Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17629


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Full Text
-
/
AMO L. MMERO 91
.-------_------------------*------________________________________
PARA, A CAPITAL E LU_| OliDK NAO SIS PAA- PORTE.
Por tres metes adianUaos............... 600f>
for seis ditos idem...... ...!!!!"*' 12900O
Pornm anno idem...............! !. 24300
-Cada numej' avulso......... ....... |>3_0
QllflHS FEIKA 23 DE IBfOL DE (87*
* t
paba i>i;vnw> loKi m*_ provi^cm.
Bor tres mezes adianiades............... 69750
For sets ditos idem................. 135#0-
Hor note ditos idem ..."................. mQ20>
For am anno idem. _................... 2T909+

PROPRIEDADE DE HANOEL FIGUEFiOA 01 FARIA ft FILHOS.
ft Sri. GerarJo Antonio Ahead Fil_osfno Para; Gon^alves 4 Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jose de OUveira & Filko, no Ceari;
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, -a Parahyba ; Antonio Jos* Gomes, na VU
Antonio Ferreirade Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alt
fio de Lefi,u Brag*, no Aracaty ; Joio Airia Julio Chaves> no Asso; Antonio Marques .a SiWa, no Haul j Josi- Justin
i Penh*; Be'anoiao dos S_>tos Bulcao, em Santo Antio ; Doaiingo* Josida- Costa Braga, emflaxarsihj
; Alves <& C, Mr Bank; e Leite, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
DA "DTP fiXTPTf'TAl .requereu o Ihesoureiro das loterias desta capital,
Jt All X Ju VfX I Ivliil-, Al""nio Jose Rodrigues de Souza, resolve cones-
Govern* tla |irovluci.
H||Ebl :.MK DO BJA DEJAXEIllo DE 1874.
i.' tazfio.
Offleios:
Ao Ex in. brigaded commandante das ar-
tua. Transrailto a V. Exc. a inclusa copia do
aviso do ministerio da guerra, de 16 do dezembro
ultimo, aflm de qut>, na forma nolle delerminadi,
noraeie uma commissao eomposta de urn medico e
dous pharmaceulicos para exaraiuar e informr si
com e vasilhame qae foi fornoc'do, bem como
com os medicament.)* e atensiltos que se remette-
ram da corle, podia se organisar uma pliannacia
em estadode funocionar no hospital militar.
Ao mesmo.Sirva se V. Exc. de manda' [idr
etu liberdade os recra'.as Jose Puia, Joao Pereira
de Luceuae Manoel Joaquim de Aguiar, vislo se-
rem incapazes d.i servigj militar, segundo o termo
de inspeccao annexe ao seu offlcio do 20 do cor-
rente, sob n. 63.
Ao mesmo Approvo a deliberate que, s-
gando consta do seu ofticio de 20 do currents, sob
n. 65, lomou V. Exc. d: nonaar o :oronel honor.i-
rio do exercito, Alexandre de Barros e Albuquer-
que, para coramauiai interinameote a fortaleza
do Bruin, em JObsWuioao do leaeate corontl Se-
bastiao Jose Basiliu Pyrrho, que foi nomeado
coramandante do presidio de Fernando de Noro-
nha ; vislo nao coavir ao surviep que a raesina
fortaleza continue a ser coin naniaJa pelo respec-
* tivo ajudante.
Ao mesmo. JonsUndo de aviso do raiuiste-
r'o da guerra, do li) do correote, qus nessa data
se concedeu ire? n i.;-- !: lieeuc^, para ir a corte
tratar de negocio de seu intoresse, ao tenente re-
l'ormado do exercilo, Henrique Tiberio Capistra-
no ; assim o oonuiuoicu a V. Exc. para seu CO-
nhecimento.
Ao director do arsenal de guerra. Trans-
milto a V. S., para os tins convenientos. o incluso
conhecimento dc oito volumes, remettidos peia in-
tendencia da guerra no vapor Cewd, contendo
pecas de fardamento des'.inadas as praeas desta-
cadas no presidio de Fernando de Noronha.
Ao mesmo.T'ado lido julgadas acceilaveis
j, pela commissao de compras desse arsenal, segundo
oonsta de seu ofQcio dc 10 do correnle, sob n.oGi,
as propostas, que junto duvolvo, para fornecimenio
de utensilios e objecto- necessarios a esse arsenal,
v nos termos do ariigo 9o do regulamento de 19 de
outubro de 1872, auto.-iso V. S. a cfiUctuar com os
proponentes os respect;vo? eontraclos.
2.' ucc&o.
Offirios :
Ao commandan;- superior do Recife.Trans-
iii.it' a V. S., para sea ooubeeimento e tins con-
veaientes, copia do aviso do rninisterio da jnsti<;a,
de 10 do correote, d.uiJo solucao a representacao
l.'ita pelo lenenle poronel Dscio de Aquino Fon-
ceca obre a desJcna-'io t-ita pelo commandaflte
das annas de uiu j.'i/iai para commandai'iima
Lrigada, bavendo offlciaes ma_ antigos.
Ao juii de diraito provedor de capellas.
Maude V. S. por de novo a concurso a serventia
vitahcia dos olBcios de solicitador de ausentes, ca-
pellas e residuos do tefmo desta capital, vislo nio
terem os pretendeut- prestado exame de suffl-
ciencia perante ease jaiw.
Ao juiz municipal e da orphaos di termo de
Santo Antao.(Hi lino a attencao de Vmc. sobre
o facto de que tratu a represiutacao junta por
copia; providenciucdj a respeilo coiuo for de
.L lei.
\ Ao command.intv do corpo de policia.--Pode
Vmc. engajar, sendo idooeo, no corpo sob seu
commando o paisauo J >e Kadrignes da Costa, de
quern irata o seu officio n. 30, de 20 do cor-
rente.
o.' ucqSo.
OfQcios :
Ao iuspecloi ii.. tliesouraria de fazmda.
1-iilosiJo pela eomtnisafto de compras do arse-
nal de guerra, de qu-. irata o artigo 96 do regula
mento de 19 de outubro dc 87J, julgadas acceita-
viis as propostas dos uegociautes Ferreira Maia &
C, Fwreira Guiisaraes 4 C, Jose Vicente Godi-
nho, Antonio Francisco Mamas de Miranda e Jose
da Souza Castro, para o Lrnecimento de,varios
objectos e uteusllios necessarios ao mesmo arsenal,
constantes do lerm) junto por copia, CLntorme
preceilua o artigo 9J do cicado rogulameato, au-
A i.;ri>ei Qesta data a tnesma commissao a mandar
1-vrar os respectiv, eontraclos; o que commu-
n co a V. S. para sea conlieciinento e fins conve-
nientes.
Ao Otesmo.-Tendo em consideracSo o ex-
posto cm olUcio dessa thesouraria, de 20 do cor-
renle, sob n. 519, recommendo a V. S. que mande
_ pagar ao lenenle Launano Jose Pimenta a quan-
tia de 60*000, importancia da diir-jreii'.-a do soldo,
a quetem direilo o mesmo tenente, relativarucnte
a', correnteexercicio de 18711 -1874 ; ficando a de
2o*660 para ser liquidada e relacionada como di-
vida de exercieio fiodo, cocforme as disposigijes
t-ai vigor.
Ao mesmo.Transmiito a V. S. a inclusa re
iuvao demonstrativa da dospeza feita com o sus-
teuto dos presos p'ibres na casa de detencao, pro-
cadentes de dillereates provincias do imperio, com
deslino ao presidio Je Fernando de N'oronha, re-
lativaaos mezes de jullio de 1872 a junho de 1873,
na importancia de 1.-617&1S5, para que essa the-
souraria pague a thesouraria provincial, pela vet-
Lammisterio da justica coma solicita o.respec
tivo inspector em officio de 19 do corrente, sob
n. 35.
Ao mesmo. Tends nesta data approvado a
noraeacao, feita pelo brigadtiiro commindante das
armas, do cjronel bonorario do exercito Alexan-
dre de Barros e Albuqaerque para commandar
lnltrinamenle a fortaleza do Brnm, em substitui-
<;ao do tenente-coroael Sebastiao Jose" Basilio Pyr-
rho, que foi nomeado commandante do presidio de
Fernando de Noronha ; assim o comraunico a V.
S. para seu conhecimento.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Maude Vmc. mdemnisar o cofre da reparlicao da
i-olicia da quantia do 2001, }ue fora adianlada por
a-iuella reparlicao ao delegado do termo da Boa-
Vistt para occorrer ao sustento dos presos pobres
da respectiva cadeia : como solicilou o Dr. chefe
^ de polieia o_ offlcio de 21 do corrente, sob n. lOi.
" Ao mesmo.-Mande Vmc. eatregar ao the-
- ureiro da reparlicao das obras publicas a quan-
li de 800i para a compra de dous espelhos des-
na-los ao t .eatro de Santa Isabel; como solicita o
engeuheiro chefe daquella reparlicao em offlcio de
20 do corrente, sob n 20.
__ Ao mesmo. Remetta Vmc. a thesouraria
p.-9nri il ilt Aiapoas. com dcsUoo ao ousulado
)] {>rovin -i >i da ei lad< de I'eneJo. os livro* nccessa
t'.Di para a esciipiurae.i> d direilos dos geueros
desla proviueia, cuja cobranca esta incumbida
* ~* aquelle consulado, de confc.-midade com o art. 4
% 6 e art. 10 do respectivo regulamento.
Ao mesmo. Segundo comraunicou-me o
Ex_. presidenle das Alagoas em offlcio de 20 do
corrente, o tenenle-coronel Jose Vicente Fernan-
das da Silva Gomes, nomeado agente procurador
d direilos dajuella provincia nesta capital, ja
antroa no respectivo exer:icio ; cumprindo que
- seja reconbecido como tal todas ai vezes qae elle
houver de comparecer nessa repartigao em seme -
lhante qualidaue.
4.' in (So
Actos :
-. 0 presidente da provincia, attendeadoao que
rter-llu tres mezes le liceoca para ir ao Rio de
Janeiro tratar de nogocios tendentes as mesioas
loterias mediaute a enniicao de deixar em seu
lugar e sob sua fianca e responsabilidade o capi-
i.i i Jo>e RiJrigues de Sjuza, por elle indicado
para tal fin
0 presidente da provincia, attendendo ao que
rejuereu Henedina Floresla dos Santos Cordeiro,
professora publica da ca leira de primeiras lettras
da povuaca j de Daarte Dias, e tendo em vista a
informa.-ao do director gerai da instruccao publi-
ca, de 15 do corrente, sob n. 17, resolve conceder
I he dous mazes.de lieeoca, com vencimentos na
forma da lei para tratar de sua saude nesta capital.
Offloios :
Ao BlO). presidente da provincia da Alagoas.
-Nesta data providenciei no sen'.ido de screm re-
metiidos ao eonsu'ado provincial da cidade de Pe-
ncJo os livros de que Irata V. Exc. em offlcij de
16 do correnle, o qualfi;a assim respondiio.
Ao mesmo. Nesta data offlciei a thesoura-
ria provincial no sentdo de ser reconheeido na
qualidade de agente procurador dos direitos dessa
provincia ne-ta capital ; o tenente-coronel Jose Vi-
cente Fernandes da Silva Gomes, segundo solici-
lou V. Exc. em offlcio de 20 do corrente, a que
respondo.
Ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande d > Norte.Accuso recebidos os dous exem-
plares das leis dessa provincia, promulgadas nos
annos At 1872 e 1873, que V. Exc. remetteume
com offlcio de 14 do corrente.
Ao inspector da saude publica. -Nesta data
'\p ':) ordem ao provedor da Santa Casa de Vlise-
ricordia Dl 9en corrente, o qual fica assim respondi lo.
Ao provedor da Santa Casa d9 Misericordia.
Recoramendelhe que todas as vezes qua"sahi-
rem da alfandega os medtcamentGs mandados vir
para o uso exclasivo dos hospitaes a cargo da
Santa Casa, communique ao Dr. inspector da sau-
de publica, aflm de que elle, procedenlo a exame
sobre taes medicamentos, se habi'ite'a dar cum
priment) a segunda parte d i aviso do ministerio
da fa...-nda, de 30 de de^embro ultimo.
Ao Juiz de paz raais. votado da parochia de
Sant'Anna de Gravata. Nao se tendo procedido
a forraacio la junta de qualificavao dessa paro
cliia no dia marcado por lei, pe'os motivos con-
stantes do offlcio que Vmc. me dingio em 18 do
corrente, designo a 2' domingi de marco proximo
para tal fim, devendo Vmc. fazer nova coavocacao,
nos termos do art. 4" da lei dc 19 de agosto de
1846.
Portarias:
A' Illma. camara municipal do Recife.Em
vista das informacSes da lllma. camara municipal
do Rectfe e do engenheiro chefe das obras publi-
cas publicas, de 14 a 21 do corrente, sob ns. 3 e
21, deferi nesta data a peticlo da Brasilian Sul
marine Telegraph Company, relativamente a aber-
tura de um fosso pelo terreno em aue tern sar o cibo elactrico esperado da Enropa; comt.in
to ijue duiauie us ij.iIhIIm- d.t e ravar i > nao Seja
intcrrompido o traasito public), e, concluido esse
tr.ibalho, seja imraediatamente reposto o calca-
mento com perfeieio, sob pena de ser esse servi-
ce feito pela reparticao das obras publicas a custa
ili companhia; oque communioa lllma. cama-
ra para seu conhecimento.
A' camara municipal da villa de Bezerros.
Nao se tendo podido formar a junta de qualifi-
cacSo de votantes da parochia de Gravata no dia
marcado por lei, segundo me coramunicou o res-
pectivo juiz de pas, em consequencia de nio ha-
ver a camara municipal de Bezerros dado cum-
primento ao disposto no art. 7* da lei de 19 de
ago'to de 1846, designo nesta data a 2' doming t
de mar;o proximo para tal dm. Nao posso deixar
de estranhar a falta era que cahio essa camara,
cuinprindolhe repara-la. observanlo aquelle arti-
go de lei em tempo de nao frustar-se a formacao
da referida junta no dia nmmente d3igoado.
5* secrii).
Oflicios:
Ao engenheiro chefe da repariic.ao das obras
publicas. -Para satisfazer o jue solicilou o inspec-
tor da thesouraria provincial em offlcio de 20 do
corrente, sob n. 38, informe Vmc. qual o valor
que se deve dar ao contracto celebrado com Au
gusto Cos .r Fernandes Eiras e Evaristo Juliano de
bapara a conslruc?!) d) mitidouro publico desta
cidade, afira deque se pwa lavrar naquella re-
particao o respectivo termo.
ao mesmo. -Nesta data deferi o requerimen-
to da Brasilian and Submarine Telegraph Compa-
ny, nos termos da informacao por Vmc. ministrada
em officio de 21 do corrente, sob n. 21; o que Hie
eommuoico para sua scieocia e fins convenlentes.
Ao gerente da companhia pernaraoucana.
Para satfsfazer ao que solicita o Exm. Sr. presi-
dente da provincia da Parabyba em 21 do corren-
te, sob n. 237, cumpre que Vmc. provilencie no
sentido de os commandantes ou immediatos dos
vapores dessa companhia, que seguirera para o
norte nos dias 15 e 30 de todos.os mezes, compa-
recerem na agencia fiscal daquella" provincia nesta
cidade, afim de conduzirem para alii a importan
cia do3 direitas arrecadados em cada quin-
zena.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagens de proa
para o Maranhao por conta do ministerio da guer-
ra, no vapor chegad) do sul, a mulher e a uma li-
Ilia menor de onze mezes do ex-soldado Clarindo
Jose Qaeiroz, o qual segue no mesmo vapor para
aqnella provincia, d'onde e natual.
EXPEDIENTS DO SECRETARtO.
2.' secQao.
Offleios :
Ao Exm. desembargador J ao Antonio de
Araujo Freitas Henrique*. 0 Exm. Sr. presidente
da provincia manda acensar'o recebimento do offl
ci) de V. Exc, em que participa ter re?ssumido o
exercicio do cargo de desembargador e procura-
dor da coroa, soberania e fazeuda nacional dare-
lacio desta provincia-
Ao Dr.chefe de policia.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que a thesouraria provincial esta autorisala a in-
demnisar o cofre dessa reparlicao da quantia de
2004000; cemi V. S. solicita em offlcio de 21. do
corrente, sob n. 104.
3.' seccBo.
Offlcio:
Ao inspector da thesouraria provincial. Da
ordem do Exm. Sr. presidente da provlocia, com-
munico a V. S. que nesta data se remetteu a the-
souraria de fazenda a relaclo demonstrativa da
d.'speza feita com o sustento dos presos pobres das
dillerentes provincias d > irnperio na casa de deten-
eai, e autonsoj-se o resp;ctivo pagamcnlo ; como
solicita em sen offlcio de 19 da corrente, sob
n. 35.
5 secf&o.
Offleios :
Ao engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, cooimunico a V. S., para ibu co-
nhecimento e fins convenienles, que nesta data
fleam expedidas as necessarias ordens ao inspec-
tor da thesouraria provincial para mandar entre-
gar ao thesoureiro dessa reparticao a quantia de
8005 para a compra dos espelhos, de qae irata
o seu offlcio de lO do corrente, sob n. 20.
Aos agentes da companhia brasileira de na
vegacao a vapor. S. Exc. o Sr presidente da
Vv. Ss., desta data, communicando a chegada hoje
dos portos do sul, do vapor nacional Ceard, beta
como a sua sahida amanha as 5 horas da tarde
para o norte ; do que fica inteirado.
EXPEDIENTS BO DIA 23 D.I JANEIRO.DE 1874.
1.' secr'to.
Offleios ;
Ao Exnubtigadeiro commandante das armas.
Sirvase V. Exc de mandar pdr em liberdalc o
recruta Aotomo Francisco do Cirmo, que proven
isencao legal
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade o recruta Joaquim Jose da Silva,
vislo ser iucapaz do service, por sofiter de epi-
lepsia, segun to con la dj termo de insepecao an-
nexe ao seu otflcii de 21 do corrente, sob n. 67
Ao inspector do arsenal de marioha Defe-
rindo o rejuerimeuto de Candida Lucia Cesar
Baptista, sobre que versa a informacao de V. S.,
de 20 do corrente, sob n. 806, autoriso-o a entre-
gar a supplicaote o seu filho Joao Baptista Ro-
berto da Silva, aprendiz marinheiro da companhia
desse arsenal, satisfeitas que sejam as despezas
com elle feitas desde 29 de julho de 1872, dia do
seu alistameato.
Ao director do arsenal dc goerra. -Trans-
raitto a V. S., para mandar satisfazer, o incluso
peJid) de uteasls que, segundo a tabella anuoxa
aodecreto n 5,352, de 23 de jmho ultimo, devem
ser fornecidos ao commando das armas dosta
provincia.
2.a seccdo.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
reqnereram os capitaes Manoel Ribeiro de Car-
valho e Tnomaz Tenorio de Albuquerque Villa-
Nova, este da 5' companhia e aquelle da 3* do ba-
talhao n. 29 de infanteria da guarda nacional do
municipio do Bjiu Conselho, e "a vista do que
informaram os commandantes superior e do corpo,
resolved de conformidade com o disposto no art.
54 da lei n. 602, de 19 de setembro de 1850, con-
cederlhes pennissao para permutarem os com-
mandos das ditas companhias.
Offleios :
Ao Dr. chefe de policia.DeclarauJo o com-
mandante superior da guaria nacional dos mani-
cipios de Saato Anti) e Escala nao teiem sido
enviadas aos conselhjs de qualificacao, pelos sub-
delegados, as liUas de que trata o art. 10 4 do
decreto n. 1,130, de 12 de mar;o de 1833, ainda
uma vez lecommendo a V. S. a expedifTio das
convenienles ordens, afi n de que por essas au-
toridades e pelas dos outros term>s seja obser
vado esse preceito da lei.
Ao juiz do direilo interim) do Limoeiro. -
Declaro a Vmc, em resposta ao seu offlcio de 25
de noverabro ultimo, que nao procedeu ben en-
cerrando a sessao do jury do termo de Bom Jar-
dim, por ter, poucos momonto; depois de haver
mandado buscar*o reo que devia ser julgado, vol-
tado o official de> justica de:larando nao trazero
preso por falta de praca- ; falta esla que, sendo
procedimento. y^"* y 'uu
Ao promoter publico da capital.Remett) a
Vra'c-. copia do officio que em data de hontem
dirigio-me o conego vigario da frcgaezia do San-
tissimo Sacramento de S. Antonio, desta cidade,
relativamente ao ficto de ser apresenlada, para
ser baptisada como escrava de Archanja is 11 il
landa Cavalcante, a menor de que trata o men
clonado offlcio, afira de que Vine, proceda as pre-
cisas indagagoes no sentido de verilicar-se si a
dita erianea nasceu antes ou depois da lei de 28
dejsetembro de 1871.
Ao commandante do corpo de polieia. Man
de Vm:. apresentar na estacao das Cinco Pontas,
a 23 do correnle, a di.-posicao do engenheiro fiscal
da via ferrea do Recife a S. Francisco, 4 pragas
do corpo sob o sea commanlo, aflm de manter
a ordem e evitar qualquer disturbio.
3.-1 secQilo.
Actos :
0 presidente da provincia resolve nomear
Silvino da Costa Arruda e Mello, para o lugar de
escrivao da collectcria provincial de Serinhicm.
0 presidente da provincia resolve exonerar
Peregrine de Souza Magalhaes do lugar do es-
crivao da collectcria provincial de Panella3, por
assim o haver pedido.
0 presidente da provincia resolve remover o
escrivao da collectors provincial de Bom Jardim,
Mizael Naval FernanJes de Souza, para a de Pa-
Delias, lugar que se acha vago.
Offleios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo em consideracao o que expoz V. S. em of-
ficio de 21 do carrente, sob n. 326, sene F, acerca
da gratificagio a que tem direito o guarda do al-
moxarifado do arsenal de guerra, Joao Leopoldino
do Rego, por haver exercido o lugar de fid dn
mesmo almoxanfado, mande V. S. pagar ao dito
guarda essa gratifieacao, a contar de 21 de junho
a 25 de novembro do anno proximo passado.
Ao mesmo.Communico aV. S., para os de-
vidos fins, que a 22 do correnle reassumto o des-
embargador Joao Antonio de Araujo Freitas Hen*
riques o exercicio desse cargo e do de procurador
da coroa e fazenda nacional na relagai desia ca-
pital.
Ao mesim.Remetto a V. S.. para os fin*
convenientes, o litulo pelo qual foi naturalisado
o subdiu portuguez Joao Manoel Pires.
Ao mesmo.Communicanlo-me o inspector
do arsenal de marinha em-officio de 21 do corren-
te, haver nessa data suspendido Co respectivo
exercicio por tres dias, o ajudante do porteiro da-
quelle arsenal, Francisco Gimes da Costa ; assim
o declaro a V. S. para os tins convenienles.
Ao inspector da. thesouraria provincial.Em
data de bontem o bacharel Jeronymo Salgado de-
Castro Aecioli offerceeu-me em favor da obra do
asylo de alienados 5 per cento de sens vencimen-
tos, a contar de fevereiro proximo, duranie o tem-
po que exercer interinamente o cargo de procu
rader fiscal dessa thesouraria ; o que communico
a Vmc. para os fins convenienles.
Ao mesmo.Communico a Vmc, para os
fins convenientes, que nesta data foi removide o
escrivao da collectoria de 3om Jardim para a de
Panellas.
Ao mesmo.Communico a Vmc, para os de-
vidos fins, que nesta data foi nomeado Silvino da
Costa Arruda e Mello escrivao da collectoria de
Seriohaem. Quanto aos demais empregados da-
quella collectoria, que, segundo o exposto em offl-
c>o dessa thesouraria, de 19 do corrente, sob n.
32. ain4a nao tiraram os seus tilulos, de Vmc.
providencias para que nao continuem a fnnccionar
sem elles, sob pena de serem exonerados.
4.' seegfio.
Acto :
O presi Innto da provincia, attendendo ao
que requereu Joaquim Tnoidero do VassnniMlos
Ara^io, professor publico da ca leira do primeiras
lettras da villa do Limoeiro, e tendo em vista as
infof macdes da directoria geral da instruccao pu-
blica e thesouraria provincial, de 28 de maio e 27
de julho de 1872, sob ns. 206 e 376, e bem assim o
parecer da junta medica que a inspeccionou, re
solve, de cenformidade com e disposto na 2' parte
do art. 29 da lei n. 369, de 14 de maio de 1855,
jubilar o referidoprofessor com os vencimentos a
qae tiver direito.
Offleios :
Ao director geral da instruccio publica.-Re-
metto a Vmc, para seu conhecimento e fins con-
venienles, copias dos actos de hoje nomeando Isa-
bel Francisca Monteiro da Quintal Barros pro-
SalinaMe jubilando o professor de instruccao
primam.ds.vilia do Limoeiro, Jo iquim Tnoodore
de vayBcellos Aragao, com os venciin.ntis a
i]Ua t'0r direito.
.provedor da Sanla Ca-a de Misericordia.
Eta|||p}-a proceder-se a exame em ordem a
verifioljtafe si a illia do. Nogueira offerece as
conuicwK desejaveis paraaella se fundir o asylo
de alieaados, recommeuio a Vine, que fa;,a so-
bre tar na praca para o-arrealamenlo da inesma
illia, ate qui se resolva a. re-peilo.
Ao Rvra. vigariy de Tejucupapo. R ^metto
a V. ftyma. quatre colleccoes de medicament js ho-
mcepaioicos, apropriado* ao trataroenio da variola,
aGin de terem alii a devida applicajao.
5' secc-t).
Offlcio :
Ao engenheiro das o'vas publicas geraes.
CominunicanJo me o inspector da thesouraria de
faaenda, em offl ;io de hontem d ilalo, sob n. 531,
estar se abatendo oassoalhi do una sala e cor-
redor do edifl;io em que funcciona aquella repar-
licio. proceda Vm:. ao convenient) exams, afim
de verificar si com eff:ito ha algum riseo a evi-
lar.
EXPENENTE D. I SECRETAB10.
/." sea^io.
Offleios:
Ao Exm. brigaJoiro couiin ndaute das ar-
iius. S. Exc. o Sr. presidente di provincia man-
da co.iimunicar a V. Exc, para- os fins conve-
nientes,-qu: por despacho desta dita foi conce:
dido ao recruta J laquiin Jose de Ntnt'Anua o pra-
se de 12 d as para prevar iscncl) legal.
Ao mesnn. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia. communico a V. Exc. que
nesta data e remetlid > ao director do arsenal de
gaerra, para ser satisfeito, o pelilo de utensilios
de 11ne trata o seu o'Bc o de 21 do corrente, sob
n. 6S.
Ao capilio do porlo. -S. Exc. u 3r. presideu-
te da provincia nun la com.nunica- a V. S. que
por despacho de noje oncedeu ao recruta Maria-
no J laquim Pedro de Azevedo o prase de oito
dias para isencao legal.
2.' seoriio.
Offl :io:
Ao com nandante superior de Garanhuns.
0 Exm. Sr. presidente da provincu manda de-
clarar a V. S.. para os devidos fins, que pjr porti-
ria de hoje foi concodido aos capilaes Tnomaz
Tenorio de Albnqaerqac Villa N >va e Manoel Ri
beiro de Carvilho permularem entre si os com-
mandos das respectivas companhias
5 seegft'j.
Offlcio :
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.0 Exm. Sr. presidente da
provincia man la deciarar a V. S. que ficam ex-
peditas as convenientes or lens no sentido de que
Irata o s-u olllcio de 2! do corrent.'.
KSI'Al.HOS 0\ PRESID8KCI*. DO DIA 21 DE ABBlt
aiiiuimu Jtfvino ui ^otisecY Nada ha a deferir.
Christ-no da Rocha Cunha Soilo Mafor. In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
CUudiuo Augusto de Lagos.Deferido com o
offlcio desta data i thesouraria provincial.
Companhia Ferro Carnl de Peruambuco.De se.
Francisco Nery dos iantos. -Ao Sr. Jr. chef* de
iwlicia para allender ao supplieante como achar
conveniente.
Padre Francisco Verissim > Baudeira.Informe
o Sr. Dr. director geral interim) da instruccao pu-
blica.
Padre Francisco Virissimo Bandeira. Sim, me-
diante recibo, nao haveodo inconveuieate.
Heleodero Nuues Pereira.Como requer.
Jose Pereira de Araujo.-Informe o Sr in-pec
tor da thesouraria do fazenda.
Joao Pedro Nolasco.-Passe portaria concedenlo
a licenca pedida.
Jose Caroline de Souza Velho. -Requeira o sup
plicante ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Jose Pedro das Neves. Requeira pelos canaes
compelentes.
"ose Paulo Botelho. -Juntos aos demais papeis,
inrorme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Manoel Coelho Lins de Albuquerque.Sim.
Manoel Jose Kelinto. Informe o Sr. general
commandante das armas.
Bacharel Tiieophilo Moreira Guerra.V cama-
ra municipal de Olinda, para que informe.
Vicente Ferreira dos Sanies. Iodeferido.
provincia njanda accuiar recebido g offlcio de^ fessora pubUca. da, <;a.deu;a do |oto Amaro das
ejuiJio;Io la policia.
2." seccao__Secretana de policia de Pernambuco,
22 de abril de 1874.
N. 538. -Illm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc
que feram hontem recolhidos a do'.encao os se-
guintes indjviduos: -
A' mioha ordem, Benedicto, escravo de Manoel
de Souza de Barros, a requerimento deste.
A' ordem do Dr. juiz de direito do commercio,
Paulo Fernandes de Mello Guiraaraes, por estar
pronunciado como incurso nas penas de art. 821
do codigo criminal. .
A' ordem do Dr. juiz de direilo do 3 distncto,
Francisco Xavier de Alhayde, por falta de cum-
primento dos deveres de depositario.
A' ordem do subdelegado do Recife, o subdito
inglez Emilo Labar, a requisifao do respectivo
consul.
Em data de 20 do corrente coramunicou-me o
delegado de Iguarassii, que as 9 boras da noite
do dia anterior, no lugar Maricola, daquelle ter-
mo, Maximiano Jose dos Santos, alii desconhe-
cido, pedio a Manoel, menor de 11 annos de ida
de, que o guiasse atea casa de Manoel Luit ou a la-
verna do Antonio Vieira; seguindo o menor com
Maximiano, este em caminhe deviou-o di estra-
da, estrangulou-o e atirou-o no vallade, sendo o sen
cadaver eocontrado no dia seguinte, que Maxi-
miano foi pres) pelo inspector de quarleirao "0
lugar, e conduzido a suapresenca, confessou ser
o autor da crime, e qae o praticara por achar-se
entao embriagado, e que era praija do 2* batalhao
de infanteria de linha, do qual havia desertado ha
15 dias; que procedeu a competente vistoria e
prosegae nos termos do iaquerito.
Deus guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. cora-
mendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
1iii_iiro&
ASSEMBLE* PROVINCIAL
SESSAO PRDINARIA E\I II DE ABRftf
PRESIDF.NCIA DO SB. PERRBIHA D.-: AOL'I All.
fCimclusSo.)
O Sr. TVaaeimlenlo Porlella. Sr.
presidente, na sessao ultima occupei-me deste ar-
tigo, expendi algumas considerac^es que na oc-
casiao me occorreram, mas nao dei todo o desen-
volvimento de que esta materia e raerecedora. Ho-
le venho curaprir o raeu dever perante a assem -
blea provincial, faieodo ainda uma vez sentir que
este artigo nao pode ser aceito. .
Esta artigo fere a dispoticao d > acto addicional;
este artigo nio garante os direitos da minoria
qualquer quo ella seja, e em qualquer tempo que
se faga representar na asaomblea provineiaJ (apoia-
dos, rauilo bem); e te arSgo tira as debberacoes
da assembliia provincial, o cunho, o caracler de
acerto e do sabedoria, com que ella coetuma re
solver.
V. Exc. sabo que o aHo addicional confere as
assembleas proviaciaes odireito *e enaseus regi-
mentos e3tabelecerem a forma e o modo porque
devem.proceder aos seus trabalhos, mas consigna
que a meiade e mais um-dos seus membros (icon-
dicao essencial para que ellas possam deliberar.
Examinemos a extensao da palavra deliberar.
Dellbera s6mente a assemblca quando aceita urn
prejecto de lei ? Nio. As suas deaberacoes, as
suas resolucoes poden* ser lomadas sem ser em
vista de projectes da lei; ou approvando pareceres
ou osrejeitando, ou laesmo.julgando uma discos-
sio encerrada ; e sempre u na deliberacao da as-
sembled provincial.
V. Exc, seguiud>os eslylos e oregimento da ca-
sa, tem dado provas significativas diste : nunca
submetle um projecto ou um parser a votacio,
sem que primeiraiaente tenln conmhado a as-
semblea privineia: se resolve o encerramento da
discussao.
O Sr.JXiveiia Axohade : Em virlude de uma
disposi^ao do regimento, que pole, ser alterada.
(Ha outros aparles.)
0 Sn. Nascime.nto Porteula : Este vote da
a cao ; e a manifestai;ao clara, expressa e positiva
de que ella se acha esclareciJa e babilitada...
OSa. Peuppe de Fiisueir>.\ V. Fxc. da li-
cenca para um aparte ?
0 Sr. Go.nqau.vks Ferreisa : Ao nobre depu
tado nao se dao apartes.
0 Sb. Nascimsnto Poatbixx : ... para reset-
ver sobre a ma'.eria sujeita a sua apreciacao.
Eu acabci a proposieao, e estou prompte a ou-
vir o aparte do nobre deputido.
OSa. Feliite de Fiuueiroa : Pedi permissao
para dar o seguinte aparte : no caso vertente nao
ter a lugar a deliberacao da assemblea sobre o en-
cerramento d j debate, porque este fica desde logo
eocerrado.
0 Sr. Nascimkkto Portellv : -Come dizia e
nas e msideracSes que vou fazer, eneontrara o no
bre deputado resposta ao seu aparte, o facto boje-
con.-lante, autorisado polo regimento da assemblea
e de accordo coin os seus estylos, e que nao se
voia sem que a assemblea delibere que se acha
ence-rada a discussao, isto'e, qne se acha suffl-
cientemente esclarecida para votar. Essa votacao
previa, essa deliberacao, essa resolucao da assem-
blea e o eunho, e a garantia da firmeza, da eon-
vi e3o em que ella se acha, (; por assim dizer, a
condicao indispensavel da raanifestajao do seu
veto na materia sujeita a sua apreciacao.
0 Sr. Felipps de Fiuueiroa :Eatao nes'.e ca-
so a camara dos Srs. deputados nao precede bem ?
0 Sn. Manosl do Rego : Ella nio esti preza
pelo acto addicional, como nos estaraos.
0 Sa. Nascimrnto Purtella :0 tiobre depu-
iaolsuscTtaSa'em'vista do" preceito con3tit'ft :ional,
per occasiao de discutir-ss na camara dos depu-
tados o parecer da commissao respectiva, parecer
cuj.i data nao tenln bem presente, porque nao
sou tao feliz Je memoria (ao Sr. Manoel do
Rego) quanto e o nobre deputado ; mas me recor-
do que este ponto da modificacao A < regimento da
camara dos deputados foi entao seriamente ira-
pugnado.
O Sr. J. Mei.lo Reco : Mas foi vetado.
0 Sr. Nascimento Portella : Ha, porem, uma
differenea : e que a doliberaQao da camara dos
deputados nao esta sujeita ao correctivo que nos
prende. Eis aqui por.[ue me parece que a refor-
ma tal qual esta pnpesta neste ariigo, fere o
preceito constilucional, fere os estylos da assem
blea provincial, segundo os quaes se tem entendi-
de que o facto de declarajio de encerramento 6
u na deliberacao. A assemblea delibora que esta
esclarecida para votar; ella se tem julgado habi-
litada com a discussao a emiltir juizo, a approvar
ou nao a materia sujeita a sua apreciacao.
0 Sit. J. Mki.i.o Rego :1st > e arenas uma dis-
posicio do regimento. Desde que nao ha quem
pe;a a palavra sobre qualquer materia, se a con-
sidera como discutida
0 Sr. NAsenwHTO Portella :Mas eu couside
rei a queslao debaixo de oulro ponto de vista ;
posse estar em erro, nao sera a primeira nem a
ultima vez ; quem dera que eu tives?e o dom de
nao err.K Tenho porem a docilidale de coofes-
sar o erro, qualidade que nem toJos teem, porque
suppoem nao Ihes ficar bem deciarar que uma vez
erraram. Eu nao sou assim, qualquer que seja o
erro por mim commetlido, uma vez coavencido,
confesso o com a mesma franquza, com que sus-
tento a verdade, quando della estou convencido.
Dizia eu, Sr. presidente, que esta disposicao fe-
re direilos da minoria, qualquer que ella aeja que
aqui so represente. Dera mstra lo hei.
0 Sr. Felippe de Figueiroa. Por este lado
acho que tem razao.
0 Sr. Nascucnto Portella. Srs., como ha
pouco se disse, hoje estamos em uma assemblea
de ainiges ; mas amanha, se por ventura assim
nao succeder, e de maioria, senao unanimidade
era que estaraos, tornarrao nos minoria, e tiver-
raos de defender os interesses da provincia con-
tra uma maioria, que porventura os queira pre-
judicar, contra as nossas conviccoes, centra as
nossas ideas, contra o nosso passado, contra to-
das as nossas tradiccoes, quaes as nossas garan-
tias que enconlrareinos em um regimento refor-
mado por semelhante modo ?
0 Sr. J. Mello Rego: A garantia esta em nao
abandonarmos o nosso posto, em raanterm )-nos
na casa para assistir as discussoes.
(Ha outros apartes.)
0 Sav Nascimento Portella Diz-se que esta
garantia terao os deputados qae coastituirem mi-
noria conservando se serapre presentes do princi-
ple ao lira da sessao. 11 ira vez, Sr. presidente, a
minoria se representa nos cerpos delibcratives em
nuraero tal, que entre os membros, qae a com-
poem, se possam revezar no servico; rara vez suc-
cede, e felizes sao aquellas rainorias que se podem
representar por uma unidade.
Um Sr. Deputado : Bra nosso paiz.
O Sb. Nassim'Nto Portella: Eu fallo deste
paiz; dou-me por muito feliz quando posso co-
nhecer o que e deile ; posso tarabem conhecer o
que vai pelos outros paizes. apreciando o qae nel-
les ha de bom, e nao invejando o que ha de mui-
to ruim.
Mas, como dizia, felizas das minorias, que se
fazem representar por nuraero tal de individuos
que possam revezar o servico; felizes delias
quaudo as portas do' parlamento se nao fecham a
propria unidade.
0 Sb. J. Mello Rego da am aparte.
0 Sr. Nascimento Portella :_ Neste caso, se
diz, 6 precise que a* opposicio nao falte. Mas nem
todos teem essa constituicio herculea, nora tedos
estao despreudidos de interesses dioatra ordem,
qae estejamhabllitados a permanecer aqui do
prin;ipio ao fim de cada sessao.
No caso quo eu ligurei, admillida a deutrina
consagraaa no art. 2 onde a garantia, onde a
liberdade de tribuna Ellas teem desapparecido,
Sr. presidente ; eu o demonstrarei em poucas pa-
lavras.
Tem o presidente da assemblea, e nio pode dei-
xar de ter, o direito do designar as materias qae
devem coastituir a ordem do dia ; o regimento fa-
calta a qualquer dos Srs. deputados o direito de
requerer que na ordem do dia seja consignada
esta ou aquella materia; mas em todo o caso o
juiz superior e o presidente da assemblea. Assim
tem sido e nao pode deixar de ser.
Bom. Suppontu-se uma maioria qne deseja
sulTocar a manifestacao das ideas da minoria com
relacaoa qualquer das materias sujeitas a apre-
ciacao da asiemblea provincial. 0 qua leremos ?
Cc-mecemOs pela constituicao da assemblea, pela
vetifica$ao dc po leres.
E' um parecer de commissao que estisujeite a
discussao e apreciacao da assemblea. provincial.
Adoptado o artigo que esta em discussao, o presi-
dente da assemblea no memento que)ulgar oppor-
tune aos interesses dt sua maioria, podera lazer
votar-se sem discussao o parecer..
Um Sr Dbputadj : On encerrar a discussao.
0 Sr. Nascimk.nto Portella- : ...oujencerrar a
discussao, o quo imp. 11a votar sem ella, porque a
votacao c no dia seguinte.
A maaioria, portante, nao discute nesse caso,
nao aprecia mesmo as razoes que por ventura le-
nha o port idor do diploma a exhibir em favor
delle, exhibicao que podia oriemar a maio-
ria, porque, por mais compacias e por mais
caprichosas que sejam. as maiorias, sempre no
meio delias ha homeos de coracio e de inteUi-
gencia, ha homeiw em cujos peitos bate o pa
triotismo, e a auem por cooseq ;eneia a discusiio
po le demover de um veto contrario aos interesses
de uma minoria. Essa maioria se desvia assim,
deixado de ficar sujeita a accao da forca da pa-
lavra, que o caniidalo venha aqui fazer prevale-
Icer era favor de seus. direitos, e abi vai proceder-
se a votacao sem ter havido discussao !
0 Sr. J. MELto. Rego:Isto euma razao em
favor de artigo do regimento, porque nesse caso,se
ha na assemblea quem tenha sentimentos genero-
sos come o nobre deputado diz, nao faltara quern
requeira o adiamente da discussao.
0 Sn. Na cime.yio Portella : Ah, meu charo
senhor assim so pode dizer quem nao aprecia o
passado do seu pan I Ouantis vezes o nobre de-
putado ha deter visto,quer nesta assemblee, quer
na assemblea geral, am juizo previo apresentado
centra um poriador de diploma, e depois vero a
discussao, esta esclarece, e da propria maioria
surgem votes que salvam a minoria 0 nobre
deputido nao tem provas disto ?
0 Sr. J. Mrleo Rego : Sim.
0 Sr. Nascimh.nto Portella : Coin entao me
da esse aparte ?
0 Sr. J. Mello Rego da um aparte.
0 Sr. Nascimento Portella : Perdoe-me;
o nobre deputado sabe .jue os grandes, os genero-
sos sentimentos do coracao dispertara-se as vezes
pela exposicio de razoes de alto alcance, que o por-
tader de um diploma p6de exhibir em sustentacao
de seu direilo, dos votes que lhe foram conferidos.
Trancar nestas condicoes as portas a quern tem de
fazer valer ura direito duplo, o direito sen como
eleito, e o direito daquelles que o elegeram, 6, me
parece, tao seri > e tao greve, que nao devemos
faze-lo. Quando mesmo nao fossem attendivei9
as. i3Qn^d5racoe3.relaUiiA aos .djTeilM.dA.raraoiia-
pria maioria, por |uede ura memento para outro en-
tre os membros que a compoem, surgem circums-
tancias especiaes e imprevistas, e os seus preprios
direitos correin risco e podem ficar sacrificados.
E' um direito da maioria e da minoria, e um di-
reito commura, e a garantia- de todo3, e garantia
da constituicao e d > acto ad licional, que tain ben
e lei constilucional. Bera ve* V. Exc. e a assem-
blee que trata-se dc um objecto muitj impor-
lanlo.
Mas, supponhamos que se trata de outro parecer
da commissao. Uma materia sujeita a apreciacao
da assemblea provincial vai a respectiva commis-
sao, e esta da pareeer contrario aquillo qae e de
interesse publico ; suppenhase isto, porque todo3
nds pederaos errar. Essa materia devia ser resol-
vida por um prejecto de lei, mas a commissao
pensa de 'orma di versa. E' o parecer sujeito a
discussao, adiado por ter alguem pedido a palavra,
e ahi fica o presidente da assemblea armado: se
lhe convem que o parecer seja apprevado, esprei-
ta a occasiao em que o deputado qne pedio a pa-
lavra nao esteja presente, em que, portanto, nao
possa fazer ouvir as razoes que tenha em sentido
contrario a conelusao do parecer, e nesse momen-
to submetle a discussao o mesmo parecer. Nao ba
numero, ninguem falla, fica encemda a discus-
sao, e no dia stgniale vota-se. E^ a forca nume-
ric.!, mas nao 6 a forca da ui.-cussao....
0 Sr. Gooq&lves Fereeira : E' o tnumpoq
da maioria.
0 Sr Olympio Marqies : Mas se nio ha
maioria ?
0 Sr. Nascimento Portella: Qual e o trium-
pho ? E' o triumpho do mutismo, e este nao e o
triurapho que eu deseio para a assemblea pro-
vincial. ( Muito bem.)
Agora eu apreciarei o aparte do nobre deputa-
do ( o Sr. Gencalves Ferreira), mesmo para que
se convene.! que a mini podem todos dar apartes.
porque pareceu-mc que lhe ouvi ha pouco dizer
que a mim nao se podia dar apartes. Vou apre-
ciar o seu aparte : e o triumpho da maioria.
Mas a maioria em seu numero triumpha quando
tem por si a presumpcao do acerto das delibera-
tes, e este so pode resultar da discussao, das
razSes que a maioria apresenta em favor de seu
voto.
0 Sr. Gonqalves Ferreira da um aparte.
0 Sr. Nascimento Portella : Mas a presump-
cao e que e acerto depende da discussao dos
esclarecimeutos, que reciproca e mutuamenle se
devem transmittir tolos os membros de um corpo
politico.
Mas, como ia dizendo, bastava a consideracao
d .s simples pareceres em que o perigo e emi-
nente e gravissimo, especialmeate quando rela-
tivo as leis nao sanccioaadas e dependentes de
uma so discussao; mas passemos ao's preprios
projectos Com relacao a 1* e 2' discussao, com-
prehende-sB que o perigo nao seja Ui grave, por-
que ha ainda a valvula da 3' discussao; mas
com relacao a esta, com relacAo as emendas appro-
vadas nesta, emendas que teem uma so discussao....
0 Sr. Manoel do Rego : Em qae nao se ad-
raitte mais emendas.
0 Sr. Nascimento Portella :....em qne nao
se admittem mais emendas, como bem lembra o
nobre deputado, que e dos recursos, qae e das
garantias ?^ Uma maioria facciosa, uma maioria
que queira altamente prejudii ar os interesses da
provincia, mas que entretanto nao o faria se por
ventura tivesse de ouvir as razoes em contrario
exhibidas pela minoria, espreita a occasiao conve-
niente e opportuna para fazer passar quantas leis
quizer, offeasivas aos interesses da provincia.
Nio se deve esperar isto, e uma presumpcao,
mas admiltaraes, porque e admissivel, pode muito
bera acontecer.
Vejamos a gar-ntia centra esse abuso, ura cor-
rectivo a esso desmando : qual teria ? A primeira
e a segunda discussao : mas se eslas dicussoe* nao
tiverem havido ou mesmo se aproveitar-se, como
V. Exo sabe que e permittido pelo regimento,
a 3" discussao para apreseotarem-se como emen-
das projectos que nao lenham soUVido 1' e 3* dis-
cussao, qual e a garanUa para se poderem ouvir
do cada ama destas cadeiras as opinides favora-
veis ou centrarias a essas emendas, qne teem
sido onu-os tanlos projectos e que podem ser toJos
aoprovadoT Qual o acerto das Mieliberactes ?
Creio qa9 nesta hypothese os proprios projectos
de lei estao sujeitos em relacao as suas discussoes,
aos raesmos perigos a qae estao sujeitos os pare-
ceres, qualquer que seja o seu objecto.
Accresce, Sr. president, que, como

v
.' '

___.


f
ff
3*Uffo de PmrnambiKO Qumta ffceira 23 de Abril de 18T4.
______.____.___________________- _________ "~ i i -i
o nobre deputaJo (e"!*r; Tfnoerdo1Bcg'), nSe Vtm mo partttwi TneeTfWiehte jB?TOToaTO? TT-
em toda a extensle a que one leva *\fct^ro|t de um ariig^Nipentli,. pensameMu qua piWvjao ao qua se uiscut* Ea, senhores, lenho n\
\ maior constdernfjle-e uOrerio d* maioria *a a
blea, cotno de toJo* os corpus- deljlieralrviis, ikt-
que a maioria- e-a let, a maiaria >e a verdade, a
maioria c. a base-cm qua assen.ta todo o nosso sys-
tema conJtilucirinal representative.
Folgo com o Ulustre depuudo de reconhecer to-
da a impel uaujia. todo* o* Utratkis q*e dove ter'a
minoria, e ella nao esta cocUmenta exeluida do
nosso systema representative.
Senhores, uma maioria faeoio-s...
0 Sb. Ampio Cojta : Bayoneta] nella, como
aconteeeeeu era 188%.
sidio a confeScuJij rogiwento porq3 aciuilmim-
te sa rege a awwfiBroa ptovinfcial, Bio foi oalro
senao a voli^lfroaodiriatla discussao, a dis:us*e
como qne hlHWliPJo a votacao. Por esla raao
(oi que se adTOtlio qoe o deputado, que nas assiste
a discussiu, tem o direito dc recusar-se a dar o
sea voto.
0 S. /. Msllo Rxmo : Esta o a raaie mais
prncedente que aoho.
0 Sn X iscihhnto Portkiaa : Gra, ve" V. Exc.
que ram arerto procedeu a assemblea provincial
(juanJo adoptou eala disposieio regimental, por-
que a votacao deve ser preeedida de diseassao, de
cselarecimerttos.
Na hypothese ligarada o quo suecederla ? Como
toem disse o no ore depuUido, ser submettida a
apreciacao da assembled, quando nella estejara
presentes somente os tres deputados que compoem
a mesa e mais alguns, porjue na forma do ar
tigo proposto oslando somente presente a mesa,
pule Irabalhar a assemblea.....
Um an..Dkputadj : Basta o presidente.
O SB. Nas-'i.mesto Por fella : ... pode ser
sobraeltida a discussao uma materia imporiante.
E assim em um bnn dia, em um dia chuvoso.
aqui licam ciaco ou seis homens eucerrando a
discassio de tantos projectos importantes quautos
baja na ordem do dia 1
OSn. Mvxoel no Rego: Ac'.aalmente podiam
cncerrar 6i pmja.to;, que sao qaantos estao na
ordem do dia.
(Ha mikes apartes).
O Sh. Nasi-.imk.nto Portella : Portanto, Sr.
presidente, esses projectos eicerrados sem dis-
cussao e sem delibcr.vvio da assemblea, iriam no
seguinte ser- vota.fus sem utado?
Kstflo VflBxe". eonoehe ais^pothese dealgnns
nieinbros da casa fawrem uma suriieia a a:
blca f
0 .?ei,
VnzBs: Oh !
0 Sa. Pinto 1'essoa : Pois o nobre depatade
acredita qu; a mesa, cuniposU ortiiuariamenie de
deputados em quem a easa deposita a mais viva
eonlianca.....
Sn. Manoei do bg3 : Nlo 6 impoafivel
ealisarse essa hypotliese.
0 Sa. Pjnto PKsrv:.....juntamenle com
O S. Pimto Pessoa :.... como afllgnrou-se \ algans deputados, possaaapreparar aos ontfoa de-
que encerrada a dis-
juer oaioreza, sujeila
sg ra na aprecia(io do
on
que tinMam dc coneorrer como sen voto para a
a-iopcao ou rojei'.-a.-) do* mesmos, tivessem estado
presentes quanJo uoave a respecliva discussao
O pensatnento que presi lio a confec^ao do ar-
tig<> regimental o u:n pensameoto salutar, e uma
dis?osi?io garaulid >ra. eia de accordo com o que
. e natural. Quem resjlve dove ter motives para
fare lo ; quem vota proeisa ser esclarecido pela
discassio.
Depois, Sr. presidente, a'.em dos perigos noti-
dos, o espectaculo quo dar-a em muitas occasio :s
a assembMa pojvincial I Corpo collectivo, com-
poito de39 membros, quando o acto additional
nao permitti) que fnnccione sem metade e mais
am, qua I seria a posicio da assembles, fanccio-
nando com 5, C oa 7 deputados 1
Cimo as m.iterias as main importantes, as mais
serias, seriam snjeitis a delibera^ao da assemblea
assim coustitaida ? E poderia a assents ca ser
assim considerada coma e^istente, como consti-
tuiUa ? Eu creio qu; nao.
8 Sn. fH.rVKiaA AxonADE : A assemblea as
sim nao pole dlibcrar, mas poJe Jiscutir.
Vemos :rqui, qui-i loil s os di:is, estarem pre-
senles 4, o ou fi de;mtad )*, e nio obstante a dis-
emsao ConfimSa, se ha que n qaeira failar.
0 Sir. Nascwkwto Portella Se o facto mos-
tra que as vezrs n;is discassoes hnvidas na as-
semblea nao estao presentes nictade e mais um
dos depotados, isto nao <|iter dizer qua possa
ser encerrada a discussao sem estar prc^enle
e;*e numero.
0 Sa. Oliveirv Axdradk : Pole, desde que
faiaver um.i disptflifio regtawalaL
0 Sr. N'-.scimexto PoaruLt : Esta dispofipio
6 que estoa-MMugaad >. Qie fnperta qne os do-
pniulos nao estejam presentes na occasiao da
diseussio ? Em todo o caso a diseusao nao se
encerrou, a matjria aiila coatinia a SiW discu-
tiri, o aqnelle oa ajsirfpis quo p>r ventura te-
uham prescinJido da diseassao, qne nio t- nham
qUortlo tnmar parte nella, uai Ocaa priva-lis do
^eu dtreito, p >rque piie.n discutir ni aessao se-
guinte.
0 Sn. Oliveirx Anwiadb : PJwsandtt a re-
firnia do regimento, pilerao fazel-o na 2' e na
3' discussai.
0 Sr. .N'ascimkxto Portella : Ja resprali a
este aparte.
ft Sa. Oliteira Axu:'.aoe 8Por jae esta exage-
rando ?
0 Sn. Xascimexto Phrteila: P61ser que
useja exageraJo; ate hojj em minha viJa nao
me accuso desto peccado ; teuho sido sempre
muito e muito come lido. Nio exagero nem
aas manifestayoes dc amuaic, nem mesmo nas
4e inimizade c odio.
giS.-u homem muito com-Jilo ; procuro ex-
pender as nrinbas ideas com a maior calma pos
.-i. i, tai o.imo ellas vein aj men espirito.
am erro de apreeiacSo, como outro qualquer de
DOS.
O Sa Nasciuexto Po.itblla : E-tnn, se.n
duvida ; mas nao ha exogerapao, oor^ue exagera-
cao -ii.i;ic".b-1a pane daquclle que so manifesta al-
leiarae 3aqoJllo de .pie se aeha eonvencido.
0 Sr. Olivkika AxoRADEda um aparte.
0 Sa. Nasciuexto Poktella: Ma^, como di-
zia, Sr. presid sine, nilo me parece diyno da as-
cemblea provincial qa) ella cm sou regiment) ve-
foln que possa fuoccijoar cum qualqaer uumero
tie de|tutaaos, que estejam presentes, e muito me-
nus que nestas con li.-oes
eoHib de malarias d ; in
a sua deliberj.a.>,
Se fiis^e po;Mvd entrar
que a exDeriencia deoiunstra, eu diria a V. "Exc,
Sr. iire.-i.ler.t;. qan se o c iTectivo que .-.e procara
o'in esta medi la, e forjir oj depatados a estarem
preseates, em Ingar de cooseg li-lo, baveria um re-
fiOJtadu contrario.
0 Sn. Glivsma Axdrade : Consegae-se o re-
-uital i da -e adiaotarem os trabalhos da as-
seaoUea.
0 .-^r. Nas/imknto Portella : V. Exc sahe,
Sr. president-!, p.>rque tem cxperienria proptia,
quantas vezos 'he u dilQcil manter a |ui na a-spm
b;6a o nu i ero precise pira as J.-liberates. Isto
nao e de ho]e, e de muit > le npo; nao 6 uma cen
sura quo fa; a ningu;m. Mas, adoptada a ilis-
poslcao regimental de ijue se trata, e^tas cadeiras
Acaraa muito mais des'.iccupaJas, quaesqucr que
sejam os qui figurarem neilas, qaer seiamoa n6i
maioria ou unaaimidade hoje, qaer sejames nos
minoria d'aqui a algum tempo, porque sera uma
especie i.'e commissao daJa : Ida funccionando,
apjirovamos ludo quanto uzardea, as nossas flga-
ras n;io_s5o necessarias senao.ao dia seguiote para
a votri.-ac, faze; vos da mesa tcdo quaato jalgardes
ooBveniente, por uma apparencia deixai alii flcar
un-i ciaco, seis ou nove deputados, ide encerrando
to.las os projectos... d
L'm Sr. IJk! ltado : E nj dia seguinie ?
0 Sr. Xasi: mexto Portellv :No dia segniote
aai vira a v itario sem discassio, sen eschreci-
mentos.
O Sn. Olivf.|!l\ Ajorads : -Hae-r.agerac.io nes-
(a apreciaea -.
OSr. A'a- I..UO.T0 Pcrte^u : I"jle ser ; em
todo o caso, impor a minha opinia), porque nunsa a impaa a
aisgnea : ni) tenho este direito p, qeando tives-
s', nio asaria dalle : o reeu n:n a manifestar as
minhas ideas laes quaes as tenho.
i'eusa ijue nao devemos ado;jlar este crtigo de
reforma rcgiineutal, c mdemaaudo o que ate hoje
temsid) eoasipnado no ncsso regimento. Quaes
tem sido os inconvenientes f
Diz-se (vamos apreciar esta segunda parte) :
a \ssim nao so adiantam os trabalhos. Scaho-
r*s, ea creio quo, sempre que se trata de naateria
de impprtancia, de objeeto de utiiidade...
OSr. Masoel do Rlo) : lUjiumaro para-se
votar (apoiaduj.
0 Sn. Nascimento PoarELLA:... todos nos es-
tamos sempre promptos a c incoirar com as nos-
uas luzes, com a uossa palavra, maui/estaalo as
n.i^as ideas, favoraveis ou contra' iae., da modo
qae sefwja sempre o que repoUmos bem para a
provineia; nao podeinos suppor o contrario.
iio vejo que oste seja o grande mal do r W. i *' contrario aui hoje a assemble pro-
vincial, honralhe seja feita, a nda uaorecusou em
qualqaer situa^ao, a*leis aunuas a nenhuin presi-
dente j eu prcpno tenho a prova signifieativa
dlrtO.
Em 1869, quando ouoceupava acadeira presi-
dcncial, uma a-semblea adve.-sa deu-me as leis
anuuas, apenas com seis ou nove dias de proroga-
?io. Reconheceram a necessidade que linli.i a ad-
aimistracao da provincia de meios da governo e
nio cs recusaram.
i>>mo, pois, se pode suppor quo com relacao
aquillo que e de utiiidade, qne e de necessidade
para a provincia, oaja essa esquivanca de oossa
% essa desidia no enrnprimento do dever, de
mod) que, para aueader ao serweo i ublieo, seja
precise allerarmos a disposicao actual do regi-
m :j), para enuf.igoarraos essa lorma em que o
mutismo impeii, cm que os esclarecimenton des-
apparacem, em quo a olac5o nao e preeedida de
discussao ? Isto nao e regular.
Eu penn .i-sirn. i. assemblea provincial resol-
Ta como eiiojader. Qualquer qua suja a sua de-
liberacao, sera por mim respeitadi, tanto qoanto
tem sido todas as que tem tornado. (Jltiito !iem.)
O *r. Pinto Pt'ssoii ; Sr. presidente,
ao nobre depaiado, me parece tmpossivel da rea
lisar-se.
Vorcfs :-Ohl
Uh Sn. Deptjt.v0o : -Naj m e posaivel, como as
vexes 6 facil, e ja tamos exemplo disso.
0 Sn. Maxciki. do lliciij: E ate e muito pro-
vavel.
% Sr. Pixto Pessoa :B se e pessWcl, Wl in-
oil ou pro vavel, ootao e aecessano qua nos ver
guemos sob os decretos dossa maioria.
O Sr. Manol do Reg >: Mas nit j tiremos, co-
mo se quar, as garantias as minorias.
0 Sa. Pinto Pessoa : Nio se tiram as garan-
tias a minoria....
0 Sr. Ma.nosl do Ueco : -Sem duvida qne se
tiram.
0 Sn. Pixro Pessoa. .. como parece ao nobre
depulado.
0 Sn. Peretti : Isto 6 ate uma rolha disfar-
cada.
0 Sr. Olympio Marques: Oucaraos o orador.
0 Sr. Pinto Pessoa : Nao fax mal; podera dar
todos os aoartes que quizerem.
0 Sn. Olympio Marques:Eu ainla nao dei
nem um ; estou apeaas peJindo attencaa.
0 Sn. Pinto Pfssoa : Se am projects nao pode
passar crao lei da assemblea provincial, sem que
corra os 3 turnos da votacao ou da discussao, nao
sei quaes sejam os perigos que os nobres deputa-
dos passam enctergar no encerramento que ora
se pede.
0 Sr. Olympio Marques : E se se tratar de um
parecer que tem uma so discussao ?
0 Sr. Peretti : -Ou de qualqaer emenda apre-
santada em 3* discussao e que tambem tem uma
so discussao ?
0 Sn. Pinto Pessoa : 0 nobrcdeputado ha de
concordar qne sempre e em todos os casos o pro-
jecio tern 3 dncussoes; e desle que o projecto em
todas a? suas 3 discussoes excita tao pequeno inte-
rest que ni) ha casa, nao ha maioria para dis
cutil-o, este projecto, meus senhores nao tem tan-
ta con>ideraQao quanta os nobres deputados Ihe
querem altribuir.
0 Sr. Maxoel do Rsgo : -Mas nao p3-Je ser e3
preitada a occasiao para de prop isito, p5r se o pro-
jecto em discus*) qaantto nio houver casa?
0 Sr. Pixto Plssja :- Porque ratao os nobres
deputados desamparam o seu poslo quando se
aeha em discussao um project) nnporlaute ? Por
que nao estao sempre lirmes!
0 Sa. M>no l do Rego: -Pode entrar em dis-
cussao sem ninguem esperar.
0 Sa. Pinto Pessoa :i'orqie rax4o naoestire-
mos no? seataios era oosas cadeins, para cum-
prirmos os aossos deveres?
Um Sn. Depltad) : Nao falJe em nos, fdlle
para o future.
o sr. Pinto Pessoa : Nio estm failando senao
pira o futurj.
0 Sr. Gaspar Drummo.no : -Entao nSo falle em
DOS.
OSh. Pist* Pessoa :-S- abandonamos as dis-
cussoes dos projectoi, devemos altribuir a nos
mesrais o vicio ou a falla, e nao devemos admit-
lir que os project)S tsaha-n Uo larga e axtraordi-
u.ria proteflacSb que nao possam s;r votados na
assemblea oppoi lunamente.
Respeito as opinides da minoria, acha que ella
tem um direito sagrado, que devemos muito .ieve-
re&ciar; n'as d'ahl nao se segue quo neguemos os
grandes dlreitos qua competem a maioria, porque,
corao ja disse, a maioria e sempre a lei, a verda-
de, a justice.
0 S. Olympio Marques:Mas ahi nao ha maio-
ria.
0 Sr. Pint Juxwn : -Se i ou 5 deputados en-
ccrram uma discussao anode esta a maioria ?
0 Sn. Pixto Pessoa : Se \ ou 5' deputados en
cerram a discussao de um projecto, 6 porque os
outros abandonaramo seu posto.
0 Stt. Maxoel do Rego :As vezes por for^a
maior.
0 Sr. Pixto 1'essoa : A maior fofca"6u mfluen-
cia a que os deputados devem attendcr, c respeita-
rem o dever quo i!ies inenmb? da assislir as dis-
cussoes da assemblea provincial.
0 8a. PsBBTTI: -A<1 impossibilia nemo tenctur.
0 Sr. Pixto Passoa:Se a minoria, senhores,
nao qucr que se Hie ronbe os direitos ( e neiu vejo
qua se roube aqui duettos a minoria), se nao
quer que um projecto passe sem diseassao, quem
a embaraea de assislir a mesma discussao ?
Nao coinprehendo a razao porque se levantam
alguns des senhores deputados centra o artigo quo
esla em discussio.
0 Sn. Maxjit. do Rego:Sao se pole pre'er
qaando o projecto eritra em discussao.
0 Sr. Pixto Pessoa : Mas e dever da minoria
assislir as discassOes da assemblea provincial. Se
ella desampara a sua posieio e o projecto passa a
2' ou "(" discussao, entao e que a minoria com-
prehende que o projecto nao eno ra em sj essa
importancia, que agoia Ihe querem conferir.
6 Sr. Olympio Marques :Mas ahi nao 6 a mi-
noria, 6 a maioria ine abandona a assemblea.
0 Sr. Pixto Pessoa : N:lo e a maioria que
abaudona a assemblea.
30 Sn. Olympio MARQU3S : Enlao quem e ?
0 Sn Pixto Pessoa : -0 nobre depatado tigura
a hypothese, e nem podia d'-ixar da figura-'n, de
qua esta a casa oempteta e entra em discussao o
projecto ; na i e assim *
0 Sa. Olympio Marqoe' : Sim, senhor.'
0 Sa. Pixto Pessoa :Bem, esta esse projecto
em I' discursao. Senao In numero, isto 6, 88 se
venlica qne nio hi maioria ; como e que fica o
direiti da minoria on da maioria comproinetiido?
1'ois se os nobres deputados deixam a casa, se dei-
xam de jusiili:ar o projecto, da failar sobre elle,
porque razao lia dc ser prc'.ellada a discussao ?
0 Ss."Olymi-io Marque* :Nio, eu nao dig)
qua se prolelle. ma sim quo n.io se encerre.
0 Sr. Pjxto Pessoa : Mis o quo importa o en
comment-), so os nobres deputados teem ainda o
direito de failar na 2* discussa) e depois na 31 ?
_0 Sr. Maxo::i. ds Rbgo : -K' nos ca'os das leis
nao saueeiauadas, que passam por uma s6 discus
sao ; qual e o remadio ?
0 Su Pinto Pes-oa : Os vicios que os nob es
deputados euchorgam em ser votado um projecto
sem maioria.
0 Sn. Manoel do Rego:-De surpreza, como
pole aeonteoer.
0 .Sb. Pixto Pjcssoa:.... este vicio pode tam-
bem dar-sc sempre ijue houver uma minoria ca-
prichosa, que se queira retirar da casa, desde que
houver uma minoria facciosa qua teime em deixar
a assemblea para que nao passe am projecto de
interesse geral ou da ordem pubiica.
0 Sr. Olthi-io MarquiS :0 regimento nao
previne este caso. Sa a minoria for tal quo possa
impedira aasembleadedelijerar, entao oregimen-
to neste caso nada pre vane, porque apsnas deter
tat que se encerre a discussao, mas nao que se
vote.
0 Sr. Phesibekte : Aitencfto I
0 Sn. Pinto Pkbsoa : Conseguinteisente, ten-
do um projecto de correr os turnos de 3 discus-
soes, nao ha nenhuma razai para quo, desdo que
nao haja numero sutliciente, nao lique encerrada
a disoussao, em qua elle esli*or, seja a I' ou a x\
, Sr. Olyaipio Masques : E a 3" ?
0 Sn. Pixto Pessoa : Qdando o projecto ebe-
ga ;i 3J discussao, ja tem passa do pela 1" u 2'.
0 Sb. Maxoel do kego : Pode ter passado de
surpreza em 1' e 2' discussao.
0 Sn. Pinto Pessoa : Nao campfehondo is^o;
quando a minoria estiver conseia dos seus deveres
e quizer deeempenhal-os, corno Ihe cam pre, o pro-
jecto n.io poUera passar de surpreia...,.
0 Sn. Joao Oarualho : Apoiado.
0 Sr. Pixto Pessoa : .....e imposiivel a
surpreza.
Um ?r. Deputaxio : Tem-se mostrado que
nao e".
0 Sa. PiNro Pessoa : Nao se lein mostrado
tal.
0 Sr. Olympic Marques : Vejamos as mocfies
que tem uma so discussao.
0 Sn. Pixto ttaM&fci Acontece ahi a mesma
ceosa; por isso mesmo que essas nocoes teem de
passar por uma so discussao, cumpro* a nos todos
lomarmo* o maior empenb^ pela Ma adopcao ou
rojeieio.
0 Sr. Maxoel dj Reoo: Mas nao podem en-
trar de snrpreza em diseassao, sem qua ninguem
saiha ?
0 Sr. Pinto Pessu : Cotao e qne podem
p"ssar do surpreza, havendo a miaoria de que
putados uma cilada
0 Sr. Maxoel to Reoo : E porque nao T
0 Sr. Pinto Pebsoa :.....em um negeoio
que seja contra os intcreases pubheos ?
0 Sr. Pixto Junior : Conforme for a mesa.
0 Sn. Plnto Pbssoa : Se n6s devessemos pre-
ver todas essas hypotheses.....
O Sa. Maxoi-i. bo RRgo : Facamos o qae for
possivel.
0 Sr. Pinto Pessoa :.....nao seria possivel
haver legisla^ao, porque nao ha legislncio aigtiina
que preveja iotas as nypotheses.
K-sa hypothese a que os nobres deputados re-
correm cm desc^pero de causa ( nao apoiados),
paroiiit i-se-nie a expressao, c uma hypothese im-
possivel, como, senhores, acreditar-se que a mesa
da assemblea, juntamente com 3 ou 1 depatados,
ou quantas us uobres deputados queiram figu-
rar.....
0 Sa. Caspar Dbummono : Eu ja fallei nesta
assemblea somente parante a mesa.
0 Sr. Pinto Pessoa : ..... armem uma
traicio, por assim dizer, nem pode ser outra cousa
e por ventura sacriticando os iatercsscs da provin-
cia ?
Acho isto extraordinario. **
0 Sr. olympio Marques : 0 pre idente pode
fazer isso sem ter iutencso de praticar uma cilada;
basta cumprir o regimento. Emquanto nao dor
a bora, o pre>idente tern obrigacao de ir pondo em
discussao os projectos dados para a ordem do dia,
ate esta Dear esgotada.
0 Sr. Pixto Pessoa : 0 interesseda minoria
nao pode ser senao o direito que deve Ine persistir
sempre vivo, sempre coustaute, de discutir todas
as questions; esta direito que e o mais serio, que
e o mats sagrado, nao lica por neuhum modo
inlerrompido ou nullilicalo.
0 Sr. Olympio Marques : Mas nao ha mino-
ria que supporte isso; nao ha quem nao dormite
uma vez
0 Sn. Caspar Dhummoxo : Meaos o nobro
ora lor.
0 Sr. Olympio Marques : Qaando Horn ero
dormitou, quaato mais uma pequena minuria.
0 ;r. Pixto Peso\ : Nio veio razao para esse
receio, nio vejo que os direitos da miooria estejam
olfendidos, estejam conculcados de nenhum modo.
A maioria, como a minoria, se se quer flgurar essa
hypothese, tfira igoaes direitos.
0 Sr. Gaspar Drummoxd : A questao esta na
apreciacao.
0 Ss Pixto Pessoa : Portanto, senhores, nao
enshergando nenhum inconveniente no artigo, e
vend i que nao se oHendein os direitos nem da
maioria, nem da miaoria....
0 Sn Maxoel do Rt3 : -Oh I com effeito I
0 Sr. Pinto Pessoa : .. que os projectos
podem ser franca e livremente disculidos pela a
assemblea, nio admittindo ao mesmo tempo a hy-
pothese, que chamarei gratuita, ligarada pelos no-
bres depatados, votarei pel) aitigo que sediscute.
0 Sr Pkrktti : -0 nobre depatado 6 muito fe-
liz, porque ve as eoasas p ir um prisma t.io lia lo.
0 Sr. Manuel d> Ueui : -E" ingenuo de mais.
E'Jida, apoiada e entra conjunctameu'.e ein dis-
cussao a seguinta emenda:
a Suppnma-se desde as palavras se ira pas-
sandoat6 ordem do dhe o mais como n > ar
tigo. /. J. Fsrrrira de Aguiar.OUveira Aadra-
de. Felippede Figutiroi
Ninguem mais pedinJo a palavra, encerra-se a
diseassao c procede-se a votacao. Sao rejeitadas
as emendai dos Srs. Manoei do Rego e Nascimen-
to Portella, scado approvad) o artigo coin a emen-
da proposta pela commissao de policia.
Consultid.t a assemblea, d;cide estar prejudi
cado o art. 36 da in'lica(;4o, o qual ficara adiado
para ser discntido dap'iis do art i. do parecer.
SAo sem debate approvados, cada am por sua
vez, os seguir.tos arligos do parecer :
t Art. 3," Sempre qae houver granJe numero
do emenda*, ou que as apoiadas cootiverera nota-
eVu, "licarV trStijBl 'rffiiiM4 pVra *2W&
seguinte.
_ As emendas depois de elassifleadas pela mesa
ser.ao publicadas no jornal da casa e so depois dis-
so votadas no ilia seguinte.
Art. 1" Nis terieiras discussdes dos projec
tos de lei de orcamuato provincial e mnnieipal
nao Serio aeeitas emends*, additives ou outras al-
teracoes qae augmentem oucreem despezas novas
com vencimentos de pesso.il.
Art. 3 As rel.ieni.'s apresentadas pela com-
missao respecliva, salvo o caso de urgencia vot ida
pela casa, licario sobre a mesa, ser.lo impressas
no jornal que pablica os debates, e so depois disso
serao subinettfdas a discussao e volai-ao.
Entra em discussao o art. 6., qua assim diz:
Para m.-tivar roquerimeuto ou indica(.io, ne-
nhum deputado podera failar por mais de mala
bora, salvo o caso de decisao em contrario por vo-
tacao di casa, indepenlente do discussao.
O Sr. ^iascjmcMito Portella : -Sr. pre-
sidente, V. Exc. e a assemblea tem visto que em
geral a respeito dos arligos que ja foram discuti-
dos, nao tem havido duvida nenhuma ; elles lem
sido vctados com a maior proraptipio; mas assim
nio pode acoaleeer com este quo marca prato, bo-
ra certa, tempo preflxo, ao qual ha de limitar-se o
deputado, que quizer tratar de uma indicacio, ou
d> um objeeto por mais importante que s-ja.
0 Sn. Oliveira Andrade : Em meia bora se
pode moiivar qual|uer re.uerimeato, por mais
importante que seja.
0 Sr. Nasclmbxt.) Postrlla : Nos temns sem-
pre justiQcado aqui os nossos requerimeatos em
pouco tempo, e eu uao vejo razao para que se
marque es:e prazo.
0 Sr. Tolentino dh Carv .lho : lia uma razao,
e e que para o expediente o regimento so da uma
hora._ 0 nobre deputado sabe que os requeriuien-
tos sao justificados na liora do expediente.
0 Sn. Presidente :Attencao I
0 Sr. Nascimento Portella : Eu nao devia
dizer uma palavra contra este artigo, porque dos
deputados desta casa talvez seja eu o unico que
tenha execdido da um quarto da nora aa justifica-
cao de re |Uerimentos, mas creio quo isto succe-.
de ta> raras vezes, qua nao convem por tal moli-
vo adoptar-se esta disposie,to.
Oisse, porem, o nobre d'epulado que, desde que
uo regknento so marca uma hora para o expe-
diente, se nao dove exceder deste praze.
0 Sn. ToLE.xri raasmo.
0 Sr. Nascimsntu Portella :Ma parece que
esta foi a-razao que levou a n)bro commissao de
pali;ia, a consignar esta idea.
Uigo eu, que nesta disposijao regimental que
marca uma bora para o expediente, esta o cor-
rectivo do quaiquar ihconyaniente que haja de
larga discussao, por isso mesmo que o expedien-
te nao pode exceder de uma bora, por isso mes-
mo que nesta espaco do temps, depois de lido o ex-
pediente, e quo e licito, na forma do regimento, a
qualquer deputado pedir a palavra para juslilicar
a sua mocao, o nao pode qualquer mambro des-
ta casa ir a'em do tempo fixado propriamente
para o expediente.
De maneira que o prazo que nao pode ser ex-
cedido, ja esta consignado no regimeato, e n6s
nao precisamos consiguai-o outra vez, limitan-
do-o.
Ora, se ja ha este prazo de uma hora para o ex-
pediente, e neste easo podendo a leitura do uue e
propriamente expediente ser esgotada era 3, 6 ou
10 minutos, qae mal faz qne o resto do tem-
po seja cousuuiitto na justiflcacao da um re-
querimento ou de uma iudicaeao, qae pode ser
object) do tal importancia qne em am quarto de
bora nao possa ser justifbado t
Parece me, portanto que nao ha necessidade
de se aparorar o artigo em diseussio, porque,
como ja disse, o correctivo esta na propria dispo-
sicao regimental.
Assim, voto contra o artigo proposto.
Ninguem mais padiodo a palavra, encerra-se a
dlscussa-o, e/ppoendendo-ee a votapaox eo 3iaigo
& t( ieitado.
Enira liiulmente em discussao e e sem debate
approvado o:
Art. 7 Picam revogados os ultimos artigof
additivot aoqpegmiento da 8 demaio.da i(-62.
Bstando a' hora adiantada, a 8r. presidente da
sigoa a ordem do dia septlnte e lvanen a sessao
REVISTA DIA.RU.
.\KeMililea provineiaL Huniem a as-
'"ombleii 'fiinccionou com 'XI Sri deputados, sols a
ipntidanrVi do Sr. Dr. Aguhir.
A;ipwvada a acti dases seeretsrio leu o seguiule expedicnie :
OjDcios :
Ba secrotario do governo da provincia, re.net-
tenda por eopw, o olllcio de iaspeetor da thesou-
raria provincial, ncerca de accordo na applieacSo
do -J 11 do art. 13 da lei n. 1.113, e em original as
respectivai informaeoes A' commissao de legis-
lacSo.
Do mosmo, remettendo por copia o offlcio do
inspector da Ihesouraria provincial, em que soli*
cita um credlto cxtraordinario na importancia de
78il60,para o pagamento de juros deapolices.
-A' Commissao de or^amento provincial.
Peticio :
Do hath^rel Nabor Carneiro Rezerra Gavalcanle,
offereceado a assemblea um exemplar dos estatu-
tos do banco hypothecario e pedindo que sa auto-
rise o prosideme da provincia a sabscreverat* a
quarto parte de suas acgoes.A' commissao de or-
cameoto provincial.
Sao lidos, jnjgados ulje-to de deliberaQao e
mandados i nprimir dous projectos: um conceden-
do uma loteria de 120:0304000, para as obras da
capella de Nossa Sanhora do Rosario de Tigipio;
e outro marcando liuiites as freguezias de Cimbres
e Pesqucira, ambos assignados pelo Sr. Dr. Drum-
mond.
Passando a ordem do dia, continuou a 3' discus-
sao do projecto u. 9 (forca policial) Oraram os
Srs Ratis e Silva, Olympio Marque*, Gaspar de
Drummond a Manoei do Rc/o ; depjis do que, a
pedido deste e do Sr. Ratis, foram retiradas suas
emendas, a excepcao da que se refere ao art. 11,
que lho nao foi concedida a retirada.
Eocerrado o debate foram approvada3 as emen-
das da commissao ao art. i,; do Sr. Oliveira An-
drale, >o art. 6,do Sr. Goncalves Ferreira ao art.
10 e a'doSr. Manoei do Rego ao art. 11; e rejti-
VaJo o additivo que coosignava augmento de soldo
para os offlciaes e cirurgiao do corpo de policia,
licando as referida-emendas, em face do regimento,
dependences de uma nova discussao.
E achando-se a hora adiantada, o Sr. presidente
desiguou a sayuinie ordem do dia e levantou a
sessao : continuacio da antecedante e l" discussaa
do projeclo u. 29 deste anno.
Vavto iaceudiatlo- Segundo lelegramma
da Bahia, em data de hontem (22), a barca rjrasi-
leira Ripidu, de propriedade do Exm. Sr. barao
do Livramento, que de nosso porto sahio a 19 de
fovereiro allimo para o de Liverpool, com um car-
regaraento de 1178 saecas com 91,2*0 kilos deal-
g'MlJo, l.iOO saccos com 10,300 kilos de essnear
mascavado e outros genera?, incendiou-se total-
mente na enlrada do porto de Liverpool.
0 navio eslava segnro no valor de 13:0004003
na com.oanhia 1'henix Pernamhucaia.
taierua do bispatlo. Por provisoes de
17, 18, 20 c 21 do corrente : foram.renovadas por
um aano as nomeagoes do vigario Francisco Ania-
no de Sauza Araujo, de S. boQrenco da Malta, a
do vigario bacharel Jo;>o do Rego Mo'ara, de S. Mi-
guel de Taipii, na P.irahyba ; concedeu-se carta
de Ejuat a favor do clerfgo dose Gregorio de Sa
Esteves, para o bisnaio do Ceara; e foi nomeado
vigario encommendado da freguezia do Senhor
Bom Jesus dos AfQictos do Extl o Rvm. Antouio
Pereira de Oliveira Aloncar.
Tentativa de morle. -Recebemos hoa-
tem de Maceio o seguinte talegramma:
* No dia 17 do corrente ao escurecer, foi ferido
gravemente com um tiro o Or. juiz municipal da
Imperatriz e Muricy. 0 presidente da provincia
fe/. para alii segnir uma forca e o bacharel Manoei
Flor<-ntino de Albaquerqae Montenegro, como de-
legado do policia, exonerando o que exorcia, e deu
outr s providancias.
Hoi-roroso. -As 9 boras da noite do 19 d)
corrente, Maximiano Jose dos Sautos, desconhecilo
no togit Maricota, do district') .de Igoarassd, ahi
appareceu e pedio a am menino de II annos de
idade e de nome Manoe!, que o acaso Ihe deparou
alii, quo o goiasse ale a casa de Manoei Luiz ou a
taverna de Antonia Vieira, gente da localidade.
Accedenda a Crianca o com ello seguin lo, o desal-
mailo, cm meio caminho foga a estrada e em um
desvio estrangula a criauca e arroja-lhe o eadaver
a um vallado proximo.
No dia seguinte foi aquelle rocontrado ; investi-
ga-se a respeito, e o inspector de quarteirao do lugar
chega a prender o criminoso.
Interrogad) Maximiano, coi.fessa o horrendo cri-
me qua praticara, alleganl) que o fizera por
o fizera
ach^r.co omlx.'-fr,'*,,r Ill"oc(; Oi.lJ ueuuiuu uiaia ,
qua era praoa do 2* batalhl > de infanteria, do qual
havia 13 dias uesertara. Acha-se sob a acjao
da lei.
Eimtittito Arclieolasico Cioog;va-
pliiro. Deve haver hoje sessio ordiuaria.
Vhjmiits cspcrailoH. lloja on amanhS
o franeez t'ille de Rio de Janeiro, e o brasileiro
Gustiv de Orleans; a 23, o inglez DawiM, da Eu-

ropa; a 26, o inglez Puno, iiam ; a 23 ou 27 o
portuguez A'm'idu Garret; a 17 on 28 o brasi-
leiro B-ihia, dos portts do sui do imperio; e a 28,
o inglez Royne, do Rio da Praia e escalas.
Culonia dcaiottray. Recommendamos a
leitura do relatorio do director, e do discurso do
Sr. Drouyn da Lhuis sobre a importante colonia
agricola de Meltray, trabalhos cuja publicaQio en
cetamos antc-hoatem e termiaamos hoje em nossa
8' pagina.
Ville do Elio le Janeiro. Sahio
hontem ao meio dia do poito da Bahia. Deva
chegar amanha ao nossa porto.
Dcclaraoiin iicccssai-ia. Satisfazendo
ao ped.do do nosso amig) o Sr. Dr. Rulino Augus-
to da Almeida, lemos a declarar que nao e elle o
autor dos artigos publicad s nest3 Diano sobre o
titulo Helhor.tmentos de Pernambuco, para os
quaes em nada concorreu.
Propagadora da insiriiceao pubii-
ca.Havera hoje reuuiao do conselbo superior,
no lugar e hora do costume.
Coiigrregiso llcterac-io. Hoje reanir
se-ha esta sociedade, as boras c no lugar do cos-
tume.
Ordem do dia la parte : discussao da these :
Qaaes as vantagens e desvantagens d'um seuado
hereditario ? Quaes as vantagens e desvantagens
d'um leoaflo vitalicio, composto, como o nosso, de
um numero limilado de senadores ?
2' parte : discussao de these : Tem justifica-
cao a mortandada occasionada pela intolerancia
religiosa ?
Casa de Jogo. Pedem-nos qua recom-
mendamos a attengao do Sr. sub.le'egaao da fre-
guezia da l)oa-Vista, a que cxiste na rua da
Caixa d'agua, qne e a mesma que fanccionou
outr ora ja na rua do Rosario, ja na do Visconde
da Pelotas, da mesma freguezia : reclama provi-
dencias a respaito a tranquillidada da Camillas,
cajos pais e Qlhos, alii deixando os seas raingua-
dos recursos, arriscam-se a deixar um dia a pro-
pria honra deltas.
Bcneflclo. Havera hoje espectaculo no
theatro de Santa Anonio, devenJo reverter o
produeto do mesmo em favor da educa.;ao de uma
crian?a
A empreza e digna de louvor por sen acto de
generosidade ; qua o publico secunde-lhe as
vittas.
Palnaarea. Escrevem-nos desta localida-
de em 19 ao corrente :
Hoje teve lugar aesla villa a possa do nosso
novo vigario, o Rvd conego Marcolino Pacheco do
Amaral. 0 acto foi assa* concorrido, nio obstan-
te ter chuvido toda a manha, e estar o caminho
para a matriz quasi intransitaval, em razao de
muita lama.
A's 10 e m.-ia horas da manha, dirigio-se o
Rvd. conego vigario para e igrejar acompanhado
de illuslres cavalheiros; ao chegar a porta da
matriz foi recebido pelo Rvm. ex-vigario, que ia
o esperava, seguio-se o ceremonial da posse, Ondo
o qual o Rvm ex-vigario fez a sua despedida; e
logo depois o Rvd. conego vigario subio. ao pul-
pito, onde proferio uma breve allocucab.
LoteriaA que se acha a venda e a 97.' a
oeneflcio da igreia de S. Goncsle, a qua! corre ao
dia 29.
Leilao.Hoje (23) effectiia o agente Pinto, o
leilao de (azendas avariadas, miudezas e calcados,
conforme esta annunclado para o sea escriptorio,
rua do Bom Jesus n. 43.
Outro.A's 11 horas vendera o mesmo agen-
te uma caixa com camisas francexas, avariadas a
berdo do navio franeez iliaerve.
Casa de dr-.teuyao.Movimentc da casa
Ja detencao do dia 21 de abril de 187*.
t'vistiaii! presos 3*,7, entrariin A, sahio 1,
oxistem 330.
A saber :
Nacionaes 273, mulheres 8, astraageiros 2*,
escravos 40, escravas 5. Total 350.
A.iinentadosti cusia dos cofras publieos 281.
Movimento da finfermaria no dia 2! do abril de
I&74
feve baixa
Jose Joaqiiim des Santos, jjastralgia.
Falcio, febre-
OHhtMerio pnIaMObitnari.* dia- M
de abril.
'Elyzia, preta, Pernambuco, 10 annos, Boa-Vista
gsstro euteVile chrohica.
Maria, psnlai Pernambuco; an naseer.
Maria Celeslina, parda, Pernambuco, 2 mezes,
Boa-Vista; fraquexa congenita.
Leopoldina, parda, Pernambuco, 3 annos, S.
lose; entente.
Lauriana, esorava, parda, Rio Grande do Norta,
48 annos solteira, Boa-Vista; tetaoo trauma-
tico.
Joaquira dos. Santos Coelho, pardo, Pernambuco,
19 annos, solteiro, Boa-Vuta ; lesao organica do
coracao.
Candida Maria da Goneeicao, parda, Pernambu-
co, 43 aonos, casada, S. Jose ; hydropsia.
Izabel, parda, Pernambuco, 4 annos, S. Pedro
Martyr; variolas.
'tiSUStCQES A PEDIDO.
Ao publico.
Chegando hontem da corte, encontrei no Uiario
de 18 da marge, um novo niimo do promoter pu-
blico de Cabrobo, escripto nessa liuguagem fluente
c agradavel, que so se pode aprender nas lamas
do engenho Maruim, em Sergipe.
St i que e bem diilicil a posicao de quem luta
com alienados, quando nao se Ibes pode deitar um
caustico a naca, ou dar Hie uma dacha de agua
fria na cabeca ; mas como no montao de insultos
qne ma atirou esse moc,o enfermo, ha alguma cou-
sa qua pouha em duvida o meu criterio de magis-
trado, devu duas palavras ao publico.
0 promotor de Gabrobo, soffrendo de uma para-
lysia parcial, qne Ihe aticou o ccrebro, tem a ma-
nia dos loucos: intriga se facilmente com qualquer
pessoa, e proclama-se sempre de martyr, toda a
vez que qualquer pesoa Ihe delta em rosto os
despropositos que pratica.
Ninguem, por certo, so defendo de accusaroes
articuladas e nao provada*, e principalmento urn
juiz, que em cada acto de sua vida, deixa um cor-
po do dehcto contra si; mas como 6 necessano
dar uma satisfacao ao publico, declaro que breve-
menta volto para o termo de m'nha jurisdicjao e
de la provarri com doenmentos acima dc tpda
a excepi-.io, como havemos procedido, eu e o pro-
moter de Cabrobo.
Na minha vida de magistrado posso ter coramet-
tido erros por fraqueza de intelligencia ; crimes,
gracas a Deus, nunca os commetti; c para prova,
que o digam as informacoes que a meu respeito
se acham na secretaria da presidencia desta pro-
vincia, e na do ministcrio da jusiica, Jadas pelo
Dr. juiz de direito.
Um cidadao pre.-timoso, que se acha nesta ca-
pital e c:Jo testemunho nao pode ser suspeito, o
Sr. conego Firmino de Novaes, que o diga, qual o
meu prooedimento como juiz em Cabrobo.
Por agora basta; depois, la na coraarca pro
raetto confundir a ralumnia, nio o levando ao tri-
bunal competento, porque o nosso codigo pecal
lorna irresponsavel os loucos de todo o genero.
Recife, 18 de abril de 1874.
Jose de Carvalho Cesar,
Um voto de gratidao
A' philantropia do Illm. Sr. Antonio Elias de
Moura, devo nao chorar a morte de minha entiada
mais veiba, do 12 annos de idade, qua hoolem
pela manha indo banhar se proximo aos arrecifes,
na praia da Boa-Viagem, alii ia sendo viclima de
asp'iyxia por submersao, se depois da vontade
de Dcus, nao a soccorresse a niao carido a do
Sr. Moura, quo vendo a em luta com a morte,
eorrea a sartat-a, ati.-ando-se para o abysmo em
que ella se achava.
Accoes de tanto merecimento como esla, nao de-
vein Hear no csquecimento; portanto, permitta o
Sr. Moura qne a patentcie por esso modo, acredi-
tando que a minha gratidao sera eterna, assim
como de minha entiada, e sempre bemdiremos o
seu nome.
Recife, 22 de abril de 187*
Lndisldo Renvenuto de Rings.
1 ilauoel, cscravo de Antonio Pires de Afb'rjuer jne' 8bieo,"dos su acto?.
Anisuitcitn ao eriuxe.
A Provincia em seu a. 271, estranha e eenmra
o acto da remocao o considera uma mumacio ao crime I
Nao nos sorpre!>eudeu esta juizo da Prcvincia,
uue vive e a susleutada sem outro lim qua nao
seja servir a oaios e desabafos contra o Exm. Sr.
Pereira de I.Uceua. E>0|ilW*aK apocoj a rultn Jo
criterio oom que exercita o seu imporiante en-
cargo de orgaode nuia parcialidade politica.
A justiga, o criterio e a circumspeccao das apre-
ciacdes e o (iue nobilila a imprensa e a torna cre-
dora do respeito e aceitagao pubiica. Nao o en-
tende assim a Provincia, que so occupa da censu-
rar esiurdiamenle, deiurpar a verdade, calummar
os adversaries e desvirtuar as suas intencoes. E
assim que desempenha a sua seria misao, em
honra do jornalismo e gloria da imprensa, essa
tribuna universal em que teem sido iniciadas a3
mais grandiosas conc|uistas di liberdade, progresso
e civiiisac.io dos povoi I
Assi.n, pois, desvia la do verdadeiro caminho,
suando odios e exercendo desabafos, nao esqueceu
a Provincia levanlar ceusuras ao acto justo e
bem avisado da remogao do Dr. Angelo Jansen de
Castro e Albuquerque, do cargo de promotor da
comarca do Garanhum para a de Tacaratu' I
E, em seu proposito, de desvirtuar um acto de
notavel acerto, pretenle aquella gizeta que cons-
titue elle uma uniinacuo ao crime I
Eutretanto a remocao do Dr. Jansen nenhuma re-
lacao (eve coma suppo-ta teutalivade assassinatodo
Dr. juiz de direito de Garanhuns; nao foram actos
que praticasse por occasiao do tiro disparado na casa
daquclle magislrado que determinaram a mencio-
nada remocao. Motivos da ordem grave e que
nao podiam ser daspresados, exigiiam a retirada
do Dr. Jansen, do Garauhuns, ondeDaoso estava
malquislo, como tambem era arguido por actos de
pouca n-llexao.
Em vista destes motivos, a retirada do Dr. Jan-
sen daqueila comarca M assentada, e disto devera
esiar certo o mesmo Dr., principalmcnte por ;eu
o seu respeiiavel pai o primeiro a solicitar a saa
remucao. Esta esleve lavrada mais de um mez,
mas por nao haver ainda certeza da quo o Dr.
Lacerda nao aceiiara a promotoria de Tacaratu,
foi adiada.
Apenas, porem, verificou-se a recusa do mesmo
Dr. Lacerda, a remocao do Dr. Jauscn foi de novo
lavrada e expedida.
Ora, expost) assim o faclo, e claro que nao ha
razao cm dizer se que esse acto constilue uma ani
macao ao crime.
O Dr Jansen nio podia, nem devia conlinuar
em Garanhuns. A saa remocao nao prejudicou
de modo algum a justiga em relacao ao facto
criminso (so crime houve) de que trata a Pro-
vincia.
Ao contrario, a pre-on.-a de um novo promoter,
sem odios nem alleigocs no lugar, sera um impor-
iante elemento para lornar inleira e completa a
acgao da lei, sera a mais segura garantia da jus-
tiga.
0 novo promotor, que, sobre n5o ser relaciooado
em Garanhuns, e Glho de uma influencia liberal
da Cimbres, devera nao so aos conservadores como
aos redactores da Provincia inspirar conflanca de
que fara o seu dever sem atlengao as pessoas nem
as convenieucias partidarias.
Mas, tratando a Provincia de um crime, e enca-
recendo os effeitos do aconiecido em Garanhuns
com a asseveraeao do que houve icntativa de as-
sa.-sinato contra a pessoa da primeira autcridade
judiciaria daqueila comarca, obnganos a nao
concrair este escripto sem fazer reparos a taes
observances.
Os faclos corao sao descriptos, indicam a toda a
luz que nao hoave teutaliva.de assassioato, quando
rauito significant uma aneaga.
E' pre^iso ver e apreciar as cousas sem pdr a
rcargem o criterio e a reflexao. Um tiro dispara-
do alta noito sobre o alto de uma janella e com
carga de chumbo, nao pode ser o resultado de
uma intengao crimiaosa, nao pode ser considerado
tentativa de morte.
Alem disto, de todas as diligeocias feitas nao
resultaram provas que autorisem atribuir a este
ou aquelle a autoria do facto. Testemunhas ar-
ranjadas e preparada.s. nada disseram qua fosse
capaz da fazer carga a pessoa algama; o que cons-
ta dos inqueiilos e vago, e nio deixaram ciaros
indicios que oompromettam este ou aquelle indi-
viduo.
Portanto, em qae se fanda a.Provincii para
altribuir a um cidadao abastado a do subido con-
ceitu parlicipacjio em um acto criminoso ?
Mas admiltido mesmo que sobre o Sr. capitao
Pedro Chaves recaiam siupeitas, nSo seria o Dr.
Jansen, sea inknigo Dgadal, o mais propro para
iatervir nas diligencias'do procBsso, e inspirar a
todos a convicgao de que a jjstiga, a imparciallda-
fdeeo cumprimento do dever seriam os moveis
Assim, ainda eaa razao pedera anlorisar a re-
Trmedo; so outros nao existissem, qne nao podiam
s*r posto* *ma*fm.
.Do qne fica dilo, parece-ncs deixar patente a
injusti'.a com que procedea a Provi/icia na apre-
ciacao do acto de que nos occupamos, e a ma
ventade qae adirije em relacao ao Exm. Sr. Pe-
reira de Lucena, enja adminis'tracao se ha tornado
tao notavel pelos sens traces de lecundidade e mo-
ralisacSo, que nio serao as iojustieas dos seas ad-
versaries quo a fara dcamerccer do conceits em
que e tida
0. 0.
Sale apena o experimentar-se a
Maude1
Se assim e, leitor doente, sois convidado a se-
guir no trilho da grande muliidao qne encontra-
ram melhoras e allivio, quando elles quasi que ba-
viam cessado de o esperar,nas pilulas assucara-
das de Bristol. A extensao da sua operacao me-
dicinal e vasta. Eilaa nao f6 produzera os effeitos
os mais beneflcos rra todos os casos immediatos
de molestias do estomago, do figado e dos intesti-
nes, mas tambem em grande numero de casos for-
tuitos.
Nos casos de espasmos e ataques convulsivos,
?ao ellas tidas, nao so pelos medicos os mais ex-
perimentados, como tambem pelos nio iniciades,
como o mais completo e perfeito de todos os re-
medios. Ellas renovam o systema geral, ao-par
qae brandamente movem o ventre, c por isso nos
casos de prostracao physica, quer icuha sido rao-
t.vada pela idade, uma constituicao fraca oa por
qualquer am oatro soffrimento especilico ; ellas
para isso sio inapreciaveis. Emquanto qua ou
outros purgaates debilitam e causam colicas
e nauseas, ellas pelo contrario reenperam as for-
g.as e refrescam o espirito. As pilulas acharn-sc
aeondicionadas dentro dc vidrinhos, s por isso
conservam se perfeitas e invariaveis era todos 6s
climas. Em todos os casos de impureras do sin
gue, asalsaparrilha de Bristol deve de ser adan'cis-
trada juntamente com as pilulas.
'*QM

JUNTA DOS CORRETORES
Prncn tlo Recife, ''i tie abrtl
do 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOES OFFICIAF.S.
Algodao de I* sorte 84200 por 15 kilos.
Algodao do Aracajd sem inspeccio 74200 por
15 kilos, hontem.
Algodao de Maceio mediano 84000 por 15 bjios,
posto a bordo a frete de 7(8 e 3 0|0,
hontem.
Cambio s>>bre Londres a 90 d|V. 26 d. por
14000, hontem.
B. de Vasconcelios
Presidente.
A. P. de Lemos
Secreiano.
ALFAWF.GA.
Rendimanio no dia la 21. .
idam do ail 22. .
618:3034167
35.830; 629
69i: 1364796
Descarregam hoje, 23 de abril de 1874.
Patacho inglez Gerda mercadorias para al-
fandega.
Patacho inglez W. A. ileney mircadorias
para o trapiche Concclgao, para despa-
char.
Brigue pnriuguez Cotete mercadorias para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Patacho aacionnl Maria Emilia generos na-
cionaes para o trapiche da cempanbia,
Patacho nacional Paraguossii generos na-
cionaes para o trapiche da companhia.
Vapor franeez Ville de Santos (esperad )
mercadorias para alfandega.
B:n*ortaelo.
Lugre nacional Mo Branca, entrada do
Rio Grande do Sal em 22do corrente e d n-
signido a .Manoei da Silva Maia & C, ma-
nifesto u :
Xarque 149,340 kilos a ordem.
Tataclio nacional Maria Emilia, entrado
do Rio do Janeiro na mesma data e consig-
nado a Davin & Fernandas, manifestou :
Cafe 216 saccos a ordem, 115 a Jose M.
da Rosa & Filhos, 115 a Damiugos J. Fer-
reira da Cruz, 110 a Joaquim J. d'Azevedo,
100 a Joaquim Jose Leitao & C, 100 a
Fernandes da Costa & C, 100 a Jlagalhaes
& Irmao, 50 a Ricardo Jose Gomes da Luz,
50 a Joaquim Duarte SimSes & C, lia a
Alheiro Oliveira & '., 50 a Joao Jose Ro
urigu s Mendes, 25 a Antonio A. Jacorne,
25 a Rabello Almeida & C.
Camas de ferro 14 volumes a Domingcs
Alves Matheus.
Papel 1 caixa a Jorge Jacome Tasso.
S6bo em rama 40 barricas a Jose Salgado
Zenha.
Velas de ccra 11 caixas 4 ordem.
Patacho portuguez Hapa, enlrado do Rio
drande do Sul na rtesma data e consigna-
do a Amorim Innaos & C, manifestou :
Cebolas 1,000 resteas.
Sebo coa.lo 17 barris com 1,432 kilos,
dito em rama 30 barricas coin 2.644 ki-
los.
Tainuas em salmoura 7 quartolas com
1,500.
Xnrque 169,685 kilos i ordem.
Patacho nacional Paraguassii, entrado
da Bahia na mesma data e consignado a
Beltrao & Filco, manifestou :
Charutos 7 caixas a Bourgard & C, 4 a
Doming.os Alves Matheus, 1 a J. T. Ro-
zeto.
Farinbade manlioca 2,446 saccos aos
consignatarios, 125 a Thomaz Aquino Fon-
seca & Suceessores. Fumo em folha 10
fardos a Joao Rodrigues da Farias.
Brigue portuguez Ligeiro, entrado de Se-
lubal na mesma data e consignado a Beltrao
& Filln, manifestou :
Sal 450 rnoios aos consignatarios.
DKSPACHOS DE EXPORTAGAO .NO DIA 21 D8
ABRIL DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor ingiez Fire Quen, para Liverpool,
carregou: J. J. Azo-edo 3 > barricas com 350 kilos
de borracha ; S. P. Johnston <& C. 1 caixa com
100 ditos de dita ; M. Lathan k C. 251 saecas
com 20,015 1|2 ditos de algodao.
Na barca ingleza Dolphim, para o Baltico,
carregou: Plate Neesen 4 C. 275 fardos com
52,172 kilos de alg dao.
No navio hcspanhol D. Luiza, para Liver-
pool, carregou : S. Brothers 4 C. 229 sa;cas com
16,887 It2 kilos de algodao ; M. M. Monteiro 191.
dilas com 16,833 ditos de dito.
No lagarfrineez Rio Grande, para o Havre,
carregou : E. A. Burle 4 C. 500 oouros salgados
com 6,000 kilos.
No navio nacional S. Luiz, para o Rio da
Praia, carrejou : M. L. Paes Barrelo 300 barricas
com 36,272 kilos de assucar braneo, e 100 dilas
com 12,329 ditos de dito mascavado.
No brigue portuguez Florinda, para o Porto,
carregou : T. A. Fonseca & C. Suceessores 200
saccos com 13,000 kilos de assucar braneo e 100
ditos com 7,500 ditos de dito mascavado.
No brigue portuguez Bella Ftgueirense, para
Lisboa, carregou : S. Guiraaraes 4 C. 230" saccos
com 16,730 kilos de assucar braneo.
No patacho pjrtuguei Ltdador, para o Porto,
carregou : J. Narciso 4 C 2 cascos oom ft*dittos
de agoardente.
Tfo vapor portugoet Almeida Garret, para
o Porto, carregou : B. D. Campos 1 casoo com 30
litres de agoardente, 1 barnca oom St kilos-de
cafe, e 1 dila com 79 dims de assucar braneo.
Na haica portugueza Novo Silencio, para-o
Porto, carregou : 11. Lima 4 Guiraaraes 12 pran-
chces de amarello.
No patacho ascional JaboatSo, psna o-Rio da
I


I
(

.
.
-


F
DisAo de feraamouee Qaitfte leira 23 de Abril fa 1814
S

I

*-
Praia, eWegflu.: A. l>yoSil3"barrieas aom 44,380
kilos
. :3an portos do itttertor.
,Banu> Rio Grande do Sul, no jwiacho h,
cioaal PJ*!, carregou : Amonm irraaos iL I43
fcarricas com S,51Vkilos de assircsr trnnco, e 2$
di|is com J.8J3 t\i ditos do dit) masoarado.
Para 0 Natal, no hull* national Flor d>) Jar-
dim, carreg'iu : Fernaudes & IrmAo 4 saccos com
300kiloidaassucar brauoo.
Para Maca), na bjr;aga Rainha dos Anjot,
carrefon : A. S. Uampoa 9 f>las com 1,440 litroa
da aguardonte, e para Mossoro 2 ditas :om 950
ditos de dila.
Para Mainanguape, m barcaca Flor do Nor-
te, carregou : J B. di Carvalho 4 bamcas coot
340 kilos de assucar branco.
- CAPATAZU DA J.LFANDEGA
Raadiraeato d<- :dem do dia 22 ... 589J710
14:974*368
VOLUMES S-vUlUOS
N > ta 1 a 21......
No dia 52
rtrunatra pbrca.....
Uganda ports .....
Terceira poria......
Qoarta ports......
-frapiche Ccnceicaa .
22 699
228
313
484
2*8
23,920
Extremoz
Famalicao
Faro
Figueira,.
?auarda^D
Giimaraes
Lagos
Lamego
Fayal.
Valenja
Viaaam.
ViilaftdoJCowJ*
VHhrteal
Vinhaes
Vizea
Villa N^da, Cama^nM
Funchal
iSS!?Sak ^SV^t.fBOi Apiwroi^pompastop^
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Bellrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
SERVIC MA1UT1M0
4iarenii^s descarregadas do trapicLe da
aifandosta :
*o dia 1 a SI..... 60
Jto d.a 22.......
*Wt trapicbu Cuuceipio .

60
R3CEBEDOR1A DE REN&A8 1NYSRNAS GE-
RAES DE I'ERNABBUa.'
tendlinento do d;a i a2l. 41.033*696'
4am do dia 22..... 2:164*443'
Anadia. Evora.
Agaida. Fate.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amaranta. Barcellos.
Guimaraei. Coimbra.
Covilbi Mirandella.
Melgaco. Penaliel
Portalegre.
Arces de val de vex.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de'Lanhosa.
Villa-No de Portiroiio.
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figaeira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastes.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castelio.
Villa-Mora de Fanalicao.
Villa do Conde.
M ideira, S. Miguel, Faial e Terceira.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
\nvcgacilo costelraa vapor.
DIViDErNDO NONO.
Esta componbta psga o sea nono dividendo,
razao de 3 0|0.
43:220/ilO8
CO.NSULADC PROVINCIAL,
ft.-ui.meato do du 1 a 21. 98:8215478
Ide-a do dix 22 ..... 4:3624794
v 103:1833972
GUROS
HAWTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanliia lndcmnisadora, estabeleeidj
ncsta prac,a, toma seguros maritimos sobrt
aavios e sous carregamentos e contra fogc
era edificios, mercadorias 0 caobilias: m
rua do Vigario n. 4, pavimonio terrco.
Angus!*) F. d'ltliveira C.
A casa cornmarcial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, a rua do Co umercio ns
42, enearrega-so de execuQao de ordens
para embarque de pro dodos e de todus 0-
mais negocios de commissao, quer commer*
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiros a pre-
aiio, compra cambiaes, e saca a* visla e a
uazo, guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND UANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de l.e classe.
SParl^. Sobro os banqueiros fould
& C., MARCUARD ANDR^ & C. 6 A. BLiCQLE,
VIGNAL & C.
IfAiiiburgo. Sobre os Srs. joao
SCBU BACK & F1I.H S.
Lisbon. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SE3ASTIAO JOSE DE
ABREU.
IPorio. Sobre o banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FON'SECA.
Para. Sobre o banco commercia-
DO PARA, e os Srs. FRANCISCO galdencio da
COSTA & FII.H0S.
Haraiiliilo. Sobre o Sr. jose fer-
RURA DA SILVA JUNIOR.
Ceuni. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Baltia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Hio do Jaaeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
B.VN'QUE BRASII.IENNE FRANg.VlSE.
COMPAMHirALLIAHCA
seguros maritimos e ten*6B-
tres estabelecida na Bahis
em 15 dc Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro tie mercadorias e diabeiro
ikkj maritimo em navio de vela e vaporei
psra dentro e f6ra do imperio, assim come
soiftra fogo sobre predios, generos e fa
roadas.
Agento : Joaquim Jose Gon^alves Beltrao.
rus io Commercio n. 5, 1* andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritunos em mercadorias.
' Jretes, dinheiro a risco e ftnalmeute de qual-
quer natureza, em vapores, navios y& ela ou
barca5as, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIQ N. 34.
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLO*
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Capital,
fondo
NORTHERN.
.... 20,000:0009000
de reserva. 8,000:000$00(
Agintes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
BANCO COMMERC AL DR BRAGA
Jorge
Sacca sobre este banco
guintes ehlades e villas
Portu
Amaraute
Aoadia
Arc 03
Aveiro
Barca
Barcellos
Beja
Coaves
Giimbra
Coura
Covilha
Elvas
. asso
e sv.as agendas nas se
gal.
Lisboa
Melgaco
Mirandella .
Mnncao
Pena-fiel
Pinliel
Ponte do Lima
Porte-mao
Porto
Povoa de Varzim
Regoa
Tavira
Navios cnlrados no dia 21.
Setubal19 dins, brigue portuguez Ligeiro I(j, de
276 toneladas, capilao Josfi de Oliveira Nwbre,
equipagem 12, carga sal; a J. J. G BeltrAo &
Filho.
Rio Grande do Sul -27 dias, palacho portuguez
Rap% de 186 toaeladas, capiUo Paulino Anto-
nio Cardoso, euuipagem 9, carga 164,685' kilos
uacarne : a Amorim Irmao ^ C.
RioWe Janeire-20 dias. paia.:lio uacioual Maria
Amelia, de 220 toneladas, eapitao Manoel Josi.
Prestello, equipagem 11, carga cafe e outros ge>'
neros; a Jose Joaquim Fernandes.
Bahia 10 dia?, palacho brasileiro Paragnassu,
de 168 toneladas, capitlo Jo?e Ferreira de Aze-
vedo, equipagem 11, carga farinha de ruandio-
ca e outros generos ; a J. J. G. Beltrao & C.
Rio Granie do Sul40 diao, lugre brasileiro Rio
Branco, de 300 toneladas, capitao Joao Goncal-
ves Iteis, equipagem 9, carga 149,340 kilos de
came; a Manoel da Silva Maia & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Parahybabrigue inglez I.ezzie 4 Ada, capilao T.
J. Bensan, em lastro.
ianunvu 1 ?abatira o coniinua a faltar idem : n
20 Manoet lobosoo Ferreira, 1 idem -t n. 23 Fre^
derico Codecara, 1 safebaiina ideai ; i*. S4'ftalftp; \
Fred;rico da Costa Ferrefra, 1 falta Hem ;tt. 33
Fnu*tte-J*r-G> Bfaadat, 6 indusuro t sab-
batina idem ; n. 26 Francisco Martins Esteves, 3
inclusive 1 sabbalina idem ; n. 3f Ffa(Cts% it
Siqueira Cavalcente, 2 idem ; e a. 34 Joa Francisco Teixeira, 6 inclusive 1 sabbalina idem.
Quinlo anno.
N. 10 Jos6 Igaaeio de Figueiredo, 1 falta na 2
cadeja ; n. 13 Getolio Augusto de Corvalho Ser-
rano, 4 idem ; n 16 Arthur Henrique de Piguei-
redo Hello, 4 idem ; n. 19 Jose de Barres Albu-
querque Lins, 4 idem ; n. 20 Nylo Barros Bomero,
4 idem ; n. 22 Augusto Fredenco de Siqueira Ca-
valcanle, 3 idem ; n. 23 Joao da Silva Mendes, 4
idem ; n. 21 Jo-e Carrilho do Hevoredo Barros, 3
idem; n. 26 Jos6 Bento Vieira de Barcellos, 1
idem ; n. 18 Bertino Jose de Miranda, 2 idem ;
n. 29 Ruflno Pereira de Abrea, 2 Idem ; n. TO
Joao Evangelista Sarj.io de Bulhoes Carvalbo, 2
idem ; n. 31 Jose Domingues Porto, 2 idem ; n.
Wag slinho Angusto Bezerra Cavalcantj, I idem;
n. 34 Aareiiano da Nobrega Vakconcallos, 2 idem ;
n. 33 Braz Bernardino Loureiro Tavares i idem ;
a 38 Thomaz Accioli de Gusnuo Wanderley, 3
idem ; n. 39 Eroesto Augusto da Silva Freire, 4
idem; n. 42 Flursncio Augusto de Si e Albuquer-
que, 4 idem ; n. 45 Thomaz Gomes da Silva, 3
idem ; n. 46 Adolpho Carlos Sanches, 1 idem ; n.
AJ Jose 1'qtU) Furraira da Oliveira, 2 idwa b. 54
Jose de^jaetroz MaHow Bibeiro, 4 idem ; u. S5
Clementiuo Jose Lisboa, 2 idem ; e 37 Accendino
Cavdlcante, 4 ideal.
Sacratfia da faculdado de direito do Re-,
cife, 22 de abrfl de 1874.
0 secretario
J^m Ho mi-to IS. de -.
Imperial sociedade dos artie-
tistas mechanicoS *e libe-
raes.
Por ordem do Sr. director convido a todos os
socios effectivos a comparecerem a seisao ordina-
ria no dia 28 do eorrente, a/im do tratarse de ue-
-go:ias arj{e.nlei e de intertsse social.
Becife, 22 de abril de 1874.
0 1* secretario
P. Paolo dos Santos.
T1HLHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
c Bebcribc.
Be ordem do presidente da assemblea geral da
ompauhia acima sio convidados os accionistas
para a sessao ofdfhario, que di-ve ter lugar no dia
22 do coj-reule nitiz seguodo dispde os estatntos,
aliia da uuvir a exposicao demonstrativa apresea-
tada) pela directoria em rela>;ao ao m'ovimento da
comflanbia durarne ps 6 nicies anteriuros : a
Tcunuo lera lugar no dia acima as 2 horas da
tarde e no lugar do costume.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 secretario,
Luiz Lopes Castelio Branco
Cojup
MTA1
Edital com prazo do 30 di&s
n. 152
Pela inspeetoria da alfandega de Pernambuco
se faz publico que aciiando se as mercadorias
contidas dos volumes abaixo men.'ionados no caso
de serein arrematadas para consume, nos termos
do cap. 6J do tit. 3a do regulamento de 19 de
setembro de 1860, os seus d mos on consignatari* s
deverao despaeha las no prazo de 30 dia?, sob
pena de, Undo elle, serem vendiJas por sua coula,
sem que Ihes fique compctindo allegar centra os
effeitos desta venda.
Fortaleza do Buraco.
Harea diamante J. -iOO barris de quarto, com
polvora, vindos de Londres na escuna ingleza
Perseverance, e descarregados em 18 de setembro
de 1873.
Marca B B. 300 ditos idem idem idem.
Marca dianante Moraes.200 ditos, idem idem
idem.
Alfandega do Pernambuco, 18 de abril de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 154
l'ela inspeetoria da alfandega se faz publico que,
uao tendo sido arrematada, por falta de con:ur-
rencia ao valor ullicial, 112 kilos de cobrc velho,
avaiiados por 67^200, annunciados a leilao dot
edital n. 149, se iransfere a mesma arrematagao
para as 11 hoi as da manha do dia 23 do eorrente,
a porta deita reparticao.
Alfandega de Peraaaibaco, 21 de abril
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. ilc Carvalho Heis.
0 Dr. Luiz Ferreira Haciel Piolieiri, juiz
substituto do juizo especial do commer-
cio, nesta cilade do Recife de P.rnam-
buco, por S. M. I., quo Deus guarde,
et;., etc.
Far;o saber aos que o presente eiital vi-
rem e delle noticia tivereui, que no dia 23
de abril do eorrente anno, se ha de arrcraa-
tar por venda d quem mais der cm prai;a
publica desle juizo, depols da respectiva au-
diencia, o seguinte:
Uma casa torrea na rua do Motoeolomb6
n. GO, na freguezia dos Afogados, comduas
salas e dous quart is e cosinha fora,procisan-
do de concertos, principalmente noladrilbo,
avaliada por 700JJ0O0, a qual foi penhora-
da por execugSo de Maturino Barroso de
Mello, contra Joaquim Antonio da Silva.
E nSo bavendo mais lanjador que cubra
o preco da avaliar^3o, a arremata^ao sera
feita pelo pre;;o da adjudica^ao, na forma
d& lei.
E para que chegue ao conhecimenlo de
todos, mandei passar o presente que serd
publicado pela imprensa c aflixado nos lu-
gares do costume.
Cidade do Recife, 13 de marc,o de
1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, escrivSo, o subscrevi.
Recife, 16 de marco de 1874.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.
"etCLASAlBiEt."
SANTA CASA DA M1SERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A IIIiiih. junta administrativa desta Santa Casa,
devidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, peias 3 horas da tarde do dia 26
do eorrente, vende ou permnta por apolices da
divida publica os seguintes predios. pertencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do MaUos, metade do so-
najqyde 3 andares n. 17, por 5:500$ ; becco do
brado 3' pane do sobrado n. 1, por 2:066*666
raa da (Juia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000J ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400/, sobrado de urn andar n. 30, por 2:0002,
dito meia-agua por 500* ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:100* ; raa dos Acougui
nhos, co3a terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; raa da Soledade, dita
n. 72. por 700* ; becco do Teixeiri, dila n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivio
Pedro Rodrigues de Souza
Faculdacl -t de direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director Vis-
conde de Camaragibe, se faz publ.co a lisla das
taltas nio abonadas, dos alumnos desta faculdade,
com relaclo ao proximo lioio mez de marco, con-
forme foi jolgado em sessao da congregajao de 15
do eorrente.
Quarto anno.
N 11 Joao Manoel Wanlerley Lins, 1 falu na
1* cadeira ; n. 12 JoSo Baptista do Castro Rabello
anliia perna .1 b ucai 1 a
de navt'ga^ao costeira a
vapoji,
Be ordegale conselbo da direc;ao, cenvidc aos
Srs. accioilstas da wm^missao de aecde3 desta
compan!'.ik, que seuieiile realisaram a primeira
presta-.-aoile 29^. sdbre o vilor sabscripio, a fa-
zer feguala entraaa a meson razao, dealro do
prazo de 80 diae, a can tar de hoje, no escrip'.orio
do Forte An Mattos.
Recife. 18 de abril 1874.
Jhomas If. Ccnnan,
Gerente interino.
t'ssiijMtiililti dos trilhos urbasos
do Becifc a oliuila o Bcbe-
riba.
Nao tendo comparecido
Dumero legal de acci nistas,
para que podesse hoje func-
cionar a assemblea geial da
companhia acima em sessao
ordmaria, como foi convoca-
da, foi dita se;sio adiada
para o dik "29 do eorrente as 2 horas da tarde e
no lugar io oo^taoie ; e entfio funecionara com
qualquer oumero ovos acciouista3 presoutes nos
tennis do art. 11 dos estatutos.
Recife, tt de abril de 1874.
0 secretario,
Luiz Lopes Castelio Branco.
INSTTUrO ARCH
EB
pr
LOG C
JAMBU
Uaverasossao ordinaria quinta-feira, 23
do correote abril, pclas 11 boras da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
l. Pareccres e trabalbos do commis-
soes.
l." Paleslra lilteraria.
Secretaria do tostituto, 20 de abril de
1874.
Jose Soares dAzevedo.
Secretario perpetuo.
Pela adminirtra^ao dos correios desta pro-
vincia se faz publico que se acha raarcado o prazo
de 30 dias, a contar ua presente data, para o con-
curso de uma vaga de praticante. 0 concurso tera
lugar na mesma adminiiiraQio, o constara de
exercicios de caligraphia c onliographia, arithmc-
tica ele.nentar, comprehendendo o uso do systems
metrico e nocoes geraes de geographia, de confor
niidade com o artigo 38 do regulamenlo de 12 de
abril de 1863. 0 conhecim nto das iingoas es-
trangeiras dara direito a preferencia. Os candi-
dates deverao provarcom ceitidao nao terem me-
ntis de 18 annos, nem mais de 30 annos de idade,
e apresentar certifieado medico de boa saude,
cumo dispoem os S^ 1 e 2 do art. 40 do predito
regulamento.
Administrate dos correios dc Pernambuco,
21 de abril de 1874.
0 admiuistrador
Alfonso dn ll'go Barros.
0 administrador da recebedoria de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tes do imposto sobre industrias e profissoes,
que e neste mez de abril que tern de ser
pago, sem mulla, o 2. semestre do cxerci-
cio do 187374, depois do que serd pago
coin a muha de 6 %.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A lllnia. junta administrativa da santa casa d*
Misericordia do Becife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessoes, no dia 23 de abril pe-
ias 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas a
quem mai3 vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
ieclarados.
ESTABELEC1MENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. 11.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Idemn 34 ......216*000
Rua de Hortas.
Sebrado n. 84.......e85*00J
Loja.........216*000
Padre Floriano.
Idem n. 49........207*000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114......362fT500
Rip da AleAria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem d. 31.........156*OC0
Rua de Antonio Henri mes.
idem n. 26........99*000
PATRIMON10 DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*006
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Boa da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
IRna.do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*000
Rua do Amorim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. ........201*000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea, n. 17.......361*000
Os prelendentes deverao apresentar no acto d
arrematacao as suas liancas, ou compareeeren
icompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar slem da renda, o premio da quantia en
pie for seguro o predio que contiver estabeleci
memo commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparclhos.
SecreUria da sanla casa da misericordia do R*-
Jife, 17 de mar^o o da 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
nanabacana.
S^giiVtXH M>ntra o fs
Aeompanhia pernarabucana, dispondo de ex-
jellenies e vastoe armaaeas em seu predio ao for
te do Mattos, oftecece-oa ao commercio em geral
aara doposito de geaeros, garantindo a inaior con-
survacao das raerciBorfos depositadas, servijo
prompto, precos modicos> etc.
Tambeni recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos dfe uma s6 pessoa.
Estes arraazeos, alem de ar^'afles e commodes,
sao inteiramente novos e asphaltados, fsentos Be
eapim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem ulilisar-se destes ar-
maans, pederao dirigir-se ao escriptono da com-
panhia pernambnearia, queacharao com quen;
traUr.
---------
DOS
TiTa thescmraria de fazcuda se declara que o
praao marcado para o recolhimenlo das notas de
2o e50* da quartaastampa, sem desconta, linda-
se, para as primeiraa em 31 de-malo, e para as
segaudus em 30 Je juuiuj vindoiiro, sendo que
dahi em diante serao troca las corn o descouto
mehsal de 10 0|0 a*e ficaremsem valor.
Secretaria da thesouraria de fazenda, 11 de
abril de 1874.
0 2' eseripturario, servindo de secpaiario
Carlos Joan de Souza Correia.
THEATRO .
Santo Antonio
; EMPREZA--YICENTE.
Quinta-feira 23 do eorrente.
Recife cxtraordinaria.
Cujo produclo sera applicado a educaQao de dm
menor.
Representar-se ha o niuiti applandido drama
em 1 prolcgo e o actos:
ailo tem.
filho
gora
0 paido beneficiado agradece por si e seu
geueioso auxilio que Hie prestaram.
Principiara is 8 1|2 horas
.EMPREZA- LIMA PENANTE
Quinta-feira 23 de abril.
Definiiivamente ultima represents ("So do applau-
dido drama sacro em 12 quadros o t epilogo :
Simla Ciotilde
RAIMA DE FRANCA
Teraninara o especla.'ulo com a graciosa scena
comica represenmda pelo actor Penante :
I ai jcsuila Da gargaflta.
Principiara as 8 1|2 horas.
Aviso.
A empreza previne ao illu.-trado publico desta
capital que continua em ensaios para subir a sce-
na o mais breve possivel o apparaloso e impor-
tante drama historico nacional eti 1 prologo, 4
act03 e 7 quadros, escripto pelo Sr. Dr. Curie-
Real, denoniinado :
IXunes Nachado
ou
A heranca do coiideiiinado.
As pessoas que quizerem bilhetes para este es-
pectaculo polein desde ja encominenda-los no
theatre.
m
COMPAKUIA raaNAMBUCANA
DE
*m*t>H*4*i ca^Mrau vajaer.
FERNANDO DE T*#W4m>yt.
0 vapor ManddHtb, cataman-
dante Juko, seguira pars
o porto acima no dia 5 de
maio as il horas da manna.
Recebe carga at a die 4,
encommendasy pnssagetros e
dinheiro a frete ate as 10 horas do dia da sahi-
da : oseriptono no Porte do Hattos n. 12i_______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vua*r.
TARAHTTBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACi.-
TY, CEARA.
0 vapor Corwipe,
commandant* Santos,
seguira para os por-
tos acima no dia 30
do eorrente, as 5
boras da tarde.
Recebe carga ate o dia 96 do eorrente. encom
aenda3 ate o dia 29, passageiros e dinheiro a
frete ate as 2 haras da tarde do dia da sa-
hida : ascriptorio no Porte de Mattos n. 12.
PARA LISBOA
0 lugre portuguez Julio pretense saWr com to
da a brevidade por ter quasi toda carga promota.
quem no uicmiio quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com os consignatarios T. de Aquino
Fonceca C., successores, rua do Vigaria n. 19,
1." andar.
Lui|ireza poi'tiicaso ale unvc;n-
c a vapor eutre Portugal e
o Brasil.
0 vapor
\
ml
Contniandante Toiuasiui
A chegar do sul em 26 ou 27 do eorrente de-
pois de pouca demora dentro desle porto, parlira
para Lisbda e Porio.
Ainda se contrala alguma carga e passagens de
terceira classe no escriptorio dos
AGENTES
15. R. Rabello & C.
48 Rua do Commercio 48
Real eompastea dc papeles in-
glezes a wpw.
Ate o dia 27 do eorrente, espera se da Europa
o vapor icglez Douro, commandante Tuwaites, o
qual depois da demora do costume seguira para
Huenos Ayres, tocando nos portos da Bahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do eorrente, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Doyne, commandante F Reeks,
o qual depois da demora do costume seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes etc., trala-se na agencia,
rua do Commercio n. 40.
Santo Antonio

Sabbado 25 do eorrente.
Segunda representajao da comediadrama em 3
act js, original brasileiro do actor Bahia :
Duas paginas d'um livro.
A pedido, primeira represenlacao, este anno, da
comedia em 1 acto de granJe successo :
tiiia experiencia
fazendo a Sra. D. Emilia Camara o papel da visi-
nha Margarida :
Principiara as 8 1)2 horas.
DOMINGO
\'m ft t| horas 4a tarde
Comedia-drama em 3 actos :
Duas paginas ilmnlivro.
Comedia e 1 acto :
Uma experiencia.
A's & l\'l horas da tarde.
Este navio recebe carga e passageiros para Lis-
q6a e Porto, devendo salur dentro em poucos dias,
visto ja ter parte do seu carregamento contra-
tado.
Agentes c consignatarios
JOSE' DA SILVA LOYO & FILHO
SVISOS MARITIME
Porto por Lisboa.
PACIFIC SHAM r.ii.,1
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
Commandante <'. C. Brougli.
espera-se dos portos do sul ate o dia 10 de maio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde recebera
passageiros, encommenda?, carg.i e dinheiro a
frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowc & C
_____14RUA DO COMMERCIO -14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\a ve^aeilo costeira a vapor.
GOYANNA.
0 vapor Mandahu,
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia I.*
de maio, as 9 horas
da noite.
Recebe carga, encom nendas, pasiageiros e di-
nheiro a frett : es iriptorio no Forte do Mattos n.
12.
Cotupanhia Allianea Maritinia
Portnenisc.
EMPREZA DE NAVEGAQAO ENTRE PORTUGAL E 0
BRASIL.
BARCA PORIUGUEZA
coaPAnnu
.DE
LlMlTADA
Maceio, Penedo, Aracaju
e Bahia.
E' esperado ate o dia 22 do eorrente o vapor
Gastao de Orleans, o qua! seguira para os por-
tos acima no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e di aheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz do Oliveira Azevedo.
_________57Rua do Bom Jesus-57__________
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugneza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata se com os con-
eignatarios Joaquim Jose tioncalves Beltrao & Fi-
sbo, a rua do Commercio n. 5.
Pretende seguir para os re-
feridos portos oom poucos
dias de demora, a barca por-
tugueza Novo Silencio, de 1." claase, capi-j
Uo Ferreira, por ter maior parte de sua
carga prompta, e para que lbes falta passa-
geiros, para os quaes tem commodos : tra-
ta-se com os consigoatarios Joaquim Jose ^ coffi ^.^ veIeira bmi Usbo
GonsaWes Beltrao & Filho, a rua do Lorn- Rec ruercio n 5. I Livio Soares, rua do Torres n. 20.
Libras esterlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
Lisboa c Porto
Porto por Lisboa.
Pretaade seguir paaa os referidospoftos, com
poucos dias da demora, a barca porttafueza Xoto
Sileneioi de primeira classe, capitio Ferreira, por
ter a maior parte de sua targa promifla ; a para
a que lhe falta e passageiros, para os,quaes tem
bens comaaodos : trata-te dm os codai|^alarioa
Joaquim Jase Gonealv.s Beltrao & Fitfjo, a rua do
Commercio n. 5.

Pacific Steam Navigation CompaB)
ROYAL MAIL STEAMER
sspera-se da Europa ate o dia 26 do corrente.e de-
pois da demora do costume, seguira para Bahia,
Rio de Janeiro, Slontevideo, Buenos -Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Is lay e Call ao, para oa'le recebera
aassageiros, encoiiunendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Bo we AC
UBUA DO CdSMEHCto t'
1
3ara
Para o indicado porto pretende seguir
com a possivel brcvidado o patacho portu-
guez Azurara, por ter a maior paito de seu
carregamento engajado e para o resto que
Ihe fal'a, tratase com os consignatarios
Joaqu im Jose Goncalves Beltrao a Filho,
i rua do Commercio n. 5.
A
Para o Aracaty vai sahir com muita brevidade
o bem conhecido biate JoSo Valle, para carga a
Bete a tratar com Joao Jose da Cunha Lages, na
rua do Vigario n. 33, 1." andar, ou com o mes-
ire a bordo em frente ao trapiche Dantas.

wsm Riw.
Companhia Frauccza de Ravepi-
g&o a vapor
Linha inensal entre o
Havre, I.isboa, Pernambuco, Bio de
Janeiro, (Santos, soniente na vol-
la ) Montevideo, BuenosAyres,
(com baldoaeao para o Itosarioi
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commandante A. B'leury
E' esperado dos portos do sul de 23 a 24 do eor-
rente, seguindo depois da indispensavel demora,
para o Havre com escala por LisbOa.*_________
Para o Porto.
Recebe carga e passageiros o palacho portuguez
Lid'id r, que pouca demora tera. Trala-se com
E. R. Rabello & C, a rua do Commercio n. 48.
LEIIOES
Se^undo e ultimo
LEILAO
DE
urn bom predio d rua do Vigario Tuenorio,
n. 12, em cliao proprio
Ne
Ao meio dia em ponto.
0 agente Pinho Borges levara a segundo e ulti-
mo leilao o referido predio com as seguirtes coni-
modidades : t granJe armazem, o qual esta rtn-
dendo annualmente 6003, e e baratirsimo, pode
muito bem render 1:0003000; o 1 andar tem 2
salas, 3 quartos, sotea e cozinha, todo o pred:o tem
duas frentes, poae render 1:5003000, servindo de
base a ofTerta de 10:0003000.
0 leilao sera effectuado no escriptorio do mes-
mo agente, a rua do Bom Jesus n. 53, primciro
andar _______.
LEILAO
DE
Moveis.lougas, vidros, euro, chapeos de fel-
tro, esteiras para sala e 1 piano de arrna-
rio de jacaranda".
Hoje
No primeiro andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. (it
A's 11 horas em ponto.
0 agente Dias fara leilao por conla e lisco do
quem pertencer de I mobilia de jacaranda com
tampos de pedra, 1 dita de faia, 1 dita de ama-
rello, 1 piano dc jacaranda com excellenles vozes,
1 secretaria de jacaranda obra de apurado gosU',
guardas louca, guarda roupa, mesas elasticas d
3 e de 6 taboas, cadeiras de balanco, ditas de
guarniQao, camas francezas para casal, marque-
zoes, marquezas, espelhos, jarros, lavatorio, san-
tuarios, lanternas, 1 secrotaria de angico com es
tante propria para advogado, 1 toilette de mogn<>
e diversas miudezas- ______________
Leilao
DE
fazendas avariadas
HOJE
S3 do eorrente
;is 10 1|2 horas em ponto
COxNSTANDO DE:
madapoloes, algodoes, chitas, brins pardos, estd-
pas, grosdeaaples, algodao azul, e ba6ta.
POR INTERVENCAO DO AGENTE PIHTO
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Grande ieira
DE
mobilias completes, commo-
das seeretarias, guarda-
louca, camas francezas,
santuarios, quadros com
finas gravuras, espelhos
dourados, pianos de vari^
autores, cortinados nq?os,
trem de cozinha, perftin a-
rias, machinas de costura,
relogios de algibeira,4e ci-




Him*.
NB*
"cm
Duno de ftatjmgjbooo Qiiinta feira 2* de Abril de 1ST*.
ma de mesa e de parede,
objectos de ouro e prata,
m las para viaem, fitei-
ros, guarda cumidaa, e in-
finidade de objectos do
uso domestieo, que serao
vendidos por conta de di-
versoa
co correr do wartello
Hoje
as 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
.6~Ra do Imperador-16
ARMAZEM.
LEILAO
DE
uroa caixa com camis;<< nvariadas
QUINTA-FEIRA 23 DO t'URENTE
A's 11 horas
' Oagente Pinto fara leilao, por autii.. ,Tio lo Sr.
gerente do consuiado de Frauja, em pi ">enca de
sea chanceller, e por conta e rteco de quern" per-
tencer, de uma caixa marca MAC, contra mar-
ca L, n. 3,401, conteudo 40 duztas de camisas de
algodao,kvariadas a bordo da Imrca francexa Jffc
nerve, capnao Pieno Petit. 0 leilao sera effectua-
do no dia e bora acima ditos, no escriptoiio do re-
lerido agenie, a rua do Bom Jesus 0- 43.
Leilao
DE
miudezas e calcados
hoje, 23 do corrente
A's ft horns.
A SABER:
Pitas de velludo, nieias, bonetes, rendas, bicos,
.iuba de marcar e outras mindezas.
Por intervcnrao do ag* nte Pinto.
Rua do Bom Jesus n. 43.
SS9
move is, loucas, joias de ouro, objectos da
prata, 1 rico santuario e outros muitos
artigos
Se vta-fcirii 2-t do corrente.
A'S 11 HORAS DA MANHA.
No sobrado n. 50 da rua Jo Bom Jesus,
primeiro andar
Um piano forte, 1 mobilia de faia, a medalhao.
1 dita de amarello, 1 mesa dastica, toucadores-
cadeiras avulsas, 1 rico faqnoiro, colheres de pra
ta, concha, 1 apparelho de electroplate, marque,
zao, 2 marquezas, I espelho grande de moldura
dourada, guarda- vestidos, guarda-loura, mesas de
pinho, i bagatella, serpentinas, 1 revolwer, 1 me-
sa para advogado, aparadores, loucas, jams, pa-
res de lanternas, quadras, redomas com ilores,
serpentinas de bronze, toilette com tampos de pe-
dra, trem de cozinha, e outros muitos artigos.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. J.
i. da Silva Pinto, vendera os moveis e outros arti-
gos acima mencionados, os quaes foram transpor-
tados da Passagem para o sobrado acima deda-
rado.
Agente Dias
LEILAO
DE
uma magnifica barcaca
SEXTA-FETRA 2i DO CORRENTE
s 11 h ras da manha
Em frente an edificio da companhia per-
nambucana.
0 agente Dias. competenlemente ?'itori?ado, le-
vara a leilao, no dia c hra a :ima designados,
uma magnilica barcaca armada a hiate, de 600
sac:os de assucar, com 2 ferro?, amarrasemais
accessorios: esta barcaca torna-se recommendavel
por ter sido bem construida e achar-se em porfei-
to estado de con?r-rvaca?.
Os Srs. pretendentes podera desde j:i examina-!a,
pois acha-se fundcada em frente a companhia per-
nambucana. onde tera lugar o leilao, e para qual-
quer informacao a rua do Marcnez de Olinda n.
37, primeiro andar, escriptorio do agenie.
Avcaien*os exchishros da Casa GBngtAULT
** PARIS, RUA VIVIENNE, PARIS
A casa tGRIMAULT e iG4*, acujos fcstooratorios sao dirrjidos pelo eminent* ehymico
D0W0R LEC0NTE
Professor a*!Fculdade do mfficinaifoParis. Ex-prcparador do*irs> *s PhysiologteJo Clau.lio Behnaho no College ae Franca
CUAMA A OUAS GBANOIS ME0ALHAS ESPEC1AES DE H0NRA E MERITO
Por ia efficaria ostanlc provaila iiilo somento nos IbMpHaes eft Paris, mas tamlwm nos .lo lmm.lo intciro.
Wiehn* 1873,
' Mbw'.,ba de Mkhtts.
Vienna 1873,
Medalha dk MkiiitOi
As n.onstrua5^esaTgulares.
As cores pallidas......
O euipobrecimentodo sangne
As eompleicftes debeis. .
K^mr&ite com
L 0 Ptunp^nl/) de ferro do Dr l.rra^.
' Xar*|'i! Vinhe frrruqineso As uevralgias ........
As 4ores rhevmatism&es.
As dOres nervosas. a gota.
C'urflo *r eni
\ 0 Xarope de chloral ilo W l.iroiDe
i 0 Xarope de bromweto de putassin d.:
f <-rl.il,,,,n g. <;;-.
I
Os defluxos. .
Os catarrhos psdatonares.
As. irrilafoes do peito.
As-T-ouquiddes. .
onares. /
:
CTriU-?-com
0 X(i|>e-c- frusta de-<.u't de pi-
nheino Je""
MC.
i As Pastilhas-tle *urco il'alfaee louro-
' ceivia do Crrtnmnll r C*.
A diarrhea
A dysenteria. .
A eMlcas...... .
As ddres de ventre.
C'urito-Me
a m-
0 Protoxaluto de fern cic
rrd.
A Creme de bitmutho de Grltnnn.lt
e(>.
As molestias da figario. .
As ddres de cadeiras e co-
Uoas nephritices.....
Crgsi inrom
i 0 Xarope c oifilttir dc.BoWo de f>rl-
I As Hilu'as auliblliosas iie-Podephilina
[ de Cr I ntiMsM <"-.
As molestias contagiosas. /
As bleanorrhagia*.....
Carfto-se com
As Injeccdes e f.apsnlas de Matico de
drlmanlt e V.
As mas tiigestoes.....
As fall as de appetite .
O mao gosto na boeca. .
, As ddres de estomag*.-.
.ii
i I As PawiMias de Ivtutos tlcalinos dc
\ Rnrtn An ttuimmttm.
CiirgS) MMM I 0 Klixire os l'ilipvuvostfe^epsina.
0 Elixir e o 'Vinhode coca de drl-
niHiila c CK
As molestias do peito....
A tisica...........
A laryngHe..........
As afrecedes pulmonares.
(urJosffo
J
0 Xarope de hypophntphito de cat .le
*i rlninnl) e C-.
As Pdulas de ioriurrto de ferro e man-
ganez de Barln dn :iiiU
0 Oleo de figado de WwsHMn ferrugi-
iWfO dc CrlinuuK < -.
As lombrigas.........
As convu.'sOes na AentU-5.o
difflcil........
Curilase tns
AsPasiilliast^rmi/ugafdeCrlnisnl*.
As Piisli'has rtc mnumla de *Srl
! manlteC*.
A amenorrhsa on falta de J_. .
menstruacao........jCnrswe com
As-Capsulasde.-ipiol de Grlmnurt
As enxaquecas. .
As ddres.de cabeca
::1
Cnriln *c
0 Inga da India de Crli
It** C*.
itinufl I
As affeccdes das glanduias,
do rosto, da cabeca. f
Os vieios do sangue.....i
O lymphatismo.......\
Carasne com
0 Xaroi>e de rabano iodado de iirl-
iii.nil e ?*.
0 Vinho e o Xaroi>e de Dnnnrf. ao
iarto-phosphalo de cal.
A asthma
A falta de reepiracao.
If^mmrn m\ com j *s Ci9?rr9' <*e cannabu indica
de tirlmanlt e C
As molestias da pelle. .
As ernpedes e comichdes.
As chagas, as empigems.
furSoHftom
As Pilulas do !>' t uzruuvr
A Gliconina Sichel, a melhor das rom-
madas calmantes.
CASA DO OURO
Aon 1:009-4100
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (ouir'ora Neva
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muuo feliies bilhetee a-
antidos da 1" parte da loteria a benericio da
igreja de S. Goncallo do Recife, que se extrabira
oo dia 29 do corrente mei.
Prefon
Inteiro i^OOfl
Meio 2/000
De 100-000 para eims.
Inteiro 3*500
Meio 1/750
Recife. 21 de abril de 1874.
Joao Joaqmm da Chita Lett/.
Depositos em Pernambuco : FERREIRA, MAIA O^ M.-A. BARBOZA, e nas principaes Pharmacias do Brazil.
U
Gustave, cabelleireiro, a rua do Marquez de
Olinda n. 51, primeiro andar, precisa de um habil
official debarbeiro; paga-se bpm.
Os abaixo as.ignados declaram ao respeita-
vel corpo do commercio que julgam nada dever
nesta praca e nem fora della aie esta data.porem
se alguern se julgar ,'seus credores, apresente
sous titulos para serern examinados e pagf s. no
prazo de tres dias, a conlar desta data, a rua ve-
lha de Santa Rita n. 3. Recife, 21 de abril de
187i.
_____________ Rodrigues da Silva & C.
VIGOR DO C4IIELL0
DK
^3"
aia
** '/ >, J 3
JSDVfBSOS
B
om negocio.
\ende-sc ou arren 'a-se o grande predio
le um andar e sotiio, sito na rua do Bispo
Sardinha, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade do Olinda, tendo duas toas salas
de frente, um salao no sotao, seis quartos
espagosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
ges arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-te prepara-
do com le! s cs moveis indispensav. is a
uma grand.' familia, sera assim vendido ou
sem os moveis : a tratar nests typographia
ou na rua da Unifio n. 49, sobrado, atraz do
paroda assembk;a.
Aluga-se a casa terrea com grandes commo-
des para familia, extenso quintal murado e arbo-
ri?ado, e outras mtiiias ccmmodidides, no melhor
local do pateo da Paz, nos Afogados: a fallar ao
-achristao da matriz para ve la, ti no Recife, para
'.ratar a rua das 'jnco Pnntas n. 31.
CASA MlillAT
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Marco (ouir'ora rua a\
Crespo) n. 23 e cosas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos* seus te
izes bilhetes. um meio n. 2272 com 700^, um
jneio n. C43 corr, 200A,- e outras sorles de *0* e
20* da loteria que se acabou de extrahjr (Itl-),
convida aos possuidores a virsm recebcr na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bLheles garantido-
da 4' parte das luterias a beneficio da igreja
de S. Goncalo do Recife (97), (jue se extrshira na
quarta-feira, 29 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhele inteiro 44000
Meiobilhete 2>5000
IH PORgAODE 1009000 PARA C1MA.
Rilhete inteiro 3*500
^________Meio bilhete__________1*750__________
Cao per dido.
Desapparecen do sitio do eonselheiro Jose Ben-
:q da Cunha Figneireco. na Ponte de Uchda, um
qao preto,. alto, semelhante aos oa Teira-Nova :
puem o levar ao iobredito nitio, ou ae armazem
a praca do Corpo Smto n. 15, sera bem recom-
censado.
Co yiohar e engommar.
u Pxecisa se alugar uma escrava ^ne saiba eoii-
har e engommar ; e para ea.a dn pequena fami-
ja : oa rua do Vigario n. 16, J. aridar.
per-
Seguro e aritniravcl
RESTAURADOR E TONICO
PARA 0 CABELLD
Conc feito poDteado
Torna os cabtllos macios, brandos e lu-
sidios, perfumando-os com um aroma de
especial delicadeza, que t3o apurado tern
sido.
0 Dr. Joaquim d Aquino Fonceca, &
rua do Hospicio n. 33, pode ao Sr. Manoel
I'ernaiides de Carvalbo, residente na estrada
do Rosarinho, o favor de Ibe vir fallar a
respeito do negocio de interesse de ambos.
tavlmio fii^in
No dia 21 do corrente fagio o escravo aci.na,'
tendo os signaas seguinte; : cdr fula, cabellos ca-
rapiohoa e um pouco crescidos, cabeca chafa. es-
latora regular, um Unto magro, e tern no rosto
bastantes sisnaes de be.xiga, usa de ehapeo de cou-:
ro, e levou clca e cam sa de algoiaozinho : roga-:
se a todas as autoridades e capitaes de csmpo,
qu( iram apprehender dilo escravo e leva-lo a rua
daMadre de Deos n. o, 1 andar. das 9 as i hcras'
da tarde, ou a rua da Jmperatn'z n. 4, i andar i
que serao recompensados.
mm
Ha mais de um anno fugio desta cidade do Re-
cife, e se >upp5e nella occulto. o escravo Jose, com
08 signae3 seguintes : cur preta, de altura regu-
lar, com 25 annos de idade, poucD mais ou menos.
tern falta de denies na frente, sendo porera o sig-
nal mais seosivei nma cscrescencia na palpebra
que parece ceg > de um olbo : quern o capturar,
traga-o a rua Direita n, 119, ou. Saudades n. 32,
quo sera generosamente recompensado pelj seu
sen I or._______________________________
Miiita attencao
Havendo sido subtrahida on extraviada do po-
di>r da Sr. D. Isabel Lucas da Silva, uma letra
de seu'aceito, na importancia de 1:260*000 e
saccada pelo Sr. Manoel Scares Pinheiro, e isto
quando dita lettra ja havia sido resgataoa pela
aceitnnte, declara-se pelo presente meio que mais
neohnm valor lem semelbante titulo, visto ja ha-
ver sido remida a obrigacao por ella representa-
da, e que por conseguinte de nenhum proveito
sera para aqnella pessoa, em enja mao porven-
tura ella se ache, protestando se procedf r cnmi-
nalmentK contra qucm qner que lenha sido o sub-
tractor, cu qne de ma fe pretenda utilisar-se da
mencionada Itttra.
Recife, 21 de abril de 1874.
0 Dr. Sarmento Filho mu-
dou-se para a rua da Aurora n.
6^1." andar ; entrada pelo oi-
ta
BENEDICTINE
LICOB DOS MONGES BENEDICT1M0S DA ABBADIA DE FECAMP
Este ceJebre licdr tao
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje em todas as
b5as mezas, tanto no
Restaurante como no
jantar domestieo; nos
grandes hoteis como nos
salSes dos principes, por
isso 6 elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tacoes, cuja maior parte
de falsa provenencia.
Como termo final de
garantir aos consomma-
dores cuidadozos um
producto puro, exquisito
e essencialmente hygie-
nico, contra estas lalsi-
licacoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, &
saude, damos retro o
modelo da garafia e mais
acima 0 dos sellos e le-
treiro? que envolvem o
verdadeiro licdr benedic-
tino.
OBSERYACAO IMPORTANTE.
Recommendamos particutarmente ao publico em geral, o exi-
gir 0 letreiro acima, qui c sempre posfo no funi/o das garaffas
desde o 1" de Outubro de 1872 que tern a assif/natura de
A. LEGRAT-D aine, director geral.
N. B. Em tempos de epidemia o BE*EDICTI!VO 6 um preservative!
oerto; nm grande nnmero de celebridades medicae tern dado o
certlflcado bem formal.
Deposfto geral: A. LEGR AND aine, em f< a,,,,,/ (Franca).
Deposito geral cm Pernambuco, A. REGORD.
de todos
PlORRY,
0 mais poderoso e o mais agradave
mendado pelos Professores e Doutores
C^taS^mol^fS R,C0RD -NLfN- C*W e muilissimos oulros
contra as molestias de consumpfao, clorosis, ojrilocdct, (lores bronco, anemia
tuffocacoes, palpttocoes, rachitis, etc. r
os fcrrnginosos recom-
Troi'sseau, Jobert 'dr
EM TODAS AS PHARMACIAS DO MUBTJO.
Deposito geral no Pernambuco, A. REGORD.
PARIS, 25, rue de l'Entrepot, 25, PARIS.

i
:.:
j
I
li
j

COALTAR
DE
SAPONINADO
LE BEUF
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelo; botpltaet de Parix e pelo* da SSarinha militar fra.icexa,
TEsse excellente tonlco possne nma efflcacia verdadeiramente marailhosa nos vlceras ganqre-
nosas e escrofulosas, nos cancros ulcerados, no anthrax, na otorrhea purulent na O'ena no
crup, feridas pelas armns de fogo, enfermidades do ulero, etc., etc. '
Emprega-se, meielado com mais oo menos agna, em chomacos, locOes, inieccfles gargarismos
Como dentifriclo ordioario (nma cotherada das de cha n'om quarto de copo 'd'agnal e mnilo esne-
cialmenle emcai para purifier o bafo, sanar as genevas doeotes e tornar firmes os
0 sen uso e muito hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
UkW nolicia circumsUnciada Te com cada frasco. Exiga-se a firma do inventor
Fabrica em Bayonna [Franca), mewda Sr. LE BEUF, Pharmacentico de 1 classe.
Depostlos: Parts, 88, rna Reaumur; Pernambuco, A. REGORD, onde se encontra Umbem a
Emaleao de Alcatrlo Teeetal de be ~
centrada e tilalada conlendo em si o a
eBeuf para faier aacna de AJcatrao, a noica preparacao cod-
IcatrSo sem seralterado nem modificado.
&%*
da SKIVA
ID3 PINHEIRO MARITIMO,

Ti&ii^A
t mm
e ein serai
das u in
A influencia que tem os principios resinosos do
pinheiro mantimo sobre o pnlmao em todos os
graos da tisica, he t5o maravilhosa, que a medida
que desenvolve-se a sua accSo, ve-se por assim
dizf r o doentc voltar a vlda.
Nosso xarope fabricado com a selva do pinheir >.
reoolhfda logo ao sahir-da arvore, eontcm os prin-
cipios resinosos com toda a sua energia o pureza :
sen ettoito he pois immodiato e seguro ooniia -.
defluxos, catarrho pulmoaar rouquitl<;.es .
'!<-stias do iilo. qualquer quo seja o SOU est:ulo.
DE CANNABIS INDICA
de GftlMADLT e C'. pharmaceuticos em PARIS.
Tddos os cspccific^s empt' "'os ste !Wje para aliviar^a asthma e das molestias das vias
respn-aioiias, tewi rotios por hnse smtsTAitcua tovcab quo doixao \un grande peso no cerehro
e alem disto sao aumamento rx-rrijcwaw a tolelfigcncia c a saiide em geral
_As propnedades do pi:u fo :clivo do canhamb de Bengala que contem'noasos cicarros
sao tao admiraveis, quo ap. i resplra alguma fumaca, nota-sc logo uma grande "facili-
dade cm respirar, nicnor o, em uma palavra um alivio rapido, completo e inoffensive
porqucos nossos crj:i:tos nSo conte:i> nenhum prlndpio toxico. HSopoisestescioarrosounico
reinedio certo que se possa acconselhar com confianca contra a asthma, oatarrhos pulmo-
nar, nevpoees, laryngite e em geral contra todas as molestias das vias respiratorias.
Depositos em Pernambuco : FERREIRA. MAIA f> ; M,-A. BARBOEA, e nas prln-
dpaes pharmacias de Portugal e do Brazil. '
Triumpho da
I
^S.%
Grande urgeocia
Prccisa-se de uma ama que queira aca-
tar de amamentar uma crian^a de um anno,
quora, pois, quizer fazer este negocio ap-
parega no 3.0andar desta typograpcia, para
tratar com urgeneia.
-
Pede-se
ao Sr. J. I R. R. queira vir ao hotel de Apipucez,
a negocm de sen panieular interes;e, e nio o la-
tendo sera chamado o seu nume por extenso.
Alnga-se o 2 andar da casa da rua das La-
rangeiras n. 13 : a tratar na rua do Marquez de
Olinda, i' andar n. I.
Precisa se de hatedures : na refinacao da.
rua Direita n. 19.
Alofta-se a .-afa dos leors n. 48, corn com-
modos para familia, siu a rua do Coronet Lame-
nha (antiga dos Praseres).
Alnga-se uma escrava para todo service de
casa : na rua do Imperador n. 50, 3* andar.
Roga-se
aos Srs. Andre Cordeiro Coelho Cintra, JoSo Can-
cio da Silva e Prospero Danhenwe.de apparece-
rem a rua da Roda n. 60, cocheira, a negocio de
seus particulars inleresses.
Aluga-se a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 79, a rna Duque de ta-
xias : tratar na loja.
i CONSULTORIO
* MEDICO-CIRURGICO
? DO
^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso \
PARTEIfO E Ol'EHADOR
tsTHua do Vixconde d A.lbuqupr-jK
A que ii. 39.
ESPECIALIDADE
Molestias de senltoras e
mi'iiinoH.
Tonsultas das 7 as 10 boras da ma- _
cha. todos os dias. 4jfr
Das 6 as 8 da noile, nas segundas, quar- A
s e sextas-feiras. ^

las
Os doentesqne mandarem os seus eha- ^
mados por escripto at 10 lioras da ma- ifM
nba serin visitados em suas casas.
0
Jofe Rodrigues da Silva vai a Europa tratar
de sua saiide, e durante sna ausencia deixa Hear
como primeiros proenradores de todos os seus ne-
gocios, os Srs. Jose Joaquim Rodrigues Braz e
Antonio Jorge dos Santos, como segundos os Srs.
Martins & Cunha e como terceiro o Sr. Antonio
Pinto Lapa ; o mesmo declara ao respeitavel cor-
po do commercio que nada julga dever nesta pra-
ca nem fdra della, tanto da lirma commercial de
Jos6 Rodrigues da Silva, como da de Rodrigues
da Silva & C, e>ta na rua de Santa Rita e aqnel-
la na rua do Fogo ; mas se alguern se julgar com
algum direito. a preset, te sua conta no prazo de
tres dias para ser pa go, a contar de hoje.
Recife, 2i de abril de 1874.
Em tem pos modernos nenhum descuLn
mento ope urotnaior revolugao no modo df^
rarar anteriormente em voga do que o
PHML 1 mUMk!
TAIfTO NO TRATA.MENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouqnidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expccturacao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfeimi
dades da Garganta, do Peito e dot
OrgSos dn respiracfio, que tantc
atormentam e fazem soffrer a humanidade
A maneira antiga de curar consistia geral-
mente na applicacao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e dimintiir as forcas dc
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira maisfacil c certa para a en-
fermidade a destrui^ao inivitavel de su
victima I Qam ditTerente e pois o effeito
admiravel do
Fui:r.aL h incasm:
Em vez de irritar, mortiiicar e cauzar inau
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritagao,
Desenvolvo e entendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o system a
desaloje d'uma maneira prompta e rapids
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
- dos collegios de medicina de Berlim'
Ricas bandeijas
Para asamenton, bailes e baptisados.
Quem quizer obter uma bandeij* ricamente en-
feitada. dirija se a Cocfeiraria do Campos
Ja mandando ou indo encommendar, ja com-
pran do nlii todos os eufeites, censtando do seguia-
te :
Bole? rinos para enfeitar.
Doces saborosissimos para enfeitar.
Fignras allegories para enfeitar.
Papeis arrendados para entei'ar.
Bouquets para Doivos.
Alii
Encontra-se sempre o seguinte :
Fiambres inglezes.
Budins
Bolos
Paes d? Id linos.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em profusao.
FilhOs (son/us de nwlcina).
Dcees em calda, ralado e secco.
Bolachinhas ie mil qualidades.
(Sugar Wafl'ers vanilla) para dietas.
Gelea de mccoto, desiufectada.
Amendoas, confeitos, etc.
Clia verdadeiro das Caravanas.
Caft de Java frerd deiro).
Tutlo isto na
CONFEITARIA MO CAMPOS.
Para a boa eonservacao
YOSSO CABELIO
sit ma
ent
testifieam serem exactas e verdadeiras estas
[.relacoes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas corn
PEITORAL DE ANACAHL'ITA !
' Deve-se notar que este rcmedio se acba
intoiramente isento de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanto quo algum
destes ultimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do hydrocianico, formam a base da ni8ior
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
cilmente se engana a crcdulidade do pu-
blico. A composicao de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafade
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a d6se que se
toma e s6 d'uma colher pequena, basta
geralmeute applicacao d'um ou dous fras-
cos para a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as biticas.
H. Frosters & C, agentes.
Unicos agentes nesta provincia os Srs. ii
0. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
Esta encouraqado !! !
Agna mole em pedra dura
Tanto da Ate que a fura.
iiuga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mali
escnvao na cidade de Nazareth desia provincia,
favor de vir a rna Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
reaiisar, pela terceira chamada deste jornal, ere
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo 6 de novo chamado para ditr
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu Qlho s-
aehava nesta cidade.
Elle -i uni prcventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle (14 e restaura for^a e sanidade & pelle da
Cabeca.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
bira dos cabelles.
FHedagran.'e riqueza de lustre aos ca-
bellos. '
Elle doma ? faz preservar os cabellos, era
qualquer forma ou posiQao que se dese-
je, n'um estado formoso, lisoemacio.
Elle fiz ""rescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle" .; serva a pelle e o casco da"cabera
limpo e livre de toda a especie decaspa.
Elle pr^t 'me os cabellos de se tornarem bran-
CIS.
Elle cbnserva a cabeca n'um estado defres-
cura refrigeranle e agradavel.
Elle'nao e demasiadamente oleoso, gordQ-
rente ou pegadir;o.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabellos das
ennncas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservogao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle e o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos o barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SI
PODECO.NSIDEUAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TONICO ORIENTAL
o qu.-.l proserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
f^^@0
*

Vende se um mninho de veBto, com
dnas homtas para putar agua, e qua-
tro rudas novas e fortes, para carro
americano : a tratar na rua do Impe-
rador n. 22, andar.

O aIV Al:.nsa de Albiiqnerqne leHe
inenmbe-se d^ promover cbrangas amigavel
ou jndicialmente, assim como do outros negecios
conceruenles a sua profissao, nos lugares proxi-
mes a Itnha firrea, enos outros termos proximos
a esta. cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciaute Solicit:; lores habilitadns e probos, respon-
sabilisando-se no enlanlo pela boa gestao e conta
do que Iho for confiado.
Mediante moflico honorario accde aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incunbe-se da deleza de appellacoes ante
o tribunal da reiacao. Fode wr procurado de
meio dia as 3 hora> da tarde em eu escriptorio
b rua do Duque de Caxias n.37.
t

t

A


3&flo de Pernambuco Quinta feira 23 de Abrfi de 1874.
-*
X

mm.
PIANOS.
Acabam de chegar maio boas pianos fortes e de
elegantes modellos, dos mais nntaveis e b.m co
nhecidos fabricantes; como snjam : Alphonse Bi-
donel, Hcnrv Hers e Pleyel W.illT 4 G. : no Vapor
Frances, a -iia do Baiao da Victoria, outr'ora No-
ra d. 7. a preijoa mnito eornmodos.
MobiKa de vime.
Caleirs? de balanco. de bra en, de gnarnicoes,
sofas jardiiieira-', mes-s, conversadeiras costu'
reiras, tudo isto inuilo tioiu por sereiu fortes e
lews, eos mais proprios moveis para saletas e ga-
biaeies.de recreio.
No armazem do Vapor Francex, raa do Birio
da Victoria n. 7. outr'oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pds den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, Qjrida, lavande, p<>s de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muilos artigo delicados era perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agna de Cologne, tado de primeira qaalidade
dos bem conhecidos fabric antes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Franeez, a raa do Barao
da Victoria, oatr"ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artiges de differentes gostoa c
phantazlaa.
Espelhos, leqaes, luvas, joias d'ooro, tesonrinhas,
eaniTetes, caixinhas de costura, albuns, qaadros,
caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita^de coaro, e cestinbas para braces de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charntos e cigarros, eicovas, pentes. cartefrinba de
madreperola, tapete para lanteraas, rnalas, bolsas
de viagens, venesiaoas para janellas, esterioco-
pos, lanternas nagicas.cosooraraas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, (|uadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, machinas de
faxer cafe, espanadores de palhas, realejos de vein,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianca3, a
outras mnitas qainqailharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qua se pode desejar de to-
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Eoropa, para entretimentos das criancas, tado
a precos mais resumidos qae e possivel : no ar-
mazem do Vapor Franeez, raa do Barao da Vic-
toria oatr'ora Nova b. 7.
Galcado franeez
A9I5
Botinas para homem
Acabam de chezar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de daraqae
com biqaeira, de bezerro com bot5e9, e com ilbo-
xes a 90000 quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Franeez, a raa do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Pera senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas e bordatias.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de iapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS .pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
A BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, peri.- -
meias perneiras para bomens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Franeez, a rna do Barao
da Victoria n. 7.
DevetJores.
Os proprietaries da Confaitana do Camp s a
raa do Imprrador n W, ppdem ao? seas devedorcs
que tern si.to rrrhisso*, 0 fav.ir d vlrein pagars us
debrtos ate o ilia 8 de ;.11 r. 1 ; roHmo wndoutoS
avisam ao.- inesnto-. uue M alsa^uilU data nan c e
tiverem faldns, wan sra* nmiiw nc.ie joroas-
stm diHini'rao dp pess"*lgmu.i.
- IVTinula-se pur urn tei rein, ini-iin. nos ar-
Yrbaldes de>ta cidade, duas prquema ea*M de
padrae eal sib ns. 22 < i" a rna du P-i'.-s. fre
guezia de. Afoga&i*, cmii duas s:>l.i* d*u* quar
tus cuda uin.i, viLte paliiius de iargura sub ein-
coenta de fundo; a quern convier, trata-se na rna
estreita do Bosario n. 17, andar.
24-Rua do Marquez de Olinda-24
Esqalna de beeeo Largo
Participa a sens freguezes e amigos que mudon
0 sea estabelecimento de relqjoe'ro para a mesma
rua" n. 2i, onde encontrario nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeirajWle todas as qualida' es, patente suisso,
de ouru ^Prata doarada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, ptaqaet e prata. lunetas
detodps as qualidades, tudopor precos muito ba-
ratos.
ALUGA-SE
uma casa na Gapunga, rua das Peroambncanas,
com coxeira e quartos fora : a traur na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
L04A DO PASSO
DE
Gordeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Menitaa :
Biquissimos cortes de gorgurao de seda liso3 e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, 0 necessario para sea enfeite, oomo seia :
franjas, trancas, I otoes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rna Primeiro de Marco n. 7 A.
Attentjao
Avisa-se pela ultima vez ao Sr. Salvador de Si-
queira Cavalcante, que ha um anno tern zombado
io mandadc de pristio que contra si tem do juizo
do commercio desta cidade, que, se nao quizer
Dassar pelo desgusto de ser preso, mande qnanto
antes entregar os dons escravos Aquilina e-Fran-
isco, dos qaaes 6 depositario, e se acham de pa-
blico trabalhaado no engenho Tres Brazos, lugar
i]e saa oova residencia.
Besdeja protesta-se pelo servico dos ditos es-
cravos.
Aiten<;ao
X
Avisa-se ao oomprador io escravo Henrique,
jue Salvador Manoel de Siqueira Cavalcante nao
podia vender dito escravo, por ser elle pertencsate
ao casal do major Salvador dos Santos Monteiro
Cavalcante, e como lal, a venda do dito escravo e
aulla, como melhor se dernonstrara em juizo.
Recem-chegado da Eurepa, t-nde fre-
V queatou os hospifaes de Paris e Londres,
^ pode ser procurado a t|nalquer hora.do
j dia on da noite para objecto de saa pco-
n Smbao.
n Consulias das 6 horas da manhS as 8 ho-
JK) ns, e do meio dia as cuas da tarde.
2. Gratis aos pobres.
5f ESPECIALCDADES.
W Molestiae de seahoras, da pelie e de
J crianca.
Cfurso de portuguez no eol-
legio da Conceigao.
O bacharel Jorge D.->raellas Ribeiro Pessoa eete
noumbido do referido eurso.
Silio do Arrai-il.
Aluga-se um sitio no Arraial, proximo a esla-
cao da Casa AKarella (um minuto) com exellea-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
ds ; 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
.-j, casa de banho e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por commodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, 1." ahdar.
Arrenda-se 0 engenho, Saltinha da fre-
guezia engenho e bom d'agua, dista duas leguss dos
portos de Tamandare e Rio forme so, e tem
terras para safrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mesmo engenho com
o consenhor Henrique Augusto Milet, ou no
Recife com Leal & Irmao, rua do Marquez
de Olinda :i. 06.
Rna Duque de Caxias.
0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes, caixeiro a rua do
Duque ds Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 12, a negocio de mutuo intpresse, isto por se
ignorar sua residencia domes!ica.
PTJNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM N. 52
(Passandp o chafariz)
l't;i)KM A')S senhores de ngrbtio e "til"f>8 agncoliori-a, e emprepadorea de to
i:_i3uao omplet'i qoe abi tem; seodo tudo soperior em qaalidade e fortidio; 0 qae com a im
Cvio peasoal pode-se verificar.
ESJ'ECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
/annfft* a rnHne H'ncrna do8 mai8 nQO!,erno ytni eem ta
/ ttyvru* rUUUS U agua miDbos convenieDtei pan as diveriai
ircomstancias dos lenhorea proprieiariot e para deacaroc^r algodlo.
ttoendas de canna SS 'toninh0i' n^61*0 ^
?iodas dentadas para "*** *"6vapor-
f aixr.s ie ferro fnndido, batido e de eobre.
11 mbiques 9 fandos de alambiqaes.
Vf ^ pViiniemnfi Para maDdioce lgodJo,l Podendo' todoa
uai/umioiUUO e p]r, terrar madeira. aer movidos a mio
ftnmhfta fa' W vaPr
iuwuoo de pateote, garantidas........ |oo ammaes.
TodaS aS maChinaS P^ d loe e w.tama preciaar.
?az qualquer concerto dfl miChiflismo'a T** mQi rMonaido
?OriiiaS dfi ferrO t8m a> m6lborei e mail barjtas exiatentea ao mer-
?nn tmmonrlaa Incambe-se de maodar vir qaalqoer macbioismo a voq-
oiuu^lUiUOUUao* tade dos clientea, lembrando-lhea a vantagem de faxerem
aaa compraa por intermedio de peasoa enteodida, e qoe em qaalqoer oeceaaidade pdde
m pregtar aoxilio.
Ira dos americanos e in,lran,6n,0 ,rico!"
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDP O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
V raa do BarSo do Triiimpho (rna do IIrum) ns. 100 a UK
. CARDOSO & ffiMAO
AYISVM 80s senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral que
continuant a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessaries aos estabelecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra que tem vindo
?0 mercado.
V aporeS de forga de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UaldeiraS de sobresalente para vapores.
jIjeilQa8 mteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui Teio.
laixas (flindldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOaaS Q agua COm cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RedaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
ibaS de ferro, de repucho.
Ajados
de diversas qualidades.
Escravo fugido
Pesapparecea ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna. o
escravo de Mue Jose Borge?, mestre de'assucar,
tendo os signae? seguintes: cabra, idade de 30
annos ponco mais ou meno, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel 1
gomma na junta do pe esquerdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de campo, qneiram ap
pretiender dito escravo e leval-o ao referido enge-
nho, ou nesta praca a Oliveira -Filhos 4 C, largo
do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamente
recompensados
para jardim.
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba-e banheiro.
ATTEKC1AO.
Offerece-^ uma senhora de boa'conducta para
rurtar e cosei qualquer rouwi para senhor?- : a
tratar na rma Imperial n. 63.
CHIADA
Frecisa-e de uma para cozinhar para easa de
Jijae pessoa*, piafare-se eaerava e paga-se muito
fiem : a tratar na raa do Bario da Victoria n. 48
A, loja.________ ____________________^
SAQDES
Carvalho <& "VogueH-a, na rua do Apolio
s. 20, accam fobreo Banco Commercial
le Vianna e suas agendas em todas as ci-
iades e villas de Portugal. & vista e 3 prazo
por '.'<- '-: paquetes.
COlMElBO
rece-se um p^ra casa de famiha : qusm pre-
'srr Jirija-se i nn das Crazes n. 1.
Servile Frecisa-?e de um que t>-nha pratica : na pear
ma- 4 Torre*, a rna dt* Marnlin Bias n. i.Ti.
Na travessa da raa
das Crazes n. 2, pri-
meiro a;idar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGME
o quarto andar oa sotSo do sobrado n. 32 a rua
estreita do Rosario n. )., com commodos para fa-
milia : m thesouraria das loterias, rna do Crespo
n. 6, andar.
Pormas para aSSUCar,grandes e pqaenas.
VarandaS de ferro flindido, francezas de di versos e bonitos gostes.
^"o^" rrancezeS para lenha e carvao, obra superior.
DltOS ditOS p8ra gaz.
Jarros de ferro fundido
P6s de ferro
Ma china
Valvulas
LOireiaS inglezaS para machinismo.
oanCOS e SOtaS COm tiras de madeira, para jardim.
GoncertOS concertam com promptidao qualquer obra oa machina, para o qae teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmmendaS man<^am v'r Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Loudres
* com nm dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incurabem-se de mandar assenta?
J:tas rr.achinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
ODILON DUARTE & IRMAO
CUBELLEIREIROS
Premiados na exposicao ^de 1872
I
Coiislniclor o aOnador k niaijos
33Rua do I
na
) ijBperac
e afamadas easas lieyel & Hat,
lor33
e antigo director das offlei-
Ex-afinador das antigas
casa Alphonse Blondel.
Tern a honra de declarar ao respeitavel publico dt-sia cidade, que tem aberto saa casa
concertos e alinac-SVs de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber nm grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sihidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usadoi.
49 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afomados antores,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores (to?
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de matcriaes para eonccrtar pianos, com*
sio: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafbsos, castor, camursa. cordas,
marfim, etc., etc.
49JMJA WOIMPEBlIMm 40__
VINHO e XAROPE de DUSART
COM LACTOPHOSPHATO DE CAL
Os medicos dos grandes hospitaes dc Paris receitao ambos estcs medicamcnlos, conside-*
rados como rcconstiluintcs e rrparadores i>or exccllcncia para excitar o appetite, despertar a
tome e conseguir a assinulai;ao rapida dos alimcnlos.
O seu emprego suhministra As mullicres gravidivs o elemento generador do fcto. as amas
um corroctivo ccrto dos dofcitos qae possa ter o lcito, eas crian.'as rcoom-iwscidas c criadaa
Com o biboron, um panacea admiravel, que, neutralizando as mas qualidades do lcite. previne
e cura a diarrhea a que suo proponsos.
Naa molestias dos ossos, frarturas e teridas. apressa a soldadura dos ossos. Tornado pelas
mogas. produzrin o mesmo cftcilo que.os melhores (erruginosos : pclos tisicoa cicatri/iio rapi-Ja-
mente os tuberculos dos pulmocs, e emfim i>clos ooavalesocntea e os velhos, petas pessoas
usadas pelo trabalho e pelos excessos ajuda-lhes a recobrar r.s [orgM esgos(a PILULASdeB
fans.
(IODURETO DE FERRO e MANGANEZ approu A inefficacia t3o frcqucntc das pilulas de iodureto de ferro provem de qua nao cntra n'ellas
manganez. corpo que sempre se acha unido ao ferro no organismo. como provao os trabalhos
dos mais distinctos chymicos.
As pilulas de iodureto dc ferro e manganez do Burin du Buisson. approvadas pela
Academia de medicina satisfazem estas condiQoes, c c este o motivo pelo qual os seus
effeitos sao maravilhosos, seguros e infallivcis em todas as afiocoes lymphaticas. escro-
fulosas, rachiticas e taberculosas, nos enfartes das glandulas. irregulari-
dades da menstruac&o, e nos accidentes de siphilis constitucional.
Depositos em Pernambuco : FERREIBA. If AIA eC<;- M.-A. BARB0ZA, e nas prin
cipaes pharmacias de Portugal e do Brazil,
41 Rna do Imperador 4i
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimr-nto, com o fim tk
conservar os creditos de unico neste genero, t o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do nortc e in-
terior desta, garantindo perfeir;ao em todesas propTagoes, aceio e modicidade nos precos,
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
Epss & C, de Londres, compost* de medicamcnlos, carteiras, pocolotcs, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e dep6s especia's para denies.
Tem d disposi?ao dos amantes da homeopatbia a excellente, obra do Vv. Mure me-
dico do povo, jd em 3.a edigdo.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, 6 r-colha do com-
prador.
RUA
DA

iMPERATRIZ
N. 82
1.* ANDAR.


RIA
DA
IMPERATRIZ
N/82 j
I.0 ANDAR.
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracena I
I Para bexigas como preservative).
Vaccina (
Chocolate homeopatln'ro
Cafe homcopathico.

Elor d'araruta.
P6s para denies, inglezes.
China cruzeiro, para intermitlentes.
Scbynus, para anginas.
Calendula, para queimadnras.
Tarantula, para paralys-ia.
Tintura mai d'arnica, para conlusdes, cor- Maita-matta oujaboti, para tosses.
tes, etc.
Jerico, para rheumatitmo.
A CHEGARE.M
Espirito
ra.
de Kaheremiiti ou de campho-
Cactuc grande fldrus. para pneumonia*
molesiias do coracdo.
as pre-
Aluga-se
a casa tt'rrea n. 166 da raa da Gloria, com tres
quartos, duas sabs, eozfaha f6ra e quintal com
cacimba : a trat;.r Da rua da Imperatriz n. I.
\ V1SO
M
O afaaiso assignado declara ao respeitavel corpo
do commcroio, que, na qualidade da maior credor
de Miguel Luz Soogt-y, teiu do commum accordo
corn o me-mo r.tcehido para rod pagamento e de
ontrits na importancia de 683J320, o estabeleci
mento sito a rui e-ti^ita do Rosario n. 4 ; portan-
to, quem se jalgar ti m dMreita ao mesmo, queira
apresenur sqhs titulm go pra:to do 3dias, para
serem veriricad w, n.nio os quaes nic sera atten-
dida qoalquer ,v( Uaacao.
Rtcife, ti de abril de 187V.
Jcmrtd Borges da Silva Junior.
Arrenda-se o engtnho JussaraI-grandt-, no
termo de Sermbaem, o qual esta aituado a legoa
e meia da estacito da Escarta ; e bom moedor earn
agua, a de muito boa produrcao. tanto de cauas
como de mandioea a trutar com o proprietario
do mesmo, no engenho California, em SeriDlnipm
r
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-o'nas^melhores con-
JicfjOes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e ds Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente d arte do cabelleireiro.
Fazem-se cabelleir8s taoto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directHmente por todos os vapores da Europa, as suas encoramendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeicdo no trabalho, agrado, sinceridade e prejo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
por^ao e a retalho e todos os utensilios pertencentes d arte de cabelleireiro.
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus 1
>para rhemstismo.
Dito deBryonia)
Acha-se constantemente d testa do estabelecimento e inspcc.ionaiulo todas
para^oss o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos 9Ie!lo.
C0KSULT0RI0 H0ME0PATH1C0
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e d noite ate 9 horas
aos pobres. |
Collegio de S. Sebastiao para
o sexo feminino
A abaixo assignada scientiQca aos senhores pais
de familial e a quem mais convir possa, que as
aulas de seu collegio continnam a funccionar em
a casa da ruaDireita n. 36, 2 andar,
___________Manoella Angnsta de Mello Rego.
Aluga-se ou vende-se um escravo carrocei-
ro, idado quarenla annos: na rua do Hospicio
n. 81.
3OS0OO
Cozinheiro.
Precisa se de un cozinheiro que enlxnda bem
de sua arte : na rua do Marquez de < linda u. 35
O abaixo assignado perdeu uma letra de^eii
saque em 13 da novembrode 1873, aceitapelo tr.
Manuel Jose da Costa Cabral, da quantia de
9254300, que se ha de veneer a 13 de maio do
corrente anno; e corno nao negoci n dita letra
com pessoa alguma, p'evipe ao axajlante actma,
Sue s6 a pague ao sacador. 'Recife, }Q de abril
e 187*.
/oaquim Alves de Carvalho.
AHL4 PUBLIG4
A primeira cadeira la aula publica para o sexo
feminino da freguezia de Sauto Antonio, funcciona
no 2 andar da rua do Barao da Victoria d. 31,
entrada pela rna da; Flores.
Traspasso de casa.
Annuncia-se na rua estreita do Rosario n
26,fH'ina de marcineiro, qne se faz obras de en-
commenda para algumas pessoas que quizerem
encomrnendar, tanto de amarellocomo de jacaran-
d, fa endose todai as pecas com gosto e per- Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
feigao ; na me*ma offlcina toma se mobilia para na povoacao de Apipucos e oom muitos commo-
se envernisar e empalhar, por preco eommodo pa- dos : a tratar no 1* andar do sobrado da tra-
ra os freguezes. I resgR da rua do vigario, n, i, escriptorio.
Para engomraados "e arrumacSes de casa de
pequena familia ; da-se esta quanu'a a uma cria-
da que seja de boa cenducta e perfeita engomma-
deira : a tratar na rua de S. Francisco n. 72.
Na rua do Imperador
n. 28
precisa.se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
JoSo Vaz ae Oliveira.
Jose Franciico Lopes Lima (Vazaretb).
Manoel Pereira Brandao.
Mannel dos Passos Miranda. j
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Panla Borges.
Franrico Ant mio Pontua
B
f!
Tendo 30Gntecido um desa
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perlo '
das estac5es da Tamarineira e Jaqueira, com ex- .1 cellente casa de vivenda, nova, muito commoda cnina de gelo, os fabrieanles vem por me;
e asseiada : lendo 2 salas, 6 quartos, e f6ra co- deste pedir desculpa aos seus freeue7e<5 neU
zinba, despeDsa, sala de engommar, quarto de co- fslta aue tPm havidn np*p= Hi.. P
zinheiro; assim como cocheira, estrlbaria, dous "j^ 1, '" ,aild0 "ftes dtas ; espe^
quartos para criadoj, latrinas, cercado de ferro, I?orem' em qu<'lquerdestes dias fornecer i
banheiro, gallinheiro, etc etc.: a tratar no sitio
do commendador Tasso.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-st
allar aos Srs. Pedro do Rego Cbaves Peixoto e
'oe Paes da Silva, a negocio de particular inte-
ease
que tPm havido nestes dias"
dos as qunntidades do costumt
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
viccia de Uagoas, comarca do Porto Calvu, a
menos de uma legoa distante do porto de mar do
Garrella, tern oxcedentes terras, mata. e safreia
regularmente 2,t 00 paes : a tratar na rua do Vi-
gano n. 31.________ -
Annunciase na rua estreita do Bosario n.
esperam
ato-
ie ; aproveitarr.
tambem a occasiao para prevenir aos seu?
freguez-.* que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior forga e do sjsterna
mats moderno, que fabricard cala e com to da presteza as quanlidades que
forem exigid s.
Santo Amaro, J7 de marco de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr & C.
I_____________William W. Webster.
I Precisa-se de nm feitor qne seja trabalhador
e que enlenda de jardim, para um sitio em Pon-
tc de Uchda : na rua Direita n. 8.
Fugio no dia 15 du corrente o escravo mtt-
latinho de norne Jose, idado de 8 annos, vestindo
cami>a de algodao azul de litras, costuma dizer
qne e hvre : quem o pegir, tenha a bondade de
mandar leva-lo a rua da Palma n. 42, ou annun-
eie para ser prreurado.
pafanoXrra\\traTaVeipreJohTmt Teixeilft d0S SantO>S
freguezes tem ; iem na dita fabrica boas pecas retira se para a Europa, quem se julgar sea cre-
i
\
de obras.
dor, dirija se a rna do Imperador n. 18.




.*a ttelFsrj&ntffiiap Qsi*4>a feiia <86r-de Mh& d*-'K71
^IMPERIAL
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua do Barao da Victoria n. M, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposic&o
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores cordites rje arte, eafcerto a
concurrenciapublica, esto estabelecimento, o primeirot saunltfftda,
aosta provinb, no qual so tiram retratos pelos foelbor. s eihafe
modernos svstemas, eiupregando-se sornente material de primeira
qual dad*, e garantindo se
Semelhanca, nitidez e dnracao.
Traballn-sc todos os dias uteis e de guarda, des'Se as*fO*b da manha as quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de ihuva
ou nublado a perfeijao dos retratos.
Faz-se toda a qu lidade de copies, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
8&000
duzia ae retratos de uma s6 pessoa,
em cartdes para al-
Uma
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e augmentados ha
uma tabella de preros.
T.ram-se retratos ate tnmanho natural.
Amaada.
Na rua do Barao 4a Victoria n 36, predsa-sa
faHar to Sr. *
gacio fle seu
Sr. 1 tenmifc Joi6 Maria! Pe'staia, a le-
WWresse.
AMA
2* andar.____"-
Ama
Para eywnhnr cotrprar
preci-a-se 'tie unit ama : na
rua Duqna de Caxias o. 6,
Precisa-se de uma ama para eoiinlur,
paga-se bem : a tratar na rua do Hospi-
eio n. 70, casa terrea do bolas aniarcllas na cor-
nija.__________
A "mfjf A Precisa se de uma quo sai
J9l IWB t% ba cozinhar com perfeicao pa-
rm--*--*--^- ra uma casa de familia com
posta de duas pessoas : no paieo do Paralzo n. IS,
primeiro on segnndo andares.
- Pretfsr> -sdd
espanad
reita n. 11.
-
comprar
oma escrava para cozinhar
a tr..tar na rua Krimeiro da fiai$>'0.
AMA
Precisa se de uma ama para c ri-
uh3r : na rua de Thome de Souza n. 4;
assim como se precisa na mcsma* casa de urn cai-
xeiro de 11 a 15 annos, que lenha pratica de ta-
re nta;
Lii|iiiila(;ili
EH
Grande escala
Precisa se de uma ama para
cozinhare comprar para casa de
potfea familia a tratar na rua
Primeiro de Ma-go n. 87 2. andar.
4 MA
Precisa se de uma ama Jivro ou escrava,
para todo servico de casa de pouca fami ia : na
rua do Imperador n. 87, sepundo andar.
Piecisa-se de uma ama que saiba cozinhar
eeneommar: a'tratar na praca do Corpd $W1o
n. 17, 3* andar.
AMA
Precisa-ae As uma ama li-
vre ou escrava, qne cozinha
com perfeicao : na fabrics a
vapor de cigarros (antlgarua do quartel de policia)
n. 21.
DE NOITE
! N rua do Barao da Victorii n. 36, precisa-se
nes- j fa!lar ao Sr vigario Andre Curcir.o de Araujo Po-
Wa
Constando aos abaixo assijilado achar _.
ta praet o Sr. Manoel Pernamles de Carvaltio, ren- j reira>a negocio de seu intoresse.
deiro dos cng.mhos liarra c Prcguica, em Ma-j
manguape, provincia da Parahyba, veeni rogar ao
mesmo o obztquio. de vir entender-se coin os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio '
tin nte iw refcridos engeuhos. Rua do Amorim 1
37, escri^torio.
T3sse Irmaos & C.
V
icente fugio.
Na noite de 13 para l' de majreo do corrente
icno fugio o mulato Vicente, oscravo, de 20 annos
ae Made, bonita figura, barba c e^-tatura regular,
ev..ndo vestida e em um saco mupa de algodao
11 .uco e alguma mais lina pertencente a um cai-
iciro di ea>a d'onde fugio ; e nataral da fregue-
zia de Sanl'Anna do Halloa, diz scr livre, casado,
e ter sid.i cri'do em c"mpar.hia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, do quern alias fui escravo:|
-se, portanto,aoa senhores eapitaes de campc
e iiu! iridades puiiciaes a apprehvni-ai do dilo es-
a t ei irega-lo na cidade do Recife, ma du
Uespu d. 1", ao Sr. Joaquim Uoreira Heis, ouna
cna;e do A-.-ti ao Sr. Torqu&to Augusto de Oli-
Veira Baptista, qua serao gmerosan;ente eratirl-
ratli s.
i o'avoiuaYlo
O
em dias du mez do abril corrente o cabra
>:'' idade 24 annos, estatora regular e
:.t::. la bem vestido e algnmas veies cal-
,f'- iaea dc bexigas no rosto e falla cor-
: "'ite, i 'l Inral da provincia da Parnhvhn,
:r. ae > i| por one tenba ido para S. Jose'das
'':| '' desGal is ne.ia provineia, aoode
tent ; a rentes; tamoem pode ser que esteja occul
'"' "J irtad?, Iratacdo de so libertar sem p:.gar
bseus i li res : roga-se per isso aw autoridades
poliei. capitaes de campo a sua caplura. pro-
met end i-se boa gratificacao a iji;e:;i "a realisar,
.ir g.ind i-o na rua do Apollo n. 20.
i
n
a
Consullorio Hiedieo-cirupeico K
DE & %
A. B. da Silva Maia.
Uua do Visconde de Albuquerque n."
11, outr'ora rua da malriz da Boa-Vista
n. 11.
Cbamados : a quaicjner hora.
Consultas : Aos pojies gratis, das 2 as
4 noras da tarde.
ftOS^^JjSSSS .i:iXSEQSS3RMJr
35.
Comedorias e flores.
N eslreita do R sario n. 3j, sobrado de
nm :.:r. defronte do barbeiro e pjr cima do
car'orio, c ntinuasa a fornecer corned rias para
foia C'Kn as&eio e pro. p'.idao, o (jue inuito util e
aoc Srs. a-ademieos que tern de cbegar na aula a
bonu marcadas, sendo os preros mni razoaveis.
Ne mesma casa apromptam-se bandejaa cum bo-
nfa para bales, casanreutos e baptisados, pao-
de-ios, bolos, pndins e paste's de n.\ta enfeitados
oa sin le-. f;:z se palmas, bouquets, eapellas, fes-
t5es e toda a qualidade da flores sollas, de cera,
panno on papel : tudo na rua estrtita do Hosario,
casa da Derista.
M
Rua ]. de Marco n. 23
Aos 2iklNglN.
0 abaixo a:?ignaJo tern sempre exposto a ven
- da I tern do Rio, cuja extraccao an
ara pelos jurnaes.
Precos.
Inteiro 24/000
Meio 12/000
Quarto 65000
Manoel Martins Fiuza.
' arvslho & Nogueira, na rua do Apollo
. 20, saccam sobre as seguintes cidades da
r-aliza. na Hespanna : Santiago, Orense,
Ratroa, lerrol, I'onle-vcdra cCoruna, qual-
qucr quantia <5 vista e por todos os paque-
des.
Precisa-se de uma ama
rua do Cot-jvello n. 129.
Ama dp leite
de 1 ite sem filho
na
Ama Precisa se de uma ama para cozinhar
em casa de familia : na rua do Color. I-
lo n. 129.
AMA
Precisa se de uma ama cozinlieira
na raa-do Ilospicio n. 5i.
AMA
Precisa-se dauma-aaosinheira
na>-rua do Quormado n. 92.
Ama de leite
Preosate de uma ama que tenha bastante
leite : na ma Dircita n. 8.
Airlift l*re8lta se de uma ama. para serrko
^^ interno : na rua do Barao da Victoria
n. 22.
Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar : na rua do Barao da V.ctoria nu-
Ama
mero 22.
Amfl Pre*a*o-de nma ama que seja boa
xxmai cozinheira", para casa de -rapazes soltei
ros ; a tratar na rua DUqae de CaXias n. 43.
AlTlfl Precisa-se de uma para errgommar : a
***"** tratar na roa da Imneratriz n'. 78 A.
CtlMPRA-SE
ores de pama Je ouricrfry : na rua Di-
Gompra-se um portao de ferro : na rua do
angel n. 62.
Vende-fe a tabefna da-rua dos Acouguinhos
n. 30, muito bem afreguezada, o motivo da renda
se dira ao comprador: a tratar na mesma.
FA7JNDAS
\1
LOJA DO PAVAO
NA
Rua
Granadlina
da imperatriz
PAKA LIQOIBAR
n.
6a
S6 o n. 20
,^. ft i u ravao wnae gnmaoitta prete e ia
A ma ih um\ \h das 3 ilortas j*1* barato prc5 <*m'* C6va,, tliirlapoltio eafwatdiato- '
DE
<-lil!IIKHi; a c.
Junto d laia da esqnina.
METIrfPftJEZES,
Proprios para vestido-, os mais molernos, pelo
dimiouto prego de 280 rs. o corado, 6 pechincha I
Dao-se amostnis.
ORGAN DYS DE CO^ES.
Fazenda Qna e com bonitos padrSes, pelo dimi-
uto preQO de 320 rs. o covade, e peccbincha !
Daew amestras.
CHITAS COM PANNO DE CRETONE.
Fazenda unissina, com lindos podioes, pelo di-
minuto pre^o de 310 rs. o covado, s6 se vendo,
6 pecWncll I Dao-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Completo sortimento de 13s escocezas, e para'
acabar se vende a 240 rs. e covado ; e pechincbal
Dao-se amostras. .
CASSA LANE.
prei 600 rs. o CAMISAS FKANCEZAS A 3*00#, S^tOO-
covada. 3)W1 m<&.'
0 Pavao vende artWlBditta prete e latrada '
ivadrj, 0 ftfvrd vWdb uKnfidttitB s0r1ilflefit(t d.
a 3?O0O cemisas francozas com peito de al^d*o4 s
a per-a.
O^Paviio veride pe^as de madapolSo en-
festrfdo, pelo barafo pre^o de 3*0 00 a"peQa.
Ditas sem ser enfestado, oftm 20 jafaas, a
5JO0D. Brtas com ja>da muito boa
fazetfaa, a 6?f000, 6#500 e 7?50O0.
ALPACAS PRETAS A* 500, 640 tfBM) RS.
0 Pavid tern nm grande ,sortitaento de
alpacas pretas, qua vende a 600; fla>0 e 800
rs. o covado, assim como graode sorti-
mento de cantoes, bombazinns, prtneezas
pretas, merinos, e outras muH fweridas
proprias para luto.
Sedlahas a l-OOO.
0 Pavfio fende sevias com' lirtrintias de
cores a 18600 o covado. Ditas com pal-
Grande sortimento desta fazonda, com os mais ^inhas a^S>000. Ditas- com toque de mofo
a 1^000 e 19400.
CAM BRAT A VICTORIA A 4#000, 4*500,
08000 E 79000.
0 Parlo vende um grande sofBento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos
bonitos padrr5eg quo tern vindo e que vendo se
pelo diminato prejo de 200 rs: o covado ; e pe-
chincha I Dao se amostras.
CrilTAS. CLARAS
Com bonitos padroes/que se Vend.' a 260 ra. o
covado ; e pechiccha I Dao-se amo.-tra.
UOLLANDA.
Brim Ifollanda Jiso, o que Ita de.mai- lino, pro-: ,!-AA i-.ah muaa c*nnn -t./va^
prio para costumes-da--iiMnons e me .:-. o ve*. Ide 4*000' .4*500 55J?(>0' 69000 e 7^000
tilos para senhoras, por ser mu*o ii e linhc-,8 peca.asstm como, dita* de salpico bran-
AlTlS Precisa se de uma ama pa casa dope-'
-cLiiia qU-na familia, em Boa-viagem : a tratar
a rua do Torres n. 12, primeiro andar, das 10 ho-
ras da manha as 4 -1a tarde.
Ama Precisa se de uma engommadeira : na
xxiin* raa )arga do Rosario n. 26, 2 andar.
Nao se prestando o peqaeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Hadre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro cstabeleciniento sob a mesma
denominacao de
Aniiazoni do fumo
A' rua do Amorim n. 41
AMA
Precisa se de uma ama perila co-
zinheira : na roa do Livramento n.
6, loja.
Ama
Precisa-se de
uma ama para
cosinhar e fazer ontros me-
nores servigo de casa de
pouca familia, preferindo se
escrava; naru do rapibari-
be n. 40.
A ma Prtcisa-se de uma ama para cozinhar
niiiai para ca^a je famiija na rua Djreiia n.
66, loja de ou rives.
Carlos* 15. .tlcHfiuita Fal.ao
Pedro Rodrigues de Sonza e sua mulher ainda
sob o peso da justa dor que Ihes causou o falle-
cimento do seu compadre e amigo Carlos E. Mes-
quita Falca.', fazem eelet rar no dia 27 do corrente,
com todas as proporeSes desejadas, e onde po3e- pa igreja niatriz de S. Jose, pelas 8 boras da ma-
tao os senhores freguezes dirigirse, cerlos de Eha, uma missa pelo descanso eterno de sua
Sue, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sincoridade possivel.
Enlre as diflerentes marcas de fumo da Bahia e
Uio de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba
dechegar uma encommenda especial, e que muito
dove conviraos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de quo nesle genero de negocio
nao e.-la sem competidores, fara muito por evitar
qne tarobem o; tenha com relacao ao pequeno lu-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
______ Jose Domingue.- do Carmo c Silva.
Alieiicilo.
10.200
Pedc-se ao Sr. Jose Caetano, da kmenea Illvs-
, o favor de apparecer ua rua Primeiro dd
: i\i n. 7 A, 1" andar, a negocio de seu interesse
lgi'P.!f
1 -,:,: I
da praca du Curpo Santo, rua do Marquez de Olin-
da a eslacio dos trilhos urbanos da rua da Au
rora ou da estacao ao Voradouro em Olinda, uma
chapa de ouro de pulceira cm 6 brilhantes pe-
queu:,s, Qngindo alfinete de peito ; quem a achou,
qnerendo entregar ao dono, pods leva-la a rua pri-
meiro de Marco n. 19, loja, anti:?a do Crespo, que
sera eratificado. fede-se a pessoa, que no sabba-
do 18 do C'-rrenie (icon de vcltar as 5 1|2 hora:
da tardo, (|ue faca favor de apf arecer a quabmer
h. ra do dia que enconcontrara a pessoa que per-
deu dito ohjecto.
UoBstindo r-.o abaixo assignado que a Sra. D.
Helena Maria Cavalcante de Albuquerque, mora-
dora na n lade da Esca a, quer vender o escravo
f zidoro, que esta em seu poaer por contemplacao
de familia, previne-se ao respeitavel puhlico, quo
nao fac.am nego*io, pois essa senhor> pouco ou
nada tem no ir.'smi, e sim os herdeiros do seu
primeiro mar d j Jose Joaquim Cavalcante de Al
buquc.qne, como moslra se pelo inventario feito
nas A v :. L'tinga, 14 de abril de 1874.
Antonio da Silva Marques.
Alujta se o .rmaz'em da rua Direita n. 93,
prepiij ,..;.. ij :Tl-juer estabelecimento r a tratar
no eonsistorfo da ordera tercelra de S. Francisco
0 descmbargador Motta mudou sua A
resi ii'ncia para a rua Velha 'Poate Velha) J
u, S e 8, casa nova. W
- iTma m^a particular tfferece comedorias por
assign aura, proinattendo asseio, gosto e pontua-
lidadu : quemso quizerntiliur tlos 9eus servicos,
dirjjja se a rua cloi Martyri03 i: t!3
' .. taram do caes do Ramos duas taboas de
eostalo de slcuclra c*m 60 palmos de comprido e
pahneiiieio de largo: gratlflca-;-e a quem der
lotiua no caes do Ramos n. 42.
Precisa se de uma senhora que esleja habilitada
para ensinar o portnguez, francez, piano, costuras,
berdados, etc., etc., e qne queira ir para um en-
genho perto de uma das estacoes do Recife a S.
Francisco, para ensinar a uraas meninas que ja
estao principiadas, paga-se 1 OOOjfj, e gratiflca-se
gradaando : a tratar nas Cinco Ponlas n. 82.
mm- &*m M-wmt
m BACIIAREL MIGUEL AMORIM ^a
**% Advogado M
Rna do Imperador n, 71. jQ
Uma pessoa yinda da Bahia, precisa fallar com
o Sr. Antonio Jose de Freitas, roga portacto o fa-
vor dc apparecer a rua da Cruz n. 6, armazem.
0 bacharel Joaquim F. Chafes Junior, advo
gado no foro de Paimares, incumbe-se de cobran-
gas amigaveis e judiciaes na mesma comarca.
Aluga-se o 1 audar e o armazem do sobrado
da rua dos Burgos (Recife) n. 11 : a tratar na rua
da Praia n 20, com Jose Feliciano Nazareth.
Aluga-se o pavimento terreo da casa n. 41 a
rua do Rangel : a entender se com o proprieta-
ry no 2 andar da mesma casa.
Da st socieJade em uma tavtrna bem afre
guezada e em bom local, a uma pessoa deboa
conducta, e que entre com algum capital : nesta
typographia, earta fechada com as iniciaes M P
R. C. ____________^__^_
Escrava
Precisa-se de uma para fazer as compras e o
mais servico de casa de pequena familia, e que
seja de boa conducta : quem tiver e quizer alu-
gar, dirija se a rua da Imperatriz n. 15, primeiro
andar.
alma, e muito agraie:idos Ccarao a viuva, paren-
tes e amigos sans e daquelle finado, pelo seu com-
parecimento a esse piedoso aetn.
purrA se^ten !a pelo' diminato prec^ o 360 r>.
o covado; e peciiocha I Dao se amostias.
BRINS DE CORES.
Brins de cores, liaho puro, com b nitos pa-
drSes e quo se vende pelo dimmuto preco de 560
rs. o covado ; e peenincha Dao-so amostras.
CAM1SAS DK CRETONE.
Caml.i> de cretone, o qne ha de mais fin^s,
com linlos pad?5es e que .*e ven le a 40^000 a
duzia e 3*300 cada uma ; e pechineku I so se
vendo
Assim como um deposito de mais faiendas que
se vendem por meno3 do que em outra qualquer
parte, como sejam :
co, a 7??0O0, e pechinoha.
NOVAS LAZINHAS jA 560 RS.
0 Pavao recebeu pelo ultimo vapor u n
elegante sort mento das mais lindaslaizohas
para vestidos, sendo transparentes corn as
mais delicadas cores, e modernissimos pa-
droes, que vende pelo barato pre$o de 560
rs. o covado, & rua da Imperatriz n 60.
L1QUIDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para hornens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tantodecasemira preta e de co-
^Cortes de casemira de cores aU;i pechin- res? como de panno assim co"mo um ayu,_
Idem dc brim pardo fino a ijSOO; idem. jtado sortimento da calcas de casemira preta,
Colchas do fustao com ba'ra, muito grandes a de cor, de brim de cor e branco, e urn
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Os esctavos Maria e Francisco, mai e fiiho,
perteneentes ao Dr. Loureuro Bizerra Carneirc
da Cunha, qne, depois do 9 mezes de cadeia fa-
ram sollos, desappareceram levando a preta com
sigo toda a r>upa que havia tornado para lavar;
pelo que pede-se z policia a captura de ambos
qualquer qw seja a razao que pos.-am apresentar
para nao serem presos.
Aluta-se o sobrado do um andar e loja. o
qual tem proporcos para casa do negoeio, sito
no largo da ribeira da freguezia de S. Jo;e n. 5 ;
advertindo que tambem se aluga se-paradaroente :
a tratar no mesmo acima referido, ou no pateo de
S. Pedro, sobrado-h. 9.
& Ifcgia prlieufer
DE
instruccao primaria para o
sexo feminino.
D. Francelina Dornellas Pessoa, "achando se ha-
bilitada na forma das leis regulations da ins-
Irucpao publica da provincia, abrira no dia 1. de
maio proximo futur-o, na casa n. 31 da rua do
Barao da Victoria, um collegio, em que serao
recebidas alumnas pensionistas, meio-pensionistas
e externas, afim de se educarem religiosa e civil-
mente, de se huOruirem nas materias de um com
pleto curso elcmentar, do se aplicarem a obras de
agulha e bordados de toda3 as especies, e a tra-
balhar em flores, mediante uma razoavel remu-
neracio. Os Srs. pais de familias poderao desde
ja dirigir-se ao mencionado cdlegio, onde ser-Ihes-
hao dados os necessarios esclarecimentos e infor-
maQoes, e onde encontrarao aberta a matricula
para as edticaadas.
Recife, 15 de abril de 1874.
Idem idem brancas, idem idern, a 31 ; idem.
Cobertas de cliita adauiascada linn, idem idem,
a 3J500 ; idem.
Lcn-.-oes >1e bramante, idem idem, a 25 ;. idem.
Toalhas alcochoadas a o500 a duzia ; idem.
Lencos de cassa com barra a ISO iO a duzia ;
idem.
Idem ilem idem brancos abainhados a 2^000 ;
idem.
Idem em caixiuhas muito lindas a 3&300
duzia.
Seroulas e linho e algodao a 18$ a duzia.
Cambraia Victoria lina a 33800 a peca ; e pe-
chincha.
Aljtodao marea T largo a i#S00 e 5j a peca.
Madapolao lino a 4^800 a o*ca.
Madapolao francez muito fino a 6i a peca.
Brim pardo inuito fino a 400 rs o covado ; e
pechincha.
Cambraia transparente, o que ha de mais lina
a 6 a a peca.
Baptistas de cores modernas e com lindos pa-
droesa400 rs. o covido e grande pechincha I
Dao-se amostras.
So o n. 20
K. raa do Crespo, \*h das 3 oaiias
DE
i I It,IIS is BUS Jk C.
Junto a lJa 1 esquiai.
O oslnlK'lerinieulo a<*li:i-xe aborto
*inm iioiiw la uoilc.
2C000 e 29500. Ditas com pt-Ho Ag'libtw
de 35000 a 65000* Ditas- bordadas muiu>
Gnas de 050C0 a 10*000: assim conk
grange sbfTtmenld de c'Cro'ulas de liofeo e d<-
algodao, por precos baf'alos, tambem tem
eompleto sortimento de puuiiofi e oollatuiko?
trfnto'de-liiifao como de algoddoy por pHecos
e eoBta1:
EsnartfniM A 3?SOO. 4?OWf e
OfHlvStf tetftte trnY bonlto so**iiB*ttio dt
espflTtilhcfc ttodefOos a 3W500, k&Wto e
oSOOO, assim como um bonito sortmeatc
desatas brarteas, bordadas,a KrO e efOOOs
e ditas de lasinha de cOres O^ffW: i pe-
chincha.
t30WTINADfj BORDADOS MRA-GJdUE
JANEILAS, OE 7 ATE' aSpftOfrOPflat
0 PavS'o vende um grande sortioaeiaii de
cortinados bordados, prnprios para cana e
janellas, pelo barato pregp de "WOOO, 85000,
10,5000 at 1W0M, assim ccsne : colsas
de (fimasco de la rauito firra de 105000
125000 cada uma.
BRAMANTES A 15300, 25000 E 25500.
0 Pavao vende b?amantes para lencdes,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 de
algodao a 15800 e 2ZJ00O a vara, e de lihho
a 29100, 25800 e 35000 a vara: e packin
cba.
CASEMIftA-S A 55000, 65000' E 75600
0 Pavao vende c6rtes de casemiras para
calgas, sendo padrOes modernos, pelo bara-
to prec/> de 55000, 69000 e 75000 0 c6rte.
assim como : pannos pcetos dos- melhores
que tem vindo so mercado, de 45000, 85 e
W9000.
ES.W.RALDINA S. 800 RS.
0 PavSo recebeu um bonito sortimento
das mais eltgautes esmewildinas ;com listras
Tendo tambem um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende jde seda,~sendo~em ewes' e padroes
todas as roupas acima mencionadas pelo ba-1 novas que tem vindo ao mercado, proprias
ratissimo preco, porquerer liquidar, na loja para vestidos, e vende pelo baratissmo pre-
da raa da Imperatriz n. 60, de Felix Perei- c/) de 800 rs. 0 covado, a rua da Imneratriz
a ra da Silva. B. qq. '
Acha-se constantomente aberto en'o do PAVAO, das 6 horas da manha
de noite.
Vende-se larangeiras setectas e de umbigo,
enxertadas, como nao ha iguaes em qualidade, e
de todo tamanho, assim como sapotizeiros e aba-
catizeiros : na estrada dos AlTlictos, sitio da viuva
Quintella.
isQ
osirangeiis)
Paris n'America, a rua Du- *%* "osaBrS
Grande peehincha
Ghapeos dc sol cabo dc marfitn a
12^000 !
Com soda trancada e hastes de meia cana. na
a rua da Imperatriz n. 86,
que de Caxias n. 59 Charutose cigarros
primeiro andar, acaha de reccber am completo dos mats finos c das melhores marcas, do Rio de
sortimento de calgados I'strangeiros para homem e Janeiro e da B-.hia: no armazem do fumo, a rua
senhora, vindo entre elles uni lindo sortimento de do Amorim n. 41, de Jose Dumingu;s do Carmo e
elegantes chiquitos, sapatiuhos e botinas para Sil>a.
criangas, qne tudo vende por precos razoaveis.
Panno de algodao da Bahia.
Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na rua do .Amorim n. 33.
Furaos
Da Bab. a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa-
a a, rua do Amorin n. 33
Grandes pechinchas!
SO" NA
SULTANA DE PARIS.
A'
Lindas las escocezas.
De varios padroes, e inteiramente modernas, i
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marpo
antiga do Crespo n. 13, loja das columnas, de An-
tonio Correia de Vasconcellos.
Ckaptos para sonhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por pre?o commodo.
A California
DE
Fazendas haralas
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a bonra de annunctar ao
publico que recebeu nllimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
sens freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Aluga-se o seguado andar do sobrado n. 86,
sito a rua de Lomas Valentinas, com cs commo
dos seguintes : 2 salas grandes e frescas, 3 quar
tcs bastantes graodeSj^ cos;nha f6ra, um corredor
ou quintal, com portao qne da sahida para a rua
de Hortai, e cacimba com bca agna agua : bem
como a loja do mesmo sobrado, com 3 quartos,
2 salas e cozinha fora : quem pretender dirija-sa
a rna Neva n. 17, loja. que achara com quem
tratar. Aluga-se fcmbem o primeiro andar do so-
brado sito a tavesia dos Expoatos p. *8, com suf-
flcientes commod(|p para eahteiios, ou pessoa de
pouca familia : quem pretender dirija-se a rua-
Nova n. 17, loja.
Criado
Precisa se de um criado para servico de mesa
e mandados, qne seja homem da bons costumes
e activo no servico, preferindo-se portuguez : na
rua do Imperador n. 38, segundo andar.
Precisa se de um caikeiro eon bastante pra
tica de raolhados, e qne nao seja erianca : a tra-
tar na lua Direita n. 21, armazem do pescador.
Aluga-se um preto para todo servico, inclu-
sive cozinha, por tambem entender : a tratar na
praca do Coroo Santo n. 17, 3 andar.
Desappareceu do sobrado da rua da Uniao
n. 25, ao amanhecer de roje 20 do corrente, uma
gata ingleza, sendo braaca com tnalhas amarellas,
tem no pescoco ama Cta encarnada, donde pende
um guizo de metal : se alguera achou e queira
restitui la dirija-se a mesma casa que sera recom-
pensado, flcando se mnitiss:mo obrigado.
Diniieiro ajuros
De l:000Jji a 2:O0Oi, mais ou menos, com hypo-
theca em casas aqui na cidade : se dira quem da
nas ruas da Imperatriz n. 38, loia, ou Imperial
numero 5.
HOMPRAi
AVISO
Precisa se comprar dous escravos, pedreiro e
earapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
1 rastes.
Compra se e vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48.
Elua da Imperatriz n. 54.
Manoel Ferreira de Oliveira, dono deste novo
estabelecimento, scientilica ao respeitavel publico
que acaba do r-'ceber um completo sortimento de
fazendas Unas do t-jdas as qualidades, tanto de la,
como do linho, soda e algodao, o que ha de mais
moderno e do melhor go-to, e portanto convida as
Exmas. familias, amigas da economia doraestica,
a virem ou mandarem a SULTANA DE PARIS, e
verao que cornpram fazen las bomtas e barata3 por
menos preco que jaroais compraram.
Como s?jam :
Popelinas de seda com listras muito modernas a; I* rua do Qiieimario n. -A3.
15800 o covado. Defronte da pnea da Independencia.
Setim Macao de diversas cures a 25500 o covado. | K' para liquidar I I
Grosdenaples de todas as cores. Lazinhas a moda a eseoceza a 200 e 240 rs. o
Pachas de seda para senh.ra a 10^000 cada uma, j covado.
e granie pchincha j Cretone a prussiana a 3:"!0 rs. o covado.
Colletes enfeitados para senhora, muito modernos Cambraia transparente lina a 3$ a peca.
a 5 j5C0 cada um. I Dita Victoria lina a 3$500 a peca.
Lasiuhas de cores em grande quanlidade de 200 Toalhas telpudas a 500 rs, uma.
a 5"0 rs. o covado. Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Pecas de cambraia tran'parcnle de 3^000, 3^600, j Algodao T superior, pouco sujo a 3 e 4$ a peca.
4000, 42500 e 6000. Madapolao, pouco suja a 4$ e 51 a peca.
Dita Victoria para todos os precos. 'C' ita, fazenda propria para roupa de escravos a
Gravalinhas deseda para senhora a 1*000. I 200 rs. o covado.
Chitas de cures de 240 a 320 rs. o covado. > Lencoes de bramante a 2*.
Pecas de madapolao com 20 varas a 4*600, 5*200 Briniznhos de listras proprio para vostidos a 3*200
V
barato!!f
\ 5^04U.
Lindos cortes de granadina com listras e flares.
fazenda a mais linda possivel, com 18 covado*
cada corle, pelo barato preco de 5* ; isto so se
vendo para admirar : na rua Primeiro do Marco
n. I. v
Sobrado
Vende se um bom sobrado cm uma das melho-
res ruas desta cidade : a tratar na rua do Mar-
quez do Herval n. 29, taverna, ou na rua da Im-
peratriz n. 10, taverna.
e 6*000 a peca.
Dito francez con 20 jardas a 5*600.
GRANDE PECHINCHA I I I
Chapeos de sol de seda de todas as cores, para se-
uhora, a 4*0C011
Ditos para homem, de 12 hastes, cabo de marfim e
seda trancada a 12*000. so na SULTANA DE
PARIS 11
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 4*000,
5*000 e 6*000 a duzia.
BRIM DE ANGOLA I I
Vende-se brim de Angola verdadeiro, o melhor
que tem vindo ao mercado pelo dimiouto preco
de 610 rs o covado, s6 na SULTAN \ DE PA-
RIS, a rua da Imperatriz n 54.
Vende-se a muito afreguezada taverna da
rua Imperial n.-115, tanto para o mato comopara
praca, porque o dono retira-se para Europa : a
tratar na mesma.
Na roa do Torres n. *0 conpratn se ejeravos
de ambos os sexo?,
Vende-so o sitio do Dr. Atvafo Camioba, com
casa moderaa e de gosto, que lica proximo a cs
tacao de Sant'Aona : quem o pretender, entenda-
se naquelle lugar com o desombargador Francis-
co Domingues da Silva.__________
Salsa parrilha.
Nova rentes?*, excellent-? qualidade j vende se
na rua do Vigario n. 16, andar
o covado.
Venham ver, sd na loja das pechincha?.
Dao-se amostras.
FAZENDAS
jB%RATA
Na ma Duque de Caxias n 44, confronte a
pracinha da Independencia, esquina do
becco do Peixe Frito,
Metins para vestid#a 360 rs. o covado.
Granadine de cores a 500 rs. o covado.
Las estsossezas a 280 rs. o covado.
Chitas de diversas qualidades a 240 rs. o covado.
Brim trancado pardo, claro, muito bom, a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra a I* a duzia.
Ditos brancos a 1*600 a duzia.
Ditos de linho abanhados a 3*500 a duzia,
Cambraia Victoria a 3*500 a peca.
Toalhas adamascadas a 400 rs. cada uma.
Vende-se
uma marqueza de a mar el lo, um par de consolos
de jacaranda, e um psqueno Uucador tambem de
jacaranda; tudo usado, porem em bom estado, por
--------- barato preco : na rua Imperial n. its.
Na roa Duque de Caxias n. 103 vende se
oito vacas turinas, grandes e pequenas : a tratar! J?"6^0,**11.1^0 P*? coroPrDad^. *.<&** .da
companhia dos trilhos utbanos do Recife a Olinda.
Yende-se
. grandes e pf
no becco do Ouvidor, coxeira..
Vende-se
a taverna e padaria da Ponte de tTchOa n. 37 :
tratar na mosma.
VENDE-?E
um boi gordo e manso, acostumado em carroja :
1 quem o pretender dirija-se, 4 rua das Flores n- 3.
Vende-se um sitio a reialho, na eslrada do
Arraial, que lica na procedencia do sitio dos Bu-
ritis, sendo este sitio n'uma localidade muito ex-
cellente, ficando no centro de tres estradas, por
preco muito commodo ; tem terreno de 2* a pal-
mo, com 240 e 250 palmos de fundo ; assim co-
me, tem terreno para varios precos, com fundo
de 400 a 500 palmos, com muitos arvoredos, com
rauitas baixas e sendo muito boas, um riacho que
corre por dentro do mesmo sitio, com duas casas
sendo uma d3 pedra o cal, feita a moderna, com
4 quartos, 2 salas de bom tamanho, e grande la-
tada de parreiras, muito bom barro no mesmo
sitio : quem pretender pode vir a qualquer hora
3ue achara com quem tratar. Outra casa de ma-
eira com 3 quartos e duas salas e cozinha fora.
Linho com listra de seda a
500 rs. o covado.
Linda fazenda para vestidos, este prego e para
acabar o resto.
Loja da Rosa Branca, rua da Imperatriz n. 56.
Balcito .
Vendem se dous de araarello, envernisados, com
pouco uso, proprios para loja de fazendas, miude-
sas ou outro qualquer negocio : para ver na rua
da Imperatriz, fabrica de cigarros dos Srs. Ulysses
fit Irmao e tratar com Pecas C, rua Estreita do
Rosario n. 9.
CAFE' DE JAYA
0 unico verdadeiro ven-
de-se na confeitaria do
Campos
Vi -"JupMador M
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa.
Pechincha de chapeos
A 1*500, l,'80O, 2*0130, 2*500 e 3*000.
Vende-se chapeos de feitro Goo, de diversos
modelos, pelos precos acima ditos, que e raenos
de metade de sens valores : na ra Duque de Ca-
xias n. 88. loja de Demetrio Bastos.
Armazem progresso
Batata* novas a 30 rs. a libra, e a 700 rs. a
ft*
Chourigas novas a 480 rs. a Nora.
LARGO DA PSNHA |Q.
7
.
I.
A .
r


0ial& v*6 JPtti-^aaftfeufc^ 'Qrinte-feira 28 A Abiil cfe iStftJ
-v
\lHRMfMBaiK
HE
fazendas finas
Rua Primoira
&fiW-
n, 7 A
Cordeiix* Simoee < C.
E' esu am* das c sas qoe hoje pode com pri-
rnazia flrecer aos sou* freguezes urn vtriadissi-
mo sortimento de fazendas fina* para grande toi-
lette, a bera assim pra uso ordinario de todas as
classes, e por p-recos vantajosos, das quaes faz am
peqoenoTesumi.
Mandam fazendas as rasas dos pretendeates,
para o que tern pessnal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grasdenaples de tc das as eOros.
GorgurSo branco, lizo, de listras, preto, etc
Setim Macao, preto o de cures.
Grosdeaaples preto.
Velrado preto.
Granadine do seda, preta e^d.; ceres.
Popelinas de lindc s padroes.
Filo de seda, branch e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merin6 de cores, la, etc.
Mantas brasi'eiras.
Cortes com cambraia braoca com lindos borda-
Ricas capellas e mantas para noivas.
Biquissimo sortimento de las com listras de
seda.
Cambraias de cure*.
Ditas rnaripozas, brancas, lizas e bordada3.
N'anzuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes deiicados.
PercaJ:rJ d quadros, prelos e brancos, listras,
etc., etc.
Brills de linho de c6r, proprins oara ves'.idos,
com ban a e listras.
Bicos cortes de vestido de linho. e wtes da
raesraa cor, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fustao de lin Jas cores.
Saias borda I;;- para seuhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de llnho e al-
godao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
Juuvia, para homoas e senlwiaa.
Vestuarios para mcniDos.
Ditos para baptizado.
Chapdos para dito.
Toaibas e guardanapos adama*cados de linho de
cor, para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Grjnde sortimento de camisas de liubo, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para bomens, meninos e meni-
as.
Ditas escocezas.
t*m?piet" sortiraepto de chapeos de sol para bo-
mens e senhoras.
Merino de eures para vestiaos.
Dito preto, trancadu e dito de verao.
vnlhado de liuho e algodao para toaJ
A.toathado pa'do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merii.6 do cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta o de cores.
Ditos de tmquini.
Camisas de chita para bomens.
Ditas de flanella.
Cerenlas de linho e algodao.
Pannos de crochet pm sofa, cadeiras e conso-
T, Lencos burdados a do labjrintto.
Colchas de crochet.
Tarlatana do to las as cores.
Ricos cortes do vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
Espartilbos lisos, bordados.
Foulard de seua, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
osso.
Damasco de soda.
Casemira prala e de cores.
Cbitas, madapolao panno fino jireto e azul, col-
larinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Bscossii, 'apeies de todos os tama-
nhos, bolsas do id igem, peitos bordados para ho-
mens, lenc)* de 1 nho branco e de cores, toaibas,
guardanapos. etc., eic. ____________
Wil>on Howe <_ C. vendem no seu armazen>
a made Common in n. li :
0 verdadeiro panto de algrdao a:;ul araencano.
Excellente fio de \ela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pe.dra de todas as qualidades________
Grande pechincha de cami-
sas de linho.
Vende so camisas ioglezas, de linho, muito finas,
Sara homeir;, pi*!> tiar.-.tissimo pre_q, do 35f000 a
nzia; quem duvi !ar venha ver e comprar : na
rue Duque de Caxias n. 83, l Baslos.__________________
As unicas verdadeiras
Bichas hzmbarguezaa qc von a e>te mercado
n\ ruff Marnnez deuhnda n.BI
Wmm.
Aos aprcciadores do cafe do
Ceara.
f: Yt-nde-se caf? do Ceara de primeira qualidade
pelo barato [ir. co de 15000 o kilo, e assucar refl-
aado de pnmeir.i .isialidade a 30O r6is okilo : na
rrfinacaoda rua do Rangel n. 43.
SalDao a 200 rs. o kilo
Noarmazem dn fumo. a rua do Amorim n. 4),
de Jos6 Domingues do Carmo e ?ilva.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovaclo do ca-
bello, res:ituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello 6 uma preparacSo ao
mesmo tempo J.gradavel, saudavel e efBcaz para
conservar o cabello. Por meio do sen tuo o
cabello ruco, grisalho, e enfraqueoido, dentro de
pouco tempo revolve ni cor que lhe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilco e a frescura do
cabello da juventiide; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezee, posto que nao
em todos os cases e neutralizada.
Nao ha nada que pode leformar o cabello
depois dos folliculos estarera destmidos, e ae
glandes cansadas e idas, main se ainda restarem
algums pode 21 ser salvadas e utilizadas pela
applicacab do Vigor. Libre de essas sabstanciaB;
deleterias que torn am muitas preparaoSes^e estie
genero tarn nociv&s e destructivas ao cabello, o
Vigor somente lhe e bene:icial. Em vez de
sujar o cabello e o fazer pisgajoso, o conaerva
limpo e forte, emh -llizando o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequihte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nSo ha nada mais a dese-
jar; nao contend') oleo nem tintnra, n5o pede
manchar meerao o maie alvo lenoo de oambraia;
perdura no cabello,* Lhe da am luetre limurioso,
e um perfume muito agradavel.
Para reform ar a cor da barba, 6 necessario
mai tempo de quo com j> calwllo, porem se pode
appressar o effoito, envolvenc.o a barb% de noite
com um lenr;o no'hado no Vigor.
"KEPABADO FOB
Dr. J. C. ATEB A CA., Lowell. Mass,
Satados TTrUdos,
VhimUos fractiem AnalpH VlOrDBJ BE poa
Riia d>a T'mpefatriz n. 72
DC
MENDES GUIMARAES a
Acabfl de receber urn grande sortimen'o de
resma
COMO SEJAM :
GROSDENAPLE PRETO A 1J580O.
Vende-se grosdeuaplo preto para vfsti'do
de senhoras, a l#800, 29, 3, 48, e 55 o
covado.
PANWO PRETO A 2*500.
Vende-se panno preto de duns larguras,
para calces e palitdts, a 2JJ50' 353, 35500,
4J, a 65000 o covado.
CORTES DE CASEMIRA TRFTA A 55000.
Vende-se cortes de casemira preta para
calgas, a 55, 65, 75 e 850"0 o corte.
MERINO' PRETO A 2580'.'.
Vende-se merinti preto fino, a 25300 e
35000 o covado.
BOMBAZ NA PRETA A 15500.
Vende-se bombai na preta enfestada, a
15500, 15800 e'25000 o corado.

: imaos
faaenJas pretss paraq^a-
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta fiua, a 500, 6i0,
800 rs. e 15000 o covado.
FAZENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRiNCA A 35000.
Vende-se pec.as de cambraia brencatrans-
parente a 35, 45, 55 e 65090, ditas de cam-
braia tapada, Victoria, a 35, 35800, 45
e 5^000.
CORTINADOS PARA CAMA A 165000.
Vende se cortinados bordados para cama,
a 1G5, 205, 253 e 305000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. o covado
CUITAS LARGAS A 200 RS.
Vende-se chitas lurgas para vestidos, a
240, 320 e 300 rs. o covado.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 pslmos de
largo a 15600, 158C0 e 25500 o metro.
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pegas de madapolao enfestado
a 35000. Dito inglez a 45500, 55.'
50500, 65000, 75000 e 85000 a pessa.
CORTINAD0S PARA JANELLAS A 85000,
Vtnde-se o par de cortinados bordados.
para janellas, a 85 e 1050(0 o par.
ALGODAO A 45000.
Vende-se peens do algodao, a 40, 55 e
0JJOO0.
CEROURAS A 15O00.
Vende-so ceroulas de algodao, a 15600,
ditas finas de bramante a 15500 e 25 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 25000.
Vende-se camisas brancas finas, a 25,
25500, 35 e 450O0.
LENCOS BIUNC05 A 25r0O.
Vende-se lengos brancos fi< os, -25000,
2550a e 3-5 iHizia, ditos de linho, a 45,
55 e 69000 a duzia
CR0CIIES l'AKA CADSIRAS A 15500.
Vende-se pannos de crotrhc para C'deins,
a 15500 cada um, colchas de di 0 para
noivas.
MADAPOLAO FRANCEZ A 75000.
Vende-so pecas de :nndapola<> francej
muit. fino, a 75, 85 e 105000.
BRIM PAKDO A 400 RS. O COVADO.
Vende se brim pardo para calgas, a 400
rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 5000.
Vende-se corUs de casemira de cores para
calgas, s .K-5, 555B0 e 05000.
QitOSDEMPLE
Vende-se" grosdenap'e
PRETO.
preto com 4 1/2
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vende-so brins de cores para calgas, a 400,
e 500 rs. o covado.
CHA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a 800 rs., chales de
merin6 de cores, a 25, 35, 45 e 55000.
COLCHAS DE CORES A 25000.
Vende-se colchas de cores para csma, a
25,35500 e 45000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. o covado.
TAPETES A 45500.
palmos de largura, a 55 o covado.
ESGUIAO FINO A 25000.
Vende se esquiao fino de linho, a 25,
25500, 30 e 45 o metro.
CUITAS PARA COBKRTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. o covado.
BHIM BRANCO A ft000.
Vende-so brim branco de linho, a 15,
15280, 15600 e 25 o nMro.
BRETAMIA DE LINHO A 040 RS.
Vende-se bretanha de linho, a 640 rs. a
vara.
FLANELLV DE CORES A 800 RS.
Vende-se flantlla de cores, a 800 rs. o
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 15400.
Vende-se cobertores #e pell>> a 15400.
Cobertas de child a 1JZ800 e 25. ditas en-
crna >as, forradas, a 45, no Bazar Nacional,
rua da Imporatrii n. 72.
CORTES DE CASSA A 35000.-
Vende-se cortes de cassa n.iudas a 35
cad um.
GRAV TAS PARA SENHORA A 15^ 00.
Vende se gravatas para senhoras, a 15,
ditas para bomens a SCO rs.
ALGODAO ENFESTADO A 1$(C0.
Vende se algodao enfestado pant lengoes,
a 10000 a vara.
GRANDE SOKTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Vende-se palito'.s de panno pret'\ a 55, 75,
80 e 100000.
Vende-se pslit6ts de alpaca preta, a 35,
35500 o 45000.
Vcn !e-se calgas prctas de panno, a 45,
60, 75 e 85000.
Vende-se colletes pretos, a 30, 35500 e
455HO.
Vende-se ceroulas. a 10, 15500, 25 e
30000.
Yonde-se camisas brancas, a 20, 25300,
35 c 450 CO.
Vcnde-se ccmisns de chit s, a 15*00, 20
e 30000.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vcnde-se chitas pretas finas, a 320 e 3CO
rs. o cuvado.
LAZINHA A 200 RS.
A'cnle-se lazhrhas para vstidos, a 200,
Tende-se tnpetes para salas, de diversos 320, 400 e fiOO rs. o covado. No Bazar
tamanhos, a 45500,
um.
55, 65 e 85000 cada
Nacional. rua da Imperatnz n. 72, de Men-
des Guimaracs &Ir.mAos.
VENHAM VER
A Nova Esperanca, ;i rua Duque de Caxias n. 63.
apressa-se em convidar a seus freguezes, com es
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
guintes artigos expostos a venda e todos por precoi
commodos, como sejam :
FINAS BONECAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGRAQADAS vistas para sterio?
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cba.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meniBas
BO.NITOS VASOS com fina banba e cbeirosos
extractos, trazendo cada fiasco um nome, uma ini-
cial on um dislico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cm
de carne.
Para quem goslar.
A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias d
63, acaba de receber tentos e carxas para o jogo d
Voltarette.
Para quem s; ffre das pernas.
A Nova Esperanca, a rua Du^ue de Caxias i
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
racha para quem soiTre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um Undo e completo sorti
mento de flores artificiaes das melhores que tenr
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianqa.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de rereber bomtos costumes para criaa?a
e esta se vendendo por precis razoaveis.
SO' 0 BARATMO
NA
Rua 1. de Marco n. 1.
Coafroute o nrco de Santo An-
tonio.
Kelt* veudeiKio huum fazcntlas oin
30 por cento lueiiOH que em ouitji
A saber :
Madapolao com toque de mofo, pelo barato pre-
co de 'i&LOO e Kf
Dito francez, limpo e de superior qualidade, por
5*500, 6*000 e 6J."C0.
.Mgndan marca T, largo, superior qualidade, a
4ia0P, 5, 5*800 e 6*0C0.
Graade soriknento de lan'nhas degostos inteira-
mentc escosseses, pelos preccs de 200, 2i0, 2t0 e
i'iO rs. ; so se vendo poderse-ha acreditar.
Baptistas, li?as e com flores, fazenda que sem-
pre cusiou 400 e 800 rs., es tamos vendendo pelo
preco de 320 rs, para acabar.
Ditas Guas, padroes matisados, a 400 e 140 rs.
o cova-'O.
Cretono francer, escuros e claros, os mais no-
vos que loin vindo ao mercado, a 480 e 500 rs. o
covado.
Aproveilem em quanto n3o se acabam.chapeos de
sol de seda irancada (paragom) 12 haeteas, ingleies
superiores, pelo insignificante preijo de 8* e 9* ;
sempre vendemos por 14*000.
Dilos para senbora, de merino, a 3* e 3*500.
Ditos de seda, cabo de osso a 4^000, 6 pechin-
cba.
Ditos de alpaca de cores, forrados com seda,
e o cabo tlnguido bengala, o mais moderno que
ha, a 1*500 e 2* I
Sortimenlo de chitas claras e escuras, boa fa-
zenda, para acabar, a 210 e 280 rs. o covado.
A' rua do tabula n. A.
Os proprietiWos^la Wedilftta, no fnroito A*
otnsemr oton eoueeUo que teem merecMo do
fj^taael^lieo.disiuigUinao o set estaAdeci-
,"^2! floa. maw aufi negocj^m no. mesmo genero
veettf 9neirtilicar aos seu3 bB'tfs freguezes que pre-
"cnitarri aoi'ieus ^jBres^ttridenteS nas diversaSpar-
fasid'Europa para Hies enviarem por todos os pa-
quetes os object^ ,^e iuxo e bom gosto, que se-
ja'm mais betn a'celtos pelas sociedades elegantes
Jaquelles pais, 'tisto' aproximar se o tetapo de
fest*, wn ^ue o heWo w^o-desta liuda Venea
mais ostenta a riqueu, de suas toilloites : e co-
mo ja recebcs?em pela paqnete france diverso
irturoa da ultima moda, veem patentear algnns
leDtr^elles que se tornam mais reoommendaveis,
ifperaudo ,do respeitawl: pablico a cosuimada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de raadreperola e d
relludo, sendo diver*0B,tamanhos e baralos pre-
os
Aderecos complcto9 de borracha- pn prios pan
ir.to, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
uiuw.
Botdes de setim preto e de cores para ornate de
vestidos de senhora : tambem tem para collets
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortknen-
de seda, de pallia, de chagrin), etc ec_ por
barato. pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tapto de loaf*
como de*ce"ra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-fe as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto (|ue as en-
iretenham.
Camisas de linho.Una e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodao, de diversos pre-
cos.
Caixinhas crm musica, o que ha de mais Itado,
"in dieticos.nas tampas a proprios para presen-
ces, 'j*!-,?.,.?*! 3nW(
Coques os mais moderuos e de diversos forma-
tos.
Qiapeos-para senhora. Beceberam um sortwaento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo parannivas.
Calgas bordadas para meninas.
Eotremeios estampados e bordados, de hndoi
^snhos.
Escovas eleclricas para dentes, tem a proprie-
itade de evitar a caria dos,denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exLte um
n-ande sortimento de divercas larguras e barato
oreco.
Fit as de ssrix <> 2 rgi'rio. de setim e de cba-
?loe, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fij-fc* artificiaes. A Predilecta prima em cod-
orvar sempre um bello e grande sortiraentodes-
as flo es, nao so para enfeite dos cbellos, como
tambem para orcato de vestido de noivas.
GaJ tos e de dlversas cores.
Gravatas: daseda para homem e senhoras.
Lacoa de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
nuiva.
Littos para ouvrr missa, cent capas de madre-
perola, niarlho, 6s-0 e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tanaruga e marlim para aiisar os ca-
bel'os ; teem tambem para trrar caspas.
Port bonrraet. Um fcetlo sortimento de madre-
perola, marlim, 6sso e rlourados pur. barato preco.
Pwfmnarias. Neste arti^0 esl* a Predilecta bem
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mats afamados
fabrieautes, Loubin, PWer, Soeiedade Hygienica,
'.oudray, Gosuei Rimel ; saadndispeasaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
rnenio de mo para eutrada de salas.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de melhor
gosto e es-niMa moderno e recebeu a Predilecta
de or ar. to prego, para hear ao alcance
nualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
Taiiiimccs do INiilo.
Vende-se lamancos eohinelas, sapatos de trau-
ma, tudo do Porto, para homem e senhora, pro-
prio parao inverno, chegado pelo uliimo navio :
na rua da Senzala-nova n. 1.
Nao ha mais ca'bellos
brancos.
wmm JAP0.NEZA.
S6e unicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi-
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticaa e casas de cabellei-
reiro.
I'
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n i
63, recebeu um pequeno ?ortimento de anneis e.
pnlseiras electricas, proprias para qnem soffre do? i
nervos.
Farinha de mandioca nova.
Recentemente cltegada de Santa Catharina tem
para vender no trapiche Companhia, e para tratar
no sen escriptorio a rua do Commercio n. 5, Joa-
quim Jose Gongalves Beltrao & Filho. Advertmdo
aos compradores que desejstdo acaftar, vendem
mais barato do que em qualquer outra pane, tan
to em grandes como em pequenas porcoes.
Fazendas dc gOsto
%4* riMi doCruespo n. IO
Xiuidades de row com listras de seda
entrerheadas de renda, fazebda alnda nao.
vista nesta cfdarrc a-'800 re ocwado.
IMs de core* com listras deseda-e bo-
nitcs padr5es a 360 rs. o eovado.
Madup-Jao francez muito largo, com
20 varas, a 6* a peca.
Vestuarios de fuslao, eambrala e alpa-
ea, para meninas, a 4*, 5* e 6*. Dao-se
amostras com penhor.
m
m
I
m
.*
Fogao de ferro economico
Vende se um chegado ha poucos dias, tendo fo
nalhas para lenha e carvao, forno para assar
deposito para agua quentc e lugar para se guar-
dar qnente as comidas depois de feitas; estes fo-
goes tornam-se recommendaveis porque sao de
ferro batido, e fabricados cera perfeiclo e cozi-
nham eom mai dimimtta lenha : na ma do Apo
n. 20
Rua do Sara da Victoria n. 22.
M
Cameiro Yiaana.
A* este grande estabeleeiinento tem che-
gado um bom sortimento de machines para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas
s8o garsnthlas por um anno, e tendo nm
perfeito artista para- ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, eomo bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
Popelina de linho e algodao, gostos inteirameBta; 0,5^ peca qne seia necessario. Estes raa-
vos e de c6res bomtas a 800 m o covado, sen- Jj^ tvrabalham Jcom toda ^Tki(i&0 de
ume"dou9 pospontos, frame e borda toda
qualquer costura por fina qne seja, seus
precos sSo da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 305POOO, 408000, 48*000
e 50*000, para trsbalhar com o pe" sdo de
80*000, 90*000, 100*000, 110*000,
120*000, 130S000, 150*000,200*000 e
250*000, emquanto aos autores tf3o ha al-
tert^So do pregos, e os compradores poderSo
visitar este estabelecimento, que muito de-
ver3o gostarpela variedade dte objectoa que
ha sempre'para-vender, como sejam: eadei-
) sortimento de brins de cores, padroes ras paraviagem, malas para viagem, eadei-
para meninos de eocola a 440 e 500 rs. ras'para salas, drras de bahm^o, ditas para
'critac.a faltas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criancas, detodas as qcrtlWades, cama?
de ferro para^iomeme criancas, capaohos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qaenos, apparelhos do nretal para ehi, h-
queiros corn cabo de metal e de marflm,
ditos avulsos, colheres de metal nno,condiei-
ros'pata sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatories completo*, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos qne muito devemagradar a todos
qne vjsitarenr tste grande estabelecimento
ae se acha aberto desde as 6 boras da rna-
trt te"'a8 9 horas da noutea"
Ktia db Barao da Victoria n.
22.
i nov
pre cusiou 1 i4O0.
Camisas de cretnne, francezas, modernas e su*
perioras a 3* e 3500
Ditas brancas a 2* e 2i300.
Ditas de linha a 3*61-0 e 4*000.
Toaihas de linho do Porto a 7*500 e 8*000 a
duzi.i.
Ditas felpndas a 75, 7*500' e 85000.
Esguiao com tOjarda?, pel preco de**800; e
barato com effeito I
Cambraias Victoria e transparente, fazenda final
a 3*500. 3*800, 4*000 e o* a peca.
Lencos de cambraia com trarra ae cor, a 1*, e
bTancos a t#.
Ditos de linho, abanhados a 3*600 e 3*800 a
duiia.
Grande
proprios .
o covado.
Botinas para senhora, pretas-e de cores, por 4*
e 4*500, isto por termos grande quantidade, se
faz este preco.
Bramante de linho, duas largdras, pelo baratd
preco de 1*200 a vara, e solrwnMi para acabar.
Muitos oBtros an-ligos que deixamos de mencio-
nar para r.ao ma-ssar nossos freguezes ; masque
avista deiles estao presenter.
D3o>-se amostras.
S6 o bararieiro qaer quermar
Para rival nao enoontrar.
A' rca Pnmeiro de Margo n. 1, antiga do Cres-
po, de Agostinho Perreira da Silva J,eal & C.
Progresso da rua do Rangel, do
Vieira n. 60.
Vende-se muito barato:
MantPiga em latas a 800 rs. a libra
Ervilha a 120 rs. a libra.
Estrelinha a 320 rs. a libra.
Aletria a 3:0 rs. a lilbra.
E outros muitos generoj.
Magnolia
Ifa Pjja da Magriolia3* rffa Dnqae de Cax.-
45, encontrara sempre o respeitavel publico um
completo sortimento dfe perfnmdrias finas, objectos
de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas Unas, assim como modicidaJe nos pre-
jos, agraflb e sinctridade.
Antleis etectticos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca
ha de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, riroprios'para os nervosos.
Meios aderegos
A Magnolia, a rua Duque de Caxiai n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de raadreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ullima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botdes de ago
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botfies de aco, proprios
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas qne ha no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quanlidade de lencos de seda
chinezes, com liudissimos desenho-, fazenda intei-
ramente nova.
Leqi
jues
Lindos leques de msdreperola, de tarlaruca, de
marlim,. de osso, e de muitas outras qualidafles :
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
nt-ro 45.
Attencao.
A Iota da Magnolia, a rua Dnque de Caxias n
i3, acaba de receber o seguinles artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marlim.
Bicos album com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, ve'Judo, conro, etc.
Lindas caixas com Gniisimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pn'seiras de madreperola.
Ilicas caixas para co.-tura.
Vestuarios para baptisado.
Toticas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravalinhas de velkido, etc etc.
ism i
Granadioe com liodas cores, vende-se por 600
o 800 rs. o covado : rua I.* de Marco n. 7 A.
E' barato.
Vende-se um pequeno siio perto da esta-
5o do Salgadinho, tendo de (rente 150
palmos, e de fundos mats de quatrocentos,
corn uma elegante casa dotaipa, acabada de
proxim > e bem asseiadt, tendo 2 sal s, 2
quartos e cozinha f6ra. 0 terreno e pro-
prio o bom de plantac,6es, tendo algumss
arvores de iructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
tio a qualquer hora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, c para tratar, na tbe-
souraria d^sloterias, rua 1 de Marco
i). 6.
Farello novo e
Milho pequeno
Da melhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tasso irmaos & C., na praca do caes
do AdoIH.
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na loja de J. Porto, a rna Nova n. li, troca se
por cobre ou mtsmo por sedulas, boas fazendas e
roupas feitas sem se olhar a lucro, somente para
vender muito.
Camisas de cretone
as mais modernas que tem vindo ao mercado, sen-
do lisas e com listras, e que se vende a 40*000 a
duzia e a 3*5C0 cada uma ; e* pechincha.
Hollanda
Brim pardo Uso, o que ha de mais fino, com um
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. o cova
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro,
applicada para costumes de homens e de meninos :
so na rua do Crospo n. 20, loja das tres portas, de
Guilherme & C, junto a loja daesquiua.
Pacheeo & Azevedo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial: em seu arma-
zem na rua do Duque de Caxias n. 29.
Sedas a 1$500.
Vende-se bonitas sedas de lindas cores pelo
baratlssimo preco de 1*500 o covado ; vent1.am a
ellas antes que se acabem, na rua do Duque de
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastes.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
tercio, por preco modioo: a tratar com Tassc
Irmios & C
Vende-se
cerveja noruega da marca M L, por menos preco
qu-: em outra qualquer parte : no armazem de H.
Lnndgren, rua do Commercio n. 4.___________
Vende-se um terreno em Beberibe (Porto da
Madeira) com 200 palmos de frente e 600 e tantos
de fundo, cercado, com casa de laipa e coberta de
capim, tendo ja plantado algumas arvores fruc-
tiferas e tambem legumes, por preco razoavel :
quem pretender, dirija-se a rua da Penha n. 13.
onomia do-
mestica
Na rua Primeiro de Marco n. 1.
Confronte ao arco de -Saolo Antonio, loja de
Agostinho Ferreira da Silva Lea! t\
9 Lanzinhas, gnsto escossez, padroes intf#amente
novos, pelo dimfnuto preco de 200, 2404260 rew
o covado.
Baptistas lists, finas, e de cores a 320, 400 a
440 reiso covado, isto so se vendo I
Ghapeos de sol de seda, para homens, inglezes
(paragon) e com 12 hastes, pelt preco de 8i e 9*,
fazenda esta que sempre enstou 14*, so para
acabar.
Na rua Primeiro de Marco D. I.
____________Loja do barateiro.
GRANDE PECHINCHA'
Cortes de casemira a 4*000 o corte e pecbincta.
Chitas claras a 240 rs. o covado
Madapolao fino a 4*800 a peca
S6 o n. 20 da rua do Crespo, loja das 3 portas
de Guilherme 4 C, junto da loja da esquina.
Vende-se as casas seguintes
Rua 24 de Maio (oclr'ora do3 Ossos) ns. 2 e 4.
Dita do F>,go n. 22.
Dita do Padre Floriano n. 35.
Becco da Bomba n 5.
Travessa do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar n pateo do Carm* n. 1.
Gaz a 5$500 a lata
com 25 garrafas, do melhor e- da mais acreditada
marca d^ Henry Forster 4 C, garantido a quili-
dade e a quantidade do liquids completo : no ar-
mazem de Jose Domingues do Caimoe i/i.
rua do Amorim n. 41
Ghapeos para senhora
Amaral, Nal.uco & C. acabam de receber ptlo
ultimo vapor da Europa un completo sortimento
de cliape"os de velludj, de seda e de pallia da Ita-
lia, para criancas, meninas e senhcras : vendem
no Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. 2.
Cintos e leques
Amaral, Nabaco & C. vendem ciutos de couro
prelo e de cores para senhora, de ouro de lustre,
de bezerro e de borracha para meninos e homens,
leques de tartaruga, marflm, madreperola alva e
queimada, li-os e lavraJ-^s, de chagrin, maJeiiv,
chagrin e seda e madeira e seda para senhora :
no Bazar Victoria rua do Barao da Victoria n. 2.
Preta eoziuheira.
Vende se uma preta cozinbeira, na rua da Au-
rora n. 85, primeiro andar : para ver e tra!ar
ale as 8 horas da manba e das* as 7 boras da
larde.
Cambraias de cores
a 241 rs. o covado,
Na rua do Queimado n. 43, defrunte da praei-
nha da Indepeudencia.
Cambraias de cjres, padio:s miuJiohos a 2i0
rs. o covado, c barato.
Dao-se amostras.
Cheguem a pechincha!
Panama d_- lindos padroes, fazenda inteiramen-
te nova e que se vende a 700 rs. o Covado, a 410
rs. : na rua do Crespo n. 25 A. loja da esquina.
Rua Direita numero 43
Cliapcleria ocouoaiica
Chapeos de castor para senhora (alta novidade )
para 16* e20* !!l ditos de palha, de velludo, de
seda, do msrino para luto, etc., etc., todos de for-
mates muito da ra ;da, e por preoos razoaveis.
Tambem se lavara e ceneertam chapeos de todas
as qualidades p:.ra seuhoras e homens; asiim
como se concerlam leques.
Vende se uma preta de idade de 20 annos ,
sadia e perfeita engommadeira, cozinbeira e cos-
tureira de boa conducta, sem vicio, e e del ; uma
cutiade idade de 25 annos, preta, d3 bmita fi-
gura, cozinha e engomma soffrivel e lava bem,
muito sadia e bem reforcada, e uma negrinha
de idade de 12 annos : na rua de Ilortis n. 110.
Cambraias de cores, miudi-
nhas a 240 rs. o covado.
mCores fixas e fazenda boa dao se amostras e
andam-so levar nas casas : na loja da Rosa
Branca, rua da Imperatriz n. 56.
Muito em conta.
Vende-se um terreno fortlro, cercado, com al-
gumas arvores fructifcras, tendo 200 palmoj de
frente sobre 400 de fundo, no lug.ir Peixinho, em
Oli'ida, onde ha de ser cm breve onstruido o edi-
fiiio do novo matadouro publico : quem preten-
der dirija-se a rua do Amparo, em OiinJa, n. 18
publico e 6 particular.
YENS
pes de sapoti, abacate, fructa pao, rcmeira, iiguei-
ra, larangeira cravo, parreiras, rozeiras, diislias e
outras flores e fructas, tuio por preto commod) :
na Boa-Vista, rua dj \ isconde de Goyannn, oclr'o-
ra Mondego n. 101,
DE
BBISTOL
c, fL>^~

Liquida^ao de moveis
Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e
caaeirasde guarnicio : vendem Cunha & Manta,
a rua do Marqnez oe Olinda n. 23.____________
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte:
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade?.
Tudo muito barato.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
de cdres, aproprisdos aos vestidos cirques da ac-
tnalidade.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Progulcit.
cr Palriclo.
A tratar com seus proprietarios nesta cidade,
e para iaformacdes eom Joaquim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma cidade de Mamamguape
Tasso IhnSos $ C.
A240
rs.
Vende-se mui bonitas alpacas de quadiinhes,
de lindas cores, fazenda muito propria para ves-
tidos, pelo baratissimo preeo de 240 rs. o covado :
quem duvidar venha ver e comprar, a rua Duqae
de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos_______
Bom ponto.
Vende-se a taverna da rua do Amorim n. 9: a
tratar na mesma.
CURA OS G.4SOS MAIS DESCSI'F.RADOJf.
A SAFSAPARRILIIA DE BRISTOL puri-
fica a massa Jo sangae, expelle para f6r
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secregoes, dd vitalidade e
energia a todos os orgSos e da fonja e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfurmidade. E'
pois este um remodio constitutional. Elle
nunca distroe afim de poder curar ; porem
eonstantcmente as*tsfe a natureza. Pbrtanto
em todas as doengas constitucion das as molestias locaes dependent* d'um ts-
ladovicioso eimperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparmlha di
Bristol 6 um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveia
vrtudes.
As curas milagrosas de
l^scrofnlas,
I Jceras,
. C'Iiansaiiiiaa9',
ENFERMIDADES SYPHILI'iiCAS
IRVSIPEI.A8,
RHCUMATISMO,
SVRALGIAS,
KSCORBUTO;
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dodo o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tib so-
mente devidas a
UNICA LEG1T1MA Z ORIGINAL ^
SalsaparrUha- de Bristol
NA PHARMACIA CENTRAL



i
8
Diario de Pernamfcuco Quinta feira 23 de Abril de 1874
Com venia dos .
Direito criminal
0 perdfio tlo offendidj miseravel
ndo perirr e a accusagdo, promo-
yida pela justiga no crime do
"imento bve.
lucid ji talentos que se
iem oc.upado desle a<.H.."T,pK j!?"'
meduaspalavrasempol K Pr<^'s
do ministerio publico. t
Vejo sobejamente esclareciif *# niateria
nas publicaci.es da Gfzeta Juria.i<:a e d
Direito de 30 de j mciro ; e pois, li'"uil;,r
me-bei a dar uraa opinido sing'ela. s"'n
mesmo
Di! .,, 6-,. 0 P,r d ,* srssry r tsfasrzorich- '"n^' L-~-
ndo oximird das penas os reos de crimes pu- obsuaagdo, no indefferenijsmo.
Wicos, ou particulars, em que tiverjugar Bern depress sente-rae melhor a *, ndo
a accusagdo por parte da just.ga. tenho o direito de direr que sahi de Mitlav
Twer lugar eqmvale a d'zer-se-^ bom, honesto, digoo daHestima de todos aJ
Janeiro; e pois, b
uraa opiniao singela, a,
qje:liooar sobre alguus principios
hermeneuticos, quo form cnunciados ; mas
que cedenam a alg'iraas objecgdes.
Em nossa jurisprudent criminal, sei
que as ac^esse dividem em publicas e pri-
vadas ; mas esta ondijd) nao tern a vir-
tude, pretendida, de resdver a questao ; as
acgoes crimiuaes riu effectivamente publi-
cas, ou privaJas ; masqnidini?
Coniieco os esciiptores que opinam so-
0 perddo do often Ji lo misera el em proveito
do reo ; e crein que, em horas de boa dis
posicao de espirito, tivemm essa espontanei-
dade de peasamen o, partiado d sto priu-
:aram.
No desenvolvimento desta controve 53? SS *# n*> onde mous Hprimeiros pTssos vaci
^oda analysar-se esto texto do citado art. Mo devo ou ao Sr. Muz
67\ sendo m*s base da questao : nunca' E' a eiie i qaem devo tor i
ouvi dizer quonos crimes particular^ decom humildide o castigo : 8 e!le devo ter
quo trata este artigo.nao sfto comprehendi-jetomado um lugar honesto na sociedade
dos os de acgao pnvada ; pois, se isto ou- A a atoridade e o prestigio de suas vir-
vXa, eu perguntjria -Porque T tudes tornavam facil a tubmtaao : somento
Jose Francisco de Carvalu) Nobre. a lembranga de sua vida de daiicacdo Pr-
prjv:ucia do Itio Grande do Sul, 15 de tegia-me contra o desfallecirnentode meu
fevereiro iJ1 1874.
(Da Gazeta Juridica.)
LITTEMTURA.
pricbo, a condigdej ruiuosas.
Aprossemos, cjm o concurso de to Jos o
momentj desahirmos desta posicSo.
Sera presumir muito da beneficencia pu-
bhca esperar, que elia dara" a me.noria dos
Srs. do Motz e de Courteuilles o sju
raenos.posso pr^..r. quo ninguem 'po- MwatopvZt^Zr,0^ Zl'
que volte, ao H, smioho entnda ho|e ao dominio da buman.Lie o
seu supremo e decisivo jpoio ?
A gonerosidado franciza nao faltara i esta
tarefa, e apressar-se ha em consolidar Met-
tray. Disto tanho a cerieza.
espinlo.
OS
de Metz
cipio de nosso direitoque, em n-gra, no
crime privauo, o deslor^o e pessoal.
Poren se. em sua razao objecliva, consi
derassemo factj suborjinado a limitacio do
art. 73 do codigo do processd, nao era cou-
sa impossivel que peusasssm de modo di-
verso.
Conb?50 tambcm escriptores ig'ialmente
nespeitavei.-i, que sustentam a opiniao con-
traria ; e, por isto, pondo-os uos defronte
dos outros, me colloco em terreno desem-
pedido, .para Jar livre.nente meu pareoer
'lima das premissas, qae tern servido para
sustentar a offectividade do perdao, e' a se-
guinte :
Que a acgho privada nao se transfor-
ma em publiea, por ser miseravel o offeo-
dido ; e qu--; p:ira isso seri i preciso que es-
ses crimes oflondessem sempre a sociedade.
Isto nSo dizia eu ; porque fieava-me a
consciencia de uma proposigao mal enun-
ciada.
Porquanto, i' o facto crimiaoso que nao
transforma sua natureza pela miscria do
offendido; porem a ?cc8o, ou mais propria-
mentea a'ccgsaQfio, que tantoso torna pu
blica, que e desenvolvida pela pro.notoria
publiea. E neui 6preciso que por esses
crimes seja a sociedade offendida sempre ;
basta qua tal se considere, quaudo elles se-
jam aflectivos a pessoa miseravel, a quern
devo a sociedade prolecc4o especial: os fur-
tos dos gadjs, nos pastos de criar. nSo co-
mocaram a offender a sociedade do t.o do
setembro de 1860.
Passo agora a considerar os avisos.
lomos o A v. de 27 de abril de 1853, e o
de lfl de agostq do mesmo anno, que dao
effeito peremptorio ao per la) do otl'endido.
Ha o aviso de Z\ de Janeiro de 1867, que
pelo contrarb declara que nao prodoz
consequencias 0 perdao do offendido mise-
ravel, por se tornar publico o crimo parti-
cular. Este aviso, pouco preciso na f6rma,
contem em subslancia uma verdade juridica;
e quern o taxar de absurdo, permittird que
diga: nao falla com desinteresse.
Appareceu depois o Av. de 6 de feverei-
ro de 1869 distinguindo o caso de ter o
miseravel offendido invosado a protec^So
do poder publico, no caso de tomar o pro-
motor a accusacSo de motu propio.
Sobre esta distineffto, por ora, na) me
esforco por formar opiniao ; mas sinto-me
inclinado a crer, q::e nos crimes de sccSo
privada deve o offendido ter o direito sdvo
do perseguir, ou nao 0 seu otfensor, de o cas
tigar, ou de perdoar ; sem que terceiro pos
sa praticar o arbitrio de tomar a si o que
lhe e veiadode usurpar o direito, que
em regra a outrom pertence ; e nesta hypo-
tbese i; que parece ter lugar o aforismo da
L. CO ft, invite beneficium tion datur. l'o-
rerr como ueste ponto nao tenho opiniao
formads, aceitarei o que encontrar feito.
Vou, portanto, partir da hypotbose de ter
o miseravel invocado o soccerro do poder
publico com mais ou menos iuformacao de
sua pobreza, attendida com mais ou meuos
arbitrio (opinia.) de Almeida e Souza) da
autorfi'ade, como parece considerou o Av.
de 21 do Janeiro citado.
Neste caso e indubitavtl que a justica pu-
bliea reassumio o poder de vingar uma
offensa, que, se por algumas consideragoes
f as quaes julgo perceber) permittio-se,
fosse indiviJual, naodeixa, debaixo de mui-
tos pontos de vista, de affectar aordem so-
cial ; e, portanto, nao mais sera" permiitido
ao mUeravel o direito de mystiQcar o poder
publico, muitas vezes com transacgOes, que
is leis repellem.
Em ultima palivra direi : que necessida-
de ha de avisos 1
morreu no carapo da
honra ; elle porsoniGcava a luti dobem con-
tra o mal.
0 voto da commissSo administrativa
cbamou a preencber o lugar vago aO Sr.
helatorio apresentado aos MEiiBuos o B'ancl^arcJ> i, dosJe o princip:o da
coxselho admi.nistrativo da sociEDAPE obra, devotado cooperador do Sr. de M tz ;
paternal, pelosk. blancharit, director |e ^ue souue P3'* iotimidade e pelo exem
DA COL.0.NIA AGRIC0LA DE METTRAY .
(Conclusao)
A cifra dosgaloes por boa coniucta, cou-
ceJidosem 1873 foi de :
129 galoes de um anno.
26 ditos dedous an uos.
10 ditos de tres anno;.
Ciuco francos do renla sao concedidos &
posse do Kalao de cada anno.
0 coacurso entre as familias para a bin-
deira ou p:inel de honra excita sempre a
nais viva emulagao.
784- colonos rocoberara em 1873, pre-
mios en dinbeiro, que se etevaram som-
ma de i:5i0 e 23 centimos.
739 colonos taubem receberara em pre-
sentes um valor de 1:812 fraaeos e 85 een-
timos c 99 alem disto mereceram recotn-
pensas honorificas.
Nada se tem poupado para reerguer o
moral dos colonos, o para regenera-los pela
exemplo, pelos sontiinentos elevados, para
convence los do que o trabalho a boa cou-
ducti, a honradez sdo, antes de tudo, o me-
lhor meio para se caminhar neste mundo :
desejamos que o menino ao sahir se lem-
plo que recebia a todo o iustante, penetrar
osegredo desua forga.
A sauta casa do refugio espera com ancio-
dade q\ie o nosso bemfeitor tenba um digno
success6r.
por
FOLHETIM.
L7CESCIA BOESIA
MEUOBMS~DE SATANAZ '
POR
*). Ilaood 1'ernajiclez y Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
CAPITULO XIII
L>:: COMO A MORTE COSSPIRAVA CONTRA LU-
CRECIA.
(ContinuagAo do n. 102.)
Porem, senbor, diise Andrea, sorrin-
do de om modo particulcr, isso nao pode
ser; em primeiro lugar souou quem corn-
pro as provisoes e conhego perfeitaraente
os cogumellos, o em segundo lugar porque
comi os restos do seu jantar e nunca me
sen i t.lo bem disposto.
0 que eu sei, disse o Sr. d'Arneste
Yiilo cada vez mais pallido, 3 que vou mor-
rer.
Retiia-te I dise Puulo & Andre'a, que
sahi,) olhando com receio para o joveD.
:.so que sente, disse Paulo, e* indu-
bit-velinente uma colic* muito natural pelo
estdo em que tem o estomago ; bem sabe
que sfinpre quo come alguma cousa solida
ficit imlisposto e agora me lembro de que
hoje cirneii muito e cousas muito succulen-
tas; il^nais a mais ceiou ostras.
E' verdade, por^m, nunca senti o que
agora sinto, ptrece que um gato esfomeado
me roe com ancia o estomago e que tem
fQ^o na bocca. Nao ouves, Paulo? A
bre com alegria da sua estada in eolouia:
testemunha do iuteresse que elle inspira
torna-se mais accessivel aos Bobres senti-
mentos que se quer fa/.er gorminar em seu
coragSo.
Ser-me-hia facil dar-vos, pela volumosa
correspondencia, que deponho ^em vossas
maos, provas do reconbecimento que me
votam os meninos: mas penso que ser^ me-
Ihor julgar dos resultados do regimen de
Meitray pela prova dada por elles depois que
deixam o estabeloeimento e sao emprega-
dos.
Neste ponto retVro-me ao resultado da es-
tatistica criminal publicada pelo guarda dos
sellos, e que contem factos concludentes.
A ultima estatistica, 1873, mostra que nos
outros estabelecimentos, a media das rein-
cidencias foi de 8 a 12 por cento, ao passo
que em relagiio a Mettray foi de quatro por
centi.
Devemos, senhores, estes resultados inex-
perados d protocgao assidua dadi sempre ef-
ficazmente aos colonos postos em liber-
dade.
Esta protocgao constitue um pesado enr
cargo, que se eleva annualmente de 11 a fei
mil francos.
1" oxercida indefmidamente pela nossa
agenda nao s6 em Paris, como nas pro-vin-
cias em benoficio dos nossos olonos hvres,
cujo numero se eleva hoje a 3:209 protegi-
dos.
Destes colonos: 1665 sahiram para a
agricultura; 737 exercem uma p-ofissao
industrial; 8i>7 asseHtaram praga nos exer-
citos. dos quaes 110 na marinha ; sendo 4
condeorados com a LegiSo de Honra, 24
com a medalha militar; 5 nomeados offi-
ciaes; 3i7 casaram so e na sua maioria
tornaram se bons paes de famdia.
Para bem se apreciar os sentimentos que,
ao sahir, levam os nossos colonos, bastard
reproduzir a seguinte carta dirigida ao Sr.
Ladevere, redactor em chefe do jornal de
lndre& Loire, p)r um colono de Mettray,
publicada no citado jornal em 12 de novem-
bro de 1873.
0 Sr. de Metz morreu: sou um de
seus discipulos e julgo dever-lhe a expres-
sSo publiea de meus sentimentos testemunho
do meu reconbecimento. Um momento
de desv.rio no comego da vida prejudica
muitas vezes todo o nosso futuro ; o castigo
irrita sem corrigir : e os mdos sentimentos,,
em germen no fundo da consciencia se des-
envolvem mais depressa do quo se <>xtin-
guem quando o castigo fere sera certa pru-
dencia.
voz enrouquece, apenas posso fallar... mor-
ro... e esso malditO medico... Ah f isto e"
insupportavel.
E o senhor d'Arnesteville, deixando de
fallar, comegou a soltar gritos horrorosos !
estorcia-se, levava ao estomago as maos cris-
pa las, e a sua respiragSo era monstruosa.
Ah I exclamou Paulo, elle morre, e
nao posso arrancar-lhe uma unica palavra !
Meu pai, meu pai, julga ter sido envene-
nado?
0 Sr. d'Arnesteville ou nSo ouvio estas
palavras, ou a dor insupportavel que sen-
tia lhe nSo permittia senio soltar gritos di-
lacerantes.
Ohl exclamou Paulo desesperado;
meu tio de Boncamp, Micbelotto, nao appa-
receu hoje como de costume, nem ao jan-
tar, nem & ceia. Preveria Michelotto que
meu pai poderia ser inierrogado por mim
ou por Lucrecia, e tera" sellado com a morte
os labios deste infeliz? Ah 1... eo mal
aggrava-se I isto, e cousa para poucos mi-
nutos 1 Andrea I sera elle quem me res-
ponds, porque se existe o envenenamento,
deve elle ter sido a mao infame de que
Michelotto se servio. Andre'a Andre'a I
A este cbamamento acudio um outro
criado
Eu chamei Andre'a, e n5o a ti Bene-
dicto, disse Paulo com impneiencia.
Sei isso muito bem, replicou Bene-
dicto, mas o Andrea n5o estd em casa.
Nfio estd era casa I
N8o senhor, e quando sahio disse-me
o quer que foi que eu nao eaten ii bem.
Kntuo que te disse elle?...
Eu cd vou-me cmbora, e tu, Bene-
dicto, dize ao nosso joven amo, que ago-
ra tem dous a procurar, eu e Miche-
Uotto.
Ah! exclamou Paulo, o que era ape-
De *2i9 meninos educados em Met-
tray 3:000 eslao espalhados hoje por todas
as classei da sov-iedade, sem que nenbuma
sospeita veuba reviver o passalo.
Qua elles sa juntetw a mim, e sobre o
mooumento errgido em Mettray fagamosgra-
var.
Heconhecirmnlo ao St. de Melz
aquelles aos quaefsalvou.
Orai por nds e pela cohnia.
Esladb sanitaria;
0 estado sanitaria de Mettray, em 1873r
foi o mais satisfactorio : nenhum f.aso de
variola, dysenteria, ode choleriua, que rei-
naram em outros esUbel9ciment06> se deu
entre nos.
Perdemos-durante o anno seis meninos,
cujas raortes-foram ocaasionadfts pslas se-
juin'es molestias,
Febr-e typhoid. ...... 1
Epilepsia....... .' 1
Mvningite. ........ 2
Phtysica pulmonar...... 1
Estas seis mortes dao, sobre a cifra< total
da populag.io, a media de 0,8. por cen-
to.
Estas proporcoas .sao mais favoraveis,
sobre tudo coiieideranda-se o triste estado
dos meninos ao entrarem na colonia e a
constituigS) eserofulosa d*naaior parte dal-
les.
Nao e possive! dar melhcr prova do zelo,
e dezelo esclareeido do nosso medico- Dr.
Millet. Nossas irmas de carrdade sao tam-
bem dignas de justos elogios pela sua- inal-
terawl dedicagao-
O Sr. Agostinho Cochin r vosso chorado
collega, tinha, em um pu-Mieagao, resami-
do nestes termos-o systeraa de Mettray.
Praticada religido, amer ao traba-
lho, espirito de familiar emulafdo pelo
oxemjiio, culto da honra, habito de disetpli-
na, bom uso da liber dad e. .
Toda a influeoeia morabsadora de- Met-
tray estd. em suas grandes e simples ideas :
tambem eu, o Sr. Arnoux e todos os~ func-
cionarios, que rae ajudam,.tomamos a deli-
beraedo de respeitar o que o nosso fuadador
organisou com tanta dedicagfo, tanta parse-
vernga, e a custo de tantos sacrificios. As
tradigdes, que- nos deixaram nossos chefes,
e que nos servem de guia> serdo sagradas.
Sustentado e dirigido peloimpulso bene-
licente do conselho d'administragao, depo-
sitario das instrucgoes, de certa f jrma testa-
mentarias, do Sr. de Metz, nao vos pro-
porei sendo os melhorament )s, cujas van-
tagens o tempo e a experiencia tiverom mo^-
trado.
Estado jvnanceiro.
Vereis, Srs., com satUfagao pelo balango,
que tenho a honra de vos apresentar, que
o estado fmanceiro de- Mettray, tem sido no-
tavelmenta melhorado, e se o. concurso da
gente de bem ndo nos fallar, chegarl em
breve a altura do seu estado. moral.
A divida da colonia ficou reduzida no
principio do anno em virtude de uma deci-
sio do conselho de finangas. -
Sem duvida oangmentodo prego de qua-
si todos os objectos, sobre tudo dos, generos
alimenticios, excederd asprevisdes do orga-
mento, mas contamos com o feliz resulta-
do das d^ligencias do nosso hoarado vice-
presidente o Sr. Gouin para obtor do Sr.
mimstro do interior, que as dkrias abona-
das 38 cola iub particulares sejam augmen-
tadas.
Mettray ndo tem sendo a propriedadeou do-
minio de utoa parte do terreno qe explo-
Conrefeuolas iJiterariuM.
A BIQUKZA INTELLECTUAL.
D1SC0RS0 PROFERID3 PJLO CONSELUEIRO MA-
NOEL FRANCISCO CORREIA, NA REUNI.iO OE
8 D.-; MARCO DE 187 ..
A admiragdo mais completa, o respdto
mais profundo, a aloragdo maisintima, eis
o que scute o homem quaudo, racolbiJo no
sanluario da consciencia, ou conce.itrado
nas profundezas do raciocinio, contempla
absorlo as obras maravilhosas daquella su-
preme autor.da-Je quo povoou o ceo dos
mundos innumeraveis, quogyram om per-
petu i i nmutabilidaiona orbita tragada pela
mao omnipjtente do creador.
Estrullas, 6js, planetas, marcham com
seguro pisso pir caminlios sempre desem-
baragados, onde nd) ba receio nem de que
os aquildes raivosos dobrem os madeiros da
margem, nem de quo as torrentes impstuo-
s.as s^pirem e despenhem da-s altar as- das
montanSas as terras- m >vedigas.
Ness i immensa grandoza tudo e orderw e
barmonia ; e sua silenciosa e impolente raa-
gesade ao- mesmo tempo exalta e confui>-
de. Gonfunde o atomo, que ds vezes des-
vairado e insano ndo que verr o sol que ru
lila por sobre o sol que atkimia. t.\-dta o
ho nei*qua em<9ua rhicroscopica eminencia,
p6do ooiihecer e apreciar todas essas mara-
.villias.
Mas eo me vou>deslisando e deixanda-ar-
rebatar para as regides maie- inaccessiveis
do enten iiinento.
Ndo trouxe o ppoposito deexcitar vosso
fervenle enlhusiasmo diante de obras do tan-
to esp'.endor; e s proferi estas palavras S>i
para mostrar quanto' ha de serprendente
nessa inalteravel sabedoria, que conserva s
cOHservard sampre como mesmo brilho da-
primitiva creagdo os astros luzentesquo pre-
sid.Iram ao nascimento da primeira gerapdo
o bao de assistir ao funeral da ultima.
Sabedoria c-essa tdo superior t>dos os
caleulos que nem d mais fogosa imaginagdo
e lk)ito demarcjr-lhe os limitespor mais
que queira os^entar sau- v6o pela mar in-
commensuravelda phantasia.
Se na corapteigao do -oniverse-saw des-
umbrantes os raios da divina magestade,
nao os achamos- menos pa respingand > em campo mais proprio para
nossas exploragges, estudwoos a n6smesmos.
4> bom em, eatgaia a seus proprios olhos,
prooara em vio o.- titulos em virtude dos
quaes e elle o-rei da terra, e apenas- pode
agzadeeer os meiivos pelos quaes lhe foi da-
da a sopromacia.
M4s elle compirehende e sente igie seu
servigo estao pastos os miaeraes, os vege-
tal, eainda os-outros animaes qaeelledo-
msstiea, avassal'a ou poBsegue.
Porque lhe aao sao adversos os-maros ?
Porque ha de elle, unica dos aoimtes que
nSo tem sua .r-oiada nos abysmos do- ocea-
no, atravessal-o rapido, e percorrel-o em
todas asdiregons? Porque ndo contente de
fazel-o supporlar os raastareos atlivos de
suas ndos e-de snas galerns busca iusacia-
vel disputar aogelo a pequena conquisia das
frias rogioes- dos polos r
Porque Ibe nao servem de obstaeulo as
elevadissimas montanhas que segredam com
as nuvens a* mysterios da creagdo? Elle
as transpoa* e, se e mui persistesite o eraba-
rago que lbe offerecena, o homem as per-
fura.
Porque s6 elle, eatre os aaimaes terres-
tres, ndo ba de sentir detido& os passos antei
os rios caudalosos-? Elle cs.transpOe em,
barcos. ligeiros, quaudo naocaminha ovanto
sobre pontes que se firmam, no fundo dos
mesraos rios, ou quando, eomo no Taraisa,
nao zomba do peso enorrae de suas aguas,
e era arrojado tunnel na i passa nas azas-do
vapor para a margem opposta.
Diante dese^ esforgoourvam-se as arvores,
seculares, rompe-sea ciwisistenci i dos roche-
dos, seu tiro, certeiro abate as avos que s.;
equilibram nasalturas, ofaz cahirinaaimaia
a fora bravia das matas; as raalhas da suas
redes trazem suspeosos os povoadores-dos
mares, paraosqiiaes ndo e perigo a revolta
das ondas.
Porque foi assim constituido o boaiem
arbitrio da natureza terrestre ? Ah I senho-
res, eurveaao-nos ainda ante a poder inlini-
to% pois que para tamanha predileccdo nao
nas suspeita, converte-se em evidencia. Re-
tira-te, Benedicto, e quando Lazaro voltar,
que me venba fallar.
Benedicto sahio.
^ Paulo voltou para junto do leito do Sr.
d'Araesteville, que ndo cessara de gri-
tar.
Pouco depois cessaram os gritos, e do pei-
to sahio-lbe um ronco surdo.
Paulo dirigio-se para a mesa, pegou na
vela, e allumiou com ella o rosto do Sr.
d'Arnesteville.
Os olhos estavara jd embaciados, da bocca
sahia-lhe uma espuma ensanguentada, e a
respiragio ia enfraquecendo successivamen-
te.
Nio tem que'ver, exclamou Paulo, a
morte 6 certa. Serd este o ultimo horror
desta noite aspantosa ?
E permaneceu immovel, aterrado, pallido
como um cadaver, junto do ancido mori-
bundo.
Decorreu um grande espago de tempo, e
o estertor do agonisante toraava-se cada vez
mais debil.
Afinal extinguio-se completamente o es-
tertor.
0 Sr. d'Arnesteville ficou immovel.
Paulo poz-lha a mao na testa e em segui-
da no coragdo ; a fronte estava gelada, e o
coragao ndo batia.
Ha nisto um segredo que se funda
n'um crime 1 disse Paulo.
E como uma homenag^m filial dquelle
pobre ancido a 'quem consider^ra e conside-
rava ainda como pai, apezar da duvida
horrivel que havia no seu espirito, Pau<
lo beijou-lhe a fronte, cerrou-lhe os
olhos e marmurou-lhe ao ouvido, como se
acred itasse que o podia ouvir o cada-
ver :
Assassinaram-te, desgra^ado, poique
se descobre outra razdo alem da impenetra-
vel vontsde do Altissimo.
Para proenchimento de seu destino per-
cebe o homojTque o seu ser e'comploto.
Qj&) admiravol e a sua orgaaisagdol
Como todas as partos de sei corpo estao
, be hi dispjstas, com ) se harmonisam e se
completam para que elle possa mover-se,
deliberar, lutar e v-mcer I Ah I ndo estra-
gue elle as molas engenhosas sobre que
gya-
Mas, peaguular me beis a quo vem essas
observagOis quando nos conviJastes pira
onvir vos sobre assumpto ta ) limitado qual
o da*riqu -za intellectual ?
AttenJei ejulgai.
No dasenvolvimento em que vou entrar
do promettilo assumpto, haveis dorecoiihe-
cor co.uo tulo estd sabiamente combimdo
pira conseguimento do destino do homem,
para realisagdo dos fius providenciaes da
bumanbade.
Meu ompenho serd demonstar que a moa-
ma superior barnunia qu \ jios commove
om presengi das gran les obras da natureza,
quo nalamos na orgau;sagao do boinem,
ndo e alterada em pontos do raanifasta infe-
rioridade rehtiva.
Sempre a mesraa sabeloria, a mesma pre-
viden;ia, a mesma inflexivel exactidao, os
mesmos inabaLiveis des'guios.
Parte inlegrante da humjuiJjde, o ho
mem tem do tr.ibalbar para o ban* da gran-
de familia hunana; 6 elle o operano da
civilisagdo.
Se tem de cuidar em si para libenar-se
de dous flagellos, a miseria eo embruteci-
meio, tem do atlender & Itar.nonia do todo
para sscorar os dous poderosos esteios da
hu-naoidade, a virtuJe e o saber. D.ver-
sos fins, meios diversos.
D'aqi as assignabdas dilferengas entre a
riqueza nvit-^rial e a intellectual-.
A riqueaa materirfe" para o- bomom ;
riqueza intoHectual 6 para a bwnanidade.
A riqueza* material o homem a adquire e
consume ; a intellectual o homem adquire
e ndo conso:ne.
Os herdeiros d* riqueza materiai sdo os
filboayos da riqueza intellectual nao-someu-
le os filhos, mss to ios o homens.
A riqueza material partJ!!ia-so entre pou-
cos herdeiros; a riqueza intellectual, derra-
mada pela imp.-ensa, couserva-se i'odivi-
sa para patrimonio commum da bumani-
dade. q/g&
Qaantassalientes-distincgocs, e como ellas
estao indfeaado a papel dilTjrente que a-ca-
da uma dessas riquasas compete. desenSvan-
do-se sencpre a mestna extraordinaria pievi
dencia que tuJo acaatelou 1
0 fructodo trabaibo material nao pode
ser coramum; porque, se fdra, o resultado
invisivel das ideas, com umasscada myste
riosa e impalpavel como a do Jacob, cu-
jos degrajs-se formassBm.com..os produutos.
intellectuaas e accumulados, pelos seculos
que se fessem sumiado na eseuridao dos-
tempos. So assim, a ser possirel, termtna
ria o.sup-Jicio de Prometbeu, elernamante
agrilhoado ao Cau-iaso, com as renascentes
entrarthas sempre devoradas. pelo abutro vin-
gador do ousado sommettiniento de arreba-
tar ao ceo o fogo divino.
A riqueza intellectual nao se perde. A
riqueza materiai. c.td. sajeita a todos. os. ris-
cos da incapacidade, da ind fe, dos acciden-
tes aaturaes.
Diz-se com razdo qi-jo o saber nao. occu-
po. lugar ; dolle goza-se tranquillamente.
A riqueza material inquieta, sobresdta. e
as vezes gora o crime. E' que a. riqueza
intelectuai estd doatro em n6s, a ndo p6te
ser arrancada ; e a riqueza material cousis-
te em objectos estranhos que podem ser ar-
rebatados.. Ccntase de um illustre prinei-
pe queK perseguido pelos vai-veus da politi
ca, eocontrou no thesouro de sua intelli-
gencia os recursos de que- uecessitava era
terra, esiranha.
sabias certamente um segredo terrivel, mas
aquelle que se julgou teu filbo, ou que tal-
vez o e, te vingard ; juro-o pela minha alraa I
juro-o por ella I
Pronunciando a palavra ella, Paulo pen-
sava em Lucrecia. Depois cobrio o cada-
ver com as roupas da cama e sahio lenta-
mente do quarto, ao mesmo tempo que en-
trava um homem.
Quem e o senhor ? perguntou Paulo.
Sou o Dr. Vacintello, a quem cha-
maram para ver o enformo.
Pode retirar-se, senhor; aqui ndo ha
sendo um cadaver.
Comtudo, proseguioo medico, eusahi
expressamente do minha casa... e bem v6
que...
Tem razao ; tome.
E Paulo deu uma moeJa de ouro ao
medico, que se retirou cumprimentan-
do-o.
Benedicto estava imraovel no meio da
ante camara.
Visto que voio o medico, Lazaro
deve ter cbegado tambem, disse Paulo.
Porque lhe ndo dis^este que o chamava ?
Porque, retirou4e tambem.
Como assim ?
Sim, senhor ; quando veio, com o
medico perguntou-rae por Andrea ; respon-
di o que este medissera, e Lazaro replicou :
Pois dize ao cavalieiro d'Aruesteville, que
me encontrard na companhia de Andre'a e
do D. Miebeloito.
E's uneotupid)! exclamou Paulo.
ii sahio.
Comegou a caminhir polas ruas escuras;
sentia uma repugnancia instinctiva em vol-
tar ao palacio ; aterrava-o o isolamento do
seu quarto ; receiava encontra-lo occupado
pelos phantasmas de Reinaldo Albini, e do
Sr. d'Arnesteville.
seria a gorat inercia. A ninguera conviria
se? productor ; queririam t )dos- ser consu-
raidores. Whki a desordem, o desequilibrio
o- aniquilauieuto.
-Ofructo do trabalho intellectual e um be-
neficio gera4-,-todos pevlem deHe aprovei*-
tarse, e aproveitanlo-e, nom por isso di-
minue a SOBMM de riqiuezi daqjaeHe que o
produz.
E' que todai os que estao na altura d
trabalhar pira.-eonsecudo dos iestinos hu-
maoos deveoa deixar rocolhidos os elemen
tos.para que outros em identices- eircunu
tancias, s^j.v qual Wr sua patriaoa. sua fa-
miba, os ampiiem e desenvolvara, langando
cadi seculo uma pedra no eJafiei monu--j
mental da cmLisagdo.
Pretendeu.,um dia c-homem levantar na*
raargens da Euphrates uma torre que fosse
disputar ao eeo o couijecimanta. do espago.
I ouca tentativaque a confusao das linguae ts rntelligoneias da anliguidade.
fea abortar em Babel. Sa pudesse haver Deus, porem, nao consantio qua so apa-
meio_.de cooatrucgao para, elevar o bomeofc gnssern todos os luzeij-os das remotas eras,
ao ceo, essa meio seria.o de levaatar a torre Da sanha islamita escaparam algumas vic-
A riqueia intellectual, quanto maior e
maisesploodila, se langa os raios mais
scintilantes, nao embaraga o moies.o cultor
das lettras.
A grande riqueza material, iuwn attra-
hente de forgi prodigiosa, cresce como os
grandes rics, absorvendo as aguas dos pe-
quenos regatas.
Ainda uma ultima notavel differenga.
A riqueta intellectual p6Je produzir a ri-
queza material, e a produz nos paizes em
que a leitura nao d cus^oso passatompo.
A riqueza material, se favoreCe o desen-
volvimtnto da intelli^encia, nao p6de pro-
duzil a. 0 millionario p61e viver cercado
das mais luxuosas Iivrarias e deleitar a vista;
com os livros raros de cuslosa encaderna -
gdo ; mas sua intelligeucia udodard um pas-
so sem forga propria.
0 deposit das riquezas materiaea s80 pe-
sadas massas de ferro pivparadas para re-
sistir aos estragos do fogo, e que se occul-
t.nn no ponto mais seguro de grandes-babi-
tagoes. 0 deposilo das riquezas intellectuaes
sao as bibliotheuas, qu: se o.tenta-m aos
olhos de todos sem provocar cubiga: que
pedem e instam para qua os freqiientem,para
que aproveitem seus tbesouros. A um livro
succcde-se outro, e todos na mais placida
uuiao pedem que os folbeiem, sem nunca
recla narem repouso, sem nunca exigirem
recomprrraa.
Multiplrcai as bibl othecas; fazei com
que eilas apparegam ainda nas povoagoes
mnis remotes ; eis o brado ingente que os
peusadores dv> seculo dirigem incessjntemen-
te aii po vos eaos governos. A despeza e
pequena : uma sala, um bibliothecario, luz,
pois que sao mais beneficas as que tambem
se abrem d noite.
Junto se ao livro o jornal, e muitos dos
que hoje consomem ingratamente tempo
pracioso correrao para o lugar sereno oode
podem simultaneamente instruir e deleitar
o espirito.
RadVpio-se no pare o habito proficuo da
leitura; pi-o:urem-3so cautelosamente es
I?vros uteis; e antes do seculo que- pediv
Leibnitz pira, por meio da instrucgdo, mu>-
dar a face do mumlo, lera sensivelmente ine-
lborado a situagao de nossi palria.
Sendo tdo proveitosas as bibbotbecas; es-
sas reposigu )S da riqueza intellectual, como
poda o homem langar mao sacrilega sobre o
grande amporio da sciencia antiga, a famo-
sa bibliotheca de Alexandria, funiada- por
Pthol*neu Philadelpho, quo chegou a reu-
nir 700:00;) manuscriptos ? Tambem-as
recordafoes da posterida-le forem com- jus-
ta condemn agao essa fatidica sen tonga de
Omar, executada por seu terrivel lugar-te-
nente ,&orou, qua,- apesir de sua brutalida-
d, nao ousou tomar sobre s tamanha res-
ponsabilidadi ; fatidica sentenga que fez
consumir pelas cbammas n'um momento o
fructo paeiente de longos seculos do fadtga.
As lab iredas desser o mais destruidor das
incendios, langam ainda lt sobre uma pa-
gina lutuosa da historia, sem que seu lu-
gubre clardo servisse ao menos, como pre-
tendia o arrogante califa, para allumiar o
caminbo por onde devessem passar trium-
phantes as- doulrinae do prophota, empe-
nhadas na-conquista do mundo.
One ntrocidtde X Novo Hdrodest. de-
cretou Omar a degolagao dos iaaocen-
tes.
Caligula, Nero, HeFogabalo, fizeram mon-
toes de viatimas huisanas ; Omar eafeixou,
em suas mais espkudidas manifeslagOes,
todos os geoios sublime* ate entdo aonbeci
d'S, e os sappliciou ness^ medonhaauto de
fe, que foi a grande hecatombe das-robus-
Assim percorreu algumas ruas ao acaso,
como que aturdido o sem poder coordenar
as ideas.
Afinal, o ar fresco da noite exercou nolle
uma poderosa influencia, e a sua imagina
gdo foi-se esclarecendo.
Se bem me recordo, murmurou elle,
Lucrecia disse-me que no meu aposento ha-
via uma porta que ia dar dsua camara, pois
hem, nao estarei s6 e talvei que ella me
ajude a esclarecer as duvidas que me en-
louquecem.
Paula voltou para traz, e meia bora de-
pois entrava no ssu aposento no castello du-
cal.
Lucrecia estava sentada, immovel, n'uma
cadeira, e foi sem mudar de attitude que
disse:
Creio que perdeu os sentidos quando
o deixei ; enganei-me ?
Ndo, minha senhora, replicou o raan-
cebo ; quando perdi os seotidos experimen-
tei uma agonia infinite ; julguei que se me
havia despedagado o coragdo.
Eu subi para o sooorrer, disse Lucre-
cia olhando para Paulo com interesse, e
ndo o encontrei. Onde foi ?
A' casa de meu pai.
Para que?
Para que elle me dissesse se eu era
ou nao seu filbo.
E entdo? exclamou Lucrecia pondo-
se violentamente era pe
Ndo pode dizer-rae cousa alguma.
Como assiii ?
Encoutrei-o raoribundo.
, 0 que dava causa a sua morte ?
0 veneno.
0 veneno I
Sim.
Que symptomas se apresentavara Da
sua morte?
timas iilusires. Outras, embora com dolo-
rosas mu'iilagojs, vieram ainda illumiuar o
mundo moderno.
Se as que se puderam salvar ccatribuiram
tanto para o renascirrenio das leitras, quan-
to nao teriamos avangado se muitos dos
manuscriptos, que serviram para aquecer
os banbos- lubricea-da cidade eg^pcia, ^ves-
sem podido at-avassar as idades.
Felizmenta nos- tempos qua correm.nao
ha que- receiar scenas de taaianho vauda-
lismo.
Jodo Gutte'Dberg vingiu. nobremente a
gloriosas victi;nos do califa. sarracoao.
Podemos emj>enhar-nos sem temor na
fundagao de bibliothecas; e quando ellas
abundarem. uo Brasil, a se coutarem por
railharts. as escolas e os. cursos nocturoos,
e por dezenas as academias e as universida-
dess represontareraos na republica das let-
tras o brilbante papet daquelies quo accu-
mulam a riqueza intellectual. Qae con^
traste entdo com a tempo presente 1
[Conlinuar se-ha.)
Sentia um fogo horrivel no esioraago
e 'uma dOr agula ; soltava gritos horri-
veis, e, quando expirou, tingiram se lb9 os
labios de uma espuma ensanguentada e a
sua fronte estava inundada de suor Wo.
Tocaste lhe na fronte, Paula? per-
guntou Lucrecia com anciodade.
Sim, beijei-a.
Ha quanto tempo ? exclamou dLuore-
cia.
Ha uma hora.
Oh gragas meu Deus I... espera ..
espera.
E, abrindo a porta secrets, sahio preci-
pitadaraente deixando Paulo assombra-
do.
Pouco depois voltou Lucrecia, trazendo
em uma dis mdos um copo de prata e na
outra um frasco de crystal cheio de um
liquido cdr de sangue.
Depois, deitando o liquido no copo, apre-
sentou-o a Paulo dizendo :
Babe.
Que e' isto, senhora ? perguntou
Paulo. ^6
0 nosso antidote, o antidote dos Bor-
gias. Bebe ; julgas por vontura, que quero
ou posso raatar-te? 0 qaj eu quero e que
vivas.
Paulo julgando-se gravemente envenena-
do, bebou com ancia.
Pois que, minha senhora, p'sso eu
m)rrer s6 porque toquer com os labios a
fronte de meu pai ?
Morrer ndo, mas soffer uma langui-
dez penosa. Ooem sabe a quantidade de
venenoque deram aesse homem, e o veneno
dos Borgias 6 terrivel.
(Continuar-ae-ha.)
f YP. DO .DtJVRlO. -RUA buftta DB CAXU8
;
-
/



1


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