Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17647


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Full Text
V'
V
i
F
TARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiautados. 8#000
Por seis mezes adiantados. 15$000
I or um anno adiantado .... 30&000
P&6P&IBB&9B M&HiEL K.:S3iI3R& BS ftfe&IA & 7&X.S0S
PARA OS LUGARES
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIV#ft)E PUBLICAQOES NA FRAN- ,
QA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.a, rndenles em Paris18 rae de
La Grange
itelire
tojde s
SE {FACA [PORTE
Por seis mezes adiantados. 16&50O
Por um ann'adiantado ..j 333000
Numero avulso do mesmo da. 100
Numero avulso de dias anteriores, g $200
1NSTRUCCAO POPULAR
WmES DA scishT
POR
GastSo Tissaudiei
CAPICULO II
A CONQUISTADO GLOBO
CJIllISTOVAO COLOMBOKERXAO DE MA-
GALIIES DAVID LIVINSOSTONE
GUILHERME BARENTSJOIIN FRAN-
kl.lXRENE BELI.OTRENli CALL
MNGO-PARK DRATONFBANCIS
GARNIER- JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT p'ENTRECAS-
..AL.V TIIOMAS BURKE.
(Cutitinuaco)
David Livingstone 0 indisputave'mente um
tjj maiores aci res que lem figurado na scena
da explorago gecgiaplnca, apparecendo-nos ao
mesmo lempo como urna das figuras mais nobres
da civilisagao moderna o um dos mais bellos
modelos de de licaC&O pela scieneia e pelos lio-
mens. Nasccu ce Blantyre na Escocia, ios 19
de Marco de iSl3. O Ilustre viajante conla
nos a historia da sua propina vida, e falla-nos
com orgolno dos seus aotepassadOS, que nunca
esqueceram os principios da Honra. Ser hon
rado era a sua divisa e a de seu3 paes. Mas
Livingstone nao foi s honrado ; soube tambero
ser generoso pala boadade do coraeo, e grande
pela torga de vonlade Desdo a dade de dez
ennos, David Livingstone leve de occorrer coro
o frucio do seu Ireballio de creanca as necessi-
dades da sua familia. Empreguva se n'uma
manufactura de algodo em lilunly, e, mal che-
gava a noite, dedieava-se ao esrado. Duranto
o dia, puiiha os livros dianlo do si em cima do
lear, e assiro os ia lendo com avidez. O baru-
io d.-.s uiuchiiias nao o incuramodava nos seus
esludos. E' a isso, diz elle, que devo a facul
date de roe abstruir completamente doruilo
quj se faga a volla de miro, e de poder ler e es
crever completamente a mi una vonlade, no nieto
de crean(a* que brinquen), ou n'uma reunio
de selvageDS dangando e gritando.
Aos desenove anuos, oceupava o lugar do te
ce.o. A sua lena, uro pouco mais el ;vada, per-
mitir Ihe frequeiitar as noiles, como Otirtote,
cursos de medicina e de llieologia. Tornou se
profundaraenle religioso, mas a sna crenga foi
seropre viril e s ; ludia um amor profundo pela
sua patria, e nada se llie uligurava mais inveja-
vel do qut consagrar se a-illivia a- miserias
humanas. Alinal chegou o dia em que depois
de ler traballiado coro energa, o operario tace
lo foi ad niltido como licenciado pela faculdade
de medicinare de cirurgia. I
Livingstne linba-se dedicado aos estudos de
ir.edicm curo o rita de o applicar era proveilo
dos diinezes, como missionario medio. Offe-
receu os seus servicos a Sociedad* das M.sses
de Londres, no momento em que Moffat voliava
a Inglaterra, depois de ter passado longos annos
no meio das tribus africanas. Livingstone sa-
guio os consellios d'aqui-lle illustro missionario.
Aos note e sete annos d-e i lade, aceitou 03 de
veres impostos pela Soctedale das MasOes de
Londres, e embarcou para a frica em lt46.
Depois de demorada iravessia, o jovem v;a<
jante abjrdou ao Cabo. Ahi residi alguns an-
nos, casando coro a lilha do veneravel Moffat.
Nunca hornero tal como Livingstone portera cu--
contrar eompaoheira mais digna, mais amorosa,
mais dedicada, mais intrpida c, corajosa.
Livingstone foi ao paiz dos Bachuanas, Irib
salv.-.gem que nenhum europeu al cnto tmha
visitado. D:sie o cornejo da sua carreira, o
grande explorador decidi romper Com os h-
bitos gas, c enipruhendeu urna serie de viageus de
mais de LiU kilmetros cada urna, quer a pe,,
quernum pequeo carro lirado por bois.
Ao principio, os naturaes escarneciam da ip I
parencia doontia de LivingstOQe, e diziara : E' <
fr.,ce. c pouco podei resistir. O missionario,
leudo ouvi.io estas patarras, casligou a impru- j
dtncia dos que as linhain pronunciado, obrigan-1
do os durante das consecutivos a eslogar o.
paseo para o aompanharem. Pouco a pouco, a
e.ii ruia e audacia do doutor exerccraoi urna iro- j
..?ao profooda no animo dos naturaes, que,
' i idaram a considera! o um ser superior.
t* a um grande rasgo de audacia ac bou,
i! Biar-lbe a admiragj dos Bachuanas. i
i s que vigueavam pela aldei i de
K, ..... roJe Livingstone resida, traziaro
;:\crr.. < s habiantes, que os vinham entrar de
noili! n cerrados e devorar o gado, sero que
liTessfm n roragero de se medir com hospedes.
18 m veis, que uro terror sup--rsticioso llies;
faia "onsiderar como invenciveis
(Continua,).
>ABTEOFFICIAL
S Joi5, Luiz Jos Ferueira. alienado, con) des-
tino ao Asylo da Tamarineira; Hygino Jos
da Silva, porenme de defloramento."
''oromunicou rne o delegado do Municipio
de Olinda, que no dia 10 do corrente, 's 4
horas da tarde, no lugar i'aulista, os indivi-
duos de noroes Manoel Kelippe, Pedro Joo dos
Argos, Santino Barbosa. Antonio Barbosa, Joo
Severino Joaquim Salom o Francisco Fonseca,
armados de cacetas, espancaram e fertram gra
veniente a Jos Delphino dos Sanios.
Pela auloridade local foram presos Manoel
!'(!ippe, Antonio Barboza e Francisco Fonseca,
leno se evadido os demais delinquenles.
Foram feilas as deligeucias legaes.
Pelo subdelegado do districlo^da
Visi, foram arreoadadas ante hontem p la
maiiha cerca de 700caixns com korozene, que
apparecerambotando no re Capibarib>.
Tambem pelo sub-delegado do 3o dislriclo ds
Graca foram apprehendidas 70 latas que se
achavam occultas em diversas casas.
Enlraram era cxcrcicio 03 seguintes auto-
ridades policiaes :
Tonent-?-coronel Alfredo dos Santos Alraeid',
subdelegado da fr'gue/.ia de Sanio Antonio.
T eoiloro Ro'.ilio Xavier Ramos, subdelegado
do i. dislrict de S. Jos, na qualidade de 2.
supplente.
AlvaroJ'aqnim de Alera, subielegado do dis-
lriclo de B-tieribe.
Sade e fraternidade.
O Queslor interino,
Jos di Cunha Liberato de Mallos.
RBCBBBDORIA DO ESTADO DE PBRNAM-
BUCO
Despechos do dia 11 de Fevereiro de 1803
Joaquim Augusto dos Kcis -A i." Sccgao para
os devidos lina.
Leopoldina Goncalues Lima -CerCflqne*se.
Miriiniano Campo?, Jos Lipes de A/.evedo,
Antonio Seraphim da Siva-Informe a I." Sec-
fo.
O Porleiro,
Custodio B. da Silva Guimarcss
f!1Wp
J5 finH!
3L
DISCURSO PRONUNCIADO N\ SE55AO DE
9 DE NOVEMBRO DE 1891
REFORMA DO SERVICO DE EMIGRAC.O
[Cuntinicao)
OSr. oelho Cintra Continuando) -Dj-
zia eu, Sr. presidente, que na Australia, cu,1"
svstema de araigragao combinado'coro o ea
lente rgimen le conceasao de torras- que pas-
sue aqoelle Eslaio, a calonisagao se tara deseo i
volvido e prosperado extremamente.
Assiin S. presidente,que a togislaffc .so-
bre Ur.'as consista em um systema bam cQirroi-
DIRECTORIA GERAL DO TUESOURO
DO ESTADO
Dispacoos de dia 13 de Fevereiro de 1893
Corr.panhia de Limoelro e .Medeiros Liyrae &
CEscripluae se.
Estrada de Ferro do R:cife a S. Francisco.
Ao Sr. Dr. contador para mandar junta copia.
Emilia litelvina dos Santos, ilugo & C, Lau
reniino Ncry da Silva- -Jnforme o S:\ D--. con-
tador.
Corr.panhia Industrial Pernambuca e Guilhcr
mina Candida Furreir. -Ceriilique se-
Ferreira R ulrigues .* C. -Ao parteiro para
ent egar ao inleressado.
Dia ii
Antonio Pereira Ba-tos.Companhia de Bebe-
ri-'e e Companhia Industrial Assucareira. In-
forme o Sr. Dr. contador.
Emilia Elelvina dos Santos Mroado, E las
Jo> Jeronymo o Marcolino J. da Paixo.
Diga o Dr."procurador Bacal.
Josepha Sophia de Sena. -Ao colleclor do
Olinda.
Auna L Siqueira Ferreira. -Certifique-sc.
Servindo de p-otocolisla,
Francisco Mitino Ferreira.
Gavci'oodo listado de Pcrnani-
liuco
SECRETARIA DA JUSTINA NEGOCIOS IN-
TERIORES E INSTRUCgO PUBLICA DO
', ESTADO DE PERAMBUCO.
Despachos do du 11 de Fevereiro de 1895
Antonio Cetario Carduzo Ayras, juiz de 'i-
reito oo municipio de Flores, pedindo tres me-
zes de licenca, partfctar de sua sade. -Siro,
na forma da lei-
Cypriaiio Dias do Espirito Sanio, sentencia-
do, pedindo entrega dos documentos qu; jun
tOU a sua piMico do graga, a qual foi indeferi
da.-Picmeltido ao Or. queslor policial interi-
ne, para mandar entregar ao peticionario os
Cimientos inclusos. ..... ,
Bacbarel Arl ur Barbalho Ucliu i Cavalcante, I
director da liiblictheca do Estado, pe lindo que I
Ihe seja restituid > pela RepariicAo da Fazenda, I
0 selle, einolomeiitos e addicionaes que pagou j
p-!o seutlulode ofi-ial da lsec{4u da V di-
rectora do Interior, visto ter si lo considerada
sera effoito sua nomeago-Deferido, cun ofR
ci de luje ao Dr. Secretario da Faenda.
Coronel Hemeterio Maciel da Silva, porleiro
d> extracta Secrelara do Governo, pedindo o
pagimenio de seus vencunentos Deferido,
com offlcio de lioje ao r. Sicrelario da Fa
icnda.
Pelo porleiro,
Hermenegildo de Siqueira.
Qoeslora Policial
Secgao 2.'N. 3.Seorelaria da Questura
Policial do Estado de Pernarabuco, era U de
Fevereiro de 189?.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
.Secretario de Estado dos Negocios da Justica e
Negocios Interiores.
Participo vos que foram hontem recolhidos
Casa de Delengo os seguintes individuas :
A' minha ordem, Luu Francisco dos Sanios
Fragata, por disturbio?.
A' orJera do sub delegado do dislricto de
INSPECTORA GERAL DE KYGIENE
PUBLICA
Expediente
Antonio Cesar Ramos de Oliveira, pedindo
p orocafo do prazo que llie foi marcado para
mudarse do predio n. 54 da ra do Rosario da
Boa-Vista, onde resida e onde lera um agougue.
Mareo o prazo de 15 dias
A requerum-nlo dos Srs. Hen-y Forsler & C,
gentes nesla cidade dos Srs. Lanman e Kcmp,
de RewYork. Foram registradas as licengas
conced las a estes senhores pelo Instiiuto Sani.
tario Federal para venda de seus preparados
medicinaes denominados: Salsaparilna de
Bristol, l'ilulas de Bnstol ou K--mp, Peitoral de
Anacahuita, Oleo de figado d-: Bacalho de
Lanman e Kemp e i aslilhas deKemp.
Foi registrada a 'icenga concedida ao Sr. F.
Floro Leal & C, para expr venda os seus
preparados denominados: Solugo de chlori-
dro phospliato de cal creosotado e vinho de
genipapo o jurub'-ba composto .
Joaquim Benevides Riposo, pedindo para
mandar examinar suas casis -Has ra Maciel
Monteiro n. '.Era vista da infurmago do Dr.
commissario. intimo ao peticionario para facer
os melRoraraentot exigidos, sobas p;na3 da
le, ro prazo de 13 di is.
Pelo Dr. commissario do 4 dislriclo rica in-
timado o Sr. Francisco Lingarilto, para no pra-
zo de lo dias ranalisar as aguas servidas do
predio n. 8 sito ra do Lima.
.Secretaria da Inspectora Ge -al de Hygene
do Estado de Pernarabuco, em 14 de Fevereiro
de ie9?.
Apollinano A. letra Henriques.
Secretario.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE
Balbina baldina de Millo. -Deferido quanlo
casa n. 23 ra Lomas Valentinas, sendo a
obras reguladas polo art. 30 I e 2 da lei n. 4
til. 3.". mdeertdo, porm, quauto a n. 13 a casa
travessa do Oarmo, por se achar comprehendi
da na lei n. 18 c e .
Elvira Alves do Miranda.Sun, pigando os
impostos respectivos.
Francisco Xavier das Chagas Temporal. -
Concede-se liroitando-se ao requer lo.
Perj&Coelbo. -DeferiJo era vista da infor-
mago do uperintendenie da r.ygiene.
Joar.ua Mana Nuues.-Nao lem logar o que
requir era vista da iiiformajao do eugenheiro
municipal.
Jeronymo Joaquim S-vero Res. Tlioraaz de
Aquino."-i,oncede-se pagando os respectivo,
impostos.
Irmandade de S. Pedro do Rec'.fe, Archanja
Mi ia da onceigo.-Deferido, de accordo cora
o art. 30 |5 l e da lei n. 4 til. 3o.
Manoel Jeronymo de Azevedo, Joanna E- d
Moraes Pinheiro. Diferido em vista da infor-
madlo do engenheiro municipal.
Joquira Antonio de Souza o outros. -Conce-
de-se de accordo com as ubrigiges inlicadas
na peligo.
Augusto Nunes Pacheco, Guillermina I-ran-
Cisca Maria dos Prazere?.Concedo-se, pigan-
do os respectivos irapostos.
Constantino L site & C.-Concede-se, pagan-
do os respectivos emolumentos e iraposios do
exercicio corrente
Henri ,ue de Hullanda Cavalcante. -Conc-
dese na forma da lei.
Secretaria da Prefeilura Municipal do Recite,
) 4 de Fevereiro de 1893.
0 porleiro,
F. Sojueira Cabril.
no
trras a (queridas. O prego Jas Ierras lixa lo
pelo commissariadq geral da3 Ierras ditas da co-
rda, e os emigrantes teera grande facilidad) era
adquird-as. As Ierras sao compradas a prazo ou
vista...
A lei facilita, alera disto, o desenvolvimenlo
agrcola.e pastoril lixando o pre;o era urai li-
bra, por gira, e cstabolecen lo coniigOis que
podera contribuir para desenvolviraento do po-
voamento daquella importante zona perten ea'.e
Gran Brelai.ha.
As trras, dilas da cora, qu; correspondem
as nossas trras devolatas sao vendidas a prazo
de 7 anuos, e durante este praso, recebmi se
prestagoos.com juros mdicos ; e, se por qual-
qoer eircamstaocia,o preempior nao polo satis-
faxer 03 pagamentos no respectivo prazo, ain la
a lei Ihe faculta passar a classe de arren lalario,
se liado o prazo de mais 7 annos, era que lenta
saiisfeito todas as couligOes exigidas pela lei,
Je cultura efficliva e de raoradia habitual,
passa-se Ihe titulo definitivo de propriedade.
V, portadlo, V. Exu1., que cora seraolhante
facilidade de acquisico de leras, nao de ad-
mirar que um Estado, como a Australia, espe-
cialmente a Victoria, se tenha desenvolvido,
pela forma por q'ie ltimamente lera sj lo; e
prosperado com a grandeza de proJucgOes es-
plendentes, que, se nao fofa o systema bem com-
binado da venda de trras e Iotas as facilidades
que a mie patria ou'.orga para expediento de
emigrantes, cortamente nao estaara lo llores
cenes.
Estas trras, Sr. presidente, depois de adjue-
riilas, podera ser fcilmente transferidas pelo
simples endosso no titulo de proprieiade; o
que, entre os emigrantes de gran le v.uit.gera
para evitar delongas e perda d > terap i que or
dinariamenle se d na acqaisigo de semelhau
tes propnedadis.
Entre nos o systema demasiado pornicioso ;
ao passoque esles listados vendem Ihe as ierras
pelo prego mnimo que acabei de dizer, as nos.
sas Ierras eraiu vendidas, aos mnimos de 4:163
a l(i o heclarel
Trras por semelhante prego nao se encontrara
ero mesmo no Mxico, onie a venda de trras
bem considerada para uro e3peciaes do des-
euvolvimento da cu tura do caf.
No Mxico, cm que as Ierras, relativamente
sao mais caras, vendera-se as proximi 1 des da
Vra-Cruz, onde o ca^rodu nbmid.-in'.em.'ii-
te; a ra/.o de 40J, a cabal.'aria, medida que
corresponde a i05 acres e que corresponde a uin
prego Intimo por declare.
'isto o que lem contribuido para o desen-
velvunento da zoni cafe eir, em Vra-Cruz.
All, como em tolos os piizes que curara da
emigrago com certo interesse, urna das con li-
gues pnroordiaes, sero duvi la, a facili laie na
acquisigao de ierras, pelo b;m combinado das
dispasiges regjlameolarea e da facilidade das
CommunicagOes, estab^lecendose a viagao fr-
rea e de rodasen), em toda a zoua de terral que
teem de ser alienadas.
A Repblica Argentina, nos primeiros nade )3
de cera familias, que cstabelecro em suas col
mas, anda roais benfica do que as outras na-
ges que curara de colonisagio.
Assnn que aquella Republ -.a, al;n dos enor-
mes favores que faz aos emigrante-, distribuyo
a cada urna das prundras cera familias 10) he-
clares de Ierras gratuitamente, facultando Ibes,
alm disso, o direilo de comprar outras a razao
de i> o hect.ire e era preslagos aunuaes e sera
juros.
Desta combinago das duas disposiges all-
nenies a tenas e favores diversos aos emigran-
tes, que tem dependido essencialmenieo gran
de desenvolvimenlo e p.-o-perida le dos puzes
que necessitam de colonisag5o.
E-iire nos,em vez de persistimos, carao dsse
ha proco, em medidas que ten 1 un conslanle-
raeule a desenvolver a emigrago e aestabelero
era'granle como uro p.-queuo proprietario nos
Estados, onde este systsroa possivel, nao le-
raos feito isto ; e longe de peisisliniDS ero me-
dida qu! lende3seiu ao estabeleciraento desta
plano de colonisago, temos andado constante
mente em le.uiativas abandonando hoja aquillo
que endeosamos h miera, sera nexo, procurando
se quasi serapre primar p;U carencia absoluta
de qualquer meliloto ou sysiema que favorega a
emigrago. (Apoiados).
E' este, S<\ presdeme, o peior do3 miles que
tero tanto contribuido, si nao para a paralysago,
ao menos para o poucj desenvolvi) roto que o
servigo de emigrago tera tido entre nos. (Apila-
dos)
Lerei Caraira o conceilo de ura autor qu:
tratando desia materia, dep lis de mostrar os di
versos detfeilos e mesmo, erros pralicidos pela
nossa adminislrago publica era servieo all -
nenies a essa magna questo, expnraio-se pela
seguintelrina : (\)
Legendo relazione uificial e relazioni pri
val, oppuscoli e giorna, veggonii i pi. sva
ran, giudizi sui sistem seguili dil governo
coloaisare il poese. Tul
Jlo das colonias, chegaremos a esta concluso:
o numero total de emigrantes nessa po'.lia,
emlciliados na colonias, ora d pouco roiis de
lOJ.OO eslraugeiros
Si, pois, tj'ojarroos para divisor daquella
quantiausta so.n.na, chegaremos a deduzr a
i nfioriancia para cada colono domicilalo na
colonia, de 229l)OJ.
Ora, perguato eu, llavera quera conteste a
gran le vanlagem de termos adquirido um ele-
^ ento de prosperidide, um elemento de tra-
je de riqueza para o ujsso pai pirseme-
Itiuale qua na, qua-n to oulros pai.es d) para
M*o do emigrante so.nina .-.iuiIo superior,om)
pOfex iiplos, os Esta los- Cuidos, on le se toma
tHRporUnie sorauia de I.IOJ dollars para m:-
da d; pro Iuccj e por consequencia, da esli-
mativa do valor que cada emigrante que ali
nado, de urna execugo pralica, que tem operan *..., Cjillr;bU p"ara a,j.,:n>utJ da nqujzi pu-
do resultados esplendidos. A epucessao de ter jlca
ras consiste no desenvolviraento agrcola das '
Si considerarraos esta p quena despeza e to
mar.nos pora divisor nao somante os emigran-
tes eslabeleci lo n ts colonias, mas, os que del-
lis teera saludo e se domiciliado as povoagss,
fltogaremos con;luso qiu o valor por cu .a
eiijigranles aitiuge o alg-uisro.J d li'i por ca-
hega i
A"anlag;m, *r. presidrate, qu; o paizobte
ve e*te syste.na de co'onisagi olLial, ou au-
es.dessas numerosas teutilivas, intuitiva.
Esiaios que oulr'ora p meo ou na la contribuan)
para as rendas da Un lo, hoja desenvolvimeiito
prospero da sua lavoura, coicorrera e nao pou-
co para o e.igr.indecimenlo, nao s do paiz,
como lamben) dis suis rendas, pelos tributos e
i pistos cobrados sobro os proJu^los da expor
lbiio agrcola. (Apoiados;
O augmento da populago Iraa n3ces;ana-
m-nle o augmento do con rara j E como a roa-
xmi par.' -'esles nossos emisrariies sao estran-
geiros e habituidos a outros |ra t.res d: vida
que n'io os nacionaes, el es lero necessi lade
de importar omito miior somma de iroductos
para consumir, do que aquel! t que sena noces-
saria para a populago indgena
E' dalii o eonsequente augmento de dlreilos
le imp>rtago, e, portauto, dunuiuigo de sa-
crificios que lera feito o Thesouro CO n a a Irais-
sao de laes agenies da riqueza publica, (\.poia"
Jos.- uiuito bem )
Nao deremos considerar o emigrante simples-
mele como um elemento de traballio. E por
esla razo que propositalinente nao tenho toca-
do no Estalo de S Paulo.
De vera os considerar principalmente o emi-
grante como elemento de riqueza para o nosso
paiz, pilo desenvolviinento Ja lavoura, das a1'-
tes e das industrias coro que ellos aporlarera
j.9nossas plaga?, e assiin consequentemente
augmeiiiarero a riqueza publica, nao s pela
produegao, como tambem pelo desenvolviraeulo
di imnonago, pelo co isumo que elles tenliara
nscesida le de fazer. (Apoiados)
Passm lo a pocha a que me refer, Sr. pre-
atente, po ler-se-ha objectar que si al 1478
recebemos :tOJ e tantos raileniigrantes, estes
Jtjtigrani s nao se doraiciliaram no paiz, e por
fdnse^uinte ,rande parlo dus sacrilieios fetos
lora em pura perda.
' Para demrastrar quao afastados da verdade
miara -iqu-lles qne assiin pensara, recorrerei
0 re.-enoeara'nlo de 18" i ;e observando pelas
pfcoTiocii, noioqui siraplesra-'iite, sera contar
03 emigrantes iloniciliados as colonias, 03
emigrantes domicilalos n >s Estados, era iSTi
era de 14L8J0 ; e si adra.ltirm i? a esta somma
o nu:nro daquelles qu) se adiara domiciliados
na3 colonias, e ouiroj que sem se embiragarem
com os coniracloj'de parceria qu; haviara feiio
cora os differcnts propietarios que os man-
daran) vir, se achira eslabelecid )3 nos arredo
res de S. Paulo c outros cidades, verificaremos
(i ia em 1871 que se naviira domiciliado nosdif-
terentes Estad js do Brazil 55o uOJ estrangei
ros
Por consegurate, v V. lx. qu: nessa nussa
enorme, de luzdos os 4o mil emigrantes al
enio recabidiH, Dor subvenga), a diEfereiiga
apenas de 100.000 emigrantes.
E isto perfeitaraeiito explicavel, porqie mul-
to? I-Sies estraigeiros, durante este terapo, ji
se baviam assiraaio pjpulago e adoptado a
nacilalidale br.uileiri.
Pirconsoquencia, destes 30).093 estrangei-
ros qu harta os recebulo, roiis de 145 m.l n-
cararo doraiciliados no paiz.
liste faci nao se sabs sino raramente na
Australia e no auad.
N)3 proprios Esiaios Umdis, depuis que
para l sj eslabelecro a concurrencia emigra-
toria dos chinezes, o xodo da populago lende
a refluir para a Europa, porque nao pode com-
petir cora 03 salarios dos chins.
Unir nos, Sr. orasidaate, ui
ura dus pontos
mais Importantes, un dos pontos Caoitaes para
(rular d;sse assuraplo, sena o pawaBUBto do
nosso solo. .
lafelizmenle.porem, o Congres3o Conslituin-
te, em sua sabedone, lirou Uni) um dos
prracipaes factores da colonisago -as Ierras
nacionas ou dvolutas.
Estas trras pissarara com 7- Exc. sabe ao
lomiui) d.s estados e por consequencia a
Uino t>m dije uncminte o'< encargos aiu
nenies ao servigi da emigrago, deixaodo aos
Estados o de tratar em pur si dos irapjrtaulos
servicos d; colonisago.
Mispergunto: estaro os Estados habilita
dos a tratar desta ra nuitoso problema qie in
leressa nao a sui vida intima, mas a vi la ecj-
n mica da Unio Po lera a U.io abandonar
esses Eitados a seus simples recursos, que em
al"uns dos ques na > s > suth* eQtiu para man-
, W a sua pe.|UJiu almmistrag.V, quanlo mais
.pira cusieiar u i) servig qu ; nleressa parlicu
i- f larraente ao engraiideciraento da patria
Pens, Sr. presi lente, qui ? ll*iiorw
constitointes fazendo esla doagao aos Estados
brasiliano p:r coloaisare il paese. Tul. pen- nao curararo cwn aquoe 'J" 'g
gono i loro melodi e, come, sisuol direlh si'que da v. *"'.* *5S5TrVmos
fascia lempo al lempo, ci che produce ,xe fa- J^J^S'^^Jg^ 'e 'dizque no"u,
crestada ne. provedtmenU pregare d: ^u i. tf^1[~ul Jn^is inder..as qu se
' E'sia o poor dos males, Sr. preside, eloccnpam do tervifi) do Jf^^gSS!
que raais lera prejadieado,' ri& %tt*^^ SW
d,aoXa^eSS^^^
tisse constanlememe as rae lidas, que houves
se encelado par o desmvolvimen o do magno
do< .
Geralmenle
so de prosperidades e grandezas para os paizes
novos. (\poiado?.)
Geralmenle, Sr presidente, nao se acredita
na prosperadle dos nossos eslabsleciin Mitos
coloniaes, e auppdi se que leona sido feito* em
pura perda, das quinlias a soramas diipen lilas
cora este estabelecimeotos.
E" csie, en reanlo, ura facto que timi lgi-
ca dos algarismis, so p.ovaqu: u tem o me-
nor fundamento nem resiste ra;iior analyse,
gemelhante conceito.
Si tomamos o periolo qua adoptei pira a
prnneira parle das consideragis quj cstou fa'
zendo, c Dotamos que n^slo periodo dispande-
raos a mil e lanos conlos, coro todos os oervi"
gos da emigrago, c si noiarraos qua nessa ;io
c.a a populago. simp'esmente a regstrala nis
colonias, nao eiqancipnla3 excluidos os emi-
grantes que se lera assirailado missa da popu-
lago, ou por qualquer circurastancia teuiiara
meios de subsistencia ?
Ficar abandonado? Nu> \ nao ser por essa
meio qui pn-oareims o nosso solo.
E'u.u problema lo c implexo este da col-
niiacoquj obngou a un dos nossos not.iveis
esta lisias a proferir nesla Caraira o celebre
conoeito de que si o emigrante que M destina
vid v agrcola nao encontrasse no brago do
governo o director intellig-nte e seguro que o
conluzsse na escolta de urna cultura produc
liva, longe Je ser um factor da uossa pro=p -
nUde hara de vir augmentar o numero doi
descomentes, e o prole.analo lo -prejudiciaes
aos interesse do oaaso paiz, e por consequn-
cia. oniribuir graudemonle cora outros ele-
mentos de descrdito para a ruma de um ser-
vigo da cuja prosperidade dipende o eugran lc-
ciinento de nossa patria.
Ser esta, Sr. presidenta, a conseqoencta ra-
midial) do principia que 33 quer estibelecer,
' que. a Unio nada tora que ver cora a coto
nis igo.
Antes de entrar oeste assumpto, qua conati-
tue a segunda parte de rainii is obsirvflas, tra-
lare do emigrante, nao como factor da nossa
prosperidade, pela assimillago massa da
populagfio, mu, como p;queno proprietario,
contribuin lo para o desenvolviraento agrcola
de oosso pas, l'ritarei delle depois Cjino ele-
mroto Je iraballl}, e vejo qu?, infelizmente, s
um Estado tera recebido esse factor ingenie de
nossa futura grandeza como elemento de traba-
lro-o Estado da S. Paulo.
Em S. Paulo, coro efTeito, o emigrante encen-
tra, ira:n:djaiaiu,'.nte, collocagao pelas vanta
gii)3 quo ple auferir da lavouri do caf, qua
remunera 8%fft:ientemente qualquer sacrificio
que o grande-proprietario possa fa'.er.
Mas mi Esta los onda esa lavoura nao est
tan desenvolvida, on le nao ha por assira dizer
a grande lavoura, e t) importante coran em S.
Paul, orno proceder para obtar este ele.
ment de nossa prosperidade ? Nao vejo ou-
tro meio de acgo poderos, seno o dlo do
governo, e s o go/erno pilera encaramhar
para esles Estados a emigrago que necessa-
ria Dar povoaramto de suis tenas incultas.
Em S Pauo ni'sm), a emigrago tare dias
bem ra.ius, quindo se pietendia que o emigran-
te all nao fosse mais Jo qua elemento servil de
pe e branca, e foram estos factos qua niquelle
Estado, Iprovocaram a inlerveneo a quilla
pouco me refer dos gorernos das o iges cultas
da Europa.
At a poc a qu ven'no de referirme,
18'8, o proiileraa la emigrago em S Pauio
era insipiente, porque faltava-liie o elemento
attraclivo, faltara Ihe o ncleo, verdadeiro cha-
uiarizjda emigrago onda eslivesse eslabeleculo
o eraigranie que por suas carias e suas corarou
nciges, indu/.isse os seus prenles e amigos a
em grugem pira o piiz, onde deviara aciiar
uraa felicidade, raaior do que aquella que goza
Vira na rai patria, poden 10 obter meio de su-
bsistencia em todas as picas do anno, sem
so.irerara os rgirea d .s estaces, o as priva-
qO 'S a que sao sujeilos 'na Europa, palo excas-
so te populaga) localisala excessivaraente nos
districtos ou communas agrcolas daquelles
pai/.es.
Foi assim, Sr. presi lente, que, cogitando
de-te elemento, o governo de entao procurando
etabele'er nos arredores le S. Paulo ncleos
que servissera de attractiro ai desenvolviinant'-
di emigrago, est.ibelecau naquellas arredores
as dilferenias colanias pequeas que servissem
de centros onde o emigrante recero chegaJo.
polesse demorar nos primeiros lempos al
transportar-se para as local.dides onde po
desse engajar os seus servigos.
Foram nessa poca approveitadas alm das
ierras propriamente pertencentes nago, ou
lra3 de fazendas que all baviam, abandonadas
p ir falla de bragos, pelas ordens benedictinas
carmelitas que o governo a iquirinu por bai-
xo prego para- eslabelecer esses ncleos dos-
iribuiodo em pequeos lotes estas Ierras a erai
gmnies que all aporlassem.
Boje, S. Paulo, a cidade, tera o seu mercado
completamente abastecido poto aesvnvolviinen-
to da pequea lavoura desses oles, e tem ele-
mentos de Irabalho sempre que quer procurai-o
entre s iminigranles establecidos ero seus ar-
redores.
Vou referir a cmara ura facto que prova o
criterio com que os nossos administradores cu-
ravam desse systema de irabalho.
Establecidos os ondeos coloniaes cm S.
Caetano, Gloria, Ypiranga, S. Bernardo e Juru-
baiuba, o imperador foi visita! os.
Nessa visita em que o enio edefe da nago
cora sua presenga animar* aquelles que acaba-
raro de adoptar este paiz, para nova patria, deu-
se o seguinte episolio.
Sendo chega los a S. Caetano, atravessavam
os corredores da lavoura de linho, quando disse
o alto personagera que acompanhava a regia
coro netiva.
Vejaui como se esbanjit dinheiro? mindim-se
base ir emigrjn'.es por alto prega pu\t plantar ca-
p/ ao que o imperador viraudo-se, brusca-
menta, returquio :
V. Exc. est engaado, isto nao capira,
linho*l (Riso).
Isio prova, Sr. presidenta, con tr steza o di
go, o pouco caso que mereca este roomentoso
problema dos delegados do nosso g >verno, na
joca do Imperio, e que nao estou longe de af-
lirmar que hoje Dem poucos sao aqu lies que,
curanto com interess desse grande problema,
dedicara alguns rapenlos a estes estudos, pro-
curando ver roclos de minorar as dilfi roldados
da nago pelo augmenlo de sua populaga) e
consequente deseuvjlviineoto de auis fonles de
renda.
N) vejo, portanto, Sr. presidente, mellnr
meio era mais alequado para desenvolver esse
servigo nos Estados ond: na grande proprie
dade, sino o da acqnisio do emigrante, cora)
elera;nto de Irabalho, e naqulies onde houver
larras devolulas e que possam fcilmente ser
alienadas ao emigrante o systema da col rosa-
gao pela pequea propiiedade territorial man-
lida e custeada p:los Estados. (Ap dados).
A gran le propiiedade se tero desenvolvido
e prospera palo concurso do brai.0 laborioso do
emigrante; para ella, pois, devera ser encami
nhados os emigrantes quj prefenrem esse meio
da locahsago, mesmn porque encoutram na
gran le proprieda le com f.cilidade elemeulos
remuneradores a seus labores.
Si forraos hoje exclusivamente tratar do ser-
vigo de emigrago ero face da nossa Constitu-
gao. nao taremos remedio sino abandonar com
pleiaroente os Estados a seus pr >pnos recur-
sos; ao passo que e3ta deliberago seria de
gran le vanlagens para os grandes Estados,
quo aufereriam immensos proventos do desen-
volviraento da emigrago na sua gran la lavoura;
os pequeos Estados teriam de soffrer uraa cn-
se e erise nao pequea por falta de elementos
de prosperidade e de atamratos de riqueza, qua
podessera ser assitoilados sua populago, para
conjunclamenle desenvolver suas frotes de n
quc/.a, que pnr ora sao exclusivamente prove-
nientes da agricultura.
O Sr. Paula R'.ra)3-E=la uma das phases
da queslo actualmente.
O Sr. Coelho Cintra-Pensando assim, Sr.
presidente, enlendo que aoio nao deve aban-
donar os Esta los a seus proprios recursos, nao
deve abaidonal-os por uroa razio principal;
porque este magno problema do augmen.o da
aopulign do paiz interessa especialmente a
Unio. (Apoiados).
Ni devenios procurar 3aber e mesmo esco-
Iher os elementos que vamos issirailar i massa
ia nossa populago : e nao deixao lo esle
ervigo inieiramaoto a cargo dos Estados des-
ampralos dos poleres da Unio que elle che
gar a atlingir o dnicratun a que todos nos
nos proporans, de engrandeca) mo desta patria
palo augmento da populago, cora eleraeutos di-
gnos de n)sso3 esforgos. .
Nao taremos remedio, Sr presidenta, sino
por lempo nao muilo limitado, auxiliar e3les
Eitados que nao disp5m de recursos, da ele
mentos sufficientes para que pausara continuar
ara nter a colonisago qua tem at hoje rece-
ido, e continuado a recebar dos poderes da
Outros Estados raai* prsperos, como o Rio
Grande do Sui polo o, pela sua grinde nque
za e pelo desenvolvimenlo da grande massa da
populaga, que la existo, dispensar estas favores
da Unio; mas nao podera de prompto curar
dos interesses desle servigo, e nao podera Sr.
presidente, porque uraa circumstmcia de lodo*
nos conheci la, a isso o inhiba.
A devastago de qu tem sido victima aquella
paite riquissiraa do territorio da Unio, pelos
elemento destruidores da revolta muilo tem
contribuido para as diiQeuldados cora que essa
Estado se v obrgado.
E' de equidale e de jusliga que a Unio vi
em seu auxilio, procurando ressarcir as torgas
perdidas, afira de quo possa o Rio Grande do
SI curar com afinco de sua colonisago, que -a
mais poderoso elemento de sua grandeza.
(Apoiados).
Esta Estado sempre cuidou cora interesse
maguo desta qu.-s &0 de emigrado ao lado dos
podares da Unio, e, ao passo que a Luio fa-
meatava a emigrago por meio de seus agen-
tes, o Estado do Rio Grande fa.ia a introJuega
de colonos directamente.
E einquanto a unio transformava a regi&o
d"aqu:lle Estado, que se charaava enio Campo
dos liugres, c era habitada por indgenas, em
um local habitado por mais de 5,000 colonos
europeus, a enio provincia do Rio Grande es-
tableca a seu lado colonias lo bem demasia-
do prosperas com os poucos recursos de qce
enio poda dispar.
Muitas colonias estabeleceu o Estado do Rio
Grande que, pela proximi lade dos ncleos colo-
niaes da Unio e pola facilidade que encoatrava
para a grande corrente de immigrago que af-
lluia aquello Estado, muilo prosperaran).
O governo de ento leve de entrar era ac-
cordo com o governo local e chamar a si as
colonias que se denoramarara Conde d'Eu, e
I abe], sob a con liga.) de deseuvolvel as por-
que a provincia enio nao dispuuha de raeos
para mantel as.
Hoje todas as maltas, que erara conheci-las
pelo norae de Campo do Uugre, esio trans-
formadas em urna regio prospera, desenvolvida
e habitada por mais le vm'.e mileroigrantes alm
dos que se teem confundido coro as populageg
circuin visinhas; coro estes centros de atira-
go, qu; sao da maior v nlagein, e que poleai
prodiizir os ncleos coloniaes, pela propaganda
lenta, infallivel e segura das corarauaicagea
qusfazemos emigrantas a seus corup.trilas,
prenles e amigos uo dislriclo de onde elles
proce lera, tarase o mais seguro e poderosa
elemento de dese.nvolvimroio da emigrago.
Estes elementos Sr. presidente, contribuirn
e poderosamente, para que tola esta zona qne
acabo do referir rae, e qu i era 878 dispuuru
de cerca de cinco rail alinis, hoje attinja a raais
de trala ral, indura lo oeste numero os da
i'ica la Flix e Selakc e oulros lugares dema-
siadamente prsperos, daquella circuinscri-
pgo.
As difRcul lades que obslavam o desenvol-
viraento emigratorio desses lagares erara m-
mensas, e quasi insuperaveis, e isto devidoa
falta de communicages.
Mas, logo que o governo, r-.omponelrado desta
necnssidade, lacilitou as communicages, a im-
migrago desenvolveu se como por enCuRto
nessa3 regioes, e ho,e aquella m sma zona qie
era despovouia, produz abundantainenle, e coa-
corre para o mercado da Porto Alegre, cora os
seus producios, assegurando assim o engrao-
decimeulo da capital daqualto florescenle Ej-
tado. (Apniados).
Nao Sr. presi lente, esta zona smente :
que se tera desenvolvido all, e si os fa.ore.
do governo e a presenga de grande massa de
estrangeiros domicilia tos e bem establecidos
nestas colonias contribuiram uo pouco para a
corrente emigratoria que de preferencia bus-
ca aquelle Estado, raais anda concoriem as
con Jiges geographicas, seu excellente clima e
o grande numero de centro atractores que all
se hartara eslabelecido desde as pocas dj
governo colonial, cora a fundago de colonias,
como a de S. Leopoldo, Tres Forquilhas e ou-
iras, j confundidas na massa da populago na-
cional, e que t mo co itribuirara para o desen-
volviraento desse Estado.
Ha districtos inteiros, margara do rio Si-
nos, e na zona qu est ao lado de S. Leopol-
do, Habitados exclusivamente por alleraes, e
tiesta zona que ha a maior dilficulda le para
q'iem nao emende u a pau:o de allemo por-
quanio diffi ilmenta encontrar quera Ihe possa
ministrar mforraagOas era liogua verncula,
em quanlo neila transitar.
Ao passo que, si esse elemento da nossa
prospeH la le tanto se desenvolva, manteada
seus hbitos, consegu que o governo de ento
encaminha^se para essa zona elementos que
procurassem assimillar se a oulra massa de
esirangeiros, nao menos la oriosa, a dos 03 ti-
proleyes ; mauida esla que acarretava a grande
vanlagem da quebra de predominio de urna
nacioualidade.
E ostou u ni certo que essa medid i de alto
alcance politice, secundada, pela ditfuso da
iuUrucco, entre esses coloaos proluzr os
melh'ires resultados.
Vou referir a V Exc. um facto que demasia-
do roe entnsteceu.
Transitando eu por u;n districto, talvez o
roais importante desses lugares, que uraa
verladeiracidadi, que couserva o norae a'.le-
rao e todas as suis tradigOes, perguntei a un
brasileiro adoptivo por que razo nao e.isiuara
a seus lilhos a liugua do paiz.
E, Sr. presidente, esse hoinera respondeu-
me por tal forma que eu nao Uve o que repli-
car.
Disse me elle : dou a raras lidiosa educa-
gao que Irouxe do meu paiz; o governo do sea
paiz al hoje nao deu escolas pa elles se edu-
caren). ,. ,
Esle facto, Sr. presidenta, que pona de al-
guroa forma desanimar o clufe de familia, o
eraigraoto que vera se eslabeleeer nessa zma.
i.o o tara feito, antes, pelo contrario, illea,
oraoque luvidaodo desta fraqueza ou esque-
cimento do nosso governo, teem por conla pro-
pria procurado desenvolver o mais que pidea
a inslrucgo primaria local.
Foi assira que vi era toda essa zoua por mim
percjrrida, e Habitada por a'.kinSes, tyrolezes
e grande massa de italianos, escolas particu-
laies, ondi 03 ftld03 desses emigranies iam
beber a inslrucgo primaria que seU novo paiz
uo Ide podia ou quera dar.
A instruego primaria rasada nos moldes das
nages de onde procederam esses povos, nao
pode convr aos nossos interesses soeiaes.
Procurei quanto era possivel ver se dimi-
nua esses mi es, influ para se cstabelecerern
escolas mixtas, que e a o nico meio de com-
pdlir o emigrante a aprender siraulianeamjnte
a Irogua patria e a de seu pai/. .
Infelizmente foram poucas as providencias
tomadas, e este resultado mamfesiou se muilo
'" Sms'EsTados hoje. que sao autnomos, nao
cur ram enra latera* demasiado desse mago
problema, nada se far, pirque nao taita tr*
zer emigrantes e at.ral os as cidades marti-
mas necessario local.sal-os, e crcalos de
elementos de modo que elles possam prosperar,
aaraniiiido-lhes o ensino, o desenvolvimenlo de
suas familias, para que elles nao venham em
nossa patria sent a lalU do elemento de que
gozava no paiz por elle abandonado. (Apoia-
No creio Sr. presidente, que o xodo da pj-
pulago europea, que aporta as nossas plagas,
man l




r
;
v-\
rr-1


f

IVbario de Poinamhufo itextafeira 15 de Fevereiro de 8 91*5
\



i*
iepois de domiciliados no territorio da patria,
se lembrcm jamiia de voitar a seus antigos
jaizcs. ,
(Continua)._____
fTAlHB 1U 1 *IAP
NORTE
.4 macona*
Daias at 2 de Fevereiro :
L-se no Amazonas da 31 de Janeiro.
O nosso Ilustre collega Humayt-
ansa pu'olica era sur edic&o de 2 deste
mez a seguinte e interesante noticia a
que nao podemos nos furtar ao dever de
dar publicid&de pela tua indiscutivel im-
portancia :
O e&pirito da populacho humaytense
yecahio no seu habitual socego, com a
ebegada do vapor Man que nos trouxe
o nosso velho amigo Sabino Goncalves,
que realisou sua exploraco^ de Humay-
?h Labrea.
Era tilo geral e arraigada a ancieda-
le publica, qua ao primeiro foguete er-
lo da bord i toda a populacio sentio-
. anthu-iastica, j. antagozando a nova
do regresso do dedicado explorador.
E quam nao sentio percorrer lhe as
?aias o delirio da Alegra aj abracar o
7elbo incansavel a alvo da manifestoslo
popular ?
Tin ha finalmente, realisado a sua ex-
eursao, nao se tendo a lamentar desastre
algura.
Decarreram rauitos dias durante sua
ida, atiento aos incidentes da viagem,
trabalhos na abertura do cammho e s
intemperies do tempo.
A communicaco, portanto, do Madei-
ra com r Purs", por meio da estrada
nitura de Humayth a Labra, j urna
?ea!idade, e ura passo dado na senda da
yrogresso do nosso municipio
Garante-nos o Sr. Sabino ser feita a
-na*;m desta cidade aquella em 6 dias,
iepois de franca a estrada ao publico ;
9 de .nuito interesse sar para nos bu-
aaythenses, o auxiliarmo-nos mutua-
mente era nossas nacessidades e adianta-
jQento locaes com os lobrenses.
Bem intencionada a empreza que a
aieretiosima intendencia aspira realizar ;
s para ella nao faltaro o estimulo e au-
xilio do governo e das municipalidades
La Labra o desta cidade.
S temos, n sta momento, de nos con-
^Tatularmo3 com os municipios, e espe-
cialmente com os dous eshrcados che-
jes dessa empreza : um por meio da
aspiracao que alimentou, o Sr. commen-
ador' .\Iouteiro, e Outro pela victoria
a viagem que emprehendeu, o Sr. Sa
ana.
Pa'
Datas at 5 de Fevereiro :
L-M nJA Provincia do Para de 2 :
Para o alto Tocantrns seguiram hon-
tem 100 pracas dos batalhSoa 40" e 15-
as inan'aria federal e 4- a 5* da artilha-
a.
Essa forca, que vai commandada
s>elo capito Firmino Res, dastina-se
idaie da Boa Vista, Estado de Goyaz.
Com a mesma forca foram tarabem
?3 alferes Hilario Ribeiro, Franca Car-
Talbo, Flavio A'.buquerque e Paymun-
ao Barbosa, a o cirurgio tenenta Dr.
Jacob Giyoso.
Fazem parte do contingeu'e os sar-
gentos Banjamiu Guimares e Victorino
Cmaro, aquella do 4- da artilharia e
asie do 40 de infantaria.
A forca seguio no vapor General
lardim e at ao lugar do embarque, foi
ompanhada peia banda da msica do
5* batalho de intentada.
A Recebedoria do Estado, em Janeiro
no arrecadou a quaatia da.........
1.074 9113326, assim discriminada :
Caixa effectiva:
Banda arre-
eada 907:5945197
Zstampi -
Las 13:17182 0
-------------------- 023:2655397
Caixa da deposito :
Bolsa 7:217*418
:'rindo ei-
sholar 1983003
Joros do Pi-
heiro 26*830
------- ----------- 7:4425298
Para os Conselhos Municipaas :
Da Balra 74:262*712
Do interior 72:9405919
-------------------- 147:2035631
1.074:9110326
ac
15
975:0245701
1.270:146J86J
295:1228168
c Em Tharezina tambera ha noticia da
haver chuvido bastante, hontem.
t. noiite fui'lou para o poente.
Tanto calor, ha da se resolver, por
fora, em muito aguaceiro.
Esperemos.
Tratava-se activamente de obter re-
cursos para a erecc&o de urna estatua
Jos d'Alencar.
ni Grande do Norte
Datas at 10 da Fevereiro :
L-sen'0 Estado de 10:
Nos dias dona e tres deste mez cabi-
ram n'esta cidade e em todo o littoral
fortes agusceiros acompanhades de tro-
voada.
c Nao sabemos se as chuvas se estn-
deram ao alto sertao.
e No caso affirmativo um signal pre-
cursor de invern ; no caso contrario,
man signal, conforma as experiencias
empricas dos sertanejos qua desconfiam
do anuo, quaudo apparecem as primeiras
chuvas no littoral, sem se esteuderem ao
interior.
Abrira-se o Congresso, em sesso
extraordinaria, ficando a masa assim con-
stituida :
Presidenta M Diai.
Vica-PresidenteF. MaranhSo.
l. SecretarioL. Fernandas.
2.' ditoD. Filgueiras.
SupplentesA. Bezerra e J. Marti-
niano.
Total
alfaudega arrecadou
no mesmo maz
^oe comparada com a
irrecadada em igual pa-
7iod de 1894, temos
ie menos no mez de
Janeiro Sndo.
O congresso estava funecionando
mi sessoes preparatorias.
Prsparavam-se activamente festas
para raceber o Governardor Dr. Lauro
'rodr.
Sfaranuo
$jDatas at 6 da Fevereiro :
Chegara e assumira, a 2, o governo do
Estado o -Sr. Dr. Casimiro Dias Vieira
Janior.
Randera a Alfandega em Janeiro
xltimo 40:42386 6.
Cear
Datas at 9 de Fevereiro :
Sob o tituloRegosijo publico -l-sa
zi'A Repblica de 9 :
A noticia da solucio do litigio do
territorio das Missoes causou immenso
jegosijo nesta capital.
S. Exc o Sr. presidenta Tmandou
hontem fecharas repa'ticoes estaJoaes ;
a Eschola, Militar Alfandega e outras re-
^articas federaas tambero encarraram o
seu expediente ao meio dia.
< A' noute estiveram Iluminados o
*dific;os pblicos.
Os nossos collegas do Diario do C'ca-
ra manifestaran! o seu regosijo queiman-
o muitas gyrandols.
t Havia muitas casas embandeiradas e
e diversos pont s da cidade ouvia se o
spoucar de foguetes.
Sob o titulo Chuvas escreveu a
aesma folha de 29 de Janeiro:
c Segundo nos informou o Sr. Mol
cbiadas, digno encarregado da estacSo
telegraphica desta capital, ante-hontem
chuveu torrencialmente em Sobral e com
tal violencia, que alguns postes da linha
Ibram abatides.
iVis s de eat'aJo tubular
Construidos de ferro forjado ou de ac
Systema Goodfellow & Cushamn
(Da .',.j,ti iQiu.irUl de Mmas.Gerais)
O estado do auerial de traasporte ea> feral,
e particularmente do que empreado nos :>.
mlcjtios de ferro, coostitaio bempre desde o ap
pa-ecimeoto do* sem p.-imeiroa modelo3, una
d-s graadea preoscopaceea do pessoal tecouico
.orie^poadente.
Rs.-trlafciQd).nr>8ne8te eacripto to sneae a
sta ultima e mportaotisaima espacie le mate.
ni rodante, n porta consumar ao iniciar estaa
ligera? e despreteneiosae obaericSe?, quo de
lata relativamente omito r-smo'a, i epocaa \b
priaeirdg m)dilicac6'S importaatea neasea raeioa
le iraoap re sob.e irilb.08.
Na phaae taicial e g'osseiri d 8 camiobos de
[erro, pelo rmiado do secab XVII, oaa cerca.
oas de NW;astle, ao norte da Inglaterra, unan,
do oa iriloos nao oas avam 'e Rro83a oogari.
aas de madei?aa laiaa por meio de g-ampoa e
p-ca traosvereasis, o material rodante corre*,
jioadeate era apenas distiocto da geacralidad
ios veblcalJB de transporie por trra firme ; na.
'la, por a aim diaer, apreseatava de oriKnal oo
de caracterstico.
Du-anta a paase EUbaeqajQte, a peqaeai do.
'aoilidade da madeira e o prgreaao re^liaado
os industria metailorgisa do (erro, troaxerana o
e.citado do empreo do tnlbo toaco dease me.
tai formedo de loogaa barras pregadas a loa rias de madeira. Constitolra uao om paiso
ootavel no camiaba do aperteicaamenio deaae
ramo da indoatria, de onde proveio nao a o be.
ueticio de utna aensival ecoaoxia do custaio na
exploiacao dos camiobos aoare trilbos, como
urna vaotajoai-sima relaccSo na reai8lencia of.
feracida pe:a 8apercie de rclamento.
Nese periodo caracterstico do sen deaenvol-
vimento. Horgiram ne38a Iodustna de tranaporte,
o p-iooeiro emprego da ma:bina a vapor como
fi'ca motril e a applicacao mais ampia doa
carroa ligados entre ai, formando cmbcio ou
irem.
Foi eniSo lambem qae, como era aataral, co.
m.'Cira-D a 8ercon-traidoa oa wk5-8 propria.
mente ditos sob moldea e rearas especiaos qae
toroaram taea vebiculoa inteiramente liatmitos
eotre todos oa demaia.
Deasa eoosba brinante caraiterisala pelo em.
pre;;o da locomotiva, em da te, oa progreasoa
e oa aperfeicoam^Oa i a sido constratea e pro.
ge^aivamente ma:s aot^veis, '.oos'.italndo aioia
aoje o mala aerio ub)ecto do eatalo por parte
da engeobelroa e indas.naea.
E, na verdade, do bam acabalo, do aperfei.
caameuto uais completo de tai material, e do
modo como elle formado, depeodem immelia.
ta e eatreitameate o meibar e mua econmico
trafago, tanto ou m'8. do qne da perfeisao do
iraca lo da lioha e da bn coiaervagao e 8olidei
da via.rermaoeate qua alias tamaona iunaen-
c a di e:ca tem aobre a reaiateacia tracgSo
Eutre oa mala no'.a7eia malboramenus qae,
neatea oliimos tempo', ten rcebdo o material
rodante, deatanaremaa, deade j4, tala sua max:.
ma importancia, a eaapenao doa vebicaloa ao.
Ore doia trncka a-ticoladoa o qae, como as ea.
be, caracieriea o maletial americano. Sa'gio
esaemelborament) d* idea faliz qae leve Jobo
Jervip, qaaado em 183S, imagnoa ada:,tar a8 lo.
comotivaa -un traclt articulado na ana parte
diarte! ra.
O invento tendo dado excellentea resoltadoa
fo' m os constractorea levados naturalmente a
estndar a aa applicaca aoa Wagoac. e co.
mo estes tinbam de aer engatadoa ndiffarente.
mente por ama oa por eutra extremidada ac
oatroa da frente oa dairaz, foram ellas coas*
irii'.dos 8ore 2 tiack.) ariicaladoa, repoaaando
aaetm sobre qnatr i eixos.
M.s.afln deque, po-tal forma nao se auz.
m-Qiaase, em para per-da o peao mo'to a irn.
po tar( aorgio a cooveaiencia de se Ibes dobrar
oa rjmarimeotoa. E deade qae se ce^oa a ta
.'.'saltado, o ex'esno Jas dimeotMS foi van'ajo.
smente aprovei a o na introdaccSo da maior
conforto nosefos da pasaagfiroa, lornaado.ae
issim maia commodoa oa wi6aa, fornecendo
aoa vMj>ntes a!m ds cutraa condigOes ele bem
eilar, a facaldade Ce 83 moverem a vontae
dentro doa vebicaloa.
30a carros, augmentados oa 8SU3 comprimeoto1,
foram canstrai-cs com vigaa armadas intei-a-
meoia rgidas exigidas pela neceaaidade da evi
a<* a curvatura das euas paredes lateraea.
Nids aproveitar ao fim que temos em vista
o tratar aqai ct'cumataaciadamente de todas aa
VAOtagena e inconvenientes doa ca-roa Bmeri-
oos para passageiro". Daixaremoa de parte
tal asaouiplo, poia que apenas no3 rr.ove aqu
o desejo de chamar a atlengao d-a naaaas ad-
miniatracocS publicas para o ayatema de Wa-
g5'8 pa a mercad te inaigairiciote escr/pto, e qua, aen davida
algam', cois! e a mello- solaceo t oje co
unsclda para o problema do traasporte em ge-
ral por caminhoa de ferro.
O syatema de con- tri,ccao de veb rulos qne
probramos tornar miis renaeeido entre na
como servica prstalo ao fatura da oosaa pnn
clpal Industria de transportas, applica-ae a toda
a claase oa teaero de vebicaloa de estrada de
farro, mas tem particular vaata^em para os
WagOes destinados a graodes pesa?.
ral syatema alm aim das excellencUs es
peciaea qae iremos cuidadosamente apantan-
lo, campredeoda o grande melbarameato que ha
pouco mencionamos, coosialente oa introduccao
doa trocka arlicalados.
O estrada em qua se contm os eixo3 d a
trocka lodependente do eatrado da wagio. o
qia trax a vaotagem da tornar maia flexivel o
material rodante, amorteceoda oa chaqus re
lOltantes manente, aotas da eca transmiasao caixa das
wag6e.
Di applicacao conveniente ''oa track i resul-
ta alona a vaotagem de se poder fcilmente
realisar as Bubatuu'c'ea necessarias das euas
pecas, senda ratirada e recollada Quilqoer del-
tas sem perda de tempo, clrcamstancia da
maior relevancia, poia nao se immcblliaando o
wagao, todo o material sempre ctiliaado sem
me rnpcao algama, nao baveno. portanto, ne-
ceaaidade de aer aogmeotado para cc:orrer a
exigencias de om trafega previsto oa normal.
Oa t-ncki podm mesmo ser sabafitaldoa In-
teiramente nns peloa ootros, de moda a per-
mi tir qae corram os w.gOjs e urna b!to!a en
ootra, sem baldeacio de especie aigama oa
incommodo pora os paasageiros.
Teem, porm, como j o Otemos notar, os wa-
gOea sobre trncka at boje osados, o inconve-
niente de um maior peso morto, qae toma o
typo correspondente relativamente muito im
perfeita nao no ponta de vista da economa
de cuatelo, como meamo sob o aspecto sclenti-
co-induet'i i.
Com a elevacaa do peso morto onera-se o
tranaporta por eatrada de ferro, da qae cm dos
caractersticos daver ser sempre a modicidace
de prego.
Removeodo tal ioconveaieote pela vantajo'a
moditicaco das coodicO^s de peao dos wagonB
a trocka arlicalados, velo o invento doa grao-
d ver satiafaotoriameote o p ooiema. Por meio
de atorado estado e de provMtosa apDlicagao
sobra o assompto, ebegaram aqa lie engenbei-
roa feliz dea;-oberta do sau syatema de wi
gO a qae coastitae sab-e tolos os pontos de
vis'a a melliar soiucaa para o caso.
Oatypoa wjgoei dcsaeaeogei heiroacocstrac-
tores apreseatam orna tara SO maia Daixa
qae os oatros, letoxiodo proporcloaalmente as
resistencias inuteis a traegaa doa traos. OCfee-
eem todas as vantagens dos vagOaa sabr
.ru.ka arti oladoa, aiapondo ao demaia do so
pe lor solez e estabilidad; como tambera de
maior resistencia aos mais conaideraveia cho-
ques.
Em vista do menor peso mo-to desses wa-
g6ea, o sea emprego oo irafego prolu econ >
ma real de combaativel. arcescenda qae nao
-lies obtldos a precos mais relazidos que ou
iros qaaeaqaer. Coaservam ae em bom eatado
per espaca de tempo incomparsvelmeote maior
e qaanda retirados do aervica dao anda maior
preco vendido coma fe-ro velno.
Oa wagOas tubulares com menor tara e maiar
carga u-il darao em reeultao trafego com
rens menos longos, o que redonda em dimi-
naigao da re-isieooia que, em igualJade de tc-
nelageaa, menor nos trena mata cortos pela
dlmioufcao dos effe.toa nocivos dos vai vens
nos elinbameotoa rectos, doa a'.tnco3 e ou ras
caaaas, As manonras para compr e decmpor
oa treus fie rao tambera redaxidas.
Em summa, par me o de taea vrages aprovei
ta-se do meibor e maia completo modo o dao
total dos trena que se eleva uta a dia propar*
cicnalmente ao dessa cariosiasima macbma mo'
triz,a locomotivapesa aquelle que no tempo
do grande Stepbenson era apaas de 38 to
aladas e qae presentemente tsceade a mais de
t.ooo.
Por loda a parte do mondo estaolem se hop
as redes dos camiobos de ferro, estrellando
cada vez maia as anas milbas-e fornecendo as-
sim astrumeatoa, ie miia em maia numerosos,
de transporte a:celerado, segaro, econmico t
poderoso, em caas exceileaclaa reside todo o
fundamenta do sea prodigiosa aucceasa.
Oa carros e w g5es p.ra a circulafiio neasa8
arteriaa de diverso calibre espalbadaa pela ao
pe-cie do globo tcrre8tre, levaado a natricio e
a vida na proporco uas naceaaldadea de c lccalidade, como a torrate circulatoria na corpo
bumaao. que >.h o ageote essencial de eliml-
aacao, al menUcSa e farc, coastitae n os gran-
dea e indlapeosaveis aoxiliares da Industria, do
co.nmerio e di uniSo entre oa bomene.
Segundo o typo boje geraimeote adruit.ldo,
reuaiodo oa carcter,rtioa dease genero de
vehculos, compOe se o wago de caminbo de
farro, fnidamentalmente de orna caixa e de
om estrado, alen das calxaa de graxi, e xos,
etc., e de diveraos orgaos destinados a per
mittir o mavimeoto do venicnla e aaa ligago
cam oa que go lli segaem oa pre.eJem no
comboio.
O eatrado pooco varia de ama especie de wr
go oara ootra, e constituido por um caix Ino
re:ticgular ooie cavllhada a Caixa e coo3olr
dado por mel de traveaaaa e pecas eaa diajo'
na', formando cruzas de Sanio Andr.
Unraale maito tantpo, os estrados foram con*
atrados exclusivamente de madelra ; mis em
vista doa eaforcoa consdaraveis a qae tinbam
de resistir e Ca suaa dim^nsaa cada vea malo-
re3 determinadaa pelas oe^eseilades cresceates
do trafego como pelo emprego doa tracka, foi
sendo a madeira eubstitaida pelo ferro, a pria-
cipio 18o fomente para certas pegas do 63lrado,
e depon paa todo elle A.^crescem a favor
rtesia aobatltoicao, a finlidade com qae prende
fogo a madeira a cojas effeitoa esti multo ex-
posto o waga de estrada de ferro, e a maior
dorac&o do ferro.
En ca30 de accidentes, aa avanas do;se me-
tal .- > lo:aliaadas e de menor Importancia, coa-
Beqaen eme'n e maia facis da reparar.
Assim, o f rro, que ja havia deslocado nter
ramate do triiuo, a madeira, paa.-ou a formar
grande parte do wjgao. Di superficie doro-
lamento estendea-se a mais importante parte
do elemento roante.
Os farros empregados *eam em geral, actual-
mente, a seceso de duplo T oa de U, sendo as
cruzea de Santo A dr, da Amar/agao, formadas
de caataneiras.
Ord.nariamente o peao da estrado aa^do
4 5
pata total do venicnlo. O peao broto medio dos
wa.6'3 rraniezes para mercadorias de 5 1/2 lo-
neta las, dispondo na media da ama capic.dale
de carga igual i 9 1|1 toneladas, qae, na reali"
dad, representan o msxi no comportado palos
wigOe-. Essa tonelada da carga em media, ao
trafego. moo menor e nao excede de 5 tone-
ladas, pois necesaario ev.lar cudadoaamen'e
:is sobrecargas pengosas.
Para maior precaagia cada wag&o tr;x em
lugar bem visival una inscrlpca indisaado o
limite da aoa lotacao.
N loogos wi..-os a tro k; a-ticaladoa, a
equivalencia quasi connleta entre o pesa mor
io e o peso atil mximo (10 t meladas para cada
om aooroximadamente). Tal resaltado 6 om
tanto modificado em relaco aa hitlas estrellas
de t n.OO at 0m,60, onde a relagao en re os doas
pesos c de 1:2 at 1:3 oa 4.
E o media pde-se affirmar qae o wigao 0"ii
aarla de, 4 rodas tem a tara na proporcaa de 7o
/ maia oa menas da saa capasidade de carga.
Os melborameataa introaosidoa as wigis
palos fabricantes americanos, n'e3tes ltimos
tempo', polen ser caracterizados nos dois se-
guin es objectivoB qaa ten tido ees principal-
mente im vis'a:
1. Iotroduzir msiar cni'ormi tale em tjd03
os elementOB componantes a s wig5as. alim de
os tornar aptos a circa'ar em maior namero de
redes, facultando ao mesmo tempo a sua con-
8ervagio ;
2 Apgmeatar-lhea a capacitado e a resisten-
ca.
Pela oaiformade do lyoo, faciilta-se enor-
m mente a faoricacao, diminuindo-33 o prego
do venda. Dema:a, torna- o extremamente r-
pida a renavacio das pegas estragadas para o
que basta ter em reierva naa omcica om certo
namero de todas ellas.
Caotriouin.do para a reinegao do, tempa em-
pregado naa repa-agaa, a uniformizagao da
typo ccDCorra evidentemente para a meibor e
maia complata ntilizagao do matanal rodante
pe-1 i t ndo ao maema tempo o eatabelecimeuto
oe un muito regalar o completo rgimen de
trafego mutuo, que constaue ama das mais
s as r.eceeaidadea na noaaa ja extensa rede de
vi:g o frrea minetra, qaaai totalmente de ama
s rntola de i",00.
Nao ae ten. porn, oa fabricantes approxi-
mado a"aqoellea resultados visado, mxime no
que se re ere ao augmento de capacidade e re-
gia eocia dos wigOaa, senao (como j o nota-
mos em relago ao melharameoto do rock ar-
ticulado), por mel do augmento paralelo do
peno morto dos wagOaa qua j tem sido elevado
a 50% e a 100 % maia, perdida assim de todo
a van-.agem do menor peso anida a da maior
fl-xibilidade e elasticidade doa wagOea construi-
dos de madeira.
Alim de que o prejaizo nao seja mais com-
pleto cooatroem entao iaes waeOea para resistir
a cargas 'ganes aos seas grandes pe os proprios
e o resaltado qae mantido o mesmo namero
de rodas estas eupportam cargas conaiderave1*
mente maiorea, prodozmdo mais rpido e mais
profundo estrago na va permanente; e qae (em
dado origem a coutiouadns qoeixas por parte do
pes3ca< encarregado da saa conservago.
Nao eeria, porveotara, posslvel romper ese
rerdadeiro circulo vicios", dentro do qual labu
t'.m ba algam tempo os fabricantes de wagoas ?
Nao seria poaaivel, porventara, conseguir aquel-
es do s almejados fina sem ao mesmo tempo
ele ar conslderavelmente aquelle peso m.rln
o'esaea vebtcalos T
QJi deixanos anteriormente indicada a salogo
satisfactoria s diifiuliades encerradas as per-
guntas qne .caamos de formular, gragas aos
e anecesao, por parte doa engenbeiroa menciona-
da?. Cooatgairam elles redozlr consideravel-
mente aquelle peao morto dimiouiQdo portanto,
a relago entre ease peao e o peso atil, de
modo a permlttir ama maior economa do coa-
telo senslvel em muitas das eoas verbas aas
qaars j demoa a enomerago.
Foi apa longaa e repetidas tentativas e
igures ensaios qae chegaram aos neoltadoos
qua aB8goalamoa. e boje mais de 18.000 wa-
gOea da aoa lovenga circolam em vanos paizes
do mando.
Tornando vanlajoaissima a relago entre o
peao Mil e o peso morto, nao licoa entretanto
compromettldo. no novo typo de wago, a soli-
des da cocstraego que, pelo contrario, | orne-
se ti ais completa.
A tara atiioge a 30 ;. das respectivas capa-
cidades do trafego de grande veloeldade. Oa
vng6es de 7 a 8 t n^laias (rnasportam 30 a 40
com grande veloeldade e 100 con pequea, sen-
do a carga de reptara avallada em 300 ton la
das no eatado de repooso.
Sao de coostroccao eimaliciasima e formados
anasi tmente de ago e ferro desde o soalho.
Ten todos os aperfeigoameat03 introiuzidcs at
boje u'ese material. Sao suspensos -sobre tra-
cka, qae constitaem o me bor apparslbo para o
oevimento dos wigOea em cu-vas fortes, exi-
glndo forga menor, prr-ju lie iodo em grao me-
nir a boa conservag. da lioha e prodozm'o
menores choques e abJoa. O track do wigo
Gaodfellow 4 Caahamn, coistroa com toda a
perMgo, adai>ta-ae maravilbosameate s mais
fortes corvas aaeiaa como a todas as desigual-
dades da liara cena commooicar vib'agao oo
abalo caixa do wago oa saa carga, redu-
undo assim ao mnimo o gasto das rodas, eixo*
caixas de grax, molas, etc. A constrargo
feita do modo maie pratico possvel, baveodo
daplicata de cada ama das pegaa do track, para,
e u caso de aeceasidad realiza'-se proptajjen-
te as aobstituigSes.
O grande euccesso indostria<, assim oblido
por aqjellts emritos cjustructores, foi devid)
a luminosa idea de emaregar no eatralo dos
w g6ea, ferros ocas de secg&o circolar.
Cada loagero (-&o e a namero e 4) To-
rnado de 2 tabas de nacgo igual (737m de di-
metro exterior para 5/" de eapessur.) ligados
entro ai de modo perfeito e mantidos a distancia
invariavei por meio de eitratoisea*. tendo na
parte Inferior om systaia ce tirantea e escobas,
de modo a representar u a viga contuaa sobre
4 uplos dispostos symetricamei'.e. Sao verda-
deras rigas armadas quo traoam ttem a carga a
i traes:*. Ai extremidades (ormam aalieaaa e
Fiz m fffeito de .onsoloa. Oa toaos asrim su-
parpostos e ligados sao sobmeiti ios, bod a a :
ao daa car.as, e a eafo'gos defl;xi a qua peta
saa foma offerecen partuular resistencia, qoer
ae considere cada tobo iaoUdameaie, que o i-ys-
tema forma'o pelos daoa onde terapre a sua-
sUni'ia totalmente eliainada pieciaamenti nos
pontos em que nao pode ber oullaada conve
olautemente.
As 2 escoras perpendiculares de 600, de
altu'a e oa tirantea de farro relondo esps'inei
tam ti smenle esfo.-cos de comp.eaaa e de
dlstensao.
Facilmaate concebam-se as vmtager.a do sys-
tema oo poato de vista de leveza. Deuaais a dis-
taacta considerdvel entre os tirantes e oa tutos
permute a viga arma Ja resistir, sao urna fraaa
acgo, a grandea mamen oa de lla/.ao : bejj
uonnecida a loflaeaela ua altura ua secga sob e
tal resistencia.
Oa caiualoa e as expc-iaa'is demaastram que
1
este geaero de con3lraga t:abaiha alo li
Ha innmeros e decisivos lestemoabos de pe'
8oa8CompetentieBimat qae fuem asmis elo-
giosas, e eotbosiaslicas referencias em tes wi
ges dojoe prego affirmam onanimemectabavar
prodozido oa maia brilhaotesie completos reanl-
tados. Numerosos atistalos passados por di-
rectores e eoeeobeiros em chafe de cammho de
ferro declaram ser esse material irreprelieoaivel
e de deapeza de conservago excesslvamente re
daxida, afirmando qae dorante longos annos oa
aicos reparos exigidos cooaistiram em pinto-
ras, alm do qoe nem um ao real foi gasto.
(Continua).
MUS1C1ANA
mite de raptara oo cerca da la carga limi:e
iO
de elasticidade. Ha grande margan para os e-
forcos imprevistos, devid03 qaer a repartigj
uniforme da carga, qaer aoa chaqaea, abalo,
etc., reaoltantes da velacidade doa tren i e doi de
feitoa da va permanente. As3im os wa^Oas dea
tinados ao traosparte de 3J Dulalas podem re-
sistir a urna carga igual a 4 vezea a normal oa
120 toneladcS.
Oa ei.ralos doa w:goe3 lio constroidos, o .-
forme j o dase jos, de fj.ro forjaio oa d^
ago maleavel; as emendas 68o reforgada^ pa
meio de pegas de ferro fund to. Para 03 esto"
goa a qae tem de resistir naa longerOes lubala
rea sao eUacivameate aquel o< matariaea de
coaatruego os mais bem escaltudos e aproprii-
dos. Sa empreados s oa da melnor qoalidi-
de, qua, c-amo ue sabe, multo depende da e *
troctura phyca, qua rasul a em geral, naa
compostoa ferrosos, do mi lo de fob icago como
das acgOas tQermicas e mechanicaj (.empero.
mirtelagem. etc.), afora anda aa acgas mola-
culi res latentes.
Das matenaea ue canstruegao fo'necil03 pala
industria aile-orgica e que sao todoa coasitai-
dos ea8eocialm.-nte pelo f rro associado a certos
rae alloides emeiaes, qua ahi apenas represe j-
tam u a dim rntissiaaa fraccis do peio total, a
a fon'e resiste mu ta manos qae o ferro ex-
ten'o, em virtoie da saa naturezi cryatalina ;
alm diaao a elasticidade da tonta nao e a me--
ma em todoa os pontos da pega. O ferro, palo
couirario, obadeca perfeitamente s rearas da
elasticidada e re3iatencia compreaso, maxi
me qaanda bem forjado. O meetno acontece
com o ago malea val.
U i wagOea laoalarea teem, poia, todas a3 con-
d gea de levea, sadet e aarabilidae, ten lo
a aaa Darte inferior multo Cera preservada das
indaencias uocivas do exterior. K' dif^il a33lg-
naiar om lim:te u soas excelleates qaalidades-
s qae tranaportam da 20 a SO toneladas sao
m3 leve i qua 03 wa0as ordinarios a ealrado
de madeira d- 20 toaalrdas decapacidala ao;-
oasii;. Sao realmente ioaigaitioantes oa nallas
as avirias nos maiores accidentes.
(I) Eis om exem-lo entre muitaa: o wigj
da 23 toneladas de3liuado ao traaspo'te de gras-
saa barras de ferro, teno ii" de comprimeoto
peaa na Campanilla Prancezi daa Es'.rada3 de
Ferro do Norte 17.500 k lo*, emqaaaio qaa o
mesma w.ga tubu'ar do 30 toaeUda?- (en vrz
de 25) do msmacompri i eata, para to soman-
ta 9,C00.
A resistencia intafra doa matenaea empregi-
guma cortada ou enfraqaecida por mel de fu
ros, rehiles que posaam ser arrancados on cor-
tadoa sob a acgo da gravidade oo das vibra-
ge?. O ga9to dos fcrouzes, rolas e via perma
mente relativamente peqoeno em consequeacia
da giande ela3'icidade qne oferece o seo modo
de coaatruego, manidos como sao 03 wiges ie
molas quadrada3 e graduadas. Vaalo co carra-
gado tem qaalqoer d'elles marcaa to soave
como om carro de paasageiros ; e na primeira
hypotbese om f homem os desloca, aendo mis
facis de manobrar mesmo as corvas fortes.
A barra do eogate central eo parachoqae tam-
bem ceatrrl eo precisamente o que meibor coa-
vm ao fuaccionamento do material rodante,
ootadamente as curvas, porque quaodo oa w.-
g5a3 sao tirados pela locomotiva, toda a preaao
se manten no centro tanto para as corvas a di-
-eila tamo esquerda, ao pasro que com o.
t-ucj^rdinarios a forga sipre do lado mii-
desllravel da curva o que nao s estraga a
vi*-permanen!e como deteriora o proprioa iro-
ckaKcasionando alm d'isao perda da forgi.
^rarabilldade excede do triplo doa wagoes
ordinarios, resistindo oa tubulares exltaordina
Mmente aa mais rod e faiigante servigo, inin-
lerrup'.o dorante dezenaa de annos, conservan-
do-se como novos.
Aos cboqaes, deacarrilhamentos e accidentes
de qaalqoer ordem offerecem resi8tencla excep
cioaal e quanlo soffrem avariaa s&o concertadas
com a maior facilidade.
Oa toos q^e lormam 03 longeraa 8o retira-
dos e remntalos com a mxima simplicidad-*,
e mesmo o wago inlero pae ser desmontado
oo remontado em qaalqoer ponto da lioba por
um opeaario ordinario sem oo'.rcs instromemas
alm de um corta-a-frlo, urnmartelloe ama cna-
ve iogleza.
O comprimen'o doa trens redazido na pro
po'So do te-ca aummeio; ea forga motriz
reduzida na meama ou em maior proporgo
quan lo comparada dos trens ordinarios,
Asaim torna ado-se necessario menor oamero
de wagoes para a mesma tonelagem atil pela
rdducoo da lra e baveodo ao demais dimioul-
go nos atlritog, etc. proveniente do facto de gi
rarem as rodas em torno de omeixo perpendicu-
lar, pode-se otiliear a forga motriz para um aag
meato correspondente na carga remuneradora a
transportar pelos trens.
Accesce ainda qae o sea casto por tonelada
de carga SO oa 30 /. inferior ao dos oatros.
, N'esse systema conatroem-se boje wagea de
todos es gneros : raaos, fechados para encom-
menlas, correio, etc.
MATINES
O paiz que oceupa o primeiro lugar pelos con-
certus niconlestavelmeute a Allemanha.
A patria dos grandea mestres da polyphonia
e da msica symphonica :
liach, Handel, Gluck Haydti, Mizarl, Bae
thoven Mendelssobu, Weber, Schubarl Schu-
mann, Brahms, Bruckner, Ratt", Reinecke, Iadas-
sohn etc., sempre estove n'utni altura invejavel
da pdela chamar a nago legisladora da_ mu
sica, como amigamente a Alhenas foi da civili
sarao. E' nesae paiz, aon lo se culiiva com a
maior pompa e perfeigo.va msica classica. E
com effeito nao ha outro que posia rivalisar.
Os concarlos semanacs do Qewan'lhaus em
Leipzig, dirigidos pelo venerando C. Reinecke,
os de Berlina dirigidos por Bulow, os de Mu
nicli pelo Molll, os da rGasellscnait der Hasik
freunde do Vienna polo Riobter, qua tambera
dirige os de Londres, foram, o sao sempre os
concertos modello.
A Allemanha luclou muito lempo valorosa-
mente porque a msica mulcdrammatica italia-
na e francesa eslava tomando a supremaca. O
povo antigamente considerava a msica como
ura diverlunanto quaiquer, e nao quena conven-
cer-se, qua ella dovia fazer parto integral da
Civilisago.
Felizmente hoje as cousas raudaram de as-
pecto.
A Italia, quo sobjogava o mundo inleiro com
as suas cavatinas e cabalellas e pouco upreciava
a msica theatonica, achando-a fria e incompre-
hensivel, i-omo uto biographo do Rosaini escre-
veu qua um dia o autor do Guilharme Tcll
-botou o snartito do Tannliauser na estante
do piano as avessas para ver, como dlzia elle,
se assim poda conaprehenitor alguma cousa
d'aquella msica.
A Franca, que lumbem invada os theatros
com as operas de A.ubsr, Adam o com aa ope-
rettaa da Off-mbucli acabarara com o bairrismo
estupido que oa dominavam e abracaran) a mu
sica al agora despreza la.
Na Italia fundaram se sociedades philarmoni-
cas p-opagaloras da msica claaaica ullema.
Em Bolonha, MilSo, Rom?, Turim, Mapolea,
Klorenga, Genova, >'eoeta, Palermo, etc., flore-
ceram era pou 'o tempo ptimas orcheslraa sob
a regencia da l'accio. Ilartacci, Hancinelli, Haa-
cheroni que nva isarain pelas execug.'S, pela
escolha dos programmas o pelo numero maior
de msicas.
A Franga di masma forma nao quz flear
atraz, e prova soja, quo os concertos do Tro-
cadera sob a regencia de Lammore^ux e os
concertos Coloune eslo hoje em ordem do (iia.
O mesmo esemplo seguiram as oulras nagOes:
Bralon em Madrid, Augusto Machad a Frailas
Gazal e-.n Lisboa, fundaram boas sociedades
philarmonicas em cujos Concertos sempre sa-
lienta se a mugir classica allein.
E' verdado que no principio a maior parte do
publico frcquontu os concertos, porque assim
exiga a moda, e nao a todoa podia agradar
aquelle ganero de msica, todo novo e difieren
ta e que docemama Illas cariciava o euvido;
raas cora pouco o gisto at agora viciado em
apreciar smente o quo era nacional e fcil a
comprenend r-se modiricou Be, ou para melnor
dizer, civilisou ae de forma qua haje em dia a
Italia e a Franga nao apreciara mais quanlo
d'anlas a msica nacional, e se oa compositores
modernos quizessam persistir no estylo balli-
niano ou aubarianos estariam p'ardidos. E
por sao que o velho Verdi nao escreveu a Ai-
da, o -Otello e o Falsteff- no mesmo estylo
que escreveu o .\ltla ou a Luiza Miller e
oulras.
Patalani, Tranclutli Mascazni Leoncavallo
Puceini nao escreveram mais cabalellas nem
cavatinas naa suas upsraa.
Com isso, porm, nao so deve dizer que el es
deixaram aa ser iluhanas como Hijas, Masse-
nel, Reyer, Saint-Saens, absolu ament n:io,
mas ninguein poder negar o fado qua a poly
plionia alloma o systema wagneriana nao teuha
influido muito no gosto cra ivo destes maes-
tros.
Mesmo no Cndor de C. Gomos nao se en-
contra mais o e-'lylo fcil do Guarany, da
1'osca, ote, porque elle tambam duisonae
influir pelo sy.steraa do grande reformador le-
psiano.
Essa msica classica allema n ficou s na
Europa elle tambara deu um va atravez do
Atlntico e veio fazer ninho no Rio de Ja-
neiro.
Actualmente urna boa sociedade philarmoni-
ca soba direcgo do maestro italiano Carme-
chiano cultiva valoroaameota essa msica, e os
comerlos sao alli frequentatissimos palos ttu-
minanses vidos de sa a liantar sempre maia.
Pois nos pernambucanoa, que somos to fa-
cis cm seguir os costumes e as modas do es-
trangeiro, que muitas vezea se tornara inconve-
nientes demaia ao nosso clima tropical, deixa'
remos de aproveitar da b ja occasio que temos
* de nos instruir ouvindo a msica classica que
boje domina o mundo?
Nao queremos acreditar n'ura axioma to tur
militante para n*. maa ao contrario estamos
convencidos que os pais de familia que dse-
jara dar s suas rtlhas urna educago musical
perfaita nao deixaro da fraquenlar 03 concer
tos qae em breva realisarse-ho no Santa Isa-
bel.
Dr. Joaqim Jos Pinhoiro de Vasconcellos, def-
embargailor da relago de Pernambuco.
18-SH -Assume o cargo de chefe de pelicia
oDr. Sigismundo Gongalves de Oliyeira, e in-
terinaraenle a administrago da provincia o Dr.
Adelino Antonio de Luna Freir.
HEVISTA PIARA
\omcaeao-USr Dr S:creiario da Jus-
tiga, Regostos Interiores |e Insimcgo Publica,
por fortaria de 13 do corrente resolveo noraear
o bacharel Antonio Feliciano Guedes Gonlim,
para exercer o cargo de promotor publlico do
municipio de Flores, devendo assumir o exer-
ci no prazo de 40 das.
Coiiimisaario de exnmes Por por-
tarla de 1. do crrente, do Dr. Secretario da
Jos tica e Inslrucgao Publica foi nomeaJa a
professa 1). Carlata da Cruz Ribeiro para servir
Je commissario nos exames a que se tem do
proceder prximamente na Escola Normal de
senhoras a cargo da Sociedade Propagadora da
lnstrucgo Publica.
Sead le Pernambuco -EftVtuou-
so hontem a 5.a sesso preparatoria sod a presi-
dencia do Sr. Dr, Albino Goncalves Meira de
Vasconcelloa.
Eslivaram prasen es oa Srs. Albino Meira,
Velloso e Perelt.
Foi lida sndo npprovada sem debate a acta
da sesso antecedente
O Sr. Peretli procedou a leilura de ura pare-
cer da 2 a rominisso sob n. I com relacfto s
represontacdsa enviadas ao Sanado na sesso
antecedente.
Conclua da seguinte forma o parecar :
A commisso em conclu-o de parecer
que sejam aiinulla las as el-lgea procedidas 10
de Janeiro nllmo, lano para o prceuchimenlo
das duas vagas existentes neste Senado, como
para a renovagfio da su-i primeira lurma.
O regiment, vurdaJe, nada dispe sol) a
admisso dos candidatos diplomados susten-
ta c i de sua eleico no caso de ser ella seguida
da nullidade.
i.'omo, porera, mais concentaneo com os
principios de justiga e com as praticas demo-
crticas perraittir ao portador de um diploma
argido de nullidade a defosa do eu direito, a
commisso lembra a conveniencia de aguardar-
se a discussSo e votago do presente parecer
para depois que na forma do art. 21 do Regi-
ment Interno forem prsenlos mesa os diplo-
mas dos eleitos, admittindo se cala um delles
em das prelixados a delender o sau diploma.
Depois de OJiVdos OS candidatos que se qui-
zereua prevalecer dessa concesso, deveri ealo
ler logar a votago pelos acluaes senadores, na
forma do ari. 6." do Regiment, combinado com
o artigo nico do Decreto de 21 do Julho de
189).
V mesa em lodo caso resolver como em
sua sabed na jalear mais acertado.
Esle parecer foi a imprimir.
N'.ida mais havendo a tratar, o Sr. preaidente
levanta a sesso
Populacao d Municipio do Reci-
fe. -11 iiieiierain-iios as Beguiutes lianas, quo
teeminleresse.
a BatatiStica do Brazll orcanisada em 1872
deu a este, municipio a populago de 118,178
habitantes' clcala ido se a raz;o iloacrescimo
le l habitante par SO e sem a emigracio temos
para
CHKONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Alelchisedech de Albuqucrque
Lima
afSTSBJBSRO
Dia 1S
1630 -Rompe forte bombardeio, sobro Olin-
da, a esquadra hollandeza quo nao tmha outro
fim, senao encobrir o desembarque qua ia ope-
rar Werdcnburg.
Procurando forgar a barra nao foi Loucq fe-
liz. Um dos seus navios que mais se adlan-
tara encalhou na Darra. As lanchas que iam
com genle encontrando o porto fechado e bem
defendido pelos fortes tiveram de retroceder,
feziz Werdenhurg; pois '
Foi porm mais feziz Werdenhurg; poia le
vando com3igo uns tres rail horaens, poude fa ^e'nd0MumaUc"rii''*Q3i'incgao ainda melhor pro
cilraente desembarcar alera de OlinJa as praias I, ju,h. np,0 n9tor,.
chamadas do Pao Amarello. (Vid eph. de 16
n-:.178
1 9.8)5
121 H6
122191
123.832
I25.V28
126.619
158 125
12J.4VJ
130. W
13!.3it
133.8!
3-1.299
136.802
118 323
139.89
110.i(3
111.973
143.651
1U.258
d= i
1'iG 87
1872
1873
187a
1875
1876
1877
1878
1-79
1880
18SI
1882
18S3
1884
188 >
1886
1887
1888
18-9
1890
1891
1892
1893 148.5)4
1891 130.165
A rufo de 1 habitante por 90 durante I
anno, c a mais geralinente seguida e aconseja-
da pelos estalislicos. E F. de Gr.
Revista do Instituto Arclieolo-
gieo i'crnambucano Basa distmctisai-
ma associaeo acaba de publicar o n. 16 da sua
revista, tedo por ndice o seguinte:A bata-
Iha naval de 1611Joa Fernandos Vieira
A inquisigo em Pernambuco -A pnmaira es-
trada de Ierro de Pernambuco-Antonio de
Oqu:ndo -Inventario das armas e petrechos
bellicos rleixados pelos hollandezes.
E' trabalho quo por si mesmo se reco-
ramda.
Agradecidos pela remessa de um esemplar.
t Fez nos se entes o South Amcrian Cable Com-
pony que desde hontem esl restabalecida a
communicago com a Europa palos seus cabo3,
sendo a laxa por palavra para a Inglaterra :
Via normal 1 900.
Via Eastern 2S610.
Transmiltindo a boa nova aos nossos leitores,
felicitamos aCompmhia.
- avallieiros da Cruz-Ouvimos no es-
pectculo de torga feira ultimo o novo trabalho
do deslindo maestro Sraido, que incontestavel-
menle tem-se revolado um dos mais dignos
apostlos da divina arte, cujos chefes foram
Berlioz e o grande Wagner e tara como succes-
sores Bizet, e Massenet na Franga, Leoncavallo
e Puceini, na Italia.
Os Cacallmro* da Cruz urna marcha cujo
desenlio todo baseado as glandes operas do
actor do Parcival. ,
As harmonas obtidas por meio de acordes
inteiramente novos no genero expnmem per-
feitamente a nobraza da arte e nunca oa effei-
103, que s procurara visar o que ha re trivial
tendo em mira resultados absolutamente alheios
a arto. .
Existe no trabalho do raae?iro Smido um
canto nobre o verdadeirnmenta adequado a.
ndole da compoigo qua feilo sobre a quarta
corda dos violinos, se extenle progresiva-
mente aos instrumentos de madeira e aos de
metaI> ,- 1 a 1
O tro em f maior, dispartado pela flaula
tendo por acompanhamenle um pizzicato, en-
cerra um canto todo original e de urna suavi-
dade que bem moslra a natureza poatica do seu
autor. .... w <
Esse canto lodo cheio da idealismo mus
tarde repetido por urna subtanea naoduL;go em
l maior pelo som do clarineto, inlercallado
era forma de canon plo instrumento que
o despartou. ,
Forte quando preciso, vehemente mesmo, o
maestro Sraido aprsenla nesta sua composicao
od3 as qualidades que a arle exige para repre-
iental-a era todas as suas phasas coulra pon-
listas. ., .
E assim se v perfeitamente nontorno do
canto primordial da inloago que passa a ser
feilo por todos os instrumentos cantantes, ha-
.___i_r___ ..1 .liiirKefu- inda melhor nro-
do Fevereiro).
1G35 -Occupam diversas povoagoes, e entre
ellaa a de Muribeca, as forgas do coronel Sigis-
mundo Schkoppe interceptando as commu.iica-
ges entre as nossas forgas do A.rayal e as do
cabo de Santo Agostinho.
1G50 -Pasaa em frente do R:cifo a esqua-
dra do almirante Pedro Jacques de Magalhes,
que havia partido de Lisboa 4 de Novembro,
trazendo a bordo de ura dos seus navios o go-
veroador do Brazil, conde de 'Jastello Melhor.
Depois de deixar alguns soccorroa para o
exercito pernambucano, continuou a sua viagem
para a Bahia.
688 -Fallecimentodo sargento mor Anto-
nio Martina Bavo um dos patriotas mais ar-
denles e exaltados n expulso dos holiandezes.
Commandando urna companhia da auxiliares
no rio S. Francisco derrotou os iniraigos em
alguns encontros-
Venceu nos Palmares alguns combates, por-
tndole sempre com a calma de verdadeiro
soldado. .....,
1818 Carta regia elevando a villa a povoa-
go '. Pao d'Alho.
1830 -Comega a administrar a provincia o
....... pelo pistn.
O final, que anda repele aque le mo .vo em
acordes seceos produz ura eileito ramio carac
teristico nos iostrum^nlos de metal.
Instituto VacL-inlco Municipal-
Realisou se hontem nassa instituto a I." sesso
nensal de vaccinago animal directa, sendo a
lympha extrahida de urna vitella do raga tur na
ae 81 meze, de idade, vacc.nando 08 ladmduos
s Drs. Baalos de Oliveira e Vieira da Cunha,
sendo qua dentro aqualles in uviduos destaca-
ram-se grande numero de criangas.
Entra o 6. e 8. dia os vaccmandqs seus
paes ou protectores devein voitar ao instlalo
para de ccordo com o desenvolvimanto da \ac ,'
ciuago, Iha ser dado o respectivo attestado
incorreio em urna multa de aOOO os que a
islo se racusarcm. nn^
Club Carlos Gomes-Esse club nos
enviou delicado convite para asa1'08 *
seu sarao qua realisar se-ha no da Ib ao oor
(anta
S unos gratos fineza, augurando urna bella
noite aos socios e convidados.
O Pao-Desse bem reJigido orga da Pa*
dara Espiritual, temos vista o n. 9, que traz
o seguinte summano


f
um 1
i**


Diarlo de Pornambuco gextafeira 15 de Fevereiro d 1SP5
3
./
Os quin/.e dus,. Moacyr Jureraa; daa Espiritual, i'adre Correa de Almeida ;
Tsica,. A. Thoophilo; Chronaos. X. d-
Castro; -A infancia cutr'ora e hflje,. Josfii Car-
los Jnior; .Misanlhropia R. Theophilo A
rival C. de Alencar; Medalha8> Moacyr;
.0 Prato de Juluho, Bruno Jacy ; Ave er-
rante, G. de Miranda ; -Sombra e Lur,. Bento
Ernesto Jnior; .Hibliographia,. M. J.; A
nos*a corrasp mftencia ; orteira.
Hawai e Portugal-A novissima Re
publiea do Hawai maiulou um commissano a
Lisboa, e-nlenuer-se com o governo portuguez,
aSra de estrellar as relaces entre os dous pai
zes, dos Afores principalmente, para as linas
Hawai ou Sandwich.
Nao de boje que os bons trabajadores por-
tugueses eraigro para Hawa apezar da gran-
dedis.ancia que separa eslas iihas no Ocano
Pacfico, das possessOcs po-luguezas, no Atlan-
ICEm 1893, existiam as ilhas Hawai 8.602
nor'.uuuet'S. ... t i
A populado total .le tolas as loa!i: Hawai,
Maui Uiliu, Kanai, Melokai, Ganai.Nuliau, Ka-
boolwe, conforme o rec.useamento feto em
m\ era 89.9'J habitantes A capital, na Ho-
nolul, na ilba Oahu, conta mais de 20.OO
almas
As principaes exportages sao : assucar, ar-
roz, bananas. 13, etc.
Hawai e?t ein communicagao cora a caiitor-
nia, a Austria e a China, por meio de linbas
regulares de piquetas.
Os americanos inlroduzram all os modernos
instrumentes de progresso. .
Honolul Iluminada pela electncidade.
tem tramwavs e telephones.
No anno atrasado urna revolucio proncovida
por americanos desthronou a rainlia Lihuoka
lani, e estabelecen a forma de governo repu-
blicano, sod direccao americana, esperando an:
nexaeo aos Estados Unidos ; o que nao loi
anda feito pela resistencia integra do presiden
te Cleveland.
A mpransa americana, sobretulo a perlen-
cenle ao partido republicano, trab.lhou cora
esforco pela annexagSo, e os americanos nulo
res da revoluco Huwaiuna foram a Washing-
ton oll'-recer a unnexac.ii).
Comparando o proce lmenlo do governo do
Hawai e do nosso. em nlacao a Portugal e a
emigrarlo de portugueses, all desejada e
aprecia la, aqu repudiada, nao obstante os ta-
cos tradicional que nos ligam a Portugal, c s.
naturalmente forga lo a admillir como pililo
sopho que o mundo goverr.aJo, em muitos
casos, com admiravel falla de senso commum.
Sentin.M original-As juaneas pan
sieries pronunciaram io mez passado urna sari-
tenga era demanda de pagamento de seguro de
incendio, que por n importancia e por sua
originalidi'ie parece ser citadas eis o caso :
MI le AVillauu, artista de opera cmica pos-
suia dous briucos do valor de 10.000 francos
cerca de 6:3004 de nossa moeda. Eram duas
perolas rara?. .
Tina noite a criada atirando lareira papilo-
tes servi ios sem reparar qne era um delles a
um dos brincos. A perola foi destruida pelo
Me. "Willaum, que tinha segurado os mo-
vis na Corapanliia A guia conlra inceuJios, re-
clamou a i- deranisago. A companlua recusou
e seguio-se a demanda.
Allegou o advogauo da companlua que as
suas apolices era expressa a resalva de nao pa-
gar indemnisacao por sinistros causados pelos
proprios segurados, ou por seus p.irentes.
Quera a companhia que a destruigo fortuita
de um ol'jecto originado pelo fogo fosse equipa-
rado a fogo posto.
0 tribunal nao entendeu nssira, declarando
que o seguro garanta o segurado das conse-
quencias de sua propria imprudencia.
A companlua foi obrigada a pagar.
IVavegaeao area Qi norte-america-
nos prelendem ler resolviio o problema da na-
vegado area.
Em Wasghinlon lizerara-se experiencias do
aero-plano de Samuel Langley, que segundo 03
jornaes deraai bous rebultados.
O apparelho de Langley que dala de i annos
e para voar. lera a forma de ura peixe e e de
alurainium cora arqueago de ac.
No centro do apparelho ha & caldeiras, de pe
queno peso, e para obter o vapor, serve-se Lan-
gley de ura liquido cuja composigao ura dos
seus segredos, mas que se volalisa a urna tem-
peratura relativamente baixa.
As machinas esto colocadas na cabega do
peixe e sao ellas que fazem mover as barbatana3
ou aeroplanos do apparelho; as barhatanas
lem uns 40 pfs de corapriraento.
Espancameaio-No dia 10 do correnle,
no municipio de Olinda, no lugar Paulista
os individuos Maooel Felippe, Pedro Joao dos
Anio, Sanlioo Barbosa, Antonio Barbosa, Joao
Severine, Joaqmm fcalome Francisco Fonseca,
armados de cceles, espancaram e feriram gra-
vementu a Jos elphino dos Santos.
Dos delinquentes foram presos os de nomes
Manoel Felippe, Antonio Barbosa e Francisco
Fonseca, tendo-se evadido os demais.
Ceiniteri Publico-Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia 13
de Fevereiro, 03 seguales corpos :
Roberto Jos Pereira, Pernambuco, 50 annos,
solteiro, Varzea,
Maria da Luz, Pernambuco, 3 das, Santo An-
tonio.
Lucinda Maria da Conceigao, Pernambuco, 36
annos, solteira, Boa Viata.
Luiz de Franga Gomes, Peroambuoo, 30 an-
nos, solteiro, Boa-Vista.
Agripina, Pernambuco, 3 dias, Boa-Vista.
Maooel, Pernambuco, 3 dias, Santo Antonio.
O Porvir -Assim intitulado, annunciam-no3
Eara breve um novo peridico Iliterario, critico,
umoristico e noticioso que ser redlgido por
alguns empregados do commercio.
Que venha.
South American Cable-Essa compa-
nhia, enviou-nos urnas interessanles medalhas-
reciame, felecitando-nos pela entrada do anno
novo.
Agradecemos a fineza usada para comnosco
e retribuimos os comprimentos.
Feriuientos -Ante hontem, cerca de meia
noite, na ra das Larangeiras n. 28, na oficina
de marcineiro do Sr. Manoel Joaquim Ribeiro,
o individuo de nome Marcelino eonhecido por
Marcelino aleijado que costumava all pernoilar,
Buccedeodo chegar aquellas horas, foi admoes-
tado pelo proprietario do raesrao eslabelecimen'
to. Tanto bastou para que Marcelino, puchando
da arma que comsig) irazia, desse tres punha-
ladas era Ribeiro que ficou gravemente ferido.
O criminoso evadio-se aps o crime.
Escola formal O resultado dos exames
extraordinarios havidos ante-hontem nesse es-
tabelecimento foi o seguinte :
PRIMERIO ANNO
2* cadeira
Olavo Joaquim de Saul'Anna, simplesmente.
3 reprovados na prova oral 2 na escripta e 3
lavantaram-se da ftma escripia.
3" cadeira
-*aiympia de S Montenegro, simplesmente.
"2 reprovado3 na preva escripia e 1 levantou se
da banca nessa prova.
6* cadeira
Apresentarpm-se duas candidatas que foram
reprovadas na prova escripia.
Msica
Compareceu urca candidata, que foi repro-
vada.
SEGUNDO ANKO
2 cadeira
Lupicina Candida Regueira Duarte, plena-
mente. ,
Mana Alexandrina Pereira das Neves, sim-
plesmente.
Josepha Hyppolila Ferreira de Castro, dem.
Deixaram de compareceu 2 candidatos.
5* cadeira
' Um reprovado na prova escripta e 2 levanta
ram se da banca nessa mesma prova.
7* cadeira
Jos Thimes Pereira Jnior, plenamente.
Josepha Hyppolila Ferreira de Castro, sim-
plesmente.
Desenlio linear
Jos Thimes Pereira Jnior, plenamente.
TERCEIRO ANNO
2* cadeira
Joaquim Porapeu Monteiro Pessoa, plena-
mente.
Innocencia Augusta da Silva Santiago, sim-
plesmente.
. 4' cadeira
Joaquim Pompen Monteiro Pessoa, plena-
mente.
6* cadeira
Melania de Barroi Ferreira, plenamente.
Joaquim Pompeu Monteiro Pessoa, simples
mente.
Levantaram-se 4 da prova escripia e 1 deixou
de comparecer.
7* cadeira
Joaquim Pompeu Monteiro Pessoa, plena
mente.
1 ievantou-se na prova escripta.
t* cadeira
Joaquim Pompeu Monleiro Pessoa, distincgfio.
Mana Clotilde de Medeiros Araujo, plena-
mente.
Jos Antoio de Miranda, simplesmente.
Maria Augusta do Carmo, dem.
Mara Amelia de Oliveira, idem.
Antonia Christina da Costa Cardoso, idem.
Julia Silvina Josepha de Souza, idem.
Inoocencia Augusta da Silva Santiago, idem
Duas deixaram de comparecer.
Msica pratica
Joaquim Pompea Mouteiro Pessoa, plena
mente.
Mara Clotilde Monteiro Passoa, simplesmente.
Velhos Varrcdores -Esse club carna-
valesco nomeou urna commissao para tratar
dos festejos carnavalescos ricando composta
dos seguintes Srs: Napoleo SR. Pinto, Joa
quim B. da Fonseca e Joo V.iz.
I. teria de PernambucoSer ex
trabiaa boje ;'h 2 horas da tarde a. 1.a lotera
C, do premio de 15:00'4000 integraes no pavi
ment terreo ra '.5 de Novembro n. 45.
O cana) de .llanchester Segundo o
Thimes. a explorago deate canal lera dado
raaos resultados.
Ha ouze mezes que o canal est aberto e as
r ce,tus tm sempre diminuido : os 12o mi-
Ihes de francos, aJiantidos pela cidade tem
sido abso:vidos sem cobrir o decit.
Foram supprimidos nestes servigos organisa-
dos entre o canal e ,os porlos inglezee e irlan-
dezes especialmente os de Belfas!, Dnblin e
Waterford.
O servigo de Londres, que .feo por duas
companhia3 e tinha tres navios por semana,
u5o lera maisque dous.
Urna terceira companliia que linha organisa-
do ura servlgo hebdomadario, nao nimia mais
qne um vapor po- quinzena e os servigos de
longo curso nao sao mais feiizes que os de ca
botagem.
Esta situago tanto miis critica, quanto
pa>a concluir tolos os apparelho do canal
anda nacessario despender dez milhes de
francos.
Pr.>gress da telegraph'a Urna
revista ingle a publica inforinacoea sobre is
progressos da telegrapliia nos ltimos 25 an
nos
A Allernuiha o priuieiro paz em que func-
cionou urna linha lelegraphiea; a abertura dessa
linha foi em 1833. Na Inglaterra o priraeiro
ensaio pratico da telegraphia foi a 23 de Jullio
de 1837 e a primeira linha que trabalhou foi
i838 entre Paduiglare e West Drayton.
Os Estadoi Unido3 adoptar un a telegraphia
em lt-44, depois na ordena chrcnologica, a
Blgica, a Austria, a Italia, a Franga,a Hcllanda,
a Su.-sa, a Suecia, a Dinamarca, a Noruega e
a Hespanha. Neste paiz a primeira luna fun
conou em 18-"i8.
Em t870 a Gran-Bretanha eBtava a frente das
nages pelo numero da despachos, 9,35 ',000 e
a noruega era qun csse numero era o mais
fraco 466,700.
Em 892 aiada a Noruega que aprsenla
menos despachos, mus esse numero j se ele-
va 1.646,544, o Reino Unido conserva o primei-
ro lugr com 69,9 8.0 0 emquanlo que os Esta
dos-Unidos nao lem seno 62,387.298. A Alle-
manha oceupa o quarlo lugar com 3H.iJ5.300
despachos, a Austria o quinto cora 1 835.302 e
a Italia o stimo com 8 3z3,9i5. Na Franca em
em 89J o numero de despachos foi dc.e...
32.397.0,0.
Em relago a populugao ainda o Reino Uni-
do que oceupa o priraeiro lugar c ra 1,8 e de-
pois a Franga, os Estados-Unidos, a Hollanla
e a Blgica cora 0.8 por habitante.
AlgodaoAs ultimas foi as de Nova Or-
leaas, qee recebemos ante-honlem, oceupara se
muito de urna recente invengao de erabalagem
do algodao de que acreditara que resultarlo
lucros solidos para o [productor
O processo actual de acondicionar a raraa-;do
algodao em fardos lera dado grandes prejui
zos, nao so por estragar muito a fibra, como
por facilitar-lhe a embustao esponta iea, aug
mentando-se por isso, e onerosaannte, taxa
dos seguros. Pelo novo invento os fardos,
quadra ios, aerao comprimidos em forma cylio
rica sob lal pressao que excluir o ar e por
consequinie o perigo ora frequente da cora-
bustdo.
Este assumpto da embalagem do algodao
merece altengao de parla dos nossos prodneto-
res do norte, pois apezar de toda a sagacidade
da gente do sul dos Estados Unidos, muito se
queixam os importadores europeo3 do modo
como acondicionara o producto ; e consta nos
que ainda maiores queixas exstem contra o
empacolamento do algodao brazileiro.
O cnsul Americano no Havre disse ao seu
governo que os algodes da India e do Egypto
sao os que all chegam em meihores condiges
e, apezar de que nao possam competir, quanto
a qualidade, com o Americano, o moenfarda-
mento deste influe no prego que poderia aufe
nr. O algodao da India e do Egypto tem co-
bertas mais fortes que sao uuidas pelo menos
com mais dous arcos de ferro.
Ouiro cnsul Americano, o de Chemnitz, na
Sulssa, (os cnsules Americanos oceupara-se
de Dreslar informagOes uteis ao commercio de
sen paiz, vaose contentaudo em fazer procu
rugues e orelatorio annual) o cnsul de Chem-
nits mandou pholograpliar tres balas de algo-
dao,urna dos stalos Unidos, ontrn da India
e outra do Egypto.quando chegavam fabn
ca.
A da India, do peso de 400 libras inglezas,
media dez ps cbicos e eslava bem coberta e
alada cora doze band.s. A do Egypto, de
700 libras, oc.-upava quinze ps cbicos e es-
lava completamente coberta e segura com
onze bandas ; a coberta estava um tanto rota
mas no bastante para expor o algodao. O
fardo americano de 475 libras devia oceupar
theoncamente 22 ps cbicos, e se diz theori-
oamente porque o fardo era urna informe massa
que a nada se pareca.
Algumas das seis ou oito bandas haviam des-
apparecido, o algodao sabia para for, o mo
enfardamento causando perda no material e es-
trago no que ficava, o que muito augmenta a
taxa dos seguros,
Todas estas observagSes applicam-se, como
j dissemos, no nosso algodao do norte que,
como o assucar, vai para a Europa tao pessi-
maraente acondicionado, nossos productores
perdoi do por isso o maior pregoque os ms-
enos gneros obteriam.
Telegrammas retidos -Acham-se re-
tidos na Estagao Geral do Telegrapho Nacional
os seguiniea lelegrammas :
De Camaragibe, para Adriano e Meira.
Da Nictheroy, para An.
De S. Miguel, pera Bibiana.
Da Victoria, para Thomaz Aquino.
Do Rio, para Leocadia.
Para Joo Liodolpho, de Natal.
Par Albino, de Propri.
Para Oliveira, do Rio.
Casamento civilO escri\ao de cala-
mentos que funcciona nos aistrictoj do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro, ra do Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas e casa
mentos dos seguintes con trahentes.
Segunda publcgSo
Hygino Jos da Silva, artista, cem Onofra
Landelina de Sant'Anna, solteiros, naturaes
deste Estado e residentes na freguezia de S.
Jos.
Primeira publicagao
Dr. Luiz Anselmo da Fonseca, natural do
Estado da Ba a, medico, com Maria Abilia da
Silveira Avila, solteiros, natural deste Estado e
residentes na freguezia de Santo Antonio.
Jiatadouro Publico -Foram abatidas
ao Matadouro Publico da Cabanga 64 rezes
para o consumo publico de hoje.
Hospital Pedro IIO movimento desse
stabelecimento cargo da Sania Casa de Mise-
ricordia do Recife, foi o seguinte :
Entraraui ....
Sahiram..... *9
Falleceu..... *
Existem..... 801
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos ;
Dr. Barros Sobrinho, entrn s 6 1/1 da ma- este processo su generls que este Tribunal tem
nha e sahio s 7 3/4.
Dr. alaquias, entrou s 9 3,4 da manh e sa-
hiu s 12 1/4.
Dr. SimOes Barbosa, entrou s 12 da ma-
nila e sahio s 121/2.
Dr. Iterardo, entrou s 113/4 da manh e sabio
s 11 1/2.
Dr. Arnobio Marques, entrou s' 9 da ma-
nhae sahio s 9 D.. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manhQ
e sahio s 11 12.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma-
tvi e sahio s 12 i 4.
Dr. Bastos de Oliveira. entrou a 9 da
t ihe sahio 3 11.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/1 da ma-
nha n sahiu s 111/2.
Pharmaceutico, entrou s 9 1/2 da manh e
sahiu s 2 da larde.
!. Ajudante do pharmaceutico, entrou s
7 12 da manh e saino s 4 da larde.
2. Ajudante do pharmaceutico entrou s
6 3/4 da manh e sanio s 5 da tarde.
Assistente, entrou s 9 da manh e sahio
s 9 l/.
Casa de Detencao Movimento dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
1 13 de Fevereiro de 1895 :
de Pernambuco, em
Existiam .
Entraram
Sahiram .
Existem .
A saber:
Nacionaet.
Mulheres .
Estranueiios
Mulher. .
Total .
Arragoados
Eons .
Doentea .
Loucos. .
Louca .
458
8
4
"463
426
10
27
0
463
412
393
14
4
1
grado
6 ra. 27,'4
9 28/7
12 . 29,2
3 t. 29,f4
6 29,2
vapor dade-
2>,0l 78
21,39 74
21,75 74
21,95 73
21,59 72
Thermometro
Ennegrecido
Total ....
Movimento da enfermara
Tiveram baixa :
Joaquim Antonio de Lyra (soldado).
Joo Pereira de Oliveira (sol lado).
Pedro Eustaquio da Silva Burgo.
Joo Henrique da Silva.
Manoel Antonio da Silva conhecido por Manoel
Ribas.
Manoel Pereira da Silva.
Te ve alta:
Joaquim Alves da Silva.
commissa do .tfelhoramento do
Porto do Re ir feUecil'e, 3 de Fevereiro
de 1894
Bolttiai metereologico
Horas. Term centi- Barometio Tenso do Humi-
la O")
757,-58
758,-45
757,-40
756,-52
736,-65
Temperatura mioima 27,00
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,00
59, G-Prateado 43,'0.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-i som-
bra 4,-2.
Chuva nulla.
Direcgo do vento;: E cora interrupgs da
ESE de meia noite at 7,h. 4 ra. damanh;
SE at 5 h. da larde ; E com interrupgas de
ESl at meia noite.
Velocidade media do vento 3-93 por se-
cundo.
Nebulosidade media 0,60.
Boletira do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 13 de Fevereiro 7 h. 30 m. da m, 2.30
P. M. de i h. 40 m. da t. 0,-35
Passagreiros-Saludos para o norteo
vapor nacional S. Francisco:
Israel Muniz Bittencourt, Dr. Jos Joaquim
de S Freir, Joo F. Santos, Dr. LuizJ. da
Silva, Bernardo Guimares, Albino Aranha,
Carlos Eustaquio, Verissimo Santos, Jos L.
de Souza e sua senhora, Pedro Walfrido, Mi
guel H. Medeiros, Manoel L. dos Santos, Luiz
C. de Carvalho, Mara S. da Silva, Pedro Alves
Barbosa e sua senhora, Balduino J. Meira, An-
tonio R. de Vasconcellos, Alexaedre Uucan 1 filha, Emilia A. de Meti, Dalna Caldas, co-
rodel Eugenio A. de Mello, Nobile Jos, Nico-
sia Ooouio, Carmelo Cordero e Braz Galhano.
Sabidos para o sul no vasor allemao Pa
raguass
Francisco de P. Peana, Manoel M. Franco,
Manoel F. M. de Azevedo, Jos Antonio C
Torres, sua senhora e 2 fllhos, Ernesto Cunha
Leito Josepho Lindozo.Lino II. Bento de Sou-
za, Boavenlura R. de Souza e Deluniz Fla-
merg.
JOBISPRODfflq
Ilustres Julzes do Supremo Tri-
bunal de .1 iisiira de Pernambuco.
O ahaixo a3signado, advogido, residente
n'esta cidade, ver nos termos dos arts. 40 e
153 g 3o do Cdigo do Proc. Crim., impetrar
urna ordem de habeas corpas era favor do com-
merciante Julio dos Sanios Ferreira, morador
na Cidade di Victoria, desta Estado, onde
estabelecido, juntando, para fundamentar o seu
pedido, certido verbo ad verbo do processo ins
taurado contra o paciente no Municipio de Be-
zerros, pelo supposto crime de calumnias, desde
a petigo de queixa at o despacho de Euslenta-
gao da pronuncia, e outra certido das pegas
que no entender da justiga d'alli conslituera
este crime, visto como, este Colendo Tribunal
em sesso de 18 de Dezembro do anno indo,
indeferio pedido idnticopor falta de provas
do allegado.
O paciente estabeleceu com Joo Cardozo
Valenga urna socieJadeem conta de participa
gao na sub empreitada para a construego de
ura trecho de via frrea comprehendido entre
Bezerros e Caruar, mas como linha e tem ne-
gocios em Victoria, deixou seu socio, de posse
de material e dinheiro, encarregado do ser-
vlgo.
Em sua auzencia Valenga hypolhecou a cau-
go no valor de mais de cinco contos de reis,
dada em garanta do contracto primitivo, e ap
plicou fundos soc.iaes na compra de predio em
roma de urna filha menor, e at no de urna
preta velha sua aia (ou couaaqueo valha), como
se v da certido, doc. n. i fl. 4 e segrales.
Sciente disto algum lempo depois, o paciente
de posse dos documentos comprobatorios inlen
tara um processo contra o referido Valenga pelo
crime previsto no arl. 338 3 e 5 do Cod.
Crim., se limitando a articular na petigo de
queixa os fados attestados palos mesmos do-
cumentos. Em quanto assim procedia^foi for-
gado a propor em foro coramercial a cooteiteiue
acgo de exhibigo .los livros da escripfcigo,
cont
cgao
no intuito de conseguir a prestaco de contas,
cuja acgo j foi julgada procedente por_este
Tribunal, que reformou por unanimidad de
votos a sentenga proferida pelo Dr. Juiz ot Di-
reilo d'aquelle municipio, precedida do despa
cho mandando riscar s razes finaes do autor,
instruidas com documentos valiosos, os qaaes
foram alijados dos autos.. por terem tido apre-
sentados ora do praso, sera que fassem preen-
chicas as formalidades pre criptas nos arl3. 714
e 715 do Reg. n. 737 de 25 de Nov. de 1830.
Deixando a margem 03 numerosos incidentes
occorridos em ambas as acgOes, apenas men-
cionamos que a queixa dada ento pelo paciente
contra seu ex socio molivou a priso preventi-
va deste, decretada pelo juiz de deslncto for
mador da culpa, cujo acto licou sera effeito em
virtude da ordem de habeas corpas concedida no
mesmo dia pelo Juiz de Direito, sob o funda-
mento allegado na respectiva petigo de in-
competencia do juiz.
Este Colendo T.ibunal, porem, no recurso ex-
officio cabirel na especie, desprezou tal funda-
mento por sustentar doutrina contraria, man-
iendo entretanto a soltura, porque, em face dos
documentos achou que os fados articulados na
queixa datava de mais de anno (Lei n. 2033 de
1871.)
E' escusado dizer que Valenga foi em segui-
da despronunciado pelo proprio juiz que havia
decretado a priso preventiva, secundado pelo
Dr. Juiz de Direito.
Mezes depois Valenga, em represalia a dar
rota soffrida na acgo commercia!, e animado
nao sabemos por quem, intentou como autor
presente.
Feito este ligeiro histrico, indispensavel
para se formar um juizo da origera dessa pega
estravagante, eos dispensamos de fazer urna
analyse detida, coaflando as luzes dos doutos
juizes.
Entretanto dos documentos juntos verifica se
que mesmo se se tratasse de ura crime previsto
pelo nosso cdigo, este processo evidente-
mente nullo como passarao3 a demonstrar; e,
por conseguinte, nos lermos doart. 353 3o do
Cod. do Proc, a despeito raesrao do despicho
de pronuncia, justa e legal a ordem impj
Irada em favor do paciente.
Estes documentos prova n :
i." Que o promotor publico nao addilou a
queixa, nem foi ouvido seno dpois de nque-
ridas todas as testemunhas da forraago da
culpa, contra o que prescrevem terminantemen-
te o arl. 408 do Cod. Penal e a lei n. 15 de 14
de Novembro de 1891 secundada palo Regula
ment de z3 de Janeiro de lf93, d'onde se ve :
que o Ministerio publico ouvido -em todos os
termos das aeges intentadas por queixa;
21 Que o paciente nao foi intimado para
quaiquar dos lerraos do processo, apezar de ler
residencia firmada na cidade da Victoria, como
publico e notorio ;
3. Que a injueriso de todas as testemunhas
da formago da culpa teve lugar a 12 de Ou
tubro do anno passado, dia feriado, de confor-
raidade cora o Decreto n. 155 B. de 14 de Ja
neiro de 1890 devendo prevalecer a nullidade
por esle motivo, urna vez quo se trata de acgo
parlicular e de direito privadissimo da parte,
muito embora seja criraiual;
4. Finalmente que a petigo de queixa, jul-
gada procedente pelo despacho de pronuncia,
a prova a mais eloquenle de que nao existe
o tal crime de calumnia, pois n'esta pega, como
se v, o queixoso confessa Caramente que a
queixa dada conlra elle pelo paciente firma-se
em factos provodas com documentos, accrescen
tando ter provdo (?) que taes factos lo-ge de
screra criminosos foram o exercci de actos lici-
tot: de modo que destruio assim o conceilo da
calumnia, que a iraputago falsa de um fado
que a lei qualitica de criminoso*.
A petigo do queixa syothetisa pois tres pon-
toscapiiai!3 (Vid docum. 1, lis 2 a 4) que no en-
tender do queixoso e dos Ilustrados jmzes
processantes constituem o criraa de calumnia
previsto no art. 313 do Cod. Penal, o sao : a)
ter o paciente denunciado o queixosa atlribuin-
do-lhe o crinu previsto no citado 3 e 5o do mesmo Cod.pelos factos provados
com document s ; b) ler elle promovido a pri-
so preventiva do queixoso da qual este obleve
prompla reparaaio.... c) que estes factos allc-
gidos ento contra elle palo paciente, longe de
seren um crime, sao ao contrario permttlidoi
por lei, c o exercicio de um acto licito (Vid doc
junto).
Excluiio o termo medio-a priso preven-
tiva promovida pelo paciente, (o que ple ori-
ginar ludo menos um enmj de calumnia,) ficam
os dous extremos, isto a denuncia du facloi
verdadeiros e lcitos, assim reconhecidos pelo
despacho de despronuncia e parecer do pro
motor publico, e esla curiosa verili ago de
que estes actos lcitos e cttdaderos sao permi-
tidos por le. Onde est o crime de calumnia
se no conceilo d'ella entrara como factores io-
separaveis a iraputago falsa de um facto que a
lei qualitica de criminoso, quando a petigo
inicial do processo diz que a imputngo ver-
dadeira a os fados imputados sao lcitos '. '.
Demais ahi estaco principio consagrado pelo
Supremo Tribunal de Justiga do paiz de que
o despacho de pronuncia, ainda mesmo con
firmado ou alterado em grao de recurso nao
perde o carcter de provisional o inlerlocu
torio, nao entra na exacta e rgorosa classiti-
cago do delicio, aera estabelece casojul
gado ; podendo portanto o facto sobre que
elle versa ser diversamente caracteiisado e
qualilicado *.
Isto posto, adraittindo mesmo que os factos
imputados pelo paciente na queixa dada contra
seu ex-socio nao fossera iprovados, licito oon
cluir pelo despacno de despronuncia simples-
mente, que se trata de calumniar, quando o
processo ainda nao fiodou?
Si se tratasse de iraputago falsa e dolosa,
ento o crime seria o do arl. 264 do '-'od. Penal
e nao este; mas, ainda assim, o simples despa
cho de despronuncia nao provaria cousa alguma
e muito menos o dolo e a falsidxde do facto im
putado, elementos caractersticos de"te crime.
lelo que flea dito, evidente, o despac;0 de
pronuncia contra o paciente um castelo no ar,
nao tem base, assenla sobre ura processo nullo
de pleno direito, nao podendo deste modo 08
seus effeito3 atlingir a quem quer que seja ; e,
ainda mais, ficar o paciente, hornera de eleva-
dos sentimentos, que tem urna posigo definida
na sociedade, sujeito a priso, a comparecer pe
raotc o tribuoal do jurv d'aquelle municipio,
sob a presso de onerosa lianga etc.
A hypothese presente acha-se contida no arl.
353 3." do Cod. do Proc. Crim. que manda
conceder habeas-corpus ao reo quando o seu
processo esliver evidenlemente nullo.
E era se diga que o 2." art. 18 da Reforma
Judiciaria de 1871 revogou esta benelica des-
posigo.
Paula Pessoa, no Co 1. do Proc. ola 1739 e na
Reforma, nota 350, opina em favor desta tbeoria
firma a intelligencia destas duas disposigas
legaes com principios solidos e ainda com a
considerago de que, tendo a citada lei de 1871
ampliado os casos em que tem lugar o habeas-
corpus, esta garanta da liberdade do cidado,
de modo algum quiz limilal-a, e portanto, nao
revogou a citada disposigo do Cod. do Proc.
E, desle modo, tem entendido os tribunaes.
A Ralago de Fortaleza em deciso posterior
Reforma do 1871 (Accordo de 2. de Dezem-
bro de 1875) concedeu habeas corpus a um
reo pronunciado em idnticas circumstancias.
Este venerando Tribunal mesmo, por sua vez,
parece estar de accordo com este principio,
concedendo, por Accordo de 22 de Janeiro
prximo passado, urna ordem de habeas-cor-
pus a um reo pronunciado e afiangado ; por
conseguinte, ficou assente que nao s no caso
de incompetencia do juizo que o reo pronuncia-
do tem era seu favor este meio garaatdor de
sua liberdade.
Pensar que os effeitos da pronuncia devem
subsistir no caso de nullidade do processo evi
dentemente reconhecida; e, particularmente,
que estes effeitos devam prevalecer no caso pre
sent, em que o paciente nao passivel de pena
alguma, em face de nossas lea penaes, pois nao
corametteu crime algum previsto por ellas
sustentar que : si alguem se lembrar de nos
denunciar palo crime de offensas physicas (art.
303 do Cod. Penal) por haverraos, por exemplo,
dado-lhe um simples aporto de mo; e si bou-
ver juiz que nos pronuncie por lal crime apezar
dos nossos protestos,devoraos nos suiraelter,
pa3sar pelos rigores da lei e aguardarmos a
appellago dpois da sentenga do jury, admit-
tindo que esse Tribunal pense do mesmo modo
que o juiz? I Nao.
Vossas leis nao se ressentem desta enorme
lacuna.
O caso previsto nao pode deixar de ser consi
derado como constrangimenlo Ilegal, compre-
hendido na dispo3go genrica do art. 340 do
Cod. do Proc.
O Conselheiro Nabuco, de saudosa memoria,
tratando da recurso seinelhante perante o Su-
perior Tribunal do paiz, exclamou a seguinte
plirase, que invocamos era nosso favor :
O Supremo Tribunal entende a instituigo
do habeas-corpus^ com a maior garanta da
libordade individual, como remedio heroico
para os casos GRWES E EXTREMOS em
que esta liberdade penga e nao lera oulro re-
cu-so seno o habeas-corpus.
O impetrante jura aos Santos Evangelhos, ser
verdade o allegado e pede que :
A Sra. seja con:edida a pretendida ordem de
habeas-corpus.
E. R. M.
Recife, 13 de Fevereiro de 1895.
Esperidio Ferreira Monteiro.
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RECEITA
Aferifao c 26
Agougue 62
Barraca 48
Baixa de capim 44
Cornija C parapeito
Cemiterios pblicos
e 25
Carros e carrosa
Carimbo 36
Coqueiro 45
Coretos e postes '
Circo ou pavilho
e 21
Casas de negocios '
IO
Custas 12
Dcimas 4
Divida activa 6
Divertimento publico
53 55 e 59
Eventuaes 5
Emolumentos 15
Edificaco 16
Espirito 63
Fogo do ar e vista "
33
47
51
67 n.
r
50
Fogo de artificio 49
Guindaste 29
Garapeira 61
Jogos permittidos $7
Mercados pblicos 2
Matadouros pblicos 3
Multas os 8, 9, e 13
Mscate 30
Machina vapor 31
Limpeza da cidade 39
Suinos 28
Taboletas 37
Imposto de 40 rs. 68
Padaria e Refinaria 43
Deposito 14
Trilhos na ra 64
Fundico 67 n. 6
Pules 2 /. 58
4:558*353
420S000
199S500
525$ooo
130S898
2:5098350
367S500
4*095
6S72U
10S500
525S000
6:2S5$i45
121S100
ll:o6i$8o6
18:5068640
9135500
97^500
1.7498486
6638940
6772S500
115S500
I05SOOO
i57*5oo
58250
735S000
9:1778260
20:9488000
2588300
5888000
315^000
6768301
2483800
47S250
9:1648440
4:4108000
508000
2108000,
525S000
1:9941400
DESPEZA
Concertos de predios mu-
nicipaes 8
Custas decahidas e judi-
ciaes 1
Calcamento c saneamen-
to da cidade 3
Desapropriafes 5
Eventual
Eventual dos cemiterios
12
Expediente
do Concelho
23
da Prefetura
105:1598534
CAIXA
Dinheiro saldo de Dezem-
bro de 1894
Rs.
174:0558719
Expediente
17 o
Forca municipal ;$ 1
Instrucco municipal V50 2
Illuminacao publica con-
sumo de Dezembro de
94'
Ao thesoureiro do Esta-j
do indemnisacao pelo>
adiantamento a Com-j
panhia do gaz consu-
mo dos mezes de Se-
te nbro Outubro de
1894
Impresses do Concelho e
da Prefeitura 18
Hygiene Municipal e
stituto Vaccinieo
Jury e eleices 16
Limpeza e asseio da
dade 6
Matadouros pblicos '
Mercado de S. Jos
Obras municipaes 7
RestituicSo a Companhia
Ferro Carril de Per-
nambuco d e accordo
com o orcamento vigen-
te 28
Vencimentos do Dr. Sub-
Prefeito ^* 21
Vencimentos dos empre-
gados da Prefeitura
25
Vencimentos dos empre-
gados aposentados i$' 24
Vencimentos dos empre-
gados do Concelho 22
Vencimentos dos juizes
districtaes 8o 20
442*680
6388550
3898103
1:9408000
18687 i-i
I$9$6tB
337*Sf*
766*120
10:9928203
21:0958003
25:uoo2S
43:676854^
682.$4fo
In-
15 2:iI282S5
t i:i62$igft
Cl-
7:8338210
0 26 3:440510a
27 1:0998495
1548310
I07S203
8338313
24:8608095
747$6J3
3:3505000
2:4OO80O)D
154:5148745
CAIXA
Dinheiro saldo para Feve-
reiro p.
279:2158253
O." escripturario encarregado da re:eita,
Jpao Antonio Monteiro.
Antonio M. Pereira Vianna,
Thesoureiro do Concelho Municipal.
Contadoria Municipal do Recife,
Rs.
124.70085-^7
279:215$253
O i. escripturario servindo de escriE-
vo da despeza,
Marianno de Figueiroa Faria.
12 de Fevereiro de 1895.
Genuino Jos da Rosa,
Contador.
PUBLC&C OS: l PEDIDO
OExm. Sr.
quem recorro,
Ao E&m.
NOVIDADES I !
HI. Nordan -Degeuerescence, 2 gros308
vols. ene. Soooo
Alberto d'OItveira-Palavras loucas,
1 i vol". ene. em couro 81000.
E. Hartolana Le darvinisme, ca-
Sr. Dr. Coveraador
do Estado
Negociante ha longos anuos estabele-
cido com mercearia na Estrada de Luiz
do Reg veuho trazer ao conhecimento
do txm. Sr. Dr. Governador, em quem
nunca falhou energia e boa orientaco
no interesse d> bera publico, a Tiolen-
cia inaudita de que fui victima hontem
pelas seis horas da tarde, praticada pelo
subdelegado de Santo Amaro das Sali-
nas, o Sr. Amaro Tavares.
Por causa de urna pequeua desavenga
entre minha mulher e urna filha do Sr.
Amaro, sem qne houvesse motivo de
desa-gravo pessoal, e muito menos poli-
cial,8im que mesmo eu houvesse inter-
vindo nessa desavenea, entendeu o Sr.
Amaro de invadir minha uasa com prag-as
no intuito de conduzir-me preso, e voci-
ferand 1 os maiores insultos a minha mu-
lher. ,.
Ante scena to offensiva de meus di-
rit03, quanto deprimente dos foros da
pohcia, da qual infelizmente esta enjar-
regado esse senhor, entend nao irabmat-
ter-me, porque nao conheco o poder de
invadir-se a casa do cidado, e arrastal-o
preso, sem este haver commettido crime.
O Sr. Amaro, porm, persistindo em
consummar a violencia, e em termos im-
moraes, ia danao lugar a acontecimentos
graves e imprevistos, se nao fora a in-
tervenco benfica do Sr. tenente Joo
Caetano de Medeiros, o qual, yendo o
desabrido e infundado proposito, impedio
com modos suasivo3 o desenlace desejado
pela autoridade aggressora.
Nao fui conduzido preso ; mas nem por
isso deei de eoffrer a violencia dos in-
sultos ;do subdelegado, e de ver-me n-
volvido na triste scena, que exponho
ante o publico, collocaudo-me em urna
situaco vexatoria, sem motivo que a
justificasse.
Dr. Goveruador, par
nao quer, nem autoris*.
semelhante procedimento ; e eu coni
que nao regatear providencias, que ns.e
ponham a salvo de novas investidas.
Sou muito conhecido nesta fregueria
e no commercio para qua ia^punemeas
seja psrturbado por um homem, qse
tal vez mereca ser policiado.
Acredito as providencias que pego *o
Exra. Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa
Lima, patritico e benemrito Governa-
dor do Estado.
Recife, 14 de Fevereire de 1895.
Manoel Alves Lopes.
lloara ao mrito
(palmares)
O dia de boje, anniversario natalid*
do distincto thesoureiro da Estrada Ferro Sul de Pernambuco, Jos Francif-
co do Reg Cavalcanti, nao pode daixif
de ser da grande satisfaco nao s pare
a sua Exma. amilia, como para op seoc
dignos collegas de repartigo, cm cuj
seio conta leaes amigos e sinceras a&-
dicacSes.
Alli empregado de=de quasi o ce-
meco da organisago da directeria da E-
trada, as pro Vas de honestidade, conduc-
ta exemplar e fina educaco que ten:
dado, servindo de estimulo a seus compa-
nheiros, captaram a confianca de seas
legtimos superiores e a estima de quau-
tos teem occasio de com elle tratar.
Alm disso, as suas qualidades da e-
p so estremecido, oarinhoso pai, boas
irmo e cidado prestante, o tornan.
digno de imitaco.
Por tudo isto os seus dignos compa-
nheiros lhe preparam merecida e soiemae
demonstrago de aprego, e cada qual
porfa melhor se exhibir.
Ser motivo para grande regosijo de
sua dignissima esposa, a Exma. Sra. D.
Isabel Maria Leal Cavalcanti, seu hon-
rado sogro o Sr. coronel Jos Gvae

*

I
:
I
mam i


I
I
J
Piarlo de PernambBCQ Stexta-feira 15 de Fevereiro de 1SQ5
?wTe aau venerando pai o Sr. Kelippe mesmo BarSo cora declaragS de nao querer e
Benicio Cavalcanti de Albuquerque, que
virSo mais urna vez premiada a virtude
bH peasoa do eute querido.
Do velho amigo excorde o ex compa-
nheiro, alm da veneracSo pelo facto, um
sincero abraco.
Recife, 15 de Fevereiro da 1895.
F. de P. Mafra.
Palmares
Retrabido como vito cotn minba fa-
milia nesta cidade, nunca tive a curiosi-
ade de lancar mo dos jornaes em que
ejm sido publicados diversos artigeos do
Sr. Peregrino Alfonso Ferreira, para for-
mular o meu conceito sobre o contedo
dos mesmos.
Mas, eendo-me despertado o desejo de
ier por um acaso, c Diario de -8 do cor
rente mez, fiquei b-qui aberto ao lr o
36"- inte : Valdivinos foragidos, etc.
E' deveras bem digna de si, a assaca-
dilba contida em tal artigo, aquella que
lhe tendo sido lancaJo o epitheto de la-
irfto a que, era ao menos te ve a coragera
ie re.spo sabilisar o autor.
Nao pansa Sr. Peregrino, que polo
facto de chamar rae Coelho e b3m assira
3er casado com urna prima do Antonio
Granja, sejaraos valdivinos foragidos, en
j^ana-se pois, rao temo e nao tenho o me-
jor receio d< s miados do Gato bravo,
raehitco e raentecapto, qu3 atacado de
hvdropbobia, tira-se no intuito de cor-
roer o sav.guc daquclles que vivera ho-
nestamente .
Manoel Basilio Cocino.
--------------------------
Caxang
A commissao encarregada da festa de
S. Francisco de Paula, j adquerio em
esraoias quantia superior i'cinco eolitos de
res, o que prova o alto merecimento de
seas membros.
Resta que esse dinhei o nao seja gasto
intilmente, dvendo ser em parte appli-
cado em ornamentos para a egreja e con-
ferios de que ella carece.
Obedecero assira a vontade do estima-
velD. Joo Esberard, denunciada em dis-
curso por elle feito ha dois annos n'a-
quella capella.
As esmclas nao devem ser gastas em
eguetes e bandeiras.
Continu commissao a fazer como at
>, rigorosa economa.
As festas profanas ni sao acceitas
pela religio, sabe bem o reverendo pa
dre Augusto.
Um devoto.
Despejo do eiigenho Sette
Ranchos
8 Sr. major Ferraz de Azevedo, que disse na
JUa publicacao de botitem no Jornal do Recife
que nao nem nunca [oirendtiro doengendo Set-
te-Ranchos sen receio de ser contestado por quem
yur que seja, diz,endo mais abaixo que o arren-
Jmenlo Iha fra cedido particularmente por scu
conhado Goncalo ; do raesmo modo que disse
na eonsulti que seu cunhado tinha tomado posse
do arrendamento fundando safra (sem receio de
ser contestado) e hoje diz que elle tomou posse
.'Atondo o cercado i viudo agora dizer que ante?
do arrendamento feito a seu cunhado, tiniia o
Bario de Taquaretinga arrendado o engenho ao
Sr. Jos de Britto. que renunciou e distractou o
sen contracto, nada adiantou sobre a questo :
que a delle ter recebido o engenho da mao do
Karo de Taquaretinga em arrendamento preca-
rio pjr ter ficado sem effeito o arrendamento de
sen cunhado por mutuo dissenso, citando o con
tracto re integra.
A carta que diz ter o Sr. major Ferraz do
Bol? Comnierclal de Pernam
bac
COTACOBS FFIflABS DA JCNTA SOS O0B1ITORK8
rae* i* Recife, 14 de Feveretr ie 895.
Kao houve ctco.
presidente
Antonio Marques de Amoriaj.
9 secretarlo
Maacel Goncaives da Silva Pinto.
iMfcfl
Praca Recife
Os Bancoa abriram cato a laxa de 9 5|8 sobre
Londres a 90 das baixaido em sacuiaa para 9
9it6 e 9 lil lomando a nrma:-:e de tards a 9
Km papel part cala' e bancarlo repacido boa-
to negocios a 9 13,18, 9 3|4 e 9 5.8.
Cotaces do gneros
Para o agrtcull*r
Aacucar
74sinas par 18 ktlM. 5*603 a 6*009
Criataliath por 15 k. las 4*800 a 6J3M
Branco,dn, ldera. 4*509 a 5*3"9
Smenos, I lem, dem 3#7e 3*819
Mascavado. dem, dem. 5*600 a 2*899
Bruto seers ideas dem *I90 a 24399
Broto nielado, dem, lie. 1*999 a 2*190
Rtame, dem. dem 1*399 a 1*799
Algodo
Consto ; negocio a 11*000 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 4S9 litros 245* venda.
Agurdente
Por pipa de 410 litros 145* venda.
Otaros
Seceos salgados aa base de 12 kilos 680 rls
venda.
Verdes a 483 rii, ooainal.
Carnauba
'Jola-se de 13* a 23*999 por 15 klios.
Me
Por 100*000 namioal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALQODaO
Mez de Fevereiro
sua responsabilizado pela renda do engenho,
mas a de seu cunhado nao existe, o Sr. Ferraz a
publique escripia c assignada palo Barao que a
esse tempo escrevia e assignava to las as sua*
cartas; porque nao o faz? Protestamos por
rame judicial contra qualquer falsidade.
Pois crivi-l que o Barao nao quizesse a eua
resp insabilidade e Ihe fornecesse dinheiro a sru
pedido para a compra de sem mies aflu de fun-
dar a primeira safra?
De quem tem o Baro recebido as rendas pa-
gas, nQo tem sido do proprio Sr. Ferraz e nao
de seu cunhado?
Que coherencia tem esses actos com a de
claracao da carta?
Previno ao Sr. Ferraz que no o julga cora
ptente para discutir comigo questOss'judiciaes
se julgar conveniente adiscussao pela imprensa
venha por interine" lio de seu advogado.
l)r. Gomes Prente.
Btona Consol lio
RESrOSTA AO PADRE JOO MARQUES
Daixar desaparcebido o artigo tirmado
pelo padre Joao Marques de Souza, oa
Era Nova, n. 1, seria urna cobarda nos-
sa, seria adornar-nos com as grosseriat,
proprias de quem, nos quartos crescentes,
exaspera se a ponto de nao trepidar ma-
cular ao co .ceibo, prevalecendo-sa da
palavra ou do poder da J>'sus Christo 1 .
Verdade que o Conselho Municipal,
cbamou a si, as chaves, e adtninistrac i
dos cemiteri :s deste municipio, basevJo
no quedispfJe o art. 129 4 da Consti-
tuicS Poltica do Estado, consagrada
pela dipo.sicao da Constituicilo da 21 de
Fevereiro de 1891, art. 72 S, 5-, por ter
carcter secular, feito a esraolas pecu-
niarias, e traballms dos penitentes, a nao
por irmandades, confrarias, ordens e con-
gregaco23 religiosas, que nunca existi,
e nem ext'r. em Papacaga !
A.ltera a versada, o Sr. padre Joo
Marque quando diz : que, o cemiterio
desa villa, foi feito por corporajo reli-
giosa, e qual?
E' sobarbo no fallar, mas, nao d pro-
vas do que diz !
Capaz de toda a audacia, o aquelle
que, com a palavra de Jess Christo,
prega a politicagem na igreja, pede vo-
tos para Martins Jnior, e escemmuDga
todo aquella, que suffraga a chapa do
Govarno.
Capaz de to*'a audacia, aquelle que,
autorisou fazer urna catacumba para o
recolbimento do cadver de urna crianca,
e por faltar-lhe um pedacinho da quantia
ajustada, mandou deraolil-a, fcando ao
desamparo os fragmentos d dita crian-
ca ; com a sua falta da religio, e com
a sua parte de incauto e ignorante.
Capas de toda audacia aquelle que,
pregou no pulpito, aconselhando que todo
eleitor concorresse com o seu voto bocea
da urna e trouxesse as suas armas para
defendel-os at com o sen proprio san-
gue
Palmares
Com a epigraphe cima, no Diario de
8 do crrante, houve por bem o Sr. Pe-
regrino Affonso Ferreira assacar os maio-
res insultos aquellas que sao prenles da
Antonio Granja, simplesmente porque es-
ta, com a pericia de um facultativo, fez-
lha a autopsia moral.
Em vez de defender-se das aecusacoes
que lhe foram leitas, o Sr. Peregrino pro-
curou offender a todos de tninba familia,
chamando-nos, entre militas outras con-
gas Valdcvinos 1
Valdevinos! Pois que, somos valda-
viuos ? !
Sabe o Sr. Peregrino Alonso quem
valdevino ? Vou dizel-o era poucas pa-
lavras :Aquelle que tara sido aecusado
como principal protogon sta no roubo da
qu3 foi victima o Dr. ''oirabra, a anda
bSo teve coragem da chamar respon-
sabilidde aquellos qu; isto affirmam.
Diz o Sr Peregrino no final do seu
qualquer ponto do Estado, por cami- A f) rAmininn flfKia
nho de ferro ou martimo, sem des- V *' l^Uhld
ferro ou
peza para o comprador.
Pedidos de 10 duzias mais 5 o/O de
descont.
Feitoral de Cambar
1:000^)000
D-se um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
\ Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta filicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
aranzelque podamos afi.r os nossos pu- eos, a molestia desapparecia comple-
tamente. Joao Antonio Pirara San-
nliaes paia tirar-lhe a vida e qu?, si er-
rarmos o golpe, provar-nos-ha que aqu
nao Flores.
Eu termino dizendo-lha que 03 Campos
e os Granjas nao tem parentesco algara1,
com a familia Maccdo e nam tr*o pouco
com os Choretas.
A bon eutendeur, salut.
Palmares, 14 de Fevereiro de 1S 5.
foiielon de Siqneira Campos.
As vhtu:Ics da Eiuulso Sif.jtt saa
ilUflIl'St oictvc s
S. Domingos, Nictheroy, 20 Janeiro, 1868
Eu abaixo assignalo Doutorem Medicina pela
Pacoldade-do H10 de Janeiro, medico effectivo
do Ho pita I de S. Jciai B.iptista do Nictheroy e
a Ijuncio do da V. O. T. de S Francisco de
Paula e do Asylo de Sinta Leopoldina, etc., etc..
Atiesto que tenho empregado com o mlhor
re?uliailo era minha clinica, o preparad) ICmul-
IftO Scott de oleo de ligado do bacalhi < om os
hypophosphilos de cal e soda ; nr s as alTec
coca chronicas do apparclbo respiratorio, corao
ai.ida nos individuos de conslitmc&o fraca e
temperamento lyrnphalica e sobreudo as ci an-
cas raquticas escrophulosas.
E por me s?r pedido dou o presente attestado,
sub medici flde el jure jurando para constar
onde convier.
Dr. Plinio Travassos. (to
do
Falle agora a improiasa,
IBstados
Recebemos a offerta de 1 garrafa do
Cognac Brazileiro producto de nova
industria nacional, de que autor o
nosso conterrneo, pharmaceutico An-
tonio Martinano Veras, estabelecido
na cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor diiferen-
ca entre o Cognac Brazileiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa
ment.
Os collegas da imprensa pernanbu-
Capaz de toda audacia, aquelle qne, cana, as apreciacoes, que temos
com o coracSo perverso, aconselhou certo vista, sao unnimes em affirmar a excel-
povo, iocutindo lhe no animo, que o ca- lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitaco, por saber se
ser a sua composico isenta de qual-
quer preparado, que possa prejudicar
a sade.
E' actualmente recommendado como
um dos melhores productos no genero.
Diario do Maranfido, n. 6406.
samento civil, urna verdadeira mance-
ba, para nao cumprir, com os preceitos
do Dec. n 181 de 21 de Janero de
1890.
S ista por agora.
Bjm Conselho, 30 de Janei o de 1894
t. .1 O Concelho Municipal
Candido Caries da Costa Vilella.
Antonio Ildefonso da Silva Amar al.
Tude Pinto Crespo.
Joaquim Vieira de Souza.
ioaquim Goncalves de Mello.
Barcacas.....
Vapores.....
ADimaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco. .
dem doLlmoeiro. .
Somma. .
Das
1 a II
i a 14
1 a l
1 a i!
1 a It
1 t it
Assa-
car
Saceos
5G665
2312
6120
60882
20ZC8
139239
Algo
dao
Saccas
600
1993
402
338
4069
6i92
fisportacio
ecifo, 13 de Feve-eiro de 1895
Para o exterior
N) wpor logirs Biplorer, para Liver-
pool, 'irreearam :
I. Pater & C, 225,000 kilos de cancos de
jlgcdSo.
n No vapor inglez Scholar, para Liverpool,
rarregoo :
F. de Fro'tas, !030 saceos com iKO.000 kilos
tfe assacar mascavado.
^ Nj vjpor iogle Healey*, para Estado?
(Jaldos, carrfgaram :
Pobloao h C, 6000 saceos coto 373,CO i kilos
de asaacar mascavado.
So patacho americano Mtbev, paraiw-
Yjrk, carregon :
A. Xivier l,.'.00 saceos coa 12 300 tilos de
esaacar mascaTado.
Para o '.oterlor
No vapor alien o Roma*, para Pelotas,
carregaram :
Loyo & Mjelra, 1.000 ea:cos com 60 000 kilos
de assncar braneo
Lima Morelra, 600 sascos com 30.GO0 kilo*
de assacar branco.
No vapor allemao Paragaaso', pa'a
Santos, carregon :
V. Hirtery. 600 saceos com 360OO kilos de
assncar branco
No vapor ra:ion 1 Capibaribe*. para
Santos, carregaram .
Campnula de Estiva, 10 pipas com 5,(09 litros
de alcool, 200 saceos com 12,000 k los de assa-
car branco e 1030 ditos com (0,000 (titos de
dito mascavado.
S. Guimarae & C, 160 saceos cern 9.000 kilos
de aasucar mascavado e 1,120 dtios cora 67,200
ditoa de dito branco, 30 pipas cora 16 189 litros
de alcool, 40 ditas e 450 oarris com 57,550 litros
de sgaaideate.
No vaior iogle \ P;inee, para Santos,
carregaram :
P. Cameiro & C, 20 pipas cem 9,400 litros
de ulccol, 59 saceos com 3,000 kuos de asaacar
mascavadd e 59 ditoa com 3,000 ditos de dito
Draoco.
Belt-So & Monteiro, 350 saceos com 21 COJ
kilos de assncar branco e 630 ditos eom 39 0.0
ditos de dito mascavado.
Pob'mao & C, 1009 saceos com 60.009 kiios
de assacar miscafado.
A. GosU & Finza, 600 saceos com 30,00)
kilos de aaaacar mascavado.
J. T. Cirreiro, 200 arrls com 17,600 litros de
aguardante.
Para Rio de Janeiro, carregirem :
A. Lopes & C, 266 sacoas com 21,577 kilos
de algodao.
E. K u, 1546 meios de sola.
No vapor oacioaal Peraambaco, vara R'o
de Janeiro, carregaram :
A. M 4 I-mao. 343 saceos com 23.580 kilos
de sucar branco.
Para Santa Ctharloa, carreearam :
P. Carneiro & C, 450 Darrlcas cem 33,750
kilos de assacar 0-aaco.
No vapor nacional S. Fraacisco*, para o
Gear. ca regaram :
J. H Mo-'i-a Jonlor, 105 barricas com 6,500
kdos de asaoc r refinado e 30 dita-i com 3,089
ditos de dito branco.
J. Salgueiral *C, 140 barricas com ii.600
kilos de associr refinado e 30 ditas cem 1,809
ditcs de dito bjaaco.
T. Lapa & C, 30 ciixas com 240 litros de
zarope.
D. F. Porto Bailar, 10 barricas com 1.100
kilos de H8-acar braoco.
orel & C. 4 eaiiss com 220 kilos de rap
J. Rodr gacs, 120 caixas com 2,400 litros de
crvela.
A. A. Lomos & C, 14 caixas com 300 litros
de cerveja e 2 ditas com 16 ditoa de cidra.
Para Mossor, carregaram :
Viraada & Soma, 5 caix;s com 90 kilos e
cera.
N barcafia Marcelina, para Porto Calvo,
carregaram :
Gaimaraes & Va'eole, 100 saceos com r.rinha
de mandioca.
F. H da S Iva Caimarej, 3 caixas com 2.
litros de genabra e 1 lata com 15 ditos de oleo
veeetal.
Na barcaca Mara Jor, para Miceio, car-
Fon esa Irmaos*C, 133 caixas com 2,740
Garrafa 2$S Duzia 2S$ooo
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
C. Pero n le*, 112 kilos de rora em vellas.
a barctci D CoGfaicia, para MCsi
carrpgon :
II Ramis, 5000 litres de sal.
Readli
Mee (
Renda geral:
Do dia 1 a 13
dem de 14
lalos publico
Fevereiro de 1893
Alfandiga
600:I9'J651
119:606*712
Renda do Estado :
Do da 1 a 13 139:100/.!.
I iem de 14 9.:66J85t
Somma total
719:801*73
168:763*270
8S8 53.4613
Hago (Socio da firma Santiago, Irmao
& C., do Ro deJaneiro]
O agenteG?//a'Vi de Drogas e Pro
ductos Qimicos.
---------------->.-------------
I*aliiaai*cs
Constando-ma que o Sr Claudino de
Mello Liiis procura vender o engenho
Proteccio de sua propriedade, naquclle
municipio, venho prevenir a quem quer
que des je compral-o, que :pertence-
me parte dos terrenos da plantaco do
mencionado engenho, pois tanho-os ar-
rendados ; e qu3 o mesmo Sr. Claudino
me deveder de cerca de cinco cantos
da ris (5:OC0JO 0) de urna letra de seu
aceite de 31 de Malo de 1890 a 6 mezes de
prazo, para pagamento da qual acha-se
aajeto o dito engenho, como consta dos
autos do inTeutario a que se proceder
pelo fallecimento de sua primera rau-
lher (cartorio Jo escriv) Urs no de Bar-
ros), e ainda me devedor das rendas da-
quelles terrenos desde 31 de Mao de
1890 at agora. .
Pelo que oppOrtunamente, tomare ene-
ctivo 0 meu direito.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Pedro Affoi so Ferreira.
------------ m-----------
Engenho Ilile
Protesto contra a hypotheca da saf;a
e mais bens do engenho Rede, no muni-
cipio de Amarajy, feita pelo Sr. Esvaldo
Ottoni Vieira de Souza ao Sr Antonio
Guilhermino dos Santos por nto ter
assignado dita hypotheca nem dado meu
assentimento, sendo como consta das
letras do arrendamento do mesmo enge-
nho aceitante e tambera consenhor d
lAcsma safra, coma hei de provar em
juno, onde vou annullar a hypotheca.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Affonso do M. M. Neves.
INSTITUTO PHH.0M iTIGD
RA DA GLORIA N. 33
Driglilo pelo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas deste collegio estaro abertas do
ia 7 do corrente em diante.
-------- m ----------------
q Bacilar el Estanislao CardozoS,
LECCIONA EM CASAS PARTICUH.RE
Podo ser procurado
A ra do Visconde de Goyanna n. 43-
Parecer sobre o Peitoral de
Canil \\ v
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer rra enfermara de
marinha, quer na minha clinica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que sofrrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano Jos da Costa. [ Belm do
Para ]
.-------------?
Major Fernando Lobo
Cura do PeioraS d CasnSaar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguarao, certifica que, solTrendo
durante muitos anuos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do 'Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [Firma reconhecida]
Professorn
Dinnmerita Condtanca L'avalcante de
Alhuquerqu.', habilitada no en-ino pri-
mario, se off-rece para ensnar meninas
em algum collegio, ou era casas da fami-
lia
A tratar com a meara 1 Sra. era \
tasa na estrada de Joo deBtrroa de'ron-
e do becco do Espinheiro.
e
Ciahinelo de circargEn gefa
especial da hoccit
Dr. Joo Kangelparticipa aos ?eus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i.- an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, 011 de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros servicos logo que
termin ads.
Olympio de Qliveira
Cura lo Peitornl de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipacao com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando ) Peitoral de Cambar,
de Souza Soaref.
O agente CotKpanhia de Drogas e Pro
duelos L/timicos
kilos de velas.
Na barcada Francisca Octavia
de Alagoai, carregon :
para Pilar
I secc) da Alfindega de Pernambaco, la
de Fevereiro de 1895.
O coefe da seccao
L. F. Godecera.
O tbesoorelro
L. U. Rodrigues Valeoca.
REGEBED0RIA DO ESTADO
D) dia 1 a 13 42:127*15!
dem de la 2.783*783
S caB80.es com galllnbas a 300 ra.
1 cargas com milno v-r^e a 300 r3.
i carga com cebollobo a 300 rs.
8 careas com melaocia a 300 rs.
2 carga com bananas a 300 rs.
2i carg88 com diversas a 300 rs.
1 carga com batatas a 300 rs.
2 cargas com loucas a 300 rs.
5 cargas co 1 mac=Cbeiras a 300 rs.
18 cargaa com gertmoo* a 300 is.
3 cargas com laraojas a 300 rs.
50 cargaa com faMnna a 200 rs.
7 cargas com milho secco a 200 rr.
6 cargas com fejao a 200 rs.
C8 logares a 200 rs.
9 Suioos a 200 rs.
12 comp. com saineiros a 14000
9 comp. com sela i*ot '00 rs.
11 comp.com fressorao^ 00 s.
3i comp. com comidas a 70o rs.
69 comp. com faieodas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs
82 comp. com farloOa a IM rs.
50 comp. um tullios a 2*000
Eterno vero -Qi- 30a a mais bella b.
q >e o v-rio can -oa nqjeia de fure?, c 'n
10 dea^ns rassa'oa e o re-plendor ioio ? R
ioo triste oeojar qo-^ dpnfo de ons poaeof
ire- a os pasaarca se i'av-So ido a terrts oot
o -o mais qoertte e as flores jaier'u seb una
caala de nev.
Poreo?, ba orna te"a onde e'e nameote brilh
o ol e .xhalaro as IIjr-- eua razaocl!1, e orre
gao df.co' hecd^a a reve e o gelo. E- a
trra dss flore0, 011 a Florida.
Por om pro-ms 13o delicado como fui pro
p-ia fraanci11, 6 onser vid esta ca exqoii>'.ti>
prepa'agSo con'i'rid ot o n ime de A ca Fo
rida de Morry L-ioman, qoe refresca no ve
rao com as fiare* qa m- dao a ida e recon a
00 ioveroo soa^ err,mo ciri?s folbas. 9
213:072 frascos do Pei
toral de Cambar em
ous annos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para
duzias ou
os
1*500
*390
*3(W,
3*100* Estados do Brazil 8 379
*610 1 100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
! ou 112:524 frascos, como o provam docu-
*300
4600
1*500
4*800
*900
10*00'
1*400
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetido destes
algarismos.
Esta a melhor prova da efficacia do
l*20)! Peitoral de Cambar, pois que, se as
13*61 11 suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applicado, nao teria ta-
manha e to crescente acceitaco publi-
ca.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
1*8)0
12*00)
6*300
6*600
23*800
41*400
14*700
32*803
100*000
PHOSPHATlNAFALIERES.AumentodaiCriansas
Somma lo'.al
RECIFE DRAINAGE
Da dia 1 a 13
Ilem de 14
Samma toUl
44-910*910
8:842*881
2:189*r 8'
11.032*570
HuTlmcnto do porto
NavjcE eotrades no da 14
Manos e tec.li12 das vapw naciooal 7er-
namboco, de 1999 toaeladas. ommandaate
Francisco de Oliveira Mireio, eioipagem 60,
carga varios genera ; a Perelra Carneiro & C
N w York18 das vapor inglez Bellova, de
1635 toneladas, commandaote P. M. Lean,
eqotpagem 29. carga varios ganen ; a Hen-
ry Forster & C.
Gardiff44 das barca noroegnense Gadroo,
de 712 inneladas, capita H. T-rjesea, eqoi-
pagem] 15, carga carvao de pedra ; a Wilson
Hoos & C.
Cirdiff-44 dias, barca noraegoeose tBengal,.
de 712 toneladas ; capitSo H. Cbristoferseo,
eqnipagem 14, carga carvo de'pelra ; a Wii-
soa Sana & C.
Cira 11-40 das, barca Inglez 1 James Live--
eev. de 992 toneladas, capitao O. B. Wills,
eqoipagem 21, carga carvao de pe Ira ; a L>
pes Goimaraes I.-maos.
Navios sibidos no mesmo dia
Santos e escalaVapor inglez Bellova. com
mandante Lian, carga -varios gneros.
Porto Alegre e escalaVapor nacional Santel-
mo. commandante Tockinsoo; varios ge.
eros.
BarbadosBarca ooraegnense Nebo, cipilSo
H. II1 aseo, em lastro-
Mercado Sf anlelpal de .s
O movlmeoto deste mercado no dia 13 de Fe-
vereiro tol o sogolnte:
Bntrsram :
42 bois pesando 6.618 kilos
750 kilos de peixe 20 rs.
18 compart. com marscosa 100 rs.
6 ditos com camaroes ? 100 rs.
27 i/2 columnas a 600 rs.
7 carga com galuchas a 500 rs.
Rendlmento dos dlss l a 12
321*(03
3.630*X0
3.951*300
Precos do da :
Carne verde de 230 a 1* rs. o kilo.
Somos de 900 a 1* dem.
(Voeiro de 1*000 a 1*200 idem.
Faricba de 700 a 1*20) rs. a cola.
Milho de 600 a 700 rs. a cata.
Fdiiao 1 e 1*500 a 2*000 a caia.
ftavios esperado!
Do Ro de Jaotiro
Logar porlugex Uji&o
De Pelotas
Logar coratfgnense Bicwuld.
Patacho belga Emilie.
De Montevideo
Patact.o hol andez Jobaone.
Lugar iogle Cyooric.
8 De CardiB
Barca ingleza Coldoon.
Barca noruega V. da Girxa.
De Londres
Barca noruega K'onos.
De Terra Nova
Lugar inglez Sombeao.
Vapore a entrar
Mez do Fevereiro
Beberlbe, do norte, boje.
Alteas, de Baltimare, noje.
.Pjrtoguese Prince, do sal. boje.
Pernambaco do o^r'.e, boje.
Uia, do sal, boje.
Kosarlo, do sal. a 15.
Tilamei, do sal, a 16.
Espirito Santo, do sal, a 16.
-Castore do T.iestr, 16.
Itaqui, do sol, a 17.
Villa de Rvaio, da fiaropa, a 17.
Gordoan, da Europa, a 10.
Herveo. do sol, a 20.
Magdalena, da Europa, a 20.
Alago. do norte, a 24.
/ega, do sul, a 25.
Niord, do sul, a 25.
Vapores a lahlr
Me de Fevereiro
Rio ecsc, Peroamoacc, 13 As 4 hora'.
Saotos e esc. Jrenle Prince, 15, &i 2 horas.
Lisboa, Vega, 15, as 2 boras.
Gmeva e esc., Rosarlo, 15. as 2 horas.
Sanios e esc., \thcns, 15, as 4 horas.
Bio -H Janeiro e esc, ellova, 15, s 4 boras.
EuroiJ, Thames, 16 aa 12 boras.
Uaoabs e esc., Espirito Sanio, 17, s 4 boras
Saotos e ese. Castore, 18, as 4 horas.
15* OO'ro e esc., Vilie de Rosario. 19, s 4 horas.
l*8J0,'Snl, Magdalm-, 20, s 2 boras.
*600 ew York, Harvelioe, 20, as 3 horas.
-'i6*500|Baeoos Ayrea e eic. Gordoan. 21, s 3.horas
3*500 Rio eeae., Alagoaf, 24, s 4 horas.
Ao publico
Na cidade da Tiot, urna das familias
mais numcrisas, mais cuchecidas e mais
estimadas a familia Silveira7 nSo haven
do entre os tietensas di seminadjs po-
toda parte quem cSo conheca o signata-
rio da carta otra. Tiste, 27 e Novem-
bro de 183.Tendo cnido doeate, h
qaasi 4 anoca, com om iuoommodo horri-
vel, qno nem sei ep'jar, de cama ha
maia de anno. Completamente inutilisado
em meus afazeres, re'rahido em mea re-
canto, de meus paredes e amigos, porque
^s medios claaeificartim mea ineommodo
de morpba, boj, graoas a Dub e aoteu
importantisaimo izir M. M rato, o^m
12 vidro8 que tomei eatou bom e con.ple-
tamecta resttibeleoido. Haje faliameote,
eatou tratando de meas afazeres e voltei
ao ee'o de mens parenteB e amigos eom
a tisfacSo cansiderandome J5o. Isio que
ae pode diaer i-m aoocte imeo'o milagroso
do seu Elixir M. Morato. Pode faaer des-
ta o uso que lhe convier. Subacrevo-me
com alta estima e consideracSo. De V.
S. amigo.
Joaquina Corroa de Morars Silva.
Est reoonreo'daa firma pelo actual ?.
tabelliSodo Tiel, J080 BapUsta de A'ae-
/edo Marques.
Agentca:
Companhia de Drogas.
Ba Marques de Ohnda 24.
KD1TAES
Coiuiaiando do "<8.- D(i'icto nii
litar
De ordem do Sr. coronel commandan-
te deste districto chamado a este Quar-
tel General o Sr. tenente Miguel 'Gon-
alves de Castro Mascarenhas do 23 ha-
talho de infantera, que a este Estado
do ministerio da
Secretarla da Jusiica, Necocios InUrorea
e InftroGCo Publica do Estado de Po niimhoco
-Dirvct'jna da Jaollcs 1.* secesoEm 12 de
Fv>re:rode 1825.
I DITA L
0 Sr. D,\. secretario "Ja Jostca. Negecloi lite-
lores p I !:-t-uccio Publica, em cbse Vuiicia do
1'SiicBto no ari. 157 do Regolir/.eiito snnexo ao
O.c.eto 9 4'.0 de 23 de Ab: 1 1 e 1885, manda
fazer publuo o e(.'it:l abaixo tranenpto, pondo
em concaro com o praza oe 30 ia3, a cootar
de. judicial e nota?, eserivSo de orpiiaos e anrexns
e ie tabeSli 1, eienvao do civtl e txeccfoea
clve.p, jory e exccsgOes triainae^ do djldcipo
d uiiDe:a.
O dirretor,
Aoop' V de Meei'03.
EDI L
O Dr, M x'rai.ni; P/accifC.^ Da*rie, u:z ci di-
reito da municipio fle Mar.bec, em virtete
da le, e'.c.
Fai s t> r ;; qo e i> teieear persa, qio rom
o praio de 30 .aeofi la tfala deste. e.ta
toocoocorto a pr r:menio uoaiiliics
le I lab el B ... provedo-
i; c: re.ldouB, ,:. 1 t^beil 8", re tvSo do c-
el e exei" .1 vat:o do
jury e :; crimina s di si- n ocaic po rea-
o p 1 D re 1 d SO e If3i, e
1 1 rov; ios 1 tal lamcr.1 eade a
G i lo.
1 culo d- vzimtsti i
3.*' eertl \W* e crih-
a :
4 .iba c -ri.'a ;
S.*, attestado do medie, tfe caj ,' y-
ii a ;
f.\oroesracS tal as refcee ea per
prorundor ;
7, Cualment"?, COtros dcctrcn! r;. forem
conven:-: ntes rara prcj de r;-p r lado rr-';s-
bel, u -> de costana dado c ni nan.fle
seta liar v ;p';03 de Dj:re:o n. 9,420 de 28 Je
LM 1 ;e 1883.
E para qne cbagne ao conbecirr.ei.to dos inte*
ri^sfa o, pascoD iv o p-tseute, qae se-a pobl!-
<\ peta i nprenaa eaffixidi ucs lopare co
COrlQ -.
Da lo e pjfgido "'Pta vil'a de Muriheca. acs 9
1 P : Iro e l9.
Bp, Fr o i ro Pedro Qoocslve* B?z rr?,rg-
crian interino, o rscev.O julz d.- di tilo,
UiiimUu F ai.c- o Fuarte.
Cj-tilico, eo. illi l ce jcptg, s-?rvindo de
10 iti o, qc' a!lix" rioje, b lOboas c!a rraob?,
a i fia do P,-cc Hoalnpal e no Peres, lu-
g..res ^0 cfolnme, o rd
    Villa e lforibera, W de Pever.no oe 1893
    O Ih' ii.l de jceica, Mancel Raphjel nos Aajos.
    E;i con'orme cem o orieiol, cea rj.
    VlHa de Mu-bera, 9 de Feveieiro de i91.
    En, P'*DClsco Pedrc Goagalves B. zirra, escrl
    vo in erio", c esrevi.
    Gjiannsio Pci'iiaiulfucano
    Pela sccre aria do Gymaasio Pernam-
    bucano e de ordem do Ilustre cidadao
    Dr. Regedor, sa declara aos pais de fa
    mili' e a quem mais interessar possa,
    que continua aborta a matricula at 31
    ce Margo vindouro pira quem quizer es-
    tudar as seguintes disciplinas :
    Lingua portugueza
    Dita latina
    Dita franceza
    Dita ingleza
    Dita allemS
    Dita iUr~*
    Philosopb.,
    Geographia
    Historiado Brszil
    Historia Universal
    Arithmetica
    Algebra
    Geometra
    .Vigonometria
    Historia Natural
    Physica e Chimica
    Escripturaco Mercantil
    Desenho
    Msica
    Instrucco elementar.
    Nenhum estudante poder matricular-
    se sem que previamente exiba attestados
    de moralidade e conducta es olar, firma-
    da por professores, cujas aulas frequen-
    taram, e pagarao 6$000 de taxa durante
    o anno lectivo pelo estudo de um s pre-
    paratorio, 90000 pelo de dous e 12S000
    d'ahi por diante ; os alumnos d'aula pri-
    maria nada pagaro.
    Continuam validos, para a matricula
    nos cursos superiores da Repblica, os
    exames, feitos no estabelecimento, nos
    termos do decreto n 1,389 de 21 de
    Fevereiro de 1891 e aviso circular do
    Ministerio da Justica e Negocios Interio-
    res de 28 de Fevereiro de 1893.
    Secret ria do Gymnasio Pernambucano
    6 de Fevereiro de 1895.
    O secretario,
    Celso Tertuliano Fernandes Qnintella.
    O Dr. Sigismundo Antonio Goncalve,
    juiz de direito de faaeoda esfadoal de
    Pernambnco etc.
    Faz saber pelo presente qce no dia 15
    i esta mea ae bao de arrematar por venda
    a qnom mais der am praca publica deste
    jazo os bens seguintes penhorad'a por
    execaclo da faianda.
    Freg-zi* da Santo Antonio
    O Bobrado da um andar n 3 roa de
    Paulino Cmara, tendo o pavimento terreo
    2 portas de frente, 1 salSo e 1 quarto no
    iaterior, o primeiro andar com 2 janellas
    de frente, 3 quartos, 2 salas e cos'nhs,
    mede d6 frente 4 metros e 40 centmetros
    e de fundo 15 metros e 30 centmetros,
    pola quantia de 5:4OO|00O, feito o abati-
    meoto da le, visto qne fora avahado em
    6:000,5000, e esta a segunda praca.
    Pertence a Antonio Gomea de A?aojo.
    A casa de tijollo ecalr.27 amada
    Palma, com porta e 2 janellas de fronte,
    2 salas, 4 quartos, eoainha (raj caoimbn,
    grande quintal morado com algumaa ar-
    Tires fractiferae, mede de frente 6 metros
    e 50 centimetrjs e de fundo 15 metros o
    30 centmetros, terreno proprio, em bom
    estado e'e oonBervacSo, avaliaao em ris
    3:000$3S0. Pertenoe a Lanriana Umbo-
    lina de Jess Villar.
    Freguaaia de S. Jos
    A casa de pedra e cal n. 108 roa
    lateral, com porta e'2 janellas de frente,
    2 salap, 4 quartos, emoha externa e quin-
    tal murado, mede de frente 9 melroB e 5
    cattimetroa e de fondo 14 metros e 50
    centmetros em bom estado, pala qnsntia
    de 3:6000000, fto o abatimento da le,
    visto como for .tillad, em 4:OOC|000 e
    esta a aegnnda praca. Pertence a Celea-
    tino Mandes da Silta.
    A oos.de taipa n. 262 A na ra Im-
    p rial, com porta e ianella de frente, 1
    quarto, 2 a*l*e, eoainha interna, mede de
    frente 4 matroa e 90 oentimetros e de Jan-
    do 9 metros e 80 csnUmetros, quintal em
    veu em coramissa .-. uu.----- ----------------- -. oinfinn r.
    guerra, a qnal foi mandada considerar' aberto, pela quantia de 7WUIW, te too
    extincta. Iv..;.-.*n A* Ini. visto aue fora s,taliada
    Secretariado Comrnando do 2.* dis-
    tricto militar do Recife, 14 de Fevereiro
    de 1895.
    O secretario.
    Major Leobaldo Augusto de Moraes,
    IHLOll', tOl* ja ------"
    abatimer.to da lei, visto que
    ,em 3008000 re esta a segunda praca.
    Pertence a Benedicta.
    A m-rtade do aobrado del tniar e actSo
    n. 207 a ra Imperial, o qual tem no pa-
    vimento terreo porta e 2 janellas de frente,
    W

    ~*
    "
    *-<
    flTl
    ^f|aWaaBB|B|i



    Diario de Pernambnco Sexta-felra 15 de Fevereiro de 1895
    7
    /
    f
    e no oitSo 5 jaoellaa e 2 portas, 2 alai, 3
    qnartot-, coinha fra com oaleta; o pr
    moiro andar tem 3 janeilao de frente, va-
    randa do ferro, 2 sabe, 5 qcartos, 7 j laa no oita>, ruede da frente b' metros t
    10 centmetros e da lando 23 reotrjs e 30
    oentimttns, qaiutal murado oom qua:tis
    para ciados no iatarior port&o de trro
    mI qai-t 4:5005000, feito o tb.ti
    .rito da le, tfto ee 16 a dita metade
    avnada rn 5:0)05000 a esta R ?gnnda
    pr ja. Parteaos a Adelaida F^ncaca
    dos Sa'itos o Silva.
    A c.s- de taipa n. 283 ra Imperia1,
    c:m p ra o janella de trente, 2 -las, 1
    qoarto, eoainba o erna, moJj de (pasta 2
    antros SO eantinatroa o dj fundo 7 m-
    tr-s c 0 c:-.tims'ros, quintal COJOad,
    qaanti* ) que fra avahada m
    -i. Per-
    ; Pe reir CLaado.
    i\. de Afosados
    ; B 0 93 r i ele
    ;.) >rta e nalia i '
    (

    -
    .
    i
    . 3 e da
    .' -vi; Frau-

    ! ,
    P
    9.
    A ca-- de tiipa la te do D. 5 no beoc d l t r >,-. I'; da T-:rro ?w
    2 janellai de .' le, 2 talas, 2
    . oosisba 'ru o hila,
    tro* 50 eooiimotri s o defini-
    do 11 metros, quintal cm tberto, p qjant/a de 720000, f^ito o -:b limooto da
    le', -"isto qua for.t a-.-.I. ca es 8.>0 OJ, e
    '.3 Mgoada pra-ja. Portones a la-
    mesi da Si.vn Gai-narSe?.
    Ac aa de taipa 5 4 ra o ST n-
    (l,:nsa, com porU e {anella da reute, 2
    lia, 1 qoarto, cosinha interna, mede de
    te 3 n-etna o 60 centmetros e ce
    fonda 1 DOtroa e 10 centi iiotros, qui ital
    em aberto. terreno pr, pela quar.tia
    da 720100, fjito o .batas-ti legal, vi-ti
    COTn lora .v.i&da ero 80500) e_ cata a
    segnrda prca. k\rta:cu a Pfsaoisco
    Avila ce Mendcnc.
    .a iaa- a vie. 148 e 150 de teipr, na Es-
    trada do tihqu a J-boalSo, endo a pn
    meira porta o janella de iran-, 2 salta, 2
    qoar.'os e costaba, meia de frente 1 ms
    tres e de fondo 31 ditos e 23 centimet-os,
    quintal em abeito, terreno oreiro, pela
    quaatia de ISOOOO feito o abatimento
    legal, visto orno fra avaliada em 20C > e
    (s'i a eegunda praca.
    A segunda casa tem port. e j n-dla de
    freate, tamb-m de taip 2 ', 2 quar-
    toi e c-sioha, moda de f re i te 4 metros e
    de fonda 11 n'ts e 20 ceotimetroB, quin-
    til eai aberto, terreno propno, pela quaa-
    tia de 1805000, feito o abatimento da lei,
    vito que esta a segaoda prag e fora
    avaliaoa em 2005000, Pertencem a Flo-
    rentina M>ria do Rosario.
    E para constar passoa-se edital na for-
    ma da lei.
    Dado e paaaado neata&dade do Racife
    em 4 de Fevereiro do 1895.
    Eu Aliredo Diamantino do Torres Ban-
    dsira, escrivS''.
    Sigismundo Antonio Gonjalves.
    Alfandega
    Aforameno de terreno de
    Marinha
    De ordem ("o Mu. Sr. Dr. iDEpector deela Re
    rariijao lago pulico que leodo requerido Jobp
    Vidbl de Piobo o af^rameoto no terreno de roa
    Tioha sito a oa Oiienta e Nove, da fregoezia de
    S. Joi deeia diade, no qaal esta edifi da a ca-
    sa Dcmero 98 tiraoi inimados os foreiros confi-
    nantes e ooiros int'-ressai'os para peranie o mer-
    mo Sr Dr. Inspector provarem no praio le 30
    disf, o di'eito oe pretcencia, qoe por ventor
    liverem com relago ao aoramtnio do meemo
    terreno.
    3 Secgo ^a Alfaodega de Peraarobuco, II de
    JaDeiro de 1895.
    O fh^fe de gerjao,
    Clito Walierino Perelra
    C3S para Piabeiro. Mojqaei'o, Soure.
    Brfes. GauV Claves. MaCapa
    Monte Alpg-e Smtarem, Obidos do
    Par-*, e Parias e Iticotara, no Ama
    II
    O prsto pira conelusao e fuacnionameoto da
    iioh3 principal ei.tre as capitae? dos dousEt.'
    los nao S'r rr.a'or de 12 meiej, a pa-lir da
    1-ti da 68ii>'atura do cmiraito.
    III
    P.ira o fffocciooampnto das lintias ramaes. de
    qie trata a cbu^Dla i, o prazo maxim", n r
    rnejmas consea de coata^em, sera co 18 '
    meSB.
    IV
    Parn exeeucao de??e servig^, tica eaiabMeddo
    o prtslegio pelo pazo de 30 annos, tonntH o
    qaal dSj poJer ecr eoncdida aa'orijagSo a!'
    enma paa o estabele-'meoto de ou'.raj liohni
    teiegraphicea fu^-fluvia-s na zona coipreheo-
    UiJa futre a* capi'.a'S c*03 doos E.-tsdos.
    V
    F ci reashalo Ui 5 > e aos Eeta os o nlret"
    'o de estabple.^ r na mesiia z:>na Mlfnba ter-
    'PBt-es qae julafpin conveiieTte. IWn'o lia*
    :M pcs pir'.iC'ilarps o di-pit) d irausmitlir B(0J
    cjral.cs p Ii va que preferirera.
    VI
    Flndo o rriio a privilegio (SOano^a), rever
    ter t UoiSo toio t material, pi:ti-',<3 s, 'erre
    r.-1?, I te, P!nr-re!ado' n> servigo com cecsacS
    de ipeiiajOes di s tlrtboicSeB para a exploiacl i
    iL3 fcreai cedJ33 ptlo 'rairado.
    VII
    O rcctraeisnte ou ro-pinviia faeorgani***
    compromelta'e a dar p-eferencia na ir-n9-r>! si
    i iiej e da imoreis', t.
    a QOaea iero ubaiTippto de 50 % tm rea
    t tarifa ordinirla piiootaia.
    VIII
    A 'arjfj orgnnisada, tomndole per* b:r> a
    ca kilomtrica, te-a submmtlda aiip^o'
    va{So do Gjveroo Feieral, aeido vejada qal
    qcet Qio?ir3Ec5o sea ni acqoejcensia.
    IX
    O contractaoe oa ernoreai qce organiza* fl
    cp.' sijei'o, pa-a o t'fje- dos lelegramoDa lo
    Urores oo exte-icre^. ees mesmoS precitop
    qce rpgin o ae'vijo execuiado pela Repartijao
    d s Ttlegrapbo?.
    X
    Edital
    re-
    Servico de vaccinacSo e
    vaccnacSo
    Por esta secretaria se faz publico que
    0 servido de vaccinac;ao e revaccina-
    Cao contina a ser feito pelos commis-
    sarios de hygiene nos respectivos dis-
    tiictos e as horas e lugares abaixo
    declarados :
    Pelo Dr. commissario do I.* distri-
    cto na ra Larga do Rosario n. 34 (en-
    trada pelo n. 36,) as quarta-feiras de
    1 s 3 horas da tarde.
    Pelo Dr commissario do 2.' distric-
    to na ra Direita de Afogados n. 10,
    as quinta-feiras, das 8 horas s 10 da
    manh.
    Pelo Dr. commissario do 3.' distric
    to, em Olinda, na Prefeitura, as se-
    gunda-feiras, das 10 s 12 da manh;
    em Magdalena, na escola publica da
    prafa joo Alfredo, as quinta-feiras,
    das 10 s 12 da manh, e nos demais
    dias em sua residencia ra do Vis-
    conde de Goyanna n. 173, das 7 s 8
    horas da manh.
    Pelo Dr. commissario do 4.' distric-
    o, na ra do Visconde de Goyanna n.
    187 (junto a estafo do Manguinho)
    as quinta-feiras, de 1 as 3 de tarde.
    Pelo Dr. commissario do 5.- distric
    tor'em Caxang, as quinta-feiras,
    das 8 s 10 da manh, em casa do pro-
    fessor Macedo, e na Varzea em casa do
    Dr. Souza, n. 22, alternadamente.
    Secretaria da Inspectora Geral de
    Hygiene do Fstado Pernambuco, em
    26 de Janeiro de 1895.
    ApollimrioA. Meira Henriques
    Secretario.
    Directora Geral das Obras
    Publicas
    De ordem do Sr. ministro da Iadoalria, Via*
    gao e Obras Poblica8 ae fat publico que,- te se
    cordo corj) o decreto n. 267, de 20 de Dazembro
    do anno paseado, ae recebero, dorante o prazo
    de 40 dias. a contar da presente data, na Dire-
    ctora Geral das Obras Poblicaa este Mioiete-io,
    aos escnpto'ioa dos ebefes dos dktrictoa do
    Para e Pernamboco, propotss para o entrado
    autorizado pela dispotiyao legislativa citada,
    conceb la eos fcuin'.'s termos :
    Pica o governo auloriaado a contractar com
    Rirbard J. t iny, ou com qoem maia vaoiagens
    cff.i'tcer, o aseotameno ae un cabo anb fie
    vjal entre aa capuja daa cidadea do Para e
    Amazocas e mediaots aa clausulas segoiir
    tea :
    O cootractanle en expresa qoe ae organiaar
    se abrigar a e tateleer coTmonicajIo telegra-
    pbica por im cabo tub fluvial euire aa capilaes
    des Elaios do Para e Amazonas, com ramica-
    Fm qu-ljcrr teaito depcia de ons annia c"e
    iO'CPioaa rento codera o governo acampara
    m;-rpsa, pagaado apenas a impor aoria par ella
    i"8pem da com acqchlcao do mal ra', 8?m
    neiibuma considerado 8obre ca lusroj que elb
    tiver na oc asi,.o.
    XI
    O contrallante se ebrigar a aaroveitar no
    fe-vgi a que ae propO, ppusoal aacional, pe'o
    e com vene
    que oa empre*
    tr.enos na porcentagem de 50
    rr ooto? paitos na meima moed-a
    gados e;troge!roj.
    xii :
    Eitro 03 caanroojissos a lomar pelo cootra
    otante rica incluida a cb'ig cao de entrega a
    liiihs bmileiras em Pmh irj co Belm de to
    dos os lelezrammas provenieu es das estaje
    de qoe trata a clausula I e das que mais tirde
    forem inauguradas na zona privilegiaba, desde
    qoe n5o tragam espreso indicagao de va.
    XIII
    Para coadjimr a execocao dease servico, Rea
    o govp Q) obrigado a o xa tobvencao anno I de
    l".fio libras est"linas dorante oa pnmeiros 20
    aooos daconcesao.
    XIV
    Dido o C380 de inlerrupco en orna o a ani?
    sec(0e8 por mais de o'ous meies, salvo o caso
    (te fo'ca maior devidameote justificada, teri o
    governo a facnldale de, mellante notificaba
    pcia, dedoslr da aubvescao a qoota corres
    poodenie a seccSo toierrompida, nroporctonai
    mnie aoaezienf), al ao reatabeleclmcnto
    das ccmoDuoic-coes.
    XV
    A 6obveocio annoal de 17.125 libras ser
    paga por trimestres vpncidoB, mediante atiesta-
    do do engenheiro-ebete do districio do Par>
    sobre integral cu parcial fuoccionameaio das
    Hutas e entrara no oalaneo de liqoidaco de
    roolaa entre adminlstracio da empresa e a
    Repartijao dos Telegrapf.oi.
    XVI
    Gozar o coatraclante, oa exsrexa que orga-
    nizar de iaeocSa de direltos de al(aode;a, e te
    qoaesqner outroa provenieutea da explo-agJo,
    para l do o material, iccln3ive navios destiaa-
    (ii e a aaeotamenio e reparo8 dos cabos.
    XVII
    O contractaole poder estabelecer Itobae aerras
    uo dUblerraneas que ligaem os cabos s esta-
    cOes telegrapbicae.
    XVIII
    ko contractante serio oolorgados todos os
    demaia favores concedo1 t companbiaa on
    enarezaa aim:lae3 no Brazil.
    XIX
    Dorante o prazo do privilegio pilera o coa-
    trac ame entrar em acoordo com os goteroos
    estadoaes a reapei'o do estabelfCldieDto de no-
    vas ramitlcaco^a dos seos cabo?.
    XX
    O governo se comprometa a empenbar ps-
    fo'gjs junto aos governo3 eatadaaes para fa-
    ao contactante cessao dos terrenos devolaios
    e desaproprisco de outroa daraite o prazo do
    privilegio, para o estabelee.meo'o das eslagCes,
    amarraco e casas de cabo, observada qnaoto
    a desapropri;cao a legislacoestadnal em vigor.
    Dentro do praio de seis mezes, a coatar da
    naogaraCo de todo o servico cootracUdo, sera
    eniregne ao govero.. ana planta demonatrat*.
    va da loeK) dos cabos, acotnpannado de to
    las as iidicagOss qoe fo'em colbidaa sobre o
    reglxen das aguas do Amaxonaa e sena tribu-
    tar 113.
    XXII
    A3 InterrnpcOes dos cabos oo quaes jne- on-
    tras modicaioes as condigOes do sea fooc
    ".noamenio normal devem ser commuai.adaa,
    deoiro |f Si bor.a, ao engeobeiro ebele do
    iistricto do Para que devera immedlatamente
    trszer so coobecime'jto da Directora Garal do-
    Telegrapbos.
    XXIII
    Qaaepqaer aabveiigoes oa favores concedido?
    pelos governos dos Estaoos do Para e Amaso
    as, em relacSo aos servlgos contractados, seja
    empreza, bpja ao pp?soal nella empregade, se
    tornaro pffectivos sem prajolzi da suovengo
    coalractoal e de oolros favores em u.-tude do
    acto do governo federal.
    XXIV
    O contractante f.e obrigar a ter na Capital
    Federal oa na do Estado do Par, A sua esco
    Iba, cm representante com plenos poderes para
    tratar e resolver todaa as qoeaiCes de ordem
    administrativa e aa relativas ao cnmpnxea:o
    dae oarigacoe8 do contracto.
    XXV
    Qaaeaqoer do vidas suscitadas sobre a indi-
    ligencia das clausulas do contracto sero jul-
    gadas e decididas, quando a nao palerem ser
    pelos tramites amioisirailvos, pelos t'iDanses
    do B'aiil, de accordo com a saa legiaiago;
    segu o 1 qnal sero anda revolvidas as qaes-
    (6e8 entre o coatractan'e ou empeza e um par-
    ticular ooalqaer domiciliado 00 paiz.
    XXVI
    0 proponente depositar no Tbezoaro Fede-
    ral a import-ncia de 5:000^000 para garantir a
    assignatora do contracto, fazendo acompaabar
    a sua prjposta do cotibecimento do mesmo de-
    posito, o qoal reverter para o Tbesoaro si, no
    prazo de 10 dias, a contar da escolha feila
    pelo governo, nao tlver sido aasignado o res-
    pectivo termo na Secretarla dos Negocios da
    Industria, Vlago e Obras Pobli;aB.
    XXVII
    O contractante depositar, antea da asEigoa-
    tara do contrasto, a somma de 50:C00J000, em
    moeda correte oa em apolices da divida pu
    plica, como garanta da exeengo do co&lraclo.
    JvWIil
    0 deposito para flanea da assignalnra do
    contracto abranger o depcaiio ao erior, e se
    levantado depo's do fancclooamenio regular
    de todoe os cabo?, qaer o principal, quer oa
    dos ramaes,
    Para pagamento daa despena de Bacalha-
    eSo coocorrer o contractante cem a qaota ao-
    Soal de 4:000/001, f nregaes no Toesoaro Fe-
    deral, por semestres adiaotados.
    EscrVptorio do Diatricto Telegraphico de Per-
    oaxboco. ..
    Reclle, 13 de FeveielrO de 1895.
    dnnioaZ de Azambuja Villa Nova.
    Ergeabdro ebefe.
    GiffletP, EDITAL
    , Alemqae-, Copia.O Dr. Manoel Florentino de Al-
    zona ai> buquerque Montenegro, juiz de direito
    a de orphios do municipio de Ajua
    Preta, em virtude da lei. etc.
    Faco sabsr aos que o presente edital
    de vinte dias de prazo e urna praca vi-
    rera, quo por este jaizo, findo que seja
    o d to prazo, tem de ser arrendado a quem
    mais der e maior lance offerecer no da
    i 16 de Fevereiro prximo futuro, na casa
    do ConcVho Municipal desta villa em
    audiencia especial, as 2 horas da manila,
    o anendamento triennal do engento Ca-
    morizinho, s to neste municipio, se vindo
    de basa o offereciment de 4:0003 an-
    nualmente. pelo consenhor bacharel Fran-
    cisco-Cornelio da Fonseca Lima, cora as
    clausulas seguintes :
    O arrendameuto principiar do 1* do
    Maio prximo futuro e lindar em Maio
    d9 1898, o reudeiro licitante presta
    flanea idnea com hypotheca em bens de
    raz ni municipio, ouvidos os interessa-
    dos ; o randero se obri^ar a conservar
    as obra3 do engenho para as entregar
    como M racebeu, cendo-lhe prohibido fa-
    zer obras novas no engauho, e era alte-
    rar as existentes, nao peder" derr.bar
    rcatta3 virgens e nem grossas capoeiras,
    podendo apenas tirar" destas a ienhs pre-
    cisa para cora'oustivel e cercado ; nao po-
    der tirar maleiras as mattas ; findo o
    arrendiraento, nio poder o rendeiro a
    pretexto algara retar o predio, devendo
    entregar 03 campos no da de Maio c'e
    1898, quando dar urna casa capaz para o
    novo rendeiro habitar e cerc do para gado
    preciso, e as obras e casa nodia l de Maio
    de 1899, entregando tambsm >0 carros de
    sementesque pertencem ao consenhor ba-
    ch re Franeisc-i Cornelio da Fonseca Li-
    ma e sao sementes do engenho, 11 is me-
    zas de Maio, Junho, Julho, Agosto e Se-
    tembro, qua ;do se faz o planto da nova
    safra ; e negando-se a est? 3 obrigacoas oa
    retendo o predio, responder pela perda
    da safr futura no valor minea inferior a
    20:0003 a que ter direito o prejudicado.
    Os pretendentes se habilitarlo tres dias
    antes da praca, tudo de conformidade com
    o pedido na'peticode fls. 2, na forma
    requerida.
    Oj pretendentes si habilitarlo 3 dias
    antes da praga tudo de conformidade com
    o pedido na petigao de fls. 2 na forra
    requerida.
    E assim sari o dito enzenho arrenda-
    do a quem mais der e maior lance offe-
    recer n > dia e hora cima declarada, a
    requerimento da consenhora Dona Mar-
    tinha da Fonseca Ferreira Costa, por seu
    tutor Bonifacio de Lagos Ferreira
    Costa
    E para que cheg-ue a noticia a todos,
    raandei passar o presante edital que ser
    lido e affixado no logar do costume, e o
    porteiro dos auditorios passe a respectiva
    cjrtid5o.
    Dado e passado nesta villa da Agua
    Preta, era 22 de Janeiro de 1895.
    Eu Pedro Severo da Costa Leite, es-
    criv&o de orphaos, o escrevi.
    Manoel Florentino Ae Aluquergue Mon-
    tenegro.
    Estava sellada na forma da lei com
    6C0 res, sello de v-rba
    E mais se nSo continha em dito edital
    aqui fielmente copiado, dou f.
    Agua Preta, 22 de Janeiro de 1895.
    O escrivo,
    Pedro Severo da Costa Leite.
    Alfandega
    Ter rene 9 em Tai andar
    De ordem do iust-e Sr. Dr. in-pector, e lin-
    do em vista a nquisig fea pelo Sr. eneeohel
    ro ebefe da commifeSo encarregada da ron*
    airocgo do L zsrelo des te Estado o os parecer*
    eos Sr,*. Drs. rhife da 2* cecgSo e proco-ador
    secciodal da Reopblca, ca pelo presente e i
    coatar da ana primn-a pobilcaco, marcado 1
    praio de t-tr ti dias pa es 1 ccunantei* e pofsei
    ro9 dos te.renc8 situados ero Taaiandar e rcm*
    nrpbendldjs na a'ra considerada de rxarirha
    de accordo com o dlspcsto no decreto n. 4 IC5
    :'e 22 de Fev reiro de 1863, viren apresentar of
    seus titok'8 e p'oar a letal dade de eua posse.
    Ootro-im, pxiciio'o 01 looalldade rtloilda
    ama fortaleza deru minada Saato I/naclc, con
    direito a naia rea em circulo de 600 bnga?, a
    por.tar da base de toas murtlna0, hegun<:o IB*
    forrxa a Cirectoria as Ob*as Kiiitarp;i desle Es-
    ado, para que. otvovprno poss; ueliberar coreo
    for conreateDie respeito deesa rea, ticam
    iccalmeate es po?ieiroa i'cs terrenos compre-
    endidos der.tro do perimeirc deserlpto coriea-
    5 exblbtr, oaqaelle nr;;zi, prova da egiii-
    ;de c'e aui po.-se. ao!) ;^3 pcni-a -a lei.
    3.*?eeto da Alfandega rtn Ef-tadi d: Per-
    nambuco, 4 df Fevereiro de b9-5.
    O cbpfe,
    C'lto Vaiterino Pe-ei'8.

    Conipanhid Usina Cansan
    $ao de Si i .bi
    Achara S3 a disposirio dos Srs. accio-
    nistas no escriptorio tiesta Compauhia
    ra do Cornraereio n. 2 23 andar, de
    accordo com o dispos'.o no art. 16 do de-
    creto de t7da Janeiro de 1800, os docu-
    mentos seguintes para serem exami-
    nados.
    Copia dos balangos.
    Relagao nominal dos accionistas.
    Lista das transferencias de ac$oe3
    rante o anm.
    Racife, 14 de Fevereiro de 1895.
    Geo O. Gatis.
    Secretario
    CIRCO PERY k COELHO
    Essa Companhia Equestro da Capital Federal
    eau oxcamSo pelos Estados do .lorte.
    Maravilhosa funecao na qual se apresenta trabalhos novos pela primeira vez.
    AEBIO VOLAXTE
    pela sympatbica Ari.stolelina Pery. A pedido o ararro d terpsicacre pelo phen *
    rainal joven ANTONIO OLIVIO. r
    Terminando com a grande surpreza da vertiginosa descida de p n'um
    gttndo rame untado com DMA SUBSTANCIA GORDUrtOSA.
    Robbe americano pela primeira vez por JACINTilO PERY.
    Estra hoje tambem o director MANOEL PERY, man lando um cavallo em
    LIBERDADE.
    Os palhacos Olivio e Caetaoo hoje eem descango.
    Amaulia nova funegao.
    Domingo e dias san os 2 espectculos s -4 horas da tarde e s 8 1-2 de noit'
    Pircos
    Caderas numeradas .......-. 3^000
    Entrada Geral ..."....... 1,J000
    .I18 1|*.
    DO
    du-
    Seoretarla da Industria
    3.* DIRECTORA
    Para conhecimento dos interessados se
    faz publico que fica provisoriamente sus-
    penso o recebimento de propostas para a
    construego de um viaducto na parte da
    estrada de Caxang, arrombada pelas
    cheias do invern passado, de que trata
    o edital publicado, datado da 6 do corrente
    mea.
    Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
    Jos 3. Rodrigue^ Saldanha Jnior.
    Director Geral.
    O '-'r. Sigiemindo Antonio Googalves,
    iuia de direito da 'aseada do Estado de
    Pernambooo.
    FcB saber pelo presente que o agente
    Britto no dia 19 de Fevereiro do correte
    auno, vender pelas 11 horas da manhS
    na agencia rna ao Rangel a quem mais
    der em !ei 1 judLi-d os bens seguiotes
    penhorados pela fazenda do Estado.
    S. Joi
    A eaaa de pedra e cal n. 223 a ra do
    Coronel Saasauna, oom porta e janella de
    freate 2 salas, 1 quarto, cosinha interna,
    mede de frente 4 metros e 30 centmetros
    e de fundo 4 metros e 70 centmetros.
    avahada cm 300C00. Pertenee a Ma-
    noel Joaquim da Costa arvatbo.
    A casa n. 10 no beooo do Macelo, com
    porta e janella da frente, 1 sala, 2 quar-
    toa, sendo um daitei a cosinha, mede de
    frente 6 metros o de fundo 4 metros e 50
    c=nt'metros, alalia -a em 300(5000 Pertence
    a Joaquim Gomes de S Leit&o.
    . E para constar paasoa-re o edital na
    forma da lei.
    Dado e passado nesta cidade do Reo-fe
    de Pernambuco sos 11 de Fevereiro de
    1895.
    En, Jos da Coata Reg Lima, eacri-
    vSo, stibscrevi.
    Sigismundo Antonio Gocgalves.
    O Dr Sigismundo Antonio Goocalvea, juiz
    de direito da faierida do Estado da
    Thesouro do Estado
    de Pernambuco
    De ordem do Watt. Sr. Dr. director ge-
    ral desta repartigSo pagar-se ha araanh
    15 do corrente aos professores em disponi-
    bilidade.
    Thesouraria do Thesouro do Estado de
    Pernambuco, 11 de Fevereiro de 1895.
    O escrivaoda despeza,
    Alfredo Gibson.
    Bauco de Pernam-
    buco
    SSo convidados oa S'8. accionistas a virem
    rece er co da t de Fevereiro em ciante o 10-
    divldendo de suas acgOes, oa razo de 10 0/0 ao
    anoo, 00 2000O por argo, correspoodeate ao
    S* semestre fiado em 31 de Oezemiro prximo
    paseado.
    Recife, J5 de Iireiro de 1895.
    O decretarlo
    Antonli P. P. deGarvalbo.
    Hippodromo do Cam-
    po Grande
    Por deliberar! da di-e-to ii foram manlidaa
    aa maltaa impostas aos jockeys Balbioo, Moraira,
    Laiz de Franca, Hancel Miranda, Nicolao, Anio-
    olo Luiz de Franca, fedro Aliaodriao e Jlo
    Campos, em 50*000 cada un, por Irregularlda
    des oa partida do J* pa eo, da 87" coma, de
    setedeceodo asrdeos do director presente 6
    mesma ig 3* do Ar. 51).
    Da accordo com o Art. 51 3* do Cod. de
    corridas foi rxultado o jockey Jos Marcelino em
    1004 por nre^alariladea commeltidas no 5-
    pareo.
    Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
    O societario
    ____________________AognaU Silva.
    Companhia Nacional de Ca-
    misas e ftoupas Brancas
    A directora desta companhia convida
    aos Srs. accionistas a fazerem a 8.a en-
    trada de 10 O/o ou 20/J por acclo, at 28
    do corrente, em m3o do Sr. Thesoureiro,
    mal.* de Marco n. 18.
    Recife, 4 de Fevereiro de 1895.
    ESCOLA NORMAL a cargo da Sociedades Pro-
    n-iradora da Instrcc(,3 i'ublica, na Boa
    Vl,t'*
    Da ordem do Sr. Dr. director, f 50 publico
    que esto bertas, al o dia 28 de Fevereiro. aa
    mncolas para as aulas deesa tscola, ('emendo
    es iaieressBdos comparecer socretarla, das 6
    la 8 horas da noite.
    Secretaria da Escola, 31 de Janeiro de 1895.
    Serviodo de secretario
    Opiato Cara-0'.
    Companhia Ferro
    Carril
    Esta Companhii compra
    era seu escriptorio qual-
    quer importancia de ni-
    ckle.
    agente
    Pernambuco.
    Fas saber pelo presente que o
    GosmSo no dia 19 de Fevereiro do cor-
    rente anno vender pelas 11 horas da
    manhS na agencia a roa da Cadeia a qoem
    mais der em leilao n casa n. 262 B a roa
    Imperta', fregnesia de -S. Jos, oom porta
    e janella de frente, duas salas, um quer-
    to, cooirha interna, mede de frente 4 me-
    tros e GO centmetros e de fundo 9 metros
    e 80 centmetros quintel en aborto ava
    liada em 3005030 Pertenoente a Gara!
    do Antonio da M Ita-
    E para coost. r pasaoa-sa o edita! na
    forma da loi.
    Dado e paseado neata Cidade do Reci-
    fe de Pernomboco aos 11 de Fevereiro de
    1895.
    Ea Jos da Coat Rogo L/ma, eBOrivao,
    . labscravi.
    i Sgismando Attonio Gonoalves.
    Companhia
    DE
    Fiaco e Tecidos dePcrombQCo
    Dividendo 23
    83o convidados os Srs. accionistas a recebe-
    es o dividendo do ultimo smeatre do auno
    Oudo. a raia de 10 O/o ao anoo, equivalente a
    6O0 por aegao, oo eBcnptorio da companhia, i
    toa do Boro Jess n. 42, t* andar.
    Recife, 1 de Fevereiro de 1895.
    O director searetario
    ' loo de vmorlm.
    Recebedoria do Esta-
    do de Pernambuco
    EDITAL N. 5
    0 administrador faz publico para conhecimen-
    to dos late reasados que, dentro de iriota dias
    otis contados de 11 do correte, sea effectu*da
    n'es'a reparfc5o a arrecadaco a bocea do cofre
    da ccnlricuig&o devida pelos servlgos da Racife
    Drainage Company r^nllva-neote ao 2. aemettre
    do exercici) de 1894.
    Rece edona do Estado de Pernambuco, 6 de
    Fevereiro de t8S5.
    Affonao de Albuquerque Mello Jnior.
    Banco de Pernam-
    buco
    De accardo com o Art. 16 do decreto da 17 de
    Jaoeiro de 18S0, participamos aos Sra. ac onle-
    taa que se acbam na ede deste Banco a sua
    dlapos'cao 09 seguiotes documentos para sereo:
    examina los :
    1 Copia das balance.
    2* Relagao nimiaal doa accionistas.
    3a Lleta das transferencias da act-Oea durante
    o anuo.
    Recife, 19 de Janeiro de 1895.
    Antonio F. Pereira de Carvalao.
    Diretlor secutarlo.
    Projecto de inscripeo
    Para a 28,a corrida a realizar-.se no domingo,
    3 de Marco de 1895
    (i
    i.
    2.
    3.
    4.
    o.
    6.
    PAREO- Hippodromo do Campo Cicande -1.6C9 metro?. Handcap.
    Animaes ds qualquer pas. Pbbmios: 5000000 ao primeiro, 100(5000
    ac segundo e 0(5000 ao terceiro.
    Pesos=Mazimo 70 kilos ; minimo 40 kilos.
    PAREO Imprcnsa Peraambucana 2-.200 metros. Handcnp Ani-
    maec de Pernambuco. PBKMIOS : 1.0000000 ao primeiro, 2GO(5000
    ao segando e 100000 ao terceiro.
    PesosMximo 62 kilos ; minimo 40 kilos.
    PAREOAos Sportman950 metros. Animaes de Pernambuco Premios:
    3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 305000 ao terceiro.
    Art. 5o J*rpe, Debiqae, Nababo, A-'eotureiro, Bismark 2., Triampho, Feniano,
    P.ramn, Pa'o, Pyrihmpo, Camors.
    PAREOAos A zaristas 1.800 metros. Handcap. Animaes de Per-
    nambuco. PKKMioB: 600SOOO ao primeiro, 1200000 ao segundo o
    60J00 ao terceiro.
    Art. 5.Os do pareo aos tSportmet e Tudo-, Ida, Maunty, Toroo2.*l
    Fu maca 2.* e Furioso.
    PesosMximo 62 kilos ; minimo 40 kilos.
    PASEO -3 de Marco -1.2C0 metros. Animaes da Pertambuco. Premios:
    3500000 ao primeiro, 700000 ao segando e 3-")$000 ao terceiro.
    Art. 5.*Os do pareo Ara Asaristas e|Beija Flor 2*, PatchooJy, Malaio. Ber-
    lina, Dublin, Mascotte, Mendigo, Oanmpeiro, Ybo, Gallet, PalhaQo,
    Vmgador, Pbarisea, Pirata, Fortaleza, Irmilodio, Conquistador, Te-
    no; 2.*, Galioleto e Hirondelle.
    PAREO Trllhos Urbanos 900 metros. Animaes de PeroamLuco.
    pbemios : 3000000 so primeiro, 60&000 ao segando o 300000 ao ter-
    ceiro.
    Art. 5. -=9a do pareo 3 de Marco e Malango, Narciso, Tonloo, Garana,
    Teimoso, Frontn, Petropolis 2-, Prusiiano, Galioleto, TaliSpher,
    Erna, Timoneiro, Vinganga, Cingo, P.gmeu, Gitano, Moa o,
    Baraiho, Abysm Fautt >, Dictador, 8as-Soucci, Hognstie, Tcp}>
    2*, Allv-Stoper e B-thory. |
    PAREO -Anim.ico 1.2C0 metros. Handcap. Animaes de Parnambuco.
    pbemios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e .00000 ao ter-
    ceiro.
    Art. 5.*Os do pareo Aos Asaristas menos Maory, Turco 2.* e Tudo .
    PesosMximo 64 kilos; mnimo 40 kilo.
    PAREOConsolaco=l.250 metrosAnimaes de Pernambuco. PpbhioS:
    3500000 ao primeiro, 700000 ao segando e 351000 ao terceiro.
    Art. 5.Os do parao 3 de Margo e Malanga, Narciso. Caraoos, Teimoso, Pe-
    tropolis-2-. Frontn, Tupy 2-, Galioleto, Talispher, Ciego, Pigmeo,
    Gatuno e Bathory.
    PAREO-Conclnso1.200 metros. Aninaes de Pernambnco qae nSo te-
    nham ganh no Derhy. Premios : SOOfOOO ao primeiro, 6O0OOO so se-
    gando e 300000 ao terceiro.
    Art. 5.*Camors, Hirondelle,'Beija-flor, Famaca 2 e Irmilodio.
    Qbservaco ey
    Neoham dos pareoa contar victoria.
    Somente pagarSo a respectiva inocripQSo no pareo Hippodromo do Campo
    Giande, os animaes que obtverem os 1-, 2- e 3- premios.
    As tab las de peaos a serBo conescionadas depois da inscripsao e os Srs,
    proprietarios que nSo se onformarem ocm ellas, podero retirar os sens animaes at
    24 horas depois de poblioadas. Findo ease praso s ser admittido o orfait.
    S serBo considerados realisados os pareoj Imprensa Pernambaoana o aos
    Analistas se ioacreverem-ae o corrorem 6 animaes ce 5 proprietarios differentes, para
    os demais exige-se que se insorevam e cerram 5 animaes de 4 fropriotarics d ino-
    rantes. ,.
    O ptrao Hippodromo do Campo Gnnde raalistr-se-ha com 3 a imaes de
    croprieUrios dlilerenteB. ,
    As nseripsSes dos ptreos de animaes do Pernambuco serlo pagas en.da"
    prestaos iguaes; sendo a primeira no acto da oscrps5o e a segunda ata o da 26
    do oerrente mes.
    A inscripto encerrar-so^ha na quarta-feira 20 do cerrante a b lt2 horas
    da tarde. ....
    A proposta que nfio estiver aoompanbada da respectiva importancia nao
    opra IluA
    Secretaria de Hippodromo do Campo Grande, 8 de Fevereiro de 1895.
    O secretario,
    7.
    8.
    9.
    Augusto Silva.
    London & River
    Pate Bank, Li-
    mited.
    O London Sf Ri-
    ver Pate Bank, Limi-
    ted declara que des-
    de o dia 15 do cor-
    rente mez, nao abona-
    r mais juros sobre
    depsitos em conta
    corrente at novo
    aviso.
    Recife, 1. de Fe-
    Ivereiro de 1895.
    Pelo London & Ri-
    ver Pate Bank, Li-
    mited.
    i. Ellis,
    Gerente.
    Banco Popular
    Convido aos accionistas de8ie Banco a virem
    rereber em soa sede a contar de 1 de Fe*erelro
    o 7. dividendo desos aec8e3 relativo ao se-
    mestre lindo em 31 de Dezembro a riaJo de
    10 V ao anno.
    Recite: 29 ce Janeiro de 1893.
    Albino Narciso Mala
    Director aecretarlo.
    Banco de PernamEuco
    Em obaervanc a do Art. 15 dos estalulos de ate
    Banco convido es S-s.aciioni-tas a reunirem-ae
    oo dia 4 de Marco proxirxo fotoro, ao meio da,
    oo eJificio da Asfocisgao Goismercial de Per-
    otmbuco, para tomar conhecimento do relato-
    ri.-\ balaceo deete Banco, parecer do conaelbo
    fleca! e eleigao do meamo.
    Recife, 13 de Fevereiro de 1833.
    O secretario
    F. Pereira de Garvalho.




    .v^flvM^^BBSSS^BW
    i i"' i "' i'"

    { iffilm i
    ., ...... i .;
    r
    i


    Diario de Pernambnco Sexte-feira 15 de Fevereiro de 1595
    PRADO
    PERNAMBICANO
    mm.
    mmmm m w
    QUE SE REAL1SARA.' NO
    Da 17 de Feverciro de 1895
    NomM

    e
    1
    Pello
    Natura
    lia.
    Cor da vesti-
    menta
    Proprletarl**
    Lf PareoConolaco- 800 metrosAnimaes de Pernariboco que nao tenbam ganbo
    premios nos Frados do Recife, contado ou nao victoria. Premios : 250*000 ao 1.a,
    50*000 ao 2." e 25*10" ao 3-.
    llOlinda......
    i'Saragoso....
    3:Zimores.....
    4|Caridade....
    5|8anquelro...
    6 NHo
    7
    t
    1)
    Soprano ....
    dorboleta.-..
    ubateaubrian
    Rodado......
    Castanho ...
    RoMlbo.....
    Mellado.....
    Alazac......
    Mellado.....
    Castanho....
    Rodado......
    Russo.......
    l'eroamb..
    54
    54
    54
    54
    54
    54
    54
    54
    C4
    Oo'o 6 rosa...
    Branco......
    Encarnado...
    L airado.....
    Oaro
    V. Goocalves.
    \. Pimeotel.
    m. y. Fdicac.
    J. Ferreira.
    B. Res.
    vi. Itidio.
    J. B- L>o?.
    \. Miranda.
    braocg e ooro........IR- Rozas.
    2.* PareoSportman-850 metros. Animaes 1.*, 50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.
    Galano......
    Utopista
    Dictador....
    Abysmo.....
    Dablim.....
    Viogaoca ...
    Fortaleza___
    Pedrez......
    Casta ano....
    Rjsilao......
    vitllado......
    P-drez......
    Rosso.......
    Mellado.....
    Pernamb.
    H
    54
    54
    54
    54
    54
    54
    Ooro e prelo..........
    B'anco e encarnado..
    Encarnado eaxnl......
    Encarnado branco...
    Amarello e preto.....
    Eocaroadoe branco...
    Coud. Fraternidade.
    1. Cavalcante.
    P. C. Rezende.
    U. G. Luz.
    Azevedo & G.
    J. M. Ferreira.
    J. Cavalcante.
    3.* Pareo Antmarfio 8o0 me'ros Animaes de Pernambnco qu? nao iftlnm ganbo
    em (isianria superior a 900 metros em 1894. Piemlos : 250*090 ao i., 50*
    so 2.a 6 25*000 so 3.*
    Camors.....
    Bismarck 2."
    Piramon
    PlUiao......
    Castanho-----
    Rodado......
    CiStan:.o.. .
    Rasso........
    Pernamb.. 54
    54
    6
    c 64
    tmarello............
    Encarnado e azul......
    A carel lo e braaco
    Listrado..............
    M. L. M. Jnior.
    P. C Rexende.
    Coud. Bel'a-Vista.
    Joud. Nerandio.
    4. Pareooerby-Cln-1.500 metros Animaes de Pernamiocc. Premioe: 400*000 ao
    1, 80*G0O ao 2. e 40*000 ao 3.
    Mala o. ....
    Galioleto.....
    Mendigo.....
    4 Patcbouly....
    Baio........
    astanno....
    Rasso
    Pernamb.. 52
    52
    c 52
    52
    Duro e rosa.
    Enea-nado........
    Verde e amarello
    C. Campos.
    J. R. Cruz.
    O M. C. Santos.
    M. Pimentel.
    5.* Paree imirensa 1.100 metros.
    300* ao Ia, 60*
    Handcap.Animaes de Pernambnco. Premios:
    ao 2* e 30*000 at 3.*
    Piramon....
    Farioso......
    PluiSo.......
    Tu Jo ......
    Camors......
    Castanho.....
    Rodado......
    Rosso.......
    Mellado.....
    uutanbo.....
    Pernamb.. 54
    < 50
    54
    50
    i 56
    Amarello e branco....
    Atol e pre o..........
    L'slrade.............
    Verde e amarello.....
    Amarello............
    Cond. Bella Vista.
    J. Morslra.
    Cond. Nernodio.
    J. Mora es.
    M. L. M::bado Juaior.
    6. Pareo Prado Pernmbueano-1.500 metros. Handcap.Animaes de qualquer
    paiz. Premios : 40J* ao 1. 8* ao 2* 4'J* ao 3.*
    Goayanaz....
    Apollo.......
    Radams....
    Pelropolis,.
    B
    5
    4
    8
    Castanho.....
    Alazac.......
    Preto......
    lAlazo......
    S-lPau'o..
    h. da Prala
    r'ernamb..
    6
    50
    48
    50
    Oaro e preto.....
    Preto e oaro.....
    Verdee oaro
    Verde e amarello.
    C. Fluminense.
    C. FraterBlfaie.
    Cond. Brasileira.
    Coud. Independencia.
    7* PareoHippodromo do Campo Grande 1.000 metros Animaes de Pernam-
    bnco. Premios: 230* ao l.*, 50*000 ao 2.a e 25*000 ao 3.a
    rPalbaco.....
    2 Vioganca
    3 Gatuno......
    4iCooqats I
    5
    B
    I
    Castanho....
    RU880........
    Pedre.......
    Castanho-----
    Pernamb. 54
    i S4
    54
    ( 54
    Encarnado...........
    Amarello e preto.....
    Juro e preto..........
    Verde e rosa........
    M. J. Galdotb.
    J. M. Ferrara.
    C. Fraternidade.
    Cond. Vital.
    a pareoEstmala80O met'os. Animaes fe Pero mbuco. Premios: 230*000ao 1.a
    50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.a
    i
    3
    4
    6
    6
    7
    8
    Guama.......
    Tculon .....
    Olinda......
    D'stroyer....
    Talicier.....
    Piano.......
    CampoAlegre
    Lucifer....
    Balisa.....
    Rasso.......
    Rozlbo.....
    Rodado......
    Castanho..
    Rosso........
    Alaia.......
    Rodado......
    Rodado......
    Rosiino......
    Pernamb..
    54
    54
    54
    54
    58
    56
    54
    (4
    5.
    Amarello..
    Azul e oaro..........
    Branco e encarnado...
    Encarnado e azul-----
    Verde e rosa.........
    Branco e t ncaraado..
    Encarnado e preto...
    X Babia
    Crux & C.
    V Gjncalveg.
    M. Guimara.'s.
    J. N. Silva.
    P. C. Resende.
    oudelaria Vital.
    Coud. Cruzeiro.
    J. Figoelredo.
    Observares
    DERBY-CLUB
    DE
    PERNAMBUCO
    Para
    a
    2.
    3.
    4.
    PxiOJGTO DE INSCKIPCAO .
    3a con ida a realisar-se no dia 24 de
    Fevereiro de 1895
    1.a PAREO Europa1.609 metros. Handcap.--Animaes de qaalquer paiz.
    premios : 3504000 ao primtiro, 70J00 ao segando e 350000 ao ter-
    ceiro
    PesoGips-y 70 kilos ; Gjayanaa e Dorethea 56 kilos Petro^olis 50 kilos e
    os dem&is 4b kilos.
    PAREO.4*1: 700 metros. Animaes de Pernambueo que n!to teaham
    tufo cltseiricaijSj nos prados do R cite, premios : 2000000 ao pri-
    meiro, 40(5000 ao Regando e 200000 ao teroeiro.
    PAREOAfrlea 800 metrcs= Animaos de Pernambueo que nSo tanbam
    gacho oos prados do Recife contando cu cao victoria. Pbbhioj :
    2500000 ao primeiro, 530000 ao segando e 250000 ao terceiro.
    PAREOAmerica 1609 metros Hiodoap Animaes de Parnambuco.
    Premios 3COSOO0 ao primeirj, 6O0COO ao segando a 300000 ao ter
    ceiro.
    PesoNababo 60 kilos, Triampho Aventoreiro e Bismarek 2 56 kilos, Ca-
    aort, Plutfio e Piramon 53 kilos; Pyrilampo 52 kilos, Toteo 2', Ida, Fe-
    niano. Fumaba 2' e Tado- 50 kilos, e os de ais -:8 kilos,
    PAREOOceanla 1003 metros. Animaes de Pernambueo. Premios :
    2500000 ao primeiro, 500000 ao secundo e 253OCO ao terceiro.
    Art. 5 .Nababo, Triampho, Aventureiro, Bismarck 2*. Oamcrs, PlatSo, Pi-
    ramon, PyrilarBpp, Turco 2, Ida, Farioso, Furnia 2', Tudo, Hiraadelle,
    FeniCO e Irmilordio.
    PAiEOKcroy Club de Pernambueo -1.103 metros- Animaes de
    Paroambuco- PRftMios: 250&000 ao primeiro. 500030 ao segando e
    250000 ao terceiro.
    Art. 5. *Os do pareo Oceania e mais Conquistador, Bija Fior, Malaio,
    Mascte, Dablin, Berlim, G^llet, Tecor 2- e Galholeto.
    PAREO- Prado Pcratambucano1230 metro. Animaes de Pernam-
    bueo. Premios : 2500000 ao primeiro, 500003 ao segando e 250000
    terceiro.
    Art. 5.'Os do pareo Derby Cab, e mais Pirata, Vingadr, Ybo, Patchouly,
    Batorj, Cmgo, Al y Stopper, Pigmeo, Mendigo e Teimoso.
    PAREO lllppodromo do Campa Grande 800 metros. Animaos
    de femambaco. Premios: 250S0O0 ao primeiro, 500000 ao segando
    o 250000 ao terceiro.
    Art. 5.'Os do pareo Prado Pernambucano e mais Garimpeiroi Palbaco, Pha-
    riueo, Matante, Narciso, Tonlon, Garana, Frontn, M uro, Baralho e
    Abisso.
    5.
    a.
    Prince Line of Steamers
    James Kuott Xcwi-aslle-ou-
    Tyne
    LINHA REGULAR ENTRE OS
    Estados Unidos e o Brazil e Rio
    da Prala
    E' esperado do Rio de Ja
    Leiro at o dia 19 de Feve-
    reiro e sahiri depois da de-
    mora neessari* para o
    Para e Nova York
    O vapor inerlez
    Portuguese Prince
    Para cargas e encommendas trala-ae com es
    Consignatarios
    Johnston Pater # O.
    Ra do rommercio n. 15
    vapor
    Havre, Lisboa,
    Rio de Jareiro
    8.
    Observaos
    Neahnm dos pareos cojtar^ victoria
    O pareo Europa ser considerado realisado com qualquer camero de ani-
    maes que se inscreverem e sendo menos de 3 o premio era pela metade, os de mais
    pareos s terSo considerados realisidos nscrevende-sa 5 animaes de 4 proprietarios
    ou ooudelarias differbates.
    O animal que for inscripto sem estar matriculado e qae deixar de correr
    por este motivo perder a inscripga>.
    A inscripcSo encerrar-se-ba impreterivelmente s 6 12 horaa da tarde de
    terga-feira 19 do crrante, nSo sendo acceita aquella qae n2o vier acompanhada da
    respectiva importancia. *_
    O proprietario qae fizer insorever seas arJmaes para as corridas do _Derby
    Club de Pernambueo, assim como os jockeyi, empregados de coudelarias a mais pes-
    aoks que tenham ioteresse as corridas, presme Be qae sSo conhecedoras das disposi-
    ^?s do cdigo de corridas e qae aellas se sajettam, bem como s decisSes da Dire-
    ctoiia.
    Tocando a peaagem os animaes deverSo estar junto da respectiva casa para
    serem immediatamente ensilhadoa e seguirem para o barracBo no centro da raia, onde
    poderSo estar os jockeys e os tratadores ou criados, os qoaes cao poderSo ter com-
    maoicacSo com peBsoa algama antes da realiaarse a corrida.
    Seiretaria do Derby-Club de Pernambaco, 13 de Fevereiro de 1895.
    O gerente,
    A. A. Gomes Penua.
    Tocando a peragom dos jockeys, os animaes deverSo estar junto respecti-
    va casa para serem immediatamente eosilhados e seguirem par* o barracBo dj eentro
    iu raia onde poperBo estar os jeekeys e os tratadores ou criados, e o jais do ms-
    alo barrado, os qoaes nBo poderSo ter commonicaoBo com ^essoa algama antes de
    realisar se a corrida.
    Os animaes inscriptos para o 1 pareo deverSo aoher se nc ensilhamento as
    9 1\2 horas da msnbS.
    Os forfais serSo reoebidos at sabbado 16 de Fevereiro, s 3 horas da tarde,
    na Secretaria do Derby.
    Os jockeys qae nao se a presentar era con ven entera en le t rajad os com as
    cores adoptadas do programla por seus pairos, nao sero admiidos pesagem
    e sero multados do accordo com o art. 51 do cdigo ut cornaas.
    Previne-se aos senhores accionistas de precurarem os seus Dgressos na se-
    cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 1.a andar.
    A Directora chama a altenco dci Srs. proprietarios e jockeys para o art
    21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
    marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
    Chama-se atlenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procuraren) os
    seus cartoei, e cadernetas na Secretaria do Prado aflm de serem entregues aos
    porte/ros no dia de corrida.
    O portao do ensilhamento s d entrada as pes&oas que vierem com animal
    AVISO
    A archibancada do centro, fica exclusiva-
    mente reservada para s directoras congeneres,
    autoridades, civis e militares e imprensa.
    Presos
    Entrada geral. f 1$000
    Entrada para Senhoras 6 GRATUITA
    Secretaria do Prado Pernambucano, 14 ie Fevereiro de 1895.
    SE3VINDO DE SECRETARIO.
    C. Abren.
    COMPANHIA DE
    Fiacao e Tecidog de Per-
    nambueo
    Acharase a dispostcao dos Srs. accionistaB.no
    escrtpiorio da compeobia, confo.'me diopOe o
    Art. 16 do decreto de 17 de Janeiro de 1890,
    Copia dos balances.
    Relacao nominal dos accionistas.
    Lista das transferencias de aceces durante o
    nno.
    Hecife. J8 de Janeiro de 1895.
    O director secretario
    _______los Joaode A
    ' COMPANHIA
    De Servicos Martimos
    de Pernambueo
    ~^~ Dividendo n. 6
    De ordem da directora convido os Srs. accio-
    nistas a virem reeeber, do dia 1 de Fevereiro
    em dlante, o 6* dividendo de sais accOes. na
    raxao de 10 ao armo, oo 5*000 cada accSo,
    correspondente ao semestre Ando em 3i de De
    lembro do anno ultimo.
    Recife, 28 de Janeiro de 1895.
    Francisco de Asis Lardoso,
    Director adiando.
    i.e.xt:cs
    1
    O paquete portogaes
    Vega
    CiUKMUiS t'lMS
    Companhia Fra aceza
    DE
    Mavegi?5o a
    Licha rogulsr entre o
    Pernambueo, Babia,
    e Santos.
    O vapor
    Ville do R( sario
    COMUANDANTE DANIEL
    E' esperado da
    Europa al o dia
    IV de correte, e
    3eguir depois
    ia indispeosavel
    demora para
    Maceib, Babia, Rio He Janei-
    ro e Santos
    Rogi-se aos Srs. importadores de carea pelos
    vapores desta linha, qoeiram apresenlar den
    tro de 6 dias, a cootar do da descarga das al
    varen gas qualquer reclamagao concerne nle a vo
    lomes que por ventora lenham segoido para os
    portos do sal. aim de se poderem dar a tempo
    as providencias oecessarias.
    Expirado o reterido praio a companhia nao te
    respjnsablusa por extravies.
    R cebe carga: tratar com o
    AGENTE
    Flix Bandeira
    9'Rna do Commercio 9
    iKOhl IHH
    VAPOR
    Cordouan
    Entrar no porto
    E' esperado da
    Europa at o dia
    *o do corrale.
    Recebe carga para
    Babia, Rio de Janeiro. Santo.', Montevideo
    e Baenos-Ayres
    Previne-se anda sos Srs. recebedores de mer-
    ca dorias quedse attender a reclamacOes por
    (alas, qae orem reconhecids" na occasio da
    descarga dos volomes; e que dan tro de 48 ho-
    ras a contar do dia da descarga das aivarengas'
    devero fazer qualquer reclamacao concernen-
    te a volames qae porventara tenham seguido
    para os portos do sal, afim de serem dadas a
    t mpo as providencias necessaria?.
    Roga-se aos Srs. passageiros de se presenta-
    em na vespera da chegada do vapor para toma
    rem as suas passagens.
    Para carga, pas-agtna, encommendas edinbe
    rj a frete tratar com os
    OS AGENTES
    H. Burle & C.
    42RA DO TORRES42
    !. andar
    Companhia Peroanitacana d Na-
    YejjafaO
    PORTOS DO SUL
    Directo Santos
    O paquete
    Capibaribe
    COMMANDANIE 1. TPNENTE VERISSIMQ
    COSA
    Segoe no dia 15 do cor-
    rente is & horas da tarde.
    Recebe." carga, encommeedas, passagens e di-
    nheiro frete at as 11 boras da manbado dia
    da partida.
    Cbama-se a attenfiSo dos Srs. carregadores
    para a claasola 10* dos conheclmentos qae a
    seguate :
    < No caso de ha ver alguna reclamacao con
    tra a Companhia, por avana ou perda, deve ser
    feita por eecripto so agente respe.tivo no portj
    da descarga, dentro de tres diae depois de lina-
    Usada.
    Nao precedendo esta formalidade a Compa-
    nhia Oca isenta de toda a respinsabilidade. *
    ESCRIPTORIO
    No Caes da Companhia Pernambncana
    n. 12
    Llojd Brazileiro
    O VAPOR
    Espirito Santo
    Commandante Flcrindo Dias
    E' esperado dos
    portos do sal at
    o dia lf do cor-
    rente e seguir
    para os f ortos do
    norte no cia mmediato ao da chegada.
    As encommendas sero r cebidas al 1 hora
    da tarde do dia da sahida, no trapiche Barbosa
    Caes da Companhia Peroambucauan. 4.
    A09 Srs, carregadores pedimos a soa at'.encSo
    p?ra a clausula 10* Jos coobecimentos que a
    seguale:
    No caso de baver algnma reciamacao centra a
    companhia por avarlas ou perdas, deve ser feita
    por escripia ao agen e respectivo do porto da
    descarga, dentro de tres dias depois de finali-
    aada.
    Nao precedeudo esta fornaiidade, a compa-
    nhia tica istLVi de toda a n.sponsabilic'ade.
    As passagens sao tiradas no mesmo escripto-
    rio, at s 21/2 boras da tarde do dia da sabida
    do vapor.
    Atiencao
    As passagens pagas a bordo custam
    mais 13 %
    Para carga, passagens, encommendas e valo-
    res trata-se cornos
    AGENTES
    Pe reir Carneiro & G.
    6RA DO COMMERCIO- 6
    Ia andar
    Vapor inglez
    Bellarina
    Companhia Ferro Carril de Per-
    naoibuco
    AVISO
    Hoje i tarde flea restabeleci-'o o transito pela
    pequea ponte que l pa-aagem para o cemite-
    rio, Inie-rompido em virtude dos concertos de
    qne esreclB.
    Recle, 15 de Fevereiro de 1895.
    Felippe de Aranjo fampaio
    G: rente.
    Club Carlos Gomes
    Sabbado 16 do corrente (era iogar o sarao
    musical e dtnsante, correspondente a este me2,
    ncanio c'e3de ja os respecivos ingressos di?-
    r.csicao dos Srs. socios na ttesnoraria do Clab,
    das 7 as 9 boras da noote.
    Secretaria do Clab Carlos Gomes, em 9 de
    Fevereiro de 1895.
    Alvaro P. Alves
    1- secretado.
    COMPANjhA
    Exploradora de productos
    calcreos
    Chamada de capital
    Por delicerasao da assembla geral extraordi-
    naria, renntda em 28 de Dezembro pruximo
    pascado, convido 03 Srs. accionistas, tanto da
    primelra como da segunda serie do capital a
    realisarem 10 0/0 oo 20#000 por aejao, corres-
    pondente a nona a ultima entrada do capital qne
    sobscreveram, dentro de 30 dias, a contar de
    boje, no escriptorlo da companhia no ues do
    Apollo o. 73, das 10 as 2 boras da tarde.
    Recife, 7 de Fevereiro de 1895.
    RortrienCarva'bt
    ___________ 3:creta-io.___________
    CuMPAftUlA DK SKHvigOS MARTIMOS Da
    PERNAMbCO
    Assembla geral
    Sao convidados os S-s. acionlstas a se renni-
    rem em aesembla geral extraordinaria, oo salao
    da A8sociacao Commerclal Beneflcente, meia
    hora da tarde do dia 15 da Feverei'o vindooro,
    dm de resolveren) sob-e orna proposa par
    alteracao de alguus ar.igoB dos nof sos Esiato
    os. Em seguida ter logar a reuniSo para a as-
    sembla geral ordinaria atim de resolver f obre as
    conlas relativas ao anno passato e o relatorio
    apreseDtado pela directori?, procedende-se ap
    a eleigao da nova directora, conceibo Gscal e
    upplentes, na forma dos Estatutos.
    Recife, 28 de Janeiro de 1895.
    Frncisco de Assis Cardoso,
    Director adjnocto.________
    O LO\DO\ A UX'MJLVW
    m\k LIMITED, pelo presen,
    te, declara a qaem possa inte-
    ressar. qae lo da 15 de Feve-
    reiro corrente em dante, e at
    segundo aviso, n5o abonara
    mais jaros, sobre dinbeiros
    depositados em contas corren-
    tes de movimentos.
    Recife, 6 de Fevereiro 1805.
    (rente.
    W. H. BILTON.
    Espera-se des portes do
    Sal, at o dia *5 de Feve-
    reiro, shir depjs da de-
    mora necessaria para
    Lisboa
    Este paquete iluminado las elctrica entrar
    no porto e teai magnificas accommodacOes para
    passageiros de 1.* e 3.a classes.
    Recebe tambera passageiros para as libas dos
    Acores com transBordo em Lisboa.
    Para paF8?gens, carga e mais informales
    tratar com os co: signatarios
    Silva Gnmares l C.
    Ra do Commercio o. 5
    Companhia de Navegado Ca-
    rioca
    O VAPOR
    Santelmo
    Commandante David Tomkinson
    E' eeperado at o dia 4
    do correte, segoindo de-
    pois da demora do costme
    pa a
    Rio Grande do Sal, Pelotas o Porte-Ale-
    gro
    As encommendas sero recebidasat 1 hora
    da tarde dodia da sabida, no trapiche Barbosa,
    oo caes da Companhia Pernambncana n. 4.
    Para carga, passagens e encommendas trata-
    se com os ___
    AGENTES
    Pereira Carneiro & C.
    Roa do Commercio n. 6
    1.andar
    E' esperado o'estd por-
    to at o da s-f do corrente,
    seguiodo depois de ponca
    demora, oirectamente para o
    Rio de Janeiro
    Para carga e valor trata-so com a
    Consigna tari a
    COMPANHIA INDUSTRIAL E COM-
    MERCIO DE ESTIVA
    5.Raa do Amorim58
    Vapor inglez
    Braidenbnrg'
    K' esperar'o dos portos
    do norte al o d'.a O do
    correte, segaindo depois
    de pequea demora para o
    Rio de Janeiro
    Este vapor (oda illominado a las elctrica e
    tem ptimas accommodas6es para passageiros.
    Para carga, passagens e valores irata-se
    CONSIGNATARIA
    Companhia Industrial e Com-
    mercio de Estiva.
    58-RUA DO iMORIM-68
    Boyal Man lai Pactet mwi
    O paquete
    Thames
    Commandante B. G. Armstrong
    E' esperado do
    sul no dia 16 do
    ro-rouie, fegmn
    Ido depois da de-
    mora iodlspensa-
    vel para
    Lisboa, Vigo e Soutnampton
    O paquete
    Magdalena
    Commandante H. C. Rigaad
    E' sperado da
    Europa co da ao
    do corrente, se-
    guindo depo.s da
    _________ 'demora iadispen-
    saTel para f
    Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
    tevideo e Buenos-Ayres
    N. b.Previne-Ee aos Srs. recebedores de
    mercadorias, que a Companhia MaiaReal ingle-
    ia, contracto com aGenual Steam Navegaiion
    Companvum servicoda vaoores semanaes que
    partindo de Bordeaux, Cognac, Gbareote, devem
    chegar a Sonthampton a tempo de baldearem as
    cargas destinadas America do Snl para os va-
    pores desia companhia.
    Esta companhia acceita por preces moaveia
    para Valpaiaiso at Abril, passageiros com este
    destino por via de Baenos-Ajres e entrada dos
    Ande?.
    Tambera acceita passageiros para New-York
    e Soutbamptoo, por especial arranjo feito com
    a Companhia Allemand Lloyd, podendo demora-
    rem-se na Ecropa casi o deseiarem.
    RednooSo nos preces das passae,Es
    Ida Ida e volta
    A Listos 1' classe 0 :0
    A' Soathampton 1' classe l *
    Camarotes reservados para os paasagsiroi de
    Pernambnco. _____... A.
    SKPara carga, passagens, encommendas e a.-
    nheiro a frete, trata.e^m^s
    Amorim Irmos & C.
    H. 3Fu doBom JesniN 3,
    Austrian Lloyds Steam Na-
    vigation Gompany
    0 VAPOR AUSTRACO
    Castore
    E' esperado de
    Trieste at o dia
    1 do corrente,
    segoindo depois
    da indispensavel
    demora para 03
    po.tos da
    Baha, Rio e Janeiro e
    Santos
    Para carga, passagens encommendas e dintel-
    ro a frete trata- se com os
    AGENTES
    Henry Forster & G.
    Raa do O>mmerco
    l' andar
    n.
    LEILOES
    SeKODda-leira, te u Cuireute, ncauao ex-
    posicao de ricos e modestes vestuarios e mais
    artlgos proprios para o carLaval, os qoaes serSo
    vendidos em lellao, um por ao, em lotes, a
    vontade dos compradores.
    O Diario d'amanb dar o lugar e os por-
    menorfs e attorisajao pin dita venda.
    man oiivird
    Segundo leilo
    Da importante propridade denominada Praie-
    re". Bita no Estado da Parabyi, comprebeeden-
    do os sitios denominados : Peora Br.-nra, de-
    marcado ; Patrimonio, aonexo ao primeiro, de-
    marcado.
    Urna importante casa de vivenda.
    Urna dita de taips, coberla de tenas, snacxa
    primeira.
    Um telbeiro de fazer farinba.
    Sexta-feiva, 15 Je Fevereiro
    So armazem raa t a dt So;
    vembro n. 39
    AMIGA DO IMPERADOR
    O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr,
    aiz de direilo do civel do municipio de Ollnda.
    a requerimento CO inventarame do espolio do
    finado con go Dr. Joaquina Graciano de Araujo,
    levar a lellao em seu escriptorio a dila proprie-
    dade denominada Prazere?, situada na Parabvoa,
    pertencente ao dito espolio.
    Os Srs. pretendentes desde ] poderlo examir
    nar a referida propriedade.
    Agente Martins
    Leilo
    De ama casa e sitio n. 1, & rui D*. Epaminon-
    das ce Mello, na Paesagem a Magdalena, es-
    polio de D. Porcia Consiawca de Mello.
    Sexta-feira, 15 do co/rente
    No armazem rna 15 de So-
    vembro n. 39
    A'S 11 HORAS
    O agente Martina far leilfio a reqaerimesto do
    teslmentelro e inveniarianie do espoUo cima
    e por mandado do Illm. Sr. Dr. julz de direilo
    da provedoria, da casa e sitio ra Dr. Epami-
    nondas de Mello, na Paesrgtm da Magda ena
    eendo o sitio todo morado, leodo de frente 48
    metros e de fundo 38 metros e 50 cantimelros.
    nortao de ferro e gradii, arvore de fructos ; a
    casa tem 3 salas, 1 gabine'.e, 8 quartos, cotinha
    iDterna, 1 quarto no quintal.
    Os pretendentes podem desde ja examinar a
    casa e sitio.
    Agente Brillo
    Leilo
    De am importante espeiho oval, 1 mobilia de
    cor de BOgaeira, de junco, louca, commoda, vi-
    dres, 1 aparador, caixao e cairos mol os movis.
    Sabbado, 16 do correte
    Raa das Triccheiras o. 43, Ia indar
    A'S 11 HORAS
    '



    t
    'fin"
    *.*""


    Diario de Pernamboco -* exta-felra 15 de Foveroiro de 1995
    /
    Leilo
    De movis, lonca, vjdros, qoadros, espelhos,
    baoco3 ae jardlm, planta e objectos de
    casa de familia
    Na casa em que moroo o Dr. Je 5o Francii'o
    Poeei e Fgueiredo, i roa Riactuello o. 47.
    A's .0 i/4 partir o bond de Fernandos Vlel-
    ra. pelo Hospicio, qae dar passagem gratis aos
    concurrentes.
    Em coninuacSo. vaccas tounnas Cum crias e
    garrotas.
    Sexta-feira, 15 do corrente
    _________Agente Unto_________
    Agente Britto
    Leilo
    O agente cima, a mandado do Ilustre Dr.
    ion de direito da fazenda, vender em leilo as
    casas abaixo peoboradas ptl fazenda do Es
    tado.
    Urna casa terrea n. 123, roa Coronel Scas-
    suna, pertencente a Manuel Jcaquim da Costa
    Carvalbo.
    Urna ca?a n. 10, terrea, no becco do Macedo,
    fregcezia de S. Juf, pertencente a Joaqu m Go-
    ires de S Le.t5o.
    Em sesuida vender o sobrado n. 4i, rea das
    TrlntheiraB, tm 10I0 proprio, livre e desembara-
    cada de qoalqoer coas, e que rende 9004000.
    O leilo ter logar no sobrado na das Trio-
    cbeiras o. 43.
    Sabb"do, 16 do corrate
    A'S 11 HORAS
    Agente Burlamaqui
    Leilo
    SABBADO, 16 DO CORRERTE
    A's H horas
    \'o armazem roa 5 de So-
    vembro u 4(
    De urna casa ierre* o. ?4, tua Dr. Joaquina
    Nabucc, GapoDg;, em solo proprio
    O apete cima, por mandado e asiistencia do
    Exm. Sr. Dr joiz da provedona, vender em
    leilu, a reque;imento da Sa. D. Acoa Rodri-
    gues di.s Santos, inventariante dos bens do feo
    finado marido Joao Rodrigues des Sactos.a casa
    terrea, em solo proprio, ra cima, na apuD
    ga, com bastantes commodos e eoUo interno,
    tom qu>Dial e c;cimba, sesvindo de base a offer
    ta de 4:900S00C.
    Os Sis. licitanie: podem examinar a referida
    casa.
    Agente JBritto
    Leilo
    SABBADO, 16 LO CORRENTE
    Ao seio da
    De caixas com kerosene, salvas da embarca-
    rlo >sia* que ntofragoo com 2,736 caixaa do
    navh americano Wlard Modceti.
    O agente B-io levar a lei!5o os saldados ci-
    ma, por conta e risco de qaem pertencer e com
    af.-istencir dos a eoies da Gomp.icbia de Sega-
    ros, no a,es i'o Apollo, em freote ao pontilbo
    do Sr. Bwxell__________________________
    Grande leilo
    Em fiiiiiiiiiiRcio
    Do botel Oriental e bospedria sitos roa
    Bi-po Sai-dinba ns. 5 e 12, constando :
    De orna excellente armlo de amarello, eovl-
    dracada, e importau'e balco de volta, camas,
    marqaeiOes, eolebes, travesseires, lavatorios,
    guarnieres para os mesmos, cresas, cadeiras,
    cabides e moitos cotos obje.tts existentes em
    ditos estele* ia-ertos.
    O leillo pinipiir pela hospedara da mes-
    ma roa o. 12.
    Sabbado, 16 do corrate
    A's 11 hora
    O agente Gusa ao, autors do pelo proprieta-ic
    dos referidos eslabelecimentos, eunir.uara o lei-
    lo dos movis, em Ltes, a voa;adc dos compra-
    dore?. 0
    Leilo
    De cma rxob'lia de jun:o, completa, com
    tampo de pedra, 1 esoelho, 4 qoadros. 4 jarros,
    tapetes, 1 candtelro, 1 cama para caBal, 1 gn?t-
    da roupa, 1 toilette moderno, 1 guarda comida,
    1 aparador, 1 'elogio, 1 mesa para jaotar. 6 ca-
    deiras, 1 uan-uario, camas de lona, bancas, ta-
    inas loicas, vidrose muitos catres objectos.
    Sabbado, 16 do colente
    Ao mel dia
    No botel Oriental rna Bispo Sa.dicha n. 5
    O ageote GusmSc, antorisado por urna familia
    que re'ircc-se para fra do EstaJo, far le 5j
    dos movis cima meo:tonados. os quaes foram
    transportados do entro da cidade para o rel-
    rido note!.______________________________
    Leilo
    De ceva de 2.000 libras de mantelga ameri-
    cana, em la ae, 149 laias com salames alientes
    e 36 caixas com massas para sopa.
    Sabbado, 6 do corrente
    AO 1IEIO DIA
    No botel Oriental roa Bispo Sardtnba n. 5,
    por occasio do grande leilo de movis.
    Por interven cao do agente
    Gusnio
    Leilo
    Leilo
    De -!ous ca val los de corridas denominad; s
    Peiropolis e Radams, ama vacca tonnea cem
    cria e 1 garrea logleza.
    Segnndafeira 18 do torrente
    Ao mel da
    Na prags do Ccmmercio (Legela)
    Por ntervencao do agente
    Gusmao
    frande e variado
    LEILO
    De vestuarios para horneas
    e enhoras, roupa de meia,
    aderemos completos, colla-
    res, cabelleiras, barbas ca-
    pacetes, chapeos, gcrroF, sa-
    patoa e botinas, varias ar-
    mas, espingarda?, espadas,
    luidas, urna influid a Je de
    pequeos objectos de con-
    tra-regra, vistas, scenarios,
    loveis, carros, figuras, ins-
    trumentos, cornetas, zabuai-
    ba e outros objectos.
    Msicas para as operas
    Fauto, Gioconda, Jone,
    Poliuto. Lucia, Ada, Ruy-
    Blas, Cuarany. Baile in
    Maschera, L. Borgia e Tro-
    vatore, o terceto de Lom-
    bard.
    Agente Pisto
    SEGN D *.-PE R., 18 DE FEVERFIRO
    Cirande exposfico
    Em pequeos lotes, e um
    por nm os vestuarios pro-
    prios para o carnaval.
    O Diario d'amanha
    dar o lugar e os porme-
    nores.
    Leilo
    Da casa de tulpa robera de telbas, na Boa
    Vagem, tm segolmemo do Brrelo, edificada
    em terreno fjreiro a irmaodade de riossa Se
    obora da Bja Viagem.
    Da casa terrea sita roa do Jardlm n. 13, fre-
    guezia de S. Jo.=r, edificada em terreno proprio,
    n m a.ommGdacOes.
    TVrca-feira, 19 do corrente
    A'S 11 HORAS
    No armazem a ra do Mrquez de Olinda
    n. 48
    O agente GasmSo, satonsado, far lelio das
    casas cima menciona' as. ____
    Leilo
    Da cas? roa IrcperU n. 6i B, freguezia de
    Jos, pertencente ao execniado Geraldo Antonio
    da Malta, avaliada em 2004000.
    Da quinta parte do eobrado ra das Laran-
    geiraa n. 18, fregltsia de SaQt0 Antonio, per-
    tencente acs BIbos ie MmoelJoe da Costa Pe-
    reira e avahada em 60* 00.
    Da casa roa Le5> Curcado n. 28, freguezia
    da Boa-Vista, avallada em 800*000, pertencente
    a Mara da Luz.
    ier^a-feira 19 do corrate
    A's II horas
    Ufo armazem a ra do Mrquez de Olinda
    n 48
    O agente Gusmo, antorisado por mand do do
    Exm. Sr. Dr. juii de dtreito dos feiles da fazee-
    d> far leilo dos predios teirta menclcDadcs,
    pe'ohorados pela fazenda d.. Estado para paga-
    mento do que oeve os seus propnetaHog.
    Leilo
    De movis, espelnos, Icuga e vidros
    CONSTANDO :
    De ama mobiiia peta com cadeirts de batan-
    eo, 1 Lanos espeje ovaea para cima de con-
    boIo3. 5 qoadros, 2 jarros 2 linternas, 2 bel ?,
    1 candielro de euspen'&o, 4 escarradtiras, 1
    cama franceza de Jacaranda, i dita de amarello,
    2 ditas para criancas, 6 pannos de crocbet e 4
    cabides.
    Dm guarda vestidos de amarello, 1 bom gual-
    da leuca, 1 guarda prata, 1 mesa de umarello
    para jautar, 2 cadeiras de bracos, 1 mesa peque-
    quena, louga pa*a jantar, copos, clices, compo*
    teiras, garrafas para viono, guardanapos. galbe-
    teiro, compoteiras, facas, garfos, colheres de me-
    tal e cotros coitos movis.
    Sabbado, 16 do corrente
    A'b 11 korcu
    Na roa Princrza I.-abel c. 3, sobrado
    O agente Marlius far leilo por conta de oms
    familia que ee retiron para fra da cidade, dos
    rrovei3 e mais objectos qae se acbam em dito
    sobrado
    AO CORRER DO UARTELLO
    2* leilo
    Sabbalo, 16 do corrente
    A'S 12 HORAS
    No armazem roa 15 e Novembn n. 41
    O agente Silveira, por maodado e com assis-
    tencia do Exm. Sr. Dr. joiz dos feilos da fazen-
    da, levar a leilo a casa n. 20 B, ra do Qaia-
    to, freguezia de \fogados, pertencente a Anto-
    nio Fe reir da Silva.
    Do exc6llente sobrado n. 83 s'to ra do Hos-
    picio, com 5 janelles de frente, co andar supe-
    rior, 2 sabe, 2 gabinetes. 5 qaartos, 1 terraco e
    cosioba, no pavimento erreo, 3 salas, 1 gabiue-
    ie, 4 qoartos e i sdao do fondo de ama pucha-
    da qoe faz parte do mesmo sobrado, mediodo
    este SO palmos de frente e 80 ditos de fondo, e
    a referi'a pechada SO palmos, com porto de
    ferro que d entraba para elle pelo oitSo, onde
    ba 3 po-tas. ,
    O terreno em qne se acha elincado o lerenao
    sobrado tem 15 m*tr03 e 70 centiitetros de f en-
    t e ICO metros e 70 cenlimefos de fundo que
    d para a primeira roa do Pites.
    Terca-feira, 19 do corrente
    A'S il HORAS
    No armazem a ra do Mrquez de Olinda
    n. 48
    ^O cgente GufmSo, sotorlsado por mandado do
    Exm. Sr. D\ joiz de direito de orphos e a re-
    qnerirxento oo Dr. Loiz Emygdio Rodrigue-
    Vianna. inventarlante dos bens de sea sogra u
    MaM Benedicta Gomes de oaza, far leuao do
    soDrado aclara mencionado o qual podera ser
    examinado pelos compradores.
    AVISOS DIVERSOS
    O Sr. Ihesoureiro da sociedade Liga
    Operara rogado apparecer no es
    criptorio do Diario afim de se lhe
    entregar urna encommenda que tem
    resposta.
    (TirMATTlP novas e hortalizas e
    kjrjiVilJjiMi^ flores, completo sorti-
    mento, ra Estreita do Rosario n. 9,
    Pocas Mendes & C.
    Ageiite Silveira
    Leio
    Sabbado, 16 o corrente
    AS 11 HORAS
    So armazem n. 4 da roa 15
    de Novembro
    Levar a leilo por (randado e com aseisten
    da do Exm. Sr. Dr. joiz da razeoda, a taberna
    na roa dos Pocos, fregoezia de Afegados, onde
    existe a asa n. 13. rojo terreno tem de frente
    4 metros e 70 centime'.ros, de fondo 28 metroa,
    o qual foi penborado a Tnereza liara de Jess.
    Vndese 6 vacias taurinas leiteiras, 1 gar-
    rota tonrina prenbe de 4 para 5 mezes, 1 novi-
    llo toorino, 1 cavallo andador de baixo, 1 co
    cbii a e pert nces e 2 bola mansos de carroca.
    Todos estes objectos vende-se a retalbo oo por
    jont ; a tratar na rna do Socego n. 23, casa
    terrea^________________________________
    . Arrendare om bom engenbo no municipio
    de Nazaretb, perto de orna eaiacSo da lioh
    frrea, vendrndose ao contratante a safra fun-
    dada para 3,000 caes, resto de safra a tirar,
    vapor novo, torga de 6 cavailce, alam-iqoe.per-
    teoces de oeslila.o, bois. cavallos, carrea, (fir-
    mas para as.ocar e um tanqoe com bastante
    mel. Garante-so moo boas obras na caea do
    ecgenbo de porgar e na de vlvenda : a tratar
    com Jos Mozombo, largo da Companba Per-
    cimbarana n. 6, 1- andar._____________
    P eclsa-se de ama ama qoe salbaengom-
    mar eececlalmenie. para casa de om hornero
    solUro; na rna do Apollo D. 4,1" andir. Ser-
    vico tratar de ons passariobos, nns cacborrionos
    e nos gatos, e qae darma em caea do patrio.
    Vende-se om bom bei e rmi carroca ; a
    tartar na estrada de Joo de Barros, confronte a
    Casa Amarella.__________________________
    Precisa-ae de urna ama parajcosicbar, para
    caas de tres pescoas ; a tratar na roa Estreita
    do Rosar i-) n 27,1- andar.
    Vende-se o pequeo estabeleclmento no
    lugar denominado Ipalinga, estrada nova de
    Caxang n 135 ; qaem pretender oirija-se
    mesoia que achura com qaem tratar, e qae aio
    da nao fot vendido.
    Precisi-se de om cosinbeiro oo cosinbeird,
    de orna engbmrradeira somente para ronpa de
    senbora, e de urna ama para andar com ama
    e iarg. ; a tratar a roa Merques de Clinda
    (antiga da Cadels) n. 35.
    Precisa-te arrend.r tm eogenno qce possa
    safrejar de tres a qiatro mil pes, sendo perto
    de aigama linba frrea; a tratar na roa da Cruz
    n. 7, 1- andar.
    Vende-se barato a propnedade Palmeira,
    judo ao engenbo Bom-Ser, e comprada ao Sr.
    aooel Felippe Marques Lias, eeubor do mesmo
    engenbo, com conseotimeato do Dr. jaiz de
    orphos do Bonito, e homologada pelo Dr. joiz
    de direito de orphos do Recife.
    Esta propriedadd tom om qoarlo de legoa de
    frente e mea legoa de fondo, dista doas legoas
    da estaco do Cortfz e presta-se nara todo tero
    boas madeiras de amarello, d* fcil transporte
    pelo rio Seriobem. Urna cafa terrea na roa
    de Lomas Valentinas, moderna, de cornija e
    parapeito, com daas salas, 2 quartos, costaba,
    quarto deapparelno e peqaeno quintal : trata-se
    na ra da Palma n. 49.
    COS1NHE1RA Precisase
    Prags Maclel Pinbeiro n. 10.
    de urna: ns
    t
    gueda Mara da Folicea Almeida
    Joaqoim Vicenta de Almeida (ausente) e seos
    films agradecen* profundamente a todos aquel-
    les que se digoaras acompanbar a altima mo-
    rada os restos mortaes de soa presada esposa e
    mM, gueda Mara da "onseca Almeaa, e de
    novo es coovidam a assistirem as missas que,
    em sf-o sffranio, ferao celebrodas na matriz da
    Boa Vista, 7 horas do da 18 dn co'r nta.
    Libanio Candido Ribeiro
    Mara Joaquina de Uendonca Ribeirr, eeos-
    IboB, sobrinhos e gehros, presentes e anente?,
    agradecer do inlimo do sea coracSo aos amigos
    o prenles qae fizeram o caridoso obs qu o de
    acoxpanbarem ca ultima morada o corpo de
    sea idolatrado e pranteado esposo, pae, lio e sc-
    gro, Libanio Candido Ribeiro, e de novo corvi-
    dam-os para assisiirem s missas do stimo dia,
    que raeodam rezar por sua alma na egreja ma-
    triz de iossa S nbcra das Gracaa. eexia-'eira, 15
    do errente, s 8 Doras da manca; por cojo acto
    se confesam ft mcente aerartecidon.
    f
    Theodollna IVosueira da Boctia
    Panno*
    Carolina M. de Alrxeida Nogaeira, seos Qlhos,
    georos e net.s, cocvldam a todos os seos pa-
    tentes e amigos para assistirem as missas que
    por rima de sua idoltrala Hlba, Irma, conbada
    e tia, Ttieodohca Noeoeira da Rocha Ps-os,
    mandam rezar na rexta-feira 15 do corrente, 30-
    dia do sea infausto pasgamento, as 7 l/i boraa
    da mana, na ordem 3* de S. Francisco do Re-
    cif", confessando se eie-nmc-nie agrapacidos.
    t
    Dr. Teteapnoro Gomes de
    Araujo
    Quarto acuiveisario
    O cari o Beojamin Constsnt da Caoba Sales
    manda celebrar boje 8 7 i/2 horas no convento
    do Carme, orna rr,i-: a por alma de sea nanea
    esqaecido e liado o Dr. Teles, boro Gomes de
    Araojo. Convida os amigos e collega?.
    Ao commercio
    Miguel Anunio de Figueiredo, succeseor de
    Ferrei'a & C, pelo presente declara qoe nesti
    data veoteu aoSr. Manoel Ferreira da Suva o
    estabelecimtioto de molbados sito & ra da Au-
    rora n. 39, livre a desembarajadi de lodo e
    qoalquer onua que possa apparecer. .
    Se algoem se jalgar com direito a qua'qusr
    protesto, queira faze!-o.
    Recife, 14 de Fevereiro da 1895.
    ___________Miguel Antonio de F enei-edo.
    Ao commercio
    O abaixo assignado declara ao commercio e
    ao "oblico, que nesta data comproo ao Sar. Mi-
    guel ag.U'Q'0 de Fjgueredo, successor de Fer-
    reira & C, a taverna sita rui da Aorora n.
    39, livre e desembarcado de todo e qaal.ner
    o: us que possa apparecer.
    S8 algoem se julgar prejodlcado qaeira recia-
    m;r os seos direilos.
    R cife, 14 de Feverei'0 de 1895
    Uanoel Ferreira da Silva.
    G
    Jriados
    Precisa se deem criado, de orna cosinheira,
    de ama ama para andar com menino, e de ootra
    para arromaco de casa ; na ra do H splcio na-
    mero 46.________________________________
    Sobrado n. 12, ra
    das Larangeiras
    O abaixo a slgnsdo, ten Jo visto no Diario de
    Peroambaco* levando i prsca dito asbrado para
    pagamento de impostos a Fazenda, vem decla-
    rar que om dos consenbores do mesmo sobra-
    do, e qae nada deve de impostos vencides a
    Fazenda.
    Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
    Luiz M.ocel Rodrigues Valenga.
    PARA
    uziHS s nwm
    GuimaSes & Valente, continuara
    a ter as mercadorias abaixo descr?
    minadas proprias para Uzinas e E-
    genhos que vendem garantidas e
    pre.os sem competencia.
    Cal nova de Lisboa.
    Cimento Portland.
    Oleo de Mocoto.
    leos americanos para lubrificaco
    Oleo de ricino.
    Oleo para cilindros.
    Azeite de coco.
    Azeite de carrapato
    Azeite de Peixe.
    Gaxeta de linho..
    Graxa em bexigas.
    Pixe em latas.
    Potassa da Russia em barricas, cai
    xas e latas.
    Formicida capanema para extincV
    da formiga sauva.
    IV. O Largo do Corpo Santo M. A
    Pilulas purgativas a. Dr Gui
    com Extracto de Elixir Tnico Antlflegmoso do D- Bullll
    Preparada elo 33outor Paul GA.GE F'illa.o, Fhanxia.oeu.tioo 0.9 1 Olai
    PABIS 9, BUE DB ORESKLLE-SAINT-OHBltAIN, 9 PABI8
    MAIS DE TRES QUARTOS DE SECULO DE SUCCESSO
    denionitraram que o ELIXIR do Z>r Q- XJ IIL. !_. I
    era o melhor remedio contra as doencas do FIOAOO, da PELLE, RHEUMATISMO GOTTA,
    FEBRES EPIDMICAS, ORIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidades
    causadas pela ^ilia e as Flegmaa.
    ab PILULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
    contera em pequeo volume todas as propriedades toni-purgativas do ELIXIR.
    APPBOVACiO DA TONTA DE HYQIEXE DO RIO-DE-JAKKIBO
    SB SlfCONTUAM A VENDA KM TODAS A8 PUARMACIAB ACREDITADAS.
    *NOHaMaisFebres!i
    AS PEROLAS de SULFATO de QUININA, de BROMHYDRATO de
    QUININA, de CHLORHYDRATO, VALERIANATO de QUININA, etc., do
    Da ai FDTI1I contem cada urna dez cent stuii mas (dois^raosj do.Sal de Quinina
    wLtK IAN eh'micamente puro, de t'abricacao franceza e preparados por
    nm proeesso approvado pela Academia de Medicina de Pariz. Debaixo de um
    envolucro gelatinoso, delgado, transparente e mui fcil de digerir, a Quinina se con-
    serva infinitamente sem alteracSo, e se engole sem deixar o menor amargor na bocea.
    Cada frasco contm trinta perolas equivalendo a tres grammas de Sal de Quinina.
    Cada vldro tem a marca
    e em cada Perola csto
    impressas as palavras
    Viertan, Paria. V
    Vende-te a virejo em pas/' tois s Phsrmciss.
    FABRICA K VZSDA POR ATACADO
    C^Cfcu.
    -te
    *
    -K
    *
    *
    *
    *
    C'Sk L. FRERE, A. (MHH E C", SM
    19, rna Jacob, Pariz
    Apa o Melissa. Carmelitas
    BOYEB
    CTnico Successor dos Carmelitas
    I IA.ItS 14, Ba de VAbhaye, 14 PARS
    14 \
    ^RUEoeL'ABBAYEJ/^
    PAR!
    CONTRA
    Apoplexia Flatos
    Cholera Clicas
    . Enjo do mar i Indigestoes
    tP\\ Febre amai'ella, etc.
    Lee o prospecto no quil >s tntoMo
    cade vidro.
    Deve-oo exigir o letrelro branoo
    e prcto, em t<)dos os vldro,
    Bcja qual fdr o tamanbo.
    DEPOSirOS KM TODAS A FHA1IAC1A8
    do ViUverso
    Desconfiar
    DAS
    falaifirarfs
    e exigir a Assignatura
    de
    SiAUDE PARA TODOS.
    PILULAS HOLLOWAY

    As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
    Estomago e dos Intestinos.
    Fortalecem a saude das constltucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculwet
    ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como ambem para as pes^oas de idade avanzada
    . sua eficacia e incontestavel.
    Essm medicinas so preparadas smente no Eslabtlecimen',0 do Professor Hollowat,,
    78, HEW OXFORD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
    E vendem^e cm todas as phaimacus do universo.
    tM 0 compradores sao convidados respeiiosamenle a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se nao teem a direcjio,
    533, Oxford Street, sao falsificasoes.
    Ca**a*Va**V*
    Precisa-=e de orna ama qce coslnbe bem, par
    casa de pequeoa familia; a tratar na ra Daqi
    deC xias r. 97.
    Precisa-se- de um criado ; trata se na rea do
    Commercio ti. 44.
    Ccsinheiro
    Precisa-.e de um bom coeinbriro ; na ra do
    Pa.sandu' n. 19.
    Pratico
    Pracisa-se de om pratico oa pbarmacia ilicer-
    Aa, pateo do Terco n. 13.
    Um commodo
    Aloga-ee om commolo aom casal fea bas:
    oa roa de Hortaa o. 66, i- andar.
    Aluga-se
    A sala de trente e alcova de 1. aodar n. 18, i
    rna Mrquez de Olio a. proprio p ra escriptorio
    au consultorio mel co : tratar cam Otinto Jar-
    etita & C.
    Gtsa
    Aloca se a (asa o. 36 i ra de S. Miguel,sen-
    do dita casa um dos melbores pontos para aego-
    cio ; a tratar no Basar de Afogados._________
    Grande armazem
    .vAloRE-3e om na rna do ;ol, junto a ponte di
    Boa Vista trata-se na rui to Torres n 3i,
    terceiro andar.
    5ltlO
    Arrerda se nm erando sitio em Paratibe, mn-
    nielpio de Olinda, Caboatan, medindo 403 pal-
    Uios de frente e 1000 e tantos de fondo, bem
    arborisado, com mmos laraogeiras, cafeeiros,
    etc. etc., mnita trra para plantacSo e baixa de
    capim, e mais orna casa para miradla ; a tratar
    na roa do Ironerador o. 81, leja.
    Lictneitoo pila /.pectoria d H/tufis tfo Imptrio do trtzil. ___^___
    CAPSULAS de SNDALO C1TRIN
    d.
    Prepar?io sigom mais olica oontra aa
    MOLESTIAS SECRETAS
    io oi os ramosas Capsulas univermalmettte reeotstutenaaaeu f*M MtWwma.
    tima calza (com inrtruooSe. completaa para trat.mcnto] cur f*<** ^d_Ll_f_?_,a SS.n-r-
    tVAWB. moma c-.T^livwifool. mvamm, m.kbchwx wmmm, m londres.
    Im
    ^*=
    i UCEKCIAD09 FEIA INSPECTORA GBHAL DE HTOrBNE DB RIO D3 5L.fZC,
    S Anerientee, Kstomachicoa, Purgativos,, Depurativos _____
    Ifl Contra a ToXta de appetlte, a j* w"" coneestaes, etc. Dose ordinaria: 4, srTJtrrau*.
    3 Desconfiar das taisiticacses. Exigir o rotulo juntorrS!t-cclL2ft..^
    Para ter a Verdadeira Agua de
    VICHY
    (FRANCA)
    Exigir e noaM U Fomte tabre o Utrtir
    e taire d Caf**la
    GRANDE-GRILLE."***
    HOPITAL. Estom^o.
    Ter o cuidado de designar a Font.
    i
    FMT* de FORCAS
    (V-.lorosia, Debilidad
    C! ': PIDA E CKRTA PELO
    lPEP: FERRO R0B1H
    neositos era P'.r-.ambuco- ADG. LABILLE; MARa t
    SILVA JUW0 t uta phucicaes rUiruus iingariu.

    **/,
    , ^S* 6RANULAD0 V&
    ^ FRAUDIN Xt\
    Infalllvel contra
    Dyspepala, Gastralgia,
    riatuosldades, Sysenterla,
    Slarrbeas dos paizes quentes.
    Precloslsslmo para a antisepsia
    do tubo digestivo na
    Febre Amarella.
    DOBB8 :
    3 pan 6 colhuradaa (daa para
    cafe j por da depoia daa
    refalcoes.
    ****** : r..' wfii& '
    w
    REMEDIOS
    LE ROY
    Popalares em Franca, America, Hespanha e
    au colonial, no Brazil, aonde estao autontados
    palo Oooseilio de Hygicna.
    Vomitorio Le Roy
    Oitimamente empregado como prepa-
    ra;So para o uso do Purgante.
    Purgantes Le Roy
    SriM doisaioi ccntonni a Idali.
    SSo proprio para qualqner doenpa.
    lima noticia upHoatita ennln cada taara.
    Afl
    le Roy
    tAractc '.encentrado dos Remedios lquidos.
    I la fiosjecU uplicatlTo enTaln cada (raico.
    Ofre'.co da 100 pil. 5' O Irasco de 35,1'BO
    Acautelar-se das alailicacoe
    RECUSAR
    qnalquer Producto tu lia lmr ettdo-
    reeo ta Piaraeia COTTII Gnr* m LE M
    B1, Ru de Selne, B1, em Pas.
    Diposrros im tobas as phaimaoiaj
    a-J-a HNICO r ;:sruginoso
    LjStHltecoiih;ido issimllanel e preferid*
    pelos fjit.'.v). \ mdicos do mundo.
    EfeH etcoaac. *' dr.s IsificacSes e imitacSel.
    POR TACADO.
    13. Ru Grenier-8'- Lazare, em PABIf
    Depsitos em toda", as pnncipaes Pharmaciat*
    ATKINSON'S
    WHITE BOSI
    O mala siure de iodos 06 perfumes suaves
    A original a nica eseencla verdadeira
    a de Atkissgn. Kvitar as cuntraaeces.
    ATKINSON'S
    AGUA de COLONIA
    bom preparada um des perfumes dos
    mais refrescantes. A do Atkimsos, de
    fabricado Lngleza reconhecida como
    a mais fin').
    Vecdem-ae em toc.i a parte.
    J. \% E. AT&XVBOir.
    24, Od fiond Street, Londres.
    .AVISO Legitimas somente com o rtale-
    escudo azul e amarello e a marca de
    iabne:. urna "Rosa branca" com
    o completo enderezo.
    NAO HA II #
    MAIS M %
    Oppwaso, Catarro, OOSE C
    OMare aa irais a'faa reo.'rpfll9.
    Deposito em todas as Plia mflTW*
    o publico e ao commercio
    H. Rouqnayrol < cm pbarmacia ra do Bom
    Jesoa n. 22. avi-a a teas fregaezes qiie o Sr.
    JoaqaiQ] Aaaetacio da Cuaba deixou de ier co*
    brador de eoa caaa desde o dia 9 do corrale,
    rassaodo a cobrasca a ser frita pelo Sr. Joao
    Matbeus rerreira. Recife, 13 de Feverelro.de
    1695.
    H. Rooqaayrol.
    Ama
    Freeisa-se de ama ama : oa roa Estreita do
    Rosario n. 38,1- and.r.
    t9ktmaM*w**99**
    Precisa-se de ama ama para criaoca ; P.-a.a
    da Iodereodeocia o. 21.___________________
    Nov'a officina detanoaria
    Ra do Aiecrim d. 2 D
    ' Nesla officina t'abalba-se com toda a perfeic&o
    em pipas, ancoras, ancoretas. cobas e formas
    para engeooo, e em todo mais tendente soa
    arte, garandado ser pootaai as encommendas
    que Ibe lorem ftHas, e para ieso tem graade
    derosiio de maleiras de pao carga para sea
    fabrico
    Pre.os sem competencia
    Ra da Alecrlm numero 2 D
    Das & Esie-.a:
    Criado
    Precisa-se de om erado para copeiro ; na
    botica fraocea, roa do Bom JeBua n. 22.
    Professora
    Precisa-se de una senbo'a com habtlirQSes
    comp'etas no ensino de primelras letras, traba-
    Ibr s de agolba e msica, e lecrlonar fra da
    capital; a tratar na rna Larga do Rosrr.o n. W,
    erceiro sndar. Pagase bem.
    Caixeiro para averna
    (jontiua precisar-se de um com pratlca, d-se
    tom ordenado ; na roa Real da Torre n. 2B B.
    Maguifica mcrada
    Alnga-se ama casa sita ra de Jcao Ramos,
    toda murada, com jardim a3 lado e portSo de
    ferro, cem expeliente agua potavel, condogo
    pnra a cidade, bonrt e trsm ; a tratar ni ra do
    Padre Ploriano n. 5.
    Horticultura
    Smenles frescas e sortida, recebeu a Pba>-
    Piano venda
    Ve.r.de-fp um excellenle pisoo do acreditado
    fabricante W^ideoelaufer, com muito boas vozes
    eem ptimo e-tano de conservaba ; ver e
    ratnr no Jaminbo Novo n. 153.
    Cosinh'8 ra e criado
    Precisa se oa ra de Palma n. 40.
    Jardieniro
    Precisa-se de om jsrdineiro, preferindo-se es-
    rangeiro; na roa do Comrpprcio.n 44._______
    Demarca^ao de tenas
    Pelo enEeenobeiro C. C. Cirlloi, escriptorio
    na ctdarleda Estada, roa do Rio n, o. <2.
    grcuHura de cafeeiros
    Na fazenda Serra Grande do muni-
    cipio-da Victoria, Estado de Pernam-
    buco, tem para vender do dia i de
    ! Marco de 1895 em diante, cerca de
    tres milhes de ps de cafeeiros semea-
    [dos em leiroes cuos pre.os, tamanhos
    e qualidade, s encontrar no Jornal do
    ! Rceife'
    m^cia Americana.
    Cosinheiro
    Precisa-se de om cosinbeiro qae seja perito
    oa arte ; a tratar na roa do Bom J^ua n 3.
    Caixeiro
    Pre:i8a-se de om rapaz qoe tenba pratica da
    fazendas e dando attesiado de seo bom compor-
    lamedto ; a tratar ao Bazar de A'ogado?.
    Ama
    Precisa-se de urna ama para cosinbar e en-
    gommar para peqnena familia : no pateo do
    CatjM n.3,1- aaoar.
    Taverna
    Vende-3e a taverna sita a roa de Ferdandet
    Vieira a, 68, propra rara principiante por ter
    ponco capital. A casa tem commodos para prir>
    cipiante. ______ ni
    Garapias
    Precis-se de algons caraplnas ; a tratar na
    loja das Estrellas, ra Duqa de (Jaxias nome-
    rCSE6e58kLIXIRM.MORA^
    ,.. teobo empregado com relia resulta-
    do em todas aa affaccSea syphi iticaa, o
    E.iair M." Morato, exjellente preparado
    do Sr. D. Curios, o que tfflrmo com o
    juramento se for preciso
    Dr: Eduardo P. GnimarSes.
    (Rio de Janeiro).
    Agentes:
    Companhia de Drogas
    Ra Marquen de Olinda 4.

    1 mam i


    ;?
    C.
    i

    Diario le Porsiamlinc $cxt*i-feira 15 de Feverciro de 195
    Aluga-e iim em San-
    t'Anna n. 8 A, inuit) perto
    da esagao, corn Distantes
    commoclos, agua, fruteiras
    e terreno para planta tratar no armazem do Mar-
    ti qs praca Maciel Pinhei-
    ro o. 2.
    __--------------------
    Caixeiro
    Precica-38 de um caixe ro com pratica de aeo-
    cea e molbados, qr.o teaba quem garanta iu
    c03docla : tratar ca roa Estrti'.a do Rosario
    O. 9.
    de
    Fabrica de relo
    Agnas c limonadas-gnosas
    iad. s as qualidades
    Seda water, gioger, ale, mSo. laranja,
    caraca", rbaex8, granadina, groseras
    fraaboiaaa, b mailba, hrtela pimenta ete
    m=CAE8 DI CAPIBARIBE 12A
    " VINHO DO TORTO ADRIANO
    Tnico nutritivo e reconstituinte o
    mais puro e saudavel dos vinhos fi-
    nos, j por si recommendado aos Srs.
    Consumidores.
    CAUTKLLA COM AS IMITACES I
    USICOS BECBBEDORB3
    (uinini-itcs tt Valeutc
    N. G Largo do Corpo Sant N 6
    Bichas de Haniburgo
    Vende-se em grandes e pequeas
    porcoes applica-se ventosas seccas e
    tajardas ; na ra das Larangeiras n. 14
    NUMA
    POMPiLIO
    Cirurgiao dentista
    Contina com o seu consultorio &
    ra
    Baro da Victoria n. 54.
    Consultas e operaces das 8 horas da
    manli as 3 da tarde.
    Dentaduras pelos systemas mais mo
    ferros aperfeicoadoa.
    As sezoe, febres intermi-
    tentes, pal astros, renitentes,
    dores de cabty. nevralgias
    as mais rebeldes, sao cura-
    das infall 'velmenie com a?
    pilulas contra as sezoes do
    Dr. Costa Leite.
    HEPOSIXO
    BOTICA ERANfiBZA
    H. Rouqua^rol
    22 Ra da Cruz 22
    Padaria
    Nogueira
    n. 91
    Camiulio \ovo
    Telephone, 658
    Prvido este estabelecimento de tira perito
    confeiU'iro, tem actualmente disposiyao dos
    eus freguezes em especial e do publico em ge
    ral es mais deliciosos productos de confeita-
    ria.
    Alii os consumidores encentrarlo :
    Desde o mais bem feito
    pao de lot, fulhadas appe-
    lilosas e bolinhas om pe-
    queas formas, de tempero
    e sabor deliciosos al os
    bolinnolos de dillerentes
    qualidades e formas dis-
    unctas. crj3talisidos ou
    nao. cor natural e colori-
    dos, para o servico do cli.
    Todos esses productos s5o de uin tempero
    que Batalas ao paladar mais exigente e assim
    se recommendam ao uso daa familias em suas
    soircs e outras feslas intimas ou solemnes.
    A padaria Noguein er, pote, prestar sm ser-
    \ico s familias pernambucanas; s quaes pro-
    porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
    parados, sempre promptos, e que alrn disso,
    jeitos era casa, nao lile custariam menos.
    FOLSBTIM
    19
    (MO DE MCA

    TRADl'CCAO
    PARTE PRIMEIRA
    XIJ
    (Conlinuago)
    Estou encantado, repondeu elle,
    devras encantado Mas bem sabe que
    nunca vi misa Mary Burtel! Deve ser en-
    cantadora, visto como meu pai a aclia
    assim ; mas emfim, de certo corapreben-
    de que se a idea de ser amanb apresen-
    tado a essa bella menina me faz palpitar
    o coraco, principalmente a curios! -
    dade...
    __ E'justo, tens razao. .. repcou sir
    John Maicolm. Eu tenho o aaogue quen-
    te de mais sobre os meus cabellos brancos,
    e quero andar muito aprensado... Afigu-
    ra-se-me que te vejo j apaixonauo Q le
    isto afinal nao mais do que um erro de
    data .. Hoja ests indiferente... Ama-
    nba santir-te-has preso.
    Est certo disso, meu pai ? pergan-
    tou Jorge, sorrindo-se novamente.
    To certo corno o estou da me cha-
    mar John Maicolm Urna vez que tens o
    corajao 7re, como me juraste, dar-lh'o-
    has tuque, tionavelmente sem a mnima
    restri',s3o.
    GRANDE
    HOTEL COMMEKCIAL
    Ra Larga do Rosario ns. 29,91 e 33
    Este importante estabeltcimento, sob a direccao ds seu hbil propietario MA-
    NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
    nico sera competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
    pintura interna, j pela promotido e aceio do servico culinario aduanejro, j tam-
    bera pela posico hygieuica do seu edificio.
    BBP&RTA3HEEHTOS 1
    Depois de innmeras transfornaacoes por que tem passado este Hotel, conseguio
    afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
    preferida pelos illustres viajantes.
    HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da mclhor
    ordera e aceio, a vontade dob Srs. viajantes, s, ou com familia.
    SALAO BE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
    banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
    jlPEBITT
    POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc, peixes em
    latas, queijos flamengos, suissos e do sertj, doces seceos e era caldas, estran-
    geiros e nacionaes.
    ADEGA
    E' esplendido o sortimento de vinhos Figuaira, Bordeaux, Porto, Verme uth,
    cognac, cerveja-s, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos racebi-
    dos directamente dos mais acreditadoscoramittentes da Europa.
    Alm do que destinado ao comraum do Hotel, tem sempre grande deposito de
    bebidas de sua importayao, principalmente vinho Bordeaux em'quartolase cognacs
    finissimos, que vende as melhores condcSes do mercado e precossem competencia.
    GRANDE HOTEL COMMiRClAL
    Ra Lar^a do Kosario ns. 29, 31 e 33
    fUNOlAO
    LLN PTBSSON & C
    44-LA 00 UABAO DO TR1 ,MPH0~44
    Mchicas a vsp )r.
    Mcendas.
    Roelas d'agua.
    TaixM tan di das e batidas.
    Tsixas b tidas sem crava$a\
    Arados.
    i
    CAllIliARIAJB AI^FAIATARIA
    15 *aa do Visconle de Inhadma 15
    ( .4litiga do ra do Rangcl)
    Este novo estabelecimento acha-se sob a direeso de Alvaro Jos Pf-reira,
    antigo a conhecido camiseiro n'esta cidade, por isso scientifica ao respeitavel pu -
    blico pernambucano, a a todos os seus freguezes tanto da pra9a, como do matto que
    alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
    madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
    para o bom fabrico de camisas Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
    cert da carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades c pregos seguintes
    Duzia de 1.' cla~se com punho ou sem punho 83)5000
    Duzia de 2.a classe com collarinhos 90000
    Duaia de 2 a classe com punln a sem punho 72S000
    Duzia de 2.* classe com ollarinhos 783 CO
    Duzia de 3. B com punco ou sem punho GOgOOO
    Duzia de 3 a B com collarinhos G630CO
    Duzia de 3.a classe com pnnho ou sem punho 48300O
    Duzia de 3.a classe com collarinhos -64/50LO
    Duzia de 4.a classe com pnho e sem punho 425' 00
    Duzia de 4 com collarinhos 488000
    Em duzins fnzem-se bons deseante*
    Linda exposico de gravatas. lencas, punhos, collarinhos, raeias de 12
    algodao, para horaens, senhoras e meninos; o que ha de mais fino era aberturas de
    amisas. lizas e bordadas.
    A' frente da officina de alfaiaaria acha se um perito e hbil arti sta
    Araba de chegar para a chapela ria XJ3(SrXA.O
    pelo tdtimo vapor um covo e comp'eto sortimento ve
    chapeos de feltro, la e palha para homen?, senhoras e
    crianzas.
    GDeCJkDPS3CJJ5k.]aX^>. XJ3NTXAO
    B. MELLO & AZE7ED0
    87Etna Eaaae le Caxias S7
    Jorge n5o responda, e a chegaia de
    Eduardo tornou geral a conversaco.
    Ao cabo de'utn instante participou-ihas
    um criado que estava servido o almo^o
    Forara para a mesa ; eraquato durou a lher sa nao chamar Jorge Maicolm.
    refeicao, necessitamos dizel-o, nao fallou
    s*r John Maicolm senao das gracas, dos
    encantos e das perfticoas de Mary a de
    Heva Burtell, com grande alegra de
    Eduardo, cuja ternura por miss Heva era
    viva e profunda.
    Jorge seutia-sa verdaderamente op-
    presso.
    Aquella insistencia do pai em fallar da
    sua noiva, incommodava-o singularmente,
    a dava lhe nova intenaidade s exprobra-
    $5; que em certas occasioes diriga a si
    proprio.
    Emfim poda se levantar da mesa, e
    pretextando violenta enxaqueca, afirn de
    podar estar ssinho, foi estender-se, no
    extremo do jardim, n'um banco chinez,
    collocado sombra de grandes arvores.
    All cntrou a maldizer a prxima che-
    "ada, qua causava a sir John Maicolm
    transportes de infinita alegra.
    Ezagerot, como que de caso pensado,
    os lajos que o ligavara desconhecida,
    pensou detidamente para corasigo, que t-
    nha j idada da dispor de si como le
    aprouvesse, a qua seu pai instigando-o
    involuntariamente a isso, commettia, nao
    s urna imprudencia, mas um estranho
    abuso da poder.
    N'uma palavra, adoptou a inabalavel
    resolusio da resistir vontade paterna, e
    de nao se d^ixpr sacrificar dcilmente a
    um casamento de conveniencia.
    Neste mundo, disse elle para com-
    sigo, cad um por si! Meu pe nao dasejaj
    seguramente seulo a mioha felicidade ;
    Estou livre e pretendo permanecer livre !
    Mas Mary Burtell podar casar-se 6ua
    voutade Deixo-lhe o universo para esco-
    Iher, mas afianso que o marido que esco-
    Uma vez adoptada esta resolucao, de
    modo que elle julgava irrevogavel, senio
    o mancebo um grande allivio, e reapos-
    sou-se de toda a sua presenca de es-
    pirito, e da sua alegre disposic&o habi-
    tual.
    Terei amauh muito tempj de me
    aperceber para o combate 1 murmurou
    elle, e voltou para junto do pai.
    Dccorreu o da sem o mnimo inci-
    dente.
    A's dez horas, "segundo o habito inva-
    riavel, foi Jorge passeiar no jardim, e es-
    perou o signal com mais impaciencia que
    de costume.
    Comecaram emfim a soar as dez ho-
    ras.
    Jorge applicou o ouvdo e pareceu-lhe
    que o coraco se lhe paralysra.
    As sonoridades do bronze extinguiram-
    se ; succedeu-lhes profundo silencio, que
    cousa aenhutna interrompeu as proximi-
    dades do bengalow.
    Foi 3to para o mancebo violenta de-
    cepgao, como se a sua desconhecida lhe
    faltasse a urna palavra dada, a urna en-
    trevista ajustada.
    Ao mesino terupo germinou lhe na alma
    urna idea deciume ; perguntou a si mes-
    mo se a Margarida de Borgonha indiana
    (assim a denominara sir Juhn Maicolm)
    nao o sacrificarla a alguma nova phan-
    tasia.
    Presa da violento despeito, voltou Jor-
    ge para o seu qaarto, e metteu-se na cama
    ,.com tal ou qual febre ; nao consigui
    mas ouereudo assegurar-m'a por este mo-Jfechar oa olhos em quanto durou a noite,
    do, egana-se! Agrilhoar toda a minha e s ao despontar do dia onseguo dor-
    vida para satUfazer um dos seus sonhii-, mir urna o duas horas um somno agita-
    seria um acto de demencia mperdoavel \] disaimo ergueu-se, porm, pallido e
    reprt-
    acal
    kCEns!
    sentaces
    mih sa mu asi
    XPOSICAO
    Jkxyxosx^t ajs
    de innmeras fabricas de todos os p^izes da Europa e
    dss dua3 Americas, to la espacie de mercaderas, de
    nachinag e de materia prima.
    Deposito do afamado REOL CM ome'hordes
    i afectante conhecido.
    Deposito da bem
    Dr. H. Rirted.
    Hotel iieslaurant Po-
    pufar
    EM
    |\ Garanhuus
    Defronte da Estafo da Estrada de Ferrt
    Sul de Pernambuco
    O proprietaro teste bem acreditad
    estabelecimento scientifica ao respei
    tavel publico que acaba de fazer pas
    sar o seu Hotel por grandes melhora-
    mentos, entre ellcs o augmento do nu-
    mero de quartos espacosos e bastante
    arejados para os Srs. viajantes que en-
    contrarlo a qualquer hora tudo quanto
    precisarem alcm de um complejo e
    variado sortimento de bebidas, doces,
    charutos e cigarros das melhores mar-
    cas etc
    Em fim convidamos aos Srs viajan-
    tes a urna visita nesse estabelecimento
    afim de verificaren! o que dizemos, ga-
    rantindo-lhe toda urbanidade no trato
    e modicidade nos procos.
    A titanio Luia.
    coahecid tODONTINA do
    Vende- a
    prepriedada
    Pic>, oati'ura
    Jaboat^
    cesto
    /IKLilllf JOIJiJlillIfli^
    5J e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
    Resolveram liquidar pela quarta parte de seu
    va-
    1 r todss as mercadoiias que se achavarn no Centro da
    Moda.
    Madapolo para noiva a 4-S503 a pega.
    Bramantes de linho de 10 palmes de largura a 3S0C0,
    Cazemiras pretas e de cor a 3S5J0 e 4S0 '0.
    Bramante de algodao com 4 larguras a 1S200.
    Cretonas francezes claros a escuros a 600 a 010 rs.
    Cretonas inglezes a 320 rs.
    Brins brancos e de cores
    Cretones de 1.* qualidade para coberta a 800 rs.
    Sedas escosse.ase lavradas a 185'JO e 2$G00.
    Setim d todas as cores a 8C0 rs.
    Cortes de setira da Persia de 703 por 2 8000!!
    Ditos andnesuk de 30S a 68000 11
    tos todos de renda de gripure vahnciane da 8f a 1281)03 .!
    Cachemiras escuras de 3(5 a 800 rs.!!
    Atoalhados para mesa a 2SO0O.
    Panno de cores de auadro para mesa a 28000.
    Guardanapos duzia a 38 e 45000.
    Capas e pelerinas de seda e cachemira.
    Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 a 308000.
    Caigas de casemira de 3S a 128 a 15/JCOO.
    Um completo sortimento de frak, de 1003 a 5$000.
    Oolletes de casemira de 128 por 48000.
    Ditos de brim de 88 por 28500.
    Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cachemras, cretones, linons,
    chitas, etc. etc.
    Pede a todos os seus freguezes e as Exilias, tami
    lias em geral que se tiignem visitar o nosso estabelsci
    ment, afim de se convencer da grande reduccao de
    pieco?.
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    Loja das Estrellas
    56 e 58 Rua Duque de Oaxias 56 e 58
    Telephone n, 21
    Ao comraercio
    Nos abaixo assignados de el ramos qceoist^
    data dt-^ol-eiics a s%cteda dfs i fli ioas de taooaria, dS rua do Brom n.
    4, anillo vl.rirf, e onra m G mellena, ru do
    Dr. Joto Mananno. s.biodoo socio Manoel Ja
    ijuim AUes Fra:ioo80 pago e gatiaieito do bjo
    cap tale luc o at esta dala, aasif tiado o acl.'vo
    e pasivo ao iodo Antonio FraoeiFO ua Cjsia
    Maotc! Jraqom Alvs Fruclooso
    Auodiu Franrirco da Costa.
    Rpcif'y de Fevere1rj de 895_.__________
    Em Gamelleira
    Vende 8' as duaa importantes catai de pelra
    acal, alias a roa da Alegra Df. 2 e 4, esioi^a
    da I-aves* co MeDdes, fendo a di etquioa
    propria para negocio, om dos melbor-8 pontos
    da vi I?, a a ootra em boas aecomraodtcief
    pa a mj'ada : qoem preUader eotend.-se cr-m
    Firmiuo 4 I maj, oa mesaia villa, oo nj Recite
    roa ao l.iv ..Qj- r.:o n. 2.
    Attencao
    Uxa Becbora competectemetne habilitada para
    eoaina' primeiras jotras, f iraooldoa de aguiba,
    orop6s-Be a toninar cr'aucas de ambos os sexo*
    or peco rxodlco ; a tra ar ca roa Augusta ne-
    utro lia.
    transtornado, ouvindo no jardim desusado
    ruido: eram exclamac^es alegres, s
    quaes se juntavam, respondendo, vozes
    femininas.
    Jorge approxmou-se da janella com
    curiosidada e enfado, e vio um grande
    palanquim parado porta principal da
    habitaco.
    s! bom !... murmurou elle com
    impaciencia, ahi chegaram as jovens !
    Ser d'aqui a urna hora, ao almoo, que
    s-j dar a apre;entaco official! Nao me
    fdltava mais nada !
    Comtudo, como os homens de boa so-
    ciedade teem a sua garridice, tal quai
    como as mulheres, e como afina], sem di-
    ligenciar agradar, ninguem gosta de met-
    ter medo, fez Jorge soar um timbre, cha-
    mando Stop, a com o auxilio do digno
    criado, tratou do seu vestuario com o m-
    ximo cuidado.
    Einpenhava-se em nSo appare^er pu-
    pilla de seu pai seno cora o aspecto irre-
    prehensivel de um gentleman, que sabe
    viver, e que manda fazer o seu fato em
    Londres, por um dos alfaiates da moda,
    verdaceiros artistas, glorias de Regent-
    Street.
    O honrado Stop era de urna ndole lo-
    quaz, como os leitures n3o guoram. Or-
    dinariamente, a coasciencia das conve-
    nienci s fazia-o esperar, para fallar, que o
    seu amo o interrogasse; mas naquelle
    dia, como Jorga Maicolm se conserv/isse
    silencioso, fui ella o primeiro a entabolar
    a conversaco.
    Vossa ho :ra j sabe? perguntou
    elle inopidamente
    O que, amigo Stop?
    J chegaram fs meninas.
    Que nos importa a nos isso ? rep-
    cou o mancebo em tom de parfeit 3 abor-
    recimiento.
    Ora essa, meu senbor I Importa-nes
    muito Por exemplo, agora corneja esta
    Piano
    Vende-te
    C o n. 53.
    om oom piano
    na roa da Santa
    Cordeiro
    Veode se orna boa casa de taina, nova, ;nnto
    a garapeira ; a traiar oo Ambo taverca.
    Taverna
    V*nJe-fe oma tem afreguezada e en bom
    local, rua Ejtreita do Rosario 47, o motivo
    la venda o dono ts'ar acente e precisar re >
    rar-;e ; para ver e traiar na mesme.
    municipio i.ua fam sa
    igro: 1 ailua la no 'uar
    r Colcnie Suassura: mede
    urna trea de c97 887 rae-tros quadr des
    da trras de pruduejao fafculce ; tem duia
    mmbnciaes de agua cotfc7el nes deas c
    tremdadea ; o essa de vivcnda edili:&
    da na frdda de vjxs monte dominando im-
    mecsa verz a bsnhada por um ees na-
    nancifcCB, era parte d qusj estao pltatados,
    j ocm a primara hxpr.', 10 carros de
    cansa e existem tccaa a tr&ttr se para a
    safra futura ; oome^am a fructificar ai *uls
    de trictu e tai.tcs oaoaoelroa qua celia me-
    drana vigor*.sameute ; u;ra-se semantri-
    menfe o producto de um b caoeiral da
    mesira existente-; b 'ci;.s cao quasi te-
    das cobertaa de natas, pederid>se Tender
    destas sulipa?, lecha oa csrvSo ; La cas
    proximidades da Qssa j-queirs ltiar.gei-
    ras chovas a Ofjueirci.
    A v/sinha a Uaina FrogresBO Ce'o^iil d cua
    Be veode as canuco coihid s.
    , Veode-so igualnsantc ferramecta agr-
    cola cao accer-acrio, o um cavallo da
    sella.
    Ccnida-6o os pretendentes pr.ra urna
    v aita e para pedireoj inormi^o^s aos vi-
    8inbcs da meama propriedade.
    A tratar com o capiao Rimos, mora-
    dor ca cidode.
    Regulador da Marinha
    Concerta-se relogios de algibeira, pn-
    dulas de torre de igreja chronometros de
    marinha, caixa do msica, apparelhos
    elctricos, oculos, binculos, oculos de
    alcance, joias e todo e qualquer objectes
    tendente a arte mechanica.
    9Rua Larga do Rosario9
    vinhoCLARETE ESPECIAL
    DE
    Stuve Rocha Leuo iV V.
    Garantido puro e escolhido polo
    laboratorio municipal do PORTO;
    NICO VINHO QUE SE DEVh
    UZAR AS REFEigOES para se
    obter u'na digestao sacha o nutriente.
    Encontra-se as principaes mei
    cearias.
    NICOS RECEBEDORES
    GL'IMARnES & VALEXTE
    e^ARGODOCORP"^^' 0 N. 6
    Casas Venda
    Vende se 2 pequeas casas, n. 82 o
    84, na rua Real da Torre, com um
    terreno que as separa, chao proprio*
    Quem os pretender poder ir velas ;
    e para negocio deixe carta no escripto.
    10 deste Diario com as nciaes X. Y- Z.
    Sitio venda
    gVenrJe-ee o s lio roa 00 Pavaido' n. 12,
    conteodo nai sobrado e jodio a es e orna capel-
    lioba, lendo no ltortor do i-io (mercas casi-
    : h, s que dao o a reoda acoca1; es pretcot'eat s
    podero veromesmo rfMOi e tratar no tobrado,
    da 6 as 8 hora*, do dia, eda*4s 8 Dor^s da
    noite. on r.'.m A'pioiano M roof s no C irreo.
    Em Olinda
    Vende-se excelente doce
    de caja'se eco; a tratar na
    Ladeira da Ribeira n. 23.
    casa a ser mais alegre, a ter mais anima-
    cao ... Se vossa honra visse Sir Jonh e
    sir Eduaido estavam como loucos da ale-
    gra 1 As jovens miss trouxeram comaigo
    a sua aia, que aa chama Scindia... Ex-
    quisito nome, nao ?... -Mas tambem
    ne-tepaiz tudo exquisito E' urna ra-
    pariguinha hvnd, palavra qua bam bo-
    nita, cor de tijolo, cora grandes olhos pre-
    tos, e oua quando se ri mostra dentes
    mais brancos que perolas I E nunca cessa
    de se rir, meu senhor, nunca!
    Dar-se-ha caso, perguntou o man-
    cebo, qua a indianasinha cor da tijolo
    haja tido a fortuna de te conquistar r-
    pidamente ?
    Ah 1 meu senhor, replicou Stop, eu
    deixei o corago onde vossa honra sabe,
    na nossa trra, no solar d'Ayesbury; as
    maos do rochunchuda Kattie, filha do
    couteiro a que aba de nev, com urna
    folha de rosa em ada face 1 Jurei-lhe fi-
    dclidade, e eu sou hornera da palavra !
    Eila, porm, est muit. longe, a pobre
    Jattie, e quando eu tivesse tempo de me
    costumar col- da tijolo da Scindia.....
    ninguem sabe o que est para aconte-
    cer...
    Jorge nao poda abster-se de sorrir.
    Kntao assim que entendes a con-
    stancia ? perguntou elle.
    A carae fraca, meu senhor, e o justo' tvo dj qiie est ra(ja8 palavra8) accres
    pecca seta vezas por da Parece-me com- |centou .
    tudo que permanecer! fiel Ka.tie se | ga D^0 pags0 e um p0Dre criado
    voltarmos em breve a Inglaterra, logo grave mas d'aquillo cntendo eu, e seria
    depois de celebrado o casamento de vossa capaa edeiX8r q^ me coitassem a cabe-
    E' muito possivel, m ^u senh )r.....
    murmurou desnorteado Stop.
    Mas emfim, que queres tu dizer ?
    Eu nada, meu senhor, absolutamen-
    te nada. Nao fao seno dizer o qua
    oujo repetir, desde que chegmos, a to-
    dos os criados da sir John Ma'c dtr.....
    Julgo que nao fago mal nisto... e pego a
    vessa honra que me pardoe... mas dizem
    ellas...
    O que ? O que dizm ellas ? Desani-
    bucha velhaco !
    Dizem que vossa honra vai casar
    com miss Mary Burtell, e que um casa-
    mento arranjado ha muito tempo por sir
    John Maicolm... Parecem to certoa do
    que dizem, que eu afinal acreditei-os ; e
    palavra, que esta manh, quando vi as
    duas meninas, achei que vossa honra era
    um gentleman fecissimo ; m.s afinal, pj-
    de muito bem ser-que eu nio passe de um
    imbcil...
    Sao ento muito liadas as duas me-
    ninas ? perguntou Jorge. .
    __Ai, meu senhor .. meu senhor...
    meu senhor I 1
    Stop, de navalha de barba em punho,
    aompanhou esta tripiiee exclaraacao coui*-
    uma pantomima intraduzivel,uias que sem
    duvida exprima admiraco illm.itida,
    admirag^o levada at ve.tig m.
    E aps aquella gesticular mais si'rniS-
    honra.
    E dizendo estas palavras, ia Stop bar-
    beando ao mesmo tempo seu amo
    ca, se vossa honra^pMCOrrendo toda a In-
    glaterra, a Escocia, a" "Franca, gs Indi a a,
    e at as outras partes do mundo fosse ca-
    Jorge, cora risco deapanhar um gilvaz,' paz de encontrar tao forraosa lady Mal-
    no poda comprimir um movimeuto arre-! colm como esta.
    batador.
    0 meu
    ests doido ?
    casamento 1 exclamou elle
    [Contina.')
    Typ. do Okvio* r. Daq.ua de Caxiaa 42,
    M^ --------^J
    f
    p'.' "
    c-


Full Text
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