Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17646


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Full Text


Quinta fclru 1 t tic Fevereiro de IS>5
V -A-*-- ..____L_
\ m w ..... ^----- ------ :------------------------------------
el IS:bei&j& di $&m& & slbeos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados.... 8$000
Por seis mezes adiantados. 15$000
I or um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA.
Os Srs Mayence Favre C &.a, residentes m Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE JFCa PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por um anno adiantado 33$000
Numero avulso do mesmo da. ; #100
Numero avulso de dias anteriores. > $200
i
H"
lelpgrammas
5
mi& pmsuLAa io suma
RIO DE JANEIRO 12 DE FEVE-
REIRO, s 5 horas e 2') minutos da tarde
frecebido na estacio s 10 hqras e 15
minutos da'noute 1 .. e entregue
s 10 horas e 50 minutas).
O ministro Norte-americano procurou
hontem o Ministro dos Negocios Exte-
riores e lhe declarou que n^to podia rece-
bar a manifestaco que pretendan! fa-
zr-lbe, porque o facto de ter aido o Sr.
Cleveland juiz na questo das Miagues o
obrigava a certa reserva.
No domingo 10 o Dr. Prudente de
Maraes visitou era Patr-opolis o Ministro
Argentino, demorando-se cerca de 2 ho-
ras eiu amistosa conferencia.
O Mecting de boj*1, proposito da
sjlu^ao da quostio das Missoes foi colos-
sil, assistindo-o 10:00) pessoas.
O D-. Sarz jdello Correia abri a sessao
danio a palavra ao Dr. Agostiuho Reis,
que di se que a festa era nacional e si-
multneamente americana ; e leu o se-
g-uinte telegramma, que foi enviado ai
Bario do Rio Branco :
t O povo brazileiro, reunido em gran-
de Mtetitig, acclama entre palmas vosso
norae, a eavia-vos saudacas enthusias-
ticas pela honrosa decisao do litigio das
MissocS.
t A Repblica Brazileira e a Confede- j
rac,-o Argentina, contemplando a victoria
da paz e do direito pelo arbitramento,
fize-am fecundo o patritico exemplo de
engrandecimento das nacoes americanas.
Alma nacional vibrando da conten-
tamente, festeja, era todos os recantos do
paisr a nova do auspicioso acontecioaen-
to, que, pind termo secular questao,
digna a honrosamente, enaltece ambas as
nacoes.
Os abaixo assi,nados, em nome do
povo aaui reunido, exprimindo os senti-
mentos unnimes da Naco, vos sadam
com enthusiasmo delirante, por cae a
Commisso, de que sois digno chefe, bem
meraceu da Patria e da America Repu-
blicana.Serzedcllo Correia, Agostiuho
Reis, Elpidlo de Mesquita, Antonio Aze-
icio e Lins Vasconcellos .
O Dr. Ago3tnho R;is declarou que
as Redaccoes de todos os jo-uaes fi:a-
vam listas, afim de serem assignadas pelo
povo, sendo depois esaas listas reuuidas
emum lbum que opportunamente seria j
enviado ao Baro do Rio Branco.
Em seguida formaram enorme prestito,
que.se r i rigi ao Palacio Itamaraty, onii
so achavam o Dr. Prudente de Moraes,
os Mmistios de Estado, o Ministro Ar-
g'".i no, etc., etc.
Franqueada a entrada do palacio, no I
sa'So 4e honra, e:n nome da commisso,
orn o Sr. Dr. Serzadello, que proferio
um discurso esplendido, criterioso a justo.
Fallaram depois o Dr. Prudente de Mo-
ra s e Ministro Argentino, sendo que es-
te, n'ura discurso castigado e ballisssimo
pela forma, disse que as tandeiras bra-
zileira e srgentina voltavam victoriosas
8am pinga de sangue ; que terminada a
luta, a Repblica^ Argentina e o Brazil
estreitam as maos como dous velhOs ca-
luaradas.
O Dr. Prudente de Moraes raaniou
servir champagne commisso do Mee-
thig, Ministro Argentino, Dr. Manoel Vi-
ctorino, Baro de Cabo Fri, e outr s
pessoas presentes.
O Dr. Sarzeiello dirigi ento a pa'.avra,
das sacadas do Itamaraty, ao povo que
enchia plenamente a ra larga de S.
Joaquim, sendo calorosamente applaudi-
do, bao como o forana repetidas vezes,
o Dr Prudente de Moraes e Ministro Ar-
gentino, disaolvendo-se dep>is e em ple-
na ordem o prestito.
Por toda u parte, na cidad, tremu-
lavara as banda ras brazileira, americana
e argentina.
Diversos amigos do Marechal Flo-
riano Peixoto lhe telegrapharam saudan-
do-o pela solue3o daquestSo, visto ter ai-
do S. Exc. quem nomeara o Bario de
Rio Brsnco para presidir a commisso
brazileira, que levara bom fin a pen-
dencia.
Telegrapharam da Babia dizendo
que foram prezos alguna individuos por
lancarem urna bomba da dynflmite as
immediacoes do quartel de polica.
O Dr. Lauro Sodr passou para a
2a classe do exercito.
Dizem de Lisboa que o Governo
Portuguez demittio os professores repu-
blicanos.
A taxa de cambio foi boje 9 5/8 d*
por V$. 00.
Rio le Janeiro, 13 de Fevcreiro,
s 6 horas da tarde [recebido na esta^o
s 7 horas e 2o minutos da noite e en-
tregue s 8 horas).
Em Porto Alegre, foi preso requisi-
co do general Moura, Paulino das Cha-
gas Morcira. que oceupou o cargo de ge-
neral entre os revoltosos.
A taxa l^ooo.
lierlim. i3 de Fevcreiro.
O Imperador da Allemanha condeo
rou o general Baratiere com a ordem da
Aguia Roxa.
O general Baratiere telcgraphou
pedindo vveres e municoes com urgen-
cia, afim de poder manter-se as posi-
coes.
Receia-se em Tnger novo ataque
s legjcoes.
Viemia, 13 de Fevcreiro.
O Imperador d'Austria, respondendo ao
Sr. Faure, presidente da Repblica
Franceza, assegurou a sua amisade
Franca.
formago do
esluslica.
LNSTRUCCAO POPULAR
osiumasDAsancu
POR
Gasto Tissainlier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
CIIRISTOVXO COLOMBOFERNO DE MA.
GALHES DAVID LIVINSGSTONE
GUILHERME BARENTSJOHN FRAN-
KLINRENE BELLOTRENE CALL
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS
GARNIER -JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuaco)
Durante noite de 19 para 20 de Dezembro,
aproxima se das costas da Bretanha e prepaia-
se para d'ahi a pou:o entrar no porlo de Bresl ;
mas a terapestade des:ncadeia-se cora furia, e
a Gorgona arremessada contra uno recifo a ni
guias legu-is do porto. Muge e os IzOhomens
da sua tnpolagao desapparecem pura aerapre no
scio das ondas!
(Continua).
chefe da coinmisso central do
Pelo portfiro,
Hermenegildo de Siqueira.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de l'ernam
buco
SECRETARIA DA JUSTICA NEGOCIOS IN-J
TERIORES E INSTRUCgO PUBLICA DO
ESTADO DE PERAMBUCO.
Despaehos do da i2 de Fetereiro ie 1895
Bac arel Antonio Cosario Cardoso Ayres,
juiz de direito do municipio de Flores, reque-
ren do sua retnoco para o de Palmares. Pre-
judicado. .
Bacharel Arlhur da Silva Rogo, miz de di
reito do raunicioio de Taqnaret.nga, ped'ndo
sua remogo para igual cargo no de Palmares.
l'rejudicado.
Bacharel Bernardino Maranho, jmz de di-
reito do municipio Ide Rio l'ormoso, pedindo
sua renjov&o para igual cargo no de Palmares.
I'rejudicado
Bacnarel Francisco Xavier Paos BarrettJ,
juiz de direito do municipio de Bom Conselho,
pedindo sua remocao do mesmo municipio para
o de Palmares Prjudicado.
Bacharel Francisco Botelho de Anurade,
juiz de direito do municipio de Brejo, pedindo
sua reraoco para igual cargo no de Palmares.
Prejudicado.
Chrispiniano Buarque do Macedo, 2" labelhaoj
esc.-ivao do commercio, civil, orplios e auzen'
les do municipio do Cabo, pidindo para se-
provido as serventas vitalicias dos ofcioi de
le 2- escrivo do commercio -Informe o
Dr. juiz de flireilo do commercio.
Jos 1I0 Patrocinio armo R.beiro, pedindo a
entrega de documentos.Entregue se, median-
te recibo.
Joaquim Jos do J.ascimento, labelliao do
publico judicial e notas e ^ecrivao de orphaos,
< apellaa e residuos do municipio de Flores e
JosTellesdeMenpzes, 2 tabdlio do publico,
judicial t notas e escrivaodo civel do munici
pi de Triumpho, pedindo para permutarem
os respectivos cartorios. Era face do disposto
no art. 301 do Regulamenlo a que se refere o
decreto n. 94J0, de 28 de Abril de 4F65, nao
lem lugar o que pretndela os peticionarios.
Jos dos Santos Barbosa, praga do 1" corpo
policial, pedindo um mez de licenga pira tratar
de sua saude.-Ao coronel coramandanle in-
terino do 1- batalliSo de infantera Esladoal
pa-a attender."
Bacharel Jos Francisco de Goes Cavalcunler
juiz de direito do municipio de ranel'as, pe-
dindo sua remocao pira igual cargo no de Pal-
maren. -Deferido, por decreto de boje.
Bacharel Manoel Evelina 1 aralcante Pessoa,
iniz do direito do rouuiclpio de S. Bento, re
auerendo sua remoco para igual cargo, no de
Palmares -PrejuHcado
Jos Carlos ViiolIndefendo a vista di m-
SECRETARIA DOS NEGOCI03 DA INDUS-
TRIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Dc-pichos do din 11. de Fevereiro de 1895
Fieluea Brothers, pedindo pagamento da
quantia de 26:865*100, importancia do gaz
consumido na illuminacao rublica durante o
mez d8 Janeiro ultimo.Ao Dr. sub prefeto do
municipio do Rjcife para que se digne de in
formar.
Mara Joaquina Gama, pe linio isengOo do pa-
gamento de annuidades di Companhia R;cife
Drainage de sua casinha n 4 sita no Largo da
Matriz de Santo Antonio. A peticionaria nao
pode ser attendida, porque a casa a que se rn
fere est colleclada para o pagamento de d-
cima urbana, era mai de 1625 03, sendo,
portanlo a mesiua decima superior al3o00.
Dia 12 -
Sot da Costa Ferreira, pedindo eliminaco
de trez appirelhos de suas casas, sendo dous
collocados na cu.-a n. O i ra da Corrpanhii
l'ernambucana c un na de n. 5 ra Tuijuiy.
Ir.fonm: o Dr. director geral da o* directora.
Joao Horoncio Franco, pjdinlo quj se'he
d por certido o Iheor do rrquinmento cora
relacao a urna estrada a margera do rio Jaboa-
tao nucle Colonial uissuna e bem assim as di-
ligencias, raediges e pareceres motivados pe'o
mesmo requeriraento. -Como requr.
Dr. Augusto Cocino Loile, commissario d > 3o
distr cto sanilario d'esia secretan, pedindo i
mezes de licenya par 1 ausentarse d'esla cidade-
- Sim.
Dia 13
Francolina Alves de Suza, pedindo isencao
do pasamento da annuidades da Compa hia
Recife Drinage de sua casa lerrea nJ7a praca
de Saldanl-ia Marinho.-Informo o Dr. director
gerai da 3" directora.
Joaquim Ferreira de Sant'Ann, guarda do
TheatroSinta Isabel, p;dindo eleva.ao de seu
ordenado para 6'lO 0 mena-'S. Informe o
Dr director geral da 3" directora.
Dr. Francisco da Cuulia Belirao, propriola-
rio dos engenhos onceicSo e Galilea,, do mu-
nicipio da Victoria, pedindo concesso dos fa-
vores facultados pelos decretos de 4-1 de Oa
tubro de i890el de Janeiro de I89I, nflm
de rumiar urna usina para lurbmacao de assu-
cares brutos e urna grande distillara para ai
cool, no primeiro dos referidos engenhos.-En
viado com officio desta data ao Dr director ge-
ral da Secretaria da Fazenda para que se digne
de informar.
O porleiro,
arduas Mafra.
SECRETARIA DOS NEGOCIOS DA FA-
ZENDA
Em addilamenlo aa* despacho do dia. 7 de Feve-
reiro de 1895
Laurinnno Pereira da Silva -Informe o S-.
Dr. Director Geral depois de sellado os docu
mantos juntos.____________
Secretaria da lndastria
Explorarlo mineralgica de Garanhuns a
Buique e da zona salitrosa de Buique.
CONTINUACO
MATERIAS ORGNICAS
Materi s orgnicas. Pela diversas cavidades
da rocha sane do interior do paredo urna ma-
teria orgnica Fr'-a: chamada vulgarmar.le
b rra, "a qual pela influencia do calor e da
humidade amollece e escorre 3obre as faces in-
clinadas das peJras onde secen. N'u na parede
verlcal da rocha, como sendo urna esrudacao
desta, enconlrei tambera urna resina aecca,
quebradiga, amarellada cor de mbar, que
quein dando uraa chamn.a amarella fuliginosa,
sera chairo esDecial notavel. Ha relagao entre
a resina e a borra porque n'uma amostra que
live a felicida le de encontrar, v se a trans-
formag&o da resina em borra preta. Melhor
explicarse ha essea phenomenos quando for
possivel nualysal-os. Seja como for, o que pa-
rece fra de duvida que o grez conlenh* ma-
terias orgnicas, hydro-carbonadas ou oulras,
que passarn por urna ene de transforraages
sob a influencia dos agentes alm isphencos,
cuja presenga patinteada exteriormente pela
resina que achei e a borra. Nesse facto encon-
tr ura dos elementos iodispensaveis a exp-
cago da rorraag&o do salitre.
Salitre.-O salitre encootra-se espalhado por
toda a cinta verm Iha do paredao das ser.-as do
Coqueiro e de S. Jo.-. Aprsenla se em efflo-
resc ncias vermelhas por causa do oxydo de
ferro e tambora impregnado no grez.
Os mineiro3 que co^iuHiara tirar o salitre
chamam Salitre de orelnas aquelle que tirara
das ( florescencias e Salitre de corte o salitre
impregnado no grez, porque para liral-o pre
ciso corlar a superficie da rocha com um insuu-
menio de ferro analago a ura machado. Quan-
do. nao ha oxydo de ferro, as efli irescencias
sao b.ancas e formara urna carnada folheada
rauito delgada sobre a rocha.
I) um modo geral, o salitre existe sement
na supertele do grez, islo as partes da rocha
em contacto com o ar. Ha mais da 80 annos
que o salitre conhecldo na r-gi8o e nunca
constou que fosse preciso exavar a pedra para
tirar o salitre ; a explorlo sempre limitou se
a urna raspageo superficial. Se tzermos n'ura
logar perfeitamenle salitroso na superficie um
corte verlcal na rocha, n'uma profundidade de
menos e tO ceollmelros o salitre desaparece
complelamenle. Outro facto de fcil observa-
vago prova tambera essa forniagao superficial.
Quando o salitre forma-so,' elle cryslafisa-se: nos
intersticios :1o gre fazendo o papel de cimento,
resultando disao uraa cro3ia superficial dura,
especialmente procurada pelos mlneiros como
indicio ceilo da presenga do salitre. Se nova-
ra nte fizermos um corte, vertical nessa crosta,
n'uma profundidade de menos de 16 ccn'ime-
tros, esta desapparece e encontrase outra vez
o grez friavel sem salitre.
Por consegrante o salitre de Buique n5o
um deposito sedimentario como geralmenle
acredava se, mas sim um produelo de forma
cao actual que s pode realizar-se cem o auxi-
lio dos agentes atmospliericos, como se d era
lo las as oilreiras conhecidas.
P. P. Deherain (*) sobre a forraagao dos ni-
tratos muito explcito.
Diz elle : desde muitos annos, os numero-
sos empregos ndu3lriaes dos nitratos tem cha
mado a altengao dos clnmico3 sobre o molo de
forraago desses saes.os quaes sempre resultam
de combinages das torgas naluraes sera outr 1
intervengao da arte a nao ser a de favorecer sua
aegao ou de recolher os proiuctos, cuja forma
gao doierminaram
O Dr. l'hieceiin, a r speito da raaior jazida
de salitre cunhecida, a de Tarapaca, no pampa
de Taioaragal, no Per, exprime-ae do modo
seguinle : Do exnme leito da jazi la pode se
concluir que a nilrificagao deve ler logar de um
modo continuo e dar productos abundantes em
virlule das leis da nilrificagao : i combinngao
directa do3 elementos do ar debaixo de influ-
encias meleorologicas diversas, cujos productos
armiz nados pela neblina sao aepositados sobe
() Wurtz.-Dictonnaire de Clrmie.
o sclo pelo orvallo
corabu?l&o lenta das
ou geada da manila. 2*
materias orgnicas, am
lia (las materias orgnicas", ni- um i, mus ua ijuai giautra qu uuuaus u ia
moniaCae8;-e ferruuinosas enterradas debaixo milias serlanejas auferem 03 meios de subsis
do sal noJSio de mna areia mui p.ermeavel ao3 lencia ; a fabncago de cordas.
iphericos o mu fivoravel s reac-
gazes al
ges dele
gazes.
Realissn lo se conslantemente n'uma super-
ficie de 10 I-.'guas de norte a sul e de lo leguas
de leste a oeste, esses phenomenos devein, pir
180 fraca que seja a quantidade produzida n'um
s ponto, aecurau ar urna quantidade enorme
de salitre dspois de ura corto espngo de lempo.
Por 8SO5 descobrj se diariama ite uovos deoo
sitos a medida que se esgotara os qu esio
sendo explorados; e como Analmente a expl >ra-
cao tem lwi\tos, sendo ao mesmo lempo con'i-
ua a produegao, pade-se razoavolinente adrait-
tir que a extraego annuil largamente com-
pensada- pela produegao das reargOea actuaes.
De modo que achar s:hia em frente de urna
(ontj inesgolavel, comegan lo no miraptito era
que exi.-tiro as con ligo s de pro lucgo e con-
tinuando emquahto sub^islirera os elementos
necessarios sua realisajao.
As coniligOjs necessanas a nitrilicacao, isto
produQ.lo natural dos nilraios sa'o as se-
guimos :
I." Presenga da bases alcalinas ou terrosas.
2. Rocha ou meio poroso perraeavel ao ar.
3.' Presenga de materias orgnicas.
i." Ausencia de ebuvas,
5." Temperatura constantemente elevada, al-
raosphera pura e secca durante o da, hmida
durante skqoite.
O paraifio da s;rra de S. Jos rene de um
modo esplendido e in lisculivel todas essis con-
dicOos. Oal (nace) fornece a base alcalina; o
grez essencialraenie ferruginoso e poroso c
dessa propri -dade .resulta o seu estado friavel ;
a resina e a borra provara bastante a existencia
de materias orgnicas ,- einfim, durante toda a
eslago da secca a ausencia de chuvas com-
pleta, a lemp ratura elevada, a athmosphera pura
a secca e as noites huinid is como era toda a
zona tropical.
Assim cteio ler explicado suflicientem 'nte a
razao pela qual a forraagao do salitre superfi-
cial.
Mas, do mesmo modo que em Tarapaca, esa
formagao realisa se n'uma superficie considera-
vel, (10 kilomeiros de exlensao sobre 2 1 met os
de altara aproximadamente) encontrndose o
salilre de distancia era distancia nos lugares em
que ae aefram reunidas cora mais vanagam to-
das as consigues necessarias.
Do mestoo modo am'a que era Tarapaca o
salilre reapparece nos lugares onde j foi lirado
uraa vez, eomo live oceasiao de verificar, adian-
do novarante salitrosos pontos raspados ante
riorraen'.e. Seria muito interessanl-: sabor qual
o lempa? necessario a reconstituigo do salitre;
mas s pJe ser determinado por urna explora-
go de alguns "anno1.
Ivn resumo, o salitre existe superficialmente
no paredao das serras de S. Jos, do oqueiro,
do Catimbao e do Quiry d'Alho ; n'um ponto
s a quacli lade diminua, mas a superficie de
industria textil, embora pou<"o desenvolvida
am la, mas da qual grande qu ntidade de fa
A planta textil "empregada o Caroal
imadas pela aecuraulago desses agave) mais conhecida pelos nomes de e.aro
cu er iu ; nativa e cresce abundantemente
em lodo o sertao de uique, espec alenle na
catinga.
Os sertanejos cortara as follns mas com-
pridas da planta e depois de separar raao o
tecido ceilular inut'l do tecido fibroso, deixara
este de mlho alguns das para completar a
separag. Por urna exposigo ao sol, secca-
se as fibras e estas sao depois irangadas em
corda, quer a m5o, quer pelo raeio de um ap
parellio o mais ira 11:11 mtar possivel chamado
teng-'nho, que cmsiste apeui.s em una ina-
nivella filada n'uma taboa para torcer a corda
a medida que se ajuma as libras urnas as ou-
lras.
Por esse simples processo fazem corlas muito
procralas era lodo o E lado pela sua resis-
tencia e prego raodi o. O municipio le Buique
exporta aunualinente mais de 50 CO pegas de
corda.
O Caroal nativo e cresce com tal abundan-
cia que nao possivel prever seu e3sotaraento
por raaior que seja a sui exlracgo,quanlo mais
que nunca se inulilisa a planta, que fornece
sempre e continuadamente novas lolhas para
serem corladas.
Cora un trabalho racional apropriado libra,
poder-se-ma 001er ura produ.-to mais aperfei-
goado. Einfim sabi lo que o con-urao de
cordas considera vel.
Para desenvolver racionalmente essa indus-
tria precisa algura esludo das proprieda les da
libra do Caroila e examinar se poder-se h lhe
appcaroa processos condecidos ua pr-paragao
do linbo e do canliaiuo.
Creio por lano que essa in lustria merece-
dora da altengao dos pileros administrativos
do Esta lo, p jrqua no seu desenvolvunenlo vejo
urna fonte de renda para o Estado e para a
populagao do sertao.
CONCLUSAO -
Xo ponto de vista dos minoraos exploravcis,
a zona que acbo de explorar no municipio de
Baiqaa contera : O salitre, cuja quantidade i
avallada aproximadamente era 30J0 toneladas
e inmanente ocres vermelha e rota; o sal,
em quanu laJe uificienle para o consumo
da populag) e lo gado; o calcreo?, que tor
uar-se-hi exploravel como o salilre quando o
municipio for servido por urna via frrea.
Alm disso, alii pode desenvolver-se com
xito urna industria textil das mais lucrativas
e al boje mal apreciada-
Recife, 8 de Janeiro da 189o.
L. Lumbard,
Engmheiro de minas c civil.
mm
mAGIONAI

Questura INilicial
Seego 2.'N. 3 .ecretana da Queslura
Policial do Estado de Peruambuco, era i3 de
Fevereiro de 1895.
,T Ao r. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
formaco consderavei,-e o salitre reproduz se tsecrelano de Eslauo dos Negocios da Justiga e
-......-_....._!.i^_ Neeuc.ios Interiores.
nos lugares explorado*.
Bfloragao 0 salitre. -Alguna minoiroo .k
plorara o salitre .aspando o gre/., como ja ex-
pliquei. El les liram fcil nenie n'um da de 3 a
4 arrobis de tena siluros i e submetiem na de
pois ao tralamento seguiute :
A trra Boceada para desra inchar os pe la
gos mais grossos e depois lavada cora agua er-
vendo n'um cocho idntico a 1 que serve na pre-
paragao do sal, al que se ju'gue n5) haver
mais salilre. Para facilitar a lavagem mudas
vezes misiura se a trra com area grossa ou
carvao. Dissolve se assim todo o salilre o o ,
sal que o minerio conten. Essa operago cha- i la ao raajor Jaciniho Correia Loha
raadVlrapropriaraoute Diatlllajao .. Contra o delinque, que evad.o-se, procede-se
Depois apura se as aguas da l ivagem n'um na forma da ei
lacho de ferro montado sobre uraa fornalha tosca. Pelo subdelega lo da fregue^ w *o Rci e
Fa/.-se ferver a agua vanas vezes, tirando quan-, foi lionera a n.ite S^K^uteaTfaT
to possivel a T impurezas com urna espuma portas do armizem silo no la go do Corpo S.r.-
deira Quando o liquido loma a conciencia 10 n- >3, pertencenle a Pereira Carne.ro t
de xaropo, o sal. menos soluvel que o salilre,
deposita ae no fundo do tacm em uraa borra
branca ou preta conforme a nalureza das irapu-
rez.s. ,. .
Depois da borra depositada, filtrase o liqui
Verilicou-se nada haver sido subtrahido.
1 ora i.unicou rae o subdelegado do l-
districto de ri. Jo>, que leni.o enloquecido o
cidido Joaa Antonio dos Santos, morador no
i- andar do predio n. 27 sito ra de Lomas
Depois da Dorra depostala, nuru-se y intu -"-r 1------ --n-. h
do queme n'ura coador faito de panno de algo-1 Valentinas, procedeu a arrecadaeao dos ob a-
do e resfriando se, O linuido filtrado deixa de- clos pertencentes ao rabndo <****"Sg~
positar o salitre era cnsiaes brancos. Spara, j se ach.ra depositados era poder de Jos Carlos
a pti>* nir dacanlaco e ci-se ao sol para de Lmos.
seccar O irauido decanlado conle.n anda bas-1 No dia 2 do corrente, no logar denomina,
fanu salitre disolvido e por nova evaporago do Silio M nle Claro do mu.cp.o de Canhou-
lorna-se a concentral-o tirando nova quantidade
de salitre. Esta segunda parte da preparago
do salitre chamada apurago, pelu3 serta
ne)0S- I Al
A separag do salilre do sal Tez se pela dit
ferenga de solubilidade d S3es dous saes e real-
mente nio ha outro processo de sepralos.
nho, foi assassinado o individuo de nome Jos
Pedro de tal.
A autoridade local trata de descubrir o de-
lnqueme e procedeu a lal respeito na forma da
le.
Na noile de 31 do mez findo foi cap'urado
no rauniepio de orrente, por sa achar pronun
ment nao la outro processo ue sewiueuo. uu ...... K.-- --------T'*~r~. i .
Ponera as diversas operag5es do tralamento sao cato em cr.me de norte nt 'c.p.o de 1ba
fe.tas de ura modo por deraais rudiraenta- para ranhuns, o individuo de nome Jos Muniz de
que a separagao do sal do salilre seja completa Ol.ve.ra conhec\^/-z-.-.T(..a ,. a.
o n,r. n ne o salitre obi lo sei i comp elamenle Pelo subdelegado do districto de S Jo
nmo Si ambem perlas nolave.s de salitre s foram reraetlidos a esla reparl.gao um sacco
anr ni D Une, i la a' n completa da ierra cora assucar aoprer.endido era poder do gatuno
a" i rosa PqT-na arar. Jao ontTnao se apro M.noel Lu.z Branco e urna puise.ra de raetal.
veita inteiramenle a agua de crttaliisagao.
Sendo a soda do chloruroio de soda a b>ae
alcalina que serve nilrificagao, supponho que
seia nitrato di soda o salilre obtido ; o que s
por raeio de uraa analyse pjde.oi verificar. As
nitreiras do Peiedo hile tambera fornecem
s nitrato de soda, sendo este transformado de-
pois em mralo -te polassa pelo chlorureto da
polasno quando o salitre desuado fabrica-
gao da plvora.
Aqui o salitre preparado directamente em-
pregado a .fazer plvora e dizem que esla de
boa"qualilade.
Quantidade do salilre.Para dar somen'e urna
idea da importancia da jazida vou f.zer duas
hypotheses; a p-imeira, qua deve ser ali-
trosa a qnaita parte do paredo; a segunda,
que as Ierras salitrosas extrahidas lenhaiu urna
porcentagern de 20 por cenlo.
Sendo 20.0 'O metros o compriraento explora-
vel do pareJo, 20 metros sua altura, L'.Oa
c-messura da carnada salitrosa, 1,5 a densidade
do minerio, e 20 por cenlo a porcenhgera do
salitre, a quantidade deste sera de :...........
jO.OOlx 20x0,10 x 1.S x JL= 3 000 lone-
" I 1.0
Tal seria, realizando se as duas hypotheses
aue liz, a quantidade de salitre a exlriihir.
Basas hypotheses nao constituem elementos
seguros sobre os quaes possa basear-me para
osabelecer as condiges de futura exploragao e
processo a seguir. Ser tsso assumpto de um
relalorio complementar quando tiver teito os
estuJos c .imicos necessari03.
Pedra-hurae.-Em algus Iugare3 ao lado do
salitre enconlra-se etnorescemias de uraa mas
sa branca, molle quando hmida, cora sahor
adstringenle, chamada vulgarmente podra
hume.. O sabor e a cor permitiera suppor que
pedra hume ; porm, visto seu estado amor-
pho necessano iinalysal a para conhecer ao
certo sua corapoaigao. Em tolo o casosua pro-
.lu.go dininutafe nao lhe attribuo cenhuma
Hportancia industrial.
lNlTRIAS DIVERSAS
Existe em todo o municipio de Buque urna
Sade e fraiernidade.
O Questor interino,
Jos da Cunha Liberato de Maltos.
------------ m---------------
directora geral do THESOURO
DO ESTADO
D.'spacoos do dia 12 d-. Fevereiro de 1895
Antonio Figueirade Albuquirque, Benevenu-
to de Queiroz Amaral, Floriano da Silvs bui-
m.raes, Jos Gongalves Caldas de \lbuquir-
que, Olavo de S raza Costa. -Inf.rrae o Sr. Dr.
sub-direclor da conlabilid-ule.
Juventina Leo de Alraeida-Ao porleiro
pa a 'mtregar ao inleressado.
Guimaries Braga & C, Jos Vieira Lima. -
Ao Sr. Dr. administra lor da Recebedona para
informar.
Companhia Perncmbucana e MedeiroSjLayrae
& C.-Escriplcre se.
Manoel Francisco da SilvaB raneo Informe
o collector do municipio de Caruar.
Her.u-dinJa Rosa Lima -Certifique se.
O protocohsta,
Vronci'seo il. Ferrara.
RECEBEDRIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 13 dt Fev.reiro d$ 1895
Jos Vieira Lima.-A' I." secgo para 03 de-
vidos fins. ,
Guiraaraes Braza & C.-Informe a 1. secgo.
Jos 'lavares Carneiro e Antonio dos Sanios
Vdlaga.-Certirtque se
Goncahes Luna.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE
Jos Luiz Ribeiro. -Deferido em vista da n
formaco da Conladoria.
Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerda.-
Deferido em vista da informagi do engenheiro
mnnicipa1.
Francisco Paulo de S >uza Ringel e Tertulia-
no Ferreira Passo.-Averbe se.
Secretaria da Prefeitura Municipal do K:
clfe, 13 da Fevereiro de iS9\
O porteiro,
F. So^ueira Cabril.
Negocios Interiores.
Participo vos que foram honlem recolhidos
Ojaa Ao notncAr> o apiiiles individilus :
A'oidem do subdelegado do 1 districto ae
S. Jos, Manoel dos Sanios, por uso de armas
de fe zas.
A' ordem do subdelegado do districto do Pe-
res, Bellarmino Jos da Costa, Antonio Candido
Ainarantho da Silva e Jos Tilomas da Encar-
nagao, como desordeiros.
- Ante-hontera, por v.lta de 9 horas da noi-
te, no logar denominado Caixa d'Agua, do
districto de Bebenbp, o individuo connecido
por Martins (.'airara ler.o cora uraa faca de pon-
DISCURSO PRONUN IADO NA SESSAO DE
9 DE NOVEMBR DE 189.
REFORMA DO SERVICO DE BMIORACXO
{Ccntinacu)
O Sr. Coelho Cinlra-Pedirei liccnga C-
mara para ler a apreciago que o digno chefe da
eraigrago argentina faz em seu relatoro en-
!o publicado, dizen lo que e-a urna rerdadfiri
infelicidadc, para a Repblica Argentina, essa
corrente de emi^rago.
Di/.ia, Sr. presidente, o honrado Sr. Lnstarria,
chefe da oficina de eraigrago argentina, era
seu relatuno, que live occasio de lr, que a
emigrago argentina da lugar a observacjs
curiosas.
COnsideranlo que nos ltimos 20 annos a
eraigrago attingiu a meio miihn, eqiedestes
seguramente 35iinil tiuliam sido homens tra-
balhadores, de admirar que o pata nao ten a
obtido raaior proveilo de urna to enormeaf-
fiuencia de brafjg
Aqui que coraega o co .ceilo inteiramenle
opposio aquellos aqai feilos pelos nossos com-
pilrioias, que nao conhecem inleiramente esse
servigo (Apoiados).
Diz este importante funecion rio publioda
Repblica Argentina : Porm desbragadamen-
te a emigracao al hoja ha augmentado princi-
palmente o consumo, a imporlacAo de m-rea-
don s est angeiras eievou se a cifras mu altas,
emquinto a expor.ago nada lera que agrade-
cer eraigrago. O par/, necess'i antes
de lu lo de ura auzraunto de populagao A
grande maioria dos emigrantes tteam em
Buenos-Ayres e em outras edades ribeirinhas
para cujo progres-o ho cooperado poderosa-
mente, o sendo essa em:grago em sua raaior
parte oriunda do proletariado das cidades eu-
ropeas, coraprolien e se qu^ nao se queira de-
dicar a um trabalho productivo agricultura e
explorrgo das riquezas naluraes.
O emigrante prefera o ganho fcil das ci-
dades, augmentara as>ira seu consumo aera in-
fluenciar sobre a producgi e alm do mais n>~u
quer radicar se ao solo.
Logo que tem economisado o suffl :ienle
para manter se era sua patria cora urna existen-
cia mais ou menos livre. regruesa a seu paiz,
retirando desta maneira da Repblica, para cojo
progresso coolribuio mdirectaraenle, nao s a
forga de seu trabalio senj tambera suas e 0-
noraias gandas exclusivamente pelo augmento
do consumo..
V pirlanto, V. Exc. quaes 03 fruc'os da
chamada eraigrago ezpontanea, qne afliue a
regio pl.intina
Esta emigracao exponlanea produz peridi-
camente nos Estallos do Prala uro phenoraeno
econmico curiosissuno
D.-pois de haverem atfluido era grande mas-
sa, e lendo f-ito pequeas economas, trata de
pasaar essas quanlias para a Europa e as sora-
raa3 destas pequeas parcellas avulladando, e
a imporiago augmentando coniideravelm-'nta
sobre a exporlago, contribue para a queda do
cambio, e Dar a perlurbaco econmica qu*
nonn,ll|.,nwnU niiJ.OIn .,a. II-. Djiouuo pu.i
nos.
Como ronsequoncia inmediata da to preco-
nizada eraigrago exponlanea, apparecem os
resultados econmicos que tanto perturbara o
progresso daqueilas repblicas.
Felizmente, Sr. presidente, apezar dessas
marchas e contramarchas qu o governo do
meu pas tem lido na resoluco dessa momeii-
toso problema, que por todos" 03 lados que se
considere torna se cada vez mais comp icado
entre n. pelas ilificuldades supervenientes ;
quanto mais considero todas estas difiiculda-
iies, tanto mala ma cala no espirito a necessi-
dade de se fazer urna propaganda eficaz ten-
dente a destruir esses verdadeiros preconcellos,
que nao s os nossos governos, como infeliz-
mente os nossos legisladores leera tido co .Ira
as despezas que se fazem com a eraigrago-
Senhores, eu li um trabalho do governo in-
glez, que lodos os annos se publica, relativa-
mente Australia, este conceito. Retirj-rae aos
Irabalhos olfinaes do Buard of Trade.
Diz o segrate : para ter eolonisago, mis-
ter^rastar para obter alguma cou^a.
E foi assim que a Ing aterra, Sr. presi lente,
pouda transfo-mar aquelle deserto rido que
se chama Australia era um paiz de mais
dequalromilh6es.de habitantes. (Apoiados).
E quem Id os servigos prestados na Austra-
lia, quera compara o qus fi ella cora o que
o B azil. quera estabelece um paralello enlre
eslas duas nages desde sua origem, v que
devemo3 seguir esse grande ensinamenlo 08
magna quesio de eraigrago e eolonisago.
(Ap >iados)
pYoseguin lo, Sr. presidente, no segundo pe-
riodo, a que me refer, o o que decorre da
I8'8 al esla dala, notamos que a entrada de
emigrantes no pju, em 3i 1|1 ann s,_ foi de
76"-0 0 emigrantes, despre/.ando fraeges-
Diz se, Sr. presidente, que esta cifra ni-
nhmna era relago a de ouiros paizes, que Si
leem dedicado a esse ramo de servigo tao na-
cessario a seu desenvol/ment, e que nada
mais se tem conseguido enlre n3 seno aug-
mentar a corrente emigratoria, alias era grande
desproporgo com sacrificios pecuniarios fcitos
em pura p.-rda.
Nao exacto islo, Sr. presidente.
A cmara vae ver que, comparando-se todos
os Eslanos, que receberam eramigrago nos seus
priraeiros lempos cora o Brazil, us temos sido
a Nago mais favorecida neste movimento. -
O Canad, Sr presidente, que cura com aran-
co deste ramo de servigo publico, que nao pou-
pa despezas para desenvolvimiento de sua la-
voura fa-eiiio sacrificios enormissimo, recebeu
de 1810 a I8I8 -i88.000.C0) emmigr^nles.
Estou comparando periodos iguaes, desde o
inicio da eolonisago al que c-, egamos a po-
cha actual; islo comparando 35 annos dedi-
cados a nossa eolonisago, com 35 annos primi-
tivos, em que essas nages cunrara de to mo-
menloso e imprtame problema-
A repblica Argentina, no mesmo periodo,
receben 469.003 emigrantes.
Os Estados Unidos, era iO annos, recebeu
230.0 0:e a Australia e possess6es inglezas
do pacifico, nesse mesmo periodo, rec berara
apenas 95 700. .,
Sr. presi lente, V. Exc. sabe qu; o Brazil
oi colonia de ura paiz demasiado pequmo, de
um paiz cujo exodo.de populagao por assim
dizer, insignificante.
Dahi a necessi lade n leclioiv-l :a omentar
urna fonte de emisrago em ouiros paizes, a
por coii3-quencias as dificuldales superveni-
entes a esla ramo de servigo- .
Nao obstante, fomos nos que no p-riodi ae
3". annos liveraos 76D00J emigrantes^
Os Estados Unidos tiveram era favor de sua
eraigrago, alm de uraa propaganda sjsleraa
tic .g lodos os estmulos que a HbrJada que se
fruia na Amrica proporcionava as geratpjs,
reli-'iosas e polticas no comego deste soculo, o
aue"nao pouco coninbuiu para eraigrago, dessa
inassa de einigranlos que affluiu s plagas ame-
ricanas ... j
Os Estados Unidos, colonia de ura paiz qe
trinta e tantos ra.lh6es de habitantes, aulena
lodos os annoa o xodo enorme de sua popula,
gao laboriosa. ,-_-.i .
Sao obstante, fex sacrificios extraordinrl

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|IK.mC8 de Pernambiico Cfceinta-feira 14 de Fevereiro de fl8*o

1155 primeiros anno3 de sua colonagao: do
givermdos listaitos-UBiaaa procura-nao sj-
subvencionar enipreaas de .aavegaftu, onde os
eaiigrantos poderse enaontrar p mugan bara:
tae segura at a > pinta daaeu dntini, nome
fez grandes canees,***s nadadas agmolar
para qu-, 1 >g> que o emi.Tante apwttw i
New* York, losse recebido e .-nJuzdo a la*
belecimentos coloniaes
Ah funJou se o famoso CaseCrardan,
na- u;n i'st.ibilecimeuto mudalo m materia
de colonisayao, mas que nao po e abnlutaraciita
servir de mdelo ao Brasil, por inuitaa riwois :
etn primeiro logar porque es*e eslabeleciraeiiio
mautido por urna asnciacSi subvencionada
embora pelo governo qua ralo recebiraento d(
emigrantes cobra um imposto pjr capi ac>>
do emigrante ehegado. Uto tem feito coui
que nos ltimos anno:, lunge dos listados Un
dos rec.beremeste, grande raavimento de emi
t,raco que assignalou as priraelraa pochas de
sua vida poltico, tena-a liavido exactaunnte o
contrario, dantos* este iluto e refloxo d
emigracio, o que nao pouco tem contribu i
a alta dos salarios e para as dilculdes
para
visto aquella na
excedera do b'-l
em que ltimamente se tem
cao.
Mai, si ad IfefMBH a estes grandes furores
que taz a Hepubhca Araerioin i aos arma lores,
e a todos os emigrantes que afli->'m aquellas
plagas, os neenttvoaeaormua, que all existem.
concesses le ierras UU.bitra.U-ne a preciso
de suas delimitaco.---. e, o que e mai--, a indus-
tria de caiiiuihos d-j ferro qne abrem deserto.-
desconlieci ios e multas iin.en*?travers, pira on
da estabeleceu o svsleraa do pionier, que e
o meio fcilimo de obt-er ncs Estado Unido?
trras peto direilo de preeiupgao.
Foi este o'rauor incentivo pora a emigrar; i<>
Assim, o mdividuj alli oliega lo e que faca u-n.
derrabada, e atabe lecaado inoradla elfoc iva e
iniciando a lavoun, este in Imano Ajiwidera
do proprietario do lugar e tem o direilo de
vendel o como u i propriedade liquida nos ter-
mos da in americana.
Alm daao a faeiti ludo do3 caminlios ferro, corlan lo as uraUa-, abrmdo nevos hon
sontes ao dcse^vo'vuii'-nlo da colonigao, fa
cul ando ao mesmo lempo raeios de con lucc>>
para os gneros produzidos, contribuiu P'de
rosamente para o iMs.'nvolviraentoenormissirao
da eatomausaa daa pan
Ma America o aarnco de-terrase de tai ora-em
e importancia que, no ultimo ralatono se nota
que s na veriti.-agO di irn-d c' de trras es-
lo empreados 150 .griin.-aiores erees, qU(.
corres jondeo entre M au enganheiro chua de
medican de Ierra*.
N E-lados-C lidus, a barateen ide sua* Ibt
ras a a facilidad: de co.rmunu'ai.-G :s o in r
tivo que mais cunribue par o emigr-uit-- s
esUbelecer na Repatrian Americana.
Foi esse o poderoso elemento de *ua gran le
prospendade agrcola industrial e de sua grao-
deza. ( \|)>dalos).
Em (feral, Sr. presiden'*, nos tasemos mudo
mo JBWO a re.-pi'ito la ftevatan das trras
d'voluias que entregamos ao einigrantif.
Si nos cstudaruiirt essa questo a taz dos
fados notamos, por exemplo, nos E-lados-l.ni-
do?, que em K anas, que tem perto de 6.'00 ki-
lmetros de via-l'eircit, custuin M Ierras 2.66)
por geira, ao prazo de 11 ann pagando no
acto da compra apenas* urna, torca parte do va-
lor, e tundo urna rdaofaa de 30 "|, o pagamento
inmediato,
Amargem da vi:i-terrea Titftkl and tinto te
JtoMy veodero-se tenas de 1*)'0 a AMrtl a
geira em con l*c m s inel'i.intes.
Km melbowa looadaaa apiolas da Cali
forma cusa 0 h rttwe oiWO 0 da -nosba moi>.
e em /i au- is esse preco nao
em con tiQBOa sem-lliuiiles.
(Janto mais s-i alfa-itam dus liabas for. eas
tanto mus baratas so i rtiaamraa ter-ras -. parque
o americano liga gran le iioportaoola attesitiria-
de de communu'ac;!S, qite a vida e o padi-raso
motor de h-senvolvinieolo djs log ires nevos.
as ni lli ires kralidades agricoiasdaCulifor-
nia, para oade afflaa a emigrac&>eiu i.'/.i, qhw
taas p-.'iturbnjes.tem tratido a colonia eavo-
pea naquella so.-ia, pela fcamaaaa de salario e
sobriednde do cll.m, is facilidades a acquisii;iO
de trra exlraor unrio.
No Cacada > can un ain la leflfceeaa grandes
exten-O.'S da ierra ImpmnkmiI, a em'granles
que ah s po leal eslali d( c-r, cli g.riilo ess i
arca a atingir *a I 0 i -'O geiraa de multo as
melliores cou lic:s e irox'inas .is cda les inte-
O Canad liga tan'a importancia a este servi-
do de etnigniratb) que prantiM .-'amara eaia
model' de os mamna, qa f*m a visia, por
su:s illusif.ic -s, e que l i luns resallados le.n
dado em seu sysiena He preiMfcanw.
Esses tcappaa, oaaaa at-aan, lirt'-rem
muito destjs castaa bbntea o cartas corogr i-
pliicas que ge muadnaai f.izer par li u aame-
Ibante eqee jasen no pi dos arcntvos das iijs-
- -.-re arias.
'or esl:S nnppas uniluus cujas vinlietJS e
resumo dus fjvor- taot > tm akMHribna, pan
fallan lo a vista de eaaigranle, iadasil-0 a ex
patriai-ss em bus.-a le vaiii.ig ~o qu: ileaespe-
rain de oblar na patata me, sao gnai da r
imitados. Alli o anigranM c timautidi por
dispesifU regulameiil.ir.-s .rul:ir.-s, des.I i qu-
parle da Europa al que SO gl i-locat 1 ule pira
onJe vae I rabal bar,: ato > Uaien.qaft-aillng
sua mxima pivspenda le, p.l i atMquma de
seu Inrbalbo.
X) Ganada, paiz gran I como VV. EEx. sa-
ben; formado p>r umsvsh-iua le c .nf :duiacao,
subirdinada ao goarec weentral Miaaneate pelo
elo da supreini magisiraiu'a, asadininislra-
jOcs muni.' pies e a ad.nimstracao do Estado,
proporciona'!! ao enignnle todos os favores e
vaongana aampaliaoia com o bem estar, akaa i
igual, pido mam s mud semellwnte ao dj q e
eilesgosavam ni Bornea.
A Australia qu: com > o Brazil foi um presidio
de con li-mnalo-*. ti-in um i lagaaUebj modelo
que nao pouco tem natrtbukM para o djseovol
virnento immenso da saa eiuigrucao.. coiite
qu.'iiio colouisaco e riqu-ia.
O Sr. l'resi late-A lista lia porta accusa a
prcsenca de nonaero legtl de Bra. di-putados
para pruaderien-aa*ota$oea Fejo portaoto a
V. E'ic. a litan a inierromper o seu discurto
par se venticar si ha numero.
O Sr. Coelho CintraCom todo oprazcr. (Sen
tana).
(Contina).
A' grade conserrava se outro offlcial do e3ta-
d i nwwr, s deixando eairar os jorualistai Com.
cartOea.
A's 8'l i todas aa .tropas -das qaarteis estao
col locados ata voLta da imaosa pragad'arxas,
oeste fluimanto os dastacanaalos da dragrjes,
de couraceiros e arlilharia maetedada escola
inilitor, saUam dog:paieos o vera preuacher oa
ltimos claros.
O sihncio profuu lo no pateo e na prac, to
profuodo que se ousre o rodar dos carros que
oajsa-n entre a fachada da escola militar e a
galena das machinas-
Um quarlo da hora ante3 do momento llxado,
o general Darras, commandaale da G.* brigada
le infantaria, acompanoad de us ufliilaes,
chegiva ao meio do quadrado, passando perto
do carro cellular que havia conduzido o condera-
nado, pela mmha prisas da caserni. onde elle
asperasa a hora da expiacao
O sileocio mais profunlo proporc5o que
se approxitoa o movuneoto trgico. 0 aspecto
10 pateo solemne, com as suas leiras de tro
pas ImmcA'eis por'bwxo dos-editicios terreos da
cantsaa piuladas da brinco cora lanellas ama
relias. De um lado, a abobada dos Invlidos,
do outro a fachada da Escola de Guerra, onde
se destaca era preto sobre campo branco esta
iiseripc-ao: Escola Superior de Guerra,.
UivijruH 16 a uto dos saus urilbaatea alumnos.
Os alu:nnos de hojj estao agrpalos all era
um terraco, dominando o imponente e triste
esiectiaculo.
Os minutos escira-si\ longos ; o grande po"'
leiro d) relouio, entretanto, caminha; elle chega
aonu.naro XII, o general Darras levanta espa-
la, os peit03 palpitara unsonos de anciedade, o
general J a vo/. du commaudo, logo repetida
as linhas de lod-ts as companluaa.
'Hombro,.armas I
Um raido seno de fuziSiapoiondy n contra
os hombros e niais nada.
Ao fundo, n> ngulo de uraediicio, oada ha
um lerruco o n que se acarra os olliciaes di lis-
cola da Guerra, v6-se mo*erumgrupo, Alfredo
reyfus, cercado de quatroortilheiros,- acompa
nhado por um tenante da guarda republicana c
pelo mais antigo oioial inferior da escol a, que
se approxima. Entre 03 dolmans oscuros dos
arttlhairos, v-se destacar claramente o ourodos
tres galoes em trifolio, o ooro dos galoes do
kepi, a espadn refulge e de. longo aa distinguen!
os fiadores prelos que sepreodeoiflo punlio da
espada
O grupo se encuminha para o general Darra-s,
diante do qual se acba o oscrivia do coosolho
de guerra, o Sr. Vallecollf, orlicial da adminis-
iraco U:n eignal do cotnmandante da3 tropas,
os tambores e clarins tocara a sentido e o sihn
ci cabe de novo, desla vez, trgico
O ornsial approxiraa-se do condemnado e-16
era v>z clara o julnmento qu-; condeinn-ra o
c.-ipito Dreyfus degradaclo e deporlagao em
recinto fortn-alo.
reyfus escuta silenciosamente. A voz do
general Darras eleva-se, levemente, timbrada de
emecdo :
Drevfas, sois Indigno de usar aa armas.
Bra nora do Presidente da Repblica nos vos
dtrgradamo-3.
Ureyfus exclama ento com voz rirme, onde
:ao se distingura o manor tremer:
Su innocente, jorj que sou innocente Viva
a Franca I
A rauludao, silenciosa at ento, agita-3e e
levantas: ura gr'to : .A' morte I
O clamor cassa-logo que se v approajimar-se
um ajulante-encarregdo da triste mieso de
arrancar os galoes e as armas. O aju lauta ar-
ranca os gulojs da ouro do kep, os gales em
infolio dos i>unhs, os bot&es acantos do dol-
toan, m banda vennelha que o coiideunaio traz
a ci.ita desla a sua entrada na Escola l'oly
lechnic*.
Falta a espada; o ajudante arruma-Iba e
quabra-a ao3 joiilios; um estali lo secco, e os
lona p: lagos caliera no chao.
O cinturao lirado depois, a bainha cahe pDr
sua ve/, com ruido stnwlro. I^st acabado.
De novo, san indicio de emocio, a voz do
coiidfinua lo se eleva-:
Son innocent'1, viva a Franca !
E cono que sacudida da ru;sma impressao,
a.) ouvir essas palavraa, langa ain la o uiesrao
grito :
A mirle.
Resia am la ao condiinnido passar diante da
seus cara >ra lase seus 3ubrdinados da ves-
pera. Sulta sobra o que forana as insignias de
na n->lnnl'>. ailfl StflNH irridarm-a. virfio li.
vastar daln a |K)aeo. Entre os qnalrunrldliei-
ros,de aran aosnnlwlBbadje, qunalo r-
la p do tente a aculante da guard* repuhii
cana, ella pas3a erecto. Chegalo aert da
gpidi divr-a a multido por traz da3 tropas, e
grita :
Sju nnocentf, viva.a Franca !
E s.icudidoj anda, os railnares de assistenles
Ufa o mano f nuilavel grito :
A mo te '.
A marcha contina : nem raais urna p:davra.
Xam u n s grito i;ii ^gan lo, por.n, dianla
lo grupj dos-raprosantantss da impreasa,
ivvius exclama:
Direi3 Franja inteira qj sou innoicn-
te -
A multidao grita ain la :
A' morte.
A a ola do quilralo est f'-ita, o coad-im-
nado eoadusi lo ao e rro cellular que sa pe
i-rn ramm.-nto e leva Alfredo Dreylus & rapur
tigJ de. antliropora-'tria e dalu pnsfia Je San-
ie. A viagem fez se sera acciden.es, de vez
era rannrto gritando A' morte.! os transeun.
les qne vinn passar ocurro cercado ie guardas
republicanos.
A parada havia durado II minutos. Aos
sons da mtisici do 39 de infantaria, os sol-
dados deertlam mostrando por sua attitude
que a falta le um djlles uo pjlern atlingir o
exercito.
A multidao disparsou-se commavida. No pa-
teo Alfredo DreyTus declarou aos sen* guartas :
Sm innocente. Se entr -guei documentos
aos estraugeiro*, foi para engodo e oblar ouiros
mata consideraren; era 3 anuos se reconhoce-
r a verda le a o proprio raiuislio rever o meu
proces?o.
laprrar ao p 'Je: sera p-ime ro concertar as des-
aie-c*J 3"8 teax-camos siiveusUi.
l);po aun latnisiatio lia*paabol leo de com
i.a~ e. no ticiute a regala ida tu ta.-imircn-i,
so u um draclar da aala-.p-.8ta-. na e a>qus pr^-
jeliu os eainmbos ae ferro. Hi-d eraaragenj
'.sa3, para ou4r rin'.e t*aaa as- postilan? e
trinaa reno os ma rs. Kaa se deaai-eila s
nao na eatasaasegointo.
Por isso, o-St. liagaska, qae uAilaaeprj) aa
alaa e conawe c-iao ntugas-n o jago do/psnda
o poltico, tsanoa as medidas coa venientes :
apsu o pjstrhiio caifa^o, Hr. Am6s Salvador
fez siDir a seta ou'ro, o Sr. Canalejas. E ao
diligencia l val
u'algaua da^
TMNStSII'CltS
A dc}fi'acla Nos ornaes francezes encontramos a descrip-
c.&o da tremenda punio impostapelo governo
francez ao capito Alfredo Dreylus. tondemnado
pelo conselhu de guerra degradacao militar
por cnine de traigio patria A execuco desla
BflOleoca feta com a publicidade solemne de
que foi revestida, cora effoito, um espectculo
impressionador, e p te-se perg-untar com segu-
raon se i i urna capital, pela qual tantos recia-
navam, se esee grito de morte que a populago
de Pfiz repeta eraestribilh), durante a execu-
gao da sent -ngn, como nos coros dn tragettias
antiga?, n&o uraa p?na levo e ppefervel em
coraparafio cora a torturante punigSo infligida
aquella traidor da patria.
Dasde cedo agglomerava se compacta raassa
de povo na praga de Foutenoy e as avenidas
de Saxe e Lowenlai, por onde devia pa3sar o
condemnado. Os espectadores collocara se por
todos 03 lados, e podern perfeitaraenle ver o in-
terior do quadralo formado pelas lrooa3, e no
ceulro do qual Alfredo Dreyfus irempoueo
tomar lugar. A parada de exccug&o 6 bem pu
blica como exige o cdigo militar. A multidao
se raostra calma. A's 8 horas da manha, un
esquadr&o da guarda republicana a cavallo for-
ma-se era linha diante da grade, em frente do
publico.
O reculhimento da multidao se accenla ain la
at s 9 horas, e a batera dos tambores annun
cia o comego da parada. Todos 6e peora uas
pontas dos p3 para verem o condemnado, que
avaoca pelo fuado do pateo entre os artilbeiros
da es olla.
Desde s 8 horas, as tropas designadas para
fornrarem na parada, iam comparecendo na pra-
ca. A' proporgao que Iam chegaodo os destaca-
mentos eram conduzido3 para o lugar designa-
do previamente, conforme o plano de que cada
cotr.mindante de corpo linha recebido um exem-
prar. A execugo de todas as ordens sobre a
organisagSo da parada era inspeccionadaQpor
um olcial do governo de Paris.
fEXTERtOR
KUROPA.
Uespanlaa
c:.zc aiini?.erial re-olvida pel rC!mrJ08cS
do gabice'e Sag^st?. -Iitaaca 'rs ja-
t dos cqs-iuc;,-;0 >es e a da rainba e-
geu e etn f ente ta al tse destea.O
novo Btnisiro da [need*, aas-dcclara-
g'S e o epi'ilo proi^ccisalsta do po
Uticos e pansa h^panbees.As cama-
ra.Pro*idn-:l88 gov^raameiises
A iniDrens-i e u Sr.Laon y Cas ello
Sollora de socialiatis inculpa tes e p^r
P8guigSo de re?uolian s em BacsIoD).
iK-iC.ilo o-emb.iiid r ra-rroqamo.
Reeepcao do arauaua-or da Rama
M;uistr j plenipotenciario jaato ao. aa-
vemo da Chili.RalsincacJio de isoed:
CoolLcto entre depatadoa Enfermos:
e ex inc as.Metais repblica oes.
Espada offerlada ao rei pela escola mi-
litar d' Tol"do.Tem ei.alee de neait
e inuL;dsg5j.--. Ou ras ootiias
-a, to;a a fasttgar, e a pssadi
*em^e naojiaia-'.
A ma laes pm massa fa*-se ha
proxlauaeeMCijas.
Nao nos-parece, com'ndo, qa-o aotaal mims-
'.pno possa subsist" c mo esta ; paisaSr.-Anar-
aura li;ju mono mal fa ido oaqieitao cao o
Sr. Balmeon- e-dilSiilaiente podara, msnter-se
ao poder.
As (d-tes seguidamente aoriram uis ressoes
toterrompidaa duran e a resdagao da cris-*.
A locta eatre oa oservadorese os lioerass,
lama (o :iu vehamaote nara &o decidida, ma
i Rabnta, presidido elo Sr. 8ag*sja, cootioua
a affi-mar ana gr. na e>i"rgia ir aun: firme p-o-
po3itode camp.-lr o saa dav.' ; lato qa? com
jsu det-siaisas de ia;o uestatrl vator, dis-
i >aio de eraade iiiflaeocta e de laconieBtivci
i >-4 o,'.Bod oes aiai cini do iwilamsnto
iT.a repr^jeo'-agao 'ie priaaeira oram, reanj
MOdigOss ex:e"p;ioaaes para fazer governo.
E' ovrto qie oj eonerwadores tatniera dia-
p-ra de e en nt03 imprtanles-a qas o na
iiius r* chils- u a das mllstdvalidadea mais
I Bt-ootaa do sea uaiz, usa t gara eolmloaata da
..ni; C4 cootemporaaeav'eialteU'e par amena-
i uabiiissimo e tera era votta Je i nomens d
Incoaiest-sv-il meracuoanto. staa-a Hesaanria
isaem;ulne;trt liborol-e o S-. Cnovas d I Cus
Ho cofr-ervadordanaido, com mmestas iiv?-
gr>8 com os Inmensas reanion -nn, oSo ex
cciDanets< ympatnieo a mal ri do paz.
A SU atliti4 oa gae3t4o m traUdss de
- loman rcio azeudo ansvanr com jromissoa to-
mados em neme da Brci pj3 seas aanra-
ios politi'"in, creoaiae u*ai cefa indiaposijSo
por ra te das ctfanceHartas estrangeiras, e nota
I-i i'ius ai pi9-i ii directane.ite iiflaw-n*
joluica interna da Hetpaoba, a niogaem con
mdo e*a do4d* de qae. pelo memento, o "Sr.
CiOBVaa del GmiUo teri; grandes dLili-Til adm
vejeer p.ra voliar ao poder, emquaoto- que-a
dioagaodoSr. Svg4ta parece- garantid pii
wnSaoga da carda tanto cimo oslas excelleote
dip-sigOes elle n s a *ea respeito.
U Sr. Staia e seus corapaaheiros moa
trara nSo ligar a ua mor Importancia aos oa
tos iasManm qse attrtlwem urna grvida u
eoaaideravel ds divia6es do3 rapos libaraes, s
indeci 6-s das .ouimaa e as rivallia-les da
chafes das fra ?0^s lioeraes, pareeendd p-in i"
oalmeu'.e eguro de quedrlarnpaari das diflicut-
dades qae p-f0'cupam vivaaiente a oprniao e
a i nprensa.
O Sr. Absriuta, miu3Cro do ultTaaar, tem
iuaal pimplas aa soas -eformas-emanas, e es
pera do patriotismo de totoi 03 partidos qae
a:et em urna fjrmuia.de conciiiacio pra se'em
sutiafiMiaa as asp rages das coloaas, ae-ido qae
tax'beu o Sr. Sjgasta espera qae at 30 da Ja;
ono esiejara votnos os orcaineutos e >s medi-
as que o governo jalga mlispeniaveis pi
eaolver a qassUo flaancaira, bem cjmi qae,
oo' ter conseguido a prorogacSo llimitadi do'
ooli vtveod commercraes cot a Hjapanna,
nafera lempo sulMea'a oara se faier aaa re-
vhSj coascienciosa da piott de 1S91 e attender
o salvaguardar tolos o> legtimos iatere3ses do
commer>:io e As oppoj goes. coma lo, es'.So lonee {s i'so
lgico e itm sempre sino esslai) de parlbar
jos onaoijmos do Sr. Sagas'a ; pois julga n
le *b par mlag'i o illost-e estadista coise-
.jaira fazer marchar oncs pir multo lempo os
nfttsartw b oj anersari03 do .borne role cu-
naan, os livre-jammsus e os oroiec iomsUs. os
demcratas e o ceo;ro direlto, sem fallar no^
uJwa ma-a a_llentjs da poltica, qae com g*m
mr a nosiaigla das pasiae. Nesa moairnto,
p.ra), os micos adversarios latransigenteJ do
amroa aiJ os conservadores, o grupo doa
ortaodKM cjptiuaatos oelo Sr. Caaoras de
^a-tlll), e o dos dissi lentes,
.ios novofc*, freote di iaal
v-aosttiieaa lodivnua'idids
Slldi e V.ua.ver.ie.
O i'. Canoas del CasiiHo, n'om discurso re
..enlmente feuo no cea tro conserrador, dacla-
rou q-ie nao farft erande oiiposigso i votagio do
o'cameno de 18J51895 pirqae canta lar de
no er-iar cja elle, mas qoi combater eaergica-
nenie tjdaj as oatfrai medidas do governo.
&' 4*m qua oa coaserva lores, por org&o do
ses .'ea-le decUram qae o S-. SagasUdeve
aOau-iooar o poder, oj tmaresse do pa'i. Mas
ente S- j declarad as c6"ei qa^ o pimo lie-
ral eatia bastante forte pa-a realizar o seu
orog'ammi baatteeiro.
Ni-- ha-da, eotreanto. cootarse sin la hnes-
oed. o *r. Cnovas del Castillo, que privaran-
do rifunlir oi.partido-' pal ticos existentes, pa-
reja querar imiior-se e cheear ai 4oler, nSo
oostaaie a divisa do s^a pitido e a falta do
apoio D-ncioiJ do mar-echal M.rtioez Cuaipoj,
nji i/ifliencia-pessoal incontestavel
Aigam canoeo. qiereolo saoer a opiolSo
aareebal, ouvio da sua boeja o s-guints :
h,' loacura da pte do Sr. Cnovas atacar o
ioo miulsiro, S'. Cwalejn. e encarregar o
,-n.is violeo-o dos eeus amigos de defender as
suas id-8 na caraira. >
Martin'Z Campos, de mata dS39, cjaaidera
toma aosoiata f-dia de ineto poltico o beta
ae a.acar os repablicanoa que eem adheriodo
is iiwiituicoes, faria4eeer a -regncl. E' absur-
do, diz elle, pausar o'una mudanga poltica, a
jualserla um* pnnabanla nara o paiz e toro.-
-ia uocessanas nov?s eiigOis. Em Cuba, so
nre-u io, a -iluscao Derigosissima. ttesumin-
lo, oreciso que a coii coolinu" a sasteatar o
partido iioerat.
Enquanto ao Sr. Sagaala, Interrogado tata
Oem, deciarou qae as rodomontadas do partido
cou;ervador o deixam sereno e sea temor ;
aabou, fcegundo dase, a frmala de fansaegao
con os parrildos polticos da ilhi de Coba, e o
(ex'o dessa traosaegao A 8itacJ da raioha 'egente beca pooco
ag-adavel, exposta a ca'la momento a verse
oongala a mndar df pol-ttca, a realizar elei
jss gevea to apprcx'madas. Desojara S. M.
qae a rotagio constnucioBal dos partidas se h-
ifsie regolarmente p"lo3 periodos de cinco ao-
nos de dnra^ao conti'uciooal das cmaras ; e
lamenta que em 1890, depois de cinco aonos de
regencia, e visee obrgda a dispensar os ser
vigas do Sr. S/gasta, porque oa li eraes esta
vara raoito divididos; em 1891 a conceder a de-
misr-So ao Sr. Cnovas del Castillo, porooe oa
altos Inflantes regeneradores se nSo eotendiam
acerca da nomeagao do peeaal superior artmi-
niUrativo e poltico ; e agora oevamente expos-
ta-a ter qae mudar a direcgSi dos negocios pu-
rilinos e a ordenar nova9 c-leig5j.i porque os li"
eraea nSo estfto campletamaute de aocordo uas
quettoes ecjuomicar.
Talvez porqae falum consreraagoas irosa
o gntia descompassadoa, camioba regula-mente
a e aboaagSo dos organentas.
Molestamente, mas sem des uida'-ae, in'or-
rjja a C>rrespjndeocia le Baoena, vai trabi-
ropo briloan'b
se deaiacim' as
de D. Francisco
cmara, a ama ioterpeacad doa coose va lores,
fez a daclaratf o seguiole :
c Naa sumaa todoa pro'anlanntei; lj .ba
livr---nmbHtas. S uifTenuua doa.coecad^i
rea emqnnta. ao grao de pra'ngio a.n jalg
mas laalspniajfel prodacen aacioaal.
naa, o qnaarari de bom.de swaigai e dn orti-
co esnraadoide compreliend r as retagOncom-
merclaes 1
Sa certo.-diz um jornal Iranias, que a p >lr
tica internactenal do aossotampj. as bissia.uj
inte.-esses, e-s nos lote easaa, uao aara.temer
que seja Hoposivel, no futuro, qasn^er agro-
pjmea.o de pote icos, pola qae oenUuma cura
exciasvameaae eeno doa seas iu'.eruaea?
E' p ir uso qus aisia-se anda ha.pouco qua a
liveraidade dos iote-ai3es mate iaes levara a
deaaggre^oaiJ 363 s'/atoi-Ujidoj, aade-oi ja-
leresses-do leste, oe>te e sul difl*jrera nivir
mente uns do i oatros ; e o qae se passara. eoia
nesta seta Europa, one nao.omeote na in e-
resaes dlverioa.mas se trata lamoem de inven-
tar novoi, aub pretexto de preparar a paz oui-
veraal e a f atemuade >
A cama a dos diputados approvou o pro-
No da 3 e Jaiem, tar^s es'eve por al-
gara lempo i purU danasa d> iocaLdo com aa
oriaoga tes sena.vg,at. ta.qtn.es mo m
oeoa enea los; a no^te-arjt'0-ae un Untla
CTuraodaio e disse.o ao seo criido do-qaarto,
ou p ateniendo fi^r no apo-sna do sosa, ole
o ei, porque o cenar..-l upvczve, dizeaSo.qjae o
shu muoamorio era.s.m mt orlauct-.
Ni manha da ser ob"-a daS'Oi tobosa', o
jnado reistrou uo qaaaiu e foltoa um gtitoiilf
terror ao ver Pava aslnMino no aao, u ronti-
naao lo em grandes gntos, i s oalaus servase
por fin os duques de P/im uao la-daraui a acu-
tir.
A dsqueza le.e ama syocope ao ver o corpo
iaautma Gbamados mdicos, estes venftearam que Pa-
? a ejtava mosto. O general de.via e- aeseon-
di re>r de noite e levantanIc-se sollrera um vo-
mito de saogae, come o desonstrava a porgao
de pangue c .-agolado qie havia no chao jcritj
do sitio ojie o .Unte-general cahes.
O d a 3 de Janeiro ua ms oa da general
urna data d'mlliieu na ; e os espirites aoparati-
do
O S-. Sagasta com a soa reeonheeHa habilida-
le-canseguto vitar a orise mmistea1, qae de-
cli'ou se pilo peitdo d de.missSo do Sr. Sal a-
ior Am", ministro da faieoda, em consequen
;ia da voiago do cromato de reforma das tarifas
:as stbutaina.
Aberta asaim a crlse. as cortes au nen-lersm
sa-aa aessors ; e o Sr. Sigasta ent'ou logo em
oafaen tai cam os Sra. Egoilio', sp^lej-js-e
Z-jiloo, leudo recasado a pasta da fazeoda o Sr.
Paytiean-.
Sem pe na conflang de remover a crin, con-
iarI-i na ettuafao sa quu levan a;. -:e, anal
uma vez rb goo ao resaltado de re^omoor o ga
o ,ete a que pesld, tranido para elle o 8r.
i'a'ejaj, qoeeotrou psta a pasta deixida pelo
Sr. Sha cr Am*.
O?, ba nns pon-os de meses, que nao navia
um c lse ni Heipanba ; e sjbrevmdo es>a a
qae anodinos resolvis 0,8r. Sagasta como
.iji ta-iCido, tsto airando por cima da borda
o sen collega da fazeoda, pola o gabina o a qne
preside, nao temo anda esgo.ado o sea pro-
gramo!, nao deverla cabir antes du ter soado a
sua tura.
A maio'la esta hedante, desanlla, iaso ver-
ale, OD* o Sr. Cnovas del Castilj mal pode
jectj 8Upprimlodi) os Jirel .os ps.-a a exportado
dos chambos.
Koi approvdo-e'n 1 discassa oes c6rte3 o
p ojelo de augmaotode Jire, o de Iranr..>$&>
para o trigo, ieado sido suspensa a i o j-.iou.jgij
Ja respectiva diouaao. Poy^cerfe- oppe-=e
ao augmenta, cajo p.-oj -ctj Idra approvadj pelo
canselho de Esalj
EitJ u n disc-jssao es p.-je,'l;3 liuQie.ros
prjpostas pelo.gov:. j
Dapois das lenas do natjl, reabriram-ae as
cotes. Sap^Oem qae etus sessoes serao oor-
rasioaas, princip lmente par o^caso da ais*
cassaj das reformas na administragao das Aun-
Ibas, que o gsTerna propora, e cuesmo qaerem
accreiiur qae pj.'si irazer a denissao ao mi-
jisteno.
Mas as comas nio ebega ao al easa pravsao.
p i.i o minirt rij ji ajj-uou aoro o uxto di
projecto de le, cuja propona em conselnj J.
minis ros fot approvada com modtdcigaes, a
julga-se qne asnim passa-a uas cortes.
Saoe-se quio galerna sabmeiieTi 4s c6--
es .!r.-.rsos p-ojecto- da le*.s para repra^sao do
coatrabaado.
O raa stro da guerra vai peJIr scdtsi um
rdito de sessena m.l pe^os paa aroaamentoa.
Foran nomeadaa camuispe?, umi para es u-
dar a crisa i .dasinal e Mdicar meJidas para
-omoalel a; e uutra para tutu das re'o-m s a
iniroJuzi* no paasoal e na cobraoga dus das atfaa ie^as das Ant-dias lUso.on.-.la.
Esiat>eieceu-8r> um acco-oo comnercul en-
tre a Hespaana e as EsUdos-Uiioi da Ane;rca,
losm 'iitiodo o governo a no'icia de tarea, eido
stabeleiidos treitoa e-pa ia ;s all pira a po-
da'o a un de Coba.
Fo! publicado ua cSacsta< o texto di e:-
tradi igaa celebrado com a Hsapjn ia.
s jToaes de ta.lo3 os uitiz^i sSo confor
mes em a:plaudir o S-. L o y Cistitlo, emba
xador em Pars, po- baver alcaugado do Sr. Hi-
notaux a p urogacao, sin; d e> u olas vi-
veadi cjim TCiat eatra a 11j?p infia e a K. ,u-
;-a.
A A' emita, piloi malot. tem se mitrado
maito meaos accommoaaiioia.
O governo, tenda levantado o esadjde sito
j,ae pasava sobre a cida ie de Birceona, tnir
leu pd- em liba.'ilade diversos jisiaUsias que
t tria n .a pr<-ses em couseqaeocia da falta de
garantas qaa na-via, e Cintra os quaas ni 8 -
descooriram provas de cnlpabilldade, uem de
narticip.gii a-guma dj mavimenio anarebico
anoo passado.
a mesma cdade foram p'&so 03 cmplices
doanaroista Silvolor ; e ah a polica p'rse-
gue os repuoticauos, sendo aetidos os vji ledo-
es do j rnal qae o-gSo dessa f.ac;j polili a,
que a 11 de Feverdro prr.imo ceieUrara a pro-
clama.jj da repablica na Hsspinba,
Ded-se en Uidrd um acontec rejt. que
emocioooa a todcs do mido mais desagrada-
vel que possivel c-inceoer.
Qaaudo sabia da botel oa Rj-sia a embaixa-
da marraqaina acompa mala de Zirco Delval e
introductor do corpo diplomtico e outros em-
pregidos do pilacio real, o eneral Faen ea ea-
oof.teoj o eabaixiJr, oinadi-'lbe8 : Gommu-
nica a teu amo que um neapmaol assim proce
ue em nome do general uargallo, asaassinade
era Mdiia.
O ajadaole da raiaha regente tirando da es
paia, impedio que o emoaixador fosae ferido.
o general Fuentes foi preo e aiada excla-
. moa :
Dsmons'.rju que ba vorgonha na Heapa-
nha.
A rainha regente, reeabeado.a emb^ixada em
auiien;ia mosiroo se indgnala e tit'.-ie -eu sa-
iisagss pflu off.-usi soff.iJa e prom uea cae-
.ligar.o geaeral Fuen.es.
TrooariJi-88 diacarso3-de eoo-frateroidale, ga-
r.nnulo a ran.lu c o emhaixado' a grande amt-
aade existente entre a Hsspanna e o imperio de
Marrocoi.
Q miuiatrc de eatraatretroe lelegraphoa ixa-
.idi llmente o minislfo bessaonoi em Mirro-
wp, ene rre^in lo-o de declarar ao solido que o
gorerno nao .- reprova u atteuwao como culi-
i-ii-c-ia devidameote.
O mrsmo ministro Sr. Moret telpgraphou
tiiOi n as grandes potencias pediodo-lnes quet-
ram coaslder.r o acto -io general Faantes como
'ara anta solado, reprovadj por tolos os heepe-
a: 0-3, aera distiacgao departido-
Oj parsoaageos da cote, prenotes, apre3eo-
laram ao emaa:xtder marro^uiao. as maiorea
desculpas, caosoraodo vivamente o autor desae
(acto lamentavel.
O* min.8irojem3 mais altos n&Tsoaageoa po-
liticoa foram peaoalmeote a emaaixada mar.ro-
qoini teaianunhar suas eympataias ao enviado
do suilo ; e t idos os geneiaes que se acbavam
na capitjl, firn visitar ao mesmo enviado, ma-
n fesiando-.he quanto reprovam o pacediirenio
do central Fuente?.
As cortes apntovaram uraa mensagem de pe-
zar eajeregada ao emnaliaoar Sidibnsha.
A embaixada marroquina tem sido mato vio-
lada. A iinpreo raprovun o desgragado suc-
aaan e pedio severa reparac&o; e conlinuando
a oocupar-se da aggieseao, condaainara aoartao
frncamenbe.
Prepiraraoe eslas ea bo^ra a embalsada,
teodoa rainha regente ag^-aciadJ com a Grut
do Mritolliiiuer ao Saltlto e ao nu represen-
tanta. ,
O autor dessa indigoidade, qae se suppoe lon-
co, esta preso pata responder i conseibo de
gurra, e tem sido tambem -felicitado por oc-
tros olfijiaes do exercito que encampam aqaelle
acto, cuja villana agilou fortemenie as libras
cavdineirosaa da opimao nespanbola
A rainha regente conceden nova audneacia
emnjixada marrcqana e agradecen es presenta
que la foram entregues em nome do salto,
reileraado aa desculpa3 pela aggreaso de que
f.a victima o embaixador.
A raiuha-regenie receben o enviado espe-
cial do Czar, qaa velo commuuicar a aaceofto
ao lurono de Nico 4j II.
S..A. oflerecea um banquete ao p.tacipa Imer-
tifj*ky. ao qnal fui prese He todo o ministerio.
Lopes Gjijarro foi nomeado mlnis.ro da
He8panaa.jumo ao gorerno do Cnile.
Deacubrio-je nma falsicagao de m edas
da prata na importancia estimada de 14 mi-
1 .oes de pesetas.
Ao qie consta a cuohageai foi feana Fraaga
e nos Esudoa-U .Idos, acuaodt-n varios *
partido
u'jind se-
dosos nao leixaran dj t rar
re de c>iocdea;i3p.
A pernnaldade de poltico e de tol-'a 'o prin
ci .ion, p-ra Pava, a sooresabir.a um 'S ae I--
n-i'o com a-so iievaga > los rjgimatos de B-i'
l i e da Uilawj. E Ij zfii .looou oaer-vig
activo pira cnspirar cora P tm, aermpannou-o
a Vdli-ejo nanao* a-lroamm P HOXal, ee-
goiao na imraig-aga i e com elle rezreaoutriaiE-
prja&ta nos li s da revaligj as setearo o, en rj
o ulaaor da maludaa en deUio.qae aorin a-
portas di lata ao hroe Jo Ci-tt lejos.
Oatro 3 de Jioerj o fez d HflT e a-jil -um da, Apipucos'e bon Is.
3 de Jraero piz Ihs termo i existeaera, em
jonaeqaer.'.ii da ruptura de saa aneurisma, c o-
HOJfl'af aaaas nnladaneon du-lecu da tWa,
A noticia dj .llacl Beato espilnoa se rspiia
mente em M -1 '.
A casa do illastre ceneral ocerrer-m logo
m-t -ra pessoaa das mas importantss na poli lea;
e logo p.solvea-se prest r a P-va a mais surap-
taosia honras militares ; esffi tivarueate no du
5 fez-3a o fane-al com lo'o.n ap?a-ato.
'O fare'ro-fo: coiNzilj ri'ami carreta de a -
tiltier>, sgoiodo a rresie n'i-s a ordam : b;-
talhio ueogilores. confraria de S. Jjt cjn
croz lgida a cautocea ; onc a paxi i. por seis
muas e con iuzi ido o atable; ace la (as as ce -
ret os ajudi-.i'.es do eoer I, oto 30liai03 com
asar-mas em lun-ral p pirfi.vs do Ganen
Snpr m J' de -.ierra e Manaba.
l>m-t 'ai^rs-u. u-jrBU.s do blleoido, repe
aeataano oogovem eaffisiaws geuarae*, ba ah4o Je ca;iij es e un re{vmutj de lan-
cen res.
Fecnivac o pre.uio m-.ii de cera oches, fn
treelles uta aoaitaciu real e cuta lo cen.de.
Nisru.iSd.lrauj.tJ (.rui.a.i as tropn d
njeroiclo.
Senado de Pernamliuen -EITeciuou '
se houlema i.* ses.-o preparatoria sob a pre-
aidenen do Sr. Dr. Atbino (ungalvea Meira de
Vasconsellos.
Estiveram presentes os Srs. Albino Meira
Gongalvee Ferreira e Peretti.
Foi lida aeado approvada eem debate a acta
da seao antecedente.
O Sr. l. Secretario procede a leitura do se-
guala expediente :
Deas reprenntagfjes de eleitores do Estado
denunciando a nullidade da eleico senatorial
procedida no dia (U da Janeiro ultimo por falta
de observancia de preceilo constitucional.A
2.* comraiss&o,
Duas auth nticas das mesas eleiloraes da 2.*
secgao do municipio de S. Lourengo o da 37.'
da do Recife. a.' 2," ceamlna .
Nada mais havendo a tratar o Sr. presidente
levanta a seaefo,
Ttaeatro S.ui<> Isabel Realisa-se
hoje nu Tnsalro Santa Isabel um grande es-
pectculo que a empreza Mi tena dedica a
S. EEx. o Sr. r. (overnador do listado e
CJinmaudante das Armas, representndose
pela priraeira vez nesla capital o grande
drama Kaan*, uma las mais bellas interpreta-
ges do dislinc'o artista Enrico Cuneo, li' este
o penltimo espictaculo e a ultima recib de
assignalun que nos d a excellenie companliia
M mena.
A produccSo do escriptor francez Dumas, pai
e o grande irabiiho do eminente artista Enrico
Cuneo com certeza daro boje nj theatro urna
esplendida eiiclienle.
i-'inio o espectculo haver trens para Olin-
0 cadver foi apollado no ce.i.i.ero de Sj a.lS
0 programma da orcheslra no espectculo Je
hoje este :
1 -Carlos Gomes-!! Guarany sinfona (da
bibliotheca do lliealro).
fedrotU Tutti in Maraera sinfona.
3Itissini-Barbiere de Seviglia. sinfona
(dabibliotliecado theatro}.
4 Auber-Fra Diavolo ouverlure.
5Vurdi -Rigoteltj quartello (.la bibliothe-
ca do theatro).
Cireu sopf & Cocino -Continua 'ssa
circo a allrahir grande concurrenca de espec-
tadores aos seus espectculos, sempre nteres-
sanies e chistosa).
A cumpanlua bem m-jrece esse bafejo publico
pois eontem dtsiinctoa artistas em IoUjs os ge-
' eros de IrabaHios qna exblba, e pjssue bailes
' e mu adestrados cavallos e outros .-uiimaes.
Vale apena ir aos s;u? aspoctaeoJea.
VaiiLide c s. v;ilaile -Al os pro
prios rus compran os ttulos cora qua se ador
nam, pira aAsiin Uaongaann a vaidade hu
man i'.
l'evj razo o Sr, J ao B.iptisla Go es, quan-
do na sua famosa tragedia Ijnez de Cutro,
poz na bocea do principa D. Pedro a censura
o mo o goverao e as 16 on 18 bjras qae o mi-
nlsro da fazenda consagra talos os das a este
labor, daro um lejultado ut I.
O 3- canalefs pOe pa'rioc: emp'nho em
qae no bm de Janeiro possa ser apasestado s
cortes o projecto dos orcamentns geraes ; e ba-
ver eolo cinco meses para examina!-; e dis*
cntil-i'S.
O novo ministro da fazeoda, declarou em cor
i.-*.- qu i o deflclt. orgameniario chegara este
hduj ao mnimo, e quo esperara obler o eqollr
bno oa liquidado do exerc ci.
i/ez s-i-'ine que conaegoio recursos para esse
u, eodo renunciado lo meio de navos lmpos*
ios, sendo ce to qae as receitas bduaneiras aog-
mentaram no m z lindo; e as deapezas sopr:
midas nos diversos orcamentos aaceodem a 3
mi b53 do pesetas de modo qae o com-merci.
raostra se satisfeito.com s'as deslarsctns.
A qoes ao financeira, no entretanto, contina
a ser oe erno pesidello, a eterna diflicnldade,
porqae os povos parecen apostados, uns aps
oa ros, em le,solar enormes barreiraa entre s.
Os nespaobes, pardcolarmente, tornaram se
u'nm proteccionismo f re, bisando qae am
miist'o p'j;-U-ie a palavra ii que o.' p'oprios amigos Ibe voltem sa cosas I
O^ete modo, o S. Sagas a, responceodo na
ju-i', fililo a Minera as teanrgaa da orue
ua..f
E a.-sim ecerrou-se a o visca do co'ivel g--
nerd que iwM-pewou-o eu uuiae-ua uieioria d
neroes da Hispami.i moderna,
11 Miiaoe-naa Valenem am meeling revj u
c anati; a n.c-i>radir SasVwoa qne demooetrou
enlre v*-nna.ii -p-iuuaoi, au-.cesailauu oe
prj;iama -- a Repblica.
Fula a reama i, os paMDOtwna otFeqoiaraai
coa u Dar.qu t; o iliatte ccefe repaoil:suo.
Tamoem em C'steilJU eve hgiroa'ro mee-
Uig f.voravi-l a pmasnatij o Siimeron Dres'diu a aseubla e seu uiscu'60
foi i od applaadiao.
A escela mUnar Je Tdedo offa-eced a jo
ven re Affons i XIII una espida ue ouro OToett*
de pedras prtCii>as.
governo da-R-psbc de S. Djxmaos p -
da a.ratona regenie asrtnananaa que eji ar-
Dttra aa que ; u coa a Frauc*.
gaueral Looes Dimiugofz foi omvado
capitn general ue arioso, o.e. si eiiaenM
ttolrig.'.
Descobid-se e n Maniraa o | lao de uma
sunlevgio rail-lar, eenao pseaaa os caDrgas,
qa^ i-rHU 5> ifliiiaes uuigeua.
lalgnna summariameme lonm talos depor-
tados.
A pom, tsodJ tnrmiaaJoo m^urto do
escaudalo Wiison aa Htf'panfi, t;ve o'iejj A*
oreader 21 udi'idoos -cuusaoj d hive.em
vend io tiiuio de n^be^.
C'hem aDuodaous naves em tolo o reino,
e o [rio iot?usa ear'Madrid.
Das tamoestadea ae ueve ao norte erffreram
priucipaimenis as cilade* de Oviedo e ao Bur-
gos e toda a regio comprend jila entre as As-
turias e a Balea GastelU, sendo granie o nume-
ro de vi timas fetas pelo fra e pelas grandes
avalanchas de nev qae cabiram das moniaona?.
A circolagSo dos combuyo^ loi inlerr. mpida e
o bji de uovo, prlncipalmaote no talego das
linbas fer.-eas das Ai'urwe oade-t-rm aisaiwdo
vana* avalauchea, causando prejuiics mtei;e
e morios.
Ni provincia de Lto lera cahido abundante
nev, as g<-andea -valanrbes. que rolara do-
mou es tem cansado -ou.t--s pvjaizos.
Perto de 60 J3*s foram drr.ubadas.
Devirto i cooiderave. eacbenle transborda-
ram es rioa Eto e Tejo, iuundiuio vastas ex-
teoj;Oes rjia'ginaes e causan lo grandes p fjai-
108. ~
Timbem traa-barl-ram o ro Agot e os t:-
entes do Eoro, caoa6iio.inunit033, de estaretc
as commuuiiatJ3 inlerompidas.
Do or. tanban obanni noticias de violen-
tos tainpor.ea, qae iiiu l s damnos caosa'am
em varias povoaces e dealruiram O telegrapho.
As aguas doa ros 6 tiaches, transformados
ra furiosas torrentes, abrirara em muitos pon-
tos os aterros das nt/adai de ferro, iunili-an-
do as linbai>.
Sane sa mais qu as teaipeeaies nzeram se
seutu na baha de BfBCala, causando naufra-
gio*.
Ha gran le? inar.dar,es na pronnci de Ara-
o'e e fl.varre. fe ido os prejuz's materlat-a
enormes :-e o tmvmo bordameoto dos rioa, ea Sa-agaca. com grande
camero de mirtos e pnjotna rolosea-s.
Bapr u violenta leaioes'a-ie na reio de Bar
celona ; e por-o deS. Seb^siio foi acanado
po: igual tempes'.-*', conticamdn m teraporae8
narrjjtacora prolo^-ee^o pelo -Ho ar, pelo
qu- i?aj bavido nmiios naofraaio .
ab commanirscb-s e^tre a Praoc e as pro-
vm i'-s vascunga-tas cnegaram a-ser in'.errmi-
pidas.
O fri intentisais't o os lobos vSo nvaan-
do as aldeias, bm*o-o (ermomefo desctdo aba'-
xo d-T nn*o em Madrid i grso3 em Borgoa l
em Avila 8, tm Yacca de Rei 9, e em Sovia 12
laenanlas da realesa, di/.enl
bau
queircs le cumplicldade no crime
O governo fo. in arpillado na Cimara
dos
Depuiadus relatiamenie s providenciis loma-
oas para castigar os falsificaliues.
O miui tro dj jusiica respeuden qae tolos os
crtmiaoB08 ja esto pres.s.
Na recinto da Cmara o Dapataioa, de-
pois de troca violenta de apartes, esbordoaram-
se es depatadoa Gaoellas e Marques.
CousU qa- aver dolo.
Acham-se en ermos o Sr. Cnovas del Cas-
tillo, o general Ma-tines Campos, e o teaaute
Peral, Inventor do submarino deate nome; e
fdlecaram o padre Lisarte cli?brisado ca-lista,
e os generaos Eapooda, Birria, governador de
S'vilha, e Pa*i, niarj,oes de Novailches, capi-
to general de S. M. o te., e antiga influencia
poilica no periodo revolncioaario de Hespa-
uha. .
A morte deste personagem den-se em crcom-
a'ancias eapsciaes, cono relatam os jornaes da
capital, e passaoios a expr em resumo :
O general Pava bab Uva no prlmeiro andar
da cata n. 2 da praga da .Independencia, e a
amaaJe que o ania aos duques de Prim, seas
viziobos, era lo intima, que se tinba abtrto
una^pona pondo em cooiaiuoi.acao as duas ca-
sas v.vendo o general t com os criados.
COLLECCIONADAS POR
Melchisedecla de AllmqaMirgue
EJaUn
IftgsaWMTlWIO
Dia 14
1G30 -Chega a Pernambuco a esquadra
hollande/.a coraposta de 56 navios commaadados
por Henrique Cornelio Loocq.
De accordo com o commandante das forgas de
trra Theodoro Werdenburg, diz Warnhagera,
foi resolvido efectuar se o desembarque por
duas partes encarregando-se Loucq de drigil-o
pelo porto, emquanto Werdenburg.iria com ou
tras tropas as praias do norte de Olinda.
Era trra, Malinas de Albuquerque preparava a
sua gente para o combate e manda armar todos
que estavam no caso de corabater. (Vid. Eph-
de 15 de Fevereiro.
1SSO Assurae o governo militar o general
Antonio Correia Seara.
<
REVISTA DIARIA
Secretaria da Industria-Por porta-
ra de 12 do correte do Dr. Secretario dos Ne-
gocios da Industria, foram concedidos dous me-
zes de licenca com vencimentos a que tiver di
reito, ao Dr. Augusto Coelho Leite aim de tra-
tar da sade de pessoas de sua familia.
Pule tle cima a corrui>cao Jo' povos
A historia de Portugal nao deixou passar
sera reparo a somiaa aau'iiiiijam que custou o
titulo de Ftddssiino dado aos res de Portu-
gal.
O Dr .Sebaslio l'erreira Sjares nos seus Ele-
mentos de atatMwa, corara murando este [acto
eecreva assim
A D. Pedro II seu HMo D. Jnao V, o qual,
durante toda a sua vida foi hu.nihisinio l'niii-
liar la curia roma na, com a qual desprenleu
g ande parte das inmensas riquezas, que rece-
bia do Ura.'.il. por qaanlo, para obleno vaidoso
titulo de Fidelistl-iio a possuir una 'alriarchal
em Lisboa, remvtten para Romavenm taes,
qu;, calculados na noss.i mo<*da aciU'il, se ele-
vavara eaonna somma de 217,'9: 000011
O Incesti'jidir Portwm% denioiitru por espe-
cies esses valores, que s i os seguinles :
D'mlieiros per esp ces :
Ciuzailu?, H3:.7"9l32
, Ouro de lei, 6.i 7 arrobas,
i i-rala de le, sji arr bas.
IColire, lo,6'J7 arrobas.
Diamantes, 2,^0^ quilates.
Ora, si o re que distribue gracaSj compra
gr;i<;a3 por dinlieiro, por qu: nao as lia-de com-
prar o humilde fllbo do povo, para se enfeitar
com O seu diulieiro i:.-.
Todos el les sabem que esses adornos, com
I que se enfeita a fatuida le humana, sao :
Beas que ralea sobra a trra e nao tura va-
I lor no c6>.
15i:UntliMi-i finapui-tA' Agsncla
I Li iterara do 'r. Leopoldo tilveira, ra Pri-
meiro da Margo n. 10, cheg-aram os voiumes
XXI i XX.IV dessa repositona mensal da joco-
siJade portugueza, segundo se qualiflea.
Historia Natural -A mencionada Agen-
cia reci-beu lambem diversos fascculos da His-
toria Natural [Ilustrada.
E' uma brilhanle compilico feta por Julio
de Mallos sobre os mais aulorisados trabalhos
zoolgicos.
A< estampas sao bellissimas e de um traba-
Iho p -feilampiite acabado.
It .-Ut >rin Iteceb -mo? agradecidos um
exainplar do relato'io da direcgo da Compa-
nhia oe Sm ticos 'Martimos e que ser apresen-
lado era asserabla gara I ordinaria dos accionis-
tas, que reunir-se-ha amanhS.
Polgamos de registrar o estado prospero da
corap-iiili i. cuja situado raelhor se desenlia
nos seguintes tpicos do relatorio :
No pnraiiro semestre a receila foi de.....
309:6">589J e a deapeza ordinaria de custeio e
manutengo social 14S:122*080, verilicando-se
o lucro liquido de i6i:33i8l0, do qual, nos
termos do art. 4i dos estatutos, levamos......
8:26697 ao fundo de reserva, reservamos
igual quanlia para o de depreclacio do mate-
rial uctuante, distribuimos o 5." dividendo de
75.0005000 e a sobra applicmos uos dons fun-
dos creados pela lettra E, do mesmo artigo.
No segundo semestre a receila
somma de 270:1915320 e a despeza a de......
145:4895<~0, sendo, porlanto, o lucro liquido de
*2i:7055l70, que leve a costumada upplicacao,
Babeado ao fundo de reserva 6:iM.326 >, igual
quanta ao de depreciado do material fluctan-
le, Bxaodo se para a distribuigao do ti- divi-
dendo quanlia igual a dos anteriores e rapar-
tindo se a sobra na forma precedente.
R"Capitulando v 3e que no lerceiro anno so-
cial esta companhia pode distribuir, como nos
anteriores, I80:00t)00i de dividendo, na razio
de 10 -|. ao anno sobre o capital realisado e
elevar as suas reservas a 245:778*370.
O lucro liquido apurado no anno udo foi de
2e9:2.t8930.
Legiao de Saceorros Mutuos dos
Offieiaes da Guarda .\avional Sob
i presidencia do Sr. major Lenidas Loureiro
funecionou na lercafeiru ultima essa associa
gao.
Foi lida e approvada a acta da anterior.
Por iniciativa do Sr. capilo Calixto de Mello
foram apresentados: para prndente da com*
miso de Beneficencia, em Olinda, vaga por
falleciraento do major Figoelra de Faria, o Sr.
lente Capitulino Pigueira de Paria, e para
socio berafeitor o Sr. Ayres Perreira da Cruz : e
sendo preenchidas as formalidades legaes, fa
forara ambos unnimemente approvados.
Constando ncharemse doentes os socios ma*
jor Lobao e lente Nunes da Costa, communi*
couse s commissOes respectivas para os visi-
tar.
A Legiao se representou na missa do 3 dia
por alma do consocio capilo Fortunato Jos
de Sampaio.
Tratou-se de outros assumptos, e sendo 9 ho-
ras levantouse a sessao.
Vko rio Capibaribe Na noticia que
hontera demos sob esta epigraphe, houvc um
equivoco. O Sr. major Cardim arrecadou 97
latas de gaz, das que, boiando no rio Capibari-
be, derara a costa na fortaleza do Brura, e
quanto 3 mai3 mandou aviso competente au-
tondade. que deu busca em alguraas pequeas
casas que as baviara recolhido, e onde foram
encontradas taes latas era grande numero.
Club arlos Gomes No prox mo sab-
bado, 16 do corrente, essa dis inda sociedade
faz o seu sarao musical e dansanta deste mes.
era mus uma bella festa offerecida pela iP
lustre sociedade aos seus raembros e convida-
dos.
IX.unes extraordinarios -Ter co-
m?50 ainanh s 6 horas da tarde, os exames
extraordinarios requeridos por diversas alum-
as da Escola Normal a cargo da Sociedade
Propagadora de Instruceo Publica.
conselho de Salubridad-Baje de-
ve reunirse o Concelho de Salubridade para
resolver diversas quesles de interessei publico,
pendentes de solugo do mesrao coce'"-
Pelo que, sSo convidados oa
attingio
.
t r
v
membros do
r
' :*.* -*t





Diario de renwnolww ftn
*v*reiro de 1S9&
mesmo concelho, a conipnreoerem na Inspecto-
ra Geral da Hygiene, noje, as 3 horas da larde
em ponto. _, __
luteresses municJpwss -Escreveram
nos o seguinte, para o que pedimos a atiendo
de quem fr compeleute.
Peco-vos qo pela vossa conceituada /tewjli
Pian- chamis a aitengo do poder conntente
am de langar suas vistas para o sobrado sito
ra do Padre l'loriano n. 71, o qual, apezar de,
ha n;ais de anno, achar-se desoccupado devido
ao seu estado de ruina at esta data ;unJa nao
oi reparado, correado erainonte perigo nao s
aos transentes, como tambora s familias que
moram em suacircumvisinhanga.
FalleeiimentoNa idade da 62 jnnosa ra-
ba de tin ir-se nesta cidale a respailare! viuva.D
Anna Leopoldina Chacn Caldas, deixando sum-
maraente pertjlisidus duis albas so'.teiras, que
a estremecala em seu amor lilial.
Paz a alma da fi.iada e consolado as virtuo-
sas senhoras que Ihe sobreviven!.
S. Giii*lt do Garca -Xa igr.'ja do
Gu^delupe em O iuda, rebase bajo s 7 horas
da manh urna missa em honra a S. Gongalo de
Garca, havendo igual hora nuito ladainha
tambein rezada.
Sociedacle Drainattca Juvenil -
Reune-se hoje essa sociedaie, pira ser eiupos-
sa-ia a directora ultim ente eleiia.
Questes das misses -No prximo
Estado da i'arahvba foi receblda com grande
cnlentamanlo a noticia do desenlace dessa
ques ao.
O collega da l'niao disse cm edicto de 10 do
eorrenle:' .. ..
Ao meio da de Iwntem, quando 01 ella di-
vu'gada, ergueu-si; o pavilliao nacional na facha
da dos edicios pblicos, e a msica do 27 ba-
talllo, toado tocado em frente ao quarlel os
hvmnos nacional e da re ublica, saino a percor
rer as mas di cidade.
S. Exc. o ir. Dr. Presidente do Estado man-
dn expedir ordens para qu>- noile lossem II-
luruinadas todas as reparces publicas.
X' tarde saino a p.;rcjrrer as ras a msica
do Corpo de Seguranya, e, depois de haver lo
cado em Irenle do palacio do yove no, recoiheu
se ao jardiiu one permamceu a tocar at s 9
horas da noite.
Estiveram noite bem illurainados lodos os
edificios pblicos ilo Estado e federaes, leudo
sido a illumioacS > do quartel do 7 profusa e a
lanernas poljciroans, producalo um bello el
on.-upso-O digno Sr. Dr. inspector da
Alfandega baixou hontem a seguinte portara :
X. 113 -Inspectora da Allandega de Per
uambuco, em 13 de Fevereiro de 1893. O in-
spector resolve nomear os escriplurarios Silve
ro Fenundes d.'. Araujo Jorge, Ge leao Forjaz
de Locerda Jnior e Leopoluino Gitaliy, sendo
os dous primeiros para examina lotes de ariilr
mlica e graminalica nacional, na ordrm em
que aqu se acliam indicados, e o ultimo para
secretario no concurso a que se lera de proce-
der amanha para provimento dos logares de
guarda dcata Alfandega, ltimamente creados.
(Assiguado;.Alerandre de Souza Pereira do
Carino.
A liuitacao de Chrisl; -O biblioplu-
lo inglez \\ aiternjn conseguiu reunir urna
collec;ao nica das edicas do d-lebre hvro
A mita^ao de Christo.
Pela sua morie esta edigao foi vendida por
l:3liO0, prego bastante irrisorio, pois a re-
nnio da collecgo cu-lar- a Wntierton muito
maior somm-i, l-.avendo seis manuscriptos que
V'liam mais que a quanlia pag p;lo compra-
dor*
A collecgo compreiiende 1.199 edigOes id-
pressas em quarenia Imguas di llorantes, sendo
algumas cm portugus.
Justa rcclaiuacuo Moradores da ra
do Al-ciim, na tregoezia de S. Jos, pedem nos
para chamar a atlengio dj digno Sr. Dr. Pra-
feilo do municipio, pira a casa n. 42 da mes-
ma ru-i, onde existe uua fabrica de doces, a
qual est prejudican lo a saude da visin anca
pelo unmenso culor que desprende.
Queixam-se quelies moradores de qu: lhes
e imposivel traballiarem em suas casase ulil-
sarern-se de. seus quiniaes por aquelle fado e
por isso pedem ao Sr. Dr. Prefeilo que se digne
providenciar como o cao exige.
Assnciacso Medico Pliaraiaceuti
ca-Reune-se hoje essa sociedade em seasao
ordinaria, na sala da frente do andar terreo do
edificio onde funeciona a S-cretaria da Indus-
tria.
Universidades alleaiaes-A- 20 uni-
versidades alleuies coutm um total de 28.i>8
estucantes, dos quaes 8.8(ii Je nudi "ina, 7.7t>6
de direilo, 3. 66 >ie theologia protestante e
i.460 de tliaologia,calliolics.
A Untversjdale mais concor Ida a de Ber
lim, que conla 4.26 ealudantes.
Um correspon lente do Muncheser Medici
nis che Wocheusihrifi pretande descubrir o
governo da.sero herapi em Plinio.
Para.elle, Miliui lolte rei do Poni, que por
motivo delle cenhecidos esem duvida excel
lentes, linli que temer tentativas da envene
menlo, se lorjiara reratrio .acgo dos ve-
neooscontiecidos acosHim*ndo-so pouco a pou
co a elles ; uava de um antidoto chamado mi-
Ihrjd&licuin-, um de cujos ingridieni^-s era san
gue de pato pontico O saugue desle animal
navia sido escolhido porqua o pato ti iba a re
putaga de viver do veneno : .nguioem ana-
lum PoBticodua aniidotis misurj quomaui ve-
neno vivoreot
A inoculacao das flores Depois da
inoculagao das molestias, eis um cbimico de
aira-i terna e potica, que encoatrou omeiO'de
proporcionar emoges variadas a quem se qui-
jer sujeilar inoculagao dos perfumes tirados)
das.flores. Desorle que, a dar-se-lne crdito,
o geranio dara o espirito de aventuras, o al-
miscar a amabilrdade emprelieudedora, a rosa
a odoresa (?t), a violeta a devogo. Emtim a
gramma daria ideas arlisticas e o mbar o ge
nip.
E' experimentar.
Inst tuto PastearXo Instituto Pas-
teur, .le Pars, o Sr. Ctiamberland, discpulo
do sabio, preside fabricagaj da vaceina con
tra o rouget (molestia dos carneiros; e o car
nunculo.
Islo est longj de ser una sinecura-, pois em
Franca iuoculam se actualmente, 900.00) car
netr.is e 4 d a OO.OJO oois ; gragas a este 1ra-
tamento. a morlalidale foi redusida de nove
decimos.
A sciencia e a industria devara a este infa
tigavel experimentador urna estufa para este-
rilisar, e o filtra famoso, qui presta tao bom
servigo.
M. Ctiamaerlan-i, como M. .Pasteur, nD
medico.
.Sahio da Escola X>rmil como preparadoi em
1877, e entran directamente no Laboratorio de
Pasteur.
Coiupanhia do Gaz em ParinA
Companliia de Gaz Parisieuse, eiirprega 9.C0J
opera'ios.
Possue 2.t50 kilmetros de :analisagao, 9
fabricas, 378 fomos com gazometros enormes-,1
de 3J.000 metros cbicos, os apparelhos os
mais aperfelgoadss de lavagem de purificagao,
de recuperagao dos sub-productos.
Produz annualmente 30O.imilhes de metros
cubicoj de. giz, com ama perda de 6 |0 smen
te as canalisagOis. Esla qumlidade de gaz
tirada da distilago de mais da um milho de-
toneladas de carvo de padra, que do tambem
19 milhas de hectolilros de coke.
O metro cubico do gaz cusa em Paris 30
cntimos em 120 ris, calculado o prego do
franco a 400 ris.
Sociedade Musical 15 de Nev -m
broHealisa essa gjciedade, no prximo do-
mingo 17 do correrrtc.a eleigao da nova diracto-
ria que tem de drrigil a durante o anno de
189")-96.
Feri ni en toCerca de 9 horas da noule de
11 do corrente.no logar l.arxa d'Agaa, em Be
bsribe, Mirlira Cairara ferio ao major Jacinlho
Correa Lobo, evalindo-se aps o crime, do
qual tomn coD'iecimento a competente aotori-
dade.
Asa.Koato -Em 2 l> crranle, no silio
Monta Claro, do.municipio de Caahotioho, foi
assassinado Jos Pedro de tal, ainda se-igno-
rando quem fosse o autor do criiu.
Caract rdos hespimlmes-(Vante-
gaaxy exrahid da* rectrdjcuet d'JIaspinha).
Pesai em um gral um geriovez, um raaese-
Ihe'.ajuntai urna pilada de i eparthol,e ipre-rt a
massa com que sao-teitos os bravas Castwliia-.
nos.
Os Castelnanos e os Andulos formara.a gran-
de massa dos Hespanhoes, posto que sejam
dous upoidiat netos e que entro si pouco se
Bvmpatniaam.
Tantos seculos vividos juntos e comraum ar
dente mor da patria os conservam por isso
visinhos e nidos, com era tantos matrimonios
nos quaes as dissengoes occnltas nao rompem
a liamouia da familia.
Pergnnlai a um Castelftano o que um an
d luz, e elle, frangirlo a testa com ar de com
p>.ixao, nao sera um ademan de desprezo, vos
d.ra que gente ligeira, mais mutavei que o
vento, viciosa, oci sissima, que nao pensa em
oulra cousa que era divertir se e em fazer al-
ainare.
Perguntai a um Andaluz o que elle pensa
dos Castelhanos, e elle vos responder que sao
pedantes, serios, aristcratas, cheios de si, m
urna palavra, muito anlipathcos. Dou? retra
tos, quaes outras duas caricaturas, mas as
quaes acho muila verdade.
O argulho hespanhol (seja pois andaluz ou
Castelliana) representa urna physionoraia tola
es-cciale se deslingue as suas inanifestages
exteriores da soberba ingleza e da vaidade
franceza.
Nao fallo dos italianos porque desde scu-
los teera por vicio nacional a modestia.
O hespanhol nao ,6 Jvaidoso, nem presump
goso de si, nao insulta voluntariamente, mas
sunplesmente fiero* e muito cruel. O seu or
guio demasiado, negativo e latente, mas
grandis imo. Se Ihe pergunlaes sobre que
se funda nao se dignar nem ai menos de res-
ponder mas cora um pastanejar cheio de desdem
vos far perceber qne nao ha nece3iidade de
dar vos explicagOes. E' he.pannol e tanto
basta.
Em Sevillia, no Museu Colombiano, se con-
serva em urna rica vitrina, n&o deilada, mas
direita em p, a espada de Fernn Gonzlez,
o grande general conhecdo por todos. E se
l esia escripia em hespanhol anligo :
De Fernn Gonzlez fui
de quien reuevi el valor
Y no le adquir nenor
de un vargas aquien servi
; o la ochava marauilla
en cortar moras gargantas
no sabr io decir quunlas
mas s quo gau6 a Sevilla.
Aquella espada no deitada ou suspensa
como todas as demais espadas fainos s. con
servadas nos nossos museos, mas direita em
(., e aquella altisonante escripiura nao o re
irato mais ti el da altivez hespanhola.
Quantas veres me succedeu ouvr um hei-
panhol dizer :
Soy de uu pas doade nunca han entrado
ios Moros.
E' este um los galardos ordinarios dos Cas-
tellano-, em fr. me aos Andalusus : mas sao
tambem os rabes, que semearam de mara-
villas as cidade, de Cordota, Granada e de
Sevilna !
. Os i.espanhoes despenden, a sua arrogancia
cm tuda o casio a ura suido por vez ou [ni-
lhues como o caso pede.
A ignorancia dos hespanhoes se deve em
grande parta sua preguica, mais linda a sua
aliivez. Sollrea muilo no confessar que nao
sabem um cousa e nao aprendern para nao
supporlara dor da cui.lisso. Quando TlSJUm
p.izes eslraiigeiros escoodera multas vezes a
sua admiragao por mel de se mostreram
muito inferiores ou inuito ignorantes. Quna
di.terenga dos Todescos, que admirara seinpre,
logo e ingenuamente, que se abandonara fran
camente aos seus entusiasmos para exclamar:
Wun .erschon, colossal, pracling !
O hespanbol nao se adrara nuoea, porq*e
suppe sr r a adinirago urna prova de inferi-
ridale. Xo casualmente que a etiqueta da
corla d! Ilejtpania a mais magnifica do mun-
do, inagniceucia que patria de Carlos V
conservara laaibem si clieg :sse a ser urna re-
publica.
O tos&D de ou o, os grandes de Hespanha,
as palavras mus extensas que as nossas de
nina ou duas syllubas, sao raanifestages da
forma especial do orgulho nacional, urna os-
lentag&o da altivez e pompa.
Este orgulho hespanhol uma virlude e um
vicio. Virlude porqce faz ser direita a colura
na vertebral, e torna impossivel muitas baixe-
/.as, mas faz o paiz pobre Unido a inercia
etilrega aos inglezes as mais ricas mineras e
aos luiyas a induslria lucrosa do asssucar de
beterrab i.
A pobreza das industrias nao soraente fr
Iba do orgulho e da preguiga. mas tem uma
ongem Inst rica as galeras carregadas de ou-
ro e prala, que chegavam lodo- os anuos da
America a encher os cofres da pennsula. Para
onda foi tolo aquelle ouro? Como dosappare-
ctu toda aquella prata i
Para os paizes em que se trabalha, respon-
der-se ha porque o trabalho a mina mais n-
ea eroais ioexltaunvel que se conbece.
Accrescenlei a ludo ;slo a grande sa'jjria do
pansaunnto e da acg&o feita pela inquisigo e
explicareis fcilmente todas as miserias psy
c teas da Hespanha Os inelhores, os mais au-
dazes, os percursores do progresso foram quei-
ma ios ou enfoicdja ; os hebreus expedidos
muitas vezes.
Uma evolugio ao contrario, um depaupera-
manto fatal e collcssal das forgas vivas de um
poyo intetro.
Jaula: Mara da ConceigSo. Pernaiabuco, 30
annos, solteira, B la-Visla
Joanna Evangelista de Paula Cavalcante, 27
annos, solteira, S. Jos.
Gailherraina, Pernarabuco, horas, S. Jos.
Vicente rnfurrra, Italia, 7 anno3, Boa Vista.
Jos, Pffrnimrbuco, 3 das, S. Jos.
Sophia, Piauby, 3) annos, solteir, Boa-Vista.
Manoel Brrigno, Pernarabuco, rntrrutos, Boa-
Vista.
Mat o Matadouro Publico da Cabanga 82 rezes
para o consumo publico de hoje.
Casa de- IJetencao Moviraente dos
presos da Casa de Detengao do ftecife, Estado
da Pernambuco, em !2 de Fevereico de-1893 :
Existiarn....... 452
Entraram....... H
Sahirara......> 4
Julio de Uattoa loucura, estudo
medico-lega' 1 val. ene. Odooo
Julio-de StactosManual das doengas
mentaes, 1 rol. ene- toooo
Dr. *: SI de SennaDiscursos sobre
Existera .
A saber:
Nacionaes.
Mu Ih eres .
Eslranueiios-
Mulher. .
Total .
Arragoad03
Eons .
Doentes .
Loucos. .
Louca .
459
422
10
27
0
439
413
S96
U
i
1
413
Total ....
Movimento da enfermara :
" Te ve baixa :
Jos andido dos Santos (soldado}.
Passageiros-Ch.'gados do sul no vapor
ingiez Liguria.
Carlos EJelraann, Norman Harding, Fanslo-
ne, Antonio R. de Vasconcellos, >r. Eduardo
E. D Barroca, Luiz C- de Carvalho, Dr. Car-
los Cclho, Joo Streett, Ablho da Silva,
Adolpho Chagas, Jos M M. Senra, Adolpho
C. X'Dgueira, Tuoraaz B. Soutgate, Francisco
Garca, irmas de caridade Agostlnha e Anlo
nielta, padre Bartholomeu Sipolis.
Chegados da Europa no vapor allemao
Paraguass.
Holger Schioniog, Fredrick Heiaenr.nn, John
Eck io, Remon Cobo.
Chegados do sul no vapor allemao Babi
tonga.
Francisco Loonclo de Meleiros, Fernando
Ferreira Ramos, frat Barlhalamais.
i iiiiiai ssi do Melhoraaiento do
Porto do RcvfeRecife, .2 de Fevereiro
de 1894
Bolttim metereoloaico
toras. Term centi- Sarymelto Tenada do Ilumi-
taO
757,*38
758,-21
757,-25
756,-i7
757,-73
Temperatura minima 2o,?5
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,23
58/8 -Praleado 43,2.
Evaporagao em 21 horas ao sol 7,"7 i som-
bra 4,-3.
Chuva nulla.
Direcgo do vento: ESE de meia noite at
9 h. da manh; E at racia noila.
Velocidade media do vento 5-25 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,52.
Boletiro do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 12 de Fevereiro 6 h. 45 m. da m, 2.55
P. M. de 1S h. 5o m. da t. 0,-23
a*r. *;. Hontetro -Da univcrsalisu
gao do direilo i vol. broc. tmu.
Jallo Rlbeiro-A carne, 1 vol broc-----
ttSSoo.
R-bHals Volupins, (leHura para-bo-
mens), 1 vol. broc lj<))>
NOl'AA grande sabida da l* e 2* remes-
Sis dessas obras nos aniraou a iraportarmo
esta 3*.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
IOU Z A P 4 2 C.
81RA DO IMPERADORtl
Compra e rende Irnos no vos e azados
uma gloria que, por oerto
nao quiza-
*0 smaflte visando
irooo de tal moeda, a calumnia,
raais.
Tenha ao menos o Sr. Peregrino Affonso
Ferrerra, a nobresa dos anrigos-que, como di9e
o syslema 'pen-tratiarin, 1 vol. broc. fBdoou Vergaiaml, -qrMTilo condaziam as suas victi
mas ao sacrificio ceroavom-na de flores e n5o
n'as insultavam !
Em 13 de Fevereiro de 1895
Um ptissngeiro.
O di ectjno do pu^ido-r-i u-)itcano^ede:al d
r diairieto de Atvga.103 cj>o arj mais com a al-
b-.;a) des e'euo-ei satiao-aaslgoidoi
J;8FT.ocrco da Caon-a SsuMc>.
t ilipio dt A eruf.a. C.v.li-ne Paana-
A'ogaios, 13 ie Bvverai; i IbW.
PIL6(0S>:
i P1DIII0
grado
6 m. 27,'4
9 J8.'6
12 29,"2
3 t. 29/4
6 29',0
vapor dade-
21,01 78
2 ,39 74
H,M 71
2 ,9o 73
21,07 71
Thermometro
Ennegrecide
I'ul usures
Sobeste titulo ha sido publicado ha-das, nos
jornaes de n-aior circulagao. desle Estado, uma
correspon lencia de elevaJissimo ap ego.
Porin, como sj appe lar-se para a opiniSo
publica, convm qui em abono da verdade eu
diga, simplesraeme, uma verdade.
Narra, o Sr. Peregrino Alfonso Ferreira, de-
legado de policia de Palmares, creando cir
cumstaiicas aggravanles ao capit&o Antonio
Granja, o fado de pairarem o tram fjrc.a, nis
proximidades do Pirangy-Assu, inflingndo-se
a ordem, raoralidade e regularaento da E. F. S.
de Pernambuco.
Entretanto, a julgar dos factos porquj fun
damenlao Sr. delegado a ana articulak-io, par
tindo desla narra^-ao atrmativa, pens, sai
nicamente fructos da calu nnii, pois, teslemu
nha occulir da tal parada da trera, vi-a por
um prisma bera Jiff renta.
O faci d:U:se da man ira saguinle :
Como passageiro, vuiha ura irab ilhador da
usidu Pirtingy o, ao aporoximar-se o trera da
eslaco Piraugy, um uarda-freio que, ticen
ciado, vinha em o mesmo wago:i, dirigi pro-
vocugea ao trabalhador, motivando ireiu a vas
de facios, aonde aquelle vi retado sobre este o
punhal, fel o sabir gravemente ferido. Acto
continuo o tr.-m parti e, na tendo sido passi-
vel a victima desemliarcir, pela presteza da
partida do trera, a mulher que vinha acompa-
nhando o, no extremo da afliegao o desespe-
ro, dav i gritos lancinantes, raovendo a todos a
compaixo.
Nesse interim, outros tnbilhadores que
tambem vinham no tren, lizerara parar o trcui,
allra de retirar a vict.ma, quan lo o capitao
Tfattsfepeaeia de Praca
Por impedimento do juiz do conrraer-
cio deixou da realisar-83 a pracn dos b^ns
constantes do edital infra, sendo a rnas-
ma transferida para o dia 14 Jo corren-
te, depois da respectiva audiencia.
Ricife, 9 di Feveroro da 1395. O es-
crivio interiuo, bacbaiel Francelino da
Silveira Machado. j
O Dr. Francisco Altino Correia de Arau-
jo, juiz de direito do comraercio d.'sta
cidade do Recife, cap tal da Estado de!
Pernamb'ico, em virtude di lei, etc.
Faco sabr aos que o presen-ta edital
virem ou d lia noticia tiverem que se ha
da arrematar em praca publica desta jui
zo, depois da respectiva aud-encia do dia
31 do correnta os b?ns saguinUs
Urna machina a vap >r assente no enge-
nho Uninha do municip o de S. Loure i-
0 da Mata de3te Estad j, bastante uad>
com forga de 4 cavallos, ca'daira horison-
tat avallada por 6 lOJ, e vai a praca
par 4305 Codolo abatimirio lJgal, e 2 ca
vallos, sanio um preto da tamaito regu-
lar, a valia lo por 150.? e vai a prac por
lljSOO orno abitimeuto lag-il e outro
castaiilio pequeo, avahado por 1 !0;5 e
vai a prac por 1055330 tora o abat-
ment le^al. Ditos b?no vo a lerceira
praca pal* quantia da 71238C0, fsito
o abaiimento legal, por accao exacutiva
que move o Bmco Emissar de Parna:Ti-
* Dou f, subaerevo e asaigno, o escri
vao interino, bacharel Francolino da
Silveira Machado.
Francisco Aluno Correia de Araujo.
Paliniaresf
Constando-mo que o Sr Claudino da
Mello Lins procura vender o eng-enho
Protecclo de sua propriadade, naquelle
mauicipio, venho provenir a quem quer
que das je compral-o, que:pertence-
me parte dos ten-anos da plantaco do
mencionado engenho, pois tenbo-oa ar-
rendados ; e qu3 o mesmo Sr. Claudino
me devedor de cerca de cinco cantos
da ris (5:03030 '-O) de uma letra de seu
aceite de 31 de Maio da 1890 a 6 mezes de
prazo, para pagamento da qual acha-se
sujeto o dito engenho, como consta dos
autos do inreutario a que se proceder
palo fallecim?nto de sua primelra mu-
lher (cartorio io escrivo Urs no de Bar-
ros), eainda rae devedor das rendas da-
quelles terrenos disde 31 da Maio de
1390 at agora.
Pelo que oppOrtunamente, toimrei effd
ctivo o meu direito.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Pedro Affo uso Ferreira.

GALEPINO
Casamento el vilO escriso de casa-
mentosnue funeciona nos aistrictes do-Recife,
Santo Antonio, 8 Jos e AJogalos affixou na
repartigo do registro, .rua do Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas He casa
menlos dos seguintes coitrahentes.
Segunda publicgio
Sabino Daniel Duarte com Mara Ferreira da
Silva, soJleiros, naturaes deste Estado e re si
denles na fregoezia de Santo Antonio.
Gabriel Archanjo Pacheco, viuvo, residente
na freguezia de S. Jos, com Mara Joaquina
do Espirito Santo, solteira, residente na fre-
guezia de Santo Antonio, nataraes desle Es-
tado.
O escrivao de casaraentos da Boa Vista
Graca, Pgo e Varzea atfiseu na repartigo do
registro ra do Imperador n. 41; t. andar,
editar* de proclaramas de casamentos dos se-
guintes contrllenles :
, Segunda publicagao
Ildefonso Castor de Alm;ida Dutra, cigarrei
ro, residente na freguezia de Afogados, com
Mara Erraelinda Lima,.residente na freguezia
da Boa Vista, solteiros e naturaes deste Es
lado.
TelegrAJiimas retidos -Acham-se r
tldos na estacu telegraphica os despachos se-
guintes :
Para, Rritto de Nazareth.
^Bazilia Nabuco, de Babia.
Lucente, de Rio.
Quintino Oliveira, de Barreiros.
Unio. de Penedo.
P ...^.Ina, para Eneas Nogueira, acad-
mico.
De Maroim, para Adriano.
De Santos, para C'orreio.
De Propri, para Hermillo.
De Ri), para Zas.
De Pilar, para Hermclino Ramos.
Cemiterii Pahlieo -Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia 11
de Fevereiro, 03 seguintes corpos :
Anna Bezerra dos Santos, Pernambuco, 46
annos, Santo Antonio.
Joao Gomes d03 Santos, Portugal, 72 aunoa,
Olila.
gueda Mara da Fonseea Almeida, Pernam-
buco 41 annos, casada, Boa-Vista.
Jos. Pernambuco, 4 mezes, S. Jos.
Mana Barreiros, Pernambuco, 22 anms, sol
teira, Boi-Vista.
Manoel Francisco da Paixao, Pernambuco, 40
annos, solteiro, Boa-Vista.
Luiza Maria da Conceigo, Pernambici, 72
annos, viuva, Boa-Vista.
Isabel Maria da Coneeigao, Pernambuco, 32
annos, casada, Boa-Vista.
Pedro Fernandes da Silva, Pernambuco 69
annos, solteira, Boa-Vista.
Maria do Rosario, Pernambuco, 8&annos' sol-
teiro, Boa-Vista.
Mana do Carito, Pernambuco, 2 mezesy Boa-
Vista.
Dia 12
Maximiano Lopes Machado, Parahyba. "4 an-
nos, viuvo, S. Jos.
Augusto Jos Mente, Portugal. 3^ annos, ca-
sa lo. Recife.
Maria Francisca da S Iva, Pernambuco, M an-
nos, viuva, Graga.
Antonio Granja, com presteza uiaxiraa ch-.-gou buco contra Jj^ do R^go Brros e Al-
ao local da parada e, com aquella liumbndade jbagUe-a,,9 para n.o.iroerito da q'tantia
s propria dos ho.nens de bem, fez ntirar os | ^.fioVeJjA a!Am (li)S BPM e Vustas
demais traballiadores. seguudo o trem a suaie f-08/.KJtJ aiem aos juras e custas
viagera. i havidos a por haver.
Naohuraa outra circurastancia dense nesta oc E n2o havendo licitante que cubra o
casiao, que nao, entusiastas saudades ao ca-1 Qo d(J 7i258:J0 com o ab.itiraento le-
Dilo Granja, ne a maaeira nobre e altiva cora i' jo
Sue se apresntou e, justiga se Ihe faga, a obe- : gal. *o preco da & pra9a na quan-
diencia e disciplina dos Iraballvadores que all jba de 7 >$ sero os baos entregue a
estavam, dignos de ser lembralo 'quem maior lance off.recar era vista da
A' cruninalidade do Guarda Ireios, foi to g,r 3 e uitim* praca
juslicaval, qiw o Ilustre Dr. director di E. E che"U-
F. 3. Pernambuco, el ira 1 nou o do cargo, e o ^ Piia 4ue cueeu.
que mais, m-nhuma communicago otflcial; da todos mandei passar o presente editai
ou parlicul r fez a o Sr. delgalo Peregrino que ser publicado pola imprensa e alli-
Affonso Ferretra, ou as autoridades superio- xad0 nos lup-aTas do eosturae
Resumiremos as propriedades das ca-
psulas e du licor concntralo e sjluvel
da Guyot, dizendo:
E' um estimulante diuratici as affec-
ges da bexigae da urethra ; um especi-
fico notavel para combater as diatheses
farunculosas e oe plilegmasas ebronicas
da p-'lle ; tambem est indicado como
excellente especifico no primeiro psriodo
da tsica e as broiuhites chronicas, nos
c.atarrhos dos broachios e ^nas enferme-
dades chronicas i .larynge, as diathesas
escorbticas e 1113 cichiKias escr phu-
1 sas.
Nos citos da laryogites, bronchitei,
catharros pulmonares, toases rebeldes,
irritaco do peito, t'oengas de garganta,
tsica pulm nir, dyspejsias, catarrhos
da bexiga, asthma suffoc>nto, etc.
A doso 1 capsula da alcatrf- as
principaas refeicoes.
O licor se emprega nos raesmos casos
ei dses de duas collieres de sopa dis-
solvklasem um litro d'agu.i.
Para ablugdas ou injaegues, se mistura
o alcatro di uyt com 4 partes de
agua. (Dr. Bouciiard.vt, Formulario,
1885).
res
Entretanto, o Sr. delegado Peregrino AffcnsoL Dadoe passa'o nesta cHade do Peci-
Ferreira, pinta o fado cora tintas "to negras: fe, aos 21 de Janeiro de 1895.
ao conheciment, NSTIT fO PHII,0M ^TIGD
UUA DA GLORIA N. 33
Dirigido pelo
Bacharel -OLINTHO VCTOR
As aulas deste collegio estaro abertas do
d 7 do corrente em dianti".
LOTERI
NOVIDADES l !
SI. HordanDegeueroscence, 2 grossos
vols. ene. ooeo
Alberto d'OlivelraPalavras loucas,
II vol. ene. era couroS^ooo.
E. Hartmann Le darvininme, cin
quime dition, 1894, 1 vcl. ene. looo.
Livros de eiHceSes e.^otuda*
M. Noruau Paradoxos-, 1 vol. ene.......
loijooo.
* y I vio Romero -Historia da liltentur.
braztleira, 2 vols. ene.
I.affaette Direito das cousas.
T. tte Freisas -Consolidago das leis ci-
vis, 1 gros60 vol. ene.
Rilms -Consolidago das leis do processo
civil, 2 vols. ene.
Ribas Direito administrativo.
Aos Srs. Engeu-beiros
8 volamos de obra de
engeuhria inclasiv Les-
oeayres completes ds Lapla-
ce,tudo por 5O#O0O.
LIVROS RECEBIDOS DH1ECTAMEXTE DA
CASA EDI .TORA DlS. PAULO
Joo de S Albucinerque-Cartera
juridica, (1893> Jl* edic- t voL eac. ooo
A- Ltoy -A nowi] escola penal, exposigao
popular (*9-) vol broc. l-.oo
Alberto Salles Er.saios sobre a mo
derna concepgao doireito, l vol. broc.......
3-Sooo.
Maura LaeerslaInstituigOes de me-
dicina legal brazileira, 1 vol. broc. fieooo.
Alberto Salles Sciencia poltica, I
gran le vo 1 broc Gjlooo
l'I'li DiasComedia dos Deuses,
broc. 3cS*oo.
lulio ae Mattos-AllucinagOes
Oes. t vol. broc. x-iooo.
1 vol
ff ifltr
PE
DE
K.\ti'ae Sexta-feira......15.. 15:000^000.... .a Lotera C
Ter(ja-feira...... 19.., 12:000^.00.... 9a A
Sabbado........ 23- 12:000*000.... ^ G
Quinta-feira. .. 28... 19:000^000.----- Ia D Novo plano
Terca-feira, .
-Sexta-feita. .
Tei c, vfeira. ..
Sexia-rira. ..
Ter(ja-feira...
Sext-ieira. ..
Fer^i-feir?,...
Sexta feira.....
ISxtrac'oc* do mez del
12:0001000
15:000000
12:000|000
0
5.,
8..
12..
15.
19..
S6;.
26...
29-
24-.O0OOOO
L2:000#000
1^000^000
12:000^000
15:000000
Ia Lotera B
Extracces feitas oom assistancia do-fiscaL.do Governo e peranto- numeroso auditorio. ....
A machina FICHET, para dar os nmeros, tocada por meninas, assim como os- premios sao tirados
da urna por uma menina de cinco annos. .
O contractante desta importante lotera entrou para os cofres pblicos com a avultada somraa de.......
120:000$000 de impostos pagos adiantados, e flanea.
Bilhetes venda as casas lotricas e na Thesourana i o j
Kia Lar^-a do liosario n D, 1. andar
Os pedidos deverao ser dirigidos ao encarregado daemisso
ggsiasii)] mm mmm
Telegrammf ilillieiro .
m Ciiia do Correio- 16
A opillioda imprenta sobre a toteria de PerDambuco
LOTBBIAS DO ESTADO
Assistimos correr a ultima lotera do Estado, cujas
machinas Fichet sao reconhecidamente boas.
Q systema rpido e licito. DrA Cidade.
LTtMA BOTADO
Je, comecou a extraccao da
Hontem, s 2 horas da tarde, teve lugar a i.* extrac-
co da lotera deste Estado, '
Acoavite do Ilustre thesoureiro da referida lotera,
assistimos ao processo emprega do para a. extraccao e no- Hontem, as 2 horas
tamos toda a ordem e methodo. jLoteria do Estado 2 A
Pelo modo empregado, o que foi, para a extraccao,; Achavam-se presgjjga6 o fiscal das mesmas loteras Co-
tudo deixa a concluir-se que grande confianca inspira a;ronei Manoel G^lwes Ferreira Costa, concessionario,
mencionada lotera. agentes de Jatenaa, quatro meninas, uma para extrahir
Do Jornal do Recife \ ujylafcaj e as outras para moveremfas machinasFichet.
------ No salo do Consistorio da Egreja do Rosario havia
T AtAinQ Atx T^rrnnml>lf*n excessivo numerle concurrentes.
iiOteria Oe r tanmmvmSB Procedeu-ae ento a extraccao, evidenciando-sea exa-
Realisou-se hontem no predio n. 45. ruado Impe4cta distribuico dos premios pelos nmeros indicados fatal-
rador a extraccao desta importante lotera, perante eres- imente pelas rodas da machina Fichet
cMo numera de peas das e observndole perfeitaj O processo da extraccao inspira plena confianca e ex-
correceo no desenvolvimento do respectivo sorteio. iclue a possibihdade de fraude. ...
A ^scalisfSo exercida exclue qualquer posstbilidade; Tivemos occasio de assist.r a toda a extraccao dos
de fraude norocesso da extraccao, sendo de to. tenralpremios da Lotera do Estado 2 A e.podemos.dar testemu-
idade a creanca encarregada d" Errar os premios que nao;nho da perfeita regularidad*.da extraccao. conhece ainda oVprincipios elementares da leitura^e da es-! No dia.-22 deste mez reahsa-se a 3 extracto desta
crpta iconceitiiada lotera.
'* Do Commerciade Pernambuco l Do Cammercio de Pernambuco.
1


I! I
1 1BWH \
\:
V


Diario de Pernambnco Quinla-felra 14 de Fevereiro de l95

Kngeuho ReiIe
Protesto contra a bypotheca da safra
maisbens do engenho Rede, no muni-
cipio de Amara-y, feita peloSr. Esvaldo
Ottoni Vieira de Souza ao Sr. Antonio
Guilhermino dos Santos por nSo ter
asignado dita hypotheca nena dado meu
assentimento, sendo como consta das
letras do arrendamento do meamo enge-
nho, aceitante e tambem consenhor da
mesina safra, coma hei de provar em
juio, onde vou annullar a byPtneca.
Recife, 12 de Fevereiro de l895-
Affonsodo M. M. Heves.
Muitas e muitas observacoes feitas por
eminentes mdicos tanto nos bospitaes
como na clnica particular, demonstraran!
que as Perolas de etber do r. Clertan
constituam um medicamento verdadera-
mente heroico, que dissipa rpidamente
as caimbras do estomago, as palp:tay5es
as clicas hepatbicas, os gazesintestinaes,
as suffocasOea causadas pelos lugares do-
lorosos provindo de digosto dimcil;
emfim todas as dores que provem de
qualquer suprexcitaco nervosa.
Festn de Goyaiaiala ciu 18B
Aele:c3o dos devotos que tem de fes-
tejar o Glorioso Martyr S. Sebastiao.que
se venera na Capella de Nossa Se..hora
das .Dores, da povoaco de Goyauninha
de Goyanna, ni anno de 1893 a se-
uinta:
Juizes por elegi
Capitao Manoel Aurelio Tavares do
Gouvea ea Exma. Sra. esposa do capitao
Daniel Barb za de Albuquerque
Juizes por devocao
Ten nte-coronel Luiz Gomes Correia
de Oliveira e a Exma. Sra. esposa do
capitao Francisco Valioso de Albuquer-
que Mello.
EscrivSes por eleic&o
Cidadao Severino deArauioe Albuquer-
que e a Exma. Sra filha do cidadao
Francisco Martin* d'Oliveira.
Escr.ves por devocao
Cidadao Manoel Faulino de Gouvea e
a Exma. esposa do cidadao Martiniano
Be ierra Cordeiro.
Mordomos por eleicJ
Cidadao Joaa Balbino dos Santos e a
Exma Sra. esposa do cidadao Francis-
co Guedes,
Mordomis por devocao
Cidadao Antonio Aires de Freitas e a
Exma. Sra. esposa do cidadao Joao
Evangelista Bizerra.
Juizes protectores
Os cidadaos Joaquina Cordeiro de Albu-
querquo, David Cavalcanti do Kego Vas-
concellos AuxeQoioCorreia de Goxva,
f.QMERCiO
Solea CoHtmerclal de Peruatas-
COTACSSS OFUCUBS O* JONTA DOS COBBKTORSS
traga do Hect/e, t3 de Feveretrj de *895.
ao boue cotaffto.
O presideote
Amonio Marque* de Amorim.
O secretario
Miacel Googalves da S:lva Pinto.
Oambio
Prac d Recife
Os Bancos ioiciararo boje soas cperag6eg a 9
5 8 sobre LinJrea a 90 lias, daudo pelo oael..
d'u 9 H|70, realzando-te agumas trausacgOiS a
9 3,1, depoi* o mercado atrosxoa recusando os
Bancos laceara 9 5,8.
Eai papel particular e b>ncano repasado
houte negocios a 3 13,16 e a 9 3|i.
(/Otacea de gneros
har o agrtcuUor
Astucar
Usinas par 15 kilos.
Crisulisad > por 15 kilos .
Branco, idin idem.
Somenos, t lem, dem .
Mascavado,. dem, dem. .
Broto seceos dem dem .
Broto melado, dem, idesj
Relame, dem, dem .
5/008 a
i/600 a
3*700 a
2/tio* a
l*l0 a
1/940 a
1/300 a
6/C08
5/SSO
5*3 0
3*816
2*8*0
2/310
2/lSO
1*7 M
Al^odo
Consto negocio a 11*100 por 15 kilos.
fclcool
Por pipa e 480 litros 243* venda.
Agurdente
For pipa de 480 litros 145* venda.
Cooroi
Seceos salgados na base de II kilos 680 rla
venda.
Verdes a 480 ris, uo-cinil
Carnauba
CJoia-se de I3 a 23*080 por 15 kilos.
Hel
Por 100*000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SCAR E ALGODaO
Mez de Feverairo
Bircacas.....
Vapores.....
Animaes.....
Estrada de Ferro Centra!,
dem de S. Francisco.
1 lem do Llmoeiro.
Somma.
fcaporlaco
ecife, II de Fevereiro de 1895
rara o exterior
Nova;or allemao Babitonga, para Ll
Terpool, earregou: -,
V. Neeseo, 73 coaros verdes pesando Ifii
kilos.
par Ha nborgo, carreea'am :
]. Fneratemberg & C, 60 ilos de peanas e
180 ditos de cacao.
1. A. da Costa, 11 barrieas com abacaxie.
Para Lisboa, carreparam :
L. A. da Costa, 1 bavlca com abacaxis.
N. II. do Eirado, 1 caixa com Vi kilos de
doce.
5o patacho americano Mitbej, paraew
York, carregaram :
Julio & C 70 saceos com 43,750 kilos de
aisucar mascavado.
A. Pontos, COO saceos coa 37,o00 Kilos de
aasuear mascavado.
*
Para o otenor
No vapor .nacional Santelmo, para Sio
Grande do Sal, carregaram :
Amorim Irmaos & C, 26o saceos com 19,500
kilos de assuear mascavado.
P. Carneiro & C, 1300 oarrlca3 com 114,500
kilos de assocar b-anCo.
Para Porto Aleare, carregaram :
Costa & Fmza, 200 saceos cem 15,000 kilos
Nicanor Cordeiro de Menlonca, Manoel
Bjzerra de Menezes, Antn o Rogerio de
ilenezes Moror, Joaquina Freir d'Arau-
jo, Jlo Gomes Cordeiro, Manoel Juven
a o da Silva Lopes, Manoel Antonii da
Silva, Antonio Francisco de Mello, Anto-
nio Francisco de Souza, Joao Pereira de
Mattcs, Joao B ptista da Slva, Jos Bi-
ptistade Jesns,Manoel Ferreira da Sil-
va, Joo Lopes da Silva, Joo Alves de
Souza, Tiburtino Bizerra dos Santos e
Francisco Alves de Freitas
Ju zas protectoras
As Exmas. Sras. esposas dos cida-
dios Bernardino Jos de Sennn, Manoel
3ernardino de Senni, Antonio Triudade,
Sdverino Brigue, Sancho D mingos,Chris-
tovo Alexandre, Ignacio Brandao, Fran-
cisco Ferreira, Vicente da Cunha e D.
Maria Fraucelina da ConceiySo
Procuradores
Os cidados Fio entino Barbosa Cor-
deiro, Leoncio Bizarra Cordeiro, Tiburti-
no Jos Pedro de Oliveira e Jos Barbosa
Cordeiro.
Thezooreiro
Cidadio Arminio Barbjzi Cor'erode
Mendonca
Secretario
Cidadao Francisco de Paulo Rodrigues
de Mello.
Approvo.Goyamiuha, 27 de Janeiro
de 1895.
Vigario, Loureiifo de Albuquerque-Loyol-
la.
A commisso que esta publica. Ma-
noel Figueira de .\Iendorica, vianoel Vi-
cent de Carvalho, J s de Mello Andra-
de,Guilberme Freir de Araujo e Manoel
de Araujo.
-----------^-------------
OCcg me Braziieiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
28500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta 8S000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Braziieiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de-
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Braziieiro*
de assuear njascavado e 1200 dos com 70,000
ditos de dito branco.
CompaoBla de Eiiisa, 200 saceos com l.o 0
kiba de assocar bronco.
P. Pinto & C-. 1 010 tarreas com 86.210 kilos
de as.-ocar Dranco.
A. lnaos C. 1.705 ea:cos com 12/,875
kilos de asucar branco
Para Pelotas, carregaram:
A. I-:no &C, 350 oarncas com com 37,100
kilos oea.-su ar b.-aoco.
t. da Cosa Ferreira, 300 barra cam 28,000
litroa de agoardeote.
Su vapor alieiio Rjma>, p^ra Santo),
carregaram :
P. VaientJ 4 C., 250 caicos om 15UO0 kilo*
de assuear branco.
Nc vapor allemao Paragoaseo', pa'a
dantos, carregiram :
M. 8. MU, 2,500 sanees com 150,000 k ios
de assocar o aoco e 510 diios com 30.000 ditos
de dito branco .
C. de Bstiyt, 860 sacc03 com 18000 kilos da
assocar branco
F. de Olveira Miia, 20 pipas com 10,700 (Uros
de alcool, 2.050 saceos com 1 21,100 k los de
assocar branco e 1030 ditos com 60,00 unos de
dito mascavado*
Para Ri> se Janeiro, carregaram :
L. A. da Costa, 29000 cocoj troca e 2 caixas
con 100 kilos de doce.
E. C. Beltrao&I a>, 580 saceos coa 30,000
kilos de assocar oran.o.
F. Lemas C, 1% latas de oleo vegetal.
No vapor naoion-i Capibaribe, para
Santos, carregaram .
Compaonu de Estiva, 10) barra com 8,700
litros de agurdeme e 5U0 saceos com 30,000
kilos de assocar branco- .
P. Pialo C, 40 pipas com 19030 liaros da
alcocl.
A. Irmios & C, 1000 barra com 17.60J litros
d6 agoardeote.
rto vafor iaglea '. P.ioce, para Santos,
carregaram :
H. Borle & C, 20Cu saceos com 120.C03 kilos
de mascavado e 1500 diioi de dito branco.
E. Kantoaik & C 800 saceos com 481)00 kilos
de asacar branco.
Para Rio de Janeiro, carrrgirem :
Y. Pinto m. C 5u pipas e 10j narria com....
32.550 niros de agoardeate.
BestiiacaoCjotral, 35 pipas cam 17,700 litros
de alcool.
A. Lapes & C, 347 saccas com 2i,683 kilos
de akodao e 50 pipas com 23,30) 1.1 os de
agoardeote
Campanb.a de Eetiva, C0 pipas com 2*000
1.ros di agaarieate.
No brigce dlnamarqoeza Medor, para o
Para, carregaram :
FoDsesa I mies & C, 2,500 caixas com 30.000
kilos de sabaj.
o vapor ibgles Portogoei Prince, para
o Para, carregaram :
Barbosa C, 170 caixas com 1360 litroB de
gestora.
E. Kaoib tk ic C 5 pipas com J700 litros de
alcool e 500 oarr.cas com 30.627 kilos de asso-
;ar branco.
No vapor nacional >S. Francisca, para o
Cear, ca re^aram :
Barbosa 01 C, 20 caixas com i60 litros da
grcebra.
F. I mas & C, 2150 caixai com 2830 kilos
ue sauaa ,
P. Alves & C, 116 barricas com 3.350 k los
de assac r reKuado e 70 dita, com 8.780 dos
de dito oranco.
P. Carneiro & C, 40 barricas cam 2600 tilos
de assac r redoado e 20 ditas cem 2155 ditos
de dito baaaco. ^ ,
C. Pinto & C, 24 barris com 900 litros de
vinbo de finetas. "
J. S. do Amaral & C, 5 cai*as com 40 litros
de genebra.
Prrra Aracalj, cirregaram :
J. S. do Amaral & C, 1 pipa com 470 litros
de vioao de froctas.
Para Maco, carregoo :
J. S. do Amaral, 6 oa:rls com 410 lifos de
vinbo de froctas.
Para Natal, carr.garam :
P. Alves & II, Itt saceos com 1200 kilos de
assuear reliuaio.
Para Moasor, carregaram :
P. Alves & C 5 barricas com 250 kilos de
assuear rtfinado e 10 ditas com 834 ditos de
dito branco. .
Na barcaca Marcelina, pira Porto Calvo
carregaram :
P. Carneiro & C, 9 caixas com 207 kilo3 de
satao e 6 saceos com 300 litros de sal.
Na barcada Riinba do Sado, para Ua-
cei, carregaram :
F. .rm&os fc U., 880 caixas com 16,480 kilos
de sabSo.
A. M- Mirtios, 70 canas con 1610 kilos de
T. Lapa A C 5 caixas com 40 litro de ge
nebra, 30 ditas com agua mineral medlndo 240
litros.
Garrafa 2$S00
Duzia 2 5 $000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou maritimo, sem des
peza.
Pedidos de 10 duzias mais 5 o/O de
descont.
. -----------------.a>-----------------
Peitorol de Cambar
1:500^)000
D se esta quantia a quem {.rovar a
nao authenticidade da declaracao infra:
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
de lancar mais de msia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conseiho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido iodo os Zj
bendo fLavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteQompanhia de Drogas e
Proiuclos Ghimicos.
Professora
Dinamcrita Constanca Cavalcante de
Albuquerque, habilitada no eu-ino pri-
mario, se off -rece para ensnar meninas
em algum collegio, ou em casas de fami-
lia
A tratar cora a mes mi Sra. em 1
aea na estrada de Joo deBtrros defron-
te do bacco do Espiubeiro.
O Bacharel Estanislao CardozoS
LECCiQNA EM CASAS PARTICULArEJ
Pode sor procurado
" ra do Visconde de Goyanna n. 43
CoinpanhSa Promotora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-sc aos Directores
dessa Conipauliia auando ten-
cionam pa-ar os juros das
300.000 obrigacOes ao porta-
dor, que eiuittiraiu em 1893,
cuja pronaessa de pagamento
deve se efTectaar em Janeiro
e J11II10 de cada auno a partir
de 1894?
Oulrosim, quando pretendem
fazer os sorteios para resgate
dos ttulos desse emprestimo,
que, segundo declaracfto Teita
nos mesmos ttulos, devia co-
mecar em lunlio de 189-1 ?
Um titulo de O obrlgaffes
que possuimos est Armado pe-
los Srs. Lima Duarte e llanoel
Bandcira e c ilatado do Recife
cm 24 de Outubro de 1893.
Rcspondnm-nos, pois, esses
Sr*.. certos de que, se nao nos
rcspondereiusatisractoriamen-
to, levaremos o assnmpto ao
couheciinento dos Tribunaes.
Ull.l VICTIHl.
Recife, 29 de Janeiro de
1895.
Peitoral de Cambar
Parecer fio Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res. Dr Francisco Angust da Silvei-
ra (Recife ]
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral dt
Cambar, de Souza Soares
O agente Gompanhia de Drogas e Pro-
ductos Ghimicos.
Terrivel tosse secca
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Joaquim Alves Ca^alcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
A EQUITATIVA
Socleflafla Hatua de imm de Vi M EHs
T2S-S3IIABLS LZFE A3S7BBAVCE-S3CI2T7 CF I2S UJII22 mili
EU JAXEIRO-l -1894
activo.....
Excedente ....
tienda armual.
Riscos novus.
IVal dos riscos rigentes
f* *. ^ A
* ^ a- "V Y\S\*Wt <*11 TB"'*.' \ \
Dollars 169.056.506,00
$ 32.366,750,00
9 hZ. 02-2,605,00
$ 205.280,227,00
$ 032.532,57^,00
ago por Eim tn s e do!ac ;; ven-
c 1 is les fe a i rganisagao da
Sccied......
AURAT FAAJ80N,
I 'soeeatir tle a; enca.
44 -Ra do
o 192.527,734,00
JOS' DE CAST.iO PAES BARRETT0
SB-GF.r.ENTK.
Co
mmercio44
PTqyA da ALFANDEGA
r
i
VALOMS DAS U8BCADOBIA* NACIOSAB SDJEiTAS
D1BBITOS DB BXPOBIigAO
Sextana d il a 16 de Fevereiro de 1895
Igoaraeuie, catn(,a iilta......... 1S0
Di de caua, luro.............. 4 Utia destilada uu aiccol.......... 468
Algodao e rai ,k.iiK .......... 56
arroz com casca, un............. 2
isaucar branec. i em............. 310
Ono mancavacic ieui............. iiO
Olio .eQaado. idem................ 3t>0
8.808 de mamooa, idem.......... 130
Borracha de Wite maogaDeira, dem. ((500
Cacao, dem..................... 900
Caf oom, Uera .................. 100
Dito esccIDa ou restolbo, dem...... i Dito maide, iaem................. 2<0O
uno ordioano, dem.............. li'00
Sem9Qie de ca.-aaboa, o kilo....... 47
Sabaj.kilo...................... 360
Sebo em raua, kilo .... 666
Tataitjba maucira, klo ......... 120
Taboai de amarillo, au........... 160*000
Oraem ia8.kli>................. M0M
Dita veeeUI em ti'olo, kilo...... i#000
Carocos ou semebtes de algodao.idem
Carrapaleira fsneOM,............ '
Carnauba idem................... U0W
Carvo:epeira, tonelada ...... 40*0(10
Coaros seceos espichados, kilog.... 661
Ditos ditos saleados, idem........ 612
Ditos verdes, idem.............. M*
Cooribo om...................... U570
Cocos em casca, cen'o........... 9^000
Parlaba e mandioca, kilo..........
Graxa seba, kilog............
G a e bra, litro.....................
Jaboraody (foloa), idem... ........
Helos de sola, valor nominal....... 74500
s el de tanqoe ou melago, litro...... 136
Milbo kiiogr...................... 05
Pedes de cabra em Cabello, valor
docento ......................130*000
dem de caroeiro em cabello, valor do
ceolo ......................... 130/
Itcad senlos pblicos
Hez i e Fevereiro de 1893
Alfundega
Renda geral
Dj dia 1 a 12
dem de 13
53':70l*790
66:392*871
Renda do Estado :
Do da 1 a 12 137.639*131
1 lem de 13 2C461J28S
Somma total
600:19 *651
159:100*414
"759 295*075
I seccSo da Alandega de Pernambaco, 13
de Fevereiro de 1895
O enere da aeceo
L. F. Codecera.
0 tbesoarelro
L. M. Rodrigues Valenca.
4 compari. com manscosa 100 t.
4 ditos com camarOhs r 100 ra.
27 1/2 columnas a 600 rs.
6 ca'ga coib eallinbas a 500 rs.
3 rassoaes com eallinbas a 300 ra.
1 cargas com milbo verde a 300 rs.
1 carga coto cebohnbo a 300 rs.
8 cargas com melaocia a 300 ra.
1 carga com bananas a 300 rs.
12 cargst com diversas a 300 rs.
1 carga com batatas a 300 rs.
2 cargas com loacas a 30 1 rs.
5 cargas co o macicbeiras a 300 rs.
3 cargas com gerimnos a 300 ib.
4 -artas coio Uraoias a 300 rs.
30 cargas com rarinha a 200 rs.
10 oa'gas com milbo secco a 100 rr.
6 cargas com (eijao a 200 rs.
65 logares a 200 rs.
8 Soioos a 200 rs.
12 comp. com soineiros a 1*000
9 comp. com sciaO'oi" '00 rs.
11 comp.com IressoraB. s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
69 comn. com (axendas a 600 rs.
49 comp. com verdores a 300 rs
8J comp. com fariona a 40 rs.
51 comp. '.um tainos a 2*000
*400
*400
16*500
3*0^0
*9IMi
*300
*300
2*i00
*30
3 COO
*3O0
J6J1
1*500
9)0
U200
10.00
2*0ii0
U200
I3JO0O
1*600
12*000
6*30! 1
6*600
23*800
41*4 0
14*700
33*50.)
10 *000
Rendlmeato dos dUs 1 a II
3i'7*3f0
3.323*010
3.630*X0
RECEBED0RIA DO ESTADO
D) dia 1 a II
dem de 13
40 515*3.3
1.611*8,9
Dj dia 1 a 12
tem da 13
Somma lo'al
RECIFE DIA'SAGE
Somma total
42:127*515!
5 387*167
3:455*614
8:842*881
Hoflmea o do porto
Navio eauadono dia 13
Rio Granda do Sal10 dia-i, vapor allexo
Rima, de 1,603 looeladat,dommaadaote A.
N. Tajre, 3.uipagem23. em lastro, a Pcre a
Carneiro & C.
Te-ra Nova33 dias, lugar iogln Saubsim,
de 185 toneladas, (capitao Richard Woolgar,
eqaipagem 9, carga oacalbao. a Joboston Pa-
ter &C.
Na?io sabido no mesmo dia
Santos e escalaVapor allemao Paragosso,
commaodaate H. Bjge, carga vanoa gene os.
HimDorgo e escala-Vapor allemao Babiton-
ga, commaodaate H. Evers, cargt varios
geaeos.
Mercado Hanieipsil de a. Jet
O movimento deste mercado no dia 12 de Fe
vereiro '01 o segninte:
Entrsram :
46 bois penado 7.901 kilos
450 kilos de peixe a 20 rs. 9*(00
Precos do da :
Carne vetde de 2JO a I* rs. o kilo.
Salos de 900 a 1* idem
Ca-neiro de 1*000 a 1*200 ideo.
Fancba de 700 a 1*20) rs. a caa.
Milbo de 600 700 re. a eoia.
Feiao e 1*500 a 2*000 a cuia.
flaTioa esperados
Do lio de Jaoeiro
Losar poriuzez U iia 1
De Pelotas
Logar noruegueose Eiwjld.
Pa a'.bo oar.ional J-yme
Patacho belga Emilie.
De Montevideo
Patacto bol anle lobanne.
Lugar ingle Cymric.
De Cardiff
Barca noruega Gadron-
Birca noruega Bengal.
Barca inglaza Coldooo.
Birca ioglea James Liversey.
Barca noruega V. da G.rjja.
De Londres
Barca noruega E-onos.
De Terra Nova
Lugar ingles Sumbeao.
Lugar ingles I iOene.
Lagar inglet Tyree.
De Hamborgo
Patacho nornegoeose Eiw.rd.
BaiCi alleaja EmmaBaici.
De Liverpool
Lugar iagUi Faony.
Burea noruega Eleneyer.
Barca noruega Samru.
Vapores a entrar
Mez de Fevereiro
Beberibe, do norte, boje.
.Alheas. de Balllmere, bo .Portuguesa Prince, do sol. boje.
Pernambaco do ojrte, a 14.
L" .a, 1*0 sol, a <4.
Bellova., de Nw York a 15.
Rosarlo, do sol, a 15.
Tbamea, do sal, a 16.
Espirito Santo, do sul, a 16.
Iisqoi. do sal, a 17.
Villa de R)fa-io. da E-iropa, a 17.
Gord3an,da Europa,a 10.
Hervello, do sol, a 20.
Magdaleoa, da Europa, a 20.
Al8goiE, do oorie, a 24.
v'ega, do sul, a 25.
Nwrd, do sul, a 25.
Vapores a sahlr
Mez de Fevereiro
Rio ers;.. Pernambacc, 14 8' 4 hora?.
Saotos e esc. Jre.-.le Prince, 14, bi 2 horas.
Lisboa, Vega, 15. s 2 horas.
G-neva e esc, Rosario, 15 s 2 horas.
Sanios e esc, \thens, 15, as 4 boraa.
Rio de Jaoeiro e esc. Belicva, 15, as 4 coras.
Europa, .Tnames, 16 as 12 horas,
laaos e esc, Espirito Sanio, 17, as 4 boraa.
Rio e esc, Vilie de Rosario. 19, ae 4 Doras.
Sol, Magdalen 20, aa 2 horas.
Iiew York, .Hirvelius 20, as 3 horas.
Baeoos Ayree e eic CorJoso 21, SB 3 Doras.
r o eesc, A!ag af, 24, as 4 horas.
ia!incts d cia'cirgia scs*il* c
especial da bocea
Dr. yodo Rangclparticipa aos seus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria 11. 3 I.' an-
dar, onde pode ser procurado das i
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fura das ho-
ras de consulta, feitos por cscriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo c os outros servicos logo que
terminados.
Ao publico e ao eoiiaiuercio
Chegando ao conhecimento dos
abaixo assignados, propietarios do es-
tabelecimento commcrcial denominado
Pantheon das Artes, ra do Im-
perador n. 67, que alguem na cidade
de Palmares e em outros lugares tem
se inculcado ser representante do mes-
mo estabelecimento, e por nao ser isso
verdade, pois que dito estabelecimento
nao tem outros representantes alc'm
dos propietarios, avisam ao publico e
ao commercio que nenhuma transsac-
Co facam a nao ser com os abaixo as-
signados, ficando esses irresponsaveis
por qualquer compromisso contrahido
por quem quer que seja.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Nogueira Irmaos.
Baro da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peitoral de
< amSai'il
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias do appa-
relho broncho-pulm>nar
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
811ra Freitas
Illm. Sr. D. Carlos.-E'con a m\x-
raa natif*c2o que Ihe Slfij 1 n presentes
lir.hss, fcfim de levar ao Ci<:)himet> de
V. S. ca resultados e beoe -ius que obti-
ve, com o aea preparad j i.l*nominado
elxir M. Morato propagado por U.
Garlos, de nrm j bem conhecido. Ha
a.is de do anno que sffria umai ulcerae
venonosaa e ta obem mais alguus pulmS a,
tudo tocado a mttOlS Byphiluica que por
muitas veaes eaiive com pavor do meu es-
tado, e um dia me vuio na ideia de tomar
uoj vidro deaae afama lo preparado que co-
ihi bom resaltado que /no acno hoje bom
e s5o para aempra. C invindo notar que
t gastei 2 vidrcs de tal preparado Aa
ctorisandc-lbe a fatr deeta o uso qaa en-
tender, e ea a fict louvando a grsnde
deccoherta de tSo effiosz remedio.
Subeorevo-me como nm doa maiB atten*
cioaoa creadoa de V> S. eto etc.
Joto tyiintiao d* Silva Freitas,
(8otuca*uno).
Mooocs, 22 de Abril de 1394.
Agentes:
Companhia de DrogaB.
^Raa Ms luendOeds a 24.
Braga, 12 ele Maio de 1886.
Illas. Srs. Sjott e B.wie,
Teaho appcado com bim resultado a
Gmulaa3 de Saott de oleo de fijado de
broaihao com byp'p'icBphitos de c*l o
soda na phthisica pulmonar, escrotuose e
moleatiaa enrome s de torma eonaampti-
va, restaurando ib forcas aos doentea e
augmentanio-lhe o apetite e nulrcSo.
Joaiuim Jos Matheiio Silva,
Bachera! formado csb ficuldadea de
Medicina e PhiloBoph:ft pela dniver-idade
de Coio.bra, medico do Hospital de SSo
Marcos desta cidade d Braga, eto.
KD1IAES
Sec eiarU da Justic^. Negocios Iaieriored
e IoBtrucco Publica uo Eaiado de Pernambaco
-Directora da laaCS-1.* secgaoEm 12 de
Fov.rairo de 18J5.
ED1TAL
O Sr. Dr. tecrelaru iu Jast'ca. NccobI He-
riore8 e I lilrucfio Publua, eai obiervaocu do
disposto o art. 157 o RegolireeQto nnexo ao
D.c:eto9 4!0 de 28 de Ab;.l de 1885, manda
faior pobl.co o editil aoaixo trauicnplo, pondo
em cooccro com o prazo ce 30 das, a cjatar
de.-ia daia, o ofBiS de l.'iabtl.io u publico,
judicial e notas, e3cri8o de orpuaos e aonesos
e ae 2. labeiliao, escrivo do civel e execucO^s
cive8, inry e exECOfiOes criminae. do municipio
de Muiibeca.
0 director,
Aooso V de MeJeiros.
EDU'aL
O Dr. Miximlano Ftancttco Daarte, juiz de di
&reito do minlcpio de Munbeci, em virtude
" da le, etc.
^tWaia^^^rd^^a-dK^ Dr, Regador, s^dara^ aos pas de fa
os iBCO'renieo sota im .,..*..-a
E038 rp;icc*63 1 do 1 mi-D^ :
1 zulo de ex?me ce coQl leocla ;
?.", leltdl 1 de idade ;
3.*. certidio de ex^m-j de por:c,,ue: e arlh-
1 1 tica ;
4 f"iba c rri a ;
5 aitesisd j to u*" ':ci, e cjpai i !a Je pby-
nea ;
6., orarancS] especial se rejree'en per
procurador ;
7*, lualmeDt', cu'ros d-crrcenis q:e fo-tm
cooveuitDieB para proj te cap ci ^de protis*
moaal, iqJo de coDrormduue cura oar.tOe
eis pur k ipLos do DjJre:o n. 9,*0 d ; 28 e
. r;l le 1883.
E p-.ra quicbcgu'ao conhecimento d.18 inte*
r -m u?, p-is:oo se o pr. sp.,Ip, que ser publi-
cado pila lopreosa c alux d; ojs locare 1 to
costo ne.
Pa 'o e pasa do nieta villa de llurir-eca, acs 9
d F.-ve-i-iro de 189.
fc, Fr- occo Ped-o Gonc-lw Bu rr?, r8-
o-ibj interina, o esc-evi.o jmx d: o tilo,
M Mmi uo Francisco Suarte.
Cjriilco, eo, offi al ce je3tC', s-rvlnlo de
;io ui o, que allix-i ojp, p 10o as da macba,
oa puna do Pjgo Mjq ipal e Oju P izares, lu-
\ rts co ccibluiiie, o tdidl retro uou !
Vil.a i!e Morbeca, 9 de Fever>-irn de (895.
O ib ui '*e jos ica, Mauoel Rjpbael dos Aojoc.
K-iS con'o'aip com > onsmal, ceu fe.
Villa de Mu-ibf-ca, 9 de F-vereiro ue 1893.
Eo, F-aneiaco Pedro uucalves B tan, eecri-
>o iu trio'-, o fscevi.
0 D b>i-u-u'ii 1 AOtoulJ juciivc, ju de
ai-eiio dos Ieit.8 da fazeoda deste Estado de
Peroaaboco, etc.
Fago eaoer aos que o p teste eiilal vire,
q conenie, se bao de arreaa;ar 01 predio* Be*
guales :
O p-e.n i n. 99 svo ,i ra Ai San a Rila, e*
< ezi 1 4e S. j .i meaiauo ae frente i metros e
60 centmetros e de fundo 15 me ro> e 40 centi-
u !>).-, pona e janella ..e (reme, i salas, 3 quar*
um, c 1 cbi fora e q total mora 10, avallada em
1 UJO'Ou I pira pigameuto do que deve a Fa-
tenaaao Eiado Jovioo Raudeira ce M lio.
O predio c. 9 ;ilo a roa do aogoeira, f-egoe*
sia de S. Jo, metiodo de f-e.ile 4 meiros e
?0 ceQtiieiro8 e de fuudo 12 me ros e 80 ceolf
metros, parla u janella de (rente 2 salas, 2 quar*
Isa, cosinba for., cacimba meeira e qoiatai ma*
rado, avadado em 1:5 0100 para pagameao
doqoe deve a meaoia Fazeada alaooei do Reg
Ama al.
O predio n. 13 sito no becco da M.irir, fre-
gu 11a de Sano A.nioo'0, mediodo ae freota 3
>oelros e 60 ceaiim^t os e de ionl> II m tos e
80 c-uii elros, porta e jaoell de freaie, 2 salas,
1 quario*, co.-nti. ioierua e qa nial mirad j, a-
ilado em 1:200/000 para pagamento ao qae deve
a meama Pazea a Mi la Jo.q ioa da Ga:u; .
p edio o. 34 .-ito a rui oo< Pe*:aio es, fre-
gaetla de S. Jo me noJo oe freo e 3 metros e
60 ceBliuie.ro* e de laudo 9 me.ros e 60 ceut-
etro*, cum pj'ta e janella de decio, 2 salas,
2qoaro8, cj-i:;ha init-rua e qoiulal maiado,
avallado em 700/000 para paynenlo do qu 1
deve a mema Fuzeada i ao Antonio d Souza
ta relie pr Martiobo Jos .te Sj z* Reg.
O predio n. 227 sito Estrada do G qai i
Jauoato, menudo de 'reate 6 .ne roa e 10 ceo-
ti:n t o e di fue 1 j 10 m-t j<, an;l >-, e 1
porta ue frente, 2 cala-, 2 qaartos, sosii li 1 fora
e quintal em aberio, avahado em 200/000 para
pagam-oiodo que deve a mama Faz-oda Se-
nbo-iob Florentina de Li .a.
O soorado o. 12, de t andares e sro sito a
raa das Laran^e raa, frettoezia de Samo Anto-
nio, mediodo de f ente 6 metroj e 60 centme-
tros e de (aado 14 mel o, te i .'o o pavimento
terreo 3 portas de freote, se ido i di escada, 1
sal^o e 1 quarto e qoi til morado. O 1* andar
i ja elies e fita e com varaudaa de ferrro, 2
adus 2 quados. coaioba i alema, e o 2- anda 3
janella* de t e.i.e com varaooas de ferro, 2
salas. 3 quartjs e cosiuna oo so ao, avallado em
4:000/0^0 para ta^ameoto do qae devo a Fa-
zeuia do Euado Joo Moreira Fr>ioso e outros.
O predio o. 11, de pedra e cal, sito roa do
Viscoode de Camarag be, freguezia da Boa Vis-
la, meaindo d- frente 9 metros e da faido 17,
porta e .2 janella* de frente, 2 salas, qu.trj
quarios, coslua fora, cacimba meeira e qaii til
murado, uvatiado em 2: 00/OO para pagamento
do que de e a mesma Fazeuda Zefenno de Al-
buquerque Piolo.
O predio a. 37 site 8 raa 24 de Miio, fiegoe*
zia de 3. Jas, mediado de fren e 4 neiros e 60
cennxetios e de fundo 15 metro* e 9J ceotime-
t;or, porta e jane la de frente, 2 salas, 3 qaarlos.
cosinna foram, cacimba meeira e qoioial mura-
do, avaliado em 1:500/000 para pagamento do
oue deve a mesma Fazeaaa Manoel Borges da
Silva Villar
U predio n 6 de pedra e cal, silo raa da
S.n'a Rit f-egu.'zia de d. Ja mediudo de
frenie 3 meiro* e 70 centimetro* e de fundo 8
Dje.ro* e 20 ceulln.tr, po la e jne:la de f.ea-
te, 2 salas, I quar o, coamba isieroa' e quintal
ma do, avallado em 600/000 para panameo
do que aeve a memi' Fazeada M'.aoel Pereira
Lenos.
O predio n. 94, de pedro e cal, sito roa do
Viscoade ae Ai6jqura.u, menudo de feo e 6
reto* e 40 cett metro* e de fondo 13 m-.tras e
o) ceoiime.ro*. 2 janeilas e 1 porta d frenie, 2
salas 1 gabiufcte, 2 quario*. c siona Lra, 1
qaario cacimba e quiatal ma'ado e pola, ava-
hado a mesma F.zenda Generosa Joaquiua da Cunba.
O sbralo u. 3 s.to ra do Commercio, fre-
goena do Recife, medlndo de f eo'.e 7 rretros e
25 centimelros e de fundo 26 metros eS6cen-
mel-o-, com 3 portas de fren'e, sendo 1 da es-
cada 2 aa!a9, 2 ijoa.-los, e p 1 andar 3 j n-llaa
de frente com varando de ferro e I gr;nde aa
lo avallado em 30:0u0/0 0 p .a pagamento do
que deve a mesma Fa-ada alarianoa Bernar*
oes de Oliveira Tinoso.
E para que ebegue ao cooboelmento de todos,
maolei p asar o presente, qae a.-r publicado e
afJixado no lugar do coslum;.
Dado e P'8*ado neita cidade do Risile do
Estado de Pernacobuca, 12 de Fevn i o de 1895.
E i, Jos Loiz da Cota R.cba, eacava, o qb-
screvi.
Sigism jn 'o Antonio Goa^alvea.
l.viiiunsio Pernambneano
Pela secre'aria do Gymuasio Pernam-
bucano e de ordem do illustre cidadao
abe'to o concurso para provimeoto uoa clli ios
de 1.* tabelliaa, escrivo dos orpbSos, provedo-
rla e reaidoo, e de 2 tibeilic, e*cnvao do c-
vel e execocO-s civei, e deescrivaa privativo do
luri eexecucOes crimioaes deslsmunicpio crea-
do pelo Ddcreto d; 30 Ai laaeiro de 1834, e
qae nSo fo ara orovidos vllallciameDta desde a
nsiall 580 deslt municipio.
miliai e a quera mais interesar possa,
que continua aberta a matricula at 31
de Margo vindeuro pira quem quier es-
tudar as Beguintes dtsci'lnas :
Lingua portugueza
Dita latiua
t
i
\ A
I inHfl [
^ .-III 1 t 1 ,.......

Diario de Pernambuco -* Qniota-fira 14 de Fevereiro de 1995


*.
Dita franceza
Dita inglpza
Dita allema
Dita ita,:""*
Pilosofu i
Geographia
Historiado Brezil
Historia Universal
Arithmetica
Algebra
Geometra
Yignuometria
Historia Natural
hysica e Chimica
Escripturafo Mercantil
Desenlio
Msica
Instracc&o elementar,.
Keulmrn cstudanta poder matricular-
en! que previamente exilia attestados
de moraJidade e conducta es olar, firma-
da por prof ssores, cujas aulas frecuen-
tar; m, epag-arao 6OO0 de taxa durante
o uno lectivo pe3 estudo de um so" pre-
pantorio, 93 pelo de dous e 121
d'ahi i or dia ite ; oa alumnos d'aula pri-
maria na.a pagarao.
COes para Piobelr.v Mjqoe'ro, Soure. Gmete, EDITAL \
Macapa. Abraque-, Copia.O Dr. Manoel Florentino de Al-'
buquerque Montenegro, juiz de direito
Continan validos,
para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
encames feitos no e-t;-.be!-"Ciraento, nos
termos do decreto n 1,3^9 de 21 de
Fevereiro de b91 e aviso ciiculsr do
Minia iris da Jusiica e Negocios Interio-
res de 2S de Fevereiro de 1833.
Secret ra do Gymnasio Pernambucano
6 de Fevereiro de" 189").
secretario,
Celso Tertuliano Fcrnaudcs Quinte lia.
Edita!
De ordem do Dr. Sub-Prefeito faz-se
publico que tendo de entrar ein con-
certos a ponte de Santo Amaro que
d passagem para o Cemiterio, fica in-
terrumpido o transito at que sejam
ellos terminados.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, u de Fevereiro de 1895.
Secretario,
ioaquim Jos Fcrrcira da Roclux
" Cdtal
Servico le vaccioacito o re-
vnecinneilo
Por esta secretaria se faz publico que
0 ser-vico de vaccinacao e revaccina-
co contina a ser feito pelos commis-
sarios de hygiene nos respectivos dis-
tiictose as horas e lugares abaixo
declarados :
Pelo Dr. commissario do i' distri-
cto na ra Larga do Rosario n. 34 (en-
trada pelo n. 36,) as quarta-feiras de
1 s 3 horas da tarde.
Pelo Dr commissario do 2 distric-
o na ra Direita de Afogados n. 10,
as quinta-feiras, das 8 horas s 10 da
manh.
Pelo Dr. commissario do 3.- distric
to, em Olinda, na Prefeitura, as se-
gunda-feiras, das iosi2da manh;
em Magdalena, na escola publica da
praca joo Alfredo, has quinta-feias,
das 10 s 12 da manh, e nos demais
das em sua residencia ra do Vis-
conde de Goyanna n. 173. das 7 s 8
horas da manh.
Pelo Dr. commissario do 4.* dstric-
o, na ra do Visconde de Goyanna n.
187 (junto a estaco do Manguinho)
as quinta-feiras, de 1 as 3 de tarde.
Pelo Dr." commissario do 5.* distric
tor em Caxang, as quinta-feiras,
das 8 s 10 da manh, em casa do pro-
fessor Macedo, e na Varzea em casa do
Dr. Souza, n. 22, alternadamente.
Secretaria da Inspectora Geral de
Hygiene do Fstado Pernambuco, em
26 de Janeiro de 1895.
A po lunario A. Meira Henriques
Secretario.
O Guarda mor da Alfandega, da ordem do
Illm. Sr. Dr. inspector convida sos
cidados abaixo menciouados inscrip-
tos para o concurso de guardas a
comparecerem nes'.a Guarda-moria no
dia 14 do corrente s 10 horas da
manh.
Antonio Leopoldo de Paula.
Antonio Mendes Lopes de Mendonca.
Antonio P.blio Martins de Almeida.
Antonio Ribeiro de Araujo.
Antonio a Silva Ferreira
Balduino Ribeiro Gon.es dos Santos.
Christovao Feitosa Breckenfeld.
Elyz;o Ferreira Martins Ribeiro.
Ermirio Augusto de Souza Lima.
H'oriqueSoares das Me cs.
Jo5o Baptista da Silva Manguinho.
Joo Cancio da Jos Antonio Luiz
Luiz Gonzaga Mendes de Azevedo.
Luiz Gordal ves Torres.
Luiz Mximo Pereira de Araujo.
Manoal Gon Manoel do Nascimento Lobo.
Manoel Hortulano Alcanforado Muniz.
Miguel Breckenfeld.
Miguel Archanjo de Araujo Motta.
Naturcio Pellico Muniz de AIraeida.
Octaviano Cordeiro Coutinho.
Rodolpho Sodr da Motta-
Sebast.o de Lima Mendes.
Symphronio Augusto da Silva Filho.
Tiburc:o Valeriano dos Santos.
Vicente Ferreira Rio Lim .
Luiz Nicomedes Sobnnho.
Alfredo Geraldo Thimes Pereira.
Guarda-moria da Alfandega do Estado
de Pernanibucc 12 de Fevereiro de 1895.
0 guarda-mr,
Gama Malclur.
Monte Airg e S ntarem, Obidos no Estado do
Par, e Parms e Iticotara, no Atnnona?,
II
0 prazo pira con^losao e faocciooamerito da
linda principal ei.ire as capitaej dos dona E*t>-
don Dio B'r n.a'or de 12 rneie, a pa lir da
det) dj asilar atura do contracto.
III
Para o feoedooaooenij da* liabas raimes, ds
qae trata a clu*ula o praio mxime, du
rnesms condlcfiss de contaren), ser do 18
mei-s.
IV
Para execosao desse servic, rica estalvlecilo
n privileeio pelo p-aro de 30 aosos, durante o
joai na i poera ser concedida aoioriascao a!'
urna pa a o e*lbe!e im-oto de outraj linhas
ttl^rapbi'as aarj-fluviaes na ooa cocoprebeo
Uida eotre as opia s c"o doas E-t lo;.
V
F ca revvalo UiSie ana Esta os o nirei-
10 d* es'abel^ r ua tcstia sana a linim ler
1 t'es cjee jalgirem eoovealeDtes, toando sin-
rJi s>cs pirtico'arfs o direit 1 dn tranamiuir seas
d -radio? pela va que nrefarireiD.
VI
1 i di o rrazo to privilegio (30 aonra), rave:-
Ifra i Uaiao to^o o material, enricic^s, ierra
,ite., empregadoi m tervlco enm cess ','5
'.ribuicSe? pira a exploiaco
qce forem cedidos p*. lo ntracto.
VII
0 C0Dtrael8D'e oo rorr.p-.n'iia ccj ori?an
' ccrDpronvfc'.'e a d.ir p-efereo^ia m T-nstni-sii 1
1 g-zncis oSciaea e da moris-, lodos
" guara terao : baaiento d 50 % em rea
jjSoa tarifa o.din.ria adooiada.
VIII
A'arifa O'gao'sada, tomando-se ptra bae a
diataneii kilomtrica, Fe' eubmeitlda app'o-
i .;".,) do Giveroo Fe lera', sendo Tedadaqial
qor tuoili;jrSo sea aa acqaiescencia.
IX
O cont*ac'.ao!e oa ernoresi qce organna* ti
ca' s:jeio, ra-a o t'tf-i.'0 dos teltgramma* la
tenores oa exteiorej. ars mesraos p'eo'.tos
q-^e rfg^m o aefvico execatado pela Reparticao
d s TtleKrapbos.
X
Fm qo-laoer lempo dt-pois de !cos annis de
ior.criooa 1 en'.o codera o geveroo encampar a
ffBpraea, pacaorfo apenas a imoor aocia por ella
espenl.da com acqoi^igo do m, s-m
oenboma coo6iderac.ao sobre os lucros qoa elU
ti ver na oc asuo.
XI
O contratante ee obrigar a airoveltar no
?erv:gi a qo se prop?, p^ssoal uacioca', p?'o
menos na porcentagem de 50 e Gom ?eoci#
(Denlos pizos na mejica moeCa que os empre*
gados etr*Dgero8.
XII :
DECLRALES
e de orphaos do raunictpio de A^ua
Preta, em virtude da le. etc.
Faco sabar aos que o presente edital
de vinte dias de prazo e urna praca vi-
rem, que por este jaizo, findo que soja|
o d to prazo, tem de ser arrendado a qaem '
miis der e raaior lance ofFerecer n) dia
116 da Fevereiro prximo futuro, na casa
do Conce'ho Municipal desta villa em
audiencia especi il, as 12 horas da manh,
o arreniamento triennal do engenbo Ca-
morizinho, s to neste municipio, se vindo
de base o offerecimento de 4:00J3 an-
nualmente, pelo consenhor bacliarel Fran-
cisco Cornelio da Fonseca Lima, com as
clausulas seguintes :
O arrendameuto principiar do 1* de
Maio prximo futuro e hadar em Maio
da 18JS, o rendeiro licitante presta'
fiauga idnea com hypotheca em bens de
raiz ni municipio, ouvidos os interessa-
dos ; o rendairo se obrigar a conservar
as obras do engonho para as entregar
ra,
Ribfllo de
qja-
lailj, as-
Directora Geral das Obras
Publicas
De ordem do Sr. ministro da Iadoatria, Via-
co e OoraaPoblicaa ee f-a publico qoe, o'e c-
cordo cit o decate o. 267, de SO de Dstembro
do anco pr-saado Be receberaj, doraule o praao
de 40 dias. a chutar da presente da'.a, na Dire-
ctora Geral das Obras Poblicas deste MinlEte-lo,
nos esc-ipio ios dos cb^fes dos dUtricloa do
Para e Piroambcco, propostas para o C ntracto
anierisado pela d,Bpo lyao legislativa cttada,
concebida eos teuin;es termo* :
Ftca o goveroo autoriado a coniractar cou
Richard 1. a-iiv. ou coai qnetn mais vantsgens
cffaiece-, o aseotamen o di 00 cabo 80b flj-
va) entfe as capiUes naa ciades do Pira e
Aiazona3 e meiaDts as clausulas eegnlu'
I
O contractable en expreei que se organisar
Be obrigar a e:tate!eer eormonisaca telegra-
pbica por um cabo snb flaviai eaire as capitaes
dos Bsta;cs do Par* e Amaion:e, com ramitica-
E .tro os csiioroajisso' a tomar pelo cootra
ciaote ri.'a inclu-la a eb-ig gao de entregis
liobas br;z1eira8 em Pnb ir. on Belm de to-
dos os telegran:m3S proveninu es das estacOes
i-que irata a clausula I e das que mais tirde
forem inauguradas na zona privilegiada, desde
que cao irajam exprs todicjcSo de va.
XIII
Para coadjovar a execocao desae servig, fica
o give n> obrigado a ama fnbveogao anna:l de
i^.lS abras eet-rllnas durante os pnmeiros 20
anuos da concassSo.
XIV
D do c caso de inierrupeo en orna o o maii
e (Oes por mais de dous meses, salvo o caso
de to ca maior devitlamoie jost Bcada, >er o
goveroo a facnldade de, mellante notificaba)
p 6*ia, dedoztr da subveagao a qaota corres1
pondente i secgSo ta'errompida, nroporclooal'
id- nie eua exteoeSo, at ao rectabelecitmnto
les C: mmuoic-cOss.
XV
A pubvergo anona! de 17.115 libras ser
naga por trimestres vrocidos, medanle atleta-
do do engecibfro-sbete do dislricio do Para
obre integral cu parcial fuocclooamento das
liabas e entrar 00 balaoeo de hqoidaco de
outas entre adminlstraco da empresa e
Kepartigo dos Telegrapt>os.
XVI
Gozar o extractante, oa expresa que orga-
nizar de ifenc59 de direllos de alfiode;a, e i.e
qcaesquer outros proveiientes da expo-agio,
para t ,00 o material, icc''asive navios destiaa-
'K s a aseeotamento e reparos dos cabos.
XVII
O contractaole poder ettabelecer llobis aereas
ua oabterraneas qae ligaem os cabos s esta-
cOes telegrapblcas.
XVIII
Ao contratante serio ootorgados todos os
demais Nvore3 concedio< i companbias on
enprezas sim.li ej m Brazil.
XIX
Dirao'e o prazo do privilegio pilera o cea-
trac ante entrar em acoo-dj rom os goveroos
es'adoaes a re^pei'o do eaUbelecImento d: no-
vas laucacfijs dos seos cabos.
XX
O goveroo se ccmpometle a empenbar es-
fo'os julio aos goveroos estadoaes para f-
ao cooiractaote cesp&o dos terrenos devolaios
e deaaproprlaco de ootros dnraita o prazo do
privilegio, para o estabelec mea'o das eslacOes,
amarragao e casas de cabo, observada qoaoto
a desapropriico a leg'nUco es.adual em vigor.
XXI
D-ntro do pran de seis meses. coitsr da
;ndUgnrscao de todo o servigo contract*dj, ser
entregue ao covern. ana planta demoast-ai1
va da locaba) dos cabos, acompanbado de to
las as iodicacOes que fo'em colbidas sobre o
rgimen das aguas do Axazjnas e seas triba-
tarijb.
XXII
As iDterrup.Ces dos cbo3 oa qaaesiaer oa-
traa modifica(5es as condicOes do sea fuac
mameoio normal devem aer co:nmuai-adas,
dentro a- ti bor s, ao engeobairo ebefe do
dislricto do Para que devera imrLeJiatamoote
trazer so conhecime itj da D.rectora G:ral do-
Telegrapbos.
XXIII
Qaaepqaer tobveiicOes oa favores coacedidos
pelos goveroos dos Esta03 do Para e Amaso
na&, em relaco aos se'vlgis contratados, seja
empieza, seja ao pessoal n^lla empregade, se
tornaro effectifos sem pr da sooveago
cootractoal e de oulroi favores em irtude do
acto do goveroo fede-ai.
XXIV
O contraetante ce obrigar a ter na CiDiitl
Federal ou oa do Estado do Para, sua esco
Iba, um rep'esentante com pleoos poderes p ira
tratar e resolver todas as qaestOes de ordem
administrativa e as relativas ao ccmprij.ea o
las oOrtgagSes do cootraetj.
XX v
Qiaesqaer davidas sascitadas sobre a io'el-
ligcacia das clausulas do contracto serao jol-
gadas e decidida?, qoando a oo pnlerem cer
pelos tramites almtaistraiivoa. pelos tnoouaes
do Brasil, de accordo com a sua legislafiio ;
regando qual ser&o anda rasolvidas as ques-
Iftes entre o coniractan'e ou emp-esa e um par-
ticular qoalqaer domiciliado no pas.
O proponerle depositar no Tbesoaro Fede-
ral a impornncia de 8:000*000 para garantir a
asignatora do contracto, fasendo acompanbar
a sua proposta do conhecimento do mesmo de-
posito, o qoal reverter para o Tbwojrp si, no
prazo de 10 dias, a cootar da e?colha lena
pelo goveroo, nao tiver sido a9Sgoaio o res-
pectivo termo na Secretaria doa Negocios dj
lodostrii, ViacSo e OSras PublUa.
XXVII
O contactante depositar, antes da as6lgna-
tara do contracto, a somna de 5O:C0O/000, em
moeda corrente oa em apolices da divida po
blica, como ga'aoti da execocao do coairacio.
AaVIII
O deposito para flanga da asslgnatnra do
contracto abranger o deprsi-o sn erlor, e se
levactado depois da fnnccionamenio regular
de toaos os cabo?, qoer o principal, qner 03
d03 ramaes.
Para pagamento das despeis de fiscala
ao coacorrer o contractante com a qoota an-
Fan de 4:000*00), emregnes no Taeiouro Fe-
deral, por semestres adiaolados
Esriptorio do Districlo Telegraphico de Per-
nambuco.
R*C.fe, 13 ds Feveielro dei895.
Annibal de Azambuja Vdli Nova.
Eogeobetro cciefe.
como ?.s recebeu, sendo-lhe prohibido fa-
zer obras novas uo engauho, e nem alte-
rar as existentes, nao peder derr.bar
matta3 virgens e nem grossas capoeiras,
podendo apen?.s tirar destas a ien:.a pre-
cisa para combustivel e careado ; nao po
der tirar maieiras as mattns ; findo o
arrendamento, nao poder o rendeiro a
pretexto algum re ter o predio, devendo
entregar 03 campos no dia de Maio de
189, quando dar urna casa capaz para o
novo rendeiro habitar e cerc do para gado
preciso, e as obras e casa no dia 1 de Maio
de 1899, entregando tambem ^0 carros de
sementesque pertencem ao consenhor ba-
ch re Francisco Conilio da Fonseca Li-
ma e sao semeutes do engenho, n ;s me-
zas de Maio, Junlio, Julho, Agosto e Se-
tembro, quaedo se faz o planto da nova
safra ; e negando-se a esU s obrigacas oa
retendo o predio, responder pela perda
da safr futura no valor nunca inferior a
20:O0OS a que ter direito o prejudicado.
Os pretendautes se habilitaro tres dias
antes da praca, tudo de canformidade com
o pedido na pet9o d fls. 2, na forma
requerida.
Oj pretendentes si habilitaro 3 dias
anles da pra$a tudo de conformidade cora
o pedido na peticao de fls. 2 na frm
requerida.
E assim ser o dito en;enho arrenda-
do a quem mais der e maior lance ofFe-
recer n i dia e hora cima declarada, a
requerimento da consenhora Dona Mar-
tinha da Fonseca Ferreira Costa, por seu
tutor Banifacio de Lagos Ferreira
Costa.
E para que chegue a noticia a todos,
mandei passar o presente edital que ser
lid 1 e affixado no logar do costme, e o
porteiro dos auditorios passe a respectiva
certidao.
Dado e passado nesta villa de Agua
Preta, em 22 de Janeiro de 1895.
Eu Pedro Severo da Costa Leite, es-
crivao de orphos, o escrevi.
Manoel Florentino de A Ibutpterque Mon-
tenegro.
Estava sellada na forma da lei com
8 0 reis, sello de vrba
E mais se nao continua em dito edital
aqui fielmente copiado, dou fe.
Agua Preta, 22 de Janeiro de 1895.
O escrivo,
Pedro Severo da Costa Leite.
Secretaria da Industria
3.' DIRECTORA
Para conhecimento dos interessados se
faz publico que fica provisoriamente sus-
penso o recebi ment de propostas psra a
construcc.'o de um viaducto na parte da
estrada de Caxang, arrombada pelas
cheias do invern passado, de que trata
o edital publicado, datado da 6 do corrente
mes.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Jos i. Rodrigues Saldanlia Jnior.
Director Geral.
O Dr. Sigismiodo Antonio Goocalvas,
ioii de direito da 'aieada do Estado de
Pernambaoo.
Fs saber pelo presente qae o agente
Bruto no dia 19 de Fe vareiro do corrente
snoo, vender pelas 11 hora* da man ha
na agencia rna do Raogel a quem mais
der em e > judi.id os bens aeguiotes
peuhoradoB pela fisenda do Estado.
S. Joi
A casa de podra e cal n. 223 a na do
Coronel Suaasuna, oom porta e janella de
frente 2 salas, 1 quarto, oosinha ia'c n ,
mede de frente 4 metros e 30 oer.t ms r s
e ie fundo 4 metros e 70 centimetme.
avallada cm 300|JOOO. Patenea a M -
noel Joaquina d* C .ata O rvalho.
A casa n. 10 no beoso do M.clo, com
porta e janalU di trente, 1 sala, 2 quar-
tos, sendo ao deitei a cosinba, mede de
frente 6 metros e da fundo < m tros e 50
o nt metros, a -alia-'a em 300)50-JO Perteoce
a Joaqoim Gomes do S Lsit&o.
E para eonatar paesou-te o edital na
forma da lei.
Dado e pasando nesta oidade do Rac-.f:
de Pernamouco aos 11 do Fevereiro de
1895.
ta, Jas da CosU Reg Lima, essri
vSo, aabscrevi.
Sigismundo Aitonio Goocdvea.
O Dr igismuodo Aotoaio Gonyaives, juia
de ireito da (aseada do Estado da
Pernambuco.
Fas saber pelo presente que o jente
Gasmao no dia 19 de Fevereiro do cr-
rante anno vender pilas 11 horas da
manh" na agencia a raa da Cadeia a qaem
mais der em leila> s oasa n. 232 B a ra
Imperial, frouisia de -S. J..s. com porta
e janella de frente, daas salas, um quer-
co, cooioh j interna, mde da frente 4 me-
tros e GO centimetroa e de fundo 9 metros
e 80 ceatimetros qaiotel en aborto a va
lisia em 30050 !0 Pertenoenta a Gjra!-
do Antooio da M tt-i-
E para oonst.r passoa-ss o elita' ni
forma da lei.
Dado e paseado nesta Cdade do Reci-
fe de Pernombaoo aos 11 da Faversiro de
1895.
El Jos da Costa Rero L'ma, escrivo
aabscrevi.
Sigismundo Actonb Gonjalvei.
QH-elacaj .0 cooinbou es jbj i os >u u voeio
ae iO",', sobre o valor Inca'ivo a fregoena
de Sino Aotonlu, verificado pelo
Wair.-ldo Barreno 'e MU) I\-sr-->.
Ra Larg-t do Rozar o
6 AliQso Jaji^ajaa di S:lva b^r-
belro
iJ Lila Salgo siraifc C, depcs.to
ae asu :.-.r
12 Joanna Antonia de Agotar, -,C:i-
na de fanilel-o
IS ijU : oOi ini de a I fjate
u-ptisu &, Pereira, i.ii) d
dr0H
22 Marga.-ida
sitteole
36 C. dos I\ it ?(>rigaeiro
41 Rodol;,bo Datjy ofli.ioa de re-
r gio
45 Aoton o bnarla de Fguelreio,
^erosit > nao e cfa
I Urbd'i) Jjj d; Li o, marmirsU
5 Antonio Poeira ae Ly, uep.-
'It) c.<
9/1 Anta no foi da Cjsta A-aojo
reloj jarii
13 li-iii-j Bin-.'jnt, relojo: r'.a
13 O iv im & :.. not-1
17 J '>> A tono Saotna B. S^ato,
iB'ioa marc'D'ir
21 -v S'airdo fjidat. < :);r-
2) J.u Jj-ijuim de Carvaloo, bJt-il
29 Manoel R.rd 1 G. r 11 bottl
2 J.>a3'iim Alve di S Iva, offi-
ciua relogio
Ra Dr. Faloza,
4 Maor'l Moro3, bsrOeiro
6 M.ria laaquiaa Pere r:, barbei-
ro
8 Jjaqjf u I-mao, offinaa cilcido
iO lomigoi Trialuo3 Boirei of>
ticina cbapocs
22 Jaaa da Fjnseca, tffioioa carti-
11 lio
28 F,-aui-i8o S-iies de Alboqjerqae
Malio. tjra-lr;
36 P^dro Aagasto da SIvj ir6i,
l arnonsia
40 Maru G. Bnd8ira de Oii-ei-a,
depOiiio de c^rvo
1 Ja*-1 Aoguaio da Silva TcvareS;
c lli iaa relogio
1 A DiisSiUa & C. oficina al-
fa laie
17 MdLoel CarJoio Judo-, barl)6 -
ro
33 JIu!ijl Domiagae8 de S:uz,
butel
39 Svmo Goaies Porto, tfficioa a'-
faiate
43 Miguel Arobiojj Fraterno, ofu-
cina colcliao
Largo Rarao de Lucena
2 Manoe' Jjiquim d s Santos, cffi
cioa ferreiro
6 Risa&C, bol8l
12 Aotooio Carlos. Guimares, gen
gioirra
18 Jos Marcolioo, oflicina sapateiro
20 Caroeiro ue Albaqaer>)ue a C,
ceposuo da paj
30 Fio-a Maria di Gonceicio. depo-
sito de carvao
7 Caetaai Mara Ferreira, asbilea-
te
21 Manoel Jos da Silva Pimentel,
boiel
29 MiQoel Jos AUjojo Regoeira,
encadero cao
29 Failciaao Pereira da Silvi. cffi-
coa alfaue
Raa Franeiscc Jacinlho
2 C Silasttaoo Lipes, eocaderoa-
Co COOOO
Raa Joo do Regt
6 Gjimarea & C, boteqaim 80CO0
14 Luiz Guimaraes & C, omina
carros 360/OCO
22 LuiCiodtdo Ferreira, barbeiro 324CK0
28 Jos Gomes de Sonta, bolel 8JUD0
9 A Beaedic o R. Monteiro Silva,
boteqoim 60*000
Raa do Barao de Villa Bella
3 Pedro Medeiros, boteqoim 80/00)
9 J laquim d Pdala Civaicaate bo-
tequlm 40000
Ra do Cotuelheiro Fereiti
18 Manoel J 81 do Nid imeuto, clli-
cioa marcineiro 40/COO
48 Cjou fc G., offljina marcineiro I0/0t0
56 Divid Gomes R oe;ro, officina
ferreiro 120/(03
58 ,60 MjQO'1 Gjxes da Cunba, co
,-neira C/000
62 Francisco A villa de Meo lenca
aroiaiem nateriaes 60*000
62 Jal 0 Ridrigoesde SS. ferrador 40/000
35 J ao Gsilueraje Gones forres,
officioa marcineiro 40/0(0
41 /45 Jovini Maia. co^beira 240/000
Rui Ilha do Carvalho
7 Francisco Canstlano Gome?, bo-
teqoim
Becco do Calabougo
40 Lais de Smsa D as, bote 1 lii/000
Ra General Abreu e Lixa
4 JoE Francisco de Andrade, t(-
Bcioa de Calcado 5S/0C0
1 A Dr. Francisco do Reg B p-
tlsta, cotbeira 360/000
1 /3 Jo da Silva M-rae.i. co^bera 320/000
Ra Pedro Iva
16 Francisco Film Csval.ante, cf-
Bclca marcineiro 40/000
18 Maooel Ramos da Caoba, offici-
oa marcineiro 36/0.10
Travesa da Matriz
i A Aotonia Macirio de A*sia, of-
cia alfaia'e 80/^00
4 Josepb Fidelio, officina calgado 40/000
Becco da Mtnz
9 Firmina Mattin'am Cjroeiro, as-
oistente 32/000
JJita Mathias de Albuquerque
10 Francisco Alves, deDoeito ca'vio 40/000
15 Maooel Pereira Santos, offictoa
de chapeas 60/000
25 IV Clemente Hogley tinturarla 144/000
Traversa da ra Mathias de Albuquerque
2 Manoel Paulo Figueiredo, deposi-
to carvao 40/000
Ra Fre Cmeca
26 Miaervina da Silva Alves, ass-
tente WOOO
44 Jjo Baptiata Pareira. deposito
carvao 4/08.1
1 Jos Soares. officina farros 120/OOj
3 Aogelo da Mitta Andrade, offi-
cina mar ineiro 120/000
laceador
8040 CO
95/000
SG/C01
UO/OtO
240/00)
81*000
I60*jOO
144/00
2S0010
S0/-.H-0
89*10
12.W0
miO'O
180/iiU
r.o > i:
00
240*000
240iOJ
S6/000
110000
i 20*00 I
120/0U0
40* 0o
96*00)
76*010
120/OCO
40*000
7'*000
6/000
96*000
14/030
57/300
12 *00'3
52.0(0
144*000
80*000
80*000
120*000
40*G00
32/CO0
60*000
72*000
36*000
Companhte
.ISABEL
ilramatiea Italiana
Ouinta-feira, 14deFevsreirj de 1895
0 0 GENIO B DH80RDEM
PREfOS DO COSTUME
Bonds para todas as linhas, trens para Apipucos voltanco pelo Arrayal
3 para Olinda.
Principiar s 8 liara*
PERY kCQELHO
Eissa Compauliia I^iuestrc da Capital Federal
cita cvcui-MJlo pelos Estados do \oi-lc.
* PBA9JL B& EP383ElIi.
Maravilhosa func'io na qual se apresenta trabalhos novos pela primeira vez.
AlItO VOLA^'TI'J
pela syrnpat':ica Aristolelina Pery. A pedido o ararre de terpsiciore pelo pheno-
minal joven ANTONIJ OLIVIO.
Terminatdo com a grande surpreza da vertiginosa descida de p n'um se-
gundo rame untado com DMA SUBSTANCIA GORDUROSA.
Robbe americano pela primeira vez por JACINTIIO PERY
Estrs lioje tambem o director MANOEL PERY, man lando um cavallo em
LIBERDADE.
Os palhacos Olivio e Caetaio hoje eem descango.
Amanha nova func^ao.
Domiago e dias san os 2 espectculos s 4 horas da tarde e s 8 Ij2 de noita.
Presos
Cadeiras numeradas........
Entrada Geral..........
As 8
3000
1(5000
1|.
CAMPO
DO
Projecto de inscripQo
Para a 28/ corrida a realizar-se no domingo,
3 de Marco de 1895
es premios
80100)
Baueo de Pernam-
buco
SSo coovidalos os Srs. accionistas a vlrem
rece'er o da 1 ds Fevereiro em ciane o 10-
divldeodo de soas acis. na razo ae 10 0A) ao
anoo, oo 20*000 por argSo, correspooiiCote ao
i se^etre tiado em 31 de D-'zemoro poximo
P salo. '_
B:cl(e, 25 de Jiteiro de 1893.
O cecreiario
AntonU F. P. de GarvalDo.
Club Carlos Gomes
Sabbalo 16 do corrente ter* logar o sarao
musical e dnjar.'e, correspondente a et-j mez,
Ucanio ie3de j os respectiva iogressos die-
r.c sifiSo dos Srs. socios na tr.esnnriria do Club,
,las ia horas da nonte.
Secretarla do Clnb Carlos Gomes, em 9 de
Fevereiro de 1895.
Alvaro P. Alves
1 Reoreta.iio.
COMPANHIA TETHYS UE SEliUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA. DO VIGA.BIO N. 1, 1. ANDAB
Directores
BarJo de Souza Leio
Thomaz Comber.
Julio Cesar I'as Barrctto.
1.
2.
3.
4.
FAUSO- Uippodronso do Campo rande -1.6:9 metros. Handcap.
Animaos de quilquer pas. Pbbmiob: 5000000 ao primeiro, 1005000
ao segundo e 50/5000 ao teroairo.
Pesos=Mxin?o 70 kilos; mnimo 40 kilos.
PAREOImprensa Pernambucana 2.200 metros. Handcnp Ani-
mase de Pernambuco. pbbmiob : 1.0000000 ao primeiro, 2000000
ao segundo e 10O000 ao terceiro.
Pesos Mximo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
PAREOAos Sportman950 metros. Animaes ds Pernambuco Premios:
3OJ0OOO a primeiro, 600000 ao segundo e 305000 ao terceiro.
Art. 5" J.rps, Debique, ababo, A-sotorsiro, Bismark 2, Triumpho, Feniano,
P.ramn, Pla'Bo, PyriUmpo, Camors.
PAREOAOS Azarl tas 1.800 metros. Handcap. Animaes de Per-
nambuco. pbbmios : 6001000 so primeiro, 1200000 ao segando e
60J000 so terceiro.
Art. 5 Os do preo sos tSportmet e Tado>, Ida, Maunty, Taroo2.-,
Fu maya 2.* e Furioso.
PesosM 5.# PAREO -3 de Marco -1.100 metros.- Animaes da Pertambaoo. Premios:
3500000 ao primeiro, 700000 ao sepondo e 33*000 ao terceiro.
Art. 5.*Os do pareo A-a AsarisUs e|Beija Fior 2-, Patchon'y, Malaio. Ber-
lim, Diblio, Masootte, Meodigo, Gsnmpeiro, Ybo, Gsllet, Palhaoo,
Vtogador, Phaiiseu, Pirata, Fortalesa, Irmilodto, Conquistador, fcTe-
no, 2.*, Galioleto e Hirondelle.
6.* PARLO Trllhos Urb.ta.os 930 metrs. Animaei de PernamLneo
pbbmiob : 3000000 o primeiro, 60JWXX) ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.'=Os do parco 3 de Margo e Malango, Naroiso, Toulon, Caranna,
Teimoao, Frontn, Petropolia 2-, Prusaano, Galioleto, Telispher,
Erna, Timonero, Vinganca, Ciogo, P.gmeu, Gatuno, Moa o,
B 2-, Allv-Stoper e Bithory. J
PAREO Anlmaeo 1.2C0 metros. Handcap. Animaes de Pernambuco.
pbbmios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 00000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 ^s do pireo Aos Asaristas menos Maori'y, Taroo 2.- e Tudo .
PesosMs*mo 64 kilos; mnimo 40 kilo.
PARBJConsolafo=l.250 metrosAnimaes de Pernambuco. Ppbmios:
3500000 ao primeiro, 700000 ao Begundo e 351000 ao tercairo.
Art 5.Os do psrao 3 de Marco e Malange, Narciso. Garana, Teimcso, Pe-
tropolis^2 Frontn, Tupy 2 Galioleto, Talispher, Cogo, Pigmeo,
Gatano e Bithory.
9 PAREO-Concluso1.200 metros. Aniaaes de Pernambuco que nSo te-
nham ganhu no Derby Premios : 300SG00 ao primeiro, 60jOCO ao Ba-
gando e 300000 ao teiceiro.
Art. 5.- Zamora, Hirondelle, Boija-flor e Irmilodio.
ObservaQei
Neohum doa pareo contar victoria.
Somente pagarSo a respectiva inocn'pcSo oo pareo Hippodromo do Campo
Giande, os animaes que obtiverem os 1 2 e 3- premios.
As tab as de pesos s serio oosfescionadas depois da inacnpcao e os rs.
propietarios que n5o se o-nformarem oem ellas, poderao retirar oa seus animaes at
24 toraa depois de publicadas. Findo esse praso s sera admittido o f rfait.
So serio considerados reasadoa os pareo Imprenaa Pernambucana o aos
Analistas se inecreverem-se e correrem 6 animaes e 5 propietarios differentes, para
aa demais eaige-ae que se inscrevam e oerraia 5 animaos de 4 pripnetariOB diffe-
rentes. .. a
O ptrio HipporVmo do Campo Grioda raliBr so-ha com a. maes de
troprietar'os dorantes. a
Aa inscripSB dos ptraos de animaeB de Pernambuso serSo pagas em duas
prestatSjB iguaes; sendo a primeir, no acto da nscripcSo e a segunda ata o dia 26
do .cerrante mes. ",'...
A inscrir^ao encerrar-Be-ba na quarta tetra O do cerrante s O l\A oras
da tarde.
A propoBta que nao estiver aoompanhada da respectiva importancia nao
ser Iida. -
Secretara de Hippodromo do Campo Grande, 8 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
7.
8.
Augusto Silva.
Companhia Nacional de Ca- Banco de PernamEuCO
misas e ftoupas Brancas
A directora desta companhia convida
aos Srs. accionistas a fazerem a 8. en-
trada de 10 O/o oa 200 por accio, at 28
do corrente, em mSo do Sr. Thesoureiro,
ra 1." de Marco n. 18.
Recife, 4 de Fevereiro de 1895.
Eco observanc a do Art. 15 dos estatutos deste
Banco, convido es Ss acioni ta a reentren) se
oo dia i de Mirco proxirco roturo, ao meio dia,
oo edificio oa AesociagSo Commercial de Per-
nambuco, para lomar conbecitLento do relato-
rl", ba!aoo dest_ Banco, parecer do cooselbo
liscal e tlctco do meeno.
Recife, 13 de Fevereiro de 1833.
O secretario
Antonio v. Pereira de Carvalbo.


BS^HSSSHi

Gi
V. T'.-'.3-'.r
?
i


e
Otarle de Pernal froc fcplnto*fWrt* MeJPewpeiro le M.SB5


1
I
-CLUB
MWECTO DE N8C8IPCA0 .
Para a 3a corrida a realisar-se no da 24 de
Fevereiro de 1895
i.
2.
3.'
V
PAREOEuropa1.603 metros. Hndcap.- -Aliases de qualquer pais.
PBiauoa : o04000 so prim iro, 701800 ao segundo o 3550OO ao ter-
ctiro
IfesoGipy 70 kilos ; Gjayanes e Docethei 53 kilos Pctrrpolis 50 kilos e
os desuna 45 ''loe.
PAREOAcia 70Q metros. Animaes do Pernambaco ano cia tenh&m
tid'j clt siticcao .nos r.rdoa do R cite, pekmios : 2O0C0O ao pri-
raeiro, 40(5000 ao negunio e 205000 ao. teroeiro.
PAREOfrica 800 metros= Animaes do Parnftmbuen. que nao tenham
gacho nos prados do Recito contando cu nSo victoria. P&emioj :
550d000 ao primeiro, 590000 ao segando e 25)5000 ao terceiro.
PAREOAmerica 1609 metros Hjodca? D&iea de Pernambuco.
premios :3CO$OQ0 ao |i1m. 60JC00aa segando a 305COO a ter
ce"ro.
Peso-Nababo 60 kilos, Triompho Aventuieiro e Rismart-k 2 o 56 kilos, C-
mara, PuSo e Piramtrj 53 ktloe; Pyrilampo 52 ki!os, Turco 2t Ida, Fe-
niano. Fumaca 2* e Tudo- 50 kilos, e os de ais <8 kilos,
PAREOOceanla 1003 metros. Animaes de Pernambuco. Premios :
250)5000 ao primeiro, 50)5000 ao secundo e 2550C0 ao terceiro.
Art. 5 .Nababo, Triumpho, Avsntoreiro, Biamarok 2-, Carneo, PlntSo, Pi-
ramon, Pyrilampo, Torco 2, Ida, Furioso, Fam. ja.2', Tacto Huguenote
e Irmilordi".
PAriEODerlsy Club de Peraambueo -1.103 metros.'!-- Animaos de
Pernambuco PR&Mios: 2505000 ao primeiro. 50(5030 &o segundo e
25uOO bo terceiro.
Art. 5.*Ua do pareo Oceania e mais Conquistador, B>ija Flor, Malaio
Mascte, Furioso, Dublio, Berlim, Q-*llet, Tenor 2 e Qillioleto,
PARIDO- Prado PcrnambucajIO 1230 metros. Animaes de Pernam-
baco. Prados : bO&td' ao primeiro, 500003 ao.segaado o 25(5300
teroetre.
Art. 5. *3s do per:o Dtrby Cub, e mais Pirata, Viogadcr, Ybo,. Patchouly,
Baturj, Ciego, Ally Stopper, Pigmeo, e Peimoso.
llfppodromo do Campo CJranJe 800 metros. Animaes
da Pernambuco. Premios: 250|003 ao primeiro, 50)5000 ao segundo
e 25(5000 ao terceiro.
Art. 5.aOs do pareo Prado Poroamnacane e mais Mendigo, Garimpeirc Pa-
lhayo, Pbariueo, Malau ;e, Narciso, Toulou, Oaraana, Frontn, M >uro,
ti-,ralbo e Abismo.
5.'
6.
7J
8.- PAREO
O LH ITatAZILI A*
KA\rK LIMITED, pelo presen.
to* declara a (ftaem posva ate-
iressar. que do dia Id. de Feve-
reiro corrate era diarate, e as
segundo aviso, nflo abonar
mai* juros, sobre dlnhelros
depastados ein contas corren-
(es de moviasensos.
eelfe, ti do Fevereiro 1895.
Cerera te.
W. H. BILTON.
Companhia
DE
Fia? adolecidos deP(fuambflca
Dividendo 23
83o convidados o Srj. accioow'as a recebe-
rem'edlvileodo do ultimo s-rtest'e do aono
Qndo a raia> de (0 0/rj ao anuo, equivalente a
6j0t>0 pi r acga-i, r,o esciptorio da compaotaia, a
toa co li ra Jess n. 42. andar.
Reofe, i de Fe?e-ei o de 4895.
0 director s*arelario
' loas de vmoriin.
Banco Popular
Convilo ao accionista desie Panco a virero
recebar e ra soa sede a coalar de 1 de Fe ereiro
o 7. divi lendo de 8088 ac(oes relativo ao se
mestre rindo ero 31 de Dezembro a razao e
10 / ao a nno.
Recre: 29 Albino Narciso Haia
Disector secretario.
E8C0LaTORMaL a carpo da Sociedades Pro-
pagadora da losircccao rnblica, na Boa
Vista.
D? o^dern do Sr. Dr. director, f 50 publico
que etto abenas, al o da 8 de Fevereiro. as
mairieoias para es anl^s desea acola. ce iaieres8ados comparecer a socretana, das 6
as 8 horas da noite.
Secretaria da Eacola, 3; de JaDelrodet89S
Se?vindo de secretario
Upiato Carajni.
Instituto Archeolog'wo e Geogra-
phic Peraambacaio
Sexta feira, 16 do correte, hora do cotu-
me, baver eessao especial para a eieicao da
mesa administrativa do aono social ce 189o a
1896.
Secretaria do InaituLo, 12 de Fevereiro de
1895.
1- secretario,
Baptirta Heesetra
O>srTa$s
Nenbam dos pareos co.tar victoria.
Q pareo Europa ser cansidersdo realisado com qualquer numero de ani-
maes que insoreverem e sendo menos de 3 o premio zara pela noe.nie, os denr->is
parees so' serio consideradas rei!s idos inscrevende-se 5 animaes de 4 proprietarios
ou coudelaria3 dirTarontes.
O animal |SS for insesip'.o sera eitar nutrioalado e qao deixar de cor rer
por este motivo perder a iasocipcS?.
A inscripta eacerrarse-h mpreteriTalranote i f> lj2 hsras da tarde de
terga-feira 19 do crrante, oSo sendo aceeita aqsella qse nSorvier acompanhada da
respectiva importancia.
O propretario que fier insorevor seas animaee para as coradas do Derby
Club de Pernambuco, assim como os jockey i, amp^egadosdecondelarias e mrs pes-
os que tenham interesse Das corridas, presume se qaeaiooonbeQedoras da* disposi-
iijs do esdigo de corridas e que aellas se sujaltaos, bem como a dectsSes da Dire-
ctora.
Tocando a peBagem os animaes dovero estar junio da respectiva casa
serem immediatamente ensilbados e sagairem para o barraca no seo tro da rai,
s poderao estar os jockeya eos tratadores a errados, es qn*esnSs> pdfto ter
municacSo com pesaos algama antes de rsalisar>ss s oomda.
Se:retana do Derbr-Clsb de Pernambuco, 13 de. Ee ver iro de 1895.
G gerente,
A. A, Gomes S^enna.
Havre, Litaos*
Rio de Jareirc
Compatihia Fraoceza
rOK
Nawcg-cSo a
Liaba ->. rogubtr estva o
Psrosiabuoo, Babia,
e Santos.
O vapor
Viile do R* sano
COMMANDANTa DANIEL
E* esperado da
Pompa a o da
1* do correte, e
egutra depois
indispensavei
demora para
Macei, Babia, Rio He Janei-
ro e Santos
Rpa-oa eos Srs. importadores de car2a pelos
vapores dexta uhb, qoewam soreeentar den
troi.de 6 das, a corear do de descerca das al-
varelas qualquer recianoacao concf mente a vo
lomes que nor ventura leobam sreoido para os
ponos Jo sal, a Jm de se uoderem dar a lempo
as providencias aeceeearias.
Expirado o rererido praxo aoompanfiia cao fe
reapansoilisa par extravos.
R cebe carga
tratarcom o
AGKNTE
para
onde
os:-
IOUMPANihA
Exploradora de productos
calcreos
Chamada de capital
Por deliceraco daassemblea geral ex'raordi
nana, reusida ero 28 d Dezembro prximo
pascado, convido o* S s. acoiomstss, tanto da
primelra como ta seeonda seri do capital a
realisarem 10 0/0 on 20*000 por aejao, corres-
pondente a nona-" uKlma entrada do capital qse
SDbscrevs'aaa, dentro de 30 dias. a contar de
bo]p. do e.'criptorlo da compaobia do iaes de
Apollo n. 73, dai 10 93 2 boras da tarde.
Reelle,',7 de Fevereiro de l9o
Rodrivo Carva'bo
Secretsrio.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidoe de Per
nambuco
Acbam se a disposicao dos Srs. ar.cionistis.no
escriptorio da companbia, conto.-me diepse o
Art: 16 do dec-eU) de 17 de Jaieiro de 1890,
Copia dos baUocos.
ReUcao nominaloos accionistas.
Lista des. transferencias de aefes dorante o
nno.
Recite. 28 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Jn--0 Joaode A
___ ---------------------
umPai>Hia
De Servidos Martimos
de Pernambuco
Dividendo 0. 6
DecrdfB) da ditecqtia convido os Sr?. accio-
nistas a virem receoer, do dia 1 de Fevereiro
em diante, o 6a dividendo de suas arc.&8. na
razao de 10 /, so aono. 00 5#0O cads accao
coriespondeBle ao seme*ire Ondo em31 de De
zembro do aono oiiioio.
Recite, 28 de Janeiro ds>'.895.
Ftauciaeo de Aa3is Cardse,
D'.rsMjtor afijuocio.
Recebedoria do Esta-
do de ^ernambuco
FDITAL N. 5
O sdncioisirsdor faz publico para cenbeeimen-
to dos iBteressadoa qoe, dentro de irinta dias
oieia cootaries de 11 do crrante, seta effecttuda
n'es'a reparticSo a arrecadacSo a bucea do cofie
da ccntntoicao r^evida pelos servreos da Racife
Draioage Company rl,ti?ameiHe so 2* semestre
o ezercici de 1894.
Rece edon; do Estado Ce Pernambaco, 6 de
Fevereiro de 8S&.
Affonsp deo^tlM)|Mrs,Be MsHcv.Jmior.
---------------------------
Banca de Peuraasn-
buco
De sccoMo com o Art. 16 do. dfereto de i7 de
JaBetre de #8*0, participamos sos-8'.s; ac '.onls
tas-qse e acbam -ns.seoo ^ste Baojee a sos
dlspod.-cfioo segcites dcessoin^s para serem
xmiodos :
1 Cuss dos bataneo.
8* 3* Lista das transferencias da arcOes durante
O anuo.
Recite, 19 de Janeiro de 1895.
Antonio F. Pereira de Carvallo.
Director secretario.
OMPANHIA DE SERVigOS MARTIMOS DE
PERNAMcUCO
as sembl a ge ral
Sao convidados os S-s. a'Coatetas ase reoGi-
iem em tu sembles (eral xtraoTOinario. do sateo
aa AsociacSo Commercial Bmeficente, meia
ora da tarss do da 15 de Fevereiro-vindooro,
Buv de resolverem aob-e urna propos*a para
alieraco sOOtSBBS snigos-dos nofsos Evatu
tes. Em segorta teri Isgar a reoniao para a as-
semblea tjtraJ ordiaanastim de resolver cobre aa
contas relativas so anos pasaato e o leatoio
a presentado peta directow, procedende-se sps
aeleic&o da neva directoras coocelbo Qscal c
soppleotes, na forma dos Ertatutes.
Recife, 28 de Janein. de 1895.
Frsnsisco de Asis Cardoso,
Director adjoncto.
Companhia Ferro
Carril
Esrfa Companhi compra
em seu escriptorio qual-
quei impoitaocia de ni-
ckle.__________
ltrspectoria iieral de H7-
gienc Publica
Pelo D". comtnissario do l" istricto foi con-
siderada em condi$h9 rrygtearcss para ser ha-
bitada a casa n 15 da ra do Croonel Agos l-
abo Bserra.
Pelo Dr. commi3^ario do 2 dUtricto, foi con-
s'dsra-ia eai coodi(6es bVtitnica para-serna*
bitadsa o-a n. 41 na ra d N uera.
Secretaria da Iosoeciofia Geral de Hyg ene
Pabltsado Estado de Peraambneo. em 13 oe Fe
vereiro de 18)5.
Apol narioA. Meira Henriqnes.
^ecr ario.
SEGUROS MATIMOS GONTR A
FOGO
Companhia Plieiii.v Pcrnambu-
cana
RA DO COMMERCm
SEGURO CONTRA FOGO
Flix Bandeira
9Rna dr>' Oesnmercio 9
Cftrcpaif hmm bocana k M-
MPpil
70RT0S DO SL
Directo bastos
O paqne'.e
Capibaribe
COMMAND.VNTS !. TPWEXlfi VERISSIMQ
'OSfA
Segse' no-dte -l*-doccr-
renteis-i horaaida tarde.
ReeebK carga, encommpndas, passageos e di-
nheiro trele ai s 11 boras da maobido dia
da partida.
Cbama-se a atinfiSo dos Sr?. estragadores
paras elansola 10a dos coobecimenOs que a
segnlnte :
< No caso de baver alga ua reclamado con
tra a tooopsobia. por avara SO perla, deve ser
feita por eecripto 1 o agente respe trvo no port >
da descarga, dentro de tres das de;oie detiua-
Ilesos.
Nao pra^edfno esta farmalitada Campa*
obia Qca isaGta de toda a -espicsobilidade. >
ESCRIPTORIO
No Caes da Jompanhia Pernambucana
n. 12
Roga-se.aos.Sra. aassageirss de se apresextn
'm na ves peca da cbogada do. vapor .paca toma
rem as snae passagens.
Para carga, pas.-geos, encommendas e diubeJ-
rj a frete tratar com os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RTJA DO TORRE3-42
!. andar
Lloj'd B^zihiro
O VAPOR
Espirito Santo
Commandsnte Flcrindo Dias
E'esperado dos
porto do sul si'
o da 1* do cor-
ir en te e seguir
pitra os f ortos du
norte no cia immedNto ao da rh-faJa.
As encommendas serio receidas at 1 bora
da tarde do dia da sohida, no trapiche Barboss
Caes da Compunbia Pernambucanan. i.
Ao Sre, carregadores pedimos a soa atteoco
p;-ra a claosoia 10* Jos coobecimeotos que a
asgis le:
No caso de-baver algama reclamagan contra a
companbia por avarizs on perdas, deve ser felta
por escripio- ao sten e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dies depois de Boali-
sada.
Nao preceJendo eB'a forooBiidaie, s compa
obla tica isenta se toda a n.speos.jbilK'ade.
As passt-gens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 21/2 boras da Urde do da da sabias
do vapor.
AueocSo
As passagons pagas a bordo custam
mais 15%.
Para t'arga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se cornos
Asustes
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO- 6
1* andar
cbitleos para senboras, t grande batanea decen
imal. macbnas para costura, corles de cace-i
mira, coslomes de dito, cadeiras de amsrello e
cetros objectos que estarSo pateles a vista doi
Srs. compradores, qse serio vendidos ao correr
do msriello.
Quinta feira, 14 do corrente
A'S ti HGRAS E PCiNTO
Vb armazem (ravessa do Corpo Santo
n.27
Leilo
De movis, plano, quadros, lsese e vidros
Quicta-feira, 14 do corrente
A'S 11 HORAS
No 1* anlar do stbrido ra Mrquez de
Olinda n. 51
CONSTANDO :
Da ama mobilia de jteco com encost de p~-
iba cou, 12 cadeiras de gnarnir.So, 4 ditas de
bracos, l sof e 2 consoles com ped'a, 1 piano
do fabricaste Henr Hery, 1 cadeirapara o mes-
mr, quadros, ;ari'"", escarradeiras 1 mobia de
junco, completa, i i urna, 1 marquezSo, 1 guarda
vettidu, grand-, i dito ppgueno, 1 bacca da
cau*a. I mirquna. 1 a- dteiro de snsfieno, 1
mesa tlastiea ss 6 laSsss, 1 dita de di'.a de 4
tsboas, 2 (| aradores tornasdrvp, 1 guarda cerni-
da, 1 machina de cosiura, 1 binecoio, 1 sola de
aurello, 4 cadeiras de am.ieHo. 2 ditas cem
bracea, 2-awas de columnas, 2 cadeiras cem
bataneo, Zeepe^olctiieii'js, 1 jarra com tornei-
rs, 2 ti.tros Bgleaes, 1 mesa p.ra jantar, 1 meaa
para jarra, 1 gelaatiSt, !. uess, vi .r relbo de meial para cb, tacuo de cobre e mui-
i;s ootros cbjectos do ciea d familia, os qoaes
ona ttaneporUdos pora-o sobrado cima men-
cionado.
Por interven gao o agente
Gusmao
Vapor inglez
Bearina
Para
Brigu
em

< eitura
Memdor
E' esoerado. n'esta- no>
lo at o d'.a < do correte,
8>ocdo dppoia de pca*a
demora-, airectsmenie paran
Rio de Janeiro
Para carga e valor trata-so com a
Consngnataria
GOMPANHIA INDUSTRIAL E
MERCIO DE ESTIVA
5 Ras 'do Amorim88
COM-
k/o?-:t:icg
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O Ljoadon 4^ Ri-
ver Pate Bank, Limi-
ted declara que des-
de o dia 15 do cor-
rente mez, nao abona-
r mais juros sobre
depsitos em conta
corrente at novo
aviso.
Recife, t de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London.& Ri
ver Pate Bank, Li-
mited.
1 Ellis,
Gerente.
O pattuata po-HiBuei-
Vega
Espera-se dos portes do
Sol, at o dia ts .re Peve-
reiro, aabiri dee.is da de-
ora oecesaatla para
Lisboa
Este paquete illuminsde a luz eleciiica entrtr
no por lo-e tem mago fi;a accoam*d?{oes para
pasaageiros de laVSbaal clasees.
Recebe tambem pa-aageiroo para aa libas dos
Acetes com transbordo em Lisboa.
Para pacs-g-vs, carg* e.mats JnformasOes
instar com os en stgoatarios
&lw Gflioibraes C.
Rus do -Cbmmereio n. 5

Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. director ge-
ra desta repartis3o rago publico que
amanha serao pagos os vencirnentos nos
profeaaores em disponjbidada.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 13 de Fevereiro de 1895.
0 ajudante dos escrives,
3os de Paula Baptista.
Uompanha de Navegado Ca-
rioca
O VAPOR
Santelmo
Commandaute David Tomkinson
E' eeperado at o dia 4
do cureme, seguiodo de-
psis da temsrt do ocslome
pa a
Rao Grande do Sul, Pelotas e Porte-Ale-
gre
As encommenJas serio recebidas at a 1 bora
da tarde do dia da sabio*, no trapiche B.n osa,
?o caes da Companbia Pernambucana n. 4.
Par* carga, rassagense eoeexmeadas trata-
se cem os
AGENTES
Pereira Urneiro & G.
Roa do Oomm.-rcio u. 6
1. asder
Vapor inglez
Braiwlenbnrg
E' eaceraf'o- dos cortos
do nofte a o d:a SO do
canete, segunrto aepoli
de pequea demora para o
Rio de Janeiro
Ef te-va por 6 todo iilu.iiina.'o a taz eltctriea e
tem opliats atcoaimsdusOcs yaca asntge>f0J.
Para carga, passfgens e valores tratase
oom a
OONSIGATARIA
Companhia ledusrlal e Cocn-
merclo de EstlTa
58-RUA DO AMORIM-58
BB53IllPaCIItBiPJ
O paquete
Thames
Commandante B. G. Armatrcmg
E' esperado do
sul no ota, 16 do
vo'-ront. regom-
depois da de-
mora odlspensa-
vel para
Lisboa^ Vigo e SoutbamptoB
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Rigsnd
E'-esperade ds
Eoropa so da 20
do (corrente, ss-
Kindo depo;s da
__________Memora iadiapen-
sawl para t
Bahi, Rio de Jameirer,Mon-
tevido e Buenos-Ayr.es
N. B,Previoe-fe aos 3ra. recebedores de
mercadori8, que.aCompanhte Mala Real ingls-
a,contnsctoneom-s--QeoelSH!ao3 MaarsgsXsn
Goaropanv uno servico ds veuoresi sssnauaes-qn
pjrunSo de Bordeaox, Gosnsc,'ubar.ai.ie, devem
eaocfar a Sooihamptania leinp de oajdnarem es
cargas destinadas America do Sal paro os va-
pares des^a eeranaobi.
Esta c^mpaobia acceila. por precos raeoaveis
pana Valpaiaiso al Abril, paesiageiros ram ene
desiio por via.de Bsenas-Ayres e entrada cou
Andes.
Tambem aceeits pssesfeirca pars INevr lors
e Soutbamptoo, por especial arraojo fsito cort
,a Companbia Allenjand Lloyd, psdendo demera-
rem-3e na Ecropa cas i c deseiarem.
UedaooSo nos preges das.paBaieis
Jda Ida e volta
ittm 1* afse 20 0
4J Soitbamptoa i1 claese 18 52
Camarotea reservados para o pasaajtiros de
Paroamt-ECO.
^Para carga, joassageos, escommendaa e al-
neiro a frete, tratase com os
AGENTES
4ajnorijB3Llrm.i\os- &. C.
V. 3Btis do Bf>m JeanN 3.
Pelotas em d re i tora
Brigue Rostad
Segaem em pencos oa^ ia-a eases portea os
navios cima oo'arios. podando rejeber anda
urna resto de carga, a X'aiar com
Pinto Al vea 4* ^
Froce Line of Steamers
James Kaott, NewcatSe-
oU'Tjne
regalar
Segundo leilo
Da importante prepr '" -i^nominaJa Praze-
re-, stia no Estado da ParLhyba, comorebenden-
lo es sitios denominados : Pean Br?qca, de-
marcado ; Patrimonio, aorreso ao primeiro, de-
marcado.
Urna importante casa de vivaad*.
Uaiadita de taipa, ccberla de telhr?, i neexa
pri meira.
Um telttiro defazer fjriobu.
Sexta-fei;a, 15 Je Fevereiro
Sa armazem raa f 5 de xo-
?emhro n. 3
AfsTIGA UO IMPERADOR
O agaole cima, por mandado do Exra. Sr. Dr,
jn'z de direiio do clvel t matoicipio de Olinda.
a requerimenlo i o iuvemariante uo espolio do
tinado con go D-. Joaqs'tB G aciano de Aranjo,
levaro a leilo em.feu escriptorio a diia proprie-
dde-denominada Praz-re'.sitoaua na ParabyDa,
peitencen'.e ao dito espolio.
Os S-s. p-retennente-desde j pedero exami-
nar a refe-ida prcpriedade.________________
Leilo
Un ha
dos-Unlatos
Prata
tutr os lisia-
Brasil e o Uto da
Preeenlementa
ancarado n e t e
poto seguirs no
dia 14 do cor-
rele para
Bahiaj Rio de Janeiro
e.Santos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Tem ptimas acoomodales para paasa
geiroa o llominado las-eleetrloa.
Para pasaagens tra'e-se cosa es coasif.nata
rios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Prince Line of Steamers
James Kuott IVe^rrastle-ou-
Tyne
I LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-laidos e e Brazii c Rio
da Prata
E' esperado do Rk) de Ja
wiro ci o dia 19 de Fave-
rearee sabir depoto da de-
mora oe essa'i* pata o
Para e Nava York
O vapor inclez
Portuguese Prince
Bit*
Para oargas e encommendas trata-ae com,os
Consignatarios
Jobnston Pater fy O.
Ra. do. Commercio n. 15
1
VAPOR
Cordouan
Entrara no porte
Austrian Lloyds Steam Na-
vigation Company
O VAPOR AUSTRACO
Castore
E' esperado de
Trieste at o dia
lO do correte,
segurado desos
ds indis.-en-i.vel
emoia para os
c o t.-p da
Babia, Rio e Janeiro e
Santos
Para car;a, paesageaa eBceramendas e dinbei-
ra a frete trata se com os
AGENTES
Henry Eorster & C.,
Roa do
Da movis, Looca, vjdros, quadros, epehos,
bancos e -iard'.m, planta e objecWs de
casa de lamilla
Na. casa em qoe morou o Dr. Jcao Francia-
Poggi de PigueM-edo, roa Riachuello n. 47.
A'j* 01/4 parlra o bGnd de Fe-oandea Viel-
ra. palo Huspuio, ajua aarspass^gem giatis aos
concurrentes.
Emcoo;inuac&o, vacfa3 lounnas cum criase
garret: 8.
Sexta-feira, 15 do corrente
Agesie Pinto
Agente Martrns
Leiae
De urna casa e sitio n.l, rus D-. Epamincn-
das e Selle, naPaesagem fa Magdlena, es-
polio de D-PsciaGenstasca de MeJIo.
Sexia-teira, 15 do co/rente
%o armazem a roa 15 de -\o-
vembro n. 39
A'S 11 HORAS
O agente: MsrticB fa*a lettio a requermedo do
testaojenieira & tuventarisnie do espolio cima
e por mandado do Illm. Sr. Dr. juoz de direito
ta provedoiu, da casa e sitio roa Dr. Epsmi-
nondas de Melo, na Pa*s;gcm da Magdalena,
eendo osHrs-ioao marado, ter So fle fenle 48
mttro3 e de fondo 38 menos e 5 ceotimetros.
portao de feroo e r*dit, avrvere de fructes ; a
casa tem 3 salas. 1 gabinee, 5 qoartess coamba
loterna,! qoarto no quintal.
Os preieadentes podem desde j examinar a
casa o sitio. ________^_____.
Agente Brillo
Leilo
De um Importante eapelbt oval.l mebilia de
c6-de BOgueira, de jonco, louga, commoda, vi-
oros 1 aparador, caiao e ouiros muios movis.
Sabbado, 10 do correte
Rna dsaTrtaebeiras n. 43. andar
A'S 11 30RAS
Commeroio
1* andar
n.
LEILOES
E' esperado da
Europa at. o dia
SO dn correte.
Recebe carga para
Babia, Rio de Janeiro. Santos, Moatewdo
e BaesosiAyeea
Pressne-se. alada ao* 5ra. recebedotes dewnef
.adorlaaque ae .ateader a refliamogCea por
'al as, que forem recenfieeid" na oecesto da
lescarga dos volumes ; e que dantro de 484e
ras a contas do dia ida descama:da -a Ivaranga*'
deverSo fazer qaalqoer reclamacao coHcer*.eo-
te a volumes que porventura tenbam segnrdo
para os portos do sul, atim de serem dadas a
tmpo as providencias necessarias.
0 de movis, lenca e vidioa,..aDonnciado
por interveocao do agente Pisto para sexta taire
16. deve ter lugar os ca, ea q-e morn o Dr.
Jcao F. Posgi de Fgnerredo,.a ra Riachnello
o. 47. para unde parar um bond de Ft mandes
Vieira, pe!o H spicio.____________________
Agente Pestaa
De orna linda parelfta de cav.:ilos -scjs rjara
carro. 2:intoa!psrs corridas, denominaaos Mib-
rlly 2o e Calor, 1 linda garrota tourioa, prenbe.
,1 armagao de amarelio, 1 grande mesa, pira f
sendas, 2 clatwa ipara. coilagie, riera cortes de
vestidos. bordados dla e lioen, melas para
bomem, tpeles, relogios, cadelas, rosetas e
Agente Britlo
Leilo
O agente aeima. s mandado -du illostre Dr.
oiz de direlto dafaseods, vaadera em leilo as
.fas sbaixo pacboradi psla fazeeda do Es-
tado.
ma casa terrea n. 223, roa Ocronel Soaa-
sona, priencente a Manoel Jcaqum ea Costa
Carvalbo.
Urna casa c. 10, terrea, no becco do Macelo,
freecezia de S..Jos, pe-tencente a .'caqu'm Go-
nces de S LaMSO.
Em secoida vender o sobrade n^42, Arta das
Tnnchelras, tro sbS) iitojjiio, livre e < e~erabara-
Cida ds qualquer i-aaa, e q.oe ieade 9Q00 0.
O leilo ter lugar no sobrado a ri a dis.Trin-
chelras o. 43.
Sabbdo, 16 do corente
A'S 11 HORAS
Agente Burlamaqui
Leilo
SABBADO, 16 DQ CORBEiTE
As i\ horas
Xo armazem rus ?. de Mo-
vembro n 41
De urna casa lerrea.n. ?4, i ra Dr. Jorquino
Nabnco, Capurga, em solo proirlo
0 agente aoima, por owndado e as isnncia do
Bxm. Sr. Dr jis a provenirla, veadir4 em
leilo, a requeimeoio da S a. D. Acia Rodri-
gues des Sontos, invi't.-riante dss bees do seo
tinado marido JoSo Roo.na.oea cks Saoios^a caaa
terrea em solo proptt, a-rue'aoima, na Gapuo-
xa, com bastantes cooucoass a fotso ir,temo,
oom quintal e cacanaba, 8esviOdo.de osae a offjr-
lads-4:90D*OeO.
0*.8fa. licitante: paiem exaaua&r a referida
casa.
Agente Britto
Leilo
SABBADO, 1 LO CORRENTE
Ao leio-
Decatxas com kerose.-.e, salvas da embarca-
cao sia que nanfragen com 2,736 caixal do
na vi i americano Wilard Modtet',.
0.agente B, Uto-Je ?ara a leiiaooa.eal'ados ci-
ma, por couU e risco de qupia. partencer e com
aj-ialt-ncir dos a enies da Compaabia de Sega-
ros, ao caes co Apollo, em frente ao poniilbSo
do Sr. B.wxell,
'
s


I IKbHl


"T



Diario de Pernambnoo ftgiiittt-felJPa 14 de Fevereiyo de 1S05
ii i i ni ----------------------------------------------------------------------- -~~

Grande leilo
lu cMiauacCo
Do hotel Q.-ieu*ii Mw^noaMa aitoa rea
Bi-po SafUiona oa. o e II, constando :
De orna excelltnie armacao de amarello, eov!-
dracada, e imprtame bslco de volta, cauaa,
mirqueten, colo-bes, l-Mesaencs, lavatorios,
gaamigrs para o .masmos, atecas, catletra*,
cabiJts e rjuiins oDt-o3 ofiject-.s exioteatea-ei
ditos ejtatjtle iicentos.
O leilo p-limpiara ^oa botrpearia da oes*
ma ra o. 12.
Sabbado, 16 do corrate
A'a 11 koreu
O agente Gasmao, autora do pelo proprieta'o
des referidos lat-bek-cimanios, coatia*r* e lei-
lo dos aoves, em lotos, a vjoad.; do= compra-
dore?.
Leilo
Da urna mob'lia de juo'o, completa, cem
taaipo de pam, 1 ;s -etho, 4 qoadros. 4 lrro-;
tapetes, 1 caodi-.iro, t cama para casal, 1 cuti-
da roopa, 1 toiUtte i ede.-nc, 1 guarda comida,
1 aparador, 1 re!eg-.o. 1 mesa pira jaotar. 6 ca-
denas, 1 aoinario, cajas de Iobi, nancea, ta-
luda loucas. vidrtsr rouitos otro oajeclos.
Sabbado, 16 do coi-ente
lo mel da
No hotel Oriental ra Biepo Sa dicta n. 5
O ageote Gu-mir, soiofieaoo por nma familia
que re'iroc-se para f-a do Esta lo, fard lena
dos movis cima meo;ionado?. os qoaes foram
transportados do centro da cidada para o rel
rido uotel.______________________________
Leilo
D6ce-ca de 2.000libras d9 mantelga ameri-
cana, eos laas, 149 taras co-u ai-mes alteaSes
e 36 Cfixas coa maesa* para topa.
Sabbado, 16 do corrente
AO MEIO UIA
No taolil O.itntai roa Bispo Sardloba n. 5,
por occasto do grande leilo de movis.
Por intervencao do agente
Gusmo
Leilo
Da movei?, ewpel-O', louc e vilres
COiN.TaND J:
De utni mohna preta <:om cae'elrB de balan-
50, boDitos apeldo ovase para cmia de ron*
solos. 5 qaalros, 2 jarros 2 Untsmas, 2 btUs,
i (ndieirn de eespen ao, 4 r*:arrao>irap, 1
cama traecas* de jaaaaastfa, 1 dita de amarillo,
2 ditas para c aejas, 8 pannos de crochet t 4
esbides.
Om go-.rda ves iios de ama' lio, 1 bota goar.
da leuca, 1 guarda praa, 1 mwa de amarelo
para jamar, cadeira quena, looca pa-a jauta", copo--, c lices, compo
tetras. g3rr>'as para viudo, guardaoapos. galde-
teiro, compoteras, facas, garfas colneres de me-
tal e oulros muitoi mo-veis.
Sabbado, 16 do torrente
A's 11 horas
Na roa Prin& a Isabel n. 3, cobrado
O ageuie MaMi:= fa- leilo por coola de um
familia que se ntrn-o para fra da tidade. dos
aovis e mais cbjedos qae se a_b_mtm-diL
sobrado
AO CORRER DO MARTELLO
Leilo
Do excelleole sobrido a. 85 s te- I re do Ho -
plcio.com B|i>BBllas dt: f-en:e, o ndar supe-
rior, 2 saUs. 2 gabioetrs 5 qr.arioe, i trrico e
COBioba, no pavimeo'o ereo, 3 esla 1 gabine-
te, 4 qoarGS e 1 n)f|**o fon'Jo'de ama pacha
da que f.z par- do inesmo subrato, mediiiao
este 50 jalaos de fren n e 80 dit03 do fundo, e
a referida puh da 0 i almos, com poriao de
ferro qoe di entrara para elle pelo oito, ende
ha 3 portas.
O terreno em qne se acha e iificado o effido
sobrado ttio lomaros e 70xeoiiaeiros de f en-
t e 1(0 rorufl e 70 ceolimft os de fundo qoe
d pira a priarcra roa-do P; e?.
erca-feirp, 19 co corrente
A'S li HORAS
No armazn a ra do Mrquez de Clinda
n. 48
CO sgenie Gasm?o, aoterreado por mandado do
Exm. Sr. D jola te dtreito de o^ph^os e a re-
qoerirrento co Dr. Loir. Emygdio Rodrigoe^
Vianna. inventarame dra beas de saa sogra D
Ha'la Benedict. G mes de oouza, fai leilo do
oorad acirro menci::Br,do o qcal podera ter
exmioao peios compradores.
Precisa-te arrecdsr cmengenho que pesia
ssfrejar de tres a q atro aail pas, sendo perto
de algoma linca frrea; a traar na roa da Cruz
n. 7, 1- andar.
Vecde-se barato a-proprieMe Paraoelrs,
junto ao eogeobo -wB-aera, e caaaprada o S-.
alaooel Felippe MarajiMs Lias, feeobor da mtsrxo
engeoho, com comreoiixeoto do Dr. joiz de
orpbaos do Bonito, e homologada peto Dr. jola
de crireito de orphos dj Reafr.
Esta propriedade eui nm qvsrto de legoa de
frente e me a legea de fondo, dista duas legoas
daesliefio doon*z eperte-se para todo tem
boas madeirts de amarello, de fac transporte
pelo rio S-nnrem. Urna cata ierr*a nana
de Lomas ValentiMS, moderna, de cornija e
parapeito, com duas sal.s, 2 quarton, cosioba,
qoarto deapparrlno e p queco quintal: trata-se
Da rea da Patata n. 4V. ^_^_^_____,=^,
C0S1N11E1RA Precisase de nma : os
Prsc Marlel Pinheuo r. 10
t
Agneda Mari da r.niera Almelda
Joaqoim ViceLt' i- Almeida (ausen e) e sena
filil a agradtcem profundamente a todos aqetl-
les que se digoaran acompanbar a nlitma mo-
rada os restos mortaes de saa presada espoaa e
mi-i, gueda Hara da 'enseca Almeiaa, e de
novo ca roovitam a assisli era as miesas qoe,
em seo stTraiio, tero celebrodas na matriz da
Boa Vieia, 7 hora rin dj '8 do corr ele.
Libanio candido Ribciro
Hara Joaqo'na de Mendcnca Ribeiro, sena fi-
lbos, sobrntos e gebros, presentes e aesente-,
agradecem do ioiimo de sea coragSo aos amieos
e pa-eotes que Hzeram o caricioso oba qo o de
acn-pania'em (na ultima morada o corpo de
seu Idolatrado e prantealo etco-o, pae, lio e sr-
gro, Lib dam-os para asis irem s mlssas do satimo da,
qoe ra aiam rezar por sua a ma oa egreja m-
tris de .>: -.-a S nn ra da- G gas aexia-'eira, 15
do errecte, as 8 bnras da d-d por cojo acto
ge Cnf.'Siam et rna ente aBr^reri|ii'i*. ______
1
I"
Tkrnuiiiu NoRueira da Botlia
Paira*
Carolina H. de A'veui Nogoelra, sene 8lhs,
genros e aetiM, cocvtJam-a tcs es seos p-
renles e amigos para a-si: 'rem as misaas qce
por lina (te saa nouira la lti, umS. cvettda
e tia, Treodol.rja Noguera da Rocha P;s 03,
mnndam r-aar oa resia-fetra 15do co-rente 30-
da do seu infaceto pa*maBClvu>, ie 7 1/2 horas
da manta, na orieai 3* de 8. Fraocteco do Re-
cif -, confessando se ele n^meole agradecidos.
I
AVISOS DIVERSOS
0 Sr. ihesourciro da sociedade Liga
Operada rogado a apparecer no es-
criplorio do Diario afim de se lhe
entregar tuna encommenda que tem
resposla.__________________
novas e hortalizas e
flores, completo sorti-
mento, ra Estreita d Rosario n. g,
Pojas Mendes & C.
Vetde-se 6 necea loarmaa lee'ras, i gar-
rota t( urina |M0b ("e 4 pare 5 mezef, i nosl-
Ibo lonrino, 1 (vallo and-ior de baixo Ico
chtia e peitinces e 2 bois man: 03 de carrosa.
Tudos estes object.6 venlese a Mado on por
jont. ; a traUr na roa do Sactgo o. 23, casa
terrea.
- ni ni pe;;rir de um amiui>traJor c.m
pratica. para engecho, dlrJja-Sfl i roa do Jardim
numero 37.
o Ton ador
Os proprietarios deste muito acredi-
tado estabelecimento chamam a atten-
go do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 O/O que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho i C.
Perita nibuco
u
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissinios padrees
l$500 receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra Duque de Caxias 11. 43
AO TOMAiOft
Espartilhos finos esto venjendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
FERRC QEVENNE
TTnico pprov Pl MAMMIA BE MEBICINA DE PAIIS ^
JiXlOIR O yRD-ADBI*0 ?
li.Bu.dMBMui.Art.PAMS ^
ANEMIA, CHL0R081S
FRAQUCZA
POIREZA DO SAMUf
PHOSPHO-GUYCERATO DE CAL PURO
M|a HUI!>Slr(E-aiAftJL3 N;URO!1PIE-53i:lS ^##
Rcofitirtiif gtrtl
do Sjstema nervoso,
Heurttthenta,
Phosplnturto,
________________ W* Esta pfoparac5o que se pole tomar sem nenhum
perigo. ciubora que Inventada ha pouco MBBpo, deu j resultados maravllhoSf* oomo o certlflcam miniares de atlestarcs.
D^osiu gerl : CHA88AING e C, enn Victoria, Paris. Deposito* em Perntmbuco: F* U DBOBAS t PBODCCTM CHIMlWt e em to4 FarmacU.
de
seda
i?recisa-se de urna ama oara cosicnar, para
caas de tres pea. 012 ; a tu'ar na roa Edt.-eiW
do Roeaiij n t7,1- acidar.________________
"_ Precisa se d- duas amas, urna para o ser-
vico d '- i-r :o.-, ou'ra pira tratar de osa
crianca, a tratar ra ros da Raogel n. 1 dand
referencias de saa conducta^________________
Vece-ie o eogicbo C cjeigao da comarca
do R.o Foru ozo. o qual dista tres leguas daes-
tajao de Gamrlleira, movidos vapor, boas obraa,
safreja maie de deas mil pes, bos trras e
mattas: & tratar 00 mermo e"genbc._________
f, Vedr-fe a eseco-a casa n. 25 da ma da
Palma ; a tratar na ra d* Hortas 0. 76.______
Arreada-st om bom eDgenho no municipio
de Nazaretb, perto de orna eaiario da liob
frrea, vendendo se ao confalante a se/ra fon
dada para 3,000 fue?, re?io de safra a li-ar,
vapor cevo, forca de 6 cavailrs, alam..iqoe,per-
teDces de cestilado, beis. cavallos, carne !>
mas para as ucar e om tanque com bsstanie
mel. Garanie-se mto beas obras oa casa do
eegeobo. de porgar e Ea de viveeda : 8 tratar
com Jote Muiombo, largo da Gompanbia Per-
nambucana n. 6, andar.________________
Preciea-se vender um carroca de doas
rodas e om boi, em perfeno estado, llvre e
desembaraces ; a tratar na roa Baro de Rem
Fica 29._________________________
i AMA cucioeira, preciia-se de urna;
ratar na roa do Rangel n. 35, lujo.
lapas
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira bo rda
dos.
Ao Turan!or
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attencao
Madapolo fino I2$000. Pe$:as de
bramante com 37 jardas por 25$ooo.
S ao Torrador
Lima Coutinho *k C.
Tarerna
Vecde.-se a taverna da estrada de Saol'Anna
dencmroadi Flor de Stol'Ai-na ; a tratar na
raesma.____________________
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra doJaof-
picio d. 14.
Caixeiro
Pre3i8s-se de um rapa, qoe tenua pratica de
fawodas e dando att^siado de seo bom compor-
lamedto ; a tratar do Baiar de A'ogado?.
a
Vndese o pequeo estabe.'ecimenlo no
lugar denominado Iputinga, estrada nova de
Cazaoga n 135; quem pretender r.irija-se a
meaoia que acbara com quem iratar, e qoe ain
da Do foi vendido. ________ _
a Precisa-se de um coainfeiro ou cosinheira,
de orna engommadeira somente para rrnpa de
senbera, e de ama ama para andar coro ama
can.' ; a tratar a ra Merques de Clinda
(antiga dt CadeU) d. 35.__________________
p eciaa-se de orna amn que ralba engom-
mar eapeclalmen e, pa a casa de om bomem
Boltero ; oa ra do Apollo n. 4, 1- and.r. Ser
vigo tratar de eos paseariDbos, cns cacborricnoe
e nos gatos, e que durna em caca do patrao.
Precisa-se
De orna aech ra para os servfcos
om \ia~j e tratar de ornas enancas
Uciao n. 54.
da casa de
; na ruada
Precisa-so de urna ama para
gorxmar para peqnena familia
Garmo 0.3, i- anear.
cosinhar e en
: no paleo do
Taverna
GRAGEAS
INJECQA01
H/9'enfca PrlrnBtfir*
eam oaeaar
oeMaora
- de Copa/i/aa, B_*o*
Ratinti't a Ferro, Susrr.utho]
lotrio. Terebisthina, A'
As OrBAGC. KClTlM, forto s pri-ieir_s que obtivfrdm jvpprova?3o d Aendmim
_*Mdi*) a que adoPt*r_m-Be aos HospiUea.. Ouvfcm BOd-HUM crU,
_ r:bcldi saca fatigar tomagos mal* delicado.
A IMMOQftO FORTN i -mjw rocoromand-d orno o complersent- medi_e_u>.'
SflVOltMrlo-i 1 Pornumtuoo : ir_*__Jsr __. dlft SH-"V A--_ O*
-M"fc
~(0
qarantida absolutamente pora
/. LEPELLETIER
am. C-__--B__D_T,_Cv__T perto X&Qnxy {S'ra.io.^a)
CASA KSTABELECIDA
E M 1830
aSncontra -se esta-Majateiga era casas de con5.a_ii?a
ESSENCA
tSSENCIA
DEPURA TIYA CHABLE
(VEGETAL)
gura : Eczema
Herpes, Acn a
Prurigem
Px PmtHlUmst C- de DROGAS 4
jmon'.'CTOS CHIMU'OS-
rVr/y- ni\$y
28
CHABLE
?AR/S
DEPURA TIVA CHABLE
(IODURAOA )
cura, Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
D*pa-itoa *od_ o P_o__*>
CHLOROSIS
Cores Paludas
CURA RPIDA
____E__EI
DEBILIDAOE
Consumpco
ACERTADA PELO
S LICOR DE LAPRADE^
" COM ALBUMINATO DE FERRO
Empregndo em todos os Hospilaea. O melhor rerruglnoso para a
| cura das Molestias da Pobre.a do Sangae. Nao enegrece os dentee. |
PtRIZ. COLL.IN e C. 49. Ra do M&ubeuae, e em as pfiarmaclas
AGUA
Hintrtl natura/ Purgttin
RUBINAT
fFonte do Doutor LLORAOS
JA Amlytis da Academia d Medicina de Paria prora que a
dita t&ua contem 103*8i4 da substancias fitas daa quaes
SULFATO DE SODA j, SULFATO DE MAGNESIA
96g265 =f 3g26e

de For
ANEMIA -CHLOROSE
O FEHO
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'GF&J&f/M
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BRAYAIS
Esnormentato ih'Ios irimeiros meilicos Jo mundo,
Kssa ininn-tli.itampnte na Economa sem octasionar
omrao ' tuindo-o e dan Desconfiarse das mitacet e Falsificaces.
Utt-u mi tu ei Pars, 40 4 42,Rue St-La^re
E EM TUDAS AS PUiOUiOUS
_**,
Exigir toore o fotretro
"i
nt Sourca
M_
TINTURA NICA
instantnea
Para a BARBA C O CABELLO
(Vtn s fi-aaeo) sem inpararao arfuu n>m lavagem
Pars, fiiliol, m:v. Lapatettb, 53
Deposito em Pernambuco C* l Drogai PMdK'.os chimicos.
V3
AtRDf
i i m s__-
28
iCHABLE
pAR/S
CITHATO DE FEHEO
CHABLE
1300.000 Curativos fle Gonorrliea'
Fluxos brancos
Perdas seminaes
DebilidadeiiotOrgOB
:EX TODAS AS PHABJUCLtf
%
^8^ ^
Novo preparado ^%
irem Caustico, Bsm Irritante A
acalma an dores ^vm.
centro de 24 horas rj
_ destroe o microbio esiiocfieo, c A
cura com mals seguraiica o pi-orap-
Udao une outru ijual |uer.
Faz so uso s on justan ente com o
MATICO-SAWTAL .
Ex,: Asrisatut F, rlcsMta:
DUv'EBR'M, >..".iclcl. ^
% 3 irr, -au Oes Hosiers. s*
VA PfcRIS -af
I,oiob9ira
Prec f ra '> deP
e criado
f n. 40.
Jardieuiru
precisa-ee da im jndineto, juete'lnio-Be es
raogeno ; t rendo ComaaiTcn d 41.
Demarcaba > (iete.as
Pdo en.etpotje:ro ". C. Crliol, UCrlpOrto
ca cdi'feds Escoda, roa lo Bio o, r. '2.
Vndese
O establei-imento d mulhadog ato na da
Aorora o 3*, a tr leroa roa tfal'npr.-atritn. 76.
Cosinheiro
pr,,":;3.?3 ne nm coeinlieiro qoe feja peiilo
na cTt- ; a !ratar ca roa do tli u- u 3
Vende--e a taverna tit* i roa de Ferdandes
Vlelra n, 68, propr'a para principlaote por ter
pouco capital. A ca?a tere commodos para prin-
cipame.________________
CHALET
Aluga-se
um em San-
t'AnDa n. 8 A, muitj perto
da estap^ao, com b can e?
commodos, agua, fruteira*?
e terreno para plantacao:
tratar no armazem do Mar-
tins pra ro ti. 2.
Horticultura
St mentes Tricas e sortldas,
m:ca Aa:eric.ta.
receben a Ptnr-
g-uifics mcrada
~ Alnpi.-Bf naia caa ola 6 ra de J fio EUmo,
toda mirado, com jardim a> lado e pir feo M
ferro, com xellente agua potavel, condi'cSo
para a cida'ie, bono e trem ; a tratar na roa na
Padre PIomsoo d. 8.
Predea-se de en sena Qce i o*tnbe Dero, par
cesa de 96051001 fimiiu; a tratar oa ra Doqo
deG xia^97. ___________
Prclr-c-se de om criado ; 'trta">se na rea do
Commeroio n. 44.
Pre:tRaie de wd bom
Piyco-ii'o. 19.
Cosioheiro
c.finbviro
na rna do
Pratico
Prd?i?a-sp #e am pratice na pfcarmacia icer-
Aa, paleo-do Teres n. 12.
Madeira
Compa se aiLarel o, leuro, to-carga, cedro
o sicopira na roa Imperial n. 17.
Ama
Precis-se de urna ama para cosinhar, para
orna .familia de tiMejNUM : na roa Princeza
Isabel n. 6.
Casa em Api pucos
Alona-se urna casa com boas arcommodacoea,
agqa e qoiBtal : a irater no armazem do Lima.
Um commodo
Alaga-sa MMOV-ftifO aom casal ieu B.hjs:
oa roa de Hartas n. 86,1- andar.
Aluga-se
A Ma de trente e alcova do i. andar n. 18,
ai Maraes de Olio'a. projirio p.ra escriptorio
juconstlloro-medico : a tratar com Onto Jar-
dim & C.
Casa
Alegaje a IWd, 36 roa de S. Mlgoel.pec-
10 dita raa om dos memores pontoa para oege-
Mo ; a tratar co Basar le Afosados.
Ao commercio
No* abaiso assignados declaramos qoe nrsta
data dHol>enosa e^cteade existnie entre ros
ir 1 (linnas de lanoaria, cma a ra do Brum n.
i, ann^o vIvfmi, e 00'.ra em Gimelleua, rna do
Or. Jo.- Marieoao. sibindo o socio Manoel Joa
i]uim AKes Fruciooso pago e easieito do sen
capital e 1nc, o at esta data, assistindo o acl'vo
era-iO-ao-iocto Antonio Francisco aa Cosa
Hanccl Joaquim Alves Frnclooso
Antonio Prancico da Costa.
Recif-, 13 dp Fevere'.r.) de 1895.
Em Gramelleira
Veode s^ as dnas importantes -aea de pedra
eral, sitas roa da Alegra os. 2 e 4, esioira
da fvess3 do Mendes, teode a s e.-quina
prepria pa^a negocio, om dos melboree pontos
4a vill", e a oetra lem boa3 accommodsce*
oa a ra rada : qaeoa preteader enlenda-se cm
Firmioo dr I meo, na mesma villa, on no Rectfe
rna ao Livrsmento n. 2.
Altencao
Usa s*"-.hora competer temsnte habilitada para
ensinarprtmeiras letras, e trabslbos de agoiha,
propOe-se a eosinar criaugas de ambos os sex o*
or pie;o mdico^ a tra ar na roa Augusta nu-
mero lio.
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Galoes e Guarni^oes
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receber lindo aortiment o
GONGamo os damas
Vendf-fe
Crnz n. 23.
Piano
cm bom piano na ra da Santa
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C ordeiro
DeDtes
Tennin do o exr,eiiaut9 preparado de Maaoe)
CJardoBo Jnnior.
As cartas que lhe teru sido dirigida
pelos jornaes de maior circulaco, attee
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Majoel da Sil-
va &c C., ra do Mrquez de Oliade
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88 ,
Pharmacia Oriental, a ra Etreita uo
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra go
5o da Victoria n. 14.
i'hannacia Virgilio Lopee,rua Lafg
Rosario a. 31.
t ^rcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhes de ps de cafeeiros semea-
dos em leires cujos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Recife. ^_______________________
Caixeiro
Pr-cisa-re de nra raixe ro cem pratica de sec-
eu e n^lha-lrs, qce lenba quem garanta ma
ton-iacta: a tratar na ra Estieita do Rosarlo
0. 9^______________________
Piano venda
Verde-ee um exrplleole piano do acreditado
fabricante Weideoelaofer, com muito boas vozes
em ptimo e*tido de conservajSo ; ver 8
raur co jaaiabo Novo n. 163.
Vndese urna boa casa de taina, nova, ;u_to
a garapei'a ; a tratar no Ambo', taerna.
Taverna
Veode-se urna tem afreguezada e em bom
local, a ra Estreita do Bonria t. 47, o motivo
da venda o dono fstar deente e precisar rei-
rar-se ; para ver e tratar na aaaaaw._________
Grande armazem
B Alugc-se om na rna dotol, jnnto a ponte da
Boa Vista : trata-ee na rm 'o Tories n 3i,
terceiro andar._____________,
510
Arrerdasenm grande a.t.o em Paratibe, mn
nicipio de Olinda. Csbcatan, medindo 46J pal-
cos de f-ente e 1003 e taotoa de fundo, bem
aroori9ado, com muttss laraogeiras, cali euo?,
ale. etc., muita trra para plantacao e baixa ce
capim, e mais urna casa para miradia ; a traiar
oa ra do Imperador o. Ci, kja.____________
Ao publico e ao commercio
ii Rui'qosyrJl 'om p?rmac Jess n. 22, avisa a eets fregaexes qeoSr.
Joaquim Aiaatacio da Cunta deixou de er co
b'ador desoa casa desde odia 9 do cor-ole,
r.8s-adi> a cobranca a ?er ffHa pelo Sr. J0S0
M^theus Ker-eira. Resie, 13 de Feverewo _e
1895
H. Rjqqoayrol.________
Ama
P.eiisa-se de nma ama
Rosario n. 36, i- aol f.
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na roa Etreita do
Precisa-se de orna amagara crianca ; a Praca
da Iaderendencian.il. .________________
Nova officinadetanoaria
Rui do Alecrim v. 2 D
Nesia officina tabalba s com toda a perteicao
'em pipas, ancoras, ancorets. cubaa e formas
'para eofreono, e em todo mals tendente sua
arte jzarantiodo se* pontuai as encommendas
"belorem f.as. e para iso lem g'aode
de ma'eirai de pao ca-ga para seo
qoe
dpfo'iio
fabrico
Precos sem comre'encia
Roa da Alecrim numero 2
Diss & Esteva.;


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Criado
Precisa-se de um cr rd> pa-a copeiro
botica francea, ro do Bou la^as n. 12.
na
Professora
Precisa-ee de na saib-a com babilir:5es
comp'etas no eosino de prlmelras letras, traba-
Kwa de agulba e mu3ica, e lecr.ionar f-a da 1
capital; a tratar na ma Larga do Rosr- o u. 40,
'.ercA'O :-ndar. Paga e b"m. ;
Caixeiro para
taverna
Continua precisar-ge de um com protica, d-se
i bom ordemdo ; na raa Real da Torre n. 15 B.
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VI NI 10 DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COMAS IMITACOES !
UHICOS HECEHEDORES
GuimarSes iV Valen te
N. 6 Largo do Corpo Sant N 6
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas secc^e
tajardas ; na ra das Larangeiras n. i
1MA POMPLO
Cirurgiao dentista
Contina com o Beu consultorio & ra
Bario da Victoria ?. 54.
Consultas e operares das 8 horas da
manha s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
"ernos aperfeicoados
As sezoe-, febres intermi-
tentes, palustres, renitente?,
dores de cabet. nevralgias
asmis rebeldes, sao cura-
das infail velmen'e com ss
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
deposito
EOTCA FKANfiEZA
H. Rouquavrol
22 Ra da
Cruz
22
Excellenie acquisicjio
Vende se a propriedadeOlbo a'Agoasitua-
da a pouco mai3 de oo kiiome'.rcs da cidad>
de arannoas, ccm (rea legua de freo'e e legua
e me.a de fondo: seudo qce, neis lei.ua se es
teode al a idade, em terreno qce pode ser des
de j aproveliado para a ediOoasao, por ser den
tro "a cidade
A casa priocip; 1 de peHra e ral. de nova
Constancio e a noierfl*, salidamente ecificada
e com guvienles com modos para orna Lmja.
Tem oito casad para moradores, e urna pra o
eHor, engenno minian deatillacp, osa pura faDr co de farmna de man
flioca, e com ou'a safra para 600 aes de asse-
car, 3 a 4 mil ps e caf que ja dao froc:o. por-
gSo de div.rsos lamanbos, etnteiros com t5 mil
aulas e diversas arvores fruc iteras qae cao o
rendlieolo a'iLoal de om cont de rir.
A p'o riedade ten poporcPS para ce planta-
10 mi pea de caf, rom agua para irrigacar,
qne garante a plaotacao sem risco de per'a.
Ttin 430 b-acas de v-riea qoe prodos todo qoe
se plaut, 'res cercados t^ndn cada um 6 0 bra-
jas de comprimen'.o e 300 de largor*.
Todo lereno ter.il e ubrrimo, proprio par
caf, podendo Das trras exas rrodoxir cada p
4 k Iogrmma8 e na vanea coibemse dus sa-
fras p r anno.
O solo conten uioas de ferro- cobre, cristal e
esmeril, qo< [ ea ser exploradas. t> seo cli-
ma e reecnneciiio c mo um dos mi Ihores (.'esie
Estado pela Bca ealobridad ; e aprasitel alto
en qu foi ed Bcada a prjnc'pal casa.
Vende--e livre e desembarcada de coaprc-
mi3so. v:sto o propr e'arlo caa dever a praca, e
o motivo oa ve da te dir aos pretended b : i
tratar na mesma pn.priedade, com o seu pro-
prletario.___________________________
Fadaria Nogueira
Caminlio Movo n. 91
Telepkone, 658
Prvido esle estabelecimento de um perito
esnfeilciro, tem actualmente disposico dos
eus freguezes em especial e do publico em ge
ral os mais deliciosos productos de confeita-
ria.
Abi os consumidores encontrarao :
Desde o mais bem feilo
pao .ie lol, folhadas nppe-
litosas e bolinhas em pe-
quenas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
bolinholos de diffcrenles
qualidades e formas dis-
linclas, crystalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses productos sao de um tempero
que saUfaz ao paladar mais exigente e assim
se recomraendam ao uso das familias em fuas
soires e outras feslas intimas ou solemnes.
A padaria Nogueiri er,pois, prestar um ser-
vico s familias pernambucanas; .3 quaes pro-
porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
parados, serapre promptos, e que alm disso,
jeitos em casa, nao Ihe custuriam menos.
Piano
Veodr.-e om piano
rea deH'Sjicio o. 20.
do fabricante Erard ; Da
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
PIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
TSo agradavel ao paladar como o leitt,
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica e autorlsada pelo
governo do Brazil.
O erande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS^E CRIA CARNES.
A venda nos principacs boticas e drogaras.
SCOTT & BOWNE. CHIMICOS. NOVA YORK.
HOTEL COMMERCIAL
DrHiaS3PDaA.PlXA.S
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccao da seu hbil propietario MA-
NOEL GARCA, n auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceio do servico culinario aduaneiro, j tam-
bera pela posico bvgienica do seu edificio.
Depoisde innmeras transformares por que tem pausado este Hotel, conseguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna bospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, stiissos e do sertj, doces seceos e etn caldas, estran-
geiros e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermodth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentcs da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importasiio, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fin8simos, que vende as melhores condioes do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
Ra Larca do Kosario ns. 29, 31 e 33
\
18
OBO BE MCA
TRADUCglO
PARTE PRIMEIRA
XI
(ContinuacSo)
Vamos, dizia Jorge para comsigo
mesmo, ao passo que sboreava por todos
os poros a voluptuosidade da translacao ;
urna aventura devoras interessante O
Oriente ha de ser eternamente Oriente I !
Em pleno seculo dezenove ainda o phan-
tastico conserva nelle os seus direitos !
Algtima fada que me favoravcl resuscita
para mim o bom tempo das legendas en-
cantadoras e inveroimeis, em que as sul-
tanas veladas mandavam raptar noa seus
hippogryphos os felizes cavalleiros de
quem se euamoravam, para os tornarem
por urna hora rivaes dos sultoes !
A velocidade prodigiosa no meio da es-
curidSo (demonstra-o todos os di; s a ex-
periencia, desde que ex ferro) faz perder momentneamente e de
modo completo, a nojio distincta da dis-
tancia e do tempo.
Jorge Malcolm daria dito mais urna
C AMI* VIH l E AliFAI^TARIA
15 wua do Vifjconle de Inhfa >a 15
( Auga do ra do Rangcl )
Este novo estabelecimento acha.se sob a direceo rie Alvaro Jos Pereira.
autigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernaaibucano, en todos os seus freguezes tanto da praca, como do roatto que
alm de um bom soriiineuto d^ fina* casemiras, brins, brsmnntes, flanellas, ptimos
madapoloes, esguioes, en'.retella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de cainiss da^ qualidinids e preos seguintes :
Duzia de 1.* ca-se com pwnho ou sem punho 8^(5000
Duzia de 2.a clase com collarinhos 90000
Du*ia de 2 a chuso cena punh e sera punbo 728000
Duzia de 2.* cla.-se cmn idlarinhos 7B5 1 0
Duzia de 3." I? Cuna punco ou sem punho 6 8000
Duzia de 3 a b com collarinhos C650CO
Duzia de 3.a cla.-se com pnnho ou sera punho 485000
Duzia de 3.a classe com eolUahos 5450-0
Dnz'a de 4.a classe cora pnho e sem punho 425'"00
Duzia de 4 com cullarinbns 488000
Em Imzhs l'uzem-se bons descontcs
Linda xpos9o de gravatas lenos, punhos, collarinhos, meias de 13 e
algodao, para homens, seuh^ras e meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
amisas, bzas e bordadas
A' frente da oficina de alfaiaaria acha se um p> ri <> e hbil artista
A p murmurou-lhe o guia ao ou-
vido. Chegraos... De-me a sua mito...
que vou guial-o...
Os ps de Jorge pisaram ent?.o a areia
to macia como una tapete de velludo. Os
aromas frescos e balsmicos que de noite
se escapara do clice das flores sffagavam-
lhe deliciosamente o olfato.
Ao mesmo tempo ouvia o suave e mo-
ntono murmurio de grandes jactos de
agua cabindo em bacias de marmore.
De tudo i>to concluio o moco inglez
com certa razo, que ia atravessando
umptuoso jardira, pertencente a algum
palacio.
O seu guia fdl-o subir alguns degros
Em seguida abrio-se urna porta, e Jorge
cessou da sentir no rosto o ar exterior, e
o perfume das flores foi substituido pelo
aroma ,inebriante das essencias do O-
riente.
Os homens atravesaram silenciosa e r-
pidamente muitas salas ; depois a mo
do desconhecido largou a mao de Jorge,
e a sua voz disse lhe:
Em contando at vinte, pode tirar
a venda.
Jorge seguio religiosamente a pres-
cripeo, depois de ter proounciado men-
talmente todos os algarisraos das duas de-
zenas, desde o priraeiro at o ultimo, dea-
atou o lenco e olhou roda de si, com
curiosidade fcil de peiceber.
A casa em que se achava era quasi se-
melhante, pelas dimensoes, pela forma e
pela mobtlia, ao bondoir que descreve-
mos n'um dos primeiros captulos deste
livro.
De urna cpula de vidro fosco com re-
flexes de opala cahia ama luz velada, es-
palhando em todo o recinto urna especie
prova em caso de necessidade, porque.
quando os cavallos pararam, ter-rhe-hia'de Voluptuoso crepuscuTo.
* do iropossivel dizer que espaco percor- | A8 aberturas estavam todas mascar-idas
rra, e qual fra a daracao da corrida.
bordados de aves fabulosas e de flores
impossiveis.
Jorge Malcolm sentou-se, ou antes dei-
xou-se cabir no ampio divn circular.
Tinha o cerebro a arder ; o coraco pal-
pitava-lhe apressadamente ; esperava com
impaciencia febril, e cada segundo que
decorria tiuha para elle a duraco de urna
hora.
Por raaior que lhe parecesse esta expe-
ctativa, foi comtudo curta. Un dos re-
poteiros gyrou com as argolas de crystal
no varao que os sustinha, e deixou ver
aos olhos encantados do mancebo radiante
apparico.
Er a mulher niysteriosa que conhe e-
raos j, e cuja imagem inebriante perse-
gua teimosamente o mo$o nglez desde a
noite do pagodo.
Urna tnica de musselina raiada de
prata e quasi diapbana mal lhe oceultava
os se^redos da sua belleza.
Oa bastissimos cabellos soltos flnetua-
vam em torno dola, qul veo transparen-
te, e chegavam-lhe at aos ps. Pelos
buracos da mascara viam-se-lhe brilhar
os grandee olhos.
Jrrge correu ao. seu encontr e ajoelhou
para lhe beijar as maos, balbuciando em
perfeito delirio :
Desta vez nao um sonho I A se-
nhora existe realmente 1 E quiz tornar a
ver-rae !
Quiz tornar a ver-te, responden a
desconhecida ; quiz tornara ver-te, Jorge
Malcolm, porque te amo !
Ao cabj de urnas tantas horas, achava-
se de novo ssiuh' o filho do civilian ;
depois o homem da Jcoguls, no qual os
leitores reconheceram o mysterioso Sau-
gor, apparecia-lhe outra vez, tornava
a pr-lhe a venda de seda, pegava-lhe
MIM FOTO
19 Ra I." de Margo -19
I\'este acreditado estabelecimeoto veade-se fe rendas
por menos 25 \ do que em outra quaJquer parte.
E se nao vejara:
Ordenes ocm 2 bsrr.s ptra reposteiros e chambres com 1 tretro de largura e
o cevado.
N*nsi ks brso< as com pnUs e flores a 240 o cevado.
Brim pura roupa a 6C0rs. e :asin<.ta a 500 o novado
M+rtilbas de seda a rfl> um.
Ditas de alg dao a 2&100 id.-m.
MsdapolSo americano mui'o largo com 24 jardas a 108 a peca.
Cachemiras | ara ft-etidcp, fasenda de l per 400 re. o oovade
Ce chas de histao branoas e fle cores a 58, 88, 15|5 e 20)J um3.
Etp rti'hos de coi rija a 8(5000 um, Harato !!
C'i-if ade bardados part cama e janella a O^OCO o par.
Lindes c pellas com vea p ri noiva por C8 e 12 ama.
Cretones claros e ose ns a 4,0 rs. o covado.
Setim braneo M c&', para veet dos da noivauor 1500 o covado.
Tapitca aveldadoa o alcatifa, g'andte e ppquenss.
Atoalbado braneo e de cor para mesa a 3000 o metro.
Lusas ie ie'a pira eeobcra e pfra oenina a 10500 o par.
Priiilbis l'zis e iim prsga- para srebera a lf$00 um.
Camisas de aoraair para homem o para scch.ra a So urna.
jem cor da rosa a Ift o cuvedo.
Mcrirpretoa 1&, l'EOO e_20 o covao.
Lencos de cambrt-ia de l.r.ho para senhora a 12$ a duzia.
Meias da 12 e etda pira bomim a 40 o par.
Camisas de Malba de >9, para homem e p-ra senhora a 68 urna.
CorteE e o cortao para vestido de 800 pir 400 um.
Cortes de c:.si ra b amtr. ;ai a a 4000 um.
Ditos do csea ira ingl.-za a 80 uro.
S;tir,e' ] isa?, todt> n cores s. 600 rs. o cevado.
Zephi.-oa com qu*drich-ib a .40 rs. o covado.
F relias para vestidos e para oaiuisas a 360 rs
Linn com 2 larguras a 500 is. o colado.
Sargelim braceo e de tedas as cores a 60 rs.
VeetuarK 8 de Jersy para creanfss a 150 om.
Ciaaes de Jorsiy para sechoias a 58 um.
Enxov es para b*pt:sado.
Colsee franceses, rr. sqaite'rrs amecanes.
Sobretudo, ctr sisa, meia?, lencos e gravatas.
E uuitos (u'ros a t gos cas se torna difficil mencionar.
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Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
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obter urna digestao sadia e nutriente,
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COMMUNICAM a seuB numerosos fregueses que tem em deposito e rece
bem regularmente Kuropa e Ame ica todos os machi ais mes e ferragens piatiau
agricultura d'este Estado como aejarn
MACHINAS a vapor de tor9a do 4 10 cavallos.
CALD3IRA mult'tubulares de todos os tamanhos.
MOKN.i as mais solidas da mercado e e difterentet tamanboi
TA1XAS de Ierro tatido e fuudido.
RODAS D'A'IA.
RODAS DENTADAS direiUs e srgulares.
CHIVACSCS de trra fund Jo e b.'.inj.
BOMBAS de repucho da oitJir.jo!ei syitemis.
LOC9MOVEIS da diversos tamenh.s.
MACHINAS de descarocar algodao.
CANOS de ferro g EN JARREO AM SE de qaalqoer coocerto para o que tem suas tffioinas
bem moiittdas e cum bastante pessoal e dirigid ja por dous engenheiros bastante pra-
tiejs e coihecido?.
MANDAM vir da Saropa e ?ncarregam-ee da montagem de Usinas e res
tilla^Ses, garsntem sua boa qualidade e o cjionamento co no provam com ab diver
cas qae tea romUd).
VEN DEM a praso ou a diirhsro
Como no principio drsta aventura no-
cturna, os dous cavallos devoraram o
ejpajo,
Estava prximo a romper o dia no mo-
mento em que Jorge Malcolm, liberto
pela segunda vez da venda, se apeou a
entrada da azinhaga, a poucos cantos de
passos do bengalow de seu pai.
_ xin
Fra combinado entre Jorge Malcolm e
o seu guia mysterioso que todas as noites,
quando soassem dez horas no relogio
do pakcio da presidencia de Benars, da-
ria qi^prmeiro o seu passeio no jardim do
bengalow.
Se o grito do mocho se ouvisse tres ve-
zas sob as abobadas do verdura, seria um
signal, e este sgnal quizera dizer que
Jorge Malcolm era esperado pela desco-
nhecida da mascara de velludo, e quede-
va ausentar-se do bengaiow o mais breve
possivel para ir ter com o Saugor, que
estara com os d*us cavallos no extremo!
da azinhaga.
No periodo de quinza das reso.iu o
signal oito vezas, e oito vezes correu Jor-
ge Malcolm entrevista com fcrdor fa-
bril.
Mentiramos aiu se dissessemos adiar-
se o nosso hero apaixonado pela desco-
nhecida.
Como dissera sir John Malcolm, niu-
grera sj apaixona por urna raulh^r, de
quera se nao conheca o rost); mns aquella
estranha creatura exercia nelle irreiisti-
vel attraccao, urna especie de fascinacao
magntica.
O seu pensamento estava constante-
mente com ella; percorria-lha o corpo
prolongado arrepio ao lembrar-se dos
Vende- e rerte monicipio na a famosa
propritdada agrela sitala do "ugar
PiC", outr'ora ru Colonia Suassuca: mede
urna rea de f 97 887 metros quedrades
de trras do prodi'cc&o fatuloer ; tem dois
mananches de agua potavel as doas ex-
tremidades ; a cisa de vivenda edifhc-
da na fralda de om mente dominando im-
mei.sa varzea hachada por um des ma-
nanci-es, em psrte d- qud eatSo plantados,
j oom a primt-ira limpa, 10 carroa de
canna e txictem tcci^s a tr&ur ao para a
safra futura ; ^cmecm a fructificar algucs
de trinta e tantos cacaueires que celia me-
drara vigore sameute ; foen-M semantric-
mente o .rodecto de um b raneiral da
mesma existente ; is^ierr.s e'o quaei to-
das cobertas de r at'as, pedecdose te der
deetss solips1, lenha ou Ci.rv.io ; ba css
proximidades da casa j qutins l..rargei-
raa r.ovaa e C'joeircs.
A>ia proprlcdhde immediata? ente
visicha a Usina Progresso Cc'oaisl qua
se vende as canes colhid s.
Vecde-se igoelmecte ferramenta agr-
cola ce a o secesserio, e um cavallo de
8ellx.
Convida-ce os pretendentes para urna
v sita e para pedirem inform'c.ois tos vi-
smhcs da acama propriedade.
A tratar com o capitSo Ramos, mora-
dor na cidade.
Regulador da Marinha
Concerta-8e relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, appvelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Hotel Kestaurant Po-
pular
EM
Garauliuns
Defronte da Estacao da Estrada de Ferrt
Sid de Pcrnambuco
O proprietaro deste bem acreditad
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarao a qualquer hora tudo quanto
precsarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc.
Em fim convidamos aos Srs viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos precos.
Antonio Luis.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio*
Quem os pretender poder ir velas:
e para negocio deixe carta no escrptes
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Sitio venda
HVende-se o sitio roa do PsyfaacV d. 1S,
rontendo nm sobrado e junto a es e urna capel-
I Dba, teodo no itt*rior do ?iiio diveras em-
bbsa qae dao oa reoda ancua.'; es pietene'eotr.s
podero ver o rceemo j, e Iraiar no Fobrado,
das6as8bora4 do da, da- 4 s 8 or s da
noite. od Com Alpiniano M-rrju'8 noCirrelo.
m Olinda
Vende-se excelleote doce
secco: a tratar na
de caj'
L-adeira
da Ribeira n. 23.
oom descont e a precoi resumidos.
pensava ero que tal vez estivesse prxi-
mo o dia em que aquelle signal, tao ar-
dentemente desojado, cessaria de se fazer
ouvir.
A's vezes lembrava-se Jorge Malcolm
das palavras de seu pai a respeito de Mary
Burtell ; e como o seu carcter tinha tan-
to de honesto como de leal, entrava em
tae3 momentos a envergonhar-se de si
mesmo e a maldizer o arrastamento a que
nao tinha forca de resistir.
E' urna maldade o que eu fa9o !
murmurava elle ento ; nao est longe o
momento em que meu pai me apresentar 8 voltado mocidale. Nunca expreasSo
meiga e casta crianca que ser minha'da to viva alegra lhe Iluminara o rosto
noiva I... E em vez de me preparar para habtualmente serio.
s quatro horas da manha, ao sabir de
urna entrevista com a sua amante desco-
nhecida, adormecer to profundamente,
que o Stop a custo o despertara, quando
j lhe nao restava seno u tempo estricta-
mente necessario para o preparar para o
almoco.
Jorge vestio-se rpidamente, e desceu
com prodigiosa fadiga de corpo e de espi-
rito.
Chegando casa d jantar achot o pai
radiante.
Jorge Malcolm pareca ter rejuvenescido
por ampios reposteiros de setim da China, j vallo
na mSo, como j fizara, conduzfa o par'perfumes que lhe fluctuavam em torno
fra da casa, e ajudava-o a montar a ca- |dos magnficos cabellos ; emfim apodera-
I va-se delle profunda melancola, quando
lhe offerecer, em troca do seu, um cora-
cao digno de receber e conservar a sua
imagem, torno-me escravo de urna mu-
lher desconhecida, que um estranho ca-
pricho lanoa n03 meus bracos, e a cujo
chamamento me precipito a entregar me
voluptuosidades malditas Nao ser
engaar antacipadamante a mulher que
derer usar o meu nome ?...
Jorga pensava isto tudo conscienciosa-
mente, e cora a mais perfeita boa f
adoptava resol u^oes aju izadas ; jura va
Tinha na mo urna carta aberta, que
nao cessava de reier.
Que is;o, meu pai! axclamou Jor-
ge, depois de ter beijado o anco ; que
que tem, que parece extraordinariamente
satisfeito ? I
E' que estou com effeto... respon-
den o civilian.
Foi essa carta que lhe causou taina-
nha satisfajo ?
Sim.... foi ella. Trouxe-me ama
boa nova e tu vais participar da minha
mentalmente resistir tentaco ; mas logo' alegra I... As minhas queridas pupilla?,
que anoiteeia, quando soavam dez horas I Mary o Heva Burtell, veem j era canu-
da noite, achava-se, mo grado seu, no nho para a nossa companhia.
jardim, com o saugue inflsmmado e o ou- Ah 1 murm'.rou Jorge ; j I. ..
vido atiento ; e quando o silencio da noite K8tar3o aQU amanha C0QthiU0U
nao era interrompido pelo grito domo- gr John Malcolm ; araanh, meu Jorge,
cho, recolhia-se o bengalow conhecer4e a tua noiva> e o Edua,do tor-
nar a ver a sua..... Mas que isto !
Deixa-teindifferente esta esperanca Per-
maneces fro ?
mente desilludido, com os ervos excita-
dos e a alma triste.
NSj n cessitamos accrescentar que
guarda va religiosamente o segredo do
Saugor.
era sir John Malcolm, nem Eduardo
tinham a minima suspeita das 'suas fre-
quentes ausencias nocturnas.
Como dissemos, tinham decorrdo qu:n|-------------------------------------------------------.
ze das; Jorge, recolhido 3ua residencia Typ. do Difurifi^ t. Duque de Caxias 42
Jorge chatnou como pode aos labio5 um
sorriso contrafeito.
{Contina.)

-


fsi^.'-'"*


Full Text
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