Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17645


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Full Text




.i
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8$000
Por seis niezes adianl?dos. 15$000
I or um anno adiantado .... 301*000
SAO NOSSOS AGENTES EX
CAE
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
OS DE PUBLIGAQOES NA FRAN-
TERRA
La Grange Citelire
PARA OS LUGARES ONDE SE {FC PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por om anno adiantado 335000
Numero avulso do mesmo da. #100
Numero avulso de dias anteriores. 3 $200
LNSTRUCCAO POPULAR
11 umm DA SCIEHCIA
POR
Gasino Tissautlier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
IfclRlSTOVAO COLOMBO FERN'O DE MA
GALIIES DAVID LIVIXSGSTONE *
GUILHKRME BARENTS JOHN FRAN-
KLIN11EN BBLLOTRENE CALL
MUN'GO-PARK DURANTON FRANCIS
GARNIER -JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT d'ESTRECAS-
TEAUXTIIOMAS BURKE.
(Cunlinuaro)
5:.se, morreu. corno o seu prcdecessor Rene
Caill, no vigor ila idade, sendo victima da um
naufragio tremendo : raaia um nomc que vem
trasmontar a lisia das victima* la oxplorugo.
Entrando para a inarinha aos ireze annos na CCTinn
qualidade de aspirante do Borda, Mago percorreu TR]A DO ESTADO 1
o O.'.eano Pacifico, o mar das Anlha^-o ~D^ichos do da O de
Bltico. uarda-inarmlia em 1857, parte Je
Brest pura o Gabon, e ahi occupa sempre as p>-
BicDes mais perigosas, dedicando-se com grande
paixao ao3 mieresses da Franga.
A doenca vene* o, mas nao consegue que-
brar-lhe a coragerae avontaie, e transportado
para 3. Luiz, devorado pela febre- Mdl reala
b Mecido,solicita a honra, cheia de mil p> rigos, de
Intentar uracamapanlia na alia Senegambia. Em
I8n dingo-se com as tropas doexercilo (ranees
para os lados de Casamonce, e torm se ola ral
por verdadeiras proezas. Mais tarde, por oc a
s'o da exneligo de Guppuoii, urna das mais
morilleras na historia do geaegal, Mago torna-
se anda notavel pelo seu brilbaote corapcria-
mento, sempre (Iluminado por clirOes da heroi-
cidade. Aos vinte e quatro annos, 6 nomeaJo
teuenlc de marinlia.
Voltando Frnga, conla um dos saus bio-
graphos. Mr. Richard Cortainbert, Mage fui da
novo tentado po demonio d >s gran les expo
ragua, e solicitou a honra de dirigir u:na expe
digo, cujo plano era tragado pelo general Faid-
herbe. Tratara se de ir do Senegal ao Niger,
atrnvez de territorios doucj explorado?, e at
mullas vees desconhecidos- Era aquella urna
empreza ao mesmo lempo scientiica e diplom-
tica das mais perigosns. Mage parliu com o
doutor Quintn, e niuitas veles esteva para ser
victima do clima ou da selvageria dos indgenas
mas anal iriumphou completamente.
Em tlns de 1869, Kage voltava a Franca, a
bordo da (orgona que eile commandava- Anda
enio nao contava trinia e tres annos. Depus
de ler terminado urna nova campanha de doui
annos, la de novo vollar patria e ao lar, e tor-
nar a ver a esposa quania, que o esperava.
(Continua).
PAKTE OFFiCIAL
de Per-
nomea lo para urna das serventas vitalicias do delegado do districto do Arrayal.
Commercio.-Infjrrae o Dr. Juiz da ireito do Palo subdelegada do districto do Peres
Commercro. fjram apprehendidas e rematadas a esta re-
Jos Femandes de Camino, pedindo o Thea pirtigo *i facas de ponta, 2 caivetes, 1 com-
tro S rata Isnbel, para n'elle funecionar a Com passo e I pistola,
panlna Dramtica Portugueza na temporada de Sade e fralernidade.
Agosto Outubro. Sim, nos mezes de Outubro
Dezembro vindouros, mediante as condigas
constantes da portara nesta data expedida.
Em addilamcnlo aos Jespichos do da 9 do
correnle
Bach irel Luiz Rodrigues Villares, requerendo
a liquidaco do lempo de seus eervicos presta
dos como amanuense da Junta Loramercial.
Remella se ao Sr. Director Geral da Secretaria
da Paitada, para os lins convenientes.
Pelo porleiro,
Hermenegildo de Siqueira.
SECRETARIA DOS NEGOCIOS DA FA-
ZENDA
Despachos di dia 8 de Fevereiro de 1895
Antonio Duarle Ca.neiro Vianna-Indcfe-
rido.
Marcolino Jos Marjues de Amonra.-Infor-
me o Sr. Dr- director geral.
II
Hachare! Jos Cavalcatte Caldas de Albnquer
que.-I forme o tr. Dr. director geral.
Justino beti de Almeida.-Dtrija-se ao Sr.
Dr. Secretario da Justiga
O Queslor interino,
Jos da Cunka Liberato de Mallos.
SECRETARIA DOS NEGOCIOS DA INDUS-
DE PERNAMBUCO
t'ere1 eiro de 1895
Abai'xo asignados, negociantes ra do Li-
vrumenlo pe lindo licenca para levar a clfeito
a nslallato de urna iliumiiiagao elctrica para
servigo dos seus estahlacimentos na mesma
ra.-Informe o Dr. dirclor geral da 3.' di
rectora.
Antonio Hermino de Senna, cessionario de
Alfredo Firmo de Ohveira, pedindo pigamenlo
da pnmcira preslagao q;ie se julga com dire
lo na qualidade de arreraafanle do srviro da
ponte sobre o rio Piraagy Ass em Calende. -
Remeltido com oficio dasta dala ao r. direc-
tor geral da Secretaria da Paseada para infor-
mar.
Companhia da S utta Tharezi, pedindo paga-
mento da quantia de 1:5314726 res, piovenien-
ta da illuminacao publica da cidado de Olinda,
durante os 31 ias do maz 'i Jane.ro prximo
lindo Remetlido, com o oflicio desta dala ao
Dr. Sub prefeito do nma cipio de Olmda para
informar.
A mesmn, psdin lo pagamento da quantia de
2:'3l726 res, provenienla da llumiuagao pu
blica da cidade de .Olinda durante os 3l diaa
do raez de Dezeaibro fin lo. -Remettido cora
ollicio desta data ao D- Sub i'releito de On-
Ja para informar.
Bento Rodrigues de Souza, p;dindo elimina
gao de um do apparelhos da Companhia Reci
fe Dravnage, collocado no pivimento terreo
roa MJrcilio Dias. -Informa o Dr. Inspector de
i vgiene.
"Companhia Pernambucana da Navegago,
pedindo pagamento da quantia de 345*600 reis,
proveniente de nassagens concedidas a bordo
de seu paquete S Francisco, por conta do Es-
tado. Remetlido om otBcio desta data ao Dr.
director gara! da jcreUna da Fa'.enda para
informar.
A mesmi, pedindo pagamento da quant ta de
7J#';00 proveniente de pa sagein concedid a por
conta do Estado. -Remettido c om offlcio desta
data ao Dr. director geral da Secretaria da Fa
zenda paa informar.
Medelros Layme & C, pedindo pagamento da
quantia de 403*010 proveniente de objeclos for-
necidos rara o expediente dasta reparligo no
correnle exercicio.=Remellido com offlcio des
ta da'a ao Dr- director geral da Secretaria da
Fazendapara informar.
Joaquim Benevides Rapozo, pedindo para
que seja dispensado da mulla que Ihe foi im-
posta pelo Dr. inspector de bygiena por ler in-
fligido o art. 35 do regulamento da mesma
repartijao.-Informe o Dr. aspeclor de higie-
ne
O Pcrtoiro,
Archas Mafra.
'(averno do listado
nambuco
SECRETARIA DA JUSTICA NEGOCIOS IN-
TERIORES E rssTRUCQo PUBLICA DO .cidos rara Vexpe'dienle
ESTADO DE PERAMBUCO.
Despichas do tfoa 7 de Fecereiro ie 1895
Antonio Percira Bastos.-Deferido, nos termos
do ollicio dirigido boje ao Dr. Secretario da Pa-
leada.
Pacifico Jos de AndradeD se por ceitidao
a informagao do Archivista do Thesouro.aHncxa
a de 19 de Dezembro lindo, do Director Geral
da Secretaria de Fazenda.
8
Directora da Associajo Commercial Benefi-
cente de Pcrnambuco, pedindo para ser pagaao
Sr. Hermenegildo da Silva Loyo, director the-
ooreiro da mesma associaco, a quantia de
83..3J2, importancia dos alugueis vencidos de
Novembro e Dezembro lindos do sali em que
funcciona a Bolsa Commercial. Deferido, com
ollicio desta data ao Dr Secretario da Fazenda.
9 -
Aatonio loiquim de Abrcu, sentenciado, pa-
il iiuo ptrdo.-Informe o r.Juiz de Direiio do
Uuflicipi* Ue Correles, mandando juntar os do-
cumenloa a que se refere o art. 2." do Dac. n.
SiV.-o. de 28 da Margo de 1860.
ij cbarel Antueo Augusto de Souza e Si.
D i m lo, nos tenaos do offlcio desta data ao
jir. Secretario da Fazenda.
A'- xaodra Soarea de Mello, sentenciado, pe-
dindo por certidao o theor de sua senienga. -
An Dr. Joix da Dircito do Municipio de Jaboa-
tao. nira mandar juntar a certido pedida.
Bernardo Silest.e do Nascimento, sentencia-
do, pedindo por certido o theor de sua senlenga.
Ao Dr. Juiz de Direito do Municipio de Aguas
Billa*, para mandar juntar a certido pedida.
llonano Minervino de Souza, sentenciado,
pedindo por certido o theor de sua senten.-a.
Ao Dr. Juiz de Direilo do Municipio de Vic-
toria, para mandar juntar a certido pedida.
Jos Damio de Sant'Anua, sentenciado, pe
d.ndo por certido o theor da sentenga que lite
foi imposta.Ao Dr. Juiz de Direito do Munici
pi de Amaragy, para mandar juo ar a ceriido
pedida.
Jcu Jos da Silva, sentenciado, pedindo por
certido as pegas de seu processo. Ao Dr. Juiz
de Direito do Municipio de Boiu Jarlim, pa-a
mandar juntar a certido pedida.
Jos Soares dos Santos, sentenciado, pedindo
para ser posto em liberdad -, visto j ter com
ileado a pena que Ihe foi imposta,Informe
om urgencia o Dr. Ju'z de Direito interino de
Bezerroa.
Manoel Mananno do Nasciment), sentenciado,
pedindo por certido o theor da entrica que
Ihe fui imposta.Ao Dr. Juiz de Direito do Mu
nicipio de Quipap, para mandar juntar a certi-
do pedida
Paulo Rodrigues da Costa, sentenciado, pe-
dindo por certido o tlie^r da seotenga que Ihe
foi imposta.Aj Dr Juiz de Direito do Munici-
pio de Jaboato, para miniar juntar a certido
pedida .
Seuaslio Gomes de Ohveira, sentenciado, pe-
dindo por certilo o theor da sentenga que Ihe
fi-imposta.Ao Dr. Juiz de Direilo do Mumci
po de Jaboato, para mandar juntar a certido
pedida.
Bacharel Estevo de S Cavalcanle .de Albu-
querque.-nD^ se.
MedeirofrLnj rae 4 C-Deferido, nos lermo3
do offlcio de hoje datado, ao Dr. Secretario da
Fazenda.
- t -
Manuel Antonio Chaves e Joo Pereira Dama-
ceno, sentenciados, pedindo p-jrdo.-Informe o
Dr. Jui/. de Direito do Municipio de S. Loureogo
da Matta, mandando juntar os documentos a
que se refere o art. 1." do Decreto n Soto, de
18 de Margo de 1860.
Aggo Cezar de Andrade, pedindo para ser
An'ouo Duarte I aroairo Vianna. -Ao por. ser altanado a vista da inforraaga da Contado-
teiro para entregar ao interessado.
Paschoal Lopes Vieira. Dirjase ao Sr. Dr.
procurador nVal.
CaeUno Jote Gongolves da Fonte.Informe
o S". Dr. administrador da Reccbedoria
Servindo de protocolisla,
Francisco Milino Ferreira.
SecgSo 2.'-N. 34.Secretaria da Queslura
Policial do Estado de Pernambuco, 12 de Fe-
vereiro da 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, mui-
to digno secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos que foram hontem recolhidos D
Casa de Delengo os segnintes individuo :
A rdem do sul) lelpgad" da freguezia do
Hecife, Cara Mara da Contiguo por crrbria
"uoz e disturbios.
A' ordern do subdelegado da freguazia de
Santo Anlonio, Vicente Ferreira de Paula e
Eloy Alves da Silva para avpnguag5e3 policiaes
e Vicente Ponce por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1 districto de
S. Jos Cecilio de Almeida Santiago por dis-
turbios e uso de armas prohibidas.
A" ordem do subdelega lo do 1. districto da
B6a Vista, "beophilo Cassiano de Jess, por
disturbios e uso de armas prohibida.
A' ordem Ido "subdelegado do districto
Torre, Manoel Pereira da Silva, por crime
defloramento.
Sade e fraternidade.
O Questor interino.
Jos da Canha Libralo de Mattos.
INSPECTORA GERAL DE KYGIENE
PUBLICA
Expediente do dia 11 de Fecereiro de 1895
Co'Emendador Antonio Joaqiim Gongalvea
Fraga, pedindo dispensa da malta que rae foi Mesa u-(
imposta pelo Dr. commissario do 4o uislriclo. J,;/U3. dos
na.
Anlonio Gomes Miranda Lnal. -Deferido em
vista da informagao do fiscal a contador.
Albino Campos Irrao. -Concede se, pagando
o respectivo emolaraen'o.
Manoel Francisco dos Santos, Francisco Leo-
poldino A. da Fonseca, Engracia Rib;iro de
Mello, D. Harmina da Fonseca Carvalho Montei-
ro.Averbe-se.
- Dia 12 -
Mesa Regedora da Irmandade do Ser.hor Bom
*o O
da
de
de
directoria'geral|do THESOURO
DO ESTADO
Despachos do aia II de Fecereiro de 189 j
Anlonio Hermino de Sou/.a, Companhia
Limoairo, Companhia Pernambucana. a mes-
ma, Luiz Rodrigues Villares, Medeiros Lay-
me & C, o mesmo, Marcolino Jos Marques de
Amorim -Informe o Sr. Dr. Subdirecior da suplicante oppoitunidade.
Contabilidade._________________________________Francwco Jos
SI.tailo de
Mariyrios. Concede-se repon
,-'ido cm vista da informarn. Mo da roa no esta lo primitivo
S Rodrigues Ferreira Braga, pedindo Irans- I Jo< Macliado truimaraes.
I,.; *i.i ) registro das formulas dos pro lucios pos tos ne aci
ca\ -Como requer. i dfrae a baix
Da 12 Ovidio Tei
os uu-
postos da accordo com o parecer da contador'a,
xa.
ixeira de Miranda.-Nao lem lugar
J v.quira Benevides Raposo, pedn lo para o que se quer- ,
examinar as casas sitas ra Maciel Moulciio n. I Manoel Alyes Lopcs.-l'rejudicado.
I da sua propriada le; AdolphoDaya, declaran Antonio Anncs \ie;ra de bouza.-Junte a
do nao poder cumprir a inliraacu do Dr. com- 'lC?nC,a-
missario do 5 districto por ter sido embargada I Jo=
Miranda
Secretario.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPA L
DO RECIFE DODIA 11 DE FEVEREIRO DE
1895.
Manoel Femandes Mascarenhas.-Defendo de
accordo :ora o art. 44 da le n. 4 til. 3".
Joo de Meira Lins.Indefen lo em vista da
informagao do superintendente da hygiene.
Aurelio dos Santos Coiinhra. Nao tendo o
Concedi Municipal votado verba aguarde o
lentino de Araujo. -Averbe se.
Secretaria da Prefeilura Municipal do Recife,
li de Fevereiro de i895.
O porlairo,
F. Sojueira Cabril.
do Reg Barros.-Nao pode
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO
Despachos do dia 12 de Fecereiro de 1895
Taetano Jos Gongafves da Fonte.-laforme
al.* sergo.
Lopes Silva & CDeferido.
O Porteiro,
Gmcalxes Lima.
SECRETARIA DA INDUSTRIA
3.' Direclorii
Expediente despachado era Fevereiro de 1895
Dia 6:
A Companhia dos S*rvigos dos Portos, pedin-
do levantameoto da caugo que dapositou para
habilitar-se concurrencia de 2 de Janeiro ul-
timo.-Sira.
Dia 7:
Antonio Francisco Men les Catonh, requeren
do para ser rcentregus n* lugar de apuntador.
Aguarde opporlunidade.
Dia 8 :
Engracio Ribeiro de MhIIo, solicitando paga-
mento da quantia ie 2:573*OOJ pelo fornecimen-
to, no mez de Janeiro fio lo, de parallelipipedcs
para o calgaraento da Praga Baro de Lucena. -
Submettido a approvago do Dr. Secretario dos
Negocios da Industria.
Dia.9: ,
Samuel Jos Pessoa Valenga, pedindo para
servir como praticanle de dasenho. -Sim, gra-
tuitamente.
ManoefClementiuo Cjrreia de Mello, pedindo
levantamenlo da apolice que depositou para ha-
bilitar-se concurrencia de 25 de Janeiro ulli
rao.-Indeferido.
O porteiro,
Avlno Lindolpho di Silva.
Palacio do Goveruo do
nambaeo, em % de Fevereiro do
O Governador do Estado, tendo em vis;
ci de 5 do corrente do Chefe da Commistj
tral de Estatstca, resolve approvar as Insj
que com este baixam, destinadas a regular
do recenseamento do Estado, a comecar pele
po do Recife ; ficando assim derogadas as Hnstruc-
55es de 12 de Julho de 1894.
Alexandre Jos Barbosa Lima
Instrncc0ks que se refere o Decreto de
9 de Fevereiro de 1895
Art. IV No dia 1 de Marco prximo vindouro
proceder-se-ha a novo recenseamento geral da popu-
laco do Municipio do Recife.
Art. 2.- Para esse effeito fica o Municipio divi-
dido em 18 seccoes, correspondentes aos 18 distric-
tos policiaes, para cada um dos quaes ser, pelo Che-
fe da Commisso Central de Estatistica, nomeado
um Agente Recenseador, que ter a facaldade de
oomear os Auxiiiues que julgar necc^rkVk
Art. 3.- Dentro dos quinze dias anteriores ao
designado para o recenseamento, faro os Agentes
Recenseadores a distnbuico dos boletins, proce-
dendo, dentro dos quinze das posteriores, ao reco-
lhimento, por domicilio, dos mesmos boletins.
Art. 4 A obrigaco de receber, encher, as-
signar e entregar os boletins incumbe : aos Chefes
de familia ou quem suas vezes fiizer, aos Chefes e
Commandantes militares de trra e mar, aos Direc-
tores de internatos, asylos, hospitaes, casas de sa-
de, prises etc ; aos abbades dos conventos, aos
dorios ou gerentes das hospedaras e hoteis, e a to-
dos, finalmente, que tiverem sob sua direceo, domi-
ciliados em um mesmo estabelecimento publico ou
particular, um certo numero de individuos.
Art. 5/ Nenhum habitante ser recenseado a
nao ser na casa de sua residencia, e os que no dia do
recenseamento estivere.m temporariamente ausentes
sero tambem incluidos no respectivo boletim, com
a nota de ausentes, na columna das observacoes ; os
militares, porem serao recenseados nos respectivos
quarteis, onde serao considerados como presentes no
dia do recenseamento.
Art. 6.- Constitue urna familia, para os efleitos
do recenseamento; a pessa que vive s e sjbre si
em urna habitaco ou parte de habitaco, ou um cer-
to numero de pessas que, em razao de relaco de
parentesco, subordinaco, hospedagem ou simples
dependencia, vivam em urna habitaco ou parte de
habitaco, sob o poder, direceo, ou proteceo de
um chefe, dono ou locatario, tendo economa com-
mum.
Att. 7 A' proporco que forem 'recolhendo os
boletins, os Agentes iro escrevendo a margem er-
querda da primeira columna, por algarismos succes-
- 'sivos da numeraco ordinal, o nnmero das pesseas
inscriptas, de modo que o ultimo numero da lista
mostr a totalidade das pessas recenseadas.
Art. 8.' Sero inutilisadas com dous traeos obl-
quos as linhas das columnas, acerca das quaes nenhu-
ma informagao tenha de ser prestada.
Art g.' Em caso algum deixaro de ser pres-
tadas as informagoes relativas ao nome, sexo, idade,
estado civil, profisso, instrueco, naturalidade e na-
cionalida dos recenseados.
Art. IO. A medida que forem os Agentes reco-
lhendo os Wetins, iro corrigindo e completando os
que contiverem erros ou omissoes, e enchendo os
que estiverem em branco, podendo informar-se para
isso dos proprios recenseandos ou das pessas da vi-
sinhanga. ...
Art. 11 Os que, sem motivo justificado, dei-
xarem de receber os boletins ou entregal-os em tem-
po, e os que se recusarem a enchel-os ou sciente
men^ fWOlM^^ll inexacties as informaCoi?s
que escreverem ou prestarem aos Agentes, sero
processados por crime de desobediencia e incorrero,
alem disso, na multa de 20S000 a 100S000 reis, que
ser imposta por urna junta constituida pelo Chefe,
i.- Official e um dos auxiliares da Commisso Cen-
tral de Estatistica, ou outros funecionarios que o
Governador do Estado designar, com recurso volun-
tario para esta Autoridade.
Art. 12 Os boletins sero escriptos com o m-
ximo aceio e clareza, evitando-se, quanto possivel,
entrelinhas, rasuras e quaesquer outros defeitos que
os viciem.
Art. 13 Os Agntes sero obrigados, sob pena
de destituico immediata, a tratar a todos os recen-
seandos, indistinctamente, com a mxima attengo e
urbanidade, evitando escrupulosamente tudo quanto
possa provocar altercaces e questes irritantes que
embaracem a marcha dos trabalhos.
Art. 14 Concluido o recenseamento, devolvero
os Agentes ao Chefe da Commisso Central de Esta-
tistica os boletins preenchidos de accordo com as
presentes Instrucces.
Art. 15 Todas as nformaces que houverem de
ser prestadas nos boletins, devero referir-se a situa-
Co ou estado dos individuos no dia 1 de Marco des-
te anno.
Art. 16 E' vedado aos Agentes, bem como aos
demais ernpregados do servico sanitario Jservirem-se
de dados escatisticos, colhidos oficialmente, ou os
transmittirem a quem quer que seja para fim par-
ticular ou diverso do indicado no Decreto de 30 de
Junho do anno passado.
Julio de Mello Filho
a
ni
DISCURSO PRONUX IADO
9 DE NOVEMRO D t89i
REFORMA DO SERVICO DE EMIGRACO
O Sr. Coelh Cintra ( Mocimeuto de
attenco) Sr. presidente, desde o brilnante
discurso proferido pido meu hnralo amigo,
deputido p:lo Maranho, onde mais urna vex
poz em evidencia as scntillagO.as fulgentes de
seu bellisstmo talento, at as narrativas inte-
ressantes e curiosas, feitas pelo honrado depu-
Qaestura Policial
Secgo 2.'N. 33.Secretaria da Qaestura
Policial do Estado da Pernambuco, em 11 de
fevereiro de 1893.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. O.
Secretario de Estado dos Negocios da Justiga e
Negocios Interiores.
Participo vos [que forano nc libidos a Casa
de Detengo os seguinles individuos :
No dia 9:
A' ordem do subdelegido da reguezia do
Recife, Candida Miria do Nascimento, Joaquina
Maria da ConceigSo e Umbelioa Mara da Con-
ceigao por offensas moral publica.
A* ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Virginia Maria Lourenga dos
Prazeres, para avenguagOas policiaes; Luisa
de Araujo Alcoforado, por offensas moral
publica ; Antonio Pinto de Souza e Joo Igna-
cio de Araujo, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1. districto de
S. Jos, Francisco Aristides de Barros, por uso
de armas defesas.
No dia 10 :
A' ordem do subdelegado de 1. districto de
S. Jos, Maooel Felippe Nerj, por embriaguez
e disturbios. ...
Commuoicou me o delegado do municipio
de frovanna aue no dia Mdo mez Ando os n- _
divinos de nomes Jas Balisa e Joo Balisa no-so palz, e consegum emente para o desenvol
evemeate a praga do corpo policial vimento da sua principal fonte de riqueza que
. dos que pude obter em trabalhos publicados
que sao tidos como aproximativos.
Historiando a colonisago S. Exc. remonton-
sc a poca colonial e trouxe-no', desde lili,
NA SESSAU DE os pnmairos ensuios da colonisago fetos pelo
governo da metropole al as ultimas datas era
qua a Repblica,, persisti lo na mesmo syste
ma, tem-se envidado com magno esforgo no
desanvolvimento des e raoraentoso problema
qua tanto iaieressa o paiz.
Para, Sr. presidente, de urna vez combater
e*bi falsa opinio que se ha desenvolvido entre
nos, attribuindo-se a puros disperdicios tudo
nuanto se tem faito em prol deste magno or-
me soceorrerei dos dal03 estatisticos
lado por Santa Cati.arini.iudo se conglobou p'ude "compulsare" que, em lempos que nao
para provar a todeclinavel ueceasidada da ap- ^. ,^n ,0 me de(1cava a estes estu los,
provaga do projeclo ora em discusso. | Je ^Uiair, e apresentando-os a considerago
SS. Excs. com os couheciraer.tos que Ibes sao nobren9 depuUdo3 espero Uvar-lhes a coo-
familiares, com os esludos e pratica de longos ccto a3 espirito de que a despeza qua lemos
annos, desse faoso servigo, puzeram era evi- jt"o CQin P99e ramo do 8ervgo pubuco, tem
dencia os grandes defeitos a mesmo o grande 90bejamente recompensada,
arbitrio com que este ramo da publica adrarais a,uu J
traco tem sido gerldoneijesultimosannis.^ Dvidn,lc>) n,r|an)0, Sr presidente, a serie
de consider'acoss que eucelo neste momento
sobre servigos pertinentes a colonisago, em
tres periodos oara facilitar a narrativa, coraega
rei pelo primeiro, que vae de 115 a 1878.
Neste periodo de tempo, S'. presidente, re-
cebeu o paiz 3S3.900 emigrantes, destes, a
Para provar, Sr. oresidente, o acerlo deste
conceit SS. Kxcs. ferara un ratrospeclo dos
negocios da cclonisiga ilesie datas muito an-
teriores organisago deste sorvigo, no tempo
do impeno soba direcglo do honrado estadista,
ruja perda a patria deplora, o Sr. Mrquez de
loriando os negocios presidenle, o honrado deputado por Santa Ca "ou "
tharina fez nos varias apreciages sobre o modo
at hoje empregado para o desenvolvimento
deste ramo de semejo publico, qu1, como V.
Exc. sabe, contende cor um problem econo
I mico do maiar interesse para o povoamento da
QUADRO DO MOVIMENTO DO PORTO DO
" RIO DE JANEIRO DESDE 1855 A 1878
o
<
1855
18'6
1857
I808
i 59
86')
136'.
1862
186
1-iii
1865
1866
1867
1868
186^
187J
18/I
1872
1873
1874
187
1876
18 7
1878
ferirara .
Francisco Muniz do Reg Barros.
i ontra os dalinquontes que evadiram se pro'
cedeu se na forma da le.
O cidad&o Adolpho Cabral Raposo da Cma-
ra assumi no dia 6 do corrente. na qualidade
, sem duvida, a agricultura
S. Exc. na carencia da dalos estatsticos
officiaes completos, que oa paraje de um nota-
val escriplor, sao a lu do legislador, a prova
e o commentario de'toda a historia e o nico
de I' Mpploa^ d0i ",M,M d0 P"ir, serviu se
E se preciarmo9 essa ifra da corenle emi
gratoria por pequeos parioCos qual o movimen-
to aonual, chegaremos a coocluso de que tanto
mais se tem desenvolvido a colonisago quanto
raaior lera sido o esforgo empregado pelo go-
verno, pala adopgo de medidas certas, e deter
minagOes adequadas a auxiliar efflcazmente a
crrente emigratoria.
Por este mappa qua farei inserir nestas ob-
servada :s ver a Cmara o prova de quanto
venb de dizer :
3
9.8 9
9 159
9.30
9.327
9.34
5.914
6.46'
5.6
3. 65
5.097
3.784
4.724
4 832
4.415
6.37
6. 10
8.124
2.918
9.907
'0.200
I *.914
18.210
7 775
6.9 5
179133
a
53:
1.822
2.639
2 133
3. 6>
3.027
2 2"
4 037
3z
276
30
24
4 2
563
376
3*
-96
342
346
400
3.6H-
2.263
2.001
1.320
I
31.217
89-
87!
50)
6'
1.011
M4Y
1.012
986
1.616
1.808
13(4
5.466
6 701
6.988
9.32.
O-ON
>
a
1.919
2.8-8
f.671
7.3W)
7.188
6.7'S
4.076
3 04
2 653
1.155
1.364
i 33
3756
2.k98
1 751
1 711
2.188
3.373
3 34
8.6HO
8.0M
7.285
7.6 0
6 6i4
100. '47
o
H
12.290
11.809
14.65"
19.0.10
19 69.
15 656
12."47
12.666
7.204
7 60'
5. 52
7.501
10.012
8.3 5
9.328
9 1!3
12 331
18.4M
14 931
2U.39
2'.061
2'..461
14-4*3
24.i37
333.920
Assim Sr. presiden1 e que em 1862, cuja
entrada no porto desta Cipital foi apenas de
12.610 imrnigrautes, no anno segrate teve ella
de Jescer jcerc de 7.00J devido isto a causas
que, como disse. trabara grande ligago com
os actos praticados pelo governo, e coma
acgo immediata que neste assumpto a admi-
nislrago publica lem exercido. Fot nessa
poca Sr. presidente, que se levantaram as
qui-stes que trouxeram as graves recla'raages
que dos governss coligados da Prussia, Austria-
Hungra e Suissa lieram ao governo de ento
em relago aos neg >cios de colonisago do es-
lado de S. Pau'o. Nessa poca, em que urna
partida de immigrantes havia sido remetiida
para Campias, par o estabelecimento rural
de um dos mais dslinctos tilhos daquelle esta-
do, tende sido esses inmigrantes contactados
pelo systema de parcena levantaram elles grao-
de celeuma de estarem losados, ou porque nao
compndiendesseni bem o Ir. tj que h;vi m fei-
lo, ou porque realmente os contractos particu-
lares com ellas celebrados nao fossern cumpri-
dos : o certo que occasionou a reclamago
desses governos Collig los, e esses iuini grau-
tes tidos e havidos como vagabundos e desor-
dairos foram adrados as cadeias de S. Paulo.
Sernala em pouco essa conten la, e dundo
o gnerno esclarecimanios uiricieules aos go-
vernos reclamantes, foram eses inri) graotes
transferidos para um dos no-sos Estados do
norte, e ahi estabelecidos e;n U'a das nossas,
hoje mais prosperas colonias.
Pois bem, senhores, esses colonos retirados
das cadeias de S. Paulo e conduzidos a essa
'.olonia, que naquella poca eslava segregada
dos centros consumidores, por taita absoluta de
vas da communicago, foram ah ostabe ecidos.
e tve occaso de acompanhar os progressos
que elles fa/.iam no seivico inuiado, ap zar da
serem tidos cjino vagbundo3 e desordelros,
vindos das cadeias da Europa.
Nesse ncleo incipiente pude observar que
esses homens com suas familias nitrados em
un centro invio, oberados de dilficuldudes seo
vis de communicages para os centros pro-
ductores, onde era impossivel progredir sem
grande ditticuldade ; encerrados dentro de urna
pequea arca onde batiam os raios do sol ape-
nas para annunclar Ihes que podiam viver e
desesperar de se verem livres de semelhante
pnso.
Vi esses homens, Sr. presidente, tendo como
nica esperanga o futuro desenvolvimento de
sua familia, a prosperidad^ de seus tilhos ati-
rados no centro de pequeas derrubadas, cer-
cadas pelos crestados tronces de grossas raa-
deiras, a rgidos em toscos ranchos como que
desesperados da sorte que os aguardava.
Nao uiuito lempo depois porin, 5 annos ape-
nas, esse punhado de seres humanos nesse
mesmo luar coosiderada verdadeira priso,
linhain lavooia prospera, viviam felizes em
suas habitages molestas, com suas familias,
completamente esquecidos dos sotFnmenlos
porque pissarara, e escrevendo para a Europa,
convidando seus prenles e amigos a emigrarem
para aquelle Estado, acenando-lhes cora c
bello incentivo da proprielade da trra e da
vanlajosa remunprago do trabalho.
Foi nesia oc:asio, Sr. presidente, quo Uro
necessidade de estudar este magno problema,
e enio pule observar que, para que a coloni-
sago do nosso paiz pudesse desenvolverse era
mister empregar-se lodos os meios pira qua
ella tivjsse cer eza deque o seu deeidralum
seria pela ti nueza e constancia da aegao gover-
natnental, urna realidade em futuro nao re-
moto.
Infelizmente isto Bao foi observado, e nao
obstante todas as dirflculdades que ento se
derarn na admiiiistraco, esseraucleo prsperos
e prosperon por tal forma, qiv em menos de a
annos aquella colonia, que a p incipio foi con-
siderada um verdadeiro degredo, tornou-se um
centro productor de mais de tres millies di
kilograinmas do precioso g'o que constitue a
principal fonte de riqueza pal-ia, e que tanto
or/ulho traz ao slo paulista.
Nao obsiante tudo isto, Sr. presidente, nao
obstante esses iramigranle3 terem sido atirados
era mallos invios, elles trouxeram nos o ger-
men do ir Dalno intelligente ifto necessario ao
desenvolvimento agrcola inluslrial do nossa
patria. (Apoiados). .
Os governos de entao, levados pelo espirito
da m da, de condemnarem tudo aquillo qua
nao conheciam, ni andar 111 reraove- esas im-
migrantes para oulro Estado. Tive occaso de
ser o cxeculor dessa ordem ; mas pensando,
entra as responsabilidades que assumia peran-
te o Estado que tantas provas de aprego rae
dispensava, matando, para assim dizer, o ini-
cio do seu desenvolvimento agrcola, fonte pe-
renne de sua riqueza, e a grave responsabilida-
de que assumia nao dnndo cumprimento a
quant o me foi or leado, nao exitei; comrau-
niquei ao governo de entao a gravidade das
coosequencias da execuo de semelt-.ante or-
dem. pedindo vena para ni execulal-a eiu
vista das funestas consequeosias que acarreta-
ria seu pleno curaprimenio. (Apoiados).
Tuio isso, senhores, se fazia era relagao a
colonia anta Leopoldina, na enio provincia
do Espirito Santo, Esl-.do que deve sua pros-
peridade actual ao emrme desenvolvimento
que alli lera tido a colonisago. (Apoiados).
Refiro-me a esse Estado qu-1, em materia U
colonisago no systema de pequeas proprie-
dades, tem dado resultados verdaderamente
explendidos, e cooiribue poderosamente para
que a corrente immigratoria para o paiz seja
mantida. .
Para mostrar cmara quanto conlnbuec
desenvelvimento da emigrago para prosperi-
dade dos Estados basta Dotar que em I87U o He-
lado do Espirito Santo, que apenas poda cera
dilrkulJade orgar a sua receita em pouco mais
de 200:U)0, sendo a sua populago colonial de
pouco mais de duas mil almas em '875, quan-
do a populago colonial desse Estado tleva-se
a mais de seis mil almas, as rendas provinciaes
que, como V. Exc. sabe, erara exclusivamente
aundas pelos impostos de exportago eleva-se
a mais .ie 400:00;#0'X>.
Observando se esses fados nota se que, ao
passo que as rendas se desenvolviam, a agricul-
tura prosperava extraordinariamente, e a pro-
duego dos gneros de primeira necessidade,
alm da produego do caf havia c-escido de-
masiado para permittlr a exportago do excesso
necessario ao consumo interno do Estado do
Espirito Santo. -
Sideixarraos o Estado do Espirito Sioloe
passanaos para todos 03 outros on le a colooi-
saco feila por mel de pequeas propnedades,
nolaremos que a agricultura se lem desenvolvi-
do de urna forma a conclu lenteinente provar
que os sacrificios que lemos feito vao produzm-
do seus benficos resultados. (Apoiados).
At o periodo a que rae refer e 110 de que
vou me oceupar, as coosideragOes que encetei,
al 187*. o desenvolvimento agrcola dos Este-
dos do sul comprehendendo Para, Santa Cama-
rina e Rio-Grande do Sul, era demasiado p os-
pero e nelles se domiciliavam s allernaes mais
de I50<00.
Os allernaes no sul, como qu transplantarara
todos os Bous usos, todo o seu systema commu-
nal, qua to: bons resultados praticos lem dado
na anliga patria desses laboriosos agricultores,
para as zonas por elles oceupadas era nosso
paiz.
Comprehendendo a difficuldade que, em futu-
ro n5o remoto, resultara do estabelecimento
em territorio do paiz de colonias, ou melhor
ainda, de pequeos municipios de urna nica
naciooalidade, foi que tive occaso em 187b de
aconselhar o governo a necessidade de fazer di-
rigir para esses logares a colonisago de ou'ras
nacionalidades que podessera com esses alle-
rnaes conjunclamente estabelecer-se, e assimr


V
f-
?.-
isBWti i

-j..


&

licito de IVtnambiieo 4feirarta-fetra 13 d Feverciro de 18*5
Wigg-gSBige. .1 II'I" i ---------J !!J. ^ ..... '

Jt




lamise, fcilmente, nossa populagio conlri-
biisse, em poca nio remota pura o raelhora-
mento da nosa raga, .So prrjuiicada palo ele-
mento africano.
Foi assim, Sr. presidente, quo livo o casli
deraaudr parios dwtri lis do norte d i Ri
Gran le do Sul, logar qus naqaella pica s de-
nouiriv.i Campa dos Uuirres, serian inl-ira
mente invio, on le og'V.rno I > Ralada aavia
Ina i-'U-il0 diversos uncidos colima''--, t* pri-
,i ,n partidil ds tyrolesw di* orig-m latina,
excedentes emigrantes qu* euto lll i'uui ao
Bruil. (Aplalo). .
Nes na pod'a orgulaar se de pissnir un centro al-
tralivo de enrcraglo, e que fax honra a seu
fundador; rviro me colonia de B u nenau.
Cilio nome a perfeita represen'aca > do que
esse importante estab-lecmirato, um prauo de
floras, uiii sstabel c menra modelo.
Esta mpirtantisiim colinia, Sr. presit'ent;
foi o oulro centro altrator da ejnigr .ca o. para
onde o governo do paiz encontrn bstanle fa
cililade, pa a encam nhar a emigragfio e as-
sim des nvolver o pequeo Ejstad.) dsSuiu
Catharina, dgno em duvida de lo lis os lavo-
res que eniao Ihe prestav* o imperio. (Apoia-
do).
Nesles Estados, como-cu disse, havia. ncssi
roca 80 de alinate* t-,0>0 a dssmvilv
ment agrcola era exlraordmar o : mas, o nos
so governo que testa qustlo de colonisaca e
emigragi) nunca tete um p'a/w adaptado pe"
qual se guiasse, e qu tal nom; merecesaa, j
mats persisti n i m m ir m i-tida que tendease a
provarque a admiaS raca penetrada dis gran-
des interesses do des avolvinunto do pai', ha
Tia reaoiutaiwota deliberado promover sua re
lisaclo. .
Necessid ide tanto mus pilpitanta quando se
exiga gran le sacnli-io do TaesoOfO, par
este pas podeass ser transformada pou
ido sem que oveja immediata- os grandes centros populosos, como as goerra aos qaaes commutava aovameote M pe- soppistiraeote sssigaaia p?li Dr, Ferosnlo
r1oai.^r 2 a i* Bwg, acrHssfl rWadea uas em-estreo temporario a ootroa doas chafes |Osario.
aespaair-se e as vezas aerease tsmaaes. ___________ ____^ anda ^0 julga los, mase pouco" e progredisee rom os auxilios adviados
da emigrarlo estranjeira, nao s p:lo seu
trabalbo, cuno p >r seu haoito de ordem e a lian-
lados syslemas de saltaras pelo uso e nlrodoc
co de machinas qie as artes Ule proporciona
yam. .
Sr. presidente, infelizmente ne?sa poca ob
servei que o nosso ur iv -rao 9a datzaaa levar
lela cmate da tais oninilo qu- coademnava
ludo aquilloqu: na > conlieci". (Apou los-.
Foi nessa occasiio, cun > dase, qu; encarar
nhei para o listado do Rio-Grande do Su' tola
essa tnassi de emigrante, que se havia e.itaY
hospeda lo nos alojammtss di Barra do Pinliy.
Menl \sa San!'.un', a litlo de iuleruacao e
qu nao se mandara para e;se Estado, porqaa o
governo mal orientado hara prohibido que os
emigrantes aqui aportados fossem eacaminha-
dos para o Rio-Gran le do Sul!
A razio que ent.'io se allegiva. a? ato era
pueril, n linha a menor justiacaia > plaUSV
re; allegava*se qoao emigtdOte, indo para o
Rio-Grande do dal, la nao se demo ara e pa*-
sara-se para a repabiica plitina e que lon^'i de
3er um factor par-i o ile-env.jlviniento das rr
(aesas naquallu Balad rtlo eoatnbata para o
desenrolriraenlo das repablieas platna-i!
Br. prfsi lefate, lira occaaiao, no lempo em
oe linha v >lei la i a d ; conhecer de r-u ti las
as qocslOes, par que me Inleressave, empre
iendi una exc.urs o p-lo Rio di Piala procu-
rando conhecer, nao s os importantes asUbe-
lecimentos coloniaea de Sinla Ce, qaaaaoos
niais desenrolvidaa da Rjputilica argentina,
como lambam eaolar os documentos offlciaes
daqueliei paites pela apreciadlo dos relatnos
Ja ofBcina de eraigcac&o argaotina.
Bniao tire occasiao du observar um facti i-u
riosissimj, e qne esta eimgraeSo q 1; no Bra"
v.\ tanto se preeooisara, no Rio da Prata eia
all comoletameate con lema ida.
O Rio da Pala lam -ntava nao tar emigran-
tes, cono os qu- recebia o rtrazil e o Braxll di'
lia que era infeliz, porqu nao recebia esta
isa de emigrante que .iiu'a as cidaladvs
inas!
O Sr. Paula R m is -E' etacta.
_ (C'nl n) :l

O ISrazil
(jttzeta de Xjr'ci.ts, do Rio)
Di iiu-rasante obra O Brasil, d>
Mauricio L-i'nberb' traduzido do allemio
. Canudo Juca, q'i> c i. pnblicidade, n n* q-ia! o anctor 00-
. nbse '-'a.-i-^ 1 -s-n l 1 sabr o nosso
. eseus liabiuaAa, avaitaras da soas
riageas o epiaods duraa4e asa es tana
20 lili d! Janeiro, dista ob.a ilistaca-
mos o cip. II, qne se seg i'e :
AS CLA3SE3 BjUXAS DO BRAZILOAD 1-
LOS, MULATOS, CABRAS, NGltO E
AXTIG ECRAVOS.
Longos annos ^e maliciosa a exacta
abservaco onrenc-am o aactor dasie
obra de qua aa clas.es aci/n rferi Us
s"'j .1 gont-i man feliz >1 tal iiliili s 1-
"bluar Noessidatda e m sacia sio pan
ellas eoasas n/aasi inlmiiruin desoo-
hecidae c B am sMitid > -sci tfico se
Ibes pode appca.- a hioria fecunla e
3ombria da lucta pela vil, struggle for
O qii3 os faz eacarar a vi la tao ligeira
9 ti) bupert'iUhu : -V. Q&Q pabn-zi J
rito nem falta d : susc^ptibilidade e
btment* ; ao contrario, uina q-iali-
3ada ingJita um est icismo innito, qn?
03 faz atravessar alegres a sitisfeitos esti
valle de lagrimas a que nao s altera
aem se deixa as;'b.rb^r por i enhama
fias paix3es bu:n;'.nis, cnw a cobica, a
inveja e a ambicio. Somanta o amor
agita da vez em quunlj os circuios se-
ranos dessas existencias tranquillas.
Tambatn nao maes verdad i qu no
Brazil concorrem tudas as conlicoes qno
era alto grao favorecem t-sse viver ma-
terial e moral.
Um c eternamente sereno, um clima
quente e iaalteravel, um espectculo
ndiosi, um slo assorabro&amente fr-
til, immensas mattas virgeas, um tto-
ral de extensa infinita opulentado por
ama enorme riqueza en auimae*" mari-
nhos, innmeros rios piscosos : em urna
paiavra, uu;a naiareza apa par toda
seu crea
mease
urna curiosa particularidad* ; e que,
paseados das volta elle vestido do melhor
modo possivel, embora um pouc dasele-
gantamente, para de igual a igul justar
contas cora o sau ex a na.
A um pedido feito com polidaz corras
pondem ellas sempre do modo mais ob*e-
quioso a prestadlo, o qua nara sempre
acontece quando se Ibes pede um sarvico
por dinheiro, ao quo umitas vezes reap n-
(iara rara hesta5ao : Estou oecupado flcb
bin basbaftigt, d. h. ich haba heine
2aite); continuando porra commod imante
eslirado na relva ou indolenteraante dei-
tado n rede a tocar viola e a fumar ca-
chimbo
Quem qaer que entra e.n urna misera-
vel palhoca e uacessite de alguraa cous-,
esta pode contar que sar servido. Salvo
raraxcepees, o pobre dono d.'ssa mes-
quinba choupana reparte cora o vianlan-
te qua vam com foina o pouco qus pos-
sue.
J nao se d mesmj as gratide3 po-
voajOas t p.incipalmenta nascidadesmi-
ritimas. on le a cultura social ji os li-
m>u a onli perderam a primitiva simpli-
cidadada costumes a a maior parta ds
suas quididades apreciav^is, sobretudo a
nestmavel facu'.dada d* se contratar
a que COm o pouco ; e uassas pipulosos centros
?.u.':.a tm alies contrahido qjaSM todos 03 v-
ciis que a cirisae.So traz em sen b >j >.
Ah! apidera-sa deseas individuos, outr'ora
to simples, a praoc3iipa5ao constante da
imitaiera as ciasse s icia83 mais altamen-
te ollocadas, cujo movel como sa sabf,
o egosmo, o interesa, o goz. A eua
juasi xc'.usiva a^piraco viver na os-
tentarlo, mas abirracam o trabalbo,
principalmante o trabalbo duradouro e
aecurado.
Por isso do-s3 ches a urna vida irre-
gular, a venturosa, pentuala de expedien-
tes, e formara a escoria social que se ea-
volva n>3 eseand-dos das ras o nos tu-
multos das pracis
Apezir da m doria d*ssa g3nto nao sa-
ber distinguir claramente o tncu do ten,
todava o mais das vezis s apparecam
ldr33 di occasio, gatunos sem impor-
tancia.
Roob03 auJa^iosos, furtos snrprehen-
dientes que demundam singue fr o, a ga-
ulio, fin ira a limpaza d raao, t es-
trangairos os pratn;ain aqui.
Os ladrdas brasileiros amia nlo hon-
rara a profissJi, anda nao chagarara ao
altim) grao da parfiai^B n arta da fer-
iar.
En Ctfmpansaeo, ha assassm >s da
proissii, isti, individuos sau asc-upu-
0 qua emprehendera o assaasinato da u a
n imam madianta o pagamento da certa
quantia.
A Repblica tem persagui lo oem tre-
guas esees raalfeitoras e ji. coiseguio ax-
purgara cala do Hio di Jaaairo de
jua.i-ol.s os qtn a intostavam, coao
os ftnvgeradjs capjciras.
S rai- m-nte asdassiinia pan roobas
ior caiti rropra; em s tratau.l >, p>
rm, dezeln matara sam a manor b (si-
ta ;,o.
Qoamlo esta e.n j*go ". g^atila paixXo
o amir, qujno o ciuma
EXTERIOR
P'ometie-la a d:s dpi na mttar se ts "conp.e- depois qoe o Dr. Pernaino O orlo desmeai se
heaeese om Btn m ano ou tmaistis, tesoi^eeno raalhaate divida.
Ibas agita o
c iraca > assetteado, de mios>5 qua slo
trans ormiu-se euti) ara vardidriiris ti-
%rp&. bssa raes m to!'**''ii p.-^wflssi
11 ;l 1: ic v ravoiva Lutairauesta a ulna
ingenua di uiais s:mjlis filbb do Ba.tao
Tolos esses in liv luis aiuen em ex
truno a musica a a dansa. Oooia (adoa
os pavos, el es ta 11 seus can'.os a canta-
rea, 'jua no emtauto c nstam da piucas
etropbes e sa movam todas em estylo
lyrico.
Kanham de3ses cantos fJli dos f dtos
liar ticos d) autapissiloi, m.i'aiin de
guerras, ne.n'.ium da acm'eciraantos ira-
pi '.antes da hstori 1 patria ; tolos alies
fellam s o amor e da saudade, da qu 1
dizan os .razairis qua a palavra mus
doce da lin~ua portuguazi.
Cono parta activa entra a altern i'.iva-
raente nassas pietoas composiooas popu-
lares, em suave e ap.ixanado idylo, as
bdlez-is natui-aasdi trra. Aqui a f-n-
ta c'.iora o regato murmura a a floriaoa
pan I3 em sai mimoso bastil; all a brisa
snpra, a fliresta ronaareja a a relva sus-
siirratid >, tuda s e axc!usivam;:ita de
ra>r !
Da onda viram esses cantar s? quara
as pr d.iz ", q'um 03 casan ? Ninguam
asabe, como tamb'in nao sa sabj entra
as o 1 tres n n;o s do mundo. Eli's na;-
Ciram las tristezn a dii alegras do po-
ro, e a poro os, ra^v-< en sas alegras e
am stias tristezas. A que vira o nome
do auc.tor anda que o bou vara?
A maior para dalles slo malancbolico3,
tanto na letra como na msica.
Quantas vezes em nimbas viagens, em
brenbado em algara povoadizinho per-
dido do mundo, assentalo sombra de
urna a'rvre cpala e fresca, nao ma pu-
nha eu a escutar embivacido a canti-
lena sentida quo ao longe saava asompa-
nhada viola por um alma apaix-
nada !
Essa toada a es33 toque, por effaito do
parta com mo prodiga derrkraoi#Tnilbares rrrindioso scenario da piizagem e do 11
aa J >ci.vas que quati sem trabatLu.pi) lam'.tjiQo recilhiaantv. vesperal da naturez*
ser colindas
A tuda siso se junta por parte dessa
tente urna tal frugnlidade que prover
bialeque s rararaanto se poda encon-
trar na raesma classa era outro qualqusr
paiz De facto, com quadquer cousa se
contentam.
E' bam de ver, porm, que essas con-
diclas favoraveis de vida s em raros
casos exigem o pleno emprego das ener-
Ijiao do corpa e di espirito, etiergi s que
por falta le exercicio se enfraquecau e
se a.iervam, como natural. Os indi-
viduos dessss classes sao, pois, mdolea-
exoitciam em mira ura tal influio que eu
ma transportara at D:us.
Em geral tanto os homens como as mu-
ihares sao de boa voz, principalmente as
ultimas, qua muitas vezes a tm ma al-
lic.a, de contralto.
Caar, Bihia e Minas-tiaraes sao os
Estados do Brazil em qua por ventura
silo ma s b3as os cantara a e mais vi-
vaz a poesia popular.
Ah o uve-se cantar a tocar era qual-
quer parte onde palpita um cora^o da
homam, sobretudo hora saudosa e sug-
gastiva era que as raontanhas sa tingara
tes di3cuidosos, s vezes insolentes e so- de 011ro e parpara e-o sol 83 atufa ni c-
bsebes, o que todava os nao impada de
ser era mais tratarais, mais brau ios, mais
meigos e mais araoraveis do que ordina-
riamente os saus iguaes da outras na-
c5es.
Sem eduea9o e sem nenhum cuTtura
3o, n entanto, om soa maioria, corte-
zas, obsequiadores e notadaraente, hospi-
taleiroa Smento contra uui tratamen-
to de*preaivel se Ihiia rey lta o orgulhc.
Em geral, o aooclo, mulato ou negro
caso.
Nessas regiSes que .a alta cultura hu-
mana pent.s esflorou ncontra-sa ainda
hoja urna especia de trovadores ou canta-
dores, verdadeiros petM que symboli-
sara a imaginosa doce- alma popular,
&lguns dos quaea tero alcanzado certa ce-
lebridad* em mbito relttirameote/ dila-
tado,
Elle* no tem ponto fixo, levam urna
vida bohemia e Vagabunda e apparaoem
ambora maltrapilho, faz-se-designar aqui jonde quer que o povo 83 rena em festa,
pelo pronom Senhor. 'sendo, porm, para notar que em g*ral
Ninguem reprehende severamente o evitam, systematica ou instinctivamente
AMBRIGA DO SUL
Cbttl
O D'es't'nlera r.pab kja.visitea reaeoteoien-
te Vliarai), eodf rin **>* n. Sanad a os-
i-u^sSo a le ae convereao.
O overno decrjlon a ceaco de deas ba-
tdtOei 1-11 U ittna, doa3 roziajeotis de ca7.il-
I na e om fraseo o de riiltt3,-ia.
O toal 'ese augmento do elle;ti73 do ex^r-
;:to de i 000 homens.
Bs'avam em estados es planos de ora ca-
zador rpido seraelantc ao novo 3 anco Enea-
Se-' de 6.000 toaeladss e clnniar-sa bi E?-
atenida*
Em Santiaeo, o* padii'tas do rgimen de
c^S do oreparavau festn recepcio ao Dr. Uiau-
lio Viraos, "a p u > amolsiiaao.
Vi'o: Palma Tapper foi Horneado miis
tro em Ga-yqoil
K mieim dando.noticia da partida do Dr
Cuta Senaa fu o ffctoo aaeote. dsmonatrin
di a alti estima e c 03 Jeracaa qoe.aterecea das
oja rodas cnileaa?.
As eoetedadea scit'ntiQcas '4 a commissao da
iix?o-iQo-ujia"i'a oKsn'araai banqaew de e^-
oelid ao i!la''..'fibrazilairo, ;.esisUodo, eotrf
nutras oesaoa, os miuistros la Raorra e da jas-
tie.
O; diaaarsDS prnnhntnirnrlnf>r-"irt 3ea-
aa faram pablhalos ot >s p'iocipaei jofnaes
Paraguar
Cnt'nai rrljslm* a lata eleitaral.
Na dii 1 do c:rro l nsitoc o presideite
da rppabica o enco'iracada b'azdeiro B0.'a,
laadeada r.o fota de A-siaDgao.
O ma mi parsona;; ra d^u om (?'an lo baile,
a qual a sistir.nn o aro fancctoniM'Sno mili U'
c vii e e cerpo diploaaico, acb ndc-;a trea a
t3 o m:oi'-tro do Brtstl.
R sllsoa-se com grande pompa,a ciir,aftTa-
}\o d 1 btspa '!o Pi-azuy.
T-usjorjafain os r.os taragaay. Api, e 4qot-
la na
A iooidaclo h''al no paii; aciiam sennn?
debasi 'j^ai e os cacnuos sao laealcaU-
veis.
llfpublira Argentina
AsUatca oltn-a do pus res dv.-aae al m
p-"ia r,-au 1 '< i'e-i lJ- S '. u P nr
Raigoaado S. Eic as altas vfttJt?o^ qu-'
sse-eia, di^io ao C ngreiso e^ta men-a. e o :
Ba600-Ayre-, 22 .e Janeiro de 189.1.H ta-
ra o Ura orejeo Niciunal.Qn-rio f*i cha.
p lo rom ua raeaj eooddM&as* desiaiofi :r
1 aio po-tto de presidente di epufe a, omp-a-
'1 .ti ij'iy ni iaiiqu3 sUaiatarst o.pal,
81 a esae Carito a a masmo t; pi qae boa
ae atiaa^bi'ao e _e s-c-inoa e qua o a
cav levar impisio pele pa'riot sin', ran-lei-
taa a rer-ologio de sffon ar as Qi^uuaie,',
pMrtgSH e di-o;u';a; qn o: I os posto* polili
spe evarn o-t qoe cjji sracaridade B r bm totea
jao e veam qo ess'cieio do noi-1- om ''''
aiaioj de servir a sna p;t ia, pnraifmij su
Oem e. dar e ea^raa lacia mo. Q lasdo ra i- we-
aenta-im can i lato, mtaHeele f.ualicm^ai3 os
meas prspasilos e,se o vere^icium pepo a*
ma lov.issa aa pjd;r, di80E>reuepali nen.e qu
*e-la n-n presieate'caas'.rjfisianil.garsQ.inlJ o
aso legtttan d* t.v!os os direltos cjac9diduj p 11
consii.acSo.
Nj traiqaiilldiie lamala roaiaieoiiu 1
di o to.- canp-ido sssa ponoiitaeos ieraiM
|a< o ma ja-analo mi impoz.
M.o tOMi ara,-e'io di cons'.tuici e as le.a
*a lucio smrrt-toJos.os lotereswa e-sabr odi
.^ D lilO'3.
D moenscm o aetitii da Vo;aa Biaorabiii-
le. s -i l a.liida io ex-i.-etto e di ara>il 1 e
.1 caoii.-dQia d* o.nn') nabllC, o egp r tJ *
jiriue ia dn.i-d ;m, ob'igo4J o qa
ioafeeeara a a-i aaio*id:<*e] oooa i nidia da a .. 1,
a dejf-ie- ur aaus actai os 3uj pirogrimoas
\* --.acralos e a Qjerrar a sua accao d^.a ro
! 18 1 -C0 'Oi h',"i'J.
D 1 a.njii Uba/dade so? el! lias o.n 3 tx --
;i. i s direito polticos, daito o 1 ipec-
ii'ju^i que boa-a- ae Jpra o ..oa na qas orijl
di, a-> qu a pirulo-.qx dirig, oaqo o a i
10 ve'cio paia* irots foi respaiUda n K-
cicia-iai3ielio lo lireiio aleitarai, trinajliso-
I oaia llalli mawla de lasreo'e elaravido
j sea 1 tepraseataates legtimos toU'/jr- 9:
Cr axereiio e a armada da nagii o.a'iriaa
ituMieu discljltai, melOoraaw aatajofie
relati** sua dmratstra.i.
Ali;ioi8"ei Ciro escropolos* aasieridaitaos
iucscnu tioaa.cirn la o-gii. saa recateo
s.iuagi coaiiMrimetleiura s ra?a, o g.Mi
c-mpio re.i^iojaneate 03 seu3 omprou 14
bu* ac'o-.ios tlO'.o-.eiroi qoa o tioo.-adj Coagra*'
so sppror-.io, att>*fl lando soatottmests todas as
es la naci.
Cmari assia o ju prometilo nao cintra-
nr naris imo <>umos oeao de sobreoar-tgar o
pas com emijs0s oras, ator; sanio, a'jfrra-
laidotow* n<>33idils con aa reales
irdiasris* 1 N:co, dallando o retirar na 'io
Q -van-, non etuteosu ai Tjisoaro Pobll 11 U
li,77.'(07 poso* aioaia nieunal, e iil (i.) po-
so* carc.
N pololea latera* lo* Sitados ni :aai a
rodii'ji- paria, rdpjiltalo o mU lir.a ext
lissoaa,morimeatoi politices, pj:qoe ajsira
ao.-c.prchendo o r-y.t ma laderal.
Nt exe'.ugao daisa proposito t e de s'.clisar
le atl-Mvfiss P'S-oas uiats la;na>s, pi-a .cTi-
p'ir a q ii ared.tl eer da m?a-restricto diar
-M-baali com *j*lrd*o o? mais bdaaios ata-
qais da 1iarsa3 pracadeacUs u at d; IndlTi*
imli'es qie exarcaraa fancc5s nanltCaS e
]do se a'..e re0*Jto*a tate* o rVasideate da.ftaiublioi.
Tadi 8:^pir'.;i, c onda azir be a aa m^a
p*l*
AppaTC'o. porem oltlaameati ama eiiteo
-.a cjj) iotau) e pruna.so nao quero nen dero
(asa-, arol* aado naoifi-ticOai de oumioas as
haaradis Uiaiaras, om qa esli comoroualtl-
1:3 as faccldi.das clama tares do Poda- Exacu
trae os principios iriastedaatea qaa p?lcn
Tiliaiar o fataro da patria ; cfi-^oa o m^m^ota
; u sjutrCtOM paeaUM s d. Bepubl ca, ac.rediial
ter o dever coas'-ita'ii)ii -o faz;.* reipaitar daor
ra da attriba'Oa.', os pao tp.o 03 Uiretto
qaa do ealvr laoolo oes.
Sstaolo a terairaar as suai sesfes o no ^e-
010 da prorogacio, enendera a a< honradas
Gaaia*as.qai pidiera convidar o Poder EX'Cati-
vi que iacla:si9 e.u i:a projacio Je amnista
anpla e ga-l, todos o d-lietos p.diticas e mil-
ttrel cunsxo.-. co^i ella* praiicados duraata a
rrbli do auna pass-ido, e maun boarado*
ciaaelA-dras apaiaram essa latCUtira da uojo-
ra lilade.
O Presdante di Bepabca sas'.eata com co^-
vicc'io qaa i deslgasfila das matarlas qna de
em. s;r loilBiia* ui prro-'Cio da a:;
prerc?atlva qaa !be p:r:aaca,o qaa teema c. o
ijaplicitia.o'a a* honradas.Uacaares desde que
i .a.i aram do Steca vj a rj ^essi do iolcr.do
peje to.
A forma pa- qas se raanifes'.oa c:-3a ini;iti-
va revesa-se da cirast'res -.aog-a^vs qaa creau
verdideira p.aaso BObre as debarscjjs do
presdeote.
Nio lisila lo e33a ma'.3r;3 na prorogagao do
crdito qoa crcou ama (acallada icbj.ji-a do
ex a ivo, a qu rada se aaa da ama a tribu ci
cia6titac:oail, uia se pode lesar faculda es de
aenbam oatro poder e siato rerdideira violeo-
cla de qoe os me;.* dertres oii me parailttem
stteador Ss maaif33tac6?s daa referidas oploiO'*.
Nao deve appa^ecer aat9 a R pabca resistra
lo a orai nici tira eyaipatbica de es:jaecim?nt)
n pedio de qoe participo, ma3 qoe o consignar
os raitivos qoe ma decidiram a tomar es a M\
toda.
Relo'.ei em inc'.oir este projeto na prorogacii
porqae as comnuaraciVs sa cffi:iaes de an-
bae as cmaras ss solicita um projerto ds am-
ti sita a^p'.a c geral qoe aiMOgem '.idas os <-
Itoto* polittso3 dos cidadios e dos miliiaras a os
coo.ifxos com elle? aaterlores a ea dtt e loa
ce de oppd.* difflculdades i amnistia axpla re'a-
tiva aos cidadioi e officiaes subalterno.*, che-
gaei st a p op; em cooselb do gorerno, de-
cretar no oso das miabas attriouiccjs cons'-ita-
cioiaFS, espintaosaneate, am decreto de nlul
10 sersl qaa couprebeadeis:m a tolos oa c da
ios quo eativessem proesssados por delicio*
poH.icjj e todos os militare) sobilteraos em
igoaes circuaistaacias, mandando sobrestar em
tolas aa causas, exceptuando someaie deste la-
dalto doas delles coademasdos por cooselbos de
ainda asaio que r* i-sa. m regressr. i pa ru
todos os qua 60 liaviam delle atablado pelas
acon'eoimento8 poltico-'.
Ese prefecto de iadulto qoe fot acato a pti.i-
c po pela uninimtdade da maos seortarioa, M
impug .ada na o 1 fegiiiot- ocla maiopja; as
demonstra ell&qce o presideataeslsiia. atsposto
h. adop'ar as medidas adeqoadas, sem c^mp-o-
metumento da disciplina militar do exercito e
da armada.
Seocbefo militar qae atracos os seas devpras
a levanta armas qoe a nacao Ir.* cratloo contra
33 antorida es cuaatoias; se o marinburo
1*0 ataca a mi armada o seo chefe sopea;..
aou tera-3e do navio e de am forta armamento
coofl-ida 1 se a leildade e fas fogo aodre 'a ban
deira nacional at inut lisar o navio ; se taeB
factos tem de (icar Impone1, acredita o Presiden
te da R publica qae se relacbaria a discipliu
do exerciu e da ti'uicao militar.
Nao ce deve esqoecer qaa as repblicas sul
a uericanas apparerem no exterior, como desti-
nadas a nio tfr gorernos orgnicos a regalares
e a ser viv.imas enastantes da aoarebia e des-
g'ac-idamenla cb fa.tos da qa te < tomn ha b
a aerlea heipanbola atcer.o ponto .autorisam
es3a opiolao.
A le da a BoUtia ampl qae ee solicita re-
I deira eatiora!'! pa-a a anarcba qae nia se pre-
julicar o crdito .la R-nanaica, como tiesa:ora
i'sa'i com let;mjate o exeraito e a armada, ti-
rando tora o zelo ao militar de boora e da. leal-
dade.
Acreditara fallar ao juramento qaa preste de
obserfar e da.'azer cbie-var a Qoiiaiito'c;3 e a-i
Iis da niCio.e aubmettes^e as miadas icnvic-
g -s p'opnas ao criterio extranho e 3 exigen-
cias d diversas .p'ocedenclss, por maia reaat'i
-.arei'S.qas pzra mim sejio?.
Pussa estar era erra, manteado decididamente
as mmcas 1 '613, mas procelo, com sentimento
de couviegao sincera, camprinlo o qua cor:sid -
-o o- rae 8 raa acrrad05 dev-res.
E' ooo-io q.e nu ca eolicitei o alio carzo de
Pr-s df.ote, qae se decidi reii o mou ai^eati-
m ato entre os partidos accordes na grave ei-
tuaco em qae s: Kboa a Reoobsa no anao de
182.
Uinseqoeotea com es elementas polticos qc
un-ram os seas esfo-gos para enciaiin'i u o rota
(apnlar, cbamsl ao ttaa coo-olho ion ruta*tida-
les dt* maiii dstinctaa qoe lem a R ab'ac:.
brota as neie.~8iia.lS'q':a me Icnparcram ot
acantecim>-oto8 p I t c 1- que oscorreram.
L'itel com cootradiccOes de toda seera e
s-nundi-me fatigado de epirito e alqucb'ado
de siude. a^queri a conviccao de qua a mioha
coitmuicio na p-esi-'n,ia da Rarablica tn-
eleas para o bem di p:t is e olgo-ma no dr-
ver de aprejeavar a* a* 1 ido G logratto da m-
Co a miaba enateJa lalacli avel, -10 ca'go de
Presidente com que fu h>a'alopelos m as coa*
Hadaos anhalada recap-rar a mi hi traa-
Ojotllidado pissad:. cj'ti da qae sari>i iiis
reapa'ialo como ci lidia do qa te ib i sMo d s-
I qaa foi iacsiida Ua autjr. lada soprcma da
nagao.
Kazendo rotos pela pro3i ridaie de uiioai
patria, espero e nejo que o hanrade Con^'O
da naci sirva sa da i*:mr en caasideragii
essa reiuacia.
Deas eaa.*de aa bia.-ala UmgrasiO la aago.
Luiz Sienz Pena
O Umg-eso, com exnepgii do nico rato do
Sr. ia 'a eci Gomes, a -a ium a re uici, assu-
nioio pi taolo o vi-a-p">silenta D Uribar o
srjverao ao dia se?aiata, pira nsercel-a at 12
de Ou bro de 1898.
O -. UraOo coufeen-.inu no masrao dia da
pasao com os teaeracs Rica e M-.tre, pcaeaaa 1
: > o ap 1 a i '-i-s om caifas o ponido e-.'e
se rio com elles orgamoa o aen gabi^s'.o sen-
do u."n;'idi o D-. Dniel Di.ou-n ctiefe^ da
pilicia em iuastitaigi) do gaatsal M-.niai Uam
II is.
A' saba d> Goijr^ssa.ni dia da reaan-
ca <1j D-. Saenz P-*oa. o D'. I-iir o f ii moto
?: t vuio p lo .povo, ten lo de vesaera a Ni-
el m en non noticia retros e;i;va do goaut*
! D-. Saeaa Pe ia, mastralo o antauonismo em
q ie 1 P-eaidente stnore iv u cara 0 ng-eao,
aili- aando qoa se o Prest Kota tomasse a IDtek-
iia do irojee o ele .'oait a palito ps.li Jot
^r-sso, e-ta rotarta contra.
0 Dr. Saioz Pea* -- o iva- i sai cbi-
ca-a da L-n-i, od! sa rf>mv->*4 al^uis me-
. i-i ae tizara as f-loas-toteaba*
0 Oo iij'ajso si se remira em.Maio.
F1Ku.11 '-oslas s-ai li >---1 ;le os oreses e
cinlemaaao3 polticos uiuai^aata amaiatia-
do .
A bgMalnra di Cir-ieilo* elegara o D'.
loto E. Tor'eat eaiaior em at>i,ti,Bio5o do Dr.
ttoitoe*, qaa terminara o Feo manila.
Wmmh
Os revolaciona'irs qoa ji estaram de pos.*e 'le
fltticbe, Haarmey Sjjj nen, Lupe, C'rro Atole
T mbi de to a, apodtrar.'Tsa tambein de
Igsape.
Usceres fartlticara*^ e-a-L!oia, desde Anchoo
atGucmll s. M sem Puno latas* compioia-
menta de retidas as (oreas governisias.
Por o l tus o sabe-sa qoe as forg.s giiernista-
fi-iiUi mal omi vez derrotadas ea AqcQOO *
re leliidas nomo teot.trj de deseaib^que en
Areqoi&a.
~ CH!.0\0L0G1A
sipsaasaica. mi^mi^
COLLECCIONAOAS POR
Melehisetlcch de Albuquerque
JLima
miiiiiTTnn
Din 13
16 150 Coaaelbo Supremo dirige urna
carta, Assembia 'ios Xl!v partcipand 1 que
se preparar* urna revoluto era l'ernambuco
contra adorninaco iullande/.a.
ltflS -Parle pira a alna e capilo Paulo
da i.unhu, alini de pedir aasMo* ao governa ior
pira prosagiiimcnto da guorro.
N ida obtendo tornuu pata o sea acamparacnlo.
1S 11 Combata de Pao Atiiarello, onde sao
batido* os libaraes.
A victoria, porein cu-tou bem cara ao governo
que tatre os inuitos mert >8, qua levo, contm o
lente do corpo de eogenlieiro* Roberto Mo-
reira CSnto/.o do Oliretra Pantoja. Os libar.ies
lireram lanibom mutas perdas. Nesie combata
foi le lid > Jlo Ignacio Ribeiro Rouia, quo (al-
luceu pouco dapoi*.
ipb 1 iiiiim11 iini 111rilr-n~-T.-- ffnr.n-i i *-
REVISTA DlAKlV"
Licca! 1 Por acto (ioExu. Set-rtUiiiui .a
Xaslica, N^fjocios interofes elastracyao Publi-
ca, do I- do ctrrente, foi cracedida a professo-
ra da aula pratica tnnoxa a Baco.'a N innal, D.
Uandida de Pigaeredo Santo*, ires mezea do
hccnc pira gozar onde lli" onvicr.
Vr.tt.'SHai'Ci Cii i1;s>.ii:>:;1:i#c
Pot porta ia do Dr. Saerelario da Juslica. Re-
Ialcrioriv* e Lnstrn^io Publica, lora u
poetas eos diaponibiUdade os profesaor s Pelix
Jo rjuini Per eir de Carrslii 1 e A ore iano Jo.-c
l'i.ndiico, aqoeHe da caai'.i o esl da de Sarmli-m.
IViteit^i Pana sBbstituir a profetaop 1
la sala pratica, annexa a Escola Normal, foi
noataeda lalerloameata a profeesora D Carlota
da Ura* Ri'oairo. cuj(> lilulo B* aclis na aa D:rac-
ria da S'ca'tana da Justica, Nagotos Interio-
res e Instrucc.'io PoWica.
Hmisteriu d* tu-ittaix c Interior
-Foi un remanid.) para pabliear :
<> Ministerio da Jusrga e Negocios Interiore*.
iliract.ria do lutarior l'Seecao. Circula'-.
Capital Federal, era lo da Janeiro do 11*93. N.
t4!.
Ao Sr. Govornador do Estado de Pernara-
buco.
De accordo com oque propoz oin.-p'clor
peral t yua sejam con-=i tora I s limpos os portas y|-
mles do mir Bltico; i Q :a, dipaiadengo-
rosa visita sanitaria sajara reci'btdos era litro
pr.-Uica nos da Repblica os atrio* sa .idos da-
(jubiles putos a contar d8 i da Janeiro cr-
rante.
O qu> vos coranannic pira os l i conre-
nianlas, coniirmmdo mau tel-gramma do hoje.
Sa la e KralTiiidal!. G ;.!v,s l'erraira.
Gopici 1* Diroct'.na 11 5ereUria da Inlus-
tria do Estado da Prnambcco, II de Fe*wei-
ro de 1895. Jo.s da Goes Ovaicanto, 3 official.
Confer, Bernardo Li s. Conforma, Ata noel Sil-
veir 1.
tennis -E L'ectuoa-se hontem a aa sessao
preparatoria Bob a presid racii do Sr. Dr. Aibi-
00 'lieilve-; M-jr i d I Va- .'0 18 llOS.
Bstiveram presentes os ara Albura Mairo,
i'eratti, Gon^alv- Ferrol ra e Valiosa.
E' lila e appiiivala sem debate a acta a
tesgfto a iteced 'na.
Na liouva expidienle do Sr. i- secreta-
rio.
Nada m lis hay ralo a tratar o Sr. presidente
Nio teilo o D-. Al j acuello a candila- jeva ,., B ^eS5Q0.
nraqiain-- fot off3rerila,aconraoci do-pir-j uenea<:io-.V Conipanhia Modena repre-
senta amnuhia comedia em 3 actos Kean ou
o Genio a Dasirdera, ser-jpre apreciada eiu
toda a parte.
O eapeettealo dedicado ao3 Exms. Srs. Dr.
Govornador, ao coronal comma dante interino
dodistricto militar, e aos deraais ebefes das.
repartid}** federaos.
Instituto Vaeeiniea Haaieinal-
Amanlia haver nesse Instituto, das 10 as 12
lloras do lia vaccinicio animal directa, trans
raitt ndo-sa do animal vaccin.fcroa Ivmpba rae
cimea para as pessjas qua se apresentarera
para este fim.
TelesraiiH Sacional < ommumea
ram-nos da ciUco doRe-ifi qua, no proxtno
Ando moa, forara pir esta :
Expedido
Recobi los
Rscabi los e tran*
miltidos
i ii 'a iical ap-ejtatoa ttfl a lato a ieputaao o
i-. To-rao.
IJ enamoro laflaanla da Ui ia C*l* Nata-
lia dec'arcu a om repo:ljr do D a'io qua os
partidos acr-dcs sntt >tarao a candidatura di
9r. Pellag iil para sanador pala capital.
ia'.rscenla o D:aria qM a viitir.a do D-.
Pelletfial e umita da7idosa, tao lo maito p-ava-
ve! a rlcmna do D-. Iri^oye3. cuj e>ic5i a
oltima hora a asse^oraia coma facto conruma-
da j, te ido-ee afirmado qae a joaii atlrista
eitra-a en iccordo com os oacioaaes apressn-
lanio candidatos "i depu lio o Sr. Slarel o i
sa.ad >r o Sr. Pellegriai.
Foram eleites depatad ai Citurassi Ni-
conai 03 D's. Adolpbo o'Aviia, reda"tir de
Li P.- na, Leandro Alea, Da Mara, e T-rioo,
ra lir.aes.
O senador Tallo fii oomeaio goveroador
do territorio de Gbabnt.
Tratao le tornar obrigataria a guarda lo
domingo ao com-nercio de Baenoj Ayes.
tJoatiaaaam a apatrecpf-Otaa* de cholera
martas ao Rosario, em Basaos Ayres e em ou-
tro3 pantos da R.spnblica.
Alzaos casis forem fclminrates.
Repblica Oriental
A noticias dos nomerisos casos fataes da ct-o-
ie a asitico bavidos pb Bu'nos Ayrea Impres-
sionar.m o povo da Minievida.
O governo traba aliis am cammissario espesial
aa capital argentina, mis desde o da 18 ettf
ram de ser oablicaai as onaon aac5a3 por
elle transmitidas.
O ministra do interior orleoara ao chele
ulitico de Rivera qae pnzesse em libarda le o
Srs. R.beirinb) e Cbiquiaoie, 03 offiraes e sol
talos revolucionarios, oprisioiados pela ceaera!
Estsvio nos montes Tacoa-emb Granle oade
e3tavan occoltos por tarem nido persagaidcs
pelas foi as goveraistas do Rra Gran'e.
A' legaca do B'azil lol permi t'do o desea-
abo on transito para Uruenayana de 110 caixss
da. oaoiciie3 a para Saai'Aiiaa do L'vramaato de
110 '..ixas.
Q i isi todos os jornr.es coisigaavam noti-
cia i iGiiuciisas do meeilng nnaaciado para
p- : star eoat-a o facto qaa diiem tar bavilo d
v!olacio do larnto-io oneatal por tropas castl-
Ib ata-.
E- uceting oa se realisoa pa" opposicao
aaeri;a do over.o ; e o
/837 telegrammas
8.01
S3ndo o lotal
3.366 avisos.
19.Uk*
qaa infelizmaote 'e n pre i
e falta de disclpliaa de omi part daqaellas tro-
pas de parlidarios, t3re am termo ciadigao aos
doas paite*. .
Tiaia rallo o bot'o di demsiio do m ai*
>ro da giwrra. genaral Dia*.
O Dr. Fernando Abb.ttqnst M rictiru^
da am roobo na ienportaacia de. 45 siats, moe-
da brasllelra.
Hi dias receben S. -xr1. um telegamma ass'
gaado Fernando Osono, em qoa se Iba pe-l-a
que resgaiasse ama letra daqnelle va'or.
0 pdivldoi proprietario da letra apresentia-
9 aa legacio para o .efftto de tchgrammi. O
Dr. FeaiQdi Albott, prea, nio qi z fazo:
immeiutameate o pagameoio a aa.im salrou-se
de am roabe iadeceate.
0 Sr. Vicloriao MiDtairo foi coasolUdo a rea-
peito da letra e por saa vez o ministro brazileiro
QSita cldade oavlo o Dr. Amral.-
Entii este caralbelro resolre pedir eaclare*
cunalos ao Dr. Fernandi Osoro e a resposia,
qae se nii fez esperar, demnstroa qou. S. Ese.
nio enviara nenhan telegrama, pela razia
moilo simples de qoe nlo tinca tal letra a res-
c.t r. .
Bar la par este modo a tentativa de ronb.\
fatiu-se de captorar o gatuoo, o qae ae coaae-
galo aflnl com a p-lsio do hespaunel Rcdrlgoes
qae preteadeu cobrar
Nesse tota! nao esto incluidos 4.3'i6 lespa-
chos intermediarios e 677 telegrammas inier
cacior.acs.
O total das palavms contidas nos djispacbos
recobidos e Iransm .ti 'os foi de IM.893.
O Lazareto.do Tamandarc -Ao/or-
ni do Uommercio do Rio cscreve o Sr. capito-
tenente Collatino Marques de Sooza :
Hornera do mar e conhecelor de toda a
nossa cosa, fiio podemos do maotira alguma
ficar calados, vendo que o Governo vai, por ra
formacOiS inexactas, as'abelecer ura lazareto
no porto de Tamandarc, situado, a 3o ou 40 mi-
Illas ai sul do Cabo de Santo Agostinho, que
per sua ve tica situad i a 18 millias ao sul do
peto do Reelfe.
ii irlo de Taraaniar, apparentemente gran-
de, s p ie, cntrotanto, admittir qualro grandes
navios all fundeados, porque a parte restante
inteiramenle baixa.
Accresce ainia que, sendo a barra deste por-
to qui, entre parenthesis, o melhor de toda a
costa de Pernarabuco apenas urna grande que-
brida existente no r.'cife de coral quo borda toda
aquella costa, quando ha temporal e mari de
la nova ou cheia, as grandes vagas, lavando o
recife, desprendera-se furiosamente por cima
w delle sobre os navios fundeados all bem parto,
laieatarl taSE&i Que, alm do grande mcornrnodo que causa as
efeat s p la -x'tro tripolagOas, em virtule dos balancos desencon
de Xoronb.", ponto abrigado da Davgago e lo-
dos os navios a vapor, o mesino de vela para
recticarem as posicQ:s, destinados da Europa
para a America do Sul e para o Pacifico, ria
Cabo d'Horn ou Eslreito de Magalhles, ilha
esta situada vantajosainenta na direccio X N 0
S S E para abrigar, m parte de sotavento,
centenares de navios portadamente fun leados
em tenga ou qualidade de fund > d maior garan-
lia para o navegante, pois que 6 da lama vis-
gnanla e sol la.
Quando, porm, seja difflcil o desembarque,
porque este raras vezes alli se fas iudependen-
teraente das jang las ,por causa do rolo do mar
ou arrebenlacOcs na peala, bastara urna ponte
de in-ideira de 130 metros para permillir o
constante moviraealo do trra para o mar e vice-
versa.
Alli, naquella soli lio las agua*, podem en-
Iretanto os paasageiros li'arFsup'riorini>nta so-
lados, zoinban lo se assim dos" laes corda sani-
tarios, qus nunca em parle alguma fu ram abso-
lutamente (inn-a ; ao passo que em Taman tar
a cousa mudara inuilo de dgora, porque as
coramunic ig 'S c ira o interior do pai se fariam
despeilo^da maior vigilancia.
Aciibn, porm, de Cbegar daquella paragem o
Sr. cnpilo de fraya'a < a li 'iros da Graga, digno
director da Carta Mrilima, e perguntando Iba
nos o qus peasara tiveraos em resposti que s imellianla poto nao
podia ailrailtir mais de qualio gnndtt navios.
Se 6 para isto qua o gorerno precisa alli da-
quelle lstrelo, minie continuar com as obras
e concluir a mudan langa d i material, qu i est
vindo de Femando e para eojo li a j :i Compa-
nhia Pernanibucina comr.ron um vapor para
encarregar-se deste servigo; mas, se assim nao
, manda reftabeleCer o anligo lazareto da bar-
lovento, em Fernando de. iironlia a contrato de
indas as nucos martimas, que coinmarciara
com a America do Sul, Andina o rrasandin e
com o vasto ocano pacifico, pirqu; hoja est
reooohecido qu- a melbor derrota para o Paci-
fico n i ida, polo Cabo da Boa Esp -ranga, e,
na volt i, po Cabo d'ilornos, tempre favorecidos
9 vonlos o corrunt.'s ocenica*.
Coneelliu de Na!u>iriila deve reunir se o Concelbs de Salubridad*, para
resolver dirersas qu istOes de inlerosse publico,
pendentes de solugio do m:s;no concelho.
Pe'o qu, sao comida las os mrmbros do mis-
mo eoncellio, a comparecer o na Inspectora
G ral de Ilyg ene, no referido dia, a* 3 Poras
da larde em p into.
\ Vanguarda-T anas visla on 2
i", ssa ralale revista litlerarit, orgo do Qre-
mio Tobas Brrelo.
Gnu., o '" n. ira/, este selectos trechos Ilite-
rarios, sendo esle o s ra summario :
Os ia Dias, (Ernesto Paula Sanies). -rronte,
(Manoel Ario). Litleratain Porlogoees, (Silva
Oliratft). De Xoule (i'lmrgelia UarretOi. -Cla-
nrydes e Ortivos, (Joio Brrelo deleaezee).
A Bord da Teiubeau, (Arlbor Dahia.) -Porque
te lujo, (Fraiic-ca Brrelo.)-Expa lienta do
Gr*n I". I RiHlaccla).
Tliaatr. Maula Bsall O maestro
Smlde, com a BU* roOMbeci la actividad.;, j
ten grande parle do repertorio das.nwnes
ia iricilMilado.
S. s. ac lia d; obl a g nerosameole o concu-
so dos ii-tinctosartistas Sra. Paulina Bamabei
a Barrtono nomaletu, e larabem los profo to-
rea Manuel Bao leira, Can li to Filiio, Joio Al-
ves. Sanliao Pialo h on'ros mais, que assim si
farS i oavir em -, loa, lueUos. lote los, qaar
lellos e -.'X'ii .
O maestro Solido ni i p dia c=c lhe* melhor
llnenlos para as m tiu q 11 varlt marcar
o Odo d' urna nova esl "'ao masical no nosso
Balado de rvrnr.mbuco.
As matiiii i rl i divl li las em msica da to-
dos os esl vi ia, eserata las ; r.rran I jorclieslra, i
grande banda marcial, i orch stra e banda re-
unid .s, instrumentos de corda?, i solos do
eanio e d* instrumentos concertantes.
A primeira dessas m Uine a ser do pruneiro
domingo lo Mire.
TV a rio C>L>i!ar"se -Commanica-nos o
Sr. maior Justino L mes Cardim digno com-
maudanlii da foilaleza do Buraco, que hontem
amanhecea gronde.qaaniidado dedatas de,gaz
araargera do Capibaribe, e a*(puesestavam
sen lo cirr-gaaas por diverso* individuos, ai-
uns los qua >s em bo es e jagandi -', qaetoa-
vam para o lado da us'.rada deOiuta.
O mesma Sr. commaadaate desenvolrendo
toda a saa solicitada em proudenciar sobre o
caso ieu bu;ca em diver*** casas de palha
fronteira*, onde, desldo i sua .divida le. p u-
a. Rinda arracadar 97 das r lridas caixa* o
que f ir entregar ao cbmpel mi i dono, median-
t.. ordem do Sr. c mmandacto do districto.
Ci rne corrompida Pelo adiuinislrador
do Itareado Publico ae S Jos, for m lauca las.
ao mar l:8 kilos de carne coi rompida de di-
versos marchantes.
t qu se pensa .la n3 nn cs'raa
-c; : No reirospeclodoanno 1894, o*crev8U
?r cao do Journal de (1- nev sobre o nos-
so pala o artiuo seguinte :
So-a bom lembrar que o .Journal de Geiicve
um dos mais antigos o conceiluados orgaos
republicanos da imprenaa europea.
Adai esta o artigo :
A historia da America do Sul, em qualquar
momento e em qualquer ponto da carta qe se
tome, resuma se em discordia*aterrares, pro
nunciamentos militaros c BU rra civil. Este
anno nio mudou a regra. Nao podemos pen-
sar cm contar lodos estes movimentos, que ar-
reb-rataram quasi por toda parta ; limitar 008-
hirnos a assignalar os mais importantes...
Quanlo ao Brazil, elle comecou o anno cm
plena gusrra civi ,e terminara em um estado de
tranquillidade relativa.
Em i- de Marco, leve lugar a e.Ieigao do no\o
pre8i lente, e foi um hameai justamente consi-
derado, o Sr. Dr. Prudente de Moraes, que ob-
leve a maioria do* siiffragios.
Has como nos termas da Lonstituigo, ello
nao podia lomar poste (lo .Mas funeges senio
em 5 de Novembro, -ra granda a anciedade
sobre o que se dara durante esses i lio longos
mezas de espera, o se o raareehal Peixoto Ihe
cedera de boa grata a cadeira, onde Ihe pare-
ca se adiar t; bem.
Na reaiidadeas cusas sopassaram mui'.o me-
lhor do qu; se oosava aparar A guerra civil
continua, corto, mas com muito menor eocar-
nica nenio. Em I* de Mortm ro ullimo, Pru-
dente de Mo aes tomou posse no poder, sem se
dar un- tiro, cousaque se iolgtva apenas possi-
vel e o marechal Peixoto abandn >u a dictadura,
des'p*'li"Jo s'' de seus concidados n'uma men-
<:> n na qual elle se representa como o sal-
va Ior da patiia, amaneada pala ambigao de
bornea* polticos transviados e de militares re-
beldes .
Ss elle pi-ocedeo rigorosamente contra ho-
mina culpados, semlirem sido julga los, que
aa to/. publica havia denunciado sua cumplida-
de na revolta .
m uniaj)a!avra, sa elle confassa lulo, glo-
rifma se c d: na la 33 arrcpsnde ; nem raesmo
da divida ewme qi- deixou a seu paiz, em
lembranga delle o da guerra civil. N
O cusi total deste episcdu da historia do
Brazil avallado em 70.0: :0 O ou iO mi-
lli'S de francos.
E' de graga
Agora, pira desojar que no meio desta de-
composigio, o novo Presidenta teuha firme von-
tade de tazer respailar as leis, e rastabelecer O
e-pirito do disciplina no exercito; de espe-
rar quo elle encontr erando maioria da popu-
lacio prompta a ajudal-o nesta tarefa porque
raent: por este prego a Repblica Brazlleira
e"ari a reconquistar na estn
lugar honroso que oceupara o- imperio brajt^
epas*acaento=Ni segonda-feira ultima,
Irados "pode causar anda serias avarias nos
nrop.-is cascos. Era Pernambuco isto, entretan-
to nio acontece, porque o recife tica mais eleva-
dor alm disto foi guarnecido de um parapeiti
ou rnuralba extremamente larga, de tijoMo com
dous a dous e meio nitros de altura, a qnal foi
feita sob a administrado do Arsenal do talleci-
do almirante Bario d* Angra, quando era ape-
nas capillo de fragata. Ora, o Mosqueiro (que c i **"::"","".;., r .w0 cerebral de aue fra
o porto do interior de Pernambuco, aquelle que em >$'* ttes a'ccommetlido de?xou de
(ica abrigado pelo recife de que fallamos e qua P^dJaa ^ \^^J,'1 ^1^
Iba deu o nome) pode era consequracia deisa e
obra hydraulica receber gran le numero de, na-
vios paralelamente ancorados por meio de
amarrages ftxafl e de modo i nio poderara gy-
rar com os movimentos das mares, e deste modo
satisfazar regularmente s necessidades docorn-
mercio; mas o de Tamandar admita apenas
or iun'lo, aitalro naiios grandes I
Quando bouver 13, 20 ou mais narras, digam-
nos aquello* qua tanto se iat^ress.am. raela mu-
danga do malsinado lazareto,como qoe proce
deuio para abrigal-os?
Iste, portanlo, nio sena.
Isto gastar dinbeiro ora purq perda.
Emquanto lempo, pois, o Governo aal
se com o lazareto de Tamandar.
nome nio pas ara em nosso raeio;com a cessa}
io da vida. ., ,
Seo cadver sendo depositado noite daquel-
le da na capilla do ceroterio de Santo Amaro,
fii all hontem dado i sepultura eom a p-esnca
de ami"os, prenles e affeigoados, que nlo fal-
taran! e*a romana d: .caridade amisade e
obseguio quclle.que se despedio da vida e le-
goa-ibes assim a saudade que laes sratimentos
produzem as almas conformadas.
Em ua existencia o nosso collega nlo foi, um
desses imitis, qu: nada produ/.em e transitara
por sosa vi. sem d r d. si sob qualquer rea-
ao contrario, por sua mentalidade e ttjba-
liio dist.ugwo-se, e creou urna roputago raer-



1

(
- y.1-.'- c".*'^',"" '' '


lliario tic* P e na historia patria, que lhe deve importantes
Mesrao neste Diario ha tongos annos d-'u elle
nrvas do aeu talento e de um esdylo tmaaniador
era que es-reveu uraa serie de artigos era forma
de eartn, ..
' para sentir qae se sumara no tmulo indi-
vidualidades de lal quilate, quando anida amito
poJenam produzir; porque a idade nao era tan
u c o espirito nao (loba afrouxalo de sua in-
imsidade productiva.
Triste sina do lalenti ou d i nossa trra ?
besappaiecei? o hornera, mas lica a sua memo-
ria, que se impe a wnerayo de lodos nos que
lhe sobreviveraos, e que ora sua vida de hornera
de Icttr .3 (eremos inantivos de agir.
Pcrante a le a que ubedeceu.resta-nos, curvar-
nos e tof sempr-i viva a sua lembranya, assoeim
do-nos nesta triste hora as dores que curte a
respeitavel familia, principalmente seu digno
genro noso amigo capital A:i'0 lio Maullado
Pereira Vianiia.
O *nti-trist9 -Acaba de sor publicada
na Allemanha a ultima obra de Fredenco Nie-
tzsche, o Anti-Chrislo.
Hietasche escreveu a durante o outorano de
8i, afumas semanas antes de enkmquocer o
sua fam lia reculara ate" hoje deixar publie I a.
E' qu' o Auli-luriato nao mente ao aea titu-
lo : nao se pode conceber un ataque mais dire-
cto, mais voIento e mais odioso contra a moral
e a Keligiao do meigo Crueiticado.
Nietzjc ;:e deteslou serapre a doyu-a e fra
quza. ,. .
Ji no Also sprach Zarathustra, divimsava
ella a torca, que prodaraava superior ao bem e
aomil. Ora, eis como elle falla na pnuieira
p gina Jo Anli'.'bristu :
Que a que bem? Tu lo quanto augraen
ta no lioinem o desejo da foryu e a prop-ia
torca.
Que que mo ? Tudo quanto provem di.
fraqueza. .
Que mais fosate que qualquer vicio? A
piedade pelos fracos, o christianisino.
Esta deelaracfto inaugura nina gu.-rra sem
treguas.O clinstiainsmo o opprobrio da raya
humana. Sua mor.I e ama moral de escravos.
S se preoecupa dos venci.ls, dos humildes,
dos cuvardes.
E' a elles que il i O primeiro lugar; e, sos os
seres mais ignobeis e mais servs da soeietale
p lera encontrar nesla sua felicidade e seu aro.
O bu lliismo, que tambera u na religio de de-
caden ia, ensina pelo menos aos seus adeptos
que -i perfeiylo pode ser realizada, pelo es-
i do hornera : o cbrislianisrao proclama a
impossivel, e s a admita co-n o auxilio de
Deus, com a graya. A religio de Je-ms teme
a luz e o ar livre; o mysteno e a treva sao
christos.
Ocorp> i dispensado, a hygiene e o aceio
sao proproscript >s; na H.-spanha, depois da
derrota dos Mouros, o primeiro cuidado dos
padres foi privar es banhos pblicos.-O chris-
tiai'ismo comprai se com a tristeza, a agilayo
e a molestia ; orfflM as marraces, que ex; s-
pcra.n ,s ervos e proJuz.-in visOes mrbidas:
o escalo man ilesejudo o i-pilepliCo.-E o odio
entre o espirito,' contra a altivez, a eoragem e
a liberdade : tambero, o olio contra os sen-
tidos coaira a alegra sensual, eo.lra toda a
alegra.
E'emlim, o odio mortal contra os .fortes,
conta os li-'roes, contra os dominadures legti-
mos da trra. -J i lempo que a humanidad'?
repule essas mentiras; lempo de axaltar os
fortes e ubater os fracos, mostrar que o peceado
o bem, que a forya o lira e a felicita le da
vida.
Tal a dou'.r.na de Xietzscue Coitado, nao 6
debalde que morra louco !
Imposto lobr vaidade Out 'ora,
e j la vao cerca de 3) annos, interpelado pea
prodigad Jale de concesses e ttulos e conde-
corayes a troco de conlrihuiy 's pecuniarias,
um presidente de Consetho de Ministros res"
poadeu cora certo espirito e rauda verdad que
era uro imposto sobre a vaidade. Com iITeito
a vaidade l'oi, a ser por umita lempo aiada
maluria largamente tributavel.
Nesta cenvicyo de pbdosophia da vida, um
rapa/, pariziense, o Sr. Emilio PiarJ, hauna
fartos meos de existencia divertida.
Sabeado quanta gente cobiya a honrara de
pregar lapella d > p.lletot urna litiima mal
quer, iraagiuava urna ordem honorfica de que
elle era ao mesmo lempo grao-mestre, chan-
celler, conselho e al modesto secretario. Essa
ordem era Academia lateraacjuiul,' ululo do
mesmo rompaute do banco de Iier* de l'Ar-
gent de /ola.
Como de razio, a ordem liona o seu diploma
que assm rezava -Academia Nacional fundada
em 1"5. LittfraluraSciencia Coraraercio -
Bellas-Arles AgriculturaIndustria. Tralla
de ludo. mais aulos das assignaturas.
O concelho acadmico, era sua sessao de..
conlero ao Sr... urna raedalha de... e entre-
gou-llie certo diploma*.
As insignias asseraelhuvam muito as planas
acadmicas oBtendas pelo govetno fraocei e
a fita era da mesma cor da dos officias de aca-
demias, diiFerenyandu-se apenas por urna pe-
quea oria branca quasi imperceplivel.
As apparencias lludiara e a vaidade conlen
ta-se ramio fcilmente com as.apparencias
Tudo isio cuslava 25 francos, menos d>5< ;
era um ovo por um real.
Infelizmente, a autoridade deu pelo negocio
e o eDgenhoso fundador e grao mestre da Ac
deraia Inleroaciooal foi preso e esta sendo pro-
cessado.
.Inspectora de Hysi5uen-Eia,o boler,
Um da iiiorialisiaderde lo a l de Ja.neiro,.du
cidade_dc.Rec.ife :
Tubcrculpse
Ttano des recera-nascidos
Xascidos morios
ConvulsOes.
Impaludismo
Lesao cardiaca
Vaxiola
Diveros accidentes da dentigio
Gastro-eolerite
Enlerile
Anemia
Diarcba
luv-iabtiidade
BroLcnite
Hepario
N*pbrile
Coogfctao cerebral
Entero colite
Brvficho-poeuaiouia
Carcinoma
Ileinia estranglala
Influenza
Fraqueza coag^nita
Congesto pulmonar
Uremia
Pneumona
Febre typlioide
Benberi
Seplicamia
Paralj-ia
Erisipela
EpitlK*lioma
Epilepsia
S_vphils
Eclampsia
Hemorrhagia umbellical
Amallecimenlo cerebral
Meningile
Morios por causas nao declaradas
registro rui do Impirador n. 41, Candar,
eilita>'s d; profla.'nmas de casaraeot >s dos ie-
guintes contrllenles:
Segunda publicayao
I'otillo Antonio dos Santos cora Aula Joanna
Ferreira da Silva, solteiros, residentes na fre
gu.zia da lioa Vista.
Primeira publicayao
Joao Baptista de Salles Dulra om Maria
Fausna de Uarvallio Montarroyos, solteiros e
residente na freguezia da Boa Vista.
Dr. Jos Ii loro Mariins Judior, viuvo, corn
Claudina Xogueira do Souza, solteira, c resi
denles na freguezia da Boa Vista.
Sergio Caetano da Silva com Mara Benedicta
do3 Santos solleiros e residenies na freguezia
da Uoa Vista.
Casa de Detengas Movimenle arssofl da Casa de Detony5o do Recife, EsUdo
te Peruarabuco, era II de Fevereiro de 1895 :
- A
457
tO
lo
Existem saber: IMMM. Mulheres EslraHueiios Mullier. . * "452 41. 10 28 0
To'.al Arrayoados Bons Ooeutea Louco Louca . 432 412 389 21 1 1
Total 412
Movimento da enfermara :
Tiveram alta :
Pedro Pareira da Silva.
Jos-' Tlieu.lo'.io do iNascimento.
Antonio Felipoe Jos do Alcntara.
Jo.io F .'mandes das N.ves.
J\>$ Maximiano Pacheco.
< omars-iA > di .'.leloraraento do
J'ort do Kbj feKecil'e. .1 de Fevereiro
de 18'J't
B0I1 ffiB raetereoloiico
lloras. Tetm cetUi- Gatrometio Tenso do linm-
iiru .' i
3, 7
27, II
8,f8
29. :
18,7
remperatitra
m
t.
/a no
708," 03
738,-30
737,-
75^,",'3
7 7,-71
uiniraa 2o,0D.
vayuT
18,73
19,79
20,2 i
2),92
80,89
Tliermometro
Ennegrecid
sol 7,-3 som-
dade-
77
7*
f9
C9
72
raeia noite at
h. ; E at raeia
Altura
29
:9
15
i:i
II
8
7
7
6
5
5
S
4
4
4
4
3
3
3
3
t
t
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1
1
1
I
1
1
I
(9
Total 206
Dr Firmo .Varier.-Dernograptiisla.
Monte *io dos-Operar.ias Linar
reiritK Essar.socieiade suleinnUajio prximo
domingo o i. aaniversario de sua installayao
Para lal tira liavtr.unji sess&o magna as 11
horas da uunua e la lainia s 7 horas da-noite.
Agr lacemos o delicado confite qui-ftos-foi
enviajlo para essa eata-
O wVtoJLcs Ajsirc ,iotitul-se um novo-
periodico Iliterato e nolicioso que vera gir luz da pubHcidade e do qual nos enviar*ax
0 l. numero.
A^radocemos a visita.
1 Casamiento civilO escri\ao de casa-
mentas que funcciona nos aistricloj do Recife,'
Santo Antonio, S Jos e Afogatos qffixou a
repartiyo do registro, ra do J*ipefaor a
75, I- andar, edital de procia;na* i'e casi
menlos dos seguintes coitrahentes.
Segunda publcyao
Ildefonso Castor de Almeida EKilra, cigarral
ro, residente na freguezia .de, Afoga Maria Ermelinda Liras, resideow na freguazia
da Boa Visla, solleiros e natura.es deste Es
tado. _
O esenvao de casaraentos da Boa Vita
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 3!,50
SO, IPrateado 43,4.
vaporayo era 24 horas ao
bra 4,-4.
Chuva nulla.
Dirocyo do vento: S\V de
S h. da manh; ENE at 9
noite.
Veltiade media do vento 4"2 por se
puado.
Nebulosidade media 0,33.
folelia do Porto
i'ra-mar ou Das Horas
baixa-mar
B. M. il de Fevereiro H h. 55 m. dam, 0.1o
P. M. -de 6 h. 03 m da t. 2,-7g
yiat tdiMiro Publico -Foram abatidas
00 Matadouro Publico da Cabanga 77 rezes
pira o consumo publico de hoje.
Hospital Pedro II movimento desse
esabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, foi o seguinte :
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Br. Barros Sobrinho, cntrou as 6 1/1 da ma
nh e s;^m- s 7 3 4.
Or. Malaquias, entrou s 9 da manh e sa-
hiu s 9 'i.
Dr. Simocs Barbosa, entrou s 10 1/2 da ma-
nfla e sabio s 1 /2.
Dr. Berardo, entrou s II1/2 da manh e sahio
s 1!.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 1/4 da ma-
ntea e sabio s 11 t/2.
D.. Lopes lv*soa, entrou s 10 I/i da maob
e sahio s 1M 1.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma-
*i e saliio-sil \ji.
r. Bastos de Jiiveira. en'.rou s 10 da
na ih e samo as 11.
Dr. Tavares de Mello, entrou s '.0 !/! da ma-
nfla e sahiu a9 II.
!. Ajudante de pharmaceutico, entrou s
7 1 2 da manh e sabio is4 1/2 da larde.
2.- Ajudante do pharmaceutico entrou i
7 1 2 da ii mii 1 e saino s 4 I/i da tarde.
Aisistenle, entrou s 10 da manh e sahi
s il
Ceiuiterio Publico -Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia-9
de Fevereiro, 03 seguales corpos :
lira felo- do sexo raasculino^PernaniJuco, Boa
Vista
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
Boa'Vista.
AJalgizi, Peruambuco, 3 horas, Recife.
Manoel Fernambnco, 4 annos, Boa Vista.
Jos Bezerra Marinho,- Peruarabuco, 2 annos,
S. Jos.
Manoel d Araujo, Pernambuco, 2 -asnos,
S. Jos.
Elvira Nunes de Paula, Pernamhuco, a annos,
S Jos.
Lourenyo Peres Femira, Afriea; 7J -annos,
aolleiro. Boa-Villa.
Uliblula liara 'i'Jierrza, Fenambuco, 25 an-
nos, soltelro, Boa Vista.
Joo Anlouio de Araujo^Pernambucor18 air
no*, solleiro, Boa Vista.
Juo.Barbosa, Pernambuco, 19 annos, soltei-
ro, Boa-Vista.
Vicenle Nunes Pereira, 70 annos, solteiro,
Graya.
Severina, Pernambuco, 3 dias, Boa Vista.
Dia 10
Luiza. da Costa Lima, Parah)ba, 29 annos,
solleiro, Boa-Vista.
Carlos Rubinio de Carvalho, Pernambuco, 6
das, Boa-Vista.
Casarina Guiomar de Mello Montenegro, Per-
naralmcc,Tfdia, Recife.
Miguel des Anjos Ribeiro de Parias, Bxhia,
64 annos, casado, Graya.
hrancisco Rodrigues da Silva, Pernamhuco,
50 annos, casa lo, Boa-Vista.
Joo Baptii a, l'ecaambuco, 14 anuos, Boa-
Vista.
Joaquira Jos de Lyra, Pernambuco, 50 an
.nos, cai-ado, Santo Antonio.
proclamas de c.i sainen tosForam
lidos os-seguintes proclamas de casaraentos na
Matriz da Boa Vista.
Dia-10 de Fevereiro de 1835
i* denunciato :
Olavo dos Santos Israel, com Luiza Mara de
Franya.
JestLuia d*Silva, com Raymarida Izaura de
Oliveira.
Joo Baptista de Salles Dulra, com Mana
Fausliniana de Carvalho Monlarrojos.
Felippe Nery da Saut'Ugo, coa Gandida Ma
ro-da Con#eiyo
Jo.- da Costa Czro, com Rosa Amelia -Ma
ria.da Costa.
2* denoneiayo :
George BaccUo,com Mara-Salles de Araujo.
Cosme lilysiario Pereira.-da Cruz, cora Bel*
mirajlaria da GinceiyoMarinfeo-
3' denuociayo :
Alfredo Gomes dos Sanl03, cora lenriqueta
Coelho da Silva.
Jos Cupertino Alve* de-Frailas, com Laura
Nirciza Fernandes.
Rotilio Antonio dos Santos, cora, Aula Juanea
Ferreira da Silva.
LaffaetteDireito das cousas. 1
T. dfeFreitas-Consolidayo das leis ci-
visi 4-gH>880 vol. ene.
ibRs -oosolidayo dasleis do processo
eivil, 2 vors.- ene.
Ribas -Direito administrativo.
Aos Srs Eiigenheros
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engiAlir.a inclasiv Les-
ee vte- C02ip!f:;s dd Lspla-
cg^ tu io por 5Q$O0O.
LJ.VROS RECEBIDOS DIRECTAMENTE DA
CASA EDIJTORA Dl S. PAULO
Joo de Sa Albuqnerquc-Cartera
jurdica,(1893) .2' edic. 1 vol. ene. 6ooo.
A. Lioy-A novaj escola penal, exposiySo
popular ('891) l vol broc. l-oo.
Alberto Halles -Ensaios sobre a mo
derna concepyo do direito, l vol. broc.......
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Maura Laeorda-Instiluiyes de me-
dicina legal bra/.iltdra, i vol. broc. OsJooo.
. Alberto Sulles Sciencia poltica, 1
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Th. Dias Comedia dos Deuses, 1 vol.
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Julio ue .Uattos -AllucinayOes e illu
ses, t vol. broc. oo.
Julio de natos v loucura, cstudo
medico lega1 1 vol. ene. (ij'noo
Julio de Mattos-Manual das doenyas
mentaes, 1 vol. ene. lojooo
.Dr. A. M. de SennaDiscursos srra
o systema pen lenciario, t vol. broc. &JI00
Dr Jo iiontcro -Da universalisa
yo do direito l vol. broc. StSooo.
Julio Ribeiro-A carne, 1 vol broc-----
3 5o o.
R bollis -Volupias, (leilura para ho-
raens), t vol. broc. 4jooo
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lisdessas obras nos aniraou a importarrao
esta 3'.
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qu'tffl-3 djlioo,xl89i, 1 vcK ene. 4jooa.
lAv-vom Ae edio*pftas Bsgotmna
^awd^Q, i vol. ajy j .
Historia da litteratura
Hapetkor iTrlounal de lustra
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE FiViREIR
DE 1SH5
?HE3IDENCIA DO SB. 10U. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A'e cra8 do coatume, presentes os Sr-., joiae
e n numero legal e o r. procura or s- ra jo
Estado, foi abera a sesi>3o, agpois de lida e
aporovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadoa o fcitos, deram-3c
os S'-k orates
JCLaAMNTOcl
Girta testemjDhive!:
De orpos do Ri ufeAggravante Cae4ano
loeoteoii >ia Siia RiOl-o, aggravala ari.
Augusta di Va^cooeoilos Lo>e3. Realo.' o-jas
(xilvo. A ijuo'os o< ]uiz m Al ueaa e Cirio
/_.Nao. se iojjou conhec.m-nto, unnime-
raeoie.
Aggravos de petiyo :
Dott-cifeA<.-uvaue Gaayilo Caval^ant-* rt*
A -,u ju. r -ce l.' lli jr o ja s Al u i ia
Adjuntos osj-iize8 Gil.ao e Co-ia Rb iro.
N'gou-se p.ov.oiruto. DtniSAtBWl e.
PASAUKNS
Do juia-AIraeida jo im'Z r'.is Vas:
A?p llaylo criuae :
.DotteciieAppellaQt 0 promotor puilwj
aju>-lJadj Jotjeeunqie Caraira.
Apaellayocivel >
eiy.iaaAmellante D'. Jos da CddSf<
il-iue io, sppedfi 'u Lo.z de Auorjde ie Aibu-
)iie q e Mitanno.
Do j iz Carlos Viz ao juiz Joo Carlos;
AppellayOes civeis:
U- Ooju >arora Applliaie Vtcenf Lopef
de *n looya, apptlUdo Joao Aves Camella de
Araojo Pereira.
D rtecifeAppet'aoteB rratt'isio li di Si.-
ta Guimiraei e Cilenuo do R*go BipCi8!?,ai-
pfiuJos os mesmos.
DISTRIBDIV'OES
AppellaySes civeis :
Aojuiz ioe Canos:
Do^maragyAppellante o Baro deTaqui-
re ina, appelladj o raujor Manoel ca R>cb
F.-r.r.)Z A joiz Gilva.- :
Do uon. Ja-diraAppailante C'ea>eiiltao{da
M..u Huero, app^Uado Majuel Eae 10 u-
Eacerrou s a se&aa s 12 tw-rai e 30 rairratc;
di tarde.
Pululares
AO PUBBICO E AS AUTORIDADES DO
ESTADO
Peregrino Alfonso Ferreira, delegado de po-
lica de Palmares, s agora cm 8 de Fevereiro
responden a acrusayo franca e directa que lhe
Ita pelo Diirio de 29 de Janeiro peranle ae au-
toridades anblicas.
O aecusado porem nao ponde ron-'eiiuir de-
fen lor se dos tres lacios que contra elle alie
guei e raudo menos conservou esta lizura de
linguagem, propria s de horaens de bem, que
o raereciinento do tribunal devia lembran-lhe
Julgou que se achava nos viellas de Palma-
r'S em mangas de camisa e longo do destruir
por provas os articulados da queixa (,onsu:iio
tolo o seu lempo em insullar-rae e s em in-
8ullar-me.
O insulto no cabe no caso como defezn.i As
auloridades pnblicas de Pernambuco dfreiii
ter notado que na re*posta de 8 o delegado de
Palmares deixou era p?, quando nao confes-ou,
fados graves. Tactos gravissitnos, crime.s rpiali
Hcad is, que perantc ellas allegu i contra elle
em 29 de Janeiro derivandi manli isatcnte
para o terreno do ar lo, que nao respondo, da
maledicencia familiar que nao admiro nelie, e
ate da Injuria a terceiro que sabe bem quanto
fflo atrevidos os ignorantes.
Mas Peregrino nao pode fugir da accusayfn
qu; lli; fiz, nem posso consentir qn; elle Tuja
En sabia que elle havia de furtar-se d ittvt
daquolles lies factos arengindo urna accosOfio
fofa mais injuriosa do que nvs.no calumnia
dora.
Nao ha de ser porem assim que elle so liber-
te da macula pdrpclua, grande macula moral
que o lollie-de ser funecionario publico, macula
de bibato, d atrabiliario, de assassino e de
laiioque a sua ndole o a sua educayao lile
imprimiram por tactos prora loa no cirao da
noji'nta carcassa
Nao nao nao ha do ser assim. Ao contrario
eu vou servir-me das proprias palavras paludas
e poucas do delegado Peregrino Affonso Fer-
reira para demonstrar aos seus superior s que
a aecusayo nao usou contra elle u na s p rase
f-il.-a e q e se elle mais tvesse fallado mais le
ria se compromet!.lo.
Eu chamo para esta poryo do seu artigo ros
posta uttenyao dos julgadorea, certos deque
para esle phito csto voltadas interessadamente
todas as attenyQ-s do municipio de Palmares
Eu aecusei pelo Diario de 29 de Janeiro o
del gado de Palmares, >" de ter espaocado bar
baramente Ires cargneiros da Usina Pirahgv
as- que enviei a Palmares na lardo de 1G
arlm de conclunirem com urgencia li saccas de
id Lopps'Mannarto tftunos, por fimples- peHniSso Vrb! e com a obriga
oor*64ponJ*iite te meu cunhado Dr. Jotquira- yao-de pngar mesma rnda que havia sido es,
rose t_'oinbra_eTTvrava para o'pagainento da fj- tiptilada con seu cunhado, mas sem eseriptura-
S"in lesignayo de lempo.
'Eis aqui a prova esmagadora em'prol deste
afsffrto.
O aTrt*4amenlo- f3it0.com.o coronel Ginyalo
o toi e devia omeyar-em <8f9 -veja se a es-
criplura.
I'ois hm, tris T.er.j'depols da escriplura,
teodo-se arrependido o coronel Goffalo, e feila
a erncessao lo arreiidaiaento nm trtulo ao ma-
jor Ferraz, escrov^u esta a t*vguiile carta ao
bario sobru a compra' de sem>ntes para a pri-
meira s.ilra do arrendum/enlo, leltd dora o coro-
nel (.onc;alo e passaxtod elie as coiidiyOes j
in lica las, no mesmo anno 1889 :
V. a caria:
Rin.-l*.!, II de Julho da 1859.
lilil.- -amigo ki barao de Taqaareiinga.
Dssejo que V- Ex", o a Exim, baroneza go-
em sii te.
Eu- mais o .migo Florentino llzmos possi-
vel para- comprar nos de swe rail res o sent, porm r5o foi pos-
sivel o Sr. Jos de lirilo ce ler. A' visla do qua
traamos, Blerms o n-gorio los ilUz-.-ntos Ceios
recebando logo o Sr. Jos le lrito'urrt cont e
em o.'nta 11:! ri; }j I". Bxs, mtwtrmtpfo para
esla coiipra, tlcan lo o icslo para quilndo fr
lirado o resto das caimas.
.Miniia mullier comprimen ta a Fxma. Barone-
sa. Eu do mesmo iJdo a '.'. E -.c, e disponha
do i'iueo proelfmo de queVii C'.ota veras seu
amigo obiigadissimo. -Man ei di Rocha Ferraz
de Azcvedo .
a' visla deste documento rrefragavel que
por esqueciraento nao Ibi junto aos autos, mas
que o sera opportuiiameut >, devia o autor da
nsulla di/.er que o 11111; r FtTfas eW simples
Prado a*ernambucoei
Resoltado da ioaerpc4" para a 11.a corrida .oe
tem lugar a 17 o Garrete met.
Ha eo a- imayaj. -.Miamcn. Buma ik,.. Fin-
io e Camors.
Pareo Inpreas?. Ptatnoo, Forraso, Tarde-5,
Plu.ao e Camors.
Pareo Derly Clab-*Malaiv Gilaolete, Meadigr
e Pa.cnoolT.
Pareo HippodTomo-do Campo Grande.(Con-
quistador, Gituno, Palh'Co.e Vloaansa.
Pareo Sportmaon.-rDirtador, Fortaleza, U:i-
plsta, Ga'ono, Dhblrr?, Abysjio e Vinganya.
Pareo Estmulo. Guami/iTdolon, Olida.(flla
oo. Campo Alegre, DeJitojer, Laciler, Tiiiei t-i-
Balisa.
Pa-eo C)a8olac5o.-Oln-a,:S3ragosa-, Zi.raso;
r^s, Ca'idade, 8anqae*eo, N lo, Sop-ano, Bjrsn-
leta e Chata nbriaid.
____PERNAMBUCO
Caixa EcMWfflia e Shmtede Soc-fJ;
cirroHlePeraafflfeuco
Balancetes cm 81 de iiacirn
de 1S5
CA XA ECONMICA
Activo
Alfandega de Pernambuco 5.093-128*300
Moae e3cc:orrocyd;pas8agetn 4.3Bill
Caixa
Passivo
Depsitos em contas corcentes
MONTE DESOCCOUBO
Activo
Emprestirao3 sobre penhores
Movis
Apolices lo Eilad.o
Despezasjreraes
\ liaus.riei l,S
Caixa econmica c/. le de.oosit.s
Caixa
1T.019*000
5.110:330
B.irO:i63*360
PHlCO
Capital
Saldo de penhores vendidos em
leilao
Lucros e perdas
JSSOi
Cxi fii(rnom^C8ie/-Ti)aT>aj(eui
ti!.'336*SS>
1
9:S88l<37&
i8i#*8>
-28eei>
4.31BT70
Pernambuco,-11-*e Pkvereirs-de 1893.
S. E.&O.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
cal, 2o de ter mandado esbordoar pelos sel la-
dos de polica ao individuo de nomo Jos I an
de, dentro do engenlio aparamiuba, por tal
raaiieira qu; o paciente expirou oras depois
na cadeia da cidade e 3o de ler s 9 horas da
noite de quinla-feira santa do anno proxiniB
pas.-ado na ponto de Japaranduba, esbordoalo
pesso lmente, calila Jo e roub ido 1 um portador
dr. raeu cunhado Dr. Joaqnun Jos Coimbra a
quantia cerla de dez conlos de res.
X ida mais claro no meu artigo de- 29, na la
mais franco, nada mais directo.
N.ida tambera mais .iir.nsivo se pode ducr
uiu liimein, e tudo foi -dito cora a responsabi-
dade que no caso caba. Eu assignei o que
lissi-, eu sellei o que escrevi e fia recontiecer a
minha firma.
A resposta que julguei nica possivel era ser
evado ads iribunaes, onde- esperei era 'vil > Pe-
regrino \ffonso, onde desalio ainda que ella se
apresante- p.-.rai applicar-llie a* dorso o corado
processual e mostrar quanto' elle. p'.-za naba
langa do cdigo penal.
I'ois bem. O delegado le Palman?, puxado
assiramela gola iranielosanient; a-barra da 1111
prensa peanle seus superiores, respondeu a
artirulayao do 1 facto assira :
Sbese que os arntiizen s de'carga, aqui,
las duas viss frreasfacliam se s-o roras-da
tanto no ontanlo que os.lres-c-irgueir-os deca
amia s t Horas- da noite percon'um as ras
dacdaiie pBrurrroaodo o socegdpublico e oora-
metftndo in*leneiasrpelo qae a-pairblba ron
lante obrigou-os a argir'o catarata)-do ponto
a que se uesiiiiuvam
E nada mais.
De modo que neste periodo on da deraens
trayo, o jogo de convicy&o, esl rr'aqnelle-"' sa-
be-se que osarmarens oecarga das viasfer
reas fechara se as 5 1 ra3.
Elle nao deseen a rainuciosilade do esbor-
doaraento dos 3 pobres cargueiros, nei disse
que as-cagas de cal s no da. seguinte foram
ap-iu adas" as ras de Palmares onde -a preci-
pitayo dos furtivos as abandrnou, nem deu
um s testemuiho dos actos ueinsobuiinacao,
da* insolencias, e das perturbayes do soefego
publico, pralicados pelos cargueiros esbordoa-
dos.
' Parece que os cargueiros" enviados sol alto,
despachados na estayo de Una antes das 5 ho-
ras, lavarara al 8 horas ra a fora a belgar, a
planar e pordim j embriagados- a perturbar
o soci'go da cidade.
E' falso ludo isto. Eu onvili de Pirangy os
cargueiros as 6 l|2 da larde n'ura caso de
urgencia e longe de receberera a cal na estajao
da liuha ferrta elles receberam no -arraaitera
do illuslre coramerciante Sr. Vicente fcag*eca,
um dos forneesdores- da Usina !
A' que licarrednsrdo tal pi-riodo de defeaa ?
f'l so-conseguio embora pallidamente demons-
trar quera ler me qu de-fado os meas car-
gueiros foram esborOoidos pelrj pjlifcial indfrffen
sivel, isto que o- felo qu. eu alleguei' um
facto exacto, futo ,~que v delegado de Palrau*
Tes capaz de airupellar o serviyo regular
d'uma Uzina onde se trabaltia da e noite.
A' articulayo do t. laclo, gravisimo faOto,
o delegado Peregrino respondeu assira era 4
phrasss.cum -testimunho s de sua *palatra
que nada vale como se uecusa.o de assasi-
no nao fosae niirecedorr d umitas paginas 'de
defeza.
< 0 caso do morador-no.engenho Japarandu
ba, resbUairte detulaquc se iravou entre dous
individuos, j foi cabalmente explicado pela im-
prensa. crirrinoso est preso e processatlo,
o que prova nao ter sido acouladofmera protegi-
do.
1 Parece que neste periodo a interveiyfio do
delegado-fui posteriora lula e que nem nter-
venySo houve porque a ella nao comparec.u a
sua polica.
O criminoso esto preso I
i'ois bem Ainda aqu nada ha de etact
seeao o ficto allegado pir raim. Jos Grand:
-foi merlo por Luiz de tal conheciio por Lulu
de Japaranduba, acoinpinhaio da palmilla do
elegader A viuva de Jos Grande viva, as-
sistiu ao crimo, o o-narra a tolo mundo corao
aqni vae. Por oulrccladose eu n5o tives-
se escrpulos eilai-ia o>nomenle habitadles de
Palmares-oque virara passur o paciente pe 113
ras da cidade eaainbo da eaieia, colado uina
cangalha, agoaisaiHe ao-p^nlo de expirar an-
tes de che^ar ao ponto determnalo, cercado
pelos raesmos soldados que o aelegado man-
-loo a Japaranduba ucom<*aiiliaiko ao quoixoso
Lulu.
Lulu nao est preso nmn-foi processalo como
diz Peregrino, ao contrario est sollo e neln
sombra-de processo ha contra elle porqne mo-
rador em Japaranduba e seu protegido.
N5o nao ha o qne-fugir Quando mesmo
Lulu losse pj-eso ( e nao esse outro tasta de
ferro que Peregrini se -prepara para absolver
o primeiro Jury) quedda se pode fazer de
uradelegiJo que tera soldados que matara ou
deixam matar, (la um delegado que enva a po'
"icia para prender e reevtber o aetento agonf-
(lha seennel da Usina Pir;mgj-a.
-Accusi-i-o era mais de aera pal ivras, r;itunn-
.da arprovas,- as presnrmifO;., mi' era- m
f-qolnio'fose bastante fira faer t'erL-griio vir
I a uoprensa xpticr o nun;a exiicado-eaeo do
preto.
Eu eslava 100"o piro 1 vir eta narrativa da
rcc:ade Peregrino tesleinunln do f*cio, Causa
dille.
Quol do i 1 era dotsik como resposte nica est's tres
simplerpatvras e mais TiadJ, nada mais,:
T'm'iem jd fui tteltiteidt fff xurpreM' a a
rccirrtncia (ue se deu com o-criad* do Sr. Dr.
Coirabra, da 'luiire'sullou-llirf sufinli elle al-
lega, ter per li lo a quintia de de/, conlos de
res. Nio lia df..-za mais patuda em caso
lo gra>'e.
Un simples esclarecimento pela iiriprensa
na data do saqne nao Instara para defrader o
delegado impone. Mis queJouonao fora ita
tal accusalo qiiem souber qae nunca, nem elle,
n'inns, n;m ninguera, eacrerea urna pala
vra pela iraprensa sobro tal fado, nem en
iiart.-s polretaas, nem i-m sol.cita las. nem .m
noiicisrio 1 '.
Nunca! ladesa'h a P^T'iffrino ATonso a
colar 111 vilriin OMm pubH-i o i', cifo tal es-
cl irecira 'nto peta mprens 1 t> m 1 d&rei par des-
loase rado ii-val-u aos olti js do governador o
da qii's'.ura J l'eniioilmdo e me dare por
vencido.
S*reieu entao o atrabiliario, o assssstdo, o
b.ba.lo e o ladro I
Mas Oto Quando mesmo lal esclarecimento
tivesso sido feui j 1, Fer.'g'-nhi) tinlia a obri-
g.t'.-o de renoval-o dianie Ua re/ tcao di balel
S'mi Eu quera ier o gusto de* relorqaira
Peregrino as palavras de seus a a gos e nitor
mediarlos da dala do ronbo que iiiante da
noasa inlenyio de procrs-ai-o, ppellaram paia
a eseapatoria da bebedera como altenuant-.
Eu ijaeria i.t o gasto de ouvir Peregrino pol>>
menos confessar q e assislM pessoalmente, val-
lando beiiudode uraa pescara no ayo le de Ja-
paranduba, ser esbordado deshumanaroanlfl
0 suqii 'i io pelos seus soldado! O carr egl tur
do dmlieiro s 9 hras^ da noite, em rajio da
pon:.
En: qualqui>r dos rasos en pergenio as auto-
ridad.s superiores que qu-ll'i tlcati vo serio lll l
rece este policial que ou nata oa deixa matar
>u rouba ou 1 eixa roubar.
Peregrino, eapaneado em ua pn-sinya e j
foragido o portador de dinheirci ttlheos sOube
pelo menos qu I va sino saquala urna bolsa
'\ 'S-iicamnih id-i seu caVallo.
O qu; fea, perguTto eu.que providen-ia to-
ra iu, iinmediata o prou.pia, cin^ato como es
lava de sol lados, isto de-agonles ta polica
pira descubrir o saqueador e reembolsar o s 1-
queiilo ? ,
Pois ha>*er esla BtUVptbS li.p-d es.-) a u:n delegado, pre-
sente na oc:-isio de -um aeeeUo fiilo por 8 lio-
nims u:n vi mlante, dejcobrir quera ruilbou
a este dez conlos de res '!
O imoMUsivel o conlrario.
A um |ijI:ci;:I- honesto n) filiara m;ios de
df.-cubrii* quasi iinmcdiaianlenl:, quanto mais
posteriora] 'ire, -mera foi o ladrao d'um van
danto o tifio de um nemwe lo limitado de
as-altanl:f seus tonhecidos. era elle nuil-a
aveiUui'oao ii ue ile um Bd que pre uiuis-'i-
liaver s do o criminoso, uem nunca procurun
como lhe cumpla ou o autor ou* objecto do
ronbo.
E' porque f >i ei'e me E faia j ura ann 1 que o seo do equ| ci
ment colina junto as aguas do Una facto t 1
vil. factc'ao Deprimente do ca acter dapolua
de Palmare:,, sera u-n phantasma s ter a co-
ragem de dar a nnia noite o mais simples es-
clarecimento vocal, quinto mais em leliras fcar-
raiaes de imprensa, do caso do saque com
raedo talvez do chanfalho do delegado.
I'ois eu, que nao 0 temo, retuvo esta escla
reclnenlo e o fiyo n luz do dia permite as au-
toridades pub'kas do Eslado, cuja atteny-io re-
clamo m-ils urna rea.
Palmares, 11 de Feereiro de 189"<.
.tnoat'o (/) 1111.
128:08 !*716
6:33"*67
1:000*00
3:0S9I6H
8.83o*lft sanie ouj morlo ?
W>#,4> Nao! a circun'Htancia da restdsn^ia *ocrr-
9fl36/W6J rainoso no engenho Japaranduba junta a-da li
________- beniade do noratamente nunca libenar 157:21 i#OW" grino da macula doassassinio de que elle foi
mandante.
O laclo que allegmi exa.-lo As tintas que
elle lhe deu sfto falsas e as autoridades supe-
riores teem refeio de verifleal o de modo a nao
ch'ixir duvida'em seu espirito.
0 3.- facto o man iraport-inte. Fu alle-
gue! cora todas as minuciosidades, com oias
as circunstancias,JMcatestcmuntios, al apon-
an lo o cartOTk onriV foi instaurado o prOCesso
15~:21 :*0' oant a Peregrino AfTonso Ferreira
JSu aecusei Peregrino e o aecuso de no*o do
1M0 da imprensa de, como d< legado de Pelma-
Ij nipei-iiti- TrihHiaal -lo-Js-
tica
A consulta por parte do major Rocha Ferraz
na questao de despejo do fingen o S de-Ran-
chos, para obter pareceres de advogados'ein
contrapo tra-elle julgou procedente o despejo, sl1 er-
rada.
Pergunlou ell i na consulta :
O cultor de ura predio agrila por raran-
todo do respectivo refldeiro, parle regittraa
fiara contra si ser- dirigida aeyo de-despej do
mesmo predio?
Mas o major Ferraz nunea oi nern cultor
do engenho Sele limeo*por unadado-de bu-
Irem ; o propno'rendeiro.
Nesta quahdade foi-lhe -propesta a acyao
corao reodeiro e detentor do refe-ido engenho.
vindo elle com excrpyao de illegitimidaie
de parte allegando que era simples cultor por
raandadodotoronel donyalo seu cunhado, cora
quera o propneiario tinlia felo urna escriplra
ou coatracio de-arrendamento provou se <|ue
esse ar endaraento lin a caducado,liolK Acido
sera-'eirerto,. 'pewnitlindo o -proprietario a elle
Ferraz ticar como rendeiro porsimpksaniori
33500 Verbal e terapo Indeterminado pagando a
mesma renda.
Froteaion-se par seu depoimanio raspelto,
como pela exhibico-dos- reeibis das^oiidas
passadas a ella-e nao a* coronel Gonyalo ao
depoz nem apresentou recibo algura de ron la,
passado a elle ou ao corone Gonyalo, que dfza
elle ser o rendeiro.
Poi'jnlgado coofesso.
Produ se, que alter que estavaaollectado
para o p igameolo do imposte- sobre a rewfa'do
eogenho; conr certidao da collectofia.
Frovouse, que elle- seeonsiderava r*ndeSro
do otigertho, Cora xerlhlOo de un recurso in'fer-
p istu-para o Sperir Tribunal centra o reforidu
imposto .e da procurayo que deu ao seu advo-
cado .dizendo-se reddeiro do ineocinnado n
geiho- ....
Provoa-se mais" isto com' certidao das allega
yes que elle fez ora urai acyao que o conceleo
raamwpal tlw moveu para o p-igameMo-do ira
posto alludido e era que elle neo ailegouillfgi-
tiiniate As parte.
l'rovau-se raais: que todos os productos do
engenho elle os r .mettia em seu uooie ao sfeu
correspondente nesta cidade a visla das certi-
(Mea qu foram juatas aos aulos.
Ora depois deste cumulo de provas, e prtAa
plana da confissa* julicial, podia-se dizer ha
consulta que o major Ferraz era simples cultor
jlo engerido porraan1*lo to oulrem, invocando
lie o"direrto de terCeiro para se eximir de res-
ponder e-iiccfco le despijo?
Di tnats a consulta:
i onfessatido o autor fexc;pto) que pedio1 o
engenho porqne a eseriptura do arreBdamei'o
(de Gonyalo) segn io elle pensa, nulla pula
falla Ua assignalura de sua mulher, a acyio
competente 6 a de despejo ?
Outra weTatido.
O autor nunca fez conrssao deste genero-:
tratou la nullidade ouiantei da cadueidade do
arrenlammto feito com o Sr. coronei Uonyilo,
drzen io que, nem sua mullier, que figurara
como parle contratante respectiva eseriptura,
tierra assigmdoi o si su tratou'dessa nulli-
cultor do aflgenbo Site Runchos romo preposto
(u mandatario do coronel Uooca.0 ?
i-Ois sobru todas as piovas 1 1'a3 em contra'
rio, ao menos en vel que o major Ferraz, rico
pr -ipri itario, fosso para o engerlio Sote (t anchos
eomo'geslor de negocios do -seu eunhado o co-
ren el Gonyalo?
lira relate ilca interramente fra il duvida
que a consulta fui redigi la mi.-iosuiienie.
.No temos p ir costurte discutir as questes
juliciaes |iela imprensa, mis -romos provocados
e entendemos coivenitnie reataM wr a ver
darle lo fado sobre o qu.it o Superior Tribunal
lera de decidir.
Reproiuzimos o accordao que ji obtlveraosa
nosso favor, por causa dos erros la publicayao
eita abai\o dos parecer s, que respoaderam
consulta do Sr. major Ferraz :
Aceerdao em Superior Tribunal, vistos, rela-
tados e disentidos os iu;,i-: que refonnam a
sentenca appellada, que ju'uou improcedente a
prsente ncyo, intrnala peto Jaro de Taqua*
relio-a -contra a mejor Muro-I da Rocha Ferraz
de A/.ev do para o despajar do engenho Sete
Ranchos-ile que aquello seahor e pessnidor;
porque nao procedenle 1 d fosa allegada pelo
reo,o eiil que se luudou a .iisina senlenya, de
que cora etfettO'esl o raesmo o-copando o en-
genh i; tirando delle sefrasj ele., mas, por con-
seiilimento e ewslS do rendeiro o coronel Gon-
cad Jos de Mlo e. cont tal, nao se considera
p-.-s.soa ou pirie legitima para responder a cau-
sa de' espejo, mas ScUi o r.-ferido coronel:
pois visio qu; era lal hypotnese. nunca se
poderia admittir a illegitimidade do reo para
respon ler ;>o despejo e iao smenfo o ain-.ito
delle 11.Miliar a pessea do'ren.leiro para defen-
der a causa, na-forma da od. liv. 3- ti l 45
tO, o qne'nao fez e esl- coMipe.recetido, s elle
eiitSo"ab3iilv drda intanciu e continuar a lide
con o nomealo, ciso o-ro fosse apenas o seu
P'-eoo-io. Mas, ura 1 ver qne'-es' evideneraen"
le prov.tdo qire o r e's'l de pose do rofeiido
engolillo, percebendo os seus frucros, sera titulo
algom de sublocattino. por1 urna transfe^ncia
partrcSIar o eaunrart, sera m-nlium-caracler
juridici e legal, do arn-ulamenio feito pelo C0"
roael G'onyilo Jos de' Mello' e constante de es-
iTiptura de fillias, era qui :li.i"l este nao foi
lada a laculda'fo de sublocar e, (juando o fosse,
a *nb!ocaeae s se pdbrr dar iwr" eserptura
publica, rjfrfanaee liv. |* lil. 9 princ. eS !;
qoe por cinsegu:nle o r) es!a ni go o da re-
ferida pTopriedade contra ,t voifrade- de seu do-
no, fi'zeri'lcrthe'-viotn-ia -justa posse, por
quanto o'pr >prio r ndeiro, quanto iniis aquella
que nat'o por titulo nlgum le'g'al, s'fidie re
ler a cousa era nome do proprietario e se pro-
cede em contrario colnmelle forca, Correa Tel"
les DouiTa "das A-eyoes -note ao 37o; re-
formando como refonnam a senlenya de fls.,
ju'gam procedente a acyao e p ir sentenya a
eoraminayao imposta ao d -spejo, condemnando
o appeJiado as 'cusas.
Recife, 13 de .Noverubm f189\. -F. Luis,
presidente. Teixeira de S. -Caldas Brrelo.
Almtidt: Vencido.
Dei proviraento'aappellacao, mas para annul-
lar'a'flcyao, por ser illegiiima a pessoa contra
quera (oi ella proposta. Em t" lugir porque o
marido ple, sem consen iieuto da mulher, lo-
car ou arren lar beh3 do casal, puis que sao
actos de mera adtnirtistra 5o : .'rnente quando
se "trata de venda ou allenaoo que esse con-
senlimento Se torna necessar'ro. -No dominio'das
ordems, liv. 3. til. 47'e fiv. 4o. tit. 38. exiga se
o conseoiiaento da mulher porque os arrenda-
inntos de mais de dez nnos traftsferiara domi-
nio, estaS ords., por^m, foram revga-lB pela de
3 de Noverabro de' 175/. Lobao de Mello, liv. 5,
lit. 6, >? 18 e 8, const. 'das leis; arl. 611. E
anda quando srivesseraem'vigor as ditas ords.
nao linhara applic^ao ypothese dos aulos
de que^e trata, por nove ann 13 apenas. Em
2o lugat, porque a ac?8o do despejo na hypole-
e dos'arflos, sraente pessoal, e portanto s
pode ser-intentada contra a -pessoa obrigeda.
Dout. das-acy&iS annos, por Peixeini de Freitas
7o, e'mente se torna directa, isto contra
iiquellrf'Cffle detra a" propriedaie allicia quando
nao ha Vferdadeiro respsnsavet legat.qnetleva
responder acyao que na hypothese o rendei-
ro, e tanto assira qoe-'o inquilrao^sub locando,
e ainda- que o proprietario; recabesse djsle as
rendas nao Sea exonerado de sua respnsabili-
dade. Correa Telles. Alera de que o locador
pode sublocar, desde que no contracto Ibes nao
len'-a sido isso prohibido Coelho da Bocha 832
le 6 di cod. do locat. Ora, 00 contracto de ar-
rendaraento nao s; encontra lal prohibiyao e o
proprio proprietario conseritidna sub lo'cayo ta-
cita feita pelo rendeiTo e o appellado desde que
este est usufruindo a pnpriedale arrendada
ha cinco annos, poue i mais on menos, e s agora
que lembrou-se de despejal-o ; convindo- no-
lar que na) se allega lilla por-parte do renJei-
ro e ainda faltara qtntro annos para terminar o
contracto. E', portMito, injusta a pretenyo, por
parle dos autores, de rescindir um contracto que
se acha revestido das formal idas legaes, e o
que mais sem anuencia da outra parte con-
Vaciante que nao deu'molivo a essa rescisao.
Dr. Gantes Prenle.
1----- ----------
ili.iiri mi ni'orit e 11 wcncia
AO DISTIN'CTO tLYNltO DR. ALFRE-
DO COSTA
Quizera possuir hoje urna lyra seraelhanlea
de Vollaire, urna penna de ura Vctor Hugo,
para fallar ousadara nte p-ranle o publico,
aflm de patentear em cores bastantes vivas, em
eaiylobnstanie sublime a cura maravilhosaque
acaba de praiicar o illuslre Sr. Dr. Alfredo
Costa.
Fo'para mim urna alegra lao-jofila, tao -su-
blimo e'ta etlificante, por ver minha mulher
salva-fe um aborto, a qual j prestes a exhalar
o ultimo suspiro em meus bracos, j quasi a
soltar o ultimo adeus desta vida, contemplan-
a tiotoa assignaaoj o si se uaiuu dade, foi por dcina*. do-a cm) "S"^taTOT*rdor; e faltando me at
A voTdade, porm, esta e elle.sobrenada f sobrehumanos para rae vencer a mim
esforyos sobrehumanos para rae vencer a mim
mesmo eis que j canyado de soffrer por ler
perdido todas as esp;r5nyas-le sslval-a, fui ter
cora o Ilustre medico Dr. Alfredo Cosa e este
empregando todos 03 seirs esforyos scientificos,
lo los os seus cuidados, todos os seos desvelos
e carinhc?, salvou a. r
.Nesta occasiS ihfluxlbnado pela gradao,
como ura testemunho de um estreraado- rco-
i^ier rou.iadoda bolsa do pobre preto Bazilio
Bnoitcdi quinla fera-Sunta do auna paisa Jo
quantia de dez cintos de res que o Ilustre
nos autos e ha de ser ainda iniis ruborada coln
ouiwls provas.
O Barao de Taquaretinga arrendou primeio
o engenho Sete-Ranshos ao Sr. Hisbello Barboda
da Silva.
Lavrou'3e com este a competente escrip.ur,
mas elle arrependeu se do con'racto e abri
mo xlelle accordando arabos na j-^er precis,
fazer eseriptura de distrato. 1 ny,gcimeVo,n4'Veixaftio essa" virtnd* fraca
Era seguida arrendon dila propnedade ao .. ja eu lenn0 a dizer tos taronsraente
coronel Gonyalo. Foi lavrada a escriplura. Mas
o coronel GDyato lambern afrepenleu se do
arrendJrednlo por ter comprado o-engenho Ba
tateira no raesmo municipio.
SublocMyao 0 coronel Gonyalo uo poda fazer
por n&o estar pira isso autoriado peda-esen-
, ptura,~nem a fez.
Inrerpoz-se entioH) major Ferraz e pedio para
Si o arren lamento aoburo de^Taquarelinga.
' Consentto este qde elle fleasse-eorao rendeiro,
e vil lisonja, eu lenho a dizer tos UtoPsraente
n'uma expansSo in ima de contenfaraento,
corao deve ser a de um chefe tfn-famrlle -mul-
to ob.igSdo. Em retnbuiyuo offereyo-vos
minha eterna gralidao.meus humildes protes-
tos de alta stiiria e conSIdrayac,' desejjido-
vos urna existencia toda fiada d'oorbeseoa.
Eu vos sa lo. .
//. F. Chdta. '
12-1-95. *
(
-''

>-*
CiVMD


i
Diario de Pernambnco 4|narta-feira 13 de Fevereiro ci f $95
Festejos carnavalescas
Os moradores da raa Mrquez do
3erval preparara para Jos tres das do
Chntaval, expandidos iestejos na re'erid
*. Tois p^ra isto j deram nicio, orga-
aando uma commissao com pleta dos
aeg-uinte cidadaos. 1
Alfredo Manoel eronymo dos Fassos.
j). Reg. i
Ararjo Lima.
Polybio deOliveira Pinto.
Francisco Jos da Silva.
Joaquim Antonio Souza.
-------------------------------
Engeuuo Rede
Protesto contra a hypotheca da safra
maisbens do engenho Bde, no mu-
a>o de Amaragy, feita pelo Sr. Esvaldo
Ottoni Vieira de Souza ao Sr. Antonio
Gnhermino dos Santos por nao ter
auignado dita hypotheca nem dado meu
sentimento, sendo como consta das
<,tras do trrendamento do mesmo enge-
jal aceitante e tambara ccnsenhor da
a asma safra, coma hei do provar em
:iro, onde vou cnnullar a liypotheca.
Se-if-?, 12 de Fevereiro de i8y>-
Affonso do M. AL Ncves.
Carallo
Furaraai do engenho Aju-
uitttc.uiimicipio da 1] eudu.um
cuvallo caHtanho ruzillio, fren-
se aborta, tres ps brancos, al-
to c curvo, oa una aiiEo urna
ancha braaca, andador de
|MMica a toda altura, tamonho
regular, bonita figura,: rccoiu-
enda-se s autoridades, e a
pewsAa que noticia der se gra-
tifica.
aos mesaios ttulos, devia co-
mecar eni J un lio de 1SD4 ?
1 ni titulo de 1 obrigaSes
que possuimos est firmado pe-
los Srs. Lima Dliarte e lia noel
Bnndeira e datado do Recife
cm '1 de Outubro de 1893.
Respondam-nos, pois, osses
Mrs., cortos de que, so nao nos
respoodereaisatisfactoriamen-
to, levaremos o assnmpto ao
conheciiucato dos Tribunaes.
I II1 VICTIMA.
Rccire, 99 de Janeiro de
1895.
Professora
ISnamerita Constanca Lavalcante de
ilbuqaerque, habilitada no encino pri-
mario, se off-rece para ensnar menina?
nilgum collegio, ou era casas de fann-
A tratar cora a mesm Sra. em l
ssana estrada de Joo deBtrros defron-
o becco do Espinbeiro.
Companhia Promotora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-se aos Directores
dssa Companhia quando ten-
rkmam pagar os jaros das
SOO.OOO obrigacSes ao porta-
dor qae emittiram oa 1893,
aja promessa de pagamento
evo se offoctaar em Jaaeir^
Jullio do cada anuo a partir
c 1891?
Outrosim, quaudo preteadem
faasr os sorteios para resgate
jos ttulos desso emprestimo,
pie. segando declaractto feita
Caabinete de cirurgia gernl e
especial da bocea
Dr. Jodo Rangelparticipa aos ?eus
clientes que reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i." an-
dar, onde pode ser procurado das i
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com asignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em act
continuo e os outros servidos logo qun
terminados. e
------------->---------------
Peitoral e Cambar
2:000^000
Do-se 2:ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
anda mais graves, dei-lhe entao o Pe'
toral de Cambar, de Souza Soares, 6
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J. do Nascimenlo
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Ch micos
COIIERClu
B*!ea CMMMMtal *e Poraam-
bnca
aOTAceas FFiaiM da jonja bos caBRKT.Rts
traga do Recife, U ** Feveretn de .895.
~uo hou'e cotacfto.
- trsnente
Antonio Marque* de Amoro.
secretario
Mantel Gonjaltes a Sil Pinto.
amblo
Prac RiCife
r* Raucos briram cem a M 5. 80"re
-^re8aMdi>.con.tiodOBaU larde algu
5?,rrwB.so!.9lM. fecundo o mvcado
'DpS9pel'8parti.-o.ar e b.nri. remnado
Kjte negocios a 9 13,16 e a 9 m.
< otaces 4 enera
Pan agncui/tr
Asucar
jiws po." 15 kilos-
;>MttllBaiii por 15 k,las .
>wco,idlo, idea.
jonjeaos, i leu, dem .
teacavado idam, idetr. .
3ib seceos idena idea
3riD melado, dem, dem
jtMsr.e, idem. idem
5/600 a
5OU8 a
4*600 a
3*7M a
26t a
241W a
t*9*> a
1*300 a
6*T0o
5*500
5&B
34800
28tW
:*:(u0
2*100
1*700
Algodo
Cbtamoe nomical a 11*100 por 15 klloo.
tleool
rtr pipa de 48 litrea 2M* venda.
A(aardate
9tf pipa fie WO litros U5* eada.
Ooareo)
Seceos salgados na base de il Woi 680 re*
eada.
Verdes a 480 ret, inal
Caraaaba
COla-se de 13* a 23*W por 15 klios.
Mu
Por 100*000 nomical.
7iELLA DAS ENTRADAS DE AS-
8UCAR E ALGODaO
Uez de Feverairo ______
idicscaa .....
*ereo.....
Aaw8 .'
Artrada de Ferro Central,
dem de 8. Francisco.
Mea do Ltmoero.
Somoaa.
A88Q- Airo
car dao
Das Saceos Saccas
a 9 5C665 600
a 11
1 11 1926 1093
a IS 6120 40*
a 9 39879 tto
t 9 27249 3528
... v
itmi "5733
KiporlJieo
ecife, 11 de Ferereiro de 1895
fara o exterior
- Ni yapor ioglex Heoley, para Balado
bldoB, carragaram : isniciina
PWilman & C. 6,890 saceos com 764,350 Kilos
Jtftaoucar rnaacavado. j__ p
3o patachoamericaoo Matbey, para e.i-
dot Unidos, carregon :
. Ponteo, 00 Baccos con 37.500 tilos de
arocar mascavado.
__No vapor alletnao Bsbitonga, para Lis
-XA ca^'econ
Conipaob'a de Estiva, 462 saccas cora J6\77b
atoe de algodSo.
Para Hanburgo, carreea-am:
rBorotetaan C, 50 cooros verdes ppaando
J^BO kilos.
Para Lisboa, carregaram:
INSTITUTO PHILOMiTIGO
RA DA GLORIA N 33
Dirigido polo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas deste collepio estaro abertas do
d a 7 do correnle fui diaote.
Elixir Anii-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Vlanoel Cardoso Jnior
pprovado em 21 de Marco de 1890 pela iosi-e-
dorla geral da u'igna junta de higiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de comoosicao toda vegetal pre-
parado segando as regras pharmacenticaB.acon-
telbadas pelos autorjs modernos e de recoohe
i> a catiaciaade scientifiia laoto no pan como
qo ee'rangeiro.
JPle Elixir o producto nao so do erande es
N. Hala & C,
2 ton kilos.
400 coaros esputados com
Para o interior
o patache no'neguense Hins, para
Pelotas, carrecarara :
M S. Man, 200 aaccos com P2.644 kl38 de
se oca r Drdiico.
Nj p'atach3 noroegoeofe Rosalie para
Pelotas, carregoa :
M. a. Mata, i caixa rom 35 kilos de doce.
No vapor nacional Santelmo, para Pelo-
tas, carrega.-am :
P. Cmeiro & C. 100 pipas medindo 47,000
litro- de asaarieote.
Para Rio Grande do Sol, carncaram :
P. Caroeiro AC, 5 Dioas com 2350 litros de
alcool e 10 ditas com 4700 d'tjs deagaardeote
Na vajo- ingle Prioce, para Sanios,
carregaram :
H. Ba-le, 30D barris com 4(0 litros de agur-
dente.
A. Maia & C, 16o barris cjm 9.SO0 litros de
aguardente-
No vapor allemo Paragoassu'., para
Sanios, carregaram :
PdOlmao & C, 1U0U saceos com 60 000 Kilos
de aseucar ua sea vado.
S. Gaimaraps & C 9u00 saceos com 120,000
ki oj ae assucar mascavado-
No \apor ta:iu l Capibaribp*, para
Si0t08. carregaram .
i. Pinto* a, 700 barris com 61,600 litros de
agurdente.
4 Bailar & C, 476 saceos cem 23 560 k'los
de assocar Dranco e 285 dlios com 17,(00 dilos
de dito mascavado.
no taoor ailemao Oltad >, para R o de
Janeiro, carregaram :
Graoville & G., 10 saceos com 600 k los de
assocar mascavado e 115 ditos com 6,90 mos
de dito branco.
no vapor oacioaal Pernamboco*, para a
fiada, carretn :
Companhia de Eafva, 500 saceos com larioba
de mandioca.
Ni br gee dinamarquesa Medor, para o
Par, carregaram :
P. Caroeiro a C, 520 Baccos com 30.000 Kilos
e milbo
No vapor nacional S. Francisco, para o
Ceari, ca re, aram :
M. a. Sim08 *C, 100 barricas com 1900
k los de assuc r retiaado, 50 dita- com liOO
ditos de alto branco e 10 saceos com 750 dilos
de dito mascavado.
C. Fernardes, 750 kilos de cera eu velas..
J. S. do Amaral & C. 20 caixa com 480
litros ecervtji. 20 canas con 160 ditos de
teotb'a, 140 Dtrris com 4,900 ditos de vinagre,
24 caizas com 810 rtitos de vioho de fructas.
Na barc8C Rainba do Sado. para Ma
cei. carregaram :
P. Ferreira & C, 50 caizas com 1150 kilos de
sabao
Na bar:asi Francisca Octavia, para Pilar
de Alagoas, carregon :
j. >.. Fooseca, ICO caixas com 1,300 kilos de
j niale nacional Dbos te Goie, par
Aracaty, carregiram :
Companhia de Estiva, 10 saceos com 600 kilos
de milho, 5 cali com 110 kilos de saao, 4
barricas om 360 kiios de assuc r retinado e 2
latas com 32 litros de alcool.
J. S. do Amaral C. 5 barris com 430 litros
de mei.
r,o hiate aacional Adelida, para lta:o,
Barboaa 4 C. 7 bsrris com 400 litros de vi-
"'l^C. D. Ribeiro, 10 saceos com 4C0 kilos de
assucar branco
No mate nacional Aaroraa1, para Macao,
C8P' Bijr3n3
Barbos & C, i barril com 80 llroo-de vina-
gre. W caixas e 10 garrifes com 340 ditos de
fcep8D"anna ft C, 1 barril com 96 lras de
VlJ2gs'e'do Amaral & C, 8 caixai com 72 litros
da aenebra, t dita cem 8 ditos de cognac, 1
barril om 0 ditos de vinagre, i caixas e 13
narria com 685 dilos de viche de frnctis.
uto das accoes physiologicas das substancias
como tambero pailiologicas.comotambem o re
saltado das mmeEsas applicacfles nos diversos
caaos de febres de funrto palustre.
A aptlicas^o deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais ama vtu de
monstrou a eaa elficacia ; pois no principio dos
o-imciro8 Bjmptomas a bexiga aborta, e amci
ios maie adiantsdos a beziga passa a 8?r caa
loenra febril vnlftrr apresentando pequeas to
jnfjoes qoo com a continoaco ao Elixir de
-3; parecem ecm todava aprescatsr receos de
0c muitts aneciados pnolicadca 00 Diario <'f
Pernamboco eGaie!ada Tarta. provnm o q..e
iiie.rr.os.
Nos casos de febre amarea o effeiio e ?.d i-.-
ravel.apresentando phcnomeuo lo maravi:bj
we qce neata cidarfe rio R icifo e no da Rio de
Jaieiro pouco recelo cau-.a a febr- amantia,
o asUoo o dcenie rom vomito p-etts-
sancilneonrstRa olraos periodos c entao a",
cesirio a appcacSo em alia dose, desprezao'*
oas 3nneza
Este Elixir j condecido do puhlico e de oa
grande numero de d gnos mdicos aprese
otra combater os dllferentea locommosHatoJ.'.
elle de carcter febril.
Por recito tempe tiventos occasiSo de '-
ipnlicacao as roo:" erjBipell
lado qae dea r*os admirados de taca
'.i? efl
Ma Branca ebegarros v coohpcer ie 1
Msooss de feore erysipi i! ; leryalp Ha
Teoie se d'z necssarlo j uso de 10 da-
;;ir.
Nos tirandes incoxojodoB das eennoras mens
trafio, gravidei e om asoa de ;a-o i-ora ff
bfp 6 de rjm rwsltodo tn < ce to e ?esr'o e p
a ro co.nposicao '.&( h opies asento tQ
; iKar o Si xir nem ttestno eu uo n
soper;ores ks q(i.::J. lia ofra.
PedlBios os ;'-',;- ;-"-.' mdicos o
em faie-r sao (teste Elixir em sos cirafea nao >
sojeitarern a oossa prascripcSo, mas kv-: (a
applicftgao em harmoaia com os caso-o qpe
arcm ccajbater, eertoa de que o raedlcame 'o 1
a comnosicto innocente para o organismo a- r
m-is frgil qoe ein.
Modo de osar
A'8 crisofs at6 ora aano 10 gotas de 2 era &
hora eia urna colher das de sopa cbea d agoa
fr-.-a.
De urs anno ? tros m ottas.
Da 3 a 10 anocs em diente, 40 gntt?8 etc.
Estas do3tS deven seaipre ser appcadia ea
igoa fra.
Depoaitos
Compannia de Drogas e Productos Cb:mico<
Recife, ra do Mrquez de Olindatn. 23.
Nacional Phamasia, ra Larga do Rosario n
H
Pharmacia riental, ra Estrella do H>-.8m
o. 3
Phirmacia Alfredo Ferreira. roa do BarJo
'letona n. 44.
Pharmacia Martina, roa Doqnes de Caxias n
80
Pharmacia Ribeiro praca Maciel Pinheiro 21
Pbarmscia Victorienee de Loiz Ignacio e An-
lrade Lima, cidade do Victoria
Para qoalqoer ioformacto sera enco
intor na roa do Rosario Estreita n. 17.
Os no3>os frascos so quadrados e conta go
tas. N'um lado teem gravadoEltyit ante-febr
a no ontroManr*l CardoaoPercasbuco, e to
los nc orospectos aao aasi nados por remello
C^rdozo Jouior, teodo falso oa que no for ae-
eignidos.
\o pobllca e ao comniercio
Chegando ao conhecimento dos
abaixo assignados, proprietarios do es-
tabelecimento commercial denominado
Pantheon das Artes, ra do Im-
perador n. 67, que alguem na cidade
de Palmares e em outros lugares tem
se inculcado ser representante do mes-
mo estabelecimento, e por nao ser isso
verdade, pois que dito estabelecimento
nao tem outros representantes alm
dos proprietarios, avisam ao publico e
ao commercio que nenhuma transsac-
o facam a nao ser com os abaixo as-
signados, ficando esses irresponsaveis
por qualquer compromisso contrahido
por quem quer que seja.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Nogueira Iudos.
ESPABLEOS FI9Q31 ELS&ASTTES
Esplendido sortimento, tem o
anemia, paralysia, erysipelas, e inflammacCes
das pernas e ps bemorrboidas, astlima. by 1 o
jelles, tumores, navraisiap, e elepbanllazg a
oiorpba, as rreenlandades da menstruagao.
Prova-se com aqaelle numero de attestadosj:
pobliccdos e os qii- existem em noeao poder
eflica'tls des'e elixir o:" molStias indica> Eacoalra se a vi-oda ua Botica
do Dtos.iro n. 35
A'rua Barai> da Victoria (.. 37 se dar toda <
ijrjalqoerexpci&oqit:- fer preciso aseres desu
prepa-ado.
Calado com a ;AlciriPr5e
M^odo de usar
Os adnlios tomaraa q-Jio ccihercs a 11
fopa pe manhi e aos i nolte.
As criuucas de 1 a 4 annos loT^p^fIf, orna
Iher pela man; rtte r aj le a a
tenca tomarao 1 manDoitaa
nclte.
O Bacharel Es: muido CurdosoS
LECCIONA EM CASAS PARTICULARES
K'oda s*r proearado
A ra do Visconde do Goyaanan. 43*
: '
1
"7.

C0STUAIK B JERSEY
Brim e de ssda para meninos, rc-
cebeo esplendido Borti ment, o
-
Cura de tosse asthmaca
com o P
Cambar
flPessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peioral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
u Ass m::::::
#-. -^i.
Formula de Aagelino Jos
dos Santos Andrade
Approvadr. pela Inspectora Geral de Hy
gieoe Publica do Rio de Janeiro em %
de Julho de 1887.
Ea' i depurativo de grande eficacia as c o
nam a P I nt' 1 iiP estiissyphiliiica oe itnorea do sangne; assim
tlll U 1 C l ** v como em todas as molestias das senhoraa.
Tem curado radicalmente militas
Ma-qoes & Soasa, l caixa com 150 kilos de
docee 14, di'as com 120 dilos de cidra.
P.ra yosso-, carregaa :
M. Viegas, 10 caixaa com 75 litros de Be-
a barcaca Paraguasf, para Parabioa,
C. Pico & C-, 35 barris com 13i0 litros de
Tinbo de f n^tas.
Na b.rcae,a F 'Ts.'dAoiaral U C, l barris coa 180 litros
de alcool. ... .
T. Lana & C, i barris com 170 litres de
vinagre.
Headiaentos pablleos
Mez
Renda geral :
Do da 1 a II
idem de 12
Fevereiro de 1893
Alfandega
449.729*955
83:971*835
Renda do Estado :
Do da 1 a 11 120:107*212
dem de 12 17:531*919
omma total
53,:T0I*790
137.639*131
67i.840*MI
2. seceso da Alfindega de Pernamboco, 12
de Fevereiro de 18C5
0 coefe da secgao
L. F. Codeceri.
O ibesoorelro
L. M. Rodrigues Vaienfia.
D) dia 1 a 11
dem de 12
RECEBED0RIA DO ESTADO
26:487*315
4.058*520
D) da 1 a 11
Iiem da 12
Somma total
RECIFE DRAiNAGE
Sjmma total
40 645*943
i 330*^07
i:S64*23
"5:"894*737
peseoas ac-
rommettidas da lerrivel molestia bariberi.
Rheomatiamo svpbilitico 00 gotoio, d6r scla
tci eropcoes de peiie, cancros, e cancros ve
arreos, ores brancas, bysterismo. frooxidSo de
ne-vos, irites e outras iuflaromacOea dos olhoi,
jiolestas do Hgado, escronoolas, escorbutis
soffrimentc8 de estomago, oleerae, gommas, lis
olas, empingp dens, a'.tros, pannos e manchae
da pelle, bOMI booOis, saraas, citarrhos e
qiaesquer moldstias da nexiga, {entre outras
albuminuria, oorinas doces e sanguinolentas
A larvnm'te e o Peioral
de Cambar
O Sr. Dr. Tclasco Lopes de Gcmen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessoa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
---------------<----------------
Todos os mdicos do mundo
coiicsi'dilo com isso
aio J10.1 > D 7irrbro 11. 1867.
Empreg'oel a Eajulao S ott e oblue moli
boas reeoltados.
D'. A F. Franca
Peitoral de Cambar
Opinito do Dr. Ccaz Cordcro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares,
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e afleccSes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em fe de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordciro. (Parahyba
do Norte.)
---------------------------------------^---------------------------------------------
Pndula 'ernambiicana
166EJ10 6 OITS06L& C-
Ra do Cabng5
Os proprietarios deste conhecido es-
abe lecimento tem a vantagem de bffe
tecer nesta occasio aos suus disetin
asimos amigos c fregaezes a mais ca
rrichosa e elegante escolha de
do mais requinlado gosto escruplo?a'
mer.te compradas nos centros Europeus
por um do? seus socios.
Em jois 'om brilhante?, podras
preciosas e ... 'a fantasa relogios dos
adamados fL cantes PATEK l'HI-
LIPPE & C- J. LIPPETZ WALTHAM
etc. em ouro prata c nickc para se-
nhoras e liomens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiracao de todos aquel-
es que nos honrarem com suis visitas-
MGL~STAS do ESTOMAGO. Vnfco CteaSiB
-----------^.---------------
Elixir s?. orata
E' aot dop itbvh icdigeua n
;,-. B ','J rj. ..-: ( a!cSB a Cura
r. 9 rhcumttiDio e m >r l.i.
bo parificad' r do ssigu".
A.'t.te :
Connhi8 d- D ogf.
Ba Mrquez d- Oii da 4.
Dr. Bastos le Oliveiraavisa que
mudoii spu consultorio para o Ln'godo
Corpo-Santo n. 15, 1." andar, onde d
consultas de 12 s 3 horas da tarde. Re
sid^nciara o Hospicio 11. 4(3.
Telephone n. 3G5.
9 Suiioa ZOO rg.
12 comp. cora auinetroa a 1A000
9 comp. cora scIj i'o'. '00 rs.
11 comp. cu!D fresBuro. "< 8.
3i comp. com comidas a 700 rs.
69 comp. com fatenda; a 660 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs-
81 cemp. com fariona a M) rs.
50 comp. '.om tainos a 2*000
Rendlmeato dos dUs 1 a 10
n 6 tti
Ricamente guarnecidos, tem o
1/800
12*1X0
6*300
6*600!
23*800
41*40
14*700
32*.0)
100*000
30#70
3.0I0JK0
"3.323*0f0
MoTimcaio do porto
Naio entrado no dia 11
Pelotas38 dia?, patacho nacional layme) de
184 toneladas, capitao Joe Francisco, eqol
pagem 8, carga xarque ; a M. S. Maia.
Nato sabido no mesmo dia
O-a e e3saiaVapor nacional 8. Frcncisco,
commandaole Antonio Alves Pido ; carga v-
noa gneros.
Observaste
Procedente das lita Canarias faodeoo no L-
mer&o o vapor ioglez < Kiughslanl, e nao com-
mooicou com a trra.
Mercado llanieipal de s. .s
0 moTlmento deste meveado no dia 11 dt Fe
veretro tol o segrate :
Entrsnm :
44 bois pesando 6.916 kilos
6S0 kilos de peixe a 50 rs. 13* 00
9 compart. com mariscosa 100 rs. *900
1 ditos com camares r 100 rs. *I00
27 1/2 columnas a 600 rs. 16*500
6 carga com gallinhas a 500 rs. 3*000
3 caseuaes com gallinhas a 300 rs. *900
i cargas com milbo verde a 300 ra. 300
1 carga com cebollnbo a 300 rs. #300
10 cargas com melancia a 300 rs. 3*0C0
2 carga com bananas a 300 rs. *600
G cargas com diversas a 300 rs. 1*800
1 carga com batatas a 300 rs. 300
1 cargas com loucas a 300 rs. #600
2 cargas cojo macacheiraa a 300 rs. *600
1 cargas com gerimooa a 300 rs. *300
4 cargas com Uranias a 300 rs. 1*200
" 40 cargas com farinba a 200 rs. 8'22
_14 cargas com milho secco a 200 rs. 2JD0
6 cargas com feiao a 200 ra. 1*200
01 logares a 100 ra. *!00
Preces do da :
Carne verde de 200 a 1* rs. o kilo.
Solos de 900 a I* idem
Ca'neiro de 1*000 a 1*200 ideo.
Fartcba de 700 a li200 rs. a cuia.
Milbo de 600 a 700 rs. a caia.
Feilao ( e 1*500 a 2*010 a cuia.
9avos esperados:
Do R o de Jantiro
Lagar poruea Jiaj.
lie Pelotas
Logar coruegueose Eiwjld-
Pu a"ho oacitoal I ynu
Patacho belga Emilie.
De Montevideo
Patact o rol an l-i Jobaaoa.
Lagar iogli Cyaric.
De Carditi
Barca noruega Gadrun-
Birca noruega Benga1.
Barca icgleza CuldoeB.
Birca ioglea James Liversey.
Barca noruega V. da Gma.
De Londres
Barca noruega K'onos.
Ce Terra Nova
Lugar idele Sumbean.
Logar ioele 11 ozene.
Lugar ioglez Tyree.
De Hamborgo
Patacho norcegoeose EJWird.
Baici aliena Emraa Baici.
De Liverpool
Lugar ioglez Fony.
Barca nornpga Eleneyer.
Barca noroega Samru.
Taporcs a enerar
Mez de Fevereiro
Beberibe, do tone, hije.
Atteos. de Biltimore, boje.
Pjriugoese Prlnee, do sol. boje.
Pernamboco* doo>rie, a!4.
.-U'8, do sol, a 4.
fcellova*. de N w York a 15.
Rosarlo, Do sol, a 15.
Thame, do ao', a 16.
Oiioda, do sol, a 16.
Itaqoi, do sol, a 17.
Viiis dt Rjpa'io, da Eoropi. a 17.
Herveliof. do sal, a 20.
Magdalena, da Europa, a 29.
tAlagoaf, do nor'e, a 14.
/ega, do pul. a 25.
Niord. dosul, a 25.
Vapore a saair
Mez de Fevereiro
Santcs e esc. Paraguarso, 13, s 8 boraj.
Rio efse. Pernamoocc, 14, s 4 hora.
Gjne^a e esc, Rosarlo, 15 s 2 horas.
Santos e esc, \th<-ns, 15, 4 noraa.
Rio deJaoeiro e esc. lellcv., 15, s 4 horas.
Europa, Tnsmes, 16 s 12 horas.
Manaos e esc, Olind?. 17, s 4 horas.
rio e esc. Vile de Rosarle 19, s 4 oras.
Sol. Magdalm, 20 s 2 horas.
Niw Yjrk, Hervear, 20, 5s 3 horas.
Rio eesc, Aiag a^. 2. s 4 horas._________
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA. DO VIQA.BIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Barao de Souza Leao
Thomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
Aa Parnds des Damos 1
Coqueluche
Caras do Peitoral de Caaibar
Declaro que enancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARa, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[ Socio da firma Manoel Joaquim M xeira & C, do Rio de Janeiro.]
I BILHAR I
(r O superior panno e bollas, tem o l
Au Paradi des Dames s.
feto i'
a/if
*&&j$-
Ja. falln a imprensa, agora
falla a Hygiene do (Estado
(Copia)
Inspectora de Hygiene Publica do Es-
tado de Petnambuco, Recife, 18 de ]a-
neiio de iSg-;.
Concedo licen^a ao pharmaceutico
Martiniano Veras, para expor venda
o preparado Cognac Brasileiro de sua
confeccao, o qual foi julgado bem ma-
nipulado e de accordo com a formula
apresentada, tendo pago no Thesouro
do Estado, a taxa de licenc;a exigida
pelo regulamento sanitario vigente.
Inspectora Geral de Hygiene do Es-
tedo de Pernambuco, 18 de Janeiro de
1895.
Dr. Mar litis Costa
Inspector Geral interino.
Visto, 18 de Janeiro de 1895, Dr.
Martins Costa.
Registrada nesta Secretaria fl. 3
livro competente. Secretaria da Ins-
pectora Geral de Hygiene do Estado
de Pernambuco em 18 de Janeiro de
1895.
O secretario, Bacharel Apollinario A.
Meira Ilenriques.
Precos na fabrica: duzia 25S000
garrafa 2I500.
A pessa que mandar. .
25$000 aos fabricantes
recebe urna caixa com 12
garrafas do Cognac Brasileiro sem des-
peza de trnsporte, paja qualquerpon
to do Estado,
v, cora
de b'.mo-
O rxe bcr
Di
Tem
.Vrthiii* Cavalcante
seu
o seu consultorio raed ico-cirurgi-
co a. ra Duque de Caxias n. 74 1." an-
dar, onde ser encontrado todos os dias
utei'3 de 1 s 3 horas da tarde.
ResidenciaRa da Imperatriz n. 11,
2. andar. Telephone n. 430.
Dr. Carueiro LeaoMedico par tetro
consultorio e residencia ra do Livra,
mente n. 31, 1 e 2. andares.
'Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.__________
Dr. Barreta Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
l. andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua vagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26. Telephone
n 287.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
Y'^
dioica niedico-cirurgica
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,(
de volta de sua viagem, previne.
faos seus clientes quo reside e,
tem seu consultorio aberto
Crua Baro da Victoria n. 61, 1."
ftandar.
m D consultas de 1 s 3 horas'
da tardo. y
.n Acceita chamados a qualquer;
l|hora para dentro e para fra da'
skeidade.
Dr. IV"unes CoimbraClnica Me
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda 11. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias dse-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
goledade n. 84, esquina da ra do Atalho
01 no consultorio
0 DS. rITTwiABU
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario a- 0, antigo con-
sultorio do Dr- Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n 4.
Telephone n. 292.
KD1TAES
de ferro ou martimo.
Arithmetica
servido por caminhw Algebra
Gyatansio Peraambncaao
Pela secretaria do Gymsasio Pernam-
bucano e de ordem do Ilustre cidado
Dr Regedor, se" declara aos pais de fa-
milia' e a quera mais nteressar possa,
aue continua aberta a matricula at 31
de Marco vindeuro pa quem quizer es-
tudar as seguintes disciplinas :
Lingua portugueza
Dita latina
Dita franceza
Dita ingleza
Dita allemS
Dita -ita)?-*
Philosophia
eographia
Historiado Brszil %
Historia Universal


-

I
j

r-
I Geometria
k
IBO1
T


?

Diario de Pcrnambuco ftnarta-feira 13 de Fevereiro de I SOS
.Vigonometria
Historia Natural
Physica e Chimioa
Eecriptaracio Mercaatil
Deseaba
Msica
Instruccao elementar..
Senhura estudante podar matricular-
se sem que previamente exiba attestados
da moralidade e conducta es olar, firma-
da por profesores, cujas aulas frecuen-
taran), e paga rao GS'XiO de taxa durante
o anno lectivo pelo estudo de ura s pre-
paratorio, 9)00U pelo de dous e 12S00O
d'ahi por diante ; os alumnos 'aula pri-
rr.aiia na :a pgaro.
Continuara validos, para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
exames faltn no e tabelecimeato, nos
termoe do decreto n 1,389 de 21 do
Fevereiro de 1" 91 o aviso ci culrr do
Mi el rio da Justlca e ifl Interio-
res de 28 di Fevereiro da 1893.
Secret ria do Graraasio Pernainbueano
G de Fevereiro da 189 .
O Becretario,
Celso Tertuliano Femantes Qnintella.
Edital
De ordem do Dr. Sub-Prefeato faz-se
publico que tendo de entrar em con-j
certos a ponte de Santo Amaro que,
d passagem para o Cemiterio, fica in-
terrompido o transito at que sejam
e'Ies terminados.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recifc, ii de Fevereiro de 1895.
Secretario,
loaquim los tkrreira da RocJia
Edita.
Ser-vico !c vaccnae&o e re
vacciuncito
Por esta secretaria se faz publico que
o-servico de vaccinaco e revaccina-
co contina a ser feito pelos coramis-
sarios de hygiene nos respectivos dis-
tiictos e as horas e lugares abaixo
declarados :
Pelo Dr. commissario do 1 dstri-
cto na ra Larga do Rosario n. 34 (en-
trada pelo n. 36,) as quarta-feiras de
1 s 3 horas da tarde.
Pelo Dr commissario do 2 distric-
to na ra Direita de Afogados n. io,
as quinta-feiras, das 8 horas s 10 da
manh.
Pelo Dr commissario do 3.- distric--
to, em Olinda, na Prefeitura, as se-
junda-feiras, das losi2da manh;
em Magdalena, na escola publica da
praca Joo Alfredo, as quinta-feias,
das 10 s 12 da manh, e nos demais
dias em sua residencia ra do Vis-
conde de Goyanna n. 173, das 7 s 8
horas da manha.
Pelo Dr. commissario do 4.' distric-
o, na ra do Visconde de Goyanna n.
187 (junto a estaco do Manguinho)
as quinta-feiras, de 1 as 3 de tarde.
Pelo Dr. commissario do 5.- distric
tor em Caxang, as quinta-feiras,
das 8 s 10 da manh, em casa do pro-
fessor Macedo, e na Varzea em casa do
Dr. Souza, n. 22, alternadamente.
Secretaria da Inspectora Geral de
Hygiene do Fstado Pernambuco, em
26 de Janeiro de 1895.
A polunario A. Meira Henriques
Secretario.
O Guarda mor da Alfandega, de ordem do
Illm. Sr. Dr. inspector convida aos
cidados abaixo meuciouadoa inscrip-
tos para o concurso de guardas a
comparecerem nes'.a Guarda-moria no
dia 14 do corrente s 10 horas da
manh.
Antonio Leopoldo de Paula.
Antonio Ifondea Lopes de Mendonca.
Antonio P-blio Martins de Almeida.
Antonio Ribeiro de Araujo.
Antonio a Silva Ferreira
Balduino Ribairo Gon.es dos Sant03.
Christovao Feitosa Breckenfeld.
Elyzio Ferreira Martins Ribeiro.
Ermirio Augnsto de Souza Lima.
HenriqueSoares da Ma ees.
Joao Baptista da Silva Manguinho.
Joo Cancio da 'ruz Ribeiro.
Jos Antonio Luiz.
Lu'z Gonzaga Mendea de Azevedo.
Luiz Goncalves Turres.
Luiz Mximo Pereira de Araujo.
Manoal GoncalvesTorres.
Manoel do Nascimento LObo.
Manoel Hortulano Alcanforado Muniz.
Miguel Breckenfeld.
Miguel Archanjo de Araujo Motta.
Naturcio Pellico Muniz de Almeida.
Octaviano Cordeiro Coutinho.
Rodolpho Sodr da Motta.
Sebastio de Lima Mendes.
Symphronio Augusto da Silva Filho.
Tiburcio Valeriano dos Santos.
Vicente Ferreira Rio Lim*.
Luiz Nicomedes Sobrinho.
Alfredo Geraldo Thimes Pereira.
Guarda-moria da Alfandega do Estado
de PernambucC; 12 de Fevereiro de 1895.
O guarda-mr,
Gama Malcher.___
Director a Geral das Obras
Publicas
Da ordem d Sr. anolatro Ja Iidorla, V a-
cao e 05ri8ruii!ci5 se f s puoii o que, >e sS"
cordo cv o decitto u. 267, de JO de Diembro
do anno passado ae reetnerao, dorante o praro
ce 40 dias, a CjfiUr da prsenle da a, na Dir
eiaru eral das Ontab P-jrliras 'este Mioitleio,
nos escipto ios dus cn^fts dos di tridos Pira e ParnaT.Dcco, propinas para o c ntracto
autcrlsado rea dispo-ic^o legislativa citada,
concebida no.i Hintn'ea terujoa :
Flca o fjveru anin*; do a con'.ractar com
R'Chird J. -idy ou cua. quem maia vaoURfns
ofd'fce-, o aeteaiaffien o ne un cabo sob flu-
vial ture as capilaei das ciddes do Para e
AxazooaJ e inediaoia &a clausulas ceglo'
I
0 contractaLte ou emp^e* qie se o-ganisar
se cbrisr a e latele'er eoiimanicacia telegra-
itbica por um cabo snb-flavial eoire as capiiaea
oi Eilaaos do Par e Ao-soo^s, com raa,M:a
C6es para Pioheiro, Mo qoei'", Soure. Came'a,
Bretes.. Go u i, Claves Macipi, AleiDqne-,
Moa'. Ai'-g Soiarem. Odeos, no Ks'ado uu
Pff, e Pdrm8 e IlioiSars. do Amaionas,
11
0 praio pin conr!4j e faacclonamento da
lioba priocipal entre as capt'aei 'es doos BiU'
dos nao s-r4 aaiur de i2 meza*, a pa tir da
d-.ta d. essigtaiura do contracto.
Para o foocciooamcr.'o da? liabas ramies. de
qae traa a clauola i, o praza mximo, nae
meam-aa coulicea de coaia/.em, sera ce 18
mezs.
IV
Para ezecucao de^se strvig-, Hca estabdecilo
1 pri lio pelo prao e 30 anops, (ijj-ant" o
IBil naj po;er4 *er conct-dida iBtOfTarrtc al-
Mira pa a o eiUbelte moto de outraj linhas
i I ^rapni as eu.'-lluiaes ta zona comprtb Q'
n a er.t-e a? capracs r"o< oai EtiJos.
V
F ci rw; Ivalo U iao e sos Bata loa o ai ei
0 di Mta&elec r 114 mes ni zona a- l'BOU ie"
rpgt'ei $".* jol 'a ar> ptr'.c.aUres o direit dt* Iraosffilttlr t.u-
d-aja l;os pe i vu un* i"efrirerr.
VI
; i do o Trizo do privegio (30am^). rever
U r ,i Uiijo tolo o roateri-ii, HiiliatO'3, li
Dos,tte.,emprPjtadoa n> aert{0 cuoj cegsjci
egacOaa di 3 atrlbuc5w para a expl*5*o
c icTtiu cudiJjs pelo oiraeto.
Vil
O ocBtractaole ou ro-.-pnia 011a o-gc
eoatpromette-ae a dar p-ecreniv.a ni iriosml-saa
du3 i> i.-| rao aoatitaaota d 3J ,'o mreii
ci lana ordin na 1 Mi la.
v;n
A ;.r f '.'. b: '-o a
i, aera aobm 1 a appro1!
ti, :. I i q .,
:.. : i ,io tea ^";> a qaiuacenci.
IX
O roBlfafitao'e on ampreai sjaa a*itani*ar fl
cari saj o, : !- 1 o t'; fv des :el'gri.-m:raa i i
rs oo exta ioret, ac tae.-mo^ p bc
q'o rrg?h a exe atada ptla R'p-riic':
1 8 I\l vrap:; .
X
r t; qo'l^oer teai^o a--p'..ia c'e .!ccs nnn-a de
lo eriooa eoto odera o goveroa eccampar a
1 oipre, pagan [.o apenw a impor aaiii p.v ell
"'. rp-n 1 ua c^ra acqoidi^ia do mii-r*', saoa
mi can>.i 'eragaj ao&re es lu-roa que ell ^
Uier na oc aci.o.
XI
O ronlrartan'.e fe eorlgari a ap-ovetrno
fervig) a :u u- rrifS1, p^?.o->nl aaiona') pe'..
a e o? na porcn.agem de 51) ,, e om vhoci-
tECQ'os pagos ua mirara no-ca que o empre-
gadna e trL>^e:rjs.
x'i :
E tre o* ramoroTiissoa a tomar pelo cool-a
cante Bea inrtoHa a cb'fg cao de ent ega as
iinbra br^z;l?iras em Pmh i'o oa Belm de to-
dos es !e!eramai3B proveaieu es da3 es(a(,0
de que trata a clausula I e -l.s que mas hi
foreaa iDaujjai-adas oa z>oa pi-ivik'gia'a, desde
qae t3a iratam expremn indicaco de vis.
XIII
Para coadjavar a ext-cugSo dese servifo, tica
o give ni obrigado a ama fuuve.igo auuu..l de
1' Ai'} .iDrs ett-'l:ni3 nraaie os piitneiroa 20
aQD03 uacoric-siro.
XIV
I).do o caso de ioierrupco em nma o o m;ie
e cOea pui- DiaiA de o'ous mezes. eaivo o cbeo
He (o-ga maior devulameote ust libada, lera 0
tovsriu a fricolJazo de, meiiao:e doi tica;fij
p 6ia, dei.-Jir da eobveag^o 3 qioia correa
pondeoie a sec^ao io'errou:piia, -roporcioaai
imoie a sua exieniao, at ao restabeleclmento
dis c.mioic rO-s.
XV
A subeccSo snnuai de 17.li" libras ser
paga por trimestres venoldoa, oceuante atesta-
do do erget,heirc-:bere do districio do Para
sobr9 integral tu parcial fonccioDamento das
liobas e ectrara 00 Dalaog de Hqaiacao de
roulas ent>-e > admiotst-acao a empreaa e
Bepartico dos Telegiaono.
XVI
Gozar o cntrastaoie, oa e rpreta qae orga-
nizar de i.-er (,ia de direitoa de alfaode^a, e .e
qcaeque* oui-os prove iieate3 da exploacSo,
para laao j na'.eri.l, cc-'miva navios desltaa-
d< a a asEeaiameoij e rpp-a-os dos cabos.
XVII
0 contraciaole podera etabele"er linbas ser. a-
is aDierraDeas qae llgaem os cabos at> eata
c6ss telegrapblcae.
XVIII
ka contractante eerao ooiorgados todos oe
dpuoais lavore3 concediios i campanbias oa
emprezas sim U e oo Braiil.
XIX
Djran e o prazo do privilegio poner o ce-
ir, c n'e entrar em acoo-do cot oa go'ernos
ea'adoaes a tempero do eatibelecimeoto de ao-
vas tamincactieg aos seos caoos.
XX
O goveroo se comp -omel'e a empeobar es-
Torgas junio aos goverooa siadoaes pa*a fe
ao cootractaole cesvo dos terreis devoln'oa
e deeapropriacao de ootros durail) o prazo do
privilegio, para o estabelec rxeao das eslacOes,
amarracao e casas de cabo, observada qoaato
a aesapropruco a leg'siaco es'.adoal em vigor.
XXI
Drairo do p-aia de seis mfzea, a roitar dn
inaogaragio de todo o servigo cootract'do, sera
eotregoe ao gove-o ona piaota dmaaetrat<
va da locaba dos cabos, acomoaaiado de 10
das as it>dic.!C0*s qoe fo-em colmdas sobre o
rgimen cas aguas do Amazonas e seas tribu-
tarias.
XXII
As lierrop;6es au caboi 00 qaaesjaa- oa-
tras modiQcacdes os uoncOsa do seo (ooc
choameaio normal de?em ser rommaai ala.-,
dentro t> Si hor-s, ai engeabeiro ebefe do
districto do Para qae devera i mu i latamente
trtier so coobecimeito a Directora Giral do-
Telegrapbos.
XXIII
Qoaepqaer sobvengOes oa favores co:eiidoi>
pelos govemoa daa Esta o i do Para e Aam>
aa?, em relaci aos se'vlgn contrae ad03, seja
empreza, sfja ao pessoal nlla empregidc, st
tornaro effectivos sem pr caolractoal e de outroi favo*es em virtode do
acio do goveroo federal.
XXIV
O cootractaote ce obngar a ter oa CiDitfl
Federal oa na do Evado do Para, soa eso
Iba, om representiote com pleooa pode-es pir*.
tratar e resolver todas as questCes de ordem
administrativa e as relativas ao comprimen o
1as oorigacOes do contacto.
XXV
Qiaesqoer davidas sosoitadas sobre a io'e!-
Ilgeacia das slaaaolaa do contracto serojul-
gadas e decidida', qaaodo a nao palerem ce;
prlos tramites aimlaiatritiva, pelos t-Doaea
do B-ani, de accordo com a sua legisiago;
pegaodo a qual serSo anda r-olilas as qaea-
tOes entre o comrcCtan'e oa emp ezi e am par-
ticular ooalquer dorn"-iiiaJo do paiz.
XXVI
0 propoaeole depositar no Taezvro Fed--
ral 1 import ocia oe 5:0O00OO para garaar a
assigoatora do cootracio, fdzeodo acom^anhar
a sua proposta do cootiecimeoto do mestno de-
oosito, o qnal reverter para o Tbeoiro si, na
prazo de 10 di. p, a contar da e;calba lena
pelo goveroo, nij t ver sido assignaioo res-
pectivo termo di Secretaria dos Negocios da
Industria, ViagSo e Ov Pablt:a?.
XXVII
O cont'actaote deoositar, antes da >fMgov
toa do contralto, a somma de 50:COOiOOO, em
maeda correte oa em apollces da olvida pu
blca, como ga-aDlh da execago do co Jrocto.
XXVIII
0 deposito para ttaoga da sssigna'ara do
coatracto abranger o dep^ei'o bd enor, e se
levantado depois do faacdonamenio regular
de todo, os cabo', qaer o prlicipal, quer oe
doa ramaes,
XXIX
Para pagamento das despezas de Bacilit-a
Cao coacorrera o Ciiotractant* com a qoot so-
noa. dp 4:000*00), en^eea no Taeioaro Fe-
d-ra', por semestre? fa tados
Ecnpiono do Districu Telographico de Per-
aamba"o.
R-'Cife, 13 de Foveretri de 1895.
Annibal de Azambuja Villa Nota.
tngecbeiro ebefe.
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
Para conhecimento dos interessados se
faz publico que fica provisoriamente sus-
penso o recebimento de propostas para a
construcc^o de um viadacto na parte da
estrada de Caxanga, arrombada pelas
cheias do invern paseado, de que trata
o edital publicado/datado da 6 do corrente
mes.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Jos 3. Rodrigues Saldanha Jnior.
Director Geral.
EDITAL
Copia.O Dr. Manoel Florentino da Al-
buquerque Montenegro, juiz de direito
e de orpbos do municipio de Aua
Preta, em virtude da lei: etc.
Faco sabsr aos que o presente edital
de vinte dias de prazo e urna praca vi-
rem, que por este juizi, lindo que seja
o d to prazo, tem de ser arrendado a quem
miis der e maior lance offerecer no dia
16 da Fevereifo prximo futuro, na casa
do Conco'bo Municipal desta villa em
audiencia espechl, as i 2 horas da manbi,
o arrendamento triennal do engento Ca-
raorizinho, s to neste municipio, se vindo
da base o offereciment de 4:0003 an-
naalmente, pelo consenhor bacharel Fran-
cisco Cornelto da Fonseca Lima, com as
clausulas seguiutes :
O arrendamento principiar do de
Maio prximo futuro e Andar em Miio
da 1898, o rendeiro licitante presta
fiaa$e id')ii?,i com hypothaca em laens de
raz ni municipio, ouvidos os intereeea-
dos ; o rendeiro se obrigar a conserva.'
as obras do engenho para as futregar
como as recebeu, sendo-lho prohibido fa-
zer obras novas no engauln, e ero alte-
rar as existentes, nao peder derr.bar
tnattas virgens e nano grossas capoeiras,
podendo apjnr.s tirar destas a ien;.a pra-
cisa para combustival e careado ; nao po
dar tirar madairas as maltas ; fiado o
srrendamento, nao podar o rendeiro a
pretexto algum retar o predio, dovendo
entregar os campos no da de Maio de
1898, qiiando dar urna casa capaz para o
novo rendeiro habitar e core do para gado
preciso, e as obras e casanodia l da Maio
de 1899, entregando tarabam ^0 carros de
seaientesque pertencem ao consenhor ba-
ch ral Franeisco Oornalio da Fonseca Li-
ma e sao semente3 do engenho, n)s me-
zas de Maio, Junho, Julho, Agosto e Sa-
tembro, qua ido se faz o planto da nova
safra ; e negaudo-se a est? s obrigacas oa
retendo o predio, responder pela parda
da 8afr futura no valor nunca inferior a
20:0008 a qua ter direito o prejudicado.
Os pretendeutes se habilitaro tres dias
antes da pra$a, tudo de conformidade com
o pedido na petico da fls. 2, n.i forma
requerida.
Oj pretendentes si habilitaro 3 dias
antes da prafa tudo da conformidade com
o pedido ua peticSo de fls. 2 na frm
requerida.
E assim ser o dito enjenho arrenda-
do a quem mais der e maior lance offe-
recer n di e hora cima declarada, a
requerimento da consenhora Dona Mar-
tinha da Fonaeca Ferreira Costa, por seu
tutor Bonifacio de Ligos Ferreira
Costa.
E para que chegue a noticia a todos,
mandei passar o presante edital que ser
lid > e affixado no logar do costume, e o
porteiro dos auditorios passe a respectiva
csrtidao.
Dado e passado nesta villa da A: ua
Preta, em 22 de Janeiro de 1895.
Eu Pedro Severo da Costa Leite, es-
crivSo de orphios, o escrevi.
Manoel Florentino de Aluquerque Mon-
tenegro.
Estava sellada ne forma da lei com
6 0 reis, sello de verba
E mais se nSo continha em dito edital
aqu fielmente copiado, dou f.
Agua Preta, 22 de Janeiro de 1895.
O escrivao,
Pedro Severo da Costa Leite.
0 D Sigismundo Antonia Coocaivca, ja s d
aireo aos leit. s da lazenda desle Es ado de
Peroambaco, etc.
Fago eaberaos qae o psente eiilal vire i,
qce en praca puoiiea de.-le juizo. ao ai., ti do
correae, se nao de arroma ar o predios se-
gaintes :
}0 predio o. 99 silo ra da Sana Rila, fre-
ituezia de S. Jase, medloao de trente 4 metros e
60 caotimetros e de loado 15 me ro. e 40 crau-
metroa, porta e janella .e Ireaie, 2 salas. 3 qoar-
UM, ea-inbi lora e q intal mar 10, avallado em
10004000 para pagameuto do qua deva a Ka-
zsoaado Estado Jovloo Baodeira ce Mello-
O predio o. 9 sito roa do tfogoeira, f.egae*
ila de S. Joi, mellado de fieote i metros e
?0 ceolimetros e de fu lo 12 m^'-ros e 80 cent-
metros, porte o janella )e freote 2 salan, 2 qua--
tos, cosiaba Ion, cacimba meeira e quintal mu-
ado, avallado em 1:5 04000 para pagameuo
doqae deve a mesmo Fazcuda Miooe, do Reg
Ana a1-
O predio n. 13 sito oo becco da Mitrir, fre-
guezia d- Saoio AQtooio, mediado de freuta 3
netros e 60 ceatimd-os o de lalo 11 m-toa e
80 ceoiinetros, po'ta ejiaelli de Ireate 2 salas.
1 cuarto3, cosiuha ioteroa e qamal mn ado, avi-
liau em C2OGJO00 para pagamento uoqae deve
a mesma Fazaoaa Mi h Jaiq loa da Gnn; .
O predio o. 34 rito i ra uoa Paa:aao'es, ira-
gaezia da S. Jo., mediado de freo^e 3 metros e
60 ceatime ros e de fondo 9 me:ro8 e 60 cern-
cetroi1, com porta e jaaella de freota, i salaa,
qoiros, cosinha interna e quintal mu-alo.
avallado em 700*000 para pagamento uo qu<
deve a m^sma Fazeada J.~> Aotonlo JJ Souza
ijatrelie por Mirliobo Jos de So.zi Reg.
O predio 0.227 sito i Eatrada do Giqali i
Jaooato, mediado de frente 6 meros e 10 ceo-
uin-l'Oi e di farjio 10 met-oa, 2 janellas, e 1
porta '-"- (real;, 2 sala<, 2 quarlo-, casmli i fora
e ,,uiQ!bl em aDerio, avallado em 200*000 pa a
pagam nio do qoe deve a m ama Faz.-aia S-
ubo mba Florentina de Li -a.
O sanado o. 12, de 2 andares e so'o sito
roa dc.s Larao.e ras, (regaezla de Santo Anto-
nio, mediado de f ente 6 metros e 60 ceatime-
tros e de fondo 14 met os, teaao o pav m-Uo
itrrea 3 uorias da frente, sendo 1 di espada, 1
salao e 1 quarlo e qci.tii morado. O 1- amar
i ja ellas ce Irea'e com varandas de ferrro, 2
salta 2 qaartoa, co3iatia ioteroa, e o 2- aada 3
jaoeiiaa oe t eate com varaadas de ferro, 2
salas. 3 qaartoa e coslnna oo so*ao, avallado em
VOOOJOjO para pag:m?o:o do qae devo a Fa-
zen ta do EitaJo Joo Moreira Fragoso e oatrua.
O predio o. 11, de pedra e cal, sito a roa do
Visconde de Camarag be, Te.iO.ez a da Boa Va-
la, mealndo de (rene 9 metros e da faado 17.
pona e 2jaoellai de (rea qairtoa, cosiaa fora, i acimba meeira e qau tal
morado, avallado em : OJO.io para psgauaeuio
do que de e a mesma r'azenda Zeferir o ae Al-
boqaerqoe Pinte
g0 preuio a. 37 silo- 5 roa 24 de Maio, fiegoe-
na de 3. JjB, m.dmd) de freo e 4rairos e 60
c-niimt'tros e de fuado 13 uci o< e 9J ceonme-
tro?, porta e jane de frente, 2 salas, 3 qsatOJ.
costaba foram, c.ckliu me,ira e quioi&l mura-
do, avaliado em 1:300W00 para pagameoto do
que deva a mesma Fazeoda Maooel Borges da
Silva Villar.
Opreon 6 de pedra e cal, sito rui de
Sania Rit, f'ego3zU de a. Jo medio>o de
frente 3 metro3 e 70 eeiitlmeiroj e da fundo 8
ma roa e 20 ceutl n tras, po ta e jilc la de f en-
te, 2 salas, 1 quar o, eoamht ia'eroa e quintal
maedo, ava'lalo em 6'JOOOO oara tai-armno
do qoe eve a miauu Fazania Mmoel Pereira
Lemos.
O predio i. 94, de ped-o e cal, sito roa do
Vis.'oads aa Al.qua.-<4Uft. manndo de freo e 6
me'ioa e 40 cei t meto) e de fundo 13 m iras o
50 caumetro'. 2 janellas e i porta da fr-ae, 2
sahs 1 ga&iitte. 2 qoartoa, c sintia fora, l
quarlo, caoiattoa e quiaiat mu ado i porlo, ava-
llado m 2:000*':0 para pag meao do qae d-ve
a mesma Fasenda Genrela Joaquina da Cooba.
O sbralo ta. 3 s to i ru do [Comroercio, fre-
gaezia do Re:!!e, ra diiido d i a e 7 rostros e
25 ceotimetroa e de fuodo 25 metros e S6 cen-
i ni.-o', com .1 n irtas de fr.ju e, -ado I da es-
'cida, 2 sala'. 2 qoa-to?, e o 1 andar 3jneilas
:de frente com va'tnda de ferro e 1 grande si.
U i, avsJiidu p n 30 tWO/Ot'O para pagampnto do
qoe deve a mesiia Faz uda Mari3ona eroa--
des da Olneir* Taooso.
B para que ctegaa ao co^Ocimeoto de todos,
m-niei p asir o pr, sent que s.'r publcalo e
aflixado oo lu.ar do costara*.
ado e p-s'.-l> oeita Hi'1 o R-?Me -to
Sst'C'o de P-maiabuc> 12 fe Pavari i-o de 1895.
E i, Jos Liiz :
acrevi.
SlgiJirion 'i A "" o G"f.ig"
0 r. jtg;irm!adu Au.ni Un^mV ,
l'ji dos faito da faaenda do Eoado de
Pernambuco. '
F z sib-r pelo presente que o ?te
Franciac Igaeo'o PiaW, no din 13 de F -
s-ereiro do eorreoto snoo, v-nder pe'aa
11 b'.'ai da ira',': na agen-.'ia ma 06
l)raa a q.i?m raaia der -en l--'. os se-
'abaja peabaradoa p-.-la f zea: i i
Usa i .
Jo
A otaa da ? '(> a 1 rae a O
raoaia porta ) la da freota, 2 salas,
1 qo*rto,.3oa b iatarns-, qaat*leia
to, medir? i ,j; trente 3 n e 90 ceote. o
le fundo 7 na e 20 cota nao nao eata lo,
^vahada em 50,->. Prieaae a tfaooel
oelho d S l7.
A cisa n. 2'S na travesea ir. Pr.-ii d>>
Porto cota porta e jar.l!a salaa, 2 q'artnp, pcq'iors ooaiafaa e qaia .
tl, terrea > (tmto, mede da frent*, 4 rae
troi e 50 centimetros e do fundo 8 1,2 m,
ea mo estado, avliada era 8005, per
tonco sos horiairoa de Fi' Soarc3 de
Cerr lfao.
A cisa n. 51 ra^i da Lomas Valenti-
nas, om porte o janella a frente, 2 salas,
4 qiartoe, cofinha tora, mede do fren**',
5 metros e 80 cantimetres e da fondo, 10
metros 95 cent metro?, quintal m; rado
a7aliada em 3.00D|5. PerteDce a Ann
lioasrirt Prudenciados Santos.
]jj para constar poesou-fe o presante na
loraiM da lei.
Oado e passajo nesta cida^e do Rec'fa
de Pernamouco aos 4 da Fevareiro de
1895.
Eu, Jas da Costa Raga Lima, essri-
vSo, subscrevi.
Sigismundo Antoino Qonclves.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambneo
De ordem do Illm. S-. Dr. admiois'raior
scieatiQco aos Srs. cootrloa'otes dos impostos
le adastria e proO^ao, comprebeodidos oas
cla8aes a?. 21, 24,3a 41 da tabella nunexi lei
do orcami.'Qio vigeut-, qae se acbam conectados
pela forma const n'e das relagOea aoalxo, e que
aos termos do an. 33 daa ia.-tru:^0 a de 27 Julbo de 188J, Ibes Hca mrcalo o prazo de 15
das improrogaveis, a contar da dala da pa
blicacao do presente, para rep*eaeotarem nes a
reparugo rjuaesquer reelamacOas oa r^cur.-oa
pa*a o Tbesoaro do Es ado, sob peaa de i 5o se
rem mais attendldos f*a do rtfe-ido prazo.
1.' ieccio da Racebedoria do Estado de Par-
oamDoco, 11 de Fvareiro de 1895.
O cbt fe,
Fredmco C. da 5.iva Goimai&es.
Classe n. SS Fabrica deeato-Ris
6:250*
S. i se
Ferreira e C.rna 89, n. 202, 2"
diviao. quoia 595*239
Selxas e C. Padre Miaiz, os.
71173,3' ita, dem 692*837
Reaife
Jiao de Ajumo Pooseca, Bario
do Triompbo os. 20,22, i* divuao 1.190*476
Fouseca lamaos e(^., dita ns.
1|35* divisio 1.785*714
A'ogados
Manoel dos ra oj Arao'o, S. Mi.
gue o. 105, Jvisio
SANTA I!
C onipanhl ilramatiea italiana
^a MQWWMk
Ouinta-feira, 14 de Fcvsreirj de !895
O 0 GENIO B K80:,DEM
PREf OS DO COSTUME
Bonds para todas as linhas, trens para Apipucos voltanco pelo Arrayal
o para Olinda.
Principia i* s horas
1-785*714
6.250*000
Claaee n. 24 (Fabrica de destillagao e
resiiiiacdo uealcoil) iis 3.750*
R;cile
Piolo Ferreira e C Campaobia
Peraambacana, divisaojqaoia 312*500
Doa.Vista
Emilio Billioo, largo dos Coeldos
a. 13, fr dita, dem 623*000
5. Jos
Gaspar Palle, Caes do Bad, 6a
dita, dem 625*000
Deatiiiaco Central, dita, C* dita,
dem 781*230
G;aa
Dd3iilaao Peroanbacaoa, Joa.
quim tabuco 10, dita, idem 1.406*250
3.780*000
Classe n. 36 Lajas de sellin e arreos
ris 1:000*
Santo Aniunio
Jao Carolino do Naacimeoto, Mar.
cilio Das n. 55, 1* divisao, qaota 76*922
Rscife
Viava Azovedo e C. Marques de
Ooda D..43, 2a dita, idem 113*383
Santo.Amooio
Francisco de Oliveira Leite Gui-
marSes, Barao da Victoria o. 37, 2*
dita, idem
Jos Joaonim de Azevedo dita n.
29, 3' dita, dem
Guarloo de A. Pelze, dita d. 27, 3*
dita, Idem
Dcmiogoa Jos Ftr.eira, dita o. o,
C* lita
113*383
153*844
153*844
384*6*4
1.0CO*009
Classe n 42 -R-boeadnres risSCOO*
Recife 5.0 f{|
Rose. 1.000*, Wilsoo Sons e C.
Amad: a, !00*, Companhia de Servaos Mari
timas-
Cottnfeoiba, 700*, Cimpanbia de Se-vicos de
Pollos
Moleqae. 600*, Com. anhia de Sarvigos Mari.
lioaos.
Armando, 400*, idem, idem, Idem.
Peroambaco, 400*, idem, idem de portos.
Jos Ma laano, 490*, dem, idem, Martimos.
Nn, 400*, o da Aqaiao Fonseca.
Pern-'nmaco, 200*. Campanbia de Servijos
Msr.timoao' 000*.
Bauco de Pernam-
buco
Sao coavidaios os Srs. accionistas a vlrpro
receer co da i de Fevereiro em ciaute o 10-
dividendo de soas acdes. na rezo de 10 0/0 ao
anno, oo 20*000 por arcao, correspondeote ao
2* eetcestre ado em 31 de Dezcmoro prximo
p saio.
Rjclfe, 25 de Janeiro de 1895.
O Recetario
Aotonlo P. T. deGarvalbo.
CIRCO PERY
lssa Companhia Ei|iio em escursiio pe!oM Dvstados do .\torte.
Maravilhosa func5?.o na qual se apresenta trabalhos novos pela pri meira vez.
AERIO VOLANTE
pela sympatV.ica Ari rainal joven ANTONIJ OLIVIO.
Terminando com a grande surpreza da vertiginosa desoda da p n'um se-
gundo rame untado coai UMA SUBSTANCIA gordurosa.
. Robbe amaricano pela prhneira vez por JACINTHO PERY.
Estra hoje tauobem o director MANOEL PEiiY, mandando um cavallo eni
LIBERDADE.
Os palhacos Olivio e Caetaao hoje eem descanso.
Amanba nova func^o.
Domiogo e dias san os 2 espectculos s 4 horas da tarde e s 8 1t2 de noite.
Pregos
Cadeiras numeradas........ 3^000
Entrada Geral.......... liJOOO
\m 8 1[5.
DO
Proj
jecto de inscrip^o
t^ara a 28/ corrida a realizar-se no domingo,
3 de Marco de 1895
i.
2.'
3.
4.
5."
6.
FARGO- IlippodroBio do Campe Grande -1.609 metros. Handcap.
Animaes de qualqaer pas. Pbbmios: 500ijK)00 ao primeiro, 100KX)0
ac segando e 50(91000 ao te rea i ro.
Pes08=Maxinjo 70 kilos ; minimo 40 kilos.
PAREOImprensa Peraambacana 2.200 metros. Handcap Ani-
maer de Pernambuco. PBSMios : 1.000^000 ao primeiro, 2G0)}O0O
ao segando e 100000 ao terceiro.
1*esSMximo 62 kilos; minimo 40 kilos.
PAREOAOS Sportman950 metros. Animaes de Peroambaco Premios:
3000000 aa primeiro, 605000 eo segando e 305000 ao terceiro.
Art 5" Jarpe, Debiqae, Nababo, A'eotureiro, Bismark 2 o, Triampho, Fenieno,
P.ramn, Pia'ao, Pyrilampo, Camera.
PAREOAOS AzarNtas 1.800 metros. Handoapi Animaes de Per-
oambaco. premios: 6001000 ae primeiro, 1200000 ao segundo e
GO000 ao terceiro.
Art. 5 Oado pareo soa tSportmec e Todo-*, Id, Maunty, Taroo2.,
Fu maga 2.* e Farioso.
PesoMaiimo 62 kilos ; minimo 40 kilos.
PAREO-8 de Marco -1.2C0 matroi.- Animaee da Perramboco. Pbbmios:
3500000 ao primeiro, 700000 ao segando e 35$000 ao terceiro.
Art. 5.'Os do pareo Ara AsarisUs eJBaija Fior 2-, Patohoaly, Meleio. Ber-
lim, Dublio, Mescolte, Mendigo, Qanmpeiro, Ybo, Gsllet, Palhago,
Vingador, Phariaea, Pirata, Fortaleea, Irmilodio, Conqaiatador, [Te-
no 2.*, Galioleto e Hirondelle.
PARLO Trunos Urbanos 9C0 metras. Animaes de Peraamluco.
pbbmios : 300)>000 ao primeiro, 60J0OO ao segando e 30(J000 eo ter-
ceiro.
ttt 5#.==Os do psrao 3 de Marjo e Malango, Narciso, Toulon, Caraana,
Teimoso, Frontn, Petropolis 2-, Prastiano, Galioleto, TeliSpher,
Erna, Timoneiro, Vingana, Cingo, Pigmea, Gitano, Moa o,
B*rlbo, Abysm Faa.t >, Dicte Jor, 8aos-Soacci, Hagnotto, |Tcp
7.'
8.'
O-
2', Allv-Stoper e B*tbory.
I
Club Carlos Gomes
Sabbado 16 do corrente te-a logar o sarao
musical e dtn?ante, correspondeote a este mez,
ovando cesde j os respectivas iogreeeos die-
jcsifiao dos Srs. socios na f.esaorarta do Club
das Vis 9 horas da nont.
Secretoria do Club Ca-los Gomes, em 9 de
Fevereiro de 1895.
Al-'aro P. Al ves
i- secretado.
PAREO -Anfmnco 1.2C0* metros. Handcap. Animaes de Parnambaoo.
pbbmios : 300)5000 ao primeiro, 600000 ao segando e 000000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 '>s do pweo Aos Asaristas menos Manrify, Turco 2.- e Todo .
FeSOSMximo 64 kilos; mnimo 40 kilo*.
PAREOConsolaco=l.250 metrosAnimaes de Pernambuco. PPBMIOS:
3504000 ao primeiro, 700000 ao segando e 351000 eo terceiro.
Art 5 "Os do parso 3 de Margo e Malange, Narciso, Caraona, Teimcso, Pe-
tropolis|2-, Frontn, Toty 2-, Galioleto, Telisiher, Cingo, Pigmeo,
Gatuno e Bathory.
PAREO Concloso1.200 metros. Animaes de Pernambneo qae cao te-
nbem ganho no Derby. Premios : 3O0$CO0 ao primeiro, 6O0OCO sose-
gando e 300000 ao terceiro.
Art. 5.-Zamora, HirondellB,Beijt.-flor e Irmilodio.
Qbservacc et;
Hippodromo do Campo
Nenham dos pareo contar viotori
Somente pagarSo a respectiva inscrips5o no pareo
G.ande, oe animaes qae obtiverem oa 1-, 2 e 3- premios.
As tb Has de pesos s serio coofejcionadaa depois da inscrip5o e os rs.
proprietarios que nao se o nformarem com ellas, podero retirar os seas animeeB at
24 Loras deooia de publicadas. Findo casa praso s ser admittido o Lrfait.
S serio considerados realia^dos os pareo Imprecas Peraambacana c tos
Aaaiiatas ae inscreverem-se e correrem 6 animaea te 5 proprietarios dfferentes, para
es demais exige-se que se insorevam e cerram 5 animaes de 4 proprietarios d ffe-
O psrao Hippodromo do Campo Grande realistr se-ha oom 3 aimaes de 3
{roprietsros differentes. ,
As inscripcSes dos prraos de animaes de Pernambuao serao pagas es dou
preata{3es iguaes; sendo a pr.meir na soto da inacrip9ao e a segunda at o da b
do errante mea. ,..., .'
A insoripsao encerrar-se-ha na quarte fera 20 do cerrante s 6 1(2 bcras
' A proposta qae nSo estiver acompauhada da respect'va importancia nao
SecretRiia de Hippodromo do Campo Grande, 8 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Silva.
Augusto
AG.'. doGr/. Arch/. Companhia Nacional de Ca
misas e Roupas Brancas
do Un.1.
Sob.'. Cap.-. ConclliacSo
Convido a todos os irmSos capitnjaros a reo-
nirem se qaaria feira 13 do corieote met. as 7
oras da noule, aflm de eilectoar ee a e!eio
dos noves lonccicnarlos.
Recife, 7 de Peverelro 19?.
G.-. J.-. M.. Gr.. 30
Alta.--
A directora desta companhia convida
aes Srs. accionistas a fazerem a 8.a en-
trada de 10 O/o ou 200 por accSo, at 28
do corrente, em m2o do Sr. Thesoureiro,
ra I.* de Marco n. 18.
Recife, 4 de Fevereiro de 1895.

I
,; ,.-
i \ y, ....... ,i



IMBBIHBB
S
<|iiagtafeiga
PaOJECTO de nscmpco ,
Para a l!.a corrida que se realizar no dia
17 de Fevereiro de 1895
HraJO PeraanUSCano 1.503 metros. Haodoa?. An maeo
qualquer pb. paninos: 40Q#.iO0 ao ptinwiro, 806000 o egoado, e 40|000
so terceiro. ._ t
* Gyos-, 75 kJoa; Dorotby, 60 kilos; Gaayanf, 56 kilos; re
tropolis o Apolla 50 kiU> cada 5 R-dam?, 48 kilos; D-oaradilho, 40Jslos.
Observacoes
A inaoripcSo encetrar-ae-ba, hoja to aieio dia. na Saoretari*. do Prado, ra
da Impei&tri n. 26, 1.* w-r.
O perso aera rcflitttjn 0^n o nombro animaos que.*pr>areoor.
Secretariado Praco Peinambucano, 12 le F*vereiro de 1835.
SEaVINDO DE SECRL'TjABIO.
C. Abren.
O l,0\l>0\ k BBIZILIW
It 11K LIMITED, pela presen,
te, declara a quam poeta inte-
reswar. quo.slo dia 13 de Feve-
reiro corrate eu liante, e at
segando aviso, nao abonar
ntais jaros, sobre diokeiros
depositados em contas corren-
tes de aiovimentos.
Recile, ft de Fevereiro 18B5.
Gerente.
W. H. BILTuN.
Thesouro do Estado
de Fernambuco
Deordem do Sr. Dr. director geral do
Thesouro do Estado fajo publico que
amanh 13 do corre, te paga-se a classe
dos aposentados e jubilados.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 12 de Fevereiro de 1895.
escrivao da despeza,
Aljredo Gibson.
Companhia Framceza
OE
eo a
estro o
Bbbi,
vapor
Havre, Li&h
Rio de Japoir'
0,
DERBY-CLUB
Gumpanhia
DE
Fiaco alccidos d^Ptraifibaco
BMd'Ddo 23
6o convidados os Srs. accionistas a recebe-
em o dividendo do ultimo sirestre do ldo
fiado a raai) de 10 0/o ao sano, equivalente a
6*0^0 por i no is-'ip!..io na cospa.bia, *
,oi Co Bcm Jeus n. 4, I- an lar.
Recle, i de Fevereiro de 1895.
O director se-oi8iario
' loode vmoriio.
Navpg
Lir/ha regalar
'or- picbocr>,
. o-Santos.
O vape
Vlledo Rt sario
G >MttXDANT2 DANIEL
L' peraCo da
EiKopa a' o i
/ffiV 1 do correte, e
- -regoir depoi*
ida indisrensavei
demora- para
Maceio, Babia, Rio ro e Santos
RVfi-se aos Srs. Impottadorcs de. car?a pelos
vaporea desla lima, qoeirum ar.resentar den
t:o de 6 das, a coa tai do da descarga d?a al-
varengas qualquer lerlamacio ronce mente a o
Ibbm que r>or ventura teobm s-ccid para na
porto3 do sal. aio.de se pode/ero dar a temi
as providencias necessarias.
E? lirado o reimae prao a corapancia cao te
ratp,c.-.i)il:su por extravos.
Recebe carg? : tratar con o
AGENTE
Flix Bandeira
9^Rna do C!<>romroir 9
GRANDE PREMIO
T1CT3B.DF 3P3S^XSr^XVX3XJGJK.0Nfa
a realizarse na eorrida do dia 21 de
Julho deste anno
cOO
Jal! 0
HAMtDCAP.=Animf es de qnalquer ptii.
DISTANCIA.2.500 metros
PiiEiU.3.0005.000 to primeiro, 2.000000 ao segundo o
0 t-.rcell0.
Observares
A entrada ser de 10 q|0 sendo 5 o,0 co acto da inscripsSo em 6 de
deste auno e o reato em 10 do mesmo mea.
Imperta FRFAIT a n5o prestajSo da saganda eatrada e nao ser conside-
rado reasarfoo pareo se nSo bo insareverem e orresem 6 animaes de 5 prepri ota-
rios differentes.
A tabella de paso sei oppojptunsmente publ ada.
Secretaria do ?er'. y Club de PrBambuao,- 20 d* Janeiro de 189o.
O Gerente,
A* A. Goims Penna.
Companhia de Serv- de o dia 15 do cor-
eos Martimos de rente mez, nao abona-
sobre
conta
novo
Banco Popular
C mviio sos aacioDstas des;e Pan~o a vifert
recetor eca sua eJe a eaaaftr ce 1 da Fe erei o
o 7." duilendo dH soas acjOsi relaJi) so te-
n-estie fiudo em 31 do Deieosiroa ciso ce
10 V ao anno.
Rccile: 23 te Jaueiro d? 1895.
Albino Narciei Ua>a
Dijettor 6ecietano._
E: COL Ji R0RMAL-rcariO_da Soc:edaits Pro-
p-ador ca lnsirnc^aj Jubiica, na boa
Vi'a. .
Di o-dem do Sr. Dr..director, feo publico
que e.-toiber as, a:e o-dia 28 .le Fev>reiro. a-
iraincolaa para a auli-s desea i acola, e eDdo
ts i.e-essadcs ce mparecer i eocreiaria, dae 6
as 8bora8danoite. .
Secretaria da Encola, 3'. de Jaoeirode ic9a
Se-vindo de eecretario
op'.aiq Ca'a;n'.
Institua Arclwlfjgico e Gcogra-
pliico Peraattibacao
Sexla feira, 15 do corrente. hora do coIu-
me, havera eeas&o eepoctal para, a eieicso da
aesa adiaiDitlrattva do annj sccil ce 189o
1896.
Secretaria do loslituto,; li de Feveraro d*
1895.
1- secretario,
BaptiMa hegeei-a.
Banco de FernamEuco
Em obse/vacca do Art. 15 dos esaiuics deste
Banco, convido es S s accicru tas a recoirtm te
oo da 4 de Mircj) pro-xno futuro, no meio na.
noeJificio ,aa'AstOdsao Cj nsmboco, para temer cooberirneuio do relato:
n-s. balaofio dest Banco, parecero-coD&tlbo
lisciil e ele'co do m tQ-o
Recite, 13 deFtvtreirade 1815.
,0 eecrelario
AotODio F. Pereira de Caryalbo.
CompDlna^ernaiubucanade i\a-
vega0o
?ORTOS DO SUL
Direelo Sutes
O paquele
Capibaribe
COMSANDANIB I.'TFNSXIB YEP.lSIMQ
'OSfA
Segoo no dia 1S do.Cir-
reute la 4 na. as d lar-de.
Recebe; carga, encommeedas, passageas e di-
nhfiro fete a; s 11 boras da manbado da
a artidu.
Cbama-ge a altencao. dos Sre. carrgadoree
pa-a a claosola 10* dos cunceclmenlos que a
seguate :
No caso de have? algaba re?iaaco con
la a CcmpiBbia, par vt:a oo-perda, deve ser
fdita por eacripto o aKintejespe tovo- co port
da descarga, deulro de tres diae de(Ots de una
litada.
K6* precedalo eeta formali-lade Compa-
nbia fica ieota de tuds a 'ffx> rsabilidade.
FSCBIPTORIO
No .Caes da pQfl|Mnh Pernambacana
o. 12
Roga-se aos 8ra. Dassageiroe de se rpresesu-
em na veapera da cbegp.da do vapor para toma
.em as scaa paseageD?.
Para carga, pas agen, encommendas e dinhei
Tj a frete-tratsr cem os
OS AGtENTKS
H. Burle & C.
42-RA DO TORBE3-42
!. andar
Llofd Braz'lKlro
'0 VAPOR
Pernambuco
Commandanto Macedo
t^liTOS U NOBTJi.
E' e^reado os rortcs
do do- e a' o dia 13 do
correrte, eeguindo depois
para ls porMH do eu!.
O VAPOR
Espirito Santo
Coamandarte Flcrindo Das
E'esperdjdr.?
lirios do tul if
o da l* do ctr-
-enle e seguir
pura os uu= d.
norte uu ai immsdu-to ao ta cb- jada.
As encommeedas serao r*ciBiia8 at 1 bcra
da tardo do oa da sabida, no traoiclte Barbse
Caes da Gompanhia Fernambucana a. i.
Aos Sre, csrrecadores pedimrs a ees stlencaj
pna a clausuia l* Jos cjobec:m;alo que a
segoioe:
o caso de baver algcn-a rfr,::irjDf.geo eon'ra a
compaobia por avar'Ed ou porosa, deve ?t fe.la
por escripia ao atae respectivo do porto da
deararg, dentro a- tMt das depois de ucali
sada. ,
Nao preeeieno rs'a forsaudade, a rompa
r.a'a Boa i:u;a de toda a n.epousabili-de.
AS pa?Si>teoe e5o tiradas no ruesmo eecripto-
rio, ate s 2 1/2 hons ^ l Ertfl do da da sabida
do vapor.
Aueccao
Aspassagons pagas a bordo cusam
mais 15/o-
Para ^arga, pas^ageas. ercornmeaiias e vala-
res trals-se cornos
AGITES
Pereira Carneiro 81 G.
6-EUA DO OOMMERGIO- 6
! ndar
gr-mmsr, ferros para eDgcuin:8r<. baldee e prale"
Ierra?.
8a 15o
Urxa imporlar.te esma de ferro para casal,
com lastro de mola e soarr iySo de metal, col-
cbas e traveseemos Guo^. 1 linda cama para
cnanga, Las mesmas icnUffie, i.^uardi veeli-
dis, 1 t6i commjoa do iBareib, 1 lavalorio
com pedra e i uam cao coipipt, 1 banca de
cana, 2 u,eea3, 1 loucador. 6 (a leikas de jenco,
t inr-ete, cestas paa riua, 1 tesLertdcre 4
tapetes-
2'^uarlo
Urna cemi, de ferro tojj lastro de arjme,
coicbao e t.urei-secoa. tma lavas:io com
| : rica). I loucador, 1 me.a, cabides, 1 vaso
pira privado.
3* aua:t)
Uoia cama de ferro, lastro de ca-S, rolcbSo
e traveseeiroe liore, i ij ccbixo'f, 1 lavatoMo
enm .goarntcSr-, 2 e.bidis, 1 teucador, 3 tapttes
1 de;periador.
0 agnt>' Gu mo, aucrisado peo Im Sr
W. J. W Hoity qu? reir te fiar^ Europa, lera
letiaa dos movis e rrsta o.jeclcs aoioia,esquaes
se acbam m rxuiio btm ealado A's 10 o 40 parir m Ueos etredal da pisga
da R-pblica, p-orau o im todas as estacOes,
que dar pasgageai gratis os concurr nles.
Leilo
Do eoorado de 2 an ares do largo de S. Pedro
r. 6, fregoeiia de Santo Ai"ouio
Da cara da traviesa da Praia do Forte n. 8,
f'pRena de S. tote.
Da cssa da ra Lomas Valeticss r. 51, (re-
gwrza de S. Jo^e.
Da cesa de tatpa da ra da Gameti-a s. 4,
fregue2ia Ce S. J. s.
Quarta-feira, 13 do torrente
A's 11 boras
Ageate Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
Vrja-se os edilaes etn outro locar desta
Diario.
Agente 8ilveira
Leo
0 agpntp Silveira, po- rx-a:-xiado ? com
tccia do Exm. Sr. Dr.
da laz
a3-i-
u! ne <:reilo Pernambuco
De accordo com o qne preceilua o art. 147 do
Reglamelo sobre as socisdides 4uceyuias, cou a d.iero?ic5o do? S-s. accionistas na totiesor
cial, es 8eguU(te8.cumeoto3 rea ivos ao auno
roximo paseado.
. Copia dos balancee.
ir, Copiaida relacao cmico! ios accin sta.
3-. Copia da lista ta- tiansfer. ncias de arcois
Rectfe, 14 de Janeiro de 1894.
Fb.cfco e A. Cerdoso,
irector adjunto.
Banco de jpernam-
buco
De accordo com o Art. 16 do dfereto. de.17.de
Janeiro d 18S0, participamos aos S-s. ac onis-
tas qoe se arbam na fte deBle Banco a sus
disposicao os seguioles docomeot03 para serem
examinados :
1<> Copia dos balanco-
2 RelocSo njnjinal dos accionistas.
3o Lista das-transferencias de accoes dorante
o auno.
Recite, 19 de Janeiro de 1895.
Antonio F. pereira de Camlfco.
Director eecretario.______
OMPANBIA DE SERBOS MARTIMOS DE
PERNAM.CO
Ae sem ble ate ra I
Sao convidados os Srs. a cionislas a se reuoi-
lem ero aisembla geral extraordinaria, no salao
da Aseociagao CommerciA Benficente, me:a
bora da tarie do dia 15 de Fevereiro. viodooro.
afim de resojvprem obre urna p/ppos a para
teraco de-lBune ar.igoa, dos nj>x.s Ei ato
tes. Em eegolna ter logar a reooiSo para a as-
eemblea eral ordinaria atirn de resolver f obre as
cootas relativas ao auno passadoeo leiataiio
apreseotado pela diretori?, proe^ecdx-se sps
ra mais juros
depsitos em
corrente at
aviso.
Kecife, l.'-de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London & Ri-
ver Pate Bank, Li-
mited.
1. Ellis,
Gerente.
,91-llW
l/ia?JKlCCS
m
lis
0 p:.qnnte portuguei
Vega
^iperajrsa des *or!c3 de
Sol, at o dia *5 de Fcver
re.ro, s bi a dep>is da de-
mora .exesiua para
aVleicao da nova dtrecioria", conceibo ecal
eopplentee. na forma dos Estatutos.
Reofe, 28 de Janeiro de 1895.
Frsncisco de Asis Cardse,
Director adjuncio.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plieajix Peraamby
BA DoSoMMERPIO
SEGURO CONTRA FOGO______
Sacicdade das JArttetas lleeha-
olianLcas e ILiberaes de
Pernaiubuco.
De orem do Illm. Sr. capito Jos
Antonio yieira da Cunha, director da
Sociedade, convido aos Srs. socios a se
reunirem em esembla Geral extraor-
dinaria, nos dias de ter9a e sexta-feiras
as G 1[2 boras da tarde, na seda social,
afim de continuar a discussao dos Eta-
tutos.
Secretaria da Sociedada dos Artistas
Mecnicos e Liberaos, 8 de Fevereiro
de 1895.
O Io secretario,
Gaspar Jjntwiodos Rtis. _
fOMPANiHA
Exploradora de prodiictos
calcreos
Chamada de captt.l
Por d^li.eraca da sasembla. gerl ex'-aordi
loarla. reqnidar.eai 28 de Desemb.ro pro^iao
pagado, convido di^a.-aficionistaa, tanto da
primeira cpaxp da eeRund serie do capital a
reaearem 100/0 ou 20>WO -por acca-vccrres-
(ponden'a a npoa qltima ottada do capital que
anbrcrevarari.^ dentro de 30 dias. a contar de
r.oj', do e-criptorio da compaob.a co ues do
Apollo n. 73, dS 10 a f horas da lafde.
Recjfe, 7 U9 Fcvereroiio lb95.
Rodrigo Carva bD
. Secreja rj o.__________
' COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecido? de Per>
naiftbuco
Acbam se a disposico dos Srs. acciooisAJ8.no
ea:rip!orio da comwopia, conforme diepOa o
Art. 16 dQ.denreto de 17 de Janeiro de. 1890,
COpia dos bBUrcos.
Rela$o nominal- dos accionistas.
Lista das .iraufeancas de acees durante o
nno.
Recife. 8. de laneiro de 1895.
O director secretario
jn. Jnaode A
"coBVXSijr
Lisboa
Eete paquee iluminado luz elctrica entrar*
no porto e lem o agn li 'af accommad. co^s para
BfMMeiro^ de 1.* e 3." .lases.
decebe laqjbeana-sageiro. p^raas-Jlhaa.doi
Aox*s cem transbordo em Lisboa.
Para pa=s ge.' s, carga e maie in/qraiacPes i
traUr com os en aigoalarlos
Silva Gaimares 1 C
Ra do (.'onmereio n. 5
Vapor inglez
Bellarina
E' esaerarfo a'es'.e. per-
to at oda 94 do cef rente,
dexora, oiretameio para o
Rio de Jajjjeiro
Pjr ca-ga e valoe Irarta-se coala
Con8is:oataria
COMPANHIA INDUSTRIAL E COM-
MERCLO DE ESTIVA
.8 Raa do Amorim68
Para em i re tura
rigue Mendor
Peklas em direilara
Brigue Rostad
Segoem em peucoa oia^ a-a estes portes os
oavics cima no'ades. podeDdo receber ama*
ua-a resto de carga, a X'aiar com
Piato Al ves <$ C
Vapor inglez
Bratidenburg
PO'IOS
ZO do
depoii-
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O tendn & %i-
ver Pate Bank. Limi-
ted declara que des-
loiapanhi de l^vegacio Ca-
rioca
O VAPOR
Santelmo
Comroandante Davjd Torok,inson
De Servicos Martimos
de Pernambuco
Dividendo o. 6
De ordem da directora convido os Sre. accio,-
nieU8 a virem receber, do dia 1 de Faveroir
em dame, o 6' diaidendo de auis acsOes. ni
raiao de 10 /. ao anno. ou MOO cajla accao.
cortesftcndenie ao adestr flqdo, pm 31 de De
sembr do anno ultimo.
Recife, 28 de Janeiro de 1895.
Francisco de Asis CarJoso,
Director adiando.
Recebedoria doJSst&T
do de ??e,rnambuco
EDITAL N. 5
0 sdojDistradpr/ai publico para conbecimen,-
to dos iaUressados ^que, dentro de irinla dias
otis conlados de 11 do correte, ser effectuada
n'es a repartifio a.arrec?daco a bocea do cofre
da ccnlrlbuico devida pelos servicos da Recite
Drainage Compaoy relatl?amente eo > semestre
do exercici de 1894.
Rece edona do Estado de Ternamboco, o de
FeTereiro de 1885. mc ,
AffoQio de Albuquerque Mello Joolor.
E'(pepera4(La.t^ o dia 4
do corren le, segqin/lo jie*
pois da demor do coslpme
pa a
Ri Orando o Su!,-Pelotas o PctonAIe-
gre
As encommenJas serao recebidae at a 1 bor
da urde do dia da eahirta, no trap'cbe Brtosa.
no caes da Companbia PernambucsLa n. 4.
Para r.a-go, passagens e encommendas trata-
86 f"*108 agentes'
Pereira Cataetro & C.
Roa do Comjrcioto. 6
1.andar
Priace Une of-Sleaiuirs
James Kuott,.Newcajst'e-
oii-Tyne
l.lnha recular tntr- as Esta-
das-Unidos, BtazI! e o Ra da
Prata
Presea! mecti
ancorado n e e t *
porto, seguir no
dii 14 co ccr-
eme para
Baha, Jo de, Janeiro
e Santos
O VAPOR INGLEZ
CeoJe Prince
Tm optipsaa aooinoda<5aa, paraxpaaaa-
geiro o illuminado las aleotrioa.
Para passagens trais-se com os coEsuoaia
ros
Johnston Pater e Comp.
Ba do Commercio u. 15
BlTlnti 8W SKKM tattiHT
O paquete
Thames
Commandante B. G. Armatrong
E' esperado do
eul cq ora ia do
co rooi.e, tegpin
[do depois da d -
ora, in dispensa-
va! paTa"
Lisboa, Vigo e Southimpton
,P paqopte
Magdalena
Commandante H. 0/ Rigand
E*,A8perado da
Ecrora codia^a
do corrtpte,. ser
iguindo depoM da
'jtrxora iodispep-
eavel para
Babia, Riodde aneuq, M0P1
tevido e Boenos-^yi-es
N. R.-rPrevine-ifi aoe.Srs. recebedor9f)d
uflrcadoiiaa, qae a Companhia Mela Real inglr
r.a, ecuiracto com a-Geuo.-t>Steam Navegaos,
Companvim swvicode vaunres manaes qa
partindo de fir.:eaux, Cognac, Lbaroote. devem
cnegar a Soinamolon a lempo de baldearera ts
largas dastinadis Amrica to Sai para os va,
pores.dna'a comraobia.
Esta compannia acceita por preces tasoaFei
para Valparaso at Abril, pafsaageiros coro este
destiro por via de BuencE-Ayres e mirada to*
Andes.
1 Tambem acceita, paasageitfs para New-Yorlf
e Soutf.ampton, por especial arraojo teita coa)
a Compucbia A!JemaolLloyd,podadD demorar
rem-3e na Ecrcpa cas > t. desalarero.
KodaocAo-co3-pi-ey6B daa-phaaaaesa
Ida Ida e voltt
t Li-^-oa 1^ sAhs 20 0
v1 Sc.tbanipioa i- cLa.isa s, S8 & 52
.Camarotes wsaryadoa pars- o.pasaageros de
Vamsiabeco.
'*Para^carga, passagens, encommejjdas e d.
blieiroa lret<, traia-f^r-om os
AGENTES
rfBaviaa Ir ios s&i
v7 a^r-R-vi i'tfi"Bi Jaans-^N 3.
E' esper.n'o des
o Borle a' o d;a
.ccr ente, fegolodo
deptquena aemoia tara o
Rio de Janeiro
Este, v?por } Iodo iUcminado a le eJeelrica e
tem opmaa aceoromodacSes-para pa-ssgeiroa.
Para carga, passsgens e valorea tratase
Cm CONSIONATARIA
Companhia Industrial e Coav
merclo de ilativa
S8-RUA DJ AMIUM-58
LEUDES
da laz-1 da. levar a l.'.io a Cifia a ra do Q :a-
bo n. SO B. fresceua. de Afigjd'.s, peritamente
a AatOOli Fu-reir ta Silva.
Quaita-feira, 13 do corrente
A's 11 horas
No atmaiem ra Id de 5o-
_________vessibro n 41_________
Agente estaa
LeioO
De orea linda rareltia ; eivmoa seas, para
carro. 2 ditos para .cr idas, denominaacs Mu-
ritj 2o e Caoore, 1 linda arrota lourioa, prenbe,
1 armacao de amarelio, 1 grande me*a p?ra fa-
-sea'.as, 2 cia-sts para coiLgio, mccs coleada
ve-.-r.do.- bordados de l e lint n maias para
.bomem,. tapeies, relogus, caoeias, lOe'as e
-eba'.lous p.ra senbe-ra?, 1 grande ba.Uoca decea-
-uaaal, mstbioaa oorj costurar, corus de cce-
ii. ir a, c os.ornes de dito, taleros de amieo e
oiiVr^s obje.ctoa quee&iaro pllenles a vista des
rs. tompeadorea, que ssrao vc:cs ao correr
do i ri !.'.
Quinta-feira, 14 do corrente
A'o ii EAS EM Pt-STO
1V0 armazn travessa do Corpo Sanfp
________________iu27__________________
Leilo
D^ mcu-i?, piano, qu^drop, loucas e vidros
Quiiita-feifa, 14 do corrente
A'S 11 HORAS
So laQar do eijHAdo s ra Mrquez de
Olioda.n. l
CONSTANDO I
D> urna aobilia-ee jecro cem ei,posto de p -
iba com 12 car-e ras de guarnii.ao, 4 ditas de
t)racos( 1 *t.f4 2 ecnsolcs coco ped-a, 1 piano
do (aorican e H-nr H^rv, l cideira-para o mes-
ui>, q'j.ir, i, jairop, eetarradeu-a", 4 mobiiia de
.janeo,-ettrpleta, 1 ctma. I marquezio, t guarda
vertid-.', ir;.Ld-, 1 d.to pequeo, 1 baoca de
cana 1 m^muesa. 1 i a.dieiro de s.usfeD6ao, 1
mesa elasti a se 6 tanoi-s, 1 dita de dita de 4
iaboas, 2 ai aradores lorneadop, 1 gqarda comi-
da, i macnina de costura, 1 biaoemo, 1 sola de
amarello. 4 rsd-iras de am-ielto, 2 ditas com
(races, 2 mei-asde columnas, 2 cadeiras com
balaoco, 2 esp-egulcadeirae, 1 jarra com tornei-
rt, 2 ti;tros ingleses, I meea p.ra janlar, 1 mesa
para jarra, 1 geladejr?, tucas,.viv-ris, 1 appa-
relbo de metal para coa, laco. de-cebre e mu
es cotros objectes de -f;sa d familia, os quaes
'< ram transportados para o sobrado cima men-
cionado.
O de movis, louca e vidros, annqnciado
por intervenan do sgimie Pinto para sexla feirc
15. deve ler logar nacasi em qce moroo D-.
JoSo F. Potgi de F.gueirdo, a ra Riacbuello
p. 47. para onde partir utn bond de F.riifides
Veira, p!c lluspiio. ______^_____
Grande
UljW
VAPOR
Gordouan
Entrar co porto
E' esperadoJ
Europa at o q,a
O d) roire^;e.
R-cebe carga para
Ri&ia, Rio de Janeiro. S<.ao?, MqtYJdf>;
e Buenoa-Ayrea
Prevlna-ge anda aos Srs. recebedores de-mar,
eaioFiaaqae c6 se atender a r?oiaa;ac5e3 per^
(alas, que forem recoubecjda0 na ecoasio^a
descaiga dos vokimes ; e qae dentro de 48-q
ras a contar do dia da deacarga das alvaresga^'
deverio faser qualquer refllamatao coBCcri^enr
te a volmes qae porventara tenham segaido
para os portos do sol, afim de serem dadas s
lampo as providencias necessariar.
De importantes aovei?, pino, quadjoa, .porcer
lar as, crysiaes, electa-piale, candieiro?, ier-
ramectas, riairt domla e Uem de- oalnba.
Quaita-era:13 do corrente
Xs t\ horas
No chalet eu Ponte c'U-toi n. 56 A
CONSTANDO:
A o Jai terreo
Sala de-v;s'as
ma mebilia austraca com encosUvde paiba
contendor cadeir-a de guaroic&o, 2jtillaste
b-ac. 8,2 an s de balaojo, 1 jola, e 2 ctn.olos
cor pedra, 1 piano fone do fab
vais
is % 1 ca-ieira para o iresme, 2 csnieiros
proprios para arandelas de piano, i dutJserqoe
dd chantajia, 3 Ludas ce.iDbas de pbaoiaua. 1
mesa para jogo. 6 p^-es de ccrtinadoj. 1 cao-
dieiro de exten-ao psra centro da sala comglobo
de pbaUazi 7 caJeir.s -de pbantazia, 6 qna-
dro^ divert03. t meea redonda -oMrt. d'-
i eraos pannos para mesa, iarro?, *
tooers oiuitos e iffrei.tes objectos de.pbo,-
azU proprios'para enlejes de -couoIos e paro-
des ce sala de visita, apeles para forro e 6 Id
oetts cap-cbos para noria.
Q irlos
ma etaote. para ilvror, 1 mesa .grade. 1
dia com iave'-ae, 1 caodteiro para lellura, 1
prensa para copiar, .1 joria 9*^}.*^^
diverso! livrcs, 1 commed?, 1 guarnifiao co
neta prjra lavatorio! 1 lavatorio, 1 espelbo. 4
esleirs de jonco. 1 impara.4je.;carrinbo para
crianca, t ba ibeiro oara crlii cabttea, cest,
pa-a roupa, 1 espesor lapetes^e forrocapacboc
de c6co. 1 matbtns Sioger, de mao, para- cos-
iera. ,
.2ala.dejant.ar
Um aparadoc de armr.r-io com-tempo de pedro,
i mesaeietiea'roii' 3 tancas, 3 aparadores tor
cadiras de plaa*..! WV*? mt??j'l
decolumra, ipar.ao para-meea. 1 pendis,!
glande Japee l esuwa-aararir Eus, 4wVUw*^ct5Jilac iouC8..Wdr.oe,.e!ec-!
trcTpiate;. 1 .servjco^e^orceJacaijara-eto e-
jBja^'qoaK.Ta vasos para,pfenJae,3-caya
-chos de.coco.
- *>-.*- Ter*6co,,a>Pfif*>,9 coja
timiTaea cem ..panno, ,* etxnfHiSl^SXfK* *
ujar inbetrarte.coijiftu com q,aarl Jias, t es-
,^dade tbesour?, 1 lote d* ilutbo. 2-fesesoo
Cear 1 si.bao ferriroeoias para ]ardim.e cioeiro, 1 pairo ,d3 -mav, t Iw 9*. sj#alON;Iats*
par-anosito e-2 xb&s le.pintio.
F Cosinha
Trem de coainba, mesas, balsnc, laiebos ae
cobre, bacas, macblDs pira picar carne e en-
qa
Por intetven^ao do agente
Gusroao
Segundo leilo
Da importante propri iade denominada Praie-
re. sita no Estado da Paranjba, comprebenden-
do os sitios denominados : Peora rmca, de-
marcado ; Patrimonio, anoezo ao primeiro, de-
marcado.
Urna importante cas de vjveod.
ma dita de taipa caberla de teibas, ;ns(xa
p-imeira.
ai.telbi-o defaaer farinria.
Sexta-feira, 15 Je'Fevereiro
So armazem ra ldt..\o-
Terutero n. 39
AT10A DO IMPER.AD.OR
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr,
juiz d direo do.ci.vel dq mco>einio ae Ollnda.
s requerimenlo lo ii.vt'Uiariaui; co etpclio do
finado con go Dr. Joaqq/tB G Kiajm dr.e Araojo,
levar a leilo em seu esgr.ipip.io afilia. P'ppTfe-
dade denominada Praaero,Biloaoa ua i:.njuj,
peitencente au d.to. e*pc|li.
Qb S-s. pretenJecte; d nar a refe-ida prcpr^dade.
Leilo
D^movei?, louca, yj,dros, quadrcs.f-Eelbos,
'cacos oe jardim, planta e cbjecUs de
Casa de familia
Na casa em que morou o Dr. J o Francia'O
PoKgi de Figueiredo, a roa Riaccuello n. 47.
A's O 1/4 partir o bond de Fenacdes Viel-
ra, p.'le:iic-pifio, qae, dar passfgem gratis aos
concurrentes.
Em ron ildo, vc as t:u u cum crias e
garrotas.
Sexta-feira, 15 do corrente
Ageste Pinto
Agente Martins
Leilo
De urna casa e sitia n, 1, i ru D-. Epaminsn-
das oe Mello, na Passagem ra fdagd.lena, es*
polio c D. Porcia Conetacci de Mello.
Sexiateira, 15 do co/rente
jo armazem ra f j du So-
vtjuliro o 3 S
A'S U HGB.AS
O agente Martins fara irilaa.a requerimenlo do
leslamenieiro e iuven'arisnie do espolio cima
e por mandado do IHud.Sc. Dr. j z de. dirello
da provedoria, da casa e eiuo roa D-. Ep.mi-
qondas de Mello, ua PiESig^m da .Majtalena.
eudo o sifo todo mrr-ado, laj do de frente 48
mttros e oe fundo 38 menos t 5) centmetros,
portio de ferro e krdiil, arv-ore. ae f ucios ; a
casa Um i salas, 1 gatine r, 5 qaartcs, cciinba
laierna, 1 quarlo no quintal.
Os pretenderles pedem desde j examinar a
casa sillo.
'
*m***mmm*mmm



1 /
Piarlo de Pernamlmco -* Uuarta-fcira 13 de Fe/vereir de 1*195
Grande leilo
nnfoiMtau*
Do hotel Orieotal e no.-peia,'ia 8toa_a roa
Blspo Sadinna os. 5 e 11, cousiando :
De orna excell*o'Q armi'cao de amarellc, eovl-
dracatin e mportaine b*lcao de volta, camas
aiirqan'oe, colcti" s. traveseemos, lavatorios,
gusruicO s para oa meamos, ne^ie, caeira*,
cabiJes e rjjui'.aa oolroa ODjtKtcs exisleotes em
diios estaotle idelos.
O leilaa p innpiara pela hospedara da me-
Oj rea p. ii.
Sabbado, 16 do corrate
A'a 11 horat
0 ajenie SobjSbo, ia oris do pelo proprleifii
das Klttidos ct-Of1 oimeoioHviuoii .aura o lei-
lo coa u.o.! 13, en loiui, a Tja.kd>> doj cumura-
deree.
.ifcjilo
De tina moblra 'le jgo'o, 'coplela, cern
tampo de pedra, l :: Ico, 4 qaidfaa, 4 |TTO*,
tapetes, l e- .-i M ':- >" ..-1. 1 Pu..-
da raspa, 'Oil :" oerna, 1 goarda corid i aparador, i relcgio, I mesa pira jaular. 6 ca-
deiaa, i iao ua-io. c. aai da lena, naneas, ta-
inas (tacaa, vidres < .;iuilos cunes objectos.
Sachado, 16 do coi-ente
Ao mel dia
No bolel Onent.l a ra Utp dluha n. 5
O geme GucOic, au'.oriaau.) por orna familia
que re irt i-3?' para f"a do Ej;a 10, Ura lea,
dos movei.- cima ii.eu:ionati?. os quaes oraai
transportados do entro ca cidaJc para o rale*
rido betel. _______________________
Leilo
Di ceva de 2.^00 libras da mantt-lga tmen-
ean-, ira ia as, 149 la.as co u calamea nliea" >
e 36 c<.ixa cuoj massai* para sopa.
Sabbado, 16 do corrente
AO MEIO LIA
No noUl O.ien.^l a roa Bispo Si-dinha o. S,
por occitiaodo gran lt leilo dO m veis.
Por interven^ao do agente
usmo
JLeito
Do MC&Uaole aobsado n. 85 s ti & m do H; -
pl'.io, i en: 5 j r. I de f'en'e, ro nniar euye-
rior, 2 sal.8. i eabu.elis. 5 aja artos, 1 temeo t-
coainb, no pavimtniu erreo, S salaa t gabiue-
te, 4 qe-ir.os e i eoiao bo 'un lo da omi pucsa
da qce -z parte do mefmo sobrado, mediado
este 50 (. a referida (jaibjda 0 palmos, com oortao dt
ferro que di col a a para elle pelo oi'.ao, en''.
na 3 po las
0 le c ifli ? o i '.
obra i t : IS i tro i 70 canto: cara* ie eo-
t e iCO ;..-r. e70 Blia>tt*03 de fu lo que
ta p;r.i a p me ra ;ci do F. ei.
eraja-feira, 19 -.o corrate
A'S ti HORAS
No armazem n ra do Mrquez de Clinda
n. 48
I' O ag oto GiFmf intensado por mandido do
ExL". ai. 1).. jiz e ruto i!e c (jbo03 c v. r3-
qoefii-e&to > )r. Lata Baldo Rorigoe
Viai ra lnvec-irmait) ..rs bina de sea soera
Ma-ia BeoedutJ G mes (.'. ouza, fdr l-:lao do
BODiass acia a meoi'loBido o q<.al podera eer
piairiP* peioi eos pr-.d^re8.
OS
liu
DIVERSOS
tlAf li'"VTrP 'i' novas e hortalizas e
lLMIllM U fl.-cs, completo sorti-
mento, ra Estreita d Rosario n. 9,
Pocas Mondes & C.
Na ra do Sul 11. 21 preeisa-se de amas que
entendaui com pe fefio de lavagrm de roupa
e de engonmiado c mais serviro ce casa e ou
ras que compreni e cozinhem
Veade-ee i ra 5 i;t:f", 1 n) !
tbotoorin, h Rod^or tfebtfo 1 co
cbii 1 e p 'ieaoea 1 >dom Biao-aj cafree.
TuUt. vrn 'se a rrialHo r,i: ,
joni ; a trattr ca ra do Soc^c' d. 23, casa
terrea.
Qj m 1 e:.^ar de um etnWirt a.oi.c m
piad, wra 1 ngttto, liji-se a roa 00 Jajtdia
con;.tro 37.
Llbanio Candida Rlbciro
Marta Joaqo'ra dj Vendr,-a Bibeiro, fo-fi-
Iboa, fobrioims e gebros, pr^fentet e 10860;" ,
agradecen) do intimo do fto coracSo aoa amlt 8
e paentes cae lixeraro 1 cari oso obs qo o e
acorrDa^^a'fal eu. ulti-;; morada o corpo ce
>u id0'i'ra1< e pranteam e.-ro:o, pse, to e r -
g-.1, L dim-:'8 [8*1 afPi i'em a-- m bus do istiaDO-din,
') e m n 'u,i- rezar por sua u ma na egreja m
tris de N '.-.-a 3 obra da- G 1 gas sexta-'elra, 15
'o errante, a? 8 boras da m=nt; por cojo ato
86 confessam et:rnafente agri-ecii..
t
t;:o<> ..imh Xogurlra da Bocha
Panoa
Caronn M. de Alireida Nogoeira, fens flih-'s,
gpnrea e neti)3, rocvi um a t >'cs 08 sens pa-
renter c amigos para a-pi-'rtm as mifsas qie
por 1 lira oe toa i lolatra B:b-, ifma. conb^ dd
eta, Tceadol:=a Roeceira ;ta Rocha P.sos,
m miam r-1; r oa sexta-felra 15 do ro-reole 30-
da do fea lnf;:c-to pj punen c, e 7 1/2 bo*as
di mao 5, ca ortei; 3" tie S. Fra>-,clCo do R -
cif co::'ee3ai)do se e?e aaosect! igrpeoldot.
t
I a rae
eJ
Soares de Olivelra
V .nnivenarlo
Manoel Soarts do OtfcMka F;lbo, sua ac!hei e
Blboa, adtoiIl S. Peroaode8 de Oilwira, 108
aaiber e liu J.s Soaroa F. de Qitvetra e sus
niu lier mand-m ieebrr ks'M no dia 43 M
F<-v<-reiro corete, -a 7 hora* ta m i b, ra
1 rtji to Ejpir/o Santo, cor -ima 'o s^u fem
..' etiorsdo pai, sj'o e av, U.uoel Sjar-'s de
Oliveira, aintve' ; o j tea (as.-sn'.erjto, e
pa-a ote co cu rtliK a e ctridade conviii3m
a s ?eu3 parentea e aaiuo, co ^leitand- ee i- 8
.i- j 'tos.
f
Joaquina Theutita l Carralbo
* iii- ira
Ted'O Jos dr Sicoeira ag'adece ,!o iot'mo
d'ali-a c-os seo- parer.it8, com a<'be -as de ae.
vi.o e Eiii- i-.E'ei)< '4u; .e di.n^rm i :c [-anhar
ao ceaiittr j i roa p ezada tepo-a Joaquina
Tneiail'a ce Parva h> iqueira, e de noo con-
vida aos qas c. mpareceram < sos l.-nma (.s-
rtntes e amibos para 8i-i--t! -. misiaa qu
ido repoa.-o tten.o de ao ;lmi mito ceh b a-
riaa n. a-1 ti-1 ira 13 do crrei.te < 7 i/2
bjra3 d- maLb, na mafia de Su o Attlocio,
oopftaiaodo re aaCe 11 a rauicio pr tal aito
e nllg.o.
RaaaaaaBBaBaVaaVaaaaaaaaaaTal
Lv Joaquina 7lie n lia de Cfrvalbo
S'qneira
Pedro Jcs deSiquei'a, profBOdamente pena-
liaatfo pfio paasaiaeDio de eoa pretadi efpo?,
Jjsqomu Tn.-ou IJa d Catavino Siqurt a cen-
vida a ti (1 o op sers companbeir.a. traiga se
pa*eniea para tsfs .n-1: m ? k qie rr.; nda
qelebiar ^a rp>'f i- Sanhi A ono, pela: 7 l/
ho-as OajiKo! i*i ou^ria-feia 13 no corrtnte,
7- la tu fallecim<'i li-
Preciia-ae de urna m3 paracoa'cfter,
caas ae tre= p ; oaa ; t atai La roa E^t enu
do Rotara n. 87,1- and.r.________________
" Praeiea se de daas irn, u a para o ser-
vifio de rtB o%, oa-ra pin tr.tar ce. oca
enanca, a trata' a r. da RcDge| 11. 1 dac
referencia! rj Bncocidaeta,______________
Vtndt-:: oecg. otic C u ttpjio a ccaaica
do R.o rforaco. 0 qonl rata tres lepcas dae-
tacao de G'-. :e:ra, movidp a apora LocSibia ,
atreia tta. ta cm vi' p^es, bo*8 trros r
mat'aa: a traia--c o (.-triie.________
YtDd"-:e ee ;c,o-h a ;; 1.. 25 ia u. ni
Palma ; a trat t na ra de H.it".s n. 76.
qjp, i-e r0 Q publico e das Exmas. familias,
b'.u 160, tKia.oaallo8, carrta o- *- t-/-tt a
rara
vapor i;ivj, fo ca de 6 c^viI- t\
te'-c; ie
ras pai 1 eir uta tarque
mel. G.. >8 t.iio boas
ecgenbe. ie porgar e ta dt
com JuB Uasaonao, largo
nimbucao. n. 6, i- aodar.
f
Alina Joa|una da Cunha Gui-
111 ara es
30. DIA
Francisco Lopes Guimares, Sebas-
tio Lopes Guimares, Francisco Mar-
celino do Amaral, suas familias e mais
sobrinhos, convidan! a todos os seus
parentes e amigos para assistirem as
missas que por alma de sua idolatrada
tia Anna j. da Cunha Guimares, man-
dam celebrar no dia 13 do corrente
(quarta-feira), trigsimo dia do seu
fallecimento, pelas 8 horas da manh
na Igreja da Santa Cruz, pelo que se
confessam eternamente gratos.
8aW8aWaaata S3Z3S -i
Arrtoc<.-"t om bjm engenbo no roooicipio
de Nazareb, petto de urna es ap.Se da liob
ferree, vetdrndo-fe no con"ctcintB a sofra fen
dada [ara 3 (XO r'ae''. teto de safra aliar, tado estabelecimento chamam a atten-
Os proprietarios deste muito acredi-
cos b;stne
afim de darcm um passeio ao TORRA-
Pen -- v?n'e ua1 rroja ;e dea*-
roda.i e i. to e;n p?r'ei o eata*d, lirre p
desem^'-'agada ; a tratar .na roa Pi:o deBem
Fica 0. i9;_____________________________
" AMA cceipclra, preciaa-se ue urna; a
raisr na roe de Rangel n. 25. lu.a._________
Veoce-Ee o Pqutco tst.beie-iminto iq
luga- den.?mio?do IpjltiQga, e-v.rada noia '
Gax^' El D 13o ; qoao preteeder lifija-ee
mea;a qua achara-eoB] qo'a trata", e qoe ain
da taj foi vendido.________.^_________
Pr iist-8e de nra coaiotejro-oacosfihetr-,
de orna enB'im'rac.;a somente para rcupa dc
geohera, e dr uxa fma pa>a andar cora orna
.Cttarc ; t.:, ..r a ua aWojoaa de- 01 ma
(ar.tiga r> Cadrj.) r. 35.__________________
P eeisa-se de oma dii que Eaifco.f:cgom-
m:r ei pecialmente. pa a casa de un !;.;. ra
Bjaiteiro; na roa do Applto o. 4,1 aod r, Ser-
Tigo 'ratirdeoca ps.s.'aj'iohoa, cna cachorrii n 1
e UD3 gatos, e q n Wta u.; y-Ato.
-"'1- jpracai-pe srcnewr .ni eneenso qu iois.
safrej r de tres a q'.a'io mil pes, sttdJ perto
de aignma liona frrea; a ira ir na ru^ da Cre
n. 7, andar. ______________
Vende-se barato a propneaae Pi.lmVi'ra,
jomo ao engenbo om-Ser, e comprada ao S-.
flanj-l Felippe Mar?ue8 Los, entior da,amo
engertic, cot, cooEan>imeoto "o D: Jot de
orpbSos do B.cito, e homologada pelo Dr. jcfi
de direi'o de c: hilos do Recit-.
Es;a preprjei.-dd ;em om qoarto de Ipgoa de
frente e rxe a Jeta.de loado, disla daas legoas
dae8'.j{So do Cortz ep!e?ta-qe oar> loCp leai
boas madetr s de amarello. de fanl traosrorte
pelo rio. Ui a c- a ierren oa roa de Lomas Va
Ien.ios8 (Serintem), moderna, de cornija e
parapeilo, cou *na8 BaLs, 2 qoarto*, cosinha,
qoarto ea [-,rr l^o e p qoeuo quintal : lraia-se
na roa daTalma n. 49. __
'' tOSlNHERA Precisa-ee de"oma: n
Praga Maclel Ptnbelro p. 10.
Recebem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, co.no sejam
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue.se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. ^3
Lima Coutnho 4 C.
Pernainbuco
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissimos padroes
i$500 receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra Duque de Caxias n. 43
AO TORRA 10R
Espartilhos finos esto venuendo
Lima Coutinho & C, por precos s&m
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Vnrte-te
Croi n. 23.
Piano
om boro piaoo ; na ma da S
Horticultura
receben a Ph::-
Smenles ;eca8 e scrlidts,
{necia Arrtri na.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda
dos.
tAo Torra dor
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolo fino I2$000. Pecas de
bramante com 37 jardas por 25$OOQ.
S ao Torrador
l Lima Coutinho tt C.
DE
t;r
m
)UII
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITNTE
O Tnico
mais enrgico qus devem
ero pregar os Convalescentss,
as pessoas idsas,
as Uulheres, as Orfaflpap dbis
e as Pessas
tracas de Constituico.
OVINHO
a Coluros
Frouxidi
euldez. de Emmagreclmento. de Esgotanieuto nervoso, aos "juacs os temperaiuantos de boje estao
fatalmente prcJisyo.-.tos. Em l.ymt, Pharuweia J. l.ii., rite, de iionfbon, 14.
lepositosem Fcrnaxibuco t FBA" M. DA silva & C! t m todia aa Pbirci8 e Drojarlas.
f^rx COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOdeCAL
Cotnposto
com Substancias necessirias
e indispensaveis na
formaco e no desenvolvlmento I
da Carne
mubcular e des Systemss
nervoso? e ossosos.
-

Pi


"-' "
1-. tpoBi^Sui X. t, jPari* SO. J&
-J D:-.^e> .--a Homafl '-" OtUO o > Mu,albo* ta fViki.
Id
CTKC 3Ai>r. : com: x,sjxrs \M
- rara aa crismas il". Ierra 'cade. Suvjrera
aa- do Icite matercate fieili ta o desmama. Com sou ^5
li '. vou'itcsesuailigcstaolaellecoa.p'.et-i.'f*
'oumente oomo alimento p*n t ^j
/ is a Cqow/Caotftj cu sro estomaga delicados. Bjp
"Ai
Fevlettelro tBXTU PURO 352! V&OCAS BTHSA8 tendo coiise.rvddo seu arcrua e^>
toias ru?s cualidades miritivas. Altn t >., ^i.v.jaes serviros que esta coa.-erva presta Frota, Ji
so Ei^ic;io e aoa lioajiUaet, ella tem oaahaoo ?ua poscao na atimeniacac dos parUca;tres,FJjj
ao* Tucs ella Msegjm ura lelte agradavel, sau.lavel o natu:al. ^^
Ej!r : ?!:=: : 35I2ITSI weetjb i i Bsrsa i Fct^n : BEfES Xin Xii.sriEO.
A crsa JKearl ito nao tem oals, como outr'or*. r.m untco arente jara o Braxit ;aa
seus yxuCUictos actam-sa as principie casas imporUnotaa, drogaras, pUarmacaa o lojasT?
a oomesiiveis. Va
MENRI NESTL, em VEVE?. { f!JJ Itgi&Ot 1?%^ W9*"" g
Q^MMMHMMMtttHli
VINHOdeBUGEAUD
t20NI-NUTRITIY0j

O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOENgAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Ru Bonrg-rAbb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS |
HOGG
d': FIGADO FRESCO de BACALHAU. NATURAL B MEDICINAL (F8oo8 wummwumm
>hir,o PEOPaaTAiuoi hogg,2. sno Caaticiloae, PAXXfl. s mu todas as phabmacu*.
CURA SEGURA das EOIESTI
i bali<5Jii
Meatk* de Pnt na Expotito Univarssl dt Barcelona s.ti 1888
Uedalha da Onro, Paris, 18S5. Diploma da Eo&ra, Paria, 1SM
e Injt'cco da

M
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ffiraaHiiiii
^afti,- iVW^atLiaiEki^a.^.,t,. iAaf'11
DO DOUTOR Ffl8MiB
BJaJtitflORVrHAYQIAS
SPEBMAT0RRH8A8, OY9T6TE
URTHRITSS, OQRRIMENTOS
Eeiu nfeimidades, receatea ou antigs, enrara-se radicalmente em alguns dias,
93i Mfredo, sem rgimen ero tisana, e acia cancar ero perturbar o orgaos digetiTcs.
BxJJ*-^> nobrm eada -pnlrn, aobra eadm eaixa, aoora cada rotulo,
a asaicrnattzra ti**.^htmta,
PASI3, 22, Prarja da Kaftololne, 22, PAESS
: &abs*i

VINHO QUINA PYR0PH0SFIHATO FERRO
^ PREPARADO NA
MEMORO DA ACADEMIA DE MEDICINA DB PAR1Z
sta preparagio provcltpsa s Crtaneas fracas c rachitlca*; e favorlsa-lhcs o crescl-
mento; convein tambom s SphIiovhh fracas ou anmicas, as .june facilita a M<-ns-
traaciio e previne as difllciildades da itlade. critica, activa o r!<-e{iM'>Mtoaa..
sade depois do parto, licstabelece a forma viril dos liomcnsj cnfraiiuecidos e fa<;ilit.i-llios
as Digestoes laboriosas, aesperta o api.etite sem produzir os ardores proprlos s outras-
prej^racoes, nSo d lograr a prisao de ventre, diarrliea ou fadiga do eslomago.
E1 por lsto que deve ser considerado como o melhor Regenerador do Saugue.
ala d evitar ct ImltacOes e Falsiflcacttes fraululrnias, exija-u a AssigntU-t
de BESSE, nico sucesor de Iloblquct i I.erasseur
PHARMACIA BOBIQUET, 23, ra de la Moonto, PAEIZ
Deposito ti Pernambneo : O" de BROCAS &. PROJOTTCXOS CHItCOS.
fifi 14 Qt
Curados pelos
ClOARKOS
OPPHSSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRAL6IAS
Al'I'l.OVADOH E MCFSCIAIoS PELA INSPECTORA bRRlL DK HYCICXA 'O 1u;a/.I
Vcnaa por aucado J. E3FiC, 20, ra S;.;pt L-.nre em PARS. 'j .<<<-
aiTU8 EU TDAI AS PK1MC1P *-K HHlRUAClAS DE F Iv A N C i. O
firma :
M V -. AS .> i i
CASA PINBT, MARGASSIN, FUNDADA EM 1852, P-A.RIZ
EKPLOTAQAO SERAL do CAUTCHUC
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Tubos bicos de mamadeiras colchoes saceos para gaz
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Envio-ne os CatalooD^ frenco.
FGUa3!R-&.PUJALET. SUCC"
34, roa Turbigo, PARIZ

SOBSTITCi.
o FOGU
em
iedas as satl
irPLISivOES
A cura faz-se com o mt.n em 3 ..ni'.'ce,
s?m dor e sem co, :, ne.A raspar o pel3.

Massa falliJa de Osear Ri-
beiro V Carvalu
SSt copvtdav'os oj eredom da masaa fallida
de usur R;belro de C? vlho. pira reunirm- e
oa esla d?.n sudieociati, em Gaaelleir*, no di<.
il ilo rente, ao mplo dt, na a i fina deter-
irr:;d:s nos Arts 39. 40, 41 e 42 do Dec. ce
24 de Ootobro ce '890.
Ribtirao, 6 de Feverero de 1895.
O curador da mst**
Euzi to Brandlo da Roe'a.
Cosinh ra e criado
Preci se na roa de Pd!ma d. 40.
Jar: leniro
PrecJca-6e de om j rdiceiro, preferindo-ee es
ratgeno; careado Commercio n 44.
Vende-se
O PEt9hple<,impnto d mclhadcs sitj na da
orara n. 39, a tratarna m da Ixperatrix n. 76.
Criado
P eslw-ffl ,Je um c-iado para coneiro ; a tra
ar di ra Dnqce e Caxka n 8,, \oja de fa
IfDdi'S.
Ao coiumercio
Os ab izo BBBtfiBadoa derla-st: q: e ne?'a dala
dicsclveram stP'gaveiire .'te "Weilae aor
tiDtisru ma da Saat. Crux n. 36, qes airafa
sob a fi'ma d^ C'jrreia & Olive ra, fici do o
r.riivo e pas ivo a c-rgo to eo'.'io l'iij Caeta
ie M-Ilo.
Rehile, 8 de Feverciro de 1S9J.
Aotori.i J. i ubi a de Oliveira.
Irirc Crrela de rilo.
Cosinheiro
O.S
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Prfci5a-s3 de um coslnbeiro qoe teja patita
na <-r'.. ; a tratar na ruido Boa J u n 3.
AlMwXiWlAlM
Prrciea-ee de rm;1 arca que oslnbe b^rr. p^r
casa de pequea familia; a iralar ua ri Du<.;u
tt C xias 97.
Pr>ciia-se "urcmeroio n CU:.-.'-de um diado ; traase nar.adr .44.
Cania V^n'Ie-se nma cama moderca de colomoa r.'rfpito estado, para cas, ti A tratar na roa tcperatrii r. Precipa-'e de nm bem
?;ypandu' o. 19.
Ccsinheiro
coeinh-iro ; na ras do
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Practet-fle de om prare na pbafQiaeia it-ti-
ta, pateo do lerfie n. 12.
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C)o a se aajrel o, ir uro, i-e-carga, cedro
o ttLapira ; ni roa Imperial n. 17.
greultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhes de ps de cafeeiros semea-
dos em leires cujos precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornal do
Rccife.
Caixeiro
Pr cisa-re de uin caixe ro com pratica de ser-
! e trolhalop, qoe teoha qnem garanta ma
] lomuda: tratar ca roa Eslrtita do Rofarlo
! a-_9.____m_______________.____________
ma de leite
rnrfllil ae de i ma para ciar orna criares de
tres mezer, na Vanea : a tratar na ra do Rau
gej o. 25, lojj__________________________
Demarcado de tenas
P<-lo entemobeiro C. C. Crni, egerfptario
na candeda Es.ida. roa m Ri) n. p. 12.
Asna
prppigj.ee re um? arca para resinba", p'a
nm* fa-niii de doaa peseoia : na roa Primeia
1-tbel n. 6. _______
Casa em pipuec s
Aleiia-ee urna casa cjra ba.aa aicoaimodscfes,
gf.ua e quintil : a tratar no arma-tem do Lima.
^--
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Um commodo
Alosaae om coramato aom casal .en B ha :
Da roa dp Hjrt.s 0. 66 4 an1r.r.___________
Aluga-se
A fala de Ireo'e. e aleo va do i. andar n. 18, a
u> MirflOea de OliiK-a. proprio P ra escupi io
tu-cooaltdrio medico : a tratar com Olin'o Jar-
m
Aiqea-ee a < aa n. 36 i ra de S. llignel.eo-
do dita ra^a 10 dos trelhores pont03 para oege-
; a tratar co Buar de Afonarlos.
St Hci-r.PARiS *l
Aocomniercio
N^-sbnixn assipnados declaramos q-e nrsta
dula dH&ol.eaosawcteJate ext&tenie n.re fcO
aa t ffiioas de taobaria, erra a roa do Brotri n.
2 ulico vi.iirc, eon'ra tm G^meleira. nado
Or.Jos Msr'aano. sihiodo o ?ocio Manoel loa
a Alves Fractuose p.go e satisieito do wa
.e t;l e luco at esta data, aaststindo o activo
e ta-tiva ao tocto.A'-tooio Franilsc a C.'a:a
Mancel juaquim Alves Fructuoso
Antonio Francisco da Costa.
Rrcife, 13 de Fevere ro de 1895.__________
Em Gamelleira
Vende-8 as doae importantes casas de-pedra
e cal, eitaa a roa da Alegra pa. | e 4, eajou a
da travessa do Mendes, senda a da erquioa
propria para negocio, om dos melboree pontos
da vill, e a ootra tem boai cecommodicoe i
pa a murada : quera Rwteoaer er/end'-'s cm
Firmioo & Imaj, na meeiiia villa, oa no R:Cito
roa 4o Livramenlo n. 2.
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PASTILHASYICHY-ETAT
\ endjdas em caixinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
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ESTAgAO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro.
aixeiro
Pro is- -se (p cm rapar qn l*oli i pn t'c
d .-i itandi :t ; lo > e > u I i a por-
!amea*o ; :i tratar o S tsar de A'c> i -o .
recisti
De posa s PN
11 '-iuv i <> iratt
i.i n. 54.
i o .rji os .e.r.'ca
r de iMi' criareis
dip i!f
; r-a roa da
sitos en Pernambuco: AG. LABILLE: MA11A Ci
SILVA -1SI0E a iiu crilciHcS 1 lamiscas e Drcgaiiis.
I
Prreisa-aa de ama aro t'a'a coataar e en
tcTrasr para pe^nena familta : nopaieo do
Cana n. 3,1- ao ar. ______
Ve de-se a taverna
aaomiradi Flor de
rt.e'rra.
Tavema
da estrada
Saot'Aiina
de ga&i' n-
a .-Mr na
Cosinheira e criado
F
CIO
n. 14.
Piano venda
Vejvde-M> om tx^ll'ale ptaoo to acr nlado
fabreante Weileosiaufr', "pm a ai|?> bo -s ve sea
e em op.t'ipo eatatto de (Oserv-icij ; ver
|ra) r no aminho Novo n. i.'3.___________
Taverna
Vende- r a taverna fita i roa
A capa tem co .asodoe para pria-
P vende- f a taverna .-tt. i rna de F. Mandes
reCIf pouco cspit.i
ci.j'ante
Atten^ao
Um8 eechora ccrcpeteLtenente hbil tada pera
eosicar primetras istran, e tra^slbos de agolba,
prope-se a ensinar crtangas de ambos os sex os
or p-eco mdico ; a tra ar na ra Augusta nu-
mero 145.
ELIXIR M. MOR ATO
Ce.tifioo em f do meo grao que tenho
applioado em molestias syphitcaa chro
nicas o novo preparado Elixir M. Moiato,
propagado por D. Carlos, obtendo sem-
pre oa melhores e ma'B satiafactorioa re-
soltados.
Dr. Alfredo A!m de S Mende.
(Vaasouraa).
Agentes :
Gompanhia de Drogas,
Ra M-.rqo.fi de Olmda n. 24.
Galoes e Guarn?oes
Com vidrilho e aem vidrilbo acaba da
reoaber lindo sortimento o
GONGRKSSO DAS DAMAS
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I
Diario de Pgrisamhiico Unarta-feirfa 13 de Fevereir de I95
As sezoe^, febres intermi-
tentes, palust.-^ rectente?,
dores de cabe^., nevialgias
asmis rebeldes, sao cura-
das infail velmen e com es
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA ERANOBZA
H. Ronquavrol
22 Ra da Cruz 22
Excelbnie acquisigo
Vende se a propriedade O'.ho a'Agoasima-
da a p:oco mais de cois k 'ome'ros da ciilad--
ce Gar-unuua, cim n ela Itgoa de fren'e e lei.ua
e me.a ce (ondo: si'do que, ne;a le.ca se fs
leude al a idace, em terreno qoe pote st des
de j aprovenado para a ediOoasao, por ter den
tro a cidade
A casa principal de pei'ra e ea!. de nova
ccnst uxSo e a rroierna, suidamente eoicada
e cam suffi lentes eommodoa para urna fcmis.
Tem cito cas%a para moradores, e urna p.ra c
ei;cr, engeuho mcntaio cono casa de purgar e
de;tillaap, ctsa para faor-co de fannha de itan
oiccs, e i coi urna safra para 600 aea de assc-
car, 3 a i m.l ps e cafe qoe \ ta.) frcdo. po-
o de div-r-fos laiuanbos, canteirtB coa 15 mil
nulas e diversa >ro:es froc eras que cao o
rtcaxc-DtJ ait na! de cm cont de rii-.
A p:o recade tfiti rvoporcOcs para te ;:lanta-
l'U rn 1 ps de caf, iooj sgoa p-ra irrigacr,
que ca'aute a plantaco frai risco de pir'a.
Tim 430 b-agas Ce. v.rzea que prodci tuno qoe
se plaLt:', ires cercado. tend' cada um 6 0 bra-
cas de coapnmeu'.o e 300 de largara.
Todo te reno tenil e ubrrimo, proprio para
caf, podendo Das ierras isas produif cada p
4 k logr-mmas e na vanea colbem-se dus sa-
iras p r anno.
O so'.o cor.tm aiiss de 'erro- cobre, cristal e
esmeril, qa- l'ea ser exp'orada*. (.' eeo^ cli-
ma recmhecido Cerno' mu dos tn> lhores a'e3te
E3tado pela soa salobridad* ; e aprasitel alto
em cu foi ediBcada a principal casa.
Vende-se hvre e desembarcada de compro-
misso. visto o propr erarlo naia dever a praca, e
o motivo oa te da te di' tos pretendent s:
I-alar na mema pr. pneade, como sea pro-
prletarij.___________________________r_
Padaria Nogueira
Caiuinho Aovo n. 91
Telephone, 058
Prvido este estabelecimento de um perito
confeileiro, tem actualmente disposigao dos
eus freguezes era especial e do publico em ge
ral es raais deliciosos productos de confeita-
ria.
Alii os consumidores encontrarao :
Desde o mais bem feito
pao de lot, folhadas appe-
lilosas e bolinhas em pe-
quenas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
bolinholos de differenles
qualidades e formas dis-
linctas. cryslalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servido do cha.
Todos esses productos sao de um tempero
que satisfaz ao paladar mais exigente e assim
se recoinmendam ao uso das familias em suas
soiresi e outras festas intimas ou solemnes.
A padaria Noguein er, pois, prestar um ser-
vico s familias pernambucanas; 3 quaes pro-
porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
leitos era casa, nao Ihe custariam menos.
Casa de commisses e reprf

sentacoes
WA
9
iii
?.-t rjlVTJ > '
\y.i '.c33!
XPOSICAO
Si
i
GATALOacS DS
le innmero?
fabricas
d-8 duas Aruerieas,
achi as e de materia prima.
de to Iop >s p-iizi-3 da
lo a esi
Europa
ce di mero^aoris,
de.
Der osito do afamado KKOL
UM* o me!lior de i
inttctante couhecido.
Deposito da bem coahecid tODONTINA de
Dr. H. R.rted.
XiEOPE BE i^UTJgR N. 2
Cono
aperiente, n-"
eDt-oi" ca E.-Uso t.alaiosa,
pailcador do taega*, d'g.cuvo
-ni u ootr. p haii it'()'',*atrnla ?e appro-
ima BMfoeraoX r pe de Keiiier u. 2. Combiui quil o grsaaea prop-ieua-
ea em um s -medio, operanJj a b tempe toie o o'g^os dig.s'.ivos, o
tagne, ou rins e o-* lotefclinos.
Abiolot&motp out:il!fa e expulsa pi I it canses intestinaes, Tin>
pores da relie, es yermaos n&civos, que fluctuim no sarj^ue, na rica e na
DEPOSITARIOS D3ST3S PRODUCTO.- A nompar.hw de Drogsa
Criimii'O Ru* Mronfs de 01.nd n 24.
0 MELHOR
FUHIF.CADR
PARA O
Productos
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
F ,. en prendo cora-se pcsitiv- m-^rt- con, ei-tss pillas. Ellas
sao um lemedio pu-btivo livre de periio pru o oomem mais fraco, oo beai
como baeUnteicivu pa-a o bomem mais fo"e, e nao onetipam depob; pela
acyo geial adrada a touos '>ue .s Mes. i&o as uiiulaa esianarle oa pru-
dueco me> ia oos Es(adot-U.ino?. Sao as menores e mtis faie:s a tomar.
Qiarpnia PARA
O
FIGJlDO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Turcu-ei-, it..v, pelie v.r i tina, spera e uieosa imprdi o oo corado
por o mais ga ide de tidea os aformoseadorea da relie, o Saiaj Cortt vo de
R?nter. Produt a p< 1 e farmos, banca t tiara e mSjs b-anoas; abeoioia
mfnte pu-o, elicjdamente met'icia^do, exiremameul<) incomparavel romo
aatao p CAUTELA NSo pnuiuoeem ia<)a nvoltoria ter a marca re-
gisiraia .ie Barcia} A C. New Y > k. ______ ___________
MEDICINAL
PARA
TOII.K1E
Piano
Vende-; e um piano do fabricante Erard
roa doH'siicio o. 20. ^__
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTF.LLA COM AS IMITACOES I
NICOS RECEBEDORES
GnimarAes iV Valente
N. 6 Largo do Corpo San*- ^ 6^
"jachas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
tajardas ; na ra das Larangeiras n. 14
NMA P0MPIL10
Cirurgiao dentista
Contina com o sea consultorio ra
Baro da Victoria BU 54.
Consultas e operacSes das 8 horas da
manila as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
demos aperfei$oadoa.
TRICOFERO DE BA^RT
Uxa prf pir.gao eleganip, exlremamente pe fomada, r^move todas 8
impureza* do crneo. perfTalvo cootra a calvicie e cabillj cinzenlo ; fax o
cabello crtscer efpesso, brando e formrso. IiMivel oara cu-ar erutgo.aj
doeogas da pehe, glanio'as e moscclo, e cara rpida ente as cortado as, qaei;
midoras, f- ii1a, torce-oras, ite.
"ACTELA-Nao teno'oo sero cada f-a*cr te- a itisvn 'ee'slrsda..
PARA O
CABELLO E
PELLE
Acaba de chegar para a chapelaria X^3NTXJ?LO
pelo ultimo vapor um covo e completo sortimento
chapeos de feltro, la e palha para homens, senhoras
crianzas.
LjJrXt^^J&~^JoJO/C^X"'feXv&> a_JT 3NI X^cVCJ(
c e
e
d:
R. MELLO Se AZEVEDO
87Ra Dnqne ^OLHETIM
19
ODIO BE MCA

TRADCgO
PARTE PRIMEIRA
(Continuagao)
Alguem lhe pousra a m&o no hombro.
Voltou-se rpidamente e achou-se na pre-
eenga de urna especie de phantasma gi-
gante ; porque, que outro nome se pode-
ria dar a urna apparicao, envolta da ca-
bega at os ps em comprida tnica bran-
ca, como a cugula dos frades e dos peni-
tentes do seculo dcimo quarto ? 0 rosto
desapparecia-lhe inteiramente sob aquella
estranha mortalha.
nicamente tres abjrturas feitas no es-
tofo, indicavam o lugar dos olhos e da
bocea.
John Malcolm obtivera do filho a pro-
messa de que nunca aahiria sem levar ao
alcance da mo um punhal hynd, de
lamina triangular, e um par de pistolas de
algibeira, das vulgarmente denominadas
scecis.
O moco inglez empunhara urna des-
tas pistolas, e exclamou em tom ener-
afflWflJlfj OrlIMO 1533
PJu.s ttanJ. recompens el l'uniq 115
^i CfiJiP sLorv. IllC hS.'Q53Ss
n
iptqrios
05 JA
o
de
voz de homem em pessimo inglez.
senhor nao tem nada que receiar
mim.
Porque entao que me detem ?
Porque desejo fazer-lhe algumas
perguntas
gico:
Acautele-se
roado I
que eu eatou ar-
O que que tem a perguntar-me ?
O senhor filho do civilian, que
reside no bengalow, de onde ha pouco
sahio ?
Sou.
E nao ha ainda seno tres das que
est em Benars ?
E' exacto.
Servindo-lhe de guia, desde de Cal-
cuta, um' rapazinho hynd, por nome
Kazil ?
Nao se engaa.
Logo, com effeito o cenhor que se
chama Jorge Malcolm ?
Sira, sou eu.. Mas que lhe impor-
ta isso, e porque me fez o senhor essas
perguntas ?
A esta interrogacao seguio-se um mo-
mento de silencio.
Dir-se-hia que o singular interlocutor
de Jorge Malcolm senta tal ou qual diffi-
culdade em continuar o dialogo que en-
cetara, e pro. urava a furnia da ujv* in-
terrogacao qae medita va.
Emfitn prose-ruio :
J se esqueceu da noite de tempes-
tade as ruinas do pagode, no cimo do
mtatte Beomah ?
Nao, de certo !
Lembra se de ter tido um sonho ?
Jorge nao pode comprimir urna excla-
macao de assombro.
Um sonho repetio elle, o que I
Pois sabe ?
Bem v que sei tudo .. Mas, res-
ponda-me. .. lembra-ee ?
Muito bem.
Faz-me palpitar o coracao, e exal-
ia-me a alma !
Se acaso lhe propozessem a renova-
^So daquelle sonho ?
Quein poderia fazer-me semelhante
proposta ? interrompeu Jorge.
Tal vez que eu... replicou o deseo-
nhecido ; depois accrescentou : Acei-
tara ?
Com alegra, com enthusiasmo, com
delirio Seria esse o meu maior desejo !
Pois s do senhor depende ser satis-
feito esse deseje
Quando :
Esta mesma coite.
E que preciso fazer para is&o ?
O senhor pertence casta privile-
giada dos que em Inglaterra denominara
gcntlemai.
Perteno.
Entao d-me a sua palavra de gen-
tleman de iie aceitar todas as condic^es
que lhe forem prescriptas.
- Antes de me obrigar por um jura-
mento, tenho direiio e vontade de saber
que cnndicoes sao essas.
Nao me opponho Em primeiro lo-
gar tei de se deixar vendar.
Vendar-me I exclamou Jorge.
Assim preciso.
E se fosse urna cilada ?
Nao tem nada semelhante a receiar.
Ninguem lhe ataca a vida, e a prova
que ainda ha pouco eu o poderia estender
morto a meus ps, com urna facada entre
as espaduas .. e o senhor teria cabido
sem soltar um grito.
E' verdade, murmurou o moco in-
glez ; esta aziuhaga parece ter sido feita
para um assassimo... e continuou em
voz alta : Bem... Deixar-me-hei ven-
dar !
Nao (ara esta noite a mnima tenta-
5> e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
Kefolveram liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todtsas mercadorias que seachivaru no Geniro Ja
Moda.
A saber
Madapolao para noiva a 4^500 a peca.
Bramantes de linho de 10 palmes de largura a 3S0C0,
Cazemiras pretas e de cor a 3S5X) e 4S0 K.
Bramant.-. de algdao com 4 larguras a lgiOO.
detones francezes claros e cscuros a 6^0 e 610 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores
Cretones de 1.* qualidade para coberta a SCO rs.
Sedas escosse ase lavradas a 185jO e 2$000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 703 por 2 SCO
Ditos ndnesuk de 3US a 6800O !l
toa todos dd renda de gripure val .nciane da 8)$ a 12SOJ3 .!
Cachemiras escuras de 3& a 800 rs. !l
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 23"0O.
Guardanapos dnzia a 35 e 400O.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Calas e casemira de 3 >S a 128 e 15# 00.
Uin completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Culletes de casemira de 23 por 4800G.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cachem ras, cretones, liuons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami
lias em geral que se digaem visitar o dosso estabelsci
ment, bm de se convencer da grande reduccao de
presos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 2.
Eril Olinda
Vende-se excellente doce
cju' secco; a tratar na
Jadeira da Ribeira n. 23.
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vinhoclarete especial
DE
Stuve Rocha Leflo li C.
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laboratorio municipal do PORTO:
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UZAR AS REFEIQES para se
obter urna digesto sadia o nutriente.
Encontra-so as principaes mei
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GOMARLES & VALEXTE
6ILARGO DO CORP" a ^10 N. 6
DO BIIWI
Jabuato
Vende, e ceate
propriedade agri
municipio nira famrea
la si na'a no fusr
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para lavo nra av
systernas e lmannos de Robiuson e outros fab ri-
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de differentes
cantes, e de 2 a 12 cavados
CALDEIRAS A VAPOR multitubularcs de Fletcher para funecionar com o ofogpas or-
nalhas das tachas.
& CALDEIRAS A VAPOR Cornish e lypo locomotiva para funecionar com lenha e bgpo
RODAS para agna:
ll( i MU AS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e baudo, cravadas e caldeadas.
ARADOS de dillrentes systemas,
CR1VACOES para lornalhas.
MACHINAS para descampar algodo de lk a 50 serras com al.mentadores e empastadores
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. ecgenbeiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de montagem de grande numero de
Uzinas lunecionando ueste Estado, iocumbem-se de mandar vir e erigir garanlindo a produeco e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e mcios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente a vapjr e a fogo n, para grandes e
pejuenas fabrica.
52-RUA BARO DOTRIUMPH-f.2
E um M
mDCAEUQL U
Fazendas finas, modas, confecSes e chapeos de
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas finas
bordadas.
Espartilhos de todos os tamanhos.
Meias de fio d'Escoca, de algodo e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimento de guarnicoes para vestidos.
Fitas, rendas, gales de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPAOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom osto escolhido por madame Koblet
1 A Rua do Cabug 1 A
nunca, re"
sido condu-
A sua arma intil, respondeu urna coraj0 j
E que impressao lhe causou esta re-Itiva para levantar a venda, continuou o
/ my&terioso personagem, e nao diligen-
ciar, nem amanh, nem
conhecr o sitio a que ter
zido?
Concedido.
Respeitar a mascara de velluloda
dama, que lhe deve permanecer deseo-
nhecida ?
Jorge Malcolm fez um gesto de des-
peito.
O que I Ainda a tal mascara ex-
clamou elle, com manifesta desillusao.
Sim, e sempre !
NSo desapparecer nunca ?
Nunca !
E' muito duro I mas emfim, visto
como necessario absolutamente, juro
respeital-a l Mas diga-me : s isso ?
Passou j at o fim o interminavel rosario
das anas condicoes.
Falta ainda urna, a ultima.
Qual c ?
Esta :Ninguem neste mundo, nem
seu pai, nem seu irmo, nem o seu servo,
saber da sua aventura.
De bom grado me obrigo ao mxi-
mo silencio a tal reapeito.
E se por acaso, continuou o deseo
nhecido, algum delles notar ter o senhor
passado algumas horas fra do beugalow
durante a noite, inventar qualquer pre-
texto com que possa explicar a sua au-
sencia.
Assim o prometi, 0 de certo & ima-
ginacao me nao faltar.
E jura tudo isto pela sua honra de
gentleman ?
Juro!
Bem... venhacommigo.
O que J ?
J... porque o esperam..... Mas
que que tem ? Parece que kesita ?
Nao, Deus me Hvre de hesitar
P.c-, outi'ora c Col< ni* Suaestua: mede
urna (-rea de 97 857 metros ci>. dr.rirs
de trras de producto fatulosa ; tem dois
mani>noii08 de agua i-otavel as deas ex-
tremdadei ; a c^.sa de vivenda edifi;?.-
ds na fralda de um mente dominando iis>
merca varzea bichada por um ees ma-
nncifes, em parte di qur ceSo plntadcs,
j oom a (rrmeira liipe, 10 carros de
canoa e exietem lcOM a tratr se para a
tafra futora ; comecam a fructifictr aluc8
de trinta e tantos caesueirts que celia mu-
dram vigor, sarneute ; .'u^ra-se Bemaci-rit-
mente o producto de um b caneiral da
mesma existente ; fs^terr; s e2o qusei to-
das cobertas de n at;a, pcdtndo-se \e der
destas aolipar, lenha ou curveo ; ha Das
proximidades da casa j-.qucirss Isrargei
ras covas e ojutircB.
A i'a propriedade immediatasonte
vieicha s Utina Progreeso Cc'ooal qua
se vende 88 cannna colhid 8.
Vende-so igaalmer.to ferramenta agri-
ceU ccao aecesBcri'), e um cavallo de
ella.
Convida-se ob pretenderles para urna
v s.ta e para pedirem informado;s .os vi-
smhcs da mesma propriedade.
A tratar com o capit&o Ramcs, mora-
dor na cidade.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binocuios, ocalos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9Rua Larga do Roaario9
Hotel iiestaurant Po-
pular
EM
Garauhuus
Defronte da Estacao da Estrada de Fem
Sul de Pernambuco
O proprietaro deste bem acreditad
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas*
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarao a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em fim convidamos aos Srs viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos precos.
Antonio Luiz.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na rua Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio'
Quem os pretender poder ir velas _:
e para negocio deixe carta no escripto,
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
morrer de inquietaco, nao me vendo
voltar.
Nesse caso, volte ao bengalow...
d as boas nnites a seu pai... finja que
recolhe ao seu quarto e venha ter aqu
commigo.
Na lhe peco para isso mais de uro
quarto de hora.
Entao v.
Vou voando, e volto.
Antes de ter decorrido um quarto de
hora, Jorge Malcolm, aguilhoado por urna
phantasia tSo viva que quasi pareca pai-
xo, mettia-se de novo sob a sombra abo-
bada da azinhaga e ia ao encontr do seu
guia quasi phantattico.
Tivera o caidado de levar comsigo
duas chaves : a do bengalow e a da porta
do cerrado.
Eis-me... disse elle ao desconhe-
cido.
Acompanhe-me...
Entao uao me venda os olhos ?
Logo...
Como quizer.
Os dous homens entraram a caminhar
a par, por alguns minutos, sem que tro-
cassem urna nica palavra. Quando iam
a chegar ao inopinado cotovelo formado
pela azinhaga, oevio-se um relincho.
O guia parou.
O senhor monta a ca vallo ? pergun-
tou elle.
Como um verdadeiro inglez... res-
pondeu Jrge. Porque me faz essa per-
gunta ?
Porque a sua cavalgadura a que
agora ouvio...
Ah Vamos ento cavalgar I
Vamos.
Parece por isso que vamo3 muito
longe ?
O desconhecido nao respondeu.
Sitio venda
HVende-se o sitio roa do ftfitodaf n. 12,
coDteDdo ns sobrado e jomo a es e orna capel-
Knba, tecido m \i-nor de tia diverjas cm-
nbes qoe do Ooa renda aonoa!; es pret-nriere-
polero ver o mermo filij, e tratar no fobra o.
das 6 as 8 ho-a-i dn dia, e das 4 s 8 hor-s da
noite. od c m Alpioiano M rqu's. noCjrrelo.
ge, se estarei de vofta ao bengalow
antes de amanhecer ?
Est.
Era o que eu quera saber.
Jorga parara, e o guia fizera outro tan-
to. As duas mos deste ultimo sahiram
ento das pregas da cugula branca, e se-
guravam um leno de seda.
Chegou o momento, disse elle ao
inglez ; curve-se.
Jorge obedeceu. Sentio o lenco de
sida atar-se-lhe em torno do rosto e con-
demnal-o a cegueira momentnea, ms
absoluta.
O guia pegou-lhe na mao, e fel-o dar
ainda alguna passos. Ao mesmo tempo
ouviram-8e novos relinchos mais prxi-
mos, e a:ompanhado8 do bater de patas,
que denunciava a impaciencia de ca valles
fogosos.
O senhor est ao lado de um cavallo
de raca, que pode lutar em velocidade
com o s pro do vento e com a estrella ca-
dente. Erga a mo e segure a crina, que
eu lhe offereco o estribo...
Kis me a cavallo, disse Jorge, bi-
furcando-i s apalpadellas na sua caval-
o-adura, com a habilidade consummada de
avaeiro emento.
O homem da cugula montou n'outro
cavallo, pegou as redeas do de Jorge
Malcolm, e soltou urna exclamacj gut-
tural.
Os dous nobres garaah5es partiram im-
mediatamente, ou ante* aoltaram o voo,
porque o seu impetuoso galope, que devo-
rava o espajo, nao se poderia compirar
seno com o voo vertiginoso de alguma
pbantastica ave das trevas.
mas mea pai, que sabe ter eu sabido
por urna hora apenas, eaperar-me-ha, e Diga-me pelo menos, proseguio Jor-'Typ. o ter. r. Duque de Caxias 42,
.1
(Contina.)

1 mam t
~yfe


Full Text
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