Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17633


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Full Text
ANNO L. MHERO 95
I*
Sti\

I

PAR.i A CAPITAL. B LLGARK9 0\DK XJLO SE PAGA POBTB.
Por tres mezes adiaatados.....,........* 69000
Por seis ditcs, idem............... 129000
Por trm anno idem.................j 849000
Cada numero avulso................ 9320
TE8CA FE1RA 28 DC ABRIL DE #874
PABA DBMTBO E FOBA DA PBOYIXCIAk
Por tres mezes adiaatados................ 69750
Por seis ditos idem................. 13$5o0
Por nove ditos idem.....*............ 909260
Por urn anno idem................. 379000
PR0PR1EDADE DE HINOEL FICUEIRGA DE FARIA FILH0S.
* St.. Gerardo Ax.tor.io AWesd Filhos. no Para; Gouges d Puito, no Maraahao Joaquim Jo* de Oliveira d Filho, uo CearJ EoL de Len^ Braga, no Aracat, Joao Akria Julio Cha.es, no Assd; Antonio Marque, d. Silv., no bid, Jo* JasUno
Pereir. d'Almeida, em Mamauguape Carlos Auxencio Monteiro da Franca, a Parana ; Antonio Jose Gomes, n. ftJU d. Pen.,; BeWno dos Santos Bulcao. em Santo Antao ; Domingos Jo*J da Cost. Brag., em bzareth;
_______________________________________________________Autotuo Fcrreira de Aguiar.em Gojanna; Joao Autouio Machaeo, no Pilar daf Akgdas ; Aires 4 C, na Bahia; e Leite. Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
i __________________________c________________________
.Mini*!erio DEC11ETO N. 5,580 DE 31 D^ MV!Q Dt4 1874.
Mandii execular a nova tarifa das alfandegas e
suas disposicoes prehminates.
Hei por bora, usando d i autorisagao coacedida
polo art. 11 da lei a. 2,343 de 23 de agosto de
1873, ordenar que nas alfandegas do imperio se
execute, do 1." do julim proximo futuro em
tiianld, atari fa e suas disposieoes preliminary, qae
com este baixam, a.-signadas pelo visconle do Kio
Branco, ooiuelbeiro de eslad>, senator do imp
rio, presideute do conselba do miqistros, ministro
e secrelano de estado dos negocios da fizeada,
e presidonte do tribunal do thesouro naciooal,
que assim o leuha eateudiJo e fag.i execitar.
Rio de Janeiro, em 31 de man;.) de l87i, 33." da
indopendeueia e. do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Visconde
do Rio Bianco.
|vem a bordo,
I i.iml deixarem os
15. Aos livros
M8POSICOSS I'llKLtillXAKKS.
Direitos de ctnsiimoou de import ugao.
Art. I.* Aos direilos estafoeleei los na (aiifa das
aifandegas fleam sujeitas todas as mereadorias es-
trangeiras, juc se destinarem ao cousum.) u; Bra-
sil, excepluadas as de i|U6 trala o art. 4..
Repgtar-se-hao de origem estrangeira :
1. Todas .is mereadorias importadis de paiz 6s-
trangeiro, quer direoiumento para consumo, quer
em traasito, goer em navios eutrados par fran juia
oa arnbada forgada, quo forem JespachaJas para
consumo.
2." 0 carrogamento e pertengas das embarca-
goes apprehendidas, o apparel ao, provisoes, arma-
ment'), munigdes u uutrus ubjectus do servijo de
quaesqoer embarcai-jes, e os fragavmtos dos cas-
cos de navios e*:rangeiro-, que forem vendiJos
para consume
3." As'embarcatOei miudas pertencentes a quaes
quer navios, qua forem tiradai do servifo, e
vendidas ou traspassadas em qualquer purto do
imperio.
i.* As mereadorias nacionaes e as estrangeiras
nacionalisadas pelo pagamento dos direitos de eon-
sumo, sando traasportadas, sem despacho, de uns
para outros portosalfa.idegados do imperio.
'i.' As mereadorias arrojadas pelo mar as praias
e pontes, ou qut forem enooutradas fluctuando,
ou tiradas do fonJo d'agua, na forma do arl. 338
do regularaento de 19 de seteinbro de 1860.
Art. 2. Alem dos direitos ds consumo, de que
trata oart. !.?, cobrar ss hi em todas as alfande-
gas do imperio a taxa addicional de 40 por cenio,
reduzivel gradual .iwuto comj for deterrainado nas
leis do orcamento, -aliulada sobra a importaneia
dos mejmos direitos, quer sejam fixos, quer ad V3-
lirem ou por factora, segundo a tarifa.
Art. 3; Na alfandrga de Albuquerque gozario
da iseneao de direitos quo for e.'tabelecida as mer-
eadorias alii despaehadas, na forma, do disposto
no 3.'art. II, da lei n. 2,3i8 de 23 de agosto de
1873.
Paragrapho untco As mereadorias, porem, dei-
paebadas para consu:;ii oa referiJa alfaodega, que
tvverera por qualquer motivo de seguir para ootro
qualquer porto alfanJcgado do imperio, satisfarao
prcviamente a impoi taocia dos direitos qoe forem
ostabeleeidos, ou viguraremnadpoea doembarque,
lancando-se a verb- Jo pagamento uo despacho
respeclivo. No cas-'d-i filta de verba, na alfan-
dega ou mesa da rendas importaiora seri) os re-
feridos direitos cobrad is oa raxao dupla.
Jsengao ile d leilot de consumo.
Arl. 4." Sera concudida iseneao de direitos de
CGBiumo, media:)!) a- Cautelas fiscaes, quoo ins-
pector da alfaodega ou administrador da mesi de
rendas julgar ne > iri la ;is seguintes mercaIt rias
e oljeetos :
l.1 As amo;!r.v de nenbum ou de diminuto
valor.
Reputar-se h:i'< .. lostras de nen'ium ou dimi-
nuto valor os Drag n .:-. oa pirte de qualquer
g inero ou merca i >ri i. em quaolidade strietamen-
tc necessaria p;>:.. : ir ;i couhecer sua nalureza,
especie e qaalidadt, a cojos direitos nao excede-
rem a 200 rCi3 \i r v iluoie.
5 2.' Aos modems de machinas, de emb irjacoe^,
de instrumentos c Jo jnal |uer iavenlo ou meliio-
ramento feito na= arl a.
; 3." Aos in-' : de agricultura, ou de
qualquer arts liberal u mechanica, e mats objec
t;.s doaso dos colo 11 a artistas, qoe vierem resi-
dir no imperio, suud :-s.irios para o exercicio
de sua prolissao ou industria, c untaato que nao
T.xcedam as qoanMdidos mdupeasaveis para seu
: tso c de suas familia
4." A03 restos de uiantimenus pertencentes ao
rancho particular dos colonos que vierem e.-tabe-
lecer se no imperio, sendo destinadoa a alimenta-
<;.".o do3 mesmos em qoanto se nao empregam.
K. A tAdo! "J objectos de uso proprios dos
eiubaixadores e ministros estrangeiros, e, em geral,
de toda3 as pe-s <:< empreuadas na dipl imaela,
que chegarem ao imperil., na forma do art. I. do
decrelo n. 2,022 de i 1 de novembro de 1857.
6.# Aos getH-r e efTeitos importad s pelos
embaixadores, raioistros resideotes e encarregados
de negoeios, acreditados junto a cOrte deste impe-
rio. na forma e ondicdes marcadas pelo citado
decreto n. 2.022 de :i de novembro de 1837.
7." Aos objectos do BS3 6 servigo do3 chefes
dai missSe3Uiplornatica9 brasileiras, qae regressa-
rem, precedendo r? uiisieao do ministro dosnego-
cics e3trangeiro.
8." A03 gen;ro- e objectos importados para
uso dos navios de gucrra das nacoes amigas, etie
suas tripolacoes, quo :hegarem em transporter dos
respectivos estados. em paquetes ou em na'ios
niercantes, medianie reqdisiefo da competente le-
gacao ou chefe da esucjn navil.
9. As mereadorias de pr- iuocio e industria
naciooal, que, tende -ido exporladas, regressarem
em qoalquer embarcaelo, comtanlo que taes mer-
eadorias : 1. sejam distinsuiveis ou possam ser
differencadas de outras semelhantes de origem es-
trangeira ; 2* regressem dentro de um anao
e por conta do proprio individuo que as exporta-
ra ; 3." venham a.-einpanhadas de certificado de
nifandega do port) do retorno, legalisado peln
r.gente consular brasiiiiro, e na sua falla, pela f6r-
rna indieada no art. 400 do regulamento de 19 d-
?etembro de 1860
| 10. Aos genera e mereadorias de produccao
national, perteneeQt'-' a carga das embarcagSes,
que, tendo sahido de algura port) do imperio, ar
7 barem a outro oa naufragarem. e forem por qual
quer motivo veodid i? para consume.
No caso de duvida de serem as mereadorias sal
vadas-nacionaes ou estrangeira?. nao tera lugar
o iseneao dos direlii- d-; c-msumu.
5 II. Aosgeiit:.. ; mereadorias de produccao
manufactura n.i:, i.ii. que fufein im^urtadus
o
era embarcacoes estrangeiras, sob ciucao ou fiau-
va, na alfaodega de i'ruguayana, conforme o arl.
%93.do regulameoio de 19 de seteinbro de 1860, ou
na de Albuquerque, e deltas exportados para
qualquer outra do imperio, na conformidade aos
arts. 489 e seguintes do citado regulamento.
| 12. Aos instruments, livros e utensilios de
uso proprio delitteralos, e de qualquer naturalis-
U, que se destinar a explorajao da nalureza do
% 13. A' roupa ou fato usa-lo dos passageios, e
aos instrumentos, objectos ou artigos de seu servi-
co diario on pro3ssSo.
i 14. A ronpa ou fato usado dos capitaes e das
pessoas das tripolacoes dos navies, aos instrumen-
; tos naulicos, livros, earta*. mappas e utensilios
[proprios de seu usu e prolissao, quer os conser-
quer o< retirem ou levem comsigo
navius em que serviam.
merca ntis escripturados e
quaesquer mauuscriplos, aos rctratos de familia,
aos livros de uso dos passageiros, coratanto que
nao haja mais de um exemplar de cada obra;
aoi desenhos e esbocos acabadus4Mi pohmiImm
pertencentes a artiitas que vierem residir no im
peno, e, em geral, aos utensilios e objectos usa
dos necessaries para o exercicio de sua arte ou
pcofissao.
16. Aos bahus, malas e saccos de viagem usa-
dos perteucentes as bagagens dos passageiros e
iripolacao dos navios, e necessarios para o uso pes-
soal e diario duranle a 'iagem
I 17. As joias di uso djs passageiros.
| 18. As obras velbas de qualquer metal flno,
estanio iouUisadas, sendo livre as partes ioutilisa-
das imamo o oao estejam na occasiao do despa-
cho ou conferencia.
19. Aos barris, barricas, ancoretas, cascos,
caixas, vasos de vidro ordinario escuro, azulado,
ou esverdmhado, de barro ou louca ordinaria, as
latas de folha, de ferro, chumbo, estanho ou zinco,
aos saccos e capas de aniagom e qualquer outro
teeido ordinario ; e a quaesquer outros envoitorios
semelhantes, em que se acharem as mereadorias
nao sujeitas a direitos pelo seu pe^o bruto, salvo
se, tendo valor commercial, pir qualquer causa es-
tivwem vasios ou se esvasiarem, ou se acharem
corapletaraente separados das mereadorias a que
pertenciam.
g 20 A* pal ha que for encontrada em qualquer
envollorio servindo de encbimento para o bom
acondicionaraento das mereadorias e que nao liver
outr.) pre.-timo.
21. A's mereadorias estrangeiras que ja tive-
rem pago direitos de cousumi era algumas das re
particoes fiscaes competentes e forem transport*
das de uns para outros portos onde houver alfan-
dega, sendo aeompanbadas de despacno, em em
barcagoes nacionaes ou estrangeiras, na forma da
legislai;So em vigor.
22 A's meread.rias e objectos cujo despacho
livre liver sido ou for conjedido pela tarifa, por lei
especial, ou por contralo celebrado pelo governo
imperial com alguma pessoa, coaipanhia ou corpo-
racao nacional ou estrangeira.
23. A's mereadorias e quaesquer objeclos que
forem directamente importados por conta e para o
servico do Estado.
I 24. A's mereadorias e qme-quer objectos per-
leacentes as administrates provinciaes, direcla-
mente importados por sua conta para o servico pu-
blico.
25. Aos produ:tos da pesca das embaccaeoes
nacionaes.
26. Aos geoeros e mereadorias mencioaado3
no art. 321 do regulamento de 19 de setembro de
1860, e na labelli n. i aunixa ao decrelo n. 2,486
de 29 de seteinbro de 1839, que entrarem pelos
pontos habilitados das fronteiras terrestres, e pelos
porlos habilitados ou alfandegados do rio Uruguay
da proviucia deS. Pedro do Rio-Grande do Sul, nos
tennos e casos especiaes mareados pelo mesmo de-
crew ( art. 23 da lei n. 369 Je 13 de setembro de
1843 ).
27. Aos generos introduzidos pelo interior das
privincias do Amazonas, do Peru e de Matto Gro-
so, de qualquer ponto dos territorios estrangeiro3
que lirailara com essas proviacias, e que forem de
produccao dos ditos territorios limitrophes.
| 28. Ao ouro e prata em barra, po ou mina,
e;n folheia e em moeda nacioual ou estrangeira.
29. A's machinas para lavrar a lerra e prepa-
rar os productos da agricultura, para o servico de
tudesquer f ibrieas e uffl:inas, e para a navegacao,
moyidas por vapor, agua, ar ou vento, bu a elee-
Iricidade, bem coma por foreas animaJas, e quaes-
quer outros motores, uxos, loeomjveis ou porla-
teis, ompreheodid'is e?tes.
| 30. Vs pegas d.is maebioas importadas em
separado, a respeito las quaes >e prorar, median
te exaine feito por peritos da escollia do chefe da
repartieao, que niio pidem ler outro deslino ou
appiicat-ii senao subslituir peeas identicas ja ar-
ruinadas de certas e determtnadas machinas, ou
servir de sobresalentes as que, existindo perfeitas,
possam iuutilisar-se pjr qualquer eventualidade.
31. Aos alambi ;ues, fornalbas, retortas, cal-
deiras, m>inhos e objectos semelhautes, grandes,
pan. uso da I ivoura e las fabneas.
32. Aos arbnstos, arvores e planlas vivas de
qualquer especie, e as sementes raizes e bolbos
proprios para borta, jardim, prado, e om geral,
para a agricultura.
33. aos objectos pertenc.mtes as companhia-i
lyricas, dramat.eas, .equestres ou outras ainbulan-
toi que se destinarem a dar reprosentacoei publi-
cas; as colleccoes scientiiicas de histiria natural,
numismatica e de intiguidades; as estatuas e bus-
tcs de quaesquer materias que forem destioados a
exposicao ou representa';.ao publica, e as mereado-
rias estrangeiras que se destinarem a flgarar nas
exposicSes industriaes que se lizerem no paiz.
Este despacho nio podera ser concedido sem que
as partes caucionem os direitos de consum. dos
objectos mencionados neste paragrapho, ou pres-
tem fianca idonea ; sendo cobrados os direitos, se
dentro doprazo concedido pelo chefe da repartieao,
que podera ser por elle razoavelmente prorogado,
nao forem 03 objectos assin despachados reexpor-
tades integralmente, ou na) se provar terem dasap-
parecido por uso ou obito, segundo a natureza do
objecto.
34. A's imagens e quaesquer objectos proprios
e exclusivos dr) culto divino, indispensavois para o
servigo das cathedraes, mitrizes e igrejas, directa-
mente imp iitadoa por conta das respectivas adrai-
nistrac5es.
_S 33. Aos vasos e barcos rniudos ds embarca-
coes condomnadas, por innavegaveis que forem
com ellas conjuactamente arrematados em leilao, os
quaes ficarSo sajeitos somenle aos direitis da
transfereocia de dominio.
Art. 5." Aos objeetos de que tratam os 12 a
15 se podera conceder iseneao de direitos aiuda
quando nao aomp.iaharera os passageiros e pes-
soas da tripolapao dos navios na mesma embar-
cacao.
Art. 6. Para o despacho livre de que tratam os
5, 6, 7*. 23, 24 e 34 do art. 4 6 nece3sario or-
dem do ministry da fazeoda.
1 I.* 0 despiehante, na n>ta que flzer, e quan-
do requerer ao chefe da repartieao, ou sol citar a
intervened do agenle diplomatico competente, ou
impetrar do mraistro da fazenda ordem para despa-
cho, devera mencionar com exactidao os naraeroi
e marcas dos volumes, seu conteudo, qualidade,
quantidade e peso on medida dos objectos de que
tratam os citados 5', 6", 7, 23, 24 e 34 do
arl. 'i
!. 0.-. vi);nines dirigidus aos agentes diplmna-
ticos residentes no impsriu, sob o sello das annas
de seu paiz, serio logo entregnes a requisicao ou
declaragao official dos mesmos agentes, indepen
dentemente de ordem do ministro da fazenda.
Art. 7. A's rarcadorias comprehendidas nas
di-posicoes dos | I; 2*. 3% 4, K, 6% 7; 8\ 10,
11, 12,13, 14. 15, 16, 17, 19, 20, 21, 23, 24, 25
26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 34 e 35 do art. 4, alem
da iseneao dos direitos de consumo ahi estabeleci-
da, se concedera tambeni a i-encao do expedienie
de 5 '/., de que trata o art. 625 do regulamento de
19 de setembro de 1860.
Generos prohibidos.
Art. 8.* E' prohibido o despacho das seguintes
mereadorias e objectos :
I." Qualqaer objecto de esculptara, pintara
ou lithographia, obsceno ou offensivo da religia*
doestado, da moral e Ooqs costumss, on que es
teja campre-heaUlo nas disposieoes dos arts. 90,
244, 278 e 279 do codigo p nal.
2.1> Qualquer artefact-) cujo usa ou applic -
cao esieja nos mesmos e.isos.
3.' .Os impressos oa obras contraleilas, a qae
se referem o art. 23 d.i iei n. 369 de 18 do setera
*ro da 1843 e o decrelo n. 2,491 de 30 de setem-
bro de 18 )9
4.' Os panhaes, canivetes-punhaes e facas de
ponta, c m excepcio das que forem proprias para
xarquear, de malt), de viagem ou de cozinha ;
as espingardas ou pistolas de vento, os stik: e as
bengalas, guardaVchuva, ou quie*juer outros ob-
jectos que contenham espadas, esto jaes, panhaes
ou e pingardas.
5. 0 ar.namento e pelrechos degaerra, quan-
do o dspaclianie nao apresenlar con a nota a li-
cenca da competente autoridade policial.
5 6. As gamas e outros ia3lrumentJ3ou appa-
relbos proprios para roubar.
7.* As mereadorias e generos aliraenticios ou
medicinaes em estado de putrefacca), oa avaria,
que possam ser noeivos a saiile publica, prece-
dendo exame de pessoas iiones, oa form > pies-
cripta pela secgao 3* do cap. 3* d) regulamento da
19 de setembro de I860.
Art. 9." Deaegado o despacho em virtu-ie d) ar-
tigo antecedenle, os objectos dos gg i, 2', 4% 6 e,
7 serao apprehendidos, e immediaiamente destrui i
dos ou inulilisados ; os do 3 serao confiscados na
forma do art. 5 do decreto n. 2,491 de 30 de se-
tembro de 1839; os do g 3", couforrae a sua na
tureza, serao depositalos nos arsenaes de guerra
ou armazens de artigos bellicos, on era qualquer
outro lugar que o governo desiguar, ou recolhidos
a ura annazem especial, ate que com licenca do
competente chefe de policia, sejam regularmeote
despachados, lavrando-se de tudo o competenie ler
mo, que seri assignado pelo chefe da repartieao
g l. Se os objectos de que traiara os g I" e
2 do arligo antecedenle puderem ser de.-truidjs
ju inulilisados sem prejuizo ou estrago de outros
nio pronibidos, a que por venlura se aclurem an
nexos, permitlir-se hi o despacho desres, cobra a
do-se em tal Caso mais metade dos respectivos di
reitos com niulta ; no caso contrario. serao des-
truido-, taoto uns co.n> outros dos referidos objec-
los.
g 2. Se nos objectos compretiendidos no g 4'
do sobredilo artijjo se encontrarem alguus fabrica-
dos de materias preciosas e de valor, e mesmo,
fora deste caso, se as annas prolubidas puderem
ser destruidas e inutilisadas sem prejuizo ou es-
trago das bengalas, guardas chuva, cbicotes, etc.,
que as contiverem, proceder-se-ha corao nos zsam
dog autecedeole.
Art. 10. As disposicoes do arligo precedente fl-
eam extensivas ao caso de serem achados en al
gum volume taes objeclos oeeuilw em fandos falsos
ou de qualquer outro moao ; neste caso taper-
se-ba a raalta dos aris. 30 e 337 do regulamento
de 19 de setembro de i860.
Applicagao di tarifa. '
Art. 11. tfa applicagao da tarifa, e na cobranca
dos direins, nenhu.na distinccao se fara, sob qual-
quer pretext), quer em relacio as mereadorias,
quer aos porlos de procedencia, ou aos seus do
nos e importadores, que nao se ache legalineule
eslabe ecida.
Art. 12. Na percepcao dos direitos, nenhuma
differenga se fara entre mereadorias e objectos n)-
vos e usados, em pega e retaliu, pjr a-;abar ou
iucompietos, inieiros, acabados e promptos, com
ou sem enfeites, salva a disposigao.do art. 16 g 3':
nsm tambem pela naturea dos envoitorios, ou
em virtods de qualqaer outra cireumstancias, que
nao esteja expressameute declarala na tarifa, ou
previsla nas presentes disposigSes.
E nenbum arligo ou objecto se repulara d.ire-
reale doclassilicado ou comprehendido na larifa,
pelo simples facto de cooler algum eufeite ou mo-
didcacao, que Ihe naa allere a essencia, qualida-
de ou emprego, aiuda que se lhe tenha d..do diffs-
rente deuomiuagao.
Art. 13. AS fazeudas bordadas. oa que livorem
enfeites ou guarnigoes de ouro ou prata, qae nao
estiverem especialmente tarifadas ou subjrdiua-
das i dispysigSes especiaes da tarifa, pagario di
reios ad valorem, na razao impost a a identicas
fazeudas sem bordados ou enfeite*.
Art. li. As mereadorias fabricadas ou compos-
las de materias differentas, sobre que nao houver
na tarifa taxa especial oa lixa, ou disposigao par-
ticular, iicam_ sujeitas as raesmas taxas eslaoele-
ei-Jas para m'ercaJorias idealicas, fabricadas uui-
camentc da uiateria qae najuel'as predominar, ou
da mais tributaJa no caso de igualdade de mate-
rias, ou de duvida sobre qual seja a materia pre-
dommante.
Exceptuam-se os teciJos mixtos, a respeito dos
quaes oiservarse-hao as regras estabelecidas no
artigo seguinte.
Tecidos mixtos.
Art. 15. Os tecidos mixtos ou compostos de ma-
terias differentes, que nao iiverera taxas especiaes
na tarifa ficam subordinados as seguinfes regras :
1.' Os compostos de algodao com la ou linho,
predomioando o algodao, pagario direitos como se
fossem de algodao, segundo sua qualidaie, torn o
augraento de 20 por cento.
2." Os compostos de la ou linho com algodao,
predominando a la ou o linho, pagario direitos
corao se fossem de la ou de linho, segundo saa
qualidade, com o abatiraenlo de 10 por cento.
Gonsiderar-se-ha materia predomioaute no teei-
do a que eonstituir a urdidura e parte da trama,
ou vice versa ; e quando uraa das materias cons
tituir a urdidura e outra a trama, reputar-se-ha
preJomioante a materia mais tributada.
3.* Os que tiverem toda a urdidura e parte da
trama de seda, ou vice-versa, pagarao os direitos
dos tecidos de seda, segundo sua qualidade, com
o abaiiraento de 20 por cento.
4.' Os que tiverem toda a urdidBra de seda e
toda a trama de outra materia, ou vice-versa, pa-
garao os direitos dos teiidos de seda, segundo
sua qualidade, com o abaiiraento de 50 por cento.
5.* Os que tiverem somenle parte da urdidura,
ou parte da trama de seda. oa algum pequeno
enfeite ou accessorio dessa materia, pagarao os di-
reitos correspondentes a materia que predominar
no tecjdo, segundo sua qualidade, com o augmen
lo de 30 por cento.
Mereadorias omissas na tarifa. Assemelhagao
Art. 16. As mereadorias nio especificadas, ou nao
comprehendidas nos artigos da tarifa, nem em al
guma de suas ciassincaedes genericas serao asse-
melbadas as da mesma larifa, se cora ellas tiverem
analogia ou afinidade, quer pela natureza e qua-
lidade da maleria de que for9tn compostas, quer
pelo sen fabneo, teeido, 'avor ou forma, comblaa
dos com sea uso on emprego ; e pagario os mes-
mos direit-s a 4U0 e.-ti/erem sujeitas as mereado-
rias a que forem aseemeUudaa.
% 1. Para se resolver a asjemelhajiio o confe-
rente do despacho fara am reialorio de todas as
cireumstancias qae a poderem estabelecer, e o
inspector, ouvindo os peritos que para esse flra
designar, decidira-se a assemdbagio deve ou nao
ter lugar; e no caso afflraativo, era que artigo da
tarifa se acha ou deve Bear comprehendida a mer-
cadoria.
Ao relatorio devera acorapanhar a araostra da
mereadoria e qualquer exposigao ou documento
que a parte offerecer.
2. Se a parte nio convier na assemelhagao,
podera interpor reenrso para a competenie auto-
ridade superior, na f6rraa e nos prazos mareados
pelo tit. 9* do regulamento de 19 de *etembro de
itoo.
eK Se a parte se conforraar cora a decisio, fi-
fcesi.i deflniiiva para o caso especial de que se
BjI observgodo-se, porem, o disp-isto na ultima
lrMd, art. 6" do decreto u. 4,644 de 24 de de-
zenbr de 1870.
0 ministro da fazen la m inlara, logo que
Kbmrem prese^ites laas decisoes, examinar por
oeritos i:il)r.nai.oes e amostras iiue houverem ; e, dada a
sua Jeci>ao, sera esta publicada e commuuieada a
todas as repartigoes a quern interessar, para a fa-
zerem ex-wutar em casos semelbanles.
g 5". Quando a parte naose conforraar cora a
as-einelnagao, ainda depois de approvada pelo mi-
nistro da fazenda, ser-lhe-ha permiltido reexpor-
lar a ooreadoria para fora do imperio, no prazo
de 6i* dias; e nao o fazendo. sera a mereadoria
posfc era consumo, pagando os direii03 conforme
a dacisa >.
6: Se a mereadoria nio poder ser assemeiha-
da, depois de observado o proces-o estabelecido
nosgg 1" e 2- do arl. 16, ficara sujeita a direitos
ad valorem, na razao de 30 /
Uespacki ad valorem ou por factura.
Art. 17. 0 prego regulador, para o despacho ad
valorem, sera o do mercado exportador, augmen-
tado de todas a3 despezas posieriores a cempra,
L*ae coiio direitos da sahida, fretes, seguro, com-
roissio, etc., ai6 ao porto de desembarque ; e, na
f.lla deltas informag5es, ou quando o prego assim
determiaado for julgado lesivo a fazenda nacional,
o prego do mercado importador em grosso ou por
aiacado, abatidos os compelentes direilos, e mais
10 % >U mesmo prego.
Os diioitos, porem, d.s fazendas ou teciJos la-
vrados, aorJados ou com enfeites, sujeitos a des-
pacho ad valorem, nunca poderao ser menores do
que ns ixadus na tarifa para os mesmos artefactos
seu law, bordadoou enfeite.
Arl. 18 0 coDferenle verificara, pelos meios a
seu aloince, a exaelidao dos pregos declarados na
nola; padeudo para esse lira reiorrer as faeturas
originats, auihenticadas por modo que faga fu, e,
na falla deltas, a outros docunienlos authenlicos,
relativus as mereadorias submettidas a despacho;
deveudt no exame de laes doenmontos proceder
cyin a necessaria re9erva, e quando por -este meio
nio possa veriiicar o verdadeiro valor das mesmas
mercad-jrias, aloptara o do mercado importador,
coin acima se declara.
Ar. 19. So o conferente nao se conforraar com
o preeo declarado pela pirte, on esta nao se con>
furmar com o indicado pelo conferente, seguir-
se-ba o que se acha deterrainado no art. 570 gg
3, i" e 3 do regulamento de 19 de setembro de
I860.
g {. Se o valor estimado pelos arbitros nio
exceder -le 5 "/ ao decla'rado f>e)n parte, 03 di-
reitos seraocbrados sobre o valor mencionado na
nota. Se, porem, exceder, a eobranga se fara so-
br^> o valor arhitrado.
5 2*. Se o valor arbitrado exceder a 50 / do
valor -leclarado, a parte pagara mais 5'J / dos
uir^ius, a iilula de niulta, a favor da fazenda na-
cional.
g 3". Das decisoes por arbilros nao havera re-
curs-), excepto o do art. 764, g 2, do citado re-
guUineuto ; ra.is a parte podera.reexportar a nier-
cadojia para fora do imperio, no prazo que o
inspector marcar. Se, porem, as despachar para
consumo, pagara as mutlas em que liver incor-
rido.
Art. 20. 0 despacho ad valorem comorehende :
I*. As mereadorias qae peln tarifa estao .-ujeitas
a direitjs ad valorem ;
i'. As mereadorias omissas que na-i poderem
ser assene bad&s a outras da tarifa ;
3. As am-stras de mereadoria- cujo valor nao
exceder de iOi'i, erabora tenham taxa fixa na
larifa ;
4. u apparelho, magame e objeclos usados uo
servico dos navios;
5. Os objectoj miudos ensontrados nas baga-
gens dos passageiros : os moveis e outros uteusi-
lios usados; e os artigos de pouca valor, embora
tenham laxa lixa na tarifa, quando por sua raulti-
plicidade dillieullarem o processo ordinario do des^
pacho ; precedendo em todo caso requerimento da
pane e penuissao do inspector.
[mpugnaro.o.
Art 21. N'as alfandegas do Rio de Janeiro, Bahia
e Peruarabuco, somente nos d2spaehos de merea-
dorias destiuadas ao eommerciovpodera o respe-
clivo inspector, se o julgar couvenieute, mandar
proceder a impugnagao-.
1. Quando se suscitar duvida acerca da quali-
ficagio das mereadorias submettidas a despacho,
se houver insistencia por escripto da parle na
qualificagao por ella indieada, e antes que haja a
decis,i) por arb'lroi, de que tratam os gg 2*, 3" e
4 do arl. 359 do regulamento de 19 de setembro
de I860.
2. Quando nos de3pachos de mereadorias su-
jeitas a direitos ad valorem o prejo dalo pela par-
te for julgado lesivo a fazenda nacional, antes ou
depois do processo de que trata o g 4" do art.
570 do referidj regularaento.
Art. 22. Ordenada]a impugnagao, a pane sera
indemaisada pelo cofre da alfandega, dentr-* de 24
boras, no primeiro caso de que trata o arligo an-
tecedenle, do valor correspondente a taxa que
na tarifa estiver estabelecida para a qualidade da
mereadoria em que houver insistido ; no segund)
caso, da imporlancia das mereadorias impugnadas,
segundo e prego que Ihes houver dado em 9ua
nota, accrescentando se 5 % da dita importan-
eia.
Art. 23. As mercadoria3 impugnadas serao ar-
remaladas em basta publicA a porta da alfandega,
segundo as regras prescriptas no tit. 3J, cap. 7# do
citado regulamento, e o producto da anematagao,
deduzida a imporlancia dos direitos e do paga-
mento feito a parte, bem como quaesquer outras
despezas que tenhaui occorrido, pertencera ao
eocferente que liver effectuado a impugnagao.
I* 0 conferente quo houver proposto a im-
pugnagao, respondent por qualquer differenca em
prejuizo da alfandega, se o producto da arrema
tagao nao chegar para completa iudemnisagSo dos
ditos direitos e de todas as despezas.
g 2 Os direitos para a fazenda nacional serao
cobrados sobre o valor arbitrado pelo confe/ente;
ou pela laxa da qualidade em que houver classifi-
cado a mereadoria, se a impugnagao for motivada
por queslio de classificacao.
Abatimentos.
Art. 24. Na p3rcepgao dos direitos nenbum
abaiiraento ou deducgao se podera conceder, que
nao seja;
1" Por tara.
2* Por avaria.
3 Por quebra.
4' Por virtude de iei ou disposigao especial da
tarifa.
Paragrapho ;ini-.'v. A's mereadorias e mais ob-
ieeDi pecloncentes in embarca-oes naufragadas
uas distal de ftrasil se concedeni o abatimeoto de
metade do9 direitos de consumo, quando arrema-
tadoj para esse Km, nos term os do art. 1 i g, 7*, da
lei n. *848 de 23 de agosto de 1873.
Peso liquido. Peso bruto. Tara.
Art. 25. As mereadorias que pela tarifa nio
esliverem sujeitas a direitos na raxio do peso
liquido real on do paso bruto, pagario direitos
pelo peso liquido legal.
g 1 Por peso liquido real se deve entender o
da mereadoria separada de seus envoitorios, tanto
exteruos como iniernos, com excepgao unicamente
peso
granle.
g 2? Por peso bruB) o da mereadoria com o seu
envollorio iimnediato.
3" Por peso liquido legal o resuitante do
brulo, deJozida a tara marcada aa larifa.
Art. 16. Quando a mereadoria vier em mais de
u n envollorio a tara sera a que resuliar da som
ma dos abatimeaios concediios a cada um defies,
salvo se a lara legal, poFaisposfgilo especial da
tarifa, coraprehender mais de um envollorio.
Art. 27. Se no mesmo volume se acharem mer-
eadorias taxadas a peso liquido legal, reunida)
a mereadorias cujos direitos se basearao sobre o
peso liquido real, ou sobre o peso bruto, os direilos
de lodas serao cobrados na razao do peso liquido
real. Da mesma forma se procedera qaando se
acharem reunidas mereadorias sujeitas a taxas
ou taras differentes, tarifadas a peso liquido
legal.
Arl. 28. Acbando-3e acondiciouadas no mesmo
envollorio mereadorias sujeitas a taxas differentes,
mas lodas na razao do peso bruto, o peso do en-
vollorio sera repartido proporcionalmenie entre
caua uma das mereadorias que o mesmo conliver;
se, pnrera, se acharem inircadorias larifadas a
peso bruto com mereadorias taxadas sobre outra
base, cobrar-se-hio direitos na razio do peso bruto
somenle das primeira9.
Art. 29. E' livre a parte satisfazer pelo peso
bruto, quando loe for convenieote, os direitos das
mereadorias taxadas a peso liquido ; e bem assim
pagar pelo peso liquido real, salvas quaesquer
disposigSes especiaes da tarifa, 03 direitos das
mereadorias laxadas a peso liquido legal sob as
seguintes condigoes :
1* Que a mereadoria seja despacbada para con-
sumo.
2_" Que a nota para despacho contenha a decla
ra.-ao do peso liquido.
3" Que esta deelaracao esteja de accordo com a
respeciiva factura.
4* Qae a differenga entre a tara iudieada na
factura e a marcada pela tarifa seja de dous ou
mais por cento.
Art. 30. E' igualmente livre ao conferente ve-
riiicar o peso liquido real das mereadorias, cuja
lara legal julgar lesiva a fazenda publica. Mas se
por esse ou qualquer outro molivofor verilicado
o peso liquido real de uma mereadoria taxada a
peso lijuido legal, os direil03 serao cobrados na
ratio do peso verificado.
Art. 31. Para se veriiicar o peso liquido, se os
volumes ou envoitorios forem da mesm; forma, e
de pe^o igual ou pouco differente, nao se lomara
menos de 1 era 10, de 3 em 50, de 5 em 100, e
assim pordiante; e pel) peso resuitante dessa
verifieagio se calculara proporciona mente o peso
li juido total.
A proporgio acima estabelecida podera ser re-
duzida DOS despachos de mais de 100 volume3, ou
de liqui-ios e outros generos cuja veriGcagao
iraga damno a mereadoria; devera, porem, ser
augmentada sempre que o peso- total, assim veri-
ficado, nio estiver em relagio com o declarado
para o despacho.
Arl. 31 Os envoitorios das mereadorias nao
eslio sujeitos a direitos indepenlentes dos das
proprus mercadoria3, quer estas sejam laxadas
nor peso, quer por medida, quantidade ou ad
valorem.
Paragrapho unico. Exceptuam-se 1, aquelles
que consistirem em vasilhas de crystal, ou vidro
classiflcado na tarifa sob n. 2, ou de louga clas-
rio ser despachados, nem vendidos em leilio para
consumo, sem que preceda exame de pessoas ido-
nea?, e se veriflque nao ser a deterioragao dam-
nosa a suade publica
No caso eunlrario serao taes geoeros ou merea-
dorias inulilisados, lavrando-se de tudo o compe-
tente tenno.
Os cascos e outros envoitorios, porem, em que
vierem acondicionadas poderao ser despachados
como vazios, ou vendidos em leilio.
Qaebras.
Art. 43. A louga de qualquer especie, vidros e
objectos de ferro fundid \ eslaobado ou esmallado,
ou de barro, importados em caixas, barripas, gi-
gas ou qualquer outro envollorio semelhante, pa-
garao os direitos respectivos, com o abatimento de
5 por cento para quebras ; e quando o dono ou
consignatario reclame raaior abatimento, o inspec-
tor, procedendo exame feito por peritos de sua es-
colha, podera conceder ate" dez por cento mais da
abatimento, ficando salvo ao mesrao dono ou con-
signatario conformar-se com essa concessio, ou
satisfazer os direitos de cada pega em separado.
que se acbar iatacta, sem quebra ou falha, e aban-
donar as reclames, que serao arrematadas na for-
ma do art. 301, do regulamento de 19 de se-
tembro de 1860.
unico. Nos casos de verificagao do peso real
das mereadorias mencionadas neste < rtigo nao te-
ra lugar o abatimento para quebras.
Art. 44. Aos liquidos em geral, salvas quaesquer
disposicoes especiaes da tarifa, sujeitos na razio
da capacidade dos cascos ou vasos que os contive-
rem, se concedera a titulo de quebras o seguinle
abatimento :
g l* De 2 por cento para os que nio sao sujei-
los a evaporagio e vierem em casco9.
g 2* De 3 por cento para os alcoolicos, ou su-
jeitos a evaporagao, que tambem vierem em cas-
cos.
g 3 DeJ5 por cento para os de qualquor natu-
reza, que vierem em vasilha de vidro ou de
barro.
Art. 45 Sao exceptuados da regra do artigo pre-
cedente :
g 1 Os liquidos era geral cuja quebra for reela-
mada na occasiao da descarga pelos respectivos
doaos ou consignatarios, ou pelo capitio do navio
que os importar, e verificada por meio de visto-
ria.
g2*
sificada sob ns. 4, 3 e 6 ; 2, quaesquer outros
das materias necessarias para sua conservagao
que formarem com ella como que parte
que tenham valor mercantil, ou sejam applicaveis
a uso differente do em que se acham empregados,
uma vez que contenham mereadorias tarifadas a
peso liquido, ou qae tarifadas a peso bruto, este-
jam sujeitas a direilos iuferiores aos que paganam
os proprios envoitorios, so fossem importados se-
paradamenle
Neste caso as respectiw mereadorias passarao
a pagar direilos na razao do peso liquido real.
Art. 33. Se o envoltorio, que estiver sujeito a
direilos, for do mereadoria que tenha de pagal-OS
na ratio do peso liquido legal, i. respeciiva tara
sera considerada como peso do mesmo envol-
torio.
Avar/as.
.Art. 34._Repular se-ha avariatoda e qualquer
deterioragao soffrida pela mereadoria:
g l. Por causa de successes do mar ou de via-
gem, occorridos desde o seu embarque ate a sua
descarga na alfandega, ou trapiche alfandegado.
g 2. Por causa de vicio proprio on intrinseco
da mesma mereadoria.
Art. 35. Conceder-se-ha abatimento de direitos
em virtude de avaria :
g 1." Se os volumes apresenlarem, na oseasiio
do desembarque, indicios externos de estarem de-
terioradas as mereadorias que conliverem, e a
parte inleressadao reclaraar no prazo de oito dias
uteis, contados do mesmo desembarque.
g 2. Se, nao apresentando os volumes aquelles
indicios, se verificar a avaria na conferencia in
terna ou na de sahida.
g 3." Se a verdade do allegado no requerimento
da parte interessada for comprovada pek) exame
das mereadorias, feito por peritos nomeados pelo
inspector ou administrador, e por outros meios ou
diligencias que forem necessarios.
Art. 36. Os peritos ioformarao sobre o estado
das mereadorias e realidade das avarias, separan-
do, se estas forem parciaes, a parte das mesmas
mereadorias que nao estiver deteriorada e deva fi-
car sujeila as regras do despacho das mereadorias
nao avariadas, declarando qual o abatimento qae,
era. razao da avaria, julgarem dever-se fazer na ta-
xa correspondente a mereadoria avariada.
Art. 37. As mereadorias, que nao perdein de va-
lor pelo contacto d'agua, nao serao consideradas
come avariadas, por successes do mar ou da via-
gem ; nem tio pouco serio consideradas como
avariadas, por vicio intrinseco, as que por sua in-
ferior qualidade nio tiverem prego no mercado.
Art. 38. A' visla da informagao dos peritos, e de
quaesquer ojitras diligencias, a que se liver pro-
cedido, o chefe da repartieao decidira, reconhecen
do ou nio a avaria.
Art. 39. Reconhecida a avaria, seja, de mar ou
de viagem, on intrinseca, os donos ou consignata-
rios das mereadorias avariadas deverao, dentro de
10 dias, contados do reconhecimento da avaria,
desftacha-las com o abatimento arbitrado pelos pe
ritos, ou, com permissao do respeclivo inspector
ou administraior, vende-las em leilao a porta da
alfandega, ou fora delta, sob pena de, lindo aquel-
le prazo, serem as mereadorias havidas nor aban
donadas, e como laes arrematadas por conta da
alfandega ou mesa de rendas a cujo cofre perten-
cera o producto da arremalagao.
Exceptuam-se deslas disposiooes os casos pre
vistos nos arts. 232, paragrapho udico, 445 e 537
do regulamento de 19 de setembro de 1860, em
que se procedera na forma por elles prescripta.
Art. 40. Quando se proceder a leilao das mer-
eadorias avariadas, se observarao as disposigSes
do lit. 3; capit. 7 do mesmo regulamento; e os
direitos serao cobrados sobre o prego da arrema-
tagao.
Ar:. 41. Harendo duvida sobre estar nu nao ava-
riada a mereadoria. sobre ser ou nao a-aria d-i
mar oa de viagem, ou intrinseca, a parte podera
requerer ao inspector e esle conceder que a ques
tao seja resolvida por arbilros; seguindo-se para
is-o o processo estabelecido nos arts. 577. 578 e
579 do regulamento de 19 de setembro de i860.
Art. 42 03 generos aliraenticios ou os comes-
"'^.os-ine(iicatu?.Iilos sin>ples ou compostis, se-
mar ou de
uio pode-
io, e jam liquidos ou solidos, cuja avaria do
into-* viagem, ou intrinseca, for reconhecida,
Os liquidos cuja quebra liver sido causada
por mero accidente, ou sem culpa ou deleixo de
alguem, verificadas estas cireumstancias por meio
de vistoria e inquerito, a que se procedera por or-
dem do inspector ou administrador, e com assis-
tencia dos interessados, deniro de 24 horas impro-
rogaveis depois do acontecimento ; ficando respon-
savel o administrador das capatazias, seas propos-
es, ou o fiel respeclivo pela perda que se der e
nio for verificada no prazo e pelo modo acima
mareados.
3 Os liquidos cuja medigad f6r verificada na
occasigao do despacho, quando 03 cascos ou vasos
que os contiverem nao apresenlarem indicios ex-
ternos de falla no acto da descarga, e nao houver
sido por esse motivo reclamada a quebra na forma
do s t", o que o conferente devera declarer na res-
pectiva nota.
S 4.* 0 inspector ou admioistrad r, se julgar
conveniente, podera mandar veriiicar por qualqaer
outro meio a exactidao da quebra achada na visto-
ria a que se referem os g 1 e 2'.
Formalidades dos notas para os despachos.
Art 46. Para que possa ter lagar a enlrega oU
sahida de quaesquer mereadorias dos depositos da
alfandega, mesas do rendas, ou de suas dependen-
cias e necesiario previo pagamento do3 direitos, da
armazenagem, ou de qualquer outro iraposta a que
estiverem sajeitas. mediante o competente despa-
cho, quo sera processado conforme o disposto no3
artigos seguintes.
Art. 47. A pessoa que pretender despachalar-J
gum genero ou mereadoria sujeila a direitos e obri-
gada a apreicntar ao chefe da eompelente repar-
nea-3 :
g l.# 0 conhecimento ou factura e mais titulos
que provem a origem das mereadorias ou genens
bue pretendt despachar, e o direilo a tomar conta
defies.
g 2. Uma nota em duylicata, que eontera os se-'
guintes requisites e solemnidades:
l. Data da apresentagao;
?." Nome do dono ou consignatario da3 merea-
doria-: ou generos;
3.' Nome do navio ou vehiculo que os transpor-
tou, sna nacionalidade, procedencia e data da en-
trad i no respeclivo porto;
4. 0 deposilo, armazem ou lugar, era que se
acbar a mereadoria. data da descarga no primeiro
deposito, e no em que estiver na occasiao do des-
pacho ;
5.* A qualidade, nuraeros, marcas e conlra-mar-
cas dos volumes que quer despachar;
6. A quantidade, qualidade, peso ou medida das
mereadorias qae cada volume conliver, ou dos ge-
neros a granel, conforme a base adoptada pela ta-
ri.'a para o calculo dos direitos ; e quando as mer-
eadorias forem sujeitas a direitos ad valorem, alem
dos refendDs requisitos, o valor de cada addigaoou
artigo;
7.* A assignatura do dono ou consignatario das
mereadorias ou generos, se este por si as despa-
char, ou de seu preposto, devidamente habil tado
na forma do titulo 5% capitulo 7 do regulamento
de 19 de setembro de 1860, a visla da autorisagio
para esse fim dada por escripto, e assigoada pelo
mesmo dono ou consignatario.
g 3. A autorisagao de que trala o g 2, n. 7, po-
dera ser escnpta na propria nota, nos seguintes
termos: autoriso ao despachante F. (ou ao men
caixeiro despachante F.) para despachar as merea-
dorias coostanles desta nota. E, sendo dada em
separado. devera corner as declaragoes exigidas no
mesmo g 2, ns. 3, 4, 5 e 6.
g 4.* A deelaracao do peso, medida ou quantida-
de da mereadoria, sera escriota em algarismos e
repetida por extenso.
g 5.* Nos despachos das mereadorias que pagam
direilos por peso, a parle declarara expressamente
peso bruto -se a mereadoria estiver sujeila a di-
reitos na razao desse peso ; e peso liquido se
sujeita a direitos na razao do peso liquido real. Se
a mereadoria, porem, estiver sujeila a direilos na
razao do peso liquido legal, oa porque a parte as-
sim o prefira, ou porque nio possa pagar pelo peso
liquido real por nao poder satisfazer os requisitos
do art. 29, a declaragao sera feita do modo se-
guinte :
Peso bruto......
Tara...........
Liquido legal___
I 6.* O ralor das mereadorias, que na forma da
tarifa estiverem sujeitas a direitos ad valorem, se-
ra mencionado pela parte em algarismo a margem
da respeciiva nota, devendo o conferente reptti lo
por extenso no corpo da mesma nota, se com olio
concordar, e, no caso contrario, meocicnar o valor
que devem ter as mesmas mereadorias.
g 7." A declaragao dantrada e descarga sera
previamenle conferid -, a vista dos a.-sentamectos
do livro mestre o do livro do armazem, langando
no despaiho os respectivos empregados as compe-
tences verbas.
Art. 48. Os eonferentes deverao declarar nas
respectivas notas, o numero do artigo tarifa, em
queesiiver incluila cada nma das mereadorias, ve-
rificadas no acto da c -nferencia dos volumes sub-
mettidos a despacho.
Art. 49. Nio se perraittirao despachos separados,
para consumo, e ao mesmo tempo para reexport^

-
36

"*!


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-*" IW!M
Kb* 3<1 JUlUi, M 6k tilU\ ?ggrrde Pernambuco Ter^a feira 28 de'Abril de 1874. ;;<> OJUIf 1/ .,1 0///




Art. 30. Oi dt|MMi de conso vo d liqaidos, o '
os das mertlorfr**!|aales. da. tabciU n.7, jw-
rSo feitos eai sepaoaiefdos da outras mercado-
nas.
Art. 81. No roe'.flMf'despachTj uaa se paderao in-
clair mercadorics depositadas nos arm.t7.ens inter-
nos da alfandsgv ou da mesa da renJa-
desta republica.......aaOBi
, i .Nesj.i rjninj ejeaor* se.'esricrss.c mjiiiadjs-
ordem e ellusio da aauguo, comuid), contra a oi-.
pectativa geral, e'oirea o' processb efeitoral torn
certa ordem c rnodaragao,- pois, apenas-am ires fre>
guezias se derara alguns distarbios, dos quaes re-
apenas
ndas.com as suUarara varies ferimentos.
qne eslivernm n outro deposit, ou-afcordo ou Arabos os parlidos se d*iz veil
sobre agua; e, sempre que wfjMjssivei, se diridi-
rao os despaohos conforme os awaazens, cm que a>
mercadorias estiverem depositadas.
DispotifSet geraet.
Art. 58. A coutagsradaa nos aostecidos sujeitos
pela tarrfa a dirsitos ru razao S-ja fios, que conti-
vorem no espago de cJireo millnaetros quadrados,
tar-serba com o iostrnment> leaomiaado -ceata-
lios. A metade (la somrna dos (to* da urdidwa e
da trtma, despreraaos os dn-vidasos e as fraecoes,
terminara o numero de fios do tecido.
Art. 53. As arcjSlras 'sentas de direites He con-
sumo, n forma do art. 4",- '| 1*, se dara sahida,
independentemerfte de despacho, depois fie exarui-
nadas'pehreonfnrentc paransso designar se o res-
Ictivo volume nio estiver raanifestade, ou o tiver
sido como cocfiendo amestra*.
1." Ao yoltuno que eontiver lacs aaios'.ras dar-
se-ha baixa hoIrvro ooaipeteote, a vwta de am hi
Ihele feito e ass^gnado pclo doipachante ou dono
do volume, rubric3*a pelo con fereme da sabida,
no qual ser-f.a mencioaados a raarcc e o numero do | Havendn aqui ceralmente mutto luxo o execs-
icstejara a vioterla cot* passeralas, musica e to-
guetes.
Ati & feora conforiaa #fc um boletim da Tribnna, o partido do
generalIHtre ajweguia que trlumphou em Bue-
nos-Ayfw por 73 votos e o o Dr. Avetlaaeda
por4^.
t Nas provincias de Eatre Rios, Corrientea, Cor-
dova, Santa te, Mendora e Tucnman, que dio um
total d 06 eleitorts, referent bidos, que venceu o partido avellanedieta '0 na de
S. Luic o mitrista.
t Jfalta ainda conhecer-se o resu'tado Ada e'ei-
ran de algumas proviaoias raais longiquas ; po-
rem, a Jntgar pela que ji sabido;o contand" logtr
eem o recurso das actas falsa?, parece f6ra de du-
viCa quo ao Or. Nicolao Avellancda camera a Ventu-
ra deser o novo presideate da repufrlica Argentiaa.
Em breve o devererooi saber ccm c^rteea.
,0s altos religiosos da^cmana santa foram -
t'Jehradis nesta eidale em qhasi todas a3 igrejas.
os ijisos di rurlug, r
/ilifi'ixtWh 8ijfeo>MtfJins porpeV>i y\i>\ ^s; ,!l*lfiiltpJI|,oataJas i c ii'fflitmentu
criiucs,thasua uui'jfia, uaj.-avam imjiuuos
diViiWa'tfo WrAdV'da cidade citaremos
seguiotes palavras da Tribnna
i A detOAacao de uma pistola, dirigiJa por um
bandidj. dot quo hoje if um individJo quo so reculhe para casa com a boi*j
sa vaxia ; o cadaver de um transeoale, quo cabin'
atraves'ad* por mi puahahda, sem saber per
qde, neni por qcern ; o aesesp* a>; um aego
eiaute, que .vd assaltada c roubada saacasi de ue-
gocio ; o terror das fainiliaa quanta seu chefc nld1
esta am casa i hora.' do costume, -So fact os qM
demonstranl elaquentemente carencia atsoluta
raes.T.o vohune, o n->rae do navtsque o tiver i-j-siva ostenucM nasfamilias do pare, a maior parte! >tia serial difliflutdatles dlplomatltas enfro ft
. -i -. 1 > -.m B_rf a a k_ a Jail r* imi! a fin at_____ .________________________ .____ ____ .
portado,-ia pr5ced*ncia e data da entrada
2> Seno'voluni?, quo wntiver tae< anMStTiM,^
vie'reui a-lgum s qao ilevem pagar Uireilos, tlarso-
ha sahMa a-; prim^iras, licno lo as oulrai no vo-
lume, que devepa str lacrade-a sellado, para-se-
rem devidaniente despac.nadas ; duveado -.* coafe-
renlftTOencionir no liilhete as mercaaenas que 6-
cara_ para pafir difeito*.
Art.154. Ficam rrvogidas a 2' parto d % -3 -do
:Tt, Sol do r?gulamisn.ti ii-J 19 de setembro de
186*,'e as denials disp xiro-n em coutrnio
Rio do1 Janeiro, 31 detser^o de 1874.Visotmde
d) ttio-Bremvo.
t das quaes se dizem wu se apresontam como ricas,.
--------------------------- .-?-
DURIOUEPERNAHBUtJO
UECCFK, 28 CE ABRIL HE 1874.
%tici.iM AmanbeoHu lioittern em nosso p&ttn a vapor bra-
siit'iro -M'ltuit, trasenfro dalas : dottw da I'rata
18, do Rio Granite d-i Sul 12. do i. de Janeiro
S tla Habit 24, e fcs Alagoas 25 do ivrrente.
Ktso qno eolbemoi de jornaos e cartus.:
mil1' ii an oo I'Acnct.
As intieias ultgrapbicas, die o nosso cor-
respondent de li'jcaos-Ayres, ilciH{aiE a 9 d>
.orreiit-^ :
(. No Cbile. CvsTnia o boato it- que o-Sr. Ibanez,
actual ministro <\e relacoes xterin, *ai ser
nom*ad) uuiiistnt ,-plenipoteii:iariu -em missao es-
pecial junto aas governos do Brasil e dos Estalos
i ,ii I >-, e quo antes de se dirigir ao Kiode Janeiro
vira a Hmoi-is-Ayrcs conferenciir com e gc-verou
,iri.'''iit!i>.ii a.-er:* da^questao de I unites.
Segundo rfere um jornal, a expedi;ao do
A'iI'H quo diri:.'i:t u governaJor de Pcita Are-
nas^tsvo como resuliilo a saliiJi do ehnfa argen-
tine doa itrritorios disputados, o qual tmifavfl-
meata se retirou em eumpauhu do dito governa-
doT.
Os torritori>s de >anta Cruz ficam t'ebaixo da
bindeira ci.ilciiK. e o governo trata de cobnisar
.: jii'llo lugar, ten-lo j:i nimlad) conslruir mui-
iis caas e um intaltilrtiinfiHn pnMinjif
0 capital {! i vapor Ticna f>i pr->so no pirto
de Luta, pjr ordqm das antorHaioa, ate termi
iur-s; o -reSBCfltivu |ir ice-si.i.
. 0 consul fciglez pntestuu contia semeliiante
a:t>.
O povoado :l: Atacami fi assaltado por uma
ho.-Ji de bandiios en iiomero de .?), qua iam
porfeiiameni.' an i-d is. Foram b*tiJs e recna
caikM pelos lul iianies do lugar, lieacl i alguns
dellea mortos e outrws Vri los.
O liin dos salteadires era sa^uear a popu-
Jagio.
Ov.n a epigraph' Parece. lbitla, narra um
j>eriidicotraiisaiidino o seguinte facto mysterioso :
Oa cercado dous mezes uma familia se di-
Etfia a. ceintterio para exbuoar os re.-tos de um
parente depusitado em am das inaasoileos daquelle
asfabeleeimeala para traslada-los a um dos loin
plot da cidade.
Feitos toilos os preparativos neeeaaarios, dous
parcntes do dofonto acompanbados d>os emprega-
do& do cemiterio eniraram no sublerranoo para
proceder a exh.iinajiio, mas ainda nao haviam
levant ado a taiipa do ataude, quanlosabe di in-
termc uma immsnsa cobra, dj tamanbo do caixilo.
Todpa eoriaram ospavoridos, mas vokar,i"j logo
armados de cacctes e foicoa para malar o foruz
aaimal, pcrem'lhes foi impossivel eucontralo por
mais que o proburasscm por todas as partes. 0
caixs e.-tava compldlameate vasio e nem siquer
tinha Mguaes de ter epeerra lo um calaver.
Do Peril c-da Bolivia nada nos consta digoo
de mi'nclu.D
BETCBLIOA 03 PARAGUAY.
Nosso correspondent de BdeDOS-Ayres diz
o sogiiinte :
As ultimas dalas fin do 1 do eorranle :
A ida do general Vadia para Assaiapaio ja
vai dando os fructos espcrados, faze ido c.ida vez
mils lrannarecer a p-dinca inachiavelic.i do go-
verun argeuiin >. L-jgj que esse pcrsonagem la
cbegoo, uniimo-.-e ao Consul argentino, trataram
de later politics a favor do seu faiz, e it. rigaram
de i.il incid i os maadbros do mioisterio, que clles
- -ii. demora brigaram e se diviJiram om dotn
grouos, um organisado dos Srs. Gill o Sorrano,
leado a seu lad o vi;a-pre-ileiite da lcpublic.i,
e outr.i coreposto dos Srs. Iiirreiro, Cabillero e
Soteras; o prime ro gru o anreseata o Sr. fiiil
como candidate a pre-itencia da repubi^ca e sus-
t nti a veruad'i.'.i p dilica do Paraguay, nutrindo
vivaa sympathias p-lofirasil, cuja poderosa pro-
tec^ao b incontestave: i;ue rauito convem actuiil-
mi'iite a a pielle pobre pail; o segunJo apresenla
Barreiro c-ono randid.rto a presidenc.a, emieira
cl iramente se achar ligado ao govern) argentino,
p.ira servir de InslrumefiU) aos pianos det3, que
mo se sabe, sao por demais attentatorijs a
soberania e integridade dn Paraguay.
Feito c romjaimento em conselho de ministros,
o Sr. Jovellanos as-umio a energia necessaria
Je nittio ao Srs. Barreiro, Caballero e Soteras.
Entao os miaUtrm destiLuidos se revoltaram
contra o governo, e ajnnlando lego uns 400 lio-
mena armadas, se apauVraram da praca da cida-
de e fortificaram se.
O ministro brasileiro, o canil italiano e ou-
t.-os agentes estrangeiros se reuniram e trataram
de arranjar nm novo accordo, para terminar o
inovimenia revolucionario ; o que effectivamente
coriseguiram, ficanlo o novo gabioete organisado
d.i segOibte mode : ministro da fazenda. Gill ;
irior, Serrano ; ins!ruc;ao, (^.oallero ; relates
txleriores, Barreiro; guerra a mariaha, Escobar.
'At se, porem, qre esta sitoaciQ nio darara
riKiito tempo, porque Soteras, qa; n5o acqniesceu
com o accordo feito, partio para Bcienos-Ayres,
(oade ja se acha), afim de confareneiar com o go
ve'lia argenlino, para tramar alguma ouira revo-
locao.
(i Cbosta que o goverao paraguayo retirou o
: ntor do consul argenlino em AssumpcSo por
lera-lo ura dos autorec.de todas as mfrigas
I ea- do paiu
Pareia que a intrincaJa gaestao de lirnites
de guo tempo no staatquo, salvo se houver um'rora-
tiimento formal de qoalqaer utni Jas partes inte-
l -sadas.
Coasta-nos que o ncsso ministro aqui, seguindo
as instrucgoes do govereo imperia!, dirigio na se-
laaaa atrazada nua nola grave e energica ao mi
nistro das n-lacoes exleriorCi desu republic, re-
faUodo rabalmente todas o* arganentog da ulti-
ma nota deste, e dizendo em conclusao, que nada
mais tain a propor o governo d) Brasfl, para se
terminar amigavdmente a questSo pendent? entre
este paiz e o Paraguay.
Nada aiala sabemos acerca da resposta do
-r. Tujedor, que de certo ha deser feita em lio-
gnagam aioJerada e em sentiJo palliativo, pon ao
governo argentino_ concern muito aetaatmente o
st ilu qm daijuestao.
a Esta republic.! continiia a cnidar do sea ar-
mament) com granJe actividade.
A Libertal, dii 29 do mez passado, noticia quo
" c' iverno nac.oaal orienou quo se reformem e
encouracem todos os vapores de guerra a jui'exls-
lentes.
Por um decretc-do governo foi aberto ultima-
mente'um credito de 939,329 patacSss para a
aeqaisieao de novos navios da gaorra e da mais
armamento.
Os diariw da semana passada annanciaram
comempbase, que 3,000 costuraras trabalham
contrauamenle a fazer roupa para o exercilo.
E ainda os argentiaos teem a ousadia 3 dizer
^ne soraos no3 someute que nos pntpararnos,
presumiamos que os actos da semana sanlt fasf
*em por ca celeb-ados como em todos os paizos
catholicos, com aquella pompa e esplendor a qua
tern direits o culto divino. mas a nossa desillusao
foi tfnaptatt HWadtj assistlmos aos que tivera Ic-
gar aas daas igrejas mais freqaentadas pela aris-
locracia porteiiha,a da Cathedral e a de Nossa
Senhara das HereSs.
Em an*as *ilas os aetos religiosos foram feitos
com extrema -siraplicidatf e, para nao dizermos^om
pobreza.
0 Santo Sepulchro mais baa ornado qoe vU
mos aa quinta feira santa, era inferior ao da
igreja mais pobre dessa piwincia.
0 A ouiea procissao de enterro que nowve na
sexta-feira da Paixao sabio da igreja de N. Senho-
ra das Mercfn, para se waUaf do s-u esplendor,
basta referir qoe o esqulfe do Senhor Morto era
de madeira pintado de branco e ordinariamente
envidracad'i, e que os mantos das imagenserara de
velbutiaa com galoes dourados I
a Quando esta procitsao passava pela rua Flo-
rida, dense am accidenteTque pdde ser olhado
como castig.i da Providoocia.
a lira dos archotes qne iam accesos communi-
cou fogo aos riiieulos volantes o papeis pintados
que adornavam oesquife do Senhor, e originou-se
um granletamullo, do qual resulton alguns feri-
mentoi loves, porque emquante umas pessoas pro-
curavam artagaro fogo, que folizmente foi extia;
to, onlras fugiam abanlonanio a procissio, e ou
tras furtavam sacrilegatnente algumas joias em
prestadas qae ornavara o Senhor.
Para aproveiiar a oc;asiao, seja-nos pcrmil-
lido dizer, quo temos aottdo nesta cidade muita
falta de religiao. Os bomens nao s-3 dignam ir a
casa de Rju, e quando por acaso la wto,'6 para
se portarem -eit\ respeito algun, como se estives-
sem nos theatre e nos club? ; o as senhoras, com
raras e hourosas excepjoos, so se dirigem a< igre-
jas dm o intuit) de verr-m os sens uamorad'js e
amantes, e mastrarem OS seas luxuoses vestidos de
siila c.as suas ricas jotas.
Qianlo a impiedade ooiMaa assim a imperar
cm um paiz, o rastigo de Deus nao se faz esperar.
Vollou de Botn Bios, o presidente da rcpu-
li'iea, ondo foi assistir a iuaaguracao da estrad3
dd ferro de Esle.
Logo que el*} chegou u'esta cidade, soguio
para a stia itaa de Carapachay, ondo pas;0u os
dia< da Bfmaaa santa, e -6 regressou aqui ante-
hontem, para assistir mais do perto a farca elei-
toral.
ii Suppunbamos que S. Exc. mui devotamente
tivesse it.) fazer penitencia no seu retiro de Cara-
pachay, mas a I'ampi que tern o'.bos de fence,
annan'cia cbistosaaeiite que elle esteve la ensaian-
do o fabrbfo de gelea o marmellada, industria a
que so prt-teude dedicar quando deixar a cadeira
presi Icncial.
Fugio na semana passada, nao se sabe para
mide, um empregado do commissariado geral de
guerra, levando un.a grande quaoiia de din'ieiro,
que e calculada em Ires mi!bo;s de peso?.
A policia trata de descobrir se existem cum-
plices no crime, e consta-nos quo ja foi preso urn
individuo para avenguacSes.
Por causa deste facto, no Jia 9 do corrente,
pela ma ha, tentou suieidar se o Sr Pedro Cam-
pos, sub-lhesoureiro da mesma repartigao.
t 0 roubo commeltido pelo empregado que se
evadio, affectou tao profundamente" o animo do
Sr. Campos, que tendo elle oavjdo algumas pala-
vras, na- offeusivas a sua di^aidade, mas tenlen-
tes a significarsua j>ouca vigilancia, tomon a reso-
lupao de suicidar-se.
Ammeira pela qual tentou por termo aos
seus dias 6 verdadeiramente honrosa.
Armou e eugatilhou uma espingarda, e dei-
taado o canona bocca, dasearregaa-a com o au-
xiho do pe.
A ferida |ue se produzioehorri.el e perigosa,
mas sendo o paciente acudido sem demora por
alguns medicos, dao e'.les esperaneas de salval o.
Em um dos dias da semana passada, falleceu
e FepultOO se o ?r. Feliope Llavallol, antigo e res-
peitav.el negocianle desU praea.
t A sua tnorte foi bastante senlida pela socie-
dado portenha.
0 Universal, periodic de annuncios, passou
a occupar um lugar distincto na imprensa diaria
dest) capital.
0 jornal 'El Plata eesson a sua publicac.ao,
so lando existido dous mates ineoinpletos.
Passemos a parto mercantiL
A praca de linens-Ayres, esta em pleuo
ttata qn> sommcrcial pir causa da questao po-
li'iea que ora se debate no paiz.
No dia I* do corrente se inaugurou o novo
edificio do banco da provjneia.
t E' um esplendido monumento digno das pri-
meirts capitaes do mundo, e que da uma alta
idea dos progressos mat;riaes do paiz.
' 0 mercado monetario vai melhorando nota-
velmente. 0 banco national baixou a taxa de
seu-s descontos para 10 % ao anno, e o banco da
provincia, contiuua a descontir mensalmente de
3 a 6 milhoes de pesos fortes a 8 "/.. its baueos
particulares e os capitalistas da praca, obedecendo
i influencia que esses estabelccimentos exercem,
declinaram tambern a taxa dos seus descontos.
* Os cambios teem melnorado muito, pois se fi-
terara importantcs saquns sobrc a Inglaterra a 49
lj8 e 49 l|4, sobre a Franca e Anvers a 520 3
3-22, e sobre o Bio de Janeiro a 304803 por onea
de ouro.
Quanto ao assnear de Pernambuco, nao Inu-
ve entrada durante a quinzena.
Do que existia no mercado ven'eu-se algn.m
a 63 pesos m/c a acroba do branco de I." sorte, a
39 o.de2.J, 54 o somenos e46 o mascavado.
Espwam-se novos carregamentos.
0 Jmnal do Commereio, do Rio de Janeiro,
accrescenta :
o Qaanto ao resullado do pleito eleitoral nada
podemos dizer com certcza, tal e a divorgencia
das versOes mesmo a respeito das cleicOes da ei-
dade.
A Trihuna, ecjas sympathias por Alsina sao
tes para as despezaa atrterisadas pela lei de 5 de
outubco de 1873, relatrva'a coulrucc*o in arse-
naes e depositos navaes. >
ESTAB>tnUBNtAL.
Sobre esto paiz escreve nesso corresppn-
duate de Baenoi-Ayres :
Os joraaes la ca.)ilal repetem o boato de que
ifre o gover-
no oriental e o argeatino, po; causa da questao
dos portos, mmewaaaos que faem temer do um
momento a outro e rompimenle de relacois entrd'
ambas as ropuWicas
E' desmentida a noticia quo demos na missiva
anterior, transraktida para aqui pelo telegraphOj-
Ainda cmthnavam. om Bmnos^Ayres a.,*,.I 'prts da Igreja e PoVo II.
itilos ontra a iKop.-eJa le e centra a v+MLjj >;3te uftinio, termiaada
langa oorin ennintpw os c^sos d-? Turtos, rnbbo, o abort a" a v slvr.'a, o Sr.
de policia aa cidada do Baenoa-Ayres. A pro. Diz o Ariitta, do Rio-Grande :
pricda presenciamos diariamcute desraente quein disser o
c~a*rario.
Corria em Buenos-Ayres qaa rebentara uma ra-
volta om'Tucuman.
-FdTaabBrto nm credita de 290^W pesos for-
conhecidas, apresenCi o seguinte resultado, preve
nindo osseus leitores de que p64e haver nelle al
gum engano :
Votajao Avellanedista 991
Votaca) Mifrtsta 986
A Nation, inleirameate dedicada aos intercs-
ses do genral Mitre, proclanM em pterases errtha-
sfaaticas a victoria de seu candidato e aprevnta o
segtiin'e reiumo, garantiJo com as firmas do pre
sidjerBB e secretario do Jlab constitacional ;
Voliiad Mitri.-ta 1,009
V >t if-.lo Alsirilsta (on Avel!an?di*ti) 936
a 6 Telegrapho MaritimO, de Montevi \*.\ pu
blica a ultima hora am telegramma expedido de
Buenos-Ayres as 2 horas da tarde de 14, que diz c.
seguinte :
< Communico-lhe qu?, s?gando a voz, a victoria
de Ave!tanr;da e e*plendida. Os boletim dos vi-
tristas le contradizem ; a Sncion disic que tinha
73 votos de maioria, e o Telegrapho de la P.impi
asegura ijae a maioria e de 2,000. Por isto cal
cule o que ba de ver.ladeiro sobre este poato.
Ifontem a ultima hora receberam-se telegrammas
das proviucias ; a maioria 6 favoravel a Avdla-
neda. 0 numero de' eleiloras ate hnje e de I IC ;
o total dUes 203..
a Eotretanto i>m,a carta flue recelerao* de Bue
nos-Ayras a=segura-nos qur. .nnurados os resulta-
dos verdade;ros conhecidbs ate a ultima hora, a
maioria em favor do general Mitre 6 a seguinte :
na cidade 73, nacampanha 3,172 ; lofil 3,245.
i Accrescenla a referida carta que ja K sabia
qrre em algumaa otltras provincia? vence"ra a. can-
didatara Mitre?
gociacSo do mesmo.
ir A i cmirario,. cart is recebidas ullimameaW
de Londres, dao como provavel a realisacao do
emprestimo, abrigando os commlssarios a espe-
ranga de quo sejam bastante favoraveis os resal -
tados que oaten ham.
< No Dort) de Montevideo foram aboliJas as
quarentenas para as procedeniias da RepnWica
Argentioa e do Brasii, ficando porem os navioi
sujeitos a estneta observaneia do regulamento sa-
nitario em -vigor.
t 0 Sijto de Mmlevilei noticiou, sem allirmJr^
que o corenel Fortunato Florej e os outros tm
individuos compile dosnj processo, foram pronai-
ciados pclo fiscal miliiar como incursos na peta
de morte.
A sentenca passou com vista aos advogatbs
dos fiSos.
Com a epigr.aphe um aconlecimento, lemos o
seguinte em um jornal :
De tal crersos poder qualificar o que hontem
a nolle teve lugar era nosso porto, por haver o
vapor L'i France pasto um pharol com luz ela -
trica'em um dos mastros.
Toda a bahia, apezar de.estar o La France a
algumas nwlhas de terra, se aehavi porfeitanente
iliuminada, divisando se ate os roovimentos que
faziam as tripdacSes dos dilferentes navios qua
estavam funileadoi perto do roierido vapor.
t Os raios do vivissiiua luz que se irradiivam
do La Fiance erara sorprehendente< !
t A capitania, a alfandega e todos os odilcios
immediatos ao porto e-t.ivam perfeitamente illu I
minad )s pela luz electnea do pharol giranto do
vapor La France, que sem duvida alguma e o pri-
meiro navio que erapregou esse novo systems de
luz
t Na praca de Mo'itevide") aggravou-se a erise
commercial duran'.e alguns dias, por cau> da
quebra da ca-a Essing y Uma, que causou gran
de seusacao na Balsa; -mas, ultimamente, ji as
transacgSesseiinham reanimado, tornando a ap-
pareoer a coalianna necessaria.
A' camara de representantes de Moatevtloo
fora aprese.itado o seguinte projeclo de let :
Ficam habilitados para importacao e expvta
cao os portos de Maldonado, Colonia,- Independen-
cia, Nova Palmera e Mercedes.
Ostfes primeiros portos fleam habilitados pa
ra deposito em armazens fiscaes.
A importaeao nas alfan legas do XercdJes e
nova I'abnera comprehende a dos artigos reem-
bareados c re exportaJos de outros portos does-
tado.
para a exportaoa > do generos do paiz e para a
importacAo dos aitigos quo nao devam pagar di-
reitos, ja por have los pago em outra alfandega da
republxa, ja por estarem isentos defies.
Pica habilitada para o transito tanto de im
poi tcao como do exportagao a alfandega da Cons-
tituigao, assim como para deposito em armazens
Iseaas para mercadorias em transito.
BIO GRANDR DO SOL.
Na capital nao se tinha realisad) a inaugnr.acao
la estrada S. Leopoldo, o que teria ldgar breve-
mente.
Na noiie de3l dj passado, fora arrombada a
secrelaria da mesma estrada de ferro, e roubada
a quantia de 1:0003 em dinbeiro, sem que se ti-
vessc descoberlo o aulor desse crime.
Nj dia 6, por ordem do Dr. juiz de direiloda I"
vara, fora recolhido a cadeia o inglez Sanliago
Franciso Touscot, ostabelecilo com relojoaria a
rua do General Camara, por passar moedas de 1JI
por 203. Us como descreve uma folha de Porto-
Alegre o meio empregado por Touscot:
As moedas de prata de il (cunho de l^O)
sio absolutamsnte iguaes as moedas brasileiras de
ouro de 20*, com a unica differenca que abaixo
da coroa esta1^000em letras em relevo.
. 0 inlustrioso limava simplesmente esse alga-
rismo e depois dourava a fogo as moedas, passan-
do-as com tola a facilidade por 203.
Vimos uma dessas moedas filsificadas, que
apresenta perfeita imitacao de uma moela de 203
e pode en^anar a qnalquor.
Foi el la apprehendida n'uma botica, onde a
dara a troco o industrioso fabricante, que, ac que
consta, ja '.em posto em circulagao regular nume-
ro dessc novissimo prodacto ; a lust rial.
Contiuuava a grassar, com intensidade, a va-
riola.
Ld-se no Onze de Junho, de Jaguarao, a seguinle
noticia recebida de Artigas :
t Participo-lhe que acaba de chegar aqui um
ch'.isque, communicanio ao commissario que Pal-
mer e Bergara se acham na Barra de Sarandy,
8 a 9 legnas distante desta villa, com nma forgi
de 60 homens : sendo 40 bomens de infanteria e
12 a 20 de cavallaria.
ii A policia se prepara para resistir com ener-
borta'* Vilvr.U, o Sr. majo* Aztfvedo Sh
Vfn unw ioiiifef.taaau em nb.ne d popnip.ao Ja
idi.
i PmJa a leilura, foientreguc adSr.Burao urha
Tica baixella de grata, que era o mirao feito pela
re/erida populajao.
t 0 Sr. Hyglao Correa Darao, com a v tre-
mulapeia gratidic, disse atgumas palavrar repas*
sadas de scutimento u prater, e, como prova dd
reconbecimeoto a populacii) de Pelotas, entregoq;
Qarta de libordade a ires escravos seus, sendo Se
rafim de 30 annos, D)iingos, de J8, e Fortaaato
^e20.
N t Assim tarminoua inauguragao da Hydraulic;*
ffelotense.
idM,*!^ W rzi'iidss lie ireaca* na 4poca dapailhas, com
A? lojas macanicas defta cidade dtstribuiram,
no dia do sexta-feira Santa, alguaias esmolas pela
pobreza, rjtte foram levadas a dfirrteilio.
, Na porta da igreja matrii tambern aehou-se
ama commissSo da Fhilantropia, dando dinheiro
aos pobres:
. A loja Jfora e Humatndade, da cidade de
Motas, commemorou o dia de sexta-feira Santa,
distribuindo 1:000/ pelas viuvas e orpbaos indi-
gentes, pelos enfermos da Santa Casa e presos da
cad"'a civH.
0 Diarit de Pelotas noticia qne o Dr. Jos6 Viei
rada Cuuha distribuio, no dia sexta-feira maior,
a quantia de 1003 por tres viuvas pobrlssimas e
-eheias de filhes.
niO DE 5ANRIRO.
Pelo minislerio da justica :
Em 8 do crrente declarohse ao presideate da
provincia de Pernambnco, em resposta ao ofllcio
da 4 de dezf mbro ultimo, que, a vista da disposi-
Art. 2* AstmAlliBproti*c.M :
% > Subsidio-aos'l pulaijos
. 2." AJuu> dej cusjo dgs m.bsmos
% 3." Expedients, asseio da casa
e gr'ati6cacab do'carteird e se.'veh
te, e despezas da missa, tndo na
uBportancia de J:O0030OO, e cre-
JUo para os prepares e deeoracao
nla nova casa ........
1 4. Apaahadoa pnblicacao dos
deflates..........
li." Emprogados da secretaria .
Art. 3." Seeretaria do governo :
| !. Empregados, inclusive a
gratittcacao de cada am serveate .
g 2. Expediente e asseio da casa
de terem volute da Europ* 6s commissarios" do feao do art. 9 do decreto'n. 5,457 de 6 de novem
emprestimo ursgaayo, havend) fracassado a ne- bro de 1873, pelo qual osescrivaes de appellacSes
e aggravos do tribunal do commereio passaram
a servir na relarao, nao ha necessidade- de serem
apoJtillados'os titnlos, ora devolvidos, de Jose Ma-
riano de Albuquerque e Antonio Jose Alves de
Brito.
Em II do correnteremetteu se ao presidente do
tribunal do commereio da corte, para interpor seu
parecer, o offlcio do presidents do commereio de
Pernambuco, pedindo que se firme a verdadeira
intelligencia dos arts. 356, 403 e 407 do codigo
commercial,
Pelo ministerio da marinha em 6 do cor-
rente :
Expediram-se portarias, nomeando o cipitao de
fragaU Fellcio deSa Brlto para commandar o bii-
gue escuna Tonelero; o eapitno de fragata Pedro
Tiioine de Castro Araujo para commandar o encou-
ragado He: vat; o 1 tenenle Augusto de Lima
Barros para commandar o monitor Atagoas ; o I'
tenente Antonio Lino Cavalcanti do Oliveira para
eommandar o monitor Rio Grande ; o l tenenle
Francisco Antonio Sal<)iie Percira para comman-
dar a vapor Tramandahy.
Em 9 expediram-se portarias concedendo dous
mezes de licenca com soldo ao 1" tenenle da ar-
mada Joao Egydio de Castro Jesus, para tratar de
sua saiide na provincia de Pernambuco ; conce-
dendo seis mezes de licenwa com meio soldo ao 2'
cirurgiao da armada Dr. Jose Felix da Cunha Me-
nezes, para tratar de n^gocios da sen interesjo na
provincia da Behia.
BAHJA.
Lemos no Jornal :
c Em renniSo da direegso dos festejos de Dous
de Julho neste anno, resolveu-se, no dia 20 reviver
os da noite do dia 1", promovendo se a organisa-
cao de batalaoes patrioticos e de tndo que e pro-
prio para maior realce daquella festa popular.
o Em segnida nom?aram-se as coramissSes abai-
xo :
Para agenciar no commereio donatlvos para
os mesmos festejos os Srs. Barfio de Serpy, com-
mendador Tito Mello, Manoel de Oliveira Rodrigues
e Joaquim da Costa Pinto,
Para promover a subscripcao nas reparticoes
pnblicas os Srs eoronel Joaqwim Manricio Perrei-
ra. brgadeiro Faria R>cha e Dr. Paeffico Pe
reira.
ii Para organisar o bando annnnciador os Srs.
coronel -oaquim Mariricio Ferrwra, tenente coro-
nel lldefonso Morcira Sergio, Dr. Arthur Rios,
Emitio Germano e Pedro Augusto Camara.
t Para assistir no palanque a cercmoma do des-
cerramento das cortinas do retrato de S. M. o Im-
peradar os Srs. visfonde de Marin"o, Antonio de
Lacerda, Dr. Alexandre Maia Bittencourt, Joaquim
J'-se da Fonceca e Joao I.uiz de Abreu e Silva.
Para promover a organisagao debataittSes pa-
triofJcos os Srs. c nselheiro Dantas, Barao de Ser-
gy, brigadeiro Faria Rocha, coronel Joaqnim Mau-
rieio, Dr. Pacifieo Pereira e Custoiio Moreira de
Souza.
t Para assistir ao Te Drum na cathedral os Srs.
Barao de Sergy, brigadeiro Faria Rocha, Dr. Fran-
cisco Jose da Costa, Dr. Arthur Rios e Cnsfodio
Moreira de Souza.
Foi nomeado thesoureiro o Sr. Joaquim Jose
da Fonceca.
AI.AOOAS.
0 Sr. Dr. J >'d enviara a presidencia da provincia a quantia de
301000 para ser applicnda a soccorros para os
indigentes atacados de variola em Penedo.
A assembler provincial prosegnia em sens
trabalhos, tendo na se-sao de 2i sido approvada a
mogao do Sr. Fiorlano para quo se insensse na ac-
ta um voto de prafundo e sincero pesar pelo pas-
samento do ex-presidente Dr. Romulo.
13:5001000
13.000#000
12 8393331
74:3003000
3:3003000
Art. 4." /nstruccao publtca :
j ?- Empregados, continoando
em vigor o S l* do art. i da lei n.
963...........
5 2.- Expediente e assdfo da casa
a 3. Diario de am servente .
6 4 Empregados e professores
do gymnasia, segundo o 4 do
art. 4 da let n. I,U3.....
5.* Expediente e asseio da casa
inclusive a gratificacao do servente
6 MensaJidade dos alumnos
pobres..........6:0033000
7." Empregados da escola nor-
mal, inclusive as gratifica;5es -con-
calidas em Icisanteri.res ao secre-
tario e ao porteiro......
8* Expediente e asseio da casa
e compras de livros.....
9.* Alognel da casa ....
sj 10. Diario de 13600 a cada
servente..........1:1683000
tt. Proressores de instruccao
primaria..........
12. Aluguel de casas, expedi-
ente e asseio das casas, forflecimento
de moveis e luzes as cscolas notnr-"
nas...........
13. Bibliothecario .
14. Expediente, asseio da casa
e remonta de livros.....
15. Subvencao ao Institute Ar-
cheologico para a publicajao de sua
revista..........
16. Sabvebcao para a pnblica-
gao da revista da Sociedade Pro-
pagadora da Instruccao publica 600/000
8:6005000
6TJO3000
9123300
46:2363000
l:f6n5$O0O
16:3803000
800/000
1:2004000
332:300,3000
67:1993000
1:080/' Oir
6003000
1:2-0/000
rt. 5. Auxilio industrial:
1.* Subvencao a companhia
peiBambucana .... .
2. Dita a sociedade dos artis-
tas m?cbanteos e liberaes .
54:0003000
2:000/00 >
-.r. -: i--.-.:.. _
rmh smmamamtarmmm i.aT.'r.^fcu. -?s
Art. 6. Obras publicas:
1. Empregados.....42 000;000
2. Expediente e asseio da casa
inclusive a gratiilcacio*do servente 3:9003000
3 Estudos graphicos 10:000/00:1
4.
obras
Reparos e censervacao das
Aterro do pafseio publico
120:0003000
2:0003000
Art. ". Segwanca publica :
- % r. Forga policial ....
2 Fardamenlo e mais despezas
inclusive a ilinminacaodos quarteis
3.*
tengilo
4.
s S.

e
Empregados da casa de de-
Ex pediente......
Illuminagao.....
Alugnel de casas para cadeia
quarteis.........3:4Ol3C0O
7.* I InminacSo da cidade, de
conformidade com o disposto no
8 do art. 7 da lei n. I ,C6, nao con-
tinoando em-vigor o art. 26 da
mesma lei.........113:972/000
8. Dita da cidade de Olinda,
incumhindo a respectiva camara mu-
nicipal a fiscali.-acao ..... 15.8233C0O
9. Dita de Govanna, na razao
de trinta lamacSes"......3:721/000
Art. 8. Soccorros debeneficencia :
1 Sustento e curativo dos
presos pobres ........
2." Auxilio a Santa Casa, sendo
4:1)00/ para continuagao da obra
da casa* dos Expostos.....
3.* Recolbimento de Olinda .
Dito de Iguarassii .
Dito de Govanna ....
Collegio do Bom Conselho
. Hospital de Misericordia
de Goyanna .......
Casa de beneficencia de
Gravata..........1:0003000
| 9. Dita de Bezerros .... 2:000/00)
I 10. Dita da villa do Triumpho 1:00 >300")
i II. Religiosos capucinhes 1:500500)
j 12. Recolbimento da Gloria
nc-sta cidade........1:000/000
gia. EstSo convidando diver.-os visinhos da Cu-
cinlha e daqui, para assim cngrossrrern a guarni-
cao.
Chegara a cidade do Rio Graade, no dia 10, o
encotiracado ilariz e Barros, que, depois de to-
mar carvao, devia seguir para o Rio da Prata
Em Pelotas tinha-se inaugurado a Hydraulica
Pclotense. 0 Jjrnal do Commerce dessa locali-
dade la a tal respeito a seguinte noticia :
Bern ceda, ja se via o bulicio do3 carros que
conduziam as pessoas para a caixa d'agua, onde
devia comegar a inauguracao.
t Para cima de trezentas e tantas pessoas, entre
cavalheiroj e senhoras, la se acnavam.
As 9 horas da manha deu-se principio a isau-
guracaopcJo levantamento da porta de ferro que
iuiped'asaguas do arnio a continnagao de seu
en/so, i*to ao troar de centenares de fogue-tes.
As agua?, achando livre o seu passe, corriara
co:n iigeireza espantosa ; pord n para logo foi des
cida a porta de forro, e eot io pararam, sujeitas a
voutido do homem eao poder da sciencia.
Em seguida abriram-se as valvulas que poem
em commanicacao o arroio com os tan-pies qne
para logo, entraado a agua, cm grandes jorros,
encherara-se.
* 0 Sr. presidente da camara, que com seus
coliegas alii comparecdra como representantes do
povo, aberta a ultima valvula, a que dirige a agua
para a cidade, levanton os seguiates vi'vas : a S.
M. o fmperador, ao progresso'pelotensj; ao incan-
savel erapreileiro o Sr. JJygino Corr-Sa Durio, que
foram caiorosamente correspondidos pelas pessoas
preseotes.
a Apos esses vivas, o |r. Castod.p Ediahgue le
vantou um a direetoria do companhia H^'dranliea.
que, como o outros, fji applaulido.
k Estavam alii terminados os trabalhos, em vis-
la do qne voltou-se, tendo que parar no -Benja-
min, onde o Sr. Durao offereceu aos seus con-
vidados um profnso a esplendido copo d'agua.
Ahi tere higar umi serie de importantes brin
d;s, apos o que regressou a cidade, seguindo toJa
a comitiva atd'o porto da citfadfl, onde o Rvd. Dr.
Caoabarro ben'.eu a agoa, oVflws do quo abrto-ii
a valvula o o el'afariz, cofrocfcffo na praca de 8.
Dotningos, comtitfa o j-rrar agaa
a Subio ao ar uma girandola de foguetus e o
povo alii reuoido, alegre C satisfeitf, demonstrou
o sett entlrnsiismo pelo progress^ da- ferra.
t 0 chalarlz estava toaa enfeifa'tf) fle flaranlaj
p verdes festSes.
o 0 mesmo quo se let no chafartz a praca S.
Djmin|Q!,praticouse nos qo.3 estao coJlocados qa
ASSEMBLE! PROVINCIAL
SSSSAO ORDINARIA EM 14 DE ABRIL.
PnESIDESCIA D) Sn. FERREin* DE AGUIAB.
Ao meio dia, feita a chamada e achando se
prescntes os Srs. : J. Hello Rego, Ratis e Silva,
Firmino de Xovaes, Manoel do Rego, Gongalves
Ferrcira, Tito, Peretti, Cunha Cavalcante, Alipio
Costa, Gaspar Drummond, Tolentino de Carvatho,
Souza Leite, Amaral, Soares, Lacerda, Tiburcio de
Magalhaes, Joao Sarbalho, Arrnda, G. Gondim,
Olympio Marques. Pinto Pessoa, Vieira de Mello,
Domiagos Pinio, Uchda Cavalcante, Oliveira An-
drade, Antonio Paulino, Dario Cavalcante, Nasci-
mento Portella, Camboim, Travasso de Arruda
e Gomes Paren'.e, faltando os Srs.: Goes Caval-
cante, Felippe de FigueirSo, Aguiar e Arconcio,
abrc-se a sessao
Lida e posta em discassao a acta, o Sr. Manoel
do Rego observa e pede que sejam transcriptas na
acta todas as emendas approvadas, como manda o
regimento.
0 Sr. presidente declara qne vai ser emendada
a mesma acta para ser depois approvada.
0 Sr. 1 secretario da parte de incommodado e
pede para que o expediente seja lido pelo 2, o
qual da conta do seguinte
EEPEDIEJITB ."
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, rctnet-
tendo o balanco e orcame to da re;eita e despeza
da camara municipal da villa tie Pao d'Albo.
A' commissao de o'rgamento municipal.
Petijfles:
De diversos moradores da cidade de Olinda, pe-
dindo que seja augmentafa a illominagao pub ica.
t* commissao de orgameftto provincial.
De Joaqnim Tnomaz Ribeiro Varejao, escrivao
do jury e das exeencoes do Cabo, pedindo paga-
mente de custas.A' commissSo do orgameuto
municipal.
Da irmandnle de Nessa Senh^ra da Paz dos
Afogados, pedindo a proferencia para a extrac;ao
de suas loterias. A' commissao de orgamento pro-
vincial.
De Anna Elysa Pereira Dutra, professora da
povoajao de Tamandard, pedfndo nm anno de li-
eeaca com todos o seus veneimentos. A' com-
missao de peticoes.
Sio lidos, julgados objecto de delibcrafao e vao
a imprimiros segninte^projfcctos:
A assembled legislatlva provincial de Pernam-
buco recolte:
< Art. unico. Pica concedida nma loteiia de
120:0003000 para a igreja de S. Seraffm. nafre-
guezia de Flores Revogadas as disposigaes em
contrario. Pago da assemblea, 14 de abril de
1874. Tolentino de Carcalho Altico Leite.
Ratis e Silva J. Mello R'go.
A assemblda legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
i Art. utrico. Fiea-perteneendo aotcrmo do Bo-
niio 0 distrrdo de Alagoa dos Gates. Revogadas
as disposigoes em contrario. Paco da assemblda
legiffativa de Pernambuco. 14 de abril de 1874
Rails e Silva. t
A assemblda -legislativa provincial de Pernam-
bnco resolve :
TITULO I.
DESPEZA.
Art. !.* A despeza da provincia de Pernam
Art. 9.* Arrecadacao e /iscalisa-
gao das rendas :
l. Empregados da thesouraria
provincial.........
2." Dez por cento da arreca-
dacao judicial........
3. Despeza judicial inclusive
a gratificacao do procurador da
coroa, e solicitador da fazenda na-
cional.........
| 4. ExpcJiente e asseio da casa
I 5. Gratificagao de dcus cartei-
ros,_ um servente e do correio da
seccao do contencioso.....
6. Empregados do consulado
provincial, continuando a porcenta-
gem marcada........
7." Expediente e asseio da casa
8. Diarias dos serventes .
| 9 Empregados das collectorias
10. Agencia dos impostos "de
consummo nesta cidade ....
II. Gratifica:ao a'o fiscal das lo-
terias ...........
| 12. Alugue! das barreiras .
Art. 10 Aposnitados e jubilados.
Art. II. Ditida provincial:
1." Jnros das -apolices emit-
tidas em rirtnde da lei n. 963 e an-
teriores e postericres.....
2.* Jnros earaortisagao do em-
prestimo do Banco do Brasil .
3.* Divida de exercicios findos.
Art. 12. rublicacoes e impressues
inclusive a impressao das obras
do padre Caneca .......
Art. 13. Restttuicoes ....
, exce't,ra d.-s ai'iimacs de raea.
a>:8803*M)> ^g fcco*rdis"po{ trfficca de l czi-rro rm diaf-
I.-2J0/OO0 mo>,),, ^nr^uiio^d !*!?'W'dtt'aVt. 15 da lek
ju. U15.. .
19. Decima dos predios urbanos, qualouer
que seja a sua renda annual e a cidade, villa e
povoacro em queestirerem aitnados.
20. Sello de heraneas e legados, na confor-
midade do 5 20 do art 15 da lei n. 1,115, ficando
sujeito a e?te imposto as apolices da divida pu-
blica.
21. Meio por cento sobre as beraajas dos
herdeiros necessarios.
21. 40^1 por venda de escraYos, de conformi-
dade com o disposto no 19do art. 15 da lei n. 1,115,.
sendo 8O3 quando a veuda for feita por procurador.
23. 10 por cento de novos a velhos direitos
por nomeagao, aposentadoria, jubilacao e tambern
remocio e accesso dos empregados provinciaes,.
sendo neste caso soaicnte relativos a differenca de
vencimentos.
24. 3 por cento de cada biHaete de loteria de
outras provincias e 1:0003 por casa de garantia
de bilhetes, e 2 por cento por preraios- maiores de
400/ das loterias da provineva.
25. 6 por cento sobre a venda dos bens de
raiz de corporagSes de mio morta, excepta aquel-
Ics que man'.eem estabelecimtntos pios.
5 26. 25 por cento sobre a renda das casas em
qne se acharem estabeldciment s de commereio
em grosso ou retalho, f.tbricas de rapd, casas de
recolher, depositos pequenos, casas de drogas, bo-
ticas, armazens de algoJao, de vender madeira,
trapicu.es e photogrsphias, salvas as excepgoes fei-
tas por leis permanentes mesmo em rclacao ao
augmento deste imposto.
| 27. 8 por conto sobre a renda das casas em
que se acbarem escriptorios, consullorios cartorios,
inclusive os dos soliciladores de causas.
28. 6 por cento sobre a rt-nda das casas em
que se aeharem estatelecimentos commerciaes
fora da cidade do Recife, assim :omo das em qne,
em toda a provinci se acbarem cocheiras, bote-
quins, ca3a de pa-to, cavallariee de aluguel e re-
i(Ih mento, olerias e fabrics, officinas exceptna-
das as ruraes e as que tiverem des discipulos bra-
Iciros em ro-.stante aprendizagem.
29. 1:000/ por casas bancarias e de descon-
tos, 500/ por casas de transacgoes de cambio, em-
prezas anonymas ou agendas, e 50/ sobre casa de
agencia ou consignacao, 1:0005 sobre casa de
venda de joias em gros3o, 1:001/ por casa de pe-
nhores, 500/ por casa em que se effectne on se
agteqcie e venda polvora, e 3/ por pequeno depo-
sito fora da cidade do Recife-
30. 2003 porcaia deposito de kerozene, 13/
por dita que ven ler a retalbo na cidade, e 33 nos
povoados on villas do interior.
.31. 204 por casa qae vender roupa feita,
oliras de sellein on marcinerla, ou ontra qual arh-
feita em paiz estraogeiro, da qual haja prodocio
siuiilarna prerincia
g (i. 100/ por corretor commercial ou agente
de leilao, e por cada caixeiro de corretor mairicn-
lado no tribunal do commereio, e 1:0003 por casa
de ompra e venda, ou quaesquer transacgoes so-
bre c.-cravos.
33 .f03 mbre caa de moda. m
g 3i, 50J sobre casa de um bilhar e mais 203
por cada nm que accrescer.
83. 1 por cento dos objectos vendidos em
leilao, excepto os juliciaes.
36. 303 por cada escravo empregado no ser-
vigo de alvarengas ou canoas de carga e des
carga.
B 37 2/ per tonelada de alvarenga on barco
d.e carga e descarga e de reboque, el/ po.* dita
de canoa emprr-gada no servico dos portos. nave-
gacao dos rics e costa da provincia.
38. 23 pbr escravos residentes nas cidades,
villas e povoados nao empregados no servigo de
agrienltura, e 5/ pelo que for recolhido a casa de
detengan.
39. 20/. por carros particulares de 4 rodas,
12/ por dito de 2 e 23/ por dito de aluguel.
40. 2')/ por omnibus e 403 por carros f^-
ni'lires.
41. 8/ p.r carroca ou vebiculo de conduc;4o
de passagciros ou carea nao comprehenaidos nos
S antecedentes, excepto os empregados em ser-
vico da lavonra.
I 42. 130/ por baixa de capim, sendo 50/_so-
bre as pequenas, excep'.uadas aquellas que nio 0
ven lerem.
g 43. 5003 por jalheiro que maseatear na
provincia, exceptnados aquelles que tiverem esta-
belecimentos collecta'los em algum lugar e desta-
carem sens objectos para serem vendidos em ou-
tros em que nao estejam os mesmos estabcleci-
mentos.
44. 1003 por cada pessoa que maseatear na
cidade com fazendas, miudezas, quinquilhenas e
outros objectos ; 20/000 pelos qne macatearem
fora da cidade, rxceptuados os negociantes que
nas feiras doa povoados onde tiverem seus e>tabe-
lecimentos expozerem a venda as suas mercado-
rias ; 30/ por taberna que nesta cidade vender
os objectos a-rma referidos.
45. Matricnla da escola normal.
si 46. Pedagio das ponies e estradas.
S -4 7. Bens do evento.
8 48. Mnllas por infracgoes.
49. Emoluments de todas as reparti^oe? da
provincia.
50. Reslituic^es e reposicoes.
51. Divida activa.
32. Pro turto de renda e venda dos proprios -
provinciaes, generos e utensilios.
53. Beneficio das loterias, saldos e premios
prescriptos.
54. Juros de 9 por cento sobre a indevida
detengao das rendas.
55. Producto dos impostos creados pelas lei
ns. 350 e 596, art.57.
56. 4 por cento sobre a decima parte do va-
lor calculado das emprezas e contratos que forem
transferidos.
57. 1 por cento sobre a transferencia de ac-
goes de qualqner companhia 1 u empreza.
$< 58. 1/10 por cento sobre a averbagao de qual-
qner titulo de transferencia de propriedade no todo
ou pane della.
59. 4/ por cada estabelecimcnfo commer-
cial desta cidade, cujo producto tera applicagao a
creacio de uma companhia de bombeiros.
jj t'O. 21 0/ sobre deposito de carvao de pedra.
61. (Oi por casa que vender cal nao fabri-
cada n provincia.
62. 4:000/ da conlribuigao da companhia
Ferro Carril de Pernambuco.
8. 63. 5 pos cento do valor de qualqner ma
paiz estrangeiro, consumido na pro-
20:0003000
5103000
3:000/000
63:000/000
30-000/000
1:300/009
1:400/000
1:000/000
4:000*5000
1:000/000
90:184/000
8:758/900
6:032/000
2:800/000
3:600/000
88:8i2Z000
2 400/000
1:200/000
63:000/000
10:600/000
600/000
96/000
89:098/100
100:000/000
301 0343283
Art. 14. Ecenluaes .' 15:000/000
TITULO II.
KECEITA.
Art. 15. Para ccorrer a despeza docretada
pela presente lei, serao arrecadados cs seguintes
impostos :
g 1. 3 3|i por cento do algodao exportado.
3 por cento do assnear idem.
8 rdis por litro de jguardentee alcool
dem
g 4-
g .
5 6.
do-se 0
18."
J>ricado
1 real por dito de mel de furo idem.
800 rdis por courd idem.
6 pnr cento dos demais generos idem.
100/ por escravo exportado, observan-
art. 41 da lei n. 43'.
330 rdis por kilograrnma de tabaco fa-
e preparadi por qnalqaer forma, e 60
rdis par dito brotoem fardo ou embarricado con-
laraido na provincia.
g 9.' 3330O por milheiro de charntos, 6 0
tes de cigarros idem.
g tO. 9 rels por litro de vinagre importado e
consumido na provincia, e 3 rdis pelo exportado.
II, 55 rdis por kilograrnma de sabao idem,
e 14 rdis por dito idem.
12. 42 rdis por litro de genebra e licores
idem, e 35 reis por dito de outras bebida? espi-
rituosas idem.
I 13. 4 reis por kilogramm* de farinha de
trigo, bacaliiao, carne secca e outros generos de
estiva imporlados e desiinadus ao consumo.
J14. 60 rtis por litro de agnardente de pro-
fad do paiz, conanmlda na provincia.
S 15 2|800 per cabega degada vacenra con-
sumido nos municipio? da provincia, sendo de
1/8:0 na villa de Pedras de Fogo,
8 16. 1/030 sobre cada oabega de gado ca-
vallar quo for rebdido, permutado, on adqoftido
pot qualquer forma, ficando abolido 0 arrola-
mento ou matrieula e escripto de venda creados
deira de
vincia.
04. 5 por cento sobre armas de fogo impor-
tadas e vendidas na provincia.
8 63. 1:500/ por casa on agencia de seguros.
g f6. Custas e arrecada;ao judicial.
Art. 16. Continuant a ser arrecadados os 3
por cento addiciouaes aos impostos decretadas, de
- conformidade com a lei n. 777, com applicagao
Art. 17. 0 saldo que produzirem as contas do
exercicio de 1873 a 1874 fara parte da renda co-
brada por esta lei.
TITULO III
DISPOSICQES GEBAES.
Art. 18. Continuam em vigor 0? arts. 19, 20,
28 c 30 da lei n. 1,115 c 19 da lei n. 994.
Art. 19. 0 imposto de que trata 0 11 do
art. 15 da lei n. 1,115 sera arrecadado na razao
de 14 rdi3 pelo consumo, e nao de 8 pela impor-
taeao.
Art. 20. A arrecadacao do imposto decrelado
no 21 art. 15 da presente lei sera feita sem in-
tervenjao dos empregados do fisco nos inventr.-
rios, requerendo apenas 0 procurador fiscal nesta
cidade, e os sens ajudantes, nos demais termos da
provincia, ao juizo competente a notificagao do in
ventariante^ou cabeca de casal para apresentar a
rclagao dos bens com os respectivos valores, para
qne, de coaforniidade com estes, seja recolhida a
importancia d mesmo imposto, do qual seric-de-
duzidos 6 por cento.
0 prodncte desta porcentagem sera dividido em
10 quotas, cabendo, nesta cidade, ao juiz 4, ao
procurador fiscal 3. ao seu ajadante 2, e 1 ao s?-
licitador da fazenda, e nos demais termos 4 quo-
tas ao jniz, 2 ao fiscal, 2 ao collector, 1 ao escrivao
da collectoria e 1 ao cobrador, sendo esta quota
considerada renda da provincia na collectoria em
qne esteja preencbido 0 logar de cobrador.
Art 21. 0 presidente da provincia fiea auteri-
salo :
1.' A despender pela verba destinada a fsrados
graphiccs a qnantia necessaria para a acrrBiiitao
dos intrumentos de qne carecer a reparll?*o das-
obras pnblicas, e para 0 trabalho qne fiieroaa- -os-
engenheiros em oommhsao fors. da cidade e--ie-
vftntamento de plantas de povoados.villas e cidades
do interior.
2.' A abrir 0 credito preciso para a fnn6agao
da escola normal para 0 sexo feminino, na coHfor-
midade do disposto na lei da refdrma do easino .
.



f
bnco no exercicio do 1874 a 1875, sera, segnnjo'noregnlanieatorespectivo.
publico.
Art. 22.
As, igbveogSes cencedidas aos reco
I_____lltlflrRL
11 "
.......--------



$&&& Pern&Suco &$ &&%
4, 5 a ii dofart. uuie
1
HAS MJianmoS esu
gagas quande fufem
aulas da primefras
himent ^<** 8ftf|$5,
la Pf'5int-
-idade serjM Ceilf3etfMb pMrletarios das cads a1
cujas testidhs pertcnetrern. "?e, porem, quitrtj
iiuies dt'pois da> publiracao desta lei os referldos
reparosiinao ferem exeeutados, a reparticao das
obras publicas oa mand&ra fazer, sendo a respec-
ttva destreRrittsrada do meamo propfietario.
Art. si, FJC,aDur(>iad4 o contrato do calea-
mento das rlu feirtdadet ftito com o barao do
Livramento, com as seguinles allerarSes :
1." 0 cottrato durari quatro annos em ve* de
J. A qnoia annual sera fle 50:000* em Vez
de 120:000*.
3." Nao se fara nurcad.i para cada anno.
4." A rppaiticSo das dbras pubKtas', com p-
proviso do presidents da provincia, designhra
as ruas que, do prefereoeia, devem set calcadas, e
o systema d&calcaniento que era cada uma deve
ser eropregaflo.
5.* Nenhuma rua'sera calca Ja antes de feita a
(lM| 6.# A reparticao da,,flt>ras publicas mspeccio-
oara o material e o servico do ealcamenjo-
7.' Do valor do contrato serio ahatidos roais
10 par cento, na conformidado da proposta feiia
^I Jos-"rAugusto de Arnnioi: M. i m\ _r .
8.' A despeza com tttMpamenlo da, eWada'corre
ra por'conja do. eflnfiUrao autori3ado oesla lei.
Art. 25. O p'rasraente"da i rovTneia Bcaauto-
risado a crear ottcThas' do trabalhos (na casa de
detericio, e dar nova organfsacto'ao^e'rvijo da-
qnpiia pri . Padeia laiabem regular o modo de sorerrfali-
moutados os presos. /nop tar uma eniermaria cm
boai andicoes' desiquoridade e crear osystema
dc atirrn'nisrrar/so' qua for mais util 6 erondmico,
abrindo os crediloB seoissarios para occorrer as
despezas, a brie estairefrrma tfer lugar.
T1TDLO IV
DlSPOStcSES 'efRMANENTES.
Ait. 26. Os empregados de arrecadaqao de
rend as, nao terao direito a porcentasem das .qtian-
tias rccolhidas as respeelivas estates, quando
das mesroas hajam percebido, oa leito direito a
nerceberom porcentagens empregados de outras
estacoes ou do juizo.
pBtefhfrff -J^flH^
------
*-
ff-
na es
kla do escravo fdr por ibeio Tlemne naigreja da Gloria,' pelas 7 hora3 dalna
ra o dono a orova, de jqW Obi; e para ease acto .eonvida Tfeatf ifflflle!, ba
Vt2ttM$lhe!f dejfrJSffdo**'' bei*"^' parcnlej e amigo)'do bem urh qovo talho de corpo dVfeltldTriae atada
f e*pWra$33 o lie ve}* Woli__. fe^.;'1 '.' *" ".' lg^ra'.lt!ostoreiT5 reUs>madoptar; tf deVer,
com
"8 2." Qoando a
de remessa, aprese:
|tff
por raolo de proenra$ia
3.* Quando acontecer ssbir fl'e-eraVo'pa**
ser aolreaiia. ao.dono,, qua ^PiacMj ei* )proviicia
estrariha.'depclis-tla tnTvafla pVbprfeVlade, preslar-
se-ka lianca pelaimportancia dos impostos, eom
obrigaQao de dontro da 6 mezes provar que vorton
ou falleMU. 4"M0 P tfft f.f'f*813 Prova o^o
for aprpfnyl',' se fara-effeoliT^ a cobranja Bos
ditos i
4-'
no sentido de nao see coucedldouasjaporte para1
t'raravo/, $cra e;tafera prefnehtdas as'cxigencias
esta aTtigo. I 1
Art. 37 A- licen^as cnncedidas nos termos'da
lei n. flV I'llW-sgAl^'protHWaes, seja qbal
for a crass* a*qoe pertm^arn, fiaMerao conceiiaas
com gratificatap, guardadas as dispoMcSes e ex
cepppea do 5 i, da leiin. J.lOa
Sala 'das commissSes. era II de abril d?' S71;-
'Ginyitm FeiYeirh.-1t>lenllnt> de C&tydthoA-J.
?. Ba\reto de Hello {tefia i uiscorda'qdahto a su'
pres'SSo da'congrua dos coadjntores.
[Conlinnar-st-ha. )
t5* flttnda jcu tllbo, o padre FredericVAugmlo-'lt do- toMftoiirds e'dos ^Jiijif
'" W'da Camara, celebrar divewas misaas'ettfiwi lb* -WUldos-pera V8st#
snferife^f^rlJmcra providencibra
'.nag b!i '-
^^j,*.-, i^.iroj
sa
"tUI'U M f T <** f
r:;.;n ?': t.
gas, colletes, plastronf
' A no*sa' &os tarn ^^do^SftrSCS SSg'd! ^^'i^^^^
iro few worn r>uhHo \ qua fanccion.i porem, obrtga-nos a dar noticia delfo as nossas lei-'
airua estreita do Rasario n. 2i, D.! ilaria 'Candida toras, que detjalfio se opreffereiri ao astial. Esiel
de FigueireJo, da'lieSed de'desenbo, musica e lltt'- no?6 hi ho- feiti iros gfapde* silfafares Ingleze^ e
gna- /ranceza, a quern de -sous preslimos se queffti unl'sar. costura -do ftrfmbro acaba Has Icstas
"Me murlaao Derotqs dwaelos relffloson
desse nlez Wandarilo celebr Senlura Mill dos homens, *rBoto na Jgreja da Ma
'TOta diSHa.
.Vs semblea fuucciinou com 2i Srs. deputados, sob a
presidencih do Sr,:I>r.'A^aiar.
Appruvaa:'as'actisUa5es?ab"do 2i ereuniao'de
25 (KrfrfW^nt*, o'Sr.T* Sefe'ritaHo" da cttbta'do se-
guinte expediente :
Offidos : L^^b^
Do seerelario do governs dj aroviocia, r?inet-
teudo as-loforaiacoes lAdisiraQas peladireetoria d
initrruccio. fUibiica, acwa dj M.|ueriiiwco da
professora do Limoeiro, Maria do Rosario Olivolra
Mello.A quern fez a requiMcSo.
Da camara municipal de Cimbres, reclamando
coutra a di-p)sii;So do art. 15, 15, da lei n lilts'
do anno passado. A' commissio de o.rgaraertto
provincial.
I'eticoes :
Da companhia Ferra Carril da Pernambuco, pe-
dindo isen^ao Seimposlos. -A* commissao de or-
Art. 27. Kicam supprimldas as ageneh> lisi-aesj^amonto^rovincial.
creadas no interior da provincia, passando a ser Do capitao'Manoel Joaquim 'Machapo, pedindo
ti
feito pelas collectorias o scrvijo do qua etlio ellas
ineumbidas. Ao fiscal oa collector, que for encar-
regado de dar as guias de procede'neia dos^ene-
ros ;era abonada nma porcentagem, que nao ex-
cedn, em caso algum, a 200* por anno.
Art. 28. 0 inspector da ihesooraria provincial
percebera anniialmente 3:800* de ordeirado e
1.200* de gnail'H-p.00.
Art. 27. As agendas ineumbidas da arrecada-
c3o do iropostcs de consumo nesta cidade, Beam
assim reforma las :
I." NSo farlto roais coljranei de 'renda, nem se-
rao atltaucadas.
2. Fiscalisarao a saliida dos generos, de modo
a impedir que haja omissao Je pagamento dos
impiistos, fornecendj aos cot.lrmuintes guias para
entreuarem no ennautado as quantias devidas, e
so em vista do''cmilie'cimentd de'ssa reparticio fara
as notas na sna escripluraqao e dara 3ahida aos
generos, cujos direitos eslejam pagos.
3. us agenies continuarao a perceber a por-
centagem Je 8 por cento da arrecadacao que
prcm-)verem, e della serSo pagos mensalmente na
laesouraria provincial, em vista da nota que o
eonsalado llie devera rernetler no ultimo de caJa
me;.
4." Uma oulra agenda fara a fiscalisagao e
promovera a cobranva do imposlo creado pelo
13 do art. 15 dfsta lei, sendo o* dos SS 63 e 6V
agonciados pelo do lumo e sabao.
5." O presidedte da provincia expedira as ins-
trucroes r.e'essarias ao servico das agendas e no-
meara os agentes.
Art. 30. As flancas de contratos de qualquer
specie rontinuam a ser reguladas pelo art. 36
da lei n. 991.
Art. 31. Fica sem effeito a parte do art. i6 da
I ei n. 963 que trata do resgate das apolices.
Art. 22. Findo o prazo em que os contribuin-
tes devem pagar sem multa a imporlancia dos
impostos, devera o arrecidador do consulado pro-
vincial fazer aviso por eartas aos grandes estabe-
lecimentos conimerciaes, e por meio do aonuneioe,
de que comeca a cobranva com a multa.
Ait. 33. 0 emprestimo de 4,000:000* autori-
sado no art. L'ti da lei n. 1,115 sera wntranido nas
condi-;oes determinadas por contrato e litulo de
divtda, on pr meio do apolices ern circulagao,
emittidae ao par, e ao preinio nunea maior de 7
por cento ao anno, ou abaixo do par com premio
nao superior a 6 por cento. Neste caso podera ser
0 totaldo emprestimo de 'i ,2.'iO:0C0*. -
0 prDdu^to do mesino eropresfimo-sera excla-
sivamente applicado :
{.' Ao prompto pagamento da divida contra-
bida com o Banco do Brasil.
2." Ao resg:ite de to !as as apolices emitlidas
pela provincia, licando probibila a emissao de
novas, emquan'.o por lei nio for deeretada.
3." A pagamento das obras publicas enntra-
tadas, e ern exeeugao, das que estao dccretadas ne
art. 18 da lei n. 983 sob ns I, 3, 6 e 9; no art. 41
i i lei n. 994 relativamente a coustruccao de acu-
des nas fregnenas do interior, inclusive as de Be-
zerros.tiravata.I'anellas, llaposa.Bom Jardim.Naza-
retii, Limoeiro e outras que mais urgencia tiverem
daste beneflcio, constroecSo de pontes e e?tradas
nos diversos pontos da provincia, principalmente
naquelles em quo o desenvolvimento material e
agricola dependa de communicarao facil com as
estradas de ferro construidas eem construceao ;
reparos e construceao de cadeias, mtlhoramenUs
publicos na cidade e os adiantamentos que fi.rem
necessarios fazer a rompanhia Recife Drainage, fi-
i'ando o presidente da provincia autorisado a Bon-
ceder 5:0003 para auxilio das obras do edificio
destinado aqyyceu de artese ofli'-ios,-10:00<)* as
obras da tgreja da Penha, 13:000* as obras que
estao sendo executadas na colonia Isabel era t'i-
loenteiras, 9:0005 para os concertos ou construe-
c3o do acude de Villa Beila, a quanlia necessaria
para o encanamento d'agua potavel pira a villa
de Bonito e cidade da Victoria, concerto de ca-
deia e casa da camara de Olinda ; 6:000* de au-
xilio a camara municipal de Barreiros para cons-
truc.-ao de uma pon e sobre o braco do rio Una
que divide a villa em dous bairros ; 5:f 00* para
auxiliar a Santa Casa de Misericordia no paga-
mento das dividas (ks estabekcimentos a seu car-
go, e lambem a descender o quo for necessario.
com deeoracSo e reparcs e mais o que for precise
e carecer, para funeeionar, o theatro de Santa Isa-
bel ; para as constructs do ponies S'ibro o rio
Serinhiiem, no lugar Pao-Sangue e no rio Amara-
gy, no lugar Duas Barras, e sobre o riacho Duas
Pelras, no Limoeiro; para a edifica;aode casa ou
liommodos no edificio do gyrnnasio, ou nas imme-
diarOes que sirva de residencia ao regedor do mesmo
gyrnnasio; 50o* para uma ponte sobre o sangra-
douro do acude da villa do Triumpho; 4:000* para
concerto da eadeia de Serinhaem, e o que for preciso
para a aequiaicSo ou construceao das cadeias em
Itambe e Escada e concerto da do Pelroliua, cons-
tru -/Ao da ostrada do Anjo a Serinhaem e
duas ponte- sobre o rio Ipojuca nos lugares Gi-
tahy e Salgado, construceao de uma estrada de
Jaboatao para a Luz o do Cabo para Victoria,
conlinuacao Ja estrada da EscaJa pela antiga di-
reccao e da de^Itapissuroa ; o que for necessario
para os concertos e construceao mais urgentes das
raatrises, a um pontilbao sobre o riaeho Curialy
no L'onde em Pao d'Alho, uma ponte sobre o rio
Una no Gravata e oulra no alagado Pindobinha.
1." A daspeza ate' 40:'WO*, se o entender con-
veaiente o necessario o presidente da provincia,
com a introduccao de instruments agrarios, appa-
relhos e machinas aperfeifoadas para o fabrico do
assucar, descarogamento do algodao, amanho e
prei-aro das terras. A applicacio dessa quantia
sera feita pelo modo que parecer mais acertado ao
mesmo presidente, com Unto que a provincia n5o
fique sem a devida indemnisacao.
Art. 34. 0 presidente da provincia Qca autori-
sado a adoptar nas pontes e estradas que forem,
em virtude desta lei, mandada executar, um sys-
tema mais economico, e dando preference, quan-
do entenda necessario, aquellas das ditas obras que
os propfietarios das diversaa localidades se pres-
tarem a auxiliar a provincia nas despezas.
Art. 35. Os reiebedores de bilhetes deloterias
de outras provincias ijue os expozerem a venda
antes da rubrica do empregado competenie, incor-
rerao na multa de 1:000*, sendo os bilhetes ap-
prebendidos ate ser realisado o pagamento da
mesma rnulta, e os vendedores que forem vistos
com bilhetes sem rubrica, pagarao a multa de 10
nor cento sobre o preco de cada um.
Art. 36. Na exportacao de escravos, expedindo
oj residenle instruccOes que regulem a arrecada-
cao do respejtivo impostci, se observara :
3 !, 0 dono de escravos quetendo de sabir da
provincia queira em sua companhia leva los, sera
r.'brigado a provar a propriedade dos mestnos, ex-
hibiado, do acto de pedir paswportea, o titulo por
para ser admiltido np.gymn.isio, um seu tilho de
uome Manoel.A' eommissao de petigoes.
De Hermenegildo' Edfaardo do Rego Monteir6,
administrsdor da cauella do Lbreto, da freguezia
de Murkjeea, u^Uftdi) a Cuncessao daWna loteria.
-A' ceij) ni.-sab dj or|ament!l provincial
De /os'e Fraujiscn de PaUla Ramos ejputros. pe-
tliuJo um phvitegio por 30 annos, paraistahele-
cerem nesta uma fabrics depalitos phosphoricos..
A' commissao do obras publicas.
Do Thereza Carueiro Lins de Miranda, viuva da
ti-nente-coronel Bernardo Antonio de Miranda,,
usufrnctuaria do engenho do Brum, pedindo para
pagar deniro de seis anuus, q imposto a ijue osta
sujeita.A' commissao de orgamento provincial-
Do diversos comraercantes de ferragens, repre-
sentando contra a dispjsicao ou mal interpretacio
dada pela rep;ulicao fiscal, a 2 parte do 30 do
art. 15 da lei n. 1115 de 17 de junho de 1873.A'
commissao de legi>lacao.
Foram lidos e approvados dous pareceres: um
pedindo que se solicile informa^oes ajuntaadmi-
nisirativa da Santa Cas^3e Misericordia, acerca
da peii^ao Je Francisco Alves de Moraes Pires Ju-
nior mordomodo asylo de mendieidade ; e outro
da commissao de obras publi :a, modilicando, a
visti das informac3es mini.-tr das pelo superinten-
dente e eogenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco, as disposicoes contidas no
projecto n. 76 de 1870, com um novo projeeto, que
sendo julgado objecto de delibera;3o, mandou-se
imprimir.
0 Sr. Olympio Marques, pe'a ordera, obteve a
palavra, e requereu peiindo que se solicite da
presidencia da provincia copia do contrato cele-
brado em 16 de julho de 1868 para o calcamento
de~ta cidade, cujo requerimento foi approvado.
Passando a crdem dd dia, foram approvados,
sem debate, em 3.' discussao o projecto n. 23 des-
te anno que revoga a lei r. 605 de 13 de main de
1804, e em 2.* discussao o de n. 23 que autorisa o
presidente da provincia a relevar a multa imposta
aos contratanfes da estrada de Goyanna, com uma
emenda do Sr. Ratis e Silva.
Contiouando a 2.' discussao adiaia do projeeto
n. 38 deste anno, (reforma do ensiao publico) fo
ram approvados oa arts. 9 e 10, estesem debate
e aquelle depois de orarem os Srs. Lxfioa Gaval-
cante e Port"lla, *endo rejeitados o sabstitutivo do
Sr. Uchua Cavalcante e a emenda do Sr. Gon^al-
ve= Ferreira.
Bntfiando em discussao o art. 11, orou o Sr. Pe-
retti, e raandnQ a mesa uma emenda depois do
que foi levautada a sessao. por se verilhar nao ha-
ver numero pira votar.
A ordem do dia para hoje e : coutinuacao da
antecedente; 1.* discussao dos projecto3 ns. 48 e
50, e 2a do de n. 29, todos deste anno.
An(orida3es policlacs. Por portarias
da presidencia da provincia, de 23 do correote,
furara excnerai.s Ignacio de Mesquita Passos e
Joao Jose da Silva, dos cargos de 1 e 2 supplen-
tes da subdelegacia do districto de S. Benedicto,
do termo do Panellas ; e nomeados para taes car-
gos, na ordem em que vao collocados o alferes
Joao Ferreira de Luna e Joao Luiz de Franca.
Airandega. Por portaria da presidencia
da provincia, de 24 do corrente, foi n^meado para
exercer interinamente o lugar de thesoureiro da
alfandega, Moiesto do Rego Baptista, que era o
fiel do eltectiv ha nouco fallecido.
Siiiijiieiiria de subdelegacia. Por
portaria da presidencia da provincia, de 25 do
corrente, foi nomeado o alferes Pergentino de Mi-
randa, Pimentel 2J supplente da subdel gacia da
freguezia da Varzea.
diuanla nncional. Por portaria da pre-
sidenda da provincia, de 25 do corrente, foi
mandado aggregar ao batalhao iS do municipio
de Garanhuns, por a;har-se ahi residindo, o ca
pitio da 8" companhia do de n. 27 do municipio
de Caruani. Jose Peregrino de Miranda.
nelesacla liltci-arla. Por portaria da
presidencia da provincia, de 25 do corrente, foi
nomeado delegado litterario do districto de Ca-
nhMnho o cidaliio Leopoldino Teixeira de Aguiar
Rego.
Tabeilionaiu. Por portaria da presidencia
da provincia, de 25 do corrento, foi nomeado Jose
Garlos de 5a ota suhstituir o tabelliao de notas
desta cidade, Apoll'nario Florentino de Albuquer-
que Maranhao, durante o imoedimento deste.
^iupplencia de JuIk municipal.Por
portaria da presidencia da provincia, de 25 do
corrente, foi nomeado 3" supplente do juizo muni-
cipal do termo de Garanhuns, o capitao Joao Ne-
pomuceno Ferreira da Mello.
Jury do Recife.Abriose hontem a i"
sessao do corrente anno, e comparecendo apenas
24 Srs. juizes de facto, foram sorteados mais os
seguintes:
Freguezia do Recife.
Pedro Goncalves Ferreira Gascao.
Jose Luiz Salgado Accioli.
Jose Goncalves Torres.
Freguezia de Santo Antonio.
Caetano Pereira de Britto.
Joao Goncalvcs Ferreira e Silva.
Joaquim Pessoa Bazerra.
Jose Alves Rodrigues Monteir .
Manoel Lourengo de Mattos.
Francisco Tavares Lima.
Minoel Jose do Amaral.
Antonio Coelho de Almeida.
Pregnezia de S. Jose.
Jose" Maria de Gastro Nunes.
Joao Gesar Gavalcante de Albuquerque.
Freguezia da Boa- Vista
Antonio Jovino da Fonceca.
Dr. Henrique de Athayde Lobo Moscoso.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Britto.
Dr. Joaquim TUeotonio Soar.es d'Avellar.
freguezia do Po\o.
Miguel Joaquim do Rego Barros.
Jose Camillo ao Rego Barros.
Jose Ribeiro da Cunba.
Jesuino Augusto Peixoto.
Antonio Luiz dos Santos.
Freguezia dos Afogodos.
Dr. Clementino Marques Wanderley.
Freguezia da Gra$a.
D. Lutz Lopes Dastello Branco.
Nova tarlfa da alfandega.Sob a ru-
brics Ministerio da Fazenda, publicamos hoje 0
decreto n. 8,580 de31 do mez ultimo, quemanda
executar a nova tarifa das alfandega* e suas dis-
posicoes prelfminares, e que comecara a execntar-
se no 1' de julho proximo.
Club litterario Na proxima quinta-feira,
nO do corrente, havera sessao as 10 horas da ma-
3ha, na rua do Socego n 9.
IliHHiiS e offlcio 'funebre. Amanha,
primelro anniversano do fallecimcnto do tenente-
tlrefle Deus, sob a direccao *J Rvd."Vfgario de S-
Frei Pedro Gonoalves, Antonio Manoel d'Assump-
&&; a comecarem taes acto? no Ultimo dia do cot-]
rente mez.
tacendio.- Ante-hontem, aB'6Rl|S horas da
tarde, foi a cidade acordada pelo toque de 'in
ea*dio, que se ateava na taverna da rua d a Pe
nha o. 6, occasionado porjam busca-pe, solt) por
om menino, o qual nao produzio 'graves d amaos
aos proprietaries do estateleciraento, por ler
aido aquelle presentido em tempo-de poaersef
suffocado por'lg*ns -visinhos! Chamamos a at-
lehcao de quero corapetir para o abusivo costume
de s.jltar-se essfl genero de f igo, pois que as con-
seqnencias sao sempre sdrias.
nieniv (irnmftiicu. -Hij- sobe a sceha,,
pela qoarta vez, o importante drama historleo
desta prrjvineia, corapoilcao do Dr. COrte Real,
IntltuladoNmtet Muehado on a heWhra do eonm
demnad); chamamds parafelle a altehcSo do-du-
blieo.
Governo do 'ifllap'ado.Por*fpryvist!es ;da
22 do correBta, foram nomeados vigarios enconi-
mendados dasjfrejuezfas: de Nossa_3enhora da,s,
WnTaiflTai "Je Uiuibre>, 6 Bvm,. Manoei, Tertu-
liano bV FigteiSleSd ;] de ^aifef UM^kVUbh'L.
na Parahyba, o Rv.ra-.Joap Mada Xavafcaute de
Brito ;''fle; S.;' 'Josfe' ile fWtaoilta.' !d Mta. Daho
no tat comu se pratica com o fato dos homens, nas
sobrecasacas.'etc.
* NAto case, algumas vzes, dJo se fazem os
taes pet its catesi eortam-se a'a bostas, com nma
costura em viez ao meio, e com a costura de de-
baixo .lo bra;o muito deitada para traz. Este-gs-
nero de talho apresenta a vantagein de achatar as
cpstas, ou de indireita^as, dando certo Ar de dia-
(heeao ; convindo pirtfenlann'ento as pessoas nip-
tndas, e as que curv'am por costume.
"A respdto dos chapeosa fhoda acha-semenps
vacillante que sobre os vestido* : % palba''VaTter a
suprentach, desrhronanofe b''Crepe e a'Mle. a
forma seragrahrJb, e'de palha'oVItalia e'do Pana
mo, forrados de seda de, cor, e enfeitados cbm'plu-
mas e fiores,. 0 .ehSpeo, db balha sempre uma
boa acdui^cao./'cftmfr'ode'Teltrb Verve fa'cilmente
nus nafroi an'jos 'sucflpislvoa.
As veWrrfeio fnkas ite'.im-se 'inhlfc como
trajo de meia estacio; cdflveem por6m-d*e prefe-
tali
corpoel ioii Lucas Soares Raposo da Caniaraj
Nunes da Silva ; e de Santo Antonia de Garanhuns,
o Rvm. Pedro Paciflco d-s BarroaiBeMfraf.
TtlcKrnnimaB.-Reeebemos Soatem'03 se-
guintes :
,f Rio d> Janeiro, 25 de abril. Gambio sobre
LonJres 25 l|2 bancario, e 2/5|8:'parlicular. -
^Baliia, 27. 0 vapor Boy/te. sahio hontem 'as
4* horas da tarjp para Peroiubuco. i,:
rabrica de fiacao e te<-ios. -Ous-
ta-nos que dovem >er inaugurals, no dia 3 de
maio proxinio, os trabalbos desta importante fa-
b:ica, estabeleeida-na Passagem da Magdalerja,
pn>prieiaire dos Srs. Pernambuco, Barroca & C.
.%n'niverMarios. -doiuprt'ta hoje'38 amios
de ida_Je.^. A. o git aonde d-'Bu.', -PM essef oioti'vo
a fortaleza do Brum dara uma saiva a a bora fla
tarde. *^Ka!Z,
Amauhl completa 36 annos de IrJada S. M. o
ix.perad >r da Russia. ,
Tcle'grapbo nutunariiia traii^a-
tlantieo. -Os vapores eitearrerados da eolloca-
cat ijo cabo telegraphic) ealr^j a il'n de S. Vicente
e a'nosia, provincia, devem garfir delnglate-ra nos
'prjiueitP3 dias damai0'p&x\mo, .
Tlieairo.Com o (rtttlo 'A'ujUs itachado'ou a
her'anca do condemnadn, foi'ffii ijpita de iabbado
ultimo, pela pnmei'ra vez .i sfena, no tlieatro Plte-
nix drumatica, um drama' %e colnpds'icao do'Sr.'
Dr J o Baptista Gorte Real.
Se alguina vez cs applausos de uma ptatea tra-
duzlram a raauifestaeao sincera de justo aprejo ao
merito real de uma pe;a thealral, os que alii
echoaram, a expribiiram.
Drama histonee, como e do ver pelo titulo, e re-
presentativo de um fato politico, que fez epoca e
interessou doperto uma parte importante de nosta
sodedade, guardadas as convonieacia^, que era de
rigoroso dever respeitar ainda, acomposieao do Sr.
Dr. Corte Real abrangeu o maior plaoo que the
foi pos-ivel, oecupando-se da tao meliadrosj as-
surapto.
Vinte e cihco annos de passado nao bastam para
que em trabalhos desse genero observese a risca
a fidelidade historjea, a menos quo se nio queira
escrever theatro para o gabinete ; entretanto, por
es.se lado mesmo a heranca do condemnado, como
drama representavel na actualidade, atliqgo seus
fins e satisfaz.
A respeito do3 carasteres figurantes na acgao,
acentuou vantajosamento o do orotcgonisli, edos
demais so ha a exigir um desenvolvimento mais
amplo.
0 prologo e de verdadeiro effeito dramalico ; re
presenta a execuc.io de um condemnado, e est i
dito : contrista, doe, borronsa e envergonha I A
pena ultim i tem jsta.
No drama as peripecias succedem se logica-
n.e.ite : enredo simples mas interessante.
.0 epilogo,a apothaase, quadro phantasioso, que
condemnamos em nbme d'arte-fol muito applau-
dido, e wm algumu razao, por que esta bem ima-
gibado.
A empreza fez o que pode com rcla.-ao ao des
empenho; o que e preciso, e uma advertencia ao
ponto para quo nao ponha em difflculdades os
arti.-tas.
A heranca do condemnado 6 digno de ser apre-
ciado.
Para o sul do lnaperio. Com dous re-
cebidos em nosso porto levou o Puno 693 passa-
geiros.
Arsenal dc marinba. Assumio hon-
tem o exercicio de inspector iuterino do arer.al
de mirinha desta provincia o Sr. capitao de fra-
gata Francisco Jose Coelho Netto.
Mupremo Tribunal de Este tribunal remetteu ao governo imperial a
saguinte lista dos 15 mais antigos juizes de di-
reito, para a escolha de um desembargador :
Antonio Henrique de Almeida.
Francisco Lourenco de Freitas.
Joao Salome de Queiroga.
Frau.cisco Rodrigues Leite.
Ignacio Carlos Freire de Carvalho:
Felippe Paulino de Souza Uchoa
Joao da Costa Lima eCa>tro.
Felippe Alves de Carvalho.
Antonio Gomes Villaca.
Antonio Baarqua Lima.
Daniel Luiz !'.-!.
Virginio Henriques Costa.
Antonio Augusto da Silva.
Antonio Agnello Ribeiro.
ModnM.Do Jornal do Commevcio, de Lisboa,
transcrevemos a seguinta descripjao das ultimas
modas de Paris .
Estamos em plena prinnvera, e, apezar dos
nao
'j aejiaai aiajlji.a MUguu, e fezem-se de
s'
'-t
i.otfcriaA 4U0-araflha i-renda e a 97.' a
ajgfllkio d> igreja de Gon5ato,aqual cerre no
torn as fazeSc
abril de 1874.
,-Sahiram curados 3,
,Si6^\%;%^% $> ^-'tFahgeiros 26,
lWttvns'MJ-dscrav.fs 2. total 342.
V:mWrJtaclo^'i cNasta-tfiis 'ctrfrefl poollcos 282.
Hospital portuguex. Mo'vfmento das
gajawaaaiaa aa kaaeiial perti>LB-de heneflcen
cia, na -eraani da jS_i S abi
Eiistiam 32. **lfa* M,
fatfejeram 4, existem 3i.
i Esta.tie sernana o Sr. mordomo Antonio Jose" Go-
rw s, !
Pnaaageiros. Cbegadoe dos portos do
sul no vapor brasileiro Bahia :
Julio Xivier, Dr. Antonio A dos'Shntos, sua
nulher.e 2. ,filbos, Alexandre Maoc, DV^go Vaz
Lordelo, Dr. Alvaro Pacheco, .2 tenente Joao P.
ide Carvalho, Manoel J. Roeha- esua mumer, ca-
pilaode iragataCJelh) Nett) e 3 escravos, James
Sfwart e suaimulher, Francisco Maria dos Santos,
IM i Albano; Augusto R. da Costa, Ildefoaso R.
Ja Silva Maria da Conceicao, Joao Capeler, saa
mujher.e I Qlfea, -Vaooel Wnto Pacheco, Antonio
M. Pereira, Jacinto Botelho, D. Maria Joanna de
Arnujo, Jose Manoel Baptista, Venceslao Jose Bap-
tisi, Goncalo A. S. Leite, Daniel A. Martins,
mleiros, vig'ario Joao L. da S Reis, Jose de Sei
x.T3 e sna mulher, Jose P. Monjciro, Francisco
dc Oliveira Coelho, Salvador G da. Silva, 5 pra?as
Ud etercito, 2 ditas de mariuha, 10 escravos a en-
tregar.
Seguem para o horte no mesmo vapor :
Dr. Manoel J. los S. Patory, Dr. Luiz Cardoso
d* Moraes. Dr. Pedrj A. Borges, 2" tenente Antu-
nb M. d'Oliveira, Dr. Leocadio de A. Pessoa e 1
lih.i, W. A. Theo(ilo,_ E. Pierre, G. Perrechon,
Aotonio D.
m
itonio D. Pimentel, .Elojl M. de Souz:i Filho, Ve-
ndo Pe-'eira" CimaJ'Br. Wldoel D.intas, Antonio
C, da Silva, Or. Cmdido Quirino Bastos. Bruno O.
S?rro, 5 praeas da armada, 6 ditas do exercito.
Cemiterio publico. -Obituario do dia 25
lo corrente:
Severiano Jose" de Hoars-, branco, Pernambuco,
So anno;, casndo, S. Jose ; scyrroso do flgado.
Manoel, preto, Africa, 90 annos, soltciro, Santo
Antonio; hemorrhagia cerebral.
Maria Cypriana do Livramento, preta, Pernain-
uco, 28 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro
il; congestao cerebral.
Josephs, pardi, Parahyba, 30 annos, solteira,
Boi-Vista; hemorrhagia cerebral.
Anton1! Marcelina, pard:>, Pernambuco, 33 an-
nos solteira, Recife; hepatite.
Mariana do Espirito Santo, preta, Pernambuao,
49 annos, solteira, Boa-Vista, A.-ylo; phtysica pul-
monar.
Joaquim, branco, Pernambuco, 2 horas, S. Jo;e;
ignora se a molestia.
Luiza, escrava, preta, Pernambuc.1, 45 annos,
Boa-Vista; valvula.
Firma Maria do Carmo, parda, Pernambu:o, 23
annos, solteira, Santo Antonio ; typho.
Florencia Maria de Jesus, parda, Pernambuco, 50
annos, viuva, Boa-Vista; hemorrhagia cerebral.
Krandsea Maria do Rosario, preta, Pernambuco,
86 annos, solteira, S. Jose; velhice.
Umbelina Bjptisti da Conceicao, parda, Parahy-
ba, 44 annos. solteira, Boa-Vista, hospital Pedro
II; diarrhea.
Manoel Jose Barboza, pardo, Pernambuco, 46
annos, casado, Santo Antonio, casa de detencao ;
gastro entente.
Joaquim Albino de Gusraao Junior,- branco, Per-
nambuco, 20 annos, solteira, S. Jo-e ; tetano.
Manoel, p:irdo, Pernambuco, 7 dias Boa-Vista ;
espasmo.
Lourenco Martins dos Santos, pardo, Parahyba,
17 annos, solteira, Rec'fe ; bexigas.
Thomazia, branca, Pernambuco, 5 dias, Santo
Antonio: inllammacao.
Antonio de Pinho," branco, Portugal, 18 annos,
soltdro, Boa-VUta ; febre amarella.
Guilhernina Leopollina Pereira Bastos, pjrda,
Hahia, 50 anao?, viuva, Graea; phtysica.
- Jose, preto, Pernambnci, 42 annos, solteiro, Boa-
Vista ; amcltecimento cerebral.
vendavaes do noroeste e da chuva, se achar
em atrazo, 6 tempo de cuidar nas toilettes no-
vas.
Succcdem-se umas as outra- as exposicSes dos
grandes armazens de novidades de Paris.
a Aproveitemo-no?, poi3, dos apontamentos to
mados por uma elegante parisiense, que, de lapis
na mao, se dedicoa a'oercorre los :
a Fazendas da faatasiai mais ou menos ligeiras e
sedosas continuam a estar em voga, pjr jue e pre-
ciso notar que os vestidos destinaaos a verao ainda
nao guarnecem as vidr.ic.as das modistas; mas sim
unicamente os trajos de meia estacao.
t Os corpos dos vestidos continuam a ser chan-
frados por diante, em bico ou em qoadralo.
As mangas estao-se fazendo um pouco mais
largas, como prevenyio contra *s calores; e os
penteados prfneipiam a a'laixar considewelmente
entro as senhoras de bom gosto.
t Se a respeito de corpos de vestidos fallamos
de penteados, nio parega isto fora de proposito ;
porque com o cabello em cima do pescoco 6 im-
possivel que as chamadas gollas em po continuem
a subsis'tir; por isso ji entre certa roda elegante
se veera collarinhos a la Valliere, Scudery, Maza
rin, etc., comtudo ainda nao esta abandonado de
todo o eslylo desengracado a Maria Stuart.
Ne-ta rrtomento, mais do que nunea, a raoda
apalpa o terreno, e hesita nos porraenores, sub-
mettendo-se comtudo no todo, as fdrmas actual-
men te adoptadas.
a Os pormenores sao : poloneza sobre- saia, ou a
saia muito enfeitada e guarnecida ate ao alto por
detraz, com veste curta ; golas a Francisco II, ou
collar nhos a Luiz XV.
0 todo e : tournure, donaire, tufo ou como
quizerem chamar lhe, de volume exagerado por de
traz; saias e abas extraordinariamente puehadas
por prisilhas por diante e nos quadris ; as saias
ficam ?ssim tio justas por baixo da cintura como
o corpo do vestido se une ao busto; penteados
volumosos, espalhando se os cabellos em todas as
direcQdes; nada em fim proprio da epoca contem-
poranea, mas um pouco de tudo, 'tirado dos secu-
los passados.
t A raargem e o oampo aao vaatos. Desman-
cha-se nm facto a Luiz XVI ou Henrique II qua
serviria de mascara, c misturam-se-lhe diversos
estylos atim de eompor um trajo ecletico e versa-
til, que para o futuro mareara a epoca do fim do
secolo XIXI
Os fkhos e os plastrons substituiram os cor-
pos de cores differentes das saias, que sempre ate
ao presenta tinhara servido quer de uma forma,
qtier d'outra, para fazer parte da toilette feminina
edeque eram recurso t5o commodo cdmo agra-
davel, Os corpos brtneos, caraisas rnssas, cane-
zous, casaco?, etc, desapparecerara tQtalmenie dos
fHROMCd JDMCI1SU.
Tribunal do commerciu,
ACTA DA SESSAO DE 23 DE ABRIL DE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO ANSELMO
KRAN'CISCO PERETTI.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. de-
putados. secretario Olinto Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e supplente Si Leitao, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente abrio a sessao.
Foi lida e depois approvada a acta da ses-
sao de 20 do corrente.
EXPEDIENTE.
Olficio do presidente da provincia, ^ommunican-
do que por acto de 21 do corrente concedeu auto-
risaeao ao banco allemao brasileiro para estabele-
cer nesta cidade uma agenda. -0 tribunal resol-
veu que se lizesse a.devida comraunicagao.
Offlcio de Matheus Austin & C, declarando que
em razao dos seus afazere3 nao podiam syifdicar o
balanco apresentado por DoraiDgos Jose da Cunha
Lages, impetrante de moratoria.-O tribunal re-
soveu que so fizesse constar aos referidos Mathens
Austin 4 C. a sua exonerac,ao, e nomeou para
substitui-los a Doraingos Jose da Silva, determi-
nando que se fizessera as necessarias communi-
cagSes.
Foram distribuidos os livros seguintes :
Diario e copiador de J036 Rodrignes Vianna, dia-
rio de Joao Francisco Paredes Porto, dito de Sou-
za Mouiinho & C, dito de Jose Alves Ferreira da
Cunha, dito de New London and Brasilian Bank,
e copiador de Jo.io Pereira Moutinho.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Geminiano Maia, brasileiro, de 28 annos de
idade, residenle e estabelecido na cidade da For-
taleza com commercio de generos nacionaes e 63-
irangeiros, pedindo matricula.Vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
De Fran 'i-i'o Ignacio Pinto, agente de leiloes
desta praca, mostrando ter pago 0 imposto do seu
offlcio.-Regislrado 0 conhecrmento janto, seja
entregue'ao supplicante.
De Francisco A. Barbosa, submcttendo a regis-
tro a procuraclo annexa.Seja registrada.
De Joao de Aquino Fonceca e Joaa Ferreira dos
Santos Junior, satisfazendo 0 despacho de 31 de
julho de 1873, para ser regislrado 0 distrato da
socieJade que tinhara.-Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
De Antonio Botelho Pinto de Mesquita, corretor
geral desta praca, impetrando qua se lhe eonceda
a exoneracao do seu efflcio.Como requer, fican-
do subsistindo a fianca por seis mezes a contar da
data de qualquer rectamaclo.
De fosi da Silva OWveira, Herraenegfldo da Cu-
bha Albuquerque e Joio da Silva Oliveira, solici-
tando que se regjstre 0 contrato da firma Albu-
querque, Olivelra & C Vista ao Sr. awembar-
gador fiscal.
De'4es6 Redriguos da Silva 0 Jose Joaquim Ro-
drigues Bras, apresentando para registrar-se 0
oftim'a parte'do despacho proferido na peticae de
GoScalo Jose Alfonso, por isso qua tJoj(lra esse
cx-cofrelor exists mu proceaso que pend* de pa-
recej_ fiscal.Proeede a duvida.
Idem, da mesma,'dizendo que 0 distrato da fir-
ma do Josii Fernandes Gomes G. aao se aeha
regislrado nem no livro avufso nem nolivro com-
peteute.-Dedarem os suppfieantes 0 capital coaa
que sereCrou 0 socio Goraes.
Idem da mesma, declarando c asotivo pelo qual
contra 0 pr.xedente da $ecretaffa foi pa3sada so-
menle uma carta de reaabUu\acao aos membro3 da
extincta firn de Foneeca $ Santos.0 tribunal
resolveu que se devem extrahir doas cartas de re-
habililacao sempre que a obtiverem dous indivi-
duos membros de uma firma falliia, nio sendo
porem extrabidae- senao a proporcio cjae /erenvJ
pedidas polos intere.sadps, sendo estai ijucijpiafcao
junta aos autos de rehabilitacio do Ferreira 4a
Loureiro. ...
Idem 4a.;$nesmaJ.s0bne b offltio dia inapactor da
tbesouraria. de fazoada dp Rib 'G/and db' NoMe,
(jue coDsultapara qojem se da 0 recurso do autos
do conservador do commercio, -0 tribunal reiol-
vea- ijue se^eimopd/M.ae ao Sr. inspector ,da the-
souraria db Rio .Grande dp Norte, de conforiaioa-
de com a iuforrn'acao da s'ecretaria.
COM 0 PA11ECKR FISCAL.
Petl5.5es :
De Antero de Mesquita, Joao Francisco R-iqnee-
Angelo.J^oquo, r'egistro doseu-contrato,Defori-
do, de eonformidade corn 0 parecer fiscal.
De Doarte Antonio de Miranda, portuguez, ma-
tricula de comniorciante.Como requer.
0 lnbuaa.1 resolveij qae, para 03 tins convemeD*
los, se putlique a vag^oue deixoa entre os cor-
retores a exoneraeao solicitada e- oblida pelo cor-
retpr ^ntonjo Botqlho Pinto de Mesquita, e ou-
trosnn, qu se communique a junta dita exone-
racao.
0 tribuaal tambeu> resolveu que a secretaria
informe se a Recife.Drainage prprnrou por vezes
registrar os itus estatulos, e qual 0 motivo por
que nap coqeeguio faze" lo.
Nadi mais bavendo a despacbar, S-. Exc. 0 Sr.
conselheiro presideiite eucerrou a sessao ao
meio dia.
0* reaponda.
^.aos deniKiitide com
epitneto de maledtcente ;
2." ae 6 Dr. Belfort cita eaias obras os lnirares
ladicados a se oao sao ver|MMros plafio* -
|. se aao foi aodacia do Ur.-f. genGrt feeofrer
a S. S. e.aos escrivaes que foram vjeflniM 16; norespond* eou a'malmi -fhita^eza com
que den sen parecer -:f flfelfort Bue>Bcamos
satisfeitos E para que' poup* de algdm' trttialho
S. a. vou eitando aiimna pligios,-Wf&i|js rfue ja
citei no Jornal do Commeteio.
' Dotados de irrtelligen-
, ... j, ia e de HMrttafc, os
Dones d intelligence membros deonjU'lode-
et JibUrte les irrembres rfatle de d'ime sodetcdoivest tew dftr+e*es 'nwibs^para
dre par d 1 If e r a n t s Bhr fiift'rtbmm'um ; po-
moyesa on Orr com-- HerH*^M:'!(ls*''meios
mane; its penVetrt chol-'J SVewos^^rlepWtt* po-
sir parresir ces moyena rein como raetas,Rlifeiani
on( Ha eornme leSmoy-*' irtjpp*recef #'' unida-
ene divers et oppose" fo- des:|crat e-*9tHiSriam
"-1 'J:::":.::-;:-l ;;''''!
%
AiutSa os cstollionatos
Sao os homens como os ollios, que
vendo a tudo nao veeme si mesmos.
Padre Vibira Arte de Fuutar.
Teth
Coiji e para 0 varao soffler des-
de a sua nvjcidade..
TnBMOS JfeBEMJAS VERS. 27.
0 improprto epitheto de cobarde coin que o Dr.
"Belfort nos injuriou, nos imp'oz silencio aa Corte,
e aguardamos para esta opportuniJade a resposta
ao artigb de S. Exc.
Podiamos usando da taveruesca lingua gem do
Dr. Tavare3 Belfort descer a sua vida privada, e
lembrar a S. Ere. os seus tempos de Alcibiades,
podiamos, com igual titulo, o chamar o pariinho
do Maranhao; podiamos citar domes de adulteras e
barrigas qua deviam lhe excitar o pudor, como
podiamos em summa citar factos dcS. Exc. crimi-
nosos aos olhos do art. 257 do codigo, porque in-
Teliz.nente ha uma liga em quo todos teem iogres-
so... o iusulto, e uma arnu de que todos polein
igualmente dispor... a injuria; mas nao quero e
nem devo bator-me com S Exc. no baixo terrene
da calurania e da-injuria por tres razees -1* por-
que discute accoes e n5o pessoas-2 porque sei
respeitar a vida particular mesmo daquelles que gra-
tuitameule'con.-tiluem semens inimigos 3* porque
minha mis^ao e mais.nobre e quem enchafurJa-se
no iamacal necessariamente ha de enlamear-se;
passando ao que uo3 interessa convido S. Exc. ; a
a seus protectores, para nos contestar coin fac-
tos, nos demonstrando quando por vantura o pla-
gio apontado for parte da ioiaginarjao, S. Exc. es-
qaecendo-sa de que lhe convinha primeiramente
justificar-se, so procurou nos atacar de uma ma-
neira impropria, nao a seus bahitos, mas a posi-
Qio que immerecilamente ocenpa.
Disse S. Exc cm seu artigo de 8 de derabro qu6
lhe deviamos muitos favores; os homens de carac-
ter uio procuram com proposi^oes vagas manchar
a repuata^ao de outrem...especificam ; por conse-
quencia desafio a S. Exc. como atoda Congregnqao
para d clarar pela imprensa o obsequio que Idee
devo ; a nao ser dous livros de Economia que me
empre3tou acompanhados do seguinte bilhele com
erros de grammatica :
a Dr. J. 0. Campos.
t Remeltolhe o Seneuil, do Rossi sotenho o cur-
so que, se quizer, Ih'o mandarei, bem como o mais
que liverD'unde facilmeate poJe ver o leitor que
o Lente da academia ai6 um bilhele nao escreve
com precisao, e um erro de palmatoria o que
commetteu S. Exc. dando dous pacientes aoverbo
mandar e ambos referind)-se a cursoProcuran
do S. Exc. demonstrar a minha approva^ao no
quinto anno com disiinccao, com razSes estranhas
a meus esforcos, appella para meus collegas af-
fiimaudo que em conversacio se prouunciaram
contra o grao de minha approva^ao ; nao ere o
ii.en optimismo que os meus collegas em minha
ausencia me lizessem esta injnsuca, principalmen
te em presenca de um lente da academia ; alein
de que isto prova muito contra o earaeter de S.
Exc Em nome di dnjmdade dos Bachareis de
I872 protesto contra a assercdo de S Exc.
Continuando S. Exc. diz" a minha reprovagao
foi merecida em defeza de theses, e natural quo
assim se exprimisse, o seu juizo 6 parcial, como re-
conheco que 6 o meu ; mis o que posso afiancar
6 que as minhas theses, as minhas dissertates e
a argumentaQaj que susteniei cam meus mestres
protestam contra a cruel injusjica de que fui vie
lima ; e a prova mais convencente e que S. Exc.
apenas achou em minha defeza de lhese3 um pa-
radoxo, quando lhe respoadi que o banqueiro era
um agente activo do commercio ; se algem de
nos crrou, foi S. Exc. nos fazendo esta pergun
ta, porque deve saber que agente vem deago,
is, ere, egi, aclum, fazer otrar ; quem diz agente,
diz acgao, quem diz accao, diz actividade, logo
perguntar se urn agente e activo, e perguntar se...
Notando que S. Exc. nao obrou como cavalleiro
bipartindo o meu pensamento, pois lhe respondi
que era activo; mas se S. Exc. me perguntava co-
mo depositario era passivo, porquo nao podia dis-
por de alheios capitaes ; por aqui vera o leitor
que o intuito do S. Exc. era me perturbar com
perguntas de algibeira, afim de poder justificar o
seu voto inconsciente e d' ante mao revelado.
Ainda nao foi cavalleiro V. Exc. escondendo a
verdade, deve se lembrar que eu apresentei 14
argumentos para sustentar esta these ; e suppo-
nho que o dotorando que apresenta 14 argumen
tos para sustentar uma these nao est.i no caso
de sahir reprovado 1110 que me reprovou foi a
inveja, o monopolio, e a prevencSo que S. Exc.
dessiminou contra mira, pois com orgulho posso
affiancar que dos cinco collegas approvou ultima-
mente nenhum reputo mais habilitado do que eu.
A vida e longa e o campo e" vaste.. .Esperemos.
Resta-me apenas um orgulho desta catastrophe
e o voto probo, religioso e justiceiro do Dr. Fi-
gueiredo, que como deve saber por experiencia S.
Exc. ; se o brado de Bruto raoribundo nao deixa de
ser uma chimera, e ae exisle justica e probidade
na terra o Dr. Jose Antonio de Figueiredo e o pro-
totypo da honradez.
So o favoritismo nao fosse o galardao de nosso
governo, eu tioha olBcialmente desmentido o juizo
parcial da congregaQao
Acima do testerauDho dos homens, esta o argu-
ment inquebrantavel dos factos, acima da bene-
volencia do Dr. Aprigio a do incorapetente juizo
dos tabeliaes, esta a verdade.
Pdde o homem fervorosamente crente, pelas vi-
cissitudes e eventualida,4e3 da vida, tornar-se um
descrente a descrer de Idea do justo, do bem e ate
de Deus ; pode o conservador ext'remado tornar-
se um liberal exaltado pode negar-se a luz meri
diana, mas nio pbde negar-se que t o Dr. Belfort
6 um plagiario ; e se o Dr. Aprigio, a quem agra-
deco o epitheto de maledicente, quer convencer-se
da veracidade consulte Ventura de Raulica pag.
232 e a dissertacao do Dr. Belfort, sobre sobera-
nia, pag. 20 da linha 13 em diante, o final da mes-
ma pagioa combine com a pagina 252 e me res-
ponds se ahi o Dr. Belfort, cita Ventura, e se isto
nao e verdadeiro plagio ; se nao lhe levar a con-
vrccio ao espirito nesta mesma dissertacao veja
a pag. 17 linha 33.* > ate a pagina seguinte e
abra Taparelli d'Azeglio volume 10 pag. 241, com-
bine a pag 20 linha lo1 em diante com Schut-
semberger, o principfo do discurso de Economia
com Blanqui, a pag. 1? e outras com Gamier a
pag, 12 de seu parecer sobre o ensino secundario
com Rossi, Droit constitucionel, a pag. 46 com
Hippeau, pags. 168, 171, a pag. 47 com a pag. 193,
pagM48 com 197 de Hippeau, a pag 49 com -
pag. 200 e multas obras eo'mo Thiercalin, etc.,' ate.
veja pelo amor da verdade o Dr. Aprigio, combt-
ralent disparaitre l'unl-'
te so dale, e" detruffaient
I'essence de la societe.
II faut en prmcipe- rn-
telligente que^p|e ne-
ger les intelligences et
imprimir la mtVme- ten-'
dance it toutes les vo-
lumes. Nous donnons
le nome d'aptoriiff a re
poovoir i|iid obiijo les'
Vibres vuiuntes de tons
lesmembres: I'auiorite
et done ua element' es-
senciel' a la societe.
faUtoHte est done aria
societe ee que l'une est
a-1' gtre anuiie", ce qu
la force est au um pnn-
cipe Intrlnseque essen-
tiel, urn prtncipe d'uni-
le; de tendance el coi-
servation ; et com-
me les choses ne peu-
vent eixster sans leurs
prindpes essentiels et
intriaseqnesla societe" ne
pent existir sans I' au-
torit&que lui done pour
ainsi dire, la for in e
prospre. Lautorite est
inseparable de la societe,
elle, se produit avec die
se de'vellope et meurt
avec elle. Tapparelii
d'Azeglio pag. 241 vol.
l.
S' essejicW W.WJfffidade
#f)recijo 'uitt'^irincipio
iotelligente qae possa
reser as ioteiligen-
etes e imprimir as mes-
mas ienden:ias e toda3
as nbntades djr^atori-
ditJe i esse 'poftevque
obfiga m livrer 4Bhu-
des ffe* itfdos os '^pem-
LHos, e- pbrtinto e nm
elerrtenfo' es-cnHdl1 de.
oda a soAediaV. R'
para a syii.'dadijfrqu*
e a altn.i?tafa o sef'ani-.
ihada, Hi 5orcA P-?* '
corpo, dm; pn'frcrOT^'in-.
trinseco, *'t?mi pntieipi.o
de-imi.iade de" te.Qflen-
cia e de ''c'oniejraejta.;
e como 3,$ eousas nSo
pod em c xts tir 't senj *$e us
principios essenciaes e
intrinsecos, a sodedade
Sao pode existir sffm a
autcrfd:rde,que- lhe; da
por Sssirh'djzer sua for-
ma propna da aiitoVida-
dv e inseparave* djt (so-
dedade, -ella se produz
coma sociedSde e.com
esta se desenvdlVa e'des-
apparece-Tavares Bel-
fort DWsertacao sobre
a s.jberania pag. 17
linha 34 ate a pag7i8 -
sem citacao de Taparelli
ou eousa quo valha.
E' verdade que estas semelbancaa sJo extrahidas
ie diversos lugares-o Dr. Belfort nao plagia de
um so escriptor, abre sobre a mesa diversaa es-
criptores e plagia um pensamento de um, nm tre-
cho de outro, de maneira que e mister ter-se ali,'U-
uia leiluia de direito para descol rir-se a fonte biide
. Exc. inspirou-se, e jostamente o que temos em
mealed lhe demonstrar que a sua >eiencia esta
compreheadida na uossa, (Jesculpe o leitor a fait-,
de modeslia) que couheccmos unto os escripteres
plagiados quo em uma pagiua ab;rta ao acaso tfra-
mos 4 linhas do Sublime Ventura de Raulica nag.
232.
Ainsi
princioe
voir vient
admeltie
loute do
done nier le
que toui Pou-
da Dieu, est
que la vo-
Dieu ne soit
pour nen Jans la cons-
titution de societe, e'est
nier la source de tonte
obrigation moral dans
les rapports eutre le
pouvoir, et ses subordi-
nes, e'est admeltre que
l'ordre social n'estquiun
arraiigemont humain
n'ayant point de base
dans uue lui moral! e
divine.
De cette doctrine s
resultedeux consequen-
ces, la primiere que le
droit de souverainete
residant irameJiatement
dans tuiite communaute
parfai'.e ne jaillit pas
d'um droit inherent a
Bhaqne iudiviiu mats
d'un droit essential a la
communaute elle meoie,
en tant que communaute.
En sort que si les fa-
milies ne sont pas unies
on societe", il n'ya plus
que les individus sujets
naturelment a leur pere
La seconde coastquen-
ce e;t que tout gouver-
nemeul est esserrtiel-
meut con;enti.
Dizer quo o poder nSo
vein de Deus e admittir
o paradoxo de que a
vontade Je Deus nao se-
ja para nada na consti-
tuicaj dt sodedade, e
neg'ar a funtB de toda a
obrigacao moral nas re-
laeoes entre o poder e
seus subordioadoa, e ad-
mittir que a ordem so-
cial e um arranjo liu-
mano e nao tenha sua
base na lei moral edivi-
na. Discurso do Dr. Bel-
fort pag. 27, linha 13'
sem citacao III -v)
Desta salutar theoria
liresultam duas optima
cdnseqnenciaa a I* que
o *reito de soberania
rc.~i lindo immediata-
meute em toda a com-
:.-...; 11 le perfeita, nao
provem de um direito
luhcrente a cada ludivi-
duo, mas de um direito
essencial a communiJa-
de, de sorte que se as
familias nao estao em
sodedade, nao ha senao
in livi iaos sujeitos natu-
ralmente ao poder pater-
no, e 2* que todo o go-
verno e essencialmente
consentido pelo povo
pag. -27 sem citacao
ou cousa que vala III
Hayera Dr. Aprigio ainda duvida que o seu col-
lega o um plagiario ?
Respondaaos com a franqueza o energia qua
devem caracterisar a um juiz probo, ja que accei-
tou o espinboso papel dc arbilro.
Acho que estas seioelhancas e as que annunciei
no Jornal do Commercio de 22 de dezem' ro pro-
vam exuberantemente quo nao somos calumniado-
res; mas qucreis vos convencer ainda mail lede
Thiercelin, e Schutsemberg'r e eombinai com as
paginas 20, 21, e'.c, e me respondei so ainda ha
duvida que o Dr. Belfort e um plagiaro? I
Ainda careceis de mais prova ;'.bri o seu pare-
Ctr sobre o ensino secundario e vele como esta
eivado de pessimas semelhangas I
Trinta inspectores es-
colhi.los pela legislatara
do estado sao encarre-
gados de u:n. vigilancia
assaz extensa, tem o di-
reito de oppor veto .is
resolugSes da3 commis-
soes, designam os com-
missaries que president
aos exames na seccao
litteraria, ou academica
-pag. 16, linha 10'.
Trinta inspectores os-
colhidos pela legislatura
do estado sao encarre-
gaios de uma vigilaneia
assaz extensa, te.n o di-
reito de oppor veto a*
resolncSes das commis-
soes, designam os com-
missaries que president
os exames na seccao
litteraria ou academica
pag. 168.
Eu te saudo rex plagtorum !
Ha de ter notido o leitor que eu ainJanao quiz
o criticar nem o eucarar como liltarato, porqui
nao tem individual!lale, nem crencas ; dizenlo-
se liberal sustenta o direito divino, isto e, eopiou
Ventura e Tapparelli depois da transcrever duas
paginas dc Schutsemborger que segue escola oppos-
ta, copia proposieoes que esiao em antinomia,
confuode, nao lhe preside um pensamento, uma
escola, um systema.
Seus escrlptos sao sempre um manto de reta-
thos; abre os escriptores s -bre a mesa, copia in-
distinctamente, adulterando o pensamento do es-
criptor, cujo desenvolvimento muita vez esta n >
final do periodo. Se quizessemos raostrar quant >
6 plagiario S. Exc. tr.inscreveriamos cento e tan-
tas linhas sem citacao que interpoladamenle pia-
giou de Hippeau das paginas 168, 171, 192, 193,
199, 200, de maneira que precisase muita leitura
e cuidalo para nao se perder os lugares plagiad, s.
Quanto ao eslylo, se este e o homem, isto e, a
individualidade, o earaeter como di3se Buflon, nio
pode existir, por nao existir-...
Nao e com torpe linguagem e injunas que so
justifica mas sim com factos. E' um favor q*ue
nos faz S. Exc. injurjando-nos, porque o leitor sen-
sato dira que S. Exc. nio podendo comnosco no
terreno scientifico recorre ao refugio dos cobar-
des... a injuria; ficando certo S. Exc. que sea
victoria nos pertence nesta lica, com maior razio
nos pertencera naquella onde sem receio posso
bradar com o general romaoo a Sera mais fa-
cil desviar o sol do seu curso, do que Fabricio do
caminho da probidade e da justica.
Convido-o a nos responder.
Oliveira Campos.
Salgueiro.
Alguns artigos teem sido publicados na Provin-
cia (jornal), em que se tem procurado denegrir a
reputacao do digno 1" suppiente do juiz munici-
pal de Salgueiro, o Sr. Romao Pereira Filgoeira
Sampaie, destincto chefe do partido conservador
daquelle termo.
Para aquelles que conhecem de perto a ess^>
illnstre cavalheiro, taes accusap5es nao passim '
alicantmas de mao gosto, de um bem eontiecido
adversirio, que procura o bastao de chefe do lina
sonhado grande partido liberal daquelle term
nas quaes a oalumnia anda a par d> despeito^ a
inveja de parelha com o clume Ja bem merecida
reputacao e posicao social, que ha oonquistado na-
quelle termo o nosso distincto amigo o Sr. Filguei-
ra Sampaio.
Para Q Biw>. Sr. presidents da provincia o com-
F"



MMVP^BM
WMpiVV^
'.



I
_ _
Diario de Pernambrjo Terqa feira 2S ; ---------------------------i_________________:
mnicanfc perde ainda o ssu tempo.
Etc. esta sufflcientemeate informadoido _
cedimento c hooradez de uosso amitfo,-e das inex-
aeudoes c5es.
B para os qae nSe conhecem nV < a csse
illastre eavalheiro, ir>.i por utgai. *i a uossa
contradica ae utmoso Hibello di(Taroat. comrauni<:*nte.
A defeza do oosso areigo esta na propria aeee.
sacao qae e He fz; p rqae, oa bags vida pu-
blica dessn illustre cavatheiro, por mais que os
seat gratunas alversawos tenliaii proearado deseo-
terrar facias, co-n que possara marear a sua bem
inndada e merecida reputacio do Jionem de bem
edejuu p-robo e honesto, nao teem podido en-
conlrar.
Contra o fact.* ja cndnco da deruissae do ex
escrivao Marten Desiderio, e lumada do ea com violencia ao mesma, fallam os autos falla a
senleaea coademnatoria pnferida contra dito es-
criTio pelo diguo Dr. juir de direito da co-
marca.
Perde, pois, w tempo, Sr. communicante, re-
pntacdes beta armadas, como a do fir. Filgueira
Sampaio nao se mareim com torpes-ealumnias.
Salgueiro, 7 de abril de 1874.
X.

Bezerros.
Sendo era toai os tempos a gratidiio o distinc-
tive das almas iwbres,.e ainda hoje, aesta epoca
de degeneracao o qoe fae a gloria da humanida-
de. Esta sublime coDsideracao impoe-me o sa-
grado dever de w an prelo protester contra algn-
mas satyras e calamoiosas assercees que na Pro-
vincia de 14 de marfo j>ro*imo fiodo vi endereca-
das ao distineto Sr. Jose Pessoa de Soote Maior,
mm t j digno juU de paz do 1* districto da villa de
tfeaerros, affirniando peraote o tribnal do publico
que eate ciladau, de emineme caracter, sum io-ig-
Jiea qualidades o tornam r&ro no kaleudario so-
cial, visto que elle, cercado de todos os raf uisitos
que constituem o bomem de bem, tem attrahido
as sympathias de seus cotitermences e de quantos
o observaiB, nao deixando o BHoor vacuo oa or-
bita de seus deveres, quer come simples cidadio,
quer corao funccionario publico; correndo-me
ainda o rigoroso dever de anseverar que o seu de-
elamador, alem de nao rivalisar om elle em quali-
dades.(aiuda que o nao eonneco) aao estava Aem
inforraado ou fallou apaixonado, por quanto fal-
tou a vrdade, sendo por veatura a imprudencia o
seu maior defeito, devendj talvei ja star arre-
peodido do que disse ; cumprindo-me assegnr.r-
ibe quese voltar ao publico, acbar-meha inabala-
vel na.rofmi;ao a que me proponho.
Jodo Chrysostomo -Agua 4c florida de Murray tV
I. a a m a ii
Se o simples pre^-o de um genero qualquer, fos-
ee sempre reputado como a medida de seu exacto
valor; nos supporiamos que este exquigito e deli-
cado perfume e eosmeiico era inferior a algumas
perfumanas estrangeiras, as quaes sao vendidas
por um prego qua ra quanto que, sua quantidade nao checa a pre'
faier uma quarta parle coniida n'uma das garrafas
de agua de floriJa. forem felizmonte como pjsui-
mos uma rcaneira livro e independente de formar
juizos p.-oduzidos das evidencias dos nos=os pro-
pnoa sentidos ; a nossa conclusSo e pois nr-ste
particular, uma inteiramente mui differenle Te-
mos por varias formas exair.inado esta rara prepa-
racao, esomo mais leve escrupulo ou hesitarao
pronunciamosasua fragraocia naosoinextingulvel
como Umbera fresca e suave como a das proprias
/lores, e em todos os respeito* tao 3gradavel em
seu dellcado aroma como qualquer outra e-sencia
que jamais nos tenha sido forn,!cida, quer da
Colonia, Paris ou Londres. Esta poi3 a sentenca
passada por tola America hespanhola, e nos de
todo o bom grado a confirmamos.
qae S.|M,76I IcikxHe algodio.
pro-J No Unpie hespanbol C*ruli, para Barcrt-
S??i^T*? : P- Carael C. 150 saccas cem
111,487 kilos de algodij.
No Inp'r portugupz Julio, para Llsboa, wgou : T. a. Pjnseca & C. Successores 100 saccas
com 7,4lf5-tilos de algodSo.
Ho vapor francez V. de Rio ie Janeiro, para
eMavre, t^rregou : T. L. Snare* ill saccas com
;287*iU de algodio ; A. P. de OUveira 3 X aeonoel|.j i dita com 30 dttos de dito.
'No vapor inglez Donro, para Montevideo,
carpegou : *. L. Paes Barreto t barricas com 30
abscachis:;*". B. Pinto Guimaraes *9t) ditas com
at,*48>kilo de assncar brancn.
*lo vapor inglez Ville de Strntos. para e Bio
da Praia, earegou : P. B. Pinto Gui -arSes 300
Burriciw con :'>6t kilos de assncar toranen.
No pataeho nacional Jalio itao, para o Hio da
fYata, carregou : A. L -vo 50 barricas com ,39i
Ijz kilos de assncar braaco.
No navk) bespanhol Martani, para o Rio da
Prata, carregou: B. Oliveira it (1 USB tarricas
com S8;088 Ijl kilos de assncar branco.
No navio portugaex Ltsboa, para Lisboa,
carregou : Silva Guimaraes & G 413 saccos.com
30,975 kilos de assncar branco.
Na -barca portugueza Victorta, para Lisboa,
carregou : A. i.oyo 10 barricas com 541 kilos de
assucar branco.
Ne vapor portngnez Almeida Garret, para
Lisboa, carregou : P. Vianna 4 C. 4 barricas com
300 kilos de assucar branco ; Andre Pinneire 1
caixa com 18 ditos de doce e I volume com 30
ditos de came secca: para 0 Porto, M. J. Carneiro
5 volumes differentes mercadorias ; P. C Prase-
des Nogaeira -t ditos com doce e farinha ; P. J.
Coelbo 11 caixa com 91 kilos de doce.
No pataeho portuguei Lniador, para o Porto,
carregoa : G. A. de Castro Quintaes l barril com
16 litros de aguardente c 1 caixa com 44 kilos
de doce.
Pirajo* port os do interior.
Para o Maraohao. no vapor nacional Bahia,
carregou : J. T. Carvalbo 4 d 10 aaccos com 750
kilos de assncar toraneo ; A. L. Rodrignes Ferrei-
ra 4 volumes com 840 ditos de doce ; e para o
Para, I ditos com 120 ditos de dito ; A. M. Ma
ohado Junior 65 barricas com 4,168 dilos de assu-
car branco.
Para a Bahia, no vapor nacional Ceard,
carregou : A. M. Ma chad o Junior 25 barricas com
3,308 kilos de assncar branco.
Para o Ceara, no vapor nacional Curuaipe,
carregou : J. Feijo de Albuquerque 12 pranchde.-
de amarello.
Para Mossoro, no hiate nacional Flordo Jar-
dtm, carregou : Carneiro 4 C 1 pipa com 480
litros de aguardente.
Para o Natal, na bareaea S. Joao, carregou :
Bartholomeu 4 C. 1 barril com 75 litros de alcool.
de 7*600 a 7*800 a dock de-notijas da Bass,
5*000 a 6*000 a duzia da de oatras marcas.
Feijao. Sem ctwgada, -cotamos de 8*000
9*030 o sacco a reufhT *^
, ,F^e^,0 Chegaran 1.4S0 uccoi e eoumos
4,1(H) o >acco.
Fozosida China. Cutanos a 6*800 a caixa
de 40 cartas.
Genebra. Nao coosia vendas.
Farinha de trig", dera chegada, e eotamos de
23*000 e !i*i0, a harrica da amerioaoa, i8*Ol)0
e 32*000 a da Trieste; em depu^itu cerea de
10,000 barrica.
Manieifta. Cheearam J99 barris e 3i0 meios
da francoia, oi barris e d% caixas da inglez*, e co-
tamos a l*b99 o kilo da Irauceza r 2*178 u kilo
da ingleza em bias.
Louca-----Sem chegada, e ci tamos nominal a
400 por cento de preinin subre a faclnra.
Kerozene. Sem chegaJa, e eutarims a relaltm
de 5*400 a 5*500 a Uta.
QiiHjos. Chcgaram r0je (2."i), 281 caixas e
eotaiiMis df 2i*Ki a iiSm o flaui.ug,., rrtalho
Vela* su-ariuas. ; am hegaiia> e nt>lam<>s a
500 rs. o raaco.
Vinagre de Lisboa. Cbegaram 20 pipaa t ai
barris, e cotamos de 110*000 a 125*000. nor
pipa. "
Vinho. Cbegaram 87 pipas e 145 barris,e co-
tamos o de Lisboa de 215*000 a 225*000 a pipa e
230*000 a 240*000 a pipa do da Figueira.
Dito do Estreito. Chegon um carregamento,
que seguio para o ul.
250*000
216*000
Idem n.
Bna de Sanu Rita.
Idem n. 32 .. .
Idem a 34 ......*.
Padre Floriano:
w 207*000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114 ...... 3620500
Idem a. 31...... .
Ponte Velha!
Idem it 31. .
Bua de Antonio Henriqnes.
26....._ .
371*000
156*000
99*000
Nunes Machado
ou
241*001
122*000
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 27.
Portos do sul 6 dias e 14 boras, vapor nacional
BaAia, de 1,538 toneladas, commandante capiiao
tenente Lou A. Teixeira, equinagem 60, oarga
differentes generos ; a Pereira Vianna 4 C
Navios sahidos no metmo dia.
Bio de Janeiro .Barca portugueza Feliz Vniio,
capitao Anionio J. da Cunha, carga assucar.
Parabyba Brigue inglez Rvssmi, capilio San-
di$on, em lastro.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
teadimento d. dia 1 a 25. 16:875*561
Hm do dil 27. ... 463*2*53
C0MMER6I

VOLUMES
No dial a 23. ,
No dia 27
'nmeira porta .
(agunda ports .
Terceira porta .
Juarta porta ....
fnpk-he Ccncaicao
SAH10O8
17:338*827
27 835
145
4*
43
221
8,291
tlillAtS.
Pelo prasente se fas publico ao professor da
eadeira de instruccao pnmaria de Malhadinha,
padr Jo^6 Prucopio Pereira, que tendo delibe-
rado o conselbo director em sessao de honlem,
haver elle incorrido em peua de sutpensao, pela
reincideucia dp facto pelo qual ja lei muiudo,
contistindo em estar fora do exercicio do maris-
lerio sem licenca, ordenou o Dr. director gtral
interioo se marcasse ao dito professor o prazo de
dez dias contados da data da pnbiicacao do pie-1
sebte, para dentre delle preduzir a sua defeza,
sob peoa de revelia.
Secretaria da iastruccao publica de Pernambu-
co, 24 de abril de 1874.
0 secretario,
__________Joaquim Pereira da Silva Guinnraes
idem n.
PATRIMONIO DOS" ORPHAOS.
Rua da Seozalla velha.
Casa terrea n. 16.......*m>
Becco das Boias.
5Obrad0 n. .......ui jotti
Bna da Crnz
M*rado n. 14 (fechado). 1000*091
IRnadoPilar.
i,ala teirca n. 100 .
Una d.. Aneriw.
Idem n. 34.....
Hua daGuia.
Idem u. 29 ......mtm
Bua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17. .... 361*000
Os pretendentes devorio apresentar no acto da
!^ **, suas flanas> ou comparecereir
icompanhados dos respectivos fladores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia ea
pie ror seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da lim
(wza e precos dos apparelhos.
.^^T* da sanu casa da miserieordia do R
are, 17 de marco o de 1874.
0 escrivao
Pedro Bodrignet ie Souza,
SERVICO MAR1TIMO
vnarengas descarregadas no trapic e da
alfandepa :
No dia 1 a 25.....
So dia J7.......
1o trapiche Conceicao .
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, de abril
de 1S9-1.
AS 3 I10RAS DA T.VRDE
cotacSrs omciARs.
Assucar bruto bom 15600 por 15 kilos, sabbado
Lambio sobre Londres a 90 d|v 23 li- d
por 1*000, banco e particular.
Lambio sobre Lisboa e Porto
de premio, banco.
Ulio aj d|v. 113 0|0 de premio,
a 90 d[v. 110 OiO
Dito soure
banco.
Cambio sobre Paris a 90 div. 373
banco.
Dito-sobre dito a 3 djv. 377 e 378
banco.
Cambio soore Hambnrgo a 90 in. 47 r^ por
M., banco.
rs. 0 franco,
r?. e fran-o.
72
Secpao 5'-Sec etaria da presidencia de Per-
nambuco, 27 de abril de 1874, Por etta secreta-
na se declara a quem interessar possa, que aas 23
dj corrente mez foram contirmadas por S. Exc
0 Sr presidente da provincia. e pub icadas nesta
secrtUna, as senteopas do respectivo juia com-
missario nos autos de medijao a legitimacac das
poshes denominadas Chorao pertencentes a
Jos6 Marques de Lima, e Alto Alegre peiten-
cente a Vicente Perreira de Castro, sitas nomu-
mcipio do Bonito.
( Assign ado) 0 secretario, /. Diniz Ribem da
Cunha.
Edital
RBCEBEDOR1A OS RENPAS '.NT. UNAS GE-
RAE? DE PBRNAMBUCi
.lendimento do dia 1 a 25. 53:197*688
dem do dia 27. 4:310*250
59:707*938
CONSULADO PROV'NCIAi,
ReiwimentC' dc d;a I a 24. 113 702*363
Men do n. 156.
Pela inspecloria da alfandega so faz publco
que nao tendo sido arrematada pur falta de son'
currcn.ia ao valor oiLeial, H2 kilos de coureve-
Iho, avaliados por 67*200, annunciado por edta'l
n. i54, se transiere a mema arrematacao para as
11 huras da manba do dii 29 do correnle a uo;ta
desta reparticao.
|gAHandega"de Pernambuco, 27 de abril ie
Companhia perna nbucana
do navegaqao costeira a
vapor.
De ordf m do conselbo da direccio, cenvidc aos
&rs. accionutas da nova emisslo de accoes desta
companhia, que somente realisaram a primeira
prestacao de 20 i. sobre 0 valor subscripto, a fa-
zer seennda entrada a mesma mao, den;ro do
prazo de 30 dias, a conlar de noie, no ejeriptorio
do Forte do Mattos.
Recife. 23 de abril 1874.
Jhomas M. Connan,
_____________________Gerente interino.
< ompaiihla dos trilhos urbanos
da Bet-ITe a alinda e Belie-
ribe.
Nao lendo comparecido
numero legal de accitnistas,
para que podesse hoje fuoc-
cionar a assembled geral da
companhia acima em sessao
ordinaria, como foi convoca-
da, foi dita sessio adiada
para 0 dia 29 do corrente as 2 boras da tarde e
no Ingar do costume ; e eutao funccionara com
qualquer nnmero dos accionistas presentes nos
termos do art. 11 dos estatntos.
Recife, 22 de abril de 1874.
0 secretario,
________________Luiz Lopes Castello Branco.
A heranca do condemnado.
Terminari 0 enectaenlo com a seena comica do
actor Penante :
0 jesuita na garganta.
Principiara as 8 1|2 boras
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-VICENTE.
Quarta-feira 29 do corrente.
Beeita a pedido de alguns amigos do autor, pa-
ra a impressao do drama
Quinta representacio do drama hi.torico do
Illm. Sr. Dr. Apngio Guimarles :
Nunes Nacliado.
Terminari o espectacul, com a comedia em
acto :
Ima experiencia.
0 resto dos bilbetes estarao a venda no thea-
tro no dia do espectaculo.
Principiara as 8 1.2 horas.
AVISOS MARITIMOS
Para o Porto,
Recebe carga e passageiros o patacbn porroguex
LiMor, que ponca demon tera. Trau-se com
E. R. Rabello C, a ma do Commercio n. 48.
Lisboa c Porto
Vai sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passa-oiros: a trattr com Tito
Uvio S>.ares,rna do Tt.wes n. 20.
Para
Para o ni.licado porto pretendo segair
com a possivel brevidade o paUcho portu-
gunz Azurwa, per ter a maior parte de seu-
carregamento engnjlo e p ra o resto qua
I he fal a, trata se com rS consignatarios
Joaquim Jo.e Gon$alvcs Deltrio & Filho,
v rua tin Commercio n. 5.
" COMPANHIA PERNAMBUCANaT
DE
Xavfgai-tlo costeiraa
fiOTArNNA.
0 vapor Mandahu,
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia l.
de maio, as 9 boras
1 da aoite.
Recebe carga, encomneudas, passageiros e di-
nheiro a freu : s:riptorio no Forte do Mattos n.
Caanpanhia Allian?a Maritima
Portaeaae.
EMPREZA DE NAVEOACiO ENTRE PORTUGAL E O
BRASIL.
BARCA POR rUGUEXA
Fal,io
0 inspector,
A do C. Reis.
118:989*118
II.
Dlto-sobr.'
dil) a :) div. 480 rs. p r R. M., banco.
0- de Yascniiceilos
Presidente.
A. P. do Lemos
Secretario.
Readraaato ao di
iavrn -jo dia 27.
ILPANDBG*.
Rcvista
Da sernana de 20
couiuiei'cial
a -26 de abril de
a 2-3.
776.972*930
27:381*911
804:354*868
Desearregam huj* 28 de. abril de 1874.
Pataeho inglez Gerda varies generos para o
trapiche Conceicio, para def nacbar
Brigue portngnez Cotete vinho para depoMio
uo trapiche Cunha.
Vapor nacional Ceard iesp:r?do) generos na-
ctonaes para o trapiche Companhia.
luipsirtacslic.
Pataeho portngnez llclta, enl.-ado do Rio Gran
ae d} Sul em 2... do corrente '; consignado a Amo
rim Irmao i C manifest ju :
Couros seccos G8.
Graxa en bexigas 2,000 kilos.
Sebo socado 40 barricas com 2,523 kilos, dito
coado 9 barricas com 839 kilos.
Xarque 164,374 kilos a ordem.
Vapor nacional Gattaa
Bahia em 20 do correnle
de Orleans, entrado da
- e consignado a Anionio
luiz Algoda) 179 saccas a Mills Lathan AC, 10 a
Lastro l.apa. Assucar 317 sacios a Pereira
Carneiro C, ?/> a U. lose Alves.
Lieores i caixas a L. Robillia-d & C.
Maiiteifc'a I caixa a Manoel Jose Tinoco do Sou-
za. Milno 30 saccos a Antonio da S. Pontes Gui-
maraes. Moveis 18 volumes a ordem.
Peixe 2 barris :. Jose de 0. Bato, I a Manoel
BriDguel.
Quadro 2 caixas a L Robilliard A C.
Rotipa I pacote a Jose L. do Amaral.
Vinho 1 barril a Manoel Fernandes di Cos la
Viado 1 a Francisco Goncalves Torres.
1874.
0 cambio sobre Londres, 90 d|v 28 1,6 e 28 3 \
do banco e 2o 7|8 25 3(4 e 26 particular.
Dito sobre Londres a 3 d|v e 23 1/2 d. do banco.
Dito sobre Paris, 375 rs. o franco do banco.
Dito sobre Lisboa, 90 div 104 0/0 103 O/n parli
cular, 108 0/Je ill 0/0 a 3 d|v do banco.
Dito sobre o Porto 90 d[v 108 0/0 do ban-
co e 103 0/0 particular.
Dito sobre o Rio de Janeiro, a 3 d|v ao par.
Dito sobre Bahia a 8 d|? 1/4 0/0 de desconto.
Frete de slgodao para Liverpool 1/2 d. e 5 por
cento por libra.
Fretes de assucar para Liverpool 23 e 3 per cen-
to por lonelada.
Dito de dito para Canal 35 e 37|6 e 5 por cento
por tonelada.
Desconlos de lettras 11 0/q. ao anno.
Generos nacionaes
Aguardente, vendeu-se de 38*000 a 62*000 por
pipa.
Algodao, i' sorte, 8*000 a 8*200 per 15 kilos.
Dito sem in>peccao, 7*'i00 por 15 kites.
Dito do Pilar, sem inspeccao,7*200 por 13 kilos.
Dito do Aracajii, sem iospec;ao, 7*200 por 15
kilos.
Dito de Maceio, meiiano, 8*000 por 15 kilos
poslo a bordo, frete de 7p3 e 3 por cento por libra.
Dito da Pararijba, 1 sorte, 8*100 por 15 kilos
posto a bordo, frete de li|16 d. e 5 por cento por
libra.
0 Dr. Sebastiuo do Kego Barros de Laterda,
juizde direito especial do commercio uts-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e coustitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber que n<> uia 28 de abril do corrente
anno, as 11 boras da raanaa, na sala dos audtoi-
rios, devera ler lugar a reuniao dos credoros da
raassa fallida tie Jo.-e Francisco itteucuit, para
se veriGearem os creditos, deliberar-se acerca da
concordata, ou formar-se o contrato de uniao, e
nnmear-se adminisiradoics a dita massa, ceit^s os
credores de que nao serau admittidos por procura-
dor, sem que esle exhiba procuracao especial, a
qual nao podera ser conferida a devedor do falli-
do, niio podendo, ontmsim, um so individuo re-
presentar por dous dtversoi credores, e que sera
havido o credor quo nao comparecer como adhe-
renle as resoluroes que tomar a mak ria de volos
dos credores que comparecerem, com tanto que para
scr valids a concordata c necessa- io que seja con
cedida por um tal numero do credi res que repre-
seato pelo menos a maioria destes, em numero
de dous lercos do valor de lodos os creditos su
jcitot aos elfeilosda concordata.
E para que ehegue ao enhecimento de lodos
mandei passar o pre.-ente, que sera publicado pela
imprensa e afflxadu nos lu.ares do costume.
Recife, 7 de abril de 1874. Eu.Manoel Maria B(
dri^ues do N.iscimenio, escrivao, subscrevi.
Sebasiiao do lleyo Uarros de Lacc-da.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguras contra a faga
A companhia pernambucana, dispondo de ex
jellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garanilndo a maior con-
servacao das mercadorias deposiladas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessfla.
Estes armazens, a!6m de arejados e commodos
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos d
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerem ntilisar-se destes ar
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorto da com-
panhia pernambucana, que acbarao com quen
tn.tar.
COM
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
Commandante C. C. Brougn.
espera-se dos portos do snl ate o dia 10 de maio
e depots da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde recebera
passageiros, encommendas, carga e dinheiro a
frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua cbegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14RUA DO COMMERCIO-14
PAlALWi
0 lugre portuguez Jw/m.pretenie sahir com to
Ja a brevidade por ter quasi toda carga promnta:
quem no me>mo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com os consignatarios T. de Aquino
conceca A C, successores, rua do Vigarie n. 19
"' andar.
E'te navio recebe carga e passageiros para L is-
qOa e Porto, devendo sahir dentro em poucos dias,
visto j4 ter parte do seu carregamento contra-
tado.
Agente? e consignatarios
JOSE' DA SILVA LOTO& FILHO
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegaciti costira a vapor.
FERNANDO DE NORONHA.
0 vapor Mondaliu, comman-
dante Julio, seguira para
o porto acima no dia 5 de
maio as II horas da manna.
Recebe carga ate o dia i,
encommendas, passageiros e
inheiro a frete ale" as 10 horas do dia da sabi-
dad: escnptono no Porte do Mattos n. 12.
tEHOEIf.
Leiiao
De tres quartolas c tin vinho Bordeaux, para
feichar cental
Hoje
As 11 horas da manha
armazem do Sr./Anoes, defronte da al-
i';m I ga.
0 preposto do ag-nte Pestana fara leiiao por
conu e risco de juem pertencer, de 3 quartolas
com vinho Bordeaux, para feichar contas.
Terca-feira 28 do corrente, as II horas da ma-
nha, norefendo armazem.
No
Pela thesouraria de fazenda se declara que o
prazo marcado para o recolhifnento das nolas de
2$ e50* da quarla estampa, sem desconto, finda-
se, psra as primeiras em 31 de maio, e para as
segundas em 30 de junho vindouro, sendo que
dahi era diante serao trocadas com o descouto
mensal de 10 0|0 ate ficarem sera valor.
Secrirtaria da thesouraria de fazenda, 11 de
abril de 1874.
0 2 escriplurario, servindo de secretari o
_____________Carlos Joao de Souza Correia.
Arrematacao
Pelojuizo de orph.os de O'inda, escrivao Dr.
Caldas, vao a praca no dia 27 do corrente. a 1 hora
da tarde, na casa contigua a estarao do faradou-
ro, os moveis e livros pertencentes ao espolio d)
finado conselheiro Guerra, sendo quasi toda a mo-
bilia de mogno e em bom estado.
CO||PA\IIIl ISIt \SII I 1 tt V
, DE
NAVEGAglO A VAPOR
Partos do sul, inclusive o da
Victoria
Agente Dias
CEARA
Companhia Fidelidade
Seguros niarilimoM e terrestres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ntimos e terreslres, a premios razoaveis, dando nos
ullimos o solo livre, e o setimo anno gratuito ao
segurado.
Feliciano Jose" Gomes
___________________ Agenle.
^g-T?-'r--E afa ifcc^c-.-j-<.
!>- y..;.
2- sorte, 3*900 c 4*000 por 15
fino, de 3*700 a 3*750
boa, de 3*5C0 a 3*600,
regular, de 3*300 a
3*ICO por
C.
Vapor nacional Bahia, entrado dos portos do
sul era 26 do correnle e consignado a Pereira
Vianna & C, manifestou:
Carga do Rio de Janeiro.
Cigarros 10 barricas aDomingos Alves Malbeus.
Fumo 30 pacotos e 2 Gaixas a Jose Domiogos do
Urmo e Silva, 2o lata* e 5 pacoles a Antonio L
de Oliveira Azevodo, 25 encapados e 4 caixas a
Jose Antonio Pereira.
Livros 1 caixa a I. Xogueira de Souza.
Papel 1 caixa a Walfredo & Souza.
Rape Paulo -.orJeiro6 caixas com 300 pacotes.
Tinta 2 barricas;. Josd Ferreira da Silva.
Carga da Bahia.
Charntos 1 caixa a Monhard llelller & C Cha-
les de la 2 caixas a Joao F Lopes. Cafe 3 saccos
a Cramer Frey C. Chapeos dc sol 2 caixas a
Olivier & Irmao, 2 a Mills Lathan & C, 1 a Anio-
nio Jose Leite Basios.
Fazendas 3 caixas a Monhard Metller iC la
Cramer Frey C.
Passas 12 fardos com 48 caixas a Jorge J. Tasso.
DZSPACHOS DE EXPORTA(;AO NO DU 25 DE
ABH1L DE 1374.
Para os portos do exterior.
No vapor ingiez Hire Quen, para Liverpool
carregou: M. L. Paes Barreto 2 barricas com 45
abacachis ; S. P. Johnston & C. 1 jjaiola com 2
cutias; Borslelraan C. 46 saccas com 2,257 l|2
Kilosi do algodaj; M. Lathan C 379 ditas com
hTi'.V l2 .iH33 (le dit0 I -1-- Brothers & C. 160
^y,am,U'?,9.'Udi,,i **__; M. M. Monteiro
SSittwJ'53 ,iil05 ,,edit0> Goocalvw Ir-
No'v^rrd',-aS C3ra *** '12 dit6i de dito.
l\o vapor fraucez Rio Grande, para o Havre
i bare, ingibza Dolphim, t tra o Baltico,
' fardos com I
carregou: Plate .W-\n 4 C. 183
Asucar branco,
kilos.
Dito branco, 3' sorte
por 15 kilos.
Dito branco, 3* sorle,
por 15 kilos.
Dito branco, 31 sorte,
3*400 por 15 kilos.
Dito branco, 4a sorle, de 3*0C0 a
15 kilos.
Assucar somenos, 2*600 a 2*700 por 15 kilos.
Dito mascavado, fino, 2*300 a 2*400 por 15
kilos.
Dilo mascavado, bom, a 2*200 e 2*250 por 15,
kilos.
Dilo mascavado, regular, 2*100 a 2*150 poi 15
kilos.
Dilo mascavado, purgado, 1*950 a 2*000 por 15
kilos.
Dito mascavado, americano bora, 1*750 a I *760
por 15 kilos.
Dito mascavado, americano, regular. 1J500 a
1*600 por 15 kilos.
Dito mascavado, Canal. 1*300 a 1*100 por 15
kilos. r
Couros seccos salgados. Chegaram 170, e co-
tamos a 351 rs. o kilo.
Ditos verdes salgados. Cotamos a 327 reis o
kilo.
Cafe". Chegaram 1,215 saccos, e cotamos de
9*800 a 10*400 por 15 kilos.
Came secca do Bio Grande. Chegaram 794,220
kilos, regulando os precos de 3*500 a 4^i00 os
15 kilos, e em deposito cerca de 1,000,000 arrobas.
Farinha de mandioca. Chegaram 5,001 saccos
eoumos de 4*200 a 4*800 o sacco.
Fumo do Rio Sem chegada, e cotamos de
9*000 a 12*000 os 15 kilos, pelo de lata, e 8*000
a 10*000 os 15 kilos o de rolo.
Milho.Chegaram 275 saccos, e cotamos a 70
rs. o kilo.
Generos estrangeiros
Arroz da India Chegaram 275 sacco9,
tamos a 2*700 os 15 kilos.
Azeite doce. Chegaram 70 barris. e cotamos
a 2*i00 o galao.
. Banha de porco. Chegaram 600 barris, e cota-
mos a 1*133 okilo.
Batatas. Chegaram 270 meias caixas, e
cotamos de 7*000 a 8*000 a caixa.
Bacalhao. Sem chegada, e retalha-se o pouco
quo existe de 12*500 a 13*500 a barrica ; em
deposito cerca de 4," .00 barricas.
a rib,l In~i.a;7nChe,gfara 149 caixas> e cotmos
de 3*488 a ,>440 o kilo.
Cimento. Nao consta vendas.
Qebojaa. Chegaram 575 caixas, o cotamos
a 6*000 a caixa.
Cerveja. Chegaram 522 barricas e cotamos
Pela adminislracao dos correio3 desta pro-
vincia se faz publico que se acha marcado o prazo
de 30 dias, a conlar da presente data, para o con-
curso de uma vaga de praticante. 0 concurso tera
lugar na mesma adminislracao, e constara de
exerclcios de calignphia e enhographia, aritbme-
tica elemt ntar, comprenendendo o uso do systema
metrico e nueoes geraes degeographia, de confor
midade com o ariigo 38 do regulamento de 12 de
abrj de 1865. 0 conhccim^nlo das lingoas es-
irangeiras dara direito a prcferencia. Os candi-
dates deverao provar com cerlidao nao terem me-
nos de 18 annos, nem mais de 30 annos de idade
e apresentar ccnilicado medico de boa saude
cumo dispoemos g 1- c 2 do art. 40 do predito
regulamento.
i 7 Adm,injsll*a^o dos correios de Pernambuco,
21 de abril de 1874.
0 admiuislrador
A fib n so do Bego Bams.
ADMINISTRACAO DOS C0BBE10S DE PEIINAM-
BCCO. 28 LE AHBIL DE 1874.
"Malas dxpedidas hoje.
Para 03 porios do norte pelo vapor nacional
Bahia, e p.ua Maceio, Pene lo, Aracajii e Bahia
pelo vapor nacional Gastao de Orleani.
Os jornaes impresso3 e cartas a registrar, serao
recebidas ate" 2 horas da tarde, cartas ordinarias
ale 3 horas, e esta* ale 3 l|2, pagando porte duplo.
Para S. Thiago, Lisboa, Porto e Hespanha pelo
vapor portnguez^/mei'do Garret, sera recebida a
correspondencia ate 10 horas da manha.
A correspondencia que se dirigir a Hespanha,
sera remettida de conformidade com a convencao
postal, celebrada em 21 de Janeiro de 1870.
0 admraistrador
Affonso do Rego Barros.
Commandante Alcoforado.
E' esperado dos portos do norte ate" o dia 27 do
cerrente e seguira para os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagons,
trata-se no escriptorio da agencia
7-BUA 00 VIGAHIO 7
Pereira Vianna & C.
____________ a gentes.
" AJ'ACATV.
Para o Araealy vai sahir com muita brevidade
o bem conhecido hinte Joao Voile, para carga a
frele a tratar com Joao Jose da Cunha Lages, na
rua do Vigario n. 33, I. andar, ou com o mes >
tre a bordo em frente ao trapiche Dantas.
AO CORRER DO MARTELlO
A retaiho ou em lo.es, d vintade dos corc-
pradores
No armazem da rua do Marques de Olinda n. K.
Tercja-feira 28 do corrente
Comecara as 10 l|2 horas da manhi.
0 agente Dias levara a leiiao, nos dias e horas
designates, toJa a louca o vidros existentos err i
mesmo estabeMeimento.
ienao
.' nliga
rua.
Rio Grande d:: M
Para-o porto acima s.guira com brevidade o
p.tacho nacional Africano, per ter parte do seu
carregamento engajalo ; para o resto da carea
trata-se com Silva & Cacao, a rua da Cadeia rin
men 60.
Santo Antonio
Porlo por Lisboa,
Pretende seguir para os re-
fer idos portos co^ii poucos
dias de demora, a barca por-
tugupza Novo Silencio, de I." classe, capi-
tao Ferreira, por ter maior parte de sua
carga prompta, e para que lhes falla passa-
geiros, para os quaes tem commodos : tra-
ta-se com os consignatarios Joaquim Jose"
Goncalves Beltrao & Filho, a rua do Com-
mercio n 5.
De uma casa na roa do Dique,
las Cnrrocas n. -23, rm chaos pro-
prios.
Quarta-feira 29 do corrente
As 11 Horas cm 3101110.
No armazem da ruajjdn Vigario Thenorio
11 II.
0 prepo-to do agente Pestana fan leiiao p^r
coma 1 ris^o do quem perl ncer, de I casa na rua
do Dique, aDiiga rua das Carrocas n. 23, com os
sfgumtes commodos : 2 galas, 2 quartos, cozinha
fora, quintal e cacimba em bon cslado, e rende
annualmenle 300*000.
Quarta-feira 29 do corrente, no referido arma-
zem, pela preposto do agente Pestana.
LEiLAO
e co-
0 admmistrador da recebedoria de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tes do imposto sobre industries e profissoes,
que 6 neste mez de abril que tem de ser
pago, sem multa.o 2. semestre do exerci-
cio de 187374, depois do que sord pago
coin a multa de 6 /0.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
_______Manoel Carneiro de Souza Lacerda
COMPANHIA PERMMBl'CANA
DE
\tivegat'ilo costeira a vapor.
DIViDENDO NONO.
Esta companhia paga 0 seu nono dividendn
raz3o de 3 0|0. '
Terca-feira 28 de abril.
Especlaculo em beneficio do Sr. Theotonio, pri-
meiro clarineta da orchestra do theatro.
0 drama em 4 ados :
UM NAUFRAGIO
MAS
SOCIETE FRANCHISE
DE
Secours MutueJs.
Messieurs les mombres de la societe francaise
sont invites a se rendre a la reunion qni aura lieu
Ie 29 abril a 7 l|2 heures du soir au salon de
I hotel de l'Europe.
Le president
____________________________E. Tnrpin.
SANTA (14SA DA MISERICUKIIA DO '
RECIFE.
A Blma. junta administrativa da santa casa d&
'isericordia do Becife, manda fazer publico que
aa sala de suas 'sessdes, no dia 23 de abril pe-
las 3 horas da tarde, tem.deser'arrematadas a
quem mais vantagons offerecer, pelo tempo de um
a trc3 annos, as rendas dos predios era seguida
declarados.
ESTABEI.ECIMENTO DE CABIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il. j SOljIOJO
COST.VS DA BRGTANH4
Terminara o espectaculo com a comedi;
>cto :
Os dous limidos.
a comedia em um
Principiara as 8 1|2 horas.
0 beneflciado manifesta a sua gratidiio ao hos-
pilaleiro publico desta capital.
Havera trein para Apipucos, tocando em todos
os pontos de parada.
THEATRO
A IMIlJIiij
LIMA PENANTE
HOJE
Quarta representacao do importante e iramen-
samente applaudido drama em 1 prolog. 4 actos
e 7 quadros, do Dr. Corte-Beal :
Real companhia de paqiiieles in
"lezes a vapor.
No dia 28 do corrente, espera-so dos porios do
sul o vapor inglez Boyne, commandante F Beeks,
o qual depois da demora do costume seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes etc., trata-se na agencia,
rua do Commercio n. 40.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajadn.
s para o resto que lhe falta, trala se com os con-
eignatarios Joaquim Jose" Goncalves Beltrao & Fj.
sho, a rua do Commercio n. 5.
Vendem Pereira Carneiro
& C.
_________Rua do Commorcio n. 6.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havcgacao costeira a vapor.
PAtUHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TY, CKARA.
0 vapor Coruripe
commandante Santos,
seguira para os por
tos acima no dia 30
do corrente, as S
horas da tarde.
Recebe carga t6 o dia 28 do corrente. encom-
aendas a|6 o oia 29, passageiros e dinheiro a
fre:e aleas horas da Urde do dia da sa-
maa : ssenptorio no Forte do Maos a. 12.
De moveis, loucas, vidros, crystaes, pcrla-
marias, mitidezas e machines psra picar
fumo, um pianno Ie mesa, uma por^ao
dii papel para fumo.
Quarta-feira 29 do corrente
as 11 horas.
No armazem de agencia de leiloes da rua .lo
Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agenle Pestana fara leiiao, por
eonta e risco de quem pnrlencer, de 1 mobiha
de Jaearanda com lampos de pedra, 1 dila de faia,
lambem com tampos de pedra. 1 dita de amarello.
1 guarda lou;a de amareilo, 1 guarda-roupa de
dilo. 1 cama de mogno, 1 dita de amarello, 1 par
de consolos'de faia, avnlso, I pren^a de cop'rar, 12
cadciras de amarello, 1 par de consoles, 1 par de
aparadores, 1 commoda de amarello com pucha-
dcresde yidro, 1 dila de amarello, meia dila de
dito, 1 sofa de dito, 1 marquezSo de dito, 1 porcao
de cadeiras americanas e ioglezas, cabides, q uar-
tinheir..s, mesas redondas, uma porcao de livros
de litteratura o mais obras, nma porcao de min-
deras, ron-o sejamicqncs, hotoes, espelho de
mao,.babados, bicos, cntr>nieios,collarinhos, brin-
cos e muilos ouiros ohjectos que se acharao pa-
tenle no acto do leiiao ao exame dos concur-
red tes.
Quarta- feir > 29 do corrent", no referido arma-
zem, pelo preposto do agente Pestana.
Agente Bias
Seundo e ultimo
i.

'.
AM
uma magnifica barcaga
QUARTA-FEIRA 29 DO CORRENTE.
A's 10 1|2 horas emponto
Em freite ao edificic da companhia per-
nambuc.ma.
0 agoato Dias, competentemente aulorisado, k-
vara a leiiao; no dia e li r.i acima designadoi,
uma magnifica barca; i armada a hiate, de 600
sacos !e assucar, cera 2 ferros, amarrasemais
accessorios: esta barcaya torna-se rccommendavel
por ter sido bem consjruida e achar-se em perfe:-
to estado de cogserva
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-la,
pois acha-se fuqdcada era frente a companhia per-
IliGfkl
i



t
3!irio dfi Pernambuco T<$fc folia 28 de Abril de 1874.
nambueana, onde teri lugar o toflio, e para qtui*
quer inform^cio a ru Jo Marquee de Olinda a.
37, primeiro andar, escriptorio do agente.______
Agente Diets
Leilao
DO
casco do vapor Mamanguape
Em contraiucao so torfc-i da barcara, veoder-5-
ba o casco do vapor Mamanguape, tal uual
acha fan leado na core* do Passarinho. Tern mui
taschapas de ferro em bom es tado e cantoneiros
Oi Sra. pretenderitos podem desde ia examina lo-
Agente Dias
LEILAO
. DA
nna$ae, cal^ados e mais artigos existences em a
loja da ma de Marcilio Dias n. 1
QUARTA-FEIRA 29 BO CORRENTE
ho meio dia
0 agente Dias, competentemente antorisado,
veadera, por conta e risco de quera perteneer, a
Wnucao, calcadose mais-artiges existent** em a
meacionado estabetecimedto.
Leilao
DE
farinha de trigo
QUATA-FEIRA 29 DO CORRENTE
0 agente Pinto fara leilao de 342 barrtcas de
trigo, avariadas, vmdas de Trieste pelo brigue in-
Jlez Lizzie -Kate, por conta de quern perteneer,
as aaarcas seguinies:
16-Victoria &7
>Ruda Pest 33
-aPannooia "42 i
s-LuizaBuda 35 >
Concordia 29
Fontana 18 s
-SSSE 18
f *to armazem de Tasso Irraaoa A C, Caes do
Apollo, no dia 29 do corrente, ao meio dia
barrtcas

LEILAO
armacio,
rua de
DA
os e mais pertencas da taverna da
farcilio Dias n. 72, antiga rna Direita
Garante-se a casa.
0 agente Martins bra leilao da armacio, geoe-
ros e maisftertencas da taverna acima, en am ou
mais lotes, cujo producao sera rateade ipelos cre-
dores de dka taverna
A II boras do dia.
Na mesma eccasiao se vendera uroa oarroca pa-
ra cavallo, com 2 arreios, e ami balanca graode
com correntes de ferro e pesos de 10-c 20 kilos.
LEILAO
DE
umacasa terrea na rua de S..
Bento n. 17, cidade de,
Olinda
OWNTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
as 11 horas
FEIRA SEVIANAL
16Rua do Tmperador16.
ARMAZEM.
Pelo i*%t ale Martins.
0 proprietario da Feira Semanal, acha-se aulo-
JS ado a vender, em leilao, a aasa terrea acima
an icionada, a qua! e de pedra e cat e tern 3 salas.
A| iartos, qa'ntal, c zinha, 2 janellas e 2 portal
Jif rgnie. chain nrniirio* e r^nde 12^000._____
Grande feira
DE
pianos, mobilias, erystaes,
louca, relogios de parede,
de cima de mesa e de algi-
beira, de ouro e prata, ob-
jectos de ouro e prata,
quadros com finas gravn-
ras, m las para viagem,
machinas de costura, 1 fo-
gao de ferro, jarros para
flores, passaros cantado-
res, santuarios de varios
feitios, guarda roupa,
guarda louca, guarda co-
midas, eadeiras para via-
gem, cortinados novos pa-
ra janelias, camas france-
zas de jacaranda e ama-
rello, aparadores, candiei-
rosagaz, eimmensos ob-
jectos do uso domestico,
que serao vendidos por
conta de diversos
oo correr do martello
A's 11 horas
QtfnU-fiMra 30 do correule
NA
FEIRA SEMANAL
JOMua do Imperador-N)
Silva Couto & C, 68/1(0
ooel Buarqoe de Macedo Lima 1:661 120
Sebaatfao Lopes Guimaraes Junior 19**770
Jose Joaqnira Coelbo 100*000
Ooncalo Barrus Pimontei SS'UOOO
Vinva dp Mnnotl I ,nqni Perrriiu 2:791 012,
Manoel lose Ferreira 8nmao tiOiiSOD
\n'.oaw Machado Gomes da Silva ITJiiOO
Aotmio Vicpnle do Nasfinicniu F.i-
t Hospital I'.rlugu*-* Ii20i(tl2
Fratolli Secliino -*>7il2tt
Mituoel FigiieinVi de Kuriai 2:jCh*'HI
Casal du Jojo lavaiys liyrdtira 2J;W7 Antonio Gomes Nette 400 Antonio Freire de Mattos Barreto 137*2.10
Frederico Lopes Guimaraes l.-OOnaUOO
Antonio Fernando Ramos de Oliveira -577*460
Francisco Aiiume da Silva Cavalcanli) d6O*0*X)
Bandeira 4 Bapbeca 18040(10
Luiz Borpes de Cerqueira ^89^187
Maiwel Goeveia de Souza 3ai*252
MoaKetro A Sacuado *320
Jose Antonio Xagalhaes Bastos 129*910
Manoel Ribeiro Basto \ H0*000
Manoel Joaquira de Mattos 671*000
Francisco "Pinto de Lemos 152*900
Andre de Abreu Porto 6i320
Lopes Irmaos 84*000
Luiz Gomes Ferreira 802*320
Joaquira Goncalves Ferreiw 937*500
Francisco Antonio Corr^a Garfloie 3.193*750
Frantisco de Paula Pereira 400*000
Joao Pinto da Costa 1:237*040
Adolpho Cork) 132*125
ios Thomar de Agsiar 'Ptres'Pw- sac
. reira 170*000,
Joaquira Dativo TeHes de Son 50*000
Manoel Goncalves da Silva Junior 20o*('0O
Francisco Jose Alvesde Albuquerque 25*000'
Jose Maria Cesar do Amaral 40*000
Lima & Manias 122*400
Antonio Joaquim -de Mjraes-e Silva 856*4601
Manoel Pereira -Lamego 3:000*008'
Hermenegildo Aagusto N. Vianna 250*000:1
Francisco Jose Magalbaes Bastos 1:207*C0Of
Joao Fernaodes Ramos de Oliveira 278*000'.
Joaquim Luoio Monteiro da Franca 780*000
Francisco Leapoldino de Gusmao Lcbo 140*000
Miguel Seralm de Castro Nunes 145*832
Jose Antooio de Mattos 2:258*590
Joaquim Aurelio Wauderley 600*008
Jose Teixeira Basto 773X0I695
Pacneco & Mendes I17:7S75782
Jose Goncalves de Carvaloo Moraes 570*000
Izaoc A Pedro Cbaves 14245*350
Manoel Pereira Lemos 4 Fi I ho 146*260
Faria & C. 1:940*460
Joaquim Antunesde Oliveira 4:928*464
FraaoiscoJose da Costa 231*000
Joee Saporie 2:932*720
Camillo Pralo de Lemes 34:036^337
Pedro Jose" da Costa Castello Braoco 2W*oOO
Adriano Ramiro de Albuquerque '260*000
Sexta-feira 1 de maio as 11
horasemponto.
0 agenfe Pinto, autorisado pormandadodo^llm.
Sr. Dr.-juiz de diretto especial do commereio, le-
vari-a leilao as 11 horas do dia aciiua dii-as di-
vidas-di inassa faUida de Bastos um ou muitos lotes, em seu escriptorio, rua do
Bom Jesus n. 43.
Precisa-se
de nm trabalhador para padariv pore.n que en-
tend* perl'eiiaineiite do trabalro do pao que 6 fo-
Bientado com fermento 1e ccrveia: a tr:.lr iui roa
'ki Conde l.i iM.svi'U, aA'jga do C-Minho Novo,
n. 01.
Feilor.
titenJa
'Prcois? -?e de nm { Ict t*ra siiin ,
*kt ttyi'jta : ua iua uo Rang;| u. 37.
I'reci-a-se de um caixe ro de Made de 12 a
14 annos. com pratica de taverna : atraUr na tra-
vessa da rua do Principe n 9, taverna deuomina-
da Forte Principal._____________ ^^__
VIGOR DO CibELLO
DE
Sicgure adnifr-ATOl
RESTABRADOR E TOIEO
UM 0 CABELLQ
Concorre pra nm belto per-
Devedores.
0* proprieiarios da Cntifailaria do Camp s, a
rua do Imfrf rador n. 2V, pea>m aos sens devedores
que teui sido remisso?, o favor de virem pagars as
debitos ai6 o dia 8 tie ibrd t>r>ximo vindouros
avisaiu ao* inosmos qne ae ate aqmlla data nao e e
livercm aUos; reran ttm* novae- ne?te jnrhas
pin dwlinrciii de ; ess- a nfeania.

PUNDICAO
RDA DO
DO BOWMAN
2
fVass;uHi'> <> (.ha.'uri/.')
' -OEM \OS foh .* if <" ..Q0-. ''"" %,: -'' "i" jrgd'frt 4* t*
'ULtfifio o (av-: fe Dffit \*au *so u|ai>e! "io?*>leta qoa bitera; K^i todo opwor etu qos!i(U 'jCio i.ess!I po.ib-stj veriSc'ar. T^
ESPECIAL ATTtNClO AO NUMERO E LuGAH DE SUA FUNDiCAO
^f^_ j dos maia moieroos iv&tema* eem U-
/ / apOreS 6 rOttaS d^agua mnii0i conveniemee pan i diverse.
j-camslancUs dos senborei proprieUrioa e para descaro;ar algodao.


Torna os- cftellos macios, brandos a lu-
stdios, perfuroando-os com ura arorra de
especial delicadeza, que t8o aparado tern
sido.
Leilao
DE
.pianose mais periencas da fabriea depianos da
rua-do Imperador a. 88, de J. Rigas, oulr'ora .'.
Vigues
CGNSTAXDO DE :
-Pianos novos, eadeiras para cs mesmos, differen-
tes moveis, musicas, estanles para as mesmas, 2
relogios de mesa, 1 e3ping.irda de dou3 canos e 1
secretaria.
Doos bancoj para marcineiros, ferramentas, 2
machinas para faaer bordao, grampos, serras, ca-
valletes, madeiras de differentes qualidades,.jaca-
randa e mogno em folba, e muitos oatros artigos.
Parafusos, dobradipas, 1 machina para fazar cer-
voja, e 2 ditas para lavar roupa.
TercA-feira 5 dfc maio
is 10 i\2 horas em ponto
0 agente Pinto, autorhado pelo Sr. Iligas, fara
leilao dos moveis, pianos, e mais pertenjas da offl-
cina de pianos da rua do imperador n. 88, antiga
casa de J Vignes.
Desde ja sera veudida uma g-rande quanjidade
de musicas alii existeates.
Attenqao
Avisa-se- pela ultima vez ao Sr. Salvador deSt
3ueira Cavalcante, qne ha um anao tern zombado
n man&ado 4e prisao qne contra si tern do jaiao
do eommeroio desta cidade, qu, se nao quizer
passar pelo -detgosto de ser preso, mande quanto
antes eotregar os dous escravos Aquilina e Fran-
cisco, dos qoaes 6 4epont*rio, > so acham de pa-
blico trabjflkando bo ee^enho-ltes Brazos, lugar
de sua oova resideocia.
Desde ja protesta-ae pelo-serwco dos ditos-es
er*vos.
M-Rm do Mawpiez de Olinda-24
Esqulaa d Yiccco Larajo
'I'articipa a seas fregaezes e amigoa que mudoa
tr sen estabeledmento-Ae relojoerro para a mesma
-rua n. 24, onde encenlrarlo nm graode sortimeixo
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, doe melbones gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qaalida<)es, patente snisso,
^e ouro e prata doarada, foleado (plaquet), relo-
gios de owe. iaglez, descuberto, dos melhores
Vabricantes, cadeia de ouro, plaqnet e prata, lanetas
detod^s w^raalklades, tudopor precos muito ba-
ratos.___________ _______
AI.UGA-SE
nmaasa'na'Capanga, rua das PernambueanriS,
com coserra e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
AtteR^ao
A>visa>e ao comprafior do -escravo Heoriqae,
qw-j Salvador Manoel de Sjqueira Cavalcaale nao
podkt -vender dito escravo, por ter elle pertencante
an:asal do major Salvador dos Santos Montoiro
CavaicQiae, e como tai, a venda do dito escravo e
iwlla,-cobio melhurue denionstrara em juizo.
MOFINA
Ssta eaooura^ado !! 1
A.fiia mnt> -em pedra dura
'Tanto )Roga-se ao Him. Sr. lgnaoio Vieira de Kell
^rivao na cidade de Nazareth desta provicsia, y, =Ma de baatao e diveriias fructeiras. Aruga se
Savor de vir a roa Deque de Caxias n. 36, a eon- '
rmir aqaelle negocio que S. S. se compromettfu a
realisar, pela terceira chamada deste jorna!^ em
fins de tfezembro de 1871,. e depois para Janeiro,
oassou a fevereiro e ahrll do 1872, e nada cumprio;
UM DOPASSO
DE
Colciro Simoes 4 C.
Aedbarn do receber pelo vapor Nendoz.-a
Rwuisshnos -cortes de gorgurao de se da lisos e
com lislras acbamalotadas.
Ditos de Knbo para vestidos, contendo ada car-
te, o neces*ark> para seu enfeite, como seja
franjas, traneas, ho'tdes, fivellas, etc.
Riqaissimo8 a ma Primeiro de Marco u. 7 A.
iSitio no Arraial.
Alnga-se ivn sitio no Arraial. proximo a esta
cao da Casa Araarella (um minuto) comexellon-
tes casa de moradia, teodo os seguintes commo-
:os. 8 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
tambem nma outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinba externa, agua de beber
e um bom quintal por eammodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, I.8 andar.
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
8m, pofc S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais \\e oito aonoc, e quando o Sr. sea ulho se
acbavA testa eidadA.
##k# mm mm@ m
Vende-se am moinbe 63 vento,
lu*i bomba* part pu.tar agua, e 7.1a-
tro rodas novas e fortes, para firro
juscricano : a trztar na.-rua do lmpe-
cadar n. 22, andar.
m
va
HI s v2
3S
EBSOS
Bom
negocio.
Vende-se ou rren''a-se o grande predic
de um andar e sol3o, silo na rua do Bispo
Sardinha, proxiui-o datgreja da Misericortlia,
na cidade do frcnte, um satao no sntao. ceis quartos
espacosos o frescos, uraa graude cochoira,
quintal todo cercado de novo, ecom diver-
bos aneredos, vma boa fonte d'agua, c
tendonazcanalisado. Achando-fe prepara-
do com lud s os moveis indispensavtis a
uma graude familia, seri assim vendido ou
sens os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da UniSo n. 49, sobrado, atraz do
paco da assemblea.
A.F.
u
Confrontc a alfandega, armazem piniado
de preto, que curiosos acabam dedeno-
minar
Gurso de portuguez no ol-
legio da Conceigao.
0 fcaeharel Jorge Dnrntllas Ribeiro Pesa este
incamhido do referido curso.
i*l^gi8 prticular
DE
instrueeao primaria para o
mqxo feminino.
D. Franceliaa Dornellas Pessoa, achando se lia-
hilitada na Earma das leis reguladoras da ins-
truepao public?, da provinria, abrira no dia 1. de
raaio proximo futuro. na casa' n. 31 da rua do
Barau da Viutoria, iim collegio, em que serao
recebidas ihnnnas pensionistas, meio-peuslonistas
e externas, alic: de se educarem religiosa e civil-
meEte, de se instruirem na materias de um com
pleto curso flementar. do se aplicarem a obras de
ngullia e bordade." de todas as especies, e a tra-
balhar em Sores, medlante uma razoavel remu-
neraeao. Os Srs. pais de fauiilias poderao desde
ja dirj;ir-se ao meneionado coOogio.ondeser-lbes-
hao dados os necessarios esclarecimentos e infor-
maroes. e onde enebntrarao aberta a malricula
para as educandas.
Recife^ 15 de abril de 1871.
Arrenda-se 0 engonbo, Saltinho da fpe-
guezta de-Una, moejiite e corrente. Dito
engeriho 6 bom d'agua, dista duas ieguas dos
portoe de Tatnandare e Rio Forrni so, e tem
terras para afrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mfismo engenho com
0 consenhor Henrique Atagasto Milet, ou no
Recife-oom Leal & Irmao, rua do Marqaez
de Olinda n. 36.
torjoa
mao.
vaporj.
Koendas de canna 0,l,"inboi' ":iMto0,iB ^ ^
Rodas flentadas i*pfc*^-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
liR.mbiqaes e fundos de alambiques.
Wonhi{Bfttr,fl Pa mandioci e algodio.l F'odendo '
UaCHlMSBiOS lvmtmvmadeira. fser movidoa
^ombaa de palent6j griQudag........ I*.
rodaa as machinas p^-*^ "*"*,prec,mr
Fa qualqner conoerto ****' ^ ttaireMOld0-
?OriliaS de ferro V," Ihore. .* b.r.i el.tu. no mer-
UnAAmmaixIni tBCombo-se da mandir vir qnalqoer machiniamo a vod-
>aat eeapraa por interttedio *? peoa entendida, e que em qnalqoer d*o--alidade pode
ms preatar anxflio.
e in*troOieo'.ni tgrjer'sf.
/
Irados americanos
RUA DO BRUM N.

Roa.Duque de Oaxias.
0 Sr. Antonio fiibeiro Pomes, caixeiro a rua d
Duque de-Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de mutuo interesse, islo por te
ignorar sua residencia donwsiic.
Escravo fijgido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, 0
escravo de oome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seg-uintes: cabra, idade de 30
aanos ponco mais on meno?, boa figura, um tanto
grosso e e3padaudo, sendo 0 signal mais visivel 1
gomma na junta do pe esquerdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de carapo, queiram ap-
preiiender dito escravo e leval-o ao referido enge-
nho, ou nesta prac-a a Oliveira Filbos A C, largo
do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamente
reoo.T.pensados
PAJSSANPO O CHAFAtilZ
FUNDICAO DE FERRO
I" roa do Barao do Trinmpho (rua doBFuni) ns. 100a iOi
CARDOSO 4 IMAO
AVISAM aos senhores de engenbos e outros agricultures e ao pablico em geral qua
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessaries aos estabelecimentos agricolas, as mais modernas e melhor obra qce tem vindo
ao mercado.
V aporeS de forga de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo no merado
UaldeiraS ^ de sobresalente para vapores.
MOenoaS inteiraS e meias m.iendas, obra como noiica aqm wo.
laixaS (lUndldaS e batidas, dos melhores fabricAntes.
aOdasd agua COm cubajede ferro, fortes e bem tcabadas
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidade,.
Relogios eapitos para vapores.
DOmbaS ae ferro, de repucho.
AjadOS de diversas qualidades.
Formas para assucar, granHcs e p^uenas.
Varandas de ferro fundido, france2as de (ilv:. ,.,,, gostes
t ogoes francezes para \wiM
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
csrvao, obra superior.
para jardim.
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banheiro.
Correias inglezas
Bancos e sofas
-
para macbinismo.
J
azigo
ARMAZEM.
0 admioKtrador dtste estabelecimenlo, a bem
dos interessas daquella firma, vende a dinheiro a
vista :
Batatas, baratissimas.
Feijao mulatinbo muto claro e tenro. em sac-
cos, baratissimo.
La Arroz superior a 2^400 a arroba.
Caixas com 40 cartas de fogo da Cbinasuperior
a 6iJ200.
Manteiga franceza nova de J874, da mar-ca PLG,
a 740 rs. a linn.
Os mais generos que existem no mesmo estabe-
lecimento, faz-se a elles precos proporeioaaes
aquelles declarados.
Aluga-se o andar e o armazem do sobrado
da rua doe Burgos /Recife) n. 11 : a tratar na rua
da Praia n. 20, com Jose FeTiciano Nazareth.
,Ti
com tiras de madeira, para jardim.
UOncertOS concertam com promptidao qualquer obra ou marliiu* v
sua fabnea bem montada, com grande e bom pessoai
tinCOnimenaaS man(iiim vir por encommunda da Europa, jua!^,:. r i
. nn nm av ik para q^e se corri'sPondem com uma respeitavel casa
tiSOJSi d0S melhores egnheiros de Inglaterra; incumbero-.c, dp nan
btas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mS I
Kua do Barao do Triumpho (rua do Brum i
i
fla
^ o qu' :
oachini:;2i,.
'o Londres
' sseii{ai
DAS
DivMav aoCivas tla luns^a falli-
d,-. de Bastos *% l.eiuos, na irn-
portancia de SS4:883J5.
:,- -saber :
Joa i Pinto de Lemon Junior
Bento Jo-e Fernand-j Itarros
Portunato da Costa
G. C Solvi
Bellarmino de Barroa Corrda
Joje Maria Gaio da Silva
Gaetano da Costa Moreira
Manoel do Amparo Caiu
Francisco Sergio de Mattos
Siqueirai Pereira
Hyppnlito da Silva
Aii0ciacSo.de c.(il)T)isacSo
Miguel Jo*e do Almeida Pernambuco
Joaquin PraneiscD deAlem
Manoel Lniz Viraes
Bernardino D.iniicgos Moreira
Marcolino Jos<< Goncalves Fonte
Antonio Joajtiro de Vasconcellos
Rocba & C.
load de Sa Leftao Junior
Joaquim de Lemos Ferreira
Dominico Costa
Forlunato Simoes Carneifj
2:60U383
4-28*0:30
50*000
2iS)20
3934313
336*680
.".26*626
679*800
3274525
623*92i
8:427*190
100*000
1:135*070
1:9833237
2:065*998
1:390*519
117*890
1:5*3*616
799*996
3:378*316
i:G26*037
119*950
341*829
ATTENCAO
Roga-se a pessoa a quern em um dos dias
do corrente roez foi dada, para trocar, uma moe-
da portugueza de ouro anbgo, de 20* naquella
epoca, noje regula sessenta pouco mais ou me-
nos, pois que do anno de 1726 ou 36, o favor
de a levar a rua do Hospicio n. 22, que se pro-
met te fazer promptamente o seu resgate, mesmo
em ouro se for exigido, porque para seu dono
fern lla grande valor de estima.
u .
Ha mais de um anno fugio desta cidade do Re-
cife, e se suppoe nella occnlto, o escravo Jose, com
os signaesjfiguictes : cor preta, de altura regu-
lar, com 25 annoe de idade, pouco mais ou menos.
tem falta de denies na frente, sendo porem o sig-
nal mais sensivel uma escresceneia na palpebra
que parece ceg dc am olho : quem o capturar,
traga-oarua DireiU n. 119, ou -Saudades n. 32,
que sera generosamente recompensado pelo seu
senlior.
0 abaixo assignado faz sciente ao ?ens pa-
rntes e amigoe, que enearrega se de tudo quanto
for necessario, a assisiencia nesta cidade, me-
diante alguma commissSo; podendo serprocura-
do nc-sta typographia.
Pedro Bizerra Cavalcaqti Maciel.
Aluga-se a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rua Duque de Ca-
iias : a tratar na loja.
Aluga-se um preto para todo servi^o, inclu-
des: cozinha, por tambem eatender : a tratar na
prac.a do Corpo Santo n. 17, 3* andar.
Prolesto.
Constaodo me que o negociante da praca de
Pernambuco, Joaquim Jose Ramos, ao ausentar-sc
para a Europ r, des^ontara ama ou mais lettras
que se tiguram aceitas por mim, venho protestar
contra esse acto criminow, e fazer publico que
nao aceitei lettra alguma cm favor do mesmo Ka-
roos, e portanto falsas sSo todas as lettras que
se acliarera aceitas por i:i;n em favor do mesoi.i.
E para que chegue es.-a noticia ao conhecirn to
de todos farei publicar o presente nos jornaes da
capital desta provincia e da de Pernambuco.
Engenho Castanha-Grande, 24 de abril de 1874.
Manoel Cavalcaale do Mello.
Advocacia.
0 bacharel Jeronymo Salgado de C. Accioii pole
ser proeurado no I- andar do sobrado n. 28, a rua
estreita do Rosario.
Aluga se a casa n. 5 do caes do Gazometro,
com duas solas, doui quartos, quintal, etc, por
15* mensaes: a tratar na rua estreita do Rosa
no n. 17, primeiro andar, das 10 horas as 2 da
tarde.
Confraria do SenhorBom Je-
sus da Via-sacra da igreja
da Santa Cruz
Deorden da mesa regedora desta confraria
couvido a todos os nossos charissimos irmSos con-
Trades a reunirerase em nos?o consistorio no dia
30 do corrente mez, pelas 6 horas da tarde, afim
de proeeder-se a eleicio da nova mesa regelora
que le"10 1874 a 1875, conforme preceitua os artigos 24 a
31 do respeetivo compromisso.
Consistorio da confraria do ttenhor Bom Jesus
da Vis-sacra, 27 de abril de 187V
Servindode escrivao
Marcolino Jose Pope.
Elias Baptista da Silva Ramos
________________Tlietonreiro imerino.
Pede-se encarecidam.nte a quem achou nos
bond? da Magdalena um embrulho contendo um
trabalho de crochet, com sew carreteis, de eotre-
gar na rua do Imperador, loja de balms, dn P
Antonio J. dos Reis, que >e gratiOcara a acha-o.
JSTa rravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA-SE
o quarto andar ou sotao do sobrado n. 32 a rua
estreiu do Rosario n. 32, com commodos para fa-
milia : m thesouraria das loterias, rua do Cresoo
n. 6, andar.
FUNDIgAO DE C A
H I> 0 S 0
ns.
R M
100
A 0,
a 104
ODILON
m
Premiados
DUARTE k IRMAO
ELLEIREIROS
na exposicao de 1872
RUA
DA
IM PER ATM 7,
R. 82
1.' ANDAR.
Acabam de reformer
dicgdes possiveis de bem servir
quillo que for tendente & arte de ca'belleireiro.
RCA
DA
IMPERATRIZ
N. 82 I
!." ANDAR
-y-
o seu estabelecimenlo, collocando-o' nas^melbores con.
ao publico desta .llustre capital, e rfs Eimas. Sras.
n'a-
Roga-^se
aos Srs. Andre Cordeiro Coelho Cintra, Joio Can-
cio da Silva e Prospero Danhensse.'de apparece-
rem a rua da Roda n. 60, cocheira, a oegocio de
seus particulares interesses.
Precjsase de
rua Direita o. 10.
batedores : na refinacao da
Fazern-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tunete chisnon
coques modern.ss.mos, traneas, cachepe.gn, tecidos, desenhos em cabelj quadTS'
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cahelin
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nnc m0rn'aAn. ,
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa IKS J22SS n'
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /. menos que outro auZTr a *&
perfeicaono trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavS ^ua!q"er, garant.ndo
Penteam sonhoras, tanto no estabelecimento como fora romfe eo -uu
porgdo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabeUeiVeiro 6m
Servente de botic.
Bento Rodrigues de Souza, retirase para
a Europa para tratar:de sua saude, e deixa
por seus procuradores: em primeiro lugar
o seu socio Manoel Francisco de Carvalho
Santos e gerente da casa commercial; era
segundo, Jose" Dias de Brito e era terceiro,
Rent) Jose da Silva, e nSr> poi nJo despe-
dir-se pessoalmenta de tod?s os seus ami-
gos, o faz por este maio, offerecendo o seu
popco prestimo e-p Lisboa ou Porto.
Engenho
^'ende-sc o engenho S. Pedro, situadu na pro-
viacia de Uagoas, comarca do Porto Calv* a
menos de uma Isgoa distanto do po.-to de-m* do
Gamella, tem oxceUentes terras, matas, e safreja
regular m en te 2,' 00 pa.es : a tratar na rua do Vi-
gano n. 31.
Collegio de S. Sebastiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada scientiflca aos senhore9 pais
de familias e a quem mais convir possa, que as
aulas de seu collegio cmtinuam a funccionar em
a casa da rua Direita n. 36, 2 andar.
.__________Manoella Augnsla de Mello Rego.
Aluga-se ou vende-se ura escravo carrocei-
ro, idado quarenta aanos: na rua do Hospicio
n. 81. .
Procisa s de um
macia Torres, a rpa
one tenha pratic.t : na phar-
de Marcilio Dias n. 135.
- Precisa se de um menmo de 10 a 12 annos,
quesaibaler, cscrever, contar,portuguez ou estran-
geiro de qualquer nacao : a tratar com Joao Flo-
rentmo Cavalcade, ua rua de Pedro Affunso nu-
mero n. 21,
AlILtPllBLIW
A primeira cadeira da aula publica para o sexo
femioioo da freguezia de Santo Antonio, funcciona
no 2 andar da rua do Barao da Victorian 31
entrada pela roa das Flores. '
" SAQUES
Carvalho <& Nogueira, na rua do Apollo
a. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agencias em todas as ci-
lades e vtUas de Portugal, & vista e a prazo
por todos os paquete:.
Na rua do Imperador
n. 28
rnnmne fa"r a.M seeu'e3 senhores -
sirdforirdaeBarro3MoDieir:
MSoersted^a(Vazare,h)-
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barrc3 e Silva.
Francisco de Panla Borges.
frraneisco Antonio Pontua
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate" 31 de agosto nma grande casa
na povoacao de Apipucos e com muitos commo-
dos : a tratar no andar do sobrado da tra-
vessa da rua do vigario, n. l.eseriptorio.
Garanhuns.
!fa rna do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peiioto e
os6 Paes da Silva, a regocio de particular inte-
esse
I |IKffT~ i
I---- *_____I
1
i
-i.


N*i


)





A
3ferik> totikitikatoacm {* ifltoga leirft^dtaifeii^br^ cfeiig}4.
N. 35.
Comedorias e flores.
i
Na nn lestreifil do fi'Mrio n. 33, sobrado de
urn andar, dafrpnte do barbeiro a por cima do
eartorio, continna sa a fornecer corned, rias para
fora, com asseio e pro-; ptidao, o qua muito util e
aos brs. a^ademicos que tern de chegar na anla a
horas marcadas, sendo os precos mni razoaveis.
Na mesma casa apromptam-se bandeias com bo-
nhos para bade?, casamentos e baplisados, pao-
e-ios, boms', pudras e paste's de nata enfeitados
ou simples, faz so palmas, bouquets, capellas, tea-
tdes e toda a qualidad* de lines sol las, de cera,
panno oa papel : tudo na rua e3treita do Rosario,
rasa da flomta.
Na xna do BarfTdVfictJn- n.-^ precisa-aa
fallar ao sr. vigario Andre Curci o de Araujo Po-
relra, a negocio da sea Mteaessc.
> Consttllorio medlco-cirurgico *
s
fiinl.ciro
juros
Oe 1:000,5 a 2:0004, mais ou menos, com hypo-
ibeca em casas aqm na cidade : se dira quern da
nas ruas da Jmperatriz n. 38, loia. ou Imperial
numeroS. *
Fugio de J2 para 13 do corrente mez, do
engenho Macaranduba, da freguezia de Agua-
Preta, o escravo Miguel, de 37 annos de idade, e
os signaes seguintes: preto fulo, baixo, seceo, per-
na> Unas, pes seccos, pouca barbs, ollios peque-
nos e bem vivos, marcas mu.to antigas de acoites
nas nade gas. Este escravo foi comprado em ju-
lao do anno proximo passado a D. Rita Maria Fir
m;na de Almeida, no Recife ;e natural de Naza-
reth, foi do Sr. Antonio Xavier de Andrade, do
engenho Coile, di comerca de Ilambe, e depois
do sr. sscrafim Anselrao Pereira Je Lucena, no po-
voado Cruingy. Ha tuda probabilidade de estar
nos Remedios, ou em Cruangy, pois elle disse a
alguem jue ia para urn ou oulro lugar, onde 6
bauuiano. Roga se as autoridades policiaes e ca-
pitals de campo a apprei easao do dito escravo.
Quern o ajiprebeuder queira levar ao Sr. Genoino
Jose da Rosa, no Recife, rua da Praia n. 43, ou
na estayao de Aeua Preta, ao Sr. Ernesto Arcelino
de Barros Franco, que sera generosamente recom-
penaado.
3 '
A. B. da Silva Maia.
Rna do Visconda de Albuquerqne n.
outr'ora rua da matriz da boa-Vista
n. II.
Chamados : a quaiquer hora.
ConsuHas: Aos poitei gratis, das 1 as
4 boras da tarde.
i
Mm.
rarvlho dLNogueira, na rua do Apollo
n. 20, saccam sobre as seguintes cidades da
Gflliza. na Hespanha : Santiago, Orense,
qatron, Fefrol, Ponte-vedra eCoruna, qjual-
uer quantia a* vista por todosos paque-
des.
ileiiiviiiilo fugio.
No dia 21 do corrento fugio o escravo
acima, tendo os signaes seguintes : idade i&
anncs mais ourrenos, cdr fula, cabellos
carapinhos e um pouco crcscidos, cabeja
chata, estalura regular, um tanto magro, e
tem no losto bastautes signaes de bcxigas,
usa de chapeo de couro, e levu calcas e
camisa de nlgodaozinho : roga se a todas as
autoridades o capitaes decarrpo, queiram
apprebeuder dito escravo, e leval-o d rua da
Madre de Docs n. 5, 1. andar, das 9 as 4
horas da tirdo, ou a rua da Imperarriz n.
4, I." andar, que serao recompensados.
Rua I.0 de Marco a. 23
Acs mwmw.
0 abaixo assignado te::i sempre exposto a ven
ja bilhetcs da Maria do I io, cuja extraccao an-
-,ara pelos jomaes.
Precos.
Inttiro 2ii000
Meio 12*000
Qua Mo C>*i300
Manoel Martins Fiuza.
Eiiscoiiiiiiatleipa.
Tem nir.a boa cngommadeira; ao Giriquiti, bo-
. .. i a (rente para a estrala de ferro n. 15.
Nao se prestando opeqneno aapaco do armaiem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estaberecitnento sob a mBsma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcfos 'desejadas, e onde Bode-
rao os senhores freguezes dirigir se, certoa de
Sue, corao aie" aqai, acharlo sempre a par daimo-
icidade dos precos, a rnaior sinceridade posBivel.
Enire as differentes mareas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, qoe tem sido annnnciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deveconviraos senhores freguezes. Conscienteo
aba xo a^^signado de que neste genero de negocio
nao esti sem competidores, fara muito por eviiar
qne tambem oi tenha com relacio ao pequeno lu-
cro que procurara ob'.er da dita mercadoria.
Jose Don.ingue.- do Carmo e Silva.
,:-$ BACHAREL MIGUEL AMORIM m
AtlvoKitcio
Rua do Impdrador n, 71.
m-mmmm
AlnrnM.
na, a ne-
Ama
Na ma do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fallar ao Sr. 1* tenente Joee Maria Pestan
gacio de seu iniemsse.
I'.-ccisa-Fe de uma amTpara cozinhar.j
paga-se bem : a tratar na rua do Hospi
cio n. 70, casa terrea de bo!as arrarellas na cor-
nija.
Precisa-ged3 uma esciava para cozinbar e
comprar : a tritar na rua rimoiro de Marjo n.
23.
Piecisa-se de uma" ama .rjue sa1b cozinhar
e angommar: a tratar na praga do Grpo Santo
n. 17, a^an^ar.________-
Ama deieite
Papeisa se de nma ama
leite : ia ma Dirflla n. 8.
Ama
|ae tenha balan
t
G
Ell
rande escala
So o n. 20
A* rua doCrcspo, l*ja das 3 porlas
PE
Freeisa4e ae
uifift mana para
eosiabar ekzer ontros rae-
aores erjr^o de casa de
pouca iitmilia, preferindo fee
esofava; naru do f apibari-
be'a. 40.
.I I! CHUM! it C
Jtiuto loja tin -M(|liiuu.
METIHS CHINEZES,
Proprios para vestidp-, os mais moJernas, pelo
Mdfniouto prego de 280 rs. o corado, t peehinelia !
U iflto-9^ amotir^s.
ORGANDYS DE COHE8.
Fazenda fina e cOrn'bonitos padrSes, pelo dimi-
nuto prefco de 320 rs.''o covado, 6 pecebincha \
Dao se amostras.
CHITAS COM PAJINO DE CRETONE.
Fazenda finissima, com lindos podioes, pelo di-
4MA
Precisa-se dfr wus ama for-
ra on escrava, para- cozinbar
e fazer toJo serwa, excepto
lavar eettg mmar; na ru^'d'Alegna n. 13.

Ao publico
bai: igi ado declara que tendo sidohon-
ehamado peh) Sr. Antonio Francisco Gorga
ra reeeber n saldode seusor enados, recebeu
1 esniii Iior a qoantia de lS;^0i0, e como
mo Sr C< rga nao quiz que < lie Hie passasse
peteni tecibo, faz o i,rcsenie para que Ihe
ledocnmento.
:*., :'. :.!,ril d- 187i.
Attgiisto Di- s Vieira.
uma casa na iihc. do liemfica, a
iv-agem ila Magdalegna, com cinco quartos, co-
fcra, [r: pj .: in dj rio Uapibaribe : a tratar a rua e.-lrei-
lo .". sario n. 17, primeiro andar, das 10 at
% i!a tarde.
l\Pi

Precisa-se de uma senhnra qu? e-toja habilitada
para msiuaro portugue?, francez, piano, costuras,
la 1 is, etc., etc., e qne queira ir para um en-
genho perto de nma das eslagoos do H-ecifeaS.
Francisco, para ensinar a umas meninas que ja
e=;tao principiadas, paga-?e l.OOft^i, c gratifica-se
grada; ndo : a tratar na? Cinco Pontas n. 82.
I
th
ozmnar e engommar.
Precisa-se alngar uma escrava quo saiba cozi-
char e eii(,ommar ; e para casa de pequena fami-
lia : na rna do Vigario n. 16,1." andar.
Aluga-se o 2' andar do
Bom Jesus n. 't : a tratar no
sobrado da rua do
1* andar do mesmo.
Feilor.
Precisa-se de um feitor para tratar de um pe
queno jardim : na B->a-Visia,rua do Visconde de
'< yanna n. 101, outr'ora Mondego.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu cliimamente nm esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amo.-tras eslao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serito vendidos aos
sens frrgn-v.es pejopreco mais razoavel possiyel.
lose i'lanfisco Oriiliao de Campoi.
'"-.'<;' ',- fi-i J i:iJ 1'iaiieiMM Orpliao vein pelo
idW^'v^SwH Presente agr-decer a todas a3 pes-
S^l|?f *JjS^| soas que se dignarm de assistir ao
S funeral do seu mui prezado irmao
s \&j Joi6 Francisco OrphSo de Campes;
',: ^tM edenovo
k/_ivSK68a
Arrenda-se o engtnho Jussaral-grande, no
[ermo de Sennhiem, o qua I est.-i situado a legoa
e la f-stacao da Escada ; e bom moedcr com
!e muito boa produi'Qao, tanto de cana=
nandioca : a tratar com o proprietary
do m.. .,,,. ao engenho California, em Scrinhaem
Adianta-se ate a quantia de iOO,S a um escravo
cozinheiro par;, sua alforria, eir pagando meosal-
reentej a tratar na rua Imperial n. 94.
Herculano.
Fugio no dia 18 do c irrente o escravo H>rcula-
no, cor preta, idade de 30 annos, bastante alto,
ehieo d-i corpo, tem falta de um Jente na frcnte,
pouca barba, e quebrad.i e traz funda, e veio ha
pouci da Parahyba, para onde se julga ter fugi-
do : quera o pegar sera r/>ecimpemado, dirigindo-
ae a rua larga do Rosario, loja de calcados, n. 22.
Aluga-se uma escrava para todo servico d
casa : na rua do Imperador n. 50, 3' andar.
Offarece-se uma criada para casa de estran-
pe !ir aos mesmos cava-
Iheiris o caridoso obsequio de as-
sistirem as miasas do setimo dia, que pelo repouso
eterno do mesmo finad? se hao de celebrar na
igreja do coovenlo do Caimo, das 7 as 8 boras da
manha do dia 28 do corrente.
Capituo Sevcriauo Jos6 de
Sloara
A sociedade que festeja o glcrioso S. Jose de
Agoni3, nesta freguezia, manda rezar uma missa
por alma de seu socio o capita) Severiano Jose de
Moura, sexta feira 31 do corrente, setimo dia de
sen falleeimento, na igreja do Rosario da Boa-Vis-
ta, as 7 horas, para cujo fim con fida aos paren-
tes e amigos do dito finado, e aus socios em geral,
com o que a mesma sociedade desde ja confessa
sua gratidao.
0 l. secrelario.
Jos6 Polycarpo de Freitas Juni or
Mianocl Jose Correia.
D. Maria Luiza dos San
tos agradece cordialmente
a todas as pessoas que se
dignaram acompanhar ao
cemiterio publico, os restos
mortaes do seu pnzalo tio
.Manoel Josd Correia, e de
novo as convida para assistiremas miasas que man-
da rezar no setimo dia, quarta-feira 29 do corren-
te, as 7 i|2 horas da manha, na igreja da Madre
de Deu?.
mm...
Rosa Slai'ia i'l-anciicn,
Ji se da Costa Bispo agradece do
intiiuo d'alma a todas as pessoas,
que se dignaram visitar sua pre-
zada esposa, durante o grave perio-
do de sua enfermidade e bem as-
sim a todos os seus amigos, que
flzeram o caridoso obzequio de
acompanhar o seu cadaver ao ultimo repouso,
convido os para que se digaera assistir as missas
do setimo dia, que por sua alma Ihe manda re-
zar na igreja de N. S. do Carmo, as 7 horas da
manha do dia 30 do corrente, pelo que se confes-
sa summamente grato.
AiMCAO
Constando aos abaixo assignado acharse nes-
ta praci o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Barra e Pregui^a, em Ma-
mangnape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obztquio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
lendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasso Irmaos & C.
Vicente fugio.
Na noite de 13 para 11 de margo do corrente
uino fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
Je idade, bonita figura, barba e estatnra rpgular,
evando vestida e em um sacjo roupa'de algodao
branco e alguma mais Una pertencente a nm cai-
Altrga se tlma flswava para toutf servico de
casa : na rua do Imperador a, cO, 3- andar.
Ama Precisa-se de uma engbmmadeira i na
""la rua larga do Rosar-ton. 26, 2 andar.
Preoisa-se de nma ama qm cozinhe e com-
pre para dqaaaamanajaj preferin*> seue seja ido-
aa : a rna da Madjg de Deus n. 16.
- Oftrece-se umd ama para casa estrangeira
on brasileira : na rna da Paz n 3%.
Precisa-se de aaias para todo servico de
uma casa de faimlia : na Passagem da Magdaleaa,
entre a ponte pequena> e a grande a. 25, junto a
orus.
---------------___^_________________________________^_
Aospajadefamilia
A abaixo aJsignada ft'? fembrar aos chefes de
lamina,'tanto daqul como de fora, que continiia
com sua auta de instruct primaria psra o sexo
feminino, na casa de sua rssidencia a rua'do Ca-
bnga n.'"16,:-%imie'alem dos- prime!r03 contieciraen-
tos, ensina a prammatica nacional, frttneez, musi-
ca, piano e dan^a. pob para issj -tem bateis mes-
tres, d quahto a trabalho de-a^ulha, ensina tolas
as quafidades de" bordados, e ehtre esse o ie ouro
e o de alto relero, e tiabalhos de la e rroehet de
todas as qualidades, promette todo o disvelb e ca-
rinho para com snas aluranas, e bem assim todo o
desempenho no curapi imento do seu magrsterio.
Aceita externas einternas, e aflanca comnndidade
no ajuste.
___________________FortunataFortes.
Cao perdMo.
'Desappareceu do siiio do conselheiro Jos&Ben-
to da Cunha Figuciredo, na Ponte de Ucboa, um
qao preto,. alto, semelhante aos da Terra Nova :
puem o levar ao sobreditj sitio, ou ao armazem
a praca do Corpo Santo n. 15, sera bem recom-
censado.
LOJA
Rua
KA
preta 'a
covado.
LIQUlM
n.
m.1
Graiiudiua
0 PavSo vende gratMidiha -'preta e' *vl*a'da
m.outo preco d 3*0 rs. o covado, s6 se vendo, pei0 barat0 preco de 500 o'cdtatJo, U ftnrao-VttJfld-6rfffcftrtof WAUKntO de
epechmchal g-ggglg_ Madapolao enre.4ado ''mtWlbo' camisa fracas wm fjto de alg8dao,
Completo sortimento de las escocezas, e pate a P*5?*'
acabar so vende a 2iO rs. o covado ; e pechinchif -, ^ > > *.
Dao-se amostras. O PavSo vendo pe^as d hTdapof80^A-
CASSA LANE. festado, pelo barato pregb tetpfOOs p^- l
Grande sortimento desta fazenda, com os mais" Dttas sera ser enfestado, com 20 fairaas-j a-' algodao, pOr prefco]
s que lem vindo e^ue^yende-se.Sj^o. Ditas com 24 iardas muito bbtrj completo|o>1#m*i
CA.MISAS FRAPJUEZAS A 2^000, 2500'
"*WfliJE'BJ9bC.
MMM e-apAOO. Dttas eom peito de linho
"de-39000 9ty#00. rDjta*bbfdada* Mtito
"flnas de "SflftlO1 a iQ$&9Q aasim cbmo
graflde sertHneetp ^e cerooJas de finbty e de
os paratdfr, e tambem tem
IbdS-puibes e coliarinhos
pelo diminwo prec dr-200 rs. c attvado ; e pe- j^_j r-*nnn jiijl-caa t..-tmmitn.'
chincba I -Bao-se wno*ras. tonda, a 6^000, 6S500 e "T^OOO.
triirAS-ClSA-fiAS. AIPACAS PRE*AS A 500, 'OiO t 80 RS,
Com bdaitca'padroes; que se V.nde a 260 rs. o| 0 PavSb- tem um grande 49ftimento de
eovado ; elp^Wftlciift IDso-se amostras. alpacas pretas, que vendea 500, 640 e'800
n. J HOLLANDA. ifrs. o cov3d, 'aim como-grabde 'Sorti-
nJZ^r,0!.2 *,' hqne ha de ma!* ftl,'pr0" ento de ant6esr bombarthas, priricezas
prro-para costumes de horaens e meninos e ve-U r --.' ^i ,u
tidos para senhoras, por ser muito fino e linho Prelas.. menuds, e outras muita* fazendas' e^parttlhos 'rtoderhes a 3^500r fQOOO i
tanto de linho eomo de algoriio, por precos
em conta.
i:<.j>ar(fiko a 88MO, 4^0JO e
d PavSo verrfe- am bonito sertimentc' d Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar cm
o Sr. Antonio Josd de Freitas, roga portarto o fa-
vor de apparecer a rua da Cruz n 6, armazera
ilez mariam.
41guns devotos vio mandar celebrar os actns
do mez mariano, no altar de Nossa Sen^ora Mai
dos Homens, croc to na igreja da Madre de Deus,
enjos actos serao presididos pelo Sr. Rvd. vigario
Antonio Manoel de Assumpcao, a principiar no
ultimo do corrente mez, para cujos actos convi-
dam todos os devotos que queiram asistir.
Principiara as i horas da manha.
Ricas baudeijas
Para asamentos, bailes e baplisados.
Quem qui?er obter uma bandeij?. ricameute en-
feitada, dirija se a Confeilaria do Campos
Ja mandando ou indo encommendar, ja ccm-
prando alii todos os enfeites, ccnitando do seguin-
te :
Bolos finos para eufeitar.
Doces sabi rosissimos para enfeitar.
Figuras allegories* para enfoitar.
I'apeis arrendados para entei'ar.
Bouquels para noives.
Alii
Encontra se sempre o seguinte :
Fiambres inglezes.
Budins >
Bolos >
Paes de 16 linos.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em profusSo.
Filhos (sonh'S de m'hina).
Doces em calda, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Walters vanilla) para dietas.
Gelea de mi coto, desinfectada.
Amendoas, coufeitos, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java fveid deiro).
Tudo isto na
CONFRITARIA IiO CAMPOS.
Pede so ao Sr. estrangeiro belga, segundo
parece, qae sentou uma boaiba americana no en-
genho do Brum, e que ficou de ir indireita-la por
nao dar agua ; assim com"1, que levou uma folha
de ferro e pregos para uma caixo de foles para
matar formigas, que a va entregar coma ha mais
de quarenta dias promctteu, e iudireitar a bomba;
faz-se este annunsio por nao ser encontiado na rua
da Concordia, onde disse que raorava, e disseram
que anda para Jaboatao. _____
puro, e se ven !e pelo dimmiXo preco da 500 r*' proprias para luto.
o ccvSdo; d pectfncha f Dao-se a'mostraj. >iedinh)m u 1MMIO
'rBR(RiyE CORES. A ,. .-t ,.
* de
drSes e que se vende-pelo diminato prejo do- 360 co,res a 15601) o covado. Ditas c^>m pai-
rs, ocovado ; epecfiincha I Dao-se araostra?. j-mirthas a 2#o00. J)tta3 (*0m toque'tie tnofo
CAM18AS DE CRKTO.NK. 'a 15000 e 15400.
Camlsa* de cretone, o que hade mais finfls, CAMBRAIA VICTORIA A.i000, 4500
com lindos padroes b que .-e veade a iO^OOO-a n-nr>A R iaao .
dtuia e 3300 cadauma; e pesMaelia I sd-ae ^ 0B0O0 L WOO.
,vendo O Pavao vende um grande sorlimento de
Assim como um depomto de mai* fazendas qae \ cambraia Victoria e transparente edm
se vendem por menos do qua em oau.i qualquef 8 1/2 varas cada pegs-, pelos b'aratos pregos
; de 45000, 45500, 55000, 65000 e 7*000
parte, como sejam
Cortes de easemira de cores a 4.3-. e pechiD*
cha !
Idem de brim pardo flno-a 15500; ; :-;n.
Colchas de lustao com barra, moit> grandes a
i# ; idem.
Kern idem brancas, idem ide-n, a *J ; idem.
Cobertas de chita adamascada fina, :d-:-m idem,
a 33o00 ; idem.
Lem;6es .Ie bramante, idem idem, a 55 ; idem.
Toalhas alcochoadas a 33300 ; duzii ; idem.
Len^os de cassa com barra a I^OoO a duzia
a pega, assjm como, ditas de salpico bran-
co, a 7(5000, e pechincha.
KOVAS LAZINHAS jA 560 RS.
0 Pav5o recebeu peio ultimo vapor um
elegante sortmento das mais lindas laiznbas
para vestidos, sendo transparentes com as
mais delica'as cores, e modernissimos pa-
droes, que vende pelo barato preco de 560
5$0O/0, assim como-am bonfto sortimento
desaias brancas, bordadas, a-550C0e 65000,
e dkss de lasinha de- cO'res a 35000 : e pe*
chincba.
CORTHWfkSOS BORftkBOS PARA CAMA B
^AiNfiLLAS, OE 70> tfiE> 255006 ]*AR
0 'Pavto tende um grande sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
janellas, p^ld lfarato f5re0 de 75000,85000,
10,5000 ati 2556O0, -BsSim como : colxa
de dflmasto de la muito fina de 1035000
125000 cada uma.
BRAMAXTES A fi800, 125600 f^aaSGO.
0 Pavao vende Dramantes para l'eTgdes,
tendo 1Q palmos de Iargura, sendo o de
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linho
a *5*00, 25800 e 35000 a vara: e pecttin-
cha. I
idem.
Idem i lem idem brancos abainhadi-s a 2$00O ;
idem.
Idem em caixinhas muito lindas a 3$SdO a
duzia.'
Sercnlas ie linho e aigodao a 185 a duzia.
Cambrai3 Victoria fina a 3JJ800 a peca; 6 pe-
chincha.
Algodao marca T largo a 4joOO e 5jl a peca.
Madapolao Bno a 45800 a n'-ca.
lladapolio francez muito lino a di a pe^a.
Brim pardo muito lino a 400 rs o covado'; e
pechincha.
Cambraia transparente, o que ha de mais Una
a 65 a peca.
Baptislas de cores moderna3 e com lindos pa-
droes a 400 rs. o covado e grande pechineha I
Dao-se amostras.
So o n. 20
A' rua do Cfcspo, I ja das 5 porlas
di:
I.j liJIili i;i c
Junto a loja da esquiaa.
O cMabelerimento acha-e abcrlo
das C boras da manha as 9
boras da noiJc
'; rs-. o covado, & rua da Imperatriz n 60.
LIQUIDACAO deroupa para homens.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para homens, 6endo- palitots saccos,
diios fraks, tanto de easemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avul-
tado sortimento da calcas de easemira preta* I iqjsOOO
I de eor, de brim do cor e branco, e um '
CASEMIRAS A 55000, 65000 E 75000.
0 Pavao vende c6rtes decasemiras para
calcas, sendo padroes modernos, pelo bara-
to preco de 55000, 05000 e 15000 o c6rte,
assim cofno : pannos "prot03 dos melhore*
que tem vir.tto ao merckdo, de 45000, 85 e
grande sortimento de colletes de todas as-
qualidades.
Tendo tambem um boia sortimento de
camisas inglezas e francezas; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende
todas as roupas acima mencionadas pelo ba-
ESMIRAUHNA A 360 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais el'-gantes esmeraldinas com listras
de *eda, sendo em cores e padrdes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
0 abaixo assignado tendo de seguir viagem
para Europa no vapor francez Vile do Bio de Ja-
neiro, pelrs sens muitos afazeres, nao pode pes-
soalmente despedir-se de todos os seus amigos,
pede-lhes desculpa desta falta involutaria, e
a todos agradece de coragio o favor que Ihe
flzeram em di>pensar-lhe sua amizade, offerecen-
do lhes o seu fraco prestimo, para o que Ihes pos-
sa ser util, em qnaiquer lugar qae esteja.
Recife, 24 do abril de 1874.
Jofto Luiz Ferreira Bibeiro.
Muita attengao.
Havendo s:dj subtrahida ou extraviada do po-
der da Sr. D. Isabel Luca3 da Silva, uma letra
de sen aeeito, na importancia de 1:260/000 e
saccada pel, Sr. Manoel Soares Tinheiro, e isto
quando diu k-ttra ja havia sido resgatada pela
aceiiante, declara-se pelo presente meio que mais
neohom valor iem semelhante titulo, visto ja ha-
\er .-ido remida a obrigacao por ella representa-
da, e que por conseguinte de nenbum proveito
sera para aquella pessoa, em cuja mao porven-
tura etla se ache, protestando se proceder cnmi-
nalrncnt. contra quera qner que tenha ido o sub-
tractor, on one de ma fe pretenda utilisar-se da
nuncionada lellra.
Recife, 21 de abril de 1874.
Sociedade
Dase sociedade a uma pessoa que tenha inteira
pratica de molhados, e que nao seja crianga, en-
trando com algum capital, em uma taverna bem
afreguc/ada : para inforraaeoes, na rua de Santo
Amaro n. 2.
u
rgencia
Pc|a sc de nma ama quo tenha bom e abun-
oYnte le.'te, e gejaem fllbo, para acabar de criar
** memna "
Anna Luiza da Luz, de quem alias foi escravo :
roga-se, portanto, aos senhores capitaes de campo
e autoridades polieiaes a apprehensao do dito es-
cravo, e enlrega-Io na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqnim Moreira Reis, ou na
cidade do Asstl ao Sr. Torquato Augusto de Oli-
veira Baptista, que serao gmerosamente gratifi-
cados.
Escravo fugido
Fugio em dias do mez de abril corrente o cabra
Germano, de idade 24 annos, estatnra regular e
boa figura, anda bem vestido e algumas vezes cal-
cado, tem. signaes de bexigas no rosto e falla cor-
rectamenle, e natural da provincia da Parahyba,
mas e de sunpor que tenha ido para S. Jose das
Fombas ou Lagoa des Gatos nesta provincia, aonde
tem parentes ; tambem pdde ser que esteja occol-
to nesta cidade, tratando de selibertar sempagar
a seus senhcres : roga-se por i&so is autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua cap(nra, pro-
mettendo-se boa gratiflcaQao a quem a realisar,
entregando-o na ma do Apollo n. 20
Aluga-se o sobrado de um andar e loja. o
qual tem proporcSes para casa de negocio, sito
no largo da ribeira da freguezia de S. Jo=e n. 5 ;
advertindo que tambem se aluga separadamente :
a tratar no mesmo acima referido, ou no pateo de
S. Pedro, sehrado b. 9.
Aluga-se o 2' andar da casa n. 56, a rua
Duqne de Caxfas : a tratar na rxesraa rua n. 79,
loja.
AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, papa se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Margo n. 6.
GRANADINAS
Granadinasde seda pura, preta com listras
de cores e padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se vfiiide pelo di-
rninuto prcQo de 500 rs. o covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
250( 0 o covado ; e pechincha. Dao so
amostras.
Brim braneo
Rrirn brrnco muito fin), fazenda de
25500 a vara. que se vende por 15400 a
vara, por estar com um pequeno defeito ; e
pechincha.
Meiiiis francezes
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fazenda quo ja" se vondeu
por 500 rs, a 3C0 rs. o covado ; e pechin-
cha. Dao-se amostras.
Creton.es de listr: s
Cretonosde listras,fazenda acolchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
sa amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 3#500 a 55000 a peQa ; e pe-
chincha.
CHlTiS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. o co-
vado; e pechincha.
SO' 0
I. SO da rua do Crespo
Loja das 3 portas
DE
dnliienDe *C.
____Junto n loja da esqtiina
ratissimoprego, porquerer liquidar, na loja; para vestidos, e vende pelo barati'ssimo'pre-
da rna da Imperatriz n. GO, de Felix Perei-1 co de 800 rs, o covado, & rua da Imperatriz
ra at) Silva.
Acha-se con6tantemente aberto
aso de noite.
n. 60.
t ...8ii'.0 do PAVAO, das C horas da manha
a
csiranijeiro^
Grade pechneha
Gliapeos de sol cabo de=
I2r5000 I I t
9
rna.rfimJl?
que de Caxias n. 59
n*
E baralo!!!
p.,,;n \ wvrt7-ko A ,,r. r\ .Com se(la francada e hastes de meia cana, na
r ariS n America, a rua DU?- loia da Rosa Branca, a rua da tmperatrit n. 56,
! Afogados.
primeiro andar, acaba de receber um complsto Vende-se uma casa terrea, na rua de S.'Migue
soriirnento de calcados estrangeiroa para homem e n. 12;l, concerxada do novo e preco commodo a
senhora, vindo entre elks um Undo sortimento de tratar na rua de Cahuga n. 2 8. *
elegantes chiquitos, sapatinbos e botinas pan
cri'iicas, que tudo venJe por precos razoavei<.
Panno de algodao da Bahia.
Vende de toii^as qualidades Joao Rodriguesde
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues da-Fa-
a a, rua do amorim n. 33
Lindas las escocezas.
De varios padroes, e inteiramente moderaas, i
360 rs. o^ covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. 13, loja das columnas, de An-
tonio Correia de Vasconcellos.
Lindos cortes de granadina com listras e flores,
fazenda a mais linda possivel, com 18 covado*
cada corte, pelo barato preco de o$ ; isto so se
vendo para admirar : na rua Primeiro de Marc
o. 1. v
h\li liLHiilll
80 rs. menos em alqueire do
que vendem os armazens.
Os barcaceiros quo vendiam cal na rampa da
prar.a do capim, avisam aos edificadores de pre-1
dios que mudaram-se para a rampa que fica por A
dpfr97 Ha tli05ifrn <-uifi U-.!,nl iKi odi.ma --
A California
DE
Fazendas baratas
Ma rua do Queimado n. 43.
Defronte da pnea da Independencia.
E" para liquidar 1 I
Laziuhas a moda a escoceza a 200 e 240 rs. o
covado.
Cretone a prussiana a 320 rs. o covado.
Cambraia transparente fina a 34 a peca.
Dita Victoria fina a 3*500 a peca.
Toalhas ielpudas a 500 rs, nma.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Algudao T superior, pouco sujo a 3 e 43 a peca.
Madapolao, pouco suja a 44 e 5 a peca.
Ci ila, fazenda propria para roupa de escravos a
200 rs. o covado.
Lencoes de bramante a 2.
Briniznhos de listras proprio para vo3tidos a 34200
o covado.
Venham ver, so na loja das pechincbas.
Dao-se amostras.
Salsa parrilha.
Nova remessa, excellente qualidade; vende-se
na rua do Vigario n. 16, 1 andar.
c
om avaria
Compra-se um portio
angel n. 62.
de ferro : na rua do
V!NDA8.
Ugm; dirija-se ao lerceiro10&Vbl%^^^^Ji
idar desta typography para tratar. foffleial de barbeiro; paga-se bem
Veade-se um sitio com 60 palmos de Iargura
e 306 le fundo, no becco do Espmheiro, tendo
uma casa de taipa, com cozinha de pedra e cal e
duas raeia-aguas; era uma das quaes ha uma
taverna, a qual vende se juntaraente com o mesmo
sitio: tratar no mesmo.
detraz do theatro Santa Isabel ; "ahi estarao
promptos a satisfazerem quaiquer pedido de forne-
cimento de cal com o abate acima. Tambem ven-
dem|cal branca a 1*300 a barnca exacta.
- Vende-se 6'i,000 telhas, 30 mil tijolos de al-
venaria batida, deseceis mil de ladrilhos qua-
drados, e 12,000 tijolos de tapamento ; assim
cpmo, jarras de todas as qualidades, potes, quar-
tinhas e vasos para flores, tudo muito barato pa-
ra acabar : na olaria de Jo=6 Carneiro da Cunha,
na rua dos Prazeres n. 50.
4*000, 0500 e 5#500
MadapolSes com toque de avaria, por muito ba
rato preco, em vista da qualidade ; assim como
saias de la avariadas a 44 quera pretender, ande
ligeiro a rua da imperatriz n. 60, para nao ter de
se arrepender.
Balcfto
Vendem se dous de amarello, envernisados, com
pouco uso, proprios para loja de fazendas, miude-
sas ou ou^ro quaiquer negocio: para ver na rua
da Imperatriz, fabrica de cigarros dos Srs. Ulysses
& Irmao e tratar com F6cas &.C, rua Estreita do
Rosario b. 9. ____________
CAFE' DE JAVA
0 unico verdadeiro ven-
de-se na confeitaria do
Campos
U linperaitor -1\
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa.
Armazem progresso
Batatas novas a 30 rs. a libra, e a 700 rs. a
giga.
Chouricas novas a 480 rs. a libra.
LAR^O l).i PENH A N. 10.
Madapolao fino 9
Musica.
Vende-se ladainha'e salve para o mez Mariano,
com acorapanhamento de piano e sem elle : na
rua Direita n. 82.
ama
Vende-se uma casa terrea com 3 quartos,
cozinha fora e 2 quartos para escravos, em muito
bom estado, siia a rua do Barao de S. Borja, ou-
tr'ora rua do Sebo n. 11 r a tratar na prau'a do
Conde d'En n. 15. ______________*"
Vende-se, para arrancar. a armaclo dataver-
na do pateo. da Ribeira de S. Jose' n. 21, faz^e
todo negocio : a tratar na rua d? Penha n. 6.
Venda ou arrendamento.
Na freguezia de Serinhaera, e distante duas le*
goas da estacao de Garoelleira, do engenho Bura-
rema, com terreno de roassape, a maior parte-de
varzea, de optima produccio, e para 3,000 pies de
assucar annuae*: quem pretender, dirija-se ao ca
pitao Jose de Castro Paes Barreto, no engenho Matto
Grosso, ou a Leal dc Irmio, nesta praca.
Taverna
Vende-se a tavecna sita a praca do Conde d'Eu,
outr'ora d\ Boa-Vista, n. 9, com poaeos fnndos,
propria para principiante : a tratar na mesma.
S6 se vendo
Vende-se a casa terrea da rua do Visconde
de Albuquerque ri. 37, em chio proprio : a tra-
tar na rua do Imperador n. 17, confronte a S.
Francisco.
Vende-se
oito vacas turinas, grandes e peqnenas
no becco do Ouvidor, coxeira..
a tratar
Oharutos e cigarros
dos mais finos e das- meihores marcas, do Rio
Janeiro e da Bahia: no armazem do fumo, a rua
do Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carmo
Siha.
Camisas ingleza com peito bordado a 334003 a
duzia : so narua do Duque de Caxia? p.'90, loja
de Almeida, Duarte Q.
S. CA1VLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoittca, moente e corrente. Com todas as obras
em paneito estado de .conservaelo, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Aotopio de Castro
Quintaes,
na rna do Crespo u. 1.
I'ifii.i de madapolao fino e
largo, com toque, a 44,4*500,54 e 5*300,
fazenda superior e larga.
Alpacas de seda de cores, lavra-
das e muito Unas, fazendo modemissima
a 500 rs. o covado.
Camisas de linbo com toque
de sujo, a 141)00 e24 cada ama, e pe-
chincha, isto so na loja n. 10, a rua do
Crespo.
"Vende-se
a Uverna e padaria da Ponte de Uchoa n. 37 : a
tratar na mosraa.
I
Vende-se um terreno em Beberibe (Porto da
Madeira), com 200 palmos de frente e 600 e taatos
de fundo, tendo casa de taipa e coberta de capim,
todo cercado e ja plantado com algumas arvores
de fructo e legume : na rua da Penba n. 13.
Asunicas verdadeiras
Hichas hamburgnezas qne vem a este mercado:
ma Marquez de otinda n. 81
Vende-se a mnito afregueiada taverna da
rua Imperial n. 115, tanto para o mato como para
a praca, porque odono reura.se para Europa : a
ratap na raesraa^_____________________
Fa zendas avariadas
na rua do Queimado n. 43, defronte da Pracraha
da Independencia : madanoRfe3, aigodSes, cMtas e
outras farendas, por ttdo "precoCorrara fre'f
gdeies
So o 13.
1
1
(
%





-----------------


DiddliUiP4tatoifc*cdB^ ^r^i&fira^mitimm^biSW1

r


S
Ra Prinasiro deMr$6.. n. 7 A
Gerdeiro Simoescfc C.
E' esta nma das eisas que hoje pode com prl-
raazta offfcrteer os sees fregaezea um variadissi'
mo sortimento de facendas iin&s para giande toi-
lette, e bem assim para uso ordioario de lodas as
classes, por precos vantajosos, das- quaeS faz am
pequeno resume
Mandam faeenda* as casas dos pretendentes,
para o que tem pessoal necessario, e dio amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grbsdenaples de todas as cores.
GorgurSo braiieo, lizAi de' iirtras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e,de c6res.
Popelinas de lindos padrBes.
Filo de seda, branco e preto.
^icas basquinas de seda.
"tsacos de merind de cSres, la, etc.
tfantas brasrleiras.
Cortes-com eambraia braDca com lindos borda-
Ricas capellas e mantas para noivas.
Hiquissimo sortimento de las com listras de
*eda.
Cambraias de cSres.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques da lindos padroes.
Baptistas, padiues deiicados.
Percal.TJui d qoadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins'de linho de cor, prow-i-ic oara vestidos,
com barra e listras.
Rieos cortes de vestido de linho. c eites da
mesraa cor, ultima mod?
Ditos de camlraia de cores.
Fustao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linbo e al-
godao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
Jouvin, para homens e senhoias.
~ Vestuarios para nienin<.s.
Ditos para hap&ado.
Ghap4us para oito
Toainas gnardanapos adamaeados de linho de
cor, para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninose meni-
a
Ditas escocezas.
Jnippleti' sortimepto de chapeos de sol nara ho-
mens e sentterr.s.
.Merino de cores para vesticos.
Dito prelo, trancado e dito de verao.
'oilhado de liuho e algodao para toal
Atoalhadi pardo.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com list-as.
Chales de merino de cores e pretos.
Ditos de ca--pmira.
Ditos de seda preta e de cores-.
Ditos de touqoim.
Camisas de chila para homens.
Ditas de flanella.
Ceroulas da linho e algoJao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e cocso-
," Lencos b'>rdado e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
>ara cortes.
Espartilhos risos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
(~ Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas faclias de seda e la para senhoras.
htco sortimento de leques de madreperolas e
)?SO.
Damasco de seda.
Casemira preta ede cores.
Chita?, madapolao panno fino preto e aznl, col-
larinhos, ptinhn* delinho e algodao, gravatas, ln-
vas de fio de Ercossia, 'apetes de todfis os tama-
nhos, hotaf e viagem, peites bnnlados para ho-
mens, lenfis de linho branco e de cores, toalhas,
guardanaims. etc.. eic.
Wil>on Howe & L. vendem bo tea armazem
ruadfi Comraercio n. ii :
verdadeir panno de algodio ami ainencano.
Excellent^ 1i de vela.
Cognac de qualidr.de
Vinko de Bordeaux.
Carvao de Pedra de today as qualidadea
Cambraias de cores, miudi-
nhas a 24.0 rs. o covado. H
mCores iixas-e fazenda boa d;'to se amostras e
audaa-se I war nas cas.is : na loja da Rosa
Branca, rna da Imperatriz n. ."J6.
Acs af iceiadores do cafe do
Ceara.
pVende-so cak do Ceara de primeira qualidade
pelo barato precu de liOOO o kilo, e assucar refi-
nado de primeira qualidade a 300 reis okilo : na
rffinacioda rua do R.ir.g-;l n. M.
Sabaoa200 rs. o kilo
Noarmazem do fumo, a rna do Amoriin n. 41,
de J;'se DnmiDiEues d'> Carmo e Silva.
(Ihipijjis jiara s .nSiora.
A loja d.i Pnsso A-^nia Pr:meiro de Marco n.
" A. i ultimo paquete, um rico sorti-
para seiihon, uitiina moda e
vendo''pt.r'prev'" colnmodo
Fillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos os effeitos d
um remedio lazante.
N&o ha segnramente, un(
remedio tarn universalmente
procurado como nm cathax-
tioo on pnreante, e nenhum
outro tem udo tao tuado em
lodos os paizes e por todas as classes, como estas jpjitp.
LAS, suayes mas efficares. A rszao e ertdente, formao
um remodio muito raais certo e emcaz que nenhum outro.
Aquelles que os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo seu uso, os que nao os ensaiarfio mbem que sous amigos
e visiohos sc team curado, e todo6 conhecem qua o resultado
tirado uma vez, se tirara todas as vezes, e que as PIZZV-
ZAS nunca falhao por conseqnencia de erro ou negligencia
na sua composieao.
Temos milhares sobre milhares de certiflcados referentes as
distinct** curas que hao eftectuado estas pUIulas, nas moles-
tias que em seguida meuciouamos, porem sendo taes curas
conhecidas em toda a partc aonde teem penetrado, des neces-
sario ( publica 1-09 aqui. Adaptadas a todas as idades e a
todas as condi^oes, cm todas as cliinas, nao contendo calom-
elano nem outra qualquer droga deleteria, ellas podem ser
lomadas por qua.quer pessoa coin toda seguranca. Sua
capa d'assucur as couserva sempre frescas, e as torn gosto-
sasao paUadnr, sendo tambem puramente vegataes, nao po-
dem resultar effoitos prejudiciaes se put acato forem tomauaa
em qo2 desmasiada. 0 papel que serre de coberta para
sada vidro leva direceoes minuciosas com relacio as socnin-
tes molestias que as 1'JI.J.ULAS CATHAHTICAJ rapi-
damente curao. Pura a Dytpeptia ou Indigettao, JHt-
plieencim, r.ainjuiHrz, TaUa de Appetite, dewem ser
tomadas em dose moderada a Cm de vstimular o estomago o
restablecer suas funccaos saudaveis.
Para as Doencaa do Flgado e suas diversas symptomas
Enxaquecas Ilillosaa, Dor de Cabeca, IcUricia, Cal-
ico Billoto, e Febrea Blllosai, devem se tomar tambem
luoderadamente em cado caso, para eorreger a accao viciada
ou remover o obstaculos que a causio.
Para a DyscnUrla ou Diarrhea, e geralmente bastante
uma dose pequSfia.
Para IlhcumatUnut, Gotta, ArrHat, Palpitacao do
Coraeao, Dares tias ilhargai ou eoHat, devem ser
tomadas continuadamente, at alterar a accao dos orgaos
disregulados, de soi*> que a molestia di>-appareoa.
Para a Hydropeaia e Inchoates Jrydropieat, e precis
toma-1-as frequen^!nlente e emporcoes assas grandes para
produzir o effeito de um purgativo drastico. Como Diget-
Uvo para o jantar ou comiaa, toma-se uma ou duas para
promover a digestao e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
adas de vez em to.ai.do, estimulfio cu estomago a obrai sau-
davelmente.
Qualquer que s achu regularmente bom, tomando uma
ou duas d-estas pillulas se achara, muitas vezes, decidida-
mente milhor, por razao que ellas purificam e resUuifio a
appaieiho digesUvo.
PBEPASADAS FOB
p. C. Ayer & Ca., Lowell, Mass, E,V-
'JL.. VENDH SB POR
res ma
Rua d-a Tmperatriz n. 72^
MENDES GUIMARAES t LMAOS
Acaba de receber uio granda sortimon'o da fii>nJ-i; pMia paratt^a
COMO. SEJA.M :
GROSDBNAPLE PRETO A 1JJ800.
Venck-se grosdeoaple p'eto para vestido'
de senhoras, a 1$800, 29, 35>, 4??, e oj? o
covado.
PANNO PRETO A 25509.
Vende-se panno preto de duas targuras,
para calas e palitdts, a 2JS50i, 35, 3$300,
\ 49, a 630000 o covado.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A !S$000.
Vende-SO cortes deca-emira preta para
calcas, a 89, 69, 79 e 830 C o corte.
MERINO' PRETO A 2J8(K'.
Vende-semertn6 preto lino, a 2JJS00 e
39000 o covado.
BOMBAZ NA PRETA A 19500.
Vende-se bombaina preta' enfestada, a
19500, 19800e 29000 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta flna, a 500, 640,
800 rs. e 19000 o covado.
FAZENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BR4NCA A 39000.
Vende-se pocas de cambraia branca trans-
parrnte a 39, 49, 59 e 69090, ditas de cam-
ibraia tapada, Victoria, a 39, 39800, 49
!e 53000.
CORTINADOS PARA CAMA A 169000.
Vende se cortinados bordados para cama,
: a 169. 209, 259 e 309000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 covado
CHTTAS LARGAS A 200 RS.
Vende-se cbitas brgas para vestidos, a
240, 320 e 360 rs. 0 covado.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largo a 19600, 198C0 e 29500 0 metro.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se pe$as de madapoltio enfestado
a 39000. llito inglez a 49500, 59'
55500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
CORTINADOS PARA JANELLAS A 89000,
Vende-se 0 par de cortinados bordados.
para janellas, a 89 e 1090! 0 0 par.
ALG0DA0 A 49000.
Vende-se pecas do algodao, a 40, 59 e
G9000.
CER0URAS A 19000.
Vende-se ceroulas de algodao, a 19000,
ditas finas de bramante a 19500 e 29 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 29000.
Vende-se camisas brancas finas, a 29,
23500, 39 e 49000.
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vende-se brins de cores para calcas, a 400,
e 500 rs. 0 covado.
CHA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a 800 rs., chales de
merino de cores, a 29, 39, 49 e 59000.
COLCHAS DE CORES A 29000.
Vende-se colchas de cores para cama, a
29, 39500 e 49O00.
CIIITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se cbitas finas de cores, a 360 e 400
rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cures, a 500,
640 e800rs. 0 covado.
TAPETES A 45500.
Vende-se tapetes para salas, de diversos
tamanhos, a 49500, 55, 69 e 85000 cada
um.
1/2
a 29,
[.l-NCOS BRONCOS \ 2? 00.
Vcnde-so lcnV/os braichs fiviis, .. 29000,
23300 e 3-3 a duzin, ditos de linbq, a 49,
59 e 69"0O a dniia
CR0CHES PARA ClWlRAS A 19500.
Vende-so pannos de crochii para c.Mleins,
a 19500 cada um, colchas do di 0 para
' noivas.
MAPAPOLAO FRANCEZ A 79000.
Vende se pegas de madapolSo fr.uicez
inuit. fino, a 79, 89 e 109^00.
BRIM PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vende sc brim pardo para calcas, a 400
rs. 0 covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 59000.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calcas, a 53, 53b00 e G5000.
GROSDENAPtE PRETO.
Vende-se grosdcnaple preto com
palmos do largura, a 59 0 covado.
ESGUIAO FINO A 23000.
Vmdese csqniSo fino delinho,
25500, 3f5e 49o metro.
CniTAS PAHA COBERTA A 280 RS.
Vende-se cbitas para coberta, a 280 e 400
rs. 0 covado.
BRIM BRANCO A U000.
Vende-se brim branco de linho, a 19,
19280, 13600 e 25 0 metro.
BRETANHA DE LINHO A 640 RS.
Yende-re brctanba de linho, a 6i0 rs. a
vara.
FLANELLA DE CORES A 800 RS.
Vende-se flanflla do cores, a 800 rs. 0
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 13400.
Vendo-se coberlores de pell 1 a 15400.
Cobertas de chita a ir80') e 23 ditas en-
eemaiaa, forradas, a 49, no Bazar Nacional,
rua da Imperatriz u. 72.
CORTES DE CASSA A 35000.
Vende-se cortes de cassa rriudas
cada um.
GRAV*TAS PARA SENHORA A 19 00.
Vende se gravatas para senhoras, a 19,
ditas para homens a 500 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 13CC0.
Vende se algodao enfestadu para Ienc.6es,
a 15000 a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Vende se palil6is de panno preto, a 59, 79,
8^ e 10^000.
Vende-se palil6ts de alpaca preta, a 35,
39500 c 43000.
a 39
Vende-se calcas pretas do panno, a 49,
6& 79 e 85000.
Vende-se colletes pretos, a 3$, 35500 e
49J0O.
Vende-se ceroulas, a 1$, 15500, 29 e
30000,
Vende-se camisas brancas, a 2$, 25500,
33 e 550OO.
Vende-se ccmisas de chit:s, a 15*00, 2S
e 3^000.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 360
rs. 0 covado.
LAZiNHA A 200 RS.
Vende-se lSzinKas para vi stidos, a 200,
320. 400 e 500 rs. 0 covado. No Bazar
Nacional. rua da Imperatriz n. 72, de Men-
des Guimaraes & Irmaos.
._ l
JWrafc, do Cahnfih n 1 A.
Os proptietaJiA&idi'tfrefitfeeta, no intoito d
*n^^j!0 buie coocotto qn teem merecid* do
rei|je|tavel gubJ^co, distii|gttui4v o-scij estabelecj-
mciuo dos rti:iivqup 'riegociam no niesmo geaerc
vePrrl sdenfiiicar-' aws sens bftns freguezes que pre-
VL-niram:a i;?> d'Europii .para. Hies-enviarem por todoroapa-
^etes os ubjochii. de luxo e bom goslo, qua sj
urn maw bem accitos peias sociedajes elegautee
laqae.les panes', visto aproximar se 0 tempo de
.'esu,iem.^uei o bcHo sexo de.sta linda Veneia
mais osleuta a. riqueta de suastoilleltea ; e co-
:o ja recebessem pel* paquete francez diverso
irti6s da ultima inoda, veem patentear alguus
J'eDtre elles que se tornam mais recofnoiendaveis,
e^peranda do: resptave publicoa costumada
couuurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns'com ricas capas de madreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha pr prios para
loto, tambem se venderu meios adereccw muito bo-
nitos.
BotSes de setim preto e de cdree para ornato d
vestidos de sechora ; tambem tem para collate
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palh- do chagrim. etc., etc., por
fjarato preco;. ^
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louja
como de cera, do borraclia e de massa ; cnama-
mqs a attenfio das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes toroam-se as crian^as um pouco im-
pertinentes por falta de um obieclo tjue as en-
irelenham.
Camisas de linho lisat e com pettoa bordados
para homem, vendem-se por preco coiiimodo.
Ceroulas do linho e de algodac, de diversos pre-
gos.
Caixinhas com mnsica, 0 que ha de mais lindo,
i-om disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Oiques os mais modernos c. do diversos forma-
10s.
Chapeos para se-nhora. Becelwrainuni sortimento
da ultima moda, tanto para senliora, como pars
meniuas.
Oiipellas simples e coin veo para noivaa.
i;.il?as bordadas para meninas.
Eairemeios estampadus e bordados, de lindoi
'S'Dh0S.
Eseovas etectricas para dentes, ttin a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exi;t' um
<-ande sortimento de divercas larguias e barau.
preco.
Fitza de saria. do g^rgurSn. de setim e de cba-
a)i Fachas de gorgurao mnito lindas.
FtiMm> arUficiaes. A Prediletta print em con-
ervar seropreum bello e grande sociiraento des-
as flo.es, nao so para enfeite dos cbdlos, come
mbem para orcato de vestido de noivas.
fia!6es de algodio, de-la e de seda, brancos, pre
10* c de diversas cores.
Gravatas-de seda para homem e senhoras.
I.-aco3 do cambraia. e de seda do diversas cores
para =cunora.
L.gaa de seda de cores e brancas bordadas para
aoiva.
Livros para ouvir missa, com ca^a* de raadre-
pert'la, marfim, uso e.velludo, tudo que ba de
bom.
Pentes de tartaruga e marfi^i para alisar os ca-
bel'os ; teem tambem para tirsr eezpJVt
Port bouquet. Um bello snrtkneuto de madre-
perola, marnm, 6sso e dmirados por Larato preco.
Perfumarias. Keste artigo e>ta a Predilecta'bem
provida, nao so em extraetos, com' em oleos e
banhas dos melhore^ odorcs, dos mais afamados
labricantes, Lotibin, Piver, Sociedadc Hygienica.
Coudray, Gosuel e Himcl ; sao indispeusaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, r preco.
Sapatinhoa de la e de setim bordados,para bap-
lisaeios.
Tapetes. Recebeu a Prcdilecta um bonito sorti-
mento de diversos -tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Veuimentas para, baptisado 0 que ba de melhoi
gosto e os mais modernc t recebeu a Predilect*
de or ar. to pie.;o, para Scar ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabnga n. 1
VeBde se larangeiras srlectas e de umbigo,
enxertadas, como nao haiguaes em qualidade, e
de todo tamanbo, assim como sapoiizeiros e aba-
catizeiros : na estrada dos Afflictos, sitio da viuva
Quintella.
VENHAM VEB SO' 0 BARATE1R0
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n. 63
apressa-se em convidar a seus freguezes, com es-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
guintes artigos expostos a venda e todos por precoi
commodos, como sejarn:
FINAS BONECAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGRACADAS vistas para sterios
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cba.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninai
BONITOS VASOS com flna banba e cheiroso?
extraetos, trazendo cada frasco um nome, uma ini-
cial ou um distico.
FINAS MEIAS DE SEDA, vindo entre ellas co
de came.
Para quern goslar.
A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber tentos e caixas para o jogo d
Voltarette.
Para quciiiss tire das peraas.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias i
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um lindo e corapleto sorti-
mento de flores artificiaes das melbores que ten
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianqa.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias o i
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
I e esta se vendendo por precos razoaveis.
Am IfEEYOSOS
1 A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
63, recebeu um pequeno sortimento de anneis t
' pulseiras electricas, proprias para quem soffre do? j
nervos.
Farinha de mandioea nova,
j Recentemente chegada de Santa Catharina tto
para vender no trapiche Companhia, e para tratar
no sen escriptorio a rua do Coramercio n. 5, Joa-
quim Jos6 Goncalves BeltrSo & Filho. Advertindc
aos compradores que desejacdo acabar, venden?
mais barato do que em qualquer outra parte, tan
to em grand*8 como em pequenas porcoes.
g Fazendas dc gdsto
12 .\a rna do Cruespo n. IO
' xk Novidades de cores com listras de seda
. entremeadas de renda, fazenda ainda nao
i X vista nesta cidadc a 800 rs o covado.
yfff' Las de cores com listras de seda e bo-
gt nitrs padrees a 360 rs. o covado.
i.? Madapolao [rancez muito largo, com
fgt, 20 varas, a 6^ a oeca.
^sl Vestuarios de fustao, cambraia e alpa-
^ ca, paja meninas, a 4^, S/ e 6$. Dao-se
amostras com penhor.
VENDE-SE
pes de sspoti, abacate, fructa-pao, romeira, figuei-
ra, larangeira cravo, parreiras, rozeiras, dhalias e
outras flores e fructas, tulo por preco commodo :
na Boa-Vista, rua do Visconde de Goyanna, outr'o-
ra MonJego n. 101,
~Tacheco A Azevedo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial : ero seu arraa-
. zem na ma do Duque de Caxias d. 29.
NA
Rua 1. de Marco n. 1.
i
Confronte o arco de Santo An-
tonio.
Emta vrndenito suan razendas com
i SO por cento mrnog quo own outra
qualquer parte.
A saber :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
co de 4$00 e oi
Dito francpz.limpo e de superior qualidade, por
5$f,00, 6|0C0 e 6*800.
Algodao marca T, largo, superior qualidade, a
UoOO, Si, oioOO e 6i000.
Grande soriituento de laziuhas degostos inteira-
menle escosseses, pelos prpc.es de 200, 240, 2C0 e
140 rs. ; so se vendo poder se ha acreditar.
Baptistas, lisas e com flores, fazenda qne gem-
pre cu.'tuu 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
preco de 320 rs, para acabar.
Ditas finas, padroes matisados, a 400 e 440 rs.
o cova o.
Cretone francez, escurcs e claros, os mais no-
Yos que tem vindo ao mercado, a 480 e COO rs. o
covado.
Aproveitem em quanto nao se aeabam.chapeos de
sol de seda trancada (paragon)) 12 hasteas, ingleies
snperiores, pelo insignificante preco de 8* e 9* ;
sempre vendemos por 14*000.
Ditos para senhora, de merino, a 35 e 3*300.
Ditos de seda, cabo de Osso a 4 030, e pechin-
cha.
Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
e o cabo fingindo bengala, o mais mederno que
ba, a l*o00 e 2* I
Sortimento de chitas claras e escuras, boa fa-
zenda. para acabar, a 240 e 280 rs. o covado.
Popelina de linho e algodio, gostos inteiramente
novos e de cores bonitas a 800 rs. o covado, sem-
pre eu^lou 1J400.
Camisas de cretone, francezas, modernas e su-
periors a 3.* e 3*300
Ditas brancas a 2* e 2*500.
Ditas de linho a 3*560 e 4*000.
Toalhas de linho do PeHo a 7*500. e. 8*000 a
duzia.
Ditas felpudas a 7*. 7*300 e 8*000.
Esguiio com 10 jardas, pe'.o preco de 5*500 ; e
barato com effeito I
Cambraia9 Victoria e transparent, fazenda fina,
a 3*300. 3*800, 4*000 e o* a peca.
Lencps de cambraia com barra de cor, a 1*, e
brancos a 2*.
Diios de linbo, abanhados a 3*G00 e 3*800 a
dtuiar
Grande sortimento de brins de cores, padroes.
proprios para meninos de escola a 440 e oOO rs.
covado.
. Botinas para senhora, pretas e de cores, por 4*
t 4*500, Isto por termos gracde quantidade,e
faz este- |ov.
brauiatite de linbo, d'^as larguraf, pelo barato
preco de 1*2C0 a vara, e s6mente para'acabar.
; Muilos outroa artigea que deixames de mencio-
nar; para nao massar nosses freguezes; mas que
avista delles eslao presenles.
Dao-se amostras.
So o barateiro quer queimar
Para rival nao enGontrar.
A' rua Pnmeiro de Marco n. 1, anliga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva i.eal & C.
Progresso da rua do Rangel, do
Vieira n. 60.
Vende-se muito barato:
Manleiga em latas a 800 rs. a libra.
Ervilha a 120 rs. a libra.
Estrelinha a 320 rs. a libra.
Aletria a 320 rs. a lilbra.
E outros muitos genero3.
wmki
Roa t!o ?ii\vhn da Viclon'a n. 22.
DE
Carneiro Vianna.
A' tste grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredite-
dos ultimamente na Europa, cujas machinas
sSo garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'uro
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ba pertengas
paTa as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pec,a que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que seja, seus
pregos sSo da seguinte qualidade : para tra-
balbar a m8o de 305000, 405000, 45000
e 50^000, para trabalhar com 0 p^ sio-de
80JJ000, 908000, 1008000, 1108000,
1208000, 1308*000, 1508000, 2008006 e
2508000, emquanto aos autores nSo ha al-
terat^o de pretos, e os compradores poderSo
visitar este estabelecimento, que muito de-
rerao gostar pela variedade de* objectos que
ba sempr? par8 vender, como sejam : cadei-
tas para viagem, malas-para viagem, eadei-
ras para salas, ditas. de balantjo, ditas para
crian^ar (altas), ditas para escolas, costurei-
tas riquis^mas, para senhora, despensareis
Jara crian^as, de todas as qtialidadcs, camas
e ferro .para bomem e crian^as, capachbs;
espelbos ddurados para sla, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cM, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guard-comidas de
arame, tampas para Courir pralos, esteifas
para forrar salas, lavatories complotos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarera este grande estabelecimento
que se acba aberto de^de as 6 boras d<~ ma-
nh& ate as 9 boras da noute a*
Rua do Barao da Victoria n.
22.
nwiia-
St loja da;Magool*)? /na-ftnque d Caxias a.'
45, eqcontrara semprd 0 respeitavel pnblico um '
S^mpleto sortimento de purlumarias tiuaa, objectos
epnaniasia, luvas do J'uviu, arjtigo$ de moda e
mind^zas firtis', assim Como raodicidade hos pre-
cos; agrSdo e sine'erfd'ade.
Anueis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
trieas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a roa Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu U11V completo sortimento de
SWIos aderecos de tartaruga.
Meios aderegos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qnalidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Daqoe de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botOes de aco, proprios
para veslhLs.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Duque de Caxias B. 46.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, re-
cebeu nma pequena quanlidade de lencos de seda
chinezes, com liadissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Economia do-
mestlca
Na Tua Primeiro de Marco n. 1.
Conrronte ao arco de Santo Antonio, loja. do
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
i Lanzinhas, gosto escossez, padrSes inteiramente
novos, pelo diminuto preco de 200, 240 e 260 rib
0 covado.
t BaP'js'-as lisas, finas, e de cCres a 320, 400
440 reis 0 covado, isto so se vendo I
Chapeos de sol de s6ia, para homens, ingleua
(paragon) e com 12 hastes, pek preco de 8* e 9*,
fazenda esta que sempre custou 14*. so para
acabar.
Na rua Primeiro de Marco d. i.
________Loja do barateiro
Vende-se
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
martim. de osso, e de muitas outras qualidafles :
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
iicro 43.
Attenc,ao.
A loia da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
V5, acr.ba de receber 0= seguinles artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Bicos allmn com capa de madreperola, cha-
gren, madejra, ve ludo, ceuroi etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
L'gae de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
I'u seiras de madreperola.
liicas caixas para costura.
Ve.-tuaiios para baptisado.
Toiicas e sapatinhoa de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravalinhas de velludo, etc, etc.
Granadine com linda; cores, vende-se por 600
0 800 rs. 0 covado : rua t." de Marco n. 7 A.
uma meia-agua na rua de v.'lha de Santa Rita*.
96, pela quantia de 700*, que r< nde 10* mensaea:
a tratar na rua do Soccgo n. 32.
Vende-se as casas seguintes
Rua 24 de Maio (oLii'ora do3 Ossos) ns. 2e4.
Dila do Fogo n. 22.
Dila do Padre Floriano n. 35.
Becco da Bomba n 5.
Travessa do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeianova ns. 3 e 5.
A tratar no patio do Carol" n. 1.
Gaza5#500 alata
com 25 garrafas, do melhor e da mais acreditaua
marca ds Henrv Forster & C, garantido a qmli-
' dade e a qnantidade do liquido completo : no ar-
mazem de Jose Domingues do Ca-mo e v.'vi.
rua dn Amoriin n. 41
Chapeos para senhora
Amaral, Xat'Uco & C. acabem de receber pelo
ullimo vapcr da Europa uri completo sortimento
de chapeos da vp|lud.>, de seda e de pallia da Ita-
lia, para criancas, meninas e senlicras : veodem
no Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. 8.
Cintos e leques
Amaral, Nabuco & C. veodcin cintos de conro
prelo e de cores para senhora, de couro de lustre,
de bezerro e de borracha para meninos c homens,
leques de tartaruga, marfiro, madreperola alva e
queimada, lisos e lavrados, de chagrin, madeira,
chagrin e seda e madeira e seda Dara senhora :
no Bazar Victoria rua do Barao da Victoria n. 2.
Fanaha de mandioea
DE
E'barato.
De superior qualidade e muito nova, chegada
pelo ullimo navio : vende se a rua do Brum n. 92,
armazem de tasnear.________
Grandes pechinchas!
SO NA
Vende-se um pequeno siiio perto da esta-
gao do Salgadinho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
com uma elegante easa de taipa, acabada de
proxim > e bem asseiada, tendo 2sal s, 2
quartos.e cozinha f6ra. 0 terreno e pro-
prio 0 bom de plantacoos, tendo algumas
arvores de iructo, agua de beber e todo cer- ST T/fANA 1)K PAlil^
C8QO.
Para ver e mais explicaQoes, no mesmo si-
tio a qualquer bora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, c para tratar, na the-
souraria das loterias, rua 1." de Marco
d. 6.
A'
Farello novo e
Milho pequeno
Da raelhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tasso Irmaos & C, na praca do caes
do Apollo.
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na loja de J. Porto, a rua Nova n. 14, troca se
por cobre ou mesmo por sedulas, boas fazendas e
roupas fi Has sem se olhar a lucro, somente para
vender muito.
Camisas de cretone
as mais modernas que tem vindo ao mercado, sen-
do lisas e com listras, e que se vende a 40*000 a
duzia e a 3*500 cada uma ; e pechiocha.
Hollanda
Brim pardo Uso, 0 que ha de mais fino, com um
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. 0 cova
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro,
anplicada para costumes de homens e de meninos :
so na rua do Crospo n. 20, loja das tres portas, de
Guilherme & C, junto a loja da esquina._______
Sedas a 11500.
Vende-se bonitas sedas de lindas cures pelo
baratlssimo preco de 1*500 o covado ; veobam a
ellas antes que se acabem, na rua do Duque de
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por preco modico: a tratar com Tasao
irmaos & C
Rua i! I:upern(rlz it. 54.
Manoel Ferreira de Oliveira, dono deste novo
estabelecimento, jcientifica ao respHtml publico
que acaba do r Ceber um completo sortimento do
fazendas finas de todas as qualidades, tanto de II,
como de linho, seda e algodao, o que ha de mais
rnoderno e do meltior gosto, e portanto convida as
Exmaf. familias. amig^s da economia domestica,
a virem cu maodarem a SULTANA DE PARIS, e
verao que compram fazendas bontlas e baratas por
menos \ reco qne jamais cou.praram.
Como sejam :
Popelinas dc seda com listras muito modernas a
1*800 o covado.
Setim Macao de diversas cores a 2*500 o covado.
Grosdenaples de t'.das as cOres.
Fachas de s:da para senh ra a 10*000 cada uma,
e granie pe'hinchal !
Colletes enfeitadus para senhora, muito modercoi
a 5*5f0 cada um.
Lasinhas de cores cm grande quanlid.:de de 260
a 5'.'0 rs. o covado.
Pecas de cambraia tran3parcnte de 3*000, 3*600,
4*000, 4*500 e 6*000.
Dita Victoria para todos os precos.
Gravatinhas deseda para senhora a 1*000.
Chitas de cores de 240 a 320 rs. o covado.
Pecas de madapolao com 2o varas a 4600, 5*200
e 6*000 a peca.
Dito francez com 20 jardas a 5*600.
GRANDE PECHINCHA! I !
Chapeos de sol de seda de todas as cures, para se-
nhora, a 4*0C0 I I
Ditos para homem, de 12 hastes, cab" da marum e
seda trancada a 12*000, so na SL'L'.ANA DE
PARIS! I
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 4*0
5*000 e 6*0f0 a duzia.'
BRIM DE ANGOLA I I
Vende-se brim de Angola verdadeiro, o melhor
que tem vindo ao mercado pelo diminuto preco
de 640 rs o covado, so na SULTAN v DE PA-
RIS, a rua da Imperrtriz n 54.
Vende-se
cerveja noruega da marca M L, por menos preco j
qu em outra qualquer parte : no armazem de H.!
Lundgren, rua do Commercio n. 4.
Vende-se um Terreno em Beberibe (Porto da \
Madeira) com 200 palmos de frente e 600 e tantos
de fundo, cercado, com casa de taipa e coberta de
capim, tendo ja plantado alguma3 arvores fruc-
tiferas e tambem legumes, por prego razoavel :
quem pretender, dirija-se a ma da Penha n. 13.
Liquida^ao de moveis
Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e |
eadeiras de guarnicio : vendem Cunha & Manta,
a rua do Marquez de Olinda n. 23.
Vendem
Wilson, Rowe & 0.
Era seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte :
Algodao azul amerieano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade?.
Tudo muito barato.
Para aboaconservacao
DE
VOSSO CAEELLO
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um Undo sortimento de bicos de guipure
de cdres, apropriados aos vestidos ch;ques da ac-
tuaiidade.
Engenhos em. Mamam-
guape.
Vende-se os segnintes :
Barra,
Pregnlca,
e Putricio.
A tratar com sens proprietaries nesta cidade,
e para informacoes oom Joaiuiin Pinto de Mai-
relles Filbo, na mesma cidade de Mamamguape
Tisso IrmJos k C.
Cambraias de cdres
a 246 rs. o covado.
Na rua do Qaeimado a. 43, defronte da praci-
nha da Independencia.
Cambraias de cores, padroes miudiohos a 240
rs. o covado, e barato.
Dao-se amostras.
Cheguem a pechinchal
Panama do lindos padroes, fazenda inteiramen
te nova e que se vends a 700 rs. o covado, a 440
rs.: na rua do Crespo n. 25 A, loja da esquina.
Elle e- um preventive seguro e corto contra
a calvice.
Elle da" e restaura forga e sanidade & r.elle da
cabec,a.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
File da" grande riqucza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabcllos, em
qualquer forma ou posicjio que se dese-
je, n'um cstado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle conserva a pelle e o casco da "cabeca
limpo e livre de toda a espocie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao e" demasiadamente oleoso, gordn-
rento bu pegadi^o.
Elle nao deixa o menor cbeiro desagrada*
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabellos das
crian^asw
Elle 6 o mellior e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle e- o tmico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TOMCO ORIENTAL
o quol preserva, limpa, fortifica e aformosea
O C ABELLO.
Acha-se a* venda nos cstabelecimentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas as
principaes lojas de perfumarias e batioas.
I
Jfc

.,
-----------------------
J


-**MBH
8
Diarfo de Pernambuco Tei\# felra 2a de Abril de 1874
VAR1EDADE

ASCENCiO AOVESUVIO.-Urai socii-
dado organisada ogi Roma se propflo cons-
truir um caminho de ferro qua conduz .le
Napoles ao came do Vtzuvio. Uma pe-
quena machina de vapor rodard par um
,plano inclinado, cuja decliviiaie ndo serd
inferior a 33 por cento.
0 systema teado si Jo experimjntado com
vantagem, os socios funladores pedem ao
governo a concessao indispensavel.
0 engenheiro Garianto realisou eusaios
com as roJas do ongrenagem empngadas
era Righi. 0 systems Teel esta seudo tam-
bem objecto de estudo.
Partir-se-ba de Napoles em comboio or-
dina-io. .Depois, na eslacao San-Giusoppe
passa-se para o comboio especial para os
passagoiros fazerom a sua ascengao ao Vezo-
vio. A distancia a porcorrer-e 'de 2> kilo-
metres : -o trajecto dos quaes se fard em
OiiK aof* 9 um quarto.
Toda a linha important n'uns quinhento?
o cincoenta a setecentos contos de reis.
0 engenheiro Gallaoti 'assovera que tem
feito ostudos, segundo os qaaes os passa-
geiros serdo garantidos do perigo em case
de erupgSo subitanea do Vezuvio.
SEGUROS MARFHMOS. -Conforme uma
nota publicada no Times, o; prejuizos sup-
portaTos, no anno de i872, p.ir quinze
compaahias do seguros inglezes, cups bo-
oms ndo vem ospocilieados, moataram a
tras nil duzentos setenla e seis contos
(728:000 libras sterliuas.;
Essas raesmas cpmpanhias tinliam reali-
sado en promios a rejoin do onze mil
cetnl e noventa o seis conl de reis ; som-
ma esta qua foi absorvida nas despez>sde
administr <;53 e no pagamento ao; segura-
dos Jos sinistros por porda de carregamon-
tos e embargoes, deixaado a descoberto
um 5Tinde deficit.
KECROLOGIO. -Falleceu em Buffalo, es-
ta li do Nova-York; o Sr. Millard Filimore,
ex-ares i den tc dos Estados-Uaidos, na idade
de 7i- annos. Era n tur.t do dito estado
de Nova-York. Oriunio de uma familia
pobre, tinha sido obrigado na sua juventude
a empivgar-se em traballios manuaes. Foi
a forca de sacrilicios que eonseguio estu
dar.
Tornado homem politico, Filimore per-
tencau primeiro ao partido Wing Mem-
dres, e que conduzja um carregamento dos
sinho, uma peusao annual vitalicia dequatro
mil libras a far.r de V. Etc., presadissima
senhora, com reversao para seus 6'hos ate
que hajam attingido a maiorid ,de.
Ao participar-vos, presadissima smho-
ra, os sentimentos e o acto de sua mages-
tade, orgulho-me de confessar a seguranca
da minha distincta cousideragao.
Por uma carta que Bixio dirigio em 9
de fevereirode 1870, aoseu auigo Bus.tto,
e por outros actos seus. resultou o conhe-
cunento dequeelle n3o visava simplesmon-
te a metter-se em espoculagdas commer
ewes, volveodo & sua primiliva industria,
deixando os altos cargos que exercia na re-
public pela raolesta posi^ao do comman-
dante de um vapor. O scu (Tto era mais
gran ios); andava alii o patrio'.ico peusa-
sameuto de procurar novos liorisontes ao
commorcio nacional, e por tauto maior de
senvolvimento a rirjneza do seu paiz
Eis o lexto da alfolida carta ;
CtroBuset.o. Ten'm estado em %U*
fi era Oenova, e estes ultimos dias passet a
Horenca, para iniciar as minbas cousas aw-
ritimas, e pdr-nos em eommunicagao com
alguns pa rentes meus de Franga o varios a-
rnigos d'ltalia, que eslao dispostos a preslar
elHcaz aox-ilio- p.,ra a construecao de u n
AS COOPERATIVAS. Em i flaterra
mais importantes sah.dos d aquelle porto, existem numerosas cooperatiras i Ei6de
TndSi ^k Vdl,rde 330:? lb-' oMno COnsumo- ma3 de fabricaV e de o^niT de
ae 50.000 lb., seda, goramalacca o outros to to a especie, com 340 mil socios*
productos no de 83:000 lb. O rapor 6 Novecontas e vinte e sete sociedades c>
Jmrnfj."?^ 'L^rll ,lSS"V PerativflS e,,e P^dencij proiuziramem
sommi total do prejuizo 535:000 lb. Os Inglaterra e na Escocia mus de treze mi-
seguros effectuados no casco e carga calcu- lhoes de libns esterlinas, ou cincoen'a e
am-se em sornma nio inferior a 400:000 oito rail e quinhenlos contos do reis. con o
lb. Peracersm dezeoove pess>8s. beaeficio liqui lo de 930:000 libras* foram
sAuue, PUBL1LA. Gontiniia om Franca 6:500 applicadas is despezas do ensioo.
a controversia sobra se o eraprego do cbum- Tambom dorante o anno pissado o nu-
..lA?.00 a.,agua polavel d nocivod raero de soci,)J aomentou com mais de
>an.Je publica. Um engenheiro distincto, 30:000, recebendo o capital um a.crescimo
oar. Laval, quo emprehendeu uma cam- de 420:000 libras aproxrmaiamente.
panna pacibca a favor da salubridade pu- Estos factos, como muito bem obserra o
ones aiz que s ra ; o Sr. Belg.and, director jornal d'onde tirdmos estes apoutamentos,
uo servii,o'las aguas de Pans, diz que n5o ; provam d evidencia que as classes inJus
o o Sr. Furdos, chimico esc'arecid), e triaes da Inglaterra sabem apreciar as van-
competentissimo, segundo artirma o Sr. Fig- tagens quo offereco o systema da corpo-
niar uo seu ultimo Annuario Scientiftco,' rag3o.
amda n5o disse nem sim, nem nao. | Entre n6s, entrntodas as classes que tra-
E' geralmente sabido que os sacs soluveis balhim em proveito do estado, ou da socie
de chumbo operam como veueno violento' dade, ha uma cuja maior part-j dos com
na economia animal ; era pois natural, panbeiros se acha e.*i penosas circums-
principalmento n'um paiz onde uao se des-tancias por causa da carestia d-is subsi*
preza a ssnie publica, investigar se os tu-.tencias, e a quen uma sicteJade coopera-
bas de chumbo que serve n para levar a tiva deconsumopoieria tornar monos em-
gua ds c sas podem por ella ser oxyda-
dos.
Estando-se
n ess39 experiencias, e conli-
barajosa a vida. Fallamos dos e.npregi-
dos publicos que nio sdo menbros do tr,-
buu m, directores geraes, chefes de repir-
auando os debates, o Sr. For Jos que tam- tiijio, a ollieiaes das secr.-taras de es-
bem e pharm icoutiuo do hospicio da Giri- tado.
riz e rasgar uma orelha, como as testemu-
nhas da autora justiflcam ;
Considerando que a mulher por nao
poder, n8o fez o mesmo ao raarido, como
este provou com as suas tostemunhas ;
Considerando que a mulher ereliguon-
ta, e o maridoe tambem ravalhusco, e vis-
ta a vontade de arabos os conjuges ;
a Condemno a separarem-se e annullo
o matrimonio que entre si contrahiram, fi-
cando revogida a secg3o 24.a do conci-
lio de Trento.
Pagueo marido ascustas e nao en ten-
da a mulher mais com elle, sob puna de
cadeia.
bro do congresso em 18:i2, foi elevado
a vico-presideucia dos Estados-Unidos em
i837. A morte Jo presidente, o generd
Taylor, o elevou d presidencia.
A' expiraiulo do prazo do seu governo,
teuton ser reeleito, porcm nao pode levar d
vanle cssa arabigao.
Nao .ibandonou logo Millari Filimore a
vida politica, ap6s aquelle revrz, esso f cto
rea!isou-se quanlo os deinocrotas trium-
pha am e se veriQcou a eleigao de Bucha-
nan.
EXCO.VIYII.MIAO. O bispo de Mantova
langou excommunhao contra os fieis quo
concorreram para a ultima eleicao popular
dos parochos e contra os sacerdotes que
aceitaram a eleicao.
O PARTIDO THEOCRATI60. O bello
sexo nSo se intromette impunemeuto nos
ueocios politicos da Allemanba, em bora se
disf roe na caps da religiao, como ordina-
riamente se pratica entre n6s.
As Sras. condessa de Droste-Nessebrode,
baroneza de Droste-Halssliolf, e a condessa
de Galen, mulher do ex-ministro da Prus-
sia em Hespanha e grande auxiliar do par-
tido carlista, estto mettidas em processo na
Westephalia, por escrever cartas ao bispo
de Monster, em quo condemnavam em ter-
mos vehementes o proccdimento do govcr-
uo do imperador corn o partido ultramou-
tano. Estas cartas foram encontradas entre
os p.ipeis do bispo, e por ellas se descobrio
o estado avangado em que se achavam as
rela<;6s dos chefes do partido ultramontano
em diversos paizes da Europ1.
Parece quo o governo allemSo jd a esso
respeitn entabolou correrpondencia com os
ministros resilentes em Berlim.
PHENOMENO.Mais um phenomeno. A
mulh-r d'ura bufarinheiro por nome Lock,
moradora no Temple Street, em Bristol,
acaba de dar d luz uma crianija corn duas
cab'oas. Ho dia 23 do corrente, data do
jornn! d'ondo extrahimos esta noticia, jd
contava quinze dias.
Reunirara-se logo muitos homens descien-
cias : uns sao de opiniao quo o aborto nao
viverd mais d'outros quinze dias, o maxi-
mo ; outros, qua elle pode chegar d idade
madura.
NAITRAGIO. Segoudo a folha Pall
LUSSESIa 333&IA
MEHORIllSl SATANAZ
hosp
dado de Paris. apresent)u uma nova consi-
deracio no debite, sobre outro raodo de
empregar frequentemjnte o chumbo, cujas
consequents sdo bastinte graves, e assen-
tam em factos positivos.
Eis em resumo a quesULo :
Quando se poem graos de chumbo, de
cas*r, em contacto com agua deutro de um
frasco de vidro, turva-se em pouco tempo
a agua.o o deposito branco que fica no fun-
do, e se p61o retirar, comp6e-se de carbo-
nato do curabo ; uma parte d'esse sal Gca
adhcrente as paredes do frasco ; mas tanto
o deposito como ds pirticulas adherentes
dissolveouse logo que se introduza no fras-
co agua acidulada com aciJo azotico ^o
vidro e o liquido tornam-se lirapidos ; e a
solujao contem sal de chumbo
Depois da experiencia que fica descripta,
o Sr. Fordos quiz saber o que deve acon-
tecer quaudo as garrafas para conter liqui
dos alimenticios e remedios sdo lavadas com
chumbo era grao, como ordinariamentese
faz nas casas particulares e nos armazeus de
venda. Para esse flm o illustre chimico
operou com divorsas qualidades de vinho e
de vinagre, e em todas ellas encontrou a
prosen^a de chumbo, em quantidade nota-
vol.
Comprehende-se a importaucia d'este
facto sobre o ponto de vista da hygiene.
Para elle charaa o Sr. Figuier a attenc,du da
academia das sciencias de Paris ; e nos a da
nossa illustrada Sociedades das Sciencias
Medicas.
O PRETENDENTE TICHB0RNE. Nao
terminaram ainda os episodios da celebre
causa ultimamente julgada no Quee's Bench.
O capitdo Brown, testemunha de defeza
do pretendente. foi accusado de perjurio
pela cocoa por ter jurado que estava a bor-
do de um navio, quando Rogero Tichborne
embarcou uo Rio de Jaaeiro, e provar-se
que era falso o seu depoimento.
O tribunal de Bow-street ratificou a pro-
nuncia, e o accusado deve ser julgado no
tribunal central criminal.
O collegia dos advogados Gray's Inn
nomeou uma commissao para investigar
sobre o procedimento lo Or. Kenealy na
defeza do pretendente Tichborne.
Mr. Walley apresentou ao collegio dos
advogados de Middle Temple uma queixa
o ntra Mr. Hawkins, ad/ogado da corda na
accusacao contra o referido pretendente
Tichborne.
Mr. Dickins, presidente do jury que jul-
gou 0 pretendente, escreve ao Times, dizen-
Existe uma nova associacao cujos fins
sdo, segundo resa.r os seus estatoto-, pro-
mover os inle'esses di classe dos funccio-
narios publicos. Paroee-nos que era ella a
competento para tonar a inieiativa sobre
tdo importanle melhoramnnto nas co-
digoes precarias *rrt que hoj* se acba a
grande msioria ia classe.
SiNGUURIOADE.Acaba de ser despe-
dido do servic,o um sol dado to guarnigao
de Paris, por um motivoque offeruce mui a
singutoridade.
O homem tinba a mais pronunciada aver
sdo ao-pao. ou farinha, ainda mesmemistu-
rada no-caldo.
O sordado 6 natural do Meusp, der fraca
compleicjio, e fdra quasi sempre alimenta-
do unicaraente com leite e batatas. Em o
amea<;anlo de obrigal-o a comer pio,. bo-
los,etc., dfesaodavanfugtr como urn dam-
nado, e ndo voltava mais ao ponto em que
Ihe houvessem feito a ameaca.
Logo que o obrigavam a comer pao. ou
elle propriO' tentava eomel-o, the sobrevi-
nham vomitos ; acontecendo lb& o mesmo,
como por instincto, no- fundo da marmita
com caldo iotroduziam alguns peda itos de
pao. Comi legumes seccos, porem verdes,
de nenhuma mmeira. Duranteo pouco tem-
po que esteve no regimento, raisturava no
caldo batitas, e era com ellas que comia a
ra^ao de car ne.
Oepois de minuciosas-experienotas, e ha
vendo-se convencido, por todos os meios~{
possiveis, qae o rapaz nao empregava astu-
ciav mas era victima de uma intolerancia
de orgao invoUintario, foi.declarado incapaz
do servir nas fileiras, e deramdhe baixa.
PREITO A' MEMORIA DE BlXia.Corac-I
os nossos leitores se recordarao, o-general
Ninio Bixio, no seu testamento feito-poucas
boras antes de morrer a bordo do Madda-
loni, confessava deixar a sua familia sera
meios bastantes para as principaes necessi-
dades da vida, principalmente por ter a sua
viuva de educar aindaosfilhos quedeixava,
e esta consideragao o atormentava eo levou
a mandar escrever que a patria a o rei, a
quera serapre servira e amara por ser um
bom rei, ndo esqueceriam a sua familia
Ndo foram para Vhtor Manuel o rei ga-
lanluomo, perdidas aquellas palavras. Em
uma folha italiana chegada hoje encontra-
mos a noticia de ter aquelle monarcha or-
denado ao seu vedor que inscrevesse nas
pensoes dadas pelo seu bolsinho, mais a de
sete contos e vinte mil ris annuaes a fav r
da viuva Bixio, com sobrevivencia para seus
. constru'ccSo -
navio J" l;rro mixtp que denominarei Marco
Polo, o mflie do-rosso grand* nav-gador.
D-i tudo quanto vos digo, ve les que eu
estou terminantemente decidido a abjn d o
nar o servica mill tar activo. Sim.
do que o tbesouro resolveu dar 300 gui- ,
neos a cada jurado pelos 188 dias de jul- fdhos ate que cheguem a maiondade.
gamento, isto por se ter divulgado que os
jurados recebiam uma somma exorbitante.
Os 12 jurados veem a receber assim aproxi-
POR
9.H& i.oelFeruaadezy Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
XIV
DE COMO PAOLO SOUBE QUEM ERA SEU PAI E
OUTRAS COUSAS MUITO INTERESSANTES.
CContinua l'orem, como dissemos jd, Ariosto era
rauito reservado relativamente ao amor.
Por outro lado, ter-lhe-ia sido muito diffi
cil reconhecor o filho; nSo se atrevia tdo
pouco a dizer-lhe : eu sou teupai, com re-
ceio de que elle pedisse contas de- sua mdi,
cuja historia jazia envoltan'umlugubre mys-
terio.
Como provar a Paulo que era filho legi-
linio, e que elle nSo causara a desgraija de
sua mai?
As provas do matrimonio de Ariosto com
Genf-bra haviim sido dostruidas : Genebra
desapparecera..
So as irmS; de Arioslo sabiam quanto
tempo ella vivera occulta eadorad?.
Ariosto, pois, que fizera todas estas con-
sidera^des n'um momento, resolveu perraa-
necer impenetravel.
Paulo que de prooosito illuminara o ros-
todursnte o trajecto desde a mesa ati ,-,o
madamente 3:600 guineos.
I.UXO EXCESSIVO.Em S. Francisco
da California se estd construindo o palacio
municipal, ha vendo-se jd gasto sob aquelle
pretexto mais de mil contos de reis. Para
concluir a edificacdo os camaristas pedem
mais cerca de dous mil e seiscentos contos
de reis, moeda forte.
O jornal que dd esta noticia, accrescenta
que grande parte da primeira somma jd
desembolsada, se escoou palas maos dos po-
litiqueiros ; e e provavel que d segunda
venha a succeder causo muito semolhante,
leito de Ariosto. illuminou de repente o
rosto deste para lhe sorprehender a expres-
sdo.
Encontrou unicamente um rosto tranquil-
lo, muito pallido sim, mas a enfermidade
justificava a pallidez.
Ariosto estava muito habituado a soffrer,
a resignar-se, a occultar os seus affectos,
tinha um grande poder sobre si mesmo.
Era um homem de genio, e uma das
grandes qualidades do genio e uma incon-
trastavel forc,a de vontade.
Paulo, ao ver aquelle semblante tran-
quillo, desani nou. Comtudo tirou a carta
da sua escarceila e apresentou-a a Arios-
to.
Este leu-a e tornou-a a entregar ao man-
cebo, dizendo:
Nao comprehendo essa carta, nem co-
nhec.0 quem a assigna : creio que quize-
ram zombar de si e de mim.
Comtudo, e singular que esta carta
confirme o que me disse a gra-duqueza, isto
e. que ndo sou filho do Sr. d'Arnesteville e
de sua esposa.
E que quer qua lbe eu diga, raance-
bo ; replicou Ariosto. Tudo quanto posso
fazer e dar-lhe um conselho.
E eu aceito-o com toda a veneragdo
da minha alma.
Preciso que seja franc icomigo. Ena-
morou-se da gra-duqueza ?
Com toda a minha alma.
Nao 6 para estranhar ; a experiencia,
o cansaQO da vida, a desesperar^do, conver-
teram i gra-duqueza n'um ser terrivel; de-
ram-lhe uma expressdo que pole rhamar-se
sobrenatural. e esta eaprassdp aug nentou a
sua form:);m-a ao p.mt. (Li turoar-se irre-
sistivoi- Se B livfS-t; coobecido n'tutro
t'^mp". cooaprehenderifl isto: gffi-duque-
za na> en\e!h'v; quaii lo eu a conheci,
icou
d respeitavel viuva do illuUre general, n'u
ma carta que o rei ordenou escrevesse d
quella senhora, a delibera^ao tomaila por
seu arao.
Esse docurnento resa assim :
Presadissima senhora. Sua magesta-
de toma viva parte no sentimento que dei-
xou a toda a Italia a morn do illustre ge-
neral Ninio Bixio, vosso consorte.
A sua alma foi pois assds commovida
lendo aspalavras dictadas]nas ultimas horas
da sua vida, nas quaes recommendava a
sua familia d sua patria e ao seu rei.
Em homenagem d memoria do bene-
merito general e pela estima e benevolencia
que serapre tive por elle, suamagestade me
ndo fazia tanto vulto como agora, sera com-
tudo ser raagra. A elegancia da grd-du-
za e" maravilhosa ; conheci muitas mulheres
que s6 ve-las andar fazia' perder a razdo,
mas nenhuma que tive;se mais garbo e mais
donaire que a gra-duqueza. Alem disto
nad ha nada comparavel d energia da sua
alma, eessa energia tem so transmittido len-
taraente para o seu corpo e influido nas for-
mas.
O senuor amou tarabem a grd-duque-
za, disse audazraente Paulo sorprendendo
Ariosto; mais ainda, foi araado pela gra
duqueza.
Eu 1 exclamou Ariosto. Quem lhe
disse isso 1
O senhor.
Eu?
Sim, nos seus raagnificos sfne-
,tos.
Ah I conhece esses sonetos ?
Sei-os de c6r, posso recjta-los.
Serd assim; escrevi centenares de
versos ds rainhas amantes, e nunca appare-
ceram nelles os seus noraes; ndo mcorri
{nunca na villania de deshourar a mulher
que me favoreceu.
Sim, tem fama de discreto, de reser-
vado em materias de amor, e toda a gente
sabe que no seu tinteiro ha uma estatua do
amor, com um dedo na bocca, sorrin-
1 do, como que symbolisando o segredo
|amoroso. Nesses sonetos, porem, revell*-
va-se admiravelmente a musa que o inspi
rou.
Julga isso ?
Nfio se defenda mais, Sr. Ludovico
Ariosto; v6-se perfeit-mento que ha vinte
annos era o amante favorecido de Lucre-
cia.
Lucrecia I exclamou Ariosto esse tra-
tamento intimo s6 o p6de dar a uma mu-
-......- raeu
cnaro Uusetto ; e penosa cousa, noes e assim
mesn* I Tunbo lulado demasiadb e hoje
quete .-bo podido ver que todos sao d'aviso
que o paiz, nao so deve abandons tola a
especie do pensaraento- de politica activa,
mas eircumscrever-se a uma reorgai:isaga >
interna a mais restricta, n5o po lendo- ser
militar como convera a umpaiz abertoe in-
defeso, eximir-se dequalquer rosponsabili-
Ldade e pensar na minha familia, tratando
[de siiu bem-estar pormeiode trabalho n
Ksso labor serd o commandaute do
vapor de que vos fallekNelto tenciono di-
rigir-me aos mares da India-China, fazendo
a primeira estagdo, ou centro, em Singarao-
re, e deste ponto mover-me em todas as di-
resgd'iS mais opportunrs. para a India-Chi-
na, Australia, oavegando por afretamonto
ate" qje baja adquirido conbecimento do
aclvnl dosses pizes, una parte dos quaes
conheco por antigas viagens.
Depois passarei ao segundo estadio.que-
rodrzer, aespeculagoosconimerciaes. Me oc-
correm casas acreditidas em Singapore, Ma-
nilla, Sbangai e outros pontos. Tenho jd
assegarado o estabelecimento de uraa casa
era Singarope : serai dirigida por um bo-
mem muito habil'.
Se p'-usassei's em> lan;ar-vos por este ca-
minho, me alegraria muito com tsso, e pre-
cisariamos fallar. Pensai nlsto seriaraente,
Ainda permanego no commando da divisao,
porem estou de accordo com o gover-
no o com Sella, equal moUo me auxilia-.
O' rei maniou-me- eharaar novamente no
ultimo dofflingo, &dignou-se-ter para corai-1
go a prlmorosa dstecad >za dedirgir-me af-
fectuosas instancia* para qce permanecesse
no serv'o. Nao foi sem custo que deixei
de annuir, por que euamo pro-fund a meate
o rei Victor Manuel ; porem amative a mi-
nha resolugao, e elle, ndo sdaiente se des-
pidio de mim amoravelmente. mas consenr
tio om que oseu aome se inscreva entre os
dos comjiartos da minha soeiedade para a
construacao do Xttrco Polo.
Tenho-vos dito^ ainda que pouco quan-
to e necessario para que-saibais em. quo
aguas naveqo. Rellecti naposigdo que de-
sejais tomar no mundo, se vos decidirdes
pela docomraercio, longe da Italia, e as-
sociado' comigo por qualquor modo que se-
ja, escrevei-me para tornarmos a fallar.
Nao podorei deixar o sewico >e nao dentro
de cerca do dous inezes ; agora estou com
Iicengae poderoi ir a Turim, se nio poder-
dos por ora siihir d'ahi, pois terrainada a
licenga ficarei na disponibilidade. O navio
serd provavelmento eo ra, eemXodo o caso eu nao partirei para a
India senao Id para o- fim do 1872. Como
vedes estais a tempo de pensar com madu-
reza e decidir-vos. Vosso devotadissirao a-
migj.Ninio Bixio.
BOMJL'IZ.. Peranta o juizo ordinario de
tun julgado da ilha da Madeira, diz o Pa-
quete, cbamou uma mulher seu marido a.
uma policia correccional.
Versava a causa sobre desiutelligencia do-
mestica, que tinha acabado pelo espanca-
mento, do que poda menos.
O juiz considerando a gravidado das des-
intenlligencias do casaL, e instruido da von-
tade dos conjuges, proferio afinal a senten-
ca seguinte:
E' o reo accusado de ter maltralado
sua mulher, cuts foi malhada pelo mesmo
reo ou marido, a ponto de lhe esfolar o na-
-1SSEMBLEA FR.4NCEZA. Os deputados
da reuniiorcpuWicana apresentaram na as-
sembled f. anceza a aeguinte projecto de lei :
Considerando qu os ejeitores Srancezes
teem procedklo a 179 eleiijoes pareiaes (em
13 epocasdiversas) em 7 deparlaraentos,
que eomprehendem made tres quartos-do
terrilorio ;
C foram feitas coin muitaordeai e reguJari-1
dade :
Considerando que desde amudanga do
governo em 4 de raaio, a Pranga republv-
cana continuou a manifestar os seus senti-
mentos cada vez com mais irrtensidadu ;
Considerando que estas manifestagoes
repetidas e persistentes da vontade national,
longe de autorisar os partidos deseontentes
com o resultado eleitora! a atteirtar contra
0 suffragio universal, devom ao contrario,
recurdar d assemblea national a lei de to-
dos os paizes lmes, e convidal a s dar a
palavra a seus committentes, por meio ds
uma ei;igao geral-; e que este appeli'o aos
leitores-e ounico meio depJr termo ao des-
accdrdo que se d entre a assemblea-e o
paiz, e a aneiedade que dahi- resulta ;
Coniderando-que o suflragio univer-
sal, iuitrnmento regular, patificoe legal'da
suberaoi.a do povo,- forma hoje a base do
direitj poblico dos-franc^zes ; que a ma-
nutengao deste direito em sua iategridade
1 melhor garantia da orders da estabili-
dade ; 3
Os cboixo assignados submettem d as-
semble! national a segainte proposta :
Art. {'." Os eleitcres serao convocalos
em 28 de junho de t8-7i com oproposito
Je renovar iutegralmente a assemblea na-
eional.
Art. 2v As eleigoes serao feitas pelos
recencearaeotos ordeuados em csnformida-
de das lets ex.ister.ites.
Art. 3.^ No dia tS assemblea national entregard os seus pode-
res aos novos representaotes da nagao.
Esta proposta e assigna dos republlcaoos.
Noliaia scritta, ('noticia escripta) porque
eram escriptos i mao, e tambem Gazeta,
nome este dirivado de uma moeda quo se
pagava para obter o jornal moeda que era
ass m chamada.
Entretanto os jornaes regularmente pu-
blicados s6 appareceram no seculo XVlI e
em epochas indeterminadas.
A Italia, a Allemanba e a Franca dispu-
taram a primasia a este respeito.
Q primeiro jornal regularmente periodi-
co foi a Gazeta do medico Theopbarsto
Renaudot, cujj primeiro numero sabio a
30 de maio de 1631.
A imprensa periodica na Franc/a ndo co-
rn ecou realmente senao com a revolucdo
(1789^.
O Monitor Universal fundado per Pank-
couko, appareceu em Paris pela primeira
vez a 5 de maio de 1781?,
Depois dessa epocha, a rmprensa tomou
grande ineremento cm todos os paizes civi-
lisadoi, e vai-se desenvolven*!) em toda
parte com espantosa rapidez.
A imprensa e incontestavelmente uma
forga de que maitos teem infeKzrnente abu-
saiio, deshonrando tdo bolla quao proveito-
sa instituigdo, desiinada a levar acivilisa-
gao c a luz ao s*to <\ as populagoes.
RESTITUIC&O. A somma que Wt. Gui-
zot pretende restituir & familia imperial,
importanciando pagamento feito palo impe-
rador por eonta de Gudoerme Goizot: e de
fr. 87:82.
Guilherme Guizot tinha. pedido ao impe-
ralor 50r>.000 fr. Esta rsepondeu que pre-
teodia livral-o de todas as dividas e a eon-
ta loi entae elerada a 52:460 fr., entrando
a. despeza dos protestos de letras, cita6es e
mais gastos juditiaes. JuaUndo a- somma
dada pelo imperador os- juros coropostos,
s6bo hnj,e aqueito verba a.87:832 fr;.
0 taballiao Mwquait rscusou-se rece-
ber esta swmma e a remettol-a ae-berdei-
ros de Napoleao HI Mr. Guizot mandou
entao entregar esta importancia a 3If. Rou-
ber, Jqe igualmente deelarou uao a rece-
ber. Mr. Guizot fel-a depositar na caixa
de depositos e eonsignafSes de oude natu-
ral nente niuguem a fard levantar.
lher o seu amante favorecido. Diga-me, a
gra-duqueza e sua amante t
Nao.
Nao? Pois bem, sofeses amores ndo
passaram do um galanteio, fuja da gra-du-
queza.
Porque?
Porque todo o christao deve fugir de
nmores'incestuosos.
E porque podem ser incestuosos os
meus amores com a grd-duqueza ?
Porque foi amante de seu pai
Oh 1 entdo ou o senbor 6" meu pai,
ou o conheceu.
Deus o quer 1 disse Ariosto. Seria
inutil pretender occultal-o ; sim, sou seu
pai; recoohecieo, como ella o reconheceu,
porque e o retrato vivo de sua desgragada
mai.
E Ariosto deixou-se cahir sem forgas so-
bre as almofadas.
Paulo, cabio involuntariamente de joe-
lhos, inclinou a cabega sobre o leito, en-
controu a m8o de Ariosto, pegou nella,
beijou-a e permaneceu com oslabios unidos
a ella.
Essa mulher, essa mulher horrivel,
exclamou Ariosto com a inflexao de uma
dor suprema, conheceu-o, porque vio nelle
a minha Genebra 1 O' meu Deus que mons-
tros abominavois sao os Borgias I
Minha m8i cbamava-se Genebra ? ex-
clamou Paulo erguerjdo a cabega, mas per-
manecenlo do joclhos.
Si is repiicou Ariosto, mas nao o di-
gs a iiinguem, niuguem o sabe. E' uraa
historia' mystoriosa o sombri3 ; tua m3i
charasva se Genebra Malatesta.
Ah 1 lembra-me que dedica versos ins-
pirados no seu Orlando Furioso d minha
mdi, Genebra Malatesta.
Sim, a tua mSi, d minha esposa,
0 JORNALIMO.E sobre modo curioso
seguir o progresso do jornalismo no mun-
do, ate nossos dias.
Os antigos geralmente desconheceram os
jornaos. Enlretauto os gregos tinha ra as
suas Ephemerides, e os romanos a Ada
diurna, onde se resgistravam, dia por dia
os actos.da autoridade puldica e os aconte-
cimentoe mais impopt8utes.
Estes registros Ada diurna\ continham,
alem dos acontecimeutos politicos, os factos
mais. notaveis, os espectaculos publicos, os
casamentos das families illustres, e a morte
dos gran les homens.
Na idade media estes registros ou rhro-
nicas desappareeeram ; e entao as uoticias
s6 eram trausmiltidas po. meio de correios
ou viajantes.
Com a invongao da imprensa nao tardou
a mudar-se este estado de cousas.
Desde a primeira metade do seculo XV,
tiverara os improssores, de Moguntia ou
Strasburgo, a idda, de imprimir folhas sol-
tas, dando asnoticias mais importantes.
Em 1563 os hsbitantes de Veneza, por
occasido da guerra que sustentaram com os
turcos, compozeram jornaes, q'uechamaram
que morreu chamando pelo filho que
julgava roubado pelos z>dos de Lucre-
cia.
E minha mai era sua esposa? per-
guntou Paulo com aneiedade.
Era sim ; a beagdo do ceo havia san-
titicado a nossa unido, mas ninguem o sa-
bia. Lucrecia destruira as provas disso,
raatou os que conbeciam esse segredo, e
hoje mesmo, se ndo queres que eu morra,
antes que Deus me mate, ndo digas a Lu-
crecia que vieste ver-me ; ndo Ihe digas que
es meu filho, ndo pronuncies o nome de
Genebra... oh I sou eu que t'o pego... cal-
la -to horror is a-me s6 a idea do veneno
dos Borgias.
E, diga-me, perguntou 'Paulo, a gra
duqueza matou minha mai?
N3o, u3o posso calumniaL-a ; tua mdi
morreu occulta na minha casa, ignorada da
gra-duqueza, feliz, sem outra ddr sen8o a
de haver-te perdido.
E, diga-me, teve filhis da grd-du-
queza ?
Nao.
Este ndo foi dito om tanta naturalidade,
que Paulo ndo insistio.
Como sabemos, Lucrecia havia-se recata-
to de Ariosto; este ignorava que Lucrecia
tivesse dado d luz um filho seu. Verdade
d que a pequeua Leonor vivera um mezcom
Ariosto no castello de Cento ; mas devem
tambem lembrar-se os leitores que Miche-
lotto, sob o nome de Rugiero Montforte, cha-
mava sua filha e do Tonelta, a Leonor, e
que Ariosto nao tiuita indioio algum di-erca
do nas'MTiouto da mo Una. Por isso Ariosto
respondeu com sogurangi a pergunta de
Paulo.
Este sentio alliviado o coragdo.; livre da
influencia immediate de Lucrecia, sabendo
que esta havia sido amante deseu pai, aju-
VIAGEM SC ENTIFICA.Acaba de ser
effeotuada uma expedigao aerostatica, em
condigoes muito notaveis pelos Srs.-CFOee
Spinelii e Sivel, membros da sotie!adefr8n-
ceza da nnvegacao aerisa.
Estes dous sabios encarregaram-se da
missao de explorar as-nrais altas regioes d*
atmospliera a que o homem possa chegar.
A sua primeira tentativa, coroada de feliz
resultado, faz grande honra d sciencia fran-
ceza, como muito bem diz o Siecle, donde
tKamos estes apontamentos.
Foi oa Etoile polaire, grande balao d'
2,800 motros enbicos. que os Srs. Cioee-
Spinelii e Sive-l partiram, l>vando comsigo
uma serie deinstrumentos-coiistruidos espe-
cial mente para observagoes a grandes altu-
ra. Citaremos,fcntreoutros, um barrmetro Ie-
vailo nVutro tempo, p lo Sr. Jaussen ao Hi-
malaia, barometro marcando a minima, um
electromatro imagiuadopelo Sr. Herve-Man-
gon, um thermotro bimetallic de extr^ma
sensibiliiade, um hygrometr >,e finalmente
alguns baloesinhos de oxygenio, fornecidos
pelo Sr. Paulo Bert, afim de lutarem com
rarefagao das rpgioes inhospilaleiras que iam
percorrer.
A partkto teve lugar dumingo, 2a do cor-
rente, ds 11 horas e '(> minutos-da manhd,
da fabrica de gaz da Wi'leue, em presenga
de grande numero de sabios distinctos. A
academia das sciencias estava represented*
pelos Srs. Jaussen, Herve-Mangon, Dupuy,
de Lome e Tresca ; e asociedade de nave-
gagdo aerea pelos Srs. Baureau de Villeneu-
ve, Paul Bert, etc. Aduvam-se tambem
ppesentes o coronel Lanssedat, e o Sr, Man
nheim, lentes da escola polytechnica.
Um despacbo enviado pelos dous intrepi-
dos aereonautas annunciou que a descida do
balao se effectuara com toda a feticidade no
mesmo dia ds 6 horas da tarde, em Bar-sur
Seine ; isto e, depois de seis boras e meia
de viagem,
O aerostata tinha chegado d prodigiosa
altura de-7 400 metres..Gay-Gussac, em
Franga, e Glaisher, em Inglaterra haviam
sido os u.iicos, que antes dos Srs. Croce
Spinelli e Sinel attingiram semelhante al-
tura.
NaqueUe ponto a pressao barometrica
apenas era de"300 millimetres, quer dizer,
360 millimetres mais fraca de que a que
reina ordinariamente d superficie do solo, a
temperatura era de 2.2 grdos abaixo do zelo.
Os dous areonautas alfirraam que sera o
soccorrodo oxxgenio que levavam nosbaloes,
para eatreter a respiraeao, nao teriam podi-
do demorar-se naquellas elevadas regioes
por causa da extrema arrefagao do ar. A
viagem confirmou fel'zmente os estudos do
Sr l^ulo Bert, d imciativa da qual se deve
a experiencia.
0 mesmo jornal diz que nao pode ser
mais oxtenso sobre os resultados da ascen-
gao ; r.ota apenas qne as observagoes spec-
troscopicas dos dousjexperimentadores sao do
mais alto interesse para a physica do globo.
e que concordarr absolutamente com as
descobertas recentes do Sr. Jausson.
PRIMEIRO 0 ESSENCIAL.iEm uma ci-
dade da America do Norte, grande numero
de pan de familia formaram um pacto, se
guddo o qual se comprometteram a n3o
mandar ensinar a music a suas fiihas, se-
nao depois dellas estarem amestradas Da
arte de fabricar pao e em todos os principaes
servigos domesticos. As raparigas estavam
"derramadas com semelhante convencdo-pa~
temal.
gado com sanguo o seu amor por Branca
Albini, yoltou a 8mar Leonor com maior
intensidade.
Nao era sua irma, segundo elle cria ; po-
dia, pois, amal-a. unir-se a ella.
Ariosto estava prostrado ; atacava-o uraa
febre violenta.
Sinto-rae raal, disse elle, e por outro
lado feliz ; porem tu nao pddes permanecer
aqui: Lucrecia talvez que te mande es-
preitar... nao venhas senao de vez em
quando e com grandes precaugdes. Seria
raelhor que sahisses hoje mesmo de Fer-
rara; se te faltam os ratios, eu t'os darei
mas sabe, sahe de Ferrara ; meu irmao Ga-
briel te dard para a viagem.
Sou rico, replicou Paulo.
Rico?
Sim. Hontem d noite morreu o que
estava legalmente considerado meu legitimo
pai, o Sr. Jacques d'Arnesteville, e her-
do uma renda de vinte mil libras torne-
zas.
Tu, meu filho! pois has de usar o
nome de um outro homem Oh 1 como
foi que succedeu isso ?
-- NSosei; o Sr. dArnesteville que m'o
podia ter revelado, morreu sem ter tempo
de me fallar em cousa alguraa.
Que fatalidade, meu Deus I
Mesmo quando eu quizesse dtzer que
ndo era rilho do Sr. d'Arnesteville, ndo o
poderia provar.
I

\
\
}
7
*
t


(Coniinuar-se-ha.)
TYP, DO, -i)iARIO. -P.UA UUQUii DE CAXIaS

---------


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