Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17628

Full Text
anno i. MJiEBft 90
PARA A CAPITAL E LUCASES 0.\M2 X&O SE PAQA PORTE.
Por tres mezos diaaUdos................ 69000
ffor seis dito6 idem..........?.......129000
v Par um anno idem..................249000
Xada numero .avuUo................. 9320-
QlifflTA IEIM 22 M ABHL DE W7*
P4UA DKV1BO E FWM Bit MOl1\CIA-
Por trts-meKes adianudos................ 49756
Por sets- ditos idem................. 199&Q0
For-ntw* ditos idem................. 909350
Por uhb nwo idem................... HfOOO
m
DIARIO DE PERN
PR0PRIEDA0E DE MANOEL FIGUEIR0* DE FARIA & FiLHOS.
9* Sr. Gerardu Antonio Ahead Filhos, no Para; Goncalvea d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de Oiiveira dFilho, ne-Coari; Antonio de Loa** Braga, ni> Aracatv ; Joao ttfcsia.Jalio Chaves, no Assa; Antoaio Marqaei da Stir*, no Betel i Jose Justioo
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoncio Monteiro da, Franca, aa Parabjibe ; Antonio Jose Gtfues, oa Villa da Peuhas totarmino dos Santos Bulcao, em Sauto Aiitao ; Doraiagas Jose d Costa Braga, eta-Haaarethj
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Joao Antonio Macbaeo, no Piiar das Alagdaa ; Ahe 4C, na Babies e Leite, Cerquinbo d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Go*ciiio tla provtucia.
EXPED1EN1E DO DIA 20 DE IvNKIHO DE 187i.
1:' secr'lO.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro command nil'1 das ar-
mas.Mande V. Exc. pOr em liberdade, vist ter
provado isesr.3o le^a!, o re:ruta Pforiano Xavier
els Lyra.
Ao mesmo.-Mande V. Exc. por em liberda-
de o recrula Vicente Ferreira dos Santos, visto
ter provado isencai legal
Ao inspector do arsenal de marinhi.-A'
vista do que infjrma V. S. em seu offleio de 7 do
rarrenle, sob u. 796, autoriro o a comprar a Car-
doso & Irmao u ni-iitello a var, por elles offere-
cido a veoda. atienia a ne.essidada que tern a
officina de mamioas desse arsenal de semelhanta
objecto.
Ao conselho de compras de marinba De-
volvo os inclusos pa'peis, rela'.ivos aos fornecimen
tos promovidos pel> conselho de compras de ma-
rintaa em sessao de 2i de dezembro uliimo, con-
stantes dos ti rains annex os por eopi.t ao seu o(Tl
cio de 2 lo orrente, alira de que o meson conse-
lho presle ea esclarecimenlos que, com referenda
aos precis das calcas e camisas de flanella azul,
pede o insoector da tbesouraria da fazenda n)
otncio junto, que me sera reslituidj can os referi-
dos papeis.
2. secp'to.
Acto:
O presidente da provincia, atlendendo ao que
requereu Paulino Ferreira de Arauj i, lenente d)
batalhao n. 42 de infanliria do muaicipio de Seri-
iihaem, resolve conceder-lhe dispensa do lapso di
tempo, era que incorreu, afim'de q'ie possa tirar
a 3U patente de capitao, p3ra cujo posto foi no-
meado a 31 .le julho ultimo ; o que devera fazer
no praso de 45 dias improrogaveis.
0fflci03 :
- Ao coronal Rjdolpho Joao Baraia de Almei-
da.Inteirado de ter V. 5. a 9 do correnlo deixa-
do 0 coalmanlo superior da guard* nacional deste
municipio, tenho de louva-lo por seu* bins servi-
50s e de agraJecer-lhe a coadjuvaoio que prestou
a esta presidencia.
Ao juiz de direito da I.* van. Transmitto a
Vmc as guias juatas dos senten-iados Cosine Ho-
que de SanlAnna, U'naci) ij.mes Marinln e
Leandro Aprigio da Purificagao, que vierara d
presidio de Fernando de No.-onha a ser apresanta-
doa ao Dr. ch.-le de policia.
Ao mesrno.Vieram parae apresentados ao Dr. etiefe de policia os sentencia-
dos eonstantes da relaeao junta, por estarem, sc-
guudo informa 0 commandante dj presidio de
Fernando de Nuronba, a concluir as respectivas
penas; 0 que flie commumco para os devidos flns,
ransraittindoa Vuu. asguias relalivas aos dili*
sentenciados.
Ao mesmo.Transmitto a Vmc, para os de-
vidos fins, os autos de visnria e iJent.dada de
pessoa, prooedidos nos cadaveres dos seotenciad is
Athanasio Lope* V'eras e Manoel Antonio da Silva,
e-ie desti provincia, e aouelle da de Minas.
Ao juiz municipal de Bom Conselho. De-
jca, de 16 do corrente, sob n. 18, resolve eonse
,der Ihe to dias delicenca.com vencimentos ea
I forma da lei, para tratar de sua saiide nesta ca-
pital,
(fflcios:
Ao Exm. presidente da provincia da Dabia.
-Para deferimento da inclusa pe.ivao qua ma e-
ra devolvida, da D Felisberta Maria Vianna Por-
to, mai do flnalo alferos Mirtiniano Jose do Vas-
cimento, rogo a V. Exc. se sirva de obter eenviar-
me a fe de oincio do finado, passadi pelo 16 bata-
lha> de infantaria, a que pertenceu.
Ao Exm. presidente da pruvinoia de Minas
Geraes.Transmitto a V. Exc, para que tenha 0
destin > conveniente dep >is de instruido, 0 recurso
de gra.a interposto oelo sentenciado Antonio Ri-
drigues Caetauo, que se a;ha no presidio de-Fer-
nand) de N ironha.
Ao raesm0. -Transmilo a V. Exc, para os
devidos fi is, edjiia J > auto d-i vistoria e identida-
de de peesoa, procedid 1 n 1 cadaver do sentencia
do dessa provincia, Atbanazio Lopes Veras.
Ao Or inspector di saiiie publica. -Remet
ta V. S. com nrgencia a secretaria desta presiden-
cia e com endereco ao vigario deTejucupapo, uraa
carteira homeopalhica apropriada ao curativo da
variola, assim corao inslruccoss para 0 tratamento
desta raoleslia.
Ao director geral da instruccao publica. -
Tenlo app ovado a propista constante de sou of-
ficio di 17 do corrente. sob n. 21, remellolhe 0
titulo de nomeacao do b .cbarel Marco Tulio du
R*is Lima para n cargo de dela?alo lilterario do
districto de Santa Agoeia.
Ao provedor da Santa Cm de Misericordia.
Carapre que Vmc. exija com urgencia dos medi-
cos do; diversos estabelecimenios de caridada a
carg) da Santa Casa, as informacoes de que tra
tei em offleio de 15 da dezembro ultimo, para que
pissa 0 Dr. inspector da saUde publica dar cum-
primanto ao aviso do ministerio da fazenla de 26
de novembro.
Ao comnissario vac;inalor provincial. -Re-
metta Vmc com urgencia a secretaria desta pre
silencia alguQs tubos de pus vaccinico para serem
fornecidos ao vigario de Tejucupapo, onle esta
grassand) a variola.
Ao vigario de Tejucupapo, Manoel Jos6 'de
Oiiveira Rego. -C mstanJo-me que a variola vai
lavrando com intensidade nessa freguezia, e que
V. Rvm.se tem presladi a tratar os indigentes ac-
commettidos, nesta d thesouraria da fazendt qua inaadasse entregar-lhe
a quantia de 200J003 para ser applieada aos
s n'corros da que nece>sitam os doentes po-
bres. Em breve remetterlhahei umi carteira
homeopathiea e instruecSas para 0 tratamento,
assim como alguns tubos da pus vaccinico. As-
sim ficara V. Rvm. habilitalo a continuar com
melhires vantagens no Cdridoso erapenho de au-
xiliar os seas parochianos na lamealavel quadra
que atravessam; e desde ja anlecipo Iheos devidos
ajtradecimentos por parte d> govern) impe-
rial.
Ao Sr. Jjao Baptista Giraes Penna (Villa do
Cabo). -Accuso recebido 0 offlsio de 29 da dezem-
bro ultimi, em que Vmc, con=iclerando extincta a
variola nassa localidade, da conta do m > lo por que
dasempenhiu a incumbancia deque 0 enearreguei
de curar os indigent t3 atacad is daquella nnlestia.
Ao luiz municipal ae uom L.ouseino. ue- ,-------------- -----?-------------~ j~t;- -- :--------
vi Iva Vmc, iuformada, a peticaode Francisco Xa- Cabe-me louvalo por Uo sat.sfactorto dasempe-
vier de Sduza Barros, que para esse nm 'he foi
enviada com despacbo de 6 de dezembro proximo
jiassado, e declare si, alem desse preteudenle e
djs de nomes L jurenjo Pinteiro da Co Faustino Marinh 1 Falcao, ha algum outro a s?r-
ventia dos officios de 1" e 2 tabelliao, escrivao de
orphaos, eucopoes eiveis e mais annexos do tcrmo
d.; Aguas Bellas; no casu affirmative-, 0 nome del-
les, reraettendo juntaraente snaspeucSes.
3' sec;ao.
Officios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Maude V. S. pagar a Draga, Gomes A C. a quan-
tia constante dos prets e folha juntos em dupli-
<:ata, do deslacaraen'.o da villa de Bjm Conselho,
relativo ao mezdc dezembro ultimo; comj solicita
(> respeclivo commandante superior era 10 do cor
rente.
Ao raesm). Iuforoie V. S por que preco ven-
deu-se 0 railho que veiu de Fernando de Xoronha
*-m novembro do anno finlo, e qual 0 pre.-) actual
d'.mercado.
Ao inesnio.D3 conformidade com a sua in-
iormaQio de hontem datada, sob n. 517, serie F,
nutorisei 0 inspector do arsenal de marinhaa com-
jirar a Cardos) A lrmao um martello a vapor para
uso da respeciiva o:Dcina de tnachinas; 0 que
<-ommunico a V. S. para os iins onvenieates.
Ao mesniu. -Transmitto a V. S., em fatisfagao
A) que solicit hi em seu offleio de 10 do corrente,
sob n. 422, serie F, 0 incluso terrao de vistoria
jirocedida no hiate Pyrilampo, do servico da al -
fandega.
Ao mesiuo Transmitto a V. S as in:lusas
: 1 itas de trauspjrles dados na estrada de ferro do
ltecife ao S. Francisco daranta 0 mez de dezem
Lro do anno Undo, para que e9sa thesouraria pa-
1fae a importancia constante das mesmas pela
oompetenle verba ; como solicita 0 respeclivo su-
perintendente em offleio de 17 do corrente.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a 0>car Des-
tibeaux, arrematante dos concertos das cavallari-
1as da companhia de cavallaria, a quantia de.....
870*890, con-.taote da conta junta em duplicata,
rieduzindo-se dessa quantia a importancia da mnl
la de 20 % sobre 0 preco da arrematacao. em que
iicorreuo mesmo arrematante por na> ter c>n-
ctuiJo 0 servico no praso marcalo no contracto
junto porcopia; como solicitou oengenheiro das
obr3 militares em offleio de 15 do corrente, sob
n. 57.
Aomesra).Ao Rvdm. Manoel Jose de Oii-
veira Rego, vigario da freguezia de Tejacupapo,
ruanle V. S. eotregar a quantia de.20j*f>00. aflm
de serem appbeados ao soccorro dos indigentes
atacadosdi variola, que esta grassand) naquella
localidade ; devendo essa qtuntia ser leva 1a em
conta do respeclivo credito.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mania Vmc pagar a importancia das coatas jun-
tas das daspeias de transports dados na estrada
de ferro do Recife ao S. Francisco, por conta do
governo dar ante 0 mez de de;:emtiro ultimo ; como
i-olicita 0 respeclivo superinteudente em offleio de
17 do corrente.
__Ao mesmo.Mande Vmc pagar a Francisco
V-reira Camello; a quantia de 100*000 constante
da relaeio e onia juntas, despendida nos mazes
de novembro e dezembro do i.ano passado com 0
sustento dos presos pobres da cadeia do ter mo de
Bonito; como solicita 0 Dr. cbefo de policia em of-
licio de 19 do corrente, sob n. 93.
A0WdiHW.-M.1nJe Vffl. pjgar a Jnqiim
Juu.lt Viein Junior a importancia do pret junto
em' duplicata Jo Jjlacamealo J.i villa de Barrei-
ros, refau'vo ao mez de dezjnbro do anno findo ;
como solicita 0 respectivo coramandante su.ieiior
era 8 do corrente.
4.' ucqOq.
Ados:
0 presilente da provide a, en vista da pro
posta do director geral da instruccao publica Te-
solve nomear 0 bacharel Marco Tullio do ReU Li-
ma, para 0 eargo de delegadc Ut'erario do distric-
U de Santa Agueda.
0 presidente da prov ncia, atlendealo ao
que requerei Manoel Henriqaes de Miranda Ae-
eioli, professor publico da uadeira de primeiras
lettras da villa de Iguarassd, e teodo em vista a
ioformajao do director geral da instioec,*) pabli-
nh) e agradecer-he 0 servico imoonante que aca
ba de prestar, 0 qual nesta data levo as conheci-
ment) do govern) imp trial, assim comi 0 que
Vmc. pre>tou em iguaes circumstanclas na villa
da Serinhaem.
5.* secgiio.
Offleio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Recommando-lhe qua intime ao arre
matante das obras do thaatro Santa Isabel que
nio manle construir os rnochas para os respecti-
vos camarotas; recebenl) Vmc. os que ja tiverem
sid > feit is, afi 11 de que se Ihes de oulra appli-
ca^ao.
EVPKDIESTK DO SECIlET.WtO.
1' secgao.
Offleio :
Ao engenheiro das obras militares =D) or-
deal deS. Exc. oSr. presidente'da provincia, com-
manico a V. S qua manlouse pagar a Oscar
Dostibeaux a quantia de 87 )<89), abatendo-se des-
sa quantia'a m ilia em que incorreu 0 raesmo Des-
tibeaux, c >m > V. S. solicita em seu offi:io de 13 do
corrente, sob n. 57.
2' secfao.
Officios:
AoDr chefe d) policia.-De ordemde S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que deu-se ordem a tiesouraria provincial no sen-
tide de ser paja a Francisco Pereira Camello a
quantia da que trata 0 offleio de V. S., de 19 do
corrente, sob n. 95.
Ao ommandante superior de Barrelro3.De
ordem de S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia,
commnnico a V. S. que pela thesouraria provin-
cial maniou-se pagar a quantia de que trata 0 of-
fleio de3se commando superior, de 8 do cor-
rente.
Ao commandante superior do Bom Conse-
lho.-Do ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a V. S. que a thesouraria
de fazenda esta autorisada a faier 0 pagaraento a
Sue se refere 0 offleio dasse commando suporior,
e 10 do corrente.
Ao bacharel Fiel Vieira de Torres Grangei-
ro -0 Exm. Sr. presidente da provincia mauda
accusar 0 recebiraento do offleio de V. S. de 10 do
corrente, em qua participa ter a 7 desle mez as-
suraido 0 exercieio d) cargo de promotor publico
da coraarca da B)m Conselho, para 0 quit foi re-
roovido.
5.' seefao.
Offleio?: ^^
Ao suparintendeflUa estrada de ferro do
Recifa ao S. Francisco.De orJem de S. Exc. 0
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que autorisou-se as thesourarias de fazenda e pro-
vincial a realisar 0 pagaraento das contas das das-
pezas de transporter dados nessa esttada de ferro ;
como V. S. solicitou em offleio da n do cor-
rente.
Ao garente da companhia pernambucana
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda dacla-
rar a V. S., em re.'posta ao sen offleio de 17 do
corrente, qae os vapores Ipojnca e Gequii, dessa
companhia, podem seguir para os portos do Borte
e sul, ate Granja e Aracajd, no dia 31 deste raei
as 5 boras da tarde.
EXPEDIENTS DO DU 21 DE JANHIRO DE 187fc.
1* tecfSo.
Acto :
0 presidente da provincia, tendo em v'uta o
que represent >u n director do arsenal de gjerra
em offlciii de 19 lo >v>rrenie, sob n. 56X, resolve
noincir E'tanislai G i;n>s da Ab.-eu Ml!o par*
servir interinamante o logar da coadjuvaote d)
profe-uor de 1 lelras-do referido arsenal.
Offlcjos:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
ma3. Sirva se V. Exc. de mandar por em li-
berdade o recrata Silveslre Ignacio' de Mendonea,
que provou iienca) legal.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exe. de mandar
por em liberJade os recrutas Juventino Prudenta
Nazareno e JuYencio Francisco da Costa, visto
terem ineapazes para o servico, segundo os termos
de inspencio ainexos ao seu offleio de 19 do cor-
rente, sob a. 19.
Ao raesmo. Visto ter provado isencao le-
gal o recruU Basilic Bernardo RibeirJ do Amaral,
providencie V. Exc para que s;ja elle posto-en
bberdale.
Ao mesm) Sirva-sa V. Exc da dar suas
ordens para que i-* II lior i- da manha di) dia 27
do corrente se ache postad > em frente di con-
vento de N. S. do-Caron. em q le funcciona o
Instiiuio Archeologico e Gwgraph.co Pernimbu-
cano, u n b.itilhim, ali n da sobmuisar o acto da
corameiDoracao do nniyersario da restauracao
de Pernambuo) do d uninio dos bollaadezes.
A) inspsctor d) arsenal de raariohii. De
claro a V. S. que fica autorisado o juiz de direit >
especial de orphios desta capital a directamente
enviar, para serem alistados na companhia d:
aprendizas marinheiros dessa arsenal, os m?n)res
que entender estarem nas condic5as de servir.
At d;ractor d) arseaal de guarra. Tendo
por portiria desta data, a vista do que repre-
sent )u V. S era offl:io de 19 do correnta, nomaado
Eslanislao Gomes de Abreu e VUli, para servir
interinamjnto o lugar de coadjuvante do professor
de 1" lettras desse arsenal; assim o comuunico a
V. S. para seu conhecimento.
Ao engenh)iro das obras militares. Dj-
volvendo as cinco propo^tas quo vierara annaxas
ao teu offleio de 19 d) corrente, sob n. 59, auio-
riso Vmc a contract ir coin- Juvencio Xavier de
Souza, pela quantia de i'i UOX), os raelhoramenlos
a fazer se na sala em q ic funcciona o conselho de
ompras do arseual 4e guarra, visto ser esse
proponente o que mais vautagem offereoa a fa
zenda.
2' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. Inforrae V. S.
solre o qua representa ol' snpplenle do juiz
municipal d) termo de S. Bento n> offleio junto
por copia; provideuciando como julgar ouve-
niente.
Ao juiz municipal de Itambe. Declaro a
Vmc., em resposta ao seu offleio de 22 do raex
proximo passado, que, exi deslacameoto do corpo de policia. sob o manJo de
um official, esta satisfeito o que reclami em seu
dito offleio.
3'seao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenJa.
Communico a V. S., para os devidos fius, que a
19 do corrente entrou o bacharel Gispar de Vas-
concellos Menezes de Druramonl, promotor pu-
blico da coraarca da Escada, id gozo da liceu;a
que lhe foi concedida a 16 do corrente.
Ao raesmo. Communico a V. S., para os
devidos fins, que u bacharel Joaquim Xavier de
Luna Miranda Conto declarou acceitar a rem )cao
que Ihe foi dada para a promolona pnblica da
comarca de Boa-Vista.
Ao mesmo. Transm"tto a V. S. o pret d
vencimentos dos tambores. cornetas e clarins dos
corpos da guarda nacional deste municipio, cor-
respondents aos mezes de outubro a dezem to do
anno ultimo, na importancia de 1:326X680, para
que essa thesouraria pague-a a quem se mostrar
autorisado; corao solicitou o respeclivo comman-
dante superior em offleio de 20' do corrente, sob
n. 2.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a Jjs4
Francisco do Carm-i a quantia de 59<2o0, con
stinte da conta junta em duplicata, importancia
de pedra de cantaria comprada para o arsenal
de guerra ; corao solicita o respectivo director era
offleio de 17 do corrente, sob n. 566.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorisado
6 engenhairo das obras militares a contraetar com
Joviniano Xavier da Souza, pela quantia de 43 )JS.
os melhoramentos p:cisos na sala em que func-
ciona o conselho de compras do arsenal de guerra;
assim o communico a V. S. para os fins conve-
Dientes.
Ao mesmo. Transmitto a V. S., para os
fins convenientes, as inclusas contas doenmenta-
das da receita e despeza do hospital militar, rela-
livas ao mez de dezembro proximo finlo, e bein
assim o parecer em duplicata da junta militar que
exarainou as dilas contas. corao preceitua o aviso
de 29 de dezembro de 1861.
Ao mesmo. Tendo por acto desla data,
a vista do que representou o director do arsenal
de guerra em offleio de 19 do corrente, sob n.
563, nomaado Estamslao Gomes de Abreu e Mello
para servir interinamente o lugar de coadjuvanle
do professor de 1" lettras do mesmo arsenal; as-
sim o communico a V. S. para os fins conve-
nientes.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Remetto a Vac, afim de que inclua no termo do
contracto que, na forma da lei, deve ahi ser feito
c im Augusto Cesar Fernandes Eiras e Evaristo
Juliano de Sa, contractantes da construccao do
raatadouro publico da cldade do Recife, eopia do
acto desta data, pelo qual resolvi fazer ao para-
grapho segundo do art. 1" da p)rtaria de 9 do
corrente o additaraento constante do referido
acto. '
Ao mesmo. Autoriso Vmc. a pagar a
Thomaz da Carvalho Snares BrandS) Sobrinho,
arrematante do 4 Ian ;> da estrada de Muriheca,
a quantia de 574500, constante do certificado
junta, do engemeiro chefe da repartica) das
obras publicas.
Ao mesmo. Annuindo aos desejo3 do
Instituto \rcheologico e Geographic) Pernarabu-
cano, recommeado a Vmc que mande fechar a
reparticao a seu cargo no dia'27 do corrente, anni-
versario da restauracio te Pernambuco do domi-
nio dos hollandezes.
Iguaes ao consulado provincial, instruccao pu-
blica e gyranasio provincial.
Ao rassmo. Communico a Vmc, para os
devidos fins, que todas as hceneis coneedidas a
empregados pravineiaes, com vencimentos, devera)
entenderse sera a gratilicaclo. nos terms do art.
1 4 di lei provincial n. 1,103 ; salvo quando for
ella. concedida em result ado de inspeccao medica,
nos termos da 3" parle do citado .
4' sectao.
Actos:
0 presidente da provincia resolve cooceder
a Leoneio Ribeiro Campos da Vasconeellos exone-
racao do cargo de delegado litterario da cidade do
Rio Formoso, e, em vista de preposta da direetoria
geral da insirucsio publi :a, nomear para o refe-
rido carg > o bacharel Jos6 Juhao Regueira Pinto
de Soaza.
0 presidente da provincia, conformando-se
com a proposta do director geral da isstruccio
publica, resolve nomear Maria Pinheiro de
Figueiredo para reger interinamente a cadeira
da Barra de Serinniem durante a lieenca da
professora enectira.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
reqnereu Joaquim Tneodoro de Vasconeellos Ara-
gao, professor publico da cadeira de !* let ras da
villa do Limooiro, e em vista do Jlsposto no % 1
do art. 1" da lei provincial' n. J76, de 7 d abril
de 1851, resolve deiignar os Drs. Pedfode Athay-
de Lobo Moscoso e Ermiro Cesar Coutinho para
iospeccionarem olreferido professor, afim de ve-
rilicar-se si esta elle no caso de ser jubilado.
Ao Dr. Pelro de Athayde Lobo Moscoso.
Em vista do S 1* do art. 1* da lei provincial n. 276
de 7 de abril de 1851, resolvi nesta data designar
V. S. e o Dr. Ermiro Cesar Coutinho, para ins-
peccionarem o professor pnblico da villa do Li-
raoeiro. Joaquim Tneodoro de Vasconeellos Ara-
gao. Igual ao Dr. Ermiro Cesar Contralto.
- Ao director geral da instruccao publica.
Nesta data nomeei Maria Pinheiro de Flgueire
ra da Barra da-Sxriehaem, durants a ticeeca da
professora effactiva, caraorinJo a n inwa-la solici-
tar 0 eonip u-m'.o liiulo.
Ao ineswo. Approvando a preposta de Vine,
contida era offleio, da 19 do corrente, sob n. 22.
remetio-lne o titulo Je noneacao do bacharel Jose
Juliao R:guoira P>uto Je Souza para o cargo de
delegado litterario da ciJade do io Form iso.
Ao regedor Jo gymn isio provincial. Infor-
rae Vine, coiifc urgencia :
l" Si as Mdp.iras de allem'iy, g.rego e sciencias
naiuraes desaeestabelecimiaio tern Udo fraquen-
cia, e no caso.aQlrmativo, qual o termo meJio do
numer j dp-alo/nnos que as treqfientarara ,
2* SI o. wote de sciencias naturaes torn sldo as-
siduo na re-peetiva cadeira.
Aos membros da conwnissa) nomaala pa
ra distribjir si)ecorros aos. variolosos na viila do
Cabii. Fico de p isse do offleio de 8 do corrente
em lywVv. Ss. julgan lo ext net) a variola nessa
villa, Ai) couta da c i n.m.-.sa i de que se aehavam
encarregados, f^zenJo iBenclo das pessoas que
mais se esforetram em acudir aos variolosos, ou
em empregar in'?ios de extingair a epidemia.
A prestabilidade c 'ra que \ '. Ss. deseinpenlu-
ram semelhante inouinlwucia e erodora dos louo-
res e agradecimaotas do governo imperial, a cujo
conhecimento levo, nesta data, tao important; ser-
vice ; fazendc seotir tambam o valioso oon:urso
dos cilad.V s Jiwe Paulo do Rego Rarreto Filho,
Francisco Camillo de Paula Pacheco, Antonio Fran-
cisco da Cunha, Joao Baptista Gumas Penna e do
superinten lente da estrada da ferro do Recife ao
S. Francisco, G. 0 Mann, que eipontanaamente se
dignaram de coadjuvalos.
fi." tec^io.
Acto:
0 presidente da provincia, atiendendo ao que
re mereram Augusto Cesar Fernandes Eiras e Eva-
risto Juliano de Sa, conyactanles da construccao
do maiadouro publico e acquisicao da lerrenos pa-
ra logradourcs dos gados destiuados ao consnmo
da cidade e municipio io Recife, res)lve fazer ao
2 do art. da portaria de 9 do corrente o se-
guinte additamento:
Fica, porem, entendido que taes alteracoeg so
poderao ter lugar antes de comecadas as obras,
devendo ser ouvidos os contraelantes.
Offleio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Annuindo aos desejos do Instituto Ar-
cheologico e Geigraphico Pernambucano, recom-
meado a Vmc. que mande fechar a reparticao a
seu cargo no dia 27 do corrente anniversario da
restauracSo de Pernambuco do do.-ninio dos hol-
landezes.
Portaria? :
Os Srs. agentes da companhia bmileira de
navagacao a vapor mandem dar duas passagens a
re de um dos vapores dessa companhia, que seguir
para a corte, ao desembargador Manoel Tertuliano
Thomaz Henriques e a uma pessoa de sua familia,
cuja despeza devera correr pela verba do 5' do
art. 8* da vigente lei do orcamento.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor fafam conduzir para o Mara-
nhao, por conta do ministerio da guerra, no vapor
esperado do sul, quatro caixSes e um caixote, con-
tendo correames destinados aquella provincia, os
qu-u-3 serao remetlidos para boido pelo director do
arsehalae guerra.
EXPEDIENTE DO SRCBETABIO.
l.' $ec$3o.
Offlcios :
Ao director do arsenal de guerra. De or-
dem de S. Exc o Sr. presidente da provincia com-
munico a V. S. que expediram-se ordens a thesou
raria de fazenda para ser feito a Jose Francisco
do Carmo, o pagamento de que trata o offleio des-
sa direetoria, dc 17 do corrente, sob n. 565.
Ao raesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communicar a V. S, era resposta
ao seu offleio do hontem datado, 3ob n. 567, que
fieam expedidas as necessarias ordens p*ra serem
conJuzidos ao Mnranhao os caixoes e caixote de
que trata o citado offleio.
2.* secgao.
0 flcios :
Ao commandante superior do Recife. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
munico a V. S. que remetteuse a thesouraria de
fazenda, para ser pago, o prel dos vencimentos dos
tambores, cornetas e clarins dos corpos da guar-
da nacional deste municipio, como V. S. solicitou
em offleio datado de 20 do corrente, sob n. 2.
Ao 1'supplente do juiz municipal de Cabro-
bo, Washington Ildefonso de Novaes Calumby. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimento do offleio de V. S., de 2 do corrente
em que participa ter assumido o exercicio da car-
go de juiz municipal c de orphaos do terrao de Ca-
brobo, corao 1 supplente.
Ao bacharel Caspar de Vasconeellos Menezes
de Drummond. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimento do offleio de
V. S. de 19 d) corrente, em que declara ter entra-
do ne gozo da lieenca que lhe foi concedida a 16
do corrente.
Ao bacharel Fiel Vieira de Torres Grangei-
ro. 0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimento do offleio de V. S., de 3 do
corrente em qua participa ter nessa data assumido
o exercicio do cargo de promotor publico da co-
raarca de Bom Conselho.
4.' secgao.
Offleio :
Ao Dr. Jose Soares de Azevedo, secrelario
perpetuo do Instituto Archeologico e Geographico
Pernambucano. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda que responda ao offleio de V. S., des-
ta data, dec I a rando que vai expedir as necessarias
ordens para serem satisfeitos os desejos do Insti-
tuto Archeol gico o Geographico Pernambucano,
expressos no citado offleio.
5/ secgao.
Offleio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publican. De ordem de S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, remetto inclnsas a V. S. copias,
nio so da portaria pela qual resolveu contraetar
com Augusto Cesar Fernandes Eiras e Evaristo
Juliano de Sa a construccao do raatadouro publi-
blico e a acquisicao dos terrenos para logradouros
dos gados destinados ao consnmo da cidade e
municipio do Recife, como tambem do acto pelo
"qual faz um additamento ao 2' do art. relati-
ves as condicdes do respeclivo contracto.
BSPACHOS DA PRBSIDBNC1A., DO DIA 18 DE ABRIL
DE 1874.
Commandador Antonio Gomes Nelto.So depois
de cumpridas as formaiidades do decreto n. 841,
de 13 de outubro ae 1851, podera o supplicante
ser altendido.
Antonio Beaerra Cavaleante. 0 supplicante
apresente as suas reclamacdes perante o juiz de
orphaos do terra).
DeutscU Brasilianische Bank.- Passa-se a cirta
patente que pede.
Francisco Luiz Viraes.- Deferido com offleio
desta data ao inspector da tbesouraria de fa-
zenda.
Felippe Antonio de Moraes. Tendo o suppli-
cante prestado gratuitamente os was servicos,
como consta das communicaeoet da respectiva
coramissao censitaria, nio tem lugar o que ra-
Bacharel Joaquim Cordeiro CoelBo Cintra. -Sim,
na forma da lei.
Measeoher Joaquim Pinto de^ampos. -Deferido
com o offleio desla dais a thesouraria provin-
cial.
Maria Leopoldina Mtchado de Meadonca. Passe
portaria, sem vencimentos.
Padre Manoel Barren Pereipe. Registry o sop-
plicanle a sua provisio na seoretaria desta presi
deeeia, conn lhe cumpria faser.
20-
Affmso Ribeiro de Lima. Ao Sr. juiz da-direito
executor da sentencas para providenciar-
Antonio Joaquim Soares. Deterido com ultimo
desla data a thesouraria, quanto ao pagamenlo da
coogrua relativa ao tempo- deeorrido de 1 de se-
tumbro a 29 de dezembro do anno passalo.
Antonio Tavares Ferwira.-Inforrae o Sr. ins
pector da thesouraria' de-fazenda.
Flavio Ferreira Catio. -Nao lem lugar, em vista
das informaeSes.
Graealo Pinto da Silva.Pague-se.
Ignacio Jose dos Santos.Indeferido.
Jesuina Alexandrina de Carvalho Pedrosa.
Graced j a prorogaeio, com melade do orde-
nado.
Joio de Azavedo Pereira.Inforrae o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Joao Pires da Silva.Indeferido.
Lulovina Augusta Xavier da Maia. Ao direc-
tor geral da instru:;ao publica para deferir, nos
termos de sua inf jrmacao de 18 do corrente, n.
121.
Luiz de Carvalho Paes de Andrada.Passe por-
taria ooncedenlo a lieenca pedida, com o ordena-
do a que liver direito o supplicante.
Laonoia de Luna Freire.Sim, sem vencimen-
tos.
Moreira <$ Braga. -Nao ha que deferir.
Manoel Augusto da Fonceca.loforme o Sr. ad-
rainislrador dos correios.
Maria Pereira Lopas*.Informe o Sr. juiz de di-
reito das execueoas sobre o que expoe o supplU
cante, e si ba inoonveniente em uua elle regresse
para o presidio de Fernando de Xoronha.
Pedro, escravo de Adao Jose de Medoiros. Ao
Sr. juiz de direito da 1* vara para provideneiar.
Pedro Francisco de Paula Baptista. -Inforrae o
Sr. inspector da thesoura'ia provincial.
I---' ~"age-y^MwwMma^aaeaBMBWBBaara%
quer.
Jose Goraas da Silva-ludeferido.
Jose Augusto de Araujo.- Pasae portaria, con-
do, segundo prop3t Vmc am offleio da 19 So cor- (tanio-se o praso do ultimo, dj 4A prj^ira proro-
repute, sob n. |l, para refer ioteriaP%nt9 a cadei- 'gajio.
PERMMBUCtt
ASSEMBLCA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM II DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE ACUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada e achando-se pre-f
sentes os Srs. Goncalves Farreira, Manoel do Rego'
Firmino de Novaes, Peretti, Ratis e Silva, Caspar
Drummond, Soares, Alipio Costa, Aguiar, G Con-
dim, Mello Rego, Oiiveira Andrade, Antonio Pau-
lino, Dario Cavaleante, Tolentiuo de Carvalho,
Vieira de Mello, Felippe de Figueiroa, Joao Bar-
balho, Camboim, Arruda, Pinto Pessoa, Gomes
Parenle, Uchua Cavaleante, Cunha Cavaleante,
Amaral, Doraingos Pinto, Goes Cavaleante, Nasci-
raeato Porlella, Olympio Marques e Tiburcio de
Magalhaes, faltando os Srs. Lacerda, Arconcio At-
tico, Travasso de Arruda e Tito, o Sr. presidente
abre a sessao.
Sao lidas e approvadas as actas da sessao de 9
e da reuniao de 10 do corrente.
0 Sr. 1* secretario da conta do seguinte
EXPEDIENTS :
Offlcios :
De Franeis:o Vaz Cavalcanta, offerecendo a ser-
ventia de uraa sua casa, sita na povoacao da Pe-
dra, para funccionar nella a camara municipal, sa
se crcar termo naquelle lugar.Archive-se.
Do secretario do governo da provincia, remet
tendo, por copia, 2 raeraoriaes apresentados a
presideoci da provincia pelo professor de ins-
trucQJo elementar do gyranasio provincial, pedin-
do uma gratiiiivi'.-fio e as iaforraacoes do regedor
do gymnasio, inspector da thesouraria e director
da instruci.-ao publica. A'' comraissao de orde-
nados.
Do mesmo, remettendo as portarias de 18 e 24
de fevereiro ultimo e copia dos documentor, pelos
quaes o Exm. Sr. presidente da provincia resolveu
abrir diversos creiilosna importancia de 23:867*.
- A' commissao de orcaraenlo provincial,.
Abaixo assignado d is habitantes da cidade de
Goyanna, pedindo que o numero dos combustores
publicos da illuminacao a gaz ultimamente contra-
tada para aquella cidade, seja igual ao da cidade
de Olinda A' commissao de orcamento provia-
cial.
Da companhia de illuminacao a gaz da cidade
de Goyanna, pedindo a isencio de quaesquer im-
postos provinciaes e munieipaes. A' commissao
de orcamento provincial.
Do padre Camillo de Mendonca Furtado, vigario
de Iguarassi'i, pedindo a consignacao de 2:40JJ
na lei do orcamento para a conclusao das obras
da matriz. -A' commissito de' orcamento provin-
cial.
Da imperial sociedade. dos Artistas Mechanicos
e Liberaes desta cidade, recorrendo do despacho
do Exm. Sr. presidents da provincia em que pede
0 pagaraento do augmonto de trabalho nos forros
do edificio destinado para escola modelo, por ella
contratada. A' commissao depelicdes.
Sao lidos, apoia los e jalgados objectos de deli
beracao os seguintes projectos :
A commissao de obras publicas, a quem foi
presente o termo de ionovacao do contra to de 4
de selembro de 1871, eelebrado enlre a presidencia
e o Dr. Bento Jose da Costa, para a factura de
uma estrada de ferro da cidade do Recife a Carua-
ru'; considerando que a dita innovacao se acha
coraprehendida na autorisacao coatida no arligo
31 da lei n. 1,115 do anno passado, menos, quaolo
a garanlia de juros, que nao foi aceita pelo con-
tralante,
a Considerando qae, entre outras vantagens, so-
bresahe nesse contrato a reversio gratuita da es-
trada para o dominio da provin:ia no fim do privi-
lege) ;
Considerando ainda que foram talvaguarda-
dos os interesses da provincia e attendidas as pu-
blicas conveniencias ;
< E fiaalmente considerando qae a dita innova-
cao facilita os meios de levar-se a effeito um im-
portantissimo melhoramento, que ba de ser de
grande utilidade para a agriculnra ;
E' de parecer qae seja approvada a raesma
innovacao com o seguinte projecto de tei;
i A assemble* legislative provincial de Pernam-
buco resolve:
< Art unice. E' approvado o contrato eelebra-
do em 8 de fevereiro de corrente anno, entre o go-
verno da provincia e o Dr. Banto Jose da Costa,
Kara o fim de ser eonsiruida uma via ferrea do
ecife a CaruarU, contrato pelo qual foi innovado
o de 4 de selembro de 1871, para a factura de
uma estrada de ferro do Recife A Victoria. Revo-
gam-se as disposicoes em ontrarin. Sala das
coramissoes, 11 de abril de 1874. -Felippe de Fi-
gueirda.Pedro Gwdiano de JkKis t Silva.
1 A commissao de petico'es, em vista da do Dr.
I Luoiano Xavier da Moraes Sarmento, cirurgiao do
hospital Pedro II, pedindo am anno da lieenca com
os respectivo* vencimentos, afim de poder fazer
uraa viagera de estudos praticos e experimentaes,
obrigande se adeixar em seu lugar um habil oi-
rurgiao a contento da Saata Casa, e de parecer
que seja o supplicants deferido oqrn q
projecto de tef-:
A assemblee legislativa.provincial de Peraani
buco resolve:
Art. unice. Fica o presidente da provincia au-
torisado a coneeder ao Dr. Lnciano Xavfer de
Moraes Sarmento, cirurgiao do hospital Pedro II,
um anno da lieenca.ceraos- respectivos vencimen-
tos, deixando elle em.seu lugar e a sna custa, um
cirurgiao a contento da junta administrativa da
Santa Casa de Misericordia. S. R Sala das com
unifies, 9 de abril de 1874.Olympio Marques.
Domingos Pinto.
c A commissao de exarae de postnras, tend
examinado as qpe f ram submettida? a considera-
cao desta assemblea pete caraara municipal da
Cimbres, reconheceu que, salva a relarcao, me-
recem a approvac&o sulicitada pela dita camara, e
por isso e- de parecer que para esse fim seja adop
tada a seguinte resolucio :
A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco rosoWe :
t Art. unico Fieam approvadas as posturas or-
ganisadas. pela camara municipal da villa de Cim-
bres, era 10' de Janeiro do corrente anno. S. R.
Revogadas as disposicoes em cootrario. Sala das
coramissoes em ?6e abril de 1874. Amaral.
Attica brit*.
c A commissao de exame de posturas, tendo li-
do atieniara-nte as qae a camara municipal da
villa de Santo Amaro de Jaboallo submetteu a
aprecia^ao desta asssembl^a, achoa-as digna de
approvaeao, e por isso e de parecer qae seja para
esse fim adontaaa, a seguinte resolucao
< A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Art. unico. Ficara approvadas as posturas
confeccionadas pela camara municipal da villa de
Santo Amaro de Jaboatao, em 14 de fevereiro do
corrente anno. Revogadas as disposicoes em con-
trario. Sala das commissSes, 7 de abril de 1874.
Joao Francisco do Amaral.Antonio Attico d>
SjUzo Leite
O Mr. Hanoel do Pejo (pela ordem) :
Sr. presidente, estas po^taras referem-se ao ran-
nicidio de Jaboatao, que foi inaugorado a (2 de
novembro do anno passado.
Nao possuindo esse municipio nm codigo de
posturas, apressou-se em confeceionar o Dreeente
codigo, para ser submettido a approvaeao desla
assembles no tempo opportuno.
Sendo quasi lodas essas posturas tirades com
uma ou outra alteracao, das que estao em vigor
no municipio do Recife, ao qual perteBciao actual
municipio de Jaboatao, parece-me excusada a sna
impressao. Isto raesmo a commiasao tevaoccasiao
de observar.
Porlanto, peco a V. Exc, que consulte a casa
se concede dispensa de impressao das presentes
posturas.
0 Sr. G.vspar Drummond : Ao mews sejam
impressas no jornal da casa
0 Sr. Manoel do Rego :On isso.
0 Sa Goes Cavalcante da um aparle.
0 Sa. Makoel do Rego : Exercendo a presi
dencia da camara municipal de Jaboatao, concor-
ri para a confecc vo deste codigo de posturas, qua-
si iguaes as da camara municipal desta cidade,
que foram approvadas nesta casa akida o anno
passado; o que nao e certamente de adrairar, por
que o nobre depulado sabe que a respeito de pos-
turas nada ha qae innovar : e am terreno tao ex-
plorado que e impossivel descobrir nelle couja
nova ; e terreno completamente esteril.
Porlanto. a camara municipal de Jaboatao, tendo
em vista o codigo do Recife, fez o seu, ado^tando
algumas pequenas modificacdes tendentes a satis-
fazer certos interesses locaes, aproveitando tam-
bem as posturas de outros munieinios da pro-
vincia.
0 Sr. Goes Cavai.ca.vtk : -So foi o nobre de-
puudo quem confeccionou esse codigo, dou o men
voto independentemente de impressao e de outra
qualquer cousa.
0 Sr. Manoel do Rego -Agradeco muito ao
nobre deputado.-
E' lido, apoiado, entra em discussao e e sera de-
bate approvadoo seguinte parecer:
A commissao de obras publicas, a quem foi
remettida para dar parecer a peticio de Oscar
Destibeaux, que solicita desta assemblea a decre-
lacao de uraa autorisacao a presidencia para con-
tratar com o supplicante os melhoramentos da
barra de Saape, percebendo elle durante 30 an-
nos, uma certa paga par cada embarcacao que
sahir ou entrar naquella barra depois de melho-
rada;
Considerando que a inedida solicilada e da-
quellas qne nao podem ser tomadas de prompto.
sera estudos preliminares da causa sobre que
versa ;
t Considerando qae o prazo e o privilegio pe-
didos sao de natureza a onnerar talvez inntilmen-
te a agricultnra, que assim vira a pagar mais um
tributo;
a Considerando ainda que o valor do melhora-
mento proposto parece pequeno e de natureza tal
qne a despeza que determina talvez possa desde
ja ser feita pelos cofres publicos e sem onus para
os agricultures;
E' de parecer e requer qae, pelos caaaes com-
petentes seja oavida a respeito a direetoria das
obras publicas, que devera informar: l.' Qual a
aatureza dos entraves que a navegacao offerece
a barra de Suape; 2.* Qual o piano a seguir para
a sua desobstruccao, de forma a faciliUr a passa-
8em das embarcacSes. que a demandam ; 3.*
'ual o orcamento das obras reclamadas; 4.*
Qua! o movimento de entradas e sahidas de era-
barcacoes pela mesma barra.
Felippe de Figueiroa Faria.Pedro Gaudiano- de
Ratis e Silva.'
E' lido, apoiado, entra em discussao e fica adia-
do por haver pedido a palavra o Sr. Drummond,
oste parecer:
c A commissao de instruccio publica, tendo
examinado o objecto da peticao do professor Mar-
tinho da Silva Costa, e de parecer que a respeito
da mesma seja ouvida a direetoria da insisuccao
publica.
a Sala das conferencias das commissdes, em 10
de'abril de 1874.-Dr. Nascimentv Portella.
Joao Bar balho.' ^
ORDEM DO DIA.
Continda a discussa) do parecer da, ooramissio
de policia relativamenle a indicacao, apresentada
por varios Srs. deputados, relormando alguns arti-
fos do regiraento da assemblea.
Prosegue a discussao adtada do art. 2* do pa-
recer.
Sr. Mavm*el ao e|: Sr. presidente,
si nio nio poder dar o men veto ao presente arligo
pelomodo porque esta concebido, pois, com quan
to julgue qae contem uma. medida aproveitavel,
aquella de mandar meacianar na acta os nomes
dos deputadot que retiram-se antes de terminada
a bora da sessao, nip dasso pensar do mesmo mo-
do a respeito da oulra idea, a de considerar-s*
aucerrada qualquer discussao, bavendo falta da
numero para votar-ie ate esgotar-se a ordem do
dia on dar a bora a lavantar-se a sessao. Parece
me qae se appr jvasaemos aemelbanto idea, irta-
mos de enooolro ao qua se pralica diariamente
nesta casa. ._
Com elTeito, qual a praxe aqui adoptada t Nao
baveudo quem peca a palavra sobre qualquer pro-
jecto, paa o presidente desta casa a conaulu-la
se oonsidera on nao discutida a sua materia e &6
depois da casa haver raj-tlvido a ease respeito, e
que se p3e o projecto a voles. Como, pois, pre-
tender-se q^ue, mdependeote de volo da asserobWa,



r~T"i


3
SHiiQi de Pernambuco XJuaaia feira 22 -de Abril de 1874.
-
te coaddere qualaaer dtscussiio mctjnridA quaa intori3Sf dejo*
do pode muili hen ser, que ostaade*toMrailtfH legal, i-coatera justara*ie.
\db : --Mas so estaaias le:
cionando com
o contrario f
0 Sa. Ouvb
grslaado ?...
0 Sa. MakoMWMqo n E' erdeda,-*iai cito,
este precedente como am argtimento em favor da
niinha epinian, port
xe aqui adinitlida,
servala.
Alem disto, se o
samente qne linja o
doa deputados pan
coasfguinte, fanew
sivel qne, derciBlo
< mtinuar a a*wml>
ceisto um c
RICOtOS
0 Sr. OlKiBiIFAn
OSr Makow. to It ego :

pra-
>a, teWw -f.mUtllo erwa fcanqueia*
mnmm%\mmnf^n mm********
Nesse aeattea apresentaToi to artigo
subsiitmiva : (te) sewipre'que nao" Tor'
prt>ce*r-se a ijualijuer vutagao, por falta
mero legal de depuudos, sa fara nova
mauoieaando-se ni.acUos uomes dos quo oao.sB
aeharam presentes.
a? apoiada e entra coBjunctameate en discus-
cc*|fsao aanenda suMrttttkirqqMNaba a er lida.
xige
e
a scssaatefool
lea, com*f s
flumea* pesst
t I He par*
dos os parla-
am af^we.
Se em todos os cor-
pos deliberaHvos se cxige one para poderem func
eionarestejam presenies pelo menos raetade e mats
um dos seas inembros, como e possivel que, dei-
xando do wHf paanoBta oooo -numero, piis**m
<: mtinuar-a funccioBiirlT
Me dirao talvez os nobres deputados a assem-
bled nio delibera.i Sao delibera 6 yerdade,
man WMMMuBMreoncoare pan qne seja eacerra-
da a discussao de qualquer projecto fazeado com
que a votacao muitas veMt *4 ditarsa 40 que
teria de ser, se a questao fosse mellior esolarecida,
e eoavenientemenle tlebatida.
VeiaHLiisnobrestieuuiadojo inconveniente que
podala resultar d.i aaup^tu thsts-tdca; attendam
para a disposigao da an. 143 (le) c nouhura de
putado presdnu poiKa rpcusw-se de woJar. sal-
vo: l*poc nilotrr asi?Pdo an 'debate, fltc.
Logo o^ bosjo regimento quer qur o dtputado,
qneinaotoJBveivasaistfdo.ao debate, oao.possavo-
in: esta ti o etjiirito. do Mgislalor. EalAo on nao
de et*to.eoroww.4* notwes deputados ?
\' 4> Sk. MifiOB i Kego : :-e o regiia 'iU ) a I
mitWcqoeo dRffMit:iii> wj pode d,"ixar tie vour por
cio tsr- awlaido ao- dtuat', log>, quer, tl UTiuina
imiilkitamentP qse aquelle que nao jwurorawis-
".:! 1 ai debate nio ppssa votat, 1: coiinlusai lo-
O S11. Fftuwci: B Fioueiroa : E' mui'.o diffe-
r'lite, ()6rqua eu possjO uaner assi.-tulo ao deba-
le,.e !'peJKrfiiraijnlaasclarecida para votar.
( 8r. Ma'NdfeL 90 Kfi*n : 0 rejgiflaento nao
-ad.riilte is^o ; 0 regimento entando .quo em regra
o ]tqmte.1c -quo ii:V) a*si>aiiruaj ;ib le
estar babilitad<> para votar.
ft Sh.-.fiaunFtg. ok ^FitHjguoA ; -^ Kla coaola-
93o *>r$a ' Sa. Ohivt !ba Avobib': : 0 ikpuBidj nao
siaii'l, e*clanty>i.l.i, |m(i1^ diixasdo votar.
0 Si.-4aKaf.u m Hego : je oiu aasistio a.
disetis^ao, nao pode votar, pois nao so psda.^uppor
que ethja siarcid').
O ?u. timii Anwwds : PoJeri ae lOfSe.
IJUKWf-
Q Sgt- '>**#i* v4tK(w:-r- E' verda nisnb) iiaojiprohibo oKpressapwaite.-ilaso que ili^..
dedsu-.-e f.liraffow.ilo e^if ii.il.<> act. ,U5. .Deste
art ifethOviaelito^fiie 0 deputalo, quo nap liver sislido ao ilfcliate, nao deve regularmente cotar. Es
ia .wforpri-ia^Vi uuic-i quo so Ihe dove da*, es-
te o e-piriU) Ao legislador.
OhSa. Ouvwaa Aksraoe Eslj em seu direilo.
poile tnterpretar como qurier.
inlarjiretoflo uao se poda admitl.r V'eja V. Exe.,
Sr. prciiJunte, ti inconveniente quo podo resultar,
*v aeMftfof aceiu *jjln|^ojU4wla^pe.sa.
Sujipouha-ao que o abre a ses^iio .com 41m
DU4iura njsttietOi tie dopuiados, corn W 011 21.;
q te ^r. poo em discussao qual tuer projects, e
tiuo ai ^qrr " porcoiifitguinte. coaiiune a asssmulea a fuuc-
cioflar.ein o nuu;ero -:iUieientt<-----
O Sr. Fklippk dk Ki^iixiitu : I-l* se tern
il So inaunaras .v.'-.
O 6a. Ma.mkl u> Uwo ; .-oao. haven Jo gue.il)
pe^taitala-ia, tpsa eiweuala a .Wt^u-sa>, 0 uas
a-e a do oulius pt'ojeotus, a ,| tal tamljeia li.-a
?ncerratla, se nao liouver quem quoira foHat p ir-
que nai pode haver votacao por falta de,numero;
sta, yatafiao dev0 se;- feita 110 lia seguiata. Ve-
jamoa o>|ue aounteeera .eniao: de?e-so pwr. J.
vott* os projwtos, hive.nil 1 nmnerolegal, mas nao
fc-ado a maioriL dis dep^Uijs ad-istido ,a aua
tfMMnln, e, pcrtanii, ua. ,po-)and,i>. iegalme,oie
.i!r, segue sa quo es,te_s projectos nupca ,pod'er5o
*er votados durante 0 rasto.da iegi*lalpta.
Um So. Dpnin>Aoa: E' intar|)relacai)/forjadj.
O Sr. Mamokl do Reoj : Tiro a da leltra da
!oi ; se o.issar esta idea, iicarao muitos projectos
-sem sor votaloa.
0 Sn. I'krjpti : 0 ospirito 6 este
0 Sn. Ouvbjra A.nouadk : (lada um iater-
pretacomo entenda e pode.
0 Sr Ma.vokl do Ri;t;o : 0 espirito c este, os
coores deputado* susteulam iuoascoutrarias para
serem cohereates com a^oellas qne apreseatara;
e talve/ naj cogitam beiu da liypothese que acabo
G S11. FtLipPB db -FiGUEitioA i Esse espirito e
dcs taes que se cnnservam eugarrafados para a
maior parlo.
0 s. Mamokl do Reqo:Este e portanto, um
^ra'e iHonuvenieute fliw por si so baslaria para
faiff CiJin que 11.10 fosse adoptada a idea da mesa.
Xa mo-treiuos. Sro., ,<(^se pruridj inuinleradp de
imi'.ar o regimento da eamara'dos Srs. deputatJjs;
adoplcmos a uulb que. die liver de bom ; e con-
*ervei;:os do nosso o quo fir util, e nao reforme-
mos para puior, uomo fariamos, se adoplassemos a
idea proposta pela nitsa.
V#jam os nobrcs 'lepv.udos outro grave in-
"oaveaii-Hto : em todas as assemblers conscram-
se na.oiscV,m 1I0 tin graode uumero de projectos;
nes. actualmeute tonios n t ordem do dia projectos
tlesde o dia 't de marpo. epoca em que comeeiram
os noss ks tr.iullios dtlibef^tiv.jj, e elles po em a
cada inostepto s'sr dado- para ,a discussao. Ora,
se passar a idea da commissao, qual sera 0 resul-
tad-i '
Qaal |Uer lieeftn projectos..jtiaa, muit >s ignarara
que ertao a ordem do dia, pois tenho vist0 ai
guas d.s-Srs. deputados oedkieM aoSr. pre-iJenie
que ponha na ordem do dia projectos quo ja la cs-
tao, p.,rqiie nao estao a par da <>rtlem do-dia;
O 6r.-Gmncal*es Fhrrrua : \fa a quern toja.
0 -Sb. fi'jas Cavalcante : -r^isto acontece a to-
dos lit':?.
0 Sr. Manofj- d> Rego : -S.' nmito passivel
que i-to aconteca, porque actuabneaie ha na or-
dem do dia fll projectos. No ^ne digo nao ha
oiFensanenhuma a (jualquer das nobres deputa-
do- ; quoro apeais mosirar 0 iacoaveuiente ou-
pode r^nltar da metida proposCa.
Como' diala, catla ae\ desses projaotos po Je eer
dado para a discasaio, sem que os daputados que
queir.tm faltar sabre eMes, rsteiau presentes, ou
mesmo sem.pensarem ou lembrar-se que elles
e-ia .1 na ordem do dia. Ficara awin a diseassao
encsrradae elles aao pe^erio emiuir Jisua opi-
jiiAo a respelrto.
0 r. OurtMBA Anmimt. : E^le enganozinho
-em .'I discussSes I .
0 Sn. Jix.ium.iBD Rego : Pois nio poae elle
dar-se ? O depn&do node -nio torn pare eer na 3
discussao por moiivos justos. por doea$e, a na '}'
aconteser-lhe omesmo, fie*n lo assim privado de
expender o qne peusa-a respeito qualqoor pro-
jeeto, e a casa sem ter os escUrecimentot qe-tal-
\-z miloi-sem na suadeliberaeio.
E dopois, volteiaos ethos para o fiuuro, por-
que :iv'4uaimente uada Imno^ a r^ceiar, visto douio
formaos bi a-taembi^* de aai.^os. Vjam os
nobres deputados eom que poder fica a met* ar-
mada, se aeaso appruvanuos semethante fctoft.
(AprHadail.
Qual ria 3 garantia par^ 0? membros deana
opposicaopesta casaf Maps-lea mesa a cada
moment**, aprereitando-ae da -auseaeia momaBta-
nea tie al^n'aa depuiadc, darpar-a a dissusai^'amj
proje'^tt *jtaa sw}* na orddm id# d, J*ear a dis-
cussao epcerrada, ser no oirtro dia apprevado ease
projecto.-que riio serialafwz, e algaem wtrars-
se as cuas desvsntagens ? Mao pidera asaim em'
urosd dia a meaa com mir ((}atwe- niawro depatad09, faie* encerrar a disuas?a"9 de todas os
. projectos que ert'io na ordem do 4i, lalfez om
frave detrimento daainlereesea pubiieos f
0 Sr. OuyeiRA A,vprabb:-&s perlgo que o
BoiTre depQtado enier&a, diaimuemoiio, tondo-se '
em vistafltteoaprojeetu* tetn de'pamr por-trw
uiscae9.
O Sn; MAffOKj;t>RR tad, pop tnotivffs jastas qwo impeeara de, fallar,
nao tomar pane Safe 9J A'scnssSo, e-ofuardar
a l quaudopoda aer aorprPddido rdn *nveaer-
r irr mto esp>r*iii|it; E qfflWto Wiprojecios que
.'6 lepi iima di3e.us;w<>J ao pareceris das'eotnmt?-
soes, as leis nao-aaaerioaadas peta ipresldancia ?
qual 0 remedio partio# iaeotrreuieBiwapeBrados?
Ponaoto, niopw *jhjiiiir aitWrpropwia, da-
Rmemiat oflkmttas tm 3' disatstiit to project*
4e loTQpolituU.
Aoirt. 10 aflcresceile-se scmetie na parte
que relereispraQiSi Gmgalvet Gerrtira.
Ai 5 S' da art i: Em vex de 90S pracas, di-
asa |09 piagasi Unlit*Silo*.
Ao art. 5' Bcwvseeate-se : Sendo augmeniado
o soldo de cada (MuiateeM inale tPJ por me!, d
1 cirurgiao e do comtmndaate com mais 20* pa-
ra cada um, sendo do ofctnto aboaada a gralilica-
eao de 300 J por anno, para > expediente da se-
cretaria. I. Mellj Tlego. 'Xhtmio Paulini-
Tito 4e 4h*m G Subslitua-se ao art. 3*: A goarda local sera
destinada ao servi<;o policial das comarcas, ou ter-
mos, delegacias e subdelegacias. 00s quaes luga-
res deve ser ell a organisada e so podora dealacar
ou sahir para fora do lugar de sua organisacao,
a requisi^io dos juisea de difettoj ou delegados dos
lugares onde se der perturbajao da ordem publi
ca. Ratis e Silva.
Depois de commaadado accresceute-ae .nos
TBypectivos muuicipios tm parochias. -Qtininr
A mimde. Onnui Partnte. ? Pinto ,Pusoa.
Artigo additive. Para ser admittido d-j corpo
tie pohcia wu.na guarda local e aecessario. exhi-
bir.ao de foliia uouida e all.'.-1 a Jos de eon lu 'U
civil e moral do prelendeale, passaios peios dele-
^'adus.surnklegadoi, juices de pax 0 parjclio da
docali lade onde residir. littise .Silo*.
EtnaiiJa ao art : Em v.-z da l,i(W ipra;is,
diga.se i.BQUprajas. Raids e Sdoa.
Substitulivo ao s 1" do art 3" : 0 aniual corpe
de po.'icia Oca redoziJo a 309 pca.;as, divididas por
4 companhias u sujeius aa inesmo seirvico em que
ora se emprega. /<-i^s e^Sdon.
Substitulivo at) art. 4 ; A guard a .l-uai sera or-
ganisada pela aut indade [wheial da localiilule
onde for crtada, e licara a sua disposi<;ao. JJa.-
fis e Silva.
Artigo additrvo. 0 inferior que coirjmandar a
garda local percebeiaaie^ da duria, uuvi grati-
licauao que nao excojlerj a esta. ~*Rtfif* Silva,
Ao art. 6" Depois da palavra \ i tntia, diga-so
atti llcanJo asstm -r-ate. 8W/J, Uliwir.i An<
drade.
Artigo aIditivo. A guarda Weil sera e unman-
dada nor um iofarior nameado pela autoridadapo-
itcial qne a organisar, sen lo escoiHldo d'enire oa
in.ltviduos que a coinprie ; lera caractor militar
mas sem o rigor d3 disc^bna, e usara.(da.uaifor-
nae cujo padrao sera snuplas e detetmiuado pelo
-prcsidanteda prevjneia. fltis-e.Siloa
Emeudi. Supp"rimar4e o ,ar. 8* R-Uis e
.Siloa.
Ao art. II accrescente se : antes de 7 os arts.;
4 e ti' \i:. MMoei i>Reti>).
Aoan. 0% diga-ie : e qs .guardas, do UOOO a
ItS 100, sogunlo a impo^taqcia.da localidade. -Dr.
Mantel do Rt-go.
Substitulivo ao art. 6'. As pra;.;n da guarda.
loeal vencerao ,uma diaria de ljJJOJ Rttise
Stlca.
4to#l cMMfldh
Hafl*. -
Italia para se
leques |e j__
etc., etc. IVKli^b
Mria da Oia d<^Ba
pultada, -ao (la !8ido eowente,
"STo."
(PaaMdaWiiaodgunda parte da ordem de dia,**
Sr. Albino Meira deu o desenveivimento da sua
these : 0 governo monwchicohereditano i xompa-
aVauM^Wltf
a de vethtdo, aada epalha da
ciatasde *oclia e couro,
Hiaieira, mania, ckagrin,
Ha emgosHk M<> Bazar Vlc-
o da vja<*ria a.!
Iwiaade -fol se-
i 'cemiterio pa-
-Mp
<>V I I I..
REVISTA DIARIA.
.-Vssciiiblea ppwvIikhaI. ilonlem a as-
semblea funceiohou com :tO-Srs. deputados, sob a
pressdencin do Sr. Dr. Agutor.
Aiprova-Ja a aria da seastio anterior, e Sr. 1"
seeretario leu o segninle expediente :
Um ollicio do seeretario do governo, remetten-
do o quadro demonstrativo dos vinhos importados
c reexpoitados, duranto oanuo finauceiro de I87i
a 1873. \ tjuom fcp; a nequlairap.
0 Sr. Tol-oiiino de Carvalho, obtendo a palavra
pela ordem, iuslilicpu ptn reipieriui-.nto que foi
approved'!, ptdindo qua sa solicito iuforra^5ea tla
Cfimara inuoicipal desta eidade.sobre fragamento
diis custas judieiaes especialmente decretado nos
Ires ultkiios orcamentos para ci'rlos empregados.
Passando a ordem do dra, foi approvatfo em pri
meira discussao o urojedfo n. 2^ deste anno, que
coBeede um anno de licenea ao J)r. Luciano'Xa-
vier de Mor-aes Sarmento, depois de oraFein os Srs.
Gomes Parenle, Pinlo Junior e Ratis e*ilva.
Entrando'em primeira discussao o projecto n
35, (oreamento provincial) o Sr. Tolanlino de Car-
valho, obtendo a palavra pela ordem, rt-guereu qne
o projecto fosse devolvido a typgraphia, alim de
corrigir os erros typograpliieos de que se acha ei-
vado ; e oeclarando o Sr. presidente que na se-
gunda discussao seriam os erro< einenilalo?, foi o
mesmo approvado sem debate, e bom assim em
primeira discussao ode n. 38 desle anno, tpe re
forma o ensino publico primario e seuundario.
Coutinuando a terceira disenssao adiaia.do pro-
jecto n.!) (forca policial) oraram os Srs. Peretti,
Gomes Parenle, Manoel do Hego e Portslla, lendo
side apresenladas diversas emendas, foram apoia
das, e a requerimento do Sr. Manoel do Rego vio
ser impressas no jornal da casa, ficanJo a discus-
sin ainda aiHada pir estar a hora adiantala.
0 Sr. Joao Barbaiho, obtendo a palavra pela or-
dem, pedio e obteve dispeasa do intersticio para o
projecto n. 38 desta anno, (instruceio publica) que
i'oi dado para ordem d > c"ia da hoje 0:11 as mate-
rias ja desipnadas.
HoMpicio le aliimli. Damos em
seguida mais donativos para as ooras desta e-ta-
belecimento: r
t Illm. Eim. Sr. ommend.ul>r Dr. Henrique
Pereira de Lucona. Somento hoje mi e permitti-
do respmider a carta circular de V. Exc, em que
solicita o men fraoo apoio em favor da graadiosa
obra dafandaeao da nm asylo de alienalos, com
t|ue V. Exc se propS) dotar esta proviReia. Nes-
ta data me dirijo ao inspector da thesouraria de
fazenda, afim de que ponlia a disp sieio de V.
Exc, quo se dignara applicar ao roferido fim, o
erdenado, que co.no jui/. municipal de t'.imbros,
me eompetir, daranle o tempo em qua estiver fo
ra do exercicio, no pozo de tres ineies de licen;a,
que por p>rtari& de 6 de nvitv i ma fei <. m.'e i..la.
a eontar de 14-defeveveiPo desto aano.Sou de
V. Exe. Servo atteocioso respeitador e mui',o
obrigado. Francisco Dominpjes Ribeiie Kmiftt
Gafiinete da pr^sidencia de Pernambno, 20
de ahrtlde JW7*.Him. Sr. Dr. Francisco Djmin-
gues Ribeiro Vianna. De posse da carta que V.
S. e dirigio, em rospoala ao mou peiido, solici-
tando o seu valioso concurso em favor Jaobra do
asyle de atienadas, e destinnndo a ese fira o orde-
nado qua, cemo jwiz muni-ipal de Ciiubre<, Ihe
competir, duranto o tempo em^ae estiver lora d i
exercicio, em virtade da liceoca de tres mazes, que
Ihe Toi ooneadida por portaria de 6 de tuarco ul
limn, eaiie-rne, aceitaedo tao genero-a oll'erla, too-
va-lopor^sse acto de'toenoHceniia, e manffestar-
Ihe os metis protests de reeoahecimeobJt pela boa
vontaile promptidao raeu appeilo Nesta data eoderecp oofflcio de V.
S. ao wpMKi da thesouraria da faaenoa, a quern
no-meania nanUdo e dirijo. 8ou de V. S. t'.ol
lega e amigo'atteneloso iado. -Henrii/Ht Pstenu
ile Luce na
ridiUntwalu d rcaarticao tlmn
oIm-mh i*utlicM. Sec^io 5.* -I'nlacio .da
jireaideiicia de Peinaiiibuco, Recife 17 de jibril da
41871.0 presidente da provincia, atteuJaado a
que da coutljNUeao do art. >48 Jo renuterneuta da
re;>artieio das abras pul>lica, 4e Si da feveceiro
iteste anno, c-un a art. Mo' da lai ur>itwial a '.Ml
tfc 1871, rosulta divergencia, resolve dedarar qu>
a Saaicta das arnawalaoiiea de obraa deeara ser
preaU'Ja> ima-ienuuc do art 3G a> eitada. iei; ft-
eaudo sem elTeito a i" parte da art. 48 do referido
regutauienK). ^uando till: A tiaaja doveea-po-
lo iaeu>a lor do or<;awele da b/aj-dfeB'a ftrtira de
Lucena. t
TH1# aVs *m*tUU*rhm. Par pkriafla
da pre-ideaeia, de 17 do correuta, foi deteraajaado
tfue pela respeiiawa secretaria se espedisse % ioao
Francisco Frrraz, approvado noexarae, qne eras-
lou-.de 4* raaettioista tie aarcos a ap*r, o catape-
teGte titolo de'ltabihta^lo, coaforme s diapoata ao
art. 5* d is inetraeeiea maodadas bwrvar pHo dev
creto a. l,60de I de >Mli>de 18d0.
Caalawer.K praia 4a R*o Does,. temo de
Qk'ada, f>ji levadapeio ttmr, arn>SOdoaorwale, o
dp am hoi*m,*ap^esBt*Bdos de >30 a SSaoaas,
Doetirawfm os perils qua ovkti*iaram,-iteroK
caslonado a m rte a"jBrtiliyxta por snUmarad.
verimentom gr*t*tm.~*> 17 da eorrea-
te foram graeimme focWaa, m pt>vado *a> Wra-
Jfcres, Ira^aetia d Murtbeea,1 LeuWno -Sevaidano
Omiiflho e fidefonae Izaeit > de'' dhdeirtis-Rarroa per
SJJaflMl JadiBtho, tjnPeonasguij' tadir-ee. .*egio
blico, St-oasiapna Paela doa'Santjs, prela, viuva,
moradora na fregueeta de Santo Aatonlo da ci-
dada do lUatfe. *- a
LoterlaA qse se acha a venda 6 a 97.' a
oeiieutMO d igreja.de S.-GjD^aJa,* qual corre na.
Jia S9-,
'CMMA*tf^ 'Heta?jBBiao.it4l0TimenR> da casa
Ja detencin do dia .20. de-abriL de MBL
Existiam preaos 313, entraram 4, sahiram 2,
exis-.em3i7.
A saber :
Naoionaas 272, nmlheres 8, estraagexros 22,
e:cravos 41, escravas 4. Total 347.
AJimaatados a cusudos-cofres pubiicos 278.
Movimento da enfermaria no dia 20 de abril de
-1874
Teve baixa :
GaltHno Alvcs da Silra, hemerrhoidas.
Tiveram al(a :
Francisco Javier Galvao.
Joao Antonio dos Santos.
Cemiterj|>,jjHaMle<*-Obituario do dia 20
de abril.
Mariafc parda, Peroambuco, 5 dia, Boa-Vista;
letano.
Manoel, recemoascido, par Jo, Peroambuco, Re-
cife ; ao nascar.
Hita, escrava, preta, Pemarabuco, oO.annos.sal-
teira, Kecife ; metrite.
Antonio Vicloriaao Fernani^es,..preto, Pernam-
.buco, 26 annas, soheirq," Boa-Vjjfai .tctano trail-,
matico.
EJeulerio .Francisco dos Anjds, pieto, Pernam
buco, 90 annos, solteiro, BoaV'i?ta, pospilal BedrO)
II; ulceras.putridas.da t>erna; cawexia.
Luiza Maria da Con ;ea-.ao, preta, Pernambuco,
36 annos, soR ika, Recife ; phtysica.
Hargarida. branca, Paruambuco, 9 mexes-, Re-,
cife; dentigao.
SESSA0I1E -21 DE'ARRIL'DEtS74.
PUfclStnE.NCU PO BXM.,.SR..CONSELllEiao CVE-
TANO'jjJAMUGO.
Se'.ret As 10 horns da .manhii, proeiUes os Srs. des-
emljargidoras Silva GannaBats, L/iUreue.) Saulut-
go, .Rab e Siha, Almftiiat Albuqiieriiue, Molla,
Aeci ili, Doiuiugues Silva, S.uz Leao e Kreitas
Henriques, procura lor da ajon>a, abfio-se a ses
sao.
JULOAMENTO?.
Aggrav^s da.peticJo.
Ajigfavaote'Etaatjisca -Jvpuoiaa Nunes. Juizes
os Srs. deseinbar^adorus Souza Leao, Akip-iJa .\1-
buquer^pw. o Uoiqiugues Silva.Dera.n jprovi-
mento.
AggravBnhi lAftmsa Mpreira Temporal. Juizes
os Srs. desan*b8j;gaJores 'E^aUas Henrifiues, Reis
e Silva e Silva Guimaraes.Negaram.provuueiKo.
AggraYaotuJ^wQeisco Pacliaco Soare.-. Juizes os
Srs. desembargadores Silva Gniiiiacjes, MotU e
Reis e Silva.Xegaram provioiealo.
Recursos crimes.
Recorronte o juizo do Rom Jardim, r.ecorrido
Francisco Jorge de Salles. Juizes os Srs. desem-
bargadores Silva Guimaries, Almeida Albuquer
que, >1 dia e Ruis o Silva. -'jjy)rocelente.
Recorrente Jose Targioo Gouc-aives Fialho, r3:
corrido ojuizodo Recife. Juizes os Srs. dqsemr
bargadores Domiugues Silva, Almeida Albuquer
que e. Silva Guimaraes.Dar .in provimeuio
Recorrento o juizydo Ila,mbc, racorrido bacha-
rel Meaelao dos Santos da.Koace-a Lima, Juizes
os Srs. de>em!>argadures Domiugues Silva, Lou-
reofo SanPa,go e aJotta.Improcelente.
Racorrente o juizo do Pombal, recorrjdj Cellar-
mi no Amelia I" .nii'ga. Jui es os Srs. desembar-
gadores Sauza Lea.^>.Alaieida Aibuquorque o Da-
minguus Si I va. Daram proviiueulo.
Appellagap civel cam'nercial.
Appellantu a administrate da massa de Maga-
Ihaes Irmao, appellado Antonio Machado Games
da Silva. Desprezados os embargas.
Appetlania Aatouio Joaquim da Silva Brito, ap-
pellado Jose CypriSno de Araujo Receberain os
embaigos.
Appella^ao civel.
Do Recife. Appellant* Joaquim Pereira dos
Santos, appellado Joio Martins Poo.tas.-Wao to-
maram eonhecimeuto dos embargos,
Appellante Franc.sco Simoes da Silva Mafra,
appellada D. Maria M. Tulles de Vasconcellas.
Coufirmada a sentenca.
Appcllautes herdetros de Joaquim Jase de Mi-
randa, appellada Claudio Dubeux. -Refarmada a
sentenca.
De Maceio. r-Anpellat.te Candida Francisco Sca-
res, appellado Joao Finoo C Peres da Cunha.
Goalirmada a sentenca.
PASSAGENS
Da Sr. desembargadar Silva Gaimaraes ao Sr.
desetnbargador Reis e Silva :
Appall.ica<> commercial.
Appellante a companhia de seguras allianca,
appellado Antonio Duarte Machado.
Do Sr. desetnbargador Lourengo Santiago ao
Sr. desetnbargador lleis e Silva:
Da Recife.-Appellante Tasso Irmao, appellado
/oio Vasco Cabral.
Do Sr. desembargalor lleis e Silva ao Sr. des-
erabargaJar Almeida Albuquerque:
Appellagao commercial.
Appellante Joaquim Antonio da Carvalho, ap-
pellado Jase Joaquim Guerreiro appellante Tasso
irmio, appellado Joaquim Severiano Wogueira.
Da Recife. Appellante Carlos Leclerc, appella-
do Juaquwi R. Fe.rreira Pioto do A/aujo ; appellan-
te D. Luerecia de Araujo Rego, appellada Umbe-
lina Maria de Jesus; appellante Raymuido Carlas
da Silva Peixoto, appellado Manoel Herculano da
Cunha.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago
Da Recife.Appellante Roberto Uaroll, appella-
dos Joao. Caroll e outros.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador M tta :
Appellncpes crimes.
Da Recife. Appellanles e appellalos o juizo e
Joaquim Levino Leal de Rarras.
De S. Bernardo.Appellante Simiao Lopes da
Silva, appellado JoseF. Fernandes da Silva.
Oa villa da Paltna. -Appellante Autonio Thomaz
Pereira, appellado o juizo-
tic Matia-Grau.de.-Appellante Anna Custodia
de Jeans, appellada a justira.
Dp-Agua Prela.Vppellaate o juizo, appellado
Goncak) do Oliveira.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembar-
gador Accioli :
AppellacSo civel.
D'AJea.-Appellante Autaaio Frapci co de Sal-
Je Passoa, appellada. iaiexeaa',Uairia do Jesus. .
Da Sr. tlnseiabargador Accioli ao Sr. desembar
gador Domingues Sdva :
l>9 Recife. -Appellante Jaloaio da Silva Azeve.
do, appvllado,* pardo A!arcoliuo,,por sou enrador.
Appelfagao crime
Da BazerroA -AppefJaBte p jujao, appellado Va-
Jeaiiio Juse de Saut nhna.
Ao Sr. desembargador Motta :
. Do Sobrai Appellante Joaquim, Ferreira da
Ponte, appellado Manoel Alfonso de Aquino Albu-
/|uecq>ue.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.]
desembarjjad ir twoza Leao
De Reeiye.Apptfflante o desembargalor _pr
Pedra
.i*a>.appeilfle
UJate o
, appel-
l^nle,lueel Andre Aveliao, appdmdi a jstica.
Estao para ser julgados os seguintes feitos:
Appellagees crimes.
AppaihwipojBizo, appKMO Afattinlio
Rezarea ; appaiante o proanotir, appellado Jo
Alvea -Ferwiri Ca la bass* ; appeUafcte Joaquim
JosediMello,.appellada a j*stn;a ; appallaate o
juia,ppelMSimi.io Gomea de Araujo, appeh
lante a.proounar, appellados lose Joaquim Diasa
outros; appeltate Antonio Gomes de Campos Pa-
tiro, appeflalat justiga ; appellante o promolor,
appellado .^atOB'o Ferreira de Sauza ; appellant?
^o juizo, appellado Manoel -Luiz ; appellante- Bel-
iarmino Franeiaca de Salloa, appellada a justioa ;
appellante o juizo, appellado'Jose dos Santos Fer-
reira ; appellante o juizo, appellado Paulino, e.--
cravo ; appellante Joaquim.Oorrtia de Oliveira'Aa-
drade, appeltaflo Virgllio Horaeio de Freitas; ap-
pellautes Bernard j Gomes de Moura Cautiobo o o
juizo, appellados o juizo e Juvenal Francisco de
Lima e outroa; appellanta -Jse Francisco dos
Sautos Junior, appellada a justica.
Appellariiee Brvais.
Da Recife. Appellante Joaquim Pereira dos
Sautos, appellado Joao Martins-Ponies ; appetlaate
Francisco SimSos da Silva Mafra, appellada D.
Maria Magdaleaa Talles.
Da Maceio.-Appellante Candido Francisco Soa-
res, appellado Joao-Fermra Cltvloaldo da -GuMa.
DISTBIBligSKS.
Recurso de fallencia.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife; -r Recorrente q Jrikp, recorrido Fraa-
cisco Jose da Custa Guimaraes.
Recurso crime.
Ao Sr. desombarjifador Lourenco Santiago :
llacosrenteu Dr. che7e.de poh'cia da Parabybr,
recorrido MaopeliJose Damasceno e oatcos.
Appella^Jes civeis.
Ao,Sr. desembargador Domingues Silva :
D* Recifa.-rAppalJanla. Luiz do .Paula' Lopes,
appelladoo Jose (Ja-Cpsta- Dourada.
Ao Sr. desejouargador Souia Leao:
Da Recife.-Appellante bachacel AHtero.de 'Ate-
deiros Furtado, appellados Pereira Caraeiro .4 C.
Ae Sr. deserabarirador Freitas Uaariques:
Do. Recife,-r-Appel)ame. LeoplJo Ferreira-Mar-,
tins .Bib.iro, appeUada Manuel da Nasaiinenlo
Vielra.da Cunha.
Ao Sr, desembargador Silva Guimaries :
Da Recife.Appellante Augusto Qctaviano de
Souza, appellada ManoelF.ernantles do Siva.
AoSr.desembargador Lourenco Santiago :
Do Cabo. Appellante Manoel Francisco da
Costa, aiHlladj, Manoel Marques dos Saol.s.
AppeRac^es crimes.
Ao Sr. dasemljargador &>uza Leao :
Da AAalaya.Appellaoto Manoel Joaquim de
Luna, appellada ajixslSca.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
Do Triumpho.-Appellante o juizo, appellado
Jose Barbosa de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Loareico Santiago :
De Agua PrelatAppellaate Jojio de QuqiroZj
appellada a justica.
Encci-rou-^e a sessSo a 1 hora e um quarto.
^*%[$!M>&iAt!til!tJ!'. "* to-W'tK& *i"*forn,
IMRTIUO CHSBVl!tt
KFXIFK. 22 DK ABRIL DE 1874.
A (il'iuviiiiiai) nao fa!la aerio.
Outro juizo nio pole fazer da Provincia .quern
ler o seu artigo de fuado publ cado em seu ou-
mero da 20 da correote.
1'oi, sera verdnde, sera pl>ssivl,inc,:nia, quo- a
PiQDtncia,QUej& couyencida.de quaniJ:ex,arou enj
seu alluilida artigo .' Para na > supporma la re-
prcsentand) um trisle- papel (vu que sj;h.;s bondo!
so-), para nio aorediuirraos que trahe misaravel-
mente a iui>sao quo so' arn-ga, inclinaran-nos a
negaliva e respoadomos a pergunla feita, diz-ndo
que a Provincia uo falla serio.
De facto, onde esta o nberalisinp da Prouincia,
auanJo ilo-uma m meira banal 6 superficial con-
deinna o nobre procedimehto d > gjabim-le. Rio
Bra oao, alavaaca poderosUsimi dp progrcsso c
engrandeciuieuto daste paiz, o qual, iu-piraJo nas
verdadeiras ideas de iliberdade que fazem a fundo
das nassas iu.-iitui.-oi's, aproveita os moco^^m quu
divjsa merit) oos&trgos, que .-e^ando o juizo dos
proLtnci'.mos iLvera consular o palrimoaio das
velhos e dos figuroes da sua tribu r I
Palit:ea geoerosa e verdadeiramenle saturada
dos.granjet principios da saculo preseute, e essa
que tern feito a gloria do actual ministerio, que.
lam sabida desenvolve-la com mao de meslre, Jan-'
doviima pomposa e estroud,osa li;ao a.esses o:os
liberaes provincinnos e outros de jgual j^ez.
E' essa, betn o sabemos, a chaga fuulla, dos
provinctanos, que nao pode ser ainlaque ligeira-
inenl: t ..vi la sem saugrar.
Verdadeira n^gaclo di politica de liberd.ade, de
quo se dizem reprosentantes. echos.de ideas retro-
gradas que os legitimos conservadores do Brasil
repell'Tiam se Ih'as apresentasssm ;omo prograai:
ma, os provincianos olTerecam e triste espectau)o
de um liouiom, a quern por capricho a natureza
impozesse a sina de andar para traz, inculindp-
Ihe ao mesmo tempo a convicglo de que corre para
diante.
Nada mais, oada menos sao os provincianos,
quo trabalhando oo sentid) de Cuudar uma oligar-
chia e corniiatenJo os influxos de uma politica
verdadeirameuto livre, commetlend) mesrao mui-
tos erros em name da liberdade, a quern renJem
apenas culto jespitico, se inculcam oo eulretanto
de e-trenuos prapugaadores das ideas liberaes, de
inclytos aposlolos do liberalisms.
Duas ipiestoes, qualquer della- por si so sufTi
cieote para agitar com vioiencia um pova, em que
oao eslivasse qu..si perdido o senso mar il e poli
lico, tern o. Brasil a braces : di- lo a Procuuua.
E'certo. iMo.
Vejamosagora o qua dtz em continuacao a J?;a-
vincia. Ei-lo|:
i No entauto, o qua ve o observador atteoto ?
Unja .p4a de cemiteriq, uma samnolencia
da Qpiiiiao a tal panto que o Sr. uucena e..,Qtinua
a presidir Pernambuco, m.tndanda ameacarpelu
Diario com ascena vandalica de 16 de maio !
Essapassagemprova duas ccusas muit) cabal-
mente : a 1" e o espirito de inyerdade que cons'titue
a vida de tadas as assovera.ues da Prwincia ; a
2* e o amor cego o decidido dos-proi'ifk.'i'aitos a
assuada e as perturbacoes da ordem publ ca.
Expliquemos-nos. justificando a nossa assergap
0 trecho Hanscriptoda,^*-o^/"ucia prova a, aspi-
rito de iuverdade da sua asseveraijaa ; parque um
observador atlento, mas nao obceaado pela gana
partid,aria, como obseraadar prociuiianQ, esia pser
senciando o maviruenio da opiniao, que se esta ma
nifestando e se lem manifestado a respeito das
duas ma,gna.-, 'luestoes qua occupam o paiza re
ligiosa e a internacianal.
Em um paiz.livre o jaxmaUsmo e o ihermometro
da opiuiao ; pela j roalismo, pop,. julguein os ho
m-.-ns Je boa voata-le sea respeito. 4as da is men-
ri madas questoes teui dormida a opinia > publica
no paiz.
Wii tardau luaflo 4eup) i os dsgosio se iofiitrassem na,queljes que lor.un mais iafeles,
ou menos antos para empblgarem empregos mais
randosos. Bises desgostos ftram Jra'duzidos por
divergencias em coavicodes politicaa, visto como
nao havia outra sabida a dar aos que foram bigo-
deados.
':-i t: havera ainda- quaui diga que nao ua poriaMa
e s-'enuina semelaanca-antre os crusttaaos pM4-
aos e essa biegaria qoe habita os nianguaa e
Ugares loduaos ?
Para eorrobortr mais oslpontos do>aemelbacM
Walaremos de mostrar quo os-erustacooa, que vi
fern nos raanguas, alimentam-se nao so da lodo,
apmo, para variar, devoiam pequieos aoimalejos,
-ate mesmo uoe microacopieosanimaes, qua se
denominam valgarmeote maruins. Esses insec-
tos vivem agarrados aos mangues ate quesao
desalojados pelas aguas vivas das mares.
'Quantlo os estomagos das erustaceos se falta de
melhor alimento dao signal de rebate, faz gosto
ver os crustaceos acotovelarem-se em busca de
qualquer aliraaata, o em falta-de outro melhor, la-)
vao direita aos maruins, que sao os que pagam o
pato.
Atacados assim esses insectos, procuram tirar
denforra, portm nada.coaegaem, porque osseas
estranguladores estSo revestidos de uma couraga
calcarea>qtw os totsa iovulneraveis.
Assim sio os crustaceos politicos que vivem do
nwlio,qae.lae8 pe^a opava; que 4he chamam
poco tniudo, p-tra depois abusar dessa forga ,ue
)-io-epontanamcnte xroncorreu para o seu pode-
rio pobtico.
Uuanda-a liga aubio ao,poder, alvorou a ban-,
deira. bicobit, e proclamou um dos prograqpmas
mais pomposos e mais transparentes, que a imagi-
nagao de am paela politico poJe cngendrar. As-
sim como as frageis marjpo-as sao attrahidas.pelQ
asplendor da luz, da mesroa maneira o pov'o foi
altrahido.para esse phantastico pcogramma., poli-
tico, xiue tem.medo de enwr, pedia serclassiflca
do .por uma panacea.
A salsaparrilhade Bristol, as piilulas de promp-
to allivio e Kemp/a.esperidina.e oulrasiinuitasipar
uaoeas, nao Uvenuu t.i> pomposo e o-terII pro-
gramma, carao f sse o.que a defunta liga.alvorou
em Udus 03 augulos do Brasil.
Aoitoquedo reuoir dado nos clarins da defanta,
Ugay.oiBovQ wedpla em noyida les foi altrahido a
.praoa publica, e ahi foi ler nas cart^ies politico* o,
prograrama ianovo pactido, qua a semelliauga de
uerta qualidade da formiga, quo cria azas para se
remontar as-regioes aiais elevada^ foi assim da
noite para o.dia elevaidA^Q,poder.
Sem cunha politico esse partid >, serai,ideas e
nem priae;pi,-, a sua asisteneia nao.promettia um
futgro risonho aa paiz, peja co:itrar:u era agout'adj
em face dos .oleiueqtos heterageaeos deque elle
*ra coajposto.
N.io tardou muito que a descrenga nao ao fizesse
sentirenireos correligitmarios dessa palUica mul-
.tveorea, porque nao eraroas comic; oes ptlitiirj.
que ciitentavaoi as .ideas, desses avanlureiras,
jnaso inleresse particular ije cadj.individuo.
Nao se croia que-umparli Jo^e conslitua ao to.
que de uma varmha magica, comp por um encan-
lo ; e nem se creia la-nbem que a liga de corpos
que.nao se cpmbioan), tenlia forga -eptre os ele-
mentos gue a constituent.
A uraagio de u:a (larti.lo politico nap e. obra
de momonlo c nem esta ao paludar. de alguem
faze-lo surgir a seu bel prazer, e porem o resulta-
do de uma serie oao iuterrompida de adhesoes,
fundadas no caracter e criterio de um.grupo,
,que JSrme em suas eonvic;oes, dao o.exemplo aos
seus adeptos, por essa norroa de prnceder que
.caracterisa perfeitamente os saos priucipi's, quo
vinculam os elos que constituem um parlija.
Porom o que foi qua vimosem 1863 ?
Uma trcraendaJaorrasca.deupor terra ao parti-
do conservador, porque.a serpente da dissidia
niordeu os coragaes daquelUs Cpjas ideas se ti,-
nhara degenerado.
^aiswjws i ra
m
.Hclliorauii'iiloM << l'ernauiburo.
Ill
Asylo de alienados.
Pas,samos uma ligeira vista d'olhas sobre as
.apqeas e os successes mais notaveis que houve-
ran lugar relativameute aquelles que sauriam dp
molestias que com quanta hoje mesmo nio estejam
beni delinidas petos sabios medico-, comtudo sio
attnbuidas a lesoos mais ou menus imporUnt-'s do
cer.epro a saws auaexos : nau.eutca em nosso pro
po.-,ita tcalar .Je malaria taotcapscendenie para o
qua nem temos estujos nem babilitagoes. Nosso
intent) Umita-.-e a fazer uma rexordagao do que
tem sido o homem em diversas idailes sociaes comp
tern si Jo elle tratado e julgada : lembramos isso
someute para que tsse^ qae viyem hoje se acaute
lam o nao peosem que as desgragas se acabaram
de praa vcz, e nao podera mais volta.r : 6 um erro :
as inrtae.ieias cllmatcrieas podam pr jgual moda; as coastituigoes medicas podem voi-
tar com semelhante e igual forma : e assim coma
a cholera marbus a e;carlalinae a febre amaroda.
tomam a apparecer corn o caracter epidemico,
assim tambera a demonamania e outras diversas
fofmas de nevroses poJera voltar com o mesmo
furor e nao ha duvidar dissa I
Cautela e caldo da galliaha nunca fez mal a
doenle.
Principtis obsta : cum mala per long u
Invahiere tnoras, sero medicina paratur.
Dissemos qne sonenle por uma advertencia aos
presentes e que fazctnos uma resenha Jesse pas.-
sado triste, lugubre e vcrgqphosa para Wdos
aqualles que aello li^uraram.........
Ricou.dito no princiaio deste artigo qqe nas
sabias ordens de Lu;z XIV, encerrou se a primeira
epoca da alienagao mental, e comegoa a da re-
pressao.
Ai iJa, parem, nada ha que se aasemeihe ao qup.
depois foi progressivaiuepuj se fazenio : nenhum
pospital, nenhuma casa para reccber os doudoa:
eucerra-os.onde c passiveLjips coaveutps <|uapJo
elles sao calmjs, nas.prisoes guande sao furiosos:.
acorcantam os, dao Ihes luuiu pancada, sao visi-
tados por curi)>ilade e para so diverttrem a. sua
custa. Os parlamentos e o clero, ainda flzeram
um supremo esforgo para reaJquirircu o trernenda
podar de que foram ;.mi toda a sabedoria despa-
jados por Luiz XIV.
Quanda os janseuis'.a- foramataoados de tlaliriu,
de extasia, de.aavrupathia e as scenas do cemiteriu.
de Saint M-- Irad, lizeram algumis sen haras acre
ilitar que o diabo recomecava a fazer das suas,
baslaram algumas medidas'de policia para chamar
0 povo a ordem.
Acabada a pcrseguigao, a epideptia, acaboupar
si mesmo, e os diabos recalcitrantos foram desap-
parecendo, visto coma nao eram,-#rQlegid.is pelo.
Por outro ladaahi esta o.,governo diligent e
previdente, que a respeito da qmjstao religio>a-tem
dado provas de que muilaeuorgia, muita prudencia
e muita sabedoria formam as normas deseapro-
ceder, e que quaato a questio >jnterrMCional nao
deseanjia, npm .ceasay dp injaarar 4 defender os
caros iaiaresses da BrasiL
Agora o amar docidido a assuada e ii pei .urba
goes da ordem publica. ,
0 incPo^aa.^i^iii^w.crimo pwva iaajberni.
como dissemos, o amor deeidido dos prorincm/tps.
a assua4a e-as .parturbacoos da ocdetn p.iblici,
porque, seado wenjada como liceu din eta Us
preaencJam que a ou^aiao -publica se tern rnauifes-
tado damn laado
duas magnas qn
De Ulinda. Aapeiiaale Fcancisea Maria daJpei^-f^to 4a4iUapar-Oiipau aipaa, ;q.ue- chama
CoDcai^ao-, appellada O. Candida* Bataina da Bo- de cemit-rw e,4enaAa8e .epdUr|iB'lodgs os dias.
dia. as scaatlalo*e lrBlaa,scaaasde li de maia
ra, embargada Autonio Gomes de Macedo. lV,:4e piaia. Sa aai|i' o qegap, f*IU p Wn*iaJAiideagi!iijadaff a iSiiW t^nafc. pi^Sietaths j:,e,:qjie". \tm fa,
pirar^arTrvrP. 0. Joatojri"'-
qJai i^atiNaJm'iatii 'grtvaNi JiAottrtaWBiBV, como 1go'a*deMiM0 imjaerho qw-amWteafac-
tsrtho de<0.j:straio, ta motwou.
0 Sn. S.tSCKBIWtl) POBTELLA
perigoaa
0 Sn. Manobi, do Rego :A
ffl' oma idea Inaidtuio nttriheo V>hiioaof>irtM'
ffe dammgo alttmei (l$f feoiwe seaiao ordioariaj
no' desta 30ciedade, presiaida pelo Sr. Bandeira da'
B' claro, pois, qus para os provincianos so nao
ha somnoleueia dis opinido, -quando ha a carnefi-
cina, a perturfcacao dos campo de batalha. ou- as
Do.Sr. deseudiargitor Sauza Lait ao Sr. des-
etnbargador Silva Gaimaraes :
Appellaclo crime.
Appellante a. promotor, appaaado Mauoel Fe-
retra Dias. maio.
Rmhargos remetu'doa. Ah prMtim-iuWttf&i .V03,,pppPVft^Spnd<3r,I a,
DA^aa th-eWjet)garila Aasd Affonso Fer- Havew de*er n to^a,^^ff^oi^tg&at^arfsie i Ayatta'se
W3 votara onto'
Qa$t. desenittfrgadop Fttilaa HmiDBUiestSf, iagaauampnte
teJieiobarf.dor*laGiiiraariaa: Qne estriitas conlat n&.ha..4sr.fmlm o futuro
Do fteeiia^atAppaKaate J^e Dia8 Gaimaraet*, oBy.rpoa/itftwwoa aVjAo/aVr/ -
HppeUade bac(uaplJoai>.Freica da Silva Gutma- .. 't-
' Os-autiscmf^fitiav.,
Ao Sr. desemliafder 3ouLeao : VI-
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da juslica :
*a o* aViemtdci, i'.z .- yara ^ppr?n Tal-bs e preelso viver com dies : a uoica obra
lue-tlle.|aMiena em RftH* cm*ep asaiia: Esia>
^ibra queeu.offere?') !aa'publico-novesaltado de
quarcnta aimn tle.ub;ersagai e de*<|ndii. lstt>
diz tuJo. Este gr.mle liaiiiem parson quasi loda
sua'vida occupaflo exclnsivament^eBm. os loncos:
nao houve consults, nio houve parecer, nao hou-
ve edilicacao de hospital on ca=a .le alienados,
neuhunttrabalho imtivo a atieaaeao menial so-
bre tpw elle nao tone coosultado. Foi elle quem
deu a* arimeiros pianos para oa haspitaes de
alieoados, foi males das salas sobrepostas, por serem contrarias
a tiygieBe e ao traumento dos doeales.
Foi elle quem estabeleceu a primeira easa par-
ticular para tralamento especial dos loucos. E' a
essa apmem que a humaaidada deve os maiores
beneficios, e pelos quaes ninguem jamais tivera
mais direito a um monumento f
Depois vem Ferrus e empenhase em experi-
raentar a applicagao dos loncos ao trabalho e con-
dul-os para a herdade de Santa Anna, que ha
pouco foi cunvertila em um dos mais importantes
estabelecinaentos de loncos, e qua b dtgno eea-
mente de ser tornado para modelo de a'lgum qne
se queira construir em qualquer parte.
Emquanto em Franga sa fazem progresses taes,
na Allemanha Roller prepara um 6rtabelecimento
completo em que cerca os seus doentes de tndo
quanta pode chamal-os vida.
Nada estava feito porem ; se a raz.le linha to-
rnado o seu lugar para reconhecer os loucos como
home us e d -eutes, e para iniciar o tratamenlo in-
te'ramente r pposto ao que de mats irracicnal se
havia segnido ale entao, fallava o essencial quo
era as casas-am qna se Bumero de individuos alTectalos do t.1o differenks
formas de aJienacio mental o em tao diversos
graos, prerdsando-iwrtanto todas el las de oommo-
dos especiaes, confarme os graos d\ molestia e
sua probabilidade de cura.
Ainda no fim do secuk) passado em Pans, era
um so hospital que aceitava loncos, o Hotel Dieo.
Quem vio ainda a poucos annos como eram tra-
itados os.loucos no andar terreo do hospRalPeiro
11, quando elle estava em uma caa a rna dos
CuelUos, cuja descripgao jplgamos.nao uever -rea-
vivar par njodestla, nio se admirara t]uc no Hotel
'Dieu, houvesse uma sal i para homens com daz
leitos para quatro doentes cada um, e dous leitos
para dous ca la um, e outra sal* para as mullreres
coin oito leitos para quatro e oito para duas* eada
um.
E' excusado dizer cousa alguma sobre o trala-
imeato quer medico guer hygienico, porque todos
tmaginam qual polia ser 6 resultado de Ires ou
quatro furiosos a darem pancadas, dentadas uns
nos outros a apertarem-se o pescogo, em tint a
gritarem como loucos.
Foi na entrada do secnlo actual que mais
ntteataraente se principrou a tenidar da coostrur-
igao de ediQcios com as accommodagoes necessa-
rias as diversas qualidades de ahenaoio imnta1.
e di.-tiibuigio dos doentes eooforme os differentes
.graos de suas atfecgoes e que comegaram a surgir
em todas as principaes cidades da Europa, esses
soberbos inonumehlos em que se ostehta de mSos
dadas a civilisagiio cam a scieoeia, que cada dia
desenvolve maior actividade em observar o que
ee passa a cada instaote na conslituigao do doente,
alira de ueiher saber se o ijue se ni moslrando
mais util e proveitoso ao seu tralamento, e princi-
palmenle ao seu commodo, que 6 ao que em pri-
nielro lugar se providencia.
Elifieios de um ou dous andares, em pequenns
pavilboes sulQcientemente separados uns das ou-
tros por parques on jardins, salas para peqoeno
numero de doentes, porem em que se torrrar.vn
todas as pro.videncias para a livre e abundant" re-
novacao do ar, refe'itorios, saloes para co a versa,
quartoa para banb is de toda a qualidade, Wdo
quanta e nccessario ao conforto, e ate o luxo, lutlo
emtim tem sido empregado a exigeocias da seieo-
cia para minorar ao menos os sourim-sntos da-
quelles infelizes a quem a molestia atacou por tat
forma quo nio e possivel restabelece-los compieta-
menle.
A isso deve-se juotar um aeeio, um cuidauo
quatidiano e incossantu em tudo, e cm loda parte
que 6 precise ver e examinar com seus proprios
ollios, como nos aconteceu em n ssa ultima viagem
a maior parte dos paizes da Europa para se con-
veucer ate onde alii chega hoje o interes3e que se
t i;ua pelo curativo dos doentes, nao exee,'tu*ando o
dos alienados.
E' preciso percorrer os estabelecim.ento? pubii-
cos, as hospitaes, as prisoes para se admirar o su-
premo gnu de interesse que a administragao des-
ses paizes loma pela tratamento dessa pane da so-
cietUide, que por qualquer forma lem-se tornado
iiifela e merecedora de seus cuiJadus.
Cora pezar o dizem s: quem v8 aaltura a que tem
chegado nesses paizes os nentficos effeitos da pr .-
tecefio governamenial e.que pode acreditar nelles.
Ha viute annos que se ventila a questaa de eon-
aer.var ou n.^o para os alieaados a caraisola de for-
ca: e a iit-laterra que nao foi das que mais pr--
sa teve em abandonar as correntes o o forropea-
meiito, nao admhte nem consente hoje quesepren-
dam. as meinbras de um dacnto em um vestid>
apertado. 0 alienado esta empre livre, embora
sejain precises tres ou quatro homens para cada
furioso, para vigia-lo e obslar qua e Its se naa es-
Irangula durantea noite, sendo que algumas v*z?s-
se manJa deixar um guarda na mesma cama do
louco.
Visitei muilos asylo-s e em paizes differentes: vi
um que parecia ser superior a todos os mais qua::-
lo ao pessoal medico c aos cuidados pre^tados aos
d lentas ; e o estabelecimento de Idenau quo Pal-
ret em t8!5 :hamava sobre elle a alteagao dos sa-
bios. Para quatrocentos e tantos alienados ha 130
guardas e sate ou oito mediccs residentes, qne to-
dos os dias se reuuem dua3 vezes com o director
p3ra conferenciarem sobre as alteragoes dos doen-
tes. Ha uma banda de musica: (*) aniraa-se
os alienados a vida agrrcola. aa trabalho e di-se-
Ihes toJa a liberdade campalivol com a seguran;.v.
Os medicos as vezes acoqpanham os doentes ao
pasaeio : as loiturasem commura, os concertos sao
freqpentes ; e como o leite 6 um excellent ali-
menta para os iJienados, e o gelo julgado indisoeo-
savel, ha uma estribaria com 2i vaccis e tres oe-
aeiras somente para uso delles. 0 resultado de-
tratameuta na-ie b >;u hospital esta a perder de
wista je qualquer ualro: a proporcio e de 42 par
100. 0 gaslo de opto e sous praaarad is e extraar-
dinario.
Na Franga onde sa fez a reform* da iratamant >
dos alieaados pareae quo ludo ficou cstacioparia,
ista e, quanta a terapeuthtea : deixam os doentes
quasi entcegues a accao do tempo : o isolameato,
.a vida regular e disciplrnada, a separagao dos
meios perversivos e de certo um grande beneflrio,
ipas isso s6nio basia para.o curativo : as ontras
uaej -s tem se a liantad ) muito mais no estudo e
conlieJimento dos meios tefapanthicos e'hao e eer-
aamente com um medico para duzentas e tinlns
sul-Uco pitta, levar avan'e oe/sausiiateutos.
. A scianciawntinuau seustrauaJiios: in Su'usa.
na Inglaterra, em Hallanda, na Aljemapha,. na
.ftaliA, na -Franca^ prapaflavwa iujea como se|I'ra,
uma coinlnna.Vio : Platar, Willis, Boerhave, Fie-.
tning, Fracassini, Margagoi, Boirsier do Sauvagis,
Lieutand, Lozig, aescrevem minuciosamente a mo-
lustia, partim di verge ra. no trajamen!) : domtna
j^wder civil em jue tanto se escuda o poder erele- doentes quo se pode 'fazer atgunu cousa: os doen-
tes apenas votn o medico pcrssar, e mais naJa.
Caul q.i into nao lenhamos dado umi idea com-
pieta ou perfeita do qae e o tratamento dos louco*
hoje na, major pane dos paizes da Europa, traba-
-thq/|ue certamente ties louiria muito longe, julga-
Bias que qual per podera 'ajniiar que an; at pn-
rnira com o maior empeatto edrar 03 doentes, pa
pelo m mos malhjrar lhes A irisle sarte, r daan-
^rara entao as ideas'do Aunwmmo, e par canap-, do-os de tuio quanta''lhes' p6ie ser agfadat'el e-
guinte hanam djus fenwdios uuiver.aes, a/?an- u[il
,gria para oa- torteap os ppcgaot para os .fpapus. se ajjjaema rsta 4taso qutze33B fazer am pe-
Bm 1707, BaftliYi wrmu^.^uatlieQiiia do. t-tlida-. m^^ passaio a ve.'ua'Olioda e ahi fosse 'vishar o
)7o,ftara deitarpM- terra, ohnmofisnn- ] a$Oude alieaados actual, certamente que voltari a
B' a Plplippe Piwd qup depois foi.nptnea^W', horrorisados, por nio encoiijrar as safas ne-n ts
dico -eu <^e/e,.de-Bieeirptaair'i7aj|, que.so. Jave.a, .fefeiterios de Santa Anna oo de Fllenau, mas siiri
reforma dp tratamento da alpjnagaa em Paris^ ti rnajmorras de.Bicetre cpjp: pequena differeBpa.
i Pinel, tem en mente reformar taJo o metho^o Ndp diremas qtjeps doentes alii jazem sbpre a>
purat^ij1^jecwontraTTim;BiceH-9 um.^1 Pit- materias fec'ti.'s e nils, eamu ja os vimas nas Cat-
^invfWdard1i3.1qoeaSvqu9*e -tinto dsdifjaao.de ,1h04| raai 0 estaQQ em ^ $[& se acham ain-Ja
aotao e play ao 9rtameato ^aeljes,, anesae Ai^ ^ $ qu^q^ndo o ,B*m.' Sr. presidebtl da pr^
ba)ho*ajiMa PmeJ, per#aUrIbe ; -apandj)> ,0*,ioudfr.^jAa ^B u s^,^ f^ tia c)Qiristaqo e. com 0 anrnia *>
mB foti*>* o.qpe, ht*. ?.aula que tratott iflirneittataraenie de dar i^ovi-
ula. *J,eg4^uno sabre, j#, depois f elles Seam tranqdillos. Eett prpo*e ver sede'aljuma tdTrnvpa-
rlijAosa,.e jnteraa/y'V flha em. -ooplinaaeaodoqu^ piaeC.haw paaudo, dia consegtilr raelhoraT a sorta' ac^ie? mftltees
nal, no entretanto elles alffrmam pcoatrarm, a par conseguinte niOi-jtawoafloe elle mandasse
'Fdesferrar a todos os loucos, pelo que houve pieai
consegulr ro-ihorar a sorta1* eaTJWRes.h
Ha nao pad*ia serrffl.ais mssqnfnha.
S. Exc. nomeoti '.umA c,#raijsao med^ia far*
,dwejse-qvp. so dar tal erdem., AU| ejtiawa. i doze amws dm bo- oiioda, onde pirecia que com peqnena quamri fa-
mem que fora soldalo e qua sa aehava ourada da lativamente se podia construir um edfflelo eta crm.-
alieaacao ha muito tempo, mas cuia, funa nao aca- &$,& sufBcientes para receber os itHenados.
baaa par eausa daaeadeiaa cam t|upesU*a.prasp;.. X cammiibao depois de ter astudido-conyaB*n-
perturbaooeada acdam mm >uw as de HV.de A o pruneno a *uam Pawl laasda sal|arp wcum-; ^owaiS, a situaiio epensaado nojjrtnde Tm
jbe-ode soltar os outros, dizendo-lhe queqtiaj^ que se demonnra Dor todas os modq"s nesta pnten-
,tbda. copBaa^a ugye.e. o.tom,av^seu seriigo, ^ provincia, pensandajws exigericWil aettfabs^lav
-"itucia, e nas uecessloSaw qd% cida dia mais s >
~^4eni'oivem para o tratamento o acondicionttaeo-
SBm'cdr/enxes fespirar <5 arTrvrj>. 0. toatoi,$iF*K> &tfepados, U Wjfplao que 'seriUii jfcrri
.quem^e^r&aM^alntils^f^ficat^p^ SlXt'e. n3a hesttou um'mdi^euto t boa -cwn
Iho*, diz. ani8tarTKTraB.^^m*pura-^ruam,*B^ 'j -n3 uios.jj taes ten) splo as cjrtttfft?JUoeia*afa*i-
iprnpu-sa ftta.dHt -men jifas e ^ppti^ em Uns e oiltrbs, qujfBtiNlB ftni-

peo^^a^ qup mvR^ram ,p*lcw praai.,
c abJreitabGleorau--a.8ieu aqB3^tp|ainahtM.. .
'f aram inativos, e cada um tratou ae sugar ;"rn
lega a tra da lerapeulbica,
Squirol, farmni nriffcV $xe
mais rraWllJotrP
fio noapK** 'deiSHnaJ- Arrna- dambtta, ba
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^Mdd^fMhimwftey *MW feha W & Mkil ^WU




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0 administrator ^1" *roWra inform ir-se p>
soalmente Jis nec6."i.j.tTi3 da provincia, t!.proe4-
hi dV-llies irimaJiato prbvTfrfento, mereeesir
**teWara3 cJftn lite'ciilaiSo dorado dM'hieTni-
r*S senffnrenws ; S' exc. eft rem oWstraJo; com a
maior a npDdJo, poa3) qua podia lancar ralo para obter am flm de-tanta
inaportaucia sotial, da tarrto merKo htrmanitario.
0 Exm. Sr. presidente da provincia fatlou aos eo-
racoes de sous concidadaos e dos estrangefros re-
sidentes na provincia : ninguem foi stnrdo a pe-
dido do patriota, ningaern ficou quelo aos recla-
mes do araigo da huraanidade ; tr.ta-89 de aura
graoJe jdea, de um bea ificio imraenso para ftos-
sos irmaos desvalido3, e eis que todos 03 nossos
concidadaos e hospedei fueinde toda partereraes
9a da cjae Ihe permittetn suas posses ; a humani-
dafre e' uma so.
Em pijuco tempo se ajuntam mais de cem con-
tos de reis em u.oeda, com que se pode dar prin
cipio a esse futuro uionumento le iiossa eivilisa-
cao, de nossa graodza ajloal : ba esperancas de
que em pcuco tempo se realisem quantia* sum-
mamente consideraveis.
Entretanto na-i ha qnem ignore que nos paua-
mrs ictTtteii'ate per uma ense dis mafs notavcis
de que ha memoria : 0 commercio paralysad\ a
agricultara derrotada, as jjeiiertB do pair s.em pre
qo, 0 desanimo geral an-.edronta a todos : mas 0
espirito de earidade cada vez mais se desenvolve,
e que todos querem curoprir a lei de De\fe:
A ma tea proximo
como a ti mesmo. >
Eis alii 0 que faz 0 beaemerito Sr. Commenda-
dor Lucena, eis ahi 0 que nao flzeram seus ahte-
cessores Eis ahi o grange crime de procurar
satisfaz<:r uma das mais urgentas necessidades da
proviocin quo sera uma fonie de beneficids aos
nossos patricids ; e nao slo Criminosos aquelles
que apenas passaram a vida entre 0 turbilhao das
miseras e triples caoaflas eleitoraes, e nos arran
jos de pa rentes f I
Cbega no omtanto a necedade, ou a tola m-
?eja a ponto tfe sA direr que Pernambuco nao
tern necessidade de un asylo, que 6 um gasto su
perfluo aquelle que se Bier com a coostruccib de
um novo edificio, que os loucos alii esido bem
accommodados. Se nao fstalouco quera escreve
semelhan es semsaborias, pedimos a Dens ifue Ihe
illumine a razao para penar melhor, para quft'se
nao diga que a c~usa i md porque e para Per-
nambuco, e se (6>-a para outra provincia, geria
muito baa. Cada um puxa a braza para ua
Sardinia.
Prosiga, Exm. Sr. Lucena, nio se desvie da no-
bre c hunianitaria carreira que encetou; lembre-se
que todos os beneflcios qua flzer a Pernambuco
faz asua provincia natal e a seus coraprorincia-
' no?.
Animo, avante : 0 futuro galardoara a V. Exc.
como bem Glim, como bom irmilo : deixe que os
zoiios se niorilam : os aoimaes damnad03 quando
nao podem inorder a alguem, acabam por mor-
der-.-e a si mesmos.
Recife, 21 de abril de 1871.
A. de A.
nf*ivarVn8. dekri-
','THIo nn
Minis pnlavrns ao publico.
Nao vanho a imprensa para defender-me das
tanias mentiras e caluinoial de qua tenho sidi a!>
vo, pur alguem d Itambe, porque esta3 mais de
nigri'.m 0 caracter de seu autor, do que 0 da wtfeli-
1:11 -iii-j ;i> soffra, mas siinplesmaate com 0 fim do
dar uma satisfa;ao a3 pe3-<9as seasatas qua lerem,
A opposiuit) qua eneontrei niqulla localidade.
ondo exerci o cargo da deUgado de policia, por
nlgiius inozes, e do qual acabei de ser dispensa-
do, oanca tavo vislmnbre da guerra politica.
Alguem divcontente corn a minha pessoa, quo
jamais se sujuitou aos sous mamlos e vontade,
tem por vezes vindo as columnas da Provincial,
P;>r iiitermcdio de outrji -0 nuem sabe se algum
reo de policia, e cemo um desconliecido, tem di-
to a men respeito 0 qua sua ma indole Ihe per-
mits, mis 0 criierio que se prende a redacjao da-
quelia folha torn patentemente se revelado cm taes
publicai;3es, como por exemplo na de 23 do mez
ultimo.
A redaccio da Proohuia conscia da3 inverdaJes
dessa cominunicacio, arraiou Je si toda a respon-
sabililade, arremestando-a para as ci.lamnas das
publicarJes a pedido.
Eis 0 qua liouveapenas descontentamento,-
a porque fui tao acremente censurado I
liasta de explieacoe?.
Nao tenho tempo para perder, e nem dinheiro
para gasrar em polemieas por jornaes, sobretud^,
faliam-mo habiliiaroes para isto, e nao quero de-
pan ler ilo quoin as te'ila.
Isto exposto, volto ao men silencio, reservando-
m? para os aconteclraenlos.
Se ao alguem a que ma refari assiste 0 direito
de jueixir-.-e de mim, qoeo faca pelos meios le-
gae^, e na imprensa levante 0 veo qua 0 eneobre
para que eu saiba a que a me dirijo. Esse expe-
diente e 0 mais conscutaneo aos qua nao receiam
contesta^-ao.
No Diario de 11 do corrente foi publicado um
fibaixo assignado, onle se acham os nomes dos
primeiros bomens do Itambe Esse espontaneo e
hoirostsshno docameuto poe-ma a cobertj dos
golpes vh e (raicoeiros Ja quern tio surrateira
e cobardeinente se occulta sob a capa do ano-
oymo.
Sao (atigarei mais a attencao do publico sen;a-
t> 0 li m-M, oir'a i|u:in sonente escrero estas
duas liahis, e pjr isso termia) offeresendo ao seu
tlHcret) joiw os document)) que abaixo publico
cam os us. 1, 2 0 3, e (jue bistam para minha
cabal ja.'tifleioSo.
Recife, 22 d'e abril de 1.374.
Antonio Gracindo de Gusmlo Lob'.
DOGUjftarros.
N. 1.
film. Sr. Dr. juk de JTeit) da comarca d> Ti-
lar. 0 cspiWo Anton'o (Inciado de Gusmao Lobo
precisa para ju-ti li.n 0 direito proprio, que V. S,
coma jail de direito da c.nnarca viziuha a csta, se
digae attest ir Hie sobre os ite.ns sogumtes :
I.' qi 1 pr i-.'limento civil e moral do suppli-
cante, durante 0 tempo que no term) ile Itambe
ex ircea 0 cargo de deh'gado de policia ;
i.' se omquanto e?teve naquelle exercicio mos-
trou se on nio s)licito no cumprimento de saus
deveres, e mesmj se censtou a V. S., que 0 sup-
plicanta praticas^e algum a:to pelo (|ual poisa
ser respmsabilisalo Nestes termos peda 0 sup-
plicante a V. S. deferiment>, e recebera merci?
(Estava cjm uma estampilha de 200 r&s e inu-
tilisadaeom 0 seguing) : Itanbe, 27 de margo
de 1871. -Antonio Gracindo de Gasmilo Lobo.
Na qualilada de simples cidadao, attesto pur me
sar pedido, que 0 proce liraento do requerante
como autoridada policial, ijue foi na vizinha villa
e comarca de Itambe, me mereceu 0 mais 1.3 >nge:ro
concetto ; e sempre ouvi tratar bem de sua soliei-
tuda no desempenho das funcjoas policiaes que
exerceu, considerando 0 de um caracter protj e
honesto a toda a prova.
Villa de Pedras da Fogo, 27 de inarco de 1874
Cl'judiano Bezerra Cacalcanle, juiz de direito
na comarca do Pdar.
N. i
lilra. Sr. Dr. pronotor publico da omafca d>
Pilar.0 capitao Antonio Gracindo de GusmSo
Lobo precisa para justo fim, qua V. 3., como pro-
motor publico da comarca vizinha a esta, se digne
attestar-lhe soore es ileas seguintes .
!. qual 0 procedimento civil e moral do suppli-
canta durante 0 tain jo quj exerceu 0 cargo de de-
legaJo da pjlicia do termo de Itambe ;
2. se durante ejse lapso de tempo 0 supplican-
te foi ou nio solicit) n) cumprimento de seas de-
veres ;
3." se niesmo constou a V. S. qua 0 supplican-
te no exercicio daqualle cargo, praticou algam
acto indecoro30 e pelo qual deva ser responsabi-
lisado.
Nestes lermos 0 supplicante peda a V. S. deferi-
mento, e recebera merci5.
(Estava com a estarapilha de 200 reis e inutlli-
sada com 0 seguinta) : Itambe. 27 de raarjio de
1871.Antonio Gracindo de GusmOo Lobo.
Attesto que darante 0 tempo de meu exercicio
nesta-comarca, e ouvindo as pe3oas quo ma me-
recem conceito, cmsta-rae que 0 supplicanle,
quer como particular quer como homem publico,
lem-se portado de raodo irreprehensivel e louvavel.
Pedras de'Fogo, 27 de marcj) de 1874.-0 pro
motor pablico da comarca do Pilar, Joao America
de Caroalho.
N. 3.
Hint Sr. Dr. promitor publico da comarca; de
Itambe.-0 capitlo Antonio Gracindo de Gas'mio
Lobo, para justo fim e direito proprio, precisk que
V. S. se digne attestar-lhe sobre 03 itens seguintes:
!. qual 0 procedimento moral e civil do san-
piicante -Jutaute 0 tempo que exerceu 0 cargo de
delegado de policia deite termo';
2* se foi ou nao solicito no desempenho de seus
deveres ;
3.' se ae soltarara ou nao foguetes e bombas por
occa3i4o de chegar no dia 24 do corrente 0 as-
tafeta da capital com a aoticia de saa exoneracao
daquelle cargo.
Nestes terri>mii
mantle ftclblAfc
< #*vat-xpHiinl sfatlliwl#irdi|e inutf-
lisadf cbiirb^fgWhe) : '^lBB(leV''e nnrco do
1874.rjirli| AUesto que o'p'eticionafio durante .o_ tompo qu!e*
occupdu 0 lugor de dalega to de policia desle ter-"'
mo leva exemplar conducta civil e moral ; qua'']
foi sempre zeloso cumpridor dos deveres inheren-
tes a ease cargj, e de um expediente intehigente
e rapiJo ; e qua ao chegar a esta villa a notic a
de sua exoneracao, soltaram se foguetes e boin-
bas, produsindo isto indigaacao no animo de to-
das as pesssoas seasatas desta localidade.
Itambe, 31 de mareo de 18740 promotor pu-
blico interin), Jose Eastaquio de Olioeira e Silea.
\0 Sr. capita* do porto.
Acaba o Sr capitio do porto, Jo.iqnim Jose da
Silva, de uraticar urn acto de summa justica, e no
qual attendeu aos interesses, tanto pablico como
particulars.
Todos sabem que as inundacoes do rio Capi-
baribe causam muilos estragos, sendo que suas
exoavacoes tem feito derrubar ranitas proprieda-
des, como ninguem ignora, principalmenie na altu-
ra do Caxaaga. Muitas pessoas estavam acostu-
maJas a extrahir areia do rid para soas edilica-
!'6j, e ate mesmo em Ingares particalares.
Ultimamente um proprietario oppoz-se a qua al-
guem fosse tirar areia em lagtr em qae a exeava-
oio causaria- risco ao seu presto; e entao es3e al-
guem, querendo impdr sua vontade, requereu ao
digno Sr. capitao do porto autorisacio para ti-
rar areia no dito rio. Mas feh'zmente consta-uos
que essa autorilade, que sabe curaprlr seus deve-
res e attevdef aas interesses publiebs, indoferio a
petioao.
Folgamos de registrar fados, como este, qae mui-
to honram e recommendam a quern os pratica.
Ja faziamos am bom conceito do distlncto Sr.
capitio de mar e guerra. Joaquim Jos6 da Sllva ;
e pots j com satisfacao que vemo-lo cooflrmado
pelo referido acto.
P.
a
1:51644
JAmaradro.
iJuimariej.
'dam. do dia 21. -
14.38U, .
ibVV
Yiuwlra porta
iegunda porta
fftrceira porta
ynarta porta
Tt apicb Ct
328
67
207
ipfflra Ccnceica?
587
22,699
SERVigO MARlTfMO
**rangas desearregadas no trxpicle da
aMaadaca :
No dia I a 20.....
No dia 11.......
So trapiche Coneei&iLo .
de vez.
Celorico de Basto.
Caminba.
ManguaMe.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova dePonimSo.
Baffiinos. hgfieffa.
Coimbra. Laraego.
Wflnldta. Esiartaja
I'enaQel. Vafenca.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
ORvelra.de Alemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Fa.oalicao.
60
60
HlfitiSBBD&ttiA. DE RSNDAS IHttRNASGU-
RASS'B* PeRNAMBlHN.
-tandimenta dq dia -1-a 20. 34:525/il70
dam do dil 21 MttH&
Ue.p09tn no Sr. '". r-orte-Reul.
S.'S. riSo me offfefeceii 0 seu drama
Nunes Machado ou a heranga do condem-
nado.
Respondentlo-a primeira perjjunta, a se-
gonda n3o tem r'azjo deser.
Vicente de Oliveim.
DA
S.;nlissiia TriiMkdo.
Neste estabelecnuent) de instruccao e educarao
de meninas, sob a directoria da Exma. Sra. D.
Philomena Jersey, e suas Exmas. innas D. Lande-
lina Jersey e D. Olindina Jersey, admiitam se edu-
candas mediante a pensio mensal de 40j, sem
mais (utra despeza, e aprendem: lingua nacional,
inglez, francez 0 italiano, fallar, escreter e tradu-
zir; geograpliia, arithmctica, historia, piano, dan-
Qa, muslca e desenho; toda a csnecie de bordado',
e os melhores principios da religiao ehrista. No
interior do eslabeleciinento falla-se somente fran-
cez, e e incompativel 0 professorato do sexo mas-
culino.
O
verdadeiro remedio em seu
?erdadciro tempo.
Jamais se devera fazer pouco caso da tosse e da9
constipaci'es, e nem tao ponco esperar ate que os
pulmdes inflammados e ulcerados, nao deixem
mais esperanga algana. Logo ao priraeiro e mais
leve symptoms, acuda-se immediatamente e lance-
se mao do mais delicioso e melhor remedio pQlmo-
nar conhecido. 0 Peitoral de Anacahuita de Kemp,
6 por sem duvida alguma 0 remedio mais podero-
so e efflcaz para combater as affecpoes da gar'gan-
ta e palmOes, que a sciencia tem encontradb, a
experiencia comprnvado, eo te.temuaho humano
perfeitamente approvado. A sua composicao e in-
teiramcnte vegetal, e perfeitamente inolTensiva,
conservando-se, inalteradamento em todos os
paizes, adaptando-se admiravelmente a todas as
idades, temperamentos e constitutes. Suas cu-
ras maravilhosas sao completas, nio deixaadona da
a de-ejar-3e. E' de summa utili Jade em -odos os
casos extremos; port^m, vale mais usa lo logo des-
de 0 eoinego de qualqaer uma molestia.
41.035*695
UOCvSULAlM)- PROVi-NClAu
Randimento do dia I a 20. .
liiB*'dia-21
W7
J985
98:81U182
SEGDROS
KAUnms
L^MMEUMf.
JUNTA DOS CORRETORES
Prapa d de tt84.
AS 3 IIORAS DA TARDE
OTAQOES OtTI-IAKS.
Algolai de I'Sorte 852 0 por lo kilos, bontem.
Assucar bruto bom 13600 por 15 kilos.
Garabio sobre Londres a 90 d|v. 23 7|8 d. por
1*000 baneari).
H. de Vasconcellos
Presidente.
A. P. de Lemos
Seeretario.
fte idimaaio
'am do dH
hi
di*
.FANDRGA.
1 i 20. .
621:173i298
34:130;869
6"8:30oil67
Descarregam hoje 22 de abril de 1871.
Vapor francez Vllle de Santos (esperad')
mercaderias para alfandega.
Patacho inglez Gerda mercadonas para al-
fandega.
Patacho inglez W. A. Meney varios geaeros
para 0 trapi:he "'once'gJo, para despa-
char.
liuportacSo.
Brigua oort lgiaz Cotete, entrado de Lisboa em
24 d > corrente 0 con-ignado a E. R. Rabello & C,
manife-tou :
Azulejo3 118 eaixotes a Bernardino Duarte
Campos 4 G. Azeito de Oliveira 3) oarris de quin-
to a Luiz Jose da Costa Amorim 5c C.
B itatas 102 caixas ao capitJo.
Cebolas 10!) caixas aos consigaaiarios.aO ao ca-
pita). Came da pore) em latas 4 caixas a Borges
& Irmao. Cabos da Cairo 12 pejas a C. C. da
Costa Moreira. Cesteiro 1 encapado com I a Sil-
va Guimaraes & C.
Farelb 450 saccosaSHva Guimaraes & C, 25
a Jorge J. Tasso.
Padra3 393 volumes a Jose Augusto de Araujo.
Senneas 500 sacos a Silva Guimaraes k C.
Touuaho 40 bawi; inteiro3e 10 dttos meros a
Luiz Jose da Costa Amorhrt & C
Velas de cera 200 caixas ao3 consignatarios,
25 a Silva Guimaraes & C, 25 a Oliveira Filhos
A C. Vinagre 10 pipas e 45 barris da quinto a
Luiz J)se da Costa Amorim & C. Vinho 23 bar-
ris da quinto a J. C. Baptista, 5 ditos e 30 deci-
mos a Tasso Irmao k C., 15 pipas a Thomaz de
Aquino Fonceca A SUcessores, ti ditas eJi bar-
ris de quinto a Rosa & Irmao, 11 e 15 aos con-
signatarios, 23 e 55 a Silva Guimaraes A C, 13
e 3 a 1 -r.r.i 1 A FdUtf, 1 barril de quarto a M.
R. de Carvalho.
D<-sPAOUOS DE EXPORT-VCAO NO DIA 20 DE
ABRIL DE 1874.
Para os vortos do exterior.
No vapor inglez Pire Quin, para Liverpool,
carregou : Keller A C 300 couros verdes salgados
com 6,300 kilos.
No vapor portugriez Almeida Garret, para
0 Porto, carregou : I. P. de Carvalho 2 barncas
com 73 kilos de assucar. 2 ditas com 80 ditos de
farinha de mand'.oca, 1 caixao com 13 latas da
doce em raassa ;om 30 kilos.
No navio hespanhol Marian*, para o Rio da
Prata, carregou: H. B. Oliveira Junior 450 barri-
cas com 50,580 kilos da assucar branco.
. No navio nacional S. Luiz, para 0 Rio da
Prata, carregou : M. L. Paes Barreto 400 barricas
com 4.437 kilos de assucar branco, 50 ditas com
6,506 ditos de dito raascavado, e lOOii com 3,622
ditos de dito braftco.
No patacho nacional Jaboatdo, para 0 Rio da
Prata, carregou: A. Loyo 187 barricas com 24,276
kilos de assucar branco.
Para ot portos io interior.
Para 0 RH Grande dp Sul, no navio pacional
Alianca, Carregon : F. R. Pinto GuimataBs 550
barricas com 71,391 kilos de assucar branco.
. Para 0 Rio. Grande do Sul, no brigue nacio
nal UniHo, carregou : Amorim Irmaos A C 50|2
barricas com 3,830 kilos ae assucar branco.
UAPATAZIA DA ALFAJCfiRGA
ftandimento do dia 1 a 20. 12:868^334
COMftA 0 FOGO.
A cOtn'panhia Indemiusadora, estabelecidj
aesta praija, toma seguros maritimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra fogc
em edificios, mercidorias e mobilias: n*
nja do Vigario a. 4, pavimento terreo. '
A casa commercial ebancaria deAagusto
\q d'Oliveira & C, ci rua do Commercio ns
12, encarraga-se de execugao de ordens
para erabarque te prodyetos e de todos o-
mais negocios de1 eommfssae, quer commer-
ciaes, quer baiibartos.
Deconta lettras, e toma dinbeiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
aazo, a" vontade do tomador, s6bre as se-
guintes praijas estrangeiras e nacionaes :
laondres. Sobre 0 union bank of
LONDON, O LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
(ft C, JTAKCUARl) ANDRE & C. 6 A. BLJlCQUE,
VICNAT, & C.
Hambnrgo. Sobre os Srs. joao
Scnc BACK & FTtH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTlAO JOSE BE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do porto
o Sr. JOAQuni pinto dafonseca.
Para. Sobre o banco commercia-
D0 PARA, e OS Srs. FRANCISCO GAUBENCIO DA
COSTA & FILHOS.
MaraahftO. Sobre o Sr. jose ff.r-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. s. s. de vas-
concellos & SONS.
Bafctia. Sobre osSrs. marinhos A c.
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASIUEN'N'E FRANCAISE.
Edital com prazoda 30 di^s
n. 152
Pela inspectcria da alfandega de Pernambuco
sefaz publico que achandose 33 mercaderias
contidas nos volutntes abaixo nen:ionados no caso
de serem arreraatadas para consumo, nos termos
do cap. 6 do tit. 3' do regulameuto de 19 de
setembro de 1869, os seus donos ou consignatarks
deveriio despai'ha-las no prazo de 30 dia?, sob
peiia de, finub'elte.seren} vetfdidas por sua conta,
sem que Ihes fique competindo allegar conira os
efleitos desta venda.
PorUIaij do Buraco.
Marca diamante J. 'i00 barris de quarto, com
polvora, viudos de Lottdres na escuna ingleza
Perseverance, e desCarrega'dos em 18 da setembro
.de 1873.
Marca B B.-300 ditos idem idem idem.
Marca dianaute Monies. -200 ditos, idem idem
idem.
Alfandega de Pernambufco, 18 de abril de 1874.
0 inspector,
Fafcio A. de Carvalho Reis.
j.eguros
GOttPANHIA ALLIANCA
maritimos e terreti
tres estal)elecida na Bahife
em 15dejaneiroeml870
CAPITAL 4,000:000<>000.
Toma seguro de raercadorias- e dinheiro
iteo maritimo em navio de vela e vaporei
jjara dehtro e f6ra do imperio, assim comi
ioritra fogo sobre predios, generos e fa
'ondas.
Agento : Joaqiiim Jose Ooucalves Beltrao
na do Comtncrcio n. 5, l*andar.
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercaderias
iretes, dinheiro a risco e finalmente de qual
tuer naturcza, em vapores, navios \i ela ot
arcacas, a premios muito modicos.
RUA 1)0 COMMERCIO N. 3 4.
Seguro conira-i'ogo
fHK LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Aaronies
SATJNDERS BROTHERS dt C.
ftCorpo Santo11
NORTHERN.
:apital..... 20,000:0009001
Agentes,
Sills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
BANCO COMlIiL U BRAGA
Jorge Tasso
Sacca sobre este banco e suas agendas
guintes cidades e villas:
Portugal.
Amarante
Anadia
Arcos
Avelro
Barca
Barcellos
Beja
Ghaves
Coimbra
Goura
GoTllha
Etvas
Extremoz
Famalicio
Faro
Figueira
Ouarda
Guimaraes
Bjww
Lamego
Faval.
nasse-
Lisboa
Melgaco
Mirandella
Moncao
Pena-flel
Pinhel
Ponte do Lima
Porte-m5o
Porto
Povoa da Varzim
Regoa
Ta vira
Valen;a
Vianna
Villa do Conde
Villa Real
Vinhaes
Vizeu
Villa N. da Cervelra
Funchal
B inco do Minho.
Joaquim Jos* Gonjalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Anadia. Evora. Munsao.
Aguida. Fafe. Ovar.
AVelro. Faro. Porto.
Beja. Guarda. Tavira.
Chavesi Leiria. Hegoa.
Elvas. Lfsboa. Yizeo.
Villa do'CoBde.
\us illias.
Madeira, S. Mlgnel, Faial e Terceira.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
Kavega^ao costeira a vapor.
DIViDENDO NONO.
Esta companhia paga o seu nono dividendo, a
razao de 3 0|0.
mmn m mm
Navios enlrados no dia 21.
U*}$* -P dia-, brirjie. poruiguez Cotete, de 22'T
toneladas, capitao J. P. Galvao, eouipigera 15,
carga vlono e outros gfenerbs, a E R. Rfbeilo
Navio sahid wmtsmo dia.
Itlo da Prata tares brffsiteira :Vowi Marlant,
eapitto Jese" F. E. Rodrigues, carga assflear e
mais geceros.
Rio Grande dp Sot brlgoe brasilaire Amelia,
capitao M. B. du Sowis," chrga arssucar e outros
generos,
l.V iu'.; -i -,1,-1
. .
^5!
' < i"
Edital n. 154
_Pela inspectoria da alfandega se faz publico que,
nao tendo sido arrematada, por faita de concur-
rencia ao valor jjlHcial. 112 kilos de cobra vclho,
avaiiados por 675200, annuueiados a leilio por
edital n. 140, se transfere a mesina arreinatacao
para as 11 hoi as da manha do dia 23 do corrente,
a porta de-ta reparticao.
Alfard ga de t'ernambuco, 21 do ubril
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Cnrvdho Reis.
O'Dr. Sebaniao do Rcg-i Barros de LaoerdS, juiz
d': direito especial do Commercio, nesta cidade
de I'ernambuco, por S. M. o Imperador, etc.
Faco saber aos que o preseute edital virem e
delle noticia tiverem, quo por parte de Machado A
ISrandfi'i, liqUidatarios da extincta linna Silva Ho-
cha A Machado, me l'oi dingida a petiQao do theor
seguinte :
lllm. Sr. Dr. joiz de direito especial do commer-
cio.Macli do & ISrandito, devendo-lhes Manoel
Pereirada Silva Wanderley aqaantia de 442*760,
saldo da de 1:9015560, importancia de mercado-
ri'as que comprou a Silva Boeha .^Machado, e
naais uma letra de 1445210, ven'cida ^26 de ju-
llio de 1871, de quern taric, e querendo interromper a preseripcao que
esia eminepte ao debito do saldo da quantia acima
de 1:9015740, que sio contas de hvro, requerem
a V. S. se digne de admitti-los a fazer seu protesto
na forma do art. 453 d > codigo commercial, la-
vrando-se o respectivo termo e sendo este iotima-.
do ao devedor por editaes, visto achar se ausente do
seu domicilio eem lugar nao sabido, o que jufelifi-
carao, digne se V. S. designar dia e h um.
Nestes termos pedem a V S. deferimento e rece-
berao merc6.
Recife, 10 da marco de 1874. 0 proeurador,
Joaqui i) Jose de Luna Freire.
Estava selladadita peticao com o lellode estam-
pilha de 200 rei-, legalmente inutilisada na forma
da lei. Na qual dei o despacho seguinte : Dis-
tribuida, como requerem, sendo justilieada a au-
sencia e juntas .a conta e a letra.
Recife 10 de marco de 1874.Barros de Lacer-
da.
Em virtude do meu despacho, fora a peticao
distribuida ao escrivio deste juizo Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento, o qual fez lavrar o ter
mo do protesto s.'guinte :
Termo de protesto.Aos 10 dias do mez de mar-
co de 1874, na cidade do Recife, em mau cartorio
appsreceram os sapplicantes Machado & Brandao.
Iiquidatarios de Silva Rotha & Machado, por seu
bastante procurador o sofrcitador Joa.paim Joe de
Luna Freire, e disseram peranto mim e a3 teste-
munhas infra assignadas que reduziam a protesto
o conttiido de sua peticao retro, a qual offereciam
como parte do i resente que lica sendo, e de como
assim o disseram e protestaram, Iancei este termo,
no qual depnis de lido se flrmou com as ditas tes-
temunhas. Eu, Secundino Heleodoro da Gunha,
escrevente joramentado, o es'crevi.
Eu, Manoel Varia Rodrigues do Nascimento, es
crivao, o subscrevi.Joaquim Jose de Luna Freire,
Manoel Antonio Cardoso, Francisco Joaquini Perei-
ra da Silva.
fi tendo os suppIicantes prodnzrio suas testemu-
nhas, que juraram acbar-se o supplicado ausente
era lugar incerto e nao sabido, sellados e prepara-
dos os autos, subiram a minha conclusao, e nelles
dei a sentenca segiiTnte :
Hei por justilieada a ausencia do supplicado a
quem o protesto de folhas, sera intimado per edi-
taes com 30 dias de prazo, afflxados e publicados.
Custas ex-causa.
Recife, 18 de margo de 1874.SebastiSo do Re-
go Barros de Lacerda.
Por forca desta minha sentenca, o escrivio fez
passar o presente edital, pelo qual cjiamo, cito e hei
por intimado ao dito Manoel Pereira da Silva Wan-
derley, para que compareca neste juizo dentro do
prazo de 30 dias, afim de allegar o que for de jus-
tice.
E para que chegue ao eonhecimemo de todos,
mandei passar o presente, que sera publicade
pela imprensa e affixado nos lugares do costume.
Cidade da Recife, 21 de marQO de 1874. Eu,
Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, escrivao,
o subscrevi.
Reciic, 22 de mar^o de 1874.
Sebostiao do Rego Barros de Lacerda.
8MMMJ
fc^M-WLaBCTI-V**f1*Hqgr']Cs^>
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Vpmla de predios
A Illm.-i. junta administraliva desta Santa Gasa,
levidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessdes, peias 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, venie ou peririuta por apolices da
divida publiea os seguintes predio*. pertencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
admluistradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
najqyde 3 andares n. 17, por 5:5005 ; becco do
brado' 3' parte do sobrado n: 1. por 2:6665666
rua da Uuia, sbbrado de dous andares n. 69, por
6:0005 ;"rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:4005, sobrado de um andar n. 30, por 2:0005,
dito meia-agua por 5005;- rua dos Guararapes,
casa teirea n. 85, por 1:1005 ; rua dos Acougui-
nh"6s, cosa terrea n. 26, por 6004; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 4005 ; raa da Soledade, dita
n. 72, por 700/ ; becco do Teixeira, oita n. 6,
nor 2505 ; largo das Cinco Ponus, terreno, por
1:0005000.
Secretaria da Santa Casa da Hisericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivio
Pedro Rodrigues de Souza.
jlllSltM filQUliar E
OTHICO MMHGJIi.
Usreri sessao ordinana quinta-fita, 23
do corrente abril, petas 11 boras da ma-
nha.
ORDi'ardb dia.
i. Parewfris e tfabslhoe de commis-
s6es.
2.' Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 20 de abril de
1874.
Jose Soares d'Azevedo.
___________ Seeretario perpetuo.
Pela administragSo dos correios desta pro-
vincia se faz publico que se acha raarcado o prazo
de 30 dias, a contar da presente data, para o con-
curso de uma vaga de praticanle. O coneurso tera
lugar na mesma adraMstracao, e coh?tara de
exercicios de caligraphia e dMhographia', aritbme-
tica elementar, comprbhendeado o oso do sj'stema
metrico e nocSes geraes de geographla, de confor
mldade com o artigo 38 do regulamento de (2 de
abril de 1865. 0 codheciitfsnto das liugbas es-
trangeiras dara direito a preferencia. Os candi-
dates deverSo proVar com certldso n5o cerem me-
nbs deWatrtios. nem riiaifde 30 annos de idade,
e apreselitar certiflcado medico de boa saude,
ci/fn"o dispoem os g| e 2 do art. 40 do predilo
regbfamento.
Admidistraj'o dos correios de Pernambuco,
21.de abril de 1874.
0 admiuistrador
________________ Affonso do Rego Barros.
0 administrador da recebedoria de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tesdo imposto sobre industrias e profissoes,
que e neste mez de abril que tem de ser
pago, sem mulla, o 2. semestre do exerci-
cio de 187374, depots do que serd pago
com a multa de 6 %
Recebedoria de Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
Pela thesoararia de fazenda se declara que o
prazo marcado para o recolbimento das notas de
2s5 e505 da quarta estampa, sem desconto, finda-
se, para as primeiras em 31 de malo, e para as
segundas em 30 de junho vindouro, sendo que
d'ahi em diarite serSO trocadas com o descouto
mensal de 10 0|0 at6 ficarem sem valor.
Secretaria da thesouraria de fazenda, 11 de
abril de 1874.
0 2 escripturario, servindo de seeretario
Garlds Joia de Souza Gorreia.
SANTA CASA DA MtSEftlCOKlilA DO
RECIFE.
A lllina. junta administrativa da santa casa d<
ilisericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessdes, no dia 23 ae abril pe-
Ias 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tr ipi'lfiM-do^
ESTABELECIMENTO DE CARIDAOE.
Travessa de S. Jose.
Gasaterrean.il. ...... 2015000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........2SO5O00
Idem n 34.......2405000
Padre Floriano.
Idem n. 49 2075000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. M4 3621TSG0
Rua da Alegria.
Idem n. 31........3715000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........1565OC0
Rua de Antonio Henriques.
idem n. 26........995000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Gasa terrea n. 1.6.......209500C
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421500C
jRua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000/096
IRua do Pilar.
Caia terrea n. 100......24UO0C
Rua do Amerim.
Idem n. 34........1225000
Rua da Guia.
Idem n. 29........2015COO
Rua dus Larangeiras.
Casa terrea n. 17......3615000
Os pretendentes devcrao apresentar no acto da
arrematacao a3 suas fiancas, ou compareceren:
icompanhados dos respeetivos fiadores, devendc
pagar alem da renda, 0 premio da quantia en
jae for seguro o predio qua contiver estabeleci-
mento commercial, assim como 0 servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da sanU casa da raisericordia do Re
life, 17 de marco 0 di 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Armazens da companhia per
nambucana.
^('Suriw contra o foso
A companhia pernambucana, dispondo de ex
sellentes e vastos armazens era seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em gera!
para deposito de generos, garantindo a maior con-
iervacao das mercadorias jlepositadas, servigo
prompto, precos modicos, etc.
Tambcm recolhera, mediante preyio accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessua.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiraratnte novos e aspbaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escrigtono da com-
panhia pernambucana, que acharao com qnem
tratar.
GQMPMrM
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
e Beberibe.
De ordem do presidente da assembled geral da
companhia acima sio convidades os accionistas
para a sesslo ordinaria, que deve ter logar no dia
22 do corrente mez segundo disp5e 03 estatntos,
afim de ouvir a exposicao demonstrativa apresen-
tada pela directoria em relacao ao movimeoto da
companhia durante os 6 mezes anteriores : a
reuniao tera lugar no dia acima as 2 horas da
tarde e no lugar do costume.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 sejeretorio,
Luiz Lope* Gastetlo Branco
Santo Antonio
Quarta-feira 22 de abril.
Primeira representacao da cbmedia-draraa em 3
aet)s, original braslleiro do alctor BaHia :
Dims paginas diim livro.
Ueuomiiiacilo dos aclos.
I.'
0 BarJo de Biriba.
!
0 pelotiqueiro.
3.-
0 livro verde.
i Personafens.
Maria
Jnfla
D. Carlota
Belmiro
0 commendadur
Barao de Bir.ba
Leandro
Eduardo
Dr. Ismail _
A acgao passa se no Bio
actualidade.
Terminara o espectacufo
da importanto comedia em
------------~------
Aefores.
D. Manuela.
D BHnr.
B. Olvmpia.
0. Josepbin.
:homaz.
PriDcipiara As 8 1|2 boots.
Bahia.
ftatos.
Ptofindo.
de Jaseifo. Bpeha
com a represeulafao
1 acto:
W
Santo Antofik)
. EMPpZA-fKEHTE.
Quinta-feira 23 do corrente.
Recita ertratfrdiharia.
Gujo producto serft applieaao a educarao de um
menor.
Representar-se ba o mnit) aglpIauJido drama
em 1 prologo e 5* ados :
One ja leve e mm \m feiii.
0 pai do benefielado agfadece p^r si e seu filho
o generoso auxilio que Ihe prt-.-taram.
Principiara as 8 1|2 horas
THEATRO
phenix mum
Mm: LIMA PENANTE
Quinta-feira 23 de abril.
Definitivamente ultima representacao do applau-
dido drama sacro em 12 quadros e l epilogo :
Santa Clolilde
RAIMA DE FRANCA
Terminara o espeetarulo com a graciosa seen*
comica represeniada pelo actor I'enanle :
9f lm jesnifa m g.irganta.
Principiara as 8 1|2 horas.
Aviso.
A empreza previne ao illu.-trado publico desla
capital que contintia em ensaios para subir a sce-
na o mais breve possivel o apparatoso e impor-
tante drama historico nacional en 1 prologo, 4
ados e 7 quadros, escripto pelo Sr. Dr. Gorte-
Real, denorninado :
Nuncs Machado
ou
A Iterant1 a do eoiitamik
As pessoas que quizerem tulhetes para este es-
pectaculo podem dosde ja encommenda-los no
theatro.
it.ii u*jin'ii
0 lugrc portuguez Julio pre'endo sahir com to-
da a brevidade por ter quasi toda carga promma:
quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com os consignatarios T. de Aquino
Fonceca & C, successores, rua do Vigarie n. 19,
1. andar.__________________________________
Porto por Lisboa.
Pretende seguir para os referidos portos, com
poucos dias de demon, a barca portugueza Novo
Silencio, de primeira classe, capitao Ferreir?, por
ter a maior parte de sua carga prompla ; e para
a que Ihe f.ilta e passageiros, para os quaes tem
bons commodos : trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose Goncalv. s Beltrao & Filho, a rua do
Commercio n. 5.
PROGRESSD MARITIMO 00 PORTO
Empreza porlueiise do navega-
oXo a vapor entre Portugal c
o Brasil.
r
0 vapor
yi
Comniaudasito Tosuasini
A chegar do sul em 26 ou 27 do corrente de-
pois de pouca demora dentro deste porto, partini
para Lisboa e Porto.
Ainda se contrata alguma carga e passagens do
terceira classe no escnptorio dos
AGENTES
Iv It. Rabello ft C.
48 Rua do Commercio 48
Real companhia de paqwetes in-
glezes a vapor.
Ate" o dia 27 do corrente, espera se da Europa
o vapor inglez Dourc, commandante Thwaites, o
qual depois da demora do costume seguira para
Buenos Ayres, tocando nos portos da Bahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Boyne, commandante F. Reeks,
o qual depois da demora do costume seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, frete3 etc., trata-se na ageticia,
rua do Commercio n. 40.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM-
PANY
BOYAL MAIL STEAMER
Commandante C. C. Brouah.
espera-se dos portos do sul at6 o dia 10 de raaio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde r*s-bera
passageiros, encommendas, carga e dinheiro a
frete.
N. B.Nao sahira antes das ires horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe Jl C
14RUA DO COMMERCIO-14.
i y
:
r
a
i .


Diario de Penialroco Quarto, feira 22 do Abril d MM.
COMPAMIA PERIU1WUCANA
DE
laveca^A* cost* rna.* vapor
'NA.
0 vapor .Vamtoau^
commandante Julio;
seguira para os por*
tos temia no dia l>
de irumo, as 9 boras
da.noite.
Recebe carga, encom neadas, -passageiros e di-
nheiro a fret* : ssriptorio ne-Porto do Mattos m
! los
Cssupauliia tlliaiic-a Ularitiasa
i*sasaense.
EMPREZA Dt NAVBCAQAO KSTRE'PORTUGAL B BRASH,.
BARCA PORTBGUEZA
Este ojvio recobe carga e passageiros para LisT
qta e Porto, deveodo aahir dentro em poucos dias,
visto ja ter parte do seu carregaraento contra-
ttdo.
Agentes -e consignalarios
JOSE' DA SILVA LOYO&:LHO
tros objectos QUARTA-IEU 82 DO CORRENTE
A's 1 i horas em pODto
no referido armazem
Pel* prepasta dotagente Pes-
dana.
LEILAO
COMPAMIA -
BE
IXVVEGVCVII 'BASHAW
LIM1TADA
Macelo, Penedo, Aracaja
Rahia.
E' esperado ate o dia 2 do corrente c \apor
Gastao de Orleans, o qnal seguira para os por-
ios acima do dia seguiotcto de sua chegada.
Rocebe-se carga, passageiros e dioheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Olraeira Azevedo.
57Raa do Bom Jesus37
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
DE
moveis, firos,- Hoje
As 11 boras-da manha
pRua do Marquez doOHnia n.37, primeiro andar.
lima grande quantidade deubras de litteratura
esciencia, em fraocez, inglez, allemio, latira e ita-
liauo, 1 bum e quasi novo-piano de jacaranda, I
ciagnifica mobilia do muguo ^aro, c mposta de I
sofa, 2 coosolos, 1 mesa-da meio de ,-aia, tampo de
pedra, 4 cadeiras de iiraco. e 12 de guarnicao, 1
dita de mogoo, 1 guarda-rotiju de amarelio, i
mesa de abas, com gavetas, oe dito, 3 baneas de
dito, evernisadas, 2 lavatorios de dito, 1 mesa re
dondav de dito, i aparador. de dito, 4 cabides^i-
versos, 1 guarda,-comida de aramc, 1 pedaco de
aJcatifa, 1 bandeja, 1 campa, pesos para papeis, 1
redoma, 1 vaao para agoa, 1 lampariua de por-
oelaoa, jarra, I moiafeo, para cafe, 1 appareihe
de.porcelaaa com pie to para Javatorio, garrafas de
vidro, compoteiras, 1 lanterns de augmento, e
oiuilos outros artigos qoe *e venderio por coott
de uma pessoa que mudou daresidencia.
fazejala?, perfaraarias e ferraraaotas para sapa-
teiro
HOJrTC
A's lO liS horas.
.No-sob-ida da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andr.
A SABER:
Leacos de linho, vestidos bordados, saias para
senhoras, fitas de velludo assetmado, franjas e
trancas para enfeites, -Igumas fazendas avariadas,
furmas de tarracha para alargar botinas, cortadei-
ras de aco, ferros de trisos e de encosto para car-
retilhas, martellos para taxiar, ditos para bater
sola, eabos de sovellas, ferros de beira, paos las-
ticos, oleo de babosa para cabello, sssencias para
leopo, ,4 fardos de fio de vela, e outros maitos ar-
tigos.
finidade de objectos d
-uso domestic, que sera
vendidos por conta de di-
versos
co correr-domartetto
<)uinia feira 23 do Cdrmite
as 11 feoras
rEIHA NEMAN \L
H~\\m d:5 ln^rarfor-IC
ARMA1KM.
Grande aargeocia
rccisa-se do uma -araa que queira ca-
bar de amameiitarumn manga de umaooo,
fluctn, pois, quizerffazer este negocio ap-
kparoga no 3.amiar desta typograpcia, para
tratar com urgneia.
Aluga-se o sobrode de urn aadar o i^i. o
fltai tem prnporrStspara casa do negocio, oito'
noJ^rgoda nbeira da (reguezia de S. ie^e. S.;'
^id*ertindo que tambem so aluga separadamente :'
artratar no mesino Jteima referido, ou oo paleo de
S. Pedro, snbrado b.-fl.
IDE
HKWois, lougas, joias de.ouro, objectos da
prata, 1 rico santuario e outros rauitos
artigos
Se lUa-foira 9.4 oW corrciiic.
A'S 11 HORAS DA MANHA.
No sobrxdo n. 50 da rua do Bom Jesus,
.primeiro aodtr
I'm piano forte. 1 mobilia defaia, a medalhio,
I dita de .amarelio, 1 mesa elastica, toucadorea-
cadeiras avulsas, 1 rico Xaqneiro, col bores do pra-
ta, concha,4 apparelho de electroplate, marque,
zao, 2 marquezas, I espelho ^rande de moldura
dourada, fluarda- vestidos, guarda-louca, mesas do
pinho, i bagatella. serpentinas, A revolver, 1 me-
sa para advogado, aparadores, Joacas, janvs, pa-
res de lantemas, quadros, redomas com flore?,
serpenttnas de bronze, toilette com tampos de pe-
dra, trem de cozinha.e ontrosmuitns artigos.
0 agentc 'Pioho Borges, autorisado pelo Sr. J.
J. da Silva Pinto, vendera os moveis e outros arti-
gos an ma mencionados, os qoaesforam transpor-
tados da Passagem p,ira o sobrada acima decla-
rado.
Precisa se de mm caixeiro com basUMe pra
tica de molhadoii, eqiw nao seja crianca : a tra
Hiar wa i ua DireiU nj31, armazem do ptseador.
C^heiro.
Leilao
8pera-se da Europa ate o dia 26 do corrente, e de
pois da demora do costume, seguira para Bahia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayros, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para on'do recebera
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
do sua chegada.
OS AGENTES
W'ilsim Rowe a C.
14RUA f)0 COMMERCIO14
i .armacio, generos o mais perteocas da taverna da
rua do Coronet Suassuna n. 2, antiga rua de
Hortas
Para
Para o indicado porto pretende seguir
com a possivel brevidade o patacbo portu-
guez Azurara, por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e para o resto que
lhe fal'a, trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose (Jongalves Beltrdo & Filho,
a rua do Commercio n. 5.
DA
A's
oje
11 horas
0 agente Martins fara leilao d'armacao, gene-
ros e mais pertencas da taverna aciTia, em um ou
mais 4otes, a vontade dos compradores, no dia e
hora acima.
AHACATY.
Para o Arae&ty vai sahir com nmita brevidade
o bem conheeido hiate Jodo Voile, para carga a
frete a tratar com loao Jo-e da Cunha Lages, na
rua do Vigario n. 33, 1." andar, ou com o mes
re a bordo em frente ao trapiche Uantas.
Ca.4Bf.EERS wm.
Gompanhia Franeeza de ftavega
carr a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisbon, Perna mbnco, Rio dc
Janeiro, (Santos, somente na toI
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(eom baldeaean para oRosario)
STKAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commandante A. Fleury
E' esperado dos portos do sul de 2:( a Si do cor-
jenle, seguindo depois da indipenavel demora,
para o Havre com escala por Lisboa.
Agente Dias
LEILAO
Quarta-feira 22 do corrente
A's 11 horas.
Xo sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autnrieado, le-
vara a leilao 28 duzias do superior vinho Madeira
secco, em continuacab ao leilao de moveie.
Segundo e ultimo
LEILAO
DE
utn bom predio d rua do Vigario Thenorio,
n. 12, em chao proprio
QUIHTA-FEIRA 2:5 DO CORRENTE
Ao meio dia em ponto.
0 agente Pinho Borges levara a segundo e ulti-
mo leilao o referido predio com a< seguittes com-
modidades: 1 grande armazem, o qual esta ren-
dendo annualmente 600a. e e barathsimo, pode
muito bem render 1:0005000 ; o 1 andar tem 2
salas, 3 quartos, sotiia e cozlnha, todo o predio tem
duas frentes, pode render t:3005000, servindo de
base a oflerta de 1O-.O00JCOO.
0 leilao sera effectuado no escriptorio do mes
mo agente, a rua do Bom lesos n. S3, primeiro
andar.
Agente Bias
LEILAO
DE
uma magnifica bareaca
.>EXTA-FEIRA 24 DO CORRESTE
as I I h ras da manha
Em frente ao edificio da companhia per-
nambucana.
0 agente Dias, compotontemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
uma magnifica ban-aca armada a hiate, de 00
saccos de assucar, com 2 ferros, amarras e mais
accessorios: esta bareaca torna-se recommendavel
por ter sido bem construida e achar-se em perfei-
to estado de conservacao.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-la,
pois acba-se fuodeada em frente a companhia per-
nambucana, onde tera lugar o leilao, e para qual-
quer informagao a rua do Marquez de Olinda n.
37, primeiro andar, escriptorio do agente.
avisos dv ''sos
(Precisa-se d n n cnzinheiro ijue entooda besi
de-tata arte : ua rua du Marquez de uliada u. 1
O abaixo assignado perdeu uma letra do sou.
Mgae em 13 de novpmbrode 1873, aceiUpelo Sr.
%Tanoel Jose da Costa Cabral, da quantia de
9!l)*500, que se ha -de veneer a 13 de maio do
corrente anno ; e como nao negociou dita letra
com pessoa alguma, previne ao aceitante acima,
Joe-so a pague ao sacador. Recife, 20 de abril
e M74.
Joaquim Alves de Carvalbo.
O Dr. Sarmeoto Filho mu-
dou-e para a rua da Aurora n.
*1- 1. andar .jeotrada pelo oi-
tio.
m
Veode se om moinho de vento, com
duas bora has para puur agna, e qua-
int rodas novas e fortes, para carro
americaao : a traiar na rua do Impe-
rador n. 22, 1* andar.
Bom
9
9 &$ ^ #
* EONSULTflfllO J
MEDIC0-CIRURGIC0 I
DO
0. Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
PARTEIHO E OPERADOR
9 A que n. 39.
ESPECIALIDADE
W, Molestias de aenlaoras e
Mt mcninoH.
S ("onsultas das 7 as 10 horas da ma-
9 nha. todos os dias.
a* Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
S tas e sextas-feiras.
9 Os doentesque mandarem os sens cha-
m mados por escripto at 10 horas da ma-
^" rtii-1 QilFOA uicit #**& eee*o*on
Offerece se uma mulher para araa, 36 para
cozinhar, para casa de pouca familia : a tratar na
rua do Padre Floriano n. 76.
0
*
*
*
*
0
negocio.
Vende-se ou arren'a-se 0 gnrnde predio
de urn andar e ratio, sito na rua do Bispo
Sardinha, proximo da igreja da Mi>ericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas 1 oas salas
de frente, um salao no sotao. seis quartos
espavosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos 8rvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo ?** -analisado/ Achando-se prepara-
do con. .od s os n)oveis indispensavi is &
uma grande farniThj, serd assim vendido ou
sera os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da Unite n. 49, sobrado, atraz do
paco da assemblea.
- Aluga-se a casa terrea com grandes commo-
ns para familia, extenso quintal murado e arbo
risado, e outras moitas commodidadts, do melhcr
local do pateo da I'az, nos Afogados: a fallar 30
sachristao da matriz para ve la, e no Recife, para
tratar a rua das '"inco 1'oritasn. 31.
Calfaiiu baraio
LOJA DO ARANTES
llanoel Bellariniuo lldefbnso
Cabral.
Umbelina Carolina da Silva Vaz e seus sebri-
nhos agradecem as pessoas que acompanharam
os restos dc seu irraao e pai ao cemiterio publico,
e de novoconvidam aos seus parentes, amigos e os
pais de seus alumnos para onvirem as missas que
se tem de rezar por alma daquelle finado no con-
vento de S. Francisco, as 7 horas da manba de
quarta-feira 22 do corrente.
i23MK2SHbtfmiHIMEK^nnBMHMMi
Antonto Jose Teixeira
Bastos.
Maria Venancia de Abreu Lima
Bastos e seus filhos, agradecem de
cora^ao as suas amigas, amigos e
parentes que se dignaram assislir
a missa que mandaram celebrar
no dia 17 do corrente, por almade
sen filho Antonio Jose Teixeira
Bastos.
Para o Porto.
Reeebe carga e passageiros 0 pataeho portuguez
Lidadr.r, que pou.-a demora tera. Trata-se com
S. R. Rabeilo & C a rua do Commercio n. 48.
Lisbiia e Porto
Vai sahir :oru brevidade a veleira barca Lixboa.
Secebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Snares, rua d:i Torres n. ?0.
DA
armacao, generos e mais utensilio- da taverna ?i-
ia a roa Imperial n. 133
QL'I.NTA-FEIR,\ 23 DO CORRENTE
ASM HORAS DA MANHA
O prepofto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, da armacao, ge-
neros e mais uten^ilios da taverna sita a rua Im-
perial n. 153, em um ou mais loles, a vontade dos
compradcres: 0 balaneo acha se em mao do re-
ferido preposto para "os pretendentes examina-
rem, terca-feira 21 do corrente, as II horas da
manha, na referida taverna.
LEILAO
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Unitio por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para 0 resto que lhe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose tioncalves Beltrao A Fi-
sho, a rua do Commercio n. 5.
Libras esteriinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
3 Rua do Commercio 0. 6.
7:
lEILOEr
Leilao
DE
Moveis.louQas, vidros, ouro, chapeos de fel-
tro, esteires para sain e 1 piano de arma-
rio do J8C8randd.
Quinta-feira 23 do corrente
No primeiro andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n 64
A's 11 horas em ponto.
0 agente Dias fara leilao por conta e risco de
quem pertencer de t mobilia de jacaranda CGra
tampos de pedra, 1 dita de faia, I dita de ama-
relio, 1 piano de jacaranda com excellentes vozes,
1 secretaria de jacaranda obra de apurado gosto,
guardas louca, guarda roupa, me?as elastiras d
3 e de 6 taboas, cadeiras de balanco, ditas de
guarnicao, camas francezas para canl, marque-
z5es, marquezas, espelhos, jarros, lavatcrio, san
tnarios, lanternas, 1 sccrotaria de angieo com es
tante propria para advogado, 1 toilette de mogno
e diversas miudezas.
Botinas de cordovao para homem 7*< 00
Ditas de bezerro para dito 7J00O
Ditas de pellica para senhora a Luiz XV 8*' 00
Ditas inglezas e francezas 8*000
Ditas de cores para senhora 6^000
Ditas gaspiadas, de verniz, para se-
nhora 3$ e 4*000
iapatos de cores para senhora 35 e 4*('00
L>itu3 de chagren _________________33 e 45000
FDNDICAO
Rua do Brum
n. 52
Passando o
Grande feira
DE
moveis, loucas, vidros,' miudezas, perfumarias, t
eofre inglez, prova de fogo, 1 ma:hina para cor-
, tarfumo 1 bilhar inglez, 1 Hauls de ebano com
chave de prata
Hoje
A's 1 I horasoa manha
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quenf pertencer, de 1 mobilia de
faia, com tampos de pedra, 1 dita de amarelio, 1
dita de junco, 1 rica toilette de jacaranda, com
tampos de pedra, I lavatorio de dito, com tampo
de pedra, 1 gnard;.-roupa de amarelio, 1 guarda-
Jouca, t rico santu.uio ce jacaranda, 1 par de con
solos de dito, avnlso, l cama de mogno, 1 dita de
amarelio, 1 dita d.; angieo,. 12 cadeiras de ama-
relio, mesas redonda?, coosolos de amarelio, cabi-
des, quartinheiras, marquezas, mariuezoes, I ap
parelho para jantar, camas de ferro para caf al e
solteiro, 1 espelho oval, diversos quadros, diver-
sos balcSes para escriptorio, ai versa i miudezas co-
mo sejam : chapeos, leqaes. botSos. voltas, espe-
lhos de mao, 1 flaula de ebano, win chaves de
prata, babados, entre aieios e bico?, e muitos ou-
DE
mobilias completas, commo-
das secretarias, guarda-
lou^a, camas francezas,
santuarios, quadros corn
finas gravuras, espelhos
dourados, pianos de varios
autores, cortinados novos,
trem de cozinha, perfurr a-
rias, machinas de costura,
relogios de algibeira,de ci-
ma demesa e de pare'de,
objectos de ouro e prata,
m las para viagem, fitei-
ros, guarda comidas, e in-
Rega-se aos senhores de engenho, que
pretendem empregar alguns dos maebinis-
mos novos, o favor deapparecerem nesta fa-
brica, que Ihi-s p6de fornecer os appare-
lhos mais apropriados com o minimo de
despeza, e dispoe de pessoal habilitado para
monta-los devidamente, e mostrar o syste-
ma mais commodo de trabalho, para obter
melhoramtnto no fabrico do :ssucar.
CASA DA FORiIaT
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTID0S.
i ma Primeiro de Mar^o fautr'ora rua it
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos sens fe
ilzes bilhetes, um meio n. 2272 com 700*, um
meio n. 643 com 200*, e outras sortes de 40* e
20* da loteria que se acabou de extrahir (96 )
convida aos possuidores a virsm receber na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantido^
la 4* parte das loterias a beneficio da igreja
de S. Goncalo do Recife (97*), que se exlrabira na
quarta-feira, 29 do corrente raez.
PRE^OS.
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000 -
km porqAodr 1005000 para cima.
Bilhete inteiro 3*500
_________Meio bilhete_________1*7S0
Cao perdido.
Desapparecea do sitio do conselheiro Jose Ben-
to da Cunha Figueiredo, na Ponte de Uchda, am
cao preto,. alto, semelhante aos da Terra-Nova :
quem o levar ao sobredito sitio, ou ao armazem
a praca do Corpo Santo n. 15, sera bem recom-
pensado, <
- Jose Bodrigues da Nlva vai a Europa tratar
(ie sua saiide, e durante sua ausencia deixa ficar
como primeiros proenradores de todos os seus ne-
gocios, os Srs. Jose Joaquim Rodrigues Braz e
Antonio Jorge dos Santos, como segundos os Srs.
Martins it Cunha e como terceiro o Sr. Antonio
Pinto Lapa ; e mesmo declara ao respeitavel cor
pe do commercio que nada julga dever nesta pra-
ga nem fora drlia, tanto da firma commercial de
Jose Rodrigues da Silva, como da de Rodrigues
da Silva & C. esta na rua de Santa Rita e aquel-
la na rua do Fogo ; mas se alguem se julgar com
algum direito. apreseute sua conta no prazo de
ires dias para scr pago, a contar de hoje.
Recife, 21 de abril de 1874.____________
M0F1NA
Esta encouraqado !! !
Agna mole env pedra dura
Tanto da at* que a fUra.
Koga-se a(. Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
-siTivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a cun-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
reahsar, pela terceira chamada deste jornal, em
nns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abri! de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de novo chamado para dito
am, pois S. S. se deve lembraj que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sea filho st
ichava nesta cidade.
Ricas bandeijas
Para asamentos, balles e baptisados.
Quem quizer obter uma bandeij ricamente en-
feitada, dirija-se a Confeitaria do Campus
Ja mandando ou indo encommendar, ja com-
prando alii todos os enfeites, constando do seguin-
te :
Bolos linos para enfeitar.
Doces saborosissimos para enfeitar.
Figuras allegoricss para enfeitar.
Papeis arrendados para enfei'ar.
Bouquets para noivos.
Alii
Encontra-se sempre o seguinte :
Fiarabres inglezes.
Budins
Bolos. >"
Paes de 16 linos.
Fatias de dito para parturientes..
Pasteis em profusao.
Filhos (sonhos de malvina).
Doces em calda, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waffers vanilla) para dietas.
Gelea de mocot6, desinfectada.
Amendoas, confeltos, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java (verd deiro).
Turto isto na
CONFEITARIA DO CAMPOS.
PREDILECTA
A' rua do Cabuga n. t A.
Os proprietarios da Prediieeta, do intuito d
eonservar o bom conceito que teem merecido do
respeitavel publico, dlstingnindo o sea estabeleci-
meato doa mais quo nog veem scientificar aos sens bons freguezes que pre
vetnram aos seus corresiKwdente1-' nas diversas par-
oas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa
quotes os objectos de Ihxo e bom gosto, que s-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegante?
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo d*
testa, em que o bello seso desta linda Vene
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co
mo ja recebessem pel pa^uete francez diverso
artigos da ultima moda, veem pa ten tear aigum
d'-entre elles que se tornasi imais reenmmendaveis
esjperando do respeitavel publico a costumada
onenrrencia.
Adere^os de tarurupa oe inais lindos quo teen,
xiudo ao mercado.
Aibuns com ricas capas Ae madreperola e A*
eudo, sendo diversos usuehos e baratos pre
08
Aderecos eompletos de feorratba pn prios pars
Icrto, tambem se vendem moios aJerecos muito bo
HSL
Botdes de setim preto e de 6res para ornate At
vestidos de secbora ; tambem tem para collete
psTsot.
J3olsaa para senhoras, existema bello s.rtimen-
de seda, de palha, de chagrin), etc., etc, por
barato preco.
fionecas do todos os tatnanhos, tanto de loact
como de cera, de borracha e de massa ; cbama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este- artigo.
paie as vezes tornam-se as criancas am poaco im-
pentMientes por falta de um obteoio quo as en
iretanham.
Caansas de linho lisas e com peitos bordado.'
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presen
les. ABB3BMR3
Coqaes os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como pars
meninas.
Capellae simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios eslampados e bordados, de lindoi
tes*nhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exbte um
g-ande sortimento de divercas larguras e baratt
preco.
Fitas de saria. ra^i. de setim e de cha-
ploe, de diversas larguras e fcooiias cores.
Fachas de gorgurao mnito lindas.
Fi-.- artiiiciaes. A Prediieeta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as flees, nao so para enfeite dos c^bellos, come
tambem para orcato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senpora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
aoira.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, njarfim, ds'o e velludo, tudo que ha dt
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar os ca
liellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marnm, dsso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Prediieeta bem
provida, nSo s6 em extractos, como em oleos e
banhas dos raelhores odores, dos mais afamados
'abricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica.
';oadray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
< festa.
Saias bordadas para senhora. por commodt
preco.
Sapaiinht'S de la e de setim bordados,para bap
.isados.
Tapetes. Recebeu a Prediieeta um bonito sorti
aiento de diversos tamanhos, tanto para sofa co
mo para enirada de salas.
Vestimentas para, baplisado o que ha de melhor
gosto e os mais modernc s recebeu a Prediieeta
de or ar. to preco, para Hear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua Roga^se
aos Srs. Andre Cordeiro Coelho Cintra, JoSo Can-
cio da Silva e Pro-pero Danheosse, de apparece-
rem a raa da Roda n. 60, cocheira, a negocio de
sens particulars interesses._________________
Os abaixo as iguados derUram ao respeita-
vel corno do commercio qn.' julg^m nada dever
ne. ta praca e nem fora deH aie esta data.porern '
se alguem se jul^r -ihk ore.lores, aprcsent-
eu tuukw p.;r.i m-mb (flwiuiaidna e pagos, no
prazo dn ire* dia*. ;i umitsuvUesta data, a raa ?-
Iha de rwnta Kna u .v Ut-en*. 21. da abril de
1874.
_______________Rodrigues-da Silva & C.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
io, encontrara sempre o respeitavel publico um
complete sortimeato de perfumarias finas, objectos
de phantasia, lavas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modicidade nos pre-
(os, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a raa Duque de Caxias o. 46', aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um complete sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botoes de aco, proprios
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda
chinezes, com lindissimos desenhos. fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
martin?, de osso, e de muitas outras qnalidafles :
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Laxias nn-
mero 45.
Attencao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
43, acalxtde receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos aibuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, veiludo, couro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Puiseiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
V'estuarios para baptisado.
Toncas e sapatinbos de setim.
ModSrnos cbapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinha dp vllnd<\ etc pic.
Afttiso de Albnquerqne Mello
incumbe-se de promover cobrancas amigavel
on judicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua profissao, nos lngares proxi-
mos a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; pa fa cujo auxilio tem o annun-
ciante solicitadores habilitados e proboe, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que lhe for confiado.
Mediante aiodico honorario acode ao9 chmados
para diligencias oa consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da relacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em sea escriptorio
a rua do Duque de Caxias n.37.
CASA DO OUiii
Aos 4:0003000
Bilhetes garantidos
Aua do Bar do da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito feli.es bilhetes ga
'antidos da 4" parte da loteria a beneficio da
igreja de S. Goncallo do Recife, que se extrahira
do dia 29 do corrente me;.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 1009000 para einaa.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 21 de abril de 1874.
Joao Joaoiitm da Costa Leitt.
BABBE1R0
Gusttve, cabelleireiro, a rua do Marquez de
linda n. til. pnnjeiro andar, precisa de am habil
official de harbeiro ; paga e bem.
iO UBAKAI'EIRO
NA
Rua l.'de Marco d. 1.
Confi->ii{" o area dv Santo An-
tonio.
Esta vendendo suas famendss cos
30 por rento m<'iiu ijue em oaira
qualquer parte.
A saber :
Madapolao com toque de mdfo, pelo barato pre-
co de 4*500 e 5*
Dito francez, limpo e de superior qualidade, por
5*500, 6*000 e 6*500.
Algodao marca T, largo, superior qualidade, a,
4*500, 5*, 5*500 e 6*000.
Grande sortimento de lazinhas degostos inteira-
mente escosseses, pelos precs de 200, 240, 2C0 e
i40 rs. ; so se vndo poder se ha acreditar.
Baptisias, lisas e com fibres, fazenda que sem-
pre custou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
preco de 320 rs., para acabar.
Ditas finas, padroes matisados, a 400 e 440 rs.
0 cova o.
Cretone francez, escnros e claros, os mais no-
vos que tem vindo ao mercado, a 480 e 500 rs. o
covado.
Aproveitem em quanto nao se acabam.chapeos de
sol de seda trancada (paragom) li liasteas, inglezes
superiores, pelo insignificante preco de 8* e 9* ;
sempre vendemos por 14*000.
Ditos para senhora, de merino, a 3*,e 3*500.
Dilos de seda, cabo de 6sso a 4000" 6 pecbia-
cha.
Ditos de alpaca de cores, forrados- com seda,
e o cabo fingindo bengala, o mais moderno nue
ha.^ a 1*500 e 2* !
Sortimento de chitas claras e escuras, boa fa-
zenda. para acabar, a 240 e 280 rs. o covado.
Popelina de linho e algodao, go?tos inteiramente
novos e de cores bonitas a 800 rs. o covado, sem-
pre custou 11400.
Camisas de cretone, francezas, modernas e ?n-
perioras a 3* e 3*500
Ditas brancas a 2* e 2*500.
Ditas de linho a 3*500 e 4*000.
Toalhas de linho do Porto a 7*500 e 8/000 a
duzia.
Ditas felpndas a ", 7*500 e 8*000.
Esguiio com )0 jardas, pelo preco de 4*500 ; e
barato com effeito !
Cambraias Victoria e transparente, fazenda fina,
a 3*500. 3*800, 45000 e 5* a peca.
Lencos de cambraia com barra de cor, a 1*, e
brancos a 2*.
Ditos de linho, abanhados a 3*600 e 3*800 a
duzia.
Grande sortimento de brins de cores, padroes
proprios para meninos de escola a 440 e 500 rs.
o '.-ovado.
Botinas para senhora, pretas e de cores, por 4*
e 4*500, isto por termos grande quantidade, se
faz este preco.
Bramante de linho, duas larguras, pelo barato
preQo de (*2(0 a vara, e somente para acabar.
Muitos outros artigos que deixamos de mencio-
nar para nao massar nossos freguezes ; mas que
avista delles estao presentes.
Dso-sc amtstras.
So o barateiro quer queimar
Para rival nao encontrar.
A' ma Primeiro de Marco n. 1, antiga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
NURTIMENTO "
M EDICIiNA
Preparado por
LanmandKemd
para thi siaca
toda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Exprossamente
eseolliidodosTEe-
Ihoresfigadosdds
quacs se extrahe
> oleo no banc*
da Terra Nova
pnrilicndochimi-
calnicnte, e suas
valuaveis propri-
edades conserra-
das com todo o
cuidado, em todo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
bste oleo tem
side subtnettido
a uin exame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talcnto, do go-
verno hespanhol
cm Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
1'ORCAO D'lOUINA
do que outro qualquer oleo, que elte tem
naminado
rODiNO t UMi'ODFR SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhdo, e na-
7'iollc go qual.rontfirn a m.iior por;ao desta
nvaluav'--! pmpriedade, ( ouirico meio Mrs
urar todas a.- u engas de "
'.ARGANTA, PE1TO.BOFES, FIGADO,
I'inysica, broochistes, asthma, catharrho,
tos?". r*sfriamentos, etc.
Ins poucos fiascos da carnes. ao muito
magro que s*>ir. claFea a vista, e da vigor
a todo r> corpo. Nenhum outro artigo co-
nbecido na medicine ou scioncia, da tanto
nutimento aosyfiema t inrommodando quasi
nada o estomagf.
As pessoas raja orgnnisacao tem sido des-
truida pelas aflergoes das
KSCROFELA* "! RHEL'.MATISMO
-. todns aqueliaf. nya digestao se acha ccm-
nU'tenieiite'?; :-.'.n,n.!a. .Ifvem tomar
'?OLEO hi lii.ALO DKBACALHAO
OK
LAMtlAN (X KEMP
MAIOR
Alug^ -e a sala e alcova da frente do ter-
ceiro andar do sobrado n. 70, a roa Duque de Ca-
xias : a tratar na loja.
selecta e ue umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e sapoteiros de 11 palnr-s (em vasos) e do todos
os tamanhos e precos mais commodos que daa-
tes ; assim comr as seguintes outra; plantas d
fructa e de ornate :
Laranja cravo.
Dita de dore do Para.
Dita br&nca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limiio francez.
Dito doce, enxertado.
'Oiticoro.
Paimeira imperial.
Parreirs.
Pioheiraa.
na Capuoga a roa d a^Ven-
pe.
A:>acati.
Acaeia.
Ariticam a
Canella.
Casuarlna.
Carolina do pnncipe
Condeca.
Coracao da India.
Figutira.
Flamboyant.
Frncta-pao.
Inga do Para.
E outras p!ar;;as :
pra n. 20
'1


^
-








.1
f
-
j
r
j
llEfigEl
-


Dlario de Pernambuou Quarta feira 22 de Abril de 1874.




w-



PIAMHS.
Acabam de ehegar maito bons pianos fortes e de
elegantes modellos, dos m;iis notaveis e brm co
nhecidos fabricint^ ; como seja.n Unhnns* fii-
dnoel, Henry Hers e Pleyel W'-Uf i G. : no Vapm
France*, a -an <1<>.Baiin da. Vicioria, outr'ora. No-
va a. 7. a pree's maito couunodos.
Mobilia de vime.
Caleiras de balinco. de bra^o, de jjoarnicoes.
soli* jardineiras, ines.-s, eonvws*(teiras o tm
retras, tndo isto muito botr. por serein fortes leves-, eos mais proprios movers para saletas e ga-
bme No arroaz'Mii do Vapor Franeez, rua do Barao
da Victoria n. 7. outr'oaa in,
Perfumarias.
Finos extrictos, banfcas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor <4e larnnja, aga-a de toilete,
divina, fiorida, 1avar.de, pos de arTsz, sabonete;',
crosmeucos, tnuitos artigo delicados em perfnma-
ria para presences em frasccs decxtractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agaa de Cologne, tndo de primeira qaalidade
dos bom Conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armaram do Vapor Franeez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
%rtig*s de differentes goston c
phantnziias.
EspeThos, leques, lavas, joins d'onro, tesourhmas,
canrrftes, caixinhas de costura, albuns, qnadros.
e caixinhas para retratos, bolsinhas de veHudo,
ditajfle couro, e cestinhas para bracos de meoinas,
chicotes, beogalas, eculo, pencinex, pon'teiras para
chaTntos e cigamra, eacovas, pentes. caTtehvuha de
madreperola, upe.ie para laoternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellaa, eslerioeo-
pos, lanteroas magica?,cosmoramas, jogos da gloria,
de damaa, de globes de papel para illuminaeSes, trmchinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
aecordaos, carriuhos, e bercos para criaocas, o
outras mains quinquilharias
Brira^uedos para menitios.
A roaior variedade qur *e pode desejar de to-
dos 09 briflquedos fabricates em differutes partes
da Europa, para entretimentos das eriaocas, tndo
a precos mais resnrcidos -qoe e possivel: no ar-
nHl Vapor Franeez, ma do Barao da Vic-
toria oofr'ora Nova n. 7.
Galcadd franeez
AS*
'Botinas jpara homem
Acabam de cheear-grandes jactoras de botwas
dd bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqoe
com biqueira, de beaerro com botoes, e com Mito-
ses a 90000 (a escottaer) por ler vindo graade
quantidade por cotita e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Franeez, a rna do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n."7.
Para senhara.
BOTINAS preUs, braocas e de cores, diflerentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de ptiantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados;
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranea.
Pra in en inn*.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADUS de diversas quattdades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meniaoSi
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas.
qnalidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Gnilherme, perM:
meias perneiras para homen9, e meias perneiri
para menioos.
No armasem do Vapor Franoez, a rna do Barao
da Victorii i. 7. ____________________
Atten^ao
Avisa-se pela aliirna vez a3 Sr. Salvador d Si'
Jueira Cavalcante, que ha um annc '.em zombado
o mindads deipritcio que contra si tern do juizo
do commercio desta cidade, qne, se nao quizer
passar pelo de^gosto de ser preeo, mande quanto
antes entregar os d.-us e^cravos Aquilina e Fran-
cisco, dos quaes e depositario, e se acham de po-
blico trabalhando no engenho Tres Bra.o?. lugar
de sua nova residencia.
Desde ja pratesta-se pelo ser-'igo dos ditos es-
eravos.
Devedores.
Os proprietaries da Confaitana do Camp t. a
rrta do Imperador n. t\, pedem aos sens devedores
que tem sido rwtittsos, o ravor dn vin-in pa gars us
dibiios ale o din 8 de abrji fiTtixlinti v|H|
avisani aos memo.* out se 'le a<|U''IU data na-. e e
ilvejfm Mos, *''iao spos runner ne~ie jiirnas-
?ein_di^!inri,Ao de p"S9'a alpmna.__________
" Wnmita-se |nr!u Ujirem'tm -itn. nos ar-
rrbaldts de-^ia cidale, doai pequen-s rani padra e c*\ fb ns. Si i t\ a ma dn poyn*, fre
guexia de Afrgadns. r< in -lu.is fah c. dou* 'inn
lua caila Uiua, vi*iie |.:.lmus dc lartuia sob cin-
coenta de fundo > a quein convicr, trata-se na rua
esireita do Rosario n. 17, 1.* andar.


l\~\\n do Narquez de Olieda-24
lDf|*ina da hceco 4i*rgo
Participa a sens freguezes e amigosHjue mudou
o sea estabelecimento de/relojoeiro para a mesma
raa u. 24, ende enconcrario um gramde sortimento
derelegios de parede, axnericanos, ecima de me-
sa,' dos melbores gostos-e qnalidades, relogios del
adgibeira, de todas as qualida :es, patente suisso,'
de onro e prata doorada, foleado (.plaquet), relo-:
Jios de onro, inglea, descuberto, dos melhores
fabricaotes, cadeiade-curo, plaquet e prata. lunetas
detods as qualidades, tudopor pretos mnito ba-
ratos._____________________________ ;
ALUGA-SE
nma-casa na Capuaga, rua das Pernambncaoas,
comxioxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31. i
LOW 00 PASSO
DE
Cordeiro Simdes & C.
Acabam do Teceber pelo vapor Mendosa :
Riquissimos cortes de gorrjurao de seda liso3 e
eem listras aohcmalotadas.
Ditos de liobo para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario. para sen enfeite, como 9eja :
franjas, trancas, botoes, fivellas, etc.
Riqni9simos'chapeos parasenhora, nltiraamoda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Attencao
Avisa-se ac comprador do escravo Henrique,
que Salvador Hanoel de Siqueira Cavalcante nao
podii. vender dito escravo, por ser elle pertenente
ao casal do major Salvador dos Santos Monleiro
Cavalrante, e como tal, a venda do dit > wravo e
nulla.. ">mo melbor se demonstrara em joko.
ft r,insullDrio medico A
5 do g.
< Dr. Mi illo.
V RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
\J quentoi os hospitaes df Paris eLondres,
*ia Pde st procurado a qualquer hora dc
i J d'a ou da noite para objecto de sua pro-
rj fissao.
'^ Consu!t:s das 6 horas da manhi as 8 b*-
M -as, e de meio dia as duas da tarde.
'S. Gratis aos pobres.
fit ESPECI ALIDADES.
Molattiac de seohora?, da pelie e de
erianca.
Curso de portuguez no col-
legio da ConceiQao.
O baetoarel Jorge Dnrnellas Ribeiro Pessoa e9te
incnmldo do referido curso.
Silio no Arraial.
Aluga-se um sitio no Arraial, proximo a esta-
^ao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
tes casa de moradia, teado os seguintes commo-
:-. 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
#i, casa de banbo e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos, i salas, cozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por commodo precq : a tratar
na rna Primeiro de Marco n. (6, 1." andar.
Arrenda-se o engenho, Saltinho da fre-
guezia de Una, moeDte e corrente. Dito
engenho e bom d'agua, dista duas leguas dos
portos de Tamandarc e terras para safrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mesmo engenho com
o consenhor Henrique Augusto Milel, ou no
Recife com Leal (k Irmeo, rua do Marquez
de Olinda n. 36.______________________
Rna Duque de Caxias.
O Sr. Antonio Ribeiro Postes, caixeiro a rua do
Quque de Caxiaf, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de rantuo interesse, isto por se
ignorar sua residencia domest'.ca.
mai reiomido.
-
Escravo fiigido.
Desapparerea na dias, do sitio Rosarinho, um
mulatinho, aeaboclado, de liannos de idade. cor-
po refor^ado ; lovuu camisa e calja de algodao
azul: gratifica-se quern o apprehender e levar
a ooa Nova n. 8, Iqia de Lyra i: Vi .nna.
IJiaves pcrdidas
S.iga-se a joemacbou erra argola com chaves
para secretary, eva las mom do Apollo, escrip-
to ic do Barao do Livramento, que sera generosa-
meute recompeusado. ____________________
l)esappareeu
do cercado do eDgenho Forno da Cal, na noite de
11 do correate mez, am .cavallo eastanho, cego do
olho esquerdj, com o c-piahacu ferido, com o
fro A G ; e uma burra castanoa, grande, com
um calo de cangalha na pi. esquerda ; gratiflca-
se generosaii'jnte a quern d -r notioias eertas dos
jne^aios animtes, na rua da Marquez de Olinda n.
ii, J andar, ou no engenho acima.
ATTENQAO.
Off'1? b uma .-enh,ra He boa conduc.ta para
cortar e cozijr qualquer roupa -para senhora : a
tratar oa rua Imperial n. 65.
CRIA
DA
Pr,feisa-se de uma ,para cozinhar para casa de
dua roessoas, prefers se escrava e paga-se muito
bem & tratar na rua do BarSo da Vietoria n. 18
A, loja ________________,_______________,
SAQUES
Carvalhi & Nr!gueiraf na rua do Apollo
>. 20, arc.im softre o Bsdco Commercial
d*>'ianna sum agenchs em todas as ci-
dades e villis de Portugal, 6 Tista e a prazo
por todos os paquetes. ^_^_______
COZIMIEIKO
Offerece-se um para casa de familia : quem pre-
eisar dirija-e a ma das Crjzes n. 1.___________
Preeisa-se de
rua Direita p. 10.
batedo'es : na refinacao da
Escravo fogido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
eseravo de norae Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade de 30
annos pouco mais ou m-:no-. boa tigura. um tanto
grosso e espadaiido, sendo o signal mais visivel '1
gomma jia junta do pe esquerdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de campo, queiram ap-
prehender dito escravo e leval-o ao referido enge-
nho, ou>nesta praca a Oliveira Filhos ft C, largo
do Corpo -Santo n. 19, qne seriio generosamenle
recompensados
Aluga-se a casa dos leoes n. -i8, com com-
raodos para familia, sita a rua do Coronel Lame-
nha (antiga dos Prazeres).
5CS3S "^L3S *rt-rr*
PENHOEES
Na cravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores deouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA:SE
o qnarto andar ou sotao do sobrado n. 32 a rua
estreiu do Rosario n. 32, com commodos para fa-
milia : nx thefouraria das loterias, rua do Crespo
n. 6, f andar. .
PUNDrtAODO BOWMAN
RUA DO BRUM H. 52
(Pass-ai.do o chafariz)
PFOEM \OS c.fBbjr*! de *>ngttib- o "*ros (jr .oi'o. .t, e Mnprejrador*-* de x
iaumo li\ot de oma visita a sen eskabcleclaiortto, p-.a \cieDi o uovo eortimbou
impteti qne abi tem; sendo todo aoperior em qnalidade e fortidio; o qoe com a m>
*jlo pessoal pode-ae verificar. .t
ESP&IAL ATTENCAO VO NUMERO E LuGAR DE SUA FUNDigAO
7^. ~ .^J'-T-. ^nn dos mais-moiemos aystemai eem u
>apOr03 8 rOdaS (Tagtia manboa cooveDieniea para u diveraa*
ronmgtee^iaa doa aeuborea proprielarioa e nara deacaro^ar algodfo.
ITM.MJ. J AAMMM de lodos oa tamanhos, aa'melhorei qne qm
SLoanaas de canna exigtem.
ftodas dentadas p^im.e.,.gu,evaPor.
raixas 4e ferro fundido, batido e de eobre.
ilambiques 9 fundos de alambiqnes.
MTon\%inieniAB P mmdtaca e algodlo.l Podendo: todoa
ILaCilllLlalllUa eparaterrarmadeira. Tier movidos a mSo
R Am ha a [Pr !" **"*
lUlUUttS de patente, garautidaa........ I oa animaes.
Todas as machinas p*-*v->
Fai qualquer concerto *-* w
FormaS de feiTO ^o^e.em.Ubr.usexi.leute. no mer-
(PnAnrnmanilfla Incnmbe^te de mandar vir qoalqner machiniamo i von-
niUGOmmeuadS. U(je ^ c\\mx6t, lembrando-lbea a vantagem de (aierem
q compnif or internwdio de peaaoa enlenaida, e qne em qnelqner necessidade p6de
ytt pretar aoxilio.
Arados amerieanos iM'^,,M,0, "p"-
RUA DO BRUM N. 52
I'ASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
A' rna do SarSo do Trinmpho (ma do Brain) ns. 100 a 104
CARDOSO & TCMA0
AyiSVM aos senhores de-engenhos e eutros agricultores e ao publico em geral que
coutmuam a receber delnglaterra, Franga e America, todas as ferragens e mecuina s ne-
cessarias aos estelielecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado
VapOreS j^ forga de -4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado-
UaKleiraS de sobresalente para vapores.
JlOenaaS inteiraS e meias moendss, obra como nunca aqui veio.
laiXaS jIUnQluaS e batidas, dos melbores fabricantes.
tvOClaS u agua COm eubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
KOOaS QentaOaS RelogiOS.e apitOS para vapores.
DOmDaS de ferro, derepucho.
AJ&CIOS de diversas qnalidades.
FormaS para aSSUCar, grandes e pjquenas.
VarandaS de ferro fundido, francezas de dh-ersos e bonitos gostes.
rOgOeS irancezeS ipara lerha e carvSo, obra superior.
DitOS ditOS paragaz. "*"
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Ma china
Valvulas
Correias ioglezas para macbinismo.
oanCOS e SOiaS Com tiras de madeira, para jardim.
ConcertOS conceriam com promptidao qualquer obra ou machine, para o qoe teea.
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCGinniendaS man(^am vu* Por encommenda da Europa, qualquer mac'binismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
s com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assent*!
iitasrnachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo dasmesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 al4
FDSDIfAO'DE CARDOSO'd 1 R H A O.
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIBEiROS
Premiados na exposicao de 1872
:
S3
tfiisfrac(or c afiftailtir de piaiws
LUia-do I'mncrad
i do iniper.iao.
antigas e afamadas easas Weycl & IKtj, e anligo director das
33
Exatinador das antigas e afamaias easas I'lcyci a ii,t7, e anngo airccior uas offloi-
oa casa Alphonse Biondet. ... An
Tem a honra d declarar ao respeitavel pubheo drsta cidade, que tem aberto sna easa de
concertos e alioafScs de [naaos, qualquer que seja o esiado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabneantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut aao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
49 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de ptanos dos mais afamados autores^
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma quahdade de pianos supe-
riores, raandados expressamente constroir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca. .
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RlT/% DOIMPERiltOB 49_
REDDCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. *23
E S 0 t I N A DA
C A M B O A DO C A R M O
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao repeitavd publro, e a sens
freguezes, que teem sempre um complete e variado sortimento de chapeos oe sow i to-
daias qualidades e tamanhos ; tendo rc-solvido fazer reducrSo nos preros dos mesmos,
eacbam-se em condi^es de podere.n vender mais barato que em outra qualquer parte,
vrsto receberem todos oeseus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na turopa,
percorrendo as principaes fabricas. u^^^im: 4
Chamam a atten&o d'os senhores logistas para visitarem sous estabelecmentos, e a
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deixarao de comprar.
C3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qu.hdades, com prompt.,.
e a precos mod.'cos. __________________________
par8 jardim.
para mesa e banco.
pen gelar agua.
para bomba e banheiro.
. i\ Rua do Imuerador 4i
G novo proprietario deste acreditado e hem montado estabelecimento, com o fim df
conservar os creditos die unico neste genero, tem reformado e melhorado completament':
o mesmo em ordem a. poder satisfazer qualquer pedido para as provincins do norte e in-
terior desta, garantindfo perfeic5o em todssas prep*ragoes, aceio e modicidadc nos precos.
compativel com este gjenero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remossa de pharmacia homeopalhica de j-
Epss& C, de Londres, compost! de medicamsutos, carteiras, pocoiotes, Opodeldock a?
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p4s esp r para dentes.
Tem & disposasao dos amantes da ho pattiia a excellentcvjbra do Dr. Mure iue-
dice Io povo,.ia em 3.a edicio.
Tem carteiras de globulos e tint*r8 de 12 medicamentos ate 120, a escolha do C
prador.

Plumeria, para mordedura de cobras,
Seracena (
Vaccina \
<}hoeo4ate horr^opa.tbi'co.
Para bexigas comoprcser ';alivo. sf-.: hom^npatbieft.
i Elor d'araruta.
!-Pos para dentes
s, ingiczfti.
China cruiieiro, para inlermittentes.
Schynus, para anginas.
Calendula, vara queimaduras.
TaranJula, para paralysia. Jfno- Prfl rhmwatiamo.
Tintara m5; cfarnica, para contuses, cor-, tt*jn8tta oujaboti, para losses,
tes, etc.
RUA
DA
c&
IMPERATRIZ
N. 82
l. A^DAR.

^FERIDO
RUA
DA
IMPERATRIZ
N/82 ]
1. ANDAR.
A CHEGAREM
Espirito
ra.
de Haheremaii on de camph.-
Cactnc grande florus para
molest ia? Jo coragdo'.
Acabam de reformax o seu estabelecimento, collocando-o^nasjmelbores con-
iic^fies possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Eimas. Sras. n'a-
quillo que for tendente A arte de cabelleireiro.
Eazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, Hores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido'do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, aseuas encoramendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabaiho, agrado, sinceridade e preeo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
ponjao e a retalho e todos os utensilios pertencente* & arte de cabelleireiro.
Opodeldock d'Arniea.
Dito de Rhus I
Vpara rhematismo.
Dito de Bryonw;
Acha-se coitstantemente a" testa do estabeiecimente e inspeccionando todas
parade^s o Sr. Drt. Jesuino Augtsoto dos .*ants BIcllo
C0J5SDLT0EI0 HOMEOPATHICO
Dr. Santos MeJJo
Consultas pela manhaT e a noite at6 9 horas
Gratis aos pobres.
pneumoni:.
as pre-
S*
-
Servente de holica
PrecUa-se de nm que tenba pratfea : na phar-
macia Torre, a rua de Marcilio Dias n. 135.
Aluga-se
a casa terrea n. 166 da rua da Gloria, com tres
quartos, duas salas, cozinha fora e quintal com
cacitnba : a tralar na rna da Imperatriz n. 1.
- Arrenla-se o engtnho Jassaral grande, no
termo de Sennhacin, o qual esta situado a legoa
e meia da estaflo da Escada; e bom moedcr com
agua, e de muito bja prodarsSo, tanto de canas
conjo de maodioca : a tratar com o proprietary
do mesmo, no engenho California, em Serinhiera
Collegio de S. Sebastiao para
o sexo feniinino
A abaixo assignada scientitica aos senhores pais
de familias e a quem mais convir nossa, que as
aulas de seu collegio cmu'nuam a funccionar em
a casa da rua Direita n. 36, 2 andar.
_____________Manoella Angosta de Mello Rego.
Aluga-se ou vende-se um escravo carrocei-
ro, idade quarenta anucs: na rua do Hospicio
AUU I'l HllCi
A primeira cadeira da aula publica para o sexo
ieminino da freguezia de Santo Antonio, fancciona
no 2 andar da rua do Barao da Victoria n. 31,
entrada pela rua das Flares.
J0S000
Anouncia-se na rua esireita do Rosario n
26, offlciua de marcineiro, que se faz obras de en-
commenda para algumas pessoas que quizerem
encommendar, tanto de amarellocomo de jacaran-
da, faiendo-se todas as pecas com gosto e per-
feicao ; na mesma offlciua toma.se mobilia para
se enverni'ar c empalhar, por preeo commodo pa-
ra os freguezea.
Para engommados e arrumacSes de casa de
pequena familia ; dji-se esta quamia a uma cria-
da que seja de boa cenducta e perfeita engomma-
deira : a tratar na rua de S. Francisco n. 72.
Na rua do Imperador
n.28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima (Nazareth),
ilanoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de "Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Pontua
- Um sitio na Iravessa da Cruz das Almas, perto ronAn anr.n,
das estacoes da Tamarineira e Jaqueira. com ex- j 8C"meci cellente casa de vivenda, nova, muito commoda CDina de 8eio, os fabricantes vem nor mpin *
e afseiada : tendo 2 salas, 6 quartos, e fora co- deste pedir desculpa aos seus freeue/M nh
z.nha, despensa, sala de engommar, quarto de eo- falta que tem bavido ne<;tP V: *8 pe,a
zinheiro; assim como cocheira, estribaria, doni *** aviao nestes dias ; esperam
quartos para criados, latrinas, cercado de ferro, PoremPm qualquer destes dias fornecer a to-
banheiro, gallinheiro, etc. etc.: a tratar no sitio dos 8S qu^ntidades do costume ; anrovefam
do- commendador Tasso. tambem a occasiao para prevemV aos seus
freguezes que teem em viagem uma ma-
, china nova, de maior forca e do svsfema"
imais moderno, que fabricara" Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-s a e com toda presteza as quautidades que
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e i forera exicid\
>oa Paes J
.esse
Garanhuns.
daSilva, a negocio de particular inte
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agosto pma grande casa
na povoacao de Apipucos e com mh&is commo-
dos : a tratar no 1* andar do sobrado da Ira
vessa da rna do vigario, n, 1, escriptorjo,
Engenho
Vende-se o engenho S.Pedro, situado na pro-
Magoas, comarca do Porto Calvo a
egoa distante do porto de mar do
Santo Amaro, 17 de marco de 1874.
Pel os testa menteiros de C. Starr & C.
William W. Webster.
Precisa-se de um feiior que seja trabalhador
e que enteada de jardim, para um sitio em Poa-
te;de Ucb6a : na rua Direita n. 8.
menos de uma
Fufrio no dia 15 dn corrente o escravo rou-
j latinho de nome Jnse, idado de 8 annos vesiinrti
T^r%SlTAl^T\m^ efhT camisade algodao azul de listras, cos.un^S
Srto nil P a traUr na rn,'d0 Vi" *ae $ hv.re : ,qacm P^lr> ,enha a bondade de
gano D >!.:_______________________________ mandar leva-lo a rua'da Palma n. 42, ou annun-
Annuncia-se na rua esireita do Rosario n. cie para ier procurado._____________________
para comprar obraTa^'preco* wmmodo ^fra^os Alltonio Teixeira d0S Sant()S
de ^rf169 t6m Iem na fabrica boas pefas. retirase..Pai"a a Europa, quem sejulgar sen en-
de obras.
dor, dirija se a rua do Imperador n. 16
i wntw
-r
adtl.5


~T
*
DMo^*?mmbq& "-TftM^ta f?*BM3&c*te {Ateil->4^4t74.
P
PHOTOGR APHIA flB IMPERIAL
^
LOPES &G.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Run do Bardo da Victoria n. \i sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima ^xposicjlo
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montsdo sob as melhores cocdicoes c!e arte, v-aberto &
concurrencia publica, este estabelecimento, o priraeiro, searduvida,
desta provimia, no qual se liram retratos pelos melbor. s e mais
modernos sjstemas, empregando-se soraente material de prmwira
qua! dade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e durac&o.
Trabalhi-se todos os dias uteis e do guarda, desrJe as (0'-boras
da raanba is quatro da tarde, nio prejudicando o tempo de ihuva
ou nublado a perfeicSo dcs retratos.
Faz-se toda a qu.lidade de copies, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
Armada.
Na rua do Bar da Vifctotia n 36, preeisa-se
falter ao Sr. leienti Jse Maria pjstina, a ne-
gaeio de seivinlerelae.
{ AMA
Uma
bum.
8S00A
duzia pessoa, em cartoes para al-
^5
Para os retratos esmaltsdos, colloridos, gmpos, e augraeutados ha
uma tabella de precos.
Tram-se retratos ate tamanho natural.
_?/< s
*:J
DE NOITE
l'u-x cuzinluf e corrprar
preea-se de oma ama : na
rua Doque de Caxias u 8,
Precisase de uma a ma para cozinhar,
paga-se bem : a tralar na ma do Hospi-
cio a. 70, casa lerrea de bolas an arellas na cor-
pija.
Precisa se de uma quo sai-
ba cozinhar com perfeicao pa-
ra uma casa de familia com
posta de duas pessoa? : no paieo do Paraizo n. 18,
priaelro on segundo andares._______________
ft-eal*-se*l urea escrava para cozinhar e
comprar : a hvtar na rua frimeirode Marco n.
AMA
2*jndar.'
Ama
AMA
Precisa se de uma ama para c zi-
nhar : na rua de Thome de Souza n. h;
assim como se precisa na mestria cisa dft nm eal-
xeiro de 14 a 15 annos, que tenha pratica de la-
ve ma. t
AMA
Precisa se de uma tfma para
cozinhar a comprar pira casa ie
pouea familia : a 6atar na rua
Pnmeiro de Ma. go n. 18, 2. andar.
Precisa se de uma ama livre ou escrava,
para todo srrvico de casa cfe pouca fami ia : na
rua do Imperador n. 27, segundo andar.
- Piecisa-se de uma atoia que saiba cozinhar
e engommar: a tratar na praca do Corpo Santo
n. 17, 3 anflar.
Liqiiidae&o
EH
Grande escala
S6 o n. 20
A' rua doCresp >, Inja das 3 p rlas
DB
<-l II tllllUS a c.
Junta & Imj'u la esuiua.
Ml TINS CUINEZES,
Proprios para vestido os mais moJernos, pelo
diminnlo prero de 280 rs. o corado, e pechincba I
Dao-so amoitrns.
OIIUANDYS DE COHES.
b'azeoda fina e com" bonites padroes, pelo dimi-
nuto pre(fo de .120 rs. o covado, e pecchincha I
Dao-se amoslras.
CHITAS COM NPBJO DE CRETONE.
Fazenda finissima, com lindos podides, pelo di-
minuto preco de 3.0 rs. o covado, s6 se vendo,
# pecWnthi! Dao-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Oxwpteto sortnnento de lls escocezas, e para
aeabar se vende a 2i0 rs. o covado ; e pechincha!
Dao-se amostras.
CASSA LANE.
LOJA
NA
Rua da Imperatriz n. %
AIA
Pre9a se de ama ama li-
vre ou escrava, qne c> ziahe
com perfeicao : na f.brica a
vapor de cigarros (antiga rua do qnariel de policia)
D. 2l.
Ama <|p \e\te
Precisase de uma ama de l ite sem Dllw
rna do Cot,.vcHo n 129.
na
Ama
lo n. 129.
Precisa se de uma ama para cozinhar
em casa de familia : na rua do Colovt r-
IENCA0
, a rH? do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
tonstand.i ans abaixo asslgnado acbar se nes- fa!lar ao Sr- vigario Andre Curcn.o de Arauio Pc-
ta praei o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-. reira> a negoeio de sen interesse.
*^o dos engenhos Rarr.-i e Preguica, em Ma-1 #;CS3SSJOC,Oi"1'i'i'^POf*fi>SVa*
cangnape, provmcia da Parahyba, veem rogar ao' ""W^v^ran^^va^a^
aesmo o obztquio de vir entender-se com os n
tftaiso assignadoa immediatamente sobre negocio 3f\
Mgeate a^referidos engenhos. Rua do Amorim j fts
m
37, escriptorio.
Tasio Irmaos k C.
iccnte fugio.
Ka soiie de 13 para li de mnrco do corrente
acao fngio o mulato Vicente, eseravo, de 20 annos
it idad?, b:>nita flgura, barba e e.-tatura regular,
rnj ,o restida e em urn sac:o roupa de algodao
.-.; rri e alguma mais lina pertencenle a um cai-
Aa cr.-a d'oade fugio ; e natural da fregue-
- Saul Ama do Mattos, diz ser livre, casado,
? r: siio eriado em compauhia da madrinba D.
Lniza da Luz, de qnem alias foi eseravo :
se, portanto, aos senhures capitaes de campi
lid ponriaes a apprehon^ao do dito es-
iio,e eniregalo na ciJade do Itecife, rua do
>po n. 10, ao Sr. Joaqnim Moreira Reis, ouna
do Asfil ao Sr. Torqnato Augusto de Oli-
i Baptista, quo scrao g nerosamente gratifi

%
i
iiedjeo-cirumco 5
DE & %
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. It.
Chamados : a quaiquer hora.
Consultas: Aos po'.;es gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
Precisa saelugar uma ama de leite, forra on
escrava : na rB> da Alegria n. 36.
precisa se de uma ama cozift; eira :
AMA
naroa do Hospicio n: 54.
AMA
Frecisa-se de uma ama cozinheira :
na rua do Quetmado n. -92.
-Ama de leite
* Preeisa ?e de umaama que tenha bastante
lefte : na rua Dfrella n. 8
Ama
n. 22.
Ama Precisase de uma arra para cozi-
xxinc* nhar Da.rua d0 Bar|0 da y.ctoria nu-
mero 22.
Precisa se de uma ama para servico
interno : na rua do Barao da Victoria
PARA LIQUIDAR
Granadina preta -a SO rs. CA.HI8AS FftANCEZAS A 060, ?#500'
covado. 3tW00 K-3aMHto.
0 PayJo rende granadina preta e lavrada I
pelo barato proco deftdO rs o covfltlo. O'WvIo vetxle umitonito sorUmeato de
Matlapolao cttfcstntlo n S;00O camisas francetas com peito de aigsdSo, a
a peon. 2^000 e 250D. Bilas CrJrtt p^rto de lioho
de 3S000 60600. DilM'bb&adas muito
0 Patio vende pe?as de madapolao en-(fiaas de 6^000 a 4o000: assim oamo
i feslado, pelo barato preeo de 3J000 a perja.' grahde sorlimehto de ceroulas dYfinho e de
Grande sortimento desta fazenda, com os mais ; Ditas sem ser errfestaeio, com 20 jardas; a' algodao, por-pracos baratos, e tambem tem
Ktoa!^"pffirioo"S%eo^^lie i*00?' D,t8S eom %% J" cPhmcha MoPse amostraT ad0 6 pe", ^nda, a WO, 6J500 e 7*000. CtOTAS CLARAS. ALPACAS PRETAS A 500, UO E 800 RB.|*te eonta.
Com bonitos padroes, que so v^nde a 260 rs. o| Pv5o tem um grande .sortimento de Espartilhcs a 3^500. 4U?0< e
covado ; e pechfacha I Dio-se amo^tras.
HOLLA^DA.
Brim Hollanda, fi'30, 0 que ha de mais fino, pro-
prio para costumes de homens e meninos e ves-
tidos para seahoras, por ser muito fino e linlio
paro, e se ven !e pero diminuto pre^o do 560 n.
0 covado; e pecniocha Dao-se amostras.
BRIMS DE CORES.
Brins de cores, linho puro, com bonitos pa-
drSes e que se vende pelo diminuto preco de 560
rs. 0 covado ; 6 pechincha I Dao-se amoslras.
CAMISAS DE GRETO.NE.
Camlsa- de cretone, 0 que ha de mais fin-s,
com lindos padrSes e quo *e vende a 40^000 a
dnzia e J4500 cada uma ; e pechincha I so se
vando
Assim como um deposito da mais faz-mda.* que."
*e vendem por men^s do qnn cm oiun quaiquer 8 1/2 varas cada peca, pelos baratos preijos
alpacas pretas, qoe *endea 5^00,- 640 e 880
rs. 0 covado, assim como granie sorti-
mento de cantdes, bombazinas, pfinceaas
pretas, raerinfis, e outras mtritas
proprias para luto.
Sedinhas a lc00.
0 Pavao vende sedns com iatfinhas He
cores a l?600 0 covado. Ditas com pal- e^'ocha.
minhas a 2*000. Drtas com totfue'de mdfo
a 1*000 e 15400. CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA E
CAMBRAIA VICTORIA A 4*C00, 4*500, JANELLAS, DE 7* ATE' 25*000 O'PAR
OJ0O0 E 7*000. 0 PavSo vende um grande sftrtimerrto de
0 PavSo vende am grande sortimento de cortinados bordados, proprios pata ca'ma e
cambraia Victoria 0 transparente com janellas, pelo barato pre^ode 7*000,85000,
0 Pa*So vende Um bdtiito ferflrilento de
fezendas e>j)artilbos modernos a S*500, 4 &9000, assim como um booho serrtrmento
de^aias brancas, bordadas, tf'5^)00 e 6*060.
> e ditas de lasinhra de cOriss a ''S*oUO : 6 pe-
J&<
avo fugido
m dias do mez a !e idade 24 aunos, estatora regular e
fifn :. n la hem vestido e algumas vezes cal-
ues de bexigaa no rosto e falla cor*
natural da provincia da Parahjba.
orqae tenha ido para S. Jose das
1 iu L ipfla di s Gat .> ne-ta provincia, aonde
. tambiin pode ser que esteja occul
;!..... Irataudo il se libertar sem pagar
- : ruga-te por isso a--aulc>ridades
e capitSes de campo a sua captura, pro-
tnJo-se Iwa graiiflcacao a qaem a realisar,
fand 1 na rua do Apollo n. 20.
.1
35.
<*amlho ANogueira, na rua do Apollo
. 20, r-aliza. na Bespanba: Santiago, Orense,
Ratron, lerrol, Ponte-vedra cCoruna, quai-
quer quantia a" vista e por todos os paquo-
des.
Aryjo Preiisa'-se de uma ama que-sejaboa
cozmlieira, para casa de rapaws sbltei
ros : a tralar na rua Duque de Caxias n. 43.
Precisa se de uma para ebgon;mar : a
tratar na rua da Imperatriz n 78 A.
Ama Precisa se de uma ama pa casa do pe-
"* quona familia, em Boa viagem : a tratar
a rua do Torres n. 12, primeiro andar, das 10 ho-
ras da manha as 4 la tarde.
Ama
A TYlfl Precisa se de uma engommadeira : na
x"ua rua larga do Rosario n. 26, 2' andar.
AMA
Precisa se de uma ama peria co-
zinheira : na rua do Livrameclo n.
6, loja.
Comedorias e Acres. -
na estreita do Rcsario n. 35, s6+ de
m andar, defronle do barbeiro e'porcid. do
c Dtinua ss a forneoe: corned rias para
r, cob 1 s-eioa pro ptidac, 0 que muito util e
. a ademieos que torn de chegar na aula a
aarcadr.s, sendo os pregos mhi razoaveis.
ima casa apromptam-:e bandejas com bo-
para bades, casarrenlos e baptisados, pao-
b. I s. pudins e pastes de nita enfeitados
ta liwri ta.
CASA IA FOfflW
ikaa
Aos
& ai)3'::o assignado
lam
mma
de Manjo n.
2^:000^000.
23
tem setnpre exposto a ven
to loteria do Rio, cuja extrarcao an
- jomaes.
Precos.
i.i'iro 24i000
Meio 12*000
Quaito 63OOO
-Manoil Marlins Fiuza.
Nao se prestando 0 pequeno espa^o do armazem
n:.10,A> a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que 0
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com tudas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rio os scuhores freguezes dirigir se, certos de
que, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidace dos precis, a maior sinceridade possivel.
Enlre as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve cc.nvir aos seWiores fr?goezes. Consciente o
aba xo assignado de que reste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem o; tenha com relacao ao pequeno lu-
cre que procurara obter da dita mercadoria.
^_____Jo^e Dorr.ingue? do Carmo e Silva.
Megio
8P
DE
0
lltencao.
Precisa se de ama senhora que esteja habilitada
para ensinaro portnguez, francez, piano, costuras,
ir para um en-
do Recife a S.
It 40,200
Pi&e-~c ao Sr. Jose Caelano. da Amerwa Illus
..:.7,0 favor de appareoer na rua Primeiro da
KiTftn. 7 A, 1*andar,a cegecio de seu interesse
cb praf.i do Corpo Santo, rua do Marquez de Olin-
#> j> cstacao dos irilhos urbanos da rua da Au
wra on da eslacao ao Voradourii em Olinda, uma
tepa de ouro de pnlceira com 6 brilhantes pe-
fMBOS, lii;ginJo allinde de peito ; quern a achon,
qu'rrii'io ^ntregar a dono, p^de leva-laaruapri
aeiro 'In Marco n. 19, .'oja, antiga do Crespo, que
' swa gratificado. f'ede-se a pessoa, que no sabba-
-:.' M .! c rrecte ficon de vollar as 5 1(2 horas
*a larde, que fa?a favor de apoarecer a quaiquer
hora do din qua enconcontrara a pessoa que per-
B dito objecto.
O n t tndo ao abaixo assignado que a Sra. D.
flsltna Maria Cavalcante de Albuquerque, mora-
*>ra na ci lade da Esca a, quer vender o eseravo
KMoro, que esta em seu podor por contemplacao
*wmilia, previne-se ao respeitivel publico,
aao r.-cam nego-io, pois essa senhora
sa/la tem no mesm \ e sim os herdeiros do seu
in^eiro mardo Jose Joaqnim Cavalcante de Al
awjnorque, como mostra se pelo inventario feito
as Alagoas. t'tmga, 14 de abril de (874.
__________Antonio da Silva Marques.
Aluga-S9 rmazem da rua Direita n 93
> para qmlquer estabelecimento : a tratar
ao etfosiitorio da ordem tercein de S. Francisco
< :
0 di'stinkirgador
que
pouco ou
bordados, etc., etc., e qne qurira
genho pei to de uma das esta^oes
Francisco, para ensinar a umas meninas que ja
estao principiadas, paga-se 1 0006, e gratifica-se
gradaando a tratar nas Cinco Pontas n. 82.
BACHAREL MIGUEL AMORIM jtt
Rua do Imperador n, 71. 9
Arrenda-se o engenho Penderaca, d'agoa,
com proporcoes para grande plantio de canna e
cafe, dista de Una tres legoas ; assim como da-se
nos fundos muito bons terreilos para levantar-se
outro, por annos : no mesmo cngfnho, a tratar
com o ir. capitao-mor, ou a rua do Imperador
n. 50.
Uma pessoa vinda drfBahia, precisa fallar com
o Sr. Antonio Jose de Freitas, roga portai.to o fa-
vor de apparecer a rna da Cruz n. 6, armazem.
Fngio uma escrava mulata, de nome Maria,
pertencente aos herdeiros do fallecido Dr. Jose
Felix de Brito Maced", a qual seacha ausente des-
de novrmbro de 1872, com os signaes seguintes:
cabellos carapinhos, cara red^ndj, olhos amarel-
los, um panno toa face esqoerda mais alvo que a
pi lie, desdentada, seio pi queno, altura regular,
nm coragao azul no braco esquerdo, pes grandes,
tornozelos grosws, anda dizendo que e forra : ro-
ga se a quern a prender, leva-la a rua da Impera-
trizn 13, que sera pago o seu trabalho.
instrucgao primaria para
sexo-feminiiio.
D. Francelina Durnellas Pessoa, achando se ha-
bilitada na forma das leis reguladoras da ins-
truccSo publica da provincia, abrira no dia 1." de
maip proximo future, na casa n. 31 da rua do
Barao da Victoria, um collegio, em que serao
recebidas alumna* pensionistas, meio-pensloDistas
e externas, alim de se educarem religiosa e civil-
mente,- -se in-truirem nas materias de um com
pleto curso elementar, de se aplicarem a obras de
agulha e bordados de todas as espeeies, e a tra-
bilbar em llures, mediante uma razoavel remu-
neracJo. Os Srs. pais de familias podeiao desde
ja dirigir-se ao mencionado cdlegio, onde ser-lhes-
hao dados us nectssarios esclareciment' s e infor-
magoes, e onde enconlrarao aberta a matricula
para as edueandas.
Recife, 15 de abril d 1871.
parte, como sejam
Gdrtes de caJemfra de cores a 45 : e pecliiu
ia I
Idem de brim'pardo fino a I3o00; i,
Colchas de fuslao com ba'ra, muiio
\i ; idem.
Idem idem brancas, idem Idem, a :
Cobertas de chita adamascada linn
a 3*500; idem.
Ledrofls cfe bramante, idem idem, a 23
Toalhas alcochoadag a 55500 a duzh ;
Lencos de ia-?a com barra a liOiO a duzia
idem.
ide 4^000, 4^500, 5^000, 6JJ00O e 7c*000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7)5000, 6 pechincha.
NOVAS LAZINHAS JA 560 RS.
0 Pavao recebeu pelo ultimo vapor un
elegante s-irtmento das mais lindas laiznhas
'para vestidos, sendo transparentes com as
; idem.: mais delica'fas cores, e modern'ssimos pa-
' drdes, que vende pelo barato precio de 560
(rs. o covado, a*_rua da Imperatriz n 60.
yrandes a
3 i ; idem,
idem idem
Idem idem idem brancos abainhadts a 23000 ; j LIQtIIDACAO DE ROUPA PARA HOMENS.
0 ParSo vende um grande sortimento de
roupas para homens, sendo palitots saccos,"
ditos fraks, tanto decasemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avul-
tado sortimento dacalcas de ca de cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambem um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
idem.
Idem em cafxinhas muito lindas a 35500 a
duzia.
Seroulas de linho e algodao a <8{ a duzia.
Cambraia Victoria Una a 3*800 a peca ; e pe-
chincha.
Argoaao marca T largo a 15500 e 55 a peca.
Madapolao fino a 45800 a oega.
Madapolao fiancez muito "fino a 65 a peca.
Brim pardo muito fmo a 400 rs o covado ; e
pechincha.
Cambraia transparente, o que ha de mais fina
a 65 a peca.
Baptistas de cores inodernas e com lindos pa.|de ceroulas de linhoe de algodao, e vende ide seda, sehdo
10^000 ate" fc!&J(*)0, assim <*no : colxas
de damasco de la muito fina de 10JS00O
12JSS000 cada uma.
BRAMANTES A 15J800, 2JJ000 E 2JJ500.
0 Pavao vende bramantes para lenc6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo o de
algodao a f#900 e 2B000 a vara, e de linho
a 2&400, 28800 e 3&000 a vara: e pechin-
cha.
CASEWIRAS A S5000, 69000 E 79000.
0 Pavao vende c6rtes de casemiras para
calgas, sendo padroes modernos, pelo bara-
to preco de 5#000, 09000 e 79000 o c6rte,
assim como : pannos pretos dos melhores
?ue tem vindo ao mercado, de 49000. 89 e
09000.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais i-lrgantes esmeraldinas com listras
droes a 400 rs. o covido
Dao-se amostras.
S6
grande pechincha
on. 20
Aluga-se um preto para todo servico, inclu-
sire cozinha, por Lmbem cntender : a tratar na
praga do Corpo Santo n. 17, 3' andar.
Desappareceu do sobrado da rna da Uniao
n. 25, ao amanheeer de hoje 20 do corrente, uma
gata ingleza, sendo branca com malhas amarellas,
tem no pesaoco uma fita encarhada, donde pende
nm guizo de metal : se alguem achou e queira
restitui la dirija-se a mesma casa que setit reconi
pensado, flcando se muitiss'mo ohrigado.
A" rna do Ocspo, l.ja das 3 portas
DE
<.i ii.iii:.: m: i: c.
Junto a loja da essjaiai.
e das horas da manba as !
horas da nolle.
Vende so larangeiras selectas e de umbigo,
eaxertadas, como niio ha iguae3 em qualidade, e
de todo tamanho, assim como sapotizeiros e aba-
catizeiros : na estrada dos ifflictos, sitio da viuva
Quintella.
todas as roupas a-ima mencionadas pelo ba- j
ratissimo preco, porqnerer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz a. 60, de Felix Perei-
ra da Silva.
Acha-se constantemente aberto
a"s6 de noite.
em cores e padroes as mais
novas que tem vibdo ao mercado, proprias
para vestido*, e vende pelo barntissimo pre-
qo de 800 rs. o covado, n. 60. F
.-no do PAVAO, das 6 boras da manha
/""rt
\LCAD0 | ci Granrfe pechincha
Chapeos de sol cabo dc mnrfim
eslrairgeiro.
Paris nJAmerica, k ruaDu-
Cliapeos de sol cabo de marfim a
121000 !
Com scda trancada e hastes de meia cana, na
loja da Rosa Branca, a rua da Imperatriz n. Sb\
cir
De 1:0005 a 2:0C05, mais eu menos, com hypo-
theca em casas aqui na cidade : se din quern da
nas ruas da Imperatriz n. 38, loia, ou Imperial
numero 5.
f^ i i ii ii i.
-*
vvutiwnfkv'.
Compra se um portao de ferro : na rua do
an gel n. 62.
Precisa se comprar Jous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loteria?, a rua Primeiro de Margo n. 6.
0 # ^ '>' i l 0 9
pe*s de sapoti, abacale, fructa-pa, rrmeira, figuei-
ra, larangeira cravo, parreiras, rozeiras, dhalias e
outras (lores e fructas, tulo por preco rommodo :
na Hoa-Vista, rua do Visconde de Goyanna, outr'o-
ra Mondego n. 101,
Cambraias de cores
j>
rs. o covado.
'r*3B
43
j
frastes.
Compra se e vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48.
3ft
>
*
#####ii
0 bacharel Jcaqnim F. Chafes, Junior, advo-
gado no foro de Palmares, incumbe-se de cobran-
gas amigaveis ejudicia^s na mesma comarca.
Aluga-se o 1 andar e o armazem do sobrado
da madus Burgos (Itecife) n. U : a tratar na rua
da Praia n 20, com Jose Feliciano Nazareth.
Aluga-se o pavimento terreo da casa n. 11 a
rna do Range! : a eatender se com o proprieta-
rio no 2" andar da mesma casa.
-

Molia
uiudou
sua

.. resi Ii ii.i.i para a rua Vellu (Ponte-Velha)
title o a. 6 e i, casa nova.
ma cva particular 'fferece ccmedorias por
:^.lura, pi\,i,j(Uendo asfeio, jjosto e pontoa-
: qnejnse qaizer utiljsar dos seus servicos.
jjia as Martyrios ;-. 113.__________
'iram do caes do Raines duas taboas de
i -icupici mii tiO palmos de comprido e
Sfm. t iaeio de iargo : gratifica-:-e a quern der
i no caes do i "in. i2.
,Da st- socieiade em uma tav.rna bem afre
guozada e era bom local, a uma pessoa deboa
ronducta, e que entre com algtim capital : nesta
typographia, carta fechada com as iniriaes M P.
R. C. ^_____________________
Escrava
Precisase de uma para fazer as compras e o
mais servico de casa de pequena familia, e qne
seja de boa conducta : quem liver e quizer alu-
gar, dirija se a rua da Imperatriz n. 15, primeiro
andar.
Na rua do Torres n. 20 coapram-se escravos
de ambos os sexos.
PRFIT
palha de ooricury : na rua Di-
espanadnres
reita n. li.
Fogao de ferro
Empreza do ga,z
A emprezado gar tem a bnra de annunciar ao
publico que recebeu uitireameote um esplendido
sortimento de lustres ds vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cojas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, o serto vendidos aos"
sens freguezes pelo pre.o mais razoavel possivel
Cozinhar e engommar.
P.ecisa se alagar ttraa eicrava qoe siiba 'cozi-
nhar e engommar; 6 para Casa da pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16, l. abdar.
economico
Vende se um chegadoh? peocos-dlas, tendo fo
nalnas para lepha e ear5o, forno para assar
deposito para agua quenle e lugar para se cuar-
dar quente as comldas depots de feilas; estes fo-
g6es tornam-se recoramendaveis porqtie sao de
ferro batido, e fabrlcados cem perreicao e cozi-
nham eom mui diminuta lenha : na rua da Apo
n. 20
Na rua do Queimado a. 43, defronte da praci-
nha da Independent.
Cambraias di cores, padroes miudinhos a 240
rs. o covado, 6 barato.
Dao-se amostras^_____________
Cheguem a pechincha!
Panama d; lindos padroes, fazenda inteiramen-
te nora e qua se vends a 700 rs. o covado, a 440
rs. : na rua do Crespo n. 25 A, loja da esquina.
Rua Direita numero 43
Cltapoloria economica
Chapeos do castor para senhora (alta novidade)
para 16_! e 203 Ifl ditos de palha, de velludo, de
seda, de merino para Into, etc., etc., toios de for-
matos muito da m>da, e por precos razoaveis
Tambem se lavam e concenam chapeos de todas
as qualidades para senhoras e homens; assim
como seconcertam leques.
Chapeos para senhora
Amaral, Natiuco & C. acabam de receber pelo
ultimo vapor da Earopa un complete sortimento
de chapeos de velludo, de seda e de palha da Ita-
lia, para criancas, meninas e senhcras : vendem
no Bazar Victoria, rna do Barao da Victoria n. 2.
Cintos e leques
Amaral, Nabuco & C. vendem cintos de couro
preto e de cores para senhora, de couro de lustre,
de bezerro e de borracha para meninos e homens,
leques de tartaruga, mnrfim, nudreperola alva e
queimada, lisos e lavrados, de chagrin, madeira,
chagrin e seda e madeira e seda nara senhora :
no Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. 2.
Prefa etziiiherra.
Vende-se uma preta cozinheira, na rua da Au-
rora n. 85, primeiro andar : para ver e tratar
ate as 8 horas da manha e das 5 as 7 horas da
tarde.__________________________________
-'Vende se uma preta de idade de 20 arinos,
sadia e perfeita engommadeira, cozinheira e cos-
tureira de boa coriducta, sera vicio, c e fiel ; uma
outia de idade de 23 annos, preta, de bonita li-.
gura, cozinha e enjomma soffrivel e lava bern, I
nmito sadia o Item refyrfada, e nma negrinha
de idade de li annos : ha rua de Horns n. HO. I
E'barato!!!
que de Caxias n. 59 Charutos e cigarros
primeiro andar acaba de reeeber um complete dos mais linos e das melhores marcas, do Rio de
sortimento de cal?ados estrartgeiros para homem e Janeiro e da Bahia: no armazem "do furao a rua
senhora, vindo entre elles um lindo sortimento de do Amorim n. II, de Jo=e Dominzucs do Carmo e
elegantes chiquitos, sapatifihos e botinas para Silva.
criancas, qoe tudo vende nor precos razoaveis.
Panno de algodao da Bahia.
Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
Fana : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa-
aa, rna do .Amorim n. 33
Lindas las escocezas.
De varios padroes, e inteiramente modernas, >
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. i3, loja das columnas, de An-
tonio Correia de Vasconeellns.
A 5?OOii.
Lindos cortes de granadina com listras e ffores,
fazenda a mais linda possivel, com 18 covado?
cada corte, pelo barato prero de S& ; isto so se
vendo para admirar : na rua Primeiro de Marc j
n. 1.
Sobrado
Chapeos para sonhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paqnete, um rico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por preco coraraodo.
Uranias de leque,
Palmeiras iwiperiaes,
I oqueiros,
Cyprestres horisontaes.
quQuera quizer fazer um poroar com differentes
oualidades de fructos, ou arborisar alguraas ruas,
"de plantar algura jardim, e s6 dirigir-se ao aitio
do Abrige, em Olinda, onde achara o que quizer,
ou deixar o pedido paHescripto pa loja da roa da
Cadeia do .Recife n. 53, inditiftdo para onie que mande-so, etc.
9e!netites de hortalica.
Rua do Marqiez de OtioHa-'n. 31.
Cambraias de cores, miudi-
nhas a 240 rs. o covado.
mCores fixas e fazenda boa, dio-se. amostras e
andam-se levar nas casas : na loja da Rosa
Branca, rua d| Imperatriz n. 56.______ __ -.
Bom ponto.
Veniie-se a taverna da rua do Amorira a. 9
tratar na mesma.
A California
DE
Fazemlas baralas
\a run do Queimailo n. 43.
Defronte da pr.ca da Independcncia.
E' para liquidar I I
Lazinhas a moda a escoeeza a 200 e 240 rs. o
I covado.
Cretone a prussiana a 320 rs.- o covado.
, Cambraia transparente fina a 3& a peca
Diu Victoria fina a 3*500 a pe?a.
Toalhas telpudas a 500 rs, uma.
Brim pardo lino a 400 rs. o covado.
I Algodao T superior, pouco sujo a 3 e 45 a peca.
i Madapolao, pouco suja a 4 J e .'ii a peca.
C( ita, fazenda proptia para roupa de escravos a
200 rs. o eovado.
Lencoes de bramante a 2$.
Briniznhns de listras proprio para vostidos a 3*200
o covado.
Venham ver, so na loja das pechincba?.
DSo-se amostras. -
FAZEKDAS
Na rua Duque de Caxias a 44, confronte a
pracinha da IndepenJencia, esquina do
becco do Peixo Frito.
Metins para vestido a 360 rs. o covado.
Granadine de cores a 500 rs. o covado.
LJs escossezas ai280 rs. o covado.
Chitas de diversaa qualidades a 210 rs. o covado.
Brim trancado pardo, claro, muito bom, a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra a I* a doiia.
Ditos brancos a 1*600 a duzia.
D,to3 de linho abanhados a 3*500 a dmla,
Cambraia Victoria a 3*500 a peca.
Toalhas adamascadas a 400 rs. cada uma.
Vende se um bom sobrado em uma das mtlho-
res ruas desta cidade : a tratar na rua do Mar-
quez do Herval n. 29, taverna, on na rua da Im-
peratriz n. 10, taverna.
Vende se um sitio a retalho, na estrada dD
Arraial, que lica na procedencia do sitio dos Bu-
ritis, sendo este sitio n'uma loeahdade muito ex-
cellent-1, ficando no centre de tres estradas, por
preco mnilo commodo ; tem terreno da 2* o pal-
mo, com 240 e 250 palmos de fundo ; assim co-
me, tem terreno para varios precos, com fundo
de 400 a 500 palmos, com muitos arvoredos, com
rauitas baixas e sendo muito boas, nm riacho que
ccrre por dentro do mesmo sitio, com daas casas
seodo nma d3 pedra o cal, feita a moderna, com
4 quartos, 2 salas de bora tamanho, e grande la-
tada sitio : quem pretender pode vir a quaiquer hora
Joe achara com quem tratar. Outra casa de ma-
eira com 3 quartos e daas salas e cozinha fora.
a
Linho com listra de seda
500 rs. o covado.
Linda fazenda para vestidos, este preco e para
aeabar o resto.
Loja da Rosa Branca, rua d.t Imperatriz n. 56.
Ilaie.li)
Vendem se dufs de amarello, enveYtisados, com
pouco uso, propHds para loja de fazeoilas, miude-
as ou outro quaiquer negocio : pan ver na rua
da Imperatriz, fabrica de cigarros dns Srs. Ulysse3
& Irraio e tratar com Pdcas & C, rna Esrreita do
Rosario n. 9.
Vende-se
Muito em cont'a.
Veffd.;-se'urif terreno forelro, certado, com al-
pmas arvores frnctiferas, tendo 200 palmos de
rente sobre 400 de fundo, no Ir/gar PeTxiaho, ent
Olinda, 'otrfla ba tfe'sefem breve cjnstruldo o edi-
ficio do novo matadoufo pflbffco : quem preten-
der dfrh>se a rua do Arftparo, era Olinda, n. 18
pubh'eo eCparficQlar.
uma marqueza de amarello, um par de censolos
de jacaranda, e um pequeno teucador tambem de
jacaranda; tudo usado, portm era bora estado, por
barato preco : na rua Imperial n. 125.
| Na rua" Daqde derCa^arnri03~vende"Be'
por negocio vantajoso para ocomprador, accoes da
catapanhia dos trilhos urbanos do Recife a Olinda.
CAFE' DE JAVA
0 unico verdadeiro ven-
de-se sa- ct>ttfe!t^ria do
Campos
M--lmperador _f
Por todos os vapores re-
cebe-se nova remessa."
Pechincha k cfrapeos
A 1^500, U800, a000, 2JJ500 e 3JMJ00.
Vende-se chapeos de feltro fino, de diversos
modelos, pelos precos acima ditos, que e menos
de metade de sens valores : na rua Duque de Ca-
xias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
VENDE-SE
um hoi gordo e man'so, acostumado em carroca :
quem o pretender dirija-se, a rua das Flores n. 5.
IniHHem frogresso
Batatarnovas a 30 rs.a libra, e a 700 rs. a
giga-_______________
Cll6tlr1$)i3 novas a 480 rj. a libra.
LARGO DA PEtfHA ff. W.
'



I
DifcftOJde FttwuttnbUoa- <&a*ta feira 22'^Mnl'dty lfc-?4<

i
Mi
Amumvm
fazenda^vfiiiasi
RunPrimeiro do Mcf,o. a. 7 A,
DE
Cordeiro Sinnoes <& C.
E' e*t nrtM ds casas t|iie hoje podo com prU
mazia odcreicar aos aeoa freuneces am variadissi-
mo sortimento de fazendas finas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordiaario de todas as
classes, e por precos vantajbsos, das quaes faz utn
peqaeno reswiio.
Mandam fazendas as casas dos preteudentes,
para- o qua Una pessoal neeet sar io, e d&o amoslras
mediante peiihor.
Cortes de seda de linda> cures.
Grosdenaples- de todas as c jres.
Gorgurio branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Vellddo preto.
Granadine de seda, preta e Popelinas de lindos padroes.
File de seda, branco e preto.
Rkas basquinas de seda.
Casacos" de itierin6 de cOres, 13, etc.
Mamas briisikSras.
Coites com cartbraia braoca com lindos borda-
Ricas capellas e mantas para noivas.
ltiq'nissimo sortimento de las com listras de
seda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, branoas, iizas e bordadas.
Xanzuques de lindos padroes.
Baptisms, padroes deiieados.
Pertl;r*a* d quadros, pret e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de liaho de cdr, projwioe oara vestidos,
com barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linbo. r piles da
mesma cdr, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fas tao de Hildas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para secnoras, de linbo e al-
godao.
Sortimento de luvas da verdadeira (abrica de
. Jouvin, para h miens e senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptizado.
Chapeos para dito.
Toalhas e gnardsnapos adatnajeados de linbo de
cor, para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de camisas de linbo, lizas e
bordadas, para 1km.ens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
as.
Dilas escocezas.
tfMBpleto sorlimeptp de chapeos de sol para ho-
mens e senhoras.
Merino de cores para vestidos.
Dito preto, trancado e dito de verao.
'iMhado de linho e algodao para toal
A.toalhado pa-do.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Ghales de merino de cores e pretos.
Ditos do ca-f mira.
Ditos de seda pi eta e de cores.
Ditos de touqnim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e con*)
I Lencos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Kicos cortes de vestidos de tarlatana bordados'
para corles.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de le'qnes de madreperolas e
osso.
Damasco de seda.
Casemtra preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e aznl, eol-
larinhos, pnnhos delinho e algodao, gfavatas, la-
vas de fio de Escossia, tapetes de todos os tama-
nhos, bolsas do viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencos de linho branco e de cores, toalhas,
gnardananos, etc.. etc.
Wilson Howe & C. vendem bo seu armazem
a rua d$ Commercio n. ii :
0 verdadeirb pr.nno de algodao aznl amencano.
Exeellente fio de %ela.
'Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as r,ualidadea_________
Grande pechincha de cami-
sas de linho.
\ ende se camisas inglezas, de linho, muito finas,
para homem, pelo baratissirno preco de 35^000 a
duzia; quern duvidar venha ver e comprar : na
rue Duque de Caxias n. 88, luja de Demetrio
Bastos.__________________J. _______
Asiinicas verdadeiras
Ricaas hamb orguezas qnr vem a este mercarto
iia rur Maranez de oliod* n. 81
XAROPE DE CHLORAL
ME FatLBT
Pbarm-.ccutico de Farls
As preciezas propriedades de cLor.t tern vivanionte'
captivado a attencao das pessoas scientifi'cas o dos medi-
cos,- que'nSo cessam de utilisar sna virludc uos.cazos
difficeis contra os quaes se nao conhecia athe csta data
nenhttm nrcio de accao efficaz.
0 snr Dumas ha pOuco tempo sccxpriiniu nos seguintes
teriuos, na Acadciuia das sciencias : Dtias subsuuicias
appiox'uuativas, o cliloiofoi'iiiio c o'chloral, cpw na.
epoca de sua descoberti foiarn o assuniplo iK muito
profundos e scrios rstudos, no puro inlcipsso da scion-
cia ubstiacta c das llicorias chimicas, tomwanT cm
seguida parte enlre os prdaioHM agentos da Ufernpefl-
tica : o chloroformio para B oltirtugia, c o chloia: para
a medecina.
0 Sur Folld teudo- niontndo uma fabrica para a prapa-
racao t5o delrcada de chloral, goranM a purcza absolula
do seu jiroduclo, e paia facilitar o emprego d'este niara-
vilhoso, inedicamento, preparau una Xarojio de chloral,
quo contem:
uma gramma de-chloral em tima (JolJmr 0 XAROPE D2 CHLO i&L DE F0L ET, na
doso oidiuaiia dc uma a duas eolheres do wpa pioeura
e facilito aos docntes um somno trauquillo e restaurador
(pie Ihe faz experimentar am grande ullivio, restifttc-lbe as
lorcus c o aniiuo perdido c ajiidu enoi'iiienieiile a ivac-
cao, som minca j)rovocar ne;dmm d esses aoeidentes Mnitns
o lao repdidas vezes produr.i !os pe!o bmprego dos opios.
F'em consequeucia d'eslas propriedades einiueiileniente
sedativas qtic n XAROPE DE CHLORAL. DE
FOLLE, e setnprc croprogado com grande' succosso
uos cazos d'insomnias, neuralgias diversas, gotla, rheu-
mat'tihnos, enchaaitecas, asthma, bronchiles, j'ltlUica,
colidasliepulicas ou outras, canscr, eclampsia, tetanos, etc.,
c em genii, em todos os cazos em que uma din- aguda
accarr.'ta a falta de somno.
Durante o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Feratid, cliefe do scrvico dos feridos no Val-de-GrAcc,
publicou, no Bolelim therapeutico uma serie de observances
sobre os resultados obtidos com o chloral quo o Sur
Follet, linhu postoadisposicao do dito hospital; os feridos
recJamavani o seu emprego com inslancia.
0 Snr douctor Lccachnur, quo muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate dc chloral) cm therapcu-
tica, publicou sobre este assunipto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
y somno e um dos primciros c mais coiiilaiites ofleiio.-, produii-
dosj)elo hydrate chloral; principia sempre cm geral um tjuarto de
o bora, ou ineia kora depois do so tei' admiuistrado o medicamcuto.
i bado por sonlios, e n3o a'companhado nem de eicitc;io (isychica
a nem tio pouco do agita(flomusculares... 0 despertar sc o]>era sem
c accidentcs desagradaveu. Geralmeute os doentes, nao se queixam
de dores dc cstoinago, nem de pezo de cabc^a, nem de cephalgia
s como acontecc a inaior parte das vezes com o emprego dos opios.
Alemdoquecom o opiotorna-se indispensavel elevar progres-
< sivamentc as dozes para que scus mesmos effeitos se continuom a
produzir e ja o mesmo n3o acontececom o hydrate de chloral. *
tremamcnte prcctoza, ossirti cotno> o sefwr Rergeret de
S:iint-L('ger o demouslia pela obsoi^acito spgnnile :
I'ui do. ill: cstoy id.' caiua J i ; v i ;i jAuin mez. r.'Ufdn ikw nm atta-
quo d.- gotta, e durant! oho dias nao prtjt' dojiniB, ainda i|ue ei-
l-m!.!o |>.'la do.-, insomnias'e rigwoza. diiiUi; ludu luitiaf pruvor
t noinis lon'iwis : Ml.iiimstii'U-se-lkc dc umii go v.z du:is grauunaB
de chloral.dissoWidn cm a(aw coin assnear; e dcz ininiilos depois
(. od.x'iiloadorinec-.'u, eo somnoUurou Ml boras; a ineianuHc1 des-
portop-se SCin duos dc cabet" t em um rst.-k> dj ooiitentumeiito
indesCriptivcl, depois a < noit.v
o lhde ciiia.i conlHiua coin 0 uzo do cMoial, c as aucias alrozcs e
dolorozas bum conw as contractocs_dos iniisculos cess:r:mi. i>
U chloral loin tambom uma-acvw "otayel soWatosse
quo canra faufo os doentes atjcaflM ('e CiWgMfWjftBfi ou
do lirouchites.
( semr douctor Offret, aTepois de lercitado em suas
tr.ciisrias aJgums cazos de cuk** rui4as pi;!o ddoraJ,
accrcsccnta :
I'odeiia ci:..: ainda varias outras obscivagocs fcitasconi-'indivi-
duos aila.-.-:d.. dc luburoulos, pnlmauai-c,. cia i!il!,i<:iUc- praus.
d.: liron.-lii!.'^ el-eo-iic-is e ai."ida.s.
Esfes docuL>s extcnuad .s pcla Inssc, privados a maior parte das
von> At nm M.i'i.m !r.i:i |uit!.i, i nc-nlrni nm no uzo d-> clili.ral um
gruiid.-idliviu. qiinndo iimm-l nn.ipliiiia na t-nlia pnidiuido o
sicos mo parcceram dimiiuiir :oi. a iiiiiuencia de U: inuuicameiilo;
a tosso si: te:n coii-laiilciiicnto apazij; lad > por uma ma:ici:a muito
.' r, ...-ACl. I)
Os joniaes de medecina c iesuuio! scienlilico.s torn
publirailo, os resnlla'los ob'.idos [ie!o emprego de chloral
pelos Su'' douclores : Uicltiudim iie;-. iel dc Sainl-
Leger Brodbury Richard- In'ranjier- Feraud.
Licbrcicli Weslj!ial iSeyor liai-deleben Lan-
gaaaMBtk Virehow Dioulal'ny Krinli;tuer Rcmar-
quny Gublor Jaslrov.itz l.iegcois Muuriac
Miirjuliii Mandl BiMichut -- (iii'aldes-^- Vemcuil
Silrtpftnf Lamberl Tamic", elv., etc'.
(I XARO?fi DS CHLORAL DE FOLMT 6
pois destinado a presiar strvfeos iiuportanles lodas as
vezes que sn Irala de cahnar uma dor dando ao doente
am somno rcpai-ador.
AtM.0. A/im de evilar as falaifiyacJiet ou imitafees
que jiodcm ser prepfiradtifcvm um pro*-
duclo, pouco puro, devc-se erigir sobre
cadn frasco a eti'pi.-lta de gofnttl o6rbs "
tendo a assigualura.
Uina instruccao miiiucioza acompanha cada frasco.
Preco de fraiCo : 3 francos'.
Camisas de cretone -i F liJII*iiln
as maio modernas qae tem vimlo ao-mercado, sen- IWI fllva
do lisas e com listras, e dnzia e a3*5!)0 cada nraa; e" pecAincba. > Vende-se um ppquenosi to perto at
TTf\1lQnr!a 'S* do Salgadinho, tendo-cte freute ISO
... *1U*1*UJW,;. m Ipalmos, e de fuodos mats de quatroee*,
toWe^ft,J^ta^i^!o^ casad,taiPa acMt*
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro, proxim e bool asseiada, tendo 2sals,
applieada para costumes de ftomens e de meninos : quartos e cozinha !6ra. 0 terreno #f*-
so aa rua do Cr*po 20, loja das tres portas, de pr}o 0 bom de plantac6es, tendo
j Guiihwate & C. juato a toja daesqnioa. ___i arv0Pes de jruct0i agtla de beber e ^J.,
! cado.
Para ver e mais explica^oes, no mesaaos*-
tio a qualquer hora a entender-se com Hiss-
1 tao Francisco T-rres, e para tratar, m tfce-
souraria d.slutcrias, rua 1* de Hmf&
n. 6._______________________________
Farello novo e
Milho pequeno
Da melhor qualidade no armazem de briafea
de trigo de Tasso Irmaos & C. na praca da eats
do A no 111._______________^^__
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na loja de J. Porto, a rua Nova n. Ii, (rscaae
por cobre ou mesmo por sedulas, boas fazeaixaa
roupas feitas sem se oluar a luero, semenle pafa
vender muito. _______,
GRANDE PECHIHCST
Corles de casemira a 44000 o cortee pedaoda.
Chitas claras a 240 rs. o covado
Madapolao fino a 42800 a peca a
So o ii. 20 da rua do Crcspo, loja das 3 pwtas
de Giiilherme 4 C, junto da loja da esquiea.
Gaz a 5#500 a lata
com 25 garrafas, do melhor e da mais acreditaca
marca d-. IK-nry Forster 4 C,, tarantidoa^a*-
dade e a qnantidade do liquido complutu : at* ar-
mazem dc Jose* Domingues do Caimo e y.lrt.
rua do Amorim n. 41_____________________
Vende-se as casas seguintes
Rua 24 de Maio (oolr'ora do* Ossos) tf. tek.
Dita do Fogo n. 22.
Dita do Padre Floriano n. 35.
Becco da Bombi n 5.
Travessa do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeia-nova ns. 3 e .
A tratar no pateo do Carm^ n. 1.
YENHAM VER
A Nova Esperanca, a rua Duqae de Caxias n. 63.
apressa-se em convidar a seus freguezes, com e?
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
guinteg artlgos expostos a vendae todos por preco>
commodos, como sejaro:
FINAS BONECAS mansas e choronas.
BGNITAB E ENGRAQADAS vistas para stcrios
copios.
COMMODAS LATAS para;guardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninat
BONITOS VASOS com flna banha e chelroso?
extractor, trazendo cada frasco um notne, uma ini
cia! ou um dislico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas coi
de carne.
qiieni goslar.
A' Nova Esperancs a rua Duque de Caxias a
6'l, acaba de receber tentos e caixas para o jogo d<
Voltarette.
hn quo -sitfn das pernas.
A Nova Esperan.a, a ma. Duqne de Caxias i
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
racha para quern soffre das pernas.
FLORE8 ARTIFICIAES
A No\'a Esperanca, a rua Dnqne de Caxias
63, acaba de receber um Undo e completo sorti
mento de (1- re? artiliciaes das nnlhores que ten
viudo ao mercado
A ellas antes qtie. se acabem.
Costumes para crianca.
i A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias o
63, acaba de receber bonitos costumes para criaac
! e esta se vendendo por prccos razoaveis.
A N iva E-^peran^a, a rua Duqne de Caxias n
63, reeebru um pequeno sortimento de anneis i
pulseiras electricas, propriaspara quern soffre do>
nervos.
CAPStLAS D'ElflWfi DE CIlLOMt BE FOLLET
. Estas capsulas, rcdoudas, c do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissohicao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser adminislradoaspcsseasmais
difficeis, o savor do medicamcuto e compleclamenle nullo.
Cada capsula contem approximadanientelocentigrammas
de chloral. A dose regular 6 de 4 a 6 capsuras, que se
devem ctigoilir rapidameute com alganM eolheres de
agua pnra.
Prego de frasco J 3 francos.
fc< '
\-"
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex-
Para a venaa por attacado dlrisir-e a caza do Snr L. FRGRC, 19, ma Jacob, em Parts
Economia do-
mestica
IFarinha de mandioea nova.
Recetltemenle chegada de Sarita Catharina tto
[ para vender no trapiehe Companhia, e para tratar
no seu.eseriptorio a rua do t.'ommcrcio n. 5, Joa-
quim Jos6 Goncalves Beltrio & Filho. Advertindc
aos oompradores que i'esejando acabar, vendetr
mais barato do que em qualqner ontra parte, tao Na rua Primeiro do Marjo n. 1.
to eai grandes conw em pequenas psrc,5es. Confronte ao arco de Santo Antonio, loja fc
9t# *0mm W?mmWmMWim B fgofUnho Ferreu-a da SUva Leal &C
w Lanzmha?, gr.sto escossez, padroes inteiraaanae
W; npvos, pelo diminuto preco de 200, 240 u2ftirat
o covado.
t Baptistas lisas, finas, e dc cores a 320, 4W e
440 reisocGvado, isto so se vendo I
Qi Chap6os de sol de se*da, para hnmens, ingkaes
-i*a (paragon) e com 12 hastes, peh prejo de 8< c 9/,
*S fazenda esta que sempre custou li, se para
gf acabar.
Na rua Primeiro de Marc,o d. I.
Loja do barateiro.
Fazendas dc gdsto
; Na- rna do Ci-ucspo n- iO
9-' N-r-idades de cores com listras de seda
Mfr ,entremeadas de renda, fazenda ainda nao
?35 yista nesta cidade a 800 rs o covado.
' Las de cores com listras de seda e bo-
ajt'-nftos padroes a 360 rs. o covado.
!?, Madapolao francez muito largo, com
fl^ 20 varas, a6z a peca.
ML Vestuarios de fustao, cambraia e alpa-
X ca, para meninas, a 4j, 5f e 6^. Dao-se
f amostras com penhor

1
Progrcsso da rua do Rangel, do
Vieira n. GO.
Vende se muito barato:
Manteiga em latas a SO i rs. a libra.
Ervllha a 120 rS. a libra.
Estrelinha a 320 rs. a libra.
Aletria a 320 rs. a lilbra.
E outros muitos generos.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
Fregulra,
o Patrlei*.
A tratar com seus proprietarios nesta diad*,
e para informacoes com Joaquim Pinto de llei-
relles Filho, na mesma cidade de Maauragoape
Tasso Irmaos v C.
Aos apreciadores do cafe do
Ceara.
<"-' Vende-se cafe do Ceara de primeira qualidade
pelo barat.i preco de I000 o kilo, e assucar red-
nado de primeira qualidade a 300 rcis okilo: na
r finacio da rna do Rangel n. 43.
A240rs.
Vende-se mui bonitas alpacas de quadrinhes,
de lindas cores, fazenda muito propria para ves-
tidos, pelo baratissirno pre^o de 240 rs. o covado :
quern duvidar venha ver e comprar, a rna Duque
de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos_______
Vende-se
cerveja noruega da tnarca M L, por menos preco
qu em outra qualquer parte : no armazem de H
Lundgren, rna do Commercio n. 4.
Vende-se semente de pitanga para cerca ou
rnfeite de jardim : na rua da Cruz n. 6.
Vende-se um terreno era Beberibe (Porto da
Madeira) com 200 palmos de frente e 600 e lantos
de fundo, cercado, com casa de taipa e coberta de
capim, tendo ja plantado algumas arvorea fruc-
tiferas e tambcm legumes, par preco razoavel :
quem pretender, dirija-se a rua da Penha n. 13.
Liquida^ao de moveis
Por precos mui reduzido?, diversas mobilias e
cadeiras de guarnicao : vendem Cuhha & Mania,
a rua do Marquez de Olinda n. 23.
i Pacheco & Azeyedo. tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial : em seu arm%
zem na rua do Duque do Caxias n, 29.
Sedas a i$500.
Ven36-Se bonilas sedas de lindas cores pelo
baratissirno pre^o de 1^500 o coVado ; veubam a
ellas antes que se acabem, na rua do Duque de
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
~~vendhT-
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
aercio, por preco modico : a tratar com Tasso
'rmaos A ('
Vendem i
Wilson, Rowe & C. j
Em seu armazem a rua do Trapiehe n. 14, o se- recebeu lindos coque* de trancas, co!larinbos_ bor-
dados para senhoras, elegantes golas
Coques de trancas.
gninte
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade?.
Tudo muito barato.
Ultima moda.
-! ceLMaugmtdo4 SfiT Aftfc'-gSpS g8d0S 18'' Pr0pri0' Cm 3'19 P?!
| de coies, apropriados aos vestidos chiqnes da ac-
tualidade.
Sabaoa200 rs. o kilo
No armazem do furab, a rda do A'raorim n. 4J,
deJose Domingoes do Carmo e Silval
TaBiancfls do Porto.
Vende-se tamancos e chinelas, sapatos de tran-
ca, tndo do Porto, para homem e senhora, pro-
prio para o inverno, chegado pelo ultimo navio :
na rua da Senzala nova n. 1.
Vende-se um piano de blonden, por barato
preco : a tratar n.
de seda de
cores, phantasia, e bonitos cintds de coure cam
fivellas e passadores de metal. Tudo de mnito
gosto e precos commodos.
- Vende-se ou arrenda-se, no estadoem
que se acha, um stlio na freguezia dos Afo-
0106
de frente e 658 de fundo ; os pretenientes
dirijana-se ao seu proprietririo, n.i rua de
S. Francisco, soLrado n. 10.

3.
Granadiae com linda- cores, vende-se por aW
800 rs. o covado : rua 1." de Mirco n. 7 A.
a
DOS PREM10S DA Wi PARTE DAS L0TER1AS CONQEDIDAS POR LEI PROVlwaAL N. 993, A BENEFfCIO DA IGREJA DE N. S. DA PIEDADE DE SANTO AMARO, EXTRAH1DA EM 2i DE ABRU DE 1874
nS. PREMS. \S. PP. EMS j---------------------- NS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS PRISMS. NS. PREMS. NS. - --*" PREMS. NS. PREMS. NS.
m 1 <5 266 49 530 u 737 4 973 46 1324 4| 1626 y 1844 4,5 21 rg 45 2393 45 2615 45 28G0
8 4* 72 34 41 74 33 27 54 1, 28 2400 23 64
;i 92 35 42 10 80 43 36 58 4* 33 34 68
10 303 47 49 49 84 1,J L 48 * 42 62 38 17 5 41 . 71
13 7 S06 53 56 97 H 49 45 44 t 67 ill 43 19 45 42 _t 94
21 9 u 55 61 1004 51 46 4,5 70 84 22' 48 __ 96
36 16 57 62 38 68 47 77 64 wm 32 49 ^i 99
43 20 58 70 40 70 54 i 1902 _^ 71 torn 42 56 M 2909
46 33 CO 76 42 72 67 --- 5 80 40 43 57 ^iM 24
57 41 68 80 v | 47 1422 - 70 . 9 95 44 5 . 53 m 25
67 5S 71 92 59 42 91 11 96 __ 55 45 77 _ -29
68 tm . 77 72 96 75 44 1704 4 23 2241 ^_ 59 80 Wl^ 32
75 n 84 76 97 76 45 6 4* 27 12 ^M 72 87 5 34
81 93 86 802 83 47 18 33 24" _._. 73 2700 45 38
101 95 io? 88 13 - 88 53 23 39' '. 23 ^^^ 82 _J 18 47
8 ' 96 45 90 15 89 69 0 25 54 27 _ 85 _ ! 19' _ 50
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27 4* 97 ^705 12 64 64 15 40 82 56 _ 85 ... 39 48
30 ~ 99 6 29 79 68 17 89 __ 68 91 mmm 42 a 52
38 I 504 10 32 90 - 84 27 97 _ 73 _ 98 m 51 mm. 56
39 16 16 48 99 98 : 28 2103 84 ... 2606 45 53 62
43 23 .J 26 54 1304 1624 29 i 5 ... 85 _^ 10 " 34 ^_ 65
45 29 H 30 -^" 60 Hi 9 25 30 mmm 11 *** 88 14 56 --- 70
PREMS. NS. PREMS. NS. FREMS. NS. PREMS. NS. PfiEVS
49
1*
45
5
45
15
45
3078
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II
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mm*
8
VARIEMDE
Diario de Pernambuco Quarta feira 22 de Abril de 1874
O chefe do actual gubinete na
luglaterra, '
Um primeiro ministro sem peigaminkos
de nobreza. A hutcria de familia do
Sr. Disraeli ; sua cavreirapolitica e lil-
terarta; seroipu por elle presladus
patz ; suas obi as litter arias.Sua
/lusncia coin o actuii yabinete.
(Conclusao)
Do rei Fum-tudj 0 cathoiioo >, a rai
ao
in-
liha Victona da Inglaterri, diz a correspon-
dency a quoailudimos, u distancia e m ito
grande;e todavia e a -s coiitamporaneos de
Christovdo C .1 ,mbo qus o Sr. Disraeli, o
contemporaneo do Dr. Livingstone, deve
a honra de occupar o primeiro lugar seb o
reinado dasoberaua qua presideboje ao ira-
perio 631 quo nunca se poj o sol, eorao
Fernando e Izabel, pelas grandes descober-
tas do homem que p'otegiam e deixavam
perseguir, tinharn iniciado esse outro im-
perio ao qual se applicou primeiro aquelle
soberbo epitheto.
Foi era I i*l2, no proprio anno das des
cobertas de Colombo, quo os pad-es con-
seguiram parsoadir o rei cstholico deque,
para maior gloria do Dous osua. era preciso'
converter ou expulsar os judeus. M is tar-
de o processo foi applitaJo aos mouros, o
a pobre II spaoh i aioda hoje se reseut'e
rreraosnus. da pr-rda destes elemento* in-
dustnosos Ja m populagdo. Havia entao
no mendo unia republica cujo governo a-
nstocratico tern sido eondemnado muitas
vezes, nao rabemos se com razao ou sem
11 la, como dospotico, mas quo se mostrou
em todos os tempos isento do espirito p-r-
seguidor ou iutolorante em maleria de reli-
giao. M is tarde ella devia resistir
suifat.
v6r,n3o o triumpho.final, mas ao menosio francezes.
" n des e periodo da carreira de seu filho, ate" 1859.
,1uv1!!ni!enC.0ntr*bfl,aaQr8m de Um moio fin-'mente no terceiro ininisteri^Derbv
F 1 fi I \V mA eX,l- a d6pJis da more de lord Palmers?" S
i-fLra^
ainda qua a modo dos
culo passado. 0 Slbo
sem ouvida com a viua .wumes cnns- camara dos coramun;. Desde 1841, isto
,. ,e, ha mais de 35 anuos, que os torys
uizer-se que se tern mostrado ndo tinbam assim uma raaioria. Que fard
>?hl?,!' com, cerlau entac5o chris- com ella? As acgOes dos seus outros pe-
the^a^ riod,s do poder nao offerecem nada como
e?uiumoill T If"* a,D8,lcau' pruguostico deste. Elle nao pode contar
oh E a L,Jlha^'0,, }rala a rundo nuuca com uma maioria na camara. 0
aZV,/? T ro,naD^. dos perigos de partido liberal, outr'ora tao forte, 6 hjjo
que esia ameagada a sociedade politica in- fraco.
fhol!cf *IUS pr8ressos da PrPa8dnda ca-, Cumpre recordar que o Sr. Disraeli no
pm ,seu ultimo miuislerio, obtevtf para sua es
i. SL I ,3 emSe mostra(Jo arden-1 posa o titulo de lady Beaconafeld- Pare >i
eaamiraiorda poderosa raCa dos israe-'na quiz nada. Era um prova da sua af-
na vida parlaroentar tem frequen- feicao por sua mulher, euja morle ainda
impacientado os seus amigos os hoje ehora*
taos.
Pode
orttio-! raes.
^zse.ciou pelo Sr. Gladstme
sempre judeu, 4868, elle depois esperou a sua vez
philosophos do S3- Chegou-Ihe. Actualmente possu uma
tem se conforraado maioria compacta de 46 membros da nova
vida e costumes chris- camara dos
EsseniinisterionJodurpu.senaolde.ouiUs mudas em mds eondicoes par.
transplaota^des. Os arabes, antes de for
imarwetros, trabalham bem a terra com 0
arado e depois fazom sulcps de 2 palmos
de fundo. Ahl 1 ncam elfes esterco de car-
neiro, gado vaccum e cabras, misturado
con terra. Depois seraeara esta terra com
grlos da cafe, a* ccrta distancia e cobrindoos
mill ligeiramente de terra.
ate
aos je-
temente
conservadores, tornando-se um dos com-
peoes da emancipa^ao dos judeus, seus an-
tigosco-religionarios, medida que foi cam-
pl'tiidfl ha alguns annos com o autilio dos
hberaes avangados. E' evideute quo o ca-
rac'.or do converttdo nao perdou nada com
esta pieda.de pira com a sua raga.
Tixlavia resta a questtSo, questao ura pou-
co ociosa, coiivenbo: o Sr. Disraeli foi
baptisado? Ha alguus annos discuwa-se
nos jornaes sobre eite assumpto. Nao te-
nho observado que se agitasse novaineole
a questao nos reeeutes aco..tecimentos. IHo-
ACBICDLTDHA.
te-se pore'm que, em qtranto a Franga e a
Hespanha confiam os seus hvteresses civis a
no bra do XVseculo essa republica rece- mtmarei, na Inglaterra remos succeder ao-
bt)U ma parte dos emigrados da Hespmba.
Fin judeu chamado Disraeli estabeleceo-se
em Veneza, onde se dedicou ao cominercio
Tornando-se humilde e ganhando dinheiro,
talvez alii o trataram rademenle em coase-
quencia da sua dupla qualidade de estran-
geiro. Ao prineipio nao era uma carreira
gloriosa. Talvez um dos desoendantes deste
pobre refugiado fora o original do Shj loskw
de Sbakespere.
Finalmentea familia Disraeli bftloU-Sfl
rica. Em l/io, -W Benjamin Disraeli,
mercador veneiiauo, estabeleeeu-se em Lon-
dres. Era o avo do actual ministro, que
teve bsstante dilliculdade em fazer com que
lhe perdoassem a sua origem Juplamente es-
trangeira. Benjamin D.sraeli fez dar & sua
familia um graude passo. Do pequeno
commercio chegou ao grosso tralo. A filial
de Londres tornou-se mais importante que
a casa de Veneza, e absorveua.
Era preciso entrar no grande mundo, e
primeiro no uuuido das lettris. Tocou es-
sa tarefa ao filho Isaac ; e foi dado ao neto,
o actual Benjamin, o entrar no mundo po-
litico e subir ;i mais elevada posigSo. Este
nao tem filhos, o a gloria da familia vai ex
linguir-se.
Benjamin o mercador, mandou dar a seu
lilho Isaac uma educagao iateirataeote litte-
raria. Isaac viajou, e residio na Hollanda
e na Franga, nao tanto para vender e com-
prar, mas para estodar alli os costumes, as
linguas e as litteraluras. Ainda que judeu
misturou-se com o mundo christao, mas
sem abondonar absolutamenle a carreira dos
seus av6s.
Regressando ii Inglaterra em 1791, teria
25 annos, publicou algumas poesias, e, o
que e mais curioso, uma Defeza da poesia,
ohra que mais tarde supprimio. Sentiria
elle entao uma necessidadc de se justiflcar
perante si oroprio, ou perante as tradiccoes
c.->mmerciaes de sua fam.lia ? Quando deu
o grande passo, elle podia supprimir perfei-
tamente os deb&tes do processo.
Finalmente tend>) abandanado inte;ramen-
te o commercio e possuidor de uma fortuna
independente, uedicou-se completamente ds
lettras, e deixou-nos muitas obras de gran-
de transcedeneia, que moslram o seu gosto
por investigates litterarias e estylo ameno,
e serSo sempre estimadas na litteratura in-
gleza. .
Elle dedicou-se com particular solicitude
i historia da litteratura; e forneceu muitos
materiaaes para ella, em parte do genero
aneodoctico, nas auas obrss : Curiosida-
des da litteraturaMiscelania litteraria
As controversies de autores.As cala-
midades da litteratura. A primeira des-
tas obras appareceu em 1791,'a ultima
em 1941. Tornou-so entao cego, e sua fi-
lha auxilou-o nos seus ultimos trjbalhos.
Os commentariog sobre a vida o reiuado
de Carlos I valeram-lhe da parte da univer-
sidade de Oxford o gra"o de doutor.
Seu filho, o primeiro homem actualmente
de Inglaterra, escreveu piedosamente a sua
vida; foi uma vida digna e bem preenchi-
da. Morrendo na idade de oitenta e dous
annos na sua casa de campo, pode ainda
litterato Gladstone o litterato Oisraeli.
Nio indicara" isto um progresso da Ingla-
terra na escala das nagoes, e um grande
passo dado para essa idade de- ouroetn que
so o espirito governava as co&stis bumanas
e a forga bruta era empregada unkamente
na industria ? Ah I pobre boraanidade ; a
realidade europea estd ionge desta ntopia.
Desculpem-me os leitores desta digres-
sao. 0 Sr. Benjamin Disraeli nascen em
21 de dezembro de 1805 em Loodres. Es-
te, erigindo-se, segundo o costume da fa-
milia, sobre o pedestal ereado pelo pai,
reunio a* distincgao litteraria a distioQao po-
litica. Foi litterato, como seu pa* ; e, de
mais, hornem de estado.
Quizeram fazer d'elle um advogado, mas
voltou-se ainda a t^rnpo para a litteratura,
e escreveu, sendo ainda bem novo, ( aos- 1
annos) o romance Vivian Grey que,
pela riqueza da sua imaginagSo e pelo seu
grande talento para os quadros do costumes,
causou grande impressao. Era todavia uma
imitagao de Walter Scott, e n3o era uma ta-
refa faoil de fazer-se valer em face deste gi-
ganto litteririo.
Seguiram-se outros romances : Ojoven
duque, Contarine Fleming, Axtiobiogra-
phia psyclwlogica. Depeis ojoveOj, autor,
como Lamartine, Chateaubrind e Byron,
foi ao Oriente. Quando regressou, a agita-
clo da primeira Re forma bill fez estremecer
a Inglaterra sobre as suas bases. O joven
Disraeli fez-se radical e, apresentando se
nesta qualidade aos eleitores, foi rejeita-
do. Cud pre notar que entao Disraeli es-
creveu um poema epio reeolucionario,
que tem sido citado algumas vezes con-
tra elle, nao se*m um elTeito bastante cu-
rioso..
Poucos anuos depois, em 1837, elle apra-
sentou-se novamente aos eleitores, mas des
sa vez como couservador. Quando pronun-
ciou o seu primeiro discurso na camara dos
communs, foi rttebido com gargalhadas e
motejos. Pois bem, senhores, podeis rir
d vontade; um dia vird em que me escu-
tareis.
E veio. Entrotanto elle escreveu outros
romances; A hisloria maravilhosa d'Alro^\
Coningsby, Tancredo, Sybil, ou as duas
nacoes. EHe formou com lord John Man-
ners, hoje seu collega, o partido da nova
Inglaterra, que reune a admiragao da ida-
de media d defeza das classes que soffrem e
procurava fazer reviver o systema feu-
dal.
Oos gran les debates entre os proteccio-
nistas e os livre-cambistas tomou lugrr en-
tre os primeiros, Em 1848, quando mor-
reu o seu amigo lord Jorge Bentink, chefe
do partido tory na camara dos cemmuns,
escreveu a vida deste homem distincto e
tornou-se seu successor.
Em fevereiro de 1852 eatrou no ministe-
rio do conde de Derby, que nao chegou ao
um do anno. Teve entao a seu cargo a
pasta das fmancas, a qual lhe foi adjudica-
da no segundo minist'2rio de lord Derby em
1858, quando a liga dos conservadorcs e
dos radicaes derribou lord Palmerston por
so ter abaixado diante do imperador dos
O cafe cm \ iMirnii'ln
Vafemo-nis da experiencia d> Sr. F. i.
Madrkc, um dos mais- entendidos agricul>-
res-de Venezuela, prtransmittpacs nosso*
leitores do Brasil a4gutaas inforraagoes co-|
riosas sobre o modo por que njquell; pair
sa beneficm o caf^eiro.
< all*- do (rreno e eje-
ratora.
As terras alurainosas-e puramente argillo-
sas nunca reeebem mu-ko bom a arvore do
cafe. Estfe exige terras ligeiras, meto mes-
clada de pedra6 e sera saes. As teppas rd>
MS um tantt> p*>dregosas-,.e tarnbew as-ne
gras quando" nio muito argillosas oa- im-
pregnadas de sies ou de alumina, sio em
geral muito- pn>prias. Ab- terras aronosas
sfio excellent** quando misttiradas em-doses
eonvenienU9s- eom outras proprias d *egeta-
Em geraVo-excesso de bumidade na-raiz
das plantas eVIdesmuito nocivo. Udb ca-
feeiro, as raifses se devem eonservar seecas
ou com muko-pouca humwUde e a terra
deve estar ihsposta com dbclive tal que as
aguas nuncse estaquem.
O"cafeeirov.giara produzir. bem, preeisa de
unuclima tenp^erado. A ".emperatura mais
apropriada podle fixar-se eareos 12 e os 25
graos Centig.. Todavia, po^e viver bem em
tetoperaturas-muito mais eievadas, sempre
que as plantaooestenham o-abrigo de-arvo-
re&grandes e-ramosas.
A. atmospbara qpe mais convem ao ca-
feeiro e a seaca nos clintas quentes.. Nas
homidas, o arbusto adquire muito vigo
fc4b*gem, porem poaco fructifiea,. e o
pouco fructo-apenas amadorece, cahe-da ar-
vore e fica perdido.
A** semeateiras.
De dous- modos se fazera as semeoteiras,
ou.de graos novos de cafe-outamhem de pe-
quenos pesv.tendo s6meate de 4 a. 6 folhi-
nhas, quese colhera ao pe dos arbustos na
primavera, depois das- primeiras- chuvas.
KSsas plaatss nascem dos graos qpe nas co-
'.heitas sempre cahem no solo, onde ger-
minam.
Deve-se p6r muito cuidado na.escolba do
terreno para os viveiros, o qual deve ser de
exce^lpnte qualidade,. e am tar.to gordo, de
modo qua quando se tiver de effectuar a
transplantagao, o tcrrao das raizes, queem
Venezuela se chama pilon aao se esborde
descobriodo as ditas-raizes. E' preciso tam-
bem. qua o viveiro possa resistir ds chuvas
forte6. e que as agqas nao ftquem estagna-
das nelle. 0 vkveiro dev ser coberto, para
impedir os mdoe effeitos de ardoresdo sol,
mas a coberta que nao seja muito tapada, e
embarace assim a circuLagdo do ar. Quan-
do se faz o viveiro de sementes, estas sao
plantadas em covinhas de um centimetro
quasi na superficie do solo, e a 18 centime-
tros de distancia. Neste caso a unica co-
berta necessar'ia e a de folhas de bananeira,
ale que os graos coraecera a germinar.
Quando o viveiro e de mudas do cafeeiro (o
que e methor e mais economjeo) sao ellas
plantadas na distancia reciproca de 15 a 20
contimetros, ou de 6 a 8 pollegadas. Por
H a 16 inezes elle deve conservar-se muito
limpo e com bumidade sufBciente. A' me-
dida que as mudas vdo crescendo e adqui-
rindo forga, vai-se tirando a coberta e, um
mtz antes da transplantagao, deve-se Ura-la
para f6ra intuiramente para que adquiram
forga e solfram menos a mudanQa. Nin-
guem as muda antes de terera 2 palmos e
duas pollegadas, cerca de 44 cent, de altu-
ra. 0 numero das mudas dos viveiros deve
ser o dobro das plaatas que se deseja obier.
As pardas sao sempre grandes e as reposig&es
sao as vezes numerosas, isto jd nio lallando
FOLHETIM.
lUCSECll EOS&U
MEMOBIASISATANAZ
POR
O.Manoel IVrnandeiy Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
XII
AMOR DE MAI E AMOR HE SATANAZ.
tContinuagdo do n. 101.)
Aqui, na haste deste lyrio, disse Lu-
creeia collocando um dtda no lugar indica-
do, ha uma mola que abre uma porta se-
creta. .
A grd-duqueza comprimio a mola, abrio-
se uma porta tstreita e deixou ver um fun
do escurissimo.
Lucrecia proseguio:
Aqui ha uma escada aberta na es-
pessura da parede; no fim da esceda ha
um.) outra porla que dd para o raeu quar-
to ; inaudei construir esta passagem secreta
durante uma grande auseticia d) grSo-du-
que, por a tod.is as noitos d meia noite... Passare-
mos^ noite juntos, envenenando-nos, mor-
rendo, agoni?ando ; quero gozar e quero
que gozes o martyrio inQnito de um amor
desconhecido..
E, voltando ao lugar onde deixara o
inanto, envolveu-se novamente nell\ c
disse :
Adeus ate d meia noite.
Paulo, deu um grito, estendeu os bragos
e cahio desmaiado.
Oh 1 murmurou Lucrecia, descendo
as escadas, engana-me 1 eugana-me co-
nhe;e-a 1 enlouquego-o... soffre ura tor-
mento infernal... desmaiou quando eusa-
hi .. seuti-o cahir por terra I Pobre amor
o raeu I... Porem era horrivel I... Ndo,
tanta infamia nao I Oh I meu Deus I
abrio a porta se-
ao seu quarto, fe-
o
leito choran-
Naquelle moraento
creta qae conduzia
chou-a e deitou-se sobre
do.
Minha filha I minha filha 1 exclamou
ella... Elle conbece-a... Se aquelle mi-
seravel Michelotto... Oh I seria horri-
vel. Irraaos, vingarei o infortunado Ce-
sar Borgia 1
E' necessario arrancar a Paulo o segredo,
pore'm... ah!... a um delles chama elle
pai I... Oh I meu Deus, estou a perder
tempo. .
E, levantando-se rapidamente, prose-
guio :
Ninguem me vio com este trajo ; que
fatalidade, raeu Deus 1... maudei-o fazer
porque parecia a Ariosto a sua musa..: e
esti trajo ser via-me para parecer uma dei-
dade a seu filho... Sim, seu filho... E'
o retrato de Genebra e tem o olhar ardente
e insprado de Ludovioo... engana-me .. |
serd porque jd n3o tem romelio.....j
serd porque pmvb.u que a sua aman-J
te 6 sua irma. Oj| isto pwrem nd).
ha de ser, meu Deus... nao, nao p6ie
ser, terias permittido horrivel, a vin-'
ganga sum igual de Michelotto !
E, em quanto fallava, despojava-se apres
sadamente do seu trajo.
Depois vestiose de velludo preto e tocou
era um timbre.
Appareceu uma daraa.
Maude chamar Buotti, disse Lucre-
cia.
A daraa demorou-se por algum tempo e
por fim voltou dizendo :
Quando aandei chamar Buotti disse-
ram-me que nao estava no palacio.
Quando elle chegar mande-o aqui,
respondeu Lucrecia. P6de retirar-se.
A dama sahio.
Jd sei, disse Lucrecia comsigo mes
mo. Buotti anda talvez rondando o con-
vento da Boaventura para onde o man-
dei, porque suppuz que o criado qae abria
o postigo do jardim de Albini a Paulo,
o previniria de que Branca, tinha sido con-
duzida para o convento por seu pai e
que Paulo, como todos os namorados, iria
ao convento s6 para estar mais proximo
del la. E' possivel que Buotti fique es-
perando toda a noite... e nio tenho nin-
guem para me auxiliar... Buotti e o uni-
co homem de confianga que me resta...
e entretanto Paulo, que talvez previo
que eu podia valer-me desse que julga
seu pai, pode avisa-lo, preveni lo... Pau-
lo, porem, desmaiou, talvez ainda nao
vjlfasse a si... ah I trago-o para aqui...
n3o, e impossivel... occulta-lo-hei na mi-
nha camara... porem isso 'era deraais...
ndo ioaporta, succeda o que succeder, mi-
nha filoa I minha filha 1 tudo por minha
filha !
E Lucrecia, levantando-se, abrio a porta
Prcparnrilo da terra para o
cafeal.
Escoluido bom terreno para a planti-
gao, eis o que em Venezuela fizem para
preparal-o. Depois da Jimpa, d videm-s^
as terras era quadrados, ou di forma que
permitta a sua configuragao Essas divisoes
se faz-.m por raeio de cordas de 7 e 8 va-
ras que om Veiipzuela se cbamam callejo-
nes. Cada divisao deve conter pelo men is
200 varas de cada lado formando um qua-
drado de 49,000 varas. Este tammhoe o
mais conveniente e eeonomico.
Feita a divisfto, passa-se a marcar com es-
taras os lugares em que devnm ser planti-
dos_ os arbustos, na distancia que se julga
mais conveniente, d vista da quali lad-i ou
riqueza do-solo, eolhcand-vse mais arbustos
nos solos ricos. Tudo, pofem, deve ser
posto bem em linha usando se para isto
d'uma oorda.
0 melhor meio de plantar os cafeeiros e
em forma triangular, e redo quadradfl. No
primeiro caso 1m mais ruas entre as p an-
tas, oque muito facilita as limpas, ca-puias
e coflwrtas. Aleni-iiissu, oa mesma are/i
plantarn-se men.>s- arbustos estes vingain
jDelhor,
Nolu^ar marcado por caiJa- estaca abra-
se mna-KOVa de 18 pollugtdas d profun^Ji-
dftde qn idrada o com 15'OU 18 pollegait^s
de csdii Mo; N^o-preeisa ser mais pro*
funda, nem mais r*a. Q.-taodb e menor,
as-raizes da plants nde li-,am bem colla-
il^s-, nm ba luttarbistante ptra-a terra ve-
getal que dteve comprimir-se des seus la-
dos. Imperta que as-eovas sejpm abertas
com baste auiecedeocia d plantagdo, de
modo que aaegao doare do calorprepa-
rem bem terra. E" pernieiosa a pratica
de-se plantaa o arbusto- no mesmo- dia ou
poucos dias- antes de se abrir as aovas.
Feito o alinbado e abertas as eovas, pro-
ced-se d piwitagio de banaueiras. S4o es-
tas- eonsideradas iudispensaveis, aioda que
o-cafeal esteiy-em moi>taha de tBmperatu-
ra moderaila., pois : l,.o abngo-das suas
foJBas-e* sempre ntil ac-arbusto aiJk> tenro
2% o fructo dabananespa e agradiavel e sao
e pode ser vendido com luero,. 1*, por-
que os despejios da bnnaneira a*i'ubam a
terra.
Jtos lugares-quentes~e>de
arenosa, os fiilbos das baneiras dem ser
postos d poue distauci;i--do cafe -,; em terra
gorda-a distancia pode ser dupla. Nao se
pode fixar uma distancia certa : a qualida-
de* das terra* e que a regula. As-hananei-
ras devem em todo o caso ser plantadas no
meio dasrufts, em prineipios d< primavera
antes do resfriamento das terrras com an
chuvas, pois lendo bastante calori, a baiia-
neira brota eom forca..
IranMpiaDluriio.
Concluij.os trabalbos menciixiados, co-
mega a plantagdo dos-cafeeiros logo d entrar
da da. estagao chuvosa. Os raelhores dias
(Sio os encobertos, prometteudo chuva, ou
quando chova um. pouco. Evitam-se os
dias de agjiaceiros, pois entdo-as covas-se
encuent e a terra nao se presta d opera -
gdo.
Quando s<* extrabe oarbusto.uo viveiro de-
ve-se ter muito uuidado em que as raizes
sahiam perfeitas com a bola.de terra de ta-
manho proporcional ao da planta. Se aeon-
tece- ( com > frequentemenle ) que a raiz mais
fort^, a que em Venezula. chamaia. nabo,
fique era parte- lescoberta,. deve-se cortal-a
om uma faca.; mas esta operagao nao de-
ve ser feita no tempo da muda, mas por
occasiao da planiagao, pois deste modo. evi-
ta-se a perda da seiva e a ac$ao seccante
do ar na parte cortada. Mas o c6rte neste
caso e Ladispeusavel: descoberta a raiz
principal^ ella tera. de vollar-se s^bre si
mesmo eomo rodilha, e de forma impro-
pria a nutrigdo da planta. Cortada a raiz
mui louga, a arvore tecoucutra toda a sua
| Oistaucia
Quau'o d distdncia em que devam ser
plantados os pes. u3o e* possivel dar umj
medida flxa, pois para isso seria necessario
consJtar a nflureza do terreno, sua rique-
za m ior ou menor, o seu declive, a torn
peratura, bumidade, etc. Suppondo, po-
rem, q ie o terreno seja piano, de riqueza,
humidade e teniperatura medias, na Vene-
zuel i planlam-se os cafeeiros na distancia
de 3 jardas em tolas as direcgoes formando
triangulos. Nos terrouos de muito dec ive,
as dislaucias devem ser em proporgai ao
mes no doclive. Ha fazendeiros qut? plan-
ta m as arvores em distancias desiguaes, ali-
uliadas, mas dando ds ruas maior largura,
um systema este que ds vezes succede bem,
mas que ndo e melhor do que o outro.
Occupeaio-nos agora de urfla questdo mui-
to dilicada sobre que"o hymens iutelligen-
t- s qua cullivam o cafe nio eaUto de accor-
do, bem que em Von -zuola a opin.ao seja
uuifjrme e sem contradica j : a qjuesldo da
sombra. En Ve;iWu.da e absolutamento
iodispeusavul que oscjfo3iros Qojuem abri-
gados com arvores orpulentas, esta e a
pratica tinto nas planicies co.no uas-encos-
tis de montaiibas. Esti pratica naw' e se-
guida bo Brasil aura na America Central,
nem nas Antilh.ts : oesses p.iizes o cafeeiro
nasce e vegti constjiiteoente expoito-ao
el, ao goal se att ibuem especialmeiifc as
boas colheitB. Em Veoeztiel'e, sem a soofrj
bra-das arvore j, o arbffito- perece em pou-
ups anuos. A prineipio os fazendeiros ndo
cobriam os cafeeiros; ows-a- experencia
Hies KM mostrando que precisavam fazel-iiK
para salvar as plentagojs de coropleta des-
traiciev
Dm i plar.tacao boa, mas cotiHBOoa, preduz
na Veuesuela uma libra po- cada pe da
planta : a* producgyes maiores sao de ra-
ros aniios-e nao podem servir de ponto de
partida p*ra calculi^bem fundados.
, Novo Mvndb.)
SELATORIO /ESENTAB AOS 3IE.MK'iS DO
CONSELHO AD)IIMSTRAVriVO DA SOeiEDADE
PATERNAL, 3CLO SR. atAvSCfiARD, D DA COLOSIAAGRICOLA MS METTRAT.
Senhores.i^presentaodo vos a e3fcpsigao
dd estado moral e firtanceiro da colonia, ndo
posso; deix-tr de dtiigiinas palavrss fla
mais profunda- ilor e da mais vivs saudade.
Desde a sua fondagao tem Mettray soffri-
do duas grandes perda-**: em 1852: o Sr.
visconde de Cowerteilles e mui recentenaente
terr* Jigeira o'o-Sr. de Metz fo>am roubados a esta. bra,
d:que tinham vs^ado toda- a existeneia.
Podestes por v6s mesmos apreciar,. me-
lhor q;ue ninguem, as enainentes qualidades
destes dous grannie homens-de bem, e com-
preheodeis que-saudades>. que emo^ues fa-
zem naseer em nessos cora ga destes nomes^-queridce- e venerades.
Ca ta anno qiie feassa* eassignalado por
novos triuraphos-do peasaaoento moral que
anima a vossa iostituigao.
A relagdo dies factos- oecorridos no anuc
proximo findo, e ducaote- o qual oSr.de
Meta. desenvolvea mais.zeto e dediaagao do
que nunca, vos-,provaEiL'qpanto podiaaque!*-
le genio creador.
O-Sr. Metz qperia qiie-Mettray podesse sar-
cirde modek>para oestabelecimento.de-as-
volas dereforana, destinadas a receberor-
phaos, meiunos pobres, abandwiados, vi-
ciosos e moaalmente ameacados- pelos- ex-
emplos e contacto oie-pais muitas vezes- cor-
rompidos. EUe qnaMa substituir a familia
natural, qpe se tor-adra incapaz ou. digna
do preencher a.sua. missao.
Toda a vida de viosso vensrando director
foi c msagrada. iprocura, e ao ensaio dos
meios para fiana, soore bases solidas, a
obra humanitario que funtldra com o seu
nobre amigo o visconde de Courtailles, e^1
da qual fpra poopagador infatigaval.
grandeza de sua missao -. preenche e tem o
titulo de pai de familia. 0 numero destas
familias tem augmentado d proporgdo que
Metttay vai crescendo.
0 uoeso effectivu e boje de oito centos
meninos, dirididos era 1G familias e por
quarenta officrnas, afi-n de que ospaisadop-
tivos est jam em relagdo permanente com os
meninos confiados d sua solicitude, e para
que a obra da educagdo individual marche,
por assim dizer, a oar, da educagao collec-
tiva.
Trabalho.
0 trabalho continue a ser objecto de cut-
dados espciaes.
A infiuencia salutar do trabalho era pleno
ar e om elemento precioso de moralisagSo
para estas nalurezas outr'ora eBtregues d
preguiga e d vagabundagem
Em tbeso, o empr-go dos menores deten-
os em trabalbos campastr^s e considerado
eomo um dos meios mais elficazes de edu-
cagao e de eraenda.
Na divis&o do trabaftj> entre os colonos
procura-ae sempre vasiar as i ccupagdes de
tal sorte, que s meninos apredem umotii-
cio com-pleto : um rufo de tirabor faz pas-
sar successivamente os colonos empregados
n'agrieultura das- officinas aoscampos e vice
versa.
0 trabalho e apropriado ds forgas e ap>
tiddo i s meninos^ de maneira a fazer delle
um exercicio util a^saude, fortifieante para
a coustituigao, sem apreseutal-o como uma
pen a.
Cinco sextas partes da populae,a e occu-
pada na eultura das terras e das-hortas, que
tem o primeiro lugar, e servera- em larga
fescala ao oonsum.
! Os resuj'tados aloan^ados este anno n'a-
cricultira sao os mais sutisfac;.orios possi-
jVeis, e fazem bonra aos Srs. Warren e Gui-
neas : quanto ao mais julgo dever abeter-me
d'entrar eia explieagoes-a este respaiio : o
St. Leconteuxv que aceitou a direcgo em
obefe da agricultura de Mettray, vos dard
conhecimeato do resulted das suas -obser-
varoes.
Os colonos estdo assim divididos :
Agricultores-....... 544
Sorticultores ejardineicos ... 79
"Vinhateiros....... 49
rpintairos-....... 23
Sapateiros........ 19
Ferreiros e serralbeiros- ... 14
ledreiros e-eanteos ...... 4
Mo'cineiros-....... 7
Tamanqueires .... 19
J&ifaiates....... 28
Baversos seigos..... 15
Mettray esia sanccionada peto. tempo, e
ca minha : os. seus resultados ym suscitado
a fciodagao de um grande numero de cola
nias. agricoias erigidas adinstar do nosso
esUbelecimento.
Existem hoje em, b'ramja, sem contar as
seiva, accelera a multiplkjagdo do suas rai- instituigoes orpbaualogicas, e de expostos,
zes lateraes, que sao mais favoraveis d ve
getagao, e brotam d certa distancia na su-
perficie da terra ligeiras raizes, como cabel-
los, que estendem-seem todas as direcgoese
alcangam novas terras com frescos ingredien-
tes e alimento,isto alem de tomarem posi-
gdo mais vantajosaparareceberem a inftuen-
cia benefica do ar, dos )l e da luz.
A colloo gdo da bola de terra na cova e
uma operagao que requesita cuidados espe-
ciaes.
A planta deve ser posta no meio da co-
va. Depois de bem firmado o arbusto
ajunta-se-lhe terra na altura de 3 ou 4 polle-
;adas; medianamonte comprimida, para
rapedir que as aguas se estanquera nodito
lugar.
secreta, subio a escada rapid a men toe entrou
no aposento de Paulo.
Este ndo estava alli.
Lucrecia ergueu os olhos para o ceo com
uma expressdo blasphema, deixou-se ca-
hir sobre uma cadeira e esperou agoni-
sando.
CAPITULO XIII
DE COMO A MORTE C0NSPIRAVA CONTRA LU-
CRECIA.
Paulo recuperou os sentidos antes quo
Lucrecia voltasse a procura-lo.
Tinha passado o paroxismo, mas nao a
violenta impressdo que o havia produ-
zido.
Lucrecia amava-o, "ndo podia duvidar,
assim como tambem ndo tinha a menor
duvida de que Lucrecia se borrorisava do
seu amor.
Porque seria que a grd-duqueza, apezar
d'aquelle horror, lhe tiuba offerecido o
seu amor em trpca de noticias de uma
mulh.r chamada Alexandrina, d quera
cbamava filha ? Porque seria que em tudo
aquillo andava junto o nome de Miche-
lotto ? Porque seria que Michelotto, d
quem recoahecera pela energica descrip-
gao que d'elle fizera Lucrecia, se cba-
mava Pedro de -Boncamp 1 Que relagdes
podiam exist'r entre Michelotto e aquella
Aloianiriua t Turia sido eata roubada d
sua mai por Michelotto ? Finalmente, se
elle, Paulo, nJ) era lilho do Sr. Jac-
ques d'Arnestevidc, seria irraao de Leouor
ou Alexandrina ?
Todos estes mysterios revolviam-se obs-
curos, terriveis na imagiuagao d joven.
Antes e durante a scena que tivera com
Lucrecia tinha suspeitado que I.eonor era
tnnta e cinco colonias para menores detcu-
tos cinco publicas, e trinta particulars; o
papei dellas na obra da reforma penitencia-
ria e tao importante quao pouco conhe-
cido.
Seria de grande proveito encorajal-as e
multiplicat-as.
Na Europa o na America estas institui-
goes tomam-se annualraente mais numero-
sas, e Mettray continua a ser estudada e vi-
sitada por estrang-iros de todas as nagoes.
A divisdo dos meninos por familias for-
ma um dos tragos caracteristicos da vida e
da disciplina de Mettray.
A direcgao de cada uma das pequenas
casas dconfiada aura agente experimentado,
dedicado e compenetrado da importaucia e
filha de Lucrecia e talvez sua irma e por
isso respondera negativamente as perguntas
de Lucrecia.
E se era irmdo de Leonor, seria filho
de Lucrecia ?
Esta supposigdo s6 por si er.i raons-
truosa.
Como era que a gra-duqueza podia ter-
se mostrado tao apaixonada tendo reconhe-
cido nelle o seu filho ?
Ale"m disto a gra-duqueza tinha fallado
de umas semelhangas de Paulo com uma
ella e com um elle a quem n3o nomea-
ra.-
Tudo isto pensara Paulo ura instante de-
pois de recuperar os sentidos e de ter domi-
r.ado completamente as suas ileas confu-
sas.
Para que duvido? para que me per-
co neste oceano de supposigdes inuteis se
meu pai me pode exphcar este mysterio ?
Interroga-lo-hei, insistirei, observarei tudo,
conhecerei se mente, e, se mente... Obi
se reconhecer que nao 6 meu pai eu lhe
arrancarei esse segredo.
Paulo agarrou no manto, no gorro e na
espada, sahio do seu aposento e dalli a
pouco do castello ducal.
Como, sabemos, a casa em que vivia o
Sr. d'Arnesteville era situada na Piazetta,
muito proximo do castello ducal.
A porta estava Tech a da o na casa ndo se
Olivia o menor ruido, como se todos esti-
vessura recolhidos.
Quando Paulo ia para hater, a porta
abrio-se-e appareceu Lazaro Casca que,
comj sabemos, era um antigo bandido ao
sern'co de Cesar Borgia, commandado em
outros tempos por Michelotto, quo. e#te.
Total 800
Instrttcfilo.
Grdo d'instrucgao reUgiosa.
Dos 80* meninos recolhidos a Slaitray,
mais-da metad ) ndo tinhaia feito a
primeira communha : 563 nao tinham si 'o
efarismad s: muitos ndo sabiam rezar.
Sibre este numero: 240 fizeraov a pri-
imeiracoramunhao nacolonia.HO preparam-
se para fszel a no fim deste anno: 227
chrismaram-se, 78 ainda nao attingiram a
idade para a primeira eomraunhao.
Estesdados, colbidos com o maior cuida-
do, fazera sobresabir- a importancia do tra-
balho dos esmoleres ( capeliaes-.) & ddo o
ponto de partida para o conhecimento dos
melhcramentos realisados com relagao d re-
ligiao ed moral durante a estada dos meni-
nos na colonia.
Inslrucpdo primaria.
Com relagdo d instrucgao entillectuaLe
escolar, consta que dos 800 meninos pre-
sences e.vaminados ao entrar na c Ionia :
437 era in completamente ignorantes :.!##
tinham' apenas- um fraco prineipio dlins-
truegao.
180 sabiam s6mente ler e escrever.
Vem a ser- que por cem meninos, cincoen-
ta e tres e um teri,'o erara completaraente
Saltos d'insu-ucgao, o que demonstra o es-
tado ordmario e as consequencias fataes do
[abandon.era que estesinfelizes se aohavam
antes de entrar em Mettray.
Hoje uao ha na colonia raais do que :
28 meninos analphabetos dos anlrados ha
pouco oa c jlonia oa, completaaeote desti-
tuidos. d'intelligencb..
87 ndo sabendo ler.
0.1 comegando a escrever.
Para recompensar a. Sr. Quesnel, nrjsso
roestre pelo seu zelo e dedicagao, o Sr. mi-
nistro da instrucgao publica dignou-se eon-
ceder-lho premios academicos e o Sr> tekor
de Poitiers veto, eotregal-os solemnenaente a
este fuccionario na presenga de seus nume
rosos discipulos.
livcompensas.
0 painel de honra resume q systema de
recompeosas de Mettray.
Pfra dar a e?ta distinccdo um valor real,
tem-se tido sempre o cuidado dendo prodi-
galisa-la, e entretanto chegamos a ter, era
1873, d uma media da 63 por cento de
inscripgoes.
(Conlinuar-se-ha.)
Ferrara juntamente com
e a quem accommodara
Andrea Spata, sea com-
casa do Sr. d'Arneste-
encontrara em
alguns outros
por criado com
panbeiro, era
ville.
Paulo recouheceu o bandido d luz de
uma vela que estava no chdo junto da
porta.
Lazaro sabia apressado.
Onde vais com tanta pressa ? pergun-
tou Paulo.
Se lhe parece que ndo hei de ir de-
pressa o senhor estd a morrer, respondeu
Lazaro ; you por essas ruas d procura de
um medico.
Paulo lembrou-se de que o Sr. d'Ar-
nesteville se sentia adoentado antes dalle
sahir.
E Andrea 1 perguntou Paulo.
- Estd Id era ciraa ao lado do ie-
nhor.
Vai, vai buscar o medico, disse
Paulo.
E, atravessando o vestibulo," subio apres-
sadaraente a escada.
Lazaro sahio e fechou a porta d cha-
ve.
Paulo encontrou o Sr. d'Arnesteville dan-
do gritos.
Quando vio Paulo disse :
Uma colics meu lilho, uma colica ;
hoje coujemos cogumellos, isto e, s6 eu
os coijjfTporque tu ndo tinhas vontadfl-e
bem sabes que ha cogumellos mansos o
bra vos; foi destes ultimos que eu comi.
(Continuar-se-ha)
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