Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17675


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Full Text
ANNO L. NUHERO 291
PARA A CAPITAL E lAUXM.i OUDE NAO SB PAG A PORTE.
For tres mezes adiaotados....... ,......... 69000
Por seis ditos idem.................129000
Por am anno idem..................3V$000
Cada numero nulso ... xxxxx-xxxxxxxxxx 8320
SEGLTNDA FEIRA 21 DE DEZEMBR0 DE 1874
PARA I>l VI KO K FORA DA PBOV1NCIA.
Por tres mezes adiantados. .-.............. 697S*
Por seis ditos idem..........!!!... '. lgMoQ
Por nove ditos idem............. Por am umo idem, xxxaaama^a ... I. ... ... *W
DIARIO DE PEMAMBIM
PROPBIEMDE DE MANGEL FfOEIROA DE MRU FILH0S.
* In. 6r.rdo Antonio Altai A Filhoa.no Pr<; Goncahe. A Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jo*5 de OUyeira A Hlho, no Ceari ,ntonio de Leo** Brag., no Aractj ; Joio Maria Julio Out** no Aud; Antonio Marque, At SUt. Nat
Pereira u'Aimeid., em Mamangu.pe ; Carlos Auiencio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jo* Gomel, n *U. da Penh.; Be'tmino do. Stntoi Bolcio, em Santo Antl..; Domingo. M CofUlrag., emBax*n*h,
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; JoJo Antonio Machaeo, no Pilar das afcou; Alre. A C.,n. Bahu; k. Xavier Leite A C. d Rio Janeiro-
i.

1
-*
mais de tres annos de exer-
Governo da proviiicia.
BEGILVMI^I'O DA l\SlRIC<,\( PUBLIC\
Secrao V.
Do provimenlo por contrato.
Art. 113. O provimeuto das cadeiras do instruccio publics tera
lugar por meio de contrato :
t Quando, pela distaocia Orn que da cpl(al se achar a sede
da cadeira de instruccao primaria, for difflcil a inspeccao e.-pe-
cial.
2 Dada a hypoiliese previsla no art. 108.
Art. Hi Os que pretendereiu o provimento por contrato, deve-
rao requerer ao inspector gera!, ioslruindo a peticao com documen-
to9 justiflcalivos dos requisites do art. 81.
Art. 115. Quando mais de am iudividuo requerer oproviuiento
na mesma cadeira, sera preferido :
1." O professor cuja cadeira haja sido supprimida.
2. O que extiibir titulo de sufliciencia.
S 3." o qae exhibir diploma conferido pel escola normal.
jttl 4.* O que exhibir liiula de habilitacao.
g 5.* O professor in'.erino que liver mai;
Cicio.
(>. O professor particular que por mais de cinco annas tenha
exercidj o magisirrio, coin aproveitamento dos aluronos.
!' O que exhibir diploma de algum dos estabelecimentos de
raslruccao, a-que se refere o art. 83 3' ns. 2 a 7.
Art 116. O prato do contrato sera de quatro annos, podendo o
professor ser reconduzido por outro tanto tempo, se provar haver
bem sorvido.
Art. 117. Sao condicoes do contrato:
1.* Ficar o professor sujeito as disposicoes legaes e regula-
meniares relativas aos professores publicos era geral.
2.* Perceber vencinirutos na razao do numero de alumnos
que trtquentarem a escola, coufurrae a tabella n. 1.
g 3.' Deixar em seu lugar easua custa, nos casos de impedi-
raenio, pessoa idonea a conteuto do delegado liiterario.
Art. 118. O contrato pjdera ser rescindido administrativamente
peio presidente da provincia, mediante informacao oa proposia do
inspector geral e audiencia do professor.
Art. 119. A rescisao tera lugar :
!. Quando o professor deixar o exercicio da cadeira por
mais de 30 dias seui participacao ao delegado litterario.
g 2.* No caso de moleslia ou qualquer ontro impediment por
mais de 6 mezes.
g 3." Quando a frequencia dos alumnos for em namero inferior
& doze.
4 Quando se veridcarem as hypotheses dos arts. 136.
Art. 120. Pela rescisio tao tera o professor, em caso algum, di-
reito a indemoisacao. |
Art. 12t. Alem das clausulas dos arts. 116, 117,118 e 110, ou-
Iras condicoes poderao ser incluidas no contrato, uma vez que nio
sejam contrariasas disposiySes legaes e regulamentares da instruc-
cao publica e nao tragam accrescimo de despeus para oi cofres
publicos.
Art. 122. 0 contrato sera lavrado por termo em livro es-
pecial, escripto peio secreiano da reparticao da instruccao publi-
ca, de conformidade com as bases approvadas peio presidente da
provincia ; e desse termo se dara ao professor uma copia competes-
lemenle autlienticada, que !&e servira de titalo, pagos os direitos
devidos.
Art. 123. Tres mezes antes de findo o quatriennio, o professor
devera requerer a sua reconduccao, se Ihe convier ; e, nao o tendo
feito, sera logo posta a cadeira em concurso oa submettida a novo
contrato.
Art. 124. A p ticao de reconducgao devera ser acorapanhada de
attestayoes do delegado litterario, inspector especial, pais de familia
da locandade, parocbo e autoridades polieiaes ou judiciarias, que
provem haver o professor mostrado vocacao, aptidao, zelo e assidui-
uade no exercicio do magisterio.
Art. 125 A peti;ao de reconducgao sera apresentala ao ins-
pector geral, que. ouvindo o conseiho litteraiio, a submettera, com o
parecer deste e informacao sua, as resolugoes do presidente da pro-
vincias.
Art. 126. 0 professor contratadc devera entrar no exercicio do
magisterio dentro do prazo determinado no art. 3* 3 17 e 18,
contado da assignatura do contrato.
Art. 127. 0 professor contratado podera requerer ao presidente
da proviueia, por intermedio do inspector geral, a rescisao do seu con-
trato, motivanJo e juslilicando suas allegafoes, e podera esta ser
determmada por aquella autoridade, ouvido o conseiho litterario.
CAPITl'LQ VIII.
Da vitaliciedade.
Art. 1-8. 0 professor publico provido mediante concurso
ou por contrato, obtera o direito de vitaliciedade, provando haver
bem desempenhado o magisterio, nas seguintes condigoes :
I.* Se o professor bouver sido provido por nomeajao em
>:oncurso adquirira o direito de vitaliciedade depois de cinco annos
de effecti vo exercicio.
2.' Se o professor hi contratado so tera direito a vitalicieda-
de depois de oito annos de effectivo exercicio do magisterio publico,
na mesma cadeira ou em cadeiras dilTerentes.
Art. 129. A confirmacao e reconnecimento do direito de vitali-
ciedade devera ser requendo peio professor por meio de pelicao,
enderecada ao presidente da provincia, por intermedio do inspector
geral, o qual juntara a petic&o a sua informacSo e o parecer do con-
seiho litterario, que sobre o assumpto sera ouvido.
Art. 130. A peticao de que trata o artigo antecedente devera ser
acompanhada de do:uraentos que provem :
I. Que o peliciouario durante o prazo determinado no 1* ou
2 do art 128, exerceu o magisterio com asiiduidade, zelo e apro-
veitamento dos alumnos, verificado peio numero dos examinados e
merec mento das provas exhibidas em exame.
II. Que nao soffreu condemnacao judicial por algum dos cri-
mes de que tratam os J 3- e 4% do art. 88.
III. Que nao soffreu pena disciplinar do art. 177 S3 3 e4 e art.
181 2*.
Art. 131. 0 prazo de que tratam os le V do art. 128, se
contara da data da posse e exercicio da cadeira.
Art. 132._As penas disciplinares, impostas pelos delegados litte-
rarios, deixarao de prejudicar o direito de vitaliciedade, se c conse-
iho litterario, apreciando os fundamentos da imposicao de t. es penas
assim o resolvtr.
Art. 133. 0 professor que houver incorrido em alguma das
Senas do art. 179 8 le 2 e art. 181 2, para obler a vitalicieda-
e devera ter mais 3 annos de exercicio sem'nola, alem dos exigidos
no art. 128.
. Art. 134. A peticao de que trata o art. 129, e os documentos
exigidos peio art. 130, serao submetiidos a resolucao do presidente
da provincia, acompanhados de parecer do conseiho litterario e in-
formacSo do inspector geral.
Art. 135. No caso de deferimento, o presidente da provincia
mandara pa&sar titulo de vitaliciedade ao professor.
Art. 13G. 0 professor vitalicio s6 perdera a cadeira :
1 Em virtude de condemnacao julicial irrevogavel que ira-
porte perda de emprcgi.
i 2.' Quando condemnado por sentenca passada em jolgado por
crime contra a moral e bons costumes.
j 3. Sendo condemnado irrevogavelmente por crime a que seja
imposta pena de gales, prisao com trabalho ou prisao simples por
mais de 6 mezes.
4.* Por sentenca em processo disciplinar.
CAPITUU) IX.
Dos vencimenfos e mais vantageos dos professores publicos.
Art. 137. Os professores publieos de in truccao primaria perce-
berao os veucimentos constantes da tabella sob n. 2.
Art. 138. Os vencimentos dos .professores de estabelecimentos
publicos de initruccao seenndaria serao os determinados em lei.
Art. 139. 0 presidente da provincia uodera, sob proposta do
inspector geral, oavido o conseiho litterario, conceder uma grati-
fjeacio extraordinaria, qae nao exceda a qniuta parte dos vend-
mentos, aos professores pubiicos que, tendo mais de IS annos de
offectivo exercicio no magisterio, se hoaverem nolle distinguido.
Art 140. A distinccao de que traia o artigo antecedente, cod-
aisle na assiduidade, zelo e moralidale do professor, confianca pa-
blica de ana au!a, revelada pela grande affluencia de alumnos e
aproveitamento destes, comprovado pelos exames, tendo sido habili-
tados peio menos a quart* parte dos alumaos frequentes, se se tra-
tar de aula de in struct Jo primaria, e do us tercos se de instracSo se-
cundaria.
Art. 141. A prova das condifoes enomeradas no artigo antece-
dente. sera feita por jastiGeacIo, attestados dos delegados litterarios,
autoridades loca'es, cnefes do estabelecimento a qae pertencer o pro-
fessor, certidio de exames dos alumaos e exhibicao das provas por
elles produzidas.
fSH A justiflcacao sera produzida em juizo, citado o delegado line-
j rario, depondo quatro pais de familia, d'entre os principaes da lo-
j caudado que tiverem ou hajam tido fllhos, tutelados ou protegidos na
J escola do professor justifkante.
Art. 142. 0 professor de insiruccSo primaria, que tiver mais de
2o anoos de effecivo exercicio, tera direito a uma gralificagio cor-
respondeotea raetade de seus veneimentos Se o professor for de
instruccio secundana, a gratilicacao sera'equivalente a terca parte
do ordenado que perceber.
Art. 143. As gratificacoes extraordiDaria3 serao retiradas aos
professores que forem punidos nos termos do art. 179 e 2 e
art. 181 % 2\
g Art. 144. Os professores nomeados para cadeira situada em
distancia de mais de 30 leguas da localidade de sua residencia, terao
direito, mediante prestacao de fianca, ae adiantamento de qutrocen-
to? mil reis, que serao deduzidos de seus vencimentos mensaes na
razao da quinla parte.
Art. 145. A fianga sera prestada por termo de abonacao, assic-
nadoperanteo thesouro provincial, por pessoa reconhecidaraente
idunea a juizo da respectiva junta.
capitulo x.
Das licences, abono ejastificagao de faltas.
Sccqao I.
Das licencas.
Art. 146. As licencas concedidas aos professores, poderao ser :
I. Ate dous mezes com ordenado por inteiro.
It. A'.e quatro mezes com melade do ordenado.
III. Ate seis mezes sem vencimentos.
Art. 147. No caso de molestia verifieada por um facultativo
para isso designado pela presidente da provincia, pjdera ser a licenja
concedida ate 6 metes com lodos os vencimentos.
Art. 148. No prazo de quiaze dia9, contados da concessao da li-
cenja, sera apresentada a respectiva portaria ao inspector geral, para
lancar o cumpra-se, marcando o prazo deatro do qual devera entrar
o professor no gozo da licenca.
,K 'j" Eil6 prazo devera 8er fixado, attenlendo-se a distancia da
localidade em que residir o professor, nao excedendo de quinze dias,
sa estefor domiciliario nesti capital oa em suas proximidades.
j^i 2j pmo da 'icen5a coroecara a correr da dau do -vistj
do delegado litterario ou do chefe do estabelecimento a que pertencer
o professor.
3. A autoridade que langir o vistoimmediatameate ocom-
mumcara ao inspcetor geral, que par sua vez o fara ao thesouro
provincial.
4.* A portaria de licenca ficara sem effeito se o professor nao
entrar no gozo desta dentro do praao qae for marcado, na conformi-
dade do !.
Secrao II.
Das faltas.
Art. Ii9. As faltas de exercicio do magisterio serSo classiQcadas
em : -abonadas, justificadas e injustiflcaveis.
Art. 150. Serao abonadas as faltas oceasionadas :
I. Por servico publico gratuito e obrigatorio por forca de lei ou
deterraiuacio do goveroo.
II. Por servico de coramissio nao estipendiada, incumbido peio
governo.
III. Por aoojamento, morte de ascendente, descendente, irmao
ou cunhado.
IV. Por occasiio Je casamento do professor, nao excedendo de
oito dias.
Art. 151. Serao justificadas as (alias motivadas :
I. Por moleslia, attesiada nor fa.caltativo. auando forem mais de
oito, ou quando, sendo menos, o exigir o inspector geral oa o che-
fe do estabeleeimento a qoe pertencer o professor.
II. Por servico em commissao estipendiada, incurabida peio
governo.
III. Por accesso ou reraocao, nio excedendo o prazo de que tra-
ta o art. 9* M 17 o 18.
Art. 152. As falias por motivo da suspensao e as nao compre-
hendidas nos dous artigos antecedentes, serao consideradas injus-
tificavei*.
Art. 153. As faltas abonadas serao contadas como tempo de
servico effectivo.
As justificadas, que nao forem molivadas por servico em com-
missao do governo, e as injustiflcaveis serao, porem, descontadas.
Art. 154. As faltas injustiflcaveis farSo perder todo o venci-
mento, e as justificadas a gratilicacao. As abonadas nao darao lu-
gar a desconto algum.
Art. 155. 0 abono das faltas de que trata o art. 150, e a justifl-
cacio, ate o numero de quinze em um mez, das mencionadas no art.
151, sio da competencia do inspector geral e cnefes de estabeleci-
mentos litterarios a que pertencer o professor, na conformidade do
disposto no art. 3- 20.
CAPITULO XI.
Das remoco es.
SecQao I.
Da remofao por accesso.
Art. 156. Vagando on sendo creada uma cadeira de instruccao
primaria de segunda entrancia, sera para ella reinovido o professor
da primeira que contar mais tempo de effectivo exercicio.
!.* Quando dous ou mais professores tiverem igual tempo de
exercicio, cabera o accesso para a segunda entrancia ao que houver
habilitado maior numero de alumnos.
2. 0 conseiho litterario verillcara qual o professor a quem,
na ordem da antiguidade do magisterio, deva caber o accesso, e esse
sera ao presidente da provincia proposto peio inspector geral.
Art. 157. Quando se tratir de provimentode cadeira de lerceira
entrancia, o accesso verificar-se-ba pela forma seguinte :
1.* 0 inspector geral fara annanciar pela imprensa a vaga ou
creacao da cadeira por espaco de vinte dias, dentro dos quaes os pro-
fessores da segunda entrancia poderao, sem que deixem o exercicio
de suas cadeiras, enviar a reparticao da instruccao publica suas pe-
ticoes requerendo o concurso.
2. Findo o prazo, se houver sido requerido o concurso, pode-
dera este ter lugar nos terraos dos arts. 96 a 106, se o presidente da
provincia, ouvido o inspector geral, o enleuder ionveniente.
g 3." No caso de nao haver concurso, o inspector geral com
audiencia do conseiho litterario, organisara uma lista de dez dos
professores mais antigos e que mais se hajam distinguido na segun-
da entrancia e sera esta apresentada ao presidente da provincia que
escolhera um para o provimsnlo da cadeira.
Art._ 158. Se houver mais da uma cadeira a preencher, se ad-
dicionarao a lista do artigo antecedente mais tantos nomes, quantas
forem as cadeiras accrescidas.
Art. 159. Se o professor a quem couber o accesso o renunciar,
por nio entrar em exercicio no tempo devido oa por declaraoao ex-
pressa feita por elle ao inspector geral, de novo proceder-se-ha nos
termos dos arts. 156 oa 157.
Secfaoll.
Da reraocao voluutaria.
Art. 160. 0 presidente da provincia podera remover os profes-
sores, que o requererem, para as cadeiras. vagas da mesma entran-
cia em que elles servirera, nao havendo inconveniente para o servi-
co publico.
Art. 161. Podera nas mesmas condifoes autorisar a permuta de
cadeiras da mesma entrancia.
Art. 162. A disposicao do artigo antecedente comprehende os
professores quer provilos por concurso, qu?r providos por coo-
trat-.
Sec(ao III.
Da remocao disciplinar.
Art 163. A remocao disciplinar tera lugar nos casos do art. 179
2; >para eadeira da mesma, ou immediatamente inferior entrancia,
segundo a decisSo do conseiho litterario, confirmada peio presidente
da provincia
Art. 164. 0 presidente da provincia opportanamente desigoara
ao professor a cadeira em que passara a ter exercicio.
CAPITULO XII.
Das jubilacdes.
Art. 165. As jubilacoes so terao lugar quando se provar inha-
bilitacao absoluta, phystca ou moral, para a contiouacio no magis-
terio, e serao com ordenado proporcional ao tempo de effectivo exer-
cicio, se este for por mais de quiaze aano?, e com ordenado por in-
teiro, se por mais de vinte e cinco annos, nao sendo em caso algum
computadas quaesquer gratificacdes.
Art. 166. A inhabiliiajao de que trata o artigo antecedente sera
verifieada por uma junta medica nomeada peio presidente da pro-
vincia.
Art. 167. A jnbilacio sera decretada peio presidente da pro-
vincia, oa por iniciativa propria, on por proposta da inspector geral,
oa a requeriraento do professor.
Art. 168. Contar-se-ha para a jubilacao o tempo da exercicio em
cadeiras publieas por nomeacao interim on por contrato, compu-
tando-se quanto ao mais o exercicio e vencimentos nos termos das
disposicoes legaes em vigor. '<
CAPITULO xin.
Djs direitos e deveres dos professores publicos.
Seccaol.
Dos direitos dos professores.
Art. 169. Alem dos direitos consignados nos arts. 128, 137 a
139, 142,144,156,157,160,161 e 165, competem mais aos professo-
res ;
competenteraente
-se d'ella sem
g 1. Premios pecuniarios aos que compozerem compendios ou
quer obras concernentes a instruccao publica, ou traduzirem
a lingua nacional as escripias em outras, sendo adeptadas pe-
tcouselho litterario, a approvadas peio presidente da provin-
>TreTereocia em ignallade do cond*ic5es para serera seus
.. ?a"'aos nos lugares de alumuos gratuitas do Gymnasio
Peruaaibacano.
Secf do II.
D-"3 deveres dos professores publicos.
Aru 170. o professor publico, alem das obrigacoes coosieoa-
das em outras disposes de3to regulamento eno regimenlo inter-
no das escoUs, oa dos estabelecimentos, a quo pertencer, de-
g l. Comparecer com pontualidade a aula decentemente vesli-
ao, e procedar aos exerciciss escoiaras, nos termos do reeimento in-
aerno a las instrucgSes que forem expedidas.
8 2.' Eosiaar pelos compeudios e livros
appro vados.
| 3.* Manter a ordem e regularidade d) ensino escolar.
8 .' laspirar e desenvolver em seus alumnos o amor e appli-
cable ao estudo. KF
g 5.' lucutir Ibes no animo pela palavra e peio exemplo o sen-
timento do bem e di virtude.
g 6. Esgolar os meio< suasorios antes de applicar a seus dis-
cipalos correcoao disciplinar, e so usar desta com modera-
cao.
| 7 Participar ao chefe do estabelecimento a que pertencer,
ou ao delegado litterario qualquer impediment qae o inhiba de
lunccionar.
Art. 171. Aos professores publicos deiastruccio primaria in-
cumba raaa:
S 1-* Fazer a matricula das alumnos.
2." Organisar e remetter ao delegado litterario :
No in) de cada mez, o ponto de frequencia dos alumnos,
declarando o namero e motivo oubecidos das faltas destes, os dias
em que a escola nao tiver fuaccioaado, e as causas aua a isso le-
nham dado lugar.
II. Nd fim de cada trimostre, um mappa deraonstrativo dos
alumaos matriculados era sua aula, com declaracao da sua fre-
quencia e aproveiumeoto, causa conhecida das faltas, designacao
dos alumnos habilmdos para o segundo grao, addicionando as ob-
servacoes que julgar necessarias.
III. No fim do anno leotivo, o mappa geral do movimento da
escola, cootendo os dizeres do mappa trimensal e mais o resultado
dos exames.
g 3.' Proceder perante o delegado liiterario ao inventario dos
movers e utensilios da escola :
I. Quando assumir o exercicio da aula :
II. Quando houver da deixal-o.
1IL Quaado Ihe forem novamente fornecidos.
IIU. Qaando liver de abrir a aula no principio d* cada
anno. r r
% 4.- Fiscalisar o uso e coasarvacaj dos objectos fornecidos aos
alumnos pobres, providonciando por si, oa por intermedio dos pais,
tuto es ou protectores, para que taes objectos nao sejam estraga-
g 3-" Organisar o orcamento annual da despeza do expediente
ordinano o do extraordlnario, sendo acompanhado de copia do in
venlario das moveis da escola, com declaracao do sea esudo, e re-
paros uecessarios.
___.S 6 Auxiliar-A q)niniina'>-a ana irAta-o wt, 26 *wn prrtJ-
zo do expediente de sua aula.
Art. 172. Aos raesmos professores e prohibido :
g 1 Residir fora da sede da escola e ausentar-
licem;a nos diat lectiv ..-.
I 2. (Jjninarciar, advogar eexercer qualquer indus'.ria oa
profissao imcomaativol com o bom desemp^nho de suas func-
gdes.
3*. Requerer ao presidente da provincia, nao sendojpor inter-
medio do inspector geral, salvo o caso de qoeixa contra eite.
4. Occupar-se e occupar os alumnos durante as horas da
aula, em objectos e misteres e.tranhos ao ensino.
Art. 173. Os profeisores publicos de instruccio secundaria,
alem das obrigacoes impastas pelos arts. 170.....e das prescrip-
tas pelos regulamentos especiaes dos estabelecimentos a que per-
lencerem, devem :
g 1. Comparecer as congregago^s ou reunioes do corpo do-
cente, sob pena de se lhes marcar falta nos termas dos arts. 149
a 155.
9* Dirigir seus requerimentos ao presidente da provincia ou
inspector geral, por intermedio e com inforraagao do chefe do esta-
belecimento a que perteocerem, e so directamente nos casos de
queixa contra elles.
g 3 Funccionar nas exames de habilitacao e concurso para
que forem nomeados.
g 4". Nao ausenlar-se sem licenca, noj dias lectivos, da sede
do esiabelecimeuto que a perteacerera.
g 5.* Substituir-se reciprocameute, quando isto lhes for deter-
minado.
6-0 Cumprir as instruccoas que para desempenho de seus
deveres, expedir o inspector geral, ou o chefa do instituto a que
pertencerem.
CAPITULO xiv.
Das conferencias pedagogicas.
Art. 174. Os professores publicos nesta capital poderao reu-
nir-sa nas dias foriados da dezembro e Janeiro, para conferencia-
rem sobre pontos que interessem ao regimen technico e disciplinar
das escolas.
Art. 175. As conferencias serio publieas e annanciadas pre-
viamente pelos jornaes.
Art. 176. 0 inspector geral, mediante audiencia do conseiho
litterario, expadira as necessarias instrucc.oes para execucao dos
dous artigos antecedentes submeltendo-as a approvacao do presi-
dente da provincia.
CAPITULO xv.
Das penas, e processo dis:iplinares.
Secrao I.
Das penas.
Art. 177. Os professores de instruccao primaria qae por ne-
gligencia, ma vontade ou qnalqaer outro motivo coademnavel nio
cumprirem seus deveres, instruindo mal os alumnos. exercendo a
disciplina sem criterio, deixando de dar aula sem causa juslifica-
da, infringindo quaesquer disposicSes legaes ou regulamentares, e
iostruccpss de seus superiores, relativas ao ensino,alem das pe-
nas em qae possam incorrer pela legislacio geral,fleam snjeitos
as seguintes:
I. Advenencia.
II. Multa de 10 a 50*000.
'LI. Suspensao do exercicio com perda de vencimentos por oito
dias a tres mezes.
IV. Ik-mocio.
V. Perda da eadeira.
Art. 178. Poderao ser impostas aos professores de instruccao
primaria:
g 1.* As penas de advertencia e multa, peio inspect jr geral,
delegados litterarios e inspectors especiaes.
g 2.* A de suspeosio de exercicio, por oito dias, pelos delega-
dos li,terarios e inspectores especiaes, e por oito a trinta dias, peio
inspector geral, nos casos de reincideucia em faltas punidas com
multa.
Art. 179. Aos mesmoi professores sera imposta peio conseiho
litterario:
. S l." A pena de suspensao por am a tres mezes :
I. No caso de inefflcacia das penas menores.
II. Qaando o professor der raaas exemplos a seus alumnos, ou
tiver procediraanto e costumes reprovados.
HI. Qaando, estando elle em acto de servico, desrespeitar seus
superioros.
g 2. A pena de remocjio para a cadeira da me ma, ou imme-
diatamente inferior intrancia, quando o professor reincidir em fal-
ta pela qual haja incorrido na sancc^o do g antecedente.
g 3.' A da p.rda da cadeira :
I. Qaando o professor f luuoutar a inmoralidade entre os alum-
nos.
II. Se sem causa attendivel e jusliflcada abandons a cadeira
por mais de am mez.
III. Nao se bavendo corregido depois de doas vezes suspenso
nos casos do g 1, oa de removiJo uma vez, na forma do g 2.* deste
artigo.
IV. Qaando commereiar ou exercer qualqner indastria oa
proSssao incompativel com o bom desempenho de seas deve-
res.
Art. 180. Os professores do Gymnasio Pernambucaao e Escola
Normal, pelas faltas de qae trata o art. 177 incorrerao nai pe-
nas de:
8 1.* Advertencia.
| 2* Malta de 50 a 200 j.
g 3.* Suspensio de exercicio com perda de venciiuenlo por am
a tres mezes.
S 4. Perda da cadeira,
Art. 181. Estas penas serao impostas:
g I." A primeira peio inspector geral e peio chefe do inst itoto
a que pertencer o professor, nos casos de infraccoet menos gra-
vcs.
i V Aseganda e terceira, peio coDselho liiterario, conform* a
VSrtFf daa r*lta' D05 ca,,-s "a* infraccnes de qae trata o art.
. S3 t.e 2* com recurso para o presidente da provincia. Nos
casosem que e applicavel ao pra fessor de inslruccaj primaria a
pena do art. 177 n. IV..... sera imposta ao professor de ioMrw-
secundana o maximo da pena do art. 180 I 2- ou a do i I oa de
ambos, segundo as circumstancias.
.3." A quarta peio presideote da provincia, precedeudo processo
aiscipimar peio conseiho litierario, nos casos do art. 179. 8 3"....
g 4. Nos casos que airectarem gravemente a moral public^"ou
em nue hajafengo na demora da deliberacao definitiva, os funccio
nanos de qae tYata o g 1 deveraa suspender desle logo o profes-
sor culpado, levando se o fa:to ao conhicimento do pre sideote da
provincia. ^
Art. 182. Sempre que o professor publico for prtnunciadc por
qualquer crime, ou for julgada procedente sua accusacio era pro-
cesso disciplinar por facto que motive a perda da cadeira, rieara sus-
penso do exercicio e de sens vencimentos, tendo porem, direito ao
ordenado no caso de absolvicao.
Art. 183. Quando a pena imposta for de remocao oa demissio
o inspector geral remettera o processo 10 dias depois da iniimano
do accusado, ao presidente da provincia, para ter lugar a confirmT-
cao daquella, podendo esta autoridade ordenar novas diligenciai.se
o julgar necessario. ^
Art. 18'*. A sentenca do conseiho sera intimada ao accusado
remtttendo se-lhe copia. 0 aecusado, no caso do artigo antecedente'
podera juntar ao processo novos documentos e allegacoes dentro de'
10 dias da mtimacao.
Art. 185. Quando o processo disciplinar houver sido remetiido
ao presidente da provincia sera devolvido, depois da decisao desta, a
secretaria da instruccao publica, onde sera arcaivado.
Art. 186. As penas da multa e suspensao, impostas peio iniiac
tor geral, delegados litterarios e inspectores especiaes, sel o bio por
portaria motivada. *^
Art. 187. Quando impo.-tas pelos delegados liilerarios, eMoa
fuoccionarios ouvido previamente o professor, remellerao ao ia-
pector geral as informacoes e provas que as justifiquera, alim de qae
passam ser por este confirmadas.
Art. 188. Entre as provas de que trata o artigo antecedente, m
facto for irapugnado peio professor em sua resposta, devera) aar
presentes ao iospector geral, quando a multa exceder de 104 on a pe-
na for de suspensio, attestados peio menos de tres pais de famtlia
com filhos na escola do accusado, de autoridades e pessoas qoalifiea-
das da localidade, seulo as assignaluras reconhecidas por Ubelliio.
Art. 189. As mnllas serao communicadas ao thesouro provincial
para os devidos effeitos.
Secqao II.
Do processo disciplinar.
Art. 190. 0 proce-so disciplinar dos professores publicos qoe i*-
correrem em alguma das faltas de que tratam os arts 177 as. IU a
V e 180 g i a 4, podera comecar :
I Por ordem do presidente da provincia ;
II. Por iniciativa do inspector geral;
III. Por virtude de representacio dos delegados litterarios e ins-
pectores especiaes,
IV. Por queixa dos pais dos alumaos ou denuncia documeotada
de qnalqaer cidadao.
Alt191. O insppclor B"-ral. fi*udo ant.iAr rw^ln *rn wr.i.ri.,
a ordem, representacio, denuncia ou queixa e documentos, se oa
houver, a submettera ao conhecimento do conseiho litterario, qae
decidira se deve oa nio ter lugar o processo, podendo para isso ser
convocado exlraordinariamente se nao estiver proximo o dia de confe-
rencia ordinaria.
g I.* Dscldldo afflrraatiraraente, sera por escripto ouvido o accu-
sado, remettendo se-lhe copia do processo, sendo peio inspector fe-
ral designado dia para ser interrogado e produzir provas em soa le-
feza.
g 2. 0 prazo para a resposta sera de 15 dias, podendo ser pro-
rogado, lendo-se em consideracio a distancia ; e correra do dia se-
guinte aquelle em qne o accusado receber a communicacao onViai,
da qual devera dar recibo, sob pena de proceder se a soa revelia.
g 3.* Se o professor se hoover ausentado da sede da sua cadeira
fiara lugar nao sabido, oa em que seja difncil transmiltir-lhe aqoel-
a communicacao, sera a intimaclo feita por editaes publicados pela
imprensa, correndo o prazo do s 2 do 10 dia da pnblicacio.
g 4.* A resposta do accusado com os documentos que a acompa-
nharem, sera enlregue mediaute recibo ao delegado litterario e Cum
informacao deste remeltida ao inspector geral, no caso do professor
ser dos de instruccao primaria, ou ao secreiario da reparticao da
instruccao publica, no caso contrario.
5. Findo o prazo do g 2, o processo com a resposta do accu-
sado, se este a bouver dado, oa sem ella, no caso contrario. ?era eu-
tregue a terceira secciio do conseiho litterario, qae o examinara,
consultando sobre a necessidade quo haja de novas informacoes, pro-
ducoio de provas, e o mais que convier ao esciareciraento dos
factos.
6. Se o parecer da seccio concluir por essa necessidade, o
inspector geral piovidenciara no sentido de ser com brevidade satis-
feitas as informacdes e diligencias exigida*.
g 7" No dia designado nos termos do 1.*, reanido o conseiho
seprccedera ao interrogators do accusado, se este comparecer, e
nao se achando elle presente, cominuara o processo a soa revelia.
g 8 Se houver prova testemnnhal, comecar-se-ha por esta, oj
vidas primeiro as testemunbas da accasacio, ate o namero de cioco
e depois as da dufeza ate igual numero, sendo encerrado o processo
com o interrogators do accusado.
g 9. As inquericdes e interrogators serao feitos peio relator da
3* secr.io do conseiho, podendo qualquer dos membros deste e o
acensado fazer as perguntas que entenderem convenieote, e serio
escriptos peio secreiario da reparticao da instruccio publica.
0 juramento das testemunbas sera deferido peio inspector ge-
ral.
g 10. Ullimadas as diligencias e juntas ao processo as allega-
coes escriptas que o accusado offerecer, e os demais papeis que I ie
forem relativos, a 3a secrao do conseiho fara sea relatorio e o apre-
sentara na conferencia do julgamento, a qual tera lugar peio me-
nos cinco dias depois de finda a instruccao do proeesso.
g 11. Nessa conferencia, lido o relatorio, qae se limitara 4 ex-
posicio summaria dos factos e provas, e examinado o processo pelos
membros do conseiho que o qnizerem, proceder-se-ha ao julga-
mento.
g 12. Votarao os membros do conseiho na ordem de suas
idades, cabendo ao inspector geral voto de qualidade nos casos de
empate.
g 13. A sentenca do conseiho sera fundamentada, deveado
ser redigida pela secciio compelente, escripta no processo, por seu
ralator, assignada pelos membros presentes do conseiho, na ordem
da votajao e traos.-ripta no livro compelente.
Esta disposicao e applicavel a decisio qne determinar qae teuka
oa nio lugar o processo (g !).
TITULO V.
CAPITULO XVI.
Das substituicoes.
Art. 192. 0 inspector geral sera substituido por pessoa idouua
nomeada peio presidente da provincia.
Quando em servico fora da capital por mais de cinco dias,
am das membros do conseiho ficara encarresado d direccao to
expediente ordinario da reparticao.
Art. 193. Os professores publicos de instruccio primaria sera*
substituidos em seas Impedimentos na forma do artico 19
3* e 4. "
Art. 194. A nomeacao do professor interim) sera feita por por-
taria do delegalo litterario, que servira de titulo. 0 nomeado en-
trant immediatamente em exercicio, sendo descontados dos venci-
mentos quaesquer direitos e emoluments devidos.
Art. 195. Os delegados litterarios serao substituidos em seus
impedimentos: pelos parochos, 2> pelos coadjuctores, e 3 peto
juiz de paz que estiver em exercicio no respectivo districto.
Art. 196. Os chefes e professores de estabelecimentos litterarios
serio substituidos de conformidade com o disposto no respectivo
regulamento.
TITULO VI.
CAPITULO XVI I.
Do ensino particular.
Art. 197. 0 ensino particular, quer primario, quer seeaadarie,
node ser exercido nesta provincia por qualquer nacional on strati
Seiro, sem dependencia de licenca nem de prova de capacidade pro-
ssional, ficando todavla os professores e directores ae estabeleci-
mentos de instraccfo snjeitos as seguintes obrigacoes :
| 1.* Commonicar no prazo de am mez ao delegado litteraria
do districto a denominacao e local do estabelecimento, que hoave-
rem fuadado, o programma dos estados, o peasoal e npregado aw
ensino,e as altercSes qae se derem.
2.* Remetter a mesma autoridade em novembro de eada MB*
uma relagao dos alumnos, qne frequentarem o estabeiedmeMo
declaracao da naturaiidade, flliacao, idade e aproveitamento :
qne es relacao as aalas de instruccao primaria deverio
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Diariq de Pemambuco Segunda feira 21 de Deaenibro de 1874
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roappas trimensaes da freqr-.encfa dos alumnos, declarando o nutriero
da faltas o os motives desias, quanio 5:-.bida?.
S 3." Stibmelter-se a riscali?ac.ao do inspector geral i anas dele-
gados, reslncla ao qua for relativo a Cstalfstiea, a observance das
lets do paw, aos preceilos da moral e da hygieue, deveudo franquear
at sul&s, dormjtorios e roais dependencias doi estabelecimentos
aquJtes fancclouarios, quando os quizerem inspeecionar.
Art. 198. Oscollegi's de raeninas s6 piderao ser regiaos per
senfcoras e aellas nao sorao almittidos como internos alurnno3,
oem poderao restdlr aduKos do stxo niascaHno, com excepcao do
pai cu tnarido da directors.
Ait 499 Os directorea de estabelecimentos particulars de mi-
truccao dare rao reraeitw ao delegado liiterario dous exemplares <*o
regimeulo iaferao ou eslKutoJ, qae dtveiao tormular para regafa-
ridade dos trabalhos e discipllna dos TO>iitutos a eu cargo.
Art 88. "0 ensino no domiollt > tlo aluuino a iseulo de tooa ins-
peccaodas obrigacoas decUadas no presente capitolo, devendo
apeaas o-cHtfe da familia commur.iear ao delefadoHtteraiioo uome
o jajtdeuca do professor e eavar-lhe uma relacao dos tiamnosjine
*ste'ieccwoar em sua casa, com declaracao dos nomes, filiaeao e
idade deiles. .
unico. Noiraso do eesino domestico ser tambem dado a
alumnos de outras familias o professor e otorigado a remetter ao
nic-mo funccioeario m>s pfimeiros dias de maio e novembro de
carta dnnp, am mappa dos alonrtrcs one as-im ermar, dectarando
sens noraes, idades, li iaceo e aproveitaojeoto.
8 6. Fazer o as^ignar o podido do tJUR for mister para o expe-
diente da repartlcl:), e preslar comas 40 Uiesouro provincial qumdo
houver n-eebido quota-para rtl flm, flevfedj tautj o pelidj, cutiM m
oouia*. sjf anUi-utuMdas pelo inspsctor g-ral.
| 7.e Tmi.ar por esrriptu Hs-deiiuera.uea do conselho Uturario
e meneiona las nas wins iwr e lo redigidas.
8.'Preparar os e=clarecimentos quo devam servir de base ao
relatorio, a orgaoisacSo do quadra estatLtico e a outros trabalboa do
inspector geral.
9. Ler as pelicSes qae Tierem ab'ertas asearetaria e informar
\erbalmeole ao inspecmr geral o qua conslar a respeito deltas.
10. Juaiar as peli.des quo eBfolverem materia da inaior
gravi'jade uir.a miauta em quo aplia clara e precisamenle o ob-
jecto deltas n o qe eonstar da aeeretaria, o que igti:>lnu' com ftlacio aos offlcios, quaado assim lh'o ordenar o inspjctor
8* 'l 11 Eav ar aos men.bros do conselho, dett gados litterarios e
profossores pubticpe o relatorio, qae o inspector g-ral apresentar no
prlncipid de csda anno.
Art 20* Quando era qnalquer cscula ou colleio for perpetrado dade do servico da secretana, resolvendo
IgumddiCto.oprafesscrou director immediatamente o coramuai- IgimpHcidade nao-exijam
cari nesta -capital ao inspector geral, e tias diversas locahdades aos geral.
| It. Remetter as scccSes do con3Plho Miterario, de ordem do
inspector geral, quaesquer petic3es e papeis sobre que tenham de dar
13. Accusar a recep^ao dos mappas remeitidoa pelos delega-
dos litterario.i.
H. Dar aos amanuenses e mais eropregados, verbalmente ou
per escripto, as instrucfoes que forem necessarias para a regulari-
' ria, resolvendo as duvidas qae pela sua
ser levadas ao conbecimento do inspector.
19, 16.
procederio nos terraos do artigo
| 15. FiscaMsar o modo por que os empregados da secretaria
desempenham ;-eus deveres, admoe?taado-o?, quando h'jam incorrU
"evar ao conheci-
cem a duzentos rail reis pelas dis ariigos W8 e 201,' imposts pelo,
inspector g(ral er.i portarla molivada, ccmrecurso voluntano para o
presidente da prwviccta.
Art. 203. 0 rfMi'.fdodas visrtas 'feitas pelo inspector geral e
sens jgeutts a< esco'as e ettabelecimei-tos particulares de instiucAo,
derera ser poMicad> nos jornaes de maior circulacio, sendo oecla-
rado se foi venlica ia a liel enecucSo dos estalutos, prograiEroas e
annoncios do <-M--.l'lceJmeDto Tisiudo etudo o mais que possa m-
teressar aos r;.is ucs alumnos e ao publicn.
Art. 264. Au> csl:llJ^!ecwnentos particulares de instruccao pri-
iraria qae, ftmdados a duas legoas de distancia da escola publica
mais proxKha, rastr eottcedido urn subsidio annual, conforme a tabella n. 3,
sendo o prolwtnt i*rtt,ado a aduiiltir gratuitamento pelo menos
cinco alumocF pilnes.
0 BBbsMSo n-ra p.igo <-ni vista de altestadosdos delegaaos litte-
rarios, rabneados pilM ic>pect--r geral.
Art. 203. 0 .-s.btilio de que traia o artigo anteceaente sera
retirado ao prof-;sor todavez que se trovar mal curaprir seus de-
vcrc*
TTTULO VII.
CAP ITU 1.0 XVIII.
Dus recursc.
Art. S06. Oa imposicao das penas de quo tratam os arts. 30, 31,
181 8 i; e 202 cabe recurso vcluntario.
Art. 207. 0 recurso sera interposto para o prosidenle da pro-
vincia, nos casos dos arts. 181 i; e 202, e para o inspector geral
Uv.s casos dos arts. 3U e 31. .
Art. 208. Os reenrsos frSo effeito su?pensivo e serao interpostos
por n:cio de pwrcSo docunentada, devendo ser : presentados deniro
do prazo de dez dias, a contar da intimagao.
Art. 209. As pelieSes de recurso serao entregues, medianto re-
cibo, ao secrdario da repani(;ao da instruccao publica ou ao delega-
do litterario; .
Art. 210. Nao serS* recebidas peti$5es de ncunos, n^m docu-
ment's a ellas aonesos, que contivcrem expresses injunosas ou
desrespeitosas centra o> fancciouartos Bscalhadores do ensino.
Art. 211. A autoridade, de cuja deliberarj.ao oa senteiifa se rc-
eorrer, devera no prazo de dei diaa fazer sabir o recurso a autorida-
de superior cum sua informncao.
v TTTULO VIII.
C A 1' I T L" L 0 XIX.
DispoSiCOM divers ?.
Art. 212. 0 cargos de inspector geral, director de estabtleci-
ment spub it', a de instrticjio e p.-ifiwres publicos de qnalquer ca
ihegoria sSo ineompatfveis com quaes p.ier outros geraes, provin^iaes
e municipals, salvo os que forern de eielelo popular. Esta disposi-
jao nao prejudica os direitos adquiridos.
Art. 213. Aqut-lle des fuoccii.iarios mencionados no artigo an-
tecedent", que Rellar cargo declaralo incampaiivd, enlenle se ha-
ver rrnunciado o quo exercta na instruccao publica.
Art. 214. As Mcencas e aposentadorias" dos funccionarios da re-
particSo da instruccao puslica e cstaCelricimeutos publicos litterarios,
qnenio forem profe-sares, serao concodidas nos termos das -lisposi-
Z&iS respectivas do regnlamento do tbesoaro provincial.
Ait. 215. 0 prazo d; licence concedida aos chefes de iostitntos
publicos lilt rarios sera co..tado do--cumpra-se-do inspector geral,
c o da concedida a esto, da aprestotaijao a) tbesouro provincial.
Art. 216. A frequencia ruensal das eseohs sera calculada divi-
dindose a somma da frequencia diaria pelo numero dos dias em que
hunver funccionado a auU. ,
Alt. 117. Aoo alamnoa <|aO forom ma'rli-rtl.nlaa, D*i trnjo nJw
vaccinados, ou nao tenlo signae3 de haver soffriio variolas, o pro-
fessor vaccinara ou fara vaccinar ate trinta dias depois da matri-
cula.
Art. 218. 0 in-pector geral, por intermedio dos delegados litte-
rarios, propnrcionara aos profossores os rneios de cumprir o disposto
no artigo anteceJente.
Art. 219. A abertura e o encerrarcento do anno lectivo dos es-
tab-decimentos publicos de instruccao serao determinados n> res-
pectivos regulamentos ; nas ;;ulas publicas de inslruccao piimaria,
porem, encerrar-se hao a 30 de novembro os exerctcios de ensino,
proccdenlo-se aos exames dos alumnos no> primeiros dfas de derem-
tiro, para o qae 03 professorcs ate" o dia 15 daquelle mez remetterSo
aos delegados litterarios uma relai;ao dos alumnos habilitados a
examc.
Art. 2J0. 0 inspector geral, quando liver de sahir a servico para
algnm ponto fora da capital, para ende nao haja transporte por via
ferrea ou maritima, tera dire.to. a uma ajuda de casto na razao de
3* p r cinco kilometros ; quando, porem, baja esse transporte, tera
cirtito a metade daquella qoaniia, alem da passagem.
Art. 2!I. As disposi'.o's deste regulaiuento, qae se nao referi-
rem designadamenle a ciasse dos prtfessores de in;iruec5o prirnaria,
iumprebeud6m os de inskucjao secuadaria.
Art. 222. 0 relatorio de que trata o art. 21 11 ?era pelo pre-
siiente da provincia remettido ao inspector geral, ao qual serao tam-
b.'in devclvidos os papeis de que trata o art. 106.
TITULO IX.
Da Becretsirla da rcpnrticao da instruccao
Publica'.
-TAPITULO XX.
Da organisac/io e pessoal da sceretaria.
Art. 223. V secretaria da repartic/io da instrnc;ao publica m-
cus.be o rrovimento administrativo. expediente e archivo da mesraa
reparticao, sob a superintend8ncia do inspector geral e direccao im-
mediata do secretario.
Art. 224. 0 pesscal da secretar'a compoese dsurn secretario,
tres amanuensegj um porteiro e am continuo, cun os veucimenUw
da tabella sob n. 4.
capitulo xx<.
Das attributes dos empregado'.
Secrao I.
Do secretario.
Art 225. Ao secretario compete :
| 1.* Dirigir, inspeccionar e fazer executar, distribuindo pelos
amanuenses todos os trabalhos da secretaria pelos qnaes h o pri-
meiro respensavel, fazendo escrupulcsameote manter a regularidade
do servigo.
g 2." Redigir cs offlcios e despachos de conformidade com as
notas do inspector goral.
| 3.* EsTtver e fazer escrever, registrar e fxpedir osiitulos e
quaesquer outros papeis qae correrem pela secretaria.
g 4." Eicrtpturar em livros propries as ordens concernentes as
Jespezas que forem feitas por intermedio da repartigJo.
5.* Receber as quotas que forem designadas para as despezas
ordicarias com o expediente, sempre qne estas nao forem feitas por
arrematacao perante o thesouro provincial.
o Ingres so
relativo ao expe-
diente da reparticao.
| 17. Organisar e assignar no principio de eada mez a folha do
ponto dos empreg?dos, relativaao mez flndo, de accordo com as nc-
tas do hvro respectivo, afim de ser remettido ao thesouro provincial,
depois do rabricado pelo inspector geraL m-
18. Fazer registrar o numero dos alumaos das escola3 publi-
cas e particulares.
19. Exigir qae as paries *atisfacam os direitos da fazenaa
publica e os emolumenlos, que forem devidos, na conformidade da
tabella n. 5, antes de snbmetter a assignatura do inspector feral
qnaesqner titulos ou papeis a elles sujeitos.
f 20. Lavrar ofl subscrever os termos de exames e de juratnen-
to e posse; assim como registrar a correspondent reservada que
lne fOr confiada pelo inspector geral, e to la debaixo do ?ua guarda
imraediata.
It. Passar ou subscrever as certldoes reqneridas pelas paries,
precedendo para este fim despacho do Inspector geral, eaulheilicar
a* copias matdadas tirar por este..
8 22. Kscr ver as act is e doliberacoes do conselho liiterario.
23. Cumprir e finer cumprir quanto lhe for ordenadc pelo
inspector geral.
Secfiio II.
Dos amanuenses.
Art. 226. Os amanuenses exeeutarao os trabalhos qua Ihes fo-
rem distribuidos pelo secretario.
Art. 227. A cargo-c sob a responsabilidade de am dos ama-
nn3nsjs,ds?ignado pelo inspector geral, lieara o archivo &\ secre-
taria organisado nos seguiotJS termos:
1.* Serao encadarnalos no principio de cala aano tod a 0)
offlcios recebiJo3 na secretaria,coordeaados segualo a nature/a de
sou ohject) oaern orlem chronologica. emforme mellior conrier.
2.* 0 r> gistro li cjrreipoaden'Jia olll^iai expelila pela re-
pirtii;ao, far-se lia poll eacoderaagai annail das raiouUs, depois
de cni.iadosamento revistas e o-lassilicadas.
% 3." Gala vo ami. aid n le uunorajio, titub e dcclatajlo do
anno, ter.i n-n iUdice das matsriss qoe cOiUpreheuder.
4. BWaraom toUea goral di3 taVtarias conprehaulidos em
cada u:n vjIu.uj de que se co upozor o ar^hiira.
Sectfo III.
Do porteiro e coaiiauo.
*.rt. 228. Ao porteiro incumba :
g l. Abrir as 8emeia horas d.i manhs e foihar a repirt:ea:>,
as 3 tioras da tarle.oa, quauJo dados os trabalh^, no caso ds pro-
rojacaoli hora do expedtaaie.
g 2> Tit aseucarg) a ciixt dos reiuerimontos; apreieataf
estes ao secretario, > e:itrei?!l-os as pirtu medianto rec bo, dop)is
de registrar os des;)ichn,fi!3al) urn rosiim) sac:iato e euro do
objecto principal do cada re]uerimeuto.
3 Qiaudo osrequ.'riinentos versarera sobre nagoaio impor-
tante so poJerao s-.-r entreg ms as pr jprias partes, ou a seus proco-
radores deviJamente habilitados.
4.# Uendonir n)li"ro conpotento a entrain de toios os pa-
peis rolativus a iu.-trucgao publica que vierera a reparticio.
o." Curar do as.-eio e velar rti conservo^ao dos moveis, al?n
silios e oroatos da sacrotaria, palos quaes 6 responsavel.
6. Executar os trahalhos da escrlpta e cumprir qnaesqner
ordens do secretacio, tendeutes ao servijo intern > da repaxtirjao.
Art. 229. Ao continuo compete :
Coalfuvar o porteiro uj Jesempeah) das obrig.icoes cons-
taotes dos 5 e 6* do artigo antecedente.
$ 2. Substituilo em saus imoolimeutos.
"3." G buir fora della a corrospondencia.
i." Cumprir qusssjuer ordens que lhe sajam dadas com ro-
lacao ao servico Ja secretaria.
SccfrtO IV.
Do expediente.
Art. 230. 0 expediente comecara as 9 horas da m3Uva em to-
dos os dias uteis, o eacerr.ir-se-ha as 3 da tarde, salvo a proroga-
5J0 de que trata 0 art. 3 g 27.
Art. 231. T)d)S os empregados da secretaria de-erao diaria-
moots assignor 0 ponto no hvro competente ale is 9 horas e lo mi-
nutos, e 11a fnra da encerramento dos trabalhos diarios.
Art. 232 0 empregido qua comparecer depoi3da hora rair-
cada e obrizado ao servigo do expediente da reparticSo, nao obstan-
tea perda da gratiflcaca 1.
Art. 233. 0 ponto diirio sera encerfado polo secretario, que 0
assignara em ultimo lugar.
Art. 234. 0 empregalo que faltar por cousa altenlivel devera
communical-o por escripto ao secretario ; apresentando por attes-
tado medico, no case de molcstia por.mai3 de 8 dias, ou quando 0
exigir 0 inspector geral, aiala raaimo que as faltas sejam em nu-
mero inferior aquello.
Art. 235. 0 abono e ju.-tiflcacao das faltas tera lugar na con-
formidade dos arts. 149 a 134, e sera considerada como falta a re-
tirada do empregedo, antes de encerrados os trabalhos diarios, sera
lieenca do inspector geral ou do secretario.
Nos impediments do secretario sera eate substituido por um
dos amanuenses, designado pelo inspector geral.
Secguo V.
Dos livros da secretaria.
Art. 236. Havera na secretaria 03 seguintes livros rubrictdo3
pelo inspector geral :
I. De jurament) djs empregados da instruccao publica.
II Dos termos da reuniio e actas do conselho itterario.
III. D^ regislro das d"libera(;53s e seaUnjas d} mesmo conse-
lho em negocios disciplinares.
IV. Da matricula dos profe3sores publioos, com declarajao de
sua naturalidade, nliai; i >, idaJe, data da nomeao ao, jaramento, pos-
se, remofoes, licengas, faltas e ludo 0 mais quo Ihes f6r relativo.
V. Dos contralos para preancbimento de cadeiras de icstrucgao
publica.
VI. De registro do3 titulos, liceacas, portarias, instruccSes e re-
latorios do inspector geral.
VII. Da escripturaijlidis despezas com 03 obje.tos necessarios
para 0 expediente.
VIII* Do iuventarij d)s maveis da repirt'n;ao da instrucpao pu-
blica e do cada u.na das escola?.
IX. Do ponto dos empregados da secretaria.
Alt 237. Alem do3 livros mencwraados no artigo anteceJente
podera haver mais para 0 servigo da secretaria os que forem ne-
cessarios.
Art. 238. A escripturacao sera feita segundo as lnstrucjoes que
forem dadas pelo inspe-.tor geral.
ArL 239. Ficana revogadas asdUposicoes em conlrario.
Henrique Pereira de Lucena.
rciira-l'i a inaior part clo cltrtf tX-
poati) i\ venila, n> couscqiai' irla de
uaa tes'esu oa preens oCTcrccidos at
siaKiUo A U L0.*DRES. 19 de dezornbr..
Os bancoa varticulares continuant
a deseoatnr a I ior cento niata
que a laxa oiTlciat do Bnmo tie n-
laterra. ^onaolldadoa a 93. Fun
doa braalleiroM de K /. a IOO. .Iler
eado d cafe calmn. precoa Hen*
alteracao. Nao liosive anlmirau no
merciiae die aaaucar, moatrniido oa
prccoa tendenela para baixar. Nao
iiouteram hoje citta^oos em aaau-
car ou safe aoltresua.
SOUTHAMPTON, 18 dedezembro.
Chofron aiui iionteua o vapor in
glez RUBENS, *a conspanhia Liver-
pool. Uraail and Hiver Plate, com
as naalaa do Rio da Prata e do Bra
aii.'-
LIVERPOOL, 18 Je dezembro.
O mercado de alffodao eateve lio-
Je calnao, tnantendo-ae os precoa
aent alturacao < lenderam se lioje
doze mil fardoa, seudo novecentoa
procedentea *!*? UraaU.
Duraule a aeinana 1
Veuderana-se
SCndo do Braall
Foratn lmportadoa
Nendo do Brasil
Depoaito total Uojc
Men do do Brasil
LIVERPOOL, 19 de
Mercado do algodao calmo, e oa
precoa auatentaram-se aeiu altera
caa't venderam-ae 8,000 fardos,
aeudo 500 do Brasil; cota ae o fair
de Pernambuco a 9 a/8 e o de San
toa a 9 5/8 d. por libra. Mercado de
aasucar muito calmo ; oa precoa
moatrana tendencia a balxar. ape-
ar de neniiuma alteracao terem
aolTcldo oa anteriorea. que siio-
inaacavado purgado t3 sli., e me-
diano de HaceiO S3 sli. e d.
de dezeaibro.
00,000 fardos
e.000
9 3,000
0,000
530,000
99.000
dezembro.
HAVRE, 18
f> mercado de cafe cstcve calmo,
antcado-se oa precoa anterlores.
HAVRfi, 19 do dezembro.
llercado de cafe calmo, auaten-
tando-ae os precoa prccedentes. O
do Rio bans ordiiiarlo 09 fra. os SO
Kiloirrs. Algodao de Pernambuco
ordlnurio 91 francos os SO Uilogrs.
1IlMBURGO,-13 de dezembro.
Transaceoea regularea prccos
lirmea no ineroade dc raf<-.
ANTUERPIA, 18 de dezembro.
Continuam a ser quasi nullaa as
transac^oes no mercado de cafe, e
os precos nominaes.
ANTUERPIA, 19 do dezembro.
Mercado de cafe calmo t man-
lemse os precoa anterlores.
MARSELHA, 19 tie dezembro.
Mercado dc cafe calmo : nenbuma
alteracao aprcciavel se dcu nos pre-
roa anteriorea.
NEW-YORK, 18 de dezembro.
Camhio sobre Londres 485 I/*
Hiiro 111 1/9. Eateve calmo o mer"
cado de cafC, nao notando-ae alte"
rariio alguma nos precoa do dia
linicrlsr i o 18 1/3 cents por libra. Algodao me
diano uplands 1-1 1/8 rents por libra t
aa obegadas de boje aos portos a-
mericanoa elevana-se a trinta e
dons mil fardos.
NEW-YORK, 19 de dezembro.
Cambio aobre Londres 4-85 1/S.
OurollO l/t. TranaaccOca regula-
rea c preoa flrmes ; cota seo do
Bio FAia 18 c o g.od 18 l/t cents por II
bra. Alffodao mediano uilanos 14 1/8
cents por libra t as ctiegadas de boje
aos portos amerlcanos elevam se a
29,000 fardos.
RIO DE JVNEIRO, 19 dedezembro.
Camblo aobre I^ondres *0 8/8 d
bancario e to 9/8 d. particular.
Cambio sobre Paris 303 rels por
franco bancario..
um coHpaaafiro, fnrtado algumas gallinhas, tra-
voa-5e de razSos, e afioal lutou corporhiente,
armado de* uma faoa e tarn tacete. Com o referi 11
lose Andre, qne recebeu eineo lerinaenDs, seudo
u:n dalles mortal.
O crimiposq foj preso em llagranlo e aguarda
na cadeia deste termo i instruccao da culpa, que
vai ser iniciada.
Navloa de faerra.Segundo lalegramina
particular, ao dia li do corrente sahio do porto
de Belem, no Fara, com destino aoaosto porto, a
canhoueira brasileira Henrique Dias ; e qne d >
Hio de Janeiro deve ter Uinbem sahido Bootem
eu au e-liontem o transporte deguerra brasileiro
lr^riKct. Em ambos esses navios remtropa de
linba.
Xaufragto. O telegratnma de Cururipe, na
provincia das Alagdas, diz que no dia 17 do cor-
rente perdeuse nos baixos de D. Rodrigo, proxi-
mo do Rio S. FraHcisco, o vapor brasileiro Valeria
de Sinimbu', pertencenle a companhia Ubuna,
salrando-se apeuas os passageiros, tripola^io e
bagagens.
Passameuto.No sabbado deu aalmaao
GreadorripT)3"longo padocimento, o Sr. Antonio da
Silva Gusmio, proprietario nesta cidade.
Entrada de aaauuar e algodao.
Na semana de 12 a 18 do corrente vierain ao nos-
so mercado, por mar e por terra 56,851, naccos
com assucar, e 4,803 saccas com algodao.
Sociedade Propagadora da ins-
truccao Publica. No dia lo do ctrreule
as 7 horas da noite, e no lugar annunciado, reu-
nindo se aassemblea geral do conselho parochial
da Boa-Vista, em numero sufficiente, foram accla-
mados presidenle o Sr. Dr. Joao Jose Pinto Junior
e secretario o Sr. Francisco Auguslo de Almeida.
Em seguida, o presidente do conselho parochial,
Sr. Moraes Mello, obtendo a palavra, passon a ler
um circumstanciado e luminoso relatorio do u:o-
vimento do mesmo conselho durante o anno de
t87i, sob sua gerencia, ^uggenndo algumas me-
didas, que lhe pariceram urgentes para o incre
mento e a prosperidade da mesina sociedade, pelo
que ricebca enthusiasticos applausos de todos os
consocios presentes; os Srs. D s. Drummond, Pin-
to Junior e o Sr. Rego Medeiros propozeram que
se consagrasse na acta da assemble! geral um ve-
to de louvor e gratidao a todos os meinbros daquel-
la conselho, principalmente ao Sr. Moraes Mello,
pelos relevabtes servicos por elles prestados, na-
quella qualidade, como evidenciava se do mesmo
relatorio, comprovado pelos docuraentos a elle an-
nexos e do quo era bem publico, e notorio a res-
peito, e assim foi unanimemente deli'oerado ; abs-
tendo-se, pore"ra de votar o Sr. Mcraes Mello e os
deraais membros do mesmo conselho.
Passando-se a examinar as contas apresentadas
pelo Sr. thesoureiro Miguel Arcbanjo Mindello,
das quaes sc veridcava um saldo de i0-i00 que
sobre a mesa se achava, foram consideradas exac-
tas, confornies e comprovadas.
Finalmente, procedeu-se a eleiQao dp mesmo
conselho parochial, sabiodo eleitos por unanimi-
dade :
Presidente.
0 Sr. Antonio Ignacio do IV go Medeiros.
Vice presidente.
0 Sr. Jusiiao Jos6 de Socza Campos.
Secretario.
0 Sr. Francisco Auguslo de Almeida.
Thescuretro.
0 Sr. Vicente de Moraes Mello.
Conselheiros.
Os Srs. :
Conego Auguslo Adolpho Scares Krcsewelter.
Felix de-Valois Currda.
Casimiro Lucio dos Santos.
E assim urminada a reuuiao daquella assem-
blea, o Sr. Moraes Mello, coxo presidente do con-
selho parochial, declarou ertpossadas os novos elei
tos, recebendo ua qualidade de thesoureiro aquel-
le saldo que the foi entregue por seu antecessor.
Tribunal do commercio.Em se?sio
de 17 do corrente foi elevado a seis o numero de
avaliaJores commerciae?, sendo nomeados para
os exercerem os Srs. : Alexandre Americo de Cal-
das Brandao, Joao GonQalves Ferreira e Silva, Ma-
noel da Crnz Marlins, Jeronvmo Emiliano de Mi-
randa Castro, Felix de Araujo e Albuquerque, e
Alvaro Paulo Noblato.
uinhciro.-O vapor Parana levou de nosia
praca para :
Parahyba 3:495:760
Natal g-.OOOiOOU
Ceari il.0OO(KO
Maranhio 500 i 000
Para 50:6001000
luqueritoa. Foram remettidos ao juizo
competente os inqUentos policiaes a que procede
ram : o sabdelegado do 2.* districto de S. Jose,
contra Manoel Antonio Izilro dos Passos, por crime
de ferimento ; e o subdelegado de Belem, contra o
machinista do trem da companhia de trilhos urba-
nos do Recife a Olioda, qae, na noite de 13 do cor-
rente, esraagou a Guilhermina de tal.
Failed mento.- Na cidale de Caruaru,
onde fora mu Jar de ares, deu a alma ao Creador,
no dia 9 do corrente, a- S horas da manna, o
academico do 4' anno, Helvecio Xavicr Lopes, li
lho doSr. Dr. Cnristovao Xavier Lopes. Mtco dt
esperaccas, applicado, e de moralidade exemplar,
Java esperanc.as ao paiz, de ser um homein distin-
cto ; a seu digno pai e familia, a quern deve pun
gir profunlamente tao prematara morte, nossos
Mncero3 pesames.
Olymnia, p.'.rdi, Penambuc, 1 1|3 aaoo, Grs.-J,
convul.-oos.
BA1IIA, 19 dedezfmbro.
d.
d.
mspachos da PBEsroENCu, po dia 18 db oezembbo cipo de Bisiuark depoj! iia* muos ; das aa poasiveis economias para
_ *5 '* ,.. lo ituperador Guillierme seu pedi-
Cyrraco Antocio dos Santos e silva.-Iaforme o rto Ue demissao de chefe do gain
Sr. inspector ger,'. Ida instruccao publica. ( nete ailemao. 8. U. o iinperador
Companhia pernambucana de navegar;ao a va
por. Conceda o prazo de doze Inezes, obrigan-
do se o snpplicanto a as;ign;r termo de responsa-
bilidade na capitania do porto.
Domingos Jose da Cuoha Cages. Iudeferido.
Francisco Ferreira Baltar. Sim, satisfeitos
os foroe devidos e junta a plant*.
Francisco de Paula Costa. informe o Sr. ias
pector da thesouraria de fazenda.
JoZo Romarico de Aievedo Campos. Informe
o Sr. comraandante sunerior da guarda nacional
do municifio da Escaca.
Joee Feli* da Silva. Indeferido.
Padre Leonardo Joao Grego. EocamiiiBe-se.
Manoel Thomaz dos Saatos. Concedo que o
supplicante le-ve uma ancoreta com tres caaadas
^e vinbo.
0 mesmo. Passe portaria concedendo aep-
miuao para segair, mas sem levar comfigo o bar-
ril de vinho.
Melcbiades Manoei des Santos Lima. Informe
o Sr. commandanle superior da go irda nacional
dos municipios de Olicda e Iguarassu, ouvindo ao
Sr. cemmandantedo batalbao n. 9.
Manoel de Souza Monteiro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
Rosa Calharina Maria Ja CdfiMifift. Iuforme
o Sr. Dr. chfe de policia.
TELEGIUMMAS
I
AttF.VCI* UtVAS lil.l Ti;ii
?C!XTI5CS
BERI.IM, 18 de dezembro, a uoite.
ConGrma-ie o boato de qne bprin-
Guilhcrme, proeurando obter do
prlneipc de BIstuarK a reiirada do |
seu pedido, obteve reapoata negatl-.
va. porque o prineiae ennsidera a j
decisao do parlameuto como uui vo-
to de censura peasau*. Na aeasiio j
(dc boje) do parlamentu um dejiu- ;
ado govcrnauiental apresentou '
uma mocao para ser approvado um
voto de conflanea ao principe do
Blamark. no quai se Ibe pc^a conti- .
nue a preatar sens aervicoa no paiz. i
Tenrio aido approvada essa mocao, '
o principe declarou que nao so nao
Inaiate no seu pedido, como ate o
retira. .
rorreapondcr aoa deacjoa exprca-
sos pela camara, e declarou que vai
ordenar a suapensao das obras pu-
blleus ciue foram comecadas a exe-
cutor. O 8r. Cardona aceltou o car-
go de preaidente doaenado.
ROMA, 20 de dezembro, pela manha.
Bm sua sessiie de bontcm, a ca
mara doa deputados approvou una-'
nimemente a conceaano de uma
peusao ao general Clarlbaldi, du-
rante o re a to de sua exlateacla.
MADRID, 19 de dezembro, d tarde.
BERLl.M, 19dedezembro, i tarde.
Terminou boje o JuIgamcnCo do
procesao intentado pelo geverun al-
lemaa contra o conde Aruim. Em
seguida ao reaumo doa debates,
feito pela preaidente do tribunal,
depola da conferencla do costume,
foi pronunciada a aentenea cou-
deinnando o conde Arntm a frea
nczes de priaao. Con e i|iie OS a
migoa do ennde x&o i:npetrar ao
impeiadoi- uciUberaao quu nao aeja
euiNni'tda a acntenra.
ROMA, 19'de dezerubro.
lommuniearoe* recebldaa donor-
te de Heapanha annunclam que a
neve continua a cahir de uma for-
ma eoctraordinarla. Ella entire in-
telranaCnte as eatradaa, tornando-
as inaceesaivele a peOea e a cava-
Ibeiroa. Bm viata diaao aeliam se
adiadas todas aa operacdes mjllta
rea. O grovemo* porem, vai aprovei
tando esaaa demoraa. para enviar
para o aorte novoa reforcos de tro-
paa. Bspera-se que. logo que o tem
o permlttlr, o general Serrano en-
i-te todae aa ooeraedea com to#o o
vigor. Aflarma ae que appareeeram
novos eymptomas de deseontenta-
mentos no excrclto do 0. Carloa.
A camara dos deputados appro-
vou o orcamento apreseiita o polo
Sir. .Micgdetti. N, cxpusira^, que
jirecedeti a nprpsentocao ilo oi-ya-
uiento, o ministro daa Dimiicas da
ilalia eompromctleu-se a faier *o-
LONDRES, 19- de dezembro.
r
' Foram lioje regularcs as transac-
cdes no mercado de cafe, aa*1eu
tmiilo se oa precoa ; dos IcilOea foi
Cambio sobre Londres 0 1/4
bancario. 9 %'*, 3/8 e 9S l/
particular.
BAHIA, 20 de dezembro.
Cbegon boje pela manb o paquc-
te ingles LIGURIA, da companhia do
PaciflcOy procedente do Rio de Ja-
neiro, e sane a tarde para Pernam-
buco.
(AGENCIA AMERICANA.)
Rio 19 de dezembro as 3 h. da tarle.
Entrou o paquete norte-americano SOU-
TH-AMEHICA, procideuto de New-York
pelos portos do norte da sua escalt. Hon-
tem sahio para Pernambuco o transporte
nacional WEHNECK conduzindo tropa.
Chtgou ao Rio-Grande do Sul o lugre portu-
guez LAIA, procedente de Pernambuco. Xar-
que : declinando. Dous carregamentos fo-
ram, vendidos a 5$, e as gorduras a 65000.
Cambio sobre Londres 26 1|2 bancario e
26 o|8 particular.
Bahia 19 ds 5 h. da tarde.-Xarque :
firme. Existem do Rio Grande do Sul
800,000 kilos e do Rio da Prata 162,000
kilos. Vendeuse do Rio-Grande de 50 a
6J6600, a o do Rio da Prata de 6$ a 6?H00.
Durante a semana as rendas m^ntaram a
183,000 kilos, de ambas as procedencias.
Sabiram para Pernambuco : a 17, o brigue
nacional CONSTANTS UNLiO, e hoje a
barca allema WORWART. Cambio sobre
Londres 26 3{8 bancario, 26 7[16 e 26 1|2
particular.
Rio 20 ao mcio dia.Sabio para os por-
tos do norte o paquete nacional PA HA'.
REVISTA DIARIA.
Autoridades policiaes. Por portaria
da presidencia da provincia, de 17 do corrente,
foi nomeado I." supplente do delegado do termo
do Triumpuo e subdelegado do 1,* districto desse
termo, Antonio Arminio Gomes Coimbra, eM*noel
Jos6 da Costa Borge?.
. Conferencla.-Tevelugar h.ntem no thea
tro de Santo Autqnlo a pritneira das conrerencias
publicas, promovidas pela loja maconica Sanga
nelli.
Ante um aoditorio de cerca de 500 a 603 pes-
$oas de boa steiedade, inrluindo algumas familia?,
proferio o Fr. Florlano Correla de Brito um elo-
qaente discurso sobre o conflicto ttaiado entre a
igreja e o estado.
Em to Jo o ado foi flelmente obsarvada a ordem
preestabelecida.
Kiuta e fcrimentoe.-.\o dia li do or-
rente, as 6 horas da tarde e em terras do enganlio
OUndi, do termo do Cabo, Firmifio Correia
buquenjue, eneontrsndo-se com Jose Andr6 Perei-
ra, de quem aqaelle havia, ha aigum tempo.
Gamelleira.
Oi abaixo asswaados, atbiuatea tu cotoarea *;
Rio Pormoto, nio podaai deixar de protisur
coatra ama publieaeao ioseitanaC/iioiwcado jcr-
n*l A Proi-irtcia.ea qae se eeasnra am lingua
sem acre e improaria de carallieiros. ao Sr. Dr.
Francisco Jest de Medeiros, di.-tinr'.o liberal, por
ter eil-', na qualidade de orgao da camara muni-
cipal de Gamelleira, felicilado u dalinrto pernam-
bueauo -o conselbeiro Joao Alfredo Correia de
Oliveira.
Oi abaixo a;*ignados, que conhecera da pert)
ao Sr. Dr. Medeiros, pod m garantir aos Srs. re-
dactors da Provincia, que esse nosso dittinfto
amigo e-t. muito aciaa das allu-i'.ai iojustas e
precipitadas qae lhe foram feitas
Liberal drstincto o Sr. Dr. Medeirt*, tem-se >a-
bido i.npor a conflanea dos seus correliiioaarios
e ao respeito dos ;eus adversarios ; o>mo partiea-
lar, o Sr. Dr. Medeiros, pela nobreza do tea etra-
cter, pelo modo por qne haprocelido sempre, me
rece a consideracao de todos.
Concluindo, os abaixo as.-ignad is seat m qua a
Provincia, que se diz i.rgao do parlilo liberal oesta
provincia, lenha tao desabrit que hi Sue pels seu- prtcedeniei se Um torn-Jo digno
e raacaito e e-tima.
Rio Firraoso, 7 de dezembro de IS71.
Thomaz Lins de Barrus Wauderley, conego An
tonio Eu.Ma juio, bacharcl padre Pedro Jose .Sue1-.
Auguslo R-jiiao do Almeid.i, Le-n-io ItiLeiro Can.-
Sosde Vasconcello', Antimio Josa Pimeotel Juni. r,
ose Juliao R gneira Pinto de S.uia, Antonio Ka
risto de Leao, Manot-I Affonso Aquiao de Alt i
querque, Antonio Vicloriaoo de Almeida Aadra-
de, Francisco I'ublio tie Albuquerque, Pedro Joa-
quini Vianna Lima. Manoel Ca--t.io> de Almeida
Andrade, Ju.-o Antonio de Miranda, Joao Fraaris-
co de Moura Cj.-u, Manoel Franci-co Pereira,J' is
3-nlii.iriiili'i da Silva. Fracciseo Feneira de 'lbu-
querque, Manuel Antonio Soares Junior, Anttn^
Manoel Soares, Antonio Joe da Cunaa, Joao Fran-
cisco de Souza, Jiaquii> Bandeira da Silva, Ma-
noel Bernardo das Virgr-ns, Anton o Pereir* da
Moita, Joao Jo e de Barr mo e Sonza, Franci-co An:onio do Carm-i *
Souza, Alexandre Rodrigaes da Silva. M
Clandio da Silva, Dimiao Coelho de Meflo, Sirws-
tre de Araujo Ramos, Manoel Virgin o da Aranj".
Luiz Fernandas Cavaicante de Albujuerque. Ca--
tano Fcrnandes de Hollanda e Souta, Manoel Cat-
tan ) de II dl .nda e Sonza, Hermogeoes r r- -
ra de Sant'Acna, Joao Mauricio asBarrosWaa-
derley.
>. 303.-O .::' pude a aalaaparri
Iha de Briatui faaer .-Uir.ja acam p*r
guota a ee rest) de humanidade, o Jay me Wy
ckoff, nio s6 arrancado a rnrte, como tanbera
resiab'l-cilo a saiile, quando ja s* amava tae'o
devorado pel is ecrofula ; -a J>ai,.iim Mejia, de
Valparai/o, qua se esuva lt-finrian-.o com phtj-i-
ea escmfulosa ;a JosO M. Gomex, de Ver* Crui,
qu^ pelo esparto de i annos p deceu de um can-
ero no nariz a Sra. Antonia QuHroi, da Hava-
na, de.-fignrada por um rheuniatisn.o chroneo ;
a Sra. UMOra Aguilera, de Bueoo- .\\res, qie u-
nba 15 ulceras abertas no joelhj d,reit';-a Sra.
Dolorez Mend 'z, de Lima, qne Hcju reduxida a
um esqueleto vivo em Ctinsequenc a de nma mo-
lestia exterior; e tod03 atteslam e ci-riificaraaaa
depoii qne os medicos os mais emioeule* proaun-
ciaram sua senteaca de morte, a sa'.parn'.ha de
Bristol, nao so os alliviara, mas tta tambem cs
restabcleceu e Ihes devolvea o maUcompeto es-
tado de sauda
Em cada cilade, povoacio e aldeia da Aaunca
Ihspanhola, acliar-se-hao bomens, molDeresem':-
nlnos, que diiao o meimo.
Proflamaa.-Lidos no dia 20 de dezejnbro
na igreja de Nossa Senhora do Rosario que serve
serve de matriz ca freguezia de Santo Antonio.
1* denonciacao.
Andre da Silva Dutra, com' Guilhermina Clotil-
des Vieira.
Pedro Laiz de Oliveira, com Hermina Januaria
Tecoria de Luna.
Joaquim Onofre de Mendocja, oui Desulina
Francisca Gomes de Souza.
Joaquim de Araujo Alve3 da Fonceca, com Ma-
ria Annunciada Rodrigues Pereira.
Francisco Mauricio d'Abreo, com Belroira Eliza
dos Santos e Silva
Joviniano Alexandre dos Santos, com Gregoria
Maria de Albuquerque.
Alexandrioo da Molta Siheira, com Nympha
Laura da Fonceca.
Joao Geralio Alve>, com Urnbelina Alexandrina
de Ncronba.
Manoel Joaquim Flore?, ecu Eufrosina Maria da
Coneeican.
Dr. Francisco Rodrigues Pessoa do Mello, com
Eugenia Sophia Pessoa dos Anjos.
Joaquim Feraandes Rimos, com Eulocia Fran-
cisca de Souza e Silva.
Jose Manoel da Fonceca, con Maria da Annun-
ciacao Velloso.
Jose Estevio do Nascimento, com Maria Zeferina
d'Oliveira.
Joaquim Rodrigues Pereira, com Amelia Au-
gusta Brandio.
J" denanciicao.
Martiniano Eleuterio da Silva, com Emilia Mou
teiro da Silva.
Laurindo Francisco de As.-i', com Maria Lima
d'Amorim.
Joao Leite, com L9opoldina dn Souza S)ares.
Alfredo Baptista Braga, com Maria Adelaide Pe
res da Crnz.
Joaquim Manoel dos Sants da Conceic3", cem
Maria da Conceicao Neves.
Sam-el do Espirito Santo Chorita, com Francis
ca de Souza Borges.
3' denunciacao.
Eradio Francisco Lavra. com Amelia Francisca
Cavalcante.
i.oterla. *- A que se r.;ha a venda e a 129*,
i beneficio da Santa Casa de Miaericordia, a qual
-e extrahira no dia 22 do corrente.
Proteato de letraa. -0 escrivao dos pro-
testos, Jose Mariano, esia de semana : cartorio na
ma Bella, loja do sobrado n. 37.
Caaa de detencao.-Movimento da casa
de detencao do dia 18 de dezembro de 1874 :
Existiam presos 312, entrou i, sahiram 6,
existem 307.
A saber :
Nacionaes 236, mulheres 9, estrangeiros 26, es-
cravos 33, escrava 1.Total 307.
Alimentados a custa dos cufres publicos 250.
A saber .
Saos 236, (Bfermos I i.Total K0.
M vimento da enfermaria do dia 19 de dezem-
bro de 1874:
Tiveram balxa :
Feliciano Jose Bezerra, eontusoM.
Antonio Alves Evangeli^ta, syphilis.
cemllerio puaiico.-Obituario do dia 18
se dezetpbro:
Militino, preto, Pernambuco, 20 annos, rolteira,
Boa-Vista, ho3piUI Pedro II : hyp emia inter-
tropical.
Llaudina Candida Silveira, branca, PernaTboco,
36 annos, sulteira. Boa Vista, hospital Pedro II;
turhe.rculos pulmooares.
Maria, escrava, prata, t Pernambuco, 22 annos,
lieira, Santo Antonio ; iufec^ao putrida.
Luiz, escravo, preto, Africa, oi annos, solteiro,
Boa-Vista; colite.
^IMMESIC^.
JU^TA DOS :ORRET)RES
Praca da ttecife, IS de dcieut-
bra de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotac5es ornoAB
Cambio sobre Londres a 00 d(. 2S i|i e dc
banco 26 3|8 d. por UO0O.
Dilo sobre dito a M d|v 26 ?|I6 c 26 5|S d. per
UOOO, hentem.
Cambio sobre o Porto a 90 div 103 M) de pre-
mio.
Cambio sobre a Bahia a 8 d|v. ao par.
?e o prei iea,
A P- de Lorn *.
Pdo aerrtarr,
Antonio Leonardo Roarifue*.
ALFANP1-'' K
Aend/.-nanto do dia I a 18. .
ldm do dia 19
5W .Tl/3>
35:9ill> r
De:carregam hrja20dedezembro de 1874.
Barca ingleza CUmrnlia meread wias para
alfandega.
Patacho itahano Eimida mereadorias para
alfandega.
Brigue portoga t Ligeiro III varios gca*r;
para o trapicho Gmceica\ e vinao para
deposito no trapichs '.unr.a.
Patacho inglez Lucy kerosene ja desarha?o
para o ca-s do Apollo, e ran deposito n
trapiche Vieira
Patacho inglez Si/ o trapiche Conceicao, para despu-liar. i
deposito no trapiche Vieira.
Brigue ailemio Berlha fariaba ja despacaa
da para o caes do Apollo.
Patacho rmericano O. C. Clarf farioha ja
de-pichada para o caes d) Apollo.
Patacho inglez Cassandra bt-alhao ja d.
paehaio para o iraprche Ccaeeicio.
Brigue inglea Dora bacalhac ji despacbad
para o trapiche Coacdeio
Brigue pirtogu"! Soberano van g-ner
para o trapicho Conceicio, para de pa
char.
Barca ingleza Volonta di Dio dormentes ja
despachado para o eaes do Apollo.
B.rca ingleza Swoy carvij e tifotas ja d-
paeliados para o caes do Apollo.
Barca ingleza lane Maria lerro a cirvi,
ja despaehado* para o c.es do Apo b.
Lugar americano Maud Baitaar karoaaa
para o trapiche Coaoeic&i. para de*, i
U.TERACY0 NA PACTA DOS PmiQOs DOS SErBS
sunrros a direitos di xpobtacao, ra skvam
OS 21 A 26 DS DEZKVBBO Dt 1874.
Assucarraascavado I0'i rs. o kilo.
Couros -de boi seccos salgados 534 rs. a kil?.
Carvio animal 100 rs. o kib.
Folhas medicinae 500 rs. o kil>.
LI barrigoda 666 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 19 de datem'To 4
1874.
O 1* cenferenteJoaqnim Aureiio WandTby.
O 2* conferente -J. B. de Castro e Silra.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, i9 ae
dezembro da 1874.
SerrinJo de inspector,
Pedro Lopes Rodrigaes.
Iniparta^at*
Barca ngleza Constancia, entrada de Terra Ha-
va em 18 do c rrente e consigoada a Joaastaa Pa-
ter \ C manif^ioo :
Baealha 3.5C0 barricas ars consignatarios.
Pa tar ho ailemao Bcriai, entrado ae Richmoad
na mesma data e consignado a Phjaai Broiaars \
C, manifeiti u :
Farinha de trigo 2,600 barricas aos coatigaa-
larios.
Brigue portugoex TAierato, entrado ae LisUa
na mc--na data e cunsignaij a Amortfll lrm^>s \
C, nan.f. stnj :
Arcos ds pao 64 roias a Fraoco da Caaaa
Cabolas 50 caixas a Martins A Caaba, W a
Mi ntein Junior Si Fernanda. Gevada 100 saeets
a. is coniignatariis. Cadeira I em umacaut a G.
Octavio da Oista 'artins C>mmoaa I a Gatlaer-
oe Halliday
Fnjao 21 saccas a Antonio Ferreira A!brta.
Pmllo 100 saccos a ins* P. Carrairo ft <"., iOJ a
pinto Mi rti a 4 C, ffl i Muretra It
M .vfis 21 volumes a Joaquim H G a^a'res
Rosa.
Peixe em eunrva 3 caixas a Carlos A. Bar-
bosa. redras de lagedo 77t a J.j*e A. ae Araaj)
f
i






"WHWf"
Dftfrfo P*namM6o
Segutta^-
Ink
21 de DezO^ro de 18'74-
ndx K) barris a Carlos A. Barboza. Sa'rdl-
ah* iiJbarri-i aomesirio, 50 a Silvd Guimaraes
&C. ,
Vioag re 17 pipas e 35 barris de quialo a Thd-
maz de Aquino Fonseca & Successors, 3 e 5 a E.
R. RabeUo & C, 8 e 55 a ^iWa Guimaraes tSj G, 3
0 8 a Beltrao & Fiiho, 40 barris de decimo a Braga
Gomes & C. .
Vinho branco 20 barris de quinto a Martins \
Cunha, 5 a Beltrao & Fiitio, 5 a E. R. Rabelio &
C, 5 a Tnomaz de Aiiuino Fonseca & Succe-i
sore3. Vinho tinlo 29 pipas e 5 barris de quinto
a Souza Bastos 4 G, 28 e 10 a Rosa & Irmao, 24,
35 e f meias pipas a Tnomaz de Aqufolo Fonceca
A Su-cesseres, 32, 35 e 2 a E. R Ribello 4 C,
31, 35 e 2 a Beltrio 4 Filho, 40, 60 e 2 a Silva
GflimarSes & C.
Barea ingleza Clementina, eutrada do Liverpool
na mesma data e consigaada a Simpson & C, mi-
nifeslou :
Arroz 300 saccos a Mills Latham & C, 100 a
Fernandes da Costa & C. Araostras 5 volumes a
diversos.
Barras de ferro 20 feixes a Parente Vianna
& G
Cbombo 10 barris e 18 lencoes a Hawkes 4
C., dito de municao 60 barris a Moreira Halliday
& G. Carveja 37 barricas a Tnomaz de Aquino
Fonceca 4 Successors, 50 a Jose M. da Ho a &
Filbo, 19 a J. I. Alves & G, 9 a Joaquim Jose Lei-
tao 4 G, 165 a Rosa & Irmao, 70 a Paulino Jose
da Gosta Amorim & ^. 67 a Magalhaes & Irraio,
67 a Lebre & Reis, 67 a Fernando da Costa & C,
17 a Santos & Araujo, 150 a Beltrao & Filho.
Coke 20 toneladas, 29 quiotaes e 3 arrobas a Car-
doso & Irmao. Carvao de pedra 100 toneladas
aos consignatarios. Cano3 de ferro 33 a A. Ghwy,
ditos de chuoibo 3 barricas a S. P. Johnston <& C,
1 a Hawkes & C Citilaria 1 caixa a S. P. Johns-
ton & C. Canos para gaz 9 volumes a S. P. Johns-
ton & G. Gorrentes 3 barricas aos mesmos C>r-
da de barquinba 1 fardo a Beltrao & Filho. .
Enxofre 5J caixas a Parente Vianna 4 C. En-
xadis 15 barricas aos mesmos, 10 a Hawkes & L.
Ferrageus 17 volumes a ordem, 2 a Joajukn
Antonio de Araujo & C, 26 a Moreira Hill'tlay &
G, 33 a 5. P. Johnston & C, 5 a Howies 4 C.
Fonnas de ferro 50 feixes a Parente Vianna & G,
dita3 para assucar 16 gigas ao barao do Livrameu-
to. Fio 1 fardo a S. P. Johnston & C. Ferro
10 toneladas aos mesmos.
Lona 7 fardos a Moreira II dliday & C, Louca
80 gigas a Souza Bastos & C Liuha 4 caixas a
Moreira Halliday 4 C.
Machinismo 52 volumes a A. Ghwy, 1 caixa a
ordem. Machinas de costura 2 caixas a Hawkes
c, p
Oleo de linhaca 20 barris a E. Jos6 da Motta, 10
a Beltrao & Filho, 8 a J. da S. Ramos. Objectos
diverso3 12 volumes a Jo'.nslon Pater 4 C Objec-
tos para gaz 17 volumes aos consignatarios, diW3
de borracha 1 barrica a Bartliolomen 4 C, ditos
para estrada de ferro 2,022 volumes a companhia
Ferro Carril de Pernambuco.
Pregos 25 barris a Hawkes & C, 1 a Beltrao
& Filho.
Soda 10 barris a ordem Saccos de estopa 7
fardcs a Braga Son 4 C.
Tmtas 7 barris a ^rdem. Tecido3 b caixas a
Mills Latham 4 C.
Vidros 0 barricas a M Halliday 4 C.
Folaca hespanhola Nova Providencia, entrala
da Ilha do Sal cm 19 do correate e cousiguala a
Amorim Irmao & C, m inifeslou :
Sal 3.000 alqueires ao3 consignatarios.
Lugre amoricani Maud Borbour, entrado de
New-York na me3rai data e consignado a AUgus-
to Fr.-Jerico de Oliveira 4 C, manifestou :
Banha WO barris a Tito Livio Soares, 50 a An-
tonio F. Gorga, 50 a Pinto Moreira 4 C. Breu
100 a Santos & Araujo.
Fazendas de algodao 9 volumes a L'liz Antonio
Siqueira.
Kerosene 3,000 caixas a Antooio F. Corga, 100
a E. Jos6 da Motla, 5U0 a Tito Livio Soares, 250 a
ordem, 200 a 1'into Moreira 4
DE5PAGHOS DE EXPJRTACAO NO DIa 13 l)t
DliZEMBRO DE 1374.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Cordova, para Liverpool,
carregou: F. Cascio & Filho 840 saccos com
03,COJ kilos de assucar m33=avado ; Rocha Lima
^Guimaries 420 ditos com 31,500 ditos dedito.
No navio iuplez Bio, para Liverpool, carre
gou : W. H Wiatl 4 G 228 saccas com 77,420
kilos de algodao.
No bngue pjrtugaet Bella t'lgneirense. para
Lisboa, carregoa : Amorim lrmao3 & C. 300 sac-
cos com 22,50u kilos de assucar bnuco ; J. A. M.
Vianna 227couros salgadjs com 2,721 k'los.
Na barca portugueza Imperial, para o Porto,
carregoa : T. A. Foncec! 4 C. Successores 200
saccos com l-i.000 kilos de assucar branco, 400
ditos com 30.0M) ditos de dito mascavado e 145
barris com 7.200 litres de mel.
Para ot portos do ulterior.
Para o Para, no vapor nicinnal Parana, car-
regoa : Amorim Irraaos & G. 115 barricas com
7,697 kilos de assucar braaco ; P. Simoes & C. 10
d'itas com 753 ditos de dito.
Para n Rio do Janeiro, no brigue national
liabel, carrgou : S. P. de Leraos 300 saccos com
22,500 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, na escuna portu-
gueza Helena, carregou : Amorim Irmaos & C.
100 saccos com 7,300 kilos de assucar branco.
Para Mossoro, na barca^a S. Joao, carregou:
A. L. Vieira 5 pipas com 2,400 litros de aguar.
dente.
Anadia
Agnia
Aveiro
Geja
Bhaves
Ivas
Emarante
AuimarSes
Gvilhl
Coelga^o
MPort'alegre
Arcos de val de vez
Celorico de Bastos
Caminha
Uangualde
Ponte de Lima
Povoa de Lanhosa
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos d terres
lies estabelecida na Bahia'
em 15 de j aneiro em 18 7 0"
CAPIfAL 4,000>:00090'0tf.
romti seguro de mor'cidorias e dinheiro
ieo maritimo era narvio de vela e 7%iitei
ara dentro e f6ra do imperio, assim cdnc'1
'.ontra fogo sobre predios, generos 8 fa
eridas. .
Agente : Joaqaim Jos6 Gon^alves Beltrao /
aa do Commercio n. 5, 1 andar.
Banco do Minho.
Joaquim Jose GoncMves Be'.trao & Filho sacdlm
por todos os vapores sobre :
Evora Monsao
Fate Ovar
Faro Porto
Guarda Tavira
Leiria Regoa
Lisboa Vizeo
Barcellos Figuei
Coirabra L^rnega
tfirandell'a' Estarr
Penafiel Valen
Villa real
Cabecira de Bastos
Castello-Branco
Espozende
Oliveira de Azemeis
Povoa de Varzim
Vianna de Castello
Villa nova Je PortimI Villa nova de Famalicao
Villa do Conde;
IVas ilhas
Madeira, S. Miguel, e Faial e Teiceira.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA "b FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
jesta prasa, toma seguros maritiraos sobrt
lavios e seus carregamentos e contra fogc
ma edificios, mercadorias e raobilias: ni
aa do Vigario n. 4, pavimeuto terreo.
SEGUROS
Mrilim o e contra-fogo
COMPANHIA
Pkenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro conira-fogo
?HE LIVERPOOL & LONDON INSURANCE COMPANY
A^eutes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
37Rua do Amorim37
Saca qualquer quantia a prazo ou a vista so-
bre este Banco ou >uas respectivas agendas nas
teguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
centes e IL-spanha, a saber:
Portugal
CAPATAZ1A
Rejdimento do dia 1
liia do dia 19
DA ALFANDKGA
a 18. 9:101*708
.... 540*460
9:6i5ii68
VOLUMES SAB1BOS
18.
No dia 1 a
o dia 19.
P:uneiraporu
Segonda porta
Terceira porta .
Titpiche Gcncticao
29,442
221
138
740
3,187
33,628
Agueda.
Aiuaranle.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Areo de Baulhe em Ca-
beceiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
('.a mi nh a.
Chaves.
Castello Branco.
Coirabra.
Castro Daire.
Coura.
Covilha.
Esposende.
Elvas
Estremoz.
Fafe.
Kamalicao.
Faro.
Figueira.
Gouveia.
Guarda.
Guimaraes.
Lagos.
Louie.
Lamego.
Lisboa.
SERV1CO MARITIMO
4iarngM descarregadas no %apich da
alfandega.
Ha dia 1 a 18.....
So dia 19.......
*o trapicbe Gonc*;cao .
71
2
2
75
'.3CEBEDORIA DB RENDAS IN'i'FRNAS GE-
RAES DE PERNAMBTJCl
isodiraenio do dia 1 a 18 32:697*299
ivM do dia 19 ... 10:133*012
42:830*311
GONSULAIJO PROVINCIA..
;iuimemo do dia 1 a
. >ot do dia 19
18.
105:700*030
3:917*856
109.617*896
AGENCIES PROV1NCUES
Liqaidos espirituosos.
Kondimento de 1 a 1
Idem do dia 18
2380*074
39*252
Kendltnento de 1
Idem do dia 18
Bacalhao, etc
a 17 2:924*690
433*768
Generos
ttaatoonto de 1 a 17
idem-do dia 18
de estiva.
3:932*13*
691*056
Farinha de trigo, etc
e.endimento de 1 a 17 2:850*308
idem do dia 18 441*000
2:119/326
3:358*458
1:623*188
Fuino, etc.
rteadimento de 1 a 17 1:564*879
.,--------3:291*308
Melgago.
Malliada.
Mirandella.
Montemor o velho.
Moncao.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Port'Alegre.
Pinhel.
Ponte de Lima.
Portimao.
Porto.
Povoa do Varzim.
Povoa de Lanhoso
IV'eoa.
Silves.
Santo Thyrso.
Tavira.
Torres Novas.
Thomar.
Valenca.
Vianna.
Villa do Conde."
Villa Ponca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
Villa da Feira.
Villa Nova de Cerveira.
Vinhaes.
Vizeu.
Villa Real.
Movimento da Beira.
Unas.
Fayal. Funchal.
Heapanlia.
Badajoz. Madrid.
Barcelona. Orense.
Cadiz. Padron.
Caceres. Pmtivedra.
Campinas. Puentearfias.
Coruna. Santiago.
Ferrol. Vigo.
Revista commercial
Da semana de 14 a 19 de dezarabro
de 1874.
Cambio sobre Londres, 90 d[v 26 1]2 d. 265/8 d.
26 9(16 26 5[8 d. por 1*000..
Dito sobre dito, 90 d[v 26 3j8 d. por 1*000,
banco.
Dito 9obre Paris, 90 d(v 339 reis e 360 r6is o
franco.
Dito sobre dito, 90 d|v 364 r6is o franco, banco.
Dito sabre dito, 3 djv 370 reis o franco, banco.
Dito sobre Lisboa, 90 d|v 102 por cento de
premio.
Dito sobre dita, 90 d[v 105 por cento de premio,
banco.
Dito sobre dita, 3 d[v 108 por cento, de premio,
banco.
Dito sobre o Porto, 90 div 102 por cento e 103
por cento de premio.
Dito sobre Hamburgo, 3 d[v 463 reis o reich-
mark. banco.
Dito sobre o Rio de Janeiro, 5 d[v ao par.
Dito 3obre dito, 7 div ao par.
Dito sobre dito, 8 drv ao par
Ditosoore Bahia, 8 d|r ao par.
Apolice da divida publica de 6 por cento,.....
Kto. Oondon, laslro, aUpwHo 3]4, Mftei6.
Dito. Bolgoy, assucar, 60 schs., 5 por cento,
Maceio.
Aguardente. Cotamos a 60s a pipa.
. Arroz. Ctiegaram 475 saccos, vend* 2*550
po 15 kilos, e baixo, venda 2*200 por 15 kilos.
Azeite" dote em caixas. Chegaram 100 caixa.*,
cotamos a 10*000 a caixa.
Dito dito em barri3. Chegaram 65|5, venda
2*600 .
. Alpiste.Chegaram 14 barricas, vendas 6*000,
nor 15 kilos.
I,Banha. Chegaram 640 barris, cotamos a 991
reis 0 kilo.
Drea Chegaram 162 barricas, cotames a 12*
a barrica.
Batatas. Chegaram 290 meias caixas, vendis
de 4*400 a 4*500.
Bacalbao. Chegaram 11.687 barricas. Depo-
sito 15,000 barricas, e retalha-se a 17*000 e 18*
a barrica. .
. Came. Sem chegada. Em deposito 48,000 ar-
iobas da do Rio Grattde, de 4*5')0 a 6*200, e da
do Rio da Praia 10,500 arrobas, de 5*800 a 6* a
larroba.
Couros seccos salgados. Chegaram 802, ven-
da 534 reis 0 kilo.
Cimento. Chegaram 110 barrr.as, cotamo3 de
9* a 10*000 a barrica.
Cebolas. Chegaram 180 caixas, vendas a
10*500' a caixa.. 1
Cha. Sem chegada, venda do verde, mludo, a
45269 okilo, eoiforme a qoaHdade
Caf6. Chegaram 566 saccos, vendas a 8.200
liqaido, por 15 kilos.
Canela. Chegaram 10 caixaa,cotamos a U65o
0 kilo.
Cerveja Bas, Noruega e Tenente. Chegaram
168 barricas, cotamos aos precos seguintes:
Bass, cotamos a 6*000 as inteiras e 7*000 as
meias.
Noruega, cotamos a 5*000 as inteiras e 6*000
as meias.
Tenente, cotamos a 3*500 as inteiras e 4*500
as meias.
Cognac. Sem chegada, cotamos de 9* a 22*
a duzia, conforme a qualdade.
Carvao de pedra. Chegaram 1,395 toneladas,
ultima venda 19*500 a bordo.
Farinha de trigo. Chegaram 4,395 barriC3S.
Deposito 2i,28l barricas, e retalha-se :
Hungria, 28* a 31*000.
Trieste, 26* a 29*000.
Americana, 19* a 22*000
Farinha de mandioca. Chegaram 1,421 sacccs.
Deposito 4,000 saccos, retalho de 6* a 7*000 0
sacco.
Dita de milho.Sem chegada, cotamos a 4*500
a caixa.
Figos. Chegaram 22 caixas e 22 grades, co-
tamos a 4*500 a caixa.
Farello. Chegaram 881 sascos, cotamos a
5*100 0 sacco.
Furao em robs. NSo tcm vindo ao mercado.
Dito em caixas. Chegaram 123, venlas de
12*500 a 13*300.
Dito em latas. Sem chegada, vendas de
12S500 a 13*500.
Genebra de laranja. Sem chegada, cotamos a
7*000.
Dita commura. Sem chegada, cotamos a 4*.
Diita de Hollands,sen chigada, cotamos a 5*500
Ditas de botijas, sem cliegida, cotamos a 380 reis
por botija.
Ditas lanterna magija, sem Chegada, cotamos a
4*500. ,_
Ditas vida eterna, sem chegada, cotamos a 5*500
Kerosene. Chegaram 9,0u0 caixas, venda
4*000 a lata.
Louca ordinaria.Sem chogida, cotamos a 410
por cento.
Dita Dna. Sera chegada, cotamos 300 por
cento.
Milho. CtHgaram 451 saccos, vends a 80
e 100 r6is 0 kilo.
Massas. Sera chegada, cotamos de 7*000 a
9*000.
Manteiga ingleza era caiiai. Chegaram 9'j
caixas, vendas das latas amardlas a 2*614 0 kilo,
e das roxas a 23287 u kilo.
Dita ingleza em barris.Chegaram 72 barns
cotamos a 2*178 0 kilo.
D;ta franceza. Sem chegada, cotamoi a
1*612 0 kilo.
Puosphoros. Sera chegada, venia 2*o00,
2*700 e 2*800 a groza.
Pimenta. Chegaram 16 caixas e 37 fardos,
cotamos do 7*500 a 8*000 a caixa.
Papel de oiobrulho. Chegaram 40 caixas,'
veudas 820 rSis a re ana.
Queijos flamengos e prato. Chegaram 77
caixas. e retalh m-36 aos prego3 seguintes :
Dos flamengos, retalho 2*800 0 queixo.
Do prato, ictaino i-334 0 kilo. _
Sal. Chegaram 480 alque re.i, cotami s nomi-
nal de 1*40) a 1*500 0 alquiire.
Sabao inglez ordinario. Chegaram 4 caixas,
cotamos a 280 reis 0 kilo.
Dito da terra. Vendas de 420 a 460 reis 0
kilo.
Sardinha de Nantes. Seal chegada, cotamos
260 reis a Utade quarto.
Toucinho. Chegaram 40 barris, venda 16*000
por 15 kilos liquido.
Velas stearioas. Chegaram 25 caixas, ven-
da a 520 reis 0 maco.
Vinajre. Chegaram 45 pipas e 90 qaintos, co-
tamos de 115*00.) a 125*000.
Vinho tinto da Figueira e de Lisboa.Cnegarara
92 pipas, 67 meias e 350 quintos e 4 decimos
e cotamos aos precos seguintes: aan..nn
Da Figueira, cotamos do 200*000 a 220*000.
De Lisboa, cotamos de 190*000 a 200*000.
Dito francez. Chegou um carregamento da
Marsi Ilia vendido, porem ainda nao transpirou 0
Dito branco francez. Sem chegada, retalho
230*000 a pipa. .
Dito branco de Lisboa. Chegaram 5 pipa3
e 55 quintos, cotamos de 220*000 a 240*000.
Djto do Estrsito. Sem chegada, retalho a
2(0*000.
Dito do Porto. Chegaram 37 caixas, cotamos
a 10 000.
Una das Perfjatibncimsi
N. 18. Jose" Lopes Davim, uma cas.i
terrea occupada pelo tnesmo, avalia-
daoor
N. JO. Jjse* Baptista Drag*, uma
caw terrea arrenlada por
N. 26. Vicente Ferreira do Santa
Anna, uma casa terrea avaliada por
N. 28. Omesmo, uma casa terrea
avaliada por
200*000'
200*000
150.000
3(03000
300*000
1:356*000
400*000
540*000
420*000
180:000
144*000
360*000
144?000
I
I*.
idem do dia 18
rtendimeito de 1
Mem do dia 18
49*072
~m........m
Vinagre, etc.
a 17 l:2f6*112
443*263
1:613*961
1:669*375
16:975*606
Tbesonro proviuxwl de Perdambuco, 19
de dezemhr* de 1874.
0 escrivao,
J. C. M. da Silva Santos.
1:040*000.
Dita sobre dita dita, de 6 por cento, 1:010*000
ex dividend} para 15 de Janeiro.
Desconto de leltras, 9,10,11 e 12 por cento ao
anno.
AlgodSo. Tern entrado 4,622 saccas por terra
e mar.
Assucar da Parahyba, 1*750 por 15 kilos, posto
a bordo, frete 40 schs. e 5 por cento.
Dito do Rio Grande do Norte, 1*940 por 13
kilos, posto a bordo,
Dito da dito dito. 18940 por 15 kilos, posto a
bordo n'aquelle porto.
Dito bruto, bom, 1650 por 15 kilos.
Dito bruto, escoihido, 1*650 por 15 kilos.
Dito mascavado, purgado, 1900 por lo kilos.
Dito do Canal. 1*100 por 15 kilos.
Entcaram 56/)38 saccos por terra e mar.
Frete. -Corizande, assucar 67(6 schs. 5 por cen-
to, GanaL -
Dito. Castandre, aasuear 57(6 sens, por cento,
Canal.
Dito. Maria Sophia, assucar 60 schs:
Dito. Tarantej algodao 11[16 Liverpool.
Dito. Gonion, lastro, assucar, 45 schs. Mi*
cei6.
Navios enlrados no dia 19.
Bahia 8 dias, barsa ingleza Gondon, de 604 to-
neladas, capitio Crosby, equipagera 13, em las-
tro ; a Theodoro Christiansen.
Ilha do Sal- 31 dias, pohca hespanhola JVoca
Protiidenci'Z, de 200 toneladas, capitio Lorenzo
Roig, equipagem i2, carga sal; a ordem.
Rio de Janeiro 20 dias, barca portogueza Fir-
meza, de 459 toneladas, capitio A. J. Ferreira,
equipagem 13, em lastro; a Silva Guimaraes
& C
New-York-.18 dias, ldgar americano Maud Bart
bour, de 186 toneladas, capitio Davis, equipa
gem 6, carga different** mercadorias; a Angus-
to Frederico de Oliveira & G
Narios sahidos no mesmo dia.
Aracaty-Hiate national Graciozi, capitSo Manoel
Joaquim da Silveira, carga differentes generos.
Rio Grande do Sul -Patacho nacionil Eduviges,
capitao ManoHl Francisco de Sanl'Anna, carga
assucar e outros generos.
Mont^vid6o-Polaca hespanhola francisquila, ca-
pitio Jaym*, carga a3socar e outros generos.
Portos dg norte--Vap*ir nacional Parana, com-
mandante Pamolona', carga came e outros ge-
neros.
Mcei6 L-igar inglez Belgay, capitao Danfe
Lyell, em lastro de areia.
Ccnsnladi) provincial.
Para scieneia doscontribuiutes do imposto da de
cimanrbana. e outras abaixo indicadas e ns eff itos
legaes.emsegai'a publieam se asalteraySes vorifl
cadasno lancamenu. do mesmo imposto no corrente
anno finaucorro do 1874 a 1875, ficando aberto 0
prato de 30s dias, nos termos do art. 38 do regula-
mento le 6 Cdes que por vanaHi noatarier a-fzer os interest-
sad os.
occupada pelo mesmo,
N. 34. Francisco Moreira da Gosta
uma casa terrea avaliada por
N. 36. 0 mesmo, uma casa terrea
avaliada por
N. 46. Manoel Cavalcante Coelh\
uma casa terrea occupada pelo mes-
mo, e mais 10 meiasagnas no fundo,
tudo por
N. 5 >. Carlota Vieira Ribeiro, uma
casa terrea avaliada por
N. 52. Justino da Silva Boa-Vista,
uma casa terrea arreadada por
N 56. Jose Lechman, uma casa
terret arreadada p r
N. 13. Jose Vicente de Lima, uma
casa terrea arrenda la por
N. 15. O mesmo, uma casa terrea
arrendada por
, N. 25 A. Bernardo Moreira de Mat-
tos, uma casa terrea occupada pelo
mesaio e mats 4 meias aguas no fundo,
arrehd.do tudo por
N. 23 B 0 me3mo, uma casa ter-
rea arrendada por
Travessa da rua das Pernambucanas.
N. 2. Francisco Antonio Tavares,
uma casa terrea occupada pelo mes
mo, avaliada por 120*CO0
N. 3 A. GuTjSo, uma casa terrea
occupada pelo mesmo, avaliada por 200:000
Rua do Coroael Francisco Jacinths.
N. 3. Francisco deSouza, uma casa
terrea arrendada por
N. *3 A. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por
N. 7. Theotooio Alves da Silva, uma
casa terrea arrendada por
N. 9. Pedro Augu casa terrea arrendada por
N. 11 Paulo Guelph, uma casa
terrea avaliada por
Rua da Graca.
N. 2 B. Boa-Ventura Jose Coelho,
uma casa terrea arrendada por
N 2. Ignacio Moreira dos Santos,
uma casa terrea arrendada por
N. 8. Joao Joaquim da Costa Leite,
uma casa terrea arrendada por
N. 10. 0 mesmo, uma ca3a terrea
arrendada por
Rua da Amizade.
N. 6. Maria Felicia da Conceicio,
uma casa terrea em obras para pagar
decima do i' semestre, avaliada p>r
N. 8. Delphina Maria da Concei-
cao, uma casa terrea occupada pela
mesma, avaliada por
N. 12. Manoel Carpinteiro da Sil-
va, uma casa terrea arrendada por
N. 14. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por
N. 16. 0 mesmo, uaa casa terrea
arrendada por
N. 28. Jose Francisco da Sa Leitib,
uma casa terrea arrenlada por
N. 36. Catharina de Senna, uma
casa terrea arreudada por
N. 44. Ignacio Nunes ds Oliveira,
uma casa lorrca arrendada por
N. 9. Lauriano Jose da Co.-ta, uma
casa tarrea arraodada por
N. 29. Francisco Ferreira da Silva,
uma casa terrea arrendada por
N. 33. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por
N. 37. Jose Duarta Callslo, uma
casa terrea arreadada por
N. 43. Luiz J .se da Gosta Amorim,
uma casa terrea arrendada por
Rua da Ventura.
N. 2. Candiia Emilia do Almeida
e otitro, araa casa terrea arrendada
por
N. 6. Joaquim Jose Leitao, uma
casa tTrea occupada pelo mesrao,
avaliaia por
N. 8. Viuva Lasser, uma casa ter-
rea arrendada por
N. 10. Jjio Baptista Pinheiro, uma
casa terrea por
N. 12. Jacintho de Almeida e Sil-
va, uma casa terrea arrendada por
N 14. Joao Ignacio d'Avila, uma
easa terrea occupada pelo mesmo,
avaliada por
N. 18. Antonio da Cnnha Soares
Guimaraes, r,ma casa terrea occupa-
da pelo mesmo, avaliada por
N. 24. Vmva Lasserr, uma casa
terrea arreudada por
N 3. Ignacio Nunes de Oliveira,
uma casa terrea meias-3gu, arrenda-
da por
N. 5. Francisco Goncalves Netto,
uma casa terrea arrendada por
N. 9. Joaquim Jose da Costa Fajo-
168, uma casa terrea arrendada por
N. 23 Vicente Frreira Pinto, uma
casa terrea occupada pelo mesmo,
avaliada por
Segundo becco da Ventura.
N. 2. Luiz Pereira Simoes, uma
casa terrea arrendada por
Becco do Jacintho.
N 2. Antonio Jo?e Pereira Bastos,
uma casa terrea e mais 5 meias-aguas
no fundo. arren iado tudo por
N. 1. Jacintho.de Almeida e Silva,
uma casa terrea arrendada por
Ponte d'Uchoa.
N. 6. Joao Manoel Pontual Junior,
uma casa terrea arrendada por
N. 8. Rosa Maria da Gonceigao,
uma casa terrea arrendada por
N. 10 Carolina Visberto dos Santos
Ramos, uma casa terrea arrendada
por
N. 12. Genuina Maria Cardoso Reis,
uiua casa terrea arreudada por
N. 14. Justino da Silva Boa-Vista,
uma casa terrea arreadada "por
N. 16. Joaquim Pinto Lapa, uma
casa terrea arrendida por
N. 18. Geraldo Laurindo de Siquei-
ra Varejao, uma casa terrea avaliada
por
N. 20. 0 mesmo, uma casa terrea
avaliada por
Clerigjsn. 40. Pedto d Alcantara e
Hello
Olinda n. 1 Pedro Mullier
Mocos n. 6."Pedro dos Santos (Mo-
zambique)
E-tacao n. 1. Pedro Victor Boletreau
vla n. 3. 0 mesmo
nn^ n. 5. 0 mesmo
I) S n 7" raesmo
V&il 0mes^ R
Varadouron,i:''PadreKaPhaelAD-
tonio Coelho a
Becco do Fondio 0...
ria da Conceicio
Regeneracao n. 9. Rufioo
Anna de Almeida
tt
Estrada do Porto da Madeira n. Ii>.
Sebastiao Antonio de Mello Caslel'.o-
Branco
Cltrigos n. 3. Simao Ribeiro
Romana Ma-
de Santa
2*943
23*544
9*810
2*943
2*943
2*943
2*943
7*063
11*772
11772
,4*713
7*063
in***
2003000
200*000
192*000
150*000
500*030
192',000
1445000
300*000
360*000
600*000
123*0 M)
144JOOO
120*00..
144*000
163*000
96 000
192 000
240*000
240 000
240 000
120*000
240;000
300*000
800*000
480:000
240*000
420*000
100*000
500*000
240*000
180*000
200*000
800*000
360*000
300 003
624*000
- 144=008
240*000
240:000
240*000
144*000
3602000
240*000
209*000
2*00000
Bom Fira n. 9. Theodoro Antonio de
Jesus Borges 2*943
Estrada d'Agua Fria n. 19. A. Theo-
doro Benza dos Santos 17*658
Estrada do Fjrno da Cal n. 1. Tco-
maz da Costa Ribeiro 5 .,886
V
Regeneracao n. 3. Vicente Ferreira
de Souza Reis 9*417
Triumpho n. 7. Vicente Ferreira da
Costa 9*417
Estrada do Puixiuho a. 1. D. Virgi-
nia Amalia do Souia Mai tins & Irmas 19*620
Qtatre nor cento.
Varadouro ns. 14-16. Jose MariaLapa 5*755
Bica de S, Pedro n. 2. Minervino de
Miranda Rocha Pitta, cocheira 10*464
Amparo n. 1. Manoel Claudio Bezerra
tavern* 1*1S5
Dita n. 13. Manoel Joaquim Coelho
taverna 8*371
Fernandes Vieira n. 11. Manoel Cor-
roa da Oliveira, taverna 4*360
Estrada d'Agua Fria n. 19 A. Manoel
Anloaio de Lyra, taverna 5*232
Patoo de S. Pedro Apostolo n. 3. Se
ba.-t.ao Luiz Marques, casa de bilhar 10*900
Igreja de Beberibe n. 10. Silvestre
da Silva Guimaraes, casa de bilhar 8*720
Bom Suciesso n. 11. Trajano Fran
Cisco do Amparo taverna 2*877
Oito por cento.
Bom Successo n. 68. Chryslovao da
Rocha Cunha Sm'o-Maior, escriptorio 55232
Estrada do Canhenga n. 3. Joao Ve-
nancio de Lyra, cartorio 2/616
Estrada do Porto da Madeira n. 42. Ma-
noel Pereira Branlao, esriptario 3*041
Carrros.
Varalouro ns. It e 16. Jose" MariaLapa 32*700
Eugenho Jardim. Major Joaquim de
Si Cavalcante de Albuquerque 17*440
Biibar.
Pateo de S. Pearo Apostolo n. 3. Se-
bastiao Luiz Marques 54*300
Igreja de Beberibe n. 10. Silvestre da
Silva Guimaraes 935100
Becco do 1
Sobrado de 4 and ares 0. t.
Rua dot Pescadores
Casa terrea d. II.......
Rua de S. Beato (Olioda)
Sobrado n. 17........
PATRIMONK) DOS ORPHAOS.
R aa do Commercio
Sobrado n. 30.......
Boa daMocda.
^asa terrea n. 21 fech.ada).. .
Becco das B. ias.
Casa terrea n. 18.......
Rua da Lapa.
;a a terrea n. II.......
Rua do Aworiu.
iobrdo de 2 andares n. 23 .
:asa terrea n. 34 .
I'.uar do Beg n.
Casa terrea d. 21.......IS3JQ0O
Rua do Vigario.
1* andar do sobrado n. 27 (fechalu) .
1* aular do mesmo (fecoaoa) .
Loja do mesmo fechada.....
Raa do Encantamealo.
iubfido de 2 andares n. 13 (fechado). I:
Rua da Seazalia velha
Idem n. 16.......
Roa da Guia.
Casa terrea 0. 25 *'!
dem n. 29 tOljOO*
Rua do Bom Jans __
Sobrado .n. 41.......IOt*Wt
Rua de S. Jcrge ___
Casa terrea n. 103......207*WID
Idem u. 108...... #ir-
Idem n.98".......24I*""
Pjrnaii"iri';. ___
Siio n. 1 ... > ttOSHB
Os pretendentas dovora 1 apro^an'.i' no actoit
irremat as sua' t!:.ij;:i<. ou c mparwoNa
acorepaiihado3 dos r-.-v-< .:..,! tla-lores, 4ivaoa
pagar alem I trends, o premio da qoriliaam
iue for se6nro 0 pn d:o qua eoctrwraiiaialiai
aiento eommerci\i, a.-?ir.i ecnio o aerrtco da Km-
peza e pre^o dos ?.;.>'.. e nnuidaiea.
Secretana da Santa Asa da >1 . :ife, 10 de dezenibr. 187%.
.-nva-,
Pcd'C ltr.*r: Consuld provincial.
Pelo consuladi provtoelal, faz-M patlieo mm
respeetivos eonlnbuiutus, qae do I.* ito imembr*
viudoaro por diame eum^ea a correr o praao 4oa
30 dias uteis, u arcados uo art. 34 do raf.
17 da ju_h0 de 1873, para a c branca *) jtWMi-
ro semestre de decima urban* e de 5 *Jm sabra
bins de mao morta, no corrente excrete* *
1874 a 1875, incorre ndo na ronlu le 6 On
aqoelles dos contribu Dies quo nia satisfisereai
nesaa prazo os seus debito*.
Cansulado provincial, 27 do n -vembro de 1874
0 administrador,
____________Antonio Carneiro Machado Bioe.
Balalhao de infiinlcria n. 9
AlteraoOes verificadas no exeroicio de 1874 a 1875,
no Ianoamento da decima nrbana da frogaezia
de Nissa-Seuttora.da Graca, pelo langador Joab
Pedro de Jesus da Malta.
Traversa da Baixa.Verde
N. 2. JoaTjulm PeWf* Arantet,
um* casa terrea arrendada por 8MCD0
N. 13. Vruv*de JosddaSflvaOJi-
veir 1, uma-oasa terra* avaliada por 190.000;
N. 17. Franetseo Jose" da SHva
Mayer, trma casa terrea oecapi*t
I pelo mesmo, avaliada por 3601000
0 procurador llscal do thesouro provincial
de Pernambuco declara aos contribuintes do3 im-
postos de decima, 4,5 e 8 por ceuto, carrose biibar
a cargo da collectoria provincial do municipio de
Olinoa, do exercicio de 1873 a 1874, que lhes fica
marcado 0 prazo do 30 dias, a contar da publica-
can deste, na conformid.iie da lei n. 891, art. 53,
para sMicitarem da seecio do contencioso as res-
peclivas guias, afim do recolherem seus debitos,
certos de ;ue nao 0 fazeudo dentro dsste prazo se
procedera a cobran?a judicialmsnte, fazendo-se
oublicar para islo a relaqSo dos devedores abaixo
transcripla.
M
Estrada do Porto da Madeira n. 7.
Herdeiros de Manoel Pinto da Silva
Dita n. 9. Os mesmos
Travossa do Amparo n. 21. Maria
Fraucisca de kira
Guadelone n. 34. D. Maria da Concei-
cio Carneiro Rego
Aljube n. 25. A mesma
Estrada da Fleresta n. 29. A mesma
S. Joao n. 6. A mesma
Dita n. 8. A mesma
CuwigoB' n. 8. Maria Francisea da
Paz
Estrada do Forno da Cal n. 5. D.
Man 1 Francisea de Paala G6es
Triumpho n. 5. D. Maria Felicia da
Co ceicao Bastos
Bom Successo n. 3. Minervino Ade-
lino Finza Lima e outros
Clerigos n. I. Maria Firraina da Con-
Bita n. 2. Maria Ferreira
S. Joa6 de Beberibe n. 8. Maxim 1 jo-
te ds Neves
N
j' Ertradad'Agua Fria n. 24. Nemtas
de Paula e Silva
Travessa do Ampiro n. Hi Olegarlo
Franciso* Meodes e Maria da Concei-
cio do Nascimento
Olinda, n 6. Offaun
P
Bica de- S. Pedro n. 3. PbJIadelpho e
Olympio (orpbios)
Seecio do contmcioso provincial de Pernambu
co, 9 de dezerabro de 1874.
0 offl-.ial,
Horacio Vfalfrido Peregrin) da SUca.
Joao Francisco Attunes, juia de paz do 2 anno
da Iieguozia da Boa-Vista da cidaJe do Recife,
em vutude da lei, etc.
Faco saber aos senhores eleitores e snpyiontes
aoaixo declarad/ts, quo em vista da lei regulam-m- f
tar da3 elei;5e>, os convoco para quo compare..no
na terceira domiuga do mez do Janeiro proximo
(uturo, no corpo da maim desta fa-gutzia is 9
lioras da maaha, atira de organisar so a junta uua-
hucadora quo tem de rever a qualilica(,-io do car-
icntoanno, e qualifi-ar os votantes para aaeM-
;5es do eleitores, juizes de paz e vereadores da
caraara muuicipal, licando os saahores eleitores e
supolentes certos que na falla decoraparecim;nto,
serao multados, conforme deteriniua a lei.
Eleitores.
Tenente coronel Antonio Carneiro Machado
Rio?, desembargador Cactano Jose da Silva San-
tiag), major Juao Fraacisco Antunes, major Fran-
cisco Martins Rapo3o, Dr. Manoel Barbosa de
Araujo, professor Simplici > da Cruz Ribeiro, n^-
gociaute Candida Caserairo Guedes Alcoforado, Dr.
Cvprianu Fenelon Gueli3 Alcoforado, Dr. Miguel
Jo'ie do Aluieidi I'oroambuco, negociante Jott
Martins do Rio Junior, Joaquim de Gouveia Car-
doso, capitao Manoel do Na-cimento da Silva Bas-
tos, Francisco Joaquim de M-llo Tavares, -capiiao
Manoel Gomes de Figueircdo Castro, Jose Carnei-
ro da Cuuha, tenente coronel Joaquim Jose Sil-
vwnea. iiii > it 1= .Sintos ^""'laBarros. ma;or L -iz
Antonio Ferraz, Dr. Jjaj Jose Ferreira oe Aguiar,
Dr. Manael Clemrntino Carneiro da Cunha. capi-
tao Jose Maria Freire Gameiro, tenente coronel
Theodoro Machado Freire Pereira da Silva, Nico
lao Tulentino de Carvalho, tenente coronnl Fran-
cisco de Miranda Leal Seve, major Caelano Cyria
co da G);ta Moreira, Dr. Pedro de Athayle Law
Moscoso, tenente Francisco Pacheco Soares, Dr.
Manoel de Barros Barreto, Dr. Sebastiao do Uega
Barros de Lacerda, Joronymo Pereira Mariz, AI-
varo Poreira deSa, tenente coronel Joaquim Cae-
tano de Souza Cousseiro, Joaquim de Gusmao
C.eltio, Joaquim Jose Ferreira da Penha, padre
Francisco Alves de Abrantes, Alexandre dos Samoa
Barros.
Sopplentes.
Francisco Josquim' da Costa Fialho Junior, te-
nente llerculano Silveira Bessone, Antonio Leo-
nardo Rodrigues, Antonie Augusto da Gamara
Rydrigues Sette, capitio Ernesto Vieira de Arau
jo, Dr. Eduardo Augusto de Oiiveira, professor
Gemluiauo Joaquim da Miranda, capitao Joao dos
Santos Porto, Jose Candido de Moraes, Ant.nio
Leonidas de Durville e Silva, Cyrino Rodrigues da
Silva Campos, Antonio Candido de Guimaries e
Silva, Joao Joaquim da Costa Leite, J0S0 Pedro
Baptista, tenente Benjamin Viraes Du'.ra, Alexan-
dre Dorutheo das Mercei, Joaquim Milete Maru
Mamede do Rego Barros Fonceo, Manoel Coelho
da Silva, Jose Qointino d9 Souza Travasso, Cosmo
Jose de Paula Lope Neves, Elysio Alberto S Ivet-
ra, Joaquim dos Santos Azevedo, Jos6 Lopes Visn-
na, Joaquim Juvino Honorato Bastos, Joao Carlos
Mende.-, Jul'o Cesar Cardoso Ayres, Jos6 Joaquim
Pereira, Joao Leopoldino do Rego, Jose Francisco
Diniz, Jose Francisco de Paula Ramos, Manoel Joa-
quim da Conceicao, Marcolino Jose Pupe, Bernar-
dino de Senna D as Rodrigo Gomes da Stl a Rego,
Franci-co Joaqumi Goncalves do Cabo, Victonno
Antonio Martins, Francisco Affonso Ferreira e J MO
Marlins do Rio.
E para constar, mandei passar 0 presente, sut
xa-lo nos lugares nais publieos de3ta fregu^zia, e
poblica-lo pela imprensa.
Freguezia da Boa-Vista, 18 de kkl.o, v
1874.
Eo, Alvaro Paulo Noblato, escnvio de paz, 0
subscrevi.
J0S1 Francisco Antunes.
0 conselho economic deste batalhao
pr poslas no dia 21 do corrente, ate as II
do dia, para 0 fornccimeiito dos generos alimenti-
cios, de primeira qaalidade, abaixo dcelaradM :
Arroz pilido.
Assucar raascaviuho reOnado.
Azeite d ce.
Itacalbao.
I'arne vorde.
Dita secca.
Cafe em ?rao.
Fa inha de mandioca.
Feij.o rrulatmho ou pre to da Rio de Janeiro.
Lenha (acha.-)
Mi nleiga franceza.
P.ia (ki! gramma^).
Toucinho.
Vinagre.
E-ses generos ser-o reeebluos pern peso*
medidas ^0 systeraa me;r:co decimal francez,
postos n> quartel por eonta do fornecelor.
yartL-l do II .spicio em Peraambuco, 16 di de-
zembro de 1874.
Joaquim Jarro Je Mello Filho.
Alfires fecretario.
19*620
11*77*
94417
11*772
10?594
9*417
9*417
5*886
5*886
19*620
3*531
4*708
11*772
7*003
7*Cfl3
9*417
Perante a camara municipal dest ci lade,
estario em pra^a nos dias 18, 19, 21, 22 e 23do
corrente para serem arrernatados por quem maior
preco offorecer, os alugueres dos Ulhos e easi-
nh s existeotes na ribeira da freguex-a da Boa-
Vista : os pretendentes a taes arrematacoes, na
bilitem-so na forma, da lei.
Paco da camara municipal do.Recife, 17 de de-
zembro de 1874.
Manoel Joaquim do Rego e Albaquerqu.1,
Presidenta.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
Do ordem do Mm. Sr. u -p.ctjr de*re
provincial faise scienle aos po snidoree de apeli-
ces trans^ridas, que devem trsze-laa a re jartir .
at6o dia 31 deste mz, afim do erem notatae *
incluidas uas Mhas do juro veacido, n-ite mawa-
tre, cujo pagauiento tcra comeco a 16 de jaaeiro
do anno (uturo ; QcanJo excluidas de^se paga-sea
to as apolices dos pos.uidorcs, que ate a>in*Ua
data nSo as therein tnzido para o fim ullud: Jo.
s-,: r- tariado thesouro provincial Je Peruamtm-
CO, 1/ lie uvieuiuiu uo ie>/.
0 si eretario,
Miguel Aff m Matriz de Santo Antouio do
Recife
Do ordem do nosso irmio juiz, eon ilo a todos
os nos?os ".harissimos irmaos i-ara no dia seg mJa-
feira, 2t do correnta, is 5 lp- liora* da larJe, se
reuuirem em 0 nosso consi-tono, afim dc M coo -
tituir a mesa geral para dar cuni'nn.-ntJ a na
iannalw do Dim. Sr. Dr. juiz de direito e de tt-
Consistorio da veneravel innaadade do Si Sa
cramento da freguezia de Santo Antoni > do Itoci-
fe. 17 da dezambro dc 1874.
0 escrivio,
Joaquim Antonio Carneiro
Obras miliUres
A 27 do corrente, ao mei; dia, wra porU en
concurrent a executao da raiadura, i-ietara e
pequenos rcparos do quartet da companhia de ca
vallaria, or^ad-is em 437 3U0.
0* pretendentes apresenteia na reparti^o da*
obras publicas (onde desde ji se acha 0 nrcunen-
to) suas proposlas em earta f chads.
Pernambuco, 18 de dezembro de 1874.
Chryss<-lit 1 F. CaairoTJiave*.
Engenbeir < das obras niiliiare?.
Afericao de Olinda
0 arreinatante das afericoes o> pesos e n edidas
do municipio de Olinda. srirtilifka qua prat'
marcado a mesma aferij*o, doda-se em 0 mmo
deste mex : os interessados dinjam e c Vara
douro n. It Olinda, 16 d-. dfizembro de 1874.
0 iHTematat.te,
F. P. AJviaca'a
Massafallida de Pereira de
Mello & a
Oscredores podera rece-
ber oterceiro dividendo de
set3 por cento, apresentando
os titulos para ser annotado.

Companhia de c^/llrla
CUftACOES.
SAOTA CASA DA MISERIGORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta adrainntraUva da Sanu Casa da
iLnericordia do Recife, manda fazer public) que
aa sala de suas sessoes, no dia 17 de dezembro, pe-
as 3 boras da tarde, tem de ser arremaUdas a
juem mais vantagons oflerecer, pelo tempo ae. 1 n:
1 tres annos, as rendas dos predios em seguidi
leclarados.
ESTABELEC1MENTO DE CARIDADE.
Vidal de Negreiros.
'*si terrea n. 94........301W01
Idem n. 112 317i000
Rua larga de Rosario.
I.' and are loja n 24 A fechada 310*000
3.- andar n. 24 A idem.....251*000
Rua de Antonio Henriques.
iasa terrea n. 26 (fechada). 99*000
Largo da Gampiaa.
idem n-11 (fechada)......120*000
Rua do Coronel Suassuna
No dia 23 do c-Trente m, p^las 10 h rat 4a
manha, rceebe se na secreuria da mrjtoa eomf-
nhia, proposlas para (ornenmen? Am ji
preci03 a ravalhada, durante oprimeereei
do anno de 1875, a saber : capi-a do plsata em
kilogrammas, milho, farello e mel em litros. e
assim as (errasns precuas wenialaiiie
eada cavallo, com argola. Adeertmd qno
generos sao de onmeira qaalidade, e nao t
*\\'-\ proposta com eondlcPea.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Jose kiquiin Coelho,
Capital eomonaA
a
'IBM-
Obras geraes.
0 enfeaheiro directnT da n'jai P'**e?' *
raea, fat publica que no no proxio.o futuro, nc awript"1j ds cm
porto, ira a praca para eer arrematato pr ejwm
s fixer, a obra doa reparoa a fiz*-ao n
14*120
11*772 I4 andar do sobrado n, 94
17*658
400*000
Casa terrea n.
MMPItvitt .
Raa do Visconda de 'AJbnqaerqtev
101. 1
24l|00rj
por menos
torreao do relogio
em 1:364*000.
Recif*, 19 de dezembro do 187
do arsenal de marnlu, orcada,
CONSELHO DE COMPHIsHmTaBI^
DE MARIRHA
0 conselho cootrata do dia 23 do eotMM
a vista de proposlas reeebidas aid is II
manha, e sob aa conaicSea do eatyla, o
to da far lamento, no trin*ire prowmn
do Janeiro a raarco do I Mi. par*
armada oatWaWMBlM do
o Immiui> laa
BoneU do nsiforaa, I
1



fcl 111 III II ii.iMH' n.n.-.H

"*- '
Diario de Fernauibuco Segunda feira 21 de Dezexnbro de 1874.
de brim branco, blasas de algodao azal, blusss de
panno izal, calcas de brim branco, calcas de al-
godio aiul, calcas de panno aiul, camisas de al-
fodloaiobo, coberiores de la, cobertores de algodao,
cinlos de couro branco envernisado, colchdes de
linho chews de palha, fronhas de algodaoziaho,
lencoi de seda preta para grivatas, lencoes de al
gedaoxinho, sapatoes, saccos de guardar roupa,
traveiseiros de linho cbeios de palha.
Para artifices avuiso*
Blusas de panno ami, blusas de algodao azal,
calcas de brim branco, calcas de panno azul, ca-
misas de algodaozinho, eintos de couro branco en-
vernisado.
Para imperiaes marinheiros, apreodizes ditos e
marinhagem.
Booett de panno azal ferrete, camisas de brim
branco, calcas de brim branco, capas de dito para
bonets, capas deoleado preto para ditos, camisas
de flanella azul ferrate, calcas de dita, camisas de
panno aznl ferrete, calcas do dito, calcas de algo-
dao azul, camisas de dito, coberbres de la, col
oboes de linbo cbeios de palba, fardas de pauuo
aznl ferrete, lencos de seda preta para gravatas,
sapatdes e saccos de lona de marinhagem.
Tambem o conselbo. de igual forma, contrata
no menclunado dia o fornecimento ao arsenal de
marinha, ne referido trimestre, de cimento de boa
qualidade, carvao cok e dito de ferreiro.
Sala das sessoes do conselbo de compras
do arsenal do marinha, 19 dedezembro de
1874.
0 secretario,
_______Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Thoinaz de Aquino Fonceca $ G.
Successores
saccam por todos os vapores, sobre as segnintei
pracas :
Lisboa. Regoa.
Porto. Chaves.
Braga Villa-Flor.
Vianna. Mirandella.
Visen. Alijo.
Guarda. Favaios.
Coimbra. Braganca.
Guimaraes Lamego.
Rio de Janeiro.
S a rna do Vigario n. 19._________________
Companhia Fidelida e
Seguros maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros mari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
nltimos o solo livre, e o setimo anno gratuit> ao
>egurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
THEATRO .
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Pelos ce'.tbres campanologos escocezes.
Ultimo
Grande e variado espectaculo era beneficio das
Sras. D. Clara, D. Sophia, D. Graca e
D. E'isa.
0 programma e composto das melhores pecas
de musica do repertorio, e os intervallos serao
preencbidos com lindas scenas comicas.
N. B. Recebe-se desde ja encommeodas de
camarotes e cadeiras no escripforio do theatro.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
\ave^aca a vapor.
fORTOS DO SUL.
Commandante Quadros Junior
E* esperado dos porto*
do none ate o dia 23 do
corrente e seguira para
os do s Victoria, depois da de-
__________ mora do costume.
Para carga, encommendas, passageiros e valores
trata se no escriptorio
______7Rua do Vigario 7.
Companhia de navegacao a va-
por bahiana, limitada
Bahra, Aracajii, Penedo e Macei6.
E' esperado dos portos
acima ate o dia 26 do
corrente, o vapor Pe-
nedo, e peg air* para os
mesmos uo dia spgnin-
te ao de saa ebegada.
Recebe-se carga, encommendas, passageiros e
dinheiro : trata-se na agencia.
57Rna do Bom Jesus57
Companhia Allinca Mariti-
ma Portuense.
Emprcza do navegacSo entre o Brasil
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para o Porto
A sahir com a maxima brevidade. Recebe car-
ga e passageniros: a tratar com Jose da Silva
Loyo & Filho.
Uma mo'oilia de jacaranda, eomposta de 1 sofa,
t mesa 'redonda, 2 ccnsolos, 2 cadeiras de braces
e 12 de guarnicto, 12 ditas de amarello, 1 apara-
dor de dito, 1 mesa redonda de dito, 1 par de con-
solos de dito, 7 cadeiras de dito, 1 sofa de dito, 1
lavatorio de ferro, com jarro e bacia.
0 mandado achase em poder do raesmo agen-
te, onde p6de desde ja ser examinado pelos Srs.
pretendentes.
LEILAO
DE
moveis
Massa fall id a
de Cnndido
Motta
ilberto Sodre" da
Pacific Steam Navigation Cpany
R. M. STEAMER
(4.691 toneladas).
Espera-se dos
portos do sul ate
o dia 21 do cor-
rente e seguira
para Liverpool,
tocando era Lis-
b6a e Bordeos,
para onde rece-
bera passageiros,
encommendas e dinheiro a frete.
N B Mao sahira antes das tres horas da tarde
do dia de sna ebegada.
AGENTES
Wilson Howe A C. .
1.1-Rua do Commercioli
COMPANHIAP ERNAMBUCAMA
DE
\a vesaciio costeira a vapor.
Parabyba, Natal, Macao, Mossor6, Aracaty,
Ceara, Acaracu e Granja.
0 vapor Jpojuca,
commandante Moura,
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 5
boras da tarde.
Recebe carga ate" o dia 21, encommendas, di-
nheiro a frete epnssagens ate" as 2 horas da tar-
de do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Mattes n. 12.
Na Capunga, rua d'Araizade.
A naber :
Uma mobilia de jacaranda, com 4 consjlos com
pedra e conv rsadeir.j, I piano de ja:aranda, i
grandes espellios, 1 serpeotinas, 2 aparadores de
mogno, 1 mesa elastiea, 12 cadeiras dejunco, t
cadeiras de balanco, de faia, 1 espelho, 1 lavatorio
de jacaranda, com pedra, I quarlinheira, 3 res-
posteiros, 3 pares de cortinados para janella?, 3
sanefas, 3 lancas, 2 pares de figuras, 1 tapete, 1
colcha para piano, esteira e panno da sala de lan-
tar.
0 agente Martins, em cumprimento ao manlado
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, fara
leiiao dos moveis acima, perttncentes a raassa fal-
lida de Candido Alberto Sodre da Motta, existen-
tea na terceira casa da rua d'Amuade, na Capun-
ga, enlrada junto a igreja de S. Jo:6 do Mangui-
nho.
Principia as 11 horas.
miudezas, chapeos para
homem, rewolvers, machi-
nas de costura, fiteiros pa-
ra lojas, relogios de algi-
beira, de ouro e prata, |
guarda roupa, 1 linda flau-
ta corida de chaves,alguns
instrumentos para musica,
3 bombas para cacimba e
jardim, 1 grande carteira Q
para escriptorio, grande '
Grande
LEILAO
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Tara o Ceara
egue em poucos dias o brigue allemao Colmar,
ecebe carga a frete raodico a tratar no escrip-
orio de Doraingos Alves Matheus, a rua do Viga-
rio n. 5.
rameate ultima
e grande variado especticu.'o, pelos celebriw
nnicos no seu-genero
Campanologos escassezes
Em beneflcio
D. D. Clara, Sophia, Graga, e Eliza,
com o con:urso dos distinctos arUstas, Srs.:
Pcnnnte c Flnvlnno.
0 progamtra sahira amauha.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
SOB A DIRECgAO DE
Jos** Bernardino c. Barros
Tres grandes espectaculos pastoris nos dias
Qarta feira 23,
Quinta feira 21
E sexta-ferra 23.
Depois de uma brilhante svmphonia pela or
chestra, representar se-ha pela priraeira vez nes-
te theatro o drama sacro de grande espectaculo
em 5 actos, ornado de muMca, dan^a, machinis
mo e fogos de bengala, denoininado :
A Revelacao do Natalicio.
Tomam parts nestas representaroes urn
soal de 25 figuras.
0 director destes divertimentos nfo se tern
ponpado a dejp;zas afim do apr'e3^ntar ao illns-
trado publico desta cidade espectaculos deste ge
nero que se tornem dign^s da aprecia^ao de to*
As pmsois que quizerem bilhetes para esfs
Mpectaculos podem desde ja procura-los na rua
Bella n. 23, na rua de S. Francisco n. 25
to dia do e peclaculo no theat'o.
dos espactaculos cavera trera para
Fara Lisboa
o lugre portuguez Cidral, capitio I. AdriSo da Sil-
va, vai sahir com brevidade : para carga e passa-
geiros, trata-se com Silva Guimaraes & C, praca
do Corpo Santo n. 6.
Rio de Janeiro.
Prctende seguir iSom muita brevidade a barca
portuguezSop/ti'a, por ter a maior pane de sou
carregarnento engajado, e para o resto que Ibe
falla, trata-se com os consipnatarios Joaquim Jose
Gongalves' Beltrao & Filho, a rua do Commercio
n. 5.
Para Lisboa e Porto
$Vae sahir com muita brevidade o brigue portu-
gjuz Imperial, por ter graude parte de carga
prompta. Para o reito e passageiros, trata-se
com 03 consignatarios Thomaz de Aquino Fonce-
ca & C. Successores, a rua do Vigario n. 19.
DE
moveis, louga, vidros e ferramenla de ci-
rurgia, de diversos carros, e de urea opti-
ma parelha de mullas, propria para carro
Terca-feira 88 do concnte
A'S 10 Ii2 HORAS DA MANHA
Em o 2. e 3. andarcs do sobrado da rua
da Imperatriz n. 9.
0 ageme Dias, competentemente autorisado pe-
lo Exm. Sr. desembargador juiz de orphaos, leva-
ra a leiiao, no dia e hora acima Indicados, a re-
querimento da Exraa. Sra. viuva e inventariantes
dos bens que ficaram por fallecimento do Illm. Sr.
Dr. ilexandre de Souza Pereira do Carrao, os mo-
veis e mais artigos. como abaixo se mencionam
A saber:
Moveis.
Uma raobilia de jacaranda, eomposta de 1 sora,
4 censolos, tampo de pedra, 1 jardineira, tampo
de pedra, 4 cadeiras de bracos e 18 de guarnicao,
1 grande espelho com moldura dourada, 1 piano
de jacaranda, 1 cadeira para o mesmo, t sofas de
jacaranda, com encosto de palhinha, 2 cadeiras
de balanco, austriacas, 2 camas de jacaranda, pa-
ra casal, 1 grande e optima estante de amarello,
para li7ros, 1 grande aparador de mogno, com
tampo de pedra e espelho, 1 grande guarda lou^a
de amarello, 1 raacbina para costura, I cabide de
amarello, I cadeira de bracos, do jacaranda, 2
comraodas de amarello, 1 jogo de bagatela, 2 re-
logios para cirna de mesa, 1 dito da parede, 1 ban
ca de jacaranda, 1 guf.rda roupa de amarello, 2
mesas elasticas de dito, de 6 taboas cada uma, I
aparadores de dito, torneados, 2 quartinheiras de
dito, 2 consolos pequeuos, tampo de pedra, 1 ban-
ca de jacaranda para tscrever, 7 cadeiras de dito,
" mesa redonda de dito, 12 cadeiras de amarello,
quantidade de trastes avul-
sos, e immensos artigos do
uso domestico, que serao
vendidos atr6co dobarato,
por conta de diversos, e 1
vacca de raa tourina, com
cria, dando leite.
Onarta-feiia 23 do corrente
as 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
.6~niia do Imperador-16
O
Escravo iugido
Ausentonse ha dias do *ogeabo Jarairife*. o
preto crioulo, Matee", de 30 annos, ado Hem,
falla mansa, pes e mios bem feitos, tea taita is
dons dente* na frente, na f ente e 'ado imwIw
o'hos pequenos e nariz afi ado. bocc rogaMr, M
escravo na Parabyba, de Vietorino I'ereira Bate.
Gratifiea se bem a quern o levar era Jagnribo,
on no Decife, ma Mov n. 8.
Aivaro AiieiiMio de Almeida.
Maria de Castro Almeida, sens
nlhos e genros, man dam resar al-
gumas missas, de 7 para as 8 ho-
ras da manhi, do dia 22 de cor-
rente, na igreja de S. Francisco,
por alma do seu fallecido marido,
pai e sogro, Aivaro Augm-to de
Almeida, 2 anniversario do seu passaraento s
para cujo acto convidam aos parentes e amigo-
do mesmo fraado. pelo que desde ja antecipam os
seus agradecimentos.
ARMAZEM
LEILAO
DK
Joaquim Feiippe da Volxa
Maria Rosa da Veiga, Henriqneta Araalia fir-
res Fortunata Augusta da Veiga Fiaueiredo, Leo
poldina Angusta da Veiga Figueiredo, Maria Emi-
lia da Veiga Hgueiredo e Jo3o Affonso Torres
agradecem a todas as pessoas de sna amizade aue
moveis, louga e crystaes acompanharam ao cemiterio o cadaver defend
CONSTANDO DE : na.do irm5 e cunhado, Joaqoira Feiippe da Veiga
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, com 1 ^de ovo convidam aos sens parentes e amigos
sofa, I jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de bracos P ass,!l""em as missas do setimo dia, que terio
e 12 de guarnicao. 4 iarros nara flores. 2 tantfl 'UEar a malrul? ?e ,os6 dPSIa cidade, pelas 7
horas da manha do dia terca-feira, 22 do corrente
Pharmacia Torres
135 Largo do Terco135
0 proprietary deste an igo e acroditado mtt-
belecimento tendo-o feito pa-sar por nma rafor-
ma especial, e confiando no zelo e activitfaia
de seas empregad s, nao vaciila em cf nvidar ao
respeiuvel publico e pariicuiarmeote aos mora-
dcres da freguezia de S. Jo-*, a virem exani
narem dito csubelecimento : ode encontrara?,
alera do prvc>o em ca d- t\ (rrto-a. crandr
(luar.t.laJs d: tiuus da t U. ; jualidads; u-
sim como to.to e qailqner preparado fraacaa, om
utores mais afaraadns ; al.ro do qne, garaaf
ayiar qaaesquer recei.as, seja qua) for a bora c.
dia oa noite, com caidado, asssio e pmaau,
ifferececdo mais a grande vantages* de veoier
tudo por mencs do qne outro qnalqner.
Aluga se nma casa no priocipio da Estrada
Nova, i erto da e.-tac>o dos bonds : a tratar ao
mesmo lngar, primeiro silk) i diraita, 4epcii da
primeira bomba. -
Alngvse o 1* aodar da casa da rna do Coade
d'En n. 2l, caiale e pintado, tod) reparado. e o
armazem da rna e-treita do Rosario n 43 : a tra-
tar com Jose Ilenriqaa da Silva, na Soledade, aa-
raero 27.
Escrava
Para vender Mm precisa-se alugar nma escra-
va que seja boa quiimdeira, pigi bem : na
rua da Ploreatina n. 21
1
Venda de navio.
Vende-se o patacho nacional Africana, que se
aena ancorado no quadro da descarga da carne-
secca : quera o pretender dirija se ao mesmo
para examina-lo, e a tratar com seus consigna-
tarios Atnorim IrmSos & C.
Libras esterlinas.
#
7endem Augusto F. d'Oli-
veira & 0.
Rua do Commercir> n 42.
pes-
1
Segue corn este destino, nestes quatro dias, o
palhabote Rosita, toraaudo para o referido porto
a carga que lhe apparecer, por jsso quem quizer
aproveitar, pode dirigir se aos consignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao k Filho, a rua do
Commercio n. 5.
Depois
Recife.
Precos dos bilhetes.
Camarote com 4 entradas 8*
Cadeiras 21
Platea j^
N. B. 0 espectaculo do dia 24 entrara as sete
boras da noite afim da acabar a hora de missa.
AV'SOS tfARiTlMOS,
Companhia alliaafv inaririma
portnense
Empreza de navegaijao entre o Brasil e Pot
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portugueza Jocen Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar com os seu? consignatarios Jose" da Silva
Loyo & Filho.
1
1 marquezao de dito, 1 secretaria de dito, 1 mobi-
lia de jacaranda, eomposta de 1 sofa, 2 consolos,
1 mesa redonda, tampos de pedra, 4 cadeiras de
bracos e 12 de guar.-iicTo. 2 camas de amarello
para crianca, 1 lavatorio d9 dito corn espelho, ta-
petes grandes e pequenos, alcatifas para salas e
quartos, quadros com vistas e redomas com figu-
ras de alabastro.
Louca e vidros.
3 pares de jarros para flores, 10 figuras de ion-
?a, 2 figuras de alabasrro, louga para almoco e
jantar, garrafas, calices, copos, compoteiras, fruc-
teiras de vidro e 1 porta-liaV.
Livros de medicina, diversos ferros cirurgicos e
1 manequim.
P*aros.
Diversos passaros era bonitas ga.olas, e diversas
gaiolas era tamanho e gosto.
. Carros.
1 carro grande envirjracado.
1 dito bajxo para dons cavallos.
1 victoria para 2 cavailos.
1 dita para 1 cavallo.
1 cabriolet americano de 4 rodas.
Mullas,
1 ootima parelha de mullas para carro.
Agente Pestana
leiiao
DE
20 caixas com superior champagne em garrafas a
meias ditas, da marca Rayer, e 11 caixas com
ditas de ditas da marca Encloye Savarite.
TERCA-FEIRA 22 DO CORRENTE
As 11 Iiora.m em .pan to.
No armazem do Sr. Annes," defronte da al-
fanclfga.
0 preposto do agente Pestana fara leiiao, por
conta e risco de quem pertencer, de 20 caixas
com superior champagne em garrafas e meiss di-
tas, marca Rayer, e II ditas com dita de dita da
marca Encloye Savarite.
Em um on mais lotes, a vonfade do3 Srs. com-
pradores. .
guarnicao, 4 jarros para flores, 2 tapetes
grande3, 6 ditos menores, 4 escarradeiras, 2 can-
delabros de crystal. 3 gaarnic5es oara cortinados.
4 quadros, 4 castigaes com mangas, 1 mesa chi-
nesa, 2 almofadas e 1 telescopio.
Uma mobilia de mogno, com tampos de pedra,
2 camas francezas, 2 guarda roopas, 2 gu^rda
vestidos, 1 dito de mogno, com espelho, 2 comrao-
das, 1 toilette de mogno, 1 lavatorio de mogno, I
dito com 2 torneiras e deposito para agua, 2 e
Ihos, 6 cadeiras, 1 cama para crianca, 2 marque
z5es, 2 caraas de ferro e cabides.
Uma mesa elastics, 1 guarda louga envidracado,
1 dito, obra de taloa, 1 aparador grande, 1 dito de
mogno, 6 quadros, 1 sofa, 12 cadeiras, 2 quarti-
nheiras, 1 relogio de parede e 2 cadeiras de jar-1
dim.
Um jogo de bagatela, 1 prensa de copiar cartas,
I lavatorio de jacaranda, com tampo de pedra, pa-
ra 2 pessoas, e com deposito para agua.
Um apparelho de porcelana para jantar, calices,'
copos, garrafas, 1 ta"ho de cobre mesas de cozi-'
nha, e muitos outros objectos de casa de familia,'
existen.es no 1 aodar do scbradj da rua da Ira- '
peratriz n. 14.
Quarta-feira 33 do corrente
0 agente Pinto, autorisado por uma familia que
retirou se psra a protincia do Rio Grande do Sn',!
levara a leiiao os moveis e mais objectos acima
descriptos, existentes no 1* andar do sobrado da !
rua da Imperatriz n. 14, onde se effectuaia o lei-
iao.
Prin
pelo_que antieip: ro seus agradecimepto--.
fe Olinda
Alexanrtrino Jcsuino
Tavares
Joaquim Jose de Olinda Tavares, ua mulher e
filhos convidam a todos os parentes e amigos do
flnado Alexandnno Jesuino de Oliuda Tavares
?pe- Sarfa.0UVar5ni Uma mi'sa 1ue ler laf"r na Jegnn-
no convento do Carmo, 1
samenlo, pe'o que so
gratos.
' anniversario do seu pas
cimfessam eternamente
Para aboaconservaqao
VOSSOCA BELLO
:ara as 10 1|2 horas.
leiiao
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto recebe carga a frete a
barca portugueza Lisboa : a tratar com Tito Li-
vio Soares, a rua do Torres n, 20.
e*
Agente Pestana
LEILAO .
DOS
utensilios e mais objectos da refloagao sita a rua
Imperial n. 104
Hoje
as H horas em ponto
0 prepesto do agents Pestana fara leiiao. por con-
ta e risco de qnem pertencer, dos utensilios e mais
objectos da reiina;ao :cima mencionada.
Era um ou mais lotes, a vontade dos Srs. com-
pradores.
Real companhia de paque-
tes inglezes a vapor.
Ate" o dia 26 do cor-
rente, espera-se da Eu-
ropa, o vapor inglez Boy-
ne, commandante Reks,
o qual depois da demo-
ra do costume, seguira
para Buenos-Ayres, to-
cando nos portos da Bahia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo.
No dia 29 do corrente
espera-se dos portos do
snl, o vapor inglez Neva,
commandante West, o
qual depois da demora
do costome, seguira para
______Southampton, tocando nos
portos de S. Vicente e Lisboa
Pira passagens, frete?, etc.,. Irata-se na agencia
Rua do Comm ercio n.40.
Para o Porto e Lisboa
pretende seguir com pouca demora a barca por-
tugueza Social, por ter porcao da carga engajada;
e para o resto qne lhe falta e passageir js, trata-se
com os consignatarios Joaqnim J9se fioncalves Bel-
irto & Filho. a ma do Coramereio n. 8.
Para o Rio d Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
JsafceLtem parte de sen carregamento engajado:
para o resto que Ine falta, tratt-se com o seu con- la leiiao no dia e hora acima indicados, a armacao
Mfnatano Antonio Luiz de Oltyeira Azevedo, rua faiendas e moveis, existentes em o referido esta-
do Bom Jesus n. 57. I belecimento. Os moveis constam do seguinte:
DE
om sobrado do 1 andar e sotao, sito & rua
de Hortas n. 14, corn as seguintes com-
modirJades: 1. andar, 2 salas, 4 quar-
tos, 1 gabinete e 1 terraco ; sotao, 2 sa-
las, 4 quattos, cozinba ; andar terreo, 2
salas, 3 qnartos, quintal murado, vai de
rua A rua, cacimba, 1 tanque para ba-
nhos, quintal com um porlSo, que da pa-
ra a rua de Santa Thereza
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
No escriptorio, d rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
0 agente Pinho Borges, levara a leiiao o referido
sobrado, por conta e risco de quem pertencer.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
e qualquer esclarecimento, com o raesmo agente!
0 mesmo sobrado achase bem localisado, ees-
ta situado em rua commercial.
; Elle e um preventivo seguro e certo contr*
i a calvice.
. Elle M e rcstaura forc;a e sanidade & pelle d
\ cabega.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
File dd grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
, Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posigao que se dese-
i je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
os.u
Elle conserya a pelle oo casco dacabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabec;a n'um estado de fres
cura refrigerante e agradavel.
Elle no 6 demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadi^o.
Elle n5o deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle 6 o melhor artigo para os cabellos dai
crian^as.
Elle ^ o melhor e o mais aprasivel artigc
para a boa conservar;ao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SI
PODE CONSIDERAR COMO COM-
TLETOSEMO
uma grande casa terrea sita & rua de S. Jo- TONTflO OP WXT A T
se" n. 37, com as coramodidades seguin- ^Y^llA; UllIIIjiN J AL
tes : -2 salas, 3 quartos, 1 grande cozi- qaal Preserva> limPa* fortifica e aformosej
S;"iS""-*" "- O CABELLO.
LEIIAO
DE
Um grande armazem n. 3o, com tres portas de
frente com sote"a, bastante grande e fresca e tendo
uma escada de volta, quintal, canno de esgoto e
em chaj proprio, o qual foi reedificado ha pouco
tempo e bastante rendoso.
Qiinrta-feirA 93 do corrente
Ao meio din.
no escriptorio a rua do Bjm-Jesus n. S3 1." an-
dar.
- for entervenjio do Agente Pinho 3orges.
Os pretendentes podera desde ja examinar e
qualquer osclarecimento com o raesmo agente.
Agente Pestana
LEILAO
DE
uma armacSo de amarello toda envidracada, pro-
pria para qualquer estabelecimento
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
sis 1ft horas em ponto
Xa rua de Marcilio Dias, antiga Direita n. 13.
0 preposto do agente Pestana fara leiiao, por
coola e risco de quem pertencer, da armacao de
amarello envidracada, propria para qualquer esta-
belecimento, sita na rua Direita n. 13, onde os
Sr3. pretendentes poderao ir exaraina-la.
ADVOGADO
.BACOAREL JOAQIIH CLEWES
SILVA HELLO.
*3 Rua CMtrcila do Knsorlo *S
primeiro nndtar.
\ Consuliorio medico
% Dr. Murlllo.
* RL'A DO VIGARIO N. I, AXDAR.
jd Recem-chegado da Europa, onde fre-
y qnentou os bospitaes de Paris e I.ondres,
^ podera ser procurado a qualquer hora do
J dia ou da noite para objecto de sna pro-
y fissao.
Pj Consultas das 6 as 8 h->ras da manhi e
M do meio dia as daas horas da tarde.
d GRATIS AOS POBHES.
a. Especialidndet: Moie^Uas de sent) ..-as,
\f. da pelle e de crianca.
Triumpho da
S\l.SAPAHRHAl\
BRISTOL
QUARTA FEIRA 23 DO CORRENTE
sis II I 1 horas
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por intervencao do agente Pinho Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
qualquer esclarecimento, com o mesmo agente.
Acha-se A venda nos estabolecimentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas ai
Drincipatis !oia de oetfaic<(rias e boticas.
LEILAO
Feira Semanal
ffS9
DA-
armacao, fazenJas e roais moveis perten-
centes i raassa fallida de Mindello d; Al-
ves, existentes em o estabelecimento da
rna Duque de Caxias n.
HOJE
A's 11 horas da manha
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Illm. Sr. Dr. juiz espeeial do commercio, levara
IaSIZa Wkn Ait a riAr* tnimn :mJI>J> ---------
DE
uma casa terrea ska a" rua de S. Miguel em
Afogados, n. 33, tendo a mesma de fren-
te 2japellase 1 porta, 2 salas, 2 quartos,
cozinba fdra, cacimba e quintal murado,
em chao proprio
Quarta-feira 93 do corrente
as It ft| horas
No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Pop iniervencae do a genie Pinho
- c Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde jJ examinar
qaalquer esclarecimento, com o mesmo agente.
Villa de Falmares
Napadaria denominada Maurlv, sl'a na pra;a
deste norae, casa de azulejo n. S, de.-ta villa, esta-
belecimento de Fraccisco Seraffco de Astls Vas-
concellos, fabrica se com a maior perfeicSo, iim-
peza e barateza, pao, bola-cha e tudo quanto se
pode obter da farinha de trigo. 0 annunciante
protesta servir com esmero e agrado a todos quan
tos quizerem honrar seu estabeleciment i e se cons
tituirem freguezes e consumidores.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pnr^
fica a massa do satigue, expelle para fc i
todas as materias e fezes viciosas : imparas,
regula todas as secretes, da" ritaiidade e
energia a todos os orgaos e >\i forest e ri-
gor ao systema afun de poder melhor rew.
tir a todos os staques da enf<>rtnidade. P
pois este um remedin 'on-litucional. Elk
nunca distrof aim -! p !i-r curar ; porem
constantementu amsle a natureza. Portazito
em todas as doenr;as coiisiHuriomiet eemuj-
das as moleslias locaes dependent* dum -
ladovicicso e imperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsapairilsa di
Bristol & um remedio seguro e 'fiieassisei-
mo, possuindo inestimaveis e inc Dntestaveia
vrtudes.
As curas milagrosas de
Hscrofulas,
Llceras, \
Cha^as antigas,
F.NFERMI HADES SYPzll I.I'iVCAS
ERYSIPELAS,
HUELMATLSMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBLTO,
ETC.,ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, s.lo tio to-
mentu devidas i
OnC* LEGITIMA E ORIGINAL
SalsapamTha de Bristol
PHARMACIA CfATRAL
m
*
m
aVtSOS DVE8S0S
Pharmacia Torres.
Os Srs. devedores deste estabelecimento sao ro-
eados a virem pagar os sens debitos ate o fim
do corrente mez, do contrario verao os sens no-
mes por extenso neste jornal.
Recife, 19 de dezembro de 1874.
Manoel Tnomaz Pereira do Rego
A1VTA '>ree'sa *e de nma ama que connhe
X1"L'*** bem o diario de nma casa de familia,
forra on escrava : a tratar na Capnnga, rna das
Pernambucanas, casa de sotea n. 17, on na rna
do Hospicio n. 25.

pianos, guarda vestido, com-
modas, espelhos grandes
dourados, aparadores, toi-
lettes, camas francezas,
marquezoes, mesas elasti-
cas, louqa, crystaes^ guar-
da comida, cabides, relo-
gios de parede e de cima
de mesa, quadros c6m fi-
nas gravuras, mesa para
advogado, 1 mobilia usa*
_ o. _," ," uoa paixos, lugar muno proprio para ter venda nas TTowott
da, de lacaranda, obiectos lojas qae ,em .os "p rnjos: a tratar jaaorava
i J ,.J WO com o propneurio na rua do Hospicio, sobrado n. Precisa-se alugar nma escrava para vender bo-
deOlirO e Prata, diVerSaS ^,1^iQmaDHaa6 10b0fas> eda3a$6horu linhosnafaa, que seja boa qnitaadeira, paga-
r V^ v-i"MI01 da tarde. |bem : na rua da Florentina n. it.
- Alaga-se o sobrado de nm andar n. 1, da
rna Imperial, esqoina da travessa do Lima, altos e
baixos, lngar muito proprio para ter venda nas
lojas qne tem os competentes arranjos: a tratar
com o proprietary narua do Hospicio, sobrado n.l
MEDICO-CIRURGICO
m tjo
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso {
PARTEIRO E OPERADOR
Boa do Vlgconde de Albuqner-V
'M que n. 39. Z
ESPECIALIDADE *
W Holestlas de tenborai e 9
jfif meninoii w
5 Consultas das 7 as 10 horas da ma- 5
9 nha, todos os dias. $
jH Das 6 as 8 da noite, nas segundas, qnar- >
^^ tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os sens cha- tt
M mados por escripto at 10 boras da ma- m
jg nha serao visitados em suas casas.
mmmmm mmmmmm-mm
Os abaixo assignados declaram ao pnblieo,
especialmente ao corpo commercial, que desde o
dia 18 do corrente feacbadissolvida entre si, ami-
gavelmenle, a sociedade qne tiveram cesta praga,
que gyrava sob a razao social de Joaquim Jose"
Leitao A C retirando-se pago e satisfeito de sens
capitaes e Incros o socio Joaquim Perreira de Car-
vaiho, flcando a cargo do socio Joaqnim Jose Lei-
tao e sob sua nnica responsabilidade, a liqaidacJo
do activo e passivo inberente a referida flrma so-
cial, de conformidade com o balanco a que se pro-
cedeu na citada data de 10 do corrente.
Recife, 19 de deiembro de 1874.
Joaqnim Jose Leiiao.
___________ Joaquim Ferreira de Carolho
Paris, 36, Rua Vlvienne, D
ih:mhm itDicn srlau
AS inmiiiDADAg MS imia, as llTiTf
CIT**I*US. ALTIKACOTS DO UMR
~ W.OOOcTMdMilfW
retit,rmiiultu,htTpm.
OEPURATIF
a.. SAIVG
nw, ctminii, t
I monta, e aJhvywc, wi-
le iosas dQ MMW S"
rut, t alterucoes do tangmt. Xarp T*(*tai
t*mmercnno).epBr ve
mipobaes tonao-se dwu m
semana, segniodo o '--'t Pff ranti .- 4
enpregado riis metmas molestiai.
IKsteXaroMOiraMi*
ferro de CHABLE, n
|)mmedi3U-aeRM stsal-
I rafo, /ZtiMw,
e lgualineiiie os jtuxos t floret trmmeti tm
alheres. EsU iuieccw keaic m
om o Xrop de Citrmcto dtftm.
miruim Pomadi fM if can etas d
POMAOA AMTIHERPET1CA
PLUS DE
COPAHU
Cntra: an qfectott emtantmi <
.A.2^!!!iAUt0FTf, owuiiiATtf-ji
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
| Cm
Sirop du
DTORGET
IMilMTCkdw
Deposito botica Frtnceia
22 Rna da Cruz 22
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das al4 kofe eo->
nbecidas.
vende-te
Pbarmaeia e Drogsu-la
de
artoloateo t C
A"
4. Rua larga do Rosario


I
I
r




Diario do Pemambuoo Segunda feira 21 de Dezembro de 1874.

mi
XABOPB PlITORAt JAMES
OPTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, HOLESTUSPEITO PHTYSICAS
ensaiado e approvado nos hospitaes de Lisboa,
legalmente auctorisado pelo Conselho de Saude Publica,
auctorisacao que se acha reconhecida pelo
CodsuI geral do Imperio do Brazil.
------=------sas= mm'
I *ico DEPOSITO EM prnvmBcco
barthqlom*.u & Ra largfa, do Xtozario
FALSIFICA?OES
DAS PILULAS DE BLANCARD
Quern scientementa Tends on medicamento falsiflcado e contra-
feito se faz complice de um falsario e mni'as razes compromette
a cande do doente depots de abnscr de soa conflanca.
A reputacflo cada let maior de nossas pilulas
lem aniraaao em quasi todos os paizes a aodacia
dos falsiScadores. A cobicia fez mesmo com que
rouitos d'elles tern se atrevido em substituir o
iodureto de ferro pelo titriolo 1! 1
Rogamos aqui encareeidamente aus nossos frc-
Juexes para que sempres e certiCquem da origem
as pilulas que Irazem o nosso nome, appellando,
entre outros meios pralicos, para a boa fe dos
ossos collegas o pnarmacemicos. Sem duTida,
esles honrados intermediaries julgarSo que Ibes
iacumbe o deter de comprar i3o someote as ter-
dadeiras ni.ci.As de blancird quer em nossa casa
em Pariz, quer em casa ^ y
dos nos60S correspon- V^&'
denies, quer emfim nas ^^Carti
casas de mais repula-
c5o de sen paiz.
P/tarmaceutico, rua Bonaparte, 40, em Pariz
Aa wdaaelrtta IMIulaa de nianrard r nrhuo cm todna aa boa. pharmael
IOCC, pharmaceoileo, t, rue de Caasllgillie, A Paris, einlco proprletario.
DE FIGADOS FRESCOS DE BACALHAO
Tisica, affeegoes eserofnlosas, tosse chronica, rheumatismos, fraqneza
Idos membros, eotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e facil
Ide tomar. Menc&o honrosa.
f Exigir a maxca de fabrica abaixo indicada encobrindo acapsula de I
cada frasco de forma triangular.
Deposito em Pemambveo, A. REGORD, e naa principaea pharmacias.

VERDADEIRO ELIXIR DO DR GUILLIE
T0NIC0 ANTI-FLEIMOSO E ANTI BILI0S0
PREPARADO POR PADL GAGE, PHARMAGEUTICO
Ualco proprletario, rua de Crenelle Saint-Gcrnain, 9, em Paris.
A acclo de atllxlr eolUU a inteiramenle ber.eflca.
Corao poraallvo nlo debilila como of onlros remedios
desta qualidade, porem mniflca refresca no mesmo
tempo : aoxilia e corrige todas aa aecrecOes; da forca
aos dlversos orgloa: nlo erlge nrna dieia severs, pelo
contrario e precise tomar nrna boa refeicSo a lard*
quando at usar dalle; pode ear adminislrado com
egual exito na mala terra idade como na mais adian-
lada velhice aem unnca causar accidenle qaalquer.
Na dose d'uma colherada pequena deetro d'um
pooco da agoa assucarada, se)a antes seja depots da co-
rn ida, esiimula o appetite, aviva lasfunccGea digesiiias,
substitae a losna (abiiniht), o termouth e bebidas amar-
gas que se cosluma tomar.
Un folheto qua i am verdadeiro tratado da mediclna
usual e domestica se da de grace com cada garrafa
da ELIXIR. E.le Indica as doencaa aonde o ELIXIR
4 util a o modo da usar delle.
As passoaa que qnlzeran consnltar sale folheto
anlea da uaarem deste ELIXIR, podem dirlgir mu
pedldo franco ao S. Padl Gasb, am Paris a na
profincla on noa paizea eatrangeiros, em casa dos
depositaries; asta folheto lbes sera, antregua da
graca et immadialamenta.
Deade cincoenta annos a reputacio do BUxir Oalilia
espalhoa-M no mnndo intsrlo pelos servicos qoe
qne cada dia ella presta aos medicos a aoa anfermos an
casos graves ou desenganadoa.
E sobretudo util & classe operaria. a quern elle poupa gastos considera-
veis de doencas e tempo perdido, pofs com o ELIXIR GUILLIE, as curas
sao rapldas.
O Elixir Guillie vende-se em todas as princlpaes pharmacias das Americas, nomeadamentc
no Pernambuco: A. REGORD; BARTHOLOMEO E C>.
mi ill wtamt'iE-iijmx??/?-Msszrzvz.-
DESG0NFIA1 BOS LADROES !
Os Ladroes mats perfuhs qne existem saos os faki/icadores que
usurpam a atHgnatura e ro'tulo d'honrados negociantes.
Forneeendo a maior park das vezes um producto detestavei e
nocivo & saude seb um envoltorio semelhante ao do inventor, lanca
sobre esle artiyo um descredito two merecido.
Os Pos purgativos de F.oge, medicamenlo approvado pela
Academia de medicina de Paris, d um dos productos francezes muis
frequentemente fakificado, por causa de sv.a consideravel venda.
Para evitar aos compradores toda
a confusao possivel, uma modificacao
acaba. de ser feita nos envoltorios dos
frascos.
Considere-se, de hoje em diante, como
unicamenle vESDAPn:Ros os frascos lendo
em cada exlremidade um carimbo im-
presso em QUATRO CORES, e do qua!
damos aqui o facsimile em preto.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos ob effoitos d
tun remedio lazADta.
Nao ha seguramente, nni
remedio tarn universalmente
procurado como um cathar-
tico on pnrgante, e nenhnm
outro tem sido tao usado em
todos os paizes e por todas as classes, como estas PJHir.
ZAS, snaves mas efficazes. A razao 6 cvidontc, formao
sm remedio muito mais certo e efficaz que nenhum outro.
Aquelles que os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo sen uso, os que nao os ensaiarao sabem que seus amigos
? visinhos se teem curado, e todos conhecem que o resultado
tirado uma vez, se tirara todas as veze9, e que as pjxi v-
Z,AB nunca falhao por consequencia de erro ou negligencia
-a sua composicao.
Temos ratlhares sobre milhares de certificados referentes as
distinctae curas que hao effectuado estas pillulas, nas moles-
Mas que em seguida mencionamos, pore'm sendo taea curas
conbecidas em toda a parte aonde teem penetrado, des neces-
f ario t publica 1-os aqui. Adaptadas & todas as idades e k
todas as condicoes, em todas as climas, nao contendo caJom-
elano nem ontra qualquer droga deleteria, ellas podem ser
tomadas por qualquer pessoa com toda seguranca. Sua
capa d'assucar as conserva sempre frescas, e as torna_gosto-
ras ao palladar, sendo tambem puramente vegetaes, nao po-
dem resultar effeitos prejudiciaes se por acaeo forera tomadas
em qoze desmasiada. 0 papel que serve de coberta para
*ada Tidro leva direcooes minuciosas com relacao as seeuin-
:e molestias que as PXXiPIAS CATHARTICAS rapi-
aamente curio. Para a Dyspepsia ou Indigeilao, DU-
pltceneia, T.anguicUz, Fa I la de Appetite, devem ser
"omadas em dose moderada a fim de estimular o estomago e
-establecer suas func<^os saudaveis.
Para as Doeneae do Figado e suas diversas svmptomas
EHxmqueeat BUiotat, Dor do Cabeea, Ictericia, Col-
ieo Bilioia, e Febres BUiotat, devem se tomar tambem
-oderadamente em cado caso, para correger a accSo viciada
cu remover o obstaculos que a causSo.
Para a Dytenteria ou Diarrhea, 6 geralmente bastante
sma dose pequena. a
Para Shoumatitmo, Gotta, Arreiat, Palpitaeao do
Coraeao, Doret not ilharaa* ou cottat, devem ser
tomadas continuadamentc, ate alterar a accao dos orgfios
i-isregulados, de sort* que a molestia disappareca.
Para *Hydropetia e JnehaeSet Bydroptcat,j preciso
'-oma-J-as frequentemente e emporoCes assas grandes para
produzir o efleito de um pureativo drastico. Como Diges-
tive para o jantar ou comida, toma-se uma ou duas para
promover a aigeetao e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
adas de vez em quando, oetimulao ou estomago a obrar snu-
davelmente.
Qualquer que se aciia regularmente bom, tomando uma
ou duaa d'eataa pillulas se achara, muitaa vezes, decidida-
mente milhor, por razio que ellas purificam e restaur&o a
tppartlbo difeitivo.
rXBP ABAOAS PO
J. C. Ayer aft Ca., Lowell, Wass^ E.T7.
VBNDE SE POR
XAROPE
PURATI
BoD^GIBErVr
Membro da Academia de Medicina de Pariz,
Medico em chefe do Hospital de S. Luiz
ACCAO PODEROSA E KSFALL1VEL
exito complete na cura das
MOLESTIAS DE PELLE ANT1GAS
Vlcio do sansne, Implgena, esrrofulaa e
de todos oa nceldenCes qoe depeaadem
data doetaeets contagiosAa (svpbllllieaaa)
levea on Inveleradas
E KEBELDES A Ql'ALQCER Ol'TRO TltlTAMENTO
Esle XAROPE nao e um remedio secreto; elle foi appro-
vado pela Academia de Medicina de Paris. Alein disso,
resulta das numerosas experiencias feitas nos Hospitaes
de Paris, de Londres, etc., etc., que este depurativo e o
melhor, o mais activo e o mais eeonomico.
Paiiis, n 2, rua Poissonniere,
Pharmacia DESLAURIERS, successor de Boctight
Deposito em todas as Pharmacias e casas de Droga*
FUNDA ELECTRO-MEDICAL
1NVEHCA0 PRIVILEG1ADA ARA15 ANN08
para cura urTDIMI AC doBdontorea MABI1
radical das n6rll0 irmaos,medlcoalnventores
44, rue de l'Arbre-Sec, Paris, Vai accompan-
hada da uma uoticia.
DeposltoemP FUNDigAO DE FERRO
i' rca do Bamo do Trinmpho (ma doBrnm) ns. 100a 104
CARDOSO IRMAO
_AVISAM aos senhdres de engenhos e outros agricultores e ao pablico em corel qu-
inur.m a receber de InglMerra, Franca e America, todas ns f.;rragons n machinas rie
que tem vindo
jontinup.m
rfssj.rias aos estabelecimeutos agricolas, as mais rnodeiuas e inelbor"obra
io mercado.
VapOreS deforja de 4, 6,8e 10 cayallos, os melhores que tem vindo ao meraJo
UalQeiraS de sobresalente para rapores.
MOendaS mteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui reio.
TaixaS fundidaS e batidas, dos melhores fabricantes
aOdaS (J aglia COm cubajede ferro, fortes e bem acabadas.
Roda-S dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogioseapitOS para erapors.
BombaS de ferro, de repucho.
AradOS de diyersas qualidades.
FormaS para aSSUCar,grandes e psquenas.
Varandas de ferro fundido, franceias de diver** e bonitos gost*..
FogOeS francezeS para leoha e carvio, obra superior.
DitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
PUNDICA0 DO BOWMAN
RUA DO mm I. 52
(Passando o ehafariz)
scnlinrpg dfl nngeiiho e ortros ngn, :i!t r =, p mmmtnrm i

os tamanhos, as melhores que aqui existem.
ardim.
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banheiro.
Correiasinglezas para machinismo.
BanCOS e SOiaS corn titaa de madeira, para jardim.
OoilCertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
HlnCOmmendaS mandam '"" Vr encomraenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
-com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
iitas machinas, e so responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
_______FUNDICAO DE CAR DO SO & IRMAO.
ODILON DUARTE & IRMAO
dIBELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
, PEDF.M AOS
.hinismo o favor no uzer uina risiui a sou .>u!;.'.....mikiiI .. i- w m turn nittt^t
to completo que ahi tern ; vm, U> tti.Io superior em qualiJa.i.>u foriiJat. ; que cc truccao pessonl pode-se vorifiear.
ESPECIAL ATTF.NCAO AO NUilEftO E LLMAtt DE SUV FL.NDICAO
Vapores e rodas d'agaa dos mai5 modernos t Umanhoi ctH,
venieptes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para defrar- -ar
Moendas de canna de todos
Rodas dentadas para aoimaes<
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachiniSmOS para mflndioca e llfodto, e para sernr madaira.
rJOmbaS de patente, garantidas........
Todas as machinas pe,as do que se costum, preciSar.
Faz qualquer COnCertO de machinismo, a Prec;o mui resumido.
OrmaS de fenO tem as melhores e mais baratas existcntes no mrrcado.
55l?nSa?5a2: Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo A vontade I
ZStd ,embr8nd-lhes, a vantagem de faz,rem as compras por int. rrr.:-lio de pn-
entendida, eque em qualquer necessidade p6de Ihes prestar anxilio. F
Arados americanos e i,lstrU1netos ^i* i..
Podea-lo tcd ser movid .s a cii.
or agua. njif
N animac".
RUA DO
PASSANDO
UM N. 52
O CH.AF,
m/.J
L
RUA
DA?
TjIPERATRIZ
I. AfiDAR.l
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82.1
t. ANDAR.
Acauara de reformar o sen estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
iiccoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a*s Eimas. Sras. n'a-
qui'llo que fdr tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-so cabelleiras tanto para homens corao para senhoras, tupete, chignon,
ooques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulflres, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabf-lecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
seiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinps de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfei^Sp no trabalho, agrade, sinceridade e prego razoavel.
Penteain senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porc.5o e a retalho e todos os utensilios pertencentes k arte de cabelleireiro.
N\0 HV MAIS ALT V Am UFXO
AGORA HA COM ABLNuA.NdA
Gelo para almoco Geio para cerveja
Gelo para lanche Gelo para refrescos
Gelo para jantar Gelo para sorvctes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixo
Gelo para conservar came
EmfirOj gelo para Todos, e para qualquer Um
FABRICA NOVA DA VILVA STARR
Caes do Capi'uaribe n. 38.
Aberta nos Jiao uteis das 6 hcras da manha ate rs 5 h^ras da tarde, e n -
sanios aie as 11 boras da maaha. k
N. B. 03 pedidos de quantias grandes para os vapores lU para fora da eiJade Jevt.-n
feitos com antecedencia.
ESCRIPTORIO Rua do Conimerew n. .0.
>
ARMAZEM DO VAPOR FRANCE.
N. 7RuadoBarao da Victor a, outr'ura Xova, X 7.
P dono fes;e eslabetecimento tendo de ir a Europa, venue a rrei-c;- bsMMMaW odos m
ri
L
GRAHULOS ARTIMORIAES
dr. PAPILLAUD
Hen madieajio coatra aa malesliaa do cora-
$*, atthma.catarrho, coqueluche, tisica, etc
QRANULO* ANTIMONIAIS FERBUOI-
NOo coatra asternia, thloroie, amenor-
rhem. nevralaia, nervosa 9 molestias esero-
phwosas.
RANULOS *NTIMONI*ta FERBUQI-
noioi eta Month, coatra u molestias
nerwioetu, da* via* dijMttfai.
Pharmacia I. HOOfRIKR Saojos, (Cfaa-
reiU-hJiriairi), Fraaeia.
Deposito en Penwoiiiico; A. REGORD;
attURER, pharmaeeatico.
PRESERVATIVO DA IRYSIPIL4
DO
Bacharel Manuel de Siqueira Cavalcanti
Remedio efflcaz, n2o so para curar qualqaer ataque de erysipela, como
....pedir 0 seu reapparecimento.
^'^S.-i^' Approvado pelo Governo Imperial, acba-se a disposicSo do Pablico
r'S^^^com as respectivas lnstrucfoes, attestados de pessoas notaveis, e de Medicos
i-i&do grande reputacSo.
DeposslCotj unicos
Recife: ma do Barao da Viet ria (rua Nova) n. 40,
Cdrte, rua do Ouvidor,
S4dlKaA,
D. 7!
BfiCE.BE 111 HI
A
Salsa e Caroba
VENDEm A 5 PELOS PREr.0S DO COSTUME
Aluga-sc
seis casas para passar a festa, em Apipucos, retira-
das da p.ivoacao, muito frescas e perto do banho,
assim como um quarto assoalhado, forrado e es-
teirado, proprio para rapaz solteiro : a Iratar no
caes 22 de Novembro n. 32.
Aluga-sc
d 3 andar do sobrado a rua Nhricio&Dias d. 120,
com muilos commodes, e agua: a tratar na rua
00 Ixperador d. 81, das 9 horas da manha as 4 da
j tarde._________________________________
Precisa-se alugar um
pretodemeia idade. nesta
typographia.
m
Gratifica^aodelOOi:
Fugio da casa do seu senbor, no dia 25 de no-
vembro proximo passado, 0 escravo de nome Pau-
lo, preto fulo, de 21 annos de idade, mais ou me-
nos, altura regular, tem parte do dedo minimo do
uma das maos cortado, umas cicatrizes grandes
no braco esqnerdo e nas pernas, provenientes do
gommas, tem nrna marca grande de talho nas cos-
las em cima da pa direila, and; ligeiro e e muito
esperto, sabe engommar, cozinhar e faz todo e
qualquer servico domestico: roga-se a quern 0
pegar, que leve 0 a rua do Conde da Boa-Vista,
oulr'ora Formosa, n. 8, qoe sera recsmpensado.
Aluga-se 0 andar e soiao do sobrado sito a
ma do Marquez de Herval n. 61 (anliga rua da
Concordia), tem commodos para grande familia,
eora gaz, pintada, esteirada e alcaiifada ; a tratar
na rua Doque de CiXJM p. 53 ________
Caixeiro
' Precisa se de um caixeiro portuguez, de 12 a
13 annos, afiancado : na rua da Florenlina n. 22.
W&0
Admiravel \...
Vende se folha de louro a 720 rs. 0 kilo
ma do Racgel n. 67.
na
Aluga-se 0 sitio n 21, na estrada de Joao de
Barros, defronle da capellinba, com os commodos
seguinles : uma grande casa com 4 9alas, 8 quar
tos, despenca, cozinha f6ra, um grande terraco
sobre columnas com gradeamento de ferro, co-
cheira para 4 cavallos, casa para escravos, duas
cacimbas com boa agua para beber e lavar, casa
com tanque para banbo, grande nuraero de diver-
sos arvoredos de fructo : qnem pretender, dirija-
se ao mesmo sitio que acbara com qnem iratar-
No mesmo sitio vende se grande porcao delenha a
2'ttOOO a carroga a qnem quizer tirar ou cortar.
Se 0 grande Sr. Antonio da Silva Proa n5o teui
negocio eomos homens pequenos em tudo, ccmo e
que terca-feira, 15 do corrente, mandou a rua do
Imperador n. 24 pedir conta com recibo para pa-
gar 0 que devia f Estara ja esse vulto preparando
algum pedestal de granito para collocar estatuas
de muao f Mao se lembrara esse grande homent
Sue, antes de oiTerecer mausoleos, utllisava-se das
ependencias da casa 0. 24 da rua do Imperador,
onde guardava sua ferramenta e estercava ?
Uma testanunha.
Escravos fugidos
Do engenho Pagao, freguezia de Santo Antio,
fagiram 93 escravos Haymundo e Isabel, aquelle
com 25 annos de idade, solteiro, eor molato, altu-
ra regular, bem parecido, denies limados, cabellos
meio soltos, ten um dedo aleijado de talbe de
roda, e pes limpos; esta, vinva, idade 30 annos,
cor fula, alta e secca, tem 0 roito carnudo, na
qesta nrna marquinna pequena e pes compridos :
qnem os agarrar e entccgar do dito engenho, on
a ruau 0 Imperador n. oO, sera gratified0.
O Monte Lima
tem am eompleto sortimento de galao e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canatilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qaalquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc.; assim como am eompleto sortimento d
ranja9, galao falso para ornamento, cordio de la
com borla para quadros e espelbos (conforme 0
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preQo que em outra qualqaer parte: na praca da
indeoendencia n. 17, junto a lojado Sr. Arantes.
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar do
sobrado n. 70, a rua Dnque de Caxias, proprio
para mocos solteiros : a iratar na loja.
Offereee-se uma ama de leite sem Qlho : no
largo do Terco n. 2._______________________
Aluga-se 0 i" andar com aotio, sito A raa de
D. Maria Cesar, ontr'ora Senzala-Nova, 0.37, ree-
diflcado e pintado, com grandes commodos: a tra-
tar na raa de Domingos Jose Martins n. 48.
Galcado fraacez
para homem
sen flora,
naeninoai
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
Mohilias de vime e de faia.
Vende-se muito em conta, caSeiras avul'sas"'de
balaccc, de bra50s e de dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toillete,
divina, fiorida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sorlidas e garrafas de diflerentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem anhecidos fabricantes Piver e Coudr^v.
L^
pianos,
Dos melhores c mais mod-rno> mo4tl< la
Blondtl : vende-so. troca se e aluga-se.
Quinciuilharias.
*i iSgos de fliflerrntcai ffost
phantasias.
Espeihos, leques, luvas, joias d'our.-, icscui
caniveies, caixinhas dj co>tura. alt 1,
ecaixinbas para retratos, boMchas de t> ditas de couro, e cestinbas para trains dem
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, jr,t,
eharatos e cigarros, escovas, pentes. carteir 1
madreperola, tapete para laoteraa.", malas,
de viagens, venesianas para janehas, sv
pos, lantercas magica?,co>m(,ramas. j fosda p
de damas, de bagatella, quadros c -m pa
globos de papel para illuminacoes, macbiit s is
fazer cafe, espanadorcs de palhas, reaJejos c.
accordaos, carrinhos, mamadeiras tV vidro
dar leite as crianras, e rouiks outros aiisfsa.
Brinquedos para menin js.
A maior variedade qu* se pode disejar to
dos os brinquedos fabricados em dif! rnte.-
da Europa, para entretimentcs das crianca- '_-.>
\ preen? mais resnra:dr>: irw- A uOffii=i
CONCENTRADA
DE
ARISTIDE SA1SSET E. J. SODM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A Engencia de Caroba e um remedio hoje reconhecido como am podaroso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impure** do aangc,
como sejam : as molestias Syphujticas, Boubaticas e Escrofclosas, Rhevmatismo, EMrnesam, Dxr-
tros, Llceras, EaupgdES, etc etc
Os prodigiosos effeitos que tem produzido a Eaaeacla de Caraka, por toda par*
onde ei:a tem sido apropriadamente experimentaaa, a tem feito adoptar como ;itd dot ninliri
tos mais segnros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natcreza jyohiiitica
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruecao para a maneira de usar.
Pomada auli-ilarlrosa
Contra as affecgoes eataneas, darthros, comicboes, etc., etc
Inguento de Caroba
Para cura das boubas, nlceras, chagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
R00QUAYR0L IRMAOS, SUGCESSORES
Botica Franceza
22--Rua do Bom Jesus--22
AMIGA RUA DA CRUZ )
Nao ha nada mais barato. t ?uen* *'*. *am* '
Caixas com'sen libras de sabonetes inglexes P0lt0,boa' ^;. crwula sem filbo oiri-
3J a eaixa : na rua do Marqaez de Olinda Ja'se ra* da Uniio n **, ** d" '.ado
da Caaba Magalh*e.
a 35
n. 22.
Manoel Alves Ferreira A C mudaram o seu
escriptono da rua do Vigario Thenorio n. 3, para
eamesma rua n. 10.
Na raa Direita n. 29, saado aadar, T*
para alugar se uma escrav* mcfa para a aenfi-
> co interno de casa de familia.




- <
9
Diario de Peinamouco Segunda feira 21 do Dezombrc. de 1874
*3SS
E. A. DELOUCHE
24--Rm do Marqaez de Oliuda2-4
Kieqtilna do boeoo Large
Partieipa a seas freguezes e amigos que mndou
a sen estabcls-eimento de relojoe;ro para a raesma
rua n. 24, onde encontrarao nni grande sortimento
derebgios :le parede, americanos, e cima de me-
sa, doa melhores gostos e qualidados, relogios di.
aigibeira, de todas as qualida ies, jiatente suisso,
de ouro e. prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gi.' de onru, inglez, descuberto, dos melhores
Cabricantes, e ideia de onro, plaquel e prata, lunetas
de tod's as (ju.ilidades, tudo por precos muito ba-
Leques gratis
A Magnolia, a rua Duque de G>xias n. 45, esta
distrir.-uindo gratis a quern Hie fizer algum gasto,
uui lindo If ,ue, vistu conhecer a necessidade qae
ha deste ari:go ueste tempo tao caloroso.
Distracao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, c s6
quern Km as lindas consrucoes on desenhos para
foi ma1 div<.-r>as vista." dos priocipaes edidcios da
Ban pa, e qae servem de distrac5es nas horas
vagas.
Lubin
Banna, oleo extracto, cosmetique dessc afamado
fabric-ants : so qnem tern e a Magnolia, a rua Du
que do Caxias d. '*5.
Presentes
A M.-'tip'ii. a ruaDuq-i3 deCsxias n 45, alem
de mailbun n artigos qae tem propnos para
area i acaba do reeeber o s-?gura(e:
B 'l jra qne el,.am pap3i e mamai.
Bmwas de camurca cm pesccco, pcrnas e
braeos movedigos.
Lin as e:,ixas com flnissimos extracts
atone vi coir, ban!.-- a pds de arrez.
Bunita* raixas pan co lura.
GestiDi as cjm fl; Tt-s artifleiaes.
Ditas c iuj prepares para oostnra.
Baptisados
Bico: .:'pe.)s esapatinhos de setim branco, de
] g -. s, paop ha pan baptisados.
Cuticu ina
Q i Jivci nodoas no rosto e quteer ficar tem
leas,i t o i!' om frasco de colic lina, na Magno-
: rua Duqne d< Caxias n. 4".
Modas
de cabejlo.
>;s i I 105.
1): i i \ marfiiu u madrepcrola.
i5i para s^nbora.
para seiihora.
r ii jo.
i' de me a!.
la* para vestido.
. ).
i drei en la, e muitos cutros artig s
mtrara a Magnolia, a rua Duqu9 de
u i
Esnelhos
i >drados eovacs, de divers s tama-
. ii lia, a rua Duque de Caxias nu
y -o now < xrcllente escrava para todo
: On rua (L Gloria n. 146.
' 0 proprietaries da Pre-
dijecta a rua do Cabuga d. 1
A, i ii sciente ao respeita-
: publi co qae, tendo resol-
,yi 'u mmkr de genero dene-
gooio, deliberaram vender
toda i as mercadorias exis-
te H3 em seu estabeleci-
mento com urn abate de 20
por 0;0 afim de liquidar a
gua easy, at6 o fim do corren-
te ..quo, e por tanto 6 b6a
OC' tsiao do puMico se pre-
veuir do bom e barato.
0 '.. -.\' a^signado, cre-i>r de. Drnar Be la Ma-
rl dti CaD'i 'a Brilo, moraddra no engpnho Uuiid,
i mi de [pafnea, se acbando em qneslau
co; -a si Qb r.i, para prg.niento de i m debit.'
de uwia de um "u to de reis, embarg n-lhe um
', nome Amaee, qni(l.:iu deuo^itado
da me-ma n l!ern?rda ; previne por
latj: :'i'!D p.^si iQtiTeSsar,'que nao fa a ne-
gori i f >m ee escravo, que nao se acha desem-
i n pud-* presentemente ser objecto de
Iran c9u
E e la, 17 d-dezembro de 1874
D: -data Luii. Francisco Monteiro.
Telegrumma.
Assen blea do c>mmprcio, a rna
do CnauneMto n. 28, 18 ae dezem-
bro ;'n 6 h^ras e 45 rainntos da
manba.
1Y ra-se nete e tabelecimrati quanlidade
ia de

BjIos
Pulios
E dotes
par lisf ier is exi?ocias do jjablico, nos dias
de f <] esiae a imrta.
R ",-sn i-nc .uriie idas para qnilqaor dos
arlii i, I'ua, e mais dos seguintes:
LEI TOES (asatdos)
PEBUS
PATOS
GAL1 rNHAS
PEIXES
! ImVUC.TAS (sem ser assalas.)
e tu mala qu- for necessario para uma mesa
(cop : i ii faui).
Hrt iinbera sortimento corapleta de bebidas
finai :
CHAHTREUftE-
VERMOUTH
ABSISTHO
VLNHOS GENEROSOS
E CERVEJAS.
(Ageaefa) flhirtr& Lima.
\os 2o:oooSooo
ctess de
Praca da
loterlaa do
Indepsndolicia n.
Uio
22.
Precis* se fallar com ot seguiotes senbores,
aa rua Primeiro de Marco n. 16, primeiro andar.
Dr. CanJidi Vieira da Cunha, de Sergipe.
Tito Antonii da Cunha, da Bahia.
Domingos Olympio B. Cavalcante, S bral do
Gear*.
Manoel I'anla.eao da Silva._______
Toda atten^ao
Betalba se, com frente para a rua da Amizade,
iobre 194 palmos de fnndo, uma porcao de optimo
terreno para edificacao, tirada do sitio contiguo
a igreja de S. Jjse do Manguinno, do preco de
5U< por pilmo. Aqnella frente e toda murada,
bem como a parte posterior e a lateral extrema :
os pretendentes podem entenler-se com o Sr Dr.
Witrnvio.__________________________________
I1TITIIT0 PARTIC11L4B.
f Aos Srs toantcs i
quali-
tfaj
^ Fumo desfiado de divcrsas
wf/ dades.
tfc NovoCipora1.
f) Olho de Passaro.
>** Fior do Brasil.
VerJali.'iio Hio covo.
Verdadeiro fumo de Goyaz
em paeoles e Iata3 de 2, 4 e 8 oncas,
AS: femcompx-icao alguma nociva ao fu-
yQ mador, manufactnrado, e a venda na
at, fabrica a vapor, na antiga rua do
f) Quartel de policia n. 21.
Collegio de Santa Ursula
Para educate de meninas.
Este antigo e bem conhecido collegi >, estabele-
[ eido no edili :io n. 32 ,4a rna da Imperatriz, co-
| mecaraos sens trabalb'os no dia 7 de Janeiro pro
ximo viodouro. A directora abaixo assignada,
Moleque fugido.
Gratiflca-sa tunato, moleque de 13 a 14 annos, preto, baixo,
ch io do corpo, rolo e cabeea redondos, nariz
cbato, cabellos carapinhos e cortados de fresco ;
1 ansenton se na tarde de 10 deontubro do corrente
anno, com camisa de madapolao, calca de brim
de cor, desbotada, e chapeo de massa preto. Gra-
tifica se na rua da Cadeia do Re.ife n. 39, ou na
' rna da Aurora n. i86.
I! ALUGA-SE
fgf uma grande casa terrea com bastantes commodos
sitana estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi,'
I
Aluga-sc
RuadaRoda n. 48,sobrado. ^tS/SmmSfS^^
: os armazens ns. 6o c 69. na praca do chafariz em
i Fora de Portas, um onde teve tenda de fcrreiro
jo fallecido E. Maliult. 0 outro que esteve occu-
! pado com venda de molbados, para o quo e op
i timo pela locaJidade e ser de esquina. ambos livres
| e desembaracados de impostos: a tratar com o com-
i mendador Tasso.
Prime ras lettras, portuguez, francez, in-
glez, desenbo linear e musica.'
Sob a direcgao do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas aa-
las todos os dias utcis.
Recebe alumnos internos, rneio pensio-
aistas e externos ; f jrnece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
pre Boas casas de
?oco da Panella ;
Tasso.
Alugaiii-sc
campo, na Cruz das
a tratar com o comm
CD

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merecido ate" hoje,
promettendo de continuacao a sens esfor^os na!
boa edueacao das meninas qae Ihes sio confiadas, {
mantendo assim o credito adqnerido na pratica
de mais de 14 annos de exercicio.
Recife, 16 de dezembro de 1874.
A directora,
Ursula Alexandrina de Barro.s
Aluga-se
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a
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r.
O
a-
as casas das mas da Una Carvalho n. 35, de S.
Jose n. 5 e becco de S. Jose n. 1 : a tratar no ar-
mazem do Campos, rua do Imperador n. 28.
ALUGASE
o segundo andar e armazem da rua de Pedro Al-
fonso n. 59, o sohrado de u n andar e sotao da
rua do Hospicio n. 65, e o primeiro andar e ar-
mazem do sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Precisa-sc de uma mulher de bons costumes
que se preste a ensaboar roupa em casa de fami-
ha : a tratar na rua da Cruz, armazem n. 23.
um escriptorio
Commercio n 4
ma casa.
Aluga-se
no primeiro andar da rua do
: a tratar no armazem da mes-
Aluga se
uma c-xcellente casa de campo, na Magdalena, a
margem do rio, com grandes commolos para fa-
milia, tendo gaz, r gua coin deposito, tanque para
banhos, jardim, otc, etc. : quem pretender, diri-
ja se jo cafe Imperatriz, que acnara com quern
tratar.
Pa"a escriptorio
Aluga-se o 1' andar do sobrado a rua do Amo-
rim n. 4',muilo asseiado, caiad) e pintaJo, com
duas salas e dous quartos, por pre;o modico : a
tratar no armazem do mesmo sobrado.
Precisa-se d) um criai) para todo servico,
prefere-se escravo : a tratar na conf--itaria
Campos, rua do Imperador n. 24.
Imperial
Fabrica de rape areia preta Una, de Moreira
& Cunha, da Babia.
Deste excellent^ rape, que se torna recommen
davel aos amantes da boa pitada, tem estabelecido
esta fabrica o seu deposito a rua do Commercio d.
5, que vendem por junto e a retalho, fazendo-se
j vantagem a qucm eomprar por^ao. _______
Fugio do engenho Goita, do termo de Ifaia-
freth, em dias do mez de novembro do anno de
11869, a escrava Thereza, mulata bem clara, de
Na D"ite de 13 oira li ae raTco do corrente! 30 annos de idade, solteira, baixa e bem refor-
Bonsbanhos edormida fres-
ca no Monteiro.
Aluga-se alii por preeo commodo uma casa pe
quena qae tem i salas, 3 quartos, eozinba e boa
cacimba, e 6 perto do rio : a tratar na rua Nova,
loja n. 7.______________________________________
Precisa-se de ama para cozinhar : no ar-
mazem Baliza, rua do Lrvrarneate n. 38.
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
A..
Est4 encouracado 1! !
Ajiia mole em pedra dura
Tanto da ate qne a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mell
escrivao na cidade de Nazareth desta provincial
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se coraprometteu a
realisar, pela terceira eharaada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motivo e de novo chamado para d
flm, pois 8. S. se deve lembrar que este negoci
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu *ilho
achava nesta cidade.
Aluga-se j
o segundo aodar e armazem da rua : P.-J o
Alfonso n. 59, o sobrado de um aodar u -'tao da
rua do Hospicio n. 65, e o 1* an Jar e arm ;.'.em do
sobrado da rua do B*m Jesus n. 63 : a ti atar na
rua do Vigario n. 31.
Hotel de ['Europe
mk DA FORTIA.
AOS 4:000|I000.
BILHETES GAMNTIDOS.
i rua Primeiro de Mar$o (outr'ora rua do
Crespe) n. 13 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizes bilbetes trm fnferro n. 1983 com 4:000J, nm
meio n. 3676 com 100} e outras sortes de 40/ e
20/ da loteria qne se acabou de extrahir (128'),! Madapolio francez verdadelru, 24 jardaij a #
convida aos possuidores a virem reeeber na con-! 7/ a peca.
formidade do coitume sem desconto algum. Algodie T, largo e superior, a 5/ a pe?a.
Acham-se a venda os felizes bilbetes garantid*?. Gorgorio preto de seda para vestoo e para eo!^
da 22' park- da loteria a beneflcio da Santa a 3/ 0 eovado
LIQWDACAO
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miodas moito boa para reap*
meninas a 160 e 200 ra. o covado.
La preus, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores finas a 310 360 rs. o eoraak
So se vendo.
Ditas com listras abcrtas, fazenda Cna, a #60 rs
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o eovado.
Vlelins de cores miudas a 280 rs. o eova4o.
Cretones, o melbor que tem vindo ao merrad 4
400 e 440 rs. o eovado.
Cambraiaa braneas, bordadas e abertas, Isieac
mais Una que tem vindo ao mercado, a tnmt
de 2/000 o metro, por 1/000 a vara; p*
cbincha.
Ditas pretas com flores miodas a 100 rs. eovai
Cambraia transparente, fioa, a if a peca.
DiU Victoria, fina, a 4/000 a pca.
Organdy de assento branco e de cores, ecaa ti-
res miodas de seda e de 14, a 400 rs. o 0TO4c
E' pechincha.
Cortes de easemira de cores modemas a (/-DO
corte ; e fazeeita de 8/. E' pecnhKba.
Camisas de linho finas, li?as, a 3->/ a duzra, e f
zenda de 55/.
Brim branco de linho a 1/400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o eovado.
Casa de Misericordia do Recife (129"), qae se
extrahira na terca- feira, 22 do corrente met
PREgos,
Bilhete inteiro 4/000
Meio bilhete 2/000
Em porcao de lOOA para cima
Bilhete inteiro 3/600
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
Aliign-He este iasto e mnp;ni!lro eg-
tabcleeimento a niadu Coni-
merclu n. t9.
Este antigo e bem conhe; do HOTEL, quo fe-
chou se por causa do falteelmente do Sr. Eduardo
Tourpin, acha-se provide de todos us pertencas e
ornamentos correspondentes a fima de que sem-
pre gozoa, e eslanio situado no lugar mais ap-
do! parente e agradavel do Recife como e o do bou-
levard, defronte do desembarque de paseageiros,
os interessados nao ac^arao cccasiai mais pro-
picia para eslabelecer se com um HOTEL bem
montado, em bom local e ja acreditado.
Para tratar, dirigir-se ao escriptorio de Pereira
Carneiro, a mesma rua do C<-mmercio n.6.
icente fugio
anno, fugio o mal.it.) Vicente escravo, de 20 a
22 annos de idade, b >0 regular, levando vestldo e em um sacco Jroupa de
algndao branca e alguma fina perlencente a um,
nalseiro da ca^a d'onle fugio, e natural da fre-,
guezia de Sanl'Anna de Ifatioa diz ser livre. cria-
do em eompanbia da malrinba D. Anna Luita da
Luz de quern alias fJ escravo : roga-se, portan-
to, aos Srs. capitals d" csmpo e autoridades po-
liciaes a apprehensao do dito escravo e en'rega-
lo na cidade do Recife, rua do Crespo n. 10, ao
Sr. J.iaqu'm Moreira Reis, ou na cidade do AssU
ao Sr. Toriuato Augusto de Oiiveira Baptista
que serao generos&mento recompeasados.
cada do corpo, ro3to rcdondo, cabellos castanhose
; anncllados para as pontas, oihos amarellos e gran-
de;, nariz um pouco chato, bocca grande, tem
! falta de um ou dous dent -s do lado de cima, can-
gulos, bra?03 e pernas grossa^, pes rolicos,
: dedos curtos, lava, engomma 06 boa cozinbeira,
tem sido vista na cidade do Recife, onde confer-
I vase aeoitada : roga se as autoridades polices
capitaes campo, e mais pessoas, a apprehensao de
I dita escrava, sendo entregue a seu senhor o ma-
jor Christovao de Hdlauda Cavalcante de Albn-
' qoerqne, no engenho Rosario, do mencionado ter-
roo de Nazareth, ou no Monteiro, a Antonio da
j Rocha A. Lins, quo tara a gratificacao de cem
mil reis.
Nao ha mais cabelos!
braacos.
AtteiiQao
Os Srs. abaixo nomeados queiraro vir a raa
Imperador n. 24, a nogicio. A saber :
Antonio Joaqnim da Silva Barbosa.
Ttntura japonoza. Antonio da Silva Proa, marmorista.
So e unira app-ovada pelas aaademias de Pr?c.'sco ^.0fd,d? c:osl- D
l -, v FabicianoNapoleio do Rego Barros.
sc.enc.as. recoube ida superior a toda que Lag08i conductor dos bonds
te-n apparecido ate hoje. Deposito princi- JoSo Antonio Portuga;.
pal a rua Ja Cadeia do Recife, boje Mar- Jose Affonso de Oiiveira Gaimaraes.
quez de.Olinda n. 51, 1" ^nlar, e em todas
as notices e casas de Ccibelleirciros.
rio
Aluga-se
para escriptorio, o primeiro andar e paramora--
dia o segundo dito : na rua do Marqaez de Olin-
da n. 4.
Aluga-se
o sitio qne flea conligao a igreja de 3. Jose do Man
gninho ; recommenda se por sua excellente posi-
yao e outras condicdes agradaveis a sua habitac,o
confortavel e de recreio : quern pretender, pode
entender-so com o Dr. Witruvio.
AVfSO
CASA DO OURO
Aos 4:0009000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
?. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos 3eus
uuito felizes bilhetes a sorte de 200/000 om
meio bilhete de n. 3351 e um meio bilhete de n.
3676 com a sorte de 100/, a!em de outras sortes
menores de 40/000 e 20/000 da loteria que se
acabou de extrahir (128'); convida aos possuido-
res a virem reeeber, que promptamente serao
palps.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu sstabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,qu3 nao deixarao de
tirar qualqner premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
'actido3 da 22* parte da ioteria a beneflcio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, quo se ex-
trahira no dia terea-feira, 22 do corrente mez.
Pre f os
Inteiro 4/OOfi
Meio 2/000
Be fl.dO$000 paracl:^:.
Inteiro 3/500
Meio 1/750
Recife, 14 do dezembro do 1874.
Joao Joaoum da Cotta LHU
Pede se aos iuteressados na creafiio de nma
associacao cooperativa do commercio, qae cempa-
re^am na casa a rua Duque de Caxias n. 28, para
a noraeacao da direcgio do estabelrtcimento, the-
soureiro, president", secretario, comorador, etc.
De todas a3 ideas, e a da Sjctedade Cooperati-
va a mais provei.osa para o povo.
Jose Anl-mio Domiigues de Figueireio, proprie-
ario da fabrica deci^arros do Becco Largo n. I,
n It A e n. 2, avisa aos con-umidores de seu; ci-. alguma ousa de jirdim e horta : na raa do Mar-
Precisa-se alugar um escravo que entenda
nos, que rhedou sua offlcina de cigarros do n. | qu^z d* Olinda n. 18
2 para o i andar do n 1 on. 1 A, por ter de
entrar em olra o de n. 2. Pas este aviso para
algnera i;3o jnljar o conlrario, e sous 'reguezes
ficarem scientes de que so ccapa as 2 lojas. dos
nuraoros acima, e o andar do mesmo prelio.
Al gam-se tres casas terreas na rua do Co
ronel Suassunan'. 103, 103 e 198 com commodo
e limpas de novo : a tratar na rua Dire 11 n. 8.
Precisa-se alugar uma escrava e um moleque
para vender na rua : n i rua do Marquez de Olin-
da n. IS.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Manoel Jose" Ferreira Beutevi.
Qn ntino Moreira Dias.
Ansberlo de Souza, cunferente.
A AT A PrecJa-se .alugar uma escrava para
u-L-il- cr.ada de casa de duas pessoas, assim J<*e Paulo dos Santos Oiiveira.
como de nma rapariga de. 10 a 12 annos de idade, SiWino Antonio R.drigaes.
escrava ou livre, para auilar com uma menina de Joao Gomes dos Santos Filbo.
tenra idade : a tratar na rua do M i quez de Olin- Antonio Saraiva de Araujo Galvao.
da (antiga da Cadeia n. 54, armazem. Augusto Lobo de Siqueira Thedio.
Francisco Sergio do Rego D ntas.
AMA
3* andar
Preci?a se de uma ama forra ou
escrava : trata se na raa do Marqaez
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,
Precisa se contratar com uma senhora de j
bons costumes, que se encarregue da edueacao de >
tres meninas, distante desta cidade 10 minitos : ]
dirijam se an largo da matriz de Santo Antonio '
loja de cirgufiro n. 4.
Aluga >e a meia-agua sita no becco da Ca-
cimtia, a ma dos Prazeres n. 1 : a tratar na pra-
ta da Boa Vista n. Iff.
- Pfecisa ?e de uma ama qu cozinbe perfei-
tameote : ca rna da Uniao o. 29.
Lino Ferreira da Silva
tem duas cartas na rua do Vigario n 7, primeir
andar.
100/000 de ffratlfieacao.
Desde o dia 3 do corrnnte fugio da casa
de seu senbor, abaixo assignado, o escravo
Miguel, prdo, purem tiai mnito escuro,
corpo ref>>rcM<), fi. il .! marcin iro, boa altura, e um tan
t.i espigaili>, roste comprido, olhos casts
hhis, d rierih'ima barba (ip^nas bnr;o), pe"s gran-
des, leauu tstidii i-alja e camisa branca
c jnqopta pants gosta de jogar gymnastica,
ee liHStanli- rfgtista.
Qum o appri bender, leve-o a rua da
Unia i n. 43, (ilba d s Ruins) ou na rua
da C'leia do Bicife n. 5u, primeiro andar,
tS'-riptorio de Leal & Irmao, que sera" ra-
comp naado cooi a quanua acima mencio-
nda.
Hecifi' 7 le dfZf-riibro de 1 '74.
Manoel Homes Miranda Leal.
Franjisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Ribeiro Pontes.
Rufino Correa de Mello.________________________
Mademoiselle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas freguezas e ao publico em geral
qne abriram novamente sen estabelecimento de
casa de costuras a raa da Imperatriz n. 5, primei-
j ro andar, pelo qua essmran continuar a merecer
; a concurrencia das pe-soas que precis?rem de
! sens services.
Ainda e?ta por alugar a lojs do r pado
n. 2 4 rua das Larangeiras. aluga se po reco
commodo: a tralar no Cajueiro n. 8, junto ao
hospital portuguez, ate as 9 horas da manna e
das 3 da tarde em diante.
Mfflt
Doce finodegoi ba
Ha constantrtmenle para todos os prf^os, tanto
em I alas como em caixlo, de tidos os lamanhos :
no pateo do Terco n. 52, e aonde se vende mais
barato.
? 'annonia
Ao cae3 do Apollo araazem n. 69, se recom-
menda aos seohores de engenho a mais superior
farinha pannooia, em meias barricas
10^000 degratificaga*-.
No doraiogo 13, pelas 4 ou 5 horas da tarde, fu-
gio um-papagaio c.im ura .das azas aparadas :
quom otrouxer a ruaDuque do Ctxias n. 41,
andar, recebera a
Ccmprs-ae urea escrava que seja sa lia 9
de bens costumes e que entenda de cozinhae
engommado e mais servico de casa de familia
a tratar a rua do Amorim a. 54 armazem, das 9
horas da manha as 4 da tadf.
Oofre.
Compra-se um cofre de ferro
rador n. 83, 1." hndar.
a rua do Impe-
Compra se diarios ejorna;s
cilio Dias n. 99.
na rna de Mar-
Vr:NBM.
do Cixias
"jantia acima.
2o
Oabelleireiro.
Na rua de Vidsl de Negreiros n. 67, pateo do
Terco, trabalha-se em toda e qualquer o^ra ten
dents a arte de cabellereiro; por pr-.co razoavel.
torn k verga.
Grande deseoberta
Gurativo das molestias do
Este imBortanta.modicamento que acaba de ser
reconhecido pelos disbnetos Drs Zalloni e Paras-
jhevas como um verdadeiro espe ifico contra a
phtysica, segundo provaram nos grandes nnme-
ros de casos por elles experimentados, como se ve
aa sessao da academia de Paris de 24 de marco
4o corrente anno, encontra-se unicamenta no
A10A.
Aluga-se
o 3* pniar e sotao do sohrado da raa
triz n. 53 ; a tratar no 2 >ndar do mesmo
brado.
Vende se duas mulatinhas de bonita figura
de idade de 13 a 14 annos, proprias p ra servico
d mesiico, e duas negras, uma de 24 annos, com
um filbo de 6 annos, captivo, e a outra de 40 an-
nos, boa lavadeira, e cozinha o diario, e uma par-
da de 22 annos, cozinha e engomma : vende se no
pateo de S. Pedro n. 26.
Vende-se uma propriedade no aterro do G i
qnia, com duas o arias, boa casa de vivenda t> duas
casas mais pequenas. mais daas casas era um sitio,
da Impera- tres viveiros de peixe, 50 pes de coqneiros, barro
so- perto para toda obra, um rancho bem afregueza-
do, tudo em bom estado : quem pretender, dirija
se a mesma, a tratar com o seu dono o Sr. Fran-
cisco Ignacio da Croz Mello.
Toalbas alcochoadas a 4/500 a duzia.
Colchas grandes a 3/500 uma.
Cobertas de ganga, forradas, a 3/.
Len(6es de bramante a 2/ um.
Lencos de liubo, abamhados em eamnbai
3/600 a duzla.
Ditos de caca de eores abaionados a 3/890 a sa
A 1,5000
Cambraia branca, bordada, com listras e sis
quadrinhos, ab-rus e upadas, por tertnos ass*
grande por;ao, resolvemos vender barato para aca-
barmos, e fazenda mnito larga e moito fina, qae
sempre se vendeu por 2: o metro, e estamos s en
dendo a 1/ a vara : so quem tem para vtrdcr
por este preco e Guilherme & C, rna do Cre*po,
loja das tres porlas. Dio se ssaostras.
E outros mnitos artigns qua fe vende par bm
nos do que outra nnalquer parte a para se d
So na lorem queiram mandar ver as smestn!
enganaja da
GBifterniP & C.
E' s6 quem vende a 600 ra.
Cambraias braneas bordadas com hstras e 4e
quadros, abertas c tapadas, fazenla muito fina,
com 5 palmos de largnra, e p ^r irrmos f ande por-
cao resolveroo3 vender barato para acabarmos ; s
fazenda de 1-600 o eovado, e dos estamos ven'.ea-
do por 6tt0 rs. o covado, dao-se amosirar : n. rua
do Cresjo n. 20, loja de Guilherme A C._______
0 Paris n'America esta liquid/ndo cs crl
pelos seguintes precos :
Botinas de duraque, de cores, com canno al o e
laro, a Luiz X / a 5/0:0!!!
Botinas de duraque, de cores, tordadas. canoo
alto, a 6/III
Botinas de duraque com laco a 3/.
Botinas pretas gaspjadas, caunc alto, a 4/, / e
6/000.
Botinas lias eeofeitadas, para meninai a 3/,
Bi tinas de Snzer, de cordovao c.< m \<- nteira e
verniz, pn homom a 8/. Aproveil -m, que e
barato.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Anmnio Luiz de Oiiveira Iii-
vedo, no seu escriptorio, a tu\ m Bjm Jest
mero 57.
Sal do Asj-u.
Tem pr.ra vender Antonio Luiz d^ I v ir
Azevedo. a bordo do palbab de laAesi Arhkr : :
tratar com o capita a bord<, 11 ni sen escrip-
torio. a rna -> Bom Jesus n ;'i"
A pessoa qne ilsejr com.irar uma boa ta-
verna em uma das melhores locahdades o>sta ei-
dade, entenda se com Luiz Ferreira de Alav Ida a
roa do Visconle de Inhauma n. 69.
Livros iioVijs.
Escrich A mulher adnltera, 4 vol.
cem gravurasa 6/0)0
Dito.As obras de misericordia, 2 Ml
dito 3/CJO
Dito Casamentos do Diabo, 3 vol.
dito 4/5)0
Milner Eaboco de philosopbia rna-
lytica 8." 3JJ0
Moreira Rosto e c raclo (roman-
ce) 8. 1.5 V
I'm furs vidas (comedia em 1 if..) 5<10
AcQQes entre amigos
A de um faiueiro e outros objectos de prata
que devia correr coma 3' loteria do corrente mea,
tica substituida para a seganda loteria do mez de; Premiado na
Deposito deli-ill-) Madeira em
PernafiilHi m.
Tendo ja obtido o melbor acolhimento nos mer-
cados da Allementn, loglaterra e mesmo em Fran-
ca para os vinbos das mrahas pr^priedades e de-
posits, onde foram apre iados e mereceram os.
primeiros premios em ,differentes exposijSes;
e desejando tornal-os conbecidns igu dmen- j
te na provincia de Pernambuco, onde de cer-
to serao bem aceitos, ja pela diminata qaantidade Ghap*os de seda, merin6, feltro, missa, alpaca,
de agaardente que conte"m, como pela sua velbico ca,t0r, panno e* de palha, a 1/500, 1/800, 2/,
e tratamento espec al resolvi estabelecer um de- J4500, 'it, 3/500. 4/, 53 e 6*.
posile na casa dos Srs. Pocas & C, a roa estreitaj A^ra aist0 t9B0, granadine de seda preta a
do Rosario n. 9, onde se encontrao sempre de 400 rj. 0 covado, e uma grande variedade de
differenles precos e qualidades e directamente en j fazendas de go3to e por baratissimos precoa.
viados. Na rua do Livramento n 30.
Sao geralmente conbecidas as vantagens que L0ja da bandeira encarnada, de Lima Coutinho
#GRANDE
Liquida^ao
DE
Chapeos e fazendas.
Chap*os de se
auferem aos convalecenies do uso do vinho Ma-
deira ; permiUam roe, pore"m, os Exms. Srs. medi-1
cos namar a ua attencao para estes, nos qnaes;
encontrarao as quilidad s mais apr^ciaveis.
Henrique Jutd Maria Cainacho.
(Este documento esta reconhecido pelo tabelliio
da cidade do Funcbal, Joaqnim Mochade de
Souza)_______________________________
AC.
Rhum nacional.
Na BarateiFO!
i A'real.0 de Maf^fl. I.
fevereiro
virtude de
numeros.
proximo future,' pelo novo piano,
se ter desencamintiado 0 talao
em
as mais apropriadas para viagans.
Sofaes.
(^adeirns.
Mesa*.
Cest./s quadrados, para armazens de fazendas.
Ditos para padaria, o mais apropriados para
venda de i.ao.
Cestiehai para menina* de escola.
Cipsehos para entrada de estabelestoentos a
porlas de sab.
Carriiriios para raeninos.
BiTcos idem.
Ve.dem Pfigas & C, a rua estreita do Rosario
n. 9, junto a igreja.
CRIADA
Precisa-se da-ama,cried* portagueis para tra-
tar de nma cnanoa : a tratar na. rua Duque de
Caxias n. 84, loja.___________________________
Costureiras parri modista.
Proisa-se na roa da Palma n.34,
Alttga-se
'^ara e servico lni:erflo deJcasa de famHla ubiaes-
crava de idade en 13 annos, com algumas habili-
dades.: al.trattr na-roa'do Bario de Sc'mrta nu-
' roero4f>-
Aciba de re:ebar g-anle quamidade de Iazi-
nbas com li-ras de s^d* para 300 rs. o cova-
exposigao da Sociedade Doze do II... aproveitem antes que se acabem.
de Dezembro. Rua 1. de Marco n. 1
** Veadese pelo diminuto preyo de 1/000 a gar- j AgoaUttbo Ferreira- da StlvaXeal
rafa na bem conhenda taberna Flor dm Progressosi sriTrlTrtff T fff'
na rua do Cab;ga n. 8, confronte a matriz dej ^nlj B^jft
Santo Antonio.
j um terreno no prinatpio da Estrada Nova, do la
Ihwho, com
a,
oef ia. de W palmos da frente
Tife noprincipio da estrada do ftsmedlo,
0 abaixo .assignado, tendo comprado um $4
bilbete inteiro da loteria do Rio de Jsnei- e
ro, dwi*- traz: e, oAtf* ** 0 presente no appareceu^0"^^,^-,^^,,,,^^, da.N6relroa,
0 -vandador Jose Jpaqutm ds Silva Araujo, berjo da estaclo.df estrada, da Terra coco mailo
pnevsne. ao-.publico quo nao negocia-se 0 bons. cimawfos eJp.xcellen,ta, bilbete*. e CMa-ealeja. premiado nflo se pa- preteader estes terrenos e esta caaaw pofc diri
$Hy**r Jf&B[ESfifi ,. ^_ ;^'---*.^-^,^'* -"*
a com
A luteria & a que tarre no dia 14 do cor
rentes
Antonio Borget da Silveira Lobo.
ae dwe-ttotaiv apveads.
' Mi* *t'
: V/and* -e^fflS^pWltaF O^WWf^eJI11'8061
n. 68, nos Afogadosy prepria para, pvimci
tratsf-'nameamas
Cimento Portland
Verdadeiro
9/000 a ban ica
Jurge Tasso
37 Rna do Amorim 37
Bacalhao imperial
N .ruega aupe-ior
em meias caixas, priprisa para cua3 parlimlirt J.
9 000 cada-meia caixa
Jorge Tasso
37 Rua do Am ill 11 37
Presunto3 e queijos londrinos
37 Rua de Amorim 37
J.rge Taaso
Vende-se um sitio com 240 ns'nsos de frente e
700 de fnnio, em B^berita de baixo, com algn-
mas arvores fructifans, ago* pouvel e laraoge:-
ras novas ; tambem se per&mta psr uma pequetia
casa ou escrava mo.;a, ou mem) >tio peqaea >,
perto da c.dade : a traUr na ret da PWreMais
n. 22.
Aos 1,000 chapeos de sol de
se>ia de c6>es com cabas
de marfim a 4$ e 5|.
. 0 desengane esta queiraando chipess de sol ds
seda de core* com csbos de marfim, para seakr-
ra.-, pelo d.minuio precu 4a 4a ca 1 not, coa. an
pequeno toque- de mAfe, e liaspsn a-6*, aie eha-
peos que mnitos veadeau a I'hf-e tlh cada ass
files, antes que
n. 26, junto a loja
na roa do Creep j
todos
Biia do <*ut*mn*P as* 4rt,Jwi at !-
> Ak 2^0 rs. o covado.
Lizinbas oe listras a imttajie de seda, koaitos
OaiaatosTli Bill i i laH? m^ m>n, eo-
vado"; i.padjad*c6sa.c k, fakasaHke ho-
Aproveiltjj^aa, e. grand- pech'swh So o 4 k,
PAGINhCAD incorreta



Diario de Pernambnco Segunda feixa 21 do Dezembro de lbl\.
K
U,
f
<

*
'
Aos legitimos fogoes econo-
micos.
Acabara do chegar a esta cidade os ver-
d.deiros fogOeseconomicos, \i muito conhe
cidos uas provincias do 'io de Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
bia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitac.ao possivel, e sio ja*
preferidos aos do qualquer outro systema,
conhecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocacao, moderno systema,
e sobretudo grande econoraia no combusti-
Tel ; trabalbam com lenha, coke, carvSo de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
ohos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familis, collegios, hoteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acham-se ex-
postos ao publico, aonde se darao todas as
explicates necess&rias: na rua do Viga-
o n. 12 .
Soares Lei Irmaos, rua do Barfio da Vic-
toria p. 28, antiga rua Nova.
Colchas para comas
Naloja do PavSo vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,300, ditas de dito do cor
a 4,000, cobertas de cbita e de cretone, de 2,500
para cma e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva. ______.
N. 7 2.Rua da Impera.triz
N.7 2.
a 400
240,
Vende-se
No escritorio de Thomaz da Aquino Fonceca &
a Successores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Cimento Portland verdadelro.
Cera era velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Snerry.
Vinho do Porto em caixas, finissimo.
Idem em barris de quiulo e decimo, lino.
Retro*.
Fio.
VENDE-SE
Na rna do Vigario n- 1<>, vende-se o seguint e
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
xas de duzia.
Dilo dilo em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duiia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem._____________________
Wil~on Bowe & C. vendem no sen armax
a rua do Commercio n. t4 :
verdadeiro panno de algodao azul amBneano.
Excellente fio de vela.
Cognac de l qualidad.
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as cruaudade..
Nova remessa.
Vinho mk de Aniaraite
Convida-se cs apreeia'dores a virera apreciar o
que ha de mais excellente neste artigo; vende-
se em decimos e a retalho, em easa de Pocas
k C, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
greja.___________________________________,
Col I a superior
DA
Fabrica Camacho
Ja chegou para o unico deposito, no escripfrio
de Joaquim Jose Goncalves BcltrSo & Filbo, a rua
do Commercio n. 5. ____
EJH LIQVIDA^AO.
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha tempo linham feito encommonda e
agora estando em liquidacao resolveu que estas fazendas fossem vendidas nas mesmas condicoes o
que e muita vantagem para os eompradores, isto no Bazar Nacional rua da Imperatriz n. 7?.
Organdy* branco a 400 rs. Chales da li a 640 M.
Vende-se organdys branco com listras muiio Vende-se cha'es de li a 640, ditos de merino
fino a 400 rs. o covado. estampados a UtiOO e !*.
Popelinas a 1:000. Cortes de casemira a 5*.
Vende-se popelinas de cOres muito finas a Hoi Vende-se curies da casemira de cores a 5*,
5*500 e 6*.
Co! ertas de chita a 2*.
Vende-se cubertas de chita a 2* e 2*300.
Colchas de fuslao a 2*.
Vende-ss colchas de fustao a 2*, 3* e 4*.
Fustao branco.
Vende-se fuslao branco para vestidos de senho-
ras, organdys branco 8no a 640 o metro.
Madapolao a_3j.
Vends-se pec-as de madapolao enfestado a 3* e
3*500 a pe?r., ditas ditas fino a 4*500, 5 i
dito francez lino a 6*, 7 e 8*.
Algodaoiinho.
Vende-se ,-ecas de algodao de todas as quali-
dades e barato.
. Brnmanle.
Vende-se bfamante de 10 palraos para lencoes
a 1*600,2* e 2*500 o raeir .
Algodao enfestado a 900 rs.
Vende se algodao de dnai larguras enfestado a
900 e 1* o metro, dito irancado a 1*280 o metro.
Grande liqnidagao de roupa feita.
Vende-se ceroulasde algodao a I*, ditas finas
a 1*200 e 1*3' 0. Caaba* brancas a 1*800, 21 e
2*500, ditas de linho bordadas e lizas a 3* e
3*500, paletots d6 alpaca preta a 3*500, 4* a,
4*300, difs de dito do cores a 25, camisas de
flanella a 2^, ditas de chita a 1*280 e 2*.
EXPOSING
DE
fazendas e artigos de alta
novidade
NA
LOJA DO PASSO
mm DO TA8SI.
A' praqa circular do Apollo
vende-se:
Tijolos de marmore, de differentes ta-
manbos o qualidades.
Tijolos francczes, sextuplos.
Cimento Portland verdadeiro.
Azulojos grandest muito proprios
HUa PrillieirO de Mar(J0 II. 7 A.jpaSSliSti,erdeseainarello8.toinanho
regular.
Macininas de descarccar algodao.
Cudelras de ferro, assento de palbi-
BAZAli
[IAS
FAMILIAS
Rua Duqne de tnhs 11. 60 A
Para a f esta
covado.
Alpacas de cores a 400 rs.
Vende-se alpacas de cores para vestiJcs
rs. o covado.
Laazinhas a 120 rs.
Vende-se laazinhas para vestidos a (20,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vende-se alpaca lavrada para vestidos a 640 rs.
o covado.
Granadina aSOOrs.
Vende-se granadina preta com listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales (mas a 400 rs.
Vende-se percales finas para ve.-lidos a 4C0rs.
o covado.
Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cores a 260 rs.
Vende se cassas de core* finat a 260. e 320 rs.
o covado.
Cambraia victoria a 35500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 33500,
4*eo*. Cambraia transprrente a peca a 3*,
3*500, 4* e 5*.
Corlinados a 6*.
Vende-se cortinados para janellas a 6* e 7J o
par.
Festejos
Grande liquidacao de fazendas finas e do
melbor gosto, para vestidos de festa, na
loja n. 44, a" rua Duque de Caxiss.
Popelinas de modc-rnissimos padroes, covado a
600 rs.
Ditas de ditos a 1*200.
Ditas de ditos a i*400.
Ditas de ditos a 1*600.
Cambraias organdys de padroes e cSres inteira-
Jvit' '4.
Bouquets de efavos e de todas as (lores, capellas'(
e velas para baplisados, de muito gos:o,por bara'.o |
pregt), e tambcm reeebe-se encommenias ire* dias.
anted : no pateo do Livramento n. 36, loja de'
cera._______________________________________
Nfto ha qoeiu \enda mais barato!
Garaa & Brito, com {rrnazem de molhados no
largo da Santa ('rnz ns. 2 e 4. vendem mantciga in-1
meme'novoa emodernos, Covado 3_0 rV,""c6rtea i'v* em barril a 800 .!.. por cada 450
Farinha de mandioca
snperior, chegada pela barca Saphira ; tem para
vender mais barato do qne em outra qualquer par-
te, Joaquim Jos6 Goncalves Beltrao &^ Filho, no
sen escriplorio, a ma do Commercio n. 5._______
~~ Chapeos
Grnade exposicao
i,ouo
Grande sortimento de chapeos de palha para
homem a 15800 e 2?, pre?o realraente baratissimo
em vista da qualidade, e muito proprios para a
festa : na rua do Passeio n. 60._______________
Imperial fabrica de rape
area Una de Moreira & C.,
da Bahia.
Deste excellente rape, quo se torna recommen-
davel aos amantes da boa pilada tem estabeleci-
do esta fabrica o sen deposito a rua do Commer-
cio n. 5, qoe vendem por Junto e a retalho, fa-
xendo-se vantagem a quern cimprnr porcao.
de cambraias brancas para vestidos, bordados 9
com babados, a 6*.
Chapeos msdernos, gosto allemao, para senhora,
proprios para a estacao da festa, a 2*500.
Ditos de diversas qualidade?, para hemens, pelo
barato preco de 2*. 2*500, 3* e 4*.
Camisas franceia* e inglezas, de diversas quali-
dades, a t*300, 2*. 2.1500 e 3*.
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 400 rs.
Toalhas de linho para rosto a 400 rs.
Lengos finos com barra, duzia 1*400
Ditos ditos brancos, duzia IC-500.
Metins esc cezes, inU-iramente novos, proprios
phacraa mbres, ccvado 240 rs.
Meias finissimas, para senhora, duzia a 3 "500.
Lazinhas, chitas, cambrias, madapolfies, algo-
dSes, brins, por precos baratissimos, bem como
outros muitos art gos que se acbara expostos para
os amigos do bom e do barato, por 25 0|0 menos
que em outra qualquer pane, finalmente ludo,
tudo se acha em liquidacSo.
Admirem
Ciranadlna dc seda a 4O0 rs.
Na Icja do Pavao vende-se finissimas granadinas
de seda com listras assetinadas, fazenda que sem-
pre se vendeu a IrSOO, e lijuida a 400rs. o cova-
do ; assim como manguitos e golinhas de cam-
braia bordadas a II cada urn, e pecbincba : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.___________________________________
Salsa parrilha
Muito novae grossa.
grammas ; vinho de maca a 1.200 a garrafa, dito
Figueira a 440 a garrafa, a Canada a 3,400 rs.,
gaz (Dcvos)'li'iuido aiiO a garrafc, velas siearinas
a 560 o m?Qi>, velas eecn<.rnica3 a 760 o maqo,
cba perola a 3.200 rs. cada 450 grammas, dito al-
jofar snperior a 3,000 rs. cada 150 grammas, mm
complete sf-rtimento de biscoitos em latas, que se
vendem por precos baratissimes, beivilhas france-
zas a 640 a lata, marrr.elada mnito fina a 640 rs.
a lata com mcia kilo, qneijos frescos, azeite doce
de Lisboa a 640 a garrafa, assucar de primeira
sorte a 320 rs. o kilo, dito de segunda sorle a 28
o kilo, dito de tercti.-a sorte a 240 o kilo, vinho do
Porto, em barril, a 800 rs a garrafa, dito engar- \
rafado das marcas mais acreditadas a 1,000,';
1,200 e 1,500: o que f ode haver de melhor e j
tudo mais a vontade dos eompradores, cerlos de
que encontrarao a maior sineeridade e agr&do
possivel : nojargo da Santa Cruz ns. 2 e 4, arma- j
z em deGama & Silva Brito.
Cordelia fitlmdes c, proprietarios
leste imporlante estabelecimento, no louvavel pro-
jrosito de nao desmentirem o conceito que os
ieus numerosos freguezes lbes tem dispensado,
cabam de receber de sua conta o mais rico sor-
imento de sedas, popelinas, las e ariigos de ul-
uma moda em Paris, e continaarao a receber
por todos os paquetes daquella procedencia ; por
sso chamara a attencio de seus freguezes e os
rtnvidam a darem urn passeio ao sen estabeleci-
nento, garantindo-lhes que encontrarao a reali-
lade do que fica dito, e para prcva dao urn pe
jueno resumo, cujo infaliivelmente despertara a
itten^ao dos pretendentes.
Maudam fazeudas a casa dos freguezes, e dao
imostras mediante penhor.
iUligos de alia novidade e
ulduia moda.
Cortes de vestido de linho guarnecidos de bico
lamesma fazenda e cor, trazendo flvelia, bolca,
g -into, etc etc.
Riquissimcs cbapeot para senhora, dc cores e
iretos.
Cortes de cambraia brancos com lindos bor-
tados.
m x de cores com eafeites da mesma bzenda,
orino, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
-idas de arminho.
Vestuarios para baplisado.'
Kiqobeimas camisas bordadas para seobr>ra.
Leques de madreperola, para noivas.
EUcas colchas de seda, para casameoio.
Certes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branea e dito preto.
sedinhas de'delioad^s padrues.
5elim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Vellulo preto e damasco de seda.
Granadina preta e de cores.
?ilo de seda branco e preto.
Elicas basquinas de seda.
Casacos de merind de cores, la, etc.
Manias brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cores, aius mariposas brancas, de
ores, lisas e bor-dadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas tie quadros, listras, etc.
Brins de linbo para vestidos.
Fnstao de cores.
Ssias bordedee para senbori.
Srande-sorlimcnto de camisas dc linbo lisas e
tordadas. para homem.
Meias de cores para homem, seubora, meninos
meninas.
Soriimputo Je chapeos de so! para homens e
*nbora.
Merinas de cores para vesfrdos.
Dito pieto trangado e de verao, bombazina, can-
to, alpaca, etc. etc
Atoaihado de linho e algodao para Coalbas, e dito
>ardo.
Damasco de 15.
8rim de lir.ho branco e de cores.
Setinsde lindas cures com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos do touquim e dilos de casemira
nha, prepriaspora campo.
Bom sapateiro
Vende-se urn escravo sapateiro de toda obra, e
de boa flgura : na rua de Santa Amaro n 6, se-
gundo andar._________,___________
Retalhos de las.
0 Pavao vende uma porcao de relalnos t l
para vesUdos tendo grandes e pequenos, q>
i li-
quida barate oara acabar, assim como uma por-
cao de cassas'e chitas pretas qne so vende por
qualquer preco para acabar : na rua da In tra-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
E*partilhos, a 3*500, 4* e 5?,
bonito sortimento dos
0 Pavao vende urn -
mode-nos espartilbos que vtnde a 3*500,
Pechinca em lencos branccs a 2 500.
0 Pavao vende duzi s de Uncos finissimos de
cambraia branea para mao, sendo fazenda que
sempre se venden a 4il00 a duzia e liquidate a
2*500 por ter grande porcao de duziaf, ditos abai-
nhados a I|, ditos chinez s muito finos e ditos
francezes escuros muito finos para quern toma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores para vestido a 240 rs. j Vado.
Reis e Silva & Guimaraes, prwlar_i i_h
bem conhecido estabelcciiiiento dc hatHta fin^
couvidam aos seus freguezes e aaaigof a niw
se dos aiiigos inditpeosaveis para a fes'i, da ultima modj. e de fino gruN, os quar i se vee
dem por modico preco, de forma que igual nao *
en^onira em outra pane.
Afira de qne o publico avalle o que tonm
offerecem a sua prcciosa con>idera5iio a seguinu
menjao:
Lacinhos p ra senhoras.
Tem-'S nm complete sunimento de lacin'ios C-
seda e de cambraia bordados qne c t?.ims vea-
dendo por preco muito barato, a 2*. ij'.OO, 3^.
3*500, 4* e 8J cada urn. Sao muito __M,
Gases de seda.
Temos nm compkto sortimento de ga li
da de seda, fazenda muito moderns, e i *o a
contra no Bazar das Faruilias, rc-U. \v<\> de oOO
rs. o c. vaJ". Ninguem pide vmder.
Popelinas de linho so.
. I Temos nm a.m^r.o s nimento de popelinas de
mais, linho, fazen !a propria para pas^ar a tcsla rx>r iv
4* e _nito barata, a 500 rs. o covado.
Faiai de seda dc cores.
Recebemcs urn compltto sortimeu! > to __ _
seda, fazenda inieirammte nova, (|ue cbmo*
vendendo por 2*, 2*200 o covado.
P pilinas de linbo o seda.
Neste artipo leirn s nm compU-lo HitBMli an
estamos vendendo pir 7i0. 800,900, I*. I*io0
e I*8i0 o covado.
As^im como temos popHina branea. pt< pria pa-
ra noiva;, que vendem. s por 1 *8< 0 < ;* o c >
Escrava
Para vender na rna, precisa-se alugar nma es-
crava : h: rua da Florenlina n. _.
Assucar candi..
0 melbor e mais bonito, preparado e sper-
feicoaco per systema novo, vendem Beilrjlo 4
Quintal, era sua refioacao a rua do Barao do
Triumpho n. 56.______________________
Lazinhas brilhautes a 720 rs.
0 Pavao receben nm boiito sortimento das mais
lindas laziuhas brilliantes, sendo de quadrinboo
miudiuhos, pareeerjdo de uma so cor, e tendo diffe-
rentes cores ; esta fazenda tem urn brilho corns
seda e bastante largura, e vende-se a 720 rs. o
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re- covad0 : na rua da lm^ eratriz n. 60, loja de Felix
talho : na rua larga do Rosario n. 34.
Can.isas de cbita para homem n Was de Ba-
ella.
Ceroulas de linho e di&e de algodao.
Pannos do crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de lahyrintho.
Ricos ojrtes de vestidos de tarlatana, bordados,
ara bailes, e tarhlana de todas as cores.
Colchas de damasco de IS, e ditas do erocnet
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
ileias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Loja do Passo
'Rua frimeifO in Marco n. t k
antiga do Crespo. _____
Vinho verde.
V E S S^ E-^ K o sitio junto a igre-
)a de S. Jose do Mangu nho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommoda?5es, todo mura-
do, com duas frentes servi !as por portao de ferro,
dando para a rna da Amizade e para a do Man-
Kinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
gura e 354 de fundo ; e a casa mede 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A sitoacao e a melhor
possivel para morada, e quem qnizer ediGcar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'gnmas planu?5es de gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
eaeimbas, uma das quaesenova. A entender-se
com o Sr. Dr. Wilruvio quem o pretender.
Corlinados a 9000.
0 Pavao vende cortinados bordados, prcprio
para camas e janellas, a 7* o par. e pechincha
que logo se acaba : na rua da Imperatriz n. 60
de Felix Pereira da Silva. __________________
Lustres, lampadas e arandel-
las.
Obra de gosto e muito mais barato do que em
outra qualquer parte, tem para vender Joaquim
Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua do Commer-
cio n. 5.___________________________________
Peilras de marmore
Vende-se pedra* de mr.rmores, de diversos ta-
manhos.com duae xiegadas de gros-nra, proprias
para muito3 mistere3 : a tratar com Joao Jose da
Cnnha Lages._________________
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptcrio de Joaquim Ro-
drigoes Tavares de Mello.
E'BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque &i
Caxias n. 63, bem conheeida pela superioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encoromendas de mercadorias de sua
repartii;ao, qne pela eleganci-i bem mostra aptidao
e bom go;to de seus antigos correspendentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Doque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate
onde toea o primor d'arte.
A NOVA ESPERANQA nao quer enlrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annnncios e nem pretende descrever a
immensidads de objectos que tem expostos a ven-
da, o que seria quasi impossivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguns daquelle3 de mais alta novidad*
e toma a liberiade de aconselhar ao hello sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte nao se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimeato
qne ha em dito estabelecimente, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao nodera completer a elegancia de sen toilei
sem que de um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias a. 63, a qual acaba de rece-
I ber os seguintrs artigos de luxo e inteira novida-
' de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
I Bonitas sahidas de bailes para senhoras e mem
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Deiicados aderecos pretos de pufalo e borraena
(gosto novo).
Aos meninos
A NOVA ESPERANQA, a rua Duque de Caxias
o. 63, aeaba de reeeber um bom sortimente thr~fi-
aas bonecas que fallam, que riem-se e choram ;
tambem as tem mudas e surdas ou surdas-mudaa
venham ver se nao a cerdade.
AO SEXO AMAVEL.
A Nova Esperanga, a rua Duque de Caxias n.
liberdade de avisar ao bello sexo, que
Especial chegado no ultimo vapor, tem para
vfoder em barris de qninto e de Colares em
decimos, no seu escriptorio a rna do Commercio
n. 3, Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho.
Vende se o estabelecimento de muihado3 da
jua po RaBjjel n. 8
A 500 rs.o covado
Pereira da Silva.
Lazinhas modernas a 320 rs.
0 Pavao vende bonitas lazinhas de quadr.nho3, j
tendo de loJas as cores, pelo barato preco de 320
1 rs. o covado; sendo ftaenda que sempre se 7endeu j
; a 500 rs., e pechincha : na rua da imperatriz n. j
CO, loja de Felix Pereira da Silva. jda i0ja _0 Pavao vende-se lazinhas japoneias
Crochets para cadeiras. _0 cOres maito modernas pelo baratissimo pregt
0 Pavao vende uma porcao de panes de cro-1 de 560 rs. o covado, para acabar ; notando-se que
chct, proprios para en:oao de cade.ras e de so- 'e fazenda que jamais se vendeu por menos at
fa que vende por pro cos baratissimos: na rua dois cruzados ; ja ha poacas : a rua da ImperatriJ
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da | n. 60, loja do Pavlo, de Felix Pereira da a_a__
S""' Cdrtes do organdy a 2400 M A.IS POI^OES
0 Pavao recebeu um bonito sortimento de certes ^a i^a do Pavao vende-se madapolSes france
de organdy, matisados, para vesiido, que vende ze9 maito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis
pelo baratissimo preco de 2 400 o corte, 6 peemn- ditomuit) fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
cba : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix sjra como nm grande sortimento de madapoloes
Per-ira da Silva.________________' inglezes de 4,500 at6 8i000 e 9,000 : a rua da Im-
Lustres, candieiros e aran-
dellas paragaz.
No nevo estabelecimento, Grande ExposicSo, na
rua do Imperador n. 33. junto ao escriptorio da
companhia do gaz, vendem-se lustres, candieiros e
arandellas de diff.ren'.es tamanhos e modernos
gostos, tanto de vidro como de bronze, e tudo do:
melhores fatrlcantes que ha na Inglaterra. Tam-
bem se vendem globos de bonitos padroes, chnmbo
e tudo o mais que for preciso para o service do
gaz. E como os donos deste estabelecimento maa-
5am vir de conta propria e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que qualquer outro, j
para o que os eompradores podem experimental
peratriZ n. 60, de Pelix Pereira da Silva.________
Novidade
QUE E' 0 CLERO EM UMA MONARCHIC
C03STITUCI0m ?
Pelo padre
D. BENEVENUTO ANTONIO C. DE CAMPOS
Offerecido
Acs liberaes portugueies e brasileiros
Pr> $o:
Biochados 1 000
Encadernados 1*500
aria Popular, rua Nova n. 59
63, toma a _
A-----------i-----------7 J'..o acaba de receber diversos artigos de-alta noyj-
CUra dOS eSl?eitanie_lO 4 Indira ; dade, os quaes nOo expostos a vunda em dito
1 estabelecimento, e bom nue venham aprecial-os
' para por esta f6rma satisfazerem os capriches de
suas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao querendo tornar-se
massante, limita se a mencionar algoas artigos
' dos mais em voga no raando das moda?, os quaes
1 sio os seguintes -
pela facil applica^So das
SONDAS OUYAES
DE
P0MM\ FT\ST1C\
As mais modernas e .perfo.fio.d_ de ^y^u^^$FS^
as conhecidas Novos leques, grandes, matisados.
Vdem-se
NA
cia e drogeria de Bartbolomeu & C.
Rua larga do Ro.ario n. 34.
Elegantes fivellas de aco para vestidos.
Delicados ramos de flores de larangeira.
Bolsas de couro e filigrana, prcpnas para tra-
pexerndentes ae cinto, _________
V lll-Olii1
Esta queimando
0 proprietario deste estabelecimer,to tem reaol-
vido vender as suas fazendas o mais barato pos-
sivel, afim de apurar dlnbeiro.
Cambraia bracea bordada.
0 desengaflo esta Vendendo cambraia branea
bordada pelo dimindto i-re^o de 360 rs. o covade.
E" grande pechincha.
Cortes de organdy de r6res a 4*500.
Cambraia transparente, fina, a 3J a peQa.
Baptista de Undos padi3es a 360 rs. e cox-ado.
i Chitas escuras finas, a 240 rs. o dito.
' Ditas Claras idea, a 240. 280 e 300 rs. o dito.
Lazinhas de bonitos padrSes.a 200 rs. o duo,
Flor do bosque a 600 rs. o diW.
Camisas de cretone, finas, a 3# e 3o00\
Madapolao inglez, fino, a 4*500, o o o^500 a
Pe& francez, fino, a 5*500, 6*. 6*500 e 7*
Pec*
Alpacas de c6res a 400 rs. o covado.
Basquinas de gorgorao de seda a 6*.
Popelinas de linho e seda a 1* e 1*500 o co-
Cambraia Victoria a 4* e 4*500 a pega.
Gase de seda a i* o covado.
Brim branco de linho n. 4, a 1*500 a vara.
iJ'AlgodaoT largo e fino a 4y, 4*500 e 5* a
I Cambraia de c6res a 200 rs. o covado.
Boa acq.Hlc**' E oulras mujla3 fazendas que delxam de ser
Vende-se um sobrado sito na pateo da Se, em menCionadas p'ata^ nad se tornar massante, por
Olinda, edificado cm chSo proprio, com grandes ;_q convMa a t.das as pessoas a fazerem uma
accommodacSes para nnmerosa ramflia, reedifl- vtsita a seu estabelecimento aOra de sorlirera se
cado e pintado de novo, com belfissima vwta, [ d0 bom e barato para a fesia : a rua*
mui'.o fresco e com quintal:
de Pedro II n. 6, f sndar.
o covado : na Icja do Pavao a rua da Imperatriz j
n 60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcao de camisas bran-
eas cc-m pcito de linho e de algodao, por muito
menos do seu valor, pur estarem um pouco enxo-
valhadf.., assim como stroulas francezas e de al
god-'o a 1,560, ditas de linho a 2i e 2-.500 para
acabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60
de ?tlix Pereira da Silva.
Roupa para homem para acabar ate ao hm
do Mill l.
Na loja do Pavaj liquida se uma grande porcao
de roupa para homem como sejara : calcas de
brim d'Angola, ditas brancas, ditas de casemira de
cor de 65 ate 12 --, ditas de brim ;orcs, palitots
e fraks de panno preto, de alpaca e a'.pacao, as
sim ccmo de casemiras de c< res, eollttes brancos,
reb> e de cores, 'ssim a mo roupa branea de to
as as qualidades, nao se olha a prejuizo, o que se
quer 6 llquidar at6 ao fin do anno.
Caftbraia Victoria e transparente
Na loja do Pavao vende-te um grande sortimen-
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos tt-ndo 8 1/2 vara cada pessa de 3.CO0 para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe-
reira da Silva
Collarinhos de linho para acabar a 4}
a duzia |
f"Na loja do Pavaoliquidase uma grande porcao
d'e duzias de collarinhos de linho, por estarem um
pouco eoxcvalhados, pelo barato preco de 4j a
duiia, sendo faztnda qne sempre se vendeu por
li e pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
Chalcs de casemira a 5*.
0 Pavlo vende chales chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 7* e 8j, liquida a ij. Ditos de la, muito
encorpados, com-listras, a 3 3. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2-5 ; assim como, nm bonito
forti.nento de ditos de merino, lisos e de qnaaros,
vende de iS ate 51 e 65 i a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao, de F. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. 0 covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais benitas popelinas lislradas para vestidos que
vende pelo barato preco de 400 rs. 0 covado, la
vando se nao desbotam ; assim como, bomlas e
modercas laz^bas com listras de seda a 640 rs.
0 covado. Ditas transparentes com palminhas a
500 rs., sao bonitas. Bareges de nma s6 cor, pelo
barato preco de 400 rs. 0 covado, e pechincha :
na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
da Silva.
Cortes de vestidos para Iiquidar.
0 Pavao vende a if, 5* e 6* corte de cam-
braia branea com enfeites bordados de cor, fa-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
4* para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-
ta com listras e lavradinhas, que sempre se vcu-
deram a 10*. liquidam se per 5*. Ditos Benoatao
com lindos eufeites de cor, fazenda qne val izj,
liquidam se a 6?. Ditos de cassa de cores com
7 "ras a 3* ; 6 pechincha : na rua da I
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pecbineha para criancas.
Meias a 2^500 a duzia.
Toalhas de fuslao .ara mesa a 2:500.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de
jantar pelo bar. to preco de 2*500, e pechincha
na loja do Pavio, a rua da Irrperatriz n.
Ida de F. T. da Silva.
Brins de Angola a 2*, 2;500e3*.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bins de
Angola a 2s, 2*500 e 3* ; 6 pechincha : na rua
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
dilva._____________________
is pechinchas!
fliquissim's capellas cim tars par. Mivai,
qne estamos vendeudo por 13*, 18* e 30* nma
Polonezas de percalina proprias para 'lanbca.
Temos nm completo sortimento de potoMM de
perttnu proprias fara bannos, p<>f t_t_ aai
to compridas e muito taralas ll*ti| .
a fa?en>!a iirpirtouem muitc roa.s do qp.
feitas.
Alpacas de seda com listras.
Ti-mcs neste artigo nm completo sor.itaento, qa*
e>tr-mns vendendo per prrpi muilj barato, q e
8(0, 900, t* e 14200 ; sao larfai.
I!.-.;!., las de cons.
Recenemos um compbto sortinunto ie ha;.-
Us, palraes inleiramente novo>, g->i maito 1 >
nitos, que e^lamcs vendendo por pjefi <" ifi^',
480 e LOO rs. 0 ccvado.
Coitts de gran; dine
Recebemcs nm completo Mttiaent. de c
de granadina branea; com listras dc i,re e p.1-
mas solus, que esumos vendendo por i2 u&
corte.
Casaijuinlios prrtt-s de gorgorlo.
Reccbemus an con-pbto scrlim-iit c ca.-.v
Suioh s pretos de gorg' rio, que eti-iu;- vdri>-
0 por 8^, 10*, 12* e :0 nm.
Sttta branco e de tire*.
Recebemos um completo soitimcol '- sei..'
Macao, lanti tranco como de afire*, q k vrn.'t-
MM por 2*200 e 2 400 0 covado
Cambaias branea, transparei.ie e la; _a.
Temos sorimiento de cambraia, aw w ii ' -
a V*. 4 500, 5*. f* e 7* a pe^a ; g;,r nii__ 8
1^2 varas.
Assim como, outros aitigos que N ___
donho mencionar.
REIS E SILVA & GUIMARAES.
60,
Bun da Queiinado n. __;
Ju< to a loja da Magnolia
Organdys branco com listras bonitas a 400 rs.
Popelina de linho com listras abertas a 320 rs.
covado. .. ,
UNobas a esco.eza a 2/0 rs. 0 covado.
Alpacas de seda, gostos achamaloUdos a 600 rs. 0
Ganga carlisa en nada para coberta a 160 rs.
Cambraias de cores a 800 e 240 rs. 0 covado.
Chitas escuras a 220 rs. 0 covado.
Chales de casemira chinezes a 2* um.
Lencoes a 2* um.
Cobertas de ganga a M e 3* uma.
Toalhas para rosto a 4-500 a duzia.
Cambraia transparente a 3* a peca.
A' rua 1 de Marco a. 1
Confront ao arco de Maatt
Antonio.
ContinUa vendendo suss !__ cu_ 30 pit
cento menos do que si us antigos prer;., pelo que
fax disso scieute aos seus freguezes.
A saber :
Grande sortiment "i de babadinh. s e enirenwcs
bardados, ..ara I*, 1*200 e l*k>0 I Q graadt
pe:hinoa.
BRILHANTINA do cores, fazenda 'up-erior, o
mais moderno que ha, a 800 r. o ___
DITA branea para VOO rs.
CHITAS Claras e escuras a 24<\ 28J e 300 rs.
faienda snperior.
BAPTISTAS te cores escuras e claras para 28o
e muito finas para 400 rs. o covado
CAMBRAIA branea Victoria e transMraatt fita
a 4* e 4*500 a peca dm 8 Ii2 v^ra? ? Sim.
LASINHAS de gostos alien aes a M rs. So c
baroteiro I
CRETONE5 eacuros e cUros para 300 e 400 ra.
o covado.
CAMBRAIA para forro a 1*500 a pap con I
li2 varas. E' barato.
SEDA de uma so cor a 900, 1^ e MM o co-
vado, fazenda que simpre custou J*; a ellas an
'es que se acabem.
POPELINAS :e 'a a 1*400.
DITAS de seda de superior qnalidadp, gostos
os mais modern jS <;ue ha, a 1*600 e 1*800 ; con-
vim mauaar ver.
ESiUIAO de linho e algodao para fronhas, ::-
misas, etc, etc., -om 7 jardas a 3#200 a r^^a.
BRIM pardo trancado a 400 rs. o covado.
BRIM Angola, de cores boniUs e Bxas, pan 300
rs o covado.
CHAPEOS Je casemira para homem a 3*000 I
CHAPEOS de sol le alpaca a 3*, e tamtam ps-
ra senhora, a 2*.
DITOS de sol de seda para senhora a 3*500
para homem a 10* ; mas sio paragom.
BRIM branco exposicao a 1*800 e 1* a vara, e
baratissirro .
COLLERINH03 os mais modernos cjae ha, a .*
e 7*5fH) a duzia. E' linho e semp-s c_u_ 9*.
PUNHOS a 6*500 e 7* a duxia.
TOALHAS felpudas, faxenda muito boa a 6* -
duzia.
CORTES de casemira da cores, b_itos fost.
a 7*. So aqui.
Livya
Olinda
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende bonitos metins de cores para
vestidos, pelo barato preco de 280 e _*_
covado; assim como, um bom sortimento de chi-
lis de todas as cores, padroes modernos
pelo barato preco de 280 ate 360 rs. : a
Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
Gros preto a 1*.
0 Pavao vende grosdenaples preto a 1* o co-
vado e dahi para cima, ate4 : na rua da Impe-
ratnz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Cortes de casimira a _$,
LENCOS de linho abainhados, f;zenda_ui:3
boa a 3* e 4*200 a dazla.
MADAPOLAO franctz e 20 varas boa qa. I -
dade e cuU e* a peca 4. elle, a tile.
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de Agcstinho Ferreira d Silva Leal &
C
e fixos,
rua da
da Silva
Camisas francezas para me-
ninos a
a trater no pateo n_ js, janto a loja da esquina
Salsaparrilha nova
Chfgada no ultimo vapor do Pari.
Tem para vender Anton o Lniz Moreira de Aze-
vedo : no seu escrif-tori* "
n. 57.
a rua do Bom Jesus
Vinhos garaniidos.
Cunlia IrvHos k C. nia da Ma-
dfc de Dens a. U.
Figueira superior em quintos e ancoretas.
Paito idem em ditas.
Portn idem em ditas eccapadas.
Porto era quintos e ancoretas.
Potto em caixas de duzia.
Idem superior para festas e rtoente;.
llesperedina verdadeira.
Cera de carnauba boa.
Cafe do Rio be m.
Farinha de mandioca supe-
rior.
Tem para vender, Joaquim Jose" Goncal-
ves Beltrao & Filho, a bordo do palbabote
Rosita, funde.do ao pe* do caes do Collegio,
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio
i rua do Commercio n. 5.
Asunicas verdadeiras
Bicnas hamm_ ezas qne v<
, n to Marmiei da i]__k
vem esta mareado
61
Vcnrla de terras ena lotew, de
tint grande tfMf pe f* ffrett-
te para a eatrada de Kefcerl-
be e fteeea de Fa_de.
CapRnKnoHodrUaee de Ptaw e *_? de Bar-
ros Correia, aquel'e no hotel do Montetro e este
' em Beberibe : ... ...
Vendem lotes de terras de seu sitio, que fai
frente para a estrada da Aua Fria, P,?1"*?6",''
I be e peb lado norte para beoeo do Funilo ,
' sendo os precos dos terrenos da frente entre^5 e
7* o palmo e nas roas novamente abertas e
Traves.
Vende-9e traves de louro e qualidade; para
ver no caps do Ramos, e trata-se com Jeaquim
Rodrigae^ Tavares de Mello, a pra^a do Corprf
Santo n. 17, I.' andar.
BalanQos, pesos medidae .
, V 9 if I _% r As ruas estio demarcadas pelo Sr. enge
dO SllStema metriCO OeCl- nndro Selte.com fOUdos sufflclenteiiP'P*_|;
if n ciii, \ nl.nu Psta ^rchivada na cami
mm.
._ ai>n ~*.l\ algura dos proprietaries
Na loia do Pavio, vende-se cortes de ca-
semira- para cal5. a 4, 59 e 6(5000, ditos
muito Bncsde uma sd cdr com listras oia-
do, fazenda qne sempre se vendeu a *9 e
1O8O00, liquida-se a 60O0 para acabar:
a rua da Imperatriz n, 60, e Felix Pereira
d Silva. ?.
Pasto fino.
Superior vinho de uva pura em _>_>__*;
retas vende se no priueiro andar do sobrado n,
56 da rua da Cruz._______________________.
0 Pavao vende camisas frawsrzaf p^ri m-nia.
de todas as idades, a 2* cada uma, ci cm duzia
a 22* ; U.o e para acabar na rna da aperatriz
n. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
nos sitios : a planta esta irehivada
de Olinda e ha copias em n-der dos proprietarios
v, ___ *, i' n, d rrn? n (8 ven Quo mostrarlo aos pretendentes
faa_K^-^'to_________:
padroes existentes na canwri municipal desta GBimsraes, a rua aa uroe > ----------------
eidad"
e ea
__ Vemie-se o dominio drecto de nm terreno
sito na rna da Santi Cruz, >-m que se acha edifi-
cada a casa terrea n. 36
conde de G< yanoa en. 6.
Armaqao.
Vende-se uma armagio de louro, ingleza, para
V inla7ne"rua"do"Vis. i fazendas : a tratar na rua do Crespo n. 20, loja
do Guilherme.
Vende-se
narua do Vitsrio n. 9, primeiro andar :
Vinho do Potto engarraiado, em barns
inCeraWein velas, de Lisboa. superior qualidadt
Retroz do Porto.
Cimento Pnnland. Wiimo__________________
Vende--o u'11*
propria para pnncipiante, _
rua de Mathiss Ferroira, em Olin-ia n. sa.
taverua cum poucos fundos,
tam afreguezada : na
Scmentes dc Malices
" As mais in\as.
Couve flor.
Brnxellas.
Saboia.
Menciana.
Peaea.
a Lombard..
> Frunchuda.
t Galega.
c Nabica.
( Repolho.
Brocalo.
Cenonras.
Nabos.
Raban< te.
Chieori..
AlfKO. '
MMlaNa.
OboUa.
Salsa.
Pepinos.
Pflcaa _, i rua earrita do
.______________________
rnspnos pra b
Chegar am em boa quadra, par. a
riqnissimos cortes de sed. coir
achamalotadas e lindissimas cor*-
laiana com palmas bordaJa* :
] para nailes : s6 aa laja do P_e. -
' de Marco n. 7 A.
Vendom
9, junto
Tojir:
t.ir
______


/
8
Diario de Pernambuoo Segunda (eira 21 de Dezembro de 1874.
IfflERATURL
*
<|ac o cUto em uini m narcbia
tcniiilucioiiill S
(Conlinusgdo).
A Hespanha, dapois deter oopri.nido os
povos pela sua airoigaj, o aspirado d ma-
narehia universal n > tempo de Carlos V, lizia aiio no roinado do so.o-
brio ucrual 1'nilippi II; olid langava ava-
ras vistas pira o Potos;, arr.in;aado das
entrants da tirra esses metaos funestos
r;ne deviam mo hr a fioe da volhi Europa,
precipitanlu o tor n i li sui deca lancia.
Oi portuguezea cobriam com suas f.-olas
os mare3 da India, degolan lo os povos ven-
cidos sobro a c 'sti do Malabar, nas mar-
geus deCeyld), o ni peninsular de M daca.
A Franci, apems lev.mti.la dos m ls
(firs lhe causaram os excessos do fanat's no,
as guerras civs, c a luta qua acabava da
sustontar Francisco I contra o seu astucio-
so r.val, descangava um momento debaiio
da autjridada da melhor dos rais. Ella
tooiava o seu lue;ar entro as potencias da
Europa, polo ascenlente, o ganio da urn
grand a honiem.
A Inglaterra g>varnada por uma raulber,
dotada de uina alma forta a da um bello
earaeter, langava o> fan lamentos da sua
granleza futura o do seu polar rnaritimo.
Ella tinlu vistoas cabagas da quatro rai-
nhas cahir sobre o calafdso, pela voutade
de um despata fer>z. Izabul ainda divisava
as fogueirus aecesas pelos lutberauos e pe-
los catholicos.
A Suecia, pjbra a guerreira, dapois do
assassin>to dos senadores por Christina,
brilhava entre as potencias do continente.
Gracas d espada do grande Gustavo 1
Os poaos da Diuamarca, ora livres, ora
escravos, pouco influiaii ; a Polonia gemia
na sua antiga anarcbia ; a Prussia ainda
nao existia ; e a Russia era estrangaira d p j-
litica da Europa.
Os suissos vivlam felizes e livres ao abri-
go da sua pobreza. A voluptuosa Italia
respirava pela vez primeira, gozando, quasi
no fim do soculo XV, utna profunda paz.
0 imperio d'Allemanha, ao raesmo tempo
federativo e electivo, se tornou a drea dos
gladiadjres, pela inquieta ambigSo dos prin-
cipes de segunia ordem, pela fraqueza dos
imperadores, e pelas ridiculas pretengdas
dos papas. 0 faroz Gregorio VII, tinha
exagerado estas pn-tengoes por urn inau Jito
attentado, declarando o irapcrador Henri jue
IV decahido da soberania, e desligandoj os
seus subditos do juramento de filelidade.
Esta usurpagao perig)sa foi apoiada pela
ignorancia do povo e acohida pelos grandes,
tanto ecclesiasticos como seculares, de quem
favorecia a independencia. Os povos eram
excitados d reballido pelos papas; as raortes,
Os roubosyos incendios, eas violencias se
tornaram univorsaes ; ndo havia seguranga
neni nas cidades nem nos carapos ; os via-
jantes s6 faziam j rnadas em grande condu-
cts, todos se retiravam aos lugares inacces-
siveis ; e o unico asylo que se achava era o
alto das torres, ou dos telbados.
Tal era a Europa uo seculo XVI, para
sempre celebre pelas grandes descobertas e
progressos das artes, pelo nascimeoto das
seUas, e dos crimes de todos os paizes. N'es-
tas circumstancias os vicios de alguns fra-
des, e os excessos dos ultramoatanos exci-
taram a iodignecao publica em Allemanha.
0 clero allemao reunia os costumes depra-
vados a um caracter atrevido e turbulento ;
lie tinba todos os vicios dos maus sacerdo-
tes. sam ter alguma de suas virtudes. Ro-
ma toleroa imprudentemente estas desor-
dens : a venalidade dos benoficios e o com-
mercio vergonhoso das iniulgeocias, suble-
varam os espiritos e abriram os olhos de
todos; e o que nao pdde fazer o poder dos
imparadores, um honiem obscuro oomprc-
hendeu do fundo do seu claustro. A mdo
de Deus nunca deixou de se fazer sentir so-
bre o clero, logo que desprezou o espirito
do Evangelho. A reforma determinou a
igreja romana a remediar grande numero
de abusos; e provavel que, sem ella, as su-
persedes teriam conservado sua primeira
forga. o os abusos sobre a autoridade tem-
poral nao teriam limites.
Martinho Luthero fez celebre seu nome
na grande revolugao, que datava do princi-
pal do seculo XVI L'otado de uma elo
queucia fogosae de uma imaginagio forte,
juntava a*s f6rmas atbleticas todas as quali-
dadas etoda a aulacia de um sectario. Ou-
vio-se trovejar contra os prelados soberbos,
estes novos phariseus, cujo luxo se oppuoha
ao hu nilde zelo dos apostolos, que funda-
daram a primeira igreja. Luthero persua-
dia ticilmente, porque juntava o exemplo
ao praceito, e porque Roma n5o tinha an-
tag nista capaz de oppor-lb.9. A raaior
pare dos principes seculares, impacientes
porsa subtrahirem ao jugo dos.ultramon-
tsno. procaravam naturalmente um apoio
as f-i-Qa das novas ideas. Como as secula-
rise gojs satisfaziam suas necessidad9s, abra-
58?a o as doutrinas do reformador, tanto
pelo interesso do estado, como pelo zelo da
religiao. Os Qialg is, os eleitores e a maior
parte dos principes so declararam Jog i a
favor de Luthero ; o povo ofij s6 expulsou
os frades. clarigos, mas os magistrados que
se oppunham a's innovacd?s : toda a Alle-
manha foi assolala : a guerra dos trinta
annos so accendeu ; rios de sangue corre-
rv.in dasJe a B.dumia, onda esta guerra
tiuha cornacsdo, ate ao norte e ao maio-
di.i da Europa. As rovolugdas nao Basil-
ssram senao pelo famoso tratado de W-.st-
plialia, q'ie consagrou a secularisagao das
proprieda les eeclasiiiticas. Quanto a's lu
t 's estavaai longa desta seculo I Por Ven-
tura os b.-ni ecclesiasticos nao sSo nicio-
OSes ? Nao e a nagao a pri-neira proprie-
taria ? Gragas ao congresso portuguez,
que, conhecendo melb ;r o dfreito national,
nao n >cessitnrd da tratados para tomar pos-
se do que e da nagSo.
0 Oriente linhi dado o exemplo, sepa-
randa se da igreja latina : a Inglaterra, a
Hjllanda, a Dinamarca, a Suecia e a maior
parte da Allemanha spguiram o seu exem-
plo. A terfa parta da popultgio da Fran-
gi abracou o scistna ; esta revolugao foi ra-
pida, pois que dcsda o priocipio do seculo
XVI ocardaal de Bourbon faliava eom for-
ga contra os pregressos da nova seita, mos-
trando que havia proselylos em todas as or-
dens do estado.
Ainda que a reforma se dirigissa a queo
christiauismo volvesse d sua pureza primi-
tiva, ella tambam tinha seus intolerantes e
seus fanaticos ; eis porque houve excessos
da uma e outra parte!
Emqnanto os inquisi lores queimavam em
Madrid e Lisboa, Calvino accendia outras
fogueiras em Genebra, onde immolava Ser-
vet em nome de un Deus de paz. 0 co-
nhecimento que Luthero tinha dos homens
fazia com quo elle tratasse seus inimigos
com os mais violentos sarcasmos; pois sa-
bia que a cruoldade dos povos fdra sempre
o instrumental seguro e facil nas maos dos
uovadores para onseguirem seus fins.
Em Franga o lutheranismo desappareceu
pou:o a pouco para dar lugir ao calvinis-
mo; os huguenotes se multiplicaram tanto
mais rapidamente, quanto a opposigao do
governo foi miis cruel Ao lado da igre-
ja gallicana se elevava insensivelmente ou-
tra, que t)dos os dias se tornava mais po-
derosa. A simplicidada do novo culto se-
duzia os pensadores ; a ambigao dos gran-
des servio S3 de alguns de seus dogmas para
FOLHETIM
. PBISCBZA DOS URSINOS
m -TERIOS EINTRIGAS DA COR-
TE DE FELIPPE V. ""
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
As Tres Egperaneas
(Continuagao do n. 290)
CAPITULO XI
BIZARRO.
I
' s snos Maria nao pdde descansar por
n-.i. : i to po, spezar de precisar bem de
' uiSO.
Alem disso, oencontro daquella filha,
au ii "i ji quasi se esqueceradella, as com-
'. *)^s quo se via obrigada a veneer, tu-
- augrnontava oseucansago.
iretsnto, de tarde mandou que a ves-
' o ,preparava-se para entrar na cama-
rainha, quando uma das damas lhe
, ia um leigo do convento dos capu-
> 1*0.
'inceza apressou-se a receber o leigo;
na carta, leu-a, e vio que dizia o
te :
ohora: estou em Madrid, onde en
"rec'ido por uin disfarce e pelos bons
de frei Jose de Tordehumos, gnr-
Jos capuchos da Paciencia. Tenh'o
se popularisar. Roma tinba o espirito e a
verdade da sua religiao nos seus livros, e
Genebra nos seus costumes ; uma obrava o
contrario do que cria, e a outra acreditava
o contrario do que obrava. Depois da as-
sembles do Poisy comegou-se a examinar a
origem dos poderes espirituaes e temporaes,
e a defini-los. Desde esta epoca os gover-
nos se virara de facto debaixo da dependen-
cia dos raccionadores Foi entao que se re-
conheceu pela vez primeira um novo poder :
o da opiniao publica. Os chefes queriam
fazer da Franga calvinista um estado repu-
blicano semelhante ds provincias-unidas.
Foi entdo qua se estabjleceu uma luta vio-
leuta no seio da raonarchia; e apezar do
assassinato de Coligny, apezar da mortan-
dadede S. Bartholomeu, vio-se formar no
estado um ;entro do poler republicano que
da Rochella dictava leis aos reis : estes jul-
gavam salvar a sua autoridade acariciando
alternativamente os dous partidos ; porem,
a sua maneira de obrar dava a conhecer a
sua fraqueza. Os governos empregavam um
systema de contra-peso, no meio do qual
elles saltavam, ora, sobre um pe, ora sobre
o outro. Catharina de Madicis, abragando
uraas vezesopartido dos reformados, quan-
do se via a ponto de succumbir, outras o
dos catholiooi, quando os reformados fra-
quejavam, fez se odiosa a todos. Esta po-
litica baixa e pusiilanime diminuio-lhe toda
a autoridade e inspirou maior coragam aos
facciosos.
0 calvinismo e o protestantismo, reuni-
dos pela paz da religiao em Augsbourg,
quasi no meio do seculo XVI, convinha tan-
to melhor ds republicas, quanto o catholi-
cismo ds monarcbias. Estas novas opi-
nides tinham feito brotar no espirito de to-
dos os pwos maximas de indepeudencia, e
apressado o prograsso das luzes. No mo-
menta em que o scistna .emancipou tantas
nagoes, os vinculos que as conservavam em
uma ob3dieucia pacifica se quebraram, e
a forga dos estados cossou de residir no
clero catholico. As luzes do nosso seculo
tern tornado ta! ascendente, que ndo po-
dem deixar de restabeiecer um certo equili-
brio na ordem moral e civil das sociedades.
0 espirito bumano estd desabusado das an-
tigas superstigoes. Se oio se aproveitarem
deste momento para o dirigir e sujeita-lo
ao imperio da razao, entdo a massa geral
dos homens que tern nocessidade de espe-
rangas e de pavores se abandonard a supers-
edes n avas. E' innegavel qne o commer-
cio entre as nagoes de differentes cultos
tern esfriado o odio religioso que as divi-
dia, pos que em toda a parte ba moral e
boa fe nas opinioes, e regulamento nos cos-
cousas importantissimas que vos dizer, e,
como nao posso ir ver-vos, atrevo-rae a
esperar que vireis d horta do Renegado,
que fica junto aos rruros do Bom Retiro,
do lado do caminho de Alcald, onde acha-
reis d vossa espera o guardido que vos trard
ao sitio onde eu estou.
Guarde-vos Deus. Neste retiro, a 5
de agosto de 1705. Bizarro.
A princeza pegou n'um papel; escreveu
nelle esta simples palavra : Irei. Fe-
chou-o e deu-o sem sobrescriplo ao ieigo,
dizendo lhe :
Levae isto ao vosso guardido.
0 leigo sahio.
tumes ; donda se tern concluido qne era o
clima, o governo e o ioteresse social, ou na-
tional quem modificava os homens, e ndo
as perseguigdis dos inquisidores eioodio
dos protestmtes. 0 fanatismo, pois, qua
armiva os papas contra as nagOes, teve o
raesmo fim qua a cavallaria. Pore'm quan-
to podem, as opiniOes inveteradas I Pij
VII, dapois de ter dado em Franga tantas
provas de hu nil lade christd, apenas che-
gou a Roma, sau primeiro cuidado foiexi-
gir qua o -rai de Napoles continuasse em'
ser seu faudatario, pagando lhe a haquenea.
Kste raesmo pipa, a quem Napoledo Bma-
parte dau uma tdo g-ande ligdo,- parece es-
quecer-so do que o reino do J^us Christ)
nao e" desta mundo, e da reprehensdo quo
o Divino Mastra deu aos filhos de Zabedeu ;
pois qua menos occupado da reformar a
igreja, emprega todos os seus cuidado?
contra oj romanos constitucionaes, abando
nando-os ao poder dos austriacos para os
victimarem.
A peninsula, sempre christa, sabedistiu-
guir o que e essential d religido do que 6"
abuso do poder papal. Occupada em res
taurar ossagrado* d;veres do homem, nada
perderd da sua religiao pelas reformas utais
que Qzar ; hem como Jose II em Allema-
nha, e seu n.nao Le^poldo em Toscana, no
reinado de Pio VI. Apezar disto ainda ndo
podemos couprehander a razdo porque em
Portugil so coii3enla um tribunal italiano
para julgar os portuguezes, e porque o cle-
ro roinano ainda conserva este poder. Se
os nuncios sao embaixadores do rei de Ro-
ma, elle se deve limitar ao ministeno dos
aulicos das outras nag6es, os quaes nao ve-
mos que tenham urn tribunal em suss ca-
sas. Se sdo enviados do chefe da igreja,
estes s6 eram mandados dquelles paizes oo
igrejas, rnde se suscitavam questoes reli-
giosas ; e seu ministerio so limitava a in-
forraar-sa da questdo e se havia necessida-
de de sacerdotas. Con*ervar-se-ha esta tri-
bunal estranho por causa das concordatas?
Tratados feitos pela ignorancia e pelo fa-
nitismo devem acabar no seculo das luzes :
e jd que sacudimos o despotismo de am go-
verno absoluto, respeitando o chefe da ra-
ligido qu s p -ofessamos, mostromo-lhes que
a saa autoridade nada tem com o governo
politico das nagoei, e que o direilo da pri-
mazia no governo espiritaal ndo p6de ani-
quilar o direito da seus collegas no episco-
pado, pois que roraos S. Jacob, bispo ter-
ritorial, julgar. na coucilio de Jerusalem,
aioda primeiro que S. Pedro, Virifratres,
audit me... propter quod ego judico non
inquielari eos qai de genlibus convertun-
tur al Deum. (Act. 15, 19). Por tanto
o augusto congresso ndo deve esquecer est*
objecto da tanta monta para que o poder
ecclesiastico entre na sua esphera, e para
que o clero nao lanae mdo do sceptro, bem
como e vedado ao secular langar mdo ao
thuribulo.
Parece que os frades pela sua profissdo
nenhuma autoridade teriam, nem mesrao
influiriam contra os homens de quem se se-
paravam ; pore'm que males ndo tem sahido
do fundo dos claustros ? que crueldades
ndo commetteram no Mexico os frades hes-
panhoes? Depois de intrigarem o governo
com os povos supersticiosos, debaixo da
capa da religiao exercitarnm un i autorida-
de despotica sobre aquelles GUios da nature-
za, para mais se fazerera temidos, renova-
ram em tae remotos paizes um acto da fe,
em que trinta e oito infelizes pereceram nas
cbammas, victimas da mais deploravel ce-
gueira. Ah I parece me assistir a tdo hor-
rivel expiagdo I Eu a vejo, eu exclamo :
Monstros exacrandos, que connexio ha
entre a desgraga e o crime imaginario ou
real daquelles que conservais nos horroro-
sos calabougos 1 se elles tem opinioes que
os tornam odiosos aos olhos do Eterno, a
elle pertence dardejar sobre as suas cabe-
gas. Elle os tem soffrido a tantos annos,
elle os soffre, e vcSs os atormentais. Quan-
do os tivesse a condemnar ds penas eternas
no grande dia da sua vinganga, tendes por
ventura direito para acelerarscu; supplicios?
Porque lhe roubaes o momento de um ar-
rependimento que os espera na caducidade,
no perigo ou na doenga I frades crueis, que
pretendeis defender o fanatismo pelo mons-
tro da inquisigdo, corrigi-vos ; prostrai-vos
aos pes dos altares, cobri-vos de saccos e
de cinzas, implorai a misericordia do ceo
era lugar de conduzir ds charamas os inno-
centes, cujas mortes, longe de apagar vos-
sos crimes, augmentais sem numero, e um
dia vereis cortado pela raiz esse absurdo
poder que tendes, com escandalo .da reli-
giao e da razdo.
Cora effeito, nao s6 o clero secular, mas
tnmbem o regular tem perdido toda a pre-
ponderancia que tinha no novo e velho
mundo. Sua absurda autoridade so podia
existir nas monarchies despoticas, as quaes
favorcciam as arbitrariedades dos ecclesiasti-
cos para que estes evangelisassem os scep-
tros, vindo3 do ceo, e o seu poder, como
divino.
CAPITULN VI.
DOS BISPOS, DOS BENEFICIADOS E CABIDOS.
0 primtiros chr.'stlos tiraram do govar
no civil djs romanas o torrao de bhpo
para designar seus govemadores espirituaes.
Os latinos cham ivam cpiscopos os inspecto-
rs ou visitidoras; e neste sentido quo Ci-
cero foi revestido do cargi episcopm om
camvanice.
Os apostolos, dapois de terem pregado o
evangelho ds nagoes installaram os bispos
nas principaes cidades para instruir os. iieis
propagir e mantar a fe. E outros n>s lugires mais vi;inh .s ; algumas
vozes tambam erarn elaitoi pelo clero ou
pelo povo. A' mjneiras das syuag igi
havia olliciaes que distribuiram aos pobrt-s
o dinhairo que se achava no mealheiro.
tlouvo tres sortes de minis ros : o bispo cu-
ja dignidade correspoalia d do chefe da sy-
uagoga, os sacerdotas ou ancidos, o os dia-
conos. iXestes tempos a jurisdicgdo episco-
pal nao dapen lia so.neat^ do bispo, mas de
tola a aenblea dos sacerdotes; os prio
cipios desta hierarchia tinham todos os ca-
ractereij da iguallade Mpublicana. A igre
ja gillicana escolhia orlinariamente os sens
pastoras ; e conservar-se-rna ainda neste
uso se as esmolas tivassom c mtuiuado a ser
o seu unico patrimonio. As dadivas que
se Ihes fez dc grandes terras, de cidades e
raesmo de forlalezas, mudou as idtiis.
Quasi toioj estes bens tinham sido desmen-
cobrido piuco a pouco u na grande parte
do tempjral, su i ousalia fui tal qua M
quizeram subtrahir da jurisdicgdo episcopal.
Como elles sa occupiva.n mais d is interesses
da terra quado ceo, ca la u:n arrog.iu uma
porcaod'autoriJale, sngundo o sea poder
ou fraqueza. Sa havia classa feliz no cor-
po social, era a dos ecclesiastic as, porqun
useu poler augraootava d rnolila que o^
povos cram mais upprimiJos : a tyrannii
na) os p mpava senao ali n d i ra^arlir com
etles Oi despojos dos miseraveis! Da es-
craviido aqua un cstavam reduzi los e da
in;oleuteautoridade deque os outros ubj-
s-ivam, result >u uma ignorancia universal.
Oi costum.s dos preladjs se corroraparam,
bam como os d.>s seculares ; sua cjiiiucta
brados da cor6i. Gregorio VII, tao c>-
nheci lo por suas empresas sobre os diroi'.os
dos soberanos, tendo introduzido no /as
maximas, as divisdas dos eleitores, a inca-
pacidade ou a libertiuagem dos esco'.hidos,
tudo ser/io de pretexto aos papas para se
apoderarem da collagdj dos baneficios, dos
bispados e das abbadias, chegando a ponto
de disporem de tudo antes de vagaram. Esta
usurpag.io durou por muitos annos, e cau-
sou na Inglaterra as raaiores desolens e per-
turbago^, pois que esta nagdo ndo tinha
bispado, abbadia ou boneficio que ndo fos-
sem oceupados pelos halianos.
A mitra, na sua origem, era um cargo
oneroso e pesado : nao tinha honras nem
riquezas : eis porque os bispados ndo eram
procuralos por algu.n motivo da ambigao
ou deinteresse; eis porque S. Paulo diz
na sua carta a Timoth o: Si quis episco-
palum desiderat, bonun opus desiderate.
Nos t :mpas em que os reis, os povos e os
cabilos se disputavam o direito de eleigdo,
toda a disciplina da igreja se alterou ; a
igreja, rica e podorosa, comegava a daixar-
se corr.jmper pelo espirito da ambigao.
Foi entao que laes succedeu o que sempre
acontece nos interesses mixtos entro tres po-
deres iguaes, quando nanhum delles quer
ceder suas usurpagoes ; o clero so conside-
raya estes bens pelo lado espintual, e os
reis pelo que interessava seu poder tempo-
ral.
A Eoropa, escapo o imperio do Occiden-
te aos desjendentes de Carlos Magno, vio-
se em uma anarchia. A Franga, a Allema-
nha, a Italia em muitos seculo de convul-
soes e de desordens, reconheceram tantos
chefes quantos eram os facciosos armados
ou poderosos. Os governadores fizerara
hereditarios nas suas familias os titulos e os
empregos. Estes tempos desgragados attes-
tamas calamidades que resultam do abuso
da forga. Tal a epoca a que remonta a
origem do poder dos capitulos, ou cabi-
dos.
No principio eram apenas presbyterios
dos bispos, assembleas de sacerdotes enve-
Ihecidos nis funcgoes do seu ministerio,
quasi todos mulilados ou cobertos de cica-
foi che a de irregularid ides
to do estudo s6 so conserva no sileucio,
como elle so e util na pratica da virtu lo e
libardado, as luzes sa extinguirdin e sa li-
zaram viciosos p >r habitb, ignorair.as por
privilegio.
Eis aqui qu il era a situagao dos capitulos
quan lj o seis ni de Litliaro sepiro i repan-
linamauie uietada da Europa da igreja ro-
mana. Nospaues on la domiiuu a refor.na,
viram sa bspis expulsos do suas sdi, e a
antiga, hierarchia totalmente dastruida. As
espolngdes m.instruosas canfunlirnu tolas
asiJoas; os cathoiicos eos refonnidos se
duputivam os domiuios dos capitulos; aos
e outros se pozeram d lesti dastas corpora-
g6es, offeracando desta maneira ao mundo
espantado uaaa communidada de fradus ?.-m
votos, da abbadias sem regras, benefleios
sem obrigagoes, instituigoes sem olijuoto.
0 tratad) de Was ph.tlia, approval! lo uma
pa. to destas disposigoos violantas, as sane
cionou: e verdade que nao havia outro
meio para restabeltcer a paz e suspender a
effusao do sangue.
Da tauto poder ndo resta hoje aos capitu-
los senao uma p-queua parte no goveruo
das dioceses, ao menos em qumlo nao ha
sede vacante; nesta casa, sua jurisdicgdo
ad interim 6 a mesma quo a dos bispos,
e elles a evercitarn p^l) ministerio dos vi-
garios geraes. .
Todos concordant que scria opposta a um
goveruo constitutional, couservar a autori-
dade o os granJes rendimontos dos beneli-
cios ; pois quo as necessidadas mais sagra-
das sdo as do povo ; sua salvacdo deve
ser a suprema lei : o clero deve ser uma
sustentic/ao digna do santo ministerio que
ex%rcita, parem em quanta alguns curas
d'almas apenas team para u.na misara sus-
tentagdo ('), ndoeju-tj ver.nos principaes,
monsenhoras e conegos, tdo inul.is aos
lieis, terem reudimento para susieutarera o
luxo tdo opposto ao evangelho.
CAPITULO VII
ORIGEM DAS COM MEN DAS (2)
Os primeiros commendadores eram sira-
plices administradores das rendas ; dava-se
um beneiicio era comtnenda, isto e, e:n di
posito. Camo os reis quiz ram depois dis-
pdr deltas para recompensar os servigos
militares, por i>so houve commendas secu-
lares e regulares. As primeiras tinham
por objecto o sustento desses cavalleiros,
primeiros sustentaculos da hours e da fe :
as outras pagavam um tributo ao thesouro
national. Nada era mais analog) ds com-
mendas seculares, d epoca da sua origem, que
as dotagoes feitas aos no-sos olliciaes, e
que mesrao se deviam estender aos solda-
dos, por algum feito heroico. Os servigos
feitos d religiao, ao pnncipe ou d patna,
tem sempre motivado estes actos da muni-
trues recebidas nas guerras-susteutadas em ficencia real. Ndo havia beneQcios
g
I
lift
ra
cb
gu
pe,
scj.

i
i
II
- D. Isabel, disse a priuceza para uma
das suas damas, fazei-me favor de dizer d
um criado que preparem uma cadeirinha e
a ponham quanto antes ao pe- das escadas
de servigo da portaria das damas.
D. Isabel sahio e voltou d'ali d pouco.
Quero um manto de velludo preto e
um veo bem tapado, disse a princeza. Ha-
verd ?
Oh 1 sim, sim, senhora ; como vossa
ajteza quizer. Mas faz calor de mais para
velludo; um manto de sarja seria melhor.
E' que, apezar dojcalor, tenho frio, dis-
se a princeza com dogura. Ndo estou boa,
e um manto de velludo convir-ute-ha.
Na verdade, sennora, disse D. Isabel,
estaes muito pallida.
Oh 1 ndo 6 nada j um pequeno iucom-
fliodo, foi a fadiga dessa longa viagem.
1). Isabel ndo insist) a e foi buscar o
manto.
Tende abondade de m'o por, disse a
princeza e de ver se jd estd posts a cadei-
rinha.
Sera preciso que so embuce tambem
alguma das damas de vossa alteza ? pre-
gantou D. Isabel.
N5o, vou sd; se sua magestade a rai-
nha me cbamar, dizei-lhe que me vi obri-
gada a sahir do palacio.
Muito bem, senhora.
E D. Isabel tornou a sabir.
D'ali d pouco voltou.
A cadeirinha estd prompta, disse.
Muito bem. Fazei-me a merce" deal-
luraiar pelo corredor escuro que coramu-
oica com a escada da portaria das damas.
Ill
D Isabel pegou n'um candieiro com uma
vela access, e, precedendo-a por algumassa-
letas e por um corredor de servigo, guion
a princeza ate* a escada estreita, que estava
allamiada por meio de lanternas collocadas
de espago d espago.
Retirae-vos agora, disse a princeza d
D. Isabel, a qual obececeu.
Anna Maria, embugada no seu manto,
desceu lentamente a escada, e entrou n'uraa
cadeirinha que alii a estava esperando, di-
zendo aos criados que lhe servam de es-
colla:
Para a horta do Renegado, por trdz
do Bora Retiro.
Um dos criados fechou a portinhola, e
deu ordem aos lacaios que levavam a ca-
deirinha para se porem d caminho.
Aonde demonio ird d estas horas a
nossa boa Anna Maria, s6 e de cadeirinha ?
defeza da fe. 0 objecto da sua instituigSo
era ajudar o bispo a ediflcar o povo pela
pratica das virtudes.
Os bispos; nos tempos da primitiva
igreja, ndo faziam cousa alguma sem o con-
selho do seu clero ; o concilio de Carthago
lhes ordenou expressamente isto mesrao,
debaixo da pena de nullidade; porem, lo-
go que se separaram os rendimentos, os
interesses foram divididos e a discordia nas-
ceu. Ndo sendo ainda bastante o numero
dos capitulos para satisfazer a ailluencia dos
pretenlentes e a ambigaos do cortezdos,
crearam-se collegiadas ou capitulos de se-
gunda ordem.
0 governo feudal estendia entao seus ra-
mos sobre toda a Franga ; os Qdalgos, ain-
da que vassal I os, fizeram se sober a nos; os
beneficios que vagavara, nao sendo bastan-
tes para saciar sua avareza, se apropria-
ram dos capitulos. Da usurpagdo do po-
der ao abuso do poder, o passo e curto ; a
bistoria deste tempo attesta as guerras das
corporagdes ecclesiasticas com a nobreza
feudal sobre taes usurpagfies. Por uma
consequencia necessaria destes abusos, a
igreja se tinha tornado tdo pobre, quanto
em outro tempo era rica. A pobreza foi
a causa porque Luiz Debonnaire deixou ao
povo romano a facoldade de eleger os
papas, como nos aflirma Montesquieu no
seu livro do Espirito das leis, liv. 31,
cap. 13.
Insensivelmente o poder dos capitulos co-
megou a progredir com o prejuizo das na-
goes o dos soberanos: depois de terem re-
Aquelle homem afastou-se para deixar
passar a cadeirinha, e em seguida encamt-
nhou-se com passos lentos para as secreta-
ries d'Estado, que ficavam no andar infe-
rior do alcagar.
IV
Anna Maria levou uma hora para ir do
alcagar ao outro lado do Retiro, d horta do
Renegado.
A princeza era mulher bem nutrida, pe-
sava bastante, e, apezar de que os lacaios
eram raogos e robustos, viara-se obrigados
a caminhar de vagar.
Os dous homens que escoltavam a cadei-
rinha, eram dous criados da casa real, au-
tigos e valentes soldados da guarda hespa-
nhola, veteranos de Flan Ires e da Italia, e
& prova de qualquer mdo lance.
Urn ia adiante e o outro atrdz.
mais
legitimamente adquiridos, pois que eram o
prego do sangue derramado por uma no-
bre causa.
Ndo succede assim nas commeudas regu-
lares dad is dsordens religiosas ; estas nao
eram do utilidade algurna, seji moral, reli-
giosa ou politica. Estas canimendas foram
muitas vezes racompensa da intriga ou da
seducgdo que punham em uso nos palacios
dos reis, de quem dirigiam as consciencias
e as opinioes.
CAPITULO VII
DAS CONFRARIAS DOS PE.MTENTES, E DA TO-
LERA.NCtA. (4)
0 fanatismo e vividouro do sua naturcza ;
e ainda que a razdo e a verdadeira piadada
se reunam, jd ndo o poderdo extilpar ; se-
melhante a ossas plantas seduotoras que eu-
ganam a vigilancia e o farro do agricultor,
elle se introduz na civilisagdo e se eugran-
dece no momento em que se julga dastrui-
do ; ve-se eutdo, com sorpreza, um povo
illuminado recabir rapidamente em uma
estupida admiragdo para os objeclos do seu
odio ou do seu desprezo. A superstigao e,
nestes casos, o ultimo quilate da deprava
gao do espirito religioso, de sorte que quan-
to mais os homens sao corrompidos e de
md fe, mais elles sdo fanaticos e intolaran-
tes. A diff .-renga das relegides nao muda as
extravagancias, sdo as mesmas, seja que
(l) Era as nossaa proviQ^iai ba vigarios que so
tem 30*000. Taes sao as anoexas das grande*
abbadias.
(-; Vid. nota ao capitulo VII.
(4) Vid. nota do capitulo VIII.
Ao cbegar ao portao da horta, abrio-se
este, e appareceu o guardido dos capucbos.
Vem ahi nessa cadeirinha a senhora
princeza dos Ursinos ? disse o guardido ao
homem que vinha adiante.
Sim, senhor padre, respondeu este.
Entretanto, o homem que vinha atrdz a-
prouximou-se, abrio a portinhola da cadei-
rinha, a princeza apeiou-se, |dirigio-se para
o guardido, e reconhoceu-o d claridade do
luar.
Boas noites, padre Jose, di se era ton
doce e languido, venho muito incommoda-
da, men amigo, e do vem agradecfr-me o eu
apparecer aqui. Entrae v6s para a horta,
disse um homem que apparecera pouco an- accrescontou dirigindo-se para os criados, e Candieiro de cima da mesa, subio umas cs
tes d porta
ninas.
do alcagar chamada das
M-'-lesperae. Dome o bra^jo, padre guardido,
I por caridade ; estas ar yores ndo hao de
raurmurar por verem um padre com uma
dama pelo brago. E v6s como ides, padre
Jose?
Muito bem, senhora ; muito desion-
lento por ndo ter tido o gosto de vns ver,
e neste momento muito triste por vos ouvir
dizer que estaes doeute.
Isto ha de passar, padre Jose*. Como
quereis que estivesse depois d'uma longa
viagem de trezentas leguas, durante a qual
ndo tive um momento de descanso ?
Ah I se ndo fosse tdo necessario, tdo
urgente, nao vos teriamos incommodado,
senhora. Ha aqui um outro pobre enfer-
mo, quo se acha em estado bem grave.
Bizarro sabe o que se passou depois
em Taracena ?
Sabe, sim, senhora. Eucontrdao-nos
casualmente quando elle fugia ; trouxe-o
commigo disfargado com o habito de um
dos mous leigos. Pardmos em Taracena e
tudo Gcou sabendo.
Oh I que desgraga I disse a princexa,
se eu tivesse chegado raeia hora antes, tudo
se evitava.
Chegavam naquelle momento d porta da
horta; a princeza parou e disse ao guar-
dido :
Quem estd nesta casa ?
Agora, ninguem, senhora ; esta horta
pertence ao mosteiro, c afastoi o horlelao e
a familia. Podeis entrar som rcceia.
VI
Anna Maria entrou; atravessou a cozi-
nha, guiada palo guardido, que tirou um
os chrisldos disput-m sobre n luzes do
Thabor. osjuleus sobre o Messitu, na os
mussulmanus sobre osci^Wde Maboa.t.
A origam destas d ;*orJen nio e Uoeq li -
v ica co.110 parece ; os homens fir nam sua
con iucla sobre as maximas que Ibea pre-
gim. A bistoria nos ensiua qua aa tea-
po d > liga ndo houve meio (-spiritual de
que oa facciosos nao se serTissem para p*r-
turbar a tranquil idale publica. As pro-
cisso 's e as confranas dos p -niteut<>s entra
vain principalmenta no plan > dos ligados ;
era,sjguulo o histotinlnr de Thou, mmt
ordmirio quo ampr g.avara para suhlevar o
povo. Estas procisso-s i.do eram s6mante
faitas nas cidades ; os habitantes d.>saMos
tambem figuravam nesu scena ri licala, e
os guisas faziam vir a graodns gastus. das
frinleiras da Camp.igue. da Picardia e de
Loram, um gam nu naro da p"o.i* que,
vestidas de habit s brancos e da cruz, atra-
vassavam Paris halbucianl.. u nas preces
que nao s.!onleti1iiTn. E-to liil.riador di
nos a deser.pgao destas protistoes ; e de
uma, entre outras, fila tm Toulousa no
anno de I;iS9, de que era director o bispo
do Comiuiugas, dto s-guinte : > ia-* 4
testa cuico frades, u o ar.nado de uma cou-
raga, e ca la u>n com sua cruz ; o clere e
os jasuiUs so seguiam azorapantulos quasi
daduzaut is hoineus da p!eba. arnados de
espadas e de a|birdas ; um los frades que
ia ii i f.-ante, tiuha na mdo uin crucifixo.
que voltava.jdpira um lado, jd para outro,
excla.nan lo : //a quem recttse alislar-x
ne$la milicim ? St alijmm e tdo fraco qiie
nut se atreoe ategmr not, cm vos do* m
permiuao d-; o mai ir tut^aaemeixte.
0 Eslrella. no Mjavtf, Umbew falls
dc u.na procissao a que elle assistio, a S
de abril da 1591 : 0 cra de Santo An-
dre nos lovou em procissio a S. Jacob ;
dapois da aos ter admoestado do lam desta
procissao, o qual era pelir a S. Jacob que
de sa com o seu bordao sobre cabeg* de
se diab) d>i hearnau. O raesmo tutor
diz qua se levavam cert is vnlas laagieas,
chamadas p >r irnsao alas bentas. que se
apagavam ao p-onuuciir carUs palavrasqae
os preten li lo feiticeiros tinham apreaiido.
e que se eiicaminhavam a assassinar o m.
Uetiriqua ill ta.-iibem figurava nestas pro
cissoes d>' panitontas, d testa de seus per-
versos vali Ins, porque nas grandes calaaai
dades a lisonja engana os grandes.
As provinciassa viam desoladas na saes-
ma epoca por confranas seJitiosas, que do
baixo da mascara da supersligdo, punluiB
tudo em uso contra as autoridades e contra
o rei. A Biixa-M mnandia rio, nai secnlc
depois, formir se em seu saio uma cornpi
tibia de eremilas, fainosa por suas extrava-
gancias e seus furores intolerantes. Os mai -
distinctos desta sociedade apregoivara Mr
recebido cena impiragdo do ceo para goiar
os outros; o que era deslinado per* esta
funcgdo via neste dia um raio celeste qu.
os outros deviam crer segundo a saa pala-
vra, e executar o que ell" man Java seat
mais exame ; de sorte que estes novos se4 (5) lhe obedeciam con o ao ton -nle de (leas.
Os excessos destes visi)iiarios seriaaa incri
veis se nao fossera comprova los pelas reia
goes e escriptos do tempo. Alguns dias an-
tes de Peuteccstes do anuo de 1659, tnlar
visionarios partiram da villa de Silly para
irem processionalmente a Argeotau ; os cle
rigos deilando sobre a cabeca as caudas dt
suas batinas, as muiberes tuetam o I
com seus vesti dos, e todos com as caras
pintadas de 6cre amarella, fazeulo f igi com
paderneiras. grilavam com eoergumeooa :
>'6s somos os loucos de Jesus Christa,
desgragados daquelles que nio nos se-
gjem, e ndo vem era nossa companhia ac
Canadd; maidigdo, e execragao sobre as
jausenistas I
As cidades de Caena. Limoges, Toulooae
e de Bordeaux, tambem foram theatre de
semelhantes desordens. 0 lnstor.a lor de
Thou diz que se alistavam, por estes meios,
no parti lo da liga todos os raalvados do po-
vo, pois juravam observar os (atatutos; cujo
lim era a exclusao do principe legitimo ; a
faziam juramenla de nuuea reconbecerem o
rei de Navarra por sucuessx i coree.
Estas confranas se distinguiram am peni
tentes azues, brancos, grizados e praos ;
bem longe de ser o resuludo deuraa pi-do
sa emulagao, eram sociedades secn-tasorga
nisadas contra o grande Henrique IV, para
collocarcm no throno osguizts. As coos-
pi ragoes contra Carlos V a Luiz XI, ja U
nham sido qualidcadas de confranas oa li
gas santas. Quando se preteode atacar a
autoridade, da o direilo de uma nagdo, sam
pre os usurpadores derara is suas taaUtsvas
o nome de santas. Esta pulavra nio aaea
pou aos poderes do norte, que para eeera -
visarem os povos e forjarem novos fsrras
para algemarem as nagoes l.vres, uzerasn
em Lay bat uma allianga, a que tao irapro-
priamente chamam sauta. l'or lianga de Laybac c sunta, os direitos da bo-
mem, os direitos da sojiedade sao yn-
dos.___________ (ConU'niMir-aa ha )
(5) Scida, animal africaoo.
cadas e entrou n'um compartiraento do an-
dar superior, raobiliado modestamente, mas
com aceio, e encon'rou, prostrada a'sn
leito, um homem que, ao ri la entrar, se
sentou na caraa con violeucia e disse, a>-
tendendo os bragos nus a ligados ate ao co-
tovello:
Gragas d Deus que vos vcja, teamora.
Aquelle homem era Bizarro, qua tr
toraadas as'feigoas e decomposUs
anciosamente para a princeza.
0 que v isso ? estaes ferido ? disse An-
na Maria ao reparar nas ligaduras que a
cigano tinha nos bragos.
Oh 1 ba momoutos am que daaaedaca-
riamos o coragao se nelle podessemos craam
as unhas. A minha CinU ; o mea &mo !
Sei e ainda o nio creio Parece-me i
sivel que me separasse della para ni
tomar a ve-la I
0 cigano calou-se a dapois disse:
E Agueena?
Esta noite deve cbegar d ladrid, res-
pondeu a princeza.
Padre guardiio, disaa Bizarro, per-
doae-me, mas quarts fallar asa* earn a mi
aba senhora.
Ah I nio, nio tenho qua vos aardaar,
Bizarro, disse o guardiio; 4 natural. Qaaa-
do a Sra. princeza astiver para se ratirar,
cbamte por mi.n que eu virei. A e tap*,
saahora.
Ide con Deus padre guardiio.
0 guardido sahio. e deixou a porta aber-
ta pira para padessem ver qua elta nto ins-
va d pscuta, e desceu as escadas que ficavam
em frente da porta.
(Confuns#a| ka.j
TYP. DO DIAR10. BUA DOQUE DB

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T*

I
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Full Text
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