Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17653


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Full Text
i
PARA A CAPITAL E LUGARES G
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Z or um anno adiantado .
SE PAGA PORTE
000
0J
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCACOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre G &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE (PACA PORTE
Por seis mezes adiantados. 165500
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
335000
1200
Telegrammas
V
ti
IZIW PASIOLAS M D1AS13
Rio de Janeiro, 2o de Fevereiro
s 7 horas c 30 minutos da noitc (rcccbi-
do na estugao s 10 horas e 2$ minutos
-e entregue s lo horas e 40 minutos Ja
noite).
Sentenciando a questao proposta pelo
general Almeida Barreto relativa ao de-
creto que e relormou, o juiz- Seccional
pronunciou a nullidade do mesmo de-
creto.
Melhor informados, rectificamos a no-
ticia que transmittimos a respeito da
questao franco-brasilia, precisando que
as condigoes em que ella se acha nao sao
tao francas quaijto o indicamos pelas in-
ormages entc colhidas.
' A Franca effectivrftente retira exi-
gencia quanto a responsabilidade dos
chefes militares, mas mantem a que se
refere indemnisaoo pecuniaria.
Rio de Janeiro, 21 de Fevereiro, as
; a* horas e 59 minutos da tarde
(recebidoa\4 estaca o s 5 horas e 5 mi-
nutos e entregue s 5 horas e 45 minu-
tos da tarde).
Segundo noticia o Paiz, ser nomea-
do chefe do estado maior da armada o
.. almirante leronymp Goncalves.
Foi. absoWido em Curitiba. o Dr.
Luiz Mura, complicado na revolca ; e
Cjndemnado em Sergipe o propietario
da Foha de Sergipe, por crime de ca.
umaia, emprocesso que lhe intentou o
Dr. Sylvio Romero.
A Gazeta de Kjticiaaliz, que
acha-se subscripto pelos bancos metid e
do capital da emisso de apolices, que
era realisada,
Montevideo, 2i de ^evere iro.
Dizem que o Dr. Barros Cassal vai pu-
blicar um manifest, em que atacando o
Sr. Saldanha da Gama, aconselhar ao
Sr. Presidente da Repblica que nao
cheque a transigencia com a revolta em-
quanto for ella dirigida por aquelle ex-
almirante, que ser sempre urna amea-
ca Repblica.
Londres, 2i de Fevereiro.
O gabinete Rosebery est resolvido a
manter-se no poder, cmquanto contar
maioria no parlamento.
Rio de Janeiro, Si de Fevereiro,
s 4 horas 45 minutos da tarde [recebido
na estaco s 7 horas e 20 minutos da
noite e entregue s 7 horas e 37 minu-
tos da noite).
elegramma da Noticia, proceden-
t.- J. Porto Alegre, annuncia quGuer-
reiro V ctoria abandonou [Carnaquan,
perseguido pelo coronel Savaget, tendo
dcixado 40ocavallos, um prisioneiro e
dous mortos.
Os fugitivos em debandadaencaminham-
se para a fronteira Oriental.
A diviso de Menna Barretto bateu o
grupo federalista sob o commando de
Anastacio.
Ainda o mesmo jornal deu em bole-
tim telegrammada mesma procedencia,
'em que se nega a exactidao de victorias
conseguidas*pelos faderalistas e apregoc-
das em Montevideo, assegurando que
nap ha nada de alarmante ao contrario
perseguem-se os pequeos grupos de re-
voltosos existentes no Estado.
Falleceu na estaco do Espirito San-
too desembargador aposentado Joaquim
Barbosa Lima.
Constava que sena hoje em Floria-
nopolis denunciado por crime de preva-
ricacao o procurador seccional.
Consta ao Jornal do Commercio
prxima emisso de apolices, no tolal de
iou mil contos dereis, Ue jur^s de 5 0/0
e typo de 95.
Ter comeco no dia 28 do correte.
A taxa cambial foi 9 15/16 e iO 4i-
nheiros por 1 000.
Buenos-Ayres, 21 de Fevereiro.
Foi creada a estaco naval do Alto
Uruguay composta de chatas a vapor.
Montevideo, ii de Fevereiro.
Declarou-se um caso do cholera na
calle Maldonado.
PARTE OFFIGIA
Rcluco dos privilegios de fine
trata o art 85 do resuluraenio n
S8ZO de 188S concedidos duran
te o anno de 1894.
(CorclusSc)
N 93. Numero da pateos 1.371, coacessio.
nrios Joao de Sma AssorapcSo c EioardoM'.
gola, domicilio Caplta Pede a',obje;o Un ap.
p relbo destinado a i dlcar o pesa aa carga cao.
tida nos carros cu carros 1, deooaYiaaao Mola.
grammetr-a, decreto 18 de a adro, u ejj 15
auno-.
R. gr. em 1.707 bir, dem Cirios Milk de
Mitlba'8, dem Rio de Jaceiro, dem Moltura,
ojelos iDirodoziio8 oa sua nveogioj preile*
glada de un, processode fabricar pibas eleit-i
< as denominadasPDas Mi k, i er, dem ex-
quaoto dorar o da oaleute onui-lta.
a. 98 Iiem 1.772, dem Francisco Cont da
:i va e Jos Jos ino barboaa Viaon?, ideaC'-
pltal Federal, dem S.*aci icaia' foralgas, loern SO idtm 13 ancos.
N. 9J. Iiem 1.773 Hia Aitoaio Aives Vas.
es, dem, Ut-m U a aprarelha pa a 1 aasper.
lr comida dea iriuadc'orla caunda Vasqce ,
dem 3 de N'jveub-o. nem, idem.
N ICO. I lem 1.774, dem A. Oeslerreicbie.
Che Giglauietit Aciiengellsebari, dem Vien&a
d'Austria, dem Ungcorpo iacaoiescente pa>a
bico de mi iujaueaceocia, dem 6 dem, dem,
dem, dem.
rt lu. dem 1.77S, i'em A mesma, ideo-,
1 em, dem Ua bi o apniNicoado para loi 10-
cadescote, dem, iiem, dem.
N. 10. iem 1.776, dem AJmesma, idem.
iiea-, dem Un procera.) ce regeoeracio dos
corpoa locauce8>Q'.fs pa a bicoa de gaz de 10.
caoJejceaci, idem. ideo?, dem,iiem.
N. 103. dem 1 777. iiem A Oester eicbs-te
Gasgosiicbi Act eag'IlBchaft, dem Vieon. o'A-i*
lr\r, iiem Aperfeitjam oto oa p ejar-gas doa
carpos lacanecetaa pjra bicoa de gaz de It.
oaudes enca, dem. dem, idem .dem.
>. 101 lea 1.778, i iem G iftlle Cardeoal e
C idem Bae'jw-Aie% idem Un t-juema ae
mtar formiga, raioa 6 oofoi animaes nocivos,
'enommadoFormicida.Braiileir.-, idem, idem.
iiem, idem
. 103. Iiem 1.779, idem AugotJ Birbo',
captago e tO'idaeem, I leo^, idam, iiem, dem.
N. 10;. Iiem 178), iiemGiaoie Asatlie Cioj.
at Iiem, iiem, dem Ua sy-ema apereiC'adj
la brtcoa ariculidoa pira toldos, ldeor, dem.
lr(D, WHB.
N (07. dem 1.781, idem P,al Phil'pp-Fran.
fiois Micbo, icen Mmap-Ga-a-s, dem Unc,
ment.bjdraoiicob-.'ilei o miQ-al, meo,
idee, icem, idem.
. 108. I em 1.78!, idem Coronel Patrete
Aves da C rjoe'ra, dem A oargosa (Bbi*)
ide.u Um ooo fys'-eon e piano de lote la, de.
oonoa oLoit Id^m, tem, iiem, iiem.
N. 109. Iiem 1.4S9, dem f. oaaro B telnj,
IJem S. Culos do fiubal (i. Paalt), dem He.
Inorameotts iutrodozdoa em soa inveocaoj)
privilegala de um ventilador psra ven-iiar cal
e cascado, denomnda Ven ilador Bj.elbc,
I iea, ider, dem. ni^m.
N. 110. Iiem 1.781, dem Kirl M-ray Ha-.
i rolags cootiuoa para estn par as tea rizee,
i 'en, iiem. dem, idem.
N 111. Id>m 1.73. dem fue Minio? and
Dreiging Fwr Compaoy, iiem Not.-Yi k,
em Aperfeicoameotoa as bomoas a vapor ue
'acoo i tem. dem, Hem, dem.
N. 1I2. Iiem 1.78?, 11 m A mesa, idem.
idem, dem Ape feicoaujeotjs em apparelbos oe
! r-inagf c, iiieon, ioem, dem, idem.
S N. 113. Idem 1.7i', dem Kirl H efelm.y,
. ldmA'. :b (A'letHaon;-), dem Unai??otohj.
g:e:iico pa'a lal inas. iae\ idea, iiem, iden.
N. 114. Iiem 1."87, ide n CompinbH A neri.
Faori!, dem apiai Fiil^-a1, uem Uu pro.
:e-su pjra emendar ou dobrar crrela j*-a uta.
cboas por meio d: om cimento, ir em, dem,
dem, iiem,
N. 115. Uem 1.788, Iiem W.lsoo Soqb and
Compaoy,limiied, l em Cipi al Federa1, ide>u
Um p par- o pora carregir e detcaregar ni.
vio', dem 15 de O'Zembro, idem, idem.
K. 116. Iiem 1.668, iJtm Ramos e C, idetr,
dem Uelbarameoios mt'odozdus oa iuveoco
le dqj apparelno desiinada a prcaazir o epeca
ae-ito de culeoulros graa-1, denominadoSi".
ador Angosto, dem, iiem, emjoanto dorar o
,-a-o da patele primitiva.
N- 117. I-leu 1.789, dem Fernando Smge.
ni.-', dem, dem, idem aa macnioa deoomiaa.
IlPteuea Si'ingai ama masa para matar
'omigaa tijvas, dem 17 ce D-zemb o 15 aa.
nos.
N. 118. Uem 1./90 iiem Hia S-h'e t, Uem
Capital Jo B tado da Babia, dem Un systema
le condnegao de pafsageifos e ca'gaf, deooml.
ladoVia monoca'ril a gar, idem 19 dem,
dem.
N. 119. Uem 1.791, idem Cba:hs F. P k-
dem Pnlad>-lpnia (8. U. da America do Norte).
em Um proceaeo de separacao ao3 mities pre"
ioos de cus mioereos oa gaagas e apparelboi
para ese fim, idem tdeir.
N. 120. Iiem 1.791, idem Ed r.ond de Salas
e Lasrac, ideen Capial Federa!, dem Um appa-
r6'bo parz fcffiiscao de annaori is denominado
Bmmbo amaocia^o', 10 de Dtzembro, idem.
N. 12 Iiem 1.793, Hm Fioriodo de Scuta
Sinoei' e F-*ici*co de Paala e OMira, dem,
idem, Un systema de acnonc 3 grandes illam -
uoJu p.la 101 elecincia, uem 2i de Dezemaro
ilim.
NV1M Uem 1.794 item FreSetlcn K.-wa-
ri(k. idem Gai, Siyla (.\u;tris), idem Um ap-
II relbo e processa paa seccar cal verde, dem
24 de D zeoibro, idem.
N. 123- Uem 1.795. len AlbeM KaMnano,
dem Capital 0 E-'ado de S. Paci, dem Urna
macbi a para secc r caf oa oolros graos deno-
minada Seccador co lnoo Kablmano idem,
dem.
N. 124. Uem 1.692, idem Eugenio de Lacer-
-la F'aoco, Idem Campias (S. P.'Uio). dem Me
incrimmtjB inirodozdos em soa inveo^Sa de
nm veiMiladcr para cafe, sysrema L cerda dem
dem, e LquL-'.o dorara o prazo da patete prl-
mi ir.
N. 125. Uem 1.786, idem Luiz E. Bidoae,
ld-m Baenos Ayree, idr-in Um apparelb > deac
minado Baar automatice pa a dintriboiiai me
liante a iniroJu-jo de orna moeda oa ama ti-
cba, de refrescc?, i;orea, agua perfumada, etc.
idem 28 de Deztmbro, idea por 15 auno.
N. 126. I Um 1.797. idem Dr. IvaroCarloB
de Arroda Bjielho, dem Jar. (S. Paolo), Una
macbna de descascar ra' denomm-da Deseas*
cador S. Paolo. 19 de Dazemb-r, idem.
. 127. dem 1.798, idem Abren, Ferreira 4
C, dem Capital Federal, idem MelbiramentB
em o.6'8 de cosijhur. idem, iiem.
N. 123. Uem 1.799, iiem Jaiqoim da Silvi-
ra Mallo, iiem Piracicaba ({. Paol-), dem Um
ventilador catador de caf em (6 3 on beoebcia-
da dtBom;oado Veotaaor ilveira idem,
me: .
1.* Boecio da Directora Geral da Iodostria, da
-Secretaria do Stalo dos Negocios da lado-tria,
Viacao e Oba> Publicas, 8 de Janeiro de 1895.
Ocbefe de secco, Jase Francisca Soares Fl-
Ibo.
Expotico apresenlada ao Pres'
publica sobre a indamnizagao ao9
E' esta a _
dente da Republ
baBC08 regionaes
Sr. Presidente da Repblica.
- Como j tiva nccaaiao de ponderar-vo?, os
representantes dos bancos ragionaes tm insis-
tido pela solujao do pedida de inlemnizaco, a
que se jolgam cora direito nos termos do art.
5.* da le de 23 de Setcmbro de IS93.
Havendo examinado o assurapto com alten
gao, venho subraetler ;io vosso conliecimento as
nformajes qua pu le colher aflu de que l-
queis babiliiado a resol velo caso entendis que
o Governo deve osar da autorisaca que para
csse fim lhe foi conce lida pelo Poder Legisla
tivo.
Os bancos de emisso, cuja faculdade erais-
gora foi Exmela pelo art. 4.a da lei n. 183 C, de
23 de Selembro de 1891, reclamam do Governo
a execucao do art. 5.* da mesma lei queauto
risa o a cnlrar cora elles era accordo para a
transferencia da suas emisses e respectivos
lastros, no sentido de ndemnizal os, por conla
dos recursos destnalos constituiyao do fundo
da garanta, das vanlagens o direitos que Ibes
lorara cassados.
Pretendem elles que a segunda parle desse
arl. 5." Ihes d o direilo de recebarem a tolali
dado dos juros das apolices da lastro, ou >los
lastros convenidos em apolices de 4 %, durante
4'3 annos, prazo da sua existencia, o, portadlo,
do gozo das vantagens e direitos que Ibes fo
ram cassados.
Fundain-se para esse fim na ultima parte do
arl. 5." que dispOe o seguinte; A indemniza
Cao ser baseadu sobre 03 juros das apolices
depositadas, quanlo constituidos ntsta especie
os lastros, ou sobre os juros das apolices sub-
stitutivas do encaixe metallicodurante o pra
co dos seus privilegios .
Assim entendeado 3 dispo356es legaes, os
beos emissores pretendem avuludas mdera
nizag5es, 6Uggerindo caaes para um accordo
oom o Governo.
Titulo de gerjitia provisoria
Concedidos dorante o anu de 1894 (Lei n. 3. 20
de 14 iie Outabo da 1882 e aeas regaameo*
ios :
N. i. ame D-. M. P. de Mirgeland, domi-
cilio Capital Fe'eral, o-jecto de garanta Um
novo meio de cona-rv.r carues vet-le.', titulo 3
de Jaaeiro. prezo 30 anaofl.
N. 2. Mjor Ju FraiikMn de Alee r L'ma.
ilem.iem, Um mel de obter mmelialamen'.e
o movinjento circular coatiauo por inle-med o
do vnpor, deaiminida Cylndro 10.tono Alen*
ar Lima, Idttn 10 Je lneiro, dem.
N. 3. Uem Joaqun Doarte da Silva, dem
Entre R108 (B 3 ce Jaoein) idem Uo arparelho
deBce3cador," ventilado.', brOQor ffcatalur de
caf, idem 25 de Jinei.o, ideir.
N. 4. dem Dr. M. P. de Mirgeland. idem Ci-
fat Federal, Uem Un novo p-o!u:to deooml*
nado Cirage Claque destloado a substituir a
graxa paaa calca'o. idem, dem.
N. 5. Uem Ladislao fleariqae da S Iva A-a-
cba, idem Estala do Miraihao, dem Un ma-
ctiinismo detinado a lirapar os cascas de em-
0 -cagCea vela oa a vapor, a que deoomin >u
Btapador de navios Ladislao Aranoa, Ideai 23
de Abril, dem.
N. 6. Uem Euz-bio Maximiano P.res Ferr"
ra e "daaoel Alv-s do' Sjq'os>, iiem. Capital Fe-
deral. dem. Um bilaa gaamirm ds;inadj a
soareHor dilunio do mir qualqaer objacto'
1 tem, 1 de M o, Iden.
N 7. lien A fredo Manja?.! de Soozi, Uem.
Uo no7o modtlj de b la con apnlicacS) s todas
os ct.1 brea, a ose den 1 minon P.o]eo--ll Lellico
:,r-s leiro, Idem 3j c Haio, dem.
N 8 Uem Pairo de Oii-eira Santo?, iiem.
Travease na e almofa tas by^eoicas, dem, 25
de a o, Hem.
N. 9. Iifra Joao B ymaodo Duarte, idrm.
Un apaarelbt danomnadeRegulador-Hydra*
m--iri .)->-a-iiHjro, i :e n 30 de M io, en.
N 10 Mgoel Vrl.z dem. Un appareiho
combostjr de saz da niominago insniesCFn!e,
deoouatoadoComous o: VeUz, id m 7deJu-
obo, Idem.
N. Ue A'.beiti R beirc Pol-oo e Jo3 Id*
qa'ui da Silva Ba-ges, iiem Un apaarelbo de-
no iuadodepisito de dtsiafe; ante pata l xa,
idem, 17 Je Jaabo. dem.
N- 12. Uem Mgael Ribeio Ltsbca. !dem
8arDa:eoa. Um lijlo p o ru para gale las, dn-
nominalor jola galena, i Jen, 17 de Agost),
dem.
N >3. Uem O ma ra. idem. Uooovoeya-
:eca 'je pro ecco dos ccnlncto-'et elsstrtcoi
aereo?, 17 de Ago lo, dem.
N ll I lem .'olio B:rfs Liitao, dem, Cr
pital Fe-e al. Un 8paa^eiaa para pescarla per
meio ce electricidad' itenamina'o Pascado-
Fixo-3iectric\ lleno, 28 de Seiembro, Uem.
N. 15 lien Dr. AIao Carlos de rala B>
Mn,', Jeaa Biptist G-ah r e Jaaa Bapugie
Mi-eat', dem, S P,oli. Un navo maia da se-
para- a tirar do al em (aa oa em caiaiubi
os peJagjs e objecios de (erra que ella poa-a
ou'.er, mao esie qoe cooBlie niapplc ca di
torga inugaeiica i'ti'a-Mva do inau naiura- ou
a'tiljcia- po* quae quer diapi'stgao e macUaia-*
moa, uem. 6 deOjiabra, idem.
N. 16. I lem J .o CorJeiro da Graga, ule
Caplal Fe e al. M.-iuorame-at>.*< noa coqdtiJio-
re) de elect.'icuade para a iraogo d-ai farrOi-
carrii, i N. 17. Uem E aeaio J. Gamas, den. Tele-
g aprio-.uuiplo impresor Maular, idem, 10 da
oiaoro, iden.
N. 18. Uem Dr. Aitanio Luz Caevriod.
Idtm Estado do H.a de J.n ti.-o. ilesa Cnevrand,
idsm dem.
H- 19. Uem Tnaiphila Hanrique de Sao',Au-
na, dem CiJitu Federal, uem. Un no o cefso de car ir rouros, deaomiuaioCu lu oe
pelo caior, Uem 26 da ou.ubro, 1 lem.
N. 20. Uem ir. Alvaro Carlos de A 'Di'
Batelbi, Uem J>tio ('. PaaloA dem. Uua oa-
CDioa de descascar a oeaeticiar Caf, denmn i-
daDescarogadur faiejdcirj, Idem 27 de Oai'
bro, idem.
N. 21. Uem Alberto R baira Pedroza, idem
Capital/eler.I, dem Uo marcapor automit.*
ca para ca-t.a, idam 6 de Navembrc, Uem.
N. 22. tem Capito-ejente Cailailoa Mar-
qoea de Siuaa. Ueaa dem. Ua trapicae fl c-
toan-e, luauome guel, para o aerviga doi kj.-i s
e das bi'ras .naaccessiveis ao3 g'aodes navios
e p-ira oatros tos commerciaes, .sauta-ias e e>-
trategii-og ideu 14 uen U m,
iS. 2<. Uem Dr. Jao Jannaa Mar baai. id m
iiem. Uaa novo mottir de lommaJO Uator Mar
ciaot. ilen, 30 iden Uen.
N. 24. Uem Teneole-oronelJas Pranklim de
\lencir L ma, idem uem. Ua eairibo auioa-aii-
.:u Dar u a ls, Uem 7 da D^zambo, iden.
N 23 dem Cbnstovam W.iijim Auler, Usa
Uem Un baaoa-car.eira pjra caleci deoo
minadoSyitena Cinslovam, Uem 14 uem,
uem.
N. 26. Uem ilrx Aai8. idem id*m. Un ap-
pa-ello do res'riamenia para ai.u> frvida ou
esteriusada, idem l'J dem, Uem.
Primeira secgaa da D rectora G;ra! da 11 Jua
tria, d i Becreiaria do Eitado doa nsgo ias ta
iodcetria, viagaa e obras puolicas. 8 le Jaoeir*>
de 1895 0 cefe do ae:gau, Jos Fraoci8;a Sob-
res F.lba.
---------------^----------------.
Iudemnizago aos Bancos Re-
gionaes
O Banco
a pe! ices:
Unio da S. Pau'o deposilou era Geraes de 5 |0
2)2 500S'JOO
"/ o uro
Yo papel
9 566:7005-00
434:80D003
de.
Somraanlo 10.C0l:500000
que pelo descont operado
no fundo de reconstiluigo
fe apolices, esta reduzido a
Reclama :
O juros
2 %.de.
9 398:7001,'
dran te os
46 a n n os
que hilara
para o prazo
da sua dura
gao ou.....
8.66:804,
calculndo-
se ao cam-
bio de 22 di-
nheirosou 10 61l:986J727
Mais os juros
de 2 % so-
bre.......
266:8 0*000
a quanto es-
15j reduzi-
das as apo-
lices de 5 %
dura n te o
mesmo pe-
riodo ou
9.635:5-:Oi00O
316:981*0 0
Saoimando a indemnizagao de-
vida
Mas como o banco tena era
seu poder:
Do fundo de
reconstitu -
gao do seu
capital
e do fundo es
pecia 1 de
garanta das
letras hypo-
IQccaria
10 918:803*727
336:19a*4;0
1601:906/650
O'i
938:1"2I30
Parece dever servir de base
indamnisagao a quantia de
9.920:704*597
O Banco Uniao de S. Paulo pede approxnna-
damenla sais mil conlos de ris de inderaniza-
tio palo abalimunto que propOe, para accordo,
de 1/1 da quantia a que se julga com direilo,
poJendo recebar o saldo iiquido era apolices,
em banus ou em dinbeiro correte a vista ou a
prazo.
O Banco Etnissor de Pernambuco tem de las-
tro no
l'hesouro a importancia de
das quaes tomou ao Tftesouro
qua nao pagou, sendo o saldo de
sua coala
875.077
400.000
475.077
11.113:452*878
2o. 139.050*00)
15.528:200*000
2I.70i:3J2#878
Ciricul idas ao cambio de 10 1/4
tesa do dia3)doS;terabro
de 1801, produziodo a quan-
tia de
re luz esta quantia a apolices
ouro e calcula os juros a
5 % papel, em 47 annos, o
qui produz
Deduz a importancia das notas
em circulagao ou
verificando ura saldo a seu fa-
vor da
O Banco Emlssor de Pernambuco suggerio-
rns, por intermedio de seu representante, urna
serie do clculos para servirem de base e ac-
cordo com o Governo sobre a ndemnizugao, a
que se ulfa cora direito. .
Vio tolos junios a esta exposigo, simples-
mente para vosso esludo. Na ultimo dellcs ve-
rificando o Banco um saldo a seu favor de-----
2'.704 30!*t7?i, conclua a sua exposigao nos
segrales termos:
. Para ulliraago de conlas cora o Thesouro
Federal, o Banco Eraissor de Pernambucoi abr-
iendo do total de ai.000 000*-7 O0:00< re-
ceben* 14 C0J:C0.*, que poderlo ser ultimados
da seguinte forma: 6.0du:0J0* em apolices
qua si acbara no Thesouro e que serviatn de
lastro do Eraissor do Banco da Repblica, do
Banco dos Estados Unidos do Brazil e do Ban-
co de Crdito Popular, 5.000:000* qua apenas
seria debitados na conla do Thesouro tederal
com o Banco da Bepublica, 3 0J0:00i* era
moeda correte .
O Banco Eraissor da '.Baha tem depositado
em apolices;
em ouro
em papel
8.330:300* 00
1.179:7 J000
9.303:0005000
representando 9.603:000*0.0
mas como tem
em si o fun-
do de garan-
ta do capi-
tal era apo-
lices......
194:03*S2.
tem ora apoli-
ces
Calculados os
juros de "la
das aplleos
de 4 |. ou-
ro, duran'.e
46 annos, im
portam era
e calculad o s
ao c rabio
da 21 d i-
nheiros por
I* em
que rennido
aosjuros de
2 | s "|. das
apolices de
5 |o papal
Sommfio
qne parece ser a base pretendida para a rn-
deranisacao, n&o obstante oulros clculos que
rae forana apresentado* pelo Banco da- Baha
O Banco Eraissor da Norte nao apresentou
base para accordo, lirauando-se a pedir a exe-
cucao do art. 5. da lei i83 C citada. Mande.,
entretanto, organisar os elementos precisos
para esludo, guiando se o Thesouro pelas ejepo
sigOes dos oulros bancos, deque '
7:J74:63*0:0
9.296:144* 181
1.071:700*003
10-52):749*18l
linna conhe-
ciraenlo, e foi-me apresentado o segrate pare
cer: .0 Banco Eraissor do Norte para garantir
a sua Banasto depositou I.C0J:0J0* em apoli-
ces, sendo:
Do Empreslido Nacional de
1889
GeraiS le 5 (0 _
Pelo arl. 4." g 3. do Decreto
Janeiro de 890, o Banco era obrigado a con
sliiur ura Tundo de reconslitulgao do capital, o
qual, segando a declaraga) do Fiscal apecii-
vo, altngio a 33:342*860 e que em vir uda do
ail. l.'sjn letlraBdo mesmo Decreto deve
ser doduzido das apolices depositadas, ficando
estas 'eduzidas a
Da^Empreslimo Nacional de 73,.wtm
730:0005010
230.000*00.)
n. 163 de 17 de
na somraa de 965:003*00)
Os juros de i | sobre 732:5'0*000 era apo-
lices de 4 "|) ouro, do Einprestiraa Nacional
de 1889, em 47 annos que faltara para completar
o prazo da duragao da Banco, unportam em
688:300*000, que calculados ao cambio medio
de it dinheiros por 1*, pro-
duzem 845:034*099
e os juros de 3 iil *|0 de....
232:50J*00 em apolices ge-
mas de 5 "Id, durante o mes-
mo lampo, do
prefazende o tolal le
que deduztda da somma da
garanta das letras hvpolhB.
carias qu conforme o rela-
lorio incluso importa em
273:1S7*5'0
I.ll8:2il*93
86.078*18)
1.031:441*4 9
fica reduzido a
que de canlorrnidade cora o art. 5." do Decreto
183 C de 23 de Seterabro de 1833, servir para
base do accordo a entrar cora o Banco. _
Exposla assim a questao era lerraos simples
e claros, conhecer se ha a irapiocedencia da
argumentago dos bancos e como os seus cal-
culos eslao era desaccordo com as disposiges
da lei a que se soccorrem para pedir a indem-
nisatao que julgam ser Ihes devida. N5o
admissivel que a lei de 23 de Seterabro de
1893 liresse eslabelecido como base para a
indemnisacao e accordo dos bancos ora o Gj-
verno dispasigo que importasse na restiluigo
de quantia superior ao capital depositado em
garanta das n^tas que emiitiram, assumindo o
Governo a responsabilidaje das emisses rea
Usadas. Seria lomar conla da Nagau Brasi-
leira a responsabilidade de toda a eraisso,
deixando aos bancos o lucro obtido das erais
sOs que lizeram, ainda llies proporcionando
novo lucro, com o excesso da inderaasagao pa
ga sobre o lastro depositado, o que sena lesivo
aos interesses da coramunhao.
Se tal fosse o pensameato do legislador, mais
Valeria mandar restituir aos bneos os seus
lastros, ace lando o Governo a rssponsabilida-
de das emissOes, quando o pansameato claro
do legislador foi apenas nao despil os d u van-
lagens que Ihes poderiam advir da faculdade
eraissora no fuluro, subordinadas essas vanla-
gens e os direilos a ellas inherentes le pala
qual os bancos se regam, compensando a pe-
da da faculdade de emit.r com urna indemni
sago que permltisse acautelar os interesses
bascados no direito qua porvenlura tivessein
Sando assim, Caro que nao obedece s
disposigas do Decreto da i} da Seterabro esse
calculo dos juros das apolices era ura anno
comptalos a cambio inferior e multiplicados
pelo numero ie 46 e 47 annos, prazo marcado
pela lei de sua orgauisa$ao para a dnragao dos
bancos.
A iiidemnisigao deve ter como condigoes
pra o calculo : .
I.' As disposig6es do Decreto de 1/ de Ja
neiro de 189 >, que darara a n rraa para a con-
slituigao dos bancos de ciuissao desse rgi-
men, lei orgAnica da sua forraigao;
2." As disposiges do Decreto de 7 de De-
zembro de 1890, que alterou os condicOes das
eraissOes bancarms; .'.*".
:!. A latir expressa do art. 5." da le de .
de Seterabro de 1891, que d,poz sobre a n-
demnisagai. ,
Como consequancia da combinagao das tres
disposiges de lei cima, cuaapre esainmar,
quanlo a cada ura dos bancos :
i. Quaes as vanlagens de qua gozavam ao
lempo era que foi extracta a laculdade da emit-
lir *
2- Quaes os onus a que estavam sujeilos pala
sua le 3- Quaas as obngagas impostas palas leis
anteriores o se foram exactamente cumpn-
4-'Quars as consequencias resultantes do
nao curaprimento dessas obrigagao ;
5- Quaes as vantagens, prvilegios e direitos
que os bancos passuiam a 21 de b^tembro de
1893, de accordo cora as leis a esse lempo era
vigor, vantagens, privilegias e direilos qua Ibes
foram cassados: ..
6- Qual a indemnizagao qua lhe3 e devida
por esse facto. .
Examinando se as disposigis do Decrelo de
17 de Janeiro de l90, quecreou os bancos de
emissaa sobre apolices, encontrase logo o art.
4- era que eslao especialisados os onus a que
elles sa sujeilavam para que podessem pretender
os favores do ecret., isto 6, a qua e
suieitavara para gozarem prmcipaira
favor de emiltir notas com curso
aetS-Vverbar coma inalienaveis as apolices
que consliluirem o seu fundo social, das quaes
nao poderlo dispar, salvo accordo cora o Go-
^ ^""constituir com urna quola nunca inferior
a 10 /. dos lucros bruras, um fundo para re-
presentar o capital era apolice?, que ftcaro an-
nullada para todos os effeitos no fim da prazo
da duragao dos bancos;
3- Reduzir. a contar do comago das suasope
races 2 /. no juro das apolices, que conti-
luirem o seu fundo social e augraentar esla por-
centagem mais 1/2 /. annual al a complela
extinego do referido juro, e que traduz se por .
es se
ole do
forgado, e
1 anno 2 [. de raduego
2- > i :\t |.
3 - 3 -|.
4- > 3 l|i I
.V - 4-1-
t- > 4 l|! 1- a
ou a completa extinega dos juros dessas apoli
ees nesse periodo. l *" -
Por essas disposigis se v que os bancos se
sujeilavam, para poder gozar do favor especial
de emiltir olas com curso forgado, a perder,
desde logo, a propriedade das apolices repre-
sentativas das olas que emittissem e quepas
sariam ao Thesouro inalienaveis e destinadas a
ser substituida? palo fundo constituido cora a
quola de 10 i dos lucros brutos do banco, no
rainimo. Do mesmo nudo submetiiam^e a
reduego annual do juro das apolices, al que
no stimo anno de existencia e de goso das
Sao caracleru.."------------
tes palavras que se le n no Re a ton o do Sr.
Rov Barbosa (i- rol. pag. 13;): No systema
inaugurado pelo decreto de I7de Janeiro, o Ban
co di emisso que a cobrir cam apolices renun-
cia immedlatamenle o direito a metale e, ao
cabo da seis anuos no mximo, a tolalidaie de
sua renda, perdendo virtualinente o jas de pro-
priedade sobre essas mulos, cuja importancia
no termo da existencia dessas insiUuiges, pelo
simples effeiio legal do lapso de lempo, ae3ap
parece do quadro da divida federal.
Comprehende-se a razao dassa3 disposiges :
o lastro era apolices representava notas, um ca
pital que es bancos iarn alirar em circulagao
por effeito da responsabilidada que o (joverno
as3uraia, dando-Ibes forga o cu so forgado e
tornanda-as verdadeira moeda liberatoria. Es
gas apolices garanliam, porianto, a emisso e
serviriam para o seu rsgate sa os bancos deca
hissera do direito de emiltir ou houvesserade
liquidar por qoalquer motivo : o Governo te a
entao chamar as notas a rsgate, trocando as
por notas sua3 ou pagando as cora as ano-
ces.
E' verdade que a segunda alieni do n. 4 de
do art. 4- obriga o Governo a concorrer com a
somma que recebesse dos bancos a titulo de
reducglo da taxa dos juros das apolices depos-
talas e cora a melada desse juro quaado es.
sorama altingls3e a sua tolalidade destinaaic-
se esse concurso formago de ura Tundo espe-
cial para garanta da letra hypothecaria que os
bancos emitissera para empreslimoB lavoura
a industrias auxiliares, claro qua tem cessa-
do a entrega desse subsidio, qua auxilio e
nSo direito de bancos, desde o momento en?
que estes naos5o mais obrigados empresUr
lavoura, ou em que foi revogado o Decreto oae
tal eslabelece.
O bancos que erailtiram sobre apolices, n5o
lem, portanto, raais a propridada dos -titulo--
depositados, e apenas p>dem pretender os is-
ros destes at o 6- anno, com a reduegao de
2 -|. no primeiro el|2 (. em cada ura dos sufc-
sequentea al a e/ampiela exticgao.
O Decreto de 17 Je Janeiro de !890, ao aute-
risar a emisso de olas ao portador, como d-
zia o s.'U art. I -, Mnha em vista realisar o cap-
laida 430.000.0JO* e.m apolices, que scritt
averbadas cora a nota da inalienaveis e que
pela clausula imposta reduegao annual de
juro trariatn uraa quasi total diminuigSo divi-
da interna consolidada, alliviando o Tliesoare
Federal doservigo dessa divida, aflial extioctt
com a constiluigo do fundo para esse lira des-
tinado.
Islo expressamente declarado na exposir*
de m< ti vos que precedeu o decreto. N'enTse
corapwhendoria que assira aulorisasse o gorer
no uraa derrama da papel de curso forgado, seie
a justificativa de um plaop cora ulilidade publi-
ca, declinando o Estado da sua funegao sobera-
na de emiltir moeda pai associagOea particuti-
res, sera a corapensag.'io de um beneflcio ge-
E' assira qua o decreto dividi o paiz era tre.
regies, cada urna da quaes devena tar n,x
banco, esperando que, na organisago desle a
para o effeito das ems.-es autorisadas, fosse
einpregad-js quatro cenlos e cincaenta rail coa-
los em apolices, ou ao manos trezenios rail coe-
tos, que at o sexto anna da exislencia dos ban-
cos i.ouvesssem reduzido, do servigo da divie
publica, a quantia de 5',500:000*. annualm te
destinados ao pagamento dos juros dessas apo-
lices. sob diversos typos. (Vide exposigSo de
motivos que precedeu o decreto de 17 da Janei-
ro de 1890 e art. i 2- do nusm > decreto).
Logo dapois de expedido esse decreta, rear
nheceu o go\erno provisorio qu: a rcgoic
sul era extensa demais para a parle que llie ta-
cava no plano do decreto de 17 de Janeiro e tai
expedido o decreto de 31 de Janeiro, que s r
roudessa regiao os Estados de Uoyaz e de S.
Paulo para formaren] urna regiao, laxando eaz
200,000:00J* a emisso total dos quatro banca*
emissores 'entro com s Ja no itio de Janeiro.
Norte com s le na B hia, Su' com sede era Por-
to Alegre e o ultimo creado cora tde em S-
Kaulo, sendo iOO.OOmmjO* destinados i regtfc
do centro e 101,0 0(0)* para os oulros, at
33,333:000* para cada i m dos bancos dcstas ce
gioes.
V-se d'este decreto qie j pareca nexeqar
vel o plano de 17 de Jneiro e incerto o x.
que so pretenda:reduzir a divida puWki
interna pela applicagio da quasi totalid&de tfat
apolices, tornadas inalienaveis e redu'.idos juros no primeiro anno e annuilados no sexto-
A 7 de Margo era expedido novo decreto (c.
23iA) reconbecida como !oi agrande exteosc
da zona do norte, cora st'de na Bahia e com o
direito de emiltir os ses3 na e seis mil conto
que lhe tocuvam Havia urgencia de chogari
execugao do plano do derroto e era preciso fa-
cilitar a chamada dos capitaes ao emprego das
apolices e a reduego d>s juros da divida pu-
blica externa. A zona do nota foi divi Udz
era tres, cora s Je era Belera, Pernambuco e
Baha, sen lo fixada a emisso oe cada baacc
era ao mil conlos.
Por esse decreta o banco que houve.*se de se
constituir na Bahia, (cava com o seu direito e
emittir limitado, de 33 mil contos para 20 mU,
aitendendo a que deveria haver Ires zonas eir-
vez de u>na oa regiSo anteriormente determiat-
d,i para elle s.
No mesrao anno ainda foi alterado o plano s
emisses sobre apolicea pao decreto de 8 Margo (n 233).
Foi auto isada a emis-So no duplo sobre t
lasiro de ouo, para 03 Bancos do Brazil e fe
cional, e fixada a emisso era 50 ra I oouios pare
os dous ou em 2> mil para cada un.
Essa emisso era concedida dentro da cifra
total da emisso destinada ao banco da regiic
do centro, pois que, pelo art. 1- do decrelo ere.
Kxado em 50 rail conlas o capital e a eaissc
do Banco dos EsladosUaidos do Brazil, ante-
riormente creado como o Banco da Ri-gifto de
Centro, com a emisso de 100 mil cotos- Sa
rgimen deslas disposiges orgunisarara-se :
O Banco dos Estados Unidos do Brazil, ar
torisado a funccionar e com estatutos approv*-
ios pelo decrelo n. 19) de 29 de Janeiro; c
Banco Emlssor do Sul, com i slatu'os approra-
dos e aulorisado a fuoccionar pelo Decreta .
336 de 6 de Abril; o Uanco Uiuo de S. Pac-
i, approvado3 os estatuios e aulorisdo a fuac
cionar pelo decreto n. 35i de 19 de Abr!;
Banco Emissor da Bahia, approvados os estattt-
tos e autorisado pelo decreto n 394 da i2 de
M to; o Banco Eraissor do Norte, com os este-
ra os approvados e aulorisado a funecionar pele
decreto n. 499 da 19 de Junho. Estavam,
como se v, fundados todos os bancos de em r
sao, do rgimen do decreto de 17 da Janeiro,
as differentes zona* da Repblica.
Por clausula expressa dos estatutos desse
bancos, as apolices do lasiro seriara averbadas
em nome de cada um .elles com a clausula e
inalienaveis, sendo afinal annulladas nos secs
valores em proveto do Thescuro Federal; kec
como os respectivos juros desde o comeen das
operagas reduirselnam a 2 *). menos date-
xa e annualmente essa reduego irla augmor
tan la mais i -|. at a extinego completaos
proveto do Thesouro Federal.
Ao mesmo tempo o governo ira entretanto
aos bancos as quanlias recebida a tr.uo 4x
reduego para auxilie dos erapreslinios hyije-
thecanos e com a metade da laxa, lo o que ec- '
tivesse extincto o juro.
Dentro ein pouco tempo o plano do decrt
de 17 de Janeiro j nao oastava s exigeacia
do meto circulante, como ento sa di^ia, e ao-
vos decretos foram expedidos, ou para elevar
o cpital dos bancos, como o Unio de 8. Pau-
h, ou para facilitar a organisago de oaUva,
como o de Pernambuco, ou pura permiitir *.
emisso sobre ouro, na razo do dup.'o 4a
depsitos.
No regiraan dessas diversas concess#s, os
bancos creados comegaro a operar, invaJiado*
clrculagSo urna profuso de notas de lodos ce
valores, cores e dizeres.
Era pouco tempo havia n i circulagao a so-
gumta quanlidade de notas de curso forgado <
do segrales bancos :
Ouro no duplo Apolices
Banco dos
Esiad os
Unid o s
do Bra
sil. 80.tO":0:
r
mm
KD
---a
^^WWf^W^^^^^flfW^^


<
M
S
V
Piarlo *tr*ffe*>nftMiiMMfr^ '^e^B^fesam fe$ 4toFevereiro m 19115
Banco Na-
cional.
Banco do
Brazil.
Banco
Emisso r
' do Sul
Banco
Emisso r
da Bahia
B anco
Emissor
de Per-
j^nambuco
B a n c o
Emisso r
do Norte
Banco
Uai&o de
S. Paulo
50 0OO:00a*OBO h
SO 000:WM00
3.50OOCWC0)
4.00):WO#00> 5.500:030*000
15.538:200*008
i .000:00 fU00
10-001:10 000
70.001:500*00
U9.33J:?OOtO)
Pelos dados cima poior-se-ha apreciar o
resultados obtidofrd* plano de !7 de Janano
De tiurasao era alterado, de connsuo -era
concsso, a esperance de ver daponladas apo-
ficeTno valor de 30J mil contos, com a raduo-
oda laxado juro e aouuUacAo Jo capital.es
tava rompl-tameme illudida, Para urna eaut-
=o de ccrso toread no valor de ...- .....
89 3M>-7 !>4.>.0, apenas 7O.0H:0. i las sobre apallees quando as eraissoes de-
veriam ter sido feila petos bancos na [orma
das concesr-oe: ________
Banco do3 Eslavos- Unidos do
Brazil.
Banco Emissor do Sul.
Banco Umao-de 8. i'aulo.
BancrrEmissor da Babia.
Banco Emissor de Pernam
buco-
Banco Emissor doNerte.
50 000:00 00
33.333:00 '#*l
40.000:OOM>>
10 OOO-.OO-'OOO
20.00f>GOO$OGO
-.0 00B.-O 1*0*0
183.338:0 OfOOO
I Os bancos nao haviam completado as erais-
soes sobre apoWces,-na forma das noneessoes
oblilas, eoutros, como o Emissor do^Pernam.
buco, apenas tunan se apremalo do d.re o
de emittir o duplo sobro ouro, nao atienden lo
ao Recito do .-ecretode 17 de Janeiro, nemao
do Decreto de 25 de ScHambro^de 1890
Illudidos assiin os intuitos do Dreto de 17
de Janeiro, entrn a qnesifio lioarrce.ra em nova
PhO Governo Provisorio da R-^mblica convcou
a apparalhar os meios para eamniBar do regr
meoPda mnltipticia le dos huncos de emifc>
paraodaunulade.. (Relatarlo Ruy B
Limited, pedjndo pagamento da qaantia de
lOJTMf'pi.......iniiliii dr paawgnna- dada* por
coala 4o Estado, Curanto o me/, da Dasembro
proxino:passado.-Coino reaaar, nos termos do
offlcio:tea dala: ao.Dr. Secretario da Fazcnda.
CesaaowMiqailina.* .Cosa, pddo para que
jamadmiUidoaiBO InstitutaiErei Canaca como
alumoos'gralaitos os seus daas'filhos; ^meuore*
de nomo Eugenio Gomes-de Sju e Jos G-
ines de-Sout. -Informe o director do Instituto
Industrial Fre Caneca.
O portere,
Archas Alafra.
-----------------------*>----------------------
{ueslara t* t ieia I
SeccSo 2.'N. 42.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, era 21 de
Pevereiro de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secretario de Estado dos Negocios da Juslica e
N-gocios Interiores.
Participo-vos que foram hontem recolbidos
Casada Detonco os segualesindividu >s :
A' minha ordem, Carlos Jesuino Rodrigues,
disposigaj do administrador do Correio; e Mi-
noel Pemil da Silva, por disturbios.
No dia 17 do crranle, por eolia de 3 ho-
ras da larde, no lugar denominado Aterro Grn-
ale do 4 districto do Poco da Panella, o indivi-
dno de nove Francisco Barbosa de Oliveira as-
sassinou a Araerico de tal.
Contra o delinquente, que evadi-se, proce--
de*se nos termos da lei.
Coramunicou-ma o juizdo Io districto mu-
nicipal do Camar, que no dia II do corrente
f>i encontrado morto junto a porteiraide ora ro-
gado,.com tres feriraentos de caeto e faca de
pona, o individuo de nome Simplicio Manos!-de
'Jess. ,.,. .
A tal respeilo foram fetas-as diligencias le-
gaea e trata-sa.de descobrir o delinqoente.
Sade e fratcrnidade.
O Questor interino,
Jos da Cunlta Liberata de 1/altos.
monstracSlo cabal t&o recente que nos dis^fontes de reduccao, os campos "devastados, ongem braaiieira. Os argpntiios nanea Ote-
'.........iinlwmi iiilni! aa vMSt'de omnuv>ffiDfl"'etllalr.a ni.aaiwra aaomMta dijiieU
a8' -8 s as de indo qoanta ptm atwt%r; de n?aeaana
toral, basta Ibes ae soora o que teaj ms aari-
>:*8. Mijs5e-; ji Beparalaada p^irAocia de or
pensa de iasiatM-aobw tal:ponto;*
as conclus3aa do seu manteaste, re- nic
aumindo emfi%aas itens-o proBimxn&.do' ponte, arrancados os trunos das estra-
Partido Republicana Constitaicional, que das-de ferro-e os poste* tlegeaphicos:;
S. Exc. saprcpSea orgnkaw^o Sr. Dr. maia, osaorificio dos dinheiros dos oo-
Baraa frisa nm aapeato da questto de fres fedar8a, e da vid* preciosa dos
qnonos temos oceupado n2sts.escriptas.t :nossos soldadas ; ainda .ma?, o nasso
a distinecio que. con vm-fozar^entoa os1 crdito de na>jao nova, qua est anda
fedaretiBtario-grandeneas a-os rovolto- em ensak do novo reginKn-xii^adoptaHv
6os de 6 de Setembro, que, vene dos no e que pode fazer erar que ainda n5o es-
Ro de Janeiro, no Paran e em Santa tava preparada para o gozo da todas as
Catharina, forara acolher-se sombra da- liberdadesi
Urge faz:r desapparecer aquella som-
bra, a para isso contamos comas rectas
intencea a subido criterio do illustre
chefado governo, e com o esclarecido
Julio de Casti-
EXTERIOR
AME'IICA DO SUL
Barbosa
de fusu
ao de 17 oe-De
foi dellnitivamenie
i." volurap, pag- 83.)
Aproveitando se do roqueriment3
dos bancos Nacional ajos f***j??^^
Brasil, o Govorno Provisorio-expedio o Decreto
de 7 de Dozcmbro de 1890, em rrioiirt*J
se e't.pulou o prazoimprorogaveletedourann s
Para au" os bancos dolados da faculdade -de
emittir completassem as suas eroissOes-
E'o se-uinte o texto des disposijao <-ga :
_ E' estipulado o praeo mamaffe^'
dous annos aos bancos boje dotador d* Ia uM*>
de ie emittir para completaran r^pretiTamcn
a uns emissOea de notas ao-portador e a iW,
not rmos das conaasafies ouiorBadaa a caj
nm, na., podendo estas alu-rar-s?, inoditicar-ae
ouprorogarse. Norta disposigSo naoaa cona-
r-lwode a e.uisro concedida a favor do credr
?c "popular, aqual pelo seu destino singular e
pela naturczaqde s. us flns deve ser gradual e
8 i Os bancos que nao satisflserem a clau-
sula precedente (UCattttio do dirtito de emit-
tir, incorporando.se este cora todos os pr-
vilencs coiresponlentos, so Banco da R;publ>
ca dos Estados Unidos do Brasil
Os direiios dos bancos regionaes, disse o al-
tor do Drelo no seu j citado llelatorro, rao
respeiUdos. Apenas se Ibes exige que preen-
ch un a su-i emisso no prazo de dous aunos,
. termo ampio e uiais que suilicicnte pnra que
as coiopletem o^esiabeleciraentos cuja vitalida
de fr ral- (Relalorio c tado, pag. 83).
N&o ten i os bancos cumprid > us
rjadesle Decreto, cheyou se
zembra de '>9i,' pelo qual
cassado o seu direito de emittir e monop. isada
aemissao uo Uanco.da Rmublica do Brasil,
uni^o alia?, que Uafia obedecido ao plano do
Decreto de'r de Janeiro de 1880, r.alisando
einoaenta ISO) mil con'-oa do seu capital em apo
1CJ3". Esse decrelo Jo 17 de Uuaibr.. ro
confirmado pela lei de.-i3,de S.-tembro dv.1891,
nu no arl. S. autorrsuo arcOrdo com os ban-
cos para o tira de indeiunizal os das vanUgens
e direos que Ibes Uvessem siuo cassadog.
Transcrevuimos.a daposi*) integral deste
"care Rxeoocao do Dscreto de. 17 de Dezem
bro de 1892, na. parle em que providenm sobre
a unida le da emisso. banraria, 6 o Governo
autorisado.a enlrar em aecrdo cora os diver-
sos banco* emissores. para transferencia de
suas emisses e respectivos lastr's, no sentido
de indemniza los por conta dos recursos desti-
nados con hlu.sio do fuu lo de garanta, das
vanlaaens e direitas que Ibes sao cassados, e
devendo quiasqa" diff.:renc.!3 a favor dos han
eos sor levadas corita dos respetivos dbitos
para com o Thesouro- A in lemnuacao sari
bascada sobre, os juros das aplleos depositada,
quando constituid >s ne'sta especie de las ros, ou
obre os juros das apo!ic-s substitutivas Jo en
caixo melalUco, durante o prazo .de seus privi-
B Kst-ibelecidas assira as bases para o estudo,
podemos examinar para eaJa Banco em particu
lar qu-^s sao as vant-igens e direilos de que
foram privados pslo Decreto de 17 de Dazem-
bro de 1892 p-los quaes a le de 23 de Salera-
bro mand:i ind^mniza-los.
Esses bancos astto hoj" re luzdos a qualro,
por haverdesappareci lo o Emissor do Su! e se
fundido no Banco da Renubhca do Brazil o
Banco dos Estados do Brasil.
Sio o- s 'guintes :
Banco ma de S. Paulo, com
emiss&o sobre apolices de .
Banco Emissor da B;liia. com
enisfn aoa Banco E nisdor do Nort-, com
emis-o aobea apolicis de .
Banco E uissor de Pernambu-
co, com emisso sobre ouro de.
Vejamos, a rearaitancias
cada um
sista :
INTERIOR
10 0J1:3005 00
9.300:0)0/000
l.O:O:0000O0
(a:>38.'200i000
en que se acha
Ihe.- a3-
e analyseuios o diraito qu;
(Contina)
Governo do Estado do Pernam-
buco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA.,
NEGOCIOS INTERIORES E ISSTRUCQO
TUBLlCA DO ESTADO DE PERAMBUCO
DO DIA 2 ) DE FEVEREIRO DE 1895.
Tenontecoronel Fausto Serapliira de Souza
Ferraz.-in'ouue. o Dr. quesUr-policial inte-
Joventioo Lea dAlmaida^- Informe o Dr.
qucrlor policial interino.
Joo Barbda .de 3ousar 1- tabaJIaa do-pab y
co judicial a notas, e escrivao do civel, enrae e
maii'anncKos do municipio de Ilambe, pedindo
para, wr provid em um dos oficios da e i
escrivo do commercio desle :i.unicipio.-Iufor
m1 o lir. jui< de Dreito do commercio.
Ventura l-qrreira da Costa, sentenciado, pe-
dintopor cortidao as pegas de seu processo.-
Volle ao Dr. juiz de direito do municipio de
Gamclleira para curaprir o despacho cima, de
l de Janeiro ultimo, lendo vista a mformv
gao constante do ofcio annexo do Dr. questor
policial interino sobro o sentenciado a que se
refere a presente petigo.
Joaquim Ferreira di Sanl'Anna, guara do
thealraS-uila Isabal, requereodo a elevagao de
seu ordenado para 60IO0J mensaos. Informem
os Srs raembros da inspectora dos theatros.
En addtament aos despachos do da 19 do cor-
rente
Jo&oHinrique da Silva, sentenciado, pedindo
perdo. Iod^ferido, vista das informzges.
Pelo porteiro,
Hermenegildo de Siqueira.
Conans polticas
( Da Caseta de Noticias )
O governo actual receben do seu i pre-
decesor, altn do outros, dous legados de
que lhe podem vir grandes proveitos : a
questfto de limites com a Repblica Ar-
gentina e a guerra civil no Rio Grande
do Sul.
A questode MiaaSe acaba de ser re-
solv la em nosso .favor, grasas ao alto
criterio do arbitro escolhido pelas- duaa
partes litig ntes, grajas a> nosso incon-
testavel direito, e acertada escolha '
fez o governo transacto do bario do
Branco, para expr ao arbitro as raz3as
Bm que se fundava o nossa reclamas*^.
Os termes em queolauia foi redigido
.demonstram que. a conv cgSo fo; levada
HOspirito do prasdeuteda grande repu-
|bliea do Norte pela liabilidade e compe*
tencia do ministro brasil-.iro. Esta vioto-
r a, que p5e intairamenta na primeira
linha dos benemritos da patria o nome
do hardeiro glorioso do estadista que es-
tancou no Brazil a fonte da escravidao,
motivo de justo jubilo para quantos se
esforgaram por va.- revolvida a velha pen
Joncia. Entre esses de justiga citar o
nime o venerando.Sr. visconda de Cabo
Fri, o digno director garai da secretaria
das r'elac3?s exteriores, e:n quem todos os
upgooiadores encontraram sempre seguras
informagSes, pelo profunda conheciraento
quetemS. Exc. de todos,rg negocios ..ue
co-rem por aquella repartigao.
O se.-vico qui acaba-da prestar o baro
do Rio Brnco, de tal ordem, que basta
para tornar o seu noma um dos mais glo-
riosos da nossa historia e parpetaal-i na
^ratidSo naoioaal, e a. victoria obtida
supprim da America do Sul um poderoso
motivo de discordias.
A Repblica Argentina recobau cava-
Ibairosamente a noticia de que tinha sida
vencida no pleito, e com esta solugo su-
mi-se do horisonto dos dous paizes ami-
gos a nica nurem que os ensombrava.
Aqui, urna nica nota discorlante, com
magoa o verificamos, desloa, do jubilo
geral.
E a esse proposito diraxos que ha palo
menos precipitaco em perturbar a j neta
alegra que enche a alma de todos os pa-
triotas, iulgando severamente o acord
feito pelo ministro das relaeoes exteriores
do o-overno provisorio com o representante
rgentino.-
Conv-n primeiro que tud nao ei-que-
cer que o acto nao foi de exclusiva res
ponsabilidade do Sr. Quiutino Bicayuva,
todo o governo foi solidario com elle.
E convtn mais levar era conta as diffi-
culdade8 de momento. A Repblica ti-
nha sido proclamada, e bara atilado seria
aquella que, a l4daNovembro, afirmassa
o queia succeder no dia seguinte.
Os proprios protogonistas d'essa facto
estupendo estavam onga de contar ven
cer com tanta facilidade, estavam longa
de esperar que a monarchia ]\ nao tivesse
um t amigo capa-z da resistir a essa pri-
meiro embate seri que soffrau.
A naglo argentina foi a primeira a re-
conhecer o governo republicano. O ad-
vento da Repblica foi festejado no paiz
visinho e amigo, como o fora a aboligao
da escravatura, de um modo altamente
lisongairo pan nos; como estranhar que,
emtaes circumstancias, um governo, que
ainda n&o tinha certeza go dia de ama-
nha, cogitasse da pe .der para as solug5*s
qua lhe pareciam mais syrapathicas?
ia/sa ha que o governo n&o poda dispor
d'aqui.lo que nao era seu; rertamente,
pasando to las as cons!darag5es, a deltbe-
ragSo n5o foi a mais acertada ; mas o qua
salva, e que salva a intene,So do Governo
Provisorio, epOa o seu patriotismo a co-
berto de serias censuras, justamente a
presso as circumstancias em qua tal da-
libarago foi tomada, e alias ad referen-
dum. Hoje, que tudo acabou da melhor
para nos, do que vale regatear a parta dj
jubilo que sent de certo o negociador de
ento ? Repetimos, ha n'isto precipitac&o,
aano manifestv injustiga. E sa esta nao
a vardade que a historia tem da cods-
o tempo o dir. Hoie. porm, a
quella lucta local, qual nao levaram
nam forga nem prastrgio, servlndo pelo
contrario da embarago solu5ao. poasi-
vel de to desagradavel conflicto
Transcrevem.08 textualmente os jperio-'patriotismo do Sr. D.-.
dos finaos do bem elaborado documento :', Ihos
... abrimos entre a revolta de 6 de : *^
Setembro de 99 e a revolugo do Rio
Grmwfe-J Sul o abyamo natural que as
separa,-; considerando a revolta como de
facto nao s nos seus raeios da accio,
como nos seus inturtos determinativos,
ataque violento Oonstiturco Federal,
movimento subversor de todos os ele-
mentos constituidos de ordem. e da paz
para aa manifestages da direito social e
para a accSo regular dos poderes sobe-
ranos da nagao, emquanto por igual ori-
gem da raciocinio a ravolugao do Ric
Grande do Sul constitue a defesa do re-
g men federativo na cruzada em prol da
dobaraniados Estados.
Intransigentes no terreno dos princi-
pios, queremos a paz e o congra8sanen-
to da familia brazileira palas appli'agOss
serenas da lai, ponderadora do equilibrio
Cblli
a lai do convenio do
P-P 1
decorrem,
revoltosos
como reos
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCI03
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 20 de Fevereiro de 1895
Bernardino Pereira Ramos, pedindo para que
a Companhia Recife Drainage, colloque appare-
Ihos em suas casinhas, no becco do Bernardo
Iaferme o Dr. director geral da 3* Directo-
ra.
Companhia Great Western of Brazil Railwa
gnar, o tempo o dir. Hoje, porm,
alma naci nal edeve voltar-se para o le-
gitimo orgulho de tar obtido aos olhos do
mundo inteiro to assignalada vict ria, s
pela forga do direito, escudada pelo talen-
to superior daum diplomata.
O outro la.gado a que acim nos raf3-
rimos, a gaerra civil no Rio Grande do
Sul est as mios do governo coavertel-o
em manantial de glorias e proveitos para
si e para a nagao inteira.
O illustre Sr. Dr. Barata Ribeiro, com
o talento aue todos lhe reconhecem, de-
monstrou ha poucos dias no manifest
que publicou n'esta folha, a iueonstitucio-
nalidade da intervencSo do goverao fede-
ral na luta partidaria que ha dous annos
ensanguenta a arruina o valente e heroico
Estado do extremo sul do Brazil; essa d*-
Foi protnut ni ostiai
0 prasUenta da RpaWca p-n)e:ta omi
visitas fort'lctis da Coieepcioo e TV.cshaaao.
A mprmn oamtoax a applaadir a seo.,
enga'- arbitral __6-anle eanaro"d i )ine3 ai atra-s- iofer
go aos movimeolos mititsresflaa se ooti em
vario pootos da Rapabtw*.
A reao-'Uo. aoofC-u una aHem do om',
no dete'miojoio-qe se o5-o fa-aecesaera noti-
cias 4 mp-eM*eprohioiadJ a poblicaCSo.
Fofem encarras aa aassdea do Gu*reaJ3
Cbileoo. ,
Goastou fm Vlparaiaoosfl o? revohacioca-
r- peruanos oscuparam CiUuu; mas ven-
fl^a-sa a mexactiiao deasa noticia, sendo cer:o.
:>j 6 n, ter C-is*-i adherido a-evolta.
__ Foram transfer 1o* aira-Urna os secre'a-
rioa da legiga de Baeoos Ayre?.
Osdo o dia II q'ie rieseivolvi'U-s' *ra Vslpa-
fao forta tompDrirf e aiada-nSo cessoo.
Partfuir
O gabinete a^ba-se m cr:se.
o no P.iragnuy cno inod a ionuolar os le re
io mirioaos,. fajando grf.n les estragos nos
povoados.
Repablloa rfeullna
A LKag5o do Braiil em Bajaos Ayres det-
rae itio a uoticia qa* se li&ba espalbiao d- de-
mis o do S-. Julio te Ca*!bo .
A. escuadra partir para o 8oI ea viagem
Je px:o'6' no dia 14.
A Preng ticia qnn comna.oiam do Rio Grande nure- o
sener.l M)0-a. rh-fa da^ fo-gia govpraistas q-i-
oora-u no ttio Gande pronibido fcjrmioja.e
mente po' malo de umi c-.-cnlirqu-e iraprenja
dsse Dolilas sob-e os lettos da gaarri no Es-
tado. .
O ministro *& guerra do U oguay interpel-
ladoem S.lto *obre as o:curreoci 8 la lovasao
na fr mera, do Rio Gvnde. diese o avgoi-te :
Nio lenho sobre este assomoo ama-optoiaa
formada e dedsiv, po-que me faliam dadas
asaetea e positivos.
O goverao desda o pri'nelfos boatos qa= cir-
cula am sobre s a? ititocimentas na fronteira
poz em loteo os meios nece^ari is nira difl iir a
vi de na sito gao crala ; poremui) di-p5? da
certea dos fieos o p>ra es.-e lio ramh viagem
f ooteira tera por Um tscia acera verdada do
occe;iio.
Porque os b-asile ro3 pretan I m qoa a p-avo
-:acaa parto doa nosos- e compainot asa-
tsatam que aqjelles violaram em saas corre-
rlafl o QO'eO lerrilO'lo.
Est fac:o qae p-edm avengaar.-
Paren esta viagenva f-oaietra nao se rere^
r 'a nb-ra a organUBfto do eawrrtW ?
3 o a parta a alta iosgeegao ofli-ial no ter-
'rno dos a:oaia imen*3.
O Sr. tnimsTo jaig-t g'ae a Kaa{|},T
iaJubKvelmeot a siluaco grave ; as
MV,W' "?" ""I"'r7r'Ldejrei'c038 dos uossos vislnnos So em facto,
mo entre os-adeptos da monarciua, 'iSl 0DStaQt, 0 govarao nao ccoecer anda os
social, suprema reguladora de todos oa
povos civilisado, com as coneqaencia8
que desses meamos principios
8to : responsebilidade dos
de 6 de Set mbr de 1893,
qu3 iSo pelo attentado contra a Consti
-.uico Federal, irresponsabilidade dos re-
volucionarios do Rio-Grande do. Sui, co-
mo orga s da defeza de prerogattvas ins-
titucionaes do Estado.
Collocada a questo neste terreno, o
terreno constitucional, nica em que deve
ser ventilada, discutida a resolvida,
Rio Uever do Governo da UniSo retirar im-
mediatamento as forgas federaes empe-
nhadas na lucta daquee Estado, para
que possa elle resolver, com seus proprios
recursos e no pleno gozo ia sua autono-
ma, independencia .e liberdada, o confli
ctoem que se empanhou, seja palas or-
inas, sja pala consulta ao proprio Esta-,
do, acquicscenlo voluntariamente in-
tervengan pacificadora do governo feda
ral, a, portanto, sob a immediata e dire-
cta responsabidade do p-ider nacional.
O governo actual entendeu nSo dever
romper alertamente com as trad coas
que recebeu, e tem mantido no Rio Gran-
di do Sul.o apoio qua em m hora a
forca federal foi lavar a um dos partidos
em lucta ; pirtilha, por onseguinte, a
responeabilidada do erro commettido, o
que n5o o imDedsde remediaUo.
Nlo pode ser sau intu:.to tratar da rao-
do idntico os federalistas rio-grandanses
a- os revo'tosos de 5 de Satambro, cojo
chefe hoje o Sr.* Saldanha da Gain:-.,
qua representa a idea anti-patritica da
restauragSo monarchica, idea impopular,
pelo conhecimento qua tem de que a res-j d-uiae*.
tau-acao tbriria no Brazil urna longa era Nosias f
de luctas civis e dara lugar ao desdo-
bramento de urna -grande naci em urna
quantidada de nacSes paqu as a adver-
sarias urnas das outras.
Por isso, julgamo3 destituidas de fun-
damenti serio as noticias qua o teletrn-
pho nos tem trausmittido sobr confe-
rencias projectadas a nao leva Jas a effaito,
fio-urando. nillas cono intermedio um
persooagem. secundaria da revolta da
1893, c-.om quem o represen;anta brazilairo
de exto nao procurou tratar. Era todo
caso, o incidant3 ja da ordem a pr var
de prestigio o ministro do Brazil na Re-
pblica Argentina, porque deu occasiSo
a que o seu procediraauto fosse tratado
pela imprens i platina da um modo pouco
reapaitoso.
Sera por am duv'daos merito3 dos ca-
valheiros' que hoje nos representan no
Uruguay, a nu Argentina, embura nunca
ellas tivessem manifestado os dotes e a
compatencia que reclamara taes posicoes
em urna situaco tao difficil, parece-nos
que O governo actual, mantendo-as nes-
ses postos, contina a adaptar a poltica
do seu antecessor em relagao aj Fio
Grande, nteneo que aiis j parece ter
revelado por outro acto, a nomoa^ao do
Sr. general Moura.
Ria-grandenses e amigos do Sr. Dr. Ju-
lio da Castiinos, adeptos d-. sua poltico,
os Srs. D.-s. Victorino Monteiro e Fer-
nando Abott erara os homens talhado
para representar a poltica d guerr
outrance que o governo federal declarou
aos federalistas do sul ; mas, se o gover-
no actual quer a paz, que toda a naci
reclama, que toda a nagXo ha niuito re-
clamava, e que o passaJo j parecia que-
rer promover, qua do rebentou a revolta
de 6 de Setembro, que fez interromper
as negociarles, nio parece natural qae
a pacificaco 3aja tratada por partidarios
extramados. -i
Do que vale a habilidade da um diplo-
mata acabamos de ter a pro va na victo-
ria que obtivemos do alto espirito de
instiga do presidente dos Estados Unidos.
Nio lha fosse a qa&tio expoata com
tanta lucidez, nio tivesse o negociador
collgido os documantoe que s um ho-
mem muito traquej do no assurapto poda
descobrir, e apazar do nosso direito, po-
damos tar sido vancidos.
Repetimos : nio ha por em duvda oa
mritos dos dous diplomatas que nos re-
presentara, no-Rio da Prata ; mas alem
da diniculdade da entabolar negociagSas
por meio de ^presentantes directos de
um dos partidos em luta, os dous minis-
tros tam j antecedentes q;ue mais lhes
difficultam a missio.
Nao vemos no horisonte poltico ques-
ti-o qua maia de perto nos internase, e
que por todos os aspectos se imponhi
como de urgente tolucao, que esta do
Rio Grande i
A continuagio do conflicto o acir-
ramento da odios untre os dous grupos
em queest dividida a famha rio-gran-
danse ; a devastacio, o assassinato, a
violencia, o bulho, a ruina das finan-
fas estadoaos, o eitagnameato de suas
onte r.s, b8U3abMo, *,5o maito ex-
s, qainie a vate mil honeas scrlamnecas
jarlos para cuidar de sui atncia vigila acia.
Jalg o Sr. minist'o qae o nosso averno
oater todas as B;lisfafi533 quo a hoara -nacio-
qI ex'ge 1 ._ .,
Sim, cr dssas reparacO-8 qae forera exigidas.
rirnim e ihimidan.aaonatUcr nvro em ooa-
co tempo, qoanio j cbegAia (rada cL&ierto
ama no?a e flj ea^abj p.-avinc* *ooi fc*ea;
era p rica varieoalep.
Mu 88 a qoe-at ra4ei.ia)pe^io;ia in/a'ior
para os argentinos, em oompeosaco para o*
brazilpiros tintia alcance t'aoscaoaeotal. O ter-
rila 10 cjiuejl do e exaciame ae ama tona es
ti-eiiv vpsnetrand no iot-rttur do Bazii, divi
diodo I'-s provioiias, R'o Qaoi.e, Saou a!ba-
nnaePirs'. Por uso o BuSo da Coteglpe
diaia em 1882 no senado do Imperio :
t Nao se ple cooseo'ir qae o territorio
a-gen'.ioo adia.ta e at o centro de tres p-ovin-
cids brazileiras, com ironaueaio para sempre
a no:a segarjoga aa:ijiial
Era esia a imporUuci estratgica das Ii s-
t6a?.
Se os afg niioos fasseo orna nago smbicia-
ta e conqaistadora, paderlamest >!a>io m iitss privas,-porm, ue qe nao o sao,
poi3 j lgaov mais geaaiamaoe qae dt-n.ro do
ea invo?o tarr torio em campo va>to para
desenvolvers 'soai smbik6a^ da eagianifCi-
o eo'.a .nacional* asv su a co quitan cvilisa-
doria. Sob es.e-.aa>jto, ipjr atacarlo nao
pira.Cffad.ir ae teqoe tiM.traenunoS':er.a eon-.
vindo cm linio favoraveUdo Prest^e^ta-CI-ive-
laal, ao inverso dos braiileiros qoe gbnnanio
o pleito consigo" oaiajfroaieua fatlnec-
te defoisvtl pelo oaico poito que os separam*,
ia l'.epob'.ica Argentina, limiti-s iaieirameula
oaioraes.
SitisfgfiSft do oiKra ordem ter o B axil Com
a vicioria-qae elcancoa. O territorio d. Hraal
onBiia co aB dermis R policas 81 amariaa-
n :s, excepo o Coila qae se i gran ia amigo; e
reir cu'.r.s monos, porque n&o sendo vi-i
ahotto Brasil, jamis teva da derimir questio
de-limi-e- :
O iratado de 1777 celbralo PDtre a Hj.3p-
ma o Po'tagil pa'a iili;oi Qio Jas colonias
hetpanhotas e pirtuguesas da Araeric?, era o
t talo comn n qae sa HepuQca da ori^em
hepanbala uoba-n qae (ixer1 vaisr ante o Ib-
per^> de orl^m porto{nex. Divididas, aoar-
:bisaJa8 tolas el s loram regalando isolid.-
nante as saas qoes^ei de limites, presetadtade
daqai>ll tra Wo e con notorio DBDeBis Os
pretengOes braileiras.
Qiz impedirlo o I8'.4. a mi-fij ooiiioen*
tai que D >o La';a3 J. DeswBtioua DjiBmq-
etiob.jUiaa. mjs nao foi poMivat harmon'-
j r v-j.:ii l-s para q le tod ia as K'publ-cas sj
rtzssem reoreseata- no Rio de Jneir.*, oeiio-
d i o euraDrtm oto do .rao a facto coa na1, e
as co seju^nJias des'ea incas*o de^am e fa-
talmente na daca, so de sesaenta raaot. k mo-
tia-caii uaici lo.-mala pi- ijlas as solooiaa
oortogaaiis foi sa anliaau loen -un u o--
com -is anugHS colinas ir> pinboUs aa oaae
r+o'idade qoe resalta da auiao e Ja fo-r;* e ago-
ra o governo repu dicaio -oaq ieii>;3 vast s do-
m ios ve Soroaa a ob'a di-In.e-io com o
naio a-o: tra l do prendeota OlavaUa, (aaia4o
p-e i taneate o o f acto poissso-io quisa ex
plica pa'a dilTarau' sltoaQi) intiria em que
da-aote lirgas aaooj es'ivero o 8-azil e a Re-
pahii.-a Argentina.
Ii Uto e-iia concluido. Os arg'noos sea
ti-ao a seotaoca e por terem perlidoo iiire o
a s-Msseaisa leois da t8-:a.s q asi deaariaa
deparara de le- na Amjr c\ a alia e noore ais
-aj qae Ihi ass gmlua a lona de saas trali
^033 e a graadezi de seus dettino' nacioaaes.
TeUgra ums reieoidoi da Sttlo c mrau-
nicam qae l.-.paa chilaoas occoaaram PjsI *
rauda*, uroximo de Poma e territorio da Re-
pubica.
Os jt'oaes argan ina3 dzem, pord, qoa o
movioimio de Irooas c^ileaas lorraspoo le a n;-
ceaailade-da eilar co!.fl;:toJ entre es ope-arws
das aalitreiraB de Ticopina.
O m iittro d< Ctnie acreditado em Baeaos-Ay
r?s di iafirma;Os qav co.n aqa^llis coiajideu;
aatrataauKCoaUana o alarma e as fo-gis a gen
tinas bvaiwa ordem oe mircba para gaaraece'
aa f-i-n'eiras oocideaUes.
Un tromba Istraaire, aconaaa^ada de fo-ta
etopva d8 pedra, cabo sobre a p-oviucu d--
Mendoza, dastru-uio U o eitaj.
Ai : ocs recebidsjia ioan'a;.io ah sSo as-
goudoras, pas a I ion lagloam^aca esieader-se
mai'o e sao iac:louliva:s os firejatzos causa-
Jo) cum perdaj m-srao da v:das.
.Aepidaaia do cholera ao^mana n^s p-o-
vioaiia: e oa cipual a s:tuaso sanUiria coa-
rerv.i-8B psiacioiarta, leado oo. cstretaalo bavl
lo ahi a'tinameataires ca08 covos e doas fal-
lec uen-vos.
.\tfl un-3a qoa o governo trata da reorgi-
forma na^iHca as conteodas entre as qacoef,
permiti.-fc.ooa povj*-utilii-r em ibaasflcio das
art^a e da pax que fai8 ecoloa-e seclos te
ea rilisoaemds raidoras e-mprezM d gaerrs.
O laa*j-*rbi ral d.^ ss/e*, oo moli nos
qulvoiioa-oa assl*rnala o p'lociato-, de cma
nava era ente os povus do novo conaente.
De bojeen diante j ni po -m Br-r possivels
aa lu-as rmalas d^ >8Udo Esado por motivo
de limites e que at agora lea sido ousa de
rtceos e fundados mores.
E oumooao pjiemn* a-imtti- que 4baja ro
co lmente amenc(.o a qaai sonre em provo-
car guerras ci nloosas d oonqalata. un n5o
qae o5o
H,>a intare te e naa boas raiag'3 de visl- oisigio dJ8 I nbas mili'a-aj da
au nga qao manamos e> o p-e sito
las yantes.
dir lo
for de
do
O govarno 6 peira o qa9
i-jaiici e est firme nenie cooveactdo de qaa as
(o-cas aacioaaes montea sincti neatraijide..
Ao sabar da noti'ia do laaio do Preaideate
CUvelaad en favor ao B-jiiI, es-.revea o citado
iorotl ara ar igo qa; cooclua asain :
Fai-nos adverso o lauto, apezar de tolos os
nos sos e f ;rcos. loclinamo-nos peraula et!e e o
acianos ; davenos. iorem, cbiorvor qua o ar-
gumanto da occopaja por muilos annos do ter-
nono litigio o p lo Bazl, creando povoadoB,
Um Qtaodj luJo-t^ias a estaoeieeeado hs da
-. -una kfiaeai, luflum fo-tooen e oo espirito do
rbitro como procamaolaa d^utriiii la. pres
.-rucio como titulo a fa?or das que levao a co
iUsicio aos desato', aastiganio ao masrn-
t^moo os d !8u dos das qsOjj qaa abialouam
aaus ta-ritonos e matas bravia.
c Esta advertencia, qua racebernoj, co.Tomt-
aatorta a davemos ttd-a ben presente aa espirno
la para a administracio de o33jS p-oprieiaiei
tese ta j pira pactuor arouramentob sobre
cejos paotos capitaes t?m-i om.sss t-adlrio-
n- eemque taos confiado .cr denaslslo...
De'vaueutdaa lic*ru assira as girabas es.ies-
sas qae taatos aoDresaltos caasorara politua
nitamacoaal dos p^voa, mBiofia o espiri-
to! cora receios qaa o patrlotiaao nao s expli-
ca como jusuli:.
Da.'aonavUdo o boru-oole, Bcan pora moas
m narfB ralicalos slidamente os alicercea d.>
i da paz e d33 reUfioes faenadas de cora-
m> rcio da industria.
A iYjcoiv 9Q data taraban de 7 do corrate
se exieraa sobra o aBsnmpto e diz :
E'- impossivel paorimir om movimaato de
atriotismo ferdo ante ana soiacSoqae impor-
ta deixaraos para Benpre fora d^s Iroatetras de
oo'8o nalz o que, faediio em baos Hielos, coa
sid'ramoa sempre no.'so. Nio se t-ata de saber se
os le-ntorlca dupa-ades ti) pobre* e desartoi :
a iutegridae territorial orna coas?p".ao ab--o-
iata qae nio funia-se em catelos, parara obe
le-e a am sentimeato poderoso que a bisa da
'Xhteocla e la forca dos aacOss.
D sfarie, o landa do P/eiideaia Cleveland
p-07o;ara ama dolorosa iapressao oa lodos oa
analos da Repblica a taoto mais doarosa
quanio deve ser moda sem pre'eBto.. A qoesiao
acolar das M b fies est reaoIr;da, e flea rrevo-
-v-1 ne&te Bxada a liaba da limites do B'aail e
di Repblica Argeat'ca a silucao imposV
osla pax e peli pi'*amacra a sar fecnnia.
O^pots de mostrar cora; a Ar.e toa val asaen-
;aalo foa disputas pelo aib:t:aa.'nio, coatina3
3 orilhante anicalisU : *
O lindo de Cleveland van diaapar todo o
avivo da deseo flnci-eatreo Brazil e a Repo-
, i--. A'geitina e t dasappor q-a a so'ajao do
Hllgio contribnir p*a> 83trc-itar mda mais
am^iveuante as rnlagas entre os dous paisas.
Da declsao, qao dioitiva, nao ba apnsllacao :
imaa 1.100 l-gaa3 do territorio-(iearao iocor-
us de direito, como i oestavSoem parte,
le fado, a viai.:ho RspatUioat.
A Razn de Mratevtlo oceupno-fe tan-
o <\ iyundodo PresidentoGlevalani e da sena
tr w3 ua alaselo das potaadas rioelriobas.do
i reesria os rntecrdeotas da qo^stao das
,', coja or sera* b n'.oria dsfloacon a a!a-
ifltar pretencao ^a coniderar de direito terrtto-
nenial a3 M saftaB sttailas a margara ee-
^ do Uruznay, parte do BClnal-Estado do
\io Ganda do Sal. Attrlboe e38a aoorroacio
il conquistas dos pirtagawa na segoada me-
de do secu'-J passado e oo coraeco dste ae-
;ulo. Etpjsto essa facto, ficto coasomoisdo,
ca^sr ao -mopto propa-io-doonjeaia do arUgo
-i ti a-o-liado arbitral:
, Proprlatnaate fallando, eo estav era litigio
a n -erritrrio coatismo a antigs Mgs5s, ter-
i 1 6)0 legaa', qosel desert", comp/eh?n-
trunteira. que
tres :; mas do

{a'^Ujtot2M2fcm*>* X^~****< W -^"o
^erao gaoriadis por aireas das
exernitj.
A proposito da solns) da quasllio das Mis
e5-. a N t: on co isa?rou esta alitorial:
A nota pulilici do raa'or intersie em lolo
o coa iaeate araeri'aao hoja en ciavida alga-
mi o lauio a-bitral ae Mr. Cleveland qae d
conMasao deflaiil-'a e sem aopail' ao eecaiar
litigo eat-e a R^p ibliea Argsotina e o Brazil a
regDauo do meinor direito ao territorio daa Mis-
I0M.
Dran'e snoos e anno3 essi coalaola foi orna
ameaj pa nuneata de futura? e graves discus-
s6as enre os dous siados am oodarosoe da
Arae-i-a do Sul e caasa pa-a a tteonbMr-a Orlea-
tal da nao maaoa graves preoc?upi50J.-
EDinamo entre am e tui-o povo 'obsistisse
esse 1 ligio, o con'ioeato sol arae-i:ano oao po-
da cootir com todi a segaranfio as t-a pac laalluavfil.
D man -ira qaa a qa s'Q i das Misadas tiaba
attrabido p ico a paned sobra si a atengai de
todos os panas da Araaria.
Qmato as icas nac6:s oon enioras che^aram
em I8J9 a ooasao e-3 sabmottera grave f*w
tM a on a-bitro 8 Braiarara en Montovtio, qoe
asiira o st'pahvo; de talas as partes se ouvt-
rara pilvras de siMsfaco e de cangratalogOes
como sa a aaiojao aiop'ada importa-aa cm
triurapbo interaacioaal da benefl:irs 1:001 mo?.
E oa verdade aqsella convenci foi um ver-
dadairo trio npbo da clvilisajao moderna e aao
emeeial molo de criterio pradeo amerxaoo qae
oo odaitta a io'.ervesSo da violencia para dir
soiag-o jasti qaesaa da direili, e loa;
da ssocaaaar o priociplo da fof(ja qoe oppr m
odlreio, p'ociaraa qua dave ser o dirt-ito qa'
entre os-povos civilualos ha Jesob.-opaii? ssm-
prs a ferf*.
A qaeso submeitila ai laaio arbit-3l nSo
era urna qaeitaa miatma.: tratava sa nada nu
no3 ao qoe de a na quesio da centaaares e can
tenares ae kilmetros qiadraios, tratavi-se de
orna regiao rica e feMitssiraa, qaa adqaarirla
promptamente asombroso iesenvol.'imento ape-
nas d^sappir'c-'ssera aa caobas do'litigio e fo
-e paaalael a un 'a ont*o paiz edioarrlha tran-
qo'Ii iracita a 3tteac&o fliB mereca.
A qoesUto abraagia o presen e e o futuro nSo
moi loneinqoo.
Aoata* da- importancia do assampt, ora e
ootra nagio canaaatirio no arbitramento e che-
goi o rjconanto de receber-se o lacda profe-
r ia.
O arbitro daiidio em favor do direito do B*a-
sil e adjaleon a e'.a oac^o o vasto territorio das
MsOaa.
A oticia devia Irap-esatonar profanlamenta o
oovo a'gan'.rai, mas deva ser posta e n relevo a
attitude dli?0JS3ima qaa nana emergancia eouhe
ooservar, aca'.aado sem qofclxaa a seatenco. d
andr e fxpriraialo pelo? o gaoi os mai3 anta
litado! su pleaa cooforaiiae cora a irrevoaa-
val daai;ao do jolz.
E nio e acata o pov a-entino o laudo, como
checa a ledaz-r dalle ama advertencia e cm>
\"-io pra o futuro, lazando notar como as n.-
coas q-ia possaera vanas exteoaa de aomlnto
es So tbngalas a e?forcar-83 para Ie7ar a todos
os pontos os baoali'hs i cclonlscao, sob pana
de oe'derera o direito da fazar valer as smapr-
teocO'S e deixa'o en favor de oo'ras naa man
ra ou ouis ivi?atis labera dar. aos direlus
^ne invocara a sonda base doi daverea que Ib:
ai> correlativos. .
Eita atitade da n?gSo Ar:enMn; prova ten a
oiftrene alvacSodos seas sentnentos e se
cab felio.'ar o povo brasiletro ocla legltino
tnanpho da caosi pw elle sustentada, deve-se
f-'cita'o povaargeatino pela maoeira llgaa e
vedadeirarsaate. gr-nie com qaa aceitn as
concia 5ei da stntenca.
6vcs a esta resoltado pode dar-sepor dea-
tivamnla assentaio o prinaipio c;v lisador do
em
podem etr c osean as pelas demais nacOes in-
tereaaaios 00 iruaipbo .'o dj eito sooresa ve-
leidades da forca, uor so acre olamos com pra-
zar qae casara' aa Amarra >.-sa endemia de
imitar 08 Bstaio, da Eorop com a unnia de
excessivo- a<-aiaauo<'os.
O armamento exphca-se jmo lo se teme ana
BgreaJU. mu nao ama cito a eiagoem. dovo*
que Bomo o Brss I e a Arga .ttca ee sabaoef.em
sinceramente a pardar m-lhava de leguas de
lerritorioemvifiolede rjm lulo lealmeote pe-
lillo e lealmaute aceitj.
EUa prasa-rte-e-tian qua pare do B-MI ~e
aa Agutinaba do dissip.r as oav-nB.aoe pa*
racistn(->raiar4a-(ioudi-do< ib le, e ha de
aoninoor parraetecamir deu iieu e talas
as iscles amBric^n.s hsss vin-oli, da 'rauca e
lacera amua'e qn nai ie f,I;r j, Amerca o
loo da clvill-aca 1 toaeati viadnq-o. .
'.re q N o D V.tonn Mruti-o p>o
xone-as-o locado-de farui'in t,o B.--*si na
U-ugoay. O facto ^ reil, como daclaroa vea al-
moco a-Bo.MO do-Tira'r-n--sii; m-s n) --vo
re tores.
Albulo jor aes pablcara anig-'s em qae se
mostrara aatiseitos por i8"oD'. Vi v.o'ino H10-
lita toxa-lo es-a elin-r^cSo, a^-do q ia tilti-
na hora havu quam affimis-e, le- ajaslieca-
aiaelro receaido leUgramma djintntst-o re ra-
sando ih^ o nediio da ^xonerco. ao.-aliiaodo
out'oi qie-ella ( .ie dedoorare al os os e
.co em U .'i'e; i'm.
O Dr Barros Cassot viailaa ara alo oerao*
uigeo poiinc) o'ieo'al^ e do Alio'Uraguay
oiin-iaic .ai que varios aiig~aJj.s all re-iden*
tes naviam te ico passagem ao vi-ie-^onatol ara*
sileiro em P sso e los Libr s, na Repblica
A(.enini, pa-a tomar ao Biasil.
AlH mise qu o give-uo oiaotal ordanon
qij fej. iiwrnaoo .-|uaiqi.pr-cb (a rvvaltom qua
-e acha na fronteira.
Ni Minutario d^s K-(tc5ei Esteria-ei tra-
jalhia r*a cop1-. 11 d.jiuoj'-nos el.lvos a
assurapios de qaa tratararao Roo novo Miois-
to riital D. Ci los Cistro e preparam-se
as oai.-u-'sO*.-.
Sao .ite-mas-co a.qo 'uolansoto, pare-
i-.end)-no8 m'smo am c.a-.rase;i8', p'rtlicoa L\
Nacin, i: auHAHJj 0.1 aaioia :
Par* ch'gar a u ja p-j/'-vel pa-itiacao do
Saialo do Bo Gao 15 lo Sjl, o gove-no b-azi-
it.l o o-p >r.a a il -lio S.|ita:iia <; Gupar que
m a^rasoniasjen cojjo resooosarvais, perante
o gaaer 1 > in -.aaeu te esta amaitioa tolos es
r voitoaos. a
n> -ol rimo, s? lis. j ia a S-. "at. io da
ii 'lia paasa wn parOdr pin e B.-azil, 're'Vrloda
j Bianliiio dj apf-e 1 "ir- e. OlB tado qne
i-ao-a la'. 1, po'uv d i..B-*goi1a--iisse, pelo
na-ecrul Fljnaao, para eiprmsa iaisfajo
11 ambcOs.
Por naditas p ocal-atas da Artiga, sa-
Me sa jm alli ipr-j, qua a oaaaoaefaa Cana-
ne't iria cara .forcaa n.iar os revlto os acam-
pidos aeat-ata da lagoa iJ;rim;e dish-aeqoe
adivlaio de Apca.-i.;o Sae iva ttpttt da
1.600 h ;aeaj acampiva a qua'.coJejioas de Ale-
reie. de sorle qae pa'tca assira ercicente-ura
;.iiibit^ e.olf estae a lorerdo i;-.n?rai Hypo-
ly.j, araiado se tambm qaa iatjoto3 revol-
teis cjiiSa'.e-i con uni(orr;t 1o g-.-vamn,
eonmoadaJa por Lm-ic-oa, peroenda eateal-
gaua civailian celular qaidiJade dy booo-
5 es. marrenla trila e quira nomeos e-Siaa-
ij (e'ldos viola e n^ve.
fl'oa fot' calo-, taadjse di^o diversoo
a =03 da 'neotosao; talo lavra'-ono; eampos
o-oximn I Q.aaiun -a ide.i ;i; n Ioj, igoa-
a se a.) entre; oto sa sao propoit.es ou devi-
jjs ai calor.
TaoJ aDpjreci o ara caso Bospnta vm Ll
Cilonla, re.oahrcm-se qaa a&) b-a o cnol-ra.
Mai ..s.-evv-si q;e fillezeo. dessa molerla um
eapregj 'o lo usi/e'.o 4 1 II dji Ko-es.
Fallajeu, da rep ota. o carjoei oriaatal
Siluoaek
D-poia da tonoii 1a cldaarde Pay sand,
Silviijk, qui pBfMBOta ai pi'io Blanco.
disto.;:-; no rxe?.jto do Paragaz-v no princi-
pio da guerra, assisia'oao ;taque de U i;-
neiro.
Tiverno3 OBCtBIo da ou'ir de seas la'tios elo
gtp-Maa 3 az'l. palo aia'o omm fot &hi i*atado.
Era bara m valoreso e rte talento.
GHR0.N0L06IA
COLLECCIONADAS POR
Melchisedcch de Albuquerque
Lima
"\.
.
niiivamj
Dia es
I8:t 1 -Por decreto desta data noraeado
presidente da provincia o senador Manoel de
Carvalho Paes de Andrade, que j se achava
intortnaraente na presid'jncia desde 17 de Ja-
neiro. ,
1863 -Em Yiagem para Pernambuco, sua
provincia nalal,fallece abordo do vapor Paran,
antes de enlrar no porto da Babia, o conselheiro
e senador Antonio Coelho de S1 e Albuquerque.
Adminislrou as provincias da Baha, Alagoas,
Parabyba, Cear, Maranlio e Para e lendo sido
nomeado para presidir a do Rio Grande do ul,
no seguio por ter sido .incumbido de ding r a
pasta de estrangeiros, j havendo antes ocupa-
do a da agricultura.
Foi o autor do decreto de abertura, a todas
nayes amigas, dos ros Amazonas. Tapajoz, To
cantos, Maieira. N.'gro e S. Franots-o-
No decurso do seu longo e cruel padec-
manto, os seus primeiros cuidadas, quando no
Rio de Janeiro c egavam os vapores do norte,
nao se voHavatn para a familia ausente, para os
amigos que tanto quera, a sua primeira per-
gunta era : quantos soldados enviou Pernam-
buco para os campos de batalha ?...
Era esta enl&o a preoccupas&o de lodo o paiz;
e para desafronta dos ullrages qu3 lhe cuspiram
o mais ardenta desejo de Sa e Albuquerque,
era qua nenhuraa provincia exce lesse a Per.
nambuco no empenbo glorioso de debellar o
inimigo do Brazil. E' que elle nascera junto
aos montes Guararapas e as veas corra-ihe o
sangua dos_Abuquerques. (O-
(i) P-. da Costa.-Dice, de perh. caiebre.3
REVISTA DIARIA
?e?? ?n m,P renuerlu o badiarel Jos Wan-
darn.ev V.S5 da^Cunha, promotor publico do
mvnisipio do Goyanna, resolve concedeMhe 30
di is d7 cenca com vencimenlos na forma da
le para tratar de sua sade, devendo entrar no
.rozo da mesma no prazo de 15 das.
^Secretaria da Induslrla-Por porla-
riadoDr. .Secretario da Industria, de 18 do
corrente, de accordo. cara as DisposicfiM Traa-
silorias da Conslituicao do"decreto de li de No
verabro ultimo foi adiido 3 Directoroo desta
Secretan o conductor da exmela repart.cao
das Obras Publicas Benvenuto Correa Cabral.
i-r.ipagad-.ra da Instrue^o Fu
Mica Amanta as ssis horas da tarde de vera
reunir-3e ara congregasio os professores a essa
escola- atira de tratar-se do horario das aulas,
programmas de ensino, distribuifio de caaei-
raEcnrso pedagosa^-O professor
da 2- escola publica do V districto da Capital
Federal, Joao Jos Rodrigues Vieira, anda em
viagem de recreio e excursa^pedagogica.





.
Diario de PrMMrtwicO' ^^e^lu^Trtrt ^^ #^gVpf w goiro?^te 1^95
3

f
Nesga excursSo visileu Uoma sootas da
casita! do f-ear, do <>uaM fot m a mpreisao
qUTemvisHado argoar*d nossas escolas aqoi
or indicacao do Sr. Dr. SufwriDtendeute.do en-
cina nublictf municipal; entre ellas mencionare-
mos a- regidas pelos professores Francisco Mar-
nVs ca Triodade e Augusto Jos-Mauricio Wan
de-ley mostrando se completamente Batisfeito
pea disciplina escolar que observen em ditas
eEm breve partir preferido professor Joao
The:tr Suata IsabelA. primeira
das manes que o maestro S nido est orga-
ni=ando p>ra sersm realisadas no theatro San
taIsabel, est marcada para o dia 3 de .Margo
'""o'proarimraa ser tolo composto de trechos
de arando valor que estio sendo instrumenta
dos pelo niesmo maestro Sraido, que apresen-
tara alni de urna excedente parte vocal, urna
outr'a instrumental coni o numero de 6 protes-
B* a primeira vez que no nosso Estado va-
mos ter ffstas artistas deste genero, e estamos
edrtos que ellas terio hem acolhiniento.
Soeieclode Uniao Benefleente dos
ProfessoresCcramunicjunos o thesou-
reiro dessa sociedade baver recolhido hontem
a Caixa Econmica a quantia de 16640.0, a
qual reunida de 784*000 j recolliida em
uiezes interiores, prelaz a smma de 9W40G0
Professorado do Recife-O Sr. Dr.
Preleitodo Kecife removeu.a pedido, por ac-
tos de 11 e 19 do corrente, os Eeguinte3 profes-
Sebasliao Antonio de Albuquerque Mello da
6.* radeira da freguezia de S. Jos, para a dos
Coellios, na Boa-\ isla. ... ,
D. Maria llora Colombier da do Alto da
Torre para a do sexo feminino dos<-oel'ios.
. Florismena Joaquina de Mello Monlene
gro da do Arrayal, fregueiia da Grasa, para a
da ra do Conda da Boa Vista.
D. Joanna Augusta de Albuquerque Jacorae,
da de Iputinga para a do Alto da Torre.
Manoel PereirudaSilv, da de Cruz da Al-
mas para a 6* da fregu a de S- Jos.
O Sr. Dr. fregilo do Recite nomeou por
acto de 11 do corrente as seguinles professoras
era disponibilidade :
D Rosalioa Olvmpia Bezerra de Mello para
a caJeira mixta do Arrayal, freguezia da
V Maria Airnlia da Silva e Mello para a
eadeira mixta da ra do Lima, em San
Amaro.
O Sr. Dr. Prefeito concedeu permuta, por
acto de 10 do corrente, aos seguintes profes
S0re8 : 1L U ll A.
Sebastin Antonio de Albuquerqne Mello, da
eadeira dos Coclhos, na Boa-Visla, para a 1
da fresuezia de Santo Antonio e Fr neisco de
Paula Lms de Carvalho desta para aquella.
Bevist i das esc idas -Dessa publica-
rao peridica quinzenal, que acaba de surgir
era Portugal sob a direcco do Dr. Antonio
Mesquita, recebemos o n. 2.
A Revistadas escolas, cujo programma 6
ornis ampio pjssivel propj se a trazer o
professorado portuguez ao corrente de lulo
quanto mais de perlo possa intcressal-o, tomar
enrgicamente a peito a defeza de seus direi-
tos e lecitimos inleresses, e promover, quanio
pofsivel, o desenvolviraento da eJucagaj nacio-
nal, tornando se assim altamente inieressante
ao professorado, ao clera e aos celes de fa-
milia.
Nesse sentido tratar, auxiliada por babeis:
peinas,de toda a legislafao escolar, mov-
ment do pessoal das escolas, correspon-
dencias de interesse, assumptos Iliterarios
ou recreativos, trechos histricos, chronica da
quinzena, com a completa resenha e critica dos
lados mais nolaveis e finalmente, com carcter
critico-bibliographico referir-se-ha a obras de
merecimento c espocialmeute a ivros escolaros,
tratados de pedagoga etc
Como se v o programma 6 ronvidalivo e
de erer assim que a nova publicacio consiga
impor se, vencendo quaesquer diiculdades
que se lhe anleponfiam.
D'aqui agradecemos a remessa do 2." nu<
mero.
Almanack de desfolborA compa
nhia nacional de eguros de vida A Educado-
ra cem sede no Rio de Janeiro, miraoseounos
com um exemplar tm lindo chromo, do alma-
nack que mindou aTranjar para brinde aos
seus f e(ueze9 em 1895.
Agradecemos conloalmenta a fineza-de com-
prehender-nos no numero dos seus mimosea-
dos.
Giovant SeolariAcha* e nesta-cidade
o dislincto bary.ono, bera conhecido da platea
do nosso Santa" Isabel, que viudo e sul com
deslwoao Estado do l'arj, aqu -eve inciden-
temente de demorar-se.
Xasta sua estada entre nos, pretente eesti-
mavel cavalheiro e notavel artista proporcionar
aos seus admiradores e ao publico em geral a
apreciacao de seus dotes artsticos mais urna
vez. Neste proposito, nformamnos que dar
prximamente u:n concert, e nesta occasiao
ser por certo devidamente apreciado pelo es
colhido concursada amadores que affiuiro
audigao da bellissima voz do Sr. Oiovani Seo-
lar, a quem desojamos, como e de esperar, o
melhor successo.
Ulnstraco Hcspanhola e Ameri
canaTemo? sobre a mesa o n. 3 do anno
XXXIX d'essa xClUdte revista madrilea.
Traz bellissimas. gravuras e escomido turto.
Agradecemos a offerla ao Sr. Leopoldo Sil
veira, g rente da Agencia Litteraria.
Kevista acadmica da Faeuldado
de uireito do Becife -Recebemos um
exemplar d'essa revista correspondente ao an
no de 189., e cuja commissao de redacc&ocom-
pe-se dos Srs. Drs. Adolpho Cirne, Eugenio
de Barros, Constancio Pon'.ual, Adelino Buho e
Clovis Bevilaqua.
Como sempre ti az importantes trabamos, fir-
mados por nemes competentes.
Somos gratos a remessa do alludido exemplar
que nos foi feito.
I"speetortaral de Hygienedo
- Rs>rtoCbamamos a atlungodos inters-
H <,iiaimedital dessa nepartigao, em que
se (t-riara terminar a *6 do correte o- prazo
para o registro de licengaados medoemealos
de fuTiBUlas-secretas.
Bein apanhado -A Ga:eta de.Noticias,
da Capital Federal, em sua Chronica jorna-
ltsttca de 15, referindo sea um art. d'O Pas
de 13, fez as seguintes apreciagOes sobra al-
guns trechos desss artigo :
O Paz desereven cero/arroubos pliduricos
n grande festa popu'ar de 12, consagrada ao
triumpho diplomtico do Brazil na quest&o das
Mises.
Digna de applausos toda a i narrativa. Mas o
collega permiltir qoi no raeio de tantas joias
de rara eloquencia patritica eu destaque urnas
perolas mats dignas do apreeo publico :
'Fantasa humana, ideal oo-otopla, nao im
porta: a tendencia moral do homem 6 para
a concliago, e a propna" goerra nao eeoo
urna formula violenta, ote.
Este remedio, porti), peior do que a doen-
ea. Assim a nica formula compativel com o
interesse da approximagfio humana e com a
ascensao espiritual do oomem na impossibi-
hdade do accordo, a solemntdade da arbitra-
gem.
Antes de ludo, urna roda de palmas, apezar
de dnsastradis talvez.
Mas tudo sso verdade entre povos extran
geiros, e oo centuplica do verdade em se tra-
tando de irm&os e compatriotas ?
Por que applaude o Paz a conciliagao com
astranhos, e deslere ctiaumas de odio e de
viaganc/i eterna contra os aspirantes brazilciros,
contra os vencidos de hontem ?
Para adrnanos seculares.palavra3 de amor
e de concordia ^ para os tilhos d'esta generosa
patria conuoum-os epitnetos affrontosos, o
afastamento irreconciliavel, a persegoieao eem
treguas? Confessem todos que ineomoeblrel.
Mas assim-quer, l se avenha.
!:
< O povo, apnhado, saudava em tongas ac
clamagdes e palmas aquelle certamen de ni-
telligencia e de amor cora que os oradores, en-
nobrecendo-se e elevndose,- nnobrecetam e
elevaram as suas nayoes.
Oulra toda de palmas, porque sso apu*
rissima wdade.
Mas se era, e se foi um certamen da-iotel*
ligencia e de amor em que todos se ensobre-
ceram, o collega nao me dir porque razao seus
ntimos amigos patriotas, que se coguominam
os nnicos legtimos republicanos d'esta trra,
rugirara popul rusima manifestagao do dia
12? Que baba de aranha damnada envene-
nou-lbes o sangue, para fugirem festa da luz,
do verdadeiro progresso, da paz a da confra-
ternisagio americana ?
Conclua que elles deram triste documento de
si e das saudades dictatoriaes.
Gremio Infantil Joao Barbalho -
Procedeu se no dia 20 do corrente a eleigao da
nova directora desse Gremio Infantil, que func-
ciona na sede e com os alumnos da 3* escola pu-
blica municipal da freguezia de Santo Antonio,
sob a regencia do professor Francisco Marques
da Trindade.
A referida eleigao foi presidida pelo socio
fundador do Gremio Infantil, o mesmo professor
Trindade e com assistencia de seu collega da 2'
escola publica do 4o districto da Capital Fede-
um
ral, Joo Jos Rodrigues Vieira.
O resultado foi o seguinte, obiendo cada
dos eleitos 65 votos :
Presidente Manoel Feodrippe de Souza J-
nior.
Vice-dtoLayerte Elgard Poggy de Lemos.
Io secretario -Luiz de Franga Alves Nunes.
2o lito -Joo Estevo da Silva Torres.
Orador -Joao Pedro Pina.
Vice dito Luiz de Franga Paes Barretto.
ThesoureiroAlbino Filgueira Galvao.
Io procuradorLeopoldo da Silva Neves.
2* ditoM noel Barretto de Souza.
Conselheiros.Francisco d Assis Feodrippe
de Souza, Antonio Monleiro da Cruz Castro Os
car dos Sautos, Antonio Jos Lin3 Caldas, Vctor
Borges da Silva, Antonio Valerio dos Ssnlos
Cruf, Gastn Joaquim de Oliveira, Alberto de
Miranda Henriques, Antonio Nery da Silva e
Arthur Alves Lessa Pimentel.
Os Philomoraos-Essa distiocta socieda-
de carnavalesca nos communicou em offiio que
nos dirigi hontem que na noite do dia 23 do
corrente, pelas 8 horas da noite, pretende per
correr em marcha Iriumnhal diversas ras das
freguezias da Boa-Vista, Santj Antonio e S-
Jos, tendo frei.te o seu estandarte social, a
banda marcial e o grupo denominado Ze-pereira.
Nese trajecto 1103 dizera no mesmo oftxcio,
pretendem vir comprimentar-nos em nosso es-
criplorio, fineza por que d'ante-mo nos confes
samos agradecidos.
A mesraa sociedade nos enviou tambera
hontem delicado convite que igualmente agra-
decemos, afira de visitarmos a sua s le que
deve estar em festa, nos tres dias do carnaval.
Esmasamento -Hontem tarde, o trem
da ferrovia S. Francisco, descendente de Una,
ao passar na ponte do Amaragy, esmagou um
homem que se actaava sobre a mesraa ponte a.c
O machinista que diriga a locomotiva,
avistal-o, empregou todos os possiveis esforgos
para de'.er o trem e evitar o desastre. Todo
foi baldado o hornera foi atlingido e morto.
O caria ver, reclamado pela familia, foi-lhe]en-
tregue : sendo avisada a auloridade competente
de Ribeiro, para os Hns Iegae3.
Bailes de Bascara -Preparam-se no
Ihcalro de Santo Antonio esses divertimentos
pblicos, nos tres das do carnaval, estando
aquelle edificio a ser devida e apropriadamente
aderegado.
Os esforgos da erapreza sero compensados
pela concurrencia do publico, ao qujl offerece
ella essa dislracgo, na qual baver toda a or-
dem.
i'reparadora da Instruec&o fu
hliea da Boa Vista -A eoDgrcga{ftO des-
sa sociedade reune-fle hoje.
club Camav lesea Mivt ; Ha
ruins Ho;e realisa-se o ensaio geral uesse
club na raspecliva sede, ra coronel Suassu-
na n. l9i.
Amanb ter ugar urna sore na sede do
mesmo club.
Limpesa publicaChamamos a atteo-
gao de quera possa interessar, para o edital que
era secgo competente publicamos, sobre as
propostas para o servgo da limpesa puolca da
freguezia do Recife, e que em cartas fechadas,
devidamente estampilhadas, deverao ser feitas
no dia 48 do correule, na secretaria da Prefei-
tura Municipal.
Unio.Familiar Essa sociedade pre-
ara -se para realisar um sarao carnavalesco
no dia 2i do corrente, eque dever ser esplen-
dido.
Agradecemos co onvite que nos enviaram
para asa festa.
Graxa naeional -O fr. Jos ''arlos da
Costa, artssta-intelhgente e muito traballrador,
depoi8deiongas-pesquiza8, cooseguio formar
urna graxa para sapalos, da qual j nos oceu-
pamos ha das, dizendoa superior a todas ira
portadas e mais baratas do que ellas.
Hontem veio o Sr Costa ao nosso escriptorio
e deu-nos prova plena experimental d'aquelle
asserto. A graxa de sua- confecgo da lustro
brilliante e duradouro ao calgado, e (So seguro
esse lustro que, por mais que se lhe passe a
rao ou friccione um panno, nao desmerece.
Nao tem a graxa na;ional o chetro das impor-
tadas, pois quasi inolora ; amacia e refres-
ca o couro, assim o conservando ; e n&o offen
de absolutamente o abaohauo das caigas. E'
em summa um exce lente producto industrial,
que merece ser acolhiao, e nos affiangamos acsi
nossos-leitores que usando o terao a plenissima
convicg&o do que aqu externamos.
Sociedn.de Musical Olindense flSi
de-Povembro-Heunio-se no Domingo ul-
timo essa associago em sesso de assembla
geral, e oiegeu a sua nova directora, que ti-
cou assim composta :
Presidente -Jos Musurabo de Oliveira Ao-
drade.
Vice PresidenteLuiz Jos onzaga.
i. SecretarioJos4 dos Santos Souza Filho.
J.- Secretario-Mnnoel Z. Gomes de Olivei-
ra.
Thesoureiro-JoSo Jovino Palmeira.
ProcuradorJos Gomes da Cruz-
Fiscal Vicente Malangunzo Tiburcio Perrei-
ra.
A posse ter lugar no domingo 3 de Margo
vindouro, as 7 horas da noite.
Gotta (De Neere, diccionario de bygiene)
Em um diccionario de hyetene, escripto mais
para as senhoras.aena talvez intil de fallar da
gotta por ser doenga.rarissima entre as mu-
diere .
Saibais ao menos, oh fllhas de Eva, que sois e
deveis ser todas um potreo medicas e muito r
fermeiras, saibae3 ao menes ensinar aos ho-
mens, qu agotta est entre as molestias mais
inexoravelmente hereditarias, e qne os filhos dos
gottosos devem ser sobrios, activos, e beberem
raais agua qne vinho se desejam deffender-se
do melhor modo possivel d'uma ameaga que
pesa-liles obre a cabega.
Os mesmos conselhos lucram aos que ja Uve-
rara algum ataque de gotta ou teme ter outros.
Para isto igualmente utilissimo o bebor mes-
mo tem sede grande quantidade d'agua.
Os rabes curam a gotta deste modo e o i lus-
tre Desor, depois de ter aprendido este raelho-
do na frica, tornou-se muito-menos gottoso
que dantes.
p.'iisaentos e anedoctasO me'
dico por amor bumaoidade estuda entre as
chagas e os cadveres, entre o feior, a podriSo bra 3,"4.
e os espectculos mais repugnantes e penosos ;
vive entre os gemidos e as lagrimas, entre os
doenles e osaffictos, se fatiga deconhecer os
males e acar 03 seus remedios, obrigado a
duvidar da natureza, por que obscura, da set-
nela, porque incompleta ; de si porque 6 li-
mitado ; e sempre com a sua reputago em pe-
rigo, nao recebe quasi nunca de tantos tra-
bamos urna adequada cotrpensagSo.
Honra dahi e gratido a esse frequente defen-
sor da vida, a este infatigavel balalhador inirai-
go de raorle.
to da no grande caf de Paris de ter dado
urna formidavel queda que lhe eslava causando
intensas dores Monseur, lhe diz um cirurgio
que eslava ao lado. E' perto das vertebras
que sentis as doente, perto do obelisco.
A raulher do futuro (Cordclia.
del refino della Dona) -As vezes se me-
figura o mundo com aaiulher emancipada como
a desijapam.'-alguns. Me parece vel a advp/
gada, sabia, ministra e arrastar a cauda /o
vestido de seda na cmara dos djinutados^Ao-
tar leis, fazer discursos, e oxal disputadora
as suas coliegas. /
Naturalmente ter ae ha da fazer vestidqs adop
lados ascircoraslanaiase p oprios de fazer effelto
e tambem nisto u^uestionar-se hia com as cir-
cumstancias ; assim no seu orcamento ao lado
dos vestidos de baile, ver-se-hia figurar oulros
para aeatar-ie no Parlamento, ou aprasentar se
a fazer discursos aos-seus eteilores.
Meu Dausd qu poltica haveria'entSo ? quan-
tos caprichos. e-<2acan,lalos anda mais do que
o que.succeJam pr&senlamente L Mas prosiga
mos.
Como carina aquella delicada senhora de
maos candidas e mimosas, que cora Ss mangas
arregagadas passa horas e horas inteiras as
salas aoaiorarcas, dissecando visceras ou nos
hospitaes armada de bisturis e lancetas, tentar
difceis operagOes sobre os membros dolori los
e palpitantes, e applicar as mos as feridas
mais fedorentas !
E' um espectculo que faz horror 1 e volte
mo-nos para urna outra parte.
Eis urna mulher gentil que martilla o cere-
bro com questOes de cdigos e processos, e
dissec mil asquerosidades raoraes-,
Veraol-a igualmente absorta com os proble
mas de malhematica, e no raeio de retratos e
alambiques, procurando enriquecer o mundo
com algumas novas des'obertas.
Eu temo que n'este campo nao se chegue a
mostrar a sua pequenez em frente do homem-
E' verdade quo algumas mullieres se podem
gabar de ter acertado as sciencias e mathema-
ticas, mas sao raras as excepges.
Se poderam igualmente acnar mnlheres me-
dicas e advogadas, especialmente alm do
O eano, procuro-se urna que em tan'03 secu-
los tenha se distinguido na architectura ou tra
zldo o mais pequeo progresso na mechanica?
Nem sequer na machina de costura, esta raa-
cbinazinha Inventada 4 nosso proveito e adop-
tada quasi exclusivamenie por mullieres, se en-
contra alguma mulher que ahi trouxcssa o me-
nor aperfeigoamenlo.
E" verdade que nao esto habilitadas para
isio, mas um verdadein talento ter-se-hia re-
velado apezar de -qualquer obstculo. Pode
acontecer que o progresso faga tambem mita
gres, mas no entanto lancemos um olhar ao fu-
turo.
Quando as mullieres mais intelligentes fossera
oceupa las ou com os att'azeres do Estado com
a sua profisso, quem ficaria em casa r A
quera seriam confiados os filhos? Seguramen-
te aos loncos, aos cretinos e aos que no tives-
sem habitago alguma para exercer qualquer
emprego.
Que succederia? Qne os meninos privados
de cuidados affaveis e ntelligentes cresceriam
como a trra ra, e a pouco c pouco tornar se-
hiam seraelhantes aos brutos. A forga dimi-
nuira e ver-se-hia a raulher voltar escrava como
as epochas primitivas,-j se sabe que os ex-
tremos se tocam, e do excesso da civilisagao
se passaria ao da barb iri late.
E' muito feio o qua 1ro que se nos aprsenla
vista ; por isso confiemos na esperanga de
nao chegar a este ponto, e poderemos julgar
nos pago do parto que nos enviado pela pre-
sente cmlisago. Emra nao sao as multa-
res as cempanbeiras do homem, a3 educidoras
dos nossos filhos, as rainh.s da nossa casa ; e
que poderiara mais desejar?
E a mulher que nao ten uia familia pira
poder exercer a sua actividade, que tem ne-
cessidade de ganhar o pao?
Eu quando vejo as mullieres oceupadas nos
armazens, as olicina?, e as estages telegra
phicas c em outros emprego3 pblicos, mestras
ou directoras de multas escolas, quando as vejo
galgar a fama de artistas e de litteratas, nter
rogo a mim proprio si nao se tornam escravas,
e me parece que a eraancipagao nao outra
cousa que urna va palavra.
Naturalmente ellas progredho tambera, com
o pregresso da suciedade, na qual hoje repre
3entam urna parte irapo lante ; mas ai! se ten-
'assem de sahir do circulo qua nos esl a3-ig
nalado qua rnissSo raelhor nos convm a nossa
ndole e a nossa forga!
Procurera ellas tarabem cultivar a sua mente
o mais que for possivel; mas coatentem-se em
dominar no lar domestico e em vez de querer
competir com quem mus forte, e de querer
st homem, procurem dar a patria eidados
sabios e honestos, mulheres instruidas e vir-
tuosas que eduquem igualmente as futuras ge-
rages e po terao fechar os olhos tranquillos,
porque tero bem merecid, do seu paiz-
O irra ses cirurgicas -Praticaram-
se no Hospital Pedro II as seguintes opera
ges :
Pelo Dr. Malaquias :
Herniotomia. reclamada por hernia inguinal
direita extrangulada.
Urethrolomia interna reclamada por estreta
ment da ureihra.
Pelo Dr. Arnobio :
Talha hypogastrtca extraego de calculo vesi
cal pesando 50 grammas.
Resecgo total da clavcula da paphyse co-
racoide e da porgo articular do acrouiiancomo
tralamento da carie.
Ablago e tumor maligno do p esquerdo-
Potlhotomia reclamada por cancro pnagede-
nico e phymosis.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Bestabeleoimento da vagina, reclamada por
atresia accidental.
Pelo Dr. Berardo :
Quatro tar3orrba,lhiascora retalhos'ovolares
e iransplantagOes (loa bordos, indicadas por
trichiasys duplas.
> Gasa' de Uetenco Movimente dos:
presos da Casa de Detengao do Recife, Estado'
de Pernambuco, em :0.de Fevereiro de 1895 :
Maria, Pernambuco, 6 mezes, Graga.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
Afogades.
Maria do Carmo, Pernambuco, 5 mezes, San-
to Antonio.
Antero, Pernambuco, 3 dias, Boa-Vista.
Maria, Pernambuco, 3 dias, Boa Vista.
Jos Pernambuco, 18 mezes, S. Jos.
Eustorgio de Assis Duarte, 5 annos, Afoga-
dos.
Ma*iuiro Publico-Faram abatidas
no Matndouro Publico da Cabanga 64 rezes
para o consumo publico de hoje.
Ilnspitul Pedro IIO movncnto desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia d> Recife, foi o seguinte :
Entrarara .... 13
Sahiram.....
Falleceram ....
Existem..... 777
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, enlrou s 6 1/2 da ma-
nila e sahio s 7 3/4.
Or. Malaquias, enlrou s 101/2 da manh e sa-
hiu s 12 /f.
Dr. Arnobio Marques, enlrou s 9 3/4 da ma-
nhe sabio s 12.
Dr. Berardo, entrou s 9 1/2 da manh e sahio
s II.
Dr. Bistos de 'Uveira. ea'.rou s 10 da
ni ihe sanio as 11.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma-
fia e sahio a I 14.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 3,4 da manh
e sahio s 12.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/4 da ma-
nh ", sahiu s 11 3/4.
Dr. SiraOes Barbosa, enlrou s 11 da ma-
nh e sahio s 12.
Poarmaceutico, entrou s 9 1/2 da manh c
sahiu s 2 da tarde.
!. Ajudanta do pharmaceutico, entrou s
7 1 4 da manh e sahio s4dalard.
2." Ajudanta do pharmaceutico entrou s
7 da m uih e sahio s 4 Asistente, entrou s 9 da manh e sahio
s 12
CAltPliNO
N0VI0ADE3 !
NOVIDADSS 1
Existiam
Entraram
Sahiram
Existem .
A saber:
Nacin aes.
Mulheres .
Estmmteitos
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Louca .
461
3
8
459
421
10
27
0
459
417
387
22
7
1
417
Melhododo alfaite -T.ieona e ortica
pa-a o corlador allaiate. 2 vois broc. e illustra-
dos de quadro< geomtricos, S^ooo.
E. Zola -Lourdes, 2 vols. brjv'...........
6i5<>oo.
Gastn Roben -As so-tes de cartas
ntigas modernas, nova edico illustrada com
52 gravuras, l vul. 2tS*>oo.
Gastn ftobert=Curiosas e divertidas
sirtes de preslidigitago dos professores raais
celebres, Ilustrado com 72 estampas, 1 vol. ...
2(g5oo.
Gastn Robert As sortes de physica re-
creativa, meios maravilhosos, ^aceis e baratos
de rir e instru:r-se. Ilustrado 50 figuras, 1 vol.
J5oo.
LIVROS RCEMJHEGAD0.3
dansa ou
a daosar,...
Total......
Movimento da enfermara:
TeYe baixa:
Saturnino-Jos do Nascimento.
Teve alta:
Antocia Pereira Nunes.
commtaso duHdhorainent do
Porto do Ree>feUecife, 20 de Fevereiro
de 1894.
Boletim metereologico
Horas. Term centt- Barmetro Tenso do
grado
56 ra. 27,'2
9 28,3
12 > 29,'z
3 t. 28,f5
6 28,i
Hiimx
dade-
74
68
66
67
70
(a O) vapor
78,il 19,70
759.-4S 19,56
75.-69 1,59
758,-63 19,40
759,-SI 19,71
femperatura mnima 27,00 Thermometro
desabrigado ao meio da.
Temperatura mxima 31,00 Enrregrecid
57,'6-Prateado 41,i.
Evaporago em 24 horas ao sol 7 "7 som-
a 3,4.
Chuva 6.-0"1.
DirecgSo do vento: SE de ^meia noite at
i h. 18 ra. damanh;SE alternados at 3 h
3m.;SE com interrupges de SSE e ESE
at 7 h. 28 ra. ; SE e SSE-alternados at O h. 28
ra. da tarde ; ESE com interrupges d e SE e E
at 1 h. 31 ra. ; SSE e S alternados at 7 h.
29 m -; ESE at 7 h. 59 m.; SSE alternados at
8h 56 m;SWat9h. 35m.; WSW atmeia
noite.
Duas horas e .24 ni. de calma pela madruga-
da.
Huraco de carvalho-O chromo (es
tn los do temperamentos) igrosiovol. broc
tffoOO.
rufunei Pecbinclia Encyclopedia
do riso a da galhofa, 2 vols. ene. 8J000
Lan^aard -Arle obsttrica ou tralatado
dos parios, contendo a descripgo anatmica
da mulher, da gravidez com stU3 accidentes,
etc., etc 1 gros3o vol. ene. eillnstrado... .
lodrOOO.
Dr Joo Francisco dos -Res-
cciouari) medico ou guia prat ca de raedici-
ua iomeopaihicade clrurgia a partos, 2 vols.
ene lioiio
C. Flamnarion -Dcu3 na natureza, 2
vols ene "rlooo.
c. Flammarion Narrago do Infinito,
1 grosso vol. enc.'5 Aluislo Azcvedo=*0 hornera. O Curu-
ja. Demonios. A morlalha de Alzira. Omu-
lat--. O cortigo.
. Maatcjr;azza -H.yaiene do amor. O amor
na huiiianidade. Physiologiado prazer.
Lyra d Trovador ou coltecgo de-mo
dinlias e>recitativos; 1 voi.-lijlooo.
lbum do trovadorRecitativos e tun-
do? para violo, i vol -1 ooo.
.- Conaelbeiro. dos amasti-s -Gollec-
go de carias fezes para quem ama, t vol
OOO
Voviwimn masaal di
metlioio seguro para aprender-se
35oo.
Pasooal -Morte moral, 4 vols...........
16ooo. .
Pereira e Su/.a Pnraairas linlias so
bre o processo civil, 2 vols. euc. Solooo.
C.'Alves -E pumas fluatuantes,.........
*t5>ooo.
O.'*lves'-Caclioeira deiP*ulo AITonso, edi
cao completa, 2liio
\ovo secretario- brazeiro ou col-
lecgo completa de muitas cartas familiares,
cotnraeTG aes.unetnoTiaas, requenmenlos, etc.,
etc., l vol. ene 4_>ooo.
4i 7-jiooo
cnticos esp rituaes, 1 vol. ene.....
6-iooo
Taesouro do/ ebristo, 1 vol ene...
3-Joo
Alian Kardec -O que ;a spiritismo. | A
genese, 03 railagres.e as predicsOes segundo o
9pi"itismo. 0 liv o dos zsp.rits. O Coe o
inferno ou a justiga divina,' segundo o; apirltis-
mo. _
TtGautierMe. deiMaupin. Re-Can
daule seguido de fortunioi Navelias.iAva-
lar.
Xul Gulmares -Contos-ssm prelen-
go- Fihigranas.
Vletor Hugo -Noventa e tres, t vol ....
LSooo.
L Figuirr-Depois da morte ou a vida
fuiurn, segando a,sciencia.
Samuel Smiles -0 carcter. 0 dever.
Vidae:ir*balho. Eoonomia do.nstica. Opo-
der davontade.
liandr'ot-A mulher forte, conferencias
deslindas s senboras, 3^ooo.
Jos de Alencar-Diva, Iracema, Gua-
ra v Lucila, Encarnago, Minas de prata, Pa
ta d"a axella, Tronco de. Ip, Sertaueio, Ermt-
to da gloria, Guerra dos Mscales. i
. de Alrea -Obras completas, l vol----,
35oo. _
IVovisim3S diccin -r.os das no-
res.-Soo res.
Macado -ous amores, Rosa namoradeira^
ylocidade media do vento 4-78- por se-
Urn inglez queixava se vivamente em um cer- gundo.
Nebulosidade media 0,64.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Aitura
baixa-mar
B.M. 20 de Fevereiro 7 b. 10 m.dam, 0.85
P. M. de i b. 20 m. da t 1,-9'
Cern terio Publicol-'oram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia
20 de Fevereiro. os seguintes corpos :
Olympta Aieaide Bandeira, Pernambuco, 30
annos, S. Jos.
Sophia Ernesta de Mattos, Pernambuca, 60
annos, viuvn, Afogados.
Vicente Monteiro de Oliveira, Pernambuco,
31 annos, viuvo, Santa Antonio.
Mara Joaquina da Conceico, Pernambuco,
S. Jos.
Mana Jos da Luz, Pernambuco, 42 annos,
Graja.
Um noivo a duas noivas,
ViceQtioarLuneta Magic
Carleira da meu lio,
O fora3teiro, Memo-'
ras do sobrinho de meu lio, Romances da se-1
mana, Rio do quarto, Victimas Algozes.
G. Ohnet-Condess- Sarah, Lise Fleurou,
a vonlade, Alma de Pedro, Dr. Ramaau, Sergio
Panine Derradeiro amor.
' LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DE
iOU 14 PA C.
81RUADO IMPERADORi
Compra e vende livros no vos e dzados
PERNAMBUCO
Sanco
Capital
dem realiaado
Fundo de reserva
Balanco eM 31 DE
1895
ACTIVO
Accin stas
Letras descontadas
Fundos pblicos
Emprestimos e caugSes
Adiautamentos
Diversas agencias
Mobilia
Latras a receber
Cauco dt- directora
Valores depositados
Diversas coatas
Fojiular
1.50).000000
750.0008000
200.OCOO00
Janeiro de
Caixa:
Em aoeda
comente 339.86S060
Em teonta
crtente
no Banco
de Pernam-
buco 1 100.0 jOJOOO 1.439.3365060
Rs. 13.745.539&310
PASSIVO
Capital
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Contas correntes de mo-
vimento
Contas com aviso
Contas de peculio
Depsitos a prazo fixo
Depsitos voluntarios
Redescontos
Diversas garantas
Diversas agencias
Dividendos :
Saldos de n.
1, 2, 3. 4,
5, 6-e 1
Diversas contas
1.500.0001100'
200.(0 )$0)0
10.4 535400
2 596.8558450
536 7878120
1.063.3958460
3.118.8858990
67.8198070
1.339.9288410
5.226.9713840
87.709260
42.7518401
2.894.2313960
S. E- e O.
18.74.5395340
Recite, 21 de Fevereiro de 1895.
Francisco Gurgeldo Amar ni.
Presidente.
A. Lambrt.
Contador.
'IIIMiJIO PIDI!)
-llagas
? .
Esposa do Sr. corouel Cincinato Velloso
da Silvein.
^Esposa do Sr. capito Eneas Soares Bran-
dao.
Esposa do Sr. Manoel Francisco Ribeiro.
Esposa do Sr. Antonio Francisco Ribeiro.
D Eulalia de Barros e Silva.
Juizes por devoc^o
Os Ulnas. Srs. :
Angelo FranciscD Ribeiro.
Dr. Paulo-Martins Pereira Monteiro.
Joao Luiz de Carvalho.
Capito Jos Ignacio da Silva Mello.
Capitn -Francisco Pinheiro de Menezes.
Tenente Francisco Pinheiro de Menezes
Filho.
Tenente Manjel Pinheiro de Menezes.
Revd. vigario Antonio Graciano de
Araujn Guarita.
Salust'niano de Lyra.
Capitao Manoel da Barros e Silva.
Professor Sebastiao Brandio.
Juizas por devogo
As Exmas. Sraa :
O. Maria Alves Monteiro.
D Jacintha Augu3ta Gozende.
D. A.ngela Ferreira Barbos'.
D. PhilomenaCordeiro de Araujo.
Ef posa do Sr. c*pit&o Manoel Fu de
Mello. J
Esposa do Sr. Jos I Esp sa do Sr. Timotheo Carneiro.
Esposa do Sr. Jos de Fraga.
Esposa do Sr. Joao Caetano.
Escrivo
O. Illra. Sr. Joao Francisco Ribeiro.
Escrivft
A Exma. Sra D. Mana Lins da Araujo
Lyra.
Procuradores
Os -libas-. Srs. :
I Francisco de< A (LEMBRANCA DE MEU FILHO SCRATES) Adelino Fructuo?o dos Alijos.
(MaLoel Justinrano Pereira.
Dionilio Souto Alves Monteiro.
A' minbas fllhas
Quo 6 feilo agora de ludo?
De tanta ilius&o querida ?
A. selva nao tem mais vida,
Oir deserto e mudo !
F. Varella.
J nao vive minha vida...
Viva luz que se apag u I...
De minb'alma flor querida,
Que bem depressa murchou !...
Ao sol da vida crestada,
Em rmo chao desfolhada I...
Era urna flor mjel'ndrosa,
Em soledade pendida I...
Urna flor to graciosa,
Que n&o ser esquecid I...
No deserto ella nasceu,
Desabrochando morreu !...
Ha nos camp"^ muitas flores ;
Mas, nenhuma como aquella !
Era flor de meus amores !...
To mimosa, to singella,
Qua viveu senr.ter orvalho]
No retiro..em frgil galho!...
Morreu a flor !... e tambem
Minha vida, pois, fenece I...
Nao ha quem, saiba; ninguem,
O qua minb'alma padece !...
Quizara ver minha fldr,
O meu casto e santo amor !...
Mir/h'abna geme queixosa,
No deserto.. em soledade !...
Chora.afftictay pesarosa,\
Prjcarando sua herdade !...
V, somente,o campo agreste...
Triste ramo de cypreste !...
Fioou-me o pranto, a saudade,
Em meu peito a magoa 1... a dor!...
Nao vejo minha beldada,
Minha luz !... meu esplendor 1...
Era o sol de ixdnha vida,
De minh'alma flor querida !...
-Era bella, melindrosa,
Em soledade pendida !...
Urna flor to graciosa
Que nao ser esquecida !...
No deserto ella nasceu,
Desabrochando morrea !...
Koiwirer por entre as.fl.5res,
Do jardim celestial!...
Ondk-no ha magoas dores.
Onde a Vida iinmorta.1 !...
Vive l,.Bempre miooosa,
Aos ps de Deas, venturosa I.
Procurador geral
O Illm. Sr. capito Joo Baptista Alvs
Monteiro.
Thesoureiro
O Ilim. Sr. tenente Tisjano Evaristo
Castello Branco.
Consistorio da capella de S. Jos da
Extrema, 20 de Janeiro de 1895
O vigario Antonio Graciano de Arau-
jo Guarita.
IttMiuiao Poltica
De orden) do vice presidente do directorio do
parlido republicano federal da freguezia deS. Jo-
p, sao convidados todos os eleitores do mesmo
partido para urna reunio poltica, no dia 23 do
corrente, s 6 horas di tarde na casa do nosso
distincto correligionario lente Waldoaldo, na
ra de Horlas n. 91, aura de tratar-se do pleito
que tem de ferir-se no dia 4 de Margo prximo
vindouro.
O secretario,
Manoel Bodngujs N'ogueira L.ima.
Sffctitlosas rcfiirducoex
Do meu querido filho que em vida
chamava-se .
MANOEL DE BARROS FALCAO
Hoja fazem 60 dias que te separaste
para sempre do teu incensla vel pa& -
Vtdpiano de Barros Falcao.
212 -95.
f
Saudoas reoordacffes
DO
meu querida fillio -e. irmo
JOSET RAPHAEL S DE AZEVEDO
- Hoje 90 dias do seu fallecimento, das-
folhamos saudades sobre seu tmulo.
Emilia ' Julio Soares d-Aizevedo.
m
ferareiro 22 de' 1893.
loaquiH Francisco de Mello Sanios.
Colouia loabel
Tendo a redaeQao d'^4 Provincia em
sua edi5o de 15 do corrente assumrdo a
responsabilidade do que publicon a meu
respeito, provoco para que, com o devi-
do criterio e asignatura do denunciaoft,
venba ^exhibir as provas em como os
animaes pertencentes a esta Colonia foram
ferrados com a marcaM. D. P. S.
Sa nao tratei do assumpto ha mais
tempe porque somante hoje ti ve occa-
sio de 1er.
Recife, 20 de Fevereiro de 1895.
Diodato P. dos Santos.
Administrador da Colonia.
750.00D50OO
2.125.28819604
5 3678600
2.630 9555450
299.1578600
3.304.1248310
12 3008000
2 878.3268310
30.0C0I000.
5 234.7903890
5.842*160
i:i<-icni>
Da festa do glorioso patriarcha S. Jos
da Extrema da fregaezia de Gamellei-
ra, que devar ter. lugar em o dia 19
Marco^de 1895, cujos funecionarios sao
os seguintes:
Juiz da festa
O Illm. Sr. Etelminie de Almeida Basto.
Juiza
A Exma. esposa do Sr .coronel Hisbello
Barbosa da Silva.
Juizes -protectores
Os Illms. Srs. :
Manoel Gomes Barbosa da Silva.
Manon! Jonquim da Silva.
Joaqnim Manoel da S.lva.
Manoel Jos de Lima.
Tenente Severiano da.Siqueira Barbosa.'
Juizas protectoras
As Exms.- Srss.:
[Esposa do Sr. Manoel- Mariaho da Silva.
Esposa do Sr. capito Arthur de Siquei-
n CaTulcante.
Maria A. m el a Rodrigues Gui-
- n mnr
Bento Fontes Guimares, seus :filhos e
gaa30. eonvidain a seus parentes e amigos
para assistirem aos ltimos suffragios da
sua esposa, me e sogra, que taro lugar
s 9 1/2 da manh. Oarros a Raa do
Imperador
Bec\fe','32-de Fevereiro de 1S95.
<-u ni el le ra
Fallencia.' de Osear Ribeiro de Ganval/to
Por deapaebo do Dr. juiz do commercio
dsete municipio s&o convocados or orado-
res d) fallido Osear Ribeiro de Car'valhq,
para se eunirem no dia 20 do corrente
mez, na sala das audiencias-a 1 hora da
tarde para os fins dos arts. 39, 40, 41 e
42doDec. de 24de Oatubro de 1890.
Gamelleira, 15 de Fevereiro de 1895,
Os Syndicos :
Francicco Diniz.
Evergistro de Hollanda Vasconcellos.
B. Bandeira.
Em todo caso a Eiuuiso oreferi-
vel ao oleo simples
Rio de Janeiro, Janeiro 6, 1888.
Illms. Srs. Seott & Bowne :
Corresponden lo aos seus dasejos me grato
responder-lhes que teoho largamente na minha
clnica, principalmente de criangas aconselhado
o uso daEmuIsSo Scottde oleo de tigado de na*
calho e hypophosphito,. sempre cora bom re-
sultado. Salvo em racissimas. exceptes, um
medicamento fcilmente tolerado pelos estma-
gos mais delicados, mesmo' continalo por
muitos meies, vista -a qualidade de se poder
misturar bem com o leite e com o vinho. Feli-
cito os por to bda combmagao.
Dr. Henrique C. Rocha Lima,
Especialista as molestias de mangas, o af
fecjes do figado e corajao. R- C Theoph.
Oltoni, 65. 1|B
ELIXIR mTmORATO
Deekro a sea da verdade que estire
morphetieo -perdido eB*ptajtaraoJor para
a sociedade, a que hoje esto-eoTtsJsU-
aMatnaorad* por tomar bas.ante j Elixir
M/.MowUe propagado por D. Carloi,
qne foi a onioa couaa que me salvou.
Aracoriguana.
Pedro Luis de Albaqaerqi^
Deposito em Pernambujo :
Companhia de J)ogas a P.odjcb: Chi^
micos.

-
V
f



s
1
-
Islario de Pernambnco Sexto-feira $ de Fevereir de 1895
LOTERA
DE
PERNAMBUCO
Extracce* do mcz de Fevereiro
Ter^a-feira...... VU 12:OCO#000.... 9a Lotera A
INSTITUTO PHII.0M 1TIC0
RA DA GLORIA N. 33
Dirigido pelo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas desis collegio estarao abertas do
dta 7 do correte em diante.
Sabbado........ 23...
Quinta-feir. 28...
2;000$000.
15:000^000.
Ia
D Novo plano
UxtraccoeN do uiez de llardo
12:0001000
15:000^000
Ter^a-feira. 5. .
Sexta-feira. 8. .
TeiQa-feira. .. 12. .
Sexta-feira... 15.-.
Ter^a-feira---- 19...^
Sextd-leira.. 22-----
Tere, a-feir?.... 26----
exla-feira..... 29.....
12:000#000
24:000^000
12;0Q0#000
15:000$000
12:000^000
15:000^000
Ia Lotera B
Extracces feitas com assistenca do fiscal do Governo e parante numeroso auditorio.
Amachina FICHET, para dar os nmeros, tocada por meninas, assim como os premios sao tirados
i urna por urna menina de cinco annos. __ ,
0 contractante desta importante lotera entrou para os cofres pblicos com a avultada somraa de.......
"SeOOOflOOO de impostos pagos adiantados, e fianca.
Bilhetes venda as casas lotricas e na Thesourana a q
Kua Lar^a do Hosario n. 9, 1. andar
Os pedidos devero sor dirigidos ao encarregado daemissao ^r-irv^rN
aw ispss aya
Telefframma Aliaeiro.
C i\u do Correio 196
PERNAMBUCO.
A opinio da imprensa sobre a lotera de Pernambuco
LOTERAS do estado
Hontem, s 2 horas da tarde, teve lugar a I." extrac-
to da lotera deste Estado,
A convite do illustre thesoureiro da referida lotera,
assistimos ao processo empregado para a extraccao e 110-
Samos toda a ordem e methodo.
Pelo modo empregado, o que foi, para a extraccao,
indo deixa a concluir-se
jaencionada lotera.
que grande confianca inspira
Do Jornal do Recife
Lotera de Pernambuco
ronel Manoel Goncalves Ferreira Costa, concessionano,
agentes de loteras, quatro meninas, urna para extrahir
os premios, e as outras para moverem as machinasjFichet.
No salo do Consistorio da Egreja do Rosario havia
excessivo numero_de concurrentes.
Procedeu-ae nto a extraccao, evidenciando-sea exa-
ju-se hontem no predio n. 45. ruado Impe- cta distribucao dos premios pelos nmeros indicados fatal-
ador a extraccao desta importante lotera, perante eres- mente pelas rodas da machina Fichet]
do numero de pessas gradase observando-se perfeita; O processo da extraccao inspira plena confianca e ex-
ccrrecco no desenvolvmento do respectivo sorteio. Iclue a possibihdade de fraude.
A fiscalsaco exercda exclue qualquer possibilidadej Tvemos occaso de assstir a toda a extraccao dos
3e fraude no processo da extraccao, sendo de tao tenraipremios da Lotera do Estado 2 A e podemos dar testemu-
*2ade a creanca encarregada de tirar os premios que nao nho da perfeta regularidade da extraccao
Assistimos correr a ultima lotera do Estado, cujas
machinas Fichet sao reconhecidamente boas.
O systema rpido e licito. D'A Cidade.
LOTKRIA DO ESTADO
Hontem, s 2 horas da tarde, comecou a extraccao da
Lotera do Estado 2 A.
Achavam-se presentes o fiscal das mesmas loteras Co-
ccahece anda os principios elementares da leitura e da es-
erpta.
Do Commercio de Pernambuco
No da 22 deste mez realsa-se a 3a extraccao desta
concetuada lotera.
Do Commercio de Pernambuco.
B*lfa commerclal de Pernaiu-
kfN
DtACVKS UFFICUBS A JONT BS CBB>TRR9
JYca i* Recife, 21 e Fevereir de 1$95.
:fiheuie cotacao.
presidente
Antonia Marques de Amorim.
O secretario
Maa o el Soogalves da Silva Piolo.
amblo
Praca a Recife
Os Bancos abriram com lasa de 9 3,4 sa-
jado logo depoi para 913|I6 e 9 7,8, o movi-
asitofol pequeo pur ter relrabido-se os se-
cadores para 10 d.
Eco papal parten ar e bancario r.'paasado nou-
a aegocios a 10 d.
< o(ac d gener
F*n artcult*r
Bcucar
TaJuas por 15 kilos. .
Srulalliail 1 por 15 kilos .
Jrauco, ideo, dem. .
csaeuos.llem, dem .
ajeando. dem, dem. .
Bruta seceos idem ideo .
roto melado, idem, dem,
Mame, Idem, dem .
54500 a
5*300 a
44400 a
3*fiH3 a
Ui.0% a
2I20U a
54090 a
14500 a
64100
54700
5430
34860
24700
2 4310
24200
148 JO
Zem negocio.
Algodio
ftleool
Rk pipa de 480 litros 245* yenda.
Agurdente
Jor pipa de 480 litros 150/ venda.
rail
Soceos salgados na base de 12 kilos 700 rls
-wntfa-
Verdes a 480 ri?, nominal.
Carnauba
lAta-se de 154 a 28*000 por 15 klios.
Mei
Pvr 100*000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALOODAO
I. l'ater & C, 9 030 saceos com 675,000 kilos
de assncar mosca vado.
j tapor ingles Thame, para Li boa,
carregram :
A. Campos, 1 barril com 90 litros de agur-
dente.
M. da Silva A mei la, 1 barrica com 65 kilos
de assncar branco, 1 dita com 45 ditra de cale,
2 caixas e 1 barril com 80 litros de agurdente,
1 caixa com 120 kilos de doce e 2 barricas om
abacaxis.
Mez de Feverero
Bareacas .....
Vapores .....
Aniones.....
airada de Perro Central.
dem de S. Francisco.
dem doLlmoeiro. .
Somos. .
Das
1 a 15
1 a 10
1 a 16
1 a 16
a 15
Asalt-
ear
Saceos
72577
337
10755
69180
40735
196626
Algo-
dio
Saccas
1050
1531
C9i
471
B421
9167
Kspatrfaeo
Recite, 19 de Feverero da 1895
Para o exterior
" No vapor ingles Portugus Princc,
At* Y> k, carrflgaram :
para
Para o Interior
No vapor alleaao Roma, para Paranagua,
carregaram : ___
Amorim I-mSis & C, l 306 saceos com 78000
kilos de assncar branco e 800 dito? com 48,000
ditos de dito nutcavado.
Para Pelotas, carregaram :
I. Bailar & C, l sacca com 87 kilos de algo-
dao.
C. A. Burle. (03 saceos com 7.500 kllOB de
assa:ar branco.
A. Cjsta & Fioia, 500 saceos com 37,500
kilos de assncar branco.
Pira Rio Grande do Sul, carregaran :
A. Costa A Fiusa, 50 J saceos com 37,500 kilos
de assncar braoco. .-.,
P. Carneiro C 10 pinas cam 4./00 litros
de agurdente e 700 vo'omes com 63.315 kilo'
de assncar braoco.
V. da Sveira, 2G0 barricas com 20,025 kilos
de assncar braoco-
Para Porto Aleg'e, carregaram :
K. L-mos & C, 10 lataa com oleo vegetal.
M S. Maia, 20 saccas cem 1557 kilos de al-
godSo e250 saceos com 18,780 kilos de assncar
P Carneiro 4 C. 50 saccas com 1530 kilos de
aftodao e 1000 saceos co n 5000 kilos de assu
car branco. .
No vapor nacional Itsqol, pan Pelotas,
Ca"eB*us C, 20 pipas com 9,326 litro de
agurdente.
Na vapor austraco Castore, pera Santos,
Cap.eAlves C, 635 saceos tbm 38,100 kilos
de assncar branco.
Para Rio de Janeiro, carregott :
J. da Gosta Ferreira, 150 pipas com 70,500
litros de alcool. _
No vapor Iraocez Vule le Rosario, para
Saolos, carregaram:
P. Alves & C, 603 sac:os com 36 180 kilos
de assncar mascando.
Para Rio de J';ero, carregou :
F. de Frellas. 2000 saceos com 120,000 kilo
de assncar mascando.
Para Santos, carregaram : -
8. Goimares C, 2000 saceos com 120,000
kilos de assncar branco.
Para Babia, carregou :
j. M- de Abreo, 3 saceos com 225 kilos de
assncar branco.
No vapor ingle B*andemburg, para o
Rio da Janeiro, carregaram :
G. & Va.ente, 150 casaos com 6,400 litros de
oleo vegetal. .. _
No vapor caMornl Capibaribe, para San
tos. carrezou .
A. O. de Sooia, 2 volamos com esleirs para
canga Iba. _, .
No >apor trance Cordoan, para Ro de
Janeiro, carregaram :
F. X. djs Santos C, 1000 saccas com....
74102 k.los de sigodio.
_Nov|u' nacional niao, para Rio de
^KioTmKo; 500 saceos coa, 30.000
k"p0S f"f 3? Pija, com li.WO litros de
? gurdente.
A. Irma* A C, 25 pipas com 12,675 litros
de agurdente.
M. F. L->ite, 800 saceos com 48000 kilos de
assncar branco.
No vapor nacional Alsgoae, para Victo-
ria, carregaram :
A. I mi* & C-. 100 bar.'is com 8,800 litros
de agoardeote.
No vapor nacional Espirito Santo, cara
o Para, carregaram :
F. Rodrigues & C, 17 calxas com 500 kilos
de doce.
F. de Olivelra, 1 pipa com 463 litros de
alcool.
Para Mao-s. carreearam :
Aoiorim & Cardoso, 25 barricas com 2,150
kilos de assncar branco.
Para Ceara, carregaram :
P. Carneiro & C, 2 bewrros no valor de 50*.
Para Msrantiao, carregou :
A. Cosa, 5 calxas com 200 kilos de mes a
vapor ibKlea Portugus Prioce, para
o Para, carregaram :
J. A. da Fonseca & C, 2100 cslxas com 27300
kilos de sabao.
N. M. Eirado, 107 barricas com 5.071 kilos
de assncar branco.
Amorim & cardoso, 200 barricas com 15,060
k los de assocar branco.
Gaimaries & Vateote, 250 saceos com 15000
kilos de mtlbo.
S. da C Hala. 70 barricas com 5,380 kilos
le assncar branco.
A. I-maos & C, 30 pipas com 20,820 litros
de agurdente.
F. Lemo3 & C. 30 Utas e 3 barris com oleo
vegetal.
No vapor oaclanal Beberibe, para Babia.
carr. garam :
F. Rodrigues C, 10 cilxas com (0) kilos
de doce.
. ->
Para Penedo, carregaram:
F. Rod-:goes t C, 50 caixas com 1150 kilos
de sabo, 6 barricas com 350 kilos de asBuc.r
refinado e 3 garrafes com 70 litros de genebra.
A. Silva & C, 3 barris cem 283 litros de
alcool.
F. I mos &. C, 330 caixas com 7,590 kilos
de sab&o.
J. S. do Amaral & C 5 barris com 440 litros
de viobo de (ructas e 20 caixas com 40 ditos de
genebra.
Para A-a-ajo', carregaram :
J. s. do Amaral C, 13 barris com 664
litro: de vioagre.
No blate iscional C. do Natal, para Na-
tal, carrenou:
J, Macedo, 11 barris com 5*0 litros de viobo
de rVuc'as.
Na harcaca Vartba, para a Parabyba. car-
regaram :
F. Barros Juoior, 1 caixa com espanadores.
J. T. Carrero 20 caixas cjm 100 kilos de
velas.
Na bsreaca Amelia, para Villa da Penba,
narreearam :
J. Salgueiral & C, 4 barricas com 295 kilos
de sssncar branco
Na barcaga Diva, para Paco Camaragibe,
carregaram :
P. t'a-valno & C, 25 caixas com 575 kilos de
aban, 2 ditaa com 16 litros de geoebra 0 1
barril com 80 'Jilos de vioagre.
Na barcaja Janira, para S. Luis, carre-
g-:ram :
P. Carvaibo & C, 40 caixas com 920 kilos de
sabao e 1 barril.com 0 litros de vinagre.
ReadiMentos publieof
Mes .e Feverero de 1895
Alfandega
Renda gersl: ^ ..
Dj da 1 a 20 1,0^9.013*301
Cuitara do oafeeiro
Data da 20 adeob a propaganda cesta
EVado a respeito das vantagem a dottura
do c- f e do sugmen'o dt.g reipectivas
plunti^3 s; entretanto, com pezar rec>-
heceroos, que anda hoj & preda 3(,-5o
dSo eufficiotto para o nceso conaumo.
Firc* cenfessar, qnc a cultura do cal
certameotu a msis vantajosa dSo 5 po'a
dursco da plaut*, como pea cor-atante
procera dcsiO producto e pelos prej 8
elevadiaeimt.'Sj qae tem alcanyado.
Hcjf j se onve & caa dsebo diter-se :
~o ca d ps-ra tado, iste o p: o lucio
fltarcen'e compscs-idcr das d^ep sbs fl
ru'tura e prcdoccSo.
Occuna o c. f bratileiro o Io lugar
entre es p/oductoa Eioiltres do todo o
mundo, nao t pa'a quanUdadr, c rao
pola quslidfcde, de modo quo poda tacef
a le do preco e impi-a e- s racro.doa
cousorniiores da Europa a A^cr cj.
12 tretattto rem Bempre foi essitn : u
cuitara do cn' eoBse^ot no Ro da J -
neiro cm '8UO, tend s oolhoita da 13
a'ceas apenas, era 1317 a oolheita au^-
mertiu para 66.900, en 1825. fcngiu a
101.500, cm 1839 aubiu a U3 mlhao de
seoou-, o quo canaca edmirscZo no esirac-
geiro por sr um fucto nfio verificado ere
outro p&is.
A progreseSo aV-fci em diacte f j aem-
pre t2o pronunciada que brja podc-3.
dieer q. e o Brasil pr 'duz cal que cte;*
para o consumo universa', ep:z.r do aug-
mento progreasivo deBte e dos prcoa aem
pre em alta.
Es'ca dado3 demnstrala at a ev en-
ca as grhn es vantugen da cuitara do
caf, o devam icBpirar tida a confi 059
sos ftgricultors, sobra todo nos pequeos
planttdore, para darem prtf jreoeia to
cultivo de tao rico producto.
Aratigamente pensava-9e que e ta cul
tura es'ga conhecimentca especiaes e
longo espaco de tempo para a prodcelo,
boj, porem, tes preconcetoa desappE-
receram e a dirBculdadd cosiats apenas
om corheoer-se o torreno appropriado e o
processo pratco da planta^So qaa pode
ser aprendido medanla a'gam&s informa-
gSes oo fazenio-aa orna visita as plant*
55e3 j4 ex s'eotes.
Nao coobeiemos pesaoa algama que
tenha tido motivos para arrepcnde;-Be per
havor proferido a cult ri do c-f, todos
est2o contentes e satisteit^s, 89 algum ar-
rependimento tfin, de nao baverem
plaat*uo em 'arga etca'a e icede muito
ampo.
J l ae foi o tempo em quo ae chama-
va doido o agricaltcr qoe absndoraT-* a
retina e entrogavs-sa acuitara sao vas, vgo-
ra estes sao citador, oom exemploa de
emoacBo e de bons resultados.
Entre outros podemos referir o que
oocorrau cem o Sr. Ladislao Gomes do
Reo, homem activo, laberiOM e empre
hendedor.
Infljenciado pela activa propagsnda
qae catr'ora fisemos da dltara do oafeei-
ro abandonou sene negicioa e foi esUba-
lecer-3e na comarca d Viotorp, onde
tinba ama propriedade, denominada Ssrra
Grande e oella comeyoa o planto de
cal.
Apesar de nao aerem o terrenos desaa
propriedade 01 melhores para o cafaeiro,
o Sr. Ladislao a forja de cuidado e alo.
tranaformeu-se em urna fatenda modelo dos tilulos dosse emprestituo,
de caf onde todoa v2o aprender
idem de 21
67:2i7ll2
1.126:2 W* 513
Renda do Estado :
Oo da 1 a 20 262:269*004
Ueiu da 21
66i6*9S3
Somma total
268:915*987
1,398:176*5.0
Pernambnco, 21
2 seccaj da Alfandega de
da Fevereiro de 1895
O cnefe da seccao
L. F. Codecers.
O tbesonrelro
L. M. Rodrigues Valenca
REGEBEDOIIA V.D0 ESTADO
D) dia 1 a 50
dem de xl
62532*361
2:132*639
Somma total
RECIFE DRAINAGE
D) da 1 a 20
dem de 21
Somm? total
64665*000
23:17l*ii2
2:16J*0e9
23:3ii*oll
HoTlmento do porto
Navio entrado n dia 21
Bordeaox e eseala-25 dias, vapor francei Cor-
touan de 2098 toneladas, commandante E.
Tea'de, equipgem 53, carga varios gneros ;
a H. Burle A C.
Na?i03 Bibidos no mesmo dia
Santos e escaliVapor fraocea Ville de Ro-
sario, commandante D.nier, carga vanos
Mjasor-PaUcho nacional Annita, capitao H.
C. Haaseo, em lastro.
Observacio
Procedente de Trieste e escala fundeou no La-
arlo s 6 horas da tarde o vapor austraco
Castore, nao communicon com a trra.
Ulereado Mooieipal de
O movlmento deste mercado no dia 20 de Fe-
verero (o I o aoguinte:
Entrsram :
42 bols pesando 6.195 kilos
425 kilos de peixe a 20 rs.
3 compart. com marscosa 100 ra.
4 ditos com camarOes ? 100 ra.
27 1/2 colomnaB a 600 rs.
6 carga com gallinbas a 500 rs.
2 cassoaes com galliohas a 300.rs.
3 cargas com miluo verde a 300 ra.
1 carga com cebolinbo a 300 rs.
5 cargas com melancia a 300 rs.
3 carga com bananas a 300 rs.
10 cargas com diversas a 300 rs.
1 carga com batatas a 300 rs.
7 cargas com loocaa a 30D re.
2 cargas con macacbeiras a300re.
10 cargas com gerlmnos 300 rs.
3 cargas com laranjas a 300 rs.
J7 cargas com fsrlnba a 200 re.
5 cargas com milho secco a 200 rB.
8 cargas com fejao a 200 re.
6t lugares a 200 re.
7 SuIoob a 200 rs.
12 comp. com suinelros a 1*000
9 comp. con sclai i-os: '00 ra.
8*5 0
*300
*400
16*500
3*000
*600
*900
*300
1*500
*90O
3*000
*300
2*100
*60O
3*000
*900
5*400
1*000
l*00
12*200
1*400
12*000
6*300
e manir
se de sementes ou modas oafeeiros.
Consta 003 qaa j recuso' dasantos
contos cantos pU sia fB9nda e que cem
mesmo por qu&trocentos a cede, entret c-
to que seis ancoa atra* c5o v&lia vote
eocti a.
Por &:li 89 v o resultado do trobalho,
persever?.nc4 e aotvidrde, po tas ao ser-
veo do urna cultura com?ecaadora e ee-
gura.
Hej i is f .asnda S-rra Gracdc poeae
cerca da 4 a 5 mtlbSis da plantas de
co', de diversos tamaaho?. e qualidadee
para veud r a (jusmi cuiser fazer p!ar.t -
jTes, de;acdo-e preterir r,3 nsaiores, per
que dao fruefo an 1 noo ngointe
E'cata tjitn adoptado eta todu a
patte pea g; 3o esperar
tauta temp p la colaeita de u' csf-:sal.
0 q o ainda nao tinbamoa itO nw,a &e-
t ir-i do timacbo qae tem o Sr. La-
diaiao e at s m
tur ,
001 ti- om o progresao ti 5 ; enltura en
tre ;o- e pode dos 4.ra fsotoa iguaea &os do Rio de Janeiro or
1810.
Eeeiff, 14 d-. Ftwerairo oe 1895.
J 80 Fernn?ea L'?^.
Peitoral c Cambar
9:OOd^t>000
Dao-se 2:ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentci-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condices
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pe
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J. do Nascimenlo
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Chimicos
que, seguado declaracto f'cita
nos naesmos ttulos, devia co-
mocar em funho de 1894 ?
I.'111 titulo de O obrigad"es
que possuinaos est Armado pe-
los Srs. Lima Dnarte e Manoel
Bandeira e c datado do fileeife
em 24 de OutuIlVo de 1893.
Respondam-nos, pois, esses
Sirs., certos de que, so nslo nos
responderemsatisractoriamen-
to, levaremos o assnmpio ao
couhcciiuento dos Triltunacs.
BHA VICT1UA.
Slccifc, S do Janeiro de
1895.
Peitoral de Cambar
Opinado do Dr. Ct'uz Cordoiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, c
um cxcellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e arecces pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e cficaz ; o
que affirmo em fe de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro (Parahyba
do Norte.)
Cjakiueo de
rera!
Cura de tosse asthrnatica
com oPeitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthrna-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
Companhia Promotora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-se aos Directores
dessa Companhia quando ten-
cionana pagar os juros das
300,000 obrigacSes ao porta-
c&posial da hoce 1
Dr. Joo Rangclparticipa ios seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i.- an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da larde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ra!, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros ssrvicos logo que
terminado s.
-------------->. -----
Coqueluche
Curas do Peitoral do Cambar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR.ii, de Souza Soares.
Americo Salvatori.
[ Socio da firma &auoel Joaqtm ~Slo
ueira & C., do Rio de Janeiro.]
--------------^-------------
Ds Jr Francisco Teixcira
de .. e llanoel \unes Corrcia
teeai escriptorio de advogacia ra 15
Novembro (mtiga do Imperador n. 19,
Io andaa.
O Cognac Drazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
dor, que emittiram em 1893, u ggooo-a garrafa;pelo menoi!
cuja promessa de pagamento j q alcool, quando puro, um alimen-
deve se elTectuar em Janeirt I to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, e um
veneno.
Por melhor que seja,
es-
e lulho de cada anuo a partir
de 1894?
Outrosim, quando pretendem tr *ngejro contem essas essencias nefas
fazer os sorteios para resgate; tas ao passo que o Cognac Brazileiro
privado d'ellas por um processo
10 comp. com fressurao.. <*; s.
3i cemp. com comidas a 70o rs.
69 como, com faiendas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs.
81) couip. com fariuna a 4fl0 rs.
49 comp. com taltios a 2/000
Rendlmento dos di; s t a 19
----- esta
6/000 chimco.
4U400 Este fact tem Srande
14*700, tratando-se de criancas e
341409 licadas.
importancia
pessoas de-
98/000
39U9O0
5.756*600
6.04WW0
Precos do d'.a :
(Jame vetde de 2 a 1/ rs. o kilo.
Sotos de 990 a t htem.
Ca--neiro de U000 a IHQQ idam.
Faricha de 700 a UW) rs. a cua.
Uilbo de 600 a 700 r*. a csia.
Feiiao lo 1/500 a 2/0(0 a caa.
SaTi: espera-lcr
D R o do JdOtiro
Logar poriuges Ui a>
De Pelotas
Lear Dorueguen^p Eir.Wild-
PatacOo belga Emihe.
O M'jotevldn
Patac o hol aniex Jonaone.
Lugar leles Cyunc.
De Cardiff
Barca ibgleza Coldoon.
Barca nsruega V. da G-ooa.
De Londres
Barca noroega Krooos.
Barca norue.'utnse Gyda.
"e Terra Nova
Lagar ingle Iio.eip-
Lugar infles Belie tbe Ex.
Logar ioAei Clo.ba.
Lugar leles Corieaude.
Lugar Ingle Dora.
Logar ingles Ntva.
De Liverpool
Logar ioglet Faony.
Barca noruega Eletieyer.
Barca noroega Sa'uru.
Lagar ingles Stca.
Logar infclta Tjrse.
Vapore a entrer
Mez de Feverero
Atbens, de Baltlmore, boje.
Uiaa, do tul, riele.
Castorf de Trieste, boje.
,Itqai, do sai, boje.
Cordoan, da Europa, Inje.
Hervelios, do aul, boji.
Editor, de Liverpco1, a 23.
Magdalena, da Europa, a 23.
Alagoif, do nore, a 24.
Montevideo, da Borop, a 25.
t'ega, do sul, a 55.
Niord, do tul, a 25.
Col^ridee, de New-York, a 27.
Las Palmac, da Earopa 27.
Vapores a aahlr
Mez de Fevereiro
Lisboa, Vega, l, aa 2 Doras-
Santos e esc., Ath^ns, 2. a- joras.
Rio de Janeiro e esc, 3Ucve. 21, s 4 horas.
Santos e esc. CaBtore., J2, as 4 boras.
Rio e esc, Vilie de Rosario. 22, s 4 boras.
Ba?nog Avrea e e>c. Gortoan 22, ts S bor.B.
^itw Yjrlt, Hsrveliuf, 22, Ss 3 boras.
Snl, MsgdaUn 23 a 2 horas.
R:o<,es?.,A.!ae af 24. *^^na.
?aat\e esc., Goleridge, 25 as 2 b ras.
S ntcsVe esr.. Lis Palmaa, 27, s 2 bons.
L ve-piol dl'ect", Bdlctor, 27, bs 4 borae.
3,ntos|ee8C., Montevido,27, s 4 boras.
A Imprensa j deu a saa approva?ao
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2$50O
Duzia 25$ooo
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem
za.
Pedidos de 10
descont.
despe-
duzias mais 5 0/0 de
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessoa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
---------- m ---------
mas palabras.-Quem -\ae lenha a mais
Hgeira uucao da vida foctal n^o coobece es'.as
rirat alavraB : Agua Pona ?
Qaem, na Amerita, Eu-ora. Asia, tica oa
O'eanie. que naja occura'o orna mediana post-
rao na vida, f o ha asnirado com delicia o del.-
ca E em eaobarco, a Arui Florida de Marray &
i L-inman, s.mpre nova ; os snoo- pasfam, po-
rem o9o isaim a oece;8lda,!e de seo uso, que
:cada ves maior, Bem o paie; qoe produx, qut e
eata 'W mais intenso, nem a decora de aeu aro-
ma qne ioeiceilvei. Porque ?-Porqosl
deliciosi Agua floral 33 distiogne de lodoe es
Sema'a perfumes eontecldos at b.je por eer o
eitraclo puro ucs fl.tea d* primave a olbidaa
" fui loofisnia, por nao en .ar em ua
iSdobM" nenbua UtB'ancia cbimioa q-:e
-Tsa 1'riur os ne-vo< ou affectar a ande, por
Uer um grao superlativo refres ote, tlflinita e
'tae, e aliosf. especialmente pela ai. idade
Rwrliaiie le tuaa applicacOes 00 ler.co. co
banno que tazem celia ate cer'.o
12
nr. -Vlfrcdo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatrir
n. 71 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
Dr. Carneiro LeoMedico parteiro
consultorio e residencia ra do Livra,
mente n. 31, 1 e 2. andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 3."5.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias ae criancas.
a'

^
i; *

i
m



^Mi^P^PM'^^-'*^' -
I

.
Diario de Pernambnco gexta-felra %2 de Fevereiro de ISO
5

KD1TAES
Da ordem do Dr. Sub-Prefaito se faz
publico que no dia 28 do crrante 8 2
horas da tarde, na secretaria da Prefeitu-
ra Municipal recebem-3< propsstas ein
cartas fechadas, evidamente estampi-
lhadas, para o servico de limpeza pu-
blica da freguezia do Recife durante o
corrate anno, sob as seguintes bases :
i* A limpeza da8 ras calcadas s
pode comecar dopois da 10 horas da
noite, deveudo as (5 hora3 da raanha estar
concluido o se vico de varrimento, e b 8
horas tamb;in da raanhi, o da conduc-
ido do liso resultante d limpeza 6 de
qualquer outr'o que for depositado as
ras.
2* Durante o dia, entre meio dia e 2
horas, haver as ras principaes, de
raaior transito, urna limpeza parcial, qua
ter por fna apanhar papo s, detrictos
vegetis ou :nimaes que forem encontra-
dos a daveni ser couduzidcs ea urna
carrocinha de ir.Ti .
3* As ras nSo calcadas serlo cisca-
das do dia, alternadamente, de modo que
cada roa seja limpa tros vezes por se-
mana.
Ser preferido o p* ponente que robo-
res vant gens offerecer, o <(t;al dar exe-
CUfilo ao contra to den'.ra de 30 dias con-
tados da data em que assignar o termo
nesta Secretaria.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, em 21 de B'evereiro de 18u5.
O secretario,
loaqnim Jos Ferrara da Rocha.
f\tawAs\a Pci'iiamhucana
Pela secretaria do Gymcasio Pernam-
tucano e de ordem do Ilustre cidado
Dr. Regedor, se declara aos pais de a<
milia- e a quem mais interessar possa,
que continua aberta a matricula at 31
deMar^o vindouro pira quem quizer es-
tudar as seguintes disciplinas]:
Lingua portugueza
Dita latina
Dita franceza
Dita ingleza
Dita allema
Dita ittrf'P"**
Philosopa
Geographia
Historia do Brezil
Historia Universal
Aritbmetica
Algebra
Geometria
*figonometria
Historia Natural
Eacripturaco Mercantil
Desenho
Pbysica e Chimica
Msica
Instrucco elementar.
Nenhum estudante poder matricular-
Be sem que previamente exiba attestados
de moraidade e conducta es olar, firma-
da por professores, cujas aulas frequen-
taram, e pagar&o 6$000 de taxa durante
o anno lectivo pelo estudo de um s pre-
paratorio, 90000 pelo de dous a 128000
d'ahi por diante ; os alumnos d'aula pri-
maria nada p8garo.
Continuam validos, para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
exames foitos no estabelecimento, nos
termos do decreto n 1,389 de 21 de
Fevereiro de 1S91 e aviso circular do
Ministerio da Justica e Negocios Interio-
res de 28 de Fevere'iro de 1893.
Secret ria do Gymnasio Pernambucano
6 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertuliano Femandes Qnintella.
Etlitul
Por esta Repartico se faz publico de
ordem do Dr. Questor interino, e para
conhecimento e interesse de todos que
durante os tres dias do carnaval devero
er observadas as segamtea prescrip5es,
incorrendo os infractores as penas do
art 135 do cdigo penal.
l'Ficam prohibidos os bailes carnava-
lesccs alem das 2 horas da madrugada ;
21 Nos mesmos bailes as pessoas que
estiverem com mascaras dever&o tiral-as
roeia noite, e as ras as seis e meia
horas da tarde ;
3a S&o absolutamente prohibidas as
allusoes offensivas, partam ellas de m s-
caras isolados ou de clubs carnavales-
es, quer s autoridades, quer parti-
culares, classes ou corporacoes civis ou
religiosas.
4* fc.' expressamente prohibido o em-
prego de agaa e p.
Secretaria da Questura Policial do
Estado de Pernambuco, 20 de Fevereiro
de 1885.
O ecretario,
Cassiano Lopes.
Etlital
^De ordem do Dr. Sub-Prefeito se faz
publico que JoSo de Meira Lins reque-
reu licenja para abrir um armazem de
assucar purgado no pavimeuto tarreo da
casa n. 25 sita ra 15 de Novembro,
freguezia de Santo Antonio, d-vendo
quem com isso se julgar prejudicado di-
rigir sia reciamacao fundamentada, ao
mesmoDr. Sub-Prefeito, dentro do praio
de 8 dias, para ser attendido caso seja
considerada procedente.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recife, em 21 de Feve iro de 1893.
0 secretario,
Zoaquim os Ferreira da Rocha.
EDI TAL
De ordem do Dr. sub prefeito faz-sa
pnblico que fica interrompido o transito
pela travessa do Corpo Santo, conhecida
por becco da Lama, at que termine o
servico de calcamento que all se est rea"
ligando.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recife, em 20 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
pquita i os Ferreira da Rocha.
Inspectora CJeral de~IIygeae
EDITAL
Dj criara do Sr. c. inapojor gara!
interino de Hy^ene, fea sa paboo aoa ir>
terassiidos que termina se o pra > da tres
s zt, no ca 26 da oorra to, pra o re-
gio n da IicsQj'S do medicamentos d-.
f r a j! -a 6>jcret-43 do origem tsactoaa! ou
sfrsngfira; apj07aiaa pelas I-speetorms
de Bygiena di U^iSo, ato secd-j depoia de
tsrmnai.> e. t pravo permittida eZpor s
.enda nenhum m-dio naeoto em que te-
cha sido esriiriaad > por eta iaapeol .ri?,
como precs i o a t. 45 do legalamento
sanitaria, e iccorr -cdo BA multa com am
r-j ir. 59 do mo las qae deixarem da registrar ai suaa li-
eencaa no ito praao.
A nssama obser^fcSo ea f z c m rea*
^So as fab 2,3 do beb das espintaosai e
geoeros hlime-1 cios.
Secretaria da Iiiptolona Giral da 11/
gien Pubiioa o Estaso da Paraambuc ,
-a 21 e Faverdiro da 1895.
Aptl loarlo A. Meira Hearijues.
S'sretariOi
.ec-(-;arl da loattcs, r-^ecocioa Iateriore-
e (sftrorcfto Publica do Estado de P?'oamrinco
Dirtctjria da Jostigsi.* secsjEm [11 de
Ft?. re.ro de 185.
EDITAL
O Sr. Dr. tecretano 'iorea e I>2trDCcao Publua. em observancia do
d'a!:cato 00 ari. 157 do Regnl irona sooeso ai
0 cttfl 9 410 de 23 de Abr.l e 1883, mada
axcr publico o ediUi'abaixo Irao c-ipto, pondo
em cooeerso cem o prno de 30 diaa, a contar
de.-u diiia, 04 tDus de l.*Ubtl iio do poblico,
judicial e ne'as, escrivSo de orpiaos e anrexng
e ce S. latei&o, esenvo do cicel e exececee
t-tvep, jury e ^xeec0es (riaiaaes do municipio
de Muribeca.
O dirretor,
ALTonso V de Mdeiros.
EDIT*L
0 D- Msx'tnUno Fraccifcn Daarte, juiz de di-
reo do municipio de Munbec?, em virtode
da le, e'.c.
Faz saber a q^im interesar possa, que com
o p.-a;o de 30 na?, a cenia' da data desie. esta
abe-to o conrorfo p- de i." ubeliai, esetivao dos orpbso), provedo-
la e re^idcoH, e de 2 t beili', e-oiSo do 0
rel e execoc-8 civeif, e : PBCMvaa privativo do
jury e exececep crimlnaps desle municipio cea
!oa pelo Decreto de 30 de iaaeiro de ib'.ii, e
que nao fo am rrovnos vitaliciamente desde a
fiall co dKftt municipio.
8 ccacorrentes devero juntar em origina
33 itiaa petic6?8 os seginteg docomectos :
4.*, aoto de exrme de Eufilateacia ;
2.. certida) de idade ;
3.*. ctrtidao de exaou de portugus e aritb-
oietloa ;
4 *, folba corrida ;
5.a, attestido aica ;
6., procoracSa especial se reqnererem por
procurador ;
7.*, ualmeotn, ootros documen'os que forem
convenientes para prova de capacilade protis-
-iur.bl, taJo de cooformidade com o art. 2 0 e
-ees par fcapbos do Dacro:o n. 9,420 de 28 da
Atinl de 1885.
E para que ebegue ao coobecimeoto dos iate*
ressaios, pase00 se o presente, que eer publi-
cado pela ispreosa e affixidj oos logares do
cestume.
Dado e passido neEta villa de Murireca, acs 9
de Fevereiro de 1893.
Eo, Francisco Pedro Goncblves Bei-rra, es-
envao interina, o escrevl.O juiz de dlreito,
M i\imiauc Francisco Duarte.
Certico, en. ofQial de jostra, servlndo de
po teio, que afBxpi boje, b tOboias da manba,
oa porta do Pace Moni'ipal e dos Piazeres, la'
K- res do cestume, o edital retro e doo t
Vla de Moribeca.S de Fevereiro de 189S
O.offi :ial de jus:;ca, Maooel Rapbael dos Aojos-
Est conforme com o original, don fe.
Villa de Munbeca, 9 de Fevereiro de 189a.
Eo, Praoclco Pedro Gongalves Bezerra, escri-
\&o luteriDo, o escrevi.
O predio n. 94, de pedro e ckI, alto a roa 00
ViBcooda de Albjqnerque, mellado de fren e 6
metro3 e 40 cent met-os e de fundo 13 metras e
3) ceaiimeiroa, 2 janetlas e 1 porta de frente, 2
sjias 1 gabiacte. 2 qoanoj, c.sloba fora, i
quarto, cacimba e quintal morado po.la, ata'
hado em 2:000)0 para pagamento do que d-.ve
a meeroa Fazenda Geaercia Joaquina da Cuuha.
O sbralo n. 3 s lo ru do Commercio, fre
opila do Recife, mjdindo de I ente 7 metros e
25 centlmetroi e de fondo 26 metros e6cen'
lijict-o', com 3 portas le fren'e, sendo 1 da es-
cada, 2 salas, 2 qoarloi, e o 1 atidir 3 j nellas
de frente com varanda de ferro e ( grande sa
laa, avahado em 30:0c0*0 0 para pagara'na 00
que deva a mesma FaiQJa MariaQa 6e:
dea de Oliveira Tinosa.
B para que ebegue ao co?beclmento m-n :ei p ssir o presente, que sera pubiicao e
affixa lo co lugar da colafj.
Dado e p^s'ado neaa di'le o Rvlfe da
Estado de Pernacobic, 12 :e Fever> i o fie 1895.
E 1, Jo 6 Luz a Ca:ta R.cDa, o-civa, o taz-
screvi.
Sigiamaaio Aataao Gaasalves.
DECLARAQOES
CLUB
CIRCO PERY k COELHO
O D-. Sgiemuod Aatonio Gan,alvep,
I z doi Faites tia Faaanda da Estado
da Peraambuco ele.
Faga sal:e- que fi idos oa isa da le ba
ba de arrematar par viada a quem m"is
der em prca publica dcsta jiriso ro dia
22 da asmte, os predios b ixo decla-
rado?, pabor4oa por es33ucao di fazsn-
da do Estado.
Sa t; Antonio
C.s% eo bceo da Matr'z n. 13, com 4
metrese 70 centiaetro? dts&eito, 12 me-
tros de fundo, porta o jsnella, 2 sala?, 2
CELEBRARA' SEU PRIMEIRO CEN-
TENARIO
Sabbado 23, no Edn Salao
Ao paripalhelico forroboci, alm dos socios
sentrar&oos VENUS contemporneos de maior
vigor e fulgor estheco, que forem convidados.
Gozemos, dansemos,
Folguemos sem flro,
A vida Querida
Levamos Assim.
Mascarado ou casaca virada a vontaJe de
quem quizer.
O amor Um fogo
Quando nfio lia quebradeira
e ludo mais 6 asneira, e
viva DES MOMO
N. B.
A risota Carnavalesca f d entrada com o
cartfio do roteiro arlquerido na subterrneo do
Duque de Caxias 33.
Secretario,
________________BOCACIO (oTio?.
Companhia de Seguro Ma-
ri timos e Terrestres Am-
pnitrite
De accordo rom o art.
HO.TE! SBXTA-FE1RA HOJE!
UItimo3 espectculos antes da partir no vapor do Lloyi 27 para o Cear,
Os programlas sero os raelhores do repertorio da companhia, sendo executa-
dos trabalhos em sen auge, SABBADO, DOMINGO, SEGUNDA E TERCA-FEIff A.
xjx^txxwxos xjx^txxwcos
Presos
Cadeiras numeradas........ 35000
Entrada Geral.......... 1-.000
Am 8 t|9.
Bilhetes durante o dia no Hotel Commercial da3 10 s 5 da tarde.
EDN SLAO
Antigo Theatro
isloiiio
1G do
decreto
qasrto?, quintai e cacirr.b, em bcIo prc- de 17 de Janeiro de 1890, ficam a dispe-
prio, avallada em fcSOOJ, pertencecte
Mari Joi^uina d .Ur.rai
8. J s
Sobrado ra do Coronel Suissuu.. d.
86 com 4 metros e 40 ceutimttros do
tre te, 19 metros e 75 c.ntimetros de
, 19
furd>, o 1
Dndar, 2 salas, 3 qi rio,

| EDITAL
Di ordem do Dr. sub-prefeito em exer-
cicio se fi z publico que, de accordo com
o disposto na lei n. 4 (posturas em vigor)
fica prohibido sob as penas da mesma lei
o brinquedo de entrudo com agua ou en-
tra qualquer substancia, de qualquer
maneira que se empregue, bem como a
venda de limas de creiro, de cera ou ber-
rocha, sendo porm permittido o brinque-
do C/m papel picado e bisnagas.
Os infractores ficam sujeitos as penas
da lei.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 20 de Feverr iro de 1895.
O secretario,
loaquim Jos Ferreira da Rocha.
O D Sigmaodo AutODio Gjjg.lves, ja z d
direiio nos feitos da fazenda deste Estado d
Pernambnco, etc.
Fago saber aos que o presente edital viren,
qne em praga pobltca de.-te joizo, do da 22 ao
correte, se bao .de arrematar os predios se'
guintes:
JO predio n. 99 sito ra de Sania Rila, te-
uuezia de S. Jos, meainao de frente 4 metros e
60 centmetros e de fondo 18 metro e 40 cent-
i.t-iro?, pona e janella e frente, 2 ca as, 3 quar
tos. ci-i' hi fora e q intal morado, avallado em
2 000/000 para pagamento do qne dea a Fa-
teoua oo Estado Jovloo in eir ce Mello.
O predio o. 9 sito roa do tfogeeira, f.-egoe*
xia de S. Jote, meindo de fieite 4 metros e
7U lentimetras e de fundo 12 meros e 80 cent-
metros, porta e janella .:e freute. 2 salas, 2 qoar-
tos, cosinba fora, cicimba meeira e quintal mu-
rado, avallado em 1:5 OCOO pira pagamento
do qae deve a mesma Fazenda Manoe. do Reg
Ama'al.
O predio n. 13 sito no becco da Matriz, fre-
gotiia de Sano Antonio, medindo de frente 3
metros e 60 centmetros e de ionio 11 "tros e
80 centmetros, porta e jaoell de freate, 2 salas,
i qoarto?, cosinba interna equ nial rxnrado, ave-
liado em 1:1004000 ps-a Dagamecta no qae deve
a mesma Fazenda Mara Jaaqoina da Gamr.
O predio n. 34 tito a roa dos Pescadores, fre-
goena de S. Joe, mediado de freote 3 metros e
60 ceatimetros e de fondo 9 rxe'.ros e 60 cent-
metros, com pona e janella de frecca, 2 salas,
?qn;ros, cosinba interna e quintal morado,
avallado em 700/000 para pagamento do qu>
oeve a m>sma Fazenda J So Antonio de Sooza
Gairelle per Hirttobo Jos de Sauza Reg.
O predio n. 227 sito EUrada do Giqoia i
JitoaiSo, mediado de freote 6 metros e 10 cea'
um. t-os e d faci 10 met-os, 2 janellas, e i
porta de freute, 2 tala-', 2 qaartcs, casiohi fora
e ,in!lem aberio, avahado em 200/000 paa
rat;sm-nio do qae deve a m :sma Fazenda Se-
nborinba Florentina de Li ca.
O sobrado o. 12, de 2 andares e soio sito 4
roa ds Larante ras, fregnezla de Sanio Acto*
nia, mediado de f ente 6 metros e 60 centme-
tro' e de fando 14 metros, tendo o pavimento
terre 3 portas de frente, aeodo 1 da esc>da, 1
salo e 1 qaarto e qoiUl morado. O 1- andar
3 jarellas de dente com varaodas de terrro, 2
sals. 2 qoartos, casiona interna, e o 2- anfar 3
janellas de tente com varandas de ferro, 2
gala*. 3 qoartas e coelnha no sido, avallado em
4000/OCO para racamento do qae deva a Fa-
zenda do Enado Joao Uoreira Fragoso e ootros.
0 predio o. 11, de redra e cal, sito a roa do
Viscoodede Camarag b>, freguezia da Boa Vis-
la, medfodo d? frente 9 metros e da fondo 17
por'.a eH janellas de (rente, 2 salas, qaatro
qoartos, cosina fora, cacimba meeira e qointal
morado, avahado em 2:'00|000 para pagamento
do que deve a mesma Fazenda Zeferiao de Al-
buqoerqoe Piotf.
O predio a. 37 site a roa 24 de Miio, fregue-
zia de S. Jjs, medindo de fren e 4 ueiros e 60
neotimetros e de 'nodo 15 metroi e 99 ceat.me-
| iro?, porta e jacella de frente, 2 salas, 3 qoartos.
i cosinba foram, cacimb meeira e qointal mora-
do, avaliado em 1:500/000 para pagamento do
oue deva a mesma Fazenda Manoel Borges da
Silva Villa'.
O predio n. 6. de pedra e cal, silo rna de
Sima Rlt, frego?ziade. Ja, medindo de
frente 3 metroa e 70 cenlimetros e de fondo 8
metro* e 20 ceotimetroi, poMa e jacella de fen-
te, 2 saas, I qoar o, coulnb* ioierra e qointi
ma'to, avallado em 600/000 para pa; ameno
la qae deve a mesma Fazenda Mincel Pereira
Lemos.
sot3o, o pavimento terreo 2 alas, 2 quar-
tos, avslado un 7:03:'ijl, p^rteooento a
Zacarita Francisco dos dantos.
Caja a roa Vital de Neg eiros n. 172,
com 5 metrus e 40 centmetros da frente,
20 metros e 60 cantimetros de fundo, 2
salas. 4 ouartoB, cosinba fra, avaadi
em 3:C00)J, pertencente ao padre Anto-
nio Jacome de Araujo.
Boa Vista
Casa a rea do L 'o (Joroado n. 16,
com 5 metros e 85 centmetros de freote,
13 metroa e 80 centmetros de f indo, 2
salas, 3 qu. res, cosioba (ore, avallada em
2:CO0S, pertencecte aos berdeiroa de
Francisco Joo B Csa ra do Rosario d. 60, som 4
metros a 15 cen metros de frente, 17
metros e 70 centmetros de fundo, 2 sal&B,
3 qoartos, cosinba f.-a e saleta, avali&da
toi 2:000(51, periencente a Clara Argemi-
ra da Costa Pinheiro.
Terreno em qae existi a casa roa do
Conde da Boa Viata n. 131, com 7 mo-
tros e 15 centmetros de frente, 77 metros
e 70 centmetros de fundo, avaliado en
309(55, pertencente a Luis Jos da Costa e
Si'va.
Varaea
Casa a ra da EstacSo de Casanga n.
7, com 4 metros e 65 cen'iaaetroi de
frente, 11 metroa de fundo, 2 jtnelUs e 1
porta, 1 sal, 1 qaarta, cosinba fra, quin-
tal em aborto, em solo proprio, de taipa,
avaliada em 2001 pertencente a Andr
Vid.I Alves-
E para que ohegue ao oonheciiEento de
todos passoo se o presen'e que ssr pu-
blieado e sffixado.
Dado e pistado nesta Cidade do Reo fe
aoa 7 de Fevereiro de 1895.
Bu Altredo Diamantino' de T. Bandei-
ra, eecrivSa.
Sigismundo Antonio Gon-4a'ves.
Alfandega
Aforamento do terrenos nacional*
De oreem ao Sr. Dr inspector denla reparii-
cao ee raz pobl co qae tendo An oaio Rmos
Caaves, A tonio Laorentioo Gomes da Silva,
S-pbla Mara R irnos e Frederlco Ramos reqoe
nao por aforamento diverses terrenos naci
naes sitos as roas de S. Faoclsco e Palba do
mookiplo de 01.oda. Bao chamados a esta Al-
fandega os qce ferem oppostos job referloi
aforameota8 aun de requererem preferencia oo
0 qoe jnlgarem a bem de sea direita no praza
de trinta das qaa Ibes fica marcado, a con-
tar da poblicaco do preaenee; H:anoo desde
logo cien es de qae, fiado esse prasa nenbo-
ma renlamacSo sera acceia.
Terceira seceo da Alfanlcga de Pernamboco,
1 de Fevereiro de 1895
O ebefe,
CUto Vallerino feretra.
Alfandega
Terreno em Taniandarc
De ordem do llostre Sr. Dr. inspector, e ten-
do em vista a requisico feita pelo Sr. engenbei
ro ebefe da commiss&o encarregada da ron*
sirocco do Lizarelo deste Estado e os pareceres
dos Srs. Dra. chefe da ".* seccao e procurador
secciodal da Repobllca, fica pelo presente e a
contar da Boa prtmeira pobltcacSo, marcado o
prazo de 1'iDta dias p^ra os ccrapaotes e poasei
ros tos terrenos eitn&dos em Tamandar e com-
prebendldos na rea considerada de marioba.
de accordo com o dispasto no decreto n. 4 105
de 22 de Fev< reiro de 1868, virem apresentar os
seos titoloa e provar a leial dade de aoa poase.
Ontroelm, esislioio ni localidade referida
ama fortaleza denommada cSaoto Ignacio, coa
dlreito a ama rea em circulo de 600 breca?, a
contar da base de coas muralba?, segundo in-
forma a Directora as Obras Militares deste Es-
tado, para qoe o ; overno possa deliberar como
for conveniente a reapeito deesa rea, fleam
igualmente os posseiros des terrenos compre
bendidos deotro do permetro descripto obriga-
dns a exbibr, naqaelle prazo, prova da legiii-
midade de ana posse, sob as penes da le.
3.* scelo da Alfandega do Estado de Per-
namboco, 4 e Fevereiro de 1895.
O ebefe,
ClloValterlno Pereira.
Secretarla do Thesouro do
Estado, flO de Fevereiro de
i 9.
EDITAL
De ordem do Iilm. Sr. Dr. direotor
geral doata Repartilo e em virtude de
requiaicSo de S. Ezc. o Sr. Dr. S creti-
no da Justiga e Negocios laterires, face
publico qoe no Sabbado 23 do corrate ao
meio dia, o Tribu ral do Theseuro, em
saasSo extraordinaria, recebe pi-apostas
em caitas fechadas para o forneoimen-
to de cinco mil metros (.000) de
aleodSo nacional para vesturarios dos
presos pobres deBavlidosrejjlbidos Casa
de DeteocSo.
Os preponentea ae deverSo previamente
habilitar na forma daa dispoiic'ei regula-
mentares.
O chefe,
* Mariacno A. de Medeiro.
sigSo dos Srs. accionistas no escriptorio
da companhia Amphitrite, a ra do Com-
merecio n. 48, a cojia dos balancos a
relajao nominal dos accionistas e a lista
das transferencias de aecoes durante o
anno de 1894.
Recife, 19 de Fevereiro de 1895.
Os directores",
Arthur Augusto de Almeida.
Jos Antonio Pinto. ____
COMPANihA
Exploradora de productos
calcreos
Cbamada de rapital
Por ddineraco da aasembla geral ex'raordi
nana, reooida em 28 de D-z- mbro iru\iao
riss.ain, convida o< S-s. accionistas, tanto da
primeira coto da seeonda seri- do capiut a
realisarem 10 0/0 00 20*000 por acta', corres-
pondente a nona e ultima entrada do capital qoe
snbscreve'am, dentro de 30 dias, a contar de
boj*, no escriptorio da comp nbia co caes do
Apollo o. 73, das (0 aa 2 bara9 da tarde.
Recife, 7 de Fevereiro de 1895.
Rodrigo Carvaiba
Secretario.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMEIiCIO
SEGURO CONTRA FOGO ___
COMPANHIA TETHYS DE "SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA. DO VIGA.BIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leo
Thomaz Comber.
Jul.o Cus&r Taes Barretto.
Companhia
DE<
Fiacao e Tecidos dePer-
nambuco
Fm obediencia ao Art. 21 dos fs'.a'.otoa sSo
oii'io.i Ha 7 de Ma ca p-oximo fotiro, ao meio dia, no
editiio da A-soi-i ro Commecal Benecente,
para u m:r conbecimeuto da relatorio. balanso
de8'a companbia, parecer da commissia fiscal e
eleigV) aa mesma.
ttecife, 18 de Fevereiro de 1895.
Jet JcSo de Amorim
Di'ector pcetario.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capitel subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Receita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William ck^
Companhia Usiua Caasaa-
cao de Sinimbu
Acbam se a disposiQo dos Srs, accio-
nistas no escriptorio desta Companhia
ra do Commercio n. 26 2o andar, de
accordo com o disposto no art. 16 do de-
creto de 17 de Janeiro de 1890, os docu-
mentos segnintes para serem exami-
nados-
Copia dos balancos.
Relaco nominal dos accionistas.
Lista das trans'erencias de acjes du-
rante o anno.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Geo O. Gatis.
Secretario
Companhia
DE
Fi8(o e Tecidos dePtraambaco
Dividendo 23
85o convidadoa oa Srs. accionistas a recebe-
remo dividendo do oltimo semestre do anno
nodo, a raiSa de 10 O/o ao anno, equivalente a
6000 por aegao, co escjptorio da companbia, a
roa do Bom lesos o. 42, 1- andar.
Rec.fe, 1 de Fevereiro de 1895.
O director secretario
laa Jos de Amorim.
Companhia
Ttbjs de Segaros Harit mos e
Terrestres
No escriptorio Qa C.mpanbia Teys acbampe
i disposico dos Srs. aoci ,nista8 a copia do3
'; balangos, a relac&o nominal dos accionistas e a
lista das transferencias de aceces do auno nado
Recife, 20 de Fevereiro de 1895.
Bai&5 de Staza Leo.
Tnomaz Camber.
lolio C. Paea Barreto.
Companhia Ferro
Carril
Esta Companhii compra
em seu escriptorio qual-
quer importancia de
ckle.
3B.TT. XZJ^ ^X,O^LDe3XTTX3NTA.
O
A folia e o
Domingo
Segunda e
ni-
Reunio de todos os animaes racionaes
Sua Magestade
prazer
Terca-Feira
m
irracionacs n o presididos por
EL-REI MOMO
Que ao chegar ser recebido ao som da inebriante orchestra com o
Z Pereira Carnavalesco
Seguindo-se : vertiginantes WALSAS, fervorescentes QUADRILHAS,
fulgentes POLKAS e echoantes GALOPES. 5
Regulamento policial em vigor.
MABOABO A VONTADB
Entrada geral 2^000.
v
PODEOMO
DO
(CAMPO GRANDE

Projecto de inscripQo
ara os pareos infra para a corrida de 3
de Marco de 1895
PAREOImprcnsa Pernambacaoa-2.000 metrna. Handcap Animaes e
Pernamboco. premios : 8000000 ao primeiro, 16 000 ao seguedede
80^000 ao terceiro.
Pe80S=Nababo 60 kilos, Bismarck 2o e Aven'nreiro 55 kilos, Triampho 52
kilos, PlatSo 51 kilos, Camors 50 kiloe, Piramon 48 kilos, todos oa
demaia 40 kilos.
PAREO3 de Marco -l.OCO metros. Animaes de Perramboco. Pbemios
2505OOO ao primeiro, 505000 ao segando e 251000 ao terceiro.
Art. 5.*=Os do pareo 3 de Marco publicado anteriormente.
PAREOAnimnco 1.2C0 metros. Handcap. Animaes de Parnambnco.
pbemios : 300)^000 ao primeiro, 60.5OOO ao segundo e .05000 ao ter-
ceiro .
Art. 6."Os do pareo Aos tSportmet publicado anter ormente.
TesesM taimo 62 kilos ; mnima 40 kilos.
Observado e
Qaalqaer dos pareos e ser realisado com 5 animaos dn qastro proprieta-
rioa differentes.
A inscripto encerrar-so-ha no sabbado 23 do crrante s 4 12 horas
da tarde.
Nenhum dos pareo i contar victoria.
Secretada do Hippodromo do Campo Grande, 21 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Augusto Silva.
pan "[=91 "a ojMHg op ftnq nj 'ausiojoag
aijaojoTj *p boj f 'e800 BUBoaqej^
bjiojiq Btti 8 'oiteqig oa;;aoai9|0 jooaej^ pp aoiepnim op sloi
g u oiiBBoa'oplBSje'j boj b sqauBjq ep JopajaSog
o^jejn ep .'x boj f 'aaaaQBJtj jejArj
'6Q a MO)0!A P ojJg BDi '"O 9l'lW9*A 8P f0a!d eP ojuaraioaiaqaisg
: BpoaA b ogisa
sapmiq sop oaiios o? oiiairp raoa gopBJomnu sossaiSuj
op Bnj b w*3 fy 0JJB9JJ ap soiooranjiso
9 sBdisnm 'soueid ap oinaaiT09pq4S9 oft
"sojiSOdixa
sapayjq sosot[ga Q[ sop 0B5inqu)8ip
VIIIITlINTI)
o5jB|fl 9p g oSuiraoQ

HNTSSII3
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OHOHQOddlH
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I<&'*-

ira % % <1 i* F ** ve rei r o do 1 O 5
COMPANHIA
DE
Segaros Phenix'Jde,Prnam-
buco
Na sle da Gontuahir, & roa da-Ccnanaercte
B. 46, ficam a lepoaic.j dos aenhore3 .cc;o
Disus :
Copia dtwbalrnci.
Copia darelat,au nominal doe sc:i jnlstas.
Copia da lita das transferencias de scees.
Peraambaco, 18 deFe.ereiro de 18 5.
Os aiminlstradores
Ldi Da pra i.
Manoel da Silva Hala.
Ccmpanbia Centro
Coramercial
2a chamada de capital
De coBformiade cora o Art. 8o dos es'atotos,
sao convidados os Sr. acouistas a realitrem
a I* prestars de K O.'o. deut-o do praso de
30 das, a coatar desta uata, no Danto de Prr-
nambuco.
Mac.'i, 15 de Fevereiro de 1895.
Os directores
Tibn-cio AIvpb de Carvalhc.
HcaTen'ara Amorim.
Pedro de Alania.
O i\OYIlO\ BB.4ZIL.IAiV
BA.1K LIMITED, pelo presen,
te, declara a quem pos a inte-
ressar. que lo Ha 15 de Feve-
reiro corrente em diante, e at
segundo aviso, nao abonara
mais juros, sobro dinheiros
depositados em cantas corren-
tes de uiovimentos.
Becirc, 3 de Fevereiro 18S5.
Gerente.
W. H. BILTON.
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O London $ Ri-
ver Pate Bank, Limi-
ted declara que de*-
de o dia 15 do cor-
rente mez, nao abo a-
mis juros sobre
sitos em conta
at novo
r
depoi
corren te
aviso.
Recife, 1. de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London & Ri-
ver Pate Bank, Li-
mited.
1. EHis,
Gerente.
res
7ue
jualqu.
1 uiphiai North Bretish A i Me
- cantil c Insurance
Gapita* subscripto 3,000,000 O* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
KCET.TA AHHUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10" 9
De premios sobre
divida 992.379 6' 1'
Empza luto b Meip
0 paquete p'lBj?oei
Vega
2.438.196. 12' lld
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaeces fei-'
tas pela de seguro sobre vidas.
________ Wilson, Sons & C.
Companhia Manuf adora
de Phosphoros
Em observancia do que prescceve o
art. 16 do Decreto n. 164 de 17 de
Janeiro de 1890, acham-se disposi-
Co dos Srs. accionistas no escriptorio
da Companhia, ra da Companhia
Pernambucana n. 2, os seguintes docu-
mentos, para serem examinados :
Copias dos balancos.
Relaco dos accionistas.
Lista das transferencias de aeces
durante o anno.
Recife, 21 de Fevereiro de 1895.
O director secretario,
Joaquim P. Go/ifalves da Silva
C. C. V. V".
Glub Carnavalesco Velhos
Varre dores
A commissao abaixo assignada resJvfU em
viriade desta sociedade nao poder per orrer os
roas bus tres dias do p-oxiaio carnaval, dar
dons saros dosaoUs aos seos aisociados Das
col'fs d Si e J ma Duq e de Casias n 82 3* andar.
N. B.Nao adJ)itte-?e agureaado?.
Napole?o R d iguts Po o.
Joaquina Rjdrigues aa Foaaeca.
JoSo Jasiir o VfT.
Gruta dos 'iiilomomcs
Os Srs. socios poto procurar 03 seos ingreg-
803 para os dias 24, 25 e 26, em mao do respec-
tivo tEBooreiro.
O -s-retario,
P fe Pafe.
Glub
Pede-se aos Senho-
consummidore s
queiram faz er
er communica-
cao ou reclamacao, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,ondetambemsere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos soos Srs
Manoel Antonio daSil-
va OiiYeira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Gerente.
Samuel Jones.
Internacional do Re-
cita
De ordem do Sr; presdeme, corcmoci:o a
tolos os socios, que o salCea do Clab foram
ced Jos a .ama ooamis.'o, atim de mliaat um
irilecaroav leseo em 23 do orrenie.
Secretaria (to Clnb late-nacional, 20 de Feve
reiro de 1895.0 i" 8"C-elario
Cue Banco de Pernambuco
Em observanc a di Art. 15 dos estatutos deste
Banco, convido es Ss. acvioni-tis areanirem-se!
no da & de lLn;o prximo (aturo, ao meio dia,
no edificio aa Associ^cao Goamercial de Per-
namboco, para -tomar coobecimeoto do relato-
rtP, balanco dett.' Bjdco, parecer'do conselo
liscal e eletcao do m sao.
Recife, 13 de Fevereiro de 1895.
0 secretario
F. Pereira de Carvalho.
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
A directora desta companhia convida
aos Srs. accionistas s faxerem a 8.a en-
trada de 10 O/o ou 20iJ-por ac^o, at 28
do crrante, em mao do Sr. Thesoureiro,
ra I.- de Margo n. 18.
Recife, 4 de Fevereiro de 1895.
Club Internacional do
Recife
Convido a todos os Srs. socios e seas Eimas.
'amulas para a en lai familiar, que lera logar
oa riooie de terc-!eira 26 do correle.
Beclfe. 20 de Feffet-> de 1885
O director etoei
____-Jos Joquim di Costa Mal*. *
Rauco de Pernam-
buco
Si cooTidalos os Srs.'actiooistaa a>vlrem
rece'er coJIa lde Fevereiro m oante a 10-
dividendo ds saas ac^Oas. oa razo oe 10 0/0 ao
noo, oa JWttCO por a cao, correspondente ao
2* 8ea.e8tre ado em 31 de Diemoro prozimo
paasado.
Recife, 25 de Janeiro de 1895.
0 secretario
Antoni j V.P. de Garvalbo.
Banco popular
tiiemlca cerai ordtnkria
Convido aos accionisias deste Banco, conforme
manda o Ari. 32 dos nossos esta otos, a ce rea-
nirem em ssseabla te al ordinaria no palacete
da ABociagas Commercial Beaeflceote, do di;
5 de Margo viodaoro, ao n.eio dia, para toma
conbsolojento dos balanco. e cootas do anot
paseado; oovir a leitora do relator!3, pare:er d
eooteibo .'dscal-e proceder a eleic.5} do ojv
conselho.
Albino Narciso Mata
___________________Dlrectar secretarlej
companhia.;de
Fia^ao e Tecido? de Per*
nambuco
Acbamse a disposigao dos Srs. accin istia,no
fs-rip'orio da compantija, conforme diepOe o
Art. 16 do decreto de 17 de iaoeiro de 1890,
Copia dos batneos.
Relagao nominal dos accionistas.
Lieta das transferencias de acetos durante o
DDO.
Kecife. 28 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Jos JoSode A
Espara-se dea povtes do
Sal, al o dia as re pf ?P.
reir., a*bir4 o*p ,ls da de-
mora necewaria par1
Lisboa

Este paquete illominado Inz elctrica entrar
no porto e-tenu magmfias accommodigo.s para
paosageiros de 1.* e 3.a classes.
Recebe tambem pa sagetrop para as. libas dos
Acores cem transbordo em Ltt-ba.
Para pa?B-ge-s, carga e rnai informscCes
tratar com es co slen.>tarlos
Silva Gnimarss i C.
Roa do Comrreroio d. 5
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Ville de Montevideo
E' esperado de
Trieste at o dia
S5 do correr.'.p
wgoindo des
da .iDdisj;en.-i.v I
demora para cr
po top da
Baha, Rio e Janeiro e
Santos
Este vapor lumitado loz elctrica
e offereca ptimas sccommodacSes aos
3ri. paasageires.
QnaeEquer reclamacoea f6 *>rao atten'Has 48
bo-as deooia da cltima aescu (.a do vapor na
Alfandcga.
Para carga, paesageus, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Bcrstelmann & O.
18lina do CoTttmenio18
;. andar
Prnce Une of Steamers
James Kuott, Mewcastle-
oa-Tyne
Unha regalar entra os Esta-
dos-Unidos, BrazJl e o Rio da
Prata.
E' esperado rio Rio de Ja-
i.eiro ta o dia O de M co a,sabira -depois da de-
mora ne.e!3a i para o
Para e Nova-York
O vapor inelez
Carib Prinee
Tem ptimas aoaomodacSss para pasaa-
geiros. o Ulaminsdo los. elctrica.
Para carga e passagena trata se com os con
8pnatario
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Bmi M aleas mu mmi
O. paquete
Magdalena
Commandnte H. C. Rgaud
E' f pera 'o da
Earoranodla SO
do corrtnte, ae-
guindo depoia da
_______ emora iodiapen-
savel para
Baha. RiodeJarieirV Mon-
' i tevido e Buenos-Ajjes
O paqae'e
Nile
Cammmandante J. D. Spooner
E'esperado do?
portos do sol no
dta a de Marco
ndou'o, nhm
do. depols da de-
Tlgo e Son
mora do costme para
m. Vicente, Lisboa,
P*te ico Meam Nvigauon 4^h-
jiiny
STRAITS OF MAQELLAM UNE
O paquete Orellana
E-p^rase da
Euima al o da
a de Ma*co e se-
eoira copuda de>
mora do coatcme
para V^pa-s-so co.. escala por
Bahia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo
N. B.Nao recebe passageiros de 2." clasBe.
O paquete Potos
E'pers-se d o
ful at o dia 11
de Mi go e lesoi-
r depois da de-
mora' do costme
para Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mou
Para carpa, passagens encommendas edinhel-
ro a frete trata se com os
AGESTES
!fih % &mn 11, Limited
oaA DO COMMERCIO10
1 nWtir
Vapor inglez
Belarina
E' E8jeTa!o n'estd por-
to ;.t o 'i.a aa do correte,
S'poindo deoois de pca-^a
derxora, airectamente para o
Rio de Janeiro
Pira ca ga e valor Irata-so com a
Consignataria
COMPANHIA INDUSTRIAL E COM-
MERCIO DE ESTIVA
5 Roa do Auorim58
Sata Oe <:uca
Urna ma eovemisiJa, 1 ata iiUnte, 1 dita
para engommado e *ancos paia jar Jim.
CoTtiriba
Trem de co.'iaba, meas, jerras, bacas, etc.
Guaredor
Tres cadeiras de vime, 1 r-en de ferro, 1 vaso
grande ce.looo. 1, i qaadros e 2 etageres.
Aodar sope-lor
Urna cama de-nogee'ra -pira' casal, co'ralo
para a meama, 1 eamai para meninn, eendo urna
de a condeca para roopa, 1 est-inte, 6 camas de lona,
2 caoioes dV'parede, 1 nanea de gavet?, 1 lava-
torio com jarro, baca e aso para agoa, 2 pra-
teleiras, 1 mesa com P'-qjeaa estacte, i par de
botas para rooutaia e muiros outros tbjC'os de
ca.*a de familia.
O airjte Guamao, aatorisado pelo Ilion.Sr.D-.
Jo Jolio Peroandfts de R;rro* qne retira-ae
com sai Exma familia pan a Capital Federa
f r leao dos movis aima mencionados.
A's 10 bnr.8 e 40 roinitos partir da entzc^o
ra rna do Rom, av bond qoe dar passagem
gratis ?os coocqrrenipa ao teHo.____________
Agente Pestaa
Lcilo
De nm linda parelba de cavallos russos sq*
para carro cu cabriolet, eeodo qne om teiles
nada bai^o at mel, e nm Un o p3tro castanbo.
Sexta-feira, 22 de Fevereiro
A' eomb'a as arvores. n > caes da Liogaeta
A'S 12 HORAS EM PONTO
Veuuu bu o p(fOi-uu esinoe ecimento no
gar denominado Ipatioga, estrada nova de
Qaxane n 135 ; quwn aselender dirlja-se A
mesa'a qne acojra.com qaem trata', e que ata
da t),foi vencido.
P/eciac-se deomf-itor, de om cosinbeiro
eide om? ama para an'ar com ama menina ;
trata' na 'O de P-rnande Vietra n. 2i.
Leilo
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Alagoas
Commandaute Carneiro
E' esperado do
norte do dia aa
do correte, se-
nin-io immedia-
.e para o sal.
OVAPOR
Brazil
Commandante A. F. da Silva
E' eapcado dos portos
do sol DO dia SO do cor-
rente, seguir para os por-
tea do norte no dia imme
diato ao da ebegada.
As encommendas aero recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Rarbosa
Caes da Companhia Pernambacanan. 4.
Aos Srs; carregadoreBpedimos a saa stteocSo
para a elaosota 10* dos coobecimeatoi qae a
segointe:
dXo caso de baver algama racjama3o contra a
campanilla por avariason perdas, ueve ser feita
por escrip'o ao agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das tepois de finali-
zada.
Nao precedecdo esia fcrmaiidade, a compa
ahta tica isenia de toda a r sp naabtltdade.
As paes^eens eSo- liradas no mesmo escripto-
rio, at s 2 1/1 horas da Urde do da da sabida
do vapor.
Atiencao
Aspassagens pagas a bordo custam
mais 15 %
1 Para irsrrga, passaajens, eBCoarmeBdas e Tilo-
rea trata-se cornos
AGESTES
Pereira^ Carneiro & G.
6^-BUA DO COMMERCIO 6
1 andar
De dojs mala8com iapwtntes rsapats eeps-
dins, panbaes, cooraga- e cap:ce'es, oerneiras,
esporas, ronpa de conro e oitos outroa ob.ee-
tos em ptimo estado de conservado.
Sexa-feira, 22 loco/rente
A's \\ horas
RA DO BOM JES3 N. 45
O agente Pinto levar a leilo por au'.orisafao
do .r. cooeol de Itali.., em presenta do sen dtle-
galo, e por conta e risco de quem perteacer, de
doas malas grandes com roupas, vestuarios,
armas o monos ouinn oojectjs pe'teocecttes ao
espolio do finado subdito italiagoGiivaoni Gian-
nini Siseo, (oaritono) s 11 Ooras do d'a cima
dito, no arnaifm da rn do Bom Jo3ns n. 45.
por occasiao do lei So de fatendas e miodezafe
araada?.
EEILOES
j- Sabbado, 23, o da casa da- roa Uende da
oa-Vista n. 94, bem como i s movis e; mais
abjectos existentes na mesma casa._________
T2S Wlllkl inSAUCB C01KPAV7
DE^LONDRES
Eatabelecida em 1803
Capital *,l,00
(Rs l,000;OOUifOOO)
gEGUEA EDIFICIOS B MERCADORIAS
CONTRA 0 FOGO
7AIXAS A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBBJDIXO
Sen daseento
Agentes
B&OWNS C.
COMPANHIA
De Servidos Martimos
de Pernsmbcco
Dividendo n. 6
De ordem da direetorii convido os Srs. accio-
nistas a virem receber, do dia 1 de Pevereiro
em diente, o 6* dividendo de so?8 acc.6es. na
raio de 10 / ao anno, oa 54000 cada ac(9o,
correspondente ao semestre Ando em 31 de De
sembr do anoo ultimo.
Recife, 28 de Jsnelro de 1895.
Prancisco de A69is Cardoeo,
Director adjondo.
uSJinucz
; Macau e Mossor
Segoe para oa portes scima o byate
NINA
Recebe carga : a trabar com Joaqoim Loa-en-
go des R?is Ferreir, roa da Madre de Deua
a. 8.
tkampfoa
O paquete Tjpent
C inim andan te F. E: Exham
&' esperado d>
Eoropa do die 4
a de Marco visdeu-
io,' se^todo de-
pois d a. demora
neceesaria para t
Maceio, Bahia, Rio deJanei-
ro e Santos
O paquete
Glyde
Commandante A. E. Bell
&' esperado da
Europa no d'a 7
de Margo vlndoo-
ro, aeguindo oe-
Ipois da demora
l nd Ispensavei
4>ara ,
Bahia, Riode Janekc, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Prevfce-re aos Srs. recerjadores de
imercadoriae, que a Compan&ia Mala Real mgh-
ta, contracton com aGencat Steam Navegador
Goci^anvam aervicad lanores seimnaes qne
partindo de Bordeanx, Cognac, Cbare'jte.-jdevem
cnegar a Sooibarjaoloo a-lempa de baidearem aa
cargas destinados Am?rfca-dB Sul pare os va-
pores desia coBM'anbia.
Esta cumpaobia acceita por precos taoeveia
para Valparaso al Abril, pa'asageiros com este
deatlco por via ide-. Boenoe-Ayrea e antrata oi*
Andes.
Tambem aceeita. passageircB para NeT-York
e Soutbzmptoxi, per eaprctrl arraDjo fei to com
a CompaDbia Atieanand L!cy:lyPodendo demora-
rem-se na Swcpa casi edeseiarem.
jtasq%at acs prajcajt'aa^iaesatieis
Ida Idae volta
A Lisboa 1* ::asse *0 -0
i' Southaiflptcni'c>sas9 52
- CaoMPotM rtBsrvadasKpwa* pag!aoi de
Prtnaaibcco.
-Para ca-ga, passaaens, enoomiien'as e di-
nbeiro a frete, lrata-e com os
AGENTES
Amorim Irraao & C.
N. 3Roa do Bom JesniN 3.
Leilo
| Hoje 2i deve ter logar o leilo de bonB ves-
tuarios e veBtidos de seda e de velludo, no ar
maiem da roa-do Etm Jesos B. 45, por oecaiao
de nm cutro leilo de espada*, floretes, panbaes,
cour. gas, pulseras, camisaaie eroolas de cela
e la. botaa e calcadoa. ________________
4.
De movis-,.piano, espetao oval,> tangas e oorti
nados, qoadroa a oieo, porcelanas, orystaes
brincos e de cotes, elec!ro-plat,loufi3a, vidros
e tem de ansiaba.
Sexta^feira, 22 d corrente
A'S 12 HORAS
Nacasa ia a ru-ida Aurora n. 121
CONSTANDO :
Sala de viita
Uma4icda wobilia ostiaca com 12 cadeiras
f e gnarnigo, 4 dias de bratjos, lsfe2duo-
k3rqoes com eaoelboa- evaes, 1 piano do faori
cante Hsory Hsry, 1 cadeird e -estrado para o
mesmo, espelbo oval de vittr Bissot, 1 impor
tanle relogio de brooxe doorado com pinijjona,
manga eme, 4'jatdioeirjs com jarros e ee3t s
com flore., 8 etageres e cantooeiraa coa flores,
1 liado farro da-faence com rama de floree. 1
etager para o-mesmo, 2 i.npillantes qoadros a
oleo; 2 ditos a olaograpbla, Mapate para sof, 5
ditos para porta, 1 alcatifa forro desala, 2 al-
mofadae para sof, diversas figuras de biscait e
trra cota, BorteoailCe-'equJdros para cooso-
loa, 5 langaa e corllnadoa, l.lcst-e de metal com
3 bicos para gas carbnico.
Atcovo
Una rica e linda me billa de Gongala Alvee e
pao setlm, contendobBoarda vestidos com es-
pelbo Binot. 1 cama com 2 f entes, 1 lolle-'e
com eepelbo para ver o corpo interro, 1 'avalo
iUil.l-banca de cabecalra da.--cama. 1 linda
iniarctc&o d cryalai com -Aeres aoou-das e-n
alto relevo pata lavatorio, eolebao, 1 copula
(lonrada, 1 chimado de renda, 2 lindas cadeiras
de pbantaiia, diversos cfcfectoB para .toilette, 1
tapete da forro.
c JB Sala de anta*
Dma mesa elstica com 5 taboa?, 2 aparado-
res d armarks com espolhos e portas de vldro
2 ditos torneados; 1 mesa com Irnilradelra?, 1
sof ce iaaarand, 2 consoles, 12^deirasde
iooco, 2 cadeiras alias para enanca, 1. noardd
comidas: 1 relogio de parede, 8.qaatiros divnr?
poi 1 appa elbo de porcelana para Jaotrr;-ror-
celroa^ para atmeco, fraet*ira.dB*ltctrr>plat
e cryjla', copos e callees de crjstaes -branecs e
de cores, talnerea, coIbereB, garrafas para vinbo,
compoleiras e fructeiraa de vidro, bandeijas.
tacas para champagne, pegadores de moacas, li-
coreiroi e mnitoa oatros objectos.
Leilo
Da caa terrea cora soto interno, oito livre,
portas e Janellas p'^ra o oi So da caea, co:n 30
palmes de frente, 380 de fondo eno e moros
p-cpri(8, com agsa, ca'. e apparelbo, qoin'at
grande, ajarninado,arbo-leado e bem plantado,
roa lion'ce da Bia-Viata n. 94. (oalt'ora Cami
nbo Novo).
Ageste Pinto
Sabbado, 23 do corrate
A' 1 HORA DA TARDE
Na ref?rida casa onde naver anteriora:":'
lei o de movis, looca e vi iros.
Leilo
De na piano lindo e fo^te, 1 cadeira para o
mesmo, 1 mobilia com 1 sof, 2 consolos, 2 ca-
deiraa de bragos e iliai de car igao, qaadres
eepelbos, jarros para flores, tapetes, langas, cor
tinados e reposleircs.
Sala de jautar
Urna mesa elstica, 1 guarda louga, aparado-
res, 12 cadeiras, relogio, etaceres, looga para
cha e jantar, copos, clices, gar-afjs, compotei
ras, colberes e talaeres.
Qaarto3
Camas de ferro, marqaez6?s, cabides, eommo-
das, mesas, cadeira, cortinados e latgas.
0:]>ctos avulsos
Trem de cosiDba, flandres, bancos de jard.m,
escadap, I manga ai ra.trem de jardim, plantas,
cretens e palmeras.
Sabbado, 11 do trrenle
Agente Pinto
Na casa da roaCondeda Boa-Vista, ootr'ora
.CamiDho Novo n. 94
O leao dos movis principiar s 10 1/2
heras.
A'1 HORA DA TARDE
Ser verdida tambem a referide casa eJiBcadj
em chaos proprioi, com Bota e grande tniintal
com ago>, gas, ; proorioa, plantado e ajardinado, com 300 palmos
de fondo, perto das esiagoes Camtnba Novo e
Soleaade^_______________________________
Leilo
De 2 casss Bitas no becco Largo na. 40 e 12
na fregeeaia de Aogalos, c.m porta e jsnella
de .frente. 2 alas, .1 quarto, cnsinba fora e qu'n
tal pequeno.
. Da casa sita tr.vessa de S. Micuel n. 12
fregutaia da Afogadca com pona e j.nella de
fren'e, 2 salas, 2 qoartos, cosinba e pequeo
quintal.
; Sabbado, 23 do corrente
A'S 11 HORAS
No armasem ra doMarqoe d Olin-
da n. 48
0 agente Gosmlo aotorisado por mandado do
Exm. Sr- Dr.Juit de Diteo deOrpboa, e a re-
querimenio dotnventariante d.s bensdo finido
Manoel Vicente da Silva Bios, lar* .leilo das
oaaaacioa mencionadas pertenceetes ao refe-
rido espolio, podendo os Srs. compradores.irem
xamintl-as.
2' leilo
De predios
A* ra Paula e Salva, cfier,aaiia do Pago da
Pjcella
SENDO :
Daas meiis agoas de n9. 3 e 5, com 4 porta e
1 janella de trente, sendo qae a de n; 3 tem 2 ea-
las e 2 qoBrtoa, cosinba externa e,terrado ao
lado ; a de n. 8 em 2 ralas,'3 qaartos, cosinba
exWroa e terrago aa lado posterior.
Urna casa n. 7, n* mesma rna, com 2 partas
e 1 janella de f enle, 3 Balas* nona dasqoaes
occopa.a por om estsbelecimeoto ae moinados
cosinba iaterna e sato com jaiellas.
Sabbado, 23 do corrente
AS 11 HORAS
ao armazem rna 15 de Xo
vembro a. 3S
OagtoteMBrtinslevara leillopeia segnnd;
ves, per,des pacho do Illm. Sr. D-. jni de or
pbos, em soa orsenca, as casas cima penen-
centes ao espolio de Jo alanoel de Si.
-Veaie-ge om sillo- ccm. 31 palmos oe
fondo-, ro do Jiamim; v 102 palmos de frerte
para s roa -'oGme-sl Seira, 03) ma casa
iviitiia e 8 qua-tos, passando no fondo do
terreno o rio Cipibaribe, prop-ia para oxini,
fabri-aon chalet : quem pretender, dir j?-3eao
becco de Joa-i F-aasco n. 4) qae achara a pro>
pria dona para tr itar. ___
Precisa-sede uatvcilxepo com.pralio;ade
bateqaim, ea 'O da Floieclina n. 6._____
Pieci-a-se ae urna roa nra coatnhar, na
ra T-'iscc: de de I iban roa n. 7o.______ __^_^
Ama de leite
precia?--o >Je tima arm deleite com urgencia,
pasa-te bera ; no E itroncam-^nto n. 37.
~d>* *f*r. A. uGOv
Pr(ciss-:e deemaama qce osinbe bem, para
czBi de pequea familia; a tratar na ra Duque
de Cxias 97.
Ama
P eeis.!-?p d-^ama ora qco saiba en^omrar
e cosinba', par ama s p'ssoa ; na ra i^alreita
Ro-aru u. az, 2- balar.
ASA
Preai?a;e de.osia ama para coalnnbar en
gommar, para una s p ?soa ; a tratar na roa
Esreita do Rosario n. 22 2- audar.
Alug"a
se
A loja do sobrado n. 28 do Largo
do armo, propria para qualquer cs-
tabelocimentoa tratar no escriptorio
do Diario. _________'
Garr-f is para c gaac
Precisa-s" ro 1,000 ato r.-fim do m'.x : na
PPaBWIB Arueit.aa.___________________
Caixeiro
Precisa re de um BsiMtna roa batante pra-
t:ra ce molaadoa ; na travesea do Quemado
nnra ro 9.
GgNTaO M GL0DIG8
1
Simplcsuieuto islo:
Abertura o di. 23 do corrente
ANTIGA CASA
Prat^a da Independencia
ns. 22,24,26,28 e 30
Esta secnlo agonisa com ella o recla-
me.
Este publico bastante Ilustrado par
nao acreditar nos annuncios Loaabastic o
e at furicos que quotidianamente enchem
aa gazetas indgenas.
La Puerta del Sol
MSo recela eclipse por contal"
com a geueros>lale la athiuos*
piera que a circaoida.
Vende-:;e ara MUner
ra Nova d. 16.
Professora
;Precisa-se de ama p^ofe-sora habilitada
enslnar primeiras letras, ir balboa de agulha
msica, no enreobo Sania Lata, em RibeirSo
arala naraa Liaga flt Re?arion. 41, 3 anflar
Taverna
Vndf-32 urca bem a'reuo<7.adi', no b'irro d
So-Visi', tratar na ro di l'ii u i O. 4 :
motivo de veode*-se o lano t^r .1 retirar s e
| Os proprietarios deste muito. acredi-
tado estabelecimento ckamam a aiten-
co: do..poblico e das Exmas., familias,
am de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 0/0-que outra qualquer casa. Sd
se vendo, que se pode acreditar.
I Reeebemmensalmenteagrande'varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, 1 tecidos ar-g
rendados emuitos outros artigos fue se.
torna enfadonho Tnenctonar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho A C.
Pernambuco
AVISOS DIVERSOS
SEMENT
novas e hortalizas e
flores, completo sorti-
mento, ra Estreita do Rosario n. 9,
Pofas Mendes & C. ________
MADURABxceHcote-:aboado de amarel o
looro e pao-oargf. Oplinas praacbas e
auareiio e sicupira, presos sem.competencia :
r^a fabrica de movis da^rua de S^ Joao o. t8.
-- Previne fe qae a.casa qae tai p^aca ta
Faxeoda;4Tua -24 de Maio 0. 37, forelra, e
aeo-fructo de doas menores' orptoajs, com do
inventario de J. P. Villar.
Arreoda-ae om bom eogenho no municipio
de Naaaretb, perto de ama eslafao da liob
frrea, vendndo-ee ao coatratante.a aalra fon
dada para; 3,000 pe*, reato de safra a tirar,
vapor nevo, torca de dicavailcs. alam-iqoe, per-
teices Ce c-tstila..a3,;bois..C3vallo, oarres. 10--
djp8 paia *icar e.nm tanque om bistante
mel. Garsole-ae mito.-boas obrajnaxasa do
eneenbo Ce porgar e na de aiaenda : a tratar
com Joe Masombo, largo da Companhia Per-
nimbocana n. 6, i- andar.
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissmos padres
1 $500 receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra Duque- de Caxias n. 43
A0,T0iUUJtt0R
Espartilhos finos esto venaendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia !!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda-
dos.
AoToTrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Madapolo fino J.2$0OO. Pecas de
bramante com 37 jardas por 25*000.
S ao T-oi^Rador
Lima Coutinho Precisa se
De orna' eoaitheirai'e^te'Cm -fetor paia jar-
dim : a tratar do armaiem a iraveteado Corpo
Santn. J7. das il boraa da manta asi da
tarde.
- = :.
* .



'.


i-

&
i

Diario de Pernambnco i ^cxtpfeiri fc de Fcvereir de 1395
Silvio satyr IiUla -Blkctro
Anca de Spot--1 Jardn Kibeiro, UmoelinS de
Sooia Bocha, Franeelloa de Sdom do Besa
Villar. alijes Joaqun Celso Lou Riheir Ra
rctVns deSomaR'bmro.F ancaliDB Bomfacia
da* ma Rib-io. Gertat-io Saboga Ln'2 Rife.ro,
BKrBdfCe d a todas as pesso.a que ce ipompanbar ao cercerio publico os restos roor-
laei do su sempre lemiraioe praeleado fl to,
irmao neio e sobriobo, Silvio Stjro Loii Ri-
hpin'e de novo coovltMn os rre-mos para
irirero esnrssrs do 7- diados pasa-
me iio ane p'lo descanso eierno de soa alma
ninlinrexarnaigreia ra S-p'a Croa, qointa
leira il do cjrreo'.o. pelas 8 nona da mantia,
pelo qw desde j eu'er'pim sua uratidao.
t
AlicedoaSanloa Ae do i.uiuu
raes
Jcf da Silva Leaos GmmarSes e feas Hlhos
coovidam arB eos pareles e amigos para
asels'irera a- mi'aa qoe por alma a ?na_?
lal ...!.i esposa e mal. Mi. s des S,nt-B Aievedo
Gomales, manden resa' no saobido 53 do
corrente, as 8 boras da maoha, na Btatna aa
Boa Vista.
Henriqne Bernardea de Ollweira
l- anrivensario
Mariaana da Cocha MaRalbaes Olio
v-Mra,s os .tus, enros, noria e n tos
coovidam sos saos p para atsistirem as raigas que por alma
ce S'U 3=rr>p'e lemarado eepeso, pa.
boTTo" e avo He .r-.qoe .de OJifelra. mandam
ceiebrer as lerejasda o deni 3' i.e S. F.ancleio
e N. S. da Ota V.ifiem. 8 horas da man ha fe
21 .10 co'rect i- aonive sa-o do tea. lit c -
SaSTStertpta* de?de ja os seos rgradecl-
| s ..dos qu-IkB que comparece oro i
esse acto.
Amelia Franco d' liemos
Joe Oi'oni RiDetM franco e soa niolhe- J03B
Ubi Pedrosa F-aoco coo\idam aosieus Par a !K08 pwa asi'.ttiem a r< issa qae mandam
celebrando "'e-no .eiouso de boa presada
jrma Acea Franca aelV-oe, m i*re, da
Sjler'art-, a 8 horas da manda do da M d.
corrente aei 7. da ao es pasfamento.
Capito Maximino da Silva
Guamno
t/Ux.D.ire co-S nto? S.lva, major
Frlii Antonio oe A'caUra e Affunso
Frfitas das Cb gs agradecem aos seos
BDicoa c conirar a de S na Rita de
Gsssia por terem ao prestado a coodu-
zir a mo at o cemtwie NMlc^o<"
nes-o aaigocap.'oM.xioiino da Siiva Goroar,
e de novo convidem a familia, prenles e ami-
gos do tinaco p ra assistirem a raa ni'sa que
man.lam ce-eh^r na itr.ja de Santa Rita. ra
Casia, os cir. da crreme (eaU fe-s) tjJ
horas da esor-a. Peumo dia teaw JBHaeimaato.
n
ti)
Id
CE
Lil
N
<
Q.
t
os. Lcp>Ce Aaevedo
Maria l.a.c'wC. Be Ueveo.. Jibo L^p-e
di Az-vedo. Aicite? Ltpes fe Aievedo, Iiora
Lacilm de Aaetedo, L o;a FUvia fe Aieveio
Arrelia de Aievedo Brandlo, Alfrcd) di Cuiiba
Brandal e eu? Oluos, Ji quim Lopes de Az.-
vedo e fea mulher, Justino Lope* de Aievedo e
foa molb^r ( u-fo e ). B*roardmo Lonea fe
Azexeio e Jcq'.na Lopes da Aiev*d-j, J.fio de
Aievedo R>mo, soa niulbe e Bibcs, coovMtm
a PfU3 paretrti-8 e amigos ra a afsi-tlrem as
airen? de srtirro da. que por alna de efo
senprelemb'ado etpo.o. pal, togro, a\, irnao
esLb.iniiO. rr.aud m Cfltb'ar no dit S3 do cor-
reo e oa igreje deDCvioo E.-pito S^nto. 8 7
i/i boras da manb, pelo que sb cjcfessam
Etnmarser.'.H t'-tos.
Elizak CaSvo arapoba
Her- ico Jcf de Azeveo Pmr., /.mella A'i
gesta Ce Aievedo P d' e SympbroDia de S.uia
Pera ag.acectm ex coide a 'e-das M peatoaa
que 82 digenm ctiupurbar cliima morda
a soa e sempre cborada a. e segra, Elua Bal-
ito Caapeta e de nova rogam a lados os eecs
pa-en'es e.n-igos para aesiBlirem asmiSEas.
ooe pelo reEoo?o eterno de sua alma s ras re-
zadts no dia 23 do crreme, eetirro to sen
passarr.ecto, na uatm da B.a V:8 a, pelas 8
horas da aui.ta.
t
Capitu Maximino da Silva
Gnamo
C Aona Pmi a da Cjs aGisuo, ElsaMaxi
mito a Silva Gusaao, M^xlnino da EUva Gns-
mao F.lho Si tor M^x'.mino da 8:lfa Gobo o,
Gelodo Max'mi-o fa Suva GofinSo (josente)
agrtdecem a Iobs as p(Bfoa que Be dignaran
acoccrai far ao ceDiioi io publKO os reetos mcr-
Ues doeeo aenore entrado e flauteado esposo
e rai, e ce noo cenvidam 88 memBS para as-
eiBiiiem asmifBas do Srrr.o dia do aeo pas.-a-
men'.o. que p^lo deeraeso eterno de toa alna,
niEndam retar ra igieja def acta Rila de Cssaia,
eextt-'e ra S oo corrcte, pelas 7 boia da
nacha, pelo que desde jS actecipam ua gra
tldSo.
t
Olympia Adetaide da Uva lan
detra
Clemenlino Jos bbiideira, Jof Pinbe to da
Silva Po Brasil, Jostiniioa da Silva Po Brasil,
Benigna da Silva Pao Bras-I, Amoaic Idalina ta
S Pao Brtxl, esposo, irnSos e conbadcB, pro
fundamente pe alitados pelo dB.stroeo filie i-
menlo de coa p-eada eepca e irrr. Olyrcr'a
Adeiaide ta Silva B-ndeira, veem pels presente
manifestsr eea cordial lecorhecinento e e erna
griicifio a tedas as i enana qoe t3 generosa e
caii'.ativEmente se f res a;om com auenvel de
dicacao a mini?trsr-!he tod^s os preciaos celda-
des e seccorros aleo ncaieoto de ser inhumada.
CouOados ieda en tanta m.frn.dade coavi-
dam es me;rxas ceaioas. 103 amigos e prente*
paraasnstirem a mise qoe ero srffraglo de toa
altea mandan c-letrar ca g'eja de W. >. o
Carmo, is 7 brrts da micha .de terca leira zt>
do toirtctt, ict m dia do seo pasBEEetD.con-
fcastnco--e desde jA gradecidog por eale.acto
de carldade.
t
JOJIO
Gnvlnbo de Fauna
! aonirsano
A viova, s g o aogra de JoSo Govicho de
Passcs mandam rezar nissas por soa alma na
quarU-feira 27 do cerreote, as 8 bo a? da ma-
nta, na igre,a da Santa Cros, e para es*) acto
de car:did convidan a todo* os seas amigos pareles, e agradecen cordialmente ceede ja
aos qce comparecerem. _________
Oosioheira
Precisa-se de orna boa cosinbeira, pura casa
de familia de tres pescas, e qoe compre, paga-
ge bem ; na roa da Inperatrls n. 8, segando
ndar.
fiespeitavel publico
^Lie con at'er.co e8ie ooeso annnnelo,
D i \e;o o 1 cdo e expiendido sorlimecto do
no o felabe!ecin*,,- detettamoa os reclames
de'itu'dos ca veroai.^, < enoonciamos o qae
temos em nusso et^belecimemo e cprichamus
en bt'n servir aos ucbsos fregoeaes osando de
f.-anqoess linceridaee .o agrado deque ftliz-
mente j4 soa03 cinhecidos. o nosso estabelecl-
ment l-8o coala anda nn snno de vida, porem
pela graoda fregoaata qoe temos, parece qaej
coca ooa 20 annoe :e ex tencia e isio deviJo
fcnenie a s nceri'iud^ e ii ado qae n-amos-para
cem tolos, braceos e pretos, ricos e pobres.
AsEs relias da Americaest definitivamen-
te na F; ntissima lindo e esplendido o sni-
co o que mee neo de.oi8 ta fesia, leos en
nos o ist-beiecimenio e ja mals agora qu3 rere
bemos m< i ial ente f.-sendaa de Paris, Ioglaler-
ra e AllercauLio. a
Ccnven Ir a descrip.gSo d;s faseodaaqoe
segu:
S aa de co'is Pernamboro na Pona
Lans ium lt:aa de iC a. Adela.de, 3/8C0 e co-
Vido.
Lans con listias de cd?, Elvira, MOOO o ce-
tado
Lans cem lielras de eJa, Kur;k. 3/-0J o co
vados
Caciiinias .e tr-e. Teubo ciumeade ti, 4U0
o eov.de.
La:s com saipiets, As T.-es Maras, ?00 j co-
vado.
Seas, ra!;6.s noves. As oerae, WStO o co-
vauo.
ejijs, tecido de go'gorSo, JHei do anar^le al
morrer 6/CO e cjvajc.
adhemira preta e da (fl.-ea, K5) quero amores
oiEOO o cuvado.
Coilas eoooraa, Sanpaio nolle, 320 r s o co-
tadav
Chitas claras, 6 de Marca, 5C0 ris o covado.
Cbiiaa escora, Kaja po, rovade 500 ri?.
Pdaotaiia, Bao me l> qoe, 8f O ris o covado.
Cieiooes, a flor do baile, 0J ris o ce vado
Lu dos pidrCcB e cassas ae cores, Lydla, 400 ra.
o cevado.
CreicoFs, Sanpaio doro, 500 r s o covado.
ditos, G iflo de ti. 480 ris o covado.
Dios, Pcase, 500 r:s o covado.
Ditos, Traeos de amor, 400 ris o covado.
iios, Bernarda, 00 r;s o covado.
Dito?, R.i?'ncia, 480 res o covado.
D tos, Fu rimo Fexoto, 630 ris o covado.
Ditcs, Prademe-de Vaes, 5C0 ris o covado.
Ditcs cem btrra, Deodoro d- Fonseca, 700 i:8 o
covado.
Dos. Ri'poblicanos, 700 ris o covado.
UertLs preios para batiua.
Ditos ( de caf p ra baliaa.
Grai.de sortimento de nenci pretos e de ccret
l'scs e lavraoos.
Velbulica de lod;s s cores.
Barato, cmpleto sormeoto
Lindo bortimento de cambraias bordadas.
L'O'ttB de vestidos bramos borlados
Vestidos em carlOes bordados a eda.
Phantaiia, Beijoa do amur, IfoO o covado.
Lo o forunenio datiihas para eeohoras e me>
nioae.
Ex'lfQdido sortimento de.faieodas preta para
a S mana 5-n a.
Capellas com veo para ocivas.
Peiiios de linhp, ists e cordados.
G ande sortimen'.ode bijotterias.
Pa i'.cs de crccbet para tcL e cadeira.
Novo Bcrtimento de gravaias.
Comple o scriimeDio de espartilbos.
C: miras bordadas para noivo.
Can sas para do mir.
Punnes e ccllarinbo-.
Cairieas tc tinto brancas e de cores para bonen
Vtatua ios para baptisado.
Bolsas te mhc, inglezis.
Malas paa viagen.
Tapetes pera eofi e cana.
Socrelodo ce orna e doa3 vistas.
Ducts ce borracha para bnmem.
Capas de borracha para senhora.
Oanisas trancas par'. neniaos.
Veeloarios mtiicarjcs para isenir.os e menicas
(bambees:
Goarda-p.
Plae la lea e de listrae.
hales .pretus^
Cortir-a i de cr.:c et p-a-u cama.
Corticadcs de croeht t para janella.
Cortinadcs tc fimiitl pata cama,
Mamilbs de seda pretos e de ce-res.
DitaB'fe algjafio prelas e de cores.
Cnmi-ms ue l para binen.
Cubern3, -colchas e cobertores.
Ciberlo.es americaaos, 24E09 cm.
B. i encarnada e atol.
C rimados de cores para esma.
Lindos cortes decaeemira.
Csserslraa em pegaa prelas e da cores.
Grande sor. Imontu de rcupaa fe.tas paca bonen .
icopavfeitas p r medida, perita lesoora.
Cortes de f:tio braceo e de cores para ediele.
Aioalfcatote lioho e de algodao.
Pannos da eoata lera mea*.
Serculas atoa u&e.
Seroolas de iioho e de slgodo.
Lines .psdrOr-s de rrepe para cobertts.
Bolsar ce la pene.
Conven ve: pare crer.
P,' r;ibo laaaoa, 10 v^res, 4*500 a pega.
Merli pretc liso, UCO1) o covado.
D io pialo luvrado. llaOO o covado.
Las cem eaU-ico8 d ria, doas largoiaa, Can-
oinba Ve- )e. 3*500 o covad-..
Siaas de lUtaa, Carcaval, 3*200 o cevado.
Patots preto ce ,a,
Cum sa te me.a com lis as de core3.
Estrellas ;'America
flt -Roa 1- de Maree 19
Aotiea do Crespo
MARQUES&LIMA
Cai^eiro
Preci.-a-se de un meninx com pralica de
molbsdoe, ce 12 a 14 aono*, e que d conbeci
neoto ce sua cenlacla ; a tratar no larga di
Grtca r. 13. C'jU'ga.
Bichas de Hamburgo
Vende-se m grandes e pequeas
porf5es applica-se ventosas seccas e
sajardas ; na ra das Larangeiras n. 41
Dosiifas do Estmago, Falta de JForcaw,
Anemia, JFebrem, etc.
**mr**
O MESMO
FEBalUGINOSO j
" O MESMO
Chlorosis, Pobreza do Sangue, Debilidad, ato. DUflCDUITITin
lymplMlismo, Escrfula, AnioUecimento dos Osos, tic.----------~^.-.^J II ti W J
e
yaafcaaaaaa k>o"
=orn Extracto da Elixir Tnico Antiflegmoso do & Gullll
ito Dovator f*au.l GA.GE I^illao, Fliaifratou.tlcrio tle 1
PARS 9, RU DE GRENELLE-SAINT-OERMAIN, 9 PARS
Olnaaa
MMS DE TRES QUARTOS DE SECULO DE SUCCESSO
demontraram que o ELIXIR do 3Dr GUILIjI
era o melrror remedio contra as doencas do FIOADO, da PELLS, RIIEULIATISMO, OOTTA,
FEBRES EPIDMICAS, GRIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidadea
causadas pela 3E3ilis e as Flegmas.
Aa PILULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
contm em pequeo volume todas as propriedades toni-purgativas do ELIXIR.
APPBOVAC.O DA JMTA DE HYOIENE DO RIO-DE-JANEIRO
BE MNCONTHAJ* A VENDA EM TODAS AS PhARMACIAS ACREDITADAS.
nxaquecas!
nxaquecas
i
evr algias!
evralgias!
^ PEROLAS SSSSS V GLERTAN $!.
tos as mais (olorosas Nevralgias, que sejam ellas de cabeca, dos mem-
bros ou do qualquer outra parle do corpo. Nunca de mais o recom-
mendal-as aos doentes qnc soffrem d'essas crueis affeccoes. Para actuar bem
a Esencia de Terebenthina deve ser perfectamente rectificada.
Eiija-so a Firma de CLEBTAH sobre o rotulo dos Yidros de Perolas de EsMDCla de Terebenlliwa.
Em PABIZ. 19, ru Jacob CAS L. FRERE A. GHAMPIGHY e C*, S'" 19, ra Jacoo. tm PARIZ
A TAUEJO KM QCA8I TODAS AS PHABHACIAS DE TODOS OS PA1ZES
OleoJigadoJacalhao
DOUTOR DCOUX
Iodo-Ferruginoso* com Quina e com
de Iarauja amarga.
Casca
o rWE
I IODO-FE
! M
i duD!
OUIHD
-: \>
Quando se trata de curar as
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CKLOROSE, etc.
os Mdicos dao sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
da BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tem mo posto qual-
'qoer u que a sua composicao o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Soulevaid Seuain, em FABZS
i clia-se para Tender em todas as Fhaniiacias e Drogara! acreditadas do Universo.
Dcsron/iar-Hf' dan Falaificfi^ea e Imitafea.
*59$>-*3^jKe'<
Mundo .enteiro
4,
Vende-se
Ucoa C8a d nn a dis princira s roSdaOliD-
d', con hsitacte ccnnjdcs para conerosa'
faoi''a : qo^m precisar dir'jn-se a roa de Ao-
iodo II ariosa d. 15 (aotiea do'- Aooeaiobot),
qw trfa-it iom coem taar.
Piano venda
Verde-fe on exceileole piaoo do acreditado
fabricante \V ideoslaofer, com rrnito boas veses
e en ptimo e t-..in de conservacAj ; ver e
ratar no laminbo N-.ivo n 1S3-
Vende-se
Um kioyqce ben afreguea o, bastaDte sor-
'Ido, en on dos pomos pr DCipaes da eidade,
'8e da RcgenrracSo (oti(ro23 de de Novembo),
nr. x'D'i a ponte Baarqoe d- Micedo ; a traa'
00 a estno. A veoda feita r.or qae:e: o seo
preprietario retirarse d se Estada.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio-
Quem os pretender poder ir velas;
fi para negocio dexe carta no escripto.
o deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Vende-se
Una casa e taipa coberta de telba, roa
Impanal: a trata: ni r.".' o.' roa n. 2i7.
Vende-se
A casa n. 6 da ru uo So'e^o e a de o. 3 do
priineiro becco da roa ''a i.'ai'-.is Nova ; a trillar
rom o solicitador Aotnoio Bat?-ra Cavalcaoie e
Aiboqoerqoe, rnn 1- de M- c> n.18. 1* ar.::r
Bctiada p'1; roa Daqoe de UoX'rsn. V.
Em Olinda
Vende-se excellente doce
de caj secco; a tratar Da
Ladeira da Ribeira n. 23.
Horticultura
Smentes f'escs e Sr'.idus, receben a Ph:r
m ca Americaoa.
PAR* CURAR
sem nenkum ouiro medicamento e sem temer accidenten, g
PARS 7, Boulevard Denain, 7 PARS >*
A DepoBltos em PernaiH Intco : TBAN- M. da SILVA C". a ns prlnolpae. PharmaoirJS
ASTHMA & CATARRHO
Curadoapelo. CiWS ESSE^ICJ
OPPfESSOES TOSSE DEFtUXOS NEVRALGIAS
Al-I-I.OVADOS E LICENCIADOS ILLA PMMKTORU ft1l,'*9 S ="Z"
Venda por auca jo J. ESPIC, 20, raa Sairt-Laiare em PARS. Ex-]a-te_
(OSITOS KM TODA*
A plices ebtdoae'8
De jaros de 7 0/0. eompram-se
Amo.'im 0.43, armaien.
na tua do
MtlO
AS PK1MC1I*AKH fHAKHAClAa DE FH&MGA E 1 o
i firma .
kXTIANI&lKO
LOMBRIGA
SOLITARIA
CORA CERTA
em IIO HA a, com oa
LBULOS DE SECRETAN;
Pharmacautieo. Prtm'ido com mtdilhi
UK'CO RRMEOIO INPAl.LIVaL
AOOPTAOO PELOS HOSPITAES DE PARS
ba a rtmaEiacoirtAS- M. la SILVi 4 C":
^PTKIIVH T Xlrii K>
uanunon aoqes
ma\ oeu 'somneaB
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*,
^FRDII %>
Inallivcl contra
Dyspjasla, Cstratela,
X'Zaluoldades, SysenterlA.
Siarrnans dos pizes quelites.
PreciolssiBiO pi'ra a anUscpsia
do tubo Ui.'cstvo oa
Pobre Amaren.
DOSE9 :
S pan 8 colhurailas (c!os para
caf) por A\i depola da
rcfeloOea.
Arreda se r,n graode s.to en Para'.ibe, no
ricipio de Olinda. Catvatan, nediodo 40) pal-
ttius de f eut e 1000 e Untos de foodo, bem
arcorlsado, con moras larangeiras, cafieiros,
etc. etc., noita trra para plantaao e baixa de
caiiirn, e msis urna casa par rmradia ; at.a'a"
oa roa do Imperador d. Cl, taja.
Pratico
Pracsa-se de om praiico ca pha'macia Mcer-
a, pa leo do Teco n. 12. ^^^^
Jareineiro
P'eci.-a-se de nm j^rdioeiro, preferindo-se es-
ranflai'o: ra ros do Cmamelo, n W.
osinheira e criado
Preci*a-se ni ra doH"*.*:-
Regulador-da i\lariiha
(oncerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometroBe
rcarinhii, .misa do mnaica, ay-T I!
electricoa, oculos, binculos, ocalos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mchame..
9Kua Larga do itogario9
Attendite et vi
dte!
Jcc Samnet Boteibo. .fabricante de bouquete
ao na!8. apurado gofio, p^ra caamento, bapti
sado, oo oatro quslqaer ai'o, [Je ser procu-
rado a roa da Cadeia n. 43, 'oj-i de selleiro. o
na soa resideocia, roa da Conceicji o. 3, Bo
Vista^_____________________________________
Taverna
Ven f-8 a tavema a roa de Feroaodes Ve: s
o. 68. propria par* principiante por ler pooco
capital._________________________________
"viho-CLARETE ESPECIAL '
DE
Siiive Bocha Le!o il C.
Garantido puro e escolhido pele
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEV
UZAR AS REFEICOES para s<
obter urna digesto sadia e nutriente
Encontra-se as principaes mei
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GUIMAIUES & VAL.E3STE
6.LARG0DOC0RP*tNXON. 0
*<
>tt
'"ca -
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTF.LLA COMAS IMITACOES !
SICOS REGEBEDOBES
C;siienarles <& Valente
N. 6 Largo do Corpo Sanr N 6
Padaria Nogueira
< a mi u lio "ovo n. 91
Telephor.e, 658
Prvido este aslabelecimenlo de um perito
coofeiteiro, tem actualmenle disposigo dos
eus freguezes em especial e do publico en ge
ral os mais deliciosos producios de confsita-
ria.
Ahi os consumidores encontrarao :
Desde o mais bem feito
pao de lot, folhadas appe-
tilosas e boliohas em pe-
quenas formas, de tenpero
e sabor deliciosos al os
bolinholos de differenles
qualidades e formas dis-
tinclas, crjstalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses producios s5o de um tempero
ue satisfaz ao paladar mais exigente e assim
se recommendam ao oso das familias em soas
soiresa e oulras festas intimas ou solemnes.
A padaria Nogueira er, pois, prestar ira ser-
vigo s familias pernambucaoas; s quaes pro-
porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
eitos em casa, nao lhe cuslariam menos.
picio
D. 14.
Alug,-se
Urca casa com Dsstaotes coaimodos e siono
AtusI, R icja as E-* relias, roa Djque ce Caxias oone-
ros 6 e 58.
No Arrala!
*'n~nra re doas casa3 confronte a eslsjio da
Cabi Amuella ns. 4 e 6 ; a tratar com o ageate
Pestaa.
Criado
DI
Preciea-ee de om cr sdi pa a copeiro
botica fraaueaa, ra do Bora Jesos n. i\. '
Precisa-se de om criado ; tratase na rea de
'ommer.'io n. 44.
Criado
Precisase de om criado ; na rea da Ploren-
tir.a o. 6.__________________________________
Ccsinheiro
Precisa-ee de om boro ceeinheiro ; as roa do
Pausando' o. 19.____________________________
Criado
Precisa-se de om criado para semep defa-
bri a ; na roa da Concordia n. 428.
Aocommereio
Scien e li-'amoa. que re'a data, d.ixonde
sar nosso empreeailo oSr. l.j Bento Ratello.
Recife, Si de Feyereiro de 1995.
AzeTfdo & C.
Atteicao
Quem precisar de nm boro, pinna para sen
08 j, dirija-Be A roa do ArapAo n 41,qoeencoT-
trara coro quem tratar. Tem esta peseoa en
|carre?ala tres de meli.or rnelbor para .a
faj.lrer.
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Diario de IPerifiasaSnco *- exta-feira %2 de Fevereiro de 1895
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NOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOS
SALSAPARRILHA
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CUBAT ODAS AS IMPUREZAS SO |
SANGUE E HUMORES
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EFFICAZ ^
SS20BS
As sezoe-', febres intermi-
tentes, palustres, reDtente3,
dores de cbe$t nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmen'e com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
maestro
BOTICA FRANCBZA
H. Rouquajrol
22 Ra da Cruz 22
De utes
Termina a horrivel dor de dentes asan-
do o excelleute preparado de Manoei
Cardoso Jnior.
As cartas que loe ter sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attes-
tam a efScacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
TdcC, ra do Mrquez de Olindt,
n. 23,
Pl.armacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra do
B&r&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopee,rua Larg
Rosario u. 31.
PARA
usas immm
Guimaes & Valente, continuara
a ter as mercadorias abaixo doscr;
minadas propnas para Uzinas e E;
genhos quo vendem garantidas (
grecos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubrieacao
Ole de ricino.
Oleo para cilindros-
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe m latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
I xas e latas.
Formicida capanema para extincAf
daformiga sauva.
I\*. 6 Largo do Corpo Santo IV. 6
Ao comniercio
O abaixo ass:gnado declara pelo pre-
sente que vendeu o sen estabelecimento
de molhados sito Estrada de Sant'Anna
n. 11 ao Sr Antonio de Britto Lyra,
livre e desembarazado de qualquer onus.
Recife, 20 de Fvereiro de 1895.
ioaquim da Silva Ferreira.
A .
Cirurgiao dentista
Contina com o sen consultorio ra
Baro da Victoria n. 54.
Consultas e operacoes das 8 horas ds
manha s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
demos aperfeicoados.
do rovo
19 Ra I." de Marco -19
JVeste acreditado estabelecimento vende-sefarendas
por menos 25 jo do que em outra qualquer parte.
E se Dio vejam:
CretoDos com 2 barras para repostemos e cbambrcB com 1 cetro ds larguras 8C0 r.'
o cevado.
Nanzi ki brancas oom fintas e flores a 240 o ojeado.
Brim para roopa a 6C0ra. e jasin-.t* a 500 o~nevado
Mantilbas do seca a ?& um.
Ditas de alg dSo a 20:00 iim.
McdapolSo americano mui'o largo com 24 jardas a 10$ a peen.
Cachemiras para vestido?, fasenda do Id por 400 r*. o oovade*
Ccicbas de tuatSo braceas o de cares a 58, 8$, 15(5 e 200 uros.
Etpurtilhos de coi raga a 85000 uio, barato !!
Curtioadot bordados parr cama e jacella a t050C0 o par.
Licdas C'p'as com veu pira noiva por Of e 125 nma.
Cretone cleros e esotros a 400 rs. o covudu.
Setim branoo M cao, para veat dos de noiva por 1500 o ce vado.
Tapetes ave'ludados e alcatifa, gracdts o pequen.s.
Atoalbado branco e da cor para mesa a 3000 o metro.
Luvas de e a pira eenbora e prra menina a 1)9500 o par.
Peitbcs izob e com prega* para senLcra a ]50 um.
Camisas de crcair para homem e para senhora a 60 urna.
Setim cor de icza aljo covado.
Mrito preto a J0, 1500 c 25 o covaio.
Lencos da cambraia de I nho pera senhora a 125 a duzia.
Meias de ]'. e seda p&ra hemem a 45 o p.r.
Camisas do Mulha de 13, pra homem e pra senhora a 68 ama.
Cortes a oartSo para vestido de 805 p< r 405 um.
Cortes de casemira americana a 45000 um.
Ditos de casen ira irgleza a 85 um*
Setiuetas^lisas, todas as cores & 600 rs. o covado.
Z-phi.'os com quadrinh js a -40 rs. o covado.
Fianellas para vestidos e para eaiuisas a 360 rs. o cov&do.
Linn com 2 largaras a 500 is. o covado.
Sargelim branco e de todas as cores a J. 60 rs. o covado
VeEttris de Jersey para creantes a 155 oro.
Casaca de Jersey para senhoras a 5$ um.
Eajrovaes para bptisado.
Colx&Vs franceses, mcBqoiteiros amerioanes.
Sobretudo, crcalas, meiat, lencos e gravatas.
E muitos oo'ros artigas que se torna d fficil mencionar.'
S na
LOJA DO P0V0
Telephone 61
mm n
NL'MA P0MPIL10
Contina a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios paraa usinas v e
'dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de dilTerentes systemas e lmannos de Robiuson e outros fab ri-
cantes, e de 2 a 12 carelios
CALDE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas or-
nalhas das lachas. ...
CALE1RAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenha e bg?.o
RODAS para agua:
BOMHAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldea.las.
ARADOS de dillerenles syslemas,
CRIVACOES para lornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras cem al.ccntadcrcs e empastadores
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da dircego de sua fabrica o Sr. engenrieiro Aufrnsto Clarfc, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agncullorcs pelos scu3 trabalhes de monlaficm de grande numero de
Uzinas funecionanno neste Estado, iocumbem-se de mandar vtr e erigir garaoliado a produego e
qualidade de aasucar.
APPAUEL1IOS c meios apparelhos de vacuo ;
DlSTiLLACOfc'S completas para alcool e agurdenle a vapjr e a fogo n, pira grande e
pequeas fubnca.
52RITA BARO DO TH1UMPH -Ef
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FOLHETIM
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ODO DE KACA
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TRADCgAO
PARTE PRIMEIRA
(Continuacao)
% O magistrado reclamava do filho a de-
longa de um mez para realisar a sua pra-
messa, e tomava o compromisso de nSo
ter maia segredos para elle logo que ex-
prasse aquella delonga.
Tinha decorrido desde ento tres sema-
nas.
Jrrge contava os dias coro impaciencia
chamava com todas as forjas d'alma o
momento em que poderia participar com
seu pai des perigos da empreza e da gloria
do successo.
John Malcolm redobrava de actividade ;
os fiiho8 e as pupillas d5o podiam perce-
ber 'como era que as forcas de rm homem
da sua idade podiam bastar para urna
existencia to prodigiosamente activa, e
ds qual o,deixavam para assim dizer,
lugar para o "jepouso.
Logo ao amanhecer raontava sir John
Malcolm a cavallo e sarna do bengalow,
sem que o acompanbasse nanhum criado,
6 sem que nbguem soubesse para que
A do ia.
Rj
m
Araba \Je chegar para a chapelariu XJSTXA,0
pelo d]timo vapor um rovo e comp'eo sortimento ve
chapjs de feltro, la e palba para iomeop, senhoras e
crianzas.
B. MELLO & AZBVfiDO
87Raa Dnqac de Casias S7
5tt e 58 Ra Duque de O axias 56 e 58
Repolveram liqui lar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavam no Cenro da
Moda.
A saber
Madapolo para noiva a 4A500 a peja.
Braceantes de linho de 10 palmes de largura a 30CKO,
Cazemiras pretas e de cor a 3S50O e 430 0. :
Bramante de algodao com 4 larguras a 1S00.
Cretones francezes claros e escuros a 610 e 610 rs.
Cretones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores.
Cretones de 1.* qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escosse;ase lavradas a 1 $530 e 28!JOO.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 703 por 2 8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 !!
itos todos da renda de gripure vabnciane de 8j,5 a 125033 .!
Cachemiras escuras de 3)5 a 800 rs.!!
Atoalbados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 45000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Caigas de casemira de 358 a 128 e 155-00.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Colletes de casemira de 128 por 4800C.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, lSs, cachera ras, cretones, linons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus fregaezes e as Exmas. fami
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabeleci-
mento, &fim de se convencer da grande redaccao de
presos.
HA
Loja das Estrellas
56 e 58 Ria Duque de Caxias 56 e 58
Telephoiie n, 210
especficos
do rnnas
Jr. tiimnhreys de Hoya Ycrk
::m \s--> mais do SO minos, simple, r-Biir'
!:i vas Iirogai
....tus j.riit.-jj <'.'> e L-ih -araotMa do Mu; :
Ka CI -HA
i. i'olei,!!--. li r.i-lioroo. >
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- |i..r,i,- Dete.edeCrB,e^cvralJi
". |j..r de Vacca, EncMuesa, J i
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la. Crono, Tosse Ronca, rif.lculdadedo Kcplr n
ti. HcrvCA. Eripoi>, Krysipe'sj.............
:5> thenBlItliftMO! u-i~.
lia, Fe --. la.ermKteoM
n. nemorrholdas 4lmom Irnos. latotooc
exicrgas, tumpiCB o'.i saii^rearas..
i.usfcii:, .'
u"i""J9iv .-i. I' v......
-X-. .fc, apM^rtXift.............
... ,\-ii!d i.not'itob.1...... ......
. >i!hMinviu retalie, InrtrcOM < ri'vrai.....
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/ l>\ Iropcsia, A flalaWL........
i.i..i.m dp .lur. ..a-.i.'-:'. Vcnlofl.....u
- :< l.'ri'.a.-i auriunriOHi Caloul*ov.
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v i L>li!ldad3 neri '''
*L ( ll R .'. .. .,;; ;,!. ,-.i, OU ApIlH
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i i-;r;.in< : -"oii.i-r-.i. Prorlto
Lt Mina -i.. OatacAo, Pal ''.
a. kpj .r;--Ki, talcouU'lo.Gotta.conu, Baile*
B. V to.......
14 pl>bl bci in,"' .
i ....... (; lu ni, Dflrd i ... ;\a....
. OStaaoaldo Dr. H;n:i..',irov
- .-.........

.. I u'icn firM, I>bw i...-. .
NICOS AGENTES
Para vendas eos grosso ca
Veraamhnco
r.
Faria Sobrmho
A
Jorge pedira-lhe ama vez licenca para
o acompanbar, mas elle negara-lh'a re-
dondamente.
Ordinariamente no regressava senSo
hora da refeico da tarde.
A densa carnada de p e de suor secco
que cobria o cavallo, demonstrava at
evidencia, que tanto cavalgadura como
cavalleiro tinham percorrido enormes dis-
tancias.
John Malcolm'conversava com os rapa-
zes por urna ou duas horas, e mostrava a
habitual liberdade de espirito ; e mesmo
por instantes illuminava-lhe a physiono-
mia tao bella e tao expressiva, o espen
dor da vivissima alegra interna.
Depois recolhiase ao seu quarto e co-
mecava a p6r em ordem os apontamentos
trazidos das suas caminhadas sem fim, e
o candieiro conservava-se acceo no seu
escriptorio at ao romper do dia.
A's vezes, de manha, notava o criado
de quarto que a cama de sir John Malcolm
se conservaba intacta.
Um disse-o ao Stop, que se apressou a
communical-o a sir Jorge.
EntSo que isto, mea pai ? disse
este ultimo ao magistrado ; passa noites
inteiras a trabalhar I
NSo neg, meu filho ; mas assim
oecessaro.
Mas ento ja nao dorme ?
Durmo pouquissimo... Nio tenho
terapo...
Afflige-me muito isso, meu pai ..
Mas porque ?
Porque pode muito bem ter urna
alma de 890 u'um corpo de bronze, mas
nem por isso deixa de ser homem I Por
consequencia, continuando com tal ge-
nero de vida, d infallivelmente cabo
de i I
Sem duvida, ae continnasse, sou da
tua opiniao...
E entSo ?
Socega, meu querido filho... Esta
existencia um tanto activa de mais, est
chegando ao seu termo.
E' realmente certo isso que me diz,
meu pai ?
Perfeitamente certo..... O fio de
Ariana, que deve guiar-:ne no meio daB
trevas, e que ha muito tempo procuro,
tenho a certeza matarial de que d&o pode
ja escapar-me ..
Dentro de urna semana, soar para
mim a hora do repouso ; relativo, ver-
dade, que nSo ser ociosidade, mas qua
j nao ser fadiga, porque duplicars as
minhas forfas com as tuas, participando
de todos os meus pensamentos, de todos
os meus segredos, de todos os meus tra-
balhos... Olha bem para mim!... A
esperanca e a certeza do suceesso sustem-
me, e por isso nao ainto desfallecimento
no corpo, nem cansaco na alma !...
O anciao dizia a verdade.
Os trabalhos sobrehumanos a que se
entregara, resvalavam por elle sem dei-
xarem vestigio.
Jorge via o pai e achava-o tal qual o
vira no primeiro dia da sua reuniio.
A mesma flexibilidade nos movimentos,
a mesma firmeza caracterstica as linhas
da physionomia, o mesmo brilho nos olhos,
a mesma franqueza no sorriso.
O mancebo sentia-se completamente so-
cegado, e pondo de parte as suas passa-
geiras inquietac3es, nao psnsou mais do
que em Mary Burtell, a quem de dia
para dia mais pertenciam os seus pensa-
mentos.
Jorge e Mary eram j noivos, como o
eram Eduardo e Heva.
Sabiam que deviam pertencer um ao
eutro ; acreditavam firmemente que cousa
nenhuma neste mundo poderia desunl-os,
nem mesmo collocar-se ;entre elles; sen-
tiam-se fortalecidos com a bencio d
CAllINAKIlE AliFAIATARIA
15 Ba do Visconle de Inhajia15
( A litiga do raa do Rangel)
fete novo estabelecimento acha-se sob a direcgo de Alvaro Jos Preira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade. por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernanibucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tambera se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camiss das qualidades e presos seguintes :
Duzia de 1.' clase com pnnho ou sem punho 85)5000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 905000
Duia de 2a classe com punhi e sem punho 728000
Duzia de 2.* classe com ollarinhos 78HC0
Duzia de 3. B com punco ou sem punho GOfOOO
Duzia de 3 B com collarinhos 660OCO
Duzia de 3.* classe com pnnho ou acm punho 488000
Duzia de 3.a classe com collarinhos 5450.0
Duzia de 4.a classe com pnho e sem punho 423' 00
Duzia de 4 com collarinhos 488000
Eni duziasi fazem-se bons descontasi
Linda expo85o de gravatas, lenos, punhos, collarinhos, meias de la a
algodSo, para homens, senhoras e meninos; o que ha de mais fino era aberturas de
amisas, 'lizas e bordadas.
A frente da officina de alfaiaaria acha se um perito e hbil artista
fUNSigAO mM
44-HUA 00 JB.^SAO DO TMUMFEKHU,
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Tabeas tundidas e batidas.
Tdxas b tidas sem Gravabas.
Arados.
Hotel teslaurant Po-
pular
EM
Ciaranhuns
Defronte da Estaco da Estrada de Fem
Sul de Pernambuco
O proprietaro deste bem acreditad
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarlo a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em fim convidamos aos Srs viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos presos.
^Antonio Luis.
Agricultura de caeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marfo de 1895 em diante, cerca de
tres milhes de ps de cafeeiros semea-
dos em leiroes cuos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rceife-
Fabrica de relo
e limonadas gasosss
oi s as qiidks
de
Se di Water, gieger, ale, HmSo arsnja,
car5>, *bacxia, graoadioa, groseras
franboiSBS, b^uailba, hortebi pimenta ets
etc.
12A=CAES DO CAPIBARIBE 12A
tm_____________
desafiavam as catastrophes ; caminhavam
cora seguranca para um futuro da ven-
tura, cheios de urna confianca inabalavel
na sua mutua ternura, tao profunda e tao
casta...
Amavam-se !
Esta palavra diz tudo.
Tinham trocado as almas. A Jorge
bastava-lhe olhar para o intimo de si
mesmo para ver ahi a margem da Maiy.
A' Mary bastava-lhe fechar os olhos para
que o noivo lhe apparecesse.
N&o eremos que possa ter existido
amor mais exclusivo, mais puro e mais
encantador.
Neste mundo, onde nada ha perfeito,
era verdaderamente bello de mais o co
daquelles noivos... devia attrahir a tem-
pestada I
Uma tarde John Malcolm, que partir
de manh, voltou ao beogalow, com o
cavallo exhausto, exactamente no momen-
to em que os criados punham o jantar na
mesa.
Dgamos do passagem que a hora do
seu regresso era sempre incerta, e que
dera ordem de que nao o esperasem nun-
ca para jantar.
O magistrado entroa no seu gabinete
de vestir, afim da proceder rpidamente
s suas abluc3es, e foi depois para a mesa
juntar-se aos fi'.hos.
Ao lado do seu talher achava-se certa
quantidade de cartas dirigidas a sir John
Malcolm, e que tinham sido tr. zidas du-
rante o dia.
Duas destas cartas recommendavam-ee
pela grossura do papel dos enveloppes, e
pela amplidio dos aineteB de lacre verrae-
fho que as fechavam.
Um dos sinetes reproduzia claramente
as conhecidas armas de Inglaterra.
O outro offerecia em meio relevo a
Deu s; nio temiam Dada dos horneas ;' imagem phaatastic de uma divindade
LOKGHAN & MARTNEZ,
2 NEW YORK.
3 Lvyc de xplo&o, Fumuca
A venda em toe /s os
armazems de seceos e mo
^uiinmiijisn
M
FV
MaoCbAro vw
aj
indiana oom mltiplas cabegas e cem
bracos.
John Malcolm, depois de ter percorrido
com os olhos as lettras dos sobrescriptos,
pousou as cartas as mesas, sem abrir
nenhuma e ezclamou, rindo-se :
Os negocios serios para depois!
Creio ter ganho largamente duas horas
de descanco, per:orrendo hoje vinte le-
guas a cavallo, debaixo de um sol que
faz ferver a agua as fontes, e hoc os
ovos dos crocodilos O civilian a pr si-
dencia de Benars est esfaima o como
qualquer pen cora a bolsi da c 5 e a do
dinheiro igualmente vasias. SirT^mno
depressa, meus filhos, se nao qnerem vel o
cahir de inaniclo a seus ps !
Mary encheu de xerez c6r ie mbar um
cjpo de crystal de Bohemia.
Beba este cordial, meu pai I disse
ella com anglico sorriso, offerecendo
o copo a sir John ; eu supponho-o sobe-
rano.
Obrigado, querida fiiha repb'couo
magistrado ; e depois de ter bebido, ac-i
crescentou, pousando os labios na fronte
alva e lisa da joven. Mas este mais so-
berano ainda! A fadiga, a fome, a sede,
tudo faz esquecer um beijo paternal na
fronte de um anjo !
E' possivel, meu pai, perguntou
Jorge, que tenha percorrido hoje vinte le-
guas?
K' vinte leguas, pelo menos.
Mas aso uma lousura Desse mo-
do joga a sua vida 1
Bem vs que nio, por isso me vs
aqui em perfeito estado, e nSo teudo as
mfchas excursSes apanhado sequer a mi-
nima insolacjio I...
O que me parece que mais feliz
lo que prudente 1 Mas tudo isso ha de
afinal dar mo resultado O4>rif-%T. Duque de Caxias 42,
EntSo NSo ralhes com teu pai \ lJr> ***r*v% ~ t
As grandes fadigas acabaram-se para
mim I Terminei todas as minhas semen-
teiras, e a hora da colheita apprcxi-
ma-se.
O que sem duvida o nao impedir
de continuar aman ha como se tal nao
tora .. Essa existencia nao passa de um
suicidio .'
Nieso enganas-te tu...
Como ?
Amanh descanco...
Descansar, o pai murmurou Jorge
com cmico assombro.
Sim. .. sim... sira... respondeu
sir John Malcolm, rindo-se ; sim, mil
vezes sim, senhor meu filho, amanh des-
canjo...
Eu morro pelo desejo da nao duvi-
dar ; mas que quer? Mo grado meu, sou
incrdulo...
Poja fazes mal !...
Sente-se acaso exhausto do forjas *
__ Nem por sombras ; mas que hoje
mesmo consegu obter uma preciosa infor-
mado qua at agora me escapara sem-
pre.. Agora c no meu gabinete e nao ja
f>a della que dsvo terminar o iminenso
trabalho, cujos resultados am breve co-
nhecers.
Ah! meu pai 1 exclamou Jorge,
que excellente noticia 1 Varaos emfioi
pos'uil-o em n)ssa corapanhia Nao con-
tinuaremos aqui a viver como estranhos
n'uma casa, cujo hospede se acha au-
sente !
Jorge expressra assim o pensamento
geral; por isso, grajas boa nova dada
pelo John Malcolm, foi a refeico anima-
da e jovial.
{Contina.}
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