Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17644


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Full Text
':

AMXOLXXI
Tcr^a-felra!* de Fhereir de I SO 5
\IMEM 35
<
:
PR0P3RIBBASB Bl
3?!E!ei$Bj& Bl FABIA & PXZ.B98
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE N.lO SE PAGA PORTE
Por tres rr.ezes adiantados. 8$000
Por seis mezrs adiantados. 15$000
1 or um anno adiantado .... 301*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.a, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE [TAC [PORTE
Por seis mezes adiantados. y 16&50C
Por um anno adiantado ,: 335000
Numero avulso do mesmo da. .- 100
Numero avulso de dias anteriores, y $200
Telegrammas

tmsiis lo suai3
Rio de Janeiro, 9 de Fevereiro,
s G horas CT5 minutos da tarde (reccbi-
dona esuco s 11 horas e 10 minutos
da noite e en.tregue as 11 horas e
50 minutos).
A romaria ao Cemiterio de Maruhy,
em Nictheroy, em honra s victimas do
combate da Armicao em 9 de
de 18!) i- foi e ncorrida por
2 000 pessoas inclusive muitas senhoras.
Foi orador olllcial o capitao Gomes de
Castro.
Devido ao grande calor deram-se ah
al^uns casos de insolacao.
Telegrapham de Porto
zendo que o chtfe revoltoso Jos Nu-
nes de Miranda dissolveu a brigada do
seu comnundo e retirou-se da luta.
_ O PJz publica amanha o resumo
do protocolo brazileiro sobre aquestaoj
das Missoes, apresentado pelo Baro do
Rio Branco.
_ A taxa do cambio sobre Londres re-
gulou h0)e firme de 10 I,'l6 10 10 1/8 d.
por i^jOO.
Fevereiro
cerca de
Alegre di-
nhecido para a geogranhia. Alcanjou o Niger
em Gjnv, e, ao cali d! um mez de noveg-icao
p riosa, eatrou tin-ilramte os muro3 de Com-
UUClU.
Para vir embora, leve de atravessaro deserto,
mal o infeliz Rene Caill eslava re luzido ex-
trema miseria, men lcidade, e vio-se obriza
do a seguir unta caravana e a soffrer, durante
dona mezes, 0 desprezo e al muilos mos trato?.
Dona Ves em franca, Caill eneontrou entre
os seus compatriotas a recompmsa do-! seus es
forjos : foi agraciado coin a L"g'o de H>nra
o relatorio da sua miravilli >sa viagem nao levou
muito lempo que nao foss; publicado pelo g>
verno. (je obteve umapinso coma n tmsacjfr
de ctnpr'gado da administrado do Sancgil ;
mas lieu Caill pouco te npo Oi-druclou o des
canso e a gloria. A doenja cruel que Irouxera
da Arica ia fazer JVIIe un novo mai tyr Zorreo
a 17 da Maio d.i 83', contando enUo trinti i
nove ann >s de id-ad.
Volvidos cerca de vate annos s'dre a raorte
de Rene Caill, a S iciedade de Ge graphia con
lena alada a sua gran le ra:dallia a dou- viajan-
les francezes, que acaba vara de percorrer a re-
gies simadas entre o Senegal e o N g;r Eram
ellea Maga e o doutor Quintn-
( ) Diario de una viagem a Torabuclu e Jen
na frica central.
(Continua).
PABTE OFFIC1AL
ACTOS DO PODER EXE'IUTIVO
Ministerio d Justina c Interior
Foram noraeados l., 2. e 3." upplentes d
substituto do juiz de secjao do Estalo do Ama-
zonas, os tachareis Rayrnundo da Silva Perd
gao, Joaquim d-i Caoba lelmonte e Joao Fer-
nandas Veigi.
Foram nomealo? I e 2. supplenles do sub-
stituto do juiz de sec.ao do Estado da Para-
hvba, os hachareis Antonio Muzza e Francisco
a-Ios Cavalcante de Albuquerque.
linisterio da Industria e Viaco
foram nonnados para a comraisjao das obras
de melhoraraento do Porto do Recife, o cidadao
Joaquim Tiburcio do Reg Barros para o 1 gar
de almojarife, e e cidada Joaquim Francisco
de Moraeg para o de auxiliar teciimco.
Por portara de 2 de Janeiro ultimo foram
dispensados em cumpnmenio do disposto no
art. 6." 8.* da lei de orjamenlo vigente, do n-
cleo co:onial Suissuna no Estado de Pernam
buco, os cidadaos : Wenceslao Barbosa da Sil-
va do lugar de ajudante c Luiz Ceciliano da
Fonseca do lugar de auxiliar technico.
Foi nomeado o engenheiro Paulo Jos de
Oliveira D%M o cargo de fiscal de i." classe da
des innundacoes, como ha muitos annos Inspecton;i Geral das Estralas de Ferro.
nao reproduziam, segundo referem os
mais antigos habitantes.
ltaliia, 9 de Fevereiro.
O governador do Estado mandou pro-
cessar o intendenta municipal Almeida
Couto.
Madrid, 9 de Fevereiro.
Em Malaga e Scvilha deram-se gran-;
Rio de Janeiro, 11 de Fevereiro,
Melhoramentos do Porto do Recife, Joaquun
Francisco de Moraes, auxiliar technico e Joa-
quim Tiburcio do Reno Barros, almoxanfe.
- O engenheiro Francisco Ribeiro Soares de
Meirelles foi nomeado nara o cargo de l.'Enga
s G horas da tarde [recebido na estacao nnero da Estrada de Ferro Sul de Pernambuco.
horas e 3o minutos da noite e en-
s 7
trege s
8 horas).
Ministerio da Guerra
Foi exonerado da conamandanta da Escola
em~; i.n ,1a Militar o general de brigada Francisco Rivraua-
Os Srs. Serze4ello Correa, blpidio ae do EvTijrlon QUri lr03 S0I110 nomeado o general
Marmita e Aeostinho Reis convocaram de divisao Joaquim Mandes Ourique Jacques.
11C 4 6 ... m,h I O Sr. Ministro da Guerra, era data de 2 do
um meeting que se rcalisara amarina corren[e) expedio ao coramandanle da Escola
1 hora da tarde no largo de S. Francis- Militar desta capital o seguiote av.EO :
a nord & Ra I Sendo a disciplina militar a base fundaraen
eo de Paula, afim de ser enviado ao t$a- ^ do3 exerCjt03) 0 \T.^0 forle qUi conserva as
rao do Rio Branco um telegramma de fe- respectivas distancias os elementos qae os cora
rao ao imu uiauw & J p6em e os constituem corpos solidos e vigoro-
licitaccs pela solugo da questao aas ^ gQg na 90Cie(jiJjei affirmando a nobreza dos sen
Missoes indo-se comprimentar pelo mes- 'tmenlos individuas recprocos de seus m -m-
iviissocs, uuu scv, f r brog e a ori(,nlaca., lucida do dever que cada
mojmotivo o Dr. Prudente de Moraes e U[n tenj para C0IQ patra que nelles confia a
n Ministros Argentino e Americano. sua inlegridade a guara de sua honra, o res
Os OTinibiios. .igcin I peito a uas leis, tornase necessano que em
Promove-se urna subscripcao naci- orijem ,0 ia dessa Escola reproveis o procedi-
ml nara offerecer um patrimonio ao'melo de publicar maoifestaces conectivas,
nai paia uuticwci u f como a que foi bontem inserida as columnas
Barao do Rio Branco. | '.0 paiz., com declaraco de ser assignada por
Armi cheo-arain hoie o Dr. Manoel 400 alumnos dessa Escola, com o lira de expli-
Aqu cnegarain uu,c carem que nenhuma parle tmham tomado em
Victorino e o Ministro inglez Fhipps. moviajentos tumultu sos que se deram as ras
Imoortante casa commercial d'aqui desta capital; que a 1er silo essa publicaciio
impynaiiLc wa= 1 feita poP a|umn0Ji os reprehendis sevetamente
recebeu telegramma do Rio (irande do fazendo Ihes sentir mu inexperiencia os afas-
Sul desmentindo as victorias dos revol-, ta das praxes regularaentares que determinara
dui acbiicuimuu o modQ de fazerein laeJ jU3llrlc:iy0es peranle ns
tosos. anloridades superiores ou com permissao del
Amanha estaro fechadas as repar- las, e os levou a incorrer em faltas muito gra
""' a ve9> 1ue nao 8e coadunara cora a onentacao
t' 0^- publicas, os bancos e a Associacao qUe ewa ter a Escola no esmero de bem mere-
1: 1 mercial.
-- .; suspensa
do do oxercito.
A taxa do cambio foi hoje de 9 3/4
d. por \^000, frouxo.
a ordem de prompti-
I NSTKUCCAO POPULAR
os umm da seis:;::
POR
. G<*stao Tiesandier
4V CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
cer da Patria e de seus caraaradas.
Foi expedido o seguine aviso :
Sr Ajudante General -Declaro vos, para os
fins convenientes que, le accordo com o pare-
cer da i.' seceo da repartigo a nosso cargo,
n. 030, de 17 de Deerabro fin lo. davera ser
traucados os processos das pracis do exercilo
que. leudo deferalo de i de etembro do anao
prximo passado em diante, anda nao se apre-
senlaram para gozar do indulto de 1 de Jaaeiro
correte, e ejto comprehendidas no de 3 de
N'ovembro do dito anno, que declara revoga las
as dtsposicUes dos de n. 168I, de 2i de Feve
reiro, e 16*3, de 5 de Marco ant;riore9, formu-
lando se nova parte accusatoria com os dados
fornecidos pelos que esiao annexos aos refer
dos processos e preparndose os conselhos de
disciplina, conforme a ordenanca de 9 de Abril
de 18J5, afim de servirem de base ao proced-
ment que se deve ter para cora as raesmss
pragas, principalmente Cira aquellas qus nao se
se apresentarera dentro do prazo de dous me
zes marcado no mencionado indulto de 1 do
corrente. -
Sade e frateroidade. Bernardo Vatques.
J Forara expedidas as seguintes ordens :
A' reparligao de Ajudante General:
omeando o tenente coronel Antonio Sera
fim de Oliveira Mello e alfares de mfantaria
Antonio Ferreira de Oliveira Jnior, este aju-
dante de ordens do general de brigida Antonio
CHRISTOVAO COLOMBOFERNAO DE MA
' GALHES DAVID LIVINSGSTONE
GILHERME BARENTSJOHN FRAN-
vttv dcm RuiT/iT__rene call__: Gomes Pimentel, encarregado de inspeccionar
KLINRENE BELLOT RENE CALLE laacja i Qa e aquee secretario
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS dame3[na iagp3CCaC(i conforma propoz O dito
GARNIERJAMES COOKLA PEROUSE general.
JACQUES BALMOT d'EnTrECAS- Declarando que nao pide ser aceita a decla-
rago quefazem os capitaes bonoriros do ex-
ercito Joao Uodrigues Duro, Manoel Ramos da
Fontoura e Antonio Jos do Valle Heitor no
sentido da desistencia do sold de capitao para
TEAUXTIIOMAS BURKE.
(Continwco)
1 .
Ao saber-se como Rene Caill levara a cabo o
aeu emprehendimento, maior foi a admiragao
poda sua coragem e parseveraoca. all, de
poi3 de ter atravessado os paizes de Inank, de
Futalj-Gjalo, de Balya, de Amana, tinha pela
pnmei.-a vez passado o Niger, luternando-seera
regi6es completamente desconhecidas. Urna
grande cbaga, que lheaDparecera n'um p, obri
!;araj) a demorar ee em Zin, 110 meio de popu-
aefies de negros, onde Uvera de permanecer
cinco mezes, supportando os maiores seFrimen-
tos. Urna alimentago .luflicieote q m trouxe-
Jhe o escorbuto e as feb-es; perdeu urna parte
dos 03S0S da abobada palatina; e, e escapou a
tant03 males, foi sso devido o vigor da sua
constiluifao orgnica e forja da 3U voitade.
A" 9 de Janairo de IS, Reu Caill t.mbrenhou-
se n'um caminho longo e completumeo.'"- deseo
polerera con'.'nuar a exercer o lugar de subal
turnos das companh.as do Asylo dos Invlidos
da Patria, visto qui os ofiiciaes daquelle posto
nao podera oceupar o referido lugar.
Foi transferido para a 2* classe do exer-
cilo cand > aggregado arma a que pertence
o major do 3 balalho de intanlaria Eduardo
Augusto Ferreira de Almeida. visto ter sido jul-
gada incapaz pira o servigo militar.
Fo am transferidos para o 39- batalhao
de infantana o tenente do 16- Getu'io SimOes
dos Reis e daquelle para este batalhao o tenente
Joao Siraes dos Res.
Foi transferido na arma de infaotaria :
Para o 9 batalhao o coronel do 8i-, Pedro
Nunes Baptista Ferreira Tamarindo, e daquelle
para este o tenente coronel Ranhael Tobas.
Foi transferido capito do batalhao de
nfantaria Jos Joaquim de Aguiar para o Ja-
da mesma arnn e deste para aquelle o capiio
Ju.lo Emilio Rara ilno.
e'oi transferido para a 2' chsse do oxer-
cito ficando aggrega lo ao corp) a qiie pertence
o capitao medico de i* classe Dr. Alvaro fel-
les Je Men >z:s.
Concedeu-se troc de corpoa aos capitaes
JosiJ Leoncio de Lima o Rololplio Civalcaatc
da Silva Pessoa, este do 2J- e aquelle do 7- de
iul'antana.
Concedeu-se (cenca ao alferes em com
missao Gasparino Ferreira da Silva, do |* re-
gitnent > de cavaUaria, para matricularse na
Escola Militar do Rio Grande do Sul.
Min I u se extinguir o comnan lo da guar
ni cao do Estado de M as Geraef. visto acha-
r.-m-se os corpos do exercitoe o-i estabeleci-
iii-iilos-militare? all existentesmuito sfa-lados
rntre si -i capital do dito Estado, pasur.doia
chefes militares a corre m-ntecom o comnandame do i" dislric'o mi-
litar.
Foram clasificados os prmeiros taatnles
da aiiilliaria Jos Caetano Pureira, Jos l^iclW;
co de Atis e Claulnn Cesar Freir Prfm i, o
dout primairos no regiment da artilharia e
o u timo no 5 da masmt arma.
Foi nomeado o capiio do 9 regiment
de cavallana Pedro Pinto Petxoto Velho, para o
lugar de ajudante general do exercito, sendo
dispensado de.sse cargo o Capillo do 8" reg
m mo da mesma arma Antonio Lago.
E-to offi:ial rlcara, porem, temporariamente
i disposicodaquella aut ridaJa afim de auxi-
liar o sarvico da resp>ctiv.> repartija .
Apresentarara se ao Qjarlel General o co-
ronel Jos ern irdino Bninann, coinraandanU
da fronteira de Palmas e director da Colonia
Militar de Chapec.
Mindiu se servir no 40 batalhao de in-
famara o alferes Grancio Netlo de Siu/.a Pi-
mentel e no 9- da mesma arma o alferes Asceii-
dno Ferreira do Nasciinenla.
Foran desligidis de ad litios ao Q'iartel
General o capitao do I- regiment de cavaUaria
Francisco de Paula Pinto Pacca o o tenente do
>* batalhao de infintaria Carlos Alberto Ca
1111 sao]
Gontinuam adulos ao 9" regim-ntode
cavaUaria -t qui cessam os motivos qu: os
impedera de seguir os seus destino^, os a feres
do 8- realraenlo Antonio Pi Ferreira, d> 5-
Geraldo L'iiz llalda^, do 10- Abraho Ep genio
Rodrigues Cnaves e Minoei Padreira Franco.
ministerio da Marinha
O Sr. Ministro da Marnha recomtnendou
Contadura, que at que o Congresso Nade al
oossa resolver as luviJas levantadas na execus-
s&o do decreto n. z<) de ti de jzemljrp do
anno liado, deve observir no Ars nal do 4l i-
nha da capital o seguint' :
I- Considerar di mesma ordem como at.ago
ra (Ia) tolas as offiunas ;
1- Conservar apenas as tras classes faitfttn-
dzes existentes;
3* Abonar os operarios de 6* classe o jornal
de l'Ji. e a gratificacao de 1 <>"0, li.-and 1
tambara a esta concedido o augmento de venci-
inentoa proporcional do que Uveram as outras.
Forara nomeados para servir no Corpo de
MarinheiroNacionies o I* tenente Arthnr Deo-
cleciano deOiiveira e o coraimssario de i* clas-
se Cari js Augusto de Almeida, e no cruzador
Tonelero, o ajuiante demachinista Augusto
Fernandes de Araujo.
---------------
Secretaria da Industria
Exm. Sr. Dr. \RodolpI10 Ga/vSu. D. D-
Secretario dos Negocios da Industria
do Estado de Pernambuco.
Passo as vossas raa^s o meu relatorio sobre
a zone que acabo de explorar no manicipro de
Buique. Apazar de me fallar anda alguns
dos meios de qne preciso para melhor desear
seoho da minna missao, desejo que n'elle en-
contris algumas iuforraajes uleis para o de-
senvolvimento industrial do Estado, pedindo-
vos dignis despulpar a minha fraca competen-
cia e o pouco conhecimenio que tenbo da lio*
gua porlugueza.
Sa le e frateroidade.
L Lombard.
Recife, 8 de Janeiro de 1S93.
Explorajao mineralog ca de Garanhuns a
Buique e dazoia salitrosa de Buique.
1 PARTE GEOGRAPHICA
Vaise hoje de Garanhuns a Buique pordivef
sos caminhos: um delies, o mais conheci lo,
passa pelo logarejo de Sanio Antonio ; oulro
ao sul do precedente passa pelos lugarejos do
Moc e do .\inaro. Toinei este e pela mdica-
jao do padomet o a distancia de 117 kilme-
tros, o que corresponde mais ou menos a ava-
lla jio de 24 leguas (') feta pelos viajantes.
a cidade de Garanhuns siluada nascente
do rio Minduh, sobre o planaltode Garanhuns,
n'uraa aliilude coahacda de 845 metros. Indo
pira Buique, a 6 kil. de distancia encontrase
a pequea serra do* Fojos, a qual divi le as
aguas do rio Mandah das do rio Parahyba.
Atravessa'se este 00 lugarejo do Moc, a 18kil.
e na altitude de 8iU metros.
A partir do Moc, o caminho segu na de
O -N -O pelo planalto afora at a serra de S.
Jos onde Urmina a 49 kil. de Garanhuns.
A altitude mais elvala que observei foi de
1000 metros no logar chama lo Pojo, que
procurado palos viajantes coino poni de des-
canso por causa de um pojo d agua que ah'
existe. Depois desee se o planalto por urna la-
deire ingreme e pedregosa, passando se n'uma
distancia de metros de 9 kil da altitude ludo
metros de 550 metros ao p da Serra S- Jos.
A vegetajao que cresce sobre o planalto a
do agreste, caraclens^da por capoeiras baixas
e fecnadas cujas arvores nao excedein a 2 ou 3
metros de altura.
O slo do agreste fornecc abundantemente
fumo, cereaes, legumes, c >nna as partes bal
xas e hmidas e um pouco de algo lio. Inlcioa-
se ha pou 03 annos o pi intio do caf que cresce
com vantagem no fundo dos valles. Se mo
fosse permttlido dar algum conselho aos agri-
cultores para a escolha do logar mais proprio
para as piantajes, indicava os valles dirigidos
ue leste para oeste ou para sudeste, inclinados
para oeste ou para sudeste e expostos ao sel
do poente a partir das 10 horas d'..manlia.
Pela sua.posijao, es3es valles ackanise pro-
teg ios naturalmente dos ventos da E, S Ee
NE que sopram diariamente e com violencia
em loao o planalto de Garanhuns a partir das
5 horas da larde al as 8 ou 9 horas do da se-
guinle, os juaes serao sempre prejudiciaes
florescencia da planta. Como exemplo de lu-
gares que se achara era boas condijes, cilarei
o vali;s mais fundos dos amantes da margem
esquerda dos nos Mandah e Parahyba-
Do planalto de Garaahuus Serra do Buique
atrav3sa sa a baca do no Ypanem, quasi
plana, de urna altitude media de 8ou metro',
cujo principal afflueiite que encontrei o no
Cordeiro que oasce naSerra do Papagaio. Na
beira do Ypanema acha-se o lugarejo do Ama-
ro digno de nota por possuir urna feira.
Nabicia dorio Ypanema desenvolve-se a
vegelayo toda especial da Catinga, caracte-
risada pela abundancia dos cactus, raandacar,
(.') a legua aqui conhecida de 21 leguas ao
rao.ou 5483 metros, ou OO brajas.
chique clnqu, quip etc.e or urna arvore
chamada cating, cuja folha ven t.osj para o
gado. Na catinga crucera grandes arvores,
mas espajidamente sera formxr imitas fechadas
como.na regio da malla As quanda les prin
cipnes mais abundantes sao o pao ferro, a aro-
eir do. serto, etc.. tao procuradas na in-
dustrjf o pira dormentes as estradas de f rro
O ooriMry, o cajueiro, o imbtizeiro, ele.. .
sao nativos e pro'.uzem fruclos que servara
pira alimentaco dos sertanejos. .Cora a folha
do ouricury fjz-se esleraj, cheos e outros
l.-cidos.
O caroat, chamado vulgarmente caro ou
croa urca especie da agave, cuja folha p issue
uui tecido textil explralo para f-izer egrdas
le excedente qualidale.
A callara raaia mportante^pa baca do rio
Ypanema a do algolo, cuja exportajao se
faz fior Garanhuns. Plauta se igualmente o fu-
mo, legumes e coreaes necessarios para o con
sumo e turabem alguma c una que se cultiva
r.os brejos. Cria se intlo o boda e o gado
vaceura.
Do Amaro vi la do Buique sao 57 kil. Sen-
do os 6 ltimos emprcgidos a subir a serra de
Bu que. A villa elilicaia no alto da serra ;
esta forma ah um planalto na altitude de 830
metros, inieiraraenle semelhanle ao de Gara-
nhuns.
Um fado que tenho obsrvado varias vezes
qui a vegetajao espacial da catinga acaba sem-
pre eniie 700 e 8 0 metros de altitude, sendo
substituida d'ahi para cima pela do agreste.
O clima de Buique um pouco mais quente e
mais constante qua o ds Garanhuns. Os ventos
nu'n frequenles de leste, estorvados pelo pla-
nalto de Garanhuns, chegam amortecidos 4 ser-
ra dn Butqu.; e prodiizem vanajoes menores de
temperatura. Em Buique observei a tempera-
tura mlia de 23, sendo 21- o 23- os exirerao?,
eimiuanlo que em Garanhuns obtive a md a do
22-, sendo i%- e 27- os extremos.
As observajes do eiig mheiro Dorabre feitas
era 1874 no mesmo raez de Dazcmbro dao tanv
bem para Garanhuns a temperatura media da
iz-, I como mnima e mxima de i9- e 26-. Es-
898 resultados devera ser considerados smenle
como iiidicajOes pr visorias apezar de sua con-
cordancia, porque o esludo do clima de um
pai'. necessita de serias observac:* feitas du-
rante muitos annos para que se possa tirar con'
cluses definitivas.
A noroeste de Duique erguese um massijo
monlanhoso em forma de tr ngulo limitado a
NO pelo Riacho do Mel, a leste e ao sul por
dous riachos secundarios que nascem perlo da
villa e corroan ura pira o norte at o Riacho do
Mel, outro para leste at o no M >xol; este
furnia a laga do Pui que dista 40 kilmetros
de Buique.
Nesse massijo distingue-s as serras do Co-
queiro e de S. Jos, que acabam repe-itinainen-
lo a leste, em loda a sua ex ensao, era um pt"
radio Torlcil de 250 melros de altura e de
raais de 3D kilmetros de compriraenlo, desde
a pona sul di serra dos Coqueiroj ata os Tres
Irmos- Subi, nao sera diffieoldad.'s, n'um dos
picos raais altos da serra de S Jos o Cabe-
ja dos Cocos e nole a altilude de 930 melros
Grandes corles em forma de meia la rorapem
as vezes a continuacao desse paredao gigantes-
co e conslituein uns immensos circos chamados
. Svccos O acco raais imporlante o do
Brejo, cujo dimetro interior de mais de 6
kilmetros; elle divile-se em tres saceos se-
cundarios, da Pingadeira, o do Caiano e o
dos dcos. O sacco do Brejo chama actualmen-
te a aitensao dos exploradores pelo seu aspecfo
pitloresco e por ser ura dos pontos mais se en-
conl a o saliire.
As serras do Catimbao e do Quyrrd alno po-
dem ser considera las como a conlinuajao para
oeste da Serra de S. Jos. Da mesma forma
acabara bruscamente ao sul era um outro pare-
dao vertical, por.n menos imp rante do que
o de S. Jos, que vai se abaixando pouco a
pouco at ex ingtur se no Brejo Prior. Todas
essas serras reu-ienrse na parte superior em
um extenso planalto que vai se inclinando gra-
dualmente a NO at o Riacho do Mel. De urna
superficie superior a 2300 kilmetros quadra-
dos, esse planillo inmenso cobe:to pelo
agreste, completamente despovoado e inculto
devido falla d'agua.
Alguns picos solados cora> os Tres Irmaos, a
Serra d^Andorinha e Serra do Chapeo comple-
tara a orograha dessa zooa.
2.a PARTE MINERALGICA
Gneirs e Granito. -Nos arredores de Gara
nliuns o solo cob;rlo por urna carnada de arela
e arga muito espe3sa qua nao permute julgar
qual a natureza da rocha. Mas se se prolongir
as pxplorajas al os lugarejos do Moc e do
Brejao, encontrase aqui ou acola alguns fll >
raraenlos de granito gneirsico e de gneirs que
nao deixara nenhuma duvida sobre a composi-
jao do planalto formado dessas rochas. S-ndo
os affloraraentos de pequea extenao, difficil
observar qual a orieniajao di rocha, porm
nota se urna cert-i direejao E-0 do3 eleraen-
A parte raais superficial do so'o exclusiva
mente arenosa, logo .bixo encontra se a argil
la que torna-se visivel nos valles esta uiii-
sada em vario3 lugares para fazer lijlos e le
Idas em geral de boa qualidade. Muitas de3
aas rgillas prestar-se-lnara ao fabrico mech mi-
co, por meio de raachiuas aproprladas, da telha
franceza e dos tijoloa ein grande escala. N'um
dos valles da >crra do3 Fojos encontrei urna
arga branca, mis nao pode se dizer ao certo,
se?n faz-;r eiisaioa chimico?, se kaolin ou sira-
plesmente urna agglomerajao mmos importante
de steolile. Porm essa arga contera, mistu-
rada cora a massa, urna quanlidide conaidera-
vel de graos finos de qnartzo que a inutisam
industrialmente sendo mesmo'kaolin.
Na mesma serrados Fjs indicaram-raa tam-
bera a presenjade un mineirode prata. O as-
pecto exterior do terreno nao mi fjrneceu ne-
nhum elemento para suppor a Drimeira vista
que nesse lugar exisiisse esse mineral. Apa
nliei e guardei das mesraas areias cuj 11 analyse
dizera ter revelado a prata e s poderei erait
lir alguma opiniao a respeilo depois de ter feiio
eu mesmo a analyse dessas areias.
De Garanhuns al a serra de S Jos encon-
trare sempre o mesmo terreno arenoso raos
trando da distancia era distancia aflloramentos
de gneirs e de granilo imeirsico. A rocha
muito visivel na desr da di serra de S. Jos
onde se pode observar a vontade a estratificaja
o peculiar do gneirs. A orieniajao da rocha
ah de-S-83"E com ura levantaraenlo de
10- para N-E.
Na bacia lo rio Ypanema a rocha torna se
mais grantica Perto do rio t'ordeiro atra-
vessei um dique de diabare cuja extensao nao
pude avaar.
A serra de Buique formada por ura levanta-
menta grantico visivel em toda a verlente SE
tendo a direejo media de N 80-E Iisse gra-1
nito de grao regular.com mica preta pouco (
abundante ; elle avermelhado devido a cor |
rosada do* feldspalho que d pe Ira ura bonito ,
aspado. As vezes desappareee a mica e os
cnstaes de quarlzo e de feldspalho sao parlicu
l-irinente desenvolvidos. Essa granito pode
fmecer urna excedente e bonita pedra de
construejao
Nessa verlente SE d3 serra existem era va-
rios lugares jizidas de calcreo que tem sido
explralas para fazer cal. Nao tive occasio
de visita! as al oda ; mis pelas amostras q'ie
obtive nao ha duvida que esses calcreos pos-
sara fornecer expeliente cal. Nao deixarei era
lempo opporiuno de estudi.r e analysar esses
calcreos que julgoter urna gran le importan
cia no futuro desenvolvimanto induilrial dessa
zona.
Grnz-:i maseijo monlanhoso representado a
noroe exclusivamente de grez, cujas carnadas foram
levantadas de 10 a 13 para S. K, pelo levan-
lamento grantico da serra de Buique. A di-
reejao geral das carnadas de N -80a -E e es-
tas lescansam sobre o granito gneirsico, vsi
ve.l ni riacho mimoso entre a serra de S Jos
ea sorra da andorinha.
Ja disse como* esse massijo forma serras do
Coqueiro de S. Jcs, do Catimbao do Quiry
d'Albo e a parto su|ierior do planalto de Buique,
As serras da Anlorinha e d> Chapeo sao for-
midas igualmente palo mes'n> grez em con-
dijes idnticas.
Era upochas geolgicas anteriores a nossa,
esse grez leve por conseguinte urna extensao
muito maior de hoje. Por causa da seu es
ado friavel, as chuvas torrenciaes da poca
quaternara sulcaram esse possante deposito
de grez em diversos sentidos, resultando des
sas ero/.6es o relevo actual do solo. Assim for-
mou-se o valle do nacho Mimoso deixando de
ura lado o picos isolados da Andorinha e do
Chapeo, do outro lado o grande paredao ji
descriplo, cuja formajo sera-liante a dos
Caones do Colorado
O ponto mais conveniente pan o estulo da
composijo desse deposito da grez o sacco do
urjo. Ah observa-sa qu- elle formado por
urna serie de carnadas superpostas de diferen-
tes espassuras, desde 2) a 31 centmetros al
alguns metros. A rocha em geral friavel por
ser o resultado da agglutinajao de graos fin 13
de quarlzo, 03 quaes separam-se co n facilid ida
um dos outros pea pressao dos dedos.
Na parte interior do paredao n'um altura de
20 a 30 metros, o grez impr gilo de oxydo
da ferro vermho o quando se esmaga coraos
ded03 um padajo da rocha, estes Meara man
diados por urna bonita cor roxa. Por lavagen-i
apropriadas tirar-se-hia una boa ocre roxa,
(roxo re). Essa parte ferruginosa do grez for-
a urna oala verioelha continua na basa do
paredao em toda a sua ext -nsao.
Aigumas carnadas otferecem urna cohesao
mais forte e quando O grao liao ellas forne
cera uina boa pedra de am illar.
Encontrase anda no pwa seixos pequeos
e rolados de quarlzo que indicara sua origera
sedimentaria ; algumas manchas pequeas,
brancas de feldspalho decomposto, assim como
palhetas finisimas de mica branca, mostrando
que provra da decomposijio de terrenos gra-
111 icos.
Actm da cinta vennelba o grez completa-
mente br neo e mais friavel ain la. Devido a
isso, as aguas das chuvas desaggregam a rocha
aos poucos, cavando na e deixinlo a vonlade
da natureza, urna s:rie de ponas linas das par
les raais duras da rocha que tornara todas
as figuras fiatasticas qu: a iraaginajio dos
viajantes quer les dar, mas que offerecem sem
duvida nenhuma ura aspecto pitloresco dos
raais agradaveis.
SilAlgumas carnadas de grez silo salgadas.
Osal revelado peio sabor e por algumas af-
florescencia v.siveis na superflcia da rocha
A sua poreenlagem, eiiibora'iiio possa mdical-a
ao certo sem analyse, pequea, ercorri a
p quasi todo o paredao das serras do Cojiiei-
ro e de S. Jos, era parta nnhuma enconlrei
carnadas Composlas uuicamenfe de sal.
As carnadas salgadas sao repart las desigual-
m nte pelo paredao, deixando as vezes entre
si grandes espessuras de grez que nio apre-
seniam indicios de sal.
E-Ue deve ser consi lerado cimo sen lo sal
gemina ou sal raarinhi 1
O modo p ;lo qual se aprsenla me faz sup-
por que sal mjrinho dep isitado nos iniersti-
cos do rez por evaporaj-.s successivas do*
mares da epo-va primitiva ou precambnana
as quaes depositou se o grez. Urna analyse
rigorosa permute d.tferenjar o sal marineo do
sal gemina e portanto esclarecer esse ponto.
Seja qual for a sua ongera, a ease sal deve-se
se a fonnujao do salitre.
Devido a tiumi lade da noite e a evapcrajo
diaria consecutiva, o sal trazido do interior
da rocha e depositado na superficie onde con
centra-se em afflirescencias brancas apanha-
das pelos habitantes do lugar raspaodo-se a
pedra comum instruaiento de ferro qualquer.
A trra salgada assim recolhida lavada com
agua quente, depois de apura a, agua da lava-
gara sendo svaporada deix-i depositar o sal.
Por esse processo os sertanejos obtera o sal
de que precisao para seu uso domestico. Po-
rem edes nao considerara isso como urna in-
dustria lucrativa parque o resultado mal com-
pensa o trabalho a que se dao.
A exlracjao industrial do sal faz-se na lagoa
do Pui qua dista 40 kil. a o.-ste da villa de
Buique. Ai aguas das chnva qu cahera na
vertente sul das serra do Catimbao e doQui-
ry d'Alho reuneuvae 00 nacho que corre paral-
lamente a assas serras e formara a lagoa* do
Pui. Ma3 estas aguas passando sobre nume-
rosas carnadas salgadas de grez dissolvem par-
te do sal tornando salobra a lagoa.
Quando cheia, a lagoa tem urna exleigao de
liOO metros coro urna largura media de 200'"
o lempo da secca a agua evaporase ileixan*
ao as beiras ra issas cristalinas, brancas de
sal, explralo com proveito pelos moradores
da visinlianja.
Diz se,que a lagoa nunca sangriu mesmo nos
iovernos mais chuvosos. ExpTica-se isso fcil-
mente visto ni lugar da vasante natural da
lagoa haver urna pequea elevajao de terreno
da 2 a 3 da altura qua constitu um vrda
deiro ajude, quando pelo contrario do lado op-
posto o terreno plano numa grande extensao.
Quando chove, as aguas erapojalas na lagoa
espalham-se riachoadm. e sendo grande a ca-
pacidade do valle, este pode contel'as sera qn
a lagoa sangre.
Tambem a laga raro seccar completamen-
te sa vo depois de alguns consecutivos de sec
ca como ja tem acontecido.
Na margem direita da lagda existe diversas
fontes de agua doce em contacto cora a agua
salobra. Esse facto nao tao extraordinario
cimo parece. Como j explique, existem ca-
rnadas importantes de i^raz que nao ter sal ne
nhum ,- brotan lo urna fontc de umadessa3 ca
nudas, a agua que sabir ser perfeita/sante
aoce se nao atravessar no sau pared) carnadas
salgadas. Esse3 olhos d'agua doce compensuo
em parte, aevapo ajo solar diaria que consi
deravel econtribuem para que a laga fique
raramente secca.
O sal e a Ierra salgada deixados pela retira-
da da agua sao apannado3 e su raettidos a um
processo de lavagera para e^trahr o sal. Esse
processo consista n'uma lixiviajao que 03 ser-
tanejos c amara Distillajao e n'uraa evapo
ragao acorapanhala por urna apurajao grossei -
ra, chamada Apurajao A te ra recolhida,
se for mnito argillosa, misturada com areia
para tornal a mais porosa e depois lavada cora
agua quente n'um cocho de madeira com dou3
ou tres furos na parle inferior; quando se jul
ga que to loo sal dissolveu-S', ns aguas da*-
vagem sao reunidas n'um tacho de ferro e eva-
porada-, tirando s; as impurezas com urna <*s
pumadeira O sal deposita-so em bonitos cns-
taes brancos, levenniie 'amarellalos por cansa
de algumas impurezas qua anda conten, sea-
do depois venaido.
Pelo riacho abaixo existe varias salinas d<
onde os oertanejos tiram sal pelo mesmo pnj-
cesso, aproveitando as trras Silgadas do rtt-
cho.
O commerclo principal do sal faz-se naefet-
ras de Buque, on ie chega a ser vend lo a
2d0 rs. a cuia quindo ha abuu lancia.
Todo o serto de Bu-que acha se assim abas-
tecido ai ponto da no necessilar nenliums.
importajo desse genero E' por oinsegaiate
urna 'riqueza para o municipio possuir ac
seu seio e por prego mnimo um dos geaero*
mais indispensaveis ao consumo e a criajae,
aclnndo-se desse modo livre das diiculdide
inlierenles a importajo.
Essa pequea industria duna do maior ta-
teresse e desenvolver se na melhor anJa ss
tivesse na zona outros meios de transporte. Pe-
rom as jazidas de sal nao tem importancia
sufficienlo para que seja permittldo pensaren*
trans'ormal a n'u na grande inlustna de expor-
lacio. a porcentagem do sal as carnadas d
grez pequea, lauto que somenle depois ae
ha chuvas faiem nin primeiro trabalhe de coa-
centrajai que sal torna so exploravel no fila-
do d >s riachos. Qoanto a lagi, sua capac*-
lade muito diminu 1 para exloral-a :k
grande escala.
Para urna producjio continua e menos traht-
Ihosa da que existe seria vantajoso imitar oque
se faz as salinas da beira-mar submettetido
directamente evapirajao solar a agua salg*
gada da lagoa em largas e piuco fundas cultas
de miden. Sendo muito lmpida essa asta,
obter-se-na com m mos dispendio e trabadle
um sal mais pu o sem gasto algum de comba*-
livel.
THA^SCBIPCOES
O Sujrem 1 Tr banal .ilil t ir
(Jornal do Comiuercio, do Rio)
Danos era seguida a resposta desse elevado
Tribunal a consulta feita pelo Sr. Presidente d*
Repblica sob_e a inclu-o dos aspirantes 00
indulto je 1 do corrente :
Sr. Presidente da Repblica :
Por avio de o do corrente rae', expedid" pe-
la Secretaria do Es!a lo dos Negocios da Mar-
nha, man lasles remoller a este Tribunal cap*
do decreto le data de desle mesmo mez, afitc
de consultar cora o seu oarecer, se sa deve en-
tender incluidos no iniulto concedido p.lo dito
deereto 03 aspirantes a guarda-raaiinba
vista do disposto no art. 19J do cdigo penal
Ja Armada.
Parece a este Supremo Tribunal Militar de
fcil resolucio a duvida aprosentaa. Os a8(-
ranles a guarda-marin a esli sujeitos a dis-
ciplina militar e responden] a conse ho de guer-
ra, como proceiliia o regulamento orgnico d*
Escola Naval (arle. 61 "Oi do decreta a.
I23fi de 10 de Janeiro de 1891 )
Como militares que sao, nao podera deixar te
estar incluidos 110 termo genrico prajas pretdesde que nao sao de oiHciaes de paten-
te.
O primeiro posto naraarinha o de goaraa-
raarinha confirmado, que corresponde ao de l.'
lenfnte de artilliaria e alferes do exercito coico
expressamente diz o decreto n. 7'6 de 22 d*
Marjo de I8J; logo os aspirantes aquelle pos-
to nao so officiaes, por conseguinte eslo for
gosaraeoie incluidos no referido termo genri-
co -prajas de pret.
So efectivamente prajas e, como taes, tea:
baixa, ora por motivo le reprovajao, ora par
perdimento de anno por faltas, e at a pedi-
do urna vez que s*jam Indemnisadas as des-
peas leita p.-lj Estado. (Arts 41, 3), 51, 5 5.
189 e 191 do citado dec-eto n 1-236).
Tendo buxa pir algum dos dous primeirar
motivos anteriores serao reintegrados na prac*,
logo que obtenham approvajo em todas n
materias. Parle final do n. 2 do art. 42 e art.
42 e art. SOja mencionados.
Arada mais : BOO prajas de pret porque raca-
bem oj seus soldo3 vista ia foi a do pret it
companhia de aspirantes a qua perlencera, se-
gundo o regularaento interno da mesma esce-
la.
Nao concorrera para o monte-po como deye-
riam, se fossem onsideraios ofliciae3. (Aviso
do Ministerio da Marinha n 1.7 5 )
A propna Constiiuijio Federal os consid ra
prajas de pret ; porqumlo enuin :rando, no ar.
70 1 os que nao poden astar-se eleitores
para as eleijes federaas, ou para as dos Esta-
dos, colloca em lerceiro lugar as prajas 4t
pret, excepta los os alumios das Escolas Mili'
tares de ensino superior.
Somente ura argumento podera apresentarse
contra todos esses : o deduzido do sobredito
art. 190 do Cdigo Penal da Armada.
Es'e disposto, prea, ainda vera conlirmu
que os aspirantes sao prajas d: pret.
Se o nao fossem, no havia necessi lade de
declarar o legislador naquelle artigo que para
os elFci'.os da applicag&o das penas em que i-
correra, 03 aspirantes a kUarJas-marinha serc
consi erados olficiaes
Nao isto urna innovajao : no exercito os
cadetes, para os mesraos fins, sao tambera coa
siderados como ofiiciaes ; entretanto, nunca fie-
gou se sua qualidade de prajas de pret.
Si urna inte ligeneia ple ser dada ao pre-
ditoart. 190: a que resulla da combmacs
desse artigo com os art3 41 e 44 do mesfno
Cdigo ; isto todas as vezes que se tiver de
irapor alguma pena aos aspirantes a guardas-ma"
rinha por crimes por lies corameltulos, se de-
ver faz:r a conversa) da pena de prisao com
Irabalho era que incorrem, na de prisao simples
com augmento da sexta parte, e, assim comiera-
nados sujeitalos, a recluso as fortaletas.,
como se fossem officiaes.
O indulto conferido s prajas pelo supradito
decreto de I do corrente mez, urna grajacor
cedida aquelles que liveram a infelicidade <*e
desertar, apartando-se das suas bandeiras ; fHc
tem por fim extinguir a pena, estando previste
no art. 63 o 3 lo citado cdigo-
Se era lugar de prajas fossem indultados oE-
cioes, entaosim, poder se-hia dizerque otndal-
to nao Ihes aproveitava por nao 3erera officiaes
e sim prajas. ,
Os aspirantes a guardas raarinha achaose as
mesraa3 condij:s das prajas da guarda nacio-
nal do exercito, da brigada policial, do corpo
de bimbeiros e das dera its prajas da rmate
que desertam, e se o dito indulto, nos termes
genricos era que foi lanjado, poda ter sie
expellido a aproveila a estas, tambera pe.t
mesma razao deve aproveitar aquelles.
Em conclusSo, parece ao Supremo Tribuna.
Militar qua os ditos aspirantes esli compra-
hendidos no indulto concedido pelo dscreto de
1 do corrente mez e anno.
R o de Janeiro, 23 de Janeiro de 1895 -Del-
lim Carval-o, Miranda Reis, Rufino Galvao,Ja-
da Soares Neiva, Eneas Galvao, Conrado >ie-
meyer, Cardoso de Castro, Novaes de Souia
Ca-valno e Seve Navarro.
Nesladeciso poz o Sr. Presidenle da Repi-
iblica o seguinte despacho : Como parece.
1 IrflitT I
>^ T-...... f ^
mmmm^m^m^^^'
.,..,.. 11 1 HIWIII


r


Dwio de Pernambuco >.Ter^a-felra U de Feverciro de 18J&5
""Rio de Janeiro, 25 de Janeiro do W3S-Pru
daate d Moraes.
O Dr Fenaraitde* 4*fcotf
(Jornal do Commercio do Rio)
Folr.as de Buenos A yres e, por transenpgfio
dallas, ootras folhas platina, pnblifM nal
interview- foilO coin 0 Dr. Fernanda Abbolt,
nosso mitlslro na R-publica Argemina, ein que
s'io attriboidas a esse diplmala declarares lao
sanas pela sua pontean p.-ra.te o seu 8 aquelle
enverno, que chamamos para eltas a aileuciio
do Sr. Ministro das Relaja Exteriores. E
certo qui o Sr. Dr. Fernand ) Ablioil um par
tidario cora grande reenoosabilidade nos acn
teeimenloa que ainda flag Mam o Balado do Rio
Grande do Sul, mas, a nao adiniUir se da sua
parte a matar incorre.cgo diplo.naliea, as su as
palavras d.veui significar no eslraogeiro as api-
nes e as safMitas do sea propno goveroo.
Essas BUspeitns e o modo por qua o represen
lauto lo Brasil lies deu pubiici lado em Buen >s
Avres merecen, po.tanto, toda a altengao.
A entrevista con as declarado 18 qu os nos-
sos collegas argentinos djeto aor do Dr; Fer-
nn lo Abball ciustam desie .interview-:
Fomos no:.t^ii v.sitar o Dr. Aliboti. Sub li-
mos, e j o daseme*, que o novo Ministro do
Bra/'il havii si lo man lado cora Coinraissaa
espacial N-e dos no.'sos leiiore?, ouvir a sua nalavra autori-
sala, tanto mas quamo a quaslo bravie ira
est boje uuiis do q ie nunca ua ordem do da,
depois do assuinpto uoxaiqie e d..s quirecten as
impostas as pruie len'ias ari'iilmas.
Si nao ha indisoiHco, Sr Ministro, agr
dscerllies-hiauos de terja bandada da dar nos
alguaias iiiformages ja respeilo da sua miaste
neste paiz.
o Dr. Abbott conteslou nos, sorrin lo:
Diz o S'. umita b-'in; umi unssao que
raimo rteaempeulwr aqu, del-.cada talvez, un-
portant; cortamente, para ambos os paues.
Urna purameute polica, oulra ecoinun-r-
No Brasil, no Rio Grande especialmente co -
reram boatos exquisitos propala los pelas fallas.
AlSrmava se qae na R-publica Argentina nao
s se sympailiisava com a rovalugao do Kio
Grande, como lamben Irabalhava se para aju-
dar os revoltoso; e s para intentar se o resia
beleriinento (o Imperio.
Fizenios um geste de Begacao.
Se eu los dissesse, proseguio o r. Abbolt,
que ln uve una tulla que allirmou qu os elides
desee uiovmeato lie quinao em favor da revo
lucj erara o general Rocen eo Dr. Pelle-grina?
Assun entreunta. N iloralni;nle selnelli.irites
amrmaces pro luirain no espirito publico um
rfteito lam ntavi. Ninguom compreh radia o
luoviraenio des a intuce dos argentinos para
com os brazilerus. Uxtranluvaiii >s isso muito
e lano quui.tj mais queremos R publica Ar
o -atina. FaienJo abatrncclo de qualquer idee
de poltica ou d-; partido, eoiiheceiuos era nosso
au e respeitamoa os noraes do gneral Hocen,
do 1>-'. I'ellegrnii, do Dr. Irigoyen. do D.-. Al im,
e sobre lodos eonbvo mas e lespeitamo o noaae
lo general Mitre a quem a.'ni ramos tambora
como general brasileo e como estadista, poete
e Literato. O m u governo nao dava nenhnma
fe essas afrmagOes da imprensa. Era, po-
rem, necessano um disineutida oificla! pa.a
tranquilisar os espiritas. Kis porque aqu vira,
um pouco prccipil.idaiiieii'e Ju certa,
E, pe.gunl.iUlos ; las suas av.-rigirieOes,
Sr. Ministro; o qu- p >de V. Exc d-jduzu ?
Que ludo ipiaiilo se disse era falso. Si
que o Goveru> deste paix e x oniniao publica
reconneceu e acompanliou o Governo 1 gal-
mente constilu lo do Dr. Moraes, guVerHO
que sei de paz, de orden e de progreeso-
Alem so o reewnetecifflento da moaareliia
no Uiasil sena urna note descordante no con-
cert das democracias su1 americanas Frente
das quaes marcha a Repblica Argentina. J
arise o ra u Goveiuo d ludoqomnto teiibo
Dodido averiguar aqu a respeilo desses boatos
infundados.
A revolocae do R o Grande, Sr. Ministro,
ataca prolongar sef
Acre-Jilo que u. U:n Gjvirno serio,
enrgico, porem justo e moral, como ha de ser
o do D L'astilhos, vencer forgosaiui'ttld todas
;is ii-i-l- ocias. C'.-nsia me inais que os nvo
iuc onaiios di;.r.iiit-ni soffrem derrotas em
quan o que a ideia rcvjluc n ira perde terreno.
ii que ha ag enure um e uuiro c mliiiio de umis ou menos
preeligi. V nvjfueao i ;-d. leira, a ubleva-
i., popular ba U'iiih.; que ataboU.
-E a s- iuii la p-.n i d >u misso S.-. Mi-
o o general Tdies deve estar iraximo dea le-
calldade.
Uid jorcal ffoncei do Bnen:s Ayres Dab't-
:ca fiolenio biIio coutra o aliniai.te Gug*!-
es. a qaem icul;a da moite do ternero
Bjetc.
Amia ota ee effeciooc a cooftreacia ealre-
os-Or. Aboolt e Girpr M.rtios.
Em J de Fevereiro :
Te t-japnam de Boca s *jre3 que um iavi-
Joo 8pr.en'oo-se a Le?3C*i 8ui'era e avi-
es que ven.-ta-se bojfe orna letra. a;ei Dr. Osorio, ameajaida prjiestal-a. Aj mesiso
tem;:o o ministro Dr. Abbv.t reeebia ntale-
g'amna. con a as^g^alupa' do Dr. Mario. pt>
nodo que aa isfizesse o pigameolo. Cjosc'la lo
o D". -orij, por tel.'ramma. respuodeo que
md e-a falso. O D.\ At-b i'.t coaman!cou a po-
lica essa tea alva ae roabo.
t/oouinlsrie orieotil fer do na f.-onteira
jor uaia tv$t bri.z I-ira, asbi-ee lesiabnleciJo,
;eaij s:ii trat-ito pela medico broZleiro, em
<,rj,d>, por nomo Doorido. ,
bs.rovem da Saul'Aaaa de L vrancaio que
as lineal o arreios miada les para all pelo tor-
ne edar ue Mo^tevllo, sao de pesaima qu Ii
Me.
b' fa'si a noticia abi propa'ada de que >
L'gitao Rr.zileira era MoUndj mandaba O
ieiHr*ates, pjis a< poaco lempo as despease
la bociedade Bazileira de ede
nistro qual .'
Mu simples sa redu'. a i*to; eslreitar o
rcais p issivel as r< l..y ;s amtgaVt-ia entre o.lira-
ail e a ftepuoJic A-.-uiioa. O proofto uiie-
- dos dona pases enij;e que seu seje.
Ambos sao um para -miro m -re.idos necesaeriofl
i os bous proiU'ios. D >us paues como
ses, visiohos e aitor irraaos, pode diserse
em sen credo poltico, devem viv'r embiae
cornple a li.i'ni ni'. As represalias e dese->n'
Sancas na > pod ni. nao d v m eoetiouer. Mea
deuf cr sen'iores o s>'U ir s o sea gado e re-
cebara larobem o bosso c*t e todos os nossos
producios.
I'ci fulamente, Sr. ministro, norm, essa
medida que tomou o guvero > brazileiro, probr
b.ndo a iitpoFtav&o da carne seeca-argealina,
nao era de lomeiiiar essas relaecs eommcr
ciaes.
Ceitmenle. Masa i>lo resp>o!erei em
primeiro logar: ui foi culpa nossi si durante
urna semana recebemos lle^rainuia8 annuir
Ciando que aqu havianrse dado casos susp-;i"
tos de cholera. As fol.'i.is a .-iUius que cli--.-
gavam ao R-o bolera. U que fjzer era laes cirenmetaocias .'
Oque faiiam os s.-nliores ( ui cano anlogo 1
Ter"8e'.'uarn defeo Ii lo, lenarn adoptado medr
das preventivas. -Nao c certo ?
!-',ii o quefea OflBveraobruzlieiro o nada mais.
E:n segundo logir direi q-ie se da a carne
secca urna imporlaniia exagerada.
Os lempos rau tarara no Brasil. A erar
gra(,ao estrangeira angiiienla todos os dias e o
sumo dacarne secca es longo -le eejgmea'
lar. O europea uo qner conur carne secca ;
prefere a carne fessea.
Ao mesan lempo nos nos doixaraos levar
pelo exeaiplo do est angeiro e cada diidimr
nue o consumo da carne secca. Quer urna iu'
onnac.'io ?
Apelar de ter cessalo a imporlaco, exista
00 Rio de Janeiro, na dula de minba partida
un deposito de i:O-.0 O de kilys. lira com
p-.asaciio enlravam no Kio de Janeiro no mes
de NOvembro 3'V1' U cabeCAfl de gado era p da
liejiublira Argentina.
Mas, Sr. in:r.islro, quarenlenas lo rigoro
sas...
Medidas preventiva:, nada mai?.
Em poucos (lias, usseguro-lhc, clesapparece-
rio.
Di miaba paMehei de informarme s-Tiamente
a respeilo do Estado sanitario e fare o possivel
para que desapparega qualquer motive de quei"
uc, qualque* -.nao estar as retme&M entre
ambos os pases,
Pense V. E iC, Sr. ministro, permanecer
muilo lempo entre nos?
Se a ininb i misso tiver bom xito, certa-
rnenl'; demorarmebei -qui. Do contrario vol-
tarei para o Oten paiz. Teoho, porm, ramios
motiv is p ra acre litar qu-, a mioha estada aqu
9;ra longa, cun o que, asseguro-,he, rae alegro
muito, pois o pouco que conheco de Buenos-Ay-
res convenceume de que 6 urna das raras d "a-
dades que teja eapaz de suavisar a alma do fo-
raeteiro, ense salsea-, essa nostalgia que forcose'
mente se experimenta loige da patria...
Pouco depois d spadimosmos do Sr. ministro
do Brasil, agradecendo-lbe a franqueza das su is
declarai-ois, .que acreditamos ter tradu/.ido
aqui o mais fielm me que nos foi possivel, ten-
do-as ouvido dos labios do Dr. Abbolt em um
idioma que, por mais suave e melodioso que
seja, nao deixa do ser estranno para quem nao
conliece a liugua de L'amOes >.


^TAMS A liflAO
SUL
Rio Grande do Sal
O Jornal do Cumttercio, de Rio, publicoa,
prr va Mootevl 6o, os segoiotes telegMclraas:
Em 31 de Janeiro :
Cerr qoo os revoltoso bateram orna forca do
governo, gcor-ndo-se aqu eaie faci.
O ebefe revoltoso Gre-reiro ac&ava-se no lo-
gar Caodiota, a qoatro leguas da cidade de Bag,
eran ( ..u pe
e iCia.
En i de Feve-ei'o :
Uaa t^ie-a t O D:. Gispr MirtiO' dirigise Qootem a
urna caa, ou-io d. va realiaa>se cmi ccofereu
eu nadida pele D.\ AootU D*cUrani> o Dr.
Gispar qae, aileadealo ao caavile que 10* tizers
a Dr. ADoU, po- loteraidio do coran 1 Piragtbe.
all 8i apreeatava,'e'pon ea aquel a hiver equi-
voco da pane de coroael Piragiae. Nesse caso,
Ji-se o D*. Gaspir, nossa coovcrai nao ten
ohj ot?. E retiroa-S6 logo. O coronel Piragibe
vai declarar amaaaa pea impreida qj;a jula-
reacia loi pedida pelo D-. Abott, serviodo elle
jeiutei-media-io para o couvite ao D G.sp Telegi-aptum conaa' qaa o Sr. S llanta
ii Gima pasaoo para o Rio-Grande, reanioo s
ftrfi" d; AMParico Sr4iv.
Forc/is do (joverao e ooa revjlloso? estao
P'oximas do IUK?r deooraraado Candila, Jul-
in Jo ^e iuajiaette omnimb-td.
Os joraaes paolicam boje a ooticia, qoe ba
lias mantei. o u^a eatrovisia eat e oa Drs.
Abott e Gjpa-.
Coasia qoe o D.\ Victorino MoiteifO pedio
ao pover-o orlenial aintafoigi do S". SaUanba
Ja Gima e q oeste aceJer?, no <*asj dille mo-
ja te aobar en territorio da reraolici. Este
Oito carece de conrm {Lo.
AUaoa inividcoa ao Rio ta Prata e da
I-ontei-a rio Ro G'an i traum de crear i upe
cilios a teotativa de paciQcasaj.
En 5 de Fevereiro :
O jornal El iimpc, de Baenoa-Ayre.. pabli-
a om .n>vitw udo com o contra-.Imirdnie
C iStedM e Mello, en qa8 atiriba* a ees ofD
ewl a acco-acao Je ter sido o marocha! Floriano
Peix >to u:jr do mita'israo no rajil
D.< e ue'-.te iaierview o cootra-rlrcirante
Tnsiodiu de aSello qoe naa estara so lada lo Dr.
P u-ne do Soraea exqiaoto nao ae pazittear o
R o Grande do Su'.
AE mi lambam qoe erqoanlo ro ministro
alj asel.non tratado de slliauca ora o Chile.
O delegados Drjileirce na expoa:co de
niaaa do C'iile regresaam amanba para o Rio
d? ijnei'o ao paqoeie 3.6:il.
bbe^ou -iqi', vinio da afltel a, o mrmn.0
i.i loerra orUatal.
Pia uivioaj do gene.-al H^ppolyto p:epa-
rsmmwla cidate milbares du poucaea e tan-
3uai o&rracaa.
S. Paulo
DaUs al 5 de Fevereiro:
Le--v u.n loioas da du 1.":
tija no.s.a colU^as io> brralo do Amparo
reorb-tiuos bon;em o seguinte teiegra am :
Uua euo-uie Mama d-f agua rrba.tOU noj^
sobo au cidade a< 6 hj-aa da maub-, desla
. lijo-s ni chava coDionisaind q e aurou a
jo d,t. Os ea-tres sao ncaloulavei-'. Mji
ai ei. as taatr m e outraa BJa-am compte a-
jjeui- MiiuaalJt. Irameosoa p'ejuisoa. asi-
o rajpte. ComnOCio ioieiraneute paralysa-
Jo. C^.cu.a-e qoe Ua per Jas auperurea a UB
iiios Je r is. D s montes omis c^biram e ou-
,--s aaiuagau qjeja. Tafego da traba nter-
rj.aoidi. C.iaa.ropne icedonaa.
m T-;ooy, loa* Lipes d* Maraes BiHO, que
unira ae auiJ'ei pjr U_ tap W GoBCUaS,
.raoiorxo em o-u todo u ata tffaCto desde
u a prqueua u trocara por un primo, con
qieua ca--CL". .
ra.eto qoe, com o casameuto, J^ao oetla cs-
^ejer iu-Io, aOar oatu al a pT tdrOuCia dJ ro
raeio do mego. Ptls ate aoonteceo aaaim. J.So
ouJjicou oo iog-r urna campiun de diBanigao
cot-d a mulber de aeu p-ime, e do porU en
porta la faeudo coadaeuoiai uS maia torpes,
i ,v n.ciiidj j malorea Coluu.n.<..
ur., aa du inste?, ua eUrada qua vae d:rei-
U a U u^baa, eucootr-raoi-ae freoib a f e He os
moa rivae, o apO una troca pjiav.as, Joau
uoora reeebea de s-j primo, r^ceatemen^e ca-
aa u, uuaa uavaibadaa que o prostraraa marta
por le-T..
O a0aisiao v.dio-se, satiafe;to do desaggra
ao ubso ul!e* ao D ari: faram diri-
g las as Be;..iuie.i llunaa :
lijueoj, en Campiuaa, qeanJo un Irn
cixto pasiva pelo k,ionitra 29 Jo -anal do
Ua Pido, GompaObia Ma.yjoa, (orara, c:-t-a
o moaujj iaparaiui cinco uris de bilas, duab
Jas qoaes dicaucar*m ti cainoa da raa.hlaa e
t envararan o ea.ro de passigeiroa, nao ba-
vei -<>, leiizn-Jle, aeagr.gi aigaraa a lax.tu-
" a oioriiado poli lial de S. Jas lomou co
nba^uecto ao fa-to e procede aa necessanas
i.iunooua pard descobana do aat ,r ou aa
torea Jo wi setraget a tUlatatsrta da se^oroc-
a uos paagti oa d do pjtsnal da p-opria Gon-
tMUttt.
-Ua li.:rj eiil-ou na majrjgada de 4 oo
ner.-ajj aa roa d.r'. Joaa. raaaaudo diajeiru
ai %vj* sdiierMr a 2 uOOO, djs logiataa sy-
nut al eaiaoeecida.. Uu geme de po iota,
le raanha, vio alioem aabir da mercado, levai-
io aoos saceos. Tealanio prendel- >, foi impe-
duo por un iad vuuo fardara armado da e-
va ve-, qaa otirifcO-a a ta,ir. Esta p.eso o co
Cboifa do carro da prag* u. 71, o qaai tranco--
loa es sa'.eo pard a esucao do .Orie, oode fo
r.'.n jitpi:Uaids con destiuo arada Jeacunje-
edo.
__ Foi i acg'ado no maamo da o novo Fo-
-au na ru* das Flore1, em un predio 6e co-
iraifi^o do e.orfejfciru RimoB AzeveJo.
Fdlleceu no bosoital do leolamento o taOec-
ie Luz G^mea. oo 8. de cavatlana.
O aferes J.yne Uarcoodea acb-se de vol-
ta de Ta'.ub*. oJe eat-.ve era coairaisiSo lio ku,
veroo, afin de rrecadar os ar.Roa pertenceates
ai Estado. Consegoio difliclnente arrecadar
diveT'-a unigos.
__ Foi comecada a coo'trtfccdo de om Bella-
draise; edm Ooia raa de 400 ntetroa efe clrcuai-
fereucn.
Em leba na lateada de SebasliSo Rtaelro de
Barios, um doi, que nafta sido mordido por
um > & damnad", matoo a cblfradaa quatro sa-
yal o l -
na terae
Aa-sembla maoijipji reoaua co da i. de
Fevereno, o composta de vere^dnres, coaseihei-
ros CibtrttJWS e dMiofes (.ootiibointea de im-
postos. maiidou ao S\ Dr. Bias Forte, presidecte
da Eaiadt, urna commtsso de qoe foi relator o
O Lernos, manifestar es seos e:ntinentos i e
odbesao ao goverua do Sr. Dr. i'ruaene de Ma
r.e .
O D". Bias Porte, re:ebendo distiocianinie p
camralsEar', agradecea a sna a-he^ao, louvando
selimentoa do povo miaeiro. Dec.:oj qae
com praier tranamitnria essa menaagera o go-
verno federal.
Espirite* Santo
Ddta at l ce Kcvereiro:
A ex-.oriagj do caf en 1894 fui di 833 23i
saceos, bateado uma diff.reuca para m. s em
1893 de 111.6J6 saceos.
Os deanes qoe ba lempos appareceram
vtacaram a fazenda do S Gabriel Narb.ito, oo-
de, te^ondo o Alto Guan., pratlcaram toda
a sorie de depredagOes.
Aqu.Ue eidadao teve ne.e siiade de repelll-
1-os a Dala, travaudo-se lata, da qaal resultoo a
mor* de diversos asaaltantea, e ae ama pesjoa
qoe coadjuirava o Sr. Norberto.
Foram tomados diversos aaimaea e trastee de
qoe se bavlam apolerado os taes. Diz malos,
etiraram-sa faltado ponto aa froQielra minetra
de onde araeagam sabir para uoro assaltu iqc lia
fazend.
Sobre a Villa de L'-uharea cali o] un fre
I rupor.al, qats causoa areembro aos feaa r-.ab
t.nia.
A estao telegraphica f.rl eUWKidi por utfa
descir^a eleutru-, stff-eodo ooom:e aveis e-r-1
trago O apr.areiho e tioa faram quetKa}ee, o
pira-raios atlrdo tange, e os Isclaio-e-j, inoti
usado?, foram-ter a grabde d;>tafl;-:a.
Fener.ie nadi acoo'.aoea ao em pregado da
esleco oem Lmllia.
Balita
Daiai a' 5 da Pevereiro.
En 31 d-; Jajsiro foi coliocai.' n'3 ap ce do m >.
r.une-iio ao dO&S de Jutbo a e^UlUJ da U u 10-
di.>, reprcsnia.ido oB azi!.
Aa ate aolembe ativeraui -presento! olotn,
dente macictpal, o vi:e-3iosiJe te da Repobl
ea, depu'.ado fe:e:al e represeulaatei da im.
jruusa.
A'3l. di do sea noiveraano aatalicio,
fui o D-. Maaoel Vuioriao multo cumpnmena.
jo e.u sua residencia, pjr grande numero e
amigos e carreii.iioji.rioa, qu? msnlaram locar
a alvaraia na freote da c-ai de sealrmao, onte
eita.
O fove.'oaJor limiao na represeatago
qae Iba d'i.-imrara-aiua cidaojos, decretoa a
suspensa> U creagio da gjarda municipal.
O govarnalcr da^pacdcu a peliga doa cri.
g..oiaales da charutos, oizenso flao CTcompa.
teaoia pararsotver a q estaa, qae ueva ser le.
vada ao poler leg'siativa.
O Crrelo de NuiciaJ puar.caa na iat-.
rao acta do gaverao susjeaeaia a le mar.
ipai que c.i aguard.i maniclpal e o co'bo ie
bodbeiroa. O lutea-eate respandea en of c
deiiaraado noaoier a le do cca>lho e hiver ja
falto as nomeagis de connaadaate e offlaaes
pa a as guanai creadas.
Aa companhias de seearo Hieran nresaa.
e ie toda o a-ta a! d? extiacslo da ItiOdadloa
i IjienJeocta.
Nos c.rauios po!iii:oa commen'.am a reso
logSo do govera>, relauva aguada m'auVcip.l.
O C>r;eio defeole oac'.odo jove-oo.
No lagir ta Varita, termo do Gipin G os.
so, o io itviduo Mreos aseaasioou a nulber de
Angelo Riga, o llura e a criada, roubaado......
I:1601.
Sergipe
Fo' depaelo o inlenieuie de S -i "i -
A fo'Ci palicial provooou coafliJio ern Ra.
cbnelo.
O eog-?ab8lro Lrandr. Diiix, gerente doen.
genha Ceairai. pasBOU io Dr. chela de polica o
segoiule telegrafan :
RidTessaoda o ser vico ora uma lema de
trabaloaiore. a meana f Qi eff-CtuoJ prisOes-
bavenda fe-.meatos Sen immiCuir.oie na
polnie-, renseseniando interesaes alaeioa e ia.
differeaie aoa attritoa 1-jcaoj.eatraaQos a ajgres
sio, quo me pareee pesscal
P-go providencias para canter as arb.trarie.
dadea .
AUaoae.se aagraasao pira largar o gerep.
indo engenno C^nt-al a pagjir aiotendeate
usurpado" pela segn ia vez o imaoslo mantel.
p^lji pago ao m ejdease iegiuma^ qaudo em
exercijio.
CAPITAL FEDERAL
Dalas at 6 de Fe/ereiro :
S'a da Guetta je NottslMa :
Du l : ...
"O llaatre cootra-iimirante Jos Pinto caLiz,
ao assunir o commando da uivisaa nival aqai
ena^uaada, fo baixar a seguidla oriem do
da :
Ordem di diai em 31 ie ioetra da 1893.=
Tendo sido nomaado por aviso de 29 para com-
mandar a divuo naal estactoaia neste porra,
acabo fie aasomir o respectivo ooamaado.
Fel.ci:c-.ne por achar-uje & frente Ja uma
forga respe.avel pela saa disciplina e Jedicagia
Patria.
iJoonega peasralmeota a todas 03 Sra om*
lamanirs e ofi;iaea e Bei o qua de taJas paae
a oaaa esperar.
N^a sao um deacoobe la pa^a a elasse a que
me afano de perieacar, todoi taben- que veabo
da leg.lidado e qu* vaa para a legil.dale. Dis-
o.pa.o de Barroso,Timandar, Igaatemy e de
taaoaoairosqaa a biitorii cita e citara cano
aloriaa oacooaes o exerapiaa do carrecgo mili-
ta-, completareati alh-iio s lu'aa partidarias,
i-eui raa.iluedo taaios militares nfiosos, respaito
e uefeuda s taai luicfiea que aos regen, obce-
ca aa gavarao coaautui lo e, c-a-na o aattgoa,
loaba cono religla a hoara da banlelra e a in*
legiJade da patria.
Enoa caavuta que oa Srs. rommandan es e
Qi laaa peasara can o sea chafe, no que diz
rr-sp-ita aos daveres miliares ; eatau tanbem
oaaviou que as guamigas saberaj mauur-.s-
aal.oaa d con lucia q.e Ine* e tragad pea?
oussas te:s ; por isso comidera ficil e gloriosa
a larea de cummaoda- a div-sa que o go?e--no
eoieudeu confiar a niir.ha guarda.
Tudo pela patria a divi-a qae eoc>atra-;e
na rosa de algaas de ujssos navias, e tota pela
palia Lremas, se be a eouoerraaa cumprir os
Oomm doveree.
Caoia cora o aax lio de todas.e em todoa con-
fia. .
- Da 2 :
A. Sr. gaaarai da divis^o Jaaqon Mendaz
Oonque J n-qu ;a en ragoo haoten, a i hora da
tar ie, o camnanlo >a escoli militar o S*. ge-
ueral ie brigada F.-aadsca Bwartoa Qaalro?,
qaa fai acompaonaio ateo patao doeatabolecl-
manta pelo Sr. geoeral Jacqoes, re.ebea aqaelle
ra Josa maoiftSUgaa do aprega di parte dos
alumuoa, ,ue o vw-oriaram calorosamente, at
qi c tarajsae ella o carro qae o espara?a no pa
.ea.
Era seguid o Sr. teaen'e-coroael Fraocisco
Je P^iva Ataveda, camnaadaoie do corpa de
alum ios aprast^uu aa Sr. general Jacqoes todo
o preasca, qaa se acava preaente, da adminia-
trgo do raesmo carpo.
Altes de ritirar-fe, is31|l da tarda, o Sr.
geuaral J.: ju-.-a comnuuicaa, por offilO, a ta-
las os raibroa do eorpa doceuie, que, por or-
den j bO.tuo, assama o canruaudo da osela
miliiar.
A' ard -, foran lidas na casa da ordem do
capa da alabaos as ordeaa do da de depadi
da do Sr. geae-alQudroa e da posse do Sr.
general J.cjoes.
O nao caaimandanie dis qae coala con a de-
d.cagaa da teda o possoa! da escola para o bom
xito ie sua adminiairagao, ce ta de que oa
seua latuitos de ben ser/ir ao governo qae ora
dirtga oa daotraaa Ca naij, rerio efficaza:ente
stfeun lados por aqaelle gloriosa estabelecimenta
militar, qae era seu pateado foi sempre am ele-
meuio de orden e respeilo ao principio da aa-
tond d-, a que a fa ga armada priacipalceo;e
ten pir de ver acatar e obedecer; oaadigas
esta tmpre^idiveis para traaqaillidaJe da pa*
ir ia e eatabilidale de seas goveroos.
Nao prcant'.e pregramma de commaodc;
manteada, porem, de p talas as rdeas de seu
antijesso-, declara que, cono militar aotigo qu
, o obeJieute s ordeus legaes, deseja apeona
que cada um sa manteaba aa rbita de saua do*
veres dlselplloarea.
O Sr. g^ae;a. Qnd'OS .eale-3o pear030 ao
taT de sep^r-se ua escola militar, que tantas
pravas laa de.-a de bynpatbia e respailo.
S^iirala a ab egacao e o pariolisma qaa tan-
tas veres aa;ia a escola revehdo durante a re-
tolta, e espera qua ella jamis aa afastari do
camrabo recio do ever.
Aos briosos e patriticos alomaos s tem
acoOBelnar celma e mana p.udeacu, reaptita as
.u'.orldades ccaititutoae, sem o qae sacncaro
a ordan, a paz, a coasoli .-',i - Agradece o aax Uo qa-. Ib.' prestramos m m*
broa -o magisteiia e da admiaiat-acao dj eseo-
la, e, especialtsaada a alraioistragao do corpo
je alumnos, termina faxeodo votos a D:aa para
qae posuan toius all, par seui esfargos, clavar
o Uraad aolu las ..-0-s civil saias.
O S.\ geoerl Jacqaes pode-.-e dize* qae foi
uma fel.i eacolba do .governo para o com nao jo
da escola militar. Cam p rio e 69 anuos de
iJade e 44 de sarvigas miliurea, S. Exc. ten
ao eu passado, quer civil, quer mi itar, as me-
lbo.es gar nt.a a do bom ,xito da missaa qoe
em bja hora se lembraa o governo de ;onQar-
ihe.
en qui p.-rleacasjo arma de infaatana,
'em S. Exc. o corso de artilbaria pelo regala-
ment de 28 d- Abr.l ce 1863.
- Dia 3:
O Sr. presidente da Repblica, acompaobado
LoizDendes de Maraes, c.ipit&o de mar e guerra rum -ata pr-mrar se m'ina cinlaiura a pm-
Lua Tavarese capitio D.-. Noiv-a visin bo-item':deacla da R pabltaa. A 2i da F va> rj ree--
pela man ha os qaartos Jo i- e 9- rngimerii-is de
c.v la ia, 2 r-gimeaio de a.-ihana e 2- b.g
ta'h a da mfa.t. ia.
S. gxc. (>\ receido con 'olas es bjaras do
neo c-rvO pelos Sra. camiaaJaO'aa e loia ol-
lis l.'.tal .
As bandas da musa ticarara o hynaa naci-
na1 tmto na enirala cono oa sabida oo S-.
pr4jilectj. Exc. acerapactls ra eem ti dos
commaWflMIi a e offioues; pervorr-o- lados os
BltfiolOB, notando o; 2' batalba qna o ref. -
torio daa bracas era ac-chuo, sem byfein
e offe-ecti arla oondigCoa. O Sr. coruuel Bmio
r jiiJZ Goojilve?, ca aman aat i do balalhaa,
iccl iroe qae ja tiin i xk lamada nesio realido e
ii an prego va tolos os raeas d- obv-
ia mt Ihorafcnto- r ciaa?.
O Sr p-esidtnte deca roo qoe aaxi liarla o Sr.
oonel ai causa josta, qae redama va, pola e a
ura melnoatenta nnspeosivel em un qiar-
-el qae se acbava en taa ba.s cadoce*.
O Sr. preaideate foi acompaobado at o 22.
baialna de iu:anta'ia p-io S-. coraael Hj,rru-
commaodaa.e da 2." regima ito, e tola a 3aa o!
ialade.
S. Ex ti:oa sati.-eiiissimo com a boa o- len,
isc plioa e aaseio qae e i oatiou en todas ib
iUire s, a ara-!.! ci..ii. a S Ex. haJia de agr::-
i-.r a M scoltimeata Lita par laJasoaSs.
.-ommanoaates e ofJiaes.
No 2i. Datalbaa, S. Ex:. a:e Rao uma cbi
;ara de caf o qaal era da boa qaaiuade.
Os Sra. cita ud-atja, en slgaa' da regoz-
jo p^la vi.ita lo S\ presidente, odeaaran i
talia/a dos Hre-os por pnineaaa tallas.
S. Exc, ao retira'-se, a cada om doa co n-
maalau e; diriga an.-.veis palavras ag.'daceo
da era ncne-d* Republ-.a a boa orJem e-diaci-
piraa que encontrara en< tolos os co pas.
A's 2 ooras reiiroa-sa a S.'. prestido, e para
palacio.
D.a 6:
O cambio nantera qaabraa o typo redonda de
10. e lo a 9 e seto miavos.
O ooieao r ondo, en regra, una baT i-
raj orna ves t-ansoo3.a, as fracgSaa preepi an-
sa, e l ee v^f mais u n pinny.
O Sr. ministra da fajeada tem matraia o
time proposito de uao iatarvir co mcr :ado e
deixou qua faasa eauanguala a saaennlefSo
oara a alta, qae pa-oa-o amitiMima sera as ;l-
iusbas qoe fjaiara em opep.i^oes qua a govai-
na en naden caavaaieote nai camslaia'.
Essa propesito, porm, partee ter o nsula-
da out-o ropo oa esp-ca.-idare-;, a eites ira
ujI.i. ua para a oaixa.
O a, a baixa prejulici 03 cred laa do paz
a n governo taavM ano estivesse ioteiramen>e
*a ua feu papel tvUnde o ooaao crdito.
Ni esoeeaU'-So di o abia na un eiementa
paisisleale, qae coaven nao perder de vitas.
Nao ha s o especula or qae expiara as n
liciaa a beatos p.li.u-a;. M op raeflea realiza-
das oo a realtaar uo aoterlor peto goveruo uu
por enorezjs pa-iiealirea, o aasso-movi-j na
--.om-aerca da campra e vcnJa, en que ell i
Sj ntarv-in C;."cta;n.-ate ; o qua ha tamaeni
e sempre, o neociaote una paie da ta! eot-
mercio ligilimo, qoe ia praaoiaveo gosa de
una taxa especial de camoio, a qae jjga con
esse, f.eoao tanto cana o eapaeolador proaria
raante dito, pu menos tanto quanda p le.
E se nesa:iaale, imparlalor oa exaortador,
enmata aa vende canbiaea em relago ao oe
gjcia qu f z ; mas. cana tam adiaoie de b! o
praxa. o cona gazt al o diso do credho, una
vez tixata o locro da tea connereio hbiiuil
p-evalece-33 daa fh'tuncOs do cambia para
eaxertar na sea lucro sobre a mercadorla um
locro novo e proveniente d.-s suaa cambiaes.
Es.raigulada a pura especulaci, e^ti das ne-
gociantes sucriete
F.zemos refeftacia a cata genero deespecu-
lacAo, parjuesaoda duas ordena as medidas
qa- o gaverao plem -doplar para ramedla- de
algntn moto o deicalsbro que vai pela praga.
Oj o governo rauca, o qae o honrado Sr. mi-
aiatra di lateada pirece daeiuido a naa faiej-.
aa o gavera pSs peas e3pecolagaa, seja
qaal fr a sui p-ocedea;ia; meimo a qu:>
oaseada em iransT-gOss sobre moreadora^.
As coosas -tingara n a nn ponto tal, qaa mes-
rajasm-is fortes coovicgSes, como a do Sr.
ministro, pod'.m sentir so ab.Ialas. prque a
baixia que assistinas, ja de orden a io-ieie-
lar os eapiritjs maia clraaa ; ra s se S. Exc.
aebe qoe ai ida ae;ira na deve saccar, oelo
meoaa- dtffi-mlte as t.-anaacgOaB, na permita
que se contlaue a fazer da cambial ana rnv.
oado i, dea.iriaaodo-a em praveito da aspe-
colsgio.
A iitc-.ar poltica
Conferencia com o Sr. Lauro Sodr, go-
vemador do Estado do Para ,
.(Joroal daCammercic)
Os nassoa leliores lembrar-se-blo que. quan-
io ji eslava assentada a noneago uo S". Dr.
Pruaentede Moraes para caadidato a presidea-
ola da Raoubnca, o Sr. ed-onel ValadbO, entao
caefo de palela deata capital, levanioe a caad.
datura do Sr. Dr. Liaru Sidr, Ulastre pover-
oador do Balada da Para, com o flm de derrota-
a do honrado senatar de S. Paula ; e qoe o Sr.
Dr. Lauro Sodr declraon dessa honra em carta,
depois publicada no Diarlo de Noticias.
Negocios de familia trauxeran ultimanea'e
a esta capital o benemrito gaveraador da Para,
que h aten regrassoa ao seo Estad3, como no
t ciamos. _.
Nao s a saa 'levada posigaa oQuial, a leata
ta imprtante Eslada do none. cono o sea lili*
bado carcter da republicano e cilado, ecomo
tambem o facto aolma referido, de que tai eaco-
Inida pelo 'eoreseolante do Sr. marecbal
vicepreaidenie da Repblica para se. propno
aoccesseor, de/etn dar partijaUr inieressa
coafereucia. oo antes 4 seria de conferencias
que ab.ixo publaamo3, entre S. fixe. e un de
nassoa represemanies qaa com elle se occop-au
la ae'.mi sitaagao e da perspectiva poltica do
nosso paix* .
A conferencia, aqai rep'odaxida e revista por
S Exc., do maior alcance poltica, e-atttsta
maia ama vez o aLvan alo patroumo da
S*. D-. Lauro Soir, verdadeiro modela para
o outros goverujdoroa dJ3 Balados da Repu'
h' i '<*
Elle oppoz-ae ao 8OTcio da ConstituigSo
Feie-al de 24 de Feve.-eiro pa a o flm propoa'O
de sa Lzer reeleger o Sr. marecbal Ftanaac
Peixbto a presideocia da Repblica. Acredita o
Dr. Liuro SoJr qae a cooligo Civil do actos. 1
ore8idenie ama circumstaacla favoravel ao
deseavolvimeuto das sympaihi-aa que sao tribu-
Udas ao seu governo e accreeconta muito ben
que no propno exercitj ja adrgio uraa aapua
.aa de go?eruo civil, qae tola a nagaa applau-
de.
O exercilo. alias, dli anda'nunca ameagou
a liberdade : elle nao conueoe am b geaeral
que, por aspiragoas e tealeneias, qoetra esco-
iner par si ura papel perarbadar e crimiuoso e
leaba forea e preeligi para exircel-o. E
aosurdo peoaar-ss que o Sr. marecbal F.oriano
aueira assami: ess papel pois seria (isso; can
siJ-ai-o capax de mentir aasnas tradigoaa de
carantia i defeza da Coastitaicao realstiuda aos
militares que se revoltaram canlra o poder con-
st tuido e aos quaes elle ouaca pode-ia imitar..
Qaantos recentes arra:gi-a, o Sr. Dr. Lar-
S d 6 as explica coma eem importancia espe-
cial, reconheceado qua os qua tarma.an parte
dctiva aa defeza do gaverao cootra a revalta
seatera-se muito sasceptlveia qae o poder passa
aar oar-ilbado can os inimigoa da ves jera. He
coQbece, po-em, o que alias incales avel.qie
a uioteraco o ontco meta de traxer a felit-Ua-
de i familia braeilera. A toleraacia 6 prioci
pal ente em poltica, a primeira d*s virtalc,.
conclae S. Exc, e s desej-mos que seas va-
liosos canceil03 stjim devi janete pe-a Job par
t> oa os qoe se iutere3:am pela coosdidacSa
diR-publica. _.
Oacdmoa. porem, as proprlas palavras do Sr.
Dr. Lan o Sodr. em reaposta aos quesitas de
nosso represvu'aate.
J qae dado conversar con V. Ex., ha
de ptrrai.tir-no8 que comecemos, pergaatanda-
ihe cama apparecen o seu aorae para ser stira-
gado na eleigao preaiiencial de V de Ma-go
ultimo ? .* -. l .
A pr.meira noticia, qae recebl sobre isto, me
foi dada pela Sr. Besouro, eotfio governador de
dos officiaesde sua casa militar, oa Srs, corone, Aligo, em om leleg;amma em que me cem
hi ua despacha da i G yeeno, panajit n o-
'iir o q e bivid .ie ve-i ii.-. sa:>.-e nssa B* lata,
j-ie ajui tumie n ciralav; resroad. jue -u
a estraano a qualquer anmbmneSo nj8i- s -1-
tdo, ignaava queu; a agi^ava e can ella Oao
t encordara.
Mal V. Ext. e--crfcvena.nl cirt i a cora:
aviiaaaa, o'oads w dep-ehol- qae d-oite a.t i-
buu a i lea de sa< eani-a^iora
Depois de ter respaoiuo aoSr. (Mesarlo
veo-me Sa loao. pjr eugaoo, am .elegroiina
do co-ouel Va.lido, tdivez dirignj ao gove"
e ala- da Amazoiis, pMroiTde fqo .-alala,
Com verda:e qu: alguna araigaj eaaavsm em
m'.u Ha ras!lo aame.
T-.i ;e oda eolt.-ilsioj es camatadaoWs
de diainclo para entrar neaaa eombioagio e
favor do V. Bxc, o aa P. poveaiora, uSa o
p orarau para tratar da asnampto ?
O general Ca.'aicaite, qoe eo'la ezereii
aquelle >a ge, alose i itromot.ia aa pali.tea : i
gatada nada daba a faaei a la-o. da qoa o
quer qae lo3se.
u 'ide-preoldeata J:: R)pa>tio> n'i- 1^
H 1..-U algama pal a v* sobre esa i c^nlid tjra,
levaoaadi netos a u amigaj man ia.i i os ?
Njaca.
& V. Ex. tfn ia n opfomisaaa Bal -'War da
Sr. P ndeote ae alar. .'
Cono go/eraador do Estada nao tiu&a
qu n w a eiaiedo, mas peij3 nr.iuiae i.-
g (fin poli'-laas puia acjaslna.- sair-aes-
Edraa de nomos. Aatei da coaveogao, era qae
as ra.)rajeitjni"S paraeases toma a a par-e
a.j-nas cana senadaras e depu ala p la Sata
lo, dirig a ..a looga caria aa V c ------ ileu'.e
la fcc,-*ubtica, dtiea lo-lOe qai, ei re tjiasas
i.anJi .araras poss.vea, a da Sr. D\ Prulea -
lo Maraes e-a a qua t-e loaannaa a tolas o?
ep'j-aii'inaj e, alm dlaeo, qaiuda ol).'. II)-
reira Pina agttoa a idea te (.letia.ila pa a e
Ta-ta da Con if'aicaa, a ira de ter ilei-o Pre-
sdanle o Sr. Mire.i.al Floriano, e ieegrapb>3
ei ii, ui-tnifes'mo ra < en desacra-da 6 d e-
do c.u9, apazar dos valiosas o iaoUnave
sevigj, aa Sr. Vice-Pies.duan da RapaMias,
i sua r>-e-eigao, nos lernas propaa: s, npa-
i-'.ia mcHBcio di GoasVinfia. E eaovom
litor qae ea n5o acredite, aaaaa qoe o Ma e-
ehal F,oria ia P.ixata afagasaa e-sa idea. E^-
erevealoa diversa; .inigos potittcoa ive oc-
asia ce maoifesiar eun n,e3na coaviegio,
ornndose eo^oateaaad4ameao da Cangre--
sa, boO o pretexto de un possivel dlCladar,
qaa entaa hsutio.aei de faa3Uca, e qaa aa=
odias de multas tlab io loo inqoelia m-
ila.
Marechtl Fioiiana reaaoudea caria pol-
tica a qae V. Exc se refere 1
Na crlb ejae dirig aaCO-Oiel Va-lada,
ji pooilcada, tira op^onuauaja ae seclarar
innfi?.
Qtal fai, loPa- a eialii^ta.-j p-si
danami miis sraMfradaf
A t.p.iosigio nao cameareeea e o aaico
nan"} vatudo (oi o do Sr. Pruio te Ja Morae,
sai'o siga soto dlBpsrso.
V. x:.. que iteva iouoeoer ben o no*'.e
panad qae a pieigio do actoal Presinate fo
ulli bita aceita o qoe franco o apaia que se
Ihe prest;- naquelles Estados ?
i tive ucus..) de fallar d> eotbusiasn
com joe o etemedw rapubiicaaa raoebaa a el-i-
gia do Sr. Prudenl do alardea e, b-'o lo o nor-
ia ana regiSa, onde, era geral, a RnanBHOi
ten silo um regioie-i de iraaqailidaie, na a 6
de aanerar qua nalil sobrevaana enb.ira;o ai
gun n-va sitaago.
Acesita qoe a eoadigSa ci P-esideate una circunstancia fava-avel ao
desauvolvirnaato das syin uniii, que sia t"i-
bot>das ao sea goveraa ?
Certaneote. No proario exercito ja an-
gla esa aspirjvJJ de governo civil, que la la a
nagaa applaule. Alias para istioguir a"--
oa civil de goveruo militar, par^ce-me qu
nao basta,- apenas, a con Hgao da iudlvidoo q ie
exerca *a altas funegoes de primeiro magis-
trado; preciso que, no tegua lo caso, hija a
lnlli80cia preponderaote dai claBsea armadas,
as quaes iaipunh-ira 'o soberna a sua direngai-
Pola o Cuela do Estado ser mili ar e overear
dentra na lei, sera que p-epondere o el-meato
de saa ciasae, e pode ser civil e sojei.ar.se a
lu'lueicla decisiva da forc puolica.
Ni a peoaa qoe esta no interesse des.?a-
clas8e3. evitar ai -luas polticas, que as divi-
den em faccOes fazeaio 03 sea3 manbroa io;-
migOB e perseguidores enfre si, com prejuizo
ia dia^iplina e da jostiga que devem esperar
aos actos qua Ibes afLcta ?
Pens que sin ; devem rugir dessa latas,
r;; i ao esse o papel que Ibes cano : can-
vea: en-etaoto, accentaar que a aggravagaa do
mal vem principalmente do3 bouieos notincos
qae proearam cora empenbo allianga con a tar-
ea publica, fizeido-a idervir nos negocios de
qae coaviria val-a arredaia t E' coramum ver
03 qae bradara contra o militarismo oater fre-
qneatemente porta doa quirtelf.
Alguas militares podem collabjrar efficaz-
m-nie na poltica e isso deu-se no Imperio e
d-se em todos os paize?, quando hi raxoas de
ordem individual para explicar o faeto. De-
pois da proclamag&j da ftepaolica mui os del-
les xerceram po3ig5as pDlitiaa8 lagltimanente
po-que aas escolas militares havia grande ira-
balha de p-opaganda republicana e all forma-
ram-se espirito?, oue foram agir fra para o
triumpho desaas ideas; ligaratn-sa com os bo-
rneas, queagttanrao mavimeata, e nao de
estraohar qae teobam assim ebegada a certas
airaras. Is9o, porn, cona \, nao juslica a
asDirago de querer iute.vir ua poltica, sim
plsmenle pelo fado de ser militar, pois e-*a
cand carreira lJ agitada a chela de paixes.
Couhecendo sua .iasse, como deve co
obicer, e estando canveacido, como d-clarou
esia-, da que ella' aspirava o advento do eo
vero a civ-l, e?t4 certo de que a me3ma tem
verda eiro eu.hosiasmo en anstentar o acra -l
governo. qae firmara a legitimldade do rgi-
men em que vivemos ?
Da minba parte, pelo qae coBb?go, peas)
que sim, nem o exercilo e a armada tem outro
papel, seaao maater o qu abi est e qua deve
ser o camega de uma vida de paz para a repu
m iea, proclama Ja om o auxilio daqaallas cas
aa.
Carao V. Exc. sabe,Tcs adversarios do regi.
mea republicano caosideram-no pervertilo ua
America do ;ul e riao'creem qae, nessa parta do
coiioente.ella possa tervir libar ade. Acre.
diia qae nosso paiz eovereiar pelo mocami.
nao c que a mitagio dos pronuoctamentoa sul.
americanos possa perla-bar a nossa vidaconsii.
canal, com a victoria de usarpadore3?
Nio crdo. O perlgo, qoe conhscamos, re.
side o forga publica ; mas entre nos o exercito
pelos seas antecedentes, nao consiitue uma
ameaga Depois de proclamada a Repblica, pa.
ra nao fallar senao no periodo ultimo da Q03a
instara poltica,o tea papel tem siuo em defeza
da lei. O movimento de 23 de Navembro foi des.
tinado'a restabelecer a Oonetiluigaa, ferida por
am golpe de Estado; e a reaisteocia contra os
iaiui os restauradores da revolta ama provade
obediencia GonstUnigaa. A forga publica, as.
sim procedendo sempre, obedecer aos votos da
N iga. iAlai dessas coosiJeragSes de ordem ge.
ral, teos de atiender aa coudigOas actaaes das
clases p.rnadas. Na marinba navia tres almi
rantes, borneas de prestigio e que se mostraram
caases de encabegar movimentos ; tod s eiles
a to fra da carreira e perderam a infidencia,
qua aproveitaram mal. No exercito nao coche
go um s general que, por aspirages e tendeo
cias, queira escolher para si um papel perturba.
dor e criminoso e t-raba forga e prestigio para
exeicel o, desviando seos cantaradas do cami.
noo do dever. O marecbal Fioriioo, qae ac.
ra .lmente o -.befe militar de mais valor, esse
mngaem pode julgar que tenha aspirages con.
tranas ord-.m regalar das coasas; pois sena
consideral.o capa' de mentir as suas tradiges
de garanta a defeza da ConatituicSo, reslal ndo
aos militares qae se revolla'am contra c poder
constitu lo e aos qoaes elle uuoca poderla imi.
tar.
J Qae valor di V. Exc. a ultimas arruagas
qae assusta an o espirito publ.co ?
.-aj as considero como symptGma da qual.
quer movmeata poltico seno, sendo mesmo
para admirar qae se Ihe teaba dado tanta iopor.
taueia. Essas desordena sao commuos em gran,
des cidades como esta, qoe conim em seu seio
tantos elementos fcilmente agravis, prlnci.
palmate em orna pbase como a actual, em qoe
os espiritas ainda se resentem das Iotas que at
honitm OB agiiaram pioluncanete. Qaer.me
parecer qu? ese's tarcaltos pa em fer rffieai.
mate an aulla i as ion o eraprego da medidas
poli:iae3 ordinarias, sera ne;essidaJe do aso de
provideacias qje denunciara recelo (le acoateci.
oier.toa gr.ues. Ao quo peaso, i-so em boa
parte-pealera da p Maneta e t:no das autorl.
ales.
Peisi qaa o gavirna, par MBaCtop, tem
lam luonva a essas ma-fe^iscOas de desagra.
do ?
P: mMnaacnrar qae ningum mjlbor do
qoe i u r-ceban a no.-- ituago. E coma tod a
oa e.r.o'1 i :,:io ;, sloe- r. nnnte laliea os a cau.
sa di Jemacrucia orazneira, viva empenbo era
ver completa sob o actual governo -o ra inl.
ciada pelo unrechil Fi-.nana P ixito, o qua!,
ipr-goa1o e.uba-a -ano lando praticsU un re.
gimen milita', golpeou, caua a uhun ouiro, a
afldeacia de miiiiarisa-, van realo a revolta de
parte ; ama eiiai er'r, J-. o ea HUSlnta O ex.
e.v ti e a pargaa di ma ib. ,a io lal. fl I a lei,
ao c-.co.i-.ha direira da lisoiatma ffdaottedien.
na a aataridade constiacional.
Sai-'uii emp .: q e i.. Iigeces com a a'.a
imgra que pis-ou a de Bccotdo can as rtejlars.
.a-: m u du orna V6i exp.-easas pelo S- Fru.
denla -le Ma-ai-3, o ',-.<; ao e IBgatr una
pa U'.'"i qae uaiasa o Qrme pensameaio .e coa.
.tumr aa i:r-(, ,: ef.;-,ir u K'.ub.k'a, a-:se.
garandas a dea, e a ,ei coit a qaae.'qj-;- ele.
tientos aaar.-n'Cis u; pa-san pe-ra-Oal.a. E
aa ac o da govema revelaa o fraocamente e;8
prajasUo e qee de;eaa t'aoqnilluir oa esptrl.
ios mais prereol'ios. E'sabiio. eutr-j,..iuto,que
algunas prjviiTuas :a garata de.coatea'.a.
naatoa nm spi-'i-os raais exaltidosou asqael.
a; qa*, e.i rellane na ligados os Otas de han.
le n, e n |ae f nn parte, ;een saa susc^p ib!.
Iilade u'Jendila, ar, eceaota.se fa il anv-s aa
irapouderancla le, po esse oamraao, passao
gioa r eleneat s fn km a .ato oj -farjiJa-
ran;e ligados revolia.
Traaviaa tolsraocu prin ipalnente em po.
litica, a pi rera das viriOJea e rnuiUs eo as
peitj bago-8 sa.-.aes e os desacertcs averna,
mentaes devidufl a Cireaca dcssa qualidada as
aomeos pnoltcss.
--] i qaal (or a soram dos acoatecinantos a
que a;lm; allaii. acredito me>roo que oaa cha.
gara a precuir portar aagO -i coa ra o e-averno ;
ja pi qie este, pela sea cn-f o sr. P.adeuts
de Mirae nlo ple d"ixar de merecer a'-- sym.
piih as e a coafta igi iiss lepablicioos, j& par.
qaa oa bamen, q.i^ e oate-an cora tau:o de.
nod 11 ra tfeffu oa euatri a revolta, ni i po.
lera certmne renegar o feu passa-io pira
pranaverem aoio3 de r^oeidia coutra os podere8
da n. gSa.
Aiac'a qa^ndo cuos liaqi.ilea fo.-sem leva.
-los a opoasigaa, e claro qae saberlam mio'.er.
sa dentro le ao le -.: i csc ssSa e dala.
. ti-a, uue. exiu^ o uso re netos ?io!en'.os.
K por esta f na aiaia CoOiUo*arlam a servir a
It po9fiC3| respeiand.- a ;.uiir. d; e sal*a ta.
:...> d- caar na etasstflaegao les e,rabl:quetaa,
ragoveroaveis, de qae tlia p^raiem ra guar.
lar.nos ii noss- ndole, as asesas tiaiic-aeior.
e res e i e luaaefn oatica re ;i no regiraen de
tranaicao,que precedea a EtJuublica.
8j: oitii.H tbtfpos o'a-to r.u'me, pnecea
levan'ar maiorea preven, i f a- t falla do sena.
da e.u proonaciar.se sob a a medida3 tomilaa
oelo p..Jer exe.-uti.o dueatPfl a BSOdo'da sitio,
con-iuiij ararte b com lie tiao poltico ap.
orovadas pela cmara.
Cjnvprjirirto miis algara t-ropa com o S".
D.-. SoJr^ raanifastau.-e S.Exc. uialto-satifei.
io eo o m rmas listrainra da irav rao,
que tn 'eve. lo | r loccap -gSa de redazir a des.
peza pobl so, a espinto de jai.iga ni apphca.
gfio da le.
CHK0N0L0G1A____
E^SSISaS PSaUAlSUCASAS
COLLECCIONADAS POR
.Icleliisetlcch tic Alluiqucrquc
Lima
wmwmmMQ
Da 19
16 l" As corles ds Lisboa nomeiam com-
inandante em cliefe do exercito pernambucano
o general Francisco Barrelto de M.raezes.
A' entao nio liavia acreditado o rOi de Por-
lugal que os restauradores podessem 'er grandes
vaulagenea sobre os bollandezes, tunlo assra
que orienou a Fernandes Vieira para depr as
arraas e a Vidal de Negreiros e Soares Moreno
p; a regressarem a Babia. A esta ordetn s
o!. -1 -ceu Moreno, nos rins .to anno de 646.
il 1$ cebo na Baha a roupela de jesuta
o pernarataucana Joo de Mello, que prestou
grandes sorvigos corapanhia de Jess e dei-
xou aljzumas poesas.
1755 Luiz iogo Lobo da Silva, toma pos-
se do governo da capitana. Na sua administra-
gao, por ordem da mlropale, foram expulso3 os
padres jesutas e foi preso o ouvidor da comarca
da Parahyba.
US?" -Toma possa da ebefatura de polici
o hario de S Domingos.
a .S? Raaannna o bispado de Pernambu-
co D. Fr. Vital de Oliveira, que depois de am-
nistiado emprehendera urna viagem a Europa.
REVISTA DIARIA
%.!>ie:i- t e lieenp^-O Sr. r. Si ere
(ano da Justiga, Negogtos interiores e Ins truc.
cao Publica, por actos de 9 do correnta resol.
V6ll "
Nornear o Bacbarel Virgilio Bacellar Caneca
na'ra exercer o cargo de Promotor Publico do
Municipio de Triumpho, devendo assumir o ex-
ercicio dentro do prazo da 40 dias; e
Conceder tres mezes de iicenga com venci-
mentos na forma da lei, ao Bacbarel Francisco
Pinto de Abreu I." 1'romotor Publico do Muni-
cipio desta Capital, com o prazo de 15 dias para
entrar no gozo da mesraa.
Sead i de Peruaiabuco-Effectuou-
se ante-bontetu ao meta dia a i. sesso prepa-
ratoria sob a presidencia do Sr. Dr. Albino
Goncalves Maira de Vasconcelos.
Esliveram presentes os Srs. Peretti, velloso,
Albino Meira e Ermtrio outinho.
O Sr. 1." Secretario apresentou urna lista da
authenticas que
teera sido enviadas a Se-
cretaria do Senado, relativas eleigao proce-
dida no dia 10 da Janeiro ultimo
O Sr Presidente declara que ditas authentica3
vio a 2.' Coramisso e comtnunica nao haver na
masa nenbum diploma.
Obtem a palavra o Sr. Errario Coutinho e ob-
serva aue o Sr. Presidente no devia ter envia-
do os autbuticas comraissao por quanto esta
nio tinha a incumbencia do trabalho material
de sommar votos, era terapo para isso sendo
que sua misso era julgar da validade da elei-
CSlsislio em vista do disposto do art. 22 do
Racmenlo Interno, era que a Ummissaonao
tem que dar parecer nenbum sem que sejam.
ap^sentados ao Senado os diplomas dos candi
datos eleitos; as3im e
de parecer que s com
esees aipramas a'cmpanhados dos documentos,
renresenlacOos que por ventura liouver, qua
podem as authenticas ser enviadas a Commis-
8&0 Sr Presidente declara que apenas enviara
os papis que se achavam sobre a mesa a Com-
m& para esta proceder como Ihe compete
O Sr Perelti diz que o Sr. Presidente nao ti-
nna outra cousa a fazer senao enviara Lomnna-
sao de veriricagao e poderes as authenticas re-
metlidas ao Senado a apresentadas mesa e
aue esta Coramisso iniciara seus trabalhos
pelos documentos apresentados, devendo natu-
ralmente esperar que Ibes sejam remanidas as
actas da apurago, j sendo terapo disto, pois
que, pelo Ragimento do Senado hoje comegam
as s'essOes preparatorias.
O Sr Presidente em seguida levanta a sessao
convidando os Srs. Senadores a comparecerem
^i'Ho^en? realiaon-ae a 2' sessao preparato-
ria sob a presidencia do Sr. Dr. Albino Gongal-
ves Meira de Vasconcelos.
Estiveram presentes os Srs. Baro de Arariba,
Errario Coutinho, Peretti o Velloso.

I iHffi )
I I


IHario de Psgrimmtmct -- Tercanefra 1$ de F*wreirfe I&95
**

Foi lida, en I > approvjda sem dbalo, a acia
da ne-s o antee -d nte.
O Sr. 1 secretario apresantou urna lista de,
ruis 13 aulhonlicas'racebidJS relativas a alai
gao procedida era 10 Ja Janeiro ultimo.-A' t.'
coniiiiisso.
Ni la mais havan lo a tratar o Sr. presidente
levanlou a ses?Qo ....
\nniversan natalicio Ante non-,
tem lia do .-miiiveisano n itaticio io nosso ami
co Sr. Birto io NaaaraUi, reamo se na casa dti
la residencia, na M.igluleiia, i'ciltiida socie-
dad-, da quil faziam parte distinciissimas se-
nlioias o Ilustres eavalheiros, eittra os qua3S
notamos S. Exc. o Sr. Dr. Qovjrnador do E-ta-
do, o illustre secretario de Estado Dr. Julio de
Mello, div-irsos OoHegas do Sr. liar) no Smido
e Cmara dos Deputaios estad >:ies, etc., etc.
S. Exc o Sr. Borao de N.iz retli obseqnicu
tolos co:n ata ezploadido jantar, segnMe Je um
sarao danzante i.niraadissiino.
Na jantar, o ser servido o clnmpanhe, foram
trocados muiios brindes, d'entro os quaes men-
cionaremos ligetrmentn os seguiatea :
Do Dr. Fultppe da Fiimeiri com a devida
venia do ampiiyirtao, ao d'gno, honrado e illus
trado Uovernad ir do Esta ij,Dr. Aiexaudre Jos
Baibosi Lima, cuj>s merilos corno cidadao, r>o-
lilico o administrador encareceu, salienian lo
que S. Ex'\ no curso da seu eovenio, e ap'/.ar
das gran los dilci.ldades qua Ihe orrpuzeratn os
seus adversarios, soubo tornar urna reahdale o
apophtegema=dae-me boas liuuncis, qua eu
vos dare boa politiea=.
Do Sr. Baro de N areth ao Ilustre deputado
federal Dr. Coelho Cintra, ausente por USUssi-
ma causa, palos assigu ilaaos servidos prestados
l'eniambuco no oogresso Nacional, e pelos
seus Jotes, de perfeito cavallio-iro e tino pol-
tico.
Do Exm. Sr. Dr. Governador do Estado,-de-
pois de agridecer esso br.n le -ao Sr. Dr. Mi
gur Pernambuco, quem faz S. Exc. as mais
honrosas referencias quer como cidadao, fh-i<
de serviCOS Ierra natal e patria, quer como
polili.'O modera lo a do lll'llior Coliselho, quer
linda corno amigo sincero, leal e nunca falli
as mais difceis conjecluras.
Do Dr. P. de Figueira ao Ilustrado Sr. des-
embugador Teixeira de S, pida sia r.oiihaclda
e glorificada probidado como u.agislra lo que
foi, pelo seu carcter nobre e digno, quer como
simples particular, quer como poltico ; e anal-
mente p.da Bineerida le que dispensara i todos
com quem cntretinha amizade, o qua o turnava
tres vezes d'gno do resuelto e considerago pu-
blicas.
Do Sr. desembargadorTeixetr-i di S, agr
decemlo, ao Sr. Dr. Julio de Helio, Beerelario de
Esido da Jutiga e In'rior, pelo seu Carcter
enrgico, Bruteza de principios, bella intelligen
cia n lotes moraes que o ornavam.
Fin&lmenle, do Sr. Ur. Miguel Pernambuco, ao
Sr. Bura> da Razafeth depois de longa e b i
lbaotsmente agradecer o brinde qua Ine dirigir
o Exm. Sr. Dr. overnador do Estado, (aseado
reverter u S. Exc. as qoalidadea que I fio em-
prestara e pondo em evidencia o lino poltico e
administrativo de que 8. Exc. tem dado as mais
irrecusaveis e mais dislinctas proras.
Foi esse o brinde de honra o. nomo da jnstica,
foi dirigido ao illuslre ampliviiiao, espraiaodo*
se o orador em elogiar o Se Barao de Nazaretn
pelo seu lalenlo e dotes moraes.
A's 9 horas 0a uoite, lindo o banqueo, come
garam as daosas, mqu prosagoram sempre ani-
madas al lla nola, sendo servida urna laula
ceia hora conveniente.
D'aqui felicitamos o nosso amigo Sr. Barao de
Nazarelb, nao so pelo seu anniveraario, que de
sejamos anda se repila por longos annos, mas
tainbem pelo modo cavalheiroso a elegante com
que obs;quiou todos acuelles que o foram s;.u-
dar por aquelle motivo.
Tlieatro San Isabel -A companhia
Modeiiu leva boje scena o drama do escrlptor
francez D'Ennery As Duas Orplis.
E'a ultima semina que a companhia Iraballia
nesla capital, sendo sabbado o espectculo de
despedida.
A orcheslra se presentar com o pogram-
nia :
1 Padrolti-Tulli in maschera, sinfona.
2Leoncavallo-I l'agliacc:, grande fanta-
sa (da bibliolheca do Iheatro).
3Bizet-Carmen, preludio n. 4.
4 Smido Varbeck-, intermezzo.
5-Herold-Zampa, sinfona (da bi.bliothocj
do tbeatro.
Depois do espectculo haver trem para Olin-
da, Apiparos e bonris para todas as linhas.
Para quinlu-le-ira prepara-so um gruu.le es-
pectculo.
cavalheiros da Cruz -Fomos hontem.
convidados para assislir ao ensaio da grande
marcha Cavalheircs da Cruz, que o distincto
maestro Smido acaba de compor e offerecer
Benemrita Sociedade daquele nome, e que
far parle do prograroma da exhibigo orches-
tral no espectculo de boje.
O novo trabalho do iolelligente maeslro que
muito tem concorrido pan o alevantiimonlo da
arle musical enlre nos, 6 urna composicao
digna de ser apreciada, pois ella prova exhu.be-
rantemente os conbecunentos solidos qua pos-
sue o sympatbico maeslro na arte que iSo no
bremente professa.
A Marcha que vamos ouvir boje, um tra i
balho novo no seu genero, j pelas cotnbuiac;*
do ihema que simultineamente apparerem nos
diversos grupos instrumeniaes, j pela nova
orieotacao que determina os contra-cantos.
O jogo dos instrumentos de corda que indica
o motivo principal, feto Gom toda pujanca
pas3ando por transieres no*as e qua partinio.
d'aquelles vao peflecur nos instrumentos metal-
lieos, ha vendo de permeio-um suave canto des-:
lacado pelos instrumentos de madeira.
Foi esta impresaao qua nos produzio a audic-
&o do trahalho do maeslro Smido, que com cer
teza obter.i hoje novos triumphos na sua bella
carreira arlisliea.
agradavel visita -Trouxe o Mnranhn
a esta nossa cidade, onda se acha. era passeio, o
estimavel Dr. Luiz Anselmo, da Fonseca. illus-
trado lente da Faculdade de Medicina da U dna
Nao diremos que foramos honteni sorprend |
dos, porque j o distincto professor nos acoslu
mou s suas amabilidades; mas accintuamos
que fomos agradavelmenle i.npressiodados com:
a sua visita, que deu-nos real prazer e propor-
ciooou-nos nova occasio de apenar a rao a
nm patricio que, por suas quilidades pessoaes,
dotas de espirito e principalmente pela devoc&o
ao eusino da mocidade, no que se desvela, se
recommenda a estima a 6 credor da considera
cao de todos.
Agradecemos linaza que mais urna vez quiz
ter para comnosco o Sr. Dr. Luiz Anselmo da
Fonseca e o fazemos regslrando-a simples-
mente como a raellior e mais significativa prova
de jus ao nosso reconhecimento-
E rellenando a 8. S. as nossas s'iuJac,Oes, fa-
zemos-lbe os nossos cumprimenlos.
Supremo Tribunal Militar L se
na Gazeta de Solais, do Rio, de de Ja
neiro :
Na sesaao de hontera deste alto tribunal,
presidida pelo almirante Delphim de Carvnlho,
compareceram os Srs. marechaes Miranda Res,
Eneas Galvo, Conra to de Niemeyer, Rulino
O al vao, Tuda de Castro, Souza Uarvalho e Save
Navarro.
Foi objecto de discusso a consulta do go
vemo sobre se se deve entender incluidos no
indulto concedido pelo decreto da i de Janeiro
crrante s pragas do exercito, armada, guar
da nacional e CDrpo de bombemos os aspirantes
a guarda marinha, visto o diflpo3to co art. 19J
do cod. pan. la armada.
Foi relator do parecer sobre a consulta o
Sr. Dr. Souza Carvalho, que apresentou desen-
volvido trabalho sobre o assumpto, concluin lo
por-considerar os aspirantes como pracas e por
consequencia comprebendiiios oo indulto.
Houve desenvolvido o luminoso debate e
ao ser iniciada a discussao appareceram opi-
nias discordantes ; ellas d miro em pouco se
di88iparam e o parecer do Sr. Dr. Souza Car-
valho foi unnimemente approvado.
A sessao lavantou-se s 2 horas da larde.
A deJao acera lissima e insuspeila do
Supremo Tribuual MHiiar vaio dar lazio aos
cooc.eitos euiiltiiios por esta, fylba sobro o as-
sumpto.
Seria descabido louvar urna corporaco-de
altos, juizes por ter dado a legitima intenpre-
lac&oa lele por havorcumprido purtanlo o seu
dever.
N4o podemos lugir pon?m ao impslso de
manifestar o nosso eontentameato por urna de
cisao que abre 38 portas da patrio a tantos.bra
(rustas a lanas fainihai, asss provadas pela
fortuan adversa.
.1 HaKsstailc -Na> ha maor fatuidade.
na miseria humana do- que um hornera sujell j
a fome e seda, violentas doren di barriga,
e as n te'issiil idas inherentes a naturaza hu-
man i, tomar pira si um titulo, que, exprimir.
do to mente pjrtencj a -D u.
E'itra os romanos e dava o titulo de migan-
la la a tu lo o qua tulla o carcter de grau leja
e pal ir ; o com lin am pira si, qua o povo
romano era o mais heroico e digno, erapr-gi-
vaia esse titulo de magestaje soberana do
povo romano.
Augusto Cazar, u-uroanlo o supreun poder
da najo, tomou para si. e para os seus
sucivs'oes o titulo da magestade como re-
presentaote dassa inesma soberana do povo ro'
mano.
Xa ida la med'a dava-sa o titulo da mages-
la la aos Rispos e aos sanliores (untaos: no
s-cu'o XII os rcis da l'oloum e ta Hungra,
t.nh ira o IraiameiHo de ex :ellen ;ia ; no im d)
secu'o XII, os res d*Arago, ds Castello e os
de Portugal, tomaram o titulo d'Alieza, mas os
alula lores do-; reii dando I es a aulorilade
rinda de tima origem divina, e rapreseniante do
poler d; Deas, sibre a trra, di pertarara-lhes
ideada raagestale para mais presagiar a
realeza : Luiz XI de Franja, o mais faga-
nhu lo desposta conhecido, ass-is fanaiieo, su-
iierslicioso, assassino, mo tilho, mo ci la lao,
loi o prmeiro qoe toraou o tratamento 'a ma
gasta le ; e era P rtugal foi D. Seb istia? em
i HJ9 o pnmeiro que >a investio cora a magas
'ade, por influencia Os res de Inglaterra tmliam o tiatvnento de
Vossa Uraga, vinJo-lhes mai lenta nente o de
inage-ta le.
ioi!e^!> :e Vrtes e OHkos do Sa*
sr.'ili Coratgj. -Teve antehootem lugar
a inaugjrugao d'esse collegio dirigido pelos
Udras. padres Salesianos, cuja fente se
acha a? Ilustre padre Lourengo Mara Gio-
van'.
Anles de ludo cabemos sa.mlar aqu o quin-
to de til prometle essa obra para lanos crian-
ga-< desprotegidas, para ou:roj lanos orphaos
s-ido entregues aos caprichos d> deslino, sera
rao carinbosa que os ampara e os anime a pro"
seguir i o eanvnho da vida.
Dar instrucg.rio a essas creangas, educanio-as
nos saos principios da verd deira moral, iir
cutio lo Ilies d:a a da os grandes ensinamen-
tos que uncos s? capazes de tornafas mais
larde Uteis socie ladearrancanloas dos antros
los vicios do toda a especie a qua eslo sujoilos
cssns infelizes qua apenas comegaram a vida se
v r.nn ibandona los s mesmoa d; cario a
neis mereloris das obras-e o lira verdadeira'
m.-iite nobre e digno de todos os encomios a
qu se desiinam os Rvdms. paJres Salesianos,
aoi quae^, para tal im, sobrara cerlamenla os
raais nobres senlimentoa altraisfleos e a pre-
cisa illustrago que sa requer para a consecu-
rao d I tn\S eraprellen l:n:iltoS.
De longa dala vem a fun lagilo da Congrega-
gao Sale i in -, fon Jada enjl'urira por D. Bisco
e a qual diz un publicista espaihala j em
todo o mou !o leaj prestado relevantes sarvigos
religio e huraauida le.
E' de crer, pois, que entre nos se possam co
lhar 09 masmos Iructos e que se realzara om
sua pleni'ula as esperangas qui dora nara era
todos os coragas cora a fundago da um col-
tara ainda os tragos seguros da penna deumjdo parlamento britnico, provocar da parte do v,nred..r eoj 7 1/2 L:iVr j i k y lio u.lpo
artista, comquant) revele intellig-ncia arim da seu govarno, decl iragas qua parmitiissem e>- ol k 'a-, anij paule en 1 754)1*0 ; io i
vir a sel o ; e quanto ao lado moral ha quadros tabelecerso estas suspeitas lera uaa Dase real "12UG0.
bas antes ns, tragados a hirtos muito vivos para.j ou nao.
que nao deixem de ferir os ouvulos castos. CasatuieuM *ivilO escrivao de casa-
Todovia nao vae msto o qu arerraos desanimar j mentos que funcciona nos oslrictoi do Racife,
o autor que procurando aperfegoar-se, pod r
ainda Armar seu n.>me. liscrava, corrija o j
escripto e volte depois contando com a benevo-
lencia da critica.
A^rcncia Litteraria -Bssa agenda, de
qu; gerente o S L;opoldo A. da Silveira, en-
vi >u n >s dona nomances da nova biblioihcca
eonomica da Lisboa: Lili, Tat Rebute de
Eugenio Chav Ue, IraducgSo de A. Sarniento, e
Joao das Giles de Edgar Minlcil, Iraduego
de C. Dantas.
Pela rapi la leilura qua podamoe fascr de al
guns captulos, e pelo que nos auisrisam a crer
os nomes dos autores, 6 b ira o ju'z? quj faze-
mos deseas duas obrinhas, escripias em eslylo
que convida leilura.
Agnlecemos a remassa qua n >s fjz a Agen-
cia Luterana, dos referidos exeniplares.
Lanterna .Ua^iea -Recebemos e regis-
ira ins agradecidos o n. tSO, an io XIV desse
peridico.
Circo Pcry & Coelho -Ks'reou n? sab-
baJo e tara continuado as suas funcgOss esse
circo da cav.illmhos
Nos diversos Iraballios exhibidos por artistas
peritos, nao dosmenlio o cire Pery a nomeada
de quj veio acompanhado.
A concurrencia tem sido enorme, c os artistas
leem oblido grandes e justos applausos.
Atkcaeu Huvlcal i'craambnean
-Essa socijdale solemniza no da 10 do cor-
rente com u,na sessfio magna e sarao dangante,
a posse da sua diredoria d'este anno.
Ptnhorudos agradecemos a gentileza do era
vilo para issislirmos a essa fesla.
Pcrimento leve N? da O do maz fin
do, no municipio de Goyanna, os indi vi luis de
ora !S Jos Baliza e Joo Baliza feriram leve-
meiit? praga do corpa policial Francisco Mu-
niz do Reg Barros.
Os delinquenle3 evadirn se.
Sociedade s'rop.iyrit;!ora da In
struciin Publica da Boa-Vista -
rtiita-non'em proceleu essa sociedade a eleigo
de sua directora, dando o seguinto resultado :
Presidente -Dr. IJergenu'no Saraiva de Arau-
jo Galvo.
Vic '.-Presidente Dr Olinlo Vctor.
SecrelariosDrs. ptat Neheiiias Eustaquio
Carajur. e Alfredo Al ves da Silva Freir Ju
nior.
Orador Dr. Carlos Torio ''arreiro.
ThesoureiroJos Perreira Pinlo Magalhes.
.'.'onselhairos Drs. Manoel Nelto i'arneiro
Campello e Gaspar Uchoa Cavalcante e Fro-
fessor Jos Marliniano le S?uza.
A posse leve lugar aps a eleigo.
Sociedade Gencalves DiasReuni-
se ante hontera esta associago sob a presiden
cia do Dr. Lui'. Gomes. Dapois do expediente
no qual forara propost03 e aceitos socios effec-
livos 03 Srs. Augusto Aranha e Carlos Araujo
Costa, seguindo se a parte litteraria qua cons
t u da leitura dos seguintes trabalhos : Im
pres8!S de um louco,: pelo Sr. Olympio Gal-
vo; prelecgo sobre Direito Constitucional
Santo Antonio, S Jos e Afogaios affixou na
reparttyo do registro, ra do Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas 'e casa-
mentas dos seguintes coitrahentes.
Primeira publicago
Jos Francisco da Cmara Santiago, viuvo,
escrevante, com Mira Julia Pereira da Silva,
solteira, nalumns deste Estado e residentes na
fregua/.ia de Afogados.
o!uu.s sa do Melboramento do
l*ortc do tteu-fe-wUecire, O de Fevereiro
de t89i
Bolttim metereolorico
'lora. Ten* eentf- Bamnctto Tenso do flumi-
grado
J7.-4
27, B
28/7
29,0
28'1,3
"-pperatura
ra.
*
t.
vapor dade-
2!,50 79
21,69 77
ti,3 7i
20,0 < 6
20,(15 70
Thermometro
i Ennegrecido
756,-86
758,-40
757,-o6
7.)ri,-06
75-80
mnima 27,03.
iasabrigado ao raeio da.
Temperatura mxima 30.50
60, i -Prateado 43,M.
Evapnrago era 2i horas ao sol 8," i som-
bra 5,-4.
Chuva nulla.
Direcgo do vento: E durante todo o dia.
Velocidade media do vento 6-17 por se
gundo.
Nebulosidadc media 0,67.
Iraletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altor
baixa-mar
B. M. 0 de Fevereiro II h. <0 m. da m, 0.15
P. M. do 5 h. JO in. da t. 2,-70
Casa de Detenyo Movimenio dos
presos da Casa de Dalengo do Rocife, Estado
de Pernambuco, em 10 da Fevereiro de 189a :
Vivas em t. UUiOO.
C Parro 1.200 -n-irosH--n1'an-Prenv i .
3501000, foi veoieda-em 81" G'isy, jjck-y
G 'iiu 63 k'iji da-i'? a pjflje 9/500.
^6 bouva jigj 1? t. par eu cotM^ --
uo lie tr-g atol a-'s cora o Ut-t, l e B?r l y
7 P--o-<4 0 m:trjs--IIi icdp Pemiu ..
.I50 00 ;.a?-- u .
8 Pareo 73) metras-Prean? 2 0^ OJ, fai
ve.i-fo 55" Fa-gVi. j k y I a (*-
i 51 kl i 0*0 o :; p l le 1 1AI8 0
i- 6J1O.
l.dJi em 2 o 6700.
natos, sera dependencia de condico al-
giinia, pela sua simples annuencia, com-
provada pela ausencia de declarado em
contrario de quererem continuar a ser su-
ditos da nago de sua origera.
A. allegagao, pois d'A Provincia da que
ao Exm. Sr. coinmenlador Albino Silva
falta acond'so de elegibilidade do art.
6 ;a conscituico do Estado, falsa.
A sua proposito ou seja filha da igao-
n ncia ou da rnf evidentemente er-
rnea.
E 8es pareos em pui n'inriithd -
arao em *::* resaltados a.-. ::i ciiro i i
'OaWecji eertok masctegiis a< .ie;i)) d -
verso.
Me ios Diatoo destecho do 6., que por t>. r
.rilei nS? foi D-oo eateoiioih i: for i^s
h.'goa semn-- .i? reil es i-:o. Ma te;i!i,:
e miado toa res..os -, q je com ce-iesi m
i entra par.jge;B.
Prado Pernaiubucano
U je piicerr-i i-e a n,cr nga? pura a r.orrii
b don.iig) p.-oximo m pra'o to Lacea
Exisliam
Eiitraram .
Sahiram .
legi'de Ilustres sacerdotes d'aquella congre- pelo'Sr. l-'ernando Cavalvanta ; apreciagQo sobre
aileiros.irmaos a focha o ejelo de dores e an-' _ae urn bo'm livro.
gigo, que to grande sorama da banertcios lera
esnalhado em villo de s.
Bsforcoa para tal lin nao filiaran, podemos
assegaral'O, nem da parta dos dignos directo.
res do referido collegio nem da parte do povo
pernambucano qua nao deixar nun:-.a de pres-
tar o seu decidido apnio era pro desua idea
que de ha muito ten lo merecido onpplauso
Innime coraega rgora a realizarse.
Oxal que issirn meceda, como to bons mo-
tivos temos para suppor.
Por occasio da inauaurago do collegio
forom calebrido^ o< sesuinles actos religiosos:
A's 8 horas da manh, bengSo da capella re-
zada pelo Exm. e Rvra. Sr. Bi?po Diocesano,
preg ndo longiraente ao Evangelho o Ilustre
padre direelor que cora a clareza de ideas que
Ihe 6 peculiar l.irgamente|occupouse do objecto
da fesla, pondo em relevo ogranlio^o intuito
qua"se tirina em vista com a fundag? do col-
legio do Sagrado Coragao.
A'S 5 horas da larde, beoefto da Pa Sacra,
e pratica do Rvd. Sr. vigario da Boa Vista, en
cerrando se o acto com a bengo do SS. Sacra-
mento.
No masmo dia tivemos occasi&ode fazer
detaliad-i visita ao alludo collegio, e i extre-
ma hondada do Revd. padre-director, que nos re-
cebeu com a gentileza que o caracterisa, dove
mos ter sido essa visita completa, poiendo
porlanto formar um juizo perfei'o das condiges
do mesrr.o estabelacimento de educagao.
Essa visita deu noi e onvicgao de que real
mente o edificio e local escolhidos prestara se
perfeilamonte ao (ira que se visa, e crtamente
nao-podara ter sido melhor a sua escolha.
O edificio tem compartimentos vastos e quer
a sala de estudo, quer a de refeigao quer o dor-
mitorio teem as propr>rge3 convenientes.
Ao fun lo ha um grande sitio onde sa eomc-
gam a construir certas dependencias do colle-
gio, disse-nos o Revd padre director;sitio que
ollerece espago consideravel, convenientemente
arbori-ado, onde as horas de recreio, poderio
os alumnos exercitirem-se ao ar livre.
OuUos malhoamenlos e da certa impertan
cia conla o Revd. paira direelor raalwar em
breve o que nao foi permitiido ainda no peque-
no espago da lempo de que tem disposto, e que
tem consum io n'uma infatigavel actividade a
atiender s mltiplas obrigagdea de que o teem
rodeado a consecugao da obra cuja reasago
coraeca a ver.
O collegio, quer no3 actis re4igosos,quer
durante o oa de ante lionlem, foi visitado por
grande numero da pessoas gradas, o qua ain-
da urna prova do bora acolhimento qua teve.
D'aqui enviamos sinceros parabens ao povo
Dernambiicano, em geiul, pea inauguragao do
Collegio do CoragSo de Jess.
Recreativa Jnventude Essa Ilustra
associago pretende realisar nos dias23.e 36 do
correnta mez dous saraos carnavalescos, para os
quaes est ella decorando capricho a respecti-
va s"'e, e expedindo convites.
Agradecemos o qua gentilmente nos foi diri-
gido.
Revista Brazileira -Recabemos o 3.
fascculo, 1 anno, lomo i. dessa importante
publicago da Capital Federal, sob a direcgo
de Jos Verissimo.
O presente numero Iraz importantes trabalhos
de litleratura e critiea firmados por Migalliaes
Azevedo, Sylvio Romero, Itodrigues Octavio e
outros nomes igualmente notaveis as lettras.
Agradecidos pela .offertj.
Revista IndustrialTambera recabe-
mos o n. 12 anno 1 dessa revista que sa pubii
ca em Mtnas-Oeraes, cujo summario damos :
L'E'tat de Minas Geraes et sa situation cono-
mique actuelle. (uite du n. 11)..Arlhuri
Thir.
Minas: Valor das Jazidas Metallifaras no Bra
zil.Estado de Min-is-Geraes. (Continuag,o do
o. 9).Francisco de Paula Oliveira.
Le dsert d'Atacama et la Bolivie Occidentale.
(Notes da voyaga;. (Suite du o. 11).Ferdi
nan I Gaulier.
Matallurgia : A Fabrica de Ferro de Bello
Horizonte. Francisco de Paula Oliveira.
Viagao : WagOas de estrado lubalar. -Syste
ma Ooodfellow & Cushamn.CyprianoJ.de
Carvalno.
Estradas de ferro econmicas.Arthur Thir.
Industria : Patentes de invengSo.
Agricultura: Assumptos agrcolas. (Cootinua-
g3o do n. II).Arthur Thir.
Comraercio: L'Enseignement Comrnercial au
Brsil. -L'Acadmie de commerce de Juiz de F
ra.Georges Queslel. Laboratorio de docnnasia
da escola de minas de Ouro Preo. -olas mi-
neraes.-Nolas agrcolas.InformagOes. Tabel-
la Meteorolgica.ndice geral das materias
coolidas no tomo I do I rano.
Coisas castas-Os Srs. Hugo & C edi
lores desse livro firmado pelo pseydonimo de
Claudio Gil, tiveram a fineza, qua agradecemos,
de enviar-no um exeronlar.
Cjuquanlo diga p autor no prologo do oia.sra
que o seu livro nao foi levado execug) com
praoceupagas do julgaruento da critica quer
s.ob o ponto de vista da arte, quer sob o ponto
de vista da moral, crijica iroparcial cabe re-
contieoer que sobre naubum dos alludidos pon-
tos de vista, o livro em questao merece o nome
palo
a Organisaga? da magislralura federal
Sr. Luiz Gomes.
A outra sessao lera lugar no prximo do-
mingo.
Desertor -Pelo subdelgalo de Tigipi o
Sr. lente Casino Vieira, foi preso em dias da
semana pas ada o desertor do 1 corpo policial
do nome Joo Belisario, qua-n';iqu:la lacali la-
de acliavi-33 refugiado auns quairo meza segu
ramente.
I.otei' a dr Estado Ser extrahda
hoje, s 2 horas da tard no andar terreo n. 43.
ra do Imperador, a 8.a lotera A to Estado.
lat uliuiro Publico -Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 78 rezes
para o consumo publico de hoja.
The'tra Santa Isabel -Realisa-se hoje
nesse iheatro o benelicio do artista F. Formig
gioi, subindo sena o grandioso drama Duas
Orplios
O Biraelicio, com> j tivemos occasio de di- !
sel -o, dedicado agrande Familia Universal, I
representada n'esle EslaOo pelas Lojas Mag-oni- I
cas Caval eiros di Cruz Vigilancia e Segredo |
Conciliago, ten lo silo os bilheles distribu
dos em sua totalidade.
O Thealro estar exteriermente Iluminado e
tocar nos intervallo* a msica do ti- bata-
Iho de infantera.
Ser urna uoite de festa. Informam-nos que
para facilitar mais ao publico desprotegido na
bilheteria do Thealro, vendenrse os Parasos a
i.uOO e os camarotes da 4a oriera a 6i> 0.
lusa puaicao -A cmara civil e crimi-
nal do Rio da Janeiro condemnou a Manoel
Martins Belleza era sele mezes de prisfio cellu
lar e multa de ioOi, pelo crirae de haver e,\-
posto venda caf com raillio.
Foi autora deste procasso a justiga publica.
Singular -De Itapetaingaescrevem .Voz
do I'ovj, de Sorocaba :
Acha se nesla cu.ade em casa do Sr. Elias
de Barros, a menor Francisca, de 8 annos de
tdade puco mais ou menos, (Iba de Jorge do
Moraes, trabalhador da roga.
Francisca, pelos fados sobreoaturaes de qus
constantemente centro, ha seis mezes, t >r-
nou-se um pheoomenoobjecto de adjmragQ
geral.
Ella nada explica que satisfaga o espirito do
observador; o que .faclo, porm, que por
onde ella passa, ou onde permanece ha um des-
equilibrio noiavel, as cousas. Tem-se visto is-
to; sallar de urna masa um (erro de engommar
em direcgo ella e quebrar-se no chao ; en-
tornar-ge por veaes um quinto de agua, salta-
rem objectos do guarda-louga, e tudo com des-
tino a ella.
Estes factos tra sido observados por rauias
pessoas dignas de todo o conceilo, inclusive o
Sr. Elias de Barros, cujo criterio est cima de
quilquer duvida.
Fracisca vive atormentada e sompre assusla
da, porque os objectos que se p5em em movi-
mento, a altingem sempre e magoam-n'a .
l'ma conspiraco da Earopa con-
tra a ameriea O New-York Herald
publicou urna inleree-antissiina carta dirigida a
um linanceiro americano por um personagem-ao
qua affirma aquelle jornal dos raais distinctos
nos circuios de negocios da Europa e qua ha
vendo tido etreitas relages cora o Banco de
Inglaterra, nao hesita, no emianlo, em enlrur
e;n airmagOas assombrantas e lalvaz paia lo
xaes.
Encontra-se nesta caria a estranha assergo
de qua a dren igcra do ouro que se produz nos
Estados-Unidos devido, nem mais nem me-
nos, do qu a urna conspirago da Europa mo
narchia coa tra .a grande Repblica americana.
Ha tras annos faz observar o autor da tarta
o stock de ouro do thesouro dos Estados Unidos
varlava entre 309 e 4u0 milbas de dollars.
ltimamente desceu abaixo de tOU milliOas
e ha numerosas razes para crr que diminuir
ainda. No masmo espago de .lempo, a somma
em caixa, em ouro, nos quatro pnncipaee (an-
cos europeus, Banco da vllemanha, da Ingla-
terra, de Franga e da Russia augmenlou an to-
do 3 5 railhOes de dollars, isto pouco mais
ou menos o que perdeu o thesouro dos Estados
Cuidos.
Como nao existe nenhuma razio natural para
semelhante deslocagao do stock do ouro amenca
no, que se produzio com tiragens systemalicas
e alternativas para os quatro paizes cima cita-
dos, o personagera em queslao infere d'ahi que
ha nsso manobras secretas, que se relacionara
com um plano de campanha da Europa m mar-
chica contra os Estados-Unidos, que mostram
a todos os povos que as suas instituigOes repbli-
ca i as exercem, cora o seu exemplo urna in-
fluencia revolucionaria as nages europeas.
Esta influencia, segundo o autor da carta, fe?/
se sentir n Inglaterra com os esforgos envida-
dos para :hegar a abolir a cmara dos lorls e
e com as diversas iniciativas que os governos
da Europa sao obrigados a tomar para respon-
der s reivindicagOes democrticas.
Como a Europa mona chica nao pode pensar
em deslruii pala forga das armas-a influencia
americana crescente, combate-a n'outro terreno.
D'ahi o plano que consiste em drenar o ouro
dos Estados-Unid os, aflm de se crear a essa
'Repblica incommoda urna situagSo de graves
Existem .
A saber :
Naclonaes.
Mulheres .
Eslranueiros.
Mullicr. .
Total .
Arragoados
Bons .
Ooentes .
Louco .
Louca .
Tola!......
Movimento da enfermaria :
Teve baixa :
Henrique Ignacio de Lima (soldado).
Trve alta por fallecimento :
Joaquina Jos de Lyra.
458
5
6
437
420
10
27
0
457
413
390
21
1
1
413
GALEPINO
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M. IVordan Degenerescence, 2 gros3os
vols. ene. Sujooo.
Alberto d'OIiveiraPalavras luucas.
I 1 vol. ene. em couroS^ooo.
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qu'im; Jition, 1894, l vol. ene. 1 join>.
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I. IV'ordau Paradoxos, i vol. ene.......
ltitSooo
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brazileira, 2 vols. ene
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vis, ^ grossp vol. ene
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27." CORRIDA
Eflactuou-se essa corrija no dotninga passz-
do. crranlo u Ij s m maior no^iaaieem sao
m.'VimeLto.
Houve auimag-, mesis en coo:Grreacia
pou o Mjm-'-os j, e 1-to ma.ifect i-s ; na circu-
lagSj de 5 034 poples.
A casa na aiM-tn .ou-ou na resillado total
a qaantia de 25:t7o^00.
D'ixou de reluar ae 0 7." prireo p!a retira-
da da septiciimo i 003 1 5., 6. e 8. pro
leixsram oa correr 03 aainjae* BsHm; lio >
ny, Barata e Az de Copas, os tres onmei-os id-
licadn par i-.-ern-sa retiraco. eo u t an io
joa noiive^qoem oell se agradases e (artmi -
Va abe u qu m tem certas Idaia, nSj as ex
p" as:m rao sem ceremuoia.
1. pareo-83') mrosPrenlo I^OOJ foi
veoceaoren 62 1/2" Jesi-oyir, jockey B. Ma
re -a. 51 k lo-, dando a p.ui; em 1 i:ioo e
em 2 41600.
P.*nr em 2 o 11*70).
2." PareoH0>i-Mfas^reaiio 230/OCO, 'o
ocedor em<88 Qel'iVete.ijjck -y inai -im-
p)>, 50 kilo*. danesa poute em. 1.* 34*300 e
em 2.VIJ13CO
Con4ni:la-.ior em 2 o 8*300.
3. Preo-iiSO me tus Huidoap-v-Pretnio
300>t0i)0, foi ve; e !o- eu 93 P;ra no iock y
o\d Lopes, 55.ki o< d.raloa ponte e.u l.-----
16*500 e em 3.? 10*500.
rudo am 2.o 24109.
4. Pa-eo-lWO maros^-Peiio 300*^00 e
foi veacedor em 110 GJeol'.e, jockey Joo
Recife, 8 de Fevereiro de 1S95.
II a f ou ignorancia ?
( D'O Estado )
A Provincia em sua edicSo e ante-
honterr occipando-se cora a apuracao da
eleig3o de IJ de Janeiro ultimo, teve o
descuco de procurar censurar o venerando
Tribunal do Justica pelo facto de esdar
sommando os votos cbt.dos por candidatos
contra os quaes, ao .seu ver, militaran]
razoes de incompatibilidade.
Este desplante do orySo autonomista
nSo merece as apreciacoes de urna cr ti-
ca ; e nao fosse a allegago que a propo-
sito julgou fazer com relayo aa tacto da
supposta ineleg-ibilidaJe d) nosso vene-
rando i.rnigo Sr. coromendader Albino
Jos da Sil.-a, certamenta deixal-o-iamos
sem as honras de urna resposta, tal a
futilidade de seu conceito.
Ailud'.ndosincompatibilidad s dos il-
lustres candidatos que foram sufragadoa
n'aquellepleito,e tendeu A Provincia in-
dicara do nosso illuatre ami o Sr. com-
mendador Albino,allegando i_ue ieu lo t
Exc. adoptado o Brazil por sua patria era
15 de Dezembro del88'J, data em quj foi
expedido o decreto da grande naturali-
say >, nao podia ser eleito por nao estar
naturalisado peio menos seis annos antes
da eleigo, conforme exige a Constitu-
gao do Estado no art. 6 >
Nao podemos crr que o elictorial, a
quenos referimos, fossb escripto por algum
dos jurisconsultos dA i*rovi/icia}tn\ a
ignorancia com que se revela o escriptor ;
mas se de facto o artigo foi tragado p r
algum discpulo de Papiuiano, que nao
[iode ter a seu favor a escusa da igno-
rancia, cnto firca oowit que mo-trou
a mais requintada in f.
Com elle to
A constituigao ro art. 6.-, n. 1 declara
que pa a ser eleito senador requar se
c aer cdado brazileiro, nato on natura-
lisado desde seis annos, pelo menos, antes
da eleigo t.
Esta disposico, porm, s se refere
aos estraugeuos que se tiverem naturali-
sado depois da promulgago da mesraa
constituigo, mas no a aquelles que,
como o Exm. Sr. comuaendador. Albino,
tinham j residencia no paz durante
dois annos, desde a data do decreto n
58 A de 14 de Dezembro de 1839, porque
sao ipso facto considerados brazileiros, e
como tal gozam de todos os direitos
civis e politicoe dos cidadaos natos, pod-
riendo desempenhar todcs os cargos publi-
cos, excepto de ohefe do Estado.
Dia o citado decreto de 1889 :
c-Art. 1. sao considerados cidadaos
brazileiros, tod< s os estrangeiros QUE JA
RES1PIAM NO 3RAZ1L NO DIA 15 DE
Novembrode 1889, salvo declarago em
contrario feita perante a respectiva n tini-
c palidade, no prazo de seis mezes da pu-
bhcayao deste de reto.
t Art, 2 todos os estrangeiros que
TIVEREM RESIDENCIA NO PAIZ DURANTE
DOUS ANNOS, DESDE A DATA DO PRESEN
TE DECRETO'SERO CONSIDERADOS BRA-
ZILEIROS, salvo os qu3 se excluirem desse
dir.ito mediante a declarayao de que
trata o art. !.
Art. 3 OS ESTRANGEIROS NATURA-
LISADOS POR ESTE DECRETO GOZARQDE
TODOS OS DIREITOSCIVISE-POUTJCOSDOS
CIDADAOS NATOS, PODENDO DESEMPE-
NHAR TODOS OS CARGOS PBLICOS, EX-
CEPTO O DE CHEFE DO ESTADO.
Diante de to claras e positivas dispo-
85o"e8 legislativa a que se reduzem as
razoes d'A Provincia para engendrar a
incompatibilidade do Exm. Sr> commen-
dador Albino Silva ?
Sabem todos que esse nosso respeitavel
ami reside, ha longos annos, no nosso Estado,
on'e tem em cireulayo od seus captaes,
onde j foi memoro da municipalidade do
Recife, e onde vio nas?e:" os seus dous
distinctissimos lhoa, n ssos ilustres ami-
gos os Esras Srs. Dr. F. de Assis Rosa
e Silva e Jos Marcelino da Rosa e Silva,
dois benemritos cidadaos que j tem seus
nomes ligados a valiosos secvico3 presta
dos ao paiz e especialmente neste Estado.
V se pois que o art. 6-. da constitui-
o do Estado nao tem appUcaco para o
caso, que regido especialmente pelo de-
oreto de 14 de Dezembro de 1889.
A propria Constituiyo federal quando
no art. 26 prescreve as cond 15848 de ele-
gibilidade para o Co igresso Nacional, e
dis que para a cmara neceeswio terj
mais de quatro annts de cidadao brazile
ro, e para. Senado mais de seis, aceres-
centa que tal disposiyo nao cora,P-olien-
do os cidadaos a que se refere o n. 4 do
art 69, isto 1 os estrangeiros, qua
achajido-se no Bra il aos 15 de Novem-
bro de-1889, nao dedararam. dentro de
seis me ;es depois da entrar em vigora
const tuico, o animo de conservar a na
cjqnajidade de oxigena.
.JEsta mesma disposicS > foi consagrada
no art 20 n. 2, da lei n. 35 e 26 de
Janoiro de 1892, que estabeleceu o pre-
cesso das eleicSes federaos.
E a razao 'que taes estraageiros for-
Coinpanla dos IYh>* Urba-
nos de Olinda
Nilo sei o que seja haver ilinheiro por
meio que.a iei nao faculte, e menos quan-
do com o em prego da violencia ; e menos
ainda quando se mata ou tenta-se ou ar-
risca-se a matir para este fim.
Assim tem procedido a procede a Com-#
panhia dos Tn'lhos Urbanos de Olinda, e
ainda no trem Je 9 lia da noite de sabba-
do quando seu conductor deu signa! de pa-
rada na estayo ds D.iarte Coelio e im-
mediati mente de partida.
Dava eu a mo a urna sennora quasi
octagenaria para ella desear, com o trem
em movimento, porque reclamando em
altos grito-, o conductor respondeu qua
para quem vinha da graca nao se parava
o trem.
A senUora cahio e quasi esmagada,
tendo ficado muito prxima dos triluos.
A parada dos tre:s as esta5es,
obrig.'toria, ainda qua nao baja p ssa-
geiro, uo como nos pontos chamados
de par da.
O regularaento da companhia nao Ihe
d a faculdad-1 de fazjr seguir o trem an-
tes de parar para punir com a raorte ou
outro cruel desastre, o passageiro que nao
paga ; ao contrario, permitte fazel-o des-
ccr na primeira esta$So, e sendo a esta-
co ponto de parada obrigator.o, nao po-
de eila impor-Uie a pena de seu arbitrio
desegaircoa o passageiro ou obrigal-o
a saltar com o trem em movimento.
Nao isto malvadaz do conductor, c
ordem doSr. gerente liento da Magalhes,
(jue nao se contentando com os al eos ren-
d mentos da companhia qae augmentam
espantosamente todo o auno, no pode
soffivr, como me disse, que durante um
anno iiitetro passageiros hajam que vo
da Aurora ao Pires sem pagar fazendo
peso no trem.
Nao se lembra o Sr. gerente que mais
de mil pa83ageiros diariamente ~e embar-
cam e desembarcan] as estacoes do Pi-
r;s, Principe, Joo de Barros, lspinhei-
ro, Campo Grande, Chap) de Sol, uar-
te Coalho, pagando a viagem inteira.
Fiz ver ao Sr. gerente que nao podia
cobrar passagem de urna estacao a outra
por nao ter meio para isto ; e elle disse-
ine que faza o trem parar em qualjuer
lugar para fazer descer um passageiro.
AUeguei que uo o podia fazer, por s
Ihe tac litar o regulamento fazer descer
o passageiro em tal caso na [.riraeira e&-
tayao. N.lo se animando o Sr. gerente a
usar daquele arbitrio, e nao se resignan-
do ao aut go uso .te.de a inauguraco da
Imha de vtajar-se de urna estacio a 00-
tra sem pagar, usa do oxpsdi' nte de seus
conductores cobrar a passagem de urna
estaca) a outra, maltratando os passagei-
ros que dizera que vao saltar na primei-
ra e?t.co, e algumas vezes com muita
insolencia, o que j tem dado ganho
companhia, porque mu ta gente que nao
quer questao om os conductores nem
soffrer suas insolencias, ou pagam ou re-
s;gnam-se a f zer a p o trajecto. Nao
isto um meio violento de haver dinheiro ?
Que nome tem haver dinheiro pela vio*
lencia ?
E quando este meio nao bastante, c
conductor taz signal de parada a imme-
diatamente de partida, come fica expos-
to, e nao foi isto a primeira vez pois no
tempo do Sr. Simes, iguul facto se deu,
do que dei-Ih parte, e s agora de novo
quando o Sr. Bento, nao podenio haver
mais aqnelles cobras, nao se resigna co-
mo o Sr. SimOos, a desistir de tal inten-
to, e insiste raivoso.iielle, como o man-
festa a raiva com que algnna dos seus
agentas maltratara os pasaageiros qne
nao se sujeitam a pagar de urna estaco a
outra.
Empregue pois como quizer o Sr. Bea-
to os meios que quizer, eraquanto meio
legal nao houver, que au mantenho-me
no meu direito de viajar de urna estaco
a outra sem pagar, embora tente contra
minha vida do modo dito, ou como qui-
zer ; e declaro loe que nao soffrerei mais
planto as insolenc as de a'guns de seus
agentes, e fal-os-hei reprimir como o
couber em minhss forcas.
Ma nao estamos nos em estado selva-
ga-n, em que cada um faz quanto queira
e possa. O Exm. Sr. liovernador o
primeiro fiscal da empreza. AS. Exc.
pois, pego que d providencias para con-
ter esta voraz empreza em sua gana de
b&ver dinheiro por todo meio, ella que
j causou a morte de um nachinista o
os ferimentos do foguista pelo desncar-
rilhamento do trem, como se d constai-
temente, nao p r accidentes naturaes,
mas por criminosa culpa da companhia,
que para conservar as sulipas podres em
quasi metade dellas, para aproveital-as,
para nao gastar, guardando esses cobres
em sua burra sempre haver dinheiro
at produzindo a morte e obrigando os
passageiros a fazerem grandes caminha-
das p p nos constantes desencamna-
menos dos Irens.
Porque nio jndemnisou a compa.:hia a
esses passageiros, nao s na restituico
do dinheiro das passagens, como do in-
commodo que ellas sorrem ?
Nao sao casos produzidos pelo invern,
que em nada ofendeu essa linha. E's
o efFeito da criminosa culpa, pva nao
gastar dinheiro.
E como yodemoisar elle os passagei-
ros, se usa daquelles meios para extor-
quir dinheiro que nao pode haver por
meio legal ?
Recif?, U de Ferereiro de 1885.
Affonso de A Ibuquerque Mello.
%

.


O Bacliarel Estauislo Cardosos
LECCIONA EM CASAS PARTICULAREj
Pode aer .procurad
A'fua do Visconde de Goyannan. 43.

i
< 111
HhM
iiiiii '
11


Diario de Pernambnco Terqa-feira l'O de Fevereiro de ISSK
:
CANHOTINHO, 7 de Favereiro de 195.
Srs. Redactorrs.
E' aob o influxo de grandeeatiafa-
-io que lhes dirigimos estas lmhas, pe-
di ndo a Vs. Sa. se dignem dal-as pu
blicidade, de cuja obsequio de antemo,
mo confessamos grato.
Dizenioa satitfaco por dous motivos :
por vermoa que es principios da re.i-
eao acha.n-se ai .da arraigados nos cora
e3es deste povo tao escrupuloso nos do-
gmas da igreja, a despeito raesmo da
Guerra tremenda que as emissanos do
o-otestantismo atiram aos quatro cantos
do universo esposa de Deus e j pela
aidein mant da sempre durante a tradi-
conal festa do martyr S. Sebasto, nao
knYenlo na multido um s easo a la-
acentar. ,
. Descrcver o que foi esta festa sena
mpossivel, attenta a nossa incapac.da-
de; cabe-nos apenas o esboce-a com lar-
gos e embaciados traeos. Jamis se apa-
farodo no so espirito as agradaye.s
s benefic a impresses daquelles 10 da*,
,ue ludo era aleg ia, paz c fervor.
. Durante a novena os encarregados
&s noites primavam pelo esplendor da
feta, mas nao nos podemos furtar ao de-
aeio de fazer especial mencao das noites
das senioras casadas, d-.s pobres e c'os
solteiroa, sa'ientando-se esta ultima
* Duas bandas de indica, nessa noite e
ia, executavam quasi ucessantemente e
om muit. pericia as mais deleitareis
composierjas dos stus repertorios. Uoa-
Te porocc:.siao de entregarem o rami-,
jite, um carro triumpbante.. onde se ob-,
errara o melhor arranjo possivel, prece-
dido por graude squito.
Antes tmham sido queimados diver-
jh fogos art ficiaes, feitos com arte e ca-
oricho.
Para melhar briibantismo estiveram
aos ltimos dous das os reverendsimos
Srs Pedro Pacifico de Barros vigano
de Garanhuns e Pedro da Punficacao
Paes e Paiva, vigario da Panellas,.
*ae com o desta localidade entoa-1
Tam as preces e cnticos ao grande mar-
fcrr do seculo III. A estes ministros do
knhor agradecemos penboradissims o
arem viudo com suas respeitave s pre-
aeagM eoncorrer ainda mais para o es-
plendor da feata.
" < Nao deixamos tambera de sublimar o
a.timo dia, o da da festa, commummen-
e chamado. .
Por occasia da missa cantada tabla
Itr.buna o Revm. padre Pedro Paes e
?aiva a, com aqu 41a verbosidade que lhe
peculiar faz extenso sermao, onde poz
em relevo toda a vida do grande santo e
as demonstrares de apreco e admtrac
qne o orbe lhe tributa desde os tempos
sais remotos da era christ.
A tarde, cora quanto ameacasse ca-
iir forte chuva, houve cavalhadas, des-
empenhadas por amadores, e logo depois
uahiram duas imagens em pnciseao, per-
correndo as principaes ras, sendo acom-
panhados por urna massa compacta de
devotos, muitos dos quaes vi ndo da pon-
tos bera distantea nao voltaram a bous
feres sem que xissem que de to notayel
resta ficavam simplesmente vestigios in-
deleveis e immorredouros.
MfflBEBf'O
Ainda noite, preste a comecar o
Je-Deum, tez-ae de novo nuvir o viga-
rio Pedro Paes e Paiva, sendo a sva pre-
dica verdaderamente coinm vedora.
f Apcs tudo isso, foi queimado am lin-
do fogo artificial, representando um boni
to painel em que estava pintado a oleo
a imagem do santo festejado. .
< Foi pois brilhante o resultado dessa
festa, para cujo xito concorreu princi-
palmente o estimado cidadao Henrique
Jos dos Santos, que nenhum esforco
poupou para que assim succedesse, c mo
procede sempre que se trata do ele?ar os
crditos desta trra.
gaadosa lcmbranca do es-
timado primo e amigo
Haul da Silva Guima-
1'flCS.
Deixa que eu em sentidas phra-
se8 venha dizer-te um ultimo
adeus e derramar sobre tua sepul-
tura urna lagrima de eterna sau-
dade.
Filbo extremoso e amigo dedi-
cado ......
Jos da Silveira lavora.
e Julho de cada auno a partir
de 1894?
Oulrosim, quando pretendeni
fazer os sorteios pura rescate
dos ttulos desse emprestimo,
que, segundo declaracffo feita
as niesiuos ttulos, de va co-
mecar em .Inulto de 1894 ?
Um ttulo de O obrigaocs
que possuiuios est flrmado pe-
los Srs. Lima Hitarlo e Slanoc!
Bandeira e datado do Ilecilc
em 94 de utubro de 1893.
Respondam-nos, pois, esses
Ink, cortos de que, se nao uos
respoudercmsatsfactoriamen-
to, levaremos o assnmpto ao
conhecmento dos Tribunaes.
tlMi VICTl'IHA.
Itecifc, 9 de Janeiro de
1895.
W\M 1STPIILIS
DE
U0&EI24, SALSA, CJ
BA
C-VA7AC0
'..1
( Grande depurativo do sangue ). Approva-
do pola Etnia. junta do bygiene do Rio do Jinoi-
ro, premiado na exposQao do Chicago o prepara-
d) p
JOAO DA SILVA SILVfiRA
Pfa?rmacetatico diplomado, residente na ci3a le
do Pelatas, Estado do Rio Grande do Sal.
Nao so julgue que- e&i&a
duas palavras aobam-so
reunidas tao so paraar-
nar ao effeito. Sendo
tlis duas iniiiiigas, pa-
recem entretanto a ca-
ninharein juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempre promptas a dar
abate entre si, porque
i phUis u,n dos ri-
is da numamdade:
so pjr si, ella abrange
doustorposdas molestias
olinicas, reveslindo o
r ndo todas as en-
idadea do quadro n
Dr. Carnero licito
Accommettido de grave e doloroso sof-
friment'i que prostrourae no leito da dor
por empaco de cinco mezes, devo ao illus
trado clnico Dr. Car eiro Leo o meu
res tabeleei ment.
Com a pericia e inteliigencia que o
distingliem, operou-me por varias vezes,
com o mais lisongeiro rebultado, resti-
tuindo-ni'!, assim, minha familia e aos
meus afazeres.
Sem linguagem technica que possa
encarecer to importante servicu, peco ao
mesmo facultativo haja consentir que,
com) expresso sincera de toda minba
gratidj, faca este publico *gradecimento
e o tenha sempra c mo -o meu -alvador.
Recite, 11 de Fevcreirj de 1895.
Custodio Luis de Araujo.
---------------.------
Professora
Dinamerita Constanca Cavalcante de
Albuquerque, habilitada no encino pri-
mario, se off rece para ensnar meninas
em algum collegio, ou em casas de fami-
lia
A tratar com a raesmi Sra. em i
asa na estrada de Joao deBirros defron-
te do becco do Espinbeiro.
----------- m
Companhia Promolora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-se aos Directores
dessa Companhia quando ten-
cionam pagar os juros das
300,000 obrigaedes ao porta-
dor, que emittiram em 1893,
cuja promessa de pagamento
deve se efffectaar em Janeirt
Ciabincte tle criirgia geral e
especial da ">occa
t- Dr. Joao Rangelparticipa aos seus
clientes qu3 reabri o seu gabinete
ra do Baro da Victoria n. 3 i. an-
dar, onde pode ser procurado das 10
horas do dia s 4 da tarde.
S se encarrega do tratamento de
molestias da bocea, ou de cirurgia ge-
ral, e s aceita chamado fra das ho-
ras de consulta, feitos por escriptos
com assignatura do responsavel.
As consultas sero pagas em acto
continuo e os outros servicos logo que
terminados.
3Iea tommerclal de Pernau-
Iwt
OTACKS FFiaiiKS A JONT BS COaBTRBS
Fraga do Reafe, l( de Fevereirt de 1895
Kao boDve coagaa
O preBUeate
Antonio Marque* tfeAmorim.
secretario
Maicel G.ngiivrs a silva Pinta.
amblo
Pracs lo Rjcife
O Bancos abMraoi com a taxa de 9 18/16 so
\.it Londres a 90 diap, binando em Beguda pa-
r 9 78 e 9 3|i. lechando o mercado fronxo a
rule ultimo algariamo.
Em papel .articolar be uve pequenoa negocios
4c tnaDba a 10 lil6fttat)lndo-3e depoisosccm-
widoree.
( ola< oes de gneros
JPara 0 aurtcuHtr
.ABUcar
por 15 kilos. 5**00 a 50
GrataliBadi por 15 kilos BiOOl a S5M
Btmco, ideo, iden. 4*60 Ji*
3oaeno8,llem, dem 3*7J a ii*0
ascavado dem, dem. 2a a 2*800
3r8to 8ecrs idea dem 2l#i a 43M
drnto melado, item, dem M9*t a 2*(0
2tair.e, dem, idean 14309 a 1#7W
Algodo
CoUqob a 114100 por 15 kilos.
&loot
Ptr pipa de 489 Iilrea 2304 veo Ja.
ARuardrni i
fot pipa 4e 480 litros 1454 vosla.
Caoroi
Seceos salgados aa base de 12 kilos 680 res
ada.
Verdes a 460 ri?, aociaal
Carnauba
' >'a-ee de 134 a 234090 por 15 kilo?.
Hel
Por 1104000 Qomiual.
CABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
8UCAR E ALQODaO
Mez de Feverairo
Barcacas .....
Vapores .....
*bimaes.....
jBatrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco. .
dem do Limoelro. .
Soturna.
Das
I a 9
a
a
a
a
A380-
car
1 l
Saceos
5C665
11
11
12
9
9j 27249
'125839
1926
6120
39879
Algo
dio
Saccar
600
1093
402
110
3528
5733
ttendimentos pblicos
Mes te Fe ver eiro de 1895
Alfandega
Jtaoda geral:
Do dia 1 a 9 401:3174501
idem de 11 48:4124451
leda do Hitado :
Do da 1 a 9 91:6544856
dem de 11 28:4524356
Somma total
449:7294935
120:1074212
569.837467
Feitoral de Cambar
1:000^)000
D-se um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
\ Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. Joao Antonio Ptreir San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C, do Rio de Janeiro]
O agenteG?wz/tftz de Drogas e Pro
duelos Cimicos.
---------------*--------------- .
Major Fernando Lobo
Cura do Peitoral de Cambara/
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [Firma reconhecida]
tc.a > da Alfandega de Peroamboco, II
de Fevereiro de 18S5-
0 coefe da seceso
l. F. Codecera.
0 tbeeoorelro
L. M. Rodrigues Valeoja.
RECEBEDORIA DO ESTADO
Dj dia 1 a 9 30 0554803
dem de II 6 4314522
D) dia 1 a 9
I lem de 11
Somna lo'al
RECIFE DriAiNAE
Sicoma total
26:2874315
9304215
3:4004282
4:3204507
91uTlmen.ro do porto .
Navios entrado* no illa 9
Liverpool e ecala20 das, vapor iog'fi
Sccolar, Ce 1031 looMada, comman-aote
Jobn Black, fqoipagpm 27, carga vares gne-
ros ; a Bla kboro d C.
Rio de Janeiro14 dia?, vapor nacional Agua-
mar, de 779 toncadas, commandanie Paulo
Nones Gae?ra, pqolpafjem 57, carga varios ge-
0' ros ; a Companhia de Euives.
NtwYj-k 16 das, vapor lugln Crele
Priocc, do 1 304 lonelad, commaodaote 8.
File, eqoipagem 30, carga varios gneros ; a
JobD'lon Paiter & C.
8anto-8 diaB, vapor nacionil Caplbaribe,
de 883 toneladas, comrnandante Verissimo Jet
da Costa, equiDagem 31. carga varios gneros ;
a Compaoba Peroambncaca.
Mato 12 d a), p >a bo oacioual Coelbo I,
de 236 t^neladao. capitao Antonio de souaa Cas-
tro, eqaipagem 9, carga sal ; a Hiooel Joaquim
Pdsioa.
Na7io sabido no mesmo dia
Santos e escalavapor fraocez Vltle de Bue-
ooB-Ayre, commandanie B. Prend, carga ; va
riofl geoeroe.
Navio eot'adis no dia 10
alo de Jneiro30 dias, patacho nacional Ob
car, de 196 toneladas, capitao Santos H n i-
ques, eqiio'gem 9, carga varios gneros, a
Goncalvps Piolo.
Hamburgo e escala17 dia?, vapor aliemo Pa-
ragoasf, de 1680 'oneladas commandar.ia H
Boge. pqalpagem 49, carga varios gneros, a
BorHtelmaon e C.
Rio Grande do Sul e escala25 dias, vapor al
lemao Bbitooga>. de 1698 toneladas, com-
maodante H. Evera. eqotpagem 32, carga va-
rios gneros, a Boratelmann e C.
Moas rlo dias, patacbo nacional Annita de
150 looeladis, capliao H- C. Hiossen, equlpa-
gem S. carga sal. a H. Ludgren.
Navios Bih d.8 ao mesmo dia
Porto Rico oilhabota loglet, Cieffjrd, cap-
lo R. Cullack, em laatro.
Rio Grande do Norteb ate nac'onal Bom le-
sas, mestre Miooel F, de Mello, carga virus
geutrj?.
Navio entrado no dia 11
Valparaso e escala20 dias, vapc luglez Li-
guria, ce 2914 toneladas, commaodaote A.
J. C >opr, ejoipagem 100, carga varios geoe-
ros, a Wilsoo Sooa e C.
Navios sabidos oo mesmo dia
L'verpeol e escalavapor ioglez, Lica-ie,
commaodaote Cooper, carga varios generoa
Macaulugar ooraegoeosa, Jrazil, capilao A.
ArpQsem, em lastro.
Alto marvapor ioglez Norsemaoo, comman-
dante Alameoo, carga Hob teiegrapbicos.
Pelotaspttacba noroeguense Roealie capi So'
G ndmao, carga \atios geaeros.
Mercado Municipal de *. .toi
0 moiment deste marcado no dia 9 de Fe-
vereiro foi o segonte:
Bntrrram :
46 bois' pesando 8 095 kilos
795 kilos de peixe a 20 rs. 1549 0
9 compart. com mariscosa 100 't. 4900
4 ditos com camaroes 100 rB. 4400
27 1/2 columnas a 600 rs. 164200
5 carga com galliohas a 500 rs. 24500
4 cassoaes com galiinbas a 300 rs. 14100
5 cargas com milho varde a 300 rs. 14500
1 carga com cebolinbo a 300 rs. 4300
Tundes qualquer manifestaco tuberculosa i Pr curai a fundo della e
iris neontral-o na syphili; so nao adquirido por vos, reprea otando ura
triste legado de voss^s antopassados. Tendes dores irradias ras porna8
nos bracos, no tronco, em todas as arlioulagd'es o.uii:n >. Nao precsaos d
nais nada pira fioardes convencidos do quo tendes era vos o germen fatal di
sypkiUs. Cahem-to os cabellos, os pa'.ljs do rosto, a poli j so enrug'i, orna-so
furfuracea, os unbeiros rnanifestam-seem Larga escala, o Rearis incerto
sobre a origem dossos malos : acreditai, p >rm, anda a sypkilis a g irad -
ra de todas essas manifestaces. Nos combates do amor, sahistes ferido;
nao porc lis tempo : ainda a sypAii a causadora do voss) mal presente c
futuro. Nem mesmo a innocente crianca escapa a cssa praga universal:
olla acaba de nascer: aprsenla maculas p do corpo, que, asimples vista o
aos ollios profanos, parecem casos de nonada ; p is bo.n : aind i urna ma-
n fostagoprecoce da terrivel cntidade mrbida; u a pobre crianca nao
passa de urnaheredt-sjrpAUtca. Asyphitis, finalmente, o Protbeu, quo, sob
todas as fonr-as o as mais extravagantes, so manifesa a transforma, tra-
zendoa hnmanidade todo o seu cortejo de drese incommodos. O quo
cumpre, pois fazer? Evitar o mercurios o arsnico, guj e6 o n condicos
muito especiaes podemaprovotar : o s lanvar mo dos depurativos vege-
taes ass'ciados ao iodo, nicos agentes quosabem alliar a grande eicacia
do seus effeilos a innocuidade relativa de seu usoeemprogo. No numero
dos proparados omcuja confeceo entram estos ngentes, oceupa inquestio-
navelmente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO D SANGUE.
Elix:rd3Nogueira, Sala?, Caraba e
raajaco ioitnrado
Eincazmenteompregado as seguintes molestias: syp/iilissob todas assuas
formas e manifestaces; escrophuhs, fstulas, rheumatismi, empigens,
boubas, bouboos, gonorrhas, ulceras, manchas da pollo, cancros venreos,
rachitismos. lros brencas, espinhos e dartbros. E cujas propriedades lm
sido ja preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre nos o
por proi'essres d..s mais distinctos das nossasSfaculdades.
DEPSITOS:Companhia de Drogas de Gimares Braga & C.
l'uma arvore do Mxico conhectda des-
de mni to seeulos pelos aborlgeaes, co-
mo remedio excelso para as iaferoidades
pulmonares. Essa tuagnilicii prepan j4o
curar a lossc dentro em poneos dias, e
is vezes em poucas horas; alliviai a as-
thma, curar a Irritada membiana da tra-
ebea e impedir BualtaenU) o deseQ?ovi
meato da liiisira. Ao contrario do lodos
esses Peiloraes e Xaropes feilos de 'ruc-
ias e oulras substancias acres e d'uma ua-
turesa duvidosa, ella nao cncerra em si
uenbum acido Prussico, e como igual-
neole nao contm oenhama mistara da
antimonio iogredienle osle, qu i abundan-
o mente se euronlra as prepan s da-
ijaellespor conseguinte o sea goslo nao
produz nauseas e suave gradavel de
tomar-se
Cora i garantid ;fi \
r?e-se quo os oomes Z i &
;. enhameslam| I is ni i I 1; -
ctales \:o pipel d i que serve
. i ioa ca l i irrafa.
A ha- e de venda era todas as ticas
e drogaras.
4 cantas com melancia a 300 rs.
3 1 carga com bananas a 300 ra.
12 cargas com diversas a 300 rs.
1 carga com batatas a 300 rs.
2 cargas com lonjas a 300 rs.
2 cargas coji macacbairas a 300 rs.
i cargaa com gerlmaos a 300 is.
4 cargas com laraojas a 300 rs.
40 carga com fanona a 200 rs.
50 cargas com milho secco a 200 rs.
11 cargas com fejSo a 200 rs.
65 lagares a 200 rs.
31 Suoob a 200 rs.
12 comp. com noineiros a 14000
9 comp. com seis- i*oe ?0O rs.
U comp. com fressaras; "W s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
70 comp. com fazendas a 600 ra.
49 comp. com verduras a 300 rs.
82 comp. com fariotia a 4M rg,
50 comp. r.om tainos a 24000
lU0O
*et)
3/600
4300
4600
460t>
4'00
1*200
8400
44U00
24200
134000
642*0
124000
64900
64600
234800
42400<
144700
32480D
1004000
3l540il)
2.4064 380
2.72I480D
Readtmento dos dits 1 a 8
Presos do da:
Carne verde de 200 a 14 rs. o kilo.
Salos de 900 a 14 dem.
Ca-nelro de 14000 a 14200 idem.
Faricba de 700 a 14200 rs. a caa.
Milho de 600 a 700 rs. a cnia.
FeiiSo te 14500 a 24000 a cala.
A'avos esperado*
Do Rio de Jaotlro
Logar porlugez Ujlao.
De Pelotaa
Logar cornegeeose Euwjld.
Pu acbo oacitnal Jsjme
Patacbo belga Emilie.
De Montevideo
Patacbo hollaniei Johaone.
Lugar iogle Cv.nnc.
De Cardiff
Birca noruega Gadroo.
Birca ooroega Uengal.
Barca ngleza Coldoon.
Birca ingieza James Liversey.
Barca aoraega V. da Gima.
De Londres
Barca norcega K'odos.
De Terra Nova
Logar iaelez Sombesn.
Lugar ioglez lioene.
Lagar inglez Tyree.
De Hambargo
Patacbo noruegoeose Edwird.
Barc allcaa Exma Ba ici.
Da Liverpool
Logar iaglet Fanny.
Vapore a entrar
Mez de Fevereiro
Beberibe, do norte, boje.
AtbeQB, de Balttmere, boje.
Pjriogaese Prlnce, do sol, boje.
Peroamboco* do njr'.e, a 14.
U .3, do sul, a ti.
Bellota, de N. w York a 15.
Rosario*, do sol, a 15.
Tbames, do sol, a 16.
Olioda*, do sol, a 16.
Iiaqoi, do sal, a 17.
Villa de Ratario. da Europa, a 17.
HervelioB, do sol, a 20.
Magdalena, da Europa, a 20.
Alagoa*. do nor:e, a 24.
'ega, do bdI, a 25.
Nord, do sul, a 25.
Vapore a ah
Mez de Fevereiro
Santos e e6C Paragoarsu, 13, is 4 horas.
Rio eesc, Pernamonco, 14, s 4 oras.
Geneva e esc, Rosario, 15. As 2 boras.
Santos e esc, Atbens, 15, as 4 horas.
Rio de Janeiro e esc. Slicv., 15, s 4 horas.
Europa, Tbames, 16 s 12 horas.
Maoaos e esc, Olioda, 17, s 4 horas.
Rio e esc,Vilie de Rosario. 1, s 4 horas.
Sol, Magdalf na, 20. s 2 horas,
lew York, Hervelios, 20, as 3 horas,
io e esc, t Alag at, 24, is 4 horas.
O Cognac Brazileii-o
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagera de custar
2S500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta 8$000 a garrafa, pelo menos '.!'.
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de-
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro-
Garrafa 2S500
Duzia 25SOOO
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des
peza.
Pedidos de 10 duzias mais 5 o/O de
descont.
VINHO
KIVIEN
Mais eficaz ainda do
que o oleo cr de
Figado de bacalhau
De gosto to agradaue
que as criancas
tomam-no com prazer.
INSTITUTO PHII.0M TICO
RA DA GLORIA N 33
Dirigido pelo
Bacharel -OLINTHO VCTOR
As aulas deste collegio estaro abertas do
d a 7 do corrente em dianie.
213:072 frascos do Pe
toral de Cambar em
trous annos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para os
Estados do Brazil 8:379 duzias ou
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetidao destes
algarismos.
Esta a melhor prova da eficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applicado, nao teria ta-
manha e to crescente acceitaco publi-
ca.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
Rhenmatlsmo
Declaro ter-me carado radicalmente de
fortiaaimo rheumatiauo, oom o ueo poi
algum tempo do doto remedio denomina
doElixir M. Morato propagado per
D. Cario, entendendo eu qoe o rete-
rido medicamento, o melhor anti rhearca
tico que existe, cu o onioo remedio que
cura rheusatiamo.
Elizari GargSo de Azeredo.
C'pivary.
AgenteB :
Companhia da Drogan.
Ra Marque de Orda 24
Braga, 12 d-JMaio de 1886.
Illms. 8ra. Scoit e Btwae,
Na uoinha dioica, tenho empregado com
admiravel resultado as affecc8.'8 dos or-
p5oa thoraxicos, e pprtioolarraente na
pbthisica pulmonar cemumptiva, e bem
aaur no eor vbulia^o e yxohatiaao, *
EmoUSo Se tt prep.rbHn com'leo e n
e>do de bsoalhao e hjpop'aophi:o d-
cal e i\.\.
Jo.- Joaquim Lnp<-s Cardora.
Cimmetjdiid'ir da Ord"m da OonjeicSo,
prCfe*8..r do Ljca aaioaitl de 8rea,
Madico-Cirorg > pela Eaoola Mdd.oo'Ji-
ru-giea d- Parto, etc.
No logar Batalha, (Pra^er^8) termo de
Muribec em dias de peraana passada
em urna easa enda habitam duas raulhe-
res e urn homeni appareceram as 7 1/2 da
noite tres individuas armados e entram
pela casaae:.tro; o dno da casa teniendo
tosse a! urna empreituda para si retira se
pela porta posterior, 03 tres des lmados
de facas em p'.inho f(ryam a mulher, j
se v que todos, e sahiram sem tei qu m
os contiv sse, as familias desse logar
vivem desde que deu-s esso facto apa-
voradas e amedrontadas teraendo a repro-
dcelo : foi couhecido um dos assaltantes
pela mulher.
riommaaica nos a carta abaixo qua
peblicamos leboai grradj, coqij 11 in no-
vo testeraunho em taver de un produ-
cto realmeue efHcaz.
l.lui. Sr. Champigny, >
19, ra J.ic ib, Parz.
Muito satiafaito ora o vinlio Labarrav
que, venio pedir-lhe o obae ju.o de man-
dar-me urna ca xa com (5 garrafas didle.
Minha mulhir t'j.ii-ji dado muito bau co:u
elle o deve continuar a lomal o iuda pjr
a g[ ni tempo.
Keeeba V. S. oa protestos de miniu
alta consideracao.;
Dr. Pavadeau.
19, ru:i Miromuil, Poriz.
de Margo de 180 .
--------------*>--------------
Ao (iiiblev o no coisiiui*rc
Chegando ao couhecimento dos
abaixo'assigaados, proprietarios do es-
tabelecimento commercial denominado
Pantheon das Artes, ra do Im-
perador n. 67, que alguem na cidade
de Palmares e em outros lugares tem
se inculcado ser representante do mes-
mo estabelecimento, e por nao ser isso
verdade, pois que dito estabelecimento
nao tem outros representantes alm
dos proprietarios, avisam ao publico e
ao commercio que nerdiuma transsac-
Co fagam a nao ser com os abaixo as-
signados, ficando esses irresponsiveis
por qualquer compromisso contrahido
por quem quer que seja.
Recife, 12 de Fevereiro de 1895.
Nogueira Ir indos
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaco com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando ) Peitoral de Cambar,
de Souza Soaref.
O agente Cot.panhia de Drogas e Pro
duelos Chimicos
Peudnla l'cnianibucano
iiniiiGtihiGUc
c Ra do Cabug; 5
Os proprietarios deste conhecido es
abelecimento tm a vantagem de offe
tecer nesta occasio aos suus disetin
i asimos amigos e freguezes a mais ca
rrichosa e elegante escolha de
do mais requintado gosto escruplosa
mente compradas nos centros Europeus
por um dos seus socios.
Em joks "om brilhantes, pedras
preciosas e a_'"-a fantasa relogios dos
aflamados faL icantes PATEK PHI-
LIPPE & C- J. LIPPETZ WALTHAM
etc. em ouro prata e nicke para se-
nhoras e homens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiracao de todos aquel-
es que nos honrarem com suas visitas-
a-------------
0 Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano los da Costa. [ Belm do
Para.]
Dr. Arthur Cavalcante
Tem o seu consultorio medico-cirurgi-
co a. ra Duque de Caxias n. 74 1 an-
dar, onde ser encontrado todos os dias
uteia de 1 s 3 horas da tarde.
ResidenciaRa da Imperatriz n. 11,
2. andar. Telephone n. 430.
Dr. Carueiro LeoMedico par teir o
consultorio e residencia ra do Livra,
mente n. 31, 1 e 2." andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n 35^5.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
'----------m
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
l.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem &
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n 287.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manhl. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
m&m\
afM^^U^Sf
Permitir senos-ha expender
ama palavra s-sbre as enfer
midades dos pulmoes e da
garganta.
Quando os puluiocs se chegam en-a
formar pode-se dizer que o doeote se acha
s bordas d'uma enfermidade incuravel,
e o primeiro passo dado om to plrigosa
siluacao losse. Torna-so pois da maior
importancia o atalhar-se a mesma im-
mediatamente. Se por accaso perguo-
tardes do que maneira isso se pode con-
seguir, promptamenle responderemos
coto o Peitoral de Anacahuita, cujo ex
clente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico succ0
Clnica medico-cirurgica
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,(
e volta de sua viagem, previne,
aos seus clientes que reside e,'
j tem seu consultorio aberto
si ra Baro da Victoria n. 61, l.*j
: andar.
D consultas de 1 s 3 horas'
'da tarde.
a Acceita chamados a qualquer!
Inora para dentro e para fra da'
k cidade.

Dr. Kunes CoinibraClnica Me
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
das 11 as 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e crianzas-. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
goledade n. 84, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
o :. :::::5 limabais
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde centinua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
1TASS
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
Pelo presente fac" public que, no dia
20 do andanto, s 2 oras da ta de, se-
ro recebidas nesta Secretaria propostas
para a reconstruccao de 16,0O correntes
de caes na Ponte d'Uch6a, na impoitan-
cia de 7:6858470, site contos seiscentos e
oitentae cinco mil quatrocentos e setenta

1

1

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.
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\(

reis, e para a construccao de um viadu-
cto na parta da estrada de Caxang, ar-
rorabodu >elas chiias do invern passado,
na importancia da 24 245S910, vinte e
qnatro coitos duzcntos e qmrenta e cinco
mil novccento e dta res.
As propostas deveui ser conveniente-
mente selladas, entregues em cartas fe-
chad; s, trazeivm recouhecidasas firmas
d s pioponentes e contcrem em termos
claros :
1 o pr.'co pelo cjual 82 propoem os li
citantes executar as ib as ;
2. os 1 c.u's do suas residencias ;
3.- provas de id ueidade precisa para
dirig-ireru o executarem os traballios.
Iiveirlo duaa ou mal- propostas em
iguakiade de condiyes, ser reerido o
concurrente <)ue mclhores provas de ido-
uei^ae offerec r.
Nao ser i ncceita3 as propostas que se
resentirem das i-efruintes faltas:
1.' As .ue excederem es procos do or-
Piar io de S^orMiambnco 1>rqa-feira 1$ do Foveroiro de I SOS
o
i-dital
Servico do vaeoInacSo
vaccinacSo
Por esta secretaria se faz publico que ^p
DKi p. 35
Di'.a a. 45
iu a 5t
p- D o r. 71
! 13 de Nuexbfo d. 71
Pr.ci 17 n. 4
im-i .o de Marco n. i i
o servico de vaccinaco e revaccina- i> a a ,g
cao contina a ser feito pelos commis-, Duque p dxis o. t8
sarios de hygiene nos respectivos dis- I {*u '' 40
tiictos e as horas e lugares abaixo' D'l,H' gf
declarados : Dlia t! 85
Pelo Dr. commissario do i distri- iOiu n. 31
cto na ra Larga do Rosario n. 34 (en- I JJ:Ja
trada pelo n. 36,) as quarta-feiras de yj.g ,"' Q,
s 3 horas da tarde.
Pelo Dr commissario do 2.* distric-
to na ra Direita de Afogados n. 10,
as quinta-feiras, das 8 horas s 10 da
manha.
Pelo Dr commissario do 3.' distric
to, em Olinda, na Prefeitura, ns se-
gunda-feiras, das iosi2da manha;
em Magdalena, na escola publica da
praca Joao Alfredo, as quinta-feiras,
das 10 s 12 da manha, e nos demais
Cb i a r.
li-l io
1) IJ) B.
Di a i,
Di .. B.
DllS 1.
;a Vic'oria n. iJ
48
50
9
17
47
ca meato ,
2 As que nao forera organizadas, de dias em sua residencia ra do Vis-
1 o presente tditul ; conde de Goyanna n, 173, das 7 s 8
3.* / s que se basearcm sobre precos horas da manha.
depropostade nitro con^ureute; 1 Pelo Dr. commissario do 4.' distric-
4.a As que fure.ru firmadas por pessoas o na ra do Visconde de Goyanna n.
qu tveram j deixado de canprir con- 187 (junto a estacao do Manguinlio)
tracti s celebrados com a axtincta Repar- nas quinta-feiras, de I as 3 de tarde.
1 da Obras Publicas ; Pelo Dr. commissario do 5." distric
5.* As de concurrentes que nao ^e_ tor em Caxang, nas quinta-feiras,
recam as garandas e qualidades exig-as das 8 s 10 da manha, em casa do pro-
no presente edital. 1 fessor Macedo, e na Varzea em casa do
Cada proposta versar sobre urna das;Dr. Souza, n. 22, alternadamente.
obras a c< ntractar e dever trazar no in- j Secretaria da Inspectora Geral de
volucro :* declaracao d'quella a que sej Hygiene do Fstado Pernambuco, em
ref-rir.
Neuliumn proposta ser acceita sera
que o proponeute aprsente recibo que
prove baver depositado na Thesouraria
da 3.a Direct ra, importancia correspon-
dente a 5 "jo do valor do orcaraeuto da
obra que se propuzar executar
O proponente que tiver proposta esco-
lhida e se recusar a assig ar o contracto,
perder diroito a caucao cima exJgida
Os orcamentns e plantas dos trabalbos
de que trata o presente edital, acbam-se
nesta Repartilo disposico dos propo-
neutes, que podero .xaminal-os das 10
horas s 1 da tarde.
Secretaria da Industria, 6 de Fevereiro
de 1895.
Jcsi. Rodrigues Saldanha Jnior.
Director Geral.
_ De ordena doDr. eot-prefelj fox-it oobli.
co a qomd lalereesar po^a, qoe do u 11 do
co'-eae so ibmo ou. i' a p-?ca capola di
pacido Ctoc hj MtDiC.U, p>ra pagamento
das d'8:*sa8 om bod* q e fji api>'*iien cal i-o 2o diciiis'o iia Graca. .
i, Dito bode qu^ (e acba deposita io na Muan?,
em casa do S.BH o de Laaa. sera entren" a
quem mais der, ce a o acio da arrematlo l*'
se ao eseotar o refpe-.Mvo dono para pagar as
mencioD^das de'p'zas .....
Secretaria da pref-uora Mnolcipal do Recite,
7 de Fevereiro de 1893.
0 secretario.
J aquim lo^ F--rre ra da R cha. ^
<.\iiiiitsi<> Pcrnambucane
Pela secretaria do Gymttasio Pernam-
bucano e de ordem do illastre cidado
Dr. Regador, se declara aos pais de fa-
milia- e a quera mais interessar possa,
que continua aberta a matricula at 31
de Margo vindouro pa quem quizer es-
tudar as seguintes disciplinas :
Lingua portugueza
Dita latina
Dita franceza
Dita ingleza
Dita allemil
Dita itaJ1""".
PhilosopL-.
Geographia
Historiado Brrzil
Historia Universal
Aritbmetica
Algebra
Geometra
Trigonometra
Historia Natural
Pbysica e Chimica
Escripturasao Mercantil
Desenho
Msica
Instruc?o elementar..
Nenhum estudante poder matricular-
se sem que previamente exiba attestados
de moralidade e conducta es olar, firma-
da por professores, cujas aulas frequen-
taram, e pagarao 68OUO de taxa durante
o anno lectivo pelo estudo de um s pre-
paratorio, 95000 pelo de dous a 128000
d'ahi por diante ; os alumnos d'aula pri-
maria nada pagarSo.
Continuam validos, para a matricula
nos cursos superiores da Repblica, os
exames faitea no estabelecimento nos
termos do decreto n 1,389 de 21 de
Fevereiro de 1891 e aviso circular do
Ministerio da Justina e Negocios Interio-
res de 28 de Fevereiro de 1893.
Secretaria do Gymnasio Pernambucano
6 de Fevereiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernatides Qnintella.
26 de Janeiro de 1895.
Apollinario A. Meira Hcnriqucs
Secretario.
O Guarda mor da Alfandega, de ordem do
Illm. Sr. Dr. inspector convida aos
cidados abaixo mencionados inscrip-
tos para o concurso de guardas a
comparecerem nesta Guarda-moria no
dia 14 do corrente s 10 horas da
manh.
Antonio Leopoldo de Paula.
Antonio Mendes Lopes de Mendonga.
Antonio P..blio Martina de Almeida.
Antonio Ribeiro de Araujo.
Antonio da Silva Ferreira
Balduino Ribeiro Gomes dos Santos.
Christovo Feitoaa Breckenfeld.
Elyzio Ferreira Martins Ribeiro.
Ermirio Augnsto de Souza Lima.
Henrique Soares das Meces.
Joao Baptista da Silva Manguinbo.
Joo Cancio da Cruz Ribeiro.
Jos Antonio Luiz.
Lu;z Gonzaga Mendes de Azevedo.
Luiz Goncalves Torres.
Luiz Mximo Pereira de Araujo.
Manoal Goncalves Torres.
Manoel do Nascimento Lobo.
Manoel Hortulano Alcanforado Muniz .
Miguel Breckenfeld.
Miguel Archanjo de Araujo Motta.
Naturcio Pellico Muniz de Almeida.
Octaviano Cordeiro Coutinho.
Rodolpho Sodr da Motta-
Sebastio de Lima Mendes.
Symphronio Augusto da Silva Filho.
Tiburcio Valeriano dos Santos.
Vicente Ferreira Rio Lim.
Luiz Nicomedes Sobrinbo.
Alfredo Geraldo Thimes Pereira.
Guarda-moria da Alfandega do Estado
de Pernanibucc,12 de Fevereiro de 1895.
O guarda-mr,
Gama Malcher.
DECLARARES
Alfindegn
Aforsmento de Ierren de ma-
riaha
De crdem do Sr. Dr. inspector deeta
repartido s publico, qae tendo Jos
Rodrigues Pinto Ferreira, reqaendo por
aforamento o terreno de msrinha dev< lato
anneao a sua fabrica da agurdente, sito
a roa da Estaeo da fregeaia do Atefe-
Hos desta oidade, s5o chamados nest
Alfandega os que foratn oppcstos so refe-
rido aforamento, afio de requererem pre
fereneia o o que jnlgarem a bem1 de eeu
direito no pra.0 de 30 da., qne lhes fica
marcado, contar da publicacao do pre-
sent; ficando deede logo soientes de
que, lindo o m- amo prazo nenhuma re-
clamecBo ser aceita.
8eccSo da Alfandesa de Pernambu-
er-, 16 de Janeiro de 1895.
O chefe de teSS'1,
Clito Vaterino Pereira-
1
Edital
De ordem do Dr. Sub-Prefeito faz-se
publico que tendo de entrar em con-
certos a ponte de Santo Amaro que
d passagem para o Cemiterio, fica n-
terrompido o transito at que sejam
elles terminados.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, 11 de Fevereiro de 1895.
Secretario,
Zoaquim Zos Ferreira da Radia
Recife Drajnage
Relaco dos cooceitos feitoa dos apparelbos da
Ccmpaoiij Recife Drayaaee, do mes de Jaaeiro
do ctr ruto anao, de coo ormidsdo com o artigo
l do contracto e % t- do artigo 15 do regula-
meato de 1S de Jaoei'O de 1872.
F egceiia do Recite
Largo da Alfandega D. ( 4/1(0
Roa Ma quti de Olioda 0. 2 4i00
Dlie D. i9 idim
O ta n. 26 10*330
Dna D 58 5*850
Dita n 58 4*210
Dita o. 58 4*100
Da o C0 1*750
Dita 0.60 5*85(i
D tan. 21 2i2R0
D ta n. 47 6*330
Dta n 61 7*470
BomJesoeo.52 7*s<0
Dita n. 11 1U9 0
Li a 0. 81 4*100
Dita o. 53 10*350
U'jmmtrcio n. 32 4*100
Dita n. 40 2*i0
(Gsa dos pratico?) 4*2 0
La go do Corpo Santo n. 2 4*220
Dita D. 11 4*220
ita n. 19 4*100
Ra bUpo Sardinba n. 2 4*100
Dita Tbom de Sonta 0.2 4*100
D;ta Viga-10 Tenorio n. 10 4*t00
Dta n. 24 4*250
Dita n. 13 36*lt0
D tan. 21 12*830
D.iao.23 00
Oia Bar reto de Hfiiezes D. 4 4**09
D ta Man B.rros o. 4 i*100
Dta 0.9 4*100
Da n. 49 4*1(0
Troveesa da Madre de Dos n. 6 4*101
Rja do Am rimo. 16 24*2:0
Dta n. 15 4*U0
Cjmpanbia Peraambocana o. 30 230
L.rgo ua Assembla n. 4 13*850
Roa M.dre de Dena o. 36 5*850
Dita n. 38 7650
Roa Do iigos los Mart na 0. 28 4*100
D ta n. 92 4*100
Diian. 126 4*220
Travesea Domingos Jos Martina n. 4 4*100
Bita aiitigo Porto o. 8 4*100
Dita a. 8 4*100
R Dita o. 15 4*100
Diian. 17 4*100
j u D. Mara Cesar o. 34 4*100
Dta 0.19 4*100
Oita Visconde de Itaparica n. i 4*100
Dita o. 34 35*300
Pb.roL n 52 4*o
Dita D. 52 4*100
Areial 0. 16 4*100
Praca do Cbaco n 18 4*1C0
Dita o. 7 4*100
Roa Sao Jorge a. 4 4*100
Dita n. 74 5*8f0
Dita a. 94 4*100
Dita o. 17 7*176
Dita n. 35 4*100
Dna r. 63 4*100
Dita p. 93 10*350
Dita Vital de Oliveira o. 2 9*9f0
Olla D. 1 ?n
Secco Pascboal 0. 1 4*.oh
Raa Gaararspes n. 74 4* (00
Uita d. 25 4"0t)
T ve>"8a do Occidente 0. 10 10*350
Praca Tira-Dentes n. 7 5*970
Ha Birlo do Triompbo o. 6J ,3'o*n
Largo do Arsenal (app. poblici) *830
Fregoezta de Santo anteojo
Roa 15 de Novembro d. 14. 17*190
Ha D. 52 55C
9*9 Sooledado dos
6*470 .
cuanicos e
Artistas Slecha-
Liberaes de
Pernambuco.
De ordem do Illm. Sr. capito Jos
Antonio Vieira da Cunha, director da
convido aos Srs. socios ase
reunirem em Assembla Geral extracr-
4*i00
24*5 0
4* 0J
4* (0
C*l
4*iO!Sociedade,
titCO
'diara, nos dias de terca e sexta-feiras
as 6 1(2 horas da tarde, .na sede social,
afim de continuar a discussSo dos Esta-
tutos.
Secretaria da Sociedado dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes, 8 de Fevereiro
de 1895.
O i" srcretario,
Gaspar Antonio dos Reis.
31*5 0
8S8JO
6*75.'
3*80
4*^00
3E*8-"0
2*250
2*50
li.i.O
36/160
4*U0
4* 0i
4* C0
7*9SO
4* (0
4 *>'.'(
4*1 l
4*100
34*12
9*7:0
4:tn
4-1-0
e*':o
8*100
4*100
K'fM
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87iO
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12*8<0
13*530
4*t(C
4*t<0
42*100
4*H0
2*ir.o
7j 2.jt
7*9O
i. 10
5*8-0
*33>
9*99-'
5*85c
14*t7
4*l0i
4*1 10
41* 20
8*4 0
4*109
4*I0
97*-SO
4*740
4*100
26*750
4*1'11
2*250
4*100
4*1UU
4*100
4*10J
17*85
35*850
2*J50
5*850
32*750
58*210
28*820
12*650
42*440
4*K0
20*460
D.Ij u 67
T hldMiisifl i. 13
D ia n. 1
L rbBBctrai o. 14
". a i. 17
. 11
ila D. 21
Du n. 27
rrateua 00 Qj-ui^io d. 1
Da a 1 ;. n. 2
D;la n. 16
Praca do Ua So de Lacena d. 8
D,u 1: 49
Iu L. a do Rosario P. 10
la u .0
Dr. Fc.U:a o. 2
Dna e. 18
Dita u. 30
D.u d. 30
D ta airo
Dita D 40
Olla 11. 43
PrsooKC Jatiniho r. 25
D.U D. 25
Juo co li.-- o 0. 44
Loa c'o Carvtlao n. 11
Daa n. 21
Ra do Co selheiro Peretti o. 23
t-r u lio =l-botcj 11. 8
Ra do fijaeral Abrea e Liza o. 18
P-dro I?j u. 16
Dita mu
T-avrs8a das Flores D. 21
Ra Pauliuu Camaia os. 28 e 30
Diu 0. 21
Da o. 25
L<:rgo do Carino d. 24
Dua o. 7
T-avesia do Cirmo 0. 16
Travesea da Bomba a. 2
Ra do Fogo o. 37
Livramt-oto o. 39
Ra aa Penban. 6
Dila o. 3
Visccnde de Iabeaa 0.22
Di a n. 26
P loaeira trava.-ea da P aia D. 7
R'ia Marcilio D a^ o. 32
D la o. 40
Dta o. 61
Licaa Valentinas o. 1
Co.ooel Suassoiia |>. 70
iola Tbrreza n. 50
D'.ia 110
T- Cus Bareto 0. 20
Travesea da Coacoraia o. 41
Raa Felippe Camaro 0. 71
Ma qaes do tierral a. I i
Dita o. 28
Dita o 29
D u n. 79
Fregoezia de S. Jos
Raa Marcio D.as n. 112
Dita n 127
L mas Vdieatioa* n. 100
D ta o. 39
Coronel SoaaBUoa o. 47
Dita o. 83
Dita o. 119
S. Jlo o. 10 A.
Dita o. 6
Da n. 55
Felippe Carnario 0. 86
Di a o. 83
Dila n. 85
M rquc doHerval c 98
D.ta o 185
DiU n. 207
Tubus brralo n. 43
Passo da Patria o. 12
Viaal de Megreiros o. 18
Di id n. 30
Dita n. 40
Dita 0. 71
Dila n. 74
Dita o. 74
Di a n. 156
D.ta o. 202
Oita o. 101
T-avraaa do Prata o. 0
Roa Domirgos Tbeotonio u- 12
Dita o. 16
D.ti o. 21
Padre Fiuriano o. 42
Dita o. 9
Dita n. 17
Cnristovao Coloxbo n. S
Dna n. 3
Dna do Forte ? 11
Santa Cecilia o. 8
Sania Hita c. 6
Dita o. 23
Padre Mooiz c. 30
D.ta o. 48 A
D110 o. 58
I" becco da roa Nova de Santa Rila
D. 13 4* 00
S. Je s a. 4 4*100
Travesea de S. Jos c. 5 5*85n
Travessa do Peizoto n. 78 2*25o
Raa 89 0. 29 5*850
Traversa do Lima o. 3 5*850
Roa Ldiz de Meodooca o. 38 5*850
L rgo do Mercado (Mercado Poblico) 12*700
Largo do Forte (Fortaleza de Cinco
Pomas) 12*300
Freguezia da Eda-Vista
Hoa da Imperatriz n. 16 5*8 0
Da n. 34 4<00
Dita u- 62 4*100
Di a o. 88 58C0
Pr ca Maciel Pinbeiro o. 14 4* 00
Dita n. 18 4*iG0
Di a o. 18 9*340
Dita o. 30 31*7?0
Raa Viscoade de Albnqae-qoe n. 1,9 10*360
Vis'onie d Rio Brauco o. 3 9* tu
Dita o. 19 4*100
Antonio Carneiro n. 82 4*i00
Dit3 n. 116 4*100
Conde da Boa-Vista n. 1 3*000
Dl>a o. 41 8*870
Racboilo o. 32 5*8:0
D.ta n. 23 4*10)
Sanate 0. 2 11*430
D a o. 4 44 00
V.scoode de Camaragibe o. 14 41(0
Dita n. 27 g92o
Dita n. 53 15*850
Dita o. 53 5*240
Carnario 0. 13 5*850
nosario a. 34 196*260
Gervasio Pires 0. 48 4100
Travesea de Gervasio Pires n. 16 8*2l'0
Roa da Intendencia n. 3 8*7(0
Praca da Saata Croz n. 24 4*100
Roa dos Coelbos o. 16 9*830
General Sera o. 15 4*100
Mac el Moa eiro a. 9 5*830
Bario de S. Burja 0. 51 A 28*260
Recife, 8 de Fevereiro de 1895.
I. F. MackiDlosh,
Gerente.
O LO\DOI li KRIXIIJA
l!l\K lilllITED, pelo prese =
te, declara a queaga pos^a iute-
ressnr. que do di:a fl de Feve-
reiro corrente eni dtuute, e at
segunda aviso, siito abonar
mais juros, sobre dinberos
depositados cin cuntas corren-
tes de movinientos.
Recife, 6 de Fevereiro 1S95.
Gerente.
\V. H. BILTON.
i
< o ni mutila ^ramatiea Italiana
Tere -feira, 12 de Fevrcir-j de 1895
PRESOS DO COSTU.ME
Bonds para todas as linhas, trens para Apipucos voltanco pelo Arraval
a para Olinda. '
Principiar s 8 boras
ako
Pernam-
buco
SSo CO'.viiaios ds S-B. accionistas a vlrem
rece er i o din 1 de Fevereiro em c'iania o 10-
dividendo d, eoas ac^s. na r.izao de 10 0/0 ao
noi>, ou 20*000 por a cao, ttrfespon-ient'e ao
-e-i-estre tiado em 31 de D^miro p'oximo
pstnde.
Rjci'e, 25 de J.:e:ro_df 1895.
O i'ecreiarin
Antoni; F. P. deCarvalbo.
COMPANH.'A
i)e Servicos Martimos
de Perambueo
Dividendo o. 6
De cr.'.f m da duec-orii coavido os Sr?. accio-
nistas a virem receoer, do dia 1 de Fevereiro
eco diaote. o 6' dividendo de fu,a accOes. na
razao de 10 / ao auno, oa 5*000 cada accSo,
correspondet te ao 8fm(6tre udo eta 31 de De
tembro do anno nltlmo.
Rice, 28 de J neuo de 1895.
Francisco de AB3J8 Cardoso,
Dir.'Ctor dinociA.
CIRCO PEBV k COELHO
Essa Coinpanbia Eqnestre da Capital Federal
ein oxcurso pelos Estados do .\ore(.
Hoje nao ha cspetaculo para dar lugar a um bencicio no
Theatro Santa Isabel
QIARTA-FEIRAEXPLENDIDO ESPETACUL0
Cadeiras
Entrada Geral
Pitaos
35COO
1000
Por especial favor o.s_ bilhetes serSo vei.didos no HOTEL COMMF.RCIA.L no di?
dos espectculos at s o horas da tarde e depois na bilheteria rio Circo.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N. 5
O adaioiatrsdor fai publico para conbecimec-
to dos Btfressados que, dentro de irlota dias
ofets esotados de 11 do correte, se erTectu>da
ii'iS a reparticfto a a-rei'adacio a bucea do cofre
da-ccntrieoicSo devida pelos gervicoB da Racife
Drainate Coapaoy n-l^-tivameole io 2." semetre
6*BS do eiercc de t89*-
4*100 Rece edoiii. do Estado de Pernambuco, 6 de
8*150 Fevereiro de 8"5-
.'.Moneo de Alboqaerqoe Millo Jaoior.
10*350
7*918
4*100
30*200
4*00
3I*)00
13*970
5*b5'J
6* 5
5*350
19*690
4*100
6*170
2*230
4* i O)
2J*210
5*850
19*3.0
11*100
6*330
4*^00
12*160
4*100
4*100
6*850
4* 00
10*350
14*090
16*450
E*850
4*100
4*100
3*750
6<0
10*350
8*400
4 870
8*240
22*350
9*400
4*H0
14*340
26*750
COMPANH1A
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posic&o fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Receita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.000
De juros 155.000
Agente era Pernambuco,
Boxwell William &C
Gompanhia
DE
Fiaffo 8 Tecidos de P(ro&mbueo
Dividendo 23
Sao convidados os Srs. accionistas a recebe-
en o dividendo do odimo semestre do anno
lindo, a rai) de 10 0/o ao anoo, equivalente a
6*000 por accao, no esciptorio da compaobia, i
.oa do Born Jeeos o. 42, 1- aodar.
Rec.e. 1 de Fevereiro de 1895.
O director searetaria
' loao de ymorim.
Oompanbia Ferro Car*
ril de Pernambuco.
Aviso
Amanh sero executados os concert!
de que precisa a parte que da passagem
para o cemiterio, sendo por isso interrom-
pido o transito por dita ponto.
Recife, 10 de Fevereiro de 1895.
Felippe de Araujo Sarnpaio.
Gerente.
COM PANHIA DE ~~
Fiacao e Tecido? de Per-
nambuco
Acbam ee a disposico dos Srs. acclonlstis.no
es^rip'orlo da compaobia. confeme diopOa o
Art. 16 do decreto de 17 de iaaero de 1890,
Copia dos balunc :9.
Helacao nominal dos accionistas.
Lista das transferencias de aceces durante o
nno.
Recife. 28 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Joc Joaode A
AMPO
DO
Projecto de inscripeo
Para a 28/ corrida a realizar-se no domingo,
3 de Marco de 1895
i.
A. GL*. do Gr.\ Arch/.
do Un.'.
Sob.-. Cap.*- Conciliario
Convido i todos oa Ornaos capitularos a cj-
airem se qoarta feira 13 do corele mez. s 7
oora da nonte, aflm de eltectoar ee a e'.eijo
doa novos foncciooarlos.
Recife, 7 de Fevereiro 189.*.
G.-. J.-. M.-. Gr.-. 30
Artb
2.'
3.'
4.-
5.'
6.-
London & River
Pate Bank, Li-
mited.
O London fy Ri-
ver Pate Bank, Limi-
ted declara quedes-
de o dia 15 do cor-
rente mez, nao aboaa-
r mais juros sobre
depsitos em
corrente at
aviso.
Recife, 1. de Fe-
vereiro de 1895.
Pelo London & Ri-
ver Pate Bank, Li-
mited.
1. EM?,
Gerente.
conta
novo
PAREO- Hippodromo do Campe Grande -1.609 metros. Handcap.
Animaes da qaalqaer paii. Pbbmios: 500iJOOO ao primeiro, 1000000
ao segando e 505000 ao teroeiro.
Pe80S=Maxin!0 70 kilos ; mnimo 40 kilos.
PAREOImprensa Pernambncana 2.200 metros. Handcnp^ Ani-
maer de Pernambuco. PBBHios: 1.0000000 ao primeiro, 2000000
ao segando e 100.000 ao terceiro.
PesosMximo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
PAREOAOS Sportman950 metros.Animaes de Pernambaoo Premios:
300/J0CO u primeiro, 600000 ao segando e 305000 ao teroeiro.
Art 5o Jirpe, Debiqoe, Nababo, A'entureiro, Bismark 2 Triompbo, Feniano,
P ramn, Pla'So, Pyrilampo, Camora.
PAREOAos Azarl tas 1.800 metros.Handcap. Animaes de Per-
nambaoo. pkkmios : 6001000 ao primeiro, 1200000 ao segundo e
G0JOOO ao terceiro.
Art. 5.Os do pareo soi tSportmer. e Tado, Ida, laarity, Torco 2. ,
Fu maya 2.a e Furioso.
PesosMuimo 62 kilos ; mnimo 40 kilos.
PAREO 3 de Mareo -1.2C0 metros.- Animaes do Pertambooo. PbbmiOS:
3500000 ao primeiro, 700000 ao segundo e 351000 ao teroeiro.
Art. 5.*Os do pareo A-s Aiaristas e|Beija Flor 2', Patchouly, Malaio. Ber-
ln, Oublio, Masoolte, Mendigo, Ganmpeiro, Ybo, Gsllet, Palhaoo,
Vmgador, Pbaiiseu, Pirata, Fortaleaa, Irmilodio, Conquistador, tTe-
no. 2.*, Qaboleto e Hirondelle.
PARLO Trilhos Urbanos 900 metros. Animaes de PernamLuco.
pbbmios : 3000000 ao primeiro, 60J000 ao segundo e 300000 ao ter-
oeiio.
Art. 5.*=Os do psreo 3 de Margo e Malanga, Nareiao, Touloo, Carauns,
Te.moBO, Frontn, Metrpolis 2-, Prusiiano, Galoleto, Tslispher,
Erna, Timoneiro, Vinganca, Cingo, Pigmeo, Grataoo, Mono,
Baraiho, Abysm1, Faait), Dictador, 8aos-SouciJi, Hugnotie, Tali-
cier, Tiberio, Ti.py 21, Alk-Stoper e Bthory.
PAREO Anlmaeo 1.2C0 metros. Handcap. AnimanB de Parnambuco.
pbbmios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 000000 ao ter-
ceiro.
rt. 5 __o8 d0 pwreo Aos Asaristas menos Manrity, Turco 2.' e Tado .
PeSOSMximo 64 kilos; mnimo 40 kilo.
PAREOConsolac5o=l.250 metrosAnimaes de Pernambuco. PpbmioS:
3500000 ao primeiro, 700000 ao segundo e 351000 ao terceiro.
Art 5 Os do parao 3 de Margo e Malange, Narciso, Caraana, Teimoso, Pe-
tropoli|2-. Frontn, Tojy 2, Gah'o'eto, Talisiher, Cingo, Pigmeo,
Gatuno e Bathory.
PAREO Conclnso1.200 metros. Anjiaes de Pernambnco que nSo te-
nham ganb.> no Derby. Premios : 30C$000 ao primeiro, 600000 so se-
gando e 300000 ao terceiro.
Art. 5.-Oamors, Hirondells/Beija-flor e Irmilodio.
Qbservacoek
Nenham dos parco contar vctoru.
Somente pagarao a respectiva ioscripcSo no pareo Hippodromo do Campo
G.-ande, os animaes que obtiverem os 1-, 2 e 3- premios.
As tab lias de pesos a serio coneccionadsp depois da nsoripsao e os Srs.
proprietarios que nao ee o nformarem ocm ellas, podhrao retirar os seas animaes at
24 Loras depois de publicadas. Findo esse praio s ser admittido o orfait.
S serao considerados realisados os pareoj Imprensa Pernambuoana e aos
Amistas se ioEcreverem-se e correrem 6 animaos ce 5 propietarios differentes, para
es demais exige-se que se insore-fam e corram 5 animaes de 4 proprietarios tfcff*
O psro Hippodramo do Campo Grande realisar-se-ha com 3 arimaes de 3
tropretsrios differentes. '*.._ 3
As inscripcSes dos piraos de animaes de Pernambuco serao pagas em duai
prestaos iguaes; sendo a primeir* no seto da inscripeo e a segunda at o da,.26
ocerrene ^^^ encerrar.e,ha na quarta-fera 20 do crrante s 6 li2 horas
daUrde*A proposta que 080 eativer aoompanhada da resoectra importancia
ser ,ldagecreta.a d( Hppoarom() do Campo Grande, 8 de Fevereiro^de 1895.
O secretario,
Augusto Silva.
COMPANHIA~
1.a
8."
9.
nao
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernambu*
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA. DO VIGA.BIO N. 1, 1." A.NDAB
. t Directores
BarSo de Souza Leo
Thomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
Exploradora de productos
calcreos
Cbamada de capi.l
Po: deliperagao daaeeembla geral exirsordi-
naris, reooida em 28 de Desembro pruxlno
paseado, convido os Srs. accionistas, tanto da
primelra como da segonda serk- do capital a
realiearem 10 0/0 oo J0000 por acc.ao, cerres-
pondenle a nona oltima entrada do capit .1 qae
subcreve-am, dentro de 30 dias, a contar de-
boj*, no e'criptotio da compi.nbia no caes do
Apollo o. 73, das 0 ia S boras da tarde.
Recife, 7 de Fevereiro de 1895.
Rodrigo Carva'b.3
Secretarlo.




r^




-.. m -....

Diario de Periiaubuco Ter^a-feira I $ de Fevereiro de 1&P5
PUADO
PERMBIJCANO
2.
3.
Art. 5.
Pesos-
4." PAREO
5.
['Finca Liae of Sl^ii-ers
James Kuott, Newcastle-
ou-T\n<
Llcli i regular enere os Esta-
dos-U^ido?, B.azll e o Rio da
Frata __
Prrsea eme H-3
nrorwkv nef t>
D""lo seguir. 00
ii 14 do cr-
rante pa-a
tmitm,
PaOJKCTO m NSC8ITC0
Para a 11 .a corrida que se realizar no da
17 de Fevereiro de 1895
].. PAREO -Prado Peraanbacano1.700 metros. Haodoap. Ammaea
da suahn-r pm/. pasmos: 500'v.O0 o primeiro, 100(5000 bo se-
gundo e SOfOUO ao terceiro.
Pesos 0yp*', 70 kJoa; D>rotby, 60 kilo ; Ga*y.n;*, 56 kilot i Petropos e
Apollo, 50 k-.loe cada nm ; R .damos, 4okoa ; Diar dilho, 40 kilos.
PARSOAnima;-850 metros. Aromaos de Pac) qae c2o te-
nhi.ni ganho em distancia aop*ricr a 900 metros en 1894. PREMIOS :
2535(00 so primeiro, 500000 ao Rogun !o e 25^000 ao teraeiro.
Art. 5 Nib b> e Avvntuteiro.
PAREO-Impreosa 1.400 me^roa. H ndcap.- -\nimees de P^raambuco.
PMMI08 : dOCtfOOO ao primtirc, 601000 ao egundo e 300000 ao ter-
ci iro
Da do pareo AniroocSc e mais Tr umpho e Bisroar. k.
-'Jamors, 56 kilos PiutEo, Piramon, 54 kilos oad nrn ; Pyrilampo
Ida e Fenian?, 52 kilos cadaum; Furioso, Famaca 2.* e Tudo. 50
k-oB cada um;e os demtia 45 k'lcs c da om.
-I erby Club 1.50) mettos, Animas da Pemambuoo- premios:
4008UOO ao primeiro. 8C0OJO ao segundo 400000 ao terceiro.
Ait. 5. Oj do p*reo Imjr nsi e mais Camore, PlatSo, P.'ramon, Pyrilampo,
Ida, Ft-ano, Furioso, Fumac 2.*, Tuo- e Hrondelle.
PAREO ~ llcpudromo do Campo rande1000 metrosAnimaes
d- foroambueo. Pbemios: 251*003 ao primeiro, 500000 ao segundo e
2500(10 ao terceiro.
Ari. 5. O do paro Derby C ub, e ma^a Turco 2. Pigmea, Yoo, Gllete,
B Patchooly.
W|M>rtman 850 metros nimaes de Pernambuco. premios:
2ol-8005 o jr'.tBdir ', cO^GO.0 segundo a 2550CO ao teroairo.
- -Oa do pareo Eippoc'romo do Campo Grande e mal Teimoao, Irmi
ludio, Vmgador, Jonquiatedcr, Palhaco, B* ralbo, Tener 2.', Batury,
Ciogo, G.lioleto, Bcriiro, Tibrio, PhariBea e Malange.
PAREOE'timuiO 800 MtvesM Anuases de Pdirn^mbaeo. PfiEMlOJ :
.2505000 ao primeiro, 530(00 ao segundo e 255000 ao terceiro.
Art. 5.-'Ja do pareo Soortman e mais Dictador, Gatuno, Dublin, Fortales,
Topy 2.-, Sans Sooei, Hugoeaotte, Mour, Vinganga, Timoneiro,
FrcntiD, GodMornicg2.-, Viva, Abytmo, Coloaso, Garana, Bocca-
cio 2.', Potropolis 2. Fausto, Pruseano e Pirata.
8.-PAREOConsola?o-800 saetro3=Animaes de Pernambaco qae nSo- te-
ih.a gacho f ramios nos prados d- Recifa, contando ou nEo victoria.
Pbemios: 2505000 ao primeiro, 505000 ao segundo e cflOOO ao ter-
ceiro.
Observacoes!
Os paieos Imprecas, D-rby-Club, Hippodronco d> Camp.o Grande n5o con
tarae victoria, e neohom dos pare a ser considerado rializado sen que corram e s
icscrevar 4 aosmees de 3 propnetarios ditTereotes.
A prtposta que n5o estiver companhada da respectiva importancia nao sera
lid.
A nscripcao eccerrar-se-ha terga feira 12 do corrente s 6 lj2 heras da
noite na Sac etaria do Prado, ra da Impaiatriz n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Pradc Pernambucana, 7 ie Favereiro de 1895.
SBUVINDO DE SECRETARIO.
C. Abren,
CAEGEIHS EUKKS
Companhia Fraaceza
he
vapor
Havre, Liab'K-j
Rio de Joein
LEILOES
Lerao
6
7.
PAREO-
Art. 5.
Baha, Bio da Janeiro
e Santos
0 YAFCK I? GLEZ
Crele Priace
Tem optmwi acc'm.vda55s para pasBa
gairo e lluminado 1 ia etectrieo.
Pa-a paofagecs t:a'3-se cora 03 cocsipnaia
rica
Johnslon i ater e Comp.
Pa do Commercio n. 15______
Lh-j| Braz'leird
'O VAPOR
Pernambuco
Commandanto Macedo
pJJlil'US DO NOliTl
E' espe-fo tos portrp
do co- e al o dia 13 tc
e5- conecte, 8egoindo tepois
para 18 pori03 --o su!.
O VAPOR
Espirito Santo
Commenda^te Flcrindo Dias
E' esperado dos
rcrlos do buI t*
o da l* do cor-
rente e seguir
para es t ortos do
norte no ria rum^di .U> ao da ch^gada.
As eocoiniaeoda sero rtcabiaas ai(5 i ora
da larde du dia Ja sabida, no trapiche Barooaa
Caes da Comp -nhia Peraarabcana n. 4.
Aos Srs, carrepadjrea pedimos a soa atieogao
p?ra a clausula 10* Jos cjoneciaietos que a
eeRoioie:
No caso de baver algutxa reciarosgao comra a
companhia por vanas ou perdas, deve 6er feia
por escrip-o ao skpd e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das afola de flnali-
sada.
Nao precedendo es'a forxaitdade, a corepa
oh'a tlt-a ieenxa de toda a r..eponsabil!?ade.
As passppenq sao liradas no mesrna escripto-
rio, at as 2 1/2 horas da Urde do da da sabida
do vapor.
Atiengao
As passagens pagas a bordo cusam
mais 15/o
Para Arca, passagem, encoaanicndas e valo-
res trata-se como
AGENTES
Fereira Cameiro h G.
6-BA DO COMMERCIO- 6
| andar
Licha rogultr eotie o
Perismbuco, B-biu,
e S'-tos.
O vapor
Vle do R- sario
COMUANDANTE DANIEL
K' esp?rs(io da
Fn'tpa a' o da
i do corrente, e
is'-iiuT depoe
Ida iodispensave!
demora para
Maceio, Baha, Rio i ro e Santos
R.ijH-s? co Sra Importadorea de car?a palos
var>or'-s de.-ta Imba, qnefram spresentar don
tro d? 6 dias, a cooBr -10 da descarna dss al-
vareP^s qoaiqoer reclaoiacaocoacernenle a vo
laffi''f qcc ior ventura icubioa Sf-coido para os
porioi la ?'ai. ai' (ie k odef :o laf a tt-po
as aaorldecias
Bjutndoe rerpnso p .-parnia o*c M
rasajaaaatlBM por sitanos.
R oe'oe carsa : a ir-.'.'.-.-r cc^i o
AGkNTK
Flix Bandeira
9K1!B fin Commercio- 9
Coip^hiafernaRsfeacanade Na-
vegado
70RT0S DO SL
Directo SttUl
O paqoe'.e
Capibaribe
CttUtAKDANTB 1'TFrWNlB VER15IMQ
i os ra
De 2 casas ait s estrada do Glqnla 4 Jaboa-
18o, sob os o?. 135 e t3 B, 'retu-ila a aoes-
d., e pert^ocetilea a Anloni Jjaqo-iD da Silva,
as qn3ts foram penborBdas ror esetocau ta l -
senda do Estado.
Terca-feira, 12 do corrente
A'$ 11 homt
!*io aratzm roa 15 d M
vefero n. 89
O agente Oliveira. por m n ado do Exro. Sr.
)r. juis to dt eito a 'aifnda, levar a letlaa as
duas casas v irua mencin ulasj as qaa< s furam
peuboridaa per exrrrcari di fasend*.
Ob 3'8. pretecdeo'es podem eitmin -I-as.
Wko
Banco Popular
CuBVido aos a^cion'.stas des:e Panco a virem
rereber eci sea s'ie a contar ce 1 de Fevereiio
o 7." divi eodo de soas acgOej relativo ao ee
rrestie Bodo em 31 de Deiemtro a rsiSo ce
10 V ao auno.
Recile: 29 >e Janeiro de 1895.
Albino Narciso Uaia
Direitor secretarlo^
Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL 00,000
L'iZT.lr-'lZUL'l &:.
LARGO DA COMPANIHA N6-
SEGURO CONTRA FOGO
E:C0LA fsORMAL a carto da Sociedades Pro-
pagadora da lostrccso fubnca, na Boa
Vala.
Da ordem do Sr. Dr. director, f 50 publico
que esto abenas, at o da 28 de Fevereiro. aa
T^alrieulas para as aulas dessa tscola, devendo
es iiiieressados comparecer socreuna, das 6
as 8borastanoite.
Secretaria da Escola, 3i de Janeiro de 1895
gervndo de secretario
Opiato Carajni.
Companhia de Servi-
ces Maritiinos de
Pernambuco
De acrordo cena o que preceitua o art. 147 do
Fegulamenio aobreaa socisdades Anonynias, n-
cou a dispesioao dos Srs. acciosislas na-sede so-
cial, oa segoiotes dccumentoa reiaiivos ao nno
prximo paseado.
1. Copia dos bala unos.
2-. Copia da relacSo nominal dos accionistas.
3 Copia da lista da* transferencias de ac6es.
Recile, 14 de Janeiro de 1894-
Francisco e A. Cardoso,
director adjunto.
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
A directora desta companbia convida
aes Srs. accionistas a fazerem a 8.a en-
trada de 10 O/o ou 200 por ac?ao, at 28
do corrente, em mao do Sr. Thesoureiro,
ra 1.* de Marco n. 18.
Recife, 4 de Fevereiro de 1895.
ytfl
De umamcbilii *t ja^arand, cropleta, com
laffipo de f-c-dra. 1 caos" elro da .^ptn.-ao 4
jarros, 2 esi arrad k;>8, 1 canriielro, 2 quadro, 1
me?a el-.tt.ca coir 4 taboa^. 1 guarda loov1
sol de sm-r-llp, 1 mesa cora ps lorn'jadiM, 3
bania com gaveta, I jarro e baria, 1 nach n<
(a cr.Biora, 1 Ofpeltio, 1 eai'*ira com balar50, 6
SttBtrea ee ^oa nici", 1 guara roi^pa,! ran'
mona, 1 cima de Ierro para cas-l. cera SSliXa
e tavsse'ros, 2 rii'a'1 para soreg. 2 cadeiras
1 re' g:u de mesa, t hoa u.achn.a re lavtr ron
sa,teceat cipos, coaitoteira>, 1 ^eres, colhe-
res, me.-a de cosinha. 1 lote de taa as e mui oa
ont'os ojectos.
rer^a-fer^, 12 ::o corrente
A'S 11 E 1/2 HORAS
Ne ro3 ta LaleeCBBDCia c. 20, litiga roa
fla Coaqoisla
O atente GusmSo, aotir^ado per uma familia
qoe re'.irase pora loa dla a'o, f r le ai d a
us ac:u.a mi-ncionaJcs : tn rega tm a;to
con. mu.
Agente Pestaa
Leio
Ceuroanla rarelria 6? cbvjllof e(,3b, para
ca-ro, 2 iltcB para or id. s. Ce:i u.cajcs M.u-
rity 2eCa^o-, I linja aar'ela tcorlBa. prenbe,
i arujscs" de amartl o, 1 grsi d ne^a p?ra ft-
zen'aa, 2 ciatScs p:'ra ulLtio,'ticie cortes de
ve inio- oirdoUi'S dla e Iwui meias para
a. tapetes, relogioe. laatias, obelas e
i atle s pira seohoras, I grande PaUoca decen-
niil auboafl D3Ca copu-fcr, corus -a csce-
iira, co:omt8 de dito,aJei s Oe irr.sie'io
oclr.s objectoa qc-efc.:bra'i pal s a vicia dra
Srs tompcrtorea, que se bj v: _oi.es tu cor'er
co m^rtello. er
Qu i ota feira, 14 do crtenle
A" I'. BOBAS E P.iNTO
(Vo armazem travessa do Corpo Santo
.27
t
Leilo
De 10 cacees com erva toce, em bom estado
ierc^-eara
A"S 11
i2 do corrate
HORAS
Segoe no dia 15 o cr-
rente as 4 boaa da tarde.
Recebe; carga, eocommeadas, paaaagens e di-
nh.iro frete at as 11 horas da mauba Jo da
da partida.
Chama-se a attencao dos Srs. carregadores
pa-a a clausula 10" dos coubtcimenios que a
ae^ui'jte :
No caso de baver algo na reclamacao con
Ira a Comp.Ebia, por avara M per'la, deve ser
fei'.a ror escripto : o ag'n'.u respe tivo no port
da descarga, deutro de ir tiae deios de tica
lisa da.
Nj prerel nlo esta foristlade a Compa-
nh a Oca isecta -le tona a resp>csab lidade.
F-SCRIPTORIO
No Cas da Oompsnhia Pernambucana
n. 12
If&TZZUOZ
Banco de Pernam-
buco
De accordo eom o Art. 16 do decreta de 17 de
Janeiro de 189G, participamos sos S's. accionis-
ta qae se acbam na s;e f'eete Baneo i sea
d>spos-cSo oa segointes dcomenios para serta?
examinados:
1 C6pa dos bolanco?.
2 Relac&o nominal dos accionistas.
3 Lista da8 transferencias d3 accoea duracte
Recite, 19 de Janeiro de 1895.
Antonio F. Pereira de Carvalbo.
Direr.ior secretario.
Club Carlos Gomes
fab^ao 16 do corrente tea logar o sarao
cuical e.dinsante. correspondente a e:-ts mei,
ti amo t esde j os respectivos ingrseos i dif-
resifiao dos SrB. bocIob na t esnurarw do Unh
s ; a9 horas da ocote.
Secretaria rio Clab Carlos Gomes, em 9 de
Fevereiro da (895.
Alvaro P. Alves
1- secreta io.
"(WFAMA DF ERMCO^ MARTIMOS DE
PERNAMbCO
ABsembla geral
SSo convidados os S s. a conlstas a e reuni-
ieoi em atsembla geral eitraordinsna, no ealao
da Aaabciaclo Commerctal BeoeOtente, meia
bova d"' tare do dia 15 de Feverei-o viodonro.
flm de resolverem sob-e urna propos^ pars
alterae&o ce aieuce ar.igos dos nofB^s E'ato
tos. Em seguMa teri logar a reuniao para a as-
teublea.geral ordinaria atnn de resolver toore as
contas relativas ao anno passao e o relatono
a presentado pela olre.tori;, procedecdo-se apa
a eletcao da nova directora, conceibo fiscal e
inpplentes, na forma dos Estatutos.
Recie, 28 ds Janeiro de 185.
Frsnriseo oe Asis Cardoso,
Director adjupc'o. <
GiflKaiiii MmMm u 1-
78P?r;50
PORTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Macio, Moaaoro', Arj-
oaty e Cear
Paquete
S. Francisco
Commanclante Pinto
Segu no dia 1 do coi
rente s 4 horas da tarde.
Recebe carga, eocoajmeodas, passagena e di-
ohfciro a frete at 3 11 borss da manba do da
da partida.
Cbama-se a attengao dos Srs. carreeadores
oars a daosula 10* dos coobecimentoa que a
aeguinte: ...
\o caso de baver algoma reclamacao con-
|'aa Com^aobia, poravaria ou peda, deve ser
leita por escripto ao agente respectivo no porto
de descarga, dentro de trea dias def ois de Bna-
lisada:
Nao p-ecedendo esta fermalidade, a Compa
nbia rica tsenta de 'na a respoosabilidade.
E3CRIPT JRIO
Ao Cas da Comoanhia Pernambucana
o.!2
Ment imoiB
VAPOR
Cordouan
Entrar no porto
E' esperado da
Europa at o dis
*o dj corrate.
Recebe carga para
Baha, Rio de Janeiro. Santo, Montevideo
e Buenos-Ayres
Prevne-se aindaaos Srs. recebedoreB de mer
.adoras qne 6 se attendera a reclamacOes por
(al as, qoe forera reconnecida0 na occasiuo d
lesea rga doe volomes ; e qoe detro de 48 bo
ras a contar do dia da descarga das alvarensas'
dever&o faaerqnalqoer reclamacao oncaraen-
te a volames qoe porvantara tenham segaidt
para os portos do boj, atm de seren dadas >
t mpo as ptovid&nciaa necessariaa
Roga-se aos Srs. pa89ageiros-de se apresenta
em na vespera fia ebegada do vapor para ton
r aa as suas paaeagess.
P.-ra carea, pas-;agens, encnmmendaa edinbei
rj a frete tratar coro- oa
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TOBRE3-42
1. andar
Para em ireitura
Brigue Mendor
Pedas em direitora
Brigue Rostad
Segnem em ^oucos oas paa ea>es perita os
navios cima no'a ama reste de carga, t-atar com
Pinto kb/e f C.
Vapor inglez
Be lia ria
E' esjerado o'est prr-
to at o d;a 4 do corrente,
8"guindo depois de pru'a
detrora, ireciamenle para o
Rio de Janeiro
Para carga e valor trata-so com a
Consig-nataria
COMPANHIA INDUSTRIAL E
ME3CIO DE ESTIVA.
5_Roa do Auoiion58
COM-
Empzj Minia J6 Miw&
0 p^qiet-. po-'oguei
Vega
Eipera-se des portea do
Sui, al o dia 25 de Feve-
reiro, s-hi- a depjis da de-
mora uecessaria para
Lisboa
Este paquete illnmioado i loa elctrica entrar
oo porto e tem mago ficas accommodacOES para
passageiros de l.1 e 3.a claBses.
Recebe tambem pa-eageiros para as Ilbaa dos
Acores com transbordo em Lisboa.
Para pa:8"ge-b, carga e mais InformacOes
tratar com os co signatarios
Silva Gniniarte i C.
Ra do Commereio n. 5
CokDpannia de Kavegaci Ca-
rioca
O VAPOR
Santelmo
Commeadaate David Tomkinson
E' erpera Jo al-o dia 4
do correte, gegsioda de-
pois da demora do acstcmi
pa a
Rio Grande do Sal, Pelotas e Porto-A!e-
As encsmmenda8 aero recebidas at a 1 hora
da arde do dia da sabida, no trapiche, Barrosa,
no caes da Companhia Pernambucana n. 4.
Para rga, passagens e encornaaendas trte-
se com os
AGENTES
Pereira Carneiro i C.
Boa do Comm.'rcio o. 6
1. andar
Vapor inglez
Brandenbnrg
E' esperado dos
do norte a' o dia
ccrieote, segoindo
de pequea demora para o
Rio de Janeiro
pelo-
so do
depotf
Ette vapor toda iluminado a los elctrica e
tem ptimas accommod8Ces para passageiros.
Para carga, passagens e valores trate-so
< oca a
CONSIGNATARIA
Companhia Industrial e Com
mere!o de Estiva
58-RUA DO AMOBIM-58
Prince Line fo Steamers
James Kuott iXewrastle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Es'a los Unidos e o Brazii e Rio
da Prata
E' esperado do Rio de Ja,
Leiro ateo dia 1* de Feve-
reiro e eahira depois da de-
mora oeiessaria para o
Para e Nova York
O vapor inglez
Portuguese Prince
Para cargas e encommendas trata-se com os
Consignatarios
Jobnston Pater $f O.
Ra do Commercio n. 15
BP! Mal 811 Mil .IkW
O paquete
Thames
Commandante B. G. Armstrong
E' esperado do
sul no dia io do
co roote, 'legato-
do depois da de-
mora indiapensa-
vel para
Lisboa, Vigo e Southampton
O paqaote
Magdalena
Commandante H. C. Rjgaud
E' t- pera lo ds
Eiropa co dia SO
do corrate, se-
guindo aepos da
Ijemora iadispen-
tavel para
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres
N. B. Previne-se aos *'. recibidores de
jnercaoorias, qne a Coir arhil "-ila'Real iogl-
ta, eoatnx'.oo com aGeoe#i steam .Navegatiot
Gijr/iijoflvom servia ds vapores semaoaes qoe
partiBdo de Rordeaux, Cognac, Cbarenie, devem
.negar a to'.ham-tcn a lempo de Daldearem as
largue sstin-i.i; s Am- rica do Sel p.ra os va-
pores desta companbia.
Esta compaDhia acceila po precos raioavels
para Valparaso at Abril, pafasageiros coro este
destilo por va de Bueccs-Ayres e entrada dos
Ande.
Tambem accoita passageiros para New York
e Soetbamplon, por especial arranjo feito com
a Companbia Ailemand Lloyd, podendo demora-
rem-3e na Boropa- cas i deaeiarem.
KodncySo nes prajes das patsaftecs
Ida Ida tolla
A Liabea- 1* clsese 20 :0
A' Soutbampton 1' c'a? se 28 & 52
Camarotes reservados para os passageiro de
Pernambaco.
njpara carga, paasagene, encommendss e d-
noeiro a frete, trata-se e< m os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
M. 3Boa do Bom JeanaN 3.
Em frente a ALfandega
i) Jii*v. luW
Agente Silveira
Leila)
0 agente Silveira. por maridedo a com bs?e-
tecia do Exm. Sr. D\ juiz de itreilo ses fji;o
di fazr-rda, levar a l-!ISo a c bo n. 20 B freieceiia da Afogjdcs, pertenetnte
a An'onio Fereira da Silva.
Quarta-eira, 13 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra 15 de So-
rembrs n 4 3
Grande
LEILAO
De Importarles u.ovel3, pi-o quacras, porce-
la-as, crysaes, el*ct o-plaip, caedieiro, f-j--
rameatas, cam s de a ola e tero de coslnbi.
Quaita-eia 13 do corrente
A's \\ horas
No cbalet em Ponte fl'Uct 6a n. II A
CONSTANDO :
Anlar te-reo
Sala de v>g;ias
Uma mibilia aosiriaca com en "oslo de psllta
conteodo 1S cadeir-s de guaroica-.', S di'as e
aracos, 2 dit s de b* a cu, 1 sof e J censlos
com pedrt', 1 plaoo for-c do fab'i ante G. Bao
vais "ils, 1 sastas par o cesase, 2 niitirot
pronrios para srsndelas de piano, i dockerq-ie
de pbantazia, 3 lindas me.-inbas de pbamaiia I
mesa para jogo. 6 pjres de cortinados, 1 can-
diei-o de ex'tn-ao para centro de sala com glehe
de pbar.tni 7 caaeiras de pbantazia, 6 qoa-
dros diversos, 1 meea redonda com-.p-dra, di-
versos pannos para mes, iarro, eltageres in-
toneiras, muitos e differettss objectos de pban-
tazia prpprios para enfeites de coosslos e pare-
des ce sala de visitas, tapetes para forro e 6 ta
petts cap-ctos para porta.
Quinos
Uma estaDte para llvros, 1 mesa gr^ade, 1
dita com gavetas, 1 candielro para lellura, I
prensa para copiar, 1 porta papis, 1 revolver,
diversos livres, 1 commoda, 1 gaarnigao co
pela para lavatorio, I lavatorio, 1 espelbo, 4
cadelras de juoco, 1 Imporadte carnario par
criaoca^ 1 baobeiro para crltnca cabides, cesta,
pa a roupa, 1 espelbo, tapetes de forro, capacho-
de coco, 1 machina Sioger, de mao, para cos-
iera.
Sala de jantar
Um aparador de armario com tampo de pedra,
t meea 1 iastica com 3 tabeas, 3 aparadores lor
nead >s, 1 importante til tro. syslema Pasteor, 6
cadei as de pbantazia, 1 suarda comida com ps
de colomca, 1 panno para mesa- 1 pndola, 1
grande tapete, i estante para jornaes, Danieija-
Snas, porcrllD;s, crystaes, leucas. vidros, elec-
tro- pate, 1 servido de porcelana para sobre-
mesa, 3 quadros, i vasos para plantas, 3 capa
cbos de coco.
Te-raco, dispensa e cepa
Uma mesa com panno, 2 espreeuicadeirav, 1
qaar iiheira de columna com quartiobas, 1 es-
cada de tbesoura, 1 lote de cbuxbo, 2 redes de
Cear, 1 silbSo. ferrsmenlas para jardhn e rrar
cinei'o, 1 carro da m&o, 1 limpa sapaios, latas
para deposito e 2 mesas ie pinho.
Cosinha
Trem de cosinha, mesas, balang1, taichos de
cobre, tacita, macblnas para picar carne e en-
gorcmar, frrea para engommar, baldes e prale-
leirae.
Sal So
Una importarte cama de ferro para casal,
com tasto dd mola e eaarbicio de metal, col-
chas e traveseemos finos, 1 linda cama par
enanca, i.as mesmas conlcOes, 1 guarda vesti
des, 1 ti commoda de marelb, 1 lavatorio
com pedra e guarn'cao completa, 1 banca a--
caa, 2 mesas, 1 touc-ador, 6 cadelras de jenco
1 tapete, cestas para rcopa, 1 despertadere 4
tapetes'
2* quarto
Urna cama de ferro cca lastro de rame,
eolebio e t'avefseiros, cma lavatsrio com
guaroico, 1 toacador, 1 mesa, cabidos, 1 vaso
para privado.
3 qoarto
Uma cama de ferro, lastro de moras, rolcbio
e travesselroq tinos, 1 Ij commoda, 1 lavato'to
c ra Ruarnico, 2 c bids, 1 (oucador, 3 tapetes
e;l despertador.
O agente Gu-mo, au'.oris'.do ps'o Illm
W. J. W Hoaey qan reiia se para Eorepa, fsr
lell&e-dos movis e mala objectos cima,os quaes
se acbam m cuito bom estado de cooservaco.
A's 10 e 40 partir om trem especial da praga
da Repblica, parando em todas as egtacCes
qne dar paasagem gratis aos concurrentes.
Leilo
Do sobrado de 2 andares do largo de E. Pedro
0. 6, rregnezla de Santo Antonio
Da ca-a da travessa da Praia do Forte o. 28,
fregaezia de S. Jote.
Da casa da raa Lomas ValeutiDas 0. 31, fre-
gara de S. Jo-e.
Da cesa de taipa da ra da Gimelleira c. 4,
fregoaila de S. Jos.
Qaarta-feira, 13 do corrente
A'a 11 horas
Agente Pinto
RA DO BOM JESS N. 43
Veja-se os editaes ero outro logar deste
Diarlo.
eiao
D? trove;?, piano, quadros, loaear e TMres
Qumta-feira, I 4 do cor; ente
A'-S 11 BOBAS
fio lao-a> oo scbtaso na Haracei de
Ollada o. 51
CONSTANDO:
D! urna oavallts -:c caco -.m etcoato re d -
'ba cc. 12 ca:e ras de ;. ., 4 dit.B ce
bracos, 1 sof e 2 cersah a coat ped'p, l puno
do fabricante H-n- H-ry, 1 rtdeira p;.ra o cc-
m quadros, jarro, estarradeirax, 1 ooia de
lonco, cccpleta, 1 cana, i maranesen, 1 guarda
ve.-tidj, Rrasale, 1 dito ppoaaaa, 1 baica de
cao a. I 0Drqasa, 1 a dleiro ue tus--.en?iio, 1
mesa elasiia Se 6 tabo.s, i dita de diia de 4
'..boas, 2 aradores torneador, 1 goarda cami-
da, 1 uiacbua de soamre, 1 binculo, 1 ?o! de
.mirtilo. 4 ''ad.i-as de aa.relio. 2 dtas erm
rag s. 2 tce.-as de ccismoas, 2 ca-Jeiras cera
bjlango, 1 esp'egulcadelras, I jarra eum tornel-
r-, 2 h tres loglezea, i meea p.r. jantar, 1 tueaa
para iarr, t aeladei, !oseas, vi roa, 1 eppa-
re'.ho de ae'al para ch., lac:o de rrbre e mul-
tes cutres aojarlos de esa d familia, os quaes
f.:r.iu) transportadas p^r; _..do cima men-
cionado.
Por intervencao do agente
Qasmao
Ltettao
D; movis, locga. vjiros. quadros, epelhos,
bancos Oe jirdlm, planta e object.s de
casa de tmila
Sexta-feira, 15
do corrente
AKilB OTBira ^
Segundo leilo
Da import .nt^ proprilade denoraioada Prane-
ree. eia ro Estado da Parahyba, comprtbendtn-
lo os s tos denrroinados : Pe-.-ra Branca, de-
narcade ; P-trlsooio, anoexo ao primeiro, de-
marcado.
Urna importante casa de Tiveod?.
Uma di'a e taips, coberla de telba?, in^exa
pf'uieira.
Un lelhaio de fazer farlnha.
Sexta-fei.a, 15 Je Fevereiro
o armazem ra 15 de Xo-
?embro n. 3
ASTIGA DO ItfPEKADOR
O ageoto aeiuir, ior mandado do Exm. Sr. Dr,
lU'z de di-n.o do civel do nrcaicipio de Olinda.
i rcauerimento i-o invenariante do espolio do
Gnado roo go Dr. Jocquim G aciano de Araojo,
levar a leilo em seu escriptorio a dita proprie-
dade deocojinada Praaere, situada na Parabyoa,
peitencente au d to espolio.
Os S-8. preteojeotes desde j podero exami-
nar a releda prepnedade.
AVISOS DIVERSOS
i novas e hortalicas e
flores, completo sorti-
mento, ra Estreita da Rosario n. 9,
Pocas Mendes & C.
Na ra do Sol n. 21 precisare de amas que
enlendam coto perfeigo de lavagem de roupa
e de engommado e mais servjgo de casa e ou-
rasque comprem e cozinhem.
Vende-se 6 vaccas luurinaa leiteiras, 1 gar-
rota teunoa preohe de 4 para 5 mezes, 1 novl'
ino tourino, 1 cavallo andador de baixo, 1 co*
ehti a e peiteoces e 2 bois mantos de 1 arroga.
Tudos estes objectos ven le-se a realfio 00 por
jont. ; a IraUr na rna do Socego o. 23, casa
terrea.
Qu-m precisar de om aamisl t.auor com
jratica, para engenbo, dirija-se rna do Jardn
doxero 37.
Precisa-ae de uma ama para cosichar, para
caaa e tres pescoas ; a tratar na roa Estreita
do Roeaiio n. 27,1- andar._________________
Precisa ee das amas, uma para o ser-
vico de 2 pesfoas, ouira para tratar de ama
cnanga, a tratar ea rea da Rangel n. 1 dand
referencias de sea coadneta.
Cosinheira
mpe ratri* 0.8,
precisa-se
- andar.
de ama rus da
Venae-se o engenbo Cuneeicao da comarca
do R.o Formozo. o qual dista tres leguas da es-
laco de Gamelleira, movido a vapor, boas obras,
saDeja ma:s de deas mil pes, bote trras a
maltas^, a tratar ao mesmo eogenbc.
Vende-ce a espsgosa ca?a n. 25 na roa da
Paima ; a tratar pa rna de Hartas n. 76-______
Arrenda-ae om bom engenbo no municipio
de Nazareib, perto de uma estaco da linba
frrea, vendendo-se ao coatraiante a safra fun
dada para 3,000 iae;. re lo de safra a tirar,
vapor nevo, roiga de 6 cvail< b, alam-iqup, per-
tences de oeatiiago, bois. cavallos, carros, for-
mas para asquear e naa tanque com ./ ,1 d ?
mel. Garante-se mti'.o boas obras na rasa do
ecgenbo, de purgar e na de vivrnda : a tratar
com ot Muzumoo, largo da Companhia Par-
njmbuian n. 6, 1- andar.
Precisa-se vente-- una carroga de duas
rodas e um boi, em perfeio estado, livre e
desembarazada ; a tratar na ra B.rj de Bera
Pica d. 29.______________________________
AMA coejolieira, precisa-se de uma; a
raiar na roa do Rangel n. 25, luja.
Vendase o pequeo eBUbe.'ecimtnio no
lugar -denominado Iptitinga, entrada nova de
CaxaGc o 135; qaem preteuiie- ririja-se A
iiieai-a queacora com qaem tratar, e qae ain
da ra foi vendido.
Prtcisa-se de um cosinreiru ou cosinheira,
de orna engumwadeira aomtn.e para r, upa de
senbora, e de uma ama para andar com ama
c acc. ; a tratar ra ra Meqotz de Olinda
(anti(a da Cadete) n. 35________________
Gaixeiro
Preiisa-se de um rapaz qae techa pr:-tica ds
fazendas e dando alta;ado de eeu bom compor-
la medio ; a tratar o Bazar de A'oj'a-'o .
Precisa-se
De uma s?nbc.ra para os servlcos da casa de
oro vluvo e tratar de amas eruncis ; na roa da
Ucio n. 54.
km
Precisa-so de ama ama para cosiobar e en-
gormar para pequea familia : no pateo do
Ca-roo n.3,1- anaar.
Piano venda
Vende-se om excelleote piano do acreditado
f il r cante Weidetrelaufer, com rxuito boas vosea
e em ptimo estado de conservacio ; ver e
tratar do Uaminbo Novo n. 103.
>.' -
- ~,>'**!'?-*:'*-''/.-rV*
' *




I >
7
1
mar
*"*5
Mario de Pernamiinf o Terya-feira Ufe ite Fovoreiro de MS95
t
MnMoel l'oares de Ollvelr*
_ gQ-.ivcsario
Maooil Soares de 0lieira Fabo, sea _olber e
filtios, au moher e filtio', Jos Soare* P. de O ivera e sua
mo her inand-m ce ebrar tiis-a* no ia 13 ile
Fev.reiro cor-ente, as 7 horas da tmiba, oa
igrtji lio E-pirro Sanie, por ftaa o seo eem
pre cooraoo oai. soh.' av, Hsnoel Saares d
Oiireira, acoiver.-s'!0 do en lasran.ehto, e
Ha-a esta acto de Mtig a e ladaie convidan)
aos oeu3 pan rites e aioi^o, co ife.-ecod > se d I
K j 1 f
Joaiui-i Tbeoii!lo d* Car*/atiio
StqiK ira
Fed-o Jo*6 d t"*1 -V "'" ''' Wm
d-aixa bu a< "*- f'' a,i.e;ru8 de sai
,ror i e .:i-!i rsbb ot raan.r
ao cemiUro a 0' pozada t.-po-a ioa^uma
Taejuil e Parv. inSIOJWir, e >.e novo Mo-
vida ao3 qo3 c .-..lureoeraai e los d-iusii i-
reDtes e amics pua aasirti-em tsmisa-qo
aelo repouso ttjriio de savt ilun teraj cel ba-
da-- ai qui ti- ira 13 do errante i 7 i/l
hars d; manba, i a aMtfii de Sn o Antonio.
CoLfts.aQdo ;e ue?,e ja a radeeido por tal KM
de rt[\fi Ce.
t
f_Joaigaia'Siciiiii de Carvalbo
Utanira
Pedro d de S qaelra, p.faldamenta pena-
lisauop:!- paasaiuealti > sea prizaa ecpo.-a,
Joaquina Tnoon.lla de CarvaiOo S:qui a con-
vida a tutos o* seei eompaobeiros. amig s t
prenles para asanrra as m ssaa qoe manda
celeam na :nr.iiii! fUeto A ono, pelaa 71/2
horas Ca msnt. ce quar.a-ti:a 3 du eorrtBM,
7* <1 a fu MI'Cimento.
Frofit.s;:r -e.-.demru Alburio da
gilva Kir'idit
PrlBetraj aonive.-gario
A fao lia olombies man a celebrar una
Eifisa por tul ama n- le ca-Mra 1S do corren e
Bes, as 8 tttrafl i nanea na ig eja de Sania
Tneresa, e para easeaata coawaa Ijjs o pa
ren!*3. am fj; s i cobegaa.
f
Auna
Joaquina da Cunha Gui-
inaracs
30. DA
Francisco Lopes Guimares, Sebas-
tio Lopes Guimares, Francisco Mar-
celino do Amaral, suas familias e mais
sobrinhos, convidam a todos os seus
parentes e amigos para assistirem as
missas que par alma de sua idolatrada
tia Anna j. da Cunha Guimares, man-
dam celebrar no dia 13 do corrente
(quarta-feira), trigsimo dia do seu
fallecimcnto, pelas 8 horas da manh
na Igreja da Santa Cruz, pelo que se
confessam eternamente gratos.
Cajurubeba
Este enrgico o prodigioto raedrcrtn "-.
to, que comegoa a ser voJganeado u
1883, o qoe tfio proficaos reauludot teo.
produzio na cara do reamathiamo, co-
4atii8 de pelle, eaoorrhea*, astenia, des
nfirimeatos occasionaioapela insparesano
pae. c ca diff-ireoiea turnias da syobi-
lifl, eateropor elgum tempo pr]iead ci.cumatnujiaB iiufifriosa; e h'j, porn,
reapparfoa cem todo sea vigor; o de
e3rar que cJDtiuri a nerecerdo iilus
trado pnblico a aans r.oo'ittjEo de qut
itmpre ges .
ApprnTado pela respeitevei Junta Can-
tral de Hy iene, poe Dearetoa de 2 d<
Jucho de 838 3 e 18 de Abril de 1885.
Cmpos!?o
DE
iiirjino vvdik de Figaeircdo
PROPAGADORES
Baplista & Figueiredo
A venda cm qolquer Pharmacia.
Booeboram CONRADO AaTES"*
?., iiropriet^rios da loja denominada A
BRIZA ait Praj da 1 Iadepeddorcis
na 4, 6 8 o 10 ua artgos baixo mencio-
nados psre es qu^es cbamf.m a attencao
dos bcub u!unnsero8 e bmav; fiegaeaeB.
ANUAES para miesaa, de niadreperola,
tt*r'.iif;?, maifim e eb no.
B1N JCOLOS de madreperoia, tarta-oga.
m ifim e bano cem frisos doorados e
prteadcB.
dlQUISSIMAS cnstureiras com e aem
m caico.
LINDAS p.r^cres do Katal para sercm
ciliocadas as Balas.
MAKAVIL.UJSAS lanteraaa magioiB,
com varias Cbllectoa do vistiB
LINDISSIMAS cbicaraB e riquisimo
ptrsAS r?r s pK^ium fi.
BONITOS eatojoa psra btrba.
BELLAS boleas piopnas para rar'bora3
J.AR1INEIRAS para enluto o sala.
BIJOUTTEftIA3 com e eem ped.f, ecr
tDentovaud86t<>,coEr. Seja era gram-
jO,broch-B.pul8'ir8P, ch il.iaes, trau
cel n?, acreia e reloeics.
RIQISSIMAS bengtilaa com c&stSo de
-uro. tita r.ovidado no rr.erc*do.
PERFUMARAS del roelhores o maia
i.farradcs rabri artes de Pariz, Londres,
Berlim e N*w-Y'irk.
ARTIGOS DIVERSOS
R .upas brancas, cp<'ibav bordadt.8 a
red* para mocichas, grnvAtsp,' Icques, es-
pjrtbye, pnch 8 e oo^arinhoB, p-itilhrs,
eamissa bordadas, I.saa e de fliaell?, i.t-
dadea, e-alocs e cto.
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
Rtconstitulirte geral
to Systema nervoso,
Neurasthenia,
Phosphaturia,
a*
aosi;
Dtttilidae geral,
Emaquaca?,
Nsvralgias,
Dcpnsslo Sos/semi nenoto-
NEUROSINS-XAROP
^:ja5SME-iuNjLui *uia
Esta preparacSo que so pode tomar ?era nenhum
orinque Inyenlada ha pouco Uaapo, deu J resultados maraviltiosos como o ccrtlucam milhares do attestardes.
D.PO.IU. geral : CHASSAINO e .*, Tenn Victoria, Parl^______________________Deposito em Pernambuco .-j" tt DB0G1S i. PRODDCTBS eHlMlCOS e em toda! Farmaclu.
Kola-Bh-Natton
BJO. BU OAFBINA, THEOBROU1NA, TANNINO, B MATERIA BKCARWAOA DA KOLA
TNICOS ESSEHCIALKEHTE REGENERADORES
ixlr A. -Vlxi.11.0 Kola-Bli.jVatton
1 extractos lluidoi, Pastilhas, Pilulas, Essencia de Kola tOTrada
Viieoa prodnetos experimentados com o maior eillo nos hosplUes de Pars, desdel88t pilos
Doutores Dcjardin-BhaumeTz. Hcciiard, Di-rias. Hallez. Mon-nf.t. etc., na.Anemia, Chlorol,
.XnTalascVnoias'.tmorailjsdlIIlwii. robre (trphoydas. UterinitUnte, pa'.idoMi). Dlarrlieas pertlaaes.
)yenteria, Diabetes, Albuminuria, Photphatnrla, Eiceno de trabalbo lijsico oa iotelltctaal.
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lores as
g"
A' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ntu 4, 6, 8 E 10
Conrado .Indines (t C-
, camisas, ce
ebertures bordadas
Os proprietarios deste muito acredi-
tado estabelecimento cliamam a atten-
Co do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 0/0 que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Reccbem mensalmente grande varie-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos oue se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coulinho i C.
Pcrnainbuco
nesnm
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissinios padrees
l$SOO receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra Daque de Caxias n. 43
AO TOKRADOR
Espartilhos finos esto venaendo
Lima Coutinho & C., por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutinho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e ou-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda-
dos.
Ao Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attencao
Madapolo fino 12S000. Pecas de
bramante com 37 jardas por 2S$oo.
S ao Torrador
Lima Coutinho it C.
ELIXIR M. MORATO
... tenbo applicalo em minha clnica
Eliiir M. Morato, propagado por D. Car-
los, com grande proveit 1 nos c sos de 'sy-
p ilis-teroiaria, especialmente qcande ebro-
nica.
Dr. Antonio Severo Wenceslao.
Rio de Janeiro :
Agen te a :
Comprnhia de Drcga;.
Ra M-rqui x de Ol'rda n. 24.
Elixir H. norato
E' um depurativo indgena novo, com
nma accSe miracoloea na cura de humo-
res, rheumattmo e morpha. O me.bor
tnico purifioador do sangue.
Agentes:
Companbia de Drogas.
Roa Marques da Oiinda 24.
Laques de Gaze e Peonas
Ultimas novidadesde Parii receben
Congres so da sD aojas
PARA HOMENS
Finos rel /ios, carteiraa
lerichos, punbor,
lizas, meiaa de sed?, escessia e algodSn,
completo 8ortimecto. Lencos de aeda,
inoo e algodo o que ha de melbor as
mebores bengalas e muitos ontr'.s srti-
jjCS
PARA CREANCAS
Carros de lux para ptsseio, oadeirs
vime e de jarro psra juntar e muitos ar-
tigos diversos que mensalmente receberam
a bem corJ.e 1 'a leja Nova Eaperan^ade
PEDRO ANTUNE8 & 0.
63 Roa Dcqon de Casias t>3
A LA 6MN-VJA"
S:> A-Bu da lsperatriz SM
Olhon Silva 4' C-
Acabara de receber da Eurepa pelo ul-
timo paquete um esplendido sorimento de
fazendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
qualidades e de maior novidade nesto ge-
nero.
Chiffonetes, padroes lindissimos.
Cambraias brancas e de cores, o que
ha de melhor e variado.
Organdys, linons, percalines, cretones,
grande e variado sortimento.
Riquissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Leques de todas as qualidades e grande
sortimento.
Meias de 15, cruas, escossia e de seda
para senhoras, homens e criancas.
Camisas de alg-cdo, linho e seda lisas
e bordadas para homens, grande varie-
dade.
Collarinhos, punhos e peitilhos, lencos
de linho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a marujo para crianjas," ul-
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de cores para costu-
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumrias de iodos os fabricante, se
o novo Tnico Maravilhoso, grande
descoberta contra a palvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Temos urna oflicina dirigida por um
hbil e intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabelecimento p-ra verificar o
or timento oue temos, certos de que en-
0 ntrarao agrado, sinceridade e modicida-
e e m precos.
FA^TAZA8j ;
' lindo o sortimento do teci dos aend
impoasivel de se descrever a grande va
redado de tecidos de fantasa, seda*
ISs, nacsook, cembraias brancas e de 00
res ; pede-se ao pnblico em geral e princ
plmente as Exmas. familias do visitaren
Congrego das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Galoes e Guarni^oes
Com vidrilho e sem vidrilbo acaba da
receber lindo sortimento O
G0NHRKSS0 DAS DAMAS
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SAUDE PARA TODOS.
U MC.E N T GLH 0 L LO WA

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Offerere-5-e vantsgeni
1 rCiP-Fe elORsr ca.a rasa ras frt-KLezias d
Sanio Aotoio to < oa Vita. que leoa t W
us quinial fsctCBi 00 agua enranatla ; quero
neati s couaitoea a uve-, pode eixar ta- a oa
; a^ inicios P. B. A. i roa de Snio Alvaro n. 8,
[ taberna, fUBa\o ocoe deve en pocura' o. Df-s''
: boto riaor.
Ma9sa faiJa de O-scar Ri-
beiro d*- garvalbo
Sao coL'Tidarioz o^ errdores da msi-a fa!l:di
O: r Riteiro de Ci- Vbllso, para rrcnlrem- e
;: tal. das Bcdienciaa, em Garxflleirj, no d>-
' 'o 'o- eni-', n arrio fii, \i- a a non teter-
t d b nos Art 39 40, 41 e 41 do Dac. re
4 ri<- O'obro te :fe90.
Bih> nao, 6 rie Fevere ro re (895.
0 curador c-a magj.i
Etzetio B.aodao da Roe1 a.
!
O Ungento de Holloway
antigs chagas e ulceras.
um remedio infallivel pw.
E famoso para a gota eoi.
se reconhc
i: de penas e ^mo e para todas as enfermidades de peito nao
Para os males de garganta, bronev ;s resfriamentos e tosses.
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junctutas recias, obra como pea encanto.
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E vendemse em todas as pharmacias do universo.
t3T 0% compradores sio convidados respetosamente a examinar os ratnloa de cada caixa e Pote se n*o teem n decjao,
533. Oxford Street, sio falsificacoes.
c lati
i osdIts ra e
r.p-is EP ca rea ceP^laa r. 40.
Jarcieniro
Peci?a-ee d? tm jrfiineuc, :.- t-ffaJc-ee es
-argeiro; na rea do Ccn.rr> r:i n 44.
Caixeiro
Piecisa-sp de U'n rceeino ron pratica de mo
Ibados. de 12 n 4 annos, e que c coohec me -
to de sua contacta ; a t a'ar no lapo da Gr: [a
1.13, Captnea.
Vende-se
0 fstabelerimentc d molbados sito na da
Anrora n. 39, a tratar ca oa alrpe-atriz n. 76.
\ f^M: -">AlfiJIKri^|.R
r^;-
.'-Ai*n
mu*te t
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gSaSRHDLADD
..|S^ SUi>:^III B ir-ilSI WHwavinm--------------------ja
*,\ Gesto o:-nu:.-'el torna a dar com rapidez ao sanan?, sua rl ueza e Torca. Nao d /3
z\ )i-i ao da vmtro nao ennegrece os dontea rc irri'a o estomago. /*t?
Criado
o meflicamenf
PARS 7, BoHlcvartl licnain, 7 PARS
OeDositos em tollas as princinaes ba.ruacias e Drotjriv
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P,ec!pe-.ce (e urx c.-iado para conelro ; a t'-
r na ra Duqce de Caiiaa n S., lija de la
zendas.
Ao commercio
Os ab ixo srsU'mdns deca-ara qce nes'.a data
'liaolveram amigavein ente aeTiedade ace
iinbarn ro da Saot< Cruz r. 36, qoe glrafa
?ob a rJ'ira d,-Correia & 01.ve ra, tica do o
rtivo e pas io a crgo do so:io Iritj Correa
te Millo
Reoife, 8 de Peereiro de Ic93.
Amonio J. Lisbia de Oveira.
Incc Cr.-fla dj titilo.
Cosinheiro
Pr-cies-Be e um cosinheiro qne reja perito
a ^rt- ; a iraiar na ro do Bon. lazos o 3
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Precisa-se de orna ama qce < oslohe bem, par
sata de pequeaa (amida; a ira'.ar na roa Duqu
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Precisa-se de um criado
omniercio n. 44.
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na r.a do
I Cania
VenJe-se nma cama moderua de columna em
perfeito eriadc, para GUtit a tratar na ra da.
.Imperat'iz n. 8C (loj).
Ccsioheiro
Pre isa-re de om boro C3finbiro
p.y,-aoao' a. 19.
Licenciado pela inspectora geral de Hygieae do Imperio do BruB
Xa
(Codein*, Tol etc.)
na roa do
Pratico
Pracig9-3e de nm pratico na pbarmacia Mir.er-
&a, paleo do Tevco n. 12.
Madeira
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i4 crio da Codeinn pura te aofta oompiextdt com as do Tul ti e di
Afina tZe L,ouro enreja, que ftiaw *-> SAROPE do D' ZD
(' Pae2a Zad), o peitor*i ir.aii enrgico em todo' os cato$ de t
BOCOIT TOSURS SEaTBXAICSaiTOS. FHEUICGMIA8V. UBOafNIAB. HH
Cjmpa se aaarel o, irnro, vao-carga, cedro
o ulcupia ; ni roa Imperial n. 17.
grcultura de cafeeros S
Na fazenda Serra Grande do mun-lj
cipio da Victoria, Estado de Pernam- Q
buco, tem para vender do dia i de
fEDALHA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
i demiotecUdo po/c Alcstrflo,
tonteo e Laltam-co, o oua muito
auSiftnt m proortodidet do
olao.
OLEO de FIGDO
OE BACALAO FERRUGINOSO
a nica prapara^io om permita
admimat'ar o Ferro atm pro-
duur PrisAo de Ventre, nem
lECommodo.
>^mm^>
0 ALCAT'^3
BtPUSITO pnl eo PARI3
21, ra do Fau'-Ioatmartre. 21

CHEMW$1%
*'55*i*vr
DIPLOMA DE BOt'tAi
EXCEITAI") POE TODAS AB
Cele bridados Medicas |
DArllAN(;AEDABLnOPA
as
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFcCgES ESCROFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Marco de 1895 em diante, cerca de 1 ^H
j dos em leires cujos prefos, tamanhos,
I e qualidade, si encontrar no Jornal do \ f
Recife.
Caixeiro
Prf ciaa-pe de nm raixe ro cem pratica de eer-
cs e molbados, qce tenba qoem garanta ua
coadocta: tratar ca roa Eatrcita do Rotarlo
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Vinho de Coca
LICENCIADOS PBI.A INSPECTORA DB HYGIENE DO IMPERIO DO DRA'/.IL.
Depurativo e Regenerador do Sangue
Frlvilef/iado jp\o QoTerno de S. M. 1 Ki A'\ til
1^

aoverno de S.
330 PBOPESOB
0 PAGLIA
vs.;."S'Si: e ci.lsivamentb
JV EiqpoleiB, -4, Calata SS. ^La-srcO
^ 'ASA DJoV VZJ3RSNQA. BST fJUF'PRlM'nA.
toan as re e/11 -"*' '* e*" de lafunW Prc!?: -
Exigir tobn o irasco a cu:'*a a raai-ea dj fabricr.
J
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1 p/Ir. ERNESTO PAGL'tKO puttt
imaO PA<3LIANO,mu lio
tsit 3i conformemente A le.
(Ccaasea. proprla)
ma de leite
Frecira 3e de ima para criar orna enanca dp
tres mezer, na Varzea : a tratar na ra do Rau
gel o. 25, loja.
Taverna
Veide-se a teveraa
dencmioadi Flor de
I tiesma.
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S, cii'A! na ; a tratar
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Demarca^ao de tenas
Pelo eneeenoheiro 0. C. Crllni, escriptorio
oa cidade da Bscada. rna do Rio n, p. 12.
Ama
-!
S:i5 ESTO 3PA.G-3L.IA.rCO.
Depsitos em Fernambueo CC^ilPAirzSA de DHOCSAS e FUSSCTOS cainuco*
i toii-vs -. haOIAs i'O Rrazil. _____
'cBRcasiab: ".....r '" '- -' "ffl^BasEBsWQC-v?.-9
VERDADEIRAS PILULAS o D" BLAUD
Precisi-se de ama ama para cosioba', para
! orna familia de duas pessoas : na roa Princeza
I-abel n. 6.
nprem-e oom opttmo ente ha mala de tsU znator peU doe raculUU-
iTaBceMaa tatrangeiroe prt corad AKKM1A, CM-OJUOMM CrtmpmUUAmmim,
A tnsercio no qoto cotK Franc**, oatroalmobctoAebavejr iiw Tarificado a fBcaoU O'eaUa VUalaw, utorUando-iee a venda, aeoM cruaiquer noooiio.
tta nm m bsbn fermttr _
OE8QONFIEM-8B MI IMITA96
OTA. A ttmietru Hhlu do Mf JUeMMl b m mmmm m tHtm fruto
rAma,, aoa patkkxa. Dipoarroa su iobam as pawci?abs HAKAaifca
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
ftW^ CAPSULAS
rCREOSOTADAS)
[doDr.FOUHlTIEE]
^t^o%
'/y LAIT AMTPHUQUE
^n LEITE ANTEP^ELICO O
puro ou mleturado oom agua, dlaslpa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-ROBRAS, BORBLHAS
ROSTO SARABULHENTO ^
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FARINCEO
RUGAS
OOij
serv
nica
Premiadas
)MK,
UHIU nillUDA
m\%^'
Todos aquelles que soflrem
Ido peito, devem experimentar
[as Capsulas do Dr. Fournier.
epo/(oa em lodn mi principies Phirmaolai'
_______________do Brasil. __________.
p3*
cutan
Aluga-se
A sala de Iren'e e alcova do 1. andar n. 18,
ni Maraoei de Ola "a, nroprio p r esfriptono
ao 'ooanltorio medico: a lratr com Onnto Jar-
r.ira A C._____________________________
Cosinheira e criado
Precina-se na ra do Hos-
picio d. 14.
Casa em Apipucos
T.Aloa-se orna casa com bras accommodacCe?,
anua e quintil : a tratar no armszem do Lima.
Um commodo
Aloga-se om commodo a om casal lem Oihos :
na roa de Hortas n. 66,1- andar.
PARA
:::::::: :::::::::
Gimaes & Valente, continuara
a ter as mercadorias abaixo descr>
minadas propinas para Uzinas e E-
genhos que vendem garantidas e
Eregos sem competencia.
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocotfi.
leos americanos para lubriftcacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida capanema para extincA/
da formiga sauva.
N. G Largo da Carpo Santo IV. *
Caa
Aloga-se a rasa n. 36 i roa de S. Mlgael.eeo-
do dita casa on dos mebores pontos para oege-
elo ; a tratar no Basar de Afogados.

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V,


Jk
8
Diario de IP^rsiamhwfo Ter^a-fcira 2$ de Fevereiro de 2^05
As sezoe-, febres intermi-
tentes, palus-s( renitente,
dores de cabe^ nevraJgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmen e com ss
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Le te.
DEPOSITO
EOTCA ERANfiBZA
H. Rouquavrol
22 Ra da Cruz 22
Excellenle acquisi^o
Vende fe a propriedade Olho o'Agossd?-
da a poneo ttai (li> rooi k creetros rta cidide
de GaranDcas. a m crea legua te freo'e e lesna
e me:a de fondo: sendo qoe, tceia legua se es-
lende a! a idade, eo terreno qoe pode ser dea
de j aproveliado para a edinoacao, por ser den
tro a cidade
A casa principil de pedra e cal, de nova
const-ircao e a aoiern:), sendamente edificada
e com euffi entes commodos para urna (milis.
Tem oito casas para moradores, e urna pora o
feiicr, eogecho mcotaio iono casa depurare
destillac&o, cisa para fabr co de faricha de man
cicca, e rom otra safra para 600 aes de aesc-
car, 3 a 4 mil ps e cate cue ja dan (meto. P0'-
co de div rsos tamacbos, canieiros rom 6 mil
tudaa o aivercoo orvo^cs (roe eras qae cao o
rtndlieclo anioal de om como de rir.
A p:o nedade tem poporcOes tam te piada-
1 re I psdeca'. roen aoa p-ra irrig?car,
que ^ranie a plaolacao eem rtsco da pir'a.
T* ni 430 D-sca8 ce vvriea que prodoi tono qoe
se plaot?, 'rea cercado. teodf cada nao 6 0 bra-
cas de comprimento e 300 de largura.
Todo te-reno terlll e ubrrimo, proprio para
caf, podeodo 3ss trras oxas prodoil' cada p
4 k logrammas e na vanea colbcm-se du>s sa-
iras p r aono.
O so'o conim triiss de ferro ecb-e, cristal e
esmenl, qo< r en ser exploradas. O seo cli-
ma e reemhecido ermo um dos minores o'esie
Estado pela sea salobridade ; e aprsiivel alio
em cu fot edificada a principal cafa.
Vend.-?e livre e desembarcada de compro-
misso. v:sto o propr e arlo na'ta dever a praca, e
c mol vo da \e da te di- sos preteodent s: 4
talar na meema pn p-ieaade, como s?u pro-
p-letarjj._____________________________
Padaria Nogueira
Caniinlio 'ovo n. 91
Telephone, 658
Prvido esle eslabelecimento de um perito
confeiteiro, tem actualmente disposicao dos
eus freguezes em especial e do publico em ga
ral os mais deliciosos productos de confeita-
rij.
Ahi os consumidores enconlrarao :
Desde o mais bera feilo
pao Je lot, folhadas appe-
lilosas e bolinhas em pe-
queas formas, de tempero
e sabor deliciosos al os
bolmholos de difTerentes
qualidades e formas dis-
tinctas, cryslalisados ou
nao. cor natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses producios sao de um tempero
que satsfaz ao paladar mais exigente e assim
se recommendam ao uso das familias era suas
SOiresa e oulras fesias intimas ou solemnes.
A padaria Noguein er, pois, prestar um ser-
vico s familias pernambucanas; 3 quaes pro-
porciona assim aritgos indispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm diaso,
jeitos era casa, nao lhe custariam menos.
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rea do H s >icio o. 20.
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do fabricante Ersrd
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VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
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nos, j por si recommendado aos Srs.
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giene Publica e autorisada pelo
governo do Brasil.
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radical da TSICA, BRON-
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sumptivas, tanto as enancas
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Tapetes ave'Iadadoa e alcatifa, grandts e peqoenai.
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Pcitbos lieos e iom prega' para senhera a ]0 nm.
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Sargelim branco e da todas aa corea a < 60 ra. o colado.
VetuarK.a da J-rsty para creaccha 155 orr.
C-sac 8 de inttf para eenhoras a 5| um.
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C liTira frai.c:: 03 mi sqoiteirr.s ame i:i;n Sobretnio, cerciulas, meiar, ler. ye e gravhUs.
K mmtos otir's >tt i:s i'U aa torna d fficil mencionar.
S na
Teieohone 61
Mil Di H
00 DE MCA

TRADCgO
PARTE PRIMEIRA
(Continuagao)
No terceiro dia accommodou-se sir Jor-
ge no palanquini, muito bem munido de
toda a especie de mantimentos.
Stop cavalgou o cavallo magro de com-
pridtrs crinas, que ja couhocemos, e a ca-
ravana poz-se a caminho.
NSo o acompanharemos n'uma jornada,
da qual j conhecemos o nico episodio
interessante. Referimo-nos estranha
aventura comegada no carne do monte
Beomah, as ruinas do pagode de Siva,
e cujo desfecho se deu no misterioso pa-
lacio da desconhecida de mascara de vel-
ludo. .
Terminamos a parte retrospectiva da
noaaa tarefa.
Os leitores conhecem j suficientemen-
te alguns dos nosses principaes persona-
gens; de modo que s agora nos resta
avarjfar.
E' o que vamos fazer.
Os aposentos de sir John Mal col m, si-
tuados no pavimento terreo do lindo ben-
falow, do qual n'um capitulo precedente
emos esbo90 fugitivo, compuha-se de
10 urna saleta, de um grande escriptorio e ''enigmticamente
de um quarto de cama.
0 escriptorio, inteiramente forrado de
esteiras indianas,deeuriosissimo trabalho,
tinha por movis principaes urna estante
primorosamente guarnecida, e urna enor-
me secretaria, vinda de Inglaterra e car-
regada de massos de papis.
N'uma das paredes attrahia a attenco
urna panoplia. Esta panoplia compnja-
se principalmente de armas de caca ingle-
zas, de bellissimo trabalho e grande pre-
cisSo
Viam-se tambem all espadas e todos
os modelos e pistolas de todos os tama-
nbos e adarmes.
Era, n'uma palavra, um verdadeiro ar-
senal em miniatura.
Elevadas janella, quasi sempre aber-
tas e defendidas dos raios do sol por stores
chiuezes, de cores vivissimas, prodigalisa-
vam o ar e a luz na estancia, onde vamos
tornar a encontrar sir John Malcolm e seu
filho Jorge, no dia immediato ao da che-
gada deste a Benars.
O magistrado estava sentado secre-
taria com a cabeca pousada em ambas aa
mSos no momento em que Jorge traes poz
o limiar do escriptorio.
Ouvindo lhe os passos, ergueu sir John
a cabeca, voltou-se um tanto para elle, e
recebau o com um sorriso.
Se quer, meu pai, conversamos por
um bocado...
Se quero, meu filho N3o sabes que
urna satisfacSo de que estive privado por
tanto tempo, que se tornou para mira a
mais preciosa de todas I...
Jorge abracou o pai e proseguio :
Vamos fallar da sua carta...
Da minha carta ? repetio John Mal-
colm em tom de interrogado.
Sim, da carta que me fez deixar a
Inglaterra e na qual me excitava mqitoj
urna grande obra,
que comecou e qual me fizera a honra
de me associar I Nessa carta, de certo, se
lmbra, tratava-sa de arrostar perigos, de
conquistar gloria, e estas duas cousas,
n3o lh'o oceultei, accrescentou Jorge sor-
rindo-se, exercem em mim omnipotente
attracgo. Ora, nisto ha um mysterio
excitante, um enigma extravagante, que
em todo o decurso da travessia de Dou-
vres para Calcuta, me causaram bastantes
noites de insomnia e febre.
E tu quizeras saber sera demora a
explicacSo do mysterio e conhecer a cha-
ve do enigma ? perguntou o John Mal-
colm.
Parece-me que natural!...
Naturalissimo 1 Contava ja com a
tua impaciencia, e at te confesso que se
te achasse fri e indihTerente, ficaria pe-
nosamente sorprehendido.
Bem v, mea pai, que n5o tem a
temer nada semelhante 1 Estou vido de
saber, e creia que vai lancar as suas pre-
ciosas confidencias em ouvidos sobremodo
attentos. Falle, falle, que estou mono
por ouvil-o.
E" preciso esperar anda, meu caro
filho, disse John Malcolm.
Esperar! repetio Jorge era tom de
profunda desillus&o.
Sim ; e revestires te de paciencia,
porque nao vers hoje satisfeita a tua cu-
riosidade. .
Mas porque ?
Por amor proprio.
Que auer dizer, meu pai ?
Quero dizer isto : Assim como um
escriptor, quando compoe um romance ou
um drama, nao accede a sujeital-o apre-
ciado do publico seno quando julga ter-
Ihe dado a cada urna das suas partes um
1
CA1IISA1UA 13 ALF1I1TARI1
15 *ua do Viscon !e de InhaDaJ5
( Intima do run lo Han;cl )
Este novo estabelecimento acha-se sob a direcQ&o de Alvaro Jos P-'reira.
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernanibucano, e a todos os seus freguezes tanto da praga, como do matto que
alm de um bom sortiraento da finas casemiras, brins, bramantes, flanellas, ptimos
madapoloes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico da camisas Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisns das qualidades e pregos seguintes
Duzia de 1." ciarse com punho ou sera punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duzia de 2 a classe com punh e sem punho
Duzia de 2.a classe com ollarinhos
Duzia de 3." B com punco ou sem punho
Duzia de 3 a B com collarinhos
Duzia de 3.a classe com pnnho ou sem punho
Duzia de 3.a classe cora collarinhos
Duzia da 4.a classe com pnho e sem punho
Duzia de 4 com collarinhos
!i duzias fazeni-se bons descontcs
Linda exnosigSo de grava tas, lengos, punhos, collarinhos, raeias de 13 e
algodao, para horaens, senhoras e meninos; o que ha de mais fino em aberturas da
araisas. lizas e bordadas.
A' frente da officina de alfaiaaria acha se um perito e hbil artista
Em Olinda
Vende-se excellente doce
de c)ju' secco; a tratar na
Ladeira da Eibeira n. 23.
85000
905000
728000
785'(0
601000
G6JX 0
488000
5450 0
42-3 00
488000
HOTEL OOMMERdAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a directo d* seu hbil proprietario MA-
NUEL GARCA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceio do servijo culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posico hygienica do seu edificio.
' Depois de innmeras transforrnaces por que tem pausado este Hotel, coneeguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantanss a
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POUR SE MANGER. Salpic5eg, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serta,), doces saceos e era caldas, estran-
geiros a nacionaes.
E'esplendido o sortimento de vinhos Figuaira, Bordeaux, Porto, Vermo uth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao comraum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as raelhores condicoes do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMROlAL
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
ALTA
Acaba de chegar para a chapelaria XT3NTXJK.O
pelo ultimo vapor um novo e complefo sortimento \ e
chapeos de feltro, la e palha para homenve, senhoras e
crianzas.
B. MELLO AZBVfiDO
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Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipai do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVI
UZAR AS REFEigOES para se
obter urna digesto sadiae nutriente.
Encontra-se as principaes roei
cea fias.
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GIMAR^ES & VALEXTE
6;i,ARGO DO C0RPn a' NtO N. 6
Vende- e
pr priodade
Rodas dagna.
Tixas tundidas e
Taixas b tidas
Arados.
batidas,
sem
:ca davidamente os pormenores, e completado
o todo...
Pois que exclamou Jorge ; urna
tal garridice de autor para com seu fi-
lho !
Porque n&o ?... Meu filho, ouvindo-
me, tornar-se-ha meu juiz ; e eu tenho no
mximo conceito a sua admiracao.
Bem sabe que pode contar com ella
antecipvdamente I Oque meu pai faz,
ou tem feite, nao pode deixar de ser
grande, n&o pode deixar de ser bello !
Neste momento o teu coraco que
falla ; mas n&o de admirado filial que
eu preciso .. Do que necessito de um
suffragio pensado e reflectido Ora, eu
empenho-me em conquistar este suffragio,
e por isso que demoro as minhas confi-
dencias ...
Maa meu pai nSo pensara assim
quando me escreveu ?...
Isso verdade ..
Porque motivo se modificaram entSo
as suas ideas a tal respeito ?
Porque depois de expedida a carta
avancei um grande passo I A minha obra
progredio de um modo inesperado O se-
gredo decisivo que procuro, e que vinte
vezes ma iiludio a espectativa, no mo-
mento em que me julgava senhor dalle,
nao poder desta vez escapar-me !... E
a posse do tal segredo, Jorge, a cer-
teza do succe8so e do triumpho Estou
mesmo a chegar... estou a tocar o ter-
mo !
Ao passo que John Malcolm fallava as-
sim, fazia-lhe tremer a voz estranha exal-
tacSo, e em torno da vasta fronte cerno
que lhe resplandeca unja especie de vaga
aureola.
Repartirei comtigo a gloria, meu fi
lho, proseguio elle. Mas o ultimo es-
colm, que pretenda excluir-me do peri-
go I... Pois, previno-o, meu pai, que
nao quero participar do triumpho, se nao
houvr participado do perigo.
O juiz supremo tomou entre as duas
mos a loura e encantadora cabeca de
Jorge.
Socega, meu querido filho, replicoa
elle; quando eu puder exclamar como
Archimedes :Bureka Achei 1 nao terei
ainda attiogido o fim ; e por isso promet-
to-te perigos capazas de causar inveja aos
cavalleiros da Tavola Redonda ?
Ainda bem, meu pai!
Ests satisfeito ?
Sinto-me pelo menos consolado...
E esperars com paciencia ?
De certo... Tiato como assim pre-
ciso... absolutamente... Com tanto, bem
entendido, que a espectativa nao seja lon-
ga de mais.
Obrigo-me a fazer om que nao es-
peres muito... A contar de hoje, peco-te
um mez...
E ao cabo de um mez fallar ?
Prometto.
E dir-me-ha tudo ?
Juro!
Succeda o que succeder d'aqui at
l, e mesmo que a esperanca que tem
neste momento se nlo realisar ?
Sutceda o que sacceder.
Muito bem, meu pai Aceito a sua
palavra ; e ao cabo de uro mez, dia a dia,
ouvir-lhe-hei dizer :Eis-me e ouve-me !
Jaboato
neete muDicinio un:a famosa
agrie Ib si'n t* nn 'ug&r
P.c uuti'ora raOulmia Suaesma: njede
urna srea de 97 887 mttroa qobdr.dca
de trras de produce?.'.) fatulos ; tem doia
mansncitai de agoa potavel era dtas ex-
trem dndes ; a c^Ba de Tivenda cd.:r.-
da ds fralda de nm m< r:te dominando int-
merfa varzea banhada por um dts me-
nsocises, em parte da qu 1 e&tSo F.'-..!.. o -p,
j oom a p-imeira litps, 10 carros da
canea e existem cotl a tratar se par* a
eafra futura ; eomeg m a fructificar a'nr.a
de trinta e tantoB cacueircs que relia me-
drara vigor* sameute ; Iu?ra-se stmancrit-
ire^te o troducto de um b r at tira! da
megn?a < xiatente ; *s!terr s so quasi to-
das rohfrtas de :- atas, i>d;td se teder
destas solipar, lenba cu C8rv2o ; ha css
p-oximidades da casa j.-queirts liargei
i as tovas e ojueiros.
A i i'a proprleddde mmediatan ecte
visioba a Uiina Progreeso Cu'ooiul & qua
se verde aa cannr.s clbid s.
Vende-sa igaalmecte ferramenta agri-
cela ettO 8CceB8crin, o am cavtdlo de
sell.
Convida-Be os pretendentes para urna
v Bita e para pediren inform.^o;8 toa vi-
ainbrs da mesraa propriedtide.
A tratar com o capillo Rimos, mora-
dor na cidade.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometroe de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binqculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9fiua Larga do Rosario9
Hotel Hestaurant Po-
pular
EM
Caraiihuns
Defronte da Estacao da Estrada de Ferri
Sul de Pernambnco
O proprietaro deste bem acreditado
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas*
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarn a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em fim convidamos aos Srs viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos presos.
Antonio Luiz.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 82 e
84, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio-
Quem os pretender poder ir velas;
e para negocio deixe carta no escripto.
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Sitio yenda
BVende-ee o sitio rna do Payaodo' 0. 12,
i'ontendo nm sobrado e janto a es e urna capel-
liDba, lendo 00 nterlor da sitio diverjas cari-
osa que d&o boa renda annoal; es pretendemos
podero veromeamo sitio, e tratar no sobrado,
das 6 s 8 horas do dia, e das 4 as 8 borda da
aoite. oncom Alpioiano M-rqu^s no Crrelo.
XI
grao relativo de perfeito, assim eu me'for$o, esse quero eu guardal-o para mim
empenho em nao te submetter a minha's...
vivamente a curiosidade, fallando-me \ obra senSo depois de lhe ter coordenado' Quer dizer, murmurou Jorge Mal-
Era completamente noite, mas as in-
nmeras estrellas que marchetavam o
firmamento azul, tornavam transparente a
escuridao.
O ar estava tepido. Os cimos das ve-
lhas arvores nao eram agitados pelo m-
nimo sopro.
Ouvia-se ao longe urna voz falhada,
entoando urna canc5o hyndu, cujo rithrao
montono era acompanhado por urna es-
pecie de pandeiro.
Jorge Malcolm sahio do recinto do jar-
dim, fechou a porta do cerrado, e met-
teu-se pela azinhaga, na qual a espessa
abobada formada pela ramaria entre-
lazada, torna va sobremodo densas as tre-
vas.
Mal dera meia duzia' de passos soF
aquella abobada, destacou-so da parede de
verdrra, a poz-se a seguil-o um vulto ii>
distincto.
Scismando, caminhava o Jorge pausa-
damente.
As recordacoes transpor'.avam-no mais
urna vez s ruinas do pagode de Siva, na
noite do sonho, e faziam-no perguntar a
si mesmo se realmente o pai adivinhra,
e se com effeito representara um papel,
aquella noite, nao n'um sonho delicioso,
mas n'uma realidade mais deliciosa
ainda.
O vulto branco pisava o solo com ps
tao prudentes, que o Jorge nem de leve
supeitava da presenga de urna creatura
viva atraz de si.
De repente, no momento em que ia a
transpor um sitio, onde a folhagem a
menos espessa deixava chegar azinha-
ga o clarSo frouxo das estrellas, estre-
meceu.
No dia iminediato ao da conversaco
que expozemos fielmente aos olhos dos
leitores, e que se dera entre o pai e o fi-
lho, Jorge Malcolm, depois de ter toma- (Contina.)
do em familia a refeisao da tarde, dr-.
gio-se para Benars, de onde pequenissi-l^-------j-
ma distancia separava o bengalow. | T7P &* 1* de C"1M 42'
-1

M
v v
*


Full Text
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