Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17676


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Full Text
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ANNO L. MMEM 292
f AA A CAPITAL G LUQARB9 tXM NlO'SB PAGA POBTE.
For trw mazes adiautados......"..'....... WOO
Por seis ditos idem..................JJJJJ
Porumannoidem..................'JJJ
Cada numero a^ulso ... a a a a a a a a a a a a a .. *-4U
TERCA FEIRA 22 DE DEZEMBRO DE 1874

PAAA DEHTBO E FOBA DA PBOl'WCIl.
Por tres mezes adiantados. .....
Por seis ditos idem..........
Por nove ditos idem...........
Por am anno idem. A ... ... > ... x a a
CPTM
...
MVMO
1TJJ0H
0 DE PERMBIM
PROPRIEDADE DE MANOEL P1GUEIR0A DE FARIA & FILHOS.
* In Gerarao Antonio U*ei Filhoi.no Para; (Jonjaives Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Vffla* Penha; Be'armino dos Santos Bolcio, em Santo AntS ; Doraingoi Jos* da CosUBrafa, em Bazar-nth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Aladv; Aires d C.na Bahiai >. Xavier Leite 4 C. d Rio Janeiro-
Pereira d'Almeida, em
PARTE OFFICIAL
ic 1 (1ue >e relera o oflicio de V. S., de houtem, sob
Governo da proviacia.
EXPEDIENTS DO DIA 5 DE SKTEMBU0 DE 1874.
1 .* srcruo.
OfQcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
inas.Sirva-se V. Exc. de mandar por em_ liber-
dade o recrula Lourenco ou Laurentino Joao Cer-
reia dos Sanios, que provuu isencio legal.
Ao ma.-mo. -Sirva-se V. Exc. de mandar
pOrem liherdade o recruta Marcelino Jose Caval-
cante, que Ihe foi maudado apreseutar com o no-
tne de Marcelioo Jose Cresceole, vislo ler elle
provado isencio legal.
Ao director do arsenal de guerra. Mande
Vmc. salisfazer o incluso pedido que faz o com-
mandante da companhia de operarios mililares
dessa arsenal, de pecas de fardamento para uma
pra^a que veio CJin passagem para a referida
companhia.
Ao niesmo Deferindo o reqnerimeoto de
Joao Bapiista Coelho, .-obre que versa a sua in-
t'orraacao de hontem datada, sub n. 698, aotoriso
Vmc. a permitlir que o menor Joao Bapiista Coe
Iho, aprendiz artiliee, lilnodo supphcante, va tra-
tar-se na cornp.>nhia desle.
__Ao mosmo.-Deferindo uesU data, nos ler-
raos da sua informagao de i do corrente, sob n.
<397, o reaueriraento em que Rosa Maria da Con
ceicao pede 30 dias de licenca para seu neto, Deo
dato Francisco da Silva, meuor da companhia de
aprendizes artifices, que se acna doeute; assim o
-ommunico a Vine, para sua direccao e Cos con-
venientes.
2'secgao.
Offlcios:
Ao Exm. Sr. conselbeiro presidente do tri-
bunal da relacao do Recife. Aim de que V. Exc.
proceda, camo de direito for, incluso reraetto.|he
i,or copia o oflicio do consul de S. M. Fidelis
sima, do 1* do corrente, relativo ao lacto de Ha-
ver o joiz de direito ialenno da comarca de Gara-
nbuns, feito expedir contra o agente consular ua
villa do mesmo nom\ urn maudado a penhora
executiva com a coinmiuacio de prisao.
Ao 1" promotor publi:o desta cidade. Em
additamento aus meus ollicios de 18 e 31 de agosto
ultimo, incluso remetto por copia a Vmc. a peti
uo do tenente reformado Joaquim Jose dos Santos
Araujo e auto de pergunlas feito ao mesmo, pa-
rante a thesouraria de fazenda desta proviucia.
Ao 2 promotor publico desta cidade.Em
ddditamento ao meu offlcio da 18 de agosto ulti-
mo, incluso rcmetto-lbe por copia a peticao do te
nente reformado Joaquim Jose dos Santos Araujo
e auto de pergunlas feito ao mesmo, perante a
tbesouraria de fazeuda.
Ao juu de direiio da comarca de Tacaradi.
lotorme Vmc. sobre o que repreisnta o inspector
da tbesouraria de fazenda, no oflicio junto por
copia, contra o supplenle do juiz municipal do
ienuo de Floresta, Jose Gou^alves Torres, pela
venda de estampilhade sellojidhesivo, sem licenca
daquella reparticao, e por urn valor raaior que o
devjdo. lgual ao promotor publico da mesma co-
marca.
3.' secgao.
Olficics:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
A vista do que expoe o engenneiro das obras mi-
lilares, era oflicio de i do corrente, sob n. 147,
mande V. S pagar a Bazilio Jose-da Bora, contra-
lante das obras do hospital railitar, constantes
de construccao de uma sala para autopsias, collo-
cacao de caixiihos nos xadrezes e concertos na
coberta do quarto do medico de dia, a importan-
ce equivaleute a 1- preslacao a que tern elle di-
reito segundo o respective contraio.
Ao mesmo.Para os Dus couvenientes, com-
;iluuico a V. S. que no 1" do corrente o juiz muni-
cipal e da orpbaos dotermo de Limoeiro entrou no
goso de uma li:enca de 20 dias, que Ihe foi conce-
Jida por portaria de 17 de a go* to ultimo.
ao mesrao.Logo que este receber, sirva-
^e V. S. de designar um empregado dessa tnesou
raria para faaer pane do conselho de compras do
.-irsenal de guerra, que se acha reuuido, em subs-
ntuicao do escripturario l-'rancisco de Salles
Andrade Luna, que por doente nao pode compa-
recer para tomar pane nos irabalbos do mesmo
conselho, contonue declara o/espectivo presidente
em uflicio desta data.
Ao mesmo.Providencie V. S. para que, sen-
Uo-lbe apresentado o comoelenle certiQcado, se
effectue aos empreiteiros da construccao do passa-
dico que liga o: bairros de Santo Antonio-e Boa-
Vista, Watson & Smith, o pagamento da 3' presta-
rao a que tem direito, em virtude da clausula ter-
ceira do respectivo contraio, visto acbar-se franco
ao publico o referido passadigo.
__ Ao inspector do thesouro provincial.Man
de Vmc em vista do incluso altestado, pagar ao
arremalante da obra da cadeia da villa de Flores,
:enente coronel Pedro Pessda de Siqueira Campos,
ou ao sen procurador, a importancia da 3" presla-
cao que lbe compete, por forca da condiQio 3' do
respectivo coutrato; cooforme declara o eogenhei-
ro cbefe da reparliga > das obras publicas, em of-
licio de honlem datado, sob n. 258.
__ Ao mesmo.- De conformidade com o dispos-
io no art. 13, da lei do orcamento vigente, recom-
mendo a Vmc. que mande pagar ao Dr. Manoel
de Figueirua Fana a quanlia de 1:385:000, cons-
lanle da inclnsa conta, provententa de impressoes
de regulamenlos provinciaes, fornecidos alem do
numero a que e obrigado pelo seu contraio, atim
de serem anuexadas a respecliva legislagao, cujos
volumes devem ser brochuradoi'.
Ao m-sino. -Conforme sUicitou o Dr. chefe
depolicia, em oflicio de hontem datado, sob n. 1,096,
recommendo a Vmc. que mande pagar ao dele-
eado do lermo de FloresU ou ao seu procurador
a quanlia de 22^800, despenlida nos mezes de
maio e junbo ultimos, com o sustenio dos presos
pobres da cadeia daquelle ler.uo, segundo se vt5
das contas juuias.
-i Ao me-mo. De coufortnidade com o dis-
po3to no art. 49 da lei do orcamento vigenie,
recommendo a V,ac., que por conta do credito de
i 000:000/;, mande entregar,iudependente de flan
i ao Bvd. prefeito do bospicio de Nossa Senbora
da' Penha, Fr. Venancio Maria de Ferrara, a
quanlia de 8:000^000, para ser applicada as obras
da colonia agiicola e industrial orphanologica lsa
5.* secgao.
(jfflcios: r
__Ao engenneiro chefe da repartic.ao das obras
publicas. Informe Vmc. se estao concluidos os
studos 6 orcamento do prolongamento da estrada
de Itapissuma a Nazareth.
Ao engenneiro Francisco Apoligonio Leal.
Em reaposta aj seu offlcio. de hoje, lenbo a de-
clarar-lbe que deverao comecar a accender-se os
lampe5es da praca do Conde d'Eu a 7 do cor-
feote*
BXPEDIENTK DO SBCBETABIO
1' secgao.
Offlcio:
Ao engenheiro das obras mililares.S. Exc.
oSr. presidente da provincia manda declarar a
V. S. que n?ta data se expedio ordem a thesou-
raria de fazenda, no sentido de ser paga a Bazilio
Jose da Hora, a primeira prestacao a que tem di-
reito na qualidade de contratante das obras que
Sn. 127.
2.* secgao
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.S. Exc. osr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., em
re.-posta ao seu offbio de honlem, sob n. 1,096,
que Desia data e autorisou o Inspector do the-
souro provincial a fazer pagar ao delegado do ler-
mo de Floresla ou ao seu procurador a importan-
cia despendida nos mezos da maio e junbo ulti-
mo-, com o sustsnto dos presos pobres da respecli-
va cadeia.
Ao juiz de direito da comarca de Ouncury,
-De ordem de S. Exc. o Sr. pre5ideate da provin-
cia incluso remetlo a V. S. as representacoes
do' bacharel Manoel Rolim e AJencar e Her-
culano de Luna Alencar, contra o 1 supplente do
juiz municicipal e de orpbaos desse termo, Ante-
tonio Leonel de Alencar; licando assim respondi-
do o offlcio de V. S, n. 106, de 16 de agosto ul-
timo. ... ,.
Ao commissario de pelicia do municipio de
Nazareth. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da prviocia, communico a V. S. que nesta data
mandou-se fcrnecer-lbe dous raacos de cartucbos
embalados, com espoletas em numero sufflciante.
7 5.' secgao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-De ordem do Exno. Sr. presiJento da
provincia, communico a VS., para seu conhe:i-
mento, que nesta data foi autorisado o inspector
do thesouro provincial a maDd^r pagar ao tooeute
corouel Pedro Pessoa de Siqueira Campos, contra-
tante da obra da cadeia da villa de Flores, a 3.'
prestacao a que tem direito era vista do re.-pecti-
vo contrato.
Ao mesrao.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda comraunicar a V. S., para sen, ea-
nheciraento, que nesta data foi autorisado o ins-
pector da thesouraria de fazenda a mandar pagar
aos empreiteiroj da construccao do passadico que
liga os bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, a 3."
prestacao a que teem direito.
Ao gerente interioo da companhia pernam-
bucana.De ordem deS. Exc. o Sr. presidente da
provincia, mande V. S. dar pissagem gratuita a
que o governo tem direiio, a re do vapor que se-
gue hoje para os portos do norte, ate Granja, ao
Dr. juiz de direito Alcibiades Dracon de Albu-
querque Lima e a sua senhora.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, mande V. S. dar passagem
gratuita a que o governo lem direito, a re do vapor
que segue hoje oara o norte, ate Granja, ao cida-
dao Julio Costa.
KXPEDIENTE DO DIA 9 DS SETEUUI10 DE 187*.
1.' seccuo.
Offlcios :
Ao inspector do arsenal de raannha. COBS-
tando, de communicacao da secretaria de estado
dos negocios da marinna, de 28 de agosto ultimo,
que na data anterior foi o 1.* tenente da armada,
Joao Candido Brasil noraeado para exercer o lu-
gar de director das construccoes navaes desse ar-
senal ; assim o declaro a V. S. para seu conheci-
menlo.
Ao capitao do porto. Declarando o Exm.
Sr. ministro dos negocios estrangeiros, em aviso
de 27 de agosto ultimo, ter sido naquella data
conflrmada a noraeagio de Cnarles Louis Philip
Roeck para vice-consul dos Estados Unidos da
America nesta capital ; assim o communico a V.
S. para seu conhecimento a direccao.
Ao director do arsenal de guerra. Trans-
mitto a Vmc, para os devidos effeitos, os djus in-
clusos coaheciment'>s de 33 volumes vindos da
corte no vapor Ceard, contendo fardaraento e
guarda-fechos.
Ao mesmo. Ao sargento da guarda local
do muDicipio de Bezerros, Francisco Xavier Pes-
tana, mande Vmc, de conformidade com as or-
dens anteriores, fornecer 18 pares de sapatos, 9
granadeiras de qualquer adarme, completas com
seus accessorios, e um majo de cartuchos emba-
lados, com espoletas era numero sulllciente.
Ao commandante do presidio de Fernando
do Noronha. Expeca V. S. suas ordens, allm de
que na primeira opportunidade seja transport \do
para esta capital Manoel Avelino da Canha Lima,
senlenciado pelo jury do termo de Garanhuns, e
em cumprimeoto de pena nesse presidio, conforme
solicita o Dr. chefa de pjlicia em offlcio n. 1,098,
de 5 do co rente, a cuja disposicio deve Hear.
Ao engenheiro das obras inilitares.--A' vista
dos papeis juntos, que me serao restituidos, apre-
senle Vme. o orcamento dadespeza a fazer-se com
o reparo dos telbados e outros pequenos concer-
tos no quartel da companhia de aprendizes artifi-
ces e offlcinas do arsenal de guerra.
2." secgao.
Actos :
0 presidente da provincia, a vista da pro-
posta do Dr. cnefe de policia, em offlcio n. 1,103,
de 5 do corrente, resolve demittir do cargo de 1.*
supplente do delegado do termo de Santo Antao,
ao capitao Luiz Felippe Cavalcante de Albuquer-
que.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. cbefe de policia, em offlcio
n. 1,103, de 5 do corrente, resolve nomear para o
cargo de 1. snpplente do delegado de policia do
termo de Sanlo Antao, ao cidadao Bento Leila Ca-
valcante Lios.
0 presidente da provincia resolve exonerar
do cargo de sargento da guarda local do munici-
pio de Itambe, a Elias Raptista da Silva Costa,
conforme solicltou era offlcio do If do corrente
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.Teudo nesta data
mandado pagar a importancia das passagens con-
cedidas n >.* vapores da companhia bahiaua, na
conformidade da conta remeltida pelo Exm.
presidente das Alagoas, em offlcio de S de agosto
ultimo, a que so referio a sua iofurmacao datada
de 19 do mesmo mez, sob n. l,03i, recoramendo-
Itie que expeca as necessarias ordens aos delega-
dos de policia, afim de que nao dtiam passagem
as mulheres que acompaDharem as pracas, pois a
provincia nao ccntinuara a pagar a despeza com
taes passagens.
Ao mesmo.Constando de aviso do minis-
lerio dos negocios estrangeiros, de 27 de agosto
proximo liudo, que naquella data foi confinnada a
nomeacio de Charles Louis Philip Roeck para
vice consul dos Estados-Unidos da America nesta
capitjl ; a'sira c communico a V. S. para seu co-
nhecimento.
Ao juiz de direito da comarca de Villa Bella.
Acbando-se vagos os offlcios de 2.* tabelliao do
publico, judicial enotas, escrivao do civel a mais
annexos, escrivao privativo do jury e execucSes
criminaes do termo de Triumpho ; expeca vmc.
as necessanas ordens, afim de serem poslos em
concurso.
Ao juiz da direito da comarca de Tacaratu.
Inteirado d) que ma comraunica Vmc. em sen
efficio de 25 de agosto ultimo, relativamente a
fuga do sentenciado Faustino Jose da Silva, cuja
prisao recommendo Ihe ; tenho a dizer-lhe que
em fdro coramum devem s:r processadas as pra-
Cas que para elle concorreram, como por Vmc. ja
foi decidido. Quanto ao sargento commandante
do destacamento do corpo de policia, existente
nessa villa, ordenei nesta data ao respectivo com-
mandante que o flzesse snbstituir por outro mais
zeloso e disciplinsdo.
Ao commandante do corpo de policia.Ao
sargento da guarda local do municipio de Bezer-
ros, Francisco Xavier Pestana, mande Vmc. for-
necer fardaraento, ex:epto oalgado a gravata, para
novo pracas, correspoodente a um anno, de cou-
forraidade coin a respecliva tabella.
Ao mesmo.Expeca Vmc. was ordens, afim
de qua, sem perda do tempo, saja subitiluido p >r
outro mais zaloso e discq)linado, o sargento desse
corpo de noraa Olyrapio, que coramanda o de=ta-
cjmento existente na villa de Floresta.
Ao mesmo. Mande Van. reolner a esta ci-
dade os destacamenlos desse corpo, existeutes oa
villa de Itambe e nos povoalos de Cruaugy e Tira-
bauba. .
Ao commissario de policia do municipio de
Nazareth.Em respjsta ao offlcio de Vmc, de 2
do corrente, consultando qual deve ser o uaifor-
liie dos commissarios da policia, t;nho a dizer-lhe
que, nao determinando o respectivo ragulamento
cousa algumaa respeito, podem usar de sobre-ca-
saca militar de panoo azul.
3." secgao
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Expeca V. S. as suas ordem, atim da que seja
adiantada ao almoxaru'e do hospital militar a
quautia da 2:OJ0*. Constanta do inoioio pedido,
para occorrer no corrente mez as despezas com as
compras de generos aliraenticios lestinados as
dietas dos doentes e racoes dos erapregados, na
conformidade do qua solicilou o Exm. brigadeiro
commandante das annas em offlcio de o do cor-
rente, sob n. 677.
Ao mesrao. Remetto a V. S os inclusos
prets para que mande pagar ao capitao Antonio
Jose Goncalves Pires Ferreira ou ao seu procura-
dor, os veacimeolos das pracas da guarda national
dasiacadas durante o tempo decorrido de 23 de
julno a 24 de agosto ultimos, na comarca de Pa-
nellas, na conformidade do que sblicitou o respec-
tivo commandante superior, em offlcio datado da
25 de agosto proximo liado.
Ao mesmo. Declaro a V. S., para seu co
nhecimento, que, segundo consta de communica-
cao da secretaaia de estado dos negocios da mari-
nha, foi na data de 27 de agosto proximo liudo,
mandado o 1.* tenente da armada, Joao Candido
Brasil, para exercer o lugar de director das cons-
truccoes navaes no arsenal de marinha desta pro-
vincia.
Ao mesrao. Constando da aviso do minis-
lerio dos negocios estrangeiros, de 27 de agosto ul-
timo, que naquella data foi conQrmada a nomeacao
de Charles Louis Philip Roeck para vice-consul
dos Estados Unidos da America, nesta capital ; as-
sim o comumniC3 a V. S. para seu conhecimento
e afim de o fazer conslar ao inspector da alfau-
dega.
Ao mesmo. Para os fins convenien'.es com-
munico a V. S. que, em 26 de agosto ultimo, o
bacbarel Graciliano Augusto Ce.-ar Wanderley to-
mou posse do cargo de promrtor publico da co-
marca de Bom Conselh), para onda fora removido
dade Flores, por portaiia da 3 do mencionado
mez.
-.- Ao BMsmo. P*ra o fins convenient** com -
muaico a V. S. qua o joiz municipal e de oi phaos
do termo da Boa Vista, bacbarel Francisco Santia-
go Accioli Lins, tendo sido despronunciado pelo
tribunal da relacao deste districlo, snramario que
Ine foi instaurado por crime de responsabilidade,
reassumio o exercicio de sen cargo em 20 de agos-
to ultimo, conforme participou na mesma data.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar ao padre
Gallindo Firmo da Silveira Cavalcante, vigario col
(ado da freguezia de S. Caetano da Raposa, ou a
seu procurador a importancia de sua congrua,
correspondente ao tempo decorrido de 1 de outu-
bro de 1873 a 30 de junho do corrente anuo, na
conformidade do attestado Incluso.
ao mesmo. Mande V. S. pagar ao vigario
encoraiuendado da freguezia da Panellas de Miran-
da, padre Antonio M*laquias Ramos de Vascon
cellos, a importancia de sua congrua relativa ao
tempo decorrido de 1 de outubro de 1873 a 27 de
abril do corrente anno, na conformidade dos atte3-
tados que incluso remetto.
ao mesmo. Queira V. S. informar sobre
a materia contida no aviso do minisierio do irnpe-
rio, de 22 de agosto proximo passado, sob n. 8,082
junto por copia, afim de ser cumprido o que exi-
ge o mesmo minisierio.
Ao mesmo. Remetto a V. S., para os fins
convenientes, 5 ordens, sendo 2 do thesouro na-
cional, sob ns. 142 e 143, 1 da guerra, datada de
25 de agosto ultimo, e bem assim 2 em duplicata,
da reparticao do ajudaule geutral, ns. 1,069 e
1,070.
Ao inspector do thesouro provincial. Man-
de Vmc. pagar a Joao Domiogos Gomes, a quautia
de 8730, importancia do fornecimenlo d'agua e
luz feito ao quartel do destacamento existente em
Iguarassd. segundo pede o Dr. chefe de policia em
offlcio datado de 5 do corrente, sob n. 1,1' 1.
Aj mesmo. Mande Vmc pagar ao aganie,
nesta cidade, da companhia bahiaua de navegacao
a vapor, a quanlia do 1275, consume da inclusa
conta documentada, proveniente de passagens da
das nos vapores daquella companhia e por conta
desta provincia, a pracas de policia e suas mulhe-
res que vieram da provincia de Alagoas, manda
das pelo delegado de Tacaratu, na conformidade
do que solicilou o Exm. presidente daquella pro-
vincia em offlcio de 5 de agosto ultimo.
Ao mesmo. Ao sargento da guarda local
do municipio de Bezerros, Francisco Xivier Pes-
tana, mande Vmc fornecer os livros de que trata
o art. 43 do respectivo regulamento, e bem assim
os raodel03 necessario3 para a competence escrip-
taraeao.
Ao mesmo. -Para os lins convenientes com-
munico a Vmc que, segundo consta da offlcio do
commissario Ai p licia do municipio. de Itambe, de
3 do corrente, ja se acham alistados na respecliva
guarda 17 pracas inclusive o sargento e o com-
missario.
Ao mesmo. Para os fins convenientes com-
munico a Vmc que, em i do corrente, o tenente
Jose Carlos Vital assumio o exercicio do cargo da
commissario de policia do municipio de Bezerros,
para onda fora removido de Pau d'Alho por porta-
ria de 10 do mencionado mez.
Ao mesmo. Expeca Vm;. suas ordens afim
de que com urgencia seja elTectuado o pagamento
do soldo das pracas da guarda local do municipio
de Ipojuca, e dos vencimeutos do respectivo com-
missario, correspondentes ao praio decorrido de
11 a 31 do mez de agosto Undo.
Ao mesmo. Mande Vmc. pagar ao sargen-
to Firmiuo Venancio da Araujo, a vista da inclusa
folha, a importancia de 12 ;200 relativa ao form
c:mento d'agua e !uz feito duraulc os mezes de ju
luo e agosto ultimos, ao quartel do dtMacauieuto
da guarda nacional de Pan d'Alho, segundo solici-
lou o respectivo commandante superior era offlcio
datado de 5 do correnie.
Ao mesmo. Para os fins convenientes re-
metto, incluso por copia, a Vmc, o offlcio do com-
missario de policia do municipio de Taquaretinga.
EXPEDIENTS DO SECBBTABIO.
I.* secgao.
Oflicio :
Ao Exm. brigadeiro commandanta das annas.
De ordem de S.-Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia communico a V. Exc. que por offlcio desta
data expedio-se ordem a thesouraria de fazenda no
sentido de ser adiantada ao almoxarife do hospital
militar a importancia de 2:0008 para occorrer, no
corrente mez, as despetas com as compras de ge-
neros alimenticios deitinados as dietas dos doentes
e racoes dos erapregados, segundo V, Exc. solioi- /
ton em sen offlcio de 5 do corrent.e, sob n* 677.
2.* seccao.
Offl
Aflt Dr. chefe de policia. S. Exc. o Sr. pre
sidente.4a provincia maud* declarar a V. S. que,
nesta data, se providenciou no sentido da regres-
sar do presidio de Fernando da Norouha o seuten-
ciado Mauoel Aulonio Ja Cuuha, c raforrae solici-
lou V. a. em seu offlcio n. 1,090, de 5 do cor-
rente.
Ao mesrao. Da ordem do S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S. qua nes-
ta data expedio se a necessaria ordem ao thesou-
ro provincial mandando pagar a Joao Domingos
Gomes, a quantia de 83730, importancia do forne-
cimenlo d'agua e luz feito ao quartet do destaca
manto existente em Iguarassd. segundo V. S. so-
licilou em seu otlkio de 5 do corrente, sob n.
1,101.
Ao juiz da direito da 1" vara desta cidade.
De oraem de S. Exc. o Sr. presideate da provincia
incluso remetto a V. S. as guias dos seis seuten
ciados parteocentesao termo de Santo Antao e re-
colhid s a casi do *delencao desti cilade, confor-
me foram por V. S. solicitadas em seus offlcios do
25 de maio e I de setemoro do corrente anno.
Ao coramaudante superior da guarda nacio-
nal do muoic'pio de Pau d'Alho. Da ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia communico
a V. S. que p >r offl:o desta data expedio-se a ne-
cessaria ordem ao thesouro provincial afim de que
saja paga a importancia do fjrasciraento d'agua e
luz foilo ao quartel do destacamento existente nes-
sa villa, duraute os mezes de julho e agosto ulti
inos, na conformidade do que solicilou V. S. em
seu offlcio datado de 5 do corrente.
Ao comraand-nle superior da guarda nacio-
nal do municipio de Panellas. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia communico a
V. S. que nesta data expedio-se a necessaria ordom
a thesouraria de fazen Ja. afim do ser paga a ira-
p runcia dos venciraentos das pracas da giarda
nacional destacadas durante o tempo decorrido
de 23 da julho a 24 da agosto ultimos, na comar-
ca de Panellas, sagundo solicilou V. S. em seu offl
cio datado de 25 de agosto undo.
Ao juiz municipal e do orpbaos do termo da
Boa Vista. 0 Ezra. Sr. presidents da provincia
manda accusar o ree. binient> do offlcio da V. S.
de 20 de agosto ultimo, communicando que, em
razao de ter sido despronunciado pe.o tribunal da
relacao, na denuncia qua lbe foi inslairada por
crime da responsabililade, assumira naquella da-
ta o exercicio de seu cargo.
Ao commissario de policia do municipio de
Bezerros. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, communico a V. S. que nesta datase
lbe mandou fornecer : pelo arsenal de guerra, 18
pares de sapalus, 9 granadeiras e 1 maco le car-
tucbos com espoletas ; pelo corpo de policia, far-
damento para um anno, c, llnalmenle, pelo the-
souro provincial oi livros necessarios para a es-
enpturacao.
Ao mesmo. OExm. Sr. presidente da pro-
vim "via accusar o recebimento d > offlcio de
V.; -Jo corrente, commuaicand j haver na
OMt .. *U4MamMo o exercicio do cargo de com-
missario di policia desse municipio.
Ao commissario da policia do municipio de
[pojuca. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda comraunicar a V. S. que per offlcio desta
data dirigido ao thesouro provincial, expedio se a
necessaria ordem afim de que seia elTectuado com
urgencia o pagamento dos prel e folhas dessa guar-
dt local, correspondent ao prazo decorrido de )1
a 31 Jo mez de ago?to findo, segnndo solicitou V.
S. em seu offlcio datado da 4 do corrente.
TELEGRAMMAS
AGESCIA II WAS BEVTEB
RIO DE JANEIRO, 21 de dezembro.
Cambio sobre Iiondres 8 3/8 a
id 1/9 a. particular.
REVISTA DIARIA.
0ESPACHOS DA PBES1DK.NCIA, DO DIA 19 DE DEZKMBtlO
DE 1874
Abaixo assignados, immigrantes vindos dosul.
No contrato autorisado pelo dacrelo n 5,663 de
17 de jur.ho do corrente anno uao ha clausula que
conceda passagem aos supplicautes. As obriga-
c5es eslabelecidas pela clausula 7* ja foram cara-
pridas pelo governo ; por isso indehro o que re-
querera.
Antonio Victoriano de Almeida Andrade.Da-
ferido, quaulo ao ordenado somente, com offlcio
desta data ao inspector do thesouro provincial.
Autonio Francisco Lumachi de Mello Cavalcan-
te.Informe o Sr. director do arsenal de guerra.
Alexandre Hypolito Vercoza. -Informe o Sr. ius
pector do thesouro provincial, declarando se ha
vago algum lugar de escrivao de collectoria.
Candido Jose Alves Ccutinbo Nao pode ter lu-
gar a entrega dos papeis que requer o supphcan-
le, por terem sido rcmellidos ao Dr. chefe de poli-
cia.
David Pereira Bartosa.Indeferido.
Francisco Antonio da Rosa e Joaquim Mauricio
Goucalves Rosa.Satisfacam os snpplicantes o que
uxiga a lei.
Bacharel Francisco Manoel Wanderley Lins.
Remettido ao inspector da thesouraria de fazenda
para providenciar a respeito do que requer o sup-
phcante.
Francisco Mtnoel Bezerra de Vasconcellos.
Passe portaria concedendo 30 dias de licenca, com
ordenado.
Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos.
informe o Sr. inspector do thesouro provincial.
Joao Coneia da Silva.Indeferido.
Jose Lopes Macbado. Agnarie o supplicante
0 eralito que nesta data solicitou-se do governo
geral.
Joaquim Manoel de Oliveira.Defendo com o
offlcio, dirigido nesta data ao Sr. inspector do ar-
senal de marinha.
Manoel Affooso Rigueira. -Indeferido.
Bacbarel Manoel Barbosa de Arauio.Remettido
ao Dr. chefe de policia para tomar em considera-
cao o que requer o supplicanlo.
RtrpactscJlo da policia.
t." seccao__Secretaria de policia do Pernambuco.
21 de dezembro de 1874.
N. 1513.Illm. e Exm. Sr.-ParUcipo a V. Exc.
qua fora i) recolhidos a casa de detencao 03 indi
viduos seguintes:
No dia 19 do corrente, a rainha ordem, Luiz,
escravo de Manoel de Fraga, e Ju'tino, escravo
de Antonio Coelho de Lima, por aodarera fogidos.
A" ordem do juiz de paz da S. Jose, Manoel Ra-
pozo dos Santos, por falta de curaprimenlo de de-
posilo. .
A" ordem do Dr. delegado de policia da capital,
Antonio Muniz Tavarcs e Guilhermino Pereira de
Abn'u, nor difturhios.
A'ordeoi do uJ*W*f* Barbait, a.requisicao do consul ilaliano, Rprmana,
escrava de Azevedo & Carvalho, a requenmeuio
do depositario. ,...,
A' ordem do de Santo Antonio, Felicdade, es-
crava de Jose Marques Vianna, a requerimento do
No dia 20, a ordem do subdelegado de Belera,
Jose, escravo de Fraga & Rocha, por embria-
guez. _
Deus guarde a V. ExcDim. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
lidente da provincia. -0 chefe de policia, Antonio
Francisco Correa de Araujo,
Movlmentosedicioso.-Communicacoes
offlciaes da villa de Bontito dizem que um grupo
de sediciosos invadio. no dia 19 do corrente, a fei
ra, incitando o povo a nao pagar oi impost-.s,
a quebrar pesos e medidas e a queimar os archi-
vos. 0 delegado de policia o Sr. Odilon Austri-
cliano Brayner, prevenido a tempo da invasao,
distribuio a forca de que dispunha (32 Dracas) na
guarnicao das collectorias provincial e geral, cara
da camara e cadea, e tentou por raeios suasorios
irapedir que os sediciosos realisassem seus inten-
tos, o que a pnncipio pareceu obter. Mais tarde,
porem, as 3 boras da tarde, o povo da feira, in-
sufladj por diversos araotinadores, que entio che-
garam, aiacou a collectoria provincial, pretenden-
do ahi inutilisar o archivo, no que foi repellido pela
forca existente, travando-se luta renhida, da qual
resultou fharera tres mortos e cinco feridos dos
sediciosjs, e 3 f ridos levemente da forca publica,
sendo que um dos araotinadores raorreu dentro
da reparticao atrawssado por um sabre. Em se
guida a isso, o grupo abandonou a villa, promet
tendo voltar em outra occasiao
0 que ha de mais notavel nessa occurrencia e
que quem commandava o grupo era um capitao
da guarda nacional do municipio, que foi um dos
raortos oa luta. Esse offl:ial era de ideas libe
.-aes muito conhecilas e influencia politics no
Bonito.
De diversas pesquizas a que procedeu a autori-
dade, eonheceu-se nao ser estrauha a opposicao a
esse movimento, ja por declarac5es de diversas
pessoas que foram convidadas a tomar parte nelle,
ja por qua homens iraportantes do partido libe-
ral insullavam abertamente o povo a sedicao.
0 procedimento do delegado de policia e, sem
dnvida alguraa, digno de encomios. Tivessem as
autoridades de oulras comarcas assim procedido,
que ja nao haveria a lamentar-se factos seme-
Ihantes.
No dia 16 do corrente tambem foi invadida a
villa do Bora Conselho, por um grupo nnmeroso,
o qual nada praiicou, devido a intervencao beno-
lica do Rvm. missionario capuchioho Fr. Jose de
Balonha, director do collegio ahi exiiteate.
Hontem a noita chegaram communicacoes
offlciaes da comarca de Garanhuns, das quae<
consta que, no dia 19 do corrente, depois de duas
horas da tarde, um grupo de passoas daquelle
termo assaltou a feira, quebrando os pesos a me-
didas, destruindo as barracas e roubando as mer-
cadorias expostas a venda, d spersando se em se-
guida a esforcos do delegado e de aiguns cida-
daos. Dos amoliuadores, porem, destaeou-se uma
boa parte qua foi atacar a casa do capitao Pedro
do Reg) Chaves, onde achavam se guardados ai-
guns pesos e medidas, e invadindo a pelas portas
e janellas, iam praticar toda a sorte de vaodalis
mo, quandj se apresentou a forca do destacamen-
to, coramandada pelo tenente da policia Manoel
Candido de Albuquerque, delegado do termo. Tra-
vou-se entao luta terrivel, licando no campo mor-
tos quitro sediciosos, sendo ura defies o chefa Vic-
torino Reinaldo de Freitas, e feridos graveraente
oito, e da forga publica rcorlo ura soldado, e ferido
na omoplata direiti o tenente Manoel Candido de
Albuquerque. Esse dislincto offlcial de policia
bateu se com uma .bravura sera igual em defeza
da causa da ordem, e so deixou o seu posto quan-
do foram inteiramenle dispersados os sediciosos.
Praza aos Ceos que se restabeleca era breve dos
ferimentos qua recebeo, para que possa continuar
a prestarservifos tao relevanies.
Devem seguir hoje para Garanhuns vinte e era
co pracs do corpo de policia, alim de auxiliarem
a forca que se acha alii ; e e de esperar que com
as providencias tomadas seia restabelacida breve-
mentea ordem publica naquella comarca.
Na feira da villa da Cimbres, do dia 16 do
corrente, o povo que aflluio recusavase pagar os
tmpostos, aceitar os pesos e medidas decimaes, a
pretendiam queimar os arcbivos, no que foi obs-
tado pelas autoridades loeaes e algumas pessoas
gradas que de boa vontade a isso sa prestarara,
dissolvendose os amotinidos. A' frente desse
grupo achavam-se os majores Pantaleio de Si
queira Cavalcante e Eraygdio Camello Pessoa de
Siqueira Cavalcante e Antonio Pessoa de Siqueira
Cavalcante. .
Tambem chegam notices da povoacao de
Capoeiras, na comarca de Palmares, onde os fei-
rantes pretendiam recusar-se a pagar os lmpostoi.
Achando-se abi presente o Sr. tenente-coronel com-
mandante do corpo de policia, fez ler a lei do orca-
mento municipal e mandou is cobradores proce-
derem ao recebimento dos irapostos. Apparecao[
do ainda aiguns exitantes, o Sr. tenente coronel
Carueiro fez postar a forca era posijao da emrar
em accao, o que acabou de resolve todas as duvi-
das. cobraodose integralmente os impo-tos de-
vidos. j.
Ainda a noite vieram communicacoes oa
comarca da Victoria, que dizem ter um grupo de
30 individuos, arraados de pistolas e facas, assai
tado a feira do povoado da Cha-Grande, perten-
canie ao 3- districlo, onde quebrarara pesos c me-
didas, pmdi-se depois em fuga.
Providencias.-rS. Exc. o Sr. commenda-
dor presidente da provincia, fez seguir para Bonito
uma forca de 25 pracas, tendo a sua frente o Sr.
tenente coronel-commandante do corpo de policia,
e uroa outra para Bom Conselho.
Crime rte moeiia falsaForam con-
derauados pelo Sr. Dr. juiz de direito do 4 dis-
triclo criminal da comarca do Recife : Jacop te
Kock, Daniel Tavares Coelho e Joao Evangelista
Gomes de Castro, a 16 annos de gales para o pre-
sidio de Fernando de Noronha, multa correspoo-
dente a melade desse temp) e perda do objecios
apprehendidos, grao raaximo do art. 174 do _codi-
go criminal corabinado com o art. 9* da lei de J
de outubro de 1833. Foram tambem condemna-
don : Luiz e Olympio, escravos de Joaquim Jose
d* Causa, a 2ann..se 6 mezes de gal6s para o
presidio de Faruando n mnlla correspondente a
metade desse tempo, grao niedio do art. 175 do
codigo criminal, combinado com a citada lot de d
de outnbro de 1833. _
Propasadora da laatruccao Pu-
blica. -Essa associacao reunir-se-ha hoje, as 6
e mela horas da tarde, na rua da Aurora n. 65,
afim de tratar-Be da conclnsSo da reforraa dos es-
tatutos.
Duarte Cofelho. As Exmas. senhoras e
senhores convidados para servirem de paranym-
phos as imagens da capella da povoacao de, Dnar-
te Coelho, da cidade de Olinda, a bentao das
cerara, no caso de quererem ainda cim
rer com algum donativo, dignem- em carta fechada, ate labbado, 26 deste mez, coca
direccao ao Sr. Jovmiano Mania, ao Vara4oaro,
cerios de que semelhantes donativot serio
cados ao saldo qua se deve, proveniente m(
za feita com os concertos realisados naqaella
ma capella.
i.oicria. A que se a:ha a vaoda e a It9*.
x beneficio da Santa Cam de Miiericordia, a qual
?e extrabira hoje.
Loleria do Rio de Janriro. Por
telegramma recebido hontem consta qae dvr
correr hoje alii a loleria 211.
i-eiloeo.Aminha, 14, effectua c agent* Pla-
to o leilao de moveis, louca e crystaes, da casa em
que residio o Sr. cumraendad r A itomo da Costa
Correia Leite, a rua da Imperatriz n. Ul'aa-
dar.
Casa de detenrao. Movimento casa da
de det-ncao do dia 2o de dezembro de 1874 :
Existiam presos 321, entrou I, sahiram 9.
existem 314.
A saber :
Nacionaes 240, mulheres 9, estrangeiros 24, e
cravos 38, escravas 3. -Total 314.
Alimeotados a custa An cofres publicos 963.
A saber .
Saos 247, enfermos 16.ToUl 263.
Movimento da enferraaria do dia 20 da deaea-
bro de 1874:
Teve alia :
Captulino Bezerra Leite.
Hospital Portniun. Movimento da
enfermarias na semana de 13 a 19 de cezembro'd*
1874.
Existiam 28, entraram 3 Total 33
Sahiram curados 5, existem 28 Total 33.
Entrou de semaoa o Sr. mordomo Joaquim Doar
te Simdes.
Hospital Pedro II. -0 movimento datV
estabelecimento, do dia 14 ao dia 20 de dezembr
foi o segninte :
Existiam 405, entraram 46, sahiram 31, faJJe
ceram 11, existem 409, sendo :
Homens 251 e mulheres 154.
Adttrtenria.
Foram visitadas as enfermarias nestet dias :
As 7, 6, 6 1|2, 6 1|2, 6, 6, 6, pelo Dr. Ra-
mos ; as 7 1|2. 7 1|2. 7 1(2, 7 i|2, 8, 8, pelo Dr
Pereira da Silva; as 11, 9, 7, 7, 9, pelo Dr. Ma
laquias; as 9 i|4, 10, 9 l|2, 9, 9 Irt, pelo Dr.
Murillo Vianna.
Failecidos.
Felippe ; variolas eonfluentes.
Damiao Jacques Paolo ; febre typhoide.
variolas cca
Alexandrino Alves de Sam'Anna ; hepatite ehro-
nica.
Maria Francises do Nascimento
fluentes.
Maria; tuberculospnlmonarts.
Manoel ; variolas confluente-.
Rita Maria da Conceicao : aroolleeimf-nto cerebral.
Claudina Candida Silveira ; loberculos palmooare*
Miluino ; hypoemia.
Joao Bapiista de Souza : tnbercalos pnlmoaars-
Jose Francisco dos Santo*; teiau i iracmauco.
Passaselros. Sahtdos para os portos d i
norte no vapor nacional Parana :
Dr. H. Luiz Vieira da Costa Delgado Perditio.
Henry Cao, Samuel Coblent, Antonio \ugu-io na-
drigues Sette Junior e seu irmao offlcial da fasen-
da Erne-to J .se de Souza Leal, Joao J-i-e da Silva.
conego Ei rim no de Mello Azevedo Hjtchenson, J
M. Graf, Jose A. Barbosa Junior, Juaqoim Jose I',
beiro, fiel do offhial de fazenda, Antmio Jose Lo-
pes, Carlos Estaves Alves, Candido Vapor.
Chegadoi do Porto na bare* portugoeu
Aynia :
Joaquim Bernardes de Souza.
Sahido para Lisboa na barca portogaeza
A lexandre Hercnlano :
Antonio Jose Dias da Silva.
iVatw enlrado no dia *.
Porto 27 dias, barca brisileira Aquia, de M7
lonnladas, capitto Franci equipagem 13, carga varios generis ; a Loyo A
Filho
Cemiterlo publico. Obitn.ino do dia 19
de dezembro:
Jose Pedro de Sant'Anna, preto. ignora-se a aa-
turalidade, 45 annos, vinvo, Grav-a, eoastipi-
cao.
Tito Braz Cordeiro, branco, Babia, 53 annos, sol-
teiro, Boa-Vista ; elepbaouase.
Felisraina, branca, Parahyba, 2 anno*, S. Jose,
vavula hemorrhagias gregas.
Joio Bapiista da Sonza pardo, Pernambuco, 27
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Palro II, talter-
culos pulmonares.
Enedina Brazelioa Bastos, 23 annos, soiteira
Boa-Vista ; tuberculos pulmonares.
Maria, branca, Pernambuco, 34 dias, Santo An-
tonio ; coqneluche.
Joio Victor Ferreira, branco, Pernambuco, W
annos, solteiro, Boa-Vista ; congestio cerebral.
Dia 20 -
Arthur, branco, Pernambuco, 21 mezes, S. Jose.
vermes, inteslioacs.
Major Antonio da Silva Guimao, branco, Per-
nainuuco, 70 annos, casado, S. Jose tneoiage ease-
pbelite conservativa.
Manoel, branco, Pernambuco, San o Antonio a I
nascer.
Joaquim Nones de Castro, preto, Africa, 86 an-
nos, solteiro, Boa-Vista; velluce.
Theodora Maria ua Solidade, parda, Pernaasta-
co, 49 annos, soiteira, Santo Antonio ; affaccio do
coracao
Jose Francisco dos Santos, pardo, Peroamnoco.
25 annos. solleiro, Boa-Vista, hosjaul Pedro II
lelano traumatico.
PARTE POLITICA
PARTIDO COWBHVIMM
RECIFE, 22 DE DEZEMBRO DE 1874.
Qs prociaci'iNH nao lem idea* a.ssenudas soar
as questOes mais imporlantes que sa venlilaa r<
A conlradiccio, o sophisms e o qoe ciraciarisa
esses escnptores que, segnndo a conveaaaeia;
pessoaes, suslentam hoje o que hontem era, para
elles um crro, e eombatem hoje o que h ntea ara
para elles, a verdade.
No meio dessas varied?des ha ooiformi*aaaae
vistas sobre um ponto unico, que e o granda de*
deratum dos prorincianos ; esse ponto Hxo, aaa
finneza de villas no meio da T'rsatUidadeB
distingue e o assalto ao poder, as p.5es omeaes
ainda por meio da caudilhsgera jesaiUca.
E;sa e a verdade. ^m
.Nos timpesiuosos tempos dos Smarts nm cert
vigario teve a habilidade de coaservsr sua H*
nos dorainios de Cartes t, jjgyl. CaHaa H.a
Jacqaas II: ecomo essa natahdade de
fosse moiejada em uma
jario disse-lhes :
Enganam se; nao sonversaUl; nuacai
pois que sem pre quiz ser o vigirii de Bray.
Esle vigario, com os proviaciaaoi, irnton ai
ponto objective, e o siguio, erabora modasse de -
rainhos e de amigos muitas vezes.
Este apirito de versatilidade e coat
ainda mais notavel no qne diz respeito
reaniao de amigos, ovi-

2-s&J^JSrL*iZ- TE*> -J' *
I to, em *) do correnie a tarde, qua
r
.
^

.>.'
lUGivn
'
aaai


:
Diario cfe Pernambueo Ter Cada prooinciano tem uma idea, urn mode de
revolver o confl'cto lao imprudenteraenle proveca-
do pelo joveo D. Vital, quando no governo da
diocese. _^
E se d5o vejamos.
No estado actual das cousas e preeiso conhecer
a todos; a vida ddAoraem publico nae lheperteo.ee,
e o pair tern o direito de saber qual a opiniao dos
que pretendera llio governar e ainda mais que
isso, se arvora'U em chafes* directores politicos
sem saber-se o que querem *-o quo-prelondem.
Mascaras abaixo I
Quern quizer sejajesuita, liberal, conser/ador,
absolutista; mas nao se queira illudir o paiz.
Nao ha politica mats d.iestavel o prejudicial aos
grandes interests da itt^ao do quo ersa raystilica-
cao conlinuada de ideas !
Urn je^uita, urn abaolntista, um bomem qtte nao
sr.be respeitar os direitos dos outre*, nao se pode
chamar liberal.
Entretaoto m provincianot, que siiotudo isso e
mais alguma cousa, dizem :
Nos somos pela liberdade, somos os coatinua-
d.ires dospatr.utas de 1817.
0 Iiberausmo de l8.1,pracutcianos. pugna-a pe-
la grande causa de emaneipacao .1 > Brasil; forma
va-se hos ergastulos e prisSes, era uma verdadei
ra religiao politica, e a esses pairiotas devemos
bojo a sabia e liberal constiiaicao que todos os bra-
sileiros sinceros admiram.
Em nome de que principios, era nome de que
ideas pretendeis usurpar glorias que nao vos per-
teocem ?
^ Nao dusestes aiuda ha pouco que essa constilui-
Cao, que nos cnstoa tsoto sangne, era uma lei ca-
duca?
Voltemos ao n isso poato do parluia, o vejamos
quaes as id6*s religions do- mais di.-tin.ctos libe-
raes da Prooincia.
0 presidenle do JJfectori i provinciano foi sem
pre coubacido como utaaejoutauu ntattP adian-
tado.
E' assim que elle nao qaar a separacap da igre
ja do estado, nio quer o easamenio civil e reco-
Dheca o syllabus wmu u:n facho da razao que
guia a humani lade uu ocean > ae duvidas, e paili-
dioda liberdade.
Aiu 11111:11.'.
O chefe liberal a quem bos refer imos, e parti-
dario decidido das doairiois polilicas do padre
Ventura, de S TUomaz o ao J.'cino T.-iparolli; es-
tas idem nao sio certametrto trjfessadas par to-
d) os prociocitiHOi e d poi i-so que nao cansa-
nns nunca de dizer que s~u lusiuceros e pouco
leaes em suas ai-gumcui.trij>-s.
E' as.-i,a que lia prucincianos que abrac.tm as
impias doutrioas Ue Reuwi e oulros escrijitores
Ha otitros que tern mudado de i leas seguudo as
esiacoes.
Ora sao infallibilistas njtaveis, j.isuitas, ultra-
motitaaos; ota sao Fabios rusticos, e depuis volta n
aos antigns -irraiaes.
E' certo, portm, que nio honve essas precau-
coes, pois que ha poueos jiava que, teudo de esgotar e encanamcato. pre -
venia aos moradore- ae cert is e determiuad.tj
ruas que sc preveBissem d'aguatist; conu snran-
te tantas boras do dia deixaria de liave-la' uaquel-
las parragens.....
Temos poruuto a compaabia com dona encana-
mentos, o segundo dos quaes, assentado ha dous
annnse de curta altura em diao'.e com diminuii-ao
sensivelde diametro (segundo dos informamj e
communieando com o primeiro log) depots do po-
voado do Monlein, para augrneutar-lhe a carga oa
pressio d'agua.
Com ambos os encaoamento*, dizo nobf9 enge
nheiro da companhia, que ella p6Je fornecer quia-
ze litroa por habilante : outros, porem, coolestam
essa possibilidade ; e, julgaudo-so bem inforraa-
dos, alllrmam que o r9servaiorio do Praia e seus
lous canaes nSo podem dar mais de dez iitros
d'agua diarios para cada liabitaote.
Como adiante veremos, parece nos que s coin-
panhia mesmo nio sab? exactamante o que pos-
sue e o de que pode dispAr. Por conseguinte nao
admira que nos que nao somos engenu'ciro e que
temos vivido inteiramente fora do conltecimento
dos recursos da companhia,
verar.
Compulsaremos os seua relatorios,
les 6 que ha de s hir a verdade.
Como, porern nao estamos tolhidos de obervar
algnmas consideracoes a seu respeito.
Tudos nos estaremos lerubradus que durante o
rorai do amo passado chuveu constanteraente.
(Por infelicidade. na nussa reparlicao deaiiJe pu-
bhca nao temos um baromeiro, quanta mais um
pluviometro para avaliarmos a quantidade de
chuva cahida durante esses comprid> meaes. Ain-
da entre nos se nao da apregoa as hservagoes meie-
orologicas nem a muitas outras especulagoes-sclen-
lificas).
DesJc o principio deste auno que chove sempre
p em alguns dias com muita abundancia. Ate no
dia 8 de setembro copiosas chuvas cahirara toda
manha eainda as duas horas da tarde chuvja a
nada possamos as-e-
porque del
Em ISj'J um dos relactore^ da Prorincia es-l
Creria em uma dediiatona a S. 3i. o lmperador o
seguintc :
Of-gtnismt eampea i entifto semitdario,
ondt a relifia i nao d senhora, onde na* e raiuha,
nSoexisle, diz o padre Ventura; e o p guusmo
ciassico 6 o mats temivd usurp'dor.
Mil dtchnn-ir-me je-uiUi. ullramontano, rrfor
madcr ; hSo derirseos eepirUot fortes.
Miis. en dirci, quekn mu-lu lioaiii em soffrer o
que soffreu o pm/ando abbude Gaume na citrftiu-
da capital da Franca.
Huo de itzer-----Oigam o que qiuzerem. senhor.
e eu nada nsponderei, se, camo espero, V. M. I.
fzer me a snbida honra que e'tcreva oosto nuqusto
name na primeira pagina de cada publicariit da
serie, que emprehenao.
AT!'i inscripcSo eetard arespsla mais cnbak:
0 tabio linperador do tirasil achj a idea
dipm de d'tcutsao, respeitem-n'ae discutam na
0 imperil i!i Sinta Ciuz ede hontem. ninia
<7o i possicel exlirpar a arvore do mul Queira
Deus que a V. M. /. esteji resereada a gloria ile
untAin'ctittva franca e decidida na reforms do
enstna I
Sere s' ap-uUado peli posteridade como o primei
to homein do vot$j seculo I
Emiim reina uo directorio provinciano uma ver-
d.ideira anarcbia.
Eotretauio dizem muito ufanos e com ares de
Njs somos jiela hbsrdade I
T^.rtufos 1
E porquesao peia liberdade?
IVir que, diz la um procinctano, queremos a li-
berdade reiijiiosa para todos.
E ja abauJ.nias-te a polilica religiosa do statu
quo laaugurada o anno passado no senalo pelo
Sr. (-(inroilioiro Nabnoo 1 1
Nao .-us'.cut.is te laes idtsas com esforco ?
Nao dfsse o Sr. coaselheiro Nabaeo que a se-
paraeao da igre/a do estado era, actualmente uma
calainidade social f
Mais s.uceridade, Srs. procinciams ; sole fran-
cos e leaes na lula e Jeixai-vos de mystiflcacoes.
0 paiz quer a realiiade ; quer fa Hos e uao pa-
Javra-, rjue -6 expcimem a mi-ena de certos po-
Jiticoa.
caolaros, o que certamente causou tnuilos sustos
a quem se havia preparads para assistir a festa do
assentamento da pedra do asylo de alienados.
Asseverava-se qua ha ires aunos o aeude ou re-
servatorio do Praia nio se enchia durante o iover-
no; e attribuia-se essafalla d'agua ao derruba-
mento das grandes arvores que existiam em derre-
dor do mesmoacude, e que um eng^nheiro dacom-
panhia mandara deitar abaixo por julgar que ab-
soryendo ellas muita agua, prejadicavam o acude.
Nao nos alrevemos a entrar na questao do der-
rubamento das arvores; porque ainda ha quem
punha em duvida se ellas tio ou nao prejadiciaes
aos mananciaes d'agua, e menas ainda qucrere
mos nos intrometter na questao de saber se o en
genheiro, que tem voto valioso na materia, fez bem
ou malem derrubalas


Ao piililico.
Ilreven cunsideraeoeg sobre o abas-
tcinaonto d'agua potavel a *;iJa-
let aaacar nun almoMpUera, po-
? D-. I'cili'ii de Atliayde Lubo
"loaeoaa, roriuado em uieeiiciiia
ttela I'acuidtidc da Hahia.
CIDADE D) nECiyE.
Sua posigiio^ c cmdicoes relattvas ao farnectmenlo
d'agua e utilidade de esyr,tus.
(Gontinuapac.)
A companhia cercou o n muralha de alvenar a
o espa$o que comprehendia as vertentea dessas
agnas e rormoa com ella um reservatorio ou acu-
ue que mlormam-nos poler couter 23,000 metres
cubicos d'agua. que pode evacuar-se pels eocana-
meato, pois, o restaute delta nao se aeha em nivel
suuiciente para passar por elle.
Para *aze la para esta cidade servio se de um
cano de ferro de trinta centimetros de diamelro e
construio um unico reservatorio a rua do Pires o
qual pode conter um roilnao de Iitros ou mil me
tros cubicos.
0 | 3 do art. 7 do contrato innovado em 31 de
marco de 1841 diz a^.-im :
a A fazer a caixa d'agua da Boa-Vista capaz de
conter tres rail barris em reserva superior as bi-
cas dos chafarizes mais elevados.
Nao nns alrevemos a conteslar que de manhi
cedo fiaja agua em nivel sufflcienle para haver a
necessana pressao : o que nao resta duvida e que
essa pressio mnito dimtnue pelo dia em diante; o
que e facil de veriOcarse nas casas, porque a ag'ua
cessa inteiramente, ou apenas correcom intermit-
iencias a vezes muito espagadas.
Parecendo Ine que a falta d'agua que se senlia
freqnentememe nesta .idade durante 9 verao era
devida a estreitera do encanamento, a companhia
mandi.u fazer um outro paralleio era grande par-
te ao primitivo, communieando se ambos em al
guns poBUM e indo depoi< um delles direitamenle
ao bairro do Recife, do que reaultou qne as quei-
xas qne daquelia localidaie partiam todos os dias
cessa ram.
Nao succede nutro tanlo na freguezia do Af-j-
gados, onde a falta d'agua conttnua a ser notavel
aendo algaraas vezesacompaohada de procedimen-
tos hru-cos, que ale"m da geral rep.-ovacao que
merecem, tem o grande inconvenieute de nao da-
rem remelio algum aos males exwieates.
Pjr uma elevacao que solfre a ponte de nns
qu renia uu cincoenta centimetros, sobre o nivel
da estrada, impossivel de ser vencida com a pres-
sad ou carga d'agua de que a companhia pode dis
por, vin-ie ella obrigada a abrir o eucanaraento
ante* da ponte, ea nao mais atravessa-la; de :or-
te q'ie a populacao tem de maadar buscar a agu
a grande clislancia ou servir-se da que o< vende-
dores carregam em pipas, ordraariaraente mat '-ui-
dadas, que corrompem facilmenle a agua nun
sondaaea.
Como a principio so bavta uma linha de ej*no3,
e esses eatratoa, e apeuas um peqneuo reservato'
rio dentro da cidade, e leahan outro na graude
exteosao de tres leguas, nao deixavam de s^r fre-
Dircm^s apeaas qje temos ouvido fallar muitas
vezes do efleild que tem produzido em ce tos lu-
gares a destruicao das mattas em relaflo a dimi
au1{ao das aguas e do reappareeiment) destas
logo que se renovam as plantacoes: qne temos
ouvido dizer que as tnal'.as a'trahem os vaaores
aquosos e os conJensam mais facilmente ; qne as
chuvas sao mais frequentes nas proximidades das
malfas; que os rios, ou corrego9 ou riachos con
servam melhor sen volamo d'agua, quanlo em
suas margens existem mmtis arvores e que di-
mintiem logo que estas sio cortadas.
0 que e indubitavel, e que a evaporacao das
aguas esta era proporcao com o grao de caior.com
a extensao da superlicio e com a agitacao da
aioospbera : ja o Jissemcs a principio. As ar-
vores presorvam a .--up-nicie dis aguas da acgao
direeta dos raios solares; parece, pois, que ella-
sao iu iispmsaveis para proteger os acudes, reser
vatorios, reprezas, ou como lb.es queirara cha-
mar.
Ilumbollt, Banssingault e mnitos oatros confir-
m-.m a opiniao de que as mattas angmentam as
chuvas. Ha oatros qne sustentara opiniao con
trarin, orao Valle?, Uncquerel e Cezari. Nao- e
tanto o angmento das chuvas que so prtcura como
a eonservarao da3 que cahera em temperatura
oaixa para que os mananciaes nao diminuam
muito depre^a durante o calor e a agua conserve
sem altTar-se.
Osahio naturalista Mirbel diz que a arvore
entreiem a fresenra e modera o ralor : que com
ella o horaera pode a seu belprazer refrescar ou
aquecer a atmospbera : que em algum tempo a
Italia era muito mais fria que hoje, ao pa^so que
a Uermania, coberta de bosques, temperava o
calor natural do clima: que no interior das Im
mensas florestas da zona torrida se encontra a
fneza glacial do norte : que na Guyana o calor 6
excessivo nos lugares descobertos, nias que o via-
jante que penetra no interior oo paiz e muitas ve-
zes obngado a fazer fogo durante a noile para
preserv,ir-se do frio ; iue uma mullidSo de ob-
serva<;oes prova que as arvoren reunidas em gran-
de numero attrahern as nuvens; e as (olbaa, in-
Ouenciadas pelos raios solares, exhalara vapores
aqnoios na almos|ihera
Termina, emfim, o sabio natnralista dizenJo
a que uivez nm dia se podesse tornar as areias
da Africa habitaveis plantando coavenientemente
llirestas, que attrahinam as nuvens e langariara
sobre aquella terra adusta uma Iramidade feeun-
dante e os residuos dos vegetaes formariam um
hum'is, com o qual outras plaatas poderiam
viver.
Ficara a dacirio desia impottante questao para
aqunlles que possuirem as ompetentes habilita
coes: fallamos nella com a precisa reserva e sem-
pre a medo. E' elli de summa gravidadee con-
vom que, quando for necessario, seja ventilada
com toda circumspeccao.
Deixanlo-a, poitauto, de lado^. diremos que ti-
nliamos ouvido annunliar, como grande novidade,
que cste anno, em onsequencia da abundancia e
lirrtmacia das chuvas, pois qne seirore choveu
Juran e c mez de setembro, as aguas no re>erva-
tono haviam sobrepujado o sangradouro e por
consequen ia devia della haver fartura. -
A alegria do pobre i um dia sd.
(*) Hjje 7 de uiiubro ainda chuvendo ha pou
cos dias, a dim:nuicao d'agna e* muilo sensivel por
loda part*.
E-tamos a 16 de dexembro, dous mezes decor-
ridos depois de 7 de outubro.
Aggrava-se a situagio: ha uma verdadeira
crise. 0 Diario de Pemambuco annuncia uma
gnm dos carregadorcs d'agua, que querem 320
rs. por um balde: o Jornal do Recife declara
constar-lhe que rauitos carregadores exigera 200
rs. por cada balde.
Mas quereis saber a causa disso? E' mnito
simples e a falta d'agna que cada dia torna se
mais sensivel: no Recife forma-se uma grande
cauda no ehafaria; gasta se tempo immenso para
encber um caneco ou balde, e primeiro que che-
cue a vet de cada um, p;ssam-se boras. Na rua
ImperiJ gasta-se dous minutos e mais par* encher
cada balde, e diz o cobrador quo ha dias em que
sao^ precisos mais de dez minulos.
Em algumas casas em que a agua corria fran-
eamente, actualmente e aos poucos e com grande
intermittencias.
Nao
res
se tem nm regador d'agua fresca para deitar por
sobre a cabe^a.
Que vai ser desta populacao se por um mez ou
dous nao cliove e esgota-se a sgua que rode sahlr
pelo encanamento ?
Que provideneias serao tomadas no caso de faita
absoluia u'agua, e dilfleil do comprehender.
E aiR'la mais difH^il e advinhip o qne fara a
comnanhia para .lar agua bastante para satisfazer
as nec.^sidades dos babitaates desta cidade, como
e de seu contrato.
Voltareraos outravez as canoas ou a< cacimbas
dis qnmtaes^contaroioalas pelos transbordammtos
da Recife Drainage T
Appellemos para a Provideocia DiTina : so ella
In remedio para os grandes soflnmeutos.
!-:iia nos valera.
fConlinutr-te-haJ
ra de duas .pollegadas. Seudo lai impirtante e
ruina que podia vir a caiuar iles!oroaannto a
prejaJicar o preJw te ao Sr. Jose Har.a Giraeiro. fcz ella mumar ao
rfspeelivo prunneiano que caidasse de prMM'r
aos concerth n-'cescarioa, Mrnando si indispansa-
val que todi-a-frente rackada fosse arreadaere-
onstruida.
Sendo oxaminadas a< ruinas desse predio por
pessoa que disto eacarregoa o Sr. commendador
Jose Joan-de AuuvHm, jirocurador da Sra. viscon-
dessa de Valmor, resident* em Lisboa, a quem per-
tencia esse sobtado, e orcados os concertos de con-
formidada com a? eiigentias muaisipae?; e sendo
disto informada a snoradua proprietaria, preferio
esta que essa prelio fosse veudi-lo, esouprocu-
rador maadou fa;e-lo em leilao. Segundo me dis-
seram, a dous leiloss 9accessivos foi elle exposto
pelo Sr. Fraacisso Ignaclo Pinto, o nestes so anpa-
receu quem off-recea aquantia de seis cantos de
iris, tal era o estaio de ruina era que se achava, e
tao avoltados os concertos exigidos.
Sebende eu disto, e pjdeado-me coavir a com
pra desse predio, mandei examinal-o, e, a vista da
inforinacio qua live da pesjoa habilitada, e raesmo
do que pessoalraente observei, dirigi-me ao Sr.
commendador Amorim, e ihe offereci dez contos de
ret*, pedindo-lhe que, uo caso de nao acceital os,
nao conclulsse venda sera me dar pane. 0 Sr.
commendador Amorim. que nao era senio o pro-
curator da proprietaria desse sobrado, nao quiz
oucluir a venda sem consular a Sra. viscoBdessa
de Valmor; mas, tendo decorndo algum tempo
sem que chegasse a resposta esperada. e se me of
ferecendo outro prelio, que me convinha pela lo
calidade e preco, olfeeluei a compra desle, e de*-
falquei o dinheiro, quo eu linha em caixa applica-
vel a transacts desta ordem.
Tendo chegado a resposta esperada, o havendo
apparecido, em quanlo c;la nao vinha, quem lives
se offereci lo, segundo me foi referido, a quanlia
de onse contos de reis, o Sr. commendador Amo-
rim mandou ex por o predio em questao a terceiro
e ultimo leilao sob a base dos onze contos de riis
oflerecidos. Apezar de nio estar mais obrigadj
pe o meu offerecimento, tendo sido annnnciado o
leilao e chegado o dia em que devia ser effectuado,
fiz novamente examinar o predio pela manba do
dia in 'icado, e or?ar os concertos precise* e exigi-
dos pela caraara municipal, encarregaado disto o
metre de obras, o Sr. Joao Maaoel de Faria, qua
6 vantajosamente- conhecido e goza de reputacao;
e, dizendo me esle que os concertos, a vi-ta do que
se apresentava, nao me cu-tanam meaoa de dez a
doze contos de reis, accre.-ceniindo que eu devia
- que .
saner que concertos trazera concertos, e por islo se
elevam quasi sempre a maito raiis do que sao or-
gad s, liquei perplexo.
EtclareaWo, como acabaTa de ser, dirigi rae a casa
de leiloesd.) Sr. Pinto, edcarregado de venda, e,alii
encontrando o Sr. commendador Amorim, lhe dis-
se que elle, com a demora, rae linha potto fora de
ombate, porquanto eu havia desfalcadc a quantia
necesssana para a compra e concertos, comprando
ootro predio-i e o Sr. commendador Amorim me
respondeuque nao fosse isto razao para que eu de-
sijtisse da compra, pois que nao sena o desfalque
motive para que eu o lizesse, visto que elle comigo
se entenJeiia a respeito do dinheiro, e insistio nis-
to; mas, nao tendo eu reconido ainda a empresti-
mos para compra de predios, nem os lendo com-
prado a eredito, agradeci o offerecimento, toman-
do, sem diael-o, a resolugio de nio licitar; loda
via me uao reterei da sala, e, demorando-me ate"
ao flm do leilao, vi que o predio tinha chegado, se
gundo me parece, a doze contos e dazentos mil
reis. Ainda por fste preco rae convinha elle, e
po>toque com tedas as despezas inherentes a ven-
da se elevasse a compra a uns qainze cmtos de
reis, li jnei arrenpendido de nio ter coberto o lan-
ce, pois que podia fazel-o sem que me fosse preci
so recorrer a sacnticios, porquanto, quando raes-
mo com os concertos viesse eu a gastar oatros
quinzo, ficava o predio por trinta cantos deriis, e
elle, ciocerladodevidaraento, valera muito mais do
qje <-.-ta quaniia.
Alguns dias depois de ter Hdo arrematado o pre-
di), priucipiaram a enirar nelle materiaes destina-
dos aos concertos; mas erara era tavdiminuta
quantidade, que dednzi logo do que era, que se
pretecidia illudir a camara municipal, tao! > mais
quanlo se ia trabalhar no quintal e a porta fe.cha-
da, sem duvida para que se nao visse o qve se pro-
prujectava fazer, e mo nai enganei, porqoanto nio
tardoa quo a camar* municipal lizesse embargar
ou embaracar a obra ; do que resultou que o novo
proprietary, venJo de.-cobarla sua intengao, e nio
dispoado de iolluencia oa recommendacoes, que
sao annas poderosa* desta terra excepcio:
animou, e traspasson n predio, figurando *
pela qaaqtia de dez contos de reis; talveivpfca H..e
as despezas de ciza e laudemio dirainuissero, e fi-
cassem compeosadas as quo tinham sido feitas
com a primeira venda, corno por vezes se ora-
tica. "
T.-aspassada o pred-o, deJuzi que o oltimo com-
prador ou 63tava di.spost.) e sujeitar-se aos concer-
to- exigidos pela canvirt municipal, ou conta^a
corn protecgao para affront*-la ; e o que se esta
vendo vem admiltir esta ultima hypothese. Se ou-
tros materiaes entraram ou tem enirado para os
concertos desse predio, forara ou tem sido em lao
dimmiita quantidade, que nio os vi, apetarde pas
sar pur elle pelo raenos umas tres ou quatro vezes
em cada dia, visto que resido, como e sabido, na
rua do Hospicioe um pouco adiante. Se entaram
ou nao, foram em quanUdade insufflcienie para
jualquer concerto importante ; e para arrear se
toda a (rente de um predio do tre? andares, com
quatro janellas em cada um, e com uma extensa
paxada, que vai ao terceiro andar, terminanlo por
um terraijo envidracado, seriam precisos graades
e fortes andaimes, e outro3 meios de garantia para
os oiioes, principalmen'e estando um delles des-
aprumaJo, e quasi raetide do outro sem araparo,
por iue o sobrado contiguo 6 mais curto e de dous
andares.
Passando ultiraamente pelo oilao, e encontrando
aberia a porta, que permitte communicacao com
o quintal, entrei, e vi nao sem pasmo que os con-
certos exigidos pela camara municipal se limita-
dio e desfruclalo, pelo menoa endenlando, como
sa pol a faier, ttda a (rente se o nio f.n a quem o
omprou em leillo, e nio o teria aiJo a mini, se o
Jhwsa comorado. como o fei a qaem o comprou
pir a'.V.mol Utc.tnte paduani. E a vista do que
tem occorrid), nio f-.i pr^judicada a Sr. viscon-
dessa do Valmor, nio o foi tatnbem quem Ihe sue-
deu na propriedade ; e nao podera aquella, assim
como esie, mtentar ac;ao do rejeisao da venda, al-
legandocom todo o fundament) leaao enorme? E
on, nao tenio ra-.i) para queixirrae, por ter si to
preiadicado em metis impresses? Creio qae
;im.
Basil: faca o publico, depois da leitara do que
escren, o jutai que quizer; devanlo nio-esque-
cer-3' de queo Sr. engenboiro da camara muni-
cipal, que sem duvida coaveio nos concertos exi-
gidos primitivaaente pjr esta corporaca) nio po-
deudo deixar da ser onsultado a este respeito, se
contenta agora com o quoesla feito, se e verdade
o qu9 me disseram, accrescentando que elle urn ou
dous dias antes tinha ido ver os concertos que se
estavam faaendo. Soraeale o qua nao quero 6 qae
me suppoHham uai tolo, ou que cedo a pressao ;
deveado declarar, que deixel de enirar em certas
apreciagoes e reQexSes, porque deixo isto a quem
se quizer dar ao trabalho de considerar em lodas
as circumslancias do occorrido.
Terminando, devo declarar que nada tenho com
oultim) comprador, que commigo se acha em
boas relacdes ; mas com a camara municipal que,
com suas exigencias de dispenliosos concertos, ar-
redou pretendente* a compra do sobrado, de que
se trata. e prejuiicou os rendimentos da fatenda
provincial e os direitos do propnetario do solo,
fazendi com que a cisa e laudemio fossem meno-
res; eairecanio que parece agora abrir raios de
suas exigeacias.
Recife, 21 de dezembro do 187k
Dr. Joaqatm de Aquino Pon'eci
P. S.Sublinho as quantias, para que se repa-
re bem na lesao.
As meninas Riozas.
Honlera no vapor Parana, chegaram dos
portos do sul, o Sr. Bonifacio Rioza e suas
filbas Caroliua e Julia artisias lyrico-dra-
maticas, as quaes pretendiam dar alguns
espectaculos, e nio pideudo realisar esta
id^a, determinaram retirar se para a Eu-
ropa.
soas qae fmrera casa de h^bitacao por raenos de
um auno, ainda que nao seja no lugar de sua re-
Mdmcia babiual.
Esla disposigaa, pore.n^nii:unoronenla o caso
d9 uma segunda habiiAt4o t-iuipor'aria, c alj'-'ada
por causa deservivo publico.
Oliuda, 20" de dezembro de 1874.
J. is!l.-.\iiua de Florida de liar-
ray A. Laaaaor- Inteiramente differente a
geueralidade dassas inUluladas aguaa de cheiro e
exiractos de essencia para o toucador ; as quaes
nio sao mais qae raeraa esaencias aromatisadas ;
este rico e dehcado perfume e nm coametico ex
cellante; e ao mesrao tempo possde a necessaria
virtude do servir como nm grande remedio ex-
lerno.
Diluido n'anj ponco d'agui pura, Drna-se nraa
excellente e agradavel lavagem para a peile, re-
movendo toda a aspereza da pelle, maculas, erup-
Qoes, empingens, sardas, etc., transmittindo em
seu lagar nma clara complei^ao, rosada e linda,
macia e formosa.
Applicada a testa ou fontes, dessipa dores de ca-
beta, previm desmaios e vertigen, dando uma
aova vitalidade refrigeradora ao espirilo ; empre
gada como uma lavagem para og denies e o rosto
(quando diluida em agua) e de uma aroranti-a
Iresquidao sem igual, assirajcomo serve de suavi-
sar e mitigar a ardencia da pelle depois quo se
haja feito a barba.
Para evitar as fraudulenlas e de3presiveis adul
tera^oes francezas e bamburguezas, os comprado-
ies devera pedir a Agu* de Florida do Murray &
Lanman, prkparaoa por Lanraan i Kemp, de No
va-York ; todas as outras sio falsiOcacots sem
valor.
JL'.NTA DOS CORRETORES
!*r.?a du Recife, 31 de dczcaa-
brn de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOBS OFFICIAKS
Assucar bruto regular t550 por 13 kilos, sab
bade.
Assucar bruto esjolhido I*G30 por 13 kilos.
sabbado.
Dito-dito dito 1?00 por IS kilos, hoje.
Couros -seccos salgados 833 e 544 rs. o kilo, hoje.
Apolices da divida publica de 6 0(0, l:0iOf#U0
cada uma.
Cambio aobre Londre3 a M d|v. 26 Ii5, 26 3i8 e
26 3|4 d. por UOOO. sabbado.
Dito sobre dito a 90 d[v. 26 1(2 e 26 .i'i8 d. por
15, hoje.
tf. ae Vasconceiios,
President*.
A P. de Leraos,
Sicretam.
ALFAM>K';a
leadrrosnto do dlj l a 19
litta do dia 21
616:2925330
48:8434484
tectiflcacAO neeesitaria.
Doming is RiJrigues Collaco. abastado oego-
ciante da cidade de Lisboa, fallecido em o anno de
1773, deixou quatro filhos, Miguel Rodrigues Col-
laco, Domingos Rodrigues Collaco Junior, Joao
RoJngues Collaco e Mircelino Rodrigues Col
lac\
0 primeiro seguio a carreira commercial e subs-
tituio seu pal na gerencia da sua casa. Sou3
dascendentes occupam era Portugal elvadas p)si-
coes, havendo entre elles algous i-tularos.
0 segundo, formido em meilieina, morreu sem
desceadencia.
Os dous ultimos, forraados em direito, seguirara a
magi Era, pois, sera duvida nonhuma uma familia
illustre.
0 Dr. Joao Rodrigues Collajo, noraeado primei-
raraente 'juiz de fora de Olinda, foi depois promo-
vido a ouvidor da Parahyba do Norto, onde mor-
reu sem descendente*.
0 Dr. Marcelino Rodrigues Collaco, nomeado
ouvidor do Rio de Janeiro, foi depois promovido a
desembargador no Porto, lugar que nao exerreu,
prrque vindo a Pernamhuco ver seu irraao, casou
com D. Hyppolita Tnereza Salgapo, lilha do coro-
nel Jose Vaz Salgado, na raelle tempo o mais rico
negociante desta praca, senhor de seis eng9Qhos
de fazer assucar, e de muitas outras proprieda les
ruraes e urbanas de granle valor.
0 irraaos de "
Salgado, coronel
nel Coustauiino
Salgado foram toJos senhores de engenhos q
herdaram de sens pan, easando-se 03 tres uliirajs
nas principaes familias de-taprovineu.
Do Dr. Marcelino e sua malher nasceram D.
Maria Collaco Salgado, D Taereza Collaco Salgado
e J i-e Mar.-elino Rodrigues Collaco.
As daas senhoras conserva ido-se sampre sol-
teiras viveram dos rendiraenl.s dos bens qae Ihes
deixaram seus piis, e bem que falleces-em em
idaie avanjada, deixaram muitas propriedades e
varios oulros bens de consideravel valor.
J>-e Mareeliae; tendo sido esvtado em menor
idade para ser educado no Collegio dos Nobres. _-------
em Genovaj volloa dalli ja homera para vir tomar IauportactEo.
posse dos bens que Ihe haviam deixaio seus pais, a.Barca nacional Aguia, eutradada do Porto em
ja entao fallecidos, e umbem do engeuho Magda- Jo corrente e consignada a Jose da Silva Loyo
lena <|ue Ihe fora delxado por seu lio e palrinho, & Fllno. manifesiau :
0 Dr. Joao Rodrigues Collaco, ouvidor, como ja A,Q0J 393 canaslras
Lisboa, carregea : E. R. Rtbello 4 C 100 sacc*
com 7,-">0 > kilos de assucar tnasravado.
Na birca portiicu-Ta Viderii, pra 0 Porto
cirregou : A. ax C-sta Moreira fri curm e.-picna-
djs on l2)ki'os
No navw betpauhol Hutemcia, para o R-o aa
Prata, carregou : J. F. Balur 400 barncas coa
41,832 kilos do assucar branco.
Para at pvriot no tnUriar.
Para 0 llio de Janeiro, na barea portnrueaa
Saphira, carregoa: J. J G. RelMo k Fdho 700
saccos com 32,300 kilos de assucar branc >.
Para 0 Ru de Janeiro, na barea p >rtngoexa
Lisboa, carregou : L. J. Silva Gahnaraes 600 ac-
cos com 45,000 kilos de assu ir brine.
Para Porto Alegra, ao hiale oacionsl Dent te
Guarde, -arregon : Oliveira Filhoe A C 300 bar-
ncas com 27,155 l|2 kilos de assucar branco e S30
ditas com 24,506 Ira dilos de dito raascavado
Para Graoja, no vapor nacional Ipojuem, car-
regou : P. Sim'-ea & C 3 barrieas com 284 kil
de assucar retina Jo e 4 d.i.s com 109 dilos de dito
branco : para 0 Ceara, J. F. Saoios Bastoa 13 di-
tas com 1,553 ditos de dito refioado : para Aea-
racri, lieltrao k (J lintal 4 ditas com 458 ditoede
dito branco ; L. J. da Silva & Pinto 2 ditas com
113 ditos de dito : para Macao, 0 mesmo 10 di'.at
com 535 dilos de dito.
Para Mossoro. na barcaca ft Joit, carregou
Belirao 4 QuinUI 15 barrieas. com 562 kilos de
assucar branco e 8 ditas com 45i ditos de diia
rellnado ; A. Oliveia* 4 C. 6 ditas com 360 uito*
de dito branco : para Macao, A. L. Vieira 2 du .-
com 146 iitos dedito.
CaPATAXU
Readimeatc do dia I
(lea do dia 21.
DA AI.FANDR3..
a 19.
9 645*11'.
824*3',:
10:46*.3fij
VOLUMES SAH1DOS No dia i a 19...... *o du 21....... 33,iH
P iraairaporia..... Seganaa porta Terceira porta ..... Tivpicte Cicceicao . 23H 132 5".i l,Co.
36,231
I 664:833/834
Doscarre6-am boje 22 de dezembro de 1874.
Barea ingleza Clemtnlia raarcadorias para
alfanlega.
Lugar araericano Maud Barbmr kerozene
para 0 trapiche Conccicao, para despa-
char, e dapoafto no trapiche Vieira.
Barea nacional Aguia varios generos para 0
trapiche Concei ;ao, para cespachar.
Bngue portugu z Ugeiro III varios goneros
para 0 trapiche Coaceicao, para despa
char, e vinho para deposito no trapiche
Caaba.
Barea ingleza Cinstance bacalhaj ja despa-
SERV1CO MARITIMO
aj>arencas descarre|adai ao trapicbe da
alfandoffa.
Vo dia 1 a 19.....
J dia 21.......
'0 trapicte Conceicao .
7<-
.'CEBKDuiUA D3
RAES DS
'nuimeeto do Ma 1 a 19
!-.'.e do dia 21. .
KiLNDAS LNTKRNAS GE
PKRNAMBUCC
42 8301311
o: 7201261
48.550*oTI
Patacho Inglez Silas Alward kero?ene para
0 trapiche Conceicao, para despacli3r, e
deposito no trapiche Vieira.
Patacho unericano 0. C, Clara farioha ja
despachada para 0 caes do Apollo.
Bngue allemao Bertha farinha ja despacha-
da para 0 caes do Apollo.
Barea ingleza Volonta di Dio dorraentes ja
despachado para 0 caes do Apollo.
Patacho itahano Ermida vlnho para depo-
sito no trapiche Cunha.
UONSULADO PROVINCIAL
'.*nd!?.ecio do dia 1 a 19. 109 617*896
ittii do dia 41...... 9.09U2GS
118:709116'.
AGENCIAS PROVING A ES
Liqoidf* espiritnosos.
vrndm,_'!:-> de t a 18
Jem do dia 19
2:419*326
418*799
Aendimento de 1
idem do dia 19
Baealhao. etc
a 18 3:3-i8*4.>
214*032
Generos
^endimenlo de 1 a 18
Idem do dia 19
de estiva.
4:6t3*lH8
4041501.1
Farinha de tngo, etc
'iendiraento de 1 a 18 3:291*308
1?mdodial9 556*300
Sao e possivel duranie 0 dia suoportar 03 rigo-
do sol ardente, se as seis hora da manha cao
quenles as interrupco;*,
zelo
apezar da pr-.- nptidao e
en 11 que aco"mpa.:liia procarava rernedia-
ias, o que nio obstava que os intoleranlea attrf-
buissem-lhe toda a cu'pa.
_Parecia de simples intuigao, metmo para os que
nao fossem profeuionaes na materia. que a com
.panhia di em ter c..Ko;ado desde i-u priucr-io
dous eccnnaraeDtos oa pelo meno* eontfrafd) r:-
servatoiws a certas dDtancias Oa exnn'So a tie-
leguas, e forcasamente um em cafl bairto da ci-
dadH ; e qu", quando collocou o segundo encana-
mem ., lomasse as devidas caatelas, para que nun
ca mais houvesse iaierrupcSo no /ornecirrnnto
dagua.
Srs. redaclores.Tendo so dado uma ocenrren-
cia, em que iigurei, julgo convenien'.e vir a ira-
preasa, afim ae expdr 0 que se passpu, para que
0 publico fique iiiteirado de todas as cir.:iim-ti>n
cias que Ihe sao relativas, e posaa forinar opioiao,
liranlo del'as as conclusfles que Ihe die-tar a ra-
zao.
Tendo chegado ao conbeeimento da camera mu-
nicipal que 0 aohrado amarellj'de tre* andare.
situado na rtla d.t Imperatrfz e defro-ittr qi Hftrril
ia Boa Vista, se achava tao arrninado, qae era ui--
geute ser coucertad-, porquanto Delje havia uma
fen 1.1 quo descla da e. rnija da parto posterior ou
aorta ao alicerce, maudou examiasl-o por psrit h
b estfia nao so verili.aram a eifhtsmeia de*.-=a feu-
da, qoi' f.rA hem visivL-l. mas Urooem qua havia n
on to, iiad 6 dPsproieiilo e flea del Mo 4a rua du
Ho-pi:i->, de que far pafte, um desaprtimojjara tt
(*) Por raolivos eniMrvenientea linnve imiiaiu
terrjp^ao na publicacao uVst9trabalb>.
vain as collocaeoss da soleira, hombreir^s e verga
de pelra de uma das portas do paviraento terreo,
que hcava mais proxiraa da fenda, havendo se
surUntado a pirede supe.ri >r por meio de duas tra
ves passadas pela contraverga ; e se me disse que
se ia picar 0 reboco de loda a frente ate a coroi-
ja, tomaodo-se a cimeoto a renda I Do qae flea di-
to re?ulta que todo eso concerto nio se elevara a
mais de dous contos de reis; de sorte que vem 0
predio a Gear por uus doze ou trezc contos de rHs
se 6 verdade qne foi vendido por dez, como resa
a escriptara. Se isto fosse perraitlido a qualquer
que nao fosse fdho querido da patria, ou que na)
despozesse de alia proteccan, nao haveria quem
mesmo. para especulac qui-esse Gear por doze ou
ireze contos de rHs, e mesmo por dezeseis ou de
zoito com um predio que, devidameateconcertado
vale mais de trinta e quatro I
0 que se esla fazendo, podia ser feito por qual-
quer que contasse com impunidade, e vai parades
do tao calvo, que jornaes. segundo rae dizem, ja
se tem occupaJo dessa escandalosa embacadela; e
nio ma parece possiv-l que a camara municipal
nai veja que esta seado escarnecida e iliudida
visto que Wo e" feito as barba?, como dizem, de um
de seus vereadores. Em todo caso, creio qne e
c nveniente que eu exponha 0 quo occorreu desde
ojirincipio, eo que se esta- fazendo, para qae se
nao supponha que meu offerecimento ao Sr. com-
mendadir Amorim foi feito somenle pioforma e
que compared ao leilao para que constasse:' e
mesmo para que se nao creia que na farca, qua se
esta representando com cstentapao e sem fespeito
algum a cam ra municipal, entraram certas pea
soas, e mesmo para-quc se nSo conli- ne a dizer
com) ja se rae disse, que recuei, como um tolo'
diante das exigencias municipaes, por nao saber
illudi-Ia, ou abranda-la.
E logico qae, se a Sra. visconde3sa de Valmor
nao quiz emprehender os concertos exigidos pela
camara municipal como cousa sena, e preferio
vender sea prediOem leilao por tao pequena quan
lia, foi'porque se Iho comaiunicoa que esses con
cert os se elevanara a uma forte quantia, e tambem
e logico que, se eu ni rae resolvi a compra-lo
por inais de quinze contos do reis, cobrindo 0 ulti
mo oirereeimenio feito no leilao, foi porque nem
me convinha dispor muito com os graoJ-s con
cerus exigidos psla Camara tnunieipa', nem di-pu
nha de rafluencia nem de empeuhos, para poder il-
ludir I npunemenle essa camara e aombar de sua-
exigencias.
Agora pergunto eo. como se saiiira de todo i a camara muu^ipal? Suas exfeeuciis ou eram
WodlrtKft e seriis, 'e por ejusequpneia ella d.-ve
raante :as a t lo 0 ensto, on nao 0 eram, e p->r
Coaseauencla tinha era vi-ta a!pimaciii-aowiia
lesapparefien, de-de qne 0 predio pas"ou a
certo omprador. PerMstindo era suas exigencias
emqiianto nai chegou a vst", fez que e;s predio
uas-asse da Sra^viacnJHusa de Valmor a quem 0
'ompnraero leilao, e deste ao ultimo comprador-;
txcepw -e s e .o apresenta como valenlao, in
flueiita 011 recummeudado 0 protegido do alto. E
uao foi permiitido a .Sra. viiconaessade Valmor
fazer um pequeno concerto para garantir sea pre-1
dissemos, da Parahyba do Norte.
Superior a inTundados preconceilos, era virtude
da educagao esmerada qne havia recebiio era
Genova, casou se coin D. Franeisca Maria da Con-
ceicao Cillajo, senhora parda, descendente de
uma familia ptbre de dinheiro, mas rica de honra
e virtude, omo 0 seu mesmo casamento clara-
raenie demonstra.
Jos6 Marcelino, moco edacado na Europa, se-
nhor de engenho e rico, fllho de um ouvidor, so-
bnnh) de ouvidores e coroneis, neto de ricos ne-
gociantes, bem podera contrahir allianca matri-
monial em qualquer das illustres famihas com as
quaes seus lios e primos ja se aehavam alliados,
mas preferio unir-se ajuella em favor da qual
seu coraeao se havia raanifestado, embora fosse
pobre, embora nio podesse offarecer-lhe uma longa
serie de anlepassados illustres: bastoulhe qua
f isse virtuosa, pois que riqueza 0 uobreza elle as
tinha.
Foi desle feliz eonsorcio, ao qual nao presidio
calculo algum de interesse, que nasceram 0 Sr.
Br. Felippe Nery Collaco e seusirmaos.
Vivendo sempre no seio da abundancia, vendo
na casa de seus pais grande numero de escravos
da todas as cores, desde a m iis escura at6 a mais
clara, pode elle teceber uma educ?ci> condigna a
que seuaallustres progenitores haviam recebido.
Alem de outros bens, receb'-ram 0 Sr. Dr. Col-
laco e seus irraaos, corai heranca de seus pais '
as terras conhecilas debaixo do nome de Passagem !
da Magdalena, desde a respectiva ponte ate ao |
engenho da Torre, sendo que todos os que presen-
temente as possuem, a elles as comprarara depois
da Ihes terem pago fdro por muitos annos.
De sua tia D. Maria Collaco Salgado herdaram
tambem varios bens no valor .e algumas dezenas
de contos de r&s.
Oxala que seus difamadores podessem apresen-
lar ura quadro igual I
Mas, demos que assim nao fosse; demos que
-:eu nascimento fosse baixo, se e qua ha nssci-
mento baixo; 0 que provaria isto senio 0 seu
grande raereciraento, achando se, como se acha,
lao elevado na e.-tima publica que os homens mats
distinctos.de nossa sociedade nao dnvidam declarar
pela imprensa, como ja por vezes tem declarado,
qae fazem 0 mais alto conceito nao soraente de
sua moralidade, sonao ainda de seu talenlo e de
sua reconhecida illustragio ? que bispos, arcebis-
pos, presidentes de provincia e outros altos func-
cionarios nSo davidam fazer-lhe os maiores elogios
pelos seus variados trabalhos, escrevendo-lhe car-
ias ternas e affecluosas, e tratando-o como araicos
dedieados ?
E' ceramente muito honroso parlir de baixo
para chegar tao alto.
Confusao e vergonha a sens detratorea.
C. A. M.
Olinda.
Dos agentes do fisco do muncipio de Olinda, em
respo3ta_ ao aut >r da boa lembran?a na Go2fi-
Recife de sexta-feira, 18 do
- a Beltrio & Filho. Arroz
100 saccos a Teixeira & Primos, 8J a E R. Ra-
bello & G. Ameixas 25 caixas a Fraa;isco Luiz
de Almeida. Azeite 1 barril a Cunha Irraaos.
Batatas 20 caixas a F. J. A. Braga, 20 a Antonio
Valente da S. Ferraz, 20 a Fraga A Rocha. Bar-
rieas vasias 96 a ordem, 38 0 Braga Gcmes & C
Castanhas 10 barricai a Fraacisc.1 Jose de Aze-
vedo Braga, 10 a Antonio Valente da S. Ferraz, 10
a Fraga & Rocha, 4 caixas a Francisco L. de Al-
m-.ida. Cartilhas 1 caixa a D. F. Bastos. Cravos
de ferrar 2 caixas a Francisco R. Gomes. Ces-
't08,,50 nJust0 J' G Teixeira, 100 a Braga Goraes
tSiC Cola 7 caixas a Domingos Jose da Cunha
Lagos. Cabos de vassouras 5,000 a Juslo Jose G
Teixeira.
Folha de loaro 18 saccos a S. G. Vitello. Ferra-
gens 4 caixas a E. R. Rabello & 0. Feijao 40
saccos a J. M. Palmeira, 300 a Fraga & Rocba, 30
a Beltrao A rilbo, 100 a Cardoso & Martins. Fi-
gos 1 caixa a Fraga & Rocha. Fechaduras 4 cai-
xas a Thomaz de Aquino Fence u & Succes-
sors.
Jogos de costura 1 fardo com 10 a Justo Jose G.
Teixeira.
Linha 3 caixas a Domingo3 T. Bastos & 'ilho 2
a Manoel Jose Ribeiro A C.
Macella 1 caixa a Joaquim Duarte Simoes.
Oleo de palma 10 caixas a lieltrao 4 Filho.
Pomada 60 cunhetes a Cunbalrmaos & C, 100 a
tranciscoGuedes de Araujo, 20 a D. F. Bastos A
Filho. Paluos 3 caixis a Jose da Cunha Laces 9
a Braga Gomes <& C, 5 a Silva Guimaraes C. &
Passas 7| caixas a F. L de Almeida. P, egos 20
barrieas a E. R. Rabello A C.,23a S. Guima-
raes & C.
Rolhas 18 saccos, a Braga C.mes A C, 38 a
Suva Guimaroes AC.
SalpicSes 2 caixas a ordem, 5 a F. G. de A-
raujo. Sapatoi de tran^a 2 caixas a Gmcaive?
Irraaos A C, 1 a Moraes A Pinto, ditos de liga 5
caixas a E. R. Rabello & C, 2 a Rodrigues Ir
maos A Guitnaraes. Seraentes 1 caixa a Francis-
co Je de Aze vedo Braga. S)la 2 rolos aos mes-
mos, 2 dilos a P. T. Bastos A Filho.
Sardinbas 20 barrieas a Francisco Joed de A.
Braga, 20 a Antonio Valente da S. Ferrat,40a
Fraga A Rocha.
Vtnagre 1 barrilaCuoba Irmios A C. Vinho 100
caixas, 15 barris de quinto e 1 dito de decimo a A
P. de Oliveira A C, 190 caixas e Uo barris de quin-
to a Cunha Irmios & C, 200 caixasa Thomas de
Aquino Fonceca & Successorea, 150 ditas a or
dem, oO a Francisco L. de Almeida, 15 barris de
quinto, 21 ditos de decimo e 2 ditos de quarto a
Braga Goraes & C, 10 decimos a Albino Antonio
da Rosa, 1 quinto a Mendea Lobo & C, 1 a Jose
MGoncalves da Fonte, 1 de quarto a Gonjalves
P. de Magr.lhaes.
aendimento de I a
:deoi do d;a 19
Fnrao, etc.
18 1:613*951
69*010
Vinagre, etc.
leodimento de 1 a 18 1:669*375
dem do dia 19 *
2 835*12-".
3:592*3'<
5:02T*6W-
3:847*60*
l:682*P;i
1:669*37.'
18:655*267
Thesouro provincial de Pornambueo, 21
de dezembro de 1874.
0 escrivSo,
J. & M. da Silva Saatos.
COMPANHIA ALLIAKCA
seguros maritimos e terres
tres estabelecida na Bahia
ern 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000*000.
Torna segnro de mercadorias e dinheiro
i00 maritimo em navio de vela a vaporti
>ara dentro e f6ra do imperio, aasiia com*
sontra fogo sobre predios, generoe a fa
ondas.
Agente : Joaquim Jose Gouc,alT Beltrio
aa do Commorcio d. 5. 1 andar.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Be trio & Filho aaccam
por todos os vapores sobre :
Anadia
Agui 'a
Evora
Fate
Faro
Gnarda
Leiria
Lisboa
Barcellos
Coirobra
Mirandella
Penafiel
V
do
lha do Jornal
corrente.
0 iraposto pessoal, creado pelo art. 10 da lei n.
1,607 de 26 de setembro 1867. t devido por toda
a pessoa nacional ou estrangeira que residir no
irapenoe liver por sua conta casa de habitacao
arrendada ou propria, ainda que nella nao more.
^ ,H.il ? "gulameuto Que baiXou com o decrelo
n. 4,052 da 28 de dezembro de 1867.
0 laniiamento comprehende :
!. As ca as de haoilacao qae o collectodo tiver
por ana conia no districto, ainda que nelle nSo re-
sida.
2. As peasoaa qae morarem em predios do par-
ticulares, Kraiuiiaraente, .aMtsf a disposicao do
Sor (Ar" d reeu,ameaioci
Esiao aojaitoj. ao imposto pessoal pelas casas qoo
occuparem oss suburbia oa cidates os indivi
duos que ja pagarera o ddo iraposto pelas casas
qae morarem naa mesmas cidade?. (Decisao de
13 de junho de 1870.)
0 decrelo n. 5,586, de 1 Ida abrril do corrente
anno, qux alterou o de n. 4,052 de 28 derdezem
bro de" da 1867, deiermina qua seentendt o dis
posto no art. 4*, do raodo seguinte :
Oj arts. 17 e 19, Bujeitam ao iraposto as pes-
Bngue hespaabol Amabel Theresa, entrado de
Montevideo em 21 do corrente e consigoado a Pe
reira, Carneiro, Maia 4 C, minifestoa :
Barrieas vasias 86.
Pipas vasias 91 aos consignatarios.
Bngue inglez Rio, entrado de Cardiff em 2t do
corrente e consigoado a Johnston Pater A C, ma-
nifestou :
Carvao de pedra 343 toneladas a S P. Johns-
ton & C
0E9PACH03 DB EXPORTACAO NO DIA 21 \)t
DKZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Cordova, para Liverpool
carregou: F. Caseao & Filho 1,090 saccos com
81,750 kilH de assnear maseavado ; Rocha Lima
iSt Guimaraes 520 ditos com 39,000 dilos da dito.
No vaporinglez Liguria, para Liverpool, car-
regou : M.- L. Paes Barreto 3 volumes com 30
abacaehu.
No navio inglez Cortsande, para o Canal, car-
rfgon : E. A. Burle *C 210saccos com 17 230
kilos de assucar mas :avado.
-* No patacho americano M. E. Thayer, p3ra
NeW-I^i ?arre8"u : H- Portw A C. 407 sacc,'S
cum du.525 kiios de assaear mascavado.
- >Na barea franceza S. Andre; para o Harre,
carregou : J P. Lopes 99 saccas com 7.980 kilos
de algodao.
No brigue portuguez Bella figueirense, para
Aveiro
Ceja
Bhaves
Ivas-i
Ernarante
Animaries
Gvilha
Coelgaco
MPorfalegre
Arcos de vai de vez
Celorico de Bastos
Caminba
Mangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
Villa nova Je Portimi Vina
Villa do Conde;
Mm ilhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Tei^ira.
Monsio
Ovar
Porto
TaHra
Refoa
Vizeo
Fifnei
Uma
Esurr
Valen
a real
Cabecira de Bastoe
Caslello-Branco
Espozende
Oliveira de Azeneic
Povoa de Vartira
Vianna de Castello
de Famaiicao
SEGUROS
H.4RITIN0S
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praja, torna seguros maritimos aobre
aarios a seus c arregamentos e contra fogr
;m edificios, mercadorias e mobiliaa: aa
ma do Vigario n. 4, paTimento terreo.
Banco GoMercW de Braga.
Jorge Taue.
37Rua do Amorim87
Saca qualquer qaaalia a prazo oa a vista ao-
bre este Baw on -naa respectiva* agHMiaaaae
'flgaintes cidades e villa* de I'uriugal, haaadMa-
centes e Hespanha, a saber :
i*orc*a*a4-
'
r
I
<
<
Agueda.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Arco de1 Baulhe em Ca-
beceiras da Bastos.
Barea.
Barcellos.
Beja.
Melgaco.
M.lhada.
Mirmiella.
Monte-mor o vslbo.
Mo'ncao.
Oliveira do AMBwtt.
Ovar.
Penafiel.
Pon'Aleffra.
Pinhel.
L
J

-------------------------.-----------
i


Dferio de Feriiajiftraeo Terqa feira 22 de Dezembro dd 1874.
/
/
/
*r
Caminha. Pome do Lima.
Chaves. Portimao.
Castello Branco. tforto.
Goimhra. fevoa do Varzim.
Castro Daire. Povea de Lanhoso
Coura. ^JHja.
Covilba. 'SHves.
Esposende. Santo Thyrso.
Elvas Tavjra.
Estremoz. Torres Novas.
Fafe. Tbomar.
Kamalicio. Valenca.
Far1). Vianaa.
Figueira. Villa do Conde.
Gouveia. Villa Pouca de Agular.
Guarda. Villa Real de-S. Antonio.
Guimaraes. Villa da Feira.
Lagos. Villa Novade Geriaira.
Louie. Vinhaes.
Lamego. Vizeu.
Lisboa. Villa Real.
Moviroento da Heira.
llbas.
Fayal. Fanchal.
Heipanha,
Badajnz.
Barcelona.
Cadiz.
Ca ceres.
Campinas.
Coruna.
Ferrol.
Madrid.
Orease.
Padron.
Pjntivedra.
Puenteareas.
Santiago.
Vigo.
Mritim d e conlra-fogo
COMPAMIA
Phenix Pernambueana.
RUA DO COMMERCIO H. 34.
Seguro coiitra-fogo
CHE LIVERPOOL 4 LONDON d GLOI
INSURANCE COMPANY
Agente*
SAUNDERS BROTHERS 4 C.
11Corpo. Santo11
Augusto F. d'ftliveira & C.
A cas8 commercial e bancaria de Augustc
$ d'Oliveira A C, i rua do Comraercio ns
42. encarrega-se de execucao de ordens
para embarque de prodoctos e do todos o-
iaais negocios de commissao, quer commer
oiaes, quer bancarios.
Dectmta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca d vista e 8
jazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guilltes pra?as estrangeiras e nacionaes :
tLondres. Sobre o onion bank o>
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobra os banqueiros foulc
& C., MARCUARD ANDRE & C. e A. BIACQUE,
VIGNAL & C.
Hamburgo. Sobre os Srs. joao
SGHU BACK & F1LHOS.
Lishoa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOSE DF
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do p
O Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercia-
oo para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
llaranliSo. Sobre'o Sr. jose feti
ivEIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio d Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACI0NAL V
8ANQUE BRASILIENNE FRANQAISE.
nru
Dita n. 10. Oscar Destibeaux
DiU n. *3. lose Ciuil
Dita n."19.iTaares <5rSila
Toncbeirasu.lt;. Belltrmioa Alves
Arocha
Dita n !. Joaquim Bernardino da
Costa Rios
Trave8sa das Cruzes n. 14. Jose Ma-
ria Teixeira
Larga do Rosarii n. 20. Francisco
Teixeira Barbosa
Dita d. 37 A. Maaoel Garrido 4 C
Eslreittdo Rosano n. 16. Innocen-
cio Peregrino Rabello Braga
Estreita do Rosario n. 32. Pedro Au-
gusto da Silva
Dita n. 24. Joao Manoel de Franca
Dita n. 11. Monteiro & Mattos
Dita n. 13. Neves & salgado
Dita n. 23. Jose Martins Dias
Dita n. 25. Jose Euzebio Marques
Coelbo
Joao do Rego n. 2. Alexandre Ame-
rico de Caldas Braodao
Dita ns. 10 e 12. Jeai Meier
Dita n. 20. Alexandre Americo di
CalJas Brandio
Dita n. 3. Manoel Rodrigu.es Teixeira
Rodi n. 45. Antooio Daarte Pereira
Becco do ealaboaco Veibo n. 40. Fe-
lix Cypriano de Souza Teixeira
Rua da Paz n. 4i. Jotquiui Marques
de Souza Mello
Mathias de Albuqaerque n. 25. Viclo-
ria Kuglen
Largo do Carmo o.'48. Virgilio Sa-
lyro de Uedciros
Travessa do Livramento u. 28. JojS
de Souza Almeida
Pedro Affonso ns. 39-41. Manoel Jose
Martins
Marciho Dias n. 58. Oliveira & Sa-
cramento
Dita n. 38. Belchior Miguel dos San-
tos
Dita n. 77. Manoel Bernabe de Dens
Lima
Goronel Saassuna n. 22. Fortunalo
Jose Thomas
Fogo n. 32. Jose Bruno Lima
Marquez do Herval n. 37. Antonio
Duarte Pereira
Largo da Praceta n. 7. Silva Ramos
30300011 quarto de gaUinfca -assada.
So^SOOj 1 pao de 143,grammas.
28.800 Lenha e sal.
114 grammas da arcoz. *
4 (aWnOQo) I
7 grammas de cba'da'India (verde.)
1 pao de 143 grammis.
57 grammas de asaoear branco 3' sorte, reunado.
Lenba.
hour.
459 grammas da came verde.
5 decilitros de farinha.
Lenba e sal.
N. 5 (almoco.)
0 mesrao da dieta u. 4.
Jantar.
459 grammas de cirue assada.
114 ditas de arroz.
1 pao de 143 grammas.
Lenha c sal.
Secrelaria da policia de Pernatnbuco, 3 de se-
tembro de 1874. Conforme, Miguel Affonso Fer-
reira.___
255920
<
12*Mf
14H04
35-0'
10W#
242
42*W
mm
yitM re m n
43J200
39.<600
12)960
32/000
12;O0O
2U600
21S600
185000
18'000
14 400
14/400
1234O0
24:-000
24:000
36:000
30iJO0
Priraeira seccio do consnlado provincial, 17 de
dezembro de 1874.
0 chefe,
Eiuardo A. de Oliveira.
Faculdade de Ulreito.
De ordem do Exm. conselneiro direct jr, visconde
de Camaragibe, fa^o publice ius ains:npgaj para
os exames de sciencias c mecara no dia 27 do car-
rente e terminara no dia 17 de Janeiro viodouro,
de conformidade com o aviso de 27 do setembro
de 1872, que modiflcou as instruc^oes que baixa-
ram com o decreto n. 4,430 de 30 da outudro de
1869. .
0 que se pretender inscrever devera taze-lo Da
secrelaria desta facnldade por meio de reqneri-
msnto ao mesmo Exm. Sr. c>nselneiro director,
declarando nio so a materia em quo se tern de
inscrever, como lambem aquelia ou aquellas em
quo ja tiver sido approvado ; a flliaijio e natu-
ralidade, e bem assim exhibira attestado do direc-
tor do collegio ou professor que o houver ensi-
nado, certificand) a sua habilitiQao e te a letra do
requenmento e assignatura sio do proprio punho
do examinando, tado de conformidade com os ar-
tig03 1 e 2 das instructs que baixaram com
o decreto n. 4,430 de 30 de oatubro de 1869.
Secrelaria da Faculdade de D reilo do Recife,
21 de datembro de 1874.
0 secretano,
Jose Honorio B. de Menezes.
0 bacbarel Fraucisco Augusto da Costa, juiz de
paz do 2* anno da freguezia de Nossa Senhora
da Graca, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos senhores eleitores e supplentes
.abaixo daclarados, que em vista da lei regula-
maatar das eleicoes, os convoco para que coropa-
reoara na 3* dominga do mez de Janeiro proximo
futuro, no corpo da matriz desta freguezia pelas
9 floras da manaa, a6m de organisar-se a junta
qualificadora que tarn de raver a qualiQcaeao do
correute anno, ficando os senhores eleitores a sop
plentes certos que.na falta de comparecimeiito, se-
rao multados eoafoime determina a lei.
Eleitores.
Bacbarel Beato Jose da Costa, vigario Au-
gusto Franklin Moreira da Silva, bacharel Fran-
cisco Augusto da Costa, eapitao Elias Goncalves
Pereira da Cnnfaa, eoronel Doming >s Affonso Nery
Fer.eira, Manoel Antonio de Albuquerque Macba-
do, bacharel Jose Francisco Ribeiro Machadj, Ber-
nardino de Sanaa Maniz, Augusta Jose Goncalves
Lessa, Augusto Fredsrho de Oliveira, Jjse Lui'.
de Souza, brigadairo Antonio Gomes Leal, tenente
eoronel Tbomaz Jose -da fillva.fiusmao,-bfcharel
Jose Joaquim da Silveira Foneaea-e coaoteadador
Luiz Goncalves Ha Silva.
Supi'ientes.
Augusto G#nuiao de-Pigueiredo, Jos6 Miguel de
Sonza Masatoaes, Jose Doarte Calisto, "Bcaz Adelino
CaTilcaMe de Albuquerque, Tiwuuz Augusto de
Vascoucellos Albuqierque MarauMo, Joaquim
Cleweute de Leraos Djuarte, Joje Corrdade Sa,
UdBJinjjos Francisco Regis, Joao Lniz Beda, Anto-
nio Jose Mauriio, Antonio da Silva Gusmao, Ber-
nardino de Oliveira Coragem, Joaquim Antmiio de
Oliveira'Baduem, Manoel Octaviano de Carvalho
Pinto a Miguel Farreiia Piuto.
E para conetar, mandei passar o presente-c affl-
xa-lo cos lugare? raais publico- desta freguezia e
publrca-l9-pala imprensa.
Freguezia de Nosea -Senhora dezembro de 187'.!.
Eu, Francisco de Barros Corrfia, escrivao, o
subscrevi.
Francisco Augusto da Costa.____
Largo da Campina.
Idem*. 11 (fecuada) ... 120*000
Itua do'CoronelSuajsiBla
l aadar Ria do Viseoudo, de Albuquerque.
CMaterrea n..lOI. t ". 241*000
Idem u, 91..... 681*000
Becco do Abreu.
Sobrado de 4 aadares n. 2. 48ls000
Rua dos Pescadores
Casaterrea n. 11..... 243*000
Rua da. S. Betto (Olinda)
Sobrado b. 17........408*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua do Commerciu
Sobrado n. 30......800*000
Rua da Moeda.
Casaterrea n. 21 fechada).. 400*000
Becco das Botas.
Casaterrea o.-18.......421*001
Rua da Lap;..
;asa terraa n. 11.......2O2*0(K)
Rua do Amorim.
jobr^dodo 2andaresn. 23 602^001
Caaa terrea n. 34......122*00*
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 31.......153*000
Rua do Vigario.
! andar do sobrado n. 27 (fechaia) 243*000
! andar do mesmo (fechada) 240*000
l.oia do mesmo fechada.....300*000
Rua do Encantamanto.
iobrado de 2 andares n. 13 Rua da Senzaila velha
Idem n. 16........209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. '25.....209*001
dem n. 29 .... 301*000
Rua "do Bom Jesus
Sobrado .n. 41.......600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 103......207*000
idem n. HIS........208*1.00
Idem n. 98.......241*000
Paraameirtm.
Sho n. 1 ... o 590*006
Os pretendentes deverao apresautar no acto da
arremat as suas fianoas, ou comparecarera
acompaiihados dos respectiVos fiadores, devendo
pagar alem d vrenda, o premio da quantia em
que for set, uro o prodio que contiver eslabeleci-
mento commercial, assim eomo o servico da Urn
peza e preco dos apparelbose e nnuidades.
Secrelaria da Sauta Casa da Misericordia do IU
cife, 10 de dezembro da 1874.
OescrWao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Para Imperiaes mariobeiros, aprendzes ditot e
marinhagem.
Bonets 'de panno azul ferrate, camisas de brim
branco, calcas de brim branco, capas de dito para
bonets, capas de oleado preto para ditos, camisas
de Amelia azul ferrete, calcas de dita. camisas de
panno azul ferrete, calcas de dito, calcas de algo-
oao azul, camisas de dito, coberOres de la, col
cboes de linbo cheios de palba, fardas da pan -.9
azul ferrete, Iencos de seda preta para gravaias,
sapaiSes a saccos de lr>na de marinhagem:
Tambem o conselbo. de igual forma, contrata
no mencijnado dia o forneeimento ao arsenal de
marinha, ne referido irimestre, de cimenlo de boa
qualidade, carvio eok e dito de ferreiro.
Sala das sessOes do conselho de cdmpras
do arsenal de marinha, 19 de dezembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anfos.
Navios sahidos no mesmo dia.
Macao Hiate uacional Deus te- Guie, eapitao
Manoel F. Jailes, em lastro.
Parahyua Hiate uacional Flor do Jardim, ea-
pitao J. F. da Silva, em lastro.
Lisboa Barca portugu6za Alexandre Herculano,
eapitao A. A. da Almeila, carga assucar e outros
generos.
Liverpool Barca ingleza Princess Alike, capi-
tio John Temper, carga assucar a algodao.
Rio Grande do Sul Eicuna portugueza Helena,
eapitao Sebastian dos Santos Pereira ; carga
assucar.
Navios entrados no dia 21.
liahia 2 dias, vapor iuglez Ariel, de 727 tone-
ladas, commandante Brown, equipagem 27,
carga assucar; a Simpson 4 C.
Montevideo 23 dias, brlgue bespaahol Amable
Tereza, de 212 toneiaia*, eapitao Jayme Julia,
equipagem 12, era lastro ; a Pereira Carneiro
Maia & C
Cardiff 50 aias. briguo inglez Rio, de 227 to-
neladas, eapitao Thomaz Hoodies, equipagem 8,
carga carvao : a Johnston Pater & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Bahia Patacbo americano Henry Tmobridge,
capita) Crocker, carga parte da que trouxe de
New-York.
Consuiad.) provincial.
l'ara.sciencia doscontribuiutes do imposto da de-
cima urbana, a outras abaixo indicadas a os eiTritos
legaes, em seguida publicam se as alleracoes veriC-
cadasno langamento do mesmo imposto nocorrente
anno financeiro de 1874 a 1875, licaodo aberto o
prazo do 30 dias, no3 termos do art. 38 do regula-
mento de 6 de abril do correote anno, as reclama-
c^es que por venlura ossam ler a fazer oiinteres-
sados.
AlteraQoes TerHlcadas pelo laacador Joaquim de
Gusmao Coelho no laucaraento do imposto de
2:000.-000, por casa de compra e venda ou
quaesquer transacoes sobre escravos, da fre-
guezia de Santo Anionio, no anno corrente de
1874 a 1875. .
Imperador n. 77. Barao do Nazareth 2:000i000
Primeiro de Marco n. 6 A. Antonio
JosS Rodrigues de Souza 2:000;000
Duiue de Caxias n. 55 Marcelino tSt
C. 2:000 iOOO
Uita n. 75. Lavra di Gratuliano 2:000.000
Livramento n. 38. Joao Pedro de
Mello 2:000!000
Visconde de Idhadraa n. 52. Fran-
cisco Rutino Batjnga Braga 2:0092000
Marcilio Uias n. 22. Joaquim Nico-
lao Berwira 2.OOO3O0O
Imposto do 100} por guiniaste nos caes publicos
da cidale veritiealo pelo Unjador Joaquim de
Gusmao CoeMho, da freguezia de Santo Antooio
no auno corrent) de 1874 a 1875.
Caes Vinte Dous de N>vembro. Viu-
va Rita Lopes de Almeida 100>600
Bila. J )se Joaquim da QcsU Maia 1002000
Nova da Praia. Plate Neesen & C 100:000
Marquez do Hervai. ODmpanbia dos
trilbos urbanos do Recife a Api-
pucos 100:000
AlteraQdes verificadas pel j lancador Joaqnim de
Gusmio Coelh.i, no lan^amento do imposto de 6
por cento, aobre di versos eslabeleiimentos da fre-
goftia de Santo Antonio, no anoo correote de
H a 1875
imperador a. 13. Joaquim Jose- doe
$Mos Junior 30*000
Ditt a. 3f. Germano Pinto de Maga-
lhaes 545000
Caea Vinte Dous de Novembro n. 18. m^^
Sotero Augusto da Fonceca 18200
Barao da Victoria a. 24. L. Lack Fer-
reira & Amoiia 7t00
Dita o. 19. Felix Venancio de Canta-
lice KVWOO
Larangeiras n. 4. Fraucisco Aatonio
Barbosa W.'OOO
0 Dr. Quintino Jose de Miranda, juiz do direilo da
primeira vara civtl desta cidade do Recife de
I'tinambuco e sju tsrmj, por Sua Magestade o
Imperador, a quem Dsus guarde, etc.
Faco saber pelo presents edital que nos termos
do art. !. do decret > n. 1,695 de 15 de setembro
de 1869, dentro do prazo de 30 dias, contados da
publicaQao do presente, e?te juizo recebera pro-
postas em cartas fechadas para arrematagao por
venda da escrava Luiza, preta, de idade de 36
annos, do servico domestico, avaliada por 400*, a
qual vai a nraca a requerimento do inventariante
Dr. Angt-lo Henriques da Silva, dos bens deixados
pelos finados Joao Frederico Koop e sua mulher
D. Lourenpa Velloso de Azevedo Koop, sendo que
dita escrava acha-se em poder de Adolpho Roberto
Koop, onie podera ser examinada.
E para que cbegue ao conhecimento de todos,
manlei passar o pre;ente, qne sera afflxado no
lugar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, a>s 13 de novembro de 1874.
Eu, Hinriqun Cecilio Barreto de Almeida, es-
criva>, subscrevi e assigno.
Recife, 19 de novembro di 1874.
Quintino Jose d-Miranda.______
Perante a camara municipal de.-t. cidado
estarao em praQa nos dias 18, 19, 21, 22 e 23dr
corrente para sorem arreraatados por quem maiqe
preco offerecer, os alugueres dos talhos e casi-
nh.s exislentes na ribeira da freguezia da Boa-
Vista: os pretendentes a taes arremata^oes, ha-
bilitera-se na forma da lei.
Pago da camara municipal do .Recife, 17 de de-
zembro de 1874.
Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
0 lllm. Sr. inspector do thesonro provincial
mania fazer publieo, qne em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, datada
de 12 de setembro proximo passado, se na de ar-
reraatar perante a junta do mesmo thesonro, no
dia 31 do corrente, a quem por menos flzer o for-
neeimento dos presos pobre3 da can da detengao,
notrimestre de Janeiro a margo proximo vindouro,
sendo os genero3 d3 que se compoem as diarias e
dietas dos mesmos preios, os constantes das tabel
las abaixo transcriptas.
As diarias e dietas doi presos pobres nao pode-
rio exceder a 400 reis diarios, com excepcio do
forneeimento feito aos presos militares, que sera
de 352 reis diarios, conforae o disposto no aviso
do ministerio da guerra de 22 de maio de 1858.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
Secretaria do thesouro provincial, 21 de dezem-
bro de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Tabella organisada em virtude da ordeu da presi-
dencia, de 15 de jnlbo ultimo e de conformidade
com o anigo 29 da lei do orcamento vigente.
Sera fornecida aos presos pobre3, recolhidos a
casa d6 detencao, a seguinte alimentacao, a razao
de 400 r6is por cada preso.
Almoco para todos os dias.
1 pio de farinha de trigo com o peso de 143 gram-
mas.
36 grammas de cafe em grao.
57 ditas da assucar mascavado refinado.
Ceia para todos os dias.
1 pSo ou bolacha de 86 grammas. _
36 grammas de cafe em grao.
57 ditas de assucar mascavado refinado.
Jantar.Nos domingos, tercas a quintas feiras.
159 gramnm de came verde crua.
14 ditas de toucinbo.
5 decilitros de farinha dewnandioca.
Nas segundas e quartas feiras.
229 grammas de came secca.
14 ditas de toncinho.
2 decilitrds de feijao.
5 ditos de farinha de mandioca.
Nas sextas feiras e sabbados.
j29 grammas de bacalhao.
2 decilitros de feijio.
5 ditos de farinha de mandioca.
2 centilitres de azeite doce. ,
* ditos de vinagre.
renba e sal uecessario para o preparo da comma.
Os ganeros serad entregues no estabelecimento a
custa do fornecedor, que tambem ministrara o
barbanto necessano para a divisao das raroes da
came e bacalhio; senlo o tafe fornecido crd, o
fornecedor dara o torrador e moinho 4 sua custa.
.Dieta n. 1.
1 quarto de gallinba.
Lenha e sal.
fl. J (almoco.)
1 pio de 143 grammas.
1 sopa de caldo de gallmha.
Lenba e sal.
Jantar.
1 quarto de gallloha cosida.
57 grammas da arroz paracanja.
Sal, vtaagre e lenha.
N. 3 (almoco.)
0 masao li dieta n. 2.
Jantar.
112 quarto de gallinha cosida.
O.Ur. Sebastiao do Ilego Barros daLacer-
da, juiz do diceito espeetal docommer-
cio, nesta cidade do Recife de:Pemam-
buM, por'S. M. Imperial e CoDititucio-
nal, etc., etc.
Faco saber pelo presente que Joaquim Luiz de
Abreu,por-seuadvogado, mt-dirigio a palicao do
theor seguinte :
Illin. Sr.-Dr.ijuiz especialdo commarcio.-Diz
Joaqnim Luiz de Abreu, que sendo credorde Joa-
quim Cavalcante de Aluqucrqie, pela quanlii de
1:500^00, bem como dos juros de um por cento,
eslipulados em tres letras de terra de seu aceitp,
saccadas em o 1* de julho de 1869, a prazo do 6,
8 e 10 raezes, quer interromper a prescripgao das
mesmas letras, e por isso vem pedir a V. S. que
se digne de mandar tomar por termo o respectivo
prote^to, na forma do | 3* do art 453 do coJigo
commercial. E porque nao se tehna noturia do
suppli sencia, (m lugar incerio e nao sabdo, alim de per
editats Ibe ser intimado o mesmo protestc. Pelo
que o supplicante, pede que d'slnbuida a pre-
sente, se digne V. S de marcar lugar, dia e hora,
para o depoiraento das testemunhas e que, jagada
por sentenca a justificacao, seja publicada a com-
petente carta de editos, a o supplicado intimado do
mesmo protesto. E recebera merce*.
Recife, U da dezembro de 1874.0 advogado
Paula Penna.
(E?lava uuia estampilha do valor de 200 rs., le-
galmenta inutilisada.)
Na qual dei o despc.cho do theor seguinte :
Distrib.iida, coma requer e justilique quando
quizer.
Recife, 12 de dezembro da 1874. -r Barros de
Lacerda.
Em virtude desle despacho, fora fcita a distribui-
?ao ao escrivao deste meu juizo, Ernesto Ma:hado
Freire Pereira da Silva, qua lavrou o termo de
protesto do tbeor seguinte :
Aos 15 de dezembro de 1874, nesta cidade do
Recife, em meu cartorio, perante mim e as teste-
munhas infra assigoadas, compareceuo supplican
te, pjr seu procurador Joao Caetano de Abreu, e
por este foi dito que pelo presente reduzia a ter-
mo o protesto constante da pelicao retro, que of-
ferecia como parte desle, em que, depois de lido,
assigooucora as indicadas testemunhis.
En, ErnestoJSilva, escrivao, a escrevi Joao Cae-
tano de Abreu.
E mais se nao coatinha em dito protesto, aqui
fielmente copiado, e tendo o su iplicante pro uzi
do suas testemunhas, que depjierara conveniente-
menle acerca da ausencia do supplicado, o respec-
tivo escrivao, fazendo sellar e preparar os autos,
me os fez conolusos, e nelles dei a sentenca do
tbeor seguinte:
Proceda a justiflcacio, e mando que ao suppli-
cado ausente, se intime o protesto de folha, por
editaes com 30 dias de prazo, afflxados e publica
cadis. Aos autos jautirse-hao as letras, sem o
que os editaeanao serao passados. Custas ex cau-
sa. 0 protesto nao foi assignado pelas testemu-
nhas.
Recife, 16 de dezembro de 1874. Sebastiao do
Rego Barros de Lacerda.
E mais se nao contmha em .dita sentenga, aqui
fielmente copi'ada; pelo theor da qual o respectivo
escrivao fez passar o presente edital, pelo theor do
qual charao, c to e hei por eitado o referido sup-
plicado, para quo dentro do prazo de 30 dias, con-
tados da data la publicagao de-te, comparega nes-
te juizo, por si ou por seus procuradores, allegando
e provando o que for a bem de seu direito e justi-
ga, sob pena de revelia.
E pira que cbegue ao coohecimento de
todos, mandei p&ssar o presente, que sera"
publicado pela imprensa e affixado nos lu-
gares do costume.
Cidade do Recife, 19 da dezembro de
1874.
Eu, Ernesto Machado Freire Pereira da
Silva, escrivao, o subscrevi.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
Coasuld provincial.
Pelo consnlado provincial, faz-so publieo aos
respectivos cootribuintes, que do 1.' de dezembro
vindouro por diante comeca a correr o prazo dos
30 dias nteis, rrarcados no art. 34 do reg. de
17 de junho de 1873, psra a ccbranca do primei-
ro semestre de decima urbana e de 5 0(0 sobre
bens do mao mnrta, no corrente exercicio de
1874 a 1875, incorre ndo na mulls de 6 0[g
aqaelle3 dos contribu ntes que-nao satisfuerem
uesse Drazo os seus debitos.
Consulado provincial, 27 de novembro de 1874
0 administrador,
Anionio Carneiro Machado Rios.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Rio de Janeiro.
Prctende segnir com mnita brevidade a bares
portoguezSopiia, per ler a maior parte de
carregamento engajado, e para o resto qua la*
falta, trata-se com os coosiynatariot Joaquim Jose
Gongalves Beltrao & Filho, i rua do Comatereio
n. B.
Para Lisboa e Porto
Vae satair com muita brevidade o trigw i rtu
giuz Imperial, por ter graade parte 4- carga
prompla. Para o re*l-> e passag-iroi, irau-te
com os consignatarios Tliomude Aquino Ponce
ca & C. Suecesserea. a
rua do Vigaiio n. 19.
COMPANUiA BRASILE.RA

\avegaca coatelra m vap.r
for Ion d a*
mrif
S03 A DIRSCgAO DE
Jose Bernardino C. Barros
Dous grandes espectaculos pastoris nos dias
Qarta-feira 23,
Quinta feira 24
Depois de uma brilhante symphonia pela or
ciiestra, repreaentar se-ha pel* primeira vez ne3-
le theatro o drama aacro de grande espectacnlo
em 5 actos, oroado de musica, danca, machinis
mo e logos de bengala, denominado :
A Revelafjao do Natalicio.
Tumam parte nestas representagoes um pas
soal de 25 figaras.
0 director deste3 divertimentos nio se tem
pcupado a deSp^zas afim do apresentar ao iilas
trado publieo desta cidade especiaculos deste ge
nero que se tornem dignos da apreciagito de to-
dos.
As Df-ssoas que qu'zerem bilhetes para estas
spectaculos podem desde ja procura-los na rua
Bella.n. 23, na rua de S. Francisco n. 25, e
no dia do e.pectaculo do theat.o.
Deoois dos espactaculos naveratrjai para o
COMMANDANTE C. A. GOMES.
Esp par-
los da sul ate o dia 27
docorreate,* daaaa
da demon (So costu-
me stftuira para w
do norte.
Para carga, encommendas, valores e passafens,
trata-se no escriptorio
7 RUA >J0 VIGARIO -7
Pereira Vianna & C
.______________Aceotes._________________
Companhia Allincja Mariti-
ma portuen.sc.
Empreza do navogKriio enirc o Bra-il
e Portugal
Barca piimnw Yktcria
t'ern o Prto
A sahir com a aaxtaaa br.-viddr<. Recbe car-
ga e pas>ageniros : a iratar <- >ia Jose da Silva
Loyo & Filho. __________^__
Recife
Massa fallida de Pereira de
Mello & C.
Oscredores podem rece-
ber oterceiro dividendo de
Bete por cento, apresentando
os titulos para ser annotado.
Socicdnde ttecrcio Fami-
liar.
De ordeai do Sr. presidente, sao cenvidados to
dos os membros desta sociedade, para compare-
cerera na sala das nossas sess5e3 aos 23 do cor-
renle pelas 7 hiras da noite, psra assignarem os
novos estatutos, que se aeham approvados pela
autoridade competente.
Secretaria da Sociedade Rccreio Familiar, aos
21 de dezembro de 1874.
0 1 screlario,
Joaquim Domingues Ferreira
N. B.
boras da
Pregos dos bilhetes.
Camarote com 4 entradas
Cadeiras
Platea
Haleria para senhora
0 espectaculo do dia 24
noita r.fim da acabar a
U
u
5
15
enirar^as sete
hora de miss a.
De ordem do film. Sr. inspector do thesouro
provincial faz-so sciente aos possuidores de apoli-
ces trauiferidas, que devem traze-las a repartigao
ateo dia 31 deste mez, alim de serem notadas e
mcluidas nas fulhas do juro vencido, neste semss-
ire, cujo pagamento tera comego a 16 de Janeiro
do anno futuro ; ficando excluidas desse pagamen
to as apolices dos possuidores, que ate aquelia
data nao as iiverem trazido para o iim alludido.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambu-
co. 17 de dezembro de 1874.
O secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Obras militares
A 28 do corrente, ao meio dia, sera posta em
concurrencia a execugao da caiadura, pintura e
ppquenos reparos do quartet da companhia de ca
vallaria, orcados em 437-300.
Os pretendentes apresentem na reparticao das
obras pubheas (oude desde ja se acha o orgamen
to) suas propostas em carta fechada.
Pernambuco, 18 de dezembro de 1874.
Chrvssolito F. Cas'ro Chaves,
Eneenh'eiro das obras miliiares.
Aferigao de Olinda
0 arrematante das aferigoes de pesos e medidas
do municipio de Olinda, scientiflea que o prazo
marcado a mesma afericio, finda-se em o ultimo
deste mez : os interessados dirijara-se ao Vara-
douro n. 12. Olinda, 16 de dezembro de 1874.
0 arrematante,
F. P. Advincula.
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
DeliniliYiinienlc uliimo
e grande variadi cspecticulo, pelos celebres e
unicos no seu genero
Gampanologos escossezes
Km beneflcio
DD.^Clara, Sophia, Graca, e Eliza,
com o concurso dos distinctos arlista?, Srs.:
I'enanle e Flavlano.
Progrnnima.
1/ parte.
Grande symphonia pela orchestra.
Pelo artista Penante, a ^cena comica :
Fui a Paris.
2.* parte.
( Pelos campanologos )
l. A marcha Sarda.
2. A linda walsa II Bacio.
3.* parte.
Pelo artista Flavian >. a scena camica :
0 matuto aparvalhado.
4.* parte.
(Pe'os companoiogos)
3. Faceira Polka.
4. Les gardes de la raine, quadrilha
5." parte.
Pelo S-. Flavian^, a aria comica :
romada.
6.a parte.
( Pdos campanologos)
5.8 0 sempre 3pplaudido n. 6 da opera Tra
viaia.
6. 0 Hymno Naci.nil Brasileiro.
Principiara as 8 boras.
Para o Crara
egue em ponco* di>s hrifoe a leaao Cclmar.
ecebe carga a frele nwdio tratar ao escrip
orio de Domingos Al *ii.tli*us. ana do Viga
rio n. 5. _______.
i/ara Lisboa
o lugre portuguez Ctdral, eapitao 1. Adrian da Sl
va, vai aahir com brevidade : para carga e pasaa
Seiros, trata-se com Silva Guimaraes 4 ('., frag*
o Corpo Santo n. 6___________
qoe s<
ca
Venda de navio.
Vende-se o patacho nacional African*,
acha ancorado no quadro da levarga da
secca : quem o preiendT dirija ao
oara examina-lo, e a tr >ur na seus C',B?igna
tarios Amorim Irmaos A C.___________________
Libra' oslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commerciu ^ 41.
Sepne cum este de;lino
palh.ibote Rosita, tomando
a carga que Ihe apparecer,
3provei!ar, pode dirigir se as
quim Jose G.>ncalve; Beltrlo
Commercio n. 5.
|uatr> dta, '
para o r.-feriao parti
pir is-) qaea quite"
n-ipnitari<.i Joa-
k I-'ilho, a ma d >
Companhia alliatnrw aaarlriaBa
portuase x
Empreza de rjaveg.igao cntre o Brazil e P..-t
tugal
PARA 0 PORTO
Barca pcrtujiueta JaBB Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carg* e passageiros : a
tratar com os sens consignatarios Jose da Sih
Loyo & Filho.
OP
LEiLOEl
Obras geraes.
0 engenheiro director das obras publicas ge-
raes, faz publieo que no dia 4 do Janeiro do an
in proximo futuro, nc escriptorio das obras do
porto, ira a praga para ser arrematada por quem
por aienos liter, a obra dos reparus a fazer-se no
lorreao do relogio do arsenal de marinha, orcada
em l;36i#000.
Recifs, 19 de dezembro de 1874.
0 engenheiro,
M- Feitosa.
moveis,
rurgia
M
louga, vidros c fcr^monla da c -
de divorsos carr.s, c de urr.a opti-
ma parelha de mullas, pmpria para cir >
4VSS0S MJ.R!THWas
m
UVLkMCWM.
de Per
Thomaz de Aquino Fonceca & 6.
Successores
saceam por todos os vapores, sobre as seguintei
pragas:
Lisboa. Regoa.
Porto. Chaves.
Braga Villa-Flor.
Vianna. Mirandella.
Viseu. Alijo.
Guarda. Favaios.
Coimbra. Braganga.
Guimaraes Lamego.
ltio de Janeiro.
.S a rua do Vigario n. 19._________________u_
Real companhia de paque-
tes inglezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor-
rente, espera-se da Eu-
ropa, o vapor inglez Boy-
ne, commandante Reks,
o qual depois da demo-
ra do costume, segnira
para Buenos-Ayres, to-
cando nos portos da Babia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo.
No dia 29 do corrente
espera se dos portos do
sul, o vapor inglez Neva,
commandante West, o
qual depois da demora
do costume, seguira para
Southampton, tocando nos
rtos de S. Vicente e Llsbda
poPara passagens, fretes. etc.,. trau-se na agencia
Roa do Comm ercio n.40. ____
COMPANHIA BRASILEIRA
m
\avejracad a vapor.
PORTOS DO SUL
Conapanuta de cavallaria
nambneo
No dia 23 do corrente met, pelas 10 horas da
manna, recebe se na secretaria da mesma compa-
nhia, propostas para forneeimento dos generos
precisos a eavalhada, durante o primeiro semestre
do anno de 1875, a saber : capim de planta em
kijogrammas, milho, farello e mel em litres, e bem
assim as fefragans lirecisas raeasalmsnte para
cada eavalk), com atgola. Advertindo que todos osj
generos sao de primeira qualidade, e nao 6 admis-
sivel propesta com condig6es.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Jose Joaquim Coelbo,
Capitao commandante.
SANTA CJSk DA MISeRICORiHA 00
RECIFE.
A Hlma. Junu administrativa da Sauta Casa da
HUarieordia do Recife, manda fazer publieo qae
aasak de suis sessSes, no dia 17 de.dezembro,pa-
'as & horas da tarde, tem de ser arremaiadas >-
jnsm mats vantagens offerecer, pelo tempo de utc
4 tres an&oti, as randas dos predios. em saguid?
Companhia Fidelidade
. Seguros maritimos e terrestres
A agencii desta companhia toma seguros mari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuitj ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente. ____
le^lar^.
XBRUECWiENTO DE CAMdXDK.
Vflal 9e Negreltos.
Casa taitaa n. 94. ^
Idem n. 114 .... .
Rua labga do-Raaario.
J.- andare loja n 24 A fechada .
3.-aadar n. i4 A Maa ....
Rua de Antonio Henriques.
lasa terrea n. 26 (fechada). .
" .,
CONSKI.HO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA
0 conselho contrata no dia 23 do corrente met,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manha, e sob as condigSes do estylo, o fomeciaien-
w de fardamenlo, no trimestre proximo vindouro
de Janeiro a marco de 1875, para os navios da
ormada e estabeteeimentos de marinha, composto
e forneeimento dos objectos segnintes :
n B Para aprendizes artifices.
>a -n l>i forme, bonets do servigo, blnsas
de brim branco, blusas de algodao aznl, blusas de
panno ami, ealgae^de brim branco, calcas de al-
godto aml.caleas de panno azul, camisas de al-
godaoiinho, cobertores de la, cobertoresde algodao,
cintos de couro branco enveraisado, colch5es de
linho chei >s de patha, fronhas de algodaoxinbb,
lengosdeseda pr"a aara^gravaUs, leugoes de al-
30iaOB6lgte#aioao, sapBdm, *co de guardar roupa,
3270#0 travesseiros de iinhe/ahetos de palba.
Para artificea avulsas
Blusas de panno atul, Waas Commandante Quadros Junior
E' esperado dos porto.'
do norte ate o dia 23 do
corrente e seguira para I
os do sul, inclusive o da
Victoria, depois da de-
____ mera do costume.
Para carga, encommendas, passageiros e valores
trata-se no escriptorio
7Rua do Vigario-7.
Campanula de iiavegaefte a va-
por bahiana, linaitada
Bahia, Aracajii, Penedo e Macei6.
E' esperado dos portos
acima ate o dia 26 do
corrente, o vapor Pe-
nedo, e seguira para os
mesmos no dia seguin-
te ao de sua ehegada.
ecebe-se carga, encommendas, passageiros e
dinheiro : trata-se na agencia.
87 Rua do Bom Jesus57 ^^__
A'S 10 H"2 HORAS DA MAMlA
Em o 2." e 3.* andares doscbrado da n a
da lmperatflz n. ').
0 agente Dias, competeotem?a:e autorisado r i-
lo Exm. Sr. desembarfa^pr yatt d orphuos, lava-
ra a leilSo, no dii e hora acim* indieadca, a re-
qnerimenlo da Exma Sra. fton e invaaiinaae<
dos bens qus ficaram por faileei-aaaAa 4a IHa. Sr.
Dr. Alexandre de Souaa Pereirr do Carmo, os to-
veis e mais artigos. como abaix<> se u.-nxwia-.
A sahrr:
Moveis.
Uma mobilia de jacaraada, compost* de 1 > fa.
4 censolos, lampo de pedra, 1 Jrdineira, tan j--.
de pedra, 4 caieiras de bragus e 18 de p laraigii.
1 grande espelho com mollora donrad-i, Iptn"
de jacaranda, 1 cadeira para o roasmo, -
jacaranda. com eneo>to de pa hinha, 2 calc ra-
de balang-i, austriacas, 2 camas ce jac^'anda, pa-
ra casal, 1 grande e optima etaatede amartlF.
para li7ros, 1 grande aparador de BOfi", aaB
lampo de pedra e espelho, 1 grande gnarda I Jca
de amarello, 1 machina para costura, 1 cabid At
amarello, 1 cadeira de bragus, de jaearane-:., 5
comraodas de amarello, 1 jogo de bag*li 2 re-
logios para cima de mesa, 1 diti Je parede, 11 ;r
ca de jacaranda, I gnarda roupa de amarr
rwsas elasticas df dito, da 6 tab>s cada u:
aparadores de dito, torneados. 2 qusrtinhetra* d-
dito, 2 consolos pequeuos, tttapo de pedra. i
ca de jcaranda ira escrevw, 7 cadeiras 4a4m.
1 mesa redonda de dito, 12 cade ra d- ama -11
1 marquezao de dito, I secrelaria de diM, 1 n b -
lia de jaearanda, composta del safa, 2 cons*1-.
1 mesa redonda, tampos de pedra, 4 cadeir; i
bracos e 12 de guaraicao. 2 caaas da aau
para crianca, t lavatorio d dito m rape*
peles grandes e pequeoos, alca:ifas para ea ai
cmartos, quadros com vistta e redaaai eaa Pfu-
i as de alabastro.
Louga a vidros.
3 pares de jarros para Bores, 10 flgnras a> lou-
ga, 2 Bgnras de alabastro, lougi para aaacga
jantar, garrafas, caliees, eopos, compoteita.-
Hras de vidro e 1 porta-liGT.
Livros de medicina, diversos ferroa orurgi:?s e
1 manequim.
Passaros.
Diversos passaros em bonitas ga^lar, e arvBMa
gaioias em tamaa'oo e f oste.
aril-i
Para o Forto e Lisboa
pretende segnir eom nooea demora a barea aor-
lugueza Social, por ter porgao da carga engajada;
e para o res'o qua the falta e passageir is, trata-se
com os c(msiga1aaHaa'J*|afB J*se Goncalves Bel-
trio & Filho, troa do OotoWWcio n.Ji.________m .
Pan v Rw de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o bane
310*010 Blusas de panno anil, Wwas de alf odao azul, ttaM, temH?arte de sen, wrragameato "%*-
Kim calgas de brimbranco, calcas de panno ami, ca- para oreeto ie Ihe fatta, WalM oobiom-4MB-.
misas de algodaoalnbo, cfajos de couro branco eh-1 signatar.o Antonio Luiz de OMwira Aaevedo, rua
99/OfX11 vernisado. I d Bom Jesus n. 57.
a
free-

Carrot.
1 earro grande envidragaao.
1 dito baixo para dous cataaas.
1 victoria para 2 cavaUos.
1 dita para 1 cavallo.
1 cabriolet americano da 4 rodas.
Muitta,
1 ootiraa parelha de moUas ptra
Agente Pestana
leilao
20caixascomsupen.re*
melts dtas, da roarca gTJf.***
dias de dius da marea Baoaya batirar
Hoje
tallfcaisaea
armaaem do Sr. Aaaes, defrrtato
taMi>ga. ijb_
Ibbbi h*yigf>t
Mtuacer. ia IB fans
^farrafas ***-
taa, naana Raya, eoBBttBjdatada
nuLTcaKncloya SaTtrita.
Ho
oouB
com
e raw
-----------------------


'
Diario de Pcroambnco Ter<;a feira 22 tie Dezembro do 1874.
Em ura
pradores.
on mais lotes, a vontade doa Srs. com-
leilao
DE
um sobrado de 1 andar e sotao, sito i rua
de Hortas n. ii.com as seguintes com-
modidades: 1.* andar, 2 solas, & quar-
tos, 1 gabinete e I terraco ; sotao, 2 sa-
Ia5, 4 quattos, cozinba ; andar terreo, 2
salas, 3 qaartos, quintal murado, vai de
rua 4 rua, cacimoa, I tanque para ba-
uhos, quintal com um portSo, que da" pa-
ra a rua de Ssnta Thereza
ma
A's 11 horas da man ha
No escrqrtorio, a mm do Bom fesos n. 53,
primeiro andar.
0 agente Pinho fcorges, levara a leilao o referido
sobrado, por conla e risco de quern pertencer.
OsSrs. pretendcates podern desde ja examinar,
e qualquer esclareciraento, com o-roesmo agente.
0 raesmo sobrolo acha-se bem localisado, e es-
ta sKoado era rea commercial.
Feira Semanal
pianos, guarda vestido, com-,
modas, espelhos grandes
dourados, aparadores, toi-
lettes, camas francezas,
marquezoes, mesas elasft-
cas, louca, crystaes, guar-
da comida, eabides, relo
gios de parede ede.-cima
de mesa, quadros com fi-
nas gravuras, mesa para
advogado, 1 mobilia usa-
da, dejacaranda, objectos
de ouro e prata, diversas
miudezap, chapeos para
homem, rewolvers, machi-
nas de costura, fiteiros pa-
ra lojas, relogios de algi-
beira. de ouro e prata,
guarda roupa, 1 linda flau-
ta corida de chaves,alguns
instrumentos para musica,
3 bombas para cacimba e
jardim, 1 grande carteira
para escriptorio, grande
quantidade de trastes avul-
sos, e immensos artigos do
uso domestico, que serao
vendidos atroco dobarato,
por conta de diversos, e 1
vacca de raca tourina, com
eria, dando leite
flnarla-fr-La 25 do car-rente
as 11 boras
NA
frEUiA SEMANAL
IO---flua de luipcrador16
ARMAZEM
dsscriptos, existentes no ( andar do sobrado 4a
ma da Imperatriz n. 14, onde se effectuara o lei-
lao.
Principiara as 10 (|2 horas.
LEILAO
DE
um grande armaiem n. 33, com tres portaa de
freote com sotea, baslante grande e fresca e tendo
uma escada de vulta, quintal, canno de esgoto e
em chao proprio, < qual foi reedificado ha pouco
tempo e baslante cendoio.
Quarta-fefra 'ill dacorrcntc j
Ao rariii at*.
no escriptorio a rua do Bom-Jesus n. 53 i. ae-:
dar.
Por enter vencao do Agente Pinho Borges.
Os preteadentes podem desde ja examinar
qnafaner esclareclmento coin o mesmo agente.

Pharmacia Torres.
Os Sra. devedores deste estabelecimentj sao ro-
gados a virem pagar os seas debitos ate o fim
do corrects raez, do coatrario verao os gem no-
mesijor exteuso ue.-to joruai.
Reui:e, 19 de dezemoro de 1874.
_______Manoel Tnomai Pereira d^ Rego.
20$000
Precisa se de uma ama que cczmhe
bem o diario de uma casa de familia,
(orraou escrava : a tratar na Capunga, rua das
Pernambucan.is. casa de sotea a 17, ou ni rua
do Hospicio n. 25.
AMA
unKt-casa terrea na traves-a dos Expostos n. 22,
Aaraz da matrix de Santo Antonio, contendo 2sa-
*!ts, 2 qoartoi, sotao para dormida, cozinba,
quintal murado com portiio, dan Jo sabida para
a rua do Caju.
De u.na outra na raa de Frei Henriqec n. 32,
cutr'ora rua do Diqoe, contendo 2 pen as salas, 1
qjuarto, eozinha fora e pequeno quintal
QUINTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's 11 horas damanha
No escriptorio do agente, a rua do Marquez de
Olinda u. 37. 1* andar.
O agente Dias, competentemente autTisado pe-
lo Bxm. 9r. dezembargador juiz de orphaos, leva-
ra a leilao, no dia e hora acima destgtvados, as ca-
sas mencion&das.
Os Srs. pretendeetes podem desde ja examina-
las^_________^^^^^
Agente Pestoma
LEILAO
DE
uma armacao de amarello toda envidrajada, pro-
pria para qualquer cstabelecimento
QUARTA-*i:iRA 23 DO CORREiNTE
as It horas em ponto
Na rua de Marcilio Dias, antiga Direita n. 13.
O preposto do agente Peslana fara leilao, por
conta e risco de ijuem pcrtencer, da armacSo de
amarello envidracada, propria para qualquer e.ta-
belecimento, sita na rua Direita n. 13, onde os
Srs. pietecdentes poderao ir examina-la.
Aluga-so o sobrado de um andar a. 1-,'tla
roa Imperial, esqaina da trave9a do Lima, altos e
baixos, lugar maito proprio paia ter venda nas
lojas qoe tem os coinpeientes arranjos: a tratar
com o proprietario tnraa do Hospicio, sobrado ti.
35. prla nuiiMa me to horas, e das 9 4s6 boras
da larde.
Precisa-se ue uma ama qae Tiida eutranar :
na rua de Marcilio Dias, antiga rua Diretia, uu
mero 22.
Precisa-se de um caixeiro com praUca para
taverna : no pateo da Paz n. 23, em Afegados.
Aluga-se duai salas e dous quarter, proprias
para escriptorio, por cima do trapiche Dantas :
a tratar no mesmo.
Eaerava.
Precisa-se ^le oma para com prar, eozinhar, e
mais algum servijo de casa de Leqneua familia :
na rua do Carnga n 2 B.
Na rua das Trincueiras u. 39, enie ;c um
cavallo melado, caxilo, quasi preto, crinas e cau
da brancas e crespas, bom andador de baixo a
meio e muilo gordo. O cavailo e teuudor.
= Frecisa-se de um ho-
mem de idade que entenda
de jardim, para tratar de um
em ponto pequeno: na rua
do Vigario n L
I CONSULTQRIO *
5 MEDIC0-CIRURGIC0
5r, Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEIRO E OPERADOR
do YiMr*nUe de Alliuqaer-
qsje n. SSI
ESPECI ALIDADE
3Ioletls de aenhoram e S
menlnoM. W
ConsulUs das 7 as 10 horas da ma- 5
nha, todos os dias. B
Dai 6 As 8 da noite, nas segundas, quar- ~A
tas e sextas-feiras. 9
Os dnentesque mandarem os sens cha- jK, mados por escripto at 10 horas da ma-
^ nha serao visitados em suas casas.
*'***&*******?*
Os abaixo a'signados declaram ao publico, a
especKilmente ao corpo commercial, qued.-deo
dia 15 do current* tcaehs dis-olvida enlre .-"i. ami-
gavelinente, n socie.la la que liver..m ic;ta uraca
que gyrava sob a razao social de Joaqnim Jos6
Litao & C, rotirando-se pago e satisfeito de seus
capitaes e lacros 0 socio Joaquim Ferreira de Car-
valho, ficando a cargo do socio Joaquim Jose Lei-
tao e sob sua nnica re?ponsabilidade a liqnidacSo
do activo e passivo inherente a referida flrma so-
cial, de conformidade com 0 balanco a qne se pro-
cedeu na eitada data de 15 do corrente.
Recife, 19 de dezembro de 1874,
Joaqnim Jose Leitao
Joaqnim Ferreira de Carvalho.
*
*
ft
ESCRIPTORIO ESTACAO PRINCIPAL.
a rua da Companhia Pernam- a rut Noa de Santa RiU
bucana n. 2. ns. 55 59.
Esta emprez dia 10 de agusto do nrn-nte anno.
Scrvicoil.. Utacllodas Cinco Pastas para a R<^ifr.
A empreza encarr.ga-so da entregadas carUs rindas pela estrada de ferro aos seus
fregnezes, de t.rar a et.tregar Ibes ate as 8 boras da manbi, as amoslras do asmioar
chegado 11a vespera, pagar a* vista do conbecimento 0 respectivo frete e i'azer oonluziro
assucar e os outr. s g.Mier.s com a maior promptidio para o armazem dos compradores
ou recebedores.
O preQO do trans/iorte coiu),rthendidot os
descarga, e arrumaplo n, armazem t:
Por sacco do assucar................ 120
Por fardo de algodfo............... 160
Altcoras ou lurtis a" razao de.......... 2S000
seroigos adtna mencionados, a carga.
Escrava
Precisase alugar uma escrava para vender bo-
Imhos na rua, que seja boa quitande'ra, paga se
bem : na rua da Floreotioa n. 22.
reis.
reis,
. reis a pipa.
as cargas ilesttnadas aos engenhos e remetlidas pelos freguezu da emprtza strao
transportadas graluitamcvte para a estardo das Cinco Pontas, eserao tecebidas ndo t6
onde ixishrem ostnlhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife 0 Santo in-
Niervieo do Forte do Mattoa para as ruas fa ApeII* e Rraa
A empr ezeancarrega-se de receber com 0 seu p?ssoal os assucares e mats jren-ro
dos trapiches ou do eaes, com direc5ao aos armaiens das ruas do Appollo e Bruin c
qoaesquer outras do bairro do Recife na proximidade de suas linl.as.
Oprego de transport* comprehendida atarga e descarga earrumacao no arma-
zem e
Por sacco de assucar................. go f^u
Por fardo de algodio................. 100 reis!
Por ancoras ou barris a" razSo de........ 10300 reis par pipa.
Recife, 1 de agosto dc 1874.
Pajrtay36, Rua VIvlenne, D
IHi'M'iM MCDSCIM SPtCIAI
MS IHrERHlDAD*a DIS IIXUAEI U aiTICCOM
CirrAii!A Precisa^se de uma livre ou
escrava para 0 servico inter-
no ue nmcasal sem filhos :a
tratar na rua do lraperador n. 71, !. andar, das
'J horas as 3 da tarde.
Aluga-se 0 1 andar com sotao, sito a rua de
D Maria Cesar, outr'ora Senzala Nova, d. 37, ree-
dificado e pintado, com grandes commodos : a tra-
tar na rua d Do.-ningos Jose Martins n. '18.
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar do
sobrado n. 70, a roa Duque de Caxias, proprio
para mogos solteiros : a tratar na loja.
DEPURATIF
uma grande casa terrea srta 4 rua de S. Jo-
se1 n. 37, com as commodidades seguin-
tes : 2 salas, 3 quartos, 1 grande eozi-
nha fora, quintal murado e baslante gran-
de, e cacimba
QUARTA FEIRA 23 DO CORRENTE
As 11 111 horas
No escriptorio da rua do Rom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por interveneao do agente Pinho Borges.
Os Srs. pratendentes podem desde ja examin ar
qualquer esclarecimanto, com 0 mesmo agente t
LAO
DE
um bote [catraia), ?> remos, 1 mastro, 2
agulhas, ?enio uma p-.tente, e 1 lampeao,
objectos salv.idos da galera americana
John Bright
QUINTA-FEIRA 2i DO CORRENTE
A'S II HORAS DA HANHA
J. Hadley capitao da gjiera americana John
Bright naufragada nas Roccas, na sua ultima via-
gem de New York para California, levara a leilao,
as 11 horas do dia acima dito, com licenca do Sr.
inspector da alfandega. em prcsenca de um em-
gregado para 0 fim nomeado, por conta e risco
de quem pertencer, a por interveneao do agente
Pinto, dobrte e mais salvados da mesrca galera, e existentes na guarda
mona da alfandega, onde se effecinara 0 leilao.
uma casa terrea s>ta d rua de S. .Miguel em
Alogados, n. 33, tendo a mesma defren-
te 2jarellase 1 p)rta, 2 salas, 2 quartos,
cozinba I6rs, cacimba e quintal murado,
em chao proprio
Quarta-faira 23 do corrente
as IE fi| horn*
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro 8ndar.
Pop laenrnafe da sg-enie riniio
- Borges.
OS Sri. p-etendentes podem desie ja examinar
qualquer esclarecimtnio, com 0 mesmo agente.
a
l-SuS D:; BSOS
Imperial sociedade do? artis-
tas mechanicos e liberaes.
Tendo-se novamente marcado 0 dia 3 de Janei-
ro proximo futuro pan proceder so a eleicao dos
membros da direcloria, convido a todos os socios
que estio atrazados em suas mensalidades, a se
porera em dia, e a comparecerem com os demais
no dia designado, pelas 10 horas da rnaohi, a fim
de se tffectuar a elei?ao. Recife, 21 de dezembro
u6 o7i.
0 1 secreurio,
P. P. dos Santos.
Caixeiro
Precisa se de ura caixeiro portuguez, de 12 a
13 annos, aflancidp : m rua da Florentina n. 22.
Precisa-se alugar um
preto de meia idade. nesta
typographia.
Veade se folha de louro a 720 rs. 0 ki'o : na
roa do Range! n. 67.
Aluga-se 0 sitio n 21, na e.-trada de Jcao d
barros, defronie da capellinha, com os commo'dos
seguintes : uma grande casa com 4 salas, 8 quar
tos, despeoca, c jziuha f6ra, um grande terraco
sobre columnas com gradeamento de ferro, co-
cneira para 4 cavallos, casa para cscravos. duas
cacimbas com boa agua para btber e lavar, casa
com tanque para banho, grande numero de diver-
sos arvoredos de fructo : quem pretender, dinja-
se ao mesmo sitio que achara com quem tratar.
0 mesmo sitio vende se grande por.;ao delenha a
2*000 a carroca a quem quizer tirar m cortar.
apo AiiKueio de Almeida.
Maria de Castro Almeida, seus
lilhos e genroc, mandara resar al-
gumas missas, de 7 para as 8 bo-
ras da inanha, do dia 22 do cor-
rente, na igreja de S. Francisco,
por alma do seu fallecido marido,
.. pai e sogro, Alvaro Augusto-de
Almeida, 2 anciversario do seu passamento s
para cujo acto convidam aos parentes e amigo-
do mesmo finado, pelo que desde ia antecipam os
seus .igradecimentcs.
COB
10,000 curudiiimpi*.
ent.putlulas, herpes,
arna, comixoei, acri-
monia, e alterf em, vi-
_ ciotas do sangus, vi-
rus, e euterufocs em mercuno). tfiriilni vecetaei
MMJSM9B HUaBaES tumao-se dous or
swnaoa, seguindo 0 tractamento Depuralivo: t
empregido naa mesmas molestias.
I Este Xarope Citracto d
ferro de CHABLE, eon
[imm^dlatamente qual-
quer purgacao, rela-
\xafao, 1 debiUdad*,
t iguaiuenie os jtuxw floret brancas das
mulherei. Esta iuiecco benigna emprecasM
om o Xwope de Cttraeto de ferro.
bMmliui Pomadaque as curt emi dial.
a POMADA ANTIHERPETICA
Contr*: nas affeccoet eulanea* e comixoei.
W.UUS VEGETAES DEPURATIVAS
m' 'le, eada frasco vrti aecompabadfl
ta na folketo.
AVISO A08 8R8. MEDICOS.
PLUS de
COPAHU
F
V
I COM calarrKoi,
\coqutUck4t, iTriiacdm
nerve tat tat del brim*
ehiat wdat at dotntm
I de peiic; bU to doe nW
am* colhe rehdea detta xarope D* Foucit.
W. Cflliu em Paria, raw vwieu*, at).
Sirop du
d^FORGET
I'eposito botxa Franceza
22Rna, da Cruz 22
UMHCAO BE FERRO
raa do Barao do Triompho (roa doBrom ) ns. lift a M.
CARDOSO 4 IRMAO
A\ ISAM aos senhores de engenhf s e outros agricultores e ao publico em serai
sontinuara a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s
cessanas aos estabelectmentos agricolas, as mais mode, nas e melhor obra qne tem vi, do
V apOreS de forta de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que tem turio ao mera^
ualaeira8 ^ de sobresalente para vapores.
ilOendaS illteiraS e meias m0endas, obra cumo wmm aqu. a* .
raixas fundidas batidas, dos ra3lhore, fabrican^
Kodas d'agua com cnbaje de ferro> forte8 e hem acabsHj
Rodas dentadas de iodos os tanumho.qu.iidad<*.
Relogios e apitos para ft7apors.
de ferro, de repucho.
de diversas qualidades.
7HSSAESS IlirGSIAHlSS
0 LNEXTMGtJIVEL.
Bombas
Arados
H'omias para assucar,gI
farandas de ferro fundido, franceias dedl
FogOeS fraUCezeS para ,ePha anio, obr, superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
versos e boaitaa ^ist
nrdim.
Iiigiflos
D) fngeoho Pagao, freguezia de Sanlo 4niao
fagirjm 03 e-cravos Itsymnndo e Isabel, aquelle
com 23 annos de idade, solteiro, cor molato, altu-
ra regular, bem parecido, dmtes limados, ca'bellos
meio soltos. ten um dedo aleijado de lalho de
roda, e pes Iimpos ; e.-ta, viuva, idade 30 anno*
cor fula, alta e secca, tem 0 rosto carnudo, na
esta uma marquinba pequena e p& comfrido
quem os agarrar u entre^ar no dito engenho, ou
oqe ruan Imperadorn. o0, sera gratiScado.
LEILAO
DE
um sobrado de um andar, em a rua do Bispo
Coutinho .outr'ora Nova, em Olinda, com 3 ja-
nellas de freote. 2 grandes salas, 9 quartos e 1
vasto salio no sotao, com g canalisado, can-
dieiros e lustres; 1 grande cocheira ao lado do
mesmo, quintal cercado, com arvoredos fructi-
teros, e uma grande detenu que conserva aeua
de icverno a verao e vice-versa.
Este predio torna-se mu'to fresco por ser edifi-
cado no melhor local de Olinda, e esta livre e des-
embarafado de qualquer onus.
Quarta-feira 99 de dezembro
as li horas da manha
Em a rna do Marquez de Olinda n. 37, 1 andar
2 ag1D.,,e- D,a9> competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e nora acima indicados, 0 re-
ferido predio. '
Os Srs. pretendentes podem desde ia examina
3 Pi19 aJ cnaves d. meamo es,ao em Poder do
L d admini9trador do hospicio de
LEILAO
DE
moveis, louga e cr\staes
CONSTANDO DE:
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, com 1
sofa, 1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de bracog
L\a 9H^ 4 Jarros Para florM. 2 Upetes
gTandes, 6ditos menores, 4 escarradeiras, 2can-
delabros de crystal. 3 gnarnipdes oara cortinados
*ffygj;"!*igMf Pom an8aB, i mesachi-
neza, 2 almofadas e 1 telescopio.
Uma mobilia de roogno, com tarapoe de pedra,
2 camas francfejas, 2 guarda roupas, 2 tuarda
vestidos, 1 dito de mogno, com espefbo, 2 commo-
aas, l toilette de mogno, 1 lavatorio de mogno, I
dito com 2 toraeiras e deposito para agua, 2 espe-
Jhos, 6 cadeiras, i eama para crianca, 2 marque
ma. 2 camas de ferro e eabides.
Uma mesa elastica, 1 guarda louca envidraeado,
* dito, obra de talba, 1 marador grande, l dito de
mogno, 6 quadros, 1 sofa, 12 cadeiras, 2 quarli-
naeiras, 1 reiogio de parade e 2 cadeiras de jar
UrnJo$o de bagaiela, I preusa de copiar cartas,
t lavatorio de jacaranda, com tampo de pedra, pa-
ra a pesaoas, e com deposito para agna.
Jw *SS^b0 .de PreellDa P"a hw, callces,
SlL?2 nn J?*! 0^ecl08 casa da familia,
peratrK 14 sob,,do da "' Quarta-feir. SSdacerrante
rwYr"!8S6PU,t0* ml0*io Pr nma familia que
Tia,?.^ P'r* a Pr0T1"' ^ Rio Grande do sV
levara a leilao os raoven e mU objects aeinja.
AOaWUSTBAUAO DOS COHREIOS Dg PERNAM
BUCO, 22 DE DEZEMBRO DE 1874
"alas a cxpedir-se
felo vapor nacional Ipojuca, esta administra^ao
expede malas para Paranyba, Natal, Macao, Mo-
soro, Aracaty, Ceara, Acaraca e Granja, hoje 22.
itecebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, c cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 Ii2
pagandoporte duplo.
Alfonso do Rego Barros,
mmmmmm^.. Administrartnr
1---^-^**-*S"m\ 9alaHia^SPK9lVHH^^HBilBflH^flB4^^T'l "*1
Major Antonio Msana caudida Nobre de Gusmao (ausente) e
seu filho Maximino da Silva Gusman, tiibos, gen
rosenetcs mandam resar al^umas missas de 7, as
8 horas da manha do dia 24 do corrente, no con-
vento do Carmo do Recife, sexto dia, por ser 0 7
pnvilegiado pela igreja, por alma do seu fallecido
marido, pat, sogro e avo, Antonio da Silva Gus-
mao ; para cujo acto convidam aos parentes e
amigos do mesmo finado, pelo que desde ja se
con m eternamente gratos._____________' *
Apipucos
Alugase uma grande e inuito arejada casa com
accommodates para duan familias, tendo 8 quar-
SKJ1 '" 2cozinha?. alem de uma outra pu-
cnada fora, com espacoso salao, proprio para jan-
ur e recreio, agua canalisada, e com torneiras era
diversos ugares. no interior e exterior, banho de
choque, banhe.ro, etc., em Apipucos, antes da po-
a* Jnwo ao chafam: a tratar na rua do
Apollo ns. 34 e 36, armazem de assucar
CAXifiA-
Ainga-se por festa ou annualmente uma gran-
de casa em um dos melhores pontos do Caxanea
reedificada ultimamente, contendo 2 grandes salas'
7 quartos internos, 1 grande terraco, eozinha e 2
grandes quartos externos, em terreno elevado
aonde nio chegam as enchentes do Capibaribe e'
mmto perto da estagJo e do rio : a tratar na r'ua
ao tmperador n. at, loja de livros.
Arrenda se 0 engenbo Sibir6 da Serra, mo-
ente e corrente com agna, sito na freguezia de
Ipojuca, em todo tempo que apparecer quem qnei-
ra, com 13 a 14 escravos, as?ncar feito e se fa-
zeado, safra madura, e nova se criando, emfim,
tudo era andameoto, cercado, muitp limpo, e mui-
tos partidos, e ate se vende. Tambem se faz 0
mesmo negocio com 0 engenbo Jatoba, annexo, 0
qual e de aniaiaes : quem pretender, pole vir v qne achara com quem
ADVOGADO I
vBiCi ABEL JOAQUIM GCENNES DA
SILVA HELLO.
3 Baa estreita do Rosarlo a
primeiro andar.
Florida
DE
MI'Il RAY 1 LAJVHAJV.
L'ma pura distillafao das mais raras fiV
r^s dos tropicos. Contdm, para assim ai-
zer, quasi 0 oddr odorifero das flores do
tropico da America, c sua fragancia e" quas
iuexbausta ainda mesmo por continuada
e/aporacfio e diffusSo. N'cste respeito 6
1 icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQLKS NEHVOSOS, DOB
ME CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com 0 bom
.)D, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
iflexico, America Central, e do Sul e n6s
com toda a confianga 0 recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASl'EREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS. E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
gao nublada, sendo applicada depois d
barbear, evita a irritagSo que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, 0 cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a condigge dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imita^oes, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar s6mente 0
0 famoso perfume e cosmetico do sul da
America, cham
AG14 FLORIDA
DE
MURRAY ft I.AAMAA.
S-j acha 6 venda em todos odrogu
perfumari da mode.
para
para mesa e banco,
para gelar gaa.
para boraba e banheiro.
Correiasinglezas p3r3 m.,,hini3:no.
BanCOS e SOfds com thas de madeira, para jardtm.
ConcertOS concertam cnm promplidSo qualquAr oori on michinr
sua fabrica bem ment8da, coin grande e b;m nessoal.
SnCOmmendaS mandam W por encommenda da lofoaa, qualuur macbiniano,
para 0 que se correspondent com uma respeitavel casa de Londre
1icons um cios melhores engenheiros d Inglaterra ; inccmbem-s^ de n-rn-lar aaaBv
Was machicas, e se respons;ibi!isam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua ao Barao do Triumpho (rua do Brarn) ns. 100 a 104
F i; D I C A 0 D E CARDOSO A 1 R S A 0.
para qae >< m
LOJA DE JOIAS
DE
JOSE J0.1Q11H DIAS DO REGO.
Iftto situ ja nSa 6 liqiiidacSa e queiana !
0 pr .prietano deste novo estabelecimento aturdido com o inesperado e?tridJr dos aritos ctr
surgem de todos os angulos desta grande cidade, annunciande a liqnidacSo dos estabelecimeotos de ioia^
e, receioso de near aOsI.NHO, apezar de bem avaliar as grandes vantagens que neste aaa deveria aa-
fenr; tomou a mabalavel resolucao de QUEIMAR todas assuasicias, ccm o unico fim le encoroorar-
se a grande caravana, e, com ella, seguir em romaria para.......e segredo I
. A Pya esta ardentcas vietimas aguardam brilhantes o momento do sacrificio$6 tueiz
Is to posto, esperase, com justa raxfs, uma grande concurrencii dos amaotes id> ecoacm \
que nao devem perder o ensejo dese proverem de objectos laes; e devem-n'o ainda asinf fazer aaa
que depo.s ae toda* etsas liquidates, com o novo anno, acabam-se as JOIAS de*U cidale. e oac na
publiio aonde deltas se possa prover. ,*.
sera
do mesmo sitio da Serra,
tratar.
;;osooo
Quem deixara da passar a festa no Rio Doee,
em ama casa de pedra e cal, toda envidracada,
com lodas as commodidades para banho doce e
laigado, perto de Olinda, por tao pouco dinheiro ?
a ti-atar em Olioda coni o padre jjandelra, na la-
Wf* do Varadouro. /
i Consultorio medico
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M Dr. MurilEo.
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Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris eLondres.
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mentos medicaes e anatonicos mantem as quebra-
duras as mais volumosos e difflceis, impedindo o
sen desenvolvimento. Elles teem uma aecao elec-
trica qne na generalidade dos casoa opera nma
cura radical sem que o doente se snjeite a pree-
cripcao alguma, a excepcao do uso continuo del-
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usado por tempo indefinido sem o menor receio de alteragao de satide. Esta agua admi-
ravel da" aos cabellos, era poucos minutos, uma cdr e brilho natural, desde o castanto
ate^o negro, e ao contrario de todas as tinturas cenbecidas, tem um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso As senhoras, ainda as mais difficeis. A fliancan-te o* seus re-
sultados e effeitos inoffensivos, quer a applicacao seja limiUda a barba, qner compreher-
da os cabellos da cabece.
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so atomo de opio, e sim somente succos de plantas indiBenas. cniu propriedades In
um so aiomo ae opio, e sim somente succos de plantas indigenaa.' enja* propriedadee
cura das molestias one pertencem aos organs da reajfiracao, tem sido obserradai por ioogo a*
los medicos mats distinctos que u re :ommendam e prescrevem todos os dias no tratamento 4m hns-
cS,tei'i5t aguda* como ch<"on'cas. as.hma, tosses rebeldes, escarros de sangue, tkiaica so Miaeiro
* as tmtacSes nervosaa. -.- '"t"v
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PERNAMBUCO.


\.
\


.aw J
Diario de Pernambuoo Terea feira 22 de Dezembro de 1874.
5
IT'

i^INCEMARIAL
GRANDE REVOLUClO
. VIVA A REPUBLICS
(Dos pasteis)
Os proprietarios da muito acreditada, unicia e sera rival
Confeilaria do Campos
Grande fabrica
receberam man a nunca vista machina apelkdada
(a productora)
E e hem appellidada essa machina, pois que em 6 horas pode prodozir
Ouiohentos mil pasteis
Com todo asseio
Dos qne se costnma comer
Pela festa do Natal
Recebe-se encommendas ate" a vespera do Natal.
Outro aim
Buzur de novidadea
Propnas para preseoles nesses dias em qae cada qaal quer primar em dar
AS FESTAS DO NATAL
-. A. saber i
Ricas caixinhas com doces e confeitos, etc, etc.
Ricas cigarreiras com cbarntos de chocolate..
ODILON. DUARTE & IRMAO
p aBELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
***
UPERATRIZ
1/ iNBAR.j
*agg*
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 822
!; ANDAR.
Accuam de< reformar o sea estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
liccSes possiveis de bem servtr ao pubhco desta lUustra capital, e is Exmas. Sras. n'a-
qutllo que for tendente i arte de cabelleireiro.
Farem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete. chiraon
coqoea modermssimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tn-
mu lares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello
0 estabelecimento acha-se protido do que ba de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e flsru-
nnos de modas e por isso pode vender 20 /. menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sincendade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porcJo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a* arte de cabelleireiro.
Presuntos preparados ricamente enfeitados.
Bolus inglezes idem idem.
Pudins idem idem idem.
PSo-de-16 idem idem.
Bandeijas com pasteis idem idem
Pasteis aos milheiros, grosas e duzias,
Em caixas, cartdes e latas.
Agora tambem :
Licores, cervejas, vinhos e refrescos.
E TIJTI QUANTI
So e somente
Na
-~9m
Confeitaria do Oampos.
sea *&*$&%? '&!" Pe,JUen0 Pre9eute a P-l-i qoe essa noite quizer honrar o
PRESERVATIVO DA 1RMP1LA
DO
Bacharel Manuel de Siqneira Cavalcanti
Remedio efflcaz, nio s6 para curar qualqoer ataque de eryaipela, como
.para impedir o seu reappareciraento.
Approvado pelo Governo Imperial, acha-se a disposicio do Pablico
fcom as respectivas instrucf5es, attestados de pessoas notaveis, e de Medicos'
. grande reputacao.
Depositor unicos
Recife: rua do Barao da Viot-ria (ma Nova) n. 40,
JMojJe^aneiroj _C6rte, rna_ do Ouvidor, n. 78.
~~ ~ jS if&
0iAi
'Admiravel!...
Se o grands Sr. Antonio da Silva Proa n5o tern
negocio como* homens pequenos cm tudo, ccmo e
que terca-feira, 15 do corrente, mandou a rua do
Imperador n. 24 pedir conta com reciho para pa-
gar o que devia 1 Estara ja esse valto preparando
algum pedestal de granito para collocar estatuas
de muao ? Nao se lembrara esse grande homem
qne, antes de offerecer mausoleos, utilisava-se das
dependencias da casa n. 24 da rua do Imperador,
onde guardava sua ferraraenta e estercava ?
Uma testemunha.
L1IUI ill
A
Salsa e Caroba
VENDEm A3 PELOS PREOOS DO COSTUME
O Monte Lima
tem um complete sortimento de galao e franja de
ouro e prala, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiacs, canutilhos e
eafeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlatehas, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc.; assim como um completo sortimento dt
ranjas, galio falso para ornamento, cordio de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
|-rpcf> que em outra qualquer parte : na praca da
lndenendencia n. 17. junto a loia do Sr. Arantes.
Gratificicaode 100$
Fugio da casa dd seu senhor, no dia 23 de no-
: vembro proximo passado, o escravo de nome Pau-
I lo, preto fulo, de 21 anno? de idade, mala cu me-
nos, altura regular, tem parte do dedo minimo de
j uma das roaos cortado, umas cicatrizes graodes
do braco e.-querdo e oas pernas, provenientes de
gommas, tem uma marca grande de talho nas cos-
tas em cima da pa direita, and; ligeiro e 6 rsuito
esperto, sabe engommar, cozinhar e faz todo e
qualquer serviro domesiico : roga e a qufm o
pegar, que leve-o a rua do (Jonde da Boa Vista,
! outr'ora Furmua, n. 8, qne sera recGmpensado.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUH 52
(Passando o chafariz)
PFOF.M AOS srnh.irps da png.>r.!..-> e n tr ngri.-.,!t r^s, rompra.U.rw .|.-rr -
tbimsmo o favor de U&i uxa visiu a si-u .i;u:l..-...-.i.,it, p-r-. wvm a n^tl-
to comp.eto que atu tern ; n \o tudo SU{, riur ,.., ,.,,,ii.irt.i0,. f,j,ii.lau ; .. .Jim cm t int-
trucr;ao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTE.VCAO AO NIMCEO i: LU.1AR DE SU V FUNDJCAO
,lni?reS G ^ d'agUa d0S m8iS m0dpr"M W* >
Il" dg Par* "S erS8S circumstancias dos senhorcs proprietarios e para desna
Moendas de caniia de todo, os m, ,s meibore, qe m* M
Kodas dentadas para animaes. agua e vepor< .
Taixas de ferro fundido, batidoe de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos para mandioca e aIgnda0i e para serrar n.dtfira.i jj*-*^
bOmbaS de patente, ganntldas........ \ZJBS* ^ '
Todas as machmas peca9 de que costurra precisar
Faz qualquer concerto de machini5mo>, pre?0 mni ^^
Orma8 de ferro tem as melhores e mais baratas existentes no merrado.
cHe^^hr^ffc Incumbe-sed0,m;nd" vir qualquer marhinismo I vonUde i
anSrla CS| 3 vanta^Ide bMn as compws por intP-mMio de p**->
entendida, e que em qualquer necessidade pMe Ihes prestar auiilio.
Arados americanos e ******* 5gric i,s.
RUA 00 BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
GtiLO
Pocos tubulares iiislaiihiiieos
DE
Estes pocosjque tem provado ultimamente muito
bem em todas asSpartes aonde foram collocados, emcon
sequencia dos aperieigoamentos nelles introduzidos, conti-
nuam a vender-se por precos muito baratos.
A tratar na pharmacia dos Srs Maurer & C.: rua
do Barao da Victoria (outr'ora Rua Nova) n. 25 das 8 ho-
ras da manbS ate as 4 da t'arde.
l\AO HA MAYS FALT V BE. GFAA*
AGORA HA COM ABUHOARCIA
Gelo para almoco Geio para cerveja
Gelo para lanche Gelo para refrescos
Gelo para jantar Gelo para sorvetes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar carne
Emfim, gelo para Todos; e para qualquer Bn
NA
FABRICA NOVA DA VIUVA STAKR
Caes do CapiKaribe n. 38.
santos a.eAabsn AffSStf ^ *' ^^ ** *' **> **"' "*
feitos com'amece0dS^a!d' "* '"^^ graDdeS rara S mm nn par' *" di *** tmm
___^_ ESCRIPTORIO Rua do Comme/cio n. iO.
EXPOSigAO UNIVERSAL DE 1855
MEDALHA DE I.- CLASSE
AL. LABARRAQUE & 0/

I8SSJ
LABARRAQUE
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
Kuado Barao da Victoria, outr'ora Xova, X7
artrigos
S edomo d^fnefIabele2impI"o tendo de fr a Europa, vcde a Ke.o; tmMmimm od<*

/
APPROVADO PELA ACADEMIA DE M ED ICI N A J)E PARIS
w

O Quiiiium ILabarraque e um vinh oeminen-
temente tonico e febrifugo, destinado a substituir todos
os outros preparados de quina.
Os vinhos de quina ordinariamenle empregados em
medicina, sao preparados com cascas de quina, cuja
riqueza de elementos activos e extremamente variavel;
accresce ainda que em razao d'esse modo de praparacao,
estes vinhos contem apenas alguns vestigios dos ele-
mentos activos.
0 Oiihiiiiin r>abarraque. approvado pela Aca-
demia imperial de medicina, constitue pelo contrario
um medicamento de composicao determinada, rico de
elementos activos e com o qual podem sempre contour
os medicos e os enfermos.
Pode-se dizer hoje como uma verdade i neon testa vel
que nao ha indisposicao continua sem principio febril
do qual, quern soffre, nao tem conhecimento algumas
vezes, mas que nem por isso deixa de existir. Por isso
as pessoas fracas e debilitadas, quer por diversas causas
de esgotamento, quer por consequencia de molestia, os
adultos cancados por um crescimento rapido de mais,
as raparigas que tem difficuldade em se formar e desen-
volver, estao sempre submettidos a uma accao febril
continua. n'estes casos que o Quinium Labarraque
pode ser administrado com a certeza d'um exito com-
pleto. Nas convalescencias, o Quinium 6 o tonico por
excellencia : junto com as Pilulas de Vallet, produz
effeitos maravilhosos.
Nos casos de chlorosis, anemia, e cdres pallidas, elle^
e um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Junto por
exemplo com as pilulas de Vallet produz effeitos nota-
veis pela rapidez de sua accao.
Aconselhei o uso de Quinium Labarraque a um grande nurnero de
doentes, tanto na minha casa de saiide como na minha clinica externa.
Cemo trato especialmente as affeccSes cancerosas, procurei por muito
tempo um tonico poderoso. Tendo- encontrado no Quinium, o qual
considero com* orestaurador por excellencia das constituicfles exhaustas.
f If Cabamt I
1 A Snr.* A... de Bourbon, com vinte e oito annos de idade, tinlia febre
sob clifferentes typos, ha dezoito mezes. Ella tomara uma enorme quan-
tidade de sulphato de quinino, de maneira que seu estomago nSo podia
mais toleral-o, mesmo misturado com opio. 0 estomago achava-se de taj
sorte latigado que nem mesmo podia supportar o sulphato de ferro; esle
sal provocava-lhe colicas e uma excessiva repugnancia. Foi n'essas con-
diyOesque receit.;i o vinho de Quinium, cuja apparic5o era recente. Estando
pouco famihansado com seus effeitos, grande foi minha suipreza ao ver
com que promptidao, elle fizera desapparecer a febre da Snr.' A..., que
ha dous aimos-iiSo tem tido, a menor recahida.
0 Sflr R..., de trinta e dous annos de idade, proprietari^cullujador
em vgrande, teve durante os verOea precedentes alguns accesses de febre
que cederSo com o uso do sulfato de quinino. No mez de Agosto de 1859,
foi de novo atacado pela mesma febre; mas, desta vez, o sulfato de qui-
nino nao produzioo resultado acostumado. Occasionava-llie grandes dores
de estomago, e, em seguida, uma repugnancia invencivd. A febre aug-
mentava de mtensidade. Apparecerao o fasUo, grande fraqueza e tristeza
com o pensamento que elle succumbiria, visto que nSo podia tomar nem
supportar o unico remedio capaz de o curar. Receitei-lhe quatro cahces
cte vinho de Omnium por dia... A febre desappareceo; o doente recu-
perou de novo o appetite, o somno e a alegria, e so faz uso do vinho, dimi-
nuindo as doses de dia em dia.
A Snr.- P... de vinte e seis annos de idade, estava devorada por uma
febre, hav.a5c.nco annos. Apezar da sua mocidade, apresentava o aspecto
da velh.ee j pelle cor de terra, olhos embacados, etc' Desde seu casa-
mento que datava de seis annos, residia n'uraa casa bem siluada na appa-
Meil Prs O J' Urf a"'?"3' aCha"d,>Se entre,anl no a,, d0 nque *
Mailers. Ora a metade d'esse lanque esta secca durante o verao.
. Rece.te.-lhe o vinho de Quinium por doses de quatro cahces por dia.
Passado, quinze estado de sua mulher. A febre desapparecera completamente. a pelle
tornara-se alva o appetite e o somno voltarSo; mas e tal o medo queVem
tSU qUee"a rCClam0U-me ainda uraa B*f ^ vinho de
If Rbgradlt. i
. Ha alguns annos que trato os doentes da fabrica de Mazeline et C-
reeeitej sempre com exito conslante o vinho de Quinium Labarraque como
f/t^ 6 !niC em ld0S S caS08 que os Perari0S (^ nurnero de 800
a 1,000) achavao-se enfraquecidos pelos miasmas paludosos one exhalSn
os terrenos do Bure.
f 0 S'. Mazeline mesmo, achando-se em estado de magreza assaz crave
por causa do excesso de trabalho, n'uma localidade onde as febres sSo
frequentes, foi regenerado pelo^vinho de Quinium tornado em dose de um
calice pela manha e i noite, reeuperando d'esta sorte sua perfeita saude
Calfado franeez
para homern
senhora,
nzer.iaas
e meniiias.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
Mobiliiis de vime e de (m.
" Vende-se muito em conta, caoeifas avuisas, ds
balance, de bra^os e de dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleo, cpiata e nos den-
trifice. agua de flor de laranja, agna de toillete
d.vina, florida, lavande, pos de arror, sabonetes'
cosmeticos, mnitos artigos delicados em perfama-
na para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d agua de Cologne, tudo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabricates Pi ver e Oiadrf <
lions pianos.

Djs raeihores e mah mod rno?
Blond I : vende-se. Irocase e alnfa-te.
Quinquilhariaa.
*rtSgos de dtWrwtmmtm gc*Ui -
phantnsifia.
Espelhos, leques, Ipvas, j-.ia d'ouro, leaoarfa
canlvetea, caixinhas de costora, albon, qi
e caixmhas para rntratos bol-rahas de vedaaV,
ditas de couro, e cestinhas para braces o> menina*
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras par
chr.iatos e cigarro?, escovas, peole<. carteiriDha it
rnadreperola, tapt'.fl para lanterca", malas bolsa*
d6 viagens, vencsianas para jareilas, esterioec-
pos, lanteraas magica scosmorama.-, topi da florte,
de damas, do bagaiella, qnadroa com paisagec
globas de papel para illuminacSes, machinas d '
fazer cafe, espanadores depalha, realejos 4e ve"
accordacs, carrinhos, maraadeiras de vidro i -
dar leite as crianc^s, e mains ontros artigr-
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricades em differntes part"*
da Europa. para entretimentos das crianca*
. prem ma*s t***mn ESSENCIA CONCENTRADA
E
MEDALHA DB PRATA.
DE
Premiada nas expe-
sicoes de Perntmbuco
e Rio de Janeiro.
AWTOCAORS
Pharmaceutico
Pela escola de Paris
Successor de
, ARISTIDE SA1SSET E. J. SOOM
Aw2ESSLViul2& Ierndriro^rifiKcador d0 *>*"SU
A cada frssco acoropanha nma iDslruccao para a maneira de nsar.
----------------------------------Zj-------fw a UJOUOUl ac
Poraada anli-darlrosa
f If Buuw.
Depoaito *m Part* M caa, L. FRERE 19, raa Jaoob
Na pharmacia de P. Maurer & Q. rua do Barao da Victoria n. .25.
kr'
Contra as affeccfw cntaneas, darthros, comichoes, etc., etc
Vngnenlo de Caroba
ROUOOATROL IRMAUS, SUCGESSORES
Botica Frioceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
Nao hanada mais barato.
Caixas com seu lihras de sabonetes inglezes fnu,to bo"- &"M,U ioala
ad* a caixa : na raa do Marqaez de Olinda Ja se < da Uoilo n. 45,
"--__________ -____________ | da Contia Magalhiea.
earaeamaruar, W. n" 3' ^^K^r^'Sr pm **
Quern precisar de uma aaa da leite
muito boa. saado crioula sem filbo ; diri-
d Jolo
mm


.A
r
Diatio de'Ternamouco Terca 'feira 22 de Dezerabro de 1874
S
pty&QS*,
D
Aos ^o.aoo&MS
ctes ile loterlaa do stio.
Praca da lodependmcia a. 22.
'3
| Aos Srs taanles

Precisa so (allar coin os seguiutes senhares,
aa raa Priraeiro de Marco n. 16, primeiro aadar.
Dr. Candidr vieira da Cunha, de Sergipe.
Tito Autonk da Canha, da Italiia.
Domingos Olympio B. Cavalcante, S oral do
Ceara.
Manoel Pantaieao da Silva.__________________
Toda attencao
Retalhi se, com frente para a raa da Amizade,
sobre 194 palmos de fundo, uma porgao de optimo
terreno para ediQcacio, lirada do sitio contiguo
a igreja de S. Jose do Mangainho, dj preco de
50* por palmo. Aqaella frente e toda murada,
bem como a parte posterior e a lateral eatreroa :
os pretendentes podem entenderse com o8r. Dr.
Witruvio.
MTITHTO PARTICULAR.
quali-
i/_5_
rig
&
A. DELOUCHE
H-ta tolarqiezde01inda-24
_3*gni!ia do beeco Largo
.SJasSrrpa a seus freguezes e amigos que mndou
>3E asftselaeiraento de relojoeiro para a raesma
-.SBMt.'S. cede encontrarao urn grand9 sortimento
MUn &a parede, americanos, e cima de mo-
rn. Ht-r aa-tores gostos e qualidadcs, relogios dc
a^pMsr.-.. Se todas as quahda les, patente suisso,
.Iran-- f- prata dourada, foleado (plaquet), relo-
mm* oiro, inglez, descuberto, dos melhores
t_wr?a_&s, cadeia de oaro, plaquet e praU, lnnetas
fto=-> aa qaalidades, tudo por precos muito ba-
9Afe___________________________
Leques gratis
Mpfi, a rua Duque de Caxias n. 45, esta
__! ii i gratis a quem Ibo fizer algum gasto,
___*:<; aae, visto conhecer a necessidade qne
_ m* irJigo neste tempo tao caloroso.
Distracao
-kSjyoiia, a rua Duqae de Caxias n. 45, e so
amt __ as Hildas cons ruc5es ou desenhos para
__w _.-ras vistas dos principaes ediOcios da
;SR.iH j qae servera de distracoes nas boras
Fumo.desGado de diverse*
dades.
Novo-Copora1.
Olbo de Passaro.
Flor do Brasil.
Verdaieiro Rio novo.
Verdadeiro fnmo de Goyaz
em pacotes e lata3 de 2, 4 e 8 onijas,
eem composicao alguma nociva ao (u
mador, manufacturado, e a vsnda na
_*, fabrica a vapor, na antiga rua do
^Sj Qaartel de policia n. 31.
Collegio de Santo Ursula
Para eduw.ao de meninas.
Este antigo e bem eonhecido collegi', eslabele-
eMo no edilicio n. 32 da rua da Imperatriz, eo-
mecsraos seas trabalhos no dia 7 de Janeiro pro-
vindouro. A directora abaixo assignada,
Moleque ifugido.
i Graliflca-se com 50,000 reis a quem ppgar For-i
lunato, moleqoo de 13 a li annos, preto, baixo, ]
cheio do corpo, rosto e cabeca redondos, nariz
chalo, cabello3 carapinhos e cortados de fresco ;
ausentou se na tarde de 10 deontubro do corrente
anno, com camisa de madapolao, ealca de brim
de cor, desbotada, e chapeo de massa preto. Gra-
tinea se na rua da Cadeia do Recife n. 39, ou na
rua da Aurora n. 165.
| ALU&A-SE d
,:U_a grande casa tcrrea com bastantes commodos
' sita na estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi,
| Aluga-se
' os armazens ns. 65 e 69. na prapa do cbafariz em
F6ra tie Portas, um onde teve tenda de ferreiro
' o fallecido E. Mahult. 0 outro que esteve occa-
! pado com venia de molbados, para o que e op-
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livres
e desembaragados de impostos: a tratar com o com-
ximo vindoaro. A airectora aDaixo assignaaa, i meildador Tasso
Duo An Ttr\Aa r\ _ft anKroflo 1 e9pera dos pais de suas alumnas, e do publico em ) ----------'---------------;---------------%--------
rviidi Ud XiUUd- 11. ^O, suuinuu. gp-^ 0 acoihimento qae tern merecido ate hoje, BqhS banQOS e dOrnilCla treS -
!BM--iS5_l
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores deouro.pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Prime ras lettras. portuguez, francez, in-; promettendo de cotittnuaclo a seas .esforcos na
glez, desenho linear e mustca/
Sob a direcgao do professor Herminio
Rodrigues deSiqueirafunccionam ditas aa-
las todos os dias uteis.
Recebe alumnos intornos, raeio pensio-
oistas e extemos ; farnece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
pregos muito razoaveis.__________________
Alugam-se
Boas casas de campo, na Cruz das
Pooo da Panella ; a tratar com o comm
Tasso. *
D
3
a
m
a
o
3
o
Lubin
a__trfto extracto, cosmetique desse afamado
aaarzs : so quem tern 6 a Magnolia, a rua Do-
p*_t_Waa n. Mi.
Presentes
S: n^-iia, a rua Duque de Cixias n 43, alem
w__vv,>ontros -artigo* qne tern propnos para
a;at)3 i! reoei'tr o seguinte :
Sdarrss d cera que chan.am papai e mamai.
: -.-.miircs c--m pe^epco, pcrnas e
am m iwdicoa.
!xa< com flnissimos extractos
:l_r; ntoa com banha e pos de arroz.
Eaixaa p;>ra costura.
com Acres artiflciacs.
. s -; ;jcpnrcs para costura.
B-aptisados
_-2> eszpios e sapatinhos do setim branco, de
'. s. paop'i- s |-ara baptisados.
Cuticulina
Bear :em
Magno-
B
p.
|
s
rer nodoas no ro?to e quizer
pre um frasco ce cntici lica. t
Do [ue do Caxias n. IS.
Modas
9 2
c
S
8
r.'bpllo.
-.:;': la?.
Jos.
, matf>m e madrepero'a.
. cftres para senders.
tb.is pan senhora.
. '
.! i do meal.
: '. para veettdo.
de a*o.
. te madreperola, c muitos oulros artig s
! 5.
Espelhos
.jiiadrados e ovaes, de divers's tarns-
Magnolia, a rua Duque de Caxias nu
O
tt> o.
0. mS H
Is 8 o 5 w
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o p -1 A3 ^5 o as S3
CD r* s.
boa educacSo das m minas qne lhes sio eonfiadas,
maoundo assim o credito adquerido na pratica
de mais de II annos de exercicio.
Recife, 16 de de;:embro de 1874.
A directora,
Ursula Alexandrina de Barro.s
Ah^a-se
as casas da3 ruas da. Ilha Carvalbo n. 35, de S.
Jose a. 5 e beeco de S. Jose n. 1 : a tratar no ar-
mazem do Campos, raa do Imperador n. J8.
AtlF*A-SE
o segundo andar e armazem da ma de Pedro Af-
fonso n. 59, o sobrado de an andar e sotao da
rua do Hospicio n. 65, e o primeiro andar e ar-
mazem do sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 :
a traUria raa do Vigario n. 31.
Precisa-.je de uma mulher de bons costumes
que se preste a ens? boar roupa em casa de fami
lia : a tratar,pa raa da Cruz, armazem n "'
23.
Aluga-se
ca no Monteiro.
Aluga-se alii por preco eommodo uma casa pe
quena que tern 2 salas, 3 quartos, cozinba e boa
cacimba, e 6 perto do rio : a tratar na rua Nova,
loja n. 7.____________________^___________
4tlen?9o.
^
_
o
5
V icente fugio
um escriptorio no primeiro andar da raa do
Commercio n 4 : a tratar no armazem da mes-
ma casa._________________ __________
Pwa escriptorio
Aluga-se o 1* aadar do sobrado a raa do Amo-
! rim n. 41, muito asseiado, caiado e pintaJo, com
jdoas salas e dous quartos, por preco modico : a
tratar uo armazem domes mo sobrado.___________
Precisa-se de um criado para todo servi^o,
prefere-se escravo : a tratar na confei'aria do
Campos, rua do Imperador n. 24.
Imperial
Fabrica derapeareia preta fina, de Moreira
& Cunba, da Babia.
Deste excellente rape, que se torna recommpn-
davel aos amantes da boa pitada, tem estabelecido
esta fabrica oseu deposito a rua do Commercio n.
5, que vendem per junto e a retalho, fazendo-se
vantagem a quem eomprar porgao._____________
Fugio do engenbo Goita, do termo de Naza-
reth, em dias do mez de novembro do anno de
1869, a escrava Tbereza, mulata bem^ clara, de
30 annos de idade, solteira, baixa e bem refor-
cada do corpo, roslo redondo, cabellos castanhos e
annellados para as pontas, olhos amarellos e gran-
des, nariz am pouco chato, bocca grande, tem
falta de um on dous dents do lado de cima, can-
gulos, bra?os e pernas grossas pes rolleos,
dedos curtos, lava, engomma e 6 boa coziubeira,
tem sido vista na cidade do Recife, onde conser-
va-se acoilada : ruga se as aatoridades policiaes
capities campo, e inais pessoas, a apprehensao de
dita escrava, sendo entregue a seu senhor o ma-
jor Christovao de Hollands Cavalcante de Albu-
querque, no engenho Rosario, do-mencionado ter-
mo de Nazaretb, ou no-Monteiro, a Antonio da
Rocha A. Lins, que tera a gratificac.ao de cera
mil reis.
PrecUase de ama para cozinhar : no ar-
mazem Baliza^ruadoLivrainenton^^________
MOPINA
Esta encouracado!! 1
Agaa mole em pedra dura
Tanto da ate que a fiira.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieu-a de Mali
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
fator de vir a ru* Duqua de Caxias n. 36, a con-
clnir *qielle negocio que 8. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para janeirQ
passoa.a.fevereiro e abril de 1872, e nada cumprL:
s por este motivo e de novo chamado para d '
Am, pois S. S. se deve lembrar que este negoci
de mais de oito aimog, e quando o Sr. sen ftrao
achava nesta cidade.
Aluga-se
o segundo andar e armazem da rua de Pel o
Affonso n. 59, o sobrado de um audar < sofio da
rua do Hospicio n. 65, o o I* andar e ami teen do
sobrado da rua do Bom Josus n. 63 : a tratar na
rua do Vigario n. 31. ______ ________
Festas !
Festas
Fest8s
Annos
Annos
Annos I I
-Reis I
Reis 1 t
Reis 1 1 I
3 dias -- 3
DE
REG1BOFE
0 comer da forca e vida 1
0 beber an or eontem :
Comamos peis e bebamos
Qae a morte nao longe vem I
N.
o eoTsdc
28.
K.
Rua do Imperador
28.
Aluga-se
para escriptorio, o primeiro andar p panmora
dia o segundo dito : na rua do Marquiz de Olin-
da n. 4.
UafT* AttenQao
proprietarios da Pre-
i a rua do Cabuga d. 1
sem sciente ao respeita-
. abbco que, tendo resol-
mudar de genero dene-
deliberaram vender
as mercadovias exis-
era seu estabeleci-
com um abate de 20
0{0 afim de liquidar a
>sa ateo fim do corren-
anno, e por tanto 6 boa
Meaaiao do publico se pre-
eir do bora e barato.
.-
Na noite de 13 para II de raarco do corrente
anno, fugio o mala to Vicente escravo, de 20 a
22 annos de idade, hmita flgura, barba e estatura
regular, levando veslido e cm um sacco [roupa de
sl.L'ndau brauca e alguma Ana pertencente a um,
calzeiro da raa d'onde fugio, k na'.ural da fre-,
guezia de Sam'Anna de Mattus diz ser livre. cria-
do em companhia da roadrinba D. Anna Luica da
Laz de quem alias foi escravo : roga-se, portau-
to, aos Srs. capities de campo e autoridades po-
liciaes a apprehensao do dito escravo e en'rega-
lo na cidade do Recife, rua do Crespo n. 10, ao
Sr. Joaqmm Mcreira Reis, ou na cidade do Assaj 0s Srs. abaixo tomeados queiram vir a raa
ao Sr. Tonuato Augusto de Oliveira Baptista \ [^nerador n.24, a negocio. A saber :
Antonio'Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da Silva Proa, marmoriita.
Francisco Jose da Cesta.
i Fabiciano Napnleao do Rego Barros.
Lagos, conductor dos bonds.
Joao Antonio Portugal.
Jose Affonso de Oiiveira Gaimaraes.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Tintura japoneza. j Manoel Jose Ferreira Bentevi.
S6 c unica approvada pelas a.ademias de. g^K^S 01iVeira.
sciencias, reconhecida superior a toda que silvino Antonio R'drigues.
tem appareci'io ate" hoje. Deposito princi- joao Gomes dos Santos Filho.
pal a* rua da Csdeia do Recife, hojo Mar- Antonio Saraiva de Araujo Galvao.
quez de Olinda n. 51, 1 sndar, e em todas Augusto Lrbo d '">;* Thed'n.
H .. Francisco Serom do Rugo Diotas.
as boticas e casas de csbelleireiros._________ Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
. Precisa se de uma ama forra ou Antonio Ribeiro Ponies.
\ escrava : trata se na rua do Marqnez Rufino Correa de Mello.
Aluga-se
o sitio qae (tea contiguoa igreja de S. Jose do Man-
gainho ; recommenda-se por sua excellente posi-
i <;ao e outras condi^oes agradaveis a sua babitac .o
I confortavel e de rccreio : quem preteuder, pode
I entender-se com o Dr. Witruvio.________ _
AVJSO
Jose Antonio Domingues de Figueiredo, proprie-
ario da fa'rrica de cigarrus do Beeco Largo n. 1,
a It Aa n. 2, avisa aos consuimdores de seus ci-
garros, que medou sua olllcina de cigarro3 do n.
2 para o i* andar do n 1 e n. 1 A, por ter de
entrar em obra o de n. 2. Faz este aviso para
alguera nao- julgar o contrario, e seus 'reguezes
ficarem scientes de que so o:cupa as 2 lojas dps
numeros acima, e o l" andar do mesmo predio.
Al: gam-se tres casas terreas na rua do Co-
ronel Suas3unan. 103, 193 e 198 com eommodo'
e limpas de novo : a tratar na rua Direita n. 8.
Ainda esta por afugar a loj\ do r pado
n.-2 a rua das Laraageiras, aluga-se po reco
eommodo: a tratar no Cajueiro n. 8, junto ao
hospital portagaez, ate as 9 horas da manba e
das 3 da tarde em diante.
Viva o prazer rcquintado I
Viva o amor suhlimado I
Viva a caridade amiga,
Da cabeca e da barriga I
Triple exulta^ao.
Almoro fraternldade
Na'rna do Imperador n. 28, en-
contra se tudo qaanto ha de mais
delicado e saboroso para o arranjo
de qaalquer almogo por mais mag-
niQco e soberbo que seja I I
-----Jantar liberdade !
LNGHM&O
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores mindas mnito boa* para rooaa
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a MO rs. o eovaao.
Alpacas de cores finas a 320 e 360 rs. o wnA*
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fazeada fiaa, a rs
eovado.
Chi Us de cores a 2i0 e 280 rs. o eovado.
Metins de cores mindas a MO rs. o eovado.
Cretones, o melbor qae tem vindo ao mercadc
400 e" 440 rs. o eovado.
Cambraias braneas, bordadas abertas, fazenai
mais fina qua tem viado ao marcado, e fazeadi
de 2*000 o metro, por 1*000 a van ; a p
chincha.
Ditas pretas com (lores miodas a JOO rs. o eovado
Cambraia transparente, fina, a 3/ a peca.
DiU Victoria, fina, a 4*000 a peca.
Organdy de assento branco e de cores, eca
res mindas de seda e de la, a 400 rs.
E' peehiDcha.
Cortes de easeatra de eores aioderaas a
corte ; 6 fazenda de 8*. E' pechincna.
Camisas de linho finas, lisas, a 35* a dnzia, e f
senda de 55*.
Brim branco de linho a i**O0 a ara-
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o eovado.
Madapolao f raneez verdadeiro, S4 jardaa, a U >
7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a 5* a peea.
Gorgorao preto de seda para vestido e para eolle*-
a 3* o eovado
Toalbas alcochoadas a 4*500 a dnzia.
Colchas grandes a 3*500 uma.
CoberUs de gangs, forradas, a 3*.
Lenc6e3 de bramante a 2* um.
Lencos de linho, abainhados e em eaixinaas
3*500 a dnzia.
Ditos de caea de cores abainhados a 3*500 a 4*
* A 1^000
Cambraia branca, bordada, cm listras e d
qnadrinoos, abertas e tapada, por terroos niaa
grande por;ao, resolvemos vender barato para aea-
; barmos, 6 fazenda moito larga e mnito fina, qn*
' sempre se vendeu por 2; o metro, e estamos veo -
'dendoa l*avara: so qnem tem para vsnde*
por este preco e Gailberme A C, -nu do Cresp*.
loja das tres portas. Dio se amo-tras.
E outros muiios artigos qne sp vaads.psr aw
nos do qae oatra qaalquer parte a pata ae d<
' So na lorem queiram roandar tw fl amostias.
1 enganaja de
GaiHicrme & C.
E' s6 quem vende a 600 rs.
Cambraias braneas bordadas com listras e da
quadros, aberUs e tapadas, faztnls mn'to fin;
do
que serio generosamente recompensados.
INao ha mais cabelos
Doce fino de goi ba
;Ha consUntemenle para todos oS'PTteos, tanto
em latas como em eaixio, de todos os.tamanhos :
no paleo do Terco a. 52, e aonde ee vende mai3
barato.
[annonia
Ao caes do Apollo, araazem n. 69, se recom-
menda aos seobores de engeulio a mais superior
farinha pannonia, era meias barriia
.if
aodar.
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,
Telegramma.
Assemblea do c<~-mroercio, a rua
do Commercio n. 22, 18 de dezem-
bro as 6 h-iras e 45 minutos da
manha.
*'*oara-se ne^te estabelecimeato quantidaio
... ~ .Iiaaria de
mm..
Bolos
Pudins
E doces
a^-i aUisfazer as exigencias do j'-blico, nos
Jt Saia que estao a porta.
Caotbam-se encoramendas para qu.ilquer
r&ss* a> ima, e mats dos seguintes:
H2I*>S (assados'
PERL'S
PAT OS
aafflLiSIIAS
PEIXES
I fliUCTAS (semper sssadas.)
ftv> mniK quo for neces3ario para uma mesa
$B_an i! faut).
%t ta:nbem sortimeQto cjmpleto de bebidas
dias
dos
REUSE
VERMOUTH
ABSINTHO
BHOS GEiNEROSOS
(Agenda)
E CERVEJAS.
Meira & Lima.
Escravo f ugido
atouse ha dias do cog^ohj J.guiribe, o
^aabcrioalo, Hauoe'^ Je 30 annos, alt) e secc.\
4_a> mausa, pes e maos bem feito.-. U^m f:.Ua de
Aaa-deates na frente, na f eati e Udo superior,
aravo- aa Parahyba, de Victorin: Per- ira Maia.
latiSea-se bgni a qnem o levar em Jaga^ribe,
j_aj_t-Jfeife, raa flova n. 8. __________
- Amga;se o 1* aqdar da casa da run, do Conde
to.41, oaiade e ptatado. todo reparado, e o
3 da ru^estreita do Rosario h. 45 : a tra-
annai Jose Henrique daAiyii, n. Scjledade, nu-
Precisa-se de uma ama qu- cozinhe perfei
tamente : ca rua da Uniao n. 29.
Lino Ferreira da Silva
fem duas cartas na rua do Vigario n. 7, primeir
andar.
100#000 de gratificacao.
Desde o dia 3 do corrente fugio da casa
de seu senhor, abaixo assignado, o escravo
Miguel, pardo, porem nao mnito escuro,
corpo reforcado, de 19 annos de idade,-jo
ficial de mareinciro, boa altars, e um tan-
to espigado, rosto comprido, olbos c asta
iiDlsTl fMIffl
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas freguezas ,e ao publico em geral
que abriram novamente sea estabelecimento de
casa de costaras a rua da Imperatriz n. 5, primei-
ro andar, pelo que e?perara continaar a merecer
a conenrrencia das pessoas qae precisarem de
seas servicos.
Grande descoberta
Curativo das rnolestias do
Este important-; medieamento que acaba de ser
tihos, dentcs perleitos, cabellos pixatnhos,; reconheeido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
nenbuma barba (apenas buco), p6s gian-| ihevas eomo am verdadeiro espeoifico contra a
des, levou vestido calca e camisa branca pntysica, segundo provaram nos grandes name-
e jaqueta ParJn,.gosta de jogar gymnastica, ^m^LVS^^S^SI^^^^
e 6 bastante ngrista.
Quem o apprehender, leve-o & rua da
Uniau n. 43, (ilba dos Ratos) ou na rua
da Cadeia do Recife n. 56, primeiro andar,
escriptorio de Leal & Irmao, que sera" re-
comptusado com a qusntia acima mencio-
nsda.
Recife, 7 de dezembro de 1674.
Manoel Gomes Miranda Leal.
Obras de verga.
Snfaes.
Cadeiras, as mais apropriadas para viagsns.
Mesas.
C- .-t-'S quadrados, para armazens de fazendas.
Ditos para padaria, os mais apropriados para
venda de pao.
Gestibhas para meninas de escola.
Capachns para eotrada de estabelecimentos a
porta de Sa>la.
Carri<>hos para meninos.
Bt-rcos idem.
Veudeml'dcsis 4 C, a ma estreiu do Rosario
n. 9, junto a igreja. -
Villa de FaLaiares
Na padaria demminada Manrty, sita na praja
deste nome, casa de azulejo n. 2, desta villa, esta-
belecimento de Fra: Cisco Seratlco de Assis Vas-
eoneellos, fabrica se com a maior perfeicao, lim-
peza e barateza, pao, bolacha a tudo qnanto ae
pode obter da farinha de trigo. 0 annunciante
protesu servir com esmero e agrado a todos_q_aa-
tos quizerem honrar seu estabelecimento a*eoni-
tttairem freguezes e consoaiidores.
Aluga se nma casa no principio da^Salfcada
Nova, r.erto da eetacio dos bands : a #
mesmo lugar, primeiro sitio i direiu, depoil 9a
primeira bomba.
lo corrente anno, encootra-se nnicamente no
A ID A.
Accoes entre amigos
A de um fa^ueiro e ootros objectos de prata
qne devia correr com a 3* loteria 'loorronteraez,
tica substituida para a segunda loteria do mez de
fevereiro proximo futuro, pelo novo piano, am
virtude.de se ter desencaminbado o talao de 32
numeros.
CRIADA
Precii*e de uma criada portugueza para tra-
tar de nma cnanca : a tratar na raa Duquo de
Caxias n. 84, loja.
10$000 de gratificagao.
No domingo 13, pelas 4 ou5 boras da Urde, fu-
gio um papagaio com unra idas azas aparadas :
quem o trouxer a ruaDuque de Csxias n.,41, 2
andar. recehera a I'nantia acima.______________
Aluga-se
o 3* andar e sotao do sobrado da rua da Impera-
triz n. 53 : a tratar no 2 andar do mesmo so-
brado.
Presuntos, salames, doces, quei-, com 5 palmos delargura e por ternos grande por-
jos, vinhos e uoia influidado de fao resolvemos vender barato para acabsnnwi ; f
preparidos de aves, peixes e ma- l fazenda de 1:600 o eovado. e n6s estamos thi.1-
risco nao incluinao ama immen do por 600 rs. o eovado, dao-se amostraa : m
do Cresw n. 20, loja de Guilheme & C
LIOUIDACAO.
9
0 Paris n'America esta liquidando os cal;ad)
pelos feguintes precos :
Botinas de duraqae, de cores, rom cnno alto e
laco, a LuizX^' a*0iK)!!I
Botinas de daraque, de cores, bordadas. earnc
alto, a6* III
Botinas de daraque com laco a 9*.
Botinas pretas gaspeadas, canao alto, a i/, 5* a
6*000.
Botinas li Bi tinas de Snzer, de cordovSo com ponteira it
verniz, para homera a 8*. Aproveitem, que
barato.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Lair, de Oliveira A:-
vedo, no sen escriptorio, a nu do Bom Jens ra -
mero 57.__________________________________
Sal do As8u.
sa variedale de especialidades das
mais apreciadas na Europa I I I
--------CelftIgaaldade X
Vinde a > armazem do Campos
e Ocareis abysmados de ver tan-
tas iguarias e pe!i.-co3 preciosos
que ticareis coavencidos de qae
es'as no cmtro do que ha de me-
lbor no grande mundo das vic-
tualhas I I
P Campos vende barato I
Vende bom e co melnor I
Ver para crer I
Comprar para saber I
Reparem bean.
Quem ao campos nao comprar
Festa ma ha de passar I
Annos Wra muito feio
E Reis... nao digo... mais creia
Sera muito mao fregaoz
E nao tera prazer nos tres dias de
Festas l
Annos I I
Reis I I I
Venhara ver e recebor
As boas festas I
Os bou3 annos I
Os bo_s Reis I
Aluga-se
Dm sobrado de um andar e sotao, con agaa e gaz, Azevedo, a bnrdo do palhabotc
Tem para vender Antmb
Lniz de OMreir.
Johrn Arlrkr :
naruancva de Santa RiU n. 55 : a traUr na
Forte do Mattos, por cima do trap icbe Danus.
tratar com o capi'a" a bordo,
tnrin. a rna do Rom Jeso n
rn
B7
no sen escr [
A pessoa que desejar comprar uma boa ta
verna em nma das melhores localidade- d*sta ci-
dade, eotenda se com Lniz Pertain de Almeida, a
roa do Viscon Je de Inhauma n. 6!'.
Livros novos.
Deposito dc vidis) Madeira e
Pernamiiuco.
Ccmpra-se uma escrava que seja sadia9
de bons costumes e que entenda de cozinbae |
engommado e mais servico de casa de familia : J
a tratar a rna.do Amorim n. 51 armazem, das 9; F.scrich A mnlher adulten, 4 vol.
horas da manha a< 4 da ta'de.______________
tompra-se diarios e jorna-ss : na rua de Mar-
cilio Dias n. 99.______________________________
Compra-se caixas de sabao vazias a iOO rs.:
na fabrica de sabao dos Afogados e na travessa da
Madre de Deus n. 10, Recife.
- Vende-se uma propriedade no aterro do Gi
lia, com duas olarias, boa casa de vivenda o duas
Pharmacia Towes
135 Largo do Ter 0 proprietario deste an igo e acreditado es|U-
beiecimento tenao-ofeito passar por uma reftr-
Costureiras para modista.
Procin-ie na rua da-trtkoa-n.^.
a especial, e eonfiandono zelb e aetivii^de Tourpin," acha-se provido de todes os pertencas e
de-iseus empregados, .nao-aciUa^m eonvidariao ornamentos correspondentes a fama de qae :
AlogH-rSe
para e sajrico interno de asa de familia nma es-
crava de Hadi de 13 annos, com algumas babili-
dades : trtar na-rua do Barao, drS. 'Borja nu-
mero 40.__________________
Cura^as hernias, pelas fun-
das. de borracha.
As melhotqa e mais aperfeicoadas das ate hoje eo-
nneeidas.
Vende-se
sias
PhMBMieia e Drogaavda
de
aawji co A C.
4. Raa largt iWwatto&ario 84
Tendo ja obtido o melhor acolhiraento nos mer-
cados da Allemenha, Inglaterra e mesmo em Fran-
ca, para 03 vinhos das minhas propriedades e de-
posits, onde foiam apre.iados e raereceram os
priraeiros premios em .differentes expcsiijoes ;
e desejando tornal-os conhecidos igualmen-
te na provincia de Pernambuco, onde de cer-1 .
to serao bem aceitos, ja pela diminuta quantidade casas mais pequenas. mais duas casas em um sitio,
de aguardente que eontem, como pela sua velhicc tres vtveiros de peixe, 50 Pja^cojneiroa^ b
e tratamento especial resolvi estabelecer am de-
posito na casa dos Srs. Pocas & C, a rua estreita
do Rosario n. 9, onde se encontrao sempre de
differentes prec,03e qualidades e direetamente en-
viados.
Sao geralmente conbecrdas as vantagens que
aufeiem aos convalecentes do uso do vinho Ma-
deira ; perraittam-me, porem, os Exms. Srs. medi-
cos chamar a sua atteucao para estes, nos quaes
encontrarao as qualidades mais apreciaveis.
Henrique htt6 Maria Camacho.
(Este documento esta reconheeido pelo tabelliio
da cidade do Funcbal, Joaquim Mochado de
Souza)______ ^
Rhum nacional.
Premiado na exposi$5o da Sociedade Doze
de Dezembro.
Vende se pelo diminuto preco de 1*000 a gar-
rafa na bem conhecida wberoa Flor dos Progressos
na rua do Gabi_ga n. *, coufronle a matriz de
Santo Antonio. ^^___^_____
cem gravuras a 6*<>>
Dito.As obras de misericordia, 2 vol.
dito 3*000
Dito Casamentos do Diabo, 3 vol.
dito V*50"
Milner Fsboco de pbilosofkia ana-
lytica 8." 3J-)Of3
Moreira Hasto e corarao (roman-
ce) 8. 1(900
Um fura vidas (comedia em 1 acto) 301'
perto para toda obra, um rancbo bem afregueza-
do, tudo em bom estado : quem pretender, dirija-
se a mesma, a tratar com o seu dono o Sr. Fran-
cisco Ignacio da Cruz Mello.__________________
No Barateiro!
A' rua l. de Marco n. i.
Acaba de re;eber granle quantidade de lazi-
nbas com Ktfaas de sedi para 300 rs. o eova-
do I!... aproveiterD antes que se acabea.
Raa 1." de Marco n. 1
Agostinho Ferreira da Silva Leal._______
Assucar candi..
0"melhor e mais bonito, preparado e aper- I
feicoado por systema novo, vendem Beitrio 4
Quintal, em sua refinacao a rua do Barao do
Triumpho n. 56. ,
fluid del' Europe j
Aluga-se este vasto e magnifies ea-
tabelecimento a raa do Com
mcrclu n. i.
Este antfgo e bem eonhecido HOTEL, que fe- J
ehou se por causa do fallecimento do Sr. Edoardo ;
Cimento Portland
Verdadeiro
9*000 a barriea
Jorge Tasso
37 Roa do Amorim 37
Bacalhao imperial
NTuega superior
em meias eaiaas.-proprias para eaaas partial re
9 OOOoada meia eaixa
Jorge T*sso
37 Rua do Am riOB S7
Presuntos e queijoslondrinos
37 Rna do Amorm 37
J rge Tasso
SITIO
respei.svel publico.e .pftmicularmeote aos mora-
dpres a> fcagqezia.de S. Jose, a virem exami
pre gozo.o, e estaado situado no lugar mais ap-
parente e agradavel do Recife como e o do oou-
Vende-se am sitio com 210 ftfaos de fteale e
700 de fundo, em Beberibe de baixo, com alga-
mas arvores frnctiferos, agaa potavel e laraaftf-
ras novas ; tambem s.e permuu for nma pajaaae
casa ou escrava moca. ou mesaaa sitio peqneo
perto da cidade : a traUr na ma da Fbreauaa
p.t_________________________
Aosl;,O06 chap6os-de sol de
seda de cores 00m cabos
de niArflra a 44 p f>#.
0 deseagaaa'aau qaeiraande^paasaesol at
j seda de cores com cabos de mi
narem dito estabelecimento : trade encontrarjo, lerrnrd, defronte do deserabarque de pas?ageiros
Mem do prfriso em casa desta ordem, jgrande os 4_eres*ados nao ebarao ceastao 4
4mhiMai44'mtt8^e m a'todo e qaaa.iaer jireparado fcanoez, dos mom-do, em bom local e ja acreditado. 1
autores mais afamados ; al^m do que, garaite Para tratar, dirigir-seao escriptorio de Pereira
aviar qaaesquer receitas, seja qua} for a hora'xio Carneiro, a mesma'raa do Commercio n.6.
dia ou noite, com caidado, asseio e presteza, | Vende-se dous mulatinbos pe boniia flgara,
offer 1 ndo mais a grande vantagem de vender &6 jdade de 13 a 14 annos, proprios para servico
ras, pelo d-aioato prec.o de if c|> am,
pequeno toane de mofo, e limpfjm Sf, ei*
peos que mnitos vendem ; 1I*M5> cad
"S 5S!8 f** en*. *>* W acabem : p rna ao
OTEL bem o.ts.joasa a toja da esquina
tut!o
por menos do que outro qoalqoer.
'Escrava
Para vender bolos precisa-se alg_ar uma escra-
a qneart^QXMqtijiindeira, pafs-se .bem : aa
da Florent"
jua
lorentina n.
4're-ssse ajngar Him mcrava
,talgumayaoasa de-^rdim hotta
quez de Olinda n. 18.
que entenda
na roa do Mar-
domestico, e duas negras, ama de 24 annos, com
^am'firhe deOamios, eaptrro, a a ouira de 40 an-
noss boa lavadeira e cozinha o diario; e nma par-
da de 22 annos, que cozinha, engomma e vende
pa rna : no pateo de S. Pedro n. JR.
A 6#.e 7J00O
Borzeguins Traneezes para homem. ^^^^^^
ejam tdos
laa aa raaja Caaapa.
A 240 rs. o c#ndo.
aa da
jadseH*
Precisa-se alugar nma escrava e um moleque
para vender na rna : na rua do Mar quez de Olin-
da n. 1
A 1*000
Sapatos de tapete avelludados para bomem
Itt Ulg do Rosario n. 22.
na
Liz in has de listras i imitsqj_4le seda,
padroes a MO rs. 0 eovado.
Orgaadf* de listras
vade ; orgaodys de
nitcs a 3*500 a peca
Aproveitem qoe e 4
nao se enganeqi.
a a 3*_pe*a iWasa-
corijSli Mm amm be-
^R___r.K
'
-
J


*
%
/
.-,
Aos legitimos fogoes econo-
micos.
Acabara do chegar a esta cidade os ver-
dadeiros fogdeseconomicos, ja" muito conhe
cidos nas provincias do Itio de Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
hia e Alagoas, aondo tem merecido do pa-
blieo a raaior acaita$fio possivel, e sao ja"
preferidos ao3 de qualquer outro systema,
conbecido pela sua muita solidez, ospecia-
lidade na collocacao, moderno systema,
e sobretudo grande economia no combusti-
vel ; trabalham com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
ahos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegio9, hoteis,
casas pias, bospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos ao publico, aonde se darao todas as
expiioa$6es neoessarias: na rua do Viga-
o-n. 12
Soares Lei Irraios, rua do Barao da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para camas
Na loja do Pavao vende-se colchas de fustao
br,aco9, para cama a 2,500, ditas de dilo de cor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,500
para cima e ditas de raetim escarlate forradas com
madapollo a 5,000 : a raa da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
Vende-se
No eseritorio de Tilomaz de Aquino Fonceca &
G. Saccessores, a rua de Vigario n. 19, priraeiro
andar:
Giraento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d > Porto em caixas, Bnissimo.
Idem era barris de quinto e decimo, fine
Retroz.
Fio.
VENDE-SE
Diario de Pernainbiico Terca feira 22 de Dezembro do l&U.

N.72. Rua da Imp era t riz -N. 7 2,
EM LIQUIDA^AO.
fazendas e artigos de alta
novidade
NA
LOJA DO PASSO
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas qne ha tempo tinham feito encommenrta e'
nn/Vmn?,Ae,^,l,qUidaC*0reS0lvenq2ee8l*s fa"Odas fossem ven,4i,las nas mesmas condlrSes 0 ftlja PpiniPlPA liP MflPPft Fl
[ue 6 muito vantogem para os compradores, istono Bazar Nacional rua da Imoeralriz n 7! am *"" 1" IFIdlVU II.
Na rua do Vigario n. If, vende-se o segaint e
Cimeoto de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, fmissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dilo era barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Wilson Rowe & L. vendera do sea armas*
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azol amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todat as qualidadea.
%m, remessa.
Vinho vcrde dc Amaranlc
Convida-se os apreciadores a virera apreciar o
que ha de mais excellente nestoartigo; vende-
se em decimos e a retalho, em casa de Pocaa
4 C, a rua estreita do ltosark. n. 9, junto a
greja.
Organdy* branco a 400 rs.
Vende-se organdys branco com listras muiio
fino a 400 rs. o covado.
Popelinas a 11000.
Vendese popelinas de cdres rauito-flnas a 13 o
covado.
Alpacas de cores a 400 rs.
Vendese alpacas de cores para vestidos a 400
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Jf^fW laazinhas para veslidos a 120, 240,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vendese alpaca lavrada para vestidos a 610 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vendese grn:.dina preta com listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales flnas a 400 rs.
Vende-se percales Unas para vestidos a 4C0rs.' dades e barato
o covado.
'Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cores a 260 rs.
Vende-se cassas de c6res finas a 260 e 320 rs.
o covado.
Cambraia victoria a 3 ;500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3J500,
4*e5*. Cambraia transparente a peca a 3*.
3*500, 4/ e5*. v v
Corlinados a 6*.
Vende-se cortioado3 para janellas a 6* e 7J o
par.
rua da Imperatri
Chales de ii a 640 rs.
Vende-se chales do la a 640, ditos de merino
estampados a 1*600 e **.
Cortes de casemira a 3*.
Vende-se cortes de casemira de cores a 5*.
5*500 e 6*.
Cotertas de chita a 2*.
Vendese cobertas de chiia a 2* e2*50(>.
Colchas de fustao a 2*.
Vcnde-ss colchas de fustao a 2*, 3* e 4*.
Fustao branco.
Vende-se fustio branco para vestidos de senho-
ras, organdys brand fino a 640 o metro.
Madapolao a 3>.
Vends se pecas de madapolao enfest3do a 3* e
3*500 a peca, ditas ditas fino a 4*500, 5 e
dito fraucez fino a 6*, 79 e 8*.
Algodaozinho.
Vende-se pecas de algodao de todas as quali-
Bramante.
Vendese bramante de 10 palmos para lencdes
a 1*600,2* e 2*500 o nietr,.
Algodao edfestado a 900 rs.
Vende-se algodao de doas largiiras enfestado a
900 e I* o metro, dito trancado a 1*280 o metro.
Grande liquidacao de roupa foiia.
Vende-se ceroulasde algodao. a I*, ditas finas
a 1*200 e 1*5 0. camisas brancas a 1*800, 2i e
2*500, ditas de linho bordadas e lizas a 3* e
3*500, paletots de alpaca preta a 3*500, 4* e
4*500, ditos de dito de cores a 2*, camisas de
Oanella a 2*, ditas de chita a 1*280 e 2*.
1 A.
Festejos
Colla
superior
DA
Fabrica Camacho
Ja cbegou para o unico deposito, no escriptorio
Joaquim Jose Gonjalves BeltrSo '
de
do Commercio n. 5.
& Filho, a rua
Farinha de mandioca
superior, chegada pe|a barea Suphira ; tem para
vender mais barato no quo em ouira qualquer par-
te, Juaquiiu Jos6 Quuijdlvcs BBUrao 4 FIlllO, no
seu escriptorio, a rua do Commercio n. 5.
Ciiapeos
Grnade exposigao
i,oo
Grande sortimeoto do chapeos de palha para
homem a 1*800 e ii, preco realmente baratissimo
em vista da qualidade, e muito proprios para a
festa : na rua do Passeio n. 60.
Imperial fabrica de rape
ara fina de Moreira & C.,
da Bahia.
Destc excellente rape, que se torna recommen-
davel aos amantes da boa pilada tem estabeleci-
do esta fabrica o seu deposito a rua do Commer-
cio n. 5,-que vendem por Junto e a retalho, fa-
zendo-se vantagem a quem cimpnr porcao.
Grande iiquida(ao de fazendas finas e do
> melhor gosto, para vestidos de festa, na
" loja n. 44, a rua Duque de Caxias.
Popelinas de modernissimos padroes, covado a
600 rs.
Dilas de ditos a 1*200.
Ditas de ditos a 1*400.
Ditas de ditos a 1*600.
Cambraia3 orgmdys de padrSes e cores inteira-
mente novos e modernos, covado 320 rs, cortes
de cambraias brancas para vestidos, bordados e
com babados, a 6*.
Chapeos nuiernos, gosto allemao, para senhora,
proprios para a estacao da fssta, a 2*500.
Ditos de diversas qualidades, para homens, pelo
barato preco de 2*. 2*500, 3* e 4*.
Camisas franceus e inglezas, de diversas quali-
dades, a 1*500, 2*. 2:500 e 3*.
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 400 rs.
Toalhas de linho para rosto a 400 rs.
Lencos finos com barra, duzia 1*400
Ditos ditos brancos, duzia 1S50U.
Metins esc cezes, inteiramente novos, proprios
phacraa mbres, covado 240 rs.
Meias finissimas, para senhora, duzia a 3:500.
Lazinhas, chitas, cambrias, madapolSes, algo-
does, brins, por precos baratissimos, bem como
outros muitcs artgos que se acham expostos para
os amigos do bora e do barato, por 25 0|0 menos
que em outra qualquer parte, finalmenie ludo,
tndo se acha era liquidacao.
Admirem
Cranadlna de eda a -loo r.
Na loja do Pavao vendese finissimas grauadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre te vendeu a ls200, e liquida a 400 rs. o cova-
do ; assim como manguitos e golinhas de cam-
braia bordadas a 1? cada um, e pechincha : na
loja do PavSo, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.
Bouquets de crave e de todas as (lores, capellas
e velas para baptisados, de muito gos;o, por baralo
preco, e tambein rc-ctbe-.-e encommendas ires dias
antes : no pateo do Livrammto n. 36, loja de
cera.
Eserava
VE % IMBh^B o sitio junto a igre-
ja de S. Jose do Manga nho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodacoes, todo mura-
do, cr,m duas frentes iervi tas por portao de ferro,
dando para a rua di Amizade e para a do Man-
guinho. Tem do terreno proprio 194 palmos de -
largura e 354 de fundo ; e a casa mede 52 palmos immensidada de objectos que tem expostos a ven-
ds frente e 84 de fundo. A situacao e a melhor da, o que serta quasi imposeivel, mas limitar-se-ha
possivel para morada, e quem quizer edificar, tera a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da e toma a liberdade de aconselhar ao bello sexo
Amizade. Tem a'gnmas plantacSes de gozo e re-1 que a visitem constantemente, para depois que'
creio, havendo bastante agua fornecida por duas comprarem em outra qualquer parte cao
s das qnaes e nova. A entender-se penderem, a vista do bom' e escolhido
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 34.
Cal de Lisboa
Vende-se cal ue Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro-
drigues Tavares de Mello.
E' BOM SABER-SE
Que a NOVA ESPERANA, a rua Duque da
Caxias d. 63, bem conhecida pela snperioridade de
seus arligoa de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encommendas de mercadoria3 de sua
reparticao, que pela eleganci i bem mostra aptidao
e bom gosto de seus antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ale
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANfA nao quer eotrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extenso3 anuuncios e nem pretende descrever a
Para vender na rua, precisa-se alugar uma es-'
crava : ni rua da Fioren'.ina n. 22.___________
Lazinbss brilhantes a 720 rs.
0 Pavao recebeu um bouito soriimento das mais !
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadrinhoo''
miudinhos, parecendo de uma so c6r, e tendo diffe- j
rentes cdres ; esta fazenda tem um br-lho corns
seda e bastante largura, e vende-se a 720 rs. o ;
covado : na rua da Imperatru n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva. i
Lazinhas raodernas a 320 rs.
0 Pavao veude r>onita.- lazinhas de quadrmhos,'
tendo de todas as etas, pelo barato preco de 320 i
rs. o covado; sendo fazenda que serapre se vendeu
a 500 rs., 6 pechincna : na rua da Imperatriz n. i
60, loja de Felix Pereira da Silva. j
Crochets para C3deiras.
0 Pavao vende uma porcao de panos de cro-1
chet, proprios para ensostj de cadeiras e de so- i
fas, que vende por precos baratissimos: na rua !
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da I
Silva.
Cortes de organdy a 2#i00
0 Pavao recebeu um Lonilo sortimento de cArttt '
de organdy, matisados, para ves!ido,Njue vende
pelo baratissimo preco de 2 400 o corte, e pechin-
cha : na rna da Imperatriz n. 60, loja de F^lix
Pereira da Silva.
Lustres, candieiros e aran-
dellas para gaz.
Nonovo estabelecimento, Grande ExpnsicSo. na
rua du iniperador n. 3-5. junto ao escriptorio da
companhia do gaz, vendem-se lustrrs, candieiros e
arandellas de diirt-ren.es tamanlios e modernos
gostos, tanto de vidrd cimo de bronze, e tudo do;
melhores fahricantes que ha na Inglaterra: Tarn-
bem se vendem globos re. bonitos padroes, chumbo
e tudo o mais que f<.r preciso para o service do
az. E como os donos cleste estabelecimento raaa- j
am vir da conta propria e se querem acreditar,'
vendem tudo mai? barato do que qualiiuer outro, I
para o que os compradoree podem exper'meiHar. j
QUAIVOB
Novidade
Cordelro Simfies A C, proprietarios
leste importante estabelecimento, no louvavel pro-
jrosito de nao desmentirem o conceito que os
tens aumerosos freguezes Ibes tem dispensado,
tcabam de receber de sua conta o mais nco sor-
jmento de sedas, popelinas, las e artigos de ul-
i :ima moda em Paris, e continuarSo a receber
jor todos os paquetes daquella procedencia ; por
990 chamam a attenoao de seus freguezes e os
Hjnvidam a darem um passeio ao seu estabeleci-
ne.nt0. Earantindo-lhes que encontrarao a reali-
iade do que fica dito, e para prova dao um pe
lueno resumo, enjo infallivelmente despertara a
ittencao dos pretendentes.
Mandam fazendas IT casa dos freguezes, e dao
imostras rnediaute penhor.
Artigos dc alta novidade e
ultima moda
Cortes de vestklo de linho guarnecidos de bico
ia mesma fazenda e cor, trazendo fivella, bolca.
:into, etc etc.
Riquissimos chapeos para senhora, de cores e
jretos.
Cortes de cambraia brancos com lindos bor-
lados.
ni de cores com enfeites da mesma fazenda,
nrino, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
:tdas de arminho.
Vestuarios para baplisadff."
Riquissimas camisas bordadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas cojehas de seda, para casamento.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorau de seda branca e dito preto.
Sedinhas do delicadss padroes.
5etim Macao de lsJ.as as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto e damasco de seda.
Granadine preta e de-cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Gasacos de merln6 de cores, 15, etc.
tfatal brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas braacas, de
ores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalihas do quadro3, listras, etc.
Brins de linho para "vestidos.
Fustao de cores.
Sajas bordadas pora senhori.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
lordadas. para bomem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
meninas.
Sortimento d3 chapeos de sol para homens e
WDhORL
Merinas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verao, bombazina, can-
to, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e dito
tardo.
Damasco de la.
Brim de linho branco e de core*.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pret03
Ditos de touquim e ditos de casemira
Can is.-.s de chita para hornet n <*itas de fla-
ielta.
Ceroulas de linho e ditas de algodao.
Pannos dc crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyrintho.
Ricos cortes de vestidos de tarfalana, bordados,
ara bailes, e tarlaiana de todas as cores.
Colchas de damasco de la, e ditas de crochet,
feparliliios lisos o bordados.
Foulard de seda, liadas cores.
Ueias de seda para senhoras e meninas.
Casern iras pretas e dc coresi
Loja do Passo
Rba 'Frltaeiro' do Marco n. 7A-
antiga do Crespo.
IHUZfil DO TASSO.
A' pra^a circular do Apollo
vende-se:
Tijolos de marmore, de differentes ta-
manhos e qualidades.
Tijolos francezes, sextuplos.
Cimcuto Portland verdadeiro.
Acalejos grandca muito proprios
para rodap^s.
AsalejoiB verdes e amarellos, tamanho
regular.
Maquinas de descarogar algodao.
Cadeiras de ferro, assento de palhi-
nha, prepri8s para campo.
Bomsapateiro
Vendd se um escravo sapateiro de toda obra, e
de boa flgura : na rua de Santo Amaro n 6, se-
gundo andar.
BAZAR
DAS
Retalbos de las.
0 PavSo vende uma porcao de retalnos e
para vestidos tendo grandes e pequenos, q.
quida barate para acabar, assim como nm'i
cao de cassas e chitas pretas que se vende
qualquer preco para acabar: na rua da In
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
_ Espartilhos, a 3*500, 4< e 5V5,
0 Pavao vende nm bonito sortimento do
mode-nos espartilhos que vende a 3*500.
5*000.
Pechinca em lencos brancis a 2:500.
0 Pavao vende duzis de ltncos linissimos de
cambraia branca para raio, sendo fazenda que
sempre se vendeu a 4;C00 a duzia e liquidate a
2*500 por ter grande porcao de duzias, ditos abai-1
nhados a 2i, ditos chinez's muito finns e ditos
I-
3li-
por-
por
era-
mais
**e
muito finos para quem toma
francezes escnros
rape.
Cassas de cores a 240 r9.
Vendese cassas de cores para vestilo a 240 rs.
o covado : na loja do Pavao a rua da Imperatriz
60.
Camisas.
Verrde-?e uma grande porcao de camisas bran-
cas com peito de linho e de" algodao, por muito
menos do seu valor, por estarem um poucoenxo-
valhadas, a?sim como seroulas francezas e de al-
FA9IILIA5
Rna Dupe dc Caxias w.%%
Para a f esta
Reise Silva & Gounaraes, |n-| r; bem conbecido estabeltcin.cnto dp laz^ne* *,
convidam aos sens freguez-s e uu^s* t m
se dos artigos indispeosavei.- para a fr*s,
da ultima modi e de fioo fmi, os qmaa .
dem por modico preco, de foruia qoe wvC
encontra em outra pane.
Abm de que o publico avalie o qoe \mm
offerecem a sua preciosa con-kleraeio
menrao: ^^
Laciohos para senhora;
TenK s nm complete fonimnio de laeaiM at
seda e de cambraia bordados que ttu-n* ^
o 7 pu.r prec mnUo ,)arat0' **. */*,
J*50U, 4* e Si cada um. He rani'- Jit-ft
Guses de sedi.
Temos um compKto soitiment.. d,- i* i
da de ?eda, fazenda muito moderna e ,
contra no Bazar das Karuilias, pel,, ih-*-.; i*
rs. o cjvado. Niognem p de vrde:.
Popelinas de linho
Temos um coinpleto si rliment i
i linho, fazenJa propria para paaar a tea
muito barata, a 500 rs. o covado.
Faiai de seda de corp.
Recebemot um compk-ti sorliment
seda, fazenda inteirarm-nte nova,
vendendo por 2*. 2*200 o covadc.
Pfpelinas de linho e seitt
Neste artieo temes nm e-m|i|-v> ;
qi
estamos \eudendo per 7.0 600, POC if
e l*8i,o o covado.
As.-im como temos popelina brac;i, <
ra noivas, que vendemts porl**X"sSi
vado.
Itiqiiissimat capella* com ve. s para
qne estamos vendendo por 13*, lt>* e.a
Polonezas de percalina prepriai i
Temos um complete sortimento de poll
percalinas propr-a ptra banr.os, p to cempridas e muitii taralas a 4* e if
a
.( J."* %J uc ill < -------------- "^ ** ^^ -^
godao a 1.500, dilas de linho a 2; e 2-500 para ? .'aM,i',* importcu em muitu ma>s 4e dv **m
-1 feilas.
acabar: na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60
de'FeliK Pereira da Silva.
Roupa para homem para acabar ate ao fim
do anno.
Na loja do Pavao liquida se uma grande porgao
de roupa para homem como sejam : ealcas de
brim d'Angola. ditas brancas, ditas de casemira de
cor de 65 ate 12;, ditas de brim
e-fraks de panno preto, de
Alpacas de seda com ILtm
Temos nestf artigo um completo
estamos vendendo per preco muit> '
SCO, 900, U e IMOU ; mo laWi.
Baptiolas de cores.
;. n.**60*- nm c,jm'>,<10 sortimett. v
oores, palitotsl^?' padroe3 ">te.raroente novos, g,.>-
I> >
alpaca e alpac'ao. as JJ* ?**" ve.ndeB o covado.
Cortes de granadine.
Recebemos um c mpleto sorliment' i
de granadine branca; com listras de t-lse *-
mas suitas, que estamos vendendo a r if
corte.
Casaqoinhos pretos de totx-Xd
Recebemos un eompleto aorttmeot .- -sk
quinhs pretos de gnrgnrao, que *>'. ; -sala>
do por 8.-, Id*, 12* e 20: um.
Setim branco e de cof.v.
Recebemos ura eompleto sorliment c rrtr
co
com o Sr. Dr. Witrnvio quem o pretender.
Admirem.
Cortinados a isooo.
0 Pavao vende corlinados bordados, prcprio
para camas e janellas. a 7* o par. e pechincha Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
se arre-
- sortimento
que ha em dito estabelecimente, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que d um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber osseguintes artigos de luxo e inteira novida-
de
QUE E' 0 CLERO EM UMA MONARCHIA
C0NST1TUGI0ML ?
Pelo padre
D. BEXEVENUTO ANTONIO C. DE CAMPOS
Offerecido
Aos liberaes portogue7es e brasifeiros
Pn co :
Biochados 11000
Encadernados 1*500
Livraria Popular, rua Nova n. 59
Vinho verde.
Especial chegade no ultimo vapor, tem para
j v. nder em barris de quinto e de Colares em
, decimos, no seu escriptorio a rua do Commercio
n. 6, Joaquim Jose Go'ncalves Beltrao & Filho.
Vende se o estabelecimento de moihados da
jua po RantjP.I n. 8___________
A 500 rs. o covado
Na loja do Pavao vende-se lazinhas iaponezas
| de cdres muito modernas pelo baratissimo precc
I de 500 rs. o eorado, para acabar ; notando-se que
e fazenda quo jamahs se vendeu por menos dt
I dois cruzadoe ; ja ha poucas : a rua da linperatrii
; n. 60, loja do Pavio, de Felix Pereira da Silva.
REIS E SILVA & GCWABAK.
Olind
Na loja do Pavao vende-se madapolSes franco
j zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis.
' dito muit. fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-
I sim como um grande sortimento de madapoloef
inglezes de 4,500 ale 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
a
qoe logo se acaba : na rua da imperatriz n. 60
de Felix Pereira da Silva.
Lustres, lampadas e arandel-
las.
Obra de gosto e muito mais barato do que em
outra qualquer parte, tem para vender Joaquim
Jos6 Goncalves Beltrlo & Filho, a rua do Commer-
cio n. a._________
Pedras de marmore
Vendese pedras do nwmores, de diversos ta-
manhos, com duas poi->gadas de grossura, proprias
para muito3 mistere3 : a tratar com Joao Josl da
Cnnha Lages.
pan senhoras e meni-
Bonitas sahidas de bailes
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes facbas de touquim.
Bons adereeos de madreperola.
Delicados adereeos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
Aos meninos
Cnra dos eslreitamenlo d'ureira
pela facil applica^So das
SOHDAS QUVAES
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as coiihecidfls
. Vcndem-se
NA
cia e drogeria de Bartboloraeu <& C.
Rna ldrga do Ro.ario n. 34.
Vinlios garanlidos.
Cnnha fpmaos i C a ma da Ma-
dre de Dens n. M.
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqne de Caxiat
a. 63, icaba de reeeber um bom sornmente de fl-
aw bonecas que fallam,,que riem-se e choram ;
lambem astern mudas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao 6 verdade.
AO SEXO AMAVEL.
A Nova Esperaoca, a ma Duque de Caxias n.
63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
acaba do receber diversos artigos dealta novi-
dade, os quaes estSo expostos a vnnda em dito
estabelecimento, e bom qoe venham aprecial-os
para por esta f6rma satisfazerem os caprichos de
snas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao querendo tornar-se
massante, limita se a mencionar alguns artigos
dos mais em voga no mundo das modas, os qnaes
sio os seguintes :
p Lindos cintcs de conro e flligrana.
Modernos botdes de aco para vestidos.
Novos leques, grandes, matisados.
Elegantes fivelias de aco para vestidos.
Delicados ramos de florcs de larangeira.
Bolsas de couro e filigrana, proprias para tra-
Ipezerndentes ao cinfo,
Doa acqnisicia.
Vende-se um sobrado .-ito na pateo da Set em
Olinda, edificado em chao proprio, com grandes
accommodates para numerosa familla, reedifl-
cado e pintado de novo, com bellissima vista,
muito fresco e com quintal: a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, 1* andar.__________
Salsaparrilha nova
Chegada no ultimo vapor do Para.
Tem para vender Anton o Luiz Moreira de Aze-
vedo : no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus
n. 57.
sira como de casemiras de ceres, colletes brancos,
pretos e de cures, assim como roupa branca de to-
das as qualidades, nao se olha a prejuizo, o que se
quer e liqnidar ate ao fim do anno.
Cambraia Victoria e transparenle
Na loja do Pavao vende-fe um grande sortimen-
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos tendo 8 1/2 vara cada pessa de 3g600 para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe-
reira da Silva
Collarinhos de linho para acabar a 4$
KNa loja do Pavao liquida se uma grande porciio'Macio' UaiLiran,c'1. c"mo de e,,r^
de dnzias de collarinhos de linho, por estarem um mos (Ror 5 ,e co*ado
pouco enxovalhados, pelo barato preco de 4j a 1 T Lan)ba,as hranca, transparent* o nq.a.
duzia, sendo fazenda que sempre se vendeu por' i!ms\Jvirlm'fIii" ^ rn'braw, qaa
7c, e" pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja 7 !* 4'5W # P* e 7* a peca ; fa-
de Felix Pereira da Silva. j *i* varas.
Chales de casemira a 4*. L Assim como, ouiros artigos que *; :
0 Pavao vende chales de casemira com gostos; d
chinezes, sendo mnito grandes, que sempre ven-'
deu a 7* e 8;, liquida a 4j. Ditos de la, muito;
encorpados, com listras, a 3:\ Ditos de quadros,
azenda mnito boa 2; ; assim como, um bonito
forti.nento de ditos de merino, lisos e de quadros, i
vende de 20 ate. 5; e 6* : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao. de F. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. o covado.
0 Pavao recebeu nm elegante sortimento das
mais bonitas popelinas lislradas para vestidos que j
vende pelo barato preco de 400 rs. o covado, la-'
vando-se nao desbotam ; assim como, bonitas e'
modernas lazrahag com listras de seda a 640 rs.
o covado.^ Ditas transparentes com palmiohas a
500 rs., sao bonitas. Bareges de uma 6 cor, pelo
barato preco de 400 rs. o covado, e pechincha :
na rna da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
da Silva.
Cortes de vestidos pira liqnidar.
0 Pavao vende. a 4,-, 5* e 6* corte de cam-
braia branca com enfeites bordados de c6r, la-'
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
4* para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-;
ta com listras e lavradinhas, que sempre se ven--
deram a 10*. liquidam se per 5*. Ditos Benoatao
com lindos enfeites de cor, fazenda qne val 12:,
liquidam se a 6}. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3* ; 6 pechincha : na rua da Impe-'
ratrw n 60, loja de Felix Pereira da Silva. i
Pechincha para criancas.
Meias a 2*500 a duzia.
Toalhas de fustao para mesa a 2>500.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de :
jantar pelo bar; to preco de 2*500, 6 pechincha :
pa loja do Pavao, a rua da Imperatriz n. 60,
loja de F. T. da Siiva.
Brins de Angola a 2*, 2-500 e 3*.
0 Pavao vende^ cortes dos verdadeiros bins de
Angola a 2r, 2*500 e 3* ; e pechincha : na rua
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
dilva.
Asunieas verdadeiras
Bichas hamburguexas one vem a esta marcado
oa 'n do Marcmex deulinda %B1
Balangas[, pesos medidae
do systema vnetrico deci-
mul.
Von Sohsten & C, na rua da Cruz n. 18, ven
dem nm eompleto sortimento, tudo ite'ito na me-
ma fabrica da Europa onde forai*' os actuaes
padrSes existentes na camara municioal desta
cidade.
Vende-se o dominio directo de um terreno
sito na rua da Sam i Cruz, em que se acha edifi-
cada a casa terrea n. 36 : a tratar ne rua do'Vis-
conde de Goyanna en. 5.
quintos e ancoretas.
Figueira superior era
Pasto idem em ditas.
Porto idem era ditas encapadas.
Porto em quintos e ancoretas.
Porto em caixas de duzia.
Idem superior para festas e doentes.
Hesperedina verdadeira.
Cera de carnanba boa.
Cafe" do Rio bom.
Farinha de mandioca supe-
rior.
T5m para vender, Joaquim Jose" Goncal-
ves BeltrSo & Filho, a bordo do palbabou
Rosita, fundeado ao pe" do caes doCollegio,
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio
i rua do Commercio n. 5.
Traves.
.GRAInDE
Liquida^ao
DE
Chapeos e fazendas*.
Chapeos de seda, merjao, feltroj unssa, alpaca
casior, panno e de palha, a 1*500, 11800, 2*
2*500, 3*. 3*500. 4*, 5* e ff).
Alem disto te U03 granadine de'sed'a preta a
400 rs. o covado, e uma grande variedade de
fazefldw-de gosto e por baratissimos precos.
Na rna do Uvramento n 30.
Loja da bindeira encarnada, de Lima Continho
VENDE-SE
Esta queimando
0 proprietario deete estabelecimento tem resol-
vdo vender as suaa-faiendas o mais barato pos-
sivel, afim de apurar dinheiro.
Cambraia branca bordada.
0 desengano esta- vendendo cambraia branca
f>ordada uelo diminuto i reco de 360 rs. o covado.
E' grande pechincha.
Cortes de organdy de cores a 4:500.
Cambraia transparente, fina, a 3/ a peca.
Baptista de lindos pad roe? a 360 rs. e covado.
Chitas escuras finas, a 240 rs. o dito.
Ditas claras idem, a 240, 280 e 300 rs. o dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. o dito,
Flor do bosque a 600 rs. o dito.
Carojsas de cretone; Unas',- a 3* e 3*500:
Madijpolao inglez, fino, a 4*500, 5$ e 6*500 a
peca. ?
Dite fraucez, fino; a 5*500; 6*, 6-500e 7*
peca
Alpacas de cdres a 400 rs. o covado.
Basqoraar de gorgorao de seda a 6*.
Popelinas de linho e seda a 1* e 1*500 o co-
vado.
Cambraia Victoria a 4* e 4*500 a peca.
Gase de seda a l* o covado.
Brim-braace-de linho n. 4, a l*-600 a vara.
ffiAigodao T largo, e fino a 4;, 4*500 e 5* a
peca. ,
Cambraia de cores a 200 rs. o covado.
E outras muitas fazendas que deixam de ser
mencionadas para oao'se tornar massante, por
isso convida a-t.das as pessoas a faierem uma
visita a seu estabelecimento atim de sortirem se
do bom e barato para a festa : a rua do Crespo
n. 25, junto a loja da esquina
As pechinehas!
Vende-se traves de louro e qualidade; para
ver no caes do Ramos, o trata-se com Joaquim
Rodrigue- Tavares de Mello, a praca do Corpo
Santo n. t7, !. andar.
um terreno no pnncipio oa E-trada Nova, do la
do direito, com cer;a 4n 400 patmos de frente
e 100 de fa'do.
Um dito no princhio da estrad* do Remedio
com 500 paimos de frne e 1,200 da fundo.
Uma casa terrea ua r de Vital de Negreiroa,
perto da esta$So da estrada de. farro, com muito
bons commodos excellente nopi d'agua : qnem
prete der estes tcrrenos e esta casa, node, diri j
Veuda de terms em lotes. tie
I um jrrnnde nitio que fax fren-
te pnra a entrnda de Ileberi-
hc e l)ccr do Fmnlfle
Capitulino-Rodrirties do Passe e Amaro de Bar-
ros Correia, aquelie no hotel do Monteiro e este
em Beberibe :
Vendem lotes de terras de sen sitio, que tat
frente para a estrada da Agua Prh, para Beberl
be e peb latlo norte- para o becco do Fuudao i
sendo os precos dos terrenos da frente entre 5 e
7* o palmd e nas ruas novamente abertas entre
3 e 4*. As ruas estao demarcadas pelo Sr. enge-
nheiro Sette, com fundos sufflcientes pfra peque-
nos sitios ; a plant* esta trchivada na camara
de Olinda e ha copias em.p der dos proprietarios,
que mostrarao aos pretendentes.
Quem quizer dlrija-se a algura dos proprietarios
ou ao dito Sr. eflgenbeiro. ou ainda a Rocha Lima
& Guimaries, a rua da Cruz n. 16.
, node,
gir se a rua do Vigario n. 31, qut.e dira com I fazendas : a, tratar na rua do C--epo
quem te deve tratar a vacda. /do Guilherme.
Arma^ao.
Vende-se uma armaclo de louro, ragleza.
n.
Rna do Queimade n. 43.
^Ju to a loja da Magnolia
Organdys branco com listras bonitas a 400 rs. o
covado.
Popelina-de linho com listras abertas a 320 rs. o
covado.
LSsinhas a esco:eza a 270 rs. o covado.
Alpacas de seda, gostos achamalotados a 600 rs. o
covado.
Ganga carlisa en nada para coberta a 160 rs. o
covado.
Cambraias de lores a 200 e 240 rs. o covado.
Chitas escuras a 220 rs. o covado.
Chales de casemira chinezes a 2* um.
Lencoes a 2* nm.
Cobertas de ganga a 2j e 3* uma.
Toalbas para rosto a 4:500 a dutia.
Cambraia transparente a 3* a peca.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende bonitos metins de cores para
vestidos, pelo barato preco de 280 e 320 rs. o
covado; assim como, nm bom sortimento de chi-
tas de todas as cores, padroes modernos e fixos,
pelo barato preco de 280 ate 360 rs. : a rua da
Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva
Gros preto a 1*.
0 Pavao vende grosdenaples preto a 1* o co-
vado e dahi para cima, ate" 4} : na rua da Impe-
ratriz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Cortes decasimira a 4$,
e 6#000.
Na loja do PavSo, vende-se cortes de ca-
semira para calga a 49, 59 e 60000, ditos
muito finos de uma so cdr com listras ao la-
do, fazenda qne sempre se vended a 9JS e
10*000; liquida-se a 6&000 para acabar:
4 rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereira
da Silva.
Pasto fino.
Superior vinho de uva pura em oarris e anco-
retas vende se no primeiro andar do sobrado n.
96 da rua da Cruz.
-*r-____________________:_____________________________
Vende-se
aa rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris e am
ineoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qoalidada
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo
nil o Ktiim
A' rua 1 de Marco r.
Confroutc ao arco de faaaaa
Antonio.
Conlimia vendendo suss fazeudes c ~ r
cento menos do que sin* aoti fax disso sciente aos sens fregoezct
A saber :
Grande sorliment.) de bahadiuhos c ^Ji.. tmm
bardados, para 1*, 1*200 e l*C0 I > jsaar
pe:hincia.
BRILHANTINA de cOret. faz.-oda lO_
mais moderno que ha, a SCO r<. o covaa
D1TA branca para lOO-rs.
CHirAS claras e escuras a 24", Jt X9--X.
faienda superior.
BAPTIST AS de cores escuras e clara*
e muito finas para 400 rs. o covado
CAMBRAIA branca Victoria e fanspara
a 4* e 4*500 a peca com 8 1|2 v. r.*'. l
LASINHAS de gostos allemaes a te?-i *
barateiro I
CRETONES escuros e cUros para 3* *# m
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1*5(<0 a w aaa*
1|2 varas. E' barato.
SEDA de uma s6 cOr a 900, 1* e UH m^
vado, fazenda que sempre aa* u :/; z ww
'et qne se acabem.
POPELINAS Je e la a 1*400.
DITAS de seda de superior .inalidacit jQa
os mais modernos que ha, a 1*6(1) e l** mm-
I ve"m man Jar ver.
ES iUIAO do linho e alfodao para ir.*.*,
misas, etc, etc., om 7 jardas a 3^200 t. am.
BRIM pardo trancado a 400 rs. o covaoz '
BRIM Angola, de cores bcoiUse fixas. i a<
rs o covado.
CHAPEOS Je casemira para th mem i *0M
CHAPEOS de sol Je alpaca a 3*. e lirtoipi
ra senhora, a 2*.
DITOS de sel do seda para senhora a *
para homem a 10* ; mas sio parama.
BRIM branco exposi^.ao a 1*800 e 2* an. ?
baratissimo
COLLARINHOS os mais modem** aat u. ..
e 7*900 a duaia. E' linho e sempre aaanla.
PUNHOS a 6*500 e 7* a duzia.
TOALHAS felpudas, fazenda muite ba *>
duzia.
CORTES de casemira d cores, boxu
a 7*. So aquL
LENCOS de linho abainhadot, fareafir mm*
boa a 3* e 4*.2O0 a duzia.
MADAPOLAO franctx om SO varas i-m,tam-
dade e cusu 6* a peca 1 cite, a eUe.
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco a 1.
Loja de Agostinho Ferreira da Siiva Lav a C
Camisas francezas para wt~
ninos a 2#.
0 Pavao vende camisas francezas para i
de todas as idades, a 2* cada nma, ok
a 22* ; itto e para acabar na rua da ai
n. 60, loja de Felix Pereira da Silva
Semenies de hortaiim
As mais novas.
Couve flor.
Bruxellat.
* Saboia.
Meociana.
t Penca.
Lombard!
> Frunchuda
t Galega.
Nabiet.
c Repolho.
Broealo.
Cenouras.
Nabos.
Rahanftes.
Cbiooria.
AMMO.
MMiarda.
Obolla
Salsa.
Pepiaos.
Vendem Pdca* C, a rua ectr.iu a Xoaaa
n. 9, junto a lgreja.
Proprios psra h
para Vende a nma taverna na rua de S. Miguej
20, loja I n. 68, nos Afog^dos, propria para principiante; a
tratar na mesma.
Chegarara em boa quadra, par
riquissimos cortes de seda eon.
acharaaloiadas e liniissimas cotm-
lataaa com palmas bordadas a
Sara oailes : so na K|a do Pateo.
s Marco n. 7 A.


I *
8
Jiario do Pernambuoo Tenja (eira 22 de Dezembrd de 1874.
**

LITTERATURA,
<|ne 6 u ilci'ii em uma monarchta
eonstitucioiial t
(Continuagao).
Logo que o famoso ilarcello organism
uma confraria cluma la de Nossa Senhora,
seu designio ea alacar autod Jala d rei
Joao, prisioneiri) em Inglaterra, e a do
mesmo Carlos V, entaO delphira e regente
de Frangi.
Era geral, estas associagdas nunca polem
t-r iim grande lini do utilidade ; bem lon-
ge de ediGcar os tieis, ri lieulari-am a rc!i-
giao que murece o res^eito de todos o: h >
meus, e fazern do christianisrao as satur
naes do paganismo. Quo vergonhosa es-
candalo nao dava em Coi.nbra a procissio
dos mis ? Lisboa ainda conserva a do fur
rolho. So o fanatismo se funda sobre a an-
t;guidado, a antig idade so e digna de con
sideragio quando ella se futida sobre a razilo
a a verlide; este foi somp o'osentimonto de
Tertuliano, de Santo Ag>stiuho e de S.Joao
Ch-ysostomo.
Ainda ha mnitas provincias na Allema
nha.ondea reforma nao torn abo-ido o cos
tume dese mascarar no tempi* do Natal ; os
vagabundos se disfargam em diabos, e de-
pois de correrem as ruas, seguidos de um
grande numero de lacaiose cri.idos, entrain
de i: proviso nas casas e fazern todas as des-
ordens.
Em outro tempo fazia se cm Napoles uma
procissio na sexta-feira sanU, em que a no-
breza mais distincta' era ompregada a levar
OS syrabolos do$ differentes mysterios da
Paixao ; cada nobre se fazia aconpanhar do
um grande numero de penitentes vestidos
de um sacco preto, e levando uma tocba na
mao ; estes penitentes agoulavam-se cruel-
raente ao sora de uma musica lugubre.
Como esta ridicula ceremonia se fazia de
noite, toda a cidade de Napoles estava rica-
aeiHe illuminada; as damas, que nunca
appareciam <1s janellas senao por detraz de
cortinas, inostravam-se nosta solemne occa-
si3o; eaffirma se quo esperavam est^ tempo
para travar alguma intriga amorosa, porque
os penitentes sempre paravam debaixo da ja-
r.ella da dama, objecto de seus pensamen-
to?, afim de se agoutarem na sua presenga,
e provar-lho desta maueira a violencia da
sua paixao. Os bistoriadores nosdizem que
elles usavam com tanta discrigao das disci-
plinas, como Sancho, quando pretendia des-
cantar Dulcinea.
Os carp ^cracianos, 08 valesianos, os chris-
tianos, os eonitas, os flagellantes, os dulci-
nistas, os turlupons, os bursitas, o tantGS
outros loucos e sectarios, cujasextravagan-
cias tem perturbado a Kuropa, devastado
ou ensanguentado a terra, apenas eram o pre
ludio e a transigio n*jcessaria dos seoulos de
luzes para as trevas da barbaridade. Pare
cc succedor bojo o raesmo : o espirito hu-
mauo parece retrogradar visivelmente, por-
que os methodistas, os sectarios de Psechel,
as prophecias de malama de Krudener, an-
nunciam a inquietacao que agita o mundo
a aproximagao de grandes catastrophes. As
procissoes dos penitentes tare bem fazern
lembrar essas odiosas ceremonias, en que
a inquisigao e seus familiares faziam pas-
seiar alguns desgracados judeus com osom-
benito, antes de offerecer o horrivel holo-
causto a um Deus de paz. Em tao abomi-
navel uso havia uma especie d'intolerancia
e hypocrisia exterior, tal, que contrastava
com os costumes dissnlutos que acabamos
de descrever. Os inquisidores affectavara
um orgulbo cynico, semelhante ao do louco
Diogenes. Quanto e" mais conforme ao es-
pirito do Evangelho deixar cada um na sua
crencat Aquelles que seguem outras reli
gioes alem do christianismo, as acreditam
boas sinceramente ; Deus nSo quiz que isto
fosse d'utra maneira, porque elle tinha o
poder. Respeitemos pois os decretos da di-
vindade, e nao julguemos da piedade dos
nossos devotos pelos silicios que os cobre.
Desejaria saber que idea fazem os intole-
rantes das relates estabelecidas entre Deus
e o bomem errante no vasto imperio da Da-
tureza 1 Sera" um atomo vegetante sobre
um grao de areia, quem poder! ter o orgu-
lbo de conhecer s6 a maneira por que se
deve adorar o soberano arbitrio do mundo ?
Sua habitagSc 6 um ponto imperceptivel na
iramensidade do espaco, sua vida e um raio
na eternidade ; e sera" elle o que annuncia
as vingaocas celestes 1 sera* elle qUem accen-
de as fugueiras da intolerancia 1 sera* elle o
que queima os horrens, de quem o mesmo
Jesas Chrislo pronunciou o perJio I Sera*
elle um tecido defraquezas, de contradic-
cOes e d'erros, quem nSd perdda ao erro 11 I
A intolerancia 6* uma especie de tem jr :
transporta, cega, o mata seus sequazes; os
fanalios, no seu zelo iasensato, nao couhe-
co.a freio senSo suas paixdes ; desnaturali-
sam, e corrouipem tudo o que tocam ; ve
se oinda sjbro a columna levantada em
l^ondres, em memoria doterrivel iucendio
de IGG6, uma inscrip^Jo que atlribue esto
acontocimento ao furor dos papistas, ainda
que so tenha provado, ter sido um acaso.
Tal e o espirito da seita, injuslo, oppressor,
tyrannico : com tudo os fanaticos estao de
boa fe. e por isso os amaria mais que aos
hypocritas ; para estes, a rel giaoe uma ca-
pa cam que cubrem os sous crimes. Omar,
queimandj a bibliotheca d'Alexandria, Gre-
gorio asobras de Cicero, sabiam ruuito bem
o que faziam ; Qiigiram que estes sacrificios
eram gratos ^i Divindade, mas seu Gm era
extinguir as luzes para melhor opprimirem
a especie bumana.
Alguus annos a csta parte tem apparecido
diff-rentes seitas na Europa e principalmen-
te ua Allemanha. A philosophia olha para
estes abusos pelo lado do ridiculo ; porera
as meditajoes do sabio o do pensador lhe
offerecera um objecto mais serio. Com tu
do, a toleraucia nao se deve estenier ate
comprometter a salvacSo do estado ; n5o se
deve pore a dar importmcia a"s seitas pela
perseguiQao ; isto seri'a uma falsa politica.
0 goveruo deve-so strvir das paixdes e das
opinioes, cjmo Arcblmedes se servia daaia-
vanca ; e verdade que se necessita procurar
como elle o pjnto d'apoio, e que rauitas
vezes se cru aclial-o on le nSio existe.
CAPITULO IX.
DOS JCSU1TAS.
A irreligiao, o sacrilegio, maleGcio, as-
trologia, peculato, idolatria, liberlinagem,
suicidio, regicidio, Gualmente, nSo houve
crime que nao se attribuisse a esta ordem.
A moral relaxada de seus casuistas contri-
buio muito para se acreditar tudo, e Pascal
nas suas Carlas provinciaes mostra com
toda a evidencia quanto bavia a temer dos
autores jesuitas.
A historia desta ordem esta- cbeia de ca-
tastrophes, de sedicdes, de conqmstas, de
gloria e do revezes. Reis degolados, thro-
nos derribados, imperios destruidos, oNovo-
muudo civilisado, a Europa em discordia,
terem a raesma sciencia nem trabalhado
para civilisar povos barbaros co no os je-
suitas, o govarao doi frades existentes tem
os m 'Sinos viuios, o mesmo despotisuio e
as nesmas ideas de indepenJeucia.
Causa risoouvir-se, quando a uaQSo trata
de reformar taes abusos, que as idets 'ibo
raes s5o partos do systems philantropico
Ningu:m duvilaqueja" foram uteis, pore.n
hoje est4 demonslrada a luutilidade de ta.itos
sorveJouros da especie humana, e que uma
moaarebia constitucional nao deve abran-
ger em si bomens irittteis, s6 pela razdo de
que sjusantecessores fora.o uteis. Enidi-
versos tempos, diversas leis.
CAPITULO X.
DO MO.XACIHSMO, E SE A1KDA PERTENCE AoS
NOSSOS COSTUMES.
Os a.iligjs th^rapeutas, usses sdlitarios
que se consagravam & vida coutemplaiiva
nos antros e nos rocbedos do (ago Mceris,
foram os modfilos dos nossos primeiros
mooges ehristSos. Parece mesmo que este
nome dij Iherapeulas foi dado, iij bero>do
christianismo,|a tolos os discipulos de Jesus
Christo e dos apostolos.
Zenao, prcgando oca outro tempo a fume
e a sole, achou ^ronde numero de secta-
rios. Os b n.ens seguem voluntariamente
tud j o quo fere a sua imagiuaraj pela sin-
gularidade ; (Si sempre facil saduzir pelo
macavilb^io da liuguagem mystica
A opiniao de alguus sabios e que os esse-
nios eram, ou se flzeram chr.stajs ; Eu*v
bio naj oduvila ; diz elle que os individuos
desta seita, entrando nas sociedades de que
ella se compunba, distribuiam seus bens pe-
los pobres, ou s entregavam para vive em
em commum. Algons escriptoresfazem bonra
a Pythagoras, (nas sem fuudamento. S.
Epiphanio allirma que Pbilon fdra quem
dera o piano dos primeiros mosteiros. So-
zorneoo c^ncorda cooa Bile sobre este objec-
to, accrescent*nlo que os solitaries desse
tempo conservavara alguns ritos da religiao
judaica. Cassiano, que nao cita nem os
essenios nem Philon, faz meuc&o da insti
tuigio dos monges no Egypio por S. Marcos,
bispode Alexandria, e dl graudos gabosao
seu zelo, tornando-se seu panegyrista. 0
sabio Basnage, contestando estas diversas
opinioes sobre a antiguidade do christianis-
mo e das primeiras reunites monsdiaes,
prova que os essenios, ou mais anttgos so-
litari js de quem temos conhecimento, eram
incontestavernente judeus
E' certo quo S. Paulo, convertido quasi
no Gm do reiuado de Calligula, se reiirou
Asia illustrada ; tal e o que offerecem k para os desertos inaccessiveis da Tbebaida,
meditacao do pbilosopho e do homem d'es-
tado, os annaes de uma simples corporac,ao
monachal.
Os que et8o acostumados a comparer,
acham nos jesuitas toda a semelhanc,a com
os antigos druidas da FranQa ; como elles
possuiam todas as sciencias, insinuavam-se
com os grandes, eram acredilados do povo e
envolviam-se uos negocios do estado. Os
druidas sobreviveram a sua destruicao legal,
os jesuitas tem sobrevivido & sua. Estes
granadeiros das pretences deRoma tem sido
sempre apoiados pelos papas, e apezar da
forca da bulls do immortal Clemente XIV,
elles se conservaram ua Russia at6 que Ale-
xandre os expulsasse em nossos dias. Os
jesuitas tambem foram accusados de se quo-
rerein apoderar do papado, afun de estabe-
ci-rem a theocracia universal ; o motivo
desta wujectura foi o considerarera se como
independontes dos soberauos do estado em
que residiam. Por mais quo seus defenso-
res clamem que tudo sao iujurias e libellos
contra a ordem, e innegavel que seus livros
estao cheios da doutrina mais perniciosa, e
opposta a" sociedade. Quasi todos os bisto-
riadores imparciaes lhe attribuem a ruina
dos Stuart o assassioato de Luiz XV, a
conspira^a das polvoras, a de Portugual,
tanto contra L>. Jo8o IV como contra D.
Jose I, os crimes de Ravaillac e de Jo5o
Chatel. Henrique IV, sendo arguidj por
tor chamado outra vez os jesuitas, respon-
dia : Segurem-me a vida eeunioos cha-
marei. Ah 1 elle sempre foi victiraa da dou-
trina que aquelles padres ensinavam em
seus collegios, como tao claramente o prova
Floury na sua Historia ecclesiastica.
E' verdade que a peninsula ja- nSo tem
jesuitas desde o feliz momento que reassu-
mio S3us direitos sagrados ; porem nfiOjtem
os frades carmelitas descaljos e os Bernar-
dos de Maceira-DSo soguido a" risca em nos-
sos dias o espirito da companhia ? Sem
FOLHETIM
mmiL DOS U3SI33S
MYSTERIOS E INTRIGA5 DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
As Tres ""Ksperanca*
CAPITULO XI
cuj) exemplo seguiram outros muito ana-
choretas.
Fariamos uma idea totalmeote falsa das
reunifies dos solitarios, se suppoiessemos
que tinbam alguma semelbanga com as que
hoje conhecemos. Os primeiros viviam dis-
persos em um paiz horroroso, dntantes uus
dos outros; habitavam as cavidades dos
rochedos, communicavam se raras vezes e
alimentavam-se de hervas e raizes. Por-
phyrio diz que os gentios tinham em grande
respeito as cavernas que consagraram aos
deuses antes de terem templos, acreditando
serem alii nascidos. Foi aqui oode se re
fugiou um immenso numero de proscriptos
infelizes, que se salvaram ao> lv>rrores da
tyrannia e da escravidSo. 0> uomens, as
raulberes mais illustres se ret'ugiavam nas
habitacoes das feras ; familias inleiras, fu-
gindo de G-enserico e de Atila, tinbam por
asylo a gruta dos monges. S. Jeronymo
recebeu em sua caverna patrieios fugitivoi,
que, depois de terem possuido os palacios
da terra, se julgavam felizes na cella do ce-
nobita ; ate este tempo a solidao tinha sido
olbada com horror, mas os chnstaos lhe a-
cbarara mil encantos; os anachoretas es-
creveram da dojura do rochedo e das de-
licias da contemplagSo.
0 numero dos fugitivos foi t8o grande,
que formaram aldeias, tendo sempre as ha-
bitagoes isoladas ; com tudo, juntavam-se
regularmente para celebrarem a paschoa, o-
bedecendo a um s6 chefe e observando cer-
tas regras fundades sobre as autoridades da
moral christa. Insensivelmente estas reu-
nioes passaram os limites dos desertos que
as cootinham e derramaram se pela Syria,
Palestina, Egypto, Armenia, Ponto e Cappa-
docia. No seculo XIII j4 itnham penetra-
do em quasi todas as partes do Oriente,
Ethyopia, Persia e atd na India.
S. Athanasio tendo apparecido em Roma,
communicou-lhes o gosto da solidao edes-
si vila contemplativa que vira pratica" nos
desertos. Quando sefalla de felicidaJe aos
homens, eslamos seguros de ser ouvi los : o
imperio romano, opprimiJo por minstros,
peiturbado por longas cbnvulsdds, offerecia
en.iooquadro de todisas misorias que po-
dem tyrannisar a humauidade. Os tyran-
nos perse.^ui Ijs polo grito da sua eons-
ciencia, victimas desgostosas .13 uma vi-
la pertubida pelas tempc->lade3 politi-
cas, aehavam um asylo a> silencio dos
claustros contra 0 tul.nuto u a violencia das
paixdes: viin-se multipluar rapidanenl;
os monges na Italia, Dalmicia.e Provoaca.
A consequen:ia dos gran I 15 aconteci
mentoi pjlil cos tem desloc 1 do imm^nsa
populagaj do sou destiuo primilivo ; esta
porga ) conpoo se de familiasarruinadas, cs-
pirilos inquietos, homens oeiosoS, f artuuas
iueertis; eis quem prolou^a indeGnita nen
teas eilamidiles qua desolan a ordem so-
cial. Aquelles que sao cbarnados por acaso
a termi'iurem as revolugoes, devem come-
car p r abrir ujvos oa.niutios as especula-
goes du lautas pessoas inietivas, se uao que
rem perec >r nos lormentos e derramar san-
gue ioulilmenle. S Marti iha fundou os
primeiros tlausiros ,dos gall >s ; granle nu-
mero de homens e de mulheres. reunn
cianlo 0 rnunl., georriam a solidao e pi
vowvam os bosques, porque sj alii e que se
podia viverou raorrer e n paz. Para ser
admittrfc) a estes mooges era necessario
ter paw-ado p>r graulespro^as 0 ter s-usten
tado a- corpo aiostuma se facilmeote aos trabalhos
e &i pri,^c,6es.
0 fervor e a vocagao pFa o"mona,chis.'oo
augmenu>u sempre ate ao quarto seculo :
f tt uesti epoca que so toruowum verdadeiro
freuesi : eram ate recebiios por monges
os meniaos de dous aim >s. Os monges
nao tiniiam a-iola outra propriedade torn
poral s-!ii5o o que gaunavam p-rlo trabafeo
de sai'is mios ; urn cultivavam as letras e-
gaohavam a su* vida em copiar manus-
cripts : outros arroteavam as terras incul-
tas, abnndonadas naS vaslas G >restas da an-
tigatiallia; algomas vezes tambem rece-
biam es nolas dos bispos e dos p >vos, por-
que, ate o seculo X, admiuisiraram se em
commum OS bens ecclesiastic >s. de cada dio-
ceso. Alguns mosteiros da Grecia- conser-
vam ainda hoje essa^ idade de ouro da re-
gra monachal. Os abbades eram electivos,
o que dava causa a grandes escandalos e
abusos ; da raesma- maneira que os bispos,
intrigava-ra para serem votaJos- quinlo
eram eleitos pelos- capitulos. Muitas vezes
succedia elegerem os mais dopravados- para
abbades, porque esperavam uma grande
complacencia em tolerar as desordens iute-
riores dos claustros-. Antes da S. Ben to, os
monges nao tinham disciplina ; a grande
experienci* deste satrto 0 excitou a redigir
a regra do \tonte Camino. Se nao devemos
occultar seus vicios, tambem seria-mos in-
justos se conteslasseiaos os servigoa-tpte G-
zer-m. Ninguem podera negar que elles
ciyflisaram a Eun>pa barbara, adocjjram os
e jstumes ferpzes, q,ue os povos do norte,
?encedoresuos ro uaoos, tinham trazido.
Os solitaries nao se limitav.no sempre ao
estudo dos livros santos;,entregavam-se
tambem & sciencias, & legislacaoe a* medi-
cina : eis quem os conduzio a desprezarem
0 cuidado das almas, pois se occupavam
mais do quadiviim dos mteresses da terra.
Independenleiaente dos mouyes, cuja ro
sidencia era Gxa, tambem havia ambulantes
como os fakires do Oriento ; e estes vaga-
bundos, que nao tinham mais- regra que
suas vontades, abusavam da hospital idade
quelnes davam os outros para terem uma
soraeUle omprehender, seguir com pcrsevo-
rangt e triumphal- de uma nalureza ingrata
e selv?gem. Nsstes tempos nio se~tratava
de fazor os manges rijos dan lollies terras,
mas si n de impdr-lhes dev.res penosos e
asperos trabalhos. Supponharaos uma so-
ciedade deemigrados; supponhamol-a, di-
go ea, transportada ale n dos mares, nos
homens
nismo.
0 verdadeiro geoio do cbristia-
CAPITL'LOXI.
i:oNll.M*(,:AO DO PRECEDE>TE.
Depois de termos fallado das institu
1) raonachismo pelo lado moral, con
lesertos da America septentrional ; fagnnos- examinal-o agora pelo que pertencei poli-
i-s abrir 0 seio do uma terra ainda vir-
g.in. cortir Qorestas impenetraveis, abrir
estra las, edificar casas, 0 n6s teremos uma
justa idea do-que eram o* monges noroiua-
do de Cluvis. A solid5o d> clau^tro acha-
se collocada entre a vila 0 a eternidade ; e
uma e-pecie di sepulchro em que tem ac'ia-
do abrigo algumas viclimis do mundo.
Quao grande nao 6 o numero djs descon-
tentes e dos erros no oceauo de ddres que
se chama a vila social? A aml)i;a>. as
honras, a gloria, a autori lade, as riquezas,
0 reconhecimento, a ingratidio, a activida-
de, o repouso, a indillerenc3, 0 zelo, a
ignoraneia, o saber, a pena, 0 prazer, tudo
tem duas faces; log> que a fariuna Vim
preencbid j nossos votos logo que temos
satisfetlo nosso desejos.J 0 in mas que pj-
demos temer 6 a triste e insupportavel so-
ciedade : sua mao de ferro nos vem tirar
do eucauto, e nos assemelha ao piloto a
quem a bouanga enganou nas suas espe-
rangas.
As riquezas quo os frades tinham adquiri-
do por seus trabalhos deviant necessaria-
raente excitar a amb^gao dos homens arm*-
dos que sustenlavam a anarcbia. As tro-
pas le bandidos destruiam quasi todos 'os
mosteiros; mas, logo que appareceu Carlos
Magno, os frades junta ram novos 5h-souros.
Os sueessores deste imperador Raram mais
prodigos do que elle ; por todas-as partes
os solitarios elevavam por suas propriss
meos es-es golhicos e sumptuosos adilicios,
monumentos do zelo a da piedade dos
principes ; porem, nesta mes na epoca, os
normandos comegararm suas piratagens e
invadiram os mosteiros. Aquelles barba-
ros com am inaudito furor, destruiam os
conventos e as abbadias. Estas calamida-
des estenderam-se ate ao- seculo XI, epoca
em que 0 furor das cruzadas excitou as es-
molas. Os monges leva-tfaram outra vez os
muros dos seus conventos, e os claustros
se povonn<; entSo apparecenm cenobi-
tisde nova-especie, quero dizer, ordens
mendicantes que nada possuiam e que dis-
punham das eonlas, que foziam votode hu
mildade e que presidiara ao barbnro tribu-
nal da inqu-isigao. Se nunca as intenedes
destes foram boas, nio se pode negar que
alles obravtKS. raal para fazerem 0 bera.
Felizmente, outros frades a-perfeigpavam as
sciencias e mandavam reissiouarios para
illustrar e soococrer os bomens ; nSo se
poupando a trabalhos e fadigas, levavam
aos selvagens os beneficios da civilisagao, e
os soccorros- da caridade ate 4s ex'.remida-
des do mundo.
O^ie soccorros nSo deram os monges,
babitantes do Alpes aos exercitos francezes?1
O exercito fraucez subia a ('grande custo
pelas montanhasdo S. Bernardo, por am
caminho de dezoito pollegadas de largo.,
entro rochedos escarpados e cobertos de
gelos eternos. All i reina o silencio horro-
roso do sepulchro, intertompido somente
pelo echo de petriGcalas neves, que cahem-
em profundos abysmos. Nenhuna vge-
tag&o se divisa alii, tudo- e horroroso e
capaz de aterrar 0 espirito mais forte nas
montanhas de S. Bernardo.
BIZARRO.
(Continuagao do n. 291)
VII
Anna Maria sentou-se & cabeceira do lei-
to, ti'uma grande poltrona de palha.
Bizarra inclinou-se, apoiando um brago
na blmofada e a m3o na cabega, e disseG-
tando profundamente a princeza :
Mais forrnosa que quando se retirou;
mais terrivel 1
iiizarro, disse a princeza em torn de
doee ii;prehensao.
Ah sim, dezesete annos n8o poJeram
deixar vestigiosno vosso rosto.Dezesete annos
nio \10deram apagar a loz dos vosos olhos.
Tendes os anuos d'uma velha ; ninguem ha
de acreditar que jd fizestcs sessenta e tres.
Pareceis uma raulner de-trinta annos no
esplendor da formosura. Oh I isto e ter-
rivel.
Oh talvez que a Providencia per-
mittisso um tal phenomeao para grandes
designios, disse a princeza.
Ja snbeia de que enfermidade ha de
raorror a rainha Luiza de Saboya disse
Bizarre repentinamente.
E'Ues louco I exclamou a princeza
contendo com difGculdade a sua irritagio.
As desgragas que tos teem succedido ser-
vem-vos de desculpa. Alias nSo sei como
poderia repeliir.e castigar a horrivel suppo
sigao que acabaes de fazer.
Comprehendestes-me mal, senhora,
disse Bizarro. NSo mo conheceis bem, n
nao vedes em mim um homem que vos c
grato, a ponto de tudo sacridcar por votsa
causa. Sois ambiciosa, embora. Demo
rastes a viagem para enterrar a minha Cin-
ta, para fazer por ella a cousa unica que
podieis fazer : pd la em logar onde eu po-
desse ir prantea-la junto dos seus restos.
Recolhestes Agucena, nao a abandonastes
raesmo quando nao sabieis se era vossa fi-
Iha, quando apenas julgaveis que era mi-
nha ; pois bem, senhora, eu sou todo
vosso. Se alguma cousa vos est6rva, eu a
arredarei do vosso caminho ; ainda nSo
me conheceis ; p6de ser que eu seja a mSo
que vos facilite o caminho da vossa ambi-
g5o.
NSo falleraos, nao fallemos n'isso,
Bizarro. Ja- sabia que podia contar com-
vosco.
E' verdade, disse Bizarro, podeis
contar com todos os que se collocam ao
vosso lado. Sabeis ou julgaes saber que
vos amo.
A princeza fez um raovimento de impa-
ciencia.
Oh I deixae-me continuar. Arao-vos,
mas como se ama 0 que se sabe que 6 im-
possivel obter ; de longe, sem esperanga,
sem pezar. sera soffrimento. Amo-vos,
porque tendes dom de persuadir, de em-
briagar ; amo-vos, porque sois uma raulher
em que a natureza realisou milagres, pois
que sendo velha pela idade, sois moga pelos
encantos. Alem d'isso, senbora, v6 nio
sr>is criatura destinada para mim. Eu pre-
cisava d'uma mulher que, como Cinta
achasse om mim a realisagSo de todas as
.suas aspiragSes, que fosse feliz para mim e
s6 para mim. NSo nascestes para amar ;
de todas as vezes que tendes julgado amar
um homem, tende-vos enganado. S6 amaes
a vossa ambigSo. .
Mas, a que proposito vem tudo isso,
Bizarro? disse a princeza. 0 que tem isso
tudo com 0 que perdesles? ,
0 que perdi obriga-rae a fallar-vos
n'estas cousas, senhora. Preciso de me
vingar, de consolar-rae do que soffro &
custa dos que teem a culpa dos meus sof-
frimentos ; e eu nSo me nosso vingar, raa-
tando apenas. Quero vinganga rpa-i cruel,
e para a conseguw, carego da vosLi ajuda.
Powgae, Bizarro ; curae-vos pri-ociro,
0 depo'.s dc vos terdos levaoudo do leito,
veremos 0 quo se deve fazor.
-- 9 r.rimeiro remedi) pin a ?nf-rmi-
vida dissoluta \-)
Todos se admiram do quanto Clovis e
seus desceu lentes deram aos monges; po-
rera devemos reOexionar que a Franga esta-
va coberta do graules b)>}ues, vastas la-
gdas, oxtensas charnecas, o que seguio a
conquista dos gallos pelos povos do norte, a
cultura tinha sido insensivelmente abando-
nada : o veucedor despreaava-se de abrjr 0
seio da terra, 0 vencido abragava a ociosi-
dade, pois nao queria agricdlar 0 ssu camt-
po para entregar os fructos a" avareza de
conquistadores inQexiveis. As sociedades
chnstis e industriosas, movidas pelos mes-
mos ioteresses, dirigidas por chefes absolu-
tos, pelo araor do trabalho e da solidez,
protegidas pelos conquistadores, 0 poiiam
(i) Chamavam-se sarabaitas, girosaques, Isto 9
monges errantes.
Ura mosteiro se ediGcou no seculo X
sobre estes penhascos ; os solitarios que 0
habitam, separados do mundo, sao os des-
penseiros da caridade de sou Divino Mas re
Jesus Christo, o qual nos deu tantas lieoes
quantos exeraplos. Os desgragados de to-
das as condigoes e de todas as crengas, os
viajantes perdidos pelastempestades, encon-
tram alii um asylo seguro. A' vista, pois,
de actos de tanta humanidado, que pratica-
am estes monges, qual seri o pbilosopho
que deixe de louvar um instituto que bon-
ra a razao e faz a apologia do christianis-
mo ?
Estes monges, pois, correra aquelles ro-
chedos, raarcham sobre as neves, profun-
dam os abysmos para salvarem da morte, e
desenterrarem das neves e dos gelos os pas-
sageiros a quem impetuosos ventos, horri-
veis tempestades Gzeram perder sua vereda.
Tal e 0 sublime ministerio que inspira aos
dade que me prostra, que me enfraquece,
que me faz sentir uma febre horrivel, 6 a
seguranga de que poderei vingar-me. Ju-
rae que me ha veis de vingar, senhora, e
em troca tirae-me a vida.
E contra quem quereis que vos
ajude ?
Contra 0 filho do conde de Monterey,
e contra 0 guarda que Gcou ferido em Ta-
racena.
Bem, Bizarro, Gcara sendo dous ini-
raigos meus
Obrigada, senhora, todo 0 bene&cio
raerece um agradecimento, e eu vou pagar-
vos sobejamente 0 beneGcio que mefaeis,
com a promessa de me ajudar na vinganga
contra esses malvados. Debaixo da minha
almofada estao dous magos fechados : um
d'elles tirei-o ha ura anno a um agente do
archiduque em Portugal; 0 outro deu-ra'o
hontem & noita 0 padre guardiSo dos capu-
chinhos da Paciencia. Nao os abri; nio
sei 0 que conteem, mas devem ter muita
importancia para el-rei. Ambos sab dirigi-
dos, segundo se ve pelo sobrescripto, em-
bora com lettra differente, a uma mesma
pessoa, a D. Esperanga d'Ayala.
D. Esperanga d'Ayala I a dama mys-
teriosa que vive na casa de Puerla de Mo-
ros, que todos, menos eu, suppoem des-
habitada T Essa dama cujo nome so po-
demos saber corrompendo a Gdelidade de
um dos seus criados, e da qual nada mais
podemos indagar, porque por esse tempo
fui chamada a Franga? Sim, para vos
tranquillitardes, precisaes da certeza de que
eu vos ajudarei nos vossos negocios. Pois
tende essa Certeza; nao Gqueis escondido ;
andae por Madrid como se nada vos tivesse
succedido ; esta noite mesmo obterei d'el-
rei indultopara todos os delictosque hou-
verdes commettido ate esta data.
Obrigado, senhora, disse Bizarro.
Nfio Bcarei muitas horas mettido n'este leito,
seramededicar co npletam,ante a v6s. Mas
examiiiae, examinae esses papeis. Em
parte alguma os podeis exarainar melhor do
que aqui, nem com mais seguranga de nab
serdes observada.
VIII .
tic* e economia. Spja pois a Franga 0 ob-
jecto deste capitulo, pois que a saa revolu-
gao extinguio todos os frades, nio pelo nteio
que deve einpregar uma nagao eeistitucio-
nal, mas pela violeiicia, 0 ferroeo fogo.
As corporagdes religiosas, constderada*
RMM grendes proprietanas, estavam debai-
xo do ponto de vista da ecouomia poiitira
em urna sorte de opposigio com os progrea-
s is da civtlisagao, depois que os povos dei-
xtram de ser barbaros, e que ja nio na fto-
restas para devastar nem campus para arro-
tear. Como estas corporagdes nao oflere-
eiam, na ma-ssa dos proprie-.ari.ts, senio
combinagOes, ioteresses, e roethodos difle-
rentes, de necessidade devia- resultar ama
deemlencia completi no systeraa agrario dos
paizes on le existimu em grande numero.
Ale n dislo os seas prelados, sttisfeitos de
g'ar, deixavnm sempre as cousas quasi no
mesmo estadj em que as tinham achado :
isoladm da sociedades, seus p<>asamentos
lain passavam alen do sepulchro ; sem fa-
milia, sem Mm, nada os estimulava para
ammar a sua industria e a sua coragem.
Pouco oceupados em welhorar as terras,
fansmittiain quasi sempre uma abbadia a
seus-suecfssores, em p-ior estado do que a
tiniiam rece'oi lo. Depoi* do seculo \V a
regra dos rooateiros se tiaba r. laxado, e
os costumes dos monges nao eram iseotof
de censura ; eis porque o abbade Tritbetne
dizia em uma oragio : Vos, revereodos
mongHS, que sois ignorantes inimigos da
sciencia da salvag,io. que passais dias intei-
ros no seio de prazeres impudisus, na ebria-
dade o no jfgo,. qae vos abragais com os
bens di terra, que resp jndereis- a Deus e ao
vosso fundador S. Bento ? Este escriptor
afiirma qpe de dei mil mosteiri* do seu
tempo, nao havia roil que observassem a oi-
tava parte da sua regro*
Escrevendolivremenle as minbts opinioes
sobre o estado monaetico, todos conbecem
que nao pretend ) desacreUitt-lo, pois o-con-
sider.) como-ulil ate unr certo ponto. Tem-
se visto sabios, homens de bem nos claus-
tros, e mesmo um grande numero ; se nio
chegaram todos a attingir o Gm, que era a
virtude, e porque ainda conservaram ideas
do mundo, que tinbam- abandon do.
Suppond-) que as antigas casa religiosas
da Franga sopossuiam a decima parte da saa
superQcie agncola, eque as suas terras, dis-
tribuidas por pequenos cultivadores dessem
um tergo mais, por uma melhor caitura ou
melhor emprego dos raeios agrc nomicos, e
evidente que a agricultura destes bens devia
augmentar as producco>s territoriaes uma
terga parte j de sorte que se o valor desta-
producgoes era de tres milboes, deveria ter
crescilo hoje a cem.
A inGuencia do monachisrao sobre a pc-
pulagao nao era menos seosivel. Em outre
tempo bavia poucas familias que nio tives-
sern umou muites dos seus membros aggrt-
ga los a um convento de frades ou freiras ;
e provavel que a sexta parte da nacio entra-
va nos eonventos.
Diz-se que o celibato dos frades, nociva 1
populagao, era por isso mesmo 1U1I as socie-
dades, pois que 0 numero eicessivo da ao-
mens podia :ausar grandes revnlngoes as
maiores calamidades. DtsU terrene qw
diminue sempre, diz um escrifitor cetebre,
e desla* paixots que auginentam sempre,
devem resultar cedo ou tarde Itorriveis re-
volugdes. Porem Deus, tendo arranjad.
todas as cousas, por ventura deixoa ao ho-
mem 0 cuidado de augmentar ou diminuir.
segundo a sua phantasia, o numero de suas
creaturas ? Nio tem elle sobre a reproduc-
rao da nossa especie, como sobre todas as
outras, promulgado uma lei iovariavel e in-
dependente da nossa fraca industria ? EzisU
em tod as as partes do mundo, sem fallar
mos nos accidentes fortuitos, uma balao^a
quasi exacta entre os nascimentos e as mor
tes ; se acaso 0 equilibrio desta balanga se
quebra e vem a pender em favor da multi-
pi icacao da especie, logo apparecera as ep;-
deraias, as fomes e as guerras para 0 aesta-
belecer.
(Continuar-se-ia.i
A princeza approximou-se da luz, e ras-
gin ngobresinpto d'um doim'^Os- I
Dentro achou um papel sellado, um do-
cumento om f6rma, que dizia 0 seguinte :
a Eu, secretario de estado d'el-rei, nosso
seahor, para os assumptos da sua camara
privada, Miguel Vasques de Rivas, do con-
selho de sua magestado, declaro que em 6
deoutubro de 1700 fui chamado por el-rei
nosso senhor, que se achava muito doente,
e ja havia feito testamento ; e Gcando sua
magestade as6scomigo, deu-me ura papel
fechado, ordenando-me que 0 abrisse e
lesse o seu conteiido, como Gz ; e o que 0
papel continha era do tbeor seguinte :
N6s, D. Carlos II, rei de Caslella e de Lean,
de Aragio e das duas Sicilias, etc., etc.,
declaro, para descargo da minha conscien-
cia, que d'uma nobre dama. cujo nome
occulto, tire no anno de 1689, no dia 6
de fevereiro, uma inenina a quem por Q-
delidade e affecto para comigo, guardou e
guarda sob tutela 0 meu camareiro-ra6r D.
Pedro de los Rios, marquez de Castroviejo.
Chama-se a menina D. Esperanga d'Ayala,
segundo consta d'uma certidio de baptismo,
mas d'um raodo apparente, porque se deve
chamar D. Esperanga de Austria, em razSo
de ser minha Glha natural, que reconhego
e confesso, conforme as leis dos meus rei-
nos, e quero e maudo que so deem como
sua legitima, os cincoeuta mil ducados que
por uma cUusula secret* do meu casamen-
to ordenei se entreguem a D. Pedro de los
Rios, marquez de Castroviejo, meu cama-
reiro-mdr. E' tambem minha vontade,
que esta minha declaragSo e reconhecimen-
to de D. Esperanga como Glha natural,
seja conservada secret*, pelo dito marquez
de Castroviejo ate que por motivo de casa-
mento, ou por outra qualquer razSo bas-
tante grave, segundo entender 0 marquez,
convenha revelar este segredo. Dado no
meu alcagar do Madrid. Sellado com 0
meu sello particular, aos doze de fevereiro
de mil seisientose oitenla e nove.El-rei.
E depois de ter lido o que aqui Gca
eiarado a* sua magestado, sua magestade
me ordenou que passasse certidSo de como
ouvira ler aquelle documento e 0 tinha ve-
riGcado e ratificado, assignando esta ratifi-
cagSo como ao diante se ve, Eu el rei.
E em teatemunho de verdade sssigno e ru
brloo aos seis de outubro- de rail eseto-
contos,-^ Miguel Vasques de Rivas, secreta-
rio particular de sua magestade, da sua ca -
raara e conselho.
IX
Ah I disse a princeza, com quo en tao
tambem 0 debit, o enfermo, 0 pobre Car-
los II tinha as suas historias de ainores I
Muito receio nio enganassera esse pobre
rei. Como succedeu que, sendo tao for-
rnosa e tendo taes apparencias de fecunda a
rainha Maria Anna de Nebourg, sua ma-
gestade el-rei nio teve n'ella successio, e
teve Glhos bastardos ? Ora I e preciso nao
sermos tio credulos como 0 ultimo sobera-
no da casa de Austria em Hespanha. Di-
zei-me. Bizarro, vos que conheceis toda a
gente, couhecereis um tal Miguel Vasques
de Rivas, que foi secretario privado do de-
funto rei D. Carlos ?
Sim, sim, senhora ; e um pobre ho-
mem, a quem 0 cardeal Portocamro pdz
na rua apenas raorreu el-rei, que procurou
debaldo tornar a entrar para 0 servigo ila
casa real, durante a regencia da rainha
viuva, e que nio teve melhor sorte depois
d* coroagao do senhor D. Felippe V. E'
um pouco austriaco, e era muito amigo do
marquez de Castroviejo, 0 qual por ser
austriaco, de todo foi desterrado da cflrte.
Qae especie de ho mom 6 esse ? disse
princeza.
Intrigante sem talento, baixo, adula-
dor, vaidoso, e sobre tudo muito affeigoa-
do ao dinbeiro.
Esta* em Madrid ?
Sim, senhora. Pelo menos em Ma-
drid estava ha dias.
A princeza puxou do seu livro de merao-
rias e escreveu n'ella algumas linhas.
Dizei-me, proseguio a princeza, e per-
doae-me se vos incomraodo agora que ostaes
doonte e opprtmi lo pela dor em conse-
quencia da grave perda que soffrestes. 0
assumpto e grave. Como vos veio parar
is maos este papel ?
Qual ?
0 miis recente ; 0 que de certo oguar-
diao dev;a trazer ?
Devois desconfiar de frei Jose de Tor-
dehumos.
Devo-me m\)ito.
Na corte, senhora, como muito bem
sabeis, a graudio e cousa que nao se -
nbece.
Tem medo de mim.
Estiveste desterrada.
*" Mas volto hoje mais poierosa qu
nunca.
Entretanto nao sei ate que ponto po-
de estar compromettido o padre guardiio
Encontrei-me com elle a algumas legua-
d'aqui, quando fugia 0 procurava nan
fugio seguro d'onde podesse prevenir-vos do
que me succedia ; causou-me eslranheza 1
eucontra-lo n'um rancho de carvoeiros, o
padre Jose teve a imprudencia de me dizer
que tinha ido auxiliar nos seus ullimos mo-
mentos 0 marquez de Castroviejo, o qual
eu sabia estar desterrado da corte, por se
ter tornado suspeito de traigio ; e como o
procedimento de frei Jose de rordeuurao*.
durante 0 ultimo anno, foi tio ambiguo qae
chegou a toroar-se suspeito, quando vinh 1
com elle, vest ido de leigo e sob a saa pro-
tecgao, desconfiando que trouxesse comsigo
algum documento importante, obriguei-o a
entregar-me 0 que trazia, e elle deu-me
este papel. Em seguida proraetti-lhe nio
vos contar como as cousas se passaram, e
apenas dizer-vos que elle me havia dad* de
boa vontade esse papel para qae eu vo-lo
entregasse, e supplico-vos, senbora, que
fagaes de modo como se eu tivesse praaa
dido couforne queria o guaraiio. Mas
nio posso ser desleal comvosco e por uso
vos previao : andae vigilante com 0 guar-
diio dos capucbinhos ; creio que se coas-
pira muito seriamente contra sua naage*-
tade.
Darei cochecimento a nl-rei da leal-
dade e zelo com quo n servis, c eela sri a
melhor razao que justilique 0 vosso indnllo,
Bizarro.
{Continuar st hm )
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