Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17648


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Full Text
Axyso LXXI
Salibssdo 1 de Fevel pro de 1995
\lUERO 3
r
t
,y
F&PBIIB;&B
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adianUtdos. 8$000
Por seis mezs adiantedos. y 15$000
I or ura anno adiantado .... 30&000 jp-
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS fe PBLICAC0ES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &*, resimfes em Pars18 rae de
La Grange BaBlire
PARA OS LUGARES ONDE SE PACA [PORTE
Por se's mezes adiantados. 16&500
Por um armo adiantado ... y 332.000
Numero avulso do mesrno da. : #100
Numero avulso de dias anteriores. 4 $200
Telegrammas
llNIgO PABTIGLAl 20 SZA3I3
Ilio de Janeiro, I | de Fovcrciro,
s C horas da tarde [recebido na estacao
10 horas e \\ minutos da noite !
e entregue s 10 horas e 3o minutos da
a site).
Consta estaretn promovidos :
A' major na arma de infantera, o o
pitao Francisco Ilaay da Cruz ;
A caprtes no Estado Maior de 2' clas-
se. os tenentes : Alberto Cardo so
d*Aguiar, Antonio Mariano Alves de
Moraes e Flix Fleury de Souzi Amo-
rim.
O governo est contractando pilotos
para o servido da armada.
Chcgou Curitibanos o 3" batalho
de infantera.
O bacharel Chaves, ex-chefe de po-
lica de Santa Catharina, ser julgado
pelo Tribunal do Jury.
O vapor Penedo arrbou com ava-
das Ilha do Bom Abrigo.
A taxa do cambio sobre Lon-
dres foi hoje 9 5/8 d. por 1/Jooo.
Buenos-Ayres, \\ de Fevcreiro.
Consta que Saldanha da Gama, Custo-
dio de Mello e Gaspar Martins pensam
cm entregar-se como responda veis pela
revolta, sendo amnistiados seus compa-
, nheir s-
INSTRUCCAO POPULAR

os i:,.:,:'::,:: u ::ii:j:l
rort
Gasino Tissandier
CAPITULO 11^
A CONQUISTA DO GLOBO
PARTE OFFICIAL
Govci'ao do !* -i! ai!o de I'ovaam-
ItllCO
SECRETARIA DA JUSTINA NEGOCIOS IN-
TERIORES E INSTRUCfjO PUBLICA DO
ESTADO DE PBRAMBUCO.
Despaehos do dn 11 de l'.vcreiro d: 1S95
Club ramalico Familior |edindo permissc
para realisarno Theatro Sinia Isub^l cm a noi-
te da 'G do correnle, sua es a familiar Desig-
ne o da 17 do correnle, pagando o Club a con
tnbuigo do eslylo.
Bacharel JooBaptista de Miranda Sousa Go-
mes, promotor publico ao municipio de Tacara-
t requeren io tras mezes de (cangaCorao re
quer.
Mara Tieodcrica do Reg, ex-profe.-ssora pu
blica, pedln lo o pagamento de teas vencimien-
tosMantentia o despacho de 26 de Seiembro
de lfl.
Tito Hygino do Miranda, padindo o Theatro
.Sania Isabel pira dar um concert no dia 9 de
[MarcoInformara, os Srs. membres da Inspec
I lona dos Thealros.
Zoimira Philomena de Ralis e Silva, prores
sora publica, pedmdo o pagamento de seus ven-
ciipenlosDirjase a supplicante ao Dr. Secre-
tao da Fazeada.
En additamento dos despachos do dia II
do correnle
Flix Joaquim Ferreira de Cirvalho, prof-s
sor em disponibilidad?, pedmdo o pagamento
de vencimentosa que seju'ga com direilo Sim,
de accordo com a informago Ja Secretaria da
Fa senda.
Pelo porleiro,
Hermenegildo de Siqueira.
procuraren] abandonar o paiz, tratam de uim- para qne por si promovam a co'oniaco, una
dar vir as expansas propnas seus cencida los vez gue a Unio nao ple dispor das trras de-
e parales para augmentara massa de popu volatas.
lago. \&i collie, porlanlo, o argunanlo do honrado
jJEssas CODSderacO-'S que lenln f>'ito. Sr.-pre- coilapa qUd \z s,.r necossario urna lai regular-
sidantc, suggendas pelas obscrvagas que liz:- mentar para que as trra? passera para oa Es-
ranj os obres collegas que me precediera:!), fa- lado?, porque atuda os ltimos jomaos do noli-
era nio calar no espirito a duvidade que amia c*VBp estar o Amazotias legislando sobre as
persiste o mesmo syslema, de tentativas im I suatfterra*, o Espirito Santo disimulo das suas;
proficuas, sem jamis adoptarem meli las ade-|e qtU at o proprio Estado de .Mallo Grosso ja,
quadas, e no sentido de ser adoptado, comocom* do m.-smo assurap'o.
objectivodo desenvolvimenio de too momentoso 0\ffro poni, Sr. presidtsolo, que merecen re-
pblenla, os dous servigos simultneamente do parq^do collaga Jo i declarar o projeclo na con
eraigrago e colon s-igo. I dicao tercer* proteger a emigraco .exponlanea
Assitn e, Sr. presidente, que vejo no relatorio' e aitepiar medidas suppressivs para coalef a
do honrado ministro da agricultura conceit03'' corrjptu emigralona que seja julgado prejudi-
(]ue de modo algum posso calar, relativos a cia!'-Q paiz.
este magno prooleraa. S. Exc. depois da tra- 8 Exc n-j teuj r.izo.
lar desl.-mom nlos) assumpto, conclue'dizen lo Cpsubaianciando a legifflacao b-j'ga, france-
qua infelizmente os sacrilicios do Ihesouro nao; za, ingloza, camuliana, australiana c a genlina,
CJoramissao procurou adoptar ao^aiz aquella
RECEIiEDORTA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachas do dia 15 de Fevcreiro de 1895
Dr. Alfredo de Aquino Gaspar, Viuva Santos,
Herd-iros Bi.um.in Informe a l.'SecgSo.
Brasidio Nabuco de Argollo FcrrSo -Certili
que se.
Francisco Licerda e ouiro, Mara Ju'ia Bar-
bosa -Al.* .Secco pira os devidos lins.
Antonio Seraphim da Silva- D.rija 33 a Di-
rectora Gcral da Secr. tana da F.jz.-nda.
O l'orteiro,
Custodio B. da Sdca Gui-nardes
m sillo corresponl dos pelo desenvolvimenio
da em graco no nosso paiz, e lempo, dizS.
Exc de procurar remediar este mal procuran-
lo o mofo de evitar essas despezas inutois.
Esle fa :(u, Sr. presidenle, faz ma embrar as
anodocla que li em Mon'egu!.
Este nolavel cscripior, tratando de assumplo
de magno inleresse economio, cita um facto
da que, o conde d'Armin, pretenderlo obler
um qu-niro em que fosse representado um lea),
incumbir di onfecco deso quadro tres no
lavis pintores, um francez, um ingloz e ura
alN-mo.
qua Ine parecou irais cjnsulianea com os nossos
proprios inleress ;s.
Nada mais flz;mos do qua adoptar medidas
para Impedir que aleijados, tocios, anarchislas,
etc., aqu livremente apjrtassem, assim adopta-
dlos. LOofesso Cmara, o artigo Ja lei arjjen
t n i, o n. 2 do arl. 3. que no nosso tercero
uui*-ro (Ii3) :
Proiejer la migracin que fuere honorabsle
y fyboriosa y a coajar medidas para contere"
11 oorrienle de la fuere vicise intil .
.Nao ha aqui, Sr. presidente, sinao urna me-
O francez, sem se dar a grande Irabilln, foi di Ja de polica. V. Exc. conprehon te que, re
CIIRISTOVAO COLOMBOFERNAO DE MA>
CALIIES DAVID LIVINSGSTONE
GU1LHERME BARENTSJOHS FRAN-
KLINRENE BEU.OTRENlJ CALL
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS
GARNIER JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTIIOMAS BURKE.
(Continuaro)
Livingstone esolveu afugentar aquelle3 ani-
inaes matando um d'elles Pondo-se c n cam
po com Mebual, mestre escola indgena, e al-
guns homens destemidos, espera aquedes fero-
zes animis, atacando os a tiro. Os le>8 sur
prebendidos pelo aluque, lagiram espavoridos ;
mas U'ii 'i'elle.--, agachado por irazdeum pequano
bosque, ficou minovel e o doulor fez loe ponta-
na e metteu Ihe iIus balas. Vamos acabar
com elle exclamaram os co npanheiros de
Livingstone. O doulor, vendo que o animal se
agitava chelo de r>in, gntou-lhe que esperas-
sem que elle carregasse de novo a arma ; mas
nesse instante o leao airemessou-3e sobre elle.
O leao af,rou-se a um hombro, diz Livings-
tone e derrubando-me, rolamos ambos no chao.
Paree; que anda n'este momento o0 o seu ru-
gir medouho.
" 0 i' o unlia urna das patas por traz da cabeca
it i duu or, raa3 ifao tardou a voltar-se para Me-
bual, que a dez passos do distancia Iba fazia a
puntarla. A espingarda do ineslre escola, urna
espingarda de perdenera, eiTOU os dous liros,
e O leo arremessoa-ae sobre aquella novo ag
gressor, mordendo o n'umacoxa- Bemdepressa
un ouir bala o estendia inanimado no ?lo
Livingstone, com o hombro esmigalhado, linha
sido mordido onza Teses na parte superior do
braco. Em tal estado ii:ou com aquelles ferl-
menlos. que. durunle a suu longa vida de aven
turas, leve gempre grande dilliouldade em en
costar a carabina ao hombro Mais tarde, quan-
do morreu, aquelles ferimento?, de que conser-
vava vestigio?, permittirara venlii.ar a identida-
de dos seus restos mortaes.
Foi s em 18i9 que Livingstone resolveu
avancar para o noite da A rica. Na sua primeira
viagera, reulisada em companhia de dous ho-
mens intrpidos, Muiray e Oswell, segu o Zuga
e cbefca ao lago Ngami. dipois de ter perconido
um espago de :)00 raillias (4-0 kilmetros).
Em 18JI, Livingstone e.nurenha ;e as re-
gios ainds nao exploradas do Mekalodo, atra-
vessa Sebitoane, capital d'aquella vasia ragio,
e panetia pouco a pou;o em trras cujas bella
zas naturacs o deixam maraviiludo.
Campos de urna vegetayo luxuriante, sulca-
dos de nos e correnies d'agua. u.n solo corlado
de tilOes de metal, valles ricos e fecundo?, mui-
tissimos lagos, urna populara-) pac dea e indus-
triosa, apparecem pelapriuieira vez aos olhos
do explorador.
D*atii em (liante, Livingstone cam nha de des
Cubera em descoberta. Em i85', depois de
innmeros perigos, defadigas sem conta.de
esforcos intessanles, o explorador alcanca a
costa occidental da frica, c chegi a S. Paulo
de Loanda, estacao porlugueza. Apezar e todo
o einpeiiho que linhi em proseguir as suas
viagens, Livingstone 6 obng.ido a deter-se, por-
qu', vencido pela fadiga, cae. gravemente doen
te, e duraale mezes coiisecuiivos sustenta urna
lula com a morle.
Afinal, a vida triumpha e pou^oa pouco a sau
de renasce. Depois de provas to crueis, Livin
gstonc, longc de pensar em descanco, continua a
erapenhar se incancavelmenle na execugao d s
seus grandes projeetoa. O Ilustre viajante am-
biciooava atravessar o continente em toda a
eorextensao, c para tal tira poz-se novamente a
caminho; c atinal vio coroados de bom resultado
os seus esforcos, pois que em Maio de 1856 che-
gou a Quimane, situada na costa oriental.
(Confn u).
INSPECTORA GERAL DE KYGIENE
PUBLICA
Expediente
Jos Carlos M.iynnck M)i)leiro de Andrade,
pedindo para man lar examinar a casa u 2i
sitad ruado Major Agos in:io I3czerr'.-Ao
Ur. commissario do Io districto para examinar.
Luciano Jos Dias Guimaries, pedindo pro-
rogacao por 60 lias, para ultimar os concertos
que f.>l intimado para fazelos. Marco o prazo
de 30 dias.
Pelo Dr. commissario do 3* e 4' dislrictos,
tica intimado o Sr. commendador Antonio Go
mes de Miranda Leal, para no ('razo de 3 das
mandar desobstruir o cano que di escoaraenio
as aguas servidas e faz r outros benericios que
necL'Ssita o predio n. 89 jua da Aurora.
Pelo Di. inspector geral inUrino de Hygiene,
flea intimado o Sr. proprietmo da pharmaeia
da ra Nova n. 2'>, para no prazo da 20 dias,
presentar pharmaceulico respousavel, por ler
n'esla dala pedido baixa o que at agora se
responsabilisava pela me;ma pharmaeia Fican-
do os mesmos Srs. sujeilos as psnalidades da
lei na falla de cumpnmenlo da ulimaco res-
pectiva.
Peio Dr. commissario do 3o e 4o districto?, foi
co si ierada em con lig -s hygienicas pan ser
habitada a casa n. 133 da ra do Vjsconde de
Goyanna, on le funrciona o coll-gio Salesiano.
Foi registrada n'esla secretaria a licenca con-
cedida aos Srs. Graciliano Martins & C., p ira
ex por ven la os sous preparados denominados
Aarope de Albo Mato e Uru'-.
Secreta
do Estad
de 1895.
Apollinano A. Meira Hcnnqucs.
Secretario.
laria da Inspectora Geral de Hygiene
lo de Pernamnuco, em lo de Fevereiro
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO REC1FE
Anlcnio Martins Saldanha.-Concede se, limi
tando-se ao requerido.
Bernardo Gomes de Souza.Em vista das in
fo'-raages dos fiscaes, d se a bai-:a requerida.
Jos de Paula Pinto. -Indeferido.
Toaren Mara de Jesus.-Sim.de accordo
com o parecer do engenheiro municipal.
Pedro Francisco dos Sanios Costa.Satisfaga
o parecer da Scretaria.
Domingos Ferreira CounlioiEm vista da
informago do guarda fiscal nao lera lugar o que
requT.
Alvaro Pinto Alves.Indeferido em vista da
inrormago do scal.
Miguel Ramos de Oiiveira.-Deferido de ac
cordo com o parecer da Contadoria.
Tertuliana Candida de Sousa Fradiqua. Em
vista das informagO^s d se a baixa requerida
Miguel Romano.Concede-so, pagando o ira-
posto de prolissSo.
Minoel Joaquim das Virgen?. Deferido de
accor lo com o arl 3) 1 e z da lei n. 4 titulo
3..
Irmanda le do Santissimo Sacramento da ma-
triz da Boa-Vista.Deferido de accordo com o
ait. 44 da lei n. 4 til. 3'.
Joaquina Mara da S Iva.Nao lem lugar o que
requer, devendo o supplicante pagara mulla em
que incorreu.
hilio Justino da Souza Varejao, Antonio
Araujo e Albuquei qu Go lofredo Pereira Lima.
Concede-se, pajiando os respectivos iinpo3los-
Manoel Francisco de Sou/.a, Manoel Lopes Ma-
chado.Doler do em vista da informago do en-
genheiro municipal.
Leopoldo Jos Felippe San'iago, L^opoldino
Gongalvcs da Silva, Francisco Gurgel do Ama
ral. Seraflm Ferreira Loureiro. Averbe-se.
Minoel Joao da Silva.Ccncede-se,observan-
do o parC'-r do engenh 'ro municipal.
Pedr> Rumos Martins.Concdese, limilan-
do-se ao n querido.
Joao Antonio da Cunha Cartella. -Deferido
da accordo com o art. 44 da le n. 4 lil. 3o.
Secretaria da Prefeilura Municipal do Recife,
15 de Fevcreiro de 1833.
O porleiro,
F. Sojueira Cabril.
oJilU
liiM) nklM;,
ao Jar hm das Plantas, o o primeiro # leo que
enconirou deu-se pressa em debuxar, foi para
o seu gabinete faser a pintura encommt-'nda la.
O allemo, pelo contrario, recorren a toda a
bDliolheca da historia nataral, foi aos museu*,
procurou conceller o leo era ?i, o lypo e o ar-
cbetypo dos leo?, e com o espirito assim pre-
parado pelo esiulo recolheu so a seu gabinete
para a exeCUCfto do desidertum que Ibe liavia
sido i-jllli ido.
O inglez, parm, mais raetholico, e s-guindo
o exemplo de seus c > cidados qua tantos en-
sinameotos nos do da pratica do b>;n senso
no ramo administrativo, procurou, depois de
preparar o espirito pelo esludo ir ver ura leo
naiura!, tal qual era, e depjis de assim prepa-
rado, recolheu se para debuxar e fuer o seu
trahalno.
Cojn certeza foi esta o trabalho mais com
pletj e ps-feito, porque nao s recorreu a llieo
ra immeosa qie tuina a Iquendo, pelo esluda
mas tambera a pratica de (er visto o leo tai
quai'era.
Esta anedoota de que nos falla Monlegut
perteilamenle pertinente aos nossos mi astros
de viago e obras publicas.
Temos tido, .Sr. presidente, rauitos ministros
francesa em oolonisago-
S S. Excs. de r.ada entendendo, conlemnam
tu lo o que nao conhecen pelo suupl:s faci de
nao poerem ou nao quererem estular esta
magna quosti'n a luz dos tactos.
D:ixam se levar por conselhos qu'.lhesdao
individuo) incoipetentes, quj nao coniiece.n
um emigrante a nao serein os engraxales da
ra do Ouvidor, qu n) sabem absolutamenta o
valor que lera o elam-;nlo cobnisador
Temos lambem muilo? ministros allemes de
colonisaco : fio aquelles que pro'uram pelo
consollio de S-U auxiliar*, iaular os E'la'.OS
Unidos ; sao aquellos quequerem um i coiomsa
g.io systcmatica, sujeita s regras infalliveis,
em un paiz como o uosso, em qu a diversda
de de climi um dos maluras embaragos ao
desenvclvimaiito das nossas colonias, em qu a
divers: lado de agricultura faz con que o pro
blema seja dividido em dous grandes ramos :
um o servigo prouriam-nle de colonisago, qua
o desenv.Ivimmto da nossa lavoura, peina
syslema da peq lena propriedade, e que fez o
egrandccimenio da Frauga e ouiro? pases,
como o Canad, Australia u Estados Unidos, e
oulro o da grande propriedade.
E assim embuidos najuelle syslema julgam
que ludo o que nao fr assimillavel ao systema
americano, nao ple ter desenvolvimenio.
Fansanio assim ludo sacrificaos ) ideas d)
seus auxiliares a daii os desastres qu temos
lido no servigo da emigraco, devi lo exclusiva-
mente EtUa de competencia e d isordera
a Iminisirativa que lera quasi setnpre domina-
do, e infolizmente, os nossos ministros da agri-
cultura, em assump:os dessa moraentoso pro-
blema.
Temos finalmente Ldo algun3 ingiezes da co-
lomsa^o: foram bem poucos
Sao aquelles que le n passado p:l) cadinlio la
experiencia c que com o espirito esclarecido
pelas ligos do pis-sado, buscara as solug;.s
do presente as ligues dos ensinamentos adqui-
ridos para a patrien das medidas couvenientes
ao desenvolvimenio dessa assumplo.
So aquelles instruidos por taes meios que
buscara resolver este magno problema com as
medidas pertinentes a seu desenvolv nenio.
Estes so b:m poucos infelizmente., sao os
qu; se uo deixam dominar pelas diJiculdides
do momento, e antes, buscando meios de supe-
ral-as, proouram as ligues dos povos cultos os
necessarios ensinamentos para manter a acgo
do governo agm lo de forma a auxiliar a emi-
grago pelos meios conducentes ao desenvol-
viminlo de povoamenlo do nosso paiz.
Nao lia problema mais difficil, que mais in-
leresse ao paiz do que o problema da emigra-
co- (Apiado). Problema qua oitendi com
nosso engrandeciiiiento e pelo qual nun^a sero
pouos os sacrificios que tizermos em bem de
seu desenvolvimenio.
Nao 6 para admirar, poi?, que um ministro
verdadeiraraenle francez 4% colonisaca>, venha
dar curso, em docu neotos oliciae?, urna as-
sergo menos verdadeira corao j deraonstrei.
Sr. presidente, observand) estes fados, tra
lando desse servigo, nao o fago cora pretenges
oratorias, mas siniplesraente comj nido de uau
rafa ud;
un
gendo-se, infelizmonte, esse servigo d<; trans-
porte de emigrantes entra nos por um decreto
de 10 de Miio da f858, est pouco alera da le
gisingo porlugueza, que nao lera eraigrago,
quo'e de 18i2.
Procurar, paranlo, como disse a Commiaso,
adipl.ir ao paiz as msposiges lozaea de outros
que tee'm sarvigas congneres o possam apro-
veilar ao nosso foi o que tizemos.
A-ssitB fomos buscar na legislago argentina
esta disposigo. E como islo urai autotisig'j
ao Poder Exoculivo, .de crer que o honrado
iniaiilro, que uver de por em execugao esta
dispjsigo, nao se deixe levar pelo susto que a
muila geuie causa a emigraco, como a clnneza
e qulras, pura eslabalecer, como prelendeu di
zef o honrado collega, a prohibigo da entrada
dosse elemento de irabuliio.
A ouira .lisposigo, e qui S E foi a que man la extinguir a Inspectora Geral
d: Trras e Collomsngo.
tr. presidente pelas njssas disposiges do
dir i o publico, s podem ser considralos em
pregados pblicos, aquelles que oceupam cargos
creados por lei, Isto : aquelles que sao como
taes considerados era vinu le de daterminacSo
da lei do Congresso ou do auligo parlamento,
criando esses lugares.
J-ifelizraenie rauilos givernos, nao se emba-
lando cora essa restriego gjvernarajntal, que
ico meio de se ler a variado orcimeuia-
ri|, invmtarain um bou m-io de ch-gar aos
li o crear as laes rep irliges de com nisses.
assim qu', sem oxcepgo, tolas as repar
tiges annexas ao ministerio da agricultura, sao
conmisses, nao ha nem urna croada por acto
IttsU ivo.
l)ir se-ha : o governo provisorio creou esta
o aqoela. NSo, o governo provisorio dou ih-
suucg-a reguumnlars 53 cominisTGes que j
exisliam
Havia, Sr. presidente, junto ao ministerio do
imperio, e ilirigida p;lo notavel hrazileiro, cuja
memoria jamis se apagar da nossa legislogo,
uma reparligo geral de trras publicas.
Em 1860 o governo foi autorisado pelo parla
menlo a crear o Ministerio da Agricultura, i.'ora
inercia e Oirs Publicas, 'undiudo nelle essa
reparligo da Ierras e colonisago e duas das
seccoes do ministerio antigo do imparto, qu
tratavom de assumptoi poriinenfes' a esla re-
parligo.
Por esia lai foram exlincta? nao s a reparli-
go geral de ierras publicas, cora) lodas as de
legacas de trras nos Estados, menos no lo
Ro Grande do Sui, e que haviam sido creadas
pola lei de 18 de Setembro de 1830.
Compulsando a legislago, v se que as al
tribuiges d ;sta reparligo pass-tram para a
anliga terceira directora do Ministerio da
Agricultura, Can neroio e Oiiras Publicas.
Dentro era pouco, reconheceu-se que o sar
vigo se havia desorganisado, e porianto a ne
cessidade indeclinivel de crear-se urna agencia
da colonisago que recebesse os emigrantes qu
aportasspm a este paiz
Foi ento creada esta agmcia, e nomeado
p-r dirigil ?, so n) me falla a mamaria, o
meu honrado mestre, o Sr. conselheiro Ignacio
Gilvo.
Ligo, era seguida, comecaram a ciegar as
reclamagis ios dilTarenles Estados palas qu os-
toas contenciosas administrativas, qua se levan-
taran) no julgmiento dos processos de legiti
maga e revalidago de terna.
Esses processos erara contenciosos adrarais
trat vos, jalgados por juizes espaciaes, que se
deoomraavam juizes commissario e delles ha-
via recurso 'oreado para o presidente e para o
ministro.
Vinlura C3ses papis, e nao bavendo quera
delles tratasse, uio havendo quera pdense
estar junto ao governo e aco-iselhal o em urna
ra-dida condu:enti urna l "i resolugo, deu
isso logar creaco da co:nmis?o d nominada
regist.o geral de trras publica?.
Fi, si nao tn engao, era 187 i creada esta
coramisso, e btvia enmi, como dase, urna
outra constituida pala tal agencia offlcial de
colonisago.
Depois da algum lempo conheceu se que os
servigo?, sendo de materia correlata, nao po
diam prescindir de ler urna eerta homogenii la-
de o um direetnr nico que imprimisse aos
servlgos no< Estados, a neoessaria uctivi lade,
s 2 do arl. 2o a
DISCURSO PRONUNCUDO N\ SESSA JE
9 DE NOVEMBRODE 1894
REFORMA DO SERVIQO DE EMIGRAgXO
(Concluido)
Vi mudos exemplos Sr. presidente; vi in-
dividuos que aporiarara aqui em 1"66 e 1867
como simples colonos, eievados a um grao de
nrosperidade sufficieule a manterem se ver-
daderos fazendeiros, e auferirem da lavoura os
proventos iudispensaveis nao e para a manu
lengo de sua familia, como larabem para o
deseevolvimenlo de seus haveres, e longe de
nr dos competentes i la3 e pensamaitos que dando providencias im-n dalas sobre que enlao
possam calar cm meu espirito, e convencendo- erara provincia.
rae de que eslou em eiro, e coramigo a ora- Dianle dessas diffieuldad;?, Sr. presidente
misso de Obras Publicas, pelas ida3 consub- o governo dclibcrou reunir a agencia omcal
stanciadas do projeclo em discusso. j de coloni ago, cjrnraissSo do registro geral
Si as ideas qae tenho desenvolvido sao as ver- de Ierras publicas,
dade ras, teremos a salisfagao de dizer quo os Reunidas estas duas commtsses em urna un
estorbos enipregados pelos membros da Com lea, qua recobeu o nomede inspectora geral de
misso, tem sido correspondidos pola benevo- trras o colonisago, persiste ella al boje ssra
lencia i:os Sis. deponaos.
Foi assim, Sr. presidente, que, rauito propo-
sitalm mta no projeclo que apresentamos, aven
timos nao i -epir.igo, mas a distinego dosses
dous ramos principies do servigo le povoa-
men'o do solo patrio.
E a rao foi porque nos, que necessiUmos
de emi,'iag), corao factor esseneial de nossa
r qui/a futura, corao elemento da vida e pros-
por lude, indis.pnsavel grandeza deste paiz,
nao temos at boje feito o que os nossos conge-
neres qu i tretaffl deste elemento, teem feito,
isto procurar proteger o emigrante dar-loe,
Uesde que salle dos paizes da Europa garanta
de um corlo bera estar, qu o anima a empre
hender lo grande viagera.
E' assim, Sr presidente, qu*, apresentando o
projeco de reorganisaco do servigo de emi-
grago, lizemos com que este servigo licasse re-
duzido quillo que pela Constiluigo, deve ser,
isto : um servigo puramente, de eraigrag).
Isto, porm, nao quer dizer como acbei de
musir', que entenda que a Unio deva abando-
nar os Estados aos seus proprios recursos fin
materia do colonisagj; nao, a-Unio deve ir
era auxilio do3 Estados, dando Ihe elementos
que baja urna nica lai do p rlaminto qua diga
Fica creada tal repartico D;z S. Esc : O
Congesso dando m ios pira manter essas re
partigis, ipso ficto anprovju -
Nao ha tal, o Congresso da e marea al os
venciraenios das ditfarentes commis:s de
prolongamientos le nossa3 estrada? de ferro, e
ninguem dir qu; essas cjinnissei to pro
longainntos de estraia de farro sejara repar-
0 Sr. PAULV R\.M03-Isto cousadilfa
rente.
fJO S'. COELHO Cl!fIR V -E' a mesrai cousa,
o g)verno ple, abusando como lera feito
crear hoje qualquer reoarligo e dar Irte o nome
qua bem iba pareear, mas nao es' denlro do
espirito da lei, pjrqie esta repartico qualquer
que seja seu fim nao foi creada por acto legisla
livo.
Aqui est, portanto, a raiaa porque a com
mssao autonsa o governo a extinguir essa?
coramisses, porque sendo empregados de cjqi-
missas nao teeiu direiios adquiridos.
O Sr. PAUIA RV.M03 da um aparte.
O S-. COEL'IO CINTRl-V. porlanlo. V.
Exc. qu) a cominisso aconselhando e3la rasdi-
da, foi levada por um li n econmico, de acabar
om um abuso e regular de alguiua forma, cre-
ando um centro da unidade, todas estas depen
dencias do Ministerio de ViacO que eslo dis-
semiuadas, constllu nada servem por urna simples e nica afio;
porque, na team autonoma o n) pidein tef
auionomia, porque a lei nao Ih'a outorgou.
D'abi o resultado linme lalo da dependencia e
subordinado s secretaria?, e por consequen
cia, nao polendo agir, atropina los licaiu na de-
pendencia immediata das directoras deqio
dependen).
O Sr. PAULV RVM03-A Inspecloria de
Trras como esta organisada s depende do
ministro.
OSr. COELHO CINTRV-O proprio Congres-
so, Sr. presidente, j reconhecen io quo sepa-
rados os servigos de ierras para os Estado?, tt)
podem persistir juntas as duas commises,
porque umi tralava de Ierras e outra de co-
lonisag'.o, autorisou o g)veroo areduzireste
pessoal.
Al hoja V. Exc. sabe que a inspectora
anda conserva at o msino letlreiro em sua
belli tabnlla.
Alera d s'.a ommisso, Sr. presidente, en-
londe a Coiiimisso de Obras Publicas, que nao
devem persisr nos dilTo.entes Estados as in-
nmeras commisses de medign. de ierras.
Sr. presidente, quindo no
commisso (le ) :
A commisso aconsellia o governo a suppres
sao da nm abuso que talvez o meu honrado
collega nao conhega.
Vou citar ura facto qua a Cmara tomar na
considerago que lh maree r.
Em I8il, se nao rae lall'a a memoria, o sro-
verno coutractou urna estrada de ferro no Rio
Grande do Su1, cora urna certa companhia
Conlraclado este servigo o governo linha por
forga do contracto, de nomear um fiscal. Foi
nomaalo esse fiscal. Dous annos depois a
companhia enlrou em caducidade.
Pois bem, esta riscal, ainia boje existe, per-
cebando os vencimantos por ioteiro.
Como este facto abusivo eu poderia citar
rauitos ou'ros ; mas, o meu fim nao declinar
nomes, nao tratar da casos pessoaes; sim-
plesraenle Irattar degenerali lades tralar de
egisjar, e de forma que aprovaiteaos ir.teresses
da Unio. lAooiados).
Com este projeclo, Sr. presidente, haver
urna reduego de 3,9i2:00 calculados sobre
as tabellas o bal anco dareceila e despeza ul li-
mmenle di.-iribuido.
Pelo modo porque a commisso propoz e ha
de sustentar quan lo se discutir o orgamcnlojda
arieullura, elia nao quer absolutamente inge
rancia de inspectora em negocios de trras do
Estado : porque ella rec rahece que nao o pode
fazer principalmente por urna circumstancia,
porque as ierras devolutas confinando con as
de dominio particular, csto sojsitas s justigas
lcaos.
Ora, es. as Ierras devolutas confinan) coma
Ierra do dominio particular e si esle dominio
levantar quest-s de dominio particular, soro
julgadas e decididas pela jusliga local, que re-
gida por lei esladoal, e como ir o governo in-
leivir nossa legislago tomando conta das trras
publicas, provendo sobre ellas?
O Sr. Paula Ramos da om aparte.
O Sr. Coelho Cintra Sunponha V. E cxempl), que n Estado do Santa Caihnrina,
aceita a lei de 18-iO; qua adopta a ei de trras
devolutas. Pergunlo a V. Exc. si o Estado de
Santa Catlior na, por seus juizes, determinar
que a posso legitima e pjr cinsequencia con-
ceder Ibe oulro tanto de ierras devolutas, est
ou nao no seu direilo? E como qua poder
elle dispar desias Ierras judicialmente, pre-,
valecendo a opiuij de V. Exc, de serein ellas
da L'ni.?
Logo, V. Esc. concorda commigo, qua as
trras publicas perienCMB aos lisiados indepen-
denletneute d' qualquer le regulamentar.
O Sr. Paula Ramos d um uparle.
OSr. Coelho 'intra-Levo nesla quetlo a
tal ponto o respeito a autonoma do Estado, qua
nao adimitto le ragalemeotar para ella.
Aclio que os Eslados do Amazonas, Malto
Grosso e Espirito Santo, esto cumpnndo ura
dever maniendo a posse de suas trra?. E Irou-
xe este laclo para provar que cada Estado est
de ha rauito tempo de posse dolas, sem neces-
sidade de oulra disposigo alera do trecho con3
tiluconil.
Sr. Pau a Runos d un aparta.
O S'-. Coelho Cintra -E condigo de ser
executadiuna das disposiges semelliantes ao
acto addiciunal porqu", cora) V. Exc. sabe,
n'aquelle lempo nao navia trras devolutas per-
tencentes ao Estalo, porlencim a Unio. En-
tretanto, pelo acto addicional, o Estado poda
disp>r de suas 48 leguas de trra para esse fim
da colonisago, de accordo com o governo cen-
tral.
Parece-raa, S". presidente, que 03 Estados
leriain lulo a lucrar, entrando era accordo com
os poderes da Unio, nesias qoesloes perllneti
les aos assuraplos de Ierras e coionisacra.
Uaicamente para solugo dos contractos que.
sao anteriores ao3 actos da Constituid e, paro-
ea-me que o governo da Unio deve entrar em
accordo cora os governos dos Estados, para re
gul irisaren) as concesias que dependen) do ge
accorlo.
Cora adopgo das medidas que pro, a com-
misso, cessar a despeza de mediges, e note
V. Exc. quando fallo era despeza redro rae s
j realisadas, e qua constara de bataneo que
aprecei ha pouco, pelo qual se v ter sido tal
despeza de s,"42:0J) despendidos com medi-
ges ; materiaes e contractos de emigrago....
3,291:00 >& com as despezas nesla capital e Es
lados cm laes servigos.
Imagine V. Exc qua Pcroambuco gasta-----
l6:106i5!
V. Kxc con iece bera o servigo de colonisa-
go do nojso Estado e bera poder julgar qua
com esta ve.bi nada sa poder faze.-de uiil e
justificare!. (Ha varios apartes).
Eu comego por casa.
Santa Catharina gasta 56:716031, Babia..
14:7l20., Espiril) Sonto*) :161*49i.
Aqui esl comprehen Jida a agencia de colo-
n'ago.
O Rio de Janeiro a Capital Federal gasta a
importante qumtia da ;t,2>0 contos daris!
Moraiiho 6:5i6i2l*, Para 3 23JJ3 0. S. Paulo
l38:OS3:z*2uV, Paran 75i:0ilioi7, Minas......
45-71U 0), Millo Grosso I: 12*->27!!! o Esta-
do do Rio de Janeiro 3"O:00OOOD... Aqu
na capital que a despeza com colonisago
multo maior a comprendida V. Exc. a razo :
porque para aqui afBuem os emigrantes que
necassitam de transporte e lulo mais parien-
te a esla servigo.
V V. Exc. que tendo a conmiss de acu
dir ao convite feito pelo honrado leader da maio-
ria dessa casa quan lo na indicago de 1 do S;
tembro convidou as comraiss -s a apresenta-
rein raeios de or^anisago de a Iraidislraca pu
blica qua rainorassem os encargos do tnesouro,
nao poda dsixar de attendar a este servigo.
Ella procurou consubstancial- nesla pequea
disposigo as ideas qus julgava conveniente
para conduzir ao iedtraUm i que se propunha
da comorrar; tanto quanlo po3sivel, para eco-
nonisar a despeza publica e procurar por este
Santa '"albanna, Paran e Rio Grande do Sai
nao eslo as eondigOes actualmente de provr
sobre este servigo e por isto que a commis-
so est no proposito de apresentar no orca-
mentj a suppresso destas qu-mi as a que allu-
di, e faser adevida dislribuigo de'auxtlio oot
estes tres lisiados, fleando so a ca/go da Unifio
apenas o servigo da-tmigrago.
Referio-se ti. Exc. tambem desproporge
dos vencimantos do administra imr da Hospela-
na com os do inspector geral multo proposi-
lalmenle a commisso cogitou em dar estes
venciraentos ao administrador da Hospedara,
para evitar qua elle tivesse, como actualmente,
rago e ouiros favores que nao julgo conceata-
neo com os deveres do cargo a que alludo.
Antandendo assim, a commisso d esles vea-
cunentos com a condigo da suppress) da ra*
gao e outros favores que lues uo orthorga-
das.
Antes da reforma constitucional que passa
aos Estados o servido de trras publicas, a In-
specloria de Trras e Colonisago tiuha a seo
cargo um servigo duplo e por consequencia ana
pessoal numerosissirao.
Desapptrecendo esse servicj de Ierras qae
.-o daaltn'Duigo e dorainio Uos Estados, nao
ha razo para se manter um pessoal numeroso
e, porlanlo, urna adminislrago carissiraa, nica-
mente encarrefada de receber e enviar para oe
dit'erenlcs Eslados emigrante?,
Si se trata de urna repart.o qua quand
rauito ser classificada em segunda ou le.ceirc
ordem nao seria justo nem equitativo dar-Ibes
venciraentos superiores as outras que por sua
nalureza e servigos Ibe sao superiores.
E, Sr. presidente, devo notar, e aqui apro-
veito a occasio para comparar os venciraentos
do director da Estalislica, urna das mais impor-
tantes dependencias do Ministerio da Viaga,
cora os da tabella do projecgo era discusso.
Os vencimeutos que propomos sao superiores
ainda aos dos empregados dessa imp triante
reparligo, nao ha, pois, motivo para reparo.
O Sr. Paula Barros -Nesle ponto nao eslou de
accordo.
O Sr. Coelho Cintra-Ah tambera a commis-
so d ao governo a faculdade de noraear os
agentes de eraigrago nos ponlos para onde elle
afiiuir.
V. Exc. comprehende que essa urna medide
de alto alcance porque sem eslatislica nao pode-
mos ajuizar o enerandeciinenlo do servigo.
Por consequencia a commisso lera necessi-
dade de estabelecer era differentes ponlos, pare
onde alue a emigrago, agentes que possaac
ministrar informages a tempo de remover os
inconvenientas que apparecerem nestas locali-
dades, onde como V. Exc. comprebende, n5o tu
abundancia de recurso.
Creio, Sr. presidente, qua tenho justificada^
embora toscamente...
O Sr. Paula Ramos Xo apoiaJo, com muil.
competaneia.
0 tir. Coelho Cintra -... o parecer que a com-
misso deu altinente a esta moraentosa questie
de eraigrago, que para nos um problema de
mxima importancia, e importancia viial para e
desenvolvimenio deste paiz. (Apodados).
Sao 3ou daquelles que p osara que o eslraa-
gein ura elemento da desordem neste paiz.
Nao! (Apoiados).
Para isso o que preciso desenvolver a pa-
pulago e eraigrago, pelo systema a qua acabe
ue referir, nao s desenvolvendo a emigraco
pelos favores e propaganda em todos os pontos
de onde veem os emigrantes corao no proprio
paiz, indicando os meios para org misar este
servigo, e bem localisar o emigrante, porque de
sua prosperidade depende a mais elcaz, a mis
provoitosa propaganda que se poderia fazer.
Para terminar, Sr. presidente, pedirei liceagt
a V. Exc. para dizer qua o que salvou e fez vi-
ver a Australia, foi o ser creago do Estado, de-
cretada e inantido pelo vonlade poderosa de uie
governo inacessivel ao desanimo, indiferenle a
despeza e que nao abaodonou a sua autoridade,
sinao quando a colonia, lentamente engrandeci-
da sob sua protecgo foi bastante forte, pira e
dispensir c substituir sociedades livres a esta-
bolecimenios da represso penal.
Tenho conclu do.
(Muito bera, rauito bera. O orador rauito coai-
prunentado pelos deputados presentes).
meio auxiliar o intento do Congres o orgameo
tario. (Apoiados).
Pensa a commisso que aceito o seu projecto,
prejuizo oenhuin trara aos Estados que corao
EXTERIOR
EUROPA.
Irn?*
Ele gio do S'. BrissoQ par*
presdeme da cmara dos depu
lados Votgj dos dous doole-
cimos proisonosRacepgj de
enva o exiraod nano da rtuss a
e as allenges de qae foi alvo
Coatirmt-go da semenga do ex-
capito Dr-vfus, su* exauto-e
gao ou deg adago militar e par-
tida pa'a o presidio da l!Da de
S )i)-A'i l'.fet eLito eeuador
Q estao e incidentes tobre e:-
piesCoolli to de Mdsgsscar
M.lbg'o da expodigo Monit
em exolo ago m Cragot'ftt.
mitum da F-an a ao governo da
Repblica dominicanaCaodide-
tora do Sr. Lsnessao l vsotaii
pelos eleitjres de LyooProba-
bilidade de negociages lendeu-
tes a celebrago do n-alado cox--
mercial com a Confe ler-gao H-I-
vetiraEstatua ao conde de Les-
eeps oa c.dsde de Paoam.
Como j sabido, roalizeu-sa a claic53 da
successor do Sr. Biirdaau na pre.-.|leocia da c -
or.ara dos deputados : a batalba foi renblda, e
ba multe que neobuma eieigo prc.-iden.ial ue-
lo preoecupoa os representantes do iaiz.
Retiradas on descontad!* as cmlidalaras b:-
sitintes, solemne e formalmente maonveram ac
suas caolida'uras o radlc-1 M Rvason, ojo-
ralo inimigo dos pauamislas. e M-ine, ebefe
dos proteccioni'ta9, em tempo radna; lanoem,
sendo ariaal o cri- i-j eleit) por orna maioria
de 2i9 vjos, quan io o seguajj apenss aicaa-
gon 313 votos.
O inompao de Mr. B-isso caoBOU ^reni
surp-en, parque a malaria dos ooluxos jola-
va arencivel o cQefe dos protecciooisus mas
8oS*. Brissoa derretoo o Sr. Mrlne, nao ol
oaicameote por se Iba re^onnecereo apud3i
presideaclaes supanorea. Pouco importan ap-
tidO?a, o 3. e Importa a poltica, ea ponixi
desempenhoj o pape' principal i o successo.
A maioMa cavia elevado a sr. Dapuy, mas
qaz agora deseooar um passo at:a'. para a po-
ltica de concetKragio.
A verdade qae a concentrE(..8o trabalbava
e agitava se no momento nos *eoter;3neos da
poht ca. e coDtava quesera ella qoem. deLt^o
de um mes, disuria as hi* como decor i a is-
ciro do Sr. L') Biorge)is, seu paiudia, ea
'Ua'oos sur-Mirne, e tambara do discurso do
frane-miQon Gadaod.
Cnida em desuso e at mo!ej. aan>, a concentrago readqnir.u, momeotaaea-
m.eaie, o sea antigo favor; a a miogoa da oa-
troi m n'oi, tem om que a faz querida dos
piliticoB : antolst e anima tolai as amblgQes
e tolas as candidaturas mioister'ses.
T" B" T
1 IfBffi I
_ .


"
fc
Diario de Pernambuco Sabbado 16 tic Fevereiro de 18&5
Qaaodo e cooceatra, o horizonte alama-se e
can quil natre a esperaos de ser a*mtttido a
ancentrar. _.
Bis porque se na pta.-aae da Fgaro, orga-
aisar-Be s uassas vistas noaa coospiracao, doas
eonspiracOes. trescobapiraces teodo todas ellas
9 me nodo que, quaodo elle jaier por trra, os cons-
piradores bate -se-bao sobre o sea cadavev
Chama-se a uto, em simples esiylo de coa
ia-ado telar os iaieresses do pat!
Antes las terlas do aoao boro, adoptan a c-
mara dos desatados os doo3 duodetimos provi
zoriot pedidos pelo Sr. Pernear, ministro das
Jlntnc?. .,
As eami'as lera o as'im tempo de discutir
aii exteosimeate em Janeiro e Fevereiro o cr-
cameato.
No palacio do Eljseo, o presidente da Re-
pblica cerca i j do pres deata do conceibo de
aainWra3edo3 membros de soa can militare
eiv, rece&eo em. audiencia solemne o general
Tcke k ff, embaisador extraordinario do impe-
rada da Russia; o quilina otregou a carta
tlrbaaaa a as:eoraj do Cir fliasMa II o
roo, prestan io as devld s honras um bata-
Jbao de infantera.
O general T-nerk IT exprima qaanto o im-
perlo- es.a p*ooo-aio palos lestemunos de
rvnaathia da P.anga pela memoria de seo pae
a O ir Alexiadra III, e ajuataa os seai mais ca-
'jsji a adiamanta* pessues para com o
"Hlente Casimir tener.
Site responden exp'essando os ardenles vo-
tos da F.aoca pelo Ca' Nicolao II.
O pesidente Ciaimir Frier, o Sr. Dupay e o
ereral Tche kalT caavarsaram em seguida par-
licolarai ate kdh 20 miautos.
Tambe.11 o Sr. Chilemeole Lacour, presiden-
te do senada, receben depois solemnemente o
general Tcnerioff.
A 8 a entrevista, que foi mnito cordial, do-
on 20 minutos.
A) meaaia general off;receu no mea:ionado
palacio, o Sr. Pner um banquete, qoa fot ser-
vido com grande luso e solemnid anal toma rao pa'te o embalxador da Rassia
eom tola o pessosl diplomtico da embaixada,
affiiiaes generaos fraaeezaa, notabiliades po
hticas e scientifjcas e aleaos amigos pariicula-
ies do Presidente da Repblica.
Foram levantados brinde* em qoe se realga-
rao as baas relagOea de amitade e symp thia,
aoe attrabem as doas oagOea urna a ouira.
Igualbate, o Sr. Daiiuy, oresldeote do Loo-
eelbo de Mimaros, cfferecea um jamar aoge-
aeral T-tiek ff, correndj a recepgo animadis-
lim-.; e ao dissert l >ram trocados diversos brin-
des.
Anda o presidente da Repoolica recebeu em
abdieo ia particular o general cond* Tocberkoff
oe f ji agraciare com a LegiSo da Har.rj.
Tro^aram-se por es a ocaasiao discursos de
eoofrateruidarie e demonstrativos das eympa-
tas entre s duas oag6ei=,
O capitao trahuor DreytVs foi condenara -
4o po' unanimidade daportagSo perpetua, em
jaa praga fortiticada.
E.-u (ondemoagSo teve aopovagao geral, sen
lio a seuleng* tiaal confirmada por unanimida
de pelo concflbo de revisao militar.
0 embaixad-r aemaa daclarou o ministro
do exterior que rom; eria as relacea com
Frauga, caso foasem publicadas ai cartas do
capitn D-^y'm, roobadas da embalxsda ; e ds
xcntio. que sob qualquer carcter rxaittve9se
relag'es com o capltao Dreylos, e declarou qne
aso interveio no seo juramento.
Segundo se offirma, ess^s cartas provam a
venda dos planos de defeza da froateira fran-
CEza dos Alpes.
A exautoragao militar do crpitao traidor Al-
JreoDreyfus eve log^r no pateo principal da
Bac** Militar, testemonhaodo o acto enorme
xol'idao que alli accorrera.e grandes torgas d.
puliuu uua p:ocu avam manter livre a clrcu-
Fo
dss
De-
do
pu
3C0
(Js regimentos da guirniglo de Paria eavia-
?anj contiogeotea atim de asalstirem a exaoto-
Aifred D.-eyfas foi condczido i Escola M.litar
ium carro teilolar. Formado o qoadrado e
*3taodo presente o ix-capitao, foi lida a este i
3tntenga qa o condemoou a exantoragio e a
fleponago pdra um recinto fortificado. Drry
Ju-ouio a sentenga u'm cocapleto e profundo
ai ene c. Depis a ves do general Da-ra sooo,
!lCDyfas, o Sr. iidie.no de pertencer ao
exercito. Em nome do preaiuente da ttepublica
SO' exau:oran:ol-o
Dreyfus bradeu entao cm voi ninda, acm que
se Itie uotasre a menor tren ara :
E'ou innocente Jura que estou innocen-
te Viva aFranga !
A n oltioao at alli silenciosa rempeu em ca
alojes te : Morra t
M o.i bradop populares cesparam qusndo se
approximu ocfficial inferior incumbido oe dea-
armar Dreyfus e de Ibe arraocar os ga'Oes.
ram logo arrancados os eal5es do k'pi e
aiaag^s e os bo 5ea donrados do dolman.
pois o cffieial interior tiroo a espada de Drtyfo
s paro-a no jcelfio, arremesaando es dous pe-
dagos ao cbo-
De noto, aem indicio de commtgaa, a voi
toodemnado gritoo :
Estou innocente 1 Viva a Frsnga !
E o povo repetio os seas clamores de -Moi
ia *
ReUava ao codemnado p3?aar Bdi^ntfl *a
t p-s farmadr8 em qaudrado. E collado por
qoatro-artnboiros, por um teneote e um saf
gento.'D'evfua p3fsou diaote dos seus antigos
camardae esubo-dtnados. Gbegando junto do
litio on-e se achivam os representantes da tm-
precs', elle gritou :
D gam Fracga que estou ionoceate I
Do grupo partiraui vcaes de :
Miseravel J.v,_- !
K a itultido gritn de novo : Morra !
Em feguidi o condemnado foi conduiido ao
carro celular quo 0 coouulo priafio
O condemna.'o seculo para Larocbello, onde,
laegado, loi conduzido para a fortaleza da iloa
re R ; e como o povo o r?coabeceise a_cbega-
da, a geniaraierla cooservju-se por mui'o tez.-
yo na estagao do camiobo de ferro a espera que
a raaior parte da gente sa retiraase ; mas tunal,
q;an1o sabio, a mullida*) preclpltou-ae sobre
elle fopancande-o com as beogallas e es guarda
taiivas, e dando gritos de morra.
Os gendbr.-aea a muito cuata consegoiram pro"
?gel-o e faz?!-a entrar n'oma carruagem, cujos
vidros foram qoeb-ad03, podendo a carruagem
Snslmeo'.e cooduxir o preBO ao barco, que o
transoortca a ilba.
Dreyfas vai para o presidio da ilba Nou.
O general Marcier, ministro di gaerra, apre-
jen'ou na cmara um projecto de lei puoindo
as morte n soldado que trarjir a sua patria,
sesmo em lexpo de paz.
Foi eleiio senador pelo Loire o Sr. Ao-
difred.
O a:c5:dao do Tribunal de AppelhcSo,
tontirmado a entenga do T-ibanal Marcial, qne
condemoou o capitao Romaln, tem impressiona-
io mailo a ODinio em P.-auga.
Tola a tmprensa oceupa se do insldeute, ver
ae*aodo a Injustiga dus tnbunaes Italianos, de
odo qae accentua se o descontentamente pu-
blico, a ponto de alguna jornaes acoaselbarem
ao governo a usar ce represalia contra os offi
eiaes do exercito italiano, cue apparecerem em
frang, e terse mostrado reservado a mesma
jmprea'sa ao noticiar a partida do eraba xidor
rtala0- r. a, A
Emile Z >la eacreveu de Roma oliendo qu? as
autoridades italianas, prendando o capitao II;
anl tomaram'lbe a ba^agem que coo:inba os
planos de def=sa da fronteira rancaza dos Alpea
rje Ibe serviam pira confroatar com es estados
003 fasta da fronteira Italiana.
O ilius'.'e romancista fui
aiiis ampias dectaragOes
*"_ o capitao S^.boenbeck,
>reso ha das oe3ta capital,
S anooa de prieSo.
Appire eram nos b.'uievaidB bo ellas, atacan-
io os allem '3.
A poli-i mostra-se ind ffereote e o joma-
Wsmo po: sua vez faz propaganda coolra 03 al'
Jamaes.
Desde alguna das que circulam na mpreo-
aa europa boatos co2lradictarioB acerca do Mi'
iFga?c_r.
fiacrevpu o Tttne que a raioba dos aovas
jolgaado intil a resistencia em preseoga dos
prepi'avcs bellicos do governo francei e do
apoia qoasi uua-ime qae ella teve no parlamen-
to, bavia reiclvido submette-se. A noticia foi
desmentida oficialmente, mis o orgo da City
antev o bem faadado das sias InformagOea,
que dase ter de urigem s?gu-s, e accresceatru prca?, parafaso ou cavilna. odas as pegas de
que se compa o estrado e as outrss parle* do
vrasa, vem numeradas de modo a poderem ser
e nprjgadas nos sena convenientes logares em
qoaliuer w.gao. O estrado dos carros de pas-
sageiroa igual ao de mercadonas, o qne redes
ao mioimo a variedade e numero das pecas ne-
cesarias ao material rodante.
Segundo M lesw.rth as despejas annaaes
media com aa reparagOes dos vagOes na ingla-
te*ra elevim-se a frs. 115 50 ou frs. 14 por to
pelada de carga. Sejam frs. 410 por 30.000 ki-
los. Sste algarlstto representa mais de 8 "/
da cas'o medio dowig&o de estrado tabular,
cujas daspeZdS ordinarias de reparagao eao par
asnina d zer ncllas.
Por dados colbi.ios em diversos camlnhce de
ferro, se conbece que sobro 20 graves collisSes
de treos prodozmd grandes a vanas noswagoes
oninarios. 19 sao absolotameote InofJ nsiv a
aos tubulares; e qce um acdente capaz de
p.-ejadicar a um distes ltimos arrnioarl*Qom-
plelamente quaiqaer dos outros. Accresce mes-
rao que p.ra a realisagSo de coocertos jw-s-
quer, oSo aecessario retirar do aervigo o wa
3.) tubular, conforme ja o disse os.
Ora, o tempo em que o wagto enviado oQi-
cua para abl esperar pela sua vez da raceber
os oeceasanos conctrtos, na) importa to se-
ment em lucros cessantes soore o valor da wa
Uto, mas representa igualmente a perda dotr-
lego que nao poude ser felta p.r falta a'elle.
Em retamo:
Pa.os molivos diversos e variados, especifica-
dos uo cerrer d'esie escripia, e priopalmenie
pelo que so refere a effectiva diminuigao do peso
raorto, unida ao augmeoto da capac.dade do
vr.gao tubular, tornar-se-4 ev.dentemente multo
(ejuzdo o prego do transporte feito com esse
excrl.eote e j -ufli:ieoiemente experimentado
material rodante, que conaulue o mata impor-
tante resultado na industria ferro viarls.
Efectivamente a influencia das duas circome-
tancias especificadas ba de fe faxer sentir forgo-
samente de modo poderoso na explorago dos
camiobos de ferro, p.ia mesma forma porque
aotua nos demais yatemas de traasporte, m-
xime a navegagao flavial ou martima.
O pea > morto por tonelada til transportada
varia de 570 a 800 kHoa nos v/agGea ordinarios,
an pasao qus nos tubulares apenas dezi'Ja
400.
As'm, pois, orna vez conbecido de modo com.
pleto o tyoo do wigao tubula' e verificadas as
.uas excepcionaes vantageos e a soa grande e
lucontestavel superioridade, naa poder baver
empresa ferro-viaria qm o deixe de preferir pa-
a o trafego das suas liabas, taoto raaia quanto
alm de tu lo, a verba para a acquteigSo desse
material representa menos de l ou 30 #|. por
ti.oelada gOes ordiaario:.
Taes wiges sao presenlemei-te enop'egados
e:a mais de 45 caminb03 de ferro: dos E. Ual.
ios,na B-lgica, Prarg, Heapanb, Ciooia ao
Gibo.Nov* Ga les do Sol, Traaamacia.Per.Cbi.
le, Brasil, Rapublica Areentloa, Cuba, Mxico,
Ganada, Inglaterra, Irlanda, etc.
u Jornal do Commercio do Ro de Janeiro,
na tempo3, anounciou que es'ava em servigo
na citla larga da Central do B.-aall um novo ty.
po de wigao carregando rraior carga e pasando
seosivelmate meaos que cu do typo al entao
em uso na meam* e-irada.
51 iis tarde cammuoicou tambera ao3 seus le.
torea qai o ministerio da agricultura do gover.
co federal flzera encommenda de um wagao dd.
qrel.e tnesmo typo para o trafego da bitola de
i". 03.
Finalmente eatampou as suas columnas edi.
toriaes. em data mais recente, urna informagao
mais completa onde -tizia que o vrijraa em ser.
vigona bitola de l,60 daqaeila estrada corree,
pondera a esfeiUtiva, ju nfican lo o seu asserto
com osalgarismos indicados no quadro seguio.
te que traoscrevemos do mesmo jornal. Neass
qaadro suppOe.sa o transporte de 1 000 t meta.
das da caria a urna distancia de 80 kilmetros,
voltando vasios os wipOes. A coraparagio fei.
ia entre os dous lypoa de vngCes em servigo na
Central do Brasil, isto 6, o modelo europeo da
dois eixas e o americano de quatro, de um lado,
e do ootro, o novow;gao devido aoseDgenQei.
ros Gaodfellow Se Cusbamn.
pormenores sobre dlaposigOas cont-a-o-dmadcB
par officiaes eaoono-es, cooa respailo a assam*
pos de expedlgio.
A veraade segundo aIaeaeadanse belge,
que ss jostiS -a plenamente o desanimo, dado
que elle penetrou oo co agio dos bovas.
Rama all a mata completa anarcbta : nio se
peaaou um instadla em prevenir a reoecupaga i
de Tama'.ave pelas tropas da divisai naval o
comoandante Bieualm. Se elles nao podem,
seqoer, caantsr a sua an'o-iade sobre as ir p s
indigeoas, tirante as de Inaerina 1
De mal-, a maneira como en tres -emanas sa
operoa a regresaao i casta oes'.e, toore M juaga,
da culumna d s residentes e p-olegidos france-
tes que t qae as tropas da Repblica oso lerdo a vencer
os obstculos ioaoperaveis ; podem seguir um
itinerario aotecipalameute trgalo, o que, o'araa
campanba col.nial, de umi graau'e lm o lu-
c;. D'esta modo, parece que a guerra em p-e-
paragao esta lonee de offrece- as difficu dides
da guerra do Difioc; e quanao a corte i*je
Smyrna nao ee reacia, ue si mesai?, j val r
i'.-s'.as coosideragSe?, tem la, para esclare:el-a,
moitos europeas, mtesionarios, cnmmeroianie-:
e aveotoreiro, a raaior pa'te ioglezea, qus nao
deisaram a capital da ilba.
O aanido de ree steae a a tolo c transe coala-
va >is velmente com jas besiiagOea e com a fal a
de eneraia da F'aDga ; veio o aeseogtoo, e ago
ra natarai qoe se vaivesse de audaz e pre-
snmpg em tmido. Para testemuonaro esta-
do ds e p n o que reinava desde alguna tempo
em i".-.n mr.ve, a foina belga apona deis doco-
meito- curiosos: a pro lamagio da rainba ao
seu povo e ara Lnro vermelba, que regila
as cootra-propoitas env.a.as so Sr. Laiye de
Viler-B depols de recaba 10 o eea ulumatam.
Nao cbstaute tao preaumpgOes ls noticias de
Uadagascar anounciam que os Hovas activara os
aeos preparativos ae resistencia s tropas fran-
cesas, reinaodo graade agitagao na cftrlj da
Eiyraa; cuja ramha pello aos go/eraos dos
Ea aloi-Ua1 ios, Inglaterra e Allemauba que evi-
lem a oceupago da ilba pelos franceses.
E desmeaiua a noticia de que a raioba Rana-
valo ae a as satlsf0e3 exigidas, a3 bosiilidaies
por este motivo activam-3e; devendo en breve
comegar o bomba dcio de Tacaatave, leudo par-
ido para Madat-aa a- afim de auxiliar 83 opera-
gOes 13 canboneiras, ba u coma o transporte de
gaerra Sonoro h,* conduzindo lofgai de io
faoterla de marraba.
A esqoadra francesa ja langou um caba tele-
graubico submarino entre a liba de Raumao e a
cosa de Midaeascar, commaaijaado as3im.ra-
piiameate o quartel-general com a capital da Re-
pblica.
O Sr. Le Myre de Vilars, mioistro plenipoten-
ciario e eoviado especial en Madagascar, ja
xou Tatnatave e cbbgoa a Frauga de volta de Boa
mieaao, que falbando, protestou a rainb* Itrio
Vol contra a goerra, conequencia de sua re-
cua*.
Ora o enviado demorou-se por ventora em T
matave de mais para permittir qae os bcvss se
sobmetteesem a' a ultima ora, e do seo gover-
no pudesse eventualmente ter communiCagOas de
caacter mais conciliador do que os docuuaejtiE
referidos pela fe Iba belga ; e seria essa, por ve n-
tura a crieem dos rumores de paz a que a priu
opio alludimos e de que o Times se mostrou
seguro.
Ja publicen-se a correspondencia diplomtica
entre o governo di Repblica e a rainna nana
val a de Madagascar.
IV'j ;l a desea pubcagao que as exigencias
fraucezas eran aceitas, ex:eplo a probibigaa da
moo-tagao estraogeira.
E cousta jue os bovas, antes que os francezes
a oceupassem, iocendlaram Antooartno.
Foi probiolda a assteocia de correapnndentea
de juraaes ua operagOes de guerra com Madagas
car.
O governo orieaou outrosim que fossem cas
tigados os cfiiciaea qua foroecessem noticias.
Nesta prudencia, esta aasentalo, ao que pire-
ce. que a Inglaterra nao ioterviri ; pois lerabra-
da do que Ib; succadeu quaoao oi ao Siam, e
convicta ba muito lemno de que os seos arega-'
nbos e bravatas e laa efficacia para com es
f u oa, diz um escriptor portugus, nao quer
expdr-ae a novo desaire cem indispor se cera a
Fracga.
O Morniag Post, um dos joraaes iBglezas
que mus afnmdades ten com o governo da ral
nba VictoMa, declara qoe a Grao-Bretanba da
pouqui8simo cuidado que es malgacbes tiquem
submetiidos Fracga tu gozem o self gover-
nemtntal.o accrescent;ndo que a Inglaterra re-
cnnneueu o p-oteeloraelo trances com todas es
cnnseqcencia?, po:s qae cb diretos dos saiiditos
i,-pnicos da ilba ticarao aseim melbormente
garactidos pelo protectorado, qae cao pelos
novas
E adiante. porque em ferro em braza, nao se
toca, coocloe o referido escriptor.
Annoncla-se e completo exterminio da ex-
peligao cotrmaodada pelo coroutl Moutlel, em
expiorsgio no Cengo.
O almirante F.arnier dirigi ul imalom >
aa governo da Repuulka de S. Domingos, exi
gindo re.cp)s!a s declaregOes sobre dividas atra-
alas e satisagao pelo ultraje quesodreu o capi-
tao Boimar.
Os eleitores de Lyon pedlram a Lanessan.
ex-governador da I dc-'Jbina fraoceza. que a-.ei-
tjss a candidatura i vaga existente La Cmara
d.8 I) '.itit-.d s.
E' provavel qae sei m brevemente entabo-
latas negociagOas com a Suibb3, para a ceietira-
go de tm trabado commercial, qne satisfaga os
mlereeses ecoaomicos das doas nagoa".
O governo da Colombia decidlo erigir orna
estataa a Ferdinaad de Lessep>, na cidade de
Panal.
tivo ao wigSo de 4 rodas, igual a 44000 por
dia. Multiplicado por 300 das produz 1:200* ;
oa por outra, a razia de 120 ?is por kilmetro
i
percorrido e faxeudo 33 kilmetro por dia
durante 300 dias produz 1:1984300. Sendo a
capacidade de carga do wigao igual a 8 000
kilos, a sua tara sendo os 78 /. conforme j
vimos, -e- i.aal a 5 600 kilos, e como a tira
do Wigo lobular somante 33 1/3 % -.aauelia
mesia capaoidade de carg-i, serS irqjI a 2 666
kilo*. A difTrecgi entre esas duas tarase de
2.934 Kilo*. Suppoodo a rere,ti media par ra 1
kilosiilometros, de 300 s; e a desp-sa de
cuaieio correepondente, ae metale, ou 150 ris,
e tomando alma a metade fusta despesa para
os de 2.934 kilos waga?, circolaodo vaaios, te-
remos i
Rs. 75X2,931 kilos de tara econoroi8ada,
i ual a 220 ris, que multiplicado por 33
3
klnmetras par dia, dorante 300 das dar.....
1:2004)00, quiotU acuito mais elevada qae a
impor.aacia do aiugu.l do vrigao indicado no
ce mego.
Se ia tambera muito fcil demonstrar, por
mel de um calcul > semalbaale, que a econ"mu
aonual realisada em consequencla da maior ca-
pacidade de carga do wigao tabular excede o
seu costo.
Cypnano J de Carvalho,
Eogeobeiro civil.
(Coationa).
LITTERATUf

convidado a fazer
na secretara da
o e3pi8o allemao
foi eondemaado a
lensagcira
Vai, mensagaira de rainh'alraa, va
A's espheras azu:3 onde a harmona,
Serena e doce da eternal poesia
N'essa mundo do luz, paira e reva !
Vai, e segreda pensativa e boa
Amante, que oa meua sonbos allumin,
Coraoem minli'alma canta a meloda
D'essa tmagem genti' quo me pov6a.
Dize que si nao vejo-a mais a amo
Mais por seu nome ais itnpl >ro e chamo
Como una conforto era que mea ser se arrima:
E esta saudade que me pune o seo,
Mixto de crenga e amor, de ma:ua e anceie,
Doe rae e consola, rae tortura e anima l
31 a noel Ardo.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melciiisedccii de Albuqucrque
Linia
^. p I
B
to
a.
o
CL,
O
O
a i pr *7
= ?&!
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re
a
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creo ^
.-.Bo5Ogo-!n
O" B53003IO
Vl\cA->
^V.-^gfs de estalo abalar
Construidos de ferro forjad} ou de ago
Systema Goodfellow &r, Cushanin
(Da Revista iidu3'rial de Minas Gerac?)
A qoosto das r.-oiragSes exigidas por tal ma-
terial (* a qae por vezes tenaos illudidc). mere-
ce ser examinada de modo destasido com parti-
cular itengo. Entre nos pnocipalmente tem
eese asscmp'o grande importancia porque nao
existen no Estado as poderosas eepreraa de
camiobos de ferro cispondo ae grandes capitaes
que permutara o estabelecimeDto e o casteio de
vastas e ccmp!--tas offisin s.
A grande redaegao nos gastos de repiragan
dos vagO-:s tubulares qaaado comiarad, s aos
demais, circunstancia que deve sem duvida
inQuir no animo des directores dos uassos ca-
miobos de ferro para a decisiva escolba de tal
mateial. Em t,eal as nos>as principiantes
empresas de ca^rabos de ferro nao se torna
oossivel, ou p !o menos econmico, a installa-
gao, desde logo, de oBiciaas completas ou mes-
mo regulares. Poaem per con-Hcadas, quando
muito, empresas de segunda ou de tercera or-
dena, as ques naa cabem os grandes moldes de
installagao.
A todas ellas, pois, em ger.l, ImpGc-se sob
es-e simples aspecto, a eacalba a'esse material
radantp, qae redas a3 despesas de reparagao em
urna proporgao qae pode eer computada em
80 /.
Sabe-se par experiencias cfficiaes qus em re-
lago aa valor do wagSo essaa despeza-: padem
ser culruladas em 2 % emqnaato que para o
miterial at boJ3 usado attiogem a 4 vezes mais
(8/.)-
De om relatorio resentemente nablicado p la
Eigmeerine N W3 de New-Yo k relativo a
ama experieacia doran e 3 naos, com 30 w -
gO-'S tubuUr.-s de 50 toaeladas e outros 5) or-
Imarios da meama tonelagem e do typo empre
galo nos E. L. ver.Hoa-se qoe a despeza mlia
annual das reparages por tonelada de carga f ,i
de f:s 0,45 para os vragOes tabalares e de 5
para 03 do typo ordinario.
A Sootberu Iron Car Line C* possue 2.235
wagOas tabulares que alaga a d fL-reotej em-
presas de camiobos de ferro da America. A
despeza media aonual das reparac5sa foi nos
ltimos annoa de 1 dollar 30 ou 6f, 50, por ve
ncalo'. A nJia do percurso aonual de ca)a
w gaa foi de 8.340 milbaa oo eejam 13-419 kl-
lome ros.
As reparagOes sao, de fado, simples e expe-
ditas, conforme j vimos, por meio das pegas de
sobreexcelleocla de qae deve baver sempre pro-
visan, e de alisadas por qualquer operario da
via permanente.
Os arcases padem eer visitados sem mover
B tS!"'
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Dia 1G
1G30 -03 hollandezes, guiados por um ju-
deu que commrciara em Pernambuco, seguera
pela cota cm direegao a Olinda.
Miitliias do Alluquerqu3 deixando no R-iCie o
sargento mor Pedro Corroa da Gama, marcha
cora 650 homsns para as marg ras do rio Doce
onde pretende resistir aos invasores. Coraquanio
os soldados de Albuquerque combatessern cora
muito deoodo nao poude este general deter o
inimeo e retirou sobre Olinda.
O general Weerdenburg c 03 tenentes coro-
nis Elst e Callenfels coramandan io cercado
3.000 horaens apoderara-se di Olinda perdendo
no combate 60 soldados e nos matando 4a e fe-
Perdida a villa, diz Warnhagera, todos os
moradores e suas familias fugiram de Olinda
para os mattos. Albuquerque se recolma ao
Recife acotnpanhado nicamente de 20 home/.s
e desamparado de todos os mais. Tambera do
Recife todos fuiam e a torga de rigor toi
nossivcl pnr nlsum ^hro a cssa tendencia.
Vendo em torno de si to poucos defensores
Mathias de Albuquerqae loraou a resolugao de
augmentar com elles as guarmcO-.s aos dous
fortes do Picio (9. Francisco da Barra) e de S
Jorge que no i3t!imo Ine ftcava fronteiro (1) de
fa/.er recollier ncllea a raaior parle das munigoes
e de incendiar os armazens do]Recife o os navns
que estavatn carregados, fazendo encalhar alguns
destes no canal da Barra, adm de, ao menos,
privar o iniraigo de u'ilisar-se dos grandes va-
lores que ella nao tinn.a Torga com que defen-
der. O importe dos objectos consumidos pela
charama fci orgado em quatro railhes ; mas
nao se queimou ludo quanto havia porqaanto o
inimeo fez alarde (2) de haver-se apoderado
ainda de mil e quinhentas caixas de assucar e
tres rail pipas de vinho.
(Vid. eph. de 17 de Fevereiro).
180O -E" installado o seminario de Olinda.
"(i")" Cora, pouca diftrena no lugar em que
boje est a igreja do Pilar. ___^.
(8) Kurzo Erzahlung etc. folheto ougazeta
do tempo era allemao traduzido ao que parece
do hollandez.
"revista diaria
for devidamente sustentada, como espero, pelos
bomens de coragao/e de boa vontade, d'ella se
colher&o grandes van'agens nao s para a Igreja
como para o Estado.
Appallo pois para os sentiraent03 generosos
e christao3 de V. S. e tenho a honra de subs-
crever-me.De V. S. Seu Obrigadissimo e af-
fecluoso. Ulna. Sr. Redactor do Diario de Per-
nambneo. i Manoel, Bispo de Olinda.
OBRAS DO Oltll.O DIOCES i\ll
DE OLINDA
Sob a proteegao de Santo Antonio de Padua
PADROEIRO DESTA DIOCESE
Capitulo I
Da obra e seus fins
A Obra do Obulo Diocesano 6 urna instiluigfio
estabelecida na Diocese de Olinda sob a imine-
diala proteegao do Exra. eRvdra. Sr. Bispo Dio-
cesano.
Seu fim 6 promover por lodos os meios a ae
quisigao de esfoolas e recursos para a3 obras
pias da Diocese.
Capitulo II
Composigao da obra
Pdelo pertencer a esta associagao todos,
bomens ou mulheres, que o quizerem, sendo
seus n. mes e residencias inscriptos em um n-
vro destinado a este Cm.
0 Sr Bispo Diocesano, presidente honorario
perpoiua da associagao, coustiluir urna dire-
ctora, cujos membros. por elle escolhidos se-
rao encarregados de, juntamente eom elle, di i
ir e activar lodo o irabalho, e de zclar pelos
iileresses da associagao.
Capitulo III
Directora Central
A directora actual ter como delegado de S.
Exc. Rvdma. na propagago d'esta obra pila
Diocese ao Rvdra. vlgano conego Jo Marques
da Souza, mais,como:
Presidente effectivo, conego Marcolino Pache-
co do Amaral. __ ,
Vice-presidenle, vigano Augusto 1-ranklio
M. da Silva. ,
l'hesoureiro, conego Antonio Fabncio de A.
Pereira. ...,,..
1 secretario, conego Joao Machado ae alono.
i. secretario, conego Fernando aagel de
Mello. u. ,
Procurador, o secretario do bi>paao.
Cnsul ton-s : I-, Dr. Carlos Alberto; 2-, Ju-
lio Osar Paes Brrelo; 3-, A-t'ur Rimo*; 4 ,
Olinlho Bastos; 5- Antonio Mus Machado;
6- Francisco A. Gomes de Mallos.
O Centro da Obra sera no Palacio Episcopal.
A3 reunio.'S da directora se tar&O regular-
mente ao menos uraa vez por mez na dorain-
ga, presumin i(J-se que entao j todas as Ir-
gumas da iocese tetiham feito a propna re-
nessa Directora ''entra!.
As receitas recolhidas BerSo de raez em me
depostalas era um banco de con nanga para
darein jures annuaes, os quaes serao era cada
anno eapitalisalo0.
Caiitiilo I i
rom'nio parochial
Era cada parochia -la Diocese sera inaugura
da a associacao, compondo se as respectivas d
rectoras de um presidente, o qual sera o viga
rio da parochia, a nao ser que em casos esee
pcionaes o Sr. Bispo julgue conveniente connar
a ouirera tal incumbencia, de dous tecrelanos
e dous cotiselheiros, que se empeiiharao na pro-
pagacao d'esta obra. _.
Alora desies o Presidenta da comraissao pa-
rochial nomear zeladores e zeladoras, e cada
um do* quaes dar todos os mezes urna folha
foraecida pela Directora Centra .
Na ultima Dominga do raez o Presidente
vidar ao consistorio da malru o
5"
Foi com 112 wjgO'S datts tyao emtado Igoow
ao aue servio aa Cent-al do brazil. que em 1888
8efznosE. a remogao do Huei Coney.Ir-
land. Pesava o Hote'. cer Ja de 6.000 toneladas e
foi destocado de 595 pea sobre 24 lianas- terreas
em que se moveram os vngOei que flzeram tal
servigo, eem qae separtissa ama anisa taboa,
e3pelbo oo vidraca.
Eia agoa um exemplo das economas que po.
dem eer realiaadas por maio dos wj658 tabula.
re de 30 toneladas de le-iaga.
A importagaa do carvaa no porto de Geoebra,
durante o auno de 1892, foi de I.IM 975 tone,
ladas remettidas em sua qoasi totalldade para
MiloeTarim. Para effectuar esse transporte
emwigOes especiaes, de 12 toneladas, foipre*
C1S: 1.152.975
------------=95 081 wag0?8.
12
Ora es3e material tem urna tira de 7.S10 ki.
O peso total transportado foi, portando :
Meraadorias
Peso mor o 96,081X7.500
Total
720.607
1.873.582
0 transporte da mesma qaantidaie de combas-
t'.vel teiii exigido :
1 152.975
_________=38,432 wig5e3 de 30 t neladas.
30
0:a, estes teuo urna tara de 10 toneladas, o
pew total transportado terla ido :
Cavao
Peso morto 38,432* 10
1.I52.97S
384 310
Tclal
1.537.295
Donde se concias qoe empregados os w^us
de 30 toneladas de estrado tabular, para o trans-
porte da mesma carga ntil, o camiobo de ferro
terii rebecado, a menos, um peso morto de
336.236 toneladas.
Ora, considerando que as for es rampas da
loba de Geuebra, o peso broto rebocado por
trem nSo excede a 350 looeladas, v-riCir-seba
que, com estes ultimes wi^Oss, bouve urna ecc-
nomia real de :
336.287
----- 960 toneladas.
350
Para terminar demonstraremos aleda qae a
sim des economa rasaltaate da diminoiagSo do
peao morto dos wagOes tabalares excede ao
valor locativo kilomtrico do wagio de & r.das. i 0b
CometTeilo; seja por exemplo o valor loco-1 que resoln fundal-a. E certo que, se esta uora
Obra do Obulo OioeesanoS Exc.
Revm. o Sr. Bispo desta diocese, dignou se di-
rigir-nos a carta infra, solicitando o nosso auxi-
lio, que pouco val, para a instlluigo que, com
o nome de Obra do Obulo Diocesano, acaba de
crear.
'atholicos, como nos honramos de ser, temos
empenho serio cm ajudar toda obra pa que re-
dunde era beneficio da Santa Religiao Catholica-
e pois nao no3 pza, e antes senlimo nos folizes
Q induzr os nossos luilores 4 arapararem a
referida instituigo, que, bella obra de candade,
tem todos os mritos possiveis e foi saatamente
inspirada ao nosso virtuoso Bispo.
Agradecendo a S- Exc. Revm. a conaanga
era nos posta, e beijando-lhe o annel de Pastor,
solicitamos-lhe venia para tornar publica a sua
alludida carta e o plano da Oora do Obulo Dio-
cesano.
Ei-l08:
Talacto Episcopal da 8oledade. Recife, l
de Fevereiro de 1895.
Illm. Snr.Tendo re3olvido fundar nesta
importante, antiga e illuslre Diocese de Olinda
anda que sem mereclmento algum da rainba
parte, conEada raeus cuidados, urna obra
que dei o nome de-ObuloDiocesano-no intui-
to de dar incremento s Obras Pias da Diocese,
garantindo suas in3tituig5es j existentes, mas
boje reduzidas circurastancas tac- precarias
que quasi nao se podem sustentar, para Oortef;
pandereta aos sena fins, e instituindo novas obras
absolutamente necessarias, moriente para dif-
fundir a in3trucgao pelo interior d'este Estado,
aprovetando mogos intellgentes que por falta
de recursos deixam de esludar, e ao mesmo
lempo proporcionar outros os meios de pode-
rem seguir sua vocagao para o eslado ecciesas-
tico ; julguei de bora conselhorecorrer tambera
a redacgSo do seu jornal Diario de Pernambuco
pedndo-lhe nao s a publicagao do plano da
Obra, como tambera todo sea concurso, sem du-
yida muito effiCaz, dizendo alguma palavra era
sustentagaoeapoio'dos designios santos com
fiadores e
'elaclors para'iiieentregan-ra as esmolas reco-
lhidas, as qui.es sero logo, juntara mte era as
folhas chelas, enviadas Directora passando-
se e sendo envalo o respetivo recibo.
Capitulo T
Ciitliegorias dos socios subscriptores
Os subscriptores de lao pa Obra serQo eolio
cados era cinco cathogorias uitferenles, a sa
1 Calh-' ira A esta pertencero os que qui
rerera contribuir cora a esmola raensal
de &M
2 dem, dem, de *<0'J0
3 A esta pertencero os que quize-
rera contribuir cora a esmoia
de
1 ll)'0.Ml
concedido
mensal
5*00)
-A. esla pertencero os na contribu
rera cora esraola annual de 10.oUUU
5." A esta pertencero os que por
s vez offerecerem
Ao? socios da 5.a Cathegona sera _
pela Directora ura diploma de socio benem-
rito. ,..
Capitulo Y I
Beneficios espirituaes
I A cada socio no dia de sua inscripto na
Obra concede o Sr. Bispo urna indulgencia de
2 Na 1." Segunda-feira de cada mez S Exc.
Revm o Sr. Bispo celebrar urna missa pela n-
ifocao de to'os os associados vivos e morios
3> Na oitava de Uados sera cantada urna
missa de rapism na Capella do Seminario pela
intengao dos a3sociados fallecidos.
i. Cada novo sacerdote ordenado cora > au-
xilios da Obra celebrar cinco missas, logo, da
pois *le sua ordenago, pela intengao do todos
"Mea -O Sr. Dr. Secretario da .fustiga,
Ne^os Priores e U***of*W~
denlo ao que requereuo proinolor publico do
municipio de Tacaral, bacharel Joao BaplisU
de Miranda Siuza Gomes, resolve conceder li.
tres mezes de licenca, com ordenado devendo
cnirar no gozo da mesma no prazo de 40 das.
Sentido de Pernambuco-Ellectuou
se hootera a 6/ sessHo Preparatoria sob a pe-
sidenci; do Sr. Dr. Albino Gongalves Meira de
Vasconcelos. Esliverana presen es os Srs
Albino Meira, Peretti, Ermirio Coutinho e Val
"o'-ir presidente diz qus adiando se irap es-
so edisribuido o parecer n. 1 da corarais
ordera do dia da prxima
do fi
sao o dar para a
Sr Peretti prope qne, nos termo3_
nal do referido parecer, que a disrmsaa e v)
tae&o tano3 os diplomas dos novos eleitos, e se possa
proceder com i foi nelle indicado
O Sr. Ermino Coutinh) le o art 34 do reg
ment e requer se complete a 2. corara.ssao
que tem smente dous membros, farendo ara
bos parle da mesa. m. Aa
Pede tambera informagao sobre o numero de
aulhentcas recebidas pelo Senado.
O Sr Peretti da as inforraages solicitadas e
diz que 6 presisamente a comraissao que deu o
parecer n. 1, e nao havendo divergencia
nao houve, poie funeconar ..sera
"^bra^lLravotagSo; sendo approvada a
PTc;anddo?sersobreea mesa foi lida e approva-
da sera debate a acta da sessao ntocedeote
O Sr. presidente dil que se o Sr. Ermirio
Coutinho insiste no pedido que fez de se com-
pleta"l 2." comraissao, submetlara casa o
S90 SrdErmirio Coutinho, oUtendo a palavra,
diz nao insistir-, apenas quiz fazer notar^a ir
reguiaridade havido, achando que a corara -
dando o parecer, exorbitou, nao ligando-
como
"inconveninte,
sao,
mportancia ao fado capital, que era a re
dos diplomas com os documentos que hajn
O Sr. presidente levanta a sessao convidando
os Srs. senadores a comparecer diariamrate at
que sejam apresentado os diplomas dos novas
eleitos. r, K.
Revista Cnatempiranea-Foi hon
tem distribuido o n. 3'desse qumzenano, cujo
xeraplar recebemos e nos coefessaraos agra-
decidos remessa dos collegas.
E' o seu suramario :
Herraann Post, Clovis Bevlaqua- Estomago
Julio Pires-Oficina Porto Carreiro-Do potro lempo trancai Pe-
,-rira-PsaLmo, poesia, Jos Lima-Espectros
cp.a lUtSSS.Wtnio Freir O anno hora
poesa, Gervaso Pioravanti -Dolora -Alfredo
Castro-Eterno Cove ro, poesa rh. Ma-hada
Consulta e recolta, poesa Gregario Junlor-
Chronica, Jos Selgas-L.vro da Pi,ac
Instituto arcbeologleo e teoBra-
phlco Pernambucano-E3te instituto,
reunido hootera era assen bla geral, para elei-
xmiaao Lopes Machado, e celebrar opporlu-
naraente urna sessAo fnebre em bonra me-
moria daqu:lle Ilustre finado,
ropiilai-o d muuieiplo do Reei-
fe -O autor da noticia que honterc publicamos
sob esta epigraphe, enderegou nos as seguintes
hnbas de reetidcagao, e mais urna noticia que
por ser de interesse igualmente publicamos :
Illm. Sr. Redactores do Diario Perutmbuco.
Sumamente grato Vv. Ss. por terem pu-
blico era sua Revista Diarta, dehoje hu cal-
clenlo sobre a populagao do municipio do Re-
cife, venho agradecer a sua fine/.a e ao mesmo
tempo pedir o obsequio de fazer as setuintes
correeges, era lugar de emigraco lease im-
nigaicdo e a lettra G. de ramiias iniciaes lea-
se S.
Se tambem for de interesse a noticia que
se segu ficara ella a sua disposicaj para pu-
blcal-a.
O inventario das armas c petrechos bellicos
deuados pelos ollmdezes era Pernambuco,
assira como o Inventario de todas as casas do
Recife e de Srato A-ilonio; feitos o Io era 20
de Fevarero de i65* pelo provedor da Fazenda
de S MagestadeCosme de Castro Passos. e
o P fallo a z5 de Muio de loi, pelo raesmo
Cosme de CaslroJPassos juniameote cora o Dr.
Manoel Barbosa da Silva e Gaspar Fernandos
Madera, foram pela prraeira vez publicados
era 1839 na Typographia de Santos & C, era
virlu le da resolugao da Assembla L-gislaliva
de Pernambuco de 30 de Abril de 1838, como
se poder ver do oficio da mesma data dirig-
*lo ao presidente da provincia Dr. Jeronyma
Marfniano Figaera de Mello por Joo Evang-
elista Leal Periquito primeiro secretario da
mesma Assembla.
Era todo caso a Insiiluto Arclieologica Per-
narabucano, reimponodo esses inventarios
presta um relevante servigo a Hloria Patria,
por que os exemplares da prraeira Irapresso
sao boje rarissimos.
E. F. S
Socicdade UrainnticA Juvenil -
Realisou se antehonlem a posse nova directo-
ra dessa sociedail'.
Ao acto comparecern! muitas pessoas gra-
das.
Terminada a poss: o presidenta mandou ser-
vir aos convidados um profuso lunch no qual se
trocaram muilos b inde3.
|A nova directora ticou assim cotnposta:
Presidente Alfredo Machado.
Vico dito -Rodrigo Ribeiro.
Io Secretan > -Claudio Braga.
2 Dito Augusto Braga,
l'hesoureiro -Jefforson Ribeiro.
Orador Pedro Catui.
Vice dito-Lafayelle Fretas.
Fiscal -Albino Moura.
Comraissao de syiiiicancia -Caetano Pitta,
Arthur Braa e Alcides Ribeiro.
Commissfto decootasJos Ribeiro, Pedro
Cirne e Taucrero Lima.
Director de sceoa -Anierico Braga.
Snb director Jos Brazil.
Hyftiene riirl A natricSo da popula
gao ruial necessila de ser mjlhorada. Presen-
temente falla-loe aquella justa proporgao entre
os alimentos plsticos e > respiratorios neces-
sarios a funegao perfila d>. um organismo que
Irabalha. Ahi est&o considralos em maior
abundancia os cereaes, ai* h;rv.-is, os legume?,
cmquinlo quo f.ilta quasi inleirarnente, a carne
e laabem escassos usurara os lacticinios.
Ordinariamente a agoa polavel impura, e se
obim de cacimbas mil construidas e inquina-
das de mmluros e esgotos ou corrente sobre
terrenos cultvalos ou se a apanha de nos
O moDtanbez o nico que pode a seu com-
raodo g)sar de agua lmpida e fresca de fonle.
Quanlo s habita{Oes ruraes, convm melho-
ral-as, pois em alguns lugares mais parecer
adaptadas para viveiros de animaes do qoe de
homens. E' espantosa e completa ignorancia
do hygiene que ueste p'onto segu o campouez:
san eboess tornadas covis de to la immundicie
e de perenne hunndade ; e por isso que a al-
ma se alegra, quando encontramos no campo
urna babitagao salubre e polida, da qual ema-
nara a ordera a a limpeze.
Era urna palavra as condiges era que e acba
o campinez, ao menos cm urna grande parte dos
pases, sao taes que pedera absolutamente um
reparo, e temos visto cuino cm alguraas nugOes,
compenetradas de lal necessidude se acercara
busca dos meios aptos ao melhoramento do
bem eslur dasclasses rnraes : e nos seja conce-
dido oodor logo saiidar dtfltaa -iLiuagao das
medidas que se demonstrara pela applicagao
uecessaria.
O bem estar da classe rural a base da exis-
tencia do bur,uez por consequencia de toda a
felicida le rural. Alm de ludo isto qccorra
que o Estado age afira de que a inlelli-
gencia dos individuos do campo a Iquira um
maior desenvolvimento, o qual auiquille a cras-
sa ignarancia.
Por isso craparelhada aossoccorros raateriaes
rieue ser a edocagao da mente, aqual levara
depois ao caraponez a persuassao das v.mtagens
que elle podo tirar seguindo os preceitos da hy-
giene, que elle boje ua sabe que signifleago
tem.
li' a acquisgao d: conheciraentos saos e que
estejam ao alcance do hornera rural, cujo esta-
do deve desenvolver se c >m a lun tagao de
a laptadas escolas ; e por outro lado o carapo-
nez deve fazer p >r apropriar-se d'aquellas no-
gOes, a falla das quies o manteo) era um degra-
dante avltamenlo, que Ihe irapede de melho-
rar a sua condigno to triste, e de seguir os
preitos de urna sa hygiene privad;.. O carapo-
nez tem necesidad*', como todo outro operario,
de eoobecer as circumstanclas nocivas ligadas
as con Ikesespeciaes da sua proflssao prin-
cipalmente pelo qne toca a3 influencias de
agentes externos.
Fecharemos pois este Irabalho cora as pala-
vras de Marro : sciencia o camponez pode pe-
dir com confianga os con3alho3 eos meios para
preservar a sua saude e a da familia ; a scien-
cia pode elle pedir que lorne mais fructfero o
seu irabalho, que preserve as suas habitage-s
do raio, e tambem da eecca, e das innundages.
As predieges da sciencia polen* fazer-Ihe sal-
var as suas colheitas da prevista tempestade e
da nevitnvel; e as suggestes da sciencia po-
dem ensinal-os a vencer as mesraas condiges
naturaes que o podem a*neagar.
Gremio Sceniilico e L.itterario
Toiiias Barretto -Esse gremio reunio-so
ante-hontem, crao*sessa> ordinaria,sob a presi-
dencia do Sr. Ernesto Paula Santos, vice-presi-
dentp, secretariado pelos Sr3. Alexandre Deo-
cleciano e Joas Barretto.
No expediente foi li lo ura oficio do Sr. Cus-
todij Maciado pedindo para ser considerado
empo3sado, o que foi concedido, fazeddo Iigei-
ras ob3ervages sobre o assumpto o socio Luiz
Gomes.
Foi nomea lo thesoureiro ad boc o socio
Alexandre Deocleciano.
O Sr. Silva Oliveira fallou dando explicaces
sobre urna comraissao de que fon incumbido
cora outros collegas.
O Sr. Luiz Gomes fallou sobre urna sua pro-
posta que fo depois retirada, depois de algumas
pondcragi's feitas por alguns socio?.
O Sr. vce-presi lente disse estar encarregado
de transmiltir ao greraeio as despedidas do con-
socio Arthur Baha, sen lo nomeada urna com-
raissao para leval-o a bordo.
Na palestra liltleraria lerara os Srs.: Manael
Aro,um trecho da La do mel, livro a publi-
car, e Ernesto Paula Santos, ura cont.
Os Sis. Silva Oliveira o Luiz Gomes fallaram
sobre queste3 scientifleas.
A sessao encerrou-se s 9 horas da noile, ta-
cando novamente coavocada para a prxima
quinta feira.
Criminoso evadidoHontem, cerca de
10 horas da raanha, quando, era meio de urna
escolta, era conduzido da Casa de Detengao
para o tribunal de 1* instancia, onde se Ihe est
formando a culpa por ura dos diversos c i nes
de que aceusado o criminoso Antonio Pedro
de Oliveira evadio-se ,valendo-se de urna arma
que trazia e com a qual afugentou a escolta.
IVrseguido, porm, desde a ra Bar3o da
Victoria, onde deu a cvasSo, al a da Concor-
dia, onde foi preso pelo povo, e seguio com a
escolta para o referido tribunal.
O que, porm, ha de admirar primeiro que o
preso sahindo da priso estves3e armado; se-
gund que a escolta seportasse tao Irouxamen-
e ante um hornera mal armado.
Exposico zoolgica -A exposigSo
ologica contina aberta todos os dias uteis das
-
I
f
7 s 10 da noitc, e nos domingos e dias santifl
pois da eleicao, consagrar na acta um voto de de 4 da (arJe .- 3 i0 da noil(,t
oezar pelo fallecimento de seu orador Dr. Mv -
an



Diario de
Sabbado M de Fevereiro de 1895
:t
S2

Associal predial do necife -Ama-
nha pel8 11 horas do dida ra Duque de Ca-
xias n 2,1 Secretaria do Derby-Club, reumr-se
hSo os membros dessa associaco, para eleger a
directora effectiva.
PalmaresAmanha, na matriz desta ci
dade, fesleja se o glorioso marlyr S Sebastiao,
crnsiando de missa cantada pelas 11 tiaras do
dio, c a noite ladinha.
Queiraar-se-ha era seguida uai pequeo fogo
oililicial. ... ,
Tocar antes e. depois dos actos as bandas de
msica Pliiiarmonica Cabenss e Phil.rmoniea
Iudependente de Palmares.
OTliesauro do lar-A Equitativa, so-
ciadade de seguros de vida, leve a lineza de of
ferecer-nos um cxemplar dessa sua poblicago,
mimosa qu-r as grasuras, quer nos escolidos
trech >s litu-rarios que traz.
A ara lecemos a ouvrta.
Servico da mesaNa Inglaterra o ser
Tico de mesa O cuidado cora muito luso e muda
niinucusidade.
as familias da antiga aristocracia sobre um
rico tapete dj velludo de traballio precioso, sao
arrumadas as pegas de prata velha, quasi sem-
pre obras de arte.
Era frente a cada conviva, alera de grande
vanedade de copos e clices, cclheres e garfea
de prata para todos os ervigos, ba um vaso
curaprulo de crystal com flores.
A mesa allumiada por grandes candelabros
de prata e prata doura ia, sendo a luz das velas
velada por abat-jours pequeos ornados de rer.
das custosas.
as familias menos antigs as pegas de pra a
nao tm o mesmo valor arciioologico ou histri-
co, mas a praiaria semprc valiosa.
Era Londres ba ourives especules para guarda
e limpeza da praiaria de mesa.
Coiistiuacocs As receitas para consti-
pares l'ounam um gran le volurae, e, apazar
disto, as conslipacOes c< niiuuam a appaiwer.
Agora, porm, paree? qu: vo acabar. Nola
poca Je microbiologa para qualquer doenga,
ba de haver um microbio e o di conslipago
ctiamam de trapftjtwciu abu$, cuja pres toca
as fossas aasaes toi descoberta pelo ur. Mou
re em doenles de cotisiipagj.
O trmenlo adoptado 6 o segrate : Quan lo
apparece a constipugo, melte-se no nariz um
pouco de algodao 10 Informado, cousa que nao
incomrao.la muito. A.0 mesmo lempo, coov D
tomar paslilhai todoformadaa, em dose que nao
exceda a tres eaogrammas por da. Aique
paree; os vapores o iodotcrine mala a o mi
crobio e, portanU, as coLSlipage>s. Mas ainda
assira ha de ser remedio dilcil de tolerar.
Os porteiros tic PartaDesde Eugenio
Sue que maginou o pacato Pipelet mcio embru-
tecido pelo lerrlvel Labrion, al o mais modesto
chronsta parisiense, os porteiros de Pariz sao
considerados na litteralura franceza, entes ,in-
commodos, mexenqueiros e insupportaveis para
os inquilinos que os le n por vigas. C Pelil
Journal que nao falla mal dos porteiros. abri
urna exceptu para um porteiro que d como
modelo.
Esse porteiro exemplar hornera sepluagena
rio, morrendo ha pouc no hospital Lariboicire
deixou por testamento, toda a sua pequea for-
tuna, cerca de 1.300 lrancos aos locatarios ua
casa de que guardava a porta. Os locatarios
foram gratos a esse mimo de guarda-port *,
acompanlundo o enterro e coiisando-se para
dar-lhe urna sepultura perpetua.
Accrescenta o l'etit Journal que 0 fado digno
de memoria e lera razj.
Dr. Jos E. Uriour -A carreira poli
tica do Dr. JosE. Unbui, que est boj a na
presidmcia da Repblica Argentina, comecou
em 1801 Foi deputado nacional e Pros d'rale
da Cantara nesse lempo, lomando parte activa
nos debates sobre a fe lerasaQo de Buenos-
Ayres em favor da tendencia nacionalista que
sustenlava o general Mitre e seu partido.
Durante a guerra do Paragu y. na presiden
cia de D. Marcos Paz, oceupou o Dr. Uribur a
pasta daJusliga e Instrucgao Publ ca, cargo
que desempenhou ale a volta do general Mitre.
Oceupou depois varios cargos importantes,
como os de Director da Repartigiio de Trras da
provincia de Dueos Ayres, e Juiz Federal em
Salto, ate que era 1873 foi nomeado Ministro
Argentino na Dolivia.
Coroegou enlao a sua carreira diplomtica,
na qual prestou bons semgos Repblica.
Sendo Ministro Argenline no Per, foi encar-
regado de representar o seu patz no Congresso
Sul Americano, reunido em Lima em 1878 e ah
revelou mui'a aclividade e illuslraguo jurdica
Represenlava a -epublica Argjntina no Chile
quando loi chamado a Vice Presidente da Ite-
publica, cargo era quemosttou grande disengao
e em cojo exercicio, segundo a Constituigao de-
termina, assuinio o poder Execulivo, devido
renuncia do Presidente.
Um marido no pregoAh est um
caso contado por urna folha de Nova-York e que
poderia ser tomado pr urna variante honesto
de Viuva de Epheso do sceplico Vollaire.
tao innocente alias o caso-um marido no
prego-que poda ser at aprove lado em co-
media.
Ha alguns mezes, diz o collega newyorkense,
S Sra. Geisickr perdeu o marido e conforme as
suas ultimadas vontades manduu encinerar o
corpo. As cinzas foram piedosamente recolhi-
das e guardadas pela viuva em urna caixmha
de papelao. Para ter sempre em vista aquella
poeira que fra o Sr. Goiiicker, a Artheraisa
americana, collocou a caixinha sobre a pedra
da c amin.
Aconteceu que meses depoi*, a Sra. Geisi
cker livesse precisao do dlnheiro, o que acon-
tece muito a miudo s viuvas e especialmente
s viuvas inconfolaveis. e foi pedil o empres-
tado vizinha, a Sra. Beismcr. Esta era tao
econmica eorao a formiga e muito menos dava,
porque declarou emprestar cora garantas.
A Sra. Qeisicker, que nao coohec'ia a lenda se
D. Jao de Castro, empenhando nos da honrada
barba, ealendeu que nao podia dar melhores
taramias do que as cinzas do defunto. A
ra. Beismer achou boa a caugo e aceitou.
Mas... e sempre no mar que se complicam
e se elucidam as historias, na data do venci-
mento a viuva nao pode pagar. A credora le
vou-a ao tribunal de polica de Enex, cujo juiz,
o Sr. Simras, ouvindo a historia toda, aconse
Riou a credora que restiluisse o esquesito pe-
nhor e demandasse a devedora poroutros meios
de direito.
A Boneca-E' sabido que a boneca con
stilue urna das mais importantes industrias de
Pan?, mas poucos conhecem estes pormenorei.
O fabrico de bonecas oceupa cerca de 3.800
pessoas, foperarias e empregades e a produegao
annual 6 de 3G00:00)*;0U de nissa raoeda.
Verdadeira raultido de costureiras, modistas e
cabelleireiras, veste e faz cabellos, os penteados
das bonecas. Paris porm n&o fabrica a boneca
inleira arma-a e veste-a.
Os bustos de papelao sao da Saxonia, os de
Cera, da Inglaterra e os de louga e porcellana
de Nuremberg na Allemanha. Cada secgo da
boneca tem os seus operarios especialistas.
Quanto aos Irajos, attingem as vezes a sum
ptuosidade. Urna grai.de costureira a quera
encarregavam de veslir urna boneca especial
levou 280*000 pelo vestido e 16!.O0 pelo en-
xoval.
aE- uma excepgao, est claro, porque para as
bonecas as mais luxuosas, as despezas sao in
feriores. Os apatos de seda custam, prego da
fabrica em Paris, de 300 res a 3*000 a duzia;
de marroquim ou couro 6*300. As cabelleiras
sSo de 2JzO a 13*000 a duzia.
O numero de bonecas-que se fabrica era um
anno namiiade 1.20 930!
Nestes dous ltimos annos fazem-se bonecas
que fallam por meio de um phonographo enge
nhosament- collocado no interior do busto.
O M traz curioso artigo de M. Legh, membro do par-
lamento inglez, narrando sua recente oxcurso
pelos Estados do principe Nicolao, soberano do
Montenegro.
Aqu est um extracto :
Como outros personagens investidos de po-
der absoluto, o principe Nicolao pretende ter
principios liberaos, e diz-se grande admirador
de M. Qrladstone.
Dina vez que elle se entenda particularmente
sobre seu liberalismo, eu me alrevi a perguntar
Ibe, como era entao que muitos pnsioneiros,
encarcerados em Cettinjo, e precisamente os
que arrastuvam mais pesadas cadeias, pareciam
estar presos nicamente por serem liberaes?
Sua alteza me explicou esta apparente contra
digo do modo o mais satisfactorio.
| Eu, sou liberal; dignou se o prncpe res-
ponder me, e nao vejo o menor inconveniente
em que os potentados e outros ebefes de um go
veruo pessoal sejam liberaes; quanlo aos sub-
ditos outra cousa. Estes devera ser sempre
conservadores. Em todo caso, cu exijo que os
raeus o sejam. a
Casamento el vilO escrho de casa-
mentos que funcciona nos aistriclos do Recife,
Santo Antonio, 3- Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro, ra do imperador n.
73, 1- andar, edita! de proclamas 'e casa
mentos dos seguintes coit"alientes.
Segunda publcfSo
Bruno Francisco de Paula, artista, natural
deste Eslaio e residente na freguezia de S.
Jos, cora Antonia Vivina Ferreira, residente
na Casa dos Expostos freguezia do Hogo,
olteiros.
* ;>Iat douro Publico-Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 82 rezes
para o consumo publico de hoje.
Casa de Deteucao Movimento dos
presos da Casa de Delengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 14 de Fevereiro de 1893 :
Existiam....... 463
Enlraram....... 23
Saturara..... > 3
Existera .
A saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estranaeiios
Mullier. .
Tola! .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Louca .
483
432
2i
27
O
483
413
392
17
3
1
413
Total......
Movimento da enfermara :
Tiverara baixa :
Severino Barb isa da Sdva.
Antonio Pereira Nuoes.
Cemiterio PublicoForam sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia 14
de Fevereiro, 03 seguintes corpos :
Francisco Germano Bispo, Parahyba, 42 annos,
viuvo, S. Jos.
Manoel, Pernambuco, 2 nras, Boa Vista.
Eulalia, Pernambuco, 3 dias, Recife.
Um fjio do sex> masculino, Pernambuco,
nasceu morto, S. Jos.
Severino Gaspar Neptuno, Pernambuco, 3
mezes, Graga.
Major Antonio Affonso Leal, Parahybi, 45
annos, solteiro, B )a Vista.
Claudina J. da Silva Campos, Pernambuco,
i! annos, Boa Vista
Antonio Casado M irques dos Aojos, Pernam
buco, 5 i annos, solteiro. Bca Vista.
elpbino Pereira do Nasciraento, Pernambu-
co, 71 annos, casado, Boa Vista.
Ado Al viendo dos Santos, Rio de Janeiro,
30 annos, casado, Boa Vista.
Jospha Mana, Pernambuco, 19 annos, solteira,
Boa Vista.
Silrena Maria da Conceigo, Pernambuco,
! annos casado B. Vista.
commisso do Melhoramento do
Porto do lien feUecil'e, 14 de Fevereiro
de 1894
Bolttim metereologico
Horas. Term cenli- Barometio Tenso do Humi-
dade-
78
74
73
73
71
feTperatura minima 27,23 Tbermometro
lescbrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 30,30 Ennegrecido
37,'8-Prateado-' 4i,"2.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,"4 som-
bra 3,-2.
Chuva nulla.
Direcgao do vento : E com interrupgOiS de
ESE durante todo o dia.
SE al 5 h. da tarde ; E cora interrupges de
ESE at raeia noite.
Velocidade media do vento 3"61 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,52.
Boletira do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 14 de Fevereiro 8 b. 15 m. da m, 2.0
P. M. de i h. 23 m. da t. 0,-50
PassageirosChegados do norte no va-
por nacional Pernambuco:
Victoriano Costa e 1 criado, Alvaro Guima-
res Maia, RosaCoelno, Jos Bernardino, Jos
Minteiro, Juliano Moura, 1 praga, Dr. Amazo-
na* de Figueiredo, Mana Macedo Queiroz, sua
mi e 2 tilhos, Joo Fer eir e sua senhora,
Francisco Joaquun Mendes, Gervasio Rodrigues,
Petls Seleins, Jos Soares Medeiros, Vicente
Ferreira Botelho, Dr. Trajano Temporal, Joa-
quim H. Silveira, 1 praga, Pedro B. de Souza,
Lniz .dooteiro, Alipio Baltar, Dr. Manoel No re
e sua senhora, Virginia de Albuquerque, Miguel
Archanjo, Jos Pereira Borges, Joo Cordeiro,
Joaquim Garca de Castro, Geiulio C. Lima,
TargraoNeves Netlo, Jos Pereira Neves Bihia
e sua senhora, Manoel Umbelino dos Santos,
Antonio E. Jaborandy, Mathias Tavares de Al-
ineida, frei Jos de Santa Justa Botel o.
GHROIUUi UIDICIARU
apeilor
SESSO
Tribunal de dlastlea
grado ia(V vapor
6 m. 27,-4 757,-58 21,01
9 28,'8 758,-41 21,75
12 > 29/1 757,-63 22,11
3 t. 29,r4 75,-47 2',93
6 29,2 757,-7) 21,41
ORDINARIA EM 14 DE FEVfiREIRO
DE 1695
PRESIDKKCIA DO 8B. DR. FRANCISCO I.1Z
Secretario Dr. Virgilio Coelho
k'i horas do co3tume, prsenles os Sr., joze?
em numero legal e o Dr. procurador gerai do
Estado, foi aberta a sessao, depois de lida e
app i-ovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
03 segoiates
JDLQAMKNT06
Aggravo de petigSo :
Do u-'CifeAggravantes Sinos & C.aggra-
vaoa O. Mana Rjsullaa UeToT-s Baodira.
Relator o jou Caldas Brrelo. Adjuaios 03 jai*
z^s ColaK:b iro e AlmeiJaNao se tomn co-
fjbecimenlo, n.nijiemen e.
Appell gao crime :
Da Agua PretaAppellante o promotor publi-
co, appellado A lUnio Jos Pereira. Relator o
jui Galao-Deu-se provmsn'.o, a a e-eite.
AppellagOes civoirt
D (i a-aia -Appellante Jo i Francisco da Sil-
va, appedado L'iorentico Jo Fe:re ra. Relator
o juz Cildas BarretJ. Rjvtso'es osjuizes Al
meid e Carlo3 Vai. ConflrmDU-je a seateng,
oaaaimemen'.e.
Di BarreirosAppelljale An'oDio Jaciolbo de
Meeir03 Sampaio, appell.da D. Anselma M Jongae Vasconcel!03. Relator o joiz Calda
Brrelo. R visores es juizes Aimelda e Crios
VazDeu-se provimento. contra o voto do jniz
Carlos Vaz.
PAS81QENS
Do jala Costa Ribeiro ao juiz Caldas Br-
relo:
Appellagao crime :
De Pjnellas Appellante Fausto Francisco
Duarte, ap*elUaa ajustiga.
Do juiz Caldas Bureto ao juiz Carlos Vaz :
Appel a.ij comiueroial :
Do RecieAppellante Mar.a da Coocei^ao do
Monte Lelo. appeliaJo Antonio Feruandes ce
Fi ueirt-J Pj.va.
DISTBIBUfCltaS
Recorso3 crime? :
Ao juiz Cirios ?ai :
D Cabo Recorreoti o joizo, recorrido
Ma mel tjOtcio IV-.-e a da S:lva.
Ajju:i loia Carlos :
Do ;-.boRecor enie o juizo, recorrido Ma-
riano Francisco SalgoetrO
Ao juiz G.ilvio :
Dj Ltmoeiro-R:Corr.Dt3 o juizo, recorrida
Pedro Allomo Gome1.
AppelU&o crime :
Ao juiz Costa Ribeiro :
De Jaboata Appellacta Jos dos Santos,
appellada ajustiga.
Appellagao commercial:
Ao juiz Costa Ribeiro :
Do Kecife-Appellant- Antonio di C-qz Ri-
beiro, appelladt U. At.na Paulina a Craceigau
Doorado.
A > juiz Caltas Birreto :
Do Recife Appellante bacharel Manoel do
Na-cimenlo Pontes, appdUdo Gamillo G>aveia
ue An rad .
Encerrou s? a sessao s 12 hora i e 30 minutos
da tarde.
INDIGACES OTEf
Juuta Couiuicreial do Recife
ACTA DA SESSAO DE 7 DE FEVE-
REIRO DE 1895
Oculista
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n.# 63 i. andar.
Telephone n. 588.
lie Jicos
Dr. S Peretra, ra da luiperatriz n.
t?, d consultas uiedico-cirurgicas toda-
5 cias das 8 meio da, menos doi
domingos e dias santificados.
Dr. Arturo Wanderley, Muiou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
Q- 74 1. andar, onde d consullas de
11 horas, da maulla 1 hora da tarde,
Residencia Rta Diroita ir 4!
fondos.
Dr. Vieirada CunJia medico da mu-
nicpalidade do Recife, contina a dar
consultas aos pobres deste municipio,
etrt seu consultorio, ra da Aurora, n.
5i i. andar, das 7 s 8 horas da ma-
nila.
O Dr. Pedro Ponina/,ex-chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr, Joaquim Loureiro medico partei
ro, consultorio ra do Cubug n. 14,
residencia na Casa 'orte d, 5, casa de
azulejo, defrontf da igreja da Campia
Coronel Frederico Chaves Somceo-
pathia Ra do Barao da Victoria n. 37
1.- andar.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa na da Gloria n. 39 das 1(>
horas da mauli 1 da tarde. Achau
'io-se fra do servico publico offerece-st
para acudir a quoquer chamado con
droraptido para tora da cidade. Espe-
piidiade, operaces, paitos 8 molestiast
de senhoras e raninos.
Drogaras
Braga Jf Machado. Agencia de ta-
las as especialidades pharmaceuticas,
tinta, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, roa
Larga do Rosario n. 34.
haria Sobrinho & C, droguistas por
acado. ra do Mrquez de Olinda n 14
GumarSes Braga C. Depost
Je Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmacdulicas, medicameo
los Lo. eopatieus e tintas, leos, pin
ceis etc., ele. Ra do Mrquez de Olio
da n. 60.
Occulistas
deg-a. Recife. Circular hoje dispensa
augmento taxa nessa lei orcaraento gene-
ros que, imprtalos ultimo trimestre fo-
rem despachados at 31 Janei o baiu as
sim os expedidos directamente antes 31
ZQTrfmt.Felisbello Freir.
Conforrne.=a'J escriturario, Joo Gon-
calves dos Santos Jnior.
Prodozio o melbor effaito o telagram
ma do illustre Sr. Dr. A'.exandre de
Siuza Pereira do Carmo, determ nanlo
a circislar transmittida pelo mencionado
despacho telographijo do Sr. Dr. F lis-
b.-lla Freir, que se contenceu da Justina
de sentar a importaco nos termos da
mesma circular que ampliou at 31 de
Janeiro o prazo dos despachos e abri
favoravel excepcao para a expedico de
mereadorias anteriormente ao dia l de
Dezambro.
O activo e criterieso inspec or da Al-
fandega de Pernambuco p:estou relevan-
te servico ao commercio, dispertando o
cto louvavel do Sr. Ministro da Fa-
zenda.
(Commercio de Pernambuco de 4 de
Janeiro de 1894.)
,,.,. i Dr. Brrelo Sampaio, occalista, d
Presidencia do Sr. deputado commendador consuUag de 1 S 4 horas
GALEPINO
NOVIDADES !
M. XordanDegenerescence, 2 gros30s
vola. ene. "uooii.
Alberto d'OIlvelra Palavras loucas,
1 1 vol. ene. em couro HSooo.
E. Hartolana Le darvinisme, cin-
iiuiin: dilion, 189&, 1 vol. ene. 44>ooo.
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brazileira, 2 vols. ene.
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vis, 1 gro9SO vol. ene.
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civil, 2 vols. ene.
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derna concepgao do direito, 1 vol. broc.......
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mens), 1 vol. broc. 4ooo
NOTAA grande sahida da i" e 2* remes-
ias dassas obras nos animou a importarmo
esta 3'.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
O IZA PAZ C.
81RA DO IMPERADOR -81
CJompra e vende livros noros e bimIn
Joaquim Lopes fachado
Secretario Dr. Joaquim Theotcnio Soares
de vellar.
As \'- horas da manh abrio-se a
sessao com a presenca dos Sr. deputados
Figueiredo, Gurgel do Amaral, Oliveira
Basto e Prente Vianna.
Foi lida e approvada a acta da sessao
anterior. O expediente da presente seseo
constou do seguinte :
OfficioB :
Da Junta Ooramorcial do EUfado do
Piauhy, com data da 12 do mez fiudo,
aecusando o desta Junta de 14 de De-
zembro ultimo. Para o archivo.
Do Sr. Dr. Secretario dos Negoeins da
Justica e Interiores deste Estado, de 31
do mez passado, re^ommendando n > s
qua o ponto dos funecionarios desta Junta
seja remettido a essa secretaria, afm de
ser submettido da tazenda, como tam-
bera que se proceda do mesmo modo
com as contas de qualquer despeza ten-
dentes ao servido desta Junta, cujo pa-
gamento tenha de ser effectuado pelos
cafres do Estado, em observancia do
dispoato no art. 9o do decreto de 14 de
Novembro do anno prjima fiudo. In-
teirftdo.
Da Junta dos Correctores, de 5 do
crrante, remetiendo o boletim das co-
tac5es efectuadas durante a semana de
28 de Janeiro fiado a 2 do mez cor-
rente .
Foram deatribuides rubrica os se-
guintes
Livros:
Diario de Ventura Matheus & C.
Copiador de Eugenio Cardoso & C.
dem de Ventura Matheus & C.
Foram submettidas a despachos as se-
guintes
Pet5oes:
De Carlos Botelh) de Arruda, esta be-
lecido com fabrica up cigarros ra de
Marcilio Dias n. 17, para o registro de
marca constante dos exemplares juntos,
com a qual pretende a-signalar uma qua-
lidade de cigarros grossos do seu fabrico,
tendo a mesma a denominadlo de fadas.
Deferido
Do mesmo para o registro da marca
que tem a denominado dePrazeres e
qae adoptada para distinguir uma
qualidade de cigarros finos de seu fabri-
co Deferido.
De Gonasio & Irmo, estabelecidos
ra 15 de Novembro, do municipio de
Amaragy, para o archivamento do sen
contracto social. Seja archivado.
De Adriano Maia c Rodrigues, esta-
blecidos a ra )5 de Novembro desta
cidade, com armazem de mclhados, para
idntico archivamento. Archive-se.
De Cerejo & Domingnes, establecidos
rua do Livramento n. 26, para o mes-
mo fim. Como pedern.
De Francisco Joo de Amorim, para o
registro da escriptura ante-nupcial que
junta em traslado. Registre-se epubli-
que-se.
De D. Maria Ramos da Silva Lorega e
Miguel Machado Ramos de Oliveira,
socios componentes da firma Viuva Lo-
r ga & Oliveira, para o archivamento do
seu distracto social, visto estar satisfeita
a exigencia da Meretissima Junta. Como
requeren.
De Ventura Matheus & C*, para o ar-
chivamento do seu contracto social.
A.rchive-se
Dos mesmos para o registro da sua firma
social. Reg8t re-s a.
Nada mais ha vendi a tratar-se- o 6r.
presidente eneerrou a sessSo s 12 horas
da manh.
do pnmeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
51.
BjsideDcia a na Hospicio n. 46.
Telonhone o. 3i5.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro %.' tem consultorio ra
do Booi Jess ir 9.1. andar. Residen
cia ra Real da Torre n. 29. telephone
n. 366
Escriptorio de Engenharia
Antonio Pereira Simes, engenheiro
Civil, em-OttETaUu p sua profisso na ra do Vigario Teno-
rio n 19, 1. andar, das 10 horas ao
meio dia, nos dias uteis.
PlIBLIfiOIS i PEDIDO
O a Commercio de l'eraambu-
co e a Alfautlega de Per-
nambuco.
HONTEM e hoje
Ao publico sansato, criterioso e justi-
ceiro para ver e admirar como se mudam
os tempoB tSo depressa.
Alfaudega de Pernambuco
Tendo na maior consideraco o impor-
tante aasumpto da fiscal'sago sob basas
as mais rigorosas, o Ilustre inspector da
Alfondega de Pernambuco baixou uma
portara estabelecendo entre outras medi-
das algumas sobre conferencias de mer-
eadorias.
Posta em execucilo a referida portar a
reconheceu o digno funecionario prati-
camente que as providencias restricti-
vas, na emergencia da extraordina-
rio movimento de mereadorias e exces-
so de trabalho da repartico a seu cargo,
deviam ser modificadas sem inconvenien-
te algum, deliberou harmonisar perfeita-
mente os interesses do fisco e as respei-
taveis e justas conveniencias do com-
mercio.
Neste sentido deliberou expedir hon-
tem a portara numero 524, alterando a
portara numero 515 de 30 de Novem-
bro ultimo, na parte em que s', refere ao
servico de verificado de conferencia de
meio dia en diante, facultando aos con-
ferentes fazel-o mais cedo.
Esta resoluco demonstra que o zeloso
Dr. Alexandre de Souza Pereira do Car-
mo, liga a maior importancia s legiti-
mas aspiracoes da esfo^ada corporaco
do commercio.
Julgamos muito louvavel o seu proce-
dimeoto, e fezemos-lhe assim inteira jut-
tica.
(Commercio de Pernambuco de 8 de
Dezerabro de 1893.)
Augmento de 30 0|0
O orcamen'o vigente consigna o au-
gmento de 30 Otq as contribuice3 que
j affectavam a importaco.
N>o sendo justo que gimelhante gr-
vame sabrecarregasse as mereadorias em
transito obrigado do porto desta capital
para a Iiha Grande em vapores que nao
poderam ter pratica chegando de proce-
dencia estrangeira at 31 de Dezembro
ultimo, o zeloso inspector da Alandaga
dirigi neste sentido telegramma ao Mi-
nistro da Fazenda a 23 do nvsmJ mez,
refarndo-lhe tambem as mereadorias exis-
tentes ainda por despachar.
O Sr. Ministro da Fazenda trnsmtt-
tio-lhe o telegramma que passamos a pu-
blicar :
Copia.Telegramma numero 160o
do Rio apresentado as 5,50 m. do dia 30
de Dazembro de 1S93. Inspector Alfan-
ASSOCAClO E ALFANDEGA
A benemrita Associac > Commercial
Beneficente de Ternambuco em ses
realisada a 4 deste mez praticou um acto
de justica que est de parfeito accordo
com as suas honrosas tradigoes.
Considerou de modo que lhe muito
digno o procedimento do illustif Dr.
Alexandre di Souza Pereira do Carmo,
eloso Inspector aa Alfandega em bene-
ficio de legitima aspirago do Commercio,
e em oficio externou o seu pensamento a
respeito com a sinceridade e circumspec-
cao que caracterisam os seus actos.
Passamo3 para as nossas columnas o
mencionado offi'.io que, realcindo o ser-
vico prestado pelo d;guo Inspector da
Alfandega, pOd em alto relevo o eriter.o
e justia da distinctissima Associaco.
Eid ogofficio:
A3sociaco Commercial B.'neficente de
Pernambuco, 4 de Janeiro da 18 )4. -
Illm. Sr.Tendo esta Associajao c^nha-
cimento dos esforcos empregados por
V. S perante o Exm. Sr. ministro da
Fazenda, para que fossem despachadas
livres do augmento de 3) 0[Q do novo
orcamento, as mereadorias existentes na
Alfandega e aa que estivessem em viagem,
saludas para o Brazil at 31 de Desem-
bro fiudo, o qne conseguio confirme se
verifica do telegramma do mesmo Minis-
tro, dedo mez fiudo, esta Associco,
em sua sesso de hoje, resolvau que se
agradecesse a V S. to assignalado ser-
vije prestado ao comaurcic, o que nest
momento cumprimos com a maior satis-
facfto.
Apresentamos a V. S. em nosso nome
e no da Associaco Commercial B juan-
ente, os protestos da mais subida estima
e con ideracao. Deus guarde a V. S.
Illm. Sr. coronel Dr. Alexandre de
Sjttsa Pereira do Carmo.M. D. In-
spector da Alfandega .
( Gommercio 6 de Janeiro de 1894).
ALFANDEGA
O illustre e zeloso Inspector da Alfan-
dega, coronel Dr. Pereira do Carmo ra-
solveu srbre assumpto importante de
modo assaz justo, de vendo ser conheci-
dos dos leitores e principalmente do com-
oorcio a dcoieio comprehendida noa oeua
actos de 9 a 11 deste mea relativamente
apprehenso de urna alvarenga conten-
do a8sucar o que se procedeu irregular-
mente s
Depois das diligencias legaes, relati-
vamente apprehensao da alvarenga
Cruz Capeta que t.azia a seu bordo 200
barricas de assucar pertencentes ao Sr.
Antonio de Castro Pinto, o digno Inspec-
tor convencendo-se de que a apprehensao
fora mal feita, uma vez que se tratava
de mercadoria devidamente despachada
tendo sido pagos os respectivos direitos
pelo seu dono o negociante Antonio de
Castro Pinto, e ainda mais que houve ex
cesso da parte dos guardas que effectua-
ram a apprehensao, Jos Aphrodisio de
Oliveira Lima e flanrique Manoel Ma
Iheiros de Mello, resolveu suspendel os e
considerar sem effeito a apprehensSo por
attentatoria contra o direito da parte
baixando alm disto portara Guarda-
moria para aue o pessoal subalterno do
servico aduaneiro se conduza no desem-
penho de suas funecoes L>or forma a evi-
tar os vexames para os legtimos interes-
ses di commercio a embiracos ao servico
respectivo,
Este procedimento revela a louvavel
solicitude do-aeloso funcionario pelo ser-
viso publico e a considerado que tribu
ta aos legtimos interesses do commerc o.
Prosiga o illustre Dr Pereira do Car-
mo a proceder deste modo, empregando
desvelado esforco para impedir qualquer
procedimento abusivo que prejudique a
iei, ou a distincta classe do commercio.
(Comtnercio de Pernambuco de 13 da
Marco da 1894).
RECEBIMESTO DE NOTAS
Est resolvida de modo satisfactorio
pelo illustre Dr. Alexandre de Souza Pe-
reira do Carmo, a questo dj racebimento
de notas dos Bancos emissores pela the-
zouraria da Alfandega.
A decisao consaltou os legtimos inte-
resses da fazenda e os do commercio, tor-
nando-se muito justa e louvavel.
O commercio nao pretenda que a Al
fand ga se constituisse agencia dos ban-
cos emissores para effectuar o troco da
suas notas, contra o que determinou o
edital da Caixa da Armotisaco e aquillo
que se impSa como razoavel.
Pretenda o que lhe era licito preten-
der o recebimento de notas da emissao
naneara em pagameuto, am idnticas
condicoes as cdulas do Thesouro Nacio-
nal. .
Foi disto que nos constituimos inter-
pretes do commercio, na imprensa, e,
em conferencias com o activo funccimu-
r o, que dirige a importante repartico
da Alfandega c.m muito lelo e soltci-
tude. .
Estudando o assumpto com criterio,
resolveu com acert, e a sua decisao sa
tisfaz perleitamente a aspiracio do com-
mercio, fazeado desapparecer os gravis-
sim js inconvenientes que j se manifesta-
vam na circulaco, e, especialmente, nos
estabeleci mantos bancarios.
Eis o acto digno de louvor e do" reco-
nhecimento da corporaco do commercio,
pratcado pelo illnstre Dr. Pereira d
Carmo.
Copia. Inspectora da Alfandega
de Pernambuco, em 1 de Junho de 1894.
N. 424O inspector, declara *ao Sr.
thesoureiro, por intermedio do Sr. chefe
da 2* seceo, que devera ser acecitas na*
mesmas coiidicas das do Gaverno aa
notas mit'.idas pelos Bancos que forent
apr jaentadas e 6o recebiveis em paga-
mento de direitos, visto nao haver ainda
agencias creadas pelos mesmos Bancos.
Outro sin, tendo dirigido hontem sobre
o assumpto telegramma ao Sr. Ministro
da Fazenda, no qual Iba dou conheci-
mento da alludida resolucio, aguarda
solucao definitiva. -Alexandre de Sous
Pereira do Canuo.%
Commercio de 5 de Junho de 1894.
COMMERCIO E ALFANDEGA
E' de capital interesse para o cromes
co o pereito conheciraento do Regula-
ment Estadoal sobre o expediente da fis-
calisa93o e embarque dos gneros que
tiverem de ser export dos.
Alm de se trrtar de dsposicoes anda
nao muito bem conhecids^, onvem aos
interesses do Estado e harmona que
deve existir entre o fisco e o commercio,
que dese;a o mximo respeito ao3 seus
direitos, mas 1 o pretende Lesar de modo
algum o Estado, dar amaiir publicidala
aos artigos que teem applicao aquella
importante assumpto.
Tambem urge fazer o exacto conhee'-
mento dessas prescripoes legaes para que
se aprecie com justica o procedimento
do zeloso e illustre _Dr. Alexandre de
Souza Pereira do Carmo, digno inspector
da Alfandega, que no desempenho dos
seus deveres" pie ser mal comprehendido,
quando elle incapaz de craar a minima
restriego vexatoria e Ilegal corporaco
do commercio, que tem sabido considerar
coin justica.
Iremos dando publicidade s diaposi-
coas idnticas, prestando assim um ser-
vijo ao commercio.
O regulamento Estado 1 de -1 de Julho
de 1379, expedido era execuco da auto-
nsao, concedida pela lei provincial a.
13,i4 de 6 de Marco do mesmo anno.
prescrave o seguinte cora relaco ao ex-
pediente da fiscalisaco e embarque dos
gneros naciouaes que forem exportados.
Seguera-se os artigos.
Commercio Julho 94.
O Imparcial.
Fabrica de Tceidos da Torre
Acaba de ser abandonada a reparticiio de te-
cela^ein desta importante fabrica, |ielo Sr. Pau-
lino da Hora, encarregado daquclle servigo;
a proposito dele aconteunnenlo reprodumos
o qu: abaixo ?! l, publicado ueslo Diario
com data de 30 de Julho de 189).
Os ubaixo assignados ex operarios da fa-
brica d To_re, nSo podem deixar de vir p^'a
unprensa registrar o acto de iojuslica de <\i
foram victimas, deixando de lazurem parte do
corpo operario daquella repartigo, onle eram.
lecelOea de longa dala.
Tem sido innmeras as victimas de tjl acta
de inju-tica, devido smente ao Sr. Paulino da
Hora, encarregado do servido da tecelagem.
que diz fazur o que quizer, por nao lile faltar,
o apoio da gerencia.
Esse Paulino da Hora, despeitado com a
maior parte dos operarios, porque os o[ erarii
conlmceui delle a inliUDililagao e procelm^ato
reprovado para assmnir o lugar que oceupa,
vai quotidianamenle preju licanlo a compaa
com :i ppnia doj spiu melliorfi^ operarios ; vea-
do ge sujeita a substituir estas fallas com mi-
llieresesse elemento fraco p.ra aqu^lle tra-
alho.
Sj fossemos apontar os factos vergonhoso
que esse Paulino da Hora ten pratcado denlrj
das oficinas da fabrica, deixariamos bem pro-
rada a razo que temos de sentir a perda dos
nossos lugares.
De neuliuin proveito nos ser o qua a vil
narramos, porque nao pertencemos mus a ra-
orica, mas ao menos reverter em benelhio i a
que della tizerem par", porque a zelosa di-
rectora saber fazer nianler a ordem as suas
oflinas.
Tendo o Sr. Paulino da Hora promjttido
desabafar-se pessoalmente comnosco se tenias-
sernos denuncial-o, responsabilisa:nos-lh3 pelo
que succeder-nos.
Ora, nao foram as intrigas que suppunba a
administracao daquella f brica que levaram o
Sr. Paulijo da Hora a commelter desmandos,
a verdade exhuoerntemente provada que o
3r. Paulino da Hora nao ledo habilitages
capacida le para to elevado cargo, abandonou,
fugio mesmo do traballio. deixando as macbi-
oasque lhe foram confiadas, abanJonada3 e
estrgalas como elle o d:sse.
O Sr. Paulino da Hora nao tendo mais
quem ferir, ferio a si proprio.
As victimas.
Ao Sr. delegado Palmares
T#ndo S. S. em seu arttgo de 8 do correte,
respostanlo a urna aecusago que lhe fez pila
falla otflcial, o meu primo e amigo An'ooio
Granja, desviado se comp't ament do ponto
principal da aecusago e linguagein propria doa
omens de bem, em casos taes, procurado ia-
juMar nao s a A. Granja, mas uma familia
nteia. venho lambem pela imprensa dizer-lhe
que, solidario com lodos os principios de fami-
lia, ser bom que S. S. repone se ao que disse
porque quem cora anulas pedrasbile, algu-
inalne d na cabica.
Entretanto, vivemos no silencio do trab la)
funesto, cjncorreo lo para o ncremeato deste
municipio [de que S. S. tem sido um sangue-
suga terrivel)! com o nosso contingente agr-
cula e, outro viso nao temos, qua nao, ganiiar
o pao com trabalho, mas, com trabalho hones-
to e, valdecims como disse S. S. fgiroos C-
lebndade humil ante, que se impoz S. S.
Usina Pirangy engenlio Willegaigaon, u
de Fevereiro de i89o.
Lycurgo Pencar.
O* !>.*. Francisco Teixeira
de S e Hanoel Manco Crrela
teem escriptorio de advogacia ra 15
Novembro (antiga do Imperador n. 19,
Io andaa.
Xaropa de Follet toma-sa na dose or-
dinaria de 1 a 3 colheres de sopa, em
um copo d'agua ou ento em uma chicara
da infus&o aromtica, tillia, laranjeira a
melhor em laica. Cada vidro que custa
3 francos representa muitas noites de
somno calmo. Acha-se este xarope em
todas aa p;:armacas, mas empenhamo-
dos para que o comprador repare
qua o rotulo de cada vidro, tenb,
gnatura do inventor.
Se queris combater com xito certo as
fe'ures, a anemia, a chlorose, as digeste
difficei ; etc., tomai antes ou depois de
cada comida um copinho do afamado vi-
nbo de Quina Laroche, (honrado com
uma recompensa di 16,600 francos, da
7 medalhas de ouro pelo gayarno
oez.) I
bam
a asii-


i
-
-i
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I
-f
^
-.-.

fran-
ti



-
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mam i
r j-----,#
r.;


f

Diario de Pernambnco Salihado 16 de Fevereiro de f 395

I

DE
:0NEIB, SALSA, CABDSA E 5U "SS
ZPDC3AS3
( Grande depurativo do sanguo ).
Jo pola Etma. junta de hygiono do liio de Jai
ro, premiado na exposicao do Chicago e prep
do por
JOAO DA SILVA SILVEIRA \
Pharmacontico diplomado, residente na cidade
de Pelotas, Estado do Rio Grande dtf Sul._________J
Approva-
Janoi-
jpara-
ircis
Nfto se julgue que estas
Juas palavras acham-se
reunidas lao s para ar-
mar ao effeto. Sendo
dis duas inimigas, pa-
recem entretanto a ca-
minharom juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempro promptas a dar
combate entro si, porque
asypliilis unidos ila-
gellos da humanidade:
s por si, ella abrango
dous'lorcosdas molestias
clnicas, rovestindo e
mascarando todas as 011-
tidades do quadro noso-
logico.
rondes uualquer manifestacao tuberculosa i Procurai a fundo della c
,. encontral-o na syphili-, so nao adquirido por vos, representando una
triste Legado de voss:s antopassados. Tcndes dures irradias as pernos,
nos bracos, no tronco, era todas as articuladles cnilim Nao precisaos de
lis nada pira fica'rdes convencidos do que leudes emvs o germen fatal da
is. Caho:n-te os cabellos, os polljs do rosto, a pollo so enruga, orna-so
Purfuracea, os unheiros manifestam-se em larga escala, e Rearis incerto
ve a origem desses males : aoreditai, porm, ainda a sypkilh a gorado-
ra do todas essas manifestacoes. Nos combates do amor, salletes fondo ;
nao percais tompo : anda a sypkilis a causadora do vosso mal prsenle e
Juturo. Nom mesmo a innocente enanca escapa a essa praga universal:
ella acaba de nascor : aprsenla maculas pelo corpo, que, asimples vistae
aos olhos profanos, parecom casos de nonada ; pois bom : ainda urna ma-
nifestacao precoco da lerrivel entidade mrbida; o a pobro enanca nao
Wtssa de urna hcrcdt-syphilica. Ksyphilis finalmente, o Protheu, que, sob
todas as formas o as mais extravagantes, so manifesta e tranforma, tra-
yendo a hnmanidade todo o seu cortejo de dores c incommodos. O que
cumpre, poisfazorV Evitar o mercurio o o arsnico, que s o ai condicoes
muito o'spcciaes podomaproveitar : e s lancar mao dos dopuralivos vege-
itaes associados ao iodo, nicos agentes quosabem alliar a grande elTicacia
de seus effeitos a innocuidado relativa de seu uso e emprego. No numoro
dos oreDarados emcuia confeccao ontram estes agentes, oceupa inquestio-
navelmente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SAXGUE.
Elixir de Noffueira, Salat, Caroba e
Companhia Promotor*
de Industrias cMelho-'n
ramalos.
Pergunta-se aos
|A laryngite e o Peitoral
Directores
dessa Coitapaialiia ((liando ten-
'iiiaiti pngar os juros das
300.000 obrigacOes ao porta-
dor, que emittiraiii oiu 1893.
'Ja prouiessa de pagamento
de ve se efleettmr em Janeirt,
e lullio de cada auno a partir
de 1894?
Outrosim, (piando pretenvlein
ftizcr os sorteios para resgatt
dos ttulos desse emprestisno
que, s:>gu:ido declaraeto feita
nos niesmos ttulos, devia v:-
mcear em JuuEio de 189-4 "?
Um titulo de iO oJirigaafles
iue pssui;n:is est irmado pe-
los Sra*. Lima Binarte e SlanueS
Uanileira e c datado do Bleciie
em 34 de Outultro de 4893.
Itespondain-nos, pois, esses
8rs., certos do fue, se iiito nos
rcsponderenisntisracicl'lanicn-
to, levaremos o asslimE'* aa
coiiuecimcuto dos Tri!unaes.
U.M.1 VICTH1A.
Recite, 29 de Jae'? 1
1895.
Palmares
Constado-me que o Sr Claudino da,
Lins procura vender o engenho de Cambar
lo de sua propriedade, naquelie ] 0 Sr# Dr Tel do G _
municipio, venho prevenir a quem^quer' sor0j medco da armadcertificou
ftte dee'je compml-o, ^-pertence. uma pessoa de sua familia que desde
mezes sonra de uma laryngite com ac-
cessos do tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
Guayaco io durado
iinoazmentejempregado as seguintes molestias: syphilissob todas assuas passados **"""'*'.J"JJ
as e manifestare!; escrophulas, fstulas, rhoumatismo, empigens, anda mais graves dei-lhe enta
Peitoral ce Cambar
9:00931)000
Do-se 2:oooSooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de uma tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumonia,
condices
lo o Pei-
Souza Soares, e
hrmhas boubes gonorrheas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos, torai ue ^amoara, ue
Ssmo^rVbrBncas, espinhos darthros. E cujas propiedades tem apenas com alguna frascos ficen radical-
Sido i preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre nos e
por prol'essores dos mais distinctos das nossasjfaculdades.
DEPSITOS:Companhia do Drogas do Guimares Braga & C.
PERNAMBUCO
Gabinete de cirurgia eral e
especial da bocea
Dr. Joao Rangelparticipa aos seus
cuentes que reabri o seu gabinete
jtta do Baro da Victoria n. 3 i.' an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptosj
rom assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
rontinuo e os outros servicos logo que
tciminads.
de Pernani-
Ifa com mere! l
bnc
cotacSks ornei*B9 M JUNTA B05 COBBBTSRKS
fraga do Reetfe, 15 ie Feerem de 1895.
Hao houve cotafiao.
O presidente
AntoDo Marques deAmorim.
O secretario
Maaoel Gonjaives da Silva Piolo.
amblo
Pracs d Recite
Os Bneos abriram cem a taxa de 9 5|8 sore
Londres a 0 dist reahsaodo pelo mel da al-
comas transares a 9 lt|l6. baixaodo ln, pois para 9 5/8 fecoando a 9 t|, em tomado-
Em papel particola- e bancario repa-sido flie-
;am se necocioa a 10 7,8 e 10 13.16, para Marc
prximo luoro.
totace de gneros
Para a agricultor
Aacucar
Usinas por 15 kilos.
UnaUlisadi por 15 kilos .
Iraac*, idea dem.
SomeDoa, liem, dem .
Hascavado. dem, idea?. .
Broto seceos dem ideaa
Bruto melado, idem, idem
Htame, idem, dem .
54609 a
5J0UO a
4*500 a
3*703 a
2*6u a
3*100 a
1*940 a
1*309 a
6*C09
5*5*0
5*300
3*800
2*800
um
2*100
1*700
Algodo
Foi cotado a 11*000 por 15 kllop, sera constar
-uiocio.
I*ol
Par pipa de itO litros 245* venda.
Agurdente
Por pipa de W) litros 145* venda.
ros
Seccoa salgados na base de H kilos 680 ris
renda.
Verdes a 480 ris, BOtiinal
Carnauba
Cota-se de 131 a J3*000 por 15 kilos.
Hel
Por 100*000 nomioal.
TABELLA DA9 ENTRADAS DE AS-
8UCAR E ALQODaO
Mez de Feverairo
Profcssora
f Dinamerita Contanca L'avalcante de
Albuquerque, habilitada no ensiao pri-
mario, se orTirece para ensnar meninas
em algum collegio, ou em casas de fami-
lia.
A tratar com a mesmi Sra. em 1
tasa na estrada de Joo deBsrros defron-
e do becco do Espinheiro.
-------------^------------
q Bacilar el Esiauislo CardozoS
LECCIONA EM CASAS PARTICULArE
Pode ser procurado
A ra do Visconde de Goyanna n. 43.
saceos com 33,740 kilos de
com 21760
para
jnuo & C, 4S0
assucar m^scavado.
U C. Medetros'&C, 320 saceos
mIuj de MMt MMItM*.
No vapur mglez Portagaez Prince
N w Y< k, carr^gon :
E. Kta, 6587 pelles de c iroeiro e o c02 pelle?
de cabra.
Barucas.....
Vapores.....
Aoimaes.....
Entrada de Perro Central.
dem de S. Francisco.
dem do Limoetro.
Somms.
Dias
1 a 15
1 a 15
1 a 15
1 a 15
a 14
1 13
Saceos
5C665
3070
10735
65108
36794
Saccas
600
1143
69*
342
4835
IMSU
;--;
6H
Giportaeo
ecire.14 de Pevereiro de!8B5
Para o exterior
= No>apor inglez Scholar, para Liverpoo',
tarreearam :
C. F. dscao, 1000 saceos com 75000 kilos de
assucar mascavado.
P. da Silva Bastos, 1000 saceos com 75000
tilos de assucar mascavao.
Ni vapor ioglez tHeolev, paraNevr-York,
carragaram :
A. Braga & C, 100 saceos com 7,500 kios
de assncar miscavado.
No patacbo americano Molnej*, para New-
Tork, carregaram :
Para o interior
Njlugar oornegense II-us, para Pelotas
carregaram :
M. S. Maia, 1C00 saceos com 73 OCO kilos de
assucar brinco.
H. Maia & C, 600 saceos com 45,000 kilos de
asacar ora ac.
No vapor alleaao RDina, para Pelotas,
carregaram :
Lima A Moreira, 1,200 sascos com 90,000 kilo*
de assncar branco
Pira Rio Graode do Sul, carregaram :
Loyo & Filbo, 300 sa:cos com 21.500 kilos de
assncar branco.
S. de Figaeiredo & C, 10.003 cocos 1 acta.
P. Pinto & li, 3 pipas com 2,700 Uros de
alcool.
Para Poro Alegre, carregaram :
Loyo F iqo, 700 saceos com 32,500 kilos de
assncar branco.
J. Baltar & &, zOO saceos con 15C00 kibs da
asso:ar braoco.
No vapor nacional Santelmo*, para Porto
Ale;re, carregaram :
P. Carneiro de ('., 10 sac:as com 750 kilos de
algodao.
Pan Rio de Janeiro, carr garam :
P. da Silva Bastos, 100J saceos com 60,000
kilos de assncar braoco.
B. M. Vieira, 4000 cocos trocla.
Nj vapor nacional Olinda, para:Rode
Jaoel'O. carregoo :
'^ompaobia de Estiva, 10 pipas e 750 barris
com 70.0C0 litros de agurdente.
S. Gatmares & C, 372 saccas com 30,14*
kilos de algodSo.
J. L. ^a ros, 23000 cocas fructa.
Para Santos, carregaram :
P.himao & C. 100) saceos com 60,0q0 kilo'
de aassocar mascavado.
C. de Estiva, 500 saceos com farioha de man-
dioca.
Goimaries & Va kilos de milbe.
No vapor racional Capibaribe
Siotos. carregaram .
S. Gamaraesdi C, 30 pipas com 10,900 litros
de agnaidente, 800 saceos cem 48 000 kilos de
assncar branco e 600 dtios com 30,000 ditos de
dlio mascavado.
M- C. Bandeira de Mello, SCO saceos com
12,000 kilos de assocar branco.
No var.o; inglez /. Prince, para Santos,
carregaram :
N. Maia & C, 70u saceos com 18 f 03 kilos de
assncar braoco e 3(<0 ditos com 18.0'. 0 ditoa de
dito mascavado.
E. C. Beltrao & IrmSo, 600 saceos com 36000
k los de assocar branco e SCO ditos com 30 000
aitos de dito mascavado.
C. F. Cascao, 150 barris com 12,750 litros de
agoardeote. 320 sanees com 13,200 kilos de
assocar branco e 280 ditos com 16,800 ditos de
masca vade.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
S. Goimaries &C. 70 pipas com 14,(00 liiros
de agoardeote.
Campannia de Estiva, 300 saccas con 22,054
Kilos de algcdo.
R. Brc b-rs, 10 0 saceos com 60,000 kilos de
assocar braoco e 1C03 ditos com 60,003 ditos de
dito mascavado.
J. A. de Barros, 800 saceos com 48,000 kiloe
de assocar branco.
N. Cabo & C, 400 saccas com 35,275 kilos
de algo'ao.
No vapor nacional Pernambnco*, vara fi'o
de Janeiro, carregaram :
M- F. Lell, 262 saceos com 43,720 kilos de
assocar branco e 485 ditos com 29,100 ditoa de
dito mascaado.
Loyj & Mjreira, 2000 saceos com 120,000kilos
de assncar branco.
A. Costa & Pioza, 1030 saceos com 60,000
kilos de asiocar branco.
mente curada. /. J. do Nascimcnlo
[S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Chirrieos
Va'erjc*, 16 da Ma:o de 1886.
Illma Sra. Scotte Bwn.
Teobj empregado c.m vantagem a
Emuisflo Soott em diversos caos de ra-
chitismo e varios eatudos morbidjs cuj
fundo assenta n'ima depauperacBo geral
do orgiriam.
M. M. do Peina Birt.
INSTITUTO PHH-,0M 4TIG0
RA DA GLORIA N. 33
Dirigido pelo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas deste collegio estarao abertas do
ii 7 do corrente em diante.
M. da Casta Mjreira. 70j ae^os com 40 001
kilus de ssucar irano e 157 ditos com 9,420
uitos de dito mascavado.____
t' Yiuona, can toaron'
S. Gulmaraes & C, 50 barris com 430 litros
de aeaardeote.
Para Babia, carregaram :
Amorim & Cardos), 455 volomes com 3,610
kilos de aesacar branco.
Para R o de Janeiro, carregaram :
J. Matambo, 50 kilos de ranea medicioaeJ
N j bngne dlnamarqoeza *Medor>, para o
Para, carregaram : .., ,
P. Alves C 600 barricas com 32.oi6 k los
de ds-ocir branco.
Na barcaoa Yijj, para Mcj, carrega-
' F.'lrmjs & C, 60 caixas cem 12C0 kilos de
saba^.
No l*ar argentino AlDerto Canba, para
Rio Grande do Sol. carregaram :
Amorim irmaus de alcool e 10 ditas com 5,198 ditos de agar
dente.
P. Picto & C, 10 pipas com 4.700 litros de
agurdente.
J. P. M. Carvaiho, 2030 cocos fructa.
me parte dos terrenos da plantaco do
mencionado engenho, pois tenho-os ar-
rendados ; e qu3 o mesmo Sr. Claudino
me devedor de cerca de cinco cantos
de ris (5:000.50 0) de uma letra do seu
aceite de 31 de Maio de 1890 a 6 mezes de
prazo, para pagamento da qnal aclia-?e
sujeito o dito engenho, como consta dos
autos do inrentario a que se proceder
pelo fallecim:nto de sua rrimeira mu-
lher (cartorio do escrivo Urs no de Bar-
roe), e ainda rae devedor das reas da-
(|uplles terrenos desde 31 de Maio de
1800 at agora.
Peb que oppOrtunamente, to:narei eff-
ctivo o meu direito.
llecife, 12 de Fevereiro de 1895.
Pedro Affonso Fcrrcira.
-------------o--------------
Anacahuit'i Peitoral.
As ?ur.is produzidas pola composicSc
1! 1 Anacdhuila peitoral, sao real*
mele milagrosa .
Don demento Silva, que resuelta
jua do Estado, Saaliago do Chile, escre-
\o aos Dossoa agentes em dita cidade,
i:ue liavendo soiTrido a
O AGENTE Companhia de Droga
Producios Chimicos.
O Cognac Bruzihdi'O
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2JSOO a garrafa.
Formula de Argelino Joo
dos Santos Andi-ade
Approvad. pe!.i Inapeotnra Oeral de Ky*
giene Pnhoa do Rio a Janeiro cin 20
de Julho do 1887.
10 pino, c um aumon- 1
:om as essencias ep\ -
o acompanham, um -
1
rozmente de as-
uma, peb espac de mais do selle aanos
sera que medico algara jamis Ihe otives-
se pruporcionado o menor all vio ; decidi
e finalmente cm tomar da composigao
de Anacabuila Peitoral, o depois do ha-
ver apenas loiad* dous frascos, desco-
brio com sorpresa, que a grande onpres-
sfio do pcilo havia quasi comptemeatc
desaparecido. o euanto fui cui.li-
nuando a fazer uso delb e no fim de tres
mezes se acliou completamonle curado,
com grande assombro e salisfacao de lo-
dos os seus prenlos e amigos, os quaes j
liaviam perdido as esperanzas de jamis
vel-o bora. Disse latabea qua desde
eutao esta parle o lera reccmmeudado
um grande numero de seus conhecidos
que soUYiam de rjiffereoles affeccoes pul-
monares lao [raqueles as costas do mal
Pacifico, na America do Sul, e que seus
bons resaltados tem sido universacs.
Como garanta contra as falsicacoes,
observe-se bem que os nomes'de Lan,'
man f Kemp venham estampados era
letras transparentes no papeleo livrinlio
que serve de envoltorio a cada garrafa,
Acha se de venda em todas as boticas e
drogaras.
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que enancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR.fi, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma lanoet Joaquim VLo
ueira r C, do Rio de Janeiro.]
para
1 cargas com milbo verde a 300 rs. 43b
i carga com cebohnbo a 300 rs. *'<>
3 cargas com melaocia a 300 rs. 900
3 --.drua com bananas a 300 rs. *300
8 cargas com divergs a 300 rs, 2*400
1 carga com batatas a 300 rs. 4300
1 cargas com loogas a 30.1 rs. 3.0
5 cargas mu macacbeiras a 300 rs. 14500
16 cargas com genmune a 300 is. 480
8 \irg,i* com Uranias a 300 rs. 2JkO0
2o cargas com feriaba a 300 re. 541(0
10 cargas com milrio secco a 200 rs. 2400"
5 cargas com fejSo a 200 rs. UOi'O
70 logaros a 200 rs. 1410(0
8 Sainos a 200 rg. 146(0
12 corap. com oioeiros a 14000 1240-0
9 comp. com scia< i'os '00 rs. 64300
U comp. com fressara. -i> '8. 64600
3* comp. com comidas a 70o rs. 234800
69 comp. com blendas a 600 rs. 414i"0
49 comp. cora verduras a 300 rs. 144700
86 comp. com farioba a 4no rs. 34*10 )
50 comp. r.um taliios a 24000 1004000
Kendimeato dos dl Rendli
Hez .t
Renda geral
j dia 1 a 14
idem de 15
lentos publleos
Fevereiro de 1895
Alfandega
719.8014'73
60:9854859
730:787*231
Renda do Estado :
Do da 1 a U 168:7634270
llera de 15 18 2174981
Somma total
957:7684487
2 secc&o da Alfandega de Pernamboco, (5
de Fevereiro de 1855
O ebefe da secgo
L. F. Codecera.
O tbeaonrelro
L. M. Rodrigues Valenja.
D) dia 1 a 14
dem de 15
RECEBED0RIA DO ESTADO
44:91049*0
9424540
Somma total
RE^IFE DRAINA6E
D) dia 1 a 14
IJem de 15
Sjmma total
Hovlmento do porto
Navio entrado no da 15
Ciar e's\8 dias vapor nacional Baberibe*,
de 392 toneladas, commicdinta Fabio Bino,
equipagem 30, carga varios gneros, la Com-
raibla Pernambacana.
Navios sabidos no mesmo dia
Rio de Janeiro e escvapor nacional Pernam-
bocj*, commandante Francisco de Oliveira
Hicedo. carga varios genero*.
EsUdos U lid ospatacho ingles Motley, capi-
lar 0. Hirper, carga asto^ar.
Mercado Honlelpal de .iou
O movimento deste mercado no dia 14 de Fe
vereiro foi o seguinte:
Entrsram :
44 bois pesando 6.816 kilos
53) kilos de peixe a 20 rs. 1047 0
6 compart. com mariscosa 100 rs. 4600
4 ditos cora camarOe ? 100 rs. 4400
27 1/2 columnas a 600 ra. 164500
8 carga com gallinbas a 500 rs. 44000
4 casanaes com gallinbas a 300 rs. 14200
Precos do da:
Carne verde de 2)0 a 14 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 dem
Ca-oeiro de 14000 a 14200 idem.
Fancha de 700 a 14200 rs. a cnia.
Milbo de 600 a 700 rs. a coia.
Feiiao ie 14500 a 24000 a cnia.
navios esperado*
D Rio de Janeiro
Lagar poriiuez Unao.
De Pelotas
Logar cornegnenae Bicwold.
Paiacbo belga Emil'p.
De Montevideo
Patacho bol an Logar ingles Cyaarc.
186:9814251 De Cardiff
Barca inglesa Coldoon.
Barca noraega V. da Gima.
De Londres
Barca noruega Kronos.
Barca noruegutnae Gyda.
Oe Terra Nova
Lugar iaelez Sombean.
Lugar inglez Iuogene.
Lagar inglez Tyre.
De Ramburgo
Patacho noroeguense Edward.
Baici allema Emrjaa Baicl.
De Liverpool
Lugar ingles Fanny.
Barca noraega Eleneyer.
Barca noraega Saturo.
Vapores a entrar
Mez de Fevereiro
Beberibe, do norle, boje.
Alteas*, de Baitlmsre, boje.
Portagnese Prince, do sul, boje.
Uia, do eul, boje.
Rosario*, to sol, a 15-
Esplrito Santo, do sol, a 16.
Castore de TriesTe, 16.
Raqui, do sul, a 17.
Vills de Roea-o, da Europa, a 17.
ThameB, do sol, a 18.
ordoan, da Europa, a 10.
Hervelio, do sol, a 20.
Magdalena, da Europa, a 20.
Alagoac, do nor'e, a 24.
v'ega, do eul, a 25.
Niord, do eul, a 25.
Tapores a sabir
Mez de Fevereiro
Lisboa, Vega, 15, as 2 boras.
Grae'a e esc, Rosario, 15, s 2 boras.
Sanios e esc, Ai ns, 15, 4 boras.
Rio de Janeiro e esc., 3,-liva, 15, s 4 boras.
Sanaos e esc, Espirito Santo, 17, s 4 boras.
Santos e esc., Castore, 18, is 4 horas.
Europa, Tames, 18 as 12 horas.
rio e esc,Vile de Rosario, 19, s 4 horas.
Sol, \faglalen2, 20, s 2 horas,
riew York, Harveliof, 20, s 3 boras.
Boenoa Ayres e eic. Cordoan 21, s 3 boras.
Rio eesc., Alsg-a:*, 24, s 4 boras.
Ust depurativo de grande eficacia ;;us nro-
s TTPhiiti Baflin,
....
(carado 1 pesroaa ac-
: corau8it;cDa da lerrivel molestia berlfc
O vordadeiro cognac estrangeiro cus-; B' cia-
..r.!,rr.1;;,*,,!
U alcool, quando pino, um amen- q
to, mas ingerido com
reumticas que
veneno. ,
lorniclnor que seja, o cognac es-
trangeiro conten essas essencias nefas- '
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro i
est privado d'ellas por um processo '
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas c pessoas de-
licadas.
A Imprensa j des a sua apprevacSo
c a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
l, "~~<~ Garrafa
fflh^y Duzia
2^500
2 5 $000
Na fabrica a dinheiro por e;te prefo
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
Pedidos de 10 duzias mais 5 o o de
descont.
I
s a
L^sonti a v^nda 1 ca
A'r- : .37 ee cedas
unerexplicc;.' q for precii desta
preparado.
Sa!*Co c as q faiftSi'ia.'f.cC*-
ir* \K
.VXOCiO
e
c
usar
03 s '.''' qaatro cofheres da
opa pe manb aira i uoite.
As criaocas de ; a 4 annos tomarao nmi eo
,a manhS e nutra a noile o a-, -io o a
aun a tomatao dnas eolberea cela manb ueas
jLile.
45:8534580
11:0324570
1:7134615
l:7M8J
Klixir Anti-Febril Uardoso
SEGUNDO A FOIVIULA
de
Vanoel Cardos?* JSaor
aiprovaco ero 51 te 4-argo He 1890 pnla ioace-
c'oria geral c!a nigua jinta te hygvne do Rio
de Janeiro.
Este Edxir de corarosicao toda vegetal e pre-
parado aagnodo a3 regras pharrasceutieas.acon-
e'.hadas pelos astorja molernos e de recjnbe
i-ia capacidade acteat:&3a laato no pa:i como
30 e3*racf:e:ro.
Este Elixir o producto no s do grande es
todo das aceces pnysiologicas das sabstanciae
co ^0 tambara patiologicas.corao tambera o re
saltaoo das irameesas apulicacSrs nos diversof
casos de febrea tie fuQrto palustre.
A applicaso deste Elixir na grande epdern a
Je bexigas de 1890 a 1891 mai9 uma te de
monstroo a saa efncacia ; pois no principio dos
1 imeiros symptomaa a bexiga aborta, e m ca
'os mais adiantados a bexiga pasea a ser cma
loeoca febril vulgar apresentando pequeas to
iietac6c8 que com a eoutinnaco do Elixir de-
^a.'parecem sem todava apresontar receioa de
erlgo.
Oe muitts a'testados publicados no Diarlode
Pernam&uco eGateta da Tarde provam o q'e
(liemos.
Nos casos de febre amarella o effeito e adm:-
-arel,apresentando penom-uos to maravilbo
ioi> qoe nesta cid3de to R*cifo e no da Rio de
iajeiro pouco recelo canea a febre amarella,
msamo bstaodo o ncente com vomito p:etos-
8au*:nlneouestes al irnos periodos euiSo oe,
cesirio a apnlicafo em alia dose, desprezaoao
jo se annexa
Este Elixir j condecido do punlico e de uai
grande numero de d gnos mdicos apreseniado
jara comDaier es difteren'.es incommodos todos
elles de carcter febril.
Por rouito tempo tivemos occssio de axer a
applicacao ^as leb:?s erysip'llosai e com lao
bom resultado que BflfcCM admirados de to al-
tos eSeitos.
Pela pratica ebegamos a conbecer que nos
ataques de feore erysipeliOoL c*\ erysipella como
vol^ameate se diz e neu.'ssano j uso de 10 dlat
10 Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mens-
troacSo. gravidex e oos casos de parto com fe
bre de um resoltado -e. i- ce to e seguro e
a 6ua co.nposicao ia< s pies que nio c(Tjrece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em do; es
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dlgnissimos medico? aue desaja
em faier U30 deste Elixir em sua cunica nao ee
303420) snjeitarem nossa prescripcSo, mas sim fazer a
3.9514300 applicacao em barmooia com os casos que dese-
jarem cmbater, certos de que o medlcamei 10 (
4.23*45(0 a composigao innocente para o organismo pi r
mus frgil qne seia.
Modo de nsnr
A'8 criancas at um aono 10 gotas de 2 em 1
boras em uma colher das de sopa ebeia d agua
fra.
Oe urs anno a tres IS goitas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Estas loses devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Deposito*
Compannia de Drogas e Productos Cbimicoi
Recife, ra do Marques de OIinda,n. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosarlo n
35 "
Pharmacia Orienta!, rna Estreila do Resarli
0. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira. ra do BarSo di
/ictoria n. 14.
Pharmacia Marlins, ra Duques de Gaxias n.
80.
Pharmacia Ribeiro praca Maciel Pinheiro 22
P&'armacia Victoriense de Luiz Ignacio de An-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qnalqner informacSo ser enco
autor na ra do Rosario Estrella n. 17.
Os no3boa frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante-febn:
3 no outroManrel Gardoso-Pertarabnco, e to
los oc prospectos gao sai.nados por teimdio
Cardoio Jnior, sendo falso os que no for ae-
eigmdos.
Cura de tosse asth matica |f
com o Peitora 1 de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
fria de uma incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Veiloral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
IWLmWA
A bronchita que sobrevera a Influenza,
os corysas (difluxosj acompauhadas de
reacio febril, broncha-pneumonia, cathar-
ro pulmonar com febre elevada, tubrcu-
los em segundo periodo com catharrhos
sanguinolentos, as/una, larangitc, moles-
tias da garganta, insomnios e tosses sufo-
cantes cedem \:amediatamente ao uso do
Xarop b de Lobelia Inflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de lto valor therapeutico,*ap-
!provada pela illustn inspectora de Hy-
giene do Estado, com o parecer do insig-
ne clinico r. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo Xa-
rope do Lobelia Inflata, no tratamento da
Influenza podem sar attestados por cente-
nas de pessoas da maior excepgao, resi-
dentes n'e3ta cidade.
DepositoPhartiiacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBOCO
Telepbone n. 398Endereco telegra
phicoAevedo.
I VuiiiicsrT. i ;tt s*
I Ricamente guarnecidos, tem o
A11 Paradis des llames
* aa~o il' L -s Z '-J-/ ti*r \J 9-kJ 0 ^L/ *
-*-
i;"..:,:::::;::::;:: i::::::::::
Esplendido sortimento, tem o
Au Paradas des Dame*
%*- I^Jtr-, % VV^ i-
Peitoral de Cambar
OpiuitEo do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares,
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affeccoes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante'suave e efficaz; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Autonio da Cruz Cordeiro. (Parahyba
do Norte.)
ELIXIR M. MORATO
... Depois de mnitaa bxperencas e
aturado estndo sobre o aau grande reme-
dio o Elixir M. Mora'o, cujo tenho minia-
tialo nos hospitiea' e em m ::-h clnica
particular, reaolvi, de accordo com os
meus illaat es collegas, o Dr. Medeiror,
Dr. Lfevie, e Dr. S Mondes, appl
a A o pela seguate formp, sendo casos de
ayphilia hvaterada, rheamatiamo chrocioo
e boubis.
Tenho tido o melhor sasceaso com o
Elixir M. Slorato, e algacs dos mena col-
egas chamam-lhe 00m rasSi da salva
vidas. Osea remedio nm prodigioso
nico como unti typhilitico e antirbeuma-
tico.
Dr. J. Pitta Beierra de Barnay.
Rio de Janeiro.
Agentea:
Companhia de Droat.
Ra Marques de Olinda 24.
<

-J


*W
V .



Diario d Pernambuco Sahlmdo
de Fevereiro de 199o
KDIIAES
Directora Geral das Obras
Da o-dem do
Publicas
Sr. ministro da Iidoslrla, V-
te f* pub'i o que, i e c-
airtMdVpela ">P S* l-Rislauva
concebida coa eeiUin s ierro :
p. ., .. i do a
RictwfJ v i '' coas anana mal* vaoiageaa
i tete', o '' B ;;!!";! un
e i.s capit ri ''-aa ciJr.lea do Para e
CUaflj,
ccn'rac'.ar co
a
cubo .so fl.
e lo dianta es clauauias segum-
na
n a
I
O oentractan'e cu a apresa qwaeO'ganie
; (LbGtcaca U
i i: il i l eo're aa ra
Par Ansien8, cota rao
cC-'S para L'. h MJI*lro, ScB'a Ca
Bri San C es, M.c-r Al
a .: b, S OS ca do Es lo
tj ra, co Aa
II
o r r
los <008 E-t."
12 ze.\ a pa-Ui da
. i
III
da linfa ifl "
: irala a cUu ola I, o ptan mxime, o
. 5 d tonta i, i 8 18

IV
n '.-.-- >v\ ; l :i 'o
rio pelo pazo i 3 I ifl !.
d'.da aa
.. o estbele imenlo desolraj I
rapuzas so -floviwa u ona eomprrb
. i i ; capa i c'o- doas Bit.dos.
F.ci resal lo d- e'tabelw r na uies-m zona a< nanas ler-
resi-es que jalgarena conve ileole. Beaodo ai i'
da pos pifiicol res o cUreit>t d traoamilU s u-
i ... a ep-ii ta ru- Pelertrenf.
Psito, o qnai revertir pa'S oThesoro si, m Dita franceza
nr.aj de 10 dibs, a conu r ia -toib tena ])ta ingleza
oalo eoverno, nao trver si.o assignado a res-.-pv-. fj *
pe-tro termo ni Secretaria do< Negocias d> i ir.11*.,.*
Ijoostria, Viacao e O <-a Pnbll:a?. Hita ita'-*a
XXVII PhilosopL ,
O ont'arUnle dJ.>d*iu-, antes da aci2.n i- Gnnoran'i
COZOOO, -m?lgap,*n -,
(Historiado lirEzil
Historia Universal
roa dj ccn:ra:U, a somra oe 50
incedu co*rent co em ap.lr.ei :a ilvi 4a na
i, como ga-aoti* da excrelo do co Taco.
xxviu
O deposito pra iioca da asslgna'ara d
e3traoo ab>nT o d'p-si o auerior, e*e
t di depoi di fonc iouanno >egua-
!e 'o o ca cabo*, qu-r o principal, qtr 03
do i -so; iea,
XXiX
P.r. p gaOTieoto a.-s u-siesH de 8-r.t-a-
;ij o contrae! n. c m a qi-ot' fi-
noa. df4:00000' n -f."i iuThucO ftr-
d-r.i', por estrs af'ianl.iop.
E-:.j-j ao Uiatrl i T .graph'cj ci Per-
ua>obu o.
H cife 3 i P"eh-i d,> 8^5
Aiinibul de Azambvja Villa Nova
g abdiro ene e.
Edital
C l'O
VI
Fi da o rrito do prtvi fgio (SOanPca), rev--
Kr Oaiao iodo o naatartal, edica(Qa. ierre"
ros, i te, emp'eidos n> fervico curo ceta o
de <;esac.63s d-s attrlbat{6ef para a explOiaao
cue fertra ceditios pelo contracto.
Vil
O crntracun'.e en rorcpin'-.ia qu organ: ;
Compromette-se a dir p-eferen-ia oa ir^osmi-sa i
dos di grT.raas o3i i es e da impreos*, loi'-p
C3 quae terao iba ineoto de 50 % toa rea
to tarifa ordena Hootaaa.
11 VIH
A tarifa o'gamsada, tomaoaofe prr ba=e a
diota-cia koiiPtrica, fera submeitida ann^o
va;o do G^verno Felera!, sendo velada q tai
quei mo;iti;rao seco wa acquie3cencia.
O confactao'e on empresa qoe o-gam-a- li
cara sjjero, raa o t'f-t;c dos teUgraama io
teriorea oo exteiorej. srs mesmos preceitot
Q' e reg?ea o aervigo execotado pela Repartigao
d s Ttle<>rapbo.
Em qoMjoer lempo drpois de doos anns (*e
or.criooa rento codera o goveroo eocampar a
mpresa, pagando apenas a aipor aocu por e!l.
despendida com acqoi^cao do maten*1, 8am
nenbnma cinsideraso sobre es lucros qoe ella
titer oa ociasiio.
XI
O conlraclan'.e se oongar a aproveitar no
te^vicD a que se prop?, pessoal nacional, p"'i
menos na porcentagem de 50 ,0 e eom venr-
rxentos pagos oa mejosa rxoeca que os empre
gados e.-tr.ngelroj.
XII :
Eotre os esmoromissos a tomar pelo contra
ctante fica incluida a cbrigcao de entiega as
litibas brazMeiras em Pinh'iro oo Belm de to
dos os telegrammas proveoien'es das estac5>"'
de que trata a clausula I e das que mais tirdf
forem inauguradas na zona privilegiara, desde
qqenSo iraiam exprepso indicacao de va.
XIII
Para coadjovar a execacao deese eervico, Hca
o govp- n > obrigado a urna eobveocSo annoal de
17.125 ubras estviinas dorante oa pnmeiroa 20
annos daconcessao-
XIV
Dado o caso de ioterropc. secsfjes por mala de dous meies, salvo o cato
de loga maior devdameote ostQcada, teri o
governo a (cudale de, mellante not tica;a
pr;ia, dedoxir da aubveBQSo a qoota correa
poodenie a sec^So inierrorxpida, proporcional
mente sna extentao, at ao reatabeleclmento
das ccmmuoicrc5es.
XV
A subveccao anneal de 17.115 libran ser
paga por trimestres vencidos, menante atiesta-
do do ergecheirc-cbe'e do districio do Par
eobre integral cu parcial fonecionaoento das
liobas e entrara no balando de liqoidacao de
colas er.t'e adminlstracao da empresa e a
ReparticSo dos Telegrail.o?.
XVI
Gozar o contrastante, oo eupreza que orga-
nizar de lferr,aj de direitos de al(iode;a, e te
qoaesquer outros proeiientes da exploracSo,
psra t do j rxa'eril, inclusive navios deBtioa-
drs a aseentamento e reoa'os dos cabos.
XVII
O contractanle poder eftabelecerliohaeaerra
co oblerraneas que liguem ios cabos s eata-
fCss lelegrapbicas.
XVIII
do conlractaole seri ootorgados todoa ot
demais favores concebios i companbias on
ea 'rezas aim Urea n1 B-azil.
XIX
Djran'e o prazo do privilegio poier o coo
lr.c.an:e entrar em acoo-dj cot oa governos
esladoaea a re-pTo do estibeleclinento de no-
vas raxitic-ci-8 dos seos cabes.
XX
O governo se comprometa a empenbar ee-
foreps junto aos governo3 estadoaes pa-a f-
ao ccniractante ce??ao dos terrenos devolotos
e de?apropri8Qo de outros durait? o prazo do
privilegio, para o estabelee rxenio das eala(0e8,
amarraco e casas de cabo, observada qoaoto
a desaproprcaoa legisUcocs'adoal em vigor.
XXI _____
r~D'Otro do praio de seis mezes. a costar da
inaugur-scj de todo o servico contracUdo, aera
entregue ao eoveroj oxia planta demoostral'
va da Ij-iji doa cabos, acomaamato de to
das as iodiC25es qae fo'em colbtdas sobre o
rgimen das aguas do Axazanas e seos tribu-
tari)?.
XXII
As Inierrop.Oes aos cabo3 ou quaeaioer oo-
traa modifica'.o s as tonJi(Oes do sen (ooc
cioDamento normal de?em ser communi'ada?,
deniro m 24 bor.p, ao rngerjbeiro chefe n
districto do Para que devera imn.eilatamcoU
trazer ;o coDbacimeiU a D.reciona GaraJ do
TclegraphDg.
XXIII
Quaefquer sobverjcOes oo favores concedidos
peloa governos d03 Gafados do Para e Amaso
as, em relacao aos sarvlcos contrac'ados, eej
i err.preza, efjs ao pptsoal nella empregade,
tomaro edectivos sem prcjaixi da aobveoc
contractual e de cilroi favores em firtude de
acto do governo federal.
XXIV
O contractanle te cbngir a ler na CaDit?)
Federal cu na do E-iado do Para, ana eso
Iba, em representante com plenos poderes par
traiar e resolver todas as questOes de orden
adrxini-t'Etiva e as relativas ao cumprimem.
das ocrigacoes do contracto.
XXV
Quaeeqoer duvidas suscitadas eobre a in'e'
ligencia das claueulas do contracto aerao jul
gada e decididas, qoando a nSo puderem ce
peloa tramites administrativos, peles (rlounae
do Baiil, de accordo com a ana legislaco
Eegondo t qual serio anda reeolvidae as que?
toes entre o contrectan'e on empresa e um par
ticolar qualqner domiciliado no paiz
XXVI
O proponeefe depositar no Tbexcaro Fed*-
ral a importancia de 5:000/(00 para garantir i
aarignatnra do contracto, fszeodo acompanba
a ana proposta do cochecimento domeamod^-
Servlc lo vuccTnaeMa
vai'ciico
Por cstt. secretaria se faz publico que
0 .-crvico de vaccinaco c revaccina-
fo contina a ser feito pelos commis-
sarios do hygene nos respectivos dis-
tiictos e as horas e lugares abaixo
declarados :
Pelo Dr. commissario do i distri-
cto na ra Larga do Rosario n. 34 (en-
trada pelo 11. 36,) as quarta-feiras de
1 s 3 horas da tardo.
Pelo Dr commissario do 2 distrio
to na rita Dircita de Afogados n. 10,
as quinta-feiras, das S horas s IO da
manh.
Pelo Dr commissario do 3.- distric
to, em Olinda, na Prefeitura, as se-
gunda-feiras, das 10 s 12 da manh;
em Magdalena, na escola publica da
praca Joao Alfredo, as quinta-feiras,
das 10 s 12 da manh, e nos demais
das em sua residencia ra do Vis-
conde de Goyanna n. 173. das 7 s 8
horas da manh.
Pelo Dr. commissario do 4." distric-
o, na ra do Visconde de Goyanna n.
187 (junto a estaco do Manguinho)
as quinta-feiras, de 1 as 3 dn tarde.
Pelo Dr. commissario do 5.- distric
tor em Caxang, as quinta-feiras,
das 8 s 10 da manh, em casa do pro-
fessor Macedo, e na Varzea em casa do
Dr. Souza, n. 22,falternadamen1e.
Secretaria da Inspectora Geral de
Hygiene do Fstado Pernambuco, em
26 de Janeiro de 1895.
Apollinario A. Metra Hcn rictus.
Secretario
Arithnoetica
^Algebra
eometna
Trigonometra
Histori Natural
Physica e Chimica
Escripturaso Mercantil
Desenlio
Msica
Instrucco elementar.
N'enhum estudanta poder matricular-
se sem que previamente exiba attestados
da moraiidade e conducta es olar, firma-
da por proff-ssores, cujas aulas frequen-
taram, e pagaro 6S00 de taxa durante
o anno lectivo peb estudo de um s(S pre-
paratorio, 9J0OO pelo de dous e 12S000
d'alii por diante ; os alumnos d'aula pri-
maria naia pagaro.
Continuara validos, para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
exames faitos no e-. tabalee i ment, nos
termos do decreto n 1,330 de 21 de
Feveroiro de 1891 e aviso circular du
Ministerio da Justica e Negocios Interio-
res de 23 Je Fevcreiro do 1893.
Secrot ria do Gymnasio Pernambucano
6 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertuliano Femandes Qnintella.
Arrematactto lo oavallo
De ordeno, do Illra. S?. Dr. inspector
fago publico que no dia 20 do crtente
pelas 11 horas do dia ser vendido em
hasta publica em frente a esta reparti-
co, o cavallo sob o n. 47 e pertencente
ao contingente do 9o regiment de caval-
laria Fedaral.
3.* Seccao da Alfandega de Fernam-
buco, em 15 de Fevereiro de 1895.
O chef?,
Clio Vial'crino Per c ir a.
EDITAL
Copia.O Dr. Manoel Florentino da Al-
buquerquo Montenegro, juiz de direito
e de orphaos do municipio de A^ua
Preta, em virtude da lei. etc.
Faco sab^r aos qua o presente edital
de vinte dias de prazo e urna praca vi-
rem, que por este jaizo, findo que seja
o d to prazo, tem de ser arrendado a quem
mais der e maior lance orTerecer no dia
16 de Fevereiro prximo futuro, na casa
do Conce'ho Municipal desta villa era
audiencia especial, as 12 horas da manha,
o arrendamento triennal do engenho Ca-
morizinho, s to neste municipio, sevindo
de base o offerecimento de 4:0005 an-
nualrnente, pelo consenhor bacharel Fran-
cisco Cornelio da Fonseca Lima, com as
clausulas seguintes :
O arrendamento principiar do 1* da
Maio prximo futuro e findar em Maio
de 1898, o rendeiro licitante presta
anga idnea com hypotheca em bens de
raiz ni municipio, ouvidos es interessa-
dos ; o randeiro se obrigar a conservar
as obras do engenho para as entregar
como asrecebeu, sendo-lhe prohibido fa-
zer obras novas no engauho, e era alte-
rar as existentes, nao poder derr.bar
mattas virgens e era grossas capoeiras,
podendo apenas tirar destas a ien..a pre
cisa para combustivel e cercado ; nao po-
dar tirar madairas as mattas ; findo o
arrendamento, nao poder o rendeiro a
pretexto algum retar o predio, devendo
entregar os campos no da 1- de Maio de
1898, quando dar urna casa capaz para o
novo rendeiro habitar e cerc do para gado
preciso, e as obras a casa no dia I de Maio
de 1899, entregando tambera 80 carros de
sementes que pertencem ao consenhor ba-
ch re Franeisco Cornolio da Fonseca Li-
ma e s&o sementes do engenho, nos me-
zes de Maio, Junho, Jolho, Agosto e Sa-
tembro, quando se faz o planto da nova
safra; a negando-se a esti s obrigacea oa
retendo o predio, responder pela parda
da safr futura no valor nunca inferior a
20:0009 a que ter direito o prejudicado.
Os pretendeute3 se habilitaro tres dias
antes da praca, tudo de conformidade com
o pedido na petico de fls. 2, na forma
requerida.
Oj pretendentes si habilitaro 3 das
antes da praga tudo de conformidade com
o pedido na petijab de fls. 2 na frm
requerida.
E assim ser o dito engenho arrenda-
do a quem mais der e maior lance offe-
recer n > dia e hora cima declarada, a
requerimento da consenhora Dona Mar-
tinha da Fonseca Ferreira Costa, por seu
tutor Bonifacio de Lagos Ferreira
Costa.
E para que chegue a noticia a todos,
mandei passar o presente edital que ser
lid > e afixado no logar do costume, e o
porteiro dos auditorios passe a respectiva
csrtid3o.
Dado e passado nesta villa dd A>ua
Preta, em 22 de Janeiro de 1895.
Eu Pedro Severo da Costa Leite, es-
crivo de orpuios, o escrevi.
Manoel Florentino de Albuqiierqne Mon-
tenegro.
Eatava sellada na forma da lei com
6C0 reis, sello de verba
E mais se nao continha em dito edital
aqui fielmente copiado, dou ib.
Agua Preta, 22 de Janeiro de 1895.
O escrivao,
Pedro Severo da Costa Leite.
Gymnasio Pornambuoano
Pela secretaria do Gymnasio Pernam-
bucano e de ordem do Ilustre cidado
D.\ Regedor, sa declara aos pais de fa
Qjiliaa e a quem mais interessar possa,
}ue continua aberta a matricula at 31
le Mar^o vindeuro pira quem quizer es-
tudar as seguintes disciplinas]:
Lingua portugueza
Dita latina
Co:tiiii litar
Da ordem ao Sr. cor.nel commandan-
ta deste districto chamado a este Quar-
tel General o Sr. tenante Miguel 'Gon-
galves de Castro Mascarenhas do 23 ha-
tallio de infantera, que a este listado
veij em commissi do ministerio da
guerra a qnal foi mandada considerar
extincta.
Secretariado Comraando do 2.- dis-
tricto militar do Kecife, 14 de Fevereiro
da 1895.
O secretario.
Major Lcobaldo Augusto de Moraes
Sec-eaMa da Juaca, Kegocioa Interioiea
e Inftro<\o Pubi'ra do i-taiio oe Peioamnuco
Directora da Jutigs 1." secgoEm 12 de
Fev.reiro de I85.
EDITAL
0 Sr. Dr. recreiario Joat'ga, Negacioelite-
iores e I t'ucco Publica, em observancia do
1 ni at.i n ari. 157 do Regolirrento annexo ao
O c-( to 9 i'.O de 2S de Abr-I de 1885, manda
fazer puDl^o.o euit.i abaixo transcripto, pondo
em coaccr.-o com o prazo de 30 das, a contar
de.-ta data, o- clli i.s de i.*tabtl:iio do publico,
judicial e nota*, eacrivo de orpbos e aor.exoa
e ie 2.a tateilij, erenvj do civel e execu(0?s
clveis, jury e txtcocOes criminaes do municipio
de Muribeca.
O director,
Afloosn V de Medeiroa.
EDITaL
0 D'. M.xim'ano Fraccifco Duarie, juiz de di
reno un municipio de HuribeCi1, em firtude
da lei, e'.c.
Faz saber a qim ioteressar possa. que com
o praio de 30 uias. a coniar da data daste. esta
aoeit) o cuncuTO para provimeoto uos cffi ios
de i.* labell;a>, eectivo dos orpbo8, provedo-
na e re-iduo, e de 2 tibeili", ejc-ivo do ci-
vel e execocc*8 civeie, e dj eacrivaa privativo do
jury eexecocoes crimloaea deste municipio crea
que nao fo am nrovilos vitaliciamente desde a
Detall gao dettt. municipio.
Oa cincurremes devero jcotar em origina
s foas peticOes os seguintes doromectoa :
1 auto de exeme ae euffl;teucia ;
2., retida 1 de ldade ;
3.*, certido de exame de portugus a ari.a-
(ueilca ;
4 folba corrida ;
5., atieatado do medie?, de opacidade pby-
aica ;
6, procurago especial ae re^ue'erem por
procurador ;
7.*, rluaimeota, outros documentos que forem
coovenifote8 para prova de capacidade prona-
sional, lulo de conformidade com o an. HO e
seu8 par gapbos do Decreto n. 9,420 de 28 de
Annl le 1885.
E para que chegue ao conbecimento doa inte'
re?aa-108, passou-se o presente, que ser publi-
cado pea inprensa e afxido nos logares do
cosloue.
Dado e paesido nesta villa de Muribeca, acs 9
de Fevereiro de 1895.
Eo, Francisco Pedro Gongalvea Bezerra, ea-
crivo Interino, o escrevi.O juiz < direito,
M ivimiauo Francisco Boarte.
Certifico, eu. clli ial de justiga, ssrvindo de
po lei o, qoe affixei boje, s 10 botas da maoba,
oa porta do Pago Municipal e ous Prazerea, lu~
gare8 do costume, o edital retro e don f
Villa de Sioribeca, 9 de Fevereiro de 1895
O offi iil de josga, Manoel Rapnael dos Anjos.
Est conforme com o orieinal, dou f.
Villa de Muribeca, 9 de Fevereiro de 1895.
Eo, F-anciCo Pedro Gongalvea Bezerra, eecri-
vo ln erinc, o escrevi.___________
0 Dr. Sigismundo Anlooio Goncdrea,
juiz de direito dea eitos d* faueoda ee-
taJod da Pernambuco etc.
Fas saber pelo presante qce no dia 23
leste mes ae ha de arrematar por venda
a qnem mais der am praga publica deste
juuo a casa de podra e cal n. 27 na tra-
ver (a do Pocinho. fregueeia da S. Joa,
com porta a janeila de treo'e, 2 salas, 2
quartos, coainha interna, mede de ir ote.
3 setos e 60 csatiraetros e de fundo, 12
metros e 10 centmetros, quintal murado e
cacimba, pela quaotia de 9005, viato como
foi avatiada em 1C003 e eata a 2 *
praga. Pertence a Dionisio Dias Moreira
Leite.
E para constar pasaou-ae edital oa for
mi da lei.
Dado e pasaado ueataCidade do Recifa
em 15 de Fevereiro de 1895.
Eu, Jos da Costa Bsgo Lira, eacri-
vSo subssrevi.
Sigismundo Antonio Gongalvea.
De ordem do Dr. sab-preteito. fax se publico
a quem Interessar que no da 19 do correte s
1 boraa da tarde sa Secretarla da Prefeitura Mu-
nicipal, receoe-se propo taa em cartas fechada*,
devidameote etamr-ilhadas, para o se-vigo de
limpaza publica da (reguezia do Recite, dorante
o correte anno, aob aa seguintes bases :
i A limpesa das ras calcadas s6 pode cc-
megar depots de 10 boraa da nolte, devendo as
6 boraa da maoba estar concluido o servigo de
varrimento, e as 8 boraa tambero da maob, o
da conlucgao do lixo reaollanie da lixpsza e de
lualqoer ootro que for depositaoo na mas.
2* Dorante o dia, ntremelo da e 2 boraa,
navera naa ruis prioelpaea, de maior transito,
orna limpesa parcial, que ter por f ra apandar
papis.detritos vegeaes ou aaimaes que fjrem
encont alos e devem aet condozidoa em orna
carrocinba de mao
3.* As ruis nao calgadas sern ciscadas de
dia, alternadimedte, de modo qce cada roa seja
limpa tres vezes por semana.
Ser preferido o proponetite que maiorea van-
tagens offerecer, o qual dar execogo ao con-
tracto dentro de triota d aa contados da data em
qoe aasignar o termo oeata Se -retara.
Setre 15 de Fevereiro de 1895.
O secretarlo,
Joaquim Jos Ferreira da Rocba.
CIRCO PEBV A COELnO
\C0ES
S1LA0 DO CLl'8 CARLOS GOMES
PROGRAMMA
DA
Parte concertante do sarao 16 de Feve-
reiro de itipj
E. Fontana.Intermezzo, para instra-
tnentos da creo, flauta, elarinetta d
piauo.
BlZET.Romance da opera, "armen, para
soprano, com acompanhamento de
piano.
LACK,Rhafsodia sobre a ludia de Ha-
levy, para dona pianos.
XlEYERBBER.Aria da Opera Africana,
para soprano, com acompauliaraento
de piano.
C11AMINADE. Sevil/iam, para dous
pianos.
A. ThoMAS.Reminiccencias da opera
Jamlel, pa-a instrumentos de arco,
flauta, clarineta e piano.
Tomam parte nesse concert mensal,
alono dos alumnos do Club as Exmas. so-
das D. Angelina Guedes Alcoforad >,
Maria do Carao Galvo, Mathilde Ce-
ruttt Segalla, Ria Carutti e a joven Os-
ear Gurgel.
E Fonseca.
Director de concertos.
Essa Coanpanlaia Equestro la Cespita! Federal
em excursiio pelos Estados do .\>rt>
PEALABA BKPWBS
HOJE SABBADO HOJS
Extraordinaria funceo na qual tomam parte todos os artistas da companha
cada qual em sua esp.'cialid"de.
AMANH DOMINGO 2ESPECTA1;L08
/.S 4 J/2 HORAS DA TARDE E AS 8 1/2 DA N01TE %
Presos
Caderas numeradas........ 3#000
Entrada Geral.......... 1.-5000
Os bilhetes venda no Hctel Commercia! at 3 5 horas da tarde e dessa
hora em diants no C reo.
Iv.liiiilii do Forro lo Rocife a
Varzoa e 5to;is Is-ni ios
FESTA NO CAXANGA'
No domingo 17 do corrente, depois da
tabella ordinaria da manhS, os trene
para o ramal da Varzea sero regula ios
pela tabella seguinte :
IDA
Do Recifa a Caxang e Varzea 12.5,
1.18,2.43, 3.28, 4,18, 5 18, 6 0, 6 28,
7.15, 7,55, 8.30, 9.18, 9.30, 9.55 e 10.45.
Do Recife a Caxang 2.18, 3.54, 4.35,
5.40 e 7.30.
VOLTA
Da Varzea e Caxang ao Pecife 12.30'
1 5, 2.30, 3.40, 4.25, 5.10, 3 15, 7 0,
7 20, 8 10, 8.55, 9.20, 10.6, 10.31, 11.0.
De Caxang ao Recife 3.26, 4.53, 5.38,
6.42, 8 40.
Os passageros dos trans do Arrayal
devero na tarde dessa dia seguirem nos
trens da linha principal, pos durante a
tarde com excepeo dos trens de 1.6 a
3.18 todos os demais tren& do Arrayal
estaro em communicaco com os trens
da linha.
15 de Fevereiro de 1805.
H. Fleteher,
Gerente.
BancoL- popular
Convilo aos accionistas des.e Raneo a virem
recebar em sna ede a cootar de i de Feserelro
o 7." dlvileodo de soas aegoea relativo ao se
mestre flodo em 31 de Dezembro a razio de
10 V ao anno.
Recife: 29 de Janeiro de 1895.
Albino N'Cbo Maia
,Director aecretario.
conta
novo
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O London 8f Ri-
ver Pate Bank, Limi-
ted declara que des-
de o dia 15 do cor-
rente mez, nao abona-
r mais juros sobre
depsitos em
corrente at
aviso.
Recife, 1. de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London & Ri-
ver Pate Bank, Li-
mited.
1. EHp,
Gerente.
Recife Drainage
A companhia Recife Drainage faz publico, para
eoobecimento dos interessados, que eolio on no
mez de Janeiro prximo passado, oa apparelbos
abaixo declarados.
Fregnezia de Santo Antonio
Roa Marqoez do Hirval n. 17, appa elbo n
U810 l" andar. _m.
Roa 24 de Maio n. 1, spparelbo o. 5821, pri-
meiro andar.
Recife, 8 de Fevereiro de f895.
J. F. Mackiatosb,
Gemente.__________
Devo^ao
De S. Joo Baptiata do dUIricio
de ft. doa
A eomn>8fSo encarregada da edlftcago do
leoplo dj Glorio30 Miriyr S. Joo, nSo polendo
effertnar o aasentamento da prirre ra pedra no
dia 17 do corete mes, como foi aononcudo,
attendendo aa difficoldsd38 oa a:qol9igao de
donativoa a ornamentoa neceaaarioa para as
so!eaoi1ade8 daquelle acto, declara aos devotos
que ter logar definitivamente 00 da 21 do mei
da Abril do correla anno.
14-2-95.
Fabio da Costa Perelra de Faria8.
Franci8Co Augusto de Miranda.
Jos Ooofre doa Reta Marlnbo.
DO
Projecto de inscripQo
Para a 28,a corrida a realizar-se na domingo,
3 de Marco de 1895
f
i.
2.
3."
4.-
o.
6.
Eiraivi
FARSO-Hippodrorao do Campo Cirande -1.0.9 metros. Handcap.
Animaes da qualquer paiz. Premios: 500^000 ao primeiro, 100^000
ac segundo e ;,05000 ao terceiro.
PesOS=Maxin?o 70 kilos ; minino 40 kilos.
PAREOImprensa Pernambucana 2.200 metros. Handcnp Ani-
maec de Pernembuco. pkkmios : 1.0000000 ao primeiro, 2005000
ao segando e 10000.'J ao terceiro.
esosMximo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
PAREOAos Sportman 930 metros.Animaes de Pernambuco Premios:
30J000 au primeiro, 605000 ao segundo e 303000 ao terceiro.
Art, 5" Jirpe, Debique, Nababo, A^entureiro, Bismark 2 o, Triumpho, Feniano,
P. ramn, P.u'So, Pyrilampo, Camors.
PAREOAos Azarl.tas 1.800 metros.Handcp. Animaes de Per-
nambuco. PRKMios: 6O0JO0O ao primeiro, 1204000 ao segundo e
60J000 ao terceiro.
Art. 5. Os do pa"o aos Sportmet e Tudo, Idi, Maurity, Turco 2.',
Fumaga 2.* e Furioso.
PesosMximo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
PASEO-3 de narco -1.2C0 metros.- Animaes da Perrambuco. Perboos:
3505000 ao primeiro, 705000 ao segundo e 35S000 ao terceiro.
Art. 5.*Os do pareo Acs Asaristas ejBeija Frar 2-, Patehou'y, Malaio, Ber-
lim, Djblio, Mascotte, Mendigo, Ganmpeiro, Ybo, Gallet, Palhaoo,
Vingador, Phsziseu, Pirata, Fortalena, Irmilodio, Conquistador, Te-
nor 2.*, Galioleto e Hirondelle.
PARLO Trllhos Urbanos 900 metros. Animaes de Pernambuco.
premios : 3005000 ao primeiro, 609000 ao segundo e 305000 ao ter-
oeiro.
Art. 5.-=Os do parao.^3 de Margo a Malanga, Narciso, Touloo, Carauna,
Teimoao, Frontn, Petropolis 2-, Prusiiano, Qalioleto, Talispber,
Erna, Timoneiro, Vinganga, Cingo, Pigmeu, Gatuno, Mou o,
Baraiho, Abysm-, Faast >, Dictador, 8ans-Soucoi, Hugnotte, |Tpf-
2', AUv-Stoper a Bathory.
PAREOAnlmuco 1.2C0 metros. Handcap. Aoimaes de Parnambuco.
PBBMios : 3005000 ao primeiro, 605OOO ao segundo a 05000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 Os do pareo Aos Asaristas menos Manri'y, Turco 2.- ^e Tudo .
PesosMximo 64 kilos; mnimo 40 kilos.
PAREOC*nsolaco=l250 metrosAnimaes de Pernambuco. Ppbmios:
3505000 ao primeiro, 705000 ao segando e 351000 ao tercairo.
Art, 5._Os do pardo 3 de Margo e Malango, Narcizo. Caraana, Teimcso, Pe-
tropoliai2 Frontn, Tuty 2-, Galioleto, Talispber, Ciego, Pigmeu,
Gatuno e Bathory.
PAREO-Concluso1.200 metros. Ani a aes de Pernambuco que nSo te-
nham ganho no Derby. Premios : 300SG00 ao primeiro, 60JO0O o se-
gundo e 305000 ao teroeiro.
Art. 5.-Camors, Hirondella/Beija-flor, Fumaga 2. e Irmilodio.
Qbservacoet;
Nenhum dos pareoj contar victoria.
Somente pagarllo a respectiva ioocrpg5o no pareo Hippodromo do Campo
G.aude, os animaes que cbtiverem os 1-, 2* e 3- premios.
As taballas de pesos a serSo coneocionadas depois da inscripgSo e os Srs
proprietarios que n3o ae conformaren ocm eliaa, podero retirar oa seas animaos ate
24 horas depois de pabl cadas. Findo esse praso s ser admittido o f rfait.
So aerBo considerados reaiisados os pareos Imprensa Pernambucana o aos
Analistas se inscreverem-ae e correrem 6 animaes ce 5 proprietarios differantes, pan
es demais exige-se que se inscrevam a corrim 5 animaeB de 4 propr.etanos d.fla
O psroo Hippodromo do Campo Griade raalissrse-ha com 3 arimaes de 3
rraprieter'.OB differantes.
AsinacripgSas dos piraos da animaes de Peraambuoo sero pagas em duas
prestaos iguaes; sendo a primeir no acto da inscripgao e a segunda ata o da 26
do cerrante mea. n ,
A inscripto encerrar-se^ha na quarta fera 20 do cerrante s 6 Ij2 horas
' A propojd> que nao eitiver acompanhada da respect^a importancia nao
* Secretaria de Hippodromo do Campo Grande, 8 de Fevereiro^ de 1895.
O secretario,
7.
8.
9.
Augusto Silva.
Bauco de Pernam-
buco
SSo convidados os Srs. accionistas a vlrem
rece"er co da i de Fevereiro em oante o 10-
dividendo de auaa acgOas. na razo de 10 o/O ao
anno, ou 20*000 por argSo, correspondente ao
l- Beme8lre fiado em 31 de Dezemoro prximo
passado.
Rsclfe, 25deJiEe;ro de 1895.
O secretario
Aotrtnl F P. n.l'
Companhia Usina Cansan-
jao de Sinimb
Acham se a disposiQo dos Srs, accio-
nistas no escriptorio desta Companhia
ra do Commercio n. 26 2o andar, de
accordo com o disposto no art. 16 do de-
creto de 17 de Janeiro da 1890, os docu-
mentos segnintes para serem exami-
nados.
Copia dos balangos,
Relago nominal dos accionistas.
Lista das transferencias de acgaa du-
rante o anno.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Geo O. Gatis.
Secretario
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
A directora desta companhia convida
ao3 Srs. accionistas a fazerem a 8.a en-
trada da 10 O/o ou 205 por aeco, at 28
do corrente, em mao do Sr. Thesoureiro,
ra 1.* de Margo n. 18.
Recife, 4 da Fevereiro de 1895.
ESCOLA KORMAL a cargo da Sociedades Prc-
pagadora da Iostrocco Publica, na Bca
Vista.
Da ordem do Sr. Dr. director, f go poblico
que estao abenas, at o dia 28 de Fevereiro. aa
matriculas para ss aulas desea (s:o!a, revendo
es ioieressadoa comparecer socretaria, das 6
s 8 boras da noite
Secretarla da Escola, 31 de Janeiro de 1895.
Servindo da secretario
ptalo Ca-ajQr.
Club Carlos Gomes
Sabbado 16 do corrente !e-5 ioger o aaro
mueical e di n-ar.ie, correspondente a e?tj mez,
cando c'esde j oa reepectivjs ingresaos dis-
rosigio dos Srs. socios na t'esoura-ia do Club,
das 7 aa borae da noute.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 9 de
Fevereiro de (895.
Alvaro P. Alves
1- secretado.
. \
7,
i.
-
1

1 "'




I
Diario de Pernambnco m- Sahhad de Fevereiro de 1SQ5
PRADO
PERNAMBIJCANO
DERBY-CLUB
DE
PERNAMBUCO
Roa! Man gim Pacre mmi
O paquete
Thames
Commandante B. G. Armatrong
E' eependo do
sol no dia io do
do depols da de-
mora iodlepensa-
vel para
Lisboa, Vigo e Southampton
QUE SE REAL1SA.RA.NO
Dia 17 de Fevereiro de 189S
Nomea e B 3 ss*" Pello Natura lid. 0 2
i
Cor
da veti-
menta
Proprletarl*
i<> Pareo-Con.olacao-800 metros-Animaes de Pernamboco que nao tenbaai ganbo
premios nos arados do Recife, contando oa nao victoria. Premias SaUJUUU ao I. ,
50/000 ao 2." e 25/lOQ so 3'.
i Olinda......
2 varagoso-----
3 Zamores.....
4| Candado...-
5|flanquelro...
6 NHo
7
8
Soprano ....
dor boleta___
9 Ibateaubriau
5
B
5
5
5
5
o
5
S
Rodado.....
Castanho .
RO'll&O. ...
Mellado....
Alazar.....
Mellado....
Caalanho...
Rodado.,.,.
Russo......
Pernamb.
51
oi
5i
54
54
54
54
54
ii
Oa'o e rosa...
Uraaco .......
Encamado...

L airado.....
Oi-.ro.........
braoco e cero.
V. Goocalveg.
A.. Pimeotel.
M. M. Palcao.
J. Ferrcira.
B. Reis.
a. Indio.
J. B. Lo?.
A. Miranda.
IR. Rozas.
J Pareo-Sportman-850 metros. Animaes de Pernambcco. Premios: 230fOC0 ao
i., 50*000 ao 2.* e 23*000 ao .
Gatuno....
Utopista
Dictador.
xbysmo...
Dublim...
Vmgang .
Fortaleza..
Pedrez......
Castantn-----
Rosilno......
Mellado......
P-drez......
tlasso.......
Mellado.....
Psrnamb.


84
54
54
54
54
54
54
Ouro e preto........
Branco e eocaroado.
Sncaroarto c azul-----
Encarnado e branco.
Anarello e preto...
Encarnado e bronce
Coud. Fraternidade.
J. Cavalcante.
P. C. Rezende.
. G. Luz. .
Azevedo & C.
J. M. Ferrelra.
J. CavalcaDle.
3 Pareo Antma?ao 830 metrosAnlmaes de Pernambnco que nao tethjm gacho
em (isianria superior a 900 metros em 1894. Piemios : 250*000 ao i., 50*
eo 2. e 25*000 ao 3.
Camera.....
Bismarck 2."
PiramcD-----
Ploto......
GaBtanho.
Rodado..
Cistaoio.
Rasao....
Pernamb.
54
54
IG
54
Ama-ello.........
Encarnado e azul..
Amarello e brauco.
Listrado...........
M. L. M. Jnior.
F. C Rezende.
Coud. Bel'a-Vista.
;oud. Nerondio.
PiiOJECTO DE N8CKPC0 .
Para a 3a corrida a realisar-se no dia 24 de
Fevereiro de 1895
l. PAREOEuropa1.609 metros. Hndcap.- -Animaes de quJquer paii.
pbbmio8 : 3500000 ao primtiro, 701000 ao aegundo e 350000 ao ter-
ceiro
PetoQipty 70 kilos ; Gaayanaa e Dorethei 53 kilos Pctropolis 50 kilos o
oa demis 45 kilos.
2.- PAREOAaia 700 metros. Animaos de Pernambnco que nSo tenham
tido cUsaificscSo nos prados do Rcife. pbemios : 2OO0OCO ao pri-
meiro, 400000 ao segando e 20i>000 ao teroeiro.
3. PAREOfrica 800 metrcs-= nimaes de Pdrnambueo qae nSo tenham
gMoho coa prados do Recife contaedo oa cao victoria. PfiEMioa :
2500900 ao primeiro, 530OOO ao segando e 255000 ao teroeiro.
4." PAREOAmerica 1609 metros Hiodoap Animaos de P*raambaco.
premios 3CGS00J ao primeir-, 6O0OO ao segundo a 3O0COO ao ter
ce:rj.
PesoNababo 60 kilos, Triompho Aventureiro e Bismarck 2 o 56 kilos, Ca-
raira, PlutSo e Piramon 53 kilos; Pyrilampo 52 ki!os, Turco 2 Ida, Fe-
niaoo. Fumaca 2* e Tudo- 50 kilos, e ob de; aiB 8 kilos,
PAREOOceanla 1003 metros. Animaes de Pernambuao. Premios :
25U0OOO ao primeiro, 50,5000 ao segando e 255JDCO ao terceiro.
Art. 5 Nab.bo, Triompho, Aventureiro, Bismarck 2-, Oamors, PlutSo, Pi-
ramon, Pyrilarop'-, Turco 2 Ida, Furioso, Fumca 2*, Todo Hiraadotle,
Feniaco e Irmilordio.
PAREOer&y Club de Pernambuee 1.103 metros. Animaes de
Peraambuco- premiob : 250IO0O ao prime-iro, 500030 ao segundo e
250000 ao terceiro.
Art. 5.'L)s do pareo Oceania e mais Conquistador, Bjija Fior, Malaio,
Mascte, Dublin, Berlim, G*llet, Ter.or 2' e Galholeto.
PAREO- Prado Pcmambucano1200 metro?. Animaes de Pernam-
burro. Premios : 2500000 ao primeiro, 5O0PO3 ao segundo a 250COO
teroeiro.
Art. 9.'Os do parao Dtrby C'ab, e mais Vingad r, Ybo, P-tchouIy, Batury
Ciego, AUy Stopper, Pigmeo, Mendigo, Fortaleaa e Teimoso.
PAREO lllppodromo do Campo Cirande900 metros. Animaes
de fernambuco. Premios: 25C|000 ao primeiro, 500000 ao segundo
e 25|$000 ao terceiro.
Arf, 5.-Os do pareo Prado Pernambucano e mais Garimpeiro, Palhaco, Pha-
riueu, Malanre, Narciso, Tjalon, Carauna, Frontn, Moaro, Baralho
Pirata e Maurity
O paquete
Masrdalena
H. C.
Commandante
4, PareoDerby-Clnl1.500 metros Anlmaes de Pernsmincc. Premios: 400*COO ao
i, 80*000 ao 2. e 40*000 ao 3.
llMalaio. .
2 Gilioletc.
Mendigo
Baio.....
Castanbo.
4 Patcbooly....
5. Pareo Ii
Pernamb.
o
5 Rtisso
52
52
52
52
Ouro e rosa.
Eocaroado........
/erde e amarello
B. Gampo3.
J. R. Cruz.
O M. C Sanies.
M. Pimentel.
5.
6.
7,
8.
hsrTac9
iprensa-1.400 metros. Handcap.-Animaes de Pemambaco. Premios:
300* ao 1.*, 60* ao 2 e 30*000 ao 3.
Piramon....
Furioso....
Plotao.......
Todo ......
Camors......
Cas tan ho.
Rodado...
Russo-----
Mellado..
uajtaubo.
Pernamb.
54
50
54
50
56
Amarello e branco....
Azul e pre'o..........
Listrade.............
Verde e ama'ello.....
Amarello ...........
Coud. Bella Vista.
J. Morelra.
Goud. Nerondio.
J. Mor a es.
M. L. M'obado Jnior.
8* Pareo-Prado Permmbucauo-1.500 metros. Handcap.-Animaes de qualquer
pa z. Premies : 400* ao Io. 8* ao 2* 4'J* ao 3.
Suayanaz...
Apollo......
Radama...
Pet.'opolis..
Castanho.
Alazo...
Preto....
Alazao...
S.JPau'o..
R. da Prata
Pernamb..
66
50
48
5J
Ooro e preto.....
Preto e ouro.....
Verdee ooro-----
Verde e amarello.
C. Flomlaense.
G. Fraterolrale.
Goud. Brasllelra.
Goud.Iadereaden:ia.
7* PareoHiDPOdraaao do Campo Grande -1.000 metros Animaes de Pernam-
Palbaco.....
Vi n ga a
Gatuno......
Conquistador
5 Cas'.anho-
5 Russo.....
5 Pedrez...
5 Caslanbo.
Pernamb.
54
i
54
E4
Encarnado.......
Amarello e pieto.
Ouro e preto......
Verde e rasa-----
M. J. Galdotb.
J. M. Ferrir.
C. Frateroidade.
Coud. Vital.
a PareoEsiinanla800 metros. Aolmaes r"e Pernmbuco. Premios: 250*000 ao i.',
50*000 ao i.- e 25*000 ao 3.
Guama.......
T-uloa .....
Olinda......
Dstroyer
Talicier.....
Plano.......
Campo Alegre
Lucifer......
Ballaa.......
Ruaso. ,.
Rozlbo..
Rodado...
Castanho.
Russo....
Alaia....
Rodado..,
Rodado...
Rosilno...
Pernanb.
54
54
54
54
58
56
54
"i
51
Amarello.
Azule ouro ........
Branco e encarnado..
Bocarnado e azul
/erde e rora.........
Branco e ncarnado.
Encaruado e preto..
X Babia
Cruz & C.
V G inga I ves.
M. Guimarass.
J. N. Silva.
F. C. Rezende.
oudelaria Vital.
Coud. Cruzeiro.
J. Figoetredo.
Ofotro$$*8
Neuhnm dos pareos contar victoria.
O pareo Earopa ser considerado realisado com qualquer numero de ani-
maes que Be inscreverem e sendo menos de 3 o premio era pela matado, os de mais
pareos so sorSo considerados realisidoB insoroyende-se 5 animaes de 4 proprietarioa
ou ooudelariaa differentes.
O Boimal que for inscripto sem estar matriculado e que deixar do correr
no: este motivo perder a iuscripcS?.
A iuscripSo onoerrar-se-ha impreterivelmente 6 lj2 horas da tardo de
torca-feira 19 do cerrante, nSo aendo acceita aquella que n5o vier acompanhada da
respectiva importancia.
O proprietario que fiaer usorever seas animaos para as corridas do Uoroy
Club do Pernamboco, assim como o jockey, empregadoa do coudolariis e mai pos-
Bes que tenham intorosso as corridas, presume aa que bSo conhocodoras daa disposi-
i8is do cdigo de corridas e quo aellas se sujettam, bem como s decisSos da Dire-
otoiia. ,
Tooaodo a pesagem os animaes doverSo eatar janto da respectiva casa para
serem inmediatamente ensilhadoa e seguirem para o barracSo no oentro da raia, onde
s podorSo catar oa jockeys e ob tratadorea ou oriadoB, os quaes nSo podero tor com-
municacao com peaaoa algum antes do realiaarse a oornda.
Se cetaria do Derby-Club de Poruambuco, 13 de l?e7ereiro de 1895.
O gerente,
A. A. Gomes Peiraa.
Gompanhia
DE
FiafoeTecidos de Peroambuco
Dividendo 23
Sao convidados os Srs. accionistas a recebe-
rem o dividendo do ultimo semestre do anno
flodo. a razao de 10 O/o so anno, equivalente a
6*000 por accao*, no escriptorio da compaotaia, i
roa do Bom Jess n. 42, 1* andar.
Recife, 1 de Fevereiro de 1895.
O director searetario
' Joode ymorim.
Rigaud
E' tsperado da
EororanodiaSO
do corrtnte, se-
goindo depoie da
demora iadispen-
8ael para j
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres
N. B.Previce-te aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingh-
za, contractou com atienuat Steam Navepatior
Companynm servicode vanores &emanaes qoe
parttndo de Bordeaos, Cognac, Cbareote, devem
CDegar a Sootbampton a lempo de baldearen) as
cargas w38tin3das Am-rica do Sol para os va-
porea deaia cempaobia.
Esta cumpanbla acceita por pregos rasoaveis
para Valpaiaiso al Ab.-H, pafssa^eroa com este
destino por via de Buenos-Ayres e tntrada do
Htfffli
Tambem acceita passageires para New York
e Southampton, por especial arrajo frito com
a Comparibia Allemand L!oyd,podendo demora-
rem-3e oa Ecropa cas i c deaeiarem.
ReducjSo noa prejes das patsa&ers
Ida Ida e volta
A Lisboa i" iasse 20 0
A' Southampton 1* classe 28 52
Camarotes raservades para os passagairoE de
Pernambuco.
,~ Para carga, passagens, encommendas e d>
nbeiro a frete, trata-ae rom os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
M. 3Ra do Bom JasasN 3.
Prince Line of Steamers
Ja mes Kuott Xevvraslle-ou-
Tync
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil t Rio
da Prata
E' esperado do Rio de Ja
oeiro ateo dia 1S de Feve-
reiro e sablra depois da de-
mora oeessarit para o
Llojd
Brazilcird
O VAPOR
Espirito Santo
Commandante Flcrindo Das
E' esperado dos
por tos do sol at
o da lf do cor-
rente e eegoir
para ob (ortos do
norte no cia immcdisto ao da ebegada.
As eocommeDdae sero recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Pernambucaoau. 4.
Aos Srs, carregadoree pedimos a ana atteocao
p>ra a claosola 10a Jos coobecimeotoa qae a
seguate:
Mo caso de baver algoma reclamacao contra a
companbia por avarlas ou perdas, deve ser felta
por eacnp'.o ao agen e respectivo do porto da
deacarga, dentro de tres das depois de finali-
aada.
NSo precedendo esia forjoaudade, a compa*
obta tica ieenxa de toda a n.eponsabiliCade.
As paE8c>eena ao liradas no mesmo escripto-
rio, at s 2 1/2 Loras da Urde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagons pagas a bordo custam
mais 15/o-
Para arga, pasaagens, encommendas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6BA DO COMMERCIO- 6
1* andar
Vapor inglez
Beilarina
E' esjerado o'estd por-
to at o d;a do correte,
s^gnindo depois de peuca
demora, directamente parao
Rio de Janeiro
Para carga e valor trata-so com a
Consignataria
COMPANHIA INDUSTRIAL E COjI-
MERCIO DE ESTIVA
5 Roa do Atnorim58
LEILOES
Segooda-leira, 18 do correte, Rrande ex-
posico de ricos e modestes vestuarios e mais
artigos proprios para o carbsval, es quaes serSo
vendidos em lello, um por un, em lotes, a
vontade dos compradores.
C Diario a'ama^b dar o lugar e oe por-
meDorfs e aotori8:So psra dita ven^a.
Para e Nova York
O vapor inslez
Portuguese Prince
Pira oargas e eocommendas trata-ie com ob
Consignatarios
Johnston Pater 8f O.
Ra do Commercio n. 15
Agente Brillo
jLeilo
De um importante espeiho oval, 1 mobilia de
(6-de BOgueira, de jonco, lauca, commoda.vi-
dros, 1 aparador, caixao e outros moitos movis.
Segonda-fela, 18 do corrate
Ru a las Trincheiraa n. 43. 1 andar
A'3 11 HORAS
Tocando a pe-agen dos jockeys, os animaes devarSo estar junto respocti-
Tft casa para serem immediatamente onsilhados e segoirom para o barracSo oj eentro
da raia onde f poparlo estar os jockeys e os tratadores oa crudoa, e o ju do mes-
mo barracSo, os quaes nao podsrSo ter communicacSo com ^essoa alguma antes do
realisarse a corrida. ... ,
Oa animaos inscriptos para o 1 pareo deverBo aohsr se no enshamento aa
9 Ii2 horas da manbS. ,
Os forfais serSo reoebidos at sabbado 16 de Fevereiro, s 3 horas da tardo,
na Secretaria do Derby. ,
Os jockeys qae nao se apresentarem cooveniememenle .rajados com as
cores adoptadas no programma por seus pairos, nao sero admiltidos pesagem
e sero multados de accordo com o art. 51 do cdigo ut> cornaas.
Previne-se aos senhores accionistas de precurarem os seus ngressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 1. andar. *
A Directora chama a attencao dej Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se atlenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procuraren) os
Beus cartse, e cadernetas na Secretaria do Prado am de serem entregues aos
uorleiros no dia de corrida. ,
O porlo do ensilhamento s d entrada as pessoas que vterem com animal
AVISO
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Presos
Entrada geral. 1J000
Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado P..... I ^^^^^^^^0.
C. Abreu.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidoe de Per.
nambuco
Acbamse a diaposicao dos Srs. accionlBtaB.no
escriptorio da companhia. confo.me diap&e o
Art. 16 do decreto de 17 de Janeiro de 1890,
Cofia dos salavcos.
Relagaj nominal dos accionistas.
Lista das transferencias de bcjobs durante o
nno.
Recife. 28 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Jos Joode A
-----------------" COMPANHIA
De Servidos Martimos
de Pernambuco
Dividendo n. 6
De ordem da directora convido os Srs. accio-
nistas a virem recebar, do dia i de Fevereiro
em diante, o 6' dividendo de saas accOes. na
raxfio de 10 /. ao anno, oa 8*000 cada aegao,
correspondente ao semestre fiado em 31 de De
zembro do anno ultimo.
Recife, 28 de Janeiro de 1895.
Francisco de Asis Cardoso,
Director adiando.
tfRimos
Vapor inglez
Brandenbnrg
Banco de PernamEuco
Em obeervanc a do Art. 1S dos estatuios deste
Banco, convido csS s accionistas a reanirea-a
00 dta 4 de Marco proxirxo futuro, ao meio da,
no edificio da ABSociacio Commercial de Per-
namboco, para tomar conbtcimeato do relato-
rir, balaceo dests Banco, parecer do cooselbo
fiscal e eletcSo do mesmo.
Recife, 13 de Fevereiro de 1895.
O secretario
F. Pereira de Garva'h?.
Companhia Ferro
Carril
Esta C ompanhi compra
em seu escriptorio qual-
quer importancia de ni-
ckle.
~~OMPANxh*
Exploradora de productos
calcreos
Chamada de capiUl
Por deiioeraco daassembla geral extraordi
nana, reaoida em 18 de Dezembro prximo
passado, coovido oa Srs. accionistas, tanto da
primeira como da seeonda seria do capital a
realisarem 10 0/0 ou 20*000 por arcSo, corres-
pondente a nona e ultima entrada do capital que
sobscreveram, dentro de 30 das, a contar de
bo]<\ noe'ciiptorio da companhia do caes do
Apollo n. 73, dai 10 aa horas da tarde.
Recife, 7 da Fevereiro de 1895.
Rodrigo Carva!bo
_________8 creta "o.___________
O LODO\ *k BRAZILIAiV
It \ \ Iv LIMITED, pelo presen,
te, deelara a quena pos a inte-
ressar. que do dia 15 de Feve-
reiro corrente em diante, e at
segundo aviso, nSo abonara
mais juros, sobre dinheiros
depositados em contas corren-
tes de movimentos.
Recife, deFevereiro 1895.
Gerente.
W. H. BILTON.
Banco de Pernam-
buco
De accordo com o Art. 16 do decreto da 17 de
Janeiro ce 1890, parUcipamoa sos Srs. ac.ionis-
tss que se acbam na sede Cesto Baoco i so
dispojigao os aegoiotee documentos para serem
examinados :
1 Copia dos balanco*.
2* Relujao nominal dos accionistas.
3 Liata das transferencias da accoes dtrante
o anno. __
Resife, 19 de Janeiro de 1895.
AntoDio P. pereira de Carvalho.
Director secretario.
B' esperado dos portos
do norte at o da so do
correte, segurado depoia
de pequea, demora para o
CHARGias REUNS
Companhia Franceza
DE
IWavegacSo a vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Babia, Rio de Jaroiro
e Santos.
O vapor
Villedo Rtsario
COMMANDANTS DANIEL
E' esparado da
Earopa at o dia
19 do corrente, e
seguir depois
>da Ddispeoaavel
demora para
Maceio, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
Ruga-se aoa Srs. importadores de carga pelos
vapores desta llnba, qoeiram apresentar den
tro de 6 dias, a cootar do da descarga das al-
vareDgas qualqoer reclamacio concernente a vo-
lomes qoe por ventara tenham sesoido para oa
portos do sal. am de se poderem dar a tempo
as previdencias oecessariaB.
Expirado o rererwo prazo acompala nao ee
rsap.'Dsablusa por extravos.
R cebe carga : tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commexeio 9
Agente Burlamaqui
Leilo
SABBADO, 16 DO CORREisTE
A's I, horas
No armxem ra 15 de lo-
vembro B 41
De orna casa lerrea d. ?4, ma Dr. Joaqoim
Naboco, Capocgi, em solo proprlo
O agente cima, por mandado e aaristencia ao
Exm. Sr. Dr juiz da provedoria, vender em
leilSo, a reque.imento da Sra. D. Asna ttodri-
cues dus Saltos, invenuriaote dos bens do sen
tinado marido Jlo Rodrigues des Santos,^ caea
terrea, em solo proprlo, a ra cima, na uapun-
ga, com bastantes commodos e eoUo interno,
Dom quintal e crcimba, sesvindo de base a iner-
ta de 4:900*000. ..,
Os Srs. licitante! podem examinar a reieriaa
casa.
Rio de Janeiro
Este vapor toda illominado a loa elctrica e
tem ptimas accommod8s6e8 para passagelros.
Para carga, passagens e valores tratase
com a
CONSIGNATARIO
Companhia Industrial e Com-
merefo de Estiva
58-RUA DO 4M0RIM-58
VAPOR
Cordouan
Entrar no porte
E' esperado da
Earopa at o dia
*0 do corrate.
Recebe carga para
Bahia, Rio de Janeiro. Santos, Montevideo
e Buenos-Ayrea
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadorias que s se attender a reclamacoes por
latas, que forem reconhecida na occasio ta
descarga dos volumos ; e que don tro de 48 ho
ras a contar do dia da descarga das alvarengas'
deverao fazer qualqoer reciamacao concernen-
te a volumes que porventura tenham seguido
para os portos do sul, am de serem dadas a
t Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla
em na vesoera da chegada do vapor para toma
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e dinbea
rja'retetr"UrOCSVGENTES
H. Borle & C.
42-RUA DO TORRE342
!. andar
Austrian Lloyds Steam Na-
vigation Gompany
0 VAPOR AUSTRACO
Castore
E' esperado de
Trie9te at o dia
16 do corrente,
segaindo depois
da indispenaavel
demora para os
j.o tos da
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens encommendas e dinbel-
r0 a frete trau-se com^^
Henry Forster*&C
Roa do Cjmmeroio n. 8
1- andar
Agente Britto
Leilo
SABiADO, 16 O CORRENTE
Aa scio dia
De caixas com kerosene, salvas da embarca-
cao 'sia qae oaofragou com 2,736 caixas do
navto americano Willard Modtef..
O agente Britto levar a leilao oa saldados ci-
ma, por conta e risco de qaem pertencer e com
altistencir dos a: entes da Companbia de Segu-
ros, no caes co Apollo, em frente ao pontlbao
do Sr. B.vxell._____________________________
.Grande leilo
Em conlinuaoo
Do hotel Oriental e bospedaria sitos & ra
Bi po Sardinas os. 5 e 12. cooatando :
De orna excellente armacao de amarello, envl-
dracads, e Importante balcao de volta, camas,
nsrqueiOeB, colcbOes, traveseelros, lavatorios,
guarnieses para oa meemos, a esas, caderas,
cabides e muitos outros objectes existentes em
dilos estele ixentos.
O leilao principiar pela hospedara da mea-
ma roa n. 12.
Sabbado, 16 do corrente
A'8 11 horas
O agente Gosmo, auioris do pelo proprielario
dos referidos estabelecimentos, contiauar o lei-
lo dos movis, em lotes, a von;ade doa compra-
dores.
II
O paquete portoguez
Vega
Leilo
Eipera-se des portes do
Sol, at o dia S5 de Feve-
retro, subir depMs da de-
mora oecessarla para
Lisboa
Bate paquete illumtnado lu elctrica entrar
no porto e tem magncaa accommodacCfs para
paaeageiros de 1.' e 3.' classea.
Recebe tambem pa^aageiros para as libas des
Acores com transbordo em Lisboa.
Para pasa gees, carga e mais iofarmafioes 4
tratar com 08 cosa-justarios
Silva Gnimares i C.
Ra do Commereio n. 5
Da movei?, efpelno?, Icuja e vidros
CONSTANDO: ,
De urna mobilia p-eta ctm caderas de balan-
co, i bonitos espelbos ovaes para cima de con-
aoloa, 5 quadroa, 2 jarros 2 l?nternas, 2 be las,
1 tandieiro de euepen'uo, 4 escarradeiras, i
cama franceza de Jacaranda, 1 dita de amarello,
2 ditas para criancas, 6 pannos e crochet e 4
"um guarda vesdos de amar, lio, 1 bom guar-
da louca, l guarda prata. 1 mesa de UM
para ao ar, 2 caderas de b-aCoa. IMI|P;
qoena, looa pa-a jaotar, copoa. c.lices compo-
teiras carrafas para vmbo.- uardaoapos. galbe-
!ei,o!compoteiraP"facas,.ga:foa, colberes de me-
tal e outros coitos movis.
Sabbado, 16 do corrente
A's 11 hora
Na roa Princesa leabel o. 3, cobrado
O anete Martios far leito por conta de ama
ramilla que se rttiroo para fra da cidade, dos
n30veis e mais objectos qoe ee acham tm dito
a0brad AO CORRER DO MARTELLO
Leilo
D6ce-cade..000libias de mantelga ameri-
cana, em latas, 149 latas com salames allemaes
e 36 caixas com massas para tOpa.
Sabbado, 16 do corrente
AO MEIO DIA
No hotel Oriental ra Bispo Satdioba o. S,
por occasio do grande-leilo de mtiveis.
Por intervencao do agente
Qusmo
L
-.

<


',


Diario de Pernambnco ** Sabbado 16 de Fevereiro de 1995
I



dM
Leilo
Da uma mobilta de jomo, completa, com
tampo de pedra, 1 swlbo, i qoadros. 4 jarro?,
tapetes, i caodieiro, l cama para casal, 1 guar-
da rouoa I toilette moderno, I guarda comida,
i aparador, I 'elogio. 1 mesa para jantar. 6 c-
deiras i aniaario, camas de lona, bancas, ta-
Ibas loocas, vidros b muitos ooiros objecios,
Sabbado, 16 do coi~ente
Ao mel da
No botel Oriental roa Bispo Sa dicha n. 5
O agente Gnemac, antorisado por orna familia
que rercc-se para fora do Estaio, fara leilao
dos movis acirca mencionados, os quaes foram
transportados do centro da cidad- para o refe-
rido hotel._________________________________
Agente Briti
Leilo
O agente cima, a mandado do Ilustre Dr.
jota de direito da fazenda, vender em leilao as
casas abaixo penbxradas peta fazenda do Es
tado.
Urna casa terrea n. 223, roa Coronel Soas-
Runa, pfnencente a Mantel Jcaqnim da Costa
Carvalbo.
Uma casa n. iO, terrea, no becco do Macelo,
freeoezia dtS. Jote, pe"teocente a Joaqun Go-
rres de S Le;t5o.
Em secolda vender o sobrado n. 4?, na das
Triochelras, em aolo croprio, livre e desembara-
zada de qrjalqner coas, e que rende 9000 0.
O leilao ter lugar oo sobrado rra das Trin-
en Uras n. 43.
Segi'Bd-feir, 18 do forrale
A'S lt HORAS ________
' leilo
Sabbalo, 16 do corren te
A'S ii HORAS
No armazem rea 15 e Novembro n. 41
O ageo'e Silveira, pjr mandada e com assie-
tencia do E*ts. Sr. Dr. joiz dos fritos da fazen-
da, levar a leiij a casa n. 20 B, ra do Qaia-
tc. fregoezia de llagados, pertenceue a Anto-
nio Fe-reir da Si>va.
Agc[te Silveira
Sabbado, 16 do corrate
AS 11 HORAS
So armazem u. 411 da ra 15
de Novembro
Levar a leilto por mandado e com astisten
ca do Ex ci. Sr. Dr. joiz da fazenda, a lacerta
na ra dns Pocos, fregoeiia de Afogados, onde
existe a casa n. 13 cejo terreno tem de frente
i rxe'.ros e 70 ceniirxe'.ros. de fundo 28 melroa,
o qual foi penboradoa Tbereza Hara de Jess.
Grande e variado
LEILAO
De vestuarios para homens
e enhoras, roupa de meia,
aderemos completos, colla-
res^ cabelleiras, barbas, ca-
pacetes, chapeos, gorro?, sa-
patos e botinas, varias ar-
mas, espingarda", espadas,
langas, unja infinidade de
pequeos objectos de con*
tra-regra, vistas, scenarios,
novis, carros, figuras, ins-
trumentos, cornetas, zabum-
ba e outros objectos.
Msica 8 para as operas
Fausto, Gioconda, Jone,
Poluto. Lucia, &ida, Ruy-
Blas, Guarany. Baile in
Maschera, L. Eorgia e Tro-
vatore, o terceto de Loi-
bard.
Agente fleto
SEGUNDA-FEIRA, J8 DE FEVERF1R0
Grande exposlfo
Em peqnenos loies, e um
por nm os vestuarios prc-
prios para o carnaval.
O Diario d'amanna
dar o lugar e os porme-
nores.
Leilo
De leu? cavallos de corridas denominados
Petropolis e Radam?, uma vacca toorlna cem
cria e I gpn-oa inglez.
Segunda reir 18 do corante
Ao mel da
Na prajs do Ccmmercio (Lngoeta)
Por mtervencao do agente
Gusmao
Leilo
Da casa de tulpa ceberta de tenas, na Boa
Viaeem, c m spguimen'o do Berreto, edificada
em terienn foreiro a irm-ndade de Nossa Se
nbofa da Bja Visgerr.
Da casa terrea sita rna do Ja-dltn d. 13, fre-
goezia dj S. Jose\ edificada em terreno proprlo,
rcm acommodati?.
TVrca-feirp, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gosnao, aotorisado, far leilao das
casas cima mencicuar'as.
Leilo
Da cas? rea Irxperl n. 262 B, fregoeiia de
JcE, pnenteme ao execa'ado Geraldo Antonio
da Malla, avsliada em 00000.
Da quinta pane do sobrado i roa das Laran-
geiras n. 15, fre;u.-zia de Santo Antonio, per-
tenante ars filhos ce M noel Jj da Costa Pe-
reira e avahada em 600* 00.
Da cata a roa Lea? Crralo n. 28, fregoezia
da Boa-Visia, avaliaca em 800*000, pertencente
a Mara da Lur.
Terca-feira 19 do corrente
A's II hopss
No armazem a ra do Marque* de Olinda
n. 48
O agente Gosmao, antorisado por mand do do
Exm. Sr. Dr. jola de direito dos feltos da fazen-
da, far leilao dos predica acirra mencionados,
penboisdos pela fazenda du Estado para paga-
mento do que aeve os seas prcprietarlos.
Leilo
Do exc6llente sobrado o. 85 s lo roa do Ho -
plcio, com Sjacelles de freme, co andar supe-
rior, 2 salas. 2 gabinetes, 5 qoartos, I lerrsco e
cosioba, oo pavimento erreo, 3 salas, 1 gabiue-
te, 4 qoartos e 1 ao'o no tundo de orna pucha-
da qoe f.z parte do mesmo sobrado, mediado
Ble 50 palmos de frente e 80 ditos de fondo, e
a referida puchada 0 palmos, com portao de
ferro qoe di eotraaa para elle pelo oitao, onde
ha 3 portas,
O terreno em rjne se acba efieado o referido
sobrado tem 15 metros e 70 ceotirtetros de f en-
t e 100 metros e 70 centmetros de fundo qoe
d pira a primeira ra do Pires.
Ter^a-feira, 19 do corrente
A'S II BOBAS
No armazem a ra do Marques de Clinda
n. 48
' O agente Go'mfo, antorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. joiz de direito de orpbos e a re-
qoerimeoto ao Dr. Laiz Emygdio Rodrigue.*
Vianna. inventartaote dos bens de sua soera D.
Uarla Benedicta G mes de Souza, far leilo do
eoDrado acirra mencionado o qual podert ser
examioado pelos compradores.
Leilo
Dj booe mnyeis, erpelbo, qoadrop, porcelana,
lencas, vidros, trem de cosinha e ferrameotas
para jar m.
Quarta-feira, 20 do corrente
A'* 11 horas da maohS
Na cesa a roa da Soiedade o. 31. esquina da
roa da loteaiencia
COlNSVA.NDO :
De orna moDilla de junco com 12 caderas de
gurdelo. 4 ditas com bracos, 1 ofi e 2 con
solos com pedra, i espelbo, 4 qoadros, 2 lindos
candelabros com ps de meia>, 2 castigaes com
lanternas, 4 figuras, 1 candleiro de 2 pavios, 1
pona chapeos de col, 1 caiei'a ra-a piano, 2 es-
carradeiras de porceUnj, 1 cama para cafa', 1
t l.'tt e de j oarand, 1 gua da venidos, i gacr-
nicao para toilette, 1 lindo santuario, 1 caieira
para oregao, 1 cotemoda, 1 baoca de cama, 2 ca
bids de parede, 1 abu > ce columna, 1 Uvao-
rio com pedra, 1 cabillo para toalria, 1 cara i para
cruoc', 1 ees a para roopa, 3 camas de lona. 2
esleirs para pede cama, 1 despertador, babus de
folbi, ps para dit s, 1 mesa elstica cem 5 la*
boas, 1 goarda dor iorceado, I ecp eguigadeia, 12 cadei*e3 de
pao carga, 6 ditas de junco, 1 tora de amare.1 o,
u a cadeira com bnlanco, orna quartinbeira
de columna, 1 relogio de p>rede, 10 qoadros, 2
etageies com figeras, 1 cadeira com balance
para ernr^a, 1 cadeira carro para crianza, 1
apparelbo de corela a para almeno. 1 dito de
dito pa ajantar, garrfj?, copos, clice?, fruc-
teiras, compoteiras, lougas avclsas, talberes
finos, co'be-e de metal lino, 1 mesa volante i
mesa para jarra, taboa para engommado, mes
de coinba, trem de coshba, diteros vasos
nara plantas, f?rramentas para jarilm, badas,
escedas, carro de mo e multes objeetjs de caca
de familia.
O agente Gasmo. antorisado per orna familia
que retl'oa-se para o centro do Estado, fra lei
lo dos movis e mais objec'.cs cima u encio-
nidos.
AVISOS DIVERSOS
O Sr. lliesoareiro da sociedade Liga
Operara rogado a appareccr no es-
criplorio do Diario afim de se lhe
entregar urna encommenda que tem
resposta.
^TTMlMTlP novas e hortalifas e
rjiVLEilNlrj flores, completo sorti-
mento, ra Estreita do Rosario n. g,
Pofas Mendes & C.
Venderse 6 vaccas tooricas leiteiras, 1 gar-
rota tourina prenbe de 4 para 5 mezes, 1 novl-
Ir. o toorino, 1 ca vallo andador de haxo. 1 co
cb>ia e perteoces e 2 bois mancos de carrosa.
Todos estes objectos vene-se a retaluo oo por
jont ; a tratar na ra do Socego n. 23, casa
terrea._______________________
Arrendare um bom cngenbo no monicipio
e Nazaretb, nerio de uma es;aao da linh
ler-rea, vendmdo se ao contratante a safra fon-
dada para 3,000 pSe.*, resto de safra a tirar,
vapor novo, torca de 6 cavailrs, alamJqoe, per-
teoces de oestila^ao, beis. cavallos, carrts. for-
mas para as.ocar e nm tanque com bstante
rr.* I. Garante-se moito boas obras na casa do
ecgenbo de purgar e na de vivenda : a tratar
com Jos Mozomoo, largo da Compaobia Per-
namtiorana n. 6, 1- andar.
P ecisa-se de urna ama que saibaengom-
ra .r eereclalmente, para casa de um bomem
solte-o ; na rna do Apollo n. 4,1' and r. Scr-
'ic.o iratar de ons passariohos, cns cacborrinDos
e nos gatos, e que durrra em casa do natrao.
P.ec'.8c-fe de um fetor, de um cosinbeiro
e de uma ama para anfar com orna menina ;
tratar Da roa de Fcmandea Vieira n. 21______
Jaboato
Vende* e neste monicipio tuca famosa
propriedade agrcola situis no lugar
Pico, outr'ura ca Colonia Soassuna : mede
uma rea de 397.887 metros quadrados
de trras de prodocgSo fabulosa ; tem dois
man&cciaes de egaa potavel as duas ex-
tremidades ; a casa de vivenda edifica-
da na fralda de om monte dominando im-
mecsa vsiz -a banhada por um dos ma-
nanciaes, em parte da qusl estSo plantados,
j oom a primeira limpa, 10 carros de
canna e ezistem eccsb a traUr se para a
safra futora ; comegam a fructificar alguna
de trinta e tantos caoaueiros que celia me-
drara vigorosamente ; lusra-se semanaria-
meot.e o -.roducto de um b.caoeiral da
mesica existente ; se tcrrrs eZo quaai to-
das cobertai de r a'as, podendo-so vender
destaa solipas, lecha ou carvSo ; ba nsB
proximidades da casa jaqueiras brangei
res novas e ctjaeiros.
A ita proprledade immediatamente
vi inba a Usina Progresso Colonial qua
sesveode as cannr.s colhid. s.
Vende-se igualmente tarramenta agri-
cela como accesseri, e um cavallo de
sella.
Convidu-ee os pretendentes pnra uma
v s ta e para pudirem inform?-jo.a tos vi-
sinbea da mesma propriedade.
A tratar com o capitSo Ramos, mora-
dor na cidode.
Caxang
O devoto qusr anda nnsis e-onoroia do qce ja
tem feito a comml'sj ? Eo So teremos uma
festa feb, i uo a lata qoandj a commissao era
da plebe. Pondo de parle os enfeites de barra-
cas o qoe se ten vitt.< ? Escoriddo, s esuUio
e mnsica-cbaraoga 1 E dtzem qoe ha cinco col-
tos f
m profano.
Menino
Precisa se de om menino p.ira distribuidor, de
boa conducta gna Agencia Luterana, rus. do
Crespo n. 10.______________________________
Aocommercio
0 abaixo asaigoado declara ao commercio e
ao "aburo, qoe nesta data compron ao Sar. Mi-
guel Antnn o de F|gueiredo, succeasor de Per-
relra t C, a tavema sita a ra da Aurora n.
39, livre e desembarazado de todo equaljter
ous que possa apparecer.
Se Uoem se jolgar prejudicado queira recla-
mar osseus direitos.
R.clfe, 14 de Fevereiro de 1895
Manoel Ferreira da Silva.
~ Vende-ce um bom bei e ron carraca ; a
tartar aa estrada da Joao de Barros, confronte a
Casa Ama re la._____________
Precisa-se de uma ama parajcosichar, para
caas de tres peuoas ; a tratar na roa Estreita
do Rosario n 17,1 sudar. ____________^_
Vende-se o pequeo estabeleclmento no
lugar denominado Iputinga, estrada: nota de
Cazansa o. 136 ; quem pretender oirija-se
mesma que acora com quem iratar, e qoe aio
da nao foi vendido. ________________________
Precisa-se de um cosinceiro ou cosinbeira,
de orna engummadeira somtnte para rcopa de
eenhora, e de uma ama para andar com orna
c iao(i ; a tratar > a ra Merques de Clinda
(antiga da Cadel) o. 38,____________________
Preciai-ee arrecd>r lu encono qoe possa
safrejar de txes a qt:alro mil pes, sendo perto
de algoma liaba frrea; a tratar na roa da Cruz
o. 7, 1- andar. ________________________
COS1NHEIRA Precisa-se de uma: na
Praga Maclel Pinbeiro r. 10.
t
Accela Hara da Panacea Almeida
Joaqoim Vicenta de Aimeoa (anseme) e seas
riltiis agradecem profaodamente a todos aquel-
es que se dignaran auompaobar a nliima mo-
rada os restos mortaes de r-oa presada espoea e
mai, gueda Mara da ?onseca Almeoa, e de
divo es convidam a assistiem as musas qoe,
em s>=d suffranio, serio celebrodas na matriz da
Boa Vala, 7 bo'-aa do 'lia 18 'I" cov re.
Asna ocurra do Saaton
tPau ino Avelmo dos Santos, seos
sQlbadoi Jjs Salgueiro e Emilia Fer
nandes, pennoradissim)?, agradeces a
contraria de N. S. da Luz e s pesseas
que se diunaraon acompaohir os res o-
mona>s da sua 11 oteada e ext emosa esposa e
madriona Anna Bezerra dos Santos, o de novo
as convidam pira assistirem a mis a qne por
sua alma mandam rezar seganda-feira, 7- dia
de seo passamecto, na igreja do Livramenio,
pelas 8 horas da manta, coofessando se re-de
j era'.js dquelles que comparecerem a esse
acto de retio e mardale
f
Bita Amelia Monteiro de Souza
Joaquim de Sani'Aona Mooteiro. sa s filhap,
seu8 netos e Miooel Hyloa de Carvalbo Ccuto,
convidam aos seos amibos e narentes e os de
sua idolatrada rilba, irm, rxi e sob-inha, Rila
Arrelia Montein de Sjnza, para as-isti'em :-s
mi'sas que por sua siria mandam celebrar Da
igreja de Santa Bita, oo dia 19 (terc.a er) -'s 8
horas da manbS. 30" de seo passamento, pelo
que se cooressam eternamente eratjs.
Ao couimercio
Miguel Antonio de Figireiredo, successor de
Ferrei'a fe C, pelo preeeote declara qoe nesta
data venoeu aoSr. Manoel Ferreira da Suva o
estbelecimento de molhadcs sito ra da Au-
rora n. 39, livre t desembarajadi de todo e
qoalquer onus que possa a parecer.
Se algoem se julgar com direito a qoa'cuer
pro'esto, queira fazet-o.
Recife, 14 tfe Fevereiro de 1895.
Miguel Autooio de F cuei eo.
Criados
Precisa se de om criado, de uma cosinbeira,
de uma ama para andar com menino, e de ootra
para arrumato de casa ; na roa do H spicio nu-
mero 46.
o Torrador
Os propietarios deste muito acredi-
tado estabelecimento chamam a atten-
fo do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 O/O que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue se
torna enfadonlio mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho i C.
Pcriiaiubuco
HCZIHCBA
Para a quaresma
Sedas prctas, lindissimos padroes
18500 receberam:
LIMA COUTINHO & C.
Ba Duque de Cavias 11 43
AO TOMADOR
Espartilhos finos estao venjendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira bord
dos.
tAo Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolo fino i2$ooo. Pefas de
bramante com 37 jardas por 25$000.
S ao Torrador
I,na Coutinho iV C.
Cosinheira e criado
Precisa-se ni ra Oo Hcr
picio n. 14.
Fabrica de s"elo
Agnas e limonadas gasosas de
ad s asqoalidades
Ceda water, gioger, ale, limSo. laranja,
car&c', ebacazis, granadina, grosellas
franbouts, baanilha, hortelS pimenta etc
ISAOAKS DO CAPIBARIBE 12A
VINHO DO PORTOADRIANO g
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COMAS IMITACOES I
NICOS RECEBEDORES
GaimarSea L Valente
N. 6 Largo do Corpo Sant N. 6
iAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos. *
ForUlecem a aude das constltu9oes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as ifermidades peculiar
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as pesjoas de idade avaacada
a sua efficacia e incontestr.vel.
Essri medicinas sao preparadas smente no Estabelecimen'.o do Profssor Hollowat
78, WEW OXFORD STREET (antei 833, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em codas as pharmacias do umverso.
W" O compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cad* caixa e Poli s* nao leem a cKrecSao
533, Oxford Street, sio falsiacaooes.
IlNJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem octro mdicamente
PARS V, Boulevard licnain, 7 PARS
OeDositos em tods as princiuae? Ifcamaclas e Droeorlstev
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Uulheres, as Criancas dbit
e as Pessas
tracas da ConstituicSo.
DE
'cr/
COM QUINA
SUMO DE CARNE
^\PHOSPHATOdeCAL
\5| Comporto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
fomacio 8 no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervoso! e ossosos.
_FRAN= M. DA SILVA & C'* e np todas as PUrmaci e Drofarias.
**
*
V**0
****** m
ti,
>*.

Licenciado pola Inspectora g&rsl do Hygieno do Imperio do Braifl
YAROPE-
M^ (Codeiaa, Tola ota.)
A tocio rf Codeiaa pura e aotit oompisttda com as do Tol da
Agua de Iiou.ro cereja, que fuem ^2 XAROPE do D< ZSD
(" Pasta Zed)| o peitoral ir.ais enrgico em touo' os c$o$ d:
BBOOOITC TOa-iEa EaFRLAitSi'fOB. PKSUMCOAa. UMOaDOAa, Na
(MEDALHA DE HONRA
DIPLOMA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
desinfectado pelo A!c:.tr5o,
tnico 0 btlaamtco, o nue multo
augmenta as propriedtdea do
oleo.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
rica preparaco que permita
administrar o Ferro sem pro-
duzr Priso de Ventre, nem
locommodo.
HPGSITO geni tu PAR?
M,na dt Fiai'-Iootmartr, 21
E FERRUGINOSO]
dO ALCAT^5
MMB.

^m
LICENCrADOS PF.Z.K INSPECTORrA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BKAZIL.
6fBll mSS&i
KECEITDO POB TODAS A8
Cclcl3riclai.es Medicas |
DA FRANCA E DAELROPA
as
MOLESTIAS DO PEITO,
FtFFECQOES ES.-OFULOSAS 1
"CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES^RACHITISMO
Vinho de Coca
PILULAS DIGESTIVAS DE PANGREATINA
de DEFRESNE
PharmaceiUico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
I digestivo, que se eonhe<;a, visto como tem a propriedade de digerir e
I tornar assimilaveir. nao smente a carne e os corpos gordurosos, masjjg
tambem o pao, o amido e as fculas. |f)
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, oulg-
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago, oaEta
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, senipre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescript; s
pelos mdicos contra as seguintcs affeccQes:
gJPalta de appetite. Anemia.
Ms digestes. Diarrhea.
Vmitos. ; Dysenteria.
Flatulencia estomacal.j Gastritcs.
Somolenciadepoisccomer.cvomitos^jacompanham. a gravidez
PA^3:;;;AT5?JA OFHESkI cm frasquinhe-s com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinfaae depois da comida.
Em asa :i DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, 6 em todas as Pharmacias
Gastralgias.
TJlceracoes cancerosas.
Enfermidades do figado.
Emmagreoimento.
WM
.KbElUDEnoDI
UOBHCIADOS FEIA INSPECTORA GBHAL DE HTOIBNE DE BIO D2 4*12-'
AperiaateB, rJstomachicos, Purgativos, Depurativos
i> Contra a Falta de appetite, a atruc?o, a BoBHBWa, as veit; j:
j as Consestdes, ele Dose ordinaria: ,%7MTd03.
. ./O DecconCar das faisiticacSes. Exigir o rotulo juntog^ttix effiKaOw ^
?cc^ettrase^o^^do^^^ a( URto&SFMFBH8&C3
S2da lettrc de cOr dJUereote _
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, America, He?panha e
uas culonlaa, do Brazil, aoude estAo autorizados
pelo Cooaelho de Bygiena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prepa-
raco para o uso do Purgante.
PurgantesLeRoy
SriM Msalu coelorai a UU*.
SSo proprics para qualquer doenca.
Um* noticia txplizstiit emol cada garrafa.
Flelas Le Roy
f cofloenfrio rfuj Remedlot lquidos.
liu i>- :rU explicativo volv cada Irasco.
O truco da 100 pll. 5' O Irasco Je 35,1'SO
. icautelar-so das falsiica^Sea
RBCUSAR
quaqnor Producto fst sio levar o ende-
reco da Pkanucla COTTII Gfirt *> LE NT
Bi, Ru de Saine! 61, em Parle.
DBPOSIfOS BVC TOBAS AS PHABMACIAB
.Vta de Fofpa
ANEMIA-CHLOIIOSE
O FERRO
BRAYAIS
Experimr?nta passa .inmediatamente Da Economa sem occasionar
i incommodos. Reslitue ao sangue a sua cor, recons- t
tuintlo-o e dando-lhe o vigor necessario.
Desconfiarse das Iniilnces e Falsificacdes.
Ttade-se por Ucado Paris.40 4 42,Rue St-La^re
S EM TODAS AS Pll* BA CAS
^
0
LAIT ANTPHUQUE \
O LETTE ANTEPTfELICO Q
puro
misturado oom agua, dissipa
SARDAS, TEZ CRESTADA
.TNTAS-KDBRAS, BORBULHAS
"rosto SARABULHENTO
^ INOFFENSIVO *
rl H t> 4 < rA < 0 GRANDE PTTRIFICADOE SALSAPARRILHA CRI8T0L CURA TODAS AS IMPUREZAS SO SANGUE E HUMORE8 H % > I"1 H < 1
* EFFICAZ
bitio
Arre."da ?e om grande s to em Paralibe, mrj-
nielpio de Olinda. Cabnalan, rredindo 403 pal-
Ojos de (rents e ICO'J e tan(03 de fnndo, rea
aroorisado, com monas larangrirag, caftei.-o?,
etc. etc., runia trra para plantac.ao e Laixa de
capim, e mais orna casa para mjradia ; atraa?
na roa do Imnerador o. 81, Irji.
Ao publico e ao commercio
ii. Ronqaayrol rom pbarmacia 6 roa do Boro
lesos n. 22, avisa a seos fregoezes que o Sr.
Joaqun) Aoastacio da Confia deixou de ier co*
brador de eoa casa desde o dia 9 do crranle,
rassiodo a cobranca a ser ft ita pelo Sr. Jo5o
M^tbeos rerreira. Recite, 13 de Fevereiro de
189S.
H- Rouqoayrol.
Nova offcina detanoaria
Ra do Alecrim d. 2 D
Nes'a offic'na t'abalbase com loda a perfeicSo
em pipas, ancoras, ancoretaa. cobas e f-mas
para engenno, e em todo mais tendente sna
arte, garantiodo se- ponloai as tncommendas
qoe Ibe lorem ( Has, e para isso tem glande
deponio de maleiraa de po-ca-ga para sea
fabrico
Peces sem competencia
Roa da Alecrim numero 2 D
______________Das & Esteva..______________
Grfctttio
Precisa-se de om criado ; trata se na rea do
Commercio o. 44.
(Jcsioheiro
Precisa-te de om bom ccsinbiiro ; D3 rna do
Paysacdo' n. 19.
Pratico
Pracisa-se de om praiko na pbarmacia lUicer-
a, paleo do Tt/ga n. lt.
Grande armazem
' Alogs-se om na roa do ;ol, jonto a ponte da
Boa Vista : trata-fe na ro terceiro andar.___________________________
kCmwXww V*
Precisa-se de orna ama qce cosinbe bem, rara
casa de pequea familia; a tratar na raa buque
de C xi38 f. 97.___________________________________
Ama
Preciea-se de orna sma para cosinbar e en-
gommar para peqnena familia : co pateo do
Garmo n. 3,1* andar. _____________^
Ama
r cisa-se de ama ama : na roa Estreita do
Rosario n. 38, l- and:r.
*jG&eJ*i(JL*Jhu
Precisa-se de orna ama para criacca ; Praga
da Independencia ?. 21.
Ctast
Aloea se a ra.-a D. 36 ra de S. Migoel.sen-
do dita casa um dos melbo-es^pontos para nego-
cio ; a tratar no Bazar de Afogsdos._________
Criado
Precisa-fe de om erado para copeiro ; na
botica franceza, roa do Bom Jesos n. 22.
Professora
Precisa-se de uria senbo-a com habilragOea
comp'e'as no ensino de primelras letras, traba-
Ib: s de agolba e msica, e lece.ionar fra da
capital; a tratar na ra Larga do Rosrr.o n. 40,
erceiro r-ndar. Paga se b;m.
E FARINCEO
'<

RUGAS
'rva a cuti*
\^*%
&
-r
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
*w Medalhas Ouro m Expos)g5es mversaes
3*
o
G*
O
Caixeiro para averoa
Continua precisar-se de um cora pratica.ji-se
bem ordersdo ; oa roa Real da Torre n. 2o B.
Horticultura
Simsntes frescas e sortlda, recebtu aPh3r-
mcia Americana.__________________________
Piano venda
Vende-se om excelleDte piano do acreditado
fabricante Wtidenslaufer, com coito boas vozes
e em ptimo estado de coriservacao ; ver e
ratar oo >aminho Novo o. 153._______________
Taverna
Vende-:e a taverna sita roa de Ferdandea
Vieira o 68, propr'a rara principlante par ter
pouco capital. A casa tem commoos para prin-
cipiante.__________ i 'i
arapiuas
Precisase de alguna carapina8 ; a tratar es
leja das Estrellas, roa Duque de Casias nome-
rt 8 B6 e 58.________________________________
Jardieniro
Precisa-se de om prdineiro, preferindo-se es.
racgeiro; na roa do Commercio.n 44._______
Rheumattsmo
Declaro ter-me curado radicalmente de
fortisaimo rheumatiauo, oom o uso por
alguna tempo do novo remedio denomina-
doEl xir M. Morato propagado per
D. Carlos, entendendo eu qne o reta-
ndo medieimento, o molhor anti-rheuma
tico que existe, cu o ustoo remedio que
ura rheuxatiamo.
Eliz ario GarQo de Aaevedo.
C pivary.
Agentes :
Compaobia de Drogan
Rna Marqnea de O rda 24'
Todos aquelles que soffrem
Ido peito, devem experimentar
|as Capsulas do Dr. Fournibr.
oposito* */n todis n principales Pharmacias
do Broml
fa
BRDEOS (FRANCA)
,"T DE FORCAS
loroaia, Debilidad
nuii filo
:: \ B CKRTA PELO
FERRO ROBI
JGINOSO
Rscc;:.':..' ^iir.luuel e preftrii
pelo- .Tecucos do mundo.
bescuiiai le '.Off e imiucoes.
POR A". ACAOO I
13, Ru Orenior-S1 Lazare, em PARO
Dapisitos em todar as p/ino/oaes Pharmsciaa
TINThA UN.CA
instantnea
Para a bajfcba e o cabello
(Cm t franco) um preparaco aljoma nem lavagto
pars, xtXAXOXi, Ru lapaybtte, 53
Dp'oiiU em Pernambuco: P Droai e Productos chiaicoi.
CITHATO DE FERRO
CHABLE
3QD.000 Cnrativos fle Gonorrfaa
Fluxos brancos
Perdas seminaes
Debilidade*oiOrgaoii
El TODAS AS PHAMAC11S
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Itfario de Pernambnco SabSiado lO de Fevereiro de 1895
Or. ~ys lis Kova York,
A Verr'adeira '.
APPKOVADA E LICENCIABA
u :oToiin Geral de '> ( "v
linper'o d l''- dli
A MnravlMla'uhiIv t
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;. bicha i '. '.i.......
..UlO.
A nri\H:a Cnvatlva p\Y-'
cura i i
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10.
A IVinrnvii.-i :vntlT hi re pan
tocasai
Cos i
Aliuorrelm.iBcun.
A Han .lia ( ;?
-. CWVlui. ,
caFaceeKevi -
A ntWMTtlka Caratlva '
,. i tajuu i/oro
Ewdsinat Juuiu- ouPt-i
Man v'"-" ratTB o grande n -
A Mamlita Crati> <'"
\ -'.. l\ III II Cu r.-!'.v.".
curar. '
parj i
\ M -.ir n Cirnlivn exceilente m
lsu*. Letras* -
finas
EqadaBAafia Ofl lr. Bnsqtaffe,
gtcBtedlaa BumMcmi
Caara ** Mnvr.vl.c.io.
iiemecio i*ypbililic'0.i,
BLibh llua Tin fii Ibb i IWi
O "Manual do Dr. tT : '>" t......lire aa
Enl ladea ei t^gmm,fa+
eaoj looafc
!i: .MPUEYS MEDICINE CO.,
-.09 tfnltor. Bmeh NEW YOHH.
NICOS AGENTES
Para vendas se? grosso ce
Pf rfiEM!UCO
Far ia Sebrifiba C.
fiVA S CAB& U
mita m mmmm
Ftizeudas finas, modas, coafecOcs o chapeos do
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas c lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matinec's e corsages de surah, taftetas, nansouck e canrisas
bordadas.
Espartilhos de todos oS tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodao e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimcnto de guarnieses para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda
Cinta para homens e senhoras.
Tara meninas, completo sortimcnto de
TOUCA, CHAPAOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom osto escollado por madame KOBLET
Par.
1 A
Ra
do
1E1S
Cabug 1 A
Hotel Restauran! Po-
pular
EM
Oaraialiims
De fronte da Estacdo da Estrada de Fern
S/d de Pernambnco
O proprietaro deste bem acreditado
estabelecimento scientifica ao respei
tavcl publico que acaba de fazer pas-
sar o sou Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contraro a qualquer hora tudo quanto
1 recisarem alcm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em fim convidamos aos Srs. viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos precos.
^Antonio Luiz.
Ra doBarao de Triumpbo
ib.
104
e risa do V iscon ie de i tapanca n.2e
COMMUNICAM a lesa nuirerosos treges a que tem tm deposito e rece-
ben! regularmente dn Europa o Am& iea todos 08 maehiaiemcs 3 errageca proBu
agricultura d'ebte Estado como aejp.m
MACHINAS a vapor do forca d 4 10 csvtlloB.
CALDSIRA mal tubtilres do lodos os tamanhoB.
MENDAS es mais aolidaa do mareado e e diflerentet tamafitos.
TA1XAS de Ierro batido e fundido.
RODAS D'AOUA.
RODAS DENTADAS diretaa e acgnlatea.
CRIVACS de trro fandiio e batido.
BOMBAS do repucho de riifferaotea Bystemu.
LOO >MOVEIS de diveraoB tannos.
MACHINAS da deacarogar algodSo.
CANOS de ferro g^lvauiaadoa, pintados a de chambo.
ENAKR&GAM SE do qualquar concert para o qua tem anas tfiloDEf
bem nsontedas e com baetacte peaacal e dirigid por dous engeuheiros bastanta pra-
ticos e coahecidoa.
MANDAM vir da Europa o 3ncarregam-t6 da montagem da Usinas e res
tillares, garsnt-?m eua boa qualidada o o 3oaamento co ..o provea co^ B d ive
sas que le a moatedo.
VENDK'M praeo ou a dhro coia descinto e a preQoi resum
Aluga-se um em San>
t'Acna d. 8 A, muit? perto
da esta^aoj com bastantes
cemmodos, agua, fruteirac
e terreno para plantacao:
tratar no armazem do Mar-
tina prac,a Maciel Pinhei-
ro n. 2.
Caixeiro
Pffciaa-se (e oui caixe ro com pralica de aer-
ees e maiaic-, que ieotia quem garanta mu
ce Diuca: tratar ca roa Eetrtita co Rufarii
o. 9.
Taverna
Venle-ta nroa t.ttn art-puezada e eoi fcotr
1,.cal. fUf E=i:e.ta do Rj?sno r. 47, o motive
ti venda o dono tB'ar cente e precisar re >
rar-ae ; para ver e l-a'ar oa wesxt.
Vende-fe
Cruz n. 23.
Piano
nm boa) piano ; na ra da San'.s
Cordeiro
Vende Fe otra bea casa de taipa, nova. luntc
a garope a
traiar no Aarit laverta.
Em Gamelleira
Vende s^ s duas imrorlarjtea oata? de pelr:-
fe cb!,Bi:as ;ua da Alrgria nr. 2 e i, eaioia
ta t-avesf-a doMtne?, tsndo a rJj esquina
prepria pa^a neocio, oto doa melbore? pontos
da iIp, e a ootra eio boas 8ccommoUl5^e^
rara mjrada : qoem prttfflder eoiendi.-se oa,
Firmioo A I'mao. na meiiija filia, oa no Rscite
rea 3o Livramrnio n. 2.
F-OLHETIM
idos.
Acaba pelo ultimo vapor um covo e comp'eio sortimento ^ e
chapoR de feliro, la e palha para homen?, senhoras e
crianzas.
D'
Ih MELLO iS^ AZEVEDO
875tna INme de Caxi87
^-^ imms GHICAGO1833
\ ^ Enex>TT?a-S3(njamos"princpaes;e?criptgfioa JM
W^, Icjas^drmiudAzas^^odpharma'ciasaJj ___^
.!_.----^----------M
zo
ODIO W MCA
TRADCgO
PARTE PRIME1RA
(ContinuacSo)
Jorge sorrio-se leTementn, e murmu-
rou :
Que enthusiasmo !
Vo.*sa honra ver com os seus pro-
prios olhos 1 N5o que disto anteado eu...
As daas jovens miss .. sao nada mais
nem menos do que om poema...
Est bom, amigo Stop, basta de ]j-
rismo, e acaba de ms barbear...
irire, raeu senhor.
Mal acabara Jorge de se vestir, quaudo
bateram brandamente porta, e logo em
seguida entrou no quarto um dos criados
do bfngalow.
Sir Julio Malcolm, diese o criado,
manda pedir a vossa honra o favor de
descer sala.
Diga a meu pai, que l estarei den-
tro de poucos minutos, respondeu o man-
cebo.
com mais urna vista de olhos ao es-
pelho, assegurou-se da qua a fita que lhe
servia de gravata Be achara correctamen-
te atada, e nao alterara a armoniosa
di.-posic;2o dos cabellos e suissas loaras ;
to continuo deaceu.
No momento em que abria a porta da da mediana, e admiravelmjnie proporcio
salo, dir;gio-se a elle sir John Malcolm,
pegou-lhe na mo, e conduzio junto das
duasjovens, que estavam conversando
com Eduardo, e disse em tom jovial, mas
que funda comrnoco tornava um tant
trmula :
- Mary, Heva, minhas queridas fi-
lhas, apresento-lhes o meu filho, de quem
Ihes tenho fallado, o meu filho mais ve-
Iho, Jorge Malcolm.
Jorge inclinou-se diante das jovens,
que, segundo o uso da boa sociedade in-
gleza, lhe estenderam a mo com engra-
sada familiaridade.
Jorge relnnceou os olhos para ellas, e
sentio, pela primeira vez na vida, sbito
deslumhra ment.
XIII
Pela primeira vez na sua vida, como
dissemos, sentio Jorge Malcolm sbito
deslumbramento encarando as pupillas de
seu pai.
Mary e Heva Burtell nao eram comtu-
do nem urna nem outra, dotadas de urna
das perfeiqoes maravilhosas, inauditas,
incomparaveis, que os romancistas attri-
buem de bom grado s suas heronas.
Tinham, porm, cousa melhor do qua a
belleza correcta, de certo modo typica,
que deixa quasi sempre o co'ra^ao fri, e
nao faz nascer na alma aeno admiraco
estril.
Possuiam a gra';a a o encanto Allia-
va-se nellas o que quer que era da flor a
do anjo; dos olhos candidos rahia-lhes
urna especie de casta chamina... Em tor-
no das frontes purissiraas brilhava ihes
urna aureola virginal.
Mary, a mais velha, completara j dc-
zoito annoa.
Era de urna estatura um tanto cima
nada.
Os bastos e sedosos cabellos castanhos,
naturalmente onleados, formavam-lhe
frizante contraste com o azul escuro dos
o'hos, e com os cabellos louros ; a ex-
pressao da sua physionomia era sobremo-
do meiga e franca ; mas indicava poiicp
decisao. IP&'S^'!*
Jorge Malcolm, itr.movel diante da Ma-
ry Burtell, e momentneamente metamor-
phoseado em estatua pela admiraco, nao
podia despregar os olhos da encantadora
creatura ; permanec mudo, e o seu
xtasi manifest tinha nao sei que de tal
modo original, que a joven entrou invo-
luntariamente a sorrir'ea corar ao mesmo
tempe.
Jorge vio-a sorrir-se, mas nao lhe atten-
tou no rubor. Receiou ser ridiculo ; e
fazendo um esforcD sobre si mesmo, do-
mmou a comrnoco que o dominara ; re-
a3umio o 8angue fri, e tornou-se o que
era habitualmentr, um homem de socie-
dade, solicito e seguro de si mesmo.
Mary e Heva tinham ambas modesta
timidez, mas isenta de *canhamento.
Na companhia de John Malcolm e de
Eduardo, sentiam-se inteiramente em fa-
milia. Jorge era fi.ho de um e irmo do
outro.
Por effeito deste duplo titulo, nao podia
ser considerado por ambas as jovens como
um cstranho.
Em breve se sentiram vontade na sua
presenca, e lhe provaram cora a sua con-
versaco, ao mesmo tempo seria a bri-
Ihante, mas sempre naturnl, que eram
nao s intelligentes, mas admiravelmente
educad?.
Jorge Malcolm recebra Literalmente o
rain, como se dizia no seculo pasaado.
Operra-se nelle sbita e competa
transformaco.
A unagem provocadora 9 sensual da
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BAGALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel ao paladar como o leite.
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica o autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL.
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS^E CRIA CARNES.
A vida as principaes boticas c drogaras.
SCOTT & BOWNE, CHIMICOS. -_ NOVA YORK.
~XROPE BE RETER 2
Cerno remedio da Estagao Lalmoea, purifleacor do sanjia^, digestivo
aperiente, nt-nhua oatro ppeitl'Jarto d-n-ratvo o -aliaparnir.a se appro-
ioaa spqner ao X r pe de Heoter n. 2. Coubioi qastro K'snies proprieda-
mu!a remedio, operan 1j a u;a tempo tobie o) igaos d:;stivo9, c
Padaria Nogueira
C anmico \ovo n. Ot
Tekphone, 658
Prvido este estabelecimento de um_ perito
confeiteiro, tem actualmente a disposico dos
eus frefiuezes em especial e do publico em gs-
ral es mais deliciosos producios de confeita-
ria.
Ahi os consumidores enccntraro :
Desde o mais brra fcito
po.le lol, fulhadus ape-
titosas e bolinbaa em pe- .
quenas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
beiinboloa de diflerealea
qualidadrs e formas dis-
tinctas. erystalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses productos sao de um tempero
que sal sfaz ao paladar mais exigente e assitn
se recommendam no uso dns familias em suas
soires a uulras fesias inlimas ou solemnes.
A padaria Nogueira er, pois, prestar ui ser-
vico s familias pemambucanas; s iiuaos pro-
rorciora assim arillos ndispeasaveis,bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
jeitos em casa, no Iba cuslriam menos.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio-
Quem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto,
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
s
tio a venda
anue, os nns e ot mttetinos.
Absolutamente n-oiralea e expulsa prhp canses ioleslinaca, rnj e
poros da palle, es germens necivos, qae fljctuim no eactu?, a* onca e na
DEPOSITARIOS D3STS PaODUCrOJ A Oompachia de Droges e Productos
OiiiaieoaRuh M*rqnes de Olrda o 24.
0 VELHOR
IUIUFCADOR
PARA O
SA.\' l'E
PILULAS BE EUTER
F.^bio eiorytc:do cora-se pusiuv.meie com etlas pimas. Ellas
sao um remedio pn*i!>tiffa ittie de pruo p;.ra o homem mais fraco, [o bem
como bast; r.te c ivo pa'a o homem rcais fo'ii', e nao esostipam depoia; pela
scfo eertl atra-la a tocios cue ,--s ussm. Fao as pillas_enan arte oa pro-
Juica 1 nopoj-a dos Estadof-U'idos. Sao as menerts e mais facis a tomar.
Quareo a PARA
O
riKADO
SABA1I CURATIVO DE REUTfiR
Tomoree, cravo, pelle ver tlta, spera e oleosa ntprdi 0011 curado
or o mais gaide de trdos ce afo-moseadores da relie, o Sara? C' t vo de
Ren'er. Profu a p-l'e hroBoa, b acci tiara e vai^s b'aodas; aheo'u'a
rafnte puro, ttelcidsmenie me^iein-do, exireraameule incomparavel coco
asta) pva a pell? tem como 10 Uocador, do banbo e do qaart.-i das cianea!.
Cil'TEL.l Nao vPnnino sean cada .nvoltcrij ter a marca re-
eif'ra^a cp HgrcirV ft C Nvr Y k.____________________
MEDICINAL
PARA
TOILETE
Venc*ese p sitio rea 00 Pavfaodt' n. 12,
nt-ndj n-r. sobrado e junto a rt' e urna capM-
i .ha, 'e.'jdo na iLfrrlor do itlo diverjas osi-
ib s que do o.a rerHa anona';os pret'.neat 8
p.' erSo v<=r o memo s:j, e irsiar n sobrado,
JfB G as 8 bo:a< do da, p das 1 s 8 hor s da
noiie. on c. m A.'pioiano M?rgce8. noCjrreio.
Em Olinda
Vende-se excelleote doce
de cajo secco; a tratar na
Ladeira da Ribeira n. 23.
UJia prfp^r. gao elcgane, extremamente pe-fumada, ramove todas i s
i opuresas do crneo, persersativo contra a calvicia e cabillo cinzento ; fat o
cabello crescer eppesso, b'ando p formiBO. IuM'ifel nara cu'ar era:g5 8^
do?ncas da pthe, glan ''as e motelo, e cu;a rpida." ente as corladlas, qnel;
m dorrf, f' ii 'a", ior< e cae. < le.
"AClBLI-Nao Kfr.uioo sem cada frsscr te- a marca registraba.
PARA 0
CABELLO E A
PELLE
u h
Ra Lurga do Rosario ns. 29/31 e33
Este importante estabeltcimento, sob a direceo di seu hbil proprietario MA-
NUEL (JARCIA, r auxiliares encendidos na materia sni generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceio do servijo culinario aduaneiro, j tam-
bera pela posijo hvgienica do seu edificio.
BSPAHTAMBNT6S
Depois de irnumeras transformacoes por que tem pausado este Hotel, coneeguio
afinal o seu ncancavel proprietario otferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia. ,
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
AParnTCS
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc, peixes em
latas, queijos flaraengos, suissos e do sertj, doces seceos e em caldas, estran-
ceiros e nacionaes.
ADEG1
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao comraum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolase cognacs
finissimos, que vende as melhores condigoes do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMROlAL
PARA
::::;.-:: nmm
GuimaSes & Valente, coiitinuam
a ter as mercaduras abaixo dcscr/-
minadas propnas para Uzinas e E-
genhos quo vendem garantidas e '.
presos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Porlland.
Oleo de Mocte-.
leos americanos para lubrificaco.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeito de coco.
Azeite de carra pato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extincAr
da formiga sauva.
V. G Largo i!o Corpo Santo Y. A
Agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres inilhoes de ps de cafeeiros semea-
dos em leires cuos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rceife-___________________
Caixeiro
Pre".is?.se de ero rapaz que lenba pratici de
fizendas e dan^o 1 it-s ado re seo bom coa por-
arr.edto ; a t-lar ^0 Bazar de A'rgaricr.
Coso be ra e criado
Precisa se ca roa de V.rra n. 'u.
desconhecida da mascara de velludo, qua. dizer, po.-que nao acho a palavra amar
lhe oceupava lo grande lugar, se nao no | sufficientemente expressiya, ro-a. ..
corajo, pelo menos na maginagao, des
vanecra-S como um sonho, no momento
idolatro-a
Sir John apertou
a mo do filho, e a
em que os olhos so lhe fitarnm cera deh- physionomia tornou se-lhe radiante.
cia na casta belleza de Mary Burtell. Meu quer.do Jorge !... murmurou
elle, cora voz en'recortada. Deus tao
infinitamente bom, qua me re;ervava t5D
grande alegra para a minha velhice !
Ver Mary tua mulher e Heva mulher de
Xem sequer se lembrava da Margarida de
Borgonha inditna, e dizia para comsigo,
em voz baixa, olhandn para a joven,
que a vontade de eu pai tornara |sua
noiva :
E' aqui que est o futuro .. aqu
qua est a fe'licidade Passaria a v.da
inteira aos ps desta vrgem, e entregar-
lhe-hia a minha alma as sueb maosiuhas
de crianca !
Pelas duas horas da tarde as duas jo-
vens, fatigadas da jornada, santiram a
necessidada de repousar, e rccolheram-se
ao seu quarto, para nao tornarem a appa-
recer seno hora do jantar.
Jorgo Scou portanto s com o pai e com
o irm&o.
Ento, mea lilho, lhe perguntou
John Ma'cjm, que idea fazes tu das mi-
nhas pupillas ?
Sao dous anjos, meu pai respondeu
Jorge com manifest exalta$i?o...
O magistrado sorrio-se.
(ne enthusiasmo repli:ou elle.
E' verdade, meu pai, enthusiasmo ;
e desde que existo, nunca seui nenhum
t3o legitimo e to sincero.
Concordas ento que n&o fui exage-
rado fallando-te da Mary e da Heva ?
Nao s nSo foi exagerado ; mas at
me parece que ficou muito quem da ver-
dade.
Por consequencia, n5o necessitars
de te violentar para que Mary seja tua
mulher?
Ser a minha maior felicidade, desde
que puder dar-ihe a mo.
__ Amars esta querida menina ?
__ Amo-a j, meu pai, ou para melhoj
Atten^ao
Urca senhora corrpeteL tmeme babiliUda pfra
i'osinar primeiras ietra, f t^aoslboa derga'ba,
prope-se a tapiar criaugas de ambos ossexoi
or piejo sdico ; a ira ar ca ra Augusta nu-
mero 5. __________
Sobrado n. 1 ?, ra
das Larangeiras
0 abiixo a sitnsrio, icnl > vis'o no Disrio Ce
Pernamboco nm edita, oe pr^a de cito ssbra.
do paraipspamento de iropemos a Fazena, vc-tn
declarar qte e um tos ron~ei bores do ni'smo
sibrado, e que nada ceve t'e impotlo3 >e ci-
d ? JF-zenda.
He-ife, 14 de Fevcreiro de 1895.
I.D17. M nie' Rn-lrii-p^s V*lfnc.
teu irmo, o meu mais ardente desajo I
E vou vel-o satisfeito, e nada mais terei
a ambicionar para a felicidade da minha
familia*
Praza a Deus conceder-ma nma graca
suprema, a graja de completar a obra
comesada, que deve tornar invencivel
e inaoalavel na ludia o poder da minha
patria, e verei a minha rnisso ampia-
mente cumprida, e poderei morrer em
paz 1
Emquanlo John Malcolm assim fallava.
cahiam-lhe das palpebras volomosas la-
grimas e corriam-lba pelas faces, as
quacs se notava a mxima ecergia da li-
nhas.
Morrer, raen pai exciamou Jorge ;
para que falla de morrer, achando-se no
vigor da idade, cora toda a forja do corpo
e da alma ? Nao ? Ddus bom, como
disse ha pouco. E eu accracento, que
Deus jus'.o E por isso deixal-o-ha vi-
ver por muito tempo para ser feliz corn-
il oseo e para nos.
John Malcolm s respondeu cingiudo
ambos os filhos ao coracito, aparttando-os
ternamente nos bracos e beijando-os al-
ternadamente.
IA refeico da tarde reuni df novo a
jovens e os seus noivos.
Mary e Heva, j lepousa^as, de certo
modo avivadas por algumas I oras do um
somno verdadeirameaie reparador, e por
alvas toilettes perfe tame.ite Bemelhaate,
eitavam mais encantadoras aiada do cug
no momento da chegada ; foi esta pelo
menos a opinto de Jorge e de Eduardo,
mas convm nao confiar excessivame;.te
na opinio dos namorados ; porque, como
se sabe, para os coracoes verdadeiramente
presos, ai parfei^oes do ente amado esto
sempre em perpetuo crescendo.
A refeico prolongou-se por muito tem-
po. Erar quasi nove horas quando John
Malcolm, os filhos e as pupillas deixaram
a casa de jantar, e desceram os quatro
degros do vestbulo, que conduzia ao
jardim do bengalow.
Urna brisa suave, impregnada do per-
fume das flores, que p-ssava cora suave
murmurio pelos arbustos, fazi* succeder
aos arlores de um dia ardentissirao deli-
ciosa frescura.
Pareca que a deusa da noiie espalhia
todos os diamantes do seu estojo uo vellu-
do do seu manto.
As aleas de areia branca desenrolavam
caprichosamente os seus meandros, quaes
argnteos ribeiros por entre as sombras
margens de gazo, d fronxa claridade
que dimana das estrellas, como diz o
poeta.
Jorge e Mary, e Eduardo o lleva, d..u8
enorajados pares, caminhavam vagarosa-
mente e quasi em silencio.
Apenas de quando em quando sahia dos
labios dos passeiantas urna ou outra pala-
vra, que afinal obtinha. indecisa resposta.
E' que aquellea mocos coraoes palpi-
tavam em unisono ; que no meio do si-
lencio apparente nao Cessavam aquellas
almas nobres e puras de se fallar e de se
coinprehender.
. {Continua
Typ. o Aw Duque de Caxias 42,
c
-i IrStlfl 1
">
HHUIMM
'I? !.', i .-


Full Text
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