauipinho, l" cadetes 2" sar-
goatos Henrique Juslino Jos6 Alves Jacotinga,
Adalberto Frederico de Mesquita, Manoel da Fra
ga Barret j e Antonio Ignacio de Albuquerque Xa-
vier.
Passaram a aggregados: A' arma de iofanteria,
do confonnidade com a imperial resolucao de 30
da setembro proximo lindo, tomada sobre consulta
do cooselho supremo militar, os teuentes da mesma
araa Virginio Napoleau Ramos, Ricardo Alfredo da
Costa Carvalh' e Raymnndo Rodrigues Bayma, pro
movidos aiuello pwto por decreto de 21 de margo
deste anno, at4 que possam passar a effectivos, se-
gundo estabeiecu o art. 31 do regulamealo appio-
ifado pelo | decreto n. 772 de 3t de rnar.;o de
1831.
A' de cavallaria, em virtude da imperial resole-
gao de 20 de Julho de 1870, tomada sobre consulta
doTeterido cooselho supremo, o tenente do 1" re-
giraento da dita arma lose Victor iano do Oliveira
Moara.
Forain transferidos para o 3* bat lhao de infan-
teria o major do 15* da mesma arma Antmio Car-
doso Pereira Mello, e para este batalhao o ma-
jor daquelle, Man el de Azevedo do Nascimento.
Foram nomeados:
Capeilao teuente do corpo ccclesiastico do exer-
Mo, o padre Jose Maria Conde.
Escntio '' hospital militar da provincia de Per-
nambuco, Joaquim Augusto Ferreira Jacobiua.
Foirefomado, veacendo soldo dobrado da vo-
luotario da pairia. da conformidade com a ultima
pane do art. 10 do decreto n, 3,371 de7 de Janeiro
de 1863, o soldado d > extiacto 39* corpo de volun-
tarios da patria, incluldo no 16 batalhao de infan-
teria, PolycarpoJose da Silva, visto athar-ae im
possibilitado paia o servijo do exercito em conse-
quents de I'rimento recebido em combale.
Foram igualmcnte reformados, veacendo e res-
Sectivo soldo por inteiro, conforme dispoe o g 3*
o piano que baixou eom o decreto de 11 de de-
sembro de 1815, o furriel Basilio Autonio Gon^al-
vea e os soldados Francisco Melchiades dos Santos
e Manoel Felix do Rgo, todos do 3* batalhao de
artilheria a pe, e o corneta do 12* batalhao de in-
fanteria, addido a companhia de invalidos da pro-
vincia de Santa Catharina, Jo$e Pedro, visto aeha-
rem-se iaatilnados para o seryico do exercito em
cotueqaeocia de fenmeoto que receberam, este em
icombate, e aquelles em accao do mesmo ser-
ivico. .
] |'or portaria-* de 7 tmibam deste mez, foi uo-
raeado o capitao refurmadj do exercito, Ataliba
Manoel Fernandes para servir o lugar da mestre
de gyranastica da companhia deaprendizas artifices
do ars-nal de guerra da corte, durante o impedi-
ment) do mestre effectivo; deveudo.porem, entrar
em exercicio no dia 8 Je Janeiro proximo futuro,
De 9, foi dispensado do commando do asylo
de invalidos da patria. como pedio, u capitao refor-
mado e major lionorario do exercito, Joao Antonio
Garcez Palba de Almeida, e noraeado inleriQamen-
te para o subslitu'r o tenente-coronel do estado
maior de 2' olas-e Autooio Eduardo Martini.
Foi transferido "do esquadrao de cavallaria da
proviucia do Parana para o l" esqudrao da mes
ma arma, o alferes Mirtarislides Lafayette Augusto
de Almeida Fortun
Permitlio se que trocassem de corpos entre si os
alferes Amancio Fagunles de Fredas e Pedro Al-
vares Cabralda Silveira daCuaha Godolpbim, este
do 5* e aquelle do 4 regimento de cavallaria li-
geira.
De II, foi nomeado ajudante do director da
colonia militar de Iiacayii, na provincia de Matto-
Grosso, o lenente honorario do exercito Manoel
Jose Pmto.
De 12, foi nomeado para servir na commis-
sao encarregada da distribuicao das medal has do
Paraguay o capiiao reformado e major honorario
do exercito Joao Antonio Garcez Palba de Al-
meida.
De li/foram nomeados : comraandante do
deposilo de apreudizes artilheiros o coronel do cor-
po de tstado-raaior de artiiaeria Luiz Guilherme
NVoolf.
Merabro effectivo da commissao de raelboramen-
tos do material do exercito ft major daquelle corpo
Dr Francisco Carloi da Luz.
Foi transferido do 15* para o 17* batalbio de in-
fanleria o lenente Antonio Jorge Moreira.
Governo da provincia.
EXPKDIENTE DO D1A 10 DE SETE.MBRO DK 1871.
1.' seccdo.
Offlcios :
Ao Exin. brigadeiro commandante das ar-
mas. -Sirva-se V. Exc. de ordenar ao alferes re-
formado do exercito, Ismael Cesar Paes Barrelo,
que solicite na thesouraria de fazecda, para onle
foi remettida, a portaria pela qual lhe e conce-
dida ticenca para residir na provincia do Ama-
zooas.
Ao mesmo. Para qae se possa veriQcar a
qaalidade de pra^a do 2s sargenlo mandador do
batalhio de engenhareiros, Manoel Felippe de
Mello, que allega ser roluntario da patria sirva-se V.
Exc. de, em cumprimento do aviso do ministerio
da guerra, de 2 do corrente, informar acerca do
que ha de exacto uas declaracoes por ells feitas,
cunstantes da noti> juuta por copia.
Ao mesmo.Sirva se V. Exc. de mardar por
em liberdade o recruta Antonio da Silva, que pro-
vou isencao legal.
Ao mesmo.Declarando- me o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra, em aviso do 1* do corrente, ha-
ver ordenade naquella dati que siga para esla
provincia, atira de ser removido para o presidio
de Fernando de N'oronha, o ex soldado do 7* ba
talhio de infautena, Miguel Augusto da Silva, que
se acha na fortaleza de Santa Cruz, condemnado a
20 annos de prisaj com trabalho; assim o com-
munico a V. Exc, afim de que opporlnnameote
faca seguir o referido sentenciado para seu novo
destine
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar por
era liberdade o recruta Jeronymo Jose Cordeiro,
que provou isencao legal.
Ao mesmo.Deferiado o requerimento do
lenente do 16" batalhao de iuLntena, Joao Evan-
geiista Leal, sobre que versa a sua informacao de
5 do corrente, sob n. 67G, concedo a permissao
que pede esse official para esperar nesta provin-
cia a decisao do governo imperial acerra da per-
muta de corpo por elle requerida. 0 que declaro
a V. Exc. para seu conhecimento e direcQao.
Ao director do arsenal de guerra. Mande
Vmc. satisfazer o incluso pedido que faz o com
mandante da fortaleza do Brum, de 1,468 kilo
grammos de polvora grossa, para as salvas ordi-
narias e extraordinanas, que a fortaleza lem de
dar.
Ao mesmo.Faca Vine, recober nesse arse-
nal, logo que para isso lhe sejam mandados apre-
sentar, os objectos constantes do incluso pedido
do brigadeiro commandante da fortaleza do
Brum, visto nao estareia em carga na mesma
fortaleza, segundo declara aquelle comman-
dante.
2.' secqao.
Actos :
0 presidente da provincia, aitendendo ao que
requereu o tenente cirurgiao do 2* corpo de ca-
vallaria do municipio do Brejo, Jose de Albuquer-
que Hollanda Cavalcante, e tendo em vista a infor-
macao do respectivo commandante superior, em
otticio de 31 de agosto ultimo, resolve mandar
conceder lhe guia de passagem para o manicipio
da curie, onde pretende flxar sea domicilio.
0 presidente da provincia, a vista da pro-
posta do Dr. chefe de policia, em officio u. 1,107,
de hontem, resolve demittir dos cargos di 1* e 2"
soppleules do sabdelegado do districto de Quei-
mada*. do termo do Bom Jardim, a Feliciano Pe-
reira de Lyra Lages e Joio Baptista de Farias
Leiie.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a propos'.a do Dr. chefe de policia, em officio
n. 1,107, de hontem, resolve nomear para os car-
gos de 1, 2 e 'i' supplentes do subdelegado de
policia do districto de Queimadas, do termo de
Bom Jardim, ao actual 3 supplente Joso Cordeiro
de Arruda, Francises Xavier da Silva e Jose An
lonio Soares, na ordem em que se acham.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em officio
n. 1,104, de honteni, rescve nomear para o cargo
de subdelegado do policia do districto de Pimen-
teiras, do termo do Bonito, ao respectivo 2 sup-
pleote, tenente Antonio Fran.isco Cordeiro de
Mello.
0 presidente da provincia, tenio em conside-
racao o que reprosentou o commissario de poli
cia do municipio do Bonito, em officio de 7 do
corrente, resolve demittir o sargento da guarda
local do mesmo municipio, Manoel Rodrigues Lis-
boa Camargo.
OHkios:
Ao Dr. chef? de policia. Devolvo a V. S.
a nota das alteraQoes que entendeu fazer na ta-
bella organi:aJa pelo thesonro provincial, sobre
a alimentacSo dos presos pobres recolbidos a casa
de detenQao, afim de que mencione em reis o
valor dos generos qae fazem parte da mesma nota,
como procedeu o thesouro provincial, tendo V.
S. em consideracao que nao deve exceder de 450
reis a alimentacao diaria de cada preso ; de con-
formidade com o artigo 29 da lei n. 1,141 de 8 de
junho proximo undo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Recife.Para satisfacao do que exige o
aviso do ministerio da guerra, de 2 do corrente,
sirva-se V. S. de informar acerca das declaracdes
constantes da copia junta, feitas pelo 2' sargento
mandador do batalhao de engenheiros Manoel Fe-
lippe de Mello.
Ao comman3anle superior da guarda natio-
nal de Tacaratti e Floresta.Informe V. S. sob'e
o que expoe o inspector do thesouro provincial,
no officio junto por copia, relativamente aos ven-
cimenlos do official e pracas que ultimaraeote
esliveram em diligencia no termo de Floresta, e a
que allude os prets que junto devolvo a esse com-
mando superior.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo.Para os fins conve-
nientes,dommunico a V. S. que, por portaria desta
data mandei conceder guia de passagem para u
municipio da cOrte, ao tenente cirurgiao do 2 cor-
po de cavallaria desse municipio. Juse de Albu-
querque Holleuda Cavalcante, de conformidade
com a infonuara > do V. S., em officio de 31 de
agosto ultimo.
Ao juiz de direito da comarca de Tacaratu.
Em resposla ao seu officio de 18 do mez_pro-
ximo pas;ado, em que reclama a construccao de
uraa casa para cadeia nessa villa, lenho a decla-
rar-lhe que nesta data officio ao engenheiro chefe
da repanioao das obras publicas, para tevantar a
planta, e logo que esta se ache concluida, darei
as conveoientes providencias.
Ao commandante do corpo de policia.Re-
mella-me Vmc, para ser transmittida ao minis-
terio da guerra, conforme exige no aviso de 2 do
corrente, a certidao dos assenlamentos relalivos
ao tempo em que servio nesse corpo Jose Vicente
Luiz da Silva, actualmente tenente do 21* batalhao
de inlantaria.
Ao commissario de policia do municipio do
Roi Formoso.Em resposta ao officio datado de
6 ao corrente, autoriso Vmi. a contratar o alu-
guel de uraa outra casa para servir de quartel
a guarda local desse municipio, com unto que o
preco nao seja superior da que era occopada pelo
deslacamento da guarda nacional.
Ao mesmo. Em resposta a consulta feita
em seu officio datado de 6 do corrente, c a be-me
declarar-lhe que os vencimentos do commissario
da guarda local devem ser pagos da mesma for-
ma porque o sao os empregados publicos provin
ciaes, isto e, em folha separada e no fun de cada
mez, estando sujettos aos mesmos direitos dos de-
nials empregados.
3.' secqao
Acto :
0 presidente da provincia, na conformidade
da demonstra^So da cootadoria do thesouro pro-
vincial, a que se refere o officio ao respectivo ins-
pector, de 5 deste mez, sob n. 372, resolve abrir
um credito extraordinario na importancia de....
3:428;0j0, para occorrer ao pagamenlo da des-
peca presumivel com a onduccao de presos du-
rante o correnle exercioio, visto nao haver credi-
to para esse Sra na lei do orcaraento vigente.
Ufficios :
Ao inspector d* thesouraria de fazenda.
Na conformidade dos inclusos prets, mande V. S.
pagar a quem se mostrar compelentemente auto-
risado, os vencimentos das pracas de guarda na*
cional destacadas durante o mez de julho deste
anno, na villa de Petrolina ; segundo solicitor o
respectivo commandante superior era officio de 21
de agosto Undo.
Ao mesmo.Para sea conhecimento e devl-
dos tins, declaro a V. S. qae, por aviso de 31 do
mez proximo passado, sob n. 7, do ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas, foi ap-
provada a deliberacio loraada por esta presiden-
cia de mandar satisfazer a prestacao devida aos
empreituiros da obra do passadiQo, que poe em
comrauiioacao prov soria os bairros de Santo An-
tooio e Boa Vista, devendo essa despeza ser 1 -va-
da ao credito disliibuido em 30 de junho ultimo,
para a verbaobras publicas do exercicio de
1874 a 1875.
Ao mesmo.Constando de officio do director
do hospital militar, aunexoao do Exm. brigadeiro
commandante das armas, datado de 24 de agosio
ultima, sob n- 654, haver elle infligido ao res-
pectivo escrivao, Avelino Pereira da Cunha, nova
suspensao do exercicio de suas fuaccoes, em con-
linuacao da que lhe fora imposla ; assim o decla-
ro s V. S. para os devidos etfeitos.
Ao mesmo. -Em vista do qu-; expoz o Dr.
chefe de polic a em officio de 22 do mez undo,
sob n 1,050, recommendo a V. S. que mande pa-
gar ao alferes Antonio Celeslino da Fonceca ou ao
seu procurador a quantia de 168*669 em que, se-
gundo as inelusas conlas, importou o alug'iel da
casa que no termo de Cimbres, servio de quartel
ao respectivo deslacamento, acontar de 2 demar
go do anno passado a 31 de julho do coi rente, fl-
caado sem effeito a ordem de 13 de marco ultimo,
em que por engauo se mandou pagar ao referido
alferes somente a quantis de 54^660, pelo aluguel
da mesma casa ate o Um de Janeiro desie anno.
Ao mesmo.Em aviso de 25 de agosto pro-
ximo passado, n 0,065, commuoicou o Exm. uii-
nistro do imp.erio que foi approvado pela verba
soccorros publicosdo exercicio de 187475 o
credito de 50/000 aberto sob a responsabilidade
desta presidencia, p.ra pagimento da gratilicagao
de igual importancia a Alexandre da Silveira Ve-
neno, como remuneracao do trabalho que teve com
os indigentes accommettid s da variola e saram-
pao na freguezia de Cruangy ; Qcando assim re-
sol vido o officio dessa thesouraria, n. 201, de 30
de julho ultimo, a aquelle ministerio.
Ao mesmo.-Queira V. S. informar coma
brevidade possive), em vista do officio junto que
devolvera, de 31 de agosto proximo passado, da
camara municipal de Gamelleira, sobre a remessa
de padroes de pesos e medidas pelo systema me
trico para a referida camara.
Ao mesmo.Remetto a V. S. paraos fins de-
vidos o titulo pelo qual foram concedidos dous
annos le lioenca. i^om o vencimento da respectiva
congrua, ao conc-^'o Simio de Azevedo Campos,
vigrfiio coliado da freguezia de floss* Senhora da
Escada.
Ao mesmo.Transmitto a V. S. para os de-
vidos lius, a iaclusa portaria concedendo ao alfe-
res reformado do exercito, Ismael Cesar Paes Bar-
retu, licjaga para residir na provincia do Ama-
zonas.
Ao mesmo.A' vista dos incluscs prets que
remetto, mande V. S. pat?ar a Severiano Irmao
Sl C, a impo/tancia dos vencimeatos das pragas
du guarda nacional de^t cadas durante o mez de
agosio Undo aa villa do Brejo, segundo solicitou o
respectivo commandante superior em officio de 3
do corrente.
Ao mesmo.Para conhecimento de V. S. e
devida execugao, incluso remetto-lhe por copia o
aviso do ministerio da iusiica, de 2 do corrente,
relalivo ao deficit que so venflcar na verLadesti-
nada para pagamento da magistratura.
Ao mesmo.-Remetto a V. S para os devi-
dos fins oito ordens, tenio seta do :h s mo nacio-
nal, sub n>. 144 a 148 o 150, c uraa do minisierio
da guerra, datada do l. do corrente.
Ao inspector do thesouro provincial.-Res-
pondendo ao officio de Vmc, datado d 4 do cor-
rente, son n. 371, declarando qae mande pagar o
aluguel da sala em que funcciona a bibliotbeca
provincial, a que se refere a ordem desta presi-
dencia, de 8 de agosto fiudo, pela verbaEven-
tuaes,visto nao ter sido consignada no orcamen-
to vigente verba ,para tal pagamento.
Ao mesmo. Respondendo ao officio de
Vmc, datado de \ do corrente, sob n. 369, declaro
qae approvo a arremata;ao da obra da ponte do
Trapiche, que purante a junta d-sse thesonro fet
Duarte Borges da Silva, com o abate de 1 por cen-
to no valor do respectivo orcamento, prestando a
necessaria fianga am bens de raiz de sua proprie.-
dade.
Ao mesmo. Remetto a Vmc. os inclusos
prets, pass que mande pagar ao cabo Balbiao Pe-
reira Je Mirauda os veucimeiiios da guarda nacio-
nal destacada durante o mez de agosto lindo, na
cidade 4o Rio Formoso, na conformidade do que
sohcitott'o-respeetivo commandante superior, era
otlicio datado de i do corrente.
Ao me.in,). l'ara satisfagij do que solicita
o brigaJftro commandante das amw5> em officio
juulo, T5J ot ssra devolvido com os demais pj;
peis anaexos, refereotes ao cabo de esquacTra do
1.* batalhao de infantaria, Jose Pedro da Silva,
remeita-me Vmc. a certidao de asseutamentos da
referida praga que diz ter perteneido a 1." compa-
nhia do corpo de policia desta provincia, que mar-
chou para a campanha do Paraguay.
Ao mesmo. Remetto a Vmc". para que fl
que em deposilo no cofre dessa repartigao, a in
clusa quantia de 4:0001, que acaba de ser offere-
cida pelo tenente coronel Belmiro da Silveira Lins,
com nppfkai.-ao as obras da coloaiaagricola e in
dustrial orpbaoologica Isabel.
Ao mesmo.Verificando e ser proveniente
de aluguel da casa que -erve de^juartel ao desla-
camento de Cimbres a quantia de 542, a qae al
lude a ordem desta presidencia.de 13 de margo ul-
timo, e acbando-se nesta data auiorisada a thesou-
raria de fazenda a effectuar o pagamento da mesma
iju-ntia ao alferes Antonio Celeslino da Fooseca
on ao seu procura lor, fica sem effeito a citada or-
dem. 0 q .e declaro a Vmc. para os devidos Gas
eem resposta ao ssu officio de 20 de abril deste
anno, sob a. 181.
Ao mesmo. Remetto a Vmc, para os devi-
dos effeitus, a inclusa copia da portaria pela qual
fica respondido o seu officio de 5 do corrente, sob
o. 372.
4' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve remover
a professura de instrucgao primaria Anna Carolina
Cesar do Meil da cadeirada Pedra, de Buique,
para a de Vertentes.
0 presidente da provincia, attendendo ao
qne requereu a direccao da* sociedade Monte Pio
dos H norarios do exercito, resolve, nos termos do
art. 27 do decreto n. 2,711 de 19 de dezembro de
I860, spprovar os esUtutos da mesma sociedade,
conteodo qaareoU e um artigos escdptos em um
lirro de dezeoove folhas de papel cartao, rubrica-
das pelo secreiai io desla presidencia, o bacharel
Joio Diniz Itibeiro da Cunha, e autorisa-la a func-
ciosar.
Officios :
Ao Exm. presidente da provincia da Bahia.
Tran.-mitiiu Jo a V. Exc. a inclusa certidao tios as-
sentamentos existentes no 2. batalbao de infan-
taria, relativamente ao soldado do 15.' batalhao
da mesma arma, Manoel Francisco dos Santos, sa-
tisfaro a exigencia de V. F.xc. contida no sta officio
do |. do corrente, a que respondo.
Ao inspector da saiile publica.A' sesreta-
ria desta presidencia, remelta V. S. com urgeocia,
uma carteira de medicamenlos bomeopathicos
apropriados ao tratamenlo da variola, alim de ser
enviada ao delegado de policia do termo de Gra
nito. ____
Ao ptaovedor da Santa Casa de Bti.WM't'L.-
Trausmittindo a Vmc. a iaciusa copia do aviso de
2 do corrente, em que o Exm. Sr. ministro da fa-
zenda commuuica haverexpedidoa convenience or-
dem no sentidode serein despachalos, livres de di-
reitos, os medicaraeutos e mais objectoa que essa
Sanu Casa tiver iraporlado para o seu uso e dos
esUbel^ciraeotos a seu cargo, cabe-me recommen-
dar lbe que observe o disposio na ultima parte do
citado aviso.
- Ao regedor interioo do gymnasio provincial.
Admitta Vmc. como alumnos externos gratuitos
desse instituto os raenores de nome Ianocencio
Maia e Serveliano Maia, filhos de Aatoaio Correia
Maia, cujo requerimento nesta data deferi.
5." secQ&o
Officios :
Ao engenheiro chefe da repartigJo das obras
publicas. Traasmitto-lhe o incluso officio em ori-
ginal, que me sera devolvido, do juiz de direito de
Tacaratu' e Floresta, para que Vmc, tendo em
vista a rtclamagao que faz aquelle juiz, orgiaise
com brevidade a plauU de uma cadeia, que deve-
ra ser feita com toda seguranca e accommodagoes
para 30 a 40 presos de am e outro sexo ; deven-
du ser contemplado na mesma planla um espago
para quartel.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. Transmitto a Vmc. o in
cluso aviso por copia, do ministerio da agricultu-
ra, commercio e obras publicas, datado de 31 do
mez proximo passado, sob n 30, para que Vmc.
proceda de conformidade com o que 6 recora men-
dado por aquelle niinisterio.
Aos agentes da companhia brasileira de na-
vegagao a vap.r. Declaro a Vmcs., em addiia-
mento a ordem desia presidencia, datada da 18 de
julho proximo passado, que manda dar passagem
para a corte por conta do ministerio da agricultu-
ra, commercio o obras publicas, ao bacharel Anto-
nio Pedro Ferreira Lima e a sua mother, que em
lugar do dito bacharel vao tres filhos menores.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor deom passagem para a corte,
por conta do ministerio da raarinha, no vapor es-
perado do norte, aos aprendizes marinheiros Ma-
noel Antonio de Souza e Francisco Gomes da Silva,
qae vao recolher-se ao quartel central.
EXPEblENTE DO SECBETAIUO.
V seccao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, rospoudo ao olfljio do V. Exc, de hoa
lem datalo, sob n. 681, dizendo-lho que nesta
data se mandou fornecer ao commandante da
fortaleza do Brum a polvora grossa para salvas,
consume do pelido que veio annexo ao citado of-
ficio.
Ao mesmo.-Dj ordem da S. Exc o sr. pre-
sidente da proviac.a, declaro a V. Exc. que o ar-
senal de guerra flea nesta data aulorisado a ra
ceber os objectos constantes do pedido do com-
mandante da fortaleza do Brum, a que allude o
seu officio de honlem, sob n. 682.
Ao iuspector do arsenal da marinha. S.
Exc o Sr. presidente da provincia, tendj expedido
as necessanas ordens para serera transportados
a corte, no vapor esperado do norte, os aprendizes
marinheiros Manoel Antonio de Souza e Francisco
Gomes da Silva ; assim o manda communicar a
V. S., em re sposta ao seu officio de hontem, sob
n. 128.
2." cfao.
Offi:ios :
ao soaselheiro prejidente do tribunal da-
reiaeao desta cidade. -De or Jo u cu ". Exc. o Sr.
presidente da provincia,remetto a.V. Exc, o.n ori-
ginal, a uclusa pelicio de Frederico de Castro
Carvalho, afim de que V. Exc, tenha conheci-
meato do que requer o supplicante.
Ao Dr> chefe de policia. De ordem da S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, comrauoico a
V. S. qae nesU data foi autorisado o inspector da
thesouraria de fazenda a mandar pagar ao capi-
tao Antonio Celeslino da Fonceca ou ao seu pra
curador a quantia de 1634662, proveniente do
aluguel da casa que no termo de Cimbres servio
de quartel ao respectivo desucamento, a contar
de 2 de marco do anno passado a 31 de julho ul-
timo, Qcando deste modo sanado o engano de qae
trata o officio de V. S., de 21 do mez
n. 1,080.
cional; dos municipios da Boa-Vita e Oaricury.
De ordem de S. Exc. o Sr. presideale da provin-
cia, comrauoico a V. S. que acabam de ser expe-
didas as coaveoiealei ordens a thesouraria de fa-
zenda atira de que seja paga a imporUncia dos
vencimentos das pragas de guarda nacioual desta-
cadas durante o met de julho deste anno na villa
de Patrolini, na conformidade do que V. S. so-
licitou em seu ollkio datado de 21 de agosto ul-
timo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo.S. Exc o Sr. presi-
dente da provincia manda communicar a V. S.
que por officio desta data, dirigido a tbesoorarta
de fazenda, expedio a necessaria ordem afim de
que seja paga a imporUncia dos vencimentos das
pragas de guarda nacional desUcadas durante o
mez de agosto lindo nessa villa ; na conformidade
dos prets que acompanharam o seu officio de 3
do corrente.
Ao commandante superior da guarda natio-
nal do Rio Formoso.De ordm de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, commuaico a V. S. em
resposia ao seu officio de 2 do correnle, quo aca-
bam de ser expedidas as necessarias ordens ao
ihesoaro provincial maadando pagar os vencimen
co< das pracas de guarda nacional destacadas na
tidade do Rio Formoso durante o mez de agosto
find), e reitero a recommendagao feita aa circa
I a de S. Exc, datada de 11 do mesmo mez de
agosto.
Ao juiz de direito da comarca de Bonito.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu
sar o recebimento do officio de V. S., de 3 do cor-
rente, comrauaicando haver encerrado a I* sessao
do jury do termo de Beterros, no 1* deste mez.
4.' seccao.
Officio :
Ao director geral da insttuocio publica.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin
cia, communico a V. S. que nesta data foi re
movida a professora da Pedra, de Buique, Anna
Carolina Ce-ar de Mello para a cadeira da pj
voacao de Vertentes.
5.' seccao.
Officio:
Ao engenheiro chefe da repariigio das obras
publicas. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, communiso a V. S., para os devidos
elTeitos, que por officio desta data foi approvada
a arrematacao da obra da ponte do Trapiche,
que perante a junta do thesouro provincial fez
Duarte Borges da Silva com o abate de um por
cento no valor do orcamento respectivo.
OESPACHOS DA PSKSIDENCIA, DO DIA 21 DE DKZKMBHO
DE 1874
Bellarmina Francisca Lobo.Requeira ao ins-
pector da instruceao publica.
Demetrio de Gusmao Coelho. Informe o Sr.
inspector do thesouro provincial.
Gongalo Augusto da Graca e Mello.Sim, me-
diaote recibo, caso esteja o que pede o supplican-
te na secretaria.
Pedro Nolasco dos Santos. Passe portaria
concedenlo a licenca pedida com ordenado, to-
mwite. .
Thomaz Jose de Mello. Deferido com Officio
desta data ao Sr. commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Nazareth.
Palacio da presidencia de Pernarabuco, 21 de de-
zembro de 1874.
0 presidente da provincia, havendo examinado
detida e maduaramente os pipeis que foram ap-
preheudidos nas casas de residen-.ia dos padres
jesuitas, deparou com os docuinentos que passa a
enumerar :
1.* Uma carU do jesuila Joseph LasemDy.es-
cripla de Liverpool ao jesuita padre Rocha, em 7
de maio ultimo, na qaal se le oi topicos se-
guintes :
c Lhe agradego rauito as commoventes noticias
do bispo Fr. Vital. Eu live o cuidado de fazer
com que fosse elle bem coohecido por todo o mun
do oide penetra a lingua iagleza,,; e, no men
tempo livre, a minha penna occupa-se muito do
bispo. .1 biographia do bispo de Olinda ; uma
cartaem favor da Companhia; o bispo do Paid ;
o alvard de ii de setembro de 1159 ; a leide 28
de agosto de 1767 commenlarios muito hon'osos
aos Nossos presentment! no Brosil; a maronaria,
elemento de desorganisagao social no Brasil; a
mesmi elemento de desorganisacao religiosa no
Brasil. Os comment dos aos Nossos, e fario, eu o espero, uma iraprei-
sao maito favoravel aos meus irmaos do Brasil,
de Roma e do toda a parte. Eis o trecho de um
de meus discursos : 0 governo brasileiro, e ver
dade, niudou a peua (do bispo) em prlsao sem tra
balho; portim com deixar a parte principal da
injustica, conlirmou a opiniao que tera perdido
inteiraiuente a Fe. Janhcu para si a execragao
de todos os bons catholicos e para o bisdo de Per-
nambaco a reputaglo de sar elle um dos Cam
peoes mais atrevidos da igreja.
2." Uraa cam do predito padre jesuita Lasemby,
de 17 de julhi do corrente anno, a um de seus ir-
maos, aqui residentes, em que commanica :
t Ja publiquei a nota do cardeal Antonelli, ao
govern} brasileiro, no Tablet. Tenno os materiaes
promptos para os segurales artigos : a verdadeira
causa da perseguicao no Brasil (trecho de Zacha-
rias, Jornal do Commercio, 10 de junho); as va
cillacoes do Sr. visconde do Rio Branco e as suas
consequencias (trecho de Paulino de Souza, ibidem);
as cartas do baraode Penedo, em 8e30 de abril,
sobre a nota do cardeal Antonelli (Jornal do Com
mercio,8 de junho) ; refntaqao dts mtsmas de
Pereira da Silca (ibiein, 13 de juutu) ; safrd
refutacao de Zacharias (ut supra.)
3 Uma carta do Dr. Jose Soriano de Souzi, ao
padre reitor Sottovia, do de julho, era qae lhe
diz:. 0 miaislerio esta agarrado como I'stra. Mas
emtiD algum dia elle ha de cahir. E ate hoje
nada de resposta do Sinto Padre a sociedade Ca-
tholica I I E agora chegaria muito a tempo, por
quo o Colago afinal separou so de nos, e esta fun
daodo, dizem, outra sociedade que lhe sacie o
desmesurado orgulho. A Esperanca, teve outrora
utn breve do Santo Padre, e entretanto fez menos
e soffrau menos do que a Uniao. Porqae esta
Umbem nao sera digna da raesina graca ? Pense
um pouco sobre o uaso.
4. Uma nota do secreurio das leit: as laliuas.
Carlo Norcelli, ao reitor Sottovia, remetteado I'ae
o breve de que trata a carta supra, louvando aos
Drs. jyicente Pereira do Rago, Aatonio de Vas
concellos Menezes de D.uaiinoud, Jos6 Soriano de
Souia, Tarquinio Braulio de Souza Amaranlho,
aos bachareis J ise Hoaorio Bezerra de Menozes,
f'Manoe- Barboza de Araujo, Pedro Gaadiaoo de
R.tisi Silva, e flnalmealo nos ciladaos Antonio
Uui do Anural e Silva, Mauricio Jose Torres
Temporal, Aalouti Qimaci Torres Temporal,e
Doraiagos Ferreira das Naves GuiamSes, accres
tceatando no final dessa nota qae, se elto paaro
Sottovia enleadesse qae as pessoas iadicalas no
'breve nao eram digaas do louvor, o guardasse.
5V> Uma carta do Dr. Tarquinio BrauLo de S^u-
za Amaranlho, em data de 24 de juaho, ao mes
mo padre Sottovia, contendo os seguintes trechos :
< Firmado em uma maioria fraca e vacillante, o
ministerio vai se sustentando e resislindo a oppo-
sigio vigorosa que tem contra si ; mas nao per-
. aemos a esperanca de derribalo. A causa da
findo, sob [notsa santa igreja tsm ganho maito, segundo todos
Ipensam, em onsequencia das muitas e poderosas
' Ao'commaudsnte superior da guards aa-1 votes que se teem levaotaio para profligar o pro
cedimento do governo persegai tor dos bipos. Si
am poaco do qae tera ha vido em R. ; *
lerao que, com a cbegada alii do -eohor Saagai-
ni, as cousas lome-n outra direc-.a->, 7 it emmpe
eoitar por todos os mum. Ksse tiuaem. Dm* mt
perdoe, fez muito nul; foi faul aoi ioiei
catholicos no Brasil e aftual descoatent u 11
fazendo passar a auloridade da Saiite Se por avs
brovacoes. Proiesiou "i# sfgrH* eoalra o iaiga
meato do t:spo e o sea proleMo f, i r iStrid
impertineDle e nallo pelo mini'tro d estrangeifos.
como consta do relalno do roes.-n.i mioi-tro. Mai
tat outras cousas Hutu a diier-lae mas falta-aw
tempo e jkio quero confinr lido air ftpel. *
6.* Uma carta do bispo D Fr. Vital, de 9 do se-
tembro ultimi, ao pa ire reitor So tri, na mt
se le 0 seguinte : Pare;e roe eecasado fallar-
Ihe acerca de nossos neg-nos. porqaaato o kV.
Tarquiaio, qae delles esta bem a jur, referir Ihe-h.
quant 1 por ca se tem pas-alo. Ilm Roma, t qme
e precis-y muttissima cavtella $ ttftlancta '. \
magunaria uao dorrae, e o governo, qae a:aha it
mandar nova missao junto a Sanu S*, e-ta, oa
pelo meoos, raostra-se sobremodo eperao{-*>.
Certas concessues que em outro tempo se ooaoriasa
fazer sem inconvtmente algum e ea Roan pare-
cerao simpiissimas, agora e aqui serao onwo
muilo permciosas. Ea tenbo sempre escripto asast
senlido ; receio. porem, que ape parega suspeito nesta questa<>. Ma poaco recast
algumas linbas do padre Santinelli qne maitissiaM
me coasolaram ; mas nao estoa tranqaillo, poraajt
sei quanto 6 perfldo nm goveroo mag ntco qne
tao Uabilmenle maneja a locatira, a calamota a
diiamaclo.
7.* Outra carta do bispo D. Vital ao mesma
padre reitor Sottovia, datada de 19 de aoveatW
proximo lindo, contendo os topiros s.'guiole?
t Se as niagmdcas lettrai apostohcas me nzesasn
exaltar no Senbor, nao menus consolatao e sJegria
me teem causado as ultimas abjuravoes reaksa
das em mluha querida diocese. Ah I mumle.
mande um noco anjo a Roma. Qae ell- se muna
de todos is papeis e docuinentos qae poder raosa
trur acerca da questao religiosa. tjaaato nao Use
devemos e aos seas, ea, a mioha diocese, a igreja
brasileira e a universal. Amda mais am favor
lhe peco em Dome de minha chara diocese : pro-
cure, lodas as vezes que lbe for pot*ivei, -jodar
com 0* seu- coaselhos, direcu oa nilirrrtimratr.
os governal jres e demais iu ton dade* cclesias-
ticas. Aoime os constantemente na Iota qae vai
recrudecer e ore maito por elles. Mil sgraaVei-
uieotos pelos exercicio? que pregou ao semaMho.
Sem duvida o reitor e 0 padre Maia me faflarao
acerca delles nas cartas qae acabo de rrcsaor : a
de V. Rvm. foi a primeira que atri e Ii.
8.* Uma carta do jesuita padre Cmorati. esrrtpta
aos 18 de janho proximo passado, da Baixa Verio
ao vigano de S. Lourenco da Malta, Francisci de
Araujo, conteodo os trechos seguintes : Nao lbe
dou noticias de Baixa-Verde, porqae, eserevea-
do ao Rvd. padre reito-, as ebcrevi tambem
para V. Rvaa., jesuita como todos e mats do qae
eu; porem i>ao do seatido dos vocanalanos
ponuguetes. Quanto ao pedido qae V. Mvass.
au laculcou Uo rrpetidas vezes que ea (sea
aquelle sanlo varao paare imspina, se elle vr
ca, nao o deixarei; porem duvido mono qae
venha por varies razdes que elle oestes ulti aos
a dies dea em resposta a uma minha qne lh- es-
c crevi, solicitando a sua vinda. I'arece me que.
c caacado por seas graades trabalaos aa vtaa de
roissionario, com .-aa idade de setenta aaaos.
1 queira mais cuidar do governo de soas vmle
1 casas que de outras misfuvs. >
9.* Uma carta do professor publico de Verten-
tes, Manoel J. Xavier Itibeiro, sem data, ao referi-
do vigano de S. Lourengo da Matt 1, eonteado os
topicos seguintes : Sera amanba, porque ba
c porlador, que hei de escrever ao Ibiamaa, a
c qua! acba-so ea raissis para as paries de Guara-
1 bira. Soube honteji que elle me escrevea .
mas ate esta hora aio la nao recebi essa carta.
por estar o portador demorado em Gra vat 1 d
Jaburu. Nao me esquego da pre'eng.io do mea
< amigo e neste seuti Jo io*tarei com elle alia ie
1 ver 0 men amigo saSjesats ; mas desde js lae
1 advirt j que faz se necessarto a id* do dtio pmire
c a Baixa Verde primeiro do que ahi em S. Lm-
< rengo. C'onrrm irmo nos firmindo oc 'la, de asa-
c neira que p ssames (emOora a opsragao seja 4e
a tempo) attingir os desiderata que alm-jasBOe.
f Em conclusio declaro a X. Itvraa. que v.u a-
penh rite com Ihiapina para este ir a S Le*>
renco apenas acabar a santa missao de Baiia-
t Verde. Para oatrcs iagares, tambem ha o ases-
tnos desejos ; entretanto os tae* a pacieneia. Nao tarda qnem cbega a tempo. Ba-
tes povos, como ja tenho dito, det*sum 0 mag 1-
a nismo, mas de'estam-n'o por am scatimento va-
t go ; nao e porqae elles saibam 0 qae e a maco-
11 ana, nem seus modos delia. lias, etc, etc Ha
t uma ou outra pessoa, c>mo este sea chad-.
a que, arrosundo as iras da eoergameaa, nao
e cessa de in etc., etc. Ea sei qae es cscaorros estio dan:-
1 nados c inigo, assim como pareee-me qae em
1 certas localidades (do mato, bem entendido) eil*
a nao ladram Kstimo a sua saude e a das aa-
dres da veueranda companhia, et-r. Diga ao pa-
c dre Sottovia qae agradego o refrato qae sse
a man Ion do santo padre Pio IX. etr.
10.* Uma ca>U d> bacharel Souza ttaagel. de
10 de janho, ao padre Sotlovh, na qnsl c eocoa-
ira 0 topico seguinte : Se ja tiver notieia da
qjissao de Baixa-Verde, nlo deixe V. Rvma.c*
commanlcar-me.
11.' Outra, de 16 de sgoslo, do ref-rido ha.ha-
re I ao mesmo padre Soitovu, e:n ] 1 is !^ a e-
gainte : < Acabo de rcdigir, ei.i now* da I'aia
Catholica, ara reqnerimeoto a assen>l!ea de?ta
proviacia, pedindo qae mande p6r a disppsigio act
D. Vital 0 product > do* dizimos. Nao e-pro re-
sultado, 0 a'e receio qae SB abafv 0 ri*querimea..
mas deeej 1 levar ao seio dessa c >ip. ra.-A algum
eslimalante e nao me occ rre outro. *
Em outras cartts pisteriores sa refendo bacha-
rel, le se o que segue : Padre Negri me diss*
< Camp re sahir ; so licanam >= es uvessem ta-
railias quo no_- recebessem his condicies qut
nnsconvem. Nao d-sse e nera pos*o saber qp-
as condigoes a qae se referio 0 amavel padre 2le-
gri. Quaesquer qae efiss sejam, ea assets!",
porque 0 jugo de Jesus e suare e o pei) I ve
Coraecei a uoveoa d; S. Joao c e pro,iostu awu
lazer appr..-ecor 0 retrato de D. Vital sob Jocei *
maito sinto na> ter o do bispo do Para e e do
santissimo papa para os fazer Uinbun appareeer.*
Considerando, que dos ItacWi ciudo-. interro-
gator! s e outros document js aoai nao espeaica-
dos, se ver.lka que os padres jesu las, re-ideates
ni st3 provincia, esqaecaodo-so do bom acolhiasea-
10 que reoeberam desdo o primeiro dia em qae a
ella apcrlaram, tem se desviado da linha ao aro-
cedei que 0 seu sagrado ministerio e a ?u 1 qsrsii-
do de esirangoiroi Ihes prescrevcra, perturbaaJe a
paz e harmouii que sempre reiaaram entre a igre
ja e 0 estado, e violando as santa* leis da hoSMta-
lidade, que deviaai de ser o> primeiros a maaier e
resaeiUr ;
Considerando que foram cs d-.tos pairs* jcsaiU*
o qae promoveram 0 actual conflict) religieao.
qae todo 0 bom calhohco devo sincerameaw la-
ment tr, pmliiaulo no periolico tUperanc* e da-
pois 1/niuo. do qae sao assiduos collaboraiarss,
artigos contra as leis do estado, leis auiiqassiiai
sempre acaUdas pelos virtuosos pwlados qas I
goveraado esti diocese, e, > eatrettato, aar 1
padres jesaius stacsiss e qoalUksaas 1
i


'


Diario de Pemambuco Quarta feira 23 de Dezembro de 1874

-
ft&es Am prerogatives o immnartxdes d.i san-
Consideraaio quo para aoiniarem ami t.il pro-
paganda que comecou a ter lugar com o sen est i-
Deleciment > no Brasil, aao eserepulrsararo em aim-
ear da prodigiosa iuflamcia de que gozam.em 1\ i
ma, para obterem, como obtivcrarp, cailas pontiu-
rias touvando aos redactores do citado periolieo
Uni&o, que, pela sua Iraguagem virulenta eacri-
mor.io-a,irupropria de uaijesaal refigioso, se tem
IHTMOU
com um carregausento da piano, cjuswusido a
convertido em uma vertadeira pear* de etc an- Hamauo & C
dalo;
Consilerando qnc ?sta mais quo r.rovala a, *ua
interfereiicia oa. actual qae.^tao reNgiosa, caqnal
teem tornado parte aetiva, como se dep'ebende dos
doeuti.enos ci'.ados, e cod fe ionium delles no in-
tenvgat'Tio a que ullimameute rcspondeu (embo-
ra hoove.-sem eegado a priu-iirio, quando uveram
lugar os acuntecimenio* de 14 de maio do ano
proximo passado-), chegaode seu desrespeko ao
pentode deciaiar ao Dr. cfeefe de policia, era au-
uiencia, qim con cinca toeiJea haviam consegu-ido
mais, rtl.iiv, munte a questao religiose, do qae o
goverbo knp rial, enviatido plenipotentiaries e
cespendec do ctutenas fri coi.tos de ms ;
ConsilC'rsndo qu6'c!Tes padres J&uitas'oio se
teem hsaltado a aeonselliar e anisaar o aotntl bis-
po em sea rebeldia aos poderes da naeao ; mas
ainda teem levado a sua iUei vencati, ua re.'eri-
da queMai, ao poule do enviarem nissarias a Ho
ma, os quaes hao ccnsrguido iliaquear a boa fc do
veneraudo pooiiftee, adultemnla os factos e apre-
sentaudo o chefe ao estado e seus ministros como
macons e iuimigos da religiao eatholica, ao passo
que o bispo e ,- ar til.- julgada um martyr da (c,
um campcao deeodado d.i igreja e um-optima pas-
tor ;
Consideravde qif lae* KWeitos teem sido, por
mais de uma-*..-z, manifestaaes do p*!pito a pes-
etas simp!- v ignorante?-, espaade desta arte os
Mao iis j\>i:isij
II DE DEZEMBRO DE 1874
Abarr.a iogleza que, segundo noticiansoa, esteAe
em (jerigo, chama s Clara, e vdo as Brcn;wick
A Clara, ao eatrar neste porto, Toi effectiva-
nieniesjbre aspedrasdo costao da fortaleza da
Santa Cruz; mts gracas am soccorros que Ihe
-prestaram logo os escaletes da refonda forta-
leza, pdde s (arse, se bem que fa*udo seU pes
d'ngua.
Em segutda fot rebocada petlo vapor Carieca
para o trapiche da Saiidts, onde se acba quasi ea-
ealhad*.
li -ru'.'.r 11 dos examas na faculdade de tuedi-
ciua :
6* aoEO (defeza de these^. Francisco GorKeia
Dutra Junior, approvado com distinecao Carlos
'ugusto de Moraes Sarmenlo, 15anoel de Mello
Braga Junior, Lucio da Cuuha Pavolide Monezes,
tiuilhcrme Perreira de Abreo, Francisco.de Paula
da SrJva, Ambrosio Vieira liraga, Alexandre Pe-
reira de Soaza, approvados plenamente.
Approvaaos por maioria de votos (3 con.ra 1)
em 2* escruiinio Eduardo Henrique Peieira de
]*s!lo 3 Jose Lopes Ferreira.
Jo^trra ft Bfiwr; rcfntou a doalriaa i-M que on-
tindein ue a gnerra e raevitavel a<.?r.a a #ver
sida I'! das -navdej e. seas dIin)Stos bem
como a dos qua pl*wi que a gacrra 6 um taeie
d*1 aflijittr rrjaezas qaaadn caasa o leal tma-r-
biecimesJu do todos; discutio a cro:ca dos-a ra
veem na guer[a .jm meio de dimiuuir o pattpe
nsiio, ujas caUmilades ssmaute evitar-sa-hao
quaa*o a cultura d) spirrtu altingir ao gra em
qiw o Irabatlio-ttUaKil.i e moralisa a toiwi fal-
lot ligoiramento da arbitragem iaternacioal e da
anarehia nuiverali coadaft reodendo boaena-
^ *
Cm aos gueiTOtroa, cuj* patriotismo lava-os aos
combates, ejastiftcanio o4 Resu tado dos examea oa ascola palyUchalca :
1* anno (J' turma)- Luiz Mariano .{ladrigaea
da Costa, Nicotao Paraabos Pcderueira *e Peregri
no Vieira Machado da Ccnha, approvados sim-
plesmente. HouTe dous re provados.
! anno (3' turmaj. Jj?e Ttiomaz Pimentel e
agewes do gavt rnj a.. od;o e a esvcracao das lor slanoel Moreira Pedroso, approvados pleoamenu-
bas facaiicas
Con.-;J> rjcii i quo os ss^rcdrtoa I'adros jesuita*
se tem eoaMilBidu iifta Jteiwe o centro de tode
opniiicocckawstioo, a (*jirto 4* manterem fre-
queate carrfsp lencia cum jjrwede liumero ie
pacsetios e elerigos que In t jtiugiwu cega obf-
di-.uci.i, e :! i' ..i eueirwga les pelo bispo d?
acoaiieihar e aairaar o- gwensadorM e autorida-
des eeelsbiaslMaa ua luia ju diz elle, vai reeru
deeer;
Cou idermdo quee ptibHoa a r.. io;io,e te dopre-
hende da kitura d > doi-.nioear.e^ cirados sob os n.
8, 9, 10 a il, quo os iweHCRHUdw padres j-sc:ta<
cjocebei m!i o pliiiu J u:ii mil iment) sedi?iosn,
que cevia sr dirigsd j pel" padre IbiapiM a qaem
se ia>iiiuou i]Uf, tub |fet.-x!v) do vir buscar
nma i(H.igj:i' cmS.i; Lowaqp da Slat1.:, devia
RMapos -i #-\mVo do serlao, o que nao se
;evou a U' i!.i, c u porque o padre Ibiapina n.io
id quizes?,' weave a is o, on porqa, como man-
don dizer o padro jesu.ta Honorati, aquelle sa
cerititw com oa iwa sele;ita ann^s e enf-.-rmidades'
adolpbo Jos6 de Siqueira e Manoel Franklin Nu-
ues Bueno do Prade, approvados iimplesmeute.
1' eadeira do 3* anno.Ildefonso Ciimbra, Ro-
drigo Aotocio de AsiumpcJo e S:lva, Constante
Affjnso Coelbo e Jjse Luiz Cuslho, approvados
Hmplesrccnte.
2* eadeira do 6* aono.FraDcisco Tiiere/io Por-
to Ne;to, Francisco Jose de Freitas, Carlos Mnniz
Bitten .ourt e Fduardo Adolpho de Lima Borros'
approvados plenamente.
2' eadeira do o anao Trajano Ignacio de Vil-
iauova Machado e Paulino Lopes da Ciuz, ap-
provados plenamente i Joaquim de Oliveira Fer-
nandes e Libamo da Silva Lima, approvados sim-
ple- mente.
Desei'ho do 2" anno.JoSd Augusto de Sa Bar-
reto e Jo.-e dos Rtis da Silva Pereira, approvados
pjnatneale ; Luii Augusto Dias de Paria, Oscar
aaiz Bittencoarl e Alfredo da Silva, approvadjs
siu;p!es:iiente. Houveum rep ovado.
- 12 -
Do Rio da Prata t.'/nos as folbas de 4 do cor
erawfata mas proprio para cuidar do gov^rno defreate, pelo paquete ingiex Twin Braky :
SOU vi.'.c ,,-;n (jo qae d-i oit-as f2is<('i.'s;
Ojosidi'iaulo, liualinente, quo a nermautmcia
dos |adies jesoita* nesta proviacia c perigosa ao
oc^go e a trju pulidade publtca, e pr.'jnlicial aos
intercedes ealboilc s;
Ite^olve, fin eoiapriaMota da orJeas do governo
iaperial, .-uius, quo [ do rsnpei i, send ) desde ja postos e:n sfguran^a.
0 Ur. ':iie.e da policia >> qaem so remettera co
i'ia dteH.pirlaria, provi'lencinra a rcsin-ilo pela
loeibor-YaYma. Utntiqme Pereira dc Lncctta.
TELEGfUMMAS
WfSitkliiSSm
BERLIJI, 21 de dezembro, d noite.
A ncciejieii lavrada contra a con
i- jftrnim, item que reconliern que
file posiiii suuilit t>ein satiMfakcr as
'vifco,ii-:;s-, d.i iuilliiltcrl( ilos llcsn-
elan ^atrungoiros. Innoecnta o tln.s
|>rinei|iacs nccu8afies mcuciona-
sa tao liliolln acutiMalorlo.
MADiiH, 21 de dezembro, & noile.
neeeberam-sc aiiui Aoticlas do
norte dc Iflesjpanba. ilaiaiius dc 1.1
do em-rente. \sa data as tropas
rarlteias conspjeuiraua ocnupor us
pogit-oeti rcpnUUcanas em Cascdo,
e apoderar se de Taftslla. Dnraale
o BNfl tempo oa carlitas perderam
lnte lionienH. quo morreram com-
pletasaesite gelados eni Penaeerra-
da. .lao lendo a nea-e eessado ealttr ua quantfetade dos dons dias
aiitcrioree. os carlistus aproveita-
'anise liso para dirielr assalao as
iropas republicanais* znas foram
dcrrutados em di%eraos reconlros.
Subre os successos da repuolica Argentina nada
adiantain as nolicias anteclpadas pelo nosso cor-
resp.m lento da Montevideo, em carta de 3. ja pu-
blicad', Mitre, Rivas e os outros otBciaes darevo-
lucid eram esperados em rToenss-Ayres, tendo-se
britregado todos a dfscx^4o, c m a unica conJi-
jio de ti'iem salvas as vidas.
Cunsblerava-se, poi., termina.ia a revolacio.
nao polendo ArredouJo sust'ntar^e so em campo
jontra todas as torcas do g veroo. u c romri Bo-
ca tiuha cbegado a.Li 1'az, annuncia.ido haver
derrotlo a vauguarda da.juelle general, e acctes-
ceol.ndo que esperava obrigal-j em poucoaacei-
tar balalba geral.
0.- r: centes acoDIecimentos molifl'avara intei-
rauientu o tslado das cousa* tamboia para aijael-
\U corpos de exercito.
Ao mesmo tempo annunciava-se Ignalmeote de
Corrieatea quo tinbamsido bati os os ullimos bau-
d-s revoluciooarios.
Assim tudo fuzia esperar que dentro em pouco
eslariaa paz nstabelecida em tdo o territorio da
repuwica Eireciivjuicuic um icligramma annun-
cia a completa derrota e.apri-ionamento do exei-
vitode Arredjndo, e a amuistia concedida pelo
goveruo aos que loraaram partt na revolta.
Sibre a insurrci^io no E tado Oriental tao pou-
co adianhm as noticias facto algum de importan-
ces. Acreditiva-se, porem, que tambem alii na?
lardaria a ristabeleeer-se o socego, e oatro lelo-
graiiima ja da como balidos os insurgcnles.
BUfcNOS-AVItLS,
-3rda :o .
19 de dezembro (re-
Houvcram Ironteiu grandes rego
"js ixiblieos para re*j;r a ter-
miar;i du insurreicao. O presi-
deaate Avalianeda passou uma gran
de retiiita As tropas. sendo rerelii-
d cum entausiascno pelo cxerdin e
pelo piivo. Os ne^octos contmer
ctaes comeoam a anlnaar-ae.
QoaoycBSCzfiEs
LONDKLS, 21 de dtzembro.
Coasolidados '.H. Fundos brasi-
lelrot de 5 % a IOO. Nercado do ea-
6 caliuo, pri-cim SCiU alterarao.
LIVERPOOL, 21 de dezembro.
lercado de algodao calmo. preco
ss alteraeae; vender am se dose
flail .flardos. sendo mil e quatro
< enUiM do KtMsii i o de Pernambu
rim 9 */ d. por libra.
Resullado dos exames na escola polvtechmca :
I' anno 2' turma. Joaqirm Osorioda Fonce-
ca, approvado plenamente ; Domiugos da Silva
Porto e Joaquim HenrTtJ&e da Malta, approvados
simpltsmente. Dons, leado tirado ponto', nao com-
pareceram.
t- anno, 31 turma Antonio Man. el Bueuo di
Andrade, approvado pieuameuui; Alfreds Soares
de Andrade e Alexandre Jose da Silva Lima, ap-
provados simplesmente. Houve dous reprova-
d.-s.
1" eadeira do 3- anno.Olympio Rodrigues An-
tunes e Manoel Eleuterio de Araujo, approvados
simplesmente, Houve dous reprovados.
2' eadeira do u* anno. -Jose Maria Mendes Gon
tales, Luiz S.bral P.nto Cavalcante de Albu-
querque, Joao Sabino Daraascmo e Quintiliano da
Sihvira Lobalo, approvados plenamente.
teruacionaes, o qual de.jeWIe do predoininio do
direito em todas as. suas manifeslafaes, e revive
coutiouamente na parfeetibilidido indeauida do
homem e nos desigmos da Proviiieacla.
Apezar do mao tempo, Toi graaJo o concarso de
espectadores, que applaudiram vwaraente 0 ora-
dor ao terminar .ton imporlante discurso.
- 16 -
0 vapor inglez f.ijuria, trouxo nn bontem fo-
lbas do Rio da Prata, ate 10 de corrote :
A potiala ultiraammte recebida com caracter fi-
dedfgno de tor sido o general Arredondo envolvido
em Sant-i -Rosa, pelo corael Roca e obrigado a
capitular com todo o seu exercito, Importa a com-
pleta tormiuacio da rovolla e ccnaequeute resla-
belecimenlo da paz interna em todo o territorio da
Republica Argentina.
Eram ainda esperados em Buenos- Ay res os ge-
nc-raes-e clu-fes militares do aprisionado exercito
mitrista. 0 mesmo Mitre, du..ido a S. Xicolio, donde viria embarcado para
a capital.
0 governo deu um posto de aecesso aos tenen-
tes coroneis Levalle, Villegaj e L3gos, peloj ser-
vicos pre&tados n?sta campauha e qoe tao pode-
rosamento haviam concorndo para o triumpbo dt
Verde. Discutindo as bases da capi!u!ac,ao, o
Nacknal, conhecia no presideata da republica o
direito de arunistiar, mas nao o de irapor a expa-
triacio aos chefes da revolu^ao, por importar uma
pena qua somente os tribuuaes podiam decfMar,
quando a consliiuicao auferia ao presidenta o di-
reito de perdoar, mas nao do punir.
A expatriaeao coin tulo nao foi eslipnlada na
capitulacao, mas apenas se assegurou aos olBjia?s
a vida e o dec6ro.
A seguinle noticia, apezar de retrospectiva, nao
dena de offerecer algum iuteresse, a ser verda-
deira.
DesembarcanJo no Tuyu, o general Mitre ea-
viou immediatamentb correios a Arredondo. Qae-'
ria elle combinar um plauo de marcha para o
&orte, mas to o ultimo correio voltou com a res-
posta de ArredouJo, dsclaraado.que nao operava
tio accordo com, Mifre, que se tiuha sublevado
para por na eadeira prcsi tencial o Dr. Quintana,
e portanto nao recebia ordens delle nem de pm
guem, deveado caJi qual pro:oder por sua pro-
pna conta. Esta re.sposta foi o probgo da catas-
trophe : o epilogo vio.se em Verde e Rjjas.
KITectivamer.te este desa:cordo dos dous exerci
los reyolucijuarios explicaria ate cerlo ponto o
aniquila uento de ainbos e o de.-alento de Mitre
apos o primeiro revez. Ao mesmo tempo parece
fora de duvida qoe uma das cauias que mais po:
lerosnine te con-orreram para o mesquinbj Giii
da revolocao foi a falu de dinhairo.
Pizeram se os DrTmeiros armamentos e como
es:es nao bastassetn, pjia que evidentemente fa
llnram os pianos, nos quaes parece tar eatrado
um levaniamea!o gera! da provincia de Buenos-
Ay res, e taivez da raesma capital, nada mais se
lex e Mitre achou-se sera recursos. Sao oontos
para a liisioria averigaar : a nii importa-nos so-
bretuJo o facto do restibelecimeuto d3 tranquilli-
lade na republica viainha. Com a piz, prinn-
palmepte cooseguuta pelo iriumpho do priacipio
da auioridade legal, se .coasoiidarao as institui-
goes, e pela aossa parts como viziuboi lucrjraos
com ter ao lado prospera, satisfeita e tranjuilla
uma naeao de caja perpelua agitacao, discordia e
dilacer.'nio ate agora so amarcos fructos ternoe
eolatdo.
Tamhem-jm Montevideo se recebdra noticia da
derrota do cauldtio da revolucao alii, o coronet
Vlananao Perez, quo oercaio peh ministro da
guerra pordeu a raaior parte da sua geate. fu-
gindo elle me-mo com um peqaeao bando. Ilija,
p.is, paz e;:i toda a pane para bem de todos.
na faculJade de medi-
Claudio da
liAHIA, 21 de dezembro.
Foram quasi mil law as traoaae
;*es no mercade de care ; us pre
^oa sao iioiuiitr.es i ode I'erauiti
bucu ordtnario a ui francos os 50
fc Users.
ANTUEftPIA, 21 de dezembro.
>ada se fez no tnercado
e oa jtrecossao nosninaes.
.NEW YORK, SI de dezembro.
de rafe..
Resultado dos exames
cina :
6 anno (defezi de theses). Carlos
Silva, approvado com distinc^ao ; Camillo Maria
Ferreira da Fonceca, Jose Fgnacio de Carvalho Ite-
zende, Celso Eugenio dos Reis junior. Francisco
do Paula Rarroso Nunes, Lucas Tavares de La-
cerda, Frederico Marinbo de Azevedo, Constanti-
no Ferreira Leal, Joaquim Pedro Villaca Junior,
appruvados pieaamenta e Antonio F. Cainoos Ju-
nior, approvado por 3 votos contra I em segundo
eicrulmo.
13
Resultado dos exames ua faculiade de raedi-
ciua :
0' anno Souza Vaz, Cesario Cabriel de Preitas. Francisco
de Salles Aleixo Fraaca, Joaquim J .se da Hum,
approvados com distinccm ; Samu I UattonBran-
dio de Sonia Barros, FrancisDo Antonio Ribeiro,
Joaquim Silverio Barbosa da Silva, Laurenco Jus-
niaao vieira e Carlos Pereira da Silva Guimarae^.
Resaltado dos 3* cideira do 5' artHX Antonio Augusto da
Conceiii) o Migui.d Antonio Lopes t'ercegueiro,
ppprovaios plenajiente ; Manoel Dejoccs da Sil-
veira e Jos6 Joajuim He Si Fr.ire, approvado
siinrdesmeute.
Dttinho do 2" anno. Bernsrdo Alvcs Carnei
ro, approvado com distinccao; Manoel Bernardino
Pereira vjaona, Eugenio Jose Riboiro e Perminio
Borges de Lemo3, apprc vados plenamente; Anto-
nio CauJido de Azevedo .-'udie. To.-quato Xavier
Monteiro Tapajos J'ao Caudido Mutinho, E'ji;e
oio Hanrique da Silva e Warianno de Almeida
Torres;.approvados simplesmente. Hmva cinco
reprovadus.
ResuPaio dos esira s na faculiade de me
dicifia :
Gabriel Antonio Pimenta, Aurelianj Gongalves
de Souza Portugal e Joao da Malta Ma:bado Ju-
nior, approvados com diaincgao,
Joao Antonio de Oliveira Magioli, approvalo
plenameate.
Depois da retirada de S. M. o Imperador, Joa-
quim Jose Marques, approvalo plenamente.
DiAJRlUD PERLSflMBDUU
Camblo sohre Londres 4 85 /*
Oaro I lO 1/*. Mercado de cafe cal-
xao. os precos sein alteractlo } cota-
e-o do Rio fair 18 e o gjod 18 l/S
cents por libra. Alffodao medlano
UPLAND" I a l/* certs por libra t as elie-
sadas do hoje aos portes araerira
* elevaram-se a 35,OOo fardos.
LIVERPOOL, 21 de dezembro.
Aqnf ihesou Iiojstein o paifuete
fswlez SORATA, da caanpnnnia do Pa-
ciSro, com as naalas do I'ax-ifico.
do Bio da Prata e do Brasil.
approvados plenamente; Joe Augusto da Rocha
A'meida, approvado por 3 votos contra 1, em 2*
e.-crutnio.
Resaltado dos exames na escola polyt^cbnica :
1 anno, 2' tarma. Francisco Itibeiro Soares
de Meirelles e Jose Gomes de Moraes, approvad s
simplesmente.
! aano, 3" turma. Gaadido Alves da Silva,
approvado simpiesmeate. Houve um reprovado.
1* eadeira do 3* anno.-Jose Praxedes RabelJj
Bastos Filho a Luiz Martinoo de Moraes, appro-
vados plenamente.
2* eadeira do 6 anno. Aarao Leal de Carva.-
Iho Rest, approvado com diaiinccao ; Francisco
Uicudo Var.dla, Lncrecio Augusto Marques Ribei-
ro e Dionysio da Costa e Silva, aoprovados ploua-
meaie.
IS
Resultado dos exames na faculdade de medi-
cina :
Amaro Ferreira dis Neves Armond e Marcos
Haass Monteiro da Costa Heis, approvados corn
distnccao ; Nuuo Teixeira Lagea Junior, Jose Ce-
lestino feoares, Francisco Jos6 Coelbo de Moura
Cypriauo Barbosa fietiamio, Jose Gomes do Ama-
ral, Joao Bapfou Ferro, H.oofi. da-Cauha e Sou-
aa e Autoaio Jose de Faria, ajpro.v?dos plena-
uteate '
LISBOA, 22 de dezembro.
Casoajaram hontem acjui u pnqaete
JM'a>C0rfC'OF.10O, da eorapanbia do
Panfleo, e o vapor MOArEVJDEO, sUt
*>mpaaliia de Jl .inner o
denies da America do izl.
proce
(AGESCIA AMERICANA.)
Pari 22 le l(-z-'(nbr.).-rii,.g
ma oacioaai TIl.U.iMO Ca:bio
Landres 20 lii baticarij,
parti.uUr.
Hi GcirH,. do Su! 21.
dent- .1, p.rn.i.abuco
crs#.
Bai.M ig. \Jei-cado jB Rn> 2i. -M-rcadj iualtyra^o.
a cor-
sobrc
26 It&eSS 3(8
Cbcgva proce-
o brifjfti jiacj.-nal
neiro. approvados plenamente; Joaquim Antonio
ia LuuOa Junior e Edoardo Macedo *le Aaaiubuia
approvado* simplesaente.
Dngnho do Sf aano. JoSd dos Hs de Souza
Daotas Sobrinbo, Jose de Andrade Piato, Hononno
Guimaraes Pmheiro e Luiz Machado Bkteacourt
approvados plenameate; Vicente de Paula Santo?
e Antonio Rftsa da Costa, approvados simpletmente
Realisou-sedomiogo a .H6 conferencia. 6e
cupou a liibuaa o8r. l>r. Luiz Almeida Arauio
uavalcaate.
0 oradnr, depois de rrredar quafquer- lado
odioso que podia apparecer aos qua nao aprsciam
o eatudo dps theorras phiiosophi^as, remoutando
se as differenf.-s ilades -da vjja d-senvtHveuue
sua Opiniao acerca do fdtoro- mais ou mmos re-
to"todenma pjicrBtajao universal, d-Trtanstrco
que a gaerra nao se coadnna com a nslureza pro-
gr*ssiva e com a mitao do homem, cujos desti-
.i is ticamn.bam se quasi inevitarelm-.ute para 0
priacipio etrruo datiarmonia; combaten a the.-
teulogici provacjo, (jtw ,}a nniversa:idade Je
cto me-rpp-gna ccm a ordem moral, n.io
toaasir sua n^essidadc e l.'gitimidade
mwaMaeorrendo-se ao dog-na da miserrcordia'
diviaa ^ue deve soppor s de accord!) como da
RliClFE, 23 DE DEZEMBRO DE 1871.
.Hoticiuig do norte de imperio
AmaBheceu hontem em nosso porto o vapor
brasileiro Ceard, trazendo daias : do Amazon .s
10, do Para to, do Maranhio 16, do Ceara 18, do
Rio Grande doN^rte 20 e da Parabyba 21 do cor
if ate.- Eis o que colheoios dos joroaes e car las :
No dia 2 foi festejado com as pompas offlciaes
de gaia o anniversario da S. M. o Imperador.
No alto riu Madeira, diz o Cimmereio do
Amazonus, alguns bolivianos acompaubidos de
mais ciacoenta pessoas e alguns indios'Ararat que
foram cedidos por Fr. Tneodoro, dirigiraa-se ao
lugar Pa.-to-grsude, oade habitam 09 inlios Pa-
rentiatins, os baterara, matanl > mais de vinto e
apresionanio seis cnan;as.
Entra tantos actos de barbaridade conta-seo
de matar o preto Anuncio uma India, a punhala
das para arrancar-lne o tillnnbo.
Esse procedimente arimiaoM revolta aiuda a
no*sa civihsapao por servir de pretexlo a desco-
berui de seringae9.
o Qiiaoto ao missionari\ a ser exacta a aolicia,
merece uma justa puaicao, porque longe de cum
prir com eu dever^ so procurana o:io5idide iilu-
dir o governo, autorisando actos dos que mencio
names.
barbaridade, pedimos ao Exm. Sr. prtsidente da
provincia, que sempiee com solicitude tem alien
dido a nossos reclamos, que digne se toaiar eaer
gica provideneias no sentido de rtprimir seme*
mantes auealados, promovidos nao por uscionaes
mas por alguns e^trangeiros, qu^ neuhum iuteres-
se Win de que sejam bons on inajs os credilos do
paiz.
Aser verdade a connive icia do missionario o
que nao duvidamos, em vista do que nos informam
nao so dos que estao esiabdecidos no Madeira, co-
mo tambem do que caMcnisa no Caldeirau iadio'
mansos a ferro e-logo, mais uma ves lica provado
ser iinprnneuo o sy.ieroa aetual de catecbes^ no
jual sao empregados iudiviJuos gue vestem 'ha-
bito, mas que mnrto longe esiio de continuar a
obra dos Ancnieias e de tantos' outrosqoe *a-
criilcaram pregaudo a religiao e a ciihsacao d~
pabA. '
A canhooeira Henrique Dins sahio a 14 oara
I'ernambaco, e a Feiippe OamarSo para o Mara-
A convite do presidente da proviacia reu-
nio se em palacio os Drs. Caatao, Ucboa S.uza
uastro, Malcher. Rrteio e Varella.
rraiando-se da variola, que actnalmente amda
rema na cipiial, foram todo' de accordo quo d-
via e ot.ngar a vaccinac4o e qoe, pelo goverco
fosse ordenado as aaiorraa-iis peliciaes, qoenta-
mssem as criancas nS-J vaccinadas des teas dis-
trtcto annuciam a vacciua;ao. *
Quanto a Aara amarella, /oranr de accord,, q0B
tendo havido alguns csot e esfei spor.adiej- ,,ao
deveria, vista data, assusW*e a popnlseao.' vis-
to que tstes faetos dao-se tdntts ot annos tia rrra
daneadaesiapao, priaci,-almente nos indiiduys
estrangeiro?.
Foram proposes aIgan? ,n.;ios, como od> aceio
da c.aade e a creacao de enf;rmarius para os ia
digsntes atacados da v^riota, aflm delimrtar --e o
naal e evitar o contagio.
- N't dfe-J3,--nos inatios dc galtaterra, foi as-!
sa'siaado pelo allaiale Antonio da Costa Ba-to? o
pa-rflo Alexandre de Oliveira, escr*vo dn Cilfteiroj
di C. Diz-se qua e;te as-asia;itj foi casuat e que
* viotnoa antes do ezpirar fe esl i 'ieclara-ao.
A duecioria da R-at Saciedada Portuguoaa
d3 Ucneliceacialicou a Direclntria.
a Presileate. -Aiilomo Ju6 Aaaunes.SoU'inhe.
Vice-presideata. Joaquim Nogueira da
Rocua.
t 1 secretario.Joaquim Nnaes de Almeida.
a f Wo. -Manoel Joao Qoncalves.
a Thesoureiro.-Joio Pereira da. Costa.
Proeur.dores.AutonioGilberto Moreira, Luii
Jo o Martins de Albuquerqae.
Conselhi deiibcratieo.
t Presidente.- Banto Rabelio de Andrade.
t* secretario.-Agostiuho Nuues de Almeida.
2* dito. -Antonio Joaquim Correa.
Escrutadores. -Jose Ferreira Matbias Bastos,
Joaquim Rocba das Saotos.
Membros.-Doraiagos Jose Dias, Avelino Tei-
xeira.Martius, Jo.-e Vicente de Carvalho, Domiu-
gos Antonio Gomes Percheiro, Manoel Teixeira
Pinto do* Santos, Domiug-s Jose da Motta Reimao,
Beuto Aotouio da Silva Guimaraes, Maooei Jose
Pereira Junior, Joaquim Cor:da de Magalbaes Ju
nior, Antonio Boot> Dias de Mello.
Ha um mez pouco mais ou m. nos, dizo Dia-
rio do Gram Pard, fui uma roga dai viziuiiancas
da Vigia, theatio de um desses dramas de sangue,
qua nos fazem com razao pensarmos que nos va
inns barbarisaado.
Morava alii a mulber parda Maria de Nazareth
Rodrigues, casada. Requestavaa Liborio Apoli-
uario Palheia
No dia 9 do passadu teutou arrastala a adul-
terar, e porquo a pobre mulber resistisse, matou-a
torn alguus golpes de enchada que dascarregou-
Ihe na cabe^a, e no cadaver queute ainda de san-
gue cevou os seus furores bestiaes.
A alfandega de Belem arrecadou de 1 a 13
do correnle Ud:9o2<832.
MARAMIAO.
A presidencia da provincia contratou com o Sr.
Feiippe Benicio de Oliveira Conduni a cessao a
proviacia do canal por elle aberto no municipio de
S Bonto, medianta uma inJemnisacao de 7:000 j.
No dia 9 do co;rente foram ira>ladados para
um jaiigo particular na capella do Senior dos Na-
vegantes, os ossos do dasembargador Joaquim Ro-
drigues de Souza.
Em Curupuru falleieu u desembargador Fe-
iippe Alves de Carvalho, ex-juiz do direito de Gui
maraes.
Na eleicao para preenchimento de duas va
gas de deputados provinciaes, no segund) district',
foram wotadoa com onze votis cada um o coronet
HareoUoo Jose Urandao e Autonio Emiliano de Al-
meida Braga.
Para 19 do corrente estava convocada uma
reuaiao dossubscriptores do banjo hypolhecario,
aGm de dirigirem ao governo imperial utna repre-
aeutasao contra o acto qua negou permissao para
a in: titu i,io desse banco.
_ A lirectiria da sociedade beueficente dos
Empregados de Juslica ficou assim composta :
Presidente.-Dr. Almeida Oliveira.
! secretario.-Major Joao da Malta.
2 dito. Joao Uayinuado Pereira.
Tiie.-oureiro.Salurnino i Mo.doino.Oleg*iio Jose da Cunha
No dia 2 do corrente nj iugar-Iuveruala,
duas leguas dblaule do Itapecuru', Fructuoso Pi
res Nuues de Brito assa. sinou com um tiro de es-
pingarda a Domiogos Jose" da Silva, contra quern
ja havia disparado um outro tiro, que o feriole-
vemento. 0 fa.cio deu-se, -egouJj corre, porter
o in eiiz rompido suas relajdei de amisade com o
delinquenle, que e casado e com filhos, vista ter
este defloralo uma sua filha e aehar-se ella gravi-
da. 0 monslro nao satisfeito, de faca em puolio,
colloca se sobre o eorpo de sua viciima, cuja lilha
ameaca de assassinir, se nao o acumpanhasse, o
que fez, aconselbada por sua mai, para nao vela
tauibem morta. Oreo evaJio-se levando comsigo
a intelia.
No lia 26 de novembro, no l'tzarMutuin
dislricto de Chapadinba, o escravo Serapiao, de
Agostinho Francisco de Almeida, depois de ter fe-
rido gravemeate a mulber livre, Cmdida, e a um
liloo natural de seu seuhor assassinou, a ferro frio,
a amasia doste e duas (Unas ja mocas ; e, retiran-
do-se para o matto o desalmado, suxidou se, en-
lorcando se em um sipo. '
PIAUHX.
Achava-se na administracao da provincia o
l* vice preaideate teaente oronel Olorico B. de
Albuquerque Rosa.
CEARA.
Pelo tribunal da relacao foi julgada improce-
deote a accusacao intentada contra o ex-cae'e de
policia da provincia Dr. Jose Antonio de Mendon
ca, ?u*pen"o e maadado reiponsaDilisar pelo vine-
presideule Bjrao de Ibiapaba.
Teoio se snspeilado 3 deicmbargadores, esUado
licenceados 2, o tribunal compjz se do Dr. Cirne
Lima, juiz de direito do Aracitv, do Dr. Juliu
Barbosa, jniz da direito da Forialeza, do Dr. Hypu-
lito Caa&iauo Pamiilona, juiz de dueilo do Aoui-
rat, e do Dr. Cousiantioa, .flraga, juiz de di cito
do Caninde. Dos 2 desembargad iras, que re-ta-
vam desempedidos, um o Dr. Casalo Lima servio
de pro:urador da con'.a ad hie, outro o Dr. Assis
Bezerra servio de rdator. 0 Dr. Cimo Lima as-
sumio a presidencia do tribunal, como o juiz mais
aatigo.
Composto ass.m o tribunal proeedeu-se ao sor-
t?io dos 2 julgadores, que deviam ser tirados
dentre os 3 juizes de direito preseotes. Daado-se
logo de suspeit= o Dr. Julio Barbosa, a sorte re-
cabio n doas que restsvara.
0 dasembargador Assis Bezerra, assignou-se
vencilo e motivou oseu vot", pediudo a pronuu-
cia do reo nos arts. tSi e 145 do cod. crim.
-- Falleceram : na capital, o Dr. Francisco de
Paula Fernandes Vieira; e em Baturile, o padre
Jose Jacintho Bezerra.
Foi-designado o dia 20 de abril do anno vin-
douro para tar lugar a exposicao provincial dos
productos que devem llgurar ua exposigao nacio-
ual da corte a 7 do seiembro do mesmo anno e
depois na international de Philadelphia, em 1876.
A exposicao se elfectuara no palacete da assembled
provincial.
0 governo autorisou o presidente da provincia
a coutratar, pelo aluguel annual de 3:000*000, o
arrendamento do predio perlenccnte a D. Maria
Amelia de Brito e Castro, viuva do Dr. Jose Lou
renco, para nelle fuueciooar o tribunal da re-
lajio.
0 vapor Pirapama, em viagem para o Piau-
by pelas escalas, sahio do porto da Fortaleza no
dia 14 do corrente.
John linjghl, proce Jente de New-York, de I 503
toMladase 29 pessoas de tri|Milac5-. coinnnnduin
J. t. Uaohy.
0 navio dirigiase para S. Francisco da Ciii-
torniacom um uuportaiito carrcgjmanto'de div. r-
sas nwcadorias.
a No Uu 10do correate eocalhou sobre am ban-
co, mdo a pique immediatamente.
o Segundo re fere o piloto, C B. Pierei salvaram-
se tolas as pe-soas de bordo, embarcaado-se em
duas lanchas.
Uma procurou o ruma de Pernambuco e a
ootra, impellida por veotos cantrsrios, entra; a ao
porto desta cidade no dia 13, condunudo 11 nau-
fragos, inclusive o piloto.
PABABTBA.
Nosso correspoodente da capital escreve o
seguinle em 21 do corrente :
Depois das ultimas noticias, que Ihe dei acerca
do e-tado de pacilicacao da provincia, o nusso dig
no admiaistrador. querendo consolidal-o, fez partir
para as villas de Bananeiras e (ndepen lencia des-
tacaraentos fortes de linhas ao man do de olllciaes
de inteira confianca, que foram revestidos do car
go de delegado de pulicia dos respectivos ter.nos,
levando instruccoes escriptas, pelas quaes se dove
rao regular, nao tendo se reprodu.;ido ate hoje
raovimento algum sedicioso nos muoicipios con-
flagrados.
Os muoicipios que foram perturbados, e que
nao teen destacammtos, sao o de Pilar e Pedras
de Fogo, sendo quasi que dispensavel-para este ui
timo ; por isso que, segundo eslou informado, o
Exm. presideute dessa provincia offl;iara ao de.-ta
declaraado que o destacameoto estacimalo era
Jtambe, villa visiaha a de Pedras da Fog), auxi-
liary em qualqucr emergeucia esta mesma vi ia.
toi preso na loga pelo tanente coronel Joa>.
Theodoro Pereira de Mello, Mathias de Freiias e
Vaseoncelios, conhecido como um dos chefes o-
teusivos dos movimenios sediciosos da mesma villa,
eacontranda se em feu poler do:umentos impor-
laales. que levara a cumplicidade rauitos ouiros
indi videos.
a Brevemeate seguira para todos os poatos, em
que se deram os moviraento* so liciosos, o nosso
digoo chefe de poijata, Dr. Manoel Callas Barreto,
;ue fora desiguado pelo Exm. Sr. Dr. Silvino para
nislaurar os dovidos procassos aos qua uellas se
lavolveram :
E' uma provideocia acertalissima esla, pois
nos parece que as autoridades locies nao pole-
nam proceder com a imparcialidade e criterio de-
sejaveis sobre i5j grave assnmpto, desde que se
acham amist-ua e pol.ii.-amenta relacionados cuio
alguns de seus comarcaos.
No da 17 do corrente, as 10 horas da noite.
recebeu o Exm. Sr. Dr. Silvino co.nmuoicaao do
cjmmaQdaote em chefe das forcas, requi-'iwndo
mais algum cuutingenie de tropa, e uma peca de
arulherii de campanha, ei> consequencia de par
licipapao que tivora do Inga do tenentecoronei
Joao lheodoro do que um grapo nam-roso sa di-
zia reunido no lugar -C pella do Uiachao, acima
daquella mesma villa, para emboseai a forca eia
sua marcha a Campioa.
a Nao m^reeenlo credito seraelhaate noticia,
adrede espalhada ; visto como todas as informa-
COes colbidas pelo nosso infatigavel presidente
cmvergem para desmeniil a, todavia, cauteloso e
previJente, como tain sido nesses acontecimento-',
dentro em quatro horas, f..-z partir Com destmo ao
luga a peca requ silada ao maado de um prim ir j
tenente de artilueria.
.-'endo prudente que a acompaabasse alguma
iorja, por isso que eram muito poucaa as pracjs
de seu custeio, que a guardavam, o Exm. Sr. Dr.
Silvino, determinou ao mijor G-cal do eorpo de
policia, Francisco Piato Pessoa, que com 30 pra
?as do mesmo corpa a protegesse a:e o lnga, d'on
do regressaria, se assim julgassse convenieote o
referido commaadanlo em chefe das hri;is.
a Todos os juizes de direito, rannicipaes, pro
motores publieos o nmitas outras autoridades e
funcciouinos ja regret ir.ua as snas cunarcase
termos alim da reassumirem o exercicio de seus
cargosi
Sao estas as no icias, que desta vez compele-
me transmiitir-lhe.
Falleceu na dia 17 do correite.'o preslaot^
ctdadao Sergio Clemeutino Deurmonl Pessoa, na
avancada idade da 77 annos.
0 (inado occupon diversos cargos publieos e
de eleicaa popular, sempre com muita probidado
e buuradaz.
Era muito considerado e geralmente estim^do
e perteucia ao pirtido conservador. b
a rcceneracio social da povo, por m-.io da iaa-
trucrao bi-m dirigid:. .. atleoOtdi, ali-a de que a
Mit po.-sa contar com um puvo luwahsado, cosa
I uuiis cidl ia ..
j Nos I'lcireruos a promover trabl^.o 'ss
i:uaa Valla las foi mas e c udii,oes, ja qua a e.io
nos cuuvida a previlegi.-.da rionocaa*so ;jio,
do qual devemos arraocar o bent r.-tar do jot
tanto necessiui o povo em galer.
N,io aotecipais jniio subre meu | m rn i; nao
pr'juljueis c iroparanao dias e epocas qua lorant
com Otas e epucaj fae serio disiiuc.os, va* fsa>
metto, pelo iuquebrautiVrl re-peito e MsaprfMsV
to da constiiuiv-ao.
B^m conprenendoreis qa-; no-sa patria entfa
agora aesse peiioJo de verdadeira oasirucv* a
quo tambem ag.ra >6meule dao lugar as paixosa
que em. tropel .-e coagregtrara, cm iuex^eito os-
irepuo do pa'.riotismo, e verdade; pore a mal coat-
pruuidas e guiadas por todos ; porqoe osles sjf
ca ) sao con i uu-, bem o sabeis.
Sejamos iucausavcis era pr._mov.sr lado me
seja geueroso e bam ; oltiemx pira ttiante, iten-
tados por uma voUade con cieotee Grme: apjiaa-
do-se povo e g..veruo em :eas recjprocos Jlv. res
dircitos e hiierdades, qua com esiimulj pfoc ra-
remos cumprir.
Laburiosa sera nossa cbra, tratan.lo dc anir
elemtulos tao dispesso*, tao discordiii.ts ua aj.pa-
reneia.etia de accordo m fuudo da iw*, u.io
palriutismo e o daver : i.to mesmo larnara i:.aii
neritoria nossa obra. liuamo nos, pots,. m u :re
da pain.; esfrcemo-nos por osadtar a. mondo
que nosso tr balbonio sera esleril, que aspira-
mos a joe os povos caitos e civi|iad(,s nos en-a-
rem c i a coosiierai;ao qae nos r.jutaram :no-
ruenian ......euirt as lyranatsa qoi n s preci.iiursm
a sacnlicio esteril, a nossos recentes extravtos.
Da nosso Juizo, da r ctidao
verao, e dos factos d* vida do
to o trabadia hooesto.
Hotloiitsj do Mil do imperio.
Keceberaos hoatera a tarde pelo vanur ingl>-z
Liguria, joroaes com datas : do Bio da Prata 10
de Miaas Geraes II, de S. Panto 12, de Santa Ca
tnanna 10, do Espirito Santo 7, do Rio de Janeiro
16 e da Bahia 20 do corrente.
Atom do que damos sob as rubricas Parte Offi-
cial, Interior e Bevista Diaria, encoatramos mais
nos joroaes o qoe segue :
RBPUBLICAS DO PARAGUAY.
No dia 25 de novembro teve
RIO GHANDF. DO NORTE.
Da capital escreve nossa carrespondente em
20 do correute :
a Os quebra kilos conlinuam a inquietar o espi
rito publico da provincia.
No dia 13 do corrente foi a povoagao de Poco
Limoo, do. municipio de S. Goncalo, do lermo da
capital, invadida por um grupo de quebra kilos.
Quebraram todos os pesos e me lidas que encon-
traram, atacande as casas de todos os negociantes.
Nao querendo o portugusz L.uren;) Jose Cor-
rea eutregar-lhes asmedidas e pesos de seu esta-
belecimento, espaocaram no barbaramente, assim
como a um seu filno, e voltando por quatro vezea
a casa do mesmo portuguez, botaram-lba a baixo
as portas.
Os offensores, segundo informacdes ofllciaes,
foram os individuos Autonio Gomes e um seu fiibo
de nome Francisco Manoel Gomes de Souza, Ger
maio de Souca, Manoel Marlins, Felix Lopes, Ma-
noel Leal e um homem do Brejo da proviacia da
Parahyba.
<> Os negociantes da imporlante povoacSo da Ma-
cahiba, sendo ameaca dos por uma iuvasao dos de
sordeiros representaram ao Exm. presidente.
Chegando a capital e-tas noticias partio in
coaliaeate para o Poco Limpa e Macahiba, o Dr.
chefe de policia qae tinba apeaas se recolhidp de
igual coramissao en S. Jose e Santo Antonio do
municipio de Goyanninha, com a fjrca dispouivel.
c A presenga daqnella auioridade qae ne.-ta
emergeucia tem pre-tado relevantes servicos, de-
seovolvendo louvavel actividale e zel >, e as provi-
dencias tomadas pela presidencia, tamtranqnitiisa-
do os aaimos.
< Recebemos datas de e 10 do corrente da ci-
dade do Jardira, situnda no sertio, ha mais deciu
coenta legnas da cap.tal.
Alii tambem um grupo de desordeiros des-
ruio pesos e medidai; e aunun-..a-se a qaoima
dot cartorios e.dos archives da camara e das col-
lectonas.
t O movinien'o coramuaicado da provincia da
Parahyba e taiibem bostil ao p^garaenti] da ira
ppstos.
Refeae se ijoe'os grupos sao p otegilos por pes
sdli-iuipor autes, que os aoimam e promeltem au-
xinos.
Conna jue no lujar denaraimd do term i do Ceati.Miriui, Cypruao C.eUiud-
Souia e (oi> L nr. Felf.-a f-TA.jiiear i-n-se raei
proeamenj-, fi.:and ambosem p^ngi da vid*.
Naufr?g.uua alrura da iltixila Fernand >, L
3,50, ao nuI da lmba do ujiir, a galera iugtoaa
- logar a posse
solemne do Sr. D. Jua. B. Gill, no cargo de presi-
dente da republica.
E-te actose veridcou no salaa do congresso na-
cional com toda a solemoidade requenda, assis
undo o eorpo diplomatico a consular resideote na
capital, os principaes chefes do exercito national
e do brasileiro da occupacao, e tudo quanto de
mais escolhido tem a popula;ao daquella cidade.
O povotomou parte oa festi mauifestaodo inii-
ma satisfacao, e a confianca que deposit! no n>vo
raagistrado que eacolheu.
0 Sr. Gill, que goza do muitas sympathias eatre
naeionaes e estrangeiros, coineca a sua adramis
tracao sob os mais favoraveis auspicios. As pa
lavras que elle proferio ao prestar o juramanto
de investid ira de seu alto cargo revelara proposi
tos nobres, e disliaguem-se pela verdade com que
descreve a sitoacao da republica, quo 6 raesquinha.
Cabe Ihe a ardoa tarefa de reergue-la deste aba-
tiraento, e a fe que os conselaos que deu a seus
eompatriotas neste momenta encerrara o verda
deiro talisman para obrar este prodigio
0 solo do Praguay e uberrimo. Com ordem
e trabalho seus habitadores consegairao riqaeza,
e bem estar. A natureza os anxiliara com suas
sabias combinacoes e em pouoos anaos o paiz
estari compleiamenle tr.nsformado. 0 Brazil
entao se orgulhara de sua obra. A' sombra pro-
tectora de nossa baadeira regenerou se um povo.
que sera nosso arnigo e alliado.
Eis_ o discurso do presidente :
Cidadao presidente do congresso.-E' este am
dia solemne ; o primeiro dia em que a hisloria
do Paraguay registrar* terse effectuado a trans-
missao Jegal do poder, depois de uma eleifao li-
vre ; nao como um legado de familia, nem por
sorp^a as sombras da mi e.
Ao aceitar o nun Jo supremo, que, pelo me-
caoismo da coostituigao se faz no tempe assigoala-
do, me apr-sento, ainda que-inoompeteot-, alen-
tado pelo patriotism j, aoimado de sincero agra
decimento a confianga etpressada pelo voto uni-
soae de meus concidadaos.
Nao tenho, nao oft'areco, nao posso fazer ne
nlium programma de governo; porque aeon
dicao exceptional do Paraguay; dopois de tanlos
desastres e erro* calamitosos, nao o pernrlle,
lut'Dti-lo seria ir de eacoal.-o a logics.da
historia : seria descoa^ecer a desoladora Sitoagio
do paiz ; seria despir as illus5ej que a esperaoci
do patriotismo formula.
Sobre todas as coosideracdes ;qoe agitam o
coraclo e su^tentara a fd do patriotismo, csbe me
declarar com (ranqueza que me anima um pro-
posito, do qual nao me sepawei emquanto exercer
o peder pelo imperio da consliiuicao ; consiste
elle em:
-Gonservar a ordem, pela ordem da mesma
administracio.
-Chamar o* paraguayos a reconcilia^ao e a
concordia, pela parncipicao legal de todos na
causa publiea, segundo suas aplidoes, capatidade
e bonradez.
Chajiar todos os paraguayos por nm com-
plelo esquecimento do nosso passado a grande
obra de levanlar a patria da queda e prostra^ao
que soflreu, eooie nao soffreu aiuda neohum
povo, lauto elo excesso da tyrannja, como pela
falta de civismo, e por ter o pjvo se olvidado
de seus direitos o liberdades.
Qjaoto a mira, vos asseguro qua desta di i
em mania, nao.jecooheco oartidos no Paraguay
p rnj ie nao id-.n razao de ser; o Paraguay ,e a
patn.i de iojos, Ddos cabem dabaixo das dobn>
Ja uo-aa fir.oosa b.iudeira ; lotos tdn ojifieito
perfeiio do viver traoquillos no sula em quo uas
ceraiu, em qqe viram a primeira e clarisLa .lui
do a(M*> formoso ceo, em Hua a aura ierruin-ida
de n.K>s.4t botjUtts auunou uosso ser.
*Ea ppraeth cum miobi cou^-iencia
n .s s*taa d po-
povo i.u-lii].: '.'. n-
. que di^mfica I or:
depeade o reaJquinr a estiraa das ra- .- c -.' qie
vivemos relaciorudns.
0 passado ;>erteace a historia : ssa jaigira
esies factos coaa a phii.xophia .-orres.tjiiJeni- ..os
autacedeotes que Ilia sirvam de poau d- partU.
Emquanto a uo-, todos devemos euCsiUerar i os
obre.ros da presente, obrigados c^mo salni is a
empregar loJas as forjas activ-s do ^aiz na r^pa-
sfio d.js males que h'lje sjsssm aat ssligisa,
com oacatamenlo aos factos coasa.naios, aosaa
olferenda geaerosa ao patriotismo.
" An>vnado da siucera gratidao pla h ura qz.e
mereci de meus concidadaos eu prome.io a face do
povo que a consliiuicao e so ella sera o no*, de
mea giverne, e qo a liberdaJe e a direito tao
^erao d'ora em diante palavras vas, porem sin a
fonte em que >ebam tocios os sedeatas di iis-
tica.
" Volvamos o repouso as familias, a tramiuilii-
lade ao lor pelo esqoeeirnenio sincero de tosa a
ouVnsa ; i patria o exige, para que a ordem as.-e-
gure o re souse gersL
" A vida d democracia e a vida da aglticao
i-m uojie do direito da liberdade, que unrnu. da
l"i, e tem por tbjeeiivo a revohi;ao ordeaadi do
uoder para bem da sociedade, e para dar lu*ar,
pela igu.ldade, as as|iira-;6es nonradas.
' .Nossa p'.|noolwsd un tiiuto, qaeoos baftin-
ta a se graudes p-ia prat.ca de todas as firladsj
que impoe a republica.
" S-jtn pobieza nu pede aciividade, seassm
acu-vidade ua Jistinctas manife-iacdes Is '-,.j-
Iho ; alim de deslerrar a miseha de aosso s..^
e poder saudar em dia nao longiquo, aurora
do bem-estar ger;>L
" Crdte-nie, debaixo da garantia do jura ;-ato
me pre.-tei, que aceito o poJer se.u rancr sea
paixoss mesquiulias; conilando no psHiuHsimi de
meu conciiadaos e no meu para cumprir mea
maadalo, cooforme a constituifao.
t Detidido a"respjnder pela traaqaii iJjJe pa
blica, naa coaseatirei jue a desarlem, sob neaham
pretexlo omp.otuetta e exponha a este povo, tio
batido pela adversidade.aos azares das perturbacoe!
imraaraes da caulilbagem, qae, sem repres.aur
aeahum bem posiiivo para a oacao, nnicau.eaie
accuuiula novas de^gragas ao immeuso iofortaaio do
paiz cnnpromeUeudn atd o futuro, pelo- transtor-
nos que scffre o c-jmmereio, a industria e iod us
interesses.
Ajudai me, cidadlos legisladores, ajaiai me
com vossas iuzes, com vosso patriotismo e si von-
tade no cumprimento dos serios devores quo me
haveis imposto.
Eu espero das camaras nacionaos que me
acompanbem em poupar o sangue do povo, pela
prudench de seus couselbos em todos o- casus da
nossa vida politica e social nas questoes iaterna-
eionaes.
a Bmojoaoto a aosaa sitnacio interna, licai se-
guros que, perante a igualdale da lei nio h.v.-era
excepjdis, e oxala Deus me exima do duro nso
da castigar o irime.
a Com fe viva no futuro hanremas o mom Pa-
raguay ., para serin .s felizes. Tenho coneloijo.
Aleste disenr-o rspnderam os cldadias Pedro
0/cari2, Aivareaga e Echauri.
Uma comraissao das camaras acompaohon de-
pois da sessto aa Sr. Jovellaoo*, presWeut. ceisaa-
te, ate sua casa particular.
Cumprindo este daver, tola a comitivt se dirt-
gio a cathedral, oade se fez on vir aa tribuna sa-
grada D. FiJelis Mais, caataado so em seguiJa um
solemne le Deum.
Vol'.aram todos a presidencia, e alii foi receoidc
o eorpo diplomatico e cansular, uma deputagao de
officialidade national e outras de todas as autori-
dades Cuostituidas da nacao.
Tomaram a palavra os Srs. raicUtro do Brasil,
generaes Serrano, Escobar e Resqaio, e os cida-
daos Briznela e Loyzaga, respondendo Ihes o pra-
silente com algumas breves e eseolhidas pala-
vras.
0 Sr. Gill organieou seu ministerio do sezaiote
moJo :
Interior, genral Serrano.
Reiac-oes exteriores, Dr. D.Facunleo Michaia.
Fazenda, D. Emilio Gill.
Jostica, eulio e iustruccao publiea, D. Bernardi-
no Cabaiiero.
Gaerra e mariaha, D. Patricia E-cobar.
Na ansentia do general Caoallero o mioistro do
relacoes exteriores tica eocarregado da ma pasta.
0 capitao de fragala D. Rmual Nuoes, fdno-
raeado cbefe politico da capital, e D. Ildefonso Ma-
chain, administrator dos correios.
0 primeiro acto do presidente, que comprova
sea tioo politico, foi um decreto eoocedendo amsis-
tit amp!a e plena a todos os impUeado* em crrmes
politicos, maadan-Jo por immediatamente em liber-
dale aos qoese achavam presos.
Ficam, portsnte> abertas as sortts da patria a
todos os paragnayns. Resla qoe todos se agrs-
pem em r'da do novo cbefe esculbida pela iaam-
m.
0 regosijo era geral. Baile do presidente no dia
23, ilia iiins;5es pabli:as, baile do eoratnercio eat
projecto, bailes popnlares, todas estas festa- ira*
ziam A-sumpcao em um vardadeiro jubild).
0 nosso representante, o Sr. Gond va se para dar ura jantar e nm baile no dia 2 da
corrente, para -ol imaisar o anniversario do nosso
monarcha.
BIO OA PRATA.
Damos em seguida a parle official da batalha.de
Santa Rosa :
c Santa Rom, 7 de dezembro de 1871.
Sr. ministro da guerra. Communico a T.
Exc. qn-s hoatom. a raeia noite, emprebendi a mar-
cha sobro o flanco inimigo a tiro de peca e cbeguei
a saa relaguarda com tola a feliciJade, e-teoden-
do mioha linha ao amaohecer, apezar da escabro-
sidade do terreao, da escuridio da noite e das difi
QculJades dcsias operacdes aa guerra. Arredondo
teve que abandooar suas fortificacoes quo ja nao
ihe servi.im de defeza e me deu a (rente.
t i) i-xercKo raarcboa-entao sobre elle as 6 da
manhi e as 8 lj2 estava compleiamenle derroudo,
assim como elle pris.oneire com todos os chefes,
ofllciaes e tropa de infanteria, 5 pecas de artilheria,
t grande parte da cavallaria, tendo se escipado o
resto peia ; uperioridade de seus cavaUos.
A batalha duroa doas boras, foi mnj sangai-
oolenta, e tamos qa) lameotar perdas sansiveis,
como a do coronel D Carlos Paz, qoe cahio aira-
vessado par 12 bala, ao pe" do 3* da lmba a do
comma ilaaia Timole, qae cabin tambem entra ai
Qlas da iufaateria da inimigo, e muilos ontcos uttl-
piae','cujos a./mes depois mea ionarei a V. Exi
ciae<,'cujos nomesdepois menoooarei a V. Exc
Rec-o a a~aia a consideracio do govern > o dig-
no comp' lamento do tolosos chefes, ofB.-;ae.-e
yuldalis deste exercito, e especialmeote do comr
'mauJante is. Ed lardo Recede e o coronel D.Lao-
p-ildo Ntlsoa. Folici'o a V. Exc por este fsrtu
qu^swBifict.i completa. pa,^incasao da ropflbtltja.
, D-piis djrei mats daulbes.(Asiignada) /u.;'
UO Ilk: i .
- a twtalha de La Verde e assim deeenpta na
parte i illci.l :
,. veampiunsnia do Jenia. 3 de dezeraliro da
^8^4. Sr. mimstro.-Cumpro com o grw devar
. fr ampliar a par.e da, mtoioravel reodicii do ex*
e u-campnmoato-le n-j.ss03 cjmpr>mi-s-*s inter- i#ho tuimigi cemmuoieida a V. Exc nor tels-
ii.ci.j4e>. .-ejaoj e-te; ec.n.mi-^ ou politico. yramraa desta maa*ia. Sabe V.'Bxc. que reoha-
Ma ciusa^rarei, m- Inor, nos cousagraremos eado evencido o inimigo nos carapos da Verde
jdo, uorqae sem vossa cooperacao nada pod^ria, .,tb 26 lo passal i, deixon anaudmados nutaernsos
cu pr>main cum raion* cou^cieacia trao
iiniu e decid i me dediarei moos astiron Bow
fruiquoza e p.trioiir.iij a termincio opailativa
i
.







i
"mm-
IKarid'deTeHHttribueo Quarta -fe&a 23 de Dezembro rie 1811.
>
J

f
ieridus, aas; qua.es, per de.ver de bumanidade me
foi precise t lender, ,pois nem ficaraai coin elles
enfermeiros para atlender as suas nacessidades.
Isto ma-aJasorvau o resto do dU26 e parts do.dja
17, tendo-rao posto em march* nes-e dia dpoi*
de haver deixado soccorridos e guardados 230 fe-
rid.is do inimigo, e reeolhid j do campo de batalba
pelo menos 150 armas de tula especie.
< Na madrugada de 23, estava n > Vinte e cinco
de ilaio, tendo era camioho encon'.rade o co.ti-
maadaota Villagas, a quern convidet para reuair-
se canoigo naquelle ponto
< Assim o ve-rificou, e estando nessa data na
povoa.lo o commandaaie Levolle com a difisao
desUcada do, exercito do eorueul Luii M. Campos,
fonmmus conselbo de guerra, e nao tendo aioda
recebido a promocao de coronal, com qua o-Sr.
presidente sa dignou honrar-me, concordamos em
que o conomanjante Levalle, como mais antigo,
tomasse o mando da colurana. Assim pas.-.u este
dia.
No dia seguiute ehegon aquelle documentor
apresentado aos cornman hate- Lavalle e Villegas,
elles sera trepidar reconhoceraui minha superior
graduacao e se poierara as mkthas rdens. Seni
perder um inslanta ordenei eaiao que se tomas-
semcivallos e emprebenderao-. a march) com di-
recgao a Cbaiviljoy, porem mudanda no cumiuho
Sar tor averiguado que o ioimigo se ichava no
ragado. AY 6 boras da raaaha do dia 29 cbega-
moi uo Bragado; fiz aeampar, daado a tropa al-
gumas koras para ter tatnpo de earoear, e repou
sar um pouoo os cavalie*. A's 8 boras me ptiz de
aavo em martin, taado a-veriguado que o iuitnig >
se dirigia ao norte, tendo sua vaoguarda am Las
Moras.
c Chegamos a Larga a i da manha do dia I*
do corrente, e lu ajto, perraaueceulo com o caval-
lo oasiliwdu atdasfthoras da manha, em que de
novi emprebondaaros a marcha caminhando todo
o dia e toda a noite, para alcancar a retaguarda
ioiuiga, na madrugada do dia 2 era Juuin.
a Caai rapidajueale sobre ella, tomandolhe
mais ou menus 200 prisieneirjs, cora poucos tiros,
e 2,000 cavallos.
< Sem perder momento segoiatraz do ioimigo,
tendo ordenado ao commandaata Lagos, destaeado
da columna do eoronel Julio Campos, que devia
ene.utr.r se nas iratnodiacoes, que apressa^se suas
marcbas para tauiar parto na deuruioao do ioi-
migo.
< Com effeito, nossa c olurana avancava rapida-
meate e ao granJe galope alcaucou o exercito de
D. Bart'ooloineu Mi ire, e se preparava ji a destro-
ca-lo, reforcada com a divisao do commandante
Lagos, quando se apresentou um emissario, cuu-
duzindo usia carta aberta, em que se pedia utu
salvo coaducto para 0. Mathias Ramos, ferido.
i Esta carta com sobacripio ao commaudanto
Lagos, a quern o iaimigo suppuoba cbefe de mi-
nba vaoguarda, me era dirigila pelo gooeral
Mitre.
Aproveitei a preseoca deste emissario para fa-
ze-lo acompanhar pelo eapilao Oliver com uma
intima^'ao ao cliefe ioimigo para que liiesse alto,
comproraettendo me a suspender miuha persegui-
(ao iai neJiitaai-ate, e antes que o capita > Oliver
tive^se regressado, eoviei oajuiante Hivera, de
esqaadrao Levalle, intimauio a^ ioiiaigo, por car-
ta, que se rendese.
a Chegou o eapilao Oliver e me avisou que o
general inimigo tinha feito alto e me cmvidava a
uma coafereneia ; accedi a ella, e depojs de meia
hori de mpHcaedes, concjrd'ji nareuJicio debai-
xa das segumtes coadi(joj;:
c I." Aranblia p ,ra os ci ladaos que formam
parte do exercito as or dens do general Mitre.
a 2.' Girantia oara a vida e decoro dos ge-ie-
raes, chafes e offlciaes, de3de o general Riv-js ate
a classe de alferes.
3." Iodulto cornpleto a todos 03 soldados de
linii.i que se acbam no caso dos eidadaw.
Fui benigoo, Sr. minKtro, com o iuim;go des-
trogade, e que recoohecia por bocra de eu pro-
prio general que a guerra tiuhi terminado em La
Verde, porquesabia a raaaeira c.mo iiavia sido
rocebido o emissario Lttcusse, e pouca mais ou
mcaos as termos da rendifio que a este emiss;rio
eoneedia o goveroo.
Ale"m disto Influio era men espirito o anhelo
de poupar sangue, prio^ipaliueale de inimigo, q te
tamoem era argentino e que, nao tenho inconve-
nience em dizii lo, nao poderia re.-istir ao imp to e
dechao do nossas arraas, se t'.vesse decidido se-
gnir adiaute.
Imposts a ren^icao nos termos antes n;nch
uaios, ocjapamo-aos to Jo o dia em desarmar as
forcai sub uettiJa', e pjsso diaer ja a V Bxc. qur,
segualo as paries princjpaes que rechi, < exer
cito re dido coaipnnha se de dous ger.eraes, 41
ebetea, 203 olHciaes e pooeo mais de 3,')00 solda
dos, dos quaes raais de. 300 do liana, dos corpos
quo se rebellarara na frontiiri do sul.
Depois deste facto, a que concorrerarn nobro
e digaaaiente todas as foreis que seachavain reu-
aidas as minhas onleas no dia t do correate, pos
so assegurar a V. Exc. quo a paz na provincia fica
restabele.-ida pelo irapeno da autoridada e da lei.
' Resta-roe agora recornanadar a V. Exc, an
Sr. presidenle e a iiac*o a cundueta deci Jida de
todos os caefes, olfloiass e sotda 1 is que tomaram
pane nssta incruftnte, porem gioriosa Jornada.
Por iotermedio de V. Exc. peei ao Sr. pr^si
dente o posto de cornel para os commandantes
Levalle, Villegas, e Lagos, cujo valiosissimo con-
cursa pade apreciar de perto, e tamb-m ura aces
so para os chefes e offlciaes das divi-5-s a seu
mando que lao digoamente nos ajudaram. D us
guarde a V. Exc.-(AS9ignado : Anas.)
Cotno ?e v&, nos lerraos da capitalario, nao se
trata da pessot da g meral Mitre, que neonuaia
garantia pedio para si, declaranch se o uoico res-
ponsavel peranta o governo pelo facto da rev ducao
Ha grau leia ne3tepro.;eiimeuto. e o veneedor nao
mauos nobre se raostrou, eerciodo de considera-
bles ao vencido, em juem nao podia deixar de
coatemplar um dos u m us mais illustres da sua
patria, ap zar deste erro recerte.
Qaereodo eotregar-lhe sua espada, o eoronel
Arias re;u;ou a; exigiudo u.n guarda para sua
custodia, o mesmo corouel replicou-lhe que o c.n
fiava a guarda de sua hoara.
0 entnusiasroo pdo jovea heroe e extraordina-
ry era Buenos-Ayres, onde lae areparara grandes
ovacSes. 0 proprio general Mire elogia o seu no-
tavel procedimento nestas eircurastaocias, em que
podia perder a cabeca com a embriagnez da glo-
ria.
Esta aberta a subscripcio para a compra de
uma casa, que sera olfereiida a mai de Arias, cuja
promoeao a general se espera, assira como a de
Roca e Campos.
0 governo, por sua parte, mostra-se magaani-
mo econe,Ha4ir, coma clararaeate segurate pricramacao ddpresileate aos 300 offl-
ciaes e 3,000 soldados prisioneiros, do exercito do
general Mitre, que chegaram a Cuvileey :
t Depuzestes as armas em signal de submetti
mento ao- goveroo da nacto, e esta vos restitue a
nossos lares, confiaaJo em que a clenvm :\i bas-
tara para corrigir o exlravio de que fostes victi-
mas. Seguistes duranie dous ao.az.es a bandaira da
rebetliao e podeis ciohecer os iractos que se co-
lbem debaixo de sua sombra.
c Dous mezes de correrias iaterminavei3 vos fl
zaram passar por todos os palwimentos ; vistes
com horror os selvagens do desert i inoorp jrar-se
as vossas fileiras para assi-tir eu .-eguida a dous
campos de batefba. onie pela v*z primeira vos en-
contrasteis confundidos pela d;rrota, porque 6 ver-
dade queestiveis aeoturaados a veneer 3eaipre
em uoiao com nossos irraao<, -.ssollados dels, e
lila e era D. Goncato.
Viades de novo a acolher-voj sob a formosa
bandeira de nossa nac">a, a oi padeciraentos con-
cloera, e"Voltais tranquillo ao irabalho e a vossos
lares.
0 presideate da Republica vos pade que nao
esquegals e9ta licao. Tend:: a sempre pre^ente
para que nio soffrais grnda malM p r novos en-
ganos, Todos os names de caudilhos, da cbefes,
de antigos governantM que estateis acostu:ai a seguir como pendao, acbam-se hoje despoj-tdo?
,-aJo que nao torne inconclliaveis os. pattidop, ao
de repararem breve tempo as cicatrizes.'jEa(tfL%.pe-
.la revolugaOj acto de desespero, mas do^ojuedp
calculo. A propaganda do Sr. Sarra'tento maste
sjntido na Ttibuna e nobro e patriotica. Deus o
ajude a lear o convencimento a seus compalno-
tas iutrausigentes.
MINAS-CSBAES.
Fallee^ra o Revd. chantre da cathedral daTNo
cesjde Mariina, lose- Emilia Fernando* Val!e,-qne
exercia, na comarca do Piranga, o cargo dfc ins
pector da iustruccao publica. -a-*-*
Le~ se no Pharol:
t Falleceu no dia 10 do corrente, depois dauma
dolorosa enfermidade, o conego Jose* de Supza.e
Silva Hous-in.
a Mora lor aqui ha muitos aooos, era geralpon
te estimado por todos que o coaheoiam, e ocyupou
aqui varios cargos importaotes, como os de verea-
dor, juiz rcunic pal sopplente, etc., etc.
lostituio herdeiras as soas irmiis enomeou
como testamenteiro o seu irmao, padre Joao| Bjp-
ti^ta de Souxa Roussin.
Deixou livrus todos os seus escravos, com ex-
cepfio de quatro, que aiada te*m de prestar qua
tro annos de service a seus herdeir. s. Deixou
tambem uma verba de 600^000 para ser applicada
a festa do max de Maria uo anno de 1873.
c Possuidor de una fortuna que o tornava in-
dependente sua falta sera geralmeote seotida por
aquelles que, seja dito era abono sea, nunca re-
correraiu era vao a sua bolsa.
s. PAULO.
Li! se na Tribuna Amparense de 3 do cor-
reoto :
a -\i dia it do maz proximo pasiado graude-
nu oero do pessoas d-^tomuniiiipio, de Campinas,
a M'igy-iuiriai, reuoio-se no alto da raoatanha per-
1'urala pelo tunnel, na.via ferraa parae.-ta cidade,
cora o fiai de ; ssistir a abertura corapleta da pas
iage.ii subterranea que os erapreitsiros das obras
fraaquaavam naquelle dia.
A' I bora da tarde, mais ou menns, tendo cbe-
gado da Caropjnaso Sr. Dr. Queiroz Telles, presi-
denle da companhia Mogyaoa, o Sr. Dr. Lisboa,
tugeabejro che/e, o Sr. Dr. Raposo, engenheiro
liscal, o Sr. Rarao de Tres-Rios, director da com-
panbia Pauhsta e outros distiuctos eavaUeiros, es-
taodo tambe/n presentes o Sr. Dr. Silva, enge-
aheiro da secgao do Araparo e seu ajudaote, Sr.
Joaquira Plato de Moraes, o Sr. Dr. Paulo Freitas,
eogenheiro da seccao de Mogy rairim e seu aju-
daote, Sr. Meoezes, fezse, a pe", o trajeto do tuo
nl, de uma a outra entrada, reconhecendo se oao
so que esla notavel obra d'arte vai senda pratica-
da com o maior esraero e /egularidade, sob a di-
reccao dos illustrados eogeoheiros que a tem a
seu cargo e intelligenle e provecta execugio dos
respectivos eiuprezarios, como ainda que o solo
offereca seguras vantagans para a perfeicao do
irabalho.
c Como a sabido, 6 oecessario alargar ainda a
aberiura, fazer o seu oivelamaoto e revastir arioal
tudo de pedra, formando abebada.
t Era seguida a este exarae, o empreiteiro Sr.,
Domingos Loureiro da Cruz e sub-empreiteiros
Srs. Rocha e Moreira offereceram a todas. as pes-
s as presentes um sumptuoso almo;o, pittoresca-
m ii i esplan-iila que se ergue naturalmeute sobre o
mesmo tunnel, eade desfructa se uma linda c ri
sooba perspectiva.
a Foi uma agiadavel festa campe^tro em que
rcinou ioda bannonia a animai;ao e uma ve; la lei
ra sorpreza, naquelle lu ;ar, o fimssimo tratamento
dispensado aos convida os, embora muito fosse
para espeiar-se da delicadeza dos Srs. Loureiro,
Rocha e Moreira.
f Eai meio do fe-'im o Sr. L'ureiro levantu
um bnnde a illtutre direcu-ria da Companhia M -
gyana e ao seu distiocto coipa de engenheiro?,
de.-tacAodo is nomes dos Srs. Dr. Queiroz Telles
presideote n Dr. Lisboa, engenheiro chele.
0 Sr. D.\ Queiroz saudou por differentes ve:es
acompauhia, os seus engenheiros e empreiteiros,
em quem ha e::coatrado dedicalos o prestimosos
aaxiliarts, distinguio os nomes de varios aceionis-
tas que se tem desvelado em servir os loterenses e
as nobres vistas da erapreza, lerabrando 03 Srs.
Barao de Tres Rios, Dr. Ataliba, capitao Ricudo,
Corrda Barbosa, coramendador Z'f-rino Guiini-
raes. presentes, e outro3 cavalheirus.
0 ^r. Dr. Raposa briodou aos engeuluiros
brisileiros que tomam o lugar que Ihes compete a
freote de import-inles melborameotos oo seu paiz
execalando difficeis obras, como a que eotao cele-
bravam, cora todo o zelo e profi:iencia.
0 Sr. Dr. Queiroz ainda saudou o Sr. engenhei-
ro do governo, Dr. Riposo, pelo cuiiado c-m que
preeochia Tigorosamente seus deveres, sem dar
ugar a e Lbaracos ao justo deseuvolvimento da
eiupreza que dirige.
t 0 Sr. Otrao do Tres tlios, j;n uoiue da Com-
panhia Paullsta, briodou a prosperidade da com-
panhia Mogyaoi.
Derara se muitas outras saiides erguidas pelos
cavalheiros ja mencionados e pelos Srs. Dr. Lis
bra, Oliveira Carneiro, Valentino, cohomendador
Guimaraes e oUtro* a directoria da Companhia Mo-
gyaaa e engenheiros, a iraprensa, aos operarios da
linba, aos Srs. Dr. Antonio Pinheiro de UlbOaCin
t'a e corouel Josquira Qnirino, aos 5rs Dr. Silva e
engenheiro Pinto, aos Srs. Assis Prado, J. Gomes
Oliveira, Carneiro, tenente-coronel Francisco Ba-
s lio, tenente.Pedro Nolas^o, comraendador Manoel
Cardoso e a outras pessoas; lavaotando por flra o
Sr. Dr. Queiroz o brinde de honra a provincia de
S. Paulo.
Diz o Seculo de Guaraliogueta de 29 do passa-
do :
Por occasiao do violento temporal que desabou
subre esta cidade na tarde de 2" do c rrente, um
nio, cahindo nas proximUades, foi causa fatal de
um lamentavel successo.
a 0 infaliz Victonano Silva, contando apenas 18
aanos de idade, e que com o producto de seu ira-
balho su.Jenlava sua mai e duas jovens irmais,
procurando abrigar-se da chuva em sua ea-a, si
tuada na Fazenda de Fora, no lugar denomiaado
Vailinho, foi alii accomraeltido da faisca electnca,
que, rrsvalando pela maxilla inferior, rraocou-
Ine varios denies, communicaodo Uo forte abalo
sobre o dorso e craneo, que aquelle partio se e
oeste a massa encephalica precpitou-se pelas ca-
vidades faciaes, produzindo a raorie iastantanea.
Como se esaa desgra^a nao bastasse ainda, o
fogo communieado a east larou com tanta inten-
s dade, que a'.gum.is pe.-soas quo pressuros scur-
r ram ao lugar aos gritos das pobres crian^as,
apeaas liver am o tempo preciso para suvtrahir as
cbamraas o corpo do iafaliz, ficando assim a fa
milia inteira subraergi Ja ua ddr, no desespero e
ao mesmo tempo na m serta t
t En au-eii:ia de sua mai achavara-se essas
maoinas s6 em casa, apenas alguos passo3 di-tan-
te do 3eu irmao, e so par nra decreto providen-
cial padenam ter escapado tantt: a faria do raio,
como a violencia do incendio. Estamos certos >me
a caridade publica se nao fara esperar em auxilio
dessa desditosa familia.
8ANTA CATHAB1NA.
Cmstava que no dia I do proximo mez de Janei-
ro sera collocada, na capital, a primeira pedra do
ediflcio da alfaudega.
S^gunlo diz, o Conservator, tera e33e edificin
uma frente de 30 raetros com 18 de fundo, e oito
arraazons cam a capacidado de 3,000 raetros cubi-
cos; ne. centra eleva-se um segando andir onde
lunccionira a repartigaa. Este segundo paviraen-
to tem 7 jaaellas na (rente, e igaal nuraero do la
do do mar.
0 vapor S. Lourengo iniciara, no dia'30 do pas-
sodo, as suas viagens, tocando taoto na ida coin
aa volta nos portas de Itajaby, Rluraenau, ate" o
Gapar, Joinville at6 o porto da Lagfta Saguassd e
S. Pranci.-co.
Fara tres viagens por mez, partindo nos dias 10,
'SO e30
Installa-a>. na2 distrlcto ia cidade de S. Fran-
cisco, no dia 8 do mez correate, uma aula'noctur-
nt, ienominida Djus de Onembro, na qual ja se
haviam matrtculad>' 33 alumnos.
0 capitao Josaphino Antonio da Metlo effe^tuara
BSPIRJTO SANTO.
L&-e .no .Espirilosantcnsc de 1 do oor/tun :
Na oscasiao daregala, no domipgo, chegando
uma canoa com tres meniuos e um-remadtir sos-
sobrou por tar entrada agua deotro, ittdo oi ires
raeoinos ai funuo. 0 caes estava apiohalo de
povo, que as.sistia a regata.
a Entao omaescrava do negociaote Mioool Pin-
to Netto, de quem era fllho um dos meninos, ati-
rou-se ao mar, e oadando p6de salva-Io, toraaodo
ambos* o escaler da capitania do porto que rece
beu-o a bordo.
a 0 outro menino, fllho do Sr. Ednardo Ga-
brielli, foi tambem salvo pelo Sr. Manoel Fontes,
que tambem atirara-se ao mar ; o terceiro meni-
no, sabendo nadar, viera para terra Quanto ao
canoeiro, foi salvo pelos tripolantes do escaler al-
ludido.
t A scena foi contristadora quando vio-se vir a
tona d'agua os dous meninos abracados um com
o outro, e o regosijo grande qnnndo foram salvos.
a A escrava Catharioa foi abra;ada em le'rra,
pela sua dedicacao e denodo ; o mesmo deu-se
com o Sr. Manoel Fontes.
0 Sr. Netto, pai do menino, forrou Immedia-
taraente a escrava Tatharina, devendo ser-lhe en
tregue a carta pelo mesmo menino no dia da festa
de S. Benedicto. a
RIO.DE JANEIRO.-
No dia li assumio o exercjcio do -car-
go do ministro do imperio o Exro. Sr. c n
selhetro 'JoSo Alfredo Correa de Oliveira.
Por tituJo do 12 Jo corrento for no-'
rneado 2 escripturario da thesouraria de
faxenda do Ceaci, 0 prxtrcarrte Manoel
Francisco da Silva.
Tor portaria de 10 do corronte foi no-
tneado o martchal de campo coaselli :iro
Henrique de Beaflrepaire R ihan chefe da
Cormntssao do lo van tatnen to da csrla geral
do inifierio.
Tendo 0 brigaJoiro Maltet pedido ex one
ra^io da eoinmauJante da i'routetra do rabira e Livramento, na provincia-do Rio
Grande do Sul, consta ter sido noraeado
para substitui-lo o brigadeiro Manoel Deo-
doro da Fonseca.
0 total da aparac/5o feita na [.directo
ria geral de estatistica ate o dia 12 do cor-
rente e de 8^854:3&'4 babitintes em todo o
imperio.
A alfandega renieu de 1 a 15 do cor-
renta 1,770:6865468.
Eis as noliciss commerciaos da ultima
data :
Foi pouco activo o movimento Jo mor-
cado de cambio, que, etitretanto, conser
vou-se e fechou Qrme. Os bancos conti-
nuaram a sacar sobre Lonlres a 26
e o pa pel da prac.a f-ii
e 26 i|2d.
Ao mesmo tempo quese notou falta do
letras da praija n^gociaveis a ultima destas
taxas, a reserva que apreseiitaram os toma-
dores, sendolhes otferecido papel baacaria
porespeculac,ao a 26 7(16 d., dava a ca
nbiCer queomercado acbava-se em conli-
Qoes favoraveis e que uma alta talvez nao
se faga esperar por muito tempo.
Sobre Franca passaram se pequonas
sommas a 362 rs. por franco papel bancario,
3o'0 rs. particular.
Nada so fez em soberanos e (polices
da divida publica.
0 mercaao do accoes, com excepgao das
do Btnco do Brasil, que se mostraram fir-
mes e com tendencias para alta, son lo ne-
gociadas cerca de 400 a 2535 a dinbeiro,
Hstt-ve paralysado e sob a pressSo das cir-
cumstancias qua t-irnos apontado.
As vendas de caftS foram regu'ares o as
de assucar pequenas, para consumo.
Fretaram-se : um navio p ra carregar
cafd aqui corn dostino a Nova-Orleans a
1,000 por inteiro ; um dito para Gibraltar
a ordem a 50 s. e 5 0|0 de capa e um dito
para ir carregar algodao em Aracaty, com
destino a Liverpool, a t d., lam'jain aom
5 O[0 de capa.
BAHIA.
No dia 19 do corrente assumio o exer-
cicio de commandante das armas o Exm. bri-
gadeiro Joaodo RegoBarros Falcao.
Suicidaratfl-se : o pooto da compa-
uhia dramatica do Sr. Vicente, Jose Mene
zes do Vasconcellos, n'um accesso de alio-
nai;ao mental; e Antonio J 080 dos Santos,
conhecido por G6go.
-- Fallecera 0 Dr. Jose Antonio Guima-
raes Netto, advogado no foro da Feira de
Sant'Anna.
Resumo da lista da loteria 8* a bene-
fici 0 da matriz de Abrantes :
Ml........
583...... .
1363........
2956........
1H, 269 e2600. .
3 '65, 1867, 1665, 3300,
2902e2382......
1313, 3169, 1905, 1897,
388, 4171,
hima espada e varhos bhtros'oljjeeloj, entre os qnias E' esta uma das- linoas
uraa laia de manieifa que acbaram sobre uma pwa as duas provincias
m"a; I eo e atraveJsa Uberrlmos rerreno?.
Q facto detjse.assim: 0 br. Manoho estiva a .%trlbuiede de as^eoabldas ,
tomar fresco a porta de sua easa, nuaudo vio avW.vincaes.-0 ministerio da itwtica, em 7 do
sinkarte de si um mdividuo e-pedir-lhe fogo para'corronte, dirigia 0 segciBte aviso a presidencia
actenderum cigarro. Voltando-se para uma cria- '
ds, paNJa, que alii estava, ordenou-lbe 0 Sr. Marl
pro
3lSd.,
negociado a 25 7[I6
5:0005000
8005000
500^ Oo
200.0OUO
1009000
409000
1118, 1379,
32(8,2504.
2G69, 3240,
2436,
2349,
1191, 2054, 2494, 3357,
2810, 40i,382,1925, 523,
52, 662, 1138, 203, 514,
1311 e 1599.....
20^000
105000
&4 sua imsortanaia peraate 0 name di lm, d na- [ms (mme-liacoes do Rio de Una a prisao de Jalo
eio e de seu governo, unico me p6Je dar-vos os
bens que perdesteis fta reaadiao, eqae to mais a
encpntrar como cidadaos submissos e loaes.
Voltai a vossos 'ares 0 inverdo fai benigao,
as chuvas copiosas e 0 pasta cresce como nunca,
lousa ehiarossos campos. Me, e a'protecgio de
vos30 governo, taoto nacional coma provineial.
vos slguira p Jr todas as paries. Boeoos-Ayres, 8
de, dezembro de 1874. >
Por uma delicada atteacao flispor'0 prosidante
Avellanedaque os-generaes Bivase Mifra nao fos-
sam'eoadozidof a Bdarjos Ayras, d*reado embar
ctttfca arabos era S. Nicolas. Oiz sa |ue ellesde
tem e"Iar aqui a to J. 0 moaiant 0, na caaaoeei-
ra-italieaa Ardita, que 03 toi reeeber.
CbmOrffftelo ;de ua Rlvas se havia suicida-
dQ^mas nio e exacto.
"w4, ipbis/eatffiaada a coafe-lwaca-) -Vgeatina,
e prompta a eatrar novaraente no camioho de
prSv^Hdade,' deqae se bav a desviado 'momonta.-
n earn ante.
Otte i>oltt* eWfila, quo1 raprtttlttfaer 0 pas
Cacneca, que ba 4 mazes assassiaara barb iramen
t>-, a golpe d*. fouea, um seu visinho.
Paliecerara ua capital : Jo-i Joaqulm de Mlga
lhaes PKora -eD. CaroMfla da Sllva-esposa do
Sr. Joao Pombinba da Silva.
Ld-se no Consfttador :
a Inform tm-uos que 0 subdetegado do dlstricto
de Barra Velha, muaieipio daS. Francisco, se din-
gira offleialmeoti ao delegado daqoelle terrao e es-
te por saa vei,ai Dr. chafe da poli;ia, pedindo
providencias para a jarantia de propriedade e se
guranea iddtvidrial dos ttttradores naquelle'dislric-
to, qua se acham ameJ^idos de novas corretias
Jos gentios.
Nos ligares Me&eirot, Oerro
0 TabolHro tem
apparecido muitos Indicios de qae-efies se aprexi
mam, pelo que. grande namero dos morailores tem
abandonadosnis la terras'e outros inudado de're>*
sideneia. fm(orA%|(BoUgr f*rtogi,da fWgoeiia
< Ha pouco tempo alii se dea a marts de-um mo- tot vietiatf dfr dm xttd*io lorik> de I
fto qae trabalhara *m iM ro?a eooiro
REVISTA DIARIA.
_ Os j esullas. Era consequeocia de ordeos
io governo imperial, e biseado nos doenmentes
apprehendidos pela policia, acaba 0 Exm. Sr. com
mendador presidents da provincia de publicar uma
port,iria, longamente desenvolvida e nimlamente.
importante, ordenando a expuisao dos padres je-
miles, deta provfneia para fora de lerritorio bra-
sileiro, e, eomo raedida preventiva para execocao
dessa ordem, mandandoos eaptoir-or.
0 Sr. Dr chefa de policia, a quem foi intimada
a portaria, procedeu as diligencias necessarias, e
captur. u nootem quatro desses malevolos hospedes,
que sao 03 padres Mario Areioni, Ja5o Oaptisla Rai-
berti, Vieente Mazri e Felippe Sottavia, os quaes
foram hontem mesmo recolbidos a bordo dacorvela
Vital de OUveira.
Quanto aos outros existentes na provincia, foram
oxpadidas as coov mi otes ordens de eaptura, e so -
rao ellas Jgualmeule rei-olhidos a cor vet a Vital de
Oliveira, ate que se onVreca ensejo de ser intei -
ramente cumprid a ardem de expulslo.
Corao verao os nossos leKores da portaria da
prestdnncia, qae vai puMreadano nossonumero
de hoje, sab a rnbrioa Parte Offlciil, abi sao des-
envolvidos os fnnda nentos da raedida, fuoJaraeo-
tos que decorrem dos documeatos ultimamtnla
apprehendidos, medida reciaraida pela segaranea
publica, wmtra a qaal coMplravam aqaeiles dm-
misros d*oeiedade moderual
'Em face dos" referidasdoeumentos, qee, em par
te, verao os nossos latorea aa sobredita portaria,
a%o podia ser outro 0 proceduaanto do goverao ;
e de certo os amigos da orden e da segurao?* pu-
blica nao deixaraa de applaudir esse aelo deeaer-
gia, quo caracterisa oomplet^meole a. altitude do
governo aa questao que, ua dous aaaos, aflkga es-
ta e a diocese do Para.
0 que resta agora e que a medida aaja posta
em exe>'iH*.*o4afaas provincias do imperio; A
sera duvWa aeste sentido si 1 as ordens do gover-
no imperial,- a-qnwn tonTsBos~pe1aTBSotn5ao que
tomoo, estenOsaOe rtfOOD aouvor
da medida.
HWrHM*n Mftoo-'mafftl.-Ante-honlem,
fli do ooffeote, Br. Bbo qt'e fosse buscar 0 fogo pedido.
Ven-lo a afastar-so, 0 indmdue em questao sac
eon de um punhal, e, ameacando com elle 0 5r.'
Marinho, a (|nem com amao esqnerda agarrara,
assobiou. acudindo ao assobio uma roalta de cerca
de 14 individuot, todos armado) de punhal, os
quaes invadir-m a aasa, e, diriginda so ao quarto
onde estava deitada e doeute a esposa do Sr. Ma
nnbo, ameaearam na de morte se Ihes nao desse
t-% cbaves quo tinha camsigo.
Atemorisada, a senh aa Jo Sr, Marinho, deu Ihes
as cbaves pel:d,is, e os ladrSes abriram uma mala
e della tirram a qaaniia acima d la, e, depois da
terem caseavilhado tudo. sahiram e desapaareee-
ram, levando os referidos objectos e dinbeiro, e
deixando 0 Sr. Marinho todo arraahado, e a parda
queacudira elhes resistira, todaferida.
Tanta ousadia parece inacreditavel; mas 6 a pura
verdade, e della dao testemunho varias pessoas que
ouvirara n'a 'o proprio Sr. Marinho, qne declara
qoe se vir os ladrdes rewnhecel os-ba.
O Sr. Mariano, bom e que-se saiba, e -i-to pode
etclarecer a policia, tinha vendido, na vespera ou
no dia do allentada, uma e3Craa por 1:3004000,
e parece nos que, se nao fosse ease facto; njlo se
teria dado o atlentado, cujo alvo era evi Jentemente
0 dinbeiro daquella venda.
Por consequencia, puxando pela ponta dessa
meada, indagando^jnaes as pessoas que intervierara
na venda da escrava ou della souberam, pode a
policia chegar a descubrir os autores de tao anda-
ciosorouho, afim de-que se Ihes applique as penas
da lei.
Conferenctas publtoaa. -Damos hoje
em nossa 8' pagrna 0 disonrso prononeiado pelo
9r'Floriano Correixde Bnto, na conferencia da do-
mingo ultimo.
Para, a Earesa. Gum II recebidos em
nosso porto, WVou 0-vapor Eignria 137 paaagei
ros.
Via forrea de Caxnnga. A gerenoia
dessa empreza f^z pnblico que nos dias 21 e 23
do oorrente, alem dos trans ordinarios da tabella,
haverab mais os seguintes :
No dia 2i. Do Recife para Caxaoga as II
boras; e do Caxanga para 0 Recife as 10 horas e
33 minutos da n^ite.
.No dia 23. Do Recife para Caxanga as 2 e 3
horas da manhi, e a meia noite ; do Caxanga pa
ra 0 Recife a I bora e 33 minutos, e as 2 haras e
35 minutos da manha, e as tl horas e3a minutos
da noite ; 0 do Recife ao Monteiro as 5 horas da
manha, voltando d'alli as 6 horas pelo ramal do
Arraial.
Dinbeiro. 0 vapor Ceard, trouxe para :
Carvalho & Noguoira 1:6005000
Pereira Vianna & C. 1:338)270
A. Hyvernal & 0. 1:4214100
Joao Ramos 945J1900
Jose Rodrigues de Souza 64ii0)0
Francisco Marlins de Amoriai 3HO/UO0
0 v&por Iptjuc-i levou hontem para :
Mossoro 27:7363710
Harahyba 4:I42J38u
Macao 2:0003000
Aracaty 2 43800)
Vapor Boyne. Este vapor da companhia
da real mala inglez, seguado telsgramraa anto-
hontem recebido, sahio do S. Vie-rate no dorningo
(2n) a tarde. Deve chegar a noso porta no sib-
bado (27).
Para oRio de Oaneiro. A b.rdo da
vap'Or Ceard acliaaiso 61 eicravns, viiilos do
none.
Forpa de linh Da Ceara foi enviado
para 0 Rio Grande do Norte, a bordo do vapor
Ceard, um continr'ente do 15 batalbao de iufanta-
ria, composlo de 33 pracas.
Alfandega Venezuelans. Um de-
creto do governo de Venezuela es'.ipula que a
ilfaodega de Maracaibo seja transfenda para a
fortalezade S. Carls.
Os con-ulerde Venezuela no catraageiro teem
ordem le nao expedirem mais navios com destino
a Marasaibo. depois de um prazo quo e para Os
portoa da Europa, de 60 dias, a contar da data do
decreto.
As expedicoes de sahida 3erio feitas pela met
ma alfaudega do S. Cirlos, tanto para as raerca-
d tiias pincedentv3 de Maracaibo como para as que
podertra provir dos porlos do lago, taos como a
Ceiba e Moporo.
Fif|uem sabendo. As apolices proviu-
ciaes, que devem ser lavadas ao tliesouro ale 31
r.oH: mez, sao as que natd acmest o do jalho a
dezerabro pas-aram de um a outro possuidor, e
ainda nao foram apresentadas para ser averbada
a respeciiva tran^ftreucia, e conhecido 0 novo
possuidor.
Kxamcs de preparatories. Deve
comecar no dia 27 do orrente a in cripgao pira
os exames do scieucias, que se realisarao nos ma
zes de fevereiro e margo do aono vindouro.
Arremataciio provincial. Peranta
a junta do lliesouro provincial vai a praea, no
dia 31 do c rrente, 0 foruec.mento de aliraeoto e
dietas aos presas pobies da casa de deteucao. no
trime-tie de Janeiro a raargo proximo, de accordo
com a 1 della publiuada no lug.ir conuieiente.
Vapores vaperados. De 23 a 26, 0
inglez Boyne, da Euro;a, e 0 brasileiro Penedo,
da Bahia pelas escalas; a 27, 0 brasileiro Para,
dud port's do sul do imperio; e a 29, 0 ioglez
Neva, do Rio da Prata pelas esca'as.
Vai melhor. Segundo informacSes do Sr.
capitao Pedro do Rego Cnaves, chegado hontem a
noite de Garaohuns, iicava melbor 0 Sr. t8L.ente
do corpo de policia Manuel 'Candido de Albuquer
que, que loi ferido na luta travjda naquella villa
Uovimcnto scdlcioso. Temos commu
nicacdes de Gravata que nos dizem ter a feira des-
sa povoacao sido assaliada por um grupo de mal-
feilores da localidade e dos arrabaldes, os qoaes
quebraram os pesos e medidas, nada mais fa-endo
peia opposicao que Ihes apresentou 0 juiz de paz 0
Sr. Pereira Vianna
Que pa tug co -Dizom-noi que 0 Rvm. je-
suiia Silvestre Ga Rocha Pinlo, natural da Bahia,
requereu ao Exm. Sr. coramendador presidenle
da provincia para sertnvolvido na ordem de pros-
ci ipc.au dos seus coropanbeiros, para 0 que auria
mio dos foros de cidadao brasileiro; no qae nao
pr^de ser atteodido.
llyatpi-ioM do Rio de Janeiro. -Re-
cebemos a deciraa terceira caderneti deste iute-
ressante romance, editado na corte do imperio pe-
lo Sr. E. Dupont.
Mosquito. Tambera recebemos 0 n. 27i
desse jornal iilustrado, que se publica na corte.
Exames de prop oratorios 0 rai-
nisterio do imperio, em 1 do corrente, expedioo
seguinte aviso ao inspector geral da instruccao
primaria a secuadaria da corte:
Mm. e Exm. Sr. Em solus*) da duvida
onstanta do offlcio de 23 do mez proximo findo,
apresentada a essa inspectoria por seu delagado aa
cidade de Porto-Ab'gre, provin:ia de S. Pedra d)
Rio Graode da Sul se deve man tar almiuir a
exame particular de geometria plana, um eslu-
daute que pretend matricular so no 1 anno do
curso geral da escola polytecbniea, quando 0 pro-
gramma dos exames gera^s de preparatories com-
prebende, ale a da geuiuetria plaua, a geometria
no espaco ; declaro a V. Exo. quo nao querendo 0
mesmo estudante fujeitar-se ao exame geral do
programma, mas slomeute ao especial de qae se
trata, deve-o prestar naquella escola, na confor-
midade do art. 44 do decreto 0. 5,60J de 25 de
abril ultimo: 0 que se fara extensivo a todos os
casos identieaa que por veotura apaarecara. Deus
guarda a V. Exc. Visconde do Rio Branco.
cirurcirteg das companhias de! a-
prendises oaarSnbeirog. 0 ministcrio
da murinha/enrU'de noveaibro, dirigio 0 seguin-
te aviso ;io ajudante general da armada:
a lllra. e Ex-a. Sr. ConvinJa a bem do ser-
tas demais imporUBclalfc|ecinenta,d*dB nataraluui viaianies, enow
de Alagoas c Pernambu- in conia quatro proflsstonaet encarrrgados 4e br-
mar colleccoes de pruductos naturae* de tedas a
nossas provincias e da de preparadores pnliraiii,
verdadeira escola praiica, d'onda tio kra4os oa
preparadores elfeclivas. lul >nuaai nos q*m tm
edificara no pateo intemo do ediucio aigaaM eaaa-
modus deslraa Jos a nova seerelaria e a coMerva-
cao, em sales especiaos, das dapiica'.a* com qn o
museu faz suas permulas com os uouseiu Mb- a-
geiroa.
A verba des'e eiUbelecintcnto, qua era ha po*>
cos annos, como dissemos, do p.uc 1 mats de 8:00W
e hoje de 60:000 no ur.ameoto do minietci io d
agricultura.
Tao rapido aagmento mostra bera cUro oa boa*
desejos que fm u governo imperial a favor do mu-
seu, faltando agora apenas duas un joruates aw-
didas ap -nta las pelo actual direc^r geral iaserino
nos seus dous uitim >s relaiorios, as qaaea ta-> a
reforaia do regalaraento e nnaJa/rto de am berta
para onde se pas-e a parle experimental da* sre-
cOesde botanica e zo-dogn, verdadeira par j 1 j z>-
logiao, appenso indi^pensavel ao mosea nacional.
\<>ta rala*M. Tendo ap.1 ,r;cid.. aa eir-
culacao nolas lalsas do banco do ttruil do value
de 50; da serie A. B. C. impreasas cm linta ver-
de, abaixo so indicara quaes os sign 10s uuU sa-
lient -s para be u se diaitnguirem as Lisas das ver-
dadeiras :
Nas falsas 0 desenha e impressao aj muito groe-
seiros a iraperfeitos, 0 que se veriiica a vista, (azendo a coaipo-i-jio en'.re uma c eolra,
papel e mais d.lgado c trau_-v..reate.
A cdr verde da liaa e nas fal.as mais d-.oji.l
do que nas verdadeiras.
0 lypo da numeracao, bem c in > o tr^lulb ar
tistico onde esta collocado 0 s'g 1. aa* ea>
Iremidadas do ver.o da 11 i'.i. -tj iu'..>ra:ueale Uif-
feraales dus das verd.iie.r.-.
0 umanao do qm I,-. 11 e-u.npa da aota fah*
quer vertical quw It trimai .1 aaate e ataaar.
No verso da n>U (.>;..'..- --. le a iu>cripi;lo
Campanliia American 1 Y)rk as letras de que 1 Ua m coaipSa tao aaa
falsas de cdr preta oa vi !: e^rraaaJa, aa aaaaa
qae nas verdadeiras .-ao ellas J. cor braaca aasa
pronunciada.
raente ferido pelos bogres.
__________________________,ae ..
foi grave- 1hednvadirar*a rtsa.'pafse 9-haras daneBe,e1 Ihe car se aa- UoJu ferrea
+eebaram IfSWOOOwsdiaBeiro, uma espiogarda, ,ts(3o.
vico, alteiar 0 aviso le 16 de raaio de 1871, que
estabeleccu que todas as companhias de aprendi-
zes mariubeiros teubamum cirurgiao, dcolaro a
V. Exc,. para os davidos efeilos, que d'ora em
dianle so.neute sera enmprebendida aquella praca
no pessoal das companhias que canlarem pelo
menos tem menores alisttdos, exieptuadas as que
ja pessuem elifermanas,vas.gaaes, relatiyamente a
ess a parte do servieo, deve'rao conUnuar nas eon-
dij5es era ^ se acbam. Os doenles das compa-
nhias nao enrnprsheodidw nas duas hypotheses
menctonada- aeveriosertralados no3 hospitaes do,
?aflta Casa, ou em quaesqder outros, mediant a a
retribub; eom 0 ari. 37'do Tagulamcnto n. 1,517 de 4 de
aos executory]fauetro do' 1855.- Deus guarde a v. "Exc. :
Joaquin -Delfind Ribtiro ia Luz. 0
Estrada de 'ferro. Por decreto a
5,792 de t< deaoveiubro,' toi autorlsado 0 conces-
siontrio da eftrada de ferro de Macem ao valle de
Jacolpe, a prolofigar a diesma estrada ate entr-on
do Recitoao S. Fraa
da Parahyba
a IHai. e Exm'. Sr.Foi presente a S. M. 0 lm-
perador o o(B;io dessa presidencia, do 24 de oa-
tubro proximo undo; sob n. 101, communicanlo
queaigumas pragas do corpo policial, proaessadas
no rOro crlmloal por fuga de prosos no terma de
Campina Grande, se achavam t.onibem submetti
das aconselho,em virtode do respectivo regula-
mento, que estabelece penas para e3se deliclo. E
0 mesmo augusto senhor, conformando-se, por
immediata resolugSo de 3 do corrente, com 0 pa-
re er da seccao dos negocios dajnstiga do eonse-
lho deestado, em consuita de 23 de novcrabro ul-
timo, man-la declarar a V. Exc. que, cam quanto
corapita as assemblCas provinciaes I"gislar sobre
os corpos poli;iaes, devem as repeetivas leis e
regulamentos ser entendidos e applicad^s sem pre-
juizo das leis geraes, que estao fora da acfioda
quellas assembleas; e, portauto, as praQao impli-
ca las em crime provkto em lei geral bio de ser
processadas no Mro comraum, embora t-mham da
re-pouJer a conselho, na conformidada das dispo-
si55e3 qae regem os referidos corpos. Deus guar-
de a V. Exc. Manoel Anlo.u-) Du-irte de Aze
vedo. s
lnaposto sobre escriptorios e ca
sas comuaerciaea. -Em 3 do corronte S.
M. 0 Imperador resolveu a segninte consuita da
seccao de fazm li do conselbo de estado :
Senhor.Hmve V. M Imparial por bem quo
a seccao de fazanJa do conselbo da estalo consul
tasse com 0 seu parecer acerca do requarimanto
e papais juatos. em qua a commissao da prac.i do
commercio do Maranbao reclama contra 1 imp' slo
de iOt que a assemblea legislativa da mesraa
provincia, pelo g 41 da lei n. l,0io de 26 de julln
da 1873, eg 13 da de n 1,090 de 17 de ig :al mez
do corrente anno, laneou sobre todos os respecii-
vos e^ crip tor: os 0 ea.-as couimerciaes.
a Allaga a dila commissao que asse imposlo,
Slem da vexatorio, e,infringeuto do art. 10, 3,
do acto addicional, explicado pelo aviso n. 123 d;
2 de abril de 1837, combiaado coai a lei n. 1.507
de 20 de setembro de 1867, e decreto n 4,316 de
26 de marco de 1839.
A directoria geral dis ran las publicas, que
foi ouvida a respaili. nada disse sobra a questao
de consiilucionahdade, liraitaodo-so a ponderar
que, estando essas leis provinciaes san:eionadas e
em execucio, nio restava outro expediente senao
affectar 0 assnmpto ao corpo legislative.
t Nao ha duvida, no pensar da mai or i a da sec
ca i, que ja antes da cilada lei geral* n. 1,507 de
1867 subsisiia 0 iinposto, embora por outra forma,
scbre a prolissao commercial ; essa lei e 0 daere
to n. 4,3i6 de 186.) nao fizeram senao regalari
sa lo por moda mais adequadu ou convenient?.
c Resuita, pois, que a materia ou se Je do im-
poslo ja estava tribu'ada pela lei geral quaudo a
provincial foi sobre ella r.n.sGr a taxa em questao
a 0 5 do art. 10 do acto addicioml diz com
i-He.i 1 que as assemblers provinaiaes podem crear
impostos, mas comtanto que nao prejuliqaem as
impostcoes geraes do estad). A inlerpreta^ao des-
te preceito, allenta a sua natureza, nao po lo ser
ministrada senao pela sriencia economic 1 applica-
da as Bnan^as. O.i, segunlo os principles desta,
e sabido que a materia ou induslna tribula-la le-
cresce, ou se restrioge segundo os gravames que
sobre ella pesam.
E' por iso que, quando olegi-I id or geral im-
poz a sua taxa iimitouacifraa fo 51 ainda tribi
tavel dessa indostria ou prolissao ja onerala por
ouiroj titulos.
A consequancia togiea do imposto provincial
devera ser a dimiuuica-a dos e enptonos cammer-
ciaes e portanto, do imposto geral, 0 qua cans
prejuizo a c->te coutra 0 preceito previdente do
acto addicional.
a Nao podenda, porem, 0 goverao revogir uma
lei provincial s.raecioaada e em oxeeuciio, nao
resta com effeilo outro expoJiente senao affectar a
questao ao p der legidativo.
e Ainda assim cumpre observar que algamas
opinioes nao jalgam ummamente clara a dispi si-
gio do referido 3 do acto addtcioos', que a
maior parte das assembleas provinciaes recaloitra
ua creacao de impostos semelhantes; e que, par-
ti nta, seria convaniente, alem da revogacao da
disposiclo de que sa trata, uma iutsrpretigao po-
sitiva e clara do 'obreJilo paragrapbo.
0 cocselheiro de estado Visconde de Souza
Franco eoneorda ua conelusio que vaa os pap 'is
a assemblea legislativa : e tambera das que duvi-
dam qus a disposi;ao liraitali/a do g 3 do art. 10
do aClO .Hi**'i'i.l rujlrinii a *lfr,lti,ia^^ **" --
semuieas provinciaes de lan;ar impasios, a ponto
do vedar este de que se trata. No que 0 raetrao
conselheiro de estado nao tem duvida e qua 0 des-
eovolvimenlo das provincias soffro Cora elles, e
quo suas assembleas legi-1 itiv.is devem procurar
outros meios de renda e a empregar mais pro due
tivameale.
a V. M Imperial, porem, mandara 0 que for
mais ac rtado.
1 Sala das conferencias. cm 3 da novembro de
1874. ilarquez de S. Vicente. Visconde de Inho
merim.Visconde de Sjitza Franco.'
t Resolucao : Como parece a.maioriad.iseccSo.
I'aco, em 3 de dezembro de 1874. Cam a rubrica
de S. M. 0 Impe-ador.Viscmde do Rio Branco
Supremo tribunal de justica. Na
sessao de 12 do corroute 0 Sr. con elhsiro Figuei
ra de Mello expoz os fundamentos pro e e- u'ra
nhao.Recorrentes Jo>e de Arau.o Co3ia e sen
socio Domingos Rolrigues de Azevelo, recorrido
Antonio Goncalves Portellada. Feita a exposicio
passa ao Sr. Veiga.
Couseilio aupreuio milttar. Na ses-
sao de 12 do corrente foram ju'galos d-fiuitiva
raente os seguintes proccssos :
Exercito. Stldado Bern-;rJino Rolrigues d-
Senoa, aceusado de 3" d -sercao airaplas e con-
demnado a seis annos de prisao com irabalho, foi
confl mada a sentenca ; dito Manoel Casiiniro de
Lima, aceusado de 1" desergao aggravada e con
demnado a um anno de prisao, foi condrmada a
sentenca; ditos Antonio Nonato Cardoso, Rene
diclo Ferreira, Florencio Fraaaci3Co, Seb stiao
Cortez e Manoel G mcalves Pereira, todos aecusa
dos de 1' dasergao simples e condemnados a seis
mezes de pri-ao cada um, foram co .firmadas as
senteaeas.
Armada.-Joao Felix de Azeveda Sa, sol dado
do batalaao naval, aceusado de I* desergaa sim
pies e conderanado a quatro mezes dj- prisao, por
se ter apresentado voluntariamenle passados tres
mezes, foi conflnr.ada a sentenca.
Barra do Bio Grande.-Em 21 de na-
verabro 0 presidenle da provincia de S. Pelio'o Bio
Graude do Sul dirigio 0 stguiuta offlcio ao minis
terio da marinha :
1 Illm. e Exra. Sr.-Tenho a honra de lavar ao
conhecimento de V. Exc a iaclusa copia do offlcio
que em 13 do corrente mez dirigio a esta presi-
dencia e capitao de fragata inspector da barra des-
ta provincia, dando parte de ter s 1 no dia ante
rior examinada 0 reconbeci Jo qua a mas ma barra
em consequencia das fortes e coutinuas veataaios
que tem havido, mudou mai3 para 0 S., demo-,
rando aos rumos NE. SO., e qua f ormou-se em 17
palraos com agua cheia e bsrra mansa ; senlo qu
na mesraa occasiao veriGcau se ]ue a aaterior barra
estava em 14 palmas. Deus guarde a V. Exc. -
film, e Ex.a. Sr. conselheiro Joaquira Delloo Ri-
boiro da L iz, ministro e secretario da estado das
negocios iia marirma. Joao Pedro Carvalho de Mo-
raes.
N. 94.luspei-c/n da barra do Rio Granle do
Sul, em 13 da novembro de 1874.Illm. e Exm-
Sr. -Leva ao conhecimento de V. Exc. que, hon-
tem, leuiase exaaiia ido a barra para ver se linha
foilo mndanea, em coasequencia das f tiouis ventanias que lam haviJ -, reconeceu se ter
raudado mais pan 0 S.. demjraadaos rum ?$ de
NE. e SO.tendo-so pruaiadcceffl 17 palmoSjComagua
cheia e barra mansa, e na mesma occasiao asaou-
sa 14 palmos na anterior barra. Dans guarde a
V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. Dr. Joao P^dro de Car-
valho da Morae3, presidenle da praviac>a. Basi
lio Antonio de Siqueira Barbedo, oapiiao da-fiaga
ta. Conforme, Josi de Miranda e Ctntro.
Museu 11 ari octal. A-raba de ser in. aga
rado neste eitabelecimenlo 0 curso pabiico a que
0 obrigava um d is ariigos de sou rigulamui'U vi-
gante lesde 1842, epoca em que Loi decretado.
O 'Museu Niaioual, que ate-estes ultimas aanos
se achou toi hi lo pela sua exigua verba, qae era
de pouco IB.I4 >le 8:000.;, eotrou. uluiuameiUe em
via de progress0 por ooda vai marcJjando a largos
passos. para 0 estado que deve attingir na sua
qoar.dada de mostrador das-nossas rkjueeas natu-
raes.de caja exhibicao tanta depeadsra a aoloni-
sa^ao, a agricultura e laotas indaslrias ulais ao
paiz. Entre os LumerososmeUioramexit>:*qaa lem
tidoo mu?eu, convera raenelonai- a reotgani
do antigo laboralorio, ha 15 annos swvivek
fuadacaola coUatc.ao.Jianaaotofica Lratilei
creacao'da classe de correepoadentes,
l-:0O^
Il):000i00t
4: W*O90
2:000*000
HM,
2977.
3861,
4641.
o3lH,
20-a .0^000
10 00*01 NI
4:00aJ0U0
i:00*!OU
Na Urja qua circunJ1 r>>uraya do verso aa
noia, onde -e \e n as ,, :r. I. L. *aa ella* aaa
falsas muito imperf-i: -.
.\'ovo piano. Em 0 publica o approvado para a* loteria da prims-
cia, 0 qual i sera duvi la ;-r^farivel ao revjr*ad-',
id pelo facto de eonter ausa-jr uam-ir > de ittatsi
brancos.
loterla. A que sa a ha a vsada t* 139*,
a beuelicio das obras de X Seuh ra 4a Paaiu, a
qual e exiraiiira no dia Jl do c rreale.
Loteriaa do Rio de Janeiro. Resa
no da 2' loteria (5i0 1 e.a be a li a 1 aa* abras aa
igreja da Fenba no llecie, exirahida a 10 do eor-
rente :
N. 4790
N. 330li
X. 1166
N. 5283
Ns. 3178 e i-oil -1:0004 a cada uin.
Ns. 23, 2137, 4511 e 919 -80 4 a cada ma.
Ns. 291, 591, 1360, 2353. 2iW. 3020, 307,
4037, 3398 0 586 i 2*04 a cila um.
Ns. 271. 556. 10,7, tool, 1821. 18ul, 1919.
2269, 2386, 3z0, i2it, 32 M\, 43*30, 4626. 4853 5874 -H04 a cada aa*.
N. 69, 145, 193, 195, 2 13, :;jii, 312. 799, 840,
841. 913. 1044. 1061 1075, 12;.!, 1432, 1024.
l8oi, 1873, 1332. 1911, 2 90 212', 21*'.
2330, 2339, :7o7, 2732, 2373. 2H76, 2^36,
2DSI, 3424, 460 i, 368J, 3743, 3747. 3*39,
3883, 41.17, 4151. iiSO, 4396, 45:13, 403 ,
1681, 4773, 48:.8T 49)4, BJ44. 5171, 5237,
S'ooJ, oilS a 5S39 -1O4 a c.ia um.
R -sumo la lista da '3' 1 teria (ii!) em be-
n Dc 0 d 1 in iiriz Ja liloria, extraaida a 13 do
Co rente :
N. 5441
N. 3ti93
N. 594
N. 3876
Ns 993 e33M1:000* a cada nm.
N*. 3748, 3814, 4748 e 3992-SMJ a cada am.
N-. 861, 883. 965, 1573, 1883, 1885, 2140. 3119,
4113 e 4703-2O4 a cada ana.
Ns. 160. 169. 988, t!90, 202, 1694, 1907, 241!.
306S, 3130, 327i, 3311, 3351, 33.2. 3361, 3921.
4440, 4953, 3296 a 53i3 -100 a .-ada um.
Ns. 196. JiO 3%. 511, 630, 83/, 915, 946
1017, 1146, 1162, 1171. 1313. 1410. 1439. 1527.
1709, 1878, 1933, 1990, 2016, i 45, 20a, 2256,
2121, 2410. 2431, 2682, 2784, 28.'9, 2883, 2914.
:0i6, 3103, 3353 3636, 37i6, 38 0, 3825. 3842.
onoi, .>oi0, Ji,rO, toll, V9-. 4*>SU, I *#, l'S
4449, 40J3, 4700. 1310. W6. 4 '77. oJOJ, oJ4>,
5320, 1682. 5701 e 5960-404 a cadi um.
Leilucs. Hoje liavera leilao na faira man-
ual, a rua do 11 perador, de tra-tes, juraqaiiaaria
e uiuit-s artigos do u H >ja effeclua 0 ag nte Di is >> leiiio d nwveis.
ea-ros, passaros, livros de anJietaa e ferro* ei-
rurgi-:os, as II horas da rain ia. en a 2* e 3* aa-
aares do sobrado da rua do |*aj r.idor n. 9, east
da resideocia do fallecido Dr A. Pereira do Car-
no.
Hije, 23, i-ffe nda 0 ageiite Pinlo 0 leilli
dos nuveis, loaca e crystals exi-tent'-s no 1* .ndir
dosobradi da rui da Imp rairiz 0. 14, ca-a em
que residio 0 Sr. common I ider C Tr-ia L .it-.
Amanlii, 24, effacloa 0 mesmo ageata a
ver.da de uma excellente baleaira, e mastres, aga
lhas de marear, exi-tent -s na guarJamona da
alfandega.
C:tsa ale dctenrao. -Movim-nta casa da
de ielenrao do Jia 21 de dezembro da 1874 :
Existiam presos 314, cntraraia 7, sauiraoa t,
existem 319.
A saber :
Nacionaes 245, nonlheres9, estrangeires 23, ea
cravos 39, escravas 3. T-.UI 319.
Alimeotados a cusla dos c of res pu'ol-cos 263.
A saber
Has 248, eafaraaea 15.Total 263.
M vi iiciito da eofermsria do dia 21 de deaan*-
bro da 1874:
Teve baixa:
Igoacio joules Marinho, enobaraeo intestinal.
Panangelros. Cb-gado* das portu* da
norte no vapor nacional Ceaid :
E-tevao de Souza, P10 Torres. Laiza de liae-d ,
Arsenio Joaquim T. Jardun, cadeto Fr M. da Albuquerque. Joaquira Bezerr* Pessoa e
sua sennora, Paul Kruse, El ijf C da S tonio Tnomaz da Cunha Junior, oapiti J >e Fran-
cisco de A. Mello e t tiiho, 1 presu e 1 pneas de
policia.
Sahidos no mesmo vapor :
Taiieote-coMnel Casino Varella d* Fraaca, D.
Pmloraeoa Maria da C. Paltlh J -e P. de O. C
HlUw, M mo-l P. dos Santos Monteiro Aal-mio F.
dos Santos, M-inr.ei j Mesmiei. J-ie Aagusto Vi-
naaes, Autrnio dos S. Silva PaimuM"*, teact*
Valerie S. de Carvalho, 2* sarg-ata lidef >a-o i.
da Souza, Manoel Antonio de Luiu e sua fa*nil>a.
Fraocisco Lauriano Ftgueira de M Uo, Dr. Fri
ci-i-o da Cunha, Benjamin Geaco e .ua seaiiora.
1 i-aba, 17 racrulas para o exerer.o, 3 praoas U
arm ida. 60 eseravos aentregar.
Chega Jos dos portas do sal 00 vapor iaglci
Lgnrh :
Oti0 Weuel, I. S. P. da Silw, A. R. Cardoso. M.
J. B. asm, J. M. de FreiUs, A. Y.ecarjr, I A*
Oaer, Loiz Mauncio.
Sibidos para a Europa no mesma vapor :
P-roan lo Go.na* d Silva Sw.fo, Freieriea Gui-
llierme Herman, Dr. Lun F-npoe oa Scuta l>".
acli-giani Gii>epiM, Fraoeiseo Pinto da Suva,
Fraa^isen-Per-ira da MUt-vs, iuio I'adro Pi*
A ill 1:1.0 Ferreira GmIi. Manoel da Soaaa,
Mmvov. laacaaa* de Soaxv
Cu-'gido de Li*b>a ao pa*aeao portagzS
Semi* Maria *e Beltm :
j.ioJj e a.sReis.
SOnl.s pira o n-orts no vap-or Jia*M:
Dr. Jose Carrilbo Viatwr, Jaxa Atm 4
Silva, Mnnias Gaedes da F raoeca, Fnaewca Gar-
aol ue Obvaira, Lun Dxiatngaes de Soaaa, Ala
iades de Sjitza Martin'. CUrloda J,^maa ae
^lbuqn^rq^ Antaoia Jorge, i*^ fUyncaaia, C-
priaot i-wa-da Proiu- a filho* *wa>ua-
cio dos Saatis, Domingos loee Conlia Lagos.
cemliari* .piaoaaiio. -^cacoarw do du 11
de dezemloro: ___... ,
Maria. brnca, Pernambaeo, 7 aaaaaa, Baa nta;
"TSffl, branoa, IfciaaanBeKo, 7 a-u. Kaci.'a ;
?elaao.
-1KOMC1 iTwruiu.
miOlllAL DA rtKL4t^lO
^KS.xaO liXTRAORDMURU fill M DE DR.
^ ZE>BW) DB1T4.
PRtSlftSNCIA -WW*. WWSELBEiaooB
caktwo sairraGo.
Sem4artoDr.TirilioV^
abios qae mais services, oosss.tr prestar' ao esta-1
j^wrassxA*
--
.
L


9iario de Pernambueo Quarta feira 23 de Dezembro de 1874.
tningues Silva, Oliveira Maciel, e os iuixes de'Oi-
reito Quinuno de Miranda, Sebastiao Lacorda,'Ca-
mello Peasda, abrio-ee a sessao.
Em seguida o Exm. Sr. presidents passon a re:
latar a pet'.cio em que o aKeres refonnado do
xercito, Manoel d'Assumpjao Santiago, sollcKaya
oma ordem de nabeae corpus em sen favor.-Dis-
utida a materia, juigou-se iflcornpetente o tribu-
nal para eonheeer della, vtsto acbar-se o Bffetente
preso como militar a ordem do eommandante das
armas, 4 cu|a disposicao se acha.
Encerrouse a sessao as 11 boras.
Tribunal do otmmereio.
ACTA DA SESSAO DE11 DE DEZE4BR0 DE
1874.
rB8.sroK.iaA do bkm. sr. consblhbiro ansrlmo
raaNCisco rktti.
A's 10 boras da manhi, presentes os Srs. de-
pntados secretario Olinto Bastos, Lopes Kafitiado,
Alves Guerra, e o Sr. suualeute 34 Leitaa, S. Exc.
o Sr. consetoeiro presrdeate abrio a sessSo.
Lida, foi depots approvada a aeta da sessao aate
eedente.
EXTEWENTE
Officios :
Do geren'e da compwtua Santa Thereaa, daodo
as informa$es exigtdas em offlcio dell do cor-
rente.Euwion-se a secretaria para ser*tr de base
aos esclareormentos eiugidos pela repartijao do
comroerciQ da agriculture.
Do gereote da coropauhia pern mbircaoa, res-
pondent o offlcio deste tribunal, de 17 do presen-
ce mei.A' secretaria,,para os devidos Cos.
Do gereate da compaahia Recife Drainage, sa-
lisfazendo o aae foi sDlieitado em offioio de 17 do
corrente. R metn lo a secretaria para os escla
recimentos que deveraser transmitUdes a presi-
dencia.
Do gereate da compaahia dos trireos urbanos
do Recife a Gtiada e Beberibe, em resposta ao offl-
cio deste IriaoaaL de 17 do andante.A' secreta-
ria, para os lias convenieutes.
Do gereate da English Bank of Rio de Janeiro,
remettendo am exemplar do sen relatono, com o
qual die satieiaaer o efficio qne lhe foi dirigido a
17 do corrente. ~ A' -se;retaria, para os fins con-
venientes.
Do ex-gereate da companhia Vigilante, de re-
boque, era resposta ao offlcio do tribunal, de 17
do corrente.A' secretary, para os fins conve-
nientes.
Dos directories da cornpanhia Phenix Pernambu-
cana, resporjdeudo ao conteudo do offlcio de 17
do corrente. A' secretaria, para os fins -conve-
nientes.
Do presidents e secretark) da junta dos correto-
res, remettendo o boletim das cotacSes ofQciaes da
semana de 14 a 19 do corrente. Mandou se ar
cbivar.
Foram distribuidos os sejjaintes livros :
Diario e copiador d; M inoel Soares do Araaral,
diario de Sa Runrs & C.
DESPACH06.
Requerimentos :
De Antonio Ferreira de Cirvalbo, pedlndo qne
se certinque se Manuel Victoriano de Lima Ju-
nior e Argemiro Eduardo Falcao sao ou nao seus
caixeiros. Deferido.
De D. P. Wild para qne flque serri effeito a pro-
euracao qne a firma D. P. Wild 4c C. deu a Hen-
rique Nuesh.Como requer.
De Joaqnim Jose Gonjalves Beltrao Junior, ciia-
dao brasileiro, pediodo carta de embarcacao para
o biale nacional li'sila. Vista ao Sr. desembar-
gartor ffccal.
De Antonio Ferreira Alves e Jo e Theotouio Do-
mingues, pediodo entrega do seu conlrato social,
qne nao foi adaiittido a registro.Sim, nao haven-
do inconveniente.
Da companhia Recife Drainage, devidamente
preseulada pelo sen gerente, apresenlanio a re
gistro os lilulos de an orisacao.-Informe a secre-
taria.
Nao havendo raais mda a despachar, o Exm.
Sr. conselheiro presidente encerrou a sessSo ao 1\i
dia.
i'SJBUCACOES A PEB1P6
Ao Exm. Sr. Emrilo do Livra-
mento.
Et>perava eslar mais independente para levaa
tar do alto da imprensa, um brado de luuvor ao
Exm. barao do Livrameuto, como am dos primei
ros bohieiis da no>-a sociedade, porem, a .-orte
me tem sido cada vez mais mesquinba, e vai por
tanlo se tornaod j tarda para que de" solerrme-
mente am teslemuub-i de minba gratidao, pelu
casiOescriticas a que a sorte me tem arrastado.
Incoulestavelineute 6 um grande bomem o Exm.
barao dj Livramento, e digo-o sem medo de ser
contestado, se nao pelos fautos presumidos inve-
josos oa ingratos; mas que me importa ? todos
sabem do men positivism e, portunto, incapaz de
transigir com a minha dignidade : nao bajulo e
nemadoro o oaro, fallo o que sintD e apresento-
me tal qual sou, sem rodeios, e conveniencias
mal ent-ndidas, por isso di^o, sou pobre, e ba
dous aonos quo nao irabaluo, e te.'ia-me abysma-
do a nao ser um braco forte, um braco de amigo
que me tem sustentado, fdZendo conservar illesa
a minha iignidade ; e quern seria este senao o
Exm. barao do Livramento, que me tem aberto
seus cofres, e delje* tenbo tirado tudo quanto te-
nho precisado, sem a menor garan.ia, sem mesmo
esperancas de poder pagar, e sem outro interesse
mais da parte do Exm. o irao do Livramento do
qne o fazer bem I nao ha duvida que o Exm.
barao e um grande bomem I elle nao derraraa
so por mim seus benetkios, elle o faz a to-
do mundo, a todas as classes, quer ricos, quer
pobre- ; no entretanto o governo, qua por sua
vei tambem muito IIh deve, e que o deveria en-
cher de brasoes e gran lezas, o tem esquecido, ao
pa^so que derrama por alii a!em, estes titulos qne
to ao me.ito compete I
Tenbo atravessado diver.-a> crises na minha yi-
da, porem nenbuma tlo aterradora como esla,
porque alem de nae achar trabalho, os amigos se
tem esquecido de mim, nao me pagando os
me us trabaliios ja feitos ; lenho tim ilia pesada,
-nao furto, e como viver ? ha dous annos que a
sorte persegue-me, e a minha easa tem sido um
hospital; os amigos esquecido* de oatros tempos,
vendo a minha bolsa vasia, correm de mim como
de peste, e quem Um se apresentado esponta-
oeamente, sempra abrindo-me a bolsa ? so e tao
somenie-o Exra. barao da Livramento, este grande
homem, bomem inimitavel ?
Ultimamente recebendo lelras de meu amigo e
velho pai, que determioava-me ir buscal-o no matto,
aoade estava, para recolher-se a minba casa, para
descancaj' das lides de sua lahoriosa vida, na ja
alcanf.da idade de 78 annos, nao pnde deixar de
alegrar-me por semelbante favor dispensado por
. meu velbo pai, porem, senti-me vexado pela vida
Sue levava, e na, poder dar um tratameato con:
igao, o que para mim valia tudo, nesta contingen
cia o que laser t Sou cbristao, portanto, olhei
para Deus, e dirigindo-me ao Exm. barao do Li-
vramento, este grande bomem tem a menor re-
tlexao abrio seus cofres e den-me dinbeiro, enm-
pri o mandat > de meu pai, veio este para minba
casa no 1* de jnnho proximo passado, e ate 27 de
setembro, quando elle soccumbio, correram todas
as despezas de minha casa, inclusive a de men
Cai, so e tlo somenie por conta do Exm. barao do
ivramento; nada lbe faltoj quer na vida, quer
sai molesiia, e ao depois para seu enterro, que
alias foi deoente, e em rela;ao ao sen estado e
posicao, ainda foi por coma deste men amigo, e
amigo da bnmanidade ; e como deixar passar des-
apercebido tantos obsequios, qne nas occasions
mais criticas, quando c amigos fugiam, ate os B-
ibos, apresentava se derramando beneficios ? nao,
mil vezes nao : sou pobre, porem, son grato, e de-
vendo ao Exm. bari) do Livramento tantos favo
res e beneficios, nae posso calar no men espirito
em que solemnemente confesse a minha gratidao,
tanto mais quando levanta se' uma eeleuma contra
tao distincto cavalheiro, promovida por despeita-
dos e ingratos quo 16 trazem na mente a ex-
ploracio de espiritos incautos e bemfazejos, para
aasim poderem viver folgada eregaladamente, pois,
repiio em dizer que e am grande homam, homem
difficil de ser imitado, apezar de entre mim e elle
sao baver razSes de intimas relacoes amistosas,
antes pelo contrario ; porem sou grato e nao posso
occultar os sentimentos de minha alma, apresen-
tando-me tal qual sod, tal qual sin to, Unto mais
quanto todo rrundo sabe do meu paUiotismo, e
portanto, recap** de qaalqaer. acto Indigno.
Recife, dezembro de 1874.
nomaz deFigutiredO.
de de Direito, pelos campendNes adoptados na
raesma, cuioa rewltaies foram os segnntes:
Primeiras tettrasfrequentaraoi 38. Approva-
dos 11
Lot int.
Latin -Tre-iueutaTam J8. Francisci de B. Wat
derley, approvado; lose Candida t. da Cruz, Idea?.
Fraacez frequentaram J4. J jae Baptista de
Almeida, approvada ; Victorias de P. -Ramos, dis
tinccio.
Inglezfrequentaram 9. Manoel do N. M. Por
tella, approvado ; Antonio Jose Seariquet, idea.
Portoguez frequentaraej 20. Lnrz do Rego C.
Albuquerque, approvado; Jose Enygdio 6. Lima,
idem.
Arlttmieticafrequentaram 11 Arthur Or Ian
do da Silva, approvado ; ioaoPicto Portella, idem.
Geometriafrequentaram 12. Joaqnim P. Por
tella, approvtdo; Jose Bezerra Cavalcante, disiinc
cao.
Geometria frequentaram 3. Joio fiapti>ta
Waaderley, approvado. Approvado? 13.
Franca.
llisloriafrequentaram J5. Carlos Alberto Bur
le, approvado.
Ptiilosophiafreqaeotaram'4. JoseCaodido T.
da Qruz, approvado; Josd de Azeveda Maia o
Siiva, idem.
ftbetorica freqaeataram 3. Pedro Vateriano C
Reis, approvado.
Aries.
Uasicafrequentaram 34. Antonio dose Hen-
riques, approvado; Alcides de Aquino Fonceca,
idem ; Francisco de P. SHva *ego, idem.
Desenho.Jos6 Joaquim Guimaraes, approvado;
Jose Bezerra Cavalcante, idem.
Danca frequentaram 28. Luiz do Rego C. de
Albuquerque, approvado; Manoel N. M. Portella,
idem. Approvado* II e repravados i.
fcglez.
Francisco de B Wanderley, approvado; Fran
Cisco Domingues Silva, idem; Jjse-Fernandes-de
Salles Jorge, idem; Joio ttaptista Wanderley,
idem ; Jose Emygdio G. Lima, idem.; Joao Baptis-
ta S. Almeida, idem; e Maaoel do ft'. M Portella,
idem. Approvados 7.
Portugma.
Joao Pinto Portella, approvado; Joaquim P. Por-
tella, idem ; Jo-e Bezerra Cavalcante, idem ; Luiz
do Rego C. de Albuquerque, idem, e Manoel do
N. M. P rtella, idem. Approvados S e reprova-
dos 4.
Sciencias.Approvados 8.
Total dos approvados 56 e repr.vadosfi
Observacdes.
Nenbuma das reprovacoes que sofTreram em
portnguez os alumnos deste collcgio, foi absoluta-
roente injusta ; rela'ivamente, por6a, talvez bon-
vesse algnma.
Ernqdanto os estudantes nao se eonveneerem de
que nada adiantam prestando exame de portnguez
logo no comedo do estado secundario, e que so
cominuando a estudar esu lingua simultaneamen-
te com os preparatories poderao cbegar a sabel a
meIhor, o resultado bem poucas vezes deixara de
ser negative
Com o novo programma que para o estudo pri-
raario e secundario deste collegio acabo do orga-
nisar, e que com opportunidade submetterei a
aprecia^ao dessa inspectoria geral, pretenio ter sa-
nado esse mal.
Collegio da Coneeicao, 21 de dezembro de 1874.
^ 0 director,
Manoel Alves Vianna.
V -A&9.llaja surnino cuidado
com as aH'eci-cies das bron-
Chios.
Seus progressos sao rapidos- e assustadores.
Atalhem se, pois, os unmeiros symptomas median-
te doses fegulares do Peitoral de Anacahuita, a
qual para logo f^ra pararos progressos da moles-
t;a ou ioflammaeao local, impedira que a muco
sidade se agglornere nos tubos broachiaes, fjrtifi-
cara os organs da voz e floalmenta restabelecera a
satide e o vigor de todo o systema respiratorio.
Embora mesmo, no caso que a molestia se ache
ja algum tanto avancadi, proporcionara consi-ie
ravel allivio, e era moitos casos effectuara uma
prompu cura. Portanto, as viclimas da tosse,
constipajoes, catharrhos, febres inflammatorias dos
pulraoes ou de qualquer uma outra enfermidade
dos orgaos da respirar;ao, nao devera por isso des-
esperar por um so momento de sua final cura ;
uma vez que tenhara a maao este admiravel e ma-
ravilhoso medicamento, verdadeiro restaurador Ja
vida e sati'le : qualquer pessoa que o use, deve
ter perfcita fe e con(lam;a, mis mo nos inlicio. os
man p.'onunciados da molestia. "
JUNTA uOS JORKETOHES
Hra^a do Recife, "i'i de dezem-
bro de f 894.
A3 3 HORAS DA TARDE.
cotacSes OmciAES
Algodio ue Maceio 1* sorte 7/16CO por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0,
hontem.
Algeuaode Maefio mediano 7*100 por 15 kilos
oosto a bordo a frete de 7[8 e 5 OiO,
lioatem.
Cambio sobre Londres a &0 div. 26 Ii2 d. oor
U000, hoje.
A P. da Lemos,
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrignes,
Pelo secretario.
Pedras oVCantaria ii caixai a Jo9< M.
4a Rosa (fe FiJ ho, 18 a los6 Augusto de A-
raujo.
S^rdinhas 150 barricas a Jorge Tasso. ,
Vinagre SI pipas e 65 barris da quiuto -a
Silva Guimaraes xfe C, 12 e 60 a Paulioo
Jose da Costa Arnorim it ('. 5e2S a "Bel-
trao tit 1'ilho. -Vinho 51 pipas e 105 barris
de qutkito a Silva Guimaraes & C, 16 e 18
a E. ft. Rabelk) 4 C.
OESPACHOS D EXPUKTACAO NO DIA 21 l)h
DIOEMBRO DE 1874.
Pari\ os portos do exterior.
Na barca-iagleza Luso, para a Canal, oarre-
goa: Simpson. 4 C. 3.0(5 sacces e>m 221,009
kites de assucar mascavado.
No navio all-mao Guciff, para o Canal, car-
regou : A. Lay*, 2,000 saccos com 150,03t kilos
de assucar mascavado.
No vapor ioglez Cordate., para Liverpool,
carregou: K. Cascio & Filbo 8,<70 sacoes com
255," No navioijile* Corit**4e. p ira o Canal, car-
regou : E. .Adturle & C t,770saccs com t3*,7o0
lalos de assucar mascavado.
No navio bespanhol tlancelina, para o Rio
da Praia, carregou : A Loyo 300 bmleas com
44,450 kilos de assucar branco e 50 pipas com
24,00J lit ros de tguardente.
No brigue portnguez Bella r'tgnetrente, para
Lisboa, carregou : M. U. Monteiro 26 saeeas com
l,8i)9 kilos de algodio ; E. R. Pinto Guimaraes
15o saccos com 11,250 ditos de assucar branco.
No navio Juglez Rio, para Liverpool, carre
gou : Simpson A. C. 204 saeeas com 46,362 kilos
de algodao.
Na barea uortugueza Imperial, para o Porto,
carregou : J. M. da Cruz 200 saeeas com t\7i0
kilos de algodao.
Na barea portugueza Victoria, para o Porto,
carregou : A. Loyo 1,000 sacco. com 75,800 ki'os
de assucar masoavado.
Na barca iogleza Amoy, para o Canal, carre-
fou : Simpson & C 3,000 saccos com 425,000
ilos de assucar mascavado.
Para at portot do interior.
Para Porto-Alegre, no hiate nacion.W"Deus te
Guarde, rregon : Ubveira Pilbos & C. 650 sac-
cos com 48,750 kilos de assucar branco e 250 ditos
com 18,750 ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, no navio nacional
Rosita, carregou : J R Ferreira 500 barritas com
46,635 kilos de assucar branco.
Para a Bahia, do vapor naciona' Ceard, car
regou ; D. A. Matbeus 50 saccos com 3,750 kilos
de assucar branco.
Para Aracaty, no vapor nacional Ipojuca, car-
regou : C- J. Vianoa Junior 1 barril com 450 lilros
de azeite de palmameira ; L. J. M. de Araujo 20
barricas com 1,562 kilos de assucar branco : para
o Ceara, M. A. Senna 20 ditas com 1,287 ditos de
ditorrlnado; P.nto Alves 4 C 5 dita* com 326
dihs de dito e 5 ditas com 379 ditos de dito bran-
co ; Carpinteiro Filho & Sobrinho 40 ditas com
2,400 ditos de dito retinado : para Acaracii, C. J.
B. de Arruda 1 barril com
para o Natal, F. A..Ferreira
75 kilos de assucar branco.
pitao H. Z. Rodrigues; carga asstrear e outros
generos.
^ew-YorkVapor inglez Cordova, command ante
George Abrann, carga assucar.
Liverpool e portos mtermedios Vapor inglez Li-
guria, eommandante Bax, carga a mesma que
trouxe dos portos do sol.
Observagdo.
Sospendeu do lamario para Maceio o Irigar in-
glez Agnes Bntm, capitao W. Alexander, com o
mesmo lastro que trouxe de Santos.
UtCLARACOES.
C'ompaBUIa
laa-la de Per-
de cavail
namburo
No dia 20 do corrente mez, pelas 10 horas da
manha, recebe se na secretaria da mesma compa-
nhia, propestas para fornecimento dos generos
precisos a eavalbada, durante o primeiro semestre
do anno de 1873, a saber : capim de plant.a em
kilogrammas, milho/farello e mel em litros, b bem
assim as ferragens precisas mensalmente para
cada eavUo,.com argola. Adventindo qne t > 'is os
geoentf *ii de priineira qi'lidade, e uau e aarnis-
sivel proporta com conduces.
Recife, IS de dezembro de 1874.
Jose loaquim Coelho,
Capitao commandants.
Massa fallida de Pereira de
Mello & C,
Ogredores podem rece-
ber eterceiro dividendo de
sete por cento; apresentando
os titulos para ser anno Tr>.
Sociedade Reereio Fami-
liar.
De ordeaa do Sr. presidente, tio cenvidados to
dos os membros desta sociedade, para compare-
cerem na sala das nossas sessoes aos 23 do cor-
rente pelas 7 horas da noite, para assignarem os
novos estatutos, que se acbam approvados pela
autoridade competenle.
Secretaria da Sociedade R-ereio Familiar, aos
21 de dezembro de 1874.
0 1 scretario,
Joaquim Domingues Ferreira
no entretanto cantar, com tods a pompa compa-
tiel com os recursos de que dispSe, uma la-
dainha as 7 boras da noite do dia 27 do corrente,
para a qual convida todos os irmaos confrades e
devotos de tao festejada invocacao da Mil de Dens.
Consisti>rio da confraria, em 22 de dezembro
de 1874.0 secretario,
_____________________E. Tamborim.
ADMlNISTRAgAO IXT5 COIIREIOS DB PERNAM-
BUCO, 23 DE DEZKMilltO DE 1874
MalHS a esperiir-ae
Pelo vapor mcionai CttiH, wta administracao
expede malaspara os portos do sul, inclusive o da
Victoria, hoje 23.
Recebem-se jornaes, impresm de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde
cartas ordinarias at4 3 horas, e estas ate as 3 l|2
com porte duplo.
As cartas e jornaes que se diriuirem ao Rio da
Prata, pagarao previaniente, aquellus a taxa de
300 rs. por 15 grammas on fraccao de 15 gram-
mas, e estes a de 40 r- |ht 40 gratiunas ou Irac-
cio de 40 grammas, na prtigressao estabelecida
nas label UsC e D -auuexas as inslruccdes do !
de dezembro de 1866.
tnooso do Regii Barros,
Adiniuistrador.
96 litros de alcool
Novaes 1 sacco com
CaPATAZIA
Readimeato d" d.a I
(1*2 do dil 22
UA ALFaNI'KOa
a 21. 10:469/560
- 5IU996
VOLl'KES BA8IDn
No dia I a 21......
No dia 22.
Primeirapona
Seganaa por'.a .
Tereeira pcrta .....
T'rpicte C'.c:ei:2c .
10:98l,5o6
36,231
217
360
306
4,129
11,273
8ERV1CO MARiTIKO
v>iriugis de^carregadas no trapic: da
aitandsga.
Hi 1 a 21 .....
Ji: 22.......
'- tririb-fe
Cri ft mi
79
1
2
82
iKCRiiKDOttlA Lii, fx^NLAS L-\:Eli.\A;.- GK
RAES DE PERKAatBUCi
Kndimeato do Jia 1 a 21
48:550*5*
1:633*V80
50:184,8551
CONSULADO PHfiVINOiAi,
tandimsnto do dia I a
dta do dia ii
li
.-teaaircanto do
Htm do dia 22
ALFANDKUA
dia 1 a 21. .
664:835*834
22:233*870
687:069*704
0:scarregam hoje 21 de dezembro de 1874.
Barca mgleza Clemenlia mercadorias para
alfandega.
Brigue portugu t Ligeivo III lageamento e
varios generos para o trapiche Concei-
gao, para despachar
Barca nacional Aguia varios generos para o
trapiche Concei;ao, para oespachar.
Brigue portoguez Soberano vinho e vinagre
para deposito no trapiche Barbosa.
Patacho inglez Silas Alward mercadorias
para alfandega e farinha ja despachada
para o caes do Apollo.
Patacho inglez Lucy kerosene ja despachado
para o cats do Apollo e deposito no tra-
piche Vieira.
Lugar americano Maud Barbour kerozene
para o trapiche Conceicao, para despa-
char, e deposito no trapiche Vieira.
Barca ingleza Constance bacalhao ja despa-
chado para o trapiche Conceicao.
Patacho americano 0. C. Clary farinha ja
despachada para o caes do Apollo.
Barca ingleza Volonta di Dio dormentes ja
despachado para o caes do Apollo.
Patacho itahano Ermida vinho para depo-
sito no trapiche Canba.
Barca ingleza Amoy carvio e tijolos ja des-
pacbados para o caes do Apollo.
Import a r/Au
Vapor nacional Ceard, entrado dos por
tos do norte em 22 do corrente e consigna-
do a Pereira Vianna & C, tnanifestou :
Carga do Para\
Ferragens 1 barrica a Hawkes & C.
Salsaparrilha 50 rolos a Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo.
Carga do Maranhao.
Araruta & barricas a Alfredo P. Barboza,
1 caixa a Pereira Simoes & C.
Cha 10 caixas a Tbomaz Aquino Ponseca
& Successores.
Farinha de mandioca 120 saccos a Bel-
trao & Filbo.
Salsa 40 caixss a Manoel Nascimento Ce-
zar Burlamaque,
U8:709*+67
8:371/026
127:080*193
4GENC1AS PRO VI NCI A ES
Liquidos espirituosos.
Hendtmento de I a 19 2 835*lz5
!demdodia2l 70*191
lendimento de 1
Idem do dia 21
Bacalhao. etc.
a 19 3.592*510
339*152
2:905/316
ijeneros
.iendimento de 1 a 19
Idem do dia 21
------------3:931/662
de estiva.
5:027*688
553*236
Farinha de tngo, etc
Sendimento fle I a 19 3:847/608
demdo dia 21 *
5:580*924
-lendimento de I a
idem do dia 21
Fuino, etc.
19 1:682*961
*
--------3:847*608
lendimento df
Idem do dia 21
Viuagre, etc.
a 19 1:609*375
29*524
1:682*961
1:698*869
(9:647*370
Thesouro provincial de Pernambuco,
le dezembro de 1874.
0 escrivfio,
C. M. da Silra Santos.
22
J.
Banco do Minho.
Joaqnim Jos6 Goncalves Belrao <& filho saccam
por todos os vapores sobre :
Collegio'da Conceicao.
Tabella an*ui ale l4
(BEaBTTTDA KH 21 DK DBZgJIBBO A INSPECTORIA CE-
HAL DE INSTRUCgXo PUBUCA).
Collegiaes qne fixeiam exame de primeiras lettras
e le prepiratoTJ9J no cgrsp agBflXT a Paculda-
Patacbo portuguez Santa Maria de Be-
lem, entrado de Lisboa na mesma data e
consignado a Jose* da Silva Loyo d Filho,
manifestou :
Azeite da Oliveira 13 caixas a Silva Gui-
maraes &C.
Cal 100 barricas a Jose* P. da Fooseca d
Successores. Cebolas 50 caixas a Silva Gui-
maraes d C.
Farelo 550 mhos bos mesmos, 500 aos
consignatarios.
Marmores 3 caixas a .lose Augusto de A-
raujo.
Anadia
Agni a
Aveiro
Ceia
Bhaves
Ivas
Emarante
Auimaries
Gvilha
Coelgago
MPoit'alegre
Arcosde val de vez
Celorico de Bastos
Caminba
Mangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
Evora Monsao
Fate Ovar
Faro Porto
Guarda Tavira
Leiria Regoa
Lisboa Viaeo
Barcellos Figriei
Coimbra LsnJega
Uirandella Estarr
Penafiel Valen
VHIa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espozende
Oliveira de Azomeis
Povoa de Varzim
Vianna de Castello
Villa nova Je Portima ViUa ucva de Paraalicao
Villa dr/Cottde:
X*m llhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
Obras militfvres
A 28 do corrente, ao meio dia, sera posta em
concurrencia a execucao da caiadura, pintora
pequenos reparos do quartet da companbia de ca
vallaria, orgados em 437:300.
Os pretendentes apresentem na reparti^o das
obras publicas (onde desde ja se acha o orcamen-
to) mas propostas em carta fechada.
Pernamljuco, 18 de dezembro de 1874.
Chryssclito F. Castro Chaves,
Engenheiro das obras militares.
Obras geraes.
0 engenheiro direcU'r das otp.s pnblieai :
raes, faz publico que no dia 4 do Janeiro do an-
ni proximo futuro, nc escriptorio das obras do
por to, ii a a praga para ser arrematada por quem
por aienos fizer, a obra dos repays a fazer-se no
torreao do relogi: do arsenal de mannba, orcada
em 1:364*000.
Recif-, 19 de dezembro de 1874.
O engenheiro,
_________________________M Peitosa. ______
Companhia Fidelida e
Seguros maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma ssg'.-ros man-
timos e terrestres, a premios razoaveis, cbndo nos
nltimos o solo livre, e o setimo anno gratuit) ao
aegorado.
Feliciano Jos6 Gomes,
^_________________Agente.____________
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA
0 conselho contrata no dia 23 do corrente mez,
a vista de propostas recebidas ate" as II boras da
manha, e sob as condicSes do estylo, o fornecimen-
to de farlamento, no trimestre proximo vindour
de Janeiro a marco de 1875, para os navios da
ormada e estabelecimentos de marinha, composto
e fornecimento dos objectos seguintes :
n B Para aprendizes artifices,
a ots do ti i forme, bonets do serviijo, blusas
do brim brooeo, blusaa i- algodao azal,' blusas de
panno azul, caixas da brim branco, caixas do at
goiao azul, calcas de panno aatrl, camisas de al,
godaozinho, cobe.rtores de la, obertores de algq^n-
ciutos de couro branco envernisaoo, colchdes de
iiuho ebei >s de palha, fronhas de dgodaozinho,
lencos de seda preta para gravatas, lengoes de al
gedaozinho, sapat5es, saccos de guardar roupa,
travesseiro9 de linho cheios de palha.
Para artifices avu sos
Blusas de panno azul, blusas de algodao aznl'
calcas de brim branco, calcas de panno azul, ca-
misas de algodaorinho, cintos de conro branco en
verajaado
Para imperiaes marinheiros, aprendaes ditos e
mariahagem.
Bonets de panno azul ferrete, camisas de brim
branco, calcas de brim brinco, capas de dito para
bonets, ca pas deoleado prelo para ditos, camisas
de flanella azul ferrete, calcas de dita, camisas de
panno azul ferrete, calcas de dito, cal(as de algo-
dao azul, camisas de dito, cobernres de IS, col-
cbdss de linho cheios de palha, fardas de panne
aznl ferrete, lencos de seda preta para gravatas,
sapatoes e saccos de lona de marinhagem.
Tambem o conselho, de ignal forma, contrata
no menclonado dia o fornecimento ao arsenal de
marinha, no referido trimestre, de cimento de boa
qnalidade, carvio cok e dito de ferreiro.
Sala das sessoes do conselho de compras
do arsenal de marinha, 19 de dezembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos^
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
SOB A DIREfgAO DE
Jose Bernardino C. Barros
Dous grandes espeotaculos pastoris nos dias
Qarta feira 23,
Quinta feira 24
Drpois de uma brilhante symphoeia pela or
ra, represnntar se-ha pela primeira vez nes-
ta loeatro o drama sacro de grande espectaculo
em 5 acto*, ornado de mu*ica, danca, macbinis
mo e logos de bengala, denominado :
A Revelacao do Natalicio.
Tomam parte nestas representacSes um pes -
soal de 25 figuras.
0 director destes divertimentos nio se tem
pcupado a de*p?zas afim do apresentar ao Dins
trado publico desta cidade espectaculos deste ge
nero que se tornem dign"S da apreciacio de to-
dos.
As pf-ssoas qne quizerem bilhetes para estes
speclaculos podem desde ja procura-los na rua
Bella n. 23, na rua de S. Francisco n. 25, e
no dia do e pectaculo no theat o *
dos espactaculos naveratrem o in o
Deoois
Recife.
Precos dos bilhetes.
Camarrte com 4 entradas
Cadeir2s
Platea
Haleria para senhora
N. R. 0 espectaculo do dia 24 entrar^as sete
horas da noite ?fim da acabar a bora de icissa.
5*
u
15
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
DefittidvaHiCitte uliimo
e grande variado especticulo, pelos celebres e
unicos uo seu genero
Campanology escossezes
Km beneflcio
^\% %^%11k %!.%\%a
DD.'Clara, Sophia, Grar.a, e Eliza,
:ora o concurso dos distinctos arlistas, Srs.:
Pcnnnte e Flavlano.
Programma,
1.' parte.
Grande symphonia pela orchestra.
Pelo artista Penante, a ct-na comica :
Kui a Paris.
2.* parte.
( P -li.s campanclogos )
I.* A marcha Sarda.
2.j|,linda walsa 11 Bacio.
3.* parte.
Pelo artista Fiaviano, a scena camica :
0 matuto aparvalhado.
4.a parte.
(Pelos compannlogos)
3. Faceira Polka.
4.* Les g >rdes de la raine, quadiilba
5." parte.
Pelo S.. Flavisno, a aria comica :
Pomada
Libra esterihs.
Vendem Augusto F. dX)li-
veira & C.
Rua do CommeiTi** n k%.
Companhia de uavtigacta a vT-
por bnhiuna, Iiaaila4
Bahia, Aracajo, Pcnndo e Maceio.
E' lisperado dos porta*
acrma ate i. dia M do
rcrreme, o vapor Pe-
me4o, e aegaira para a
mesm-'i no dia Maati
te ao de soa ehegaea.
Recebe-se carga, encommeBdaa, paasafeina
dinheiro : trata-se na agencia
________57f Roa do Boaa Jwaaw7__________
Real cotapanhia de paque-
t-^s inglezes a vapor.
Ale o dia M do pa,
reole, espe-a-M aa En-
ropa, o vapor inglez Aoy
ne, (Mrmandanie Rekt,
o qnjil depots da dfwo-
ra da costume, g jira
para Boeaos Ayrw, ty.
eando dos portos da Rahia, Rm> de Janeiro e tht-
tevidio.
Xo dia 29 do cvreo.eo
espera ae dos portos do
| al, o \apor ingl? ra,
commandaote West,
qual df pow da deuora
do c.Ktome, pgatri pan
f South imptoo, tocandc mm
prtos de S. Vicente e Lisboa \
sagens, fretar. etc.r rrata-e na af: l a
_________Rua do Cuiiim er > a.%0.______^^_
Rio de Janeiro.
.-
Pretepde segnir com moita oreridade a la-:a
poTlufae.iSopkta, p r w a mnor i.arie an a
carregamento eugajado, e para o mto qu Ju/e,
falta, trata-se er-m os ri-ni>oi\-ri)* J qoia J *
Goncalves Beltra& Filho, roa do Conner o
n. 5.
1
Para Lisboa e Porto
Vae sabir com muita brevidade o briga* aarta-
gjnz Imperial, pc>r ter grande parte de ra-pa
prompts. Para o resto e p>ssagiM, tru-*e
com os consignatarios Thrroaz de Aqninn Ft-aee-
ca & C. Successores. a rna do Vigano a. 19
COMPANHIA RRASILE.RA
DE
Vitvegaeda coatclra vapar
Portoa nrir
6.a parte.
( Pries campanologos)
sempre applaudido n. 6 da opera Tra-
5. 0
viata.
6.* 0 Hymno Naci
COMMANDANTEC. A. (;OMF_s.
Ecnerado da* aar-
tos do sul all r dia 27
do pnrrenie, *>j-
da demon go roata-
me seruira para *
do none.
Para carga, eneommendas, valores e passag-r
trata-se no escriptorio
7-RUAOO V1GARK) 7
Pereira Vianna & C.
___________________Agentes.
Companhia Allinca Mariri"
ma L ortuense.
Empreza do navegar^ati entre o Rrasil
e Portugal
Rarca portugneza Victoria
Para o Porto
A sabir com a maxima brevidade. Recebe --.:-
ga e passageniros : a tratar com Jos* da Si-a
Loyo & Filho.
Para o Ceara
ogne em poucos dias o brigue all-mao Ccim-
ecebe carga a frete modico a iraiar no escri:
orio de Domingo? Ahes Matheus, a rua do Vip.
rio n. 5.
Para v> Porto e Lisboa
preteode seguir com pooca dem >ra a barca i --
togueza Social, por laT porcao da carga eayaja .i .
e para o res'o que lhe falta e ptssageir *, nb<
com os consignatarios Joaquim J-e ion7alves : -
trao & Filho. a rua do Cimmercio n. 5.
Para a Ri. d^Janciio
pretende seguir < -n <: vrj hrivioade o br.g.
Isabel, tem part.. u carrrgati.eulo enfajad-
para o resto que It c falta, trata-se com o sec
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo. r.a
do Bom Je-us a. 57
nal Brasi'eiro.
Principiara as
8 horas.
Sendo este o ultimo espectaculo desta compa-
nhia, as beneficiadas aproveitam a oportunidade
para agradecer em seus nomes o bom acolbimen-
to que Ibes tem dispensado o illustrado publico
pernambucano, de quem ainda uma vez esperam
e conliaai a sua proteccao no presente beoeflcio.
Via fcrrea do Becife a Oiintla
e Beberibe.
Na nonte da Testa do Natal, 24 para 25, alem
do ultimo trem das 9 1|2 boras, continaara a ba
ver partidas de trens todas as meias horas, ate o
dia segmnte as 10 1(2 da noite ; assim como bave-
ra um ontro trem de bagagens e carga as 3 1|2
boras da tarde, alem do de meio dia de 24 do cor-
rente.
Laurentino Jose de Hirand,
Gerente.
MOVIMENTO DB PORTO
Navios entrados no dia 22.
M -a103. o2nnorle r! 'I' dia8> vaPr nacional Ceard,
ae i,au toneladas, eommandante Qnadros Ju-
nior, equipagem 62, carga differentas generos
a Pereira Viznna & C
Callao .e portos intermedios-39 dias, seado do
ultimo porto 2, vapor inglez Liguria, de 1979
toneladas, eommandante H. H. Bax, eqnipagem
105, carga diversos generos; a Wilson Rowe
4 L.
Lijb0D~;2{i dias' Palacno P'Tlagnez Santa Maria
de Belem, de 179 toneladas, capitao Jose Fran-
cisco dos Reis, eqnipagem 11, carga difbrentet
generos ; a Loyo & Fflho.
Navios sahidos no mesmo dia.
Oranja e portos intermedlosVapor nacional Jpo-
wa, eommandante Monra, carga varios ge-
neros. "
Lisboa-Brigne p^rtofue; Bella Fifueiren$i,ci;
Estrada de fcrro de Recife a
Caxangd.
Nos dias 2i e 35 do corrente alem dos trens da
taJjella, bavera mais os seguintes :
No dia 24 a noite, do Recife 11 b. e de Caxanea
10.35.
No dia 25 de manhi, 2 e 3 h. e de Caxanea 1.35
e2.35.
a; noite, do Recife. 12 h. e de Caxanga 11.35,
Do Recife ate o Monteiro, 5 b. da manha, qne
volta as 6 b. pelo Arraial.
Os bilhetes de assignatura nao tem valor nestes
trens extraordinarios.
Escriptorio da companhia, 22 de dezembro de
1874.
Gerente,
___________________R^C Balterbee.__________
Imperial sociedade dos artis-
tas mechanicos e liberaes.
Tendo-se novamente marcado o dia 3 de Janei-
ro proximo futuro pan proceder-se a eleicao dos
membros da director!*, convido a todos os socios
que estao atrazados em suas mensalidades, a se
porem em dia, e a comparecerem com os demais
no dia aesignado, pelas 10 boras da manha", afim
de se effectuar a eleicSo. Recife, 21 de dezembro
de 1874.
0 aecretsrio,
________________ P. P. dos Santos.
Confraria
de Noasa Senhora da Soledade.
A mesa regedora da confraria de N. 8. da So-
ledade da fregueiia da Boa-Vista, seado obrigada
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA.
Son a direcc&o de
- J. L. de Fontes Braga.
Grande espectaculo pastoril, no dia 25 do
corrente.
Depois qne hoover tocado a musica, represei-
tar-;e-ha o drama de grande espectaculo em 2
partf s, 1 prologo, 5 ados e 10 qnadros. ornado
de mnsica, danca, machinismo etc., denominado :
Nascimenl'i do Messias.
DenominacSo das paries e qnadros.
1." parte.Nascimento do Me*sia.
2.' parte A degolacao dos innocentes.
Quadros.
"2." parte.
5. A perseguicao.
6.* A jornada dos Magos
7.* A adoracao dos
8." A sentenca.
9. Aviso e fugida para o Egyoto.
10. Degolacao dos innocentes.
As pessoaa que quizerem bilhetes para este es-
pectaculo, podem deade ja procura los na rna e-
treiu do Rosario n. 2 A, salao de barbeiro, na
rua Velha de Santa R.ta n. 57, Range! n. 12 A,
fabrica de cigarros, e no dia do espectaculo no
theatre
Precos dos bilhetes.
Camarotes com 4 entradas
Cadeira
Platea
Galeria para senhora
Principiara as 8 horas.
Havera trem depois do espectaculo.
Segue com este destinu. nestes quatra diaa,
palhabote Rosita, tomando para o referido aarto
a carga que lhe ap*>arecer, por isso quern qt:iz*
aproveitar, pede dirigir se aos c insiroatarina Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao A Filho, a raa cr
Cnmroercio n. 5.
eH
Companhia llianca an
portaene
Empreza de navrgacio entre o Brasil
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portugueza Jmen Adelaide, a saair con a
maxima brevidade, rerebe carga e pasaaaahrot : a
tratar com os seu? consignau;ios Jose da S '-a
Loyo 4 Filho
1M0ES.
Peira Semanal
l. parte
A Graca.
A revelacao.
A conver.-ao
A adoracao.
8*
f{
AVISOS MARITIMOS.
Veoda de navio.
Vende-se o patacho naciooal Africana, que se
acha ancorado no quadro da decarga da came
secca : quem o pretender dirija se ao mesmo
para examina-lo, e a tratar com sens consigna-
tarios Amonm Irmaos 4 C.
fara Lisboa
r olagre portagnez Ctdral, capitao I. Adrilo da Sil-
pelo seu oompromisso a featejar a excela padroei- va, vai sahir com brevidade : para carga e passa
ra na quaru domjnga de deaembro, mas nao que- geiros, trata-se com Silra Guimarlaa 4C, nraca
rendo o clero desja diocese funcciooar, BMBdar* /do Corpo Sanfo n. 6, .*, praca
p anos, guarda vestido, com-
modas, espelbos grandes
dourados, apara(lores, toi-
lettes, camas fraucezas.
marquezoes, mesas elasti-
cas, louca, crystaes, guar-
da comida, cabides, relo-
gios de parede ede*cima
de mesa, quadros com ti-
nas gravuras, mesa para
advogado, 1 mobilia usa-
da, dejacaranda, objectos
deouro e prata, divereas
miudezas, chapeos para
homem, rewolvers, machi-
nas de costura, fiteiros pa-
ra lojas, relogio- de algi-
beira, de ouro e prata.
guarda roupa, 1 lindaflau-
ta corida de chaves,algui!s
instrumentos para musica,
3 bombas para cacimba e
jardim, 1 grande carteira
para escriptorio, grande
quantidadedetrastesavul-
i.- -.
"n
\



Diario de Pernambuco Quarta feira 23 de Dezembro de 1874.
\
)
sos, e immensos artigos do
uso domestico, que seraP
vendidosatrdco dobarato*
por conta de diversos, e 1
vacca de raca tourina, com
cria, dando leite1
as 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
16-Riia do linperador10
ARMAZEM
LEILAO
H
moveis, louca e crystaes
CONSTANDO DE :
Urn piano forte, i mobilia de jacaranda, com 1
sofa, 1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de bra cos
e 12 de guarnijao, 4 jarros para flores, 2 tapetes
grandes, 6 ditos menores, 4 escarradeiras, 2 can-
delabros de crystal. 3 guarnicoes Dara cortinados.
i qaadros, 4 casticaes com mangasv 1 mesa chi-
neza, 2 almofadas e 1 telescopio.
Uma mobilia de mogno, com tampos de pedra,
2 camas francezas, 2 gaarda roupas, 2 guarda
vestidos, i dito de mogno, com espelbo, 2 commo-
das, i toilette de mogno, t lavatorio de mogno, 1
dito -com 2 toroeiras e deposits para agna, 2 espe-
Ihos, 6 cadeiras, 1 cama para crianca, 2 rvque
zdes, 2 camas de ferro e cabides.
Uma mesa elastiea, 1 gaarda iouoa envidracado,
i dito, obra de talha, 1 aparador grande, 1 dito de
mogno, 6 qaadros, 1 sofa, 12 cadeiras, 2 quarti-
nheiras, 1 reiogio de parade e 2 cadeiras de jar
dim.
Urn jogo de bagatela, t prensa de copiar cartat,
1 lavaiorij de jaea'anla, com tampo de pedra, pa-
ra 2 pessoas, e com deposito para agaa.
Urn apparelho de porcelaoa para jantar, calices,
copos, garrafas, I ta-lio de cobre mesas de cozi-
nha, e muKos on'ros objectos detasa de faesilia,
existentes 00 1* andar do sobrado da ma da im -
peratrix o. 14.
No escriptorio do agente, a ma do Marquez de
Olinda n. 37, 1* andar.
0 agente Dias, competentemente antorisado pe-
lo Exm. Sr.' dezembargador juiz de orphaos, leva-
ra a leilao, no dia e hora acima designados, as ca-
sas mncionadas.
Oi Srs. pretendentes podem desde ja examina-
las. ,
c=
uma grando casa terrea sita a* rua de S. Jo-
se" n. 37, corn ns coramodidades snguin-
tes : 2 salas, 3 quartos, 1 grande ootl-
nha f6ra, quintal murado e bastante gran-
de, e cacimba
QUARTA FEIRA 23 DO CORRENTE
as II 1|4 horns
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por intervencio do agente Pinho Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinaa
qaalqaer esclarecimento, com 0 mesmo agente t
Hoje
O agente Pin'x>, antorisado por nma famiha que
retirou se para a provincia do Rio Grande do So1,
levara a leilao os moveis e mais objectos acima
descriptos, existentes no 1* andar do sobrado lei-
rua da Imperatriz n. 14, onde se efiectuara 0 da
lao.
Principiara 4s iO 1|2 bera.
LEILAO
DE
am grande armazem n. 33, com tres portas de
.'rente com sotea, bastante grande e fresca e tendo
uma escada de volta, quintal, canno de esgoto e
em cliaj proprio, 0 qnal foi reediScado ha pouco
tempo e bastante iendoso.
HOJE
Ao naeio Ui.
co escriptorio a rua do Bom-Jesus n. 53 1.* an-
dar.
Por entervencSo do Agente Pinho Borges.
Os pretendentes podem desde ja exammar e
qnalquer esclarecimento com o mesmo agente.
LEILAO
DE
um bote (catraia), 5 reraos, 1 mastro, 2
agulhas, sendo uma pilente, e 1 lamp-ao,
objects sakidos da galera araericana
John Brlglu
QUINTA-FEIRA 24 DO CORRENTE
AS II HORAS DA MANHA
J. Hadley eapitao da gslera americana John
Bright naufraeada nas Roccas, na sua ultimo via-
gem de New York para California, levara a leilao,
as 11 horas do dia acima oito, com li?imea do Sr.
inspector da alfandega, em prn-i-nga dc um ein-
gregado para o fim nomeado, pur conta e risco
de quem pertenoer, e por inlervencao do agente
Pinto, do bote e mats objectos acima descriptos,
salvados da mesma galera, e exiatentes na gaarda
moria da alfanVga, oade se effectnara 0 leilao.
LEILAO
DE
am sobrado de um andar, em a rua doiBispo
Gontinho, outr'ora Nova, em Olinda, com 5 ja-
nellas de frVute, 2 grandes salas, 9 quartos e i
vasto salao no sotto, com gaz canalisado, can-
dieirose lustres; 1 grande cocheira ao lado do
me3mo, quintal cereado, com arvoredos f octi-
feros, e uma grande cisterna que eonserva agua
de inverno a verao e vice-versa.
Este predio torna-se muito fresco por ser edifi-
cado no melhor local de Olinda, e esta livre e des-
embaracado de qualqaer onas.
Qiutrta-feiira 99 de dezembrs
as 11 h..ras da raanhS
Em a rua do tfarquez de Olinda n. 37, 1* andar.
0 agente Dias, eompeteBtemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima in flic ados, 0 re-
ferido predio.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
ali pois as chaves do mesmo estao em poder do
jg. Lniz Aa H. go, admioistrador do hospicio de
o|,enados.
leilao
DE '
am sobrado de 1 andar e soldo, sito a rua
de Hortas o, 14, com as seguiutes com-
modidades: 1. andar, 2 salas, 4 quar-
tos, 1 gabinete e 1 ternco ; sotSo, 2 sa-
las, 4 quartos, cozinba ; andar terreo, 2
salas, 3 quartos, quintal murado, vai de
rua o rua, cacimba, 1 tanque para ba-
ihos, quintal com um portao, que da pa-
ra a rua de Santa Tbereza
A's 11 horas da man ha
No eecTiptorio, 4 rua do Bom Jesus a. 53,
rimeiro andar.
1 Borges, levara a leilao 0 referido
sobrado, por conta e risco de quern pertencer.
Os Srs. pretendeales podem desde ja examinar,
e quaiquer esclarecimento, com .0 mesmo agente.
0 mesmo Bobralo acha-se bem localisado, e es-
ta situado em rua commercial.
LEILAO
DE
uma casa terrea sita & rua de S. Miguel em
Afogauos, n. 33, tendo a mesma de fren-
te 2janellase 1 porta, 2 salas, 2 quartos,
cozinba l*6ra, cacimba e quintal murado,
em chao proprio
Qaarta-feira 93 de cerreote
as II l|ft horas
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por inierieni-iio do ageiile 1'inlio
Burgee
Os Srs. p-etendentes podem desde ja examtnar
qnalquer esclarecimento, com 0 mesmo agente.
LEILAO
DE
uma casa tftfea n. II, sita a ru* 27 de Janeiro,
eutr'ora Pago Castellsano, na cidade de Olinda,
a qual tern 08 palmos de comprimento e 29 l|2
de largura, com porta e janella na frente, porta
e janella no oilao, 2 salas, seudo a de detraz
assoalhada, sob a qual existe nma toja, 4 quar-
tos, cozinha ioterna, quintal ranrado com 160
palmos de extensao, cacimba, 1 terrano ao lade
do norte, comportio.
Terja-feira 5 de Janeiro de 1875
i's 11 1|* horns.
No escriptorio, a" rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar,
Por ordem do Illm. Sr. Dr. Jose Antonio de Fi
gueiredo, testamenteiro do flnado r. Antonio da
Assumpcao Cabral, 0 agente Pinlio Borges fara
leilao da ref riila casa, e qualquer esclarecimento,
com o mesmo agente.
Os pretendentes podem desde ja examina la.
m
Q'4'c
OS
Piano para as exfrac?dee das
loterias Ja provlocia. appro-
vdo pelo i-;\ .. *r. presidente.
3,300 bilhetes a 4*000 14:000*000
Irnposto geral, sello, benelicio e com-
missao.......4:385*000
Liquido.....9:415
1 premio de......4:000*000
2 ditos de 300*......1:000*000
2 ditos de 200*.
3 duos de 100*000
3 ditos de 40*000.
6 ditos de 20*OUO .
12 ditos de 10*000.
671 ditos de 3*000 .
7u0 prenx'os
400*000
300*000
120*000
120*M)0
1205000
3:335*000
ir^INCEMARIAl.
GRANDE REVOLUQAO
VIVA A REPUBLICA
(Dos pasteis)
Os proprietaries da muito acreditada, unicia c scm rival
Gonfeilaria do Campos
avisam particalarmente ao publieo desta muito nobre e leal cidade do Recife e seus suburdios que,
alem das machioas que tinham em su*
Grande fabrica
nceberaui mais a nunca vista machina apellidada ,
(a productora)
E e bem appellidada essa machina, pois que em 6 horas pode prodaair
Oil nlientos mil pasteis
Com todo asseio
Dos que se costuma comer
Pela feata do Natal
Recebe-se encommendas ate a vespera do Natal.
Oulro aim
Os mesmos proprieurios avisam a pqpulacao desta capital que 0 sen estabelecimento
cidade) se conservara aberto tod > a noite do Natal, aonde se encontrara um verdadeir
(0 unico
nesta cidade)
Bazar de novidadea
eiro
Proprias para nresentes nesses dias em que cada qual quer primar em dar
AS FESTAS DO NATAL
A saber 1
Ricas caixinhas com doces e confeitos, ete, etc.
Rica* cigarreiras com charntos de chocolate...
Agora mais succulencia **^p
Prcsuntos preparados ricamente enfeitados.
Bulos inglezes idem idem.
Pudins Idem idem idem.
l'Ao-dri-16 idem idem.
Bandeijas com pasteis idem idem.
Pasteis aos milheiros, grosas e duzias,
Em caixas, cartoes e latas.
Agora tain Item :
Licores, cervejas, vinhos e refrescos.
E TUTI QUANTI
So e somente
Na
CASA DO OURO
Aos 4:0008000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nov. j
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seu^;
muito felizes bilhetes a sorte de 4:000*MO m,
men bilhtte de u. 1591 c v.:\: w-in d-. 1. 81"i cjk
a torte dc 100*, aiiuu 1*, oui;s s.-:'.* uienoic- d-' .
iO*0(H) e 20*000 da loU-.ria, -,je S!' arahou !<-
extrahir (129*) ; convida aos pqpuMorea vireta
receber, qnn promptamentu serjfo pagos.
0 mesmo abaixo & el i>ublio para vir auietfeslabelecimeuto com
prat os oiailo lelizes Wlhetes.quv- nao deixarao de
tirar qualqaer premio, eomo prova pelos meirac *
annuncios
Acham-se A venda c s muito felites bilhetes ga-
-antidos da 27- paru da loteria a benertcio da
nova igreja de N. S. ( a'Penha, que se extrahira
ao dia quinta-feira 31 do corrente met.
Precoo
Ihteirs 5*0(Vi
Tres quintos 3*000
Dous quin.os 2.000
De tOO^OOO para clrnn
Inteircs 4*500
Tres quintos 2*70r>
Uous quintos 1*800
Keofe, 22 de dezembro de WV
loan Joaautm da Costu Leiu
Criado.
Para casa de pouca
que de* flador a soa eondacta
vo : a tratar na roa do Coaaereto
da pelo largo do Pelourinbo.
Ama
t'recisa se de on>
rua da Uoiao a. 47.
livre on rapuva,
Precisa-se
de mm ppi>i>^ \>an **!*<(: aalMal
\V
xi. n. y
y,p gf4,>Ma li."<-''i>J M
para ifftSiM
I. IV, 1 i'?<<.''" |'-'<'-* !" il:Ma(tM
ilrr II a la anil -, para ifVcedu iMtffBjri
i.i.-u-.iisi.a
Aluga re o I* aodar T.i re<: tratar na rua da ^oiedade at. u
Preoisa se de um caxetro
padaria : a tratar m Mi Imperial
daria
(talKa de
. 2M, -
Precisa- na roa de Varcilki Uu?, auii*a rua U raiu, a
mero 22. ______________
iTtcisa-x* de um uixriro com praliea para
Uverna^: no patpp a* Paz o 23, ee AtoQdox,
Aluga se duai salts e dons qnartac. Kopria:
para escript >rio, por ciina do trapicbe Daau* :
a tratar no ni'-smn.
COLLEGIO FRANCEZ
DE
S. LWZ
I'JMCl UVa.
Precisa-se de uma para crm.-rac, eoiirhi',
mail algum serviyo d aaa de |qiieaa
na rua do Ha'mpa n 2 b.
- Na ma da? Trinctieiraa a. 39, readc uas
cavalio melad >, caxito, qaa i preto, rria^s e caa-
da branras e craapK bom aadador de baixo a
mei.i e mnit 1 gnnk* 0 e\r* In e i.-nt (d-ir.
Precisa se de am ao-
:mem de Wade que entenda
ma de F.r-|de jardim, para tratar de um
estagao dos em ponto poqucno: na rua
1.

("onfeitaria do Campos.
Os Campos promeltem dar um pequeno presente a qualquer, que "nesst noite quizer hocrar 0
en estabdscimeDto com sua visita.
1 ------------ ^___ _
Bons banjios e dormida fres-
ca. no Monieiiv.
Aluga se alii por pre^o eommodo uma casa pe
quena que aaa 2 -salas, 3 quartos, cozinha e boa
caoiuma, e e perte do rio : a tratar na rua Nova,
I loja a. 7.___________________________________
no ar-
ALUGA-SE
0 segBEdo andar e armazem da rua de Pedro Af-
fonso b. 39, 0 sobrado de an andar e sotio da
rua do Hospicio b. 63, e 0 primeiro andar e ar-
mazem dc sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
__......................... AM A
esteve no engenho Limoeiro educando as fllhas', |ra'ar n
xm. Sr. bario da Escada, e durante don-* an- j *"**
Precisa se da bwk h rt
cscrav* para 0 serf
DO e umrasal seniiifeo* :a
na rtta do Imperadjr n. 71, I.* a alar, da-
:i- :i '.a tarde.
DiniGIDO FOR
Madamo Louise lrma Alour,
nandes Vieira n. 2, ultima
bonds. '-IV
Madame Louise lrma Adour, e'ueada em Paris'UO V l^ftTlO E
a\lsa aoslllms. Srs. paisde familias, qoe vai abrirj
bo dia 10 de Janeiro de 1873, um collegio para 0:
ensioo do sexo feminino.
Madame Louise lrma Adour, durante sete an
dos es
do Exm
nos as do Exm. Sr. barao de Aracagy. Ataaa-e o t* andar com mm, stu a raa <*t
U collegio e muito bem collocado, tem um sitioi I). Maria Ce^ar, ontrura Setizala Aon, *7, we-
bastante grande, e agna encanada para o? banfcos Mrado e liatatto. cim hi n1 eoaieod : a a-*-
Os ram'is dc ensino sao : !tar na r ; ll wng9*
Instruccaoreligiosa, leitira, caligraphia, arith-
metica, historia, geographia, dewako, lingua ua-. 50br4iio n; 70 a ,, ,,,U(. ^
cional, lingua franceza, lingua ingleza, musica e. m s..nro- : a iraUr uanna.
piano, canto e daBca ; e bem assiio todos o.< tra- r---------------------;-----------------------------------
balhcs manuaes, proprios de uma senhora. como : ____ PrPClSfi-Sft !llllmr TTP
bcrd%dos, crochet, etc., etc A lingua que sc falls' aicuoa-oo ugr ""
diariamente no interior do collegio, e a franceza '. vy: <-fQ de IllCUi 1'laUC DGct3
para tratar p ver ejtatutos, na rua de Fernan- I
des Vieira n. 2
| tar na r 1a i- II eagaa > >e alartins 18
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar da
de Fernan-
__typographic.
Precisa-se de uma mulher de bons costumes, Precisa-se de ama para ^ozinbar
que se pre.-te a ensaboar ronpa em casa de fami- j m&zem Baliza, rua do'Livr&mento n. 38.
ha : a tratar na rua da Cruz, armazem n. 23. I-----------------------------------------------------
"ft
Aluga-se
cm escriptorio ao primeiro andar da roa do 1
Oomraercio n 4 : a tratar no armazem da mes- j
ma casa.
Est& encouraqado I! 1
Agn&moleem pedra dara
Tanto da ate que a fara.
Koga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Kell
s;rivao na cidade de Nazareth desta provincia,
H'^or de vir a rua Dnqne de Caxias n. 36, a eon-
Para escriptorio
Aluga-se o 1' andar do sobrado a rua do Ame-
rica n. it, muilo asseiado, caiado e piutalo, com.
duas salas e dons quartos, por prejo modico : al"8blUr aqaelie negocio que S. S. se comprometteu a
tratar no armazem do mesmo sobrado. .wiaiiaar n-! t0r..!r. w,m,H ,w0 inrai Cm
(rrialisar, pe!a terceira" cbamada deste jornal, em
-ervico I 4bi de dezembro da 1871 e dfiP0is para Janeiro,
I. \:1,?1S.' %' *asson a.fevereiro e aJnil de 1872, e nada cumprio;
* por este atotivo e de novo charnado para d
5m, pois S. S. se deve lembrar qne est9 negoci
Precisa-se de um criado
prefere-se escravo : a tratar na confei'aria do
Campos, rua do Imperador n. 24.
Fogio do engenho Goita, do termo de Naza-! de mais de oito annos, e qnando o Sr. sen filho
reth, etn dias do mez de nevembro -do anno de j achava nesaa cidade.
1869, a esccava Thereza, mnlata been clara, de
Senhores ehefes de familae; veDde mi* a* mm a 7:
tHilll.l ivm, Aluga-se u Mtw n 21, na e-lrada J a d>
E' chegado o tempo de virdes ao depnsi- Barros. d*ffrn'' -'a eaaeMaaa, eoa
t to dep5o e cestas ca rua larga do Rosario D ^iiuinies : uma grande ra-. c na i aak
36 ; abi podeis muiur-vos da K f'tcsgrau- ^SL^lTJISmSrZ
;des para acondtcionardes voss >s praaaotas rhnln pira I lataia. ca-.-. j.ara.-ci.
j de festas, designados a rossos padrinbos. eaeaaftaa aaa an aajaa pan betcr elav.-:
Nestes vasos o rnimo tornar-se-ha mais ele-
gante, digno de uma justa reeordafio ou
remunerac;ao. OsSrs. pais de familn, aqui
tem um esplendido snrtimento de obras de
vime para todos os misteres ns suas ensas,
sobresahindo as melhores conde^as gran-
; des para arrumar roopaa do paasar os dias
feslivos no campo.
Cao perdido.
Gratilica se a quern trouxer a rua do Impera-
dor d. 83, primeiro andar. uma cachorra preia,
ingleza, desencaminhada domingo a noite, bma-
; do uma coleira de metal principe.
m tanque para baaho, ^.tiaJ'' n:i
MM arvon J a de f'u ui : qn^m pretaaier, d:
se ao mesm i sitio .me actiara n ;a m ".
No n< no Mt 'i v.-i-le so gri ada ; >r...
2*0iiOa carmca a quf m quiier tirir n
Aluga-se
9:413*000
N. B. 0 premio de 4:000*000 esla sujeito ao
imposto de 17 010 por lei geral, e provincial,-* 0
de 500*000 ao d^ 2 0|0 pur lei provincial, sendo
este tambem sujf iio u de 3 0|0 sobre o valor de
dito imposto provincial.
Thesoun>ru das loterias de Pernambuco, '.i de
novembro de 1874.
0 thesoureiro interino,
Jose Roirigues de Souza.
aWMRBB ."" '-' "" '1 ;'3
Major Antonio da *l\ a ^iiuiio
Cesaria Candida NoDre de Gusmao (ausent?*! e
sea filho Maximino da Silva Gusmau, tilhos, Rn-
rosenetos maudam resar algumns missas de 7. as
8 horas da maoha do dia 24 do corrente, no con-
vento do Carmo do Recife, sexto dia, por ser o7
privtlegiad pela igreja, BGf alma do sea fallectdo
marida, pai, sogro e a\v, Antooao da Silva Gns-
mao ; para cujo acto convidam aos parentes e
amigos do mes mi linado, pelo que desde ja ee
coofese^m eternamente gratos.
Roberto Powell.
Francelina Gomes Powell, seue
irmaos, Olhos e sobrinbos, compun-
gidos oa mais acerba dor, agra-
decem cordialmente as pessoas qoe
acompanharam as cemiterio publi-
eo, o ferelro de seu presado es-
poso, cunhado, pai e tio, Jose Ro-
berto Powetl, e jaovameme convidam n5o so seus
parentes, eomo is pessoas de sua, amisade e as
do fallecido, para assjstirem a missa do setim o
dia qoe tera lugar ia igreja da Madre oe Dens,
pelas 6 1|2 boras da manna do dia 26 doeorrente
pelo qne desde ja antecipam seu eterno reconh-e
cimanto.
* a *
. v y .
Agente Pestana
jLEIX AO
DE
uma armacio de amarello toda envidracada, pro-
pria para qualqaer estabelecimento
QDARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
mm 11 horaa em ponto
Na rua de Mareilio Dias, antiga Direita n. 13.
0 prepoalo do agente Pestana fari leilao, por
coata e risco de quem pertencer, da armacio de
amarello eovidracada, propria para qualquer esta-
belecimento, sita na rua Direita n. 13, onde os
Sre. pretendentes poderao ir. examina-la.
uma casa terrea na travessa dos Expostos n. 22,
atraz da rr.urr de Santo Antonio, eontendo 2 sa-
las, 2 quarto:, sotao para dormida, cozinba,
quintal murado com portao, dando aabida para
a rua do Caju.
De u.na outra na ma de Frei Henrique n. 32,
outr'ora rua do Dique, eontendo 2 penas salas, 1
buarto, eozinha fora e pequeoo quintal
QUINTA-FEIRA 24 DO CORRENTE
A's 11 horns da manha
timmmWmWmmmmWmmWXmiBBmmmWam
0 hacharel Luiz da Silva Gui-
mao, Antonio Ramos da Silva Gus-
mao, Nereu da Silva Gusmao, Ni-
eeas da Silva Gusmao, Hyginoda
Silva Guemao, Maria Rosa de Gus
mao Carvalbo, Leonilla Rosa de
Gusmao Vianna, Celecina Rosa de
.G-jsroao Maciel, F.-ancelina Rosa de Gusmao, He-
lena Rosa de Gusmao, Dr. Jose da Costa Carvalbo
Guimaraes, tFeliciano Marques Vianna, Jose Car
neiro Maciel da Siiv aeAquilino da Silva Gnsroao.
pungidos da mais acerba dor pelo prematuro pas-
samento de sen prezado e sempre lembrado pai e
sogro, o major Antonio da Silva Gusmao, agra-
decem cordialmente a todas as pessoas que se
dignaram assistir as exequias celebradas no con-
vento de Nossa Senhora do Carmo, acompa-
nhando o feretro ao cemiterio, e rogam a todos os
seus parentes e amigos, e do finado seu prezalo
pai e sogro, o caridoso i bseqnio de aasistirem as
missas e memento qoe mandam resar na mesma
igreja do d.rmo, is 7 horas da manba do dia 23,
setimo de sen fallecimento.
CASA DA FORTIA
AOS 4:000#000.
WLBETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Cretpo) n. 23 e edsas do costume.
0 abaixo aseijrnado, tondo vendido nos sens fe
Uses bilhetes urn meio n. 1591 com 4:000:, dons
meios ns. 2648 com 100s e outras sorte* de 40* e
20* da loteria qne se acabon de extrahir (129*)>
convida aos Dossiii'dores a virem receber na con-
formidade do co-lume iem desconto algair.
Acham-se a venda ok felizes bilhetes garantidos
da 37* pane da iotorU a beuencio da nova
igreja de Notsa Senhora da Penba (130*), qne se
sxtrahira na quinta-feira. 31 do corrente mez.
PHECOS.
Bilhete inieiro 5*000
Tres quintos ?*0( 0
Dous quintos 2*00
Em poreao de lOOa para clma
Bilhete mteiro 4*30 >
Tres quintos J.700 *
Dous qninlos 1*^0.'
Manoel Martins Fiuza.
30 annos de idade, solteira, baixa e bem refor
cada da corp-, rosto redoeda, eabeHeocasUnaoao |,q segundo andar e armazem da rua dePed.o
anoeHados para as poutas, uikos amareUos e gran- Affonso n.'SK*. o sobrado de um andar e sotao da
dei, nariz um pouco cha-to, bocca grande, tem j rua d0 Hospicio n. 65, e o andar e armazem do I
falta de um ou dons dentss do lado de cima, can-; sobrado da roa do Bom Jrr-as n. 63 : a tratar na I
golor, bracos e rornas ^rossas f^s rollcos, .xua ,j0 vigario n. 31.
aedos curtu>, lava, engumma e e boa cozinheira,; --------------r---------------------^3------------------ i
tpm si^ vista na cidade di Recife, otxle cxmser- \ JJxOleQUe IUcrlQO.
va-se acoitada : roga se as autoridadts policiaes
caoitfi'-" campo, e mais pessoas, a auprehensao de ;. -
du awrava. .-.-ndo entregue a seuTenhor 0 ma-1 tunal0- ffioleue de l3* U nnos,.preto, baixo, \
jor fJirislovao de Hollanda Cavalcante de Albu
Gratifica-se com 50,000 reis a quem pegar For-
noleqae de 13 a 14 ar
eheio do corpo, rosto e caheca redb&dos, nariz
querque, QJ engenho Rosario, do meocionado ter-!chat0- "bellos ,S2*& cortadosde fresco
m A i,r,m,h nn iioni*,,.-, Ant^nin a, iausentouse na tarde de M deoutubro do corrente
Pharmacia Torres.
Os Srs. devedores deste e;ta>:elecimenti sao ro-
gados a virem ^agar os seus debitos ale 0 tim
do corrente mez, do conirario verao os nai no
mes por exlen^o-aestd jornal.
Recife, 19 do dezemiiro de 1874.
__________Manoel Tliomaz Pereira d) Rego.
20^000
A
Salsa e Caroba
VENDEm AS PELOS PlfRCOt I ', ttTK
mo de Nazareth, ou no Monteuo, a Antonio da '
Rocha' A. Lins, que tera a gratiQcacao de cem I''
mil reis
Collegio de Santa Ursula
Fara educagao Este antigo e keni conhecido ollegi estabele- \
eido no tdifi:io n. 32 da rua da Imperatriz, co-
mecara 0? -feus trabalhos no dia 7 de Janeiro pro-
ximo vindouro. A directora abaixo assignada,
cspera dos.pais de suas alumnas, e do publieo em
geral, o aeoitiimento que tem merecido ate hoje,
promettendo de contiauacao a eeus esforcos na
boa educarao das rneninas que Ibes sio confiadas,
mantendu assira 0 credrto adquerido na pratica
de mais de 14 annos de-exercicio.
Recife, 16 de dezemiwo de 1874.
A directora,
Ursula Alexaodrina
com camisa de madapolao, calca de brim A AT A
1 de cor, desbotada, e chapeo de massa preto. Gra- *
HHea-ae na iua da Cadeia do Recife n. 39, ou na
-rua da Aurora n. 165.
Escravo iugido
Ausentouse ha dias do engenho Jaguaribe, 0
preto crioulo, Maiieel, de 30 annos, alto e secco,
falla mansa, pes e maos bem feitos, tem falta de
dons dentes na frente, na f ente e lado superior,
olhos pequenos e nariz an lado, -bocca regalar, foi
escravo na Parahyba, de Victorino Pereira Maia.
Gratinca se bem a quem 0 levar em Jagatribe,
pa do Decife, rua Nova n. 8.
ALUGA-SE
nmz grande casa terrea com bastantes commodos
sita na estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi
Aluga-se
03 armazens ns. 60 e 69. na praca do cbafariz em
For* do Portas, um onde teve ten la de ferreiro
0 faVleeida E. Mahult. 0 outro que esteve occu-
pado com venda de molhados,.para 0 que e op-
de Bar.-o.s j timo pela localidade e ser de esquina. ambos livres
e desetnharacados datmpostos: a tra'.ar com 0 com-
mendador Tasso.
Precisa se de uma ama que cozinhc
bem 0 diario de uma casa de faniii.i,
forra ou escrava : a tratar na Capunga, rua das
Pernambucanas, casa de solca n. 17, ou na rua
do Hospicio n. 25.
Aluga-se 0 sobrado. de um auaar n. 1, da
rua Imperial, esquina da travessa do Lima, altos e
baixes, lugar muito proprio para ter venda nas
lojas qae tem os competentes arranjos: a tratar
com 0 proprietario na rua do Hospicio, sobrado n.
35, pela manhaa ate 10 horas, e da? 3 as 6 horas
da tarde.
OMonleLiuia
0 <- fcaaya
was* as
Obras de wga.
Sofaes.
Cadeiras, as mais apropriadas para viagens.
Mesas.
Cestos quadrados, para armazens de fazendas.
Ditos para padaria, os mais apropriadas para
veada de pao.
Cestinbas para rneninas de escola.
Capacbos para entrada de estabelecimentos a
porta* de sala.
Carriobos para meninos.
Bercoa idem.
Veadem I'ucas & C, a rua esireita do Rosario
n. 9, junto a igreja.
r
Precisa-se d uma ama para cozinbar, en-
f;ommar e iavar algama roupa de menino : de>
route da estacSo das Doco Fonta, ipbradq n.
\5i. confropte a malr'z cova.
Villa de Falmares
Na padaria denominada Maur ty, sita na praca
deste nome, easa de azulejo n. 2, desta villa, esta-
belecimento de Fraocisco Serafico de As.-is Vas-
eoncellos, fabrica se com a maior perfeicSo, lim-
peza e barateza, pao, bolacha e tudo qnanto se
pode obter da farinna de trigo. 0 ancanciante
protesta servir com esmsro e agrado a todos qnan-
to* quizerem honrar sen estabeleciment > e se cons-
tituirem freguezes e consumidorei. aaaaM
100^000 de gratificacao.
Deads o dia 3 do corrente fugio da casa
de seu senhor, abaixo assignado, 0 escravo
Miguel, pardo, porem nao moito escuro,
corpo reforcado, de 19 annos de idade.-jo
ftcial de marcineiro, boa altura, e um tan-
to espigado, rosto comprido, olhos casta
nhos, dentes perfeitos, cabellos pixainhos,
nenbuma barba (apenas bugo), pes gran-
des, levou vestido calca e camisa branca
e jsqueta psrda, gosla dejogar gymnastic*,
e i bastante regrista.
Qaem 0 apprebender, leve-o a* rua da
L'niSo n. 43, (ilha dos Ratos) ou oa rua
da Cadeia do Recife n. 56, primeiro andar,
escriptorio de Leal & Irmao, que serA re-
compensado com a quantia acima mencio-
nada.
Recife, Tde dezembro del674.
Wqnoel Gomes Miran-ia Leal,
(Mil
win i
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas freguezas e ao publieo em geral
que abriram novamente sen estabelecimento de
caaa de costuras a rua da Imperatriz n. 3, primei-
ro andar, pelo que esperam continuar a merecer
a ooncurrencia ias pessoas que precisarem de
sou* servifos. _________________________
Grande descoberta
Ourativo das molestias do
Stte importante medicamento que acaba de ser
,-econhecido pelos distinctos Dre Zalioni e Paras-
thevas como nm verdadeiro especiSeo contra a
phtysica, segpndo provaram nos grandes nnme-
ros de casos por elies experimentados, como se ve
aa aessao da aeademia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, eneontra-se nnicamente no
g^*" AtteiiQao
Os Srs. abaixo nomeados queiram vir a rua do
imperador n. 24, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da Silva Proa, marmorista.
Franciseo Jose da Cesta.
Fabiciano Napoleao do Rego Barros.
Lagos, conductor dos bonds.
J0S0 Antonio Portugal.
Jose Affonso de Oliveira Guimarles.
Felix Cantalice Lobo da Silva,
Manoel Jme Ferreira Bentevi.
Qumtioo Moreira Dias.
Jose Paulo dos Santos Oliveira.
Silvino Antonio Rodrigues.
Joao Gomes dos Santos Filho.
Augusto Lobo de Sinneira Thedin.
Franci?co Sergio do Rego Dantas.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Riheiro Ponies.
Rnnno Correa de Mello.
Previne se ao dono da casa de penbores da
travessa da rua das Cruzes n. 2, que nao entre-
gue os objectos descriptos na cautela n. 4,269,
senao ao seu legitimo dono, visto ter-se perdido
dita cautela.
tem um completu sortiinenU. .!
onro e prala, verJaJuiro, d; laaaa as la:,
abotoaduraa douradas para ufBcian, canutiiaor
enfeites para bordado. Tambem en.-arrr,
todo equalqu'r f.rdaaaala, 1 aaa *ej> : bun. -,
taliUK, pastas, e.-paja, dra.^oua.-. .,. .
das, abotoaduras li;as e ) :; a r/.L
etc.; assim como um / ::
ranjas, galao faUo pai.t urii.iin, d:>. catilr. de .<
com borla para qua-lrnt i l-; '.'ao* (, u!
gosto da encommenda) tulo por nrc 1
preco que em outra qnalquer pane : n
Indeoendencia n. 17, junto a kija do Sr.
para 9 service interat d- eaaj !e faariMa aaa
crava de idade c. 1 13 anni*, com also., .
dades : a tr tar na iua J.j Barao de S. Bjt
mery iO
CRIADAT
Precisa-se de nma cri'.da p.Ttngueia para aa-
tar de uma crianca : a tratar ua ru Imps? *-
Caxias n. Si, loja.
Costureiras par Procisa-se na rna da Palma a 34.
10#000 degratifica^ia5r
No domingo 13, pelas 4 1 n 5 horas da tarde. 1
gioum papagaio com oa-a ;das asas ?arada
quem 0 trouxer a ruaDuqae de Caxias a 41. 2*
andar, recehera a i-iantia acima
Aluga-ne
0 3* anlar e s.tao d.i >obra.l.. ds rua da lmpcr-
riz a. 53 ; a tratar ou 2* ojar Jo mraai -
rado.
Instruc9ao
Um moco competentemente babilitado se pro-
poe a ensinar em algnm engenho ou povoado,
dentro ou fora da provincia, as seguintes discipli-
nas : priraeiras lettras, arithmetica, lingoa nacio-
nal, calligrapbia, francez e geographia : a tratar
a rua do imperador n. 71, primeiro andar, sala
da frente.
Imperial
Fabrica derapeareia preta fina, de Moreira
& Cunba, da Babia.
Deste excellente rape, que se torna rccommen-
davel aos amantes da boa pitada, tem estabelecido
esta fabrica 0 sen deposito a rna do Commereio 0.
5, qne vendem por junto e a retalho, fatendo-ie
vantagem a qnem eomprar poreao.
Precisa-se de uma ama para cozinbar para
uma familia de duas pessoas: a rua dos Gnara-
rapes n. 94.
Arrenda-se a propriedade Barra de Seri-
nhaem, sita a (regnezia do mesmo nome, com
quasi 3|4 de legua de extensao, e meii legua de
largura, beira mar.e na foz do Rio Sennhiem, com
muitos pes de coqueiros 'a desfructar e maitas
rendas de solo a receber annnalmente, muito
propria principaloie^te para qualqaer estabeleci-
mento de seecos e molhados : a tratar a :na
da Aurora u. uo. 00 a rna do Imperador n. 20.
Aluga-se
as casas das r'uas da Ilha Carvalho n. 35, de S.
I Jose n. 5 e becco de S. Joie n. 1 : a tratar uo ar-
; rpazem do Camposj rua do Imperador n. 28.
Vende-se ou arrenla-se 0 engenho S. Gas
par, sito a freguezia de Serinhaem. terrene da
massape, e paul, com embarqne mni proximo,
bastantes partidos de mattas, a roda de moenda ;
no caso de arrendamento serio concedidoa aiguns
annos de fogo morto, segando as respectivas con
dtcdes. _____________________
Manoel Alves Ferreira & C mudaram 0 sen
escript-rio da rua do Vigario Tbenorio n. 3, para
eamesma rna n. 10.
Allcncao
Vende se a mnito afreguezada taverns da rua
do Bom Gosto, em Santo Amaro das Salinas n.
40 : a tratar na mesmv
Apipucos
Aluga se nma irandf e moiro are'ada rani c it.
accommoda;6es para dua- familias, 'tend< 8 qo>-
tos, 4 salas, 2 coiinbas, alm de ama nutra ru-
chaJa fora, com espacoso salat, proprio para iar-
Ur e recreio, agna eanalisada, e eoai aaaaaraa aaa
diversos Ingares. uo interior e ei'erior, 1 anan C*
choqne, banbeiro, etc, em Apipaeoa, a am da a&-
voacio, junto ao chafariz: a Iratar a ran
Apollo ns. 34 e 36, armazem de assacar.
508000
Quem deixara de passar a leita ao U* Dote
em nma casa de pedra e eal, toda aawdracada
com todas as commodidades 1 .ra aaabo aaaa <
salgado, perto de Olinda, par lao paana *i*iIm '
a tratar em Olinda com 0 padre Baadaara aa a>
deira do Varadonro.
Precisa-se alogar ama escrava a 1
para vender oa raa : na rna dc
da n. 1.________________________
Arrenda-se 0 engenho Sibiro da Sena, mT~
ente e corrente com agna, sito na frajaaata d*
Ipojuca, em todo tempo qoe appareeer aaam aaai-
ra, com 13 a Ik escravos, assacar fate n U-
zendo, safra ruadura, e nova m criaado, eaafiaa,
todo em andamento, cercadn, BoJta laaaa, a awi-
tos partidos, a ate aa veada. Tamtam w flat e
mesmo negocio com a eafaaaa Jaaafea, aaaaaa, a
qnale de animaes : aaam iniiaiii, aila air r
no mesmo sitio da Sam, aaa acaara caa aaam
tratar. ^^
para escriptorio, 0
dia 0 segundo dita
da n. 4.
Aligi-se
Pannoaia
Ao caw do Apollo aa* arem 1.
raenda aos seoaorm 4e lagnaai 1
farinha paaaoaia, em meias banius
j**'-


r ^
- -xi-Jr-r------------jl



1.^-'-tL_;-^i--i^_.: _"_*__

iario ^te-F'efiMimonoo- -~ Qirarta ^feira 23 de Dezonibrc de 1874
aO0IJ^%;
E. A. DELOllCnE
%~$m ik Marqisez de Olinda -24
TTscg.nina do beeco Largo
SarSsipa a seus freguezes e amigos que mudou
3JPi estabelecimento de relojoe'ro para a mesma
Ml 2ft, otide encontrarao am graade sortimento
ja-adbgics de parede, amerieanos, e eima de me-
3%# melhores gostos e qualtdades, relogios dt,
tfgbiin, de toJas as qualida .es, patente suisso,
fc 3wrc e prats dourada, foleado (plaquet), relo-
djaa iw onto, inglez, descuberto, dos melbores
MBCic.es, cadeia de oaro, plaquet e prata, lunetas
5* &&& as qoalidade3, tndu por precos maito ba-
Leques gratis
HSla/m fin, a rua Ouqae de Caxias a. 45, esta
as&Jfc'.'ixiilo gratis a quern Ihe fizer algum gasto,
Sa > srtigo neste tempo tao ealoroso.
Distracjao
M Sfcgnotia, a rua Daque de Caxias n. 45, e so
9M3 tern as lindas cods ruc5es oa lesenhos para
Sraaer diver an vista^ dos principaes ediflcios da
3srs!, e que servem de dislracdes nas boras
{3?.
Lubin
jRa8a, oleo extracto, cosroetique desse afamado
'iwsesBte : s6 quera tern e" a Magnolia, a rua Du
.5c* 4te Caxias n. 15.
Presentes
A S-i-'-'lin, a rua Duque de C xias n 43,
iuit ?i'otr>5 artgns que tern propnos
iweea'p, acaba do receber o seguiote :
Boreas de cera qie chwam papai e mamai.
aW-cs de earnurca com pescopo, perri as e
Snaps raovoJiros.
Lie as eMxas com tinissimos extractos
gfcne taE -s com ban ha o pos de arroz.
Bnitiiis ciixss para coslura.
Cesiiphn? ewn flares artiiiciaes.
9iUs ton prepares para coslura.
Baptisados
faas ch pe"os e sapatinhos de setim bnuco. de
"teen** f-whw, panp'fos para baptisados.
Cuticu'ina
Qr?t> tiwr nodoas no ros'.o e quizer
&a#,t eon n- nm frasco de eutienlina
a,Ur:i hhine de Caxias n. 48.
alem
para
\os 2o;oi]4,oij0
Betes de lulrUs do Rio.
_______Prara da Independents p. 11.
Precis -u fallar coin os seguintes se^hores,
aa rua Primeiro de Marco n. 16, primeiro andar.
Dr. Canlidi vieira da Cunha, de Sergipe.
Tito Antonii da '^unba, da Bahia
Domingos Utympio B. Cavalcrate, S.bral do
Ceara.
Manoel Panta.eao da Silva.______
Toda attencao
Retalha se, com frente para a rua da Atnizade,
*obre 194 palmos de fnndo, uma porcao de optirao
terreno para edilk-acio, tirada do sitio eontfguo
a igreja de S. Jose do Mangninno, dj preco de
5G* por palmo. Aquella frente 6 toda murada,
bem como a parte posterior e a lateral extrema :
os preleadeutes podem entenierse com o Sr Dr.
Witrnvio. __________
mMirro particular.
Rua da Roda n. 48, sobuado.
Prime ras Iettras, portuguez, franoez, in-
glez, desenho linear e musics.
Sob a direcgio do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funecionam ditas aa-
las todos os dias uteis.
Recebe elumnos internos, meio pensio-
oistase eiternos ; f irnece.tqdo o material
para escripta e livros aos priiicipiantes, por
pregos muito razoaveis.
Na travessa, da rua,
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinbeiro sobre pe-
nhores de oaro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa.
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
GRANDE MflfVItfEiYP01
Attencao.
Boat casas de
Pofo da Panella ;
Tasso.
Alugam-se
campo, na Cruz das
a tratar com o comm
Hear .em
oa Magno-
Modas
c. belio.
'as.
Jo?.
'' '. rosrJim e mai?r>jperola.
' para senhora.
p;.r^. senhora.
. i de me ai.
. para vesti'o.
-. vn.
ilf ri'-dreoerola, e muitos outros artig s
ijti.ra >.a Magnolia, a rua Duque de
' :. 45.
Espelhos
nadrados e ovaes, dediverss tarn-"-
mulia, a rua Duque de axis? nu
proprietaries da Pre-
a rua do Cabuga .1
z m scieute no re^peita-
ptpubLoo que, tendo resol-
9 mo i deliberaram vender
as mercadorias exis-
e em seu estabeleci-
eato com um abate de 20
' 0(0 afim de liquidar a
mm easa ate o fim do corren-
.I'iuo, e por tanto e boa
'" o do publico se pre-
renir do bom e barato.
Festas I
Festas I
Festas
Annos
Aarjos I I
Annos I 1
filial
Reis 1
^is III
3 dias 3
DE
Hra.iBOFJS
O comer da forca e vida I
0 beber an or eontem :
Comamos pels e bebamos
Que a morte nao longe vem t
N.
wwrnM
NA *
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
is de cores miudas moilo boa para roupa
meninaa a 166 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores finas a 320 e 360 rs. o covad.
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fazenda fina, a 600 rs
covado.
Chitas de core* a 240 e 280 rs o covado.
Meuns de cores miodas a 280 rs. o covado.
Crelones, o melbor que tem vindo ao mercadi .
400 e_440 r3. o covado
Cambraias braocas, bordadas abertas, fazeno.
mais flna que tem vindo ao mercado, e fazend;
de 2*0 o metro, por 1JOOO a vara ; A p
enmcaa.
Ditas pretas com Bores miudas a 200 rs. o covado
Oambtaiairausparente, fina, a 3j a peca.
' Dita Victoria, fina, a 4*000 a peca.
' Organdy de aesento branoo e e cores, com Ao
tei rtiodas de eeda e de la, a 406 rs. o covadi
E paahincha.
Cortes de casemirade.cores moderaas a 5#50t)
oorte ; e fazenda de 8*. E' pechincba.
Camisas de linho finas, lisas, a 35* a duzia, e f>
-aeadade56*.
I Brim iranco de linho a 1*400 a vara.
j Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
-Madapolio hancex verdadeiro, 24 jardas, a *
' AJgolaVT, iaf g0 e superior, a 5* a pega.
i Gorgorto preto de setla para vestido e para colli
a 3* o covado
.ToaHias 'aicocboadas a 4*500 a duzia.
, Colchas grandes a 3*560 nma.
Cobertas de ganga, forradas, a 3*.
Lencdesde'bramante a 2* urn.
Lenpos de linho, abainhados e em caixmhai
8*50 a duzia.
Ditos de caca de cdres abainhados a 3*500 a do
Olind
a
Boa n < | ii is i cito .
Vende-se pm sobrado sito na patoo da Se, em
Olinda, edificado em. ch5o proprio, com grandes
accommodacSes para numerosa familia, reedifi-
cado e pintado de novo, com bellissima viita,
muito fresco e com quintal: a tratsr no patet
de Pedro H n. 6, 1' andar._________________
Salsaparrilha nova
Chegada no ultimo vapor do Para*.
Tem para vender Anton o Luiz Moreira de Aze-
vedo : no sea escriptorio, a rua do Bom Jesus
n. 57.
A'rua lde Marcpn. 1
Confronte are* do
Contimia vendendo snas fazeodes com 30 per
' cento menoB do que tens aati jm pracos, pet* m
faz dirso sciecte aos. seas fregnezes.
Asunicas verdadeiras
Bichas hambnrguezas one vam a ante marc*.-
oa ma do Marauez de olinda -.51
28.

28.
Balangos, pesos medidae
A saber :
Grande sortimento de bsbadinhot rntrontaiun
bardados, ,.ara 1*, 1*200 e l*iO0 Que grand*
pe-bincia.
BRIUIAXTIN'A de cores, fazenda lupertor,
mats moderno qne ha, a 500 r< o csvado.
DITA branca para *00 rs.
CHITAS claras e eaeuraa a MO, 280 e 300 rs.
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1*500 a tuxa com I
1|2 varas. E' barato.
SEOA de uma so cor a 900, I* < 1*200 o co-
J _j 7 'ado, fazenda qne sempre enstou z*; a ellas
ao systerna metneo aeci- '<* gne se acabem.
/VM 7 TOPELtXAS in lela a 1*100.
7/lUl. DITAS de .aeda.de superior qnalidade, go
| os mais moderaos qne ha, a 1*600 e 1
; vem nanjar ver.
Von Sohsten & C, na rna da Cruz n. 18, ven
dem um eompltto sortimento, tudo feito na me-
ma fabriea da Enropa cede foram os actuaes
padroes existeotes na earaara municipal desu
cidade.
Vende-se o dominio directo- do um terreno
sito na rua da Santi Cruz, em qae se acha ediQ-
cada a casa terrea n. 36 : a tratsrne rua do Vis-
conde de Goyanoa en. 5.
GRANftE
a<;ao
DE
Chap6os e fazendas.
Cnapeos de seda, merino, feltro, imssa, alpaca,
castor, panno e de palba, a 1*500, 1*800, 2*
2*500, 3*. 3*500, 4*, o e f, .
Alem disto teno3 pranadine de seda preta a
400 rs. o covado, e uma grande variedade de
fazeudas de gosto e por baratissimos precps.
Na rna do Livramento n 30.
Loja da bandeira encarnada, de Lima Coutinho
&C.
VENOE-SE
Viva o pr..zer r. quintadc I
Viva o amor subbmado 1
Viva a caridade amiga,
Da eabeca e da barriga I
Triple exultacao.
- Alaaaco fralecnldade
Na rua do knpera'dor n. i'8, en-
contra se tudo qoanto ha de mais
dclicado e s&boroso para o arranjo
. de qualquer almoeo por miis mag
A 1#000
Cambraia branca, bordada, com listras e de
quadrinhos,_ ab rtas e lapadas, por termoi uma
grande porcao, rfsolvemos vender barato p ra aca- um terreno no prmcipio da E-trada Nova, do la
barnaes,6 fazenda muito larga e muito fi a, que : do direito, com ceria de 400 palmos de frente
serapre se vendeu.por 2: o metro, e estan. ven- j e 100 de fur.do.
dendo a i* a vara : s6 quera tejn para v-nder' Um dito no princioio da estrad* do Remedio
por este prego 6 Guilherme & C, rua do Crespo, I con 500 palmos de frente e 1,200 Ai funlo
loja das ires portas. Dao-se amoMras. i Uma casa terrea na ru' de Vital de N-rgreiros
E outros muito| artigos que sc vende por tc r parto da estacio da estrada de ferro, com muito
nos doque outra qualquer parte e para se d |bons eommnilos e excellente poco d'agna : quera
e aigodao para Inahaa, ca
misas, etc, etc., com 7 jardaa a 3J3M a aeca.
BRIM ptrdo iraacado a 400 ra. o oamadaV
BRIM Angola, de cores beaiaue asaa, para 900
rs o covado.
CH APEOS Je casemira para bomaa a 3J0O0 !
.CHAflfeOS desol 'f------tf. i laii m pa-
ra aeohora, a 2*.
DITOS'de sol de seda para senhora a 3*500 e
para noroera a 10* ; mas sao parafoa.
BRIM brsneo exposicao a ttfW e 2# a van, e
baratis5imo
COLLeRI.VQOS os mats moderaos qae ba, a 7*
e 745(0 a duzia. E' linho e sempre costaaa 9*
PUNHOS a 6i5O0 7* a dnaia.
TQALHAS lelpudas, faz-nda muito boa a 6* a
duzia.
CORTES de casemir* d< cores, boaiios goata*
a 7*. So aqui.
LENCOS de linho abainbados, fazaoda muito
boa a 3* 44300 a duzia.
MADAPOLAO franeea cm 20 varas In qnali-
dade e ensta 6* a peca 4 eH, a He.
S6 do Barateiro
A' rua Primeiro de Marc* a. I.
Loja de* AgosUDho Ferreira da Silva Leal A C

jS6 nalorem queiram mandar ver as amostra
t enganaja de
m i C.
E' s6 quern vende a 600 rs.
mais apreciadas na Europa 11 I
-------Cciii Ijiialdailc !
Viode ao armazem do Campos
e ficarei3 abysmados devertan-
ta iguarias e petiscos preciosos
que flcareis convencidos de qu:
es as no c.ntro do que ha de me
Ihor no gran Je mundo da< vic-
tualhas 1 I
P Campos vende barato I
Vende bom e do meliior I
Ver para crer I
Na mute de 13 para 14 de marco do corrente Comprar para saber I
anno, fngio o mala to Vicente escravo, de 20 a n Reparem bem.
22 annos de ida ie, bonita figira, barba e estatura Quem ao catnpos nao comprar
repnlar, levando vestido e em um sacco Iroupa de Fe9ta mi hi de Passar I
e alguma fina pertencente a um, i Annos tera muito feio
donle fugio, e" natuaal da fre-. L Ke,8-- nao digo... mais creia
guezia de Saot' \nna de Matins diz ser livre cria- r* raait0 mao rre?a=z
do em companbia da madrinha D. Anna Lu'iia da E nao tera Prazer ncs trss dias de
Luz de qnem aliis foi escravo
niflco e soberbo que sen, I I Cambraias braneas bordadas com
Jantar llberdade jquadros, abfrtas e tapadas, fazeola muito fina,
Fresuutos salames, doces, quei-:com5palmos delargura,e por termos grande por--
jos, vinhos e ura infinidade de cao resolveroos vender barato para acabarmoo e"
pr-parados do aves, pe:xe3 e ma- [ fazenda de 1?00 o covado, e no* estamjs venie'n-
nsco nao iucluinio uma immen do por 600 rs. o covado, dao-se amo^tras
sa vaiiedale da especialidades das do Cresjo n. 20, loja de Guilherme & C
CIIi^JLSHjI
Vicente fagio
aigodao branea
^aixeiro da <-a
roga-e, portan-
aos Srs. capitaes de campo e autoridades po-
iciaes a appreliensao do dito escravo e en'rega-'
io oa cidade do Kecife, rua do Crespo n. 10, ao '
sr. Joaqmra Moreira Reis, on na cidade do Assu '
ao Sr. Toronto Augusto de Oliveira Baptista'
qne serftp g.-nerosamente recompensados.
Ana:s I I
Reis I I I
r e receber
oas festas I
03 bans annos I
Os bons Reis
0 Paris n'Amcrica esta liquidando os caloadus
pelos 'eguinte< precos:
Botinas de duraque, de cores, com canno alto e
laco, aLuizX/ a5*0,0 III
Botinas de duraque, de cdres, bordadas. canno
alto, a 6* til
Botinas de duraque com laco a 3d.'
e .ADas preIa3 8a*Padas, canno alto, a 4*, 5* e
0*000.
Botinas li-as e enfeitadas, para menina* a 3*,
Bi tinas de Suzer, de cordovio com ponteira ee
verniz, para homem a 8*. Aproveitam, que 6
-; V^nde 'e estabelecimento de moihados da
iua po Ran^el n 8
IXao ha mais cabelos
braocos.
Alnga-se
; am sobrado de um andar e sotao, con agua e gaz
I na rua nova de Santa Rita n. 55 : a tratar na
Forte do Mittos, por cima do trapiche Dantas.
Tintura japoneza.
S6 e unica app.-ovada pelas acadenaias de
sciencias, reconhe.via superior a toda que --------------------------------:____________________
IfJT 4PPST"r i* h?\ Dftp0S't0 Princi'L ~ Compra-se uma escrava que seja sadia 9
pat a rua aa Ladeia do Recife, hojo Mar- de bons costumes e que entenda de cozinhae
quez de Olinda n. 51, 1 andar, e em todas engommado e mais 9erv'f> de casa de familia :
as boticas e casas de cabelleireiros l? l-UI a ra.ad? Atnorim c- 5i armazem, das 9
A pessoa quo daeajar comprar uma boa ta-
verna em nma das melhores localiJadesdesta ci-
dade, eotenda so com Luiz Ferreira de Almeida a
roa do Visconle de Inhauma n. 69.'
Cimento Portland
pretender estes ter.-enos e>ta ca;a, "pode 'diri
gir se a rua de Vigario n. 31, qu( se' d-.ra com
qnem se di've tratar a venda.
R'BOM SiREH-SE
Que a NOVA ESPERANg.A, a rua Duque Ai
Caxias n. 63, bem cunhecida pela superioridada de
seus artigos'dc moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encommendas do mercadorias de sua
repartigao, qne pela eleganci bem raostra aptidao
na rua I e bom go-to de seus antigos correspondentes da
_____ j Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Dnque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreeiarem ate
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANQA nao quer er.trar no nu
mero do? massantes (verdadeiros azucrins) com
exfensos annuncios e nem prelendo descrever a
immensidada de objectos que tem expostos a ven-
da, o que serla quasi impossivel, mas limitar se ha
a mencionar alguns daqnelles de mais alta novidad*
e toma a liber Jade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depcis que
comprarem em outra qualquer parte nSo se arre-
penderem, a vista do bom e e^olhido sortimento
que ha-em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que de" um jasseio a NOVA ESPERANQA, a
rna Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os 3eguint--s artigos de luxo einteira novida
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhora* e mc-ni
na?.
Interessarites gravatas para senhora?.
Elegantas faunas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
3* andar
Precisa se de uma ama forra
'horas da manha a- 4 da tarde.
escrava : trata se na rua do Marquez' cii"d^K6 '*"" "^^
de Ohnda.antiga da Cadeia, n 52
na rna de Mar-
- Precis
Telegramma.
Assembles do enmrmcio, a rua
do Ommercio n. 22, 18 tie dezem-
bro as 6 haras e 45 minulos da
manha.
ne?te estabeleciflpento quantidaie
' .r:ii:;aria de
haKig
Bolos
PuJi'ds
E doces
jara sa! sfrtzer as exigncias do jiublico, cos
estlo a o'irta.
sa-.e de uma ama qu cozinbe perf-i-
tamente : na rna da Uniao n. 29.
Linn
fem duas carta:
andar.
Ferreira da Silva
na rua do Vigario n 7, primeir
Compra-se eaixa* Aa sabao vazias a 400 rs.:
na fabriea de sabao dos Afogalo3 e na travessa da
Madra de Deus n. 10, Recife.
Vende se a casa n. 20, em Olinda, no pria-
cipio da ladeira do Varadouro, com 3 quartos, 2
Js e Miimial : a tratar com Antonio Francisco
Alves Conde, nos Milagres, ou com Manoel
qnesde L,emos, na Tamarineira.
Mar-
n
Til
dias
? encmi'iieudas para qudquer dos
a, o mai* dos seguintes :
S (as.ados)
PERUS
PAT OS
LINHA8
PEIXF.S
E K.iUCTAS (sem s^r assadas.)
= qne for necessario para uma mesa
I faul).
Ha t.ifjem sortimento complete de
l I KU.>E
VERMOUTH
ABSINTHO
HSHOS GENEROSOS
E CERVE1AS.
(Agpocia) Meira & Lima
.1*1
Aiuga-se por fe.-ta u annualmente uma gran- I
de casa em um dos melures pontos do Caxang3 '
reedificada ultimamente, emtendj 2 grandes sa'as' I
7qnartos internos, 1 grandi terra--.o, cozinha e 2*
grandes quartos externos, em terreno elevadoj
aonle no cbegam as enchentes do Capibaribe, e
mnito perto da estacao e d<> rio : a tra;ar na rua !
do Imperad r n 5i, loja de livros. I
Compram Lehmam Fre-
resT a rua Primeiro deMar-
eon. 16,1. andar-
Compra- *e
duas ou tres casas terreas nas melhores rnas dest?
cidade : a tratar na rua do Bario da Victoria
n. 22.
Verdadeiro
9*000 a barrica
Jorge Tasso
37 Rua do Amorira 37
Bacalhao imperial
Noroega superior
em meias caixas, proprias para casas particuhres.
9.000 cada raeia caixa
Jorge Tasso
37 Rua do Aawria 37
Presuntos e queijoslondrinos
37 Rua do Amorira 37
J.rge Tasso
km
theninos
A NOVA ESPERANgA, a rua Duque de Caxia.
a. 63, icaba de receber um bora sortimente de fi-
oas bonecas qua*tallam, que riera-se e choram :
tambem astern mudas e surda3 ou surdas-mudas
'enham ver se nao a verdade.
AO SEXO AMAVEL.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
.amisas franeezas pant me-
ninosii 2$.
0 Pavao vende camisas francezai para m aiao*
de todas as idades, a 2* cada uma, 0'i em dozi*
a 22* ; i*:o e para aca bar na rna da m; crar :
Sementes de liorlalices
As mats novas.
Couve flor.
c Bmx ellas.
Saboia.
< Meuciana.
Penea.
Lombard*.
> Frnacbuda.
< Guie)ta.
Hftuea.
< Repolbo.
Br^calo.
Cenouras.
Nab
Rabanttes.
Cbicoria.
Alfaee.
So:tarda.
Obrlla.
Si.a. -
IVpin..-.
Vendan Po-as 4 C, a rua esireita do R :ariu
n. 9, junto a igreja.
Vnytm pf biiksT
Chrgaram e.n boa quadra, para a loja do Passo
riqoissimos cortes de seda com largu listras'
acnamalotadas e lindissimas cores; cones de tar-
latana com palraas bordadas a prata, propric
para nailes : so na laja do Passo. a rua Primeir'
ed Marco n. 7 A. ________
4's pechiucliail
a gvT. c.;-pera!i\;a, a rua uuque ue Liaxias n. thales de casemira
6J, u>ma a liberdade de avisar ao bello sexo, que ILencoei a 2* um
acaba de receber di versos artigos de-alta novi- Cobertas de ganga a
Rua duQuciniailtt n
Ju to a loja da Magnolia
Organdys bratico com li.-tras benita* a 400 rs o
covado.
Popelina de liaho com Ultras abertas a .120 r? o
covado.
Lasinbas a eseocan a 270 rs. o covado.
Alpacas de sed, gostos achamalol.dosa 600 rs o
covado.
Ganga cartisa en nada para ci-berta a 10 rs o
covado.
Cambraias de cores a 200 e 240 rs. o covado
Cbitas escuras a 220 rs. o covado.
Chales de casemira chioezes a 2* om.
SITiO
aI???*" nm silio CWB 24 Pa'mos de frente e
700 de Tundo, em Beberibe de baixo, com algu
mas arvores fructifens, agua potavel e larangei
ras novas ; tambem se permuta por nma pequena
casa ou escrava moga, ou mesrao sitio pequenj
perto da cidade : a tratar na rua da Flurentina
n. 22.
Vende se uma propriadale no aterro do Gi
quia, com duas olarias, baa casa de vivenda e duas
casas mais pequenas. mais duas casas em um sitio
tres viveiros de peixe, 50 pes de coq-eiros, barro
perto para toda obra, um raacho bem afregueza-
o sit'o que flea conti^uo a igreja de S. Jos6do Man- 3o' tu^ em Dom e^'ado : quera pretender, 'lTrija
gnmho ; reomi nila se por ?.ua excellente posi- *$ a me8Q a trtar com o seu dono o Sr. Fran-
cao e ontras cm iico-s asradaveis a sna habitacio ci9C0 fcnacio da CruzMe'llo.
conf .rtavel e de rerreiu : dade, os quaes estao expostos a vunda em dito
estabelecimento, e bom que venham aprecial os
para por esta forma satisfazerem os caprichos de
suas elegantes toilettes..
A Nova Esporanca, nao quurendo tornar-se
massante, limita se a mencionar alguns artigos
dos mais em voga no mundo das modas, os quaes
sao os seguinles :
Liodos cioti'8 de conro e flligrana.
Modernos botoes de aco para vestidos.
Novos leqnes, grandes, matisados.
Elegantes Qvellas de aco para vestidos.
Delicados raraos de flores de laranjeira.
Bolsas de couro e flligrana, propria* para tra-
pezerndentes ao cinto.
ganga a 2- e 3* nma.
Toamas para rosto a 4'.50) a dnzia.
Cainbraia traotparente a 3* a pe^a.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende bmitos metins de cores para
vestidos, pe.'o barato preco de 280 e 330 rs. o
covado; assira como, nra bom sortimento de eai
ta* de todas as cores, padrdes moderaos e fixo*
pelo barato preco de 280 ate 36-> rs. : a rna da
Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva
Gros preto a I*.
0 Pavao vende grodeniples preto a 1* o eo-
vado e dahi para cim, ate 4; : na rna da Jmpe-
ratnz n. 60. loja de Frlix Pereira da Silva.
com .ruvei e oe rerreiu : jjuem pretender,
eotender se cm o Dr. Witruvjo.
pode
Jose Ant mo DooJ gues de Figueiredo.^noprie-
ar-o daTiinca leciifarros do Becco Largo n. 1
n It a e n. 2, avia aos ein-umidores de seus ci-
garros, que m don sua fflcina de cigarros do n.
' fcarfar do n 1 en
rbra de n. 2. F;.z
3 julyar o c ntrario,
scienles de que -6 o CU
nnm-Tus a-iina. e o 1 andar do mesmo nredio.
Al.'.gam-.e tres cas t-rreas na rua do Co-
ronel Soassuna n-. 103. J!'3 e 198 com commodo'-
e Itrnpas de novo ; a tratar ^ia rua Diroita a. 8.
bebida* 2 ^ara {
entrar em
alguem
tirarern
Rimrn uacional.
fte.Tiiado na exposi^o da Sociedade Doze
de Dezembrn.
Veode-se pelo diminota preco de 1*000 a gar
S na hem conhe<"ida tabero-a Flor dos'Progfetsos
a ma do Cabcga n. 8, confronte a rriatriz de
J6*pj *ntonto.
-4,
No Barateiro!
A' ma l. de Ibuva a. 1.
Acaba de re'ebar'^rirnJe qnamfdade de lazi
nbas com listras de sal* para 300 rs. o eova-
a, por ler de do II... aprovei'^m ant?s que 'se acabea.
este aviso para Rna is de Marjo n. 1
e seus. 'reguezes | Agostinho'Ferrei/a da Sifva Leal,
a as 2 lojas dos
Aos 1,000. chapeos de sol de
seda de 'cores com cabos
'de marflm a 0 e 5^.
p desengano esta queimando chapeos de sol de
seda de c6res com cabos de marflm, para senho-
ras, pelo diminuto preco de 4? cad- um, com nm
pequeno toque de mdfo, e llmpos a 55, sao cha-
peos que muitos vendem 12-} e 15; cada um ;
a elles, antes que se acabem : na rua do Crespo
n- 25, junto a loja da esquina.
Vejam todos
Farinha demandioca supe-
rior.
Te*m para vender, Joaqaim Jose* Gongal
ves BeltrSo & Filho, a bordo do palhabob
Rosita, fundeado ao pe" do caes doCollegio,
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio;
6 rua do Commercio n. 5.
Traves.
Cortes decasimira a 44,
e 6000.
Na loja do Pavao, vende-se cortes de ca-
semira para calr;a a 49. 55 e 6,5000, ditos
muito fin sde uma so cdr coin listras ao la-
do, fazeuda quo sempre se vended a 9# e
103000, liquida-se a 6000 para acabar:
A rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereira
da Silva.
Ba* do 4ftueltHado n, 48, Junto ft lo-
ja dn cMiuina da rua do Crespo.
A 240 rs. o covado.
Lazinhas <-e listras a imltacJo de soda, boniios
padroes a 240 rs o covado.
Organdys \le lts'fa" a 3*500 ou a 320 rs. o co-
vado ; orgaodysde cores com listras muiio bo-
nit s a 3*500 a peca ou 320 rs. o. covado.
Aproveitem qua 6 granite pech'nch-. S6 0 43,
nao se eoganr-m.
Vende-se traves de louro e qnalidade; para
ver no caes do Ramos, e trata-se com Joaquim
Rodrigne Tavares de Mello, 4 praca do Coruo
Santo n. 17, 1.* andar.
Venda d terras nan lotes, fo
nm grande sitio
qne fax fren-
ja de S. Jose do Ma'dgn^ho, com casa de viv
;e-
assobradada e outDas" ao)tnmodaj^ea7todo'miira.
i do, com duas ffehtes /ervi 'as por portlo de fepro,
commodo: a tmar no Cajueiro n. 8,'jne
ho.pital portuguez, ate as 9 horas da maaha
das 3 da tarde em dhole.
Escrava
p"a v"nder bolos pr'acisa-se alugar uma escra-
que s.ja boa quiiaodeira, oaol-se. hm L
Jia da H rentinan. 22.
paga-se bem : na
^,~ Pr,,,:i -w ttagyr urn wcravo que enlerida
at^roa c.nsa d j,rd.m e bom : na ?ua do M4r-
93z de Olinda n. 18.
Aioda e.ta por alugar a loia do r'Dado a
n.2 4 rua ,l..s Laraugenas .invi-ae pon treco '*Sl paJ^a aStfa.'^ Am"ade WW a do-aW
mmni.A.' > ** r.,........ a ,i_B."0?r, guinho. Tem de terreno propr o i94nalmcWdfi
0, ftrgura e 354 de fnndo ; > a ca?a mede ffwRos
e (de frente e 84 de fundo. A sitnacao e a Swl ,or
----------' I g08*1' Para JA oem qnizer edificar, t ira
Doce fino de ^oi ba JmSSS t%^-,^La % peL lad,da ra d*
^srxsz*&; s#,- pra}sto ^^^^WnicWor sit
XardrTe?rona,5i:'eda.mr J5*
C?a im estKitatnento d'aretra
p^ra'factl dpplica^ao dds'
SOND&S OLIVAES
DE
As
GOMMA ELAST1CA
te pnra a estrada de Beberi
be e beeeo do Funda*.
Caoitulino Rodri.'ues do Passo e Amaro de Bar-
ros CorreU, aquelle no hotel do Monteiro e este
em Beberibe :
Vendem lotes de terras de seu sitio, que faz
frente para a estrada da Agua Frh para Bvneri
be e peb lado norte para o becco do Fundio
sendo os precos dos terrenos da Trente entre 5 e
7* o palmo e nas ruas novamente abertas eotre
2 e 4*. As ruas estao demarcadas pelo Sr. enge-
nhiroSette, com fundos sufflcientea pra peqhe
nos sitios -f a plant* esta nrchivada na camara
de Olinda e ha copias em p der dos proprietaries,
que mostrarao aos pretendt ntes.
Qnem quizer dirija-se a algum dos proprietaries
ou ao dito Sr. en^enbeiro, on ainla a Rbcba Lima
4 GulmarSes, a rna Ja Cruz n. 16.
ii'i:" I I
,io da Sstr; da'
.Juga so nma ^.-asa no priocipio
Nova, ert> da e-ttcao dos bonds ; a tratar mo
mesm ) lug.-r primeiro sitio a uireita, dePOll da
rpimeira bomba.
- Na rna Direita n. 5, srgundo
para alugar-ie nma escrava moca para o
l^o interno de ca.-a de familia.
andar,
ser

Cortinadoa- a 94000
UrtlUK bordado
para camas ejanelhs.
iS"
o par.
mtiis modernas e aperfei5o.das de toda, ^"df'fuodo^bo^iSo
as conbectdaa
Vendem-se
sa
cia e drogeria de Barttioloriieu r C.
RrraJBrija Oo Ro.srio n. *4.
Vende se um terreno na rna da Ventur,
de frente e perto de
com laraBgeirai das
melhores qualida-H*. caeimba meieira, alieerce
de nm lado para edificar : a tratar com Mandel
Marques de J>mos, na Tamarineira.
*
3 de goiaba
Veyd*se ddns' 'mu'latin'aQ' pe >onia flanraJn
>'M8(W*#e<9 alt ^notfM^ par. aa.v&j -
Vende se muito bom' doce de goiaba a !200 a
lata e arroba a 9j : na rua vetba de Santa Rita
3t
Pasto fino.
Superior inho de'nva pnra em arris e ance-
retas vende se no primeiro andsr do sobrado a.
oo da rna da Cruz.
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinoo do Porlo engarrafado, em birris e a
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qnaliaade
Retruz do Porto. ^
Cimento P^tland. legitimo_________________
1 1?000
Sapatos a taoete avelludados para boaseai : aa
rua larga do Rosario n. 12.
Viiilios garanlhlos.
Cunha Irma -s k C. raa ill la-
dreHf Bnsi. to.
Figu. ira superior em quiotos e aaeoretas.
Pasto i.'em em ditas
Porto idem em ditas enctpadas.
Porto em quintos e aaewama.
Porto em caixas de dnaia.
Idem suoerior parajpstas e Aoenfes.
Ctt6 db.i
j X*vrn' d* mperajriz n
ddtaeatiaiLpe dairnsgns,'utria% M atibos, c^i
pnprlo urn fijho;de6.aqpM, captiyo, e a ootra de 40 an-
pecbincha
Dcba noss bo> lavadeira e cJzinha o diario; e nma pat- carnelros propribs para roontiria ou nara m'atar-
- 50 da de 22 %nqos, que cozinha, engomma e vende se; assim como, ,'eabras bftbo para crlr''6rtn-
f na rna : *o pattbfle S. fWo n. 16. \ c: ba rua das Flores n 33.
Vende-se
o *5UbeteciEDto de moihados a rmado Barto 4a
Viptona n, 50. earn araucao at aaaaraao aova t
o mats raoderna possivel;
legocn e asti em boa ioc
IMS
I nUSMACM INCORRETA

-
*S
a


Tr
?>*
Oiario de feraambuoo Quarta feira. 2-5 de DazeiabrQ de: 1&74.
Aos legitimos fogoes eCOnO-
mWOS.
Acabam tie chtgar a esta cidade os ver- i
dadeiros fogSeseconoraicos, ja" muito conhe
cidos nas provincias do Rio de Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
bia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aeeitagao possivel, e sao ja*
preferiJos aos de qualquer outro systema,
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocagao, mo-Jerno systema,
i sobretudo grande economia no combusti-
el ; trabalbam com lenba, coke, carvSo de
madeira, etc., etc. Ha de divcrsos tama-
ohos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita famiiia, collegios, hoteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos ao -publico, aonde se darao todas as
iiplieasfies necessarias: na rua do Viga-
on. 12
Soares Lei IrmSns, rua do BarSo da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para comma
Na loja do Pavao vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dilo de cor
a 4,000, coberta* de cbita, e de cretone, de 2,600
para c>ma e ditas de metim escarlale forrudas com
aiadapolao a 5,000 : a rua da Ithperatrix a. 60,
ie Felix Pereira de Silva.
ende-se
No escritorio da Th >maz de Aquino Fonceca Sl
C. Suecessores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
aadar:
Ciraento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinbo d) Porto em caixas, finissimo.
Idem em barris de quinto e decimo, fino.
Retroz.
Fio.
VENDE-SE
Na rna do Vigaria n 19, vende-se o seguint e
Cimento de Portland, em primeira raao.
Vinbo do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e aneoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera eni grume, idem.
Wilioa Kowe <& C vendem no sou amassa
a rua do Conimercio n. ii :
verdadeiro panno da algodao azul amencaao.
Excellente Go de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
N. 7 2. Rua da Imperatriz
EM LIQUIDAC;AO.
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha tempo linham
agora estando em liquidacao resolveu qne estas fazendas fossem vendidas nas .
que e muita vantagero para os compradures, isto uo [fezar Naeioaal rua da Imper
muuo
ISo
Organdss branco a 400 rs.
Vende se organdy9 branco com listras
fino a 400- r. o covado.
Popelinas a 1-000.
Vendese popelinas de cSres muito Quas a
covado.
Alpacas de cores a 100 rs.
Vende se alpacas de cores para vestidcs a 400
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Vende-se laaziubas para vesfcdos a 120, 240,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 610 rs.
Vendese alpaca lavrada para vestidos a 6i0 rs.
o covado.
Granadim a 500 rs.
Vende-se nuniniMi pretacom listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales finas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a iCOrs.
o covado.
Chitas finas a 2G0 rs.
Vende-se chitas de c6res escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cOres a 260 rs.
Vende se cassas de cores finas a 260 e 320
o covado.
Cambraia victoria a 3 500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3.
4/ e 5^. Cambraia transp-rcnte a peca a
3/500, 4& e o{.
Cortinados a 6|.
Vende-se cortinados para janellas aCj e 7 -
par.
rs.
500,
3 .
Chales deali a 640 rs.
Vende-se eha'es de U"a 640, ditos de merino
estampadosa 1/600 e U.
Cortes de casemira a 5/.
Vende-se cortes de casemira de cores a 5'/,
5/500 e 6/.
Co! ertas de chita a 2/.
Vendese cobcrtas de chita a it e2/50o.
Colchas de fustao a 2/.
Vende-ss colchas do fustao a 21, 3/ e 4/.
Fustao branco.
Vende-se fustao branco para ve.-tidos de senho- j
ras, organdys branco Bno a 640 o metro.
Mad.'.polao a3:.
Vrnde-se pecas de roadapolao enfestado a 3/ e'
3;,"00 a peca, ditas dilas fino a'4/500, 8 <
dito francez fino a Gs, 7 e 8/.
Algodaoiiuho.
Vende-se pecas do algodao de todas as quali-
dades e barato.
Brnmante.
Vende se bramante de 10 palmos para lenc6es
a 1/600,2/ e 2/500 o metn.
Algodao enfestado a 900 rs.
Vende-se algodao de dua larguras enfestado a
900 e 1/ o metro, dito trancado a 1/280 o metro.
Grande liquidacao de roupa feita.
Vende-se ceroulasde algodao a I/, ditas finas
a 1/200 e 135 0, caaiisas brancas a 1/800, 24 e
2/500, ditas de linho bordadas e lizas a J!/ e)
3/500, paletots d6 alpaca prcta a 3 J500, 4/ e
4/500, ditus de dito de cores a 2/, camisas de
flanella a 2/, ditas de chiU a U280 e 2/.
fazendas e artigos de alta
novidade
-NA
,. LOJA DO PASSO
feito eneommcnda e n *"s'v
S^'jii rnnieiro de Marco n. 7 A.
-Admirem
Ciranadina de seda a SoO rs.
Na loja do Pavao vende-se finissiraas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenla que sem-
pre re vendeu a 1200, e liquida a 'i00 rs. o cova-
do ; nssim como mangnitos e golinhas de cam-
braia bordadas a IS cada did, e pecbincha : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva._______________________________
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 34.
NoYrH reraessa.
Vinho verde de Aniarante
Convida-se os aprecia'dores a virem apreciar o
que ha de mais excellente neate arligo; vende-
se em decimo;1 e a retalho, em casa de Po^aa
k C, a rua eslreita do Rosario n. 9, junto a
greja._________________________________
Col I a superior
DA
t Fabrica Camacho
Ja chegou para o unico deposito, no es-ript' rio
de Joaquira Jose Goncalves BeltrSo & Filho, a rua
do Commercio n. 5.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro
f'rigues Tavares de Mello.
Farinha de mandioca
superior, chegada pela barca Saphira ; tem para
vender mais barato do quo em outra qua.'quer par-
te, Joaquim Ju.-e Goncalves Beltrao & Filho, no
seu eecrlptori-j, a rua do Commercio n. 5.
C.h{)e(>s
Griiade exposicjio
1,0)0
Grande sortimealo de cbapeos da palba para
homem a l/8i)0 e 2--, prefo realmente baratissimo
em vista da qualidado, e muito proprios para a
festa : na rua do Passe io n. 60.
Imperial fabrica de rape
area fiua de Moreira & C.,
da Babia.
Oeste excellente rape, que se torna reeommea-
davel aos amantes da boa pilada tem estabeleci-
do esta fabrica o sen deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que vendem por junto e a retalho, fa-
zendo-se vaotagem a quea.ccmprr porjao. |
Esta queimanda
0 proprietario deste estabelecimeato tem resol-
v do vender as suas fazendas o mais barato pos-
sivel, afim de apurar dinbeiro.
Cambraia branca bordada.
0 desengano esta vendendo cambraia branca
rdada pelo dixinuto tu-eco de 360 rs. o covado.
E' grande pechincha.
/.{Cortes de organdy de c6res a 4-500.
'H^mbraia transpareote. fina, a 3/ a |peca.
Baptista de lindos padides a 360 rs. e covado.
Chitas escuras finas, a 240 rs. o dito.
Ditas claras idem, a 240, 280 e 300 rs. o dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. o dito,
Flor do besque a 600 rs. o dito.
Camisas de cretone, finas, a 3/ e 3/500.
Madapolao inglez, fino, a 4/500, 50 o 5,500 a
boca.
Dite francez, fino, a 6/"00, 6/, C-. oOO e 7/
peca
Alpacas de cores a 400 rs. o covado.
Basquinas de gorgorao de seda a 6/.
Popelinas de linbo e seda a 1/ e 1/500 o co-
vado.
Cambraia Victoria a 4/ e 4/500 a pega.
Gase de seda a 1/ o covado.
Brim branco de linho n. 4, a 1/500 a vara.
B Algodio T largo e fino a 4/, 4/500 e 5/ a
peca.
Cambraia de cores a 2T0 rs. o covado.
E ou'.ras muitas fazendas que deixam de ser
meneionadas para nao se tornar massante, por
i.-so eonvida a i das as pessoas a fazerem uma
visita a seu e?tabelecimento afim de sortirem se
do bom e barato para a festa : & rua do Crespo
n. 25, junto a loja da esquina
1LF 'L
Bouquets de cravos e Ie todas as flores, capellas
e velas para baptisados, de muito gcs'.o, por barato
prego, e tarabem reeebe-re encomicendas ire.- dias
antes : no pateo do Livramento n. 36, loja de
cera.
Escrava
Para vender na rua, precisa se alugar uma es-
crava : n i rua da Floreniina n. 22.______
Laziobas briihautes a 720.rs.
0 Pavao rtcebeu nm bouito soriimenu das mais
lindas lazinhas brilbantes, sendo de quadrinhoo
miudinhos, parecendo de uma s6 c6r, e tendo diffe-
rentes cores ; esta fazenda tem urn bnlbe corns
seda e bastoota largura, e ve^de-se a 720 rs. o
covado : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva.
LSzinbas modernas a 320 rs.
0 Pavao vende bomia.i lazinhas de quadrmhos,
tendo de todas as ceres, pelo barato preco de 320
rs. o covado; sendo fazenda que seropre se vendeu
a 500 rs., e pechincoa : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras.
0 Pavao vende uma porjao de panos de cro-
chet, proprios para encosto de cadeiras e de so-
fas, que vende por precos baratissimos : na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Cortes de organdy a 2$i00
0 Pavao recebeu urn bonito sortimento de curies
de orgaody, matisados, para vesiido, qne vende
pelo barati'simo preco de 2 400 o corte, e pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Ftlix
Pereira da Silva.
Lustres, candieiros e aran-
dellas paragaz.
Nonevo est.ibelecimento, Grande Exposicao, na
rua do Impcrador n. 33. junto ao escriptorio da
companbia do gaz, vendem-se lustres, candieiros e
araudollae de dilTeren'.ea tamanhos e modernos
gostos, tanto de vidro como de brouze, e tudo do:
melhores fabricantes que ba na Inglaterra. Tam-
bem se vendem globos de boaitoi padroes, chnmbo
e tudo o mais que for preciso para o servico do
gaz. E como os donos deste estabelecimento man-
dam vir da conta propria e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que qoalquer outro,
pat a o qne os compradores podera experimentar.
Cordciro Slmfie* A C, proprietaries
ieste importante estabelecimento, no louvavel pro-
jrosito de nao desmentirem o conceito qne os
tens numerosw freguezes lhes tem dispensado,
icabam de receber. de sua conta o mais rico sor-
imento de sodas, popelinas, las e artigos de Dl-
.ima moda em Paris, e continuarao a receber
jor todos os piquetes daquella procedrncia ; por
sso chamam a attenoio de sens fregoeees e os
-onvidam a darem nm passtio ao seu estabeleci-
nento, garantindo-lbes que encontrarao a reali-
Jade do que fica dito, e para pKva dao um pe
lueno resumo, enjo infalKvelmente despertara a
utengSo dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
tmostras m-diante penhor.
,Vrifs-os dc alta novidade e
ultiuia moda.
Cortes de vestido de linbo guarneeidos de bico
u mesma fazeuda e cor, trazendo livella, bolca,
:into, etc etc
Itiqaissimos chap^os para seohora, de eores e
retos.
Cortes de cambraia braucos coin lindos bor-
iado3.
rn > de cores com enfeites da mesma fazenda,
irino, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
'das de arminho.
Yestuarios para ha, tisado.'
Riquissimas camisas bordadas para sechora.
Leques de madreprrola, para noivas.
Ricas cedchas de seda, para casauieuto.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito pre to.
Sedinhas de delicad^s pairSes.
Selim Macao de todas as eores.
Jrosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto o damasco do seda. .
Jranadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merind de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas brancas, de
ajres, lisas e bordadas.
Flor do bnsque (novidade).
Porcalmas dequndros, iistras, etc.
3rins de linbo para veslidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas para seuhort.
Jrande sortimento de camisas de linho lisas e
ordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senbora, meninos
meoinas.
Sortimento de cbapeos. de sol para bomens e
nhora.
Merinas de cores para vestidcs.
Dito pieto trancadoe de verao, bombazina, ean-
io, alpaca, etc. etc.
Atoalbado de linho e algodao para toalhas, e dito
lardo.
Damasco de la.
Brimde linbo branco e de cores.
Selins de lindas cores com listras.,
Chales de. merino de cores o pretos
Ditos de touquira e ditos de casemira
Can.isas de chita para hotBen* i*tas de fla-
ittlla.
Ceroulas de linho e ditaMe algodao.
Pannos de crochet para, sofa, cadeiras, etc.
Lena's bordados e ditos de labvrintho.
Ricos cortes de vestidos de larlatana, bordados,
ara bailes, e tarlatana ae todas ks cores.
Colchas de damasco do la, e ditas de crochet
Eapartiltias lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
ileias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Loja do Paaso-
Rua Primeiro de Margo n. T A
antiga do Crespo.
Retalhos de las.
0 Pavao vende uma porcao de retalnos \t
para vestidos tendo grandes e pequonos, q i li-
quida barato para acabar, assitn como um> por-
cao de cassas e chitas pretas que se vende por
qualquer preco para acabar : na rua da In tr-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilh->s, a 3/500, 4/ 5 ,
0 Pavao vende um bouilo sortimento dos mais
mode not espartiluos que vende a 3/SoO, 4/ e
5/000.
Peehinca em lencos brano s a 2 500.
0 Pavao vende duzis de Uncos finissimos de
cambraia branca para man, sendo fazenda que
sempre se vendeu a 4-100 a duzia e li |tnda--e a
2f500 por ter grande porcao de duziar,ditos abai-
nhados a 2;, ditos chioez- s mnito tin -s e ditos
francezes escuros muito linos para quern toma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores para vestido a 240 rs.
o covado : na loja
60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcao de camisas bran-
cas com peito de linbo e de algodao, por muito
menos do seu valor, por estarem um poucoenxo-
valhadas, assim como stroulas francezas e de al
.BAZAR
DAS
FA MI LIAS
Rua Duque de (mm n. tit %
Para a festa
Reis e Silva & Gnirearies, pr>\->ri-t jiK 4at
bem conhecido c-slabebrinentu d>- l/c-!i< tmt
convldam ao: st-us freguezes e >aa%i a r Mm
se dos artigos indUpensavei- para i IMS, aiajp*
da ultima mod: e d.: fnm (nig, o* fnan
dem por modico preco.de forma qne toaal ms
encontra em ontra pane

doPavJoarua da Imperatriz /bm dc que o puWico avalie o qu,
offererem a cua preciosa con-idera^ao
a
men^io:
Lacinh< I para senhoras.
Tem's nm complete soriirr^Bto d- '..
seda e de cambraia b< rdados qne
dendo por preco muit bartto, i:t i/4^j
godao a 1,500, dius de linho ait e 2.500 para 3*500' 4* e 83 "da um- '* ni"''u !**.'
acabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60; t':'\e'(5<' '"'''
de Felix Pereira da Silva. Temo?.umf "P',to S*?5* **m+m
Roupa para homem para acabar ate ao fim i d*_?e 'edaA,azen?* mu'10.. mo.irrna. e sd
^#
iaHtt
do anno.
Na loja do Pavaj liquida se uma grande porcao
de roupa para homem como sejam : calcas de
brim d Angola, ditas brancas, ditas de casemira de
cor de GJ ate 12-, ditas de brim cores, palitots
e fraks de panno preto, de alpaca e alpacao, as
sim comode casemiras de ceres, colletes brancos,
preto> e de cores, assim como roupa branca de to-
das as qualidades, nao se olha a prejuizo, o que se
qner e liquidar ate ao fim do anno.
Cambraia \ ictoria e transparente
Na loja do Pavao vende-se um grande sortimen-1
to de cambraia Victoria e transparente para ves-, e5,.s0' vendenflo pit 70,
tidos Undo 8 1/2 vara cada pessa de 3i600 para! e Y covd-
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe- i A's,.m C0U1 ,cmos PP',|,na branca. ^r (napa-
reira da Silva ra noivas, que vendemis por t/8Wi if m-
Collarinhoa de linho para acabar a 4$ i va!"- .
aduzial Hiqnissim's c.pellai crm vt s pars
Na loja do Pavao liquid* se uma grande porcao 1uc. famos vendendo por 13/. 18/ c W^
de duziss de collarinhos de linho, por estarem um; 'Ontzas de percalina prupiias i an : .u.
pouco eoxovalhados, pelo barato pregode4:a Ternos um complete sortimento d.' pnlcaec^n
dniia, seudo fazenda que sem lire se veuden por Percalmas propr;a para banros, t r>>-:di
to ccmpiidas e n.uito I arstas a 4/ e .~i -- .
contra no Bazar das Kan.ilias, crl.. | ie;
rs. o c_ vadu. Xinguem p- de vi n>*-;.
Popelinas de linho tit
Temos um eomoleto s> rtinHM u, ;,
lirrho, fazenda propria para pas>ar a ferta
muito barata, a 500 rs. o covado.
Faiai de spda de rore.
Recebemos um Wplelu nnkw :.
seda, fazenda inteirarm nte nova, qu: \mm
vendendo pi,r 2/, 2,t200 o covado.
P pcliuas de l:i,ho e seda.
Neste srtipo temrs um c n jl- In y rt omK- urn
, 900. :/, -tm
7; e pechincha : a rua da Imperatriz n. 6", loja
de Felix Pereira da Silva.
Chales de casemira a 4/. .
0 Pavao vende chales de casemira com gostcs"
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 7/ e 8., liquida a 4-j. Dito< de la, muito
encorpados. com iistras, a 3;. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2; ; assim como, um bonilo:
a fizenda imputou em muit: mas d:
ft i las.
Alpacas de seda com li^iras.
Temos note artig" nm com;..: :.. t;
e^t raos vendenr'.o prr pr.c.. muito baia:-< aa
8- 0, 900, 1/ e 15500 ; sao lar.-- v
KaptiHas de corn
forli.ento de ditos de merino, lisos e de quadros,;. Rece^mo um compbto Mlkiim M a|te-
vende de 2,* ate 5, e 6/ : a rua da Imperatriz u'> P^^rSes inteirj-nvnte novo-, g
n. 60, loja do Pavao, de F. Pereira da Silva. ?'!* .*]2e MM"" vendendo por prt^3 d. *K.
de linho a 400 rs. o covado. 48U e i0 TS- crvado.
Pobclina
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonitiS popelinas listradas para vestidos que
vende pelo baiato preco de 400 rs. o covado, la- ae granadmc
Vinho verde.
vando-se nao desbotam ; asnm como, bonitas e
moderoas lazinhas com listras de seda a 64U rs.
o covado. Ditas transparentes com palmichas a
500 rsi, sao bonitas. Bareges de uma so cor, pelo
barato preco de 400 rs. o covado, e pecbincha :
na rua da imperatriz u. 60, loja de Felix Pereira
da ill.a.
Cortes de vestidos p.ia liquidar.
0 Pavao vende a 4 ,5/ e 6/ corte de cam
braia branca com eufeites bordados de cur,
zenda que sempre vendeu a 7/ e 8/, e liquida a
4/ para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-
ta com listras e lavradinbas, que sempre se ven-
deram a 10/, liquidam se p. r 5/. Ditos Benoatao
com lindos eHfeites de cor, fazenda que val lif,
liquidam se a 6;;. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3/ ; 6 pechincha : na rua ua Impe-
ratrix n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para criancas.
Meias a 2/500 a duzia.
Toajbas de fustao ara mesa a 2-500.
O pavao vende l. a!has de fustao para mesa de
jaotar pelo bar. to preco de 2/500, pecbincha :
na loja do Pavao, a rua da imperatriz n. 60,
loja de F. T. da Silva.
Brins de Angola a 2/, 2-500 e 3/.
0 Pavao vende curtes dos verdadeiros bins de
Angola a 2V, 2/500 e 3/ ; e pechincha : na rua
Sa Imperatriz n. 60, loja de -Felix Pereira da
dilva.
Cort'S degranndine
Recebemos um cjmpleiu sortimen; -...-%
branca; con listras dc i
que esumos vendendo ;
mas seltas
corte.
Casaquinhos pretos de c-rp
Recobemos uii con pleto sertimeaki dc os-
| quinh s pretos de gorgorao, aue ettani
do por 8', 10/, t2/ e 20' nm.
Sttim branco e de fw
Recebemos nm cun.pkto sortimento ':
Macao, tanti Iranco como de c'le.-, ,
. mos por 2/200 e 2 400 o covado
Cambaias branca, tr.in-parente e apa*t
Temos sortimen de cambraia, qm i4aa
a t/, 4 500, 5/, f/ e 7/ a pees ; gmi'.a>
1,2 varas.
Assim como, outros artigos que sa .
donbo menciocar
REIS E SILVA 4 GUIMARAEE.
AHAffil BO mi
A' praca circular doApoli
vende-se:
jWA*9%POL0E**
Especial chegado no ultimo vapor, tem para
v.nder em barris de quinto e de Colares em
decimos, no seu escriptorio a rua do Commercio
n. 5, Joaquim Jose Gon;ahes Beltrio & Filho.
Salsa-parrillia do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Am
melbor e mais bonito, preparado e aper- j vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesas nu
Assucar candi..
feicoado por systema novo, vendem Beitrio 4 mero 57.
Quintal, era sua refinajae a rua do Barao do ------
Trinmpho n. 56. j
A 500 rs.o covado
TIJolos de marmore, de difFcroitlas te-
manhos e qualidades.
Tijolos francezes, sextupl.is.
Cimcnto Portland vcroarieiro.
Azulejos grande* muU- ; print
ipara rodapes.
Na loja do Pavao vende-se madapoldes franco j Azulejoa verdes e amarelks, U'Tfla
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 rei;. regular.
ditu muit fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-1 Haouinai de dpsrarr-rar *\sinir,
sim como um grande sortimento de madapoldes! EfjR ~-,,; fnrrJ ^'J, "TT."^
inglezes de 4,500 ale 8,000 e 9,000 : a rua da Im- ^"er do fcrro, assentu d- pnnV
peratriz n.60; de Felix Pereira da Silva. | uha, prepnas para campo.
Bom sapateiro
Vende-se um escravo sapateiro de t'!aobnwc
Pedras dc marmore
Sal do Assti.
A6#e7*oOO
Borzeguins /raneezes para bomem.
Na loja do Pavao vende-se lazinhas japonezas
de cores muito moderoas pelo baratissimo. praco
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira de 500 rs. o covado, para acabar ; uotandorse que
Azevedo, a bordo do palhabote Johen Arlvkr : a e fazenda que jamais se vendeu por menos de
tratar com o capita a bordo, ou no seu escrip-' dois crutados ; ja ha poucas : i. rna da Imperatrn
tono. a rua do Bom Jesus n. 57. n. 60, loja do Pavao, de.Felix fereira-da Silva.
Vende-se pedras de m-rmores, de diversos ta-
manhos, com duas polegadas de gros-ura, propria?
para muitos misteres : a tratar com Joao Jose da
Cunba.Lag.es.
Armacao.
Vende-se uma armagso de louro, inglexa,
ofzendas : a tratar na rua do Crespo o. 20,
a Guilrherme.
de bia figura : na rua de S^nto Amaro n 6,
gnndo andar.___________________________
Lustres, lampadas e arandd-
las.
Obra de gosto e muito mais barato d. q>. ?
para' outra qualquer parte, tem para vend r ioaqadB)
loja. Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rna do dinar
cio n. 5.
DOS PBEMIOS DA
22.
I2
a
FARTE DAS LQTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 946. A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE, EXTRAHIDA EM 22 DE DEZEMBRO DE 1874
R5.
4
12
31
33
37
67
70
72
73
75
92
96-
UO
12
U
21
27
39
41
46-
58
60
64
68
85-
88
90
206
9
16
20
22
27
29
38
43
59
63
68
PREMS.
10,5
NS. PREMS.
290
92
93
99
302
7
10
11
15
20
23
25
28
37
41
42
47
52
62
65
69
81
83
84
400
1
13
16
20
21
32
42
50
52
57
62
63
66
67

NS. PREMS.
k04
44
4,5
44
470
85
93
94
507
11
16
18
38
i
55
64
67
G9
74
77,
81
84'
95
637
42
54.
63
78
80
81
86'
90
91
9fr
97
98
703
7
11
25
27
28
29
31
45
45

NS. PREMS.
44
*M
732
35
38
40
51
82
83
91
95
801
3
12
22
24
35
37
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38
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4 89


8
>3iario de Pernambuoo Quarta feira 23 de Dezeiribro de 1874.
w
LITTERATURl
Csnfoi*encias piihlipas.
DISCURSO PRDFKRIOO PELO SR. FLORUN.XO
CORREA DE DR1TTO NA CO.VFBRe.VCU DE
DOMIXGO, 20 DO CORRE.NTE.
Vai para dous annos} ergui eu a debi! e
desautorisada v. z ante milhares de pessoas
de diversss classes e incionali'Jades alim de
occupar-me de assurapto igual. ao de que
vou tratar hoje. escdheu-o para a primeira escaramuga.
Aeabava entao de abrir luta com o apas- Esqueceu-se, pore'm, deque n3o e
tolado da civilisaei.' mud
isaga.- moderns o mais ousado
dos campcdes do obsLuranlism > nas plagas
bro-ileiras, a quern, ommd hora e irrefleo-
tidamente saw duvida, fdra confiado o go-
verno desta diocese.
Naquella solerane oceasiao se:itia-mo sob
0 peso de apprehencoes que me agorentavam
o espirito ao ponto Ue receiar para niinha
terra natal sceuas tao luetuosas como i.s
que foe o fanatisrai gerar em todos
as leis da igualdade de maneira a serem ba-
nidas as distincgoes do castas, ongeus e ra-
ca9 para sd prevalecerem a (Jos bons costu-
mes e a da fllustragSo ; -onde, finalmente,
a fraternidade nflo e um raytho, mas sim
urn facto, atlestado por .ndhdis de actos.
Elle bera sabia que, veneido esse impla-
cavel inimigo do obscurantisrao, que sem
pre vantaj osamente o ha debellado, facil
ser-lhohia a conquista que tinha em mira.
Eis, pois, o motivo por que de preferencia
de uma grande porgio do clero contrj
os poieres onstituidos do estad o, ostenta
da tao desceramunalmente, que ( afflrma
rara-rae ainda ndo ba raiitos diasj foi eli
miuada da missa a oragao pelo imperador
e sua farailia, e substitdida por prece em I munhio" com todas as igrejas apostolicas-
bem d .is dous bispos refractarios e prisio- quo nada ilie tern innovado nadoutrina.
* 8. Nenhuma igreja particular, e mui-
to menos, nennum bispo, possue autori-
dade doutrinal;
9. A uoica condicfio para ser mem-
bro da igreja catholica e" e-tar em con
de
pontos do globo, onJe logra impor-se.
Nutria, p.rein, a grata esperanga de vcM-o
reprimido energies .uente em seusprimeiros
impetus,do v6l-o coagido a recuar do ter-
reno onde tear erariamente collocdra se, no
intuito deconquistar em territorio amer'ica-
no inftuencia que Hie fugira em paizes,
em que a exercera plena e escandalosa-
msnte no curso, nao inlerrompido, de
muitos annos, senao de seculos.
Uoje trago pr fundas rugas n'alma, e
sangra-me abundantemente o coragao, por
ter veriQcado que, esvaecida equella espe-
ranga, aos ageiiles do principe das trevas
foi permittido algarem impuncmente o col-
lo por tanlo te npo quanto o de que care-
ciam para disporem as cousas a geito de
bracejarem contra os poderes conslituidos do
estado ate pelos meios materiaes, postos em
acgao nossus motins, que, haveudo irrompi-
do periodica e successivamente era varios
pontos da Parabyba, jd attingiram alguns
de nossa provincia ;em que tiguram como
protogonistas horaens incultos e inexperien-
tes, que nao sabe.n o que querem, nem
comprehendo.n a forga dos motivos por que
trocaram por uma wda n6mada ecrimino
sa a quieta e legal que estavam babituados
a viver ;-cujos verdadeiros autures occul-
iara-se nas dobras do mais mysterioso se-
gredo, uispondo entretanto de abundantes
recursos pecuniarios para entreterom o sedi-
cioso movimeuto, ao qual tencionam por
sem duvida dar proporgoes taes, que trans-
formem-no em foco de atrocidades e carni-
ficinas, iguaes a essas por que em Hespanba
se ha celebrisado o carlismo, oriundo da
mesma foute a que a consciencia publica
com razao attribue o atrevido commettimen-
to, a" que hei ailudido, e que, como aquel-
le seu irmao germano, nao pode deixar de
ser alimentado com a mesma seiva, a que
deve elle o vigor que ostenta ; isto e, uma
iraccjio, mais ou menos copiosa, das quan-
tias extorqui las aos nescios a titulo de di-
nheiro de S. Pedro, cautelosamente trans-
mittida a" pleiade de vampiros, qae, com a
deaominagao dejesuitas, sugam o sangue
de todos os meios sociaes que os suppor-
tarn, e nSo teem como terminada a nefanda
tarefa que de Roma lhes impoa o centro,
seQao depots de os haverem estragado phy-
sica e raoralmente.
E', portaoto, dolorosaraente impressiona-
do que venho fallar-vos, com o Urme pro-
posilo de dizer-vos, sem rebugo, tudo quan-
to sinto com rela^ao i materia ; na mais
robu.'ta crenga de que, paladinos da justiga
e da verdade, como sempre vus tenho re-
conhecido^ proclamado, nada hesitareis em
PI" uiiestar-vos pela causa de ambas, em
bem da qual, em obediencia a regras que a
mim proprio tenho imposto, s6mente agora
pleiteio, seu5ocom o esfor^o que fera de mis-
ter, eque e* superior &s minhas habilita-
goe's, com a maior boa vontade ao meaos.
Ojesuilismo, desdeque logrou converter
em instrumento seu o actual bispo de Olin
da, frei Vital Maria de Oliveira e Andrade,
resolveu em seus conventiculos servir-se
delle como de ariete para abalar as mura-
Ihas da soberania nacional de modo a con-
seguir abatel-as afim de franquear-se a pas-
sagem de que precisava para transformar
este imperio em feudo theocratico, ou mm
goada provincia romana.
Astoto e capcioso, porim, como sempre
tern sido e ha de ser, nao se animou a jogar
immediatamente sua machina de guerra de
eucontro ao baluarte que pretendia des-
truir.
Buscou para primeiro alvo de suas aspira-
goes a magonaria, essa instituigSo quasi-di-
vina, onde se respeitam todos os preceitos
do christianismo puro ; onde predomina a
randade, virtude sublime, que s6 e" compre-
hondida e praticada por quem sabe amar a
Deus sobre todas as cousas e ao proximo
co.QO a si mesmo ; onde acata-so a liberda
de t8o escrupulosamente, que a ningoem se
nrocura pear a consciencia ; onde imperam
eram
p')ior temperd, n;ro menos agugadas
aqui do que em oulras paragens, asarmasdo
denoiado o iuplacave! adversaria, que ainda
nao deixou de vencel-o em tolas as lides,
& que por elle ha sido arrastado.
A luva arremessada pelo ultramoutaniS'
mo aos sicerdotes do progressofoi apaaba-
da sem detenga ; e para logo travou se o
dui:llo treuienlo, que ^bouvera torminado
com a completa derrotn do tresloueado pro-
vocador, se nvmos condescendenoas se Ihe
houvessem prodigalisado de parto dos en-
carregados da supreme direcgSo dos^ nego-
cios uo paiz.
Os aggredidos apppllarara para o pova
desta capital; e olie os ouvio ; eelle se iden-
tificou com a sua santa causa.
Nem outro poderia ser o resultedo.
Escudavam-uos claras e terminantes dis^
posigoos da carta constitucional.
Permitti que vulas repita, afim d q.ue
nenhuma duvida paire em vosso espirito
dcerca da stm-rszSo com que ojesuitisrao
tentou excluir da igreji a magonaria brasi-
leira.
Oart. 5." da precitada carta eassim con1-
cebido :
A religiaj catholica apostoJica romana
continuant a ser a religiao do imperio.
Todas as outras religioes serao permiiti-
das com o seu oulto domestico, ou parti-
cular, em casas para isto destinadas, sem
forma alguma exterior de tempJa.
E no lido art. 102, comprehensivo
das attcibuiroes do poder executivov estabe-
ceu :
Conceder, ou negar, o beneplaoito aos
dacretos dos concilios e letras apostolicas
equaesquer outras constituigoes eccle-
siasticas que sj nao oppuzerem a consti-
tuigSo, e precedendo approvagSo- da as-
semblea, se contiverem disposigaogeral.
A pretendida exclusaobaseava-seam-bui-
las pelas qua-s fora anathematisada> a ma-
gonaria.
Nenhuma deltas, porem, haviasido pla-
citada, quer pelo goveruo portuguea antes
da nossa emancipagao politica, quetr; depois
desta, pelo brasileiro.
E', portanlo, evidente que nao podiatu
produzir e|l"eito nem sequer coinu- legado
de nossa antiga metropole, que, a oel-as im-
peusadamente sanccionado, coll'jc^a-nos
na atllictiva situagao de obedecer-!hes pc r
forga do verbo continuard, empregadu
no indicado art. 5 "
Se eslas e outras razoes pesaraatno ani-
mo do povo, para, em consorcio bftrmoaico
comnosco, arcar contra a iniqua tantaUva
do jesuitismo, eucarnado em frei Vital, nao
acluaram mtruos no animo do goveruo do
paiz, para determinal-o, de accord* com o
luminoso parecer do couselho d estado,
de que tendes noticia, a dar, conw> deu,
provimento ao recurso, auada injusta e ca-
prichosa exclusSo interpdz a irnawndade do
Santisimo Sacramento de Santo > Antonio,
primeira victima das iras jesuiiicas nesta
cidade, em desabafo, porventor, de oiio
fundo e mesquinho & distincto pernambu-
cano que Ihe pertencia, e jamais desceu a
occultar seus sentimeutos mac^oicos.
Communicada ofGcialmente a sabia d6Cb|
sao ao pruposto do jesuitismo,. nada se de
mor hi estu em deslocar seus^irraiaes.
A pugua, qua comega"ra enAre o ultramcn-
tanismo e a magonaria, passou a pelejas-se
eutre aquelle e os agentes do poder pur
blico.
D'abi esseenxame de inserdicgoes, com
que temos sido escandaLisadns ;
D'abi a quasi-completa suspensao de
culto publico nessa betbt e importante ca-
pital ;
D'ahio ma;s formal a ustranhavaL desres-
peito ao sagrado viatioo levado aos enfer-
mos sem a minima reverencia em caixas,
que, como seforim derape, escondeoi nos
bolsos padres, que assim. revelam quao pou-
co comprehended a importancin de seu
mister ;
D'ahi o atropello impio e cruet aos bap
tismos, casamentos, e innamagoeF, ;
D'ahi a condemnagSo merecid?. do rebel-
de Fr. Vital e do bispo do fWL, que, havena
do o, segundogeralmeate sa ere, atiradon-
voragom, nada se demorou em aoompa-
nhal-o nos desatinados dasvarios ;
D ahi a sLtuagSo anarch'isa em que des-
gragadamente nos acham os em tudo quanto
entende com a religiao ;
D'ahi a revolta orations e systhematica
neiros.
E pole, e deve, continuar um semelhan-
te estado de cou9?s ?
E e licito a habitautes de um paiz lirre,
ou que aspira a sel-o, assistirera, de bra-
go3 cruzados e impassireis, a tamanli > des
calabro, promovido e ateado por perversos
agentes de uma poteucia ostr ogeira, que
quer escravisar-nos a todo transe, e que,
para ser bem succedida em seu nefando
piano, recorre ate" d sedicgSo, sem recuar
ante o pavoroso espectaculo da destruigSo
dos arelnvos publicos, nem ante a h)rri
vef probabi'lidade, senao quasicerteza, do
derramamerrto do angue humano, e do
raorticinio, em maiorou menor esc*k, en-
tro iruiaos pefa fe e pela natureza, entre
pais eftbos,enlre amigos- intimos d res
pera?
Nao, rail' vezes n3o.
NSo poi*pemos fedigas nei diligencras-,-
afim de covsoguirmos1 dos poderes publices*
asmedidas -iecessaries para qwe os fanatr
cos discolos eontenbara se nas ra4as do de
'ver.
-. se formo* bem succelidos na e.npreza,
contribuamos, com tudo quanto estWer ao
nosso alcance. para que o ultramontfenismo
seja reprimido em seus criminosos exteessos.
Releva quo nada haja de comrnum en-
tre um pt>To, que tem consciencia de- seus
direitos-e deveres, e-os nrchiteclos de rui-
na que,.explorando mini do fanHtismo,
preparam-se para rodtizir as nciseras c n^i-
igoes era que se acha a Hespanhi o ameno;
^asto e riao imperio db Brasil.
Tolerai, senhores, que das consider*goes,,
enra as quses teoho abosado de vossa be-
ragma atter.gjo, e que particularraents re-
ferem-se a calamitOsa quadra que- estamos
a atravessar,. passe eu a couceitos, que,
preadendo-se-tbes como que uatuiralmente,
sao todavia de maior alc^nee.
Bit se apovorenieom a idea de se arris-
carena a arcar contra a eatholicidade da
igreja aqueiles que sentireradisposifsO'para
se nao curvarero ao romanismo.
A igreja de Roma, com o papadb -i sua
testae, nSo e a igreja de Chviste, tal eotno-a
creoaoseu divino fundador ; nao ^aigre-
ja catholica, tal como estabeleceu-a o Re-
demptor do gsnero humano-.
Nf.o sou eu quem o diz: alBrmatrwio os
doulores da igreja^
0 papado, tal codo existe actualeiente,
com a infallibilidade individual d bispo
de Roma, com ppderes de exercela discre-
cionaria e caprieuosamente, emaiovoki-crea-
cao dojesuitismov que, apoeloBgo e ppfse-
ver;iP.te traballio, .consfguio -erigil-o, com o
perntcioso intuito de se apiopriar delle, e
empregal-o como potente e- efficaz auxjliar
na obra da destnotgao do ehristianisrao,. qua
s.' im-pOz,desde quorgaaisou-.se.
E. vos nao cause estraatwzaque adaatas-
sena> a denomina^ao d& jesuitas ho.metis- que
se kaposerara a diabolica iaiss3^ dte eons-
pirarem contra a igreja AieJhxtlSi &p*epa-
ratvlbe o aniijuilamentos.
O facto nada & novo, per mais estranho
quealiis pare$$.
Era era do paganisms- um. dos roas cele-
bres Scipide&tomou otognome deAfricano,
depois de ter devastado a Africa.
Wladimil 'iuettee, doutor em theologia
'da igreja orthodoxa da-. Russia, amparado
por doutrirtas. de Sanlo Agostinho, de S..
typriano e do monge Vicente, resume assim
-a dou'rina do occideote cbrist&o, durante
os cinco primeiros seeulos, com relagSo a-
igreja :
a 1. NSo ha na igreja senao um uaico
episcopado, do mesmo modo que, em
seu comego, netla nao houve senao uin
apostolado, que i o mesmo para todos
< os btspos, e possuido solidariamente por
todos, sera distincgao :
2r. Assim como os apostolos possuiram neste conucio.
uma s6 e unica digaidade ou autoridade,
a da mesma sorte os bispos possuem uma
so e unica dignidade ou autoridade ;
a. 3. Nenhum bispo. possue, em parti-
cular, prerogativa divina sobre outros
bispos;
4*. A unidada do episco-pado e o sym-
< bolo da unidade da igreja ;
< 5. Somente a igreja conserva infalli-
c velmente as verdades que, desde o come-
go, forara-lhe coofiadas pelas predicas e
cc pelos escriptos apostolicos ;
6. Aos bispos corre indeclinavel-
mente o dever de velarem porque taes
t verdades nao sejam alteradas nas igrejas,
c cuja guarda lhes for confiada ;
7. Nos concilios, nao podem senSo
registrar a fe sempre admittida ssjad
igrejas respectivas;
E, para tornar evidente que, sobre estes
nove pontos, Roma professa h je doutrina
diametralmente opposta, accresceila :
1. 0 bispo de Roma possue, por direi-
to divino a supremacia sobre todos os bis-
pos; e nenhum bispo e legitimo, sem que
delle tenba recebido dele^igio e institui-
gao ;
i. Sua .Mit >rida le e superior a de todo
o reslo do episcopado, do mesmo mod t quo
de S. Pedro era superior a dos outros
apostolos;
$. Elle possue, por direito divino, pri-
mazia sobre todos o outros bispos ;
4.* Elle e exclusivaraente o centro e o
syinl.- >lo da unidade da- igreja ;
3.* E' elle quem iofallivulmente presei'-
va as verdades revela Jasr tem o direito de
dar-lhes es desewvolvlmensos (jue Ihe pare-
cerem uteis, e exereu semelsante direito sem-
poder enganar se ;
6." Promulga aovos dogmas, e, pelo
proprio facto- da promulgagSo, insinAfl que
Jesses no vos dogmas faeiaiu parte dii fe da
igreja, e existiam m tradigao em1 eitado
latente ; quado promulga o dogin, os
bispos u os fies devewsubmelte/-se *$ua
paluvra mfallivel ;-
7>. Os concilios nao- se reunem para
registrar^m a fe constante e universal da
igreja,. mas sim para darern mais solemni-
dade &> manifestagao da autoridade papal;
8:^ Possue eiclusivaiEente a autorida-
de doutrinal, e promulga os dogmas fern
virtude desua propria autoridade ;
9. A* unica coudigio para ser calbe-
iico 6" submetter se ao-Papa.
Nao a para admirar que, servidos porum
papado, ebeio-de tastes,- tSo irap>.rtantes- e|
tio des ommunaes attribuigoeSi osjesuites
tenham se- como babrlitados para apossa-
rera-se de todo e quaJqeer territorio,1 cujos
pjovoadore;; sem a ncHiiiua reflexao, e aa.<
maiscoiiipleta ignorancia da historiada igre-
ja cbrisia, acesitem enuo pr&vetiieutes de
origem divina as prerogatives csnfaridas era
tatnauba eseala a Pio IX-pur um ooncilie qu*
elle propn coavocour presidio, co&irmou
e promulgoUf sem reflBStirem aomeuos que,
pop suas uc-vas iioutriu-is,-.o mes'uo papado,
segundo poodera o douio theoktgj, nega a
regxa catholica da fe, a autoridade da igre-
ja a os carasteres essenciaes do spiscopado,
ao passo que desorganisa a. igreja idteira e
lbe-repelle a divina coustituigao.
Apezar, poFeea, da to to a proverbial as-
tueiado jesuitismo, teaho fe -qua este nao
cottiers' os> fructos dv seu laOoriosQ arte-
Cattow
Rradsr-lbe-bei com o-Lr. Guetee :
1 Ocasligo-ja come;ou.
- 0 papa nao e aia-s- r-si.
Dentro em pouco o despotismo espiri-
tu*l que se elle attribue nao terd per vas-
sallos senac um bando de fanatioos e de
idiotas.
0 pagado suiei.to-so pelas proprias
raaos; quanto mais elle exagerar saas pre ten-
goes, tanto mais aprasaard sua ruioal
. Esta ruiua serd o triumpho da verda-
d-iira igreja.de Jesuc-4lbristo. a
inhumados em terreno sagrado os cadave-
res de vossos pais, de voSSOS esposos, de
vossos irmajs e de vossos fillies, que, ao
exlialarem o ultimo suspiro, nao se presta-
rcm a imnlorar perddo pjr peccado que n3o
commetteram.
Continuai, portanto, a honrar com a vos-
sa pre enga as conferencias iniciadas hoje,
afim de vos convencerdus de que nao pro-
cedem de accordo com os preceitos da ver-
dadeira religido christa os degenerados dis-
cipulos de Ivjyolla, quo, d'aquella arte, es-
tao a desacredit^-la o a converte-la em ins-
trumento de paixoes ruins.
E, ila posse de tal v,;rdale, id !a no sei) do vossas familias, ostentaudo-
ros assim brasileira de bom cubuo, legrti-
mss pernarnbucanas, genuinas 1'flh.as d'A-
meriea eraQm.
FOLHETIM.
mmu dos uasisras
M TSTERIOS B INTRIG AS DA COR-
TE DE FELIPPE V,
POR
FERNANDEZ Y G0N2ALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
Am Tres Esperan^as
CAPITULO XI
B17.ARK0.
'Continuagao do n. 292)
X
A princei* abrio o outro sobrescripto.
Era uii carta.
Els o sea conteudo :
-: nbofa D. Esperanga de Ayala.D.
.1. do.Thornfz Henriques de Cabrera, con-
de M. Igar, almirante de Castella, e grande
vajido e m trdomo m6r que foi do meu de-
funto prii-> o senhor rei D. Carlos II,
fa Hand o um dia da formosura das damas de
Madrid, referiosa cora tal pnearecimento d
vossa pes6oa, e taes cousas me disse, que ndo
pude deixar de sentir um vivo desejo de
conhecer-vos. A isto podeis attribuir o
motivo de vos ter escripto o mou leal ser-
vidor, o almirante, fallando-vos a meu
respeito, e enviando-vos, dentro da sua,
uma carta minha em que vos supplicava
me mandasseis quanto mais depressa me-
lhor o vosso retrato. Peza-nn bist'nto
que Paotoja de la Cruz so tenha demorad-
Basta, senhores fc
Nao.mais. constsaogir-vos-hei a ouvir-me
toscas edesalinhadas phrases.,
i Foi somente por mmia condescendensia
para com amigos,.a quem rauito acato, que
resolvi-me a vir oceupar hoje posto que ca-
bia a aiguem mais apto do qua eu para, en-
cetar acruzada de civilisacjk), louvaveuaen-
te aberta pela bja GanganelU.
Se, contrariando aniigp habito meu^con-
fiei hontem d ooite ao papel as proposigOes
que deixo enunciadas,, foi com o unico pro-
posito do traijar-me a esphera dque devia li-
milar-me, a!im de oik), arriscar-me a exce-
der o tempo que vos. dignastes de assignar
a quem qaer que leuba deusar da palavra
Sorpende-me, senboras, a vossa vene-
randa presenga neste retjinto.
A sorpreza, porem, me e per de ma is agra-
davel : revela o vosso obsequioso compare-
cimento a este lugar, que o bello sexop?r-
nambucano vai comprebendeudo quanto
Ihe interessa a important quostao de que se
trata.
De feito, o jesuitismo. fere-vos em vossas
mais caras affeigoes.
N3o vos dd o direito de escolberdes para
esposos senao os adeptos de sua nefanda
seita, ou que, ao meuos, simulem adopta-
la ;n8o vos permitte tomardos para padri-
nho de vossos filnos senao a individuos que
estejam n'aqueHas condigoes excepcionaes ;
e, nao satisfeito de tudo isto, leva a per-
seguigao ao ponto de prohibir que sejam
tanto em vo-lo. dar concluido, e creio bem
que o piutor da camara do defunto rei ndo
teve talento bastante para vos representar
na tela ^ porque apezar de que n'elle me
pareceis muito formosa, pela pintura se
ve que ainda em v6s resta muita formosura
que Pantoja de la Cruz nao p&de represen-
tar, porque ha cousas tao grandes e subli-
mes, que s6 Deus as pddo reproduzir.
Dizeis-me que o meu retrato em miniatura
que vos enviei por intermedio do bom Lu-
es Cabegudo vos parece estar muito bom,
e quizera cu que me dissesseis vo> narnora-
va como eu vosdigo que o vosso me faz
pensar unicamente em v6s, desde que o
vi, apozar da guerra que face em prol do
meu direito, e dos graves ncgocios que me
preoccupam e opprimem. Dizeis-rae que
nao comprenendeis esta troca de retratos
e que me enviaes o vosso s6 por cortezia e
por ter andado mettido n'esse empenbo o
almirante, a quem tendes em grande con-
ta : mas eu digo-vos que sendo v6s quem
sois, e talvez mais do que pensaes, a tal
ponto poderiam chegar as cousas, se v6s
me amasseis, que talvez nfio fosse inutil
nem por mera curiosidade esta troca de
retratos.Disputo uma cor6a, e a vossa
cabega, senhora, coroada jd pela formosu-
ra, honnria uma corfla real.Meditae bem
no que vos digo, e desvdnecei bem depres-
ra a neg-a suspeita que nutro de que por
causa d'alguns amores vossos e que respon-
destes d minha carta d'ura modo tao frio e
tai cer^monioso. Consider. me eatre-
tanto muito vosso de licit). Guarde-ros
Deus. Do m real na B;;ira
em cinco do maio '; -iil i I centos e qua-
tro. ~El-rei.
Ah I el-rei 1 Carlos Hf ha de ser uma
> sombrj qi.n dcslisa ap6s Fnipp'1 V. Eul o
Hue c flcro em um munur'bla
constltueionnl t
(Continuagao).
Afora isl, que vacuo imroeuso so udo
aeba em a mossm populagao europea dte-
pois do seculo-.VV, pelas e nigrae,oes nume-
rosfts para as duas ludias f Qm milhoes-.
de homens davorados periodicewnente no
novo mundo ?
05 partidistas do systeme moderisilor da
populagao, entre os-quaos se-disiinguw a au-
toridade do illustre autor do Genio do-'i'hris-
lianismo, citam, em favor da sua opinieo, a
invasao'dos barbaros-do norte^que devasta-.
ram a terra no IV, V e VI seculos, bern
como o cruel uso do infinticidio ua China.
Poder se-hia mostrar que estas "oas circum*
stancias nee foram, nem effeitos, em causas
de uma excessiva populagao.
0 abandono total da agriculture em um
paiz esteril tambem poderia ter ebaigado as-]
Dagoes kvvperboreas a mudar de patria ;"
pSrera estas- grandes iuvasoes deviam ter
uma causa unica, pois que nao vemos se te-
obam renovado depois. Ego quanto i Chi-
na, nao cooheceinos bem os usos nem as
leis para fozar.aos juizo-; tambem nao te-
mos nogOes exactas sobre a populagao deste
vasto imperio : sabe-se quo os missioc^arios
e os viajantes different muito sobre este
ponto ; e mui provavel qpe o uso do ia/an-
iicitiio fosse igual ao de Sparta, o qu ii se
limits va aos monstros.
Se, como se tem estaba'ecide-por um^ie-
riede observagous evidentes, geragao de
um homem se-reduz, no espafo de um 3e-
eulo, a um bmem de mats, para augraen-
tar a massi total da populagao ella s6 pro-
Aaziria dous individuos.de mais no espaco
de dous seculos, admittiido o eoa^urso dae
strcumstancias as mais favoraveis-, taes como
a abundancia e a paz.
D'aqui se podem tirartres conaequencias,.
A* primeira, que os estados da Luropa onde
se comegou a abolig?A. do mouacliismo,
quasi no meio do seculo VV, tem devido
augmeutar, pela exlincgao des- mosteiros,
um tergo de mais, ha seiscentos annos, d
sua populaoto geral.
ra. Suas riquezas tornirio para a socieia-
de on Je formardo familiss. Todas ss bo-
ras perdidas na oracio sem fervor serao
consagrsdss so seu destino priaitivo, qua
e o trabalho. 0 clero se lembrari que Deos
dis e ao homem innocents .' Cretcei e mui-
tiplicai ; que Deus disse ao homem pases-
dor : Agricultz e trabalha. Se as funcgoes
do sacerdocio psreeem prohibir ao clero os
cuidados de uma familia e de uma terra, as
funcgd-;s da sociedade proscrevasi com maior
vigor o ceiibato Se os frades srrotearscc.
era outro tempo os desertos vam, olles despovoam hoje ss cidades oode
formigam. Se u clero vivia em ootro tem-
po d'esmola, a multiplicilade de eooi-gos
reduz os povos d esmots. Entre a* classes
ociosas da sociedade, a mais no :iva e aquel-
la que, por seus priocipios, conuuz todos
os homens d ociosidade, ipfeeoiMom^ o attar,
a obra das abeihas, c o salary dos IrabaMka-
dores, que faz j>edir ao ceu uma suosistio-
cia que a terra somoute d* on vende ao ttv
balbo. Alem do eelibato eeclessmieo e ca
libat i militar, um de protissdo, outro d'uso,
ha um terceiro de convenienria, introduzi-
do pelo lux i; porem-e nosso objeeto e trs-
tarmos somente do ceiibato do clro.
Os concdios de Chakbique, *5 Toledo e
'ie l.airao. desle o quioto ate a-r secolo XI,
cstabeleiMraiK em principio. o celibto do
clero; porem-seus cauones nio forata admit-
ti'ios geral ni;:ite, sobre udo nas (iallias,
pois quo o coitcilio de Tours amea^i com
excommucihao o-sacerdote, i!acoiio. ou aub-
diacono quo tiver uma mulber.
0 SOaSMS) de Reims foi o primeiro que
poz em pretica esta ameag.t e que pnvoa
dos beoetiuios o* saoerdoles casados E'
rerosimil que n'estw temp s bt-nve motivos
particulares para uma tal probibtr^o.
<)s ju.Jeus, os protestantes, os 'atheranos,
os maho-aetanos e quasi todos o*religions-
r que por isso ransmo os costumes s"jam mais
euros. Spgundo as luzss da simples ratio,
parece qua ha no ceiibato dos eeclesisstieos
inconsequeecia e contr.viiecio. Pergunta-
se, se como interpret** da Diviudadadavem
elJes recusor se ao compiemento do sea vo-
to mais formal ? Se c >:: homens, Ikes r
permittido transgre .lucran, ezpressamente easinala peta Es-
enptura ? Observamos 'atnbem que s igre-
ja tem a continencia como oefteito de uma
gracja do estsde, coucedida espncislmente s
um pequeno numero de :ndividuos ; assim,
de duas cousas uma : ou o corpo nusaero-
so de eeclesisstieos celibatarios estd em oppo-
sigde com a moral, ou a grace nao e tao
rara comose-diz ; al^m iisto, ligar-sa um
homem por u-m voto a uma cousa sobrens-
tural. e suppdr, contra toda a razao, qae
Deus esta na sua depeudeneia, e abrir a por-
ts d deserdera, e favorecer da slguma aorta
a depravagao; e seria um zelo tasaarsrio
fundar o ceiibato sobre a castiiado, qual
e tdo excellente como fraga. Os tbaolagos,
grandes partidistas da infillibslidsde daigre-
jt,n3oadmittem mesmo qae ella possa errar
Asegunda, que se Portugal na. mesma U maleria da discipline ; ut e a ongemdos
epoca tivesse seguido este systerna, e prova-
vel,que teria,hoje dous milhoes- d'almas de
mais na sua- populacjo.
A terceira, que os estados qua abragaram '
abusos que se tem introduzido. Para susten-
tar semeiheate these, aos daviamos ssqoe-
cer dss reformss que a igreja fax de muitos
i usos sbusivos, e que tcrara probibidos pe-
a reforms tem-se tornado visuatmsota. por }os ^^^^ rauitos eoacilios. Eu sei qae
estasd causa, no espaco de dous seculos, u,nbam s podem schsr boss razaes pars
uma ter^ parte mais poderosos que os ;HSllficar 0 ^jbat,, 4, cter,
paizes catnoucos, ua propcrgao relativa d
sua eittxisao recipcoca Riquezas d.* pro-
ducgoes e riquezas-.de industna, poder mo-
ral e poder politico, tudo torn tornado u'es-
tes tempos forgas desconhecidas. A liollao-l
da e os estados protestantes sao infinita-
mente mais. povaados quo os estados catno-
licos da mesma extensaol A l-'ranga nao
estd deserta, apezar das calamidades e guar-
ras que tem sustentado. A. suppressao das
ordens monasUcas tinha coTroborado 0 sys-
tems social, fazendo entrar n'elle os de-
mentos de que estava privado. Eu exami-
no esta questdo como ecouomista, depois
de a ter. tratado como moralisla. Por um
la do o monachismo e funesto; por outro e
.util; ao soberano congresso nacional perten-
ce combinar ate que ponto e bom que a
moral ceda d politica : a primeira i de to-
dos os tempos, a segunda muda com os cos-
tumes dos seculos. Se consideramos os
mosteiros como iustituigoes hospitaleiras,
como. refugios necessarios aos desgragados,
eomo enfermarias para os doetdes pbysicos
e raoraes do geuero humano, nunca elles
foram tao precisos nos tempos calamitosos
em que vivemos. Havia menos suicidios
e menos assassinates, quando os claustros
offereciam um asylo ao crime, ou ao des-
gragado.
CAPITULO XII.
CELIDATO.
Em quanto uma parts dos cbristdos, cheia
de terror, ia perecer nas cruzadas, a outra
parte se occultava nos claustros. Eis aqui
a origem da vida monastica na Europe. A
opiniio fez os frades; a opiuido os destrui-
juro, arcbiduque. Estou eu aqui e bem
depressa a rainha Anna, 0 imperador Leo-
pold, 0 principe de Darsustad e tu, ha-
veis de comprehender que nao 6 0 mesmo
lutar com os jovens reis de Hespanba que
lutar comigo. Bizarro, este papel e mais
um motivo para que el-rei sa apresse a
dar-vos 0 indulto ; spoderando-vos d'estes
dous documentos prestastes um servico im-
portantissimo d sua magestade.
XI
A princeza dobrou e tornou a dobrar
aqueiles dous papeis e gaardou-os cuidado-
samente no seio.
Em seguida voltou-se para Bizarro, que
estava ainda apoiado 00 brago, e disse Ihe :
Que desejaes ?
Nada, senhora, nada mais
me pro.nettestes: 0 vosso auxil'0
vingar de dous homens.
Precisareis de dinheiro ?
D'antes, quando vivia Ciata,
tinha junto de mim Acucena, a voss'a filha
que me julgava seu pai, e tudo me parecia
pouco para el las; agora, ao cigano basts-
the um pedaco de p&o, e p6de adquiri-lo
facd mente.
Quando estaveis ao mea servigo ti-
nheis al^uraa cousa mais do que um peda-
go de pdo.
E* verdade, senhora ; tenles sido
muito generosa para comigo. Muitas vezes
eu dizia : estou sendo ingrato para com a
princeza ; julga que 6 minha a sua filha, e
eu devia revelar-lhe este segredo ; mas em
seguida pensava : talvez qae a criaoga seja
um obstaculo para a minha senhora ; tal-
vez Ihe inquietc a. alma com a revelagdo
d'esle segredo. Criemos-lhe a filha de tal
maneira, que se um dia Ih'a entregarmos,
ip^ssa rk*'-r:T de -Isms. A$r-c na, scihora,
do que
pira me
quando
foi educada melhcr que muitas damas no-
bres e ricas no convento de Trinitarias de
Madrid ; bem 0 sabeis. Muitas vezes me
dizieis : I'orque fazeis aprender tanta
cousa d vo;ssa pe.|uena Aguceaa Nem
p6de ser esposa d urn gentil-homem, nem
ser feliz com um homem da sua classe.
Ah I senhora I previa que havia de chegar
um momento em que me visse obrigado a
entrega-la com 0 papel do duque de Brac-
ciauo que bontem vos dei no carainho. Os
perigos que rodeiam Agucena sao taes, que
eu nio a poderia guardar bem ; por causa
d'ella vi-me eu obrigado a deixar muito
mal ferido a D. Luiz Uavalos, filho do con-
de de Monterey, e a fugir por causa d'isso.
Se eu nao tivesse tanto cuidado na honra
da vossa filha, nao me veria no desespero
era que me vejo ; mas vos choraes, senho-
ra, e na verdade, ndo julgava que tivesseis
coragdo para alguma cousa mais do que
para os vossos projectos de grandeza.
Bizarro, descobri em mim um the-
souro de ternura, disse a princeza estenden-
do 0 brago morbido para Bizarro e agar-
rando-lhe na maj callosa. Nao sabia que
podia amar d'este modo. Diante de v6s
tiro a mascara sem receio. Tendes sido e
sois leal para mim, fizestes-me tamauho
bera conservando-me 1 filha, que eu nao
posso ter segredos para vos. Julgava que
o ce"o me negdn a felicidade de me repro-
duzir n'uma criatura joven e formosa.
Quando a superiora do coragao de Jesus
de Paris me escreveu dizendo-me que, em
consequencia d'uma carta minha, manddra
djama que criava a rainha filha.a entregasse
& pessoa que eu Ihe enviava, seuti magoa
immeusa e profunda. Eu nuo escrevera
carta alguma.
l-'ui eu que a falsifiquei, senhora; pro-
curei em Paris uma mulher quo a levasse e a
qiem devia entregar a joven. N'aquelle
tempo nao vos conhecia bem ; servia em
corpo e alma 0 duque de Bracciano ; in-
dignou-rae a traigao que Ihe tinheis feito e
fui mais ale'm do que devia ; nao quero tio
pouco ter segredos para v6s. Eu, com di-
nheiro do duque, comprei 0 cozinheiro do
principe do sacro romanoiuipe.io Lourongo
Masttai, e 0 principe foi dar conta das suas
acgdes perante o tribunal de Deus.
Quer dizer qua tambem sois envene-
nador I disse a princeza com voz pro-
funda.
Parece-rae que matando Lourengo
Masttai vos fiz grande servigo. Era um mi-
sera vel que por vaidade chegaria a com-
proraetler-vos de modo tal, que 0 duque
de Bracciano udo poderia fechar os olhos,
e se veria obrigado a toraar vingauga em
nome da sua e da vossa honra.
Desejae que Deus ndo vos tome mais
contas da.morte de Masttai do que eu vos
tomo, disse a princeza friamente. Aquillo
foi uma faseinagdo, um equivoco, um so-
nho.
Deus queira que nao estejaes ainda
sonhando.
Sou jd velha, e, com pezar meu, cdo
posso sonhar ; mas voltando d minha filha,
revelou-me ella qae ha um araor puro,
immehso, um amor dos ceos que a cousa
alguma so pode comparar, que nenhuma
cousa pode igualar : 0 amor d'uma mdo
por sua lilha.
Feliz de v6s, senhora, qus poleis
ve-!a formo.-a, pura 0 altiva ; que podsfe
velar por ella, viver para ella, fazerd-elia 0
alvo de inks as vossas ambigdes. Eu,
psrdi todos os meus ftlhos ; todos primeiro
que ellcs poJossem oprecjar 0 auor do seu
prejuizos, nossos babilOR parprnm oapor-e
invenoivoUaeoto|a toda-a inoovai^ic; e auaa-
to e mlindroao tocar-so aesta disdpbna da
igreja, apezar de grandes bispos oo conci-
lio de Trento pedirem dispensa para os seus
bispsdos, como nos coasta que lizcra 0 nos-
so veneravel I). Fr. Bartholomeu dos Mar-
tyres.
0 matrimonio do clero, sendo um poate
de disciplina puramente religiisa, julgsraos
que nao deve oceupar o auguato coograsao
nacional, pois que pertence ao poder sspi-
ritual seraelbante objeeto. E' ionegaval qua
a riqutza real da nagao cresce i medida da
sua pjpulagao, e por isso deve regular 0
numero dos minislros do culto, nio sa er-
diiuando alem daquelles necessarios, lajai-
tando estes is igrejas pars preencbareai 0
sagrado do seu ministeno. i.ue tristc cou-
sa e ver um grande numero de sacerdotes
-Sem emprego, e por cousequencia sem ps-
trimonio e sera conside?sgao pablica ? Qua
bracos nao tirara d agriculture as ordens
medicantes e principalmente as descalgas ?
Em nossas provincias ainda ba o abuso de
senio julgarem farailias bnaradas, aquellas
que ndo tem filho frade ou clerigo. AC6ra
este abuso, os|pais para fazerem a casa em
um filho ou filha, sacriticam os outros ao
claustro, roubando desta maneira tantos
b'agos ao estado, e empobrecendo a nagao
pela separagao de tantos membros que It*
pertenciam.
(Co.Uimuaru-ka.)
pie. Amavaoamo Agucena, masji nio e
minha.
Dissestes-lhe quo eu era sua raie *
perguntnu com algum receio a princess.
N3o, nio, senhora ; nio podia dispor
do vosso segredo. Agucena julga-me ain*
da s?u pae, e assim continuard a julgar-nse
em quanto is*o vosconv^er.
Nao, nio, e prpcion ioventar uma
historia. Q>ie idade tem D. Esper*nca de
Austria ?
Ah I exclsmou Bizarro. vela o q.ie
fazeis, senhora ; so supplantanoos D. Espe-
ranga por Agucena, p idem ser incalculsreis
ss consequents. Repsrao que Agucaos e
tao ambiciosa como vds.
Nio imports. Que idade tem 0.
Esperanga ?
A mesma que Agucena, senbors.
Quem a conhece ?
Nio sei ; abandonei essa intriga quan-
do vos retirastes de Madrid pars Franca ;
quem deve saber tudo 6 frei Jose de Tor-
debumos.
A princeza levantou-se.
Bem, dissa, socegae Bizarro ; domi-
nae s vossa ddr ; resiguae vos no que vos
for possivel so que ji nio teas raasadio.
Cmtae comigo para tudo ; guardse profan-
lamente 0 segredo do que disssmos, 0 por
inter nedio do gua Jiao djs capjchiohos ea
vos avisarei do logar e da hxa onle aos
Drnsremos a v>r.
Adeus, senhora, a Jens, e qae elle vos
illumine, disse Bizarro.
A princeza ahio.
Desceu as e?3adas e encontron a pssseiar
pels a zinha 0 guardian.
(Cotuiuuar te h* )
TYP. DO DIAIUO. BA DU\JUE UB CAXia.'
-
J