Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17674

Full Text
f

ANNO L MJMERO 290
h

FABA A CAPITAL B LVGABBS OHDB Ni SB PAG A POBTB.
for tree mezes adiantados.............. BfeoOO
Por seis ditos idem.................129000
For urc anno idem. .* 1V$0GQ
Cada nemero avulso xxixxaaxaaaxxaaa *320
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Jolo Antonio Machaeo, no Pilajr daj
*
FABTE OFFICIAL.
Mitiisiterio iiuperlo.
Por despacho de 3 do coneute mez:
Fez se Bared do foro d>: iuoco n.lalgo cum exer
cicio na casa imperial ao Dr. Caudidu Borges Mon-
teiro, filho legitiino dj liuado viscoude de Ilaiiua.
Foram uomeados :
Qrfam da Rosa OOiaaes. 0 brigadeiro Anto-
nio Lun de Magalhies Mosqueira, em atieucao
aos releraute* servicos que lein presiado no exer-
cicio do cargo de director geral dos indios na pro-
vincia do Miui'-Goraes e o teuenle coi' inol Vale-
ria no Manso Ribeiro de Carvalho, pelos quo pre?-
lou em relacai a guerra com o Paraguay.
CavaHeiro da'ordem to Nosso Sautter Jdsm
Cbristo, Maooel PeJrJ de Audrade, empregado da
directoria gerai Ja conlabii.dade do tbesouro na-
cioaal; licaudo sum elTeito a merce de eavallei o
da ordem di Rosa com que I'.i agraciaUo p>r Je-
er 'i de ti du mez passadu, visto j ler elle esta
condecoracau.
Cavallciros daord.'in de S. lieu to de Ami o ca-
pitao do esladomaiur de 2' classe Alexandre Au
gusto Igoano da Silveira, e o capita j reformado
ae I* classe Luiz Aulooio de Mirauda Freitas.
Em atieooio aos re.evaules services que uresta-
ram na domarcagio dos limites eotre o Brash e o
Paraguay:
Fez se merce* do titulo de barao de Maracajii ao
coronel Kuiiuo Eneas Gustavo Galvao.
Foram noiaeados :
Ordem da Wiwu.-Digniurios.0 cidadao para-
guayo capitao de fr .gala D. Duiuiugos Antonio Or-
tiz e o cidadao peruauo D. Guilheriue Black.
Commendador.0 major Francisco Xivier Lo-
pes de Araujo.
Omciaes.-Os majores GuilhermeCarlosLassau-
ce e Antonio Maria Coelho, o capitao Joaquim Xa-
vier de Oliveira Pimentel, os cidadaos peruanos D.
Cosme de la Haza, I). Froylau A. Morales e D. Fre-
derico Hincen e o cidadao paraguayo D. Jose Do-
lores Espinosa.
CavaHeiro.Dr Augusto Wenceslao da Silva
Lisboa.
Ordem de Noss> Senhor Jesus Christo. Caval-
leiros.Os Dns. Joviniaoo Keginaido Alvim e Anto-
nio Martins Alves.
Foram naluralisados os subdiljs portuguezes
Antonio Alves Pereira, Fiancisc-j Pinto de Carva-
lho, Jose Apolinario da 3osta Neves Jus or, Fran-
cisco Jose Cardoso e Jose Goucalves dos Santos
Janior, os subditos iialianos padres Francisco Ro-
sin Morauo e llaphael Balbi, o snbdilo au-triaco
padre Vicente de Villas eo cidada; inexicano Ho-
dolpho Beroardelli.
Ministerio da fazeuda.
CucuUr a. i t mmm*- 4os aopnaw* -da
fazenda.Hio de Janeiro, 30 de novembro de 187*"
O visconde do Hio iiranco, presidents do triba-
na! do tbosouro nacional, declara aos Srs. inspec
tores das tbesourarias de fazenda, que f i nesta
data approvada a assemelhacio das fabricas de re-
finacao on puriflcar;ao de gordoras de animal sui-
no as de oleos medicinaes, confor'ne propoz a tbe-
.soararia de fazenda da provincia de S. Pedro do
Rio Grande do Sul, em olllcio n. 91 de iO julbo
proximo passado. Vissande do Rio Branco.
Circular n. 46.I" de dezerobro de 1874.
O visconde do Rio-Branco, pre.-idenle do tribu-
nal do tbesouro nacional, tendo presenle o oQicio
n. 116 da tbesouraria de fazenda da provincia de
Santa Catharina, da 13 de outubro proximo passa-
do, declara aos Srs. inspectores das ihesourarias de
fazenda que a restituicao dos direilos arrecadados
pelis alfaudegas e da exclusi'ia competencia des-
U3, na forma do art. 126, g 37, do regulamento
a -19 de selembro de 1860, quer a importancia de
taes direitos esteja dentro das respeciivas a!(adas,
quer as exceda; devendo neste ultimo caso os di
los Srs. inspectores reraelter ao tbesouro a relacao
nemestral dessas e de toda- as outras decisoes fa-
voraveis as paries, coraoprescreve o art. 6* do de-
creto n. 4,644 de 2i de dezembrode 1870, que, re-
vcgando o art. 763 do supracilado regulamento,
substituio pelas referidas relacoes o recurso ex-
offlcio.
3e, porem, das decis5es proferidas pelos iuspec-
lores das alfandegas, em primeirainstancia, sobre
re3lituicoes de direitos excedentes a al^ada, as par-
ies recorrerem, coinpete entao as toesousarias to-
' :n .r conbecimeuto do recurso em segunda instan-
cia, mediante as regrasestabelecilas para 03 recor-
uos volunta,rios, peloa rt, 762 do raencionado regu-
lamentj de 19 de selembro de 18C0. Visconde do
Ric Branco.
MiniMterio dajustipa.
Marcou se ao juiz municipal e de orphaos do
termo de Bace, no Rio Grande do Sul, bacbarel
Bernardino de Senna Costa Feitosa. a aioda decus-
to de 500; 000.
Passou-se titulo, babilitando 0 bacharel Ale-
xandre uelestino Fernandes Pinbeiro ao cargo de
juiz de direito
Minlsterio da ;uerra.
Por decreto de 3 do corrente foram reforma-
dos, vencendo soldo por inleiro, de conformidade
com 0 3 do piano que baixou com 0 decreto de
11 de dezembro da 1815, 0 cab] de esquadra Joa
quim Manoel da Silva e os soldados Francisco Ma-
ximiaoo das Cbagas, Antonio Xavier dos Anjos,
Manoel Jose de Souza e Francisco Jose Bezerra, to-
dos do 12* batalhao de infaateria, visto acharem-
se impossibilitados para 0 servico do oxercito, em
conseqaencia de fenmentos recebidos em corn-
bate.
Por portarias da mesma data:
Foi nomeado Leopoldino Jose Barbosa para 0
lugar de amanuense do hospital militar da curie.
Fui traasferido do 13' para 0 !2batalbio deio
fanteria 0 lenente Joao de Souza Castello.
De 4, foram transferidos 0 tenente Raymundo
Bodrieues Bayma, do !! para 0 20 batalbao da
refenua arma, e deite para aquelle batalbao 0 te
nente Marcos Antonio Rodrienes.
Por decreto n. 5,799 de 25 de novembro foi
creado no arsenal de marinha da Bahia uma com -
paohia de artifices militares, em tudo igaal aos da
cftrte.
Recebeu se 0 seguinte offlcio relativaraente
as pracas brasileiras no Paraguay.
N. 636Quartet general do"commando da di-
vuio braileira estacioaada na republica do Para-
guay.Repartija 1 de depmade do ajodante-gene-
ral em Assuoipuio, 3 de novembro de 1874. lllm.
a Exm. St.Tenho a bonra de commnnicar a V.
Etc. que do 2* batalhao de artilbaria a p6 Ja se-
gairam para a provincia de Matto Grosso doas con
tingentes: 0 primeiro de 2 offlelaes e 60 pracas,
an dia 16 do mez Undo, na canhonrira Fernandes
Vieira, e 0 segundo, de 12 offlciaes e 203 pracas,
liontem, na canboaeira Onze de Junho, fieando ain-
da nesta republica daqnelle batalbao, para seguir
na primeira opportonidade, um oulro contingente
de 4 offleiaes e 100 pracas. Apreeento a V. Exc.
os caappai dos referidos eontingentes do eitado ba-
talbio.
Dens guarde a V. ExcDim. e Exm. Sr. con-
selbeiro Dr. Joio Jose de Oliveira Junqueira, mi-
ni siro e seeretario de estado dos negoctos da gaer-
r Barao de Jaguarao, marechal de carapo. >
Hinislcrio da luarinha. | quella data acbar-se findo o prazo legal. Preen-
Commi.terandr.s-. Sua Mageataie Imperial das cbida, poie"m, esta formalidade, sem que appare
circumstancias em que se achavam as pracas de ?a concurrenle, mande Vme. por novam
pret da armada, II mono Antonio da Silva, Euze-
SABBADO 19 DE DEZEMBRO DE 1874
PABA UIAIHOB FOBA DA PBOVli%CIA.
Por tree mezes adiantados. ...*.....
Por seis ditos idem..... ...........
Por nove ditos idem.................
For am anno idem, x x & A A A A x ., ^ .. ITMt
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PHOPRIEDADE DE MANOEL FBUEmOA DE FARIA FILHOS.
%>, frt. Gerardo Antonio Alves A Filhos, bo Pari; Gon^alves d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de Oliveira d Filho, no CearlljAntonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Jolo Maria Julio Chnet, no Asia; Antonio Marques da Silva, Ratal ; Jose" J
Pereira d'Almeida, em Mamajigxiape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Josrf Gomaa, najulla da Penha; Be'armino dos Santos lulcio, em Santo Anti ; Domingo* loti da CostaBrifa, emBazareth|
Alves d C.,na Bahia; A. Xavier Leite d C. n Rio Janeiro-
luo Jose Com11 da Bj Morte, Joaquim Jose Ricar-
do e Manuel da Conceiglo, as qoaes tiveram a in
fc-licidade de desertar e se acliaui refugiadas no
lerritorio do Au.ap\: bouve pur bem perdoar-lhes
o crime de deserva>, aprd^eoundose ellas a auto-
ridade coropelente dentro do prazo de 60 dias, on
tados de 3 do cor. en e mez.
Miuisiterio dos estrangeiros.
Pur decreto n. 5,800 de 23 de novembro, foi mo-
difkado o decreto n. 3,079 do 25 de abril de 1873,
e elevada a calegoria da legat.ao do Brasil na re
pnbli;a Orlenlal do Uruguay ade enviado extraor
dinario e ministro plenipoicn^iario.
Expedio-se o seguinte aviso :Rio de Janei-
ro, 20 de novembro de 1874.-2." seccao n. 6.
lllm. e Exm. Sr. Tenho a honra de accusar
a recepcio do offlcio que V. Exc. dlrigio-me em
data de 14 de ontubro Undo, acompanhanio copia
da correspendeucia tr '?. Ja entre o juiz le orpbaos
e ausentes dessa capital e o consul de sua mages-
lade fidelissima por motivo da arrecadagao dos
bens deixados pelo subdito poriuguez Manoel An
tonio de Glivoira, ahi fallecido ab inlestilo e sem
berdeiros presenter. Inteirado da alludida corres
poodencia, cumpre me declarar a V. Exc, em res
posta, que o governo imperial, dando por fiodas
as convencdes consulares com a Fraoca, Sais.-a,
Halia, Hespanha e Portugal e fazendo sub^tiluir as
suas disposicSes pelas do decreto n. 853 de 8 de
novembro de 1851, nao leva por fiui deixar depen-
dente a sua execuciio da reciprocidade exigida pe
los arts. 23 e 24 do cilado decreto, por isso que
semelliante estado de rousas era provisorio e tra-
tava-se da celebraQao iil. novos ajustes consulares.
E com effeilo ja o governo imperial esta em nego-
cia^ao com os de Portugal e Hespanha, e e de es-
perar que em breve cheguem os respectivos pleni-
potenciarios a um accordo. Se, porem, as nego-
cia^Ses nao tiverem esse resultado, providenciara
o governo imperial como exigirem as circumstan-
cias, e nesse casj darei a V. Exc. conhecimento
do que se resolver para que tenha a devida exe-
cur^ao. Aproveito a opportunidade para renovar
a V. Exc. as ?eguraa<;as de rniuha perfeita estima
e distincta coasidera^ao. Visconde de Caravellas.
A S. Exc. o Sr. presidente da provincia do Mara
nli 4o. >
Gaverno da proviacla.
EXPRDIKNTK DO OIA 4 DE SETEUBRO DE 1874.
1* seccao
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
luteirado pelo offlcio do direclor do hospiial
mihui, *aoo o de V. Ec, do nooiem dataJo,
sob n. 674, de nao haver apparecido conenrrente
algum ao foroecimento de generot alimeoticios
do mesmo hospital, no tempo complementar do
corrente trimestre, approvo a djliberacao que to-
mou o conselha economico daquelle estabeleci-
mento de ma-.dar que o respectivo almoxarife
continuasse a fazer dito fomecimento. 0 que V.
Exc. fara constar ao referido direclor.
Ao inspector do arsenal de marinha.Visto
a urgencia que ha em serem obtidos de proxpto
6 toros de genipajeiro, de que precisa esse arse-
nal, com 3,5 metres de compriraento e a circumfe-
rencia de 0,m60 n'uma ponta e 0,45 na outra ;
autoriso V. S. a comprar taes objectos directa-
mente no mercado. Fica deste modo respondido
o seu offlcio de honlem datado, sob n. 125.
Ao mes:no.Autoriso V. S., a vista do que
expoe em seu offlcio de 3 do corrente, sob n. 126,
a fornecer as amarracSe? requisitadas pela presi
dencia d Ri) Grande do Norte. para as 4 boias
ultimamenle enviadas por esse arsenal, para bali-
samento das barras de Macao e Mossoro, naquella
provincia.
Ao capitao do porto.Mande V. S. p6r em
liberdade o recruta Manoel Aotonio Ignacio de
Lima, que pruvou isenijao legal.
Ao direclor do arsenal de guerra. Mande
Vmc. resolher a esse arsenal algnmas barras e
outros objectos queainda existem no qnartel do
parque perlencenies ao 9 batalhao de infantaria
de guarda nacional do municipio de Olinda, os
quaes the s6rao apre^entados por pane do res
pectivo commandante superior interino.
Ao conselho de compras de marinha.Pode
o conselho de compras de marinha pfomover a
acquisicio dos objectos do material da armada,
de que faz mencao o seu offlcio de 2 do corrente,
visto serem precisos para provimento do respec-
tivo alraoxarifado.
2.s seccao.
Acto:
0 presidenle da provincia, altendeodo ao que
requereu o adjunto do promoior publico da eo-
marca da Escada, em oxercicio no termo de Ga-
melleira, bachard Vicente Tavares Rodrigues Li-
ma, resolve exoneral o desae cargo.
Offlcios :
Ao Dr. cbefe de policia. AOm de que V.
S. providencie, como entender convenience, inclu
so remetto Ihe por copia o offlcio do juiz munici-
pal e de orphaos do termo de S. Bento, relativo ao
estado pouco Iisongeiro em que se acha a seguran-
ca individual naquelle termo.
Ao i promotor publico da capital.Trans-
mitlrodo a Vmc. o offlcio junto do inspector da the-
sonraria de fazenda, cubrindo outro do respectivo
procurador fiscal ; ehamo sua attencao sobre o
cooteudo delle-. aiira de que a respeito providen-
cie cocvenientemente.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Serinbaem.Em resposta ao offlcio de V.
S, de 30 de ag:slo ultimo, tenho a dizer lbe que
deve dissolver os deslacamenlos da guarda nacio-
nal existentes nesse municipio, de conformidade
com a circular de 11 do referido mez, apezar de
nao se acbar crganisaja a respectiva guarda lo-
cal.
Ao juiz municipal de Ipojuca. Sciente do
que expoe Vmc em offlcio de 31 do agosto pro-
ximo passado, com relacao aos etragos que vai
fazendo a variola nesse termo, 'principalmente na
classe que por falia de recursos nao pode por si,
empregar o tratamento apropriado, nesta data re
commendo ao inspector da ihesouraria de fazenda,
que mande entregar-lhe a quantia de 200} para
ser dislribuida convenientemente pelos indigentes
atacados deeemelhante moleslia. Loavando o In-
teresse que :.m Vmc. manifeslado em favor dos
Jeavalid.is durante a quadra epidemica, convidoo
a despei tar os sentimentos caridosos das pessoas
abaslada i desse termo, em ordem a contar-se abi
com soccorros roais promptos e efflcazes.
Ao juiz municipal de S. Bento.-Em respos-
ta ao offlcio de Vmc, n. 30, de 26 de agosto ulti-
mo, informaudo o estado pouco Iisongeiro em que
se acha a segurancx individual nesse termo. tenho
a dizer-lhe que opporlunamente providenciarei a
respeito.
Ao juiz municipal de Serinbaem.Em res-
posta ao offlcio de Vmc, de 29 do corrente, com-
municando haver finalisado o prazo de 60 dias
com que foram a concarso os offlcios de parti-
dor e contador desse Termo, sem que apparecesse
Sretendento algum, tenho a dizer lhe que, segun-
o eonita da copia do respectivo edital, retneltida
por esse iuizo e existente na secretaria desta pre
sidencia, foram os mesmos offlcios postos a concur
so em 4 de julbo ultimo, e assim nio podia na-
concurso os eitado* offlcios.
Ao delegalo de poiicia do termo de Seri-
nhawm: fndwpendentemente de titulo, qnvroppor-
tunamente Ihe sera apresentado, detlra Vmc Ja-
ramento ao eommissario de policia desse moaici
pio, Joaquim Ramos da Silva Moreira.
Ao eommissario de policia do Bonito. Em
resposta a seu offlcio de 2 do corrente, tenho a
dizer-lhe que a gnarda heal desse mutiicipie no
de continnar a fazer servico com o cordeame per
len:ente a guarda nacional.
3.' seccao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao qne
requereu o collector provincial do municipio de
Ipojuca, Affonso Peixoto da Silveira, resolve con-
ceder-lhe mais 30 dias de prazo para prestar a
fianca a que e obrigado.
Offlcios :
Ao inspector da tbesouraria de fazenda.
Tendo sido reconhecido pelj governo imperial o
governador do bispado, autoriso V. S. a aeeiUr
os altestados por este passados aos vigarios, para
o lini de receberem suas congruas ; cessando as-
sim a ordem desta presidencia, contida no offlcio
de 25 de outubro do anno pasadx
Ao mesmo.Para os tins convenientes, com-
municoa V. S., que em 19 de agosto ultimo, fln-
dou o qnatriennio o juiz municipal e de orphan'
do termo de Ingazeira, bac'iarel Miguel dos Anjos
Burros.
Ao mesmo.Para os fins convenientes, eom-
raunico a V. S. que o juiz de direito de Villa-
Bella, em 22 de agosto ultimo, nomeou o bacha-
rel Tiburtino Barbosa Mogueira para interinamen
te exercer o cargo de promoior publico daquella
comarca.
Ao mesmo.Tendo autorisado o conselho
de compr s de marinha a promover a acquisicio
dos objectos de material da armada, consume do
seu offlcio junto por copia, de 2 do corrente ; as-
sim o communico a V. S. para seu conhecimento
e Dns convenientes.
Ao mesmo. Mande V. S. entregar ao juiz
municipal de Ipojuca, bacharel Joao Raptista de
Siqueira Cavalcante, a quanlia de 200:000 para
soecorro dos indigentes atacados da variola na-
quelle termo, abrindo para isto novo credito. sob
a responsal.ilidade desia presidencia, caso ja es-
teja esgotado o quo bavia.
Ao mesmo.-Para os Bns Convenientes, com-
munico a V. S. qne por portaria desta data foi
exonerado o adjunto do promotor publico da co-
marca da Escada, era exercicio no termo de Ga-
melleira, bacbarel Vicente Tavares Rodrigues Li-
ma.
Ao mesmo.Mande V. S, em vista do at
testado junto, pagar ao padre Antonio Hufino Se
veriauo da Cuoha, vigario collado da freguexiaue
ItarobA a sna oongrua correspondente ao mez de
agosto proximo findo.
ao mesmo.Tendo autorisado o inspector do
arsenal de marinha, em satisfacSo ao que solid-
ton em seu offlcio de hontem datado, sob n. 125,
a comprar direclamente no mercado 6 toros de
gempapeiro, com 3,"3 de comprimento e a cir-
cumferencia de 0,"60 metros n'uma ponta, e
0,"45 na ontra, altenta a urg^nte precisao que de
taes objectos tem o mesmo arsenal ; assim o com
monico a V. S. para os fins onvenieutes.
Ao mesmo. Para os fins convenientes, com-
munico a V. S. que o juiz de direito da comarca
de Flores, em 22 de agosto ultimo, nomeou o ca
pitao Torquato Jose da Silva para interina-
mente exercer o cargo de promotor publico da
quella comarca.
Ao inspector do thesouro provincial. Man-
de Vmc pagar ao padre Manoel da Silva Cid, co-
adjaclor da freguetia de Nosxa Seuhora da Paz,
dos Afogados, a sua congrua correspondent aos
mezes de julho e agosto ultimos, na conformidade
do incluso attestado.
Ao mesmo.Para seu conhecimento e devi
dos efJeitoj, transmitto-lbe copia do contratu feito
com o professor de mathematicas, Victor Fournie,
pai, para auxiliar duranle 4 mezes o servico da re-
particao das obras publicas.
Ao mesmo. Remetto a Vmc a inclusa pre
catoria do juizo especial do commercio desta ca-
pital, passada a requerimento de Armioio Pessoa
de Albuquerque, na qualidade de cessionario de
Joaquim Salvador Pessoa de Siqneira Cavalcante,
contra o Banco do Brasil, afim de qne, estando
na forma da lei, seja cumprida por esse the
souro.
Ao mesmo. Conforme solicitou o comman-
dante do corpo de policia em offlcio do 1 do cor-
rente, sob n. 363, mande Vmc. abonar soldo por
adiantamento as pracas dos destacamentos seguin-
les : ao de Buique 3 mezes de soldo a 16 pra?as,
ao de Bom Conselho 3 mezes de soldo all pracas,
ao de S. Bento 3 mezes de soldo a 7 pracas, ao
de Garanhuns 3 mezes de soldo a 16 pracas, ao
de Pao d'Alho 1 mez de soldo all pracas, tudo a
contar daquella data.
4.' seccao.
Portarias :
A' Illma. camara municipal do Recife.Ap-
provo a arrematacao feita ante a Illma. camara
municipal do Recite por Lourenco Alves de Sou
u, do impesto de 60 rs. per pe de coqueiro, pela
quanlia de 305?. Ficam assim respondidos os
offlcios de 5 e 26 de agosto proximo passado, sob
ns. 72 e 76.
A' camara municipal c'a cidade da Escada,
Oeferindo a uma peticao de babltanles da Escada.
tenho a dizer a respectiva camara municipal, qne
a cobranca dos feres e landemios da extincta al-
deia, deve ser cootadade 13 de maio do anno pro-
ximo passado, data da portaria que a determinou,
cumprindo a mesma camara observar as pres
cripcoes constsutes da referida portaria.
5." seccao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe darepartico das obras
publicas. Em relacao ao qne expoz Vmc em
sna informacio conslante do offlcio do 1.* do cor-
rente, sob n. 254, sobre as obras do acude da Vic
tona, tenho a declarar lbe qoe convem que Vmc
mande primeiramente avaiiar as obras feilas.
Ao mesmo.Haja Vmc. de, em vista do offl-
cio junto, qne devolvera, da camara municipal da
villa de Barreir >s, mandar orcar a ponte a que al-
lude o mesmo offlcio.
EXl'KDIENTK DO SECRETARIO.
2.* seccOo.
Offlcios :
Ao jmz de direito da comarca de Villa li.-lla.
0 Exm. Sr. presidente d* provincia manda ac -
cusar o recebimenlo do offlcio de V. S., de 22 de
agosto ultimo, communieando haver na mesma
data nomeado ao bacbarel Tiburtino Barbosa No
gueira para interinamente exercer o cargo de pro-
motor publico dessa comarca.
Ao juiz de direito da comarca de Flores.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimento do offlcio de V. S., de 22 de agosto
ultimo, communieando haver na mesma data no-
meado o capitio Torquato Jose da Silva para inte-
rinamente exercer o cargo de promotor publico
dessa comarca.
Ao juiz de direito da comarca da Escada.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, incluso remetto a V. S. uma copia dodespa-
cho que foi pmferido no conflicto de jurisdlccao
entre V. S. e o inspector da thesourana de fawn-
i, fieando assim respondido o seu offlcio de hon-
tem datado.
S- Ao juiz de direito da comarca da Escada
Da ordem de S. Exc. o Sr. presi lente da provin-
cia, communico a V. S. que por portaria desta
data foi exonerado o adjunto do promotor pnbti :o
dessa comarca, em exercicio n i termo de Girael-
leira, bacharel Vicente Tavares Rodrigues Lima.
Ao commandante do corpo de policia. S.
Exc. o Sr. presidenle da provincia mania decla-
rar a V. S., em resposta ao >eu offlcio do !. do
corrente, sob n 361, que nesta data se autorisoa
o inspector do thesouro provincial a mandar adiaa-
tar soldo as pracas do deslacamentc, emsiiutes do
c udo offlcio, a contar do I." deste mez
' Ao commandante superior da guarda nacio-
nsl do Offnda.De ordem de S. Exc. o Sr. presi-
denle da provincia, communico a V. S que nesta
data se provid-noiou no sentido de -ereni remetti-
das ao arsenal de guerra as barras e mais objectos
existenlei n> quartet do parque e pertenceutes ao
9.* batalbao de infanleria da guarda nacional sob
o seu commando superior, conforme sol citou V.
S. em seu offlcio de hontem.
3.' seccHo.
Offlcio :
Ao inspector do thesouro provincial. -De or
dem de S. Exc. o Sr pre-i lent", da provincia. com-
munico a V. s. (|ue por portaria desta data se
concedeu mais 30 dias de prazo ao collector do
municipio de Ipojuca, Affonso Peixoto da Silveira,
para prestar a fianga a que e obrigado.
5.* seccao.
Offlcio :
Ao director da companhia de Beberibe De
ordem de S Exc. o Sr presidente da proviocia,
respondo ao ofthio de V. S., de hontem datado,
accusando o recebimento do exemplar do relato-
rio, baianco, conla corrente, orc^mento e parecer
da commissao fiscal de contas desa companhia.
DESrACHOS DA PSEsiD: .'iCIA, DO DU 17 DE DEZEMUIIO
DE 1874
Anna Emilia ae Lemos Sa. Deferido com offi
cio desi i data, ao provedor da Sanla Casa de Mi-
sertcordia.
Cindida Hosa Gomes dos Santos. Deferido com
offlcio desta data, dirigido aa Sr. inspector do ar-
senal de marinha.
U i me Hordes da Silva. Def rido c m offlcio
desta data, ao thesouro provincial.
Francisco deFigueiro. Faria. lodeferldo, a vis-
ta da informa.a i.
Irmandade do Sjnhor Bom Jesus das Dores em
S. Go calo da freguezia da Bui-Vista desta cidade.
Fica con^edida a aulorisa;ao pedida, com acon-
dicao de serem presladas opporlunamente no tbe-
sonro provincial a; conlas das despezas feita*, afim
de poder ser enlregae o produclo de que se trata.
Joaquim Jose Ferre.ira da Penha.Deferilo com
offlcio desta data, ao proved da Santa Casa de
Miiericordia.
yMO Vicente de Torres Baa^eira.Requeira o
supplicant'! direetaroente ao thtsou.e provincial,
nos termo* do art. 175 do respectivo regulamenrt.
Maria Joajuina de Jesus Barreiros.-Informe o
Sr. Dr. provedor da Santa Casa do Mi-ericorJia
Monica .accioli de Vasooncellos. -Informe o Sr.
promoter publico Manoel Joaquim de M.ranla Seve.Indeferido,
em vista da informacao do provedor da Sanla
Casa, por nao havercm aclualmento educandos nas
condicoes em que requer o supplicante.
Raymunda Carolina R ma -Indeferido, em vi
la da informacao do proved^ da Sanla Casa de
Mi-ericordia.
Thomaz de Carvjlho Soares Brandao Sobinho.
Deferido com offioio desta data, ao Sr. inspector
do tbesouro provincial.
Antouia Fraocisea Severiani de Souza.Re-
queira a supplicante ao governo imperial.
TELEGRAMMAS
ACEXCIA IIIV AH BEUTEB
?CLZTZSOS
BERLIM, 17 de dezembro, & noite.
\a m cm sad de hontem do purl a
ininio allem&o, foi apresentada
uma murui propondo que a cama-
ra decla're ser iuviolavel a pessoa
do deputado. e que o governo nao
lent o poder de prcmlc-io. sent pe-
dlr previamente auiorisariio a ca
muni. Depots decalorosa dtscuss&o,
o parlamento appro von. por irrande
maioi-in. essa moi/uo, que prende-
se a prlsao do coude Arnim. Corre
que o prlncipe de BismarU, em vis-
ta desse resultado, apreseutou ao
tmperador ttullhermeo eeupedido
de demissao.
LONDRES, \7 de dezembro, a noite.
Afenrma-se que o governo tastes
pretende aprescntar ao parlamen-
to, na sua proxima sessfto, um
projecto de lei restabelecendo o
imposio sobre o cafe procodente da
America.
MADRID, IS de dezembro.
Nestes uHimos tempos um name
ro eonslderavel de famtllas de ar-
tlstas, da provincia da Galllaa, tem
emixrauo para as repubiicas do
Prata.
MADRID, 18 de dezembro.
O mao tempo eontlnua a perse-
Siilr as provinelas do norte de Hes-
panha.
LISBOA, 18 de dezembro.
Aqui rhegon hontem o transporte
de guerra PURUS, construldo por
conta do a>overno do Brasil, que se-
gue para ant.
ZZ'JZZZT.ZILZZ
\~ d* dezembro.
ok particulares destan-
I/* por cento, ou l* por
act ma da laxa offlrial do Ban
laterra. Consolldados la-
*. Fundos braslletros de
too. Hoaveram transaecaes
reffulares no mercado de cafe, sus-
tentando-se os precos.
LIVERPOOL, 17 de dezembro.
Bsteve taoje ealmo o mercado de
algodao. e os precos mantem-se
sens aiieracuo ; venderam-se boje
doze mil fardos, dos quaes mil e
cem procedentes do Brasil. Ven-
deu-se am carreajameato de assu-
car da Bahia, sobre agua. pelo na
vio SOSTOCK, A raaao de S* sit. e s d.
as 11* tlbras.
MAUSELHA, 17 de dezembro.
Cota-se boje o cafe do Bio erdina-
rio a frs. os r.o kllosrs.
NEW-YORK, 17 de dezembro.
Cambio sobre Londres lsr. 1/9.
Ohio in i z. it mercado de cafe
esieve ealmo. mantendo se os pre-
cos sem alteracao i o do Rio fair
18, e o good 18 I? cents por libra.
Alodao mediano uclands 14 i/s crnts
por libra t as rhegadas de taoje
aos portes americanos elevaram-
se a vlnte e quatro mil fardos.
HAVRE.
17 de dezembro.
O
ma
ANTUERPIA,
meread o
Blendo-se
de cafe esteve ealmo*
os precos anleriores.
17 de dezembro.
Foram quasi nullas as Iransac-
cOes no mercado de cafe e os pre-
cos nominaes.
BAHIA, 18 de dezembro.
Cambio sobre Londres SB l 11 a
3/8 d.
(AGENCIA AMERICANA.)
Rio 18 de dezembro is 3 b. da tar le.
Mercado inalterado. Chegaram, proceden-
tes dos portos do norte o paquete nacional
CO.yDE DEU, e de Pernambuco pela Ba-
hia o transporte nacional LEOPOLDI.VA.
Babia 18 is 4 h. e 30 m. da tarde.
Sabi) para o Rio de Janeiro o paquete na-
cional BAHIA. Cambio sobre Londres
26 l|i e 26 3|8 particulares.
TOTKT3 U
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
6 DE DEZEMBRO DE 1874
0 grande estabelecimento da Ponta d'Arr i, que
tantos services outr'ora prestuu, toroaudo se co-
nhecido e apre:iado pelas vastas oGBcinas e perfei-
cio de suas fabricas, acaba de abrir-se novamen-
ts, gracas aos esforcos do Sr. visconde de Maua.
Alem das grandes ediQcacoes e importantes ma-
chinas que ja possuia, e que foram cuidadosamen-
14 rcparadas, offeree^ boje novas conslrucjoes e
mai> mmlernos s aperfelcoados macninismos, ira-
portaado toda a despeza em mais de 600.000/.
Hontem, foram inangurados os trabalhos na
presenca de S3. MM. Imperiaes, ministros de esta-
do, presidente e chefe de policia da provincia, at*
t )s fuDccionarios, muiios offlciaes do exercito e da
armada, engenheiros, etc.
0 estabelecimento da Ponta d'Ar6a, como se
acha actnalmente orgaoisado, pode constrair fa-
pores de qualquer dimensao, e fornecer todas as
machinas reclamadas pela indnstria e pela lavotx-
ra. Possue estaleiro', diques e tudu quanto f.r
preciso para a eonstruccto naval.
Oepois da festa industrial, foi servido um pro-
fuso lunch, ao qual S3. MM. Imperiaes dignaram-
se as.-is.ti', designando para sentarem-se a seu lado
os Srs. visconde e viscondessa de Maua.
Trocaram-se brindes entre os Srs. viscondes de
Maua e do Rio Hrau :>>, commendador Manoel Fran-
cisco Correia e engenheiro Francisco Pereira Pas
so8, terminando com o de honra erguido pelo Sr.
visconde de Maua a S. M. o Imperador.
Trabalh.m, aclualmente, em todo o estabeleci-
mento, 292 operarios ; mas e de esperar que a af-
fluencia de servico cbame um pessoal muito mais
nomeroso e nio inferior ao que ja possuio antiga-
mente, e que elevava se a 800 pessoas.
Resultado dos exames, na escola polytechnica :
1 anno (2* tarma) Americo Diamantino Lo-
pes, Antonio Fialho e Joao Caetano da Silva Lara,
approvados plenamente.
llouve um reprovado.
i* anno (3' lunnaj Jose Moulinho da Fonce-
ca Franca, approvado plenamente ; Antonio Ber-
nardino Lopes Ribeiro e Jose Leite Pereira Gomes
Filho, approvados simplesmente.
llouve um reprovado.
1* cadeira do 3" anno. Vicente Huet de Bacel-
lar Pinto Guedes, approvado plenamente; Manoel
Ferreira Saturnino Braga, Henrique Jos6 Alvares
da Fonceca, Jorge Desmarais e Adolpho Gomes de
Albuquerque, approvados simplesmente.
2* cadeira do 4 anno. Franklin Jacintho da
Silva BolelLo e Custodio Diogo de Faria, approva-
dos simplesmente.
Honve dous reprovados.
1* cadeira do 5 anno. Dionisio da Costa e
Silva, Sduardo Pereira de Campos e Fernando Pe-
reira da Silva Continentino, approvados plena-
mente.
Desenho do 2* anno. Ai thtrr Getulio das Ne
ves, Affonso Glicerio da Cnnha, Maciel Arthur Pio
Deschamps de Montmorency e Eduardo Cavalcan-
te de Campos Mello, approvados plenamente; Eu-
genio Barbosa de Oliveira, Ricardo Alfredo Medi-
na, Francisco do Paula Oliveira e Modesto Olym-
pio Teixeira Brandao, approvados simplesmente.
Desenho do 3 anno. Francisco de Lemos,
Forlnnato Fausto Gallo, Jose Manoel de Siqueira
Couto, Rodrigo Antonio de Assumpcao e Silva,
Manoel Elenterio Alvares de Aranjo e Tito Augus-
lo Franco de Almeida, approvados plenamente ;
Alvaro Rodovalh > Mareondes dos Reis, Fernando
Pereira da Rocha Paranbos, Horacio Rodrigues
Antones e Ildefonso Coimbra. approvados simples-
mente.
Resultado dos exames, m facul lade de medi-
clna:
2> anno pharma eealico. Manoel Ribeiro Lou-
zada e Manoel da Silva Marques, approvados pie
namente; Fernando Antonio Lage Christiana e
Joao Continho de Macedo, approvados simples-
menti.
7
Pelo vap r argentino P6, tivemos hontem folhas
do Rio da Prata ate' o do corrente.
Parece nao restar mais duvida sobre a derrota
de Mitre, por mais que a junta revoiucionaria em
Montevideo continue a negal a.
Sabiamos qne o tenente coronel Frias, tendo
ensgaJo a pnvoacao 25 de Maio, e sabendo qne os
insurgcu.es *r.liravam na direccio do Verde,
para la seguira igualuieute.
GoQtava Arias encontrar alii somente as parti-
das de Gonulez e Carpio Carole julgaudo-ie mui
to superior intimou-lhes rendicao. Em resposta re
cebeu igual iniimacao da pane de Mitre qne o
envolvia com todo o sea exercito de 5 a 8 mil ho
mens.
Apezar de nio contar nas suas fileiras mais de
800 pracas, Arias recoaon render-se, aceitou o
combate, e, o qne pareceri mais estranho i viata
da desproporcSo de forcas, bateu eompletamente
o immigo, qne perdeu, passada on aniquilada, a
rotpa de linha que tinha, o 9 de cavallaria e o *
de infantaria, deixou no campo debatalba grande
nnmero de mortos e fendos, eolro os quaes nui
tos offlciaes, e reiirou-se em baodoa sssaradas, 4i
zem uns que para o sul, outro* para o sort*.
A facaaba pareeeria incrivel ; entrelaato, iear
pendentemente ne qualquer mysterio troc paaaa
andar aqui envoivido, temos doas facios oat sal
podem deixar duviaa s ,brs a ; ua realidasa.
Sao a parte official delalhada do combate, rraw-
tida por Arias, e a que o president* da ressaaea
respondeu immediaumeole elevaodo a quell- afl-
cial ao posto de coronel du exercito, e depo* a
presenca de Juan Jose Lanusse, em Boesos Ar
como eommissario de Mitre a negoctar a pax.
A Arias encorporarm *e Vilvgas eLavaaaaaaa
as suas divisSes, fieando agura aquella lorn ele-
vada a cerca de 2,000 bomeiM.'
Alem disto o ministro d* guerra. Or. Al>iaa rbs-
?ara de Las Flores a Buenos Ayrei cost ilfaisi
pracas de infantaria e cavallaria e quairo pecv as
campanb.1, tomaod^ o>pon a e.-lrad. de fem> de
Cbivilcoy, pon.o mais proximo de 25 da Han e
Vrde.
Daqui mesmo tiravam os insurg*nies argaas
to para a sua versao de que o batido uaoa saio
Arias, a quern o ministro da guerra ia acadsr,
accrescentavam que o emissario de Mitre
nio propor submissio e pedir 'Bdulto, mas
as condicoes da paz.
Sao ccmiudo tantos os detalbes sobre a vichru
do g verno que mil se node duvidar delta.
Pelo qoe toca a provincia de Corrieotes titstnr
ao passo que os boletins do governo a davaaa osr
quasi inteiramenle paciticada. os dos iasurteces
annunciavam qoe o seu eirooel Merezon tomara o
Passo de los Litres, unica povoacio 4a "*-*riiTnY-
em que aioda domioava a tyranoia
Nas folhas de Montevideo eocontramos
primeiras noticias da sublevacio de que
agora
fawaso
telegrapbo.
Parece que no departamento de Soriaso ae le
v.ntaram os coroneis Cuorado, Caraballo, Max a
Pores, Furtuuato Flores, Galaya e outros, aaa ao
lugar cbamado Coquimbo estavam reasioa*
pracas.
Que alguma cousa seria bavia por aJnatt (sca-
res pri va-o o facto de tir o ministro da guerra
corooel Eduardo Vasqucs, embarcadu para a Cm-
Ionia com um baulbao de cacadures e algoma ca
vallaria.
Ficou, en retanto, encarregado da pasta da gu-r
ra o Dr. Peres Gomao.
Dizia-se que para os lad s do Salto
havia movimemo e qne ia ser n .meado
danta das armas em campanha o geoeral Sosm
A causa da revolucio nao era best rnabnrsds
0 Stglo queria fazer crer que apeoas se trauva
de pressao sobre as cameras, relativamenle as as
didas unanceiras.
8
Do Rio da Prata lemos pelo paquele ingUz Java
dego folhas de 2 do corrente, um dia aless das
do P6.
Nao se tiobam desvanecido ainda as dnvidas q v
pairavam sobre o resultado du combate de Vtrtto,
e a medida que corria o tempo rnenoa sa acredsa-
va no caracter decisivo que os bt let ins do governs
e a parte official do coronel Arias attribuiam aqaai-
le feito de armas. Effectivamenie nao seria srlr
primeira vez que no Rio da Praia, mesmo sobre a
pane official do general commandante, se calesra-
va como victoria cousa muilo parecida eos der-
rota.
Que o combat) nio loi pelo menoi tao decisrvo
a favor do governo, como se inculcou, parei-a sa-
der agora d^Juzir-se do facto d aa estareaa aa-
viando reforcos a toda a pressa naqoella oifsosW,
depois de dizer-se que Mitre, fug.ndo com algmaa
escalavrados resioi do seu exercito, apeoas peda
indulto para si e para os sens offiaaes. Entretas-
to sao os mestnos boletins do goveruo que nos di
zem que o coronel Julio Campos ora o exer cio da
sul e o tenente-coronel Lagos, com mania aze da
vanguarda do mesmo exercilo, ja iioharn cbegad*
a Verde para tomar park nas iperacOes, issdo
feito para isso esle ultimo uma marcha de 10 le-
guas em 2t boras; o ministro da guerra para alii
msrehara cam ujo batalhao de giardas oacijaaaa,
um esquadrao de cavallaria e quatro pecas da ar-
tilbaria ; e do mesmo exercilo de reserva foraMnts
no Rosario se destacou uma forte divisao ass
commando do coronel Avals.
Para qne tudo isto. se'pergunUra, se Mitre an-
nas quer capitular ?
Os orgios revoluciouarios, pela sua parte, ia
sistem em que foi Arias o balido, e que cos sna
resto de sua infantaria se enuincoeiroo aa eaaa da
uma fazenda, ooda estiva cereaio, e seria
prisioneiro antes que Ihe pudessem cheg.r
ros.
De tudo isto o que se pode tal*as colligir e so*
o combate de Verde, pois que combate parece tar
havido realmente, esteve looge de ser decisivo.
Quanto a preseuca do Lao us, em Boeoos-Av-
res, querem os revolucionarios que o eaiwarta m
Mitre apeoas alii livesse tdo para regular sosre
principios humanitarios as condicoes em que dava
continuar a guerra, especialraenie eon raferesea
ao tratamento dos fendos e pnsi> neiros.
Insistia-se tambem por parte do governo esi asjs
a vanguarda de Arredondo tinha sido bauds psr
forcas do coronel Roca.
Sobre a revolucio no Estado-Orienlal nio bavu
noticias mais positivas do qne as qoe hontem rafa-
rimos.
As eamaras coniinuavain a dissutir o orcaaaeato
e ja tiobam votado uma lei para acudir de nw-
mento ao pagamento dos juros da divida pa-
blica.
Resultado dos exames na sscoU polylaeia-
nica :
! anno, 2" turma.Jose Augusto de Barros Me
nezes, approvado plenamente ; lleracliti Colassaa
de Canialice e Alberto Joaquim orovados simplesmen'^.
1* anno, 3' turma.Raymundo Teixeira nVs
des, approvado torn dutinccac ; Con matins da
Cruz Cardoso, Francisco van Bore! da Vsrssy
Wenceslao de Oliveira Bello, approvados ssaaasoB-
mente.
1* cadeira do 3* anno. ioaiuim Jose Barrio.
approvado simplesmenle.
Houve tres reprovados.
2* cadeira do 4* anno. Joae
Joaquim Saldaoha Marinbo Jamor.approvadsaids-
namente j Raphael Augusto Braalao e aaao.-i E-
leuterio Alvares de Araujo, approvados
mente.
2* cadeira do 6* anno Carlos Lais i
Junior, Heitor Sobral Piuto Cavalcante da
querque, Candido Goncalves Gomide e Arn
Figueired) approvados plenamente.
Desenho do 2* anno. -Tarsia 3 Joder de Aadra
de, approvado eom distinccao ; Aaloaio Alexasdrr
Pereira, Celso Ribeiro da Silva. Augusto da asjja
Toieano de Brito, Francisc > Cyptiaao da Oitveara
Murtinho, Joao Ernesto Hodoctaacbi a
Salles Nones Belfort, approvados .
mingos Gabriel Fernandes Pereira, PaJro da il-
gueiredo Rocha, Wenceslao Alves Leila da Oaa-
ra Bello, Carlos Guedes da CosU Aaloaio Arvea I
reira de Carvalho e Antonio Pinbeiro '
approvados simplesmente.
Desenho do 3* anoo Samuel Severiaao ftfnaa-
redo de Aguiar, Conslante ABonso Coslao *yf
polito Quirino dos Santos, approvados niasa-
maote.
Desenho do 4* anno. Joao Borgw Farraa, ap-
provado simplesmente.
i


J__________
Diario de Pernambuco Sabbado 19 de Dezembro de 1874

_-i.--.i_

Resaltado dos examcs na facu'da3e de med-i
etna.
1- anno pliarmaceati to (exame oral) :.Joao Al-
ve= de Monies, Erjujando Paggaui. Ago-tinr o da
Silva Bittenconrt. approvados plenamente; Al-
fredo Valisa de Oliveira Durao, approvado sim
plesmente. '
Honve um reprovado, e um retirou-se por do-
ente.
3' anno pharma:euiico (e_me pr&iicof: Bene-
di to Detgado Malta, Arthur Imgusto Pirna. Hal
frel, Basilio RoJriisues de Campos, Sal valor Jose
Pereira de Almeida. Jose Vieira ftre*, Jo:-e Carlos
do 1'alrocinio, approvados com distinccao; Tito de
Sa Ma.'..1j Carvalhoj.Fortunate Raymnndo de Oli-
vein, liugenio Jo naules da Costa Tmbao, Luiz Augusto do Loyola
Joao Rodrignes de.Catnargo, approvados ple-
namente; e Francisco James Tore*, simples -
mente.
10-
Resa'tado dosexirae3 na faculdade domed!
cica :
' anno pharmaceutics Antonio Norberto
Milvrurd de Azevedo, Hmrijuo Soates Fortuna,
approvados p!enameaN< ; Cornolio Augusta Fi-
gueira, approvalo simplesmeate.
Honve trej reprovado*.
3 anao pharuiacitio.) (ixam-.> pratico). Jose
Edaardd Maeedo Soar.-* G'astivd Adolpho da Sil-
veira, Pedro Baptist t de Ai Irade, approvados com
distinccao; Jo-e Viceuta Mareonfas Romsiro, AI
fredo Jose deOliveira, Ra-isli Ahlpho de C-tr-
qneira Gal das, approva! is plena nente ; Sebastiao
Catao Callado, Luciaa i Caiuuufcaa de Oli veira
Carleton, appravados siraple'iaeate.
isa Rosa la, [
l o Sr. Dr.. te
lodaea do u'
dos ex-!< na essola polyteeh-
Rasaltado
ci i :
! swno, 2" turma.11 raw Ire* reprovados. .
! anno 3 turma. Kdnardo Gomes Pereira,
approvado com disHdecio; Ant nio Teixein da
Rocha e Luiz de Car vain Weil*, aoprovados ple-
aameot<>; Antonio I >t6 do i'.iuli Fonceea, appro
vado simplesmente.
! caileira do 3- ami >. || ratio Rodrignei An-
tunes, approvado pleismente; J>a|uim de AlOiai-
da H-hairo, Octavio de Sampei e Fortanat) Faus-
to Gall i, approval)* simplesmente.
2' eadeira do 5* ann).Francisco van Erven,
approvalo com distinccao; Jose1 Antonio da Costa
Gatna Junior, Henri iue Alyes Delgado e Antonio
Jjsluim da Co*la Cmto Junior, approvadosplenar
MM*
1* ea leira do 6 anno Emilio Amando Henri-
quo Sehmoor, God >!'redo Jose Furtado e Jeronymj
de Castro Al>r>a Magalh'ies, approvados plena-
menu; Gailherme Candida Xavier do Brito, ap-
provalo simplesmente,
Desenho do 2* anno.Jo-6 Ago'tiaho dos Rots,
Gabriel MMHao de Villa-Njva Machado e Joao Josti
Diaa d Paflft. approvados plenamente ; Angusto
Ero^stj de Figueiredo e Alfredo Bernardino Cv
nanjiii, approvados simplecraente.
H i ive tros reprovado*.
c ronel JoSo Lannsse e foi laraflo a Casa Rosala,
mde t*va fm longas coolateacias com
we'l.moda, o quo em paito imjiorta t
g'tvarno um reconbejimento do Mitracomo bilii
geraute. Ds jornaes drs-ertim quo Lanrf^e train
proposicSes de Mitre para snbaetter se-; os mi-
trijai ditera qu pelo cqptrarto Wouke a intim .Qaa
de renunciar Avellaneda ao governo, para evitar
raaior effusao de sangue argentino.
Quern falla a verdade ? Drfftcil deeidil-o. Mas
o qae.ba de certo e qua o porlamnUario ainda
esta aqai, e qne o governo aproveitou 0 tempo
para relirar ptrto de 2,000 homens o qualro ca-
nhSes do sul, e avial o a Chivileoy alim de re
sisiirem a Milre e liberlarem o commaudante Arisa
que por emquanto foi elevado a corouel.
0 governo pablicou um telegrarama das pro
vincias da norte am que se dit que as tropas dj
governo bat-ram a vaoguarda 3e Arredondo, to-
maado 40 prisioneiros e 200 cavallos gordos. Dos
rebeldes morreram o commanlanta Andrade, o
major Aranda e l.'i soldadaa, das tropas do go-
verno nao morreu ninguem.
A' ultima bora corre am Boletim annunetaodo
um movimento rovoktcio.narjo na Baula O.ieajtal,
encabegado por Maximo Perez, Coronado e Fortu
nato Flores
Consta nos que a vista desta noticia, o nosso en-
I'nrregado de negocios deepaebon o eucoura(ado
Lima Barns para Montevideo, la os seus servi-
V'is podem ser miis effleazes em caso de sacetiida
de do que aqui, onde ficava a sete milhas e pjr
muitos dias, sem comrannicacio com a terra. Xio
ha duvida qua o Lima Barns era un bom ap)io
*W para-a nsa legacae; mas infelitmento nao
.-ao de granJe valor aqui os apoios pacamecie tno-
raes. O que praciaamos sio navios quo coino a
Belmonte, a loahy ou o Braconnol podem eatrar
nas balisas interiores e communicar diariamente
com o nosso representante.
O insulto que soffreram ha dias quatro minis-
tros> aatrangeiroe na porla do p erapotenciario do
Chile, provou qua as lega^oas precisam de nail
alguma coma do me de um a>ojo moral. Actual
mento so temos a fui a Belmnnte, porque a Ituhy
amda nao'v^lioude uma com:nis*ao a Concordia
Dizem quo a Belmonte foi cnamada.pari o Rio;
S3 segnir, ficamos sem am va*o de guerra nis-'O
e reduzidos a pedir auxilio a estrapgeirof n'um
caso de necessidade, e qae nio tern multo sati>-
factorio para toda a colonia brasileira. Temos vfsto
omjnsto orgalho q p.ocedimento energi:o do
nosso cncarregalo de negoclos, o Sr. coin:n-:nda-
dor Fleury; mas duvldamos que, se se anrescp*
taese umf caro imi-revisto, asut palavra euir
gica encontrasse uiua solucio prompia sem um
apoio palpavel.
Ate agora, feliimeote, nao nos foi ainda neces-
s?.ria uiua guard* ellVctiva ; me rrn asj relaco^s
eatre a nos neda p .rt'eem cordiaes e sinceras, a julgar pelas
notas que mais ab ixo traoscrevo, e qu^i varaam
I sobre os attentado* contra irip^uj* 'nossa* em
Euire R1of e Crrientes. "* i~.
DlARlUD PERN^MBUUU
RECIFE, 19 DE DEZEMBRO DE 187i.
rVvtlelMi !< stil CAafaa bontem pf!i maohi o vap-r brasMeiro
Parnni, trazendo datas do Rio da Praia 5, do Rio
Grande to Sal 2, d* Santa Gathama e do Parana
8, d* Hna Genres;, de S. Paul) 7, do Rio do
Janeiro 10, da Bahia 15, e de Maceio 17 do cor-
rent^.
Al.vi do que damos sob as rubrica? Paile OJfo
rial: Interi-ir e Iicri jornaes e que segue :
ItKPl'ilLI'A D)PAI1AGU\Y
P.ir via de Moatcvide) te no? notioias do
Paraguay.
P. r la an lava com are< de cel-'hridade o Dr.
Benati, medico iuliauo, causa directa do conSicto
occornd.i em Alvear, qaaado foi e-pancado o D:
Pamnhil", medico da armada brasileira.
Ee dontor, em c impanhia de outros, (izera
nma viagem de exploraeao dos hervaes situados
bp.s msrpens do alio Parana e entrara em boa3
relacoes com os iniios dessa regiai, daqual a
toromissSo exploradora f.-lla com entho-iasmo
tomo de uma terra encanta la.
RIO DA PBATA.
Uma carti de Bsenas-Ayres diz o seguinte :
l)e?de quo a revoiucao levantou a sua ban
deira nenhum feito de armas se den que possa
*er comparado com o en^on'.ro quo tiverani as
forcas do governo com as de Mitre n'uma estancia
denorflinada a Verde, n) oeste desta provincia.
No sabbado a larde grande numero de fogne
te3 anounciou algnm commetlimento extraordina-
rlo. Pjuco depois prineipiou a circular um Bo
Mm, er.cabecalo assim : Derrota comp'ela dos
rtbeMtt: ric> mil homens batidts por oitocenlos.
O 9.* bilalh'n de linhi preso.
A esm la era demasiado grande para que os
pobrrs nao desconSassem delta. Os proprios p t-
lidari's do governo duvid3ram; os imparciaei
cuculh.T.im cs hombroa curao se faz quaodo s^
onve n.n absnrdo..
a Bairetmts o goverro insistio e pnblicou uma
parte do ten* nte coronel Arias, narrando o se-
guicte :
Arias tinha marchado eom dnas companhia*
do O de linha e com dnas balalhdes de goarda^
?acionaes sobre a Verde, estancia rodeiada de val-
ias para protege! a contra os ataquas dos indioa ;
i mstava aoctwmaad-nte da precilada genie, qae
alii se achava a vanguarda de Mitre.
Effectivameute eneontrou-se com ella, e tra-
vuu-se o combate morliferi), como dizem os bole-
tins do grverno, tao mortifero qne Bcararn rerca
de quinhentos milritas no campo oa batalha, e
teriaoi ticado muito mais, se o commandante
Arias nao tivesse desculterto do repente lotto o
exercito de Mitre, nerto de sete mi! homeos. Mitre
niandon um parlamentano a Arias, para intimal-o
que f reodesse. Arias, porm, respondeu como
Cainhronoe, segondo a versao dos escriptores de-
rentes, e lodo o exercrto de Mitre teve de retirar-
se com perdas excessiva3.
Assim rezam as verdoes do governo; mas
tao inverasimeis pareceram a muita gente, que
ate o Sr. Sarmieoto qne actualmente redige a
Tribuna, disse em nm editorial:
i Nio ha mnitos dias, procedendo eom a melbor
intencio do mundo, qnizemoe faaer resalUr mais
o crime de Milre e expuzemos a consideracao do
pnbiico am qadro da situaeao do paia e as tristes
considera<*o>s qae despertam em todo o coracio
em que nao entrou a perversidade as desgracas da
patria. Fizemos eatao todo o possivel para ser
exactos na apreciacao das forcas da rebelliao e
medimos com exaciid.io matbematiea, ao no9o
ver, o poder dos eleraentos em campo, coja mag-
nitude, se nao era sulliciente para faier-nos duvi
dar do exito detinitivo das arrnas da lei, o era, e
muito para fazernos temer nma goerra civil I >ngn
e rumosa.
* Netsas poocas linha* dissemos que o exercilo
Mitre no sol de Buenos-Ayres nio se compunha
de quatro galos, como asseveravam os que pensam
que a ynerra se faz eom mentiras, mas qae pel.
contrano, era bastaate nuraeroso para dividir-se
em grupos e distrahir a attenrS > do g >verao.
Uma parte da imprensa nos disse em muito boas
palavras que a descripcao f-ita por no* nio pas-
sava de um mamarracho. Para justiflcar n qne
dizia, assegurava que Mitre so tinba mil e quinhen-
tos hewns divididos era grupos.
Mas, nassaram-se alguns dias, o governo nacio-
nal recebeu um lelegramraa em que Ihe eemmn-
nicam que o bravo commandante Arias encoiizruu
um exerctto rebelde de cinco mil homens e obleve
sobre elle uma victoria completa. MagniSeo 1
Alegramo-nc-s com isso.
Mas, cabe aqai a reclama^ao do nosso amor
proprio ferido. Donde sahem cinco mil horaeos
se o ezercito rebelde do sul de Buenos-Ayres coa
tava 6 mil e quinbemos, distribnidos em divi?5e
que operavam sobre pontos diversoc 1
t A verdade e quj o exercito rebelde, qoe aca-
ba de ser derrotado, nio se compunha de quatro
gates, n mi r,j de 1,800 homens, mat de 5,000. A
verdade e, que o quadro foi exacto. Ou, se se
quizer eourcerar o facto t'b eutro ponta da viiu,
ver-se ha que a verdade e que nio forao 5,000
os derrotado-, maa sim nm doe grupos m que
e.-tavam dyrididos os 1*500 o qae nao qneremos
suppor, porqna supponaroos tambem facilmenle
que o governo nao diz a verdade, o qne seria scp-
por, ao msaio tempo, qae o governo tambem e
dos que peassm qae o exito da goerra depende
do maior ou menor descaistmento eom que se
mente. s
Eis as palavras autorisadaa do St. Sarawanto,
qne maito dao qae pen3ar.
Passaraos agora as varsoes mitristas sobre o
encoBtio com Arias. A vanguarda de Uitre ea-
controu-se com Adas na 'estancia La Verde. Tra-
vou se o combate e put causa da degpropoieao
das forcas tflereceu-se capitulacao a Arias. Este
resisth). h'Qtao Milre mandou-iodeiar toda a estan-
cia e despacnou nm enviado extraordinario ao
president Avellaneda. Chegou efcclixamente o
Comtudo sexia iaincnla
vel que o nosso governo nos d-ixasse aqai sera
navios capazes de raanobrarem mtsa ports ; po-
dem iqnito bem ch^-gar o moo)eut>tra qua alguns
dos partidos mditant s pedisse hospitalida Ye a n'jsa i
bandeira, e teria a nos'a legajao qne re-ponder :
o Bata a outra porla, irmio, poruna nao tenns na-
vio no.-so.
Arespoito da sirle do nosso enearreg-sdo, al-
guns jornaes exagerara.n a litDaoao a-> ponto
de assogurar qua inlia pedido os pass,ip<)rtos.
Sa a no:a do Sr. Fleury lot enrg.ea, l*ea>-
va-se emjao justos mni'vos qu^ o governt ar-
gentioo nao pdde deixtr de toma-lana devidacon-
aideracia,
Eis aqai estas notis ;
Lfj{ac4o imperial do Brazil na R-puhliM Ar-
gentiaa. Baenos-Ayre*. 21 de n.>vembro de iS7i.
Exm. Sr. roinistro.-O abaixo assipad', encar'
r^gado de negocj.is interno do Brasil, acaba de re-
ceaer ordem dj sou governo para dirigir-so, sem
demora, ao da It^puWiea An? niioa, aeerca de
dous factos da mais traoeeende.Te gfavidade para
as reia..x..w existeates entre o Bi^il e e-ti Re-
public*.
a O primeiro cefere-se a um imperial marinh.-i
rods fbiilba do Al'.o Uragnay, o qnal so .do
atlrahido do porio pa-ao inter or di povoicao
de Alvear por um grupo da soMados argentin'os,
till barbarameote espancado, e em estalo de-
ploravel teve apena9 for;a para recolher-se ao
sea nav o.
O secuudo passou se com dous escaleres da
mesma llotitha, que, tenlo-se dirigido ao Salto,
em commisaao, receberara ao regressar para o
Alto Uruguay varios tiros da pavoacao da Con-
cordia. disparados por soldidos da cavailaria
argentina, que, segundo parece, rondavam a
costa.
o S. Exe. se recorda de qne nao ha ioda rnuitr
teiipo, por occasiio do famentavd sueasso de
Alvear, o governo imperial immediatamenta apres-
souse em desapprovar o procedimenti do om-
manlante Przewodowski, sujoitanlo o a am con
selho da guerra. Assim prucedeu o eoverno de
Saa Magestade o Imperador en re-peito aos prin-
cipios de direito internacional, e em nome destes
meamos principijs tem o governo imperial o pleno
direito de espsrar um promo to desaggravo aos ul-
trages que forem feit< s ao Brasil.
Os excessos acima raencionados. tintaj vezes
repetidos, siio em grande parte devidos a intempe-
ranga de lingnagera com que se exprime quasi
Ida a imprensa desle paiz, auribuindo ao Brasil
intenqoes c seotimentos que este na i tem.
Se nao forem severamenre reprimidos actos
semelhantes aos de qua se trata, nao poderao elles
delxar de contribuir para azedar as relacoos inter-
naciunaes e trazer fataes coosequencias que o
Brasil nio tera provocado; em todo caso, o go-
vern) imperial nao podera ficar impassive! ante
procediraentos que deuotam denma parte tenden-
cia9 m'uito lamentaveis eda outra parte uma gran-
de indiffereoca em MMM-lMi
a O abaixo assignado, portanlo, fazendo esle pro-
testo, pe.'e a S. Exc. o Sr. Dr. D. Pedro A. Pardo.
ministro das relac5e3 ex'.eriores da Repnblica Ar-
gentina, as providencias que osdous casos supra
citados exigeui e as que forem necessarias para
prevenir o fuiaro.
o Auresentada assim a jnsla reclaraacao do go-
verno imperial, o abaixo assigrado aguarda a
resposta dj S. Exc, e confnndo plenamente na
sabedoria e rectidao do governo argentino, nao
duvida de que ella sera tao prompia e satislactoria
como o exigent o incontestavel direito aue assiste
ao imperial e a immeusa gravidade das offcnsa9
feitas.
A's noticias supra' sobre t revoiucao argentina
temos a accre-centar o seguiate, qu>; enc ut-amos
mna;cartadf Monevideo :
O ministro doat?rinr a'lose M. !-! drrin.
ptortimaio. 'Buenos Ayres, 3 de dezembro ilu
j87i. -^TraiB-revo parte recebjla dos ciimpr-.n-
dailies La valla e Vallegas:
o Rjjas, 2 Ai dezembro, 8 *oras e 10 minutos
da ooiie. -Ao Exm. Si\ nresidante da republica.
R*ebi d innia -oeoguiate lelegramraa para V.J
Exe.omtHal. -4m Sr. presidente.A revola-
cao esia comjiUuametie wattada. Depois de uma
marcha fotj-ad* e matantlo cavallos, surpreodemoa
hoje as 4 da aaaafaa, neste pouto, o icvupamtnto
inimigo tjiiiando-lhe du/.:utos e tant j.nsionei
ros, 2,000 cavallos e cau-ando-l,ie algun* raortos.
a Contiouanjo a per rguicao, q inimigo mandon
um enviadi, pedindo garantias para depdr as ar-
mas. Tenda-mcs ordenado que Qzessem ajjo, obe-
deceram, emeiianto ma-.con(ereneia com o coro-
nel Arias tudo ficou concluido, entregandose pri-
sioneiros d guerra com garantia da .-uas vidas,
todos os qe militaranv na-juelle ex^jreito, desde o
general Mftre, Riras e deraafs chefes e offlciaes
ate ao ultiiiip suldado.
0 coronel Arias, dara a V. Exc os dttalhes.
Felicilamos ard_ierreai a V. Exc. e a repo
bliia por tao espleodido triaraoho, quetrara ater
minacao da revoiucao.NicoUds Laralle.-Conra-
do Villegis.
Pr or lorn Umbam destes chefes transmitlo
ao Sr ministro da guerra em campanha e ao Sr
ministro da cuerra imerino este mesrao leie-
grainma.
Em breve participarei a V. Exc. a completa
derrota da Arredondo.S. de. Iriond).
A' Denucracia o seu correspondente :
Buenos-Ayrts, 3 de dezembro de 187i. -Como
Ihe ommuui-juei em meu lelegramraa de bontem,
Mitre e Rivas, com todo o sen exercito eutrega-
ram-sa, com garantias de suas vidas. Cinco ban-
das de musica e mais dc 6,000 pessoaa rodeavara
a casa do governo, atroando os ares con gritos de
onlhusiastwos vivas ao presidents Esta magoifica
maoifesla.ao falla altaraeote em favor do governo.
Que dizora agora do pider de faclo, c*mo o cba
raavara. os revoJucionarios ?
Do Nuctonal de Bueaos-Ayres do 1 do cor-
rento trauscrevomos o seguiate :
0 exercilo do rebelde Mure lave mais de 8-0
baixas, entre mortot e fjrido9.
* So as nossas forcas enterraram 270 cadave-
res do iuiraigo.
O cortnel Arias, depois da accao, teve uma
confarencja com Mitre, a rogo desla ultimo. Mitre
ignorava completamento a entrega da canhoneira
Parana ; ao sabo lo da bocca do co oael Aria-,
mani/estou grande sorpreza e disse que era uma
nova lrai-;ai. Accrescent ou qae desejava arden-
temente terminar a guerra na provincia de Bue-
nos-Ayr js, p.n's estava conveucil i de qua a revo-
iucao u.io tinla achado echo oella ; nao estaolo
pela sua parte disposto a couverttr-se em ciiele de
guerrilheiros e de van Jams.
0 inimigo carr'egou sole vezes sflcceasiv'ai so-
bre os soldadjs do soronel Arias, seud completa-
meute rechacado em todas ellas. Cada vac que
dava volta o coronel Arias ordeaava aos seus sol-
dados que cessassem o fogo, pois a mortandade
do inimigo era espantosa.
0 1 da Imba, ao ser vie >, como se sabe, dos
rebeldes, entrou no fogo com 250 homens, e foram
taes as perdas que soffreu, que depois do combate
nao chegou a formar 80 homdUs.
0 cavallo do commanlante Bosch recebeu 7
balas.
0 commandwle S)lier empuniiou um Re-
mington e combatea heroicaraen.e a frente de seu
batalhao.
As baixas, pela Boast parte, entre mortos e
feridos sobem t 70.
M.tre havia desmontado C)0 homens, formaa-
do dous batalhffes, armal.>3 de espiopirda- Mar
ti'srleury. E-tes dous corpus foram inrairanrecte
destrofados.
o Podemos girantir a exactidao destai noticias.
Como se \c, portanto, a batalha de la Verde foi
um triumpho compl-to para as armas do governo
e o coronel Arias o os bravoa que o acompaaha-
ram cobriram se de gl ria nesta fjmo.-a Jornada.
0 governo argentino fez publicar a sesuiute par-
te olllci.l : H
a Campo de batalha, novonbro 28.Ao Sr. mi-
Bistro da gnerra Tenho a bonra de dar conheci-
meuto a V. Exe. dos gloriosos resniudos cbtidos
pela divisao command Ida pelo qua subscreve, era
sua ultima campanha de i dias.
aba e da cavailaria de igual classe, commaadadaI delegad* de policia, aaarraa o facto com aacir-1
rel:. coronel Machado, e de mais forca* que t.os | curn^tanci rs que, acaBami a dizor
atacaram por nosso* quatro cosudosj-o fogo foi
orteiro e hem dinpido, e durante o combate 05
chafes, offkiaes e sold* Jos nvalisavam em ar lor e
ect!m por eu divisio poda salvar-nos, e dar>cos a v*c
torla contra um inimigo queavanjava impavido
ate cahir aos pes de nossos soldados.
A's 9 ora* raatadei cessar 0 fogo, porem varlas
estrattgias daJaimigo 0 maoiive/am em alguns
pooioa ate as 10 horas, em quo cessou de toda
para dar tempo ao inimigo dertcolber seas feri-
dos de exercilo retelaa se declarava emcompleu reti-
rada. A coudaeii d.j* s.ldados de*ta divisae sa
comprehend* parf..itamonte, gr. raiaittro, tendo
presente qua, eompondo-se apeoas de 800 ho
mens, lutou lictoriosamenle contra um exercito do
6 a 7/00.
0 inimiap teve de 300 a iOO Uauas entre-mor.
tos e ferjdis, enlra elles alguns chefes e offleiaes
0 corooet-fiorges. com duas feridas de muita gra
vididfi,. As baijas ds^ta divisa-\ y. E_c.aar&cia-
ra pelas paries dos chefcs, que incluo. -Ao meio
dia re:oli uma carla dofeneral Mitre, na qual me
recommenda os feridos que so vio obrigado a dei-
xar abandonades no campo. Foram recnlhidos.
Teuho varios prisioneiros entre chofes e offlciaes ;
ao cooclair esta parte, recefco uma nova carta de
general em qua me pede nma conferencia. Faco
tambem preseole a V. Exc. que este aeampanaento
esta cheio de feridos, sendo as Ires quartas paries
do inimigo, e quo carecem de tuoo.
N ste documento, que transereve inlegro, com
exc-pcao di pcriodo laudatorio das facanhas is
cada um dos offlciaes sob suas ordens, 0 comratn-
dante Aria3 trahe-se as vezes e p5e um h mem
em tortura, com a logica, para pod-r dar the io
teiro credito. Confesso que nao enlendo como elle
tinha a retirada franca, segundo diz, para 800 ho
mens, e todos os seus correios foram inkr.-eptados
pelo inimigo 1 Tambem nao comprchendo como
8 0 homens atacados pelos seus quatro fl incos por
7,000, que os deviam euvolrer completaraente, fl-
eam senhores do campo de batalha, e obrlgam
seas adversaries a baler em retirada. &las emQm
esta dito offlcialraente, e embora 0 governo tenha
neeessidale de conlar algumas victorias para
corner os tibios, que ainda nio se declararam po-
siiivameute por Milre, todavia cusu a admittir
qae todo este feiio de armas brilhanla ds Arias
seja uma farga, como prelcn lem 03 revolueiona-
rios; porque nao se honoriflca uma farca com
prom':-c5es no carapode batalha.
Eis como estes explicam 0 negocio em duas car-
tas, que abaixo 0 Syglo diz serem de origem fide-
d'gna e pubJica, abaixo logo daquelle documents.
Leia-se, compare sa um com ouiros, e veja se se
nao teuho raza-i na considerasao que faco nas
pnmejras liuhas com que eucelo esta corresuon-
dencia_:
a Nao anlava muito dasacerlado q.uando Ihe di-
zia que duvidava das noticias que haviam feito
circular a propositi do combate de la Verde. A
mesma parte de.alhada da Arias, que junto, de-
monstra que nio hiuvv a decantada derrota do
exercito rcvjlucionario, e 0 que delia se deduz 6
que foi 0 mesmo Arias 0 derrotado, perdendo toda
a sua cavailaria, da qual hadispersos qua vieram
para,- a Qmlmts. A infanteria ainda nao tinha
cahido pr sioneira ; porque se refugiou na casa
de eslancia do Munzue, que 6 um soarado com
tecto de ferro e muiUs janellas. Alii cslavam.
porem nessa posicao nio poderao permaoecer
rauilo iemp), p rquo e.-tao xodeados, e a protec
cao que poJiam enviar-lhes esia muito looge.
falso que tioham tornado prisionoiro ao 9"
c A 23 do corrente, pelas 8 boras da naite, sahio feridos, pois ba
eats divisao do 9 de Jutho com direccao a VcnL; v A seguoda
onde, seguindo as informafoes que havia receoido, taodo 0 feito d'
Gonzalez
0 abaixo assignado aproveita 0 ensejo para
reiterar a S. Exc. 0 Sr. Dr. D. Pedro A. Pard >,
as segurancas da sua mais alia c-nsidcracJo.
Ill n. e Exm. Sr. 1 r. D. Pedro A. Pardo, ministro
das relacSes exteriores d> Repnblica Argentina.
Lmz Augusto de Padua Fleury.
Emquaot. ao fundo da rec'ama;ao, 0 governo
argentino deu as mais corliaes promessas de cas
ligar os criminosos. 0 qae, porem, nio parece ter
podido digerir, foi a illusio ao torn da impren-
sa, como os sens leitores v3o ver da segjinte
resposta :
Minislerio das .relacSes exteriores da Repnbli-
ca Argentiua.-Buenos-Ayres, 25 de novembro de
1874.Sr. encarregado de negocios. Recebi a
nota de 21 do corrente em que S. S., por ordem
do seu goveruo, reclama coatra doas factos que
tiveram lugar, 0 primeiro em Alvear, onde diz qua
um raarinhein da flotilna do Alto Urncuay foi
na Concordia, onde se afflrraa que dous escajeres
da mesma fljtilha reeeberam alguns tiros dispa
radas por soldados argentinjs de cavailaria quo
rondavam a costa, accresjjtaniii.a ests respeito
algimas con^iderajoet, cuja exaciidio comprazo
me em reconhecer.
a Nada deseja tanto 0 meu goveruo como que
as leis do paiz sejam uma verdado para nacioaaes
e e-irangeiro.-, e a-segnro a S. S. que, depcis que
recsba as iaforraacoss coxrespondantes d-..< g,ivi-j-
nos de Eotre Rios e Coxriantes sobre os facio's de-
aaneiados, sa elles resulia;en taes como S. S. os
expoe, seus aoiores secao severamaute cauigados-
Desle quo S. 3. in em sua noli ratmcao da
impreasa, Ihe direi que 0 abaixo as.signado lamen-
ts, como S. S., seus extravios, porem, nio pole]
attribuir a ella os factos deauueiados, cousideran-
do a dtslaaci 1 dps lugares e a classe de p-:Ssoas
por .quern se suppoa bajam sido eommc-tlidjs.
Ease* exU'ivios e a iulemperaoca a qua S. S.
espera encoulrar a decisao do coronel
Carpio Caro.
t Apezar da copiosissima cbuva que tivemos
que arrosirar durante toda a ncite, chegamos a
mho destino as i lr2 da minha, e alii (omaraos 3
prisioneiros aos rebel les e cem cavallos de suas
avancadas. Ao co^haeer-so no campo inimigo, em
Hacltjt, nossa approxiraacao, se puzeram em pre-
CM>itida i iga.
0 eir-ilo immediato do movimento desta divi-
sao foi aeeatpleta de-organisai-ao da de Grazalez e
Carpio Caro. Tea Jo tornado posse deste campo,
resolvi escrever ao coronel Gonzalez com 0 objec-
to de proper lbe que depuzesse as armas ou viesse
conferenciar c-omigo, oll'erecendo-lhe, sob minha
palavra de honra, as mais completas garantias,
assim como interpdr men pequeno credito para S.
Exc. 0 Sr. preudeme da republica,, alim de a!can-
carseu perdao, 0 que elfectuei am seguida, ser-
viodome de utn das prisioneiros tornados um mo-
mento antes. 0 emissario voltou com anjiicii
de que um Sr. Luna viria como parlamentario, 0
que nio succedeu, porque, seguudo soube depois,
recebeu ella um cxasqas do gaaeral Rivas, avl-
sando-lne a approximagao de todo 0 exercito de
Mitre, composto de 7,00W homens, entre cavailaria
e infanteria.
a No dia 25, as I horas da manha, se apresen-
taram 6 soldados armados das tropas rebelaes, pe-
los quaes obliva a coulirmacao das Boticias ja
m.'O'.iouadas. Juxunedialamenie flz partir varios
..hasqaes como fim, de qua 0 balalaij victoria,
que julguei conveuieole deixar de guitnicio no 9
de Junio, se raunisse ao coronel Lallera, que ha-
via raaudado tomar posse, de 25 de Alaio, procu
rand i eviur com esta raediJa que cahuse em po-
der do inimigo, u casa de passar este de larc 0 e
tambem uouciar ao commaudanie Lavall5, para
que viesse com sua cavailaria, e dar parte ao go-
verno nactunal da siuiacoo em que me achava.
Tanto es'Mi cbasqiaes como a corresponieucia de
que tram porudJre.-, cahiram em poder dos re-
beldes. Por esle meio 0 inimigo foi posto em co-
nheciraanto de que minha pequena divisao so cans-
lay* de duas companhias do 6.' de linha, 0 bata-
lhao Lobos e o 1 da reserva, do esjuad 4o Laval-
le e de alguns piquetes de policia nacional, for-
mando tudo um total d* pouco mais de 300 ho-
mens.
Ao cahir da noile desla mesmo dia 0 exercito
rebeUle acarnpoa a-aoasa vista, e as 8 1|2 (iirpio
Car.) veio a nossu acampamenio impor aos readi-
Qio, da parte do general Milre. Um instaule de-
pois se dirigia a seu acampamen'o com a reposta
de qae a divisao do Oeste pereceria em um gloria
so combate. mas nao se renderia jamais.
Em segpida despacbej chasques para annun-
ciar esta ultima occdrrencia; os qnaes igualmenle
foram ^nterrompidos.
Devo preveotr a V. Exc.'que podia rftirar-me
de liana. E' a historia de todai as derrotas que
Avellaneda serapre tr^ta da apresentar como vie-
tprias ; a raeolira sempre foi a base de sua poli-
tics, desde qne traballiava por sua candidatura,
engaoaudo a uns e a outros.
t A,qmm tratirio de enganar agora?.A Lopez
Jordan ? Aos Tiboadas ? Porque, quanto a 06s,
aqui tolas sabamoso que devvmos pensar.
a Dizem nos que esta noite (2';) se a-pera a
Juan Jose Liuusse, e os mentirosos asseguram
que ella traz propwtas do general Milre para
tratar da pax. Isto e uma farca ; e voce* coohace
bem 0 gaaeral para que nao pensa da mesma
forma. 0 provavel e 0 que uma pessoa bem in
formafla ma assegura nesie momento, isto c, que
vem com propostas para normalisar a guerra,
agora qne as operafoos toraam um caracter serio,
e para ajustar 0 que seja cnveniente sobre os
ba muitos no ultimo combate.*
carta expressase desle molo, c n
armas de Arias :
Cerca da lagoa do Verde, se acbava acampado
0 coronel Ocampo e os commandantes Gonzales e
Carpio Caro, rom uma forija de 1,200 a 1.300 ho
mensde cavalliria.
a Arias foi par.' bate-los rom 50( a 600 homens
de Infanteria e 300 a COO de cavailaria. Ao
avittarem se, Arias esteadeu sua linha e os revo
lucionarios 0 carregaram a lanca eespida, dis.
p&rsando completamenle sua cav llaria em todas
as direccoes, e vindo alguns soldados parar a Quil-
mes. >este movimento os revolucionarios arre-
bataram toda a cavalhada de Arias. Em segu'da
e sem dar um tiro, cahiram sobre a infanteria. e
Vrias emprehendeu a retirada para 0 Saladilho,
porem teve de encerrar-se na eslancia de Uazue,
onde esta sitiado, onde toda a sua divisao sera
feita prisioneira.
a Houva bastantes raortos e feridos, e se cora-
prehendera qual 0 arrojo e de:isao das forcas re-
volucionirias, quando a arma branca, a fanfa e
espada andaram, p6Je-se dizer, entreverados com
iufacleria armada de Remington, derrotando-a
e encerrando a na casa de Unzue, onde terao que
render-se em breve.
E' mentira 0 aprisionaraento do 9. de linha,
e elles mesraos ja nio 0 dizem. E' falso que La-
nus e venha com propostas de paz : semelhante
barbaridade so a podem tragar os que aceitam
como presidente a Avellaneda.
Os revjlucionarios tomarara varios correios,
que Arias mandou, pedindo auxilio, e as respostas
que recebia, de modo que conhece suas esperan-
51?, e baterao em detalhe aos que intentem soc-
corre lo.
espancado por soidados ar#entiaos, e 0 segu'edo, ofilo 0 fiz pelo deseio de batar a rebelliao. A's 4
hors da manha de hojao exercilo inimigo princi
pio a mostrar sna fbrca, invadindb completamen
te noiso. acampameai^, c apresenUndo massas,
opera^jidurt4-aie.as fi boras. Logo que o
exercito inimigo lomou suas posigSes, avanjouA.
inXalnleria e guardas nacionaes, trazendo no cen-
tro u.na pequena tropa, a cuja freute marchaya
"umiparlamentario, que me apressei em sahir a re
cebtT.
Uma vez no campo entrei em.conferencia, co.ti
0 coronel Borges, qne-..etn,(lome do Sr. ceneral
Mitre, me i.timbu pela segiinda vez reodicSo, Ta
zenJo valer em prol dasta exigencia a grande des-
proporcao em que,jne acliava rtflalivainepta a suas
iorga*, as recordajois do pasaado e iioasa araiza-
da, mostrando.se tao generoso que nos permittia
aasehefes dirigir-nos a Boeaos-Ayras, se consen-
lissemos em commctter a vilania de eotregar-ihe
nossa divisao.
Ea, usodo da me*ma'1mga4genr, propfeaJhr
Felicito 0 por este grande triumpho das armas
da revolacio.
BIO GttANDE DO SCL.
ment>, preroetteddo-FbeS lif-r vaur a mma ia
jlaenrtn jnra com 0 DtVAvelhrnMa/presMlnto^ki
repuWica, com 0 (Ira 'ie akggear lodattd. para
allude nio sio por oulra pane exclusivos di lo em re-^xufa, qudejmtees 'Mknrias' unffleaiafcl-
meu paiz. A do Ria ianca-se tamUem com frequea-
cia a elles. publicando corretpoudeacias dirigidas,
per brasileiros re*tileatas e:a Buenos-Ayres, nas
iiates abuadam as /als.dades. n api'a_*^jas aosf.i-
voraveia ap govorpo .arganuoo.
* Quando S. S. vi*r a minha roparli^io tereL
occaaiaoda aiosirar Ike os ascnpWs a que m ru-
porto, e qae podem sera explica^ai d>s da iu-
preasa de Buen'/S-Ayres, ,pr*.v'uaUa pofisas ior-
respendenews iosidiosas.
< Ueitero a S. 8. com esle molivo as seguran^*
da minha distiaeta coaaJoWacaii
< Ao Sr. Luiz AagusW de Paula Fleury, encar-
regado de negocios do im^erio do Brasil.Pedro
Antonio Pardo. i
Fora aomcada uma commissao para examinar e
dar parecer sobre a maebina do motu-continno de
iavencao do segundo sargento do quinto de ca-
vailaria, Augusto Candido da Silva Martins, qae
existe prompta no arsenal de guerra da pro-
vincia.
A imprensa da Jiguario noticia que a estacao
telearaphica do Arroio Grande f6ra inaugurada no
dia 16.
< Achrn-se, ha pouco, no mato do Ferrabrai,
diz uma folha de Porto-Alegre, os restos mortaes
de dous homens.
Pela conflguracSo d 1 craneo de um dos es-
queletas julgou-se reconhecer Maurer, e a cons-
truccao dos membros inferiores do oatro parece
indicar que os ossos pertencem a Jacob Fuebs
(Mula-Jacob.)
LC-se ao Mercantil:
Na nolle de 21, no quarto distrieto de S. Leo-
poll j, foi assaltada a casa de Carolina Schneider
(Mucker, qae obleve habeas-cor pot) por indiviluos
guo nao foram reconleeidos, resultando Hear a
porla da mesma casa arraocada e farada por uma
bala dos muitjs tiros di parados, sem que Jossem
roubados os objectos que se se achavam en casa,
nem a mesma Carolina soffressa consa alguma por
se haver escapado sera ser presentida.
( 0 subdelegado do distrieto proceden is dili
ge'jcias n-eess.inas para descobrir os antores desse
crime ; porem nada havia conseguido. >
I'or ter de embarear para esta c'lrte 0 destaea-
men to de linha, qae faxia a guarnicao da cldade do
Pio Grande, foi chamado a servico activo, na dia
2D a guarda nacional.
ltefare 0 seguinte a Beforma de Porto-Alegre
de 27:
0 carpinteiro da ribeira, Manoel Joaquim de
Souza estava em sna casa, hdntem a t bora da noi-
te, quando presentio raido em casa, e.iodo veri-
Gear 0 que havia, vio um bomem com uma luz na
varanJa examioandi tra tes e objectos que alii
*xisiiam; nasse acfo, tomou uma arma 4,e ti:.
on em casa, 0 que foi presenlido pelo invasor,
qtre apagoa a iaz e'eerroa sobre si a porta da va-
taada.
Esia- a iKiridsde prmtden hgo ao aato de
corpo de.dehcio e viifi;an a, vi-racilade do fv-
lo, tondj ouvid) as tost mpuh.s quo r.a casa se
achavam.' a r
Fadleceranv-ao Rio firande, D Bellannini T100-
co Masseran, natural do Rio de Jansiro, e Joaquim
dos Santos Souza, capita) do brigne UniSo ; ecm
Palotas, D. Joaqaiaa da Silva Pamp!-ma, maior do
80 annos e tambem nattral do Rio de Janeiro, e a
joven Emilia Caldeira, tilha do major Jose Joaiuim
Caldeira.
Com 0 titulo Dttcara rap Ha refere 0 Ccmmer
ctal do 1 do corrente.
* 0 paquete Cainoet, no espaco de 7 1|2 horas
faz m domingo a descarga do seu earregaraento
comjileio, recebeu triula e cinco toneladai dc car-
vao e uma ou duas barcadas de carga para
Montevideo.
Na cidade da Pelotasdeuse urn horrivel assas-
sinato, que 9 Diario assim 0 descreve :
a Na capella da Luz foi barbararaente assassi-
nado, pelo ncgociante Joao Telles, 0 cl.efe de
r~milia Antonio G.reia, pelo faio de 11 io po-
der pagar a sea aggressor a quantia de.....
Z (MM) I
Telles, mandando cibrar os 12 000 a Garcia,
e oblendo a reaposia de qae nao podia pot em-
quaalo pagar-lhe, armou-se, dingindo-seacasa de
sen devedcr, deu-lhe tem mais prearabolo duaa
facadas, e acudindo aos gritos da viclima sua mu-
Iher, uma cunhada e nma fllha, foram success!-
vamente feridas pelo malvado, ao tentarem livrar
das garras 0 ente qne Hies era lao cars.
Antonio Garcia expiroa poacos instanlesde
pois do attentado de que foi viclima, e Telles lo-
grou escapar-se as vistas da policia, ou, para me-
Ihor dizer, esia tem sido frouxa no curoprimeoto
da seus deveres.
rAlUNA.
Lese ne Commercio doParand, que se publica
em Paranagua.
A edificacao na nossa cidade vai se augraen-
tando, gracas ao impulso que Ihe vai dando 0 pro-
jacto da estraia de ferro e os raelhoramentos do
porto, cujos trabalhos se acham muito adiantalos,
e mais 0 estariam se nao tivesse, como tem ha-
vido por parte do governo, tanta indecisio a res-
peito.
Hi apeoas um anno que se Inauguraram os
trabalhos, e ja se ve compietamente transformado
todo 0 espaco qua medeia entre a cidade e 0 porto
de D Pedro II, tendo-ae convertido os copoeiraes
da Fonte Nova e os brejaes do Porto d'Agua em
lugares aoraziveis, hoje os mais frequenUdos pela
populacao.
Margeando a eslrada ja a vCm duas lindas
chacaras uma do Sr. major Claro America e ou-
tra do Sr. Jjaj Siqueira, conslaado-nos que mais
de uma pessoa prtteade requerer terrenos para
edificacao.
t Qjando dissipar so a duviJa qua a muitos
ainda prcaccupa 0 momentoso probleuia da eslra-
da, cuja pwfereucia de parti la e disputada eiitre
os dou- poutos da marinha, nao ha descrer se uj
rapido progresso q -,e havemos de adquerir, e com
elle toda a provincia, qua gozara da facilidade e
commoddade da transporte, condicao indispensa-
vi I ao sea desenvolvimeoto
MI.NAS C iRAES.
Continuava a grassr a variola, com inteosidade
em Marianna.
A presidencia da provincia. s b sua responsabi-
lidada, abrio um credito ue 5:000^000 para occor-
rer ao pagamento das despezas ja feitas, e que
ainda sao necessarian para 0 tratamenlo dos indi-
gentes.
F6ra tambem aberlo um credito da 300^000
para ser applicado ao tralameoto dos indi
gentes da freguezia do Passa Quatro, em Bae-
pendy.
Na capital esse tcrriv-1 ftagell) estava quasi ex-
tiacto, e por isso foi a mandada fechar a caa dos
convatescenies na ma do Sr. Bom Jesus de Matto-
zinhos.
Le-se no Dim io Minas :
a Por acto de 28 d> corrente foi nomeada uma
commissao compnsta dos cidadaos, senalor barao
de Camarg.)}, desembargador, Joaquim ^aelano
da Silva Guimaraes, deputado Dr. Camillo da Cu
nba eFigneiredo, Dr. Marcal Jose disSanl, de-
legado especial do inspector geral da inslrueri)
priraaria e secundaria da c6 te, e do negociante
David Moretz-sohn, para proraover por si, e me
dianle dooativos, os recursos preciosos para sc-
ram edjfi.-adas nesta capital casas cira as accom-
modagoes necessarias as escolas de instraccio pn-
waria para atrbos 03 sexos, como se vera do acto
publicado na scccao competene.
Lisa no Diario de Minas :
a 0 Dr. Jjaqaim Barbosa Lima, juiz de direito
da com-uarca dj Sapucahy, pronoveu uma suhs-
cripcio c realisou a quantia de vinte oito cantos
duzentos e 12 mil c quatrocentos e qnarenta reis
(28:2I2$140) para construc;ao de casas destinadas
as escolas de inslrucgJo prim>ria, a saber: na
freguezia da cidada de Lavras 16:677*410, na dos
PerdSes 3:030.000 ; na da Canna Verde, 2:120* ;
na cidade de Boa E*peran;a, 2:130J!; na do Espi-
rito-Santo, 1:875*1000: na de S JoaoNep^mucenj,
3:000 000.
Acha se era onslrucgio a da cidade de La-
lauM Mhos M-pantd' Aegrra4ia>i ^ie c vemi tae iuMlzmeate que atHvessffu'aqaefla e bem as-'
pri*do do prazer da afltttrs* >aei*d9'aiHto
militjis, e de poder desfructar doeuras Jo Jar do-
mesiicd. Como n5'0 nos entendesaeins eraeousa
alguma., vokeipaca./} acqwauienio, ecqaiq 0 mi-
migpae aj,wcajra lfsm cauinii fle baAifn-i, e m'411
dasse avancar .'uaa.tiV'.faBjjm^aerriiuaA, eu apoiei
miaha infant >na ao mnitle, fizeado taidbem avan
jar gUArriihas, cas t\\i horas pnaoipiuu 0 aia ,
que. Miaiias tropas raspiiadar.m com un hurrah
imponente, cheio de valor e de enttmsiasmo, e
com am fogo nutridissirao au ataque do 4.* de li-
centra a porla a arma com que se achava,.DBas.
eim 0 cofacio do invasor
Depois distu, Sauza sahio peU fraate e cha-
i,'\\ divers .s visinhos, os quaes examinaram e
jieriii-iaram oTacto, encontrando commodas e ar
iiunos arroiabados, e tambem muiios ouiros ob-
ji-ctos ja postos de parte peio Invjtsor; no exam'
da porla di varanda viram 0 orilido por onde
dassara a tula e d-iudo raorto, do lado do> quin-
tal, um soldado do 12 Catalhao, que tinha eaibal-
xo do braco direito uma trahca de porta.
< Em spguida, 0 dooo da casa dirigio-se ao
vras, e brevemente tera comeco a das demais fre-
guezias. d
9. PAULO.
0 Correio do Norte de Jacarehy da a segaiote
noticia, em 22 do passa do :
Por dous exames feitos em 'autos civeis do
juizo municipal, verificou-se a falsificacio de da
tas de despacbos e cerlidoas; consta que ultima-
mente 0 eserivao do publica offl :iara ac jaiz de di
reilo substiluto Dr. Hypolito de Caraargo, denun-
ciando fa:to idenlico.
" As falsidades conbeciJas existem em qualro
processor; qaem sabe quantas outras estarao por
e descobrir t
Quem sera 0 falsificador ?
0 desc'aro e a reincidencia mostram que elle
e ousado, useiro no offiio, e mnito confla na im-
panidade...
'" 0 pobhco inligita algaem... serao suspeitas
vagss, oa suspeitas fundadas e a precedentes e
iudicios?
A opjniao nunsa erra ; cabe a autoridade ti-
rar a mascara do velaaco e fazer com que Cam-
parini appareca em scena.
E' justo qua 0 habilidoso rcceba 0 preraio do
art. 176 do codigo criminal.
En sea ultimo numero (29) accrescenta a mes-
ma folha:
_" Esta verificada por exarae judicial a falsifica-
cao de antos, aanunciada por esta folha no nume-
ro pussado, sob a epigraphe : ultima hora.
' Consta que do inquerito, a que se procede,
resultam alguns indicios contra pessoa importante
por saa qaalidade e posicio social.
" 0 crime esta em alias regiOes; mais por esta
circumstansia 0 dever e a honra exigem 0 and 1-
mento e 0 dese lace do negocio; a lei, como 0
raio, nao deve poasar as eminencias; a causa
proihette tomarse celebre. Aguardamos os aeon-
tecimentos.
Diz 0 Piracicaba:
" 0 anno de 1875 annuncia se sob maos auspi-
cios para a lavoura. A colheita de cafe, e sabido,
sera muito pequena. Os cafezaes nao floresceram,
parecendo que foi causa disso a muita chnva na
estacao da Ibrescencia, setembro e outubro. 0
cafeeiro qaer terreno enxnto e clima secco, a
planta que raeoos soffre com a falta de chavas.
" A colh-ita de algodao sera tambem mail)
menor qae as anieriorcs. Nao 0 planlaram mats
o< peqnenos lavradores, nem os cafezistas qne ros-
tumavam tal-o como planta snbsidiaria. So 0 plan-
ton qaem nio teve outra cousa a plantar, e esses
sao poueos. A causa e a baixa do preco aggra-
vada pelo vexatorio impost) de 13 por cento qae
paga de exoorlagao, qae orca quasi por liOOO
em arroba, e qae 03 governos geral e provincial
nio querera abollr, como e indispensavel nio ja
a prosperidade, mas a simples contioaacao de.-te
iraportantissimo. ramo da lavoura. Neste aadar,
em breve a provincia s6 prolnzira 0 algodao que
puderem coosamir as fabricas de tecer, nella
existentes.
" Ate a colheita do mirho seri pequena. As
rocas perderara-se em grande parte por causa das
chuivas que irapediram as qaeiaias. Preparemo-
aos, pois, para supportar am sono magn. s
" Estio em camlnho de Campinas para esta
cidade duas nv.-chraas a vapor para a navegacio
do I1ricaba, owra para a f.zenda do commen
Spuza, no mtuito de atemorisal-o, dlsparou dador francisca Jose da Conceicio, outra para a
do Of. Manoel de Moraes Barros," e'estSo e'acom-
tneadadas var as pox .diverse* (azendeicos do mtt-
nicjpio. 1
" No dia 23 de novembro canto uma bntreira
seitre um dos trabaJlwdores da estrada fle /erro,
qua foi retirado sera vida. E' 0 segundo JJcsastre
fata) qua aconte.ee na construcclo dc npssa estra-
da. '0 resultado dos empreileiros oa cheTe3 do
servico nao cumprirem as. "recommenda^Ses do?
engeuheiros no molo de fazerem os cortes.
Palleceram, e,o Campinas, repentmamente, Po-
lycarpo Ferraz de Campo?, de 18 atioos de idade,
1 e em Piracicaba, Jose Bento de Matios.
Ld-so no Itnano de 29 :
' Vimos ha algnn* dias net* cidade. am indi
viJue cuja idade e baaianta avsneada. second
oos aJOrmoo. Ciama >e Manoel Pedro Cardoso.
nasceu cm S. Jo.10 d'tl Itei a 13 de junho de
1771*: eonla por eanacgainie 103 anous de idade.
K' morador em S. Joio da Guiry, distrieto d*
Itapetioiog.i, e ainda trabalha com tropas entre
liii e ajjjjella ci.ladc. Tem sempre g.zado C-
excel!ciBte*auJe a eta aiiida-robardo.
" hisse--os i|ua flcara daoDle aent- quando
fora mordido de cotaas, o qe acootacu 5 vezes,
u quaodo oa u ida esquerda; alem desses ioeoumodaa oa 1 tivtra.
nem se qaer, iiuree de cabffa. Caaaa-se 3 vezes
e t .e li ti li-, csiattdo 16 vivos ea resto rn r-
tos.
" 0 seu lllho mais raoco tem aelualmente 6
auoos Nio aos*pode dizer quaoii netos tem, pois sio maWo uumerosos; lem igaal-
mente tataranetos, realisaodo 1 gundo nos Owsr)
0 aonexira [opular que serve para exprimir gran-
ie velustez Meu nato, trazel o vosso oetn.
Recommendaroos esle lossil as bo gracas do
governo, pwta ackamot qua aaartsce luda protec
cao am iodividuo qae soabe tao bem coinprehet-
der a maxima do Evangelho :
Crescite et multiplicamini.
De Maracas (Rahia), escrevem o segunte ao
Diario da Bahia, de i :
" Exist.- nesta villa, a ma da Enlra Ja, em casa
do negociante capitio Jayme Le op >l lo Portelia,
uma sen'iora, natural de Minas do Rio de Cmtas,
com a idade da 120 annos, de nome Uerejcia Bor-
gonha
Nunca se cason. Amda cose sem auxilio de
oculos, e conserva as tcuMaJes ieiellectaaes em
perfeito estado. Qiera la chegara I Tera an-
dado em heranca, ate jue ha alguns ani'H foi re-
coihida a casa em qua pre.-ew-ineute re actia.
BIO Hi: JANEIRO.
0 total da apuracao de censo feita ale 5 do cor-
rente era de 8,799.592 ; na re? TUcio. M7.237 ,
na ta-ma, 2.861,181 ; na 2" d.ta, 3,152,977 ;
oa 3' dita, 2,246,if 7.
Lernos no Jornnl do Commcrcta :
0 Club da Keforma, celeferou ai.te-hf.ntem
(7), uma sessao especial para dar assento ao Sr.
conseiheiro Manoel Pluto de Souza Dartas, seq
socio efftclivo.
< A reaoiao foi muito numerosa, segundo aoa
informam, e estiveram presentes algaas doe se-
nadores liberaes, Comraunicaodo oe qae n_o eoa-
parederam como os Srs. Nabuc-, D.is de Carva-
Ibo e Octiviano e 0 Sr. deputad > iarMfee Cam-
pos, as razdes porqae deixavam de o fazer, a i.j.-.
rindo pir.'m francamente, ao peosaraento que
motjvou a reuoiao.
Foram prooanciados diverse? disearsos cooi-
memorando os servicos que 0 Sr. co*elh ir
Dantas tem preslado ao partido liberal, e S Ex:.
re.-ponleu improvisando um exten*o discarso po-
litico, qua foi calorosamente applaudido.
0 elificio d> Clab esleve illumiuado, f^ando
uma handa de muira durante a soiemnilade. m
Li-as no Mercantil de Petropol.s.de honi-m (jf>>:
Foi h intern captu ado oesla cidade pel-i Sr.
Bartholomei Pereira Su-lrd. subdelogid-.- de po-
licia em c-xercicio, am iodividuo qu- h^vii pas-
sado em diversas casas de nt go:io alguatis ootas
filsas de 50*'00, as quaes imitira a pHm*:ra
vista as verlaJeiraa de cdr verda do Itaaco do
B/asil.
t Osublelegalo t-nlo deaaacii do facto, rra-
toa de tomar as mais en-.Tgicas prov, 1 nc,, para
captura do criraiaoso, e hontem pelas 6 noras 4a
manha, na oeeasmo da partida d* cirros da
Serra, aprisi-nou o deotro de am carro, da com-
panhia das Andorinhai.
t Era peter do deliaqaenle f'rara aindi eneon-
tra las, eulre n .'.a- verda i-ira<, ai.Mium das fal-
sa*, a vista do que a autoridade fei-o v e-dher a
cadeia, e pouco depois procedaa ao iaiu-riD, de
conformidade com a lei.
Rejpinleodo a> inqu*rito policiil dis-e e
preso chamar-se Fraaeisca Maria Xane Viaana.
portngaez, residente em Lisboa, e recem-el: gde
ao Bra-il, onde vem iralar de negociis.
0 major Jnrt Lnpe* da Co*ta Moreira, ubde-
legado da freguezia do BspirHo Santo, tendo hon-
tem (9), noticia que existiam nota* lalsai na es-
lalagero da rua do Sahio do Mangue n. 269, para
alii ?e dirigo im aeliatamente, acompaohado de
sea eserivao, e apprrheodeu grande fiorrio 4a
ootas da 50j000 e 25^000, qua sonata tin algc-
mas dazenasde oolos de reis, e faram eneontra
das pelo menor Jo-e, liliio de Maria Thercia, den-
tro de uma valla qua ba ao lado da aseama et-
lalagem. Estavam erabrulhadas em nm 'ornal e
raclliadas.
Hootem (9), as 6 e meia horas da larde, as
forlalezas deram signal de narjo em perifo. Era
nma barca ingleza, qae demandava a t.irra do
nosso porto, mas qu?, por causa da mare, foi dar
ao costado da fortaleza di Santa Craz, onde en-
calhon. Ponco tempo depois. partia para o lagar
do sini.-lro o vapor de reboqae Carioca.
0 vapcr iialiaoo Columbia, entrado hootem
(19), de Montevideo, ao sabir, as 5 horas da larde.
para 0 ancoradonro da descarga, abalro a com a
canhoneira May'; qua se acha fondeada, fez-lbe
algumas avarias n'ura lado da p6pa e qaelren-
lhe as vergas do velar no e traqaeie. 0 Columbia
tambem soffreu avarlaa. >
Eis as noticiis cornmerciaes da uliima data :
A posicao do mercado de can,bio coniinoou
a ser a mesma que registraroos oa seguoda feira.
Os hancos cooservaram a laxa de 26 !fl d. Svbre
Lond:es, eo papel da praca foi negoaado a 26
3|8 d. A est->s algarismos effeclaaram-se traos-
accoes mais que regulares.
a A apathia que domina. nossa prac actaal-
mente e decanimadora. Os raercados ds sotiera-
nos, apolicas da divida publica e ie a-co>. apre-
sentam se era estado da para y*aeio tal, que fa-
zem descrer de melhora em faturo sroximo. As
operacoas nesles altimos oito dias tera-se I mitado
a descootos, fora os quaes nao se nota a mesma
facilidade que se observava ha ponco tempo.
No mercado de prodactos tivemos hoe mo-
vimento mais que regular em cafa e peqaeno em
assucar para consume.
Fretaram se dous navios, sendo um paraear-
regar cafe aqui, com destino a nm dos porto*
dos Estados-Unil>s, no golpbo do Mexico, a SO *.,
e 0 outr 1 a carregar algodao oa Parahyba para
Liverpool, a 3|4 d., ambus com 5 *|. de capa.
A alfacdega rendeu de la 9 de c.-rrenie
863:33o>360.
BAina.
0 goveroador da arcabispaJo publieara uma
pastoral < nvdando os fiais a coacorrerea eom
esmulas oara 0 dinheiro de S. Pedro.
Pela Facnldade de Medicina foi desigaido c
Dr. Domingos Carlos da Silva para escrever a me
moria historica do anao qne leminoa.
Lemcs no J mat :
t No dia 5 do correate, a Exma. Srs. D. Ro-
mana Emilia Constaocia da Foaseca, em signal
de regosijo pelo doutoramento, Daquelle dia, de
sea fiTho 0 Dr. Maaool Goacalves Thsodfro, liber
tou uma saa cscrava, afrleana, de nome Del baa,
e dispeoson 0* servi.os de nma sua cria de nome
Maooe!, filho daqaella,
As cauvas do mez passado produziram 0 dee-
ra-rom menu de nma parte eeosideravel da mu
ralaa, pilastras e gradaria que formara a grande
fachada do cemiterio Campo Santo, orrendo nma
porcio da terra que a muralha sustenla, apezar
do paredao qae Ihe servia de talud'.
1 A Exma. Sra. D. Virginia Caroeiro ("hives
Franco, directora do collegio Bomflm. na fregue
zia de Santo Antonio, deu liberdade a saa escra-
va Angelica, un ca i ie po stiia, em regHi.0 pela
formatura de seu sabrinho 0 Dr. Clarindo Adol-
pho de O.iveira Chavas
0 Sr. eogeoheiro Jose AUioni, quand) loi pa*
ra a Europa fazer seu curso, promeiieu so sea
anico escravo, de doom Aatoaio, q >e Ihe daria a
liberdade logo qoe sa emancipasse. Racebeado
sna carta de engenheiro mechanico e industrial,
volloa para a Bahia. onde se acha ha noueos
dias, e curaprio saa digna ehonnsa pr-iaaesaa.
A carta de liberdade regislxadi n> cart no do
eserivao Daraasio. foi passada em applauso e hon-
ra da soeiedads Libertalora 7 de setembro.
a Com c transport nacional Leopoldia *eguk>
para a cdrta, haoten pela maohi, o encouragado
Henal, .
A's duas horas di raidrugada de hontem
houwe um-forte tufio, qu* felitmenle durou pot-
co, acompaahado da grao'daa e lorrenciae* agua-
ceiros ; nao consta prea que leoha cauaaia
desasires. s
t Ame-honteai (ll) dep'Jls.iJanvssa.a Palittai-
ra da reparu'cao, dirJiiram-.se os emprarf >r 4a
secretaria d) governo ao palaeiA da i) abet .offeracerara a S. Exc. o Sr. pre44#a
vipeia um r.c 1 aloum Je lirtaraga para
trai is, ornaflo no vero da lielliS'imos re
oaro, tendo a segU-ate inscripgao na pnmeirapa-
gina: .
Art lllm. e Exm. Sr. Bt. VeninciO tmt *f
Oticeira Lisboa GratiddO dos empreg/ilm it
secretaiin dn presideneia da B-ikit. -1871
a A delicada offer, a foi entregne pelo secretario
do governo, 0 Sr. Dr. Joao Ferreira de An a jo Pi-
v


1
1
ll____i
iiati 1


Diatia-de Pefnamfcuco ** Sabbado 13 de Dezembro de
nho, que era breves e eloquentes patavras fez a
apologia das virtudes civicas e do trauto amenq
do digao adrainistra lor, para quern aqiiell6mi.no
devena sigaificar ura penhor da gratidio pro-
tunda e da dedi.:acao sera limites dos emprdgados
da reparticao com que S. Exc. e-ti era man pro-
ximo eoatacto.
S. Exc. respondeu ao orador, agradecendo a
offerta e as exoressoes jud Ilia foram dirigida?,
naqaella lioguagera do.'icada que a todos pe-
obora.
c Mauifestacoes eomo essas, se sio rauilo slg-
nificativas para qaern as recebe, nao deixara de
s:r hoorosissiiaas para .quein as dirige.
t As trovoildas qtle rein havido nsstes ultimas
dias, estenderam-se ate" o Interior. Os rios Jagua-
ribe e Paragaassii tern tornado muitas agaas, e
este ameaga enchente.
ALAGOAS.
Nada octorreu digdo de menclo.
RE7ISTA DIARIA.
Ismfrucc.ao publlca. Por portaria da
presidencia da provincia, de 16 do corrente, to-
ram nomeados: o professor Vicente de Moraes
Mello e os bacbareis Manuel Pereira de Moraes Pi
nheiro, Jese Diaiz Barreto, Miguel Jose de Almeida
Pernambuco, Francisco Goines Pareute e Jose
Eustaquio Ferreira Jacobina, para exereertm os
lugares de membros sulatututj* So conselno litte-
rario da iastrucgJo publica, nos terraos do art. 5*
e 6* do regalamento de 27 de novembro liudo.
Comnrca dp talio,-Com o prazo de 6J
dia?, a contar de 15 do corrente, acha-se a con-
curso o provfmento vitalleio dos oflkios de parti-
dor e distribuiJor, e de partidor e contador, va-
gos pelos fall, cimentos dos servenluarios.
Anolices prowinciaes. Pelo thesouro
provincial se faz pUMico hos poisnidores de apo-
lices trans feridas, qae devei* levalas a estacao
com pete ute ate o dia 31 do corrente, alim de serem
convenienteroente averbadas e incluidas nas fo-
lhas de juro veneido no semestre de julho a de-
zembro, cnjo pagamento tera comedo a 16 de Ja-
neiro proximo, licando delles excluidas todas as
dos possoidores que ate aqutlla data aao apresea-
tarem-as para o tlm alludido.
Elelcao de conn-aria Devo amanlia,
as 8 noras do dia, ter lugar a reuniie da mesa ge-
ral Ja irmandade da Conceicao dos Militares, para
se proceder a eleigao da mesa regedora para o
anno de 1875.
Prop.igadora da lastmcfuo Pu-
bllca.As 8 horas da uoite do dia 4 io coiren-
te, presentes iiove membros, celebrou o conselho
superior desta sociedade a sua quarta essio ordi-
naria deste anno, na casa do residencia do Sr. Dr.
Dromraoad, seu presidente.
Foi lido o seguinte expedieute :
Urn ofScio do secretario do presidente da pro-
vincia, convilando a soeiedade Propagadora para
assistir ao eortejo que, pjr ocjasiao do anuiversa-
rio natalicio de S. M. o imporad >r, se traha de fa-
zer a 1 hora da tarde do dia 2 do corrente.
Outro da AsaOciac.au Portugueza de BeneGcen
cia dos Etnpregados do Commercio e ladustria,
timbem convidando a sociedade a se fazer repre-
seutar na sessao solerane do 2 anaiversario da sua
iusuil.iru no dia 8 do andante.
Ioteirado o conselho, uada re olveu quanto ao
priiueiro, por ter sido a sua aprusentagao poste-
rior ao dia uelle indicado; e quanto ao segundo,
nomeou oma eommi.ssau compo-ia dos Srs orador,
Baadeira de Mello e comaiendador L:ma IJairao.
Passaodo se a ordem do dia, o Sr. profes.-or Au
gusto Wanderley, ooinmuuica que a commissao
aomeada para representar a sociedade na sessao
funebrc, que era laeuioria do Dr. Alexandre de
Souza Pereira do Carmo, celcbrru o Club Popular,
cumprio o seu raandato, urando o Sr. Baadeira Ju
Mello, em substituicao ao orador.
0 Sr. professor moraes Mello declara que, em
virtude da auiorisacao .1 conselho superior, com-
prou 03 livros que em uome do raeiiu> :ouselho,
foram distribuidos como premio as alumnas da E;-
cola Normal, approvalas com distinc^ao, impor-
tando elles na quantia de 7'JjiOOO, pagos pelo Sr.
Ihesonreiro.
0 Sr. Dr. Drummond participa ter recebido dos
Srs. abaixo declarados, em re^posta aj car las cir-
culars que Ibes dirigio, a< seguintes quantias :
commeniad r Luiz Antonio de Si |ueira, 30^'00 ;
Dr. Ambrosio Macbado da Cunha Cavalcante, 50i ;
Dr. Manoel de Barros Uarreto, 8)5000; AntODio
Bernardo Vaz de Garvalho, 20^000 ; e Jose Peres
da Cruz, 10*000 ; entregandoas logo ao Sr. the-
soureiro, que pedio-se Ihes agradecesse.
Nada ranis havendo a tratar, levantou-se a 3es
io as 9 ri*.
Qnestuo religiosa.Accedendo ao pedi-
do de alguns de oosus assignantes, encetamos bo-
je, em a oitava pagraa, a transcripijSo do iuteres
sante trabalho do Rvoa. D. Benvenuto Antonio Cae-
laao de Campos, dcnomiuado0 queioclero em
tima monarchiu constitutional? Recomraenda-
mos a sua leitura.
Correto do Haranhao.Pelo vapor Pa-
rand recebemos honterh nraa carta de nisso cor-
respondente, na capital da provincia do Maranbao,
a qual, bem que tivesse dlrecgao elara e precisa.
foi por aquella resanijao remettida pelo vapor
Bahia para Maceio, e dahi devolvida para esta
ptoviasia pelo vapor h ntem chegado. Pouca de-
mora feiizmente houve na recepcao dessa carta,
por ter cbegado elia alh juMameiite na vespera da
passagera de ura vapor, que pira aqui vinha.
Chamamos para isso a attencao da autoridade
competente.
Hontirarios do ovcrclto. Interessa-
dos na installagao do monle pij dos honorarios do
exercito, que esta annunciada para as 11 horas
da manha no lereeiro anlar do predio n. 83 da
rua do Imperador, pedem-nis que lembremos a
convenieucia de eomparecerera a semelliante acto
. os bonoraroi do exer;it existente3 nesta cidade,
alim de que idea tao generosa nio deixe de rea-
lisar-w a mingua de espirito de classe.
Perdeu o tempo.-Jose Francisco Bezer-
ra de Menezes f.ii sorprehendido pelo eubdelegado
de Santo Antonio, dentro do estabetetimento de
raolhado^ de Jose do Hego Borges, sitp a rua de
Vinte e Quatro de Maio, onde a furto se occultara,
na niile de 16 do corrente. Preso em flagrante,
teve de restituir o que ja havia embolcado e de
se deixar reeother a caaa de d. tencao.
Diahelro. -0 vapor Parana trouxe para :
A. Duarte Carneiro Vianna 3:300*000
Jose Hodrigues de Souza 600*000
Bepresentacau. Consta nos que raora-
dores de Maogabeira e Parnaraeirim ropresenta-
ram a gerencii da companhia dos trilhos urbanos
do Kecife ao Caxanga, contra u-n acto da mesma
gerensia, que mudou a paragein dos respectivos
trens da Maugabeira para os Buritis.
Era vista das razdes allegada3 na representacao,
e de sappor que sej attendila, ficando sem effei-
to a ordem de tal ranaaoca.
Conferencia publica. Realisa se ama-
nha, as 11 horas do dia, aprioaeira confereacia pu
blica, promovida pela jloja raaconica G ingaoeli,
occapavdo ae o orador, o Sr. Floriano Correi de
Brito, da qnestao religiosa.
Pan raanter a policia intern i, n > theatro San-
to Antonio, onde deve elia ser celebrada, foi es
colbida nraa commissao cnmpo>ta dos Srs. capi-
tao Antonio Jos6 Silva do BrasU, major Joaquim
Gomes Pessoa, 1 tenente Manoel Antonio Viegas
Junior, Vicente de Moraes Mello e Liberato Tibur-
tino de Miranda M-n'iel.
ffeata em Oltnda. Amanha, domingo
20 do corrente, ha beocao das imagens no povoado
de Duarte Goelho, e festa no recolnimento das
freiru.
Falta d'agua. -Tem side quasi geral a fal-
ls d'af ua na cidade do Recife, ba alguns dia, de-
viio isso a defeito aa caaalisacio aotiga da com-
panhia do Beberibe. ~
lnundaeao. Hooter* indo proceder-se
a am exaai-i in caijali^aeso om companhia do Be-
beribe, proximo da caixa d'ag'ua, na rua do Pire,
arrebeotou am dos o*ms, travasando tao graodn
quaatidade d'agua, rjua cobrio a maior parte dessa
rua.
CoBde do Loredaao. Ha poucos dias
tivemos o prazer de apreciar o raerito artistieo
dase exitnio cultivador da arte divina.
0 Sr. de Loredano e perfeito era sua execucio,
na qnal mojtra dotes pouco eommuos, naj so dm
respeila ft aghidade, corao tamoem ae mimo e
delk^eza^aue dispeasa em sua ezecucao.
0 St. de Loredaao, aldm disso, mostra profua-
dos conHeclraeotM de mnsica pela promptidao e
certeza, aao so com que faz qualquer acorapanha-
raen, mm ejae exeeuta qualqaer pedaco de ran-
sica pet auis diflicil que seja
Temos conviccao que o^r. Gonie de Loredaio
vein prewwber o vaeuo qae defxoa o nosso malo
estimado Sraota. m
tetirtrt mm. o
i Rio de Janeiro, pablica o sfi-
guiat*:
1 rrifin
Dtarw Ojkud -
0 Sr. VJsconde de Araguaya, enviado extra-
ordmario e rninistro plenipatenciarlo joaio a'Santa
36, chegoa a Roma a 87 de elembro/fez i msj
ta do eetylo ao cardeal Antonelli no dia SO;
pedio no dia 30 audiencia do Papa para entregar-
Ibe a sua credencial; por nota do dia 2 deloulu
bro Ihe foi co.amaaicado que que Sua Saalidado o
receberia no dia S. A' crodencial, que entlo en-
tregou, respondeu o Eapa por raeio da carlaiabai
xo transcripta : |
Pio IX Surarao PoHliflee : Garissirao lilho
nosso era Jesus Christo.Sadde e bencio aiosto
liea.Gratas nos foram carissimo 8lbo nosjo era
JesOs Christo, as obsequioss e benevolas eipre.-.-
soes da tna carta, e muito nos alegron qtjal seja
primeiro cuidado teu fomeotar a mutna cartdade
c araisade com esta Santa Se I Com pezar rimos
apartar-se de nos o v^rao egregio Barao de All ban
dra, a quern, asaim corao demos penhor. s da 4fes
aa beuev.-lencia, lambent folgamos de entrepdr
os aotsos bons jfllcios junto da tua raagestadje im-
perial, recommendando a calorosamente. Rece-
bemos, porem, com as honras e coruzia que fcere-
ce o nobre varao Visconde de Araguaya, ilwnre
por muit is qualidades, a quern eaviaste para qfta
junto desta Saata Se, exerga as fuuegoes de tea
enviado axtraordinario e ministro plenipotenciario
e cornnosco irate das cousas ecclesiasticas do teu
imperio, e Ihe presiaremos plena fe emquant > em
teu norae nos propazer. Esperantos, pordm, que
desempenbe o seu cargo de modo que, com espi-
rito conciliatory promova a tranquillidade e in-
creraento das eousai reiigiosas do mesmo imperio,
uoica foate de que se pede espsrar a verdadeira
felitidade dos poves. Eatretanto recebe a beocao
apjtulica que, promettedora do favor de Deus e
testemuaho de oossa paternal benevolencia, te da-
moe a li, carissimi Who nosso em Jesns Chrisio,
a loda a tua familia imperial e a loda essa nacao.
Dado em Roma no dia 12 de outubro de 1874, 29*
anno de nosso pontificado.Pio IX P. P.
Conselno supremo mliitar.Na ses-
s5o de 5 do corrente, foram jalgados delinitiva-
meate os seguintes procetsos :
Exercito.-I' sargeato Jose Modesto de Oiivei-
ra, accuiado do crime de exlravio de pegat de far-
dameuto, conderanado a 6 mezes de prisa> ; foi
re/ormada a seateaga para coademaarem o reo a
urn aouo de prisao em fortaleza. 2* eadete Sal-
vador Fr goso Netto. accusado do crime de fuga
de presos seado absolvidt, foi reformada a sea
tenca, para condemnarera o reo a um raez
de prisao em fortaleza. Diio Tiburtino Francisco
da Silva, accusado dos crimes de furto, ser relaxa-
do em seu uuiforme, e coadernaado a trabaihar
por seis mezes nas fortilicagoes ; foi reformada a
seateaga para iiuporera ao reo a penade 6 rnezes de
prisao em fortaleza. Gabo de esquadra Aaloaio Jose
Goocatves, accusado de haver re9istido a ordem
de prisao, dingiudo palavras iojuriosas epromet
ter assassiaar ao seu superior, condemoado a ser
arcabuzado ; fin reformada a sentenca para ira
porem ao reo a peoa de dous annos de prisao com
traoalhos. Aaspe;ada Francisco Matheus de Mello,
accusado do crime deferiineato Teito era seu oa-
niaraJa, coudemnido em 6 mezes e lo dias de pri-
sao ; foi reformada a s-ntenca para coadeuinar o
reoa6mtzes de prisao com trabalho. Soldado
Manoel Juliao Martius, accusado do crime de ha-
ver tentado maur seu superior, condemoado a ser
arcabuzado ; foi ieformada a sentenca para con
demnarem o reo a dous annos de prisao com tra-
balho. Dito M,.naiio Francisco da Cosla, accu-
sado do crime de ha/er iosullado com prlavras
a nm 1 cad-te de seu batalhao, condemaadoa um
mez de prisao rigorosa, foi conUrmada a sentenga.
Dito Jose Antonio da Silva, accusado de2a deser-
cao simples e condeuiuado a dous aaaos de risao,
foi coafimada a seatenga. Duos Manoel Alves da
Cruz, Faustino Joaqunu Soares, Joiu RuQno de
Strata, Lauiindo Pereira da Silva e Antonio Perei-
ra do Oliveira, todos accusados de i' desergao sim-
ples e condemaadjs a 6 mezes de prisdo ; foram
coaliruiadas as seateagas.
Supremo Tribunal de Just lea.
Na sessao ue o do correuto foi julgada a revisM
crime n. 2,187, do Maranhao. Recorrenle, Jose
Nunes Borges; recorrida, a justiga. Juizes o< Srs.
Figueira de Mello, Veiga e baraj de Montserrate.
Relatado o feito, negaram a revista, unanime-
meate.
Na sessSo do 8 do corrente foi julgada a re-
vista civel o. 8,5'68.Pernamboco. Reeonvnte,
Jose Jacorae Tasso; recorrido. Manoel Alves Bar-
boza. Foi negada a rd.ista, nao votandoo Sr. Fi-
gueira de Mello,-por impedido.
Hunte-plo geral de economia dos
servidorea do estado..la ultima sessao
da directoria, sob a presideocia do Sr. vice presi-
deate coBseiheiro Miranda Hego, a:haram se pre
sente os Srs. direotores conselueiro Lopes da Cos
la, i oronel Almeida e o secrelario interino.
Foram admittidos como contnbuiates : Dr. Fran-
cisco Pinheiro Guimaraes. iente cathedratieodaes-
cola e medielua da corte; Bernardo de Castilho
Maia, 1 escnpturario da tbesourana de fazendada
prowncia do Rio-GrauJedo Sul; Autonio Joajunu
Goelho, 3" escnpturario do thesouro nacional; jli
guel Antonio Joio Hangel de Vasconcellos, enge-
nbeir> de diaiicto das obras uranicipaes; Luiz
Kraemer Waiter, agente mterprete da colonisagao
da pruvincia do Rio Grande do Sul; Francisco de
Paula Negrtiros Sayao Lobato Junior, langador da
recebedona do Rio de Jaaeiro; Umbeliuo Xavier
Velasco, praticaote da thesouraria de tazeada da
provincia ae Guyaz; Raymundo Fraacisco de Sou-
za ftego, araauuense da secrelaria da policia da
provincia do Maranhao; Francisco Antonio Fernaa-
des Goits, professor publico da Vargem Grande,
municipio de Rezende; e D. Maria Custodia do
Amor Divino, prufessora publica da freguezia de
S. Jose do Turvo, do municipio de Pirahy, na pro-
vincia do Rio de Janeiro.
Nao foram admittidos, a vista do parecer da
commissao de sanidade, D. Maria Leopoldma de
Oliveira Barros, D. Virginia Carolina de Almeida
Fraaca, professoras publicas da proviacia lo Rio
de Janeiro; Antonio Lopes de Carvalbo, alferes do
corpo policial da mesma provincia; e Manoel
Vaz, chaveiro da casa de detencao de Nictherohy.
Foi indefenda a pretengao do consetbeiro Justi-
oiaao da Silva Gomes, por nao Ibe ser applicavel a
disposicao do art. 15 do decreto de 22 de junho de
1836.
Foi igualmente iadeferida a preteacao de Emilio
Jose do Carmo, a vista da< termioaaies disposiedes
do art. 7* f e t e art. 2i do decreto de 22 de
juaho de 1836, art. 12 do decreto de 13 de margo
de 1844 e art. 20 do decreto de 18 de fevereiro de
1870.
Coacederam-se as seguiutes peasSes: de 900*
aaauaes, repartidameute. a D. Domelilla Peregrioa
Bemviada Meirelles e as menore* Paulina e Carlo-
ta, lilhas do contribuinte Fortuoato Carlos Meirel-
les ; de 466*666 anauaes, rapartidaiaente, a D.
Maria Joaquioa de Faria Azevedo, Joaquim Mariano
de Azevedo, II..raeio Argemiro de Azevedo, Anto-
nio Francisco de Azevedo, D. Anna Joaquioa ds
Azevedo, D. Amalia Clemeaiina de Azevedo, D. Ja-
nuaria Severa de Azevedo e Lriiz Augusto de Aze-
vedo, viuva e filhos do flnado contribuinte Manoel
Francisco de Azevedo; de 1:000*, repartidameate,
a D. Maria Amalia de Brito Castro, Alfredo Carlos
de Castro e Silva, D. Maria Amalia de Castro e
Silva, D. Julia Carolina de Castro e Silva, D. Ame-
lia Augusta de Cast o e Silva, D. Carolina Carlota
de Castro e Silva, D. Emilia Fausta de Castro Me-
deiros, D. Carlota Carolina de Castro Foaceca,
viuva e fllhos do finado contribuinte Jos6 Louren-
go de Castro e Silva; de 1.000*. a D. Rita Joa-
quina de Bom Jesas Silveira, irma do flnado con-
tribuinte arcebispo da Bahia, coode de S. Salva-
dor ; de 360* a D. Maria Fraacisca Alvares de
Azevedo. D. Carlota Gecilia Alvares de Azevedo e
&. Marianna Luiu Alvares de Azevedo Pereira de
Almeida Torres, filhas do floado contribuiate Dr.
igaacio Manoel Alvares de Azevedo; de 240*. re-
partidamente, a D. Emilia Augusta da Foaceca
Freitas, Francisco Emilio Gomes de Freitas, D. Eu-
genia Risoleta da Fonceca Freitas, Frederlco Au-
gust" Gomes de Freitas, Augusto Cesar de Frei-
tas, viuva e fllhos do contribuinte brigadeiro Fran-
cisco Gomes de Freitas; de 70/ anauaes a D.
Fraaci-ca da Veiga Rodrigues. D. Anna Xavier da
Veiga, D. Heleodora Xavier da Veiga, D. Marianna
Beraardlna da Veiga e D. Edeltru ies Mana da
Veiga, fllbas da fin3da pensionista D. Marianua de
Paiva Veiga ; de 1744990 annnaes a D. Leopolds
na Atnelia de Amorim Lisboa, filha da finada pen-
sionista D. Antonia Maria Glaudina de Amorim
Lisboa.
Mandon-te
u^
vea o Dr. Ladislao Netto, direetor do Musen Na- 10 de novembro, a parte commercial do times,
cional, ao Jornal do Commerao da cdrte : truito melhor autoridade do rise ta posso sef*.
No princtpio do corrente aano. froraetti qae A demariada aecuroulacSo*de dinueiro a bspe
curaprisse o Museu e*w seu desejo, qoe 6 ta.nbem ra de emprego, e caraeleristica do eslado eicep-
em breve seria comegado oeurso popular do M- cional dos Begocios, e tanlo mais diOkil de reme-
seu Nacional. di-se quanto maior a eicassez de boos titulos. Se
Era proposito raeu que no precuiso de anno o Egypt., e a Turquia, para servirmo-nos apeoas
da melhor parte da popalacao desta cdrte. Um de dott3exemplos, tive?sem silo mais eseropul sos
estorvo havia, entretanto, que se antepunha a rea- com o seu crediio e raenos faminlos de tmprasti
lisacao de minhas esperangas : era a permanencia mos, a situacao seria muito diwna. No eslado em
de daasjje nossas maw coo-piouas a prestimosas qae elia se aeha e impossivel avaliar com precisao
associacoes no anico salao em qas podia ser effec- a importancia das ultimas emiswes que ainda se
tuado este curso. -acham em roao dos syndicates.
c Feiizmente, a esforgos do Sr. conselheiro mi- t Semelhaute systema de toraar dinheiro empres
Metro da agncultura-e dos illustres presidenles tado contribue para a mstabilidade, uo que diz;res-
dajuellas soeiedades, pdde o Museu Nacional, de- peito aos prevos domercado, e paraso-citar duvi-
pois de uraa privacio que durou nada raenos de das no espirito dos eaoiulistas quaato a Comervu-
meio seculo, rehaver a posse desta importante gao das mesmas c ua oes acluaes
porcao de seu ja cm si apoucadissimo edilicio. < A
ct E' tarde, porem, para o curso projectado; o iistas
anno toca ao-eu termo, e quadra e esta mais o negocio do emprego VcapUae7^a &fe'"'c"
para eucerrarem'se do qua para serem iniciados sando assfm graude accumulacao-doeapual'dw
alar tao seriaraenlo a coalianga dos caplla
o mew mais s euro de reduzir ao minifno
can-
po
Maria do Espirito Santo Silva, branca, Pernam-
buco, 60 anoos. viuva, S. Jose; hepatite chronica.
Rita Maria da Conceica.o branca, Pernambuco,
72 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II; amol-
lecimonto cerebral.
Joao Jos6 Candido, preto, Pernambuco, 38 anno,
militar, .Boa-Vista, hospiUl militar ; tuberculos
pulmooare?.
Francisco Xavier de Garvalho Mendonca, pardo,
ignora-ae a naturalidade, 31 annoi, casado, Boa-
Vis'a ; phtysica pulmonar.
^everiano, pardo, Pernrmbuco, 10 raozos, SantJ
Antonio; convnls5es.
Recem naseida Mtria, preta, 3oa-Vi-ta ; ao
nascer.
trabalhos semelhanies. Eatretanto, curapriado ao nivel; e aao resla duvida de n
Museu Nacional prestar digaoagazalho a dous dos excepcional dos n.gocios e devidoem wande esca-
seas mais illustres correspondentet: os Srs. pro- la a desconQanja q ,e de alguns mezes a esta oar-
fessores Carlos Frederieo Hartt, da universidade de te tem o resulta-Jo sido immadi^to da azafama dos
Cornell, nos Estados-Uoidos, e Henrique Gor.eix, contratadores deem.restimosem toroarem saricos
da universidade de Franca, ambos recem chega- a custa do publico.
dos a esta cdrte, e desejando eu que o prazpr di t Outra prova ainda do eslado da nossa praca
ouvi-los discorrer sobre a geologia do solo bras!- Em 7 de novembro ftchouse o mercalo em con-
Ieiro seja compartido pelo publico1 illustrado desta sequanciada sahida de numerario para a Pranca
capital, coavidei-os para, como membros qub s*i soba improssao de qae no dia 9 se resolvaria o ban-
desta Instituigao scientiflea, inagrarem nocorj eo a toraar emprestado 'dinttelro ou uonsolldidos
rente mez o nosso curso publico, servioda suas para diiniaair Ihes a abualaacia, ou a levaotar a
eruditas prelecgdes de prefado, jior que as|izn-o sua taxa do descoato. Mas no dia 9 a ta*a do
digames, ao curso geral do proximo futuro anno, cambio de Paris tornou-se trial's favoravel iimi
Para satisfazer-nos, tem o Sr. professor Hartt nuiram os lucros sobre a exportacio do ouro para
um am pio campo a sua escolha, por ;ue amplissi' alii, desappareceado momeataaeameale aquelle re-
ma porcao do Brasil, desde esta capital ate os lirol- ceio.
tes septentrionaes do Imperio, ba lle percorrido e Aiuda assira toJos os emprestimos recentemen-
perlustrado com o Quo tacto e profunaa saber que te eraittidos baixarara, e aie os titulos russos de
todos nos me reconhecerbos. 0 Sr. professor Gor cinco por cento cahiram um oudeusfuros e os
ceix, qua nao muito ha visitou Grecia, a Turquia brasileiros de cinco por ceato foram veadi Jos em
e uma parte da Asia, e cuja activIJade e illustra- certa hora do dia a 98 1|2. mas fecharara um pou-
gJo coube-me o praier de testemunbar durante o co melhor. E relativaraente a recente oscillacau
tempo em que juntos viajamos no interior da pro- no valor dos fundos brasileiros os ouco agora d.zer
vincia de S. Pedro do Sul, de onde acaba de ft- qae antes da recfcpcio aqui das notleias vindas do
gressar, dupio attractivo offarece ao audltorio na Rio acerca de um novo eraprestimo, os nofos
sua pielecgio, porqae de dous importante* as- maiores corretores de fundos ia tinhara mui as or-
sumptos pretende elie mais especialmeute occu- dens Dara vendel os pelos pregos eotao altos que
par-se : das jazilas melailiferas do municipio de haviaia attingido, e a subsequente baixa foi sem
Cagapava e da tacia carbonifera de Candiota e Ja-, duvida, em parte devida a essas vendas e em parte
guarao: metaes prartosos das mais ricas rtinas ^ naturalajente tamoem a noticia de um proximo
do Brasil, e earvao de pedra, mineral nao menos emprestimo, tao antecipada eindiscretamente dada
precioro daquellas raesraas piragens. !pelo3 faladores e novelleiros do Rio, que com a sua
a 0 Sr. Gorceix fara a sua prelecgJo sexta feira,' indUcriuao tanto darrrao causaram.
II do corrente, as 7 horas da noite, no salao do I c Hontem n5o se retirou mais dinheiro do ban-
noss) curso publico, no pavimento terreo do Mu- co, mas compraram se fora alguraas parcellas para
sea. 0 Sr. professor Hartt sera ouvido n'um dos | Paris Os consolidados subirara, mas em geral to-
ultimos dias do presente mez, conforrae devera ser do3 os ouiros fuudos focbaram mais baixo esne-
entao atmunciado. cialmeateos titulos argeatinos; bem como 03 de
i.iHerias da cdrte. -Lemos no Jornal do (eslrada de ferro e os titulos brasileiros de eiaco por
Cummercio: .... '""<> que estio um ponjo abaixo de 99 !.. A
U juiz presidente das loteria*, depois da vert- parte corantereial do 7hum trouxe 0 seiruinte pa
HeaeSo que se proceleu nos bilhetes e lista da "ragrapho, que provavelraeate nao e exacto a res-
extraecao da ultima loterh, proferio a saa sen-'peito do eraprestimo brasiieiro:
tenga condemnando 0 thesonreiro a pagar aos ptr-1 t Consta que o emprestimo r-rasileiro, a respeito
tadores dos tnnta bilhetes cujos numeroj aao en- ,ie cuja emissio tanlo se tem dito ullimamente
traram na roda, e que sao os de ns. 3,331 a 3,360, na, e, em rigor, um emprestimo do governo para
sew vozes 0 valor do raenor prem:o, isto e, t-20> a certas obras com gatautia do mesmo goverao isto
cada ura, nos tennos do art. 27 do regalamento n. escusado e dizel-o, e cousa muito diversa de fun-
3o7 de 27 deabril de 1844. Eis a seatenga : dos do goverao.
" ^' visn'5-d.1 ^sP3if5 ^ art. 27 do regula- j Jornacs lUnatrados.-Receberaos hoa-
raento a. 3o7 de 27 de abril de 1844, que au: Se, le;n do Itio de Janeiro os joraaes Bephistovhelet
concluida a extraccio, se recoa' ecer a falti de um n. 24. 0 Mosquito a. 273.
ou mais bmmkw, o thesourciro sera obrigado a | Echinopiiago. Com
pagar ao porlador on porladores de bilhete'ou bi
lhetes desses nuraeros, que tivorem sabido da roda,
um premio igual a seis taatos do meuor dessa lo-
leria ; e
Gonsideranilo que, por occasia, da extraecao
da loteria n. 539, 2' em bauefieio das obns "da
matrix de Sanl'Auna da corte, veriflcou-se a repe
tigao dos nuraeros comprebeadidos entre 3,031 a
3.060 iaclusive, e qua aao foram exlrahidos, por
nao terem eotrado na roda os nnmeros compre-
hendidos entre 3,331 a 3,360 tambem inclusive:
Considerando que, embora se verilicas^e u-
remsido introduzidos na roda 6,000 papelinhos,
deixaram, comtudo, de.tomar parte no sorteio 30
uuraeros que foram excluilos, em virtule de re
peticao de outros 30 de uma serie ditlerente, e
que completarani 0 numero de 6,000 papeli-
nhos ;
Considerando flue, a serie dos numeros de
ura a seis milexistentes na roda deve representar
exactamente a serie dos nuraeros correspondents
aos bilhetes expostos a venda, e qu<*, assim corao a
aumeraoao dos bilhetes nao deve ser interrompi
da, nem repetida, da mesma forma nao deve ser a
serie dos nnmeros contidos nos papelinhos ;
Considerando que, os seis mil papelinhos
contidos na roda nao representavam a seria de
um a seis mil nuneros, eonudos unidade por uai-
da Je;
a CoasideraBdo qua, desde que haja qualquer
ioterrupcao oa nuraeragao cootida nos papelinhos,
em caso nenhum podem ser sorteados os bilhjates
cujos numeros corrcsoondem aos da serie inter-
rompida, e que, portanto, nao esta salisfeita a con-
dicao sub-tancial do coatrato loterico, que e 0
igual coocurso dos oumeros de tod is os bilhetes
as eventualidades do sorteio, e queneste caso estao
os numeros da actual loteria desde 3,331 a 3,360
iuclusive ;
- este titulo publicou
0 Diario de S. Paulo de o 0 seguinte :
Animal para Joxo, qualilicavel entre as roi
e os squatiis, acbado nos rochedos altos da ilba
Bertioga ou Sauto Amaro, do lado do ocoano, om
lugares constaatemente banbadus pelasondas.
0 animal aliraenla se com 03 ouricos do mar,
echioitos ou pinta-, as-im '.hamados pelos Pesca-
dores de Santos. Servindo-se da trom^a dura e os-
sifieada, ataca os ourigos, que, para defenderem-
se, fazem raovimeuto3 rapidos, apresentando os
es;iinho3 com que a nstureza 03 dotou ; mas 0
echinopiiago com seguranga os vai destruindo no
nieio do rujido e do quebrar das ondas, al6 que
esses animaes, inteiramente desarmados, fleam a
raerce" do vencedor.
U paradoxo animal, segurando se nas frastas
das rochas por raeio das suas fortes barbalanas
de peixe, as quaes se acham ainda revestidas por
dous ossos brazoes la parte superior do corpo,
passando entre a cutauea para 03 quasi-piSs ou
barbat nas iuferiores, resi to, assim inxiliado, aos
furiosos embites das aguas (gjumantes, que, sem
piderera arrancal 0 das pedras, 0 deixara era so
cego chegar ao interior do casco do ou'igo.
E;n lugar de ler gu<-lras como 0 peixe, pos-
sue no pna:ipio da caula dous oriflcios, que se
oorrespoudem co'ii i achatada hoirc.i A ooboja
eslrelu-seameiida que a tromba se prolongs, e
sob elia, logo acima da bocca, estao os oriflcios do
naria.
Na pelle da barriga encontrara-se dous fra-
cos remos ou barbataaas, someate adhereates ao
couro, e quo pouca forca podem ler.
0 Taoto aa parte superior, como aa iaferior da
eauda, ba uma pequeaa barbataaa correDdo ao
loago della.
0 0 dorso e coberto de protuberaucias, com pe-
queoos espiuho3
Este animal deve padecer de lombrii?as, por-
Coosideraado que, oSo basta qua a roda dos que, dapois de murto e depositado era alcocl, esses
nuraeros contenha 6,000 papelinhos e sira que ca-1 vermes sahem como Gos de algoJao pelos oriflcios,
da papelioho reprosente um numero de 1 a 6,000, que supprem as guelras de que 0 animal deverii
sem interrupcao nem repetijao, pois pode bem' eslir munido.
dar-se 0 caso de repetir se uma serie de dezenas, I 0 Os olho3 s^io cobertos por uraa espteia de
ceotenas e ate n ilhares, dnas, tres, quatro e mais,cornea grossa, e estao collocados aos lados da
vezes, e oraittir-se tantas series quantas forem troraba.
preciso para que a roda contenha sempre 0 au- t 0 compriiaento total e de 20 cenlimetros, e a
raero de 6,000 papelinhos, repetindo uraa serie mui- largura de 12 centimetro3.
tas vezes e omittindo-se tantas series quantas fo-
re n as repetidas;
a Coosideraado que 0 caso preseate, 0 da crols-
sao no sortefo dos nuraeros 3,331 a 3,360 inclusi-
ve, esta previsto no art. 27 do regularaeoto n.
357 de27 de abril de 1844, em sua letra e era seu
espirito .*
o Imponho ao thesoureiro das loterias di c6rte
a obrigacao de pagar ao portador ou portadores
dos bilhetes ns. 3,3il ate 3,360 inclusive a impor-
tancia de 120* por cada ura bilbete, 0 que cor-
re
nor dessa loteria, visto ter se reconhe^ido, coo
cluida a extraecao, a falta desses numeros oa ro-
da, tudo de coaformidade com 0 art. 27 do citado
regulamento. Inlime se esta ao dito tbesoureiro.
Rio, 4 de dezembro de 1874. Martinho de Freitas
Vieira de Mello, presidente-das loterias da cdrte.
pagar a Jose SebaMiao de Souza a
pensao vencida por sua rail D. Vendiana Joaijaina
Palhares de Souza, de 1 a 10 de oatubro de 1874 ;
a D. Albina Rosa de Borja Re is, a que ae flcou de-
vendo a sua filha D. Anna Carona de Borja Reis;
a D. Rita Maria do Carmo, a que deixou de reee-
ber sua filha D. Anna Paulina Vietra, de 1 de ja-
Ibo a 20 de seternbro findo, a William Turbutt
Wright, como ioveotarlante dot beas da Soada
pensionista D. Frandsca de Asu Vieira Lisboa,
0 qae esu venceu de t a 20 de abril do corrente
anno.
Foi nomeado membro da eooraisMM da sanida-
de da provincia da Parahyba 0 Dr. Luiz Jose Cor-
rea de Sa.
Preleefoea obre geologiu. Escre-
Emprestlmo brastlelro. Lemos n um
corresponlencia de Londres para 0 Jornal do Com-
mercio do Rio de Janeiro:
a Nada com caracter de authentico temos oivi-
11 dizer, psr ura, sobre 0 tao fallado emprestimo
brasileiro; 6" vox corrente, por6m, era alguns cir-
culos commerciaes, que as coaligoes ajustadas no
R1o nao sao accitaveis nesta praga, e, portanto, nin-
guem mais espera que appareca 0 empres:imo. Sa
ria realmente preciso que 0 raercado de Loadres
eHivesse muito abondante, e fosse muito graude a
confianca na eslabilidade dos altos precos, para
qua se podesse achar subscriptores para um era-
prestirao brasileiro de 5,000,000 a 98, que rea-
ileria exactamente 8 *(.. livres de impostor, (in come
taxej, para os capitalists.
Sem duvida 0 emprestimo seria amortizavel
pelo sorteio se chegasse ao par, de modo que a
amortisaeSo, ainda nos meihores tempos a conser-
varia serapre a 100 ou poneo abaixo, 0 que nao da-
ria graodes lucros aos possaidores, ao passo qu
em eposas diflieeis 0 alto preco da emissao auxi!iu
ria a baixa ate ao ponto de tuver descoato, com
prejnizo de capital para os mesmos possuidores.
Portanto repiio, a 98, nao offereeeria 0 emprestimo
vaotigens a esses subscriptores de e que alias tanto eoMribaem para encheras subs-
cripgoes com 0 iito de ilm pequeno lucro iinme-
diato.
0 Todavia, a despeilo do preco elevado dos ma-
in .res titulos estraogeiros e da abundancia do di
niieiro dispouivel, e a vista da falta de emprego de
Pi^illffeF*" MM to?nl r^ZS?am8md m0n9,ari0 m*^ to Dr Fra"c,sco Mtim, Sette8Fiiho, Manoel
tra-serrouxootaprichoso. Xair& d...,. 4nlnnin &flri.ftfr, r.^i s .
a As barbatanSs exteriores, bem como as da
cauda, si5.ii 2 ^enliraetros de largura.
c No seu priacipio a cauda tera 5 centime-
tros e vai augmentando ate 12, sua maior lar-
gura.
t A maior espessura e de 4 centimetres, 0 no
geral e chato.
t A parte superior do corpo e de cor parda-
escura, e o papo vai declinando dessa cor ate era-
branqutcer-se.
c us espinhos do dorso assemelham-se aos es-
cudos do crocodillo.
t Na bocca tem dous beigos e dous orifieios ao
lado do nariz, alera da abertura natural que se
prolunga ate a troraba na parte inferior, sahindo
do fundo do nariz ama tspecie de tromba lina,
masculosa e flexivel, que talvez 0 animal ponha
em movimento.
Nao tera denies. A' primeira vista asseme-
ttia-se aos vespertiliut, morc-go3, principalmeate
Cora a especie rhinolophus, ferrum, equinum ou
do vespertiliiti auritus; por i3?o aas miahas ex-
ploragoes 03 meus remeiros Ihe charaarara mor-
cego do mar, e e tal 0 receio que tern de tocar-
Ihe, que foi preciso apanbar pelas minhas pro-
prias rnios este rarissimo animal.
0 E-te ecninophago merece um escrupuloso
exarae aaatotnlco, para ser clas3ilicadj deftniti-
vamente. S. Paulo, seternbro de 1874.Dr. Car-
los Rath, a
boterla. A que se acba a venda e a 123',
a beneflcio da Saata Casa de Misericordia, a qaal
-e extrabira no dia 22 do correate.
Caaa de detencao. Movimento da casa
de detengao do dia 17 d'e dezembro de 1874 :
Existiam presos 309, entraram 5, sahirara 2,
exislem 312.
A saber 1
Nacioaaes 236, mulheres 10, estraageiros 27, es-
jravos 37, escrava* 2.-Total 312.
Alimentados & custa dos cofres publicos 243.
S3i3 229*enfarmos IVTotal 242.
Pa*sagelros. -Chegados dos portos do sul
no vapor basileiro Parand :
Ernesto Jose da Souza Leal, Bonifacio Riosa, D.
Carolida Riosa, D. Julia Riosa, Joao D. Pinto
Alelxo, Manoel de Amorim LeSo, J.ise Ferreira
Velloso, Pedro Derfolt, Jo^e C C. de Vasconcellos,
Thomaz Espiuca, J. de L. Piut'o, D. Lutia de Oli-
veira, Leon Cbapelin, Simao Pereira da Luz, Dr.
Parece estar a espera de que encareca 0 di-
nheiro e com receio da aigara acon'.ecimento i-
minente.
a Este receio augjoenla com 0 estado deseonhe
cido dessas pragas dos eraprestinos de e-talos po drigaes e FrJaci
bres oa de peqaeotts ootttrlrtadores* syndicatos- .
que toraam enormesHioigoos dos emprestimos|nat-
peraoc* de lucros fabuioooa, 0 seria para iamentat
ver as operagoes de credito do Brasil, ate boje isen-
hooestas destas '.contribaigdes tao onerosas lid
prejudtctaes a sua repntacao, expustas agora a
semeihante* porigos.
Os sjrrjdrcatos lem desagradado por tal forma,
qae es esplftrttslas nio qaerem mats ttr%ar 0
seu Uioherrn em empreslttnos agAteiadoi por este
meio, pott quo sobre efies se p6t ommada M Waca
0 Jogo d prteen, b de ha muito que transaeeoes tao
corrorapidas poaeo lisongeiam oolfacto dos homens
Ui. N.n hicttuus urmo. Veja se 0 que diz, em
Chateaubriand B. de Mello, Domiagos JoiS Piraen-
ta, Dr. Fraacisco Rodrigues Setle Filno, Manoel
Andre Branco Antonio Ferreira Leal, 5 eseravoi
" praeai e IS amigraotea.
Segnem para 0 norte no Me3ln6 vapor :
Dr. Deocleciano J. H. Bicellar, M.-yses Fayl, Do
ming03 Sergio de'Sabdia; ITaboel B. da Costa Ho-
Filgaeiraa Sobrioho.
isboa no brigue portuguez Li-
Clrefeados
giiro III :
Antofllb d'e Sdatt Bel6m e FranchctJ Martms Ro-
diaguas da Conceicao.
- SaWfJrjs pa* 0 flarte do vapoh Mandahu :
Ji>se Louronoo Meira, Sorio-Lins Moira, Fran-
Cisco- Jo?e da Corta SotnL
Cenatterfo pwblteo.-Obituario do dia ft
de dezem'bro:
Joaquim Felipbtt da Vefga, branco, Pernambu-
co, 44 annos, aoltairo, S. fort ; raephite perino-
tosa.
IlermeBaa, brtnea, Pernamfiacb, i anno, S. Jo-
se ; tariolaa.
OsiiiuriICA JUDKIAKUL
TUiatJ.VIL Dl RKL.VC.iO.
SESSAO DB 18 DEDEZEMBRO DE 1874.
PRESIDKNCIA DO EXM. SR. COW8ELHEIRO
GAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da maqh i, presentes 03 Sr*. des-
embargadores Silva Gutafaraes, Lourenco Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuquerjue, MolU.oro-
curador da Cjrda, Accioli, Domiagaes Silva e Sou-
za Leao, abrio se a sessao.
JULGAMKNTOS.
Recurso de fallencia.
Do jaizo especial do Recife. Recorrente 0 iui-
zo, recorrido Manoel Teixeira Bastos. Relalor 0
Sr. desembargador Loureogo Santiag.5. Adjantos
os Srs. deserabargadores Dorningues Silva e Soaza
Leao.-Deram provimeoto ao recurso, para des-
prondnciar ao recorrido.
Recorrente 0 juizo, recorrido Silva Guimaraes &
t. Reiator 0 Sr. dosembargador Reis e Silva. Ad-
juntos os Srs. deserabargadores Almeida Albu-
querque e Accioli.Iraprocedente.
Recursos crimes.
De Palmeira do3 Indi'03. Recorrente 0 juiio,
recorrido Alipio Coelho de Barros Lima. Reiator
0 Sr. desembargador Reis e Siva. Adjuntos os
Srs. deserabargadores Accioli e Souza Leao.Ira-
procedente.
Oo Brejo.Recorrente 0 juizo, recorrido Galdi-
no Soares da Silva. Reiator 0 Sr. desembargador
Almeida Albuquerque. Adjuntos os Srs. desem
bargadore3 Lourengo Santiago e Accioli.-Impro-
cedenle.
Do Brejo.-Reco;rente 0 juizo, recorrido Paulo
Jose de Lima. Relalor 0 Sr. desembargador Ac-
cioli. Adjuntos os Srs. desembargadores Reis e
Suva e Almeida Albuquerque.-Iraprocedoate.
Da Palmeira dos Indios. Recorrente 0 juizo,
recorrido Mnoel da Costa Brasil. Reiator 0 Sr.
desembargador Dorningues Silva. Adjuntos os
Srs. deserabargadores Souza Leao e Almeida Al-
buquerque. Iraprocedente.
Appc-llagoes crimes.
De Itambe. Appellante 0 juizo, appellado Ga-
briel Jose de Brito.A novo jury.
Do Bom Jardim. Appellante JosS Vieira da
Silva, appellada a justiga.Improcedente.
De Pedras de Fogo.Appellante 0 juizo, appella-
do Guilhermino Carneiro da Silva Iraprocedente,
De Tacaratil.Appellante Joaquim Jose Vieira.
appellada a justica.Modiflcou-so a pena.
Da Iraperatriz. Appellante Aatooio Silvestre
de Barros, appellado 0 juizo.A novo jury.
De Tacaratu.Appellante 0 juizo, appellado
Dionizio Antonio da Silva. -A n>vo jury.
Do Recife.-Appellante Joao Gomes da Co-ta,
appellado Manoel Odilon de Lima Viraes.-Re-
formada a sentenca.
De Rio Formoso.Appellante 0 juizo, appellados
Joaquim Pedro Patnota e ouiros.Improcedeute.
Do Recife. Appellaate Aurelia dos Saatos Coim-
bra, appella las Fraacisco de Paula Cosla e outro.
Iinprocedeate.
Appellagoes civeis.
De Graaja.-Appellaate Leoaor Maria de Olin-
da, appellado Mauoel Jo-e do Carmo.-Maadou-se
a uraa diligencia.
Do Recife. Appellaate a fazenJa, appellado
0 visconde de Suassuna. Desprezados os embar-
go?.
Do Gabo.-Appellantes Manoel Ignacio de Al-
buquerque Maranhio e outro, appellados Manoel,
Ignacio e outros.Desprezados os embarg03.
Do Recife.Appellante Manoel Azevedo de An-
drade, appellados Matbias de Azevedo Villarouco
e outro.Desprezados os embargos.
Do Recife.Appellante Augusto Octaviano de
Souza, appellado Manoel Fernandes da Silva.
Desprezados os embargos.
Dj Recife.Appellaate Jusiino Pereira de Fa-
rias, appellados Farias 4 Goraes. Goalirmada a
sentenga.
De Maceio.-Appellante Antonio Bento Barbo-
sa, appellados herdeiroa de Antonio Bento d
ai auju e uuiros Despreeados os emoargos.
Do Recife. Embargaate a compaohia Draina-
ge, erabarga Jos Joaquim Dias da Silva Guimaraes.
Desprezados os e.nbargos.
DeSeriohaem.Embarganta Jos6 Alves de Fa-
Do Sr desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Accioli :
Appellaelo commercial.
Do Recire.-Appellante Franci-ci AMoni-i 4>
Albuquerque Mello, appellados Hibo SAwt-
tbau & C.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. dnifim
gador Dorningues Silva :'
Appellagoes cireis.
Do Recife.Appellante D. nenriqneta, Br so
I'nrador, appellada D. Senhirinha Haxinu P rein
Bora.
De Alagoa NovaAppellante 0 Jwzo do d.reita'
appellado Virgina, por seu curator.
Do Sr. deeembargador Domiagaes Silva a 1 Sr.
desembargador Souza Leio :
AppellaerJes crimes.
De Agna Preta.Appellante o juizi. appel .! >*
Estevio, S-bastiio e Joaqnim. escravos.
Appellacao commercial.
Do RecifaAppellaulefraoeioo Rodriirnei dot
Santos, appcilado Jose Goncalvci da Cruz.
Do Sr. desembargadur Souza Leao ao Sr. de*-
embargador Silva Guiraarao*:
Appellagoes crime*.
Appoilanle Polycarpo da Silva Arauio, pp* la*
0 juizo. ^^
Appellagio civel.
Appellante Joio Ant mo de Seixas, appe'la-la
Aaaa Victoriaa da Rocha.
Diligencia erirau.
Ao Sr. desembargador promotor da justica.
Appellacoes crimes.
Appellante 0 jalw, appellados Joec H;uriqna 4*
liollanda Chacon a outros.
Appellante 0 jaizo, appellido Bernard > Ion d -
Carmo.
Appellante Antonio Jose Henrique, appe^ad*
Manoel Hodrigues da Silva Norjr.
Appellante Jose Joaquim do Sail'Anna, appella-
do Adelioo Cavalcante da Cunha Rogo.
Appellante 0 ju Bom Jardua, appailado
Joao Francisco Xivier.
Ao Dr. carador geral :
Appella;.v> rjwot.
De Atalaia.-.\;,;..-i!-.iii.-K ii.tpeda Cuate Uu
Araujo Rrcha, appellado J >. Antooio de Alme.da
Guumraes.
Com vi-n as tart s ;
AppL'lla.;5es crimoa.
De Ignarassu.-Apr-tliante o jaizo, appeilalo
Joao Jose Vieira.
Appeli.r.iu raram rciai.
Do Recife.-Api.-laote Miiiid* Silva Pjate,
appellado Luiz Ant mo ii;- Sique.ra
Encerrou-se a si-s-.io a< 3 boras.
ria, embargado Joso Pereira de Araujo.Recebe-
ram os embargos.
Do Recife.Appellante 0 pardo Galdino, appel-
lado Antonio M chado Pereira Vianaa. Despre-
zados os erabargjs.
Do Recife.Appellante 0 barao de Nazareth, ap-
pellado Jtao Xavier ilarneiro da Cunha e outro.
Reformada a sentenga.
De Penedo.Appellante Jo3i5 Francisco Pinheiro
Caze\ appellados Antonio Gomas d03 Saatos & C.
Desprezados os ertbargos.
De Areia.Appellante Manoel Valerio dos San-
tos, appellado Clementino Antonio do Sobral.
Desprezados os embargos.
Do Racife.Appe lante os admiaistradores da
massa fallida de Sebastiao Jo=e da Silva, appellado
Antonio Valentirn da Silva Barroca. Coulirmada
a sentenca.
Do Recife.-Appellantes Pereira Carneiro 4 C,
appellados Aristides Duarte Carneiro da Cunha
Gama e outro.Confirmada a sentenga.
Do Recife.Appellante Carlos Leclere, appella-
dos Joaquim Bernardino Ferreira e outro. Des-
prezados os embargos.
Do Recife.-Appellantes Silveira 4 C, appellado
Antonio Paiva da Fonceca. Confirraadi a sea-
tenga.
Do Recife.Appellante 0 visconde de Suassu-
na, appellados Manoel Pires Ferreira e outros.
Cmflrmada a seatenga.
Do Rocifa.Appellante Francisco Evaristo Ri
beiro Varejio, appellada a fazenda e Jose Felix da
Camara Piraentel.Ficou adiado.
Da Iraperatriz. Appellante Manoel Ferreira
dos Santos Netto, appellado Zeferino Lopes de
Barros.Declarouse 0 accordao.
Do Recife.Appellante Maria Antonia de Faria
e Silva, appellados Adolpho Bach e outro.Das
prezados os embargos.
Appellagoes commerciaes.
Do Recife.Appellante e barao de Bemflca, ap-
pellados Jeronymo Delsac e outros.Desprezados
os embargos.
Do Recife.Appellante Vicente Alves Moreira,
appellada D. Silvina Fernandes de Soaza.A ama
diligencia.
Do Recife.Appellaate Elias Emiliano Ramos,
appellado Manoel Alves Ferreira.Desprezados os
embargos.
Da Fortaleza.Appellante Joaquim Frau'isco
da Costa, appallaaos herdelros de Jacob Kant.
Coaflrmada a some ra.
Do Recife.Appellantes D. Maria Candida Gon-
calvese ouiros, appellaio Franoiaca Antonio Pe-
reira.Coaflrmada a sentenca.
PASSAOENS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacao crime.
Do Pilar. Appellante Maria Luiza da Paz, ap-
pellada a justica.
AppellacSas commerciaes.
Do Barrerros.Appellante Joao da Silva Leite,
appellada D. Clementina Lniz Barradas.
Do Recife.Appellants Balthasar Pinto de Gou-
vela, appellada Joaquim Jose de Azevedo.
Do Sr. desembar'gidor Lourebco Santiago ao Sr.
desembargador Reis e,Silva :
Appellacao crime.
De Agaas Bella?.Appellante 0 jaizo, appellados
Aritonlo Salomao Fejo e Manoel Nunes da
Gama.
Do Sr. desembargador Raise Silva ab Sr. des-
embargador Almeida Albuquerque :
Appellagoes civeis.
Do Recife. -^Appellante Miguel ArchSnJo da
Cunha, appel.lados T raeaores Aagasw, Carlos,
Eduardo e Lydia, por seucrirador.
Be Goyanna.ApneTlinte D. Louren^ Alexan-
dTina Bafbartho' e outros, appelladrJ 0 jaixo. ,de
direito
Do Sr. desembargador Almeida a Arbnquarque
ao Sr. dbsembargad* Atjcibri:
Appeft^OBs crimes.
D8 6am.qi|e1r?.Apppllgjite 0, jaizo, appeflido
laqte 0 jurzp, appet-
Francfs: 0 de ftftlli'
appellada a jusga.it
"aro.
Joaquim da Slrva,
TribnntiS o comaiereio.
ACT A DA SESSAO DE 17 DE DEZEMBRO IK
1874.
RKSiDK.VClA DO EXM. SR. OiXSKMfBXaO AKSELM1
nUMUOB PKnBTTL
A's 10 horas da aaaa, presentes on Srs. do-
putados secretario Oliuto Bastos, Lopes Maenad 0,
Alves Guerra, e 0 Sr. suppleote .-a Leitao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente abrio a sessio.
Lid a, foi depois appro vada a acta da sessao ant -
cedente.
EXPEDIENTS
Ofucios :
Do corretor geral Gaoiidi \'.c forado, aecusan-
do 0 recjhi.nenlo do offlno da 3 Jc corrente. Ar-
chive-se.
Da Miguel load da M>l, c .rretor geral, accu-
sando a n-.cepgao de um ..111 :i> que com data de 3
do corrente Ihe fora ding/lo.-Maoloa-so ar-
chivar.
Forara di.-tribuidos os seguinfs tnm :
D aria e copiador de Costa Ribeiro A C, dit
de Farias & C, ditos de Ramos k Carueiro, di-
rio de Cardoso A Villica, dito de Jose Joaqu. n
Feiuaudes & Filho.
DESPACBOS.
Re iu- rimentos :
Dj Joao Romarico de Azevedo Campos, suje.-
tando a registro a nomeagao juut.i de sea caixeiro
Luiz Jose de Souza Leal.Proceda-se ao registro
peliio.
Da Joio de Oliveira Leite v\ S uza, para dar-se
baixa era a nomea;ao de seu caixeiro Joao B 1
tista do Espirito Santo.Como r> quer.
De Francisco de Oliveira Leite Guimaraes, soli-
cittndo a eliminagao de sea ex-ciixeiio Francisco
Antonio da Silva Rios. Deferido.
De Eduardo Correa de Mes jnita Cardoso a Jo
dos Santos Villaga, reraerendo quo a refristre 0
coatrato social junto que eelebrraj>.Vista ao
Sr. desembargadur fiscal.
De Jose Luiz Googalves Ferreira 4 C, para quo
se auk-rise ao corretor Franciscj Jo.-e de Oliveira
Rodrigues depor era uma aeeao pel s sapplisan-
ies proposta. P6de 0 corretor go qne tratam os
supplicantes farpr aa decuracoes a-que os uiosuks
supplicantes se referent
De Luiz Anguslo Boteli, pedimto quo se >*ert -
fique, a vista do distrato social de Chri tiano >\
C, se 0 socio Christian) Jose Esptnola retiroa-se
ficando todo 0 activo e passivo a cargo do soeio
Joao Jose de Castro Amorim. Cart 6que se.
Infurmagao da secrelaria, cubrin lo a replica do
Manoel de Souza Tavares & C, e f.v.ravil a pre-
ten.;ao dos mesmos.Vista ao Sr. desembargador
Gscal.
COM 0 PARECIB USCAL.
De Antonio Ferreira Alves t Jose Theotoai
D miagues, regMtro do seu contraut s ci.l Junto.
Nao tem lugar, a vista do parecsr fiscal
0 tribunal resolveu qae se elevasse a 6 0 nu-
mero dos avaliadores, votando contra 0 Exm. Sr.
conselheiro presidente e 0 Sr. depotado llactiado,
que opidavam para qne cratiuiia^sem a ser 4 os
lef-ridus avaliadores que teem de servir de Janei-
ro de 1875 a dezembro de 1877.
Foram nomea dos os seguiutes Srs. para os hi
gares de avaliadores: Alexandre America de
Galdas Brandao com 5 votes; Jai-a Gan^lve-
Ferreira e Silva com 5 ; Manoel da Crux Martins
com 5; Jeronymo Emiliano do Miranda Castr
com 4 ; Felix d'e Araujo e Albuquerque com 4 ; e
Alvaro Paulo Noblato com 3.
Nao havendo mais n da a despachar, 0 Exrr
Sr. conselheiro presidente encerron a sessao ao l|i
dia.
MBiiSAirOfcs, k mm
Sargeato de liaha.
Este inferior Antonio de Oliveira Rocha, do i'
batalhao de iolaoteria, homem iatrepido e inteili
gente, acaba de pre- zia de S. Jos6, relevantes services, nos dias 14 .
16 do corrente mes.
Forara tres dias assustadores oa rua de S. Joi .
as familias estr.vam .-obresaltadas, em presen.a d
crimes perpelrados no meio da rna a loa do dia,
havendo sido accommettidos em >uas proprus ca
sas dous chefes da familia, que fic.iram grave nan
te feridos t
Mosiron ser 0 dito iaferior um verdaieiro mi-
litar. Elia so e desarmado, alirou-so sabre 0
malfeitores, conseguindo obstar a coasummagir-
dos crimes maiores que intencionaram.
Prenieu ires em flagrante, entregaa os a policia.
e retiron-se maltratado com a farda em satiacos I
17-1874.
0 agente do imposto de consumo sobre
liquidos espirituosos, exige e.provoca ao au
tor do artigo que tem o titulo tstorvos 10
coromerciosahido no Jarnal do Rxife.
diga claro e positivamente quando, como, a
de que maneira oncontrou jamais 0 com
mercio embaracos e vexames da parte del
no decurso de nove annos que tem de
exercicio na mesma agenda. Nio o fazeo-
do, sera tido porcalumnialor, pnuco exac-
to em suas aQjrma;das, e portanto sem me
recer attengio.
As meniaas Riozas.
Hontem no Taprar Parand, chpgaram do;
portos do sul, 0 Sr. Bonifacio hiuU e suas
tiiuas Carolina e Julia artistes lyrico-dra
maticas, as quaes pretendiam dar alguas
espectaculo*. ado p adetnb reasiSaaaaT OasU
idea, deterrninaram retirar-se para Eu-
ro pa.
- 11 1 1 1'gar-------------
oeMMERCfi.
JUSTA DOS :ORJUTOas^
Pru Reelfe, 18 '
br. sle 18*4.
AS 3 BORAS DA TARDR.
coTACots omaaats
Ca'* do Rio de Janeiro V t*M #S0Q,

t
------------7



Diano de Peniambiio Sabba&o 19 tie Dezembro do 1874.
..-.
por 15 kilo*.
Apolices da divida publica de 6 0|0, 1:040*000.
Oitas de dita de 6 0j0 1:010} ex-dividendo para
15 de Janeiro de 1875.
Cambio wore Londres a 90 drv. 26 lj2 e do
banco 26 3(8 d. por 1*000.
Cambio sobre Paris a 90 d|v. 359 e 360 rs. o
franco, hentem.
Dito sobre dilo a 80 div. 364 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa a 3 d|v. 108 0|0 de preroio,
do banco.
Cambio sobre o Porto a 90 d;v 102 0*0 de pre
mio, hentem.
Pelo presidents,
- 4 P. de Lemos.
Pelo saereurtc,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Idem do dia 17
Vinagre,
ftendimento de 1 a 16
'dem do dia 17
etc.
8904910
335*212
sendo, de eomo asita o flisse e proterton, lavrei
1:564*879 este termo, no quart depots de lido se firraou, com
as dttas testemuubas. Eu, Secnndino Heliodoro da
Cuha, escrevente Jaramentado, o escrevi. En,
Maooel Maria Rodrignes do Nasciraente, escrivao.
1:2164112
:878#195
*LFA^rKOk.
tondirasnto o du 1 a 17. .
an do dia 18 .
351:362*714
i8:tW8*62
580:35U3
Descarregam boj 19 de dezeabro de 1874.
Tatacbo dinamarqaez Anna mercadonas pa
ra alfandega.
Barca franceza S. Andre materias inflamma-
veis para 0 trapicbe Conceicao, para pacbar. Z
Brigue poriugQPz Ligein ill varios goneros
para o trapicbe Conceicao, para des-
pachar.
Patacho inglez Silas Okoard farinha para o
trapicbe Conceicao, para despachar.
Patacho inglez *ey Jierosene para o trapi-
cbe Conceicao, para despachar, e para
deposito no trapicbe Vieira.
Barca pormguexa Lisboa pedras de caotaria
para otrapiche Cenceicio, para despa-
char.
Barca ingleza VolontaM Dio dormentes pa-
ra o trapiche Conceicao, para despachar.
Brigue ingles Dora bacalhao ja despachado
para o trapiche Conceicao.
Patacho inglei Cassandra bacalhao ;ja des-
pachado para o irapiche Conceicao.
Patacho Americano 0. C, Clary farinha ja
detpachada para o caes do Apollo.
Barca ingleia Amoy carvao e tijolos ja des-
pachados para o caes do Apollo.
Importacffo.
Vapor nacional Parana, entrado dog portos do
snl em 18 do corrente e consignado a Pereira Vi
anna & C, manifestou :
Carga do Rio de Janeiro.
Farao 67 caixa* a Beltrio A Filbos, 48 aos ccn-
signatarios, 2 surrSes a Morses & C
Macbinas de costura 4 caixas a JoSo Baptista
de Oliveira.
Papel pintado 1 caixa a Jose Nogueira de Soaza.
Rape 8 caixas aos consignatarios.
Carga da Bahia.
' Amendoim i sacco a Domiogos da Costa Fer-
reira.
Cbaruto 1 caixa a Keller & C, 1 encapado a
Ednardo Jose Velloso.
Mangas 2 caixas a Jomj Fernandes Lopes.
Papel I caixa a Lopes & C.
Rape 3 caixas a Meuron & C.
Brigue inglez Melita, entrado de New-Castle, na
mesma data e consignado a ordem, manifestou :
Carvao 453 toneladas e 3 quintaes a ordem.
Patacho ilaliano Ermida, entrado de Marselha
em 17 do corrente e consignado a E. Alexandre
Burk'iV C, manifestou :
Azeite 100 caixas e 1 barril.
Cominbos 15 saccos. Cemcnto 60 barrijas.
Erva doce 40 saccos. Enxofre 200 caixas.
Mercadorias diversas 10 volumes. Manna 1
caixa. Massas 600 caixas.
Sal 80,000 kilos.
Vinho 1 barril, dito branco 120 pipas. 445 bar-
ris de quinto e 310 de decimo, tado aos consig-
natarios.
Tbesouro provincial de Pernambuco, *8
le dexembro de 1874,
O escrivao,
. I. C. M. da Stfva Santos.
Banco (kHfliirerdal k Bragsu
Jorg; Tasrso.
37Rua do Amorim37
Saca qualqaer ouantia a .prazo on a vista so-
bre este Banc* eu Mias respeClivas agendas nas
leguiuies cidades e villas de Portugal, ilhw adja-
eentes e Hespaoaa, a >aber:
rartacal
o subscrevi. Diogo Baptista Fernandes, Francises medkamentos.
hospital militar, no trbneslre do 1* da jsneira a 31
de marco do futuro anno, comparecam na secreta-
ria do mesmo hospital, ne dia 21 do corrente mez,
pelas 10 boras da manna, com as soas propostas
em cirta fechada, indicando os prejos dos ditos
Agueda.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Arco do Baulhe em Ca-
beceiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Caminha.
Cbaves.
Castello Branca.
Coirabra.
Castro Daire.
Coura.
Melgaco.
Malhada.
Mirandella.
Monte -mor o vettro.
Moncao.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Port'Alegre.
Pinhel.
Ponte de Lima.
Portimao.
Porto.
Povoa do Varzim.
Povoa de Lanhoso
!! eoa.
Covilha. Silves.
Esposende. Santo Thyrso
Ehas Tavira.
Estremoz. Torres Novas.
Fafe. Tbomar.
Pamalicao. Valenca.
Fan. Vianna.
Figneira. Villa do Conde.
Gouveia. Villa Ponca de Ageiar.
Guarda. Villa Real de S. Antonio.
Guimaraes. Villa da Feira.
Lagos. Villa Nova de Cerveira.
Louie. Vinhaes.
Lamego. Yuen.
Lisboa. Villa Real.
Moviroento da Beira.
'Unas.
Fayal. Funchal.
Heepanha,
Badajoz. Madrid.
Barcellona. Orense.
Cadiz. Padron.
Caceres. P.mtivedra.
Campinas. Puentear^as.
Coruoa. Santiago.
Ferrol. Vigo.
de Araujo Cesar, Mtrrcolino da Silva Mindello. E
tendo o supplicante froduzido suas teslemonn&s,
que jnraram e>iar-"ajsente o suppiicado em lugar
incerto e nao sahido, sellados e preparados os
autos, m'os fez-o escrivao conclusos, nelles pro-
feri a sentenca do theor aeguinte: Hei por josti-
ficada a ausenoia do suppiicado J Albuquerque Maranbao; ?eja-lbe intimado 6 pro
testo de folhas por editaes, com 30 dias de prazo,
afflxados e poblieadoi pelos jornaes. 'Custas ex-
eausa. Recife, 12 de novembro de r874. OehasliSo
do Rego Burros de Lacerda, Por forca destami-
nha seaten^a, o escrivao fn passar o presnnte
edital, pelo qual chamo, cito e hei por intimado a
Joao Tavares de Albuquerque Maranbio.para que
compareca e^to juiio dentro do prazo de 30 dias
afim de allegar o que for de justica.
E pare que chegue a conheoimento de
tO'J(s, mim'lfi passar o presente, que sera
publicadu ^*-l iniprectsa aflNcaita nos lo-
gares dooustutuu.
Recife, 17 de novembro de 4-374.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do N'asci-
mento, escriv3o, o subscrevi.
SeboAtido do Ilego Barros 4k Lacerda.
00 PORTS
OESPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 17 M
DEZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Cordova, para Liverpool,
carregou: Rocha Lima & Guimaraes 2,200 saccos
com 165,000 kilos de assucar mascavado ; F. Cas-
cio & Filho 1,311' ditos com 98,325 ditos de dito.
Na barca iDgleza P. Alice, para Liverpool,
carregou : S. Brothers & C, 74 saccas com 5,851
kilos de algodao.
No navio hespauhol Francisquita, para Mar-
seille, carregou : A. Loyo 580 sacco* com 07,500
kiius de assucar rna?r.avadn
No navio hespanhol Marcelina, para o Rio
da Praia, carregou : A Loyo 50 pipas com 24,000
btros de aguardente.
No navio hespanhol Horlenda, para o Rio da
Prata, carregou : J. F. Ballar 13 pipas com 7,200
litros de agaardente.
Na barca portugueza A. Herculano, para
Lisboa, carregou : Araorim Irmaos & C. 100 sac
cos com 7,500 kilos de assucar branco e 24 ditos
com 1,800 ditos de dito mascavado.
No brigue portuguez Bella figueirense, para
Lisboa, carregou : M. C. L. Vianna 300 saccos
com 22,500 kilos de assucar branco.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, ua barca portugueza
Lisboa, carregou : M. L. Paes Barreto 600 saccos
com 45,000 kilos de assucar branco ; R. Pessoa
200 barris com 21,600 litros de melj; M. A. B. de
Menezes 35 pranchoes de amarello.
Para Acaracii, no vapor nacional Ipojuca,
carregou: J. A. G. Pires 2 casco3 com 1,200 li-
tros de aguardente, 1 barrica com 115 kilos de
assucar branco e 4 ditas com 219 ditos de dito re-
finado.
fara o Aracaty, no hiate nacional Graciosa,
oarregou : P. Vianna & C 10 saccos exa 1,140
kilos de assucar branco.
Para Mossoro, na barcaca S. Joao, carregou :
A. S. Campos 5 pipas com 2,400 litros de aguar-
dente.
:Var/o sahido no dia 17.
Mamanguape pela Parabjba Vapor nacional
Manduhu, cominandanteMarinbo, carga dilTe-
rentes generos.
Navies enlrados no dia 18.
' Rio de Janeiro e portos intermedios-9 dias, vapr-r
nacional Parana, de 850 toneladas, comraan-
dante Pamplona, equipagem 62, carga diiTeren-
tes generos ; a Pereira Vianna & C
Terra Nova 35 dias, barca ingleza Constancia,
de 234 toneladas, capitao David Mc. Girr, equi-
pagem 14, carga 3,300 barricas com bacalhao ;
a Johnston Pater & C
Lisboa26 dias, brigue portugnez Soberano, de
220 toneladas, capiiao Buginganga, equipagem
11, carga varios generos; a Amorim Ir-
mao & C.
Liverpool-44 dias, barca ingleza Cletnentina, de
326 toneladas, capitao A G. Hilton, e]uipagem
12, carga varios generos; a Simpson & C.
Richmond60 dias, patacho allemao Bertha, de
220 toneladas, capitao A T. Kuchne, equipagem
8, carga 2,610 barricas com farinha de trigo;
a Phipps Brothers & C.
Bahia10 dias, patacho americano ifurt/ E.
Ilia'jer, de 280 toneladas, capitao Grasineck,
equipagem 8, em lastro; a Ib-nry Forster & C.
Parahyba 24 boras, hiate nacional Flor do Jar-
dim, de 105 toneladas, capitao Joaquim Francis-
co da Silva, equipagem 7, carga barricas vazias,
e lastro ; a J. J. das Lages.
New tasueat dias, brigue ingle* Jteitia, de 200
toneladas, capitao William Scurrell, equipagem
9, carga carvao; a ordem.
Navios saliidos no mesmo dia.
Rio da PrataBrigue hespanhol Francisco, capi-
tao Jeronymo, carga assucar e outros generos.
Observacoes.
Suspendeu do lamarao para Bahia o pa'.acho in-
glez Belle, capiiao Mulcaby, carga a mesmi que
trcuxe de Terra Nova.
Fundeou no lamarao uma polaca hespanhola
raais nao teve communicaQao com a terra.
*
Manna,
Mostarda.
Flores de tilia.
Fios de linho.
Rosas rubras.
Agna de Vichy.
Salsa de Bristol. r
Anniduo. .
Amendoas doees.
Vezicatorios de Albespepes.
Enr.erado de LepeldryeL
Alcool de M graos.
Tintura de salsa e caroba.
Hospital militar de Pernawbuco, 16 de
dezembro de 1874.
0 escrivao tuterino,
J. Pinlo de Almeida Junior.
Peraote a caroara municipal desti cidade,
estarao em pra;a nos dias 18, r9,r2t, 22 e 2SBdo
corrente para serem arrematados por qnem maior
preco offewcer, os alugueres dos tamos e rasi-
nhas existentes na ribeira da fregoecia da Boa-
Vista : os pretendentes a taes arrematacdes, ha-
bilitem-sena forma da lei.
I'aco da camara municipal do Recife, 17 de de-
zembro de 1874.
Manuel Joaquim do Rego e Albuquerqae
President-*.
Francisco Angusto da Costa,
Secretario.
UECLAMCQES.
Coasuld provineial.
Pelo cuaenlado provincial, faz-se put lico aos
respeetivo-s -contribuintes, que do 1." de dezembro
vindouro por diante comeca a correr o prazo dos
30 dias uteis, rr.arcados no art. 3i do reg. de
17 de janho de 1873, para a cobraoca do prirnei-
ro semestre 4e decima urbana e da 5 0|p sobre
bens de mao rnorta, no corrente esercicio de
1874 a 1875, incorremdo na malta de 6 0\%
aqnelle3 dos eontribu ntes que nso eatisfizerem
nesse orazo os-eeus debitos.
Consulado provincial, 27 de novembro de 18 74
0 administrador,
Antonio Carneiro Vachado Rios.
ititialiiau de iiii'aiilciia ii. 0
0 conselho economico deste bataloao reeebe
px.poslasno dia 21 do corrente, ate as II boras
do dia, para o forneeimento dos generos alimenti-
cios, de primeira qualidade, abaixo declarados :
Arjoz pilado.
Assucar mascavinho r6na'.'o.
Azeite doce.
Bacalhao.
Came verde.
Dita secca.
Caf6 em grao.
Farinha de n.'andioca.
Feijao mulatmho ou preto do Rio de Janeiro.
Lenha (icha?)
Manteiga franceza.
Pao (kil grammas).
Toucinho.
Vinagre.
Esses generos serao recebid.s pelos pesos e
medidas f*o systema meirico d^'imal francez, e
postos no quartel por onta do (ornecedor.
yartel do Rbspicio era Pernambuco, 16 de de-
zembro de 1874.
Joaquim Jorge de Mello Filho,
Alferes secrelario.
De ordem do lilui. Sr. inspector dolhesouro
provincial faz-se scienle aus po.'suidores de apoli-
ce.s transff rldas, que devein troze-las a reparticjao
.He i) dia 31 deste mez, afim de serem noladas e
incluidas nas folhas d-.t yjro veuci-lo, nesle semes-
tre, cujo pagamento tera comeco a 16 de Janeiro
do anno futuro ; Qc.ndo excluidas desse pagamen
to as apolices dos possuidores, que ate aquella
data nio as tiverem trazido para o iim alludido.
Secretana do thesouro pruviucial de Pernaratin-
co, 17 de dezembro Je 1S74.
0 secrelario,
Miguel Affonso Ferreira.
1
IIT
a.
CAPATAZ1A
Readimento do dia l
lUa do dia 18 .
DA Ai.FANnRGA
a 17.
8:487*625
617*083
9:104*708
VOLUMES SAHUIOS
No ilia 1 a 17......
No dia 18. <
Prmeiraporu .
Segunea porta .
Terceira porta .....
Trtpic^e CoBCticao .
25,646
280
178
509
2,829
29.442
BBRVigO MAR1TIMO
4>>arngas descarregadas no trapicp* da
alfandaga.
Mo dia 1 a 17.....
no dia 18.......
* trapicte Concic4o
65
2
4
71
KBCEBEDORIA DE RENDAS JiNTfKNASGE
RAES DE PERNAMBDCC
iUadimonto do dia 1 a 17 31:233*421
'dan do dia 18 1:463*878
32:697*299
CONSULADO PBOVINCIAt,
Aandimecto do dia 1 a
idazs do dia 18
17.
101:890*882
3.809*048
105:700*030
EDITAL.
2." seccao.Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 17 de dezembro de 1874.Por esta
secretaria se faz i. ublico, de conformidade com o
art. 11 do decreto n. 817, de 30 de agosto de
1851, o edital abaixo transcripto, pondo em con-
curso, com o prazo de 60 dias, a serventia vitali-
cia dos offlcios de partidores, contador e distri-
buidor do terrao do Cabo.- 0 secrelario, Joao Di-
niz Ribeiro da Cunha.
0 Dr. Candido Valeriano da Silva Freire, juiz mu-
nicipal e de orphaos da villa e lermo do Cabo,
da provincia de Pernambuco, por S. M. Impe-
rial e Constiluciocal, a qnem Deus guarde,
etc., etc.
Face saber que se acham em concurso os offl-
cios de partidor e distributor, e de part dor e
contador deste juizo, creados pela lei provincial
n. 529 de 16 de junho de 1862, vagos, o primeiro
de partidor e distribuidor, por ter fallecido Thome
Jcse de Carvalho antes de ter tirado o titulo de
nomeacao ; e o segundo de partidor e contador,
por fallecimento de Francisco Verissimo de Albu-
querque Padilha, qde o exercia, e no prazo de 60
dias, contados da data deste edital, deverao os con-
currentes se apresentar babilitados, de conformi-
dade com os decretos de 30 de agosto de 1851 e 5
de Janeiro de 1871. E para que cbegue a noticia
de todos, mando qne este seja afflxado no Ingar
mais publico desla villa, remettendo-se copia para
a secretaria do Exm. Sr. presidente da provincia.
Dado e passado nesta villa e termo da comarca do
Cabo, sob o signal e seilo que serve ante este jui-
zo, ou valha sem sello ex-causa, aos 15 de dezem-
bro do anno do nascimento de Nosso Senhor Jesus
Christo de 1874.Ea, Manoel Jose de Santa Anna
Araujo, escrivio, o escrevi.Candido Valeriano
da Silva Freire.
AGENC1AS PROVINCIAES
Liquidos espirittiosos.
Heodimento de 1 a 16 2:130*691
249*383
Idem do dia 17
Rentonento de 1
Idem do dia 17
Bacalhao, etc.
a 16 2:924*690
s
Generos de estiva,
aandimenlo de 1 a 16 3:3171804
Idem do dia 17 614*328
Farinha de tngo, etc
Randimento de 1 a 16 1:923*668
Mando dia 17 926*640
Porno, etc.
ffandimento de I a 16 1:564*879
2380*074
2:924*690
3:932*132
2:850*306
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do cooimer-
cio, nesta cidade do Recife de Pernam-
buco, por Sua Magestade o Imperador,
que Deus guarde, etc.
Faco saber aos qne o presente edital vlrem, qne
por parie de Manoel da Silva Ponte*, me foi diri-
glda a pelicao do theor segninte : Illm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio.Manoel da
Silva Pontes, cumpriado lbe inlerromper a pres
cripcao de uma letra em 12 de novembro de 1869,
aceita por Joao Tavares de Albuquerque Maranhio,
requer a V. S. se digne admittir o seu protesto
nos termos do art. 453, n. 2, do cod. do commer-
cio, afim de poder haver em qualquer tempo a
irnportancia da mesma letra, sendo p mesmo pro-
testo, e porqne o aceitante esteja em Iugar incerto
e nao sabido, requer a V. S. se digue mandar ef
fectnar a citacao por meio de editos, justificada
a ausencia, assim pede a V. S, deferimento. E
recebera merce. Recife, 7 de novembro de 1874,
Diago Baptista Fernandes, procurador. Estava
sellada com o sello de estampilba na irnportancia
de 200 rs., regularmenle inutilisada, na qual del o
despacho do theor seguinte : Distribuida. Como
requer. Recife, 7 de novembro de 1874. Barros
de Lacerda. Em virtade do qual fora a pelicao
distribuida ao escrivio deste juizo, Manoel Maria
Rodrigues do Nastimento, o qual fez lavrar o
termo de protesto do theor seguinte : Termo de
protesto. Aos 7 de novembro de 1874, na cidade
do Recife, em men cartorio appareceu o suppli-
cante Manoel da Silva Ponies, por sen bastante
procurador, Diogo Baptista Fernandes, e disse pe-
rante roim e as testemanhas infra assignadas, que
rednzia a protesto o conteddo de sua petioSo retro
Matriz de Santo Antonio do1
Recife
De ordem do nosso irmSo juiz, convido a todos
os nossos ;baris-imoi irmaos para na dia segunda-
feira, 21 do correct*, as 5 l|2 horas da tarde, se
reunirem em o nosso consiston-', afim de se cons-
tituir a mesa geral para dar cumpriruento a um
despacho do lllm. Sr. Dr. juiz de direito e de ca-
pellas.
Consistorio da veneravel irmanlade do SS. Sa
cramento da fregaezla de Santo Antonio do Reci-
fe, 17 de dezembro de 1874.
0 escrivao,
Joaquim Antonio Carneiro.
Obras militares
A 27 do corrente, ao meio dia, sera nosta era
concurrenria a execncSo da caiadora, pintora e
pequenos reparos do quartel da companhia de ca
vallaria, orcados em 437:300.
Os pretendentes arresentera ua reparti;5o das
obras publicas (onde desde ja se acha o orcaraen-
to) suas propostas -era carta fechada.
Pernambuco, 18 de dezembro de 1874.
Chryssolito F. C*s:rb Chaves,
Engenheiro das obras militares.
Sociedade Propagadora da
In&truccao Publica
Parocbia do P Pelo presente sao convidados todos os socios a
se reunirem no dia 20 do corrente. as 6 horas da
tarde, na povoacao do Monteiro, na casa era que
fcncciona arespecfiva eseola, aflra de se eleger o
conselho director que deve dirigir os trabalhos da
mesma sociedade duracte o anno proximo- vin-
donro.
P6;o da Panella, 19 de dezembro de 1874.
0 secretario,
Augusto Carlos Vaz de Oliveira
Thoinaz de Aquino Fonceca # C.
Successowis
saccun por todos os vaporee, sobre as segniniei
pracaa;
Lisboa. Regoa.
Porto. Cbaves.
Braga Villa-Flor.
Vianna. Mirandella.
Viseu. Alijo.
Guarda. Favaios.
Coimbra. Braganca.
Guimaraes Lamego.
Rio de Janeiro.
Na rna do Vigario n 19.
Companliia Fidelida e
Seguros maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma s- guros man
limos e terrestres, a premios razoaveit, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratniti ao
iegurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Confereneias publicas.
De conformidade c*m o resolvido em seesao de
13, fa;o publico que, a primeira das confe-
reneias abertas sob os auspicios da ma;onaria
desta provincia, tera Iugar nas salas do theatro
Santo Antonio, as 11 horas do dia 20 do corren
le dezembro.
E' orador o lllm Sr. Floriano Correia de Brito
que dissertara sobre a questiio religiesa.
As pessoas que prelendem inscrever-se para
os confereneias qne se lhe seguirem, devem di-
rigir-se ao abaixo assiguado e preveni lo do ob-
jecto de sea discurso, afim de que a commissao
respectiva resolva nos te mos da disposicio VII
das bases ultimente appravadas.
Recife, 15 de dexembro de 1874.
Joio Martins de Andrade.
Secretario da loj.\ Ganganelle.
Irmandade de N. S. da Con-
ceicao dos Militares.
A mesa regedora em cumprimenio ao disposto
no % 9.' do artigo 22 dos estatulos, convida a to
dos os irmaos a reunirem se em mesa geral no
consistorio respectivo, as 8 horas da roanhit do
dia 20 do corrente, afim de elegerem a mesa re-
gedora que lem de servir no anno de 1875.
Recife, 17 de dezembro de 1874.
0 secretario,
Capitao Leopoldo Uchoa.
Sociedade Recrealiva Eulerpe.
Por ordem do Illm. Sr. presidente sac convida-
dos ; -dos os socios a comparecerera no rscinto
desta t( lade, domingo 20 do corrente as 7 ho
ras da i.w.lia, para em assemblea geral tratar-se
de cegocio desta sociedade.
0 vice presidente,,
A. Pacheco da Silva.

THEATRO
ENC RUZILHADA
Companhia i;jmna--tica e acroba-
lc.
DOMINGO 20 DO CORRENTE.
DAS 6 1|2 as 9 li2da noite.
0 espectaculo dividir-seha em 5 paries :
1." parte.
A barra flxa.
2.' parte.
Deslocacoes sobre cadeiras.
3." parte.
As escadas perigosas, na qual toma parte a
sympathiea artista Amancia Pereira.
4.a parle.
Grupo3 chinezes, nos quaes toma tambem par-
te a mesma artista.
5.* parte.
Dara Iim ao espectaculo com a setna comica
Serrano no mar.
03 bhbetes se acham a venda nesta cidade rua
do Calde'reiro n 92, ou em frente daquelle thea-
tro.
Camarote
Cadeiras
Reservado para senhera
PIate>
6*
2*
2*
Aferic,ao de Olinda
0 arreinatante das afericoes de pesos e medidas
do raunicipio de Olinda, scientinca qua o prazo
marcado a mesma afericao, finda-se em o nltimo
deste mez : os interessados dirijam-se ao Vara-
douro n. 12. Olinda, 16 de dezembro de 1874.
0 arrematante,
F. P. Advineula.
sioeiedade Propagadora da Ins-
trucrilo pub lira, em H. Jose.
De ordem do Dr. vice-presidente do conselho
parochial desta sociedade na freguezia de S. Jose,
de novo convido a todos os Srs. socios para no
domingo 20 do corrente, pelas 10 horas da ma-
nha comparecerem em o segundo andar do so-
brado n. 93, silo a rua Direita, afim de elegerem
em assemblea geral o conselho qne tem de func-
cionar durante o anno de 1875. De conformida-
de com os nossos estatntos, sera feita a eleicao
com o nnmero de sccios que comparecer. Secre-
taria do conselho parochial da Sociedade Propa-
gadora da Instruccio Publica em S. Jose, 17 de
dezembro de 1874.Jose- Bandeira de Mello, eon-
selheiro, servindo de secretario.
THEATRO .
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
Pelos celebres campanologos escocezes.
Ultimo
Grande e variado espectaenlo em benelicio das
Sras. D. Clara, D. Sophia, D. Graca e
D. Eisa.
0 programraa 6 composto das melhores pejas
de musica do repertorio, e os intervallos serao
preenebidos com lindas scenas comicas.
N. B. Recebe-se desde ja encommendas de
camarotes e cadeiras no escriptorio do theatro.
Massa fallida de Pereira de
Mello & C.
Oscredores podem rece-
ber oterceiro dividendo de
set^ por cento, apresentando
os titulos para ser annotado.
HOSPITAL MILITAR DE PER-
NAMBUCO.
Os senheres pharmaceuticos que quizarem for-
necer os roedicamentos abaixo menciooados, e ou-
o qual offeccta como parfe do presente qne flea, /fros one r>oam ser preo1'*?* para i receitruri" do
WISPS iVlARITiMOS.
Companhia de navegayflo a va-
por bahiana, Iimitada
Bahia, Aracajii, Penedo e Maceid.
E' esperado dos portos
acima ale o dia 26 do
corrente, o vapor Pe-
nedo, e seguira para os
mesmos no dia seguin-
te ao de sna ehegada.
Recebe-se carga, encommendas, passageiros e
dinheiro : trata-se na agencia.
57 Rua do Bom Jesns57
COMPANflUP ERNAMBUCANA
DE
^iavegacao costeira m vapor.
Parahyba, Natal, Macao, Mrssord, Aracaty,
Ceara, Acaraci'i e Granja.
0 vapor Ipojuca,
commandante Moura,
.-'guiri para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Reeebe carga ate' o dia 21. encom nendas, di-
nheiro a fre:e e passagens ate as 2 horas da tar-
de do dia da sahida : iscriptorio no Forte de
Matios n. 12._______________________________
Pacific Sleaiis Navigation C uupany
R. M.'STEAMER
(4.691
tOlK'l.i'lns).
Espera-se dos
porios do snl ate
dia 20 do cor
rente e seguira
para Liverpool,
tocando em Lis-
boa e Bordeos,
para onde rece-
bera passageiros,
encommendas e dinheiro a frete.
N B Nao sahira antes das tres horas da tarde
do dia de sua cbegada.
AGENTES
Wilson Bowe A C.
14 Rua do Commercio14
Para o Forto e Lisboa
pretende seguir com pouca demora a barca por-
tugueza Social, por ter porcao da carga engajada;
e para o resto que lhe falla e passageir is, trata-se
com os conngnatarios Joaqjim l-?6 Goncalves Bel-
trio & Filho, a rna do Commercio d. 5.
LEILAO
Fara o Ceara
DE
moveis
Massa fallida dt- Candido %!b-rto Sodre a
Molt*
SEGLNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
Na Capunga, rna d'Aroizade.
A saber :
Uma mobilla de jaearanda, coa 4 consoles cu.n
pedra e con v. rsadeir.j, I piano de jajaraada, 2
grandes espelhos, 2 serpenUnas, 2 aparadores fe
mogno, 1 mesa eia.-tiea, 12 cadeiras dejwco, *
cadeiras de balaBfo, de fai, I espelho, I lavator o
-de jaearanda. com pedra, I quartioherra, 3 m-
posteiros, 3 pares de cut tinados para janellas, t
sanefas, 3 lancas, 2 pares de iigoras, I Upete, I
eoleba para piano, esHra p.-ini> Ja sala de nn-
lar. *^
O ap^n!-* Matnn, ca runyriuu ntu aj mania* 'j
do lilm. Sr. Dr. juiz especial do eommercio, fa-i
leilio dos ruuveis acima, p< ri> nceotes a roaesa t *-
lida de CanJi lo Alberto ytltt da M tta, existen-
tes na terceira casa da rna d'Amnade, aa Capaa-
ga, enirada junto a igrpja de S. Jo du tfaagni-
nho.
Principia as 11 horas.
<3gue em poucos dias o brigue allemao Colmar,
ecebe carga a frete raodico a tratar no escrip-
orio de Domiogos Ahes Matheus, a rua do Viga-
rio n. 5.
Para Lisboa
o lugre portugnez Cidral, capita-) I Adrilo da Sil-
va, vai sahir com brevidade : para carga e passa-
geiros, trata-se com Silva Guimaraes A G, praca
do Corpo Santo n. 6.
COM PA > I HA BRASILEIRA
DE
!Vavezaclto a vapor.
fORTOS DO SUL
Commandante Quadros Junior
E' esperado dos portos I
do norte ale o dia 23 do '
corrente e seguira para'
os do sul, inclusive o da
Victoria, depois da de-
mora do costume.
Para carga, encommmdas, passageiros e valores
trata-se no escriptorio
7Rua do Vigario-7.
Rio de Janeiro. I
Pretende seguir com muita brevidade a barca
portuguezSopAio, por ter a ma'ior parte de seu |
carregamento engajado, e para o resto que lhe
falta, trata-se com os c^nfiinatarios Joaquim Jose"
Goncalves Beltrao & Filho. a rua do Commercio
n. 5._______________________________________
Para Lisboa e Porto
Vae sahir com muita brevidade o brigue portu-
gjuz Imperial, dot ter grande parte de carga
prompts. Para o re-to e passageiros, trata-se
com os cansignatarios Thomaz de Aquino Ponce-
ca & C. Successores. a rua do Vigario n. 19.
Venda de navio.
Vande-se o patacho nacional Africana, que se
acha ancorado no quadro da ?e? carga da carne-
secca : quern o pretender dirija se ao mesmo
para examina-lo, e a tratar c m scua consigna-
tarios Amor.m Irmaos & C.
DA
armacan, fazendas e mais moveis per'.t .-
centes ii massa falli 'a de Nind-llo All-
ves, existentes em o esUbeletimeato rua Duque deCaxias n.
SEGLNDA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
0 agente Dias, c< mpftent lo Illm. Sr. Dr. juiz eapaeW do n mm-rc;o, levira
a leilio no dia e ban acima iudicados, a arma.aa,
faiendas e movei<, eaiilmm emnrtferido
bi-lecimento. Os moveis eun&urn do .-gaiaOr .
Uma mohilia de {acaranda, c mpo.-u de I a,
I mesa redonda, 2 consulos, 2 caudras de brajifl
e 12 de guarniciio, 12 JiU- dr anian-H, I s, i-
dor de dito, I mesa redonda d.- dfea, I pa' de .!
solos de dito, 7 cadeiras de dito. I sofa de dif>, 1
lavatorio de ferro, c m jirr.i e iiaeia.
0 mandado aeha-se em podi-r do meria i .>-
te, onde pode de-de ja ser ixamiuado pek pietpndentes.
Agente Pesfana
LEILAO
ulensilios
DOS
e mais pfefeetM da r< lir a;Jo
Mta a rua
Imoerial n. 101
SEGINDA-FEIUA 21 DO CORRENTE
is ll horas em jx.nto
0 prep -to doagr-ut Peslaiu fara leilao. ore. l-
ta e risen de quern pertenctr, d>n utea-ilio* e ma t
objeclos da retina io cinu mein-i-ii.da.
Era um on BMH lotes, a v..ntade -U Sr. r m-
pradores.
Grande
LEILAO
Libras esterlinas.
\r_' 3 i i -n n/~\i I Uma mobiiia de i;i-..i-aiida. ri.inu'o^ta de I s a
endeiH AUgUStO F. d Oil- i consoles, tampo % pedra. lja.aioe.ra, tamp
Trr.* n ft C* *** Dedra' ^ cadeiras de bracos e 18 de guarni-i
Veira Ot, \j. \ grande espelho com m .1 lura a- urada, I pi'ar
DE
moveis, louca, vidros e fern meuta de ci-
rurgia, de Mveraut carros, c de urea oj.t!
ma parelba de rr.ullas, prociCM para carr)
Terca-feira 9 9 tlo i-arrentr
A'S 10 1|2 HORAS I A .MANHA
Em o 2.* e 3." andarcs ii i s brado darui
da ImptTAtriz ii. '.).
0 ageotc Dias, compa^nlemeaie antohsado p*-
lo Exm. Sr. desemhaiaii .r ;:ii r Uos, leva
ra a leMo, no lia e h-ra acima ndicaJo*. are
querimento 1a Exina Sra. riava .. iiiveiitariant-
dos bens qne flearaiu i r lailr .-. : in do |||m. Sr
Dr. Alexandre de hw IVreir d.. i:armo, t rr
veis e mais .iflipos. mm tlHHl .ni- nan
\ xiihcr :
Mnveis.
Uma mobiiia de ja:.iranda,
Rua do Cornmerci'- n 'ii.
BAHIA
Segue com este destino, oesles qnairo dias, o
palhabote Rosita, tomando para o r^ferido porto
a carga qne lhe apparecer, por i'ssj quem quizer
aproveitar, pode dirigir se aos consigna tarios Joa-
quim Jos6 Goncalves Bellrao 4 I'ilho, a rua do
Commercio n. 5.
de jaearanda, I cadeira para o me: mo, 1 >ofa- r"
jaearanda, com encosto de palhuria, 2 cade.rr
de balaneo. ;.ustri;v .12 uaas dt jacaranda.
ra casal, I grand ; :ia t^miedeamai
para livros, 1 griiJe uparador de rnufao, c
tampo de pedra e esywlho, I grand-! guarda kmca
de amarello, 1 mitbina para cnst'ira, I cabide &'.
amarello, I cadeira di Lrafi*, d: jaearanda, :
comraoJas de amai- .o, I jogo de tiagatela. 2 re-
Ijgiospara cima de mesa, i dito dt pa rede, 1 ban
ca de jaearanda, i guarda lot:pa de amarello, 2
mesas elasticas de dito, de 6 Uboas .via uma. '.
aparadores de dito, lorm.ad s, 2 i rtinheiras d
dito. 2 consoles pequenos, tampj u i pcJra, 1 baa-
ca de jncaranJa para escrevi r, 7 cadeiras de di: .
I mesa redonda de dr. >, 12 eafl3ir de aaarel:>,
I marquezao de duo, 1 twretaria dilo, I mobi-
iia de jaearanda, compa'ta de 1 t.i, 2 eaaaolos.
I mesa redonda, tampos de pedra. i cadeiras d*
bracos e 12 de gaarj;.;io. 2 eama* de amarello
Companhia alliancv maririuia
portnense
Empreza de navegaQio entre o Brasii e Pot
tugal
PARA 0 PORTO l
Barca portucueza Joven Adelaide, a sahir com a : Para crianca, I lavator* d- .1.:.. e ..u espelkw, u-
maxima brevidade, reeebe carga e passageiros : a Peles glides e pt-quenos, alcatif. t para salas e
1 quartos, quadros cim vistas e red >ma; comif-
ras de alabaslro.
Lru^a e vidru-.
3 pares de jarros para dures. 10 iguras del.u-
! ra, 2 figuras de alabartro, kmp ara almoco I
' jan'.ar, garrafas, cal.ce, copos, coo jwtcira*, Soc-
tratar com os seu?
Loyo & Filho.
consignalarios Jose da Silva
Rio. de Janeiro.
Para o indicant) porto recel-e v'arga a frete a
barca poriugueza Lisboa : a tratar cum Tito Li-
vio Soares, a rua do Torres n, 20.
LEltOEl
LEILAO
Aracaly
0 hiate Leonilia da Cruz sahe para o porto
acima indicado, hoje as horas da tarde : os se-
nbores carregadores qneiram proenrar seus co-
nbecimentos ate ao meio dia, i rua do Amorim
numero 60.
Companhia AUinca Mariti-
ma Portuen8e.
Empreza do navegagao entre o Brasii
e Portugal
Barca portugueza Victoria
Para o Porto
A sahir com a maxima brevidade. Reeebe ear-
Ei pasiageniros: a tratar com Jose da Silva
oyo A Filho.____________________________
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com rauila brevidade o brigue
Isabel, tem parte de seu carregamento engajado :
para o resto qua lbe falta, trata-se com o seu con-
lignatario Antonio Luiz de Oliveira Asevedo, rua
do Rom J'u n. 57.
DE
2 caixas com cliapeos de pallia, 700 cha-
peo dos Chile, e 1 caixa com 50 resmas
de papel amizade, tarjado, para luto
HOJE
A's IO 11 horas.
Em o 1 andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dias vendera, no dia e hora acima de-
signados, por conta e risco de quem pertencer, 2
caixas com cbapeos de palha preta e de cores, pa-
ra homem, 700 chapeos do Chile e I caixa com 50
resmas de papel amizade, tarjado, para luto.
Agente Pestana
leilao
DE
diversos objectos qne abaixo se declara
Hoje
A'S 11 HORAS EM PONTO.
Na rua da Imperatriz n. il B, loja.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos
abaixo declarados, em nm on mais lotes, a vonta
de dos Srs. compradores.
A saber:
310 bricquedoa diversos, proprioa para um bazar.
24 sabonetes transparentes.
18 cornetas de folha.
1 garrafa magica.
28 caixinbas de espnma.
140 apitos.
1 lote com uroaselvade flores, imita^ao deflaranja,
de 4 melros de comprimento.
5 caixas com sol dados de chnmbo.
50 cestinhas guarneeidas de seda, para meninos.
21 espelhos sortidos, de motdnra prata.
9 redomas com santos, para cima de mesa.
28 estampas com santos.
1 do grande para cima de mesa.
2 balr>s de papel.
teirasde vidro e I porta-licrr.
Livros de mediciua, diversos ferros cirurgi
1 mane juim.
Passaros.
Diversot passaros ,:n bonitasga.jlas. e diver-.-
gaiolas em tamamo e goslo.
Carros.
I carro grande enviiiracado.
1 dilo baixo para dous cavalios.
I v'tri iria para 2 cavalus.
I dita para I cavallo.
I cabriolet americano de 4 rcdas.
Mulla-,
I oniima psrelha de mulUs para carro.
Agente Pestana
leilao
20 caixas com superior champagne ea garrafa*
meias d us, da marca Raver, e II caiiM coa
ditas de ditas da marca Enclave Savaria.
TERQA FEIRA 22 DO CORRENTE
as It horas esa poato.
No armazem do Sr. Annes, defronie da al-
fandfga.
0 preposto do agente PesUaa lara Mam, par
conta e risco de quem pertencer, de II caixa:
cam superior champagne em garrafas e mama di-
tas, marca Rayer, e II ditas coa dita da dita da
marca Encloye Savarite.
Em nm on mais lotes, a vontade dos Srs. com-
pradores.
leilao


DE
nm sobrado de 1 andar e sotao, site A
de Hortas o. 14, com at aegutntet com-
raodidades: 1.* andar, S atlas, 4 quar-
tos,. 1 gabiuete e 1 ierrac<> ; aotfe, 2 at-
las, auaitus, cozinha ; andar larreo, t
salas, 3 quartos, quintal nasrado, vai de
rot i rua, cacimba, 1 taoque part ba-
nhos, quintal com um portlo, que di pa-
ra a rua de Santa Thereza
QUARTA-FEIRA 23 DO COMUKMTC
A'a 11 horas ra man hi
No escriptorio, i rua do Bom Jatot a. It,
primeiro andar.
0 agente Pmfeo Borgw, ievara a Mia a i
sctrado, por conta e rwen de
.

I


"'"'
1
<
Diario do Pernambuoo Sablido 19 de Dezembro de 1874.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar,
e qualqaer esclarecimento, com o mesmo agente.
0 raesmo sobralo acha-se bem localisado, e os-
ta gitaado em rua commercial.
Agente Pestana
LEILAO
pro
DE
uma armacio de amarello toda envidracada,
prla para qualqaer esiabelecimenio
QUARTA-PEIRA 23 DO CORREiNTE
a 11 horas en* ponto
Na rua de Marcilio Dias, aniiga Direita n. 13.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
coou e risco de quern perleneer, da armacao de
amarello envidracada, propria para qualqaer esta-
belecimento, s!ta na rua Direita n. 13, onde os
Srs. pretendentes poderSo ir examina-la.
&KIL&:
IIi:C5 IIEIi%
A
Salsa eCaroba
VENDED iS ?ELOS PRECOS 10 COSTUME
Telegrs
DE
uma grande casa terrea sita a rua de S. Jo-
se* a. 37, com as coramodidades seguin-
tes: 2 galas, 3 quartos, 1 grande cozi-
nha fora, quintal murado e bastante gran-
de, e cacimba
QUARTA FEIRA 23 DO CORRENTE
na 111|1 horns
No escriptorio da rua dp Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
Por intervencao do agente Pinho Borges.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar.
eqqaliiaer esclarecimento, com o mesmo agente,
LEILiO
DE
uma sasa terrea sita & rua de S. Miguel em
Aiogauos, n. 33, tendo a mesma de (ren-
te 2 janellas elp >rta, 2 salas, 2 quartos,
cozinha f6ra, cacimba e quintal murado,
em chao proprio
Quarta-feira S3 do eorreate
as 11 1|9 her as
No escriptorio da rua. do Bom Jesus n. S3,
primeiro andar.
Por inicr venffte do a genie Piano
Benges.
Os Srs. p-etendentes podem desde ja examinar,
e qualquer esclarecimento, com o mesmo agente.
AVISOS 0VE8S0S
Quern precisar de uma ama de leite
muito boa, sendo crioula e sem filho ; diri-
ja-se a rua da UniSo n. 45, casa de Joao
da Cunba MagalhSes.
Aluga-se o 1 andar com sotao, sito a rua de
D. Maria Cesar, ontr'ora Seozala-Nova, n. 37, ree
dificado e pintado, com grandes commodes: a tra-
cer na rna de Domingos Jose" Martins n. 48.
amma.
Assemble* do commercio, a rua
do Commercio n. J2, 18 de dezem-
bro as 6 boras e 13 minutes da
manha.
Prepara-ie ne>te e tabelecirneut) quantidale
:-xtraordinaria de
Pastel s
Bolos
Pudins
E doces
para satisfazer as exigences do publico, nos dias
de Testa qua esiao a porta.
Hecebem-se encommeadas para qnalqner dos
artigos.atima, e mais dos segurates:
LE1T0ES (assados)
PERUS
PATOS
GALLINHAS
PEIXES
E FRUCTAS (sem ser assadas.)
e tudo mail que for necessario para uma mesa
(comme il hut).
Ha tambem sortimento completo de bebidas
finas:
CHARTREUSE
VERMOUTH
ABSINTHO
VINHOS GENEKOSOS
(Agencia)
E CERVEJAS.
Meira & Lima.
Oabaixo assignado, tendo comprado urn
bilhete inteiro da loteria do Rio de Janei-
ro, ileu por conta 12)5000 e assignou por
traz: e, como ate o presente nao appareceu
o vendedor Jose" Joaquim da SiWa Araujo,
previne ao publico qua n3o negocia-se o
bilhete. e caso esteja premiado nao se pa-
gue scnao ao abaixo assignado.
A loteria 6" a que corre no dia H do cor-
rente.
Antonio Borges da Silveira Lobo.
CRIADA-
Precisa-se de nma criada portngueza para tra-
tar de nma cnanca : a tratar na rna Daque de
Caxias n. 8i, loja.
Costureiras para modista.
Procisa-se na rna da Palma n.3i.
f\j
ALOATRAO DE GDYOT
licOr concentrado e titiilaco
0 Srir Guyot chegou a tirar ao alcatrao a
sua acrimonia e o seu amargor insupporlaveis,
o que o lorna mais soluvel. Aproveitando essa
feliz descoberta, elle prepara urn licdr con-
centrado de alcatrao, o qual, sob urn pequeno
volume, contem uma-grande proporcao de
principios activos.
0 AfoatrAo de Cnyot (Goudron de
Guyol) possue por consequencia todas asvan-
tagens da agua de alcatrao ordir.aria, sem ter
os inconvenientes. Basla deitar d'ellc uma
colher de cafe n'um copo d'agua para obter
logo urn copo de excellente agua de alcatrSo
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offerece
economia de tempo, facilidade de transporte
e evita o manejo l3o desagradavel do alcatrao.
0 Alcatrao de Gnytit substitue com
vanlagem muilas tisanas mais ou inenos
inertes, nos casos de defluxos, bronchites,
tosses, catarrhos.
0 Airatrou de Guyot 6 empregado com o maior exito nas molestias seguintes :
EH BEB1DA. Uma colher de cafe para tun copo d'agua ou dual colheres de
iopapara uma garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITAQAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EM FOMENTAQOES. Licdr puroou com umpouco d'agua:
AFFECC6ES DA PELLE
COMICH6ES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUCO
! r.pecil )
EH INJEC0ES. Omaparlede licdr equatrod'agua (efficaci. inieira
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Alcatrao de Gnyot foi experiment ado com um verdadeiro exito nos
principaes hospitaes de Franca, da Belgica e da Espanha. Foi reconhecido
que, para os tempos de color, elle conslitue a bebida a mais hygienica, e so-
breludo durante os tempos de epidemia. Uma intruccao accompanha cada vidro.
Depoalto feral em casa, L. FHEEtF. 19, me Jacob
Mabamiao. Ferreira et C".
Rio Jiirnao, DopoBchcIlet Cheolo.
Pebsakei'co, P. Hanrer et C".
Baiia, Hum et C-
Oto-Prito, Candldn WellerMMi
Pelotas, Antelro Leivas.
Maceio. Faleo Dias.
Porto alcgbe, Francisco Jote BeDo.
BENEDICTINE
LICOR DOS MOBGES BENEDICTINOS DA ABBADIA DE FECAMP
Este c^lebre licdr tao
appreciado do publico
ao ponto de se eiicon-
trar hoje em todas as
boas mezas, tan to no
Restaurante como no
jaatar domestico; nos
grandes hoteis como nos
saldes dos principes, por
isso e-eJle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
t&c,6e8, cuja maior parte
de falsa provenencia.
Como termo final de
garantir aos consomma-
dores cuidadozos am
producto puro, exquisito
e essencialmente hygie-
nico, contra estaa falsi-
ficacoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, a
saude, damos retro o
modelo da garaffa e mais
acima o dos sellos e le-
treiros que envolvem o
verdadeiro licdr benedic-
Una.
OBSERYACAO IfflPORTAHTE.
Recommendamos particularmente. ao publico em geral, o exi-
gir 9 tetreiro acima, qui 4 setnpre potto no (undo dot garaffas
dude o V de Oulubro de 1872 que tern a assignatura de
. A. LEGRAND aln$, director seral.
n. B. Bm tearpoa do epidemia o aBHEDlcrmo am preiervativo
certo; am granda nnmero da eaUbrfdadea madleaa tern dado o
oei Ufloada bem formal.
i A. LEGRAND ai^, en Ftcntnp (Pruea).
\ DepMito geral em Pernambuco, A. REGORD.
FUNDICAO DE FERRO
i' rna do Barao do Trionpho (rna do Bran) ns. 100 a 104
CARDOSO IRMA0
AN IS.\.M aos senbores de engenh/s e outrog agricultures e an publico em geral qo.
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macbina s ne
"nssarias aos estobeleciineutos agricoias, as mais made: nas e melbor obra qoe tern rindo
io mercado.
vapOre8 de force de 4, 6, 8e 10 cafallos, os melhorea quetem vtndo ao merado
alueiraS de sobresalente para rapores.
lOeDQaS mteiftlS e meiaa moendas, obra como.nunca aqoi feio.
faixaS fiindidaS e baUdas, dos melhorea fabricantes
\OOaS U aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadaa.
f^odaS dentadaS de todos oa tamanhos e qualidadea.
Llel0gi0S e apitOS paja etapors.
-OIHOaS de ferro, de repucho.
IrauOS de diTersas qualidades.
FoniiaS para aSSUCar, grandes e pequenas.
V^arandaS de fenO ftindido, francexas de diversos a bonitos gostss.
r OgOeS irailCezeS para leoha.e carvSo, obra superior.
Ditos ditos par. gar.
Jarros de ferro fundido para ardim.
Pesde ferro para mesa e banco.
Machina para gelar agoa.
V alVUiaS para bomba e banheiro.
Oorreias inglezas p. machinismo.
bailCOS e SOias com &* de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidio qualqaer obra ou macbina, para o qne teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
^jIlCOninieDdaS main<'ain v,r Pr encommenda da Europa, qnalqner machinismo.
para o qne se correspondem com nma respeitavel casa de Londres
i com am dos melhores engenheiros de Inglaterra; inenmbem-se de mandar assentat
utas machines, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDIQAO DE CARDOSO d IRMAO.
PUNDI^AO DO BONfMAN
RUA DO BRUM N. 52
(Paesando o chafe riz>
PEDF.M \OS Soii'i'rts ']. iuget.l'.ia i.lr.is f{ vliinismo o favor vie laer u>i:a visile a sr-u fSiabalnciMi^utx, \mn i* em > "*o s^rumen-
ito compieto que abi tem ; sen Io tuJn supurior em quvi ini>; fcllaaaa ; o que com a ins-
truccao pessoal pode-se vnrifiear.
I ESPECIAL ATTl-.Ml.YO AO aNUMEUO E LUtiAR DE SU\ FL7IIMCAO
apOreS e rOClaS (I agua dos mais modemos systemas e em tamanhos coo-
venientes para as diversas circumstancias dos senbores proprietanns e para descarocar
algi dao.
MOendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existerr.
KOdRS dentadaS para auimaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
iViacnmiSIDOS para mandioca e algodao, e para serrar maduira.
DOmbaS de patente, garantidas........
lOdaS as macnmaS e pegas de que se costuma precisar.
Faz qualquer concerto de machinismo, preco m m*
rOrmaS ue terrO tem as melhores e mais baratas existntes oo mercado.
ILnCOmmendaS. Incumbe-se de mandar tir qualquer machinismo i Tonta< i d
clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem as compras por intermedio de j-os? a
enttndida, e que em qualquer necessidade pode Ihes prestar auxilio.
Arados americanos e ***** agri& i.s.
RUA DO BRUM
PASSANllil O C
ODILON DUARTE & IRMAO
bSBELLEIREIROS
Premiados na exposiqao de 1872
RUA
FiPERATRIZ
RUA
oa
IMPERATRIZ
N. 82|
|. ANDAR.
Acauam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
diccSes possiveis de bem. servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
quillo que f6r tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu
mulares, Acres, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginayel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do qne ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 */o nienos que outro qualquer, garantindo
perfeico no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tarrto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porijao e a retalho e todos os utensilios perteacentes A arte de cabelleireiro.
Precisa-ee aiugap urn
preto de meia idade. nesta
typographia.
Aloga-se o andar e soiao do sibrado sito a
rua do Marquez de Herval d. 61 (antiga rua da
toncordia), tem commodos para grande familia,
eora gaz, pintada, esteirada e alcatifada ; a tratar
na rua Duque de Caxias n. 53
Nao ha nada mais barato.
Caixas com seis libras da sabonetes inglezes
a 38 a caixa : na rua do Marqiez de Olinda
Para aboaconserva^ao
YOSSOGA BELLO
0 abaixo assignado, creator de. Drnar Beda Ma-
ria da Camara Brlto, moraddra no engeuho Uniao,
do termo de Ipojuca, se acbando em questao
com e?sa -enhora, para pagamento de am debito
de mais de am coo to de ris, embarg u Hie um
escravo, de aome Amaro, que ticou depositado
em poder da mesma D. Bernards ; previne por
tanto a quem .possi interessar, que nao fa^a ne-
gocio com ese estravo, que nio se acha desem-
bargado e nao pode presentemente ser objecto de
transaccao.
Escada, 17 de dezembro de 1674.
Deodato Luii Francisco Monteiro.

.-Uvaro VuuuMio de Almeida.
Maria de Castro Almeida, seas
iilhos e gearos, mandam resar al-
gumas mis.-as, de 7 para as 8 bo-
ras da mariha, o dia 22 de cor-
rente, na igreja de S. Francisco,
por alma do seu fallecido marido,
pal e sogro, Alvaro Augusto de
Almeida, 2* anniversario do seu paasameDto ;
para enjo acto convidam aos parentes e amigos
do mesmo finado. pelo que desde ja antecipam os
seus agradecimentos.
Joaiidim Felippe da Veiga
Maria Rosa da Veiga, Henriqueta Amalia Tor-
res, Fortunata Augusta da Veiga Figueiredo, Leo-
poldina Augusta da Veiga Figueiredo, Maria Emi-
lia da Veiga Figueiredo e Joao Alfonso Torres
agradecem a todas ae pessoas de sua amizade que
acompanharam ao cemiterio o cadaver de sea Q-
nado irmao e ennhado. Joaquim Felippe da Veiga,
e de novo convidam aoa aeus parentes e amigos
Fiara assistirem as missai do setirao dia, que terao
ogar na matriz de S. Jose desta cidade, pelas 7
boras da manba do dia terca-feira, 22 do corrente,
pe|o qne antieipam seaa agradecimentos.
Alexanclrino JesalDU de Olinda
Tavarea
Joaqnim Jose de Olinda Tavares, sua mulher e
filhos convidam a todos os parentes e amigoa do
finado Alexandrino Jesuino de Olinda Tavares,
para ouvirem nma miisa Qne (era lugar na segun-
da felra, 21 do corrente, pelas 7 horaa'da manha,
no eonvento do Carmo, i anniversario do sea pas-
aamento, pelo que te confessam eternamente
gratos. _____
Aluga-se
d 3 andar do sobrado i rua MarieioQDiaa n. 120,
eom mnitos commodos, e agua: a tratar na rna
oo jTperador d. 81, da? 9horas da manbs 39 4 da
*trit.
Elle e" um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle da" e restaura for$a e sanidade a" pelle da
cabe^a.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
ture dos cabelles.
File da grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posigao que se dese-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
EUe faz oresoer os cabellos bastos e compri-
os.u
Elle conserve a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabega n'um estado de fres-
cura refrigeraute e agradavel.
Elle nao 6 demasiadameute oleoso, gorda-
rent a ou pegadico.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabellos dai
criangas.
Elle 4 o melhor e o mais aprasivel artigc
para a boa conservac,eo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle o nnico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SB
PODECONSIDERAR COMO COM-
PLETOSEMO
T0NIC0 ORIENTAL
o quul preserve, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
H. Forster d C, agentes. E em todas as
primp*?* loja de perf'imarias e beticas.
PoaeaJo lodos
ser aaovMo? a tnio
por affoa, vapor,
on anima>.
N. 52
GELO
j
AGORA HA COM ABUNDANCfA
Gelo para almotjo Geio para cerveja
Gelo para lanche Gelo para refrescos
Gelo para jantar Gelo para sorvetes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar carne
Emfim, gelo para Todos; e para qualquer Lso
NA
FABRICA NOVA I)A Vlt'VA STAR!
Caes do Capibaribe n. 38.
Aberta nos dias uteis das 6 horas da manha ate rs 5 In ra da tardr, e ncs Jjiainjui
santos ate" as 11 horas da manha.
iV. B. Os pedidos de quantias grandes para os vaporea ou para fora da cidade d>w i r
feitos com antecedencia.
ESCRIPIORIO Rua do Commercio n. iO.

ARMAZEM DO VAPOR FRAKCEZ
N. 7 Rua do Barao da Victoria, outr'ora Xova t m 7.
O dono des;e estabelecimento tendo de ir a Europa, vende a ire.-os trat -m ,< do* os s' s
jiii'g'.:. Como -ij.iii :
Calcado francei
para homem
senhora,
menluoa
o meainaa.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
Mobilias de vime e de faia.
Vende-se muito em conia, ca3eiras avulsas, de
balan^o, de bracos e de dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, cpiata e pos den-
triBce, agua de flor de laranja, agua Je toillete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem cenbecidos fabricante3 Piver e Goudiw.
Cons pianos.
Dos melhores e mais mt kamaa modeloi i-
Blondtl : vende->>. tnoa -< h alnga-se.
Quinquilharias.
Artlgoa de iIfferrr.tca a;oatt r
phaiatHsiiM.
Espelhos, leoues, luva^ joias d'ouro,;-. 'out
canivetes, caixinhas de ccstoia, albnr., qv
e caixinhas para retratos, bh>intias rta v
ditas de couro, e cestiubas para bracos <\t
chicotes, bengalas, ocuk*, pince-nez, pontwa* ; n
charutos e cigarros, escovas, pentcs. cart i
madreperola, tapete para 'laotrrnas, mala*, rol:
de viagens, venes.'aras j-ara janellas, eakN
pos, lanternas magicas.cisimir.mas, jogos aa g twia,
de damaa, de bagatella. quadroa com aaisa^r.
globos de papel para illuminr;"es, machine* -
fazer cafe, esnanadores de palhas, reaiejos d
accordios, carrinhos, mamadeiras de vidro |>
dar leite as rriancas, e muit.s outros ariigt *
Brinquedos para menino:
A maior variedade qnr se jode desejar i
dos os brinquedos fanricados em diffemtes f t'.;%
da Europa, para entreumenbs das cruncat. taCi
' % pcana ma>s rpHT)dr>' 'ii* A no.aw *
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOOi
Tratamento puramente vegeul verdadeiro puridcador do aangne. sem roarcurto.
A Eaaencla de Caroata e um remedio hoje reconhecido como nm poderoso
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureaa do n
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escrofclosas, RHervATisMO. EmMm.
TBOS, ULCBBAS, EaUPCOES, ETC. ETC. ^^ "-nwawa,
Os prodigiosos effeitos que tem produsido a Eaaencla de Caiata, por tttaa aare
onde ella tem aido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dot medicaaea-
tos mais seguroa e mais energicos para a cura de todas as molestias de natoma sypbUibea
A cada Itasco acompanha uma instruccao para a maneira de nsar.
ah-
Pomada anti-darlrosa
Contra as affecgdes eutaneas, danhros, comichdes, etc, etc
tnguenlo de Caroba
Para cura das boubas, nkeras, cbagas antigas. etc tte
6NICAMENTE PWtfAJBADO POR
ROUQDATROL IRMAUS, SUCCESSORES
Mw Fmicfza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA ROA DA CRDI )
Uaaoel Alvea. Ferreira & C mudar&m oaeu
escriptorio da rua do Vigario Tbenorio n. 3, para
eamesma rua n. 10.
Caixeiro
Preciaa-se de um com i lade de 13 a 15 annos,
par taverna, com algoma pratica da mesma : no
iargo do Terco n. 3i.
Alugase
sea casas para passar a raaa, a Apipueoa, "jNra-
das U porotcio, aHo n-ataaa aarw a* aaaao.
assim como am quarto aajoalhaaa, fcrraaa as-
leirad>. pr\iriopra ran*< > I'eirn : a traUr
caes it dr .Novraabro u. 3J.



9
Oiano tie 'i*wnamTmot> Sabbudo 19 de Dezombr de 1874

E. A. DELOUCIIE
24--R&? do Marquez de 01inda-24
Esqulna do ln-eco Largo
Participa a seus freguezes e ainigos que mudou
o sen estabc-.ioeimento de relojoe ro para a mesma
nu a. 24, onde encontranio um grande sortimento
de relogios ile parede, americanos, e cima de me-
sa, dos /aelhoves gostos e quaiidadcs, relogios dt
algibeira, de todas as qualida ies, patente suisso,
da oaro prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios dr <>r'., inglez, dacnberto, dos melhores
fabricaote'. cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
de tods as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratus.______________
Leques gratis
A M:guo!ia, a run Duquo de Caxias n. 45, esta
dtstribuindo gratis a quern the 6zer algum gasto,
am liudo leque, visto coahecer a necessidade que
ka desle artigo neste tempo tao caloroso.
Distracao
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, e so
qacm tern a3 lindas cods ru(5es ou e'esenhos para
for mar diverts vistas dos principaes adillcios da
Bnropa, e que server de distracoes nas horas
vagas.
Lubin
B3nb3, oleo extracto, cosraetiqne desse afamado
fabricante : so qoem tern e a Magnolia, a rua Du-
me deCaxias n. 'to.
Presentes
A Bagnolia, a rua Duque de C-xias n 45, alem
de muit-.a outros arligos que tem propnos para
ares nte, ac*ba d receber o stguinte :
Bonecas de cc-ra que chauiam pa'pai e mamai.
Bonecas ("e eamurca coqq pescopo, pernas e
brap.'s m.-vedicos. .
Lin S3 caixas com linissiinos exlractcs
Keos na s com Lauha e p6a de arroz.
Boniiss caixas para co:tura.
Gatinhas com flores aililiciaes.
Diias com prepares para costura.
Baptisados
BJca ehapeos e sapatinhos de setim brsneo, de
CVenos gostos, pa'ip i s para baptisados.
Cuticulina
Qnf m ttver nodoas no ro>!o e qnizer dear :em
ieas,i rt.-.pii> um fraseo de culici lina, na Magno-
ij, a rn.-i Du^ue de Caxias n. 45.
B
4os 2o:ooo$ot)0
etcs de loterlns do Mo.
Praca da Independent n. 22.
Precija se f.illar com os sfguiotes Benhores,
aa rna Primeiro de Marco n. 16, primerro andar.
Dr. Candidi vieira da Cunha, de Sergipe.
Tito Antonii da Cunha. da Bahia.
Domingos Olyropio B. Cavalcante, S^bral do
Ceara.
Manoel Pajrtgejo da Silva.
Toda attengao
Retalha se, com frente para a rua da Amizade,
iobre 194 palmos de fundo, uma porcao de optimo
terreno para rliflcacio, tirada do sitio contiguo
i igreja de S. Jose do Maoguinno, d > preco de,
30* por palmo. Aquella frente e toda mnrada, i
bem eomo a parte posterior e a lateral extrema : I
os pretendentes poiem entenler-se com o Sr Dr.
Witruvio. i
I1TITTO PARTICULARJ
Rua da Roda n. 4$, sobrado.
Prime ras lettras, portuguez, fraocez, in-
glez, desenbo linear e mosica.
Sob a direcgSo do professor Herminio
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas aa-
las todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, roeio pensio-
aistas e externos ; f jrnece lodo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
pregos muito razoaveis.
1
Aos Sfs fumantes
Fumo dej-ftadb de diverses quali-
dades.
Novo-Copora1. ___
Olho de Pamro. ^P
Flor do Hrasil. ,'gm
Verdaieiro Rio novo. ^P
Verdadeiro fumo de.Goyai ,#
em pacoles e latas de 2, 4 e 8 oncas, ^
tern compo.-ii;ao alguma nociva ao fa- /A
mador, manufactarado, e a ven Ja na %ff
fabrica a vapor, na antiga rua do <&.
Qaarttl de policia n. SI. xaf
Collegio de Santa UmbiLj
Para educa^ao de meninas.
Este antigo e bem cOnhecido collegia, estabele-
eido no edificio n. 32 da rua da Imperatriz, co-
raecaraos seus irabalhos no dia 7 de Janeiro pro
ximo vindouro. A directcra abaixo assignada,
espera dos pais de suas alnmnas, e do pablico em
geral, o acolhimento que tem merecido ate m>je,
promettendu de continnacio a seus esfjrcos na
boa edueac.lo das meninas que lhes sio confiadas,
mantendo assini o credito adqaerido na pratica
de mais de 14 annos de exercicio.
Recife, 16 de .dezemiro de 1874.
A directora,
_______________Ursula Alexaodrina de Barro.s
Prec4sa-6e da um eaixeiro de 18 a U anoOs: I
a tratar na rua do Livramento n. 7.
Moteque fugido.
GraiiQca-se com BO.OTO rtis a quern pegar Fer-
tunato, raoleque de 13 a 14 annos, preto, baixo,
chtio do corpo, ro>to e cabeqa rodoudos, nariz
chato, cabell03 carapinhos e cortados da fresco ;
aasentou se na tarde de 10 de outubro do correate
anno, com camisa de niadapolao, calpa de brim
ae cor, doebotada, e chapeo de massa preto. Gra-
flsa ^se na rua da Gadeia do Recife n. 39, ou na
trua da Aurora n. 165.
ALUGArSE
uma grande easa terrea com bastantes commodos
sitana estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi
Aloga-se
os armazens ns. 65 e 69. na prapa do chafariz 3m
F6ra de Portas, um onde teve ten la de ferreiro
o falleciao E. Mahu'll. 0 outro que esteve occu-
pado com venda da molhados, para o que e op
timo pela localidade e Ser de e.-quina. ambos livres
PENHORES
JSfk travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
aieiro andar, d4-se
dinheiro sobre pe-
nhores de-ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
I inywi lucanuaue e ser ae e^quma. araDos Uvres -^j i.a ^ !
; e desembaracados de impostos: a trator com o com-1 ^g mOS metaeS 8 DetiraS.
meBdad6r Tasso. i rg*imm ^^j r^^ -_ *
Boas casas de
Popo da Paaella ;
Tasso.
Aliigani-se
campo, na Cruz das
a tratar com o comm
Mod as
jues de c bello.
s. I art las.
L : '..l.i.'.
j''. i, ruaifm K rnaiir^pf-rola.
''> -s para s ohora.
Giavj psra senhora.
In ile meal.
".' para vestido.
!l I'M '.
- dreperola, e muitos outros artig s
n Dutrara ^a Magnolia, a rua Duque de
C >. ii. 15.
a
m
3
Si-
B^ a* 9 V a
e 2 .. "
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a
-i t;
a

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o
w
CO
Aluga-se
as casas das ruas da Ilha Carvalho n. 96, dt S.
Jose n. 5 e becco de S. Jose n. 1 : a tratar no ar
mazem do Campos, rua do Imperador a. 28.
Bonsbanhos edormida fres-
ca no Monteiro.
Aluga so alii por preco conatnodo uma casa pe
qaena que tem 2 salas, 3 quartos, coainba e boa
cacimfca, e 6 perlo do rio : a tratar na rua Nova,
Iflja n. 7._________ t ________
i-Precisa-Be de-airta pdra eozitrnar : no ar-
mazera Baliza, rua do Livrameutan. 38.
> n i i-----1,. It .------^j____,_______;_________
ALUGA-SE,
o segundo andar e armazem da rua de Pedro Af-
fonso n. 59, o -ol.r-i.io de an andar e sotao da
rua do Hospicio n. 65, o primeiro andar a ar-
mazem do sobrado da rua do Bom Jesus d. 63 :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Precisa-.^e de uma itulher de bons costumes
que se preste a ensaboar roupa em casa da fami-
lia : a tratar na rua da Cruz, armazem n. 23.
Aloga-se
um escriptorio no primeiro andar da rua do
Commercio n. 4 : a traiar no armazem da mes-
ma casa.
Espelkos
I .', madrados e ovaes, de diversrs tama
gqulia, a rua Duquo de Caxias nu
men > 3
mua (Vr^llcntn mr>) para todo
: na rua da Gloria n. 146.
Aluga-se
andar do preJio n. 22 da rua larga do
rio, ccm commodos para familia : a tratar
:: In.
Aluga-se
:" ii "ar e si.lao do subrado da rua da 'mp..ra-
S3 : a tratar no 2 .-.ndar do mesmo so-
I rad
- ( ffer ^e uma arna de ieite sem Olho
iarg, do Ti rco a. 2.
no
- Sa rua D'rei'a n. 29, srgundo andar, ba
para ilugar le "ma escrava mo^a para o servi-
erao de earn de familia.
\1TENC40
Os proprietarios da Pre-
dilecta a rua do Cabugd o. 1
A, fazem sciente ao reispeita-
v ei })ublico que, tendo resol-
oiuudar de genero dene-
gocio, deiiberaram vender
todas as mercadorias exis-r
tenter em seu estabeleci-
mento com um abate de 20
por 0[0 a 6m de liquidar a
Boa casa ateo lim do correri-
te anuo, e por tanto e boa
uccasiao do pablico se pre-
v enir do bom e barato.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de imrco do corrente
annn, fugio o mala to Vicente e?cravo, de 20 a
22 annos de idade, bonita figura, barba o estatura
regular, levando ve=tido e em um sacco Jroupa de
algodao branca e alguma 6na pertencente a um,
'iixeiro da ca>a d'onde fugio, e natural da fre-,
guezia de Sanl'Anna de Mattos diz ser livre, cria-
do em companhia da inadrinha D. Anna Luiia da
Luz de quern alias foi escravo : rogase, portan-
to, aus Srs. capitals de campo e autoridades po-
liciaes a apprehensao do dito escravo e enirega-
lo na cidade do Recife, rua do Crespo n. 10, ao
Sr. Joaquim Mereira Reis, ou na cidade do Assd
ao Sr. TorinatO AugUStO do Oliimira Baptist*
que serao generosamente recompensados.
ha mais cabelos
braocos.
Tintura japoneza.
S6 e unicaapp'-ovada pelas a.iaderaias de
sciencias, recorihe ida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal a" rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Oliuda n. 51, 1 andar, e em todas
as boticas e casas de cbelleireiros.
A MA Preeisase alugar uma escrava para
" criada de casa de duas pessoas, assim
eomo de uma rapariga de 10 a 12 annos de idade,
escrava ou livre, para andar com uma menina de
tenra idade : a tratar na rua do Marquez de Olin-
da (antiga da Cadeia n. 54, armazem.
Nao
Aluga se
uma excellente casa de campo, na Magdalena, a
margem do rio, com gfandes commoios para fa-
milia, tendo gaz, agua com deposito, tanque para
banhos, jardim, te., etc. : qnera pretender, diri-
ja se *o cafe Imperatriz, que achara com quem
tratar. ______
Para escriptorio
Alugase o I* andar do sobrado a rua do Amo-
rim n. it,muito asseiado, caiado e pintalo, com
duas salas e dous quartos, por pre;o modico : a
tratar no armazem do mesmo sobrado.
Precisase d> um oriado para todo servigo,
prefere-se escravo : a tratar na confei'aria do
Campos, rua do Imperador n. 24.
Imperial
Fabrica derape areia preta fina, de Moreira
& Cunha, da Bahia.
Deste excellente rape, que so torna recomraen-
davel aos amantes da boa pitada, tem estabelecido
esta fabrica o sea deposito a rna do Commercio n.
5, qua vendem por junto e a retalho, fazendo-se
vantagem a quem eomprar porcao.
Fugio do engenbo Golta, do termo de Naza-
reili, em dias do mez de novembro do anno de
1869, a escrava Thereza, mulata bem clara, de
30 annos de idade, solteira, baixa e bem refer-
cada do corpo, rosto redondo, cabellos castanhose
annellados para as pontas, olbos amarellos e gran-
de*, nariz am pouco chato, bocca grande, tem
falta de um ou dons dent?s do lado de cima, can-
gulos, braeos e pernas gros.sa, p6s rollcos,
dedos curios, lava, engomma e 6 boa cozinbeira,
tem sido viaa na cidade do Roeire, onde conser-
va-se_acoitada : roga se as autoridades policiaos
capitaes campo, e mais pessoas, a apprebensao de
dita ocoraoa, nl eatroguo a eoa ooohor o ma-
jor Chri?tovao de Hollanda Cavalcante de Albu-
querque, no engeuC.o Rosario, do moncionado ter-
mo de Nazarelh, ou no Monteiro, a Antonio da
Rocba A. Lins, que tera a gratiflcaqio de
mil reis.
Esta encouraqado !! i
Aua mole em pedra dnra
Taiitodaatequenrura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Me II
escrivao na cidade de Nazareth dosta provineia,
favor de vir a rua Dnqae de Caxias n. 36, a con-
ctair aquelle-Tiegocio ^ne S. 8. se roffipromettea a
realisar, pela terceira chamada desie jomal, em
ana de dezembro de 1871, e depois psra Janeiro,
passou a_fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
por este motivo e de ttotd charaado para d
9m, pois 8. 8. se deve lembrar que esta negoci
da mais da aito aanoe, e quaodo o Sr. achava nesta cidade.
Aluga-se
o segundo andar e armazem da rua ': l'el o
-Affonso n. 59, o sobYado de am andar > sotao da
raa do Hospicio n. 65, e o l* audar e annatem lo
sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 : a i. itar na
rua do Vigario n. 31._______^^
Hotel de I'Eorope
Aluga-se este vnsto e mn^nilico ea-
tabeleeiiaeuto a rua do Com-
mercio n. 19.
Este antigo e bem conheo do HOTEL, que fe-
chou se por causa do fallecimento do Sr. Eduardo
Tourpin, acha-se provido de todos us pertencas e
ornament'is correspondentes a fama de que sera-
pre gozou, e estando situado no lugar mais ap-
parente e agradavel do Recife eomo e o do bou-
levard, defrante do desembarque do paseageiros,
os interessados nao acbarao ucca^iao mais pro-
picia para eslabelecer se com um HOTEL bem
montado, em bum local e ja acreditado.
Para tratar, dirigir-se ao escriptorio de Pereira
Carnetro, a mesma rua do Commercio n.6.
tem am completo sortimento dc galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
aWtoaduras douradas para offlciaes, canuiiWios e
enfeites para bordado. Taml*tn se efiearrega de
todo e qualquer jfardamento, eomo seja : bonets,;
talins, pasus, espadas, dragonas, charlateiras, ban-'
das, abotoaduras lisas e douradas, para
elc.; assim cotno um completo sortimento dt
ranjas, gaiio falso para orflamento, cordao de Ii
com borla para qnadros e espelhos (conforme o
gosto da encomraenda) tudo por muito raenos
LIQUFMCAO
Lojade fazendas
DA
Rua do Crespo n-20.
Las de cores miudas muito ban para rowa
meninas a 1B0 e 200 rs. o covado.
L5 pretas. superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores Qnas a 320 e 360 n. o coreda
Sd se vendo.
Ditas com linras abartM, tazeada fina, a 00 n. >
covado.
Chitas de cores a 240 280 rs. o covado.
Metins de cores miudas a 900 rs. o covado.
Cretones, o malbor que tem vindo ao mercado
400 a 440 rs. o covado.
Cambrafa* braacas, bordMas e atertas, fmia
mais Ina qua tem viido ao rtereado, e taeajti
de 2/000 o metro, par 14000 a van ; 4 pa
cMncha.
Ditas pretas com (lores mkidai a 200 rs. o eovade
Cambraia transparente, fina, a SI a peca.
Dtta VicwiPia, f*a, a liOOO a pev
Organdy da assenla hrenao a de cores, eca ta-
res mindas de Seda e de li, a 400 re. covado
E' pechmTba.
Cortes da easemira de eores modernas a S#900
. eorte ; e feaeada de M- E' peebtaefca.
eriadn : C30'8" de "nho ", 38* a dnzia, e f
zenda de 55*.
Brim branco de linho a 11400 a vara.
Dito "
Mada
7* a pe;*
Adfola. verdadeiro, a 600
i pal to franeu verdadeiro,
rs. o covado.
24 jardas, a >rego que em outra qualquer parte: na praca da aio?^L1t'^11.- ..,-. r.
ndeoendeacia n. 17,unto a loja do Sr. Arantes. I ffiSSj' ,^e sn,Per,or. 5* P*t-
----------------'-2----------->-----------"*""* i Gorgorio preto de seda para vestido e para coll*
ESCTtiVOS fll^MOS ;T^ ife^cboada a 400 a dada.
JO^ll IWKJ IU^IUUlI Colcba granda a 3*090 aaa.
(^.bertas de gana, forradaa, a 3*.
Lencdes de bramante a 2* um.
Lencos de linho, abainhados e em
para escriptorio, o
dia o segundo dito
da n. 4.
ASuga-se
primeiro andar e paramora
: na rua do Marqnez de Olin-
Aluga-se
o silio que fica contiguo a igreja de S. Jose do Man-
guinho ; recommenda-se por sua excellente posi-
cao e outras condi^des agradaveis a sua habitat; .o
confortavel e de recreio : quem pretender, pode
entenderse com o Dr. Witruvio.
it VMS
Do engenho Pagao, freguezia de Santo Aatao,
fugiram us escravos Raymundo e Isabel, aquelle
com 15 annos de idade, solleiro, cor mulato, altu-
ra regular, bem parecido, denies limados, cabellos
meio soltos. ten um dedo aleija lo. de talbe de
roda, e p6s limpos ; esta, viava, idade 30 aiaos,
cOr fula, alta e secca, tem o rosto rarnndo, na
qesla uma marquinha pequena e pas compridos :
: uem os agarrar e entregar no dito engenho, ou
[a rua do imperador n. 50, sera gratidcado.
CASA D4 WML
AOS 4:000JJ000.
MLHETES GARANTfDOS.
i rua Primeiro de Mar(o (oulr'ora rua c
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
iizr-s bilhetes om inteiro n. 1983 com 4:000-, am
meio b: 3676 com 100$ e outras sortes de 10* e
20* da loteria que se acabou de extrahir (128'),
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sem detconto algum.
Aeham-se a venda os fclizes bilheta garatrtrdos
da 22' parte da loteria a benehcio da Santa
Casa de Misericordia do Recife (lii)'), qae se
extrahira na ter-ca-feira, 22 do corrente mez.
PRECOS,
:>'ihele inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
Em porcao de loo.* para cima
Bilhete inteiro 3*800
Meio bilhete 1*750
Manoel Marlins Fittza.
eaixinbaa
a 3*500 a da
3*fiO-a dozia.
Ditos4ecaa da care* abaaaados
zia.
A 1^000
Cambraia branca, aordada, com Ihtras e da
quadrinhos, abertas e tapadas, por termos u ua
grande porcao, resBlvemos vender barato para aca-
barmos, e razenda moito larga e muito fina, qae
cem
Alugs-se
nma pequena casa para pouca familia : na tra-
ve.-sa do Fundao n. 3, na Boa- Vista : a tratar na
rua da Imper.Mriz n. 8.
Jose Ant inio Domingues de Figueiredo, proprie-
ario da fabrica decigarros do Becco Largo n. 1,
n It A e n. 2, avisa aos i,cn~umid.;r<.-s de seus ci-
garros, que mt-dou sua ofilcina de cig.irros do n.
i para o i n.iar do u l e n. 1 A, por ter de
entrar em obra o de n. 2. Fjz este aviso para
alguem Lao julgar o contrario, e seus Teguezes
ficarem scientes de que 6 o -cupa as 2 lojas dos
numeros acima, e o 1 audar do mesmo predio.
Aluga-se
. LI.
andar.
Precisa se de uma ama lorra ou
escrava : trata se na rua do Marquez
de Olinda, antiga da Cadeia, n. 52,
Precisa se contratar com uma senhora de
bons costumes, que se encarregue da educacao de
ires meninas, dittante data cidade 10 miaitos :
dirijam se ao largo da matriz de Santo Antonio
loja de cirgueiro n. 4.
- Aluga a a meia-agua sita
eimba, a rua dos Prazera n. 1 :
?a da Boa-Vista n. 10.
no becco da Ca-
a tratar na pra-
Precisa se de uma ama qae cozinbe perfei-
tamente : ca rua da Uniao n. 29.
Lino Ferreira da Silva
fem duas cartas na rua do Vigario n. 7, nrimeir
andar. v
Da-sa 2 200*000 a premio, scb alguma casa
terrea : na rua de Hoi las n. 86.
Obras de verga.
Sotaes.
i* )< ins, as mais apropriadas para viagsns.
Mf.as.
G -tos quadrados, para armazens de fazendas.
D-t.s para padaria, os mais apropriados*para
venda de pao.
tinhai para meninas de escola.
Capacboa para entrada de astabelecimeotos a
porla< de sttt.
L rn -i'os para meuino-.
B re"S idem.
Vo dem PS^as & C, a rua estraita do Rosario
d. 9, junto a igr<;a.
Wide se folha de luuro a 720 re. o kilo : na
rna do lungeln. 67.
~*fi Para tratar de um peoueuo silio, precisa se de
cib homm que .'eja cuidadoso e entenda de flo
re.- ; e de um criadu de 12 a 1^ aws, para ser
.co de casa e algum mandado : no Caes do Apollo
ns 69e71.
Para cas de familia
Precisa se de duas amas de conducta, uma para
ser empregada nnicamento em engomroado e al-
goma costura, e outra p3ra ensaboado e sflrvico
dumestiro, paga se bem : no Manguinbo, indo do
Hecife o primeiro sitio de muro acinzentado do
lado direilo antes da igreja.
AUeDCSo.
Precisa se fellar com o Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcante Junior a negocio de particular interes-
se .- na rna i aPa^ Attencao
Os Srs. absixo noraeados queiram vir a rua do
Imperador n. 24, a negocio. A saber :
Antonio Joaquim da Silva Barbosa.
Antonio da Silva Proa, marmorista.
Francisco Jose da Costa.
Fabiciano Napoleao do Rego Barros.
Lagos, conductor dos bonds
JoSo Antonio Portugal.
Jose Affonso de Oliveira Guiraaraes.
Felix Cantalice Lobo da Silva.
Manoel Jose Ferreira Bentevi.
Qu'.ntino Moreira Dias.
Ansberto de Souza, conferente.
Jose Panlo dos Santos Oliveira.
Silvino Antonio Ridrigues.
Joao Gomes dos Santos Filho.
Antonio Saraiva de Araujo Galvao.
Augusto Lcbo de Siqueira Thedin.
Francisco Sergio do Rego D-ntas.
Francisco Xavier Pessoa Cavalcante.
Antonio Ribeiro Ponies.
Rufino Gorrea de Mello.
MM KHBtt
Mademoi!elle Eugemia Leconte e irma, avisam
a suas antigas fregueiaa a ao publrco em geral
que abnram novamente seu esiabelecimento de
casa de ccsturas a rua da Imperatriz n.*, primei-
ro andar, pelo que esperam continuar a merecer
a concurrencia das pessoas qae precisarem de
sens aervijoa
a casa da rua de Riachueb h. 9, com bons Com-
modos para familia, bom jardim, agua polavel e
em perfeito estadu de asseio : a tratar no arma-
zem n. 25, da travessa do Corpo Santo..
Al gara-se tres casas terreas na rua do Co
ronel Suassona-ns. 103, 193 e 198 com commodo
e limpas de bovo : a tratar na rua Dire tj n. 8.
Aizida esta por alugar a loja do r pado
n. 2 a rua das Laran^getras. alugase po reco
commodo: a traiar no Cajueiro n. 8, junto ao
hospital porioguez, aid as 9 horas da manha e
das 3 da tarfle em diante.
Doce fino de goi. ba
Ha constantemente para todos os precos, tanto
em latas eomo em caixao, de todos os tamanhos :
no pateo do Terco n. 52, e aonde se vende mais
barato.
Pannonia
Ao cae3 do Apollo, armazem n. 69, se recom-
menda aos senhores de engenho a mais superior
farinha pannoDia, em meias barrieas
CASA DO OUKO
Aos 4:00?000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora iVouo
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seu;
auito felizes bilhetes a sorte de 200*(00 em
meij bilhete de n. 3351 eura meio bilhete de n.
3676 com a sorte de 100*, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acabou de extrahir (128') ; convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagoa.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeitt
vel pablico para vir ao seu esiabelecimento eom
prar os muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao dt
tirar qualquer ; remio, enrao prova pelos mejmcs
annuncios
Acham-3e a venda os muito felizes bilhetes ga-
antidos da ii1 parte da leteria a benencio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, que se ex-
trahira no dia terca-feira, 22 do corrente mez.
l'recos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
& Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 14 de dezembro de 1874.
________ Joao Joamiim da Costa Leitt
sempre w vendeu pw la a aatro, eeaanos v.-a-
dendo a U a vara : so quem lea para vender
por ate preco e Gailherme & C.. rna do Crapo,
loja das tres portas. Dlo se amaslraa.
E outros muitos artigos que se vende por ma
nos do qae ontra qualquer parte e para se da>
So na lorern queiram nwndar vpr a* aroaatrai
enganaja de
(iuirhcfwe & G.
E' s6 quern vende a 600 rs.
Cambraias brancas bordadas com listras a de
qnadros, abertas e tapadas, fazenla muito fira,
com 5 palmos de largura, e p r t nn-rs grande pcr-
eao resolveroos vender barato para acabannos ; e
fazenda de 1:600 o covado, e no^ alarms venjea-
do por 6l0 rs. o covado, daose amo.-lras : na raa
do Cresjo n. 20, loja do Guiiherme t\ C
LtOUIIUCAO.
0 Paris n'America esta "
pelos seguintc precos :
Botinas de dnraqne, de c6res, cam
laco, a LuizXv a3*0U0IIt
BoUnas de duraque, de 6ra, bordadas.
alto, a6* III
Butinas de duraque eom laro a 3*.
Botinas pretas ga>peadas, canuo alto, a 4*, 51 e
O a* UUU.
Botinas lias e enfeitadas, para meninas a 3*,
B. tinas de Snzer, de cordovan c< m poaxeira ea
verniz, paia homem a 8*. A r u.i-m, que e
barato.
liqaida'ndo c* alcada
altc e
canan
cam
GratificKjaode 100^
Fugio da easa do seu senhor, no dia 25 de no-
vembro proximo passado, o acravo de nome Pau-
lo, preto fulo, de 21 annos de idade, mais ou me-
nos; altara regular, tem parts do dedo minirno de
uma das raaos cortado, umas cicatrize? grandes
no braco esquerdo e nas pernas, provenientes de
goramas, tem uraa-marca grande de wlho nas eos-
tas em c'ma da pa direita, and: ligeiro e e muito
esperto, sabe engommar, cozinbar e faz todo e
qualquer servico domesiico: rogse a quem o
pegar, que leve o a rua do Conde da Boa-Vista,
oufr'ora Formosa, n. 8, qne sera recGmpensado.
Por 600$ 6 barato
Vende se nm escravo de 30 a 3i annos bar..-
to, proprii para refinacao. padaria, on rnesn
para um sitio, por ser da h iiKtaesen?*-
nhor retirar se para fora : na rua de II >rtas n. W
Viohos garantidos.
Cnnlia tartes A C. a rua di Ha-
lire de Dens n. ni
Figueira superior em quintos e anccretas.
Pasto idem era ditas
Purln idem era ditas eneapadaa
Porto em quintos e ancoretas.
Po to era caixas de duiia
Idem superior para festas c do*itei.
Hesperedaa rerdadeira.
Cera de earnanba boa.
Cafe do Rio b -------
Se
para p servieo interoo da easa de familia uma a-
erava d. idade di 13jao?, com algumas hablll-
d;uies : a traiar.na raa Jo Bario de.S- Boria nu-
aero 40.
100#000 de gratitlcagao.
Desde o dia 3 do corrente fugio da casa
de seu senhor, abaixo assignado, o escravo
Miguel, panlo, purem nao muito escuro,
corpo reforcado, de 19 annos de idade/jo
ficial de marcineiro, boa altura, e um'tao-
to espigado, rosto comprido, olhos c asta
uhos, deotf-s perfeitos, cabellos pixainhos,
Deuhuraa barba (ap.tnas bmo), pe"s gran-
des, !nn>u vestido ealca e ramisa branca |
jquet parda, gosta dejogar gymnastic*,
ee* bastante regrista.
Quem o apprdiender, leve-o & rua da
Uniau. n. 43, (ilba dos Ratos) ou na raa
da Cadeia do Recife n.jO*^ primeiro andr,
escriptorio de Leal & Jrroio, que serd e-
comp^nsado com a quaptia acitna taqQuxo-
Recife, 7 de dezembro de 1874.
Manoel Gomes Miranda Leal. '
Aluga se'pela tempo da lesta uma bca casa
na estrada da Torre, a margem do rie :
d< Marquez de Olinta n. 66.
Cabelleireiro.
Na rna de VIdal de Negreiros n. 67, pateo do
Terco, trabalha-se era toda e qualquer ofcra ten
dente a arte de cahellereiro; por preco razoavel.t
- No eellegk) da ConceigSo preelsa-se de um
empregado portoguez, que aaiba ler alguma
cousa.
Grade dcseoberla
Gurativo das molestjias do
Este importante medicamento qne acaba de ser
reconbecido petoa distinctos-Dw Zalloni e Paras-
ihevas eomo am verdadeiro apacifico contra a,
phtysica, segundo nrovaram ooa igraada nume-
ros de casos por elles experimentados, eomo ae vd
aa aessao daaoademia de Paris da 24 de mareo
io eorrente anao, aaeontra-ae uaieamenle no
A.
Acqoes entre amigos
}JP ftpwo,a,a^o/t>bia08 de
na correr^coj] a^lotana i
b^Maida.r^a.a^unjj Ic
a ler.desenpanjiijjjado 4#a^de II
10^000 degratificagac.
No do.-uingo 13, pelas 4 ou 5 boras da tarJe, fu-
gio um papagaio com u.xa i.das aus aparadua :
quem o trooxer a ruaDuque de Caxias n. 41, 2
andar, recebera a ouantia acima.
Missas de natal.
Quem precisar de um s..eerdote jiara Mle-
brar: missas de natol atd o dia dos Santos Reis,
em algnm lugar distaote -dau-eMaiw 6 a 8-le-
guas : dirija se a rua da Gloria, aa n. 82, que
acbara com quem tratar.
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar flo
sobrado n. 70, a ma Duque de Caxias, proptio
para mocos soiteiros : a tratar na loja.
Deposilo de vhiho Madeira em
-Peroaoibneo.
Tendo jaobtido-o melbor acolhimenio nos mer-
cados da Allemenha, Inalalerra e mesmo em Fran-
ca.-para os vinhoj das minbas pn pnedades o Me-
positoe, onde forara apre iados e mereceram os
primeiros premios em* .differentes exposieda ;
e desejando tornal os "conhecidos igualraea-
te na provincla de Pernarabneo, onde de car-
lo serao bem aceitos, ja pela diminula quantidade
de aguardente que comem, coino pela sua velbleo
e traiamento especial resolvi estabelecer um di-
pesite na casa dos Srs. Pocas 4 C, a rua estreila
do Rosario n. 9, onda se encontrlo sempre de
differenles precos e qualidades e directamente aa
viados.
Sao geralmeute conbecidas as vaaUgens que
tateraai *a eqaraleceptes do nao do vinho Ib-
detra ,-pprnlittam me, pordm, os Exms. Srs. medi-
cos cbamar a sua attencao para estes, nos quau
aontrarao as qualidades mais.apreciaveis.
Henrique h fe Maria Camacbo.
(Este documento esta reconbecido peJo tabelbOa
Ma cWade do Funchal, Joaquim Hocoada m
Sowa)______________________"
Rhnm nacional.
a* exppaeao ua ociedade Dam
de Dezembro.
Vende-se pelo Mtaautoi^raao de 1*000 a g;
ra/a na bem conhecida taberna Flor dot-Proare
Jda iro do Oaboga n. 8, confroore a matriz
Sto* ftntonfo. ^ |
Aluga-se o silio n 21, na atrada de Joao de
Barros, dtfroote da capelmiha, com os commodes
seguiates : uma grande casa cora.4 salas, 8 quar
tos, despenca, cozinha fora, um"grande terraco
sobre columnas com gradamento de ferro, co-
cheira para 4 cavalla, casa para escravos, duas
cacimbas com boa agua para beber e lavar, asa
com lanqua.para bauho, grande numero de diver-
sos arvoredos de fructo : quem pretender, dirija-
se ao mesmo silio que achara com quem traiar.
No rae-mo sitio vende se grande porcao delenha a
2*000 a carrocaaquem quizer tirar on collar.
Salsa-parrillia do Pard
Tem para vender Antonio Luiz la Oliveira Aa-
vedo, no seu escriptorio, a rna do Rom lmm na
mero 57.
Sal do Assii.
Tem para vender Antonio Lu z da Utiveira
Azevedo, a bordo do palnabote Join* ArMr : a
tratar com o capita" a bordo, on ao aa aerip-
torio. a roa d Bom Jescn S"
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro portugaez, de 12 a
43 annos, aBancado : a\ rua da Florentine n. 22.
i*~
Admiravel I...
Seo G3ANDE Sr. Antonio da Silva Proa nio te.n
negocio eomos homens pequenot em tudo, ccmo d
a,ua terca-feira, 15 do corrente, -maodou a rua do
Imperador n. 24 pedir conla com recibo para pa-
gar o qu&devia ? -Eslana ja eae tulto prepaando
algum pedestal de granito nan altecar esta'tnaa
de mtuio f Nao se lembrara use grande burner*
3ue, antes de offerecer matisoleos, uttlisava-se das
ependencias da ca-a n. 24 da rua do Imperador,
onde guardava sua fcrramenU o ettereava T
Vmk testemvnka.
i i'
A pe*soa que desejar coinpiar om* boa ta-
verna era nma das nwlbores taaarOades data ci-
dade, entenda a com Lniz Ferreira de Almeida, a
roa do Viscooie de Inhaunia n. 69
Livres oovos.
Escricb A mnlher aduU.ra, U vol.
cem gravuras a
Dito.As obras de-nrtsericordla, 2 v. I.
dito
Dito Casaraentos do Diabo, I vol.
dito
Milner Esbocp de philosopkda ana
lytica 8.*
Moreira Rosto e eorarao frcman-
a) 8. v
Dm fura vidas (comedia em i alia)
6*000
3*000
.!
3*000
I BOO
500
Parts ,36, Rna Vivle
Ma'H:W HCDKU KtCIAL
COMMMS*
urnmusl Mi uioia, U
;rrviK r uniiftn ao
rj^ao ca we 4 aa t
aa,jaia
oraav
monia.e
<.araa.
H.meH-
Compra-se nma escrava que spja sadia s
de bons costuma e qae enteoda de cozinha e
engommado e mais servieo de casa de familia
a tratar a roaddAnWftm n. 8% aTmaam, das {>
boras da manha a<< 4 da tarde.
Cofre.
Compca-se um sake da-
rador n. 83, 1. andar.
fcrw: aroa-dakape-
V!NDAS.
DEPURATiF
It. SAWG
nu, aiuiuioes ov *4*fut. iXaea vaaatal
MB mcrcaria).atvarattlvaa >>
ajvaaa auaosmaas toama daas pa
temana, segnindo n tneumenta BtfajraAva; i
eaHaMda.- laaaya adwattii,r~
IBsteXar
I nr
laaaaadhi
Itpier
as jiuxas t Ann
l E liajaeeaa keaifai
tPeandaeaauefdJaiaaaa.
.__; AaraamPEtlpA
Caotra: aaaracaaaitmimtms a, MJalaaa.
COPAHU
a okaMts cada fraseo vrat daVaipaaaaa
a aaa
AVISO A08 8R8. M
r Vende-se uma taverna na rua de S. Miguel
, na Afogados, propria para
- na mesma.
rnel
lad
l.eposito bottca FraddWu
m

,






I Diarjo de Ferjiambuop Sajbba4o i? de D^emto ^ ^7*,
?
I
iV

i

Aos legitimos fogoes econo-
mt'cos.
Acabam de chegar. a esla eiJade os ver-
dadeiros fqgfles economises, '}& muito conbe
cidos nas provincias do Itio de Janeiro,
Minas, S. Paulo, SergipV, Hip-Grande, Ba-<
hia e Alagoas, aoqde tem merecido. do pu-
blico a raaior aeeita$3o possivel, e sao ja"
preferidos aos de qualquer outro system*,
conbecido pela sua muita solidez, especia-
lidade Da collocacAo, moderao systema,
e sobretudo grande economia no combusti-
el ; trabalharn com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., etc. Ha de divu-rsos tarna-
nbos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, bob is,
casas pias, bospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos ao publico, aonde se darao todas as.
explicates necessarias: na rua do Viga
on. 12
Soares Lei Irmios, rua do Barao da Vic-
_____tori a n. 28, antiga rua Nova.
Colchas para camas
Naloja do Pavio vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, eoberla* de chita e de cretone, de 5,500
para cma e ditas de raetirn escarlate forradas com
madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
Vende-se
No escritorio 4e Thomaz de Aquino Foneeca A
C. Successores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Ciraento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
viuuo d i Porto em caixas, finissimo.
Idem em barris de quinto e decirao, fino.
Retroz.
Fio.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 1*), vende-se o segnint
Cimeoto de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, finissimo, em cat-
la's de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em eaixaa de duzia.
Vinho Goilares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grurne, idem._____________________
Wilson Kowe & C. vendem no sen annaxaa
a rua do Commercio n. 14 :
verdadmro panno de algodao azul ameneano
Bxcellente flo de vela.
Cognac de 1' qua lid ad
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
Nova remessa..
VHihrt verde-de Aiuaranle
Convida-se os apreciadores a virern apreciar o
que ha de mais excelleate nesto artigo; vende-
se em decimos e a retalho, em casa de Pocaa
i C, a rua .eslreita do Rosario n. 9, junto a
greja._____________________________________
Coila superior
DA
Fabrica Oamacho
Ja cbegou para o unico deposit, no escriptorio
de J ;i(jnim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua
do Commercio n. 5.
Farlnka de mandioca
snperior, chegada pela barca sapiura im. P...
vender mais barato do que em outra qualquer par-
te, Joaquim Jose Goncalves Behrao & Filho, no
sen escriptorio, a rua do Commercio n. 5.
Cliajieos
Grnade exposicao
Grande sortimento de chapeos de palha para
homem a 1*800 e 23, pre^o realmenta baratissimo
em vista da qualidado, e mnito proprios para a
festa : na rua do Passeio n. 60.
Traces.
V, d le-.-e traves de louro e qnalidade ; para
ver no caes do Ramos, e trata-se com Joaquim
Rodrigue- Tavares de Mello, a praca do Corpo
Samo n. 17, 1-* andar.
iiii
JN.72.~-Rua da Impera t riz -N. 7 2,
EM LtQOBA^AO-
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas qua ha tempo tinham feito anconjmenda e
agora estando em liquidacao resolveu que estas fazendas fossem' vendidas nas mesmas condicSes o
que e muita vantagem para os compradores, isto no Bazar National rua dn Imperatriz n. 71.
Organdy* branco a 400 rs. Chales de la a 640 rs.
Vende se organdys branco com lislras muito Vendese cba'e* de la a 640, ditos de merino
fino a 400 rs. o covado. j estampados a 11COO c i*.
Popelinas a I-: 000. Cortes de caseniira a 5*.
Veude-se popelinas de cores muito finas a Ho' Vende-se corses de casemira de cores a
covado. j 5*5*00 e C*.
Alpacas de cores a iOO rs. | Colertas de chita a li
1>B
^azendas e actigos do alta'
novidade
NA
LOJA DO PASSO
! iua Primeira de Marco n. 7 A.
, ARMA1M W M
;A' pra Si,
Vendese alpacas de cores para vestidos a 400
rs. o eovado.
Laazinhas a 120 rs.
Vendese laazinhas para vestidos a 190, 240,
320 e 400 rs. o covado. i
Alpaca lavrada a C40 rs.
Vende-se alpaca lavrada para vestidos a 610 rs. ]
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vendese gr. mdina preia com lihtras brancas a
500 rs. o covado.
Percales finas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.
o covado.
.'Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de c6res escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cores a 260 rs.
Vende se cassas de cores finas a 260 t 320 rs.
o cevado.
Cambraia victoria a 3 500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3.s5O0,
4Je5/>. Cambraia tran?p--.rente a peca a 3?,
3*500, 4| e 5*.
Cortinados a 6*.
Vende-se cortinados para jaoellas a 6* e 7j o
par.
Festejos
Grande Iiquida^ao de fazendas finas e do
melhor gosto, para vestidos de festa, na
loja n. 4V, a* rua Duque de Caxias.
Popelinas de modernissimos padrdes, covado a
600 rs.
Dilas de ditos a 1*200.
Ditas de ditos a 1*400.
Dilas de ditos a 1*600.
Cambraiai organdy* de padrSes e cores inteira-
mente novos e mode*nos, covado 320 rs, cortes
de cambraias brancas para vestidos, bordados e
com babados, a "6*.
Chapeos ma demos, gosto allemao, para senbora,
proprios para a estacao da testa, a 2*500.
Ditos de diversas qualidades, para homens, pelo
barato pr.^o de 2*1 2*500, 3* e 4*.
Carnisas franceias e ioglezas, de diversas quali-
dades, a 1*500, it. 2;50J e 3*.
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 400 rs.
Tuallias de linho para rosto a 400 rs.
Lencos finos com barra, duzia 1*400
Ditos ditos brancos, duzia i-'Mv.
Mctins esc cezes, inteiramente novos, proprios
phaerasmbres, eovado 2S0rs.
Meias finis.-iir.as, para sen bora, duzia a 3:500.
Lazinhfls, chitas, cambrias, madapoldes, algo-
dees, brins, por precps baratissimos, bem como
outros maitos art ges que se acbara expostos para
os araigos do bom e do barato, por 2"i OiO menos
que em outra qualquer pane, finalmente indo,
todo se acba em Itqaidaeao. ____
Vende-se c Colchas de fuslao a 2*.
Vende-ss colchas de rustle a 2*, 3* e 4*.
Fustao branco.
Vende-se fuMao branco para veslidos de senbo
ras, organdys branco fino a 6i0 o metro.
Madapolao a 3j.
Vende-se pecss de madapolao enfestado a 3* e
3*500 a pe^i. ditas dilas fino a 4*500, 6 t
dito francez fino a 6*, 7 e 8*.
Algodaozlnho.
Vende-se pecas de algodao de todas as quali-
dades e barato.
Braniante.
Vende-se bramante de to palmos para
a 1*600,2* e 2*300 o metr >.
Algodao enfestado a 000 rs. '
Vende-se algodao de dnas largnras enfestado a
900 e 1* o metro, dito tran^ado a 1*280 o metro.
Grande liquidaeao de ronpa feila.
Vende-se cemulasde lgo4io a I*, ditas finas
a 1*200 e 1*5 0. caoaj-as brancas a 1*800, 2 5 e
2*500, ditas de linho bordadas e Iizas a 3* e
3/500, paletots de alpaca preta a 3*5M), 4* e
4*500, ditns de dito de cores a 3i, carnisas de
fhnella a 2*, dilas de chita a 1*280 e. 2*.
vende-se:
Tijwlos dc marmore, de differuntes ta-
manbos e qualidades.
Tijolos fraucezes, sextuplus.
Cfmento Portland verdadeiro.
Azulejos grandes muito proprios
para rodapes.
Azulcjos verdes e amareilos, tamanho
KiiUMeM A. C, proprieurios' regUiar
SSaquinas de descarogar algodao.
Cadeiras de ferro, assents de palhi-
uba, proprias para campo.
Bom sapateiro
Vende-se uui escravo sapateiro de toda obra. t
de.boa figura : na rua de Santo Amaro n 6, se-
gundo an'iar.______________________________
~* ReUlhos de las.
0 PavSo vende uma porijao de relalnos i I-
para vestides tendo grandee e pequenos, q s li-
quid a iiaralo para acabar, assim como umi por-
cao de ca.-sas e chitas pretas que se vende por
qualquer preco para acabar: na rua da In tra-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilhos, a 3*500, 4* e 5$,
0 P.ivao vende uni bonito sortimento dos mais
modernos espartilhos que vende a 3*500, 4* e
5*000.
Pechinca em lencos brancts a 2 500.
0 Pavio vende duzi-s de I.lqos finissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenla que
sempre se vendeu a 4kC00 a duzia e lijuida-;e a
BAZAR
DAS
FAMILIAS
Run Dupe dc Cariss n. M
I
araa
fesla
Admirem
Granadina de acda a IoO rs.
Na loja do Pavao vende-se finissiraas granadinas
de seda com Ihtras assetinadas, fazenda que sem-
pre se vendeu a IC200, e liquids a 400 rs. o eova-
do ; assim como manguitos e golinbas de cam-
braia bordadas a 1 cada um, % pecbincba : na
'."V^0 p*ao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.
Salsa parrillia
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao on a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 34.
RAiWN
Bonqnets de cravo? e de todas as (lores, capellas
e velas para baptisados, de muito gos'.o, por barato j
preco, e tambera recebe-e encommendas tre< dias
antes : no paleo do Livracncnto n. 36, loja de
cera._______________________________________
Nuoka-qnem woda mais liaralo!
Gama & Brito, com armazem de molhados no !
brgo'da Santa Cruz ns. 2 e 4. vendem manteiga in-!
gieza em barril a 800 e 1,000 rs. por cada 450'
grammas; vinho de maga a 1,200 a garrafa, dito '
Figueira a 440 a garrafa, a Canada a 3,100 rs., '
g&z (Devo.-) iiquido aiiO a garrafc, velas stearinas |
a 500 o mac, velas economicas a 760 o mace,'
cba perola a 3,200 rs. cada 450 prammas, dito al- i
jofar superior a 3,000 rs. cada 150 grammas, um
completo s rtimeuio de biscuitos em latas, qat se
vendem por precoa baratissinr s, hervilhas france-. *Dhora..,,
C'ordelro
leste impcrtante estabeleciroento, no louv'avel pro
jrosito oe nio desraentfrem o conceito que os
ieus aumerosos freguezes Ihes tem dispensado,
icabam de recebw de sua oonti o mais nco sor-
.imunto de eedas, popeina las e artigos de nl-
ima moda era Paris, e continuarao a receber
jor todos os paquetes daquella procedencia ; por
sso, ehamam a atlencio Hie sens freguezes e os
onvidam a darem ura paeseio ao sen estabeleci-
nento, garantiodo-lhcs que encontrarao a reali
lade do que fica dito, e para pruya dao um pe
iueno resumo, cujo infallivelmente despertara a
I itteneio dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
liiiostras ni-.-dianie penhor.
,Vrii*oi do alia novidade e
ultiuaa moda.
Cortes de vestido de linho guarnecidos de bico
la mesma faaeuda e eor, trazendo fivelia, bolga,
6 into, etc etc.
Ienc6es Riquissimos chapeos para .senhoraj de coree e
" | iretos.
Curie; de cambraia brancos com lindos bor
lados.
w de cores com enfeites da mesma fazenda,
nrino, etc etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guame-
:idas de arminbo.
Yestoarios para baptisado."
Riquissimas carnisas bordadas para senhora.
Uqudi.de madreperola, para noisas.
Rioas colchas oe seda, par* casameolo.
Ortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas de deiicades padrdes.
Selim Macao de todas a* cores.
Srosdenaples pretos e de cores,.,.
Vellndp preto e damasco de seda.
Granadine preta e' de cores.
Filo de seda branco e preto.
Rioas basqumas de seda..
Casacos de merino de cores,
Maiitas brasiteiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambraia de cores, ditas maripasas brancas, de
ores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade)..
Purcaliuas de quadros, lislras, etc.
Brins de linho para vestidos.
. Fustao de cores.
Saias borda4aiaca settboo.
Jrandesuriiine.ntu.de cauiUas-.de linho lisas
lordadas. para homem-
Meias de cores para homem, senhora, meninos
meninas.
Sortioipnio de chapeos de sol par* homens e
la,, etc
zas a 640 a lata, marrrelada muito flna a 610 rs.
a lata com meia kilo, queijos fre*oos, azeite doce
de Lisboa a 610 a garrafa, assucar de primeira
scrte a 320 rs. o kilo, dito de segunda sorte a 28
o kilo, dito de terceira sorte a 240 o kilo, vinho do
Porto, em barril, a 800 rs a garrafa, dito engar
rafado das mareas mais acrediiadas a 1,000,
1,200 e 1,500: o que pode haver de melhore
tudo mais a vontade dos compradores, certoe de
que encontrarao a major sinceridade e agradc
possivel : no lar?o da Santa Cruz ns. 2 e 4, arma-
z em deGaraa & SHva Brito.
Escrava
Para vender na rua, precisa se alugar uraa es-
crava : na rua da Floreniina n. 22.
Assucar candi..
0 melhor e raaia bonito, preparado e aper-
feicoado por systema novo, vendem BeitrSo 4
Quintal, em sua refioacao a rua do Barao do
Triumi)ho n. 56.
Lazinhas brilhautes
Mcrioas de. cores para vestidos.
Dito pieto traneadoe ae verSo, bombazina, can-
to, aipans etc. etc.
Aioa-lbatio de-lioho alpodio para toathas, e dito
)ardo.
Damasco de la.
Brim dejinho branco e de cores.
Setins- do lindas- cores eom lislras.
Chales tie merino de cores e preto?
Ditos deiouquiin e di de. caeiui.r.a
Can.isas dc chita, para. hoiDe."1 o ("'tas de Da-
lella.
Gerootes'de Hnho e dills de algodao:'
Paanor do crochet para sofsv ^adeirse, etc
Lenijos bordados e drlox do laiyriutho.
Ricos cortes de vestid>s de larlalana, bordados,
ara bailes, o tarlatana -ae todas as cores.
Colchas de damasco de IS, e dNtsrs'vle CToebet
15partilt:0-lisos e bordados.
Foulard. 4e seda, lindas cores.
Meias de seda para (unhoras e meninas.
C3emiras pretas e de cores.
Loja do Passo
Rua Triineiro de Mafroo o. 7 A
antiga do Crespo.
Vinho verde.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Sanij n. 17, 1* andar, escriptorio de Joaquim Ro-
drigues Tavares de Mello.
Imperial fabrica de rape
area lina de Moreira & C.,
da Bahia.
Oeste excellente rape, que se torna recommen-
davel aos amantes da boa pitada tem estabeleci-
do esta fabrica o sen deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que vendem por junto e a retalho, fa-
zendo-se vantagem a quern cemprar porcao.
Rua 1 de Marco n. 14
Gusroao 4 Lal receberam grande quantidade de
cortes dc casemira para calca, e vendem por 45
cada corte, assim como vendem selinelas para
veslidos, fazenda linda, por 400 rs. o covado, fazen-
da de 800 rfc : ?6 na rua 1* de Marco n. 14.
E'BOM SAREK-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque d*
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas eneoromendas de mer'adorias de sua
reparti?ao, que pela eleganci. bem mostra aptidao
e bom go-to de seus anligos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua Boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate
onde toea o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer eatrar no nu-
mero doe massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos anntmcios e nem pretende descrever a
immensidade de objeetos que tem expostos a ven-
imilar-se-ha
W ftd % iFJci'J^B^ o sitio junto a igre-
ja de S. Jos6 do Mangulnho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodacoes, todo mura-
do, cum duas frentes .-ervi las por portao de ferro,
dando para a rua d i Amizade e para a do Man-
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largura e 354 de fundo ; e a casa mede 52 palmos ja, o que serla quasiimpossivel, mas
de frente e 84 de fundo. A situacao e a melhor ; j mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
possivel para morada, e quern quizer edificar, tera! e toma a liberdade de aconselhar ao bello sexo,
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da que a visitera constantemente, para depois que
Amizade. Tem a'gumas plantagOes de gozo e re- comprarem em oulra qualquer parte nio se arre-
ereie, havendo bastante agna fornecida por duas pendarem, a vista do bom e escolhido sortimento
' que ha em dito eslabelecimente, esu razao tarn
a 720 rs.
0 Pavao reeeheu nm booito sorrtrnenti das mais
lindas lazinhas brilhaotes, sendo de qnadrrahoo
miudinhos, parecenlo de uma so cor, e tendo diffe-
rentes cores; esta fazenda tem um br.lho corns
seda e bastante largnra, e vende-se a 720 rs. o
covado : na rua da fmreratriz n. GO, loja de Felix
Pereira da Silva.
Lazinbas modernas a 320 rs.
0 Pavao vende bonilaa lazinhas de quadr.niux,
tendo de tolas as cores, pelo barato preco de 320
rs. o covado; sendo fazeuda que sempre se vendeu j
i a 500 rs., e pechinca : na rua da Imperatriz n. i
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras.
0 Pavio vende uma tvorcao de panos de cro-!
chel, proprios para en >isto de cadeiras e de so- [
fas, que vende por precos baratissimos: na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Cortes de organdy a 2$i0d
0 Pavao recebeu una bonito sortimento de cortes
de orgaody, malisados, para vestido, que. vende
pelo baratissimo preco de 2 400 o corte, 6 pechin- dito-'muit i fino com 12 jardas a"3,000 e 3,500 ; as
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix gjm como um grande sortimento da madapolSe*
Pereira da Silva.__________________________' jngiezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
Lustres, candieiros e aran-
dellas para gaz.
No novo eslabelecimento, Grande Exposlelo, na
roa do Imperador n. 33. junto ao escriptorio da
eompanhia do gaz, vendem-se lustrfs, candieiros e
arandellas de diir ren'.es tamanhos e modernos
gostos, tanto de vidro como da bronze, e tudo do.
melhores fa^.ricantes que ha na Inglaterra. Tarn-
bem se vendem globos de bonitos padroes, chumbo
e tudo o mais que for preciso para o servico do
gaz. E como os donos deste estabelecimento man-
dam vir de conta propria e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que qnatquer ontro,
para o qne os compradores podem experimentar.
Especial chegado no ultimo vapor, tem para
vender em barris de qsinto e ae 'Colaree em
decimos, no sen escriptorio a nx Ao Coramercio
n. .5, Joaquim Jose Gcincslves Reltrao 4 Filho.
Vende M o eslalelt'cmwiuii* de ruoibados da
aua-po Ran^el n. 8_________________________
A 500 re. o covado
Na loja do Pavao vendese lazfabas japonezas
de con* muito rooderoas pelo baratissmW) prect
de 500 rs. o covado, para acabar ; notacU>se qne
e fazeada que jamais se vendeu por manos d
dois erutados ; ja ha poucas : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao, de Felix Pereira da Silva.
Na loja do Pavao vende-se madapolfies franee
j zes muito incorpados, com 20 jardas *,000 Deis,
caeirubas, uma das qcaes 6 nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Witruvio quem o pretender.
Admirem.
Cortinados a *000.
O Pavao vende cortinados bordados, prcprio
para camas e janellas, a 7* o par. 6 peehincha
Sue logo se acaba : na rua da Imperairiz n. 60
e Felix Pereira da Silva._____________
Burros d venda.
Ignacio Deiro avisa a sens devedores que esta
em seguimento para Pernambuco, onde ate o dia
10 de dezembro espera que lhe mandem satisfazer
seus debitos na casa de Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filhos. Conduz excelleotes 1 urros para
vender. Pilar, 23 de norembro de 1874.
Lustres, lampodas e arandel-
. las.
Obra de gosto e mnito mais barato do qne em
outra qualquer parte, lem para vender Joaquim
J ise Goncalves Beltrao & Filho, a rua do Commer
cio n. 5. .I .. i. .... j .;. ii i
IViras k marmore
Vende-se pedras de raarfflores, de diverse* ta-
manhos, com daas Dolegadas degrosMira, proprias
para maitos misteres : a iratar com Juao Jus6 da
Cunha Cages. .
Cora dos (stt&aiffeiito a nrafa **"*bo,8es de/ pa,ra ?***-
uu> v, w^M^viw x.^ ~ IfMos leques, grandes, matisados.
pela facii applicagio das
SOKDAS OLIYAES
DE
G0MM& ELAST1CA
As mais modernas e aperfeiroadas de todas
as cr)ntieid,"s
YfiHdeiD-sc
NA
cia e drogeria de Birtholomeu & C.
Rua lirga do Ro,srio n. 34.
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de sen toilet
sem que dum iaseeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber osseguint -s artigos de luxe e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailee para senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pnfalo e borracha
(gosto novo).
Aos meninos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxiat.
a. 63, aeaba de receber um bom sortimente de fl-
oas boneeas que fa I lam, qne riem-se e ehoram ;
tambem as tem mudas e surdas ou surdas-njijdas
renham ver se nio 6 verdade.
KO SEXO AMAVEL.
A Nova Eaperanca, a ma Duque de Caxias c
63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
acaba de receber diversos artigos dealta novi-
dade, os qnaes estio expostos k vunda em dito
estabelecimento, 4 bom qne veobam aprecial-o*
para por esta forma satUfazerem os eaprichos de
suaf elegantes toilettes.
A Nova Esperanea, nao querendo tornar-se
roassaote, limita-se a mencionar alguns artigos
dew-mats-em vega no mgndo das raodss, os quaes
sio os-segoiules :
LInflos ciqUs de couro e filigrana.
Boa aeqnisicSe.
Vende-se m sobrado silo na pated- da 8e< am
Olinda, edificado em chao proprio, com graqdes
acccmmodacfies para numerosa fainilia, reedifi-
cado e plnUdo de novo, cum bellissima vi?u,.
muito fresco e com qointal: a trater no patee
de Pedro If n. 6, andar. ;

Elegantes fiveU&s de aco para veetidos.
Delicados ramps de flures de larangeira.
Bolsas de couro e filigrana, proprias para tra
pezerndentes ao cmto,
Farinha de mandioca supe-
rior.
Tem para veDder, Joaquim Josd Goncal-
ves Beltrao & Filho, a borcio do palhabote
Hosita, fundesdo ao pe do eaes doCollegio,
a para tratar a bordo ou no seu escriptorio
roa do Commercio n. 5.
Novidade liKenrta-.
QUE E' 0 tLERO EM UIA MONARCHIA
CONRTITUCIOSALt
Pelo padre
D; BENEVEHUTO AN tOSU) C. DE CAW08
Oflereeido
" Aes liberaes portugaezes e brasiteircis
Pre50:
Biocbados t;0
Eeeadernados 14500
Livraria Popular, rua Nova n. 59
Olinda
peratriz n. 60, de Felrx Pereira da Silva.________
3 mmm
Esla queimando
0 proprietarlo deste estabeledmefllo tera resol-
vido vender as tuas faneadas 0 mais barato pos-
sivel, afim de aporar dinaeiro.
Cambraia branca bordada.
0 desengano esta v*ndendo cambraia branca
dordada pelo diaimrto [regdde'SSO rs 0 covado.
E' grande pecbincba.
Cortes de orgamtjr de- Troresa 4*ff00.
Cambraia transparente, fina, a 3t a peca.
Baptist* de'lindos padrdes a 360 rs. e eovado.
I Chitas escuras finas, a 2f*>rs. 0 dito.
Dnas claras idem, a 240, 280 e 300 rs. 0 dito.
Lazinhas de bonitos padroes a 200 rs. 0 dito,
Flbr do basque a 600 rs. 0 dfto.
Carnisas de cretone, finas, a 3* e 3/500.
Madapolao inglez, iron, a 4*500, 38 c 5:500 a
peoa.
Dite frawe*. fioo,a 5*500, 6*. 6-*500 e 7*
peca
Alpacas de cores a 400 rs. 0 eovado:
Basquinas de gorgorao de seda a 6*.
' Popelinas'de linho a seda a I a e it'MO 0 eo-
Ombraia Victoria a M, e 4*500 a peca.
Gase de seda a I* 0 covado.
Brim branco de linho n. 4, a 1*909 a vara.
AlgadioT largo e floo a 4/, 4*600 e 5* a
Cambraia de cdres a 200 r*. 0 covado.
E outras muitas fazepdas qne deixam de ser
meqctooadBs para : u&o te- toroar massante, por
isso>convida a t.das as pessoas a fazerea am*
visits *eu eitauelecimeMo ara de sotlirem-se
do bom e barato para a fesla : a rua do Crespo
n. J-Vjunlo. a loja da esqaitja
2^500 por ter grande porcao de duziae, ditos abai-
nhadosal;, ditos chinez s muito finos e ditos
franceZes escuros muito finos para quem toma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Veade-se cassas de cores para vestido a 240 rs.
0 covado : na loja do Pavao a rua da Imperatriz
n 60.
Carnisas.
Vende-se uma grande porcao de carnisas bran-
ca? com peito de linho e de algodao, por muito
menos do seu valor, por estarem um pouco enxo-
valhadas, assim como seroulas francezas e de al
godao* a 1*500, dilas de linho a 2; e 2^500 para
acabar; na loja do Pavao rua da Imperatrix n. 60
deFelix Pereira da Silva.
Rqupa para bomem para acabar ate ao fim
do anno.
Na loja do PavTi > liquida se /uma grande porcao
de roupa para bomem como/ sejam : calgas de
brim d'Angola, ditas brancas^dilas de casemira de
cor de 63 ate 12.1, ditas de brim oores, galitots
eirakB de panno preto, de alpaca e alpacao, as
sim comede easemiras de ceres, colletes brancos,
pretos e do cue-, assim como roupa branca de to
das as qualidades, nao se olha aprejuizo, 0 que se
quer e liqaidar ate ao fi n do anno.
Cambraia Victoria e transparente
Na loja do Pav5o vende-se um grande sortknen
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos tt-nda 8 1/2 vara cada pessa de 3,600 para
ciraa, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe-
reira da Silva
Collarinhos de linho para acabar a 4;
a duzia \
f5,JSa loja ,4c Pavao liquida-se uma grande porcao
de duzias de collarinhos de linho, por estarem um
pouco cnxovalhados, pelo barato preco de 4; a
duzia, sendo fazenda que sempre se vendeu por
79 e pecbincba : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
Chales de casemira a 4*.
0 Pavao vende chales de casemira eom gostos
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 7* e 8, liquida a 4j. Ditos de la, muito
eueerpados, com listras, a it. Diloa de quadros,
azenda muito boa 2^; assim como, um bonito
furlijiento de ditos de merino, lisos e de quadros,
vende de 2^ ate 5i e 6* : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao, deF. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. 0 covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonitas pcpelioas listradas para vestidos que
vende pelo barato preco de400 rs. o covado, la-
vando-se nao deabolam ; assim emo, bonitas e
o covado. Dilas transparenies com palminhas a
500 rs.-, *3o bonitas. Bareges de uma so c6r, pelo
barato preQo de 400 rs. o covado, e pecbincba :
na rua da Imperatriz a. 60, loja dc Felix Pereira
da Sil-a.
Cortes de veslidos para liquidar.
0 PavSo venie a 4-, 5* e 6* corte de cam-
braia branca com enfeites bordados de c6r, la-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8*, e liquida a
i* para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-
la com listras e lavradinhas, que sempre se ven-
deram a 10*, liqoidam-se p.r 5*. Ditos Benoatao
com lindos ufeites de cor, fazenda que val 12.:,
liquidate se a G;. Ditos de cassa de cores com
7 vaoas a 3* ; e peehincha : na rua da Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Peehincha para criancas.
Heias a 2*500 a duzia.
Toalbas de fustao para mesa a 2,500.
0 pavao vende loalhas de fustao para mesa de
jantar pelo bar. to preco de 2*500, e peehincha :
na loja do Pavao, a rua da la peratriz n. 60,
Icjade-F. T. da Silva.
Brins de Angola a 2*, 2,500 e 3*.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bins de
Angola a 2g, 2*500 e 3* ; 6 peehincha : na rua
Sa Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
dilva.
A's pediiochas!
IK it a doQueinaado n. 49.
Ju to a loja da Magnolia
Organdys branco com listras bonitas a 409 rs. o
cova-
Popelina de linho com listras abertas a J20 rs. o
covado.
k&siuhas a eseoceza a 270 rs. o covado.
Ipacae da-seda, gostos achamalolados a 600 rs. o
covado.
Ganga carlisa en nada para coberta a 160 rs. o
covado.
Cambraias de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Chitas escuras a 220 rs. o covado.
Chales de casemira chinezes a 2* nm.
Lencoe* a 2* um.
Cobertas de ganga a 2, e 3i uma.
toalbas para rosto a 4*600 a duzia.
Cambraia transparente a 3* a peca.
vedo ; no seu escriptorio,
n. 57.
io fill i -^i I HI', iv r)\U
A&nnicas ver
eiras .
ac*as hft?nburpmf. qnf veai a estemca a* r& Jo ihtrvmv deUMs4arf. 51
BalanqaSyrpesos,, trnedidat
d& systema metrico deci-
mal.
SaleaparrilfcTnoW '**2Zj!ZX2SF&2Xm
Chegada no ultimo Mepor do Para. (e Mira a MtraiU de Uebeii*
Tem para vender Alton o Uil Moreira &* a.rna. do i5om fens, SS^sSMt^4o Hm**w 4e Bar
ros iCWftiaj aqjwlJp no bolel. do Montejro e esje
emBeoeribe :
T\jendem lotes de terras de sea sitio, one fas
frente-*sra a estrad* to A-goa-Pria, para Babwi
be t peso iade nerte para o beaco do Fuudao ;
sendo os pretos dos terrenos da frente enlre o e
7* o palmo e nas ruas novamente abertas entre
2 e 4*. As ruas estao demarcadas pelo Sr. enge-
nheiro Sette, com fundoB eafflcielMM para peqne
nos sitios; a plani* esta trchivada na camara
de Olinda e ba copias em p der dos prpprielarios,
qua moslrario aos prelendtntes.
Qaem quizer dirija-se a algura dos proprietariot
ooaOditoSr. en^eohoi-o ou ainda a Rocha Lima
Hetins a 280 rs.
0' PavSo vende bonitos metins de cftres para
vestidos, peto *aralo preco de 20 e 320 rs. o
eovado; assim como, um bom sortimento de chi
las de todas as cores, padroes modernos e fixos,
eeio baralo preco de 280 ate 360 rs. : a rua da
Imperatrlr n. 60, loja de Felix Pereira da Bilva
Gros preto a 1*.
0: Pavio vende grosdenaples preto a 1* o co-
vado e dahi para cima, ate 4 j : na rua da fmpe-
ratnt p. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Cartes decasimira a 4#,
e 6|000.
Ma loja do Pa*o, veade-se certes de ca-
semire para cal$a a 49, 59 e 60UO*, ditos
mujto ftriosdeumeed c6r com listras ao la-
'66,, fazenda qae sempre se vendeu a,9# e
89000, liqeida-se a 6f000 para acabar:
i-to* de Imperairiz n, 68, de Felix Pereiia
da Silva.
Reis e Silva & Guimaraes, proprietama
bem conhecido estabeleciiiieoto de fazenda.'
convidam aos seus freguezes e amipo* a s> i
se dos artigos iodispensavei.t para a fe. ta,
da ultima mod;: e de fino gosto, os quae* deui por in 'Jico preco, de forma que iguai oa* v
encontra em oulra parte.
Aiim de que o publico aval.e o que levara Av
offerecem a ana preciosa connderacao a sgaia;r
men^ao:
Lacinhos para senhoras.
Temrs nm completo Miniinetilo de laeiabot to
seda e de cambraia bordados qne estaxo- msj-
dendo por preco moil > barato, a 2*. 2*.?>'>, 3#.
3*500, 4i e 8* cada um. Sao muito liiios.
Gases de seda.
Temos um com pi -to sortimento de g/isea to se-
da de seda, fazenda muito moderns, e to m
contra no Bazar das. Familias, pelo prec Ae SOf
rs. o c-jvado. Niognem p. de vezider.
Popelinas de linbo so.
Temos nm completo surtimento de pipci.oas to
linho, fazen la propria para pas^a^ a fesla por ear
muito barata, a 500 rs. o covado.
Faiai de srda de cores.
Bccebemos um completo soitimenio de Uai to
seda, fazenda inteirainrnte nova, que esuafc
vendendo por 2*, 2*200 o covado.
Popelinas de linho e seda.
Neste artigo terms nm completo sortitneets aos
estamos vendendo per 7i 0 800, 900, I*, l*)U
o l*8o0 o covado.
Assim como temos popelina branca, or pria pa-
ra noiva<, que vendemoa por l*8'Xe 2* o eo
vado.
Riquissimas capellas com ve qne estamos vendendo por 13*, 18* e 20*
Polonezas de percalina proprias para ia
Temos um completo sortimento de polosma* to
percaliuas propnai para bannos, pur sereas bmsi-
to cempridas e muito baratas a 4* e 5* oaat; m
a fazenla ioiportuu em muitu ma:s do que eiiat
feitai.
Alpacas de seda com listras.
Timos neste artigo um completo soriimasto, qne
estamos vendendo por pr. e j ruuito barato, qae t
830, 900, \{. e U200 ; sao largas.
Baptiftas de cores
Receberaos ura comphto sortimento de baptr*-
tas, padrdes inteiranwete uovor, fratoa muito bo-
nitos, que estamos vendendo por preco oe 440.
480 e 500 rs. o covado.
Corps de granadine
Becebemos nm completo sortimei.i > de eorle.-
de granadine branca; com listras de ceres e pal-
mas sollas, que estamos vendendo por 12* us
corte.
Casaquinhcs pretos de avrgoria.
Recobemos nu coruplelo sorlinculo de casa
3ninb s pretns de gorgorao, que esumes vender*
o por 8 10*, 12* e 20.- nm.
Setim branco e de cores.
Becebemos uin completo soitimeuli de setim
Macao, tanti Iranco como de cores, qae veato-
raos por 2*200 e 2 400 o covado
Cambaias branca, transparente e ta nada.
Temos sortimento do cambraia, que veauesno-
a I*, 4 500, 5*, 6* e 7* a peca garanlimos t>
1|2 varas.
Assim como, outros artigos que se M enfs-
donho mencionar
REIS E SILVA & GUIMARAES.
IB o litiTm
A' rua 1 de Marco n. 1
Confroute ao arc de ^anta
Antniiiu.
Continria vendendo suss fazendts cum 20 per
cento menos do qne seus anlizos pieces, pelo qrs*
fax disso sciente aos seas freguezes.
A saber :
Grande sortimentj de babadinhr* e enlrnneijj
bardados, ,ara 1*, 1*200 el*iOO I Q le jrand?
pe -hinc aa.
BBILIIANTINA de cores, fazenda superwr, o
mais moderoi- que ba, a 500 ra, o covado.
01TA branca para tOO rs.
CHITAS Claras e escuras a 2i, 280 e 3)0 ra.
faienda superior.
BAPTISTAS de euros escuras e claras para 18u
e muito finas para 400 rs. o covado
CAMBRAIA branca Victoria e transparente fina
a 4^ e 4*.00 a peca com 8 lj2 ratas t Sin:.
LASIN'HAS de gostos allemaes a KO rs. So r
barateiro !
CRETONES escuros e claros para 300 e 4)0 ra.
o covado.
CAMBRAIA para fbrro a 1*3:0 a peca cam f
1|2 varas. E' barato.
SEDA de uma so c6r a 900, 1* c 1*200 o c>
vado, fazenda que sempre eustoa !*, a elias an
es que se acabem.
POPELiNAS te ie!a a 1*400.
DITAS de seda de superior qnalidade. p >toe
os mais modernos que ba, a 1*600 1*800 ; cee-
vem mandar ver.
ESiUIAO de linho e algodao para fronbi.. ,.-
misas, etc etc., com 7 jardas a 3(200 a pcex
BRIM pardo trancjado a 400 rs. o covado.
BRIM Angola, de cores bonitas e Cxas, para 3ft.
rs o covado.
CHAPEOS Je casemira para homem a 3*000 !
CHAPEOS de sol la alpaca a 3*. e tambeti pa-
ra senhora, a 2*.
DITOS de sol de seda para senhora a 3*500
para bomem a 10* ; mas sao paragom.
BRIM branco exposicao a 1*800 e 2* a vara, e
baratissin o
COLLERINH05 os mais modernos qne ha, a 7*
a 745W a duzia. E' linbo e sempre enstam 9*
PUNHOS a 6*500 e 7* a duzia.
TOALHAS felpudas, fazenda muito boa a 6* a
duzia.
CORTES de casemira it cores, bonitos goaUs
a 7*. So aqni.
LENCOS de linho abainhados, fazenda raoik-
boa a 3* e 4*200 a duzia.
MADAPOLAO francez c m 20 varas boa rraalv-
dade e ensta 6* a peca 4 elle, a elle.
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de AgosUnbo Ferreira da Silva Leal & C
Carnisas fraacezas para 1110
niaos A 2a|.
0 Pavao venae carnisas ftanceaas para ai-
de todas a) idades, a 2* cada uma, o em
a 22* ; is'.o a aara acabar na rua da m
n. 60, loja de Felix Pereira dt Silva.
Von Sohsten & C, na ma da Cruz n. 18, ven
dea nm completo sortimento, tudo feito na me-
ma fabrica d* Enropa onde forara os actnae* -
padroes existentes na camara municipal desto:toyM*Taii, a rua ?a c-ua n. io.
eidade.
Fasto
mo.
Sonyjyor vinho de nva pura em oarris e anco
retasVvende se no priaeiro andar do sobrado n.
56 da ma da Cruz. ^^_^__^
Vende-se
Semenles dc horlaliccs
As mais novas.
Couve


>

I
Our..
ruxellas.
Saboia
Menciana.
Penca.
Lombards.
Fronchuda.
Galega.
Nat.ica.
Repelho.
Brocalo.
Cen.jnras.
Nabos.
Kabanttes.
ChicorU.
Alfaee.
MofUrda.
oaoto.

Vende-se o dominie dtrveto de ura terreno
sitona rua da Santi Cros, em que seacba edifl.
cada a casa terrea n. 36 : a tratar na rua do Vis
conde de Goyanna en. 5.
INCORRETAl
Arma(jao.
and* se nms arraac*o de louro, ingleza, para
(a'zendas : a tratar na rua do Crespo n. 20, loja
fdfl Guilherme.
V
aa rua to Vigario n.; 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barns a em
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qoalidato
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo_______________^__
Vende-se uma taverna com poocos fundos,
propria para principiante, bem afreguezads : na
rua de Mathias Ferreira, em Olinia n. 59.
P|M(aos-
Vendem P6cas 4 d, a rna eslfeita do Roatrw
n. junto a igraja.__________________________
Proprios para b;< I -s.
Chegaram em boa quadra, para i Iiatogajha,
riqnissunos oortes de seda earn Ura*a *
achasMloiatos <-. linliwimas o^s
lataaa com palmas bordadas a
Sira Dailes : s6 na lap do Passo. ,ro\PrieTJ
e Marco, n. 7 A.
CA




8
Jiario de Pemambuoo Sabbacio 19 cte Dezeinbro de 1874.
UTTERATURil
'?
i...
O arniario de cnrvalho
(Conclusao.)
Houve urn mstante de silencio. 0 Sr.
Benson fez as suas reuVxous e os sous ca'cu-
los; proseguio depois a convorsacAo 8 meia
voz, e f .rtifieou a sua eluqueneia tiran Jo da
algibeira os dobrfos e as libras. Parece
que afinsl achou algu n ar^umento convin-
eente, porque meia hora depois tornava a
eutrar o gothico armario na sua loja, de-
pois de ter desandado todo o caminbu que
p rcorreu na anterior noite as costas do
pristanaista sobre peoboresi
Gracas a Duus! Aliual respiro ex-
claraou o bom do homem chegan lo a casa ;
terei que esperar ate 8s nove? S6 se eu
fossetolol Ab lea tl priminba cuidou
que eu nao poderia passar sera o seu alfi-
nete! De que mo serviria esta maebadi-
nha, que teiu despodacado j8 tanias oulras
molas ?
E, dizendo e fazenio, lira a primeira ga-
veta do armario e da com urn papel dobra-
do, posto a urn dos cantos iuteriores.
Oh I oh I diz o p estaraista. Sera"
uma das notas'!
E le :
Por saldo da cc-itta de meu pai :
Recebi.
Jorge Evans.
A'mesma hora entrava o moQO cnme-
diante no seu quarto da locanda dos Tres
Borrachos, e tornawi a pur na mala osdous
vestidos de mulher.
Ora vamos, dizia elle, o emprezario
desta aldea andou muito depressa de mais
em quebrar. Quando nSo, podia muito
hem escriplarar-me, porque live urn exito
completo 1105 papeis da tia Fruraau e da pri-
ma Joanninba. Quanto ao dinbeiro, dos-
coutarei as duas libras do armario, o alu-
guel da casa da rua de Salisbury, a carrua-
gem e o tustao de propina que tao genero-
samente foi concedido ao avarenlo usurario,
e ainda me ticam os novecentos mil reis que
meu pai emprestou, com os juros compos-
t >S de dez annos. Estimaria muito que a
consciencia do meu devedor estivesse tao
trauquilla como est8 a minha.
|ue e o elero em uma uionaiciiia
conMiiiiK lonal ;
CAPITliLO I
DO RE1 (I).
0 magistrado a quem se da o nome de
rei, e o chefe, nao da nacSo, mas do go-
verno. A sociedade nasce da populacao, -
bem como o governo nasce da sociedade. e exclusmmeote a nacao, ou iquelk. corpo
contradiccao,
do rei e mauter e respeitar a lei fundamen-
tal da nacfio.
0 interesse das nacdes exige que a pessoa
do rei soja inviolavel ;'porque, se nao fcr
tido em rospeitosa veneracSo pelo povo, se
lbe nfio for garanlida a mais perfeita segu-
ranca, a paz publica e felicidade do estado
estarfio em urn continuo perigo ; eis a razao
porque a felicidade nacional exige necessa-
riamenle que a pessoa do rei seja sagrada e
inviolavel, todas as vezes que elle nao atten-
tar contra a Iiberdade da nacao, ou chamar
annas estranbas para escravisar aquelles de
quem recebou o poder que exercita. A
monstruosa e absurda doutrioa de que e
permittido a um particular assassinar um
ii.ao rei, cleve ser proscripta ; pois que e
sempre um enorme attentado contra a ns-
cao, o esbulba-Ia daquelle a quem el la ee-
colbeu para depositario do poder executivo
o administrativo. Comtudo, apezardain-
violabilidado do rei, qualquer nacao pode
desapossar do throno um insupportavel ty-
ranno, processa-lo e sublrahir-se da sua
obedieneia ; pois que aisto nao faz mais do
quo reassomir a si o poder que Ihe tiiiba
conftado debaixo do certas coodicoes, as-
qaa forroarora o paeto entre a nacao e o
rei, e que se tornou nulIo peia sa infrac-
;>ii'. Logo qe um rei at-aca a eoustitui-
cao do estado, povo se torwa desde entao
livre d*5 jurameto quo lbe prestou, e por
isso s6 o deve cousiderar como- um iwurpa-
dor injustO', que Srabalba para o opprimir.
0 li ji essenciai d toda a suciedade civile a
commurn felicidade dos cidadaos-;. tali e o
motivo por que remjotia parte de seusdi-
reitos e resigi-ia a su- iiberdade Das maos do
poder exeoativo. Uwmdo um rei se toraa
o flagelto do' estado, degrada-se da sua au-
toridade e st deve ser considerado como
urn iiiimigo publico, contra o qual a nagSo
pode e ten Avreito defeuder-se- Qoero
se fltreveri'c act'i-wurar a conducts-do povo
de Israel, quanxlo decierou Jeroboao como
um detestavel ieirmgo w- jurado assassiuo da
sua pairia ?
A adula^ao e o fan^tisrao torn fto des-
cer do ceo o-direito dos reis para melhor-
mente escravisar o hoiaem, estabeleeendo
como um crime o exam inar as ordens emas
nadas de am despota, *, como a maior da-
impiedades opp6r-se a. -ellas. Hoje esti de-
monstrado, apezar da cbicana ecclestastica,
que o rei itao tem mare autoridado do que
aquella que lbe confese a nacao em quem
reside a soberaoia.
K de summa imp-artancia conbecer-se
que o processar um rei tyranno perteoce s6
I'.' sem contradicgao, que a familia foi a
primeira sociedade, e o priraeiro governo o
patriarchal, fundado sobre o amor, a obe-
diencia e o respeito. Logo que se multi-
plicaram e dividiram as familias, coraeca-
rara as guerras entre si, as quaes s6 acaba-
ram pela sujeigao dos poos a Tontade ab-
solute de um chefe militar, que depois to-
mou o nome de rei. Esta situacSo intole-
ravel, opposta i natureza do um ente racio-
nal e livre, s6 finalisou, ou pela morte dos
tyrannos, ou por uma representacSo nacio-
nal. Foi entao que pela vez primeira se
fez ouvir o sagrado name de pairia ; foi
entao que o homem, curvado debaixo do
ferreo jugo do despotismo, levantou a ca-
be^a e se mostreu em toda a sua dignida-
de ; foi entao, finalmente, que appareceram
concidadSos, virtudes pubhcas e domesiicass.
as sciencias e os trabalhoj uteis. e que a Ii-
berdade nacional surgio mais bella do seio.
da oppressao e do despotismo.
Duas cousas, porem, sao absolutameBte
na^So ser livre :. 1
necessanas para uma
soberana ; 2 que o rei
seja somente o chefe do governo, o primei-
i- j- -_._ .,, s& tenha o
que a nagao seja
seja
ro magistrado da nacao, e que
exerciciD e nao a propriedade dos poderes
que se lhes confiaram; porque, quando
uma na^ao confere a realeza a uma pessoa,
faz iramediatamente recahir sobre ella todas
as obrigacoes e direitos para a boa adminis
traQao do estado, e exercicio da autoridade
publica. D'aqui nasce que o rei, deve,
como fiel administrador do poder executivo,
vigiar pela prosperidade da mesma nar^ao,
melhorar seu estado, e segurala por todos
os meios possiveis contra todo aquelle que
p6de ameagar a sua s.-guranga e felicidade.
Como o rei deriva toda a autoridade da
na^ao nas monarchias constitucionaes; elle
possue portanto aquella por^ao de poder que
ella lhe confiou. E' entao que a constitui-
580 mostra aos reis quaes sao os limites da
realeza e 0 modo como ella se deve exercer.
Neste caso 0 rei estd obrigado nSo so a res-
peita-la, mas mesmo a sustenta-la, se nao
quer fazer-se perjuro e criminoso de lesa
nacao. E' innegavel que 0 primeiro dever
do rei e" 0 conservar religiosamente a con-
stituifjao politica da nagSo, pois que 6 0 fun-
damento da publica tranquillidade. Tudo
e violento e exposto a revolu^Ses naquelles
esta los, onde 0 poder arbitrario esti senta-
do sobre 0 throno. 0 verdadeiro interesse
(1) Vid. nota ao capitulo I.
que a represeaU; e que ella- raesaa pode
attentar cootra a sua pessoa* naquelles casos
de extremanecdssidade ; quando por exem-
plo : calcaudo elle aos, p<5s as leis- funda-
menlaes.da ua^ao, e aoaeacando a seguran-
;a do sea povo se poa em estado de guerra
contra elle. E' s6 a pessoa do rei, e nao a
de um desoaturalisado e publico ioimigo,
que ointeresse da nacjo declara. sagrada e
inviolavel.
CAPI1CL0
DOSBlfiElTOS DOS REiS.COMO PROIKCTORES DA
IGREJA E DE S1:US SUBDITQS*
Nas monarchias constitucionaes, os reis-J
nao somente s3o magistrados politicos e
chefes da sociedade civil, mas tambem pro-
tectores da religiac. dominanteK se ha uma
so no estado, ou de todas as religioes, se ba
njuiiaa. Deie Oous tttulos, tfpo nao aeve-
iraosconfundir aascem differentes direitos,
co.no se prova neste capitulo.
Os reis 080 receberam de pessoa alguma
0 caracter de protectores dos cultos, que se
professam nosseus estadc*; pois que este
direito e inberente a.soborania ; recebendo
a cor6a da na^ao, elles coutrahe.a a obriga-
(jo de pfy-iger igualmente todos os subdi
tos oNi qualquer cren^a que sejam. NAo
podem poriauto ser irtstruraentos da intole-
rancia de uma seita c intra outra, sem se
fazerein chefes de partido, perturbarem d'es-
tado, comprometterem a sua autoridade e
oliCenderem a justiga.
Deus nao deuaDs seus levUas poder algum
sobre 0 temporal ; as peuas que promulga,
sendo espirituacs, nao nocessitam de meios
coactivos para se executarem. Nao succe-
deu, porem, assim na disciplina da igreja :
a forca foi dada ao sceptro para mauter a
paz entre os fieis de uma mesma comma-
nhao, e as communhoes entre si. A igno-
ran:ia destes principios tem produzido na
igreja os scismas que a perturbaram, bem
como aos estados; fazondo que a metide
da Europa, separando-se de Kama, abra-
casse 0 lutheranismo, 0 calvinismo, etc.
Carlos Magno e S. Luiz, sempre dirigiram
por estes principios os negocios interiores
da igreja gallicana. Estes principes, a imi-
tagSo de Constantino, de Theodosio, e de
outros muitos, promulgaram leis civis sobre
a administracAo das cousas santas. E cons-
tante entre a mesma igreja romana, que os
principes sempre estiveram na posse de
tnandar executar ou suspender os decretos
emanados dos concilios. E' o poder execu-
tivo inherente ao throno, e 0 poder legisla-
tive exercido pela representafflo nacional.
quem, nas monarchias constitucionaes, pen
os reis em estado de proteger por seus edi-
tos a Iiberdade dos cultos e 0 respeito de-
vido as cousas santas, sem que para isto haj
necessidade da approvacSo dos papas. To-
dos sabem que os papas eram os primeiro*
vassal.os do imperador, de quem recebiam
a lei, ate no tempo de Carlos Magno. Em
todos os tempos os soberanos regularam a
conducla pessoa 1 e os costumes dos eccle-
siasticos; reprimirara os abusos introdozi-
dos no exercicio do santo ministerio, e ordo-
uaram ao clero, xjue s5 reservava do seu
estado receber as rendas, canlar por si mes-
mo os louvores de Deus (2).
Se todos conbeeem que os reis em geral
tern o direito, como protectores da igreja,
de regular os negocios interiores desBUS es-
tados, cum muito mai-i razao elles devem
manter seus subditos na posse das vantagens
espirituaes qoe lbe sao communiewtos como
homem e eorao cidadios, segundo saweon-
scienckr e suas opinioes religiosas. Esta
obrigado adquire maior grto de forfj, e $
um dos primeiroa deveres da realeza ns
monarchias constrtucionaes. Debaixo deste
regimen politico, o eidadSo deve tor ijrode-
fensor no wverni eontra os qwe 0 prefers
derem \almmr, vexar ou atormentar. -Taw
to a posse dos bens espirituaes como a frui-
580 dos bens temporaes-, devem achar uma
ga rant ia nas lais civis.
Um tiel nao-pode ser expulso da oommu-
nliao por uuia censura arbitraria ; nao se
lhe pode recusar nem os soccorros da reli-
giao nem a ,-epultura, sem violar o cwitrato
social ; porque isto seria perturbar > esta-
do, empregaudo a violencia- contra a lei:
d'aqui nasceria o escandalo, quando O'inte-
resse do principe e- prevenif ou repnmir
liguaes dosordens. POrque motivo o- fiel
'inquietado na possede seus direitos espiri-
tuaes, nao recorreris- i autoridade secular,
mui principalmente quando o rei 6" vigerio
geral no seu- reino ? Os ministros-do culto,
lirii elle, me rejeitaaa arbkrariaraente do
seio da igreja e me jtrfgam sem appellaQa;]
esta conducta e opposta 8s leis- do estado,
offende 0 direito natural e e desapprovad
por toda a igjeja.
Os-reis estao obrigades^ peh deveres^
qjje lhes impoo 0 throno, a impedir que os
ministros do altar privetn os povos- ilos socs
corros espirituaes, s6 po seus capriehos ou
paixoes. Um rei nuncp6de conseotir que-
se Irate m desta-man eirar-seus subditos, sem
cofoprometter a dignidode da eorOa e a
tranquillidade publica* Nos mais bellos-
seculos da igre,p houv& pastores, que, des-
conbecendo o espirito do vangelb, empre-
garam 0 seu poder para tyrannisar os po-
vos. Santo Agostinbo se queixava destas
injustas censuras apoiadas pelos papas, que
excediam os limites do seu poder.
E' necessario, pois, sobre a terra, ao lado
do altar, um poder assaz forte para escudar
os, povos da oppress8o e da violencia ecclo
poder ecclesiastico, e contra 0 despotismo
com que os papas pretendi.im governar o
mundo.
Todos deve n conhecer que os papas e os
superiores ecclesiasticos n8o tem algum po-
der directo ou indirjeto sjbre 0 temporal e
a jurisdiccSo cifil ; que 0 poder de S. Pe-
dro deve ser subordinalo 8s leis e usos d)
estado; e que as cortes de uma diqSo nao
nocessitam do papa paw reformar os eccle-
siasticos ; pois vernos que 1180 necessitou
d'elle Jose" II em Allemanln e seu irm8o .Ma-
ximilianoem Toscana.
Capitulo in
DA CONSIDERADO QUE 9E DEVE AOS MINIS-
DO ClIt.T;).
Eu tambem sou philosopbo I Eis o mo-
tiro por que desejo so tire a religiao do
estate de aviltamento em que estd. Para
sermes entendidos devemos primeirameute
definir atermo philmophia. Todososdias
se faz om deploravef abuso destas duas ex-
pressoes-, philosophia e ideas liberaes ;
quando se nao concorda nas pelavras e
difficulieso coocordar n-?s-cousas.
Pelo nmae philonophkt se presonisam
sempre as doutrinas mais contrarias- a- feli-
cidade do homem ; e pelos nomes idias li-
beraes nos qiierem dar a entender kreli-
gi8o e anarehia. I'm dos grandes erros e
julgar-se que-areiigiao e a philosophia sao
.'inimigas. E des>ie quando deixou de ha-
ver allianca entre as luzes ^ a piedade,
entre a* scienews- e o culto, eoM as artes- e
os-costumes, entre a independencia e a fe^
lieidade ? Combater sma doutrina tio fa?
sa, t8o perniciesa, t* contraria- a toda a
sociabilidade, no e raciocinar com 0 seu
secalo? N8o e seguir o seu espirito ea sua
direooA..? A maior henesia dos pbilosophos
Dfto e como diz Cordon) acreditar que nao
ha o-xlf;) Deus alim do dero, mas- 0 ter
'magmado que o altar podia estar separado
do thrrwio de uma mannira absolutst
0 pt'djsopboe o-christaio n8o potiem ser
inimigos ; porque os-dogas do cbristia-
nismo nao sao, na aua essencia. sen8 ma
ximas jjliilnsopbicas-;s6 cmssa ignorancia
e que eonfunde 0 philosepho com 0 so-
phista. Os philosophos, diz d'Aleobert,
Sao os cidadaos fiera-aos seue deveres, kiga
dos 8 sua'patria, sujaitos 8 feis da refogi8o
^e do estado ; que cultivam eimpaz a sue-ra-
z8o, quo-dao honras legitime-ao poder, q
estimam. o merecireento e virtude ; em
uma p!vra, que respeitam oque devem e
estiraaro r> que podem .
Todos. aquelles tjmt&e bens, sao d&mi
nha religjao, dizia ogrande Henrique IV.
Eis-aquta a philoso|jbiu por excellenciat 0
verdadeiro philosoptw e 0 hoeaem que jttlga
feeus senoelbantes, nao segundo o que dizem,
mas segendoo que fazem ; isdulgeote para
elles, niopor fraquoaa para com 0 vicio,.mas
porque o bem e 0 mal s8o inseparaveiado
qua fazeos. Conw uma grande parto dos
bomens- tomam 0 seu espirito pelo espirito
dosaculo, por issc devemos deiinir este ul-
-siastica, origem de tantos males j. ora, este timo. Se esta por eipressSosotntende que 0
poder, so p6de ser o temporal, que exist
na realeza. Logo que a autoridade eccle-
siastica attenta contra a Iiberdade civil e po-
etics dos povos,.os rei&tera direito de re- todoo homem seasato deve seguir.
tes assalciriados miseravelnbnt'jpcla cariJa-
de publica, ou pelo Jhesouro? Aos olbos do
po.vo nada lie. 0 povo besita sempre en
tre 0 ministerio do sacerdocio e a m8o que
0 deve soccorer; e 0 sae-irlo'e vendo se na
dependencia d'aquelles qua den censurar,
n8o exercita em lib-;rdade seu santo minis-
terio, Pode dar se maior humiliacSo, que
mendigar entre aquelles a q lem se repre-
hende t Fazer depender os pvstores das
su.is ovelhis, 6 pdr 03 juizjs a soldo dos
que hao de ser j E' verdade quo 0 sacerdocio f)i Iroorado
e respeitsdo nos tempos entigos pdi sun
si nplicidade ; poren este tempo j.l n8o
oiiste, c o desprezo das riqoezas nao e dos
costumes do noaso seculo. Yodos os dras
ouvimos queixar os homens da marcha re-
trogada do espirito bumano ; os campeo;s da
toleraocia nao devem ser intolerantes. Elles
n8o qnerem 0 passadto quando os condem-
na, mas tnvocam-no >ogi> que e^absoluto 0
seu poder. Devemos por tanto* coocluir
qye um ckro sem palriiaonio e neoeorpo
eem alma. Alexandre, fmperadur da Rus
si*, tem ado^tado esta awJade : ef>tr deu
aos catholicos gregos e ronaflot, pela- ccus-
tituicAo da Pirfonia, uma renda anno- i de
dous milhOes dw florins em-dominios. P>r
osta dutacSo o culto n;io se tornou podero?>,
pore a sim respeitavel.
a Era' um espelaculo dign de pieda<>,
diz Mostesquieu, ver 0 estailb das cousas-
no Hm da geracao de Carlos Magno. Era!
(') NipJeao Bonaparte,
fcrd diflicultoso, e talvez iapraucafel
n'esscs te.npos, daz um passo sem restaarar
os principios r.ligiosos e reedificar os tem-
pi >s do christianismo ; naJa estava proapto
para est.i contra-re volucio espiriiual. Foi
n'estas circumslancias que se Oegockwi e
concluro a concordats de 1801, entre o go-
verno do primeiro consul e 0 papa Plo VII.
Os christaos do? primei-os secolos <
Ihiam arbitr >s eotres os seaa bi*pos
lerminarem suis qu<-sto-?s; mm estes jtfize*
e ri rt'ii lo um ministerio da paz, nao ti-
ubdin a forca uoactiva pari fazer executar
seus juizos. No espiriiual, elles svgaiam
a Fscnptura, no temporal susf consciences
Constantino approroa este uso, melbor di-
riamos abuso, e o clerc teve um direito pa-
blico. A arbilrariedade dos bispot, sendo
ao principro- um acto de sandrla, polo *#4-
?er dos tsia^os se toroaa uma jiMica la-
gal. Ooaodo Clovis apparer;u nas (iallias,
as emsss cifis- dt> clero e d naontres erata
dirigidas aos w-ipos, mas os socuiares ti-
nham a escolha entre elles 8*0 tribunal se-
cular, Aquelle (ju podia perder qoUro-
eoMua escudos. pu um prs^o decreUdo- pelos harbiro* ; es<
justice eruel taxavt a Mda, s-gundo so*
l>rguia wu profuud-.dft.ie ; so ost j dmbe r
valia uma ave, elle lbe devil daroioeo 00-
^s da su-.^ carne pra- comer.
Tl era o estado da- rebgiao e o espirtc
das Ms civis. {unado <\ eHefe dos francos
quanto Luiz Debonnaire corvsagrava 8s frecebeu o Leptismo. iMsde ontao. ests con-
igrcjasgrandesdons^seus filhos>daVjibuiam4]Sjisladur si's* goveruava r nnib 11
'de S. Hemi, admittio lo- 00 sou censeiao
maior r.umero quer uma religiao livre de
supersti^oes, d'h^pocrisia e-d'intolersneia,
tem razao; este to espirito do seculo que
FOLHETIM
; mmii dos nnszsros
M1STERIOS E INTRIG1S DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
As Tres Ksperancas
CAPITULO X
MARU LU1ZA GABRIELA DE SABOYA.
(Continuac5o do n. 289)
Canillejas est8 8 uma legua de Madrid, e
grando pnrte dos moradores tinham sabido
moito cedo para receberem popularmente a
priricr/.u
O regimento de cavallaria estava forma-
J, in ul >s nos doas lados da estrada, e
roaisalenj, na estrada de Canillejas, os regi-
inmtos de infantaria do rei e de Saboya.
B rn deprrssa a* comitiva entrou nas ruas
do '.HniUqjas, que estavam cbeias de gente
d Mm Irid, e a princezi, em meio de arden
tf's rclamacoes, chegou 8 casa do munici-
pio "tide a esperavamos reis.
IV
. 'iido Anna Maria entrou na sala onde
0. v s estavam rodeados desua cdrtee dos
^ign-Mrios do reino, que nao tinham ido
rei b.^r a princeza, uma joven bellissimo,
ju tHria quando muito dezesete annOs, a-
>ain;-me abracou Anna Maria com entbusias-
ixellir seus ataqpes pelos meios qjie a nacao
depositou em suas rsios. Esta doutrina
tem sido approvada por todos 1.-conciliose
em todos os tempos.
Do christianismo nao teriam sabido taa-
ioo oviomoo, oa os untc o oo roic tixoa
abracado esis prineipios ; masa sua ap
cag8o na grande arto de reinarvs6 podia
obra dos seculos e 0 fructo das luzes. k,
verdade tem 0 mesmo privilegio que 0 euro,,
ella nao marcha so; e por isso a intoleran-
cia demolia. com mais seguranca 0 edificio
social, qua a impiedade. 0< zelo da atroz-
inqujsigao- e as perseguicdes, tem ca6ado
8s uayoes males incalculaveis. 0 poder. dos
reis de Portugal e France, nao permiuia. que
seussubditos abraQassem 0 estado ecclesiastico
ou monacal sem seu conser.timento. Comtu-
do, esta especie de emaucipac&o, que era
natural nas monarchias abBolutas, nao leria
object em uma nagio constitucional, por-
que 0 sacerdote, ainda. que minist-ro dos al-
tares, nao deixa de sen cidadao ; 0 seu pri-
meiro dever e a sujeic&o 8s leis do estado
de que e membro.
Em uma monarcbia constitucional, a
autoridade civil dove ser superior 8 autori-
dade ecclestastica. Sem duvida nos oppo-
rao aqui essas grandes palavras de mate-
rias espirituaes, de attentado contra a
autoridade ecclestastica, de confusdo dos
dous poderes, dc id6as revolucionarias, etc.
Estes sao os recursos ordinarios de todos os
que nao tem razdes a dar ; estes epitbetos
banaes nao foram poupados mesmo a S.
Luiz, rei de France, e a outros muitos prin-
cipes que defenderam os direitos das nacoes
sobre que reinavam. E' digno de admira-
cao ver que 0 reinado de S. Luiz foi aquelle
em que continuamente se lutou contra o
Ou anecessariorenuncizr.o christianismo,
ou observal-o. Para 0 observar, 6 prociso
respeitar os ministros e para os respeitar,
e necersario quetenham honras e eeoside-
"3q8o. Qual e-a cousa quo inspira ao po-
.umoij ic3|j;itw ? Itauo a pooroza, nao e
o desinteresse. nem sempre e a virtude
quando apparece sem oapparato das illu-
soes; serSo logo as riquezas ? Sim, por-
que ellas fa Item aos olbos, aos sentidos e
8s paixdes.
mo, impedindo-lhe que se ajoelhasse, porque
aquella joven era a rainha Luiza de Saboya.
Oh i gracas 8* Deus, que afinal voste-
mos comnosco, dissa a rainha ; nunca se
desejou cousa alguma tanto como vos dese-
jamos.
Ob 1 senbora, exclamou a princeza
commovida, nao sabemos se real se appa-
rentemente, a bondade de vossa magestade
e tanta que receio nao ter para ella bastan-
te agradecimento.
El-rei abracou tambem a princeza, de
cujos olbos corria i lagrimas silenciosas.
Ab I nao nos demoraremos, disse a
rainha ; em primeiro logar o povo de Madrid
espera-nos ancioso ; em segundo logar pre-
ciso de me encerrar comvosco e dizer-vos
muitas cousas, muitas. Vireis na carrua-
gem comnosco, Anna Maria.
Oh 1 senhora, isso seria de mais, re-
darguio a princeza. Podem julgar que eu
pedi semelhante honra, e isso prejadicar-
rae-hia na opiniao publica. Pego a vossas
magestades me dispensem de tamanba
honra.
Como quizerdes, Anna Maria, como
quizerdes, disse a rainha. N8o sei o que
tendes para mim que me convencew do que
vos apraz, e n8o auero nem faco mais do
que v6s me aconselhaes.
Oh I senhora, isso e" pdr demasiado
peso sobre os meus hombros, replicou a
princeza sorrindo. Parece-rae que, o que
faco nfio 6 impdr 8 vossa magestade a minba
opiniao, mas ade^inhar a vossa.
Oh I lisongeira, redarguio a rainha
que estava de veras contente. Conhecer-
vos 6 Gcarmqs obrigados a amar-vos ; mas
vamo-nos quanto antes. Conde, accrescen-
(2) Os nossos principaes da patriarchal
nao diziam nemAmenviveudo do altar,
sem trabalhar. Quanto este costume 6
opposto i doutrina de S. Paulo I! I
tou a rainha dirigindo-se ao conde de Mon-
tellano, na qualidade de raordomo-mdr,
raandae apromptar a nossa carraagem.
0 conde sahio com a maior parte da cria-
dagem, eo resto desta seguio el-rei e a rai-
nha, que levava a princeza pela mfio.
Pouco depois, os reis, a princeza, e os
respectivos servidores subiam para as car-
ruagens, e a grande coraitiva|partio em meio
de acclamacdes da multidao, e tomou o ca-
minho de Madrid.
V
Digamos alguma cousa 8 respeito de Lui-
za de Saboya
Physicamente era miuto bonita, sem che-
gar a ser verdadeiramente formosa. Clara,
loura, esbelta, delicada, tinba ainda bastan-
tedecrian^a, mas revelara muito espirito,
vivacidade e onergia. Os seas olbos azaes
eram graves e melancolicos, mas denotavam
grande firmeza de animoj respirando ma-
gestade, nSo chegavam a ser soberbos, e ao
mesmo tempo one eram reflectivos, denun-
ciavam nobre franqueza.
Mais do que mulher era uma crianga, mas
croanga voluptuosa e ao mesmo tempo pura,
dotada d'uma incomparavel grace feme-
nina.
Pela idade, pelo espirito, por alguma
cousa que nio se podia explicar, era, por
assim dizer, a esposa genuina do joven rei
Fflippe V, que apenas contava vinte e dous
annos, e tinha j8 sobre os hombros o peso
d'uma immensa monarcbia, que o debil
Carlos II lbe tinha legado empobrecida e
desorganisada.
0 casamento de Luiza e de Felippe, fdra
filbo d'um pensamento politico.
Luiz XIV quiz ligar-se por este enlaco
vigarios da :e, a simplicidadedosapostolos ;
nao os assamelhemos-aos mendigos, se que-
remos que sejam honrados. As virtmles
que mais. se louwun sao quasi sempre
aquellas que menos enstam. 0 falso desin-
teresse e- uma ospasie d'impostura que fa-
cilmente acredita um povo ignorante. Ha
bomens sempre promptos a sacrincarem-se
pelo paoximo, com a condQSo qpe nfio haja
necessidade do sen sacrifieio ; d'aqui vem
tantos crentes qjue nao tem, l'e", tuntos porso-
nagens que so lamentam sobre a miseria
publica diante-de um bom jantar e tantas
alraas.carittivas, que praenchem.]seus deve-
res para com os pobrss, com um Deus.
lkeperdtetirmao.Estes homeasteem duas.
consciences : uma para o publico, outre,
para os seus iuteresses. Nao fallemos pois
d'abstinencias dquelles que tem fome, disse
um philosopho ; nao digamos dquelle que
temfrio, que e inutil um capote, e dqnelles
que supportam osraios do sol, que para
nada serve uma sombra. 0 dever do ver-
dadeiro philosopho nao e lamentar os des-
gracados, e' soccorrol-os, e" fazer-lhes todo 0
bem possivel.
Um culto lira a sua consideracSo exterior
do sacerdocio ; nao ha sacrificadores sem
pompa, nio ha pompa sem riquezes, e nao
ha riquezas sem patnmouio.
Que e um corpo de sacerdotes sem domi-
nio ou patrimonio ? Que sao os hieropban-
os bens doclero pelos seculars*. Muitas
vezes a mesma mao que foodaaa abbadias
novas, despojava as antigas ; o elero 1180
tinba um sstado fixo^pois que tado se Ihe
Urava.
Ministros- do culto, f$de uteis a bumani-
dede. Povos, lembraovvosque nao- o sa-
cerdote que redama o drreito do altar, e a
religiao e o pebre que iu-vocam a ojmpai-
xaodo homem. Nao to elero que pede a
opulencia, e Deus que eog um culto.
CAPITULOIV
COSOORDATA SJSTRE P10 V. E. NAPOL&AO.
tUMSOICC&O* ECCLESIASTIGA, E SLA* VI-
CWSITUOES.
NoannodettJOl todososthronosda Eu-
rope- se viam baquoar, a igreja de Iraoja
amcuilada, seus bispos fcgitivos ; e seus
mim&tros, escapos is persigpi^oes ou 8 mor-
te, bem como sen. Divino Mestre, nSo ti-
nbara uma pedrc em quo- rej)ousasse;!>as
cabeees.
Os vineulos seeiae; se tbh*m quebredo ;
a desordem e ae^goerras civis tinham fani-
liarieado uiua iminensa popuiagao com- a
impiedade, os- criates e a depravagao. At
tentados inaudites espantivam a moral;.: o
vicio, o assassiuato, os latr&cioks e o incen-
dio Daanehavatn. tuna terra- d'nrbanidade ;
para, viver em seguranca era necessario-re-
ediSear esses *otigos castsltos dos tempos
barbaros.
Atguns sacej doles disperses na multidao,-
semelbantes aos~ pastores abaadonados de
seus rebanhos,. vagavam sem guia e sem
apoio, oppondo-e inultimnte8 torrents-de
perversidade.
Um.homeaa (3} appareo sobrea sceoado
mundo, cercade de um grande poder; este
homem tinba ligado seu aoote a muitos
faetos brilhantese felizes ; enriquecido da
gloria, militar; covernava o "'W" $ < <
aistoria lhe Uaha ensinado que nao sn po-
diam fazer republicas de vulhas monarohias.
Tratava-se do reedificar a ordem social sabre
seus antigos fundamentos^.- porem el.s nao
tinha a sua, disposicao neohom d'esscs- ele-
mentos perraanenlcs, tao babilmente em-
Deixemos.de recorder irrisoriamente aos- pregados pelos legisladcres da antigaidade.
8 Felisberto de Saboya, cuja influencia mui-
to pesava entao na Europa.
Mas tambem nisto se enganou Luiz XIV.
Felisberto, quando quiz influir nos ne-
gocios do Hespanha, em qualidade de
pae de Luiza, vio que ella deix8ra de ser
sua filha, para ser simplesmente hespa-
nhola.
Felisberto retirou-so, pois, madou de po-
litica, e passou-se para os alliados, que pro-
tegiam as pretengoes do arcbiduqua Carlos
de Austria.
Luiza vio isto com magoa, mas nfio des-
animou. Redobrou de esforcos, procuran-
do tornar-se cada dia mais querida dos hes-
panhdes, tomando parte importantissima na
gestao dos negocios publicos, governando
o reino e presidindo ao conselbo de estado
durante a ausencia d'el-roi, quando estava
na Catalunba, na Italia, ou em Portugal.
Durante a campanha neste reino, a pro-
Sria Maria Luiza partecipava as victorias
'el-rei, on as noticias da guerra, d'uma
varanda do nlcacar, ao povo de Madrid,
que se aggloraerava na praca para ouvir no-
ticias ou victorias da bocca de sua joven so-
berana.
Luiza con versa va muito a mfio com o seu
povo, e isto faiia com quo os bons caste-
Ihanos sentissem por ella uma especie de
phrenetico cnthusiasmo, e n8o lhe negavam
bomens nem dinbeiro, dando-lhe quanto ti-
nham para sustentar os direitos de sea ma-
rido.
Esta liabil maoeira de proceder, pode im-
potar-se aos conselhos da princeza dos Ur-
sinos, que, sabendo ser cortezfia d'el-rei, sa
' ia tambem dar ligSes 8 rainha, afim de
-la uma admiravel cortezSa do povo. Se
Queria reinar ? os novedores estavam ar
mados da. m?.ssa revolucionaria : declarar-
se usurpador? elle via a dynaslia legitima a
seu lado : consolidar a republics ? elle
nfio tinha nem costumes nem virtudes. Pa-
ra qualquer lado que lancesse os olbos, tu-
do ihe- off^recia tristes- objectos. 0 meuos.
perigojo era caminbar 8 monarcbia pelasi
veredas da vi .toria ;. e tal foi o partido que
tomou. Com effeito> so esta forma de go-
verno eque convent aos povos corrompi-
dVis pela civilisagao. Para levaatar o thro-
no, era necessario, ao menos a appareneia
de u.n culto e de uma moral publica ; eis
por que o altar foi levantado, pois que o
altar e o throno sao iuseparaveis. Aquelles
que comecsram a revolucao, fazendo guer-
ra aos prejaizos, tinham um que nao sou-
beram veneer, qual foi acreditar que a an-
tiga monarcbia era capaz d&se despirde suas
instituicoos gothicas. Psrsuadiram-se po-
der suprir pelos seus raciocinios a forga
moral que da fe ; esta philosophia nfio tem
iilusoes. Os primeiros revolucionariosj
queria uma moral sem religiao e um go-
verno sem abusos ; eu nfia affirmo se que-
riam isto dc boa fd; o que e certo e que
aquelles alchimistas politicos procuram es-
ta obra ba mais de triuta annos sem a po-
derem acnar. Os povos os seguiram, pois
que jamais podem ouvir o ddce nome de
Iiberdade sem que o coracfio se alegre.
bispos dliimkudus. laVaa com al.uira<,io
:ia Ohrooioa oe Gregorio de Tours, qae
GaaMran, rei de Bsrgonba, qoerendo fazar
processar os generaes que ttnha mandaic
contra os visigodos, lbe deo qoatro bispos
pare jnizes.~Nao sabemos qual devemos ad-
mirer mais n'eaja tribunal singular, se o po-
der das luzes sobre a barbarie eeopoderqie
o claro tinba arro^ado a si, -oootra o espirito
do seo ministerio.
Os successores- de GUaaa aiantivera.-n
longo tempo esta juris iiccio ecclesiastic i ;
es tr;buii"s seci^ares a qar etta partea-
cia, penlera-n to<." a conide?ae)|o, a portc
que o concilio de Ra^ms lhe-: prohibio jul-
gar a- poiiir un clerigo sem ooaseotimecto
do Lpo. Os privilegios que Carles MagiM
concedeu ao clero. fez c un qua eMe arro-
gasse-a si o direito moostruose- de depir
Luiz Debonnaire na asjembea de Soisso :s
e o i -wtatwlecdsse na de T.iouille ; qje
destbronasse Lolbaire, e ordexasse qua Car-
los-o-Carvo e Luiz do Riviera retaaaseni ea
seu logar.
Depois de Philippe-da Valets* as grandes
prerogatsvas do clero declinarao pouco a
pouco, e desde o maio do seculo XIV os
mesraos ecclesiastieos eram oondaxidoa I
presanca dos juizes seculares. Em liai o
parlameoto de Toiouse concbMnaoo um ar-
cebiapo d'Auch a comprir uma proeaessa de
dous mil escudos d cm ro. Esta junsprude i-
cia, contraria e in oberente, verdadeiro it-
geliodas sociedades-eivilisadas, so comec/ u
a des4errar com. as luzes- philosophies*.
Foram-estas luzes quem mcslrou. aos In
meus -quo o soberano poder raaidia aai a n i
?fio, e qe os ecclesiasticos ievem ear n-
jeitos- ao poder nacional, paca nao ff""
rem um estado c-J.- tlamaroent;,
nsoaona e Portugal, depots de sa despiren
de seus antigos prejuizos,. teem dado o
exemplo mais baroico, mostrauio ao asaa-
do quanto era ebusivo o podec despot' a
dos reis e dos ecclesiasticos.
SAPITLLO V
SE A. FORl,:.V DOS ESTADOS AiSBA RESIDE SO
GLERO CATHOLIC0, DEPOIS DA REFOaMA T
A epoca da reforms e singularmente n>
tavel pela sUuacio extracrdioaria em que
entao se achava a Europa* Oaudaz Colom-
bo acabava de dar ao mundo outro haaais-
pherio ; a mania das descobertas e dss err.
gracdes se tinha apoderado das nacdas :
todos sacriucavam, seguin lo os passos d is
bespanhoes e portugnezes, a sua prosperi-
dade interior 8s expudicuas remote*.e cbi-
mericas. Ellas descoubi-ciam a maior it
tadas as verdades, preferindo o signal dad
riquezas. 8s mesmas riquezas.
De um lado as cidades anseaticas alt-
vam na pjsse dc todo o commercio et -
rior ; de outro, o negocio iataaior aatava
nas maos desse povo erraote e dasgracodo,
que so parecia juntir ihesouros para ser
despojado. As provincias-un. das acabavam
de sacudir o jugo ; ellas Gxaiam a attencAo
por suas rinas e florescentes manufaciura.-.
Os povos destas provincias se elevaram ao
mais subi-logrfio de prospernlade debaiio
dos auspieios de um governo livre. Os bo-
mens, longo tempo desconhecidos no centre
de suis lagoas, cobriaia o mar 009 su;_s
esquadras, e disputavamaos portaguezes 0
imperio do oceano 1 elles tiobam lancido o
fundament) de sua grandeza expulsando
seus oppressores, e pescando aren^oas:
nunca 0 mundo vio causes tao pequonas.
prodazirem maiores resultados.
Continuar ie-ha
isto era assim, forcoso tambem era confes-
sar que Luiza de Sabyoa aprendia bem 0
seu papel e 0 representava com perfeicio
inexcedivel, 0 que quer dizer que tinha in-
telligent vivissima egrande aptiduo para
a politica.
Mas, em vista disto, comoe qae nfio com-
prehendia que no affecto d'el-rei pela prin-
ceza havia alguma cousa mais do que con-
veniencia, algums cousa que devia-a of-
fender, alguma cousa parecida com 0
amor ? Eis exactamente 0 que faz uma
grande rainha, uma grande mulher daquel-
la creanca de dezesete annos.
Comprehendia que a princeza era asal-
vacfio de Felippe V ; e a rainha, a esposa,
collo:ava-so superior 8 mulher. Fechava
pordignidade os olhos; fingia se euganada
na sua boa fe ; detestava como mulher a
princeza, mas, co no rainha, dissimulava 0
seu rancor 8 ponto de que a princeza sejol-
gava amada por ella. A rainha perdoava-
Ibe a ambicfio, porque ella era a alma dos
negocios publicos, e... Porem mais adian-
te teremos occasifio de sobejo para apresen
tar Luiza de Saboya sob este ponlo de
vista.
Quem enganava : a princeza 8 rainha no
sent ido das couveniencias, ou a rainha 8
princeza no sentido das conveniencia poli-
ticas do Felippe V ? E' 0 que mais adiante
veremos.
Entretanto, Luiza de Saboya, relativaraen-
mente aseu marido, representava a Provi-
dencia.
VI
A entrada em Madrid, foi uma ovacfio
immensa para a princeza e para os reis que
a tinham trazido comsigo.
As carruagens s6 com difficuldade abriaoi
caminho entre a multidao.
Comprebendia-se isto ; a princess polos
seus actos, durante os dous annos qoe an-
teriormente estivera na cdrte, fora tao
hespanhola na sua politica. soobera do
tal modo lisongear as tendencies nacio-
uaes, que adquirira uma pcpulsridade im-
mensa.
Alem disto, todos tinham visto quo des-
de 0 desterro da princeza, os negocios b -
viam peiorado ; que se tinham eagotado t
dos os recursos ; que s6 a princess dos I r-
sinos podia realisar o em pen ho em qoe a
uacAo andava mettida coajanctameote com
el-roi. Viam que so ella, robustacida pela
poder real, podia refreiar a nobreea, qua
sem receio ostentava as preten(des de m-
conquistar todos os seus privilegios e todo 0
seu autigo e pernicioso poder; que so alia
podia afogar as tendeneias do clero para o
domioio universal e acabar com a guerra
palaciana que enfraqaeoia a monarcbia aos
momentos em qae prectsava da coneentra-
cAo de todo 0 seu poder para lutar eats os
inimigos de Luiz XIV, qua favoreciaaa a
pretendente do throno de Hespanha.
Finalmente. 0 povo via na prioceca an
poderoso auxiliar, um elemento de forca qoe
podia em pouco timpo acabar com 0 eetade
aogustioso das cousas, e aodainava-a por e-
goismo.
VII
Ao cbegar ao alcacar, a rainha le*oa
comsigo a princess, como qoe raptsda, para
a sua camara, e se a soltou logo, foi para
quo a princezs descansasse.
______ (CotUiwuar-je ha )_______
TYP. DO DIAR10. -10A DOQCI D Ulu"

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