Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17627


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Full Text

-
ANNO L. KUHEM 89
PARA A CAPITAL E LLGARGS 0\DE VlO SB PAGA POUTS'.
Por tres metes aJUotados................ 63*00-
Por seis ditc* idem.................. 12#00
f>or um anno ideal.....i ............24$dOO-
Cada munero avutso................. 9360'
.'.-
a
TTBCA FEIRA 21 DE ABRIL BE 1874
------------------------------;----------;-------1--------------------
PARA DE1TBO B FORA DA PROVINCIA.
tor tres mezes adiantados...........-.....
For seis ditos idem.................
tor nove ditos* idem.................
tor urn anno idem. ,.....,......... ? S7jW00
l '!
1 i i "


PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA 6 FILHOS.
-ii
t Sr. Gerardo Antonio Alfes 4 Fiihos, no'Pari; Goncalve* & Pinto, no MaranhSo; Joaquim Jose de Oliveira d FUho, bo Ceari; *#tou*> de Leiuua Braga, so Aracatj ; Joio too** Julio Chafes, no Asau; Antonio Marques da SUva, no Satal i Jose Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa I'arabvba ; Antonio Jose Gomes, na $* da Penba; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos"Jose da Costa Braga, emHaxareth;
PARTE OFFICIAL
_-------
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, noPilar daAJ*g6aa ; Alvea AC, ua Bahia; e Leite, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
_L.i1 lAl
Goicruo da provlucia
1874.
EXPEOIENTE DO NX 17 DK JANEIRO DE
1.' Secrrlo.
Offlcios :
AoExm. brigadeiro commandante ilas_ armas.
Sirya-se V. Exc. de nnniear uma commissao para,
ui lorraa das disposicfies em vigor, examiner no
hospital niilitar, para onde vao ser remetli Jos pelo
director do arsenal de guerra, tres volumes vindos
da cdrle no vap'ir Bahin, com deslino ao mesmo
hospital.
Ao mesmo. Sirvase V. Exc. de niandar per
em liberdade o recruta Aureliano Augusto de SOU"
za Cesar, vislo ser incapaz do servico por soffrer
de asthma, segundo consta do termo Je inspecgao
. annexo ao sen olTl'-io de 15do corrente, sub a. Si.
__Ao inspector do arsenal de mariuha. Defe-
riudd o requerimento do gerente da companliia de
vapores d reboque, 3Utoriso V. S. a man lar fa-
zer nas olfleinas desse arsenal, mediante a devida
iudemnisacao por parle da mesma conipannia e
sem prejuizo das obras nacionaes, os reparos pre-
i*ios no fiasco e machinismo do vapor Moleque.
"_ Aodirecto do arsenal de guerra.-Tendo nes-
ta data autorisado o Exm. brigadeiro commandan
te das armas a noincar uma commissao para, na
forma das ordens em vigor, examinar no hospital
rnilitar, para ondt> deverio ser remeitidos, os tres
volumes vindos da corte no vapor Bahia, com des-
tine* ao referido hospital; assim o declaro a V. S.,
para sen conliecimento e em resposta ao seu olfl-
cio de 12 do corrente, sob n. 562.
__Ao engenheiro das obras militare9.Maude
Vmc. proceder a desohstrucgio e melhoramentos
do cano de esgoto do arsenal de guerra, pela quan
tia de 240*A60. consume do orgamento annexo ao
seu olficio de IS do corrente, sob n. 58.
Ao mesmo De conformidade com as ordens
em vigor e com c que solicita o Exm. brigadeiro
commandante das annas em offlcio de 15 do cor-
rente, sob n. 56, rnande Vmc. proceder a caiadura
e pintura do quartet do deposito dos recrutas, vis-
to carecer desse asseio, quo se the nao proporeionou
era tempo opponuno, segundo declara o mesmo
Exm. brigadeiro.
Ao mesmoMaude Vmc. proceder pela quan-
tia de 30^800, segundo o orgamento annexo ao seu
offlcio de 12 do corrente, sob n. 51, a substrtuiqiio
da terca quo se parllo na coberta do alojamento da
4 e 2* companhias do 9 batalhao de. infanleria,
no quartei do Hospi.'io.
3- seci&o.
Oflicios:
__Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Maude V. S. pagar a Jose Maria Ferreira da Cunha,
a quanlia conslaute do pret junto em duplicata, ti-
rando os vencimentos de 8 pracas deguarda nacio-
nal desiacadas na villa de Bom Jardira, relativo ao
inez de dezembro uliirao; como solicita o respeciivo
commandante superior em offlcio de 9 do cor-
rente.
_ Ao me*mo. A vista do parecer dessa the-
souraria em offlcio de 16 do corrente, sob. n. 485
serie F. quanto ao requerimento de D. Maria Sa-
lome de Moura Mattos, pedindo licenca para trans-
t'erir a Severiano de Siqueira Cavalcante o domi-
nio util do terreno de marinha, n. 85 G, silo enlre
a rua da Uoiao e a da Saudade da freguezia da
Boa-Vista desta cidade, concedi nesta data a licen-
ca requerida, devendo a supplicanle pagar os di-
reitos nacionao*.
Ao mesni.i. -Mande V. S. pagar a Jose Car-
los de Sa a imp jrtancia do pret e folha do desta-
camento da villa de Aguas Bellas, relativo ao mez
de dezemhro ultimo ; como solicita o respeciivo
.ominandante superior em offlcio de 2 do corrente,
Ao mesmo.Jendo nesta data autorisado o
eo"enheiro das obras militares a mandar fazer pe-
la quantia de 2iOiiOO, segundo o orcamento por
elle organisado. a desobstruci;ao e melhoranunto
do cano de esgoto do arsenal de guerra; assim o
comraunico a V. S. para os devidos effeitos.
Ao mesmo.Tendo autorisado o director das
..bras militares a despender a quanlia de 30800
com a aflfcstitaieao de uma terca partida da cober-
talhao de infanteria, no tuartel do Hospicio ; as-
sim o communico a V. S. para os fins convemen-
tes. .
Ao inspector da thesouraria provincial.
Communico a Vine, que Manoel Gregorio Vieira
Lima e JeroDymo Theolonio da Silva Loureiro,
professores, este da villa Jo Triumpho, e aquelle da
povoacio de Manda^aia no Brejo da Madre de Deus,
foram'multados em 50*000 cada um, em conse-
quencia de baverem abaudonado suas respectivas
cadeiras sem licenca; cumprindo que Vmc. mande
descontar as referidas mulias dos vencimentos des-
ses professores, ao? quaes nao se fara pagamento
sem que primeiramente provem ter voltado ao
exercicio do magisterio.
Ao megrro.Tendo em consideraQao o pare-
cer 'essa thesouraria, exarado em offlcio de 5 do
corrente. sob n. 6, a respeito do requerimento da
mesa regedora da irmandade de Nosaa Seohora do
Livramento da c-dade da Victoria, autoriso Vmc.
a expedir ordem a collectoria daquella cidade no
sentido de ser pela mesma irmandade prestada a
lianca nos termos da lei do orqamento vigente, n.
1 115, art. 34, para peder receber o producto das
loterias ja extrahidas a beneficio da respecliva
Ao mesmoMande Vmc. pagar ao Dr. Joa-
uim Ferreira Chaves a quantia de 496*320, con
stante darelacao e contajunus, despendida duran-
te o segundo semestre Jo anno proximo passado
com o sustento dos presos pobres da cadeia do ter-
mo do Brejo da Madre de Deus; como solicita o
Dr. chefe de policia em offlcio de 15 do corrente,
sob n. 75.
4.' secQfio.
Actos: ...
0 presidente da p-ovincia, altendendo ao que
requereu a directoria da sociedade beneflcente dos
caixeiros despachantes, resolve, de conformidade
com o i I' do art- 27 do decreto n. 2,711 de 19 de
dezembro de i860, approvar os estatutos da mes-
ma sociedade e conceder lhe permissao para poder
funccionar nesta cidade.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacharel Autonio Gone Ives Ferreira,
chefe da 3* seccio da s^icreuria da presidencia, re-
isolve concederlhetrinla dias de licenca com ven
cimentos na forma da lei, para tratar de sua san
tie onde lbc couvier.
. p.-ssivel as informacdes cousiantes do exemplar in-
cluso, aflm de servirem de base ao relatorio que o
)mc:siriu Exm. Sr. tern de presentar ao corpo legis
lativo em maio proximo vindouro ; queira Vmc.
prestar com toda a urgencia os esclarecimentos
alii exigidos, e que forem relatives ao servico a seu
cargo. Mutatis mutandis a associaQao commer-
cial benelkente, pre.-i Jentes de associa^des, enge
nheiros iiscaes das eslradas de ferro, directores de
companhias de s-'guros, instituto de agricultura,
corapanhia. pernambucana, companliia brasileira
de navegacao a vapor, engwtbeiros das obras ge-
raes e militares, administrador dos eorreios, ao
presidente da sociedade de ariistas mechanieos e
liberaes, encarre^ado do telegrapho, companhias,
de illuminacao a gaz, Santa Theresa, Beberibe t
Recife Drainage, director da c. Ionia Isabel e as ca-
raaras mnnicipaes.
EXl'KDIENTE DO SBCRKTAniO.'
1.' secfao.
Offlcio :
Ac Ex n. brigadeiro commandante das armas
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarer
a V. Exc. em resposta ao seu offlcio de 13 do cor-
rente sob n. 56, [tie nesta data se providenciou no
sentido de ser caiado e pintado a quartet do depo-
sito de recruta?.
2.' secqao
Offlcios :
Ao Dr chefe de policia. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, communico a
V. S que Jeu-se. ordem a thesouraria provincial
para pagar ao Dr. Joaquim Ferreira Chaves a quan-
lia de que tr; U o offlcio de V. S., de 15 do corren
te. sob n. 75.
Ao commandante superior de Limoeiro. De
ordem de S Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. que mandou se pagar pela the-
souraria de fazenda a importaneia dos prets do
deslacamenlo de Bom Jardim, como V. S solicita
em olflc'o de 2 do corrente.
- Ao commandante superior do Bora Conselho.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, communico a V S. que expedio se ordem a
thesouraria de fazenda para pagar a importaneia
dos prets do destacamesto de Aguas-Bellas, como
V. S. solicitou em offlcio de 2 do corrente, sob n.
20.
EXPEDIE.NTE DO DM 19 DK MMEIRO DE 1874.
j\* eaflto.
Aeto:
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o major honorario do exercito e ajudan-
te de ordens do detalhe do commando d is armas,
Jose Bonifacio dos Santos Mergulhiio, resolve pro
mko baotiarel Pedro Camello- P&ssoa. -S. Exc.
o 8*. presidm'.a da provincia uuada accusar o re-
ciMfcent) o\) offlcio de V. S.. de B2 do corrente,
eit^de. declara acceitar a 2' var civel dcsla ca-
pi!4;para a qual foi nomeado por decreto de 29
dt ve nbru pr passado.
*JiAo bacharel Auslerliano C)weia de Craslo.
dExm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar o recebimento dj offljio de V. S., de 1 do eor
reaie, em que particip* ter assumilo o exercicio
imfcitoo dj cargo de juiz de direito da comarca
dU Limoeiro, n > empsdimento d. effective,primeiri)
snbstituto.
5.1 secQao.
Oflcio .
Ao engenheico iiscal interino da estrada de
ferro do Recite a 3. Francisco. -De ordem de S.
Exc o Sr. presidente d i provincia, communico a
V. s. que estanomeado membro da cimnissa> de
eont.is dessa eUrada de ferro, em substitui^ao ao
! escripturario Jose Praacitco de Saltes Baviera,
fallecido, o l*jtscripturario Januario Coustancio
Monteiro de Aidrade.
IKTEBIOR.
rogar por 2 meze<, afim de tratar de sua saude,
a licenca que uliimamente the foi concedida.
Offlcio :
Ao conselho de compras de roaiinha. Fi-
cam approvados os fornecimentos que em sesslo
de 20 de dezembro ultimo, proraoveu o conselho
de compras de marinha, de varios objectos' para
provimento do respeciivo almoxarifado, segundo
eonsta do seu offlcio de 29 do citado mez.
2.' secgtlo.
Actos :
0 presidente da provincia resolve nomear o
cidadao Antonio Peregrino Cavaleante de Albu-
querque Junior para o cargo de 30 supplente do
juiz municipal e de orphaos do termo de Sen-
nhaem.
0 presidente da provincia, a vista da propos
ta do Dr chefe de policia em offlcio n. 81 de 16
d > corrente, resolve exonerar do cargo de subde-
legado do districto de Timbailba, do termo de
Itambe, o cidadao Manoel da r.unha Cavaleante.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offlcio
u. 81 de 16 do corrente, resolve nomear o tenente
Joao Pires Ferreira, subdelegado do districto de
Timbaiiba
Offlcios :
Ao Dr. chefo de policia. Sirva-se V. S. de
informar-rae o que consta nessa reparticao contra
o recruta Silvestre Ignacio de Mendonca.
Ao mesmo. Em respo3ta ao offlcio de Vmc.
datado de 13 do corrente sob n. 64, ten ho a dizer-
Ihe que approve o acordo tornado pelo delegado
do termo de Ingazeira, de alugar a casa do Dr.
Vicente Jansen de Caslro e Albuquerque, para ser-
vir de cadeia daquelle termo, mediante a quantia
de 6*000 mensaes.
Quanto ao pagamento solicilado no mesmo offl-
cio s6 podera ser ordenado depois que se descri-
minarem as despezas geraes das provinciaes, visto
correr elle pelos cofres geraes e provinciaes.
Ao juiz de direito do Rio Formoso. Por
portana de hoje foi n)meado o cidadao Antonio
Peregrino Cavaleante de Albuquerque Junior, 3
supplente do juiz municipal e de orphaos do lermo
de Serinhaem ; o que communico a V. S. para os
devidos tins, devendo elle prestar juramento e ti-
rar tilulo no prazo da lei.
Ao commandante do corpo de policia.
Mande Vmc. apresentar ao presidente do tribunal
do jury, em quanto durar a sessao que esta func
eionando, a guarda que e costume ir para o dito
tribunal.
3.' secrao.
Actos :
0 presidente da provi icia, attendendo ao que
requereu o 2* escripturario do consulado provin-
cial, Abdias Bibiano da Cunha Salles, resolve con-
ceder-lhe dous mezes de licenca com os venci-
mentos na forma da lei. para tratar de sua saude.
0 presidente da provincia resolve nomear o
! escripturario da thesouraru de fazenda, Janua-
rio Constancio Monteiro de Andrade para o lugar
de membro da commissao de contas da' estrada de
ferro do Recife a S. Franciseo, vago pelo failed-
mento do esoripturario, Jose Francisco de Salles
Baviera.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Communico a essa thesouraria, para os fins con
venientes, que nesta data deferi o reauerimento
de Americo Naaes Correia, no qual pede permis-
sao para vender a parte que possue no sobrado n.
64 a rua do Marquez de Olinda, edillcado em ter-
reno nacional
Ao mesmo.Mande V. S. pagar, si nio hou-
ver inoonveniente, a quern e mostrar autorisado,
a importaneia dos prets e relacao em duplicata do
deslacamenlo de Ingazeira, a cohtar do 1 a 25 de
novembro do anno trade-; como solicita o respeciivo
commandante superior interino ami de dezembro
do mesmo anno.
bro do anno flndo; como soJicita o respeettro com
mandante superior em offlcio de 2 do corrente.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a ijnantia de o*yento dw offlcio de V.
167*028. constante do pret junto era dupheata, em
que importarara o soldo, tana e fardamonto dos
guardas nacionaes, que e-iio a servico da guarda
da cadeia do Bonito, relativo ao met de dazeimr.)
ultimo, como solicita n respeciivo commandante
superior em offlcm o> 3 do corrente.
Ao mesmo.Mande V. S pagar a Ricardi
Caduff a quanlia de 36*218, constante da contt
junta em duplicata, despendila desde a dia 2t de
agosto a 29 de novembro do anno ultimo emir d
forneciraento de luz e agua no quartei do desla-
camenlo do termo -de Cimbres ; como solicit >u o
Dr. chefe de pilieia em offlcio de 15 do corrente,
sob n. 77.
Ao mesmoCommunico a V. S. para os de-
vidos fins que a 1 do corrente assumio o bacha-
rel Austerliano Correfa do Crasto, oexercicio inte-
rino do lugar de juiz de direito da comarca de Se-
rinhaem.
Ao mesmo Tendo nesta, de acordo com a
ma informacSo de 17 do corrente, sob n. 495, se-
rie F, approvad* os fomecimrat-s que em sessio
de 14 de dezembro ultimo promoveu o conselbo de
compras de marinba, de varios objectos para pro-
vimento A) respective almoxarifado; assim 0 com-
munico a V. S. para seu conMecimento.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os de-
vidos fins que,a 7 do corrente entrou no exerci-
cio do cargo de promotor publico da comarca
de Bom Conselho o bacharel Fiel Vieira de Torres
Grangeiro.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar, si nao hoa-
vsr inconveniente, a quem semosirar competen-
temente autorisado, a importaneia dos prets juntos,
das pracas destacadas em Villa Bella ; como so-
licita o respeciivo commandante superior em 16 de
dezembro do anno findo.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande Vmc. pagar a quem se mostrar autorisado
a importaneia dos prets juntos em duplicata, rela-
tivos aos vencimentos das pracas destacadas na
villa de Serinhaem, a coatar do t ao ultimo da
dezembro do anno lindo; como solicita o rospectivd
commandante superior em offlci > de ) do corrente,
sob n. 7.
Ao mesmo.Man Je Vmc. pagar ao sargento
Firmino Venancn de Araujo a quantia de 363800,
constante da conta junta em duplicata, despendida
com agua e luz no quartei de Pao d'Alho, a contar
do ( ie julho a 31 de dezembro do anno fin lo;
como solicita o commandante superior em offlcio
de 2 do corrente.
Ao mesmo. -Communico a essa thesouraria,
para os fins convenientes, quo nesta data esta pre
sidencia approvou o acto do delegado de Ingazei-
ra alugaudo a casa do Dr. Vicente Jansen de Cas-
tro Albuquerque para servir de caleia naquelle
termo, pela quantia de 6*000 mensaes; eomo soli-
cita o Dr. chefe de policia em offlcio de 17 do cor-
rente, sob n. 64.
4.' secQao.
Offlcios :
ao provedor da Santa Casa de Misericordia
Antoriso-o a entregar a elucanda do coUegio
Correspondeneia da a Dlarlo de
I'ernainbuco.
PAIUHYBA, id DE ABRIL DE l87i.
Depois di havermossuspendido por alguns dias
a nossa correspondence por justos motivos, vamos
hoje reatarlhe o fn, esperanl) que a nossa mis-
fiva, ag>ra escrrpta, nit tera a mesma sorte da
ultima que lhe dirigimos, em data de 23 do mez
passado, que flcou sepul.ada ad eternam.
Ate hoje nao poilemis iescobrir a razao dessa
imissao, persnadinJo-nos, entretanto, de que, a
nio ter silo ella produziia por exlravio do res-
fjctivo autographo. como M vexes acontece, lara-
em nao' o fiira por inconwniencia de nossa lin
tuagem, pjis teraos o mabr cuidado em exami-
lal-a, afim de que na> va ffender por ahi alem a
tastidade de alguns ouvides e a susceptibilidade
te outros.
Isto posto, asseguraraos deque no3 nao achamos
ncommodados por semelhaae occurrencia, tanlo
| proseguiremos no nosso trabalh) com o mes-
mo prazer e dedicacao ; sujatando-nos a todos os
preceitos p obwrvacoes da digna redaecao do
Oiario, a quem somos nuniamente grates.
Esta provincia, depois dos barbaros e ex-
iraordinarios acontecimentoa quo se deram no
alto sert.io, a respeito dos c,nacs ja nos occupa-
mos de outra vez, como que perdeu as forcas,
cahindo em .-ompleto adornw".imenlo.
Era isto o que se devena esperar. e o que
eostuma acontecer depois das grandes iutas.
Ate a presente data nao se ha recebido noticia
jalguma da cidade dp Pombal, onde ja deve ter
chegado q Dr. chefe de policia e a forca de linha
que o acompanhoc
Muito breve ieveremos recaber essas nolicias,
rio, abre-ie a sessao. Jlconsideracdes se referem ao requeriiriento de adia
Lida a acta da sessao aote;edeote e approvada^ ment0. Estou raostrando que o adiaraento e des-
dapois de sobre a mesma o Sr. Manoel do Rego
que nio podem deixar de ser innortante
Teem siJo captura los, uliimamente, em
das orphas de nome Francisca Maria de Mello a differentes pontos da provincia e ja seacha nesta
Clara Maria da Conceicao e Silva, obrigando se a capital um grande numiro de ladroas de *<,
referida Clara as condicoes do que trata Vmc. em>racas as termioanles e -
seu offlcio de 16 do corrente, sob n. 712.
Ao mesmo.Antoriso oen'.regar a vlaria Uiia
do Rego Leite, segundo requereu ella, suasduaj
fllhas de nomes Maria e Isabel, educandas do coll
legio das orphaas, uma vez que nenhum inconve-
niente ha nessa entrega, como diz Vmc. em offlci$
de 16 do corrente, sob n. 713.
Aos Srs. membros da commissao encarregadi
de soccorrer os indigentes atacados da jvariola nf
fregnezia de Timbauba. Remette a V.v Ss. qua
tro colleccoes de raedicamentos hommpathictJi
apropriados ao tratamentd da variola, afim de te
rein ahi a devida applicacao.
Portaria:
A' camara mmicipal da villa de Pao d'Alln
A camara municipal da villa da Pao d'Alho id
forme com urgencia, tendo em vista a lei provia
cial n. 1070, de 13 de junho de 1872, em que fr
guesia esta encravado o engenho Carailba,pej
tencente a Joao Marques Bacalhau.
EXPEDIENTS DO SECRETARIO.
. J" secgao.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das aj>
raas. Tendo S. Exc. o Sr. presidente da provincfc,
por despacho desta data, concedido 15 dias de ptfr
zo para provar isenijio legal ao recruta Ignant
Roraao Farias; assim o declaro a V. Exc, de ord
do mesmo Exm. Sr.
- 2.* seceao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem de
Exc. o Sr. presidente da provincia, communicoia
V. S. que expediram-se ordens a thesouraria ie
. reiteradas ordont de 5.
Bxr". o Sr. presidente da provincia, a qu8m deve
;nos. alem do outros bonelicios, mais este que
vimos de mencionar ; os quaes todos o tornara
cada vez mais digno e raerecedor dos nossos lou-
vores. -
S. Exc. tem dado a esses innocentes cidadaos
destino conveniente, mandan lo uns para o exer-
cito, onde encontrariii decente occupacacr, e outros
a autoridade competenta, afim de os pfic a par da
lei com alguns annos dj estuio forcado na cadeia
publica.
Por estes e outros actos de energia praticados
pelo digno presidente a bem da moral e em mani-
festo proveito da provincia, que com justica os
apreeia, tem side S Exc. mimoafddo com injunas
de toda ordem na imprensa liberal de fora
da provincia ( a ftefohna ) em correspondencias
da-mi dirigidas, todas lilhas do despeito e contra-
riedale de quem nao um podido exercer ou por
em pratica seus pianos tenebrosos, e menos fazer
poliiica e crear adeptos contra a actual situacao,
a quem a todo transe proeuram denegrir.
Certamente, que o Sr. Dr. Silvino nao podena
escapar as garras de tal gente, que, por mais de
um motive de todos sabido, o odeia. Isto, porem,
em nada o prejudice porquo S. Exc, alem de ja
ser bastante conhecido no paiz, onde ha sempre
representado um brilhante panel, tem sabido .ir-
mar o seu credilo por actos que muito o honram
e distinguem. ^_
E' isto talvez o que a muilos mortifida : e o seu
grande peccado. .
- Com deslino as obras da matnz e a casa da
escola, cuja pedra fdra lancada no dia 26 de inarco
fazenda para pagar a Ricardo Caduff ; a quan| a i ultimo, continua S. Exc. a reeeber donaiivos.
Ao mesmo.Mande V. S. foraecer ao capitao
quartel-mesire do comraanlo superior da guarda
nacional dos municipios de Santo Antao e Escada
o"p'reiid"ente"da provincia, attendendo ao que os objectos consumes da nota junta pot copia, a
requereu Ephigenia Maria de Almeida Gomes, pro- respeito dos quaes informou V. S. em offlcio n. 505,
fessora publica da cadeira de primeiraa lettras da | de 17 do corrente.
povoacao de Sanharo, e tenlo em vista a informa
rdo oireciorgei;.. ua uisiracc-lo publica, do 10
corrente sob n. 13, re*ulv mezes de licenca, com vencimentos na forma da
lei. para tratar de sua saude onde lhe convier.
Offlcio;
Ao Exm presideute da provincia de Govaz.
Accoso recebido o offlcio de V. Exc. ae 4 de de-
zembro proximo flndo, sob n. 117, ao qual vieram
aanexas duas collecsdes das leis dessa provincia,
proraulgadas no anno passado.
5' seceao.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Desejando o Exm. Sr. ministro dos
cegocios da agricultura, eommercio e obras pabli
cag, conforme communicou-me era aviso de 26 de y
deembro ullimo, eolier com a major brevidade'to da cidade da Escada, relattra ao mez de dezem
- An mesmo. Mande V. S. forneeer com nr
gencia a3 capltao-qUirter-meitn) dj commando su-
perior do Recife os livros e objectos constantes d.
nota junto por copia, a respeito dos quaes infor-
mou V. S. em efflcio n. 504, de 17 do cor-
renle- d xr a
Ao mesmo. -Em resposta ao oflicio de v. s.,
de 17 do corrente, sob n. 498, serie F, nomeio o !
escripturario dessa thesouraria, Januario Constan-
cio Monteiro de Andrade, para exercer o lugar de
membro da commissao de contas da estrada de fer-
ro do Recife a S. Francisco, vago pelo fallecimento
do 1* escriptorario, Jose Francisco de Sailer Ba
T' Ao mesmo.-Mande V. S. pagar ao sargento
de 36*248 como solicita era offlcio de 15 do c-1
rente, sob n. 77.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pl-
vincia manda transmitlir a V. S. o titulo junloj nomeacao de subdelegado do districto de Timbai-
ba, do termo de Itambe, de conformidada eoria
proposta de V. S. em offlcio n. 81, de 16 do ctr-
rente. N.
Ao commandante superior do Recife.-*0
Exra. Sr. presidente da provincia manda declaiur
a V. S., para os devidos fins, que nesta data se
deu ordem a thesouraria de fazenda para entri-
gar ao capilao secrdtario desse commando os I-
vros e objectos por V. S. pedidos em offlcio n. 7} I,
de 29 de novembro i.ltimo.
Ao commandante superior de Santo Anla?.-
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda deqt-
rar a V. S. que ficam expedidas as convenijli
tes ordens no sentido de que trata.o seu offlcio j'e
16 de dezembro ultimo. 'L
Ao commandante superior de Serinhaenv-
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provij-
cia, communico a V. S. que mandou-se pagar pdn
thesouraria provincial os vencimentos das pracw
destacadas n'essa villa ; como V. S. solicitou an
offlcio de 9 do corrente.
Ao coramaqdante superior da Escada. In
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provinei,
communico a V. S. que a thesouraria de fazena
esta autorisada a pagar ao sargeoto Firmino Frai*
cisco de Barros ; como V. S. solicita em 2 do col-
rente.
Ao coiAmandante superior do Bonito.
ordem de S. Exc o Sr. presidente da pro vine
communico a V. S. que a thesouraria de fazen
esta autorisada a pagar as quantia solicitada
offlcio desse commando superior, datado de 5
corrente.
Ao commandante superior de Pao d'Alho.
Oe ordem de 5. Exc. u Sr. presideute dj provinei
communico a V. S. q ie deu se ordom a these
raria provincial no sentido de ser paga ao sarge
to Firmino Venancio de Araujo a quantia de q
trata o offlcio de V. 5, de 2 do corrente.
""ao commandante superior interino de log
zeira.-De ordem de S. Exc o Sr. presidente c
provincia, communico a V. S. que deu-se orde
a thesouraria para pagar a quantia a que se
fere o offlcio de V. S., do 1* de dezembro do an|
flndo.
Ao commandante superior de Villa Bella.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provi
cia, communico a V. S. que deu-se ordem a tt
Eslas obras vio em bom andamento.
- Chuvas abundantes teem cahido neste3 um-
mos dias : o inverno promette ser criador.
A safra do assucar, em vista dos grandes
partidos de cannas e florecimento destas, promette
ser extraordinaria ; e nio menos a do algodao,
que nos consta estar bem fundada.
Deve ser com taes eleraentos que as finances aa
provincia, um pouco desequilibradas, terao de
reslabelecer-se.
Bom e accrescentar, uma vez que fallamos era
finanjas, que nJo 6 esta provincia a que mais sof
fre: outras estao a perder de vista era condicoes
muito mais desfavoravei*. A sua divida de hoje
talvez nao se eleve amaisde trezenlos e cracoenta
contos; tendo, porem, a seu favor um activo su-
perior a duzentos contos, cuja cobranct se esta
effectuando com alguma vantagem.
Tenharaos nos dous ou tres annos regulares,
quo daremos por terra com essa pequena ense
nnanceira. .
- Falleceu no dia lo do corren-e, depois de
haver soffrido proloogados incoramodos, o Rvd.
padre Augusto Cyrillo d'Oliveira e Mello. O Una-
do era professor do ensino priraario na poveacso
de Lucena. ., ,
- Teem entrado no peso publico desta capital,
do a 17 do corrente, 622 saccas de algodao.
- Rendeu o cmsulado provincial **}*****
marco flndo 18:025*084 e a alfandega 38:514*125.
As mesmas reparticoes do l' 17 do orrente,
renderam a primeira 8:82l#825 e a segunda....
:008*534.
fazer algumas consideraQoe
0 Sr. 1 secretario Ja conta. do seguinte
EEPEbtEtWB ^
Offlcio* :
Do secretario do governo da provincia, remet
teado em original, a exposicao< de alguns morado-
res da povoacao de Malhadinha, represenUndo ao
Exm. presidente da provincia contra o projecto
que remove as cadeiras de iaslruegao publica para
a povoacio de Surubim.A' commissao de ins-
trucglo publica. -*-
Do mesmo, devolvendo o requerimento de Belar-
mino dos Santos Bulcio, em que pede seja anne-
xado ao seu eartorio os offlcios de escrivao de or-
phaos e de capellas e residuos, acorapanhando a
informacao do jniz de direito da comarca da
Victoria. -A quem fez a retpiisic&o.
Do mesmo, remettendo dous exeraplares im
presses d-i regulamento de 2"4 de favereiro ultimo,
que reorganisou a reparti;ao das obras publica-.
ArcWve se.
PeliQoes :
Do ba .-harel Joao Gooealves da Silva Montar-
royos, pedindo um privilegio para fuadar uma
ou mais fabricas de vuieanlsar a gomma elastica,
barraeha, etc.V' commissao de peticoes.
De diversos commercial!tes de carne secca, pro-
testando contra a preteneao de Joa juim Luiz Vi
raes, que peie privilegio para conduzir de bordo
dos navies aquelle geoero, para os armazens.
A' commissao de peticoes.
De Oscar Destibeaux, pedindj que se autorise
ao presidente da provincia a contratar com elle o
melhoramento de que carece a barra de Suape,
para a livre entrada e sahida das barcacas. -
A' commissao de obras publicas
Da irmandade de Nissa Smhora da Assurapgao
da Esuncia, pedindo preferencia para a extraccao
de loterias.A' commissao de orcamento pro-
vincial.
De Luiz Manoel Rodrigues Valenca e Jose Firmo
Pereira do Lago, partidores do juizo, pedindo
uma gralificacao. A' commissao de peticoes.
Entra em discussio e 6 approvado, tendo d-isis-
tido da palavra o Sr. Gonjalves Ferreira, o pare-
cer da commissao, que indefere a pelicio do ca-
pitao Joaquim Luiz Viraes, e que licara em outra
sessao adiado.
ORDEM DO DIA.
Entra em 1* discusao e e sem debate appro-
vado o projecto n. 23 deste anno, revogando a
lei n. 603 de 13 de maio de 1864.
Segue-se a 2* discussao do projecto n. 8, tam
bem deste anuo, restaurando a antiga villa do
Exd.
O Mr. Vieira de Mello justifica e manda
a mesa a seguinte emenda, que, sendo apoiada,
entra conjunctamente em discissao :
Depois das palavras-villa do Exu'diga-se :
cujo municipio tera por limites os da freguezia
do mesmo nome. Vieira de Mello.o
Encerrada a discussao e approvado o projecto
com a emenda.
Entra era 2* discussao o projecto n. 10. de3te
anno, aulorisando o presidente da provincia a
craceder um anno de licon^a a professora D. Fran-
eisea Sdraphieo da Aa>it Carvalho.
O Sr. daspar Hriimmoiui juslilica e
manda a mesa um requerimento.
E' lidc, apoiado e enira conjuncuroente em
discus^ao o seguinte requerimento :
f Requeiro o adiamento por 48 horas, provi-
dencianio-se para que seja apresontada a lei nio
sanccionada que concede aulorisacao ao presi-
dente para dar licenca a diversos empregados
publicos. Gaspar. Drummond.'
O *r. Uctaua Cavaleante -Como mem-
bro da commissao de constituicao e poderes, eu
nao posso, Sr. presidente, deixar de viratri-
buna exporeju.tificar os motivos, porque a mes-
ma commissao nao tera dado parecer sobre a lei
nao sanccionada, da que trata o requerimento,
que acaba de ser lido pate Sr. 2J secretario.
A commissao nao se tem discurado das diffe
rentes peticoes e trabalhos que lue lem sido re-
metlidos afim de dar parecer a respeito. Entre-
taoto a affluencia desses mesraos trabalnos tem
ate certo ponto impedido que a commissao de
esses pareceres.
Um Sr. Depit.vdo: -S.lo bem poucos os pare-
ceres que ella tem dado.
0 Sr. Uchoa Cvvalcante : Nao duvido; mas
a commissao que tem apresentado mais pareceres
talvez seja justamente a de legislacao o a de cons-
titui-ao e poderes.
Um Sr. Dkpitado :Quantos pareceres tem
appresentado ? .
0 Sn. Uchoa CavalcaKte :Nao me recordo do
numero ; elle* 16 a sido lidos na casa.
0 que e verdade e que a raateria de que se tra-
ta, e grave e demanda um estudo mais ou menos
atura do.
0 Sn. Gaspar Drimmoxd :Apoiado.
0 Sr. Perbtti:E' importante.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : -A commissao nao
tem podido ate hoje resolver sobre os fundamentos
do parecer ^ue tem de subraetter a decisao da
casa.
Cumpre-me, porem, declarar a assemblea que a
commissao nio protelara esse parecer a ponto de
inhabilitar a casa de tomar uma qualquer resolu-
cao sobre a petigao, de cuja solucao hoje se trata.
Entretanto parece-me que a deraora da commis-
ao na apresentaQao do parecer nao p6de inhibir
Jos6
Firmino Francisco de Barros a importaneia doslsouraria de
orets e folhas juntas em duplicata do destacaraen- lAlbelro a quantu a que ss refere o offlcio
fazenda para pagar .a
jue si
16 d abril do anuo findo.
Lop
to
PERNAMBUCO.
ASSEMBLE* PROVINCIAL
SSSSAO OROIN.ARIA EM 8 DE AB1L.
PRBSmBNCIA DJ Sa. EBRBSIIlV DE AGU1\R.
Ao meio dia, felta a chainada e achaado-se
presentes os Srs.: Manoel do Rego, Amaral,
Alipio Costa, Ratis e Silva, Goes Cavalcante, Do-
miogos Pinto, Firmino de Novaes, Tolenlmo de
Carvalho, Ucbda Cavalcante, Peretti, Tiburcio de
Magalhies, Aguiar. Soares, Vieira de Mello, Go-
mes Parente, Cunha Cavalcaula, Pinto Pessoa,
Nascimento Portella, Arruda, OUvara Andrade.
Goncalvet Ferreira, Dario Cavalcante. Camboim,
Antonio Paulino, Otympio Marques. Gasp*r de
Drummond e Travaaso de Arruda, falundo os
Srs. Joio Barbaiho, Souza Leite. Arconcio, Tito,
Lacerda, Mello Rego, Gendim e Felippo (Je Figuei-
sao ...
que a assembl6a discula o project) que _toi sud-
mettido a sua consideragao. (Apoiados e nao apoia-
dos). Pelo facto de uma commissao se abster de
dar parecer sobre qualquer materia, a assembled
nio fica interrompida no exercicio de suas altri-
buicfas. Se a assembl6a provincial entende que
e coaapetente para conceder icencas, qualquer que
seja o procediraento da auWridado superior, do
presidente da provincia, a este respeito, qualquer
que seja o seu pensamento, nio veda que a mesma
assemble! legisle neste sentido.
0 Sr. Gaspar DrummoMd : -Quando ha qual
quer pleito, a corapetencia do juizo e a primeira
eousa que se decide.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Mas quem deve de-
cidir a corapetencia neste caso ?
0 Sr. Gaspab Drummond :-Isto depende das
razoes da nao sancgao.
0 Sa. Uchoa Cavalcante :- A assembiea pro-
vincial pode aceitar ou nio as raioes da nao
sanccao. '
0 Sr. Gaspa* Drummond:Conforme forem
ellas.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Por consequencia
ve o nobre deputado que
0 Sa. Prksidsnte : Rogo ao nobre deputado
que cinja se a malaria que esta era discussao. Nao
3e trata por ora do projecto de lei nio sancciona-
do e que foi devolvido a assemblea ; trau-se so-
mente de um projecto, autorisando a concessao de
uma licenga.
O Sr. Uchoa Cavalcante : .. .foi oQVrecido ura
requerimento do adiamento, que esta tambem em
discussao; parece-me que estou na ordem discu
tlndo-o. Enteado que a assemblea nao deve ap-
provar esse adiamento, que ella pole Dinar conhe
ciraento da raateria indepenientemente da exhibi-
cao do parecer da commissio, e nesie sentido fago
consideragdes.
OSb. PBBsroENTE:0 que o nobre deputado
allega e verdade, mas o que eu digo e que por ora
nio se trata das raxdes da nio sanccao, sobre que
deva versar o paret-er da commissao.
i 0 Sr. Uchoa Cavalcante : -Bern; as mmbas
necessario e que elle nao e senao nm meio ten-
dente a obrigar a commissao a apresentar o pa-
recer.
O-Sk. Peretti : -Nao, nio foi esse o fim.
O Sr. Olympio Marques : A commissio tem
esse dever.
O-Sr. Uchoa Cavalcante :Parece-me que nio
e outro o fim do adiamento.
0Sr. R^tis e Silva : Nao teve esse flm.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Ba ponco tempo
esta assemblea diciitio materia, que estava tam-
bem dependente de parecer da commwiia. Um
projecto desta casa, elevando < subsidio de seus
membros, foi o anno passado submettido a apre-
ciagio da presidencia e esta aao o sanceionoa ;
entretanto esta materia, sobre que a commissao
ainda nao deu parecer, loi novamente diseutida
este anno....
0 Sn. Olympio Marques: Nao ha identidade.
0 Sr. Uchoa. Cavalcante :r.... nio notando
entao nobre deputado que havia cootradigio en-
tre o procedimenio da assemblea e o do presiden-
te da provincia.
Portanto, Sr. president0, eu entendo que a as-
semblea provincial pode, iodependentemente do
parecer da commissao, volar o projecto que eata
sobre a mesa, que a approvacao deste projecto nao
pode nera deve ser adiada ate que a mesma com-
missio apresente parecer sobre a lei nao sanc-
cionada.
0 Sn. Gaspar Drummonh.: Mas o adiamento
nao se refere a isso.
0 Sr. Uchoa C.w.vlcvme :- Alem dislo vejo
que a discussio do projecto ja foi adiada; houve
tempo bastante para quo se o estudasse, para qoe
a assemblea se illustrasse e fizesse ura juizo mais
ou menos completo, mais ou menos verdadeiro,
sobre a proeeJencia ou Hprocedencia do mesmo
projecto. Nao vejo, poi<, motivo para ura adia-
mento conlinuado, nao iaterrompido, como parece
que se pretende,
Um Sr. Deputabo : Esse adiamento e for-
cado.
O-Sa. Uchoa Cwalcante :Se e foreado, en-
tao tem lugar a consideracao que acabo de fazer,
que o nobre autor do requerimento quer ccagir a
commissao a dar parecer sobre a lei nao sanccio-
nada, entretanto que o regimento da casa nao mar-
ca prazo para as commissoes darem os sens pare-
ceres. Onobre deputado quer chamar a discus-
sao as razoes da nao sanccao do presidente.
0 .**. Gaspar Drkmmond .Peco a palavra.
0 Sr. UcflOA Cavalcante : Se o nobre deputa-
do deseja abrir uma discussao neste terreno, entao
seria melhor que usasse de toda a franqueza.
<' Sr Gaspar Drummond: Nio senhor, nio se o
pode fazer emquanto o parecer nio for apresen-
tado.
O Sr. Uchoa Cavalcante : Eu nio posso des-
cobrir oatro motivo, tanto mais quando ha poucos
dias a assemblea nao se absteve de votar sobre
materia identiea.
O Sr. Gaspar Drummond :Eu responderei a
V. Exc.; nao ha paridaae.
OS*. Uchoa Cavalcante :A assembhia nio
pode ficar interrompida no exercicio de soas at-
tribuigaes pela simples omissao de uma com-
misiilo.
Se a assemble.! entende que e competente para
autorisar a concessao de licengas a empregados
publicos, o pode fazer independentemente do pare-
cer que a commissao apresentar.
0 Sr. Gaspar Drummond : -Mas o que se se-
gue ?
O Sr. Uchoa Cavalcante :Parece-me que es-
las considerafSes devem calar no espirito do no-
bre deputado,
D.scutindo ha pouco as razoes da nao sanccao,
fallou o nobre deputado em que o presidente da
provincia linha considerado o acto da assemblea
como uma peosao. Cabe me declarar que isto
nio e exacto.
0 Sr. Gaspar Drummond :Eu nao afilrmei eou-
sa alguma; fallei nyoolhelicamente.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Apenas nos moti-
vos que o presidente deu para devolver esse pro-
jecto de lei, considerou a licenga como um favor,
e creio que considerou muilo bem. Que a licen-
ga a um empregado publico seja um favor, pare-
ce-me que o nobre deputado nio pode impugnar,
e nem vejo que por dize-hi mereca o presidente
rensura. Se a assemblea tem ou nao competen-
cia para conceder favores, isto e questao di-
ve rsa.
Portanto, era vista das consideracoes que acabo
de fazer, espero que a assemblea nio approvara o
requerimento de adiamento apresentado pelo no-
bre deputado.
O Sis Gaspar Drnmmond : Sinto, Sr
presidente, que o requerimento que sujeitei a de-
cisao da assembled, incommodasse ao nobre depu-
tado pelo 3." districto, relator da commissao de
constiluigao e poderes.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Nao me incommq-
dou, pelo contrario, deu-me ate motivo para justi-
ficar-me.
0 Sr. Gaspar Drummond :Tive apenas em vis-
ta evitar que a assemblea estivesse a fazer leis
para lhe serem devolvidas, sem sancgio, porque
senhores, conceder hoje a aulorisagao consignada
no projecto que se discute, quando ura outro
identico, nao foi sanccionado, e a assemblea nao
disse a sua ultima palavra 9obre os fundamentos
da nao sanccae, e trabalho superfluo, inutil e im-
proprio da primeira corporanao da provincia. Para
i|ue pois, se nao discute, se esclarece e se decide,
questao relativa sobre essa lei a que me reflro ?
Para que a illustrada comraissao nao nos offerece
o concurso de suas luzes, daudo parecer ? Para
que se guarda essa lei nio sanccionada ?
0 Sr. Uchoa Cavalcante:Nio so esta como
outras muitas relativas a materia sobre que a as-
semblea tera coutinuado a legislar, a commissao
encontrou a pasta cbeia.
0 Sb. Gomes Parents :E aempre se fez isso.
agora e que se esta eetranhando.
0 Sr. Gaspar Drummond : Sa uma lei conce-
dendo aulorisagao a presidencia para dar licengas
aos funccionarios for devolvida sem ser sancciona-
da, dizendoS Exc.segnndo affirma o nobre de-
putado, que essa autorisacio equivalia a am fa-
vor, e por consequencia. era excentrica das attri-
buigoes da assemblea provincial.
0 Sr. Uchoa Cavalcante :Diz o nobre depu-
tado.
0 Sr. Gaspar Drujmond : Nao o digo, porqua
nio li aa razSes da nio sanccao, tiro apenas a
conclusao das premissas estabelecidas por V. Exc .
porque, senhores, se a autorisacio para dar licen
cas e favor, ss a assemblea provincial em nenhu-
ma de suas alribuigdes tem estt faculdade, me
parece consequente e logico, que concede-las, co-
mo afflrraa o nobre deputado, e excentnoo de
suas mesmas attribuigOes. ......
Dizia eu, se uma lei, como esta fo. devolvHla,
como pode a assemble* deliberar de ulenltca ma;
neira, sobre identical autorisagoes ? ^
mais conveniente que se aprecie sa ha
>ao sera
on nao
procedencia nas razoes presidenciaes para que
mais tarde a assemblea dehbere com eatoa e nio
com artodamento sobre o projecto que se diseoleit
Disse, porem, o nobre deputado : a assemblea
ii deliberou, independente do qualquer decisao.
0 Sa Uchoa Cavalcante : Da licenea para
um aparte ?
0 Sr. Caspar Drummond :Pois nao
0 Sr Uchoa Cavalcante : -A presidencia nio
sapecionou am prsjecto que creaya cadeira3 9 W-


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^taric de Pernambuco ?- Terea feira 21 de Abril de 1874.
V

tnovia ootras, e entretanto a assemblea te.ro deli
berado a respeito. Esse projecto essa d*pasaM]
cominiavTi.
OSr. MA.'W*R''of>- Ao pontrari;), ja.foi
approvado aK atsbmblea o parecer da eommis-
o sb. UdW^fK^LGAVTE : -"-AM tern rataa, re-
liro o aparte.
O Sr. Gaspar DRUyuuxp : --Conlioaarei, disse,
porem, o nobie dopiittdo : a t.sseBnW'a ja delibe-
roa independei-.te de qualqoMr decisio; sabre o
projecto f|ae mariB o suhsidio, e entretaato o pre-
sidente da pruViiictt neg-ou sauccio a uma lei re-
relativa ao mcsnio*^ecM, Sr. presidente, 0 atgu-
mento do notire djjpBtado.niotem applieajio a es-
peeie de que tiaUHaoa, e raulto menos froteden-
Nao J-'in aaaiic#ia a espe'cio hc qua le trata,
sse projectosp augfceoto de sohsliliis nao sane
cion.vl o pela rrjs:denct, porque nfcriem elle hoje
mais razao de ser, porquanto sstabelecia se alii o
quantum devia pereeber cada membra desta as.-
serablea, durante a sessao Rnda e a preseiite ses-
sao, e esse quantum ja havia sido estudafle na pri-
nraira"sessfiu du bleuuiu -passado, e-era derpatpi-
aante evidencia era face do acto additional que os
membros da a^sotnblea legislativa sao incompelen-
tes para .legislarem nara si em raateria de subsidio,
ao1pas9',qi9 a lei^fas ftfttttiidUt pita dahlh^en
cas, atada hoje tem razao de scr, porque ella so
refero a fa^tos e a pessbns, softfe tos qdaes po-te-
mos deliherar, e sew contolaeao pode ainda aoje
serexecutada.
Xi) Win pj-oc*ienein, porqae, senhores, *inia
mesmo que ejse projTCTo nraTe'ce'sse TIaa.sseioblea
provincial a approv..cin, por dous terpos dc seus
aemoros, ihda assiai, repito, cerria Bos e dover
-para a proxi;n legrslatur., ex-vi do a 21 do
acto additional.
0 Sr, Gomes Pa>,swte : -Apozar dis(o o nobre
deputado fez objeceao.
0 Sn. Caspar Drummed : E' verd-jde, fli con-
sidcraKSes a seroelhanle respeito, e devo a expli-
- cacao de V.Kxc., Sr. prcsiden'e, (iearesclarecrdo
do erro em qne laboravii, assim jioi3,-a mialva do
cilidaJd mi aoeitar e>sa expiicagap. irto podeser
hcjclraiida-cemo argumento contraio aoque te
tth > dito.
S-ndjres.. U% questa) grave, que convem seja
elucidila. Eu me explicarei. As ten de.-ta as-
*einbl<>a pedem doixar de ser saaifionadas prlo
delfgado do p.^ler executivo, ou qua'nilo sio oon-
traruo in inferosses da.provmcia, art. 13 do
acto adiiJL'ional, x>a qnando oltehJem aos kileres
ses de algumi ontra provincja ou aos trataJos
fcrfjs cm as nances estraugeiras, art. 16 do ci
tado acto addicioaal, ou finalme.'ite juando sao
olfeiisivas a constituif^o do iperio, citado art.
10 eo:rii:oad'> com o art. 7 da lei u. 103 de 12
de,ina! tlj 1810.
No f rimeiro caso sujeitas de novo a discossao e
approvofps, taes lew se execatam indopendentej
de saoxiiao.
No ^jgundo e tercoiro casos, ainda mesmo de
povo ctiscutidas e approvadas por dous tergo?, para
serem exe;i!lada?, se torna preciso q'ue o poder
lepislativu genii proGra a sqa ultima palavra, e
ate" que'L-io so fifa. (lea suspensa a exeeujio de
taes -\'a ifnorancia perfeita dos motivos porque nio
mertccu scr sauccionada a Iri da quo me teuho
alludi 3" csm, ciiiiio deteroiinar-sc sobro e-pecie ulen
lica, scm Jegi Kttivj provincial e a presidencia. esteja de
ci Ikl.t.
(I5n G ms pAit'iNTE : -Todos os dias se faz
isio.
O Sn Gaspar DRrMsioxo: Admitto que assim
seja, ;omo 1iz o nubre depulado.
u Sn Gomks P.vuvNT.-i: -0 u ibro depulado que
6 parlameutar anligo, sane twill disto.
O-Sit. Gasi'au I)L'\:m i.sj :-Naoquj-o conies
lar. Dipa m.; poreui, o n.d)re depulado, dove-
m s |)?rmaneci'r no erro ? u:n abu-H) aut'irisa
uutro 7
,~ :nliores, a opLioji^a > jui: fac > ao projeeti*. tern
por li n evitar qua a assemblo.i provincial nao
lenha o triste prater do ver devumSRs as suas
leis. sem o placet Dre.-ideneial.
E e neisessariamente o que uos espera, se por
veutura o projecto que se dispute for approvado,
porque apresileucia da proviqcia ba de guarlar
eob.orer.cia em teas aetds, e uao estabelecer um
Jof aete de criancas win a assemblea, negan lo
fceje e s.mccion.indo amauha projectos em que se
esUbelecem idimlicas disJo-i^oes.
Estas c .nsideracSes me levain de negar o
meu voto ao projocto.
Qu-Teiii, porem, os nobres deputaJos que eu
f.ica umaco nfissao intima f Eu os satisfarei. v
Exc o preMdente da provincia, fez um servico rca|
e rtl vanlc a provin:ia, negando a sancclo a esse
projecto de If i, a que me te.ilio referido. S Exc.
Mi*gu4iuua o ueteniieu os cofres provinciaes e
c jreJor do elogios por esse seu acto, porque,
Seuhore-, as lioeae.is eoneedJ las eram um gra-
vame do mais, ((XTJ-.c-me a assemblea queo diga)
para os_phtysieos cofres di provincia. Sioto, e
sin:o nao e:ar de accordo com S. Exc sobre
os m> livos em que firimou o seu acto, mas, 6
fort;a coofessar que os seus elTeitos foram os
mais rai-tajosos possi ei< para a provincia.
OSn. Uoiov Cavalcame : Acha que o acto
e bow v..ta cjaira elle.
0 Sa. (Usbar Dri moMo : -Sim, senhores. Po-
derii dizor -A; nobre deputado o que se quiz
dizer com esia nao saneeao, oio o fa;o porque
todo> dos comprehende/nes ou devemos compre-
hcDder (I'Tlfitaineiite. .\;"d estju de accordo com
a pres;dcncia da provincia em sua expnsicao de
motives para nao sanei-ion ir a lei alludida, por-
que me pirece que dm corrc o dever de nao
coosentrr com p meu voto para o cerceamento de
nessas attriLuicoes, e ia tao cercea las polo noder
executivo.
Foi,.p.irein, para um hen achado, a negativa
da sancc.ii a esia lei, pirpia cstou disposto a
Brmir-ine nistopara vatar contra toda< as con-
cessflss di licen.as ate que a assemblea diga
a sua ultima palavra, porque nao me pareee
acerlado que no estado da crise finan;eira em
?|uc esumos, se centiaae a fazer leis ideatieas.
fcpoiades)
O Sn. Ga-paii UfiiMMiNo: Deiibere no entre-
tanto a assemblea como julgir conveoiento. Des-
pido de paixSos e de interesses, expendi minha
opmiao tendo, como todos os nobres deputados, era
vista somente os interesses publicos.
0 Sit. Ui.iioi Cavalcantf: : E tolos mis te
BOS.
0 Sn. Gaspaji Dbihmoxb : Se eu acabo de o
atHrmar, para que pois o aparte do nobre dtpu-
3
nJo-racamos-coasa ajgnraa, tii^m Mmr tfia
es.-a, miioridale^qoedtverawr iqelh.ir .n(onna que cada am de nos proccda. A as iradiz em sAij Slctos", dando SutorisacOes e delrad-
Tando sobre o qvn serefere a taes autorisajo^!".
0 S. Uchoa. Cavalcante :Nao obstante, a as-
semble* nao se abstcve de votar
0 Sn. Gaspar -DsommiMd : Qae Imports t
Camori o meu dever ie|e acto e d^semelhanle
deem> nlo me rcsultoti desar algura, embora fos-
sa contr.irta cpiaiio qua emitti. &eia o nobre
(t-jpuurdo qneso obeli publico moMa os meus
actos. As^rn pois, se no qae aoabo de dizer, ha
procedencda, a assemblea qo o dec da, cc-rto de
que daretfl meu voto conm enteader.
E t& por esas considera^des apresentei o adia-
memo. Asatte ou aio acnte, a assemWea detida
^te^a ou agnartW para Wals tarwi \ di*etws>
e a vdlacao do projecto de qae me occapo, eu
nao me darei por offendfde, sentM* apeoas qaf
por_amor das nossas attrihuirues eu seja otjrigado
a Tiao acompanhar o noire deputado, sobre seme-
Mwnte tjnestao. A nossa competeneiapara deli-
0 Sn. Pinto Pissqa da um aparte.
0 Sr. Gaspar Drvmmonb : V. Exc. que e
rnnjfsftr.podw-me-ha mostrarque estou em erro.
U Sr. Pinto Pbssoa : -0 aobre deputado nio,
dfS:e alnua nma paliVra soar* a tompetencia ,(*4
assemblea.
0 Sn. GA*>an Dn(T*Sm : TSfem opjdia
dtier.
D Sn. PIRW PBHX : Oh t
0 Sb. G.\spar Dbummono : Porjue a qaes-
tA'i que se dUcute nAo c a da leiaao-saacclooada.
O Sr. Pinto Pass a : Esta 6 a questSo, se a
assemblea e competent? ou nio, porque se nsV* 'e,
nlo poile eoatioaar a legi-lar.
0 Sr. Gaspar Dbtimmokd : -Adduzir razSes,
dessa lncompeteacia, nao o posso agora, por nao
estar em di?cussao, como hapouco disse, a lei nao
saueelonada.
0 Sr. Pikto Pessja : -0 nobje deputado ladeia
perfeitaraente a questao.
0 Sa. Gaspar Diiohmoxd : Se estoa em er
ro, ensine-me o caminho da verdade. diga-me co-
mo devo proceder.
0 Sa Pinto Pessoa : -En ran posso ensinar ao
nobre deputado. V. Exc. e rnai- raestre du crae
eu. e" parlamentar antigoemais avesado nos Oego-
cios publicos.
O Sr. Gastar DrCmbnd :E V. T?x?. e tu-
do isto e mais mngigter in Itrael.
0 Sn. Pinto Pessoa : Mnito ofcri^ido
0 Sn. Gaspar db Dr<;mmono : -Piz, Sr. presi-
dertte, consideraroes para mestrar que devemos
guardar coherencia em nossas deliberates.
(Ha um aparte)
0 Sr. Gaspar DbouIionb : Mas nao e eta
a Pccasiao epportuna Encaremos a qaestao so-
mente pelo lado jnridie) e cortikucional, c assim
se decida.
G Sn. Uchia Cavalc.nte : -Muito perturb.va
aoriob're detw ado a nao sanecio dfssa lei.
O Sa. dasRM DsnMMoso.Pelo.con'.rario mui-
to c.-timi-i polos seus resultalos felizos para os
cofres provinciaes, porque lenliores, e brfa confei-
sar 8 presiiente da provincii livrou os cofres
provinciaes de um verdadeiro ghivame.
O Sn. Gomes Parent r. Se o nobre deputadD
nao leu ainJa as razors presidenciaes, como sabe
que a nao saneeao foi por 3er a aatorisacao' um
/aver ?
0 Sa. Gaspau Dru.mho.xd. Pelo qae dhse o
nol>re relator da commissSo.
0 Sit. Uatis k Sii.va : Oesde o principio o
nobre deputado deelarou que esta fallani) hypo
'.beticamente.
0 Sn. (Jaspar Dbcmmond. Ap iado. Voueon-
<--lufr, Srs., declaramlo que voto pelo adiamento,
porque p nso que a assemblea deve primeiro que
tudo firmar a sua competencia para mais tarde
deliberar sobre essa identica faculdade ou autori-
sa^io contida no projecto qne se discule ; se po-
r^m, a assemblea em sua sabedorra rejeiUr o
adiamento, votarei contra t protecto, porque es
tou disposto a nio preslar o meu concurso para
a e-infeccao de leis que com certeza, serao de-
volvidas e nao sanccionadas.
Tenho ditj.
(Apoiados, muito Irem, muito bem.)
Itoconhecc-se aao baver ca-u e lica a discussao
adiada.
0 .-r. presidenle da a ordem do dia seguiotc e
levanta a sessio.
mlnar a questao, mas precl*o para compWar o
meu c-ludo, e p>dpr propnr a asseinbl&t que
mais o-oBvebreafc fo de outi^is inforniaceaa, taiuo
raajsquanto qvJm-imI ilo Recife de h onifm, com
Tijfereiyja^ riwroluccjo de ontros f.ictii da a-
fureila aiiTi^tfj qio navia deteroiioa loV-Hmu
rt*qAiW,iiHltr>, Vejo exhiaidas retlexoes que*TSie^ 'Jh^var ao nobre deputado.
parecera de valor, e qne nao podem deixar de ser
tomadas em consideracio.__
E' aJf?iin,aV,sfHfesi sideracnes qw no artifo de runio do /or|/ do
Recife ao bnatem se fatem a ret^eito, ja da leg*
lidade do acto, ia da convenieacia delle, ( e da
legalidida aid fatlarei agera, pell aiada nao com-
pletei o AStOJlo a re-peito) ha earn relacio 4 ia-
convenleBjehl considerable taes que deveta ai-
piessidBw-aos.
Esta aqm noste artigo quo tetAio ante os albos
\ iodictolo o arlifco do l&nal do Rectft J que DOS
armszew .MfamW|a* se pafa^mr nma pps de
vinho apenas ii'HM por trimestre, correndo por
cunts de arniazenario a despeia de desembanjue
o alvarengaB de eoBduccao-para oVBtro*is mes-
mos armazen, e nosarmazens da eapnazla ^^
oueroia aitenlo
i;o'o a
l^qua
affumr
proono a suppressao do arf. fSG, da iadif^
b>rar/*se assim innlil. Ibuve esta' *r*trf
no pareavr, e que escapou piUttflnj mesa.
0 Sn. I lite Ds Pigueirox :*}( ha lacuaa
Mfftmi.
* Manoej. ao Rbo) : -fla um.iljcan'a, vou
(^
o7;aW-.-rtfifo p^i'S^Slffllo ft-eV-
gano-quo'se dera nos-artiRos ad liMv.,s- das- postu-
res d,i camara inuni;ipal do 'iitvi, em seu *rt. ;i I
na pirte em que diz \00 reis.que dijvo dizer.-se
iO r6is. -A coinmissAo do pjsluras inunicipaes.
Di mesmo, Yem%tteddo dm projecto 'de postuhas
da camara municipal de Gamelleira. A' comrais-
nao nouver 7nUmero legal para vo- sao de postara* Municipal
a iiiscus-iia ncefraem, e raaadaitfa e Do mesmo.Temetten lo *ma peticao docamtnta-
BceJer a dBfimada, para sefem po| da da camara muifaipal desto cidMe, reelaofindo
contra o contrat: effectuado %om Aagusto Cesar
mesa diz
,fegal
(le).
0 art. 2 dos apresentados pela
.........se nao houver &u
tar-e,~ft9BrA
pre-i lente proc
cadits n;joreal da casa os nomes'dos depu'tados
quose tiveretn ausenta maturias ale^ ate dar a hora de fevantar-se ?. seasM
effr>
0 Sr. iA*#An Dnu.MMONo: -E ee art esti em
discussie?
Cm SbJBbTi:t.vdo : -Vio ha coir-elifSo.
0 Sn. Mawoei. do REOo:-Tem t-ffreTteao, e ea
mostrafwHRFwibre depfttalfo.-
Adoptada a disposi^io do artigo que acabo de
le,r nao bavera mais posibilidade e JWxaJ- da
caniiuuar a sessao por falta de ouiaefo.
[)'?. a emenda ao art. 56. (I.e): quando a ses-
ii .f I****** #o*i1.-*amos em seguida a
demonstracio da receiia e_de$peza da administra-
'cao 3os'c'or'reros'd6 Pernaftrbaco no anno DDan-
ceiro iie'\87i^mi'.
rJ !?-** JSP* f^to-nwsmo espapo de temea. m -sa^-lor Iwimtada antes da hor, tw-fsha de nu-
3aHft, dilferenci que se torna -
o iiR-merj das afpas que conipSi
merfto.
AI)siHNInda'prtr ora da questSo de legalidade.
ou n.io, com quo se obriga o imporlador a reco-
ftera '?fmWfns ft^a nt^atatia os carr^gahientos
de vinhos e nio se Ihes dcixa a liberdide de reco-
"tlier-os^a-frspfehes alfahdeg^los, par 'fti>>ajaa'
eomi.ja disse, sobre este pouta ainda nao lenhi
Ttrmad) oTrreu Tn1roT"aTrfTeiTSoTra"hTcoTivRTrteTicta,
do prejuizo que soffre o commercio, me pareca
raanifesta. 0 commercio que paga na capalaa
3jSilO por volume, seguud<>diz o Jomal, paga nos
iMpiches alfaadegados apeoas 2*000 por volume.
Ahj vai, pois, uma differonca em volume de
IrfiiO. Dizer isso, com relacao a um volume qae
e impsrtado, e dizerqunato basta para s conlie-
cer que o commercio soffre por effeito de' diffe-
reflga de retrfbolcao do serviep prestado.
N-to so, pnii| sobre este p.mto, que para mim e
eapital, como sobre 0 da legalidade, julguei ooo
vuniente fazer um re jueriinsnto a assemblea, pe-
dindo outras informacoes.
Por esta occasiao me pareceu tambem necessa
rio dar conhecimento a assemble! dai infonna-
{oes prestadas pelo inspector da alfsndega, atim
de que a teasa as conheca, tiao llpiem sujeitas
apenas a minha apreciacao. e ta mbsm para que,
puWieadas esta* in eie que uiscuta a que^t e, exen;,i ; sua alta e im-
portante missfio de examinar queitoes como e*aa,
tao direrta e immediatamente inte.-essaao cummer1
cio da provincia. Desejo sincdamente que a im-
P
nao sanc-
tado .
la \v, pois, o nobre deputado, que nio ha via
razio para seineemraodar eom.o requerimenlo que
offirfeo! sobre o projecto. Nao quero coaglr a no-
bre eornciiss.lo da poderes a dar parecer, quero
apenas que se discuta este proje;to quando o pa-
recer !or apre-;eDtado ou que a assemblea conhe-
ca pela presenca da !ei as razCes de
pie.
0 Sr. limp* Cwalca.vte : Esta na pasta.
0 Sa, G.srsr Drwimond : V. Exc, 6r. pre-
sidente, deu me informa<;io emcoatcario.
0 Sa, Phesidkn r : A secretaria informou
que esia em poder des membros da eommisjao.
OSa. Gaspar DauaiitNo : V. E*e. ouvio a
aftlrrantiva do n deres e assim cop.vem que seja satisfeito o meu pe-
dido.
O Sn. MNOEr D5 ttta) : Pode 'estar em po-
der de outro qualouer memfcro da coimttiasao.
vozes : .Sem iluvida.
OSr. Gap.vb DnpMo.yD : Nao desejo pro-
longar a disenssio.
O Sn. Gomes Parente : A questao me^ma nao
aessa importancia.
OSn. Gaspab DifioND : ncor.fo de V.
txc. porque aeho de importancia e de neccss-da-
de de esclarecer-sedesde true se irata de flrma-
as attribuicoes da assemble* provincial,
0 Sn. Uciioa Cavalcante: 1st j d'oretex't).
O Sn. Gaspar Dbvmmond : Pretexto por-
que e para qne ? TenMa V. ExCi a hondade de
A'xplicar-se.
Por veoiura julga a nobre deputado qae para
-expender minhas opfni5ea com clareza e sem re-
*ervas, preciso de prete.ttos ? Nao me julga com
forja de vontade para o faze lo ?
Creio, Srs., que o njeu procedimentd om dezofto
annos jue occopel esta cadefra re^jwnde cabai-
mente a S. Exc.
0 Sr. Uchoa GAVtLCANtE : 0 nobre depuh-
do ttlj vctado em quesioes idenitcas a esta.
0 Sr. Ga.tab Diu-mmond : Apre'seale os
factos, decline as leis tas''etae*. i* cemo o no-
ore depulado me polera confundir, do contrario
p_sco-lne ponnisiao para comraditar a ;ua afflrma-
tiva.
0 Sr. Presidents : -Rogo ao nobre deputado
queseciojaaquastSoenua Sa diiiraia rotn os
apartes.
(Cruum se apartes)
O Sr Gajpar Dbumjiond : -Quando hadlas
atscutio se um projecto creaado e removendo ca
SESS^O ORDINARIA EM 9 DE ADKIL.
PRESIDENCIA DO SP. FERREIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada e achandose pre-
sentes os Srs. Ratis-e Silva, Tolentino do Garva-
Iho, Maooel do Rego, Uchoa Garaicante, Gongal-
ves Ferreira, Aguiar. Gunha Cavalcante. Joao Bar-
bafho, Soares, Herein", Amand, Firmino de Novaes,
Mello Itego, Goes Cavalcante, Gomes Parente, Oil
veira Andrade, Guedis Gondi.n, Tiburcio de Ma-
galhaes, Pinto Pessoa, Dario Cavalcante, Antonio
Paulino, Gaspir de Drummond, Nascnneiit) Por-
tella, Alipio Costa, Olympio Marques, Felippe de
Cigaeiroa, Domragos Pinto Camb^im e Arruda,
faltando os Srs. Sodza Leite, Aiconcio, Tito, Tra
vasso de Arruda, Vieira de Mello e Lacerda, abre-
se a spssao.
E' lila e approvada a acti da sessao antece-
dente.
0 Sr. 1 secretario da conta do s-guinle
EXPEDIENTE :
Offlcios:
Do secretario do governo da provincia, rc-
.nettendo por copia as portarias de 17 de junlio,
7 e 19 de julho, 27 de agosto, 3 e 19 de setem-
bre, 11) c 22 de novembro ul imos, em que o Exm.
presidente da provincia abrio creditos supplemen-
tares a dliTt-rentes verbas do exercicio pa-sal > e
do cot rente. A' commissao de orcament > provin-
cial.
Dj mesmo, remettenJo, por copia, o acto de i
de dezembro ultimo, pe! > qual o Exm. presidente
Ia provincia, usando da autorisacao do art. 37 da
lei n. I,MS de 17 de janbo doanno passado, resol-
veu mandar eimtlir mii contos em apolices. A'
eflOMBibsie de or/amento pnivinciil.
Da camara inuuicipal do villa do Brejo, pedia-
providencias sobre os liinites da freguezia de'San-
ta Ague la de Pesqueira, creada pela lei n. 966 de
1870 e alterada pela de n. 1,103 do 1873. -A' com-
missao de estatfttica.
Peticoes :
De diversos moradores da villa de Itambe! pe
dindo a creacao de uma cadeira'de instrucc-ao pri-
maria para o sexo feminino. A' commissio de
iasti*uccio publica.
De Prlis-nma Claudimira de Mello Lins, pro-
fessora publica de Anadi.i, provincia das Alagoas,
pedindo para ser incluida no qnadro djs professo-
ras (testa provincia. A' commissao de instrncrao
publica.
E' lido, julgado objecto de deliberacio [e vai a
imprimir o seguinte projecto :
A commissio de obras publicas tendo exami-
nado o que re^uer o Dr. Joio Cavalcante d'Albu-
querqae, vem dar o sou pareeer.
Sendo os peticionarios os contratantes das
obras da estrada de Goyanna, e nio as tendo con-
eluido dentro do prazo ultiraameato coocedido,
foram mtlltados rm vjrtnde do regulamento das
ohras pahlicas, e de nov Ihes ico marcado um
prazo de 8 mezes pSra a cbnclusio^das obras. Os
petieirraanos no requenmento que ora dirigem a
esta assemblea pedem nao so a relevaeao da raulta,
como que o prazo da proregaeio seja elevado a'
doze mezes. tempo sta iquo jnlgam nacessario
pra a total eonclusio das mesiius obras.
A commissao achando de justiea e do eqoi
dade o que os aapplicantes reqaereai.e'de parecer
que seja approvadi o seguiote ppqeeto :
a A assemblea legislatiaia provincial resolve :
a Art. 1* Fieao presideale autorisado a ralevar
a multa imposta tis contraaaotes da estntda de
^Soyanna.
Art. 2 Pica prorogado a 12 mezes o prazo a
conclusao das abrat to mea- estrada. Picam
revngadas as disposicSes em contrario. Recife,
9 de abril de 1874. Tihwcio de dUgalhaet.
Pedro Guadiano de Ralie t Sftca
O Hr. ViMcisncntw rorvolla. Sr.
president", em uma das ressdes antcriores tivp
occasiao de requerer que se solicitassem da pre-
sideneia da prortocia iBfofma;rJes a respeito do
'reco'lhimento de um CJlTegamanto de v4ho, so
bra o qual dera o Jomal do Recife riatrcia, fermo?, qne me ftziara crerperneewsftrlo ibVes-
tigar o que'fta+i*,ie haWblar a assembles provin-
cial para t-i.-nar a providencia, qne em ssaS Mtri.
biii.Ses coubesse, de forma a satisfazer as necee*
silades 'do commernio, ficillMihi'v-o, e aao con'
entiodo em am enlorperfmento a sua marchl
e ao seu desenvolvlmento.
A assemblea approvou i s a rejaerimerilo e i
presidencia da provincia trnnsmfltro-ubs a'ibforT
mi;ai, qne o inspector, da alfanftpga pfestea'i
respeito de cada um hMs'b'amds-eoirtiddS 'Bo're]
quorimento approvado. 'Tenho presents a Jiifor-i
inacio prestada e a lerei depois.
Em vista desta inform; cao, teaho estado a exa-
pren.-a pelos seas autorisado- (Vgaos manifeste as
i.Ii'm- qne tem s:bre o in'odii do revolver a mTBcu'
men), so fara up/a chamada, ante? de declarar o
n cafresja- presirhnte -levalriu se a sessao por falta de nu-
raero para votars-nlo publicados nojornalda
ea s nonies 'dos qne se hoaverem retlrado.
Ivjgo, previne a hypothese de.......
O'SaPft-Wz be fSftuBiiWA : -Alrtda 'eootimio
a dizer que nao ha lacuna.
'0 *:"MAK'ftL w>4liWo :^MMmlpa tenha podido fazer comprehender pelo nobre de-
putaTo. A eTtBTrda, ao art. S3 mre ja 11,-nrevirro a
aypothese, e como ia dizendo, de levantar se a
sessaoantes da hora.por falta de numero para vo-
lar-se; providencia do art 8" apresbntado pelaj
mesa, evitaiqae isto aconteca Gomprehortdo ago-
ra o aobre ileputado ? Lig* nio podem exiaur
es'.es djos artijos, e.portanto a comtnissao'de po-
Hcia, apre#?ntaBdo o art. 2, levia prop-ir a;fp-
pretsio do ^6, que se tornava desnecessario. Tal-
vez para preencher esta lacaua, apresentoa o no-
bre deputado pelo V di-tricto uma emenla refun-
IMa 0 art. 2* com o-36, emenda qne,tambem n5o
posso Bjmittir, poTqoe asim eonfundir-sehiam
duas ideas-muito distiUctas. 0 art. V rifere-se ao
rnedo de procofcr-se nas sesaOes ordinariaa, ao
passo queo 66, refuodido com o. i, trati tambem
do modo de votar, o que no regkaento esia iaclui-
do em capitu|o muito diverso, no cap. d.
Purta-nto, Rao me paiece aceilavel esta emenda.
0 3n. J. Mello Rego da um aparte.
0 Sn. Manoel do Rboo : Nio se pode/redu-
zlr Os dous artigos a um se, oorque cada um refe-
re-se a uma materia especial, que o regimento ira-
ta em ca;iitulos.dj versos.
Eu prop mh>, portanto, a-suppressao da emen-
da, que refuBde art. 56 com o 2.".
Entendo qu esta no easo de ser approvado era
parte o nrt. 2', proposto pela mesa.
0 Sn. Guspas Dau.MMo.vo : 0 art. 2* ate cerlo
ponto, conomlo com o nobre deputado.
0 Sr. Manjel do Rego : Eu nio mipccupq
por ora deste artigo, pois o que esta em discussao
6 o art. 56, e este refunlido com o 2.
Op;M)rtuaarrreotet3rei occasiio de tratar do art'.
2" e dos apresentados pela mesa, e entio emitlirei
a minha opiniao a respeito.
Cohcluo, pois, mandando a mesa a minha emen-
da.
E' lida, apoiada e entra conjuoctamente em dis-
cussao a seguinte emenda :
a Supprima-se a emenda apreseotala ap art. 56
refuadindo-o com o art 2 da iudicacao da mesa
S. It. Or. Manoel do Rego
O Hr. vaHcinn-tiK. Portella. faz ai-
gumas cmsideragoes no sentido de mo-trarque
convem adiar a itiseussio do art. 36 para tor lu-
gar dep,is de discutid.re votaJo o art. 2; atteota
a dependencia em que aquelle esia des;e.
E'Jido, apoiado c entra cenjunctamente em dis-
cu>sao este requerimenlo :
< Rcqueiro que seja adiada a discussao do art.
56 para depoii que for voUdo o art 2\ -Dr. A"os-
cimento I'oitella. a
Or- Si*. J. Mello Res* Maiiorl ao
R<'K requerem e a casa approva a retirada das
emendas que ap'resentaram.
Nao havendo mais quern queira a palavra, en
cerrase a discussao e e approvado o requerimen
to do Sr. Nascimeute Portella, licando, portanto,
adia lo o art. 30.
E' sem debate approvado oart. do parecer da
commissao de policra, que assim diz : Feita a
chamada a hora deler.ninada, se nao Itoqver nu-
mero para deliberar-se, o presidente assim ede-
clarara e o 1 secrt-tario fara a leitura do expedicn-
te, dando-lhe o devido destino.
Entra em discussao o art. 2: Em qualquer
discussio nio bavendo dos deputados presentes
quem queira pedir a palavra, se nio houver nu-
mero legal para votar se, licara a discussa) eucer-
rada, e maudando o presidente pr< cedor a chama-
da para serein publicados no jorrral da caa os Do-
mes dos deputados que se tiverem ausentado, se
ira passaudo a oulras materias da ordem dp dia,
com as quaes se procedera da mesma forma ate
dar a hora de lfivantar.se a sessao ou ficar esgota-
Ja a ordem do dia. Na sessao seguiote se proce-
dera a vutaeao dos projectos, cuja discussio esti-
ver encerrada.
O .Sr. \iimi jmcoio Portella oppondo-
dade, que meOJMffeSOl? btommercio.
Eis o que snAr?MWorntoco"es: (l.r.).
Copia. N. 03:Alfandegx de Pernambueo, 17
de mareo de.48,74. Emcui*prhnento dodespaebo
de V. Exc, lancado no ofnao.do 1 secretario da
assembl6apftiVinc1s!, .^ue .Tfcraso devolvo a \.
Exc, passo'afdf.irmar sWe caHJl *m dos itens
do mesmo oWcio.
< I." Que por insuffleHrfefci dos armazens das-
ta alfandega, estiva em uso depositaremse em
armazens alfandegados rlgttns Uos generos da ta-
Irella 7,ianoexa ao regilamento das alfandegas,
diposito qne gtadeahheiie restriogilo, estava H-
mitado "aus'vrtihos iifiprrtados em cascos de ma-
deira
t. Qne o navio h'spanfnl Guadelitpe, tenlo
apshas vlndo a este mrto espreitar o mercado,
nada reqliereu Sobre c sen carregameoto, nem dai
entrada Hesta alfan lefa ; o qne nao tem sido pei-
mittfdo o deposito d
dorados, desde que cidcluio-se am novo armazeti
da alfandega com vastas e apropriadas accomms-
da.oes para recothe'essa mercadona, nao s6 per
ser isto mais faCil, cmi parquo assim o delenni-
na h 6* clansula do eontrato addiciooal celebrado
por determina^ao goveroo imperial com a em-
pn-za das capatatlas, de accordo com as prescrip
c5s do citado rpgrJamento de 19 de setembro do
1806 n s arts. 314 ^ 430, S( i:
a 3.* Que sendo mais fiscal o deposito nos ar-
mazens da alfaidegt, como todos reconhecem, e
demonstram os avultaaos dispendios que o gover-
no tem feita para awpdir os mesmos armazens,
nlo pole convir a fazenda pnblca aiuelle uso, si
justilicalo pela necessidade emquanto houver es
pa>.o di->ponivel nos depositos publicos.
4.* Qae as facilidade* Aevidas ao commercio
qae sou solicito em eenceder sem prejuizo da fls
ealisacio, nio reclamam, a men ver, alteracio no;
rcgnlamentns e contratos a respeito, porque o no
vo armazem da alfantega offerece todas as cam
modidades para deposito, descarga, veembarque o
sahida para o commercio interno dos vinhos alii
depositados; sendo que, tan to de um tome da ou-
tro deposito es
sem estar presente o respectivo conferente.
Em eonclusio jolgo do meu dever levar
con-ideracao de V. Exc. que osta qaestao tem siH|
do agilada rta cOrte, e resolvida por despacho dc
Exm. ministnVda fazenda, de 30 de Janeiro do cor-
rente anno, de accordo cmi a praticaseguida nes
ta allandega, como consta do Diario official de 21
de fevereiro do anno passado. E' quanta me cum
pre informar.
Dens puarda a V. Etc. illm. e Exm. Sr. Dr.' se a idea prooosta, Jeclara que naodeve ser'aceita,
Henrique Pereira de Lucena, presidente da pro- como contraria que ea liberdade da tribuna.
vmria. -0 inspeitor Fabh Alexanirino de Car E' lida, apoiada e enfra conjunctamente am dis-
valno Reit.it cussao a seguinte emenda :
V6, poi, V. Exc, ve a assemblea (|uaes sao os Supprimam se as palavras-ficara a discussao
pontos que teremos de examinar : o direito ou nao encerrada o se ira passando, etc., at6 o final. -
de ter a companhia da capatazia a preferencia no s. R. Dr. Nascimento Portella o
rceolhimento dos productos, e a conveniencia ou o Sr. Oliveii-a Andrade : (Nao devol-
nao de ser mantido esse direito. Sobre este pen- veu o seu discurso.)
to, pois, e nao sobre o primeiro, offereco a consi o Sr. \aw-iuicio Poi'lclla insistiudo
deracao da casa o seguinte requerimenlo : (Le). nas consideracoes feitas contra o artigo e respon-
E apoiado e sem debate approvado o seguinte dendo ao orador precedente, pondera que se o Qm
do artigo e somente for;ar o deputado a estar pre-
Requeiro que da pr. si leocia da provincia so
ebtenha as seguintes informacoes :
i.a Qiiantos trapicbes alfandegados existem
nesti capital.
2.;1 Qual o prcco do servico n?lles feito, bem
como o do realisado na capatazia, fornecendo-se
uma tahella comparativa.
3.' Copia da representacao que a alfandega
dirigio uldmamente a associa^ao commercial, so-
bre recolhimenlo de carregament) de vinhos.Dr.
N. Portelh.
OHDEU DODIA.
Continua a 1* discussao do projecto n. 10 deste
anno, autorisando o presidente da provincia a
conceder um anno de licenja a professora Fran-
cisca Seraphico de Assis Carvalho, com o reque-
rimenlo de adiamento olT-recido pelo Sr. Gaspar
DrPntmond.
Nlogucm mais pedindo a palavra, encerra-se
a discussao, e, procedendo-se .i votacio, e rejeita
do o requerimenlo e approvado o projecto.
E'sem debate approvada a emenda offerecida
em 3' discussao ao projecto n. 36 de 1873, o qual,
assim emandado, vai a commissio de redaccao.
Continua a discussao do parecer da commission
de policia relativamehle a indicarao apresentada discussao adiada.
sente, basta para consegul-loa disposicao do art. 50
da in iicacao, poi quanlo publicados, como este exi-
ge, os nomes dos deputados que comparecem e dos
que f jltara, bem como os dos que compareceui de-
pois de aberta a sessao e dos que se tem retirado
ao tempo de veriflca-se noo haver numero para
:ontinuar a sessao, fica estabelecido o correcttvo
mlliciente : pondera mais que no artigo ha duas
isposicSes : a manJa encerrar a discussao, nao
lavendo numero para volar-se; e a 21 manda que
>ra tal caso, encerrada a diseussio, continue a as-
I'iiiblea a funccionar, discutindo, mas nio votan-
lo : que a 1* tem inconvenientes, privando a as-
teiiiblea dos esclarecimeotos que o deputado nao
iresente an encerramento por falta de numero po-
leria offerecer quando, no havend) numero para
/otar se, Qca encerrada a discussao do parecer oU
arojecto; e que a 2" sinda mais inconvoniente e,
ilem de nio esiar de accordo com o acto addicio-
lal que nio permiite quo a assemblea fuuecione
jem que estejam presentes raelade e mais um de
feus membros ; que linaimente se for approvado
(artigo, o que aao espera, torna-se in lispensavel
adopcao do additivo apresentado.
Reconhece-se nio haver casa para votar e fica
por varns senhores deputados, reformando algnns
artigos do regimento da assemblea.
A discussao versa sobre o seguinte artigo da
indieacio :
Art. 33 accresepnte-se : strSo publicados no
jornal da casa os noh.es dos depmados ine nao
comparccem a 9Pssflo,'oa~que comparccerrm de-
pois da chamada.
0 Sa. Manoel do Reoo:Ja por mais de uma
vez demonstrei a inutmdade da emenda apresenta-
da ao art. 53 do regimento, por ja estar nelle
contida a oied'da, oaja iaeeessidade se reconliece;
por isso nao me occuparei mais desto Bssnmpto ;
e, para prevaro que dlgo, basu recorrer.a publi-
cagio diaria dos nossxw trabathoe, d ahi se-verao
om asj
FernandesBiras, para a eoajtrureSo do laatadou
r> publicoAs commissiles reunidas deaamaras
BJunicipaes e legislacao.
Do mesmo, remettendo umimappa demtastrati-
vo da popalacao de cada freguezia degta (Drovincia
e as informagDes prestadas elos inipectores das
tliesourana-fjral e-provineiajl exigidas pela assem-
ulea em onlcid sefc n. 20 'do 27 dc marcoaltimo. -
A quem fez a requisicao.
Pet**;*: '
Barojrso3 proprletarioj de Pindoba, da fregue-
zia de S. Vicente^ pedindo a creacio de uma ca-
"detra As mstracca-o primarta para *o sexrrmascati -
ao.-A' commissao de instruccao publica.
De Manoel Antonio Pereira, pedindo a concessao
da uma loteria. A'commissao de peticoes
De Adtrmio Correia 'do Espirito Santo, 'ttfeJou-
reiro da irmandado do Rozario da Iguarassd, pe-
dlndo aentrega "de IrOfWi. -A' commissio do pe-
ticSes.
Da ttmantdaire ifo Roz"aVio 'tta cicada de Oli nda,
pedindo a louiessio de uma loteria.-A" commis-
sio de petrjoes.
Ba'assoeine-io de gaarda Hvro3, pedindo uma
sabvenoio, aun de dar o desouvelvimento preci-
so ao curso commcreial paV ella creado. -A' com-
ntistao de orcarnento i provincial.
Foram hdos e aoprovados os segaintes pareee-
res : Da commissao do ordenadog, dons ; um in-
def-Tin Jo a peticao de-Pranebco Americo d'Aragao
Rabello, condactor das obris publicas, e ontfo pe-
dmdo qua sesolicite da.jdata administrativa da
saiita Casa de Mrsericordia informacoes sobre a
peticao do coronel 'Agotiaho Bezerra da Silva Ca
valeaate; da conjmssao de instruccao poblifla,
s lictando infotirradoes da direclorla geral.deins-
trucciopublica, sobre peWeSio da professora pu-
blica doLimoeiro Maria do Rozario Oliveira Mello;
da eommi'sao de legisUcio oatro, quo concitte pur
projecto, o qnal v.i a imprimir, doierindo a rpre-
sentaclo dos consenhores da propriedado Mauim-
bii, do ter no do Bonito ; e futgndo objecto de de-
liberaeao foram tambem mandados imprimir um
projecto assignado pelos Srs. Manoel Rego d Ratis
e Silva, creando- nesu erdkde uma eseola aritstica
em que se ensinarao as miterias precrsas. sendo
os professores contratidos ou nomealos ptHa pre-
siiencia, e um delles o dire-tor da esrola, e o do
orcamdnto manicipal apreiettAaAj pela re-Jpectiva
commissao.
O 5r. 1 secretario, depol* de declarar haver
recebido um afficio do ollljial-maior da secretaria
solfciundo o preenchlmento da v?gi 8-eV)H*lm-
rador e a nomeacao de um ajnlanta para o ofB
cial archivista, propoz e foi appiwidrt p3fa o lu-
gar vago o cnladao AggeVi Darreto da MeHo Rego.
Passando a or.lem do dia, entrou en 31 discus-
sao o projecto quo lixa a forca policial; sobre elle
foram anresentidas diversa's emendas e -oraram
os Urs. Manoel Portella, OIK-eira Andrade e Ratis
e Silva, depois do qae licou a discussao adiada,
porse a-hara hora adianlala.
A' ordem i) dia.pnra hoje & : 'continaacao da
anterior; 1* discussao dos projeiitite ns. 28, 31, 33
e 38 deste anno.
Dtnheiro. 0 vapor /prynco, trooxe para :
Lulz Antonio de Siqoeira 6:243*020
Albino, Oliveira & C.
J.>se Dunrte de A4evedo
Netto, Campos &' C.
januario Jose 'a Costa
Moreira & Reis
Joaquim Jose G. Bultrao^; Who
Fernandes Irmao
Davim & Fernandes
Jnlio Cesar Paes Barreto
J. U. Graff & B.
Joao Fernandes Lopes
Dr. Joao da Silva Ramos
\ mciiin Ciarret. Esle vapor portuguez
sahio do Rio de Janeiro, para o nosso porto, pelo
da Bahia, na dia <9 do corronte.
vine de io ie Janeiro.- Sahio d>
Rio de Janeiro para o nosso porto, tocando no da
Bahia, no dia 17 do cerreote', a tarde. Dev6 aiiui
cb*ar a ti on 94.
TcicsrommiiH. Do Rio de Janeiro, em 19
do corrente, dizem :
0 cambio sobre Londres regula a 23 3/' 'rouxo
lian-ario.
t a mil e leavlo. 0 Sr. Dr. Jose Tibur-
cio Pereira de Magalhles, rcsponde hoje sob a
rabrica Publicticoet a pedulo, ao parecer do Sr.
Victor Fournie, sobre o projecto do canal de
desvio, de qne 6 autor aquelle enjenheiro.
Quem leu aqSfelle parecer, deve tambem ler a
resp.ista, para julgar. Por isso chamamos a atten
^ao dos leitores para esse e-cripto.
IVaufi-aglo. Em 17 do corrente, pela ma-
nh5, sahio de nosso porto, a reboque, o patacho
portuguez Aiehno, cjpitao c proprietaiio Francisco
Jose de Abreu, que .'e destioava ao Rio Graado
do Sol, com um carregamenlo de 708 barricas
com 77,933 kilos de assucar branco, e 700 sac-'
cos com 52,300 kilos de as.-ucar mascavado.
Sendo obrigado a fundear no lamario, a tarde
desse mesmo dia, por falta de rento favoravel, ahi
se conservou ate o dia seguintP, sabbado, pela
manhi, em que colheu ferroe seguioa seu destino.
Poucas hora?, poreo. depois, as 4 horas da ma-
aha de do'mingo, conheeeu o capitao qae a agua
enchia o porio, e, descsperado de contel-a, accor-
dou com a tripolacao a encalhar o barco na praia do
Gaibd, ao sul do nosso porto e ahi aguardar soc-
BECBTTA
__--------------
IMIIJIITASOIA
Prodncto 6> seffbs ei
sobre caitas......
Idem de corresponded-
cia nao franqaeaJa.
Idem da ageneias.....
Idem de assignantes..
Idem de em.>|amentbs.
Idem de multas......
Idem de exlraordlnaHo
Idem de premio de sa-
rues..............
Movimento de fundo..
Rf cebido para saques .
34:248*150
29:643*810
3:470*790
3:240*0 0
121*250
810*000
52*7'.0
236*700
TOTAL
:
71:843*440
12:703*740
Reis.. 84:549*180
DESI'EZA
Com o pessoal.......
Idem objecios de expe
diehte............
Idem utensilios.......
Idem conduccio de ma
las................
Idem despezas diversas
Movimento defdndo..
Saques pagos.......
Remettidgs a thesoura
ria...............
T
importancia
28:140*890
'1:218*490
1:164*739
22:013*000
0:221*330
20*000
12:683*740
Saldo a
zenda.
favor da fa-
total
58:660*469
12:703*740
13:182*971
Reis.. 84:549*18.)
Leilao Hoje, (21), bavera um unico feilao
de moveis, louca e'objectos de ouro e prata, e e
o annunciado p -r iatervencSo do ageflte Pinto,
para o sobrado da rUa Dfreita n. 10, casa em quo
moiou o Sr. Bernardo Jose da Costa Valeilte.
Hospital Pedro II. 0 movimeflto Ifleste
estabelecimento, de 13 ao dia 19 de abril de 18" i
foi o seguinte:
Existiara 368, entraram 69, sahiram 62, falle-
cerara 15, existem 360, sendo :
Homens 246 e mulheres 114.
'Advertencia.
Fofam visitadas as enfermanas nestes dias :
A's 8, 7 I|2, 7 ii2, 10, 8 Ii2, 9 1|2, 8 I|2, pelo
12 1/2, 12, 12.
-, pelo "Dr.
8, pe^o Dr.
1|2, pelo Dr.
3:700-5000
3:000*000
1:600*000
1:200*000
l:000*0l!0
1:000*000
iiillO
ROOiOOO
300i*000
400*000
3 03000
279*060
Dr. Beltrao"; as "12
Sarmento; as 8, 9, 8, II, 8 1|2
Malaquias ; as 9, 9, 9, 10, 9 1/2, 9
Vianna.
YallecidOt.
Fclismina Maria da Conceigao, ppilepsta.
Maria Francelina da Paz, diarrhea.
Maria da ConceicYio, cachexia.
Um b-iinem de cor preta, entrou Bioribaado.
Antohia Rosa dos Prazeres, gangrena senil.
Mahoel, Ictus liconatorum.
Andre de Fritnca Be Oliveira, cachexia.
Jose Maria, h/poeiflia intertropical.
Francisco Jose de Mattos, tuberculos pulraoDa-
res.
Albert Rmwiuel, febre amarella.
Francisco CsssaOge, cadhexla palustro.
Joso Joaquifn, variolas confluentes.
Amancio Alves Pereira, hepatite chronica.
Menager Prosper, commocio cerebral.
Paula, variolas confluentes.
nospitiil iiorin;-uci. Movimento das
enfermarias do hospital portuguez de bcaeftcen-
cia, na seraana de 12 a 18 abril de 1874.
para o norte no
, Iboaces, Raiis e Silva, Peretli, Cunha Cavalcacte,
raencinnados os nomes dos. deputadosique deixanv: Jooca'ves Ferreira, Tulentino de Carvalho, Tra-
de esmpareeer'as sessfies. V~sso .de Arruda, .Amaral, Gondim,. Ca'mboim,
Portanto-, pfopodho um lobstitatiro a emeada
apreeentada aodita art. 83, declaramlo 'quesejam
tambem mencicnados na acta os nomes Hloqaetses
deputados. one eomBarecerem depois da cha
0 Sr. presidente nomeia para a commissio espe-
ial, a que tem de ser submeltida o additivo que
letermina a forma do processo dos magistrals.,
Is Srs. Nascimento Portella, Tulentino de Carva
iio, Guedes Gopdim, Gmcalves Ferreira e Pinto
fessoa; e depois de designar a ordem do dia se-
(tfinte, levanta a sessio.
)
ACTA DAflEUNlAO E-M 10 DE ABRIL.
PBES1DENCIA BO'SB. FSBRB1BA DB AGLIAR.
Ao meio dia, procede->e a chamada, e achando-
(c presentes os Srs. Manoel do Rego, Antonio Pauli-
lo, Mello Rego, Oliveira Andrade, Dario Oavalean-
8, Firmino de Novae?, Tiburcio do Magalhaes,
Ratis e Silva, Peretli,
mada.
E' lid
cussao a
eeute-s
6 eajra conjunctamente em dis-
-emeada:
I art. 53 da indlcaeio sccres-
sim como Jos iyfi 'oinpa'recer.un tie-JI
ladti. Dr. J/niUaip. ec
a fliscmsSo,"ermtvnft a emenda,
fieando o art. prejulicado.
Eotra em discussJo o seguiolej nai<
ArC^tt-aceneseanie-se : Quaailo a sessio for
levaBtada anrts da hora, por falta de auniero, se
fara n->va ehaitiada, antes ue deolsj-ar. e prosideate
levanta se a tHHl pHr futtmdfHumeiV para gpl
orsendo puWIctdosno joraalala-cisa at names
'oV jup So Roueoreni retirado. >
eSr. Wais*eirtoBearj-Sr. pr,'?;ime.
deT|ameaie>'d#e-irnhr ip.aaa*es,. emi'iiadi
'o iseup>roeeraPrepelto flsWicHe5o para-a ref-.-rma
'flo ypgiaaiwIo,-*aprS3VpnW8dfl'inujni)8'8*ligos,atiire
osoirteso' 2vnoqal iprn^^TjTnt ipromdesnaa;
em virtarteWt qnal aiobavera mars, byipothosedo
guiar e Arruda, fi[tando os Srs. Uebioa Cavalcari-
;e, Joao Rarbalho, Portella, Goes Cavalcante, Go-
les Parente, Pinto Pessoa, DomUi&JS Pinto,"Tito,
reoacio, Alipio Costa, S-ouza Leite, Vieira.Ue.Mel-'
0, Lacerda e Felippe de EiguoirOa, o Sr. preslden-
b dacJara nao poder h'avex sessio, por Wta de, nu-,
wro.
corros. lam isto effectuar, Quando o uavio que j.i
nio dava por governo, sos-obrou, salvandose
apenas a tripolacao
Taftto o Cisco, como o caregamento, amavam-se
seguros cm diversas compan ias.
A capitania do porto, logo que fai sabido o si-
nistro, fez pa>a alii seguir uma lanoha com o 3r.
2" tenente, pralico-mor, atim de serem prestados
os socoorros po-siveis.
Vapor'Ollsers. Segando a eommunicaca)
que nos foi honlem feita pela'agencia da empresa
telegraphica submarina, deve chegar hoje ao por-
to da Bahia, aquelle vapor, edioje mesmo largara
em viagem directa para Llsboa; pelo que rece-
berse-hao tflegwrnmas, com esse destino, na
respectiva estacao ate a hora em qua alii se feche
a mala ; o que sera annunciado na praca do com-
mercio.
ianla (asa de Hisericordta. A
junta admini>traiiva manda celebrar hoje, trige
simo dia do passamento da irmi. Vlala, qae foi
superiora da iwsa dos expostos, naigreja de Nossa
Senhora do Paraizo, pelas 8 boras da manha, uma
missa de rejniem, com memento -caatado pelas
respecUvas edncandas, e com ncompanham mto
de serafina, pelo repouso eterno do sua alma.
Em homonagem a memoria daquella que ia .
bons servicps prenou ao citado estabeleeimento,
mais queporobediencia a condic^o especial de
seu comrato, a respeito ; a este acto e de esperar
que compareca em seu completo a mesma respei-
tavel junta administrativa.
Novo Athnscn.-No sabbado ultimo (18)
a$ 3 horas da'.tarde, teve lugar a sessao prepare-
toria desta sociedade, sendo acclamado president.'
o St. Rodrigues Co>ta, que nomeau para 1" secre-
tario o Sr. Magalhaes o Silva, e para 2 o Sr.
Uriel-de.'Sa
Cuidado i-oni clles. Hontem, das 9
para as 10 boras da manhi, appareceu a porta da
casa terreau. 4 da rna DtiqUe de Caxias, Om indi-
vlduo, c intltulan'do-s'e-enrpregado- th %ompanhia
Jbainafe: teve .Ingresfo rfa mejma a preteitto' -de
examinar o respectivo appaTelho ; ep1 tiA vxame
reduzio:so a^mpalmafSn de 335600, que estavam-
sobre-ama cornmola coHocada -em nW gabiBflte
por ondo o mesmo fez camintjo no dwempenbakk
sea servico.
Existiam 32. en'trafaTn 13, sahiram curados f,
falleceram 4, existem 32.
Esia de semana o Sr. mordomo Manoel Fernan-
des da osta.
Casa ue'tleteuyao.Movimento da casa
Je detencHo do dia 19 de abril de 1874.
Existiam pTBsos 744, entrou I, existem 343.
A saber :
Nacionaes 270, malberes 8, estrangeiros ti.
escravos 4|, escravas 4. Total 343.
Alimen'tados a custa dos cofres publicos 277.
Movimento da euferraaria no dia 19 de abril'fie
1874
Teve bafxa :
Francisco Antonio Goncalves. cCphalalgla.
I'assajfi-iros. Sahidos para o n(
vapor brasileiro Parana :
Ignacio Franci.-co de Souza, Manoel Jacintho da
Silva, Jose Maria'Ro'mao, Joaquim Mancio Marinho
Filho, Armand Mossi, Joaquim Feijii de Mello e 1
criado, Dr. Goncalo de Almeida Souto, J. Pedro
das Neves, Dr. Manoel Rarbosa A. Ferreira, J. C.
Eymers, J. A. Hoskius, C J. Felippe, J. T. Kewla-
ke, Joao Antunes da Silveira, Bonet e Tourte.
Cemiterio publicoObituario do dia 18
.le abril.
Mar^a, Branca, Pernambuco, 2 horas, Santo An-
tonio; tetano.
Francisco Jose de Mello, pardo, Pernambuco, 25
aunos, solteiro, Boa Vista, hospital Pedro II; tu-
berculos pulmonares.
Jose Joaquim, pardo, Pernambuco, 26 annos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; variolas.
Francisco Cassange, preto, Africa, 80 annos,
solteiro, Boa Vista, hospital Pedro II; velbice.
Albert Remmuel, branco, Allemanha, 38 annos,
casado, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
rella.
Maria da Canceicao, parla, Pernambaco, 4 rre-
zes. Boa-Vista; .espasmo.
Sebastiana Paula dos Santos, preta, Pernambuc\
100 annos, viuva, Santo Antonio ; diarrhea.
Jose, pardo, Pernambuco, 9 annas, Boa-Vista ;
bexigas."
James Tarrcll, branco, Inglaterra, 19 annos,
solteiro,'Boa-Vista ; febre amarella.
19
Maria Dina Ferreira dc Lyra, branca, Pernam-
buco, 21 annos, solteira, B. a-Vista ; tuberculos
pulmonares.
I Jos6 Gtiedd3 de Aranjo, pardo, Parahyba, 12
annos, Recife; variolas.
Menager Prosper, branco. Franca, 15 annos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; contnsao
e cominocpes eerebral
Amancio Alves Ferreira, pardo, Pernambuio,
60 annos, sotteiro, Boa-Vista, hospital Pedro 11;
hepatite chronica.
Paula, escrava, preta, Pernambuco, 33 annos,
solteira. Boa-Vista: variolas confluentes.
Franeisca, parda, Pernambuco, 8 dias, S. Jose ;
espasmo.
Alfonso, branco. Pernambuco, 7 annos, Recife :
variolas.
REVISTA DIARIA.
Assemblea provincial. -Hontem a as-
JlfiTiaJea funeri mou ce.'u 31 Srs..depulados, sob a
TPsideneia do Sr, Br. Aguiar.
AtflrovaijUs as acus- da ess4b,.,deil7 e reunlao
e 18 do-corrente, o Sr I' serettQ leu o seguin-
" expedtentc :
OQlcios :
tDorsecretario ;Jo governo da, proviaeia, retael-
ndo a informagio d i inspector da alfandega, sa-
ifazanlo a ro-iuisicao .da .aseemblea 0 n olflein
ib n. 23 de 9 do corronte. acerca 4e rec'>U)iruflu-
,'de oarregauetos 4a vxhl-rA-.fmm-t&f |S-
ii.-i.ao.
tjo mesmo, ramotteBdo- o regulamento parattila'-
levanlar^a a.setifc antes da hord pOr^aita da,nj|i I .fcao de pesos e.mediJas polo sTftemadeemial, er- ""i^ierla do Klo^- \ ino ei)Te: fioje'e Id
,.mero para votar-se, nao yvpsfe ao mejnin t?mpo'ji nisadtf pela camara municipal d.a pao d'Alho. "(i'30.)
CO
.Isto aproi-eita : d'ora avante e natural qua' se
seja mais coutejosaem fjanque.v-se a casa.a qual
flucr quedhe bata a, porta.'
iriemaim ocs proi inctac*. -Pefapte
a junta da tbesoiiraria provincial vao & pracana'
quinta-feira : 03 roparos da bomba n. 2 do 7 lan-
co da fistrada do sul; os reparos na coberta da
casa de oVtenjSo; a obra da bomba para.o povea-
do dos-Monies ;e a construccao da rrnnte Pao
Sangne, sobre o rio SerinhSem, creada em...
9:370*000. ft"r"
TeklhoH ailiauo* de IInda. Ami"
,ah3, as 2 haws'da Jafde, deve haver sessio'da a$-
.swablea gcral .dos accionisjas dajta companhia,
para sa proceder a fcttara da exposiio 3emtm*'
trativa apresentada pela direclorla em rgjac^o ao
movimenjo da'eompanhia durante us 6 mezesati-
te rio res.
J-oteria.-A line se. acl^a a venda t> t9G.' ti
eneQcio.da igreja de'^ossa Senhpra da Piedade
1 Santo Arns.ro,,a .yuat'eorre hoje.
Tribunal do cmu-uerciu.
ACTA DA SESSAO DE 16 DE ABRIL DE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SH. CONSEI.ITEIRO ANSEUIO
CRANGI8CO PEBETTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. de-
putados, secretario Olinto Bastos, e Alves Guewa
e supplenles EgyJio de Figueiredo e Joao Chrysos-
torao Goncalves Rosa, faltando eom p3rticipiflo
verbal o Sr. deputado Lopes tfachado e supplente
Si Lei Lao, S. Exc. o Sr. couselheiro president-'
deelarou aberta a sessao de mero expedjertte.
Foi lida e depois approvada a acta da Ses-
sio de 13 do corrente.
EXPEDIENTE.
Distribuinm-se os seguintes livros : diario do
Sauaders Brothers 4 C, copiador de AzevedeAC
DESPACHOS.
Requerimentos :
Da'Joao Elysio do Figueiredo Cruz, pedindo que
se rae'mande dar por certidSo qual a InrportaBcia
das custas contadas nos antos de rthabilita'ead de
Bemvenato Cavalcante Baarque de Albuquerque.
Como rcquer.
Dj Antonio Francisco dos Santos & C, paracer-
tificar-sd-lhes, a climinaija) de seu caixelro'Beli-
zarfo de So nia Brand ao Sobrioho. Na'lbrma
pedida. .
. De Morehra Halliday & C, tambem para certili-
ear-se-Jhes se foi ounaoregistradooeoBtratoflate-
nupcial celebralo entre Manoel Jose aVSoaza
Tino e sua mulher D^ Joanna de Azevedo Parente
Vianna. Adiado por nao terera comparecidoms
Srs. Lopes Machado e Sa Leitao, cuja aaseoeia
tornou ineompleto o tribunal, sebdo de hkhs a
mais impedido o Sr. Olinto Bastos.
De.Mafloel da Silva Maia, fiscal da mofatoria
fonceHida a Antonio-|oaqajm de Vascoueelkis, pe-
djrrlo. exoneracao dinuella. commissao- ea>--raaao-
nSo terem com|yareeido og "Srs. snop!^mtos'J*64
Leitao e Franciscff fcarroirn'Ribeiro deBrffo".
Do Jose Miguel Barbrisa Hamos e Jose da Hora
.\^tla,,apresen!ando.para registrar se o spt-con-
, De Ahtnn.rr Warlal-ernants^ttya eo?r1rslsco
fined** "de Aranjo, requerendo j'regisvo'do^een-
into aa firrha Fernandes Silva C. Vira ao
Sl-.-^mbargador fiscal vis^-ai*
i llEBfVEt 1


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.



I
L
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s.

~mm.
Bim *-M*toHW0fr-^'5fer^: feira 2*"*PftP d# W74
%
iae entre si
at
dor fiscal.
De LiyZylyA. da SiJ
baixa era a noraeaeS'
^ ^^ J^Wmf^. *404lWH .aqlra, difcegaj> JtSMPW fcs 4
3*01*
nciaTraen
e sea p *
desvio, p
d5o t^nd
pelas razSe
parecer.
baseou S. S. para affir-
lendo por fim dar
. 4Was do Capibaribe,
a baixaera^i nonfeafSi de sea ex-ciixeiro Fran-' perturbaria essenciaTraente o region desse rio
we* rtkife il*QWB|.u-Ni(i pWeser despacrratfa a parti svjelta A inpvencia das maw; e qoe
per iwoterrm eonrjarecido 03 Srs. deputado Lp- esta'pexjurhacao grave teria, prova veltpente effei-
Qe Macro*) e suppteate Sii LeitSo, nao 88040 na tos desastrosos scbr o o proprio porto, e qoe pdr
goeio de mero expedients, iws lermos do art. 10, iesoa projeelo eui (jiujilao davo provaaelmente ser
i\a ;imin uiucQ ii. iAi h- jn[flf'|JtttaMp aci.iu i.io nfhro"T '"- de*- Em qje pode ser allerado o regimen do rio, so
:is seguiates pctiCeS Ronine a sua/raimadaDci* das agpaa das cheias
raandos Lope>, Agastinho Lib'z. Aives- de [*an| salifr tainbem por am canal de des-
ferjlina. Em*o <9f||ii fe Hawkes vio"?
cheias do Capiba- -Tourosde
Carrie -
B
igalo k)i& AffoiKj, de ilaaoul Maria
ica e Casimiro Jjsf- deFreftas Guima-
raes, de Paulino Jo?eda Costa Amorim e Eda.irdo
Augusto Ignaeio Moreira, de Francisco Ignacio
Ferreira e Manoel Jose da Costa Pereira, de An-
tonio de Oliveira Maia, Joao Goncalves Torres e
Jbs6 Urbano da Co;ta Carvalho, de Luiz Dorain-
gues do Soma Moutinho, Antonio de Oliveira Maia,
J-Goagalves Torres e Jose Urbane di Coda Carva-
lho, de Lnia Manoel Simo;s Junior, Joao Alves
Mendes da Silva e Joao Pereira da Silveira, de
Dnarte Antonio de Miranda.
Sendo i 1 e meia boras, S. Exc. o Sr. conseluei-
ro presidente encerrou a sessio.
0 regimen do rio Capibaribe nao pode ser per-
PARf PGUTrCA
PABTIDO (0\' RECIFE, 18 DE.AMIL DE 18T4.
* iiimai ;io iiv J iuiv.
Tal <; a epigrapbe do artigo de fun do da Provin-
cia, de 18 da corrente.
Partb odlento de nraa poKtiea transviada 6 a
accosagao que nesse artigo e feita ao Exm. Sr.
Dr. Luceoa, a propositoda remogio do Dr. Ange
lu Jansen oa promotaria de Garanlpins para a de
Tacaratii.
Animif-ao ao crime seria epigraphe justissima e
bera cabida pira uin escript), que tivesse por as-
sumpto a hntoria de uma politica denoraiuada pro-
gmSma e nao para domm*r a narra?ao de facto;
reiativos ao actual adiininrsirador e apreseate si
tuacto-
Toda a vida politica de S. Kxc. s Sr. Bjvfjuceua^l
e um desmentido, mais que tudo dlerane e elo-
quente a aleivosa aasevr^accdos prwinaanas op
artigo, a que por demajs respondemos.
Cotno delegadi de policia, mm) juiz, coiai che-
f> de policia e fiaalmente oosno presidenlo desla
provincia, o Bzm. Sr. Dr Luoona teoi sempre per-
seguido o crime. danJo prova de que o odeia e
pir conseguinte esta mnito longe de o animir.
Tern silo rnesmo es maA tern sido ata:ado o Exm. Sr. Dr. Lucena po-
los prwincinins e por.seus iguaes, quedeste modo
nao deixam duvidar de que uma vez.daf'j porla,
estabeleceriam o reinado da jierversidad*. e do cri-
me if erijueriiai wa Uuono no propMt paiacio
d'i prosidencn, eoiuo ja o a erguewm na proprta
secretaria de policia
Por certo queos provincianos ja n;io se lembrara
dsssas cousas; sao frar.os de memoria o ao depois
bsbem agua de Lelltis.
N'o entretanto e de nosso Je propria bistoria, fazendo reviver um passadj este-
ril e vergoah'js), afim de ver se o horror ao* pro-
prios feiios, in>piralo pelo qaadro repugnante de
suas mas ac;oes. um dia desierta-lhes novos sen-
titnentos e os apr.oa para meliiores caminbo?.
Poderiatnos noapar-aot ao trabalho de esboroar
a Iragll aeinaacij dps prot/iacianos, que sempre
alimenlados de odio, desvirtuaramo acto do Ejm.
Sr. Dr. Luceoa,-rmnovendoo promotor de Gara-
nhun.s ; e, poderiamos faze-lo, nao so purjue se-
melhante accusa^ao contra a essoa, que della
foi objecto, jamais faria fortaoa, ainda mesmo
entregue aos seus meliiores recursos ; como
t.unliem porqueestamos certos de quo no ani-
mo dos proprios provincianos nSo teai ella culra-
da como verdade.
Esses provinciams camprem a nsia sua lei :
. h'allar sempre contra, aind i que pva isso seja
precis) inventor.
Sui alma, sua palma.
Cumpram pois, as provnicianos sua lei. quo nos
tambera cumpriremos a nossa, que 4 foliar sempre
a verdade ainda mesmo a aquelles que a sabem on
que a nao querem ouvir.
A remoQao do Dr. Jan-en, por estar este promo-
vend* a ounicao de criminosos que se deseja
aco!>ertar,e uma pura creaoa."' do odio provinaano,
que por ser velho nao canca.
A remocao do Dr. Jan3en ja estava rosolvida
desde muito antes da iJa do Dr. Cmtra para Ga -
ranhtms, w qualilade de juiz de direito ; mas
como ainl.i esttvesse occupada aeomarca de Ta-
caratii, para onle devia tor ella lugar, deixou S
lixc. de realisala logo.
A-sim, porein, quo eonston a S. Exc. que o pro-
m itor nomeado para Taearatd nao aceitava a no-
meagan, tralou de preencher essa vaga, raandan
do entao lavrar a remogio do promotor Jansen.
Esta e a verdatfe.
A remogio do Dr. Jansen foi lavrada de accordo
com o seu proprio pai. que fez ver a presidencia
que seu filho, a jne'le Dr. nao queria conlinuar em
baranhuns. Por conseguinte a remocao, que tanto
doou a Provincia teve Ingar em virtude de nioti-
vos que tanto pensavam perante a presidencia,
omo affectavam ao proprio Dr. Jansen.
Quando nio fossem as razoes de moralidale,
que tanto tern distinguido a administracao do
Exm. Sr. Dr. Lucena, bastariam as considcracoes
tiradas do proprio facto acontecido em Garanhilns,
para que com ospirilo sao nio acreditass? qoe foi
o querer-se acobertar o autor do tiro desfechado
contra o Dr. Ciotra, que determinou o presidente a
removax da promotoria o Dr. Jansen, pnr estar bem
cumprindo os seus deveres coin relagao ao facto.
Pois aio 6 0 Dr. C-nlra, juiz de direito de Ga-
rantiuns, c6aservadur e amigo poiitico de S. fixe ?
Qaando o nao fosse ; o caracter de S. Exc, o
modo porque ha sempre procedido, o seu odio ao
crime, repelieriam a assercao dos provincianos,
que para proiuzirem elfeilo'nao deixam de dar
seus tiros ainda que sejam do sal.
Fiquem ccrtos os provincia aos que outra occu-
pacSo, tremo-lo muiias vezes dito, Hies sera mais
util a si, aos seus correligionarios e ao povo era
geraldo que estar engendrando accusagoes, re-
cneiadas de falsidade e de malevolencia.
DoutriHftm antes ao povo, fagam-no amar a vir-
tude e aborrecer o crime, divulgando para isso a
instruccao pelos poderosos meios da iniciativa
particular, que e uma tao pujante provi de liber-
dade, como nos o fazemos ; e quando vlremnos
nao fazer outro tanto, entao accusem-nos, entao
appliquem a nos com mais justeza o dito que
aceitarara, mas que n6s repellimos. o Do alto
nasce a corrupgao djs povos.
'tornado pelo'simpres facto de uma partedas
agnas superabundantes das cheias se desviarem
por um outro canal, porque ease regimen cooti-
noara a ser o mesmo na parte sujeita a ioftucocia
das mares.
Feito o canal, essa parte do rio coottouara a ser
influeneiada pelas mares, porque o volume das
aguas das mares qoe percorre o leito do rio con-
tinuant a ser o mesmo que d'antes.
Nio vejo, port auto, uma razSo plausfrel para se
presora r que o canal de desvio das aguas das
cheias traga effeitos desastrosos para o porto;
porque o volume das aguas e o mesmo, quer ellas
corram pelo leito do Capibaribe, pelas varzeas ad-
jacentes e terrenos baohados pelas cceias, quer
0 oJmt tt .-tMiaa acarretadas
Pedimos ao sympathico Vicente que faga Ir a
sei-ni no benfficio de quinta-feira a risoria co-
media Os irmaos das almas Assim esperam.
Muiios apreciadores.
\t tip. tlireotw U
1'or um.'i caricature aprAMBtado p4-
1 msrica Itlustrada de sabbado ultimo, jul-
go se me fazer uma censura.
Alguos juizos desfavorjvais poderao ser
f eitos a mim em relagao ao meu drama
Niines Hachadoou a heran$adocondemn-
do em ensaios no Phenix, e para evita-lo
peco ao Sr. Vicente queira declarar se eu
Ihe offereei o meu drama acima mencio-
nado, e se foi por S. S. rejeitado.
Pdra evitar duvidas fao/> esta interpella-
cao, cuja resposta esclarecera* o publico.
UeciJe, 18 de abril d<* 1874.
CdrteReal.
Jiirdao.
die 15
muita-
Aquillo que foi marcado para o
de abril a contar desse dia, pela
cbuva^que tim havidu, Cca trausferido para-
o dta.15 demaio, a conjee desse mesaw.
dia.
ReftMM4M ao parser rto Sr. Afareo
tor $n ubras imbtlriu wtae.ft raaMta$ wqae
projofilu Ao canal de ilfrjiufcp Mma
Ofdrad6'S. TO.'o^ preside" ao Sr. di-
paias enchentes,
devo poitaatveponvsato, posto que, dividido
peto canil de Jc-vio, e por i?so nio vejo motivo
an (jue s jutvtja effeilos desastrosos para o
porto.
O Sr Dr. Gaivao Filho, diz no seu relatorio
Sue se deve ooedecer as leis da natureza para po-
er d imma-la.
t-efleclindo sobre este a&ioma, direi qne se deve
estudar as leis da natareza para poder domina-la,
porque edtiiiu ertudo reflect'do que se lira ele-
ment >< para domiaa-4ar, obedeeendo ou contra-
riando-a, sgnndo for mats cooveniente ao caso
em appHjagSo.
O Sr. Dr. G.ilvao Filho receia que o canal de
desvio, encurtando o cajninna qua devji percorrer
a? aguas snberabundantes do Capibarllje, determi-
nara.'ui* etcesso di velucidade, one' aJte suppoa
confuira entre as cor6as d'areias, existentes
entre a ponte de Motocolombo e o porto. Essa
hypothese nao tem fundamento porque, posto que
seja gran le a vdoclBtde, esta dinainuira conside-
ravelniouie iogo que deixe de percorrer o cana
de desvio, e se espraie sobre os extensos areiaes
eiu.ro a referida poote e a ilba do Nogueira, por-
que aug.nentada a secgao de vasao, a velocidade
diuiiniie na mosma proporcao, o que 6 logico e de
primeira inluigio, e portanto e destituida de fun
damento a idea de que as aguas do canal de >1- s
vio, depois de deixarem as suas apertadas inar-
gens e se estenderera na grande bacia entre a
mesma ponte e o porto, conservem a mesma velo-
cidade ate dentro do porto.
Essa velocidade dimwuira logo que as aguas do
canal se espraiarem. e por couseguiuie ellas, per-
dend i afoi.'.i coin que veera animadas, nao pude-
rao acarretar areias para dentro do porto, o que
porem acontecera 6 que as areias, traiidas pelas
aguas do canal, serao langadas cm grande parte
nas margens que ficam ao sul da ilba do No-
gueira.
Ora, se o canal de desvio divide as aguas das
cheias, por seu tamo tanibem divldira as areias
que sao acarretadas pela velocidade das mesmas
aguas, e per isso o volume das areias devera ser
o mesmo, quer ellas sejam cooduzidas somenle
pelo leito do Capibaribe e parte da extensao co-
berta pelas grandes enchentes, quer sejam dividi-
das pelo canal de desvio.
0 Sr. director das obras publicas, depois de
abracar as ideas do Dr. Galvai Filho, diz que o
projeclo, considerado mesmo independente dos in-
teresses do porto, n5o e praticavel ; porquo um
rio que corre em um valle de alluviao, e tem um
declive e um deseuvolvimeoto correspondente a
natureza e a consistencia do solo, que forma o seu
leito ribanceiraes, nao pode ser perturbado impu-
nemente em seu equilibrio, sem violentar-se a
natureza, por que sa se Dzer um corte reitileneo
para lacililar o esgoto das aguas, o declive aug-
mentando, augmenta lambem a velocidade e o po-
der de corrosao ; e que sendo atacadas as mar-
gens concavas, no lira de pouco tempo o rio reas-
sutne u:n desonvolviroonto igual ao qae tinha, e a
curva, que quizerem destruir, torna a formar se
um pouco mais abaixo.
Fazendo S. S. uma applicajao deste principio ao
canal de desvio, conelue dizendo : quo para impe-
dir este resultado, se ioutilisaria into o trabalho
feito, c seria preciso executar sobre as margens
do canal um revostimenlo de pedra^ seccas.
Nao duvido quo as aguas, nao so das enchentes^
como as pr venientes das mar6?, qne devem pene*
trar com o mesaio nivel ate perto d i ponto de to-
ruada do canal, mudem a pouco c pouco a forma
rectilinea do canal, e que o seu deseavolriraenxo se
assemelhe ao do rio; mas, se se der ao caual a
me-ma profundidade que tem actualmente a pirte
do Capibaribe, que e banhala pelas mares, ne-
nhuma razao ha para se suppor que no dito canal
deixe da se estabeleeer o mesmo regimen do Capi-
baribe, unla vez que sao identicas as circumstan-
cias.
No canal pode-se dat uma profundidade tal que
as mures possam chegar ate 1 kilometre de seu co
mego ; e como as marcs no rio Capibaribe sobem
ate proximo ao Caxanga, apenas se observara uma
pequena differenga era declive, porque e major
a distaocia deste lugar ao ponto de partida do
mesmo canaL
Uma vez, assim estabelecido o seu regimen, oao
obitante as necessidades, que podem seroccasio-
nadas pela velocidade das aguas, elle so pode ser
alterado por occasiao de alguma cheta extraordi-
naria ; por6ra a isso mesmo esta sujeito tambem
o proprio rio.
Nao.vejo uma razao consenlanea para S. S. af-
firmar que todoo trabalho feito Dcaria inutilisado,
so porque a velocidade das aguas devem mudar
a forma rectilinea do canal proposto. Nao e a
simples mudanga de forma que deve inulilisar o
desvio das aguas, porque se assim fosse, os rios
nao dariara sahidas as suas aguas pela sinuo-ida
de que teem em seu desenvolvimento.
Que iraporta que a accao corro-iva das agnas
mude paulatinamente, aqui e alii, a forma recti-
linea do canal, se as aguas continuant regular-
meute o seu curso, satislazendo assim ao fim para
que foi destinado o canal, que e dar facil sahida
a superabundant das aguas das cheias do Capi-
baribe ?
Nao teudo previstoa'necessidade deserevistira
margens do canal com pedras seccas, por isso nao
figurei verba alguma no orcamento, porque este
trabalho, alem de ser dispendioso, occasionaria
mais grandes cheia?, estrago* cjnsideraveis, e
p irtanto daria lugar a uma custosa conser-
vagao.
Diz mais S. S. que para manter nos tempos or-
dinarios, no leito principal do Capibaribe, agua
necessaria a industria dos nbeirinhos, o canal de
desvio flcara habitualmente secco com as unicas
infiltraeSes dos terreno3 visinhos, conservando
deste modo para esses terrenos visinhos o papel de
uma valla de dissecamento, o que lhe sera util ou
prejudicial, segufldo as estag5es ; e que o leito e o
taliirift da.t,anal,rieix te se povcario de ve|otaeao.
Naiatha ratfto de caovenienoia em oao se di-
?idiras aftns d? Capftarrbe. E" vezdaie que na
memoria que pubjiiquei consigaei, qm no ponto
de partida c leixo do canal Qcava am metro supe-
rior ao do rio; porem, logo depois, reotoheci que
nio hivia ine*aveoUate alguai em a*guas po-
derem ahi ser tambem divididas, porque se a agua
e oeoesflaria a industria e aos nbeirinhos do rio,
dove pela mesma ratio' ser tamtwm necessaria a
industria e aos rtbFlrioiios do canal projectado,
porque sendo e.-te creado em beueficio daquelle,
visto como concorr para diminuir coasideravel-
raente a ioteosidade das cheias, os estragos que
ellas occaskraam, e a depreciagao da* preprieda-
des suborbanas, na zona snjeita as irruodagoes,
devese tambem em compensa^io rHtrtnuir-the
com identicos ou igaaes b*nefi?ios.
DanJo-se porlanto certa profundidade ao canal,
de inaneira qne ofluxo e refloxo das aguas ahi
penetn- diariamente ate i kHomaro do sen co-
mego, e adduzindo-se-lbe uma parte das aguas
do Capibaribe, nio hawra receio de que ave-
getagao obstrua o mesmo canal, e nem se
tome pteeisa aeonservagao, porqae se assim
fosse, o leiio do Capmariba ja esifcria obs-
linido, yisto como nae consta quo o gover-
ao e nem as raunicipaKdades tenham osw verba
alguma com a desobsmrcga/r da vagaracjio deste
rio,,aos pjntas. ande aauaimonlfi allacorta ou
saca; caso-em .,ue S, & ggurou-o aaaaiaa mes-
ma *tasa* e qae os.rios s anrtami Ja se ve
anntantO' qaaeasa.;fayyothaoo. 4 gntwA-e- ficticia.
ihiaum S,.S. em. saw parcel obaetvacaa foi fetla*. a qjit^paieaajaMiiie volu-
m^dasagoas a^pe^o^j
A esta observagao reo-onlerei que quaodo Dz
W J#ti do) voluiuu das aguas da eoefaenta;fles*e
fM.i iweov^iiiasoiueau dan ia do grande vq.
WZttfWmim Uodptilava. m almra.da tooati
m-aaewul, afun da i fazer a comparacto com
YOkinft a'je davu):4abUafl o qiesiao eanat.
Nao enwei era slclo cum. volume das^gaae
QBP aaesufaiaw\palas-imiiensas vargeaa ripet*
rae desle rio, par eer.wuito byaoHMtKaeuaavat-
eiagao, era viu da grande rar.iacao da vatocidade
das a^oas nsstes diversos pontos.
A applicapio das formulas hydrauli^as nao da-
naro com csacttdSo o yplu^io da* aguas deste rio
porqUtgftt4jqf j asdaeialaj auas npdes var-
zeas eaofs|e sferulo a velocidade mm sariavel
si;gondlfctd|kiJpiis4eJ,i* Jerejnos a%mtin, e as
difflculdades que a vejjfilagao oppOe na descida das
agpas, o.resultado seria nw lodo hypotbetlco.
;, Q aue,, porem, e forade duvida e qua este canal
dando sahida as aguas Je uaia enehenle, a uwdi
da due 0 sea volume for se aogmeatanap, pela fa
cipdade do prompto esgoto, concorrera podorpsa-
Esia verdadees,ta Qq.axyqo.da Wdo^.o,Wpw-.
psa ner virttadetw fo^eubijinq p>*a rewnljece-la.
Se pelo simples rictOide ser rec^uneo am.canal
de desvio^ elle vierem. pouco temooa.ser obstrui-
du tojalroente, maj avisado^ taum anJadj. os em-
praaarma do.eanalde G.yanpa,, a coJa,4wWft*sia.
o X"C. Gar.yasio LamoeUw.,
E4te aanaj,tooi 3 hjlviaietroe dp exleasao enj,,lv\
nha recta e vai set uqidu ao rio Goyooa.p$*june-
gao do brago -aotigo dete. rio, deaomioadfi rio-
"flSttftiJJO* rJd4 ouifrofa,. dana.v* ft,roesjBp-fip^
**ie ffiW, ft511 <*** acaftaoV e Juuf apo a
njep qd^ 6 ijategadpnaf barcajjas, e lpg,*auA ajfo
of selcoa sal
pBdA estra
Carogo-de afodlo-f>n. -
Cnaa aoimal em bru!a;#)0 rs. o kilo.
Alfajidjjga, d Peraarabu)eo, 19 d.a|ff^, de, 187*.
1* c^nferente -J. R^beiro da Cunba,
1 eonferente-^Frinclsco das Chatfas Galvio.
tfrs. o kilo,
toojlada melrica,
i~
*'.' -' "T"
i mm

Cht$n
Approvo. Alfanlega da Pernam*oo,
Ul *'-0 inspwctor
Fabio A. deCartxilkoReis.
id a j^tu '
If a'/
de


*
lauparia,
Vap>r nacidnaj Ipujuca, ejnrdo do3 oot;U>s do
norte mn 19 do corrente e consjgpado a corapa-
nhja. pernambuca de navpaaglo costeira por ya;:
par, maoifestoa:
Bjliqas t caixa a Lyr^ 4 Vianna.
LhiwpagoA i'k caixas a /oao, Josti ft. Mandea,
Couros salgados 170. a Augosto B. Machado.
Comma de maodioca 7 sacjos a Joao Bamos 4
Machado.
do^ Morae^8'09' **m,*mif** *** Jl*) ^
jdem
Mallo, entrado doS
' .je coajiajpaqp
a.).anc^o ijm ,p"ri, lkari"' na.s mnstfiaa coo.-
!S,do canal,d^,desvi9. do wo CafjJbe,
_ c oalde Goyaoua^poJ:iiiiUy.iwJimduabj,.
na^,so,ieryiraiAve4pcag fioifto,.dar f^jJ. esfioa-
raenlaas aguas. da,j#cSpates, do ru?> qu# ta,mbein:
tfafeam,As propriedades subu*Vaa daquelia. i-
daao.
Terminapdo, deve dizer que, (juanjo publia^ei
essa memoria, aw. Uv.e o. des vauwwivwio do lu
feito um irabalho coropM*e j^erJeiJ^,.a iisorue*-
ioo afflrifler po.olBcio.qfte digi ^ enlretaflto, eumj^a-meia&afar 14eaw fui-o ajt.-,
tor da. idea do caoaj. dp .dosvio,. poceoi sen:ia.adhe-
renle a ella por esur cwj^eoctd.'q de sua .gtaede
impoi taocia e utilidada, ^ .,
Qoaedo e:o juHo 4e 1870 apfesentai esea me-
moria, ja no aooo. aa'lprjor o &r. 0,r, .Manuel deJ
Barrosftar,nto ua>-w ftitq o estud^, 4e> Hift^aaal,
paiJiudo da pavoagao. da Vafaaa.,-8 pos>^: qiaftna,,;
da nouvesse nublicajo, f.i em.*eJa.gao a. e>a .r
tudo que o Sr. Dr. Galvao Fjjho hou1^oia a pcesjr
deiicia em da,ta de 8 de agosto de IKji'J.
Jsta, potam. uaaqu.erdizer qu,aeu.,oSa'asw*nja
tada; e qaJ,qtier responsabilidadVi per iw-.a4oer.idp
a urns idea, a qine Ugo a.oaior.Uaportancia,.aui-
zar da Sr. ei^oheiro Vv Fai^ai^ tar |uuito a par-
te om torn magistral a.resultadadeste trarfjaloo,
Entretanto como S. .S. nao t -m .ajuda cqaltecj-
mento ocular das efTeitos desastrosos J*s graudes
inundacoes, a que ticaai suj..-iijj os suburbios das,
la cidaje, qua sao haoUados ,pelo rio Capibaribe,
espen que depois da um esludorefldolido apre.-ep
t^ algum trabalho como resultaidp da suas lucu-
brag5es,tlteqricas e praticas, da luaoeira qae SArn
tisfaga e oouflrme a reputagao magistral que con*Q
que deixou tranaluzir em.seu parecer.
Se assimacouteeer, serai eu o priui>ro a.ren.-
4er hpiuenagem aos servigoa qua S. S. pre.stjtr, u
esl,a provincia por em quanto....
Hecire, 19 de ahrjl de 187i.
Jose Ttbiucio Pereira de Mag-tlhOes.
0 giaude iiumciu de victimas do
rheamalismo gottoso c chronico, rrue
exwle em todas as cidades, villas e
IVegqezias, e uma prova manifesta., que
os inadicos nao coiiiieceinprofundamen-
le o caracter domal, ou naopossuem os
agentes proprios para combale-^lo. Ora.
dos casos que teem chegado ao nosso
conhecimento de pessoas que cxperi-
mentaram e empregaram a Salsaparri-
Iha de Ayor, para esta molestia, todos
ate hoje teem sido bem succedidos.
0 rlicumatrsmo gottoso, chronico,
ainda que seja de annos, nao tempodi-
do resistir a efficacia admiravel desto
puriftcador do sangue e dos humores, a
Salsaparrillia de Ayer.
Alguns dos curados nos escrevem
uc anteriormonte linham experimenla-
o todos os outros remedios possiveis
sem nenhum beneficio.
Ja temos public-ado e na occasiao
propria tornaremos a pulilicar suas car-
tas de agradecimento e seus cerlifica-
dos.
No enlanto podemos afiiancar aos
doenles, que a Salsaparrillia de Ayer
pode curar e tem c-urado qnasi invaria-
velmente o rheumatismo gottoso.
[UoJornal do Commrcio.
Agua de 31 arid a do Murray I. HUH* >1I1.
A introduccio deste saudavel e dclicadissimo
perfume inevitavelmente deve fazer com que cssas
mil euma aguas e espirilos da eheiros, compostos
principalmente de oleos essenciaes fortes e d'uma
qualidade irapura, se transformem n'uma verda-
doira drog nos mercado.-.
Ha vinte anaos a esta parte, ella tomou o lugar
de todbs os extractos e esseacias europeas, nos
mercados tanto da America do Sul, como nas
\ntilhas, snpprimindo todas as diffe.'entes quali-
dades dessas chamadas /-.'/" de Cologne.
0 seu deleitavel aroma, tem uma approximagao
mais estreita e analoga a respiragao delicada das
verdadeiras Hires, do que aquelle de nenhum ou-
tro artigo em uso para a mesa de toucador.
Usada como uma lavagem ou enxagoamento da
boeca, ella igualmente neutralisa e faz desappare-
cer o mao gosto e halito causado pelo fumo do
charuto, melherando a condicao e esiado dos
denies e gengives.
Or,
,Am#rlb>4rfcaof & d,
Graxa em bexigas ,500 kiies.
; Sebo era raraa 660 kilos.
wa galera portugueza India,, para Liverpool,
ll2Ttdosde algoiJo
r> ,fP w iogiv Ftrt .ii-.ara> biferpool,
carrejfba': li: .& lAhnio ^SB defy* com $,981
kii*df alaodie ; J. tixsiot & ij. 3. d**' com
8i,o79 I|2 ditos de dil6'; m Ealhao & C. 634 di-
tasjwm 48s8U. tfrtys *$(* ; B. MUUpfUafX 4
il 1,800 sacco3 com 112;50O ditos de assucar mas-
Na'tarca ladeza Grecian, para d Liverpool,
cat^t?1) si: T* M'ril|iapjsea' ^.oW. saccpa .com
337/,5uO kins de assucar mascavtdo.
-i- >a polaof :ae*>nho!n An 11. para Liv/vpool,
carregtu : T.'Pater & C 7i saccas com 6,680 Kilo3
de.afa*d^a/,, '.
'x& ba'rda hespanhola D. Joanna, para o Ca-
na\, o;>Kref5oa : I .H^er.-St C I'iV. sa,ccas.ciio 12,073
kilo's de a%)lao, e IfJOsaccos com 30,00t>duos de
asvpoaf ri isoflrMa4<3.
Si ba^ca franceza Intrepidei Corse, para o
Cawt arreo|f: J at 295,o00 kHos'de assucar mascavadp.
TT-,.\a,bajtta--vogi^ Serherlon,' pafa -Canal,
carregou : Simpson & C. 1.803 saccos'com 1J5,000
k^fle.-de> a-,sunar taascavft jo.
Na birca saeca'fJ. D. W., para o Cana|, car-
regii^ : Siwusji ^C- 3,*X> saccos cqn> 29Q5OOO
kilos de assucar mascavaio.
No lugar francez Rio Grande, para u Jljvre,
carregou : E. A. Burle & C. 50 saccas com 5,028
kilos dq al^odaq,. .? y$9 copros, aa.lgado,s com
12,00) ditos.
Na barea portugqeia VicAwit, para Liaboa,
carregou : A. Loyo 4)000 saccos com 300,003. kilos
de assucar mascajtadp,. M. I4. I'aes Barreto 300
ditos com 22,50) aims de-dite : para 0 Porto. S.
Gnimaraes & C. 600 ditos com 45,000 ditos de
dito, c 200idUos com 15,000 ditos de dito branco.
No lugar portuguez Julio, para Lfeboa,.car-
regou : <"arvalho & Nogueira 1,003 saccos com
fo,030 kilos de assnear mascavado; T. A. Fonseca
& 2. Successores 3,000 oocos ((ructa), e 600sac-
cos com 13,000 kilos de assucar mascavado ;
Amorim Irmaos A C, 400. ditos com 30,000 ditos
de dito.
No navio portuguez Ltsboi, para Lisboa,
carregou : M. L- Paas Bajreto 1,000 saccos com
75,000 kilos de a*ucar mascava 1); S. Guimaraes
& C. 240 ditos com 81,000 ditos de dito e 80 ditos
com 6,003 ditos de dito branco : para 0 Porto, M.
L. Paes Barreto 300 ditos com 22,500 ditos de dilo
mascavado.
No brigue pariuguez Bella Fijueirense, para
Lisboa, carregou : S. Guimaraes & C. 330 saccos
com 26,250 kilas de assui^r mascavado ; E R.
Babello 4 C. 500 ditos com 37,50.) ditos de dito, e
20 pipas com 9.600 litres de aguardente ; Amorim
Irmaos & C. 1,100 saccos com 82,500 kilos de as-
sucar mascavado.
No patacbo portuguez Lidador, para 0 Porto,
carregou : Perraz & l'.reira 23 harness com
* 125 kilos da Roinuia de mandioca Gomes Filho
& C 12 praacboes da.amaiello.
Na vapor portuguez Almeida Garret, para
Lisbia, carregou: Carvalho & Nogueira 1,000
saccos cum 75,<.'00 kilos de assucar mascavado.
Na barca brasileira Mariano, para 0 Rio da
Pr?la, carregou: A. Loyo 320 barricas com 37,294
kilos da assucar branco.
No navio nacional S. Luiz, para 0 Hio da
Prata, carregou : M. L. Paes Barreto 150 barricas
com 19.346 kil.s de assucar mascavado.
Na'sumaca hespanhola Angela, para Barcel-
lona, cirregou : P. M. Maurv 810 saccas com
59,SG0 \\i kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Para 0 Rio G ande do Sul, no patacbo na-
cional Plalo, carregou: F. R. Pinto Guimaraes
150 barricas com 13,183 kilos de assucar masca-
vado.
Para 0 Rio Grande do Sul, no navio nacional
Amelia, carregou : J. J. Ferreira 2t0 lalas com
3,000 kilos de assucar refinado.
Para 0 Rio Grande do Sul, no brigue nacio
nal Unido, carregou : Amorim Irmaos 4 C. 1,30)
barricas com 135,753 kilos de assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFANOKiiA
rtaod-mento ddia 1 a 18. .; 12:223*170
dam do dia 20 645^364
-r-----f
0. q\eaeaiJjarfador Francisco d'Assis Oiirei-
" W Maciet, ofBciat di irrvparial ordem da
' Rosa', cavalheiro da de Cljristo, 0 jqj^
privfllifo ^p "l*pr?^fta n "ifgf"i,t'jg 'M ''io!a-
de do Reciffiftf&JIplfibuco e seu ter-
mo, por S. V. tf, a qum Deus gtwr-
de, etc./ k [ I rr 1
Pago sabfl* iosAue eie firaa e Jeile u verem
conbecimeoloj oftfl i ftqlerjf eotf do bacharel
Augusto Carlos farde uliTeFra, cttrador do men- (Idem
tecapto, cidadio hespanhol, D. Narciso Prancisco j
de Vidal, vai ser veadido em hasta pnMiea, por* Idem
uma so firaga, fioda a primeira deste juizo(o en-
Senho rnoente e corrente deuominado S. Matbens.
bm'todos 09 seus edintio's, casas, cercados, lo-
gradouro", terras, mochinas, nguas correntes, silo
na freguezia de Gamelleira, do tenmo de.Seri-
nhaem, comarca do Kio Pormpso, limita-se ao
affxlfifcofa terra* & Vicenja e Amaragi d'Agua.
ap,srcom ierras.B aaspealfi om os eufrajftos Viraao e S. Boa Ven
lu-ra e ao ppeote com terras da Boas Baf ra*, por
toWWflOo; aerteocenje ao espoiio danuelle mnor
tecapto.
E.para cpasiar. m^adei. gaasar o present, qua
?Wi4^a>nosWei^(s%Be.
Daaoe paeea^ safemea suuiaLe^elto ou valha
sem sello es-CaBa WuaMamamamecit^ de Per-
nambueo aos 31 de margo d 1874.
Eu Floriano CorrMr de Brito, escrivao, 0 fig es-
crevef e subscrevi,
Franciscj de Aisis Oliveira Maeitl.
Ao sello 300 reis, valha sem sello ex-eauaa. Es-
tava seliada com umaestampiiia de 4'H) reis, iaa-
t'lisada, pelo escrivao do feito, na forma do es-
tylo.
Nada mais se eontiuha no dito traslaijo; extrabi-
do dos preprios aintos, aOs quaes me raporto. Fiz
escrever a assiguei
Rezife, 31 de'marco de 1874.
Floriano Coirea de Brito.
Ponte' Ye/bF"^'^'
Idem a. 31. ^OCO
" Roa de-AWflttio ih-ariqew, '*'
n. 26
PASQUUPNIO DOS OUPHAOS.
fiM.dtSe
Ufa-terra, itudfiv
Ba
Sofcrado ..ift::i. b<
Sffbrado a. 14 (fee
Caia terrea n.
99^)00
9
C* 1H(B- Sr. inspector da thesouraria provnT
oiaimaadaCazen pabbco que em ctanpri memo da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
jie Janeiro corrento, peraule a junta desta the^u-
rarJa se hi de arrematar ao dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a ohra da ponte denerainada Pao
Sangue sobre 0 rio Serinhaera. orgada em 9:570*.
pa gos em a polices da-di vida provincial a juro de
7 por cenlo ao par.
As pesaeas, que se propozerera a esta arramata-
g.ao comuarecaui na sala das. s.essoes da mesma
tbesouraria uo dia iadteado acima, pelo m?io dia,
competentemeote. habilitadas.
E para constar se maadou pnblicar 0 presente
dtlo Dxario de Permunbuco
Sucrolaria da llieseuraria provincial, 20 de ja-
noiro de_1874. .
Vietoriano Jose M. Haihares,
OfBeial mator interine.
Clausulas especiaes para, a arrematacao da ponte
deivominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
D. 34
n. m
A rfWrllll.
RiUt- da Gnia.
*wflftaw90
241*0*0
122*00)
SOiaCOO
36I100<>
no acto da
%eVBfi
Casa terrea a.... .
Os prelefltfcotoa ale*e?ie aprwelfetr
WtAafiC^li^
pagaralera da/enda. 0 premifi da quautia en>
me for seguro o aaedio q'je coajiaer estabeleci
mejiio-commercial, a^imcptaoio aeryico da, m
oeza precos dos aaparclJios.
0 escwap
Pedro Rodrigues it Sonza.
is A ponte deiuimiuada Pao Sangue sera exe-
p orcamento e plan-
presidente da pro-
cutada de conformidade com
la approvados pelo Exm. Sr.
vtaeia.no valor de 9:5710*,
2." 0 arreraatante daca nrmeipioa obra no pra-
zo de um mez e a'jcencipira no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuad.> em 3 presta
cdes iguaes a proporgao da tabella executada.
4." Para tudo 0 mais que nao se achar especifl-
cado sera rogulado pelo qoe dispoe 0 reguiamento
de 31 de julho de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburoio Pereira de Magalhaes.
_____________Victorjano Jose M. Palhares.
Edital com prazode 30 di s
n. 152
Pela inspeclcria da alfandega de Pcrna'mbuco
se faz publico que achando se as raercadcrias
contidas nos volumes abafxo men;ionddos no caso
da serem arrematadas para consume, nos ternios
do cap. 6" do til. 3 do reguiamento de 19 de
setembro de 1860, os seus donos ou consignatarks
deverao despacha las no prazo de 30 dias, sob
pena de, findo elle, serera vendidas por sua conta,
sem que lhos fique competindo allegar contra os
effeitos desta venda.
Fortaleza do Buraco.
Marca diamante J. -^00 barris de quarto, com
polvora, vindos de Londres na e3Cuua ingleza
Perseverance, e descarregados em 18 de setembro
do 1873.
Marca B B.-303 ditos idem idem idem.
Marca dianante Moraes.-200 ditos, idem idem
idem.
Alfandega de Peraaoibuco, 18 de abril de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
uambuc^aa,
Wegiirow contra o fogo
A conipanhia pernambucana, disjKJiiao de ex -
jellentes e vastos armazen's em seu p'redio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commereio em gera.
para deposito de generos, garactlndo a uiaior con-
servagao das mercadorias de*sitadas, serricu
prompto, pregos modieos, etc.
Tambem reeoUkera, medianteprevioaccordo, ex-
clusivameate os faaerce de uma so pBasoa.
Estes armazoos, alem de arejadoa e comroodos,
ao inteiramente novos e asphaltados, isentos da
cupim, ratos, etc., etc.
Aa pessoas gua, qunerem utijrsar-se desta* ar-
maaeas, pederao dirigir-ae ao esjriptono da co-
panhia pernambucana, que acliarao com qneci
tratar.
- -

.
C0MPANHI4
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a OHuda.
e BehctiH'.
De ordem do presidente da assemble geral da
companhia acima sao convidadus os accionistas
para a sessao. ordinaria, que d.-ve tcr lugar no dia
22 do corrente mez seguudo dispoe o^ estaUitps-
afim de oavir a exposicao demoiistrativa apreaaa-
tada pela directoria em rela;ao ao movimento'da
companhia durante os 6 raezes anteriores : a
reuniao tera lugar no dia acima as 2 boras da
tarde e no lugar do costume.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 secrotario,
______________Luiz Lope? Caslello Branco
Por ordem do Illm e Exm Sr. desembarga-
dor Francisco de Assis Oiiveira Maciel, juiz de
direito privalivo de orphaos e ausentes e substituto
reciproco do da provedoria, sao chamados pelo
presente todas as pessoas que se julgarem com
direito ao escravo africano de nome Jo;e, que se
acha preio na c-sa de detengao ha lango tempo,
sob pretexto de ser escravo de um Joao Felix, a
quem a policia com a raaior solicitude nunca des-
cobrto, a comparecer nc-ste mesmo juizo, dentro
do prazo de 60 dias, a coaler da data deste, e alle-
gar o seu direito, poua, se o nao tier, de serjul-
gado dilo escravo abandonad seguindo-se os
demais teraos na forma da lei Recife, 17 de
abril de 1874.0 escrivao intcrino
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes.
B!

-
*
IU
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Hecil'c, 0 dc abril
de t74.
AS 3 HORAS DA TARDE
cotaqBes officiars.
Algodao da Parahyba sorte 8/100 por 16
kilos posto a bordo a frete de 11(16 e 5
0(0.
Carat*) sobrs Lisboa a 90 drv. 103 0[0 de
premio, sabbado.
B. de VascoMeellos
Presideme.
A. P. de Lemos
Secrotario.
^LPAWDEG*
(teadaaentodo di* i a 18 .
cam do du 20. .

o89:254*605
34:920;693
624:175*298
Descarregna aute2l de abrtt de 187*.
VappB.tngtea Firr Queen (atracado) salitre
e raaekioisra.) para e trapiche Conceigao,
poradespachar.
Vaper! BBOional-Tjpo/Mca^-generosinacionaes para-
o trapiche da companhia pernambucana.
Patachn -ingles Gerda mercaaorias para al-
fandpga.
Baroa inglaa Aureola- carrio Ja despadtadb
para o cies do Apolle.
Barca. franeeza Intrepide Carse ferro ema
chinismo ja dOspachados para o caes d\>
Apollo.
Patacho ingJez W. A. Meney fariaha ia des-
pachad*;parae caes do Apollo.
^LTEJRACVb NA FAUTA. DOS ERSCOS DOS OEKSROS-
SUIETT03 A 0IREIT03 DE EX^ORT.VQjo, KA SJUIAJi*.
DEJ 20 A 25 DE AlUUL DE 1874.
Algodaoem rama on la 478 rs. o kilo.
Assucar-mascavado 111 rs. o kilo.
VOLUMES SAriiUGS
18.
No di. 1 a
So dia 20
Primeira porta .
iagonda porla .
Terceira porla .
Quarta porta
fiapiche frmcaicao
12:868*534
2)735
84
117
247
327
21,510
sERVifO MARlIiilU
vivarengas dascarregauas uo trapicLe da
alfandega :
No dia la 18......
No d-a JO.......
60
HECEBEDOR1A DE RENDAS INTIRNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC(.
*encjmento do dia 1 a 18. 29:959*927
dam do dia 20 4:565*243
34:525*170
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1
(dec do dia 20
a 18.
90:417*094
6:229*100
98:846*197
MSViMENTt OS P0RT8
Navios salwdos no dia 19:
LiverpoolBarca be?psrrhola J). Joanna,
cspitao Juan F. Brasae, carg* assucar e
outros generos.
LisboaBarca portugueaa Jettphina 11,
capitaoJ. Martins'dos Santos, carge-as-
sucar e mais generos.
Singapore -Barca ingleaa 7 bu.fiacga,eai.viQ.
Navios enlrados no dia 20.
Barcelona21 dias, sumaca hespanhola
fir.ompla, de 143 tonoladas, capilao t'rdti-
cisco Givernau, equipagera 1.1, cacga vi-
uho; a Baltar Oiiveira & C. Seguio
para os portis dojl.
Navio sahido no mesmo liia.
Rw i da, Beat ir Brlgua haepaahbl Rotnanti-
co, capita) Alberto -Lngunilha, carsja as
sucar e. outros 'gBneros.
SANTA CASA DA MISEHICORDIA DO
RECIFE.
Venibt de predios
A Illraa. junta adraiuistrativa oesta Santa Casa,
devidamente aulorisada pela presidencia, na sala
le suas sessoe3, pelas 3 hora3 da larde do dia 26
do corrente, venle ou permuta por apolices da
divida publica os seguintes predios. pertencentes
ao legado de Jj.iqui.ii da Silva Lopes, de que e
adiainistradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
u-uqv'do 3 andares n. 17, por 5:500 ; becco do
brado 3' Darle.do sobrado n. 1. por 2:666a666
rua da tiuia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400/, sobrado de um andar n. 30, por 2:000*,
dito meia-agua por 500 ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:1006 ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrea n. 26, por 6004.; Largo da Cam-
pina, dita a. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72. por 700/ ; becco do Teixeira, dita n. 5.
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Uisericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza
0 cdministrador da recebetloria de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tesdo imposto sobre industrias e profissOes,
que e neste mez de abril que tem de ser
pago, sem mulla, o 2. semestre do exerci-
cio de 187374, depois do que sera pago
com a mulla de G %
Recebedoria de.Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
Pela thesouraria de fazenda se declara que o
prazo marcado para o recolbimento das notas de
2& e 50* da quarta estampa, sem desconto, tin Ja-
se, para as primeiras em 31 de male, e para as
segundas em 30 de junho vindouro, sendo que
dahi em diante serao trocadas com o desconto
mensal de 10 0,0 ate ticarern sem valor.
Secretaria da tbesouraria de fazenda, 11 de
abril de 1874.
0 2 escripturario, servindo de secret ario
Carlos Joia de Souza Correia.
Declarafa.).
Ficam transreridaspara.o*dia 23 do corrente as
arrematagoes seguiates : illuainagao Jpublica da
cidade de Goyanna ; reparos na bomba n. 2 do 7
lango da estrada do sal; reparos na coberta da
casa de detengao, e obra da bomba para o povoa-
do dos. Monies.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de abril de 1874.
0 official maior,
Miguel Affonso Ferreira.
SANTA CASA DA MISER1CORDIA DO
RECIFE.
A 111 ma. junta administrativa da santa casa di
^lisericordia do Recife, manda fazer publico qoe
aa sala de suas sessoes, no dia 8 de abril pe-
las 3 boras da tarde, tem,deiser arrematadas a
mmi mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
a tras annos, as rendas dos predios em seguida
ledarados.
ESTABELEGIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
,Caa terrea n. 11.......101*006
Rua de-Santa Rita.
Idem n. 32.....*. .
Idemn 34
Idem n. 49
Padre FloTiano.
0*0O0
240*000
207*000
3929500
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114.....
Rua da Alegria.
Idem a. 31 371*000
Santo Antonio
KHPftKXA
Quinta-feira 22 de abril.
Primeira representa^ao da comeilia-draina em
actjs, original brasileiro do actor Bahia
3
Diias paginas diun livro.
Dcuoaiiuiu'uo dos uctos.
0 Barao de Biriba.
2."
0 pelotiqueiro.
3.'
0 livro verde.
Adores.
D. Manuela.
I) Emilia.
D. Olymnia.
D. Josephina.
Thoaaz.
Camara.
Bahia.
Santos.
Florindo.

Personagens.
Maria
Julia
D. Carlota
Belrairo
0 commendador
Harao de Binaa
Leaadro
Eduardo
Dr.'Ismael
A accao passa se no Rio de Janeiro. Epocha
actual idade.
Terminara o espectaculo com a represenlagao
da importante comedia em 1 acto:
A S-iiHiiihiiii.
Principiara as 8 1|2 horas.
THEATRO .
Santo Antonio
EMPREZA-VICEIfTE.
Quinta-feira 23 do corrente.
Recita extraordinaria.
Cujo producto sera applicado a educagao de um
menor.
Reprcsentar-se lia o muit) applaudido drama
em 1 prologo e 5 actos:
One ja teve o agora r&o Um.
0 pai do beneticiado agradece por si e sea Qlbo
o generoeo auxilio que Ibe prestaram.
Principiara as 8 t|2 horas
9SB
AVISOS MABiTMOS.
\
0 lugre portuguez Julio pntende sahir com Vv(
da a brevidade por ter quasi loda caiga praifMu
quem no mesmo quixer carregar ou ir de pas-
sagam, trate com ot consignatarios T. de Aquino
Fonceca & C, successores, rua do Vigario n. 19,
1. andar.
Porto for Lisboa.
Pretende seguir para os referidos portos,-com
poneosdias.de demora, a barca purtugueea Seoo
sittncio, de primeira classe, capitSo Ferreira, por
[ter a maior parte de sua earga promata ; e para
a que lhe falta e passageiros, para os quaes tem
bons commodes : trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose GongaWts Beltrao & Filho, a rua do
Commereio n. 3.


-


_


m-m
ww
4
Diirio. d* Peroanfcuco Sop. Jpin. 21. 4e AWf? COMPAMU PEHRAMBUCAM
DE
lavpfiujao cMleira a vap*r.
GOYANKA.
0. vapor JfanArfiu,
commandante J-irlio,
soguira para as por
Wj acima bo dia I.*
do raaio, as'<8*Bras
da noite.
I carga, eneom nendau, pasjageires e di-
nfceiro a' fret* : assSptorio ne Fort* do Slar.os n.
Real compaohia de paqutsles in-
glczes a vapor.
At* o dia'17 do eorreotfl, espera-se da Europa
o vapor mglez Douro, eoaimaadante Trrwaites, o
qual depots da demora do costume se,gorra para
Uuenos Ayres, tocando bos portos da Bahia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do correote, espera-se dos.portos do
snl o vapor inglez Boyne, commandante'F. Reeks,
o qual depois da demora do costume-seguira para
Southampton, tocando nos portos de -S. 'Vicente e
Ijsboa.
Para passagens, fretes etc, trata-se na agenda,
rna do Commercio n. 40.
Rio-de Janeiro
Far* e.indicadotptiTto sefne com poucos dias
de demora a uarca porttfgueza Feliz UniSo por
ter a major parte s para o re eignatarios Joafluim Jo-e i.oncaives Bettrao 4c Fi-
sho, a rua do Commercio n. 5.
IEILOIa
-.
COM
PACIFIC STEAM NAVIGATION
PJW
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
( ommiiiidniilc I. C. Breugli-
espera-se dos portos do sul ate* o dia 10 de maio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde recebera
passageiros, encommenda*, carga e dinheiro a
frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowc A C.
14RUA DO COMMERCIO-U
oiupMiiliitt Alliuiu Portnense.
EVPftEZA DE NAVEGACAO ENTRE PORTTJCAt E
BRASH..
BARCA PORTUGUEZA
LEILAO
DE
moveis, quitiFos, lom;*, vidrns, < Jijectos de
ouro, consta-ndo dec>rdo>9, corrfintoes,
anneis, ptflceiras, rosetas, e obras de
prata, eorun, 1 palitoiro, I siva, 2 c s-
tigaes e 1 reicgi.j de ouro, patnateangUz
A SABER:
Uma mubilia de jacaranda, com 1 sofa, 1 con-
solos, I caderras-de bracos, 12 de gnamtr-io, 1 di
ta de amarello, om as mesmas peca, 1 marque-
zSo, 1 sofa de amarello, i eama, S jarros para
flores. 1 espelho grande dourado, 1 r-andeiabro e
J serpentinas de crystal, 5 quadrcs, 3 mangas an
tigas, 1 mesa elastic* de janur, 2 aparadore?, gar-
rafas e muitos ontros objectos d<> casa de familia
Rua Direita sobrado n. Id.
Bernardo Jo* da Costa Valente, tendo de fi-
ler uma viagem, fara leilao, por intervencao do
agente Pinto, dos moveis, obras de ouro e prala,
e muitos outros objectos existentes em casa de
sua residencia, a rua Direita n. 19.
_________0 leilao principiara as W 1|2 boras-
?
Este nzvio recebe carga e passageiros para Lis-
qfia e Porto, devendo sahir deniro em poucos dias,
"visto ja ter parte do seu carregamento contra-
tado.
Agentes e consignatarios
JOSE' DA SILVA LOYO & F1LHO
GOWPAiVKtlA
-DE
LMTADA
Miiciid. Penedo, Aracajii
e Bahia.
E'esperado ate o dia 22 do corrente o \apor
Gastao de Orleans, o qual seguira para os por-
iu* aduia uo uia srguinie ao ae sua cnegada.
Recebe-se carga, passageiros e diaheiro a frete.
Agonies.
Antocio Law de Oliveira Azevedo.
57Rua do Horn Jesus-57
moveis, loucas, joias de ouro, objectos da
prata, 1 rico santuario e outros muitos
artigos
Quarta-feira 22 docorrente
A'S 11 HORAS DA MANHA.
?io sobrado n. 50 da rua do Bom Jesus,
primeiro andar
Um piano forte, 1 mubilia de faia, a medalhio,
i dita de amarello, 1 mesa eiastica, toucadores,
cadeiras avulsas, 1 rico faqueiro, colheres de pra-
ta, concha, 1 apparelho de electro p!ate, marque
zao, 2 marqueias, 1 espelho grande de m'oldura
dourada, guardavestidos, guarda-louca, mesas de
pinho, i bagatella, serpentinas, 1 rcvolwer, 1 me-
sa para advogado, aparadores, loucas. jarrus, pa
res de lanternas, quadros, redomas com flores,
serpentinas de bronze, toilette com tampos de pe
dra, trem de cozinha, e outros muitos artigos.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. J.
J. da Silva Pinto, vendera os moveis e ootros arti-
gos acima mencionados, os qoaes foram transpor-
tados da Pa*fagem para o sobrado acima decla-
rado.
Leilao
Pacific Steaiii Savigalion Companj
ROYAL MAIL STEAMER
DE
moveis, loucas, Vidros, miudezas, perfumarias, I
cofre inglez, prova de fogo, 1 machina para cor
tar fumo, 1 bilhar inglez, 1 flaula de 6hano com
chaves de prata
Quarta-feira 22 do corrente
A's I I horas da man ha
?Jo armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 1 mobilia de
fai., com tampos de pedra, 1 dita de amarello, 1
dita de junco, 1 rica toilette de jacaranda, com
tampos de pedra, 1 lavatorio de dito, com tampo
de pedra, 1 guarda-roupa de amarello, 1 guarda
louca. 1 rico santuario de jacaranda, 1 par de cob
solos de dito, avulso, 1 cama de mogno, 1 dita de
amarello, 1 dita de angico, 12 cadeiras de ama-
rello, mesas redondas, consolos de amarello, cabi-
des, quartinheiras, marqiiezas, marquezoes, 1 ap
parelho para jantar, camas de ferro para casal e
solleiro, I espelho oval, diversos quadros, diver-
^o^ LidkOci. para escripiorio, aiversa? miudezas, co-
mo sejam : chapeos, leques. boloes, voltas, espe-
Ihos de mao, 1 flauta de ebano, com chaves de
prata, babados, entre meios e bicos, e muitos ou-
tros objectos que se torna enfadonho menciona-
los
QrARTA-FEHU 22 DO CORREATE
A's 11 boras em ponto
no referido armazem ,
Pelo preposto do agente Pes
tana.
Moveis.louc.as,,?jdros,. uro, chape -de fel-
tro, esteirss ,para sala el pi no de anna
rio de jaearawK.
Quinta-feiTa 23 do corrente
No primeiro audar do sobrado da rui deOiinda n 64
A's 11 horas em ponto.
0 agente Dias fara leilao pnr eonia risco de
quetn pmeneer de I mobilia de jacaranda com
tampos de petra, 1 dita de faia, I ilrta de atna-
rell", 1 piano de jacaranda cow excHJenfc-s vozes.
I secretaria de jacaranda obra de apura Io go.li',
guardas louca, juarda runpa, me as Wa-tiras d
3 e de 6 tabi guarnica qmaa hancezas para ca-al, marque-
zoes, marqueeas, e^pelhoa, jarro.-, lavau rio, >an
marios, lanternas, 1 secrotaria de angico com 6*
tante propria para advogado, 1 toilette de mogno
e diversas miudezas.
Grande feira
DE
mobilias completes, commo-
das secretarias, guarda-
louca, camas francezas,
santuarios, quadros com
finas gravuras, espelhos
dourados, pianos de varios
autores, cortinados novos,
trem de cozinha, perfun a-
rias, machinas de costura,
relogios de algibeira,de ci-
ma demesa e de parede,
objectos de ouro e prata,
m las para viagem, fitei-
ros, guarda comidas, e in-
finidade de objectos do
uso domest ico, que serao
vendidos por conta de di-
versos
ao correr do martello
Quinla-feira 23 do corrente
ds 11 horas.
FEIRA SEMANAL
iG-Rua do Imperador16
ARMAZEM.
Roga-se
o Illm. Sr inspector da tbesovrsria prvineial
que se digne verilicar serexa< ra/io Souto Maior nao comparece na repartieao ha
mai^ de am mez, achando-e alias em Otiada
pelos i-artonos, ameacaodo vinfar-se por qumlitvn-
mein da victima, coutra quem se lem feito xmi-
go paatuito f I... Senhores da peUcia, qae dao
iolormacoea score a vida privada de aljuem, et^
jaia alerw, que ainda nao-se'acabou a raea dos
cabelleiras 1...
PASTILHAS PEITORAES
Agente Dias
LEILAO
r
espera-se da Europa ate o dia 26 do corrente.e de
pois da demora do costume, seguira para Bahia,
Rio do Janeiro, Montevideo, Bue.no*-Avres, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para onie recebera
passageiros, encommenda-i e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowc & C.
URUA DO COMMERCIOli
Par
a
LEILAO
Tara o iadicado. poito pretende seguir
com a possivel brevidade o patacho portu-
guez Azurnra,, por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e p?ra o rosto que
ihe faia, trata-se com os consignatarios
Joaquim toe" Goncalves Beltr3o & Filho,
& rua do f.ommercio n. 5.
~AiUCATY7
Para 0 Aracaty vai sahir com muila brevidade
o bem conhecido hiate Jndo Voile, para carga a
frete a tratar com Joao Joe" da Cunha Lages, na
rua do Vigario n. 33, 1." andar, on com 0 mes
'.re a bordo em frenta ao trapicbe Daotas.
DE
moveis, livrcu, 'louca e vidros
QUARTA-FEIRA 2-2 DO CORRENTE.
As 11 horas da manhS
Rua do Marquez de Olinja n. 37, primeiro andar.
Uma grande quantidade de obras do litleratura
e sciencia, em francez, inglez, allemao, ktim e ita-
liano, 1 bom e quasi novo piano de jacaranda, 1
magniflca mobilia de mogno claro, composta de 1
sofa, 2 consolos, i mesa de meio de sala, tampo de
pedra, 4 cadeiras de braco e 12 de guarnicao, 1
dita de mogno, 1 guarda-roupa de amarello, 1
mesa de abas, com gavetas, de dito, 3 bancas de
dito, everni donda, de dito, 1 aparador de dito, i cabides di-
versos, 1 guarda-comida de aramc, 1 pedaco de
aleatifa, 1 bandeja. 1 campa, pesos para papeis, 1
redoma, 1 vaso para agua, I lampariua de por-
celana, 1 jarra, 1 moinho, para cafe, 1 apparelho
de porcelana campleto para lavatorio, garrafas de
vidro, compoteiras, I lanterna de augmento, e
muitos outros artigos que se venderao por conta
de uma pessoa que mulou de residencia.
DE
umamagnifica barcaca
SEXTA-FEIRA 2i DO CORRENTE
s I i h ras da ninnha
Em frente ao edificio da companhia per-
uambucana.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
uma magniflca bareapa armada a hiate, de 600
saesoa do assucar, com 2 ferros, amarras e mate'
aecessorios: esta barcaca torna-se recommendavel
por ter sido bem construida e achar-se era perfei-
to estado de eonservacao. .
Os Srs. pretendentes podera desde ja examina-la,
pois acha-se fundeada em frente a companhia per-
nambucana, onde tera lugar 0 leilao, e para qual
quer informacao a rua do Marquez de Olmda n.
37, primeiro and<.r, escriptorio do agente.
avisos n\*'"asos
AO F11LIC0
rabula Souto-Maior apparacen com o'awwoit
cynismo no Jornal do Recife de 30 de raarco nao-
ximo pascadt), protestando do alto da rnnrensa-
metier na cadeia, a seu latunt, 0 aotor das ver-
dades publicadas no Mario de fernambuco de
27 do HM>utu miz ; ainda mesin<) que scja aUgtuti
coroadu devatso, ametlrado no immoral jogo do i%-
sulto, e affeito a detract or e in/amar aos que the
sao tuperiores; e tendo se Ihe provocado solem-
nemente em oufr Diario de t de abril andante
para que viesse explicar sob as penas da lei esse
equivoco, com a mesma jactancia apregoada ;
isto e, que as precitadas ailusoes se referem e
se entendem com 0 professor primario do Rio
Doce, visto como todo funas com arrancadas de
Leao, nao devia ter parada de sendeiro, nao tugio
nem mugio perante 0 publico, de cujo concetto,
disse, nao qner decakir, quando alias parece estar
decaliido, e ja conhe:ida a fonte immunda, d'onde
emana tio putrida e corrosiva peconha I....
Advtrte-se, pois, que recolha-se ao silencio; por
que quem tem rabo de pallia, e telhado de vidro,
nao vai insultar de proposito, a quem, isento de cri
mes e de infamias, p6de deitar-lhe a calva ao sol I
Tem dado apeoas raostra de achar-se possuido
de estimulos de ferocidade, ameacando vingar-se,
0 que nao 6 proprio de um macon, que se diz
caridoso e humanitario, a menossendo arrenegado;
e que quando em seu asnatieo annun;io protes-
tou metter na cadeia, ainda mesmo algnm coroado
devasso.. .e affeito a detractor e dtjfamar aos
que the too iuperiores, diffamar por si proprio os
suppostos tuperiores, a quem se referio, julgan-
do os peiores e superiores na devassidao e immo-
ralidade, consequencia deduzida do seu malevolo
aranztl I.... Pretendeu buscor la, sahio tos-
quiado I Cahio 0 feitico contra' 0 feiticeiro I...
Se bem que -Cut pudor non est, orbi dominalur,
como dizia Ovidio. Saiba tambem que nao ha
dia, no qual se nao ten: a novas noticias de suas-
virludes e moralidades, aie de Nazareth se diz ser
publico que recebera de ires proprietaries diver-
sas quantias nao pequenas para entrega las era
pagamento- no Recifp, nao as entregara, a quem
foram remettidas, e alii estivera 0 grande, com
bospedagem lanta no Hotel Central, fazend) enor-
mes despezas com carros de passeio, theairos,
etc., etc I De Limoeno 0 Timbira refere cousas
inauditas, virtudes diabelicas II...
De Olinda, alem de muitas outras cousas, sa-
be se que tendo recebidodenm constituinte, nao
pequena quanlia para pagar ao escrivao e mais
ofBciaes de jestica, as enstas de um processo,
que promoveu, ainda nao pagou a ninguem, iia
oito metes, alem de ter ficado ci m os autos em
seu poder, sem querer eniregar ao escrivao, que
ji esta cancado em peuir-lbe, tendo em resposta :
hojel.. amanha'.... E'a um homem destes
com taes virtudes, a quem esia conflada a fisca-
lisacSo da instruc^ao primaria de Olmda para
pereeguir e alropellar impune a urn professor ho-
nesto do disiricto (e somente a este I...) porque
conta com 0 Sr. director, que pfie a soa disposiyao,
como diz a quem queira ouvir, a quantia de
aOOtOOO para gastar com carros de passeio, aiim
de perseguir aquella professor ate" perder a ca
deiral... Vode retro I Que btllo delegadopri-
me II... 0 illrj.-trado Conselheiro Rastos diz:
As pessoas mais honestas sao muitas vezes
aquellas, cuja reputacao esta mais exposta aos
tiros da calumnia. A maledicencia e uma peque-
nbez no espiriio, ou uma negrura no coracao.
Maldizer sem designio, eestopidez ; maldizer com
reflexao, 6 infamia. 0 maldizente escolha, elle e
nm insensato ou um perverso.
Au revoir.
AVISO
Bom
negocio.
'-se 0 grande predio
wmm REiis.
Companhia Franceza de tacga
03 a vapor
Jjinha mensdl entre o
Havre, Lisboa, Pernambnco, Rio d>
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(com baliieanao para oRosarlo)
STEAMER '
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commnqdnnte A. Fleury
E' esperado dos portos do sul de 23 a 21 do cor-
rente, seguindo depois da indispensavel demora,
para 0 Havre c. nn e-icala por Lisboa.__________
Para o Porto.
Recebe carga e passageiros o palacho' portuguez
Sun' E. R.-Raoello & C, a rua do Commercio n. 48.
DE
fazendas, perfumarias e ferramentas para sapa-
teiro
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
A'S IO 1|3 horas.
No sobrado da rua do Mariuez'de Olinda n. .17,
primeiro and r.
A SABER:
Lencos de lioho, vestidos bordados, saias para
senhoras, fitas de velludo assetinado, franjas
trancaj paraenfeites, slguroas fazendas avaiiadas,
formas de tarracha para alargar botinas, cortadei-
ras de ajo, ferros de frisos e de encosto para car
retilhas, martellos para taxiar. ditos para bater
sola, cabos de sovellas, ferros de beira, p409 las
ticos, oleo de babosa para cabello, essencias para
lenjo, i fardos de fiode vela, e outros muitos ar-
tigos.
Vende-se ou arren
de um andar e solio, sito na rua doBispo
Sardinha, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas toas salas
de frente, um salao no sotfio, seis quartos
espafosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-$e prepara-
do com tod.s os moveis indispensavtis a
uma grande familia, serd assim vendido ou
Sato ps moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da UniSo n. 49, sobrado, atraz do
paco da assemble.
~ Aluga-se a casa terrea com grandes commo-
dos para famili?., extenso quintal murado e arbo-
nsado, e outras muitas coramodidades, no melhor
local do pateo da Paz, nos Afogados: a fallar ao
sachrisiao da matriz para ve la, e no Recife, para
tratar a riia das ..'inco Pontasn. 31. .
Perdeu se sexta feira 17 do cofrente uma letra
de 530/, aceita por Francisco de Siqueira Passo e
saeada por Ciaudio Dubeux : rop-se 0 especial
ebsequio aqaem liver achado, de leva la ao caes
22 de Xovemhron. 32. ______________
Libras eslerlinas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua do Commercio n. 6.
Cozinheipo.
Calcado barato
LOJA DO ARANTES
Precisa-se de un cozinheiro que entenda bem
de sua arte : na rua do Marquez de ^linda n. 35
0 abaixo assjgnado perdeu uma letra de seu
saque em 13 da novembro.de 1873, aceita pelo Sr.
Man el Jose da Costa Cabral, da quantia de
925*500, que se ha de veneer a 13 de maio do
corrente anno ; e como nio negociou dita letra
com pessoa alguma, pievine ao aceitante acima,
que s6 a pague ao sacador. Recife, 20 de abril
de 1871.
Joaquim Alves de Carvalho.
0 Dr. Sannento Filho mu-
dou-se para a rua da Aurora n.
61. 1. andar ; entrada pelo oi-
tao.
Leilao
DA
arma.;3o, generos e mais pertencas da taverna da
rua doCoronel Suassuna n. 2, antiga made
Hortas
QUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
A's 11 horas
0 agente Martin* fara leilao d'armaclo, gene-
ros e mais pcrten;as da tiveroa aciaia, em um ou
mais lotes, a vontade dos compradores, no dia e
hora acima.
Botinas de cordovao para homem
Dilas de bezeiro para dito
Ditas de pellica para senhora aXuiz XV
D1U3 inglezas e francezas
Ditas de cores para senhora
Ditas gaspiadas, de verniz, para* 9e-
nhora 3^
Sapatos de cores para senhora :!
Ditos de chagren 3*
7*i00
71000
8*00
8*000
6*000
e4*000
e 4*1-00
e 1*000
%
Vende se um moinho de vento, com
duas bombas para pu.iar agua, e qua-
tro rodas novas e fortes, para carro
americano : a tratar na rua do Impe-
rador n. 22, 1' andar.

Lisbi'a e Prl
Vaj sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
wvio Soares, ma do Torres 0. 20.
DA
armacao, generos e mais utensilios da taverna si-
ta a ma Imperial n. 153
QULNTA-FEIR'A 23 DOCORRENTE
A'S 11 HORAS DAMANH>
0 preposto do agente I'etlana fara loilio, por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mais utensilios da taverna sin a ma Im-
perial n. 153, em um ou mais lotes, a vontade dos
compradores : 0 balanco acha se em mio do re-
ferido preposto para os pretendentes examina-
rem, terca-feira 21 do cprrentef as 11 horas da
toanna, na referida taverna
FOUDICAO
OWiftN
Bua do Brum
n. 52
1
Passando o
Rega-se aos senhores de engenho, que
pretendera empregar alguns dos macbinis-
mos novos, o favor de apparecerem nesta fa-
brica, que Ih-s pode fornecer os appare-
lhos mats aprnpriados com 0 minimo de
despeza, e dispoe de pessoal habilitado para
monta-los devidamente, e moslrar o syste-
ma mais commodo de trabalbo, para obter
melhoramento no fabric-> do assucar.
Uma ca>a particular fferece comedorias por
assignatura, promettendo as-eio. gosto e pontua-
lidade : quem se qaizer ntilisar dns aeus ser?ifos,
dirija-se a rua do* Martyrios 0. 113,
@ # O @ 9
I CDNSULTDRIO g
I HIEDICO-CIRURGICO |
m do z
^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
PARI'EIPO E 0PERAD0R
Bua do Viiiconde de Albuquor-jQI
S* que n. 89. ifit
ESPECIALIDADE J
W. Molestias de senlioras e &
jfX meainoR. w
J2 Consultas das 7 as 10 horas da ma- ^
9 nha, todos os dias. 0
mi Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
rZ tas e sextas-feiras. JJ
9 Os doentesquo mandarem os sens cha- $
mados por escripto at 10 horas da ma- afe
' nha serao visitados em snas casas. J
ATTENCAO
0 eseravo Luciano, que diz chamar-se Joao da
Cruz, ja teve praca no exercilo com este nome,
esta fugido acerca de um mez : e de cor bem
preta, estatura baixa, rosto redopdo e cheio, e fal-
la descan^ada.
Consta que anda pelas immediacies desta cida-
de ; quem o penir, pode leva-lo a rua do Mar-
quez de Olinda n. 61, que sera recompensado.
Arrenda-se 0 t-ngeuho Underwald. em Seri-
nhaem, a pouco mais de legoa de distancia da
esta^So de Limoeiro ou Escada, m6e com agua e 6
de muito boa producolo, tanto de canas como de
mandioca : a tratar com 0 proprietarlo do mes-
mo, no eiigenho California, em Serinhaem.
OfTereee se uma mulher para area, so para
cozinhar, para casa de pouca familia : a traur na
rua do Padre Floriano n. 76.
Precisase jla
ma Direita n. 10.
batedoree : na reflnacao da
/
I IUaH 1
OE SUCtO DE ALFACE e LOURO CEREJA
toe mMAL* e C-, nharanaeentico* em PARIS.
Todaa as pastilhas pecteraes, boie dc grande reputacao, contdrai opio e por conaefuinte sic
irritantes. Osde AMacoo dc Jyouro-Cereja nao contem opio. b8o ao mesmo tempo raaiacalmantes
que todas as outras e nao-exercem ac^5o nenhuma irritanto na-s criahcas nem nos adultos.
CurSo rapidanirnte a coqueluche, a fosse, os defluxos, d catarrho pulmonar as irrltacoef
do peito, a falta de /resairacSo, e alivtam a asthma e aa rouquidoes.
APJ?aOVAbO t'-lA ACADtM.A 1>E MED1C1NA DE PARIS.
A Aixulcmia
  • i.:i|n.- -lhi't- -> iiihIs av:nv ri.; i-ocommenda-
    y5
    <^>s quo liiiM-'i-oi-if) -*n! dUKncciio, e ciemos prcsinr-lhes
    meieatttH do llriiiii iM Acailomm :
    - A Atarteniia iulua qaa o protoxalato de ferro n|aysnilndr) pelo doutor Girard
    dc-siinado a pvenlar oh maion's sorvit-os:i llierai-iuticji. j)->sti) i|iii' Icin a pi-opricbule- dc nao
    daj- prizao Jc vaatn>> e scwi-i qtmai a^niao, 0. HuitMki <>'ii grwfa polos dnrniaa. cnrar&di-
    calmente rni (loses dc 111 a.50 ccaliu'i-ainina.-s diarias. a cJiloro*?, a aia-iaia. 0 hyslciismo o
    todas as :d'li c,."io Alnn <|o tfnc arnK-nios do iHwr ho otlo mn roironoiailor hoi'oico o rapido das forvfts pcrdiilas
    nos coiivaloscoiiis, on nas debitiriades dc complci^o.
    Iiopositos em r-crnampiico : FERREIRA, MAIA C': M.-A. BARBOZA, e nas prin-
    cipac.'; phaniiaciaa do Portugal c do Brazil.
    XAROPEDECHLORAL
    LECOIMTE
    fROFBSSOR DA PACULTADE DE MEDICINA DE PARTS.
    Este sarope tornado cm doses de uma colher pola manhS e oulra pela tarde e o calmanle
    mais admirayel de todos aqnclles conhecidos ato hoje, muito superior 4s preparacoos
    opiaccas que tem toda* (> Inronvoniciitedccon-'oslionar o ccrobfo, o o bromureto de potassio
    mc atropfnafworgaos: porcm estas proprioJades tao prociosas nlo se manifestao se o
    chloral nao estiver chymicamentc puro. qualidado que so torn quando tau o sello do emi-
    nente chymico o doutor Lkcumtic.
    A sua ctiicacia 6 maravilhnsa na goU. nas veriigoms, nas nevral-'ias. no hysterismo
    na epilcpsia. na dansa dc Sao Guido, e nas cohcas hcjmtii'as e nephriticas.
    Lalnia lmmediatamontc as dorcs de parto, as aifecooos cancel osas, e da ao doentc um
    somno rcparador -c soeegado.
    VINHO e XAROPE TONICOREG ENERAD OR
    DE QUINA e DE FERRO
    De GRIMADLT e C'% pharmaceuticos em PARIS.
    Esta nova comhinaoito reune sob um pcqueno volume, dc forma asrradavel e dc gosto deli.
    1 muito'
    difficeis
    .. sangue,
    ----- pelas molosiias syphiliiicas.
    o proepecto orKrtcin nunterososeertiAcadosde nattoa membros da Academia Ac Mcdicina
    e proiossoro.s da Iairiiidadc. que ailcsUlo quo este prccioso modicamento e o conservador da
    s.iude por excellcnvla e 0 rocon-iiiuinlo da cconumia animal, indispensavel as pessoas que
    hahiiiio .s -patzM qnontos. com;, proscrvativo das epidemias,
    Deposit.-s eni Pernambnco: FERRFIRA, MAIA e C-; M.-A. BARBOZA. e nas prin-
    cipacs pharmacies dc Portugal o do Bradl.
    VINHO e XAROPE de DUSART
    COM LACTOPHOSPHATO DE CAL
    Os medicos dos irrandes hospitaes dc Paris recoilao amhos ostos medicaiuontos, conside-
    raaos como reconsuuiintes c ropnradoros por excellencia para oxcitar o appeiHc. desr.crtar a
    fomo p. conscguir a assimila-ao rapida dos alimontos.
    O seu empro-.'o suhnilnielra
    um c
    com
    e 00
    (IODURETO DE FERRO e MANGANEZ) approialas peia Acaderaa de fcann dc Paris.
    A.inefiicacia tao frequente das pilulas dc iodurcto de ferro pro vein de que nao cntra n'ellas
    manganez corpo que sempre se acha unido ao ferro no organismo, como provao os trabalhos
    dos mais distmctos chymicos.
    As pilulas de iodurcto de ferro c manganez de Burin du Buisson. approvadas pela
    Acaaemla de medicina satisfazcm estaa condicoes, e e este o motive pelo qual os seus
    effciios s5o maravilhosos, seguros e infatliveis em todas as affeccoes lymphaticas, escro-
    5Sf!?*li rach,ticias e tuberculosas, nos enrartes das glandulas, irregular!*
    aaaes da menstruacao. e nos accidentes de siphilis constituclonal.
    Depositos em Pernambnco : FERREIRA. MAIA eC>;- M.-A. BARBOZA. e
    cipaes pharmacias de Portugal e do Brazil.
    nas pnn
    le IiKRAS, pliarniaeeti'ieo. i,OL' OR EU SAi.KCix-.
    Todos os ferruginosos conhecidos ate hoje. prouiizem -rr.-n los irrin-*--s o prisito do vontre
    cu porqiieo estomago nao pode supportal-ot qu enlao he iue neccssiOo (io succo gikstrlco
    para assnnilar-se ao organismo. O que hoje rccomiuendainos a-j publica he um liquido que
    nao tem gosto nem sabor do ferro. nSo ennecrece os rtentes. e romo se '" s~-
    diatamente. nao produz ncirain dos maofl rfn Ucm quo n^t*>ai 1 de eil 1
    11:10 se asslmila imme-
    ---.---- r......................................pi. p wit de cilar.
    A cura he n\eiD\ e certa nas coros pallihas, chuhi .. cila ie"iilariza a
    MawsTBPtciq o aiuda vigorosftm >nte as cow-i ms>: .a lid e ia palavra 6 o pauacea
    certo do todaa as nwlesU is quo lem por ori. :n a pobi-eza do sangue, e o roincdio mars
    energico para reanonar as forpas debiiitadas pel:.* fatigas ou pelos ardores do .lima.
    CfJRA RAPIDA
    FE/.O .
    Enxsquecas, Ddres de Cabeca No ralgias
    I* a >!, iwl'/ife I r JI f.aaj pharmaoeutico? rsi i-aris.
    Basta provar uma vez este medicamento para se Bear convencido da sua effkacia. Uma
    so riose, diimda em um pouco d'agua com assucar, faz deaapparecer as mais das vozes a
    mais violciita enxaqueca ou nevralgia. E- por este motivo quo olle foi admittido na nova
    pnnrmacopea franco/a puhlicada pelo geverno.
    ,Depositos em Pernambnco : -FERREIRA, .MAIA eC'i- M.-A. BARBOZA, e nas prin*
    cipaos pharmacias de 1'irlniral c do Brazil. ______________
    DOENCAS MMzm IANCAS
    XAROPE de RAIUiVO IODADO
    deGRIMAU

    bubstitue admiravelmenlo o oleo de figado de haealliao ion snljrc este as s-nintes
    grandes vanlagems : I" Em doses iguaes cinilcm mate Itio 2* Swi sabor ho suniamenlo
    agradavel: :i- Todoo inuudo e aubre tudoas oria i as'., t iVivma im'nor rewignancia.
    E um dos mais poderosos agentes conhoci-ios n.-n-.i m--.ui s rem ::monios lvmpha-
    ticos e etirar rapidamcnie fodas as molestias quo liriio ~ ,.. ,,, m\- vk-ios do sangue
    como o rachttismo, pallidez, etc.... A sua eUicac-ia i ..i.....i-.nnan.i uos cuidadostaO
    delicados que exigem a saude das crianoas. e,sua accno r or giosa nas moles-
    tias do peito. e rta pelle nos enfartes das ftlanciula?.
    *4,l-.Ji J
    -i-*""U.. in^iitli -* i"/Mfj|>ii"iiinllii tiffVi in
    GRiMA
    ROPE rVHYPO H
    '. < i
    i
    O dm CAL
    --
    Hoje e sabido qu. .. pt) is) t'tta
    i-"' '' qnalquer producto desfi-
    nado a reconsiiluir oorgmiisuid.eacica : i s d .inlnijea. --
    Com tudo lia que notar que, para quec- jaiacocs or d .. u i i ito descjado, i:? ne-
    oessario que sejiio absolutaiuente puras, c idi..- ".< non'. i ra casa po I j roatt/ai' mclooc do
    qttea nossa, cujoo dircclor scionlifico he o illustreca; ;. .. u'l.o .. pro.'osa ir d.i l.u Idado
    de Mddicina e pi-eparaJor do tsffeo de pliy>ti tiogia do i 'la.i li i !'. !.-...:. i. Coll -giu do l-'ra.ica.
    Os Sura medicos o os (loonies quo quizei-om ompanii i >.- \..,o|' com os domais
    conheefJos ate lioje nos darao eertainento a pi-efcreucia seodo a .. euicacia supotior a de
    todos os outros, no curativo das afl'o.-.-oi-s ty.\. ,i lares.
    Ellc'cn! na a tosse. faz desajiparecer os suores aoctnrnos, cni-a a bronchitcs. os catarrhos
    pulmonaios a lisica, e cona a febre lonta que dei.ioe asiorjas Co doentc.
    Deposits em Pernamhuco : FERREIItA, MAIA C; M.-A. BARBOZA, e nas prin-
    Qiljft&. ..i-i -nri-vs H< Por--.-ni e do bi*a-':l.
    INJECCAO E CAPSULAS
    VEGETAES ao MATIG07
    GRIMAULT E C* PHARMACEUTICOS EM PARIS
    A mjeccao ao Matico remedio essencialmonte .modino e conh,,..!-. aura rapidamenle as
    Weanorrbagias reeentes, antigas e chronicaa, sem ddres, sem possibilidado alguma
    de accidentes^ e sem oocasionar estreitamento de nenhum gehero. posto aue nao exerco
    nenhuma accao corrosiva. w^va
    As Capsulas de Matlco differera completamerfc dc tod.is as outi-as cmprceadas-'aW
    ^il:^S.Ca'*,"1''XS d0 oomm.crcio ^ntem copahiba liquidae causao .iqoo, aivoios c vomitos
    ^y,f^'ss. if-"1"3? np.e8om:,so ;J? nossas ao contiurioool.c.tas com uma capa de gluten
    fP^^ niitriUvodo.tngo). so se dissolve nos intestinos, e poo o rbmedio Immcdiatamoute
    em contacto com as vias unnarias.
    A Injeccao e as Capsulas constituent reunidas uma medkacao eiieikica o inoffeosiva
    a qua! nao rcsistc nenhuma bleunorrhagia. r
    ii1^1*8.?'1^118^50 "^su'tados de 40 annos de experiencias e notaveis estudos feitos rxli
    mo^as da PeHeUenaVe' D Uospm de S- Luiz *Vado especialmenfe ao tratarnento^
    Podom logo os 8firs medicos reeeital-as e os doentos tomarem com a maior coananoa
    seguros de obterem em pouco tempo e sem possibilidade alguma de rocahida o reetaheleci^
    ^ZULU?"* co,mP'?to d0 ecaomas, prorlgoe, emplgems. tinba e em goral do todas as
    erupcoea e molestias da pelle por muito graves que sejao. ^^
    Depoaitos em Perna^buco. FERRHRA, MAIA C: M.-A, BARBOXA a nas nrin
    dpaee pharmacias de Portugal e do Brazil. ***. nas pruh



    N

    i


    I

    I

    ^^^__^^*
    _):*_io de Pernambuco Terca feira 21 dd AM de 1874.
    Acabam de-eltegar muito fcons piano* forfcs e de
    elegantes modellon, dos mi notaveis e bem co
    nhecidos hbricanles; como sejam : Alphonse Bi
    donel, Henry Her- e Pleyel W..IIT 4 C. : no Vapor
    Prancex,^-iado.Oaiiio da Victoria, oulr ora NV
    v n. 7. a precos .muito canimo Mbbilia de vime.
    Caifinw de bahnco. de braco, do guarnicdes,
    sofa, Jardineiras, mesjs, conyersdeiras e costu
    reiras, lcdo isto muito bom pur serein fortes e
    (eves, eos mais proprios moveis para, saletas e ga-
    binetes de recreio.
    No arnuzam do Vapor Franeez, raa do Bar*o
    da Vicloriii n. 7. outroaa Now,
    Perfumarias.
    Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
    triBce, agua de Hot de laranja, agaa de toilele,
    divina, florida, lavande, pos de arrot, safcooetes,
    croamelicos, rauilos artigo delicados em perfnma
    ria para preseates em frascos de extractos, caixi-
    nhas sortidas e garrafu de differences tamanhos
    d'agaa de Cologne, tado de primeira qualidade
    do bem cc*becidos fabricantes Piver e Condray,
    No arma-tem do Vapor Franeez, a rua do Barao
    da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    4rtij|oi de differentes gostoa c
    phnntMzia*.
    Espelhos leques, lavas, joias d'otrro, tesonrinhas,
    oanrvetes, caixinhas de cosiura, albuns, quadros,
    e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
    diUCde.eonro, e cestinhas para bracks de meninas,
    cbicoles, bengalas, ect_o, pencinez, ponteiras para
    charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
    madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
    de viagens, venesianas para janella9, esterioco-
    pos, lanternas mapcas,cosmoramas, jogos da gloria,
    de damas, de bagatella, qnadros com paisagens
    *lobos de papel para illominacdes, machinas de
    fazer cafe, espaoadores de palhas, realejos de veto,
    accordaos, carrrahos, e bercos para crianoas, 9
    oulras maitas qainquilliarias.
    Brinquedos par-a meninos.
    A maior variedade que se pode desejar de to-
    dos os brinquedos fabricados em differntes partes
    da Earopa, para entretimerllos das criancas, tado
    a precos mats resnmidos qne e possivel : no ar-
    mazem do Vapor Franeez, rua do Barao da Vic-
    toria outr'ora Nova n. 7.
    Calfado franeez
    A 9$
    Botinas ;para homem
    Acabam de cheear grand;s jacturas de botinas
    d*lezerro,:de cordavao, de pelica. de duraque
    cem-biqueira, de bezerro com botdes, e com ilno-"
    aes a 9#000 (a escolfeer) por ter vindo grande
    qnantidade por conu e ordem dos fabricantes;
    ao armazern do Vapor Franeez, a rua do Barao de
    Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
    Para ienhora.
    BOTINAS pretas, brmcas e de cores, diflerentes
    lisas, entettadas e bordadas.
    SAPATINHOS de phantasia com salto, brances,
    pretos e de cores differentes, bordados,
    SAPATOS de tapetes, chariot, ca3tor e de tranca.
    l*i- meninM.
    BOTINAS pretas, braacas e de cores differentes,
    lisas, eaftrftadas e bordadas.
    ABOT1NADOS de drversas qaalidades.
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    Par lurniiim.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
    ABOTIN-ADOS e sapatdes, de bezerro, de deversae
    qualidades.
    SAPATOS de tranca.
    Botas de montaria.
    Botas a Napoleao e a Guilherme, perm*
    meias perneiras para homens, e meias perneira
    para meninos.
    JRo araaazem do Vapor Franeez, a rua do Barae
    da Victoria n. 7.
    Aitencao
    Avisa-se pela ultima vez ao Sr. Salvador de Si-
    3ueina Cavalcaote, que ha uni anno tem zombado
    omindadt de priuw que contra si tem do juizo
    do commercio desta i-idade, que, se nao quizer
    passar nelo de?gosto de ser preso, mande quanto
    antes entregar os d us e^crayos Aquilina e Fran-
    cisco, dos quaes e dapositario, e se achara de po-
    blioo tr.tbailiando no engenho Tres Bra.os, Ingar
    de sua-nova residencia.
    Desdeja protesta-ee pelo servico dos ditos es-
    cravos.
    \ttenQao
    JL
    Avisa-se ao comprador do escravo Henrique,
    que Salvador Manoel de Siqueira Cavalcante nao
    podia vender dito escravo, por ser elle pertenesnte
    ao casal do major Salvador dos Santos Monteiro
    Ca\aJcante, e como tal, a venda do dito escravo e
    aufla, coo> melhor se deraonstrara em juito.
    O'flsullorio (liediro
    DO
    Dr. Uuriilo.
    RUA DA CRUZ N. K,' ANDAR.
    V Jlecem-ehogado da Eurepa, onde fre-
    g) qtontou os hospitaes de Paris e Londres, j*
    5 P:"i' ser proeurado a qualquer hora do
    ty dia.ouda noite para objecto de sua pro- fL
    *t fiisao. Q
    W\ Conulias das 6 horas da machi as 8 bo- M.
    jf: ras, e do meio dia as duas da tarde. -JT
    S Gratis aos pobres. 's.
    %. ESPEOAUDADES. M
    Q Mme;ias de seohoras, da pelie e'.d H
    O ciianca.
    Gurso de portuguez no col-
    legio da Conceicao.
    0 bacharel Jorge Dornellas Ribeiro Pesa estB
    :neummdo do referido curso.
    (haves perdidas
    Roga-se a quem acbou uma argola com chaves
    ,>ara secretaria, !eva las ao eaes do Apollo, escrip-
    to io do Barao do Livramcnto, qne sera generosa-
    mente recompensado.______________________
    Pelo presente declaro que tenho vendido a
    rainba escrava Josepha ao Sr. eapitio Paulino Per-
    nandes da Costa, morador na cfdade de Marxian-
    guape, por 1:2004 que do mesmo senhor recebi ;
    eassim o deelaro porque a dilaescrava, induzida
    p )i urn men iaimigo, intentou contra mim uma
    accao de liber4adt>, que foi julgada improcedente
    pofogas sentencas de primeira instancia, da qual
    appeHoa evofficio o digno jmz para o superior
    '.ribunai da relacao.
    Manoel Jose Ferreira Letnos.
    > i Dayaaofefe.
    OS propriellrjos da Qonfaitana-do Camp s. a
    rrrfdoTrHfterfldAr n 8i, prdrm aos setudevedores
    qne tem sido remissos, ofavor de vin-m pagar* us
    nebitos ale o ilia 8 de ahnl i mxinio viiidouns
    avisam aos mesmos quese bieaqptlh data*naue e
    ""^n-^aldos, vpfjjo sej|s nojnes nesjdj jornas-
    liver.
    n
    rein al
    'iisUnr
    effio de prss '."i;
    uta-sa pat unfUVrreltodii Nti9> nos ar
    rehaldes desia cidade, duas pi'qjen.s rasas de
    padrae cat.sob ns. ii t ii a ru.i do Poc**, fre
    guezia de Afogadin. cum dims ;ila> dr>iij quai
    los cada uma, vinte palmos de largura sub cin-
    coenta de fundo; a quern convier, (r.ita-se na rua
    eslreita do Rosario n. 17, 1.* andar.

    DO BOWMAN
    I. 52
    24-Rua dMarquez^loOlinda--24
    Kaquina d beeco l.aw^
    Partloipa a sens frpguezes e amigos que mudon
    o 9eu-estabelecimento do relojoeiro para awiesma
    raa a. 54 onde encontrafSo cm grande sortimento
    de relogios de parede, americanos, e cima de me-
    sa, dos melhores go9tos-e aigrbeira, de todas as quakda es, pateote suisso,
    de oaro e prata deurada, ifoleado (plaqcet), relo-
    gios de onro, iogtez, deseuberto, dos melhores
    fabricantes, cadeiade ouro, plaqnet e prata, Innetas
    detodi>s as quaitdides.'tudo por precos muito ba
    gates._____________________
    ALUGA-SE
    nta casa na OapuBga, rua das Pernambucanas,
    com coxeira e quartos fora : a traur na rua do
    Vigario Tenorio n. 31. '
    raa
    (Passando o chafariz)
    V-ritJiM Vt'rS r..Vres 4. ougftiuo i nritro* "vritultorjt, s4roprea I ui^mo a fivor de ami visita a sen B^brtiecioonto, yira \orem o uovo aoriiinentt
    ompletj qoe ihitem; seado tado wperioT em qualidade e fortidio; o qoeetm a inf
    -tcciot pessngl pode-N verificar.
    ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
    rftpOrdS 0 rOu&S U agua nwuhos coDveoieates para u divenai
    rcamstanciai tfoendas de canna fijS 'Um,Dh08, a8:melbore, q* ,qoi
    RodaS deiltadaS P>raim.e..ga,enpor.
    Faixas de ferro fundido, batido e de cobre.
    llambiques e fandos de alambiqnes.
    MTqohiniemna para maodioca algodio,! Podeodo] todoa
    iLnuuiuiSUlUB gpinierrar madeira. [aer movidoi a mio
    lianas
    ipira
    de pitente, garaotidas.
    vapor,
    (por agaa,
    ....... \on animaes.
    petal de qne ae coitama precisar.
    JILIf
    Coiislnirliu' e afiiador k
    Kua' do Imperaaor
    I'!
    i
    33
    Exafmador das aoligas e afairadns casas IMetel & ll-.-rz, c antigo director das offici-
    al casa Alpbonse Blondel. u
    Tem a honra de declrrar ao respeitavel publico dt-sta cidads, que tem aberto sua casa de
    concertos e alinacdcs de pianos, qualquer que seja o e9lado do instrumemo.
    A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
    de Parts, camo Krard Pleyel, Henri Herz t Alplwnse Blondel) lodos os pianos sahidos da casa
    Dhibaut sao garantidos.
    Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
    DE
    Cordeiro Simoes k G.
    Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
    Riquissimos cartes de gorgurao de seda lisos
    com llstras achamalotadas.
    Ditos de linbo jara vestidos, contendo cada cor-
    te, o necessario para seu enreite, como seja :
    franjas, trancas, botdes, fivellas, etc.
    Riquissimos chapeos para seahora, ultima moda,
    a rua Primeirode Marco n. 7 A.
    Sjiio no Arraial.
    Alugase um sitio no Arraial, proximo a esta-
    rao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
    les casa de moradia, tendo os seguintes commo-
    /is. 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
    pj, casa de banho e diversas fructeiras. Aloga se
    tambem uma outra casa no mesmo lugar, com 3
    quartos. 2 salas, cozinha exteraa, agua de beber
    e um bom quintal por commodo preco : a tralar
    na rua Primeiro de Marco n. 16, 1 andar.
    Arrendfl-se o engenho, Saltinhu da fre-
    guezia de Una, moente o corrente. Dito
    engenho e bom d'agua, dista duas leguas dos
    portos de Tamandarc e Rio Form'so, e tem
    terras para safrejar 1,600 a 2,000 paes
    annuaes: a tratar no mesmo engenho com
    o consenhor Henrique Augusto Milet, ou no
    Recife com Leal & Irmao, rua do Marquez
    de Olinda n. S6.
    Rna Duque de Caxias.
    0 Sr. Antonio Ribeiro Pontes, caixeiro a rua do
    Duque de Caxias, queira vir a rua do Imperador
    n 44, a negocio de mutuo interesse, isto por se
    ionorar sua residencia domestica.
    Escravo fugido.
    Desappareceu ha dias, do sitio Rosarinho, um
    muiatinho, acaboclado, de Vi annos de idade cor-
    po reforcado; levou camisa e cal^a de algodao
    azul : gratilica-se quern o apprehender e levar
    a roa Nova n. 8, loja de Lyra & Vi.nna.
    Escravo fugido
    Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
    rente, do engenho S'M'igi, coma^ca de Goyanna, o
    escravo de nome Jose Borges, mestre de "assucar,
    tendo os signaes seguintes: cabra, idade de 30
    annos pouco mais ou menoj, boa figura, um tanto
    grossoe espadatido, sendo o signal mais 'visivel 1
    gomma na junta do pe esquerdo : rogase a todas
    as autoridades e capitaes de campo, queiram ap-
    prehender dito escravo e leval-o ao referido enge-
    nho, ou nesta pra^a a Oliveira Filhos A C, largo
    do Corpo Santo n. 19, que serSo generosamente
    recompensados
    Alnga-sea casa dos leoes n. 48, com com-
    modos para familia, sita a rua do Coronel Lame-
    nha (antiga dos Prazeres)
    Sombas
    Todas as machinas
    Fas qualquer concerto **- "p^0 *-
    PorniaS dfi ferro tem M ffl6lhore* e m,il bar,tas oxiitemea no mer-
    R!n JUUUiiiLUOUUtlO. ude 40 client lembrando-lhea a vantagem de faxerem
    au compris por intenaedio de petsoa enteadWa, e qne em qoalqaer neceiiidade pode
    aw prestar aaxilio.
    Ira dos americanos ***#* ,ricolM
    RUA DO BRUM N. 52
    t'ASSANDO O CHAFARIZ
    FUNDICAO DE FERRO
    V rua CAEDOSO it IRMAO
    AVIS \M aos senheres de -engenhos e outros sgricultores e ao publico em geral que
    continuana a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
    cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modetnas e melhor obra que tem vindo.
    ao mercado
    V apores de forca de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
    ^aideiraS de obreselente para vapores.
    JlOenuaS llllGiraS e meias moendas, obra como nunce aqni Teio.
    LaiXaS |rimaidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
    KOdaS d aglia com cubajede" ferro, fortes e bem acabadas.
    CiOQaS QentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
    Rel0gi0S e apitOS para vapores.
    DOmbaS de ferro, derepucho.
    AjaaOS de diversas qualidades.
    Formas para assucar, grandes e p^quenas.
    Varandas defen*o fundido, fr8nceiaS de divenm e .bonitos gost3.
    Fogoes franeezes
    DitOS ditOS p3ra gaz.
    Jarros de ferro fundido
    Pes de ferro
    Machina
    49 Rua do Imperador 49
    Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
    como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
    riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
    bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
    Recebem-se pianos usados em troca.
    Concertam-se e afinam-se pianos.
    Tambem avisa-se aos Srs.
    concertadores de pianos
    que ha sempre o mais completo sortimento de materiaes para concertar pianos, com i
    sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa. cordas,
    marfim, etc., etc.
    49 RITA ItOIMPEURAirOlt 49
    BEDUCCAO DE PRECOS
    FABRICAS DE CHAPEOS 'i)E SOL
    DE
    MANUEL & MiiSTRALl
    Kua do Barao d?, Victoria n. 23
    ESQU1NA DA CA
    M B
    E
    OA DO CAR MO
    Rua Duque de Caxias n. 64.
    Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavol publico, e a sens
    freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
    d8S as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduec,Ao nos precos dos rnesmos,
    e acham-se em condiroes de poderein vender mais barato que em outra qualquer parte,
    ^isto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Earopa,
    percorrendo as principaes fabricas.
    Chamam a attencao dos senhorcs logistas para visitarem sous estabelecimentos, e i
    vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deiiarao de comprar.
    ^} Cobrem-se e concertam-se .chapeos de sol de todas as qu.lidades, com promptidSo
    e a precos modi cos.
    para lenha e carvao, obra superior.
    para jardim.
    para mesa e banco,
    para gelar *gua.
    > aiVUiaS para bomba e banheiro.
    Correias inglezas p9ra machinismo.
    DdUCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
    OoncertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teen:
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    EnCOmniendaS mandam yir por encommenda da Europa, qualquer njachinismo,
    para o que se correspondent com uma respeitavel casa scorn um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentat
    litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
    Rna do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
    41
    'It,
    Rua do Imperador
    ODILON
    CAB
    Premiados
    Desappareeeu
    di sercsl- *> o^genhn Forno d.i Cal. na unite de
    it do corrtute raez, uai cavallo castanho, cego do
    olho esqperdo, corn o e-pinhajo ferido, com o
    ferro A G; e uma burra casun a, Rrande, com
    um clo de cangalba na pa pierda ; gratifica-
    e geuerosaroente a qitem d r ii.)ticias certas dV<
    BHtnos animaes, na raa do Sarquez de Olinda -n.
    24, 1 andar, ou no engenho acima. f \
    AftEMCAO.^"
    OITreee- e uma sanli'.ra de boa condncta par*
    ortar e eozar qnalijner rouna para enhor ; a
    tratar na rna Imperial n. 6o. ^_^___^^^
    CHIADA
    Precisa-se di! nma para c.izin''ar para cisa de
    duas pessoas, prefere-ae escrava e paga-se muito
    bem : a tratar na raa do Barao da Victoria n. 48
    A, loja ^^___
    Carvaluo d Rugueirs, ua rua do Apullo
    20, accam sobre o Banco Commercial
    de Vianna o 9uas agenctas rm todas as ci-
    d.des e villas de Portugal, 4 vista e a pruzo
    por todos oe paquetes.
    Desappareceu da ilha de Jtamaraea no dia
    3 do corrente mez de abril, .o escravo de nome
    Ant nio, idade 22 annos, com os signaes seguin-
    tes : cor cahra, rosto comprido e com algnns pan-
    nosbraacos, que seaugmentam mais para nuca,
    pouca barba na ponta do queixo, nariz afilado,
    bocca regular, dentes entramelados, tem uma da?
    maos foveira de marca de Togo, e metade de um
    dedo de menos, tem tambem o umbigo aberto e
    grande : quem o pegar leve a mesma ilha de Ita-
    maraca, qu-- sera bem recompensada pelo senhor,
    qoe e o annmieiante, atiaixo assigoado.
    Francisco Tbeodoro de Macedo.
    m
    PENHOEES
    Na cravessa da rua
    das Gruzes n. 2, pri-
    raeiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual fora qiiantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras. ^
    ISP
    ALUGA-SE
    o quarto andar on sotao do sobrado n.. 31 a ma
    estreita do Resario n. 3J; eom eommodos .para fa-
    milia : n Ihefouraria das iolerias, rna do Cretpo
    p. 6, I* anrtar.' "________
    iSeivcnle de liolira
    Preeiaa-se d um qne ti>n^a pratica : na phar-
    * raacia Torre?, a rua de Marcillo Dias n, 18C,
    flUA
    DA
    DUARTE k IRMAO
    ELLEIREIBOS
    na exposicao de 1872
    0 novo proprietario deste acreditado e hem montado estabelecimento, com o dm d
    conservar os creditos de unico ncstc genero, t>'m reformado e melhorado completament(
    o mesmo em ordem a poder satisfazor qualquer pedido para as provincias do norte e in-
    terior dest8, garantindo perfeicao em todas as prep<-racoes, aceio e modicidadc nos precos.
    compativel com este genero do drogas.
    Espera a todo momento uma grande rernossa de pharmacia homeopalhica de J.
    Epss-dc C, de Londres, composti de medicamen'.os, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
    Rhus, de Buvonia, de Arnica e dep6s especiafs para dentes.
    Tem a disposicao dos amantes da homeopathia a escellente, obra do Dr. Mure me-
    dico do povo, i em 3." edi^ao.
    Tem carteiras de glolmlos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, & oscolha do c
    prsdor.
    PlUvneria, para mordeiura de cobras-
    Soracena (
    < Para bexigas como preservative
    Vaccine (
    Chofo'.atn homeopatbico.
    Cafi homeopatbico.
    Elor d'araruta.
    P6s para dentes, inglezes.
    IMPERATR1Z
    N. 62
    !. ANDAR.
    RIA
    DA
    1MPERATR1Z
    N.r_82]
    1." ANDAR.
    Chinti cruzeiro, para inlenniltentes.
    Schynua, para anginas.
    Calendula, para queimadaras.
    Taranfula, para paralysia. .lerico, para rheumatismo.
    Tintara r.oli d'arnica, para contusOes, cdr* Matta-matta ou jaboti, para losses,
    tes, etc.
    A CHEGARE.M
    Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o"~nas?melhores con-
    diccfies possiveis de bem servir ao publico desta illostre capital, e a*s Exmas. Sras. n'a-
    quillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
    Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
    coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos. desenhos em cabellos, quadros tu-
    mulares, (lores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
    O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
    Seiros, recebe directamente por todos os vapores da Europ8,assuas encommendas e figu-
    rinos de modas, e por i6SO pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
    perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
    Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
    porcao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" srte de cabelleireiro.
    Opodeldock d'Arnica.
    Dito de Rhus 1
    .para
    Dito deBryoniaj
    Espirito
    d" Hahereman ou de campfr
    rbematismo.
    Cactuc grande fldrus para pneumonia.,
    moletfias do coracdo.
    paraco
    .%cha-se constantemente a testa do estabelecimento e inspec ionando to,
    oas o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos IMello
    C0NSDLT0RI0 HOMEOPATBICO
    Dr. Santos Mello
    Consultas pela manha, e a noite ate" 9 horas
    aos pobres.
    das
    as pre-
    Collegio de S. Sebastiao para
    o sexo feminino
    A abaixo assignada scientiQca aos senhores pais
    de familias e a quem mais con vir possa, que a?
    aulas de seu "oollegio c-mtinnam a funccionar em
    a casa da rua Direita o. 36, 2 andar.
    ___._ Manoella Angcrsta de Mello Rpgo.
    '0
    Precisa sc de um menino porluguez, com 12 a
    15 annas de idade, para caixeiro de nma laverna:
    a tratar m caes Vinte Dons de Novembro n. 36
    A, confeitaria.
    Aloga-seou vende-se nm escravo carrocei-
    ro, idade quarenta annos: na rua do Hospicio I
    n. 81._________________________________
    AllLi I'UBIJdt
    A primeira cadeira da anla pubMca para o sexo
    feminino da fregaezia de Sauto Antonio, funceiona
    no V andar da rua do Bario da Victoria n. 31,
    entrada pela rna da Florcg._________________
    "fiajcri Gioanni, snbdito italiano, retira se
    par* NeW'York.
    Para engommados "e arrnmacdes de casa da
    pequena /amilia ; da-se esta quaniia a uma cria-
    da que seja de boa cendncta e perfeita engomma
    deira : a tratar na rua de S. Francisjo n. 72.
    Um sitio na travessa da Criu das Almas, perto
    das estacoes da Tamarineira e Jaqneira. com ex-
    T^ndo accntecido um desarranio na ma-
    cellente casa de vivenda, nova, muito rommoda cnina d- gelo, os fabricantes vem nor mei
    earaeiada: tendo 2 saias, 6 quartos, e fdra co, deste podir desculpa aos seus freenP7 no-'
    zmba, despensa, sala de engommar, quarto de co- f8]ta ace tem havMn nL_TV- 8 P
    zinheiro; assim como coctieira, e quarto* para criados, Jatrinas, cercado de ferro, i Porem banheiro, gallinbeiro, etc. etc.
    do commendador Tasso.
    N^a rua do Imperador
    n. 28 -
    precisa-se fallar aos seguintes senhores :
    Domiogos Martins de Barros Monteiro.
    Joao Vaz de Oliveira.
    Jose" Franciico Lopes Lima (Vazareth)
    ytanoel Pereira Brandio.
    Manoel dos Passos Miranda.
    Theotonio de Barros e Silva.
    Francisco de Paula Borges.
    Francisco Antonio i'ontiu
    Garanhuns.
    Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
    allar aos Sre. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
    'os6 Paes da Silva, a negocio de particular inte-
    eise
    Engenho
    Traspasso de casa.
    Trapas8a-se ate 31 de agosto nma grande casa
    na povoacao de Apipucos e com mnitos eommo-
    dos ; a tratar no 1* andar do sobrado da tra
    vesaa da rna do vigario, n. 1, escriptorio
    Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
    \nncia de Uagoas, comarca do Porto Calvo a
    menos de uma legoa distante do porto de mar do
    Gamella, tem oxcelentes terras, matas, e aafreia
    regularmeme 2/00 paes : a tratar na rua do Vi-
    gario n. 31.
    a tratar no sitio jdos as qu^itidades do costume ;
    _____ tambem a occasiao para prevenir aos seus
    Itreguezes quo teem em viagem uma ma-
    china nova, de maior forca e do systems
    mais moderno, que labricara *m mai..r es-
    cala e com toda presteza as quautidades que
    forem exigid^s.
    . Santo Amaro, 17 de marco de 1874.
    Pelos testamenteiros de C. Starr d C.
    _______ William W. Webster.
    Precisa-se de om feitor que seja trabalhador
    e qne enteada de jardim, para nm sitio em Pon-
    tejde Uchda : na rua nireita n. R.
    Fuirio no dia 15 do corrente o escravo mu-
    iatinho de nome J.ise, idado de 8 annos, vestindo
    camisa de algoiao ami de listras, costuma dizer
    qoe e bvre : quem o |>eg ir, tenha a bondade de
    mandar lova-lo a rua da Palma n. 4i, ou annun-
    cie para ser proeurado.
    mi Antonio Teixeira dos Santos
    I7o n,\ 4' p/rtQ P- >9, I' andar. dor, dirijase a rua do Imperador n. 18.
    Trabalhador para sitio.
    Precisa-se de" um no p .voado da Torre, rua da
    I iiaM i





    W i i

    $9VtotoJ89B^i^~,< 1^ feir^ atijiiiiAWtrfta,,M:tt
    PHOTOGRAPHIA
    IMPERIAL
    LOPES A.C.
    ESTABELECIMEMO DE PRIMEIRA ORDEM
    m d;) Barilo da Victoria n. 14, sobrado
    (ANTIGA RUA IWA)
    Trabalhos premiados na ultima exposi<$o
    Naraa do.Barao
    ^lar lo Sr.J3f ten
    gaei de sou4nress
    ada.^
    o*6 HafiaJPestaia.ja ife
    AMAft,
    2* andar.
    Para
    recira-
    'ma Du

    har
    e unij
    de
    wi
    Ama
    4MA
    DO
    RIO DE JANEIRO
    Acha-se montado sob as melhores condifoes de arte, e'flftrto a
    concurrencia publica, este estabclecimento, o primeiro, aW2ir?kla,
    desta proviu ia, no qual se liram retratos pelos melbor. a e mais
    Precisa-so de un>a ania para eoiinhat
    paga-se bem : a tratar na rua do Hosrti-
    eio n. 70, casa itrrea de Lolas an:arelta na cor-
    Wj. __________________.,__________
    Previsa se da uina que sal
    ba cozinhar com perfeigao pa-
    ra unwtasa.de.familia. com
    posta de dtras pessoas : nn ?aieo do Paraizo h 8
    pruaefra aetegnndo ana-ares.
    -tU'ReHfatslMj Mft-aMrava- paraetatobar e
    coraprar : a Ir.iar na ma Krm^insda^n* n
    -3 AMA LPreciM se de uma ama para o
    1 "^T^ &har : na raa de TJjume, de Sauza n.1
    assim como se precisa na mesftsTaTS oVtfaicai-
    xeiro de 14 a 15 annos, que lenha pratica de la
    0 abaixo assignado declara ao rejpellavel
    1 corpo4( confcnereto. qu neat* d*ta/det loeteda-t
    dade fnt-seu estabe|ciej)eDjo :de ofolhados silo a '
    rua da ft)g&. 20, *> Sr Josl Joaquim Hodrigaes
    Braz, que rma soeia|de Silva & Braz, flcapdo o mesmo Sr.
    ^JTaf na gerencia do mesmo elabelecimento na
    * Bfa-auseueja. ftecife.JS de abril de 1874.
    Jofl Rodrigues da Silva.
    Rhkeiro ajuros
    De 1:0004 a 1000* ma* oa menos, com hypo-
    iheca em casas aqiu .aa cidade : se dira quem da
    : nas mas da Impcf.itrrz n. T
    nnmero 5.
    de primeira
    rnodernoa s.ystemas, empregando-ie soraente "material
    qual dade, e garantindo-se
    Semelhanca, nitidez e duracao.
    Trabalh:-se todos os dias uteis e do guarda, desde as 04dbs
    da manha ds quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de thuva
    ou nublado a perfeicao dos retratos.
    Faz-se toda a qu lidade de copies, augmentando-as ou diminuin-
    do-as.
    ft
    Uma
    bum.
    8S0O0
    duzu ae retratos de uma so pessoa,
    em carioes para si-
    Para os retratos esmaltados, collorirjos, grupos, e augrrjentados ha
    uma tabella de precos.
    T.ram-se retratos ate" tamanho natural.

    DE NOITE
    E&r*y*
    38, loia, oa Imperial
    - Arreuia-se 6 m^nlm Jussaral-grande, no
    lerrao ae Sermhi.em, o qual esia sltuado a legoa
    e Uieia da estarao da Eacada; e bpm moedcr com
    agoa, e de muito boa prodM?io, tamo de etnas
    j#mo de mandjoM : a '.ralar com o propnetario
    fltfmesiTO, io engvnlio California, em Serinhiem
    LOJA
    NA

    T=*
    Rua da Imperatriz n. i
    que
    "M'retfsas^e^
    Arrectsa se He
    aizinharetofi
    ma TTma'bar'a
    uozioaar e-coinprv pra caili m*
    Primeiro de Ma-^o n. <8-,;2. ao da r.
    Precisa sede uma ama We cu escrava.
    para todo servico de casa de pdufa femi ia : na
    rua do ImpcradoVe. 17, *Wodc, andir.-
    Piecisa-se de uma ami qtte saiba cqzinhar
    CbPpocSnjd
    e engommar: a traiar na praei db
    n. 17, 3 andar.
    AMA
    Pmcisaie da uma ama li-
    vre ou escrava, qne cozinha
    com fler/ejsjo : na f..urica a
    vsplir de ciprros (antigarua flrfqnartel de polida)
    Mwm.

    -uinpra c um
    an gal n .Si
    portlo de ferro : oa rua do
    MM
    Untutkdiu* preta m rs
    IM


    -%Vf Ml
    Precisa ?e comprar dous e3cravo, pedreiro e
    ewapma, paga se bam : a tratar na the?onraria
    oas lotenas, a roa PKmefro de Mar^o n. 6.
    I Irastes.

    Aiwa dp lejtf
    Precisa-se de uma ama de 1 ile sem filho oa
    rua do Cot;veIlo n 129.
    t^onttando ans abaixo asslgnado achar-se nes-
    M praci o Sr. Mauoel Fernandes de Carvalbo.ren-
    deiro dus enjenhos flarra e Preguiea, em "
    tianguape, prnvaicia da I'arahyba, veem rogi
    Diesmo o otatquio de vir eutender-se com
    abaixo assignados immediataraente sobre uegocio
    a!e aes referidos engenhos. Rna do Amorim
    37, escriplorio.
    __________ ______Tasfolimaos i C.
    Vicente fugio.
    Ka noite de 13 jrara n ,je niarco ,j0 corrente
    i^iio fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
    J; idade, bcnila figura, barba e eitalura regular,
    1 T3r?i ves'.ida e em urn ?ac;o roupa de algodao
    ) e algurna mats liaa periencenle a um cai-
    rla ca a d'onde fugio ; e natural da fregue-
    zia de Sam'Anna do Maltos, diz scr livre, casado,
    . Icr sido criado em companhia da madrinha D.
    Ai..: Luiza dr. Luz, de quern alias foi escravo :
    -e, portanto, aos senhorcs capitaee de campc
    londades polieiaes a apprehensao do dito es-
    , eentrega-to na cidade do Recife, rua do
    ;o n. 10, ao Sr. Joaquim atoreira Reis, ouna
    Iti do Assfl ao Sr. Torquato Augusto de Oli-
    i % Baptista, que scrao gi ntrosamente gratili
    t.
    Ama
    lo n. 129.
    Precisa se de uma ama para co?inhar
    em casa de familia : na rua do Cotovtl-
    Precis-siiailupr uma ama de leite, forraop
    escrava : na rda ja Alegriaji. 36.
    AMA

    f,iur\fUc' do.Bar^ da Victdrti n. 36, pracisa-se
    fallar ao Sr. vigano Andre Curcito de Arauio Po-
    reira, a negocio de seu interes3e.
    i
    Rua do Visconde de Albuquerque n.
    11, outrorarua da matriz da Boa-Vista
    n. 11.
    Chamados : a quaiquer hora. '
    Consullas : Aos po>.es gratis, das 2 as
    4 boras da tarde.
    jsaavofugido
    i i em diaa do mez de abril corrente o cabra
    DO de idade 21 annos, esiatura regular e
    Igura, an la bem veMido e algumas vezes cal-
    lem siguaes de bexigas no rosto.e falla cor-
    >iien! i natural :'r i|uu leoha ido para S. Jose das
    : is on Lapda ds Gatos nesta pravhwia, aonde
    i (. ; lambein pdde ser que csteja occul
    la lade, trateodo d- se libeiiar sem pagar
    . > seuii res : roga-je pur L-so a^ autoridades
    ese capilaes de campo a sua eaptura, pro
    ' ndo-se i. >a giaiificacao a que n a realisar
    i--:r.-',::indo-o n;. rua do Apolio a. 20.
    Comedorias e (lores.
    X* rua estreita do Ri sario n. 3ii, sobrado de
    ! !.ir defronle do barbeiro e por cima do
    no, cintinaa S3 a fornecer corned, rias para
    com ligeio e pro i ptidao, o que muito util e
    it a idemicos que tern de chegar na an la a
    i marcadas, teudo os precis mni razoaveis.
    '-. mesma easa apromptam-se Inndejas com bo-
    jLhos para bailes, casatrenu.s e baptisados, pao-
    . los, bol s. pudins e pasteis de nita enfeitados
    pies, laz se palmas, bouquets, capellas, fes-
    5 e toda a qualidade de florcs soilas, de cera,
    nr.. ou papel : tudo na rua estn-ita do Rosario,
    -p. da ggriata.
    " casa da mm
    Rua 1. de Marco n. 23
    Aos 20:000$i)00.
    0 abaixo assignado tem sempre exposto a ven
    -a bi.' daliteriado Rio, cuja exlraceao an
    aaaciAi. ..-jornaes.
    Precos.
    Inttiro 2UOO0
    Nek) 12,5000
    Quarto 6^000
    Manoel Mai tins Fiuza.
    (iiilizii.
    Tarvilho & Nogueira, na rua do Apollo
    n- 20, sac.am sobre as soguintes cidades da
    filizfi. na llospmha: Santiago, Orense,
    atron. I errol, l'onle-vedra oCoruna, qual-
    que quantia & vista e por tod.;sos paque-*
    des.
    AMA
    e deuwaama
    riaa do- Hospicio n. Hi.
    ------------------------------------
    cozfhheira :
    Precisa-se deoma ama cozinheira
    rra nia do Qaeimado n. 92.
    . Lompra se a veada-se trastes novos
    e usados no aemazeTp da rua o Im-
    perador n> 48.
    &
    Na rua do Torres
    de amtoos os sexo--.
    jriW
    a. 20 conpram-se escraros
    TTV A k
    CAW18AS FRAffCEZA* A 2^009, 3JO0-
    0 Pav3o vende grandim prata e lavrada 3*8'6'
    pelo baratu proco de 500 ra o vado. 0 Patio vende uo> banito tertuaenio de
    lladiipolfta eufnta4 at 3^000 camisas franccxas com peito do algadao, a
    * p*-a. 2J0O0 e 2^500. Wtas cotri pvjto de link
    A- !de3^000a8WQO, NH) UOadaJes muito
    I) Iavao wade pefas de madipola> en-^finaa de 69000 a 10V0O : assua. coau
    festado, pclo barato prego d 3W00 a pega. grande sortimenj.0 de ceroulas de I mho e de
    t Ditas sera ser enfeatado, com 30 jardas, a algodfto, por pto^t baratos, 6 tambeoa-tem
    ^ 59000. Ditas com 94 jardaa muifeboa cenapkao sortknentode pimbo^eoolUfrnlKs
    fazenda, $ OJWOO, 6J500 e 75000. taWto tfe itoho como de algodao, pOr precos
    ALPACAS PRETAS A 600 640 E 800 RS. em conta.
    am grande ,sortimento de fisp^urllllao* a S^^OO. fJrtHHf. .
    MiMOa
    alpacas pretas, que rendea 500, 04)0 e 800
    rs. o coymo, aaaim como grande sorti-
    mento de cantoes, bombazines, prmcezas
    0 ?t?3o vende um bonito sortLmenib de
    pretas, merinos, e outras muitas faxendas espattilbos modaraos a 3J|50U, 4^000
    Ama que tenha bastante
    Weofca te de unu ama
    leite : na rua Direila n. 8.
    Ama, Precisa se de u^a ama para s
    Ama
    mero 22.
    Precia-se de uim ama para aozi-
    nhar : ia ru# d> Barao*dt fictorta op:
    X ruadiCpesp'),\mdas ,'i nirlaspara Tf^ l6Dd0'" 't'"''".0rn
    DE mais delica3ai c0*' e modern'ssunos
    Ama p/f'!'ase de ama ama .jue seja boa
    cvl"<* eozinheira, para casa de rapazes soltei
    ros : a tratar nt raa Baque d& Caxtas 43.
    Ama. Frcise de urn* para engommar : "a
    Tatar na rua da knperatriz n 78 A.
    Ama Prec'/a se de uma ama pa casa de pe-
    qawa familia, em Boa viagem : a tratar
    a rua do Torres n. 12, primeiro andar, das 10 bo-
    ras da manha as 4 1a tarde.
    i\ao se prestando o pequeno espaco do armazera
    n'j j a rna da Madre de Deos. Para um abaste-
    cido deposiio das diversas marcas de fumo, que o
    abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
    diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
    denominacao de
    Armazera do fumo
    A' rua do Amorim n. 41
    com todas as proposes desejadas, e onde pode-
    rao os seuhores Jreguezes dirigir-se, certos de
    que, como ate" aqiir. acharao sempre a par da mo-
    dicidaue dos precos>a maior sinceridade possivel.
    hnlre as differentes marcas de fumo da Baliia e
    l.io de Janeiro, que lem sido aominciadas acaba
    de chegar uma encommenda especial, e que muito
    deveconviraos senhores freguezes. Consciente o
    aba xo assignado de que r.este genero de negocio
    nao esta sem competidores, fara muito por ovilar
    que lambera o: tenha com relacao ao pequeno lu-
    cro que procurara obler da dita mercadoria.
    ______ Jose Domingue- do Carmo c Silva,
    JLVJL'jlT
    Estd encouracado I!!
    Affiia mole em pedra dura
    lanto da ate que a fura.
    Roga-se ao Film. Sr. Ignacio Vieira de Melt
    crivao na cidade de Nazareth desta provineia
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a eon-
    cluir aquelle negocio quo S. S. se compromeUeu a
    realisar pela terceira chamada deste jornal, em
    BBS de dezembro de. 1871, e depois para iansiro
    passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprra
    e por este motivo e de novo chamado para dito
    am, pois S. 8. so dfive lerrtbrar que este negocio
    de mais de oito annos, e quando o Sr. seullho S(
    achava nesta eidade
    Liijiiidaciio
    Grande ese
    la
    So on/20
    pcoprias para luto.
    Sediahus a UWN>
    0 Pario wnde sedaa cam fetrmtes de
    cores a 15WJ00 o covado. Ditas ex>m pal-
    minhas a 2$00O. Ditas com toque de mofo
    a 19000 e 1C400.
    CAMBRAIA VICTORIA A 4?00, 4JW00,
    OffOOO E 7*000.
    t) Payao vende um grande sortimento de
    cambraia Victoria e transpa rente com
    8 1/2 varas eada peca, pelos baratos precos
    de 4J6000, 45500, 59000, 69000 e 7*000
    a peca, assim como, ditas de saipico bran-
    co,.a 7^!)00, e pechincha.
    NOVAS LAZINHAS jA 560 RS.
    0 PavSo recebeu pelo ultimo vapor utl
    elegante s jrtmento das mais lindas laiznbas
    as
    * < lfa 4a csftiaina.
    METINS CIIWEZES,
    Proprios para vesiido-, os mais moiernos, pelo
    dirainulo prego de 280 rs. o corado, e pachineba
    Dao-se amostr.-s.
    ORGAN DYS DE COHES.
    droes, que vende pelo berato prege de 560
    rs. o covado, a rua da'Imperatriz n 60.
    LIQUIDACAO DEROUPA PAR\ HOMENS.
    0 Pavao rende om grande sortimento de
    roupas para homens, sendo palitots saccos,
    Iditos fraks, lanto decasemira preta e de co-
    l res, como do panno ; assim como um avul-
    laencao.
    10,200
    Pe3e-se ao Sr. Jos Caelano, da America IIlus-
    iraiu, o favor ie appare^er na rua Primeiro da
    Mar.'Q n. 7 A, 1 andar, a negorio de seu intercsse
    scravo fugido
    0abaixo assignado recomenda as autoridades a
    eaptura tie seu moleque de nome Daniel, criouln,
    com 13 annos de idade, olhos grandes, tem um la-
    1 ho n'oin pe ; assim como, gratifica com 50lf00
    a ira*U]U< r particular que o apprehender e o levar
    4 rua do General Seara; antiga rua do Jasmim
    c. ;0, rnjo moleque fugio no 1." de dezembro do
    anno pasiado, e consta iransitar nesta cidade, fl
    eanlo muito gr;.to a quern o apprehender ; assim
    eoroo declara qne houve este moieque por compra
    a r,ni'h"rme Frfderico Daegel, o qual comj-rou
    ao Sr. Thome R drigues da Cunha.
    " PPBEII-SE
    da pra<.a do Corpo Santo, rua do Marquez de Olin-
    da a estapao do> trilhos urbaaos da rua da Au
    rora cu da estacao ao Voradouro em Olinda, uma
    ehapa de ouro do pulceira com 6 brilbantes pe-
    feenos, finginJo alfinete de peilo ; quem a achou,
    querendo enlregar ao dono, pode leva-la a rua pri-
    ineiro de Marco n. 19, loja, antiga do Crespo, que
    sera gratificado. :'edo-se a pessoa, que no sabba-
    do 18 do eorreo'.c licon de voliar as 5 1|2 horas
    da larde, que faca favor de apparecer a qoaJquer
    hora do dia,que rnconcontrara a pessoa qae per-
    deu dito ohjecto.________________________
    C n-ttndo ao abaixo assignado que a Sra. D.
    Helena Maria Cavaicaote de Albaquerque, mora-
    dora i.a I lade da Esca a, ouer vender o escravo
    Jzido- /. j, i>sta em seu poaer por contemplafao
    de bmilm, previne-se, ao respeitavel publico, que
    aa3 lacam nogo-.lo, pois essa seQhor' pouco ou
    aada tem no mesm, esSm os herdeiros do seu
    "r" mando Jose Joaqoim Cavalcaote.de AI-
    Miqnerqae, como mostra-se pelo invenlario feito
    mas Alagoas. Utiafia, 14 de abril de 1874.
    ______________Antonio da Silva Marques
    Aluga se o armazem da roa Direita n. 9o,
    ropno para qoalquer estalialeciraeuto : a tra'ar
    i.- -^nsistorio da ordem terceiri de S. Francisco
    Precisa se de uma senhora que esteja habilitada
    para ensinar o portuguez, franoez, piano, cosluras,
    b&rdados, etc., etc., e quo queira ir para um en-
    genho pei to de uma das esiacoes do Recife a S.
    Francisco, para ensinar a umas menioas que ia
    esiao pnncipiada--, paga-se 1 000^, e grafcfica-se
    gradaando : a tratar Das Cisco Poutas n. 82.
    m BACHAREL MIGUEL AMORIM v..
    Advogado *T
    ** Rua do Imperador n, 71.
    Arrenda-se o engenho Penderaca, d'agoa-,
    com proporcoes para grande planlio de canna e
    cufe, dista dellnatres legoas ; assim como da-se
    nos fundos muito bons terrenos para levantar-se
    outro, por annos : no mesmo engenho, a^ralar
    com o !-r. capitao mor, ou a rua do Imperador
    D. SO.
    -Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar com
    o Sr. Antonio Jose de Freitas, roga portanto o fa-
    vor de apparecer a rua da Cruz p. 6, armazem.
    Fugio uma escrava mulata, de nome Maria,
    perlencente aos herdeiroe do fallecido Dr. Jose-
    Felix de Brito Macedo, a qual se aclia ausente des-
    de novtmbro de 1872, com os signaes seguinles :
    cabellos carapiolios, cara red -ndj, olhos amarel-
    los, um panno na face eaquerda mais alvo que a
    pelle, desdenlada, seio pequeno, allura regular,
    um coraeao azul no brago esqucrdo, pes grandes!
    ternozelos grossos, anda dizendo que e forra : ro-
    ga-se a quenj a prender, leva-la a rua da Impera-
    triz n 13, qne sera pago o seu trabalho.
    Hicas bandeijas
    Para asamentos, bailes e baptisados.
    (Juem qnizer obler uma bandeijs ricamenteen-
    reitada, dirija-se a Confeiiaria do Campos
    i& maiidando ou indo encommendar, ja com-
    pranio alii tudos os enfeites, constaudo do segain-
    Bolos finos para enfeitar.
    Doces saborosissimos para enfeitar.
    Figuras allegoric s para enfeitar.
    Papeis airendados para entei ar.
    Bouquets para noivos.
    Alii
    Kncontr?. se sempre o segointa :
    Fiambres ingleies.
    Budins >
    Bolos ,
    Plea de 16 duos.
    Fatias dedito pars parturioates.
    Pasteis em prpfusao..
    Fflhos (.sMii/i t de imlcxna).
    Doces em cakla, ratadoe secco.
    Bolachinbas de mil qualidades.
    (Sugar Waders vanilla) para dietas.
    Gehk de mocoto, desiufectada.
    Amendoas, confeitos, etc.
    Cha verdideuro, das i^ravaoae.
    Cafe de Java (rent deiro).
    Tudo isto ua
    CONFEITARIA MO CAMPOS.
    .**!** HD.MnCora bonitos C^i^ pelJ d.imi- iUlJo sortimento da cal^as de ea CsKosts.20 Vm0' e ^hf^' decor, de brim d8w.br.neo, eum
    CHITAS COM PANNO DE CRETONE. grange sortimento de colletes de todas as
    Fazenda finissima, cera lindos podioes, pelo di- i qua'i(lades.
    miauto preco'de 3!0 rs. o covado, so se vendo, I Teado tarabem u-m bom sortimento de
    epechmcha! D| o-ac'amoatra, jcamisas inglezas e francezas ; assim como
    rnmn\a,n c. 7 raWLtXSb de ceroulas de linhoe de algodao, e vende
    -arftra*. tATfiuss! air roupas a "*** peiba-
    Dao-se amostras. ralissimoprego, porquerer Iiquidar, na loja
    CASSA LANE. da rna da Imperatriza. 60, de Felix- Perei-
    Grande sortimento desta fazenda, com os mais ra da Silva.
    bonitos padrSes que tem vindo c que vende se Acha-se constantemente aberto '
    0 bacharel Joaquim F. Chafes JuDior, advo-
    gado no f6ro de Palmares, incumbe-se de cobran-
    cas amigaveis ejndicia^s na mesma comarca.
    Aluga-se o 1 audar e o armizem do sobrado
    da rua dos Bargos (Recife) n. H : a tratar na rna
    da Praia n 20, com Jose Feliciano Nazareth.
    Aluga-se o pavimento terreo da casa n. U a
    rua do Rangel : a eufender se com o proprieta-
    rio no 2 andar da mesma casa.
    Da St socielade em uma tav^rna bem afre
    guezada e em bom local, a uma passo* de boa
    conJucta, e que entre com algum capital : nesta
    typographia, carta fedrada com as inicfaestH P.
    R. C.
    Escrava
    ft llcgw prlicufar
    DE
    instrucgao primaria para o
    sexo feminina
    D. Francelina Djrnellas Pessoa, achaado se ha-
    bilitada na forma da leis reguladoras da iqs-
    truccio puHica da provineia, abrira no dia 1. de
    maio proximo futuro, na casa n. M da rua d
    Barao da Victoria, um collogio, em que serSo
    necebidas alumnas pensionistas, meio-pensionistas
    e externas, a/im de se edncarera religiosa e civil-
    mente, de se ta-truirem nas materias de um- com
    pleto curso rlementar, de se aplicarem a obras de
    agulha e bo.-dades de todas as especies, e a tra-
    balhar em flopeft, mediante uma razoavel remu-
    neracSo. Os Srs. pais de familias poderao desde
    ja dirigir-se ao meneionado cdlegio, onde ser-rhes-
    h5o dados o necessarios eselarecimentos e infor-
    macoes, e onda .eoeontrarap aberta a matricula
    para as educaadas.
    Recife, 15 de abril de 1874.
    . Aluga-se um pieb para todo servico, inclu-
    sire cozinha, por tambem entender : a tratar na
    praca do Coriio SanW a. 17, 3* andar.
    tem
    pelo diminulo pie;o do 2U0 rs. o covado ; 6 pe
    chincha I DSo-se amostras.
    CrflTAS CLARAS.
    Com bonitos padrdes, que se v^nde a 260 rs. o
    covado ; e pechincha I Dao-se amostras.
    110LLANDA.
    Brim Ifollauda, liso, o que ha de mais fino, pro-
    prio para costumes de homens e meninos e ves-
    tidos para senhoras, por ser muito fino e linho
    puro, e se ven Ie pelt diminulo preco de 560 n.
    o covado; 6 peciincha f Dao-se amostras.
    BRINS DE CORES.
    Brim do cores, linho puro, com bonitos pa-
    droes e qne se vende pelo diminuto preco de S60
    rs. o covado ; e pechincha f Dao-se amostras.
    CAMISAS DE CRETONE.
    Camlsa- de cretone, o que ha de mais fin^s,
    com lmdus padroes e quo .-e vende- a 40^000 a
    duzia e 3*300 cada uma; 6 pechincha I so se
    vendo
    Assim como um deposito de mais fazendas que
    se rendcrn por menos do que em outra quaiquer
    parte, como sejam.:
    Cortes de casemira de cores a 45 ; e pechin-
    cha I
    Idem de brim pardo fino a 14300; idem.
    Colchas de fustao com ba-ra, muilo grandes a
    4j ; idem.
    Idem idem brancas, idem idem, a 3i ; idem.
    Obertas de chita adamascada fina, idem idem
    a 3*300 i idem.
    Leui'des de bramaute, idem idem, a 2f ; idem.
    Toalhas alcochoadas a 55300 a duzia ; idem.
    Lencos de :a idem.
    Idem iieio idem brancos abainliados a 25000 ;
    idem.
    Idem em caixinhas muito lindas a 35500 a
    duzi..
    Seroulas* .e linho e algodao a 18* a duzia.
    cambraia Victoria fina a 3J800a peca ; e pe-
    cUtaclia.
    Algodao marca T largo a 45300 e 55 a peea.
    Madapolao fino a 45800 a njga.
    Madapolao fraaeez muito fino a 65 a peca.
    Brim pardo muito lino a 400 rs o covado ; 6
    pechJnoaa.
    Cambraia transparento, o que ha de mais fioa
    a 65 a peca.
    Baptista* de cores modernas e com lindos pa-
    droes a 400 rs. o covxJo e grande pechincha I
    Dao-se amostras.
    So o n. 20
    aso de noite.
    5000, assim como um rmnito aortiBaenic.
    desatesbrancas, bordadas, a 80000 e 6fW,
    ,e ditas de lfisinha de cores a $0o"OO : d.pe
    ehiiiclia.
    CORtlNADOS BORDADOS PARA CAJB4 E
    JAKELUS, DE 7 ATE' 250QO 0 PAR.,
    0 Pavao veada una gvaodo sortimento de
    cortinados bordados, proprioa para cema e
    janellas, pak> barato precede 7#0U0\ 8J000,
    10,9000 ate 2cWK8, assim cuno : colxas
    de damasco de la muito tiua de 109000
    129000 cada uwa.
    BRAMANTES A 19800, 29000 29500.
    0 Pavao vende bnamentes para ler^6es,
    tendo 10 palmos dp largura, sendo o de
    algodao a. 19800 e 2*000a vara, e de babx-
    a 29KH), 29800 e 39000a Tara: 6 pecbin
    cba.
    CASEMIRAS A 59000, G90OO E 79000.
    0 Pavao veutle cortes de casemiras para
    calcas, sendo padnoes modernos, pelo bara-
    to pre'Qo de 59*00, 69000 e 79000 o corte,
    assiiw coroo: pannes pretos dos merhores
    que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
    f09000. *
    ES.MERALD1NA A 800 RS.
    0 Pavao recebeu um bonito sortimento
    das mais elegantes esrrreraldinas [com listras
    de seda, sendo em cores e padroes aa mais
    novas que tem vindo ao roe*cado, proprias
    para vestidos, o vende pelo banrtrseimo pre-
    co de 800 rs. o covado, a rua da laroeratriz
    n. 66.
    - ^ PAVAO, das 6 boras da roanba
    CALCADO
    eslrangeito.
    Paris n'America, 4 rua Du-
    que de Caxias n. 59
    Grande pechincha
    Oiapeos tie sol cabo A? maiiim a
    12S00O r
    Com seda tranc-ada e hastes de raeia cana, na
    tog da Rosa Branca, a rua da hnperatrii n. 56,
    Charutos e cigarros
    dos mais finos e das melhores marcss, do Rio-de
    Janeiro e da Bahia :
    primeiro andar, acaba de receber um complato i
    soriimento de calcados estrangeiros para homem e! Janeiro e da Bahia: no armazem do fumo a
    senhora, vindo entre elles um Undo sortkaeuto de do Amorim n. 41, de Jose DomiuiUca do Carmo e
    elegantes chiqmtos, sapalinhos e botinas para Sir-a. ^ e
    cnancas, qne tudo vende por precos razoaveis.
    Panuo de algodao da Bahia.
    Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
    Fai ia : na rua do Amorim n. 33.
    Fumos
    Da Bah a e do Rio. vende Joao Rodrigues de Fa-
    aa, rua do /morim n. 33
    E barato!?!
    Lindas las escocezas.
    De varios padroes, e inteiramente modernas, a
    360 rs. o covado : na rua Primeiro da Marco
    antiga do Crespo n. 13, loja das columnas, de An-
    tonio- Correia de Vasconeellos.
    Cliaptospara soniiora.
    A loja do Passp a rua Primeiro de Marco a.
    7 A, recebeu pelo 'ultimo paquele, um rico sorti-
    mento de chapeos para senhora, ultima moda e
    vende por preco commodo.
    A California
    A 59SOJ).
    cortes de graaadiwa coaa listras flores,
    mais liuda possivel, com 18 covados
    cada corle, pelo barato prepo de 55 ; isto so se
    vendo para admirar : na rua Prio*>iro da-Marc*
    Lindus
    fazenda a
    DE
    Fazendas baralas
    Precisa-se de uma para fazer as compraa e o
    mais servico de casa de pequena familia, e que
    seja de boa conducta : quem liver e quizer alu-
    ger, dirija se a ma da Imperatriz n. 15, primeiro
    andar.
    m
    A viua do bacharel HanberPTF
    miao- dp Mello e sens fiMros agra-
    decem cor-dialmeate a todas aa pes-
    soas que fizeram o obsequio de
    acompanhar os restos morlaes de
    seu sempre cnorado marido para o
    cemiterio publico da villa do Cabo,
    oeonvidam aoi sens pafaajas e aaaamigos do
    mesmo finado, para a missa da satiate dia, que
    farao celebrar oa capella de Santo Amaro da re-
    feridaj, villa, a 2i dajorraqte.
    r raa AavCrespo, loja das 3 pjrtas.^i.*^^ SW*00^
    n
    DE
    .l II If I It ^PI ft C.
    Junto it lojn da esj5n>.
    eilabcleolm<>iito acha-ic Aberto
    tins O Iioium dJt mil nil ;< s >
    liortas da noite.
    \a rna do Qaeimado a. -13.
    D.fronte da pnea da Indepandencia.
    I E' para Iiquidar I I
    I Laziahas a moda a escoceaa a 200 e 240 rs. o
    covado.
    peca.
    Santa casa
    Empreza do gaz
    A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
    pubheo que recebeu ullioteraente um espleodito
    sortimento de lustres da vidro, candieiroB, u&or, >
    delas e globos, cujas amostras estao no escriplorio
    a rua do Imperador n. 31, a senaa vendidos aos.
    sens freguezes pelo.preco mais raapatvel possivel.
    Oozinloar e engammar.
    Precisa se alugar ama, escrtwa que salte"eettf
    nhar e engommar ; ^ para casa de pequena fami-
    lia : na rua do Vigario n. 16, 1. andar.
    ttoje, tnge imo dia do faJlecimento da irma
    Viala, ex-suieriora da casa dos expostos, manda a
    junta adminisiraiiva da santa cara celebrar por
    sua alma, na igreja de N. S\ do Paraizo, pelas 8
    horas da manhiJ, ama missa fofeqalem com rae-
    .mento, cantada'^ielasrespec'riVas educahdas com
    acompanbamento de serapluna. J? de e.'.perar
    qua a esse acto comnareca toua a junta, nao s6
    por ser o cumprimento de ama Bsposlc5o do con-
    trato, como ainda em homenagem a meraoria da-
    quella, que tao bons servlcos .prestou ao esabele-
    ento que lhe e.-tava confiado.
    _inwv^ -'>-">* *; <^8P,HWW|y'"'~'
    j; Desappareceu do sobrado da rua da Dniao
    '*. 15, ao amanhecer de +aje 20>do corrente, utea
    'gitteingleza, eefldh BranMcoraWfttias amarelies,
    tem no pescojo uma Ota encarnada, donde pende
    um gaieo, dfti metal : se alguem aohoa e queira
    restilui'radirijarse a mesma casaiqtw'sera redom
    penshdo-, Ofand^setmuitiss'ino obrlgadv.
    Veade se larangeiFas sHecfas e de umbigo,
    tnxeriadas, como nao ha iguaes em qualidade, e
    de todo -tamanho, a$fka como sapoiizeiros e aba-
    caiizeiros : na estrada dos .\iDictos, silio da viuva
    Quintella. _______
    Vende-se um piano de Hlonden, por barato
    pre>o : a traiar na rua do Imperador n. 10.
    VENDE-SE
    pes de sapoti, abacate, fiucla paaj romeira, figuoir
    ra, larangeira cravo, parreiras" rozeiras, dhalias e
    outras flores e fructas, todo por poeco commodo :
    na Boa-Vista, ma do* Visconde de Gjyanna, outr'o-
    ra Mondego n. 101,
    Cambraias $% cores
    eovido.
    a 240 rs. o
    Na rna do Qaeimado n. 43, defronle da praci.
    nha da ladepeudencia.
    Cambraias de cores, padroes: utiudiahoa a 240
    rs. o covado, 6 barato.
    Dao.-se amosira9. ^_^,
    icguem a pechincha!
    Panama de lindos padroes, fazenda inteiratnen
    te nova e qua se vend* a.700^ rs. o covad),
    rs. : na rua do Crtespo m 23A, loja da esljotna;.
    T3S
    _ a peca.
    Dita Victoria Una a 3*500 a peca.
    Toalhas lelpudas a 500 rs, uma.
    Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
    Algodao T saperior, pouco sujo a % e 4 j a
    Madapolao, pouco suja a 41 e SI a peca.
    C' ila, fasend'a propria para roupa de escravos a
    200 rs. o covado.
    | Lencoes de bramante a 2*.
    Briniznhos de listras proprio para vostidos a 3*200
    o covado.
    Veaham ver, so na loja das pecWncba*.
    Dao-se amostras.
    FAZENDAS
    1B*.R.%TA
    Na rua Daque de Caxias-n 44, confroote a
    pracinha da Independents, esquina do
    becco do Peixe Frito.
    Melins para vestido a 360 r. o- covado.
    Granadine de cores a 500 rs. o covado.
    Lis escossezas a 280 rs. o covado.
    Chitas de diversas qualidades a 210 rs. o covado.
    Brim trancado pardo, claro, muito bom, a 360-
    rs. o covado.
    Lencos de oassa com barra a JU a duzia.
    Ditos brancos a '1 *600 a duzia.
    Ditos de linho abanbados a 3*500 a duzia,
    Cambraia Victoria a 3*500 a peca.
    Toalhas adamasaada? a 400 rs. cada uma.
    Veude-se
    uma marqueza de amarello, um par de censoloa
    I de j.caranda, e um pequeno toucador tambem de
    jacaranda ; tudo usado, porem em bom estado, por
    ^40 barato pre^o : na rna Imperial n. 125.
    < Na nua Duque de Caxias n. 103 "vende se
    ! por negocio vantajoso para o comprador, aeoSet da
    companhia dos trilhos urbaaos do Recife a Olinda.
    Sobrado
    Vende se um bom sobrado em uma das melho-
    res mas desta cidade : a tratar na rua do Mar-
    quez do Herval n. 29, taveraa, oaiaa rua da Im-
    peratnz n. 10, taverna. __________
    Vende-se um sitio a reialho, na estrada do
    Arraial, que fiea na procedencia do sitio dos Bu-
    ritis, sendo este sitio n'uma leealidade muito ex-
    cellente, Picando no centro du. tres- estradas, por
    preco muito commodo ; tem terreno de 2* o pal-
    mo, com 240 e 250 palmos de fuado ; asstm co-
    me, tem terreno para varios precos, com faado
    de 400 a 500 palmos, com muitos arvoredos, com
    murtas baixas e sendo muito boas, um riacho que
    ccrrc por dentro do mesmo sitio, com du* casas
    seaslo uma dj pedra o cat, feita a moderna, com
    4 quartos, 2 salas de bom tamanho, e grande la-
    ta Ja de parreiras, muilo bom barre no mesmo
    ailio: quem pretender pjde vir a quaiquer hora
    qne-achara cora quem traiar. Outra casa de ma-
    deira com 3 quartos e d.iaa salas e cozinha fora.
    Linho com listra de seda a
    500 rs. o covado.
    Linda fazenda.para vostidos, este preco e para
    acabar o resto.
    Loja da Rosa Branca, rua da Imperatriz n. 56.
    Balcao
    Vendem se dous daamareWo, envernisados, com
    pouco usor proprio* para loja de fazendas, njiude-
    sas ou ouiro^qoalquer negocio : para, ver na ma
    da Imperatriz, fabrica-de eigarws dos Srjsv LTysses
    & Irmao e i#aiar com Poeaa Si C, rua Estreila do
    Rosario ruO.
    ir
    YENDE-SE
    Granadine eom lindas cores, vende-se por 600.um boi gordo e manso, acostumado em carroca :
    s. o covado : ma !. o> Marcon. 7 A. 'quem o pretender dWJt-te, a rna da Florea a: 5.
    DE JAVA
    0 unico Vjejc4ajd^eirQ ven-
    de-se na confbitaria^ do
    Campos
    ^----tapenrierM- "
    for todos os v^popes re-.
    cebe-^se nova remessa,
    Pechincha de chafes
    A t9500, 1^800, 29000, 295^)0 e 8900O.
    Mende se chapeos de fellro. ftoo, de diverges
    modelos, pelos precee aeina ditos, que e menos
    de metede-de aeus valoree: Ba rua Duque de Ca-
    xias n. 88, lote-dyPemettto Bastoa.
    \rmim\ ppogresso
    Batatas'novas
    giga,
    a 30 re.* liera, -e a 700 rs. a
    CtQUri^as navaaa480 .*!%*-
    LARGO D,\ PgNttVlN. 10,


    II


    ;
    r
    'i
    -
    Dfeffc WAmtuBkub tfertjd feira 2ft-#'|jM9l,i-l!t
    mento dos mais que negociam no mesmo gtHtttl
    veem scieniifi^ar aos, seus bans freguezes qePpre-
    veniram aos sous coiyespondeutes naj diversas psr-
    jas d'Europa para fhes enviarflh'pdr tpdcs dspa-
    qtietesbs ofcjectbs mi' Itnw'e both gosto, qua se-
    jam mais fcm fltefttt^risg Jocledttdes eWgariWs
    daqaeUes paizes, vis-to a prat i mar m a tempo de
    (esu,ejn,qae o bello seia desto liuda Venaxa
    mats osfeuta a riqueta de suss teiUetles- ; e co-
    mo jS rtcPfiPSsem pel* paqaetfs fiktidez fflwrtp
    irtigos da ultima mods, ven pasehtear algnns
    d'entrt eltes que se tornaiti giaie retohmeniaveis,
    lifperando do respeitavet publico a eostumada
    coacurrencia.
    AdeW^os '(fe taharnga os mafs ffndoi qbe feem
    viodo o mereado.
    Albuns corn rieas capas dp madreperola e ds
    velludo, seado diversos tamanbos e baratos pre-
    osi.
    Aderejo'S cdrhbfetos de boiYactia' prrbrtos' pSrra
    1016; taafteHi se tendem neies adere{o flteitc- too-
    nitos.
    Botoes de setim preto e de cores para ornato da
    vestidos de serjtofa ; 'tambem lem para cotlete
    psBlot
    BotSas para senhom, existo am bello sortimea-
    de sed, de palha, do chagrim. etc., etc, for
    barato pre to.
    Donecas de todos 03 tainannos, tanto de louca
    toma de 'ceri, de bprracha e de massa ; chafrii-
    rrioS a aTteotfao dais Exmas. Sras. para este artifo,
    pois as vews tornahvse as criancas um pouco ira-
    pertinentes por falia de am obiecto que as en-
    ire'.enliam. *
    Carmsas de Imbo risas e com peitos bordados
    para homem, vendem-se por preco commodo.
    Caroula* de linho e de algodac, de diversos pro-
    mos.
    Caixinhas com musica, o que ha de mais liudo,
    com, tfljtjcos p. As tatnpas e proph'os para presen-
    Coqafes os" ma is modemos o de diversos forma-
    10s. ., ..... .,.
    Chapeospara scnhora. Keceteram rim sortimento
    da ultima moda, unto para sehliL-ra, como para
    mentmis.
    Capellas sirnples e com vio para noivas.
    Calcas bordadas para meiiinas.
    Entremeios eslampados e bordados, de lindoi
    tteecnhos.
    Escovas el(jclricjs para dantea, tem a proprie-
    dade de evitar a carie dos denies.
    Franjas de seda pretas e de cures, exijte am
    6-iadfe &ftim?nto 8e diVercas raffcurts e baraio
    preco.
    Fitas do Sana, do jirg!''^. de setim e de cba- *
    a^lo'e, de diwrjas larguras e boeiiAs cores.
    Facnas de gnrgurao irritto Jihdas.
    Fi.^w arti?lcla..,s. A Predilecta pritna em con-
    efvar scmpm um bello 0 grande sortirneate des-
    as flo-es, nSo so para enfeite dos c^bellos, como
    tambem para orqato de vestido de noivas.
    (aJoes deiiigodao, de la e de seda, brancos, pre-
    tos e de diversas crrtes.
    Gravata3 de seda para homem e senhoras.
    Laijos de ealr.braia e de seda de diversas cores
    par4 Mwcora. ,
    Ligas de s(Ma de cores e braneas tiordadas para
    niiv'a.
    Livrttt' part wvir Inism, com capas de malre-
    perola, marriin, os-o e vetludcs tudo que ha -de
    bom-
    Pentes.de tartaruga e riiarfim para alrtaf 03 ca-
    telbs ; teem tambem riara timr cas{>as.
    Port bdn^ueti Orn bello sortimetrra de madre-
    perola, marfim, Osso e dourados por barato ppe^o.
    Perfumarias. Jfesje ariigo esta,a Predileetabem
    provida d5o 56 em extrac'tos, comb em olebs
    t.anhas dos melh'ores 03ore3, dos mals aTaffta'dos
    'abricanfes, LotibfrJ, P'rver, S&eieoade Hygieniea,
    loadray, Gosnel e Hrmel ; sao iadispensaveis para
    a fe8ta-
    Saias bordadas para sehhora, por commodb
    preco.
    Sapatmhos ie la e de setim bordados ,para bap-
    ttsados.
    Tapeles. Heeebeu a Predilecta um bonito sorti-
    mento de diversos tamanbos, tanto para soTa co-
    mo para emYada de salas.
    Vestfrrfentas para, baptisftdo 0 qne ha de melbor
    gosto e os mais modernc f reoeben a Predilecta
    de or ar to pre^o, para ficar ao alcance
    qualquer bols-,
    Rua do Cabuganw 1
    Uranias de leqiie,
    Palmciras imperial?,
    Coqueiros,
    Cyprestrcs hdrisonfcaeS.
    Quern qnizer fazer um pomar com difti rentes
    qualidades d.- fractos, ou arborisar algnmas ruas,
    on plantar algum jardiin, e so diri*ir;se 'a'O sftio
    do Abrig.', envOliHda, onde achara o qtie quizer,
    on der\ar o pediti >-por escriplo na loja da rua da
    i.adeia do IWcife n. Si, indicaudo para onde qner
    cue mande-se, etc.
    Seraentes de hortali^a.
    Ftua do Marquez de Oiioda n. 53.
    Fogao de ferro economico
    Vende se um chegadoha poueosdias, tendo fo
    nalhas para lenha eTarvao, Trno psra sssar
    depofito para agua* qnente e lopar para'sb gffaT-
    dar qnente as comidas depois de feitas; estes fo-
    goes tornam-se recommendaveis porque sao de
    ferro batido, e fabri(;ados com perfeicao e coii-
    nham com mtii diminuta Icnha : na rua do Apo
    n. 20 _________________________________
    'Vende-se ou arrenda-se, noestadoBm
    qne se ach'a, mn st'.io nafreguczi dos Afo-
    gadosn. 18, eKno proprio.com 349'pnrAi'os
    de frer.te e 058 de fundp : os pretendtrrtes
    dirijam-se ao seu proprfeUrio, na rua de
    S. Francisco, so> rado n. 10.
    Vigor do Cabello
    DO
    Br. Ayer,
    Para a renovado do ca-
    bello, restituicSo de sua cor,
    evitaJidade primitiva e nat-
    ural.
    i
    -*
    -r-
    Rua 4a Impdir*6r'&'.
    MBNDES GUIMAMES ^ MS
    Acsba de recebor tfrrt
    i

    i!|iO|Hj
    U

    resma
    ^rande iiMWe^'o hi fhcrt'fa'-. "^r. t H \
    COOf'
    .QROSOBNAPLE PRETO A HJ8C0-
    Vende-se grosdeoaple, preto pata vestido
    do senhoras, a i#800, 29, 39, 49, e 59 o
    covado. i uu
    VkMO PRETO A 2**00. .
    Vendd-se panpo prcto de duas larguras,
    para oalflas e.palit6ts,. a 2950< 39, 39*00,
    49, a 69000 o covado.
    CORTES DE CA&EMIRA PR ETA A 590d0.
    Vinde-Sja, cortea deca^emira preta pira
    calcas, a 59j 69, 79 e 890u0 o corte.
    MERINO' PRETO A 29800.
    Vende-se merind preto fino, a 29800 e
    39000 q covado,
    fiOMBAZ NA PRETA A 19SO0.
    Veade-se bombaz na preta enfestada, a
    19500, 19800 e 29000 o covado.
    ALPACA PRETA A 500 RS.
    Vende se alpaca prcta Una, a 500, 640,
    800 rs. e' 19000 o covado.
    FAZENDAS DE CORES E CAJIBRAIA
    1UUNCA A 390C0.
    Vende-se pegas de cambraia breiica trans-
    parente a 39, 49,59 e 69090, ditas de cam-
    braia tapada, Victoria, a 39, 39800, 4-9
    e 5S00Q,.
    CORTINADOS PARA GAMA A 1690C0.
    Vende 8ecortlnados bordados para cama,
    a 169. 209. 259 e 309000.
    CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
    Vende-se carubraia de cores lints, miudas,
    a 300, 320 e 360 rs. o covarto
    CHIT AS LARGAS A 200 RS.
    Vende-se chitas l^rgas para vestidos, a
    240, 320 e 360 rs. o covado.
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largo a 19600, 1C8C0 e 29*00 o metro.
    MADAPOLAO A 39000.
    Vende-se pecas de madapolao enfestado
    a 39000. Dito inglez a 49500, 590
    55500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
    COR^INADOS PARA JANELLAS A 89000,
    Vtnde-se o.par de cortinados bordados.
    para janellas, a 89 e 1090( 0 o par.
    ALGODAO A 49000.
    Vende-se pe^as dealgodao, a 4^, 59 e
    69000.
    CEROURAS A i9000.
    Vende-se ceroulas de algodao, a 19000,
    ditas finas de bramante a 19500 e 29 cada
    uma.
    CAMISAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se camises bra'ocas finas, a 29,
    29500, 39 e 49000.
    BRINS DE CORES A 400 RS.
    Vende-se briris de cores para calces, a 400,
    e 500 rs. o covado.
    CHA ES A 800 RS.
    Vende se chales de la a 800 rs., chales de
    meririd de Cores, a 29, 39, 49 e 5900O.
    ' trOLCHAS DE CORES A 2$0C0.
    Vende se co!chas de cbres para C3 ma, a
    29,39500 e 45000.
    CHITAS DE CORES A 360 RS.
    Vehde-se chitas finas de cores, a 360 e 400
    rs. 0 covado.
    ALPACAS DE CORES A 500 RS.
    Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
    640 e 800 rs. 0 covado.
    TAPETES A 49500.
    Vendfc-se tapetes para salas, de diversos
    tarrianhds, a 49*00, 59, 69 0 89000 cada
    urn.
    LENCOS BttlNCOS A 29'00.
    1 .Vende-se leii?os brat cos ti os, a 290OO.V
    .29500 e B9 'Uizfn, ditos de linho, a-i9l
    59;e. 69*00 a iluzin
    CROCHES PARA CADE1RAS A l#300.
    Vende-so panuos de urochopera c/deirjs,
    a 1-7500 cada unj, colcbas de di 0 para
    noivas,. ,
    MADAPdLAOFRA.\GE7.A7900O. ,)
    Vende se pc^as de :nadapola" fnnccz
    mnili lino, a 79, 89 e 1*09000.
    BRIM' PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
    Vende so brim pardo para calcas, a 400
    rs. 0 covado.
    COlllKS DE GASEMIRA DE 59000.
    Vende-se corUs de casemirade cores para
    calcas, a oj?, 5^500 e C9000.
    GROSDE.NAPl.i: TRETO.
    Vende-se grosdenap'e prelo com 4 l'/i
    palmos de largora, a 59 0 covado.
    ESGUlAO FINOA29000.
    Vtnde se csqufiio fino de lii.bo, a 29,
    29500, 35 e 49 0 metro.
    CHITAS PAH A COBtRTA A 280 RS.
    Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
    rs. 0 covado.
    BHIAI BRANCO A UOOO.
    Vende-se brim brarico de hnbo, a 19,
    19280. ^96100 e 29 0 m*tro.
    BRETAS4IA DE LIMIO A 640 RS.
    Veade-se bretaiiha de liuho, a 640 rs. a,
    vara.
    FLANELLA t)E CORES A 800 RS.
    Vende-se flanella de cores, a 800 rs. 0
    covado.
    COBERTOBES DE'ALGOD'AO A 19400.
    Vende-se cobertores do' hello a i9400.
    Cbbertas crhaias, forrarias, a 49, no Bazar Naciooal,
    rua da Imp'eratriz n. 72.
    CORTES DE CXSSA A 3900.
    Vehde-se cortes deca'Ssa rfiudas a'39
    cada um.
    GRAVaTAS PARA SENHORA A iffW.
    Vende se gravatas para senhbrasj a 19,
    ditas para homens a 5C0 rs.
    ALGODAO ENFESTADO A 19C0O.
    faxeir^as^na^
    tiami'sas de oretctoe
    as mah moddrnas que tem vrado ao mereado, len-
    do'HsM-e eorrf Ibtrt*,- e qae se vende a 10*000 a
    ''6. II (ji .
    RuaPm
    Vendo so algod&o ehffstadb-pjra leh^6es,; > Brius do linha, branao de ?yrS e prato.
    it 1^)00 a vara.
    GRANDE SORTIMENTO DE ROL'PA FEfTA
    NACIONAL.
    Vende-se pa'litdts de panno pret", a59, 79?
    8^ e lO^QOO.,
    Vende-se palitots de alpaca preta, a 89,
    39500 e 4J000.
    Ved^e-se calras pretas de panno, a-*9',
    6^, 79 e89000.
    Ve'rtde-e colletes pretos, a 3$, 39500 e4
    49000.
    VeYrde-se cerbhlas, a \&,' 19800^ 29 e
    Vt nde'-se camlSas brrfricas, a 9ffij 89500,
    39 e 49600.
    . VeriVJft-se Ccmiss de chit's, a f^VeO'; 2^
    e 3^000.
    CHITAS PRETAS A 320 RS.
    Veode-se chitas pretas finas, a 320 e 360
    rimei'ro de Margo n 7 A
    etffio Sinides & C.
    E'*t Wt#48i cisi qbe hoje poaB'Witfprl-
    nK i)o so tti men to, dp fazeudas finas para grand* toi-
    me pern assi'm' para uso ordinario de twtw a
    , >.*W#e$os Varitajosbs, das (rdaes-faFurri
    pqoiib re*dm*\
    Mandam fizetidas as pa?as dos fretendentes,
    """?., nut^ tem pessoal oeeessario, e dao amostras
    niedianfe pennor.
    Cortes de seda de linda? cdres.
    (JrdfdeWa^les de^'todiB air c6res.
    Gorgurao braneo, luor-de listras, preto, etc.
    /S^ffli^tocae, nrlo e de cores-.
    S.prd0-
    Granadin* de ieda, preta e>,8 cres. '
    Popelinas de lindos padrCes.
    Wo da seda, brapco e.preto.
    mcas rjasquittas de seda.
    fifcacoWdte mJrin6"dec6re, IS, etc.
    Maoois brdsileiMs.
    Coits cin oambtaia braooa com liodoa borda-
    Wcas cajfemts B1 "manias para ridiVas.
    Itiquissimo sortimento de las com Hstras da
    Gambraias de gofes. -
    fitas maripoz.as, braoeav'izas e bordadas.
    Nanznqnes de Imdos padroes.
    Baptteta, aadrcVs ifrlieaites,
    Percal-ra-: dquslfOs,'pitetos e brnBCOS, Hatras,
    etci, etc.
    Brips de linho de co(, prowine oara vestidos,
    wmbarra e listras.
    Hi cos cortes de vestido de linho, e eilcs da
    mesma cor, ultima mod'
    UitQSjdes cambraja dfl eyres.
    'Fusiao de'lindas cores.
    Saias bordadas para' fe'uhoras.
    Cnmisas- bordadas para scnhora.-, de Hnbo e al-
    go^ao.
    Soitimentp dfluvas .4* VMdadajra (ahr'cai ^e
    Jbutln, para homens e 'seolioias.
    Vestuariris'para meninus.
    Ditos |>M' baptiiado.
    Cbapeos para dito.
    Tualbas e guardanapos adapiaicados. de lipho de
    cOr. para mesa.
    (-olebas de la.
    'j-riinados 'bordados.
    (JraQjesortiueato de oaiusas de imbo, lizas e
    bordadas, par a houiens.
    Meias de cores para honiens, rr.euinos e meni-.
    as.
    Ditas escoceaas.
    Jorpplfto sortimeptfl a*ftfiapeos de ?ol part ho-
    wens e seahtrss. 1
    Merin6 de cdrvs para vestidos.
    Dito preto, (rancado e dito de wrao.
    "^Inadd dB linho
    xU'aihado pa'do.
    Daeiafpode113.
    (huia t a Sift&uia ami ; 6 KecMaefeo.
    fiallanda
    c Srim pardo lisp, 0 qoo ha de mais Bno, corarum
    'todde ate aVaria,.* qoe se vende a 580 rs. 0 ftjva
    do, fazenda propria do pais por ser linho pnro,
    applicada para costumes de homens e de raenirm?:
    f.O na rua do Crospo n. 20, leja das tres portaa, de
    Gnifherme 4 C, iunto a loja daesouina.

    e algodao para toal
    nde-se
    VINHAM VER
    * *Jot E?pera*f*, rtt* Dnorrt de1 CaxISS il. 63:
    apreaaa-se era eonvidar a seas freguezes, com es
    pocialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
    todos
    guitites artigos expostos a venda e
    comtti:6d6s, co'mo sejam:
    aos por precoi
    FINAS BONECAS rnan?as e chofonas.
    iBONITAS E ENGRAQADAS vistas part sterios
    copioa, ..,
    COMMODaS LATAS para guardar cha.
    ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meniijai
    BON1TOS VASOS com Una banba e che5roso
    fxtracto*, traiendo cada fiasco um nctoe, uma iai-
    fialou um distico.
    FTrtAS
    d came.
    MEIAS Dfi SEDA, vlndo. entrp ellas coi
    Para quem goslar.
    A' Nova Esperanca a ma Duque de Caxias n
    OT, iacaba de ttceber tentos e caitas para 0 jogo d*
    VoltareHe.
    i^ra qucm ITreilas pernas.
    A, Nova Esperanfa, a rua Duque de Caxias 1
    83, acaba da reepber as procuradas meias de bor
    racha para quem soffre das pernas.
    FLORES ARTIFICIAES
    A, Noj'fvJisperanca, a rua Duqne de Caxias
    63,'acaba de refeebfer uuv lindd e completo sorM-
    nientb de (lores arhficiacs das melhores qne rerr
    >indo aq mereado
    A ellas antes que se acahem.
    Costumes paraiCrianca.
    A Nova Kspcranra. a rua Duque de Caxias n j
    q:i, acaba de rereb.er bouitos costumes para criaaca ;
    e esta se vendendopor pie^jos razoaveis.
    "AG& mgftvosoft
    A N iva Espranca, a rua Duque de Caxias n
    63, recebr-a am pequeoo sortimento de anneis t
    pulseiras elcclricas, proprias para quem soffre do;
    nervos.
    cerveja noruega da marca M L, por menos ptny\
    oja em cutra qnalaoer pirte : ao armazeaide B.
    Lundgren, rua do Commercio n. 4.
    Vende-se >emenle de pitaoga para cerea ca
    enfeite de jardim : na rua da Cruz n. 6. __
    Vende-se nm terreno em Beberibe (Porto da
    Madeira) com 200 palmos de frenle e 600 eUafus
    de fundo, cercado, com easa de laipa e eobertt la
    capim, tendo ja plantado algamas arvores froc-
    liferas e tambrm legumes, por preen ratttvei :
    quem pretender, dirija se a ma da Penha a. i3.
    Tamancos do Perto.
    Vende-se tamancos e chinelas, sapatas de Bas-
    ra, tddo do Porto, para homem e senho*a, 'pro-
    pria [iarao inverao, chegado pelo ul:imo \ntns :
    na rua da Btnzala nova n. I.
    Wm plcSNli
    Cortes de casemira a 4*000 0 corte e pccLiDdu.
    Chitas claras a 210 rs. 0 covado a
    Madapolao fino a ${800 a peca
    So 0 n.'20 da rua db-Crospo, kja das 3 portas
    de Guilberme k C, junto da loja da esquiaa.
    Gazao^SOO alata
    com 23 garrafas, do mellicr e da mais acrtdiuda
    marca de Henry Forster & C., garantido a qa ; i-
    dade e a quantidade do liquldo completo : noar-
    mazem de Jos6 Domingues do Ca> mo e -. i 11.
    rua do Amorim n. 41
    . .... 1
    Vende-se as casas seguintcs
    Rua 24 de Maio (01 tr'ora do3 Ossos) as. 2 e 4.
    Dita do Fogo n. 22.
    1 Dita do Padre Floriano n. 35.
    Beeco da Bomba n 5.
    Travessa dp Padre Lobato n. 8 A.
    Beeco do caps da'cadeia-nova ns. 3 e 5.
    ! A tralar no pateb do Carnv> n.J.___________
    Liquidacao de moveis
    Por pretos mui reduzidos, diversas mobilias 9
    cadgiras de ^uarnirio : vendem Cunha & Van:*,
    a rua dottarquez de Olinda n. 23._____
    E barati).
    Vende-se um pequeoo.si:io perto da esU-
    ctao do Salgadinho, tondo dc frente 150
    palmos, e de fundos mats de quatroccntos,
    corn uma elegante casa de laipa, acahada da
    proximtebem asseiada, tendo lsal s, 3
    'quartos ecozinha f5ra. 0 terreno e.pro-
    prio 0 bom de'plantaQdes, tendo alguraas
    arvores de iru'cto, agua de beber e todo cer-
    Farinha de mandioca nova.
    Recentemenle chegada de Santa Catharina te"ro
    para vender no trapiche Companhia, a para tratar .
    no seu escriptorio a rua do Commerpio n. S, Joa-1 ca(Jp> ...
    qoim Jos6 G.oncalves Beltrao aos compra'dorcs que c"esejando acabar, vendem tio a qualquer hora a cntender-se com Tris-
    mais barato do que enr qualquer outra parte, tan- l3o Francjsco Torres, e para tratar, na the-
    Setim de lindas ci*res com listras.
    ' Chates"de merirtd de1 ctfes e- pretos.
    Ditos ddca*pmrr.
    Ditos de seda preta e"de corej.
    Di^ps de louquwu.
    Camisas de cliita para homens.
    Dftasd CeflMA dri linho -A Tfdio.
    Pannos de crochet para sofa, cadeiras e ceaso-
    Lpncos-bordados e de labsrimhg.
    Colcbas de crcchet. <
    TaVlata'na de todas as rtr''*.
    Rlcris cones de #sMdbs de -taWatana bordad6s
    pera certes. m '
    Espartilhoa IjfflV hprdados.
    Foulard de seda, liddas cores.
    Meias'de seda para sen floras e mehinas.
    Hicas fathas" de&Qxt la para senhoras.
    Riro sPrtoaenro- de ietfues de madreperolas e
    Damasco de seda.
    Casemira preta e de cores.
    ChWas, madapolao jiantto fi0'preto e azul, larinhee,puBhos de linho e algodaOi gravatas, lo-
    ivaa de nbos, bolsas de viagem, peitos "bordados paTaho-
    ' mens, lencjs de lirtho brarif0 e do cores, toalhas.
    rs. e covado.
    LAZINHA A 2C0 RS. | gfaard'aiXPos. ek^tc.______________________
    Vende-se iSzhihrs para v. stidosi a 200,! Wilson Howe & L. vendem oo seu armaKm
    320, 4-00 e 500 rk o covado. N Bazat ^i^&T/e;
    14 :
    .. .' ._ _t ... 0 verdadeiro pannh de algodao azul
    Nactonal. rua da Imperatriz n. 72, de Men- Excelknte node vela.
    amencano.
    I des Guimaraes A IrrftSos.
    j Cognac de 1* q*afidade
    _ j V'nho de Bordeanx.
    O Vigor do Cabrixo e1 mna prepanMflfoao
    mesmo tempo agradavel, saudavel e effieaz para
    conservar 0 cabello. :Por meio do.awt uso o
    cabello ruco, grisalho, e onfoaflwQido,,ditroMle
    pouco tempo revolve a eor oue lhe e natural e
    primitiva, e adquire 0 brilho e a frescura | do
    cabello da,|uventudej o cabello,ralo se torna
    denso e a calvlcie mQitas Veees, posto que nao
    em todos os casos- e neutralizada.
    Nao ha nada que' node reform ar 0 cabello
    depois dos follieulos estarem deatruidoe, e as
    glandes oansadas e klafi, maisae ainda restorem
    algums podem ser salvadas e ntiliaadaa ,pela
    applicacao do-Vigor. !Ubi*,4e. ssas ^ubtaneia
    dileterias que toraajn m,uitag juparacoea de este
    generotaw^ociyas e destiru^tivas ao Cabello, ft
    vigor s&meote lhe e beheflcial. Em vez, de
    sujar o cabello e o fazer pegajoso, o. conferva
    limv,^ o fnrra omhiJUnmAn-r, ir^rl,.v^ ___,7
    Magnolia
    Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
    45, encontrara sem'pre 0 respeitavel publico nm
    completo sortimento de perfumarias Unas, objectos
    de pnantasia, lovas de Jouvin, artigos de moda e
    mindezas finas, assim como modicidaJe nos pre-
    tos, agrado e sinceridade.
    Anneis electricos
    A Magnolia, a rua Dunne de Caxias n. 45, aca-
    ba de receber os verdadeiros anneis e vollas elec-
    tricas, -proprios para os nervosos.
    Meios aderecos
    A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, re-
    cebea um oompleto sortimento de
    Meics aderecos de tartaruga.
    Meios adcregos de madre^perola.
    Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
    e de muitas outras qualidades.
    Botoes de aco
    A Magnolia, a rua Duqde de Caxias n. 45, tem
    para vender os modemos botoPs de aco, proprios
    pata vesiidis. ..>
    Golinhas e punhos
    das mais modernas qne ha no mereado ; a ellas :
    na Magnolia, a rua Dnque de Caxias B. 45.
    Lencos chinezes
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
    cebeu uma. pequena quantidade de lencos de seda
    chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei-
    ramente nova.
    SO'0
    NA
    Carvao de Pedra dp todas as qualidades______
    "Nao ha mais cabellos
    brancos.
    S5 e trhif a approi'afra ,pe)ws academias de
    A saber :
    Madapolao com toque dc mofo, pelo barato pre-
    1
    rtiro.
    Rua 1. de Marco n. 1.
    Confi*ou(c o arco de Santo An-
    tonio.
    E>a vcntiondo wiias razrnflai com
    so iior cento monOB qne *m outra:'gcierfcias, rfteontiecid* SHpetior a tod a qoe
    ciuaiquek-parte. [tem dpparecidb *t6 hoje. 'Beposito princi-
    ' r)W i rtia &, Ca'dVia do Recife, hoje Mar-
    co de 4*00 e ss jqatt de Olinda, n. '81, ^l.0 ndar, e em
    Dito francez,limpo e de superior quahdade, por todte as botrcas e -easas, de cabellei-
    b$rm, woeo e *fioo.
    Algodno marca I, largo, superior qualidade, a
    4*580, oS, 5jSoOO e 6^000.
    Grande sortimento de lazinhas degostosinteira-
    nifnte escosseses, 'pelos preccs de too, 210, 2C0 e
    410 rs.; so se'vendo poder se haacreditar.
    Baptistas, lisas e com.flores, fazenda .que sem-
    pre custou 400 e 800 rs., estamos vendendo pelo
    preco de 320 rs,,para acabar.
    Ditas liBas, pa'drSes matis'ados, a '490 e 440 ts.
    o cowa o.
    Cretone fraacer, escnrcs e claros, os mais no-
    covaX ,em Vind a raercad0' a m e m A' *ate,g*u*le .^belecimento .tern che-
    Aprovetterniem quanto nSo se aeabum.chap^osida gado -urn J>oro sortimento ;ie .maob4Das(pa-ra
    sol de seda iran^ada (paragoro) 49 hasteas,-inlezes j,costura, Ofi-todas os^utpres ,mais aeredtta-
    superiores, pelo insignificante pre^o de 81 e 9J ^jqs uitjmamente na Europa, cujas machinas
    sempre *endemos por 44*000.
    to em grandesGonio.em pequenas per^Ses.
    1 Fazendas dc gflsto
    8Mh rua do i riiespo n. lO ^
    - Nwidatles d( cores com listras de seda jjfc
    entremeadas de renda, fazenda ainda nao Ai
    visl'a nesta cidade a 800 rs o covado. jJJ
    /.oS de cores com listras de seda e bo- iff
    nitos padrdes a 360 rs. o covado. <*
    Madapjlfio francez mutto largo, com ?E
    20 varas, a 6i a peija. **
    *Vesluarios de fusiao, cambraia c alpa- '*i
    ca, para meninas, a 4*, ai e 6'/. Dao se amostras com pennor.
    & ft ^^
    Progresso da rua do Rangel, do
    Vicirn n. GO.
    Vende-se mtfito barato:
    Manteiga em latas a 803 rs. a libra.
    ErVilha a t20 rs. a libra.
    Estreliitha a 320 rs. a libra.
    Alelria a 320 rs. a Iilbra.
    E outros muitos genero*.
    sourana
    p. 6.
    d s loterias, rua 1." de Mar^o
    Farello novo e
    Milho pequeno
    j Da melhor qualidade no annazem de faricha
    , de trigu de Tassb Irmaos & C, na pr;...> do ta&
    do Apolh._______________'_______
    Triumpho da
    mmm mum
    Vendem
    Wilson, Rowe & C.
    Em sea armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
    guinte:
    . AlgodSo azul americano.
    Wo de vela.
    Carvao de pedra de todas as qualidade?.
    Tudo muito barato.
    Ultima moda.
    A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, re-
    cebea um lindo sortimento de bicos d guipure
    de cores, apropmdos aos vestidos chiques da ac-
    tuaUdade.
    BfiadoBa^o M Victoria tt.2i
    Leques
    Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
    marliro, de osso, e de muitas_ outras qualidafles
    receben a Magnolia,
    mero 45.
    a rna Durpi de G%sias na-
    Atteiwjao.
    A loja da Magnolia, i rna Duqne de Oxlasn.
    45, aeaba de re fiber o segaintes artigos :
    Manual de-madreperola, tariaruga e marfim.
    .lticos albuns com capa de madreperola, cha-
    gren, madeira, ve.ludo, couro, etc.
    Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
    Ligas-de seda, braicas e de cores.
    Vollas de ndepercJa. "Ifeq ;
    Ro'selras%rle madreperola. .
    Ricas caixas para co,tura.
    Vestnarios para bapkdo.
    Vooeas e sapatiohosde setim. t < I
    Mcdprftosiehapeos^e wide $eda par^sinboraSv
    Lindos port-bcuiiue's. '
    Gravatiphas de Velludo, etc, etc.
    .. '------------------,__ .'.,.___3___-Li__U.-----------
    Eeonoiiiia do-

    mestica
    ' !oBfrme-ao ire de ganto-A^,,^, de ;J^ft^fLtt!tf!Si' qwQo.,(*ppatelhe^eln.e^: pan.Mfe
    limpo eifoi1,'embe4lizandoo,(i4(^*dindo a queda
    i e o tomar-ee rucp, e pop coaseqaiate previne a1
    cahrioie.
    Para4ise da. toilette.nao ha nada maiadidese- lAgcstjaho Ferreira da giwa Ltal & C.
    jatj,^o,flputendoioie.utm tinbwa^nltfcjipd*! iJrf^hap..Esto fcossez,jiad/Ses iuteiramfnte
    machar qWo p.mak^vq.Wj.de.fiafibr*^ ,^JSStJf0 diroinu* Preco Se 2P0> HO.eS60Tft8(
    ^Pe^!.^ultoWaJdlr1V_ _...^.1'*^ rdisocovada, istoso se vendo I ;
    ChapCos de ad de fe*da, para hpmens, inilezes
    Para reformar a cor da-'barba, e* necessano
    mais tempo de que com o cabello, porim se pode
    appressar o efifeito, envolvendo a barba de boite
    cam nu* leuco molhado no Vigor.
    PREPAIADO POB
    Dr.. J. C. AYEK & CA^ Lowell,' Blass^
    Kstadoe TTnidoB,
    Ckltniett Jracticoi r Analytical.
    Vicndej sb: por
    (parasop) e com 12 bastes, pelt prficqde 8* e>9i,
    fazenda esta que sempre custou 15*, s6 para
    : acabar.
    Ha rua Primeiro do | Mar^o d. 1.
    Lhjs do .barateiro.
    f .Sabaoa200 rs.okilo
    JJo armazem do fumo, a rua do Amorim n. 41,
    -de Jose* Doming! es do Carmo e Silva.
    Carneiro
    .3*300. 1s5o;ganmtidas jot nm^aimo,
    'Ditos de seda, cabo de osso a 4^000, e pWhld-" i
    e tendo nm
    perfeito artista ipara enstnar asroesmas, em
    cha. I qualquer parte desta cidade, como bem as-
    Ditos e alpaca de ceres, rorrados com ,o.'-5ira.'conrtevh8 peloitempO'tftmbem d'uM
    ^aOri*300etoJ?!'be"*la' ^^ "" 1 *Wli"PW*' ''<" do HQH***K..
    *Sortimeritt de Chflas claras e esPurtS, -boa.fav'-Nesto'estabeleciaionto'Umbom zenda, para acabar, a 440 e 280 ts> o oaMado. para^as raesmes machinas. ese suppre qual-
    Popeiiaa de liaho e ajgodao,*osto*iiniraleiite Quer pe<;a que seia necessario. 'FUis ma-
    ;rrCuw.u^oa0n',a8 a "' 'S3m"' "hna ******<* tw ** i* RWfeifiao do
    Camisas de cretone, franeezas, modWnas-e ^UrtKeAjustpoepcuitOS, .fraflie -e bortia toda
    perior3saO*:09500 i qualquer/Gostura por fina que seja,-seus
    JDitas'brncas;ai9**.i*5<. n Iprefios sao:davsguir^quiaii|ditde : juzia i50*MO,ipaf;.kholbatroom .o,piso, de
    Pit-ts felpsdas a 7i, 7*500(000. .; olgOf^O, |9000, .IftOttOOO, -iMKKIMMij
    rEsguiio'ComlOjndaa, peto)|irfle>!defA**aei ejl2ojiOOO, 130000, 1509000, 200*B|0O ,}
    bSSSb e tranyarente, t..eqa^PfiBCSSH "* 22Z *S3S!
    3 35300.3^00, iMWe'Na^ T nitemciOidr^coS,e;08^pr4lofT*tpOd^ao
    i.eacps dpcafltbraia cem4>nrradeiida,;*4d| e visitar este estabeleimentQ, qwe^wto kjd-
    ^Grande wrThnemo de1 'brtrts d^^ppv9tW t ^a^itefv(nwiM.oafaorlil|ge*ft,^44ei.
    firopries para meainos dsjeseola ai4Mtod9Q rs. ras para salas, ditas delbjlJjBfQ^i OltWrt*4"
    o-*?,^d0- c -'c L ., ciJ^i^l4d)v'di^3-|ait600iir,*ostur
    :,pojjnas.para seBbpra^nre.t.as e de :orc/_, gdr 4*

    Allivia a irritagSo,
    Dcseuvolvo eentendimento,
    Fot'ti'lh'a o corpo
    e faz com que 6 sVslcma
    ,desaloie d'uma mancira promcta e rapida
    t^A^S^^^^t^^^^o^ ^Vestigio da.en.erntidade. 0,
    jfroppasJi|as8m se olhar a.lucro, sarnenta para melhores votos em raeui,cma da Luropa, (oa
    tt'finacao da raa do Rapgel a. 43.
    |*azendas e roupas muito ba-
    ratas
    i seBhpra,,pretas e de .' rc;. \
    por termb.< grar.de qumrji^J
    pa "este prPed.
    < KramaPte-dP nh, diat languios. ftifi barato. de1 fe*i'paa hoaaai&e enau^s, capacbos,
    prepo-de t^806 a/vara, Bionitft,p*ra ac.**r. e;apelho dqaTadoa yaransala, -gnaajdes e pe
    mass'ar nossos frtguezes;' mas gne
    estao oresentes.
    nar para nao
    avista delles estao presenter
    Dao se amoMra*. '
    86 barateiro queu qaeinar
    Ifflawr'v^-pWftDprmtrar.
    A rqa primeirode Margo n. 1, antiga do Cres-
    {d>tWbb*&reira da Silva Leal & C.
    po, de" Agostffl!
    Grafl^e pechincha de
    sasde linho.
    T r.1f

    de Caxias d...88, loja. depepfirib
    ras irjqu rssttnas .jpaa':Senbow despensaVajs,
    queiroa com cab^dcoaaiai .e de marflm,
    i itS(uteofr,'Colhpres(devmtal uno.eoodiei-
    ?o9 arame, tampas fara cobrir pratos, estejras
    para forrar salas/taTatorioseompletos, ditesa
    simples, objectos para toilette, ejOutDoa jpui-
    jl_ toiartigos que rauitederremagradar a todo6
    que vieitarem eete grande estabelecimento
    ;qoe seaoha *berto de*de as-6 boras da ma-
    Vendese camisas iDglezas, de linho, maitofiaas, fck*- ate" as 9 boras da rnc Duque J
    Bastos.
    22.
    Carros a venda.
    Aeba-se a venda na rua do General Seara n. 20,
    antiga rua do Jasmim, differentes carros de pas-
    feio de quatro rodas, novos e usados, a um ou
    doas cavallo?, por preco commodo : a tratar ahi
    on na travessa da mesma n 19.
    m Pachcco & Aievedo tem para vender tapioca
    de Araruta de qualidade e.-pccial : em sea arma-
    zem na rqa do Duque de Caxias n. 29.
    rua
    Sedas a 1$500.
    Vende-se bonitas sedas de lindas cores pelo I
    baratlsSimo pre^o de 1*500 o covado ; veohara a i I
    ellas antes que se acabem, na rua do Duque de;.guentos iortissimos compostos de substaa-
    Em tem pos modernos neubum doscjubn-
    raento ope uromaior revolugao no modo de
    curar aiiteriormente em yoga do que o
    f

    TANTO NO TRATAMENTO "
    aa
    Tosse, Crupo,
    Asthma, Thisica,
    Rouquidao, Resfriamentos.
    Bronchites,
    Tjosse Convulsa,
    Dores de Peito,
    Expectura<;ao de Sangue.
    Como em toda a grande serie de enfetmi-
    dados da Gargauta, do I'eiioedjs
    OrgiEos da i*espiracuo, que tanto
    atormentam e fazem soffrcr a humtitiidaa'e.
    A maneira antiga de curar consistia gcra!-
    mente ua applicacao de vesicatorios, San-
    grias sarjar ou applicar exteriormeute uu-
    As unicas verdadeiras
    Bichas hamburguezas qne vera a este mereado
    i qn
    na rur Marqudi le olinda n. 51
    cias vesicantes, afim de produzir empolha.s ;
    J cujos differentes modos de curar, n5o faziam
    , senao enfraquecer e diminuir as forgas da
    Sobre doente, contribuindo por esta forma
    'uma maneira mais facil e ccrta para a en-
    fermidade a destruir;ao inivitavel de sua
    victima 1 Quam differente pois o effeiio
    admiravel do
    Aos apreciadores do eafe do mm ^ mmm
    V. La J u. m vez (je irritar, mortificar e cauzar inau-
    Veude-se caf6 do Ceara de primeira qualidade ditos*oflrimontos ao doenle,
    pelo barato preco de 1*000 o kilo, e anucar refi- (alma nmrtifir-a o uavUi i dnr
    bado de primeira qualidade a 300 reis oiilo : na Ulraa, I dor.
    vepder,muito.
    f
    umacaaa^a vila de Barwiros, na rua do^om-
    lercjp, uflji pre,cp modico :; a ;twJar c# T^sic
    Eng:enhos em MamaHi-
    entes dos collegios.de medicina do Berlim)
    teslificaip ^erpm exaptas ^ ,vcrJadwas estas
    relacfies analogicas, e alem disso a expe-
    riencia de misbares tie .possoas d.': America
    Hespanhola, as quaes foram curu^ds com
    PEITOBHE/OE .ANACAHUITA!
    Deve-se notar que este rcmedio se acha
    inteiramente iserttb de venenos, tanto mice
    raes, eortw vegetaos, emquanto que alguns
    destes ,,)*Uin)ps, e .p.artjc.ularmente aquellea
    que sap dados sob "a forma tie opio, e aci-
    do hydrociattpio,''foBnaim basedamaior
    part&'dosyXaiopes, com os qaes tao fa-
    oifmefltO'^e-'eAgana a ordduWjdade do pa-
    A traur com sens proprlwarlM' eeriamify blico.'^Ai TOrnpoSlcao de'naoahuiu peito-

    ,ps.spaniel :
    !
    n,
    e Patricio.
    Ta^jiO; trtftao
    aA-
    Coijiws k Iraups.
    quartilho CaiTa uri^^Jaorno: a cWse que.se
    toma 6" s6 d'uma colher pequena, basta
    geralmeute & appRcta d'"m m (lous 'ras_
    eoi pdra a effectua^&j de qualquer Cura.
    Acha-sea venda em todaS as -boticas.
    Augusto Porto, a rua Qunqe^e Caxias n. 53,
    recebeu lindosifoques^de trahcas, colUrmhoj ior-,
    dados para sennoras, efegnnteB ge4as 'd3-3edi 'de H ijPros!e*M,'d'C., *gente*.
    cores, phantasia, banitos eititos di eaure 'm, :Vnicm rentes nesta ptovirtfia os-Srs. I
    divelias a castadores de mMal. .T,u*>_d.e mjuito!
    gosto e precos coramodos.

    Q..D. Coyle, rua do Commercio n.'88.
    : este*ariilhoso remedio.sflo mais que s^ S-
    cientes para sustent,arem aopiniao do
    Tan Ma tmml&te -.m pufci:i/
    Vende-se mui bonitas alpacas de iquadtinb*,; Tin.n*,tn rt nnno,iA
    .lindas ooras, Xazeuda muUo pronria para Ves-1 JLf.Uya^lte Qfflm los, pelo baratissimo preeo de 240 rs. o covado :,
    faem duvidar venha ver e comprar, a rua Duque
    3 Caxias n. 88, loja de Demetiio Bastos. i
    A 240 rs.
    I


    -
    4 0 .k-> IT0.S.


    8
    1 > -
    Difrrio de Pernambuco Te^a feira 21 de Abril de 1874
    X
    i-
    rl ,
    UrTEBATDBil
    O crepuseiila.
    0 sol escondeu Se d^traz das montanhas,
    Deixando uma restea de pallida luz,
    A Urde vai finds, surgio o crepusculo
    Preludio da noite que u scisma conJuz.
    A ave gorgeia cangdos de saudade,
    A flor indolente se pende no hastil,
    0 mar e a lympha soli-tram queixunv'S,
    E a brisa nas folhas murmura subtil.
    Ah nesses enlevos de mnga tristeza,
    QUt,\fa"dospesaros o P'ito nio tem ?l
    A alma '*? Prostra s hy onos suaves
    - E chora sentiuj sau'lades tambem.
    o canto das aves, do mar ;,1',>raPl,a
    Do lago, da brisa, da alma, da flor,
    Sio hymaoserguidos, sao precesquc voaru,
    :>ao preKos que sobem aos pes do Senhor I
    0' bora soltmne, que a mente ionohia
    Na febre suave de grato scismar,
    Quem pide, n'angustia, mirando-te as galas,
    Ouvindo teus bynvts, sou pranto sustar ? !
    As dores sepultas n'um ex'tasi santo...
    A alma arroubada rumontas aos coos...
    infiltras no peito dosejos 3 ancias
    Da vida perenne no seio do Deus !
    A lagrima goteja -doS olbos do triste...
    Sensivol tributo rendido a espernga,
    Ascrencas reaniuam as forgasda viJa
    i'.xangue no seio da ddr da provanga.
    o homem que hontem descrente jazia
    Do tumulo o Lazaro*rgueu-se de pe,
    Com olhos de lynce fitsndo o icfinito,
    Bern cheio de crencas repleto de fe\
    E ao canto dasaves, dc mar e da lympha,
    Bo lago, da brisa, da alma, da flor,
    La" une sou pn-ito as preces que voam,
    Aos hymos que sobem aos pcs do Senhor 1
    U. de Aquino.
    companhia do Bonnet-Rouge, v outr ora solitaria luz da consciencia moral, essa triste
    M0/ 0Uge' na8cido n" ma do Cher(*e- luzinha, tao incerte, tfo tremala, de que
    Mid), mas de urn ente que apenas vive Micbelet nos fallon outr'ora I
    pelo instinclo, pelo insliucto materno di- Nio voltarei a*s abservacdes puramente
    viuamente animal. Victor Hugo esoreveu litterarias ainda assim semelhaote artiste o
    este apbonsmo no intuito de preparar o dis- mestre da forma, o homem que deiiava ou-
    curso que acabamos de examinar j faz com que a mil seja sublime e o ser uma morphoses da sua inspiragio, com as inno-
    especie de animal. vacoes da sua poesia ou da sua prosa, tem
    A carancia de naturalidade nao e o uni- meio infallivel de avassallar os espiritos pela
    codefeitoqueha a notar nos mais felizes admioacao de Ihes proporcionar ainda
    episodios do Noventa e Tres. Outra causa gozos intsperados, de patentear a sea; olhos
    de Inez* que se exp rimeuta e a idea, va- thesouro? de recursos; qual delle? Vi tor
    gamente descortinada primeiro e depoi* cada Hugo que tio justamente se preoccupa da hu-
    vez mais visivel de pagina para pagina, da manidade no seu Noventa e Tres ha dedes-
    candidatura dopoeta as supremas funcgoes culpar que lb o diga com toda
    revolucionanos. Observava eu ha pouco dade : e tratar humanamente
    quo era possivel ter o escriptor ponsado em matias.
    si ao tracar o ideal retrato de Cimouriain e, Saint Rene Tallandier,
    ao fazer apparecer em mystenosos looges a ______
    ideal junta do bispado; agora, depois de ter allocu<;Io do sr. drouyn de
    liaoaeo firu a historia deGuavain, nJo o semblea geral da sociedade
    a simplici-
    as cousas hu-
    LHUYS N AS-
    ADE DE METTRAY,
    igo Dypotueticamente, tenho a conscien- em 20 de novembro de 1873.
    'IB flllft t\ rnmnnn.i A ...-_____!#. .
    at
    O romance da evoluca'o
    NOVENTA E TRES, POR VICTOR HUGO.
    [Conclusao.)
    Debalde apresontou os azues adoptandoos
    tres filhos do Flecharda ; debalde resulveu
    que os pobres innocentes sejam victimas da
    malvadez do urn dendeano: a imprcssao que
    fica, a imagem definitiva no meio das peripe-
    cias desta borrivel historia e esta sem duvida
    alguma : o povo, o vordadeiro povo, o povo
    laboriosoo honeslo.esmagado em proveito de
    um pnnhado de ambiciosos. Dir-se-bia na
    verdadequeelle n3o veio a estemundosenao
    para isso mesmo ; e esse o seu dever, o seu
    destino.
    Bumanum paucis vivit genus, como di-
    zia o poeta do tempo dos Cesares. Estes
    paucis, de que falla o poeta latino, eram
    ortr'ora os tyrannos de cima, urn Tiberio,
    um Caligula, um Nsro ; hoje sa\o os tyran-
    nos de baixo, os que especulam corn as
    ideas generosas, os que confessam cynica-
    mente esta ospecu ac5o e proferem as se-
    guintes palavras, ouvidas em nossos dias :
    a revolug5o e o meu meio de vida.
    Eis, pois, um personagem interessante e
    singularmente expressivo pelo papel que o
    poeta lhe distr'.buio. Miguela Flochard ou
    a Flecharda. Pois bem, ougim-loe as la-
    raentacoes quando os seus tres tilhos estao
    para morrer no incendio da torre Goavain,
    e digam se e possivel tornar mris ridicula
    uma situacao que t5o tocante poderia ser.
    Outra creatura, torcendo as mSos, apenas
    soltaria gritos : a Fldcharda vocifcra urn
    discu-so, eque discurso I tudo nelle se
    acha disposto para o effeito que o poeta
    quer produzir ; a simphcidade e de cou-
    vengao ; asneiras padecem do mesmo de-
    feito.
    Q'iando a Flecharda diz, "nao sem raza ->,
    que e abominavel quanto se passa neste
    tempo, accrescenta a modo de prova ; a An-
    dei dias e mite, ale fallei esta manha com
    uma mulher. Mais a'riante, a Flecharda
    serve-se de antitheses de pensamentos e an-
    titbeses de palavras, construe o quo Pascal
    chama janallas falsas, a ra5o do ceo m'os
    da", a mao do inferno m'os lira.
    Termina, finalmente, prr uma apostro-
    phe melodramatica que, pretendendo talvez
    ser sublime, e o nee plus ultra do grotes-
    co : soccorro I soccorro 1 oh quo se mor-
    ressem assim, eu malaria Deus 1 Estas
    prete^cQes, estas antitheses, este espalhafa-
    to melodramati:o, esta mulher quegrita e
    que parece comprazer se em ouvir as pro-
    prias lamentaijoes ; tudo isto Victor Hugo
    ridicularisou, n3o se descuidando de nos di-
    zer quo se trata aqui nao so de uma cam-
    ponia, de uma filha da Bretanha, de uma
    creatura expatriada, de uma mulher nasci-
    da na fazenda deSiscoignard, parochia de
    Aze ( o que faz rir rauito o sargento da
    FOLHETIM.
    L7CSEClTS0SGIA
    MEMORIAS DE SATAKAZ
    POR
    .'). Hanoel Fernandez y Ctonsales
    QUINTA PARTE
    LEONOR
    XII
    AMOR DE MAI E AMOR DE.SATANAZ.
    (Continuasio do n. 100.)
    Nao me pergunte cousa alguma, mi-
    nha senhora, disse Paulo, porque qSo sa-
    berei respodder lhe, porque n3o penso, nao
    Unho alma, nem vida senio para ver o ar
    chan.o da morte que se me apresenta a
    raeus i Ihos ; mate-me, despreze-me, faga
    de mim o que quizer, porque nio occulta-
    rei o.que sin to.
    Entio o que sente T
    Nao sei ; vontade de morrer, porque...
    Porque ?
    P>rquo aSo pesso fazer com que
    vossa alte/.a se apaixone por mim como eu
    estou apiixonado por si.
    Ah 1 entao o homem que se julgava
    forte e triumphador, encontra uma mulher,
    uma verdadeira mulher, uma alma de fogo,
    uma grandeza infinita, e treme, agoDisa,
    aterr.i se e anhela o que julga impossivel,
    e que na realidade 6 irapossivel.
    Paul.) gemeu e deixou cahir a cabe^a
    cbreos joelhos do Lucrecia.
    que oromauce e" um manifesto
    man;fes*;enorme. P.ara fallar como opoeta,1 Senh ros.-O nosso illustre col'ega, de
    e quJ" neste li1-S!iiie*tQ dtfigur4 de Gua-,saudosa memoria, o Sr. de MeU, quando
    vain, supenJ*r Cimourdaiii pela hun?ani- fallava de sua ora colonia (elle fallava mui-
    dade. e a ulti.."!''Per80n'ficaCao de Viet.r'tis vezesdella, porquenella pensava semprej
    Hugo. jamais deixava de denominala a familia
    Os escriptores que exJ>lts,n a revolucaoj de Mettray.
    franct'za fixam-se quasi senile em umho-| Reunidos para o fim de prover, depois
    mem para marcara sua mira e* m..strar ate da iQorte do chefe, a* tutella destes meninos,
    oudo va^. Algun* ha que se fixam em, tornados de alguma sorte, orphSos por uma
    Mirabeau ou em Verguiaud ; outros que'segunJa vez, constituimo-nis aqui em um
    acompanham Danton, outros que chegaraj verdadeiro conselbo de familia.
    ate Robespierre, outros que preferera Arar- Penetrados todosde um .mesmo pensa-
    charsis Clouts, outros quo nao recuara pe-
    ranle Marat, Herbet, ou Jacques Roux, do
    club dos dammdos. Victor Hugo fixa-se
    successivamente em Cimourdaiii {je em Gua-
    vain, primeiro em Cimourdaiii, que repre-
    scuta o absoluto da revolucSo depois
    em Guavain, que representa o absoluto da
    humanidade.
    Hesitou entre estes dous absolutos, nao
    inlciramento como o seu beroe, mas Qem
    summa hesitou. A luta travada na alma de
    Gauvain pelos argumentos das duas causas
    fxprime debaixo de uma forma ideal a intle-
    cisao ou antes o calculo do poeta revolucto-
    nario em busoa da sua situacao definitiva no
    meio dos pjrtidos. Sera\ como Cimourdain,
    pela revolucuo intlexivel ? Sera pela huma-
    nidade Gauvain ? Adevinha-se perfeitamen-
    te que ha nisto alguma cousa delle, quando
    se ouvo exclamar : Que campo de bata-
    lha 0 homem Pertencemos a esses deuses,
    a esses monstros, a esses gigantes, aos nos-
    sos pensamentos. Muitjs vezes esses terri-
    veis belligerautes calcam aos pes a nossa al-
    ma.
    Com a difference, pore.n, que, em vez de
    empregar os termoscampo de batalba e
    combateinclinamo-nos a servir nos de po-
    litics e de calculo. Esta suspeita de calculo
    pessoal do poeta, esta idea de uma Candida-
    tura no futuro, occupt tristemente a atten-
    ds do leitor. E' o caso de se dizer, como
    na coinedii do Sr. Emilio Augier : isto es
    fria a seen a I
    Nao ha duvida que Gauvain se eleva mui-
    to acima de Cimourdain, o comtulo o que
    fez elle ? Que bem produzio ? em que re-
    formou o regimen revoluciouario ? Sacrifi-
    cou-se apenas ; sacrilicio heroico e inutil.
    Se algum dia houver Gauvain a frente de
    uma revoluc.il:) social, nio se conservari no
    posto vinte e quatro horas. Cimourdain
    mandar-lhe-ha cortar a cabeca, ou o pro-
    prio Gauvain, transido de horror, se refugia-
    r no suicidio. Eis o progresso quese nos
    promette I eis como o autor do Npoenta
    Tres provou que aciuia das realezas, aci-
    ma das revoluQdes, acima das questOes tor-
    renas estd a immensa ternura da alma hu-
    mana, a protecgao devida aos fracos pelos
    fortes, a salvagio deida aos que se perde-
    rara pelos que se salvaram, a patemidade
    devida a todas as criangas por todos os ve-
    Ihos!
    A obra quo acabamos de examinar nao
    passa, com as suas tres partes e os sous qua-
    tor/.o livros, do fragmento da vasta compo-
    si^So epica om que o autor ha de descrever
    a guerra estrangeira depois da guorra civil,
    e terminar as suas narragoes pela glorifica-
    ijao de Paris e da Franga. E- o complexo
    destas narracoes que tem o titulo de No-
    venta e Tres. Ja" vimos como Victor Hugo
    despertou em muitas passagens do seu livro
    a idea de certo progresso moral; vimos
    tambem de que f jrma realisou a sua pro-
    messa.
    A critics nao tem que dar conselhos a
    poeta de porte tao altivo e de tao tenaz von
    tade; faz apenas votos, seja nos pois, licito
    desejar a Victor Hugo novos progressos, no-
    vos tentamens, mais bem encarainhados e
    mais eSicazes.
    Oxala" comprehenda mais completaraente
    o que significa a terrivel palavra responsa-
    bilidade em tempos quaes os nossos 1 Oia',1
    se emancipe, ao apreciar a revolucSo, das
    puerilidaies e dos excessos da legenda
    Oxald respeite sempre e em toda a parte a
    Esta olhou para elle durante alguns mo-
    mentos, e depois disse:
    Levante-se, sobre o meu regaco sO
    podem chorar o meu filho ou o meu aman
    te; o senhor rSo 4 o primeiro, nem pode
    ser o segundo ; levante-se.
    Paulo levantou-se e ficou de pe*.
    Pouco me import', proaeguio Lucre
    cia, que ame ou nao Branca Albini ; pou-
    co me importa que tenha manchado as suas
    maos no sangue de seu pai, estou costuma-
    da a maiores catastrophes. Nao conhece a
    historia, verdadeira ou falsa, de Lucrecia
    Borgia ? Nio lhe teem dito que sou uma
    mulher terrivel, uma fera humana ? Qne
    me importa o que fez, o que e", o que de-
    seja ?
    N'esse caso, minha senhora, porque
    a encontrei aqui ?
    De quem e filho? perguntoa Lucrecia,
    sem responder a pergunta de Paolo.
    Do Sr. Jacques de Arnesteville e da
    senhora Leontina de la Rochenoire.
    Nflo 1 disse Lucrecia. accentuando
    de um modo energico aqueHd nao.
    E porque nio, minha senhora ? per-
    guntoa Paulo.
    Porque vejo no sea roto o rosto de
    uma mulher que nao se cbemava Leontina
    de la Rochenoire
    E quem era essa mulher ?
    Pergqnte-o a Deus.
    Portm, para e porque me faz essas
    perguntas ?
    Porque ? porque r. ceio que n'So tenha
    forga para resistir A minha resposta.
    Diga, minha senhora.
    Porque f porque te amo como i mi-
    nhi alma e to aborreco co no i minha cons-
    ciencia.
    . Ah I exekmou Paulo, levjn lo a m5o
    mento, animados todos por uma mutuacon-
    lianea, nSo precisamos de animacao, nem
    de coragem.
    Tambem nao vos dirigirei um discurso ;
    conversareraos em familia.
    Fariamos grande violencia aos nossos sin-
    ceros sentimeotos se n3o manifestassemos a
    profunda d&r que todos n6s sentimos, pelo
    vacuo deixado pelo Sr. de Metz.
    Era amigo de no* todos ; e suas alTeijoes,
    nSo sendo exclusivas, nem por isso deixa-
    vam de ser menos sinceras e profnndas.
    Seu coracao como que se no-ultiplicava:
    nelle se continha um thesouro, e bastava
    occupar um lugar nelle para possuido todo
    inteiro Calar tao viras saudades-seria tor-
    nal-as mais acerbas.
    N3o procuremos pois nem dissimu'a-lns-,
    nem diminui-ias, mas' lembremo-nos de qae
    saudade nao quer dizer desanimo, e que
    para honrar a memoria dos grandes homens^
    nao basta louva-los ; e preciso iroital-os, e
    continuar as suas obras.
    Continueraos pois aobra do Sr. de Mote.
    Se reconheeemos a nossa inferioridade, sa-
    bemos tambem que o Sr. de Metz, como
    todos os grandes funda lores, quiz impri-
    mir em sua obra o selio da duraeao e dota-la
    de todas as garantias proprias a acautellar
    a sua existencia no futuro, Nisto esta a
    sua gloria, e a justificacao da nossa con-
    fianga.
    Vos todos conheceis a situagio material
    de Mettray : seus edificios industriaes ea-
    grioolas representam um capital considera-
    vel : elles ostao em proporcdo com a impor-
    tancia da empreza, e respondent a todas as
    necessidades que possam apparecer. Seus
    utensilios estao completos e n'altura dos
    progressos da sciencia moderaa. A este res-
    peito s6 temos que limitarmo-nos a simples
    conservagio.
    A colonia cultiva 320 hectares de terra.
    Em sua origem nao"'podia ella pensar n'ac-
    quisigao, como propriedade sua, de um do-
    minio Ulo "consideravel. Seus p incipios
    eram modestos e ella contehtou-se com o
    titulo de locataria.
    Sabia-se desde eutao que uma tal posse e
    essencialmente precaria. Um arrendamen-
    to so garaute um gozo limitado, sempre in-
    sufli iente para um estabeleciraento, cuja
    duragao e indefinida. Ao expirar o prazo
    e preciso ou submetter-se a um auguiento
    de renda e a exigencias muitas vezes arbi-
    trarias, ou abandonar nelhoramentos custo-
    sos e penosamente realisados, para tornar
    a encontrar em outra parte os mesmos in-
    convenientes' e as mesmas probabilidades de
    perdas. S6 a proprie tade estd livre disto.
    A sociedade (de Mettray ), gragas a ge-
    nerosos c >ncursos e a condigoes excepcio-
    nalmenti favoraveis, pode comprar, por
    fracgoes successivas, cento e setenta hectares:
    e hoje apenas rendeira de cento e cincoenta
    hectares, quantidade inferior A mctade da
    sua colheita.
    Os receios da eviccao acham-se pois re-
    duzi los na mesma proporgao e nao ha mais
    grave inquietacao a conceber por esse lado.
    Este ponto era essencial, porque a terra e
    o fundo que menos falta, e e ao mesmo
    tempo a mais vaatajosa e mais segura ap-
    plicagao do dinheiro.
    Estas acquisigoes poderSo ter lugar regu-
    larmente em virtude do decreto, que re-
    conheceu Mettray como estabelecimento de
    utilidade publica, eque (insisto em lem-
    bral-o ) dd-lhe aleVn disso com esse titulo
    ao coragao e inclinando a fronte coberta de
    suor frio.
    Dize-me, Paulo, perguntou Lucrecia
    com uma voz vibrante, sonora, extensa, in
    finita e ao mesmo tempo doce, vaga e me-
    lancolica, conheces um homem que to.:* o
    o;bar do lobo.
    Paulo reconheceu logo Michelotto, por^m
    lembrou-se de Leor.or, temeu por ella, e,
    apezar da fascinagao que Lucrecia lhe cau-
    sa va, respondeu com iirmezi :
    Nao.
    NJo ? replicou Lucrecia. Entio quem
    te entregou a esse homem que julgas teu
    pai.
    S'-u filho do Sr. de Arnestefille e da
    senhora de la Rochenoire, contestou o man-
    cebo pela segunda vez.
    ?or6tn 6 possivel que te paregas com
    ella no rosto- e com elle no olbar e nio se-
    j s seu filho, e que ate* agora nunca tenhas
    estado na Italia ?
    Nasci em Pavia, minha senhora.
    Nio posso fazer-to soffrer a prora da
    tortara, disse Lucrecia, nio, nio posso ;
    ouve, despedacei os meus inimigos com a
    fericidade de uma panth.-ra, tenha langado
    a morte sobre tudo que se me tem opposto,
    teoho-me alagado em sangue por cousas
    quo me excitavam, que eram para mim
    muito menos necessanas do que a preoisio
    que tenho de arrancar-te a verdaae r no
    entanto sinto-me debit, obarde, fraoa, sfi
    com o peusamento de te caustr o manor
    mal. Ouve : mataste um dos homens mais
    poderosos de Ferrara e talvez o que era mais
    estimado do grio-duque, meu inarido ; se
    outro que nio fosses tu tivesse morto Rci-
    naldo Albini, AtTonso d'Este )Bndava-o as*
    quart jar por {uatro cavallos ; ninguem te
    pediri ontas dassa m. rte, eu que tenho
    direito de recebar legados e doagfies.
    Os recursos financeiros com que pode-
    mos contar sio numerosos, e nos permitu-
    rio pagaroque tivermosoccasiio de adqui-
    nr : e preciso collocar em primeiro lugar
    a generosidade doi doadores, aos quaes a
    instituicio de Mettray deve a sua origem.
    Desde entio esta liberalidade a tem sus-
    teutad sem abandoaal-a nos periodos de
    endecizio e de duviJa que necessarianente
    atravessam as grandes emprezas.
    Ago a quo os beneficios da colonia sio
    universalmente apreciados, ella continuara"
    a se. objecto de liberahJades ainda mais
    largas, porque seusautores terio cada vez
    mais certeza de que nio sorio ellas desenca
    minha las, esim applicadas a um be.u du-
    ra vel.
    Qs meninos que o estado confk & olo
    nia devem contribuir igualmente, em uma
    certa proporgao, para o equilibrio de seus
    recu:sos.
    Sio e les hoje era numero de oitocentos,
    iwplicin lose selecentos Ba cultura da ter-
    ra. Este trabalho, ao mesmo tempo hygie-
    nico e moralisador, di excellenes resulta-
    dos, e torns uma realidade o duplo desejo
    do seu fundadormelhorar a terra pelo
    homem e o homem pela terra.
    0 estado abona a cada menino 70 ceriti-
    raos por dia 0 mesmo menino, po.-to em
    um estabelecimento do estado, custiria
    rnuito mais A administragio.
    Pergintar-se-ha porque Mettray nio go-
    za do benficio de toda a somma que. sem
    esta colonia, o estado seria ob igado a gas-
    tar para o mesmo fim.
    D'entro os nossos jovens colonos, resti-
    tuidos A liberdade, so se conta quatro rein-
    cilentes por cento, em quanto se conta de
    oito a doze por cento mitre os qrie sahen
    de outr is casas, segundo a ultima eslatistica
    do minister!) da jnstiga. F>' que Mettray
    necessita de pouco para fazer graride bem.
    Sobre esta anomalia cbamaos a attengio
    beneficeirte do governo e dos legislado-
    res.
    Estes elementos, porem se tovnarum es
    tereis, se nao fossem vivifiados pelo espirito
    que os reunio. Este espirito per'petua-se
    uos agentes e nos funceionarios de Paternal, todos 'educados na es :ol el
    sob as vistas do Sr, de- Metz e contanlo
    de viirte a vinte e ciucoannos loservigo no
    colonia uns, e de trirrta a trinte- e quato
    annos outros.
    Este estado- maior destinadc- a guiar a
    coloiwft no canoiuho tragad-) pelo seu funuW-
    dor, 6 o depositario de seus exemplos e fie
    suas tradigoes, e nos o- temos encontrado
    nos postos que lhe b&v-iam siclo designs
    dos.
    A perda de seu chefe- o entristeCeu, mas
    sem enfraquojer sua de-ltcagao, tio necessa
    ria principalriK-nte neste ultima prova.
    Ao receber noticia da morte do Sc.
    de Metz o conselho immediatamente reu-
    nio-se. Uma commissi) (binomeada para
    examinar os papeis rektivos a Mettray, e
    espacialmente a car,a que rae duigk o Sr.
    de Metz, e que contiuba as suasdisposicdes,
    de alguma sorte testamentarias.
    N'otai a data desta carta : e ue 20 de de-
    zembro de 1870, epoca em que a colonia
    se achava rodeada pela invasio AUemi.
    N'aquella hora cruel a preicupagao do Sr.
    de Metz era o futuro de Mettray, a continua-
    gio de sua obra, e a sorte do seus caros col-
    laboradores.
    N'aquclle momento. em que o solo da
    pair,a tremia sob nossos pes, e em que na
    confusio geral ninguem podia contar com
    o dia seguinte, seu espirito c mservou-se
    firme, e seucoragio soestreraeceo por aquel-
    les que compunbam a sua familia adop-
    tive.
    Vejo aproximar-se o momento de minha
    morte, escrevia-me elle, deixarei a colonia
    com uma profunda dor do meu coracao,
    separando-me desles agentes, todos dignos
    da minlia a/feicdo, e que eu recoimnendo a
    vossa benevolencia.
    Tomo a liberdade de propor para direc-
    tor o Sr. Blanchard, que se esforcard, nao
    duvido, em jusliftcar semclhante escolha
    por seu zelo, procurando fazer-se amar
    por todos aquelles,qus d'ora em diante te-
    rd sob a sua direccdo, tarefa facil, da qual
    jd tive uma doce experiencia.
    Todos os nossos elogios se tornariam fra-
    cos diante de taes palavras.
    Ellas eram uma lei para o consclho, que
    por uma decisio unanime nomeou o Sr.
    Blanch"rd director e confirmou em seus pos-
    tos todos os outros funceionarios de Mettray
    Os designios expostos na mesma carta so-
    bre a administragio da colonia, e as ide'as
    consignadas nos papeis deixados pelo Sr. de
    Metz, tem guiado o conselho nas medidas
    que tem julgado dever adoptar.
    0 Sr. de Metz preencbia ao rae.mo tem-
    po as funccoes de director da colonia e de
    vice-presidente do conselho.
    Alternativamente, direi, quasi ao mesmo
    tempo em Mettray, em Paris, por toda apar-
    dominado todos, vejo-rae impotente diante
    deti ; tem compaixao de mim porque, ter-
    rivel para todos, sou fraca e debil como
    uma crianga quando se trata de ti. Oh I
    nio sabes, nao imaginas quanta anceio
    porque me respondas a verda la. Conheces
    Michelotto ? sabes quem e Michelotto ? Era
    o capitao dos verdugos de meu irmio Cesar
    Borgia.
    Nio conhego esse homem 1 respondeu
    Paulo, apezar de reconhecer Michelotto no,
    Sr. de Boncamp. '
    Espera, vou dizer-te como era Miche-
    lotto ha vinte annos; tera* envelhecido,
    porem deve sor sempre o mesmo ; escuta-
    me com attengio: tinha o cabello encres-
    pado como o de uma-fera, a fronte estreita
    e sombria como a dos tigres, o rosto sa-
    liente e illuminado nor dous olbos grandes,
    terriveis, circumdados de vermelbo como
    os do lobo, o nariz energico, forte, pouco
    proeminente, a Jaarba crescida, espessa, o
    pescoco curto e musculoso, os hombros e
    os membros d'um gigante, a attitude audaz,
    o olhar sorabrio, horrivel, a bocca raovi ia
    sempre por um sorrh > sarcastico ou amea-
    gador, os movimentos de fera, um ser ter-
    rivel, om uma palavra : urn demonio ; nioj
    o conheces ?
    Nunca vi esse homem.
    Fscuta, Paulo, escuta ; queres o meu
    amor, a minha formosura, a minha vida,
    os meus ihcsouros ? Tuddo e* teu ; pore*m
    Ioyos c.Hihsc ra minha filha,da-me a mioha
    lillu, a minha Alexanlrina e far-te-heien
    louque.er de fal.cik le. Paulo, amo-te.
    es para mim a resurreicao, nio sabes, nio,
    a luta em que me empenbaste, nio sabes
    que es para mim a ultima- prova sobre a
    terra. Mas... tu conheces Michelotto, co-
    nheces Alexanlrina. Oh! ten piedade de
    .te, onde a sua presenga era util, elle pre via
    tudo e a tudo satisfazk. Hoie s6 com o
    aufilio de forcas collectivas poderemos subs
    tituir tao doderosa parsonalidade.
    Deviamos antes de tudo cuidar em comple-
    ter o conselbo. A morte tinha aberto vagas
    nas nossas fileiras : para pfeenchel-as, tenho
    a honra de propor A vossa approvagii :
    i. 0 Sr. Read a, inspector da instruc-
    gao publica, mui competente para todas as
    obras de educagio popular e de beneficeu
    cia.
    2.* 0 Sr. Andral, couselheiro d'estado,
    cujasluzose concurso nio sio preciososnos
    negocios concernentes A nossa sociedade a
    que tiverem de ser levados & alta jurisdic-
    gio administrativa.
    3. 0 S". Des Francs, pres!dente do tri-
    bunal de Tours, cuja alta autoridade sera"
    fiadora da boa administragio da Casa Pa-
    lei nal.
    4. 0 Sr. Gustavo Mame, grande proprie-
    tario nas vizinhangas de Tours, merabro de
    uma fajnilia qne deve a sua inllueacia nao
    i fortuna que possae, mas sim ao bom uso
    que delle tem sabido fazer.
    Se approvardes a mi aha proposta, o con-
    selho ficara composto da seguinte forma:
    (0 presidente IS a lista completa dos mem
    bros d) conselho.) .
    To Jos e-tes nomes, senhores, tem uma
    significa ;io que dispensa commentarios.
    Fazia-se tambem necessario completer a
    commissio permanente encarregada de vo-
    ter, continuadamente e nos proprios luga-
    res, pelos interesses da colonia.
    Euontramos felizmente entre nfe cdle-
    gas natural-nente designados- para estas func-
    gO s. tento pelos seus conliecimentos pratrcos
    em rnateria d,adrainistra|gSo,, d'agricoltura
    e de ;oi>tab:lidade, coino peta residencia
    habitual ou visitas frequentes pek) paiz.
    > const4bo addicionou aos Sr*. Cottier,
    Etigenio Gouin, e Ernesto Mamer ji mem-
    bros desta commissio, o Srs. Gustavo-
    Maine, o president* Des Francs e o conde
    de Maupeou, qire laf is de parenteseo e uma
    actira coopevagio tinha assoeiado aos-traba-
    lhos do Sr. de Metz.
    Vosso presidente, senhoresr sentia a ne-
    cossidade de ser auxiKado po lerosamente no
    que interessa j a ad>ministracao ge^al da
    sociedade, j* a alta fiscali6aeio da colo-
    nia.
    Julgamos quo sob este duplo ponto de
    vista, dous vke-presidentes eram necessa-
    rios, e-o conselho conferio oste-titulo ao Sr
    Devinek, cuja experieacia administrativa e
    financetra e inconteste-vel, e ao< Sr. Eugenio
    (ioi'iin, chefe da municipalidade de-Tours
    [maircj, e dteputado do Indre et-Loire A
    assembiea naeional, o qual tomou a presi-
    dency da commissio- permanente.
    OSr. Gaudin, que-deixou tio belles re-
    cordacoes em nossas assembleas debberan-
    tes, no conselho d'estado, e- na alta admi-
    iiiiiiistracao, substituio. na qualidade- de se-
    cretario geral, o Sr. Ravigny, cu^ morte-
    deplo>"amos.
    OS..Lecouteuxcontinuaa prestar o con-
    curso ile sua experiencia dos trabalhos agricolas, confiados ao Sr-
    Guimas.
    0 Sr. Aruoux, o decaao do est-vdo-maior
    da colonia, contendo 31 annos de servicps
    exemplares, e ji encarregado da contabi -
    lidade sob a inspecgio de uma commissio
    especial, foi nomeado inspector parasubsti-
    tuir, em caso de impedimeuto, o director,
    Sr. Blanchard.
    Erafim o Sr. Deraoreuille, resideote na
    si' le da sociedade, ficari especialmente en-
    carregado da ci rrespon lencia rektiva ao
    patro,inio, parte essencial de nossa institui-
    cio, a qual o Sr. Visconde de VdHers.hon-
    rado com a inteira confianca do Sr. de
    Metz, e sobrinho do Sr. de Courteilles, urn
    dos fundadores de Mettray, consagrari par-
    ticular attengio.
    Resta-nos agora preencher um dev.r de
    pie loso reconhecimento.
    Mettray teve dons fundadores : um, o Sr
    de Courteilles, amigo e collaborador devota-
    do do Sr. de Metz, teve parte no nascimen-
    to da obra commum. Nao vio a sua con-
    clusio : foi chamado, antes de flndar o dia,
    para receber a pag&do seu trabalbo: seu
    tumulo esk no cemiterio da colonia, aonde
    elk mesmo bavia marcado o seu lugar com
    este inscripgio -Quiz viver, morrer ere-
    sussitar com elles.
    0 outro teve que supporter sozinho tio
    pesado fardo, e quarenta annos do uma ac-
    tividade sem tregoas nio esgotaram suas
    forgas, nem arrefeceram seu zelo e ar-
    dor.
    Havemos decidido que, para recordar a
    memoria destes dous bemfeitores, seus no-
    mes sejam gravados em duas laminas de
    marmorena capella do estabelecimento: que
    seus bustos srjam collocados no centro da
    sala grande, e que dous monumentos lbes
    sejam erigidos no cemiterio.
    0 Sr. de Metz legou A colonia o seu co-
    ragao, cujo ultimo palpitar foi por elk :
    mim, da-me a minha filha 1 Por quem
    senao por ella, viria eu aqui, aos teus apo-
    sentos, procurando enamorar-te, enlouque-
    cer-te !
    Paulo ficou aterrado, nio por Leonor,
    em quem reconhecera Alexandnna, mas
    porque Leonor era filha de Lucrecia, por
    que Lucrecia dominava-o, aturdia-o, ab-
    sorvia todo o seu ser, porque teraia perde-
    (a se Ibe entregasse sua filha.
    t A (atalidade tomava outra vez parte na
    acgio.
    Tudo isso que me diz, minha senhora,
    respondeu Paulo, 6 estranho para mim.
    Nio conhego esse Michelotto, nem essa
    Alexandrina a quem chama filha.
    Ouve... Di-me as tuas mios.
    Paulo deu as mios tremulas a Lucrecia
    que as apertou entre a< suas
    As mios da gri-duqueza estavam arden-
    tes e tremulas.
    Olha para mim, disse Lucrecia, amas-
    me T
    Ah I minha senhora 1 exclamou Paolo,
    quer matar-rae?
    Sim, amas-me, a tua alma, enamora-
    da, louca, vdados teus olhos para mim ;
    sim, amas-rae, tremes como se treme quan-
    do se sente a agonia do amor, a mais dolo-
    rosa e a mais dace de todas as agonias. Di-
    ze-me : se me visses morte a teus pes, se
    visses esta mulher, que te parece uma deusa,
    convertida em um cadaver, partir-se-hia o
    teu coragio ?
    Oh I mou Deus I exclamou Paulo
    frenetico, lut&ndo por arrancar-se das mios
    de Lucrecia quo o continha com uma forga
    iucrivel em uma mulher.
    Sim, sou a tua vida, a tua alms, a
    tua eternidade. Amo-te como nunca amei,
    otilouquego, morro por ti; jura-rae pela
    este precioso deposito seri encerrjdo em
    uma nrna ao lado do ti/mulo do Sr. de
    Courteill ;s, com estas palavras tiradas da
    carta que elle m'escreveu, quando previa
    a sua morteEspero que was ptrmittird
    que quando deixar de dirigir esta colonia,
    amda eu a possa servir-por minha inter-
    cetsao.
    E>tes monumentos, erigidos por subscrip-
    gio, serio iriaugurad. s solemnemente.
    A honra de dirigir estes trabalhos coube
    ao Sr. Thierry, architecto de Mettray. Dis-
    cipulo do autor dos primeiros pianos de
    Mettray, o sempre chorado Sr. Blouet, o
    cooperador do Sr. de Metz, esta na altura
    de una semelhante iucumbencia.
    Por maior que seja a nossa dor nio po-
    dem os contemplar a nossa colonia sem um
    sent mento de satisfagio. Sob todos os pon-
    tos de vista, tanto hygienico, como econo-
    mico, assim como em relacAo i religfio ei
    moral, regiio superior onde reina a salutar
    inflaencia do esmoler o abbade Guirard", a
    instituigaii realisa todas as nossas esperau-
    gas. Elle constitue um mod lo poucas-ve-
    zes imitado, e nunca excedido.
    A cifra da mortalida le em Mettray 6 rne-
    oor do que nas guarnigdes- do interior : e
    entretanto que diflerenga entre estes meni-
    nos, nresas iifancadas is garras das moles-
    lias, i miseria e aos vicios, e os jovens-sol-
    dados, (lor da nossa populagao, e ainda
    assim escolnidos a rescolhidos- reiterada* ve-
    zes I
    Ficarei aqui para nio invadir o rektorio
    da Sr. Blanchard, quo aprofunJou inter?s-
    san'e9 questoes, ei que ap nas- poderia eu
    tocar
    Delle vereis como, por uma salutar ctis-
    ciplina, minims, que precianv destinados a
    serem muteis fardos- ou mnsmo (lgello> te-
    miveis para suas fanwlias e imi' escandalo
    ou1 umperigo para a sociedade, podem v4r
    a ser bons obr iros e cid^dios hones-
    tos.
    VARIEDADE
    9 elaeCe do- actual gAbihete na
    In^Jbalerra.
    Bin pritneiro ministro sent porgaminAos
    de nobveza. .4 historia de familia do
    Sr. Disraeli; sua carreirapolitico- elit-
    terario; servicm- por elle- prestadoi ao
    paiz ; uas obras litterarias.Siia in-
    fluencta- com o attual gabinete.
    O homem que a soberana-da Gra Breta-
    nha acaba. de esc Iher paraorganisar o ga-
    binete, qaie substituio no poder o do Sr.
    Wadstone, ji por mais de uma vez tern sido
    aonrado com ess* import nte missiOve fi-
    gura hoje-entre os homens- mais dUttnctos
    daquella nagio, nio so como politico, mas
    como Ikterato e escriptor de grande rae-
    rito.
    No eatenio Disraeli nem, descend da ve-
    Ihaaristocracia, nem a sua familia era oriun-
    da de lifglalerra-, do que facilmento se con-
    clue qne s6 ao-seu merocimento a serviro;
    prestados ao seu paiz deve elle a elevada
    posiqio que atcangou.
    E' de admirar que- na lngktorra, y_,u
    ondo ts pergauinhos da nobreza sio os
    mais-valioso documanio, que-di accesso is
    priraeifasposigOes ixiiciaes, Disraeli, apezar
    do seu innegavel talento e habilitegdos, che-
    gasso ao?eupar una dos car gas mais intpor-
    tantes, tanto mais pertencendo a sua familia ,
    a uma seita religiosa, cujos nlembros teem
    encontrado por esse motivo serias difficulda-
    des a um accesso na vida diplomatica da <*c&
    Bretanha.
    A historia da familia de Disraeli e a sua
    carreira politica e litteraria encerra episo-
    dios interessantes, que nio podem deixar
    de ser lidos com euriosidade, porque pou-
    cos exomplos de uma vida tio oheia de suc-
    cessos nos olferece a historia da politica
    brintannica.
    E' justo reconhecer quo a mais de um
    individuo tem o talento aberto as portas das
    regides offtciaes naquelle paiz, mas nenhum
    conseguira subir tao alto, nem hombrear
    com os vultos mais eminentes da aristbera-
    cia do que o nto de um negociante judeu.
    A historia que em seguida publicamos.
    escriptapr umcorrespondento de Londres.
    para uma folha estrangeira, por occasiio da
    recente mudanga ministerial, alera de de-
    monstrar que Disraeli deveu a sua esmera
    da educagio e aos exforgos de sua familia
    a entrada na carreira politica, e a posigio
    que nella alcangou, prova tambem que ello
    foi sempre digno das distincgdes com que o
    honraram, dando as mais exuberances pro-
    vas de suacapacidade no desempenho dos di-
    versos cargos que lhe teem sido confiados
    durante a sua carreira politica.
    [Conlinuar-se-ha. J
    minha vida, porque o meu coragao e a mi-
    nha cabega partir-se-hio se raentires, d ze-
    me : conheces' Michalotto ? conheces Ale-
    xandrine ?
    Nio ; juro-o pek sua vida e pela mi-
    nha alma.
    Ah 1 exekmou Lucrecia, nio o co-
    nheces I... i.ao me enganas I...
    E deixou-se cabir era uma cadeira, in-
    clioou a cabeca e cobrio o rosto com as
    mios.
    Paulo sentio-a chorar.
    Aquella mulher terrivel, que nunca tinha
    chorado, chorava pela sua filha perdida qua
    em vio procurara durante vinte annos.
    Ah I minha senhora I exclamou Paulo
    aproximando-se d'ella e procurando afaster-
    Ihe as mios do rosto.
    Lucrecia levantou-se violentamente, om-
    purrou Paulo, e disse como se fallasse com-
    sigo mesma :
    Nio, nunca I impossivel I
    E passados alguns instantes, proseguio :
    Ouve, Paulo, ouve eguarda no teu
    coragio como em nma turaba o que vou
    dizer-te, como deves guardar o que viste e
    oque ou viste. Desde que entraste aqui
    amei-te, sabia os teus amores com Branca
    Albini e te-U-hia despedagado se seu pai
    nio a tivesse encerrado em urn convento.
    Amo-te, meu Deus I... nio sei como te
    amo, porem e tanto, tanto qua nio quero
    satisl'azer o men amor com receio de que
    elle desapparegi como am sonho I Olha,
    vein ci.
    E, agarrando nas mios de Paolo, le-
    vou-o ate junto de uma das parades do apo-
    sento.
    (Continuarse-ha)
    f YP. DO D'ARIO. RUA DUQCE DE CAXIaS
    i

    .




    .
    *
    v


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