Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17652


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Full Text
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3,
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AWMOLXXI
Saibailo $3 de Fe^oreiro de 1895
\IHER0 45
&0PBISB&9B BS M&K01I. flCTlIE^ 1 FdJtlA & SILBOS
PARA A CAPITAL E LUGARES 0
Por tres mezes adianlados. ,
Por seis mezes adiaDtados.
I or um anno adiantado .
SE PAGA PORTE
100
0J
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-J
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange tatelire
PARA OS LUGARES ONDE SE (P/.U PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por om anno adiantado .... 33$000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores. $200
i

':
Telegpammas
. mw mmm jo s:ab
Rio de Janeiro, 22 de Fcvcreiro,
s 5 horas da tarde [recebido na estaco
s 7 horas da noite e entregue s 7 ho-
ras e 50 minutos da noite).
O governo Uruguayo declarou infec-
cionados os portos de Santos e do Rio
de Janeiro, e suspeitos os demais portos
do Estado do Rio.
O Barao de Rio Branco foi dispen-
sado da missao especial em Washing-
ton.
Foi nomeado secretario da Legacao
Americana no Rio de Janeiro o Sr. Wil-
liam Chrichton.
_ Foi nomeado o capitao-tenente re-
formado Leopoldo Bandcira de.Gouvcia,
ajudante do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco.
A *Hespanha estatuio quarentena
para as procedencias de Santos.
, __O commercio de Campos fechou-se
hoje efez um meeting de protesto con-
tra a Estrada de Ferro de Carangola pela
excessiva demora no transporte das mer-
cadorias exigindo promptas providen-
cias.
No mercado de cambios fizeram-se
hoje negocios at io 1/16 d,, baixando
porm a taxa ultima hora para 9 10/16
d. por 1^000.
Rio de Janeiro, 22 de Fevereiro,
s 6 horas e 2o minutos da tarde (recebi-
do na estdcao s 7 horas e 3q minutos
da noite e entregue s 8 horas da noi-
te).
Foi assignado o i*, protocolo relativo
questo de limites entre o Brazil e a
Bolivia.
E se documento honroso para am-
bas as Naces.
IIVS TRUGCAO POPULAR
OS KURtH da senes
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
CHRISTOVXO COLOMBOFERN'O DE MA>
GALHES DAVID LIVINSGSTONE
GUILHERME BARENTSJOHN FRAN-
KLINRENE BELLOTRENE CALL
MUNGO-PARK DURANTONFRANGS
GARNIERJAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuaco)
Francis Oamier, offlcial da nossa marinha
roiiar, (' ura inU-merato de que pie orgulhar-se o nesso
ptiz : como tantos outro.<, tambem elle ra rreu
-.:, mada sua dedicago pela patria cumpnndo
bri 1 mente os seus deveres de soldado.
A e Jur.ho de I8G6, Garnier parliu de Sai
pon p comegar a sua longa viagom de expo
racao 11 Indoihina vjagem que indisputavel
ment' 1 orna das mais notaviis e importantes
que n nossos lempos se tem feilo. Esta via-
gera,' mprehendida por ordem do governo fran
fez, si h a direceo do capilo de fragata Dou-
dart de Lagre, foi premiada pelas sociedades
de g'.'ograpliia de Paris e de Londres. Francis
Garnier, Thorel, cirurgiao da marinha, o doulor
Joubert, e Carn, addido ao ministerio dos ne
gccios extrangeiros, faziam parle da exped>cao.
O mais novo dos corapanhelros de Garmer, Luiz
de Carn, tambem suecumbio mais tarde aos ef-
feitos das fadigas supporladas durante aquella
*.ia:;em; cm que ella lomara parle, e que durou
tres anuo?, de 1866 1868.
Francis Garnier e os seus ccmpanhHro3 lava-
ran* a bom termo esta explorago cheia de dif-
ticuldades e deperigos. Na volla publicarnm
sob os ausp cios do ministerio da marinha, urna
obra importante, consagrada especialmente aos
resultados scienliticos d'aqu:lla viugem alravez
rte regios ainda mal conhecidas, e onde abun-
dan*, as riquezas archeologicas, onde apparecem
em todo o seu esplendor as ruinas prodigiosas
dos monumentos d'uma civilisago extincta,
como sao as ruinas de Angcor, onde se enron
tram em profuso as riquezas metallurg cas,
onde ludas as sciencins na'uraes lem gran
des descoberlas a fazer, finalmente onde ageo-
graphia tem n ulo rpj aprender.
Mal terminada aquella obra, Francis Garnipr,
que durante quatro annos ?ivcra urna vida i
continuas fadigas, de privag'8 e de trabalhos
graves, consagra as suas forgas defeza de Pa
ris Durante os cinco mezes do cerco, desempe-
uhou o cargo de chefe de estado maior do almi-
rante commandando o 8. sector (Monlmarlre,)
nm do3 mais expos'os ao bomDardeameiito. e
deu exemplo de grande coragem n'aquelle cor-
po de marinha, cujo herosmo se turnou lendario
Depois do armisticio, Francis Garnier parte
ontra vez para a China, com o proposito de ten-
tar a explorago d'uma das regiOas mais curios
tas e menos conhecidas do centro da Asia, raa-
os aconlecimentos polticos do Tonkim adiaram
a execugo dos seas projectos, e mais tarde vcio
a morte inutilisal os por completo.
Em consequencia de difliculdades que te le-
vantaran) contra o governo anuamta c a Franga,
Francis Garnier foi incumbido da misso de ir
ao Tonkim para franquear ao commercio o rio
de B-D, desde o mar at fronleira do Yun
Hftn. Nao dispunha seno de urna canhoneira, de
dncoenta e seis homens de tripolagao e de trinla
toldados de infantera de marinha.
(fiontmuo).
PARTE OFF1CIA
Indemnizado ao Bancos Ile-
gionacs
BANCO U AO DE S. PAULO
Esle Baoco foi atorisado a funecionar pelo
Decreto n. 351 de 19 d<>. Abril de 1890, que aD
provou os seus estatuios. Constiluio-se sob O re
gimen do Decreto de 17 de Janeiro, modificado
polo de 31 do mesmo mez, que dividi a zim
do Sul, com o direilo de emiltr sobre apoliecs
no valor de seu capital de vinte quatro mil con-
tos de r3 elevado a quarenla mil coritos pelo
Decreto n- 782 A de 23 de Seterabro do mesmo
anno.
Que elle se conslituio sob o rgimen do De-
creto de 17 do Janeira de 1890, resalta das nif-
fereotes disposiges dos seus estatutos. No art.
1* a sua sede fixaria na ciaade de S. Paulo. No
art. .* vm transcripta quasi pelas mesraa3 pa-
lavras a disposigo do n. 2 do art. 4o daquelle
Decreto : O capital, proporgao qua fr sendo
reahsado, ser convertido em fuaos pblicos,
noceda 01 rente ou ouro, os quaes se averbar&o
em oome do Bmco, com a clausula de inaliena-
?e1<, ,iao se po lendo mais dispr delles sc-no
de accordo com o Governo. E accrescenta :
Eses fundos pblicos ticarao completamente
annuliados nos seus valores em proyeito do Es-
tado, de conformidade com o disposlo nesie3
eslatutos o que a ultima parle do n. 3 do
art. 4o do cilado Decreto.
O art. 6*, modificado pelo Decreto que appro-
vou os e3latutos, liccu assim redigido : Da taxa
dos juros das apulices que constiluirem o capi-
tal social reduzir-se-haocm proveito do Thesou-
ro Nacional, desde o inicio das operagGes do
Banco, 2 y, augraenlando a reduegao mais
1|2 |., annualmenle, al a completa exlincgo
do3 juros,-a mesma disposigo do n. 1 do art.
4*, condigio eslabelecida como preliminar para
que o Banco pudesse pretender a faculdade da
emissao de notas. Nos estatutos enci^ntram se
todas as r-utras disposiges, inclu.-ive o capnulo
que so inscreve : Das compensages do Gover-
no ao Banco, que enumera lodos os favores
concedidos aos B ncoj chmalos regionaes e
s5o os do Decreto a que me lenho referido.
Do esludo anterior, combinado o Decreto de
17 de Janeiro cem os estalulos .10 Banco, v.e-se
que um verdadeiro contracto svnallagraatico se
fez enlre as duas partes contratantes, o Governo
e o Banco.
Aquelle concedeu a este a faculdade de vale-
rem as suas nola3 como dinheiro correte, lendo
curso na3 estag-'S publicas e gozando das re-
galas conferidas s notas do Estado; conceda
Ihe mais uns tantos direito?, privilegios e favo-
res que o Banct era o primeiro a reconhecer, in-
screvendo na sua lei orgnica, os seus eslalulos,
o'capilulo das Compensages. Este se oDrigava
entre outras clausulas a constituir o seu capital
em atices, depositadas com a clausula da iu-
alienabilidade e destinadas a seren annulladas,
bem como a roduzir a laxa do juro, do comego
das ope ages al a completa exlincgfio.
O Banco gozou do direito de eraittir e dos
mais favores do Decreto, repetidos nos seu* es-
lalulos. Em vez, porm, do seu capital primitivo
de 21.030:000*, elevado a 40.000:000* pelo De-
creto de 23 de Setembro de 1890, apenas reali-
sou o de l".001*5i0, deix.ndode cumpr assim
a disposigo do art. 5 das seus estatutos e da
expressa disposigo do arl. 4" 2o do Decreto
de 17 de Janeiro. O Governo eslava no seu di-
reito e cumpria inconlestavelmente a lei insli-
lucional do3 bancos, marcando-lh.es ifrazo pira
completar as suas emisses, como o fez pelo
art. 4o do Decreto de 7 de Dez:mbro, sob pena
,de decahirem do direito de emiltr e dos privi
legios a ellos inherentes.
Emillindo 10.001:3005 sobre quantia igual era
apolices, quedou-se quantu ao deposito dos___
29.998:50u* restantes, ttcar.do prejudicado o Go-
verno no juro das apoliecs correspondentes a
essa quantia, reduzidos a 2 |0 desde o comego
das operages e extinc o no seiirao anno.
Nao me sao fstranhas as allegagOes feilas
pelos Bancos para se defenderem de nao tiaver
completado as suaemissOes bem como os seus
protestos contra o prazo fizado para esse fin
por um dos decretos j citados.
Nao8o fundadas essas reclaroagOas. A in-
dagago da procedencia dessas ra.Oes e protes
tos nao vera todava ao caso, desde que a lei
n. 183 C de 23 de Selembro de 1893 declarou
extincta a facul lade eraissora dos bancos e au-
torisou o accordo pira a indemnisago.
O ait. 5- desla lei disp6e terminantemente
que o Governo entrar em vecordo com os ban-
cos para a transferencia das suas eraissOes e
lastro?, no sentido de indemnizai-os das van-
tagens e direilos que Ihe sao cassados.
A segunda parte desse ar,igo clara bastan
le para nao deixar duvidas, quando falla nos
jures das apolices depositadas durante o prazo
dos seus privilegios.
Ora, os dir.itos e as vantagens da emisso
estavam cassados palo Decreto de 7 de Dezem-
bro, desde que a 6 de Dczerubro de lt-9, prazo
iraprorogave, o Banco deixara de completar o
seu deposito de apolices, complementar do seu
capital social para garanta do seu direito de
emitlir, segundo o art. 4- do Decreto de 7 de
Janeiro.
A emissLo j feita nao direito nem d pri
vilegio algum ; ao contrario, passivo do Banco,
sujeito s di:p.,s'g-s legaes que regulan)
essa divida para com os portadores das olas,
pelas quaes responsavel o Banco em primeiro
lugar e o Governo depois pela garanta das
apolices depositadas ou pelo fundo de garanta
que seria .formado com os iO -|. dos lucros
brutos at a iotegrago pue annullaria as apo
lices -
Essa emisso e as apolices que a garanllam
nao constituem privilegio neno do d'reito al
gum ao Banco, que nao obrigado a resg.ta-
las, nem tem o de ver de recebel-as pagando as
ao portador e vista, sendo o Governo quera
as manda correr como moeda liberatoria para
todas as transargOes.
No se podendo cogitar da oLrig gao de in
demni/aremissO'S feitan, pcis os bancos empre
garamnas em suas opcragOes, co tinuando a
aufirir dellas todas as vantaaens, a indemniza
gao s podia referir-sc semisr-s por fazer,
I se pudesse subsistir esse d.reito depois de es
'gotado o prazo do Decreto de 7 de Jezembro,
sero que os bancos tive3Sem mostrado o desejo
de completar as suas emisses, o que teria sido
impossival em vista mesmo das perlurbagOes
trazi tas circulago pelos seus prjprios erros
e abusos.
E' licito refliotif, ponderou-me a este respei-
to conceituado funecionario, queainda mes-
mo quando nao houvessera decorrido os dous
annos assignados aos bancos paracomp'etarem
suas cmissOis, as circunstancias do paiz (que
ainda mais se aggravaram) eram taes e lo
grandes 03 desarranjos provocados pelo exces
so do papel emiltido que, sem a menor duvida,
se poder affi marque nenhum dos bancos es-
lava habilitado nem se poderia Habilitar para
novas emif?5js. Sj esse direito anda nao ha-
va cessado, nao era de natureza a sor Indem-
nizado, porque j n5o tinha valor.
Se 01 bancos perderam o direito de emiUir,
como ficou dilo, e se as eraisses realizadaswm
completa compensago no seu emprego, o aue
resla para indemnizar ?
E' digno de ola que nenhum dos bancos re-
gionaes, que pretendera o accordo com o Go-
verno, lenha especificado de modo csrto e inil- R,esta estu lar as circumstancias em que
I ledivel quaes as vantagens e direilos da que,, "acha o Hinco Ivnissor de Pernambuco, difieren
forana, privados.
Electivamente, pesando bam as vantogen3 e
onus consignados as difirenos leis a que nos
terao3 referido, o valor dessa lndemnuago
mudissimo limitado, altendendo-se principal-
mente circum3tancia de haverefn os bancos
empregado as em sses em seu pri.veito e es-
tando no gozo de todas as oparages realizadas
sua cusi.
Balanccando-se vantagens c onus, po lem se
classificar entre as primairas-
a) os favores do art. 3- da lei de 17 de Janei-
ro de'lfcO);
b) o recebimento dos juros das apolices de-
positadas, cora as limitagOes jpor vezes a3sig-
naladas;
e entre os onu3:
a) o resgate das notas emittidas ;
b) annullago das apolices do lastro, de ac-
cordo com o art. 4 do cilado Decreto;
c) os emprestimos lavoura.
Examinando, ou raelhor, pesando urnas e ou-
tras, ha para nos simplesmente umi situago a
apu ar era benelicio dos bincos-a importancia
los juros das apolices dos lastro', den'ro do
periodo em que eram devidos e cora a3 reduc-
g;s a que eslavara sujeitos.
A liquilago dasses juros ministrara a ni-
ca compensago, que, parece nos, pode ser da-
da aos bancos de accordo com a autorisago do
arl. 5- da lei de 23 de Setembro de 1893.
Mas, como deve lir feita essa liquilago?
E' sabido que as apolices depositadas para
garanlia das eraisses linhaui desde o coraego
das operagns dos bancos a laxa do juro reduzi
da de 2 |. no primeiro aiuo e mais 1[2 *|. por
cala ano> que se seguisse al a sua completa
extinego. .
O Governo, por seu lurno, assumio a obriga
gao de concorrer com as quantias pravenien
tes da reduegao do juro das apolices que con-
sumera o fundo social dos bancos o depois de
extinsto esse juro com a melade da sua impor-
tancia pira auxilio de emprestimos hypolheca-
rios, lor.nando-se cora este auxilio ura fundo
especial para garanlia do servigo das letras hy-
poiliecauas.
Argumentando com asdisposigos da le que
assim diTi iio direitos e obrigagOcs do Governo
e dos bancos, pretendera estes a contagem dos
juros reduzidos das apolices (ura delles pre-
tende o juro integral) duranie o prazo de sua
durago, multiplicando o dito juro por toda a
exlenso deste prazo, o que dujlameme er-
rado Em 1." lugar, preciso deixar bem
averiguado que o Decreto '83 C nao estabelece
o quantum da indemnisago, apenas marca a
bise para o accoMo, como bem reflecib um
dos funecionarios do Thes.uro, que assim con
linuou o seu parecer :-Nao 3e p la alflrmar
vista desse Decreto, que o Banco tenha di
reito a u:na quintia d terminada e que o ac
cordo consista as rcducgas que elle queira
fazer. Mas, quando assim fosse, o calculo do
Banco nao parece de accordo com as dispo3i-
ges do Decreto, porque multiplica- 03 juros
de um anno por 4* annos importa em conside
rar cobravel adianladamcnte, por urna s vez,
divida que podia ser solvida em 46 annos por
prestages semeslrae3 ou Irimestraes.
Ora, nada uu.ionsa a crcr que o Decreto, re-
ferindo-se aos juros das apolices, quizesse mu-
dar as condigOes do seu pagamento.
Depois, cert 1 que o Banco pe deu o seu di-
reito de emitlir, nao havendo cumprldo tam-
bera a disposigo da le qui obrigava-o a ins
tituir lodo o seu rapual era apolices.
Fez emprestimos lavoura, mas claro que,
terminado o contracto que tein cora o Governo
para esses emprestimos pela cessago do au
xilio, desapparece tambera a o'Tigago de con-
tinuar a fazer taes emprestimos noi temos do
Decreto de 17 de Janeiro-
Nao lera, portaoto, direilo a receber os 2 |0
do juro durante lodo o prazo do sua durago,
como pretende, pur nao ter mais a obrigago da
co tinuar a fazer emprestimos a lavoura, ttcan-
do das letras hvpolhecarias
que j i fez, sutfic
auxilios j receb
recebar nV o periodo
dos juros da3 apol"
Parece-no?, pois, que o Baoco poder rece-
ber por indemnisago os juros das apolices de-
positadas para lastro das emisses durante seis
annos da data do coraego de suas operagGes,
sendo o juro integral at 23 de Selerabro de
1891. Uessu dala cm diante a laxa dever fi-
car redu/ida a 4 0|o no primeiro anno e mais
1|2 'io om cada anuo subsequenle ai completa
extinego dos juros Havendo cessado a obri-
gago que tinha o Banco de fazer emprestimos
hvpothecanos e, portanto, a obrigago do au-
xilio por parle do Governo, a reduegao dos ju
ros deve-se lomar effectiva at ficarem estes
completamente extiocto3.
Em coocluso :
A liquidado deve ser feita com ura d.ve e
ura tiaver. No debito lera de ser levado con
ta do Banco :
A emiaso feita.
Os juros ou quantias j recebidas.
No haver devera ser imputados :
A quantia representativa das apoli".es depo
sitadas,
Os juros respectivos dessas apolices integral
mente, desde o dia do comepo das opcragOes
at 23 de Setembro de i893,
Os juros dossas apolices reduzidos de 2 |
no primeiro anno e t| '|0 era cada anno suc
cessivamente at a completa extinego do uro,
sendo feita a reduegao desde 21 de Setembro
de i893 al o 6." anuo da vida do Banco.
A differenga das duas cootas ser a indem-
nisago a que o Banco Unio de S. Paulo tem
direito.
O Banco Eraissor do Norle esl na3 mes.as
condices, era perfeita igualdade de circurastan-
nia ab Banc" Unio le S. Paulo.
Applicara-se Ihe as mesmas consilerages*
3uantj sua restricta emisso de mil coutos
e ris, cora o deposito de apolices correspon-
dentes a essa quantia.
A h-i-e da l qudagfio de seu lastro deve ser
a mesma.
Quanto ao Banco Eraissor da Bahia occorre
ainda uma circurastancia. Era II de Feverei-
ro de 1891 o Banco requereu ao Governo a
subslituigo do d'p'silo em oaro que cobri- a
sui emissSo no duplo por tilulos da divida
publica em quantia iguil emissao. O Minis-
tro da Fazenda, em despacho de 13 de Feve-
reiro, aceltou a .ransaego, emissao quanlia
j alirada na circulago, desistindo do seu di
reito de emitlir o disto lavrou se ura termo no
Contencioso em data ie 22 de Fevereiro de
1892.
Por esse termo o Banco cedeu o seu direito
de cmittir e dos seus priv legios de Ba-co
eraissor. Nao tando, desde essa data, mais di
roito a emiltr, a lei de 23 de Setembro de 891
nao Ihe cassou direilo ou privilegio algum,
pois que o Banco pelo contrato" a"eitou espon-
t,^naraente uma das hypotheses a qne o obri-
gava o Decreto de 7 d Dezcmhro de 1899, den-
tro do prazo que fra mircado-completar a
emissao ou perder o direito de fazel a.
Esta as mesmas condigOes do Banco Unio
de S- Paulo e, para liquidaco dos seus las-
tros, deve ser applicado o mesmo processo que
para aquelle foi indicado.
iai.ouir.ia bancos regionaes por tei sua
eraiWfeaeafastado do nlano do Decreto de 17
i ftCtgfo de 189). s^ndo a sua organisago
bafeaWno Decreto n. 881 de 18 deOalubro de
'800, qjje approvou os seus estatutos de com-
binago com o Dacreto n. 781 A da S5 de Se-
embro e 7d0 A de 29 de Agosto do mesmo an-
no
Aquelle Decreto conce lera aos bancos de cir-
culago creados pelo de 17 da Janeiro o direito apolices, sem
de eflVcluar melade da sua emissao 'sobre ouro, Orgamento, n
no3 termos da concesso feita por este ao Banao
dos E-dados Unidos do Braiil.
.'umpre referir o que se passou com o Banco
Eraissor do Pernambuo, para estudar as cir-
cir .:: ".as era que elle se acha dianle das di-
verbas disposigOes legaes a que se subraelteu e
do art. 3 de lei de'2f de rietembro era virtu-
de do qual reclama iiiiemnizacao.
O Decreto n. 709 A de 29 de Agosto do 1890
havia con adido ao Banco dos Estados nilos
do Brazil o direito de emitlir o duplo da quan-
lia de 23 mil coitos de ris sobre o deposito de
moeda matallica. O Decreto n. TU A havia
concedido ao Banco Eraissor que 30 organisasse
em Pernambuco, uraa emissao aJdicional de
10.001:0Ot, nos termos do Decreto n. 233, de
18 de Margo, art. l.-,sob a clausula o para
o flm de realizar, logo depois de constituido,
um emprestirao de dez mil contos ao Estado de
Pernambuco. O Decreto n. 253 de* 18 de Mar-
go foi o que concedeu aos bancos Nacional e do
Brazil a emissao de vinte e cin"o mil contos de
ris a cada ura, sobre ouro no dup o.
No arl. I.- do Jecreto de 25 de Mirgo esta-
beleciasa expressaraenle a condigo de s po
derem os bancos de circulago, constituidos no
rgimen do Decreto de 17 de Janeiro, encelar a
emissao sobre ouro depois de conclu la a emi'
sao sobre ouro depois de concluida a emissao
sobre apolioes.
A razo desta disposigo resulta do plano for-
mulado neste Decreto.
Subsista o pensamento predominante do em
prego do capital em apolices depositabas coma
clausula de analienaveis e com a reduegao da
laxadojuro de 2 |. no omsgo das operages
e mais i\i \. al o 6. anno.
O arl. 5- dos estatutos do Banco approvados
pelo Decreto de 18 de Outubro contm a mesma
disposigo que a de todos 03 outros j exami-
nados : O capital, na proporgao em que for
sendo realizado e at dez mi cont, ser con
vertido em furrdos pblicos, os quaes se averba-
rara em nome do Banco com a claujula de ina-
lienaveis, nao se podendo mais dispor delles
seno de accordo com o Governo Estes fun-
dos puolicos ricarara completamente annullados
nos seus valores, era proveito do Estado, de
conforrai lada com o disposto oestes estatuios.
fundo que, nos (erraos da lei, deve ser paga a
iniemnizago quando esliver ajustada.
Para esse effeto o Congresso ter de votar
03 crditos necessarios, para serem em tempo
cobertos pelos juros das apolices convertidas,
tomando ao mesmo tempo conhecimento do ac-
cordo que for combinado, para voritlcar-se se
contera ou nao nos termos da autorisago.
Para pagar por antecpago, sera fundos, ou
determinar o pagamento a prazo que se vencer
proporgao que se forem apurando 03 ju'os das
autorisago
explicita na Lei do
emular.
rao nos parece mutto
A idea de pagar as inderanizagfoes pelas apo-
lices dos lastros nao se firma absolutamente em
le.
Quem acorapanhou a discusso da lei de 23
de Seterabro citado leva oceasio de verificar
que, a principio, se pensou em pagar a inlera-
nizago por essa forma, mas o alvitre nao leve
confirmago afinal.
Efectivamente, na terceira discusso do pro
jecto respectivo, na Cmara dos Deputados, a
25 de Juiho da 89, o deputado Gloerio orle
receu ura substitutivo ao l. do art. I.0, esta-
belecendo que as
indainnizages se fizessem por centa da
su'jsttuico dos adunes lastros ou dentro
dos recursos destinados coostiluigo do
fundo de garanta.
No tendo, porm, sido approvado o artigo
que prescrevia a subslituigo dos lastros, sendo
qua a Cmara dos Deputados approvou a idea
de conserval-os, foram por oceasio de se votar
a redaego do projecto, supprimidas as pala-
vras sibsltuicao dos aduaes lastros -ticando
vencedora a idea da iademntzago por conta do
fundo de garanta.
Assim ficou elaborada a lei, nao obstante ha-
ver o Senado consignado a 1 lea da cjnverso
dos lastros.
Couvm ainda assignalar que a lei citada
manda coaverterlodo o lastro dos bancos erais
sores, existente em ouro ou era apolicesem
apolices da 4 % ouro, o qua ha de ser serapre
ura erabaraco para o desvio dessa3 apolices
para qualqur outro deslino.
Ura dos bancos regionaes lembrou ainda a
idea de serem pagas as inlemnizagOes pelos
juros das apolices substitutivas dos lastros a
contar de 23 de Setembro de 1891.
Muilo embira rae parega que a converso nao
depende da indemmzago, emquanto nao se
flzer o precesso legal de liquidago dos lastros
para a converso, nao so poder fazer o calculo
de juros e o seu pagamento, como se afigurou
ao representante daquelle estabelecimenio.
Na apreciago desla naleria tenho procurado
bem interpretar o pensamento do legislador
quinJo volou a autorisago j referida, sem
i outra preo.-upago seno a de zelar os inters-
O arl 6.- ainda contm idntica disposigo
de todos os outros quanto aos juros das apoli-
ces : A taxi d.is juros dos fuios pblicos
que conslituiram o capital do Binco, ser desde
o inicio d suas operages redusida de 2 ,
crescendo esta reduegao mais de 1|2 {. annual-
mente al a extinego da referida taxa era pro-
veito do Thesouro.
lira faca destas disposiges clara que o
Banco Emis.'or de Pernambuco deveria, para
poder eraillir a priraira nota, realizar o seu
eapifal era apolices, fazer o deposito destas at
10.00':' 01, c, rnente depois de realizado
esse capital e concluida a sua emissao sobre
apolices, rncetar a emissao sobre ouro. no du-
plo, obedecendo a3 diversas disposg;3 legaes reclamar do thesouro quanlia superior a......
da sua organisago e acs seus estatut03. Era 50 OL'0:OOOJOO.
rigor sraenlc depois de concluida a emissao I Era i.' discusso foi approvado o referido ar
sobre apolices o a emissao sobre a outra meta- tigo, mais isso deu se por uraa especie de ac-
de pelo deposito de ouro, deveria lie fazer a cordo e depois da alTirmago, que as indemni-
emisso addicional dos dez rail contos destina- zagOes se cont iam nos limites de seis a dez
dos aoempreslirao ao.Estado de Pernambuco. i mil contos.
Nao se querendo levar na re3triges do Decreto p0 p0r eS3a rao tambera que uraa emep.da
de 2 > ip Seterabro a esse ponto, atlendendo-se d0 senador Virgilio Uaraazio e outros, apresen-
ao lira especial a que era destinada a emissao {aa-a ctH j# discuss > a o de Setembro, reconhe
adiielonal, pode-se adraittir que, devendoera- cand0 0 direito indemmzago. Comtanto
ses publico?, sem prejudicar os direilos dos in-
teressados.
Acompanhei a discusso do projecto que se
converleu na le de 21 de Seterabro e pude co
nhecer, ento o pensamento dos que concn-e-
rara para a sua adopgo.
Em 2.* discusso do projecto no Senado, o
arl. 3." que traa da indemmzago foi suppri-
mido. Pareca a uns que os bancos, havendo
perdido a faculdade do emitlir por terem del
xado passar o prazo de dous annos, assignado
para esse fim, nao linham direito a indemniza-
gao alguma e maioria se afigurava qua os
bancos, approvado aquelle artigo, se mostra-
ran* exigente na coolagera dos juros e viriam
Junto a esta exposigo os clculos que man
n com.-gar essa emlsaao sobre que entendiam naquella poca que as ndcmni-
ouro no duplo, sem haver primeramente com zagOes nao passavam daquellea1 In
pie a lo a eraisso sobre apolices, vUto que a
emissao
can
sal
sco sobre ouro era a addicional, siguifi dei organisar para serem conhecidas as1 respon-
do aue ella t poderia comegar depois de sabilidad-.s qua lm de provir das r.demniza-
sfeiU a emissao principal composla de ms ges com as bases indicadas, assim como as
late do capial sobre apolices e metade sobre
our-
Da analyse da conslituigo do Banco verifica
se, entretanto, que emittio a eievada somma de
15.358:2000!0, sera que houvessa depositado
uraa s apolice sobre a qual se baseasse a sua
emissao. .. ,.
Eoi tambem esta, como ja dissemos, a siiua-
gao dos outros bancos qua fallaran*, quasi lo
do< aos encargos de sua creago, dando lugar
ao ppareciraento do Decreto de 7 de Dezembro
de 1890, que a lodos impaz a obrigago de cora-
plearem a sua emissao no prazo i nprorogafel
de 2 annos. sob pena de decahirem do seu di-
reito de emiltr.
Circurastancia an la de gravidade e digna de
diz respe.tu ao modo por
petigOes e memorias que me foram aposenta-
das pelos interessados.
Tratando-se de uraa questo imprtame que
joga com grandes interesses entend do raeu
dev r trazer-vos esta exposigo documentada,
na qual deixo consignado o meu modo de pen-
sar e aguardo a vussa deliberago.
Rio, 2 de Fevereiro de 1895.Francisca de
Paula Rodrig es Alves.
-------------------------------- *- 1
Governo do Estado de Pernam-
buco
TRIBUNAL DJ THESOURO
Seccao de 14 de Fevereiro da 1895
PRESIDENCIA DO SR. DR. PEDRO JOS
que d.a respeiio ao modo por d'AlmEIDA PERNAMBUCO
Sue se conslituio o lastro para a eraisso do Secretario, Dr. Mariano A. de Medeiros
o lastro
Banco de Pernambuco.
A emissao foi de 15.5 8:2003 0); o lastro
aue a garante consiste em 875,077 segn lo
os termos lavrados no Thesouro. O lastro rea!,
narm o cffeClivam tita depositado, de......
47J.'77 a outra parte de 10 .O'JO foi ficti-
ciamente depositada, constitutndo se o Banco
devedor ao Tnesouro de ual quanlia, cujo pa-
samento na) realizou al esta data.
O lastro, portanto, de 475--77 que, ao cam-
bio par, importa era 4.2!:75'Ju0l>, eaia co
brinlo eff:clivamente a eraisso da..........
15 538:20030)0 ou mais do triplo do seu valor.
estas condigOas seria licito indagar se tem o
Ba'nco direilo a uraa indeinnizago, se 03 ter-
mos do art. 5. da lei de 23 de Setembro nao
fossem conceb los era termos lo genricos.
Rduzido, porlanlo, a apolice 1 o lastro de ouro
desse estabelecimenlo cora deduego da sua di-
vida dever-se ha proceder ao raesrao calcu o
precedentemente estabelecido, nolaodo-se, po-
rtn. que nao tinha o Banco direito ao auxilio
para garanlia de Ielra3 hypoluecarias.
Assentadas as bases para o accordo com os
bneos regionaes, resta indagar como deyem
ser pagas as inderanuagOes, uma vez fixado o
seu quantum. .
Era diversas exposigOes escripias que me fo-
ram apresentadas, os bancos reclamantes sug-
gariram, por seus procuradores, dous alvitres :
a) ou pagar as iodammzag'S por meio das
apolices ou ouro constitutivos dos lastros;
b) ou em dinheiro para ser levado em conta,
opportuoameule, do fundo de garanta.
O Decreto n. 183 C, de 23 de S'lamb-o de
1893 no art. 5. estabeleceu que a indemniza
cao dever ser feita : .....
por conta Idos recursos destinados a
conslituigo do rundo de garanta .
O-a, o fundo de garanlia c coustituido pelo3
juros das apolices em qua-so convertidos os
lastrps dos bancos (art. 8 ) e nao se confunde
absolutamente com os lastros, como se de ora-
ban
Dec
de
3 do contexto de lei (arls. 8.' e 9.') e do
eto anterior n. 1167 de 17 de Dezerabro
.ffi/XTK Vportaniporeonirtourd a for5a
Decises
Jos Gomes Leal.-Tome-se por termo a anga.
Padre Germino Walfredo de Souza Gurjo,
vigario da freguezia de Panellas. Approvadas
as contas. ftcando o -.peticionario exonerado da
fianga depois de feita a competente nota no
respectivo termo. .
Jos Francis-o dos Passos Guim raas. suc
ces-or de Minoel Joaquim dos Passos uima-
raes, na Tabacana ra da Imperatnz n. 5 -
Deferido, para o tim de ser excluido da colle
cta relativa ao imposto de classe n. 8, dndose
ba xa da execugo.
Tenente Pasctioal Lopes Tieira d Almeida,
callector do municipio de Garanhuns. Tome-se
por termo a iianga depois que fr saUsfeita a
exigencia do I- art. 18I do regulamento de
2 de Juiho de'8'9. m, .
Rosalina Maria da Conceigo Oliveira, pro-
priet^ria da casa n. 4 do becco da Pindobi,
freguezia do Recife. Indeferido, de accordo
cora as informagOes.
Recurso de Manoel Ferreira Leile & .. (!a
sentenga p-oferida palo Inspector da Alfandega
de 24 de Dezerabro ultimo, julgan lo procedente
a apprehenso de 500 saceos de assucar branco,
feita pelos empregados da guarda-mona a boi-
do da barcaga Nina II.-O Tribunal do The-
souro conformndose com os fundamentos da
deciso do Dr. inspector da Alandega, nega
proviraento do presenta recurso.
SECRETARIA DOS NEGOCIOS DA FA-
ZENDA
Despacho do dia 20 de Fevereiro de 1895
Manoel Antonio de Oliveira Brando.-Infor-
me o Sr. Dr. Director geral.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
Despicho do dia 21 de Feve'eiro de 1893
Man el Joaquim da Costa Cabral- -Junte o
peticionario, nos termos dos art3. '49 e 2:0 do
Rgulam*nto de 2 de Juiho da 1879, atistalo
destacada, do qual se verifique a occunariAC
ledenudade da casa aleada 1 conste?,^^
expido P gUe' CUj0 P^-wnt"
Alfredo Duarle d Oliveira e Souza.-Roaist.
se e fagam-se as devidas notas.
RiS'JliJ?s6A,e L;a.mPos' L3ncio Luiz ate
Ribeiro, Joo Carolno di Gas Cavalcaatec
deradDe..SoBza Maia-A con,ad'-ia p--
r,:!ft0dn0 -M'6-!'?-0 de Carvalho Pugr.-St-
rnmn?n|--Sd'na""S"'ad0r ,,a HecebelSria,
de taP,rahpahIndUS,,rial A3^careira, CorapaDaia
riL Tnrr, 1i;"lslI"n.0CeQrit Aulunes de S
m Jlrr,'uLu z Rodr'Sues Vallares, Jos Ba-
Sm.%! ?flinf, e |Jereira Carneiro & 0*1
Hoja vista o Dr. Procurador Fiscal.
Dia 22
n?h3i"Z? Franci,3ca da Conceigo.-Tottec
Receb .doria para de novo informar.
Rozlina Mana da Conceigo Oliveira. -km
pDrteiro para entregar ao inleressado.
Jos Ottoni Ribeiro Franco.-Informe a Dr. Sb-Director da Contabelidade S
Padre Genuino Walfredo de Souza Garifa
Paschoal Lopes Vie.ra, Joo Francisco dos P:
sos Guim.reso A' secgo do Contencioso.
Arthur dos Santos Oliveira, Beltrando Perc
deAzevedo Jos Francisco'dos Santo* JL
Francisco de G?8 Cavalcante.v contadora
para os devidos fins. i-ouiaQoy.c
Antonio Domingos Pinlo e Tavares & Freire.
-Ao Or. Director da Contabelidade para iafr-
Jos Ricardo di Costa.-Certifique-se.
Servindo de protocolista,
________Francisco M. Ferrein.
DESPACHOS DA PREFEITL'RA MUNICIPAL
DO RECIFE
Gaspar Augusto Soares Leile e outros. -Re-
ferido era vista da inforraaro do Fiscal
Joao Alves de Freitas e outros.-Concedet-
llll calCamen, no Est*"lo era que .
Luiz Gongalves Loureiro.-Era vista da te.
entendido. Repar,isao comPelente nao po&
Antonio Pereira de Azeved0.-Deferida fa
accordo com o artigo 30 88 1 e 2 da lei a. I
Eduardo Paes Caminha e oulros e AngeeO:-
zar.-Concede-se.
Joo Joaquira da Silva Alves e Frederico jav
quim Lobato.-Deferido em vista da iaforrtt-
gao da Contadena.
Directora do Cl b Internacional do Recife.-
eferido de accordo com o parecer do Engeafeei-
ro Municipal.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recffe,
21 de I-evereirod: i89>.
Servindo de porteiro,
Innocencia Crrela Maia.
i I
"
*
RECEBEDORTA DO ESTADO DE PERNA^
BUCO
Despacho do dia 21 de Fevereiro de S9S
Martins Fiuza & C-, e Wilson Sons & C.-In-
forme al.* secgo.
Viuva de Jos Llemenlino & Filbo.A sis.
da informago, deferido.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimartx.
ESTADOS 0.4 (AU<*
NORTE
Par*
Datas at 16 da Fevereiro.
Por decreto de 7, S. Exc. o Sr vice-
governador coavocou o Congresso Legis-
laiivo do Estado para o dia 7 de Abr
prximo, nos seguiates termos :
O Vice-Governador do Estado, tesa-
do era vista as commuaicacSes que Ike
foram feitas pelos primeiros secretari&s
do Sead e da Cmara dos Deputados.
em ofB.cio8 de 31 do mez fiado, e
ter comparecido s sesses preparatoriat:
daquellas duas classes do Congresso ai-
mero suficiente de senador2s e eoata-
dos, para poderem ellas funecionar *m
sessao ordiaaria, conforme praceitua c
art. 3* da Coastituic'io ; e considralas
que o Estad nao pode ficar privado da
lei de orcaraento para o exercicio de 18S5
a 1896 e de outras de interesse publico qs?
devera ser decretadas pelo Coo^retso a
correte anno, resol ve convocar o raesme
c gresso nos termos do cit do artigo de
Coostituico, para reunir-se no dia 7 de
Abril vindouro e funecionar por espxee
de dous mezes.
c Palacio do Governo do Para, 4 de
Fevereiro de 189">. Gentil A. de Ke-
ra'.s Bittencourt.
Le-se V A Provincia do Para de % ~
Hontero, ao amanhecer, A Provincia,
do Para, teado durante a noite anterioc
recebido despachos telegraphicos confir-
mando a noticia da solucao do litigio ea-
tie o Brazil o a Reoublica Argentina, ar-
voroa as suas bandeiras na fachada de
ed.ficio que oceupa.
O palacio do Govarno e o palacete d*
Conselho Municipal, a Cmara dos D-pa-
tados, o Lyceu Paraense e a Imp eo.se
Official tambjm embaadeiraram com a
pavilhao nacional, sendo topetado na la-
fendencia o estandarte do municipio,
A' uma hora da tarde recebeu o Se
dedembargador vice-governador do Esta-
do communicaco tebgraphica do Sr. m-
niitro das relac3es exteriores sobre o de-
senlace da questo das Misses.
S. Exc. determiaou que fosse encerra-
do iramediatamflnte o expediente uas re
particoes e3taduaes e que, noite, 4
bandas d> regiment estadual fossem to-
car em freate s estacSes publ cas.
Da 10 :
No m.z de Janeiro ultimo o valor ofi-
cial dos gneros exportados por esta poi-
ca foi de4,128:735^450; sendo: debar-
racha 3,**3:793$27 e de outros genaro
23t:942(J180, o que faz notar ter a bor-
rocha concorrido com 93 1 t2 0[o para
.norimento das nossas operages com oe
mercados consumidores.
Em igual mez do anno anterior o rtff*-
rido valor official oleviu-se a somma ie
4,540:241 $576, sendo 4,371:6n28'7 de
l
k


torrad "163:618875 de outroa gene- > perd do territorio coateslado seria um perigo
constante para o Brasil; aUcos diz -m qae seria
ros
IV arlo d Penamtouco Sabhado 3 de Fevereiro de 18%:
9' M>
Cotejaos
cima, erifca-se
os os algarisruo3 registrados
Em'w95 :
Para mais : borracha 527:829 5547
Para meaos ." outros gneros 116-"3"235 (21
Eicesso a favor de 1894 4ll:5C6S 126
Chegou 15 e no mesmo dia assu-
mio o cargo da Governador o Dr. Lauro
Sodr, cuja recjpcio foi brilhantissima.
A Provincia do Para de 16 preceden
as noticias das festas das seguintes li-
anas :
E' imposs Tel dizer precisamente o
que foi o desembarque do D Lauro So-
dr, estimad) Governador, regressado
hontem do sul a trra onde nasceu e que
administra sabiamente.
Urna cousa extraordinaria, urna col-
lossal demonstraos-.) de apreco, urna tri-
plica raanifestaco honrosa para quem
foi objecto dalla, para quem a promoveu
e para o povo inteiro que a ella asso-
ciou-se com a mais admravel exponta-
neidade.
At entao Belm nao havia tcstemu-
nhado facto igual.
S parece que a populacho d'esta ci-
dade, saudosa por alguns mezes de au-
sencia do Ilustre moco, que tem sabido
dignificar a tradicao dos tempos da pro-
paganda r'emocra'ica, firmando na alma
do povo prense os santos principios da
liberdade e do direito; s parece, dizia-
mos que a populacho da Belm anceiava
por alagar n'aqnelle momento solemne a
saudade que experimentava.
De outro modo nao podemos explicar
o facto que observamos : durante cerca
de duas horas chuva torrencial desabou
sobre a cidade, depois que o vapor Joao
Alfredo desatracnu do paquete Maranho,
tendo recebido o estimado paraense; poi
bem, a enorme massa o povo que aflui-
r ao littoral e fazia regorgitar as pontes
"eos trapiches, fhi permaneceu firme,
a espera do desembarque.
Procuremos todava, tanto quanto nos
fGr possivel, reunir de uosaa memoria as
netas do imponente espectculo que ob
servamos, para transmittil-aa aos leito-
res .
H arinli
Datas at 18 de Fevereiro :
Omegaram as sesses ordinarias do
Congresso 7.
Cear
Datas at 18 de Fevereiro.
L-sejia Repblica de 11 :
P Ha d us dias houve mudanca de
tempo; aatlimosphera mostrou-?e carran
cuda a amencadora ; as mares do pen -
lunio furam enorme! como ha muitos
annos nao si viam iguaes,o que, segundo
dizem os entendidos, prenuncio de
bom invern.
Aqu tivemos apenas hontem urna chn-
vinha de 7 milimetroa e durante a noite
outra de 3 1 i2; mas l para as bandas
de Maranguape e Pacatuba ribombou o
trovo, em dos tem perada Z Pereira.
De Aracaty eaberaos que hontem e
hoje chuveu bastante, bem cont em So-
bral e em Tuerezina.
De Cas:avel dizem:
Aqu tem cah.do algumas chuvas
conservando-se a atmosphera sempre car-
regada, baixando o thermometro cent-
grado de 32 a 27 : chuvas torrenciaes em
Ribeiras, Pirangy e Chor ; ao norte em
Capengas, Rodeador, Rbeiro, Baixinha,
Iguape, Capim-Roca e outres lugares .
Da Quixeramobim dizem as 7 horas de
hoje :
t_Muita chuva durante toda madruga-
. da e parece continuar hoje.
Chuveu em Bib, Pacatuba e Ara-
coyaba, segundo nos dizem da estajeo
central de Eaturit .
De 18:
Durante o anuo de 1894 foi esta a ex-
portacao do Ceara para New-York, con-
forme a nota que obsequie smente nos
forneceu o Sr. William Mardock, digno
agente consular dos Estados-Unidos da
America do Norte neste Estado :
JU 33 3, d '. ir. i;
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te (O D h- J ffl -1 O 1 >
o II f
CS .Cli-tn'Ji*
virialai^oie a parda do R o Grande do Sal e
talvtx ie Sania Carnario e Paroa.
A New Yj:W Tribuno, pr;o.lpal orgft) do
partido republicana, leOS graalcs elogios ao
U'So do Rio Branca.
Di qae He perteice ve!ba esco'a de dipla-
uiaii'', rn ou" Q/aroa seo pai e ortroctor, os
q:..e8 nS; a'irfJilaa em na-uluo oa osie-itac o
que coodoien as mais delicadas negiciio s
o a habilidade da extrema prolencia a sol*
Oes P8tadJ9.
Coninai a 8cr mu io couprimentado o Bar5'
1o Rio B.-ao o; ecaasou uvn Rspobllca exce:-
lente impresso a r.oncia do modo amistoso para
a Repuolica A"k> mina, como os brazileiros re-
ceb^ram a noucia da decifao.
Gontioaam os lempo aes no Ocano Allaa-
tico.
* Cbegoa a Nvw Yj k o Saacogne da Com
panhU Ti.neatl-'.niica rebocado pelo C*l'.ie.
Sui lojgj dercora, qoe o fez ]olg r perdido
por todot eaiei V.as, prutu da ruptura no pie-
lao da macuioa.
Esiedess.ie sccjelealLa por ecca? ao de
ara temporal rae p'odnzio ootras avaria no ni-
v t jrBand;-sj a viugeu) dedeeolao ptnoslss."
ma at qae o Ceitia u-s >a o retoque.
A estrada do Gj co^oe, pois, foi um vorda-
ir-.ro tnompho: tudca os uavioa surto co porto
embandeiraram.
Syjipa'.bica maoifestsgSo fui fe ta as1 pas'3
firoi oor io. por part? te pare tes e angas
:-e::d. todca recebid03 com vivas de.noQJiracocs
le alegra por enorme muliido ao desemba"
O tribonal marcial d H;nclulP; signado
otica8 re.eoidae d^ N=w Y k. cojdemoon
peni oltima oa iodid.dus cbe!ei da reyoloca
res!aoradorr. incla-ive a ex- raiflba Ly.'ii.
A feateotd foi jolgida em instancia superior e
a peua para toaos os od.u*adE c mmatou'se
ea desterro.
Naqoclla capi;.l coonoa a p-i-Jo db pessja-
p.T ueonoclaa de catcplictia !e na rc-votta re*
H*wtix.r.
Ua redictor 8 dos joroaei de oppoeffiao i*
fora.c tntrvoea ao poder judlriano.
otrog 'ndtvdoos crjii pena Uva am com*
ojtitji-ao, se^uiram ji para o deter.'o.
Bio Grande lo Norte
Datas at 17 de Fevereiro :
No dia 11 encerron-se a sessao extraor-
dinaria do Congresso Estadoal, tendo sido
votada a lei do orcamento. Essa lei
inanteve o imposto do gyro commercial e
reduzio a 6 O'Q o imposto de exportado
de algodo e de pelles.
EXTtRIOR
AMERICA DO NORTE
Balado* Unido*
O D-. Zib tilos declaron que, oepois de ier lirio
agora a Kxoosco apreseatada ao Arbitro pe.
Mis.-So E-pedal do Brazil. reconhece qa? e-:
sai pj tfia deixar de dar a deci-So que deu en
favor do Brazil; pola deparoa neese trabalfio
com provas declsivsg, Inldramente deconbrci-
das o Cjveoj A'geotino.
Acere (eoiou o Dr. Z;ba'!oi ja? ness mesao
s Lti1 j dirig) ao sea Gjve-no am effi io pa a
ser parilicado pela imprensa, tenso I. Kxc. viai
talo a cada om des minis.'os brazileiros.
Os argeotinoa qae acbam-sefem Wasbingio
expdcam o ioaucceaso de sai cates, dii-nso
<* que a Mi-sao hspecial do Brasil a presen tou al-
^ornts pro y s qae elles nSo coobeclam.
i commeDtaroa da topreosa sobre o laudo
f iotDuito favoravels causa do Brazi'.
Msilos dos orgos principies recoabecem qoel
FI\A\jlS E l.QUllElMit
Financias do Brazil
Ojornal Statist, a proposito do emprestuno de
dous rnilliOes sterlinos, levantado ltimamente
pelo nosso governo, deu a estampa este ar-
tigo :
NQo tem fundamento a versao de haver o
governo emittido em l'ariz letras do Tliesouro,
alm das que o foram em Londres; e minos
de crr que os agentes financeiros do Bra il se
prestassem a levantar dinheiro para aquello
pai, se ra/.o houvese para pensar que o Bra-
zil eslives3e procurando em outra prac,a fazera
eniissao de um emprestimo.
ICin poucas hora a9 lelraa do Thcsouro foram
lomadas, e uctualm.'ote itn um agio de 1 1|2,
que parece exagerado, pois 7 |0 C um grande
juro; mas para lembrur que o Urnzil ultima
mente atravessa duros lempos de provacao, e
por venlura lera anda de pedir granles som-
mas em breve espaco.
Nao se contraluo anda o grande emprestimo
para amorsar os contrahidos, se estamos bem
informados, e de recente data o ficto de que
a revolta da esquadra s leve termo no comec>
do verSo e que foi u novo governo empossado
apenas no outomno, e por isso fcil de com-
preliender que o novo ministro da fazenda en-
contra-se as naneas do paz era grande con
fuso, e que anda nao possa saber ao certo a
quanto monta a responsabilidaJe pelo despen-
dido cora a InsurreicSo.
(Jonsideravel paite dos pagamentos foi feita
era papel-moeda novimente emittido; mas jul-
girnos que hi ainda inmenso numero de recia
maquis que nao foram lomadas era coniidera-
co.
Por melhor vontade que tivesse o marechal
Peixoto de aplainar o caminho para o seu suc-
cessor, nao era possivel, a elle e seus ministros,
examinar as varias recia.naques nos poucos mo
zes que Ibes restavara, e de preumir que ha-
ja grande numero e de varias especies que ro
querera tempo e Irabalbo para ser devidainente
estu la las.
Pode dizer-se que o governo, alm de averi
guar suas responsabilidades, deve igualmente
provar que pensa adoptar moa norma, que in
spire a cotiflanca publica no paiz e no estran-
geiro; mas chegar d'aqui concluso deque
lia reclamaQ.'S implicando a liquidacao de tal
ou qual qu'iiilia e que existe em ci:culacao ira-
mensa qu.inlidade de papel-moeda, apenas o
piimeiro passo, devndo ser o seguinte o pro-
curar restaurar a ordera no curso do papel-
moeda e levantar o crdito da nago.
K' provavel quo casas do continente facam
ollera ao g veino do Brasil e temos motivos
para acreditar que algumas o zerain, mas que
foram rejeiladas e lora .le duvida que as re-
novaran) desde que couhecerara que o Brazil
precisa de dinheiro ; e tanto quanto concerne
ao mercado de Londres, pode dizer-se que a
exacta responsabilida le do governo deve ser
tixaia e que alguma cousa deve fazer se para
salvaguardar os interesses dos portadores de
ttulos de einprebtimo.
Na Argentina tivemos a prova de qual a
consequencia de dar crdito raui fcilmente a
um governo insolvavel. No ba grande casa
ingleza que respeite o seu proprio prestigio
que cuido razoavelmente dos lolereases d'aqu I
les pue p:m a sua contianga n'clla, que siga
os passos dos que Acarara implicados no
kraek argentino. O Brazil. se quer ver
crescer o seu crdito nos mercados monetarios
la Europa, deve se convencer de que lera de
combar pondo era ord m as su as ("mancas.
Nao obstante estas uprociac6"3, bem lonse
est da nossa ment o negarmo3 os recursos do
Brazil que sao vasto?, que tern um brilhante
futuro diante de si, o que bem se tornou paten
le durante alguns annos passado1, tendo sem-
pre o Brazil mostrado nao s desejos de ser
leal com os seus credore*, como tambera o de
naoter a integridade da R 'publica.
Posto isto, que exaclo, inlere-se que um
mel oramento sensivel ha de liaver no crdito
do Brazil, se o seu novo governo se dedicar a
cortar os gastos, que so suscepliveis disso
sem prejuizo publico, retira do naturalmente
com prudencia e cuidado, mas progressivamen
te, grande parle do papel-moeda em circula-
gao.
As marinhas mercantes do
mu 3 do
(Dd Jornal do Commercio)
M. G. Mulhall, conhecido estatistico. compi
lou e publici u no numero de Dezemb o ultimo
da Contemporary Revew alguna dados inslruc i-
vos sobre o commercio de transporte do mundo;
limitando aos navios de alto curso, e nao 6
de navegagao cosleira.
As principaes concluses apontarlas pelo
factos colligidos pelo Sr. Mulhall so os seguin-
tes : que a Gran-Bretanha pos3ue 56 /o da ca
pacidade de transporte do mundo ; que a com
raercio entre a Gr Brclanha eas suas colonias
augmenta muito mais rapidamante do que o
commercio de transporte em alto mar no mundo
em geral; que os marinheiros da Gra Bretanha
carregam raais mercadorlas por cabega do que
os das outras nagOes, e quatro vezes mais do
que os marinheros inglezes carregavam em
i86i);e, finalmente, que a perda aooual de
tonelagem por naufragios, comparada coma
toni'iagem em servigo, apenas de metade da
perda annuat de outras nacOes.
Nao somente a bandeira ingleza goza aclual
mente da mesma preponderancia no mar, que
tiveram os Phenicios nos tempos primitivos, e
os Italianos na itade media; mas essa prepon-
derancia est sempre crescendo. Desde I84S
que a tonelagem de n.vios quecursam o ocano
com bandeira ingleza trip'ncou, ao pasao que a
tonelagem das outras nacs duplicou apenas.
Para dar os algarlsmos exactos, a tonelag-m
nominal daGr-Brelanha elevou se, 18i0a 1892,
de 3.310.000 a 0.130. 00 tooelacas, ao passo
que a tonelagem nominal total coberta por
tolas as outras banderas aograentou apenas
de 6.070.004 a 2.670.000 toneladas. Mas,
mesmo estes algarismos nao dao idea adequa
da do desenvolvimento da navegagao ingiera,
devido rr.aior proporcao de navios a vapor na
marinha mercante da Gra Bretanha.
Concedendo que um vapor, podendo fazer
tantas viagens mais por anco se suppOe pos-
suir qualro vezes a caoacidade de transporte de
um navio de vela de iguil tonelagem, o Sr.
Mulhall calcula q'ie a capacidude de transpor-
tar da marinha mercante ingleza em 18 2 foi
da 27.720.OilO tonelada1, contra a capacidade
total das ouiras nage*, de 2I.I20.0O) tonela las.
Isto montn a 56 do todo.
Em seguida Gr Bretanhn, mas com um
grande iutervallo, vera : a Scandinavia, cora
urna capacdane de transportar de 4.210.010 to
neladas ; a Allemanha, rom 3.870.0OD toneladas;
a Franca, com z.'ilO.000 tonelada?; a Hesnanha
com ?.020.0 0 toneladas; os Estados Uni I >s,
com 1.6iO 0 ni toneladas; 'e flaalmente, a Italia,
com 1.410.000 toneladas.
No c*so dos Estados Unidos houve um decre9-
cimo de 80 000 toneladas durar.le a decada
precedente a 189!.
O augmento da capaci lade de transportar da
Franga durante a mesma decala foi muio
pequeo, apezar da Franga pagar cercli de
5.000.000 de francos annualraente de premios a
sua navegagao de longo curso.
Examinando o quadro do Sr. Mulhall das en-
tradas nos porto?, vemos quo o {dos Estados
Unidos augmentaran), entre 18-12 e 1*92, de
14.6-50.000 toneladas a 18. 80.-'00, oa de 2' i
por cento; as da Europa Continental na misma
(leca la, do 67.710.0 U toneladas a 9 '.450.8*) ou
33.6 por cento; as da America do riuLjLr. rf
9.120.00) tonela las a I5.530.CO.) oj|H por
cento, o as das colonia^, comprenen-S
termo todas as po seses transmarralTCas po
tencias europeas, de 34.390.000 a 5J..230.0J0
toneladas.
As entradas em portos daS coloiias inglez*s
somente, expanliramse denlro do memo pe-
riodo, de 2).7iO.O'Oa (9.610 000 toneladas, ou
a 54.' or cento. Outro quidro das entradas le
navios asando de bandeira ingleza, nos portos
do mundo, torm verdadeiro o dictado di que o
commercio aompanha a bandeira, mostrando
que as relagOes commerciaes entre n Gr Ure
tanlia e as suas colonias augmentaran) mullo
raais depressa do que o omraercio dos portos
do Reino Unido, ou o commercio entre u Gr-
Bretanha e oulros paizes.
No que diz resp;ito efll:acl:i comparativa
do raarinheiro inglez, um quadro cuidadosa-
mente compilado d tolos os navios dejaogo
curso do mun*>, incluindo todos o< vaporea de
mais do 100 toneladas etodos os navios de vela
de mais de 0 toneladas, salienta o facto qe.
em tolos os paizes ruaritimo3 cin^iderados
conjunctamente, ha urna media do 28 toneladas
registradas para cada marinheiro, ao pisso que
na Gr Bretanha a rae lia de 3-* toneladas por
individuo, ou 40 0 mais do que a proporcional
usual.
Provas rtasuparioridade do marnheiro mgl -
firnece as tambera um quadro de nufragos
colligido dos dados aprestado. polos quuro
pai/.es que fazem eslalislica3 espnciaes sobre o
assumpto.
Parece que nos aano3 de 1888 -89 9' a por-
centagera da tonelagem perdida por naufragio
relativamente tonelagem existente foi : pira
a GrS-Cretanlia de 2.4 por cento para a Alle-
manha de 3.2 por cento; para a Franga de 4.5
por cento e para 03 Es'alos Unidos de 6 8 por
cento.
O Sr. Mulhall confossa, coratuio, qua loda
essa espantosa dilfere ,ga n> pode ser atlri-
buida i supenoridade dos marinheiros ingle
zes, pela razo da que a marinha mercante
ingleza lera maior proporgo do navios movidos
a vapor, e esta, perfi'itam ;nte provado que os
navios de va eslo mais sujeios a perder-se
do qu os vapores, sendo a differenga de quatro
para tres.
srasassiiss rs.rn.Mcm;
COLLECCIONADAS POR
.\Ielchisedoch de Albuquerque
Lima
ySYJBRBOtO
OiaSS
1631 Vintc navios hollandezes, sob o
commando do almirante Liclithardt, deixain o
porto do Recife cora d:stino 4 Parahyoa. ,.
Abordo .lestes navios iam l.3no :oldado3
commandados pelo coronel Sigismundo von
Schkoppe o acompanhavara a expedigo o com-
missari Gysseling) e conselheiro Sirvatins
Carpintier.
Tendo aviso do occorrido, mandou Mithias de
Albuquerque ordera ao capit) Laurneo Ca-
valcante para qnecora toda sua gente deGoyan-
na, raarchasse em soccorro da Parahyba.
Exoncraci-O Dr. Secretario 4a Jus-
liga, NegO'-ios Interiores e Instrucgo Publica
por portara de 2 do corrente resolveu exo
nerar o bacharcl Erancisco Pinto de Abreu do
cargo de Io promotor publico do municipio desta
capila'.
Falleel:nentn -Cumpro eus das vola
dos pratica das raais preclaras virtules no
sei j da vda domestica e como hornera publico
o illustre e antigo magistrado desembargador
aposentado Dr. Joaquim Barbosa Lima,
Seu falleciraento, noticiado por telegrararaa
le hontem, deu se in fazunda de seu lillio Dr.
Jofio Paulo, onde fra convalescer de molestia
anterior de que tinha sido icommetlido.
A lutuosa noticia cnclteu nos do mais justo
e profundo pezar.
O desembargador Joaquim Barbosa Lima era
um dislincto brazileiro, ornado de servigo3 os
mais relevantes prestados em sua gloriosa car-
reir de magistrado; pai de familia exempla
riasimo; corago abarlo a todos os impulsos
de beneficencia ; amigo extremoso e leal.
Nasceu na cidade do Aracaty do Estado do
Cear a 22 de Dez;mbro d 1833.
Veto para este Estado completar 03 Sfus es
ludos preparatorios em 1857 a iSSi ; casbu em
primeiras nupcias com Joanna Augosia
Eerreira Lima e em segundas com a Exma.
Sra. 1). Rita Cintra Barbosa Lima.
Tendo-se matriculado na Faculdde de Direi
to, fundou aqu um instituto de educagao deno-
minado-Nossa Senhora do BomGonselho-
era que receberara instrucgo para os cursos
superiores muitos alumnos, ijus vieram depois
a oceupar as posiges mais eminentes na vida
publica, e onde ffereceu abrigo e amparo a
mocidade pobre que a elle recorra.
Obteve o gru de bacharel em direito em 18i0
como um dos primeros estudantes de aua
classe.
Dedicou so vida de magistrado, tendo sido
Horneado Juiz Municipal e de orphos do termo
de Sobral, passando a direi.go do Instituto Bom-
Conselho a seu cunh-ido Antonio Augusto Fej-
reiraLiraa; foi removido do termo de Sobral
para o termo do Rio Preto no Estado de Minas
Geraes e depois para a vara especial de orphos
da capital do Para, onde corapletou o quatn
ennio.
S:u distincto merecimento comprorado por
assignalados servigos foi logo galardoado pelo
governo, que o nomeou Juiz de Direito para a
omarca de Tocantins no Estado de Goyaz, no-
vanunte creada e em grande parte rabilada
por indios Apinags ; em seu animo generoso
e patritico nao caba a recusa de urna nomea-
gao que Ihe preporcionava to bello ensejo de
por ao servigo da causa da civilisago.do seu
paz todo o eaforgo de qua se senta dapaz o
ambicise. Nomeado em 1867, para all4 parti
logo em 24 de Juaho do mesmo, chegando i re
ferida comarca em 30 de Julho, apoz fonga e
penosa jornada.
All esteve durante tres annos. Espirito act
vo e eroprehendedor, promoveu a cathequese
da raga indgena, chamando mais de 70 indios
ao gremio do cbristianismo, de que era um dos
filhos mais fiis, fazendo com que recebessera o
sacramento do baptisno e constitussem faBlia
e reconslruio a cadea.
Em Dezerabro de 1871 foi nomeado chpfe de
polica da provincia de Sergipe; nessa rnmJs-
sSo deraorou-se pouco tempo; tenlo prjrern se
deserapenhado d'ella com a mxima dulincgo
por sua imparcalidade e tino administrativo
attestados por todos os orgos da imprensa.
Em 1871 foi-lhe designada a comarca da lar
peratriz no Estado ento provincia das Alagoas;
teve de sustentar ahi renfiida lucta com alguns
do chefes polticos de ento era defeza dos io-
tresses da Justig desenvolvendo a mais vigo-
rosa energa para a punigo de celebres crimi-
minosos protegidos pelas influencias polticas
d'aquarlla apocha at sob ameagas de ser assas
sinado.
Apezar das perseguigOes qne Iho moveram os
chefes polticos de ento, apoiados pelo presi-
dente da provincia, foi mantido na co.narca,
tendo ti lo a seu favor um notavel parecer da
aecgo de Justiga do extincto Consellio d'Esta-
do, firmado pelos coqselheiros Nabuco, Jaguary
e Sayo Lobato, approvando todos os seus actos
inspirados no sentunento do dever
Foi depois para a comarca de Sapucahy em
Minas onde racebeu as mais solemnes raamfes-
(ag.s de todas as classes.
Da Sapucahy fui removido para a comarca de
Parahybuna, deixanlo era Juiz de Fora, termo
da mesma comarca, um monumento que pirp;-
luir* a sua illnslre memoria : conseguio por
meio de uina subscripgo popu'ar construir um
Forum, billoeliflcio parasde da Justiga local,
i inauguragodesse edificio assistirara o es Ira-
pjrador e a ex-Imperatriz e o presulenli do
Conseibo de Ministros.
Da comarca da Parahybuna foi removido para
a '.' vaia civel da capital do Cear; ah ta:nb;m
issignaloa se victorioso contri a guirra que o
partidar3a)0 exaltado Ihe raovia.
Acorapanhando convicto a gloriosa cruzada
pola emancipago dos escravos, nao palia ser in
lilTerenle-por s;u coraco bondoso e huraiuila-
rio, por strthjducago corista e pelo amar do pro-
gresso moral de sui patria ao njbra intuito de
fazer desapparecer do Brazil a instituigo bar-
bara do 'oraera propre lade do homem.
beearrido pouco tempo de suajulcatura na
capital do Cear foi non1; do desembargad jr da
Rilago de Uoyaba, requeren lo depois sua apa-
sentuloria. Fixou ento sua residencia 'na Ca-
pital h'edaral onda era director da companhia de
M;iliora.ninlos da Una do Governadore oxer-
ca a proSssao de advogado.
Dj eu primeiro consorcio teve tres fi'hos,
entre os quaes o Dr. Geral io Correia Barbosa
Luna da scmn.'.o leve de/, filhos, sendo o mais
velho o Dr. Alexandre Jos Birbosa Litni, ac-
tual gobernador deste Eslado.
Sao estes os li eiros t.age.s biographicos de
u na vida preciosa cuja perla nao deixa so-
mante um vacuo mpiehonchivfll no seio da
uaia numerosa familia que v desapparecer
para sempre seu che fe am iroso, o cinfolo, a
ilegnado lar o no seio dos amigos, desolados
em profunda saudade ; mas tambera no gremio
los raais prestantes bra/.ileiros que veem abrir-
se um tmulo para recolher-se quem anida
poda prestir a patria e a educagao da fami-
lia exemplos de grande ertificago.
A i. Ekc oSr. Dr. Alexanlre Jos Bar-
bosa Luna e a toda a sua resunta val familia
dirigimos os nosossentidos pnames.
Puerta le Si! -Os Srs. Alraeida, Ferrei
ra & 0., propnelarios desse eslabelecirajnto,
tendo-o trensferido para a Praga da Indepen-
da ns. 22 30, inauguram-o hoje nessa nova
sede.
Carnaval Parece que os dias consgra-
los Momo sero este auno multo divertido.
Diversas associagOes festejarlo o Carnaval,
dando expen lidos saraos dangantes em snas
sedes, para o que tern revestido estas do gallas
e expedido muit03 convites.
Muitos clubs carnavalescos faro excurses
pelas ras, e a mascarada aonuncia se em geral
muito anmala.
Consta nos tambera que divarsas familias ^en-
donara loma- parte as festas, dando em minia-
tura o espectculo gentil de urna batalha de
Dores e confetti.
Em suma, de suppor que o Carnaval, que
comega amanli, seja alegre, jovial e ordeiro
para honra desla cidade.
Gremio SRientiflcn e Lilterario
T hlas llarretto -Reunio-se ante-honiera
esse gremio, em 6." sesso ordinaria, sob a pre-
sidencia do Sr. Mauoel \ro, secretariado pelos
Srs. Alexandre Deoclociano e Eduardo de Al-
buquerque.
Foi hda e, depois de urna emenda, approvada
a acta da sesso anterior.
No expediente fallou duas vezes o socio Silva
Oliveira, a primeira dando explicages sobre
urna coinmisso de qua fra incumbido e a se-
gunda apresentando as suas despedidas ao gre-
mio, em vista de ter de seguir para o Estado da
Baha.
Em seguida o orador da casa Dr. Luiz Gomes
agradeces em nome do gremio os servigos a
este prestado pelo socio quo retirava se, no-
meando o Sr. presidente urna coinmisso para
ir leval o a bordo no dia do seu embarque.
A palestra luterana constou da leilura dos
8eguint;s truballios:
olympio Galvo, linguagem rauda (soneto),
Ernesto Paula Sanios, Franqueza (onet ).
Manoel Aro, ura trecho da La de mel (do
hvro -Notas pesimistas) e Joo Barretto de
Meczes, A' u na noiva, poesa)
A sessao encerrou-se s 9 1/2 horas da noite.
Bailes carnavalescas -Sabemos, por
nos terera sido enviados convites, que llavera
bailes carnavalescos :
Araanh, no club Carlos Gomes
Durante os tres das do carnaval no c'ub
Fenianos ;
Amanb, no Atheoeu Musical Pernambu-
cano;
Amanda, na Sociedade Unio Farail ar; e
Durante os tres das, na sede do club dos
Philomomos.
Consta-nos que alm d'estas rauitas outras
sociedades preparan-se reilisar grandes bailes
carnavalescos.
Bailes pblicos-Haver tambara du
rante os tres dias do carnaval bailes pblicos
no Eleu Salo, antigo Theatro Santo Antonio.
clubs carnavalescos Sao os seguin-
tes os clubs que, al hontem, obtiveraan licenga
da Qusstura Policial para sahirera em pas
seiata nos 3 das do carnaval :
i.0Club Angolo dw Recife Secretario,
Manoel Pereira Borges.
2.*- lub dos Caladores-Presidente, Jos
Ricardo da Costa Jnior, sede ra da Cruz n.
17 andar.
3.Club Pyrilampos Director, Anacleto An-
gelo da Silva, thesouroiro, Joaquim Jos de
Azevedo, secretarlo, Guilherme Guimares, su
pateo de S. Pedro n. 10.
4. -Club Yeldas Caiadeiras -Secretario, JoSo
Cancio ChardSo, presidente, Joo Guilherme
Gomes Tavares, thesoureiro, Julio Constancio
Simpaio e Socio Bento de Souza Pereira.
5 o -Club Porto Rico -Secretario, Joo Go-
mes da Silva, direjtor, Pedro Nolasco dos San-
tos, thesoureiro, Actinio Jos Pereira e Io pro-
curador, Floriano Vicente Ferreira.
6.-Club Fragata Pagoda-Presidente, Joo
Pinto Coelho de Lemos, sede pateo de S. Pe-
dro n. 24.
T -Club Quadrinho do AmorDirector, JoSo
Manoel Victoino, sede ra de S. Jorge n.
tOo.
8.'Club Tres EstrellasFundador, Joaquim
Jos da Costa, sede ra do Principe n. 28.
9.*Club dos CarvoeirosPresilente, Ma
noel Albino do Nascimento, secretario, Jo.-
Gomes da Silva e director Jos Saverino dos
Santos, sede Travessa do Monteiro n. 8.
10-Maracal Cambn la Velha.Director,
Antonio de Almeida Pinto, vice director, Luiz
Manoel Felippe de Franga, secretario, Jos An-
tonio da Silva Mendonga. Sede, ra da Roda
n. 21. ___
il-Club Mixto Espanadores. Presidente,
Quintino Carneiro Ramos, director, Jos Henri-
que da Silva e secretario Andr Rogerio. Sede
ra do Coronel Suassuna n 238.
12-Club 33.-Secretario, Numa Alves da
Fonseca. Seda, ra do Baro da Victoria n.
2o.
13-Club Tupinambs. Director, Jos Ama-
ro dos Santos. Sede, ra do Socego. em Campo
Verde.
14Club Rosa d'Alexandria. Presidente,
Jos Soares Carneiro. Sedo ra do Vigario n.
18, andar.
15Club Oriental Pequeo (Maracat). Di-
rector Paulino Jos dos Santos. Sede, ra de
Santa Cecilia n. 6.
<6Club diversos trajos.Antonio Paulino
de Queroz, ra de S. Jorge n. 3.
17Maracat Cambn la do Centro Pequeo.
Director, Joaquim Emygdio Amancio da Cosa.
18-Samba Flor d AuroraDirector, Lou-
rengo Andr da Silva. Sede, em Feitosa.
19Maracat Porto Pequeo. Director, Ar*
thur Anio de S Barretto. Sede, ra da Senzala
n. 13.
20-Club Mixto Maruins.Director Jos Sa-
lazar de Franga Ramos.
21Club Mixto Vassourinhas.Presidente,
Joi Banedicto, vice presidente, Adolpho Deus,
I. secretarlo, Maxlmindo Josta. Sede, ra Mar-
cilio Dias n 32.
l -Club Mixto das Ps.Secretario, Augusto
Pinto. Sede, roa do Jasmm n. 15.
2. -Club Quitandeiras Antonia Molla, Leo-
poldina da Silva a Pelro de'Almeida Res, re-
presentantes. SM", ra do Vigario n. tO.
4Club Bom Gosto.=rtepresentante3 Fran-
cisco Andr S >ares, Joo Antanio de S;na, Ru
fino Flix dos Santos. Sede ra do Bom Gosto
n. 33.
25-Cluo dos Sopeiro3. = Director, Manoel
Azevedo Maia. Sede, ra dos Prazeres.
26=Maracat Centro Gran leSandalino de
Almeida Cardo30 Leo. Sede Estrada de Joo
de Barros n. 15.
27=Club Amor da Sempre V;va.=Oi.eclor,
Clemente de lastro Torres, Leopoldo Joj Fe-
lippe Santiago, Osear Jos Felippe Santiago,
Armando Meo les le Oliveira e H^nrique Spen
cer Bnssant. Sede ra Imperial n. 55.
28=Club' dos Ulontras.=Presidente Jayme
Gomes Suraiva, secretirio, Arthur Soares, Ihe-
s ureiro, Affon.so da ilv Santos, director fiscal,
e Joo da diva Smtos Jnior. Ra de S.Jos
de Riba Mar n. 23.
29. Club Fir do DiaRufino Jos Ephepha-
nio da faz, Jos Severiano de Andrade, sede
ra Velha n. 6'.
30 -Club Nigrera3 do Amor Francisco
Ferreira da Cu li i, sede ra do Visconde de
Albuquerque n l2s.
3 .'"lub Velln* de 6) annos -P.-esiJente,
Hanoel RaymunJo de Azevedo, s le ra de Vi-
dal de Nigreiros n. 148.
3!. Club Leo dos Lidadores -Eduardo Eu-
pharsio do Risario, sede, travessa de Joo de
Barros.
33.-Club Pai Anlr Izidio Bezerra das
Santos, s le, Una dos Ralos n. 8,
34.-Club Primeiro do Anno-Diraclor Joa-
quim Augusto Leopoldo, s le, rui dos Ossos
n. 8.
3.-Club Beatas do Recife Director Alfre-
do Octavio Cosa, sle, ra dos Guararapes
n. 48.
36. -Club Mocidade do Amor Presidente,
Jos Pedro da Nisciraento, sle, ra de Lomas
Valentinas n 14
37. -Club Flor da MoldadaAntonio Jo3
Raposo, sle, ra Azul n. 24.
i. lub Linda Flor -Manoel Domingos de
SanTAnna, sde, ra Augusta n. 19.
39. ulb Partearas do RecifePresidente,
Franela Jos da Silva, sie, roa da S. Jorge
40 -Club Pliloinoraos -President;, Manoel
Jos dos Santos, s le, rui da I nperatnx.
4. -Club onquis'adores di Epocha-Prosi-
silente, Firmino d Carvalho, Secretario, Jo?
Alves de Panas,T esou eiio, Eugenio Sampiio,
sle, ra BiiMita do Rosario n. (8.
4. lub Flor de Olin la -Director, Joaquim
Manoel da Cruz, sle, ci lade de OnJu, ra
da Travessa da Vara louro n. }.
43.-Club Bolas de Ouro -P esidente, Jovino
Hanoel da i'aixo, secretario, Antonio Tavar<-s
Rufino Barbosa director, Antonio Matheus d;
SanfAnna, sede ra da Delengo n. 33.
44. Club Apreciadores do B"llo Sexopre-
sidente, Joo Freitas de Sjuzi afagaldias, rice-
presidente, Joo l'raxete.s de SjU'.a Migalhes,
Io secretarlo, Jos Mana Gomes da Sirva, s I:
nos' oeilios.
43. Club '"anua Verde-Director, Jos Pe-
dro M Mides da Cunha. s le pateo da Penha.
46.-Club Diversas Opini-s -Directores, An-
tonio Baptista Campos,"Salustiano Bezerra da
Cunha e Sa'yio Jos da Paz, sJe Estrada Nova
da Imberibeira n. 2
47-i.lub 'lordaDirector Adriano Francisco
Soar!=, secretarlo E lu ir lo Parias do Nascim -n
lo, thesuureiro, Joo Alves Lu>z PessOa, sede
ra do Jasraim n. 8.
48.umbralado .Porto MaracatDirector
Julio E niliano da Brilto, sede.
49.t.lul Estrellado Sul Vice-preside- te,
Manoel Autonio Souz i, secretario, Antonio de
Moura Xavier, thesoureiro, Maximiano Alves
da Silva, sle pateo de S. Pedro n. 6 Io andar.
Unio Typu>graphiea-Funccionou no
domingo ultimo esta corporago em assenibla
I geral extraordinaria, sob a presidencia do Sr.
Joo Ezequiel.
Na hora do expediente orara lidos os segun-
. tes olficios de convites :
Da confiara de Nossa Senhora da Luz, para
'acoraran ar a sua procisso que se realisou no
i dia 2 do corrente.
Da Atheneu Musical Pernambucano, para a
! posse da sua nova directora.
Do MonlvPio dos Operarios Clgarreiros, para
I a sua tesso magna," tambera no domingo u ti-
1 mo realisada.
O Sr. presidente communicou casa ter a
| corporago se representado om todos aquelles
actos.
Pelos Srs. presidente, Manoel d Oliveira e
Theodomiro de Azevedo foram propostos para
socios os Srs. Eparainondas li. S. Gouveia,
Galdino Emiliano de Jess, Manoel Nascimento
Lins Cadas, Francisco Ch gas Silva Bastos,
L-opoldo Filgueira Galvo, Leviuo Joaquim oa
Silva Lino.Sanlino Oliveira, EuefUes Medeiron,
Jos Gome3 de Souza, *bias Gullenberg Reis,
Joo Antonio dos Santos Cavalcanie, Antonio
da Silva Agr, Lulgero do Passo, Eduardo Oli-
veira, Joaquim Migalhfies, Candido Rodrigues
de Souza, Firmo Felinto d; Sauza Braga, Pedro
Emerenciano, Joo Baptista Galvo, Jos Trin-
dade e Andr Avelino, os quaes j obtiveram
parecer favoravel da commisso de syodican-
ca.
Em seguida teve logar a discussao e approva-
gao da reforma da le, tendo sido approvadas as
seguintes reformas e emendas :
: ontribuigo da raensalidade de 10OO, era
logar de seraanaiidade de 200 ris, comegando a
vigorar do da de Janeiro prximo passalo.
Faculdde das delegadas aos administra-
dores de oflicinas.
Suspenso dos direitos e regalas sociaes
aquell s associados que licarem a dever tres
mezes e omsso do S do artigo da le.
Tendo a commisso de Beneficencia commu-
nicado o reslabelecimento do consocio Custodio
de Araujo, foi suspensa a referida beneficencia
e noracada urna commisso para cumpriraen-
O Sr. preaid.Titfi deu sciencia casa de ter
nomeado coramisfOjs para fazerem intimages
aos delegados que sera motivo justo, anda nao
prestaran) suas coalas, aguardndose a assenr
bla para proceder nos iermo3 de seus estatu-
tos na primeira sesso que fOr annunciada.
Tambera foi noraeada urna comoisso para vi-
sitar o consocio tenente Hermillo Coutinr-.o.
Foi encerrada a sesso s 2 horas da tarde e
convocado o concelho de delegados para o prxi-
mo domingo.
Emprestimo nacional Autorisados
pelo Banco da Repblica no da 28 do corren-
te abrem os Srs. Pereira Carneiro & C, no
seu escriptorio, subscripgo para o empresti-
mo de lt'5;0J0 contos em apolices da Divida
Publica Federal de o Y ao 2uni 'yP de 93
ol realisadas a 10 T no aclo da assignatura,
15 Y era 30 de Abril prximo, 20 '[ em (5
de Julho, 25 Y era 3; de Agosto e 25 Y em
15deOutubro. ra
Sobre as demais condigfles estabelecidas,
podero os leitores ver da publicaglo que so
bre o assumpto fazemos na secgo corapetentee
Loteria de PernainbucoHoje ser
ei.trahida s 2 horas da tarde a 2." lotera c,
do plano de 15:000*000 integraes. no andar
terreo do predio n 45 ra 15 de Novembro-
Telegrammas retidos -Acham se re-
tidos os seguintes telegrammas :
Do Natal, para Faus'o ;
De Maragogy, para Joo Manoel.
Dous avisos, um para Halliday e outro pan
Miguel.
As linhas tanto para norte como para o sul
esto funecionando bem.
Revista da commisso Tecnniea
Militar consultiva-Recebemos dessa
revista 03 nmeros correspondentes aos mezes
de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro
do auno passado.
Saraos gratos ao offereciraento.
He vista IndusrialDe3sa revista pu-
blicada era Minas Geraes temos o n. 13 do an
no II que traz variadissimo summa-io.
Agradecemos a visila.
Falieclmento-Fallecen ante-hontera na
Magdalena D. Mara Amalia Rodrigues Guimv
rss.
A finada era urna senhora estimavel e do-
tada de virtules.
Casada ha alguns annos, deixa diversos fi-
lhos aos quaes enviamos os nosos sentimenlos,
assm como ao seu digno co sor te Sr. Bento
Guimares.
Club Carnavalesco Bengalinhas
Tendo esse club resolvido nao exibir-se no
prximo carnaval, dar um sarao dangante a
ra Marcilio Das n. 137, sua seda social que
estar aberta durante os tres das arira de que
pjssa sr visitada por clubs e particulares.
O Porvir -Assirn intitula se ura novo pe-
ridico que acaba da surgir luz da publicida-
de e que visitou nos com seu i. numero.
Sao seus redactores, os Srs. Parre ra Jnior,
Pachaco Filho.T. de Godoy a Ribeiro do Valle.
Como nao se deve exigir muito de mocos que
ensaiam os seus primeros pa3S03, O Porvir re-
vela antes de tudo forga da vontade e gosto
pelas lettras da parle dos seus redactores- que
soempregados no commercio.
Saulamol o, pois, animando o-a proseculr.
Symphonia Cabense Os membros
d essa ass >ciago rau-ical era sesso de aate-
hontera deliberaran) era Inraenagera memoria
de Antonio Gongalves Pleche, mandaren) fazer
crayon o seu retrato e collocal o no salo da
sociedade; concedecam diploma de socio auxi-
liador elfeclivo ao cida io J. de Barros Pimen-
tel, a de socios dilettanti aos cidados Ubaido
Lobo, Jaciqtho Penira, Gongalo Pereira, Polia-
no Annunciago e Manoel S;nna.
A Leitura-Recabemos p>r intermedio da
Agencia LHteraria o n. 26 d'essa excellente pu-
blicaga quinzenal de Portugal e que eonlinua
a d senvolver brilhantora:nle o seu programan
de dar-nos sempre a3 suas palpitantes novida-
des Iliterarias.
Gratos gentileza da remassa.
Oliiipao-A mesma Agencia nos>bse-
qniou lamuera cora a remesia dos ns. rlO e
112 d'essa folha humorstica brsemanal de
Lisboa.
O Pao -Temos vista o n. 10 dess excel-
lente revista da Padar a Espiritual de que Ja-
mos o suramurio : Os quin/.e dias, Ivan c
Moacyr; -A resposta do Mar, Sabino Baptis-
ta ; -As manchas do sol e ** seccas, Rodol-
pho Theophilo ; -Cbrotnos,* X. de Castro ;
Nevrose. Azul, Leopold Brigido ;-Meda-
Ihas, Moacyr;O exama primario, Arthur Theo-
philo ; Inlima, Livio Birretto -Recados
M.; O luir no 0:ano, Antonio Salles ; A
nossa corre*p indencia; Es ropha Japoneza,
Ni vu-Shima ; I arle ira.
Almanack da eidaide da Fortal -
za-D'esse airaaaack publicado no Cear sob a
direcgo do Sr. Joo Cmara recebemos um
exeraplr.r qua agradecemos.
E' u n Irabalbo pacientemente feito e ulil
quelle Eslado especialmente.
club Ca-navaleseoll xtr dos Pa-
IhaCO i Ess club resolveu este anuo no to*
mar parte no prximo carnaval.
*:lu" carnavalesco Mixto da
I \'in Bcija Flor Esia sociedade te-
"solveu nao tomar parta nos prximos folgares
carnavalescos, tendo entretanto tornado :i deli*
b-r.go de c msarvar exposta, visita das so-
cied ules e do publico, a sua s le, ra Coronal
Suassuna n. 39, durante os tres dias, das 3 da
larde ^ 9 da noite.
iat til aun) Publico -Foram abatidas
no Maialouro Publico da Cabanga 86' rezes
para o consumo publico de hoje.
/
Bxistiam....... 439
Entraran). ....
Sahirara...... 13
F.-lislera....... 449
A sablbtr-
Nacldities. .... 41
Molheres....... J*
^Biranteiios...... *"
Total........ 449
Arragoados -...... 4l6
Bons .,, 91
Doentes ^........ 22
Louco -,...... *
Loucas. .'..-... 2.
Total ..... 416
Moviraento da enfermara :
Teve baixa :
Joaquim Almeida do Nascimento.
Tiveram alta :
Manoel Pereira da Silva.
Joo'Baptista Xavier (soldado).
Jos Duarte Gongalves (soldado).
O vinlio Taz mal ou bem?-Nao rae
cabe responder, diz Edmundo Da Amicis/e
por outro la lo nao desejo fechar a serie destas
conferencias sobre o vinho cora urna palavra
amarga.
Ha ura meio de sahir d'ahi bem, e ess i meio
nao pode ser melhor qua pondo em confr. na-
gao dous dos maiores pintores d'uquella admr
ravel escola hollandeza. ,
Nos quadros de Steen esta representada a or
gia ignobil que substitu a alegra silenciosa da
l'amilia, a algazarra da taverna : rostos estaba-
nados, gesticulagOas obcenas, bracos pendentes
que no dia nao trebalham, e casas desordena'
das que revelara um desprezo" habitual de toda
dignidade e de gentileza
Nos quadros de Van der Helst esto repre-
sentados banquetes joviaes, onde cidados de
todas as ordens do Estado conversam fraternal-
mente ; e sao bellas pessoas, honestas e fran-
cas em que se advinham a firmeza da conscien-
ca e a nobreza da vida consagradas patria;
excitadas, mas modestas cora um sonso nos
olhos que faz advinhar as ancdotas amenas e
as palavras cortezes, e inspirar ao mesmo lem-
po a alegra e o respeito. .
Eis as duas potencias oppostas do vinho, ou
para melhcr dizer : os dous vinbos.
E o vinho de Steen e o do Van der Helst. Um
o veneno que arrasta ao ocio lou'-ura, nir
sao ao tmulo, e deste vinho fujamolo, comba-
tamol-o e viluperamoh). O outro o vinlo
qne faz crguerai mesmo terapo o copo, a fronte
e o pensamenlo; o vinho que d ao jornaleiro
a forga no brago, Ihe traz o canto nos labios; a
alegra da nossa mesa do cada dia, o fesleiro
das reconciliages, das recordagOes, o licor be-
nfico que aquece as veas dos nessos olhos,
que vigora as convalecencias suspiradas dos
nossos meninos, que accrescenta um sorriso
amisade e urna scentelha ao amor; o segundo
sangue da raga bumana. Este honreraol-o e fes-
tejemol-o, abengoando as duas grandes forga3
benficas, s quaes os devemos : a fecundidade
da trra e o Irabalbo do homem.
Novo methodo de cura-Um medico
de grande fama apresentando-se n'uma provin-
cia foi consultado por um grande numero de se-
nhoras que se lamentavam de mal de ervo?,
isse elle em voz baixa a todas: epilepsia-!
Depois de algum tempo, nenhuma raais
d'uquella senhoras se queixou de padecimen
los nervosos.
Casamento civil O escrivo de casa-
mentas que funcciona noa uistrictos do Recite,
Santo Antonio, 9 Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro, ra do Imperador n.
73, 1- andar, edital de proclamas *e casa-
mentos dos seguintes con fahentes.
Segunda publco
Dr. Luiz Anselmo da Fonseca, natural do
Estado da Ba la, medico, cora Mana Abilia da
Silveira Avila, sol tetros, natural deste Eslado e
residentes na freguezia de Santo Antonio.
Ildefonso Elpidio Ernesto de Salles, natural
do Estado do Para, residente na freguezia de
3. Jos, cora Joanna Witravia Magalhes da
Silva, natural d'esle Eslado, residente na fre-
"u zi'a de Santo Antonio, solteiros.
~ cem-terio Publico Foram sepultados
no Ceraiterio Publico de Santo Amaro, no dia
21 de Fevereiro, os seguintes corpos :
Adolpho Francisco de Mello Tavares, Per-
narabuco, 34 amos, solteiro, S. Jos.
Emilia Candida de Araujo Almeida, Per-
nambuco, 83 annos, solleira, Boa Vista.
Um feto do sexo feminino, Pernarabuco, as-
cen raorto, Recife.
Germana Mara do Livramento, Pernambuco,
83 anno3, solleira, Boa Vista. _i
Francelino Jos de Almeida, Pernambuco,
38 annos, casado, Boa Vista. .
Mara C. Manta, Parabyba, 21 annos, solle-
ra, Boa-Vista. w. o ..
JoSo Francisooda Silva, Pernambuco, 34 an-
nos, solteiro Boa Visla. .______.
Francisco Gongalves dos Res, Pernambuco,
13 annos, solteiro, Boa Vista.
vV
J



-*l


Diario de Pcrnambnco Sablrado 23 de Fevereiro de ISO*
3
vapor dade-
10,00 81
11,85 7
I,M 72
21,43 7
21,07 71
Tbermometro
> Ennegrecido
BOl 6,-i d 80111-
Cummissa) do Meltaoramento do
Porto do ReutfeUecife. 23 de Fevereiro
de 1894
Bolttii metereologico
flora. Termcenti- Barometio Tenso do Bumi.
grado (aO>
E6 m. a6,-0 758,-73
"9 27/6 759,-82
|2 28/8 759,-60
3 t. 29/3 7.-7,-63
6 29\0 758,-71
Temperatura mnima 25,50
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,00
57/-Fruteado 08/8.
Evaporaco em 21 horas ao
bra 4,-2.
Cbuva 0 4n.
Direcy&o do vento: WSW de raeia noite
atO h. 18 m. damanha; SE SSE al ernadoa
al 4 h. i m.;SW al 8 h. 14 ra. ; S at 8 h.
24 m. ; SSW at 8 h. 39 m. ; SSE at 8 h.
49 m. 4 m.-; E at meia noite.
Urna llora e 15 m.*de calma pela manbs.
da.
Velocidade media do vento 3-47 por se
gundo.
Nebulosidade media 0,c0
Boletim do Porto
Prea-raar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 23 de Fevereiro 7 h. 55 m. da m, 0.75
P. M. do 2 h. 05 m. da t. 2,-5
MJROMGA
BBLTOTIIECA DO GEXTRO LITTERA RIO
=RODRlGUEi DE CAR\'ALII0=O CORA-
*CO (esbozo de mi poemeto) forta-
leza.
Rodrigues de Carvallio un nome que de ha
muit me syn.pathico, e cuja evolucao
artstica, eu tenho gostusainents acompanlia-
do de corto lempo.
Possui lor de um talento, cujas primicias se
Untiaui j evidenciado, impondo-se quclles que
acompanbam o moviaienio Iliterario do nosso
paizo suftvissimo poeta autor do Corago
tem conseguido provar que n'um futuro nao
lohg', collocar-se-lia nas lucirs dos nossos me-
Ihores poetas.
O pcemelo 0 Coraco que tenho ao lado
i utna prova robusta do quanto poder vir a
fazer o esperanzoso poeta que lioje, n'um meio
mais ampio do que atraille em que ensaiou os
seus primeiros vos, j tem raia lo um nome
credor de sympalliias e considerares.
O Coraco um desses livros que se lern
de um s f lego, goflosammie, da primeira a
Ultima pagina, e coja leitura consegue deixar-
nos no espirito urna impreso prolunda e dura-
doura. Ha all lances que va j directos ao cora-
f5o, ha phases que nos veem como urna vaga
de luz al a alan, oulras que descem coui urna
tristeza profunda e nostlgica at o coraco.
Ha. em samma, no livrinho em queslSo, esse
poder que, era todos teem, essa virlude que
vai se lomando rara, de corrmunicar ao leitor,
H'uraa correle sugestiva, toda a serie de ira-
presses tristes ou alegres que douiinarara o au-
tor no momento de escrever o seu Irahalho.
Nao que o Corac&o nao ten .a defeitos que
saltera logo aos oh os: ha electivamente ntlle
incorrecces de plirases, peccados peranle a
arle que seria fcil o apontar. Masen me eximo
deste trabulho, n'uma apreciacSo ligeira que nao
quer os foros da critica, e, deixando essa laref.'
aos mestres, limito-me, a, justificando o que di-
go, apontar algumas, entre as innmeras belle-
zas conlidas no vro de Rodrigues de Carva-
lho.
Veja o leilor cora que delicadeza de expres-
sCes, com que elevac&o de sentimentos o aator,
moltiati lo a penna no orvalho e tingindo o pin-
cel com as cores do arco-ires falla do corajSo
de urna donadla, o Iluminado sacrario*da pur
za onde faz penetrar o terhvel b stori que em
nome d sciencia, estpido e profano, corta o
coracAo humano.
Veja o leilor e d-me razao depois :
O ferro quiz filiar. Aquelia voz lo doce
Trazia a vibraco dura bandoln morrendo,
A sede de gosar na lamina aleou-se
E vio-se o bistori n'um desespero horrendo.
A triste imprecago parece que nao linda ;
Enlanio qual hyena ameagando o serr
A' voz de urna mulher, se aguca mais o ferro.
............e mais febril anda
Embrentaa-se luzente a lamina nervosa,
E o musc'lo reduiio a pealas da rosa.
O corago de urna messalina tambem urna
bellissima pagina : ninguem deixar de reco-
nhecel-o, palpitando airavs d'aquelles versos
ardentes, ebrio de vinbo e desejos ioconlidos,
transbordando de orga, lacerado por mil senti-
mentos impetuosos que tumulteiam e se degla-
diam n'uma lucta de desesperos.
J ruge a madrugada e a danga nao esbarra
E mais feliz serei se em festas amanlia
Ouvir o nosso amor e o tbrenos da guitarra.
De novo enche essa taga, oh quer amor, D. Juan :
.......E o seio da hachante
Que em vida amou D. Juan, na morte inda o re
(clama.
Era summa.iria muito longe si me prtipuzesse
aqu apontar todas as bellezas que descubro no
vro de Rodrigues de Carvalho.
Para tiaalisar, aqu transcrevo nns trechos do
corago de mae, admiravel chave d'ouro com
que Rodrigues de Carvalho fecha o seu esplen-
dido vro:
Oh basta nao mages a fibra dolorida
Sou mae, foi meu viver um lago de asperangas
Deixei em desabrigo um ninho de creancas,
E, louca, me abrazei nas lagrimas da vida...
O resto do meu ser, na campa deluido.
Se rompe do sepulchro em chammas peregrinas
E, como que encontrando um tilboalli perdido
Oscula loucamente o caule das boninas.
.............E prfugo gemido
Chorava no recinto urna cancho to doce
Que o ferro commoveu-se e corno arrependide
Cortante, mudo, fro, a rutilar, quebrou-se.
nantcgrazza-Hygiene do amor. O amor.
Manoel Ardo.
CALEPINO
NOVIDADESJ
NOVIDADES J
Melhodo do alfaite -Theona e pralca
para o cortador alfaiate. 2 vols broc. e alustra-
dos de quadro geomtricos, 5-Jooo.
E. Zola -Lourdes, 2 vols. broo...........
615 000.
Gastn Robert -As sortea de cartas
antigs e modernas, nova edigo Ilustrada com
32 Bravuras, vol. Soo.
Gastn ftoberi=Curiosas e divertidas
sortes de prestidlgitago do3 professores mais
celebres, Ilustrado com 72 estampas, 1 vol. ...
S^Soo.
Gastn RobertAs sortes de pbysica re-
creativa, meios maravillosos, facis e baratos
de rir e instruir-se. Ilustrado 50 figuras, 1 vol.
StSOO.
LIVROS RSCEMCHEGAD03
Horac'o de CarvalhoO chromo (es
Indos de ttraperatnenlos) 1 grossovol. broc.
4iooo.
Pnfuneii Peehineha Encyclopedia
do riso e da gal bofa, 2 vols. ene. 8J000.
Langaard -Arle obsttrica ou tralatado
dos partos, contendo a descripgo anatmica
da mulher, da gravidez com *seu3 accidentes,
etc., etc 1 grosso vol. ene. eillpstrado.....
lOffOOO.
|Dr Jo fio Francisco dos Reis -
ccionario medico ou guia prat ca de medici-
na homeopathicade cirurgia e partos, 2 vols.
ene- 16ooo.
C. FIamtaarIon-Deu3 na natureza, 2
vols ene. I&ooo.
C.FlammarlonNarragao do Infinito
1 grosso vol. ene. iSoun
f Alulaio lzcvedo = 0 hornera. O Curu-
ja. Demonios. A mortalha de Alzira. O mu-
lato. 0 cortijo.
na bunianidade. PhyYiblogia do prazer.
Lyr do Trovador ou collecgo de mo
dinhas e recitativo', 1 vol ldooo.
lbum do trovadorRecitativos e lun-
dus para violo, 1 vol. l^ooo.
Conselheiro dos amantes-Collec-
go de carias felizes para quera ama, 1 vol
f tSooo.
Xoviswiiiio manual di dansa ou
metliolo seguro para aprender-se a dansar,...
3tS5oo.
Pascoal -Morte moral, 4 vols...........
16 5 000.
rereira e SnuzaPriraeiraslinhas so
bre o processo civil, 2 vols. ene. Soooo.
C. Ivs-E pumas fluctuantas..........
S-iooo.
C. Alves-Cacboeira de Paulo AlTonso, edi
g&o completa, SJSoo.
Novo secretario brazileiro ou col-
lecgo completa de muitas cartas familiares,
commercaes, raemoriaes, requenmentos, etc.,
t:., I vol. ene S-Jooo.
tanticos sagrados, 1 vol. ene........
7-iin:io
cnticos esp'rltuaes, 1 vol. ene.....
fiiooii.
Tbcsouro do Christao, I vol ene...
SJSoo.
lian Kardec -O que o spiritismo. A
ense, os milagrese as prediegoes segundo o
spiiiisrao. O liv o dos esp.rilus. O Co e o
inferno cu a justiga divina segundo o spiritis-
rao.
Tu, GautierMe. de Maupin. Re Can
daule seguido de forlunio. Novellas. Ava-
lar.
Luiz Gulmarcs Conlos sem preten-
Cao. l'ilagranas.
Vctor Hugo-Noventa etres, 1 vol-----
Scooo.
L Figuipr Depois da morle ou a vida
futura segundo a sciencia.
Samuel Smiles- carcter. O dever.
Vida e irabalho. Economa domestica. Opo-
der da vontade.
Landr ot-A mulher forte, conferencias
deslindas s stnhoras, 3-iooo.
Jos de Alenear-Divo, Iracema, Gua-
ra: v, Lucila, Encarnago, Minas de prata, Pa
ta da Uazella, Tronco de Ip, Sertanejo, Errai-
lao da gloria, Guerra dos Mscales.
C- de Abrcu -Obras completas, 1 vol
3i5oo.
.\;ivi--isiins diccionr3os da llo-
res, Soo reis.
Macedoiiusamores, Rosa namoradeira,
Um noivo a duas noivas, Carleira de meu tio,
Vicentina, Luneta Magic O forasleiro, M^mo
rias do sobrinho de meu tio, Romances da se-
mana, Rio do quanto, Victimas Algozes.
G. Ohnet-Condess Sarah, Lise Flenrou,
\ vontade, Alma de Pedro, Dr. Raraeau, Sergio
Panino, Derradeiro amor.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DE
SOlIZi PAZ <& c.
81RUADO IMPERADOR -t i
Compra e vende livros novos e uzadoB
gre, datado de 31 de Dezembro ultimo,
remetiendo a relacSo dos commerciantes
matriculados na ncesma Junta no perio-
do de 1 de Maio 31 do referido mez.
ttespond-8e e archive-se.
Da mesma Junta de 14 de Janeiro
prximo findo communicando haver ex-
pedido alvars de leiloeiros da praja da
cidade do Rio Grande, aos cidadaos Ar-
mando Gomes Cardia e Arthur Cardoso
de Mattos. Responda-se e archive se.
Oa mesma Junta, de 15 do mez passa-
do, acensando o desta Jnnta da 14 de
Dazembro ultimo. Para o archivo.
Da Junta Commercial de Ouro Preto,
de 22 do dito mez de Janeiro, remetiendo
a relacjo dos commerciantes matricula*
des nesse Junta durante o semestre de
Junho a Dezembro do anno passado.
Accu3e-se o recebimento e archive-se.
Da Junta dos Corretores, com data de
13 do correnta, remett ndo o boletim das
cota^oes officiaes reierentes a semana de
4a9.
Foram apresentado3 rubrica os se-
gnintes
Livros :
Diario de Louis Defrance.
Copiador de Souza Nogueira Se C.
dem da Companhia Refinadora Mer-
cantil Assucareira.
Idam de Louis Dafrance.
Idam de A. ViSira &. C.
Foram submettidas a despacho as se
guinles:
Pe :g6es:
De Souza Nogueira &c C* pedindo quo
se de baixa na procuraco que jautam,
sob n. 1, e qua seja regitrada a que
tambem juntam, sob n. 2. Como pe-
dem.
De Adolpho Hibemau e gennaro Gizzi,
componentes da firma Hilemon & Gizzi,
para o registro, alias, archivamento do
seu contracto social. Seja archivado.
Da Pilrao & Maia, estabelecidos
praga da Independencia n. 31, 33 35 e
37, para idntico archivamento. Como
requerem.
Nada mais havendo a tratar-se o S'r.
pres:dente encerrou-se a sessao s 11 1/2
horas da manh.
NBIGAOOES OTIS
CHR0H1CA JBBIC1ABIA
upeilor Trlbunsl de fastlca
SESSAO ORDINARIA EM 52 DE FEVEREIRO
DE 1895
PRESIDENCIA DO SB. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costure, presentes os Sr., jaixes
em numero legal e o Dr. procarador geral do
Estado, foi aberta a sespao, depois de Uda e
pprovada a acta da antecedente.
Distribuidos e paseados os feitos, deram-ae
os segaiotes
JLGAMENTOS
Hjfcaas co p'js.
Paciente :
Jobo tos Sintcs F.rrelra.N?gou se orde m
contra o voto do Sr. presidente-
Recnro crime :
Di JabraioRecrreme o joizo recorrido
Mdooel Umcio Pe elia da Silva, Relator o jais
Carlos Vai. Negon-se provimeoto, nimoie'
mate.
Aggravo de pecSo :
De jaooaiaoAggravante D*. Tbomas Coelho
de Almf ida. aggravado Ramas e Gepert. Rela-
tor o jan Jo&o Carlos. Adjuntos os joizes A-
tteda e Caldas Brrelo.Nao se lomonconhi
oimento 1 o aggravo, contra o voto do jaiz Cal-
das Brrelo.
Aggravo de instrumento:
Dj fiscadaAggravante Fabio Velloso Freir
Dggravado D\ Fablo da S 1 el-a farro?. Relator
Crios Vaz. Adjuntos 03 juUes Caldas Brrelo e
Galvo.Nao se tomoo coabedmenlo, unnime-
mente.
PA8SAGENS
AppellaQo commercial:
Do Rccife-AppeanteLudavico Gomes da Sil-
va, appelladca F osa Lima & C.
Eace roo se a sessao 1 bora e 30 minutos
4> tarde.
--------------..--------------
Junta Gomnjercial do Recife
ACT.i DA SESSAO DE 14 DE FEVE-
REIRO DE 1895
Presidencia do Sr. deputado commendador
loaquim Lopes Jadiado
Secretario Dr. Joaquim Theotcnio Soares
de vellar.
As dez horas da manhS abrio-se a
sessSo, estando presentes os Srs deputa-
dos, Figueiredo, Gurgel do Amaral e
Prente Vianna, faltando com participa-
c&o o Sr. deputado Olinto Bastos.
Lida e approvada a acta da sessSo an-
terior, passou-se a tomar conhecimento do
seguinte:
Expedienti
Ofic'o? :
Da Junta Commercial de Porto" Ale-
Sleilcos
Dr. Sd Pereira, ra da Iinperalriz n.
">, d consultas medico-cirurgicas todos
das das 8 meio dia, menos noi
domingos e dias santificados.
Dr. Amaro Wanderley, Mulou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
a. 74 1. andar, onde d consultas de
11 horas, da maah 1 hora da tarde,
Residencia Ra Din.iU ir 41
Abgados. *
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr, Joaquim Loureiro medico partei
ro, consultorio roa du Oabug n. 14,
residencia na Casa Forte n, 5, casa de
azulejo, defronte da igreja da Campia.
O Dr, Lobo Hoscoso d consaltas eo>
sua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manh 1 da tarde* A'--hau.
io-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quiuquer chamado com
dromplidao para fora da cidade, Espe-
plidiade, operaces, paitos e molestiasc
de senhoras e raninos.
Ocrulistas
Dr. Vereira da Silva com pratica nas
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 i. andar.
Telephone n. 588.
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas do primeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Telenhone n. 3o5.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2.* tem consultorio ra'
lio ifom Jess n- 9.1." andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. telephone
n.366
Esci-iptoi'io tle'Eiurenharia
Antonio Pereira Simes, engenheiro
civil, encontrado para mysteres de
sua profisso na ra do Vigario Teno-
rio n 19, i." andar, das 10 horas ao
meio dia, nos dias uteis.
Drogaras
Braga $ Mxchaio. Agencia de to-
las as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos eou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
I1 arla Sobrinho & C, droguistas por
acado. ra do Mrquez de Olimia o 14.
Gumares Braga C. Depositoe
Je Drogas e productos chimicos, espe
cialidades Pharmaceuticas, medicameo
tos l.o .-eopatisus e tintas, leos, pin
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olio
da n. 60.
PLUhlU 1 i'hlllH
O Sr. Annibal I uleilo
I Ilustre Sr. Redactor
De passagem no Recife fui informado de que
o Sr. Annibal Fa-ko, abrindo as vlvulas de
sua dyspepsia ebronica, recrelara se em des-
carregar ftido e abundante jacto de costumeira
bilts sobre meu nome n'A Provincia de 19 de
Janeiro.
Conhecer.do agora a secrego rancorosa do
cachelico enfermo bastara desviar a vista dis-
trabindo a repugnancia natural e em silencio
desprezaf com caridosa compaixao mais do que
indignado o gratuito aggressor.
Realmente, quem acompanhou as narrares
dos successos em que achei-rae envolvido no.
sul resalta logo a evidencia de que tudo o que
babujou aquella nevropatba nao passa de um
aesrvo de calumnias calculadas e conscientes
porque sabe por informacao insuspiita e parte
fT testemunho propro quao falsas e mentiro-
as sao suai referencias ou acoberta-o a irres
ponsabilidade do delirio hysterico quando as vo-
raitou.
Nao precisava portanlo de responder-lhe.
Ha, porm, orna explicago que devo ao pu-
blico por amor verdade e o que traz-me s
vossas columnas: Quando foi publicado n'A
Noticia, do Rio, o interview do Sr. A. Falcao,
meu canhado Benjamn Constant Fillio per-
Kuntou-aie si era verdadeira a aflirmaro de
ter sido publicado semelbante manifest em !
da Margo?
Respondi-lhe o que realmente se passara r
O manifest fra escripto por Annibal Falco"|
de harmona com Annibal. Cardoso, que sniao
se achava no Desterro separado da geute do
Paran, e que Lorena, j persuadido de sua o>
porlunidade, fora demovido de realisal-o por
Mourao, tenJo ouvido taes informages dos
proprios auctores e do coronel Pimentel qua
vira a minuta.
Sobre o onledo refer apenas o que sabia,
isto que declarava aceitar o Presidenle cleito,
qualgner que fo;se, para cora elle negociaren
a pai...
Conversamos larabem sobre o pensamento ex
ternadtf n'outras eccasies por diversos e mes
mo em telegrammas publicados em Cuntjba
por Cuslodio e Gumercindo e que, dizia-se, fo-
ram transmetlidos ao Marechul Florano, pre
tendendo que elle passasse o govino ao seu
substituto legal nao incompalibilisado etc...
No desmentido que meu dist.ncto artigo op-
poz ao arrogante e ousado falseador da verdade
fez confu-o de datas, attribuindo tudo ao
mesmo doenmenio manqu e sob meu testemu-
nho.
Compreheade-se que si eu livesse lido antes
a conlestago semelhante confusao teria sido
evitada.
Eis a verdade.
E o Sr. A. Falcao podera limitar-se a re
ctficar este tpico, aproveitando, si quizesse, o
ensejo para a exhibico dos porigos que cor-
reu nos embarques em alio mar, pura preten-
der impingir urna pittoresca deraonstragao de
sua coherencia etc., sem calumniar-me, sem
mentir cynicamente.
Felizmente quem nos coahecer a nos ambos
sem difficuldade distribuir os respectivos
quinues de jusliga.
Para terminar farei anda um corte s bellas
plumas do pseudo pavo : O Sr- A Falcao pre
tendeu tamDem mlrigar-me e armar gralidoj
arrogando-se a salvagSo de minba vida e liber-
dade...
Em primeiro lugar, quandj mesmo fosse ver-
dade, o que nao posso afflrmar, o meu soi-di-
sant salvador perdera todo o mrito de seu
felto humanitario langando o inopinadamente
era rosto do paciente assim transformado em
victima.
En segundo lugar deveria declarar que nada,
ubsolulamente nada eu ped-lhe.
Si, chegando ao Desterre o Sr. A. Falcao
tratou-me cavalheirosamenle foi por sua espon-
tanea vonlade e Jsem que o tivesse proposital-
mente procurado, como podero testemunhar
muitos homens de bem.
Se larabem secundou as reiteradas insisten-
cias de A- Cardoso no sentido de ser respeitado
ocompromisso solemne contrahido no termo da
capitulago rmada pelos dous chefes das for-
gas combatentea e por elle negociado, foi por-
gue miiii bora n jnir. nunca, nunca ped-lhe.
E quando tive de fallar a semelhante respeito
na presenga de Lorena, Custodio, Doria, Arthur
Maciel, Jacques Ourique, Laurentino Pinto,
Gumercindo, Annibal e Saturnino Cardoso, To-
rclli, Costa Mendes, Pahiur, Belfort, Ribas e
muitos outros foi sempre e invariavelmente
com a borabridade e digoidade de quem reclama
um direito sem receiar incorrer nas iras de
ninguem.
O Sr. A. Falcao confessa que corri perigo de
vida naqaelle meio de que parlilhou, mas mente
cynicamente quando pretende enxovalhar-me
emprestando-me attitude difierente desta, e des-
afio a que prove o contrario com urna s teste-
munha digna de crdito t
Outra infamia julgar-me por si, insinuando
clculos de troca de favores com A. Cardoso,
quando nao ignora que em Tijucas nenbom de
nos sabia que o outro achava-se all e, portanto,
a conducta delle foi completamente independen-
te de mim pessoalmente, assim como nada pe-
di-lhe, como a ninguem; s reclamei o que era
de direito, sendo A. Cardoso naturalmente
aquella com quem mais fcilmente me entenda
pelo conhecimento antigo e mesmo pela repug
nancia por mim francamente declarada que ou-
tros desperlavamme.
Todas as outras calumnias eslao implcita-
mente desmentidas; podera rebatel as urna por
urna, mas nem tanto merece seu autor, que
abusada generosidade do Redactor d'A Noticia,
commettendo-lhe por engao a paternidade do
carapeto desmascarado e finge a ingenuidade
de fazer crr que vale o mesmo ter tido o pen-
samento de publicar um manifest e a effectivi
dade de sua publicagao !
Nao me oceuparei igualmente com outras fal-
sidades contidas no tal interview nem algures,
porque nao quero retaliar, e demais, quem n5o
conhece a nota caracterstica do talento e illus-
tragao do Sr. A. Falco-a intriga bem colorida
sem escolha de armas, taes como a mentira, a
calumnia ect.?...
Fortaleza, 13 de Fevereiro de 1895, 7o da Re-
publica.
O Deputado,
Jos Btvaqu*.
a le do prego e impSl-a > s me nados
eonsuai lores da Europa e Amerca.
Entretanto nem sempre foi assim: a
cultura do caf comejau no Ro da Ja-
neiro em '800, lendo a oolheita de 13
. ceas apenas, em 1317 a oolheita aug-
mertiu para 66.900, em 1825 attingia a
101.500, em 1839 suba a nm milhSo de
sucoai-, o que caus. a admiracao no estran-
^eiro por ser um fucto nfio verificado em
jutro paiz.
A prog'reseSo d'nhi em daote foi sem-
pre tBo proonnoiada que hrji podc-s
diser q e o Brasil jr^duz caf que che^-j
psra o consumo universal, apezr do aug-
mento progreEB?3 deste e dos r. rejos sem-
pre em alta.
Estes dados demonstrara at a evi en-
ca as gr;.n es vantogen da cuitara do
o&f, e devem icspirar tuda a oonfi>Dja
os agricultorsc, s plantadores, para darem prtfaiencia o
cultivo de lao rico pridnuto.
Antigamente peosava-ss que e ta cul*
tara o>;ga conhecimentos especiaos e
longo espago de tempo para a producjSo,
boje, porem, t-.es preconceitoa desappu-
.ecoram e a d fficudadj consista apenas
em coi-Lecer-ae o terreno sppiopriado e o
processo pratico da planta580 qao pode
M aprendido mediante algumas ia'orm -
j' 3 oa fazen-o-Be urna visita as planta
y'es j ex a eiter.
No coaheiemos pesaos algama qu;
tenha tido motivos para arrep&nd8.>se por
oVor proltrido a eoit-ra do c f, todos
estSo cootenteu e satisfeit^B, Be a'gum r r-
repondimento t ti, de dBo iiaverem
ylantaco em !arga eca'a e desde oaito
(ampo.
J l se foi o tempo em ene ae chaina-
7a doido o agrioaltcr que abandocav*i a
retina e eotrogave-se a cultura snovss, go*
ra > ates s8o citadop, com ezemplos de
:m-jlaglo e de bons resultados. (
Entra outros podemos referir o
oocorrea ocm o Sr. Ladislao Gomes do
Reg, bemem activa, laborioso o empre
hendedor.
Inflaenciado pela activa propagrnda
ue oair'ora fisemos da Ciltura do cafeei-
Os Dr Francisco Teixcira
de cae Ha noel \ 1111 es Crrela
teem escriptorio de advogacia ra 15
Novembro (antiga do Imperador n. 19,
1 andaa.
Desenibargador .loaffuim Bar-
boza l.llllt
A familia do Desembargalrr Joaquim
Barboza Lima, filbo, irmS, cunhados e
sobrinhos, tvndo receb io a infausta no-
ticia de seu faecimento no Estado de
Minas Geraes, manda celebrar rassas pelo
epouso de sua alira, na igreja deS.
Francisco a 8 horas da manh do dia
26 do corrente, e convida para es?e acto
de ear-idade e rdigio a seus parentes e
amigos, aos quaes se conesaa desd j
agradecida.
Mcsenibnrgadoi'
liiiia
Barbosa
Callara do eafeeiro
Data da 20 anoos a propaganda cesto
Estado a respeito das vactagens da cultora
do ctf s' do augmento des respectivaa
pUntc.o'B; entretanto, com pear reco-
nbecemoB, que anda boj) a pradaejSo
cSo suficiente para o nosso consamo.
Forja oonfessar, que a onltora do caf
cortamente a mais vantajosa nlo sd pela
darajSo da planta, oomo pela constante
procura desre producto e palos prejOB
elevadiasimos, que tem alcanoado.
,, Hoje j se oave a cala pasto diser-se :
o cal d para tudo, isto o producto
sltamen'e compensador das despaias de
cuitara e prodacjSo.
Ocoupa o oif bratileiro o 1 lagar
entre oa productos similsres de todo o
mando, ntto s pela qaantidade, oomo
psla qualidade, de modo que podo faser
ro abandonou seos negocios e foi esti.be-
lecer-3e na comarca da Victoria, onde
tinba urna pnirisd^de, denominada S^rru
Grande e nella comejoa o planto de
oa'.
Apezhr de n8o serem os terrenos deasa
propriedade o melhores para o eafeeiro,
o Sr. Ladislao a forja de cuidtdo e telo.
transformoa-8e em urna fazenda medlo
de caf onde todos v8o aprender muir
se de eementes ou ondas ue oafeeiroB.
Cocsta nos que j recusao duzenos
contoa contos pe* sua faaenda e que nem
sesmo por quatrocentos a cade, entret n-
to que seis annos atraz nSo valia victe
eoatcs.
Por all se v o resultado do trabalbo,
poreeveranja e actividida, poetas so ser-
vijo de ama cuitara comperjaadora e se-
gura.
Heje a f .senda Serra Grande possae
cerca de 4 a 5 milhSes de plantas de
ca', de diversos tamanho?. e qualidades
p ra vender a quem qaizer fazer planta-
^J5es, devendo-se preferir as atores, por
que dSo fructo no anno seguinte.
E' este Ey.tama adoptado em toda a|
parte pela grande vantagem de cao esperar
tanto tempo pela colheta de nm cafezal.
O que anda nSo tinbamos visto ama se-
seoteim do tmaoho que tem o Sr. La-
dislao e outrs menores qae se forem todas
transplsntadas Deste invern j podemos
cuota; com o progresso d s'a cultura en
tre ecm e podemos garantir que se dar8o
faotos iguaes aos do Rio de Janeiro em
1810.
Recife, 14 de Fevereiro oe 1895.
JjSo FernnIbb Lopes.
Reuaiao Poltica
_ae| A a'rua Pernarrbocana sempre agitada pelas
' ince8anl s conquistas da liberdade, esta com-
tlmr-rite gelada.
A lei da fataldr.de pp-ru anda ntca vez so
b-p a caneca de o 11 il u- tre- cldadio e defensor
a-dejle e deaodarto na R.-pnblica B z'.lelr?.
Tambem para semp-e o benarnerito ua Pal/13,
o Hido querido da m-iiiis r ,:u a bnltelra, o bon-
radissi o jor's oopulto, D s?mbtrgi(ror Bar-
bosa Lima pudo>g-eg!oeInteaieratogover-
Docor ue [i.a-o E'ia 10. o Exo\ Sr. Dootcr
Alt-x .ndre Jo; Birunsa L'W.
E' u-. e.-tu'io radar a i r, qoe ra?passa o
coraco de seo Carlnhosu filbo. nao m- prolon-
liando mais na p -e rioaQSo do illneire morto
sobre a trra, que tanto bnlao ll'*' dra.
E' necessario calar, anda repito, porque te*
mo magiar o cor;(o d'equellf que Bca no nun*
3 oara ze'ar e boorar a sua ix- aoria.
Uina IsK'i a pobre a sua cimpa e om proles*
lo de rcnnbeciajenio s vlrtodea e eeu digoo
fi h), o Exoc. Sr. m ]or D-. Alex^cdre Jos Bar-
bosa L i.
Rcife, 22 deF.ve dro de 8G5.
FnMnn-tn Pinhpi'p.
De ordem do vice -presidente do directo]
rio do partido republicano federal da fre-
guezia de S. Jos, sao convidados todo3
os eleitores do mesxo partido para urna
reuno poltica, no da 23 do corrente,
s 6 horas da tarde na casa do nosso dis-
tincto correligionario tenente Waldoaldo,
na ra deHortas n. 94, afim de tratar-se
do pleito que tem de ferr-sa no dia 4 de
Marco prximo, vindouro, em cuja reuniao
comparecer o Dr. Affonso Costa candi-
dato a prefeito.
O secretario,
Manoel Rodrigues Nogueira Lima.
9
Vianna do Castello, 16 de
Maio de 1886.
Illmfl. Stb. Scott e Bi\*rie.
Por muitas venes, tenho empregado na
micha clirioa o preparado pharmaceotoo
denominado EmuIsSo de Soo't, principal
me nte em cnatisss e nos doecteB a qne
Ibes repugna a Bpplcac5o dos medie*
mantos ; tendo recochcido ser este pre-
parado degrsnde effijaca psra combater
o lymphatiaao, eecrjphuliamo raobitis
mo, etc. .
Thomai Antonio d'Ageedo Oliveira.
Medoo-CirurgiSo pela Escola de Med
ciua de Porto, Medico de partido da Ca-
mare Municipal e do Hospital da Miseri
oerdia da cidade de Vianna de Castello
subdelegado de saade deete conselho,
Gosrda Mor de Sauae do porto desta ci-
dade, Medico do oaminho de ferro de
Brienho, etc.
INSTITUTO PHILOM iTICO
RA DA GLORIA N. 33
Dirigido pelo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas deste collegio estaro abertas do
dia 7 do corrente em diante.
Feitoral de Cambar
1:00010000
D-se um cont de res em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
\* Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna mnha filha, de
13 annos de idade, sujeite-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicdade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. Joao Antonio Pereira San-
tiago (Socio da firma Santiago, Irmo
& C., do Ro de Janeiro.
O agente Companhia de Drogvs 3 Pao-
ductosC/iimic os
Gabinete de cirnrgia geral e
especial da bocea
Dr. yodo Rangel participa aos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i.* an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
S<5 se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros servcos logo que
terminados.
Aos Srs. Pery &. foelho
Achando-se fra da cidade muitas fa-
milias, e regressando de vez, pedem para
que os dignos directores Pery & Coelho,
demorem por mais urna semana, adiando
a viagem para norte.
Os pais de familia.
213:072-frascos do Pe
toral de Cambar em
dous annos.
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para os
Estados do Brazil 8:379 duzias ou ....
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetido destes
algarismos.
Esta a melhor prova da efficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applcado, nao teria ta-
manha e to crescente acceitaco wibl-
ca.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
O Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varas vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na mnha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica -r- Dr.
Geminiano ios da Costa. [Belm do
Para. ]
Companhia Promotora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-se aos Directores
dessa Companbia quando ten-
cionam pagar os juros das
300.000 obrigacSes ao porta-.t ,
dor, que emittiraiu em imJS'*
cuja promessa de pagamj>fp,
leve se effectuar em Jsjildltjr
V
-
*

****
i


I
I
Diario de Pernambuco Sahbado $ de Fevereiro de IJ5
a Julko de cada anuo a partir
Jel84? j8
OutrosifU, miando |>i-cten ^1 base annexa.
Este Elixir ja conhecido do publico e de nm
grande numero de d nos mdicos apreseotado
para combaier os differenies incommodos todos
Janeiro pauco receio caosa a febre amarelia, qUe havendo sofTrido atrozmente de as-
"'SJSS-.0 Sos SSod'S^SfS:! Ihma. pelo espado de mais de sette aoaos
Jkzer os sorteios pura rescate
dos Ututos desse emprestitno,
pe. segundo declaracfto feita
moa naesmos ttulos, devia co-
rrnr en Jiinho de 18A ?
- *
Un titulo de O obrigades_
|ne possuimos est firmado pe-'
tes Nrs. Lhuu Duarte e Hanoel
Bandeira e datado do Recife
em 4 de Outubro de 4893.
Respondam-nos, pois, esses
., certos de que, se nao nos
arespondercn satisfactoriamen-
te, levaremos o assumpto ao
onhecimento dos Tribunaes.
VMi VICTIMA.
Recife, 39 de Janeiro de
4S95.
----------------?-------------
Tfowsa narra lndu*iral. Aleni das
yalair.s Liiiiru n A K ni >. Ni w York, que appa-
^ecca exoaradas em letras transparentes ei:
jstfa folba do prcspi co que serve de envoltorio
km fasces e garrafas de nossas preparares e
3tc:aes, chamamos boje a aiii-ne.5o do publie
yara a oosi marca u nstrial registrada, que
iqai tm tiante servi' de sarna de legitimi-
.isde uossas eei tcialidadeF, e sea cojo requt-
i o es arts' s ahd'X'i mencionados deterc cen
liderar-secooio falsifi'ado9.
A dita marca Industrial con-iste em nm rotul
Argo, braoce, em forma de tira, no centro do
jsai a r/-p* receto g-avariai em ajo as pala;rac
Marca Iadustrial e debaio o facsmile de
.soasa firma, cuja imitac/to constituir um falsa-
rio pirante a le o qua lsso se aveBtorar.
deferido ro alo ira adberido cada pacote,
garrafa on frasco das seguiutes preparages :
igaa Fiorida de Morra? & Laumao. Salaaparri-
. de Bnstol, Tnico (Mental e Peitarai de
lsac3cuita.
Para impedir a frauolenta ortica de reen-
daer com lquidos espurios as garrafas e frascos
lasio.s de nos.-as especialidades, supplicamos ao
asssumidor que destrua o mencionado roalo, e
j pos?.-:ve (o. a garrafa ou f as o me?mo
oserve-.-e. antes de comprar, as sim.les pre-
JMtOes que delxemos acontadas, e se evitar o
gano.
L'nman A K-mp. 13
Elixir Ant-Febril C'ardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Aurorado em SI de Marco de 1890 pela inspe-
sswia geral da uigna junta de bygiene do Rio
e Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segando as regras pharmaceoticas, acn-
Minadas pelos autorjs modernos e de recoobe
la capacidade acentifici tanto no paii como
so es-trangeiro.
Ssie Elixir o producto nao so do grande es
js amalamem paibologicas.como tambem o re-
Mttsdo das mmeasas applicacfies nos diversos
.ant de febres de fondo palustre.
A appiicacao deste Elixir na grande epidemia
ie bexigas de 1890 a 1891 mais ama vea de
aonslroa a sua eficacia ; pois no principio dos
rimaros svmptomas a bexiga aborta, e emea
Bo mais adiantados a bexiga passa a ser orna
jnD;a febril vulgar apresentando pequeas to
jM Gapparecem sem todava apresentar receios de
algo.
Os muitcs attesiados publicados no Diario de
Twaambuco e<6axeta da Tarde provam o qe
dlxamos.
No*casos de febre amarella o effeito e admi-
mvei,apresentando phenomenos tao maravilbo
m qoe nesta cidade do Racifo e no da Rio de
.lies de carcter febril.
Por amito lempo tivemos occasiSo de faxer a
ipplicacao as feb:38 erysipellosa3 6 com tao
bom resoltado qoe fictos admirados de lao al-
t ja eSenos.
Pela prauca ebegamos t conbecer que nos
ataques de feote erysipeliuut: on erysipelta como
veramente se dlx necesario j uso de 10 diae
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mens-
troacSo, gravidex e uos casos de parto cjm fe'
bre de om resoltado rxui' ce to e seguro e
a tua cosposicSo ta( s xipies qnn nSo c(Trece
recelo de applicar o Elxir nem iesmo em do. es
sopenores s indicadas na tabella iofra.
Pedimos aos dit-nissimos medico^ ana deseja
rem fazer oso deste Elixir em ana cumea au se
8nje<.iarcm nossa prescripgo, mas sita fazer s
a -plicacSo em barmoaia com os casos que dese-
ja*em combater, certos de qce o medicameito (
'a -..oRir-csicao innocente para o organismo ^cr
ms frgil que seia.
Rodo de usar
A'8 crianc".s at um anno 10 gotas de S em 1
oras em orna colner das de sopa ebeia d agua
fra.
De era anco a tres i gouas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gotias etc.
Estas doses devem eempre ser applicadas en
igaa fra.
Bepottot
Compannia de Drogas e Productos Gbimicoi
Recife, ra do Mrquez de 01inda;n. 23.
Nacional Pbirmaci3, ra Larga do Rosarle n
35.
Pburmacis Orienta!, roa Estreita do Rssarli
n. 3
Parmacia Alfredo Ferreira. roa do BarSo di
Mctnria n. 11.
Parmacia Martin?, ra Duques de Caxias n
80.
Pharmacia Ribeiro praga Maciel Pinbe'.ro Jl
Parmacia Victoriense de Luiz Ignacio de An-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qualquer informaco sera enco
tutor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os Dos&os fraSC08 8?- QQ&drados 6 conta go
:as. N'nm ado leem gravadoElixir antefebn
i no oatro_iianr'e' CardosoPernaiabuco, e to
tos ec nrospectas Baa assi;nados por remedio
Cardoio Jaoior 8eodo fal8 0 I06 D0 ,or aE*
tgntej.
alta dose, desprezando sem que medico algum jamis lhe ouvos-
se proporcionado o raouor alhvio ; decidi-
se Qualmente em lomar da composicao
de Anacahuite Peiloral, e depois do ha-
ver apenas lomado dous frascos, desco-
brio com sorpresa, que a grande operes-
sao do peilo ha va quasi completamente
desaparecido. o eutanlo fui coi
nuando a fazer uso dello e no fim de ires
mozos so achou completamente curado,
com grande assombro e salisfaco de lo-
dos os seus prenlos o amigos, os quaes j
haviam perdido as espera ocas de jamis
vei-o bom. Disse tambem qua desde
enlo esla parle o lem reccmmendado
un grande numero de seus conhecidos
que soffiiam de dilTerentes affec^ocs pul-
monares lo frequentes as costas do mal
Pacifico, na America do Sul, e quo seus
bons resultados tcm sido universal.
Como garanta contra as fulsilicacOes,
observe-se bem que os norrios de an-
man $ Kmp venham eslampados om
leli'as Iransparoules no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa,
Acha se de venda em todas as .boticas e
8J
DE
SOaVEZBA, SALSA, USOSa S W.TaCO
( Grande depurativo do sangue ). Approva-
do pela Etraa. junta de hygiene do Rio do Janei-
ro, premiado na exposicSo do Chicago e prepara-
do por r
JOAO DA SILVA SILVEIRA
Pharmaceutico diplomad >, residente na cidade
de Pelotas, Estado do Rio Grnelo do Sul.
Nao se julgue que estas
duas palavras acham-so
reunidas to s para ar-
mar ao effeito. Sendo
is duas inimigas, pa-
recem entretanto a ca-
minharem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempro promptas a dar
combato entro si, porque
a syphilis um dos H-
litos da humanidado:
so por si, ella abrango
dous torcos das molestias
clinicas, revestindo o
mascarando todas as en-
idadea do quadro neso-
Il'CCCO.
i it F aacisco Al-
oii-
d rogaras.
Olympio de Oliveira
Cura Jo I*citoral de Cambar
lendes qualquor manifostaga. tubrculos .i 1 Proourai a fundo della o
irois encontral-o na syphili-, so nao adquirido por vos, representando um
, triste legado do vossjs antopassados. Turnios dores irradias as ponas,
nos bracos, no tronco, om todas as arliculaces o.nfim f Nao precisaos de
mais nada para ncardes convencidos do que tondos einvs o germen fatal di
syphis. Cahom-to os cabellos, os pollos do rosto, a pollo so enruga, orna-so
iarfuracoa, os unhoiros manifestam-sc em larga escala, o ficareis incerto
sobre a origem dessos males : acreditai, porm, ainda a sypkUis agarado-!j DtolSSSaVS
futuro.
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo clla a-aba do nascor nmuta mnT n hT, P ^ T
acado de forte constipacao coin tosse' ao olho oro Anos^ Daocem c-S,^ que asunplos vi
sesDeradora.sdconsLuiurestabole-!S?Lta^^^ oamda urna
COMMEMn
l^a Commcrclsl de PcroaiM-
buco
aDtSC^ES OFFieiABS Da JUNTA DOS C0BRBTCRB3
JYdfa 4o Rectfe, 22 de Feveretro de 1895
3Ao honra ccUcao-
0 presidente
Antonio Marques deAmorim.
O secretario
Maicel GjogaiTes da Silva Pinto.
Cambio
Praca da (Uclfe
9b Bancos abriram boje suas opera0es a 9
V16e 9 7,8 sobre Londres a 90 das, realisan-
*-i de tarde algumas iraosacgOes a ultima taxa
>fca baixaram para 9 3i aem en:ontrarem
ao adores.
Km papel particular e baocario rapassado bon-
~*3tOcio8 regularea a 10 d.
Cotaies de seeros
fara o agricultor
Asquear
?sr>if.po: 15 kilos. 54500 a 64000
SmtaHead)porl5k.ili 54000 a 54600
Jtmco, id( dem. 44100 a 54300
smtB, I lem, dem 34609 34760
Jsacarado dem, ideo. 3440 a 24700
9rat seceos idem dem 24200 a 243*0
9rat* melado, idem, idem 149)8 a 24100
5*iac.e, idem, dem 14500 a 14800
Major Fernando Lobo
Cara do Peoral de Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Efa,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
ELIXIR M. MORaTO
Se nBo era sarna era o diabo em figura
d'ells, qua gretava as mSoa ha muito tem
po, e o qae me vtleu foi o usa do Elixir
M. Vforato qm me carn oomo miUgre.
Cidade do iet.
Pedro Diaa de Asurara.
Deposito em Peroambaco :
Compaohia de Drogas, ra Marquea
de Olinda 24.
ra do todas ossas manifesacoes. Nos combatos do amor, sahistes "ferido
nao perca 18 tompo : anda a syphilis a causadora do vosso mal presente
Nominesmo a innocente crianca escapa a cssa praga universal:
istao
. ------------------- ~- j ******** uwji* v uiitu.v u u. I ITlcl*
nilestacao precoco da tomvol ontidade mrbida; o a pobro crianca nao
passa de urna hcredt-syphilica. A syphilis finalmente, o Prolheu, que sob
todas as formas o as mais extravagantes, so manifesta a transforma, tra-
O; agente Ccjanhia de Drogas e ?ro ..endo a hnmanidade todo o sou cortejo de drese incommodos. Oque
cumpre, pois fazer? Evitar o mercurio o o arsnico, quo s e u condicoes
muito especiaos podemaprovoitar : e s lanzar mo dos depurativos vege-
taes associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande efficacia
de seus efeitos a innocuidad relativa do seu uso o emprego. No numero
Recebemos a offerta de i garrafa do dos proparados enicuja confeccao entram estes afrentes, oceupa inquestio-
atacado
desesperadora, s conseguiu restabele
cer-se tomando "> Peiloral de Cambar,
de Souza Soaree.
duelos CJiimicos
Falle a
ora a mnrensa,
Estados
dos
?-
i a negocio.
Algodo
aloool
?:- pipa de 480 litros 2454 venda.
Aaroardentc
Jar pipa de 480 litros 1504 yenda.
Cauro
amos salgados na base do 12 kilos 700 ris
Tordes a 480 ris, nominal.
Carnauba
Wfse de 154 a 284060 por 15 kJos.
Hel
Ht 1004000 aomlnal.
'3aBELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALGODaO
Mez de Fevereiro
Suncas .
Jajores .
Jtaasaes .
airada de Ferro Central.
9tem.de S. Francisco.
Jatai doLimooiro. .
Somma.

Dias
1 a It
1 a ie
1 a 16
1 a 16
i a 15
1 a 14
A88U-
car
Saceos
72577
3379
10755
69180
40735
Algo
dio
Anacahuita Peoral.
As curas produzidas pela composicao.
da Anacahuita peiloral, sao real-
mente milagrosas.
Don Clemente Silva, que resiie] na
jua do Estado, Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em dita cidade,
44 a Aaevedo & C. 18 e Moei-a & C 10 a J.
A. C. Viano a 20 a or .em, 20 a Sinos & C.
M-r alonas 1 calza a B. Albeiro & C, 5 a
Feliz Bandeira.
Tdcidoa 57 voluxes a Ferreira I-eraos & C.
224 a AffjriBo Uaia & C, 15 a Manos Camlor.a
C, 49 a A. de Brillo & C, 35 a A. Lopes
& C, 60 a A. Amorim & C, 64 a A. Mua & C,
37 a GjocalYes Cuoba A C, 15 a A Vieira & C,
30 a A. Saotoe fc C, 35 a R. Mala & C, 20 a
L. Maia it C, 50 a Rodrigues I.i a 4 C, 60 a
O. Jardim A C. 60 a Guerra & Fernando 20 a
C. Frr-j a C., 21 i ordem, 2 a Macbado & Pe-
relra, 22 a R de Garvaloo & C, 15 a Uaooel D.
da Silia Guimaraes, (0 a A. Sintos & C.
Vinagre 3 pipas i ordem.
Portos do f ni vapor nacional Espirito San-
to, entrado em 18 e consiguado a Pereira Car-
neiro it C, manifesioa:
Caicidos 1 caizao a J. S. da Silretra & C, 1 a
Albino Cruz 4 C, la Joaqoim Pinbeiro & C, 1
a C iBt Campos & C, 1 a Miaoel de Barros Ci-
valcante, 1 a C. Lopes & C.
Cnapas para fog&o 7 volames a C. G. & S So-
brinbo.
Cbarutos 2 calzas a B re & C.
Caf 65 >a:cos a Costa & Rocha, 50 a Fernn-
des Jolian C.
Drogas 20 caizas i ordem.
Fumo 7 volumes a Goocalves & Barros, 2 a
Ferreira Rodrigues &(.-., 4 a F. Cosa & ti.,
32 a A. Macbado & C, 9 a Borel & C, 9 a C
Lima & C.
Fio 100 saceos a Joio 7. Le te.
Livros 1 caiza a F. P. Boolitreau 1 a Hugo &
C, 1 a H. J. M. Cali, 1 a J. Nogueira de Sonta,
3 a Ramiro M. da Cosa & C, 1 a F. N. Imaoe,
1 a Sonta Paes, 1 a J. W. de Medeiros.
Mercadorias 7 caizas a M. Irmaos & C, 2 a
Affuneo Ma ce O., 3 a ordem, 7 a Rodrigues
Lima & C.
Manielga 5 coica barra a Feliz Bandeira.
Sola 1 Totume a ordem-
Tecidos 10 fardos a A. Lipes & C, 3 a V- S.
C. Toledo, 18 ordem.
Violo 100 narria a Companbia de Estiva.
Cognac Brazileiro producto de nova
industria nacional, de que autor o
nosso conterrneo, pharmaceutico An-
tonio Martiniano Veras, estabelecido
na cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor differen-
ca entre o Cognac Brazileiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa
ment.
Os collegas da imprensa pernanbu-
cana, as apreciacoes, que temos
vista, sao unnimes em affirmar a excel-
lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitaco, por saber se
ser a sua composicao isenta de qual-
quer preparado, que possa prejudicar
a sade.
E' actualmente recommendado como
um dos melhores productos no genero.
Diario do Maranko, n. 6406.
Garrafa 28500
Duzia 25$ooo
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des-
peza para o comprador.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
Saccas
1050
1531
694
471
I 5421
196626 r~967
Importaco
Partos do sal, vapor ingles Portuguesa Prin-
, entrado em 19 e consignado a Jobnston Pa-
tar JtC, manifesiou:
Aicite do pelze 5 barris a Joaqoim A- da Sil-
Vi Santos.
Ut ICO saceos a F. Costo & C, 80 a Lopes
aefro C, 914 a Companbia de Estiva, 189 a
Jato F- de Almeids, 70 a Castro Lemos & C.
Aleados i caizio a J. S. Santos.
Cigarros 6 caizas a Solzer Ktnffmaon de C
Cachimbos 5 calzas ordem.
Cbaratoa 11 caizas a Solzer Kaoffinaon & C
8a Coito Lima & C
Afeas I fardo ordem.
1B0 101 Tolao.es a Almeld Macbado & C.,1 de asnear braoc"
y
apsrfafo
Recife, 20 de Fevereiro de 1895
Para o exterior
No vapor ijglez Arebiciect*, para Liver-
pool, carregaram :
Jallo a, 530 saceos com 41,250 kilos de
assucar mascavado.
No vapor ingles .Tbamea, para Lisboa,
carregeo :
A. F Lima, 1 calza com 40 kilos de doce, I
dita com 20 litros de agurdente e 2 altas com
70 ditos de tarlnba de mandioca.
Para o Interior
No vapor francs Cordonan, para raqui,
carregoo :
M. S. Maia, 300 barricas com 31.731 kilos de
assucar branco.
Para Uraguayana, despacnaram :
M. S. Maia, 1 pipa com 540 lit.-os de alcool e
20 ditas com 9,600 ditos de agurdente.
Amorim Irmaos C, 30 pipas com 16,020
litros de agurdente.
L. J. Silva Gulmares,8G0 barricas com 85.289
kilos de assucar branco.
Para Itsqui, carregoo :
M. S. Mala, 20 pipas com 8.980 litros de
agurdente.
Na vapor alIemSo Rama, para Paranagu,
carregaram :
Le jo fc Filho, 1,000 22Ccos com 75,000 kilos
de assucar matea?a"o e 1,900 saceos com 142,500
kiles de asBOcar branco.
D. F. Porto Bailar, 20 pipas com 10,811 litros
de alcool.
Para Pelotas, carregoo :
Corrpanhia de Estiva. 100 saceos com 7 500
k'los de assucar branco.
Para Porto Alegre, carregaram :
J. F. Marques, 800 saceos com 63,15f kilos de
asocar braoco.
F. Oliveira. 50 barricas com 5,508 kilos de
assucar mascavado e 250 saceos com 26,250 ditos
de assucar bran-o.
J. 8. da Costa Moreira, 700 saceos com 52,500
PriVentre,P< Laxativa i,Vichy
Para o Rio fl-anrio di Bol, nmcii.a .
A. Cus a & r'iuza, 950 sacos com 71,250 kilos
de assucar braoco e 250 sac:os con 18.750 ditos
de assecar mascavado.
No brlgue noruegoease Medor para o
Para, carregaram :
P. Alve* & C, 1,000 saceos com 68.125 kilos
de assucar branco.
No rapo- ioglez P. Princr*, para o Para,
carregaram :
Pe eir Pinto & C, 15 pipas com 8,100 litros
deme.
M. M. de Oliveira, 15 pipas com 8,(50 litros de
alcool.
L. J. S. Goimaiaes, 300 barricas com 21,8i7
kilos de assoiar branco.
N. M. Eirado, 5 barr as com 600 k los de car
ai animal e 213 volme com 16,189 kilos de
assncar braoco.
No vapir Li;lonal Sjbi.rlbe*, para Pene
do, arregbram :
M. L. S. 2 calzas com 60 kilos di d:p.
J. S. A. & C-, 100 caix.s com 800 litros de ci-
dra, 10 calzas com 240 litros de cerveja e 2
barra com 166 ditos de vinagre
Tavares Lapa & C, 7 b.rris com 495 litros de
vinagre.
Para A'acaj, carregaram :
i. R. Maia, 15 caizas com 60 kilos de d.e, 1
barrica com 60 k los de Cirt&j animal.
C. P nto & C, 6 barris com 270 liiros de vi-
obo de fro.tis e 6 garratoes com 9J litros de
geoebra.
Na barcaga Parasoass, para a Partliy
ba, canegaram :
C. Piou de C, 10 barris com 450 litros de vi-
nagre.
Nj- biale nacional .Nina, paa Mofsor,
carregaram :
Companbia de Estiva, 3 barricas com 81 litros
de cerveja e 13 calzas com 14 litros de be-
bidas.
J. Macelo. 25 barris e 20 caizas com 1,305
litios de viobo de fructas.
Para Maco, carregaram :
J. de Macedo, 1 barril com 96 litros de vine-
gre, 2 caixas e 6 barris com 381 litros de vinbo
de troclas.
C. de Eiiva, 10 canas com 120 litros de ver-
moutb.
Na barcaga Amelia, pira Villa da Penba,
Carregaram :
BarbJsaftC, 1 barril com 83 litros de vi-
nagre e 12 canas com 86 d los de geoebra.
Na barcia Flor do Poco*, para Villa da
Penba, carrega-am :
Barbosa & C, 2 caizas com 190 litros de ge-
oebra.
navolmento o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SA'XGUE.
Elixir de Nogueira, Sal*, Caraba e
Guayaco io durado
Efficazmenteempregado as seguintes molestias: syphilissoh todas as suas
formas o manifestacoes; escrophulas, fstulas, rheamatismo ,empigens,
boubas, boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da polle, cancros veneros,
rachitismos. llores brancas, espinhos o darthros. E cujas propriedado tm
sido j preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre nos e
por professores dos mais distinctos das nossas l'aculdades.
DEPSITOS: Companhia de Drogas do Guimaraes Bra-a & C.
PERNAMBUCO
KDITAES
Decima urbana
lltenicocs lo colloota na fre-
Siie/in de 8. los
Dj oren do Iilm. S-. D\ sob-prtfcito do mu
oiciplo do Hi lf-, abaizo re poblicanj as altera
C6*"s para mais eoeoniridas ni collecla do Im-
poeio da dcima, arluj de que os {nleressados
pissim ap-eS-niar suas reclamag^f, s qoaes
^6 ee o ac-eitaa dentro do praso te 30 das por
meio de peticOes :
Mircilio Dias
F0 Daniel Prsncuco Pinbeiro 393*00)
84 Jaqiim Lopes Machado {.*9t000
90 J s Machado Souza Rmente! 8t00 0
92 Joaqoim FHippe da Cosa 512*000
96 Antonio Jnaquim Ca?cao 4034000
8 Maoel Martina Fin a 4O3.O0D
111 D A-ilo no li. da S Iva Mila 1.143*000
10a .ajena cum Ji.ui o Kilos
- Dia 21 -
Para o exterior
ro vapor ingles Archiclect, para Balados
Unido0, carregaram:
P. Carneiro & C, 1,600 saceos com 102,000
Kilos de assncar maBCavado.
Para Llverpoo carregaram :
Mello & Velloso, 550 saceos com 41 250 kilos
de assncar mascavado.
No vapor ioglez Hevelins, para Rtw-
Yock, carregaram :
B Willltma & C, 4,760 pelles de carneiro e
19,207 ditas de cabra-
No vapor Ingles G- Prince, para Eew-
Yo'k, carregoo :
D. Gooveia, 30,000 pelles de cabra.
Para o interior
P Co-nlro 4 C, .
de assucar braceo.
P>ra Rio Grande do Sul, C3rresaran :
S. Goim-es & C, 300 sarcos com 21,500
kilos oe aasui'ar branco.
V. da S ivrtira, 00 eaccos com 15 000 tilos
de assucar branco.
J. L Barros, .0,000cocos frucla.
Pan Pelotas, carregaram :
S. GaimarSt:8 C, 5 pipas com 2416 lit os de
alcool
Nj pitacbo argentino A. Cuaba
Rio G'andt! do Sul. carregaram :
J. Bailar & C. 5C0 oarncas com 51 500 kilos
de assncar branco.
no vapor ioglez 3flllarem, para Santos,
carregaram :
L. Mjrae, 100) saceos com 60,0f0 k'lns de
asincar brauco e 1000 ditos com 60.000 ditor
de dito mascavado.
No vapor ingles B'andemborg, pira o
Rio de Janeiro, carregaram :
Compaobia de Esiiva. 200 saccas con 14 796
kilos de algodSo, 40 pipas com 21 60J litros de
agurdente e 19 ditas com 5103 ditos de alcool.
C. de Meljrameotos, 1 9 JO saceos com ....
119,409 kilo* de assasar branco o 188 ditos
com I i 280 ditos de Jilo mascavado.
Nj vapor austraco Caslore, para Ri3 de
Janeiro, carregoo:
J. da Costa Ferreira, 59 pipas com 23,500
litros de agurdente.
Nj vapor corueguense Niord, para San-
tos, carregoa:
C. A. Borle, 167 saceos com 10 010 kilos de
assucar branco e 133 dito 1 com 7980 ditos de
dito mascavado.
No va or nacional IlaqoU, para Rio de
Janeiro, carregoo :
C. A. Borle, 3G1 saceos con 18.020 kilos de
assucar branco.
97 I maodade do Smt es m 1 Sa-
cramento de Saato Antonio
US Angutc Honorato Mi anda
tl7 HnriqueP. Porto B-ava
121 Antorio Joqu rr Casino
117 Victonro D. A'vea Uaia
131 Maooel Gonca'vts Fon es
137 Tneodolinda Bd'.ar de Oliveira
t ouira
139 Alredo da Atneiia da Nativi-
diAcj
Lemas Valentinas
50 Jcnna Mi'ii Reg M l.'o
06 Jope de Aievwdj Anones Gui-
ma aes
60 Francisco B a Ventora L. Lou-
reiro
68 Ordem 3' do Carmo
70 Muriis SoicoarSes Feroandes
72 F ancisco Jos Rodrigues P-aca
7i Gldino An'o.J A. Ferreira
82 O me-rco
86 Jje di sila M raes
393*000
600*0011
513*000
1X59*000
1.179* fO
1587*030
1.000* 00
939*000
639*000
393*000
273*000
2-13*000
7M*(00
273*010
273* 00
333*000
1 119*000
Na barcaga Amelia, para Vilia,da reciba,
earregaram :
J. A da Fo".8eca & C, 70 csixas com "1,610
kilos de sabao.
Ilend meatos pablieos
Mez e Feveelro de 1893
Alfatidega
Renda gera
> Do dia 1 a 21
paral iJem de 2
I.l26:2i0*3i3
78:798*248
213*000
273*000
573*100
393^090
819*0CO
3<3*000
273 000
192*20(30
273*000
213*010
19i*000
2I3*CC0
366*000
333*000
44I*00J
381*010
600*000
1015- 00
393*000
4'.:i*C01
726*000
1:210*0.0
40f*000
333.000
33'OOO
393*000
i5*0U0
HKO
00/000
453MM
4ii3*CC0
453*1000
397*000
80*' 0)
9*. 0 0
3.i000
333*C0)
33J*L0
3)3*000
ii720.0
;.s *ooo
38l*<,00
333 SCO J
33*'JO
393*000
91*000
S'MOlO
573*0.0
1
9;i000
96*000
6 SUCO;)
511*0C0
33 J OJO
dem iia ti
Renda do Estado :
Do dia 1 a 21 263.915*98/
13.129*159
Somma total
1,20J:038*731
232.0o*t46
1.42':103*907
UolSo, para Rio de
com 18341 kilos
para Pene
litros de
Na barca noruegeeose India, para Paia-
nagu, carregaram :
E. C. Beltrao 4 Irmo, 1370 saceos com....
82,200 kilos de assucar branco.
lio patacbo argentino A. Caoba, para o
Rio G ande do Sol, carregoo :
M. S. Miia, 500 saceos com 37,5.-0 kilos de
assucar branco.
No vapor alien:ao Roma, para Paranagu},
carregaram :
Loyo & Filbo, 1,000 saceos com 60,000 kilos
de assucar maecavado e 1,900 dlt03 com 114,000
eiitos de dito branco.
No vapor nacional
Janeiro, carregaram :
P. Vafete & G 210 saccas
de algodSo.
M. S. Maia, (843 me!03 de sol.
No vapor oaclenal Beberibe,
do, carr garam :
L. Aih'iro & C, 1 caixa com 27
agaardente.
T. Lapa & C, 9 barris com 375 litros de vi-
nagre.
No a por francs Cordonan, para S. Anna
do Livramenlo, carregaram:
S. GolmarSea C, 5 barris com 435 litros de
agurdeme elOO saceos com 7,500 kilos de assu-
car branco.
Bara Bthia, carregaram :
Amorim & Cirdoso, 900 saceos com 67,500
kilos de assucar branco.
o vapor ingles P. Prince, para o Para,
carregaram :
J. Bailar & u, 510 barricas com 37,000 kilos
de assucar branco-
S. Ferr&o, 500 eaccos com 30,000 kiios de
atibo.
E. Kinlbaek &. C, 50 saceos com 3,730 kilos
de assucar branco.
P. Al ves & C, 25 volumes com 19,162 kilos
de assucar branco.
M. A. Sena & C, 140 barricas com 11,300
k los de assucar branco.
No vapor nacional Alagse, para Victo-
ria, carregaram :
P. Pinto & C, S00 carr s com 1".,Gj0 litros
de agurdente.
No vapor Irancez Viile de Rosario, para
Babia, carregaram:
F. RJdrlgues & G 50 ci xas com 0) kilos
de doce.
Na barraca garam :
F. I-mos & C, 60 caixas com 1380 kilos de
sabio-
Ni barcina Flor dn Paseo, para Maco,
carregaram :
C- Lemos & C, 5caixas com 40 litros de
cidra, 3 dtias com 24 ditos de genebrae 20 ditas
com 460kilos de sabao.
F. Irmais & Q.' 10 caixas com 230 kilos de
;sbac.
2 secwSi) da Alfandega de Peraambaco, 22
da Fevereiro de 1895
O cnee da secgao
L. F. coaecera.
O tbesourelro
L. M. Radrigues Valenca.
RSGEBED0RIA DO ESTADO
Dj dia 1 a 21
Idem de 22
64 665*0C0
841*000
Somma lo'.al
re:ife dra'Nage
Dj dia 1 a 21
Ilem de 22
Sjmm1; totl
65;5'j6*',00
23 3Ji*3il
6o8*790
25.913*301
Tfovluieuo do porto
Navios entrados no dia 22
Manos e escala II dias, vapor nacional Ala-
gdip, da 1999 toneladas, commaodante Or-
dener Jos Carneiro, equipagem 60, carga va-
rios generes ; a Pereira Carneiro & G-
Para e escalaII das, Vapor ioglez Branden-
nurg, de 1G27 toneladas, commandante S.
C Oulton, eqnlpagem 3! carga varios gene-
ros; a Companbia de Estivas.
Montevideo e escala-16 das, vapor noruegueDj
se Niord, de 478 toneladas, commandante
S. Liovold, equipagem 16, carga varios gene-
ros ; a E. S. Levy.
Miranho-4 das, vaoor ioglez Nirseman,
de 444 toldadas, commandante H. Adamson;
eqa pagem 54, carga Hos telegrapbicos ; a
Ctmraobia Suomarina.
Trele e escala- 43 dia'.'vapor anstriaco Cas-
(ore. de 1146 toneladas, commaidaote G
Sabadlo?, eqaipsgem 46, carga varios gne-
ros ; a Hern Forsier & C'
Rio de Janeiro'e escala-6 dias, Tapor belaa
H-velios, de 1693 toneladas, cmmanaanie
\V. Stapledon, equipagem 43, carga varios ge
eros; a Btackburn & C.
Nario sabido no mesmo dia
.Yw-Yok e e-cilaVano- belga Hevelins,
commaodante W. Stapledon ; carga varios g-
neros.
Chadlno
rreia
9! Delcblm Lites da Croa
91 J a-.. Fernajies Rmos
afra
9> Aitoolo No3fP la Silva
101 Pr^nc|co Ribe:r> Soares
102 Jo-da Siv- R mes
19 Or 31 Dogo AofcU-'o ios Reis
33 Angelo B. Goojn'vs da Sia
43 ITaioel Dj rada Puntea
1 4- Joaona b. Nun"-" Ferreira
53 Anna R. PraoYnc S.
55 llaariqae Bodrituas d^ Souza
Cironei Suauna
8 I ab;l D. V>-la Torrea
0 Mara Feliciana Coila Guima-
r.'as
9 Domirgos Pinio de Freitas
'04 p-. P'Uttsaa J. de Sacrrpaio
114 Srio-i Ferreira Azevedo
16 O cees o
ll* Tbeodomlro fantos Selva
1*0 An:onio r'rnri C-.rv.lho
<46 D.iriogis Anicn-^ V 'aia
e0 J,ai Ataanaaio L'ai C. ue Al-
l .q icrqoe
162 Ai-tomo V. 8ilvs ea-ror-a
I7 Li z Pereira de F.-iai
I7i AOtot i) Soa .- P Olivia
10 Maicel ci M s-q Iti C rosj
182 Filia leeira ne Souza
184 M oel a w Silva C I
186 Dr. M njel E. do Reg Va-
le 51
188 O re^rr.o
^92 i) meamo
'8 Jjo u pt| la de Oliveira
JOO J) qu-m M fioccalvps Rosi
da Silva Azt- e 'o
\t 6 Aietaid Gi Maltes Ltmos
Jt'8 fudora Mi la : Cnee$&j
210 Beatriz C Gorreia 7ieira
212 Amerita P.ancuco P. Mea3
ie.3
^20 Carolina S. Ano-im Uoreira
121 Ji qu.E Sou Rlbeirii
28 Fe : le ou' Lelo
136 I > C el do da Silva
i8G l-1ico Ai.ea F, reir
rifi An a Soares i',e A:corm
i'oi) ',' nffi [gaae'o V:ea
tn Lm>& Iroiia
27* Mana R 276 io-epoia C. de Alouquique
M^iloe oi.tr.8
.82 O- (;?!Ct oe Sft Fe.-eira
J8i J< e Ljiip di C tata
:86 O. Ipiiico Lipes da Cruz
I9i FratiCta:o Paula A. Oliveira
C;roaeI ?o tsuaa
49 F aocisco de Melia C. Alto
qrerqae 333*000
5' L'ju P"ei'a Fi ias 3C0*:0J
7 Jo Fra-icisco ret*a 273*000
9 DeljinaoL) e* da C-oz 301*000
fit aterro S. F>-roan!p Oliveira 31lt00
63 MancelCivalciaie Albuq'.e qae
Lm 548 /0W
65 Imindade das A: ra- do Re-
'-' e 273*COO
Co'itaiorla da Pref-itn-a Muocipjl do Rejife
23 do Fevereiro de 1(95
O a'gidor,
Candido Gummar. es.
O fOOUdO-,
Genuino Rsa.
Editas
De ordem do Dr. Sub-Prefeito se faz
publico que J0S0 de Meira Lins reque-
reu liceri9a para abrir um arinazera de
assucar purgado no pavimeuto terreo da
casa n. 25 sita ra 15 de Novembro,
freguezia de Santo Antonio, d-vendo
quena com isso se julgar prejudicado di-
rigir sua reciamacao fandamentada, ao
ms8mo Dr. Sub-Prefeito, dentro do praio
de 8 dias, para ser attendido caso seja
considerada procedente.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, em 21 de Feve-e.ro de 1893.
O secretario,
Zoaquim i os Ferreira da Rocha ,
4 cargas com melancia a 300 rs. 1*20
3 carga cora bananas a 300 rs. *9D0
8 cargas com diversas a 300 rs. 2*400
1 carga com batatas a 300 rs. *300
2 cargas com loucas a 301 rs. 600
2 cargas co. macacbeiraa a 300 r>. *600
11 cargas com genmuns a 300 rs. 3*300
7 cargas com laraojas a 300 rs. 2*100
50 cargas com rarintia a 200 rs. 10*000
8 cargas com milho secco a 200 re. 1*600
6 cargas com fejao a 200 rs. 1* 00
69 lugares a 200 rs. 12*000
8 Suinos a 200 rs. 1*600
12 comp. com suir.eiros a 1*000 12*000
9 comp. com acLxl-ue '00 rs. 6*300
10 comp. com fressurao *0fl 'a. 600J
34 comp. com comidas a 70o ra. 23*800
69 comp. com fazendas a 600 ra. 41*400
49 comp. com verduras a 300 rs. 14*700
82 comp. com farioba a 400 rs, 32*803
50 comp. r.om (albos a 2*000 1C0.O0O
ftendlmenlo dos dlt s 1 a 20
Mercado Hcn'eipAl de ,*o
O movimento deste mercado no dia 21 de Fe
vereiro foi o soguinte r
Entrrrim :
43 bois pesando 7.010 kilos
405 kilos de peixe a 20 rs.
3 compart. com mariscosa 100 rs.
* ditos com camarfles ? 100 rs.
27 1/2 columnas a 600 rs.
* carga com gallinbas a 500 rs.
3 cassuaes com gallinbas a 300 rs.
4 cargas com milbo verde a 300 rs.
1 carga com cebolinbo a 300 rs.
8*1(0
*30O
*400
16*500
*400
*9D0
Presos do da :
Carne verde de 2)0 a 1* rs. o kilo.
Suinos de 900 a I* idem.
Ca'neiro de 1*000 a 1*200 idem.
Fancba de 700 a 1*200 rs. a cuia.
Milbo de 600 a 700 rs. a cola.
FeiSo t e 1*500 a 2*0(i0 a cuia.
Savfog esperado*?
Do Rio de Janeiro
Logar poriugez Uj ao.
De Pelotas
Logar corueguense Eiawold.
Patacbo belga Erailte.
Da Montevideo
Patacho bol anlez Jobaone.
De Cardifi
Barca rgleza Coldoon.
Barca noraega V. da G -.n?.
De Londres
Barca noruega K-onos.
Logar iogl-.-i Faony.
De Terra Nova
Lagar Inclez Tyrse.
Lugar ingles SieILf.
Lagar inglez Iiogene.
Lugar inglez Belle ef tbe Ex.
Lugar io-lez Ciu ba.
Lugar Ioglez Corisande.
Lugar ioglez Dora.
Lugar ioglez Neva.
De Liverpool
Barca noruega Eleneyer.
Barca noraega Satura.
Vapores a entrar
Mez de Fevereiro
A'-bens, de Baltlmore, boje.
Uia, do sal, boje.
Itaqai, do sal, boje.
Editor, de Liverpool, boje.
Uagdaleoa, da Europa, boje.
Montevideo, da Europa, a 25.
Vega, do sul, a 2o.
Niord., do EUl. a 25.
Colerldge, de New-York, a 27.
Las Palmas, da Europa 27.
vapores a sabir
305*:O3
6.049* 5C0
6.355*100
Mex de Fevereiro
Lisboa, Vegar, 23, s 1 horas.
Santos e esc., Atbens, 23, < 4 horas.
Rio de Jaoeiro e esc, Bellcv:, 23, e 4 horas.
Santos e esc.. Castore, 23, as boras.
Rio e esc, Vilie de Rosarlo, 23, s 4 boras.
Buenos Ajres e eic. GoMoan 23, s 3 horae-
ew York, Herveliot, 23, as 3 boras.
Sol, Magdalena, 23, as 2 horas.
Rio eesc, Alag as, 24, s boras.
Santos e esc, Coleridge, 25, s t erras.
S ntcs e esc, Las Palmas, 27, s 2 borss.
ji L verpool directo, Edlctor, 27, s horas.
*300iSOtos e esc, Montevideo,27, s 4 horas.
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i
Diarto de Pernambnco
de Fevereiro de 189

Seeretirla do Tkioiiru do
Esc do, 1 de Fevereiro de
1895.
EDITAL
De ord';m do Illa. Sr. Dr. director
sera! d ata R^partico e em vrtuda di-
requiaicila d S. Exc. o Sr. Dr. S-.c-et-
ii> da Justiga e Negocio Inferir, fa$
pobiieo que co Sabbado 23 do corrate bo
meio dio, o Tribural do Theaeoro, em
BetaSo extraordinaria, recabe propoataB
em c it>a fechadas para o foroeoimen
to de eineo mil metros (.000) de
alrodSo niC-aal para vesturaria doa
creaba pobres des^vhdosrej-lhidia Casal,
de Dele: .: .
Oa prepocentes se deverlo previamente
fcabitir forma dts disp.' c'oj regula-
stares.
O chsfe,
tlarianno A. de M deiro.
Ele;cao de trefe to
O Sub-Prefelo emexercicio do municipio d
Recita manda fazer publico que, de conformi-
dude com o disposto no prt. i- e seus i e
i das instruido '* do governador do EsuMo, de
16 de Agosto ultimo, nomeia os cidados abai-
xo declarado? para formaren as musas quo
leruo d receber os votos na tleigao de PreTei-
25 seccao
toa pelo Decreto d* 30 d^iaieirote l?3, e
I Mesarlos-Dr. Alfonso de Albuquerque Mello qoe n5o foratn nroviios vitaliciamente deede a
0 Jnior, Joao Augusto Ferreira Lima, Pedro Bar i ostallicao destt municipio.
bjsa de Aruujo, Manoel do Nascimento Silva
Castro e Joaquim Alfredo Rodrigue- dos Anjos.
SupplentesJulio Aotero de Medeiros Furta
do e Jos Marques Ferreira.
27 seccao
Mesarlos-Dr. Cassiano Arairo Lopes, Abdi
to desle municipio, a qual, segundo o decreto Sl dt Vasconcellos, Luiz Aflonso Ferreira, lie
do mesmo ffovernador, de 46 do corrente, de- uedJ.c, l|os Santos Almeida e Emigdio Egydio
ver reulisar-se cm todo o municipio do dia 4
de Marco prximo vlndouro :
Ret fe
!. sccco
Misarios-Ctyi do Alvea da Fonseca, Jos
Manoel di Hy?o, Jone All):rto Fiueira, Lib-
rato Augurio de Lima c Luiz Carolino Pcixoto.
Suppli'iiteaJos Aires Rodrigues Lsite e
Arlhur de Mello.
2. s:cc5o
Mesarios-Jos Vicente Ferreira da S Iva,
Autiuslo Jos de Carvallio Danlas, Candido
Alvea Ferreira, Jos Joaquina do NaiCm:nlo e
JovtflO Pereira da Sil* Brillo.
Supppr.U's Genuino Jo da Ro3a e Felino
Dunsiano Ferricira (.'ovino.
3.* scgo
Mesarios-Dr Francisco de Alliayie Mir
liaa Riboiro, Nono Alvea da Fonseca, lianoel
Jase Pereira, Manod Antonio do Oliveira Rogo
e Marfoel Francisco Mendos in'z
Su penles Luiz Fabridano do Franca c
Edttal
De ordem do Dr. Sub-Prefeito se faz
publico que no dia 28 do corrette i i ~
Lora3 da tarda, na secretaria da Prefeita-
ra Municipal reeebein-3) prop tas em
cartas fechadas, .ovidamente estatnpi- coronel Francisco Fu-uno de Brillo.
loadas, para o servigo de limpoza p- Fregueza^deSanl^Anlo.ao
blica da fregaezia do Recife durante o Msanos-Coronal Alfredo d )3 Santo Al
corrente anuo, sob as segumte bases : ida, Julio Ndn.'s di Silva, Amonio Ferreira
1" A limpeza das mas calcadas s da Costa, Jos LjiIo Rodoval o e Elias Jos de
pode comecar dopoia do 1 > horas da*afjgM _A Iu, ho KraU33 e A!varo Ga.
noite, devendo as o horas da manna estar Ne,a i)|,2,
concluido o se vico de varrimento, e s 8 j 5 asete
horas tarnb;m da raanhi, oda conduc-! MesariosBernardo Jos da Gama Lima, Ma
rin n Uva rn Cao do lixo reju.taiua a limpeza a ^fSrpa Brandan, Gustavo Aluerto do Brillo o
qualquer outro que for depositado as Ma., I8 ,,a P;llxao s-jtlra
mas. Snpplentr.'s -Augusto Fernandeg e Benjamn
21 Durante o dia, entre meio dia e 2( Amos Jos da Fonseca,
horas, haver *a mus principaes, de Mesariog.CoronVHSerio Maciel da Sd-
maior transito, urna limpeza parcial, qu3|V;!t Augusto A ino Paulino da Silva, A'fredo
ter por fia apauhar papes, detrictos Lui'io da i'aslro. Joo de S .ana Barbosa e Jos
forem encontra- Epipluinio dos Santos.
Tegetaes ou snunaes que
dos e devem ser couduzidos era urna
carrocinha de rea).
3* As mas nao calcadas sero cisca-
das de dia, alternadamente, de modo que
cada ma seja limpa tres vezes por se-
mana.
Ser preferido o p? ponente que maio-
res vant gens offerecer, o qual dar exe-
cucSo ao contracto dentro de 30 dias con
tad'os da data em que assignar o termo
nesta Secretaria.
Secretaria da Prefaitura Municipal do
Recife, em 2 L de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Zoaqnim os Ferreira da Rocha.
(vmiiaiiii Pernambucane
Pela secre'aria do Gymnasio Pernam-
bucano e de ordem do Ilustre cidado
Dr. Regedor, se declara aos pais de fa
milia* e a quem mais interessar possa,
que continua aberta a matricula at 31
deMar^o vindouro pira quem quizer es-
tudar as seguintes disciplinas]:
Lingua portugueza
Dita latina
Dita franceza
Dita ingleza
Dita allema
Dita ital>"a
PhilosopLa
Geographia
Historia do Brazil
Historia Universal
Arithmetica
Algebra
Geometra
""rigonometria
Historia Natural
Eacripturajao Mercantil
Desenho
Physica e Chimica
Msica
Instruccao elementar.
Nenhum estudante poder matricular-
se sena que previamente exiba attestados
de moralidade e conducta es olar, firma-
da por professores, cujas aulas frequen-
taram, e pagarao 68000 de taxa durante
o anno lectivo pelo estudo de um s pre-
paratorio, 95000 pelo de dous e 12S00O
d'abi por diante ; os alumnos d'aula
maria nada pagaro.
Continuara validos, para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
exames feitos no estabelecimento, nos
termos do decreto n 1,389 de 21 de
Fevereiro de 1S91 e aviso circular do
Ministerio da Justica e Negocios Interio-
res de 28 de Fevereiro de 1893.
Secretria do Gymnasio Pernambucano
6 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernandes Qnintella.
pri-
Edital
^Por esta Repartico se faz publico de
ordem do Dr. Questor interino, e para
conbecimento e interesse de todos que
durante os tres dias do carnaval devero
ser observadas as segaintea preacripcoes,
incorrendo os infractorea as penas do
art 135 do cdigo penal.
l'Ficam prohibidos os bailes carnava-
lescos alem das 2 horas da madrugada :
2' Nos mesmos bailes as pessoas que
estiverem com mascaras deverao tiral-as
meia noite, e as mas s seis e meia
horas da tarde ;
3a Sio absolutamente prohibidas as
alluses offensivas, partam ellas de m s-
caras isolados ou de clubs carnavales-
c s, quer s autoridades, quer parti-
culares, classes ou corporaces civis ou
religiosas.
4* JV expressamente prohibido o em-
prego de agua e p.
Secretaria da Questura Policial do
Estado de Pernumbuco, 20 de Fevereiro
de 1885.
O secretario,
Cassiano Lopes.
|EDITAL
Di ordem do Dr. aub-prefeito em xor-
cicio Be ft z publico que, de accordo cora
o disposto na lei n. 4 (posturas em vigor)
fica prohibido sob as penas da masma l9i
o brinquedo de entrudo com agua ou ou-
tra qualquer substancia, de qualquer
maneira que se empregue, bem como a
V9nda delimas de cteiro, de cera ou bor-
rocha, sendo porm permitido o brinque-
do c m papel picado e bisnagas.
Oa infractores ficam Bujeitos as penas
da lei.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 20 de Fevern'ro de 1895.
O secretario,
Joaquim Zos Ferreira da Rocha.
Supp'entes Dr Domingos Jos Marques e
Dr. Euzebio de Almeida Martins Co ta-
7.* seccao
MesariosDr. Joao Bipusta Rgueira Costa,
Leoncio Ferreira, Manoel Alves Cordeiro, Tbo-
m Pereira Lages e Adolpbe Miguel da Cosa.
SupplentesDr. Francisco Jacinlho de Sam
paio c JoQo Walfrido de M'deiros.
8." serco
Mi'sarios-Dr. Celso Terluliano Fernandes
Quintilla, Manoel Alves dt Menees, Pbilomeno
Araujo de Sjua, Antonio Jorge do Espirito
Sanio, Antonio Miximiano de Albuquerque
Santiago
Supplentea-Jos Gu-gel do Amaral e Jos
Mauricio Borges.
9.* seccao
Mesarios. Joaquim Jos ue Abreu. Antonio
Marinho Falcao, Jos dos Santos Aguiar, Julio
Pimentel de Araorim. Joo Luiz Ribeiro d;
Fanas.
Supplentes-Francisco de Paula Goncalves
Ferreira e Regioo Ferreira de Carvallio.
10. seccao
MesariosAmaro Ferreira Tavares, Manoel
Joaquim da Conceicao, Jos Ferreira Leite,
Agoslmlio Jos Lourenco da Silva e Narciso Jo-
s da Silva.
Sopplente8Jesuino Alves Fernandes, Anto-
nio Augusto da Frota Menezea.
11. seceo
Mesarios-Joaquim do Lago Rabello, Vences-
lau Pinto de Paiva, Uiysaes da Silva Cabral,
Antouio Joaquim da Silva, Arsenio Anlonio
Borges.
SupplentesJos Pinto Cavalcanli. Eustaquio
Zeferino da Silva Braga-
li. seccao
Mesarios Vctor Marques Santiago, Ignacio
d'Amorira Lima, Ricardo Panlaleao da Silva
Sant'Iago, A transo Freitas das Lhagas, Gencia-
no dos Santos Selva.
Supplenles-Adolpho Teixeira Lopes, Dr.
Jos Nicolau Tolenlino de Carvalho.
Fregueia de S. Jos
13. seccao
Mesarios -Antonio Pereira de Souza, Ana
cleto da Silva Ramo?, Anto io Alfredo Murdra
de Mendonca, Argemiro Anlonio d'Albuquerque
c Antonio de Araujo Fonseca.
Supplentes Antonio Pereira Bello e Gljceno
t'oelbo do Espirito Sanio.
14. seccao
MesariosManoel Waldoaldo Soares, Eduar-
do Cavalcanli de Albuquerque, Eustaquio Anto
nio Gomes, Elias Baptista da Silva Costa, An-
tonio Luiz do Reg Brrelo.
Supplentes Adolpho Cruz Ribeiro e Anlonio
Carlos Borromeu dos Santas.
15 seccao
Mesari03 Germano Molla, Hermenegildo Lo-
pes Ribeiro, Hermenegildo Luiz de Siqueira,
Francisco Jorge da Silva Freitas, Herculano Fer-
reira Neves-
Supplentes Ildefonso Alfredo de Carvallio
Francisco de Paula Ferreira Cmara.
1G seccSo
Mesarios-Joaquim Alfredo Rodrigues dos
Snlos, Ildefonso Lucio Monteiro da Franca, Joa-
quim Mena da Rosa Viraes, Jos Alfredo de Car-
valho Jnior e Francisco Nogueira da Silva.
SupplentesJos dos Sanios Selva e Anlonio
Soares linio.
17 seccao
MesariosErnesto Xavier dos Santos, Manoel*J
Theophilo da Silva Guimaraes, Julio Coriolano
Dias, Luis Correia de Araujo Mello e Joaquim
Euclides Machado.
Supplentes-Olegario Saraiva de Carvalho
Neva e Manoel Odilon de Lima Viraes.
18 seccao
Mesarios Manoel Rodrigues Nogueira de Li-
ma, Custodio B-irbosa da Silva Guimaraes, Ma-
noel Epiphanio d'Almeida, Parisio de Vallada-
res e Anlonio Alfredo de Carvalho.
Supplentes-Jos Augusto Carneiro de Mes-
quita e Antonio Marques da Silva.
19 aec.ao
Mesarioa Jos Geraldo Xavier da Cruz,
Adolpho Coelho Pinhairo, Ovidio Pereira da Sil-
va, Custodio Barbosa da Silva Guimaraes e An-
tonio Alfredo Moreira de Mendonca.
SupplentesMiguel Pereira de Mendonca e
Carlos Fernandes Bellenot.
SO eec5o
Mesanos-Jos Roberto Galene Coelho, Ray-
mundo Candido do Reg "Wanderley, Emygdio
de Assia Campos Cardim, Luiz Alvea Brazileiro
de Alencar e Silvino C audiano d'Albuquerque
Sobreira.
SupplentesRoberto Prudente de Souza e Jo
s de Azevedo Maia e Silva.
Fregutzia da Bua-Visla
21 seccao
Mesarios Alfredo Gibson, Alfredo Rodri
gues dos Anjos, Dr. Manoel Turiano dos Reis
Campello, Antonio Jos de Lemos e Bellarmioo
Octaviano Reguera Duarte.
Supplentes- Dr. Alvaro Ucba Cavalcanto e
Ascenco Minervioo Meira de Vasconcellos.
2i seccao
Mesarios-Dr. Pergenlino Saraiva de Araujo
Gal v5o, Pedro Alexandrino Machado, Francisco
de Gusma.) A. Ramos, Joao Gomes da Costa e
Manoel Henrique de Souza.
SupplentesAntonio Martins Ribeiro e Adol-
pbo Santos.
23 seccao
Mesarlos -Arthur Machado Freir Pereira da
Silva, Antonio Augusto Borges Leal, Dr. Joao
Augoslo Ferreira Lima, Luiz de Mello Pitta e
Paulo Pereira Simea.
Supplentes-1 amillo Lelis da Silva e Dr. Es-
tevSo de S Cavalc-ante d'Albuquerque.
2i seccao
Mesarios-Epaminondas P. B- A. de Vas-
concellos, Vicente Faria Maciel Antonio Gomes
Cesar de Mello, Argemiro Lindolpho de Mcne-
les e Jos Henrique Gomes Vieira.
Supplentes-Francisco de Paula Lopes e Dr.
JoSo d'Oliveira.
f25 seccao
Mesarios-Francisco Carlos da Silva Fragoso,
Dr. Jos Anaslacio da Silva Guimaraes, Joao
Caocio da Silva Cordoville, Eduardo da Silva
Pereira Freir e Jos Alves Lima.
Supplentea Hajnr Jo5o Paulino Marques e
Jos Joaquim Diaa do Reg Jnior.
de Figueredo Fillio.
Supplentes Dr. Luiz Emygdio Rodrigues
Vianna e Manoel Jo S 'ares d'e Avellar.
2S SeCCO
Misarlos D;\ Mioma de Barros Cavalcanle
d'Albuquerque, Joaquim Teixeira Peixoto, An-
tonio Ferreira de Souza, Amaro Affonso Bau-
di-ux e Manoel Joaquim Supplentes -Major Manoel Bernardino Vieira
Cavalcanto e Dr. Octavi mo de Squeira Caval
ante.
29 seccao
Misarios Manoel dos Santos Moreira, Jos
Candi lo de Miranda L'iilao, Jo.- Caeta.io de
M:diiros Jnior, Goilherms Avelino do lti'go
Barros e Tiioma/. Garrel Jnior.
Supplenl s -Dr. Albino Goncalves Meira de
Vascjicellos e Franeisco de Souza Medeiros. -
30 seccao
MasarlosClan liaa Jos Cornil, Olympio Ja-
roDymo 1 aboli, An'onio Jorge Gu'rra, Jos
Marinho do N isciniento Vicente Goncalves
Ferreira Costa.
Supplentes -Dr. Sebastio de Vasconcellos
Galvo e .Uanoel Roberto de Carvalho Guima
res.
31 s:CQo
MesarlosAoguato cesar da Cunha, Manoel
Ferreira Gomes, Jos da Silva Lrdella, Jos
Bjinfucio Ribeiro e Dr. Augusto da Cosa Go
mes.
Supplent-s -Dr. Anton'o oraingues Pinto e
Alberto Falcao.
32 s-cc5o
Mesarios -Lourenco dos ShuIos Raposo, Fran-
cisco Geraldo da Silva Barros, Antonio Gomes
Leal, I'enente-coronel Joaqusm Francisco de
Moraeso Joaquim Joi da Silva Costa.
Supplcnles Otlion Pereira Reg e Olympio
Borges.
31 seccao
Msanos Dr. Joaquim Theotonio So-res de
Avellar, Marcos Jos da S.lv8, Jovino Borges
Ucha, Francisco Mauricio de Abreo, Dr. Jos
Nicolao Ttlentino de. Carva'ho Jnior.
SupplentesFrancisco Ferreira Tavares, Ar-
thur Paca Lima.
3i seccao
Mesario3-Luiz Machado Bolellio, Monnel Ni-
vardo Ferreira Gomes, Jos Odilon Annes Ja-
come Pires, Manoel Joaquim Alves dos Santos,
Pedro Lino de Campo*.
Supplentes-Manoel Joaquim dos Sin'os, Mar-
cos Antonio do Sacramento.
3o seccao
MesariosAnlonio Pereira Ligos, Antonio
Ascendino da Cruz Castro, Alipode AssumpcSo
Cavalcanle Pessoa, Bellarmino da Cosa Ramos,
Manoel Landelino Marques Bezerra.
SupplentesFeliciano Francisco de Hollan-
da Chacn, Clodoaldo Calo Camello Pessoa.
06 seccao
Mesarios -Archias Lindolpho da Silva Mafra,
Fraccisco Bezerra de Menezes, Ignacio Paulino
Soutc-Maior, Innoconcio Joao da Motta, Jos
Francisco da Cmara Santiago.
Suppientea -Herminio Evangelista da Silva
Fraga, Jof Pedro Baptisla Fillio.
37 seccao
MsanosErnesto Jos de M;nezes, Innocen-
ci Antuoes de Furias Torres, Manoel Angusto
Cavalcanle de Albuquerque, Emygdio Cavalcan-
le de Albuquerque Leao, Pedro Jos Coelho.
Supplentes lias de Almeida Lima, Luiz
Francisco das Chagas.
38 seccSo
Mesarlos-Coronel Silvino Guilherme de Bar
ros (Barao de azarelh', Jos da Costa Albu-
querque Mello, Henrique Francisco de Moraes,
Joao Goncalves da Luz, Francisco Paulo de
Souza Rangel.
Supplentes-Francisco Primo do Couto, Ho
norio Francisco Goncalves da Luz.
3i seccao
Mesarios-Francisco Damiao Cavalcanle Pes
soa, Joaquim Honorio de Souza Rangel, Romual-
do Cavalcanle de Albuqnerque Montenegro,
Jos de Mello Albuquerque, Jc5o Silverio da
Silva Olivoira.
Supplentes- Jos Thomaz da Silva Guimaraes,
Joao Florencio da Paz.
40 seCCSo
Mesarios -Julio Clemente de Faria?, Henrique
Cesano de Mello, Jacinlho da Rocha Barbosa,
Candido Guedea Alcoforado, Arlhur Lyra.
SupplenieFernando Magalhaes da Silva e
Eduardo Dubeux-
41. secgao
MesariosFlix Nogueira Cabril, Adolpho Ca
bral Rapozoda Cmara, Joaquim Tlieod ro Bra
zilciro, Joaquim Gomes do Mallos e Silva e
Felismino Ferreira de Mello.
SuppleoteGuilherme Francisco de Carva
Iho e Dr. Jo5o Carlos Bilthazar da Silveira.
41. secca >
Mesarios-Dr. Manoel Henrique Cardira, Ma-
noel Jos da Silva, Ignacio da Silva Santos,
Amos Borges da Silveira Tavora e Alberto de
Siqueira Cavalcanle.
Supplentes -Luiz dos Santos Aguiar e Manoel
Ferreira da Cruz.
43. seccao
Mesario3-Leonoldo Guedes Alcoforado, Ade
lino Joveoiano de Souza, Benedicto Jos de
Mello, Antinio Henrique de Miranda e Joao
Manoel de S queira.
SupplentesManoel Joaquim da Costa e S
lustiano Jos de Oliveira.
44. fecjo
Mesario3 -Aprljio Alves de Souza Guia
raes, Antonio Joaquim Correia de Araujo, An-
tonio Pedro de Alcntara, Estevao Manoel da
Silva e Fernando Cavalcanle de Albuquerque.
SupplentesJoao do Reg Barros e Jos Ma-
ria Uget.
4". seccSo
MesariosPedro de Paula Baptista, Joaquim
Claudio Pereira Jnior, Manoel Olympio Ferrei-
ra, '"rajano Rodrigues Campello e Jos Maria
da Costa Reg,
SupplentesManoel Francisco da Silva e Mi-
guel Jos de Macedo
E para constar mandou passar o presente
para ser publicado.
Eu Joaquim Jos Ferreira da Rocha, secre-
tario da Prefeitura, o e3crevi em 22 de Feve
reiro de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Sub Prefeito.
EDITAL
De ordem do Dr. sub prefeito faz-sa
pnblico que fica interrompido o transito
pela travessa do Corpo Santo, conhecida
por becco da Lama, at que termine o
servigo de calamento que all se est rea'
Usando.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, em 20 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha
Secretarla da Ju3iiga, Ketocioa lateriores
e Ioptracgao Pblica do Estado de Peruamboco
Directora da Jastigs!. seccSoEm J12 de
Fevereiro de 1895.
EDITAL
O Sr. Dr. secretario da Jastica, Negocios late-
riorea e I'i3lrnccao Poblica, em obaervancia do
diaposto no art. 157 do Regnlitceoto annexo ao
D.creto 9 410 de 18 da Abril de 1885, manda
faser pnblico o edital abalxo transcripto, pondo
em concoreo com o praso de 30 diaa, a contar
desla data, o* offitcs de l.'tabeliiio do publico
judicial e notas, escrivo de orpb&os e aonexns
e de 2." tabellio, eacnvo do civel e execccOee
ctveie, jory e exec3c.6ea crimlnaes do municipio
de Maribeca.
0 director,
AHonso V de Medeiros.
EDITAL
O Dr, Maximlsno Fracclcco Daarle, juii de di
reito do municipio de Marinee, em virtude
da le, etc.
Fax saber a quem interessar possa, que com
o prazo de 30 das, a contar da data desle. esta
aberto o concurso para pavimento uoscffiioe
de I.' labelliao, escrivSo doa orpbSos, provedo-
rla e re4dno, e de 2 Isbeilifio, ejcilvo do ci-
vel e execocOea civeis, e do escr|va> privativo do
jury eexcncOes crimlnaes deete municipio crea-
os cuncorreniea dnverao jnntar em or gina
s fnas peticO-a os segoim* docnmeni06 :
1 .?, anto de ex: me de tuffl liencu ;
2.. cedida i de idade ;
3.*. Crlidfio de exama de poriogue: e arih-
meiica ;
4 folha corrida ;
5. attesudo do medico, de capacidade pby-
cica ;
6., p'ocoracaj especial ae rejue-eren por
prorurncr ;
7.*, t!ualmetj, ontros documenos que forem
conveuhnies para proa de capjcade |to''s-
siotul, lulo lie copf.irm dafle cnm oari.IO e
secs par rapaos do Dicre'o n. 9,4!0 de 28 a
Annl le I885.
E para qoechegue do conbaciroento des iale-
res oa, pdSoo ee o prt-se te, qoe ser pobi-
io pela inprensa e flixidj dos Ingare do
coRiome.
Dalo e pifs-do n-sta villa de Murireca, acs 9
de Fevereiro de 189.
Ed. Francisco Pedro G ng^lve- Bez rra, es-
ci5o intarin'1, o esnrevi. joU de di.eilo,
M 'imi^no F aiicisro Dua-t*.
CartiJieo, 6o. offi-ial po'toi o, qoi aflix : bojp, "e lOho'as da roanha,
oa perla do P.co Man; ipal e naa P aaeres,
res do costine, o-d tdl retro e don l
VYIa <- Mtribe-'a, 9 de FeverFifO de 189o
O iffi hl ce jusiica, Mancel Raphael dos AnjOf.
Et canfrme cem ,o criemal,dou t.
Villa de-Mu'ibera, 9 d- F-veeiro de 693.
Eo, Pftn.i-co Fedro Gonjaves Btzitn, eteri-
vo ineriar-, c ecorevi.
losprcttr >. (Sera! de "llyglrae
EDITAL
Dj rrdosa do Sr. r. nepej'or g-ral
inrerico de Hygiaae, f* so publico aoa it-
tar-saidog que termina so o prazo da tros
mrztp, no da 26 do correata, pira o re-
giam da licsagis de medicamentos d
fraijlsi secretas do crigom racional oa
catrangeire; pprov^das pelas I(.apectorias
de Hygieno d* Uoi&o, nSo sendo depoia de
terminado esta praso permittido expor a
?enda nenbum medioamonto sem que te-
nha sido esamisadjpor esta iosp^ct iri>,
oomo preoa.di o art. 45 do i ego la manto
sanitario, e incorrendo na multa com niada
no arr. 59 do mesmo regulamento aquel-
loa qae deixarem do registrar a3 suas li-
oengaa no dito p aso.
A mesma observafSo ao fiz com re la-
cio as f !> 3s do beb das eopiritaoaas o
generes alimenticios.
Secretaria da Iisucctoria Gara! do Hy-
gien Publica do Estado do Parnambuc ,
em 21 e Favoreiro do 1895.
Apci'inario A. Meira Haariques.
fl mritwin
O Dr. Sigismando Antonio Gonj^Ivee,
jaiz de direito des feitos di faaenda oe-
ta'od de Pornambuco oto.
Fas saber pelo pr-oenta qce no dia 2)
decte mes se ha da arrematar por vendj
a qoem mais der am praca publica deste
jaizo a caaa de pedra e cal n. 27 m tra-
vetfa do Pocinho. fregoesia de S. Joa,
com porta e janella de tren'e, 2 salae, 2
qaartos, coainha interoa, moda de frite.
3 met.os e 60 centmetros e de f ando, 12
metros e 10 centmetros, quintal murado e
oacimb1, pela quantia de 900-^ visto como
foi avatiada em 1-CCO/J e esta a 2a
p ac. Porteos a Dionisio Dias Moreira
Leite.
para constar passou-ae edital na for-
ma da lei.
Do da 9 paasa lo nesta cid ade do Rao fa
do Pcroambnc}, aos 15 de Fevereiro de
1895. En, Jos da Oaatro Roso Lima,
escrivSa o eaorevi.
Sigismando Antoni o GooQslves
U Or Sigismundo Antonio tioncaives, juia
de direito dos fsitos da taneeda do
Estado da Peroambuco.
F aaberpela presente que no di 8
de Marco do corrente anno, se ha de
arrematar por venda a quem mais der em
praca publica deste juia", os seguintes
bees penborados por execagao da fasonda
do Estado.
Fregosla do Recito
A meh agua de n. 19 a rus do Do-
miugoi Joa Mart'ns que luja e depen-
dencia da um predio qae d a frente para
a ra da Cade a, o qual tam urna porta de
frente, um balSo e um qusrto por baixo da
eacada, modo da frente 3 metros e 90
ceitimetros e de tundo 7 metros e 40
centmetros, avallada em 5000000. Per-
tenoe a Fra cito Jos dos Pastos Gj-
maraes.
Fregaezia da Boa Vitta
A casa n. 81 a ra da Gervasio Pires,
oom porta e janel.'a de frente, 2 salas, 2
quer tos, coainha ora, meda da frente, 4
metros e 80 centmetros e de fundo 12
metros, quintal morado, cacimba, portSo
de madeira qae d para outra roa, em
estado de roioas, avahada em 39$0000.
Perfeice a Jos Antonio Fernandes iim-
marSes.
A caaa a. 13 com 2 portas de frente
e uma no oitSo, 2 salae, casi nha, moda de
frente 4 metros e 80 centmetros e de
fando 10 metros e 60 cmtimetros, de
taipa, coberta de telbas, quintal careado,
avalada em 100(5030. Perteooe a Rita
Tranquillina F.rroira do Espirito-Santo,
na Estrada Velha de Santo Amaro, j
Fregaacia do S. Joa
O sobrado da 2 andares n. 28, a ra do
Nogneirs, tendo o andar ter eo 3 portas
de frente, sendo ama da eacada. 2 talar,
3 quatt s, oosinba interna quintal murado,
no primeiro andar, 2 portas com VBraida
de ferro, 2 salas, 2 qaartos, coainha in-
terna, no segando andar, 2 portas de fren-
te, oom varaoda de ferro, 2 aalas, 3 qnar-
tos, ooainha interna, mede de fronte, 4
metros e 30 cenmetros e da fondo 17
metros e 69 oeotimetros avallado em
2.090)5000. Pertanoe a J.s Francisco
da Suva Teixeira Mello.
Freguesia da Graga
A ota li. 22 n\ Estrada Ponte de
UjSoa, cen 4 jaco las de frente e 1 porta,
2 salas, 6 qiartos, oosiaba f ^ra, com 3
quartos, no oitao tam 2 janellaa e 1 porta,
com sotSo, quintal morado oom portSo de
ferro, meda de frente 14 metros e 60
oontimetros e de fundo 22 metros, avalla-
da em 4.0001000. Pertence a Annuncia-
da A. de B. Taborda, pasaou a Jos dn
da Silva Loyo.
A caaa de n. 4 A na Estrada de Joio
de Barros, oom 3 portas e 1 janella de
frente, 1 porta e 1 janella no oitSo, 2 salas,
3 qaartos, cosisha, mede de frente 7 me-
tros e de fondo 16 metra e 40 centime-
t'os, de taipa, quintal cercado, portSo de
madeira na frente, terreno foreiro, avalla-
da por 3000000. Pertecc* a Josepha
Maria de Araojo.
Fregueeia da Vanea
A casa de pedr e oal oom poit e ja-
nella da f ente, e orna jane la no oitio,
com om rancho ao lado, me'e da frento 4
metres e 10 oentirretros e do fondo lu
ae'.ros, 2 Balas, 2 quartos, conoba fira,
de n 176, na Estrada Nova, avaliada em
20Oi5C00. Prtate s a Antonio F/anciico
d s Pr. z res.
A ctaa c. 5 na ra da I ha, de p^dra o
cal, com porta e 2 janellaa do f.-eute, oom
cm al endre, no oitSo 3 jaaell'.s, ume
pirt, 4 qoert< b, 2 salas, c>9inh fes,
mede da trente, 8 me*r s e 1J centme-
tros, a de tundo 13 metroa e 60 ca. me-
tros, quintal em alerto, hva'iada em 800tf.
Panence a G<:;ltwme G. dos Sietes.
Frei;U'uia do P.90
cana n. 6 na ra da Pocira, com
porta e 2 jinelaa da frent-., 2 ta'aa, 4
quartoe, coiinha f a, ter ayo, meda de
triste 5 metros e 10 ceiitimeircr, e de
fundo 10 metri 8 do ptdr a cal, quintal
mu: tu>, avalial em 1.2CO5CO0. Per-
tunca a i?raiC!B20 da Paila a Silva.
Ftegoeaia e Alog.-dos
A c aa n. 20 no becco e Estrada Real
> T rr com 2 janallaa >^ 1 porta de
freate, 2 quartss, 2 calas, coaViha intorns,
feda de frente 5 muiros e 5'J centiuietros
e da fur.d> 12 m t os e 20 cntimetros,
quiutal c-icjd>, terreno proprio, valia -a
por SGO5000. Pertsoea a Joo Cccio da
Josta.
E p-.ra constar passou-Ee o edital na
forfl a da lei.
Dudo a pass-io nesta oidat-'e do Roo-fa
da Pernamouco aos 2i da Favarairo da
1895.
Eu, J..-s da Oust Rag) L:ma, eseri
vSo, sabacrevi.
Sigismundo Antonio QonQ-Ives.
i. Directora dn Secretaria da
Industria de Peruanihuco .
EDITAL
Faco publico, p ra conbecimento des i t.rcs-
aadus, que. nao lea'io blo a* eusa aa prcpjstas
p:tentadas pan o fcr;:ecmeuto de cal 1 reta e
orania ensacial 8 e a g'Bnel. e btm como por
ter aido regeilada a de varanda cu eradil, ban-
deiraa, po'i6Jse g'a'ie de ferro l^miaado bati-
do do par, Bci marcado o 1. 29 o crreme,
a dnaa noraa da tarde para o re bi 1 cato e
teran de novas propostas P'.ra o fo-necimen'
10 de taea me-cado-i -a, no temtete que corre.
C;da om desaea artices Irar o prego p_r kilo
esc ipto por extenso, sem eoien iae, raauras 00
outro qaalqaer vicio qae poea apesemar do-
vida?.
Cada p'opcnrnle depos* ara previsinrEt', na
Topaou'ana dest Di-ectoru ama caocio no va-
lor de S04003 a p rencia e a ella perder o dirito si-, p'efendo,
nao asignar o contracto, denlo Qop.zo de
tres diaa contad.a da data do aviso, que Iba for
expedido p.n tal tim.
Para garanta ra ma exe:orao do contracto
o foroecedor recomer ao cofre desta Reparti*
cS), em dioheiro 00 ppela de ere uto da Uo'Sj
oa do Ertcdc. ama impo'tancia que por esta
O.rectora ter i-pn Munamtnte determinada.
Dado o caso de fallecimeoto do conlract nte
nao ae reccnbeeer o direito de reversao docon-
iracto a he-dei-cs.
A esta Di-ectonr. li 'a re.-ervado, cara melbcr
aracl-llar es n ere.-af da F.-ienda, a adcpjao
00 contracto de cha^ubs, qoe os earantam.
Recife, S2 de Fevereiro de 18'.5.
Joa J.'sqom Ridrfgnes Sildaoba Jonlor.
Director ''era'.
CLUB
!-%S
LP.UL
CELEBRARA' SEU PRIMEIRO CEN-
TENARIO
aabbado 23, no Edn Salao
Ao paripatlietico'forrobod, alera dos socios
soenlraroas VEN'i'S contemporneas do maior
vigor e fulgor esthetico, que forem convidados.
Gozemos, danseinoa,
Folgnemos sem flm,
A vi la Querida
Levamos Assim.
Mascarado ou casaca virada a vonlaJe de
quem quizer.
O amor teni fogo .
Quan-lo nao lia qu^bradeira
e ludo mais asneira, e
Viva DES MOMO
N. B.
A risola Carnaval;sca s d entrada como
carto do roteiro alquerido nj eublerraneo do
Duque de Caxias 33.
Secretario,
_______________130CACIO 'oTio;.
Companhia de Seguro Ma-
rtimos e Terrestres Am-
paitrite
De accordo rom o art. 16 do decreto
de 17 do Janeiro de 1893, ficam a dispo-
sic;ao dos Srs. accionistas no escriptorio
da companhia Amphitrite, a ra do Com-
merecio n. 48, a copa dos balanjos a
relaco nominal dos accionistas e a lista
das transferencias de aecoes durante o
anno de 1891.
Recife, 19 de Fevereiro de 1895.
Os directores,
Arthur Augusto de Almeida.
Jos Antonio Pinto.
COMPANHIA
Exploradora de productos
calcreos
Cbamada de capit.l
Po" delk.eracio daaggembla geral ex'rsordi-
nana, reaoida em 28 de Dezembro prximo
nas-ale, convido 04 Sis. accionistas, tanto da
prirxeira como da seeonda seri do capital a
realisarem 10 0/0 oa 20/000 por ar-jS, corres-
pondente a nona enlltaia entrada do capital que
sobscreveram, dentro de 30 das, a contar de
boj, no e'criptorlo da comp.nbia co caes do
Apollo n. 73, dan <0 a 2 boras da tarde.
Recife, 7 de Fevereiro de lt>95.
Rodrigo Carva ho
Secretario.
Companhia
DE
Fiafa e Tccidos de Pe rnsmbuco
Dividendo 23
83o convidadoa os Sra. acciooiBtas a recebe-
rem o dividendo do ultimo Bimestre do anno
Bndo. a raiSo de 10 O/o ao anno, equivalente a
6JO0O por acgSo, do escriptorio da compaabia, a
ma do Bum Jess o. 42, I* andar.
Recife, l de Fevereiro de 1895.
O director secretario
loSo Jo-p do Amonto.
DECLihACOES
Emprestiao Nacional
DE
105.000:000^000
Pe eir Carneiro & C autorisados pelo
Banco da Republiea do Brazil, abrem no
dia 28 do corrente em sen escriptorio
ra do Commercio n. 6, 1 andar, sub-
scripcao para o emprestirno de 105,000
apolices da Divida Publica Federal de
juros de 5 0/Q ao anno, typo de 95 0/q
realisad > do seguate modo :
10 O/o o acto da assigna'ura
15 O/o em 30 de Abril de 1895.
20 0/0 em 15 de Julho de 189.
25 O/o em 31 de Agosto da 1893.
25 O/o em 15 de Outubro de 1895,
Os subscriptores que offerecerem cima
de 95 serao class'ficados em primeiro lu-
gar, sendo os demais rateados, caso o
emprestimo nao ssja tomado cima de
95, sendo facultado realizar-se entradas
totaes com descont de 5 O/o contados
sobre os prazos.
Os subscriptores cima de 95, pag-.ro
o agio com a primera entrada e os que
deixarem de realisal-as as epochas fiza-
das pagarao 10 0/q pela mora at 30
dias, perdendo depois o direito as entra-
das que t verem realisado.
As apolices ora emittidas,vencero juros
do 1 de Janeiro prximo findo, poden
do ser nominativas ouao portador a von
tade do possuidor.
As cautelas podero ser negociadas
medante simples endofso, pago o sello
proporcional em relacao as entradas rea-
lsadas.
Emittir-se-ho recibos provisorios, que
serao substituidos por cntelas depois da
classificacSo definitiva.
At 31 de Dezembro prximo futuro
serao entregues os ttulos definitivos.
O Governo obriga-se a nao emittir no-
vas apolices por 18 mezes.
Recife, 22 de Fevereiro da 1895.
tompaoula
DE^
Fiacao e Tecidos dePer-
nambuco
Em obedinna ao Art. 22 dos rs'.a'.utos sao
convIdadcB es Sr?. accionistas a reuuirem-se no
dia 7 de Marco p-oximo fu toro, ao meio dia, no
aditicio da A-soci cao Cramete al Beneficente,
para temir conbecimeuto d) rea torio, balaceo
desta companbia, parecer da commiSE] fiscal e
eleicao aa mesma.
Recife, 18 de Fevereiro de 189o.
:e Joo de Amorim
Director secretarlo.
Companhia Ferro
Carril
Esta Companhi. compra
em seu escriptorio qual-
quer importancia de ni-
ckle.
Companhia Usina Cansan-
cao de Sinimbii
Acham se a disposiQo dos Srs, accio-
nistas no escriptorio desta Companhia
ra do Commercio n. 26 2o andar, de
accordo com o disposto no art. 16 do de-
creto de 17 do Janeiro de 1890, os docu-
mentos segnintes para serem exami-
nados.
Copia dos balangos.
Relacao nominal dos accionistas.
Lista das trans'erencias de aecoes du-
rante o anno.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Geo O. Gatis.
Secretario
Companhia
Telhjs de Segaros M&ril mos e
Terrestres
No escriptorio aa Companbia Tbeys acbam-re
a dlsposic) doa Srs. acci iDlstas a copla dos
nalancos, a relacao nominal doi accionistas e a
lista das transferencias de accCea do anno findo
Rejife, SO de Fevereiro de 1893.
Baiao de Sema Lefio.
Tbomas Comber.
Julio C. Pie Barreo.
CO JPANHIA
DE
Seguros Phenix de Pernam-
buco
Na s le da Companhi a rna do Commercio
n. 46, ficam a dispoaicao dos senharej accio-
nistas :
Copia dos balances.
Copia da relacao nominal do? accionistas.
Copia da lista das transferencias de aeces.
Peroambuco, 18 de Fe?ereiro de 1895.
Os alminis'.radores
Lnis Daprat.
Manoel da Silva Maia___
COMPANHIA^DE
Fia^ao e Tecidoe de Per-
nambuco
Acbam se a diepoaicao dos Srs. &ccionl8t]B,no
pscripiorio da companbia. conforme dip6a o
art. 16 do decreto de 17 de Janeiro de 1890,
Copia dos balanc 33-
Relacfio nominal doa acciooiatas.
Lista das transferencias de aceces durante o
nno.
Keclfe. 8 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Jos Jofiode A_________
COMPANHIA
9e Servidos Martimos
de Perambuco
Dividendo n. 6
De ordem da directora convido os Srs. accio-
nistas a virem receber, do dia 1 de Fevereiro
em diaote, o 6* dividendo de snis accSes. na
-xfio de 10 / ao anno, oa oOOJ cada acefio,
correspondente ao semestre dudo em 3i de De
tembro do anno ultimo.
Racife, 28 de J nei-o de 1895.
Francisco de Assis Lardoso,
Director adjoncio.________
Club Internacional do
Recife
Convido a todos os Srs. bocoj e anas Exmas
familias para a reuniao familiar, que ter la;.'
na noote da terca-eira J6 do correte.
Recife, JO de Feverei-o de (885
O director de mes
Jos Joaquim da Costa Mala.
Bauco de Pernam-
buco
S3o convdalos os Srs. accionistas a vlrem
rece er co dia i de Fevereiro em oante o 10-
dividendo de anas accOas, na raio de 10 0/0 ao
anno, on O/000 por a-gao, correspondente ao
V semestre nado em 31 de Desemaro prximo
pausado.
Rcc fe, So de Janeiro de 1895.
0 secretario
Antonio P. P. de Cirvalo.
'

-'.
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.-. -.
an
',.!''-f


--V.r-
Mario de Pornamhnco -* Sahhado 9S de F*vereiro de 1^115



CIRCO PERY k COELHO
LAB'O DA REPBLICA
HOJE! SEXTA-FEIR^ HOJE!
ltimos espectculos antes de partir no vapor do Lloyi 27 para o Cear
Os programmas sero os melhores do repertorio da companhia, sendo executa-
doB trabalhos em sen auge, SABBADO, DOMINGO, SEGUNDA E TERgA-FEIffA.
XTX^TXXWXOS XJX^TXXWXOS
Precos
Cadeiras numeradas........ 3$000
Entrada Geral.......... 1(5000
As 8 1|.
Bilbetes durante o dia no Hotel Commercial das 10 as 5 da tarde.
EDN SALO
Antigo Theatro S.t0 Antooio
3B.TX.A X3.A. ^X^03B.E3NrXX3Nf.A.
VIVA GJ^ml AVAh
A folia e o prazer
Domingo
Segunda e
Terca-Feira
Reunio de todos os animaes racionaes ; irracionaes na o presididos por
Sua Magestade
EL-REI MOMO
Que ao chegar ser recebido ao som da inebriante orchestra com o
Z Pereira Carnavalesco
Seguindo-se : vertiginantes WALSAS, fervorescentes OUADRILHAS,
fulgentes POLKAS e echoantes GALOPES. |
Companhia Manufactura
de Phosphoros
Em observancia do que prescreve o
art. 16 do Decreto n. 164 de 17 de
Janeiro de 1890, acham-se disposi-
cao dos Srs. accionistas no escriptorio
da Companhia, ra da Companhia
Pernambucana n. 2, ds seguintes docu-
mentos, para serem examinados :
Copias dos balancos.
RelacSo dos accionistas.
Lista das transferencias de aeces
durante o anno.
Recife, 21 de Fevereiro de 1895.
O director secretario,
Joaquim P. Gongalves da Silva
Banco popular
Aaaemla-geral ordinaria
Convido aos acciooie.as fli sie Banco, cooforme
manda o Art. 32 dos nossos esia utos, a ee reu-
oirem em aesembla ce al ordinaria no palacete
da Aefotiajj Commercial Bejeflcente, no di
5 de Margo vindoorc aoneio da, para loma:
con heci ment nos b;-lango< e coatas do anni
^aseado; ouvi.-a leitura do rotatorio, pareser d<
co coobeibo.
Albino Narciso Mita
__________________Direci ir secretario.
Glub Internacional do Re-
cife
De ordem do Sr. presidente, commuoiJO a
todos os socios, qae os sales do Clob foram
cedidos a orna cor&miseo, atim de raainf um
jile caroav leBCO em 23 do orrenie.
Secretaria doCluo Internacional, 20 de Feve
reiro de 1895. O sfcretano
Cup-odo Ma'lln?.
CCil. A fl A DeTILACAJ ^KiMnaL
Aviso
Regulamento policial em vigor.
MABCARA0 A VONTADE
Entrada geral 2^000.
xjr
a:p i-e .'I=9T "u ouasou op uSjcj uoj a 'suajaioog
" Batjnejo] j p boj e M*0 euaoaqaj^
B)i9JiQ boj a 'oJtoqiji oni)a8ino|Q oonspr/ ep GViopnicn ep utoq
q 'a uiJBBog op zSvj boj b sqauvj^ ep jop|n9ag
-ofasft op .'x boj a 'aeDuw| afUStfl
fe -a MOfOi^ p OBg 04 ,#o 9~'e|i?J : BpaoA e ogisa
83puiiq sop oiajios os ojiaiip raoo sop eianmu sossajuj
op btu ^ '3 3p 9IB9JL' 9 SBDisnra 'souBid op oiuoraioopqtriso oj
' soAsodxa
sopuuq sosotjba 5y sop OB5inqiJjj8ip
riiiiiiTiiiTf!
cjjej^ op g ouxraoQ
3INO90JHV9
oo
OWOHaOdcH
HIPODROMO
DO
CAMPO
Proj
jecto de inscripQo
Para os pareos infra para a corrida de 3
de Marco de 1895
PAREOImpreasa Pernanbacana-2.000 iaetroi. Handoap Animaae e
Pernambaco. premios : 8000000 ao primeiro, 160^000 ao egundode
80000 ao terceiro.
P80SNababo 60 kilos, Bismarck 2o a Arentureiro 55 kilos, Triampho 52
kilos, PlutSo 51 kilos, Cmors 50 kilos, Piramon 48 kilos, todos os
demaia 40 kilos.
PAREO3 de Marco -LOCO metros. Animaas da Pertamboco. Premios
250)9000 ao primeiro, 50000 ao segando e 25f000 ao terceiro.
Art. 5. "=Os do pareo 3 de Marco publicado anteriormente.
PAREOAnimnco 1.2C0 metros. Handoap. Animaes de Parnambuco.
pbemios : 300)5000 ao primeiro, 60000 ae segando e L05OOO ao ter-
ceiro.
Art. 5 *Os do pareo Aos Sportmec publicado anter ormente.
PesosMximo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
Observacoey
Qaalqaer dos pareos ser realisado com 5 animaes de quatro propieta-
rios differentea. #
A ixucripfiZo encerrar-so-ha no aabbado 23 do correte s 4 12 horas
U tarde.
Nanham dos pareos contar victoria.
Seoretajia do Hippodromo do Oampo Grande, 21 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Augusto Silva.
Banco de Pernambuco
Em observanc a do Art. 45 des estatutos deste
Baoco, convido esS-s. ac iooi:tas a reooirem^e
no da & de Min.o proxuro fotaro, o meio dio,
noelicio da Asociago Commercial de Per-
nambaco, para tomar coobecicceoio do relato-
rlr, balaceo dettd Banco, parecer do conseibo
Bscal e eleicao do m -srro.
Recife, i3 de Fevereiro de 1895.
O secretario
F. Pereira oe Carvalho.
Companhia NacioDal de Ca-
misas e toupas Brancas
A directora desta companhia convida
aos Srs. accionistas a fazerem a 8.a en-
trada de 10 O/o ou 20/5 por acc.o, at 28
do corrente, em mSo do Sr. Thesoureiro,
rual.* de Marceo n. 18.
Recife, 4 de Fevereiro de 1895.
C. U V. V. '
Club Carnavalesco Velhos
Varre dores
A comm3so abaixo assignada resulv virtode desta sociedade nao podr per orrer ss
ruis dos tres das do pioximo camavat, d doos saraos d; ncaoics aos seos associados as
noils de 24 e 26. ero Fu sede p-ovi;o::a, os
roa Duq:e de Caxlas n. 82 3 andar.
IS. B.Nao aduile-se ag^regador.
Napole?o R.d gats Pio'o.
Joeqaim Rodrigues da Fonscca.
JcSu Jos>lo Var._______________^^^
Gruta dos Fhilomomcs
Os Srs. socios podm procurar os seas iDgres-
sos para os dias U, 25 e 26, em mao do respec
tivo (besoareiro.
O secretario,
Pile Pate.
O LO\I)0\ rt lili VZII.11A
imak .iimi i i;i. pelo presen,
te, declara a quena posta inte-
ressar. que do dia AS de Feve-
reiro corrente em diante, e at
segundo aviso, nto abonar
naais juros, sobre dinbeiros
depositados em contas corren-
tes de movimentos.
Recife, B de Fevereiro 1S95.
Gerente.
W. H. BILTON.
Ccmpanhia Centro
Commercial
2a cbamada de capital
De conform ade com o Art. 5 dos estatutos,
sao convidados os Srs. accionistas a realis? rem
a 1* presls(3 de 2S 0,'o, dent'0 do praso de
20 dus, a contar desta aata, do Banco de Ptr
nambuco.
HacM, 15 de Fevereiro de 1895.
Os directores
Tiberio Alv?8 de Carvalbo.
Boaventora Amorim.
Pedro de Almeida.
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O London $r Ri-
ver Pate Bank, Limi-
ted declara que des-
de o dia 15 do cor-
rente mez, nao abona-
r mais juros sobre
depsitos em conta
corrente at novo
aviso.
Recife, 1. de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London & Ri-
ver Pate Bank, Li-
mited.
1. Ellis,
Gerente.
C lub M. C. \ assorinha
Este clob tendo de tomar parte nos direrti-
meotcs carnavalescos, commemora boje, o sen
6a anniveraerlo com ama eolr darcante, e per-
correr a3 roas desta cirtae nos tres das de
carnaval.
Soa lde roa Marcilio Das n. 32,1' indar
O secretarla
Haximiano Costa.
Tenio re<1gr do o cargo de gerente desta
eoccorsa! o Sr. C eiaoo Pra s, foi nomea<1o para
snbe uil oo 8-. Manoel goacio Parreir qae
tic i emnos?dfi nesta dala.
Reci'e, 23 da Feve re ro de 1893.
i-LP.rr:w!C5
Pacifico feeam NaYigaon Con-
STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete Orellana
Eipera se d a
Euroia at o dia
de Margo e se
goira depuda de-
mora do costme
para V Ipa.a'so co escala por
Eahia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo
N. B.N5o receb passageiros de 2.' classe.
O paquete Potosi
Eapera-se do
foI al o dia 11
de Micoe segui-
r depTis da de-
mora'do cosi o;e
para Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallioe e Pli-
mou
Para carga, passageos encommendas e dinbel-
ro a trete trata se com os
AGENTES
Wilson, Soas I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1 nrdar
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Aiag'oas
Comm&ndaute Carneiro
E' esperado do
norte no da SS
do corrente, se-
nindo immedia-
te para o sol.
OVAPOR
Brazil
Commandante A. F. da Silva
E' espejado dos portes
do sul no dia SS do cor-
rentp, seguir para os por-
tes do norte no dia imme
disto ao da ebegada.
As encommeDdas sero recebidas at i bora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Compunnia Pernambacaoan. i.
Aos Srs, carregaiJores pedimos a soa attenc&o
ppra a clausula 10* Jos conbecimentos que a
seguate:
No caso de baver algoma reclamagSo contra a
companbia por avanas ou perdas, deve ser feita
por escripio ao agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
Nao precedendo esta formaiidade, a cumpa
nbia tica isenta de toda a r sp nsabilidade.
As pass^gens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 2 i/2 boras da tarde do dia da sabida
lo vapor.
Atlen^ao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 %
Para i-arga, passsgens, encommendas e valo-
res trata-s cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO- 6
1* andar
Boyal iMfiai
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Rigaud
E' esperado da
Eurora do dia SS
do corrente, se-
sroiodo depola da
_______'demora iodiapen-
eavel para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres
O paque'e
JNile
Commmandante J. D. Spooner
E' esperado dos
portos do sol no
da S de Marco
vndouro, fabn
do depois da de-
mora do costme para
ti. Tcente, Lisboa, Tlgo e Sob
tliamp'OD
O paquete Trent
Commandante F. K: Exham
E' esperado da
Europa no d!e 4
de Marco vindeu-
ro, segaindo de-
pois da demora
necessaria para
Macelo, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
O paquete
Clyde
Commandante A. E. Bell
E' esperado da
Europa no dia -V
de Marco vlndou-
ro, segaindo de-
'pois da demora
indispensave
Bahia, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ayres
H. B.Previae-ee aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Companhia Mala Real iogl
xa, eontractou com aGenual Steam Navegaron
Cwnpsnjum servlcoda vaDores semanaes que
partlndo de Bordeaox, Cognac, Cbarente, devero
Cbegar a Southampton a lempo de caldearen) as
cargas destinadas America do Sul para os va-
pores desia companhia.
Esta companhia acceita por precos rasoaveip
para Valparaso at Abril, pafssageiros com este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada doa
Andes
luiueui oLuti.u pbhkciiud pal a WoW York
e Southsmptoo, por especial arraojo feito coa
a Companhia Allemand Llojd, podendo demora-
rem-ae oa Ecropa cas > o deseiarem.
Reduo^fio nos preges das paisaeens
Ida Ida e volta
4 Lisboa i* ciasse 20 .0
K' Southampton Ia c'asse 28 62
Camarotes reservados para os passagoiros de
Pernambaco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete, trata se rnm os
AGENTES
Ajnorim Irrao & C
U. 3Rea do Bom JeaasN 3.
Prnce Lioe of Steamers
James Kuott, Newcaate-
co-Tvne
dlnha regalar entre os Esta-
dos-Unidos, Btazll e o Rio da
Prata.
E' esperado do Rio dp Ja-
neiro at o dia e de Mir
co e sabira depois da de-
mora ne.essarit para o
Para e Nova York
O vapor insrlez
Carib Prince
Tem ptimas ac3omodac,8es para pasaa-
geiros o illuminddo luz elctrica.
Par8 carga e paseagens trals se com os con
signatario:
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Leilo
Da casa terrea com sotao Interno, oiISo livre,
porta e]anella8 para ooiao da casa, com 30
palmos de frente, 380 de fondo, chaos e maros
p oprics, com sgaa, gat e apoarelho, quintal
grande, ajardinado, arborlsado e bem plantado,
roa uoode da Bja-Vista n. 94. (outr'ora Cami-
nbo Novo).
AgeKe Pinto
Sabbado, 23 do corrente
A' 1 HORA DA TARDE
Na referida casa onde baver anteriormente
le ao de movis, lonc e vi Iros.
Leilo
Vapor inglez
Beilarioa
E' es serado o'estd por-
to at o da S-f do correte
s-guindo depois de peu a
demora, directamente para o
Rio de Janeiro
Para carga e valor trata-so com a
Conaig-nataria
COMPANHIA INDUSTRIAL E COM-
MERCIO DE ESTIVA
6 Raa do Auorim88
Emureza Insto Ha Mip
0 paquete portugus
Vega
Epera-se dos portes do
Sol, at o dia S5 -:e Feve-
reiro, 9-hi dep lis da de-
mora necessaria para
Lisboa
Este paquete Iluminado luz elctrica entrar
no porto e tem magoQcas accommodacOcs para
passageiros de 1.* e 3.* classes.
Recebe tambem pa eageiros para as libas dos
Agorea com transbordo em Lisboa.
Para pars?gers, carga e mais informscOes
tratar com es consignatarios
Silva Gnimaraes f C.
Ra do Commercio n. 5
Hamburg Snedamerikanis-
che Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Montevideo
E' esperado da
Europa at o dia
SS do correle,
e seguir depois
da demora ce:ee-
sarla para
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor Iluminado las elctrica
a offerece ptimas aooommodaySes aos
3ra. passageires.
Entrar no porto
SESI
Qnaesqoer reclamacCes s serSo a Hendidas 48
ho as depois da ultima descarga do vapor na
Alfandega.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-Be
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ba do Commercio18
}. andar
CIIARliKLRS REUNS
Companhia Fraaceza
DE
Xaveg*c5o a vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa.
Pernambaco, Babia, Rio de Jeceirc
e Santos.
O vapor
Ville de San Nicols
Commandante de Saint Jores
E' esperado de
Eu opa at o da
O de Ma*co, e-
gui:do depois d
ind spejsavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Roga-se aos Sra. importadores de carra pelos
vapores desta linda, qoeiram aoresenlar den
tro de 6 dias, a cootar do da descarga das al-
arengas qualquer reclamacio concernente a vo
lomee que por ventora tenbam secoido para ne
portos do sal, aim de ee poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nao ee
rasponsabilisa por extravos.
Recebe carga: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio- 9
De no piano Iludo e fo-to. 1 cadeira para o
iLesmo, i mobilia com 1 acf, 2 consolos, 1 ca-
deiras de bragos e lita? de i uarjigSo, qaadros,
eppelhts, jarros para flores, tapetes, langas, cor-
tinados e repc'.tin s.
Sala de jaLtar
Una mesa elstica, 1 guarda tonga, aparado-
res, 12 cadeiriiS, 1 relogio, eiaere, lotga para
cha e jantsr, copo, clices, garrafas, compttei*
ras, colheres e talbere?.
Qaartos
Camas de ferro, maiqoez6es, cabides, curnmo*
das, mesas, cadeira, cortinados e langas.
0-j"Ct08 8VUI808
T.-em de eos)-ha, flaodre?, bancos de jard.m,
escada?, i mangela, trem de jardlm, plantas,
erit-.ns e palmeiras.
Sabbado, 23 do corrente
Agente Pinto
ISa casa da roa C jode da Boa-Vista, outr'ora
C ra n.'io Novo i. 9i
O leiiao dos movis principiar la 10 1/2
acras,
A' 1 H0RADAT4RDE
Ser veidida Umbem a referido casa edificada
em cbos proprio?, com Bola e grande quintal,
o:n sgu?, gai, apparelho, quintal com muros
profiri, plantado e ajardinado, cem 300 palmos
le fuJdo, perlo das esiag&es Camlnho Nova e
Soledad.
leilo
De2 cass silas no becco Largo ns. 10 e 12
oa fregoetia de Afota -o.-, c m porta e janella
dp frenie. 2 salas, 1 quarto, cnstnba fora e qain*
tal pequeo.
Da casa sita tr vessa de S. Mieue.1 n. 12
fregueaia de Aforados com pda e snella de
fren'e, 2 salas, 2 quarto?, cosicha e pequeo
quintal.
Sabbado, 23 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olia-
dan. 48
O agente Gosmio auto-isado por mandado do
Exm. S-. Dr. Juir de Di: eo de OrpbSos, e a re-
querimenio do loventariaote dis beoB do finido
lacoel Vicente da Silva Ros, far leilo das
casas acio a meocionadbs perteacenles ao rea-
rido espolio, podendo os Srs. compradores irem
xaminal-as.
2*
De predios
A' ra Paula e Silva, fre?uezia do Pego da
Pjnella
SENDO :
Duas meias aguas de os. 3 e o, com 1 porta e
I janella de frente, sendo que a de n. 3 tem 2 Ea-
las e 2 quartos, cosinha externa e terrago ao
lado ; a de n. 5 en 2 salas, 3 qaartos, cosinha
externa e terrago ao lado posterior.
Orna casa n. 7, na mesma rna, com 2 porlas
u 1 janella de f ente. 3 salas, orna das quaes
ocenpa a por um esisbelecimenlo de moldados,
cosinba ioterna e soio com jaaellas.
Sabbalo, 23 do corrente
AS 11 HORAS
So armazem roa 15 de Xo-
vembro n. 39
O agente Martins levar a leiiao pela segunda
ff, per despacho do lllm. Sr. D-. juii de or-
pbos, em sua cresenga, as casas cima penen-
centes ao espolio de Jo- Manoel de SS.
Leilo
De urna barrica marca WH e contra-marca H3,
n. 312, vlnda no vapor Editor cooteodo as se-
guales mercadams avariadas d'agua do niar
CONSTANDO :
De 40 daziss de correles de ferro de diversos
nume.os para balaoga, 20 doziis de correales
ae Jalao de dlverpos nmeros para balaoga, 30
duiias de cadeados de ferro, 100 cnxinbas com
ichaa de cobre, 41 tilos de pr ros de cobre
com rmelas e 30 grosas de colheres de la'.j
para edpa.
Hoj
23 do corrente
Ao meio da
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
For intervengo do agente
LEILOES
Sabbado, 23, o da casa da roa Conde da
8o>Vi8ia n. 94, bem como os movis e mais
objectos existentes ns mesma casi,
Leilo
De 3 000 macos de balmaies de laSo e tachas
de acopa rasa patei ros, avariados d'agoa do mar,
viudas pelo vapor Ville de Montevideo, entra-
do em 17 de Janeiro de 1895.
Hoje
23 do corren'e
Ao ieio da
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por intervenc,ao do agente
Gusmo
_____________________________________________________-.., i i
Agente Pinto
LEILO
De bons movis, finos crysiaes, espelbos, q-
dros, jarros para flores, electro piale, 1 plano
novo, mobilias, movis de casa de familia e 1
cofre francez.
Sexta>feira, I de Mar^o
No sobrado i ra Baio de S. B.'rja n. 30
A SADER:
Sala de vlalla
Um piano forte e novo, I Una mobilia com
duikerques, i espelbo oval, grande, 2 dios
comprldos. jardinelras. 4 ja-ros, 2 qnaroi
Knda. Sescarrad.lrsp, 1 tapete grande, 2 me-
nores e 4 pares de lanternas.
Saleta de entrada
Um sef 1 jarrnei.a e i contlos de Jacaran-
da 2 consolos e 6 cadeiras de pao carga, 4 ca-
deiras de bragos, 1 relogio de prele, 8 qnadros
de oleograpbia, 1 cabide e 1 cofre.
Qoarto de toillet
Um cama fraoceza, moderna. 1 loilet e lava-
torio com pedras, 1 mesa de cama, 1 guarda
roupa, 1 Ruarda vestido, 1 commoda inlelra, 1
guarLigo e 6 cadeiras.
6 ^ Sala de jantar
Un guarda loaca, 2 apandares, 1 mesa els-
tica ovil, 2 solas de jooco, 2 cadeiras de balan-
co e 22 ditas de junco. 1 relogio grande de p-
rele 4 qoadres grandes, 2 bandejas, 1 porta-
llror' 1 galhetelro, 1 qoartinheira, colberea, au-
nis par goardanapos, 1 porta-gelo, 1 sorve'ei-
ra i porla queijo, compotelras, garrafas, copos,
cauces, porcelana para cha e jamar e centros de
mesa.
Sala de copa
Urna eipreguicadeira, 2 porla chapeos, 1 ma-
#.
J
-
o
j
-"".

5
y
l
*mmm



MaH
_


*
Piarlo de Pernambnco l8ado fe e Ftvefciro de 1*95
china de costara, i guarda looca. i apa-adorea,
fliDdrea, polea, trem de coslnba, 2 megs de cc-
sioba 1 lavatorios de ferf, i jarros. 2 armarios
grandes i cofre f'aoc- e bancos de jardim.
8 PAVIMENTO SUPERIOR
Sala da frente
Urna linda mobiia com i sof, 2 consoles, 2
esdeiras de braco e 12 ae gaamigao, de juccj
com palbioba no encost, 2 catteiras de balan,
Co, 1 mesa com pedra, i espelho aob colainas
I relccio com peda e 4 colomnae.
Qaartos
Cimas francesas, uiarqueas, f uarda vestido
commodas, 3 bancas, S armarios grandes par*
roopa, cabide, camas de lina, 1 dita de ferro
com lastro de rame, 1 meta de cama com pe-
dra, sofuse consolos.
Sexta-feira I de Mar^o
No sobrado da rna BarSo de S. Bo'ja o. 30, coa
por o ao lado
Todos os movis e mais objentos sao novos f
de aparado goslo pelo que tornam-se reani-
man
o bord das 10 e 1/4 dar pasragen grati3 ao.
Oncnrrente'. ..,.,
O :eii5o pincipiar s 10 1/1 horas.
SEMENT
AVISOS DIVERSOS
novas e hortalizas e
. lores, completo sorti-
mento, ra Estreita do Rosario n. g,
Pocas Mendes & C.___________________
MADEIfU-Excelicite tabeado de amare! o
lonro e pao-carg. ptimas pranrhas df
auareilo e aicupira, precos tem competencia :
Ea hbMca de rr^vi* c* 'p ,r s
AoTorrador
Os proprietarios deste muito acredi-
tado estabelecimento chamam a atten-
co do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 O/O que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos que se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho i C.
Pernaiiabuco
Arreutia-et Um k-u. > u^tiiuo uu l.uj.iii.
de Nasaretb, peao de una es.stao da liub
frrea, vendendoee ao contraante a safra fou
dada para 3,000 pes. re.-to de safra a liar,
vapor boto, torga de 6 cavailcs, alam-iqae, pe -
teoces Ce ocstita^&o, beis. cavallos, carres. : -
mas para asnear e um tanque com bastan
mel. Ga:auie-se mciio boas ooras oa casa a
ecgenbo de pnrgar e na de viveoda : a liatai
com Jote Muzomoo, largo da Campnula i' -
mmbocana n. 6, i- andar.
Vende se o pequeo estabe ecimento re
ugar Genomioadu lputinga^ estrada nu'.a dt
CaioDca n 135; quem pretender cirija-ae a
mesa a que acnra com quem tratar, e que ain
da tS.) foi vendido._______________________
Veuie-se um sitio c fondo, a roa do JjsrjQim, e 192 palmos de f.-er i-
para t ra do General Se;a, oai 1H1 casa
dividida e 8 qoanos, pasando co fundo au
terreno o rio Gapibarbe, prop-io para mina,
fabria ou chalet: quem 1 retender dinja-se au
becco de Joo F ancisco o. 4, que achara a pro-
pria dona para miar.
Precisa-se de om ealxejre com pratka]ie
bctequim, ra iu da Fbreotma n. 6.
Preei s-se ce urna uia nara coeinar, di
rna ?iacoLde de Iobaoma p. 7o
f
Alice do Santo Ace veda tuima-
raes
Jet da Silva Lemos Gu maraes e seas filfecs
coav i;im rrs teas pareles e amigos ra-a
aselsUrem as musas que por alma de sua ido
latradj esposa e mai. Alice des Santos Azeredo
GnimarSes, mandara retar no'sabbdo 23 do
correte, as 8 horas da manb, na ma'r.z el
Boa Vista.
ncszKSA
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissimos padrees
1 $500 recebera m :
LIMA COUTNHO & C.
Ra Duque de Caxias 11. 43
AO TORRAIOR
Espartilhos finos esto venjendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda-
dos.
rAo Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolo fino i2$ooo. Pecas de
bramante com 37 jardas por 25$OO0.
S ao Torrador
Lima Coutinho ti i'.
1
t
los Loprs Ce Azevedo
Haria Marcelina G. ce iieveo. JiSo Lopes
da Azevedo. Alcit.es Lepes de Azevedo, Izaora
Locllla de Azevedo, Lwa Flavia de Aievedo
Amelia de Aeedo Brsndo, Alfreda Cobha
Branda3 e tea' liluos, Jo qofm Lopes de Aze-
vedo e sea mulhpr, Justino Lope de Azevedo e
saa molher (:u'fn e?), Bemardino Lones de
AzPTe'o e Jcrquna Lopes de Azevedo, Jjo de
Aievedo Ramus, sua ninlbe- e b'lbos, coavidam
a Ptus parentes e amigos ra a afsi-tirem ao
cifsas de s tino da, qoe por alma de sea
semprelemb'ado esporo, nai, soero, av, irroSo
e eobriotio. maod m celebrar no dl 23 do cor-
reo'e, na igreja de Divino Espirito Santo, s 7
1/2 horas da manb, pelo que se cunfessam
snmmamente eratos.
recisa se
De nma cosirbeira e de om f- tor para jar-
Ujd : atrat r no armazera truvessado Corpo
Santo n. 27. das ii horar da manta s 4 da
ttrde.
Ca: eiro
Precifa-Be de um menini com pralica de
molbados, fe 12 a 14 anne, e que d conbeci-
mento de sua ern lacia ; a tratar no largo da
Grcca 0.13, L>[U ga.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
lajardas ; na ra das Larangeiras n. 41
'fondease
Elizn Cialvo rarnpeba
Herrtico Jos ae Aze^eio P<-cr^, Aitela Ac-
gesta de Azevedo P^d-s e Syropbronia de Scuza
Pedra agradecrm excorie a tedas as pessoas
qne se dign&rsm acumpanhar ultima morada
a saa e sempre cborada ni e sogra, Eliza G>l
vo Ca-apera e de novo rogam a todss os secs
paienej e amigos para asslstirem as roiseas
qce pelo repoueo eterno de fu alma 8fr3 re-
zadas no da 23 to correte, petirco do seo
passamento, na natriz da B,a Visa, pelas 8
horas da manb.
Urna casa ntna das principan roas de Olin-
r|-, com bastante commodos para numerosa
fam'lia : qoem precisar dir'ja-se A roa de An-
tonio 11 nrique o. 16 (aotiga do Agooeuinbos),
ijoe afra'* com pupiti 1 a'ar.
Piano venda
Vende-se nm exceileole piano do acreditado
fabricante W-ideoslaoft-r, com maito boas vozes
p em ptimo eJUdo de conaervagfto ; & oi o
ratnr no 'iaminbo Novo n lr3.
t
la n
Olvmpia Ade?al datan
Clemfnliac Jos LbDdeira, J)? Pinhe.ro da
Silva Pi Brasil, Jostinibna da Silva Pao Brazil,
Benigna da 8:Iva Pao Brsz'l, Antonia Idalina da
S. Pao Braz I, esposo, Irmos e ennhades, pro
footEmente fe alisados pelo desastroso falle'I-
menio de toa prezada esposa e irrx, Olymrla
Adtiaideda Silva Btndeira, veem pelo presente
manifestar sea cordial recochecimento e eterna
gratido a todae as retsoas qoe to generosa e
caritativamente se pres'aram com indesivel de
diesgo a ministrar-lbe todes os precisos coida-
des e srecorros at o momento de ser inhumada
CcufiadoB jinda em tanta imgnldsde couvi-
daro ce mesmas pes^oas, sos amigos e prenles
para assistirrm a missa que iro cvffragio de toa
alma rxandam celebrar na greja de N. S. di>
Carmo, as 7 horas da m :cb ue terca fera 26
do correte, cetim dia do seo passsmect?, con-
ff ssando-re desde ]A agradecidos por este acto
de caridade.
Vende-se
Um kio?que bem afregueza !o, bastante eor-
t'do. em cm dos pontos pr ncipaes da cidade,
rae-da R-geonragSo (otigo25 de de Novemb.o,',
prximn aponte Boarqne d Macedo ; a tratar
no mesmo. A venda feila i.or querer o sen
proprtetario retirarse d s e Estado.________
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio-
Quem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto-
o deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Vende-se
A casa n. 6 da ra do Soseg e a de n. 3 do
pmeiro becco da roa da Cadei Nova ; a tratar
com o solicitador Antonio Bazerra Cavalcanle I e
Albnquerqoe, roa 1- de Mygo n.18, andar,
oetrada pp|a roa Dcqoe de Gx'asn. 41.
Joo
t
Horticultura
Sf mentes frescas e sortldae, receben a Phar-
macia Americana.
* --
Apolices estadoaes
De juros de 7 0/0, compram-se na ra do
Amoro n. 43, armaiem.__________________
Em Olinda
Vende-se excellente doce
de
caj
secco: a tratar na

Gaviniio de Fasss
1- auniveraario
A viova, sjgro e sagra de Joo Gavlnbo de
P3S8C8 mandam rezar missas por soa alma ra
quarte-feira 27 do ci rente, zs 8 bo a? da ma-
nb. na igreja da Santa Cruz, e para eras acto
de cardsde coovidam a todos os seos amigos e
parentes, e agradecen) eordialmente detda j
aos que compareeerem.
Adclaide Eudoxia Llns do Bego
BTenentei crooei Corcy J>veoal do Reg, soa
mu her e soa irmS Anua Mtrreonilia de Souza
Reco, cempangidos pelo fallerimento de saa
idolatrada renbada, Acalde Eodox a Los do
Reg, ceevidam es amigos e prenles para af-
aistlrem as missas qce mardam rezar pelo ulti-
mo repooeo de ac alma, na matris da B >a V'St,
is 8 borss da mar ha do dia 25 do correte, 7"
da do seo Infausto passamento, per cojo acto
secorjftssam sgrade:ido8.
wmmmmmmmmmmm*ammmummB
Alfredo remande* Dumrle
tMaMa Alejandrina Crrela Darte e
sene Glhcs Ma. im'aoo F. Duar'.e, Clin-
dina ki. Ramos Doarte e sus Hibos,
convtdam os parentes e amigos do seo
idolatrado esposo, pal. fllho e Irmao,
Alfredo PernaBdes Doarte. para ssststirem a
missa qne par coa alma mandara celebrar na
terca feira 26 d 1 correte. 30 da do seo pa'ra-
mebto, na igreja da S. Jone de Riba-ma', s
boras da mrnb, e desde j se confessam enm-
mmenle gritos.
Ladeira da Ribeira n. 33.
bitio
Arrerda ae om grande sitio em Paratibe, mu
niclpio de Olinda. Cabpatan, medindo 40J pal
Oos de frente e 1003 e tantos de foodo, bem
aroorleado, com monas larangeiras, cafeeiros,
etc. etc., mnita trra para plantagJo e baixa de
capim, e mais orna casa para inoradla ; a traa-
na rna do Imperador o. 81, lrja.___________
Pratico
Pracisa-se de om pratico na pharmacia Miner-
a, pa teo do Tergo n. 12-____________.
Taverna
Vende-se nma bem afregn"sad, no beirro da
Boa-Vi8t\ tratar na rna da Palma n. 4 :
motivo de venderse o dono tr de retirar st
Cpsinheira e criado
Precisa-se na ra do Hi-
pido n. 14.
No Arraial
Alogam se doas casas confronte a eslago da
Casa Amarella ne. 4 e 6 ; a tratar com o agente
Pestaa._______________________________
Attenco
Qoem recisar de om bom piano para sen
ojo, dirija-ae a roa do Aragao n. 41, que encon-
trara com qoem tratar. Tem esta peasoa en
carregada tres de melnor & melbor para es
otear.
PHOSPHO-GLYCERATO
PURO
Reconstituate geral
do Systemit nervoso,
Heurasthenta,
Phosphaturla,
Dtpoilto geral
NEUROSINE-XAROP
Nli33IWE-3tNJHD s:mO5INE.09i:i)
___________ Esta preprcao que se pode tomar sem nenhnm_______
perlgo, embora que InyenUda ha pouco wanpo, diju j resultados maravllhosos como o certlDcam mllhares de attesta^ocs.
CHASSAINQ e *, Teno Vlotori, Futa. Deposito em Pertambuco: C* it DROGAS 4 PRODCTS CHIKCSS eem toda FtrmscUi.
Oebilhtxte girai,
Enxaquecas,
Neuralgias,
Depnssio do tjttema nimio
:aude para todos.
1
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigemtodas as desor^ems do
Estomago e dos Intestinos.
FortaJecem a sande d*s constltU9oes delicadas, e sao d'um valor incrivel pratoas as erifermidades peculkiw
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para is pes^oasde dade a vaneada
a sua eficacia e incontestavel.
Es&at medicinas sAo preparadas smente no EstabelecimenVo do Professor Hclloway,
78, NEW OXFOED 8TEEET (antes 533, Oxford Street), LOUDEES,
vendemse em todas as pharmacia* do universo.
m Oe compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caca c Pote se nao teem a direcQao,
S33, Oxford Street, sao talsincasoes.
GNTfO DE GL0DIG8
Sinaplesnaento isto:
Abertura oo dit 11 do correle
ANTIGA CASA
JOAO uvmos
Pra^a da Indepndencia
ns. 22, 24, 26, 28 e 30
Este secnlo agonisa p com elle o recia-
PILULAS DIGESTIVAS DE PANCRATINA!
de
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os coraos gordurosos, mas
tambem o po, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteragao, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Deiresne depois da co-
mida, sempre aicancam os melhores resultados e sao por isso prescrfptas
pelos mdicos contra as seguintes affecgSes:
Palta de appetite. Anemia.
'Ms digestoes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Diarrbea. | Ulceracoes cancerosas.
Dysenteria. | Enfermidades do igado.
Gastrite3. j Emmagrecimento.
Somnolencia depois de comer, e vmitos goaacompanham a gravidez'
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-|
radazinhas depois da comida.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmacias!
ALMOCOdsSENHORAS
ALIMENTO [/AS CRIANCAS E DOS CONVALESCENTES
Par substituir o chocolate, de digestivo multas vezes ditcil, e o cafe cora lelte cujos effeltos deblllUat*
wejudlcam cm extremo a sade das lentioras, os Mdicos recommendam o xtacahout dos AnM
e Dciiigronier. por ser um alimento leve, agradavel e muito substancial; receltam-no tambem
rlancas, i e-son Idosas ou anmicas, numa palavra tedas as pessoas que carecejik de fortifican'
AJiS. 6*
---QUa '
Viviana. OKPOaUTOS CU TODaJ 4S PUABSaOIAJ 90 MOMDO WKI6&
ES
ii
* UCENCUD03 PEA INSPECTORA GBRAL DE HYOIBNE DE RIO C2 :.i'.ZAZ~>
g Aperiente, hlstomachicos. Purgativos, Dopurativc"
O Contra a Falta de appetite, a Otistnicco. a BniaqBfa. as Vcg^Ci:o
i} as Consestdes, etc. Dose ordinaria: 4, S.FJt/rJoj.
p Desconfiar dak faisiicacoes. Exigir o rotulo Junto ar*" cbsu CtDfiTCQCC2
2SS*'
ajg MSfmi Lilil i iM.fiam Ealtr^Oa o cd tra CO iTicr^:

MOLESTIAS NERVOSAS
CURA CER.TA.
XAROPI HENRY MURE
Bom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Paris
l'KI.A CURA DE
Epilcpsia-lly atera
Vitorea
Hijatero-Epilepsia
Molestias do Cerebro
e do Espitthaco
Diabete asstiearado
Convtilsoes, Vertigens
frises nervosas
Enxaquecas, Ton te i ras
Congestes cerebraea
Insotnnia
Spermatorrlta
Om Follieto multo importante dirigido gratuitamente a qnalqaer pessoa qne o pedir
. HENRY MURE PONT-SAINT-ESPBIT (FRANgA^
VENDE SE EM TODAS AS PRINCII'AS PHARMACIAS E DHoOAKIAd
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, America, Hespanha e
mas colonial, no Brazil, sonde eetao autorizado
pala Oooaelho de Hygiena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prepa
racSo para o uso do Purgante.
Purgantes Le Roy
Brio* docadoi conlorne i lade.
SSo proprloa para qualquer doenca.
Urna noticia ixpHcatita envolt etd farrifi.
Punas Le Roy
E/tracto concentrado do Himtdlot liquidoi,
um pri spect erpllcativo toIti cada (ruco.
O Irasco de 100 pil. 5' O Iraaco de 25.1'SO
Acautelar-se das falsilicagoes
RECUSAR
qualquer Producto nu lie lITIT t ende- ,
reeo al Ptarmacla COTTII liare de LE 10 |
1, Ru de Seliie. 51, em Pfle. I
DEPSITOS m TOBAS AS PHAlMACUj> *
f
rPOHIADAROosoAMDATANNINO
Para tornar a dar ao cabello nraicu a sua COH PRIMITIVA
POMADA DEALCATRAO
e QUINA contra as PELLICULAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOCTOR NYSTEN
PAKIS, Flt.LIOL. ruh lafayette, 53.
ktepwilo i m PSBXlB'Cii: P de Dr?g is & Prodctos cninicos
me.
>s?%
BMVAI5
Ffl
^---------ra BEFORWg
t"-laroa8, Debilidad*
lllflfo
C : : .^A B CHUTA PELO
HNK FBRMIanHMO
iRaflOMftebitfo asatmllml e preferidt
pelos melhoret. mdicos do mundo.
Descontar se das rilsificaoSes e inlacO^.
PO A14CAOO.
Il3, Ru Orenier-I'-Lazare, em PARtf
IDepositoi em todas ai piinciptes Pharmaciu
FERRO ROBU
Hotel itestaurant Po-
pular
EM
(.uruiiliun*
Defronte da Esacao da Estrada de Fem
Sul de Pernambnco
O proprietaro deste bem acreditado
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarlo a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em nm convidamos aos Srs. viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos precos.
.Antonio Luiz.
0 FERRO _
f noreaenta exactamente o ferro coudo
oa economa. Experimentado pelos
Jnclpaes ndicos do oundo, pajas,
_moeaiatamente no sanfrue, nao occsi
soca priso de ventre, nao cansa OI
estomaeo. nao ennegrece os dentes.
Tornete unte oottM un cada cemtOa.
fcxia- a VeftMsiN Marca.
Vende-te em todas as Pharmaaeu.
PoiMaW:40&*2,r.St.Slaxare*aram.'
<# Medalhas t> Ouro au Exposicoes Universaoi V*
1ARIS p- a. PARS >
Este publico bastante illustrado par
nao acreditar nos annuncios i ombastic
e l t furicos que quotidianamente enchem
as gazntaa indigenas.
La Puerta del Sol
\lo recoia eclipse por contar
com a generosdade da atlinios-
pkera que a circunida.
Padaria Nogueira
Canainho 'ovo n. 91
Telephone, 658
Prvido esle estabelecimenlo de um perilo
confeiU'iro, tem actualmente disposi^ao dos
eus freguezes em especial e do publico em ge
ral os mais deliciosos productos de conidia-
ria.
Ahi os consumidores enconlrarSo:
Desde o mais bem feilo
pao de lot, folhadas appe-
tilosas e boliohas em pe-
quenas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
bolinliolos de differenles
qualidades e formas disf-
tinctas, crystalisados ou
nao. edr natural e colori-
dos, para o servigo do cha.
Todos esses productos sao de um tempero
ue satisfaz ao paladar mais exigente e assim
se recommendam ao uso das familias em suas
soires e outras festas intimas ou solemnes.
A padaria Nogueira er, pois, preslar nm ser-
vico s familias pernambucanas; s quaes pro-
porciona assim aritgos indispenaaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alera disso,
eitosem casa, nao lbe custariam menos.
vinho-CLARETE ESPECIAL '
DE
tuve Rocha l,eao A C.
Garantido puro e escolhido pele
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVI
UZAR AS REFEigES para s
obter urna digesto sadia e nutrientt
Encontra-se as prlncipaes mei-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GOMARLES & VALENTE
63 '.ARGO DO CORP" a< ^TO N.
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTKLLA COM AS IMITACES !
CTHIOOS RECEUEDORES
<;usinarile* A Valente
N. 6 Largo do Corpo Sant 1J 6
~TChesou !!!
"ASolucao anti-cancrosa, maravilhosa
descoberta dos pharmaceuticos Joo
Facundo de Castro Menezes & C. pro-
prietario da formula Alexandre dos
Santos Selva, e approvada pela xma.
Inspectora de Hygiene do Estado.
Nao ha mais cancros, applicando esse
heroico remedio, que em poucos dias
acaba com os cancros mais rebeldes e
antigos, feridas, ulceras syphiliticas,
nao resistem a esse poderoso remedio.
Deposito em grosso.
Pharmacia Minerva de Alexandre
dos Santos Selva, ra Vidal de Negrei-
ros n. 12, [antigo Pateo do Terfo) e
drogaria dos Srs. Guimaraes Braga &
C, ra do Mrquez de Olinda n. 6o.
Vende-se em todas as boas pharma-
cias e drogaras deste Estado, do Sul
'e Norte.
Preco de um vidro 2S000.
Preco de urna duzia 20$000.
Mara Joaquina das ante*
coeltao
J8 dos S.utoa Cielbo. Joaquim
dos Santos Coeluo, Matia da Silva
L Coelco, Lo ( C. de Barros Cae-
Itio, Edoardo da S. Coelho, Ranal-
pbo i* S. Co. Ido, agrauecem 1
todas as pe.-soas qoe se dlgnaram
acompanbar a o cemiterio publico
oa restos morlaes >e sua idolatrada mai, sogra
av, e de novo as convid?m para aessllr as
xi-333 de 7* dia que mandam rezar pelo eterno
descanso de sua alma, na igreja de N. S. da
Soledade, ni segonda-feira S5 o corrente, g8
boma da manha, pelo que desde Ja anteclpam
sua gralldao,
f
f
Heariqne Fernandes da Cosa
5* aonivereario
D. .ovina Ua'U da Coda e seas Slbos presen-
tes e apsentes coevidam 03 sena prenles para
a-fistiram a orna mis.-a que mandam rezar por
'r. s de seo fallec o Albo e irmao. 11- arique
PeroandesdaC >sla, a qbal ser r-z di m igreja
de S. Francisco eoi Olinda, e 8 bor.s da maobS
do din 25 do correte, pelo que desde j i se coa-
fe'sam agradecido?.
s
0)
kl
N
<
Ama de leite
precisr-ce *e ema ama de leite com urgencia,
paga-fe bem : no E itroncamento o. 37.______
Precisa-Be deomaaiaa qce coslnbe bem, para
casa de pequea familia; a tratar oa raa aque
de C.xias n. 97.
Ama
P eeisa-se de urca ama que saba eneommar
e cosinbar, para oaias pessoa ; na ra Estreita
do Rosario d. Ji. 2 andar.
Preaua se de orna ama para cosinnbar" ec
fc'OTiaar, para una s p^foa ; a tratar na r&a
Esreita do Rcsario n. 22, 2- andar.
O
9
5
BRDEOS (FRANCA)
(3 Dmoioi im tedas aa rendas da Comaatlnls. _
9*
O*
O
PARA
::::;..: s::::::;:::
Guimaaes & Valente, continua*n
a ter as mercadorias abaixo descr/r
minadas proprias para Uzinas e Er
genhos que vendem garantidas e t
grecos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocotfi.
leos americanos para lubrificaco-.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato.
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida capanema para extinc^f
da formiga sauva.
IV. Largo do Corpo Santo IV.
IA P0MP1L10
Cirurgiao dentista
Continua com o seu conoultorio a ra
Barao da Victoria n. 54.
Consultas e operacSes da 8 horas ds
manha as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
dernoa apereicoadoa.
grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres inilhes de ps de cafeeros semea-
dos em leires cuos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rceife-
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attas-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martins, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra do
2. iao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larg*
Rosario u. 31.
Alug-a-se
A luja do sobrado n. 28 do Largo
do Carmo, propria para qualquer es-
tabelecimentoa Iralar no escriplorio
do Diario.
GajTrifd8
gnac
para c
Precisa-s-' ce 1,000 ale o tim do tn'z
Poarmacia Americana.
na
Caixeiro
Precisa-re de um caixeiro con
tica de molnados; na traveesa
nnmtro 9.
bastante pra-
do Queimado
Criado
5 Precisa-se de um criado para s-irvicp
brtca ; oa rna da Concordia n. 128.
eefa-
Attenco
Vende-re a casa terrea sita estrada de Gi-
qd JaboaiSo n. 102, ediricada em um terreno
com 59 paimos de frente e 690 de fondo, com
sljjumas arvores fruciiferas : a tratar com o
solicitador Antonio Bezerra Cavalcante de Albn-
querqoe, rna 1- de Marco n 18, i- andar,
ntrada pela ra Duque de Caxias n. 41^______
Criados
Precisa se na rna Larga do Rosario n. 25.
PreMsa se de nm menino de 10 12 annos,
p.oaa pratlca de taverna on eem ella ; a tratar no
mercado da Boa Viala n. 2.
Ao eoninaercio
O abaixo ass'gnado declara pelo pre-
sente que vendeu o se estabelecimento
de molbados sito Estrada de Sant'Anna
n. 11 ao Sr Antonio de Brilto Lyra,
livre e desembarazado de qualquer onus.
Recife, 20 de Fevereiro de 1895.
Joaquim da Silva Ferreira.
Frofessora
Prerisa-se de utr.B p>o'e?sora babilitada para
eoolnarprimeiras letras, tr balboa de asninas
rcmlca, 00 pncenbo Babia Le la. em Ribeira
traa na roa L .rg do R gario n. V, 3* anla-a
Taverna
Ven^e-se a iave-na a roa d? Femandes Vieira
o, 68 propria par- principiarle por ter pouco
capital. ___
Precisa-ae de om criado ; tnta-se na rea do
Commerclo n. 4a.
Precisa-te de um bom
Payeaodu' o. 19j______
Ccsioheiro
cosinbeiro
na rna do
CosDiieira
Precif s-B? de orna perita coslnbeira para Cisa
de familia e3t'ang*ira, pagase emito bem ; a
tratar na rna No?a n. 50, 2- andar.
SB20B
As sezoe^, febres intermi-
tentes, palus^s, renitentes,
dores de cabe^.., nevraJgias
asmis rebeldes, sao cura-
las infall velmente com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
EOTICA FRAWEZA
H. Rouqua^rol
22 Ba da Cruz 22
Ao commereio
Scieie nenmos. qoe ne-ta data, dcizonjde
ser noaao empregado o 8r. Joao Beoto Rabello.
Recife, 21 de Feyereiro rte 199.
Azetedo &C,


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