Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17663

Full Text
I i "
ANNO L. NUMERO 279
PARA A CAPITAL B LVQ1RB OUDE NAO SB PAG 1 PORTE.
tor tres raezes adiantadot. ..............., 69000
/for seis ditos idem. .. ........... 129000
For am auno idem ......... 245000
ada nomero atubo ,. aiaa***.**.*.****** *320
MARIO DE P
SABBAD0 S DE DEZEMBB0 DE 1874
PABA Ui;\TROE10Rt DA PBOV1NCIA
Par tret maces adiantadot. ........'
Por teit ditot idem............
For note ditot idem.......
For bid anno idem, *********. -- t

2T0M
PROPBIEOADE OE MANGEL FICUtlROA DE FARIA FILHOS.

s In. Gerardo Antonio Alvet A Filhot, no Fari; GonealTet d Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jose" de Oliveira A Filho, no Ceari; Antonio de Lemo* Brag a, no Araeaty ; Jolo Maria Julio Chriet, no Amu ; Antonio Marques da Silva, Natal ; Josa Joitiaa
Pereira a'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Aoxencio Monteiro da Franca, aa Parahjba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa da Penha,- Be'armino dot Santos Bulcio, em Santo Anti ; Dominfot Jos* da Costs Brsgs, emBixarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Jolo Antonio Machaeo, no Pilar du Alaffta$ Ahet A C.na Bahia; t A. Xavier Leite A C. d Rio Janeiro-
.I. i ......, i ,
Govcrno da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 18 DE AG0STO DE 1871.
1.' sec$o.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeir.i commandaive da? ar
mas.Sirva-se V. lixc <1e dar sua* orders para
Campo Verde; e uma do scxo feroinino no
qaia, fi'ig1 'Z..1 de Afogados, drste municipio.
Ao raesmo.Para os fius eouveoientes coin
munico a V. S. qua ne 1* do corrents foi dis-
solvido o destacamento da gaarda nacioDal exla-
I'.'aie na cidade da Escada.
4.' secgao.
Actos :
O presidente da provincia resolve conceder -S., para a bibliotheea a seu cargo, am rename do
ao barao do LivrameDto a exoneracao qae rje.lio
do cargo de vice-provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia.
qae se ache postaia oocemiterio publico hoje a* 0 presidente da provincia resolve remover
honras funebres ao cadaver do olllcial
mesmo
ordem da Rosa, Jise Francisco Pereira
o qual se acba doposilado na capelli do
cemiteno.
Ao capiiao do porto. Declared j-rneo Exm.
Sr. ministro d.s negoeioa ?strngeiros, por tele-
gramma de hnntem. quo o govern > imperial uao
proroga as conve rpm consulares, pelo que se
devera dar execucao ao decreto n. 853, de 8_ de
novembro de 1851; assim o communico a V. S.
para sea conhecimento
Ao director do arsenal de gu.'rra..Em addi-
tamento ao meu offlcio de 12 do corrente, tenho
a dii^r-li e qae o commissario de polieft do ran-
aicipio de I'ao d'Alho e o tenente Jo*o Paulo Nu-
nes de Hello, e nao o tenente Jose Carlos Vital.
Ao mesmo.-Ao sargento da gaarda local do ; ^ d"8'd -
municipio de. B^rreiros, Francisco Antonio Lopes,
mande Vine, de conte*midade com as ordans an
t
teriores, fornecer li tares de sapatos e t macos
de cartachos embalados, 'om e.-polelas em numero
sufficient*", assim como o armament > de que trata
meu offlcio de 3 dj 'corrente.
2.* secgao.
Actos :
0 presi lente da provincia, de conformidade
zom a proposta do Dr. chefe de pnlicia, em offlcio
a. 1,012, de hontera datado, resolve uoraear para
o cargo de subdelegado de policia do dist icto de
Afogados, do termo de Ingazeira, ao cidadao L>-
terato Ferreira da Silva. Commuuicou-se ao Dr.
chefe de policia.
Offlcios:
Ao Exm. conselheiro oresidenle do supremo tri-
bunal da italic* Tenho a honra de passar as
maos de V. Exc. a inclu&a cerlidS) do exeicicio
do jalz de direito da comarca de Tacaratti, ba-
charel Aatonio Domingos Pinto Junior. Commu-
nicou-se ao juii de direito de Taca.raiii.
Ao Dr. chefe de policia.Declarando o Exm.
Sr. ministro dos nogocios estrangeiros, por lelo
ramma de hontera, qae o govern) imperial na>
proroga as coavencoos coosulare?, nelo quese de-
vera dar execacao ao deereto n. 833 de 8 de no-
vembrode 1851 ; assim o communico a V. S. para
>eu conhecimento.
Ao mesmo.Respondend) ao offlcio do V. S.,
n. 1,0II, de hontem, devo duer-ihe que lica des-
tiaado para quartel do destaeamento existente em
ditaLu profe.-sor de Lage Grande, Miguel Arclianjo i
,,' tti' Silva l,r>i"- Para a o^ei da Gloria de Goita.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requeieu o professor do Rio Doce, padro Francis-
co Verissimo Bindcira, e tendo em vista o termo
de iospec<;ao medic** a que In submetlido o refe-
rido professor, resolve apisenta lo, com os ven-
cixentos a que tiver direito, nos termos da lei,
segundo o tempi de effective exercicio qae
contar; e ordeoa que neste sehti lo se facam as
devidas commuoica..des.
Offlcios :
Ao Exm. presidente do R te.Declarando ma o Exm. Sr. ministro dos nego-
cios estrangeiros, em telegramun de hontem, que
o g iverno imperial nao proroga as convemjoes con-
sulares. pelo qae deve ler execucao o decreto n.
assim ocommuni-
c-) a V. Exc. para sua iutelligencia e direc,ao. -
Iguaes aos presideales das provincias de Alagoas,
Parahyba e Ceara.
ao.Exti. president* da provincia do Piauhy.
Annuindo ao que pe.le ao requerimento junto,
que me sera devolvido, 0 soldado do '.' batalhao
de infantaria VJaeote Jose de S>uza Menies.-rogo
a V. Exc, se sirv.i de tranjmittir um documento
pelo qual se mostre qne a referida pra^a marchou,
como allega, para a c;;mpanha do Paraguay, fazen
do parte de um contingente dessa prov ncia, e se
o seu alistamenlo foi voluntario ou forjado.
Ao inspector geral da in-truccaV pablisa.
Attendendo ao que requereu o professor d> Rio
Doce, padre Francisco Venssimo Bandeira, com
uma ju.-tifii-jca'i produzida ante o Dr. juiz de di
reilo de Oiioda, onie se vu que o refendo pr.)?es-
sor exercera regularmente o migisterio do de
marijo a 20 de maio ultimo, diaem iue foi tnliraado
da senienci do coaselho director, condemnando-o
a dous mezes de su-pe;i-.i > de exercicio e de
venciraentos e teado siao es^a senteoca nulliGMaa
posteriirment^, nesta data orleno ao tbesouro
provincial qae mande pagirllie os respectivos
vencimentos, contados do 1 de marQO ao ultimo
proximo passado. Assim o communico a Vmc.
para seu conheciraent).
Ao raesm > -P iracto hontem resolvi crear
tres cadeiras de Uistrae^o primaria, sealo : uma
do sexo raasculino nos Coelhos, nesta cidade; uma
9 uma do
i provincia rosolveu remover o fal las reiaiwas ao tempo decorrid)
ria de Goita, Joao Jose Rodrigues, junho e dt t a 7 de julho do correr
Gi- Sr. presidents da
professor de Gloria
para a cadeira de Ciinp" Grande ; e o ultimimen-1 Ao
te removido para esta, cadeira, Henrique "de Mi-' xarifa do I
randa Henriqaes, para a que foi creada no Cam- occorrer a
po Verdei : mentiews
Ao bibliothecario provincial.De orlem de ,dos daqiisj
de 19 a 30 de
corrente anno,
mo.Maude V. S. adiantar ao almo-
ispiral militar a quantia de2:000), para
despesas com a compra de generos ali
utinados aos doeutes bospiial, n corrente'nez, emquanto
S. Exc. o Sr. presidente da proviucia, remetto & V se nio ooj'ata o foraeciraento dos amsmos gene
relatorio do ministerio do unperio, do aono passa-
do ; um do do ministerio da agricultura, deste an-
no ; am dos annexes ao mesmo relalorio, e am
da obra Jerusalem pelo monsenhor Joaquim
Pint i de Campos.
6.' secgao.
Offlcio :
Ao superintondente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.>. Exc. o Sr. presidente
da provincia manda comnanicar a V. S., em res
ros ; na C'nfjr.nrdaie d) qua solicitor! o Exm.
brigideiro command nite das armas, em offlcio de
! hontem d3ta lo, sob n. G\0.
Ao mesmo.Devend> o capili> Jose Lon-
gainho da Costa Unite, seguir no projwiio vapor
I para a Bahis, a reunir se ao 18* batalhao de in-
fantaria, para o qaal foi transferid?, strva-se V.
|S. de urinlar ajusiar c >ntas a o-'sa official e pas-
sar llw g'tii de socc )rrimanto.
Ao mesmo.(taiNUeado a V. S. as hiclasas
' contas relatives ao foruecimeuto de agua e luz do
pra de generos alimenticios destinados aos doentes publico para eonbecimeolo da gaarai^io e JeriJo.*
pesta ao sea offlcio de hontem datado, qae por 'quartel do deataeammto d) termo do Triumpho,
do inesmj sexo n) Campo Verde ; i uma do sexo
^grol.n^irirt^J"qIaUli"^si =Gi*uii> ,re?ue*J? de ift,^adoi P*:
.-'tado offlcio. ... ~""~;!7mn.
Ao 1 promoior publico desta cidade.Afim
iU que Vmc, sem perda de tempo, de as compe
iMntesdenuociaB conira quern de-direito for, in-
etuso remetto-lhe por copia, o offlcio reservado do
inspector da thesouraria de fazenda e a represen-
i.rao do respectivo con ador cobre o facto de ha-
ver, em lugar do soldado reformado Hanoel Flo-
rencio da Silva, fallecido em 1871, recebido a pen-
sio relative aos exercicios de 1872 a 1871, 187* a
1874, Antonio Pacitico Snnoes di Amaral, exhi-
bindo para esse fim duas proc.racoes falsas que
^nvio em original. Do resnltado Vmc. dar-me ha
sciencia.
Ao 2 proraotor publico Para que Vmc,
sea perda de tempo, de as corapetentes denuncias
)utra quern da direito fur, incluso remetto Ihe
em original, a representa^ao do contador e a pro-
mracao com oue Marcehno Rodrigues de Lima
recebeu na the-ouraria de fazeuda dosta provincia,
como procurador da mai do alferes Landido Pa-
tricio de Oliveira Maciel, o respectivo meio soldo,
relativo ao exercicio de 1873 a 1874, tendo falle-
cido a outorgante em 4 de julho da 1873 ; e do
resultado Vmc dar-me-ha conhecimento.
Ao commandante do corpo de polica.Em
additamento ao meu offlcio de 12 do corrente,
Jevo dizer-lhe que o eoinmis?ario de policia do mu-
nicipio de Pao d'Alh.veo tenente Joao Paulo Na-
aes de Mello e nao o tenente Jos6 Carlos Vital.
3.' secgao.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de faienda
Iransmilto a V. S. para os fins convenicntes a
mclusa ordem do thesouro Uacional, n. 132, de 6
do corrente, que da provimento ao recurso inter-
posto por Mauoel da Silva Faria & C, di decisao
pela qual essa thesouraria confirmou a da alfan-
dega que julgara procedente a apprehensao de
duas caixas contendo drogas, por ellei submetti-
das a despacho.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V. S., qae em 9 do corrente, o juiz mu-
nicipal e de orphaos de Goyanna, bacharel Alfredo
Ernesto Vaz de Oliveira, reassumio o exercicio
de sea cargo.
Ao mesmo.Declarando-me o Exm. Sr. mi-
nistro dos negocios estrangeiros, por telegramroa
de hontem, que o governo imperial nao proroga
as convencoes consalares, pelo que se devera
executar o decreto n. 833, de 8 de novembro de
1851 ; assim o commnnico a V. S. para sea conhe-
eimecto, e afim de o fazer constar ao inspector da
alfandega. .
Ao mesmo.Devolvendo a \. S. as mclusas
contas, recommendo a execucao da ordem desta
presidencia. datada de 6 do corrente, nos termos
da informacao da contadoria, a que se refere o seu
offlcio de 14, tambem do correa:e, 90b n. 30i,
Ao msmo.-Remetteudo a V. S. as inclusas
contas de transports dado9 pela empreza da es-
trada de ferro do Recife ao S. Francisco, por con-
ta do ministerio da guerra, autoriso-o a mandar
pagar a respecliva importancia ao superintendente
da mesma estrada.Mutatis mutandis ao tbesouro
provincial, mandando pagar as contas das despeza3
i: tal natureza feitas por conta da provincia.
Ao inspector do thesouro provincial.Cons-
inunico a Vmc, para os devidos fins, que por ado
de h' ntro resolvi declarar de nenhum effeitu a
portaria de 18 de julho proximo passado, na parte
em que creou duas cadeiras, nma para o sexo
masculino eoutra para o feminino na escola mo-
delo.
Ao mesmo.Tendo o professor do Rio Doce,
padre Francisco Verissimo Bandeira, provado
com justificacao produzida perante o Dr. juiz de
direito de Olinda, que exerceu regularmente o
magisteno desde o i* de marco a 20 de maio ulti-
mo, diaem quefora intimado da senten^a do con
?elho director da instrnccao publica, tondemnan-
do-o a 2 mezes de suspeusao do exercicio e de
Tencimenlos, sentenca essa que foi posteriormente
deciarada nulla, mande Vmc pagar ao refendo
professor, cujo requerimento nesta data defen, os
respectitos vencimentos, contados do 1* de maroo
ao ultimo de junho proximo passado.
Ao mesmo.Communico a Vmc, para seu
conhecimento e fins convenientes, que por actos de
hontem, resolvi crear tres cadeiras de instruccio
primaria, a saber : uma do sexo masculino nos
'.oelhos, nesta cidade; uma do mesmo sexo no
Ao mesmo.Por ado de hontera resolvi de-
clarar deflbnlium effaito a portaria de 11 de ju-
lho proxim) passado, na parte em que creou duas
cadeiras da instrucci) orimaria na escola modelo-;
o qae communico a Vmc para sen conheci-
mento.
Ao provedoi da Sanla Canada Mnericordia.
Communico a Vine, para os devidos effeitos que,
attendendo ao que Solicitono barao do Livramea-
to, nesta data o exonerei do cargo de vice-prove-
dor dessa.Sinta Casa.
Portaria :
A' lllma. camara municipal ao Recife.Em
resposta ao offlcio n. 72 de 3 do corrente, qae di-
rigio a lllma. camara municipal do Recife, solici-
laodo desla presidencia a approvacao do-conlracto
quo effectuou com o cidadao Lourenijo Aves de
Souza para a arre^adacio do imposto de 60 rois
por cada coqueiro, Ihe declaro que ioforme quan-
to produzio esse imposto nos tres ultitnos exerci-
cios.
5.'.secgao.
Offlcio :
Ao enfeenheiro chefe da reparti^ao das obras
publicas. Declaro a Vmc que fica desde ja a sua
disposigao o edificio daEscola Modelopara o
Cm indicado em seu offlcio de 7 do correnie, sob n.
231, ate que sa concluam as obras da ponte da
Boa-Vista.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
2.' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, incluso remet-
to a V. S. 3 tubos de pus vaccioico afim de serein
remettidos ao sabdelegado de pohcia do districto
de Ponta de Pedras, ficando asSim respondido
o offlcio de V. S., n. 1,013, de hontem.
Ao mesmo.S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., em resposta ao seu
offlcio de 11 do corrente, sob n. 999, que fica intei-
rado de haver importado em 1254000 a arrecada-
cao feita durante o mez de julho ultimo, do imposto
hjmhbiimImI ria *i IU\i\ anhrj i-'iili aa^rlUA rp.'.lllliii
offlcios de hoje, expedio as necessarias ordensa
thesouraria de fazenda e ao thesouro provincial,
no-sentido de serein pagas as contas da transpor-
ts dados por essa e npreza por conta do minis-
terio da guerra e da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 19 DK AGOSTO DE 1874.
1.' secgao.
Offlcios :
Ao director do arsenal da gaerra.Em ad-
ditamento ao meu offlcio de 17 do corrente, pole
Vine, entregar ao sargento da gaarda local do mu-
nicipio, do Cabo, Jose Marinho de Hdlauda ?al-
cao, o calcado e carluchame de qae trata o mesmo
offi:io
Ao mesmo.Em additamento ao meu offlcio
de 11 do corrente, p6de Vmc. entregar ao cabo da
guarda local do municipio do Bonilo, Marceliuo
Jose" Pereira, o armameuto de que trata o mesmo
offlcio.
2' secgao.
Actos:
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. chefe de policia, em offlcio b. 1,017, de
hontem, resolve exonerar dos cargos de 1 e 2sup-
plentes do sabdolegad > do 1 districto do termo de
Agna Preta, ao capitao Antonio Bezerra Teixeira
Cavalcante e Francisco Pereira de Lima, por nao
terem prestado juramento.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
o. 1,017, de hontem, resolve nomear para os car-
gOJ de 1 e 2* supplentes do subdelegado de policia
do districto do termo de Agua Preta. aos cida-
daos Luiz Affonso Ferreira e Antonio Franeisco de
^arvalho, na ordem em que so achara.
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. chefe de policia, em offlcio n. 1,017, de
hontera, resolve exonerar do cargo de l'sapplente
do subdelegado du districto da Preguica, do termo
de Agua Preta, Emilio Claudino Bezerra do Ama-
ral, por nai ter prestado juramento.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. cuete da policia, era offlcio
n. 1,017, de Troriteni, resolve nomear'para o eargo
de supplente do subdelegado de policia do dis-
tricto da Preguica do termo de Agua Preta, ao 2*
supplente Jse Corvilie de Va^concellos, e para
o lugar deste, Mamal Gomes Pereira Guerra.'
:oinmmuoicou-se ao Dr. chefe de policia.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.Ao commiasario de
policia dos muaicipios de Escada e Gamalleira,
Thomaz Moreira de Carvalho, mande V. S. forne-
cer 6 armas de espoleta das que existem em poder
do delegado de policia do termo da Escada.
Ao mesmo.Respondendo ao offlcio de V. S ,
n. 1,019, de hontera datado, tenho a dizer-lhe que
nao havendo forga disponivel, deixa de ser aug-
mentado com 6 prapas o destacamanto do corpo de
policia existente na villa de Petrolina, couforme
a V. S. solicitou o juiz de direito da comarca de
Boa-Vista.
nos mezes de maio, junho. julho, agosto, oulubro
e novembro do anno passado, e de Janeiro a ju-
nho uliimo, auioi iso-o a mandar pagar a respec-
liva importancia ao fornecodor, Canlido Ferreira
e ernpregados daqnelle hospital, no corrente mez,
emquauto senao contrata o foraeciraento dos raes-
mos generos; aa conformidade do qae V. Exc
solicited em offlcio de hontem datado, sob. n. 640.
An mesmo. S. Exc. o 3r. presidente da
provincia, tendo dado todaa as providenciascon-
c Tiianie* ao embaraue para a Bahia, no vapor
Purd, esperado db none, ao capftSo Jose Lonyii
nho da Coda Leite; assim o manda declarar a
V. Exc, era resposta ao seu offlcic-de hontem cV
tado, sob n. 6-39.
2.* secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefj de policia. Para os fins
convenientes, S. Esc o .*jr. presidente d* provincia
manda coramuwear a V.'S. que por offlcio desta
data expedio se a necessaria orlem a thesouraria
' de fazenda, alia> de que seja paga a importancia
I do f iraecimento de agua e luz feito ao q-iartel do
' destacainento do tern*) do Triumpho ate o mez de
junho ultimo, segondo sotieitou V. 5. em-seu of-
, ticio de- igual data, sob q. 1,031.
Ao- mesmo. Di ordem de S. Bxr. o Sr.
de Olinla Gampello, segnndo soHcltou o Dr. chefe presldeute da provincia, incluso remetto a V. S. 3
de policia, em offlcio destaMata, sob n. 103
- Ao mesmo.Para conheciraent > de V. S\, e
davida execucao, coramnnico-lhe que, segundo
cousta do offlcio o 47, do com nauJmte supjrior
da gaarda nacional deste raunieipio.de 14 do cor-
renje, em K toi roscindido o coutrato do .tambor
do i batalbao de infantaria da raesma guarda,
Jose Pinto Bahiano.
Ao inspector do thesouro provincial.Ao ca-
Mar-
tubis de pus vaccioico, afim de serem remettidos
ao subdelegado da freguezia de Munbeca, segundo
soliciton V. S. em s.u-offiiio u. 1,016, de bon
tem.
- Ao commandante superior do municipio do
Recife.O Exm. Sr. pre-sidoote da provincia man
da accusar o recebimenlodo offlcio de V. S., n. 48,
de 17 do corrente, enviaodo o mappa do arma-
meoto e ro-ais onjeclos pertencentes ao estado,
ex'stentes nos corp)s da guarda nacional, sob esse
cum excepgaj djs de ns.
('0 da gaarda local do municipio da Bonito,
celino Jo de que trata o art. 43 do regulamento respectivo. j o e 7.
Ao mesmo.Expeca Vms- snas ordeas a&m, Ao me3xo. 0 Exm. Sr. presidente da
da que sejam enviadas direatsmente a recebedona pre vincia mania accusar o rccebimento do offlcio
das rendas orovinciaes do Sergipe^ra todos os va-1 de V. S., n. 47, de 14 do corrente, coramunicaodo
pores qae para alii seguirem, eopias antheuticas: haver Jose Pinto Bahiano rescindido era 10 seu
das pautas que no eonsulado desla provincia ser-
|jrem para despaebos dos generos de exportacao ;
na conformidade do que ."olicftou o Exm. presi
dente daquella provincia em offlcio datado de 10
do corrente, sab n. toi.
. Ao mesmo. -Rocommeodo a Vmc. que pro-
videucie era ordem a qus sejara organisaias as
laballas de que trata o art. 2i6 d> regularaeuto
desse thesouro, datado de 30 da junho ul-
timo.
Ao mesrao.Remetto a Vmc para os devi
dos fins, 60 exemplares impressos do regulamen-
to b.iixado cm 30 de junli) deste aaio para esse
thesouro.
4.' secgao.
Ado :
0 presidente da provincia, teudo contratado
com o major Jose Caetaoo de Medeiros, sob fhnca
do Barao do Ijvramento a construcjao da parte do
edificio do asylo'de alienalos, consiante e do mo-
delo especificado nas clausulas abaixo, rssolve qae
sob elljs se lavri: o rasps :ii*'.i te.rino da costrato
ante a faota admiafstrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia.
t.'Ocontratinte c>n3truira a parte Jo edificio
do asylo de alieuados de aceordo com a p'.anu e
orcarreotu approvuto nest* data pela quantiade
4l0:0JO:0 0.
2.' 0 contratante devera concluir a referida
obra no prazo de quatro auuis e comscar duniro
de tres nieze*, a contar da assignatura do con
trato.
3." 0 contratante obriga-se a fazer qualquer
obra nio prevista no orgamento, mas qua sej i
necessaria para seguranc> do edificio, indepen
dentemenle de qualquer indemuisaeao por esst
motivo.
4." 0 contrataute recebera logo que comefar as
obras a quau'.ia da 100:0005 era dinheiro e o res-
i tante em rove prestac5s annuaes, sendo as oito
i primeiras da 35:000*000 cada una, e a ultima de
- Ao juiz de direito de Cimbres.-Remetta-me| j:000>000 pagaa primein no ultimo dede.era
bro de 1875, e as deuais no um de cada
provincial de 5 ,;000 sobre "cada escrava rpcolhido
a detencao, como fugido e a requerimento dos se-
nhores.
Ao jaiz de direito da 21 vara.De ordem de
S. Exc o Sr. presidente da provincia, solicito a V.
S. se digne dispensar^de servir no couselno de ju-
rados na presente sessao judiciaria ao Sr. Victoria-
no Jose Marinho Palhares, 1.official da 1' secgao
desta secretaria, por assim couvir ao servico pu-
blico.
Ao commandante superior dos muhicipios de
Santo Antao e Escada.-0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda accusar o receblmento do offlcio
de V. S., de 12 do correute, communicando haver
dissolvido no o destacamento da guarda nacional
existente na cidade da Escada.
Ao juiz municipal e de orphaos de Goianna.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., delOdo
corrente, commnnicando haver no dia antecedents
reassuraido o exercicio de seu cargo.*
Ao commissario de policia de Barreiros.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S, em resposta ao seu offlcio de 17do corren-
te, qae em 3 se Ihe mandou fornecer sete armas
pelo arsenal de gaerra, fardamento para um anno
pelo corpo de policia, e livros pelo tbesouro pro-
vincial, como se Ihe participou ua mesma data,
sendo que agora sc Ihe mauda fornecer por aquel-
le arsenal 14 pares de sapatos e 2 macos de cartu
chos. com espolelas.
4.' secgao
Offlcios: ____ .
Ao inspector geral da instruccao publica.h.
Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo jnlgadi
de nenham effeito as duas cadeiras ultimampote
creadas na Escola Modelo, resolven por acto de
hontem designar para o exercicio da professora
Cosma Elvira de Araujo a cadeira do sexo femini-
no creada no Giquia, freguezia de Afogados, deste
municipio.
Ao mesmo.Communico a V. S. que S. Exc.
o Sr. presidente da provincia resolveu por acto de
hontem remover a professora Maria Candida de
Figueiredo, que fora designada para ter exercicio
na Escola Modelo, para a cadeira do sexo masculi-
no creada nos Coelbos, no bairro da Boa-Vista, des-
ta cidade.
Ao mesmo.Por actos de hontem S. Exc. o
V. S., de conformidade com o decreto n. 2,556, de
28 de margo de i860 e circular de 28 de junho de
1865, a iuformacao e documentos necessarios para
que Idalina Cordairo da Silva, condemnada pelo
jury do termo de Pesqaeira, possa instruir sua pa-
iii;,n de graca.
Ao juiz de direito da VictoriaRemetto a
Vmc quatro tubos com lympha vaccinica, afim de
ser innoculada naquelles inlividuos a quora nao
se liver aioda applicado esse preservativo da va
riola.
Ao juiz de direito da Escada.Respondendo
ao offlcio da Vine, datado de 5 do corrente^ cabe
me declarar Ihe que approvo a renovacao, por
raais um semestre, do conlralo celebrado em 24
de Janeiro deste anno, para o fornecimento da ali-
mentacao aos presos pobres recolbidos na cadeia
dessa cidada.
Aojuiz de direito de Ouricary.Em respos-
ta ao offlcio de Vmc, n. 90, de 15 de jaobo ultimo,
expoudo as razoes negalivas da conveniencia de se
restaurar a villa do Exd, de conformidade com a
lei n. 1,133, de 30 dejabrii do corrente anno, te-
nho a dizer-lhe que, iratando de um acto legislati-
ve para cuja realisacao exige-se hoje apeoas na
mero legal de juizes de bet), deixara de prevale-
cer suas consideragdes, convindo qae Vmc.} de
execagao a referida lei, na parte que Ihe diz res-
peito.
Ao commandante do corpo de policia.Era
additamento a meas offlcios de 27 de julho ultimo
e 17 do corrente pode Vmc entregar ao sargento
da gnaraa local do municipio do Cabo, os 10 sabres
e o restante do fardamento de que tratam os mes-
raos offlcios.
Ao mesmo.-Em additamento ao meu offlcio
de 11 do corrente, pode Vmc entregar ao cabo da
guarda local do rauoicipio de Roniti, Marcelino
Jose Pereira, o fardamento de que trata o mesmo
offlcio.
Ao mesmo Em additamento ao meu offlcio
de 3 do corrente, pode Vmo. entregar ao sargento
da guarda local do municipio de Barreiros, Fran
cisco Antonio Lopes, o fardamento da qae trata o
mesmo offlcio.
Ao mesmo.Havendo o sargento da guarda
local do municipio de Jaboatao, Sebastiao Ray-
raundo Caminha, recebido somente dez caigat,
mande Vmc. forneeer-lho igual numero.
3.' secgao
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao bacharel Pedro Jorge da Souza, juiz nuuicipal
e de orpha s nomeado para o termo de Floras,
mande V. S pagar, sob minha responsabilidade, a
quantia de 350&00, emquanto Ihe foi arbitrado a
sua ajuda de custo, conn foi declarado por aviso
do ministerio da ju.--i.ga, de 5 do corrente.
Ao mesmo.Raraettendo a V. S. os prats
juntos em duplieata, tenho a recommendar-lhe
que mande pagar aos negoci antes Moreira & bra
ta, os vencimentos do destacamento da villa do
onito, relativos ao mez de julho ultimo e ao perio-
do decorrido de 1 a 8 do corrente, dia anterior ao
em que fei dissolvido o mesmo destacamento ; na
conformidade do qae soliciton o respectivo com-
mandante superior, em offlcios de 4 e 9 deste mez.
Ao mesmo.Beclaro a V. S. para os fins
convenientes, qae a vista do que allegou na in-
clusi pelicao o bacharel Aatonio Paulino Caval-
cante de Albuquerque, juiz municipal e de or-
phaos do termo qe Qaraaru^resoWi abonar-lhe as
anno.
5.* 0 contratante obriga se a receber por c >n
ta das prestagoss que Ihe houverem de ser paga-
e pelo prego do orgaraento todos os materiaes que
podarem ser applicados a obra e forem para este
Mm offerecidos a Saota Casa.
6." A obra sera feita sob a liscalisacao da repar-
ttgao das ibras publicas e da Santa Ca;a de Mise
ricordia.
7." 0 contratante prestara lianca idonea.
8." 0 contratante fica sajeito as multas e obri-
gaf5as imposts pelo regularaento da repartigao
das obras publicas pelo nio cumprimento das
clausulas do presente conlracto.
9.* a presideote da provincia coacedera ao con
Iratante permissao para collocar trilhos do caes
do Porlo do Capira para a estagao da estrada de
ferro do Recife a Caxanga, afim de conduzir os
materiaes, devendo o mesmo contratante retirar
os trilhos logo que for .concluida a obra contra-
tada.
Offlcios: _
Ao Exm. Sr. presidente da provincia de Ser-
gipe.-Nesta data determino ao thesouro provin-
cial que remetta p ra essa provincia as pautas dos
precos correntes dos generos de exportagao, na
conformidade do que solicitou V. Exc. em offlcio
de 10 do corrente, a que respondo.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Antoriso Vmc. a conlratar com o major Jose Cae-
tano do Medeiros, sob fianca do barao do Livra
mento, pelo prego constante do orgsmento e se-
gundo a planta junta, a parte do asylo dealiena-
dos, na mesma planta tragada tendo por base as
clausulas que envio por copia .
Ao regedor interino do -gymnasio provincial.
Tendo nesta data deferido o requerimento em
qae Francisco Alves de Ca-'valho firmado na lei
I Oil de 22 de abril de 1872, pedio a admtssao de
seu filho Joao, nesse institulo, na qualtdade de
alumno; assim o communico a Vmc.
5.' secfSo.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da repartigao das obras
publicas Respondo ao seu offlcio desta data,
sob n. 240, autorisando-o a mandar pagar a Lu-
cas Evangelists Soares da Brito a quautia da
734600, era qae importaram as reparos feitos em
palacio e suas dependencias, por conta da verba
Decoracao de palacio -, mandada entregar ao
tnesoureiro dessa repartigao em 18 de junho ul-
timo.
Portaria : .
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar pa-sagem para
a Bahiarpor coniado ministerio da guerra, no
vapor Para, esperado do none, ao capitao Jose
L^nenlnho da Roeta Leite, que foi transfendo para
o 18'bai.ilnao do infaotaris, e hem assim a familta
desse official, coraposta de sua enb,-a D. Tne-
mira Leonisia da Costa Leite e de uma llllu de
menor idade.
EXPKDIENTl. DO SECBETA*IO
1 secgao
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. Communico a V. Exc, de ordem de S.
Exc. o Sr. presidents da provincia, que por offlcio
desta data expedio-se a necessaria ordem a the-
souraria de fazenda no sentido de ser adiantada
ao almoxarifo do hospital militar a quantia de
2:000^000 para occorrer as despeiaj com a com-
contralo de tambor du ia batalhao de infantaria da
gnarda nacional deste municipio.
Ao presidente da junta d; quUifleagao da
gaarda nacional da parochia de Quipapa. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimento do offlcio de V. S., de 15 de margo
ultimo, communicando terem se conclnido os Ira-
balhos da junta de qualificagao da guarda naao-
n .1 dessa parechia.
Ao commissario de policia do Cabo. De
orde n de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
declaro a V. S., em resposta ao seu offlcio datado
de 13 do corrente, qoe o disposto nos arts. 2'*6 e
247 do r gul.iineuto do tlie-ouro provincial de 30
de junho ultimo, e comprehensivo dos quarteis
das guardas locaes, e recommendo-lhe que em
.|uanto nao forem organisadas para aqueila repar
tigio as label las a que se referera os artigos ci-
tados, devera V. S. tirar as contas do fornecimen
to d'agna e luz para o quartel da guarda local,
pelo prego do costume.
Ao eonoiissarto de policia do Bonito. 0
Exm. Sr. presidente da provinciaF-nianiia-dectaTar
a V. S., era resposta ao seu offlcio da 17 do cor-
rente, qne em II se Ihe mandou fornecer pelo
arsenal de guerra, 2i pares de sapatos e 2 macos
de carluchos embalados e fardamento pelo corpo
de policia, como Ihe foi romrauoicado na mesma
data, send > que agora se Ihe mandou fornecer
pelo thesouro proviuciil o<-livros-necessarios.
Ao sa'gento da guarda local de Jaboalio.
Da ordem de S. Exc o Sr. presidente da provin-
cia, coramuoieo a V. S. qua nesta data se Ihe
mandou fornecer mats dez calgas, conforme so-
licitou em seu offlcio de 17 do corrente.
3* secga)
Offlcios :
Ao inspector do thesouro provincia1. Da
nrwrn de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
levo ao conhecimento-de V. S., para os fins conve
nientes, que por offlcio desla data approvei a reno-
vagao, por mais um semestre do contralo, cuja
copia remetto, celebrado em 2i de Janeiro deste
anno pelo Dr. juiz de direito da Escada com o
negocianle Jo3e Soares Rosas, para o fornecimento
da alimenlagao dos presos pobres recolhidos a ca
deia daquella cidade.
DE3PACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 3 DK DEZEMURO
DE 1874
Coronel Antonio Minoel Ferreira Maia. In'or-
ine o Sr. inspector do ihesouro provincial.
Antonio Jose da Coita e Josephina de Souza
Ferreira.Inforrae o Sr. inspector do arsenal de
marinba.
Adriana Felicia Maciel. De se, mediante re-
cibo.
Amelia Josephiaa Nery da Fonceca.Infoime
o Sr. inspector geral da instruccao publica.
Antonia Fraacisca Vieira de Souza.Iuforme o
Sr. Dr. chefe de policia.
Aatonio da Motta Botelho, Maria Constant Bo-
lelbo e Constanca Conciliana Botelho de Mendon
ca,Informe o'Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Tenente-coronel Antonio Francisco de Souza
Magalhaes.Fornega se.
Cypriano Antonio Rolrigaes. Deferido, com
offlcio desta data, dirigido ao Sr. inspector da the
souraria de fazenda.
Bacharel Duarte Estevao de Oiveira. Enca
rainhe-se.
Capitao Francisco Luiz Viraes.Fornepa-se.
0 mesmo.Fornega-se.
Fellppe Santiago da Costa.Deferido com offlcio
desta data dirigido ao Sr. inspector da 'thesoura-
ria de fazenda.
Galdino Eleuterio Teixeira de Barros. Passe
portaria na farma requerida.
Brigadein Hygino Jose Coelho.-Forneca-se.
0 mesmo. -Forueca-se.
0 mesmo.Fornega-se.
Jesaina Hosmida Paulina dos Santos. Infor-
me b Sr. provedor da Sanla Casa de Misericor-
dia.
Coronel Jose Maria Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello.Forneca-se.
Tenente-coronel Joaquim Cavalcante de Albu-
querque Bello.Forneca-se.
Capitao Jose Joaquim Coelho. -Foruega-se.
Joio Duarte Caraeiro Monteiro.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo o da
alfandega.
Major Joao Manoel Pereira de Abreu. Forne-
ga-se.
Jose Calazans Rufo Duarte.Sim, mediante re-
cibo.
Julia Candida do Rego Barreio.Informe o Sr.
inspector da instruccao publica.
Juventina Amelia Carnelro Monteiro. Informe
o Sr. inspector da instrucgao publica.
Joao Baarqae de Sampaio.Deferido com offl
cio desta data dirigido ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda. .
Joio Jose da Silva.Seja posto em liberdade.
M.m-,M Gnilhermino da S(lva. Reraettido .ao
Sr. brigadeiro co nraindmte das armas, para to-
mar na consideragao que uiereeer.
effeitos, que a presidencia, era virtu la da iasp*c-
eao de sa-ii ie por que passoa o Sr. eapitio do 9*
hatalhao de iafantaria, Franeisco Gwroino Simoa-.
p-x acto de 3 do correnie, coocedav toe tras
zes de licenca com os vencimatos da toi, paratra-
lanwntj de soa .*ajde.
(Afsigoada) Manor! da Cttnha Wmmierley
tins.
Coofcnne.O alfere* Jose Klhiario dbs Santas
ajudaate de ordens interino encan-egadb do da
talhe.
AGENCI* TELEGRA-PHICA ll.WAf-REUTtR
UontcvMeo T tie dfirn*ro. t
l>;w. arha-te fella i-nin- Mitre e
governo argent!no. wenUn on o>
ciaesi e iithchh iiniiwliil que depoKerem t* aruian maia iiiMur^enleH nao reaanre-
iini'Jiiio* nesse aeearda. Parere
ser Imporlante a revolnca* qae re-
ln-nfoii na repablrca do l>n;iT.
Paris S A cart a. rsrrlpl.'i pela
conde de tiiamburii, aroaaelhaaiaW
os tieuN rtinij.iN a opporem-iie aa
epicnado, provaTelaaeate produ
aira raodiflcarao no aaMaele Fran
cc>.
Paris* s. -O Mr. Avellaneda eoaa
munlron oOHeial nii-nt-*' una eleit *.
para presldenae da nepablira Ar-
gentinai ao mareeltnl Mar Ma hen
Paris 3. -O Mr Bullet Sal reeSelta
presidente da ameaMea aarlaaal
francean, c o Hr. AudiflFret fire pre-
siilente.
liandrra 3;-S>vapor Ingles LI PLA-
TA, que eondusia a seta aarde rah*
telcgrapaico para a America da
Nnl. sossoarou en* I sbaal, ( "? aal-
vando-se qninse pessaas. Wappse
se que pereeeu o restante da trip*
lacao e peasonl existente> a hordo.
iuclnsive a commandante.
i.unilri's S. -Encailaon. nat costs*
do mar Vermellso. o vapor BL'RSESS.
rarregada earn mil e quatraeeatas
toneladaa de rnre de Ceylao.
Bahia 3Aqul casegon naje pela
ma nii e nnrtao a* tarde para Per
namliuco. a trans pane de gaerra
LEOPOLD/.VI, condusindo tropas.
Rio de danerro 3> Cambia Sdfcrf
Londres *e IS a B/V d. aarssen
lar. Cambia aobre Paris S rels
por franco.
Buenus-&yres 3. O general Mitre
fat derroaada e peraegnlda pelas
tnrcas do gaverno t a,
o ranitularao, -Mtrejfon-se
crir>ab com as suas forcas.
vincia de Buenos-Ayres arba aa pa
eiacada. As Sorea da gaverno
pcrsegnein Arredonda. A. taagaar
da das forcas desse general ja fa-
ram bntidas.
Paris 3. .\a mensagemqae o aa
reclial Mac-Mahon envlon a assess
in<-i naeional. iaslste elle na ne-
cessidade da or;ranisar>ao raasli
tuclonal, e declara que, qttanio aa
septenado. asuarda a deliberacao
da nsienblea. mas eaaservar-ae
ha no sen pasta ate o ultima dia.
Ria de daneiro 3. Aqni rbegoa a
paquete Frances, das Messa|gertes
Maritime*. RIO GRASDE.
Londres 3.-A taxa da deseante
na praca continua a ter de ctaro
e cineo aitavas. Consalldadas dc
tres por cento, kor x<::ot;jn, ex-wvidk.nk-
a *.?- Fandos brasllelras de eiacs
por cento, do anno de i*i. a isa
Cafe t inulta ealmo t areeas eaaa
tendencla a balxar. Assurar i eal-
mo i precos flrmes sent alteracaa.
Liverpool 3. Algodaa i traaaar-
ces rcgulares i precas maito Mr-
mes i vefieraa-se hoje qninse- mil
fardoSi sendo mil e qninhento*.
prorcii. Jies da America do aal I
o fair de Peraaanbaco d. par li-
bra.
Autuerpia 3.-Cafe ealmo i pre
cos Ormes sem alteracda.
' HAvre 3.-Cafe i transacyaaa re-
guMtres t precos drme
ealmo ; precos drmes
cao ; o ardlaaria


?!

,a .-Bi
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCQ, EM 4 DE DEZEMBRO DE
1874.
Ordem do dia n. 860.
0 Exm. brigadeiro commandante das armas fat
m. Algodao
seas altcra
de reraambaco a
OS francos par kllngrs.
ambnrgo 3. Cafe i msdsa eal-
mo i precos coda lendencta a
v ar.
Msrselha Cml* t idem ; Idet
assurar: de PeraamhMen
cos e SO centitnos pelaa SO ktta -
grs-
New-lark .Cafe i ealmo;
cos com tendencla a boJsar l
Rio fair It 3/A a a good a It I
por libra. Cambia sobre I.
I W It. Onro II*. Alffadas ac-
diano uplands i I /3|<:kn7s oar libras -
as chegndas de baje aas parson
atnerleaaas elevam se a vinta a
tore mil fardos
(AGRIfCIA AKERICAXA.)
Montevideo 3 de dezembro. -Acaba A*
apparccer um bolelim do governo argeatim
annunciand j o restebelecimenUa de pax nt
republica, em virtade ie canveocAo tt\e-
brada com os revohosos. Scgundo esle ac-
eordo sao recoohecidos pelo governo todo-
os postos du capiiao para b3i\o, cancedi 1 -
aos revohosos. Todos osofliciaes qae s
insurgiram, com excep^ao dos generaes, a-
bandonarao o paiz, sonde f i |) .deran v.-i
tar depots de um aono.
Rio 4 as 3 ta. da, tarde,Cambio sobri
Londres 26 l\\ bsneo, 26 3|8 parti'
cular.
Bahia 4 as 3 b. da tar ie.Cambio aobr.
Londres 26 1|8, banco, 20 3|8 parti
cular. Sobre Paris 360 particular.
DUTUlTLrTELiM AMBUUL
RECIFE, 5 DE DEZEMBRO DE I87fc.
Vat-aes fdiia mals km.
Nao ha dnvilal-o A !ot vai p uc r poaco
farendo era torno e mosrr.n no eflnM) dos mot
tos sedici^sos deita e da provincia da Parahyba,



I
^ario de Pernambuco -~ Sabbado 5 de Dezembro de 1874
(U I r

Se f cr ura lado os doenuentos colhidos pcla p o
licia, tie-la cidade e no povoado de S. Lonnmco *a
Malta, em titfUeocia* das-padres .jesuitas, ,rai
oistram prwaaajaajforroac^s.accrca dp paiiel des-
sa boa genttWEWM* rehgtoso, que, desde dous
"annos, traz aWjWTOos os eipfritos, e ie, em c*rto
inodo, torrWWf*Ms deduce** lwgiea* tiradas Jos
factos qae do presents -te dio, mostrando qua elles
se prendera mtimanteolajo mesmo tjflpflicio reli-
gioso; por outro JS
lente a iuflu'ncia'
?a desta e da pro]
mos daqneMps q
Vl'O) H M ,; 30 Si
do quo pretenda
...vei se *'! rid ma is
lefica de ".1*1 certa itnpftn
Ja da Parahyba sobre os am
liji'.ciJMosdn'respaito qiH de-
l-tida. pint so se WhiOrartni
e.peohdores que os acpn-
seldom, atiram-saao "campo da sedicao, imtuklos
de i.icas falsas, e fniat auxiliam I urn a causa, que
it-rn por priMif>al%lajertivo des.rair as eoaquislas
da hberdada,
Para dos, 'pra 03 Horoans de erHerio, quo, des-
de dras annos, acompanham piri-passu as peripe-
e;as do conflicto rehgioso, e, i baervando o que vai
por aqui, atem-se era confroniar ainda as mais
pequeuinas sublileias ultramoDtaaas com os seus
aluueirojuco^s, em outros paues. e fpra de dnvi-
da, o inconiestavel que, embora soccorrenJo-se
da? raas p ixSes aticadas por outros, 60 ultra
reontanismo, <]ue tem sua mais subida expressao
nos jesuitas, a uiipirador, a alitn d,.mriaUd da se
dicao que vai por e^ta e pela provincia aVPara-
iiyi.a.
Todos os factos, todasas circuustnncias, todos os
mais pequeninos dcialhes da luia religiosa apoiam,
corr.iboram, forlifieam essa creaca ; e, aiuda quao
d* faltassem lodos os diseres do "tempo, dos legates
recebldo da politic* raauguraia em 16 dejulho de 1 elo tefa equec?do que somorrte 0 dm
<88*Jsift eKtofaeaVBaWiw-patatra, *k>-rr4aoJue so se 'enitrain do one a lavoara w
pela meats abaaJonjdos, e a.espera, tid-os 1 litfcrido ok* lite low a
de pina.adojiotrtracau mais solicita ou mais adr"
lunada. """
que a 1 ivoari
urn argument! mail
aisao
beifK
1 d*
' Nio, e^aii^abtro de prapris* exdenencii:
oHani. que facer por bem t\ iaetruecaoaos.
pular? Mas 6 palenteo desenvolvimento que este
ramo de activila-le social'lem recebi loda impulsao
p*frietica du whinete 7 Wvo. im cabe "
na-eaweiiea-ie a guma- liMtn -sJlkr o< re.
progrossos-Bestc pariiealarroalisadj*. Hesiera
do servico lea 0 paic assisMo a uma ferdad
e Msplcios*. Iransfdfttiujau.
Dado 0 imptrt:'teJ.l resta seoioVjItiuuarifl
.yrande obra em tao%oa harawnprebeB^iJa.
a #1 rauito quef|er .'in'beti da*vjura ? M,
mngoetn 0 pro-laul#.:tao alto cxM 0 gabl
iuo preside wne aftihoQio os desftoj do pTrii.
Foraai obra mm oe reeeates ia^u-.iitos^' coido sio
sua obra as mais solemnes promessaj de auxiliar
na lavoura a primeir* d*Qossas. isAwtria^quoMa
quo se conveio cbaoaar a ioduslria por eftellen-
cia.
Erro ate grosseiro ijjeoaar qua a l.avoaraj-
precisa de alguio remfdio anodia > que, ur-ico, te
uha a virtude da mitigarlhe ja cja, as dores que
a vem afll gtado dasde longa data.
Niujuem 0 compreheadeu melhor do que gabiaete 7 du MA80O,e ninguem mais qiie elle esta
habilitado a remoYer as eaasas qoe entorpeceai a
activiJade agricola.
< Nao e aos elTeitos da humanit.iria lei de 13 de
seteinoro que a lavoura deve as suasioquietaijoes.
s*ajno lOfa^iiicr umi opposiQao c
' vUtf1/!* lW*iai! o'-'t '> uie rirVf.JW? as quo se refoie.n a i,_
pWaWWoiMl i^tduo^io ds tmpostos de ex
PBirraTiA nrAi^y^
e das circamsuncia.-, uaslaria consultar a lii*toria.
fcastaria ft-lhear as paginaa do livromestre da vida,
para ahi encoatrar millions de antecedtotes dos
fcmneos de roupela negra, rada qual mais j'uslili-
Calivo da opiarao de que s.o el!e.-, 6 0" ultramcn-
lanismo 0 espjrito m-ligni qua basca turvar as
aguas Kvres do impeno, no lutofto da pescar em
siuseioa ibfluencia ;> lui -1 q ;o almoja a Roma
dos padre.-1, strnpr a soniiar com a eord tempo-
ral du Papa, e sempre a coa*irar ud mnjolem Dei
gloriam I t
A luaior re=pnn-aMii.i.o:!'. dos movimeatos se-
diciosos pesa, pois, c-jiii t.i-Ji a sn 1 ri^i tpz cala-
verfcS.'tOfll fodo 0 seu ji'-o esmagador.'sobre es-
ses padres e seus siqu^zis, repre.-eutantes da po
litica-iftencttlofa daR.ima niMdotal, flesla lloma
de lodos os tempos, nunca saclada em su?. sdJe
devi>radora do hum. df grandeita, de iull'ieacia e
de prcsiigjo, emb-ua, ua ciijnjia de tudo isso,
ipassa subre a ruiaa U-s ov.i's,'deisaado ap6i si
focus ioapagayeis de sauguelt
Biles, 03 iiiaii cruciauies inimigos da liberdido;
elles, a negaa<> ab oluta das vtrdades politicas,
sociae.- e ^cieniilicis dos tempos luujernos; elles,
o fanati.-in 6 cmbrutcciroehto das massas, as tre-
vas p:ira os, es,-irit.i-, 0 aniquilamento da razao,
o ensoiiibiameuto da conscieneia; -ellos apbaiQ en-
tr('tsnto queiu os auxilie, quern os secund", quern
os a:r. 1 >are iia cruuda quo prega:n, ua seJi<;ao que
aaimarn coatra uru povo quc e l.vre, e contra um
goverao que quer salvar Ibes a liber lade !
E esses, que os auxiliam em seus pianos, que os
seeunuam em seus esforcos 0 tentainen>, que os
a;up r..tu uos seus ilesiguios e prpjectos, quern 0
d.ria ?... d;zeru-so liucra '3, preteadem viver a bra
faJos coin a-deusa dalioerdade, e, fallam em seu
nomo, eml'ora 16^ cuspam ua f > !
Em liiuit 0 e cm [Kmu tordiqj, em dirersos pon-
ies da t'arabjba, u que se *'-. 0 quo eon-;.i, 0 que
se sab'i e quo varijs amigos da iiupreusa a que
teinoJ allud.lo i.e cmgrassam com os fiuatics a-
die o-s, aixiiiam-u'ys no qua poJem, 'atem pal
A traiisformae^o lenta e gradual do trabalhoes-
mas aos ^eus aol.s da vaud.lUr.o, e contain so:n
duvi |j collier do parceria. os fructoi almepdos Ja
vui j. ia, fmcijs alias auuldicoa podem deixar do ser eavoneaadores ua liber-
dide:
E, ao passa que aqcolla iuiprcasa, aq.:i e da
Pa anyba, ss-me. os vntos, excita as mas paixoe-,
usa i viruleiiH linguageiu QOBU)| os bojuens e
coi.'.ra as in.-titnico.-, u ullrauijiilauwriij, 0 jesai-
lisuio, didgn as corrtates teqjpwiuosas, eucoiu-
nba em squ pmvaiio as rui> paixoes.po; cui p/'a-
uoa oscoaseluo^ viiuleatosdo.sa uopri ns.i,e acha
auKiliaraj nos atuges da geate que e.-creve essa
ie-ma impreasa 1
E depois Iiao do vir os prole.-tos, como 0 do
DespotJilor da Parabjba, como 0 di; li ue aiaio,
e cjuio outros, e tauii>- ou'.ros!"!
E essa geuto Ji'. que lea) cousciencia c claica
lodos os dias que 6 aiaigo do puvo !
Excitam as paixo=s, cavam 0 ab\mo, e, quaudo
a vicliuia eta suspensa S'ibre ell--, quando se ou-
*cni o priiuelios muiiuuiios do vento agitadu pelo
Corpo que c. he, os homens daquella impreosa,
aiurdiuos pelaa vibiai-o:s do clioque, soergaem so
e protestam nada terera com iss.', reaegam da sua
obra, e deisain a victima so a debater se uas an
gusiias da Mia dor.
F 1 0 qu; :e dea a 11 de maio, 0 0 que se da
sempre, c o qae nao pode deixar de dar-se ac-
tualm cte.
Venli.i, poi-, o protesio, recolha-o a liistoria,
eeatoiuatlem-oo os homcus do bem de (odos os
parlidos.
hi tjdos os parlidos, sim, per quo em lodos ha
fa incus do lie.n, que de CerU nao ccniinungam na
taea em qae hieat suas libafoes os viruleotos es-
cnpti res da i.npreusa a que temos aliudido ; de
lodos os parlidos, sim, porque em todos ha carac
teres desliocios, quo nao esiao nem estario a mer-
rd Jo veil0 imparo qae parte dos labios dessa
immaBsa ante-patriotica.
I'ois, podamos los, podera os homens eecios e
iri'iin-pedos jarnais tornar resp.nisavel 0 partido
liberal polos desatinos dos quc se dizem seus re-
proMDtanM na impreosa uesta e na proviocia da
Parohjrba i
Nao ; fora mi: t- r ignorar que essa injprensa
arenas reprcsenla um peqneno grupo scm valor
no sm partido ; lora mister~Bip saber que dessa
unprensa ?e aciiam distanciadosbaJibera^s do tra-
dicqai, o verd:-.di iro pfljdQ liberal/ti'>e n.ij pole
prestar auxilio de nennttma espeei ;k 'aosa ultra
mon'ana, sua scular e mortal ioimi(
Entre a liberJade e 0 ultramontaais > .ha um
abysmo; separarnnos a mesma distapcia que
medeia entre 0 ii.linito e 0 Qoito; distanciam-n'os
a mesma immeasidade que oxiste entro. 0 brillio
da lu/. e a escuridao d >s trevas.
Suppolos oaidos, pois, e admiltir um iu:/,ossi-
vel, e crer n'um mylbo, flue 0 e desde c-s mat.re-
motos tempos. v
Coaseqaentemeate, sea aJlndida imjrersa e seus
adeptos fazeai causa commum com 0 uilraraonta
nismo, coaio mostramos, e que essa impreosa nao
exprime a idea liberal, e que apenas signiflca lira
p-nsaniento politico impuro, de baixa extracvao,
sem critc-rio nem consciencia de si.
Os humens de bem do partido liberal, iiao po-
dem, pois, estar com a gente dessa imorensa, nao
lhe pode bater palmas, c ainda meaos auxiliar a
aedicao de que 6 alma e inspirador o uitramoata-
oisiuo, esse inimigo du progresso, esse Ashaverus,
que tenta enlrar em toda a parte, mas qne e expul-
so por todos os povos.
Defmidas assim as responsabilidados; asiigna-
dos os papeis a cada actor do drama que se repre-
sents aqui em Parabyba ; 0 qae resta 6 que 0
goverao, coaundo rom b apoio dos boinens do bem
e. de criteria de todos os parlidos, apoio que, esta
mos certos, nao lhe ha de faltar, saiha comprir ate
0 fim 0 seu dever, seja^ispido executor da lei ul
trajada, e vingue a sociedado o'.YendiJa ca sua
hoiira e ua sua liberdade.
Nesse empenho, repetimos, hao de ajuda-lo os
homens de bem de todos os credos, porquo estes,
lendo era alia conta a patria e a liberdade, nao
quererao ver, sub 0 latego do ultramoniaaisraj,
esta perdida e aquella desprestigiada.
O qaeo iaiz de*e ter em atieursla.
Tal e a epigrapbe de am mteressante e bem
desenvolvido artigo, publi.-ado pela Nagi, da
corte, em que eao postos era evidencia os r?ies
servigos prestados ao paiz pela politica que 0 di
rige-
Traladandoo para as aossas columoas, t^mos
em vfcla toroal-o bem conbecido de nossos Ieit.res
ao3 quaes nao pode ser indifferente taj lonceaua
da opiinio.
Eis n artigo.
a 0 pan nao esta immobil, dise hoje com razao
um orgao da imprensa. Elle nao perdeu a cons-
cieocia Je seua direito, ou a verdideira nogao de
seus legitiuSM icttresses; para ser insensivel ao vi-
goroso nnpul 0 e oobres intuit d3 uma politica
toleraato, jnsta, aeliva, emor-iiuideilora, fecunJa,'
e, sobetudo, sinceramente vot3da ao bem pa-
blico.
las'rucijio popular; navegacao
servigo tel^rapbico; colonlsagi:
U; melh ir:nnento de portos
cravo pelo trabalbo livre foi sabiamente altoodida
uosse graade acto, capaz de por si fazor 0 orgulno
de uma gera^ao.
< Nao e tambcm ao movimenlo emancipador
que (oi natural corollario dessa medida, quo a la
wiura dtve 0 accumulo das dillljuldades cjra que
bojelab,
^t &$ut .lifli 'ul lades vem do longe, e 0 tempo
uaa foz senao aggraval as.
Estas dilHcuidades sao aiultiplas coraoassuas
causai
t Os resentes inquentos enoerram sobre esta
grave problema a mais util li>;a 1.
< Na .' sao sdmeule os bracos que faltaru a la-
"nra na proporcao de suas oovas necessi lades.
Nao sao tambem as esUadas. Nao 6 soraenta a
instruccao profissional. Nao & somente a escassez
Jo credito territorial. Mas e tudo isto a um tem-
po, uma causa aggravando outra, 0 tempo aggra-
vando tudas, e a exagaragao de maos patrmtas
xageraado-as alem de toda medida, aao para ,.:i-
siliar com .-oa- lu~.es a solucao do probloma, mas
para d leitar se em encarecer os males, e fater
responsavel a quern nao tem resjonsabilidade pelo
que veio decausas accumuladas era dilatados an-
aos.
.t Tao complexa como e a questao da layoura,
cumpri) perdfr a esperaara, se alguera a nutre em
boa fe, de quo da cabera do Jupiter parlamentar
possa saliir u'uma unica e excepcional modi la uma
possivel M nerva com as maos plenas do riqueza e
abondancia para a lavoura.
0 remediu aos seus raaio3 nao pods ser espo'*
rado de uma lei, do um decreto ou do um regula-
mento. Por melbir oae op..rliinento venin a le-
gilar sobro-a sorto da lavoura, eilo nao pole por
u arado na3 iiiiiis do agrieultor, 0 processo aper-
ieu: tad 1 no lugar da rotina, 0 am j' do trabalho no
lorjar da iadolencia, a iuiciativa in lugar da iner-
cia. Cilooisacao, enaioo prolissional, credito agrico-
la. traasporte facil, nao sabemos que d9 outros au.
xib is carega a lavoura. uao sao laes aecessiJades
a quo so possa attender, dd um dia para outro, a
force de docreios.
Pcin sido 0 gabiaete n?. icvnco iadilTjrenie 1
.s-tas varias as :e-siJades 1 Coma se. de alguin
outBu gov-rno do uosso paic. qae taoto ten'ia teito
em bem Ja lavoura ?
Sao mais que injustiso' qae, depois de des-
penlerem em frivoias deelamae^ts 0 tempo de nma
se.-sao parlamentar em qne algum.i cousa po lia
ter sido feitapor melhorar o ottado da (a Mara, os
que, depois de ex;.'birarom os mais tristes expe
die-ales da protelayao, ja abstendo-se, ja protralio 1
as discos-fl?s, ja irnuodo as, no> ve.n bojfl &-x?
n'om torn decoraica iodignacao quo : -em quanto
apagim se os f-iyK dis fmbneas e os proprietaries
nguirdtm 0 momenta de enlreg-ir d execuqdo as
terras, orcscraoore as bemfeUorine'os arsena-sde
mar e terra trnbalh-un incessantemcnle, os nososs
estaleirot e os da Europi cmstruem poderosas mi
china*, que as grandes potential campram-se todos os artefaclosmilit.rcs de recentes
e ape'fei^oadai invencoes 1
Hi tudo isto nesie periodo: apreciacao falsa
las clreamnaaeias, erro gro-seiro, in^iuceridade 0
iojattica.
0 estado da lavoura, se e digno de aUrabor
todos o< desvelo.3 Je um govern-- soliei'o e bem in-
t-ncionado, nao e tal que 03 fogs das fabrics- es-
tejam a apagar se ou que a liqaidacao (bread*, e
por isto mesmo violeuU,?i> leaha iramsto a Indus-
tria agricola como uma lerrivd e ioevitavel silu-
cao.
Hi t-foal perigoem exagerjr como em des-
farr;,i- os uctos.
0 progressivo augmento la prodaeeio, se aao
l-;m correspoadido aoque das forcas produ.tiyas
do oait dena si-r e-peralo, e todavia nra faeto
muito eloqueate para protestar contra uns certos
pregoefros de de-gracis publicas, que n5o travam
da peona 'enao para aterrar as classes laboriosas,
abal.ir todos os interesses, e fazer estremecer a
confiinca que os prende a um mamio desti-
no.
Embora defectiva. a cslatistica da produccao
ahi esta para desenhar ao natural 0 estado da'la-
voura. Ella agita-se com razao; inquieta-so com
o mais legitim) fundamento e louvavel previsao;
mas tal nao e 0 seu estado que a liquidacao forca-
da lhe tenha batido a porta.
Contra isto erguem se 03 algarismos. E' a os
cillacSo do cambin, iufluinlo sobre os prego?, e
fazeado os descer para alguns productos a urn ui-
vel -desde muito tempo nao experimentado, que
em grande parte dovem ser attribuidos os males
econoraicos que, na pres.ente quadra, aflligem a la-
voura. E' 0 valor e nao a quantidade dos pro-
ductos que tem dimiauido. Nao ha, pois, razao
para dizer que os fogos das fabricas extioguera se
e as terras depre:iadas vao saldar, inertes, os com
promissos da lavoura.
a Falla-se nos armamentos I Grande crime e
com effeito, que 0 g-verno imperial, na previsao
de acontecimenlos que poderiam perturbar de um
para outro momento a paz do Imperio; quando,
apos uma guerra como igual se nao ferio aa Ame-
rica Meridional, 0 custoso material do exercdo e
armada se tornara inservivtl; quando um estado
vizinho, desvianlo de seu natural emprego 0 pro-
ducto de um emprestimo, sc apparelhava os eusiva
e ruidosamente com armamentos nao exigidos pe-
las ne3sidades de seu servico militar ordiuario,
eurapri^seo dever de ura goverao previdenta I
0 paiz fara justica, n6s 0 esperamos, a esta
nova especie de previsao de que unj certos politi-
co3 possuem 0 segredo, a previsao a posteriori.
a previsao post factum, a previsAo que nao preve I
laipoe no, porem, este assumpto~ naturaes re
servas que outros nao sabem ou nao querem res
peitar.
0 que 0 paiz tora em attencio, .ao julgar do
problema da lavoura, e que 0 gabinete 7 de mab-
cose nao tem feito ainda quando podia ser deseja-
do em bem da industria agrieolj, tern pelo me-
nos feito mais, mesmo muiti mais, do que qaantos
0 auteoederam no goverao.
t a lei de 2i de selembro, rasgando as provin
was uma nova phase de aetividade pelo desenvol-
viraento da viaciu ferrea, veio corresponder a pa
cessidade taliez miis imperiosa da lavoura, qual
e 0 traosporte facil, ;commodo e barato. Collo^-tr
0 productor a porta do consumiduf : e de cr'
m ido prodazir.
Os incessaate3 e patrioticos esforoos do galii-
nete 7 de mabco peios interesses da coloaisacao
nao sao para ninguem am mysferio A aetivida-
de e 0 zelo que president este servico aada deftam
a desejar, no qne toca aip.pel da a'dmiDistracao.
Seria de mister ura locjjo relatorio para ceu
sigoar com particularisacao 0 que teat&s veacfdo
do dillkuldade* em bem deste servic
Seo creiito territorial e ainda uma aspiraoSo
nSo ht quern ignore que, ja teado attendiJo a esta'
necessidade de nma imporlanle zooa com o'fiauco
do,Brasil, 0 governo imperial tem este .problema
na mais particular consideracao.
0 projects, peadente do'parlaraento, era qae
sa prora> tie 0 auxilio de 2 C'O de juros addicionaes
aocfpital empregado nos ompresiimns afavjura,
traduz 0 iutuito de laoear as bases deinititui;oes
presidencia da'^r^im*!, W-3 TW$>rrerHi*', foi
u.iiii.ado.sul^eiradaA. *?,.district* dolorm* da.
iiom-Jardim, 0 alreres hoaorano Antonio Floriano
la Mallo, #ctuai .commiseaTia de policia do muni-
cipui desse no.ne.
.,ti,?'u"<}*'Wi-*!i*-*Par portaria da pro-
sidencia da provmcia.de 3 do corrente, mandou-
so dar -gaia fa pmtgain para-a capital do Rjo
l?%ece que, a grita lovantada contra dive^os
Mfcreadospela assemble* provincial da Pa
liav-tiio se lim,t.% t;io soaieilieaquelles qlW, r-
Jlli, aenam-se htie na aais coapleta. coq-
0 i:n 0 estulio Um d- iinpedirem, ou, pelo
dillloultarom a execucao Ji re/pectiv'a lei";
lanto. comecanlo seraeiiia^e leninlamejilo en
.ampina Grande, que c pertencente aquella pro-
viacia^cUjSda ine'm. ordem ia se tern daip era
ossa pr-avia-'fa, -joe, do coeTo, aada
n taos iaposioa.
raota 1 )iie outra e 0 li.a m
ados teen eln viiia.
os, por ar.\, coakel-o-; tKts a lac
parecera, qo*ari,lplaB3le*da Horn-
jrdem pufalicaj aoatet a taeces3rla
syndicaneiia para saberfse 0 qae d quo essa grate
pretende eom laes d.-?alfco?.
E' unaHa crenca qw^m Um de orftm miilo
superior toitta no espirtto dott. -aedieiosos, -aetde
queo motivo que deterrniaou, segundo |consta me,
o levaavweato em (iaojptna (icaude nao e 0 mos-
mo qua raotrvou as acenas de "qae foram theatro
0 poroado de rirabaaba, da cornarca de Ilambe, e
uhimaaienje ejlvaa-tolra, que alii leva lugar, a*J
forma do costume, ao dia de segunda feira desta
aeraaaa.
Olrlmamenta tomoa-se por motivo des n.gracao (ao qae parece, muito calouladameate)
a execucao da lei que substitue 0 sy.-teraa do pe
sos 0 ntedi las; mas, pensemot aa Impartaacia
desse facto, exarainemol-o rellectidaraenteecbega-
remos a conviccAe do que elle por si so aa0 era
bastante para por a campo uma revolucao, corao
a que parece incitavel se 0 goverao ja e ja nao
quo maada celebrar a-familia, e, ahi, ma davida, f
tnaiores demon.-tracoa? so hao de ver.
Q undo ha po03dias os'.* ci lade elevfva-sc
iW almra .dos, inaires> praceres fesiejind > fe it
vmtido Sxm. Sr. jiraselhou-o Joao Alfredo, uiuito
dfguo genro do flnado bar.v>, Slle, quo 0 Lvia
aeorapaabado o Recif* ato'aqirt, afcistia atodA
aquellas deraonstrac5es quasi qae sera 0 menor
prazer ; taes swa, seia duvuia, os praiuaUaioa-
quo 0 assMavajkLd) cne em puiaaos dias teria
t s
Je deixar-ootja n
liiTeclivarnesgB as
poJe s.,brgjrer ura fate
a Ma! saMft'ois tamh B
teriaraos KflantasB- a p
J''*l|a- ciaix <*iforaflao.
m. pall 4if apen>-
cia, a qua, lotos
ab
mao sH'iiTMUB, no
"qnwMos fl!rio, 0
que
anoT eitremecido qae votava a
a' l
SS .aSSSTSft $^!&t% dbatSuio !--tolas^med)^ n^^e preaiaamra
do mfaitarra.do mojiiojpid aa Agua Pieta.
Trihurtnl do Coiiimerclo. 0 corpo
commerciaFde neg'ojla'nt s matriculados rcuaiose
hoD'.cm^ po sal.ao da associacao Commercial Beno-
liceoie.sob a presileiicja do Exnhf. Sr. con^lheiro
Anselmo Francisco Perelti, para proceder a elei
(ao de doua deputados e dous supplentes para 0
irihunaldb Commercio.
Depois de corridas os necessorios escrutinips, fj-
ram eleitcs os Srs, : Juaquim Olioto Bast s e
Pedro Gun^alves. Perejra Cascao, dcpulajus'; Ma-
noel Alves -iudrra.a Jaaijulm Mauncjo Gouoalves
R-osas, supplenles.
Jury do Rcclfq.^- Com a assislencia de
38 piizes de he'o, f in;cionou.hontem esse tribu-
nal, jnlgiuda os r&fs : Antonio Mmezes de
Aiii.-rim, pronuciado no art. 205' d>Cod Grim.,
por haver, na nqifo'de 29 de outubro de 1873,
feriJo gravein.ru 0 iaspector de quarteirao Fran
canos collocados 00 sUio de Joao Joaquira Alves,
na eslrada do Rosarinho.
u coaselbp du sjeateuca licou assim constitaido :
Dr Antonio Justino de Sonza, Dr. Manoel da Tria-
dado Peretti, Fraacelino Augusto de Hnlanda
uiacon, Dr.Mjguel Bernardo Vieira da Amorim,
Joijunn Francisco,de Moraes, Manoel Venancio
Alves da Pouceca, Antooio Machado Pereira Yian-
aa, Joao dos Santos Ferreira Barros, Jose Dorain
gues Codeceira, Frapcisco Antonio de Orito, Ma
nc.ol Luiz di V'eiga, Francisco Paufowde Almeida
Albuquerque.- h ,,. .
0 prirneiro foicoudopipaJo a 6 e mejo mezes e
multt correspoaJeql^,i,mclada do tempo; 0 se
gaud.) absolviJo.
Importantecapture. Ni lugar Grava-
ta, do t^rmo de FloreMa, foi preso n) dia 18 de
novemhro, 0 celebrs criraindso dedjversas mortes
Marcolmo Pereira da Cruz Esie ficinora foi
qnem conmmdou o grupo qu% no dia 3 Je m r-
C> de 1870. invalio 0 lug*. Pirtnhis, na provin.
cia das Alagoas, proudeu 0 subdelegado do policia
da loealiJadOj e assassinoy a Manoel Victor, pot
mio de sangrj* I
Ueclaracito necessnrla. -Por t r lion-
tem se dado um engano ua pagmacio, repetimos
b jo o artig.i do Kxiu. e rtvm. moosenh r Pioto
de Campos.
Assssliia,-No dia 2J d? novc-mbro, as
7 boras da none, m oivxcao de D.iarte Dias, do
terrao de Pao d'Allto, Jose Xavier Monles*Gmc li-
ves assassinoacom amtiroa i*oio Pedr>-JjseJe
Saut Auua, logrando evadir se.
Oiatrt. -Nclogar Qoilombo, do I* districto do
teriaa de Garauhna. Jo4o Jjae da Silv.i assassi-
11 ou in dta 19 de noverabro a um sea priino, de
men >r idadV, send) preso em fltgianso.
i'eii.neuio leve.A's 8 hor.is da noito de
3 te corrente, no liiijar Estrada Nova, dfr Uistrieto
da Magdalena, D miingos Civalcanti da Silveira
Lilts forio leventeole ao subdito portuguez Miuoel
Joaqunn de Mello semlo preso era fligraute.
Kvaiu;-.- Na aula priuwria do Arraial, re-
gi-la pelo professor Jaelnlho Heliodoro Alves Ca-
valeante, prestou exame do curso primario e Eoi
approvado o-uiumno'da mesma Artiiur Cbriiliano
Gomes.
Instrurriio Kmfaila K-n 30 do ntez
findo eucerrararn se coin pomposa festa rs Iraba
llio* da eseola primaria graluiu, regiia pelo Sr.
Andre Jose do Almeida Catanho, aiumno mestre
do 2 anno da e-cola normal.
Prestaram exame e foram approvadjs os alum-
nus Joao G. de Moraes Pradines e Alberto de
Moraes 1'ralines.'
Adminislraitiio do rorrcio. -I.,r por
tana da directona .g*ral dos correios, de 13 de
noverabro, foi creada uma agencia postal na fro
guezia de Cirabres, ntsta provincia, e nomeado
Domiogos Severiann da Costa para agente.
Ailiaufa. Dessa povoacio, na comarca de
Nazareth, escrevem-nos 0 seguinte :
A 29 de povembro (domingo), dia da feira
de.-ta povoacao, entrou aqui grande nuraoro de
homens desenfieialos, e era plena feira, comeca '
ram a quebrar e inutilisar todos os pesos e me
didas do novo systema ; e dirigindo-se a casa do
procurador das medidas, qnebrou 0 reslo. Per-
correu as mas, sntrando em toda3 as Injas e ta
vernas, e impondo (|ue vendessera por cuias de 8
ivegacao ; via ferrea ; de credito agricola quo coriespondam aos seus're-
0o; credito tern! > Jsultados, podendo adiaatar capital a lavoura, a
k-..js; todos estes varia juro raodico elongo-prazo de amortisacW.
aos proommtts de que depeude 0 dereovolvlmenw Se esta questao nlo foi OKaflRirtda t reolvida
oas granaee lorjai productivas do p34z.se nao teralna saatao legi.lai.va que acaba do liadar. 0 paiz
tij las, garraCas, e varas; foram a casa do escri
vao, rasgaram e queimarata todos-os papeis.
Acabado isto, dirigiratn se ainda a casa do
capellao, d^ subdelegado, e dcontro3; pedirara
bebidase dinheiro, sollaram muito fogodo ar, re-
picaram no slno da igreja e retlraram-se ao escu-
recer, deixando todo 0 p->so alemorisado.
o Cousta que semelliantes homens vieram do
Fagnndes e de outros povoados da Parahvba, fa-
zeudo 0 mesmo estrago era todas as povoacoes
que foram encontraudo. Aqui elles disseram que
iara a Pedras de Fogo, Goyanna, Nazareth, e tal-
vez ate ao Recife. *
Agenda postal. Achase fuuecionando
a ur.iiirameote creada na estajao de Cuyarabuca,
na via-ferrea do Reeife ao S. Francisco, sendo a
mala expedida diariamente.
Via ferrea do Recife a Caxanga.
De 7 do corrente em diante regulara'nessa era-
preza 0 borano da parlida dos trens, que vai pu-
blicado no lagar competeote.
Passamento. Deu hontem a alma a
Creador e foi s-pultado no cemiterio publico do
Recife, o commendador Joaquim Serapifio de Car
valho, natural da provin ia das Alagoas, pr prie
tariu anastado e membro de uma das inaias impor-
tantes farailias de3a proviocia.
0 finido tinha vindo eonvalescer de antigos pa-
decrme.itos, e achava-se na povoacio de taxaDga
ende fallecea.
Bra raaior de 60 adnos de idade. Rapreseatou
sua provincia natal, tanto na assemblea provin
cial como na geral. Era CidadSo distinclo e ho-
mem apreciado por saas naabeiras cavalbeirosas,
por seu civismo e por sua philantropla.
Pa^adorla de fazenda. -Nesta e3ta-
500 pagam-se hojc as seguintes foJbas :
Calto publico, empregad'>s da visita de saude e
instituVo Vacciaic*o, offliiaes.reformados, alfandega
Beparticao da policia. Emolomen-
tos arreca dados no mez de noverabro ultimo
1:280*000. assiradivididos:
l)e 2i3 passaportes
De 22 certidde*
De 4 licenjas para despachar arma-
mameato e p^lvora
^0 6 termos de responsabilidade
De 5 matriculas de conduetores de
vebiculos
De 1 tiiulo de earcerainr
Dos 2i3 passaportes, 2il foram concadidos
scravos expoflwios para 0 Rio de Janeiro.
iajanna.-Em3doccafrenlaieacreve dassa
cilade nosso corrospooieate*
a ^'aoipioipornoticiar-ineo.qaehoje mais in
tresKa_*can.sidade.pnbHsa comrela-Jo a cjo-
flagracao levaptada no cidadede Cambina Grand-v
daprovmcia da Parabyba,. para depois fazel o co n
te energicas no sentido de abafar e evitar desaca
tos da ordem daquelles quo ja se le;u preseaciado
era diversos lugares.
Conlio ao governo do paiz e teuho a mais
plena cerleza de que nao se ha de espe;qlar desle
modo, c.mpromelteodo a sorlo do pobre povo
para satisftzer caprichoi do' quera quer quo
seja.
Ropito ainda, e, mais tarde, veremos : 0 mo
tivo que deterrniaou essa confl igragao nao foi ja-
rnais, como aind* nao e aquelle que hoje lhe que
rent dar.
Que questao pode fazer 0 povo contra a mu-
danca do systema de pesos e medidas, com a qual
elle nada tem que periler, desde que se muJa so
meote a denominacao '
Quern d qae ignora que, comprando uma ar
roba d-i came por 5*'K0, tera a mesma porcao de
carao, pelo mesmo prejo, pesada em kil^graiu-
raos?
t Pois ha prejaizo nisto?
Nao, de certo. Logo nao po lia 0 povo fazer
grande questao pela denoraiuacS) do systema, com"
o*qual nio soffre prejuizo algum, se, e"ncarregado3
de inissdes, lalvezelevadas, njio lite convencessem
de qne elle pjvo do:ii atirar 3e a uma revolu-
cao I....
a Pois bem I.-. Alem dot factos dados em Cam
pina Granle, outros de igual desenfreiaraento teem
sido praticados em oot.-as bealidades, nao so da
Parahybi. como desta provincia.
Sobre os da Paranyba nada adiantarei, porque
supponbo haver mais facilidade am cb'egarem a
essa cidade as noticias olll;iaes dalli, do que aquel
las que, por veutura, eu tinita dosejos de traas-
miltir lhe.
>Ja segunda feira um grupo de cerca de 400
pessoas invadio a feira do liambe, e, depois de ha-
ver quebraio a eacele todos os pesos e medidas
alii encontrados, dirigio se a casa da ca nara inu
uicip.il do PoJris de Fo.io, que fica de umlado d 1
rae-uu rua da feira, qaebroa toJosos mtveis, e,
lancinio 03 a rua, queimouos a oaJa restar: de-
pois disto dirigio so as c ilioctorias, taalo da co
marca do Pedras d-i Fogo, corao da de Itamhc, e
proceduu do mesmo moJo, inutiiisanlo nao somen-
te os moveis, como tolas os papeis quo nellas ha-
viam.
A' todas esta* scenas, comm^ttidas. sob 0 as-
p:^io da major audiiMi, nenhuma resi>lencla foi
opposta, porque, saado pe |ueni a foroa alii exis-
teito, eutendeu 0 Dr. juiz Je dir;it iniis pruden-
te nao provocar 0 darraraameato do saogue. iuo
seria inevita^el, a dispoit 1 Jos bans desej'is que
manifest)vao.!bravo e distiuot) eapitaju do 9' bata-
lliao do iufauteria Tib,-rio Capistraao, de dar uma
sapeea uos taes auJaciosos. .
a Com cITeito. nio se pode reprovar 0 procedi
memo do Dr. juiz do direito, desde que se con derar, que, tenlo aponaso capitaj Caplstrapo sobo
seu commando ii pracas, ter-se hia do prov car
uuu luta, da qual uao sa!tir-se-hia muito be:n a
fir^a pnblica p>>r nio eoatar coin ura soccorro
prompto, S9ulodejjois gravissiraasas consequ-n-
cias, cuja raspo:sabilidade aao sei quera assuiai-
ria.
t Se per veotura 0 Dr. juizde diroito do Ilam-
be dispoxaase de eleraeatos capazes de gtranlirem
a resultado de suas ordans ou das medilas, que
aaju;llas einorgencias, devesse tounr para repellir
taes alien.ado?, e 0 nio tixesse, 0 seu procediraen-
to soria aliamenle reprovavel; mas, nas condicoos
em quo a comarca so acliava, coniando apenas as
U pracas, de qua acima folio, 5 do policia e 18 da
guarda local, ao todo 67 pracas, das quaes 4! de
forca regular, ml i; nat pas quer censura quo so lb) queira fizor, e autos
penso que ello procoleucoaa tiio a criterio e com
a rellexao de uma autondade prudeule, tauto mais
quauto era alii crencS geral que 0 grupo dos desor
deiroa nao se limitava aos que accoraraetterara
a feira, poi3 diziase que, pelas proximidades da
villa, existia um outro grupo igual, bem armaJo e
preparado.
dapr* a
"lio dis
tmcto. .
a Sao os dMretoa da Pn
resignados, djfemst earv
Deixou lestamMKo foi
fual legou a soa. qoi prov* ainda mais os bons sentimentos de
era dotado, e 0
sua familia.
0 Acha-se convocada a 4" se3sio do jury do
c^rraota aaao para dia Id do eo>r-oBte,-a -Mai
devera ser preaidida pelo Dr. Juiz de direito Fran
Cisco Teixeira de Sa.
0 nosso estado de salubrilade nSq. 6 mao;
apenas temos sido ataealdrt de deftutte ac.apa
nhados de febriculas.
Loteria.a qae-se ach* a teada a 127
a beneficio do collegio aos prpbaqs e orpas, a
qual corre do dia-S do corrente. (hoje).
Leilao. -Hoje effectua o agente Dias 0 ieilio
dos bens pertencentes a ma-sa fallida de Joaquim
da Silva Costa, as M horas da manna no V andar
do sobrado da rua do duque de Caxias n. 33.
Passisseiros. Sahido3 para a Europi no
vapor Julio Diniz :
Manoel de Oliveira Juoior, Joaquim Tnomtz d.i
Silva.AdMph., Augusto de Oliveira A., Joao Go
mes Pereira, Bernardino Jose Rodrigues.
Cemiterio publico. -Obituario do dia 2
de dezembro:
Recem-nascido Manoel, branco, Poraambuco,
Poco ; ao utscer.
Antonii Maria da Triadade, parda, Pernambuco,
91 annos, viuva, Rta-Vista, asylo; velhice.
Antonio Basilio, pardo, ignora-se, 30 annos sol
leiro, S. Jose ; hepatite.
3N solieira, Bia Vista, hosprai Pedro II; tubercalos
pulutonares.
Maria, branca, Peraamouco, 3 mezes, Recife :
convulso-s.
Rosa Romana la Tnndade, parda, Pernambuco,
77 annos, viuva, Bia-Vista; tubercalos puiunaa-
res. -
Carlola do Luna Freire, pard 1, Peraambuci, 32
annos, solteira, S. Jtse ; taborculos pul.nona-
res.
3
Eima Marlioiana da Silva, preta, PernmbuoK
31 annos, solteira, Gra;a ; febre pernioio-a.
Juliana Maria da (it-icelflio, parda, Pernarabu
co, 20 aaaos, casada, Graca; tuberculos pulauna
res.
Alfonso Cavalcante de Oliveira Maciel, branco,
Pernambuco, 44 annos casado, S. Jose ; tubercu-
los pulmonare*.
Antonio Francisco Pereira, pardo, tanra-se, '68
annos silt-iro, Uia-Vi3ti; pustulas.
Thomaz Gorans do Andrade, maoladj pilt poli-
cia, para 0 hospital Pedro II; variolas.
TRIBUNAL % RE2L.VC.IO.
SESSAO DE 4 DE DEZEMBRO DE* I87i.
PRESIOENCIA DO EXM. SH. CO.NSELUEIIIO
CAETASO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
A's 10 boras da ma uha, presentes 03 Srs. dos-
embargadores Silva Guimar.ies, Reis e S.lva,
Lourene.1 Sautiago, Almeida Albuquerque, Mot-
to, procurador da eoroa, Domingaes Silva e Sou-
za Leao, faltaudo com causa 0 Sr. doscinbarga-
dur Acoi di, abrio-se a sessio.
Dipois di hda e approval* a acta da sessao
anlanur, o Dr. secrelino procedeu ao sorteio para
0 julganjento dos aggravor seguiutes :
JULGAMKNTOS.
Recurso crime.
Do" Recife.Recprreute Alfredo Belpech, rec:r-
riilp 0 juizo. Relator o Sr. desembargador Almei-
da Albuquerque. Sorteados os Srs. desembarga
dores Souzi Leao e Silva Guiraaraes. Improce-
dente.
Appel'a;5es civeis.
Do Reoife.Appellante Leonidas Tito Louroiro,
appellado Jo-e Rica/do Ctelho. Recebemn o-
erabargoa.
De Palmare*.-Appellante Jtse, por sea cura-
dor, appollaioFranci-i-o Ferreira Fr.igoao.-Man-
dou-se proceder a nova avaliacao.
Ap,T-l!t.">si crimes.
De Nazireili.-Ap;ieluala 0 laaaor Franci -
i-or seu curaJr, appeflath Senhoriaha Mati* d.
ESpirite Stfaio.
D- Rj.ii.J.,rli"P. Appe'lanta ojaizo, apbc!
Cp9l'4i0 Uourac^t do Oliveira.
Embirgos infrmg -ntes.
DeSennhi'-m.Embarginte Jjse Alv>s de P*-
1 ia s aol> irgado iw+ I'ernsf* de Araaj >.
ISTRJMRCORO.
RecuroB erunes.
Ao Sr. d
Do Roc
eseaJbaiya
fe. -Riflorri
rscarrido o juiEt.
Ao S
ccioli :
Jose Ribeiro
Forreira,
Domtagoes Silva :
E levao da Co U
':
Do Recife.Appellants Seixas Azeveio & C,
1:215^000
221009
20*000
12*000
10*000
10*100
a
a Ora, sendo assim, nao pode restar a monor
duvida do que acerla-Jo foi 0 alvitre tornado pelo
Dr. Rraga, que, se procedesse imprudentemente,
talvez iives^e sido a causa de raaiores desordens e
da corapieta desmoralisa'cao da forca publica.
a Correrara e ainda correra boatos de qae se-
remos tambem aqui atacados, ma3 me incline a
crer que nio, pnucipalmente por]ue ja estamos
mais ou menos garantidos pela forca de SO pracas
do 2* de infanteria, queacaba de desembarcar, ao
raando do bravo capitao Pedro V'elho de Sa Bar-
reto.
Todavia julga poaco essa forca para defeza
desta grande cidade, e seria para desejar qua 0
Ex a. Sr.presileate da provincia angmentasse-lhe
0 aurasro, aflm de evitar-se aqui, on pelo mea ,
embj.ra.-ar-se seriameate 0 accoraraettiraento de
taes scelerados.
No sabbado aqui de3embarcan> m, as 11 horas
do da, a forca de que acima fallei, ao mando do
capitao Capistrano, a qual, apds am peqaeuo di-t- <
canco, segaio a noile para a comarca de Itarabe,
poato a que se destinava.
Aqui encontron 0 capitao caoistraao os maio-
res auxilios qaer do Dr. Alfredo Vaz, juiz munici-
pal, e quer do teneate commissario Sebastiao Mea
des Guiraaraes, ja fornecendo-iba dinheiro para
alimentacao da tropa, que vioha hirta da fome, e
ja arranjando eavallos para conluccSo dos offl
ciaes, que, a nJo terera eucoutrado estes dous au-
xiiiares, tenam de seguir a pe ale 0 sea des-
tino.
No dia 29 do mez passado, as 3 boras da ma-
drngada, rendeu a alma ao Creador, apds os mais
crujiantes soffrimeotos 0 Exm. e venerando Sr.
barao de Goyanna.
Uma terrivel enfermidade, que zombon de
todos os esforcos da mediciua empregados pelos
iiabeis medicos conselbeiro Dr. Teixeira da Roclia e
Drs. Cosme de 8a Pereira e Bellarmino Corrdi,
pro3trando-o no leito da moite, fel o descer a se-
pultora, deixando na maior consternacao, e na dor
do mai- rigoroso pranto, sua inconsolavel familia
e seus numeroscs aatigos, que 0 as3istiram ale 0
ultimo momento.
Goyansa hmeotaa perda quo soffreu, e, em
verdade, e para assim faael-o, poeqne 0 Exra Sr
bario de Goyanna, home.n de todo presligio, era
0 sustentaculo da ordem e 0 vulto que meleores
ga. antias podia aqui offerecer, ja poalas suas vtrlu-
des civiCfls e ja pela sua elevala poaicao, eoaquis,
tada palmo a palrao sob os estimulos da honra e
da digoidade.
Membro prestimoso e eminente d 1 partido
consemdur, deixou 0 fiaado a jui ura vacao bem
dilBcil de ser preenctiido.
a 0 enierramento que teve lugar no mesmo
dia 29 as 7 boras da noite na igreja da Mweuieor-
dia, foi a mats perfeita prova da cotskleracao qae
todos lhe tribotavam : tal foi o grande numero
de aiaigos e graade mullidlo de povo que pan
alii affkiio, aflm de, naquelra nut ok n to sbfemna
.render a meraaria do fiaado as Itomenagens que
Hie erain devidas.
Haveedo XaJleoiio eaa sua resideoeia do en
gculio Novo, tese.de ser coadazido para esta ci-
dade aura de tor depositado na loreta em que foi
appellada a fazenda. Desprezados 03 embargo^
Do Recife. -Embargante Jos6 Joaquim Pereira,
embargalo Antonio de Sauza Rego.Desprczar" n
os erab.rgos.
Appellacoes coramerciaes.
Do Recifa.Appellante load Felix da Camara
Pi nontel, appellado Henrique Antonio de Siqueir.
Cavalcante.Reformada a senten^a.
Appellantes Moreira & Pioto, appellado os cu
radores da massa de Fraucisco Jose da Costa Gti
raaraes.Dsprezarara os embargos.
Do Recife. Appellante Lyudolplio Olymoio dos
Reis ;ampello, appellada D. Maria Aniceta'i'essja
da Silva. -Confirmaia a sanleuca.
Do Reoife.Appellante Miguel Archanjo de F:-
gueiredo, appellados 03 admioistradores da massa
de Manoel do Araparo Cajii.Desprezaram os em-
bargos.
Do Recife.Appellante Jose Antuoes Guiraaraes,
appellados os curadores da massa de Manoel Jose
Lopes.Desprezaram os embargos.
Do Recife.Appellaules Manoel da Silva Santos
e outros, appellados viuva e Iterdeiros de Manoel
Luiz Gongalves.Maudou-se proceder ao exame
reouerido.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Reiso Silva ao Sr. des-
embargadji- Almeida Albuquerque ;
Appellacoes civeis.
De Olinda.-Appellante Manoel Elias de Moura,
apoellado Minoel Caldas Barreto.
Do RecifeAppellantes 03 alministradores da
massa de Sebastiao Jose da Silva, appellados An-
tonio Valeulira da Silva Barroca.
Appellacao commercial.
De Peqedo. -Appellante Jose Francisco Pinheiro
Caz6, appellados Antonio Gomes dos Santos & C
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Motta :
A^peHacao civel.
Do Recife.Appellante Justino Pereira de Fa-
rias, appellados Farias & Gomes.
Aa Sr. desembargador Domingues Silva:
Appellac3es civeis.
Do Recife.-Appellan e D. Josephina Bu.le-Du-
beux, appellados herdeiros de Joaquim Jose do
Miranda.
Do Maceio.Appellantes herdeiros de Antonio
Beuto Barboza, appellados Antonio Dento de Arau-
jo Lima e outros.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli :
Appellacao civel.
Do RecifeAppellante e appellados juntamen-
te Maria Antonia de Faria 0 Adolpbo Bech.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargadur Souza Leao :
Appellacao crime.
App diante Joao de Deos Eufrazio, appellaia
justica.
Do Buique.Appellante Loureaco Jose de Arau-
jo, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Sauza LeSo ao Sr. des-
embargador Silva GuTmaiae3:
rtpellac5e3 civeis.
Appellante 0 juiztj; appelladj Antonio, por Stu
curaJor; appellantes Manoel Lins de Albuquer-
que, appellado3 Antonio PeJio Goncalves e ou-i
tros ; app llante Agoslinho F
.rSr. d./semhirg.*
Do'tuile -llecowette
ehado, reoorrilo ojm.
Appellacdes crimes.
Ao 5r. dtesambargador Accioh :
DiFiu-esta. -Apoeliante 0 pnmotor, appell d-
Manoel Ss-bastia > da S raza.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Racife.-Appellante Dr Luciano Xtvier J-
Mr.raes Sarruect., a.opolladts Drs. M.tscard e D>-
mingnez.
Appellai;5es civeis.
Ao Sr. desembargador Accioli :
- De Maminjuape. Appdlaote Antonio Fr
Cisco Corgi, appellado Francisco Jose de Cm; 1
PduipJi,na.
Encerrtu sea s-s-Jo a bora la tarde.
Trfbunal do conauaerrlo.
ACTA DA SESSAO DE 3 DE DEZEMBRO 1
187V
'RKSIOE.NCU by SXM. SR. COItSFI.HEIBO ASSliL ."
ntJbKUOa PBBRTTI.
A's 10 boras Ja inanha, predates os Srs. 0-
potados secretario Obulo Dastos. Lopes Maclu
Alves Guerra, e 0 .>r. suiittieate Sa Leilao, S. E:
o Sr. couselheir. presideale abrit a sessAo
Lida, foi depoi.- approvada a acta da sessi .:.
ceJeote.
cxpi:dientk
Foram JistribuiJo* .js eguintss livros :
Copiad.r de M guel J -c Alves, dito de Br^.a
Gomes & C, dito de S. P. Johns! >u 4 C.
DESPAcBl S.
Requ<.rimect. s :
De Jose Ja Costa Bispo, rquerei; l>. baixa ear a
nomeacao de seu ex-caixoiro Mauocl Jjs^ Soar
Guimaraes.Oefarido
De Vicente Ferreira Frederieo, Carroona Vit
t'icente Vita, piJindo 0 registro do sea contr.
social junto. Vista ao Sr. desenibargaJ..r li-'
Do Femandes Carva'ho & C, sati-fatend 0 f -
"recer Gs:al parj ter registrado 0 s a contra! I 1
sicul Registre-.-e, nos termos do deer P> n
4,394.
luforma..ao da sccrelaria, dada em cumarim .
to do despjacbo do tubunil, de 30 do mm uiiit
pr.ferilo na pel^-iode Julio Isaac. ProcJa se, Ie
coaformidade co;.i a iuforaMffta Ja seer t^.-ia.'
C HI I'A.IHCF, 1 FISCAL
Do Primo Pa:!tj Btfges e Manoel P..
Barges, registrt do seu conrato socialS.tisfa *
0 parecer fiscal.
^ Nao havenio ratis n.da a despachar, 0 Ex.,
Sr. cou>e!hoiro \r -sideate eacerrou a aaui 1 as I
horas a i;S da maaltt.
ENGLISH BAN* OF RIO DE JANLI!: 1
(LlMlTKi)j
Capital do Baneo cm 50:000
accoes de 20 ca-la uma l,0()0:0f I
Capital reaUudo...... 500
Pundo de reaorta...... 11 -J: 2 S 0
BALAXCO DAC.VXA FILIAL KM PERNAMBKC 1
EM 30 UK NOVKMBRODE 4874.
ACTIVO.
Letras deacantada.............. .W7:iV9*7i >
Entpresliuiiis c t- >-it.i- caucionadas 707:9H7*3''>
Letras a ree*her:.........,.... 39:*>.8^o ..
Garantias e valores dejiositados.. 8lt:V3l*3*.H)
Mobilia, etc. dr> honi'ii.......... Hllll'.i
Diversas contas............... 486:26ijliu
Raixa......................... 935:7d0* 1:11
passivo.
Rs. ijim-.rmm*
.onus eorreotes sim-
ples..............
Deposito a pnao ilx->
com aviso c par le-
tras .........v...
9IS:3sS*49l
|,ttS:8fJMcM
Letras a pagar......
Titulos em cauc.aa e ds
Divcrsa-s eontas......
posiio.....
2.rr9:l26*H -
17:5124'.': I
812 X. 1.5!'
ill:782i2i
Rs 3,589:583* ii
S. E. A 0.
Pernambu.-n. 4 de dezembro dc 187V.
P. H. Hfo.rlvtm, manager
U. C. Wells, accountant
PAJft'ia, FULHIGA
St.r,
a seJicAo, que canapes e a
PARTIDO CO.^SEUVADOrt
RECIFE, 4 DF. DEZEMBRO DE 1874.
Os bomens d i Provincia, que dizem r-
ptesentar 0 partH.o liberal, d-.ixaram 1
a mascara.
Nao ha mais que duvidar.
Hi ja alguin tempo que tornamos pate
te a tinguagem sempre inconveoiente d>-s-
orgao da imprensa p.rnambacaaa.
Procurando por lodaa os modos torn,
odiosa a aulorijaio, pregmlo sempre odes**
acato contra toJos os maudatarios do podti
publico, indusindo o puvo a crer qna os ma
1 ssociaes njscem exclusivamente do govern:
e que os bens, de que porrentura goz-.-mo-
viim delies s6tcente, da humi lade e do ca-
lor, deixamos v'r bem claramente qual
lim quo tiuiia em vista 0 orgdo oppesicio
nista.
Hoje pregi a avolufio as claras,
mais rodeios.
H nossos sert.'es
Querom a prova ?
Abiesla uo artigo eliclorial de boje n -
seguintes trecfao qu>> Iran sere vein os.
V6s sabeis, todos sabem, o rei de*f
saber, quo, < Hi, naqueila subito ievantaraei,
lo, naqueile grit j augustioso sabido das sa-
bres eutranbas do povo, nao houve calealo,
nao bouve prenu-ditasao, nio hoove con-
certo.
0 vaso do soffrimento encheu, rncbeu >%
trasbordou.
A mina da iniigua^ao das almas foi-s?
afundando, sfuudando, e fez explosdo ..
Ora, bem sabeis que as minas assim .-
rebentam ao contacto da faisca despreodida
da nuvem do ce"a 1 mao de ltoraern nio pod-
ahi conss alguma.
Ouando um prisidente de cooselbo i.i
om pleno parlameutoa lei e inoouititucio
ual, rouba 0 pAo do povo, mas eu nao pos-
so dar remedio algum -quando am paiz
chega a um estado semelbante, nenbum ho-
mern de bem pode dizer aopovo :
Tende fe" na lei, balalbai no
I, H Z 0** a,taIclode salubridade, e ao mes- isepoitado, e oessa ocoasilo osamigos e 0 bovo o de Mel
qoe aTs^TmS eC,m6Dl d9 m ^^ buscar irarendo-o a mao a^a ig^a^ Assi
qne a.juiseiem dado. .J sabbado deve ter jugar 00IB010 do setimo dn, I Mtos .f
la legalidade!
no regim. .
reira de Oliveira
appellada PerpetiH, por seu enrador. Aiuda bem, caio a mascara taWex contra
Ao Sr. ivfrvgjgjmm Albuquerque a yQaU do ergao opposicioaisU. que tem
Appellante lose Higino de Miranda, appellala a! Prucurad0 *ppareut.ir uma opposicAo pact
-fat^nda. Iica, e legal.
IDiligeocia crime. j De xando de parte as repetidat inexact 1
^^i^sfi^JSr, d-1 drcoali,ljs nos *'"*"3- i??-^
Aranjo ; appellante 0 juizo, appnllado Autoaio Sa-; re os <1U80S teifi,i :|0S occupwe lamalu
'lomiio Feijo e ouiros; appelltnte Loarenco Pinto,r8S *eM, liaWfRoS do ponto capital da
,d*.Bocha, ap^allwU a ju^i-oa; appellante Marh: qaestao.
de Mello. *"*ios MJC1-) trinassusteotadas na Proutfjoui ?
Nas ctrcamstancias .ictuaes em que perk>
liberdade, a or<1em e atraaquillidade pu.


l I
go ia-se dii pan julgaraento do' ."gointes!
I
a



Diario de Peraamtoiiqo *r- Sal)back> 5 de Dezembro de 18 74.
I
blica n$> e. perrraUiJu a era paitiJo guar-
dar resarras sol>r OS graves ettentados quo
que se estao pondo em pratica em algumas
localidades do cenlro.
A Provincia repreaanta 0 Jifectorio, 111*)-, podiamigotfara disiinecao que fazera os
~ ,. ....._._ j. laa p.AIta a rma A am>rm,iI. a n nne e- a
E a qae veio a aHusio ao padre Jaeintho ? ', da doutrina e aos vinculos.di.caridadj. SogainBo.1 J&wSar dti* Ctagas, item ; Jacintho H01WH1* *
dizem os dons tartufos, que o ex oarmslita come-, o mefnodo doa saotos padres, conSdero a doutri ia I franca, idem ; Joaiioinft' U9minian<> Pae Batata,
50a por negar pontos de disciplina da igreja-. Istoi, da igreja na sua ampla exjeQ-.a^ no sea Ulumraa-! idem ; Manoel F*weii Pinto, idem-:, -Igaaiip
nao se eqteode, sea se ppde eatender eomigo. Se do eajjirito, a oa,s eoas, wsjpM aeca&arw *eli Ferr-eira Uma ftalfecae, ideal; AbUjoI^B'pa*Hil-
esses dous ftralhftes soubessemo qoe dizem, o4o| ooes com a ordem humana. I mi no, idem ; Joa > Baptist* de Oliv?ir. Idem
ral qua, se nao exist* de d-iraao, esiste do
facto; mas ninguem ;gn<)ra a dissidonoiar
profunda que lavra no seio do proprio di-
rectorio.
E' preciso, portanto, saber se estes dessiden-
tes que formam a maioria d) partido, assum-
mem a responsabilidade do quo vai escreven-
do 0 joroal'que se diz orgio do parti4 j liber.! 1.
Se nao assumem e-sa responsabiliiade. se-
iiaosfiosolidarios, Jovem Ijvrar sou s Jemne
protesto, corao acaba de fjzo: a illustre di-
rectoria da AssociaQSo Commercial Bcuefi-
cente, em nome da qual muito se tern es-
peculado.
A reserva em circumstancias graves, cumo
as actuaes, 6 um grande crime.
0 partido liberal nao deve tolerar naais c
abuso que em seu nome se esta praticaudo j
fazemos aos chefes deste partido um appal'
lo sincero e leal : abracam as doutrinas
sustentadas pela Provincia ?
Pelas noticias, que leinos, da seJjoao
que estao no domioio publico'pelas publica-
<;5es feitas no Diario de Pernvnbuco e no
Jornal do Recife, ve-se que os motives alle
gadospara o levantamento s3o futeise falsos.
0 novo systema de pesos e raedidas, i-na-
ginarios impostos e outros pretextos futilissi-
iuos sao a causa apparente da sedicao.
A verdadeira causa esta em outra parte;
e o ultramontauismo que quer escravisar o
paiz.
A prova mais evideute do jue os fallados
impostos nao sao a causa da sedicao, forne-
eeu-uos a Provincia transcrevendo uma car-
ta da Parahyba, onde se dizia que muitos
db taes impostos nao existiam, o que 6 urua
verdade.
A prova esta" em qoe os novos pesos e
medidas estao em execucao era diversas pro-
vincias do imperio ha muitos annjs sera a
menor opposicao da popula^So ; alem de que
ties pesos e medidas naociiam nova impo-
siQoO.
Cstcl em que s6 agora, depois da no-
ticia da intima^ao judicial aos goveruadores
dosbispados desta pro-incia e do Pard, e
que appareceu o movimento.
Portanto a Provincia u tvaidora a patria,
a liberdade, a seu partido, secundando e
animando o movimento seJicioso.
Em 1869 o parti do liberal, em seu pro-
gramma, consignou a idea de dar-se mais
garontias a liberdade do consciencia ; ora ja
istindo csta liberdade coussgrada n* nos
so pacto fundamental e claro que os sena-
dores liberaes refferiam-so a uma garautia
mais elficaz de moJo que o cidadao nao es-
tivesse a raerce da autoridade espiritual.
Kntretanto a Provincia collocou-se ao
lado do partido clerical que e a negij3odo
grande principio da liberdade de conscien-
ce i a
Temos entretanto fe robusta de que as
nossas liberdades nao scrao conQscadss pelos
novos Marats, e que o governo forte pelo
apoio da opiniao pub! ca oulTocard o auda-
cioso tumulto.
Tranquilliso se os horaens da paz, da or-
dem e da liberdade ; o cnergico e patriota
cidadao que, felizmento administra 3 pro-
vincia, torn sido incnr.savel em providenciar
em ordem a quo a tranquillidade publica
si-ja restabelecida com a maxima presteza.
0 povo deve saber que sem paz n8o ha
progresso, nem liberdade possivel.
Com a paz fuiizmente gozamos temos conquistado liber-
dade civil, liberdade de conscience, liber-
dsde politica.
Niodevemos retrogradar.
Ha mais de 2v0 annos que a" custa de
muito san^uo foi conquiaada a liberdade de
conscieneia, triumpho quo foi consagrado
pelo congress} Jo We.UfihaIia ; n5o 6 pos-
sivel em contraposir.ao ao dito da Peletan :
nao marchar, relroceder.
Stria um impossivi 1.


:
A.) ^ililiCO.
0* irmaos Tarqnmios, awsalos a iinbair a boa
: J simples, (|ue, sem rcBexio, uein exame, o?
b iviani tornado como oraculis da igreja nesta
d:Oce33, fazim pjr abi iusinuar que eu eslou pro
moveodo um ;ci?ma, e pregaado doutrinas conlra
rias a mesma igreja I Pir fortana, loda a genie
senaata, e jaala de*ia t irrj, .lala os mem senti
inenlos calholicos sao bem conhecidos, vai danl'
o raerecido iespraso a essas urdiduras da malevo-
li.-ucia.
Ja declar^i nos meu3 priraeiros arligos quanto a
iiiinha humille obs'iurila le se lisonjeava de ver-se,
e;a certo modo, eqoiparada a condiga) de grande*
saatoa malsinados do herUia pelos falsos catbolicos.
iloje, porGui, o raeu desvaoeeimento, seja-me lieito
dizel-o, cresce de ponto, visto como cabe-me a han-
ia de ler por modelo no suffriuiento de calurania?
e improperios, nada meoos que S. Paulo, aquelle
a quem a superabuudaucia de dons especiae3 dj
Deaa valju a gra^a de =er arrebalado em vida ao
lereeiro eeo!
Era dos lalsoa eaiholiccs do seu tempo, aseendeo-
Ids por varouia dos mercaJoresde embajles de ho-
je, que o santo apo'.^olo se ijuelxava, na sua segun-
Ji epislola ao Carinlbioj, dizeodo : jo mesmo modo quo a sorponle, com suas artiraa-
naas, enganou Eva, as ruias palavras dos falsos
apostotos vos perturbem as meutes..... Esses pseu-
doS apostjlos sao operarios dolosos, ifl.'ulcando se
.postolos de Gbristo, o (juc nao admira, visto queo
proprio Satamz se tram-figura em anjo. de luz, e
par isso muito nao 6 que minhtros do diabo se ar
. re:ii em minislros da justi^a ; sera o fim delles
consoanto as surfs obras.
Os comraentadore3 sagrados das Escripturas di-
z^m uQae os falsos cbrisiaos propalavam por toda
a parte que S. Paulo era um grande relaxado na
-;i moral; qae destruia a lei antiga pelo especio-
-. pretexto de fazer valer a nova; qua elle nao
r-;ebera a sua mi>35o nem- de Jesus Chri3to, nem
d ii outros a ostolo3; qua nenhama prova tinha
dido da verdade de seu apo^tolad-o; que despresivel
pela sua pessoa, nao o era meaos pelos sens talen-
i-s; que, linalraente, por;outras muitas razoes lhes
devta ser suspeila a sua doutrina. n
Por esu serie de diatribes incriveis vcra o leitor
qae Paulo, o grande pregoeiro do verbo iacarnado
a todas as nagoes, nao foi menos aquinboado do
qae ea tenho sido tin partilhas de doestos e inju-
r.asl E se aquelle venerando vaso de elei^ao fora
'c'.imi de tantas arremettidas viiians e brataes, que
panto pode causar a m&ldadecom queos irmaos
Tirquiniot e sens coraparsas, sem que eu fallaqdo,
ca eserevendo, commetteSse o mais tare e'rro de
t e de doutrina, nio cessam de assoalhar, com
trnacidade tauica, qae ea estoo fora do redil ca-
nolieol
De feito, tal tem sido a insisteocia systematica
~;m qae "q*j procurado arrancar-me do santuario
4 ma da Virgem Santa, supreoia advogada contra
ad heresiai, nao sei qua rurao teria levado o fragii
batel das minhas cren^as I Ate Ja me estio amea-
raoJo com o funesto exeroplo do infeliz padre Ja-
r-ntho f
CdM* tertraordinana I Quanto rjiais esses pha-
r seas me iatimara a sahir da igreja, tamo mais
t eus the robustece a fe, e me iasprra sentimentos
d compaixio p'lfa com a faftaf de Csridade qae
Ibes devora as entranbas I
eaneaijSr, t
scideatal. I
neiti error
iaseake'd qua 6 eweaeial, e'o que ascide-
E paia qae o publico voja que nao commetti
quando disse na-miDiu cria de li do passado,
que era Ijrita a,dis:u*i em certos pontos de dft-
ciplina, egqap, fm xafjs exeep:ion*es, se podia
preseindif do rigr d* formula^ com taDto qr_
se evitasse maior roal, lei* o seguinte trecho d
escriptp^ $o venerando raarouez de 5ant> Cru
arcebispo da Bahia, de sauddsa memoria. Falft
dt das tleis eodetiastieas, diz: Ora, eslas
tto propriajB^efttd a qoe formam a disciplioa e
iencial da igrejak disciplina inlrinseea, invariavil,
a quee.-ti fora do alcance, e das attribuicosa do
pder ci,vil, Iwm como o dogma e a moral. Toflo
o ataqqo, pois, dirigido contra eila disciplioa e uqt
delicto coutra a religiao, qua deve ser_paoido tag
soberano, protector da mesma religlao. Aquilio^
porem.qu' 6 disciplioa accidental, e quo, aeade-j
varinvel, podt appjr se as Uis do pais e sompro.-
ttttSife, 3 de nosembro de 1
*' h
Jose. Abiho da darAos, idtei ; Ifcooel Belmiru
Pinfo ;de Goppw. DuarteCoutinho,idem ; Joao Jos6 Bezerra Caval
M:-- Advirtp aos irmios Tarq-iinios que e ver- IcaBia, idem ; Sebasttao Alvea da Silra, proprieta
dade tar <*u WfipfU;ado o rttl/tio% da Unitm, rio ; Maj^el de iferros \y.ua|ar.ley, idem; Dr.
tea cp)a; 4ftja c'aixa de 'IIM* que taia-^Joa*) Z:fermo Pure* ie Lyra, advogado ; Joao, Bap-
-----me haviam ofTerecido ; e a" offered a unr'twu. A. Waodarfey, pivjprietario; major Jose
j^valheiro qae era 1870 eerp t87i me otweqaiara ; Francisco C^lho:dft Sfrva Jhejra, idem ; Manoal
'em sen importante jottai-Com elogios npmthieos, \ Vicente deChrvattto, idirt ; -Luiz Fraucisc.0 de i
e que, alem da. outras fiuazas,reciprocas, me na* Panla Ramos, negtJclante : Jfcfcqnim Marqae> da'
via dedieado am formoso'tivro rti folio sobre a Ter- Porcfuneula, empregacio public""' FTaneelina Pre-;
ra Santa, com as suguiutes mabj|issimas pa-Iderico da Silva Pflilo, idem; 'loaqtiim Atnmslo
4-lavras : Xavler ia'Maia, pbarmaceotico ; Grieriibim Gon- J
a,4' tlqusigfowe Q. Pittfd it Cumpai atles- calves Albuquerque Silva, negociaate) talo de sinter a slma e coratalistimo- affelto del EstevJo de Gouvea, idm ;' loaqaim Goa?alvede
suo attuco Qiacew HmUh fvino, 7 de fe- Albuquerque Silva JtttticV, idem ; Guarino God-
Itraio- 1874.D jalves da Albuquerque tHIva, idem ; Torquato de
Que desar me pode vir da offerecer 'Tj^ "hj"-|i gA"fft familhn. "rTfn*">fJT-<-" p"*"^ [y>-i- -^
a quern meoffareca oatro ? Que detar me veio net Tsavolm Luclo" Wonteiro da Franca, proprie-
fc trabalhar eu no Rio da Janeiro, a pedido* do tario ; Gercino Parenle dja/):iveira Firino, empre-
Sr. Ur. Tarquioio de Amarauto, para que sea ir- gado publico ; Leonid AUga-Ui da Cos a, nego-
metler a tranquillidade dos povos, esta sujeita a uiiio Dr. Soriano fosse nomoado professor da lin-
inspecjao do niagistra4o civil que, em virtude
da naprema aatorida^e, pode deixar de admittir,
quanJo as.-im convier a felicidade de seas subditos,
essas lela disaipjinares, sem offensa do respoito de-
vido a igseja, cujo espirito da sabedoria nunca
pode presuour-ite contrarlo ao bem temporal das
nacoeS.
Eis aqui a minha bamilde opiniio conGrmada
por um santo, e sabio pontitUe da igreja brasilai-
ra, anuelle qua raereceu do papa Gregono XVI a
qualiticacao de intrepido defensor da disciplina da
mesma igreja I 0 qae resta agora e que a memo-
ria do grande D. Romualdo, seja coberla deapodos
Eelos dous pedagogos da I'mao : o meoos que Ibe
a de caber e o epitheto sedico de jansenista I Hy-
pocritas, que baralbamW, confundindo as no-
coes mais juntas a saotas, se arroraia em porteiros
do ceo e convertem o govorao da igreja em dura
oppressao iansenistai sois vos; porque um dos
erros do uirweoisrao e difflcullar a salvagao, 6 en-
sinar que a graca de Dean e distribuida por muito
pequeno nuicero da fieis, ecmo verbi gratia, pelos
redactores da Uuiaol
E qaereis ver como o papa S. Gregorio Magno,
muitoa aecalas anus, descrevia-o janseaismo per
sonifleado >em vos ?
Escutai : aE' com justiea qieo Svangelbo colio-
ca no numerodos hypocritas aquelles que, a pre-
texto do ob: ervar uma exacta disciplina, convertem
o 'ivern > da igreja n'uma dunio.ir.i') insupporta-
vel. Inter kypoeritas enm jure deputatnr, qui
ex simulatione discipline minisUrium ifgiminis
vert it in usum dominationis.
Eis aqui ainda o vosso proceder condemnado
formalmento por um dos raaiores papas qua tem
governado a igreja de Deus I E todo o meu cri-
me, no codigo da vossa ignorancia, e intoleran-
ce, cnnsiste ecu ter pautado, na pressnte con-
junctura, todo o mea procedimento pelas normas
de prudencia, tracadas pelos. grandes mestres do
christianismo, e nao acompanharvos em vossos
desaunos. 0 que ora succede eomigo, tem succe
dido, ines.no no nosso tempo, com gente muito mais
alta do que eu. Quem prestou mais relevantes
services a santa igreja de Roma do qae os Cna-
theaubriands, os Montalemberts, a o actual bispo
de Orleans ? E como forara tratados pelos calho-
licos de flor, pelos unicos puritanos da fe f Caa-
teaubriaud qualineado de chrhiiio equiooco, Mon-
talerabert de catholico livre, e de fidelidade sus
peitu a Sauta Se, e o bispo de Orleans contmuada-
meate cruciQcado nas virulenlas paginas do Uni-
vert!
E sera de boa religiao esse furor hydrophobico
de expellir a cbrisiaos vordadeiros do gremio" da
igreja, so porque rtivergem era apices de dou
trina disciplioar ? E quando temos lautos incre-
dulos que di-bellar, e tantos herege3 que conven
cer, a tantos ignorantes que iostrair, uio sera
uma grande desgraga para o catbolicismo o haver
mos da estar desbaratando as forces da nossa acti
vidade, e intelligencia em dispulacoes estereis, em
recriminagoes odienlas, em injunas atrccis-iraas
contra todos aquelles que, ou porerro de enlendi
ment'i, ou pjr deiiberacao conscienciosa da von
tide, preferem a prudencia ao desatino, a bran-
dura 10 rigor, a persuasao ao coustra.gimeuto, a
paz a diseordia T
Sera religiao de Christo essa que so tem nos
olhos a ameaca, nos labios a espuma, na bocca o
iraprcperio, e no coracio o fel ? essa quo esia
decpedacando todos os vinculos de fraternidade en
tr* o rebanho de Cliristo, e cimentando a mais
accesa, e iacarnicaJa di.-cordia entre a Igreja e
o Bstado ? Qaal sera o paradeiro de tantos des-
atinoi ? Que preteudeis vos ? Que outra solucao
p deis aguardar, na presente situafJo creada pelas
vossas imprudencias, se nao ajuella que resultar
de am accordo amigavel entre os d>sus Podores
Quereis "arrojar um contra ooulro-um arraad
ate os olhos, e o oulro completamente inerme ?
Ja ouvfetos dizer que a ovelha arcasse corpo a eor
po cm o leao, e o derrubasse, e v-ncesse ? Nao
estis nas paginas ssntasque a igreja, como igreja.
nao tem o direito da espada material, e que toda
a TOa forea esta na persuasao, na paciencia, na
ejunnimiJade, e na resistencia pas.-iva ?
Que exemplo magnitico nao deu o imcrortal
Pio IX, protestando, e na: combaten !o braQo j
brago contra a invasao dos dominios da igreja ?
Pordeu o direito porque nao resistio de mao r-
mada 7 Xao, porque a razao nao esta no direito
da for?a, esta na forca do direilo. 0 direito, re
gra imicutavel, e tao forte no fraco, quanto no
poderoso. 0 mundo marcha, e o quo se nao faz
hoje, farse-ha amanha. 0 triumpho da igreja
sera inevitavel, em face das divinas promessa3
E1 por isso mesino que" el la nao so demora para
levantar barricadas contra cs seus inmigos. Li-
mita-se a psotestar contra o poder da forca, e a
deaigaald: de das armas. e espera o remedio do
tempo, que e o thesouro de suas esperan^as.
Em todas as epocas tern havido couflictos entre
a Igreja e o Bstado, a esse3 conflict03 tiveram
sempre am lerrao honroso ; porque as lutas entre
a Igreja e o Estado, sao, na phrase du Bossuet,
brigas entre dous amigos, que discordara, mas
que nao se dilace^am, nem se tormm impjssi-
veis.
Vos o, que per vossas excitacoes freneticas e
desacisadas, tendes dilBcultado o desejado concerto
entre a Santa Se e o Governo ; concerto tao uti
e necessario ao Estado, como a Igreja ; porque
ambos, para ; reencher a sua raissao, precisam
de paz e concordia ; paz e concordia, que vo?
combateis no vosso periodico, qua por antiphrase
se chama Uniiio, ao qual cabe perfeilamente esta
severa exprobracao de S. Cypriano, oispo o mar
lyr : 4. Qae unidade pode observar, que amor
pole guardar ou cogifar aquelle que, arrebatado
do furor da diseordia, divide a igreja, destroe a
fe, perturba a paz, e calca os preceitos da cari-
dade ? Quam verd unitatem sercat, quam di-
leclioncm castodit, aut cogitat qui diseordia furore
vesanus ecclesiam scindit, fides destruit, pacem
turbat, caritatem dissipat ft
Ninguem se illuda portanto com 03 embastes
dos iro aos Tarquinios e seas comparsas : Piles
nao d a ten outros interesse3, que uSo os da sua
banca it advogados da fe, mas d-< uma fe que nao
6 a da igreja ; porqoaato a igreja de Deui man-
da respeitar e obedecer as aatoridades legiPma-
mente eonstitaida", qae por Deas foram ordem-
das : Qua a Deo ordinata sunt. e os irmaos
Tarquioijs nao cessam desolapar todos 03 funda-
nentos da sociedade civil, atacando desde o pri
metra magisfado da nacao ate o ultimo I
Se a Ufti&o fosse orgao sincero da religiao, cm
bora censarasse livremente os erros do poder pu-
i)li;o,'nao sahiria da esphera de censuras comedi-
das, unicas que se coadanam com a iadoie de am
jornal religioso, e unicas qae abalam e conven-
cem Se assim proeedesie, nao autorisaria, pelos
desabrimentos de sua lingaagem, a suspeita, alias
injusta, ao mea vdr, de qae esses raotins que, pro-
vavelmente por outras causes nao confe9sa-
veis, vao alvorotando cenas paragens dos n03sos
sert03, sao em grande parte obra de instigk?5es
do clero I Sim, podem ser obra de oatros, mas
nao do clero, que de certo nao daseonhectra sua
missao de pat e de ordem.
Concluirei noje com estas palavras de Tertu-.
liano: '
t Todo o fllho da Igreja, e muito md nm sa-
eetdote,sea ministro, tem direito in soltdum sfl-
bra o deposito da igreja de.Jesns Cbristo, a qnal
e um patrimonio commam i todos 6s fleis, e jJdr
isso elle p6de e devejareserva-lo e defende-lo das
corrup;5es e dos erros. Deste modo a qae o sa-
cerdote obra em nome da igreja, e se con forma
aesta conducta a intelligencia e aos desejos da Es-
posa de Jens Christo. *
Eis aqdi qs jastos tftalos qae a'atprisani a mi
aha misscio ora repellir o pedaatisrao fheologico
dos irmios Tarqainios; pedantismo iio tedioso,
e rno'esto aos doutos, como prejudicial a aaidade
ciante ; \ntonio Augusto fiezerra M., coramer
ciante -t teneate coronal Jose Antonio Seraflco de
BJTeira,
Ja-
gaa portugueza do collegio das arias, e one so o
nao foi, nor nao ser possivel a nomeajao sem As/u Cayajhs, ?nfgqjfante : ipSp 'P|*ix
concurso ? Mas em compaasacao, o actual Sr. mam ;. tajojl Figmrtdo da CuahaS Bern
ministro do imperio, a quem hoje a Umuo t ata ventino Felix Pereira, idem ; Augusto Clemenie,
de modo Uo soez, nomeou-o substitulo das anlas idem ; Daetano de Carvalhp Drumoiond, id-m ;
do mesmo colkgio das artes I ) Manoel Games mHwno', idflb ;'* Manoel Albino
Os irmaos Tarqainios, ajae se dizern,tao lidos'de Mesquita, idem ; Jo/6 Rrsocispo Correia Mar-
em S.Thoraaz, devt&m saber (}de 0 anjo das es;olas qucs, idem ;. Maorpl Joio Lines'* Castro Torres,
considera a ingratidao iacompativel com a virtude [idem ; Jose Joaqulm Qourado, idem ; Mauool Go-
da honestiiade. E o noeta nprtugaez, parapbra- mes MoiNra, idem ; RirtOnW'Perrelra e CrVa
Iho, item ; Luri* de frat^a;*eretra, idem ; Ua
noel Jose" Alvas, id 'in Benlo Jacques Pacheco,
idem ; Francisco Gomes I Itodrigues, idem ; Joao
Uarbosa de Carvaltw Junior, idsin ; Leonardo J ).-
Pereira, idem ; lldffonso Crue%i9 je Figueiredo,
idem ; Biauor Silv.%no tje Jdpoonca, idai; Ma
noel Jose de Almeida, idem ; Jose Barbo'a de
Mello, idem ; Antonio Jose da Silva Gauiiano,
idem ; Franc|co L'v; Pabs \9 Almeida, idem;
Manoel Francisco de Araajoj idem ; Francisco
Soarej Perejra, iteji ; Joarjuim Francisco de San
la Anna, Idem ; Caetano Delflfao Montelro de Car-
valho. idem ; Maaoel He,rcul mo d'Eraery, idem ;
Jacintho M. Santos; Laiz Mariuhp Falcao da Silva,
idem ; Jose Cindido ileira Lips, idem ; Francisco
Marlins de Aranjo, idem ; Manoel Jeaquim Gomes
do Sjuza Bastro, idem: Paschoal Bayim da Sil-
va Barros, idem ; Manoel Ferreira da S-lv.i, joao
da Costa Junior ; Pedro Lias paes Barreio, n^go-
ciante ; Rainero Geuuino do flego BarroR, Jose
Alves Cavalcante, Custodio Camello de Barro-,
Manoel Miguel dos Santos Coelho, Jose Cupertino
da Silva, Jose Jgoacie de Sauia, Miguel Archanjo
de Souza, Caniido Aug'.Wo da fonseca, Joaquim
Belles de Souza, Jose Uiokytid dos Santos ; F an-
cisco Aatonio Dias Parodes, negociante ; Joao An-
tonio Alves, idem; Daniel Marques Guiraara^s,
idem; Jose Xafir.sO da Orrfta5 l^tbrral, idem ; Vir-
gtnio Ferreira da Silva, id am ; Alexandria Nanes
de Lara, idem ;. iiemvtwlo Cat ado de Arroxellas
G.iivao, idem ; Pedro de Barros Lima, Manoel
Jos6 do Rego Barros ; AurtTiano Xuaes de Laura,
nagccianle ; Joao Aagus*> llenriqnes da Silva,
idem ; Ji&t maifcta Aivds Perreira, idem ; Ma-
noel Dias Souto, idem ; Joao llermino Ferreira
de Almeida, idem ; Lauro Augusto llenriques da
Silva, idem ; Joao Tayaces do Mello, idem ; Anto-
nio Joa.. Furtado, idem ; Horculano Baplista Viei
ra, Eloy Hermioo Moreira da Almeida, Antonio
Vicente de Mgaliiiies ; Andre Mentor de Carva-
lha, aegociaate ; Severiaao Fatfeira da Silva Sam-
pai'; Manoel Gomes Lal, d*gociauie ; Ventura
de M. Barboza, idem ; Manoel Antonio Bellrao,
idem ; Thomaz de Aquino C, idem ; Joaquim
Feruandes da Costa, idem ; Manoel do Nassimenlo
Valois, idem ; Alipio Camerino dos Santos, em-
pregado publico ; Joaquim Caniido de Miranda,
idem ; Sisenando Hdajio Ramos, professor pu
blico ; major Custodio Floro da Silva Fragoso,
empregado publico ; Trajano Auslerliano da Cos
ta, idem ; Augusto Berenguer de Almeida Alcofo
rain, idem ; conego Marcslino B. do Amaral, vi
gario ; Dr. Silverio Lagocia, medico ; Joao Felix
S. Junior, proprieiario ; Pedro de Barros Wan-
d-i ley, idem ; JoJo Bezerra de V., idem ; Dr.
Francisco Coroelio da Fonseca Lima, advogado
Dr. Antonio B..rgos Leal, i em ; Dr. Mendo do Sa
Barreio S*ampaio, idem ; Barao de Palraares, pro
prietario; Ur. Bernardo J>e da Camera, en
gen''eiro ; Manoel J>se da Camara, proprieiario
Miguel Cvreia de Miranla, i lern ; Francisco das
Chagas Cavalcaute Pessoa. idem ; Francisco Xa-
vier de Carvlho, idem ; Pedro Borges de Olivei
ra, idem ; Lauren ino Correia da Fonseca, artis
ta ; Jose Francisco de Paula, negociante ; Luiz
Pereira de Mello, id-im ; Francisco Antonio da
Silva Costa Juoior, idem ; Theogenes Alves
Pereira Lyra, ngociante ; Pedro Laiz da
Frann, idem ; Jose Abtonio da R., idem ; Hy-
pacio Adolpho da Poreiuncula, agenda ; Jose
Hermelino das Chagas, idem ; Jo^6 Alves Pereira
Lyr.', aitista ; Pedro Ivo de H llacda Chcaccn,
empregado |ublico ; Joaquim Pereira da Silva,
negeciante ; Herminj Marcus de Almeida, artis
ta ; Minervino do Almeida e Sslva, agenda ; Joao
Pergentino do Marrocos, artista ; Joaquim Jose
Tavc res da Costa, empregado publico ; Deodato
Antonio do Almeida, negociante ; Antonio Roga-
ciann de.Gouve"a HoVra. agencia ; Jrao Machado
Teixeira Cavaleante, agricultor; Alexandrino Fer-
rao Castelio Branco, idem ; Ant nio Joaquim de
Franca Camara, homeopaths; padre Coristovao
do Rego Barros, coadjutor pro-parocho ; Pedro
da Cuuha Machado Pedrosa, proprietario ; Anto-
nio ViHra Calhdo, idem ; Joao Mauncio de Bar-
ros, agricultor ; Graciann Machado Pedroza, pro
prietario; Joaquim Lopes de Athayde, agrirol
tor; Manotl Franci-co de Salles, agricultor ; Luiz
Vieira Fialho, proprietario ; Candido Vieira Cl-
lado, agricultor ; Antonio Polycarpo Callado Ju-
nior, idem; Amaro Santiago Ramos,proprietario;
Ped o Francisco de Albuquerque, idem ; Pedro
Gaudiano de Ratis e Silva Juoior, advogado ; An-
tonio Satyr.) da Silva, agrimlor ; Porfirio Sa
muel da Silva, idem ; Antonio Soriano de Aze
vedo e Silva, idem ; Elias Jos6 da Silva, proprie-
tario ; Dommgos Soriano de Atevedo e Silva,
idem ; Maaoel Hermino da Azevado e Silva,
agricultor ; Ilerculano Francelino Cavalcante de
Albuquerque. I." juiz de paz, proprietario : Tra
jano Francisco Cavalcante de Albuquerque, idem ;
Joaquim Alfonso Ferreira, agricultor ; Theophilo
Xavier Cavalcante de Albuquerque, idea) ; Anto-
nio Ferreira de Barros Cr.mpello, empregado pu
blico ; capitao Jose Antouio de Mello, proprieta-
rio ; Salyro de Bastos Mello, agricultor : Fran-
cisco Tavares de Mello, idem ; Pedro Baptista
ilendes, ide n ; tenente Joaquim Justino de Al-
meida, proprietario do engenhoTrorabeta ; Candi-
do Perc.liano do Rego ; Jose Pereira Basto*, em
pregado publico ; Caetano DelDno de Carvalbo
nrgocFante.
seando, sem dufida, e^fe penJaman^di can/lou':
Qaem presa a gratidSo; n5d preza o vicio :
0 mofial vidbjfte sempre ingrato.
Ja que levam a,. 4iuiisi) para o terreno da
raesquinharias, la mesmo os nei de refreiar com a
verdade. Praqnezas tenho as de sobra, como fra-
gii mortal, mas indignidade, nao I
Pinto de Campos.
;t^
Unas palavras A Trevioia.
Em artigo de funda de 37 do passado, qae s6
agora vimos, esap jornal |rans da cominissao de justie_aqivd da camara tempora-
ria qae adoptou para antraT em diecosslo o pro-
jecto dos Srs. deputados Castelio Branco e outros,
para regalarisar o oogtralo de )ocac2o deservicos,
encbergou ou desttobrlo qae tinha per Pre estabe-
leoex a esomvidao da pobre ao poieutado, e nesie
sentida estigmatisou o mesmo fprojecto, sem to
davia entrar na analyse de suas disposicdes.
Entretanto, parece nos qoe antes se devia louvar
do que censurar o intuito de regalarisar a loca^ao
de services e ceroa-la de garantias, qaer em rela-
fao ao que recebe, qaer em relaclo ao qne os
presta, para lira-la do vago e arbitrariadade com
e feita, estabelacando se um contra to que tenha a
sanccao legal a possa serinvocado pelo que sesen-
tir prejudicado. 0 contrato de IjcaQJio de servi-
ces jaera regulado entre n6s pela ord. do liv. 4.B
tits. 33 e 3i. .
0 projeeto eonservoa a methor de suas disposi-
coes a principalraente na parte era qae garantia o
pagamento das soldadas, dando-lhes juizes mais
accessiveis, e de eleicao popular.
Se nao e completo e oonl^m dafeito.', pode ser
emeodado na discusiao ; mas pelo raenos e um
enssio que pode ser melhorado de futuro, para o
que concorrera a experiencia e o exame reflectlJo
de lao grave objecto, que roclaraa a altenr-ao pu
blica.
Dizar-se porem qae do projeeto resulta a es^ra-
vidao de pobre, e o qne 6 difflcil de Comprehender.
De feito, infringido o contrato, deve a infraccao
ser punida para que nao lique o mesmo 'ontrato
illudorio, e seja uma realidade. Se a infraccao c
commetfida por quem recebe os servicos. tem de
satisfazer o prejuizo caasado, pagando 03 salar;03
iue tinha de perceber o loeador, pelo tempo qu<-
faltar; so a infraccao e deste, deve compor o
pre;uizo caasado, o nao p-dendo faze-lo pecunia-
namente e coagido pela prisao, dandose assim
perfeita reciprocidade, a meno3 qua fosse o con
tralo obrigatorio somente para o que toma os ser-
vicos, ficaudo assim sem sanccao legal para com
elle, o que e insustentavel.
Soffrer uma pena por uma infraccao que se com-
raette, nunca foi nem pode considerar-se escravi-
dao.
Se os juireson tribunaes nao offerecem garantia
ao pobr-*, como se diz, as leis sao inuteis, escusi-
do fora promulgalas, e em tal caso a peior con-
dicao seria sempre do desvahdo, que em balds re-
correria ao= tribunae3 para fazer valer o seu di-
reito.
De duas uma, on se havia de deixar a locacio
de servigos no vaso e arbitrario em que se acha,
ou se havia de regular por modo conveniente e
elllcaz; e parece-nos que a sclucao dada 6 prefe-
rivel.
Estabelecida a garantia para os que prestam os
services, qual devia admittir se para os que rece
bem ?
Seria para descjar que o illustrado censor a in-
dicasse.
A loeacao de s^rvicos depende de nm contrato
por oscripto, que ninguem e obrigado a celebrar,
mas uma vez celebrado. devia ter sanccao legal.
0 julganrmlo das questoos que se suscitarem e
commettido aos juizes de paz que sao de eleicao
popular, depende de provas e tem appellacao ex-
offlcio para os juizes de direito; e c nseguinte -
mente offerece as garantias que se podem rasoa-
velraente exigir.
Fazendo estas breves r bservacoes, temos por fim
mostrar que nio nos parecem cabivei3 as censu
ias que se fizerara ao referidb projeeto, o nao, es-
tabelecer uma polemica, que sera iuslituida, como
e de suppor, era occasiio competente, e quo pode
ser suscilada pela imprensa pelos que so interes-
sam por qaesloes desta ordem, para que se faca a
luz, abstrahindo do espiritj de partido.
E' o qae sinceramente desejsmos.
Recife, 3 de dezembro de 1874.
Il!m. Sr. Dr. Manoel Annas Jaccrae Pires.-Os
abaixo assignados, quo com verdadeiro jubilo ao-
plaudiram o justo acerto do decreto, que recondu-
zio a V. S. no cargo da juiz municipal e de or-
phaos desta termo, ficaram sorpresos e dominados
de profundo sentiment'), quando tres dias depois
da publicacao do alludido decreto, leram outro no
jornal offloial da provincia, declarcndo aquelle
sem effeito e norasando V. S. para igual cargo do
termo de Panellas.
Se, como homem de apurada edu:acao e lino
trato, soube V. S. conqu'star sympathies geraes
na comarca de Palmares, como magistrado, teve
a fortuna da distrinuir a jusiica durante ura qua-
triennio sem raotivar uma so queixa, sem dar lu-
gar a uma so reclamaQao I
Tao belle triumpho rararaento consegue o ma-
gistrado em nosso pais, infelizmente tao fertil em
peqaenas e inglorias lutas, que, quasi sempre, o
transviam de seu elevado rainisterio : conseguio-o,
por6m, \\ S., inspirando-se ssmpre em altos e no-
bres sentimentos e nesta forca secrota de cohesao
que reside exclosivaraente na justiea.
Sendo, corao c V. S. um dos oraamentos da
magistratara brasileira, faremos ardsntes votos
para que o governo imperial queira dar o mero-
cido valor aos seus bons services a cau3a pu-
blica.
Em cada nm dos abaixo assignados eCcon'trara,
Sr. Dr. Annes, nm amigo, um adrairador do ma-
gistrado, verdadeiro typo da honra e do dever.
Villa de Palmartes, 3 de novembro'de 18";4
gnado Ferreira Tirrfudd Lessa, proprietario ;
capitao Jose Alves da Silva, idem ; Jose Ribeiro
da Silva, negociante ; capitao Jose dos Santos Sdu-
za, proprietario ; Thomaz Bassiehx, solicitador ;
Joao R. da 9MVa; negociante ; Francisco Jose Fref-
re. Jose Allemio Coelho Wanderley, Manoel Xa-
vier de Si Alboquerqaa", Antonio Adolpho Borges
Leal, Affonso Arthur Borges Leal, negoriantes;
Jose Victdrfno de Paiva, proprietario ; Antonio
Cardoso de Agaiar, professor ; Jose Borges Leal,
negociante; Adolpho Figaeiredo Lemos, Julio Vfc-
onnbde Paivj, Celso Duperron da Fran, Her-
culano Deodate dos Santos; Manoel Marques de
Souza- R*cf, (jegdeitnte ; Mano*I cje Siqueira
Cavalcante Temporal, idem ; Theophilo Lopes
Coelho, idem ; Jose de Andrade Cavalcante, idem ;
Manoel,-Joaquim da Barrpp .Gusmip, idom,^ Firmi-
no Mariannoja Siiya, artista : Aagusto ft|az|erae-
rne^elf; Idem ; Starioel Fra'ncbco de Pan^a. Mem;
\ntflio Lelta d 'Mag*rhJe Basto, negociante ;
Francelino Manoel de Santa Rosa, idem J Jose
Pereira de Magalhaos Basto, idem ; Jo.se H,detonso
de Souza Rapgtjl. idem ; Jose Luiz Carneiro L>-
k D.l^ P.lhn itlam IKS'- *
Como tal, esse boato, lalvez adre-le espalfctido.
deve ser estygmatisado pelos haroeos de bem.
0 alfere3 Margues, raililar distincto a todos os
respeitos, nio piAs, nem deve ser depredado pelo
facto de qua alludimos.
Praticando, o que praticaria todo o agente di
forca publjca, qua concfliando a ordem com o dis-
ciplina, sem quebra da dignidade individual, con-
tence Sem fazer cadaveres, o alferes Marqap3 tor-
nou-se merecedor dos mats sinceros eneomlos dos
h linens imparciaes e bem iotencionados deste
termo.
Quando um individuo rewstido do earacter au
toritario, em uma critica emergeucia obra pru-
denferaento, 6 aotevendo, preyemr a grava logica
do aconteciraentb-
Assim procedea o alferes Marques.
Esteja pols o distio:io militar, que jamais Iran-
sigira com os seus brios, do conscieneia tran
quilla.
Se o seu procedimenta fosse oatro que nao o-te,
entao sim, manifestar-se bia perversamenta em
busca de ama triste calebridade.
Nos, one traQamos estas palavras, luda presen-
ciaraos.
Era vista do quo, estamos intimamente con vie
tos. a sua plena justificacao nao sera tardia.
Os raiseraveis, c'uja palavra e sempre a calura
nia, confuQdem-se assim : com o sorriso tran-
quillo da suppo-'.a victima.

\ 305 EstiiUUlai os cabellOK de
caUentes.Se o vosso cabelio esta ralo, lein-
braivps que entre cs claros das Obras gerrainam
renovos de cabollos debaixo da epid -rme, os quaes
so nucessitam d'um esiimulante elllcaz para aju-
dal-os a penetrar a superficie e brotarem em Obras
viiorosas.
Applieai com frequencia o Tonico Oriental, us an
do da escova com basiante forca, afim de exci^ar
os absorvenles a que o recabam, o resultado sera
certamente grato e beneuco. A exjenencia uni-
versal dJ3 effeitos do Tonico, e, qae eio somente
reforgara e ampliam as Obras, mas sim umbem as
faz multiplicar. Nos climas calidos, onde as se-
nhoras erroneamente so fazem nso deoleo3 para
os cabellos, acharao que e.-to 6 incomparavel-
ineate superior a qualquer outro artigo para
dar as suas.iranc.as brilho, elasticidade e forrao
sura.
Ao publico.
Fago ver'ao publico que e=toa afasta-Jo.da po
liiica actual era razSo da boa recorapensa, a que
me teem lado raeus correligionarios. Desde 1844,
que tenho silo martyr por defender estes Srs. da
politica actual, nao ppdenlo seus representantes
ir para a mesa eteit/ral sem que ea chegasse,
com o fim da acalmar 83 desavencas como na
fregaazia dos AfogaJos e 944-Vista. Para livrar
os meus caraaradas, eu tenho soffrido basiante.
Ja rccebi um tiro com 48 caroos de chambo e
ura bastardo, e duas panhaladas, por nio eon-
seutir^qua os Srs. Rego a A buquerque, Caval-
cante, Andrade, Regps Barros e Bento, nao fos-
sera espancalos ; estiva fora da minha familia 9
inezes, andaudo pelo mundu ; assist ao ata pie do
Catuci, Cupim, Mussupim, Camaragibe e Agua-
Preta.. ?{o dia 2 nio soffri nada, so ingratidao
dds meus, ate men soldo nao-reoebi. Tebho vivi
do sem -er pesado a politics; se segai o parU*1
ccnerva8aii,- foi com ter meia dp.zla c-amaia'
aaf,
reca e
n?'
mas nao por medo qfie repassem ro a car^
inandassem me para a Havana.
Sou muito conheeido e conheflo a todos,
sou traficanle e nem vendo cavallos.
Dezansbro de 1874. .
n IfhHkifitlorttode fyfy
-----------HM .
Boui.la.-diin. "9 de leze>-
18J4. -nbrode
&:&
JUNTA DOS CORRKTOIIES
Praea do Recife, 4 de dexembra
de 1HJ 4.
AS 3 HORAS DA TMtDE.
COTACSeS OFFICtAKS
Algodao de Mossord t* sorte 7V90O por 15 kilos
xlgodao da Parabyba i' sorte HiM por 15
kilos posto a bordo a frete de 3j4 e
5 Oiu, hontem.
Assucar bruto esiolhido 1*730 por 15 kilos,
hontem.
Assucaf Canal lJSoO por 15 kilo?, hontem.
Assucar-mascavado purgado IJ950 por 15 kilos.
Ci e do Rio de Janeiro 2" sorte regular 8*200
por 15 kilos, Kquido.
Carabio sobre Londres a 90 d|v. 26 3|8 e 26 I [2
d. por 11, hontem e hoje.
Pito sobre dito a 90 d|v. 26 114 d. por 13000,
do banco.
Oito 3obre dito a 3 d|v. 26 por 1|000, do
banco.
Cambio sobre Paris a 3 djv. 370 rs. o franco, do
banco,
.'ambio sobre Lisboa a 90 d|v. 103 0(0 de pre-
raio.
a. de Vasconceiios
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretarlo.
No brigue inglez Annak, para o Caaa', e.+-
regou : Sim, son & C 2.0W aaneos com l,
kilos de assnear mascavado.
No navio iuglez Jane Ho '.Hf* Cl|*L
carregoa : P. Cascao & Piltao I..I0O saecoa ia
75,750 kilos de assucar ina*i-avado.
No nario americano Angst, para New Tj-k.
carregoa : II Forster 4 C 3,00a saeeos eras
223,000 kilos de assucar mascavado.
Para os portos d" ttuervrr.
Para o Rk) Grande do Sal, do pataeho -
tuguez Timbre, carregoa : Aratrhn Irmi' 4 C.
63o barricas com 56,879 l|l kilo? de as-near br:^
co e 90 ditas com 10,291 tjt ditus de dito aaa-
vado.
Para o Rio do Janeiro, M tngae nadoni
Isabel, carregoa : Amorim Irimtes C W pr.im-
chdes de amarello.
Para o Para, no brigae na:ional Rmi$, eaera-
gou : Amorim Irmios i C OtK) barricas cjmi
69,665 kilos de assucar branco.
Para Uragaayanna, ao brigns bespaoh >l
Principe, carregou : M L. Paes Barreto J 0 lar-
ricas com 3J,l59 kilos de assatar branco.
Para Aearaca, no vapor national fnap.ni,
carregou : J. A. Costa Siqadra 1 barncas rim
3' 0 kilos de assucar branee e It ditas mm "'*
ditos da dito leBnado.
Para o Natal, na barcaca Tra Amiu, <-
regou : A. A. Silva Oliveira 8 barncas com 0
kilos de assucar refinado.
Para a Villa da Pcnha, na bareaca FdMtila,
carregoa : J- A. de Castro Part] i Parricas tits
200 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sal, no Bivjo alK-)*
Primus, carregia : J. R. Ferreira \0*l barreas>
com 31,113 kilos de assucar branco e 25-ditas mm
2,861 ditos de dito mas -avid).
Para o Aracity, id hiat* tndanal Gr-e-an,
carregoa: M. Alv< i.nna 9 barricas cm *iJ
kilos de assucar rtfl i .do e 13 attas com 7\5 tUo*
de dito branco.
Para o Ri) CranJe d) Norte. na ban ari
SUdmo, carregju : Fraga & Roeln 5 barne<
com 367 kilos de assucar braofla e 10 ditas :.a
780 ditos de ditu tefiaa l'.
Para Alagoas, m arc.ica Vniao, carregHJ :
B. Gomes & C. t Lair'c i con 60 kilos de assicac
relinado.
Para o Natal, na lurcaca Tret lima\ carre-
gou : J. A. G. Pir-.s Jmi-r I caixi com tSiJiw
de doea : para Ua sao, U. U. Piuto 1 Larrica :om
60 kilos de assucar Mfcad >
CAPATAZ.IA UA ALKANIKGa
Redduaenio &* 1 a 3 I.3ta99i
M* do dii i MSitM
t
19
voLLMtj ai;.;x.s
No dia 1 a 3......
So du I
Primeira |oru.....
Segonda poria .
Tereaira poria -
T tpn'e Ccnceic>o -
M"
ALFANDBtiA.
leadiiuentt do '. i a 3 .
I ita do dia 4 .
88:284*121
50:306 JI96j
138:79U086
Ooscanegara hoje. 5 de dezembro de 1S74.
Barca poringueza-Lisboa -varios generos para o
trapiche Conceicao, para despachar
Barca portugueza/oiperj'a/vario3 generos para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Lugre inglez Ethel Bottom kerosene para
o trapiche Conceicao, para desoachar.
Barca ingleza Mary bacalhaa ja despacha'o
para o trapiche Conceic.o.
Barca ingleza Maria bacalhao ja despachado
para o trapiche Conceicao.
Barca ingleza Jane Maria carvao e coke pa
ra o trapi;he Conceicao, para despachar
Barca ingleza Amoy carvao e tijolos ja des-
pachados para terra.
Pataeho inglez Juventa pobora para depo-
sito na fortaleza do Buraco.
ItsiportactCo.
Pataeho aHemlo Marie & Sophie, eatrado d>
Trieste em 4 do correnle e consignado a Sauuders
Brothers & C, manifestou :
Farinha de triga 1,380 burr.cas aos coosigua-
tario3.
Paiacho inglez Jueen'.a, eatrado de Londres na
mesma data e con3ignado a Saunders Brothers 4
C, manifestou :
Aivaiade 23 barris aosconsignatarios.
Brandy 10 caixas a J. J. Alves & C. Biseoaloa
14 caixas a Jose Uarcelino da Rosa & Filhos, 7 a
Jose Joaquim Alves & C. Breu 3 barricas aos
consiguatarios.
Cimento 700 barricas a Johnston Paler & C,
150 a A. Goncalves de Atevedo, 100 a D. Alves
Matheus, 50 a D. Mano-il Martins, 50 a J. 0. C.
Doyle. hurabo 100 barris a Parenle Vianna
C. Cano3 para esgoto 800 a Recife Drainage Com-
pany.
Drogas 2 volumes a J F. da Costa, 1 a Manoel
Alves Barbosa.
Graixa tO barricas a Moreira Halliday & C.
Louga 1 giga a Manoel da Silva Faria & ;.
Objectos para esgoto 32 barricas a Recife Drai-
nage Company.
Pixe 25 barris ao3 consignatarios. Pao cam-
peche 3 barricas a Manoel da S. Faria & C. Pul-
vora 500 barris-de quarto aos consignatarios.
Saccos de estopa 23 fardos a Ad mson Howie
& C.
Tinta 61 volumes a E. Jose da Motta, 6 barTicas
a Parente Vianna C.
W49
SLRVivu MARlalMO
-i>arngas dasearragadas no trapteaa ia
a!fa>i4aga.
It dia I a 3 .....
'0 dia 4.......
.- irap'"''e fV-nceic.'o *
15
IStjEBKiiOWA D& RKN'AS IM UNAS GK-
HARS DE PKRN ;;"''"
..;..^::i>cnl. do dia I a 3 4:079 ITS
few*) lia 4...... i:P85di
%MUM)
C'JNsULADO Pritvl
IM 'o dc dia 1 a 3 .
tea d.- di,-, 4
TAi
HrttUtM
9:136.032
20:7*1*17 >
ItaadlniaMo de
Mom do dia 3
AGENC1AS FftOVINOIAES
Liqai^cs espir''_"so.
Kendimento de
'1em do dia 3
1" 74 190
102(611
Bacalhao, t\r
1745**
611800
i:5#*M
Generos
J.endiraento de 1
'dera lo dia 3
m
estiva.
WH876
333J13 0
Farinica dc trig,. Stt
cV-ndimonto de 1 *
'.dera do dia 3 ;
UK m
79o!216
ieudiineu'.o de
iilem do dia 3
iteadtneato de
!om do iia 3
Fumo,
e!i:.
30
Viaagro,
704980
4
.?9<'0^
794?'I
l:7fM5 17
DE'.PACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 3 Ii
DEZEMBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor portnguez Julio Diniz, para Lis-
boa, carregou : Penna Juuior &. C. 4 barricas com
330 kilos de assucar branco ; F. de Sauza Freitas
_ caixa com 20 abacachis; F. daCunha A C. I'/S
saccas com 9,337 kilos de algodao ; M. C. '^opes
Vianna 1 catxa com 30 ditos de doce ; \ j. Leal
Reis i barrica com 13 abacachis; Me"ue3 Azeve-
3 & C. 1 sacco com 56 kilo' do ca(^ para o
. orto, M. M. Uonteiro 69 sacr'aS com s^ja li2
dilos de algodao.
- Na barca nacional A- zade para 0 Rio da
Praia carregou : J F. Baliar 20 Vipas cam 9.8C0
litros de agoardent' dU l v
ataWT VttagOMJ^.P^ Li5b0a' VL
I- t-.iV Ribeiro de Brito 125 saccos com
7'Joft^ ia assucar .-banco e 100 ditos com
1$7- ..i -s de dito mascavado ; J. F, do Rego 10
C^.as com 120 ditos da araruta ; OUveira Filhos
^ C. SCO saccos com 15,000 ditos de assucar mas-
/cavado. A*
No navio nortuauez S. Lourenco, paraa 11
Tues vjro
ie duzotubro

provincial de Puniirnbuio,
Je IS74.
0 tsciivao,
i. C. M. da Silva S'nt .
m\\m m m>

Navios utirodot no dia '.
Londres63 dia, patabo injzl- z Jurenit, 4e I !
toneladas, capilaj Fr.nk Vaatier, equip >
8 carga varios generios ; a Saanle.s Rr ,iu-*r
&c- ...
Trieste77 dias, pataeho allemio Marie \ ,
de 182 toaelal.is, capita) J. I'eldnajen, eq i
gem 7, carga 1,380 barricas cam fari'jba
irigo ; a ordem'
ObserviicCio.
Nao bouve sabilas.
OiTAES.
a
9
localidad
mffs u'm
idem; jSsA VrdePaiVa'Pilho. idem ; .^''Fran9.'
c.sco Regis Valofy i4em :. Join Bapti'^^^
idem1; iravc^ gefanort dH A^s v^nceK
idem ; Jow Procapiq Marrocos, idem ; Fraucco
das ultfi""" i
M'P*~ .lores oeairreneias drata
l*^ .jiXactq, a cujo Totaito antepo*
ulissiao protesto.
nValev-*^ e*er(-, essas
v' jias entidades de imaglna^Ses escaldadas,
ao deturpam, embora k detrimento de ou-
trem. .,.
0 nua se, tem dito da prete*ca pusilanimidade
do alferea joaquim Candido de Ollveira Marques,
accommettido por uma horda de revolucionarios
esta nesta hvpothese.
desombagador Francisco Je Assis Oliv.i-
ra Miciel, olTicial Ja imperial or.letr.
Rosa, cavalbeiro da de Christo e juiz pn-
vntivo do orphaos e ausentes da cidad.- I
llecife e seu tenno, por S. M. o Irop--r -
dor, que Dous jruarde, eta., ttc.
Faco saber aos que esle virea a delle livero',
conbecimanto. que D. Isabil ignaeia de GfliM
Vilella, requerea para proceder a ioventarw 1 -
bens que licaram per fillecimeiito d* sen an t .
lenente-ciironel Joao Valentim Vilei'i, e depew ?-
ter prcstado o devido jdramenta, assunio o n
de inventarianta, do accesso perfne-nta a
caal e de?creveu os hetd*iro nelle inrereaiados.
e entre e-teJ a Qlha e herdeira daquelle fiaado, D
Thereta Idolina Corroa Vilella, casada que fa m
o capitio tenente Maaoel Mart as de Araajo Cas-
tro fallccido e representado pelos fllhos s*gaat
Alfredo e Julia, cujas idades ella inventanante
ignorava; nolifkados os deatus hcrletros para
vire.n iuiciar se no inventario ; e nao Jt'-
oatrados os men-unados orphao* Al rodo e an.
fillios da jreciuui 0. TUereza idaima Corrt* vi-
lella, o e.icrivao veio com MM r?preen>acao, quai
* IhSTeXs?. "desembaruador & pn^jvo
de orpbio. e mm**--* !f^JS5
em vigor, notiuquoi
11 ditos com 4,16? .ditos de dito branco.
t Na hires nor lugueza Gratidao, para LisDoa,
arTeeou J J Gv^Urao & Fjtho 69 couros sa'.-
7Xm 828 kilos Guimaraes& C. 130 saccos
Sl*iifn Sins da av^car branco e 1,700 ditos
ditos de dito. *&
No vapor ingled Warrior, para Livery
oTher^aiWhu Co?rda VUelb. p.wa o ji
nin f >ram oen.ignadas na descnpcio, esti ataaiae
'"" KS? o5> sabido. segnan me ihhM
Alor da inventarianf. ao patso^ne eos sc-
"- -a do quaes d.sti-s. no tocanle is MB*
-"No"'v8a7or inglez Vanguord, para Liverpool -I'mio^ct.. '*>^m^n?S*
carregea : M Lathan & C. 100 saccas com 17,863 ,i. s ha a raesraa .. ** *m q
)s de algodia outro$> rejidem no Ce*... -!*>, ie lor*m
0' nos sob a tutela da quem. res( fWV"
E como sun notiflcacao a taae u.,
raaiores da 12 e 14 aon, attaKo 0 ,v
earregou : Braga Son &" '1 6l'saccas com 3*257j
kites de algodao. .
No vapor inglez Vanguard, para Liverpool
carregoa : M. Latban & C. 100 saccas com 17,868
kilos de algodia
No vapor inglez Alice, para Liverpool, car.
regou : A. Loyo 1,200 saccos com 90,000 kilos, de
assucar mascavado.

V


>' "M I "
Diario de Penambuoo Sabbado 5 de Dezembro de 1874
. >
mo e sew t Mores oa a estes simplcsmente, a
senao dar aquella hypothe-e nAo se]a licito prose-
gait 08 presente* leitos, pareceu-ioe levar o expos-
40 ao oenheciraoKo de V. fixe. Rscife, 2 de ou-
tnbro de 1874. -O escmio, Floriaao Correa de
Brrto.
Into oa sties com T*tsta ao Dr. oarador geral,
este veio cow :>ua pronwcio do tbeor seguwt* :
Todos os berdeiroi devem ser citados para vontario aiaaa que oasentes sejam ; os preseoles
cm suas ucoprias pessoaa, os ausuntes teado pro-
car adores na patsoa deste, em Iugar sabido par
meio de earu precmoria dirigiJa a joslifa ae lagar,
onda reaidetn ; e os ausentes e m Iugar wiceFto,
eiudos fx>r edito*, oa conformidade da orflenaQio
liv. 3\ lit. 8. Asiim se expiossa Mowa Silvei-
ra, pag. 8 ua sua gaia pratica do processo orpba-
nalogioo.- P. eSouza not 1,101 pag. 76 torn. '4",
r4s ^rimeiras linbas sobre o jirooesso oivel.
Neste estado, pois, requeiro -jue *eja resolvtda
a nunsria daiefurmacio do escrivao a fls. W v.
3*eoifa.la deoulubro de 187*. -O 'Ossrador geral,
Jtagmio Vax.
E subindo es aalos a ra ctta conclusao, aelles
Cite-se os herdeiros rest denies no Ceara por
cam. precatona e os ausentes em lagar nao sabi-
30 dias. -Recife, 14 de aovembM de 1874.Oli-
. -veira Mattel.
Em> eutnprimento do qual se .passou o presente
.. -edits!- e com o qua I cito e bei por eitadot aos or-
phaos Alfredo e Julia, fifties daiinada D. Thereia
idalma Correa Vilella, casada que foi com o capi
tae-teueuie Manoel Martins de Araujo'Castro, e a
esle como pai e tutor nato dos referidos roenores,
.para no prazo de 30 dias, sab pena de revelia,
comparecam ante este juizo, por si oa por seus
toastinies proeurtdores, alim de se dar por notifl
cado para vr mielar-se o prec itado mveotario e
os demais termos ate o fulgaaieoto de partilbas.
E para constar, roaadei passer o .pretente, que
era afflxado nos lugares do coslame e pablieado
.pela imprensa.
'Dado e passado sob roea signal e sello, ou valha
em sera sello ex-causa, nesta cidade do Recife-de
.'Pernambuco, aos 21 de novembro de 1874.
Eu, Floriano Correa de Brito, o flz escrever e
snbscrevo.
Francisco de Atsk OHveira Maciel.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa. Oliveira
Uaciel.
Na ma do
Rio de Janeiro.
Vigario n. 19.
OompanhCa FidelidaJe
Seguros meritirnos tcrrestres
A agenda desta companhia toma seguros man -
times e terrestres, premiosraxoaveit, daado nos
ultimo* o solo Ifrre, e o sdtfcuo anno gratuiw ao
segurado.
Felioiauo Jose Gomes,
_____________________ Agente.
tiniaoo de Hollands e Sonza (3j,
de Faria, Manoel Francisco
LeosiMa Macbado
Oliveira, Manoel
LNSKQQAO BO ARSENAL DE
MAMNHA.
Tendo em 10 de Janeiro proximo Taturo de ha-
ver nesta tnspeccao ceocar o, em comprimeillo do
aviso de 14 do correttte mex, e ordem do Ex. Sr.
president da provinrta, de bontem datada. para o
preenchimento de dous lugares de amanuenses
da secretaria, convido, de ordem do Rim. Sr. ins-
pector, aos pretendentes a esses lugares a spreieu-
tarem o mesmo lK;n. Sr. inspector seus requeri-
uieutcH, competartemente docamentados, pelos
quaes provciu te.'*>>orn couifioitamento, e a Idade
nunca menor de H annos.
Sao as materats, sobre que versa o -ooncurso
t* leitura e analyse gramnMtrcal, escripta de
trecbos em portognet.
S* ortbograptaia.
9 versao das linguas franceca e.wgleta.
4* exercicios de composicao era porluguez, re
dacQao e estylo de actoi officiaes.
lnspeccie do arsenal de marinha em Per-
ijaambuco, S8 de novembro de 1874.
0 secretario,
Alexandre Kodrigues dos Anjos.
Hospital Portuguez de
Domtngoi de Sant'Anna, Manoel forttulo de A
raujo Saldanka, Marcolina Maria da Concaicao,
Pedro Barbosa Vianoa, Fraacisca Felrsmina de Al-
boquerque lello, Maria-Aaelia de Albuquerque
silo.
0 official encairegado do registro,
___________Josi CandUb de Barros.
ADMLNtSTKACAO DOS G0RRE1OS D& PEH-
NAMBUCO, 3 UB OBZEMBRO EE 1874
Agenda 4e Cuyarobuca.
Faoe publico qw fuacciona d'ora em diante a
agenota do correio, -^eada na eatacio de Cuyam-
buca>(estrada de ferro do Recife a S. Francisco),
tendo a re^pectiva aaak expedtda diariamente, e a
correspondence reoeetda coao as demais esta-
e3es da mesma esrada.
<> admmistrador,
Aflonso do Rego Uarro*.
Pan o Rio de Janeiro
pretende segair com muita brevidade o brigue
feaeW, ten parte de sea carregamenlo engajado :
para o j-esto qae lbe ralta, trata-se com o sen con-
signaterio Antonio Lair de Oliveira ATedo, rua
do Bom iestts n. 87.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & 0,
Rua do Commerok* n. 41.
Antonio
O Dr. Sebasliio do liego Uarro? de Lacerda, jaiz
de direilo especicl do comniercio da cidade do
Recife de Pernambuco, por S. M. Imperial, que
Dens guarde, etc.
Pacp saber aos qae o preseirte edital virera e
delle noticia tiverem que pelos administradores da
maisa fall Ida de Azevedo & C-, me foi a pre-en-
lad a a classincrcao dos oredtto da dita massa, a
qual 6 a segoinle :
Credores chirographarios e que apresentaram
titnlos e aduiiliidos ao passivo da dita massa :
Ednardo Alexandre Burle, coma de livro........
4:102^450. Linden Weydman & C, conta delivro,
1:435*960. Cramer Frey & C, conta de livro,
1:157*430. Baslos & Silva, letra e conta de iivro,
1:027*930. Monbard Metller k C, conta de livro,
6:063*333. W. H. Wiatt & C, letra, 577*520,
Francisco Gomes de Oliveira Sobrinho, letra,
524*2.0. Mendes Azevedo & C, letra e conta de
livro, 394*350. Duarte irmaos, conta de iivro,
296*280. Sabino Jose de Almeida, conta de li
vro, 258*530. Lemos & Guerineau, letra, 256*940.
Alfredo Gibson, Cv.uta de livro, 222a020. Olivei-
ra & Irmao, conta de livro, 2i8*8C0.
E por esle edital sao citados os referiios credo-
res para dentro de cinco dias, contados da publi-
ca;ao do mefmo,dizerem sobre a dita clas'iflcajao.
E para que cbegue ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente edit*I, que sera publicado
pelos jornaes e afflxado nos lugares do costume.
Recife, 28 de novembro dc 1874.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do commercio desta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. M. o Imperador,
a quern Deus guarde, e'.c.
Fa$o saber aos que o presente edital virem on
delle noticia tiverem, que no dia 17 do corrente
mez, se ba de arrematar por venda a quern mais
der em praca publica deste juizo, depois da res-
pectiva audiencia, uma machina e caldeira de va-
por de fip;a de 12 cavallos, por 3:000* (da fabri
ca de T. Roiinson) ; uma macbina perpendicular
de serrar madeira, com 2i serras, por 2:500* ;
uma diia circular deserrar madeira, com seis ser-
ras, (em mao estado) por 3003 ; umaf'diia de ras-
gar o? dentes das serras com 2i rodas de esmeril,
por 500* ; uma dita perpendicular para serrar
pinho, com 12 serras, por 1:200* ; urn aguilbio
com tambores e tres correias para movimento das
machioas, por 500-.:. Penhorados por execu^ao
de Cardi-zo 6v Irlrmao, contra Antonio Joaquim
de Vasconcellos.
E nao havendo Isngador que cubra o preco da
avaliaijao, a arremataQao sera feita pelo pre;o da
adjudicai.-ao, :. i forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento. de todos,
mandei passar o presente, que sera publicado pela
imprefca e affiiado no Iugar do costume.
Recife, 3 de dezembro de 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento.
escnnao. b snbscrevi.
Sebastiao do Rego llanos de Lacerda.
Re-
nefioeocia
Sao convidados os socios a rennirem-se em as-
semWea geral, no domi ago 6 do corrente, as 11
horas, na secretaria do mesmo hospital, afim de
desempenharem as altribuipoes dispostas no 3'
do art. 17 dos estatutos, que sao : eleger a junta
administrativa e a comimssao de contas que tern
de funccionar no proximo anno de 1873.
Secretaria do Hospital Portuguez de BeneScen-
ciaem Pernambuco, 1 de dezembro de 1874.
Luiz Duprat,
Secrelario.
^'^AAaACOES.
Kauta Casa do llfeericordia
do Recife.
A junto administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife predsa contratar com quera se
propozer a fazer pelo menor preco, as obras de
que precisa o predio de dous andares, silo a rua do
Encantamento n. II, pertencente ao patrimonio dos
orphaos, orgada em 1:200*000.
Os pagaraenlos serao realisados em tres pre?-
tacOes iguaes. a primeira depois de comecar a ohra.
a segunda quando estiver ella em meio, e a ter-
ceira depois de concluida e entregue.
Descriccao das obra.
EFazer toda a coberta nova, substituindo as ter-
ras, unindo mais os caibros que estiverem perfei-
tos e collocando os nevo-< que forem precisos; en
ripar toda de novo, fazer a9 duas goteira9 e enm-
pletar as telhas que fallarem com outra9 novas.
Reparar o fogao, substituindo a chapa poroutra
nova, ladrilhando com tijolos proprios o espaco oc-
copado por elle, reparar o soallio, substituindo
uma taboa arruinada por outra.
Segundo andar.
l^Substituir a taboa da varanda por oulra de oa-
lbo, de amarello, Jadrilhar com cimento os capea-
50s das daas porlas da varanda, collocar uma can-
cella de ferro no patamar da escada que commu-
nica com 0 primeiro andar, /azer um vao deja-
nella, substituir dous peitoris po" novos, de ama-
rello, uma trave na frente posterior', Jres portadas
e duas taboas de soalho, de louro, deiiir toda a
ferragem precisa neste andar e solao.
Primeiro andar,
Substituir 2 portadas por novas, I peitsji9 de
janellas por novos, de amarello, 1 perna de grade
reparar 0 soalho, repregando onde for preciso dei-'
tar ferragem nas janellas e portas, substituir 0
corrimao da varanda e uma andabala da escada,
mudar 0 primeiro laoco para flcar encostado ao
oitao do norte, correndo uma parede desde a porta
da rua ate a escada, para isolar a entrada da es-
cada do armazem, ladrilbar com tijolos de alvena-
ria batida a parte posterior do armazem, a partir
do ladrilbo de pedra existente, a encoslar na fren
te, concertar uma janella. Tapar oma porta que
commnnica os dous sobrados pelo patamar da es-
cada.
Caiar, rebocar e pintar todo 0 sobrado com as
cores existentes.
As propostas serao recebidas em carta9 fechadas
no|dia 10 do corrente, em sessao da janla, pelas
3.boras da tarde.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 1 de dezembro de 1874.
0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Souta.
Juizo dos feitos da fazenda.
Gscrivao Totrea Banilfira.
Sexta-feira, 11 do corrente, depois da audiencia,
serao arrematados os seguintes predios :
Sobrado n. 39 de largo do Carmo, freguezia de
Santo Antonio, cujo andar terreo tern 2 galas, 1
quarto, e pecpwno quintal, o superior, 2 salas, 2
quartos, peqaeno sotao com cozinba, mede 64
palmos de fundo e 13 de vao, avaliado em.....
4:500*000.
Casas terreas, ns. 22 e 24 da rua de Motocolom-
bo, em Afogados, tendo aquella, 2 portas e I ja-
nella, 2 salas, 2 quartos, cozinba interna, quintal
murado, cacimba, mede 63 palmos de fundo, 19
de vao, avaliada em 1:200*, e esta, 3 portas, 2
salas, 1 gabinete, 2 quartos, cozinha externa,
quintal murado e cacimba, mede 68 palmos de
fundo e30 1|2 de vao, avaliada em 2:500:000,
cujos predios sao ediflcados em solo foreiro, e vao
a praca por execucao da fazenda provincial, con-
tra Joaquim da Silva Costa como fiadcr de Ma-
noel Pedro EvangeiiUa ; a3sira como 0 de n. 4
da rua da Ponte-Velha, freguezia da Boa Vista,
com 31 palmos de frente, 69 de fundos, 2 salas,
3 quartos, cozinha f6ra, quintal murado e cacim-
ba, avaliada em 2:000$, a qual vai a praca por
execucao da fazenda contra Anna Carolina dos
Passos. *
Recife, 1. de dezembro de 1874.
0 solicilador da fazenda provincial,
Joao Firmino Correia dc Araujo.
Em aditamento ao edital : a casa n. 5 do bec-
co do Tambia, com 2i palmos de frente e 31 de
fundo, 2 salas, 2 quartos, cozinha fora, quintal
murado e cacimba, em mao estado, avaliada em
900j, pc r execucao da fazenda contra a irmanda-
de de N. S. da Conceicao de Beberibe.
Sociedade Recreativa Bella
Harmonia.
De ordem do lllm. Sr. presidente, convido aos
Srs. siicius a comparccertin no recioto desta so-
ciedade, domingo 6 ao corrente, as 3 horas da
tarle, aGm de constituida a assemblea geral pro
ceder-se a eleigao dos novos funccionarios para
0 anno de 1875-
Recife, 2 de dezembro de 1874.
Almeida Costa,
1." Seeretario.
A nobre fi augusta casa M.\ do Especial
Rito Brasileiro, Corfic;ao Livre Popular,
reunida em seus dons poderej, por deliberacao de
seu irm.. chef.-, abre as portas do recinlo da sede
de seus trabalhos, a rua do Livramento n. 25, 3*
andar, a todos os associados do Circulo Brasileiro,
a comparecerem domingo 6 do corrente, pelas 11
horis da manha, a6m de se precavere:n dos hofto9
assustad res entre as familias existentes no im-
perio. Recife, 2 de dezembro de 1874.
0 sec.-, int.-.
_______________________J M.-. S.-. M.-.
Associacuo Portngaeia de BeneQ
ccncla dos einpregodoa no com
merclo e indaatrla em Pernam-
buco.
__ Por ordem do Illra. Sr. presidente da directoria
sao pelo presente convidados todos os Srs. asso-
ciados a comparecerem na sede social, terca-felra
8 do corrente, as II boras da manha, para com
suas presencas mais abrilhantarem a respectiva
sessao magna, que tern de ser celebrada no indi
cado dia e bora, para solemni3ar 0 2 anniversario
da installacSo desta associagao.
Secretaria da associa;ao Hortngueza da Benefi-
oencia dos empregados no commercio e industria
em Pernambuco, 3 de dezembro de 1874.
Jose da Silva Rodrigues,
l. secrelario.
eneficio do actor
Flavio Waodeck.
I'liimu eapccfeiilo cm qae Una
parse -> beneOlado
SABBADO, -S DO CORRENTE
Alia comedia en 3 actos do celebre Scribe :
BATAIIA DIWM
Segair se-ka a comedia em 1 acto :
Para obzeqfliar o men amigo.
Termmara cm a scena comica :
O Sr. Baaingos fora do serlo.
Tendo 0 beneflciado de retirar-se desta capital
para 0 que fas este beneficio, tern a nonra de
offerecer este lindj e bera escolhido espectacolo I
ao illustrado e hospitalciro publico pernambuca-'
no, a qaem pede toda proteccao, na ultima vez
em que vai extabir 0 sen irabaalho; auxiliadn pe-:
los seus dignoe crllegas que gracjosamente se
prestam a coadjovalo 0 em seu beneficio.
Prineipiara as 8 l|2 boras.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Sociedade Particular
RECREIO DRAMATICO.
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
Primeiro nnnitersarlo da Inaugu-
racao do Recreio.
Subira a scena 6 magoifico drama em 3 actos :
0 fidalgos de Pontalec.
E da-ri urn ao espectaculo a muito espirituosa
comedia, original brasileira :
Um defeito de familia
Prineipiara as 8 bora?.
Havera trem depois do espectaculo.
AVISO
Os Srs. 3ocios podem desde hoje mandar bus-
car os seus bilhetes nj theatre das 6 as 8 horas
da noite.
Companhia pernambneana.
Porto do Iracaty.
i A carga que de hoje em diante for embarcada
jiiosvapores da Companhia Pernambacana com
\ destino o porto do Araeaty, ser4 entregue na d-
I dade do mesmo noroe, sendo transportada da bar-
1 ra, (onde os Taporet costumam fnndear), em Ian-
I chat de propriedade da mesma companhia, inde-
vendenin de unalquer e'xigencia de pagameoto
pir tste servu^>
Da mesma forma sera transportada a earga
qae for embarcada no porto do Araeaty para
quaesquer oatrot porios da escala.
Recife, 16 tie novembro de 1874._____________
COlfPWI11A BBASILEIRA
DE
\AVEGACAOAVAPOR
Porto* do norte
ante <|uadros Junior
E' esperado dos portos
do snl ate 0 dia 8 do
corrente e seguira para
os do norte depois da de-
mora do costume.
Porto* dosul
Conde d'Eu, fretado
K' esperado dos portos do norte
ate 0 dia 10 do corrente e se-
guira para os do snl, depois
da detnora do costume.
Para carga, encommendas, valorese passagens,
rata-se no escriptorio
7RUA DO VIGARIO7
Pereira Vianna & C
AGENTES
Aoba-se a carga para Macao e Mossoro, o
bem conhecido biate Nova Esperaitga, quern nelle
quizer carregar, dirija se ao escriptorio ca rua
da Madre de Deus n. 2 : a tratar com Joao Al-
vares de Quintal, garante se que os fretes^sao ba-
ratissimos;
Pacilifi Mcani iNavigalion Couipaay
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se da Euro-
pa at6 0 dia 6 do cor-
rente, e depois da de-
mora do costume, se
guira para Babia, Rio
de Janeiro, Montevi-
deo, Buenos-Ayres, Valparaiso. Arica, Islay e
Callao, para onde recebera passageiros, encom-
mendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegaaa.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
imm
nmm
HESSAGERIES MARITIMES
Linha inensal
LEfLOES.
LEILAO
DE
.diversos bens como abaixo se mencionatr, perten
I centes a massa fallida de Joaquim da Silva Costa
Espera-se da Europa ate 7 i FTO TR
do corrente, seguindo depois
da demora do costume para
Buenos-Ayre?, tocando na
Babia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo.
Rio Grande
E' esperado dos por-
tos do sul no dia 10
do corrente, seguindo
depois da demora do
costume para Bor-
deaux, tocando 'em
Dakar (Gor6e) e LisbOa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
tra-
Veneravel irmandade do Senhor Bom Jesus
das Portas da igreja da Madre de Deus.
De ordem da mesa regedura, convido a todos
os ncssos irmaos para se reunirera no consistoria
desta igreja, terca-feira 8 do corrente as 10 ho-
ras da manha, para em mesa geral se proce-
dor a eleifio como determina 0 12 art. 22 do
compromisso.
Secretaria, 4 de dezembro de 1874. K
0 secrelario.
Alexandre Americo de Caldas Padilba
Onda a
juiz de
pelo
Segunda-feira, 7 do corrente mez.
audiencia do Exm. Sr. desembargador
orphaos, vao a praca por arrendament"
tempo de 3 annos, 0 predio de um andar, si to
a rua da (mperatriz n 40C, a razao de 1:8o0iS
anouaes, servindo de base para arrematacao dita
quantia ; vai a praca a reqnerimento do conse-
Da|ior Atonio Henrique Rodrigues.
aFm.'NISTRA: AO DOS CORREiOS DE PERNAM-
^UCO,2 DE DEZEMBRO DE 1874
ProvimeJ"0 ^e a0DS la(fare? da praticantes
Faco publi(^.', aue at6 dia 1' do corrente se
acha aberta nest* administracio, das 9 boras da
manha as 3 da tarde, a 'osc'Pcao para 0 exame
dos candidatos a dous iu'qares de pra"cantes.
0 exame tera Ingar no w',,a ,2, as 10 noras da
manba, e versara sobre as Sv. f umtes materias :
exercicios de caligraphia e orlhbg/aPbia> ari'nnie-
tica elementar, comprehendendo o n^ do I*"*
metrico e nocSes geraes de geograpbia.
0 conhecimento das linguas eslrangeiraJ" dara
direito a preferencia.
Os pretendentes devem apre;entar certificalJ,.,
medico de boa saude, 9 provar com certiaao nao
terem menos de 18, nem mais de 30 aanos de
idade.
Aflonso do Rego Barros,
Administrador.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\'avegayao costeira a vapor.
'ARAHYBA.NAfAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CEARA, ACARACU' E AMARRAgiO, NO
PIAURY.
0 vapor Pirapama, comman-
/&&&~f* dante Silva, seguira par os
'/s7ls*K* Prt03 acima no dia 7 do
^ZAmJX ? ccrreme, as u horas da tarde.; ^el^niet
- Recebe carga ate 0 dia 6, en- [. ---------------
^^^"^^^^* commendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
hila : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
as ft horas
Era 0 2." andar do sobrado da rua Duque deCa-
xias n. 35.
0 agente Dias, competentemente autorisado pelo
lllm. Sr. Dr. ju z especial do commercio, levara a
leilao no dia e hora acima indicados, pertencentes
a massa fallida de Joaquim da Silva Costa, ose-
guinte: ,
Uma armacao de louro forrada de amarello,
parte envidrajada, balcao com tampo de pedra e 22
barricas varias, a qual existe em 0 estabelecimen-
to da rua Duque de Caxias n. 40, que pertenceu
ao fallido.
Um terreno no Varadouro, confronte ao gazo-
metro, tendo cerca de 400 palmos de frente, dei-
tando os fundos para 0 mosteiro de S. Bento, solo
foreiro ao referido convento, contendo algumas
meias aguas, tendo a frente e fundos murados.
Os solos das peqaenas casas sitas no pateo do
Paraizo, a direita da igreja do mesmo nome, sob
!ns. 33, 39, 41, 4'3.ei7.
Um relogio de prata, I pulseira de ouro, 1 alfi-
| nete e diversas outra9 joias.
Moveis.
Um piano em mao estado, 1 par de consolos, 3
sofas de jac randa, 2 cadeiras de bracos, 2 ditas
de balan^o, 12 ditas de guarni^ao, 1 commoda de
; angico, t bidet de mogno, 1 par de vasos, 9 ca-
deiras de amarello, K guarda lou^a, etc., etc.
j 0 mandado acha se em poder do referido agen-
te, onde pode desde ja ser examinado pelos Srs.
Para 0 Araeaty segue com brevidade 0 hiat
nacional LeoniUa da Cruz : para carga e pasza
giros, trata-se com Antonio Alberto de Sosu
eiaiav, a rua do Araorim n.GO.
LEILAO
BAHIA
. Do sitio do Salgadinho n. a.
com boa casa de moradia.
Ao meio dia.
0 agente Pinto levara a leilao, a requerimento de
D. Alexaudrina Maria do Sacramennto Pereira, in-
ventariante dos bens deixados por seu marido, c
por despache do lllm. Sr. Dr. juiz da Ia vara do ci-
vel, 0 sitio do Salgadinho n. 5, 0 qual sera vendi-
do para pagamento djs credores, ao meio dia do
dia acima ditc, no escriptorio do referido agente,
lo Din. Sr. Dr. Juiz especial do commercio, levara
novamente a leilao, no dia e bora acima indicados,
as armacSes, moveis, drogas e mais utensilios exis-
tentes em 0 referido esUbeiecimento.
0 mandado contendo todos os esclarecimentos
precisos acfta-se am poder ao mesmo agente, onde
pode desde ja er examinado pelos Srs. pretenden
m.
LEILAO
DE
dividas na importancia de 6:8899052, mas-
sa fallida de .lose Bernardo da Motta
Qaarta-feira 11 de dezembro
0 agente Martins, l-vara a leilao, pela segunda
vez, por despacbo do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, as dividas activas da massa fallida de
Jose Bernardo da Motta, oa importancia de .
6:889j052, em lettras e comas'de livros.
A's 11 horss rlu d'a uin.a.
No armazem da rua do Im-
perador n. 48
AttenQao
Parente Vianna A C avijam ao publico eat
commercio qae 0 Sr. Jose Antonio da Silva Goi
maries nao i mais caixeiro da firaa Vianna 4
Gohnarles, da qnal somos os liqnidaiarios.
A VINO
Jose Antonio Domingues de Figuelredo, proprie-
tario da fabrica de cigarros do Becco Largo n. I
n. I A e n. 2, avisa aos con farros, que modoo sua offlcina de cigarros do
para 0 I* andar do n i e n. I A, por ter d
eutrar em obra 0 de n. 1 Fas a aviso para.
algnem tao julgar 0 contrario, e seas 'regneze.'
Qcarem scientes de que so o:cupa as S lojat do*
nomeros acima, e 0 l andar do mesmo predio.
Da se 2 2001 a Jnros sob hypotheca em nma
casa : oa rua de Hortas n. 86
Precisa se de nra caiieiro nacinnal on e-
trangeiro, para taverna, ate iJide de 18 annos a
tratar na roa Direita n 1
Moleque.
GS9
Precisa-se de om moleque para eriado : no lar-
go da matriz de Santo Antonio n. 2, primeiro an
dar.
DE
JOIAS
No dia 11 de dezembro proximo, sefaraleuao
por inlervencao do agente Martins, de todos os pe
nbores consumes das cantelas seguintes, visto ter
se Undo 0 prazo das transacgoes a tens donos nio
as reformarem.
A saber:
1802, 1503, IS65. 1583, 1784, 1835, 1868,
2050, 2091, 2095, 2192, 2254, 2256, 2282,
2397, 2436. 2448, 2458, 2481. 2617, 2712,
2738, 2750, 2799, 280?. 2807, 2867, 2871,
2929, 2945, 2972, 2987, 3007, 3023, 3034,
3045, 3060, 3065. 3076, 3093, 3096, 31t0,
3151, 3174, 3175, 3185, 3190, 3193, 3194,
3197, 3205, 3206, 3207, 3211, 3213, 3218,
3223, 3227, 3234, 3235, 3242, 320, 3231,
3260, 3262, 3265, 3273, 3277, 3280, 3285,
3293, 3298, 3300, 3304, 3309, 3312, 3318,
3321, 3326, 3327, 3334, 3339, 3341, 3334,
3366, 3373, 3384, 3394, 3397, 3399, 3406,
3415, 3419, 3432, 3444, 3460, 3468, 3480,
'IX/Vi TXiiG 'it: n ocan Oftfjf\ <&!* iybmi
N.
1936,
2342,
2737,
2896,
3037,
3149,
3195,
3220,
3i54,
3288,
3320,
3338,
3410,
3493, 3500, 3508, 3517, 3527, 3529, 2533! 3353',
3356, 3572, 3579, 3589, 3596. A' travessa da rua
do Duque de Caxias n. 2, 1* andar, podendo di-
tas cautelas serem reformadas, pagando 0 premio,
on resgatadrfS ate 0 bater do raartello.
Dividas da massa fallida de
Bernardino Pinto Coelho
0 abaixo assigoado tendo ar.-ematado em ha*ta
public*, por mandado do lllm. Sr. ir. jnis do
commercio, as diti las constants da referida mas-
sa, roga pelo presente a todos os devedores a
virem on ra.inJarem pagar, a rua estreita do Ro-
sario ns. 5 e 7, padaria, no prao de 30 dias, tin-
dos os quaei se procodera judieialmeate.
Recife, 27 de novembro de 1874.
________-leronvmo Salgado de Castro flqimaries.
O abaixo assigoado faz sciente ao corpo do
commercio que nesta data vonden a sna Uverna
aue tmha no Monteiro ao 3r. Bento Pires, livre f
desembaracada do activo passivo ate a preset*
data.
Recife, 28 de novembro de :874.
___________^_ Joaquim Jose Dias.
Ultimo
LEILAO
DOS
bens e dividas pertencentes a massa fallida de
Roslron Rook & C
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
Em a rua do Marquez de Olinda n. 37, andar.
0 agente Dias, levara pela ultima vez a leilao,
por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial dj com-
mercio, no dia e bora acima indicados, os bens e
dividas pertencentes a massa fallida de Rostr.n
Rook & C.
A saber:
Os direitos que teem os d.tos fallidos sobre os
dominion e posse nos lerrenos de marinha sitos no
Caes do Ramos e aforados perpetuaraente ao can-
selheiro Felippe Lopes Netto, terrenos avaliados
todos em 56:624600.
Os direitos que teem n'uma casa e sitio no lar
go da igreja da Torre, tendo a frente para 0 norte,
com 200 palmos, e os fundo para 0 sul, com 800,
ficando entre 0 sitio do Sr. Gantier e a proprieda
de da familia do barao do Rio Formoso, avaliada
por 3:000|000.
E as dividas na importancia de 273:427^882.
0 mandado em 0 qnal se acham descriptos os
devedores com as respeciivas quantias e datas dos
venciraenlos dos titulos, e todos s mais esclareci-
mentos precisos, acha-se era poder do referido
agente, onde d: sde ja pode ser examinado pelos
Srs. pretendentes; certos de que nesse leilao Bca-
rao deOnitivamente vendidos os referidos bens, pe-J
lo inaior preco que se obtiver.
WISOS DVfcBSOS
Folhinlia para 1873.
Sahio do prelo a bera conhecida folhinha 'de
Variedades, contendo tarabem 0 Diccionario das
Flores, das cores e das pedras preciosas : a ven-
da na livraria Universal, rua do Imperador 0. 54.
a 400 rs.
Fugio do engenho Brejo, freguezia de Naza-
reth da Matta, a 7 de setembro de 1871, 0 es-
cravo por nome Joaquim, tendo os signaes se-
guintes : mulato aiaranjado de cabellos caxiados,
feicoes e'stiradas, tendo falta de um dente na fren-
te, 0 andar canguelro, p6s seccos, as maos e
bracos compridos, falla grossa, olhos pardo9, e 6
quebrado. Roga-se as antoridades policiaes e ca-
pitaes de campo a apprehensao do raesmo e leva-
lo ao dito engenho, que se gratiQcara com a quan-
tia de lOOj.
Engenho Brejo, 2* de novembro de 1874
Sitio para alugar.
Aluga-se m suio oa Capunga, a rua da;
Criouhs n. 57, com grande uumero de fructeiras,
jardim, tanques para banho, caciisbas, bomba
com muito boa ca9a de vi venda, compleumecu
reedificada, cocheiras, estribaria e uma grand*
baixa de capra : a tratar na rua largi do Rosarit
n. 20, *egundo andar.
Casa.
.'Aluga-se em Fora de Portas n. 25. rua do Pi-
lar, com cornmodos e tem portii jara a man
grande, para quem quizer toraar banhes -algad u
p:s fica peitinho ; a ehave para ver esta no Re-
cife, rua da I'adeia n. 3.
Victor Augnsto Nepomuceno aflna piant
concerta e lecciona musica : pode ser procura
do na rua da Ponte-Ve.lha n. 28, Boa-Vista.
HOTJBIi
Restaurant de Bordeaux
Quartos
mensaes a 354
andar.
Saloes particulars
mobiliados com gosto asHgnatura>
na rna f de M*rco n. 7 A, 1-
Alaga-se para passar a festa, oma casa em
Beberibe, Porto da Madeira, com muitos enmmod>
para familia : a tratar na rna Duque de Caxiai
n. 88, loja.
Precisa se de uma ama para cozinhar
ravessa do Corpo Santo n. 25.
na
AMA
Precisa-se de nma ama for-
ra oa escrava, quo cozinh
bem 0 diario de nma casa On
familia : a tratar na Capunga, rua das Pernamt a -
caoas, casa de sotea n. 19, ou na rua do Hospicn
n. 25, paga-se bem.
AfHftfl '>ara con,Prar' cozinbar e tratar J-
xxiiiao meninos, para casa de peqnena fami
lia : a tratar na rua Nova n. 12.
AfrlJl PredaVM de uma ama pan coxinha'
xiiiia e eng0mmar parl casJ ae UfM tMmWik
de duas pessoa : a tratar na rua d-> S. Joao n. 6!
Quem precisar alugar u?;
escrava boa engom madeira e co-
zinheira, drija-se a ruX da Sj-
iedade n. 92, e igualmente an
raulatinho para eriado.
Ama
0 major Bellarmino do Rego Bar
ros e u ci.nselheiro Joao Alfredi
Correa de Oliveira, pedem aos seu:
amigos e aos amigos de sen press
disMmo pai p Mgro Baiao deG ;.
inna, o i*aridotf obsequio de aw i-
reai a iL!.-sa que ha de ser NfSdj
na igreja dc S. Francisco, as 8 horas da manha, i
dia 5, por alma do mesmo barao, fallecido no i 1
29 do mez passado.
Precisa se de um caixeiro con pratica it
molbados, de 16 a 18 annos de iJadu : a tratar no
Forte do Lima, era Santo Ama<-o das Salinas.
C8
Segue com este destino, nestes quatro dias, 0
palbabote RosUa, toraando para 0 referido porto Z..TSL"~iZ. d 1V"'Vo"
a carga que lhe apparecer, por isso quem quizer iDI ma de Bom Je9US "' 43'
aproveitar, p6de dirigir se aos consignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Bellrao & Filho, a rua do
Commercio n. 5.
Companhia illiuiicn maririma
portueuse
Empreza de navegagSo entre 0 Brasil e Pot
tugal
PARA 0 PORTO
Barca pcrtugueza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar com os seas consignatarios Jose da Silva
Loyo & Filho.

Thoiiiiiz de Aquino Fonceea k C.
Successors
todos os vapores, sobre as segointei
taccam por
pracas .-
Lisboa.
Porto,
Braga.
Vianna.
Viseu.
Guarda.
Cuimbra.
Guimaraes
Regoa.
Chaves."
Villa-FIor.
MiraDdella.
Alijo.
Favai'iM.
Brag, es,
liame^o.
ADMINISTRAQAO DOS CORREIOS DE PERNAM^
BUCO, 1 DE DEZEMBRO DE 1874
Relacaq da correspondencia registrada Csem valor)
recebidade diversas procedencias ati esta data,
e que nao tem sido entregue por ignorarse as
residencias dos destinatarios.
Antonio Frliciano Rodrignes Sette, Avelino Pe-
reira da Cunha, Belarmino do Rego Barros, Ber-
nardo Vieira de Aaorim, Arminio SaladioO, Pran-
cisco Delflno da Silva, Jose Jnlio Mendes, Francisco
Octavio Ramos, Felix Gomes Coimbrs, Feliciano
do Rego Barros Araujo, Guilherme Raymundo da
Costa Leite, Jo;e Jeronymo Monteiro, Joao Cancio
IVrWra :..s Santos, Joaquim Chaves Teixeira, Joao
J e H..dngues Vieira, Joaquim 'Bezerra da Cosla
1 Mendes, Luis Jose Pereira Simoes, Lonrenco Jus-
Companhia AUin^a Mariti-
ma Portuense.
Empreza do Davega^ao entre 0 Brasil
.M,J e Portugal
* Barca portugueza Victoria
Para 0 Porto
A sahir com a maxima brevidade. Recebe ear-
ga e passageniros : s tratar com Jose da Silva
5oyo & Filho.___________________
(^^jptanhia de navegay80 a va-
,,-or bahlana. limitada
Mj,Ch;6, Penedo, Araoajd e Babia.
E' esperado dos portos
acima ate 0 dia 12 do
-rrente, 0 vapor Valeria
de" si?**** e MnW
Jsra 0. row0'"0 Kdia
seguinte ao de s^a ch-
gada.
Receba-se carga, encommendas passageiros a di 1
nheiro : trata-se na agencia com 1
Antonio Lux d Oliveira Azevedo.
57-Rna do i> a Jesus57
cbapeos de diversas qualidades e de 158
duzias de courinbos para fbrro
QUARTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
A's 1 [ horas da manha
Em 0 armazem da rua do Commercio n. 48.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora .acima indicados, 0
sortimento de chapeos que abaixo se meecionam,
os' quaes sao vendidos para liquidar contas.
702 chapeos do Chile.
425 ditos de baeta.
27 ditos de pello de seda.
27 duzias de chapeos spartirie diversos.
18 ditas de ditos de sol.
4 ditas de ditos de sol, cabo de marfim, Paragon
158 duzias de courinbos para forro.
0 referido agente convida aos Srs. logistas a
que comparecam ao referido leilao, certos de que
se lhes promette vender barato.
Hotel de f En rope
Alaga-ge eate msto e znagniflco
tabelecimento a rua do Cozn-
merciu 11. t'i.
Este antigo e bera eonhecido BOTEL, que fe-
chou so por causa do fallecirnento do Sr. Ednardo
Tourpin, acha-se provide de todos os pertencas e
ornamentos correspondentes a fama de que sera-
pre gozou.e estando situado no Iugar raaU ap-
parente e agradavel do Recife como e 0 do bou-
levard, defronte do desembarque de pas?ageiros,
os interessados nao acbarao occasiao mais pro-
picia para eslabekcer se com um HOTEL bem
montado, em bom local e ja acreditado.
Para tratar, oirigir-se ao escriptorio de Pereira
Carneiro, a mes:na roa do Commercio 11.6.
Aluga-se
INovo leilao
DAS
armacdes, moveis, drogas e mais utensilios
existentes em a botica denominada Popu-
lar, 'sita em a rua da Imperatriz n. 71,
pertencentes & massa fallida de Goncalves
ia no a ,. Alaga-se 0 bom armazem e primeiro andar do
yuinta-feir* 10 ae dezembro 1 predio sito a rua do Vigario Tenorio n. 16, por
A'S 11 HORAS DA MANH> prejo rasoavel : a tratar 04 rua do Marquez de
0 agente 6i'i*i competentemente autorisado pe-1 Olinda n. 87.
para escriptorio, 0 primeiro andar e para mora-
dia 0 segundo dito : na rua do Marquez de Olin-
da n. 4._________________________
E' com a policia.
Chamamos a atten^ao da policio para uma ca-
sa sita a rua Imperial, que e babitida por mu-
Iheres que pelos seus maos comportamentos e
vidas desregradas 'atordoam com constan
tes lupanares e actos indecorosos toda a visi-
{nbanQa honesta, a ponto de ja por diversos dis
tnrbios que sao continuos alii ter sido necessa
rio 0 comparecimento da policia.
Pedimos pois energicas providencias a autori-
dade competente atim de fazer desapparecer dalli
tao depravadas mulheres.
Recife, 4 de dezembro de 1874.
0 cbservador desses actos.
Custodio Jose de Oliveira participa ao conT
mercio que tem iusto vender sua taverna sita a
rua Imperial n. 91, livre e desembaracada, e, se
alguem se julgar com direito a mesma, apresen-
te se no prazo de tres dias da data desie.
Recife, 3 de dezembro de 1874.
Doce finodegoi ba
Ha constantemente para todos cs pre cos, tan::
em lata como era caixio, de todos os lamantae- :
no pateo do Terjo n. 52, i arnde N veode ma>
barato. _____________
Precisa-se de um mtnino para caixeiro, da
12 a 14 anncs de idade. prefere-se d >- chegados da
Europa : a tratar na rua da Ho la 48.________
Ausentou-se
da casa de sea senhor, desde o dia 3 do corren:->
0 escravo Miguel, pardo, de 19 :.nnos de idad-)
solteiro ; levou caica. e csmisa br nca e jaqu*:a
uania: qaora ap Uniao, i.u Uaa dos Ititos n. Vi, que se a re.om-
pensado.
Tenlo o ah '\o assigns in, a" d*spe in da
casa comraercir. ue losi Carneiro da uiinh;., ajns-
tad 1 sflas eontst, "omo este 0 declara erp m eo*n-
muuicado de t do corrente, e -em 1 -, 11 honto e
s6 p r epirvi. de maledicencia 0 insei". e cjiiiinunicado contra a Cinlurta I3
abaixo .nas'pT... I*. Em li:.;i. unMSMsra sfWl. -
inrnie coritri < mb i- BSto istraator. Rtcife, 4 Je
dezembro de 1874.
Jo=o |ve< da Si!r.
Aluga-se
o efuadb aodar e armazem da rua de Ped 3
Alfonso n. 59. <> sobrado de um an-i.tr e *<>tao da
roa do Hospicio n. 65, enp andar t armazem it
sobrad i da rua do Bora Jesus n. 63 : a tratar oa
rua do-Vigario n. 31.
Villa de Falmares
Na padaria d-.-n rain..dr. Manrty, .-i:i aa pr; a
'.<-ste nome, BMa dc azulejo n. 2, Je.-u villa, 6*U
tiel-cimento de Fraocisco Strafii-ti iv As-is Vas-
concellos, fabrica se com a maior perf-ifio. !im-
pezi e barauza. pio, b.Iicha e tndo qtunlo se
pode iU.r da rarinha de trifo. 0 anaunciame
pr3testa servir c.nu es/n.;ro e afrado a utdo* qaan-
tos quizerem honrar -en estabek-eimeui e so cjds-
litnirem fregaezes e consnmidore*
Alnga-se
uma casa nos Afogados, rua do Molocolombo n.
18, contendo duas salas, 4 quartos, cozinha fora
e quarto para criados, grande quintal, com ca-
cimba de agua de beber a tratar no Recife, a
rua do Atalbo n. 13, Boa-Vista.
AUencao.
kkftst
0 armazem da rua do Hurgo n. II, 0 r aodar do
me>mo sobr^dD, assim rora.1 om quarto la roa da
Senzala-Vtlba (becco upal) e uma outra casa
oa travtssa do Mooteiro, etu Santo Auiouio, u f :
a trata- na rna da Praia n. 20, com 1-nt Pelic-aoo
Xazaretb___________________________________
Nesta tvpographia preersa te d> ant BMOtflo
de, 14 a 16 annos para aprender a botar pap-l oa
machina.____________________________________
! Jose Alves da Silvs, deix>o de t*r caixeiro
lo Sr. Jose Carneiro da Cun*ia. por Dotivos jus-
tos.
Recife, 2 de dezembro de 1874.
Jo?e Alves *ta s-lva.
Vicente Peireira & Irmao rotiram-ae para Eu-
ropa, e durante sua auseocia deixam eocaireaado
de seus negncios o ?n. Vk-wo Victor t %irao
Victor os mescnos finui >utorisa4os para : rid*
su*firj>a para todo e quaiquer oagocu.


Diario de Pernambuoo Sabbado 5 de Dezembro de 1874.
Estrada de ferro do Recife a Gaxanga.
Do dia 7 de dezembro de 1874 em xjiante a partida dos trens sera regulada pela tabella seguinte:
LOHA H|UDf GIPAIi

DOMlSGOS E DIAS SAMiriCADOS
Estates
Recife.....
Ilua do Sol. .
Raa Formosa .
Offlcinas.....
Soledade.....
.Caminho Novo .
Manguinbo.. .
S- Jo j6. .
Torre ...
Ponte d'Uehoa. .
Jaqueira ....
Parnameirim .
Sam'Anna .
Casa Forte .
Caldeiretro. .
Monteiro. .
Porta d'Agua. .
Apipucos. .
Dous Irmaos. .
Pedra Molle .
Caxaoga.....
Mn It fi
6.00
6.06
6.08
6.10
6.12
6.15
6.17
6.20
6.23
6.26
6.28
6.31
6.34
6.37
6.40
6.45
6.47
6.50
6.54
6.59
7.05
7.00 8.00
7.05,8.05
7.08
7.10
7.12
7.15
7.17
8.08
8.10
8.12
8.15
8.17
8.!0
8.23
....'8.26
....18.28
....18.31
8.34
8.37
8.ID
7.42 8.45
7.47 8.47
9.50 8.50
7 54 8.54
7.59 8.59
8.05 8.05
9.00
9.05
908
9.10
9.12
9.15
9.16
9.20
9.23
9.26
9.28
9.31
9.34
9.37
9.40
9.43
9.47
9 SO
9.54
9.59
10.05
9.05
9.09
9.\i
9A7
9.40
Tardf
1.00
1.05
08
1.10
1.12
1.14
1.17
1.20
1.23
1.26
1.28
1.31
1.34
1.37
1.40
1.43
1.47
1.50
4.54
(.59
2.05
1.18
1.40
2.0! 3
2.05 3
2.08 .
2.10',.
2.12 3
2.15
2.17
2.20
2.23
2.26
2 28
2.31
t. 34
2.37
2.40
2.43
2.47
2.50
2.54
2.59
3.05
0514
1914
4,
4
V
1 It
12
3 18
3.43
5.00 .1. 5.03 5 09 6 05 7.0.*i s.(:,
5.08 6.0K 7. 5,10 5.12 6.10 7.10 8.10
5.12 a * 6.12 7.1* H.I2
5.14 6 15 7.1.?. 8.14
5.17 5.18 6.17 7.'7 8.17
5.20 6.211 7.20 8.20
5.23 .., 6.23 7.23 .23
;i.:(i 6.26 7.26 K.:C
5.28 .... 6.28 ?.28 8.28
5.30 ... 6.31 7.31 8.31
8.14 6.36 7.34 8.'4
5.37 6.37 7.37 8 37
5.40 > a . 6.40 7.40 8.40
5.43 S.IO 6.43 7 43 8 43
5.47 6.47 7 47 8.17
5.50 - 6.5017.M 8..Ml
5.54 * 6.54:7.54 8..'i4
5.59 6 59 7.59 8..MJ
6.05 7.05 8.05 9.05
8.03
8.09
8.12
H.I8
H.iO
9.(0
9.an,
9.08
9.10
9. Hi
9.15
9.7
9.20
9.231
(.56
9 n
9.3|!
9.34
9.37]
9.40
9.43
9.47
9J
9.5V
IO.C
lJ.Ci
D.08
n.io
i. u
hl.tS
i>.i:
!.
l>.26
I I.M
I).31
1 '.-Si
n.37
I). w
I). 43
i
t.m
!.tJ
DIAS UTErS
EslaoOcru
Caxaoga. .
Pedra Molle .
Dous Irmaos. .
Apipucos. .
Porta d'Agua. .
Monteiro. .
Caldereiro.. .
Casa Forte. .
SanfAnna.. .
Paroameirim. .
Jaqueira. .
Ponte d'Ucbda..
Torre......
S. Jose ....
MaDgninho. .
Caminho Novo.
Soledade. .
Offlcinas. .
Rua Formosa. .
Rna do Sol .
Recife.....
IIa nil*
5.45
5,50
5.52
5.57
6.00
6.05
6 08
6.10
6.13
6.16
6.18
21
6.24
6.27
6.29
6:32
6.34
6.37
6.39
6.41
6.45
6.45
6.50
6.52
6.57
"7.00
7.05
7.08
7.10
7.13
7.16
7.18
7.21
7.24
7.27
7.29
7.32
7.34
7.37
7.39
7.41
7.45
7-15
8.05
8.07
8.69
8.11
8.13
8 15
8.17
8.20
646
8.08
.10
8.13
8.16
8.18
8.21
.24
8.27
8.29
8.31
8.33
8.35
8.38
8.41
8.45
8.10
8.14
8.20
8.25
8.43
8.49
8.'52
8.55
9.15
9.17
9.19
9 21
9.23
9.25
9 27
9.30!
9.10
9.14
9.16
9.20
9.22
9.25
9.28
9.30
9.32
9.35
9.37
9 40
9.43
9.45
9.47
9.49
9.51
9.53
9.55
9.57
10.0
10. lo
10.19
10.22
10.25
10:29
10.33
10.36
10.39
10.41
10.44
10.46
10.4!
10.52
10.54
10.36
11.00
TaiMle
1.50
ii

8
I*8-
a-S2
o .
B
a> u- en
2.35
3.10
3
3
3
3.
3.
3.10 3.
3M4
3.17
3:20
3:23
3.26
3.29
3.32
3.35
3.38
3.40 3
i.G
3.42
3.45
3.47
3.50
3.55
06
.89
.01
,03
.05
.08
,11
S.fO
5. ft
6.17
5-30
5.23
5.5
5.29
5.32
5.35
5.38
5.40
5.42
5.45
5.47
5.50
5.55
5.35
6.40
6.44
6.36
6.50
6.52
6.55
6.59
7.02
7.05
7.09
7.11
7.14
7.17
7,20
7.23
7.26
1:
7.30
7.32
7.35
7.40
700
7.24
7.27
7.29
7.31
7.34
7.37
7.41
8.10
8.14
8.17
8.20
8.24
8.27
8.29
8.32
8.35
8.38
8.41
8.43
8,4
8.49
8.51,
8.53
9.55
9.59
K>.02
10.05
10.09
10.11
10.14
10.17
40.20
10 23
10.26
10.28
10.31
10.33
10.36
10.40
9.33
9.39
9.41
9.4S
9.47
10.00
10.20
10.23
10.2d
10.28
10.31
10.3.
10.38*
DOMINGOS E DIAS SAPiTIFICADOS
Estates
Caxanga. .
Pedra Molle .
Boas Irmaos.
Apipucos
Porta d'Agua. .
Monteiro. .
Caldereiro. .
Casa Forte. .
Sant'Anna.. ,
Parnameirim.
laqueira. .
Ponte dfJchoa
Torre. .
S. Jos6. .
Manguinbo. .
Caminho Novo
Soledade; .
Offlcinas. .
Rua Formosa. ,
Rua do Sol. .
Recife......
Manila
5.35
5.41
5.45
5.51
5.53
5.55
6.00
6.03
6 06
6.10
6.13
6.15
6.17
6.20
6.23
6.25
6.27
6.30
6.32
6.35
6.40
35
41
48
50
51
53
00
03
.06
10
13
18
17
M
23
IS
il
30
:!2
33
V
7.33
7.41
7.45
7.50
7.52
7.55
8.00
8.03
8.06
8.10
8.13
8.15
8.17
8.20
8.23
8.23
8.27
8.30
8.32
8-33
8.40
I
8.35
8.41
8.45
8.50
8.52
8.55
9.22
9 25
9 27
9.30
9.32
9.35
9.40
10.05
10.12
10.14
10.19
10.22
10.25
10.28
10.30
10.33
10.36
10.38
10.41
10.43
10.45
10.48
10.50
10.52
10.53!10
10.57'11
10.30
11.00
11.03
11.35
11.41
11.45
11.50
11.5?
11.55
12.00
12.03
12.06
12.10
12.13
12.15
12.17
12.20
12.23
12.25
12.27
12.31
12.32
12.35
12.40
2 00
Tnr 2.22
1.24
I.S6
2.29
2.31
2.34
2.38
38
'il
18
.5-1
52
55
00
03
,06
10
13
18
17 4
4
'1
'1
1
i
I
4
4
.20
.H
.25
.27
.30
.32
.35
.40
35
VI
45
50
52
55
00
03
06
10
13
15
17
.20
.23
.23
.27
.30
.32
.35
.40
4.00
4 22
4 24
4.26
4 29
4 31
4.34
438
5.35
5 41
5 45
5 50
5 32
5 55
6 (.0
6 03
6.06
6 10
6 13
615
6 17
,6 20
6 23
6 a
6.0!)
6-27
6 30
6 32
6 3*
6 40
21
2',
.26
29
31
.34
40
35 7 35
41-7.41
45.7 45
50,7 50
52'7 52
55j7.53
00,8 0
03 8 05
06 8.06
,I0|8 10
13 8 t:<
15 8 15*9
9 00
17,8
20,8
I7'9
20!9
23i8 S3;9
25,8 25,9
27 8 27j9
30 8 30:9
32 8 3219
31
4!
IS
50
52
55
00
n
M
10
13 ....
....
.17'. .
0 .. .
23 9.22
25 0.2'.
27 9.56
8 JBI9
8 N>'!>
30
32
JS
.40
9.29
9 :ti
9 34
1.31
Kit
'.15
'..,')
.52
).K
I
W.W
I ."
W.I
1 I.I.
U.I?-
11.17
I >.J
l).t::
1 ).2J.
19.27
19.31
1 '.
IIAII1L DOS IFrLICTOS
mma. VOLffA
DIAS UTEIS DOMINGOS, ETC. DIAS UTEIS DOMINGOS, ETC.
iHiaioc^ Manna Tai'tlc Manha Tarde Ei.((;iM'S Mnntaa Tarde Ha nit it I Tarde
Recife..... 6.15 7 50 1 ( 1 2.30 4.30 6.30I9.00 7.OOJ 9-05 1.05 3.05 5.0518.05' Caxanga -. 8.10 3.25 5.20 6.40 9.35 1 8.35,10 05 3.35 5 35 8.35
Rua do Sol..... 6,19 7.54 2 .34 4.34 6.34 9.05 7 05 9 09 (.09 3.09 5.09 8.O9; Pedra Molle . .... 8.14 ... 3.29 5.24 6 44 9.39 ----- 8 41 10.12 ----- ----- 3.41 5 41 8.41
Rua Formosa . 6.16 7.56 2,22 4.22 6.22 9.07 7 08 9.08 .... 1.11 .... 3.08 8.12 Dous Irmios. . .... - .... 3.33 - 6 46 9 41 8.43 10.14 ----- 3 45 5 45 8.45
' HK'iuap - 6 93 7.58 .; , a.o* i.9i 6.9i 9.10 7.in e.ie .... 1.10 1. 12 "'. Ii e.iof Apipaooa . S.90 2 36 3 31 6. SO 0 i3 ----- 8 SO 10.19 ----- XJ'.V 3 50 8 50
Soledade..... 6.21 8,00 2.27 4.27j6JI7 4.30 6.30 9.15 7.12 9.12 .... .... 1.12 .... 5.12 8.12 Porta d'Agua. . .... .... 3.38 6.52 9.47 ----- 8 32 10.22 ^ ----- 3.82 5 62 8 52
Caminbo Novo... 6.23 8 02 2.30 9.15 7.15 9.15 .... .... 1.14 .... 5.14 8 14 Monteiro..... 7.15 8.25 <. . 3.41 535 7 00 10 00 ----- 8-55 10.30 ----- .. 2.00 4 00 6 CO 9 00
Manguinho..... Entradados AfQictos 6.27 8.05 2.40 4.40 6.40 9.17 7.17 9.17 .... .... 1.17 3.18 5.17 8.18! Casa Amarella. . V.19 8.28 .... 3.43 5 38 7 05,10 05 ----- 9.03 10 34 ----- ... 2 04 4 ti 6 05 9.05
6.30 8.08 2.43 4.43 6.43 9.20 7.20 9.20 1.20 3.20 5.20 8.20 Mangabcira . ;.23 8.32 .... 3.it 5.42 7 09,10 09 9.07,10.38 ____ ___ 2.09 4. Oil 6.07 9 07
Igreja dos Afllictos.. Tamariaeira.. 6.32 8.10 2.46 4.46 6.46 9.23 7.23 9.23 .... 1.23 3.23 3.23 8.23, Tamarineira. . V.27 8.36 .... 3.48 5 44 7 13,10 13 ___ 9.12!I0.43 ----- __ 2.14 i.l'i 6.12 9 12
6.35 8.13 2.49 4.49 6.49 9.27 7.27 9.27 . . ... 1.27 .26 5.27 8.27; Igreja dos Afuiclos. 7.30 8 39 -. 3.51 5 49 7 17,10.16 ___ 9.13 10 46 ____ __ 2 17 4 17 6.13 9 15
Mangabeira.. . 6.39 8.17 .... 2.52 4.52 6.52 9.31 7.31 9.31 .... 1.31 3.30 5.31 8.31' Entrada dos Afflicts 7.33 8.41 .... 3.54 5 51 7.20 10 18 9.18:10 .49 ----- ___ 2 20 4.20 6 18I9 18
Casa Amarella... . 6.43 8.21 2.54 4.54 6.54 9.35 7.35 9.35 .... ___1.35 3.33 5.35 8 35i Manguinbo. . ;.35 8.43 3.56 5 54 7.24 10.20 ---- 9 22'10.52 ----- _ 2 22 4 2.' 6 22 9 22
Monteiro..... 6.48 8.25 3.00 5.00 7.00 9.40 7.42 9.43 .... ... .1 1.43 3.40 3.43 8.43 Caminbo Novo. . .. . .... .... 3.59 5 56 7.27 10 23 9.25,10 54 ____ ___ 2 2i'4a2i 6.25 9 25
Porta d'Agaa. Apipucos. Doas Irmaos. . 8.29 3.04 7.02 ... 7.47 9.47 .... ... .1 l.47| > 3.47,8.47 Soledade.. .i! Offlcinas ... .1 .... ..(. .... 4.01 5 59 7.29 10.26 ----- 9.27!10 56 ____ 2 26'4 26 6 27 9 27
8.33 3.10 5.04 7.05 ... 7.50 9.50 . * .... 1.50 ... . 5.50 8.501 ;.42 8.49 .... 4 03 6 01 7 31 10 28 -----y.30'10.59 ___ __. 2.29 4 29 6 30 9 30
8.38 3.13 . # 7.08 .... 7 54 9.54 .. ___ 1.84 3.54 8.54 Rua Formosa. . . .. .... .... 4 05 6 04 7 34 10 31 -----9 32ill 01 ____ ___ 3.31 4 31 6 32 9 32
Pedra Molle.* . 8,40 3.16 5.10 7.10 7.59 9.57 .... .... 1.59 * 3.59 8.59| iua do Sol. . 7.45 8.52 4 08 6.07 7 37 10 34 -----19.35,11 05 ___ ___ 2.34,4.3416 33 9 35
Caxanga .... ----- 8.45 .... 3.20 5.15 7.13 .... 8.05!10.05J ' 2.05 .... 6.05 9.05.1 Recife..... 7.5018.55 4.12J6 10 7 41 10 38 ||9.40:ll 10 ----- 2 33 4 38l6 40.9 40
R. C. Batterbee, gerente.
NiYO H\ MAIS F\UIA WE, GT.I.O
AGORA HA COM ABUNDANCIA
Gelo para almogo Geio para cerveja
Gelo para lanche Gelo para refrescos
Gelo para jantar Gelo para sorvetes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar came
Emfim, gelo para Todos; e para qualquer Uso
NA
FABRICA NOVA DA VIUVA STARR
Caes do Capibaribe n. 38.
Aberta 00s dias uteis das 6 horas da manha ate rs 5 horas da tarde, e no* domingos e dias
santos ate as 11 boras da manhS. \ ......
N. B. Os pedidos de quantias grandes para os vapores ou para fora da cidade devem ser
feitos com antecedencia.
ESCRIPTORIO Raa do Commercio n. 40.


Pocos lubiilares inslaotaneos
ODILON DUARTE k IRMAO
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
N". 7RuadoBarao da Victoria, outr'ora NovatN 7.
0 dono deste csiabele^imento tecdo de ir a Europa, vende a pretos baratissimos odos osseus
trigos, como sej. m "
Calcado francez
para homem
senhora,
lueniuos
e menlnas.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
Milias de vime e de faia.
Vende-se muito em conta, ca3eiras avulsas, de
baianco, de bracos e de dobrar.
Perfumarias.
Bods pianos.
DE
Estes pocos|que tern provado ultimamente muito
bem em todas asjpartes aonde foram collocados, emcon
,^equencia dos aperfeicoamentos nelles introduzidos, conti-
nuam a vender-e por precos muito baratos.
A tratar na pharmacia dos Sra Maurer AC: rua
do BarSo da Victoria (outr'ora Rua Nova) n. 25 das 8 ho-
ras da mauh ate is 4 da tar ie.
Finos extraetos, banhas, oleos, cpiata e pos den-
trifice. agua de (lor de laranja, agua de toillete,
divina, norida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nbas sortidas e garrafas de differente; tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conbecidos 'abricantea Piver e Coudr&v.
Dos melhores e mais modernos modelcs de
Blondcl : vende-se, troca se e aluga-se.
Quinquilharias.
Artigos de diflerentes goatoa e
phaniaslaa.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
ditae de couro, e cestinbas para bracos demeninas,
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
cbarntot e cigarros, escovas, pontes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de yiagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens,
globos de papel para illuminacSes, macbinas de
fazer cafe, espanadores de pain as, realejos de veio,
accordaos, carrinbos, mamadeiras de vidro para
dar kite as crian^as, e muitos outros artigos.
Brinqueaos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes parte-
da Europa. para entretimentos das criancas. tudo
;. precos mais resnro'dor uue 6 ricasivel.
J
I
55
Constructor e afinaor de pianos
Bua do Imperador-
55
Ex-afmodor das autigas e afamadas casas Pleyel & Hen, e antigo direc tordar
ofBcioa da casa Alphoose Bloudel.
Tem a houra de declarar ao respeitav^l publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinacftes de pianos, qualquer que seja o ertado do mstrumento.
A' mesma casa acaba de recebtr iirn gr.^udf sortimento de pianos dos melho-
res fabrlcantes d Paris, como Erard Pteyd, Henn Herz* Alphonse Plondel) todoa
os pianos Compra se e recebe se em Hoca os p.anos usados.
CABELLt !iIR0S
Premiados na exposicao de 1872

RUA
DA?
IJJPERATRIZ
X" 6*}
[!. ATOAR.5
4^2-^5
Rl'A
1KPERATK I
H. 81
l. A5DAR.
Acawam de r.^rmar o sou estabelecimento, collocandc-o nas melboret > .
diccoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sra*. 't-
quiilo que ffir tendente a" te de csbelleireiro.
Fazem-se cabelleirafi tanto para homenscomo para senhorss, tupete, chigK,n,
coqnes modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadrw t^-
mulares, (lores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mcrcados estran-
geiros, recebe directainente por todos us vapores da Europa, as suas encommendas e lig-j-
rinos de modas, e por isso-pode vender 20 /, menos que outro qualquer, garantndT
perfeicao no trabalho, agrado, siucendade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como f6ra ; vende-se cabelloa era
porcao e a retalho e todos os ntensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
LO J A D JOIAS
DE
JOSE JOAQIIH DIAS DO REGO.
Isito aim ju dSo e lic|iicdaciIo e (|ueima I
0 proprietario deste novo estabelecimento aturdido com o inesperado estridor dos grilos -c
surgem de todos os angulos desta grande cidade, annunciande a liquidacao dos esUbeiecimentoa *e io.a .
e, receioso de ficar ^OSLNHO, apezar de bem avaliar as grandes vanlagens que neste caso deveria aa-
ferir; tomou a inabalavel resolucao de QUB1HAR todas as suas joias. com o unico fira d eaeorpo: ar-
se a grande car?.vana, e, com ella, segnir em romaria para.......e segredo I
A pyra esta ardenteas viclimas aguardam brilhantes o momenta do sacri6ck> to la
os sacrificaaore?.
Is to posto, espera-se, comjusta razao, uma grande coucurreqeia dos amantes da ecoa
que nao devem perder o ensejo dese oroverem de objectos taes; e devem n'o ainda assim faxer,
que depois de todas essas liquidacoes, com o novo aano, acabam-se as JOIAS desta cidade, a aao
tera publico aonde dellas se possa prover.
i
CR4PE08 W ML
Gurgel do Arraral & C, a rua Ptimeiro de Hi n
de cbapeg de sol de seda, lisa < tranv-ada, com bonit
vepdem-osaM e 7$, wndo e*te pu-^o meude do
n 20 a, receberam nm graad- .riiavalo
- <\t nnicorn- ma'r:i e n*&j~
eah r.
M




Diano de FBjntamoaco Sabbado 5 <5e Dezombre tie 48*4
/Us 2o:oooSooo
Biihetes de lotcrlas do Hlo.
____ Praca da Iodependencia n. 22.
flft-jtse-se um rapaz, com 16 annos de ida-
4*> jerv caixe ro de taverna, com pratica da mea-
nt: a Vaiar no pateo do Terco n. 34. -
Aioga aw o 1 andar da casa da praca do
Cwtpfc a'Ku n. 21 : a tralar na Soledade cum Jose-
H.arifae da Silva Guedes, sitio u. 27. '
TodaattQiNja f f y\" Moleaqft fceuto.
Preeisa se (allar com os seguinles senbores,
a raa Primeiro de Marco n. 10, primeiro andar.
Sr. Can-lido Vieira da Guana, de Sergipe.
Ilto Aatooio da I'.unha, da Bahia
Boaingos Olympio B. Cavalcmte. S bral do
Pantaleio da Silva.
Retalha se, com frente para a rua da Amizade,
?obre 19i palmos do fundo, uuu porcao ue opUa;0
terreno para edijjcacfto, tirada do sitie ewKJgue
i igreja de S. Jose do Manguinno, dj preca de
5y* por palmo. Aquella frtnte 6 toda murada,
oem como a parte posterior e a lateral extrema:
os pietendentes puiem entuier-se com o Sr. Dr.
Witruvio.
I1TITIT0 PARTICULAR.
RuadaRoda n. 48, sobrado.:
Prime ras lettras, porluguez, francez, in-',
glez, desenbo linear e musics.<
Sob a direccjlo do professor Herminio I
Rodrigues de Siqueira funccionam ditas an-1
las todos os -dies uteis.
Recebe aturonos internos, raeio pensio-
nistas e externos ; fjrnece todo o material
para escripta e livros aos principiantes, por
precos muito razoaveis.
Gratifica-se com .';0,(J0(T reis a oliem pegar Fo'r-n
lunato, moleque de 13 a li annos, pseto, baixo,
cneio do earpo, roto e wtheci rnloodo?, uarlz/j
chato, cabeiles carapiohog e cortados de fresco
auaentou se na tarde de 10 de oatubcq do coua
anno, com camisa de madap. fao, calca de '
de cor, desbo'.ada, e chapeo de massa preto.
tiQca se na iaa da Cadeia do Recife n. 39, on na j
rua da Aurora n. 165.
jra-
I ADV0GAD0
BACSAREL JOAQUIM GlENNES DA
SILVA HULLO.
3 Bna estretta do Roaarlo *
priineiro andar*
HdDoel Jose Honteiro
Torres.
Keller & C, administra-
dores da massa fallida de
Maiioel Jos6 M. Torres, pa-
gam aos credores da mesma
massa o primeiro dividendo
a razao de 19 por cento.
E. A. DELOUCHE
M-lii do Marquez de Olinda-24
Esqialcsa do beeca Largo
ParSicipa a seus freguezes e amigos que mudou
o si estabeiecimento de relojoeiro para a mesma
:"ii'i n. 24, onde encontrarao nm grande sortimento
de .rek-'gios ia parede, amerieanos, e cima de me-
sa, *k>3 melhures gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qualida ies, patente snisso,
de oor<) e prau doarada, foleado (plaquet), relo-
ios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
iabriL-antes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lnnet;.s
deioffrs as qualidadea, tudopor precos muito ba-
CRIADO.
Precisa =e do um criado para trabalhar em um
rilsc e ar.dar com carroja : a tratar na rua 1 de
aiai;vi. 14, Icia.
fazendas e
artigos
de alta

no vi dado
NA
LOJA 19 P
Primeiro do Karco d. 7
Consultorio medico
DO
Mr. Hurillo.
RUA DO VIGAWO H, I, AMDA*.
Recem-chegado d Europa, (md fr-
quentou os bospitaes de Paris eLoadref, if
Sodera ser procarado a qnalqner hora do \l
ia on da noite- para objoeto de sna pro- j'
fissao.
Consnltas-dasB as 8 horas da maahl e
do meio dia as duas heras da larde. :
GRATIS AOS POTBE8.
Especialidades: Molestias d senhoras,
da pelle e de crianca.
PENHORES
K'ata-ovdssa da ma
dastJruzes n. 2, pri-
meiro andar, d4-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhaates, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-ee os mes-
mos metaesepedras.
SKsotIIwHHI
ALUGA-SE
O arraaietn .da roa de Pedro, Affonso n. 57, e
of bo no caes do Ramos n. 44 : a tralar no raes-
mo eaes n..42.
Aos 5,000 covados dela
A ISO rs.
lcjaJij Pav.iu xende se iazinjias de muito
tos bobIos e Uelicados padroe?, lazenda nova
roercado, pelo diminuto prr-co de 160 rs. cada
00 m covado ; quern deixara de fazer vesiidos de
lai tao bonitos e por tao poaco dinheiro ? Forae-
l'm 9 se as amoslras: na rua da lmperatriz nume-
0.___________________________________^^
Ci
M
nma grande casa terrea com bastantes commodos
sita na estrada do Lucas : a tratar a rna do Vi,
A.
Cardelro simficg A C, proprietarios
- lortapte estabolecimento, no louvavel pro-
nao destneotirem o conceito que os
auotrrosos freguezes ln?= '. im.de receber do ?na eaota o mais nco sor-
1 sedas, popelinas, las e artigos de nl-
la em Paris, e continuarao a receber
ns pa.|U'-tRS daqn^lla-procedencia ; por
I main a attenc4o de sens freguezes e os
arem did passeio ao ?ea estabeleci-
garantindn-lhea que encontrarao a reali
qae fica dito, e para pr v.i dao um pe
imo. i-njo infaliivelmente despertara a
y ,'. > d"S preteodentes.
a casa dcs frcguezcs, e dao
ir ni diante penhor.
A.r(fa;oa !e alia novidude e
uliicna moda.
tes de ve-tid'i lie lioho uarneeidos de bico
f da e cor, trazendo fivella, bolca,
'"> etc
inn is cbapeo! pnra senhora, de cores e
de cambraia brancos com lindns bor-
.
' res com enfeites ia nesma fazenda,
-. etc etc.
d I para meninas e senhoras, guarne-
:: a m >.
- pai i haptisado.J
- eamisas brdadas para senhora.
1 mad ept>roia, para noivas.
i c Ichas de. -eda, para cas3meaio.
'. rtps i-'.n. lindts cores.
trio de seda branca e dito preto.
has ledelicalis padroes.
Macao de tolas as cores.
' i|! pretos e de c.res.
ii preto h damasco de seda.
' De preta e de cores.
: i "in braneo e preto,
basqoinas de seda.
lasac s de merind de cores, li, etc.
: t%s bra?ilc-ira".
t niantas para noiva.
v raia de cores, uitas mariposas brancas, de
i. baas h horladas.
; b is |ue (novu'.ade).
linas :!:'juadros, lisiras, etc.
is de linho para vesiidos.
- i de (-. -.
*) irdadas para senhora.
iiando sortimento de camisas de linbo lisas e
tented -. para homem.
Mi' de cores para homem, senhora, meninoa
nenima.
S -'-nto de chap^os do sol para homens e
:.
oas de core para vestidos.
t>: pieu. iranrad e le wrao, bombazina, can-
i. tc. etc.
de liuho e algiNHo para toalbas, e dito
javde *
fti-i sco de la.
d iinh-i braneo -j de cores.
d. Imdx corps corn ustras.
de rneruio d>', cores e pretos
de I iDquim e ditos de casemira
Can :-"as de chua para horo^">,. ("tas de fla

r,\-,\- d:- linho e dil?. de algodao.
w crttcitet pan aofa, cadoiras, etc.
r lados e ditn> de latiyrinlbo.
c irte< de veHtdos de larlatana, bordados,
.-> i bailey, fi tarlalan i de todas as cores.
ehaa de damasco de la, e ditas de crochet.
ipartil o Hmh* e bordados.
*'i nlard de seda, liodas coros.
Vleias d seda para e< nlmras e meninas.
lasewfras pretai e d^ cores.
PoiielliiaM.
i:"l? ir'ig'i temoH um varialissimo sortimento'
so }9 nm gosto como era qualidade.
Laa
wra iir^ras de seda, ditas com palnas bordadas,
'tes tran-parentes e de o.iiras muitas qualidad.g.
Lavas
m peilica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
>rJaBte louvin.
Fiiialmenlf :
tfHtft nan S"fa, cadeiras, caina, entrada, etc..
brancas, chitas de todas as qaalidades,
pio>s, esginii, bretanbas, braraantes, algo-
mtf, lunnhos, punhis, meias para homera e
-.. pun'Hw e collarinhos brancos e de co-
ws para vuhoras, gravatas para homem e senho-
>. i. rdadot, lencos de linho brancos ede
ari.~.p mwnm fioo, etc., etc.
Loja- do Passo
rimeiro de Margo D. 7 4
autiga do Ctp*?".
Aluga-se a sala e a alcova do 3. andar do
sobrado n 70, a 'ua Duque de Caxias, proprio
para mocn s lt"iros : a tratar na loja.
Sa.honete vegetal pre-
servativo do conta-
gio venereo.
A desct bcrta de um meio preervalivo
da [ofeecao syphilitica tern occupado a
attpn.ao de muitos medicos notaveis
desde epoca mui remota, a"i.-to movidos,
spra dnvida pete dosejn de pcuparem a
humanidade as fuiii-stas consequencias
do contacto e absorpcio de um pus tao
ii .ali'flco.
O Or. Antonio Ferreira Houtinho, dis-
tincto medico na cidade do Porto, e ho-
mem abastado, q .c com o mais desin-
teressado empenho ?e entregou por
loBgDS annns ao estudo e ensaios para at*
tingir um tao louvavel quao humauitario
desideratum, jnlga ter descoberto subs-
laodas fegetaes, que reunidas em for-
ma de sabonete, produzi'ni com efflcacia
e de nma m^neira infallivel o pretendi-
do eff.ito.
Sua conviccao e tal, em vista de nn-
merosaa experieacias feii-is n i hospital
da cidade do Porlo, e do bom resultado
que o publico tem obtido do uso de tal
preparacAo, que i-lle offtrece o premio de
um contn de r6is fortes, ( ci-mo-se le no
jorual Actuatidade do Povto de 2 de
maio deste anno ) a quern Ihe provar a
improflcuidade de seu invento.
Por auiurisagao d Dr Mnutinho, o
U';ico depAsito de sens sabonetes para
esla provincia e para todas as: provin-
__a, dragonas, charlateiras, ban
das, abotoaduras lisas e donradas, para criado
etc.; assim como nm completo sortimento ds
ranjas, gajSo fabo para ornameuto, cordJo de li
com borla para quadros e espelhos (ccnf"rme o
gosto da encommenda) tudo nor muito menos
Ereco qae em outra qualquer parte: na praca da
idependencia n. 17, junto a loja do Sr. Aranles.
CostureLuas para modista.
Procisa-se na rna da. Paima n. 34.___________
Aluga ae u > e 2*'nd*ra da rua ^ do Impe
draor n. 50 : a tratar no 3' andar._________
O Monte Lima
tem am completo sortimento de gallo e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as largnras,
abotoaduras douradas para officiaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
AoSr. Justino Perefra ^^^SSj^^^^:tl^
Moraes.
O abaixo^sstgnado arreaatante das-dividas da
massa fallida de Joao Hygiho de Souza, pede ao
Sr. Justino Pereira de Moraes,- raorador aa Imma-
calada, o favor devir araaDireiti n. 81 ultimir
sua conia com referencia a mesma massa.
Recife, 23 de novemt.ro de 1874.
lose I\icat do Paria.
: G0NS1ILTD8I0 I
MEDICO-CIRURGICO 3
DO S
a Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
]5 PARTEIP.O R OPKRADOR
^Itua do VlBConde de Albuquer-j^
A que n. 39. jm.
ESPECIALIDADE
Molestias de senhoras e w
menlnos. 'JtL
Consultas das 7 as 10 horas da ma- JJ
nha, todos os dias. JP
St, Das 6 as 8 dn-ooite.nas segundas, qnar- jgj
2 t*3 8 sextas-feiras. J*
Wt Os doentesqne mandarem os seus cha- JP
< mados por escripto at 10 horas da ma- m
5 nha serao visitados em snas casas. H
LIOUIDACAO.
i 0 Paris n'America esta llquidando os cal;ados
' pelos .'egainles precos :
i '--.liolinas de daraqne, de cdres, com canno alto e
jlaco, a Luiz XV a 5*000 III
Botinas de duraque, de cores, tordadas. canno
alto, a 6* III
Botinas de daraqne com laco a 34.
Botinas pretas garpeadas, canuo alio, a it, 54 e.
6*000.
Botinas li-as e enfeitadas, para meninas a 34,
Bitinas de Suzer, de cordovao com ponteira e*
verniz, para homem a 84. Aproveitem, qae e
barato.
(M verde eprele
Amaral, Nabuco & C. declaram a seas amigos
e frcguczes que receberam pelo ultimo vapor
de Europa, nova remessa de cha verde e preto,
garantem sua boa qualidade e vendem no sea
Bazar Victoria, rua do Barao do Victoria a. 1.
Por 600 j e barato
Vende se am e.-cravo de 30 a 35 annos, 6 bara-
to, proprio para rt-Gnacao, padarla, ou mesmo
para am silio, por ser de boa condaeta e seu se-
Dhorretirar-se para fora : na rua de Hortas n. 96.
I1VI
PARA 0
Natal-folia
Aluga-se
os armazens ns. 60 e 69, ua praca do chafariz sm
F6ra de Portas, um onde teve tenla de ferreiro
0 fallecido E. Mabult. O outro que esteve occu-
pado coni venda de molhados, para 0 que 6 op
tirno pela localidade e ser de esquina. ambos livres
e desembaracados de impostos: a tratar com 0 com-
mendador Tasso.
cias do norte, e a Pharmacia Central, e
para ob.-tara 'jualquer fraudeserio con-
siderados falsirlc dos todos os sabonetes
qu nao levarem 0 rotnlu de-.te estabele-
cimenlo.
Ph-rmncia Central
38 l',ua do linperador 38
Aluga-se a casa da rua do Visconde de Pe-
lotas, antiga rua do Aragao n. 18, com 2 salas, 4
qudilu3, luneU'ji ?' jaiadu, outiuba, bum quluial,
portao, e mais um quarto no quintal : a tratar na
rua da Ponte-Velha n. 20, das 6 horas da manba
as 9 em diante, na rua do Commercio n. 18, a tra-
tar como prjprietano Domingos Pereira do Lagis.
Bonsbanhos edormida fres-
ca no Monteir >.
Aluga se iili por prego cummodo uma casa pe
Da festa todos desejam
Ver 0 dia resplendente,
Dia qae nos leva a raente
Do intlnito is alturas :
Onde os anjos 0 amor beijam
E a caridade festejam,
Teem as almas sepulturas
Nas estrellas que flammejam I
E nesse dia em que tem
Do jubilo rasgar 0 seio,
Saindo Ibu bem do meio
A cratera da alegria :
E' preeiao qne ns amantes
Da pura gastronomia,
Venham ja e quanto antes
Do Campos ao armazem.
Porque so assim terao
A sciencia do prazer :
Comer bem, melhor beber
Spiu receio da maldade
Nern da vil supersticAo,
Que jamais consecuirao
Supplant r a liberdade
Nos eareeres dain uisicao I
Rao tli) liii|Kv.i)l>. d. 28
Do prazer viva 0 rcquinte
Alegre como 0 truvSo,
E da mesa a descrip-.-So
Reparem : 6 a seguinte :
Mesa giganta.
PreSaDtos, fiambres, paios, chourifa-,salc'ricliis
e linguicH ; lombos de por:os e de carneiros ,
ave3 em conserV, pe ixes e tounnhn ; camaroes,,
ostras, lagojtas e coe.Jios cojii hervilha?; conserva
legumes e champignons ; queijos Htffiengoe, pra-
tos e lonlrinos ; doces em calda e de gouba ;
fructas em conscrvas, pa-sas, amendoas, notes e
ameixas ; al-.-iria, taltiarim e mae*rr3o ; ararnta,
AI'ISOVEITEll
A1|000
Cambraia branca, bordada, com listras e de
quadrinhos, ab rtas e lapadas, por termos nma
grande porcao, resolvemos vender barato para aca-
barmos, 0 fazenda mnito larga e muito fina, que
sempre se venden por 2; 0 metro, e estamos ven
dendo a 11 a vara : so quem tem para vender
por este preco e Gnilherme & C. rua do Crespo,
loja das tres portas. Dao se amostras.
Fiimlas Herniarias
ELECTRO -MEDICAES
Para ligar perfeitamente e curar radical-
mente
as quebraduras
EsSdS fun las estabelecidas sobre os conheci-
mentos medicaes e anatonicos mantem as quebra
duras as mais wlumo-os e difQceis, impedmdo 0
seu desenvolvimento. Ellas teem nma accio elec-
trica que na generalidade dos casos opera nma
cura radical sem que 0 doente se snjeite a pres
cripgao alguma, a excepcao do uso conlinuo del-
las. A cura opera-se no periodo de 12 a 20 me-
zes conforms a hernia mais ou menos antiga.
Unico deposito em Pernambuco, pharma-
cia e drogeria de Brtholomeu & C.
Rua ldrga do Kn.ario n. 34.
Proprios para teles.
Chegaram em boa quadra, para a loja do Passo,
riquissimos cortes de seda com largas listras
achamaloladas e lindissimas cores ; cortes de tar
latana com palmas borla 'as a prata, proprios
para nailes : sd na laja do Passi, a rua Primeir j
de Marco n. 7 A.
Yende-se
uma casa na villa de Barrr-iros, na rna do Com
mercio, por preco modico : a tratar com Tatst
Irmaos & C.
Cortinndos a :tOOO
O Pavao vende cortinados bordados, prcprios
para cama< e jancilas, a 7s o par. i pechincha
que logo se acaba : na roa da Imperajriz n. 60,
de Felix Pereira da Silva.
LIQUIDATED
NA
Loja de fazendas
dM
Rua do Crespo n. 2 0.
Las de cores miadas mnito boas para roqpa
meninas a 160 e 200 rs. o -covado.
LI pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Aloacas de cores tmas a 320 e 300 rs. o eovi:,
So se- vendo.
Ditas com listras abertas, (azenda fina, a Iff rs
covado.
Chitas dea)res a 240 180 rs. o <***.
Metins de cores mindas a 280 rs. ocorafo.
Cretones, o melhor qae tem viodo ao SMnado
400 4M rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas abertaa, kaeo b
mais Boa qae tem vindo ao newsfc, 4 faara li
de 1*000 o metro, per 14000 a vara ; e j.
cbipeha.
Ditas prctaa eorn lores niadas a 108 rs. e eerado
Cambraia iraasparente, flna, a 34 a peca.
Dita Victoria, fina, a 4*000 a pefa.
Organdy de assento brance e de ceres, era >
res miurhs de seda e de la, a 4W rs. o eorad
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 80990
corte ; 6 (aienia de 84. E' pechincha.
Camisas de linho finas, lisas, a 35* a duzia, t fa
zenda de 554-
Brim braneo de linho a 1*400 a vara.
DRo Angola, verdadeiro, a 898 r. o eovasVi.
Madapolao francez verdadeiro, 14 jardai, a 8* -
74 a peca.
Algodae T, largo e superior, a 54 a peca.
Gorgorlo preto de seda para vestido e para coll*
a 34 o covado
Toalbas aloocboadas a 44500 a duzia.
Colchas grandes a 34500 nma.
Cobertas de gangs, forradas, a 3*.
Lencoes de bramante a 14 am.
Lencos de linho, abainhados e caaafeai
34590 a duzia.
Ditos de caca de cores abainhados a 34899 a da
zia.
E outros maitos arligos qae se vesrie por c
nos do qae outra qualquer parte a para to c*
So na lorem qnciram mandar ver as aosoetms.
enganaja de
Gnilherme & C.
Para o fabrico de chapel
A NOVA ESPERAXCA recebea o wane prop: -
para armacao de chapeos.
BAZAR
DAS
FAMILIAS
Ron Doqoe de Caxias n. 60 I
Para a festa
quena que tem 1 salas, 3 quartos, c.zinha e boa! topioca e cintnenta qualidales di ma-sas Tinas e
cacimba, e 6 pcrto do rio : a tratar na rua Nova, j nulrientes; cha, Bate, cafe e eh col: te fianr-ez,
loja n. 7. ^hespauliol, pcrtuguoz e naoi'.nal ; bolachMias,
' bolinho.- a coufeitos, slanteiga mgltai e franet-za
Precisa se de ama para cozinhar
mazem Baliza, tua a. l>vrmerto n. 38.
Fugio
ngcnho Jaboatao, fieguezia de Santo Amaro de
Ja boa tao, no dia 17 do curreute niez (novtmbro) o
escravo africauo, Jotiao, com os sigoaes seguin-
tes: 60 annos, pouco mais ou menos, tenf alguns
cabellos brancos, baixo, seeeo finas, ddos compridos e seccos, meio fulo, cabeQa
comprida, testa grande, nariamelo afnado, dentes
alvos, tem a* sola de u"i dos pes uma fistula,
levnu camisa de chita roxa, cai( de azula>> ; segaio a direccao do Recife, onde se
jaiga estar : a peseoa que o apprehender, podera
le a lo ao referido ei-genho, ou a rua Direila n. 40,
1* andar. que sera genwosameBte recoinoensada.
Vicente fugio
Na noite de 13 ?ara 14 de marco do corrente
anno, fugio o niuUto Vicente escravo, de 20 a
22 annos de id.nl., b -niia figura, barba e estatnra
regular, levando vestido e em um sacco Jroopa de
algodao branca e alguma fin> perlencente a um,
i-alxeiro da ca;a d'onde fugio, e naiural da fre-,
gueiia de Sant'Anna do Mattos dii ser livre, cria-
do ern companhia da madrinba D. Anna Lui:a da
Luz de quem alias (oj escravo : roga-se, portan-
Uy acis srs. capitaes d.^ eampo e autoridades po-
liciaes a apprelieusao do dito escravo e enlrega-
io na cidade do Recife, rua do.Crespo n. 10, ao
Sr. Joaqaim Mereira Reis, ou ha cidade do Assu
ao Sr. Tonuato Au^usto de Oliveira Baptista
que serao generoi-imente recompeusadts.
Mail
Esta eneouraeado L!
Agua mole em pedra dura
Tanto da nte que a fura.
Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de .
sscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duqne de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
6ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon afevereiroeabril de 1872,enada cumprio;
s por este motivo e de novo ehamado para d
3m, pois S. S. se deve lembrar que este negoci
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho
ichava nesta cidade.________
Aluga-se a loja do sobrado n. 2, na rua das
Larangeiras : a tralar na rua da Praia n. 6.
Leiam todos.
Carles Walter, anligo e bem conhecido relo-
joeiro desta praca, scientiflca aos seus numero-
sos fregutzes e amigos desta e de outros pro-
vincias limitrophes, e ao illnstrado publico era ge-
ral que tendo mndado o sen estabeiecimento da
rua-da lmperatriz n. 18, para a casa n. 17 da
mesma raa, confroote ao antigo estabeiecimento,
ahi se acha prompto para exe.utar qnaesquer
obras de relojoaria e mechanica ( as mais diffl-
caltosas) como sejam, concertos e obras novas
em qualquer relegio de uso commum, e chrono-
metro de aigibeira e roaritimos, e o respective I
regulamento destes, coja exactidao garante dan-1
do
tem
' banha, arroz, batatas, cebollas, alhos, cominli^,
_____ [pimenta, mo-iarda e rnolbo ingtez; cervpjas, ci-
|dra, champagne, cognac, genebra, hespirediin,
, bitters', li:ores e aguardmtt de cann'a ; vjnhos
j de Lisbon, Figueira, Carcavellos, Collars, Bair-
JraJa, Baatos, Potto, Borgonha e Boideaax ; ''i-
: garros, charutos e uma grande (giganta 1) quan-
I t tidade de victualhas raras e exeiiantes, nau fal-
, lando nas especialidades dos preparados francezes,
: allcniaes, icglezes, tarcos, chineres, hollandezes,
I tialianos, prussiano-", hamburguezes e arneiica-
(uos I
Alem do que:
Enff.ntrase nm immeno deposito de no\ida-
dis, como sejam : velas turada*, (1) urcidas (I) e
de ecore, hilh.is, qnartinhas, e outrcs mui-
tos .'Iji-ci s de grandes phantasias ; assim um o
ImaravHhoso oleo de mmsmona preparado expres-
jsamante para conibatera gigantomania o appla-
car o systema nervoso I Ver para c.er.
Districc.6es:
Os amantes das palestras e boa pinga, encon-
t trarao no fundo do estabeiecimento, alem de mui-
: to fresco e agu'a fria, baneo3 macios e mesas as
' sen das, desiinadas ao service dos lunebs, que os
! mesmos amantes podi rJo saborerrcm ao som ma
j vioso de uma elegante rousica composta dos me.
| Ihores cantores amerieanos e q..e sSo coadjuvados
por uma bicharia domestica e inleressante.
Moralidado da cousa.
E' immenso o sortimento
E se vende pelo custo,
Pelo que 6 muito justo
So ao Campos comprar ;
Visto qae e um portento
Dos generos o paladar I
Rhum nacional.
Premia.lo na exposi^ao da Sociclade Doze
de Dezembro.
Vende se, pelo diminuto preco de 1* a garafa,
nab-m conhecida tverua do Lima, rua do Ba-
rao da Victoria, confroole ao oi'.ao da matriz de
Santo Antonio.
Pedras de marmore
Vende-se pedras de m rraores, de diversos ta-
manhos.com duas pol^gadas de gros-ura, proprias
para muitos mistere3 : a tratar com Joao Jose da
Cunha Lngs._____________________
Assucar candi..
0 melhor e mais benito, preparado c aper-
feicoado por systema novo, vendem BeilrSo &
Quintal, em sua refmacao a rua do Barao do
Triumpho n. 56.__________________________
Burros d venda.
Ignacio Deiro avisa a seus devedores que esla
rm seguimento para Pernambuco, onde ate o dia
10 de dezembro espera .que Ihe mandem satisfazer
seus debitos na casa de Joaquim Jose Goucaives
BelirSo & Filhos. Condaz excellontes Lurros para
vender. Pilar, 23 de novembro de 1874.
Para acabar.
Saccos
280
reis.
Vende se saccos de estopi com ora pequeno de
feito, proprios para ensacar milho, farmha etc. sSo
grandes e ds muito boa qualidade e vende se pelo
diminuto preco de 280 rs. <"ada um, 6 pechincha,
vaem precisar approveio ista a rua do n o Cresp
20, lojadas tres portas de Guilberrae & C
Nv sitio da Soiedade n 27, precisa-se de nm
bom feitor.
AJuga-se o 2 andar da oua de Thom6 de
Souza n 3 : a fatar Engommadeira.
Precisa-se de uma engommadeira para engom-
mar para duas pessoas: a ralar na traveisa da
rua do Vigario n. 1, das 9 horas as 4 da tarde, on
no segundo sitio, depois da e>ta^au do Chacon.
i\8
ha mais eabelos
brancos.
Tintura japoneza.
So e uaiea approvada pelas a^ademiasde
scipnp,iasrreconhecida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal >i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda n. 51, 1* sndar, e em todas
as boticas e casas de cabelleireiros.
Aluga-se o armazem da rua dos Guararapes
como penbor a sna'reputaQao deartista (qae n- *, com grande quintal e p rlao .pie entra car-
-se esforcado ate agora em raanter illeza,) roca, pela rua do Barao do Triampho, autiga do
e bem assim' encarrega se de qnaesquer con- Brum, tendo o dito armazem 80 palmos de fundo
certos em instrumentos de physica, para o que se 6 28 de largo, 3 portas de frente, o tem um sotio
recommeada aos Illms. Sr* engenheiros e ca-, eorrido em todo o armazem e rfipartido : a tratar
pitaos de navios mercantes e do guerra. Avisa [ ea rua da Santa Cruz n 1, ou na mesma rua, jun
a seus freguezes do interior, e de outras provin-1 to a t?verna, aonde esla a chave para quem qui
clas, qae qnalqner obra executada em' sna casa, *er ver.
quando a receberem sera accompanbada de um
Caloados baralos
Butinas de duraque de ci'ir, para seohorS
Ditas pretas
Sapatos de duraque, com salto
!> tinas pretas gaspeadas
Praca da Indepencia, bja ns. 13 e
Arantes.
4*
4*
i*
2*
18, do
recibo e sea carimbo collocado na eaixa de sea
relogio aGm de evitar enganos, como garantia de J
ditas obras serem er.eeutadas pelo mesmo annun-
ciante. Os precos serao os mais modicos possi-
veis, e se observara toda presteza na execujio
do trabalho.
Em Olinda
alugam-se tres boas casas sitas a rua do Passo
Castelhano, em S. Pedro-novo : trata e no 2,
andar do sobrado n. 73 da raa Duque de Caxias,
por cima da loja do Sr. Rolim. t
r-
Para evrfdr*i\#ds.
Lino Ferreira da Silva
tem duas cartas na rua do Vigario n. 7, primeiro
andar.
COMPRAS,
Velho
Compra-se chuubo velbo, cobre e latSo : no
0 abaixo assignado |revine ao re3peitael pa- "armazem da boh amarelte, a travessa da rua do
blieo e a quem direito tltrba, quo a dvvida do absri- Imperador.
xo assignado, peMonoente a massa fallida de j x
Jose" Bernardo da Matta, nao esta exactl, porque
tem deoaeis 10-4W, previne em tempo, para evi-
tar duvidas.
Recife, 1 de dezembro de 1874.
Manoel Joaqttim Dias.
Banhos sak/ados
Aluna se nma boa casa na Boa-viagero, 4 roa
da Aurora, eorn cacimba e perto dos banhos, pelos
tres mezes da festa : a tratar na pharmacia Tor-
res, a rna de Marcilio Dias n. 13K, antigo pateo do
Terco.
\T5N0AS.
Vende-se
na ma do Vtfarto n. t9, primeiro andar :
VinaB de Porto eegarrafado, em barris e en
ancoretas.
Cen em velas, de Lisboa, superior qualidads
Hetroi do Pbrto.
Cimento Portland, legitimo
Cora dos estreitamento d'oretra
pela facil applicacao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOfflMA ELAST1GA
As mais moHernas e aperfei^oadas de todas
as conhecidas
Veodera-se
NA
PHARMACIA* E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Vende-sejo sobrado sito a rna de S. Fran-
cisco desta cidade n. 10, 4 patativas da Parabyba,
1 bicudo, 1 curio, 10 canarios da terra, 2 checheos,
I bigode, e 1 viveiro de 4 palmos de altnra com 4
1|2 palmos de comprimento e com 2 1[2 de altura,
de madeira de amarello com ararae, os quaes se
vende por incommodo de saude de qaem dos mes-
mos trata, e qua sera vendido a quem oa comprar
todos jantos.________________________________
Leques gigantes
Sd quern tem dos mais modernos t a Magnolia
a roa On que de Caxias n 45.
Reis e Silva A Guimaries, proprietarios desu
bem conhecido estabeiecimento de fazendas fin -
convidam aos sens fregnezes e smigos a sortiren
se dos artigos indispensaveis para a fe-ta, artig .i
da ultima mode e de lino gosto, os quaes se vei
dem por modico preco, de forma qae igual nao >
encontra em outra parte.
Alim de que o jublico avalie o que levam dii,
offerecem a sua preciosa Con-ideracio a segaio
mencao:
Riquissimas polinaises de gorgorao preln, ri-
mente enfeitadas, pelo diminuto preco de 36*.
Lindissimos casaqninhos de gorgor'o pnn. :
ameute bordados, sendo enrtinhos conforme a r.
da, pelo diminuto preco de lljOT-O cada am.
Riquissimas sa idas debaile, de la e seda, pat
senbi-ra, inteiramente novidaie, polo diminut
preco de 12*000.
Lindissimas capinhas de la e seda inteiramen-
te covidade, pelo insignificante prero de 8400>>
I0*(00 cada uma.
Riijuissimos cachinrt- de la e seda, pelo dimi"o
to prego de 6;000 cada um.
Um completo sortinieuto de eaaellaj com veio d*
blonds, proprias para nuivas, pelo diminnto prer
de 10*. 13* e 20* cada uma. E barato I E c,
mo sao lindas ?!
Riqais>imos lacinhos com fivcla, propris pi.-.
pescoco de scuhorspelodira:auto preco de l*o<>
cada uma.
Lindas gravitinhas de cor, proprias para senh
ras, pelo dimiDuto preco de 1*000 cada nma.
Lindissimas rosas com alfinetes, proprias pas
peito de senhoras, pelo diminuto preco de I*,"
cada um.
Cambraias brancas, bordadas As cores a 15. fa
zenda modernissima, pelo preco ue 340 rs. o c
vado.
Cambraia transparent?, cum duas largaras, p-.
pre^o de I3f000 a peca.
Cambraia transparent flna, Suis.-a, a 6*500
peca.
Cambraia muito fina, Victoria, a 7*2CO a pec-
Meias de cores para bonwm, peh diminuto pre
co de 8*000 a dnzia. E' barato t
Riquissimas caixinbas. cada uma com uma dc
zia de lencos de linho la abainhados, pelo dim
nuto preco de 545C0, 6*, 6i500 e 7*.
Grosdenaples preto, fazenda tfraito -uperior,
1*200 o covado.
Setim braneo, Macan, fazenda superior, a 2*2"
o covado.
Riqnissimo sortimento de popeliras de linho, :
lo diminuto preco de 440 e 500 rs. o covado.
Riquissimas faias de seda. fazenda modern'--
ma, pelo conmodo preco de 2*200 o ct,vad<\
- I'opelinas de linho e seda, padro"* inieir-.
mente novos, a 1*600 e 1*809 o covado. E' ba
ratol
GrosdenapoJfis oflr de rosa, fazenda muito snn
rior, a 14600 e 1*700 e covado.
Um completo sortimento de las e r.lpacas de at
da com listras a 700, 800,900 e I*. E" muito ta
ratol
Um complete sortimento de las, a 130, 200, 2W
320 e 380 rs. o covado.
Madapoloes, Elephante, com 2f vr ras, a 4*r*
a pefa.
iiadapolao, Maravilha, com 50 juries, a $1&Y
a peca.
Madapolao franrez, Madraste n oa, a 6*200
peca.
Madapollo superior francez n. 60, a 7*000 a
peca.
Assim como um grande sortimento de chins es
cura!, claras e outros artfrjes.
REIS E SILVA (KJIMARAES.
Aos nervOios
A NOVA ESPERANCA aeftkn t receber aqua.
ies milagrosos anneta electricoa, evra infallival d >
nervosos.
Vende-se o dominio directo de am terreno
sito na rua da Santa Cruz, em qae se acha edifl-
ea da a casa terrea n. 36 : a tratar ne raa do Vis-
conde de d yanna en. 5.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papal e ask
proprio para cigarros, de diversas largwaa.
Maripoza
A 3<0 rs. omvmdm
S6 na rua do Queimado n. 4.1.
JUNTO A' LOJA DA MAGNOLIA.
Maripoza branca com lindas Mras abertaa pe-
lo diminuto preco de 320 rs. o covado ; aprovst-
tem qae d pechincha, s6 o 43Bxrateiro aa*
iguaL
Dao^a aaaaatras eoa peahor.
Doce flno de goiaba
Vende-se no deposito do pbtaa d o Tere na. 4
a, pelo baratoprteo de 800, 900, lWQ0 IJtH
6eeim coaso gMMkr aatthaMsb 4 flttaiai acfAe
nos, proprios para ambarque ; ha reqaeijao todas
as tercasbuna e sabbados, por praou
PftHiACflO INCOMEI* I
!


Diark) de P&maHrtmoo Sabbadc 5 de Dezembro de 1*74.
4
Ao barateiro
A'
rua 1 de Marco n. 1
ConTrontc ao arco dc Santo
Antonio
Os proprietary* deWe estaheleeimento, tendo
gande deposits de fazeedas de 15, linho, seda e
algoJao, e acbando-se proxima a oecasiao da ba-
lanco, resolveram fajer grande redoccAo era pre-
cos, aQra de que oaquelle tempo nio tenham gran-
de trahalho em balances ; a saber :
GGRGORAG de aeda preto, para collete, nm
corte por it- E\ faieoda que sempre custon 7*.
AMAZON AS, linda fazenda para vestidos de
passeto, a 500 rs. o covado.
GfiOSDENAPLES de cores, verde, encarnado,'
wanco, c6r de rosa e cravo, a 900 rs., it e
urop&v^urtWj5^.Sr!?K> jresepope,i"as de**mait na8 a
ait^&!' a 50 rs C07ad0- Aproveitera. I A.naM, dft -- ,m
FOASLINAS d. linho e seda, gosl ramen-1 Vende-se tlpTcal SS5if5ti3o.
vS
N. 72. Rua da Impera'triz^N^7"2ot
em liquid a I Tendo recebido diversas qnalida'des de fazendas que ba tempo tinham toilo eacommonda e
agora estando em liqnidacao resolveu que estas fazendas fosse n vtu'JiJas
qne e muita vantagera para os compradores, isto no Bazar National rua
, Organdy* branro a 400 rs.
| Vende se organdy* branco com listras mako
fino a 400 rs. o covado.
Popelinas a 1-00".
a 640 rs.
640, ditos
de merino
te novos a 900 rs. I r3 6 do
DITaS com listras largas assetinadas, o mais
moderno que iem vindo ao mercado, a it.
CRETONE francez com listras e de quadrinhos
de cores e pretos a 400 e 440 rs. o covado. Isto
so no baratei-o !
DITO francez de listras, proprio para eamisas
e vestidos a 300 r*.; pois so se verjdo se pode
crer.
ES JU AO de linho e algodao, proprio nara ea-
misas, fronhas, etc., etc., com 7 jardas, a 3/200, e
10m 10 jardas a 4/500 a peca.
MUSSULINA branca, com listras, para vestido, a
400 rs. o covado. E' pecbincba I I
MADAPOLAO franco: ccm-20 varas, por 4/500.
E" barato. I
CASEMIRAS dfi cores, para costumes (ronpa de
homem) a 3/ o covado. Ver para crer I
LAS escocezas, estamos acabaoJo aos precos de
120, 180 e 200 rs. Apressem sel I
CHITAS escuras e Claras, fazenda Ona a 2i0,1
250 e 280 rs. ; so a rua Primeiro de Marco n. 1.
CHAPEOS de alpaca, para sol, para senhora, a
2/000. E' admiravel 1
BRIM branco n. 5, exposic,a~o superior, a 2/ a
vara.
GAMISAS de erotone francez de cores, a 2/500
uma.
CAMISAS branca*, inglezas e francezas, gran-
de sortiraento por precos baratissimo9.
BRIM pard-j iran^ado, para 280 rs. e 400 rs. o
MWBli.
BRIM Angola, superior, a 500 rs. o covado
so na loja do Barateiro I
percales Onas para vestidos a 4C0rs. dade3 e baratj.
Laazinhas a 120 rs.
| Vendese laazinhas para vestidos ft 120, 250,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vende-se alpaca lavraia para vestidos a 610 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
| Vende-se gr nadioa pretacom listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales Anas a 400 rs.
Vende-se
o covado.
Chitas finas a 260 rs. I
Vende-se chitas de c&res escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado. .
Cassas de rores a 260 rs.
Vende se cassas de cores finas a 260 e 320 rs.
o covado.
Cambraia victoria a 3 Mft
Vende-se peca de cambraia vi
4/ e 5/. Cambraia transp rente
3/S00, 4/ e Sfi.
Cortinados a 6j.
Vende-.se cortinados para janellas a 6/
par.
Chales de li
-Vende-se chafes de Is a
eslampados a 1/600 e ?/.
Cortes de casemira a 5/.
1? o Vende-re corte3 de casemira He cores a 5/,
5/500 e 6/.
Col ertas de chila a 2/
a 400 Vendese cobertas de chila a 2j e 2/5W.
| ) Colchas de fuslio a if.
Vende-ss colchas de fqstao a 2/, 3/ e it.
Fnstao brnnco.
Vende.se fustSo branco para vestidos de senho
ras, organdys branco Quo aOiO o metro.
Madnpolao a 3i.
Vende-se pecas de madapolao enfestido a 3/ e
33500 a peja, ditas ditas fino a 4*500, 5/ e 6/
dilo france'z fino a 6$, 7 e 8/.
Algodaozioho.
Vende_.se pecas de algodao de lodas as quali-
Rctalhos do lag.
0 Pavjo vende uma pcrrai de ri i.iiii.s
para vc.-Ud-i3 loiiJ .> gr*ndL's e D^ui-n-ja, q
wjda uarato para atabar, asnin ei.mo um'
i?lo d cassai e .cWtafc pru#s que se vende
qual juer preco para acabar : na rua da In
tr z a. 60, de Felix Ptreira da Silva.
Espartllhos! a 3/500, 4/ e 8;,
0 Pwao vend* um bonito 9brtlmnto de
s"jSwDM esP",aiK'' qofl vttde a 3/5'JO;
n np**hinca om Itncos branc s a 2 500.
0 laySo vende duzi s de lencos flnissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenda que
Mpre se vendeu a 4;0OO a dozia e li mida-se a
nas mesraas cond^coes o 2/500 por ter grande porcio de dQziaj.ditos abai-
.VrSffiS1 n- 71 I ?La,lu8 a 2- dit09 chinez s maiio finos e ditus
> ii-
,,,r.
i">r
mais
4/ e
mu to linos para quem toma
francezes escuros
rape.
Cassas de core* a 240 rs.
Vendese cassas de cores para vegtido a 240 rs.
o covado ; na loja do Pavao a rua da Iiuperalriz
n. 60.
Corteg decasimira a 4#,
e G^OOO.
Na loja do Pavao, veHde-'se cortes de c-
nmira para cale a 49, 59 e 6)J00, ditos
muito finosde uma so cOr com listras ao la-
do, fazenda qiio sempre se vendeu a 99 e
109000, liquida-se a 60000 para aoabar:
Trua dalmperatriz u, 60, de Felix Pereira
da Silva.
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxu.
n. 63, receho" Muito
parriilu
nova e ^ro6SJL
Vende-se p-r barato prtco, em p>,rcao
talbo : na rua larga do R >sario a. 3t
PREDILECfA
IJL
Gamisas.
VeBde-se uma grande porcao de camisai bran-
cas com peito dc linho e da abjodao,
meads do sen valor, por estarem um pouco enxo-
500.
.-toria a
a pega
3:300,
a 3?,
e 7) o
Bramante
Vende se bramr.Me de 10 palmos para lencoes
a 1/600,2/ e2/.M0o metr..
Algodao eafestado a 9C0 rs.
Vende-se alcodso de dnas largoras enfestado a
900 e 1/ o metro, dito trancado a 1/280 o metro.
Grande liquidacao de roupa feita.
Vende-se ceroulasde algodao a 15. ditas finas
a 1/200 o 1/5 0. caoii^as brancas a 1/800, 2* e
2/31)0, dius de linho bordadas e lizas a 3/ e
3/500, paletots de alpaca prela a 3/500, 4/ e
4/500, ditos de dito de cores a i!L eamisas de
flanella a 2/, ditas de chita a. 1/180 2/.
valbadas, assim conjo seroulas franceias e de al-
godao a 1 j500, ditas de linho a *< e 2^500 para
acanar: na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60
do Felix Pereira da 3i|va.
Roupa para h&mem para acabar ate 30 Cm
.... do anno.
Na loja do Pav3> liquida se uma grande porcao
de roupa paraiomem como sejam: calcas de
brim d Angela, ditas brancas, ditas de casemira de
cor de 6a ate 12-, ditas de brim tcs, palitots
e fraks de panno prcto, de alpaca e alpacao, as
sim como de casemira* de ec re*, colletes brancos,
preloa e de cores, ussim como ronpa branca de to
das as qualidades, nao se olha a prt-juizo, o que se
quer e Uquidar ate ao fi n do anno.
Cambraia Victoria e transparent
Na loja do Ravao vende-se um grandd sortimen-
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos t-ndo 8 1/2 vara cada pessa de 3 600 para
cima, isto na rua da Imperatriz n 60 de Felix Pe-
reira da Silv.,
Cjllarinhog de linho para acabsr
a duzia
Asunicas verdadeirae
Bichas hamburgoeza" qne vem a ante marca na. rpg do Maronez de ulinda .HI
\ E % IS Wa~H K o sitio junto a igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com cssa de vivenda
tor m to' assoDr*dada e ontras acommodacCes, todo mura
uco enxo-[ do' com do"8 If1 erv' *8 l,or portao do ferro.
Vende-se |E'BOM SARER-SEl
isto!
No escritorio de Tliomaz de Aqnino Fonceca 4
, C. Sivcessores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
CHAPBOS de sol de seda para homem, fazenda andar:
lupenor. a 8/500, 9/000 e 10/000.
BAPTISTASinatlsadas, gostos miudinbos a 300 I
rs. e 360 rs. o covado ; so confronte ao arco de
Santo Antonio I
LEXCOS de linho superiores, abanhados a 35,
4/500 e 55000Ja duzia.
TOALHAS felpudas superiores a 6/500 a dn-
tia. Em oalra parte vendem per 9/ I
MEIAS cruas, supfr:ores, para borrem, a 4/,
1/500 e 5/. E' pechincha.
BOTINAS superiores para senhora, a 4/500 o
par.
ATOALHADO alcochoado, fazenda superior, pa-
ra mesa, 1/500 a vara.
ALGOOAOZI.NHO branco, com peqneno toque,
35500,4/ e 4/500, o marca T, a 5/ a peca.
Aidrn das fazendas acima mencionadas, encon-
irarao muius out/as que agradarao em qualida-
le e precos, e que para nao massarraos a paciencia.
do Bosses freguez'-s, as deixam s de enumerar,
So no Barateiro
A' rna Primeiro de Manii n. 1.
Loja de Agostinho Ferreira la Silva Leal & C.
Nao se engacem
Pois siio os verdadeiros barateiros I
Aos legitimos fogoes econo-
rmcos.
Acabarn do chegar a esta cidade os ver-
iadeiros fogoeseconomicos, j4 muito conhe
cidos nas provincias do Rio de Janeiro,
Minas, S. I'aulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
bia e Alagoas, aoude tem merecido do pu-
blico a maior aceitacao possivel, e s5o jd
preferi-los aos de qualquer outro sjstema,
conhecido pela sua muita so'idez, especia-
iidade na colloca(;o, moderno systeroa,
e sobrt-iudo grande cconomia no combusti-
vel ; trabslbam com lenha, Coke, carvao de
tnsdeirar etc., etc. 11a de diversos tama-
nhis, proprios para casas de pouca, regu-
ar, e de muita familii, collegios, hoteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acham-se ex-
postos ao publico, aonde se darao todas as
-xplicacoes necessorias : na rua do Viga-
o n. 12
Soarcs Lei Jrmaos, rua do BarSo da Vic-
toria n. 28, antiga rua Nova.
Aos t-teoinos
A NOVA ESPERANCA, a rna Duque de Caxiai
n. 63, acaba de receber um bom sortimente de fi-
nis bonpeas que fallam, que riem-se e choram ;
tambem astern mudas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao e verdade. ___________
E' com as senlioras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
icipa ao bello sexo que acaba de receber da Eu-
opa, um completo sortimento de artigos de ulti-
oa moda, e como acba desnecessario. fazer um
mfadonho anuuncio, por ja ser bastante conhe-
;ida, e caprichar sempre em ter bon9 correspon-
aentes, sendo a pnmeira que apresenta o que ha
le mais moderno e por precos mui razoaveis, por
so limita-se a descrever somente o seguinte:
%ettas douradas.
Bicos de cdras, tanto de seda como de guipure.
lieIes dourados, de madreperola, marfim, tar-
taruga, osso, etc.
nhitlax de baile.
Prcticuteg, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
Golinbas e punhos.
annual para mhssa, com capa de madreperola,
tartarnga, marfim, velludo, etc.
Sapaiinhos de setim para baptisado.
Camiaas bordadas para senboras.
LlgaM de seda.
Frnnjnn mosaicas.
tderecoa do tartaruga.
voituM de madreperola.
Pul**iraS de madreperola.
Ltndai flores para cabeca.
BoinuM de velludo.
Perfuiiiarias dos melhores e mais afamados
fabricantes.
Cnapeoa de sol para senhora?.
ritas de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Quereis livrar-vos destes malditos insectos? com-
prai uma machina de matar moscas por 3/000
ta Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
le o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
lahida dos cabellos.
Sardas epauos.
S6 tern sardas e panos quem qnerj porque a
Hagnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem para
'ender a verdadeira Cuticuleria, qne faz desappa-
*eer estas manchas em poaoos dias.
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e era grurao, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d i Porto em caixas, finissimo.
Idem era barris de quinto e decimo, fioo.
Retrot
Fio.
VENDE-SE
Na rna do Vigario n 19, vendese o segnint e
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, eagarrafado, finissimo, era cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry,- inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Wilson Rowe & L. vendem no sen armamp
a rua do Commerciu u. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencaco
Exoellente 60 de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de t'edra de todas as qualidades
Pentes girafe.
Pentes girafe, propnos para senhora. ( ultima
moda): a Magnolia a rua Duque de Caxias n. 45
e s6 quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, andara, etc. So na
Magnolia a ru?. Uuqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell u antes que se aca-
bem.
Na loja do Pavao vende-se raadapolSes france-
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
dito muiti fino com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as
I sim como um grande sortimpnto de madapolSes
inglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque-d*
Caxias n. 63, bem conheeida pola superioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encoromendas de mer adorias de sua
reparticao, que pala eleganci 1 bem raostra aptidao
e bom go-to de seus antigos correspnndentes da
Europa, e por esta racSo a NOVA ESPERANCA,
a rua Dnque do Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitan-m na, afira de apreciarem ate
inde toea 0 prime r d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer entrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiroi azucrins) com
extensos annuncios e nera pretende descrever a
immensidade de objeetcs que tem exposto* a ven-
da, 0 que serla quasi impossivel, mas limitarse-ba
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
e toma a liberdade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarem em outra qnalquer parte cSo se arre-
pnderem, a vista do bom e escolhido sortiraento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia da sen toilet
sem que de* um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque-de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber osseguint.s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender 03 cabellos
Primorosos lequc-s lie phantasia.
Bonitas sahidas d? br.iles pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes, fachas do touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pre'.os de pufalo e borracha
(gosto novo).
dando para a'rua d An>izade e para a du Man
guinbo. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largura e 354 de fiindo ; e casa m> de 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situacao e a melbor
possivel ptra morada. e quem qni.er eiificar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a gumas plantac5es de gozo e re-
creio, havendo bastante sgna fornecida por dnas
caeimbas, un'a das qaaes 6 nova. A entender-se
com 0 Sr. Dr. Witruvio qu-m o pretender.
A 500 rs. ovovado
Na loja do Pavao vende-se laziuhas japonezaa
de cores muito modernas pelo baratissimo prect
de 500 rs. 0 covado, para acabar ; notando-se que
e f;,zenda que jamais se vendeu por menos dc
dois cru?ados ; ja ha poucas : a rua da Imperatrn
n. 60, loja do Pavao, de Felix Perei.a da Silva.
Lazinhas brilhantus a 720 rs.
0 Pavao recebeu am bonito soriiment) das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadrinhoo
miudinbos, [wrecenio rie uma <6 cor, e tendo diffe
Na loja do Pavao liquida se uma grande porcao rentes cOrc^; es,ta fazenda tem um br.lhe corns
de dnzias de d'Hariohos de linho, por estarem um se(l3 e bastante largnra, e vende-se a 72'i rs. 0
pouco enxovalhados, pelo barato preco de 4s a cov&(\o : na rua da Im.eratriz'n. 60, loja de Felix
tia, sendo fazenda qne sempre se vtndeu por Ptreira da Silva.
e pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja Lazinhas mode'Das a 320 rs.
de Ftlix Pereira da Silva. j 0Pavao vende bouila* lazinhas de quadrnhos,
a 4/. I tendo de todas as ewes, pelo barato prejo de 320
rs._o covado; sendrt fazenda que sempre se vendeu
4
0 Pavao vende chales de casemira com gostos
chinez-^s, tendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 7/ e 8f< liquida a 4:. Ditos de la, muito
encorpados, com listras, a 3.. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2,.; assim como. um boaito
firii.nento de ditos de merino, Uses e de quadros,
vende de i$ ale 5. c 6/ : a rua da imperatriz
n. 60, loja do Pa^aa de F. Pereira da Silva.
I Popelina do linho a 400 rs. o covado.
1 0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonit-s pnpelioas listradas para vestidos que
-vende pelo barato preco de 400 rs. 0 covado, la-
van do se nao desbotam ; assim como, bonitas e
modernas lazinhas com listras de seda a 64G rs.
0 -cosaikL Ditas transparent com palminhas a
500 rs., sao bonitas. Bareges dc uma so cor, pelo
barato preco de 400 rs. 0 covado, e pechincha :
na rna da Imperatriz 0. 60, loja de Felix Pereira
da Silva.
Cories de vestidos pira liquidar.
0 Pavao venie a 4 ,5/ e 6/ cone de cam- A DraCa CirCllLir do Apollo
braia branra com eofeites bnrdados do cdr, la- *
zenda qne sempre vendeu a 7/ e 8/, c liquida a' VCllde-SG '
4/para acabar. DMog brancos de cambraia aber-1 n,i ,.~
ta com listras e lavradinhas, que sem|ire seven-! *lJ>os 'le marmore, de differentes t8-
deram a 10/, liqnidam se prr 5/. Ditos Benoatao manhos e qualidades.
com lindos enfeites de ti~, fazenda que val 19a, I Tljolos francezes, sex'.uplos.
res rs f ssa iz. TmH ; mrto Port^verladeiro-
r-triz n 60, iyja de Felix Pereira da Silva. Azulejs graudvs muito
Pechincha para criancas. para rodajie's.
a 500 rs., c pr-chinc: a : na rua da Imperatriz n
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochfls pars cadeiras.
0 PavSo veude nma porcao de panos de cro-
chet, proprios pira eacosto de cadeiras e de so-
fas, qne vende por precis baratissimos: na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
C6'tes de organdy a 29400
0 Paviio recebeu um bonito sortimento de cortes
de organdy, matisados, para vesrido, que vende
pelo baratissirao preco de 2 400 0 cdrte, e pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva. _________________
Aiiufii n nm
.rj*
proprios
verdes e amarellos, tamanho
Festejos
Gran-Jo liquidis^ao de fazendas finas e do
melbor gosto, para vestidos de festa, na!
loja n. 44, A rua Duque de Caxias.
Popelinas de modernissimos padroes, covado a'
&00 r.*.
Ditas de ditis a 1/200.
Ditas de ditos a 1/400.
Ditas de ditos a i/600.
Aznlejos
reguJar.
iMaqtiinaa de desc&ro^ar algodfio.
Cadeiras de ferro, assento de palhi-
nha, proprias para campo.
CASA
. Vende-se ou aluga se uma casa terrea em Olin-
da, com grandes commbdbs, gaz e agua encanada :
a tratar na rua 1* de Marco a 6.
Farinha demandioca supe-
rior.
Tm para v.-nder, Joaquim Jose Goncal-
ves Beltrdo & Filho, a bordo do palhabott
Hosita, fundeado ao pe do caes do Collegio,
e para tratar a bordo ou no seu escriptorio :
& rua do Commercio n. 5.
Meias a 2/300 a duzia".
Toalhas de ftisiao iara mesa a 2 ."00.
0 pavao vende toallias de fustiio par a mesa de
. jantar pel-i bar. 10 preco de 2/300, e" pechincha : I
na loja do Pavin, a rua da Iu.peratriz n. 60,'
lcja de F. T. da Silva.
Gros preto a 1/.
0 Pavao vende gro3denaples preto a 1/ 0 co- K Gmr>rfi HSSim
vado e dahi par. cima, aie 4, : na rua da Impe- '^"s nr
ralnz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva. AO bLXO AMaVEL.
Brins de Angola a it, 2:-509 e 3/. A Nova E-peranca, a rua Duque do Caxias n.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bins da 6*, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
Angola a 2fc 2/500 e 3/ ; e pechincha : na rua (acaba de receber diversos a-tigo^ dcalta novi-
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da dade> os Quae* e'ao expostos a vunda era dito
Silva. cstabelecimento, e br.m qne venham aprecial os
para por esta forma satisfazerem os caprichos de
saas elegantes toilettes.
A Nova Esp'ranca, nao qu.rendo tornar-se
assim como, um bom sortimento de chi- ;niassante, limita se
Metins a 280 rs.
Pavao vende butitos metins de c6res para
Cambraia; organdys de padr5es e cores inteira-}v*1^ ^
odernos "covad 320 rs riiriM' tu,a.uu' *""" UU1U"' ul" O0,n ^nimento ae cm- ;'""*Ki '"""- so a mencionar alguns artigos
1 Imperatriz n. 60, loja de Feltt .Pereira da Silva.' Lindos cintr s de couro e filigrana.
bapeos m33err.c3, go-to allemao, para senhora,!
proprios para a esiacao da festa, a 2/500.
Ditos de diversas qualidades, para homens, pelo
barato preco de 2/ 2/S00, 3/ e 4/.
Camisas francezas e inglezas, de diversas quali-
dades, a 1/300, 2/, 2-50) e 3/.
Collarinhnadeliuho, lisos e bordados a 400 rs.
Toalhas dewi* para rosto 400 rs.
Lencos finns enrh barra, duzia 1
Ditos ditos brancos, duzia 1?500.
Metins esc cozes, inteirmente novos,
ph3craa mbres, cc vado 240 rs.
remessa.
Vinho \erde de Assiaranle
Convida-se os apreciadores a virera apreciar 0
que ha de mais excellente neste artigo; vende-
retalho, em casa de Pocas
n. 9,' junto a
e a
se em decimos
& C, a .rua estreila do Rosario
greja.
Bouquets de cravos e de todas as flores, capellas
e velas para baptisados, de muito gosto, nor barato
preco, e tambem recebe-se encommendas tres dias
antes : no pateo do Livraraento n. 36, loja de
cera.
Colchas
para camas
Na loja do Pavao vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de eor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,500
para cima e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 3,000 f a rua da Imperatriz n. 60,
de-F.-.lix Pereira de Silva.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Axa-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57. _______^______
Vende-se
Lamioas de vidro para vidracas.
Eatanho era verguiuiia.
A' rua do Marquez de Olinda n. f.
Loja 2 de dezembro
Neste novo estabelecimento de mradezas se en-
contrara tndo quanto e bom e barato, com espe-
cialidade calcado para homem e senhora, (Has de
sarja, setim e seda de todas as cores e larguras, a
firecos razoaveis, bem como la para bordar a 4j a
ibra.de lindas cures : na rua da Imperatriz n -.
Bartholomeu & Q.
PABA
Liquidacdo dc conlas
vendem por barato preco
SALSA -PAKRILHA
DO
PARA'
34-RUA LARGA DO ROSARIO -34
Vinho verde.
Especial chegsdo no ultimo vapor, tem para
vender em barris de quinto e de Colares era
decimos, no sen escriptorio a rna do Commercio
n. 5, Joaquim Jose Goncalves Beltrio floFIrho.
Balances, pesos e medidas
do systema nietrico deci-
mal.
Von Sohsten & 2., na rua da Cruz n. 18, ven-
dem um compkto srrtimnto, tudo feito na mes-
ma fabriea d- Europa onde forara os aetuaes
padroas cxislecies na camara municipal desta.
, CidaoV
"Meias flnis>ima. para senhora, duzia a 3?50O.
Laziuhas, chitas, cambrias, madapoloes, algo-
de.i?, brins, por precos baratissimos, bem como
oulros rauitos artgos que se acham expostos para
os amigos do bom e do barato, por 26 0|0 menos
qne em outra qualquer parte, finalmente tudo,
todo se aeha em liqnidacao.
0 Desengano est&quei-
mando
0 proprieurio deste estabelecimento tem resol-
vido vender as fazendas existentes em seu estabe-
, lecimento, por menos do que era outra qualquer
j parte.
proprios) Vanzinese de seda.
Vende-se esta fazenda de lindos patriies, delis.
Modernos botoes de a$o para vestidos.
Novos leques, grandes matisados.
Elegantes flvella> de aco para vestidos.
Delicados ramos de fl ires de laranjieira.
Bolsas de couro e fiiigi'ana, proprias para tra-
zer pendentes ao cinto,
tras e palmas, pelo dirainuto prego de 320 rs. 0 co
vado, por ter uns toques de raofo, e grande pechin-
cha. Esta fazenda tambem serve para Into, por
ser toda preta; e fazenda de 2/500 0 covado.
Damasco de la.
0 Desengano esta vendendo damasco de la de
lindos padrSes e de duas larguras, pelo baratissi-
mo prego de 1/000 0 covado, 6 fazenda de 2/300.
Aproveitem que 0 Desengano esta queimando.
Casaquinhos de gorgorao de seda.
0 Desengano esta vendendo (yJSquinhos de gor-
gorao de seda, enfeitados, pelo baratissimo preco
de 6/000 cada um, 6 grande pechincha. A elles
antes que se acabem.
Organdys a 320 rs. 0 covado.
Vendem-se Organdys de listras, branco, pelo ba-
rato preco de 320 rs. 0 covado. Aproveitem.
Madaporaes de 9000 a peca. *
Mm. Falque convida ao respeiiavel publico e Desengano esta vendendo madapolao franeex
particularmente aos seus freguezes, para que apro- S'"/ *' a PeCa > d't0 nroito fino, a 5/,
veitem a oecasiao de-sortirem-sedechapeos de sol, fo/5t.O, 6/ e 7/ a peca ; e grande pechincha.
os quaes ^e vendem por baratisimos,precos, pois Algodao marca T, largo, a 4/, 4/500 e 5/a4
deseja diminmr 0 grande deposilo que tem dos Pec,a-
. GEAIsDE
Liqnidacao
DE
CliBpeos de sol de todas as
qualidades
Vende-se travel de louro e qualidade ; para
ver no caes do Ramos, e trata-^e com Joaquim
Rodrigues Tavares de Mello, a praca do Corpo
Santo n. 17, !. andar.
A.' rua do Cabofra
Os proprietaries da Predilerti,
oonservar 0 bom cone -.to qne teei
respeitavel publico, distinguindo 0
mento dos mais que negociam do awn (fa at
veera scientificar aos sens bons iregn'.cesqca jr-
^eniram aos seus correspondente' nas diveraiiar-
;as d'Europa para lhes euviarem por tote aa-
juetes os objectos de liun 0 km fnata. ym m
jam mais bem aceitos pelas sociedate eiaoiaa*
laque!!es paizes, visto aproxhuar se 0 toaw a*
'esta, em qne 0 bello sexo desta linda V'^am
mais ostenta a nqueza de snas toiUettea ta-
mo ja recebessem pele paqnete franrec teaw
artigos da ultima moda, veem paieiiiear a%raa
I'entre elles que se toraam mais neammmmw i3t
sspprando do respeitavel publico a e
:oncurrei:eia.
Aderecos de uriarnga os mais lindos
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de midrei-r tk a a*
velluJo, sendo diversos tamanfaos e (aralas -
os '
Aderecos completos de borraeha p*-. prvi > n
lnto,Umbem se vendem meios alerecr* tri
mtos.
Bo'oes de setim preto e de coros 1
nestidr* de aer.hora ; tambem tea Mfa aotei
alitot
Bolsas para senhoras, existe um baBoaarta-
der seda, de paiha, de ^chagriro, etc., at?, -x
barato preco.
Bonecas de todoa os tamanho*. ta-.t li : 1
como de cSra, de borracha e de massa ; ehaaav-
mes a attercio das Exraas. Sras. para mie *xt\f,
pois as vezes tcrnam-se as crian;;a nm pamca
pertinentes por falta de um ofc;pcto qae a-
i-eV'nham.
Camisas de linho lisas e com p*Maa aalai
ara homem, vendem-se por prec comiaoda.
Ceroulat de linho e de algodlc-, de aireraca *-
os.
Caixinhas com mnsica, 0 que ha de bm
eom distico* nas tamjias e proprios part
te
Coques js mais modernos a de div-r -
10s.
Chapebs para senhora. R^cebcram um s.-r.:
da ultima moda, tant.. para sei^ n, <-...aa para
meninas.
Oajiellas simples e com vro par; :, .ivav
Caixas lordadas para meninas.
Ectremeios estarpados a bordados, lesenhos.
Escovas electricas pr.ra dente-i, i dads de evitar a carie dos deates.
Franjas de seda preta* e it floraa, ... :* va
K"ande sortimento de diver;as larguraj -
ureco.
Filas de saria. de g'.rgnrio, & $..-, :
i.iloi?, de diversas larguras e febaitaa c
Fachas de gorgurao mnito linds*.
Fi rp artificiaes. A Predilr-cu priaaa aa >
arvar sompie um bello e graaiU .-,..-:. .ta^**-
Us flo-fs, nao so para enfi le eJ i'.oa, eota*
ambeni para oraaM i: vaUaia de nc>ivi.
Ga'oes d- algodao, df li e d" seda, Lr.,j- ,.
os :-t de div rs:-. na,
Gravatas du suia para home
Lanark cambraia e de sed* do awaaaa taa
para sennora.
L.gas de seda de CTes r. br;
corva.
Livros para oiivir miss*, cm capa? perola, marfim, ds-o e velludo, inaa \'i% hk
bom.
Pentes de lartarnp e aurfim p. ra answ a ti
bel'os ; teem tambem para tirsr ;u-; .
Port bouquet. Um L-tilo sortiuKato de aadr >
perola. marfim, osso e donr. r i.^r?.tpratv
Perfumarias. Neste artigo esta a PreAiiecta kca
provida, nao so em exlractos, com em ofcte t
banhas do* melhores odores, 60* mais ztaaaac
fabricantes, Loubin, Piver, Sc-ci*-.-.ada K\pm*k,
Coudray, Gosnel e Rimel; ato iad 1
a festa.
Saia? bordadas para senhora, por c -
preco.
Sapatinho* de la e de setim bordaao* ,;ara +r
tisados.
Tapeles. Recebeu a Pr-diiecU um b>aiio *4H-
oenlo de ihersos tamarhos, tanta par* s ',,
no para tntrada de salas.
^ estimentas para, baptisado 0 qua tia de tatiik 1
tosto e os mais moderno recebm a Fi-
de or aruo preco, para 8c?r at ikai
iua!quer boisa.
Sal do Ab&ti.
Tem para vender Antonio Luiz de oliveira
Azevedo, a bordo do palhabote Johen Arlchr : a
tratar com 0 capita a bordo, on no seu escrip-
torio. a rua dn Rom Jesng n 57
mesmos, e de todas as qualidades,. como sejam :
de seda, panno e alpaca, para homens, senboras e
meninas. No mtsmo estabelecimento ba um Op-
timo sortimento de seda, alpaca, merino e brim
para coberta dos mesmos. Ha. tambem cbapeos
de panno com dous forros, proprios para os ba-
nbos do mar, a 1-5)0 para acabar-
320
So na rua
reis o co-
vado.
do Queimado n. 43, junto
loja da Magnolia.
E' bardto.
Cambraia branca com tlores bordadas de cores,
sao padroes muito bonitos e de gostos nunca visto,
pelo diminuto preco de 320 rs. 0 cevado:
so 0 43 e quem tera. Dan se amostras com pi-
nbor. j.
Ricos chapeos de sol de seda, com cabo de mar-
fim, a 12/ cada um ; e pechincha.
Baptistas de lindos padroes a.400 rs. 0 covado.
Lazinbas de cores, bonitos padroes, pelo diminu-
to preco de 160 e 200 rs. 0 covado. A etlas antes
que se acabem.
Cambraia Victoria, a 3/500, 4/, 4/500 e 5/ a
peca.
Alpacas de cores, la e seda, bonitos padroes, a
500 rs. 0 covado ; e grande pechincha.
Helios de cores, bonitos padrSes, a 280 e 300 rs.
0 covado.
Chitas claras de lindos padroes a 240, 260 e 280
reis.
E outras muitas fazenflas qne deixa de mencio-
na-!as para nao se tornar enfdBnBO, por iseo 0
1 pronrietario convida a todas as pessoas a fazerem
uma vieita a sea estabelecimento, atJm de sorti-
rem-se do hem e barato. Rua do Crespo n. 25,
junto a loja da esquina.

Admirem

(.ranadina tie Red* a -00 ,
Na loja do Pavao vende-se fioissimas granadioas
de seda com listras assetinadas, fazenda qne sem-
pre se vendeu a 18200, e liqflfda a 400 rs. 0 cova-
do ; assim comb mangoitos e golinhas de cam-
braia bordadas- a 1$ cada um, I pecbincba : na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Pereira
da Silva.
Gal de Lisboa
Vende-se eal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro-
drigues Tavares de Mello.
Uasa
Vende-se a casa terrea no largo da S. Jose" n.
37 a tratar na rua do Marquez do Herval nu-
mero 31.
\ao ha qwai vemla mais barato!
Gama.&Brito, com srmazem demolhadosso
largo da Santa Cruz ns. 2 e 4. vendem manteiga in-
gleza era, barril a 800 e 1,000 rs. por cada 450
grammas ; vinho de macl a 1,200 a garrafa, dito
Kgneira a 440 a garrafe, a Canada a 3,400 re.,
gaz (Devos) liquidoaJiOa garrafa, velas stearinas
a 560 0 maeo, velaa aconomicas a 760 0 maco,
cha perola a ^00 rs. cada 450 grammas, dito al-
jctfar superior a 3,000 rs. cada 450 grammas, nm
completo sortiraento de biscoitos em latas, qae e
vendem por pracos baratissimos, hervilhas france-
zas a 640 a lata, raarmelada mnito fina a 640 rs.
a lata com meiakilo,queijos frescos, azeltedoce,
de Lisboa a 640 a garrafa, assucar de primeira
sorte a320rs. 0 kilo, dito ae segunda sorte a 28
0 kilo, dito de teroelra aortea 240o kilo, vinho do
Por,. era barril, a 800 rs. a garrafa, dito eagar-
{ifado das marcaj mais acreditadas a 1,000,
,200 e 1,500: 0 que p61e;baver de melhor e
tndo mais a vontade dos compradores, certos de
que encontrarao a raaior sinseridade e agrade
possivel : no largo da Santa Cruz ns. 2 e 4, arma-
2 em deGama & Silva Brite.
E' pechincha.
A m) rs.
Lazinhas de cdres, padroes mnito lindos pro-
prioe para vestidos do senhoras e meninas, e ven-
de-se pelo diminuto prego de 160 rs. 0 covadj,
Sor este preco so se encontra na rua do Crespo n.
), loja de Guilhejrhe & C. ; dap se amostras.
' hmilo
As almofadas bordadas de li matlsadas qua rr
cebeu a Nova Esperanea, a rua Duque di
Caxiaao *\
E' com as noivas
A NOVA ESPERANQA, rua Duque de Caxias n.
, acaba de receber boa- meias de seda proprias
para noivas, e os apreciavcis ramos de larangeira
Lustres, candieiros e aran-
dellas para gaz.
No novo estabelecimento, Grande Exposieao, na
rua do fmperador n. 35, junto ao escriptorio da
companhia do gaz, vendem-se lustres, candieiros e
arandellas de differen.es tamanhos e modernos
gostos, tanto de vidro como da bronze, e tudo dos
melhores fabricantes que ba na Inglaterra. Tam-
bem se vendem globos de bonitos padrSes, chumbo
e tudo 0 mais que for preciso para 0 servieo do
gaz. E como os donos deste estabelecimento man-
dam vir de coola propna e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que qualquer outro,
para 0 qne os compradors pdem expenmenlar.
Chocolate doJBaramV.
Unico deposito nesta ci.dad>, etn c -a
Tavares Carreiro & C, rua Dircita n. 1, ** n
vendo pelos precos e van'agpn* da al.i.
Rua 1 de Marco nT 14
Gusmao & Lal rcceberam grande fnaatea d-
cortes de casemira pra calca, e venl.m pa 4;
cada cone, a^.-im como vendem -
vestidos, fazenda linda, por 400 rs. > cot** f*m.
da de 800 rs. : so n : rua de Mar.o n II
Chegaram a loja do Saztr
das Familias
a run do Duqoe de Carina a. GO .1 -
So para an seahura*
Riquissimas lazinhas de seda bordapa*. ait- -
vidade, proprios para as senhoras a qoeu r.
commendamos por serem mnito lindos e a* >
encontram no Bazar das Familias, por xreorT*
menda propria I
Lindi simos mangnintos de camb-aia I I -
in'eiramenle novidade ; fazenda qao *) i D ,zy
das Familias 6 qnem tem
Riquiss mas golinhas de cambraia bordad^- <
bicos de gripure e crochet, faienl;, nui
por ser a primeira vez qne vem ao MTa
o Bazar das Familias e quem reobeu ; a--"n "*o
mo outras novidades de apurado a t.i, m*
se encontram no Bazar das Familia.; assim com?
pedimos as Exmas. Sras. aum dc o viatar. aan
se veriflcar dos obj-cto* acima espe^iica*w : :
rua do Duqne de Caxias n. 60 A.
Cura das hernias, pelas fu;:
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate ..., c.
ohecidas.
Vcnae-te

Alia n viii S
0 Barateiro, area 1 de Marco n. I, seaba de
receber gran da sortirrmnto de entremeios e babadi-
Bhos tapados e tramps rentes, de todas as largu-
ras e vende a 1,000, 1,200 e 1,500, fazenda que
sempre cosloa 2,500; a uma e^per.encia nds os
convtdamos
l^tttt eenhoras
Como sao Iiii'ms e mode. ..s as gravatinhas qu
a Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, acah*
de receber
F.irrjha demilho
Vende se fariuba lie inilho moida a vapor, dia
riamente.de f qn.lid^.te,para uscim a 140V i20
rs. a libra, dn 2" pan cang.-a e pSo de Pr..venca a
j 120 rs.,a 3" .ara angil Ui..t e paoarinhos a 00
(rs., da 4- pan men"<4 a 0 w.f e3i arroba e mai*
barato : na >,, ,, C t v n0 n. 25. casa de
' lejo.
Ffeari
Dra^arlo
aela e
de
Barloloaaea
A'
4- Rut larga do Rosari.. 34
Vaccina. Yaccina.
Tendo 6 Sr. Dr. Jose Lonrenoo le Ma; albi*
moBUdo na edrte nm completo sej .,,-. Mi m.
tigo, tem aqui aberto nm deposito Ja mnHor i
mais reoenie, cuj,.s tubos se encon:ram na
Pharmacia e drogaria
A
34 -rna larga do Rosario 34.
Imperial fabriea
ar6a fina
da Bahia.
Deste excellente rape, qne aetoraa
davel aos amantns da boa piuda Ha
do esta fabriea o seu deposito irui
cio n. 5, qne vendem por Junto e r-tala-.,
zendo-se vantngem a qnem ttrrp u (Hci*-
de r^ptS
ardafina deMoreiiatf-O..
3 T^
Olinda
*
^zu
Baa aoajai lai a
V'en'e-se nm *"hrado sito n.\ oatu. i.
Olinda, edifica-lrt em ch"> propWo,
acpommod^ci)''* pra mtmerosa f- >rti, n
cado p plntiji dn nov, eom t>^tu*i*
niuiio fre-co e aooi oiinul: '-
de Pedro II n. 6, ania .
s


____.
8
Jiario de Pernambaoo Sabbacio 5 de Dezembro de 1874.
YAMEDABE
0 EXERCITO AUSTRIACO E A SlTUACAO POLITl
CA NA AUSTRIA.(DA INFLUENCIA DO SYS-
TEMA POLITICO NAS FORCAS DEFENSIVAS DO
IMPERIO).
Quando se quer dar conta cxacla do po-
der dos differeulcs estados europeus, sao do
orditiario as formulas gcraes da estatistica
que servem de base para ease calculo : em
primeiro lugar o numero das populagoos, e
a extensfio do territorio, depois a organisa
go tniUlar, e linalmenta o desenvolvimento
lid llectual dos povos, o a grande harmo-
uia quo rvina entre os goveraantes e os go
vernados. Este ultimo ponto, um dos mais
importantes, consilera-se em geral satisfac-
torio desde que um pair nao offerece, ex-
posto a* vista de todos, um estado chronico
do auarctiia como tern succodido com a
Hespanha. Sao, porem, aquelles algumas
\ezes dados superficiaes e nesto caso podc-
riam prejudicar as probabiliJades de exito
que teria esta ou aquella grande potencia
u'uma conflagracio geral, ou em utna guer-
ra parcial o loc&lisada.
A Austria occupou, ate 1848, um dos
primeiros lugares entre 8Sgrande* potencias
europeas. As guerras de 1839 o de I8G6,
quo lhe occasionaram lantas perdas effecti-
vas, tssim como a do 1870 que lhe nio foi
menos fatal com quanto o fosse apenas in-
directamente, s6 por um momenta altera-
ram a posigao desta monarchia na commu-
nhao europea. Mais de uma circumstancis
teudeu pelo coutrario para augmentar a sua
influencia. Os acontecimentos que aniqui-
laram, por um certo espago, a influencia da
Frauga, nos destinos da Europa central,
fundaram, c verdade, um estado de cousas
que pareca favorecer mais os estados vizinhos
da Austria ; phderia, pois, esta potencia fa-
cilmente restabelecer o equilibrio por um
iustante abalado, pelassuasperdasexternas,
cousolidando-se no interior.
Para seguir nesta vereda, a Austria nao
teria necessidade de procurar conselhos e
exemplos no estrangeiro. Foderia perfeita-
raenta recorror a experiencia propria. Ja
mais de uma vez, e em mais de uma epoca
memoravel da sua hisloria, tern a Austria
podido convencer-se de quo a organisagao
polilica e administrativa dos differentes pai-
zes que formam aquella imperio, exige um
ystudo conscioncioso para o seu desenvolvi-
mento interno, e para as suas relacoes reci
procas. A Austria, tal como a veinos hoje,
formou-so lentaraente, e s6 se tomou uma
gran lo pot ncia pela reuniao volunlaria e
conditional { excepcio da Galicia), de dilfe-
rentes estados pequenos e grandes Apezar
do todos os esforgos jatnais conseguiram
desvanecer as divergencies que existem en-
tre aquelles estados e o paiz, e funda-los
em um grande todo homogeueo. Sem re-
correr muito alem najustpna^ "seja-nos per-
ittUtwlo'lemnr". r, que mesmo no reiiiado do
liberal imperador Jose 11, o desconteiita-
meuto das populates nos Taizes-Baixos, na
llungria e em outras provincias era occa-
sionado pelas tendencies unitarias e germa-
nisadoras do governo, o qual, com quanta
nutrisse as mais liberaes intengdes, nao sa-
l>ia reconhecer e conciliar as necessidades
especiaes e as aspiracoes locaes das differen-
t=s partes do imperio. A perda dos Paizos-
Baixos foi a consequencia deste aconteci-
mento, emquanto que, na Hungria, se tor-
nou necessario derrogar toias as medidas
coercivas que so baviam tornado no senlido
centralisador.
Se nos referirmos a epoca prescnte, no-
taremos e;n primeiro lugar que, desde 1848,
as ideas de nacioualidade e de direito publi-.
co se propagaram rapidamente entre as di-
versas populagoes da Austria, e penctra-
ram, por assim dizer, no sangue dessas po-
pulates. Nos outros paizes da Europa,
foram antes as ideas de liberdade individual
e as aspirates para o regimen constitucio-
nal e parlamentar que em geral se levanta-
ram naquelle anno, mas que bem depressa
vimos abafudss por uma reacgio mais ou
ir.enos violenta. Na. Austria, ao contrario,
appareceu principalmente, de um lado, o
desejo de reintegrar n'uina ou n'outra pro
\incia, o direito publico, outr'ora modifica-
do segundo as necessidades da epoca, e do
outro lado quasi por toda a parte a tenden-
cia para estabelacer uma autonomia, um
governo proprio, pelo quo respeita a tudo
quanto nao tocasse ao poder do imperio nas
suas relates externas.
Desgragadaraente estas tendencias, de que
se poderii ter tirado o maior parlido por
occasiao da organisagao do imperio depois
de 184S, nio foram apreciadas no seujus-
to valor pelos nomens do estado aust'iacos.
Ao contrario, nio s6 os povos fora"m trata-
dos com severidade draconiana, mas enca-
minh^ram-se as cousas n'um sentido unita-
rio, persuadidos de quo restabelecida a or-
dem e a trsnquillidade, a politica centrali-
sadora teria por tffjito fortaleeor o poder no
interior e no exterior I
No tempo de paz e facil mostrar, Uaato
aos outros, como a nos mesmos, que se
manteem essas relates ; 6 facil-principal-
mente dar-se uma. apparencia doforga no
estrangeiro. A organisa^ao da um estado
de que em geral se nao veem senao as fur-
mas externas, parece perfeitamente normal.
Mas este principio* n5o p6de aceitar-se.
Quando, por exemplo, um estado vizinho
trabalha a occultas para chegar a um rom-
pimento e fazer rebentar uma guerra, procu-
ra este informar-se com mais exactidSo dos
recursos do futuro adversario, e6 entao que
se distingue a apparencia da reslidade. Foi
o que o princlpa de Bismark siube fazer
com tao funesta habilidade, tanto na Austria
antes de 1866, como em Franca antes de
1870. -
Nostas circumstancias, 6 necessario nao
esquecerque se a Austria, perante o estran-
geiro, representa uma unidade politica, no
interior e uma pluralidade, uma reuniao de
estados, alguns dos quaes se mostram satis-
feitos. emquanto que outros o nao estao, de
mancira quo as condicoes de forija e de fra-
queza se contrabalangam muitas vezes ;
mas a fonja no interior depende graude-
mento e muito principalmente, dos erros
que segue a politica interna Se, pois, no
caso de guerra, ou pelo menosde complica-
cies europeas sompre possiveis, mas nao
provavois, se quizesse conhecer a cifra real
das forces militares com que se poderia ver-
dadeiramente contar, todo o calculo basea-
do unicamentc nos dados mditares devia
modificar-se sensivclmente na pratica, se-
gundo o systems que, e.n um momenta de-
termiaado, regesse o estado no interior.
Nao se deveria tratar somente do oumero",
mas da qualidade das tropis, seria necessa-
rio conbecer, examinar e dispor o pessoal
antes de o contar.
Ate ao anno de 18i8 as relagoas entre o
gove-no e as populates d'Austria, eram as
de um senhor para com os seus subordi-
nados.
Osentimento intimo do direiio publico
nao existia en!5d scnao na Hungria, e o sen
tiRieiito vivo da nactonalidade da indepen-
dmcia manifestava-se sobretudo no reino
lombardo veneziano.
Antes de 1848, os direitos dos povos ti-
veram de ceder o lugar a um systema de
reacQao centralisador; mas na primeira oc-
casiao, os sentimentos e as aspiracoes rao-
mentaneameDta abafadas pela forc,a, appa-
receram ainda com raais vivacidade. As
complicates da politica externa soffreram
entao com a falsa politica que so tinba adop-
tado no paiz.
A guerra rompeu na Italia, e reconheceu-
se que n8o era possivel empregar os regi-
raentos italianos contra os seus compatrio-
tas, e que mesrao na Hungria, os soldados
de origera italiana se n5o podiam empregar
senao no servico das fortalezas.
Eis aqui, pois, n'um caso detenainado,
uma causa de fraqueza no cxercito, causa
que encontra a sua origem na situacdo in-
ter na.
Vcjimos ngira o que se passou depois na
Hungria
Nas espberas governamentaes e militares
acreditava-se que tudo ia para melbor, por
isso que a tranquillidade reinava, na appa-
rencia, em todo o paiz. Acreditava-se que
se baviam feito maravilhas, disseminando
os regimentos bungaros por todos os paizes
do imperio. Imaginava-se ter evitado as-
sim todo o contact; entre.o civil e o militar
hungaro, e ter deste rnodo tambem destrui-
do todo o sentimento de solidariedade nacio-
oal para o futuro.
Todavia '}& durante acompanbada Italia
em 1839 tiv*eram occasiio de se coorencer
que se nSo podia dispor, com toda a seg i-
rau^a dos regimentos bungaros. Est* facto
p6 le ter sido offiuialmente negado, mas dei-
i elle por isso de ser exaeta ?
Sete annos depois, quando rebentou a
guerra entre a Prussia e a Austria, tinham
as manifestacdes politicas na Hungria torna-
do um caracter th tal maneira pronuncia-
Jo, quo era necessario leva las i evidencia.
Bastaria lembrarmo-nos do corpo hungaro,
formado pelo genoral Klapka, que fazia
parte do exercita prussiano, para compre-
hender.nos que o accorJo e a solidariedade
entre os dtversos elementos bungaros, quer
fossem ou nao soldados, nunca tinbam dei-
xada de existir.
Ha ainda outro facto, bem cdtahecido
tambem : a maior parte doTprisionelros que
os prussianos fizeram em Sadowa eram
hungaros nao feridos I Tudo isto se apre
senta, ao que parece, como uma prova suffi-
ctentemeute convincente de que a politica
centralUadora se tinlia, nao so mallogrado
quando se tratava da pacifica(;So no interior,
mas tambem que essa politica ja" nao dispa-
nha dos meios de guerra que procura uma
populacaodedicada e satisfeita.
Eis aqu; "i motivos porque, apenas se
con -luio a ,4, se sentio tambem em Vien-
na a necessidade de se ligar a Hungria, que
de ba muito tempo se acnava des;r.nteute, e
que acabava de dar uma prova da iufluen
cia que sabe exercer quando faz opposi^ao.
Foi entao que o partido centralist de Vien-
na teve quo se resignar a um accordo com a
tlungria. Aceitar o dualismo era, para os
centralistas, passar sob as forcas caudinas.
Os bungaros entao, vendo o seu antigo di-
reito publico reintegrado, garantida a sua
autonomia, e as suis liberdades respeitada*,
poderam emanotpar-se de toda a ingerencia
estrangeira em tudo quant) nao eram nego-
cios communs, e tivcram o cuidado ao
mesmo tempo de organisar uma milicia na-
cional (honvedj, composta exclusivamente
de hungaros.
Apezar das observacoes que se podem fa-
zer kcerca do corapromisso contrahido com
a Hungria, quer se chamem exorbitautes as
concessoes obtidas, quer se julgue que os
hungaros abusaram algumas vezes da pre-
ponderancia queadquiriram, nem por isso
deixa de ser um facto federativo concluido
com a Hungria, o qual deu de novo a" mo-
narchia um elemento de forca, deque este-
ve privada por muitos annos; facto impor
taiite para se notar, debaixo do pento'de
vista militar, que e o que aqui nos occupa
especialmente.
Este facto, pois, suggere-nos as seguin-
tes reflexOes. 0 pacto concluido com a
Hungria, isto e, uma politica francamente
reparadora adoptada pela cdrte de Vienna,
consolidou a monarchia c dentro do paiz,
fortalecendose por isso no exterior. E'
um exemplo quese deve aproveitar, mas do
qual se no deveconcluir quo na Austria
vai tudo na actualidaJe o malhor possivel.
Lembremo-nos que so os hugaras aprovei-
taram com -este facto, e que tiveram a ha-
bilidade deprolongar a sua opposi^ao, e
de sefazerem tuner. Lembremo-nos que
as populacoes slavas, especialmente os bo
hemios. mostraram uma leaHade e uma
Qdelidade a toda prova nas ep ><-.s da crise ;
lembremo-nos que os ailemaaa uo Tirol de-
fenderam por muitos modos e em muitas
occasioes, as fronteiras da Austria & custa
do seu sangao ; lembremo-nos que foram
elles justamente que antes, na occasiSo e
depois, foram desprezados, desamparados,
desattendidos e sacriQcados a esse velho sys-
tems centralisador; e que, nao tendo podido
fazer prevalecer a razao dos hungaros, se
empregam hoje com tanto maior enthu-
siasm em seoppprem dsdemais provincias.
N8o queremos fazer neste momenta alar-
de de programraa politico, nem bjueremos
constitoir-nos defensores absolutos das ten-
dencias, quer da nobreza bohem.a, quer do
clero tyrolyano. Procuramos simplestnen-
te distinguir o que existe uo que respeita &
acgao diplomatica e militar, e o quo cousti-
tue uma fraqueza inherente ao systema que
rege actualmente a Austria, o qual poderia
tornar-se um elemento de forga, sese resol-
vessem a modificar, quando nao fosse a al-
terar completamente esse systema.
F6ra daquelle paiz ha effectivamente
FOLHETIM
MYSTERIOS E INTRIGAS DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
As Tres Esperancas
CAPITLLO III
(Continuac5o do n. 278)
FELIPPE V E 0 SEU CONFESSOR.
I
^ relogio do palacio do duque del In-
iantado, em Guadalajdra, acabavam de dar
dcas horas.
iS'este palacio, em espacosa camara, pas-
seiava-am mancebo, que teria uns vinte
amos, mas cuja physionomia era muito
mais grave do que parecia natural na sua
Mad*.
Tinha estatura mais que regular, apru-
tuala, etrazia a cabeca erecta, em posi-
jSo que parecia violenta, se essa posicio
nao tivesse o cunho da naturalidade.
Era formoso esse mancebo, e muito mais
form :o poderia parecer, se nSo tivesse o
nariz demasiado proeminente e um tanto
recurvado.
Tintia os olhosnegros, de expressSo s^ria
e profun la ; bocca um tanto grande, de la-
bios delgados e cerrados, cabelleira com-
prida, polvilhada, e frizada em topete na
frente.
Vestia casaca, jaleco e calgSo de seda
cor de lilaz, gravatas de pontas soltas com
rendas nas pontas, camisa com bofes tam-
bem de reuda, punhos encanudados, meias
de seda, sapatos muito lustrosos com fivela
de ouro, e tacao alto encarnado.
Cingia espadim com empunhadura de ago
polido, eem cima d'uma mesa coberta com
um tapete de velludo vermelbo, em que
estavam bordadas i ouro as annas de Hes-
panha, via-se um rico chapeo de ires bicos
enfeitado de pluma branca, e um grande
pouco conheciinento do que.s) passa na
Austria; todos estao lubitutbs a julgar
pelas apparoncias, muitas vezes eugauado-
ras. Os qui estao mdaor informalos,
porem, sabetn que a trauqa.llidade que pa-
rece reinar actualmente na Austria, nao e
mais do que apparente. S i e rerdade, que
a maneira pjr que se regularara os nego
cios na Huugria an> 1867 fez desapparecer
as causas do um gran le desco:ilentum into,
e por isso seforlaleceu a pjsigao do impe-
rio, nio 6 menos vardaJ;; ta ubem que a to-
taliladedos povos sUvos, e uma parte no
livel das poptilagoisallemaos, sao profun-
damente coutrarias ao systemi actual e fa-
zem viva opposigao do principios contra o
goveruo, cujo systema centralisador nao
poderia convir a ragas taj diversas, nao po-
deria satisfazer as suas aspiragdos au.tono-
micas, nem poderia dar-lnes o que recla-
mam como seu direito publico.
Na Bohemia especialmente, onde o mi-
uisterio actual nao recua diante do nenhum
iheu para fazer prdvaleceraconstituigao Cin-
tralista coutra a vontade da maioria do
paiz, ua Bjheiuia o descontenumerito aug-
ment.i com grande rapidez. -Nao hi duvi-
da que na Bohemia assim como uo Tyrol
existe ainda uma dedicagao tradicional a"
dynaslia, assim como um sentimento pro-
fuiido de inlerase por terem feito parte de
uma Austria poderosa, e respeitada no exte-
rior. Alas conhece-se ao mesmo tempo, e
extraordinariameute, que uma Austria po-
derosa e respeitada no exterior nao e pos-
sivel seiicio por meio de um regimen paci-
Qcador e preparador dentro do paiz. A
opposigao federalista continua ainda a com-
bater sob a bandeira de uma Qielidaie
experimantada a favor da casa de Hapsbur-
go, e pde dtzer-se corn-tola a sincerilade
que os nalhores e verdadeiros austriacos,
istae, aquelles quen3o pen lam para o estran-
geiro, e querem conservar e ref irgar a Aus-
tria, se encontram nas flleirasjda opposigao.
Esta circumstan:ia, porem, nao evita que
aquelles paizes estejam na actualidade pro.-
funJamente es norecidos, e quauiose pensa
ate que ponto, na Bohemia por exemplo,
o povo e os bomens do camp i, assim como
os artist is tomam parte activa na polilica ;
o ate que poiita nestas ondigOas o descon-
tentamoato que se propaga, se torna cada
vez mais vivo e menos reflectido, a propor-
gao qte penetra nas massas, quando se pen-
sa que os bohemios no norte, e os tyroiia-
nos no sul, sao principalmiiito chamad is
pela conliguragao territorial do imperio, a de-
fender as frouteiras ; que o Tyrol fornece a
tropa especial dos cagadores ; que os slavos
da Bohemia e da Moravia, populagao e
rainente.nente intelligente e habituada ao
trabalho, fomeco em grande parte os ho-
mens mais apt os para a artilhana e para a
eugenharia,nao se pode de certo deixar
deperguutar sam uma carta inquietagao, a
quo so cti^garia n'um caso de guerra.
As populagoos que se veem privadas das
franquias a que aspiram, as populagSes que
se julgam ligadas Qna sua consciencia, e
naquillo a que chamam o so i direito pu-
blico ; que veem impor lhes um regimen
centralisador que detestam, mostrariam es-
sas populagoes o mesmo zelo o a mesma de-
dicagSo em defender a Austria, co no ja tan-
tas vezes tem mostrado, e como mostrariam
ainda mais vivamente debaixo de um regi-
men em que se attande.sse dssuas queixas,
aos seus desejjs e aos seus direitos ?
Tocamos agora em um pon'.o delicado,
em cujas consequensias nao queremos pro-
seguir. Deix3remos. a quern competir, o
cuidado de tirar a conclusao dos factos que
acabamos de indicar.
A hisioria de um paiz e cheia de ligoes :
cumpre aos ho metis de estado aprovei-
tal-as.
Na Austria compete essa missao, primai-
ro que tudo, aquolles que teem a peito a
acgao militar do imp xio, e que teem ria
sua mao os meios de organisar essa acgao
de maneira que satisfaga is tradigoes e
dignidade do imperio ; sao elles qu'3 devem
convencer-se de quanta e urg-^nle a necessi-
dade de pdr termo no paiz a um regimen
anormal para prevenir novos desastres, e
que uma Austria constituida nao com o au-
xilio de um simulacro de parlamentarismo
viennense, mas uas bases do direito pu-
blico tradicional, poderia entao desen-
volvor todos os seus recuraos, e reconquis-
tar na Europ< a posigao que lhe marca a
sua historia, asuasituagSj geographica, e
o interesse be.n enlendido da Europa.
Revlsta naval.
bastSo de marfim com empunhadura de
ouro.
Aquelle mancebo era o rei D. FelippeV.
No seu modo de passeiar comprehendia-
se que esperava ; Imia muito tempo que
estava n'essa situag5o e impacientava-se.
Apenas se ouvia o echo sonoro dos tac5es
dos seus sapatos sobre o pavimento de mar-
more da extensa camara.
Era este aposento magni&co.
II
El-rei approximou-se da mesa onde esta-
vam o seu chapeo e o seu bastSo, e agitou
a campainha de ouro da escrivaninha.
Levantou-se um reposteiro, e appareceu
um geotil homem respeitosamente curvado.
0 padre d'Aubentou que venha aqui,
disse Felippe V em torn breve, secco e vi-
brante.
0 padre d'Aubenton, da compainha de
Jesus, era o confessord'el-rei.
Felippe V voltou ao seu passeio.
Ill
Pouco depois appareceu & porta o je-
suita.
Era um homem alto, delgado, de physio-
nomia doce e insinuante, mas d'olhar as-
tuto.
Senhor, disse inclinando-se.
Dizei-me, padre d'Aubenton, porque
razionSo temos jd aqui a princeza.
Ignoro, senhor, disse ojesuita
Pois vele, eu receiava que v6s tives-
seis a culpa da demora de D. Anna Maria,
Dorque, na verdade, padre d'Aubenton, vd9
tastes um dos que infiuistes para que sahisse
d'aqui a princeza, e parece-me que vos
contraria o ver a princeza voltar para o
nosso lado. Deus me perdde, mas, como
se demora tanto, quasi cheguei a crer, que
vds lhe livesseis posto algutn estdrvo no ca-
minho.
0 estdrvo foi ella quo o encontrou.
Come, i& tendes noticias da princeza,
padre d'Aubenton ?
Recentissiinas, senhor ; mas eu nSo
tenho querido...
Ah I nao tinheis querido antes, mas
quereis agora pelo que vejb.
Vossa magestade interrogame ?
Bern, bem, vejamos. Qual f. i o es-
tdrvo com que a prinx-za deparou 1
WVENglO DAS MACHIHAS DE GUEllRA CHA-
MADAS NAVIOS ENCOURRQADOS.Q GALEAO
BOTAFOGO. A CONQU1STA DE TUNIS.
0 E.VGF.NHEIRO FRANCEZ D'ARCON. A PRA-
C\ DE GIBRALTAR. FULTON. ROBERTO E
EDWIN STEVENS.AS BATERIAS FLUCTUAN
TES.A FRANgA E A INGLATERRA. O
KREAL SOBERANO E 0 PRINCIPE CONSOR
TE. 0 MONITOR E O MEKRI.MAGK .
0 KEOKUK E 0 NOVO IROMSIDAS.
AS PR1NCIPAES POTENCIAS MARITIMAS.
Ufana-se oseculo actual de ter pordivisa
a illustragao e por encargo dessa divisa o
derramamento da instrucgao por lodas as
classes da sociedade. Nao lhe podem os
seculos passados roubar esta gloria. Em
nenhum delles se clevou a tamanha allura
a intelligencia bumaua, pois que nunca
esta foi chainada a tratar eresolver dentro
de um period > tao curto, tantas, tao varia-
das e tao importantes questoes sociaes e
scientificas. E;r nenhum uutro lidou tau-
to e tao proPicuamente o espirito inventivo.
Nenhum empreg'iu tao geraes e assiduo-
esfo gos para dissipar as trevas da ignoran-
cia com a luz da sciencia, levaudo e espa-
Ihanlo por toda a parte u semeute desti
arvore sagrada.
Todavi3, e certo, e deve-seconfessar, por
amor da justiga, que alguns desses inventos
maravilbosos com que se torn assombrado
o mando, ua) pertencem exclusivamente ao
seculo XIX.
Acha-se neste caso a invengao dessas ter-
riveis maehiiias do gu rra chamadas na-
vios encouracados. A scien:ia moderna
nao fez mais do que desenvolver e aperfei-
goar um pensameuto nascido o posto em
pratica, embora imperfoitamente, no secu-
lo XIV.
A historia da conquista de Tunes pelo
imperador Carlos V assim o attusta ; e a
principal gloria dosta empreza cabe & ma-
rinha de Portugal, representada pelo ga-
leao 5. Jodo Baptista, o maior navio que
se tinha fabricaJo ale aquella epoja, e que
por j >gar 360 canhoesdonorainou-o o povo
o galeajj liolafogo. Foi este galeao que
despedagan lo corn o talDa-mar de lino ago,
que tinlia na proa, as grossas correutes de
ferro que fechavam o pjrto do Goleta, e
dosmantelan lo em acto conttnuo com suc-
cessivos tiros de artilbaria os fortes que
guarueciam ao lume d'agua o mesmo por-
to, franqueou a sua entra la, ate entao re-
putada inaccessivel, poderosa armada de
Carlos V.
0 primeiro navio encouragado que appa-
receu no mar fez parte dessa esquaira que
fez a conquista de Tunes em 1533. Era
uma galera chains Ja Sant'Anni, guarneci-
da de boa artilhiria e equipada por 300
homens. Foi construida em Niza, ua Ita-
lia, em 1530. Basio, descrevendo este
navio, diz: a sua couraga de chumbo
era ligada ao costado da embarcagao com
cavi has de bronze. E accrascanta de-
pois a dita couraga nao tirava ao navio
parte alguma da sua ligeireiza e velocidade,
o tinha bastante so idcz para resistir a arti-
lbaria de toda uma armada, como se vio
qo assedio de Tunes.
0 bom resultado desta primeira tentati-
va, foi causa de que, pelo tempo adiante,
se lizessem uovos ensaios, mais com menos
felicidade, talvez por se querer aporfeigoar
a invengao. Aprovi;itando-se destas expe-
riencias um di&tincto engenlaeiro francez,
chamado Joao Claudio Leonor LemichanJ
d'Argon, que nasceu em 1733 e morreu em
1800, inveatou baterias fluctuantes e in-
combustiveis, correndo o anno de 1780.
Apromptando-se logo depois uma grande
esquadra, sob o commando do marecbal
de Broglie, destinada a tomar Gibraltar aos
inglezes, foram nesta'armada as baterias
fluctuantes.
Foi ceroada e combatida a praga com
grande pertinacia e com extraordinario va-
lor, je Mr. d'Argon nao poupou esforgos para
arrancar das mos da Inglaterra a chave
do MeJilorraneo. Porem tudo foi baldado :
Gibraltar resistio impavida aos seus Mnta-
gos. Nao obstante achar-se esta prac, por
sua natureza, em circumstancias exeepeio-
naes, que nJo deixavam julgar com vr4a-
deiro conbecimento de causa, das Tantifu
da invencAo de Mr. d'Argon, o malogro da
empreza desacreditou. ou, pelo nwoos, nio
acreditou as baterias fluctuantes. Par este
motivo se psssaram mais de 30 annos sem
se fazerem novas tentativas.
Foi nos Estados-1,'nidos da Aaterica em
1813, onde aquella idea reappareccu e vi-
gorou. Fulton, habil engenheiro construc-
tor, ao cabo de assiduo estudo e de vario?
ensaios, tragou o piano de uma bate-
r:a fluctuante encouragada e movida a
vapor, e aho tardou muito a lovar i exe-
cugao o piano, langando ao mar o Ik mala-
ges, depois chamado Fulton, em obseqnio
aoseu constructor.
Foram muitos, senhor: um cigano,
guardas da vossa real pessoa feridos, uma
cigana morta e outra orphSa.
E onde succedeu tudo isto, padre
Na proxima villa de Taracena.
De modo que, pelo que vejo, estaes
mais bom servido do que el-rei T
0 meu zelo, senhor, pelo servigo de
vossa magestade...
Obrigado. Nao seicomo recompen-
sar o vosso affecto.
Reconhecendo-o, senhor, acreditando
na sua lealdade.
Sempre acreditei que me ereis leal,
e tenho-vos dado grandes provas da minha
confianga. Por exemplo,^escutando os vos-
sos conselhos, enviei & el-rei de Franga a
princeza dos Ursinos : tinheis escripto taes
cousas a meu augusto avd, que, segundo
me contaram, a pobre princeza nao conse-
guio ve lo quando chegou a Paris, e alii
permaneceu isolada, reduzida nullidade,
ou, como Ss dissessemos, posta fdra de com-
bate. El-rei de Franci, que tem em gran-
de conta a vossa sagacidade e o vosso zelo
por sua magestade e por mim, mal pd Jo
deixar de se inquietar quando soube por
intermedio de vossa pessoa que a princeza
havia adquirido sobre a rainha um tal as-
cendente, que era para receinr que na cdr-
te de Madrid prevalecesse a influencia da
casa de Saboya, inimiga da casa de Franga
Pobre princeza NSo tiraes a vista de cima
d'ella ; e tanto isto e assim que, bem vu-
des, } sabeis se a princeza achou estdrvos
no caminho ou nao. Tenho-vos em gran-
de conta, meu padre, esupplico-vos que
me falleis com franqueza, como poderieis
fallar com o vosso melhor amigo. Dae-me
o brago, passeiemos e fallemos franca e li-
samente.
E Felippe V agarrou-se sem cerimonia
no brago do padre d'Aubenton, que estava
quasi atordoado, porque nSo sabia aonde
iria parar o joven monarcha, e ainda mais
se sentio a tor Jo a lo quando vio que el-rei
rompia d'um modo inconcebivel com a
rigida etiqueta que l.uiz XW dava tanta
importancia, e a que Felippe V nio dava
menos.
A excentricidado d'um rei poe emgran-
'de cuiJaio os cortezios, e tanto mais quan-
to essa excentricidade esta e.n contradicgio
com os seus costumes e o seu caractar.
IV
Eu nao sei como isto e\ padre, disse
Felippe V ; mas, quanto mais 61ho, menos
vejo. Em redor de mim ha uma especie de
nevoa que eu nio posso dissipir, que ape-
nas me deixa ver vultos informes. E' ver-
dade que atravez d'essa nevoa ougo eu a
vozdos hespanhde3 que bradam : viva el-
rei 1 viva Felippe V 1 Mas, apezar d'esses
vivas, o archiduque pisa o nosso territorio
com um exercito, e ougo tambem vozes
distantes que bradam: viva el-rei 1 viva
Carlos III e isto incommoda-me deraa
siado. 0 que succede ? pergunto Porto-
carrero. Nada, senhor, respon1e-me : os
catalies sio muito leaes, os hespanhdes
adoram-vos ; nada ha que receiar. E em
quanto Portocarrero diz isto, em quanto o
repetem os cortezios que formam a nevoa
que me rodeia, os gritos dos que acclamam
o archiduque cada vez mais se approxi-
mate Nio possocomprehenler isto: pa-
rece-me que os meus leaes amigos, os meus
subditas mais apaixonados, osque mais jun-
to estio de mim, me teem continuamente
em cheque com o archiduque, tirandj
d'isso mais proveito para si mesmos do que
resultados positivos para mim. A verdade
e que a guerra'se vae tornanlo cada vez
mais pesada ; que este pleito d'uma monar-
chia cida vez se vae embrulhando um pou-
co ; quo se approxima o momenta de eu
comegar a dar-rae a conhecer d'um modo
decisivo. Meu avd, que d um grande rei,
comprehende alguma cousa i este respeito,
e com a priuceza dos Ursinos envia-me al
guma cousa mais do que um exercito, e
alguma cousa mais do que um thesouro,
envia-me um coragio leal, uma intelligen-
cia superior, uns olhos que veem muito
claro, um valor toda a prova, uma Pro-
videncia, padre d'Aubenton. E' necessario
que andeis is boas com essa Providencia, e
me poupeis o desgosto de vos ver indisposto
com ella.
__Senhor !... disse o padre d Aubenton,
muito mais atordoado do que estiva ao
principio, porque el-rei lhe fallava com
franqueza espanlosa.
Ah I nao, ni > I disse. Felippe V, cora-
Destruida esta ba teria fluctuante, por uma
explosio accidental em 182!), foi substit ji-
da immediatamente por outra b.ugaJa nos
mesmos moldes, e que recebeu o uome de
Fulton II.
Correndo o anno de 1822, preteoderam
Mrs. Roberto e Edwin Stevens introJuzir
notaveis aperfeigoamentos no systema de
Fulton, enesse sentido fizeram uma propos-
ta ao governo dos Estados-U lidos. Foi a-
diado este projecto, mas os seus autores
continuaodo a estudar a materu, e proce-
dendd a varias experiencias, reconheceram
que uma couraga de ferro com't 1/2 polle-
gadas de espessura podia resistir i arti-
lbaria.
Resolveu entio o governo encarregar i-
quelles dous engenheiros da construccao de
uma bateria fluctuante com taes cmii.'uef.
Todavia sobrevieram delongas que irspaga-
ram n coraeg i dos trabalbos at*; juuho da
1851.
Mas ainda assim progreliratn Uo vaga-
rosamente, que se achavam atrazados quan-
do rebentou a guerra civil, que impellio o
governo a concluil-os depressa.
A nova bateria recebeu do lugar em que
foi constr'iida o nome de Hobiken.
Foi esta luta a causa do desenvolvi-
metito e aperfeigoamentos que se deram o*
America da Norte is baterias fluctuantes.
como o foi a guerrra da Crimea an 1854
a respeito de iguaes progresses as Franga e
ns Gra-Bretanba.
Camegaram estas duas nagdes por cons-
truirem baterias fluctuantes encour^adas,
movidas a vapor, as quaes ainda chegaram
a iigarar no flm da guerra da Crimea, dan-
do solemne testeraunli > de sua importancia
e poder na destruigio das fortalezas q
defendiam o porto de Nicolaif, no mar Se-
gro, e a fortaleza na foz do Dnieper.
Vieram depois os progresses da artilhari
operar uma grande revolugio na arte da
guerra. As invengoes successivas do* fa
uiosos Poichans, Armstrong, Dalhgren
Withworth, etc., obrigaram os governo
das.potencias maritimas e seus engenheiro
a cogitar seriamente na maneira de protege
rem os navios em combate naval contra
acgao destruidora de uma artilbaria de ti
grandeforga e de tanto alcancc. Trataran
pois, de applicar aos navios de guerra n
mesmo systema fluctuantes ensaiado na-
baterias de couragas form ad as por grande-
chapas de ferro com a espessura ji in li
cada.
Neste ponto levou a Franga a dianteira I
Gra-Bretanba, principiando em maio d
1858 e langando ao mar em novembro d>
anno segutnte a sua primeira fr.igata eo-
x>uragada, raovida a vapor, i qual poz 9
uome de Gloria, de certo muito significati-
ve e bem cabido, taut > pelo lustre qu-
ests navio deu a mariuha franceza, com.
pela bonra que fez aos fngenneiros Dapu
de Lome, autor do risco, e Dorion, executor
da obra.
Contento o governo com este resultadc.
manJou langar uos estaleiros as quilhas de
mais de cinco fragatas encouragadas c\u-
madas Solf'erino, Magenta, Coroa, Inoth
civel e Normandia.
Continuar-ie-ka.
prehen lend a a situagio de animo em que
o jesuita se acbava, nada receois, perma-
necereis em Madrid. Sois para mim dema-
siado util para que eu me prive dos vossos
conselhos e da vossa direcgao espiritual.
El-rei nao vos ameaga, supplica-vos. Nao
quero que os vossos negocios intimos, que
teimas inteiramente inopportunas, influam
pouco ou muito, na vossa conducta para
comigo. E' preciso que transijaes com a
princeza dos Ursinos; que nio tome a
acontecer que, em razao de informacdes
exageradas da vossa parte, meu avd o rei
de Franga me escreva mandando-me que
lhe envie a princeza. Poderia sobrevir
uma rebelliio do neto contra o avd, e que
em vez d'el-rei de Hespanha enviar ao de
Franga a princeza dos Ursinos, lhe enviasse,
acompanhado d'uma escoltade honra, a pes-
soa do respettavel padre d'Aubenton, para
informar miudamente e de viva voz o gran-
de Luiz XIV do que se passa aqui. Isto,
porcerto, me indisporia com meu cvd, e
eu creio-vos demasiado leal para receiar quo
vds vos atrevesseis a criar-me difBculdades.
Creio mais depressa que as que me tendes
criado sio fllhas mais do vosso zelo, de
equivocos vossos, de supposigdas exaggera-
tes, de terdes visto com vista muito longa o
favor com que temos honrado a princeza
em premio da sua lealdade e do seu affecto
para comigo.
Senhor, receio que vossa magestade
se indisponha comigo, se me atrever a fallar
com toda a franqueza e lealdade.
Nio, padre, nio foi para isso que vos
chamei ; mas sim para que fallemos como
dous boos amigos, para que nos entendamos
perfeitamente. Podeis.dizer tudo o que qui-
zerdes, autoriso-vos i isso. Ougamos.
Senhor, a princeza dos Ursinos e uma
mulher perigosa.
Esperae, esperae ; vou dizer vos o
que creio da princeza. Se me enganar,
rectificae o meu juizo; se me provardes
que a princeza e uma mulher perigosa,
quer.) antes evitar do qua dostruir, e apar-
ta-la-hei dednitivamente de mim S?i a
quopides dizor-me : a princeza e mulher da
historia. Mas como quereis quo o nao soja
uma mulliar^ue conta sessenta autios, e
qua apezar de tanta Hal" conserve o pri-.
vilegio da formosurs, realgalo por ma
grande talento, por um grande coracio *
Que e ambiciosi ? Mas quera nio e aoc-
bicioso, padre d'Aubenton ? Pois que, na >
o sois vds ? qual e o grande defeito, qual a
acgio heroica qua nio tem por base a an
bigio ? Eu tambem sou ambicioso, acr-
ditae-me ; tenho a ambigio de ser rei, fv -
dadeirameate rei, de desfazer todas as nc
voas que me rodeiam, de rem iver to los os
obstaculos, e procurar conseguir isso peks
meios lega'.s; masse esses meios nil ba -
tar am, desfarei essa nevoa, e remover
esses obstaculos is cutiladas. Consquistar-
eu mesmo a minha corda, como solJado a:-
campo da batalha, e farei honra m-uav
Luiz XIV, emancipando-ae da sua tutell.
demonstranlo que um rei da Hespaoba -
igual um rei de Franca. Nio estrem
gaes, padre, nio olheis com receio para a
porta ; ninguem nos escuta ; o que ent-
nds se esti passando seri sempre um -
gredo de estado. Tornava-se inteiraoaeoi .-
nacessaria uma explicagao entre nds aaa-
bos, e demo la. Nio quero que continuaif
no erro em-quo tendes estali meu res-
peito. 0 filho do Delpbim nio e }i 0 du-
que de Aojou, e o rei de Hespaoba. Toda
a influencia que teuda a fazer a Hespanta
feudataria de qualquer corda, eocootrar,,
en mim uma resistencia inveocivrl. M
nio quero que isto tran.pire, nio quera in-
dispdr-me com meu avd ; quero eogana-U.
e para o enganar preciso qua sejant uaets
osque, estando a meu lado, sio da La i
XIV. Se eu por graves raxdos, que parfc.-
tamente comprehenJeis, nio pro;ura*a tan-
tar toda a desavenga entre mim e el rai ee
Franga, en vezde ter comvosco esta eipl -
cagio, mandar-vos-hia antes para Franca
com outros seohores que ma incomaaodam
em Hespanha. ... ,
Exparimento a taomvel deagraca U
haver periilo o apreco e a onfiaoca d?
vossa magesUde, disso humili*ente o j -
suita. Bern se vd que se approvi.na a prio-
ceza dos Ursinos.
[Contmur-te-ha)
TY- i> ? L.AHIJ. *U r>'!Qt:K l)K UIU

mm