Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17624


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Full Text
Bav|I^BW|ia*
Ai\.\0 L. MMEIIO 86
PARA A CAPITAL E LllHK O* DE ViO SB PAQA POBTE.
f*or tres rrezes adioutad%. lW^^^.'mV*^-*; 69000
Por seis ditos idem......,............. 12*000
4>or urn anno idem. .*.........;-. 34*000
Cada numero avulso ............. ^320
ft Sri. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Pari; Goucalves d Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jose de Oliveira A Filho, no
Pereira d'Almeida, em Mamaaguape ; Carlos Amenciu Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose Go
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pi
PARTE OfflCIAL.
\
1
I
Govcruo tin provlucia.
EXPEDIIvXTE DO DIA 13 M lAfWM DK 1874.
T 1.' secrao.
OfDcios :
Ao Exm. bngadoiro commandante das ar
mas.Serao apresentidos a v. Exc. de pane do
commandante do corpo d. pilieia, os doze iudivi-
(luos constantes da reUciii junta, para o service
do exerci'/i, no caso de serefll julgalos aptos.
Ao mesmo. Sirva se V. joe. de mandar por
em liberdade, visto .ter pri>vado isenrio legal, o
recruta Jose Bez"rra la Silva.
Aoonsul de sua magestade filelissinia.
Tendo nesta data, anniinlo ao quo solicitou-Tie o
Sr..Dr. Glaudino de Aranjo Gutn.aries, consul-de
sna mag-tstade fidelissima em seu i.fflcio de 10 do
corrente, leeommeniado a i juiz municipal do ter-
ino de Bezerros, nio so qu proceda coai zelo a
liquidacao do espolio do padre Luiz Antonio' Pe-
reira de Britto, subdito pirttiguez, falleddo no lu
garCumbedaqu-lle termo, em ordem a garan-
tir odireito dos ioteressalos n.. success io do re
ferido espoiio. mas tambem que, coiHuida dila' li-
quidacao, e deluzidas as despeza quo ella occa-
sional me remeila o pnducto liquido para ser
tiansmitti lo ao mesmo Sr. consul ; assim Ih'o
eornmunico para sua intelligencia. Com csie iiij-
tivo renovo ao Sr. consul do Portugal as segaran
cas de minha perfeita cstimi e distidcta consid;.'-
rajao.
2.' seccao.
r Actos :
0 presidenie da provincia, reclificando o en
gano havido na portaria do 30 de outubro proxi-
mo passado, resolven transferir para o cargo de
2'supplent' do juiz municipal do termo.de S.
Bento o actual 3\ Jo-e Bento de Oliveira, de con-
formidade c >:n > disposto no art. 6 2 do decre-
to n. i,82i de 22 de novembro de 1871, e |>ara o
de 3," para que deria scr nomeado o 2, Jose Pe
reira Leite.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacharel J)se Cavalcante de Albuquer-
que Ucfioa, promoter publico da comarca de
Itambfi. res>!ve conceder-lno trinia dias de been
ea com vencimentos, na forma da lei, para tratar
a sua saude.
I 0 presidente da proviucia, attendendo ao uue
reiuereu o alferes do corpo de policia, Pergeutin)
de Miranda Pimentel, d legado do 2* districto da
freguezia de Nazaretb, e tend > em vista a infor-
ruacao do respectivo commandante, era offlcio n.
21 de 14 do corrente, resoive coneeJer-lhequin-
ze dias de liceoea para vir a esla capital tratar de
sua saude.
0 presidente da proviacia, sob proposta do
Dr. cbefe de p licia, em otScio u. 71 d^ li do cor-
rente, resolve exonerar a pedido, o alferes Joao
Francisco dj >ilva Castro do cargo de 1" suppl^n-
^^- te do delegad i di> termo de S. Bento.
0 pr*si lenle J.i provincia, d-! confonnidade
com a proposta do Dr. c efo de policia, em offl-
ri de 11 do corrente n. 71, resolve nomear para
o cargo J-' 1" supplmte do delegado do termo de
Santo Antao o capitio Luiz Felippe Cavalcanle de
Albuquerque.
Offi:ios :
Ao I)-, cbefe de policia- Em resposta ao
'fflcio de Vjiic data lo de 21 de dezembro do an-
no proximo passado, sob n. 2,0^3, com referen-
eia a ontro do delegado do termo de Boa-Vina,
que m: foi trans.-niitido pot copia, pedindo pro-
videncias sobro .> piganunto de soldo do respoc-
tivo de-tacamebto, t mho a dizer-lhe quo aguar-
do a demi-siii d^ collect >r gjral, que sera da-
da logo que ^'mc. communique achar-se o mes-
mo collector preso adtninistractivamente, segun-
do reqaisieao da tbeaouraria d-i fazenda e nomea-
gao de out'ro, para Jar as providencias extgidas
em sen eitido offli'io.
Ao juiz ile direito de (Jiruarii. Deeliro a
Vmc. para os devjdoi flos, que pjr porlanade hoje
foi reclificado o engano liavilo na de 30 de outu-
bro ultimo, qua nomeon i suppleat; do juiz mu
nicipal r"e S. Bento o eifUdio J >se Pereira Leite,
que devia se-lo para o de 3*,comol de lei.
Ao juiz municipal do B mito. Transmittindo
a Vmc. copia do oflieio do Dr. cbefe de poli;ia n.
67 de bontem datado, Ihe rec itnmendo proceda, de
conformidade corn a lei. contri os autores do fa-
cto a que allude duo oflieio. Igual ao promotor
publico da comarca.
Ao juiz municipal do termo de Bezerros.
De conformidade com o que solicita o consul de
Portugal, em olflcio de 10 do corrente, junt) por
copia. recommendo a >'mc. que proceda com todo
zelo a liqoidarao do espoiio deixado pelo padre
Luiz Antonio I'ereira de Britto, subdito portuguez,
fallecido no lagar Combe- desse termo, era or-
. dem a garantir o direito dos interessados na sue-
cessao detal espoiio, devendo logo que concluir
dita liquidaciio e deiiois de deluzidas todas as des-
p?zas qoj ella occasionar, rematter-me o produ-
cto liquido para ser tran-rnitt do aquelle consul.
Ao commandante do corpo de policiaMan-
de Vmc. reforcar com quatrc pragas o de3taca-
mento em Capoeiras.
Ao mesmo.Mande Vmc. substituir por ou-
tro, o sargento commandante do destacamento de
Timbauba, M: noel Vicente de Araujo.
Ao mesmo. Pode Vmc. excluir do corpo,
8dJ) o seu co nmandoas praca) de nome Jos6 Fran-
Cisco Gomes da Silva, Manoel Jose da Paixio, An-
tonio Francisco de Miranda, Laurentino Correa de
Barros Joao Galdino de Oliveira, Bernardo Jose
dos Santos, Jose dos Anjos Naves, Manoel Ballha-
sar Correa e Genuino Perein da Silva, dos quaes
trata o seu offijio n. 19 de li do corrente, que
tend) isencao legal aji.-e.-entam pessima cond icta.
Ao mesmo.-P6Je Vmc. desligar do corpo,
sob o seu commando, fazendo-os apresentar ao
general commandante das arm a?, os soldados de
que trata o seu offlcio n. 19 de hontem, Joao Evan-
gelista da Silva, Maneel Lneas do Nascimento,
Cosme Jose do 0', Jose Alexandre da Silva, Vi-
cente Ferreira da Costa, Martiniano Francisco de
Albuquerque, Miguel dos An.os Pereira, Vicente
Ferreira de Araujo, Bilisario Francisco do Rego
Barros, Antonio Lecinio G >n;alves, Manoel Lopes
do Nascimento e Elias Jjse do Carmo.
Ao subdelegado de policia de Timbauba.
Em resposta ao offlcio, que Vmc. me dirigio a.iO
do corrente, scientificando-me do estado em que
ae acha essa freguezia, accommettida pela variola,
teuho a dizer-lbe que nesta data nomeei uma
mmissao ahi, composta de V(dc, do Rvd. viga-
rio e do cidadio Jose Bruno Junior, para encar-
regarse de distribuir pelos pobres atacados da
quelle mal os soccorrosnesessarios. A thesoura-
ria de fazenda tem ordem. d>s entregar a referMa
'.rnmiss.i.i a qiuutn dn 200i para esse fnh, e em
breveremetterei uma carleira bomeopathica eia--
truccSes para o tratamento dos doentes, a;sim co-
mo tabos com ptis vaccinico. Autorisa o a en
** carregar ao cidadio Augusta Cesar de Albuquer-
que dc tratamento dos doentes, segundo solicita
Vmc. cm seu referido offlcio, mediante uma gra-
tiflcajao, que opporttinamenU sera arbitrada em
vista dos servicos que foretn prestadoa, e devida-
raente nolados pela coaamissiio. Incluso remetto
donsofflcios de commuaicaciio aes outros meui-
Lros da commissSo, cumprindo qae Vmc. lhes de
o devlde destino.
nim B.'seci^o.
Offleios :
-t Ao inspector da thesouraria oe fazenda.
Sommaaico a V. S. para os devidos fins, que a
li do c Pes.-oa, o oxercicio d(> cargo de juiz de direito da
2' vara civel desta capital, para o qual foi nora^a-
do por decreio de 27 de novembro proximo pas-
sado.
Ao mesmo Commuaico a V. S. para os
devidjs fins, que nor om\;ij de 1 do corrente par-
ticioou in", o bacharel Eraucisco Gomes Pinto de
Campus ter eclrado em exercicio sdo (JSrgo"de juiz
municipal de Pao d'Albo, para o qual foi nomeado
por decreto de 13 de dezembro do anno proximo
passalo.
Ao nii-sm-). Transmit'.o a V. S. o offlcio
do enjenheiro fiscal interino da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco, por copia, para que pro-
videncie a respeito.
Ao mesmo GrassanJo com intensidade
na freguezia do Timbailba a epide.nia da variola,
segun Jo comma nicacdes recobiJas, nomeei nssta
data uma commissao alii, composta do vigario
August.) C ibral d i Vasconcellos, do subdelegado
Bald duo da Silvcira Villa Secca e do cidadao
Antonio lost Bruno Junior, a qual V. S. mandara
entregar, por conta do respectivo credito, a quan-
tia de 20 >& destin idos a soccorrer aos indige.ntes
atacad>s diquslla molestia
Ao inspector da thesouraria provincial.
Communicj a Vm;. para os fin> eonvenientes, qie
n-?stidata autorisei ao agente fiscal em Penelo,
a nomear auxili.ires de sua confiauci em dido-
rentes pontos d districto de sua agehcia. com as
restituicoes apontadas em sua informacio de 10 do
corrente, sob n. 22.
Ao mesm). Transmitto a Vm:. a conta
junta document)la da quantia de 3:907570, em
que importou a despeza feita durante o mez de
dezembro do anno proximo passado, com as die-
tas e fornecinentos dos presos pobres da casa de
detencio, para qae essa thesouraria pigue a do
respo;tivo fornecelor, como solicita o Dr. chefe
de policia, em offlcio de II do corrente, sob n. 66.
Ao mesmo. Ao capitio Jose Firmo Pereira
d > Lago mande Vmc. pagar-lhe a quantia de....
iS|300 constan'.e da relacao junta em dupplicata,
despendida no mez de novembro do anno proxi-
mo pas-ado com o sustento d>s presos pobres
da c.id.sia de Oaricury, como solhcita o Dr. chefe
de policia em offlcio de 9 do corrente sob n. ii.
Ao mosmo. -r- Transmitto a Vmc as iBdusas
contas das despjzas feius 'durante o maz de de-
zembro ultimo com o sustento dos presos das pro-
vinces de Sergipe, Alagoas, Parabyba, Bahia, Ma-
ranhao e Espinio Santo, para que mande pagar ao
fornecedor a respecliva importaucia, segundo so-
licitou o Dr. cbefe de policia em seu offlcio datado
de 13 do corrente, sob n. 62.
Ao mesmo. Mande Vmc. pagar ao carce
reiro Anjre Avelino do Espirilo Santo, a quantia
de 92^810, constants da relacao e contas despen
dida nos mezes de- ontubro a dezembro do anno
proximo passado, com o sustento dos presos pobres
da cadeia do termo do Cab), como solicita o Dr.
chefe de policia, em seu offlcio de 9 do corrente
sob n. 40.
Ao mesmo. -Commnnico a essa thesouraria,
que nesta data aut risei o director das obras pu-
blicas a comprar dous grandes espelhos que se
acham em casa do inspector d) aisenal de mari-
nha, oertencentes a Domingos Mauoel Martins,
proprietary do estabelecimento Bazar do Recife,
mediante a quantia de 8004000, para decoracao do
salao do theatro de ^anla l/abel.
Ao agente fiscal em Penedo. Attendendo
as informacoos do consulado o thesouraria provin-
cial respondo ao seu offlcio, datado;de 4 de dezem-
bro do anno passado autorisando o a nomear au-
xiliares de sua confian;a em dilTerentes ponios do
district) dessa agencia, comtanto que as guias se-
jam passadas por vmc nos termos dos |^ 2 e 32
do art. 4 do regnlamenti respectivo e com a
clausula respecliva, de que a fazenda provincia!
nenhuma porcentagem despendera com tacs auxi-
liares.
4J sea;Ho.
Actos :
0 pre-idenle da provincia, attendendo a que
na freguezia de Timbauba, da comarca de Itambe,
esta grassando com intensidade a epideraia da
variola, alacando era grande parte as pessoas des-
validas, resolve nomear alii uma commissao com-
posta do vigario da referida freguezia, Rvd. Au-
gusto Cabral de Vasconcellos, do subdelegado
Baldoino da Silveira Villa Secca o do cidadao An-
tonio Jose Bruno Junior, para encarregar-se de
distribuir soc:orros pelos necessilados, e ordena
que neste sentido se'fjca e devido expediente.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Anna Clementina de Souza Barros, pro-
fessora publica da cadeira de 1" lettras da povoa-
cao de Allianca, e tendo em vista a iaformacao do
director geral da instruccio publica, de 12 do
corrente, sob n. 15, resolve conceder-lhe tres mezes
de licenca com vencimentos, na forma da lei, para
tratar de sua saude, onde Ihe convier.
Offleios :
Ao Dr. nspector da sadie publica. Re-
metto a V. S., conforme solicitou, copia do pare-
cer dado em o de abril de 1871, pela commissao
incumbida de fazer experiencias para conseguir
nesta provincia a vaccina priraitiva.
Ao raesmo. Remetta V. S., com urgencia,
a secrelaria desta presidencia uma carteira bo-
meopathica, apropriada ao tratamento da variola,
e as respectivas instruc^Ses com destino ao sub-
delegado de Timbauba, ond) grassa com intensi-
dade aquella epidemia.
*-r
SEXTA FEIRA 17 DE 1BR1L BE 1874
PARA DlvATBO E FOU.1 DA PRftllACIA.
Por tres mezes adiantados..............
Por seis ditos idem...............
Por nove ditos idem ............. .
Por urn anno idem................
f
7
69760
139500
809250
atjsooo
PROPRIEDADE OE MANOEL fGUEIROA OE FARIA & FILHOS.
*
j Antonio de Leiuu* Braga, no Aracatj ; Joio Mna Julio Chaves, no Assu; Antonio Marqaea da Silva, no Ratal; Josd.Justino
Villa da Penha; Be!armino dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa firaga, emHaxweth;
AlagOas ; Alves d C, na Bahia; e Leite, Gerquinho d C. no Rio de Janeiro.
Ao commissario vaccinadar provincial.
Remetta Vmc. com urgencia a secretaria de3ta
presidencia alguns tubos de lympha vaccinica, para
serem fornecidos-ao subdelegado de Timbauba.
Ao vigario da freguezia de Timbauba, Au-
gusto Cabral de Vasconcellos. Grassando com
intensidade nessa freguezia a epidemia da variola,
segundo communicacSjs ultimamente recebidas,
resolvi nesta data ordenar a remessa de soccorros,
dostinados aos indigentes atacados de semelhante
mal, e nomear uma commissao para distribair
esses soccorros, composta de V. Rvm., do subde-
legado Baldoino da Silveira Villa Secca e do cida-
dio Antonio Jose Bruno Junior. Fazendo-!he esta
communicacao, nutro a esperancaide que aceitara
tao trabalbosa quanto hnmanitaria incumbencia,
prestando assirn um grande servi^a ao governo
e aos habitantes dessa localidade.
Iguaes, mutatis mutandis *ao subdelegado Bal-
doino da Silveira Villa Secca e ao cidadao Anto-
nio Jose Bruno Junior.
Ao !. juiz de paz da freguezia de Nossa Se-
nhora da Penha de Gamelleira. Estando decidido
pelo decreto n. 2,471 de 24 de setembro do anno
proximo passado, a quo collegio eleitoral deve
pertencer essa parochia, cumpre que Vmc. proce-
da a qualificacao dos votantes, convocando para a
forma^ao da respecliva j mu de |ualifica;3o os
oil-) cidaJios que Ihe forem itffiaediatos em votos ;
conforme dispoo o- art. 6. da lei de 19 de agosto
de 1846, e tendo em vista o prazo esUbelecido no
art. 4.* da referida lei. Nesta data offlcio a cama-
ra municipal dessa villa, designando para a forma-
cio da Junta de qualificacio a segunda dpminga
de man;o proximo vindouro. Igual mutatis mu-
tandis ao 1.* juiz da pat da freguezia dos Montes
na vi la de Palmares.
Ao juiz de paz da freguezia de Jaboatio.
Referindo te a minha circular.de 25 de agosto ul-
timo nos juizados de paz existentes nessa fregue-
zia, com especialisagao das dalas de sua crea^io,
e nao dos julgamratos, como entenden Vmc, re-
commendo-Ihe que quanto antes me remetta a re-
lacao exigida na citada circular.Iguaes mutatis
mutandis, aos Joizes de Agua Preta, Exo, S. Cie-
tan o da Raposa, Cabrobe, Cimbres.
Portarias :
A' camara municipal da cidade de iS'a;
reth.Cumpre que a camara municipal da eld)
de Nazareth satisfaca o diM)osto no art. 88 da
n. 387 de 19 d* agosto de 1846, remettenio a
presidencia uma copia aothentica da acta da a
raio geral dos votos para deputados provi;
pelo segundo district).
A' camara municipa' da villa de Gamelhira.
Resolvido belo decreto n 2,471, de 2t de setem-
bro ultimo, a que collegio eleitoral perteuce essa
parochia, declaro a camara municipal da vill i de
Gamelleira, qae fi.ra designada a segunda dominga
de marco proximo para ter lugar a formafio da
junta de qualiflcacao dos votantes ; cumprinlo a
raesma camara ob^ervar o disposto no art. 7.* da
lei de (9 de agosto de 1316, a tempo de o juiz de
paz com pet rate fazer a coavocacio dos oito cida-
daos que Ihe fcrem immeliatos em votos, segundo
o art. 6.*, guardado o prazo do ?rt. 4." da referida
lei.
A' camara municipal da villa de Palmares.
.Declaro a camara municipal da villa de Palma-
res, que fica designada a segunda dominga de
marco proximo' para ter lugar a for.na.4o da
junta de qualificacio de vota ites da parochia de
Nossa Senhora dos Montes, visto como, pelo decre-
to n. 2,471 de 24 de setembro ultimo, esta resol-
vido a que collegio ejeitoral pertence a refsvIBi
parochia. Cumpre que a mesma camara observe
o dispost > no art /.* da lei de 19 de agosto de
1816, a tempo de o juiz de paz c imueteote convo-
car as oito cidadaos que Ihe forem immeJiatos em
votos, conforme o art. 6.', guardanlo o prazo es
tabelecido no art. 4.* da referida lei.
5." seccao
Offlcio :
Ao eigenueiro chefe da reparticio das. obras
publicas.Autoriso Vmc. a comprar os dous gran
des espelnos que se acham cm casa do inspector
do arsenal de marinha, pertencenle* a Domingos
Manoel Martins, proprietary do estabelecimento
Bazar do Risife, mediaute a quantia de SOO*, para
decoracao do salao do th:atro Santa Isabel, en
vi Portaria : I?
Os_ Srs. agentes da companhia brasilsira ds
navegacio a vapor mandem dar passagem de proa J
ate o Maranhao, por conta do ministerio da guerra,
ao ex-s)ldado do 2." batalhio de infantaria, Ma-
noel Pedro Perreira, que vai recollier-se a cidade
de Caxias, naquella provioei i, d'onie e natural.
KXPJiDIENTK DO SBCBETARI0.
' 2.* seccao.
Offleios :
Ao Dr. chefe de policia.0 Exm. Sr presi-
dente da provincia mania daclarar a V. S., para
os devidos fins que foram exp-didas as eonvenien-
tes nrdens no sentido de que trata o seu offlcio
n. 68 de hontem data lo.
> Ao mesmo.Ds ordem de Exm. Sr. presi-
denie da provincia remetto a V. 5. o tilulo incluso.
do 1. supplente do delegado do termo de Santo
AnUo, de conformidade com a proposta de 14 do
corr^lte, que flea assim respondido.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia ma'nda declarar a V. S., que nesta data ex-
pedio as eonvenientes ordens a thesouraria pro-
vincial, para ser paga a importancia das despezas
feitas c m o sustento dos presos das provincias de
Sergipe, Alagoas, Parahyba, Bahia-, Maranhao e
Espirito Santo, na conformidade do que V. S. soli-
cita em seu offlcio datado de 13 do corrente sob
n. 62.
Ao mesmo. -De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, ommunico a V. S. que
esiao expediias as eonvenientes ordens, para que
a thesouraria faca, ao fornecedor da casa de de
t de 14 do corrente, sob n. 66.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communieo a V. S. que ex-
pedio-se ordem a thesouraria provincial para pa-
gar ao capitio Jose Firmo Pereira Lago a quantia
de que trata o offlcio de V S. datado de 9 do cor-
rente, sob n. 41.
Ao mesm>.-De ordem deS. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communieo a V. S. que a
thesouraria provincial esta autorisada a fazer, ao
carcereiro Andre Avelino do Espirito Santo, o pa
gamento a que se refere o offlcio de V. S. datado
do de 9 do corrente, sob n. 40.
Ao Dr. Pedro Camello Pessoa.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi
mento do offlcio de V. S.. de hontem datado, em
que participa ter nessa data assumido o exercicio
da I.' vara civel desta cidade.
5.* sccrao.
Offlcio :
va, Antonio L iiz de Almeida, Capitulino Bezerra
Leite e Jose Moror6-do N.tscimeuto. vinios do ter
mo do Bonilo, como criroinosos.
[ Nesta data declarou-me o subdelegado da Ca-
pua ga que remetteu ao Dr. juiz de direiti do res-
pectivo districto criminal, oinqaeritoa que pro
cedera contra Joio Ferreira Candiaai.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira deLucena. digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco C'jrreia de Araujo.
i mui ..i i m
ASSEMBLE PROVINCIAL
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco,Do ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, communieo a
V. S., em re.-posta ao seu offlcio de 13 do corrente,
sob n. 3, que offlciou se a thesouraria de fazenda
para providenciar a respeito de seu citado offlcio.
)ESPACH03 DA PBBSIDKHCUj DO DIA 15 DE ABRIL
DE 1874.
Anna Clementina de Souza Barros. Passe por
taria, sera ordenado.
1* cadete sargento Adolpho de Albuquerque
Bello. Passe portaria concedendo a licen^a re-
querida.
Baldoino Amando Freire: Deferido com offl-
cio desta data a thesouraria de fazenda,
Baldoino Amando Freire. Ni) tern lugar o
que requer o supplicante.
Companhia Ferro Carril de Pernambuco.Con-
ceda-se a prorogacao pedida.
Companhia Recife Drainage. Inleferido, par
falta de fundamento legal.
Constancio\)escravo de D. Harcolina Leite de Sa
e Albumerque. Oi.-ija-se o supplicante ao des-
embargador juiz de orphaos, afim de autonsar-se
o recolhimemo do peculio, nos termos d i lei.
Firmino dos Santos Vieira. Declare o suppli
cante quaudo asseotarara praca seus filhos, e a
que corpo pertenciam quaado embarcaram para a
corte.
Heliodoro Nunes Pereira. Prove o supplican-
te quesubsiste presenteraente a isen^o, em virtu-
de daqml foi posto em liberdade, quando recru-
tado em fevereiro do anno passado.
Capitio Hermenegildo E luardo Rego Monteiro.
Encaminhe-se
Joao Jose Anselmo Tavires. Como requer na
forma da lei.
Capitio Jose Antao de Souza Magalhiei. De-se.
Bacharel Manoel do Nascimeato Poates. ia-
forme o Sr. provedor da Santa Casa de Mltericor-
dia.
Maria Valerinda da Motta. Iuforme o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Manool Roberto de Carvilho Guimaraes. ln-
defarido, em vista da informagio da directoiia da
instruccio publica
Paulo Guelph & C. Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Pedro Americo da Gama Duarte. Informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
BepartipS* 4 policia.
2." seccSoSscrettria de policia de Pernambaco,
16 de abril de 1874.
N. 512. -Illm. e Exm. Sr.Participo a Y. Exc.
que foram bontem recolhidos a detencio os se-
guintes individuos:
A' minha ordem, o desacisado Jose Ferreira Tor-
res, ate ter o devido destino ; Cyriaco Jose da Sil-
SES3A0 ORDINARIA E VI 6 DE ABRIL
PRESIDKNCIA DO SR. FERRK1UA DE AGU1AR
Ao meio dia, achando- Firmino de Novaes, Goncalves Ferreira, Nascimen'
to Portella, Perelti, Tolenlino de Carvalho, Lncer-
da, Manoel do R)go', Cambolm, Ratise Silva, Sou
za Leite, J. Mello Rigo, Vieira de Mell., Travasso
de Arrula, Gaspar Drummond, Tihurcio de Mj-
galhaes, G. Gmdira, Soares, Pinto Pessa, Dunin-
gos Pinto, G6;s Cavalcante, Cuoha Civalirante,
Olympio Marques, Felippe do Figueiroa, e Uchoa
(Cavalcante, faltando os Srs. Oliveira Andrade, Ar-
concio, Arruda, Tito, Amaral, Alipio Costa, Joio
Barbalho, Antonio I'aulino, Gomes Parente, e Dario
Cavahante, abre-se a sessao.
Sio liJas e approvaJas as actas da sessio de 1 e
d* reuniio de 4 do corrente.
0 Sr. l""secretario da conta do seguinte
EXP8DIENTK.
Offleios :
Dj secretirio do governo da provincia, remet
tendo em original as inforraacd ;s do engenh-.-iro
fiscal e-superintendent) da estrada de ferro do
Recife a S Francisco, relativas :i mesma estrada. -
A quem fez a requi>icao.
1) i mesmo, remeltendo por copia, as informa
c3es do director da reparticao das obras publica3
enge ibeiro fiscal da estrada de ferro do Recife
a S. Francisco, sobreo projecto n. 76 de 1870.A
quem fez.a requisicio.
Do mesmo, traasmittindo informacoes sobre
o projeeto n. 99 de 1872.A quem fez a requi-
sigao.
Do mesmo, remettenio o requsrimento de Bel-
armino dos Santos Bulcio, tabelliio da comarca
Ida Victoria, dirigido ao Exm. presidente da pro-
vincia, e copias da decisi) de S. Exc. e informa
?ao do respectivo juiz de direito. A' commissao de
justica civil e criminal.
Do mesmo, devolveudo o rcquerimento de Gui-
ibermina Basihssa da Oliveira e Silva, com a in-
fornjacio prestada pela directoria geral da
m-trui'c;iii publica. A quem fez a requisicio.
D) delegado lilterario da povoacio de Malhadi-
nha, pedindo medidas contra o projecto quo retira
as cadeiras de instruccio publica do mesmo povoa-
di -A'commissao de lustruccao publica.
Peligoss:
De Antonio Jose Duarte Coimbrs, ex-empreza-
rio dramatic.) do iQoalro de Saala Isabel, pedindo
que se autorise o presidente da provincia a con-
tratar corh elle a empreza d) mesmo theatro. A'
coramissio de pelicoes.
De Joio Antonio Daarte, arremitante dos jra
postos sobre chao das fciras, pedindo um abate no
preco por quanto arrematou aijuelles imposto3,
bem como uma reforma no contrato.A' commis-
sao de petifoes.
De Lino Ribeiro de Audrade, pedindo a quantia
de l:000i000, metade do que se faz preciso para
a reconstruccio do acude da villa de S. Bento.A'
comtpiss.'io de orcamejilo provincial.
Sio lidos, julgados'objecto de deliberagao e vao
a imprimir os seguintes projectos :
A assemble.) legislativa provincial resolve:
Art. I.* Fica revogada a lei n. 603 de 13 de
maio de 1861.
Art. 2." Ficain revogadas as disposicdes em
contrario. Paeo da assemblea provincial, 1 de
abril de 1871. ^-Dr. MinoeldoReg).
A assemblea provincial legislativa res.lve :
Art. 1* Fica elevada a cathegoria de villa a
freguezia de S. Jose de Agua Preta.
Art. 2.' 0s limites da nova villa com os de
Palmares serao os soguintes : parti ado in inargem
dc rio Serinhiem do lugar onde esse e atravessado
pela linha ferrea do Recife a S. Francisco e por
ella acima ate oade essa corta o rio Pretoem ter-
ras do cngenho Santa Fe par esse rio abaixo ate
sua foz no rio Una, por esse acima e pela linha
divisoria das sesmarias, Cachoeira d'Anta e Japa-
randuba ate on Je essas se limit am com a sesmaria
Prato Grande, pela linha de norte dessa sesmaria
ate on le ella encontrar a sesmaria Piangyzinboe
d'ahi por uma linha recta de leste a ocste ate en-
contrar terras do municipio do termo do Bonito;
ficando para o mnnicipio d'Agua Preta os terre
nos ao sul da linha descripta e para o municipio
e termo de Palmares os terrenos ao norte da refe-
rida lioba.Pa;o da assemblea provincial, "31 de
marco de 1874. G. de Drummond. -Alipio Cista.
-Trindade Peretli. -vigario Baptist a.Olymp.o
Marques.Goes Cavalcante.
ORDEM DO DIA.
Entra em disc us sio o parecer adiado das com-
missoes de legislagio e constituicao e poderes sobre
o projecto n 16 de 1868.
O Sr. ti. Drummond: -(Sao devolveu seu
discumo.)
O *r. Nnsrimento Portella : -Sr. pre-
sidenie, desde que o projecto e o parecer acham-
se conjunctamente era discussio e a assemblea tern
de resolver sobre um e sobre outro, entenli dever
fazer algumas consideracpes.
Posto que esteja disposto a votar eontra o pro-
jecto e portanto a acceitar de alguma sorte o pa-
recer, que opina pela rejeicao do mesmo projecto,
todavia penso que o final desse parecer contem
doutrina, que a assemblea provincial nao pode
aceitar em toda a plenitude em que esta conce-
bida.
Trata-se dos bsns que conttituem o patrimonio
da Santa Casa de Misericordia. V. Exc. e a casa
sabem que diversos sao os palrimanios que cons-
tituent o patrimonio tetal dessa associacao : ha o
de orphaos, ba o dos expostos, na o do asylo de
mendicidade, e ba propriamente o do hospital de
caridade.
Quanto ao patrimonio consistent em bans, em
que foi pelas leis geraes coastituido propriamente
o patrimonio dos orphaos, um nao duvidarei aceitar
a doutrina de que a assemblea provincial nao pode
legislar a respeito ; mas quanto aos outros patri-
monios do estabelecimento de cariiale, coflrtitui-
dos iudependenteraeate de disnosicio de lei geral
por acto legislativo provincial, como seja, por
exemph, o do asyln de mendicidade, nao vejo razao
para a a-- a. asse niilea provincial se inlgue incom-
petente para legislar a respeito do destino desses
ens. da sua comarvacio oa alienacao.
Somente, pois, para salvar esta prerogativa
da assemblea provincial, ou antes para salvar o
meu voto com relacao a conclusao d) parecer,
foi que entendi sever fazer esta* observacdes.
Ojtino pala rejeicao do projecto. A materia eita
regulada par lei, que determina o mjJo porque
a Santa Clsa de Misericordia pode fazer, a con-
versao de seus bens em apolicesda dtvida publica.
tsto ati esta em exeencio, e a Santa Casa tem
proenrado ultimamente usar dessa autorisacio,
e quanto aos outros patrimonios oonstituidos por
lets provinciaes, ella pode proceder da masma
forma, mas nao com exelusao da competencia da
assemblea provincial para legislar a respeito
desta materia.
0 parecer diz :. E portanto faltando as as
sembleas provinciaes aUribuicio para legislar so
bro a materia do projecto..... Nao, neste ponto
eu o combalo : tem
competencia, pode legislar
sobre os patrimonios constituidos na conformidade
de leis da proviucia, mas nao sobre aqoelles
quo o sio por disposicio de lei geral, como o
de orphaos.
Fallei simplesmente para salvar a responsabili-
dade do meu voto. Declaro que aceito o parecer
com esta reslriccio, e,' portanto, que voto contra
o projecto.
Vein a mesa, e lida, apoiada e entra conjuncta-
em discussio a seguinte emenda a conclusao do
parecer :
Que nao obsiante ser a assembled provincial
compeiente nara legislar sobre partc dos bens que
constituent o patrimonio total da Santa Casa de
Misericordia, e de parecer quo, etc. -Dr. N. Por
tella.t
-Nio havendo quem p)ca a palavra, encerra-se
a discussio, e procedenJo-se a volacao, e a|ipro-
vado o parecer com a emenda do Sr. N Portella,
sendo rejeitado o projecto.
E' ?era debate approvado em 3* discussio, e
vai remettido a commissao de redaccao o prejecto
n 69 de 1871, mandando pertencer a freguezia
de Santo Anlio todos cs terrenos do engenho
Campo A.legre.
Entra em 1* discussio o projecto n 67 de
1872, autorisando o presidenie da provincia a
conceder a Andre de Abreu Porto um privilegio
por 20 annos para a construccSo de uma ponte
sobre o rio Capibaribe, eulre os povoados do Api-
pucos e Monteiro.
E' lida, apiiadae entra conjunct imeate em
discussio a seguinte emenda :
Ao art. 2.-em vez de igual, diga-se
nunci superior.
No art. I." supprima se onorae de A. de A.
Porto -Dr. A". Purtelia.u
*" Pinto Pessoa : Sr. presidente, a
materia que consigna esle projecto, principal-
mente na parte era que se refero ao privilegio,
ja foi seriaraente discutiJa nesta casa p r osca-
siio de tratarse do contrato Paulo & Mafra.
Pode ser questio vencida, mas em meu espi
rito pairara ainda algumas duvidas, se por Ven-
tura a assemblea provincial e ou nao corapetente
para conseder privileges. Oavi eu esta proposi-
caj de muit)s. honrados membros que se sentara
naquellas bancadas. (Apontando para a frebte).
0 meu espirito va;illa se por ventura e essa
ou nao uma atlribuicio da assemblea provincial.
Com) quer que seja, porem, eu nao comprehendo
o privilegio que o art. 2 do projecto eonsagra.
Convenho com o nobre autor da emenda, em
que se deve supprimir no art. 2* > nome de An-
dr6 de Abreu Porto, como se devem supprimir
todos os nomes propnos quando se trata de con-
l-ceder no interesse geral da provincia....
0 Sr. Gaspar Drummo.nd : De dar faculdade.
0 Sr Pinto Pessoa : -.... de dar faculdade ao
poder executive para contratar com quem me
lliores condicSes offerecer.
Mas, nio comprehendo bem o que quer signi
Bear este privilegio Dor 20 annos, que se pre-
tende conferir a um contratante da ponte sobre
o rio Capibaribe enlre os povoados de Apipucos
e Monteiro.
Quer me parecer que o privilegio nioeeffecti-
vamente senao entre uma e outra dessas locali-
dades.
Em principio voto sempre contra os privile-
ges. Quem confere privilegios as emprezas e
do collega, o Sr. Dr. Tolentino, ja explicou suffl-
cientemente nesta casa, quando, tendo votado con-
tra o projecto, negando que a assembled provin-
cial tivesse o direito de conceder privilegios, de-
pois votou pelo mesmo projecto, porque era ja nma
lei adoptada por esta assembled, e sanccionada pe-
lu poder competente.
0 Sr Gaspar Drummond :Era um contrato ja
feito. Se o nobre deputado fica satisfeito, declaro
que subscrevo as mesmas razoes.
0 Sr. Pinto Pessoa : -Nio me parece coberen-
te o procedimento desses mesraos Srs. deputados,
se porventura se resolverem a volar pelo projecto,
que ora se discute.
0 Sr. Manoel do Rego : Esta edificando na
areia.
0 Sr. Pinto Pessoa : Pode scr que esteja edi-
ficando na areia ; mas rogo ao nobre deputado,
que, pedindo a palavra... .
0 Sr. Manoel do Rego : A base da argumen-
tacao 6 fal.-a.
0 Sn. Pinto Pessoa : .....mostre como a
base da argumentacio, que ora levanto, esta edi-
ticada sobre areia.
Ora, eu ja disse era principio, sou contra os pri-
vilegios.....
0 Sr. Gaspar Drummond :Mas vota por elles.
0 Sr. Pinto Pessoa : -Entendo que os privile-
gios si) concedidos naturalmente as emprezas, de
utilidade geral e de interesse publico. Quando
uma empreza, Srs., e vantajosa a uma provincia,
nao pode restar nenhuma duvida, de que os rate-
resses puhlicos hao de necessariamente agitar se
em vantagem dessa mesma empreza.
Sio estas consideracOes mui breves, que offere-
eo aos nobres deputados, que oulrora votaram
contra a con 'essao de privilegios.
Um Sr. Deputado : Nao votei contra, cem a fa-
vor.
0 S.i. Per :tti : Eu votei contra e estou dis-
posto ainda a votar as-im
'.' Sr. Pinto Pessm :Limito-me a estas consi-
dera^Ses, emquanto nao ouco uraa explicacio mats
franca, dos tnesmos Srs. deputados.
0 Sn Gaspar Drimmonb:Creio que todos nos
ja nos explicamcs; V. Exc. e que precisa de jus-
lificar o motivo da contradiccao em que esta. Eu
ja declarei que subscrevia as razoes do nobre de-
putado pelo 1 districto.
O Sr. Felippe de Figueirua sustenta o
projecto.
Ninguem mais pedindo a palavra, encerra-se a
di-cuss&o, e, proce Jendo-se a votacao, e approvado
o projeeto com a emenda do Sr. Nascimento Portel-
la, a qual tem de soffrer uma outra discussio.
Entra linalraente em discussio o projecto n. 58
de 1873, apprevaDdo artigos de posturas da cama-
ra municip.al da villa de Agua-Preta.
Reconhecendo-se nio haver casa, fiea a discus-
sio adiada.
0 Sr. presidente da a ordem do dia seguinle e
levanta a sessao.
elTectivamente a concurreneia" publica.
As emprezas que tiverem em si o cunho da
utilidade, estas nao tardarao a provocar toda a
concurrencia em seu favor.
Durante 20 anno3 (a passar o'projecto) o con
tratante tea) direito de obstar a que qualquer
pessoa pos-a estabelecer uma outra ponte entre
Apipucos e Moateiro.
0 Sr. Felipp;; os Figueiroa : Entao ja com
prehende qual 6 o privilegio.
0 Sr. Pinto Pessoa :Eu nao disse que nio
comprehendia o que o projecto continha, disse
que vacillava sobre o ter ou nio a assemblea pro
vincial esse direito.
Ha pouco tempo nos ouvimos nesta casa uma
discussao seria sobre este assumpto, que me pa-
rece importante.
0 nobre deputado (creio) tauibem assistio a
esta grande discussio.
0 Sr. Felippe de Figueiroa :-Mas, sou da-
quelles qua pensam que a assemblea provincial
tem o direito de conceder privilegio.s
0 Sr. J. Mello Rego : E assim a assemblea re-
solveu.
0 Sr. Pinto Pessoa : Nio sei se isto e caso
julgado ; nos nio teraos casos jnlgados para a as-
semblea provincial.
Eis, Srs., em que consiste a duvida que paira
em meu espirito: em ter, ou nio ter, a assemblea
o direito de conceder privilegios, apezar ie ja mais
de uma vez, ter entendido que os podia conceder.
Eu sei da necessidade realf de estabelecerem se
pontes de communicacao de uma para a outra mar-
gem, do rio Capibaribe, principalmente por causa
das grandes enchentes. Se a ponte projectada e
de verdadeira utilidade publica, ella trara &o con-
tratante, quem quer que seja, vantagens compen-
sadoras dos sacrificios, que porventura se queira
impor.
0 Sr. Gaspar Drummond :Elle compnta essas
vantagens de 20 annos de privilegio.
0 Sn. Pi.nto Pessoa : Parece-me que a assem-
blea provincial nio pode conferir privilegios a nin-
guern.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Apoia'dos; em
caso nenhum.
Um Sr. Deputado : Neste caso pode.
0 Sr. Pinto Pessoa : Eis aqui porque pedi a
palavra,para obter uma explicacio mais plausi-
vel daqnelles Srs. deputados, que me parece achar-
se hnje em uraa seria contradiccao.
Ha pouco negavam muito positivamente o direi-
to, que se arrogava a assemblea, de conferir pri-
vilegios, e como querem hoje estatuir como direito
ineontestavei da mesma assemblea a concessao des-
ses privilegios ?
0 Sa. Gaspar Drummond : V. Exc. nio votou-
pelos carros fuaebres ?
0 Sa. Pitrro Pessoa : Declaro que foi porque
vacillava o meu espirito na duvida.
0 Sa. Pbretti : 0 nobre deputado e quem
esta em contradiccao.
0 Sb. Pinto Pessoa : Tambem fallarei nisto,
depois que os nobres deputados explicarem. a con-
tradiccao, em que pareeem estar. (Hilariedade).
Alias o nobre deputado, o Sr. Dr. Nicolao, ja ex-
plieou-se sufflcientemente.
Um Sr. Dbpltadj : V. Exc. nio votou, ha
poucas dias, pela confirmacio do privilegio dos
carros funebres?
0 Sa. Pinto Pessoa :Ja disse que me reserva-
va para exphcar o men procedimento depois que
ouvir as explicagSes dos nobres" deputados.
0 Sn. Gaspab Drummond : -Eu ait p nso expli-
car. Pprque entao nao fazia parte da assemblea.
O'Sr.ToLKNtiNo dkC.arv.u-ho : -0 nabre orador
pole diier mesmo que nio votou p^lo privilegio,
porque nio esteve ca o anno passado.
0 Sr. Piuto Pessoa : Os nobres deputados e
que estao em contradiccao.
0 Sn. Gaspar Drummond : Eu, nao.
0 Sr. Pinto Pessoa : Declaro que nio me acho
em contradiccao, e o nobre deputado, men aonra-
SESSAO ORDINARIA EM 7 DE ABRIL.
presidencia do sr. ferreira ds aguiar.
Ao m.-io dia, achando-se presentes os Srs. Nas-
cimento Portella, Pinto Pessoa, Joao Barbalho, La-
cerda, Gomes Parente, Peretti, Amaral, Ratis e
Silva, Manoel do Rego, Goes Cavalcante, Tiburcio
de Magalhaes, Aguiar, Tolentino de Carvalho, Gon-
calves Ferreira, Vieira de Mello, Soares, Fimino
de Novaes, Camboim, Cuuha Cavalcante, Dario Ca-
valcante, Domingos Pinto, Uchoa Cavalcante, Tra-
vasso de Arruda, J. Mello Rego, Alip-o Costa e Oli-
veira Andrade, faltando os Srs. Souza Leite, Tito,
G. Gondim, Areoncio, Arruda, Antonio Paulino.
Gaspar de Urummond, Olympio XIarques e Felippe
de Figueiroa, abre-se a sessio.
Lida a acta da sessao antecedente, 6 appro-
vada.
0 Sr. 1 secretario da conta do seguinte
expediente :
Offleios :
Do secretario do trovemo da provincia, remet-
tendo o requeriraento e replica do Dr. Ignacio de
Barros Barreto, em que se propde a contratar a
introduccao de apparelhos e instruments agrarios
de que trata a lei n 1,118 de 17 de junbo do anno
passado, e as informacoes f elativas do inspector e
procurador fi-cal da thesouraria provincial. A'
commissao de obras publicas.
Do mesmo, transmittindo por copia, um offlcio
da camara municipal da villa do Bonito, com a
rc-presenla;ao dos habitantes da mesma villa, pe-
dindo para sw alterado o piano da estrada de fer-
ro le Una a Bebedouro. A' comraissio de obras
publicas.
Pelicoes :
Da irmandade de Nossa Senhora da Boa Hora,
da igreja do Rosario da freguezia de Santo Anto-
nio desta cidade. pedindo a concessio de uraa lo-
teria. A' commissao de peticSe3.
De Josepbina Bemvinda da Cunha Souto Maior.
directora do collegio do Santissimo Coracao de Je-
sus, pedindo uma subvengao annual de tiOOOi.
para edificar um predio em que possa funccionar
o referido collegio, obrigando-se a admittir gratui-
tamente em dtto estabelecimento, ate o n. de 12
alumnas. A' commissao de orcamento pro-
vincial.
De Guilhermina Maria de Freitas Filcao, viuva
no tachigrapho da assemblea, pedindo para cm-
tinuar o contrato que tinha seu fallecido marido.
Carlos Ernesto de Mesquita Falcao, para o apanha-
memto dos debates. A" commissio de policia.
E' lido, julgado objecto de del;beracio e vai a
imprimir o seguinte projecto :
i A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Artigo unica. Ficam creadas tres cadeiras de
instruccio primaria, sendo :
o I 1* Uma para osexo mascuhno no lugar de-
nominado Campo Verde da freguezia da B6i
Vista desta cidade.
f g 2* E du.as cadeiras para o sexo feminino,
sendo nma no mesmo lugar Campo Verde, e ou-
tra no povoado de Porto de Gallinhas na freguezia
de Ipojuca.
t Revogadas as disposicoes em contrario.
a Paco da assemblea legislativa provincial de
Pernambuco, 7 de abril de 1874. Roll's e 88-
va.
ORDEM do dia.
Entra em 3 discussio o projecto n. 36 de 1873,
marcando novos limites is fregaezias de Pao d'Alho
e Gloria do Goita.
Vem a mesa, 6 lida, apoiada e entra conjuncta-
mente em discussio a seguinte emenda :
Supprima-se o art. 1* Domingos Pinto Ju-
nior.
En^rrada a discussio, 6 approvado o projecto
com a emenda, que tera de soffrer uma nova dis-
cussio.
Entra em 2* discussSo, cada nm por sua vez,
sio sem debate approvalos os projectos deste aano,
n.. 3, removendo cadeiras de instruccio primaria,
e n. 2, marcando o subsidio dos Srs. membros da
assemblea provincial na seguinte legislatura.
E' igualmente, sem debate, approvado em 3"
discussio e vai remettido a commissio de redac-
cao, o projecto n 105 de 1871, mandando perten-
oer ao districto de Assnrema, do mnnicipio de
Aguas Hellas, o qnarteirio denominado Santa
Clara, do I* districto de Unique.
Seiue-se, tinalmente, a 2* discussao do projecto
n. 1 deste anno, creanda um lugar de continuo na
directoria geral de instruccaa publica e detenni-
nando o modo por que, nos impedimentos dos
professores, serio regidas as cadeiras de instrQC-
cio primaria.

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V I
Zf'vavd de Pemambuco Sexta^feira 17 de Abril de 1874.
. j..
ojiatfj/s
i 0/7. j
Sr. Tol.-rtll
man l.i a roe,
sando apoia
sib :
Reqpeirij!
ras. S. R.
Reeonhecei
sao adiada.
0 Sr. presideats da a
levanta a sessa-k
i* ac C'*i*vuaajustirica
sejuiatii reiflAiWrellta.fljWf,
a conjuii:tainente em
discus-
lento.da discussao por 24 ho-
latino 'de Carvalhi.
flSo ha"ver casa," fica a discus-
or Jen do dia seguin'.e e
REVISTA MARIA.
50*800
33*000
50 #.00
30*000
20*000
25*4000
20*000
25*000
20*000
20*000
rioNpirio U6 atlicitvl*n. Damot em
seguida mais doaattvos par* as obra| do tio\o
hospicio de alienados :
Illm. Exm. Sr. oomcnendador Dr. Henrique te-
reira de Luceaa/-Et solugio a atria de f. Exe.,
datada de 9 de setemoro do anno proximo passa-
do, na qual me pede abra aqui uma subscripcao a
favor do asylo de alienados, edilicio que V. Exc.
tenta construir com os dooativos dos habitanles
desU provincia, iaclaso achar.i V. Exc. a quanlia
de 3t!rjr906Y geueusameau itoada petos coirtri-
baintes, consumes da relacao inclnsa; que V.
Exc. se dignar* maadar publicar, afim de qae
coasle aquelles o destiao que dei a semelhantes
offerta*. 8r attencioso veueradore obrigado. Luiz da Site*
Gusmuo.
Major Antonio Marques do Albuquer-
que Cavalcante
Teaeole-eornuol Manoel Camello Pes-
soa CIVMOM
Ara.ni. Gjsar de Vasceucellos Campos
Capitao jwam*ini Epip.'.a:ii.j oa XltJIo
Tdoeate-,coV9ue.l AuJrc Cavalcante da
.. ^tbUquerque Arc^ Verde
Frapeiseo Casado da-Cuiika Lima
Capifcto IWiiulo da. Cudha Lima
Capitao Kirieu Cavalcarite de Cer-
queira Sello ,
H&lgf Cucsjrio VtlavXava
Capitao Leonardo Balbmo Pessoa Ca-
valoanie M
,.' 13 de afcril de 18.74.
Rim. Sr. Dr. Lui* da SilvaGusraao. Recebi os
:!j:Ji corrente, subserfptos ne'ssa cbmarca, em'favor do
aavlo de aljenados. Agradecendo-liie a prorripta
sdlucJo que deu ao.rotu pedido de 9 de setembro
nltfmo, no seatido de abrir alii uma subscripcao
Pjajatal liiu, resla-uie solicilar de V. S. quo de
iniuha parte louve aos cidadaos, quo se dignaram
lie concorrer, segundo a lisU que aoihpauhou
.rjui'lla ij'.iaiiii.'i, assegiiranda Ihes o :iu u reaonhe-
ciuiento pdr fcse acto de 'geoerosiJade.Ds V. 5.
ollega e aiiugo atteucioso criado. Henrique Pe-
reira de Liieeaa.
('(ntpurliiu pcnuiiiilnn aiia.-Aili
nlii. aq melo dia, dcve realisar-sea-reiiuiio da as
-i::;l)iiM i't".i,l 'I 'S accionistas desla companhia,
.illui MioSyir a leiiura do relatorici annuo, e pro-
ceVfer jreleicio das n^vas directuria e comuiissao
i?fiiexaiue:deconta$.
*i^\!;> soes d 'll e 13 do corrente : foi ordi'nadj ao Uvm.
vigario da Cipuuga o^iie acuminate, a reg'encia da
(teQUiiifi P050 la Paoella. alii que esla seja pro?i-
da de coadjuetdr pro-parouUn ; fti umnoaio coad-
jnctor da.lreguezia do CitiHi do Roclia, na Para-
iiyba, 0 Uvm. Jose Ioaqdi:n do franga Cbutiuho,
pjr kid anno; e foi no/ueadp o R.vm. bauhavel Es
taaislao Perreira dc Carvalbo para lecclonar histo-
ria ec:lesias!cia. no seminano de Olinda.
T-i'ra itmiiif. Receboratu-s'e' hontem os
seguiriles:
ll;.< de Janeiro lo. Camliio sobre Londres
23 7* nancario e 2G particular. (!hegou b Merino*,
:e L: verpool. com datas ate 2* de nrarjo. Alg >
So 8 U, Cera leurieacia para subir. Stuck,
; 18.0'JO saccas.
Rio 13. O vapor Al'eidi Garret, deve sahir
.. :;i, com escala plH Balna.
Rio 10. (jiiegou 0 Vliimboraso, de Liverpool,
cam d-atas alti 81. jVJgodio quieto. Santos 8 ',
*lod; 713,0JO sa;cas.' Londre?, assnfiarTrou-
xo.
Be Maeck*-, cnminirhiMndo ter ahi chegaJo
iiontero 0 vapor Pnrnnd, pelo que deve e>tar
hoje em nosso pjrto.
Kitritifa do fi'rro do Rerlfo a H.
Txz rreiaco. Esta via de <:owmunica;ao no
proximo lindo.mez de marco :
Reudea ......'..
Despeodeu.......
Daado do saldo a favor da garantia
de juros.......
A relajao enire a despeza e a
i%M %
N'o mesnn periodo transitaram na linlva 13,746
pass^eiros.; e foram transportados 3,383 volumes
de bMAgeiD, pesindo Oi.Oll kilogrammas ;
7,213,223 kilogrammas de mercadorias; e 409
ahimae>.
Nas morcaflorias ostao comproUendidas 2,26i
saccas de algodAo, pesaudo 178,718 kilogrammns,
- 7f\Oi8 saccos de assucar, pesando '3,333,739
kiivgr.irama.-.
4jui-. ci wit vio. Compieta amanha 32 an-
oos de idade S. H. 0 rii da Uinamarca.
BHuticiro. O vapor amencano Ontario,
ievou <1<: Dossa praca para a do Rio de Janeiro
280*900.
O vapor Genual, Ievou para :
Maceid 10:030*.WO
Penedo 212*000
Slaro rexsaca. Duranle as tardes de
aate-boiii'in e boutem as grandes mares de lua
nova, reunidas ao augmento do volume das nguas
Jo rio Capibaribe, em con?equencia das eopiosas
chuvas que tern cahilo ha alguns dias, Rzeram
com qae as aguas da mare galgassem os caes
ia cidal'.- em diversos ponlos, e inundas;em a
.aaior parte d j.- terrenos baixo?.
Aipla em cuns-.'quencia das grandes ventanas
]\xe reinaram nas daaa ultimas ooites, f ram for-
tes as ressacas da mare nas tardes de 13 e 16 do
correriie, yottdo em verdadcira e incessante con-
iradan^a os botes, laachas, barea^as e outras pe-
i]Uenas Cmbarcaoies, fundeadas dentro do porto.
C0 desiino, o que efleetuoa a subdelegacia da Capua-
ga contra Joao Fiireira Candiani.
KravoM pi-epo*. Na seccao competen-
16 vai publicado am edital da reparticio da poli-
:ia, do qual eonstam oominalmente, os BScTavui,
jue se achairi dett-ntos, aiim de que sejam quanti
ntcs reiirados da casa de deten^'ia, por quem te-
cba 0 direito do b razer.
.Ilitpu (<. rfiiiwem. Colebrair-se-lu
aoje, pelas 8 hums- da manliii, no eoaveutu do
Cos in.', por aim* do akteres do corpo de policia
Joao Francisco da Sllva Castro, a mandado da
oficialidade do mesitto corpo. Para samelbaute
iv,> sac eoavidadus m {iarent<3s e awgos -do
frnado.
.Uovo Uundo.-.V li,vracia fran^eza acaba
ie diegar 0 n. i2 detie intiTessanto periodico,
contends c sc-guinte :
Gravaraa : Ruth m campo d<: Booz, scena bi-
*lica por Gustavo Dore ; o mez de Mar^t, allegp-
ria pelograade Gavarni; typos de judeos bespa-
nlujes en Constanliuopla^ 0 priecipe Uismark a
eogilar no seu gabinete de estiulo em U-.-..iui ;
scena veueziaca, Uma ooiie em alurano, por E.
Blass: I'ma danca de guerra em a Nova Zolan-
dia ; Retrato do sr. Disraeli, presiaeoie. do n^vo
i;aujaete da Graa-Bretantia ; dito dp mais Ulustre
ios senadures dos E-tados L'aidos, Cbarles Sum-,
ner, faeci-lo a 11 de rnan.'o; dito do bisloriadoi'
.'ule's Yichelet, ultima-nente falleeido ; Vista !-
resideneia da lamiUa Tichboratwrix Ingikerra.
N texki se eauotUra um aril^sobre : .a missao
sViied seu complets-iosuccesaojia multipjicidaile
jie seitas religiosas, exagerac5( disparatadas;
os negocios do Rio daJ?rata; 0* Acore-:, protei'to-
... dos Estalos-Uuidos sobre a aire-iipelago ias
eleiiOes ua Icglaie-Ta e.J moda di sua apuraglo ;
',) lalrevingt-tr.ize, e.Doea do ultimo fonjance de'
v'jclor Hugo ; lopi;es dtiqez -a situasao poIiUca
aos Estado-Uoidas, Amea Central e do Sul,
FruB;a, Aflqmaaka, InglaUrra, Ilespanba e Japao.
A guerra dos Aehabtis; morte de Fillmore, ex-,
presideule dos EsUdos-Unidos ; morte do aeaador
ajoericapo Charles Sumner,. biojrapbia do chefe
da emancipacao da escravatura ilos Estados-L'ui-
dos ; Nojas iipgrapbieas de-Jules Miehelet, o-Jis'
1 ri.ior francez ; Lilt-;ratarabraipeira;'riietjha
bibCographica do aapo de 1873 corograpbia do
Bra-ii; axytpoiijaa d^,(V*ie*aa eo Braeil, bistoriaIijC-q
teraria, romance* dos Srs. Alencar, Bernardo Gui-
aar .e-, 3J^cuado deJVssis, Iradu^epes e alluvrao
ia p ;sias; iuteresses dalavouraa fahficasS^dflj
'J.*9*"* fossil.Lemos na Aurora Bra-
' Srs. editoresj-Pvlo vapor.do mez BWsod^nri-
cebi do BrasH urnf $>il rquitointeressantH.uiao^*'
do a Uoiversidad'e pelo IRui. Sr. Antonio Manoel
Alves, db Tiele, provincia" de" S. Pauld. Conslste
em um esqueleto- de -uma especie de-saurio- lift*
perfeito, mas u'um eslado de conservacao tal que
se pdde descrever a erpecie.
Coffio nesta Cniversidade nao lenho nma boa
colleecio de saunos, mandei (ego a amostra ao
Sr. profes>sor O C Marsh, do Yate College, um
dos melhnres herpe'.ologistas na America.
O proltssor Mar*h ja me escreveu que a es-
pecie 6 nova e que elle ha de preparar immedia-
te mente uma desctipcao dstia; a qual, junto coa
uma boa gravura da amosttm, pubiiear-se-ha bre-
ve merrte.
A' niinha suggestao a especie ha de set d-
dieada ao descobrrdor, Sr. Atves, a qnem tfe-
r-.'Co minhas congratulates.
t Os saurios sao raros iovesUdo fossil no Bra-
sil, mas obtive en 1867 alguas 090s edentes
delles no terreno creiaceo na Bahia, que "foram
fcsenptos ptrto professor Marsb.
No mez que \\m darei uia noticia mais ex-
iensa sobre es(e fossil.
t Quero reconhecer aqui a bondade do Sr. A.
Lima; fllho doSr. A. -X. Alves, e estudaote nesta
universidade, era me arranjar a amostra. Sou etc
Ch. Fred H,titt.
Culculo aproiimado.- Conta-se que
um inoro de potrca inteHigeacia perguntara a.
Agassiz:
c Oavl res dlzer qne 0 pelxe era de nutrtcao
propria para quem se entrega aos trabalhosda
1 nirlligencia; quanto dero comer para sobrcsahir
aos meus collegas ?
C-irca de duas baleas. disse osabio.
1:v|iof*irao dc i 3. Para esta expnsi-
cao. que tera lugar em Philadelphia, so 6 estado
do Pensyivauia tem contribuido com mais
de 3,200,000 dollars, is to e, 6,400 centos de rei.
I'iVerjos cidadaos proeminentes moraaores n'a-
quello estado prometteram elevar aquella somma
a 3,000,000 ou mesmo 10,000,000 de dollars, caso
seja isso necessai-jo.
"Nova **tk.- Esta cidaJe, que em 1788 so
linha 23,6t4 hab.tantese 9 igrejas.ein 1823 elevou
sua populagao a 166,089 e o numero de igrojas a
84. Pelo ultimo censo, em 1870, vio-se que alia
era de 942,292 e ae igtrejas 470, presenianlo em
43 annos 0 augmento d: 776,203 almas e 386
igrejas. Calcula-se, hoie, que ella attmgiraa um
mi|haoeo numero de igrejas a 490 pouco raais
ou menos.
FwtraUaw dc feno. Grandes tem sido
os In-.r. s auferidos pelas companhias e immnnsa a
ai-i-iiara> que tem enconlrado nos Estados Unidos
e Canada as estradas estreitas, o qne se pode ver
dos algarismos seguintes : I la nos Estados-Uuidos
da m'sma defezado cr.J)r. Costa Ribeiro.iepode'ibacalbao, de Lanman & Kemp. Perem-ba soa
rft vnr diiii n:Vi r.tnc.iTifi mi*. In4n llw.lw fi ***** am imu ft nlan tUx (loirtn Ha lem.lk^ n,r^'< h< u.t
88;232*if0
39:5339609
48:999*391
receita foi de
3,889 V2 milhas nesse systema seudo 928 V2 mi-
Ihas acabadas, e 0 re-10 em aiiantada construe-
cao. No Canada e exteosao totale tie 794 milhas,
havendo promptas 436.
Loteria,A que se acha a venda e a 96." a
oenelicio da igreja de Nossa Seuhora da 'Piedade
do Santo Amare, a qual ci>rre no dia 21.
Casa ('.- detents**.Movimeoto da casa
Je detenyao do dia 13 de abril da 1874.
Sxistiara presos 340, entraram 7, sahiram 0,
exis:eiii 342.
A saber :
N'acionaes 266. mulfeeres 8, estrangeiros 23,
e'eravos 43, escravas 2. Total 342.
Alimeutados a custa dos cofros uublicos 274.
Movimeoto da enferraaria no dia 13 de abril de
1874
Teve baixa :
Agostiuhii, e-cravo do capiuo Pfndo-, .uleera?.
Pai8s;e*roM. SahiJos para 0 sul no pa-
quete amencano Ontario :
\V. J, I,i ls.tone, sua aenhora e T fllho, T. Z.
Chateston, Bellarmino D. da C Gaura, F. J. Soa-
res.
yLBC8ES A FE0IB0.
Prest.-s a erabarcar para a provincia da Bahia.
em;cumpriniento das ordens db govurno de S. M,
o lioperador.queheuve por bera conliar-me 0 com
mando do 18; bat-lhao de ihfnntaria alii estacio-
nado, ven-:o pelo presente despedir-me de todas
as pessoas que me honrara com sua amizade, vis-
:to_-como 0 pouco tempo de que posso dispor me
nao permilie-dirigir-me pessoalmeule a todos alim
de agradecer-lbes os penliures de amizade quo
recebi, bera corao revelar a gratidao que me do-
raiaa.
Seria Lngrato se nest t solemue occasiai tarabem
me nao drrigisse aos meus coinpanheiros d'aruias
a i|uem tantas linezas mo prendem, bem corao a
todos briosos pernambucanos enlre quem vivi par
espaco de 26 annos, recebendo constactemente
provas nao equivocas quer de sua nobra altivez,
quer de sua eleva la maguanimidade.
De todos me separa 0 cumprimento do de,ver,
porem, nutro a convicgao de que nao sera longo
O espico do tempo era que vivirei afastado da
provincia, uade tenho passado a nuior parte dos
dias da vida.
E ja que assim 0 exigem 0 dever, a dignidade
e 0 brio de que jamais se deve de-pir qualquer
que se preze, recebam todos um abraco frater-
nal e disponham do meu pouco prestimo, certos de
que onde quer que me aehj estarei sempre ao
*ea dispor.
Rocile, 16 de abril de 1874.
Alexandre Atigusto de Frias Villar.
Pelo presente deehro que tenho vendido a rait
n a eserava Josepha ao Sr. capitao Paulino Fer-
uanles da Co.-la, morador na cidade de Maraan
guape, por 1:200*000 que do mesmo senhor rece-
bi ; e assim 0 declaro porque a dita eserava, in-
duzida pjr um meu ioimigo, intentou contra mini
tua a-cao de lineirdade, qae foj julgada iraproce
lento por duas sentencas lie priraeira instancia,
da qual appellou ex o'lhio 0 digno juiz para 0
superior tribunal la relacao.
Manoel Jose Ferreira Lemos.
ALFAVPBCA.
Rei4uneni9 do dia 1 a 13 .
d*m do Ou 16 .
Oeciararuo i*eotnaria. -O Sr. Dr. G
i^JUs, de quern, nos.oocunamos bontera. e formado
em.tnedicioa a aap,eiu-direjto, coiai>.dis*emoa.
Aurora UraxU.)ra. -Ret ebemos 0 q .
lestfe periodico litterario e ob^tcioso,-de proprieda
de do Qube Rrasileiro da Universidade de Ithaca
am New Yonk, e sea orgjo. ,
18uiUHU;uik|c.
0 BACIIAREL MANOEL JUVENAt. ROS^ir.pES DA
SILVA, AO PU1S.HCO.
Distante do Recife, ohJe sao pubiicados no Dia-
rio de Periiambuco, os artigos assignadjs por at
gnus credores, nos quaes tera sido atrozmeaie
atacada a 111 nha hoara, s6 tirdiamente chegara
ao nieu coaaacimentTsemelbaqtos artigos, q an Jo
alguiu ami go ih'os mpstra, pois, nem ao meaos sou
assiguaute do refevUio Diario.
Entre oatros, li ha pouco 0 artigo do Diario de li
de tnarc^o proximo passado, no qual 0 meuaccusa-J
dor.nao satisfeito de indispor me corao publico, pre-
leodendo coaveacor ue que pelas minhas injusti-
caf, foi dada a r-.-I.i; 1 > uma denuur.ia contra mini
[parvos 1) 0 que compleiamente desraenti, fazen-
do publicar no Jerruil do Recife de 2 do corrente,
a resposta que ao digna coaselheiro presidente da
raesraa relacao dei sobre a fallada denuncia,
meu accusador, digo, arrojou-se a dtzer qae hei
de conhecer qne os credores de Pedro L de Men
donca nao sao como os de Gordo, a quem outr'ora
foi aberVi a fallencict, e cajos credores virutn im
passibeis que eu, como curador fiscal da massa,
detxei 0 fallido faztr 0 qae bem Ihe.aprouce, ; e
tarabem nao sabiam (vs credores de P. L. de
Mendonca) se eu tinha conlieeimenlo do m(ido co-
mo aqui tat Maiwnguape, se,eptica essacondes-
r'H'tencia *...
sei o jue raais admire era tudo isto. : so 0
cyqisrno com que esse calumnia'dor crava trocoel
raraeBte o punh'al era minlia repqlajio,. sea'mi-
feria d>i a'dvoga'dtf qua escreva esses hojeatos ar-
tigos contra mim, e por um punhade de.ouro vo-
luitaQilo ao napel, que tudo a^uenta,. dlitribes' sb
proprias de ami alma pOSTrBa&a.
1 So esse que vende, tio Lsao^ilpiehCe^ sa^ peo-
at\, e renega a nobllissima prbilssao de,.aJvo nao deixaria de coifspurcar unta cadeira dejtuz.
_Ae meu vil'delraetor devo 0 maior de>prezo para
nao manchar-me ; maii devp paten tear ao pn-
blico a falsi-Jade de fiemelb.jale. accusaf-aq.
Fui, everdad^, curador liscal da ma-sa failida
de Joao Gordo,-e ne car"aY.ferJ lbfligb de deixar
aue 0 fallido fizesse 0 qua liem JUe aprouve, fui
pelo conlrario severo de mais cjib clle, uomo dj^se
algures alguem, aprouve, Xui pelo caritrario seve-
ro de mais cdm elle, eomo alguenj dlsse, de mo-
do que seus credores com a roiaha aonuencia
egasegairam do.juizp UjJj quaulo requereraai, 0
Jae fez cum que 0 arfvr>gado do failidp, 0 St. JDr,
jje Carios da Costa- Ribeirp, que.ranjwm- 6. a:7fli
adv.gado dos credbres de Pedro jy/pes. quando
teve de apreseotar a defeza do yju conatiuanie
principJasse, dizeodo : tC/fgou eutfijn a vez de
pode)- fallai- 0 decusado com.aiiumililjeriadt.,.,.
t.tVJfi'\
ra\-erque nlo consenu qtib Joao Girder finesse
em'!a lajlertuia ludo quo Ihe apmuve, seudo
,que se assim :*Bfoodesse, devera ser mais cermi
radoo juix.quo funcciounu em tal falleniia, con
scnundo e:n iniiiha coiuicjcenrffncid, do Vie ea
qetre*4eeii(l:
Entretaoto, para mat* patentear a ousada ealum-
nia de a/onj creitoiY*, accresceatarei que essa
miufca condescendencia chegou a ponto de, no re-
latorio que por exigeaeias do juiz de dita fallencia
live de apresen'tar, com bons lundainentas e fir-
mado em autortdade de F. Borges, ao ponto, digo,
de refutar osargutnentos dprerantados pelo refe-
rido advogado, que, fundan lose eni Rogron, quiz
mostrar que Joao Gordo nao estava insolvawl, t
11m quo apenas stapenitK es seus pagameutos por
falta de numerario, visto que do seu balauco com-
tava em sea favor, um sado de 38 contqs e taoto;
conseguludo eu provar que 0 mesmo loao Gordo
estava verdadeiramente msolvavel. Essa mesma
conieacemdrnci 1 fez com que naquelle relatorio a
lls. 403 dqs au'.os respectivos, escrevesse ;
O fallido uao mostrou documentos que com-
provassema stnt-nda euiuinereial anterrora es
< cripturacao do seu diario, nada se sabe do prin-
< cipio de seu commercio. O fallido parece ter de-
morado 0 lancamanto de suas ultimas transac-
cfles enmeroiaes de alguns mezes, e depots de
ter requerido uma mbratorja, nao registrando
assim as suas*'operaf6s cotnmerciaes a propdr-
cao que ellas se faziam, desde noverabro a feve-1
reirb deste anno Dondo se segue: Que 0 fal
< li lo priucipiom a oegociar sem ter os livros exi-
gidos pelo cadigo commerciaT artigo 11; Que 0
c fallido, negociaiitea retalh', nao laacava diaria-
meate 00 Uvro diario, as suas. eperaedes com-i
< raerciaes, co,forme quer 0 mesmo codigo, arti-
t go 12
Eis a condescendemia sue tive com Joao Gordo,
condescenikncia que os Srs. Alguns credires nao
quereriam por certa para si, s tivessem a iafelici-
dade de quebrar.
Diz-se- que a ameaea que se me facia .com a n-
preusa desde la capital desta p rovincia ate a da
corte do imperio, mesmo antes de m conJr;cer
qualquer procediment 1 meu, era porque as mi-
nhas injusticas em materia de tal ordem ja erara
bem conhecidas.
Mas 0 que 6 dos (aetos ? Traz-3e como prova a
fallencia de Joao GoVdo, que, como ja fiz ver, nio
podia ter flcado contente com a mesma condescen
dencia I |
Dennis, e sabilo mie, a e>Mapoio da fallencia
de P. I>ope, que esta era, seu cenwfo, processei
uoicamente( como juiz,una fallencia, a da Antonio
Baptista Delbom, contra 0 qual liz antes de cn-
cluido 0 process j, expedir mandado de prisao, e
posteriorraente o pronunciei como-/oliufo $rmttg
lento, pronunciando tamhera como seu cumpUce a
urn fazendeiro importante deste termo. Aiada
pronunciei igualmente corao frauduknto a Jose
Autonio de Figueiredo, cujo processo de fallencia
foi iastaurad) por um men sobstitulo, por| me
achar cntao com assonto na asserablea provincial.
Afora.estas, a outra fallencia que justillquei foi a
de Josb Augusto do Amaral, ahertp. por meu ante
cessor, depois da morte doraesmo Amaral.
Como pois se receiava que eu prooedesse contra
a lei, a respeito da precatoria contra Pedro Lo-
pes?
Mas 6 preci-u deitar abaixo a mascara desses
degenerados que rne accuaain-; e preciso que Pi-
que bem patenle que essa ameaea que se me fazia
era porque, conbecendo-se -a illegalidade de S3-
melhaate precatoria, illegalidade pro.-lamada pelo
proprio juiz quo a eoncedeu, como 6 publico oesta
cidade, e recouhectda pelo proprio advogado aqui
dos eredores de Pedro Lopes, havia necessidade de
ser ella precedida desse espantallio a imprenaa
para ver se me acobardavam pelo medo. Enga-J
nararo-se.
Nao satisfeitos com essa ameaea e certos ainda
da sua ma causa, em vista da declarafao do juiz
qae, soinente porque tra para Mamanguape, con-
cedia aquolla precatoria, foram os Srs. sredores
incomraodar ao men dedicado amigo 0 Exm. Sr.
Dr. Elias, para vir a esta cidade m'a apresentar,
porque conhe:iara da amisade que consagro a
aquelle illustre cavalheiro, e porque sabiam que
elle concorreu poderosaraente para a minha no-
meavao de juiz municipal, uppondo os laes cre-
dores que estas circumstancias eram bastantes
pondero-as para que eu despachasse a mesma
precitoriasem exame nem estudo.
Enganaram-sc ainda.
Faco ju-iira ao caracler do meu nobre amlgo,
que nao e capaz de c,\igir de raim uma inju-tica,
um despachoillegal, drao disiwctoadvogado <\ae,
e, na ignorancia dos calcules dos seus conslituiu-
tes, estando certo de que sem quebra de sua dig-
nidade, podia encari'egar-se desse mandato por ser
de opiniao que devil ser cumprida em termo di-
rerso sem preeatoria, disto incumbio-se na boa
fe.
Ei-los, os credores, derramandosobre mim a sua
baba de cio hydrophobieo, porque devia ter medo
de sua ameaea da irapreusa, porque eu nao devia
oppor qaalquer reflexao a uma precatoria, que me
fosse apresentada por um araigo distiacto que es
tava para comigo naquellas relacSes I Dahi a ion-
clusao de que sou socio do fallido, de que sou con-
descendimte com J0A0 Gjrdo, e outras quejandas,
do que, espero era Deus, hei do pedir a reparajao
perante 0 tribunal competent-'.
Ignorantes, que sao esses credores, nao sabem
que mesmo quando fosse competente 0 juiz de 11:11
terrao diverso db da resideneia do commerciante,
para requisilar a deteacao deste; mesmo quando
antes de ser apieseutada sua requisicao, nao tivesse
0 commerciante contra quem era feita, requerido
fallencia; ainla assim, nao poJia essa precatoria
ser cumprida I Desde que por essa precatoria 0 juiz
deprecado reconhecesse que 0 negociante de seu
termo tinha cessadb os seus pagamenlos, por veotu-
ra, por forcado ait. 807 do Cod. Cora., nao era do
sen dever abrir-lhe a fallencia ex-officio, mandan-
do para isso autoar tal precatoria para servir de
documento a seu proeediraento ? Tudo isto igno-
ram-ou flngem ignorar, porque 0 que elles quo-
riain era a sati.-facao do seu capricho, e eaconlrar
juiz que por medo ou por coadescendencia 0 sa-
tisflzesse.
Enganaram-se l.vmbem.
Calumniem-me, injuriem-me, e 0 mais que po-
dem fazer ; mas resta-rae 0 consolo de quo 0 publi-
co sensato ji vai couhecenJo de que quilate sao os
meus accusadores.
Ci lad.- de Mamanguape, 9 de abril de 1874.
Manoel Jucenal Rodrigues da Silea.
P. S.Ja tinba escripto as lianas aciraa, quan-
do recebi da capital uma carta de um meu araigo,
que ma diz ter lido no Diario um outro artigo dos
;rs. Alguns credores, no qual se diz que possuo.
uma casa pertencente a massa failida, nio sei de
quem. Contiaua atrica !..
Nao li ainda esse artigo; mas desde ja declaro
ao publico quo e" verdade que possuo algnns bens
havidos por minha fegitlma paterna e materna, e
Sue a fbra destos, a casa que possuo e nesta CUa-
ade, e foi comprada em mio d\'l'871,a seu edill-
cador Tborhaz Pereira de Mello Guerra, artista ia-
noeiro, que nunca foi comme'reiaale, e que por
coaseguin e nunca faJUo, .para quo a sua casa li-
zesse pifte de ajguma massa failida.
Manoel Jucenal It^drigues da Silva.
Memorandum
Seguudo 0 art. 4. da Conveacao consular pro.-
mulgada pe'o decreto n. 5,333 de 2i de Janeiro de
1874, a^ pancipaes limilaeoes, que divertas dis
posicoes bra^ileiras estabeleceai era casos taes, ae
aehara colligiaas no regularaento n. 2.433 de 13
dp junh.i de (8o9, e foram resprbdazidas nas con-.
verifies consulares, outr'ora celebradas. Era resu
in.' .-a 1 as seguinles :
emqneboleo de Dgado de bacarhiryniftTTirfJitsfr
Mm neaham. E sabeis por qfov E'por que
fartigo era unv preparacao flsptiraejadulterada
oani azehe de balela, toucinho e>OJro-ingrediei)-
tes n*> nlcno^ de^preciaveis, dcstilttidos de toda a
Irtude medicinal.
Por ventura tendes alguma vez ouvido dizer
que o oleo de flgado do bacalhao de Lanman &
Kemp, fora administrad* sem produzur os mais
feuV.es elteitos, nos casos de phtysica, bronchites,
asthma, affeecio do flgado ou escrofulas ? 'NurJea I
Com tudo ainda nao se ha notado urn so caso em
ifae tenha falhado.
Em todas as panes do mando,porqua conse-
vase perfeftameute em todos os climaseste gran-
da remedio, tem triumphado uma e outra vez,
onde todos os mais foram inuteis.
A sua superior frescara e pnreza sao prover-
blaes em todos os hosphaes dos Estados-Unidos.
Cuidado com as imitaQoes
BSfM
RCfO.
JUNTA DOS CORRETORES
J>i*ae doltecire, ltt de abril
d ftS94.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COfA^SRS (H--F1-IAKS.
Algodao de 1'sorte, 8*100 por 13 kilos, hontem.
Algedao sem ioepee^ao 7*200 nor IB kilos,
hontem.
Assuear brato bom 1*600 por 13 kilos, hontem.
Cambio sobre Lqpdres a 90 d[v. 26 b8 e 26
i[8 d. por 1*000, hontem.
Dito aobre dito a 9Q d(v. 26 1|8 d. por 4*000.
liamWo sobreo Rio de Janeiro a 13 d(v..ao par,
-hontem.
Fratetnra Montivideo 11 reales, hontem.
Prete pwa Boenoa-Ayres 12 reales, hontem.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secretario.
464:679*192
40^779*400
?03:451*392
Dascarregam boje 17 de abril de 1874.
Vapor inglez Am Quem (atracado) merca-
dorias para alfasdega.
Barca ingleza A ureola(atracada) mercadorias
para atfandega, e maohinismo para 0 tra-
piche Coaceicao, para despaehar.
Brigue portuguez Bella Fig^etrenat pedras
para 0 trapicbe Coneeicao, para despa-
ehar.
Galera pprtiigueza Usboa pedras para 0 tra-
piche Coaceicao, para despachar.
Patacho iuglez W. A. Meneg ~ varios generoa
para 0 Irapiehe Coneeicao, para despa-
char.
litiportucao.
Patacho uacional P*Hctno'f eotrado de Itapirai-
rira em 13 do corrente e consignadb a S?lva & Cas-
cio, manifestou :
Mastreacao para navio 31 volumes a ordem.
Patacho portugoez Marcial, entrado da Bahia
em 16 do corrente e consignado a E. R. Rabel-
lo C, manifestou :
CeVada lOOsaccos a ordem. Charotos' 3 caixas
a- Beltrito & Fllho, 2 a Domingos Alves"Matheas.
Parinha de marldioca 1,800 saccos a Thomai A.
Fonseca 4 SuciiPssores, 1,000 3 ordem.
Panno de algwdao 133 fardos a ordem, 60 a'Mo-
gueira & t'orrea.
Oleo de mocotb 84 latas a ordem.
Sabio 5 cai-xas a ordem. Sebo 30 barricas a
ordem.
Velas de sebo 150 caixas a ordem.
D 8PACH03 DE EXPOI1TACAO NO DIA 13 DE
ABRIL DE 1874.
Para os portos da exterior.
Na barca poTtugtleza Victoria, para 0 Por-
to, carregou : L. J. Silva Guimaraes 400 saccos
com 30;000' kilos de assuear mascavado : para
Lisboa, A. Loyo 10 pipas com 4,800 litres de aguar
deate.
No navio pbtluguez. Lisboa, para Lisboa,
carregou: M. L. Paes Barreto 400 saccos com.
30,000 kilos de assuear bran'co"e 300'dltos com
22,500 dhos de dito mascavado. fan
Na barca ingleza Aureola, para New York,
carregou : J. P. Perreira 1,300 saccos com 112,500
kilos de assuear mascavado.
jvo navio nacional S. Luiz, para 0 Rio da
Prata, carregou : M. L. Paes Barreto 400 barricas
com 44,778 kilos de assuear branco.
No brigui hespanhol Romnntico, para 0 Rio
da Prata, carregou : 11. Ollveira & C. 150 barricas
com 33,249 kilos de assuear btanco.
No brigue.argenlino Volante, para 0 Rio da
Praia, carregou : Amorira IrmSos 4 C. 100 bar-
ricas com 3,433 kilos de assuear branco.
Para os portos do interior.
Para 0 Bio Grande do Sul, no patacho bra-
sileiro Graga, carregou : Ainorlm IrmSos 4 C
200 barricas com 9,082 kilos de. assuear branco.
Para 0 Rio Grande do Sul, no navio nacional
Amelia, carregou : J. J. Ferreira 121 barris com
11,442 litros de mel.
Para Maceio, na barcaca Anna Maria, car-
regou : J. M. de Barros Filhos & C. 2 barris com
192.litros de alcool.
CAPATAZIA oa alpandkga
Kaadimento do dia
dm do dii 16
la 13.
9:468*124
670*830
10:138*974
VQLEOnS
Nj dia 1 a 15. .
No dia 16
?runeira pcrta .
legunda porta .
Tcrceira porta .
'JuarU porta .
rrapi'che Ccnceic&o
SAH1DCS
13,480
105
222
781
529
17 117
SERVigO MAR1TIMO
vi\*rengaa defcarregadas ao trapicbe da
aJfandeca :
No dia 1 a 15.....
Vo dia 16.......
*o trapiche Coneeicao .
55
RKCEBEDOR1A DE RENDAS INT1RNA8 GE-
AES DE PERNASfBUCC
rtendiinento do dia 1 a 13. 22:125*580
'dam do dia 16 1:898*692
23:724*272
CONSCLADO PRuVtSClAU
Recdlmento do dia 1
idem do dia 16
a 15.
Cumpre accreScenlar. jpara s,clarecer
Tauibem as estipulaijoe's ao djto_arf i., in prin-
cipio, qae pela lei brasileira sap legitimamente
autorisados para administrar 0 espolio'do fiaadb :
1/ 0 eunjuge,
Os descoudeates e ascendenles.
Os collateraea.aJe 0 2 grao, inclusive.
0 herdeiro in.stitujdo.
0 testaraenteiro.
0 pfbeurador do Herdeiro oulegatario de
ousa ce.rta, em,relacao a.esta.
7.' No easp' de |afleapia,,ou
mercial. 0 ajminisifador, qiie
desigua.
Rio de Janeiro, 22 de abril de 1874. Matquej
de S. Vicente.
De Direito- anno 2.', vol. 3> 0- 6. -Diario Dftp
etdl-isil de januro de 1874.- N. 29.
RECIFE DRA1XAGK.
^endlracnto do dia 1 a ip. .
idem".do dia H. ..- .
3.'
3.
6-
sociedade coin-
a !ei commercial
do se per mitt ia. b
Por estas palavras
e por outras que' eonstam
58.867*343
3:043*943
63:'9H*286

24:333*212
5:4o0*8.')7
%- par* 9fUM||^c^S>Bp#J)tot & d |otio %-
mais negocios oe commissao, que^colrltner
ernes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiros a pre-
raio, compra cambiaes, e saca a vista e a
jazo, a voutado do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Loud res. Sobre 0 union .bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobre os banqueiros foold
& C, HARCCARD ANDRE & C. 6 A. BLaCQUE,
VIGNAL & C.
Hamburg*. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILH'S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTliO JOSE DE
ABREU.
PortO. Sobre 0 BANCO UNlAO DO PORTO
O Sr. -JOAQUIM PINTO DA FON9BCA.
Par A. Sobre 0. banco commercial
do par A, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
HaranhSo. Sobre 0 Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
C0NCELL0S & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Itio do' Janeiro. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUC BRASIL1ENNE FRANQA4SE.
COKPANHIAALLIANCA
seguros Inaritimos e terrea-
tres esfcabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0003)000.
Toma segurb de mercadorias e dinheiro
i*co maritime em navio de vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim comt
aontra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jo6e Gon^alves Beltrio
tsa doCommercio n. 5, l'andar.
CpMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias.
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
juernatureza, em vapores, navios v< ela oc
barcacas, a premios muito modicos.
RL'A DO COMMERCIO N. 31.
Seguro cwilra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON <6 GLOr
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS* C.
tlCorpo Santo11
-!- ,. Capital,
.'undo
NORTHERN.
de resena.
20,000:0e0900t
8,000:00000<
Agcntes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRL'ZN. 38.
BANCO CflMMERCAL OR BRAGA
Jorge Tasso
Saeca sobre este baaso c snas agencias nas se-
guintes cidades e villas :
Portugal.
Amarante Lisboa
Anadia Melgaco
Arcos Mirandella
Aveiro Mnncao
Barca Pena-fiel
Barcellos Pinhel
Beja Ponte do Lima
Ghaves Porte-miio
Goimbra Porto
Conra Povoa de Varzim
Govilha Regoa
Elvas Ta vira
Extrernoz Valen;a
Pamalicio Viiasa
Faro villa do Conde
Figueira Villa Real
Gaarda Vinhaes
Guimaraes Vizeu
Lagos Villa N. da Cerveira
Lamego Funchal
Fayal.
Binco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Pilho sacaru
por todos os vapores sobre :
Anadia. Evora
Aguida. Fale.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas Lisbea.
Amarante. Bariellos.
Guimarae?. Coimbra.
Covilba. .Mirandella.
Melgaco. Penafiel.
Porlalegre.
Arces de vai de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Poriiraao.
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figaeira.
Lamego.
Estarreja.
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras' 3e Bastos.
Gaslello-Branco.
Espazeade.
Oliveira de-Azomeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Gastello.
Villa-Vova i> Fa.nalicao.
Villa do Conde.
\as llhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
mpvwarro oo-foSTg:
Xavios enlrados no dia 16.
Bahia7 dias, patacho porljgues Marciai, de 183
loneladas, capitao Tbouiaz L. da Costa, equipa-
.gom 9,carga differentej generos; a E. R. Ra-
beUo&C.
Londres37 dias paucho jjecj Gerdade, de 228
toneladas, capitao C. S. IIjlingvist, e luipageoi
8, oarga poivora e oalroi genera*; a 'Domingos
Alves Maiheus Se C.
Navio salUdo no tteono dia.
Riada PritaBrigue araenJo.) ^'uitinte, eapiiao
E. Rater, carga assuear.
........ i ii M
18SBJK"
Oleo para naedreiual 4e fls/ai|o>
l bncalhtio. de Lanman ft
Quando as diwn?as dos pulmoes ou da gariran-
- de p'iUys,i-
.eWrt%*
Jiiluares de nagsoa^.'qiif' se;achavaip qetsa ca*aI
cararam-se com o oleo par^faeaicirfal de flgado de*
0 procurador fical interino da tbesaiiraria
provincial deolara aos contribuiutes. dos impos,tosc
de vinte por */, sobre estabele'ciuwntoa a carga do
consulado provincial, ijue Ihes Oc'arharcado o prazo
Itnprorogavet de 30 dia?, a coutar .da piiblicacao,
deste, na conformidade solicilarem da seegjo do cohtencloso as r'e?pectivas
guias para pagaraento de.seai 'deJ^tog, certos de,
hue se nao o rtzerftn deriti'p'do.^razo marcado,
pToceaer-aeha a'oobrani-a ja'diclalmente, buBlican-
do se para isto a relacao dos detedores abaixo
Iranscripta.
nr^vrrrm l ~/~*. r*s\*>is^. Seftao do contencioso provincial de Pernambu-
CONTRA 0 FOGO. 3?de ma^ de 1874
, T i i 0 procurador fiscal inlenno,
A companhia Indematgadora; eMMBleM^1 Migutl Jose dc Almeida 'feruarnbveo.
1 Rejic^e.-rjos de.veder do lispoito 'de '20:%"qix6
' i?fdtpbd^Keus m^*atao RaaA-
Praca defedrp U,n. 4,Tranci oo.'JO' '
.'S.Mamra, dita
. R'ua O'uquo ae Uxias n. G2, fttiaw.
aVista praca, toma segbrbs rharrfirdb^^rV
aavios e seus cjuregaiiikilQS e contra Tofec
jm edi icios, mercadorias Q mobilias: n
rua do-'Vr^rir/-;n*TJ, rJtfr{fnii*,W
thtioa
A casa commercial e bancari'ite*Uf?usto ^? .Prra de Slendnnfa, lo]fi.a>.fa
^0)rt^AG./*ra.'dO(^toM fra^fiinihpei.to.eia.n 3*. Fra.
*%% "encarTPga-se- de etwu^ro de ordens cfsco Josi 'Goncalves de Siqrieira;
'i3o'^
1152*600
65,Ji00
6o*400
32*700
34*500
31*330
52*320
43*600
20*928
20*928
109*000
130*800
13*080
43*600
109*000
98*754
32*700
196*200
152*600
114*200
87*200
87*200-
76*300
4
126*440
43*600
36*6:24
*
64*523
109*0(0
- 65*400
130*800
31*392
65*400
87*200
78*480
109*000
130*800
87*2(T)
87*200
87*2^0
130*8ud
130*800
Rua Larga do Rosario n.,0, t'rancis-
co Gooes' de Paula, dUa de cha-
ruros
Uiia dita o. 1, Pranefceo Albino 8ou-
. za Pinto 4 C, tavvrpa
Oiu do Visconde de Inhauma n. 22,
Francisco Joaquim Ferre ra Este-
vee, loja de louca
Diu dita n. 53, Francisao Joaquim
Correa Esteves, taverna
Dita da Mad re de Dens n. 3, Fran-
cisco Antonio das Gbagas, botica
Dita da Palma n. 37, Francisco Joa-
quim I'imentel Pereira, taverna
Dita Imperial n. 106, Franci-co Paes
Barreto, dita
Dita dita n. 250, Firmino Farias Bar-
rorn e Silva, diu
Dita dita n... Francelino Ferreira da
Ffcnceca, loja de cigarros
Dita da Cabanga n. 54, Felippe Po-
rniiii, salgadeira
Dita da Imperatriz n. 12, Francisco
de Assis Castro e Silva, loja de
cbapeos
Diu do Hospital Pedro II n. 1, Flo-
rinda G. de Almeida Amaral, ta-
verna
Diu do Visconde de Goyanna n. 12,
Francisco Xavier Ferreira, diu
Dita da Imperatriz n. 20, Farias &
Lessa, loja de fazendas
Diu do Amorim n. 49, Gniinaraes &
Alcoforado, deposito
Diu da Companhia Pernambucana e.
30, Gennino Augusto da Silva Fra-
goso, armazem de algodao
Dita do Imperador n 55, G. Rigasse,
dito de Pianos
Diia l. de Marco n. 7- A, Guimaraes
Pontes <& C. loiade fazenda
Diu diu n. 9, G. De Lailhacar, dita
de livros
Dita Duquede Caxias n. 88 A, Goes
& Bastos, dita-de fazenda
Largo do I'araizo n. IV, Gomes Au-
gusto de MiraBda, taverna
Rua de Pedro Alfonso n. 32, Guima-
raes & Azevedc, armaztm de
earns
Praca da Santa Crnz n. 4, Gomes
Souza Brito, taverna
Rua de Juae Fernandes Vieira n. 24,
dito, dita
Diu de S. -Goncalo n. 27, Guimaraes
4 Burges, diu
Diu do Visconde de Goyanna n. 97,
Goacalves & Prime, cHU
DiU de Bemfica n. 27, Gomes & Ir-
mao, dita
Dita diu n. 27 A, dito, hotel
Dita do Bum Jesus n 68, 11. Leger,
armazem de fazenda
Dita de Domingos Jose Martins n.
138 A, Herculauo de Hollands Ca-
valcanle, dito de couxos
DRa do Barao'da Victoria n. 16, Her-
mini') Fernandes Alves Lima & C,
loja de chapes
Arco da Coneeicao n. 4, Ignacio Pe-
dro das Neves, dita de rdupa
Una do Bom Jesus n. 2 A, Isidoro
Bastos & C, depesito
Dita de Pedro Alfonso n. 81, Ignacio
de Freitas Rilieiro, armazem de
carne
Praca do Conde d'Eu n. 21, Ignacio
da Silva Pes^oa, loja de eharutos
Rua do Bom Jesus n. 44, Joao dos
Santos Coelho, dita de mobilia
Largo do Corpo Santo n 25, Joaquim
Lopes Machado & C, dita de miu-
dezas
Rua do Torres n. 8, J. 0. G. Dojli,
deposito
Dila do Vigario Thenorio n. 11, Jose
Maria Pestana, armazem de mo-
bilia
Dita dita n. 33, Joao Alexandre Viei-
ra, taverna
Dita do Amorim n. 20, Jose Ferreira
Pinto do Magalhaes, armazem de
recolher
Diu dita n. 56, dilo, dito de gene-
ros
Diu dita n. 1, Jesuino Cavaicanie de
Albuquerque Mello, dilo de reco-
lher
DiU da Moeda n. 21, Jose Gabriel
(arneiro da Conba, dito de al-
godao
Dita da Companhia Pernambucana n.
2z, Jose Goncalves Rignff, taverna
Largo da Assembiea n. 4, Jos6 Fran-
cisco do Rego Mello, armazem de
algodao
Dito dito n. 9, Jose Luiz Guaiaco, dito
dito
Rua de Domingos Jose Marlins n.
136, Joao Roberto Augusto da
Silva, dito de generos
Diu de Maria Cesar n. 14, Joao Jose
Mendes, deposito
Dita do Caes do Apollo n. 69, Jose
Duarte das Neves, armazem de fa-
rinha
Dita do Imperador n. 26, Jose Gomes
de Freitas, dito de molhados
Diu dita n. 47, Joaquim da Costa Ra-
mos, dito de mobilia
Dita dita n. 63, Jo.-e Fernandes de
Amorim, dito de bahus
Caes M de Novembro C, dilo, dito
de fazenda
Pra^a de Pedro II n. C, Joao Baptista
Monteiro, tavt-rna
Rua Duque de Caxias n. 34, Joao da
Silva Guimaraes, casa de drogas
Diia dita n. 41 A, Jose Maria de Sau-
za. & C, taverna
Travessa das Cruzes n. 8, Jose do
Reg3 Pacheco, dita
Praca da Independencia n. 23, Jose
Joaquim Barbosa da Silva, loja de
chapeos
Rua do Barao da Victoria n. 53, Jo-
se Goncalves de Almeida, deposito
Dita diu n. 63, Joao Joaquim da Cos-
U Leite, loja de hilhetes
Dita dita n. 65, Jose Reungio de Al-
buquerque, dita de fazenda
Dita Estrena do Rosario n. 18, Jose
Joaquim da Costa Maciel, Uverna
Dita de Paulino Cainara n. 3, Jose
Miguel Barbosa Ramos, dita
DiU Visconde de Innadma n. 5, Jojo
Martins de Amorim, taverna
DiU dita n. 19, Joaquim Umbelino B.
Monte-Negro, loja de miudezas
Travessa do Arsenal n. 15, Joio 3ap-
tisU Pinheiro, armazem de carne
Tarjeira travessa do Pires n. 2 A, Jo-
se Marliniano da Silva, dilo de al-
godao
Rua de Pedro Alfonso n. 44, Julio
Cesar Aleacar -B'rasil, dit de cap
ae
Diu dita n. 36, Jose Rodrigues Go-
mes, dito
Dita dita n. 61, Jose Marques Dias,
dito .
Diu dita n. 68, Joao Paulo BoteJbo &
C, dito
DiU diu n. 70, Joao Domingues Al-
ves Moreira, drito
DiU diu n. 72, Joaquim Ribeiro 'da
Garaa, dito,-
Diu de Marcilio Dias"n..27. Jose.Ma-
ria Rodaguea. loja de Flnndres
Diia diu a* 13, Joao- H. de Souza,
dita de f err a gens
Dita diu n. 83, Jose Bandoux, dita
de chapejs
DiU diu a-. 91, Jose Martins da Silva
Barges, Uverna ,
Largo de S. PeJro n. ,1, Joaquim de
Bas:o Vasconceilos, diu 6S*4W>
Rua de Luraas Valentinas {t 78, Joao
Dias de Oliveira Santos, diu 115*400
DiU de SanU Thereza n. 30, Joao
Martins dos Santos, diu
Diu doMarquez do Herval n. 31,
Jqao^im Pinto da-Rocha, armazem >..,_
' de, fiuudezas _^ wpv.
Dita Cadaia %"v% 9.-7, Joaquim Fer-
r^ra WfWaa,.U^pr]BaLl.4l-
Dili YidaWeVa-eJfos a- 25Joaquim
Kibei'ro de Aftu lirerque, loja,. de'
D^&oRapt^deAtliayde. ^
dita 54*300
Dita dita n. 52, Joaquku Felippe da
Veiga, deposito W#600
Travessa.da Prata n, 7Ja&6, Patrick)
I S,%ira'\ar^o,lojad/cbariilot it*86J
Dita a&s'- FeJeaa-'re? n. 1, Jose Gon-
>

f
76*3t 0 j 52*350 \v 87*200

196*200
26*160
26^160 y
327*000
65*100
130*8(0
*
104*600 66*400
87*200
65*400 '
65*400
131*08
78*018 *
63*400 y
109*000
82*700
65*400
63*4C0
32*700
109*000 .
104*640
43*600
43*600
65*400
3i*70
63*400
" ttjIiOO
26I-160
43*608
32*703
43*600

1


var
Dfato > ~ Sexto feira 17 3
calves litMOMkMl. ltd aria
Diva Imperil n. H3, to e Adriato --
dellaiid Ditra.tavertH
Bita dita m.W*. Josd -Eaiigdio For-
reira Limi,/ padaria
Dita dita n. 133, Joao M. da Silva Vil
leia, urorca
Dita dita n. 15*1, Joao Ca"doso Ra*- "
bello, dil*
.Dita diun. Jose Emigdio Fer-
reira Lima, deposito
Cabanga a. 13, Jose Francisco de
Souza Lima, salgadeira
Rua da Imperatriz u. 52, Joao Fran-
cisco Paredes Porto, bja de fa-
zendas
Dita dita n 80, Joaqnim Ferreira Lobo,
taverna
Dita dita n. 80, Josa Bernardo da
Motta, Icja de miudens
Dita dita a. 17, Joaquim Victor Guo-
ve, dita
Dita dita n. 43, Jose de Earros Si-
moes, dita de calcado
Hit* dita n. 59, Jose da Conceicao
Oiiveira Figneifedo, dita de joias
Praca do Hondo- d'liu a. 4, J we Alves
Lima, taverna
Dita diia n 8, 0 mesmo, dita
Dita dita n. 22. Joaquim Igoacio Ri-
beiro Junior, botica
Dita dtta n. 32, Jose Narciso da Sil-
va A C, taverna
Dita da Visconde de-Pelotas n. 3, Jo-
s* Maria Gomes da Sriva refinacao
Dita do Visconde de Albuqnerque
n. 51, Jose Garpinteiro da Silva, ta-
verna ,
Dita da Ponte Velha n. 87, Jacintho
Ferreira da Silva, dita
Praca) da Santa Cruz n. 12, Joan Mar-
quf^ Ferreira djti
Hiia dita n. 16, Joaqnim L.iiz Ferrei-
ra Leal, dita
Drta doGervazio 'Plres n. 31, Joa-
qnim Alves Nnnes, dita
Dita do Camarao n. 13, Jose Maria
Gordeiro Lima, padaria
Dita do Lima n. 18, Joao Antonio F.
Velloso, dita
Dita do Socego n. 53, Joao Dias Mar-
tins, taverna
Dita das Pernambucanas e. 24, Joa-
quim Jose Dias Pereira, dita
Dita dita n. 38, Joaquim Martins de
Oiiveira, dita
Dita de S. Miguel n. 148, Jose Mari-
n!i de Holl inda Faicao, dita
Dita ditan. 71 A, Jovino Jo Carva-
Iho Cavaleante, dita
Dita do Quiabo n. 18 A, Joaquim
Domingu.'-s Tavares, dita
Dita nova de Santa Rita n. It, Joao
de Brito Correio, armazen de ma-
deira
Dita dita n. 17, Jose Ferreira Cod-
lho, dito
Dita dita n. 39, Jose Ignacio d'Avil-
la, dito
Dita da Companhia Pernambucana n.
12, Joaquim Dias dos Santos, di-
to de algodao
Dita Duque de Caxias n. 113, Jos6
.Antonio da Costa e Sa, loja de fa-
zenda
Dita Marquez de Olinda n. 1, Lemos
& Guerinau, arrnazem'dc fazenda
Dita do Commercio ns. 13-15, Laiz
Veraet, hotel
Dita Duque de Caxias a. 32, Luiz
Freitas Victoria, deposito
Dita dita n. 34, Luiz Jose da Silva,
loja do mobilias
Dita do Visconde de Inhauma n. 77,
Laurindo Graciano da Silva, taver-
na
.Dita de Pedro Alfonso n. 66, Laiz
Moreira Reis, armazem cle came
Dita dita n. 76, Lourenro Ribeiro da
Cunha Oiiveira, dito
Dita dita n. 7, Ladislao To lee lino da
Costa Albuquerque, dito
Dita dita n. 2.) A, Luiz Rodrigues de
Oliveiri A C, dito
Dita de Hareilio Dias n. 69, Luiz
Eloy de Almeida Durfio, deposito
Dita do Coronel Suassuna a. 2, Luiz
Antonio dos Santos Pereira, taver-
na
Dita do Marquez do Herval n. 9i, Lo-
pes A Oiiveira, dita
Dita da Imperatriz n. 72-, Lourenco
Pereira Mendes Guimaraes, loji
de fazenda
Dita de Riachuelo n. 67, Lucas Ante-
nio Evangelista, taverna
Dita do Mario da Victoria n. 67 A,
Luiz Nueira, relojoeiro
Dita Nova da Praia n. 30, Marcelino
.\ Silvan i, armazem de .ilgodao
Dita do Bom Jesus n. 13, Miguel Fer-
reira Pinto, confeitaria
Dita dita n. al, Maximo Jose de An-
drade, loja de calcado
Dita do Commercio n. 20, Manoel
Marqnes de Abreu Porto, taverna
Dita do Vigario Thenorio n. 20, Ma-
noel da Silva Farias, armazem de
drogas
Dita do Amorim n. 43, Maa:el Jose
Tinoco de Souza, dito de generos
Dita da Moeda n. 43, Manoel Ferrei-
ra Ponies, dito de recolher
Dita dita n. 15, 0 mesmo
Dita dita n. 35, Moreira Monteiro A
C, dito de generos
Dita da Madre de Deus n. I, 0 mes-
mo, dito de recolher
Dita dita n. 8, Monteiro Rocha & C,
dito de generos
Dita do lmperador n. 24, Marques
& C, confeitaria
Caes 22 de Novembro a. 36, 0 mes-
mo, dita
Dito n. 31, Manoel Jose Rodrigues,
taverna
Praca de Pedro II n. 2, Marcos d'Al-
meida Lima, loja de ball as
Rua da Madre de Deus ti. 114, 0
mesmo, loja de charutoa
Dita Primeiro de Marco n. 14, Mon-
teiro Torres & C, dita de fazenda
Dita Duque de Caxias n. 23, Manoel
da Co;ta Azevedo Napoleao, dita
de mobilia
Dita dita n, 61, Moreira Ponies & C,
dita de fazenda
Praca da Independencia n. 38, Mat-
to's Lima tC, dua-.de miudezas
Rua do Cabuga n. 12, Maurioo Jose
dos Santos Ribeiro, dita de joias
Dita dita n. 18, Manoel Jose Ferreira
. da Crnz, taverna
Dita do Barao da Victoria n. 48, Mon-
teiro Sampaio & C, loja de fazen-
das
Dita dita n. 23, Manoel 4 C, dita de
chapeM
Dita Estreiu do Rosario n. 2, Manoel
da Costa Campos, taverna
Dita do Livramento n. 10, Manoel
Francisco Carneiro 4 C, loja de
fazendas
D.ta diU n. 27, Miguel Arc.iaajo t'ra-
terno, dita de selins
Dita da Pontia n. 4, Manoel Antonio.
Pinbeiro, dita de charutos
Dita dita n. H, Manoel Clciliano de
Freitas, taverna
Dita da Madre de Deus n. 4, Martins
& C, dita
Dita dita n. 71, Manoel Veaancio da
Silva, loja de Flandres
Dita do Corouel Suassuna ti. 15, Ma*
noel Martins Gomos, dita de joias
Dita Duque de Caxias a. 64, Macha-
do 4 Brandao, dita de ferragens
Dita do Marquez do Herval n. 7, Ma-
noel-Ramos, -taverna
Dita deiVidal de Negreiros a. 50, Ma-
noel dos Sanies Araujo MeHe, loja
de cbarotos ., ,
Dita dita n. 441, Marcolino Martins
da Luz, taverna
Dita dita D. iSl, Marines 4 IrmtO,
dita
Dita Imperial n. 6, Maaoel Joaquim
Ferreira Bttevee, nrmazemde cou-
ros
Traveesa do Gnsmao n. I, o mesmo,
salgadeiie
Rua Ifnfurial,n..150, Manoel Anto-
nio iFWti>cd, taverna
Dita 4iu n.103,. Manoel de Paula
Corrta, (lit*
Cabana E.-71, Jftanael d Paula de
Anyone rque ,ii Igariai gt
103*00*
43*6001
43|600|
5**310
65*400
65*400
109*000
109*000
78*480
109*000
65*100
52*320
*
130*800
109*000
174*400
78*480
87*2 00
39*240
*320!
52*320
57*152
39*240
63*400
52*320
52^320
78*480
13*080
18*312
13*080
32*700
65*400
174*400
261*600
43/600
152*600
348*800
52*320
43*600
39*240
54*500
54*300
87*200
43*200
101*640
65*100
52*320
109*000
26*160
43*600
87*200
109*000
32*700
87*200
1305800
104*610
*
130*800
*
270*320
65*100
S
117*720
1305800
130*800
1303800
65*400
109*000
174*400
87*200
109*000
130*800
152*600
781*80
130*801)
43*600.
39*240
31*392
W*20Q
13*080
43*600
152*J500,
78*483
32*700
ia*$oo
65*400
711*300;
19126
31*392
d*4CaMih*;i
HUrn?W TfflltaWI'- AfveT d>'
^valho, dita de joias "T
lita d. 78, Manoel Joaquim Diaij
_, de miudezas
|ita.n.6^-*lne4AlwdeMft-
loja dcmiadeiBi-'
lita n. 63 A, Manoel Diw, .*"..
(ior, loja de chamtos .
[do Conde d'Eu n. 32 A, Ma-
_ do G. PnelMSKv howl .
|o Vrsconde de Pelotas n. 6, ;M1-
Antonlft CJflhfl Aittftiaa,' u-
la
Velha n. 63, Jlartinho Jose
It'Anna. taM*ai 1
{.(79, Mel & Fewi?a,i.ta.
( da Sanu Cruz n.-%wHWfe';
Eu Fl
jrever
Ao s
M*80% tewa se
130*800:
87*200
174*400
KJ.W.
I*M
41*836
31*392
31*392
52*320
15*696
13*080
10*564
65*400
32*700
327*000
13*080
67*200
Rua do Coade daBdaVista n. 79, Ma
noel Ferreira Coelbo, taverna
Rua de Socego^ n. 31, Manoel Luiz
de Carvalho, taverna
Rua de Paysandii n. 12, Manoel Go-
mes Martins, taverna
Rua daHoran. 6, Macliadoi Almei-
da, taverna
Rua Direita n. 50, Manoel Goncalves
Ribeiro, taverna
Rua de S. Miguel n. 150, Mirlinfano
da Cruz Mello, taverna
Dita dita n. 23, Manoel Jose Soares,
taverna
Rua Nova de Santa Rita n. 1, Maria
Eugenia Alves da Cruz, deposito
Rua Direita n. 9, Mafra 4 Barros,
hotel
Rua Larga do Jiosario n. 37 A, Ma-
noel Garrldo, hotel .
1." Travessa S. Joao Barros n. 2, Ni-
colao Tolentino do Sacramento, U-
?erna
Rua do Bispo Sardinha o. II, Oiivei-
ra 4 Miranda, taverna
Rua do'Barao da Victoria n. 24, Oii-
veira Carvalho A C, loja de Flan-
dres
Dita dita n. 25, Pedro Manrel & C,
botica
3." Travessa da Praia n. 2 G, Paula &
Irmao, armazem de algodao
Rua de Pedro Affooso or 2 G, idem,
idem idem
Rua da Imperatriz u. 48, Paulo Fer-
nandes de Mello Guimaraes, loja de
fazendas
Rua do Coronel Lamenha n. 18, Pe-
reira <5i IrmSo, taverna
Rua Nova de Santa Rita n. .13, Paulo
Jose Gomes 4 Costa, armazem de
madeiras
Rua do Commercio n. 48, Roberto
Wanton A C, armazem de fazendas
Rua do Vigario Thenorio n. 10, Rosa
Adorn, armazem de miudezas
Rua de Marco n. 14 A, Ricardo &
C, loja de miudezas.
Rua do Barao da Victoria n. 48 A,
Rocha Piuto & C, hotel
Dita dita n. 37, Rodrigues Ferreira
& C, loja de ferragens
Largo do Carmo n. 9, Ribeiro & Ir-
mao, taverna
Rua da Madre de Deus n. 13, Rodri-
gues & Nascimento, ioja de cha-
peos
Rua Imperial n. 146, Ricardo Morei-
ra & C, taverna
Rua do Visconde de Albuquerque n.
20, Raymond & C. padaria
Rua de Santa Rita n. 3, Rodrigues
da Silva & C, taverna
Rua do Marquez de Olinda n. 56, Sil-
va A Alves, loja de ferragens .
Rua do Amorim n. 33, Sena Schefre
4 C, armazem de generos
Rua de Domingos Jose Martins n.
84, Souza & Romao, padaria
Dita dita "n. 140, Silva Alves & C
deposito
Rua Larga do Rosario n. 31, Santos
& Araujo, taverna
Rua do Livramento n. 30, Silvino A
Irmao, loja de fazendas
Rua do Visconde" de Inhadma n. 26,
Souza Gomes 4 C, loja de miude-
zas
Dita dita n. 23, Santos & Sobrinho,
taverna
Rua da Madre de Deus n. 64, Sarai-
va & Machado, loja de sellim
Dita dita n. 72, Sebastiao Joe Be-
zerra Cavaleante, taverna
Dita dita n. 118, Saraiva & C, botica
Rua Imperial n. 118, Severino Tava-
res de Oiiveira, taverna
Rua do Barao de S. Borja n. 23, Sil-
vino Juvencio, loja de Flandres
Rua Direita n. I, Sebastiao Pereira
Pinto, hotel
Caes d'Alfandega n 1, Tasso A IrmSo,
armazem de recolher
Rua do Amorim n. 37, Idem idem
dem de generos
Caes do Apollo n. 45, Idem idem
idem de recolher
Diio n. 47, Idem idem idem idem
Rua de Joio do Rego n. 3, Teixeira
& Irmao, padaria
Rua da Imperatriz n. 8, Thomaz Tei
xeira Bastos, loja de miudezas
Rua do Cabuga n. 14, Valentim do
Valle Lobo, loja de fazendas
Rua do Barao da Victoria n. 29, Vi-
cente Ferreira de Souza Reis, loja
de Flandres
Rua Larga do Rosario n. 35, Viriato
Ctnteto Lopes, deposito
Dita dita n. 37, Idem idem idem, ta-
verna
Rua do Visconde de InhaUma n. 16,
Viriato da Freitas Tavares, loja de
louca
Becco do Quiabo n. 25, Vicente Tor-
res de Sales Menezes, taverna
Rua Nova de Santa Rita n. 31, Vicen-
te Alves Machado, armazem de
madeiras
Dita dita n. 33, Idem idem idem idem
Seccaodo contencioso provincial de Pernambu-
co, 31 de marcp de 1874.
0 I.' official,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva
Por esta reparticai se faz publico, de ordem
do Illm. Sr. Dr. chefe do policia, que. se acham
recolhidos a casa de deteneAo, os escravos Boni-
facio, de Jos6 Cesario de Mello, Felippe, de TOr-
quatoMoreira da Silva, Galdino, do Dr. Joaquim
de Aquino Fonceca, Gregorio, de Joao Florenti-
no Carvalcante, Jose, de Francisco Freire do
Nascimento, Jose, de Joao Felix, Justino, de Ma-
ria Isabel Nunes de Oiiveira, Juvenal, de Antonio
Joao de Amorim, Lniz, de Jose Antonio Carpin-
teiro, Luiza de Fraocisca de tat, Luiz, de Simpli-
cio Narciso de Carvalbo, Manoel, da viuva Wer-
neck, e Gregorio, de Manoel da Silva Pontes. e
avisa-se pelo presente aos mencionados senhores,
afim de virem em prazi breve, reclamar a entre-
ga d ditos escravos.
Secretaria da policia de Pernambuco, 16 de
abril de 1874.
Pelo secretario, .
________ Francisco G da Silva Barrozo.
0 desembargador Francisco d'Assis Oiivei-
ra Maciel, official da imperial ordem da
Rosa, cavalteiro da de Cbristo, e juiz
privativo de orphaos e ausentes da cida-
de do Recife de Pernambuoo e seu ter-
mu, por S. M. I., a quern Deus guar-
de, etc.
Fago saber aos que este virem e delle tfverem
conhecimento, que a requerimento do bacharel
Augusto Carlos Vazde Oiiveira, curador do roen-
tecapto, cidadSo hespanhol, D. Naroisd Francisco
de Vidal, vai ser veudido em hasta puMca, por
uma so praca, fmda a primeira deste jnizo, o en-
genho moente e corrente denorainado S. Matheus,
com todos os seus edificios, casas, cercados, lo-
gradouros, terras, machinas, aguas eorrentes, sito
na freguezia de Gamelleira, do termo de Seri-
nhaem, comarca do Rio Formosa, limita-se ao
none com terras S. Vicente e Amaragi d'Agua,
ao snl com terras Bom Successo e Gamelleira, ao
nascente com os engenhos Viracao e S. Boa- Ven-
tura e ao poente com terras de Duas Barm, por
16:000*000 ; pertencenteao espolio daquelle fi-
nado. .
E para constar, maodei passar o presente, qu
sera afflxade nos Ingares do costume.
almandaJ>t(r,*wb)i ue em cumpxi:
jrdem do Exm. ar. prealjilii-da ptwt-
*n |ntntlebmHEgiperat a juntn de
n raria lia d* arreaaalar.no dia i'l &>. <
z*ii>- ^ijpfrirtnibttf^ a obr**a ponle" dene^ni
sobrej) rio SriHhwn,,orp^a ei-
n afljypefls. da fiv?to ,jtffl)W$, wuro de
jwr caalo ao-jjar. _.
n9 pessoas cio compare;am na sala das sessoes da mesma
tbesouraria no dia indicado acima, pelo maio dia,
competeiteminle kAilitedaji.
E paraconstar se mandou pnblicar o presente.
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da tliescuraria. provjHcial, 20 de ja-
neiro de 1874.
Victoriano JosS M. Palhares,
Official maior intacine.
Clansulas-esneciaes para a arrematacao da ponte
denominada Pao Sangne sobre o rio Seri-
nbaem.
I.' A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o orcamento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presideute da pro-
vineia.no valor de 9:570*.
2.' 0 arrematante dara principio a ob'ra no pra-
to de urn mez e a concluira no de 12 mezes.
3.* 0 paganveoto sera eiVectuado em, 3 presta
c5es iguaes a proporgao da.tabella executada.
4.' Para tnda o ma is que nao se achar especifi-
cado sera rcgulado pelo quo dispoc o regulaniento
de 31 dcjulao de 1866.-0 engenh,eiro chefc, Jo-
s6 Tibnrcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano Jose M. Palhares.
152*600
327*000
*
183*120
87*200
31*392
109*000
174*400
*
63*400
130*800
87*200
65*400
63*400
18*312
78*480
525320
152*600
26*160
.87*200
65*400
60*168
109*000
65*100
109*000
52*320
65*400
15*696
26*160
32*700
32*700
*
941*978
109*000
87*200
87*200
109*000
*
209*280
32*700
13*080
*
134*600
dAHRto^jlo,^ flzesi
iVflBi ^Btn seffo w-cpsa. Es
Hmlyyom uma estampilha de 400His, inu
__- liisada peMfescrivao do feito, na funnal. do es-
' 'MteinaiieMdtltna do dos pcaparjor4uto% ao* guaas me repatto. Fix)
iver e assiguei.
neaife, 31 de flurgo de 1874.
______________Rortana Correa ie ftrtJQ-
;'-r 0 UlflL Sir- inspector da .ijje'son^rij
rertn-
o da
de 7
hesou-
Ipro-
Pao
5701,
tawmiirK r- mi, mm
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de ftredins
A Illma. junta admiaistratrva desta Santa Casa,:
devidamente autorisada pela presideoeia, ns sals
de suas sessoes, pelas 3 horas da tatde do dia 26
do corrente, venle on permuta por apolices da;
divida publica os seguintes predios, perjeucentes
ao legado de Joaqutsi da Silva Lopes, de que e
admkristradora : Forte do Ma'tos, metade db-ao-.
-najqyde 3 andares n. 17, por 5:500* ; becco do
brado' 3' Darte do sobrado n. 1. por 2:666*666
rua da Guia, sobrado de dous andares n. 69; por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa ter-rea n. 92, por
1:400*. sobrado de urn andarn. SO, por 2:000*,
dito meia-agoa por 500* ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 63, per 1:100* ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-,
pina, dita n. 3, por 400*'; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, cita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrrvJo
Pedro Rodrigufs de Souza
- 0 administrador da recebedona de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tes do imposto sobre industrias e profissoes,
que e neste mez de abril que tem de ser
pago, sem multa, o 2. semestre do exerci-,
cio de 187374, depois do que serd pago
com a multa de 6 /o.
Rccebedoria de l*ernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
Pela thesouraria de fazenda se declara que c
prazo marcado para o recolhimento das nolas de
26 e&O* da quarla estampa, sem desconto, fmda-
e para as primeiras em 31 de malo, e para as
sgundas em 30 de junho vindouro, sendo que
dahi'em diattte serao trocadas com o descouto
mensal de 10 0|0 ate ficarem sem valor.
Secretaria da thesouraria de fazenda, 11 de
abril de 1874.
0 2 escripturario, servindo de secretario
Carlos Joie de Souza Correia.
COMPANHIA PERNAMRUCANA
DE
\avcstifilo costeira a vapor.
De conformidade com o artigo 26 dos estatutos
desta companhia sao novamente convocados os
Srs. accionistas a reuuirem-se em assemblea geral
no sobrado da gerencia no dia 18 do corren'e, ao
meio dia, afira de proceder se a leitura do relato-
rio e as eleicSes da nova directoria e commissao
de contas, tudo o quo, a falta de nume.-o legal nao
pode ter lugar na reunl^o havida a 11 de mar^o
proximo passado.
Recife, 6 de abril de 1874.
Thomas M. Connan,
Gerente interino.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Rlma. junta administrativa da santa casa d<
Misericordia do Recife, raanda fazer publico que
aa sala de suas sessoes, no dia 9 de abril pe-
las 3 horas da tarda, tem.de ser arrematadas a
juem rnais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
ESTABELECIME.XTO DE CARIDADF.
Travessa de S. Jos6.
CaSa terrea n: 11.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Idem n 34 ...... 240*000
Padre Floriano.
Idem n. 49......... 207*000
Cmco Pontas.
Casa terrea n. 114......362IT500
Rua da Alegria.
Idem n. 31........' 371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henriques.
idem n. 26........99*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ... 421*000
Rua da Crnz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
(Rua do Pilar. .
Caia terrea n. 100......241*000
Raa do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Raa iks Larangeiras.
Casa terrea n. 17......361*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas tiancas, ou comparecerem
tcompannados dos respectivos fladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da qnantia em
jue for seguro o predio que contiver estabeleci
nento commercial, assim como o servico da Jim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da-raisericordia do Re-
sife, 17 da marco o de I874i
0 eserivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Armazens daoompanhia per
- nambucana.
Ne^iiroM coutra o taao.
A companhia pernambucana, dispondo de ex
cellenies e vastos armazens em seu. predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de geoecos, garantiodo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servigo
prompto, prefos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusiumente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao esi-rip_torio da com-
panhia pernambucana. que acbarao com quern
tratar._____________________________
INSPECCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publico que nesta data foi vistoriado o
Dadoe passado sob meu signal o sello ou valha] vapor Caruripe da companhia pernambucana de
estado de poder continuar no servi
eqipraiH.;
jWpeftiOjda Ifi eDal de marialia
co, lOeaBn7Tfel874.
Francisco Xavi
Ajudan
i^a emtgup sa <1* comedia em 1 acto:
A Siinajiitala.
fiavera trem depois do espectaculo ale Apipu-
-eos, ocand- *4-#*3#ontos.
>MH*fpiara as 8 1|2 horas.
DowiB^o 19 de abril.
A' JJ $|' kora la tarde.
A'-pedido o icama em 1 prologo e 5 actos :
DOS
TRILHOS UBSBSMfS
DO
Recife a OSodA.
e Bcberihflg,
De ordem do presideote da,assemblea geral4a4
cotopanbia acima sao convidadjM os accicuuatas
para a sessao ordinaria, que d^ve ter lugar no *ia
22 do corrente mez segundo dispSe os eatatatoe^'
afim de ouvir a exposicao demonstrativa apresen-
tada pela directoria em relacao ao mowmeoto da
companhia duran'.e os 6 meiM antariores : a
reuniao tera lugar no dia acima as 2 horas da
tarde e no lugar do costume.
Recife, 14 de abril do 1874.
0 secretario,
Laiz Lopes Castello Blanco
Irmitiatle
DC *>. Joao de Asonia, Caiiti-iiio do Carmo
Nao se tendo reunido no domingo proximo pas-
sado, nnmero legal de irmao?, para a mesa geral
aDm de tratar se da eleifao, de conformidade com
o art 48 dos estatutos, sao de novo convidadosa
comparecer no consistorio da irmandade, sexta-
feiro 17 do corrente, pelas 6 horas da tarde, para
dito flm.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 secretario,
Blanoel Jose Luiz Ribeiro.
Hospital militar.
0 hospital tnilitar desta provincia, contr3ta com
ijuem melhor vantagem offerecer a fazenda na-
ijonal, para o triraestre que ha de fiodar em 30
de junho do corrente anno, os generos alimenli-
cios abaixo mencioaados, para dietas dos doentes
eracoes de seus empregados.
Arroz kilogrammas.
eao, idem.
-Carne verde, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Araruta, idem.
Che-, idem.
Porlanto, quern quize/ fazer dito forneoimento,
apresente suas propostas em carlas fechaias na
secretaria deste bosnital, as 10 horas da manha
lo dia 17 do corrente; advertindo que os gene-
ros sao de 1" qualidade, e que a carne deve ape-
na! center a quinta parte de oaso no peso que se
pedtr.
Hospital militar, 14 de abril de 1874:-Oescri
vao, Avelmo Pereira da Cunha _____
RDRO GEM
, Tormina*** ^espectaculo com a opereta em 1
acto :
Saiiatis e sem um.
Na proxiara aemana a comedia drama em 3 ac-
tos, original basileiro do actor Babia :
Unas figinas d um livro.
ARITIMOS
A 20 do corrente tera lugar na reparticao das
obras publicas, onde se acha o orfamento, a ar-
rematacao do encanamento d'agua da fortaleza do
Drum, orcado em 645*816 : quern pretender,
apresente suas propostas em cam fechada, as 11
horas da manha do refeiido-dia. Na mesma oc-
casiao devera ser arrematado o material que se
substituio na referida fortaleza, onde pode ser exa-
minado.
Pernambui-o, 14 do abril de 1874.
Chryssolito F. de Castro Chaves,
Eogenheiro dus obras militares.
ADMINISTRAC.-.0 DOS CORREIOS DE~PER~
NAMBUCO, 16 DE ABRIL DE 1874
Relagao da correspondencia registrada (sem
valor) recebida de diversas procedencias
ate" esta data, e que nao tem sido entre-
gue por ignorar se as residencias dos des-
tinatarios.
Americo Vespucio Moreira de Almeida, Antonio
Soares Pacheco, Antero Carneiro de Lacerda.
Augusto Jose Teir.eira de Freitas, Adgelo Ferreira
da Silva, Bazilio Jose Pereira VianDa, Carlo Simo
oi, Demetrio Punda3, Emilia Carolina Madeira
Ferreira, Firmino Theotonio da Camara Santiago,
Francisco Cardoso Ribeiro, Francisco Altino de
Araujo, Francisca Felismina de Albuquerque Mel-
lo, Honoria Luiza dos Santos, Ignacio C. de Men-
donca Uchoa, Jose Carlos Teixeira, Jose Ribeiro
do Aroaral, Jo=6 Joaquim Goncalves Bastos, Jos6
Henrique Trindade, Genoveva Francisca dos Reis,
Jose Izidcro Pereira dos Reis, Jose Antonio Vidal
Sobrwhe, -LonrcBeo ^ose-do-^igweiredo, Luiz Pre-
derico de Barros tfego, Leopoldo CUilina. Leo ile
Paris, Maria'iragdatena, Pedro Vicente Vianna.
0 O'flicHrt enearregsdo do registro,
Jose Gendido de Barros
THEATRO
PBEIIX BBAM4TICA
EMPREZA
Sabbado 18 do ccrrente.
Penultittft rprcsemafao do lindo e apparatoso
drama-samsa em 12 quadros e 1 epilogo :
Mto Cluliiilc.
RAIMA B PFRANCA
Prioeipiara as 8 horas.
DOMNGO
\'s A t\' horas da tarde
IL1HA REiMIESOTAClO
do drama :
SAMT4 CLOTILDE
K;iinli;i de Franca.
Termina* o espectaculo com a muito applau-
dida comea em 1 acto :
0 caixiw 4a taverna.
Aviso.
A emprwa tem a nonra de participar ao res-
peitavel ponhco desta cidade que se acha em eh-
saios para-, subir brevemente a scena o drama
historico, liiaamnl. em 1 prologo e 4 actos, es-
cripto pelo Sr. Dt. Gdrte-Real, mtitulado :
ou
A lieranca do coitdcamado.
mm
Santo Antonio
KKPSKZJa
JJ4/32Q sem sello ex-causa nesta cidade do Recife de Per-
Sabbado 18 de abril.
Ultima recita do drama :
Nunes Machado,
na'vegacio' co'stoira, e a" comralssSo julgou:0. em Terminara o espectaiiulo com a re^resenlacao
cHARGiuss mm.
Companhia Franceza de Na\cga-
C^o a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio d>
Janeiro, (Santos, sonieute na vol
ta ) Montevideo, BuenosA} res,
(com baldeacao para o Rosario)
STEAMER
VILLE DE RIO BE JANEIRO
Commandante A. Fleury
E' esperado dos portos do sul do dia 20 do cor-
rente em diante, seguindo depois da indispensavel
demora para o Havre com escala por Lisboa.
VIULE liE SANTOS
Coninaandante Iicfevre.
E' esperado da Eoropa do dia 20 do corrente
em diante, seguindo depois da indispensavel demo-
ra, para 03 portos do sul de sua escala ate o Rio
da Praia.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS C0NS1GNATARTOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42Rua do CommercioEntrada pela ruf
do Torres.
moveip, objectog de ouro e
fazendas
Hoje
as 11 hoi-MM
Sendo : 1 mobilia de junco, 1 dita de piano de mogno, 1 gr^ude cabide de awawll-i,
1 mesa elastica, camas francezaa,, marquezuen,
marquezas avul-as, 1 secretaria de uwgng. m-
sas para escriplurio, consolos aparadoras, colli-
des, grande quaatidade de objectos de ouro, lou-
ca, Vidros e algumas fazendas, q,ue serio veu
aidas pelo menor prepo, para liquidar
pelo agente Martins.
ftio armazem da rua do lmpe-
rador n. 49
A's 11 horas. do uia.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
Commandante C. C. Brough.
espera-se dos portos d > sul ate o dia 10 de maio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Rordeos e Liverpool, para onde racebera
passageiros, encommendas, carga e dinheiro a
frete.
N. R. Nao sahira antes das Ires horas da tar-
de do dia da sua chfgada.
AGENTES
Wilson Rone & C.
14RUA DO COMMERCIO-14
IPAM1IA
LUBTAM
Uacelo, Pencdo, \rafajs
e Bahia.
E' esperado ate o dia 22 do corrente o vapor
Gastao de Orleans, o qual seguira para os por
tos acima no dia seguinte ao de sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e di aheiro a ffete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo.
57Rua do Rom Jesus-57
Lisbua e Poiito
Vai sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. 90. _______
Pacific Steam Navigation Coisipan;
ROYAL MAIL STEAMER
sspera-se da Europa ate e dia 26 do corrente, e-de-
pois da demora do costume, seguira para Bahia.
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay res, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, pars onie recebers
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde,do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
Companhia Allianen Marlti
Portnense.
EMPREZA BE NAVE6AiU) ENTRE PORTUGAL E
BRASIL.
BARCA^PORTOGUEZA
Este navio recebe carga e passageiros para Us-
qte e Porto, devendo sahir dwHro eatj**6*a dias,
visto ja ter part* do sea carregaawnto eaaUra
tado.
Agentes e consignatarios
JOS*' DA SILVA LOYO & F1LHO
y
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segoe eom jponcos ma
de demora a barca portegueza ftUl Vnfdo por
ter a maior parte de seu carregamerto engajtHIo,
s para o resto que Ihe falta, tra|a-se com os con-
eignatarios Joaquim Jo.-i faonoalvas Beltrao & Fi-
sho, 4 rua do Commercio n. a. ___
Porlo pr fcisl>oa.s
I'retende segnir para as refericjus aoatiy.jCOtn
poueos dias de demora, a barea portuge ffoco
Silencio, de primeira clasae, capitao Ferreira, por
ter a maior parte de sna carga prompta ; e para
a que lbe falta e passageiros', para os quaos tcni
bons commodos : trata-vo com os caasagaatalriob
Joaquim Jose Goncalv.s Behruo A ;Filho, aru do
Commercio n. S..
rara oFovto.
Recebe carga e passageiros o palacfto pqrlnguez
Lidad'r, qQe pouca demora te^a. Trstaia 50m
E. R. Rafiello UILOI*.
T
ats>
LEILAO
DE '
on-* inovois. fluos (IiijhIuch. Iou-
:. porcellana, caudleirvtt a Saz>
oli-ras de ouro c prata do Porto.
A saber :
Um piano forte de Pleyel, uma excellente mobi-
lia dejacaranda com 1 sofa, 1 jardineira, t con-
solos com pedra, 4 cadeiras de brago, 12 de
guamicao ; 2 cadeiras de balanco, 3 candietrotra
gaz, 4 casticaes e mangas com pingentes, 4 jarros
fin os para flores, tapetes, e escarradeiras.
Uma cama francera de jac.iranda, 1 toilet, lea-
bide tambem de jacarauda, 1 lavatorio com pedra
e espelho, 1 excellente commoda de mogno.l guar-
da vestiJo, 1 marquezao.
1 mesa elastica para 24 pessoas, 1 guarda
loupa, 2 apparadures, 1 marqurza, 12 cadeiras, 1
porta relogio, 1 apparelho de porcelana para jan-
tar, 1 dito para cha, copos, calices, compoteiras.
garrafas de lino chrystal, 1 quartinheira, 1 lava-
forio, 1 moinho, flandres, potes, trem de cosinha
e muitos"outros accesorios le casa de familia.
Diflerentet obras de ouro e praia do Porto, como
sejant: 2 aderccus, 1 relogio, salvas, paliteirosco-
lneres e 1 faqneiro de prata do Porto.
Hoje
Ko 1. anclar do Robrado
Livramento >' so
Antonio Ferreira Gomes tendo de fazer uma via-
gem a Europa com sna familia. fara leilao, por in-
tervecio do agenie Pinto, de todos os moveis e mais
objectos de casa de sua residencia a rua do Livrar
mento n. 20, sendo que dita casa desde ja pede se-
alugada.
0 leilao pricipiara as 10 1/2 horas.
Leilao
DA
armacao e generos da taverna sita a rua Imperial
n. 232
A'S 11 HORAS DA MAMlX
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem perteucer, da armacao
generos da taverna sita a rua Imperial n. 232, em
um ou mais lotes, a vontade dos compradores, ga-
rantindo-se a chave da casa; 0 balanco acha se
em mao do referido preposto, sexta-feira 17 do
corrente. as 11 horas da manha.
moveis
SABBADO 18 DO CORRENTE
as 11 horas
No sobrado n. (59 da rua do Irapeiador
Sendo: 1 mubilij de mogno, com tampos de pe-
dra (a Luiz XV), 1 dita de faia, 1 sofa de ama-
rello, 1 marquezao, 1 marqueza, cadeiras para
sala de jantar, 1 mesa, 2 aparadores, candiei-
ros para gaz, 1 lavatorio com pedra, jarros de
. diversas qualidades, 1 mesa para eicriptorio,
relogios de cima de mesa, di versos objectos de
ouro, e alguns outros moveis pertencentes a
uma familia que mudou de residencia.
0 agente Martins fara leilao, por ordem de uma
familia que se retirou desta provincia, dos moveis
acima, que serao vendidos ao correr do martello.
Ultimo leilao
DA
loja de fazendas a" rua do Livramento 11. 30,
de Farias & Lessa
SABBADO 18 DO CORRENTE
as 10 boras da manha.
0 agente Pinho Borges, por despacho do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio,- vendera em
leilao, as fazendas, armacao e mais pertencas da
massa fallida de Karias & Lessa, existentes na lo
ja de fazendas, sita a rua do Livramento n. 30
A's IO horas.
Leilao
-
DE
moveis, loucas e vidros
Sabbado 18 do corrente
Rua do Vigario Thenorio, sobrado n. 12.
Uma mobilia antiga de jacaranda, composta de
1 sofa, 1 mesa quadrada, com gavetas, 2 bancas.
18 cadeiras de gnarnicao, 1 espelho grande, 1 par
de serpentinas de bronze, jarros e tapetes.
* Uma mobilia de amarello, com 1 sofa, 2 conso-
los, 1 mesa, 2 cadeiras de brace, 2-ditas de ba-
lance, 12 cadeiras de guarnicao, I cama de ar-
macao para casal, l commoda de jacarada, dita
de amarello, mesa para jantar, cadeiras, 2 apara-
dores de amarello, mesas de pinho, loocs para
jantar e almoco, vidros e <. utros moveis que esta-
rao pateates no acto do leilio.
0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao, por conta e risco de quem pertencer,
Os
Para o indicado porto pretende segiiR
cam a posstvel brevmaoa o, patacho porturil moveis acima mencionados, existentes no sobrado
guez Azurara, prjr tor-a aior parte de se *
carregnnrento enjjajado e p3ra o resto qu,
lhe fal'a, trata-se com .os (xjusjgnetarios
Joaquim Jose Gou^ahcs Btitrao fc'ilho,
a rua do Commercio u. 5. U
0 lugre portugUM Julio pretenia sahir com to-
da a brevidade por ter quasi tod> carfa,fromDi:
quem no mesmo quizer carrega* oq ir de pas-]
aagem, trate com as consignatarioji T- Aquin
Fonceca & C, successores, ma do"Viirarie-n. 19.
I." andar.
da rua do Vigario Tbenorio n. ft-
0 me*mo sobr>do tendo de.ir a leilao segunda-
feira 20 do corrente, 03 pretendentes poderao
aproveitar o referido dia para examina-k).
Sabbado 18 do corrente
Leilao
DE
100 caixas com cbeolas, cbegaJas de Lis-
bAa no ultimo vapor
SLOllNDA-FErRA 20 DO CORRENTE
a* 11 horas cm pouto.

.




Diario do Pernambuoo Sexfca far* 17 de Abril de Iff*.

=
Ro armazem do Sr. Avie?, lefronte d'-nlTandef a.
0 preposto do agente Festana fara leilio, por
conta e rieco de quem pertencer, de KH> caixas
com cebola*. em am ou mats lotes, a veolade dot
compradores._____________________________
LEILAO
DE
dous predios
SEN DO;
Urn a raa do Vivaria Thenrrha. t2, em chao pro
prk>, cam duas {rentes, I andar soiea, com as
seguinles commodidades : 2 salas, 3 quartos so-
tea e cozmha, I grande armazem, o qual fsta
rendendo annualmente 600J, nma casa terrea a
raa do Padre Nobrega n. 85, em chao proprio,
com as seguintes commodidades: uma sala, I
quarto, coimha e quintal, asSo livres e desemba-
racados de qualquer onus
SEGUNDA-FEIRA 20 IK) CORRENTE
AsIIhoras em ponto
No escriptorio da raa do Bom Jeso n. 53, primci-
ro andar, onde tambem se podera dar esclare-
ciraeQtos dos referidos predios.
O agente Pinno Borges fara loilao. ftVs predios
acima declarados, por conta e risco de u i?m per-
tencer.
DA
armacao, generos e mais utensilios da taverna si-
ta a rua Imperial n. 153
TERCA-FE1RA 21 DO CORRE.NTE
A'S 11 HORAS BA MANHA
0 preposto do agente Pestana fara IcilJo, por
eonta e risco de quem pertencer, da arraacio, ge-
aeros e majs utensilios da taverna sita a rna Im-
perial a. 153, em nm ou mais lotes, a vontade dos
compradores : o balanco acha se em mao do re-
ferido preposto para os pretendentes examina-
rem, terga-feira 21 do norrede, as 11 horas da
uianha, oa referida taverna.
LEILAO
DO
Vapor Duke or Edinburgh
.Vi dia tO de abril
Agente Ferreira
No Para, na Ponte de Pedras
vender-se-ha impreterivtlmente por conta
de quem pertencer
O luagaiHco vanur inslez
A RODAS
Bute construido em Aberdeen em 1870 em um dos pri
meiros estabelerimentos de re genero n'aquella
cidade.
Tem HI pes de comprimento, 19 de bocca e 9 de
pontal, medindo 126 tonetadas inglezas ou 162
brasileiras
% CARREGA CERGA DE 7,000 ARROBAS
E'deferro sclidamente construido, tem boa
marcha e excellentes accommodates para passa-
geiros. Sua machina e de forca de 60 cavallos
nominaes ou de 300 effeciivos.
Este bello vaso que muito se presta para
condiicciio k gado
ij sobre tudo excellente rebocador, como tal ja co-
nhecido, e esta prompto a navegar. O inventa-
no sera anounciado alguns dias antes da venda
e pode desde ja ser visto em casa dos annun-
clantes, ou a bordo do dito vapor que se acha
fundeado defronte da igreja de Santi Antonio.
O vapor pode ser examinado em qualquer dia.
Para mais informneoes prderao
dirigir-sc aos consignatarios
Samuel G. Pond & C.

B
om negocio.
Vende-se ou arren 'a-se o grande predio
de um andar e sotao, sito na rua do Rispo
Sardmha, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas l oas salas
de frente, um salao no sotao, seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo eaz canalisado. Achando-se prepara-
do com tod s os moveis indispensavn's a
uma grande familia, serd assim vendido cu
V os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da Unfao n. i9, sobrado, atraz do
pago da assemble.
Calfado baraio
LOJA DO ARANTES
ootmas de cordovao para homem 7/(00
Ditas de bezerro para dito 7J0OO
Ditas de pellica para senhora a Luiz XV 85000
Ditas inglezas e francezas 8$000
Ditas de cores para renhora 65OOO
Ditas- gaspiadas, de verniz, para se-
nhora u e um
Mpat-) de cores para senhora 3i e 1*C00
9,109 li* chagwa 26 e ijOOO
ESTRADA BE FERR0
do
Recife ao S. Francisco.
FESTA DOS PRAZERES
Domingo 19 do corrente, a 16m dos trens ordi-
narios de passageiroi havera 0? -eguintes espe-
ciaes :
VOLTA.
r. ., h. m. U. m.
Prazeres (Partida. ... 3. 14.30
Boa-Viagem......3.15 | 4.43
Afogados......3.30 | 5.
Cinco-Puntas (Chegada) 3.40 I 5.10
Villa do Cabo, 16 de abril de 1874.
G. O. MANN,
_______._______ Superintendeale.
Recreio Dramatico
De ordem do pre^idente da assemble"a geral era-
vido todos os sotios a reUnirem *e no dia 19, as
10 -noras da manha. no lugar do costume, alim de
tratarem de negocios da sociedade.
Belem, 16 de abril de 187*
Bernardo L. de Mendonca
! secreiario
ATTENQAO.
Offerece se uma mnlher viuva honesta.. Capaz
para tomar conta de uma casa ou ie alguns me-
aiaos para tratar. mas t^ndo comsigo uma Clhinha
de ires annps, a qual levara para onde quer qne
tor : qoem pretender dirija-se a rua Duque de
'.-axiaj' (aniiga das Cruzes) d. 12.
Annuncia se uma casa na rua do Dique a
23, cbao proprio, tendo a quartos, *cozinha fdra
nuintal e cacimba : quem quizer cemprar diriia-
-st a Camboa do Qrmo n. 14. j
LINHAS
N
RETOOZEDEALGO
DAO
DE
TOSAS
As
COHES
A&ULEAS
e
Aecessorios
tARA
I'AKTE
n\
Marhki
Com as falsifica^des que torn apparecido
DAS MACHIHAS PAM COSTUBA
DE
SINGER
Porque?
Jfc Nenhuma ma-
00
china Singer e legi-
3 tima se nao levar
o
g esta marca fixa no
jg braco da machina.
Paraevitarfalsi- .=
OS
fica^oe8 notem-se g
ce
o
hem todos osdeta-
Ibep df- marca.
S
c
c
A dmheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
. MACHINAS DE SINGER
Sao maisjbaratas.
3So de dous pospontos.
Sao simples.
SSo rapida?.
Sao duradouras.
MACHINAS DE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainham. .
Franzem
Pregam ttangac,
Marcam prvgas.
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
I'regam cordoes.
UNICA AGE NCI A
EM '
COALTAR SAP0NINA00
DE LE BEUF
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelos boapitao d Farli e pale* da Marlnha m-litar ftMHI,
E;m eicellente tonloo possne ami eflleacia Terdadeiraraenle mararilhnsa not ulceras.gangre-
noias e etcrofulosas, not cancros ulctrados, no anthrax, naotorrhea purulenla, na ozena, no
erup, fendas pelas armat de fogo, enfermidadei do utero, ete., elc.
Emprega-se, mczelado com mais oa menos ago*, em chnmacoi, loc8e, injeecSes, gargarismoi.
Como dentirrido ordinario (uma colherada das de cha n'um qoarlo de copo d'agoa) t muito eipe-
.?iB!i."DC*i par* PwHkar bafo, tan.r u tn6lT. doentea e tomar Grtnei o>
ante* escarnadoa.
0 seu uso.e muito hygieaico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Uma ooticia cirenmstanciada tm cob cada frasco. Bxiga-te a firma do inventor.
Fabrics em Bayonna [Franca), em cut da Sr. LB BEUF, Pharmacentico de f class*.
Depotitoj: Paris, J5, rna Reaamur; -fernambuco, A. REGORD onde st entontra tambem a
centradae
da Aleattlo reeeUIde 1> Meat pan futr agua da Alcalrio, a oeica preparac5o
1 titulada eoDtendo em ti 0 alcatrio mm ter alterado nea modiBcado.
COB-
DE
RBIST0L
Para a boaconserva^ao
DE
TOSSO CABELLO
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADO&
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL port
fica a massa do sangue, expelle para fdr
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecies,- d& vitalidade e
energia a todos os orgaos e di forga e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afim de poder curar ; pore'm
eonstantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doengas conslitucionties e em to-
das as molestias locoes dependente d'um es-
tadovicioso eimperfeito do systema em gt-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha df
Bristol e* um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
ICscrofulas,
Ulceras,
i Iih-i.nhiit sag
ENFERMIDADES SYPHILI'i/CAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado 0 alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tao so.
mente devidas d
CNICA LEGITISIA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
NA PHARMACIA CENTRAL

ripa
XI
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
LIC0R DOS IB0NGES BENEDICTINOS DA ABBADIA DE FECAMP
~\
Como termo final de
garanlir aos eonsomma-
dores cuidadozos um
producto puro, exquisito
e essencialmente hygi6-
nico, contra estas ialsi-
iicafdes detcstaveis de
?.
^1 '"'in gosto e nocivo, a
jsaude, damos retro 0
Diodelo da garaffa e mais
acima 0 dos sellos e le-
treiros que envolvem 0
verdadeiro licor benedic-
tino.
Este ce"lebre licor tao
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje era todas as
bflas mezas, tanto no
Restaurante como no
jantar domestico; nos
grandes hoteis como nos
saldes dos principes, por
isso 6 elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tacoes, cuja maior parte
de falsa provenencia.
OBSERVACAO IfflPORTANTE.
Recommendamos particularmente ao publico em geral, 0 exi-
gir 0 letreiro acima, qui e sempre poslo no fundo das garaffas
desde 0 \" de Outubro de 1872 que tem a assignalura de
A. LEGRAND aine, director geral.
n. B. Em tempo* de epidemia o BENEDICTINO e nm preaervativo
oerto; nm grande namero de oelebridades medic at tem dado o
certlflcado bem formal.
Deposit* ;erl 1 A. LEGRAND &ine, em Fecamp (Franca
Deposito geral em Pernambucd, A. REGORD.
mj% Pderoi0 e 0 ma's agradavel de todos os ferruginosos recom-
?f!??w-\PeiM ProfeMOre e Doutorcs.: Piorry, Trousseau, Jobert (de
ZZ '' ,AL8.AI6HB' Kicord, Nelaton, Chassagnac e muitissimos outros
ff^J.*. mo,.es.Val de constT>f-t> elqrosis, opilacoes, /lores broncos, anemia,
tuffocacSes, palpttacdes, rachitis, etc.
NURTIMENTO
MEDICI IN A
Preparado por
. Lanman & Kemd
para toisi^ca
loda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
F'xpressamente
ascolhidodosme-
Ihoresfigadosdos
quaes.se extrahe
0 oleo no banco
da Terra Nova
purilicadochimi-
calnicnte, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo 0
cuidado, emtodo
0 frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido subrnettido
a umexame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR rORCAO D'lODLNA
do que outro qualquer oleo, que eile tem
examinado
I0DIN0 E UM PODER SALVADOR.
Em todo 0 oleo de figado de. baoalhao, e na-
quelle no qual contem a maior pcr^ao desta
invaluavel propriedade, e ounico meiopara
curar todas as dtencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pbtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Una poucos frascos da carries ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da* vigor
a todo 0 corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento ao systema e inc< mmodando quasi
nada 0 estomago.
As pessoas cuja organisat So tem sido des-
truida pelas affecgoes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestio se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALBAO
lawman (Skimp
Elle e" um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle da e restaura for^a e' sanidade & pelle d
I cabeca.
Elle de prompto faz cessar a queda prema
1 tura dos cabelles.
File d^i grande riqueza de lustre aos ca-
1 bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, en.
qualquer forma ou posic5o que se dese
i je, n'um estado formoso, liso e macio.
I Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle conserva a pelle e o casco da cabe?*
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran
cos.
Elle conserva a cabega n'um estado de fret
cura refrigerante e agradavel.
Elle nSo e* demasiadamente oleoso, gordo-
rento ou pegadigo.
Elle nSo deixa 0 menor cheiro desagrada-
ret.
Elle e 0 melhor artigo para os cabellos da*
criancas.
Elle e" 0 melhor e o mais aprasivel artig
para a boa conservagao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle e* 0 unico artigo proprio para 0 pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
PODECONSIDERAR COMO COM-
PLETE SEMO
T0NICO ORIEiNTAL
o qual preserva, limpa, fortifica eaformosej
O CABELLO.
Acha-se 6. venda nos estabulucimentos dt
H. Forster & C, agentes. E em todas as
principaes lnj.is de perfumarias e beticas.
mmit mmm:if~'
0 INEXTWGCIViEL
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#000.
BFLHETES GARANTID0S.
1 rua Primeiro de Marpo (outr'ora rva do
Crespo) n. S3 e cosas do costume,
Acham-se a xen<'.z us felizes bilhetes garantidoa
ia 3' parte d:u ii.terlaa a beneflcio da igreja
de1 .Nos-a Senhora da Piedade < (96-), que se exir. hira Da icrca-feira, 21 do cor-
rente me*.
PREQOS
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
IM PORgAODE 1009000 PARA C1MA.
Biihete inteiro :i*.tO0
Meiobilhete 1*750
|g| 0 Dr. Sarmento Filho mu
\ douse para a rua da Aurora n
Gl. 1." andar ; entrada pelo 0
tao.
Precisa se le uma ana de leile, livre cu
escrava : na rua du Visconde de Goyanna n. 14,
outr' ra do Cotove lo.
Aluga->e on vendK-se um eseravo carrocei-
ro, idade quaren'-a annos : na rua do Hospicio
d. 81.
O AllVOGilllO
Ailnso de Alhuquer.|ne leifo
incumbe-fe de pr3tnover ccbrancas amigavel
ou judicialmente, assim corro de outros negecios
concerncntes a tua profissao, nos lugares proxi-
mes a linha IVrrea, e nos oulrns termos proximos
a csla cidade ; para cujo auxilio tem 0 annun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela bua geetio e conta
do que Ihe for confiado.
Mediante modico h< norario acode aos chmades
para diligencias m consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellagoes ante
0 tribunal da relac.au. Fode sit procurado de
meio dia as 3 hora* da tarde em seu escriptorio
a rna do Dikiup de Caxias n. 37.
selecta e de umbiga
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e tapoieiros as tamanho* -e pregos mais commodos que dan-
tee ; assim como as seguintes oulras plantas de
frucla e de ornato :
Larania cravo.
Dit.i de (lore do Para.
Ditabrtnea.
Dita tangrrina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
"U
Pe.
Abaca 1 i.
Acacia.
Ariticum a
Canella.
Casuarina.
Carolina do prir.cip
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Frucla-pao.
Fnga do Para.
Jam bo.
Jasmim lamnja.
Laranja da China.
Dita do ce'o.
E outras-plan:r.s
ura n. 20.
['ito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiris.
' inheiras.
rtumeiras.
Rozeins.
Rozeda.
Ubaia.
:;. 1 apuoga
a rua da Ven-
>###Cft^#@
Vc-ndc ?e am rn inho de venlo, con
duas homba- para pnar :.gua, e qua-
Iro rodas nov.-.s e fortes, para carro
americano : a ir.ii.ir oa r jj.i do Impe-
rador n?*. r* andar.
Da se sccicJat. em oma'tarcrna bem afre
swMda e em bom local, a uma pssoa de-fcc>a
ctnducla, e que c-ntre com algum capital : nesta
typographia, carla fechada com as iniciaes M P.
V
A oeldtro mi FtefMa
DE
EM TODAS AS PHARMACIA? DO MU.NDO.
Deposito geral no Pernambuco, A. REG0EJL
b.A
PARIS, 25, rue de rEutrepot,'25, PARIS.
PENHOBES
Nairave&sa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os raes*
mos metaese pedras.
Aluga-se a casa dos leSes u. 48, com com-
modes para familia, siu a rua do Corouel Lame-
oba (antiga dos Prazeres).
HURRAY t* Ll\Ml\.
Uma pura distillagao das mais raras fl
rt^ dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o odor. odorifero das llores a<
tropico da America, e sua fragamia e quas
tuexfaausta ainda ruesrao por continuada
e/aporacSo e diffusao. N'esle respeito e
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DES.MAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
DE CABECA, DEBILIDADE E
UYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o boir,
.m, tem conservado sua influencia par.s
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
idexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, n3o
pode ser igualado. Tambem-faz rcmovf-r
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIiMADURAS DO SOI.,
SARDASt E BOHBLLHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urns
excellente-mistura para bauhar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
5^0 nublada, sendo applicada de'pois d
barbear, evita a irrita^ao que geralmentc
occorre, assim como tambem gargauteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e rae-
lhora a comlirao dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitates, as quaes uac
possuem nenhumas d 'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar s6ineute o
o famoso perfume -cosmetico do sul da
America, cham
Af.lt FLORIDA
DE
III Hit \> t I.AV1I\"\.
S-j acha d veno.'a em todos odrogu -
perfurriaii os da nwtla. .
f COHSOLTBRIO *
m MEDICO-CiRlRGlCO |
W C0 r?
Dr. Pedro dAtliayde L. Moscoso a
Parieuo eopepador
Q Hun do VinoiKfi- tie Albuquer-j^
*j qne n. S9. j
2 especialidadjc w
'& IIK llilHIH. 'JS^
S Consoltw das 7 as 10 l.oras c*a ma S
fjr nha. todos as dias.
m Da?6 a?8danoite, na :pgoi:dis, qnar ft.
s las e >extas-feiras. W
W. Os docnu-qno mandarcm os sens ciu- 0
A midos per escr pto at 10 Itras da ma- *>
jj. nha scran vi>iu.dos tm suas casa.-.
irecisa-se do um caixeiro ccm pratica de
taverna, de 14 a loanno?: ta rna da l'i.i;"o
c 84.
Paris, 36, Rua Vlvlenne, D
HmgO hedecin srtcm
DAS IRrBBMlDAD'S DBS SEXCAES, AS .-'FECIJOM
^.IT^^F.AS r altebm;op3 do sasgde.
l i.OOOcuras liasimpin-
,'"" urrna, comixoes, acri-
upnto, e allercoes, ti-
^jciosas do sangue, vi-
rus, ealieiui-oes On tongue. IXarope vegetal
sem mercurio). Deparailvaa % cjeiaea
ahs JiniHiis tomao-se dons por
semana, seguindu n iractaraento Depurativo : 6
empregado n;s mesmas molestias.
I Este Xaropa Citracto de
fcrrode CIIABLE, cur*
1 imraddiatamenie qual-
ifier purgacao, rela-
Ixapao, e dcbilidade,
t leiwJuieute o jiuuo* e floret braneas das
mulheres.- Esta iujeccao benigna empregassa
com oXarope de Citracto de/erro. .
eaierraidaai Poms da que as cura em J dias.
- POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: nas ajfeccoes cutaneas e comixoes.
. PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do enable, cada frasco vrai accumpauad*
de um folbeto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cura calarrhes, losses
[ coqueluchei, irritacdt*
I nervosas sas dos brsn-
[ chios e todas as doencas
I do peito,- basta ao doenta
sma colhe rchdea desta iarope D* Forget.
Or. CHtMil em Paris, raa YlTlenae, .

DEPU
dn SAIV
PLUS: de;
COPAHU
x.
Sirop du
DrFORGET
nr
Deposito bolica Franceza
22 Una da Cruz 22
Verdadeiros
'*? GRAOS DE SAUDE
*do doutor frahck.
0 melhor e o mais
util dos purganles con-
hecidos. icaaaera-
aa ralaincafora
exlaten d'eale me-
------------ *lcaaaeea.Exigir,
alem da assignalura em linia vr.RHTBt.at
de A. KOuvaiaiB, o letreiro, aqui iinto.
leito em 4 COKES.
Paris, pharmaxia i.rroy, tS, rua d'Aatin.
f*******
em-^ Cores

Deposito em Pemambwo, A. REGORD.
PHOSPHATEdeCAL
GELATINOSO
deLEROY
0 PDOJPHATO H C.4L CEltTINOZO DE LEROT
(a nma ar^ao tboroaei lira muito
aaiirroza sobre os individuos affeclodos de
enfermidades nos ossos e de uma constituicdo
dtbil. Forna-se indipensavel para as criancas
a queffl ajuda e fortifica a crescenca.
E de um gosto muito agradarel e de uma dl-
geslio lacil. Preco do frasco : 3 francos.
Parts, pharmacia LERQY, IS, ru* d'Antia.
Deposito em Pernambuco, A. REGORD.

DO D0OT0 WILLIAM 0TI
Para reatitulr proeretiivamente aoaoabatlot
A SUA COR PRIMITIVA
Ella sabctilae eom ttnUgem MpomraaduMno toacadlMF,
NEOGENEouD? NORTH
A SOA COR PRIMITIVA ""lLLO*
Bom ilto infalliTel desda o loaro ate ao sreta
S21"iiri'l^.e ln">ntaTali cmtreto loolftnalTO.
PIWBMAHU OIIUTAL, I, rue Bergare. tAMIt
Depolto em Pernantiuco, A. SISOU.

._-----------------------------a.




Diario de Pemambuoo Sexta feira 17 de Abril de 1874.
\tten^ao
i
Avisase ao comprador do escravo Henrique,
jue Salvador Manoel tie Siqueira Cavalcanle nao
podia vender dito escravo, por ser elle pertencente
ao casal do major Salvador dr s Santos Monteiro
Cavalcante, e como tal, a venda Jo ulito escravo e
nulla, como melbor se demonstrara em juizo.
Confraria de Nossa Senhorj
da Soledade.
A mesa regedora desta confraria, lendo de ar-
rendar a casa da rua do Riachuelo n. 73, pertencen-
le ao patrimonio de N. S; recebe proposta para esse
Mm ate o dia 18 do corrente, e par esta occasiao
declara nara conheeimenlo dos proponentes que
terao de indemnisar ao actual inquilino as bem-
feitorias que fez na mesma casa.
E. Tamborim,
Secreario.
1
Villa do Bom Jardim.
No .dia 3 do corrente fogio deste lugar o escra
v i Je nome Mathia s idade de 2z annos, bem
preto, altura regular, corpo tarabem regular,
dent.es perfeitos, feicoes grosseiras, tern varias es-
P nhas no rosto, bs pes nao sio dos mais feios,
per tas Unas, pcuca barba, tenj os dedos minimos
di<> macs encohidos, que nao e>tirara bem como
osoutros.-e falante, mas nac teai boa pronun-
*ia, toca gaita, ja tem carreado, tern bastantes
mgrtas de relho na. rostas. Conaozio uma negra
forra de ;:on.c Severraa, urn t.yito ana, sera do
corr*:, idade de 38 s iO annos, um tanto apoucada
no fj'nr. Quem sonber ju vir esle negro, pegue
*t tr.'2.i-.o a esta villa na casa d(. Jos6 Lourenco Go-
iLe* J.ibral, dono do dito eerivo, que sera re-
escipensado.
DO
Dr. Murilllo.
RUA DA CRUZ M. 26, AiNOAR.
Recem-chegado da. Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas das 6 hora? da manna as 8 ho-
rns, e do meio dia as duaa da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPECIAL IDADES.
Molestias de senhoras, da pelie e de
crianca.
Ciuso de portuguez no eol-
legio da Conceicao.
0 baeharel Jorge Dortvellas Ribeiro Pessoa este
incnmbido do referido curso.
Alaga-se o armazem d* rna Direita d. 95,
proprio para qu.iquer eslar>l?cimento : a tratar
no onsistoriq iid ordem tercein de S. Franciseo.
Oonstmi) ao ahai.xo a-sij;nado que a Sra. D.
Helena Maria (lavalcaote de Albuquerque, mora-
dora na eiJade da Esea- a, quei' vender o escravo
l.'AAneo, qjie wti em ^u poder por eontemplacao
de lamilia, previae-*' ao reepeitavel publico, que
bao faeam nego rio, ,>ois essi . nada tem no iresm e sim os herdeiros do sen
primeiro-aarido Jose Joaquim Cavalcante de Al-
buquerque, Das Aljfr* 1,'tinga, 14 de abril de I87i.
PIANOS.
Acabam de chegarmuito bons pianos fortes e de
elegantes modello=, dos main notaveis e bem co-
nhecidos fabrioante>; como si|am : Alphonse B-
d'inel, Henry Hers e Pleyel W.-lfT 4 C. : no Vapor
France*, a -us do RaiSo da Vicuria, omr"ora No-
va d. 7. aprec/>s mnito conim idos.
Mobilia de vime.
CaJeiras de bal; nco. de bncn, de guarni^oes,
sofas, jardineiras, mes.-.s; conversadeira.< eeosla
reiras, tado isto inuito bom por mhhu foites e
leves, eos mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreio.
No armazem do Vapor Frar.cez, ma do Bario
da Victoria n. 7. outr'oaa No'-a,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trilice, sgua de flor de lararqa, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabondes,
crosraeticos, muitos artigo deiicados em perfnina-
- ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nbas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo. de primeira qualidade
dos bem conbecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazera do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gontom v
phantazias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita de couro, e cestinbas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pt ntes. carteirinha de
aalreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magioas,cosmoraraas, jogos da gloria,
do damas, de bagatella, quadros com paisageos-j
gbbos de papel para illuminar/ies, machinas de
fazer cafe, espanadores de pal has, realejos de veio,
accordaos, carrinbos, e bercos para criancas, e
oc.tras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brioquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tado
a precos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calfado francez
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacluras de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9iO0O (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS ae tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninos.
BOTINAS pretas, brancas e de cdres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS'de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras:
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
la Victoria n. 7. ______________________
Pirecisa se aluger uma preta de meia
\ <3sde: ca rua do Ouro n. 71.
; Attencao
/Avisa-se pela ultima vez ao Sr. Salvador deSi-
-' queira Cavalcante, que ha um anno tem zombado
do mandado de prisuo que contra si tem do juizo
do commercio desta cidade, :jue, se nao quizer
passar pelo de.-gosto de ser preso, mande qnanto
antes entregar os d. us escravos Aquilina e Fran-
cisco, dos quaes e depositario, e se acham de pu-
blico trabalhando no engenho Tres Bra.os, lugar
de sua nova residencia.
Desdeja protesta-se pelo servico dos ditos es-
trivos.
Bngenlio pm arrendar-se
Arrenda-se o engedho Ajudante, la freguezia da
Escada, flislante da estai;ao de Frdteiras duas-le
goas de bons ea ninhos : i|iiem' pretender, dirija-
se ao engenho Amarayy, tratar com a Kxma.
Bironeza \ iscinide de Inluuma n 7, a iraiar com otir. Lau
rino de Monies P nheiro.
------?--------,~------ j______
Devcdores.
0- propii-i.-irins da Confiutttrm rfrt C>mh/i s a
rna di< Imi-rraiiiir n 2*, pfiem -<-u uue tem sUo rewicaos, o favur de vin m pagars us
debitos ate o Jia 8 de abril proximo vindouros
avisam aos raesraos que se al6 aqutlla data nio e e
tivere'm saldos, verao seus nomes noste jornas-
sem distinccao de pessoa algnma.
Permuta-se por bin terrene ou -ilio nos ar-
rebaldes desta cidade, duas pequens casas de
padrae cal sob ns. it e'zi a rua dos Paeef, fre
goezia de A/ogados, com duas salas e dous quar-
tos cada uma, vinte palmos de largura sob cin-
eoenta de fundo; a quem convier, irata-se na rua
estreita do Rosario n. 17, I.* andar.
feito
Casal de escravosfugidos
Ausentaram-te do engenho BoaSorte, comarca
do Limoeiro, dous escravos marido mulher, sup
pde-se terem vindo para o Recife. 0 escravo tem
os segaintes signaes : chama-se Saturnino, cdr
parda, 40 annos de idade, pouco mais ou raenos,
cstatura regular, barbas crescidas, po:to que as
pbde ter raspado, pois que 6 unto disposto e la-
dino, rosto comprido e magro, queixos grandes e
boccft um Unto funda, cabellos regnlares para
mulato, teve ba pouco tempo uma- entermidade no
dedo pollegsr da mao direita que ainda apparece,
e tem falta de dentes. A escrava chama-.-e Viceu-
cia, tambem mulata e descorada, am poaco baixa
do corpo, rosto descaroado cabellos mais aperta-
dos do que os do marido, pes grandes, peitos cres-
cidos, lalia de dentes, e represenia tambem ter 40
annos :*roga se as diversas autaridades policiaes e
capities d campo a apprehens&o destes escravos,
e particip arem ao correspondente do proprietary,
na rua da Cruz do Recife n. 16, armazem, que
gratiQcara generosamente.________________
24--Rna do Marquez de Oliuda-2.
Escguina do beeco Largo
Participa a sens frrguezes e araigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para- a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualida.es, patente suisso,
de ouro e prata doufada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
detods's as qualidades, tudo por precos rauito ba-
ratos.____________
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorvo n. 31.
loja do nm
in-:
Cordeiro Sinioes & t
Acabam do receber pelo vapor Mendozn :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja
fra'njas, trancas, t ot5es, fivellas, etc.
Riquissimos chnp6os para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Siiio no Arraiul.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
Qao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozini'a externa, terra-
co, casa de .banho e diversa9 fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa no mesmo Ingar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por cotnmodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, 1. ahdar.
Arrenda-se o engenho, Sallinho da fre-
guezh de Una, moente e corrente. Dito
engenho e bora d'agua, dista dims leguas dos
portos de Tamandare e Rio Form- so, e tem
terras par? safrejar 1,600 a 2,000 paes
annuaes: a tratar no mesmo engenho com
o eonsenhor Henrique Augusto .Milet, ou no
Recife com Leal & Irmao, rua do Marquez
de Olinla n. 36.
Rua Duque de Caxias.
0 Sr. Antonio Ribeiro Ponies, caixeiro a rua" do
Duque de Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de mutuo interesse, isto por se
ignorar sua residencia domestica.
Escravo fugido.
Desappareceu ba dias, do sitio Rosarinho, um
mulatinho, acaboclado, de 14 annos de idade. cor-
po reforcado; levou camisa e calca de algodio
aznl: gratifica-se -. quem o apprehender e levar
a rua Nova n." 8, loja de Lyra & Vi .nna.
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade de 30
ahnos pouco mais ou meoo, boa figura, um tanto
grosso e espadaiido, sendo o signal mais visivel 1
gomma na junta do pe'e?querdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de eampo, queiram ap-
prehender dito escravo e leyal-o ao referido enge-
nho on nestn prat-a OHveSra- Filhn ^ C. largo
do Corpo Santu n. 19, que strao generosamente
recompensados
Pulseira perdida
Perdeu-se, d imingo 5 do convHe, ami pulsei-
ra de eriaa^a, de ouro com ciraes e requifif^'s,
de.-de a Passagem da VagJ.vleaa ate ao afco de
Nossa Senhora da Conceicaj do Recife, ou ti'.^hi
ate a rua da Aurora em Santo Amaro. Rog.i-se
o especial obseqnin a quem liver achado de leva-
la a rua do Bario de Tuumpho (antiga do Bruin)
n. 92, armazem de assucar, que recebera a grati
ticagao de 20^000. .____________________
E< preta, testa alta e cantuda. o labij sup-.-iior iim
poiu-o cahido, tem um carocinlio na testa do la lo
esquerdo, e falta de dentes, diz. queeliv.-e, e como
tal estevfl como ama no Fecife ; ja In presa e ita
logo, por insi'tir em dizer que 6 livre : q.iem a
pegar leve a a rua da Imperatriz s. 6, q"oe ahi 3ra
bem recompensado.
_______________DO BOWMAN
80A DO BRDM H, 82
(Passando o ehafariz)
PFhKM ^'iS Btiooorea t\v efi|^c:t.Lo e niiiro-H *Kncoi.reB iaiMLu u (d\ur de oma visita a sea esia^eieciutctitu, utn veieai o uuvo sortitueuu
omplet> qae ahi tem; sendo tado superior em qualidade e fortidio; o qne com a ins
>ccio peas >al pode-se verificar.
ESr-ECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
vjtporois O rOUttS U ircnmftancias dos tenhores proprietarios e para deacaro^ar algodio.
tfoendas de canna ^1\ UmaQh08' a':melhom m ,q01
iodas dentadas i mna.
faixas de ferro fundido, batido e de eobre.
iUmbiqnes e fundoa de alambiques.
Wof.Til7iToroo para mandioca e algodSo.l Podendo" todos
u.atrlllI119iUU e para terrar madeira. f aer movidos a mio
Rnmhfia |Pr a8a, vaPr
juuiuoo de pateote, garantidai........ loaanimaea.
rodas as machinas **********&&.
de machiuismo, a preco ami reanmido.
Faz qualquer concerto
PoriTIRR (\ A fAfrn tem ai me^ordl e ma'* b2r,,as existentes no mer-
'rtPnmiTianrlaa Incambe-ie de mandar vir qualquer machiDismo a toq-
vuiyummuuucto. ude do$ C|ienteit lembrando-lbei a vanUgem de faxerem
on compras por ictermedio de peasoa eoteodida, e qne em qoalqoer necesaidade p6de
aw preetar anxilio.
irades americanos 6 ln,lra,nen,0 ,ricolM-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
V rod do Rar.lo do Triumpho (rna doBrnm) ns. 100a 104
CARDOSO & IRMAO
AVISAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral q.ue
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modeinas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
\ apOreS 'de forga de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rcelhores que tem vindo ao meratfo
UalueiraS de sobresalente para vapores.
JlOeiiaaS mieiraS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
L aixas jfundldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
KOOaS Q aglia COm cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
ttOClag aentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
t>OmbaS de ferro, de repucho.
ArauOS de diversas qualidades.
Formas para assucar, grandes e pquenas.
Varandas de ferro fundido, francos de diversos e bonitos gostes.
POgOeS irancezeS para lenha e carvfio, obra superior.
DitOS ditos paragM.
Jarros de ferro fundido para jardim.
l es ue ieiTO para mesa e banco.
Macnina paragelar sgua.-
ValVUiaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
DanCOS e SOiaS COm titas de madeira, para jardim.
ConcertOS ooncertam com promptidlo qualquer obra ou machina, para o qne teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmmehdaS man(^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenhefros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
fitaa machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
__________FUNDICAO DE CAftDO SO & .1 R M A 0.
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEiRESROS
exposi^ao de 1872
Premiado3 na
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
1.* ANDAR.
RUA
DA
IMPERATRIZ
N.'82J
1." ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nasjmelhores con-
licQoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e ^s Eimas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente d arte de c8belleireiro. .
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tranQas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, (lores, bouquets e todoe qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha do melhor nos mercados estran-
^eiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommeodas e figu-
rinos de modas, e por" isso pode vender 20 % '"^nos que outro qualquer, garantindo
perfric,ao no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoayel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
poreio e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
Irgencia.
Sao chamados a rua Duque de Caxiss n. 43,
antiga do Queimado, os seguintes sentiores, a ne-
Eocio que ihes diz re?peito :
t. Dias Fernandes (medico).
Dr. Corte Real.
Dr. Leopoldino Ferreira Martins Ribeiro.
Cos me Damiio dos Santos.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Erasmo Antonio Cordeiro de Mello.
Joao G. Rodrigues Franca.
J016 Francisco Rezerra Cavalcante.
Domingos Anstricliano Mafra.
Antonio dos Santos Mello.
Oavalie Liovildo P. de Macedo.
Honorato Jos* F. de Oliveira.
JOSOOO
Trabalhador.
Antonio da :>ilva Mariues. 'JarthJotnea 4 C.
Preci-a-se 0 abaixo asigna8os fazera sciente ao res'
peita,vel corpa do commerelo, qne desapartaram a
sociedade que tinliam na taverna da rua de S.
Joao n. 8, que gyrava com a firma de Manoel Au-
gusto Ferreira & C, ficando todo o activo e pas-
sivo a cargo do socio Manoel Augusto Ferreira,
retirando-se a socio coramanditario Jose" Rodri-
gues da Silva, pago de sea capital e lucro1'
Recife, 6 de abril de 1874.
Joe" Rodrigues da Silva.
Manoel Aguusto Ferreira.
Para engomraados e arrumajoes de casa de
pequena familia ; da-se esta qnamia a uma cria-
da qne seja de boa conducta e perfeita engomma-
deira : a tratar na rua de S. Francisco n. 72.
Na rua do Imperador
n. 28 ..
preci-a-se .'allar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Joio Vaz de Oliveira.
Josd Francisco Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Brarjdao. "
Manoel dos Passos Miranda.
THcotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco A.ntonio Poatua
I
>/IUI, III
(CoiislniPlor c afeiador de
33Wiix do 1
F
!
mnerauor
33
& 11-17, e ar.tigo director da oCBci-
de
Kx-alinador das antiga? e afarradas casas t'leyel
a a casa Alphonse Dlondfl.
Tern a honra de declarar an respeitavel publico dista cidade, que tem aberto sua casa
concertos e afinacoes de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sahidos da easa
Dwbaui sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos nsados.
49 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como sio : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
rinres, m and ados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos so encontrar8o nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se'pisnos.
Tambem avisa-se aos Srs. ^
concertadores de pianos
que ha sempre o mais completo sortimento de mate.riaes para concertar pianos, como
sio: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, exstor, camursa, cordas,
marflm, etc., etc.
49 C,% llOlJMPmtAHGR 49
REDUGCAO DE PRECOS
FABRIGAS. DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Una do Barao da Victoria n. 23
E S 0 U I N A DA C A M BOA DO CAR MO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarios destes estabelecimentos participant ao rspeitavel publi o, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducc3o nos precos dos mesmos,
e acharn-se em condicoes de poderein vender mais barato que cm outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
-. Charaam a attencao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e 1
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nSo deixarari de comprar.
3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qu.lidades, com promptidao
e a precos modicos.
il
\\ Rna do Imperador 41
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de.
conservar os creditos de unico neste genero, t- m reformado e melhorado cnrnpletamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo pcrfeicao em todssas prop' raises, aceio e modicidade nos.precos,
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande rernessa de pharmacia homeopathica de J.
Epss & C, de Londres, composti de medicamen'os, cartc'iras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de pos especiar s para dentes.
Tem a* disposic/io dos.amantes da homeopatliia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ato 120, ;i escolha do com-
prador.
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracena (
I Para bexigas como preservative.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermiilentes.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia.
Tintura mai d'arnica, para contusSes, cor-
tes, etc.
A "CHF.GARF.M
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus )
>para rhematismo.
Dito de Bryonia)
Chocolate homeopathico.
Cafri homeopathico.
Elor d'araruta.
P6s para dentes,
insiezes.
Jerico, para rheumatismo..
Malta-mutta ou jaboti, para tosses.
Espirito
i ra.
de Hahereman ou de campho-
1
Cactuc grando llOru;, para pneumonias
.. molestias do cornctio.
Acha-se const8ntemente a" testa Jo estabelecimente e inspec ionando todas
paragoes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Mello.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO .
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e a noite'at-6 9 horas
Gratis aos pokes.
as pre-
IB'li
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto TVndn arnntoi-iHn'.im >......
das esucses da Tamarineira e Jaqueira, com ex- h;nea h! r v. desarranJ0 na ma-
cellente casa de vivenda, nova, mnito commoda ^nma ae geio, os tabneantes vem por meio
e asseiada : tendo 2 salas, 6 quartos, e fora co- "este pedir desculpa aos seus freguezes nela
zinha, despensa, sala de engomraar, quarto de co- falta que tem havido nestes dias a^nerarn
zinbeiro; assim como cocheira, estribaria, dous norem em mialnnor/lJ^c a- t e>Peram
quartos para criados, latrinas, cercado de ferro, Porem-em (l.u]al(luerj,lestes diasfornecer a to-
banbeiro, gallinheiro, etc. etc.: a tratar no sitio uos asqufttdades do costume ; aprovei'am
do commendador Tassi. tambem a occasiao para prevenir aos seus
freguezes que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior forca e do system*
, mats moderno, que fabricara" f m maior e's-
N rua do Barao da Victoria n. 3, precisa. S~m 'Om.t,0(Ja Presteza as quantidade. qu
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e I fr|m en8,d s-
Garanhuns.
j Traspasso decasa.
Triispassa-se ate 31 de agosto uma grande.casa
. na povoacao de Apipucos e com muitos commo-
dos : a tratar no andar do sobrado da tra-
vessa da rua do vigario, n. 1, escriptorjo.
>os* Paes da Siiva, a negocio de particular iote-
.'iSS
Engenho
Santo Amaro, 17 de margo de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr A C.
William W. Webster.
Casas para alugar.
Alugam se duas casas terreas, si tas a rna Capi-
tao Antonio de Lima, em Santo Amaro, tendo uma
sotio e a outra acabada de novo; bem como, a
casa tern.a da rua de Santa I.-abel n. 7, acban-
Vende-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo a
r,TQu?e ?a Ieg0^ d.i9tan,e d0 Prt0 de mar d0 c
r.^f,r^ot,0?^lle-ntes lerra8- matas- e nfn^ do-se > caiadas e pinladas. o preco das pn-
SI! 11> fB,e VOO-paea : a tratar na rua do VI- meiras e" 85* e o da ultima 36* mensaes; trata-
ganon. ji._________^__________________^^ se 4 rua ja Aurora n. 103.
Uma pessoa capai com bom eabundantej --------.-----,________________________
leite se encarrega da amamentacao de algnma "Precisa-se de um feitor que seja trabalhador
crianca, e tambem pensa se ouiras: ho beeco do e qne entenda de jardim, para nm sitio em Pon-
Coxixo n. 17. tede Ucboa : na rna Direita n. 8.
'*.
.
.
i
r-
I
1
-L


^flffieUlffifeknafafafete.^: State; fmidffdtedffiKkrieftlfil'l
PHOTO OR APIIIA Itt 1M P E RIA
LOPES & C.
ESTABELECIMEIVTO DE PRIMEIM ORDEM
ttua do Bardo da Victorian. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
do .
MO BE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores condicoes de acte, e aberto a*
roncurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro^ sem d**#ifl,
desta provincia, no qual se tiram .retratos pelos inettiftm
-* 2* andar.
e rmh
prrmeinr
modernos svstemas, empregando-se somento malerrul de
qual dade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e duracao.
Traba!ln-se todos os dias uteis e de guarda, desde as Wft&ris
da manna as quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou noblado a perfeigao dos retratos.
Faz-se toda a qu; Jidade.de copies, augmentando-as ou dimirioin-
do-as.
8$000
Uma duzia de retratos de uma so pessoa, em cartoes para al-
bum. r
Para os retratos esranltados, colloridos, grupos, e augrnentados ha
uma label la de pregos. .
T:ram-se retratos ate tamanho natural.
Arjnada.
r u3 r,laodo ?*50 Vic*"* n 36, prfecia-e
Mlar ao Sr. H tenoflte Jose Maria Pestim, ne-
gaelo de seu rntefessc.
AMA
Para cwinhar aomprar
precisa-se de uma ania : Da
rua Duque de Caxias n. 6,
Ama Precisase de uma ama para eozlnhar,
paga-se bem : a tratar na rua do Hospi-
do n. 70, casa tejrea de" bolas amarellas na cor-
mja.
' Precisase de uma ama
lia de duas pessoas : a tratar
n. 1, loja.
AMA
para casa de farm'
na raa do Cabuga
Boaxcasa-a. 7
Aluga-se nos Coelhos, corffronte ao hospital Pe-
dro ll, assobfadada, independente |e outras ca=a
grande quintal murado, cocheira, quartos para
criados, commodos independeules para duas fami-
lias, porto de embarque e banhos salgados : em-
hm e uma bella easa de camp? para quem quer
estar livre do rebolico dos earrbs, principalmente
dos peslilentos apoarelhos Drainage : a tratar na
rua dos Pires n. 80.
!
" AMA ,Preci!f se de uma. ama para
! -^h"*^- nhurrna rua de ThomI da
DE NOITE
Precisa se de uma qne sai
ba coziuhar com perfeicao pa-
ra trm'a casa de Tamil ia com-
posta de duas pessoas c ho paido do Parafzo h'W
nrjmeiro ou scpondfr Precisa-se di uma escrava para cozinhar e
comprar : a tratar na rua Primeiro de Marco a.
52.
UMA
nbar rjua rua de ThomI de Sauza p. 4;
a9sim como se precisa na me/ma casa de urn cai-
xeiro de 14 a 15 ainos, qne fctaha pranca de ta-
yerna. ___ ^. jarcjw
pVeeisa'sede> -uma am* para
coanhar,.caprar>ptra casa de
pouca famjlia : a tratar na rua
Primeiro de Marco h." (8, 2> aftdar.
.Precisa-se de uma" ama~pari cozi
Aluga-se a casa terrea com grandes commo-
dos para familia, exienwi quintal murado e arbo-
nsado, e outras muita9 coraraodidades, no melhor
local do pateo da Paz, nos Afogados: a fallar ao
sachristao da matriz para ve la, o no Recife, para
tratar a rua das Cincb Pontas n. 31.
Em Ohnda,rua do Varadouro n. 18, padaria,
precisase de urn reflnador para assucar e um
pequeno para caixeiro.
CollegiadeS. Sebastiao-para
o sexo feminino
LOJA
Rua
NA
atriz n.
Qranadina
..... PABA, LIQUIDAK
eovftdo. j. 3JK)06 L 3J506.
0 fa v5o venda graoadkui p*ata\e j^rfada ; ......,. ...,..,,,.n,
funccionar em pelo "bar'ato progo da 600 fs, o covado.' ,p*v* "v?rttle u M*\W softimarrt* tie
" 'Eo^a^ugaMa^-Mel^Rego. ****!*? p8^' &te ]*%$? IgfcWtMmHB'A.
a pepH.
A abaixo assignada sciehtTflca aos senhores pais
de famiiias e a.quem mais convir
aulas do seu collegirf e>hiinuam
po.-sa, que as
AMA
nliar, engommar e comprar para casa
de uma so pessoa, podendo ser livre
on escrava : na ru do Bom Jesus (antiaa da
Cruz) n. 32, 2 andar. B
a i B
nil
C'in>tando an= abaixo assignado achar-se ne3-
ta praci o Sr.ilanoel Fernandes de Carvalh,ren-
tieiro dcs engonhos liarra a Pregui^a, phi
manguapp, provjacia da Paralivba
mesmo o obiVifnlo do vir en'tend
abaixo assignados immediahimente sobre negorio
tendeate aes referidos engejihos. Hua do Amorinr
37, escriptorio.
Taaea Irmaos & C.
rua do Barao da Victdrh n. 36, precisase
fallar ao Sr. vigario Andre Curcmo deArauio Po-
reira, a nogocio de seu jnteresse.
guica, em* Ma- MCt5C^i5CS^ |?QWSWX>D^
, veera rogar ao: y ^=*~ i-^~-^.^Ka~&i
der-se com o?' W) c\ \. ,. (if
H ga se a pessoa que pelas rnas dj Coronet
Saa3snnn, Aleerim, Concor-Jia pegou um manso
currapiao, (passaro) fugido sogunda-feira, 13 do
correntc, o favor de o emre.car a rua do Coronel
Suassuna n. 182, que sera gcnerosamente rccom-
pensada.
Vicente fu
i ooilQ d 13 pan U de marco i
fugio '!:!:iat Vicente, escravo.
g
Mi
i
- n
DE
A. B. da Silva Maia.
Rua do Viseonde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da ntatriz da Boa-Vista
n. H.
Charaados : a qu-iiijuer hora.
Consultas ; Aos pofcras gratis, das 2 as
& boras da t3rde.
iNa noito de 13 pan li de marco do correntc
anno fugi'i i:i:iat-- Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, b mia flgara, barba e e?tatura regular,
ivr.ndo festtda e em um sac.o rmtpa de algodao
branco e alguma mais flna pr-rtencente a um cai-
xeiro da caa dlonde fugio ; e natural da fregue-
21a de Sani'Aona do Hallos, diz ser livre, casado,
e ler sido criado em companbia da madrinha D.
Anna Lniza da Luz, de quern alias foi escravo :
ga-se, poriaDto, aos senhores capitaes de campr
i Mil rid polieiaea a appreliensao do dilo es-
il) na cidade do Recife, rua do
; i n. 10, ao Sr. Joaciuim Moreira Reis, ou na
B do Ajsu ao S:\ Torqaato Augusto de Oli-
i.: I.-l.i, quo serao gmerosamente gratifi
10.! ^5S^K>i Galtza.
I
! .
n
cravo fugido
I ig'io cm dias do mez de abril corrente o cabra
no, 1c idade 2i annos. estalora regular e
:ura,anda hem vestido e algumas vezes cal-
' '< signaes &-. bexigas no rosto e falla cor-
meul utural da provincia da Parainb.i.
* s ippdr qne lenha ido para S. Jose"das
i Lagu i dms Gai is nesta provincia, aonde
nles; lambent pode ser que p.-i-ja occtil
ta idad; tratando da se libertar sem pagar
li res : roga-ea pnr isso a auMridades
. ciaes e capitaes de campo a sua captura, pro-
nefenJo-se b gratiflcacao a qflen a reaMsar
eiitregand i-o oa rua do Apollo n. 2o.
^arv&lho cSNogueira, na rua'do Apollo
n. 20, saci am sobre as seguintes'cidades da
fializa. na Hespanha : Santiago, Orense,
Patron, Ferrol, Ponto-vedra Cortina, qual-
que: quantia d vista e por todos os paque-
des.
Bsta encoura^ado 11 l
Agua mole em pedra dura
Tanlo da ate qua fura.
Roga-se ao Illm. Sr. lgnacio Vieira de Moll
escnvao na cidade de Nazareth desU provincia,
favor de vir a rua JDttque de Caxias n. 36, a cofa-
cluir aquelle negW que S. 3. se comproinetten a
reahsar pela telaeM chamada deste joriial, era
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a f^'erciro e abril de .1872, nada enrnprfe;
e por esle motfvo e de" note ehamado para dito
bm, pois S.^. se deve lembrar que este negpcio
de maTs de ofCTannos, e quando o Sr. seu ulho se
aeBava aesta cidadp. a
**---------------------4-----T--------------------,_,_______________
Ricas 'Imrtdeijag
Para asamentos, bailes e baptisados.
Quem qnizer obter uma bandeij& ricamente en-
feitada, dirija-ie a Confeita^a do CampM
Ja mandando-bii indo e|comm prando alii todos os enfekes, con>tando do seguin-
Bolos finos para eifejiar. '
Doces saborosisstmos -para enfeijar. .
Figuras allegories para enfeitar.
' Papeis'arrendadospaT'aenfeitai*:
Bouquet*- para nohros:
A1H
Rncontra-se sempre o seguinte :
Fiambres inglezes.
Bttdlns >
Bolos
Pies de 16 duos.
Falias de dito para parturientes.
Pasteis em profosSd.'
Filhos (sonhos de milvma).
Doces em calda, ralado e seceo.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waffers vanilla) para dieta?.
Gelea de mocotd, desinfectada.
Amendoas, eonfeitos, etc.
Cha verdadeiro das Garavanas.
Cafe de Java fverd deiro).
Tuilo isto na
CONFE1TARIA DO CAMPOS.
CHegi priicnlar
instrucqao primaria para o
sexo femiaiao.
0 Patao vendo pegas de madapolao en-
feitado, pelo barato jlre(j6!di 3F00P! st OT(jif.
DftaV sender ehfesiado, .Qorp;', ^"jardag;y
55000.
fazenda,
Ditas, com 2V jardas.rmiito boa'
a GJJOOO, 69500 e 7000.
D. Francelina bornellas Pessoa', achando-se ha- A"?"' 't^&TZ* JSR' o". a
bihuda na foraa das leis rtguladoras da jng. AX'PACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
trnceso pubBca da ptovineif, abrira no dia !. de -,0 Pavao tern urn graqde ,sprtipento de,
rS?^' v .fut"ro' x ca,f n- ;il da rua *> alpacas.pretas, que vendea"5i6, 640 e 80O
SSJ^^^^x^Zo^^ Tdo'}ssiraK T py&fflE
a external afim de se aducarem religiosa e civil- !eritp de cantOes, bornbaztnas, princezps
menw, de se instniirem nas materias de um com jpr^. merinfis, e outras niuitas fazendas
pletoi curso elemeatar, da se apiicarem a obras de proprias pera luto.
agulha e bordados de todas as especies, e a tra- r Medinlia a l0O .
balharem nores, mediante nma razoavel remu- weaionas a 9W.
neracao. OsSrs, pais tie familias poderao desde 0 Pavao vende sedasj com listnnrjas'd'e
ja dingir-se'ao mehcicma'do cotlegio, onJe ser-lhes- cores
bao dados us necessarios elarecime[iios e infor-
maQOes, e ppdp enoonlrarao aberia a matricula
para as educandas.
Recife, IS de abril de 1874.
rainhas
Opzinhar e engommftr.
Precisa-se alugar uma escra\-a que saiba cozi-
lar e engorrrmar; 6 para rasa de pcqu'ona fami-
na rua do Vigario,n. 16, 1. anditr
lia
s a 1560Q-Q'crfvado.' Djtas com pal-
Qas p. ,2^ir6tr\ TJi'tas "com ^ue> de mofo
U:

Pergunta-se ao director da socjedaii-
faiates a razlo porque nao. convooa um;i
para o thesoureiro prestar 'cohtas, vistJ que faz
um anno que esta. socjedade na-> sj reune. Tea-
do o'thestoarairo arri su poder a quantia do seis-
centose tatitos' mil rcb e a'guas socios rs-.-lama-
doad dito director, e*e hao tern dado providen-
eia aiguraa. Sera por estar de comitmm accordo
com o thesotrreito ? re'spondi para na > uos dei-
xar era nftislio.
. Aigmis socios.________
batedjres : na refiuacaojda
Prcosa-se de
rua Direita h. 10.
X
XJ ij 9
Com
c-.ionas e (lores.
Sa : < (< am andar. defronle do barbeiro e por cima do
no, c niinua s< a fornecer corned rias para
;io o prorptidao, o quo muito util c
aos Srs. a demicos qae tern de chegar na aula a
horas marradas, send) os precos mni razoaveis.
m raesma casa apromptam-se' bandejas com bo-
ubhos para b&lies, easamenlOB e baptisados, pao-
dc-lo--, boks, pudins e pasteis de nata enfeilados
ou simples, faz t* paimas, bouquets-, capellas, fes-
loes e toda a qualidade d' floras soltas, de cera,
: : IuJj na rua cstreita do Rosario,
asa d :"''.
Mo se prestando o pequeno espaco do armazem
n-j j a rna da Maare de Deos, para um abaste-
cidq deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
fliante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denommacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim u. 41
com todas as pr^porcSes desejadas, e onde pode-
rao os senhores neguezes dirigirse, certos de
quo, como ate aqui, ac'iarao sempre a par da mo-
dicidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Lnlre as difTerentes marcas de fumo da Babia e
liio de Janeiro, que tem sido aununciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem os teuba com relacao ao peqneno lu -
cro que procurara obter da dita mercadoria.
.________Jo.-e Don,ingues do Carmo ; Silva.
CASA
Rua
Aos
da wmi
de Marco n. 23
20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven-
ia bi'.hetes da luteria do Rio, cuja extraci;ao an
aunciara pelos jornaes.
Prsros.
InPiro 244000
Meio 124000
Quaito 64000
Manoel Martins Fiuza.
SAQBBS
Garvalho & Noguetra, na rua do Apollo
a. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna suas agencias em todas as ci-
' ides e villas de Portugal, por todos os paquetes.
Meii$o.
Precisa se de uma senhora que esteja habilitada
para ensinar o portuguez, francez, piano, costuras,
bordados, etc., etc., e que qiHra ir para um en-
genho perto de uma das estacoes do Recife a S.
Francisco, para ensinar a ureas meninas que ja
estao principiada=, paga-se 1 OOOtf, o gratiliea-se
gradaando : a tratar nas Cinco Poritas n. 82.
Traspa^sa-se
am segundo an lar na rua Daque de Caxias (anti-
ga das Cruzes) n. 28, o qual se acha pintado, for-
rado e esteiralo de novo : a tratar na rua Pri-
meiro de Marco n. 20 A, loja.
fugido
Engenho S Matheus, em Ga-
melleira.
No dit 20 do corrente mez do abril, depois da
audiencia do desembargador juiz de orphaos, sera
vendido em hasta publica o engenho S. Matheus,
pelo preco de 16:000J, segundo se vera do respec-
tivo edital.
m BACHAREL MIGUEL AMORIM &
Advogado *J
Rua do Imperador n, 71. flf
O abaixo assignado faz publico a todas as
pessoas com quem tem relacoes commerciaes, que
retirou o seu escriptorio da Travessa ao Carioca n.
2, estabelecendo-o na obra do niercado publico
Recife, 9 de abril de 1874.
_____________Jose Augusto Amujo.
Precisa se de um menino portaguez que en-
tenda de taverna : na rua Imperial n. Ho.
Antonio Jose Tcixcira Ra-lov.
Maria Venancia de Abreu Lima
Baslos, Maria Venancia de Abreu
fia?tos Junior, Manoel Bastos de
^breu Lima, pungidos do mais do-
"oroso ^entimento, pelo passamento
de seu filho, e irmao Antonio Jose
Teixeira Basto.v convidam a seus parenles, ami-
gos e aos daquelle fallecido, para as istirem as
mhsas que por sua alma mandam celebrar na
igreja de Rosta Senhora da Penha, no dia 17, as 8
horas da man ha.
O ifnente-cbronel comuiandante
e cifflciaes do corpo de policia man
dam celebrar as 8 horas da ma-
nna de 17 do corrente na conven-
to dos religioios Carmelitas desti
cidade, uma missa com requiem,
por alma do alferes honorario do
exercito e d>i mesmo corpo Joao Francisco da Sil-
va Castro, que na mesma data do mez findo, fal-
leceu victima do urn assassino em viagem para o
termo de Ingaieira onde iaexercer o cargo de de-
legado de policia ; e paraieitt) aclo de caridade e
reiigiao convidam nao somente seus amigos e pa-
rentes como tambem oado finido e seus cojipa-
nheiros d'aimas.
de Oliveira,
Affonso Jose de Oliveira, e sua
muUier pungilos da mais acerba
dor, por si e em nome de seus
filhoi e gecros, ausentes, convi^a
a todoi os seus parenles e araigos
pa^aiassistirem a algumas missas
que,manda rezai no convenlo da
Gloria, no "dia 20 do correnrc, as 7l|21iora3 da raa-
nha, pelo repouso eterno de sua presada e sem-
pre chorada filha, Serafina Eutalia de Oliveira e
Silva, fallecila em Pajed de Flores era 20do passa-
do: por cujo caridoso favor, desde ja se confessa
agradecido.
MAt-lrf'O
Precisa sede lim meriino portuguez, com 12 a
lo annes de idade, paracjiixeiro de uma taverna:
a tratar no caes Vinte Dous de Novembro r* 36
A, confeitaria.
Aluga-se um imleque de 18 annos, para o
servica domestic de uma casa dehomem solteiro:
a tratar na rua Primeiro de Marco, loja n. 18.
Gompra-se um port:io de
angel n. 62.
a 1|K>MOT*400.,
CAMFJftAlA VICTORIA A" 4JSW0O, 4500,
0C0OO E 750TOI
0 PaySo vende um grabde soYtltaanto de
eambraia Victoria e transpareqte com
8 1/2 varascada pec,a, pelos baratos pre?os
|de4jW)0, 4&500, 5^)00, 63JOOO c 7O00
I a per^a, assina. como, ditas de salpico bran-
I co, a 7^000, 6 peehirleha.
dos ml-' NOVAS'LAZtfWAS [A 560 RS.
reuniao O Pavao recebeu pelo ultimo vaporun
elegante s ^rt mento das mais lindas laiznhas
para vesti Jos, sendo transparentes com as
mais delicadas cores, e modern'ssiinos pa-
droes, que vende pelo barato preca de-560
rs. o covadb, a* rua da Imperatriz a 60.
UQUIDAQAO DEROUPA PARA HOMENS.
0 PovSo vende um grande sortifnento de
roupas para bomens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tantodecasemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como um avul-
tado sortiraento da calcas-de casemirapreta,
de cor, do brim de cor e branco, e um
grando sortiraento de colletes de todas as
qualidades.
Tend* tambem um bom sortimeotode
camisas inglezas e francezas; asstm como
de ceroulas de linhoe de algodao, e vends
todas as roupas acima mencionadas pelo ha-
ratissimoprego, porquerer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz c. 60, de Felix Perei-
ra da Silva.
2000 e 29500. rJllir%ott,pej(d?aaeIIinh'o
ide 3000ii Wit"l*y !finaa< de &S>900 a 103(000: assim comA
:grande sortimento de ceruulas de lioho e de
algrtrHo, por preVjcs baratos, e tambem tem
cbrririfeto sbrtftnehV de rfdirW6^e*rimlaHrrbos
tani'o a>Hptfo'do'SfJ rfe'Wfe3da3J por'^os'
Hspterttihois a :t-r,oo. l^MMJ
, Paxao. vende.j-uqa bonito, sortimenAp tde
espartilhos moddrnos a' 3J>50'-S 4ij000- e
S^OO^a^ira'comb1 on) b5rr1tOr sort'friierJfo
desa'ftSlbraii6ds;,b6rf3:aaa?, s^bffcjtfWi'b,
e ditos de-lSsinba decOres1* 3$O0o :' e pe-
ferro : na rua do
AVISO-
Precisase comprar dous escravos, pedreiro e
canipina, paga se bem : a tratar na the=ouraria
das loter/as, a rua Primeiro de Marco n. 6.
JANELLAS, DE 7> ATE' 25S>000 6 PAR
0 Pairao reriile! um gtande' sertimento de
cortinados bordados, profJrfrjs 'para catna'e
janellas, pelo barptftireQo|te 7Wo6t 8500O,
10,9000 an* 2SWteF/ alsftW'co'rrid* colxtw
rje damasco de la muito fina de 10JJ00O
12^000 eada uOliJ
f
BRAMANTES A 15J800, 29000 E 2#500.
0 Pavao veBdd bramantes para lenses,
tendo lO' paluios de'largura, sendo o de
algodao a ijjwyo'e 2$'00va,vara; e de"ltoao
a a^iOO, 2^800 e 3&'000 avaa: e peohi*
cha. -
CASEMIRAS A-59000; e00i E 7f 000'.
0 Pavao vende cdrtes de casdraira9 para
calgas, sendo padrdes modernos-; pelo bara-
to preco de 5&G0O,'. CffiOiO^ e 79800' o c6rte,
assim. como : panoa>-pretoa >hn melhorw
que-tem viudoiao meroadov de 4*000, 85 e
10*000.
ESMERALfHNA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das maiseli'gautes-ettnaraldines icom listras
de seda, sendo<>n cores*e padr^es as mais
novas truetem'vindoarrmereado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissiww^pre-
co de 800 rs. o covado, 4 rua da Imoiratriz
60.
as6
n
Acha-se constantemente aberto o sstabelecimen'.o do PAVAO, das 6 boras da manha
de noite.

m
ft
Trastes;
Compra so e-vende-se trastasnovos
e usados no armazem da rua o Im-
perador u. 48.
m
m
-
Gomora-se um preto cozinheiro : na rna Im-
perial n. 94.
IMC
GRANDE
Grande pechucte
Clinpeos de sol cabo dc murfim_a j(
I Com
loja da
Grosdenapk preto
Sendo liso3 e de cordao, e o mais largo que
vem ao mercado, e qne so vende pelos diminutos dos. mais linos e da
precos de 23500, 2S00. 33*00 e 3*500
SO- NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA P-AS
TRES I'OHT.vS DE
s de sol cabo de
12$0OO !
seda trancada e hastes de meia cana, n:i\
Rosa Branca, a rua da Imperatriz n. 56,
Garros a venda,
Acha-se a venda na rua do General Seara n. 20
antiga rua do Jasmim, difFereutes carrot de pas-
seio de quatro rodas, novos e usados, a um ou
dous cavallos, por preco commodo : a tratar ahi
ou na travessa da mesma n. 19.
Arrenda-se o engenho Penderaca, d'agoa
com proporcoes para grande plantio do canna e
cafe, dista de Una ires legoas ; assim como da-se
nos fundo3 muito bons terrenos para levantar-se
outro, por annos : no mesmo engenho, a tratar
com o Sr. capilao-mor, ou raa do Imperador
n. SO.
\. 10,200
0 abaixo assignado recomenda as autoridades a
taptura de seu iimleque de nome Daniel, crioulo,
com 13 annos de idade, olhos grandes, tern um la-
too n'um p6 ; assim como, gratfflea com 50*000
a qualtjuer pamcular qne o apprehender e o levar
a rua do Geocral Seara, antiga rua do Jasmim
ii. 50, cujo moleque fugio no {.* de dezembro do
anno passado. e r m-ta transitar nesta cidade, fi-
candamuifo pri i a quem o apprehender ; as'sim
como dcclara que houve este moleque por compra
a Guilhrnw Frederico Daeget, o qual comprou
>o Sr. Thomfi Rndrignes da Cunha.
Empreza do-gaz
A empreza do gaa tem a hr>Bra de annunciar ao
publico qne racebeu ultiraamente um etplendido
sortimento de lustr-s de vidro, candieiros, aran-
delaa globos, cujas amostras estlo no escrrptorio
a rua o Imperador a. 3l, e serao vendidos aos
sens fwgwzes pel^preco mais razoavel possivel.
Atuga-se'a soWado de um andar e loja, a
qual fetti pronorcSes para casa de negocio, silo no
fargd Si riBelra da freguezia de S. iose, n. 5 ; ad-
vertindo que tarabem se aluga separadamente : a
mm no mesmo acima rer-rjrjc, ou no ptteo de
S Pedro, sobrado a. 9.
Pede-se ao Sr. Jos6 Caetano, da Amenea lllvs-
Irada, o favor de apparecer na rua Primeiro de
Marca n. 7 A, 1-andar, a negocio de sea intercsse
Atten^ao*
Precisa-se com urgencia de uma ama de
leite, que seja sadia, e que terJba *om e
abundaute leite, para tomar conta de uma
crianca de dias, dando-se preferencia & mu-
Iher do matto : quem, pois, ectiver nestas
circumstancias appare^a no 3. andar desta
typographia para tratar.
Serafina Eutalia de Oliveira
e Silva.
Serafina da Silva Ferreira Gomes e seu marido,
ausente, o desembargador V cente Ferrira- Go
mes, immers-is em profunda tristew pelo prema-
tu>-o passamento de sua sobrinha e estimada afi-
Ihada Serafina Eutalia de Oliveira e Silva, man-
dam celebrar missas no convento da Gloria, as 7
1 [2 horas da maaha-do dia 20 do corrente, pelo
repouso eterno de sua alma ; e, para semelbante
acto de reiigiao 8 humanidade, convidam a todos
os seus parenles e amigo
iiigommaaeira,
Paga-se 30*000 mensaes a uma escrava para
ser empregada unwamenle em engommado, em
casa de pequena faimljai: antes da- igreja do Man-
guinho sitio n. 2, de, muro cuuento, com poriao e
gradim de ferrfu
Pacheco & Azevedo tem para vender tapioca
de Araruta. de qualidade especial : em seu arraa
zem na raa do Duque de Caxias n. 29.
LiquidacjLo de moveis
Por precos mni reduzidos, diversas mobilias e
cadeiras de guamicSo : vendem Cunha & Mania,
a rua do Marquez de Oljnda n. 23t
Sedas a 1$500.
V-juda-se bonUas sedas de lindas c6res pelo
baratissuno preco de 1*500 o covado ; venham a
ue se acahem, na rua do Duque de
I, lnja daDemetrio Bastos.
ellas antes
Caxias n.
Vende se" um piano de Blonden por barato
Preco : a tratar na rua do Imperador n. 10.
Asunicas. verdadeiras
Ri^has.harxiburgu82as qn? vem a este mercado
ua -uv Marcroez-3e wlmda n. fit
Vende-se ~T~
uma (jarraej d'agua e boi : na estrada de Joao de
Barros n. 23.
in
JH0
Vnde-8e parta do fingenho Novo,
nhatm : a tratar na rua .do Coronel
n. 2.
em Seri-
Lamcnha
Guilherme & 0.
Jhaaatg a loja d eqnin Wm ha mais cabelles
brancos.
IIKI1M JlPflNEZA.
So e unicaapprovada pelas aGademias de
sciencias, reconbecida superior a tpda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
r6iro.
Charutose cigarros
melhores marcas, do Rio de
Janeiro e da Babja: no armazem do fumo, a rua
do Amorim.n. 41, de Jo6 Domijwues do Carmo ft
Sil a.
E'baralo!!!
Lindos cortes de granadina com fetras e flores,
fazenda a mais linda. possivel, com 18 covados
cada corte, pelo barato. preco de 5* ; isto so se
vendo para admirar : na rua Primeiro de Marco
n. I. *
VENBE-^E
Chap^os para senhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paqueto, um rieo sorti-
raento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por preco commodo.
Wllon Rowe & C. vendem no seu armasen
a rua de Commercio n. 14 :
0 verdadeiro panno de algodao azul araericano.'
Excellente fio de vela.
Cognac de 1> qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidadea
Lindas las escocezas.
De varios padroes, e intoiramente modernas,
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. 13, loja das columnas, de An-
tonio Correia de Vasconcellos.
uma.armacao de uma taverna, propria para prin-
cipiante : a ver e tratar naj rua do Amparo n. 3,
emOIinda.
Paletots de alfNica fina a 4$.
Nao duvidem, que a Rosa Branca nit eate
mente, venham antes que se acahfiiq : na raa da
Imperatr z n. 56.
Cal^as de casemira da moda
a 7i
Venham ver que vale apena : na loja da Rosa
Branca, a rua da Imperatriz a. 56.
Vestidos broncos bordados
a 6$000.
Sao lindos vestidos com babados da moda e li-
ra*, bordadas, que valem 12* : na rua da Impera-
tri n. 56, loja da Rosa Branca. Tambem se ven-
de :
\eow para chapeos, causa cai-
que a 1N)0
Pmisa-se
il a1RCr,^d" "n Mo ""'6 : a tratar no ho-
tel de Bordeaux.
Sociedade litfcerapia amor ao
estudo
Hote, as 11 horas do-dia, havera sessao desta
sociedade no salao do andar do sobrado n: 73
a rua do Range!.
Rua do Brum
n. 52
Passando o
Pai-a iijj.-in qaiscer {ranhnr diuin-ii o.
Vende-se a bem conhecida e afreguezada casa
de vender sorvete, a rua Nova n. 67, com 3 bilhares
novos e montada com todas as peitepcas: a tra-
tar na mesma.
Vende-se
cervoja noruega da marca M L, por menos pre?o
qd em outra qualquer parte : no armaaem de H.
Lnndgren, rua do Commercio a. 4.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
I*i*i*gnJca.
e Patricio.
A tratar com seus proprietarios nesta cidade,
e para informacoes com Joaquim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma cidade de Mamamguape
Tasso Irmios V C.
U
Vende-se semente dt pilanga
na rua da
cdfeite de jardim :
para cerca ou
a Cruz o. 6.
Rega-se aos senhores de engenho, que
prtotendem empregar alguns dos machinis-
mos novos, o favor de apparecerem nesta fa-
brica, que lh"s p6de fornecer os appare-
lhbs mais apropriados com o minima de
dospeza, e dispoe de peesoal habili.tado para
rflonta-los devidamcrtie, e mostrar o sle-
ma mais corflmrxlo d trabalbo, para obter
d>elhora1)fent6 rtotlbHcido xssucr.
Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar rom
oSr. Aatonio Jo6 de Freitas, roga portar.to o fa-
vor de apparecer a rua'dsi'Crtrz tf 6, armazem.
Vende-se um torreoo em Beberibe (Porto da
Madeira) com 200 palmos de frente e 600 e tantos
de fundo, cercado, com casa de taipa e coberta de
capim, tendo ja plantado algumas arvores frac-
tiferas e lambem legumes, por preco razoavel:
quem pretender, dirija-se anpadaPeaha n. 13
Tamaneos 4a Porte.
Vende-se tamaneos e chinelas, sapatos da tren-
ca, tudo do Porto, para homem e senhora, pro-
prio para o inverno, ehegado pelo nliimo navio :
narna dt Sedtaut-nova n. 1.
Sobrado
Vande-se um boffl sobrado edi uma das melho-
res ruas destacidade : a tratar na rua do Mar-
quez do Herva) n. 2?, taverna, ou na rua da Im
perati iz n. 10, Wvertia.
Aos apreciadores do cafe do
Ceara.
Vende-se oafe do Ceara de primeira qualidade
pelo barato pre^o de 1*000 o kilo, e assucar refi-
nado de primeira qualidade a 300 r6is o kilo: na
rtfinacaoda rua do Rangal n. 43.______
Coques de Iraips.
Augusto Porto, a rua Duque de Caxias n, 53.
recebeu Hndo3 coques de trancas, collarinhos bor-
dados para senhoras, elegantes golas da seda de
cores, phantasia, e bonitos cintos de ooure com
fivellas e nassadores de maial. Tudo de muito
gosto e precos commodos.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, aa rua do Com-
lercio, por preco modico: a tratar com Tasso
frmaos 4 C
_Vende-se um, sitio a retalho, na estrada do
Arraial, que lica na prucedencia do sitio dos Bu-
ritis, sendo este siiio n'uma localidade muito ex-
cellent?, ficand^no centro de tres estradas, por
preco muito commodo ; tem terreno de 2a o pal -
mo, com, 240 e 250 palmos. de-fundo ; assim co-
me, tem terreno para varios precos, com fundo
de 400 a 500 palmes, com mtutos arvoijedos, com
rauitas hajxas e sendo muito boas, umriacho que
oorre por dentro do mesmo sitio, com duas casas
sendo uma dj pedra o cat, feUai moderna, com
4 quartos, 2 salas do bom tamanho, e grande la
tada de parreiras, muito bom barre no mesmo
sitio : quem pretender pode vir a qualquer hora
que acbara com quem tratar. Outra casa de ma-
deira com 3 quartos e duas .salas e cozinha fora.
fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na loja de J. Porto, & rua Nova n. 14, troca-se
por cobre ou mesmo por >sedulas, boas fazendas e
roupas feitas sem se olaar.-a, lucro, somente para
vender muito.
Vendem Pereira Carneiro
______Rua do Commercio,a. '.6.,_______
Vendo.se jo engenho, Muguahype da Cima,
lito na freguezia de Muribeca, com macbiaa a va-
por, optimas terras de produe^ao, boas mattas e
capaz de fazer grandes safras : os pretendentes
podem se dirigir ao engenho Meguahype de Bai-
xo, ou na praci do Corpo Santo com os Srs. Ou-
vTra,FjmdsW:
* *.....i j' ji im,
ao
Vende-se a arma<2$o da taverna do pateo da Ri-
belra n. zl,*aranie-aeachave ; a tratar no mes-
mo lugar, n, i


f
-



r-




Diiifa I-daufttnUttLjtfttf I-^&ex4^!&ra 1 ^^"AttHfi<# WW
1
K

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93
i
ra^etMvt^ubikx^iAsiMuibdd e eWitoelecv
mente W i tnesme geuere
veem scientiflcar aos seu^gns^regupxesque.nre-
veniram aos sens eorrespondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem ppr todos os pa-
qfcetes WI objeetoi de' 'Ri*> l Mm ^estoj qu*' se-
jsm-mais pem'dceAqs/peto sowed*dee olegantej
4fluejle paiae^,-vkt^,Wro^taM^e e* .tempo 4
festa, em que o Dello se.\o'aesta" linda Veneza
mais ostenta a riqueza do suas teilleltes : e co-
mo ja recebcssem pels pac/uete francos diverso
artigos- da < ultima-moda* veem '(wtt-utear jlguns
d'en^re elles que se tornam mais reccuarrjendaveia,
osperando do respeitavel publico a coshimada
concnrreneia.
AdeWoos de tirtaroga o:i mais lindos que teem
viado o mercado.
A|buns com rjcas^pas^de madrepaoIa e 4*
veflnde, sendo diversqs tamanhos e baratos 'pre-
os
-A4reo Bompl'de'fcortafta 1)1-00*09 para
lito, tambem se- tandem rode* aderecos ruuito bo-
nitos.
BotSes die setim pretoe de cores para ornato de
veslifflw de seuhdra ; tambftrtftem para cfcilete
pBfitot
' Babaa para aenboras, enisle um bello sortimea-
de wda, de paiha, de cbagrim,, etc., ete, po?
barato precq.
Btiflecas ire todos os tarnanhos, tanto de louca
comit de cdra, de borracha e demaesa ; chama-
os a attenr.a:i(iis Kxwas. Sras. para este artigo,
pois_ as vaws loruam-se as criajucaa um poaco im-
pertipentes por fella de nin obiecto que as en-
rretenham.
Camisaa de Imhcr lisns e com peitos bordados
para homeni, vaidem-se par preco commodo.
Ceroulat de linho e de algodac, de diverso* pre-
cos.
Caixinhas com musica, o que ba de mais Undo,
om distkros das tampas U proprios para presen-
ts.
Coques os mais modernos e de diversus forma-
ts.
ChirpftJs'paraWrihora: IeceT>erarn rim sortimento
rta ultima moda, Kioto para Sermoraycoffio para
meninas.
Capellas simples e com vdo para noivaa.
Calcas bo'rdadas papi meriina.s.
Entreilieios bsfam/ ados e bordados, de tibdbi
'Wwmhos.
Sscevas electriuas para dentes, ten a proprie-
dade de %vitar a carie dos dentes.
Franjas de seda prefas e de cures, cxj.te, um
Grande sortimento' de diverts' larguYas e1 barato
preco.
Pitas' de ssr*. fiigsagmui de setim e de cfca-
f?}f'e, tefryiCe+a larguras e bopitas cores.
Fachas de g^rjjurao n>ni|6 llndaa.
Pl.j-t-' aTtiiwfaes. A'Predflecta prima eih cOn-
ervar semp_re um bello e grande sortimento des-
as floes, nao so para enfeite dos c^bellos, como
tambem para orp?to de vestido de noivas.
;flaMesdyaigiidao.nett'e'de sftda, brancos,dte-
tos'6'dtf dWerMsi'cores.
GraMWa de seda para kemem esenhoras.
fcacpsde cambraia e de seda do divcrsas cores
pa*ia seonora.
fligas de seda de cores'e bi^ncas bordauas para
Livros para quvit missa, ijctn capas de m'adre-
perola, inariim, us-o a velliido, tudo que ha de
bora.
Pentes de fa'rtarhga e'marflfn' para alisar os ca-
bedrjs ; teem tamlem pai*a tlrarcaspas.
Port bouquet. Um bello-'jortimenlo de madre-
perola, martini, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provkla, njo so em, extraetos, como era olep^ e
banhas dos melhores odoi es, dos mais afaniados
'abricantes, Loubln, Piver, Sociedade Hygienica,
JDudray, Gosnet e'Rimel ; sloindispensa^eirpara
^festa.
Saias bordadas para senliora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de selim bordados .para bap-
lisados.
Tapetes. Rcceben a Predile:la um bonito sorti-
mento de di versos ta machos, tanto para sofa co-
mo para entrada de sala^.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os maisWofleruc s rereliea a Predilecta
de or ar to pre;.', para Hear ao alcance
'isalquer bolsa.
Rna do Cabiic:a n. 1
Uranias de leq-ue,
Paliiieiras isiperiaes,
Coqueiros,
Cyprestrcs horisontaes.
Qnem qvner fafeP um pimar com difT'ivntes
-n'idaiies d.-i'ruotix, ou arhrrisar atgumas ruas,
on filanlsr alguui jardim, 6 so dirigir-se ao sitio
do Abriip, em Olinda, oade achaia 9 qhe qnizer,
>0 Seixir pedidii pttr escripro na hja da rua da
CaAefikdn Recife u. 53, iiMteNada para onde quer
que minde-se, etc.
Sementes de ltortalica.
Rua d-i \!! Fogao de ferro econemico
Vende se um cbepado ha pencos dias, tendo fo
iialhas para lenha 0 rartact f"rno para assar
depoiito para agua quenio elinear para se guar-
tfar quente as comfflas'depols tie feilai ; estes fo-
g5es tornam-se i^dmmenwfvfft prnne 5o de
ferro batido, e fabricadns con pr-rfoicao e coti-
nham corn mui diminnfa leiitia : na rua do Apo
D. 20_______________
. Vemle-se ou arr.-n <^ue se achs, am sitio na freguozia dos Afo-
t-adf* n. 18, < ha > pronrio, com 3i9 [ialnios
de frej-.te e 65.^ tie faiiUo : os pri'tendentes
dirijam'-se ao sou prAprietario, na rua de
S. Francisco, so' rado n. 10.
Salsaparrilha de Ayer
PAKA PCEIFICA R O SAXGPE.
0 renorne de qne goift ate tx-
cellente remedio 6 devido a railha-
res de cura que tern operado, ma-
itu dMqancs.sioverdadeirameuta
maravilhc^as, Innumoros sao os
casos em aiie o'iyBthermi, pWe*n-
do eatarado da podrid&d de enfer>
midades escrotulosaa, tem 8idO
p^oraptatiiente rtstitnido 4 saude.
A affe(6 e desordens^ asoava-
das pela contaroina^ao cscroTulosa,
ate' prodnzirem dores mortifJcatrteB,
lira ado Wun.radical e tj geralmente cviraJlat pflr elle, em
todos os ptotos do Imperio, qne o publice mal precisa de tet
informado das suas virtudes e do modo de usal-o.
O veneno escrofuloso e um dos mai* destiTiidoree inimigo*
da r?a bumana. Ora, serih6r4a-s8 occulta 6 fraicoeiramente
0 dosso orgaofemo e defxa^o fraeo 3 inerms'eomhi mokstias
iat&es. Ora, patentcia a mfecfao de que qorrompeu 0 corpo
f entlo, em momento opportune, laS-ra rapMameiiile soli^^.
ma de suas hediondas formas, ji n* cutis ja aoft'DtRvtis
Titaes. Neste ultiinp casp deposita, inuitas yszes, uberculos
ros ptilnioes.'no figado, n6 corafSo, ete., duarido'nko se man-
ifestfi em .is^w tunlOKs, etc.
A jmnii^O tau: perigoso e tam'p-irfido' nunca sedere da
firarlda, e prtWni:<>'^ sempre melhei- do qne eombatteKo,
Assim, antes *i^ appnrecerem os proprios sympthomat' aetitm,
0 nsa da SALSA PAHRILHA DE AXJ-SJC poUcra evitar
retultados funestos. j
As petsoaa-que son.-om de Bryi.otla; ;Fogo de S. An
tonio, Dartrot. Empigenn, Jthaumatutno, Tumorei,
talf/la e de vanas ontras affeccoes do systhema muMular
r. wvpso, aeharao seguro allivio usando desai SALSA*AH*
IttLHA DE ATEtt.
A Syphilis on IMetUn, Tentrtm-ifOttMBm <*xk 0
sap ujo, postop.jjue se a neoessario mail dpTiadO espaco de
ftmpo'paA'soSjugar tm rm^timMes^nlfen^omr
A Leueorrhta, ou Floret Braneeu, as ulceracoe^sifri-
giiindb csusailos por' accis-
'Uua da Imperatriz q.
OK
resmn
i.MENDIS: ;GUIMARMS iiB
Accba de receber -um graude sort 1 men'0 do Ciioildaii tpfOM'
pa -a I
M '
QOMO SEJAM: : ,11
PRtTOA J*8C0 1 u-^os'BRfvr^osr^oq.
0
I .'

K i/i)
a a,
grosdeNaple
Veride-segrosdeoaple p'reto para vestido I Ycude-se loners broncos lims '.1 i^OOCJ
de senboras, a 1^00, 2*. 35J,'i, c S 0 23500 e ft a -iuzia, dilos' de ftulu), arojgi,
covado. B^e CCfidO'a dtizi
PA*N0f"PftETO A'2?5po.
Vende-se pannd preto de duns larguras,
para calces e palit6ts, a 250v, o^J,' 50t,
4?J, a 69000 0 covado.
CORTES DE CASEMfRA PhKTA A'59'OOO.
Vende-se cortes de caseroira prcta para
cal^as; a'5J, 6, 7$ e 85010 0 corte.
MERINO" PRETO A 2^gOC.
Vende-se merin6 preto ftno, a 2JJ300 e
39000 0 covado.
ROMBAZNA PRETA A 13500.
Vende-se bombai na preta ehfestada, a
19500, 19800 e 29000 0 covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta fina, a 500,640,
800 rs. e 19000 0 cova'do.
FA2ENDAS DE CORES E CAMBRAIA
fflURCA A 39010.. 4
Vende-se pe^as de cambraia branca trans-
' parente a 39, 49. 59 e 69090, ditas de cam-
braia tapada, Victoria, a 39, 39800, 4
e 5000.
CORTrtADOS PARACAMA A 169000.
Vende se cortinados bordados para cama,
a 169, 209, 259 e 309000.
CAMBR IA' DE CORES A 300 RS.
Vende-se Ciimbraia de cores fine's, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 covado
CHITAS LARGAS A 200 RS.
Vcnde-se chitas largas para vestidos, a
240, 320 e 360 rs. 0 covado.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largo a 19600, 198C0 e 29500 0 metro.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se pegas de madapolao enfestad0
a 39000. Dito ingkz a 49500, B9J
53500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
COin.NADOS PARA JAKELLAS A 89000,
,V*Bde-se 0 par de cortiriados bordados.
para jam-Has, a 89 e 10901 0 0 par.
ALGQDAO A 49000.
Vende-se pegas de algodao, a 4$, 59 e
C?000.
CEROURAS A 19000.
Vende-se ceroulas de algodao, a 19000,
ditas finas de bramante a 19500 e 29 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 29000. .
Vende-se camisas brancas finas, a 29,
29500, 39 e 49000.
mas
'RdaVryTvtfrS deMaf^o' n, T A
i ,oB; a w*(daQasqn0'.hoj p*deic.iri-
naaa, of-
rnblSoytl
1etRt;'*bemawim"pai_
cipHidfy e tpit.ptktp vaatajosoa, 4a quaes faxtite
10 o^tuiy a uu^ia.
CR0C.H1-S PAIIA CAl^HUS A ^o00;v |
Veudc-se parinos de crocbe para C'wsui s,
a 19500 cada um, cotcbas de'di 0 para
uoivas. ...
MADAPOLAO fRancez'i 7^000.
Vende-se pegas de madapoldo. francefc
rnuiti fino^ a'79, 89 e 109 BRl\i PAROO' A 4'00 RS. 0 G0VAT)0.
Vende sc brim pardo para caljas, a 40>
rs. 0 cDvado, ,
'CORTES DE CASEMIRA DE B9000.,, |-.
Vi-nde-se cortes d'e casemira de cores para
cilgas, a ift o9c,Q0 e 69000.
GROSDESaPLE PRETO.
Vende-se'grosdn!ip!e preto com
palmos de largura, a 59 0 dpvaflo.
ESGUIAO FlNd A 29OOU.
Vendo,se escjuiao fino de linbo,
29500, 3;J e 49 o metro.
CHITAS PARA COBfRTA A 280 RS.
Vende-se (fhitai para 'coberta, a 280 e 400
rs. o cbvado.
BRIM BRANCO A, 1,2000. ,
Vende-se brim branco de linho, a 19,'
19280', '19600 e 29 0 metro.
BRETAN1IA DE L1SHO A 640 R&
Vende-je bretanua delinho, a 040 rs. &
vara.
FLANEELA DE CORES A 800 RS.
Vende-se flanella de cores, a 800 rs. ,0
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A l9400.
Vende-se cobertores dopello a 19400.
Cobertas de cbitJ a .19800 29. ditas en-
cv.rnaias, forradas, a io, no IWar Nacional,'
rua da-'lmpera^riz n. .72. .
CORTES DE CASSA A 39000.
Vende-se cortes de cassa niudas a 39"
cada um.
GRAV, T VS PARA SENHORA A 1960O>
Vende se gravatas para senboras, a 19,
ditas para homeps a 500 rs.
, ALGODAO ENFESTADO A .19(^0,
Vende-se algodao enfestado para len^oes,
a lifiOOO a vara., ,. ,,,.,,.(,
GRANDE SORTfMEtyTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Vende-sepalitotsdepannopreto, a59, 79,
83 e f O300O.
Vende-se paliuits de-alpaca preta, a 39*
89500 0 49000.
mm DE CORES A 400 RS. vende-se calces pretas de panno, a 49,
Vende-se bf ins de cores para catgas, a 400, (53 75 e gjooo
e 500 rs. 0 Covado { ; Vende-se colletes pretos, a 33, 39300 e
1>HA Lb A 800 RS. 1 49OOO.
Vende se chales de la aSOOrs., chalesdei Vehde-se ceroulas, a i'3, 19o00, 25 e
33000.
merin6 de cores, a 29, 39, 49 e 59000.
COLCHAS DE CORES A 29000.
Vende-se colchas de cores para cama", a
29, 39500e49000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e800 rs. o covado.
TAPETES A 49500.
Vende-se tapetes para salas.de diversos
tamanhos, a 49500, 59, 69 e 89000 cada
um.
brancas, a23,'*950O,
H00.23
1;
ftnde-se camisas
39 e 49000.. .
Vende-se ccmisas de chitas, a
e 3?K>00.
CHITAS PRETAS A 320 RS. :
Vende-se'' chitds p'reta's' finas, a 320 e
rs. 0 covado.
L.UINHA A 2^60 RS.
Vende-se Taztntias para \( Stidbs", h 200,
320, 400 e 300 fs. 0 covado. No Btfzjrr
Nacional. rua da Imperalnz h.72;'de Meri'-
des Guimaraes; ,PWHntirei0W>.
Mandam fazendaa-, as casas dos pretepduUas,
'l*r 0 Que tem p'eisoal necessario, e dSr/amwtras
'mnif pe^iribr.
1 OoriasJ&'ada de ttadae etrts.
. ttrosd^eaple* do todas as. ,eore .
fiorgurap branco, lizo, de listras, preto, etc.
"Setim Uki&j: pteto A de cSfes.
Qrofe(rap|le*pVe(o.
daate/.
adipede s*fc, prtta ekde'rtre*.
Imas tda limjos padrftes.
le seda, brsmco e preto.
flitti basqtakin de' sedk.
psaeo8(te merino-de'cores,-la,-'etc.. '
WtoUs *>rftijf$..... .. .
(.01 tes com cambraia branca com liodos oorda-
Wee* ca^eHas'e marrtai (WiA1 nelviis.
: lttmissiir>o 'sorittteHte Leilas eintt Ostras fee
CambVaiaaDViorej. ,
Ditas marip'ozas, brancas,, Ilia? e bordadas.
Nattfc^tres aVlmifctf paWR*.
Baptisia^ pa l'ercaliro* d qoadros,-pretos- e-brancos, listras,
etc., etc. 111
Brins de Ihtflo de c6r, pfbbrine oara ves'fidos,
him Uftfre l\*tos.
Uieos cortes de iresiido delinha.c Ae9da
Biesraa c^r, vhtma moi*
Djtosde.pmbraia de cores.
Fystao at lindas cures.
SaiaS bor8ada4para'seiihoi'a!'. -.
. fOauiisa* borflhdas-piara sertRoRre, de Jiako el-
*"da^ ..... ,........
. Sortimento Se luvas da \erd;uleira tabrica de
/6uvid,"para hom'ens e"se^biias.
Vfesttiario* pStra-'ratnfn.yS.
Ditos nsra bptizado.
Chapels para, dtfo. ......
Toalhis e guardanapos adaraaicados de linho de
cor.'para' mesa,
rlfflcrras- de 14.
Cortinados bordados.
. Grande sortimento de camisas de huho, lizas e
bordadas, para homens... ., .
Beia's de'cOres' paVaiiomens/mebrooSe moni-
a*.
Diias esooceta*. ''
Jompk-tii sortimento de elyapec* de sol pari ho-
mei)s e senhcrs.
Herirm de corps para vestioos.
Dito pretd. tra^**> e: iiihado de lluho e alfcoJAo para toal
vtoalludo pardo.
Dam as co de la.. .
'BriMhrleWrft}'fcfa.reo7 if-rbM'"e pfo.
^tiindeliid*ttirest?d) lk*tsi
'Chajef.de.raerioo de cores e pretos.
Dilps de case|nira. tl
Ditos de seifa prelae de cores.
Ditos de toaqaqn.
GStHstts idethirtt-'para hdrttStH.
Ditas de llaaella, ,,
,toeiMs.d.e;i|otoe,a,|#o^ao.l ,. ,
Pannes de crpdiel.para, spta, cadeiras e conso-
LWcds BrtV(la9fl? $dV 1i\rihmo.
Coluhas deerowheti u
Tarlatanade;toilps rdf^i". ,,, .-,i
J^cos,cortes de vestidos de tarlatani bordados
j.ara" cortes. ,
EsMrtllrtos fis^.'Wda'rfts. '
' Fl'BfJiiff de soda, llrMas eftfbs. .
Mpias de seda1 para teniioras e meninas.
,'Hicas faclias de sed_a eJjL. para senhnras.. ,.
Ricd sortimento de" leqn'es de madVeperolas e,
ftUA DO GRE8TO
UUA:ltt8-S Mini
DE
:Ort31te*tia0 & d
0
rs..
11
CA*BA'LA
Afaiia da cbegar eat* fawnda com bonitos pa-
ffrdes, e qne se vende pelo diminuto preco de 3(10
H.'6 etrvadd r f I I
METIM 1
Metim trangado, padrdes bonitos, a 320 rs. 0.
covado I 11
OWGANDT DE CORES
-"CaoU>ria organdy de cores, Jasenda fiaa, boni-!
tps padroes, pelo diminuto preco de 3JO rs. 0 co- r
vadoll!
LAS ESCOCEZAS
Ncfro- soriirDento desti fazenda, com bonitos1
padroes, que *e vende a 240 rs. o covadoIII
l{ CBETO.NE
Cretone clarose escuros, bonitos padroes, e fa-
zehaa'flna, Wlo diminato'preco de 400 rs. 0 co
taddlfl
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de lodas as qnalida-
GRANDE NOVMDE
A' rua do Crespo n. 80
Loja das 3 portas -
'lazlnhas
Chegou esta razeed*, com padroes mteirameate
notos, e qne se vende pelo diminuto DrecO de SCO
rs. o covftdor isto pot ter grinds quantiaade.
SO' NA RUA DO CRSFO N. JO
1'ja tie
GuiHierme & C, junto a ldja
da esquina
pip PECHIHCHi
Cortes de casemira a 4*000 o corte 6 pechiodu.
Chitas claras a 540 rs.'d covadc'
MaJapolso fino a 4*800 a p.'ca
&6 l 80 da ma do Crespo, loja dat 3 portas
do Guilherme 4 C, junto da loja daesqnjna.
Gaza5$500 alata
com 23 garrafas, do melhor e da mais acredilada
;fdiminutos precos de BBV.TSSft E^SKfe^^i:
tortes de casfemira di cores, a S#00. raMe-m de Jos^ DonBes d <*'* e v.lv..
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e
rua do Amorim n. it
Vende-se as casas seguintes
Rua 24 de Maio (ouir'ora do3 Ossos) ns. 2e 4.
Dlta do Fogo n. 22.
Dita do Padre Floriino n. 35.
Becco da Bomba n. .'>.
Travessa do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no 'pate'o do Cirmi n..!.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Daque de Caxias a. 45, re-
ccbeu um Undo sortimento do bieos de -gaipura
de cdres, apropriados aos vestidos chlques da ac-
tnalfdade.
4*600.
Cobertas de cliita adamascada a 3*500.
Lenjoes de bramante a 2*000.
Dites de1 algodao a 1*800:
Toalhas alcochoadas, dnzia, a 5*800
Len^os de cassa com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de oassa abanbados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixinhas mo-
aernas, dhrta, a 3*500.
Cambria transparente fina a 3*000 a peca. ,
, Chales de lodas as qualidades e preco?.
: (irainantu de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de'linho ptiro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 -e 2**)0 at-Vara.
Algodao marcaf; largo, a 54000 a peca.
Dito domostico a 34000 a peca.
Jtrjm com listras, ir'landez, proprio para cami-
, a 440 rs. o covado fit
Madspoloes trahceze.- de todas as qnaltdades de :
5*_ 8*900 a peca. Vende-se um peqaeno sitio perto da esta-
mSoT^o*?8*oWaera,2a8tea9' ^Ai' & do Salgadtnho,'tendo de frente 150
Camisas inclezas, todas forradas, fazenda de P'nsos, e de fundos- mils de qualrocentos,
linho i5oro, a 44*000 a dazia ; e pechmtha, so se corn umaeleganto ca'sa de'aipa, acabada ds
VfcDd. proxim" e bem aRseiad*, terida 2 sal s, S
Popenoa. ^^^t^^J^^^m^^^mm. 0 terreno e pro-
prio obom-deplanfacdes, tendo abrumas
arvores de; cado.
! Para ver e mais explieaQoes, no mesmo si-
tio a qualqtier hora a entender-se coin Tris-
to Francisco Torres,' e pa;a tratar, ha the-
souraria d^s lbterias, rua 1. de Marco
p. 6.
P barato.
de 800 rs. o covado; e |
gas.
S6 o n. 20 da
rua do Cresp:>
I^oja das tvea portas
DE
"Ouiiheitnc &G.
JUNTO" A LOJA DA ESQt'lNA
'----------+r~------------- '.----------------------------------
Camisas de cretone
as mais ihfoderdai queflem vindbao mercado, seYi-
tofleas e com Itetrae, eqoe se vende a: 40*000 a
duzia e a 3*500 cada uma ; e pechineha.
Hollanda
Brtm pardo Jiso, o'que ha de mafs fino, com urn
toque'de avaria, e qne' se vende a 480 rs. o cova I
de, fazenda propria do- paiz por ser. linho puro,
applica^apara,costumes de.horne'nse de meninos :
sonS tua do Cros'po u. 20, loja das tres portas, de
GufihWrire & C, junto 'a loja d.i esqnina.
osso.
Dadlasco de Sefla.
Gaserairs- preta e de cores.
ICIiitasj niadaipo^0 panno, fino. oreto e, azol, '" trtlos, bolsae de viagern, peltos BoruaBt* para ho-
meni, lencje de linho braDeoedecores, toalbaSj
goardananos.atcv^tc. .,; t., j, ..
I
J.
i
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, encontrara sempre o respeitavel poblico um
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de phantasia, lavas de Joavin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modicidade nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electrieos
A Magnolia, a rua Duque de'Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adere A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecus de tartaruga.
Meios adereQOS de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ollima moda)
e de maitas otitras qualidades.
Botoes de ago
A Magnolia, a rua Duque d Caxias n. 43, tem
para vender os modernos botSes de aco, proprios
pararvestid'.s.
Oolinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas1
ba Magnolia, a ma Dilcjue de Capias n. 45.
Lengos chinezes
A Magnolia, a rua Duque. de Caxias n. 43, re
cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda mtei
rametite nova.
Leques
Lindos leques *e madfeperola.' de tartArrJga, de
martim, e osso, e do'tenets oWtras qualidaflesi;
recebeu a Magnolia,, a rua Duque de Caxias nuf
mero 45.
SO'0
eslrangeiro.
NA
Attencjao.
A loja da Magnolia, aToa'Doqitf de'Canias n.
45, acaba de receber ot s^guiates artigos :
Manual de madrenerqla, tar(aruga e marflflj. i
RIcos alBuns com capa de Inadrep'erola, ch'a'-
gren, madeira, velkrdo.cburo,tete.
Lindas caixas com finnsimas perfumarias.
Ligasde seds. brancas e de-cores.
Voltas de madreperola.
Hn seiras .de madreperola.
Ricas caixas para coslura.
Veitna'rios para baptis'ado.
. Tobcas e sapatinhos de setim:
" Mofeernos enapeos de sol de-sedaparasenhoras.
. liedos port-bouqufts.
Gravatinhas de velludo^ etc,, etc
ia
-i i-
meate, <*e ;EMrfo .raedo o Jfald
fnflqmmacao do Figado* Ictcri
A Saliftparrfn,* um McelUmt* rearWof it,
fore* vigor do ir*tbem.
Ata, -Mos OB qne softererri jAt*guor, TMegvna, D**-
. ttentoet e Temoreg Vervo$os on qualqner outra an&Sflo
IiTCvenieate de DtbltUlade, aeha*) do tem poder renoTaflOT
c mais eeguro expedient* de prompla cura.
I
Vir'X&ADA fOB
J. C. Ayer & Ca, Lowell, Mass., B. V.
Chlmicct Practico$ e Analytic*.
VBNDS SB POR
raestica
..JSa. rua Primeiro de >ferco n. I. j
fibnlro'i'fe' ao''arco'dk &iiw0JiiohU'fctt dp
Agoslinho Ferrelra da Silva l>a* '&': n|
~**?)c***IIt'ftl5-itLanzmlmsyigflsto escossPz; padrOesinteiramentfe
3o'So^rft?io2"'DOV'* peJodiminule'precu de 200, 240 e 200 rtis
^ o covado.
Barptistas lisas. fihas, e de C0r;e5'.a 320,' 5X)b e
i40 r6is o covado, isto s6 se vendo I
Chap^os de ol de soda, para homens, raglezes
(paragon) e com 12 hastes, pelt preco de 8* e 9*,
razenda esta que sempre cusrou 14*, so parft
acabar. '
.Na toa Primeiro de Mat-co n. 1.
Leja do barateiro.
Sabaoa200 rs. okilo
No armazem do fumo, a rua do Amorim n.
de Jos6 Pomingnes do Carmo" e Silva.
ii,
feris n'America, 4 rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro atidar, acaba de receber um completo
J sortimento dc calcados f strangeirps para homem e
: sehhdfa, vfrtdo entre' eltes' ttm' liddo sb'rtimento de
Je'legantes' chitfaitos, strpatlohos e bbtmas para
" crtancas, qoe tudo vende por precos raaoaveis.
Panno de al^o'daddaBahia.
Vende de todas as'qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na rua do 'Amorim n. 33.
FumOs
Da Ifcro'a e'do Rir>, veMI Joao Rodrigues de Fa-
aa, rua do Amorim a 33 ,
Rua 1. de 'Marcj'o n. 1.
Conrronto a arco de Santo An
touio.
Ksta \ 30,ppr rentff menog qne cm ouira
qualqtier partc.
A s^ber : i
MadapolSrt Cora to'que de mofo, pelo barato pre-
co de 4*;>00 e4>* n
Dito francez, linmo e de superior qualidade, por
3*c00, 6JOC0 e 6*EQ0. j
Algoaab mar'ea T;'largo, superior' qualidade1, a
1*090, 3*,oJ500e 6*000.
Grande sortimento de lazinhas-de,gostos inteira-
me'nte escosseses. pefos preccs de 200, 210, 2C0 e
440 rs,; so se vendd p6der se fia acredirar. : !^
Baptlsta?, lisas d 6om floras, faze'nda1 q&e sem-:
pre.cuetou 400 e 800 rs., estSmos vendendo pelo
pre?o de. 320 rs, para acabar.
Ditas finas, padr5es matisados, a 400 e 440 rs.
o cova o.
'Cretone' francer, esWiros e'dlrfrdj: ds'rtiais'do-
vqs qae tem vindo ao mercado, a 40 e 800 re. o
covado. ..... i
Aproveitem em quanto n3o se acatiam,chape>6s di
sol de seda trancada (paragom) 12 hasteas, ingleze
superiores, pelo insignificante preco. de' 8* e 9*
sempre vendemee por 14*000.
Ditos para senhora, cte merino, a 31 mWtKHo ,
Ditos de seda, cabo'de osso a 4*000, 6 pechin-, ,perteltb artista pafa enslnar dS" m^snias, em
qitalqWer partd desta' cidade' """"' Kri~ **
.KfflBtt.,
(fed (fo fePa tia Viclorw n. a
t>K
. i
''' A' eSte1 grandd Mabelecimeitto 'tem ctie*-
'gsflo' tlta bom sortimento de raaehinas pafW
1 costura, de todos os autores mais acredita-
dos ul-timamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas' ifer trm ahrio, e 'te^do' ntrj
cha.
, como bdm t&
Ditos de' alpaca de cSres, rorVWrfos' dim' sedaj ^m j.0nce?ta-las pelo tempo1 tambem d*tim
o cabo fingiodo betigala, o mais"m6dernrj- qudl.^^iX, t^triKh; firifrrt-,:to:,^lMrirrfrjf.
ha, a 1*500 e 2* I ^I'tohb'sera deSp'^iffW algiftri' S6'coMpra'i
Sortimento de chitas claras fiejcprftsj boa faV&fcte es^ab^lfetllmento'ta'mlfenS'tai ^rtei^asf
zenda, para acabar, a 240 e 280 rs. o coyado. para as mesmss'Thachmafc se'supbfe qbral-
Popelitta drlttfho' e'algbdto,'g^stos'mteiramentJ ,jt,^r jeta 'dutf seja'ri'ecessarid. Ks jrcu'touTIIodfn,laS a 800"-if,w*l*,'*il,;[:&ln"5 ^tVabalbam cbni^fb8a- A' ^fftiJaV): de
Camisas de cretonf, francezas, modernas e su4 ,am e dous POspontfi^'Triibzle' e'ftbr'da .tod
periorss aJ* e 3*300 '^
Djtas brancas a, 2* e 2*300. k,
Ditas de-linho'a 3*300 e ifOOQy
Toalhas de: Im'b'd do Portoa^7*600 e *000 4
dnzia.
Ditas felpqdas.a 7*| 7*500;
Esgurao cfmfOja'r'date/peio1
barato com'en*elto I
Cwnbrffiaa Victoria e transpawatej fazeada fina
a 3*300. ,3*800,; 4*000 e 3* a, peea,
Lencos ae cambraia com barra tie cor, a 1*.
brancos a 2*. .'
Djios ae'Hhlre, .slDBnhados,,a" tfOkWd 3*W0 s
ittziat. .
Grande
I i .
sortimento
de
I
le brins de corfSajpadrSes
roprios para meninos de escola a 440 6,500 rsi
Vcfvado.
Bofinas para senhora, pretas-e de iorof, pir VS
!4*30fl, .la^e tltir Wrmos g/adde< quanfidade, si
dalanet CosWra'pbr' flVVei'- tju^'^'eitf, !seus
rejbs-'Ab da' se'feuihte qakBd8ft>Ji'-jjSrti tra-
alha!f'aJiW8o di 305fO(W,"4WbfJfjr, liMfo
^eWOdtf, para'tratjfltrar'cBra" o'^sffo de
ft', 8 80^000, 908000, 1000000, LlOtfttft,
de'4*%w;himob'/fflvm, tsm^^Umm *
' $ lo cleirireebs' e'o!5JcnHpra'4OTes''p^rlMo
yill&r e^te'MBefetrm^tof Wrrlflltb '(fe-
'UW.gftor .rie^Varatyrle* WmktMi'^\ > mHi^Mrsi a lilbra.
ba^mpPe'palratYfeliet6f,, feorriTj'^iSm^;'!iM&-''_ ;B cMtrtfsmo'rtbs generos.
^3WlK i^openhacfeSeda,c6usa w\{&

bramante ^e Ifnlp, uuaiJarMras'oeVo^bSj
preco de t*20O a vara, 6 sbWi^n* paf/a'feiWJ
Muitos eat*e*> 3l-gbS qnie' deixathesd*%eacio-!
ma pace nao HJasgar nossdt fFegueuej; mas
avista' deiles.estao p'esgntes.
DSo-se amojtras, .. ,
S6 Q^afafer6 qner'quelrhar
PaW mal Wo encontrar.
A Nova fisporanca, a rua Duque de Caxias n. 63
apressa-se em coevidar a seus freguezes, com es
pecialidade ao bello gexo a virem apreciar os se
guintes artigos expostos a venda e todos porpre^oi
comrhodoS, como sejam:
FINAS -DONECAS maims e choronas.
BONITAS E ENGRACADAS vistas para stenos
copjos. .,
COMMCTDAS LATAS pai'a'gdardar cha.
ELE6A-NTES BOLSAS para s'enhoras e meninas
BONITOS VASOS com fioa banha e cheiroso.
extractos, trazendo cada frasco um nome, uma ini-
cial ou. um dislico.
; FINAS ME1AS DE SEDA, viridV enfre^llas coi
3e carne.
Farello novo e
Milho pequo"^
Da melhor qualidade no armazem de fan itu
de trfgo de Tasso irmao? < C. na pra>;a do caes
do Apolh.
Triumpho da
SC11CU HBHfiit!
qtiem goslar.
.A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber tentos e caixas para o jogo d*
Voharelte.
Para quern si ITre das pern as.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias i
63, acaba de receber as procuradas meias de bor
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um lindo e completo sorp
mento de flores artificiaes das melhores que terr
vindo ao. mercado
A ellas antes qae se acabem.
Costumes para crian^a.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de rfeceber bonitos costumes para criancs
e esta se vendendo por precos Tazoaveis.
Em tem pos modernos nenhum descubh-
mento ope uromaior revolu^ao no modo de
curar antertormente em
do que o
.1

A Nova Esperanca, a rua Duque de ttxias o
.63, recebeu um pequend sortimento de anneis t
pulseiras eleCtncas, prbprlas par'a qaem' soflre doi
nervos.
Farihha demandioCa nova.
Recentemente chegada de Santa Citharina tem
para vender no trapiche Companhia, e para tratar
no seh escriptorio a rua' do Commercio h. S, JOa-
qtifm JosAGonljalves Beltrro'& Filho. Advertrndr; admtravel do,
aos compradores que cesejando acabar, vepdem'
mais barato do que em qualquer outra parte, tan-
to em. graqdes como em Reqnenas porcoes. _
oraoo^*ooe^4
Fazemlas de gdsto
.\a rua !Craespp n. lO *
Jtotidqies de fores com listras de seda Q
enlremeadas de renda, fazenda aJnda nao'aaC
K-''vista1 ftesta ddade a 800 rs.'o'cotatlo. *
Las de cores cm listras de seda e be-
l jtoS; padrops a 360 rs. o coyado.,
, $p.daj)QlaQ francez muko largo, com
20 v'aras, i 6* a p'elja. n
Veituarios de frtslao, cambraia e.alpa- '
o, para meblnas, a 4*, 3* e 6*. Dao-se
Aa>p*frgspom Renftpr-, ,^,u ,; ..Liii ,
TANTO NO TRATA.MENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao* Resfriaruentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturac,ao de Sangue.
Como em toda a grandc serie de eniei mi-
dades da Garganta, do Pei!o edos
OrgSos da resjiiraeas que tanto
atormentam e fazem soffrer a hurnanklade.
A maneira antiga de curar consistia ger;;!-
mente na applica^ao de vesicatorios, sat.-
grias sarjar ou applicar extcriormente ua-
guentos fortissimos compostos de substa:)-
cias vesicantes", afim de produzir empolhas ;
cujos difTerentes tribdos de curar, hao faziam
senao enfraquecer e diminuir as forgas &<*
pobre doeote, (jontribuindo por esta forma
d'uma maneira majsfacil e certa bara a eh-
fermidado a destriivjSo inivitavel de sua
victima 1 Quam differetite 6 pbis .o '-iTeito
Em vez de irritar, mortificar i. cauzar inau-
diios soflrimento's ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Alliviaa irriU^io,
t)j^ei(Avo e'errti- wrwnto,
Fortifica o c
e faz com que o i
desaloje, ,dftinji^ / mtineira
lateoulfim'o v'estigio (da
Wnqlbcres voto^em meJjic
tentes dos collegjbs Je m<
-testificam serein;; esactas

)ara
irei-
que a"i*2O0
srtt^a^Sfc'cJ^kfi'l^fR^
cr^tfis^imaV,''Mi^^b^p'd%r^^.
Ipara crtancas, deWas'ks^MP#e*,ttfmast Whar'< 'cflr, nelb WfratiftHao' prece de 1|W0: ral aoba-so lmd,e.qurfosame M $fi^ pa?a%mertf Wferlp^ n. 56. Dao-em frascos da medidft^e'oei;^^6 meio
'eipft^olrpl'bWa ,5W;A gyanfli* B'pfe- wamwrare.mnda-ia.tomr a^ u&m. on ; '^uwtilhp cada iUbj^ ft como a dose que se
, quenos. itpjalfl^-'dl tof''PanAlf*-' fklStaO'-amaTetlO'a 500,TS."O>n, *5 d'ufflft, colher peqdena, bi
Mm?'toWWMlrf'iiii Wtamn, orivnftri l geralmeute a applicaglo dsum" ou dous.fras-

tiiA' rn* Rnmeireude Marco n. 1, antiga do Cresi
po, de Agostinho Ferreira da Silva J.eat & C,
-------------i------------------ .
Grande pechincna de carni-j
sas de liriflb.
Vende-se camisas inglma, d^.lmho,,mnito'nnasl
para homem, pelo baratlsslmo ;pr'eQOirBe73*00O i
venaa- -fe# tffeeBftrar : ni
p.-ii
estelrW
rue Puqde de Caxias q. 88, loja de bemetrio
Baslos, r^-
dtie tfei
_ Sttr'em;'estegranae'
dae # IcM; ajpertb 3e nlia kt^aV^'ho'r^da hoWea*
Ru^doBaoTaoda Vi
22,
decim'ento"
fas da nft-
. -
a.
Progresso da rua do Rangd. do
YwbHeW
Vboder^se1 ttuito barato:
Manteiga em latas a 800 rs. a libra.
Ervilha 3 t2Q rs, a libr*., ,
EslrelinhaA^M rs. 4. libra,
"ilbra.
x e rapida
.vlr.de. Os
..uroDa, (os
i de Berh'm)
fdadeiras estes
' relacbes analogicas, e alc;m:disso a expe-
Jriencia de milhiies"dd'pefesoas da America
j Hespanhola, as qu^es foram curadas com
|.., PETTOHAl. DE ANACAREITA 1
Deve-se nolar que este remedio se acha
intoiramente iseuto de vencnos, tanto mine
raS, como vegctaes, emquapto que alguns
d^ates uHimos,:, ^ particujatjra^ntG aquellea
qwe-isift dados sob-a, forma do, opio, e aci-
itjdrojciiMUCO, form am a Dasedamaior
,ipi*te d<3. ^npopes, com 05 quaes tao fa-
; ^ flUmente-' lepganji a crodulidade do pu-
bova'do ,
i 1
1 aVuKM cMre^oV HieWl*nn^ rjbrl65|i-
--ira sAlV'SSiirrnV Si*^da,-l'f1rAiitii*5iB< t-.-A-Roji Braaeaivedj fuHiP.amarellqBara.
liWftJWft .'ffettillMrto de 8Wjalqer cura.
I Acha-se a venda em todas as
H. Frosters*C,vagflpte6.
boticas.
L*^l^&^"^ provincia^^. J-
Vendem
Wilson, Rowe & C. ^
Em sen armazem a rua do Tranche n. 14; 0"
guinte:
Algodao aznl americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Umcos agentea.nesta provincia os.i
0. D^Cdtyle*! muf^lCorortiorcio n^ 3j8.
I este marastlboso remedio, s.So^aus, ,-mie sufli-
Uientes para sustentarem a opiniao do
Tem sido apresenUrtar ^foWwo
Durante o espa^Io
1 DE
4 0 A H B 0 S.
\


r:



8
Dijirio de Pernambuco Sexta feira 17 de Abril de 1874
IJTTERATURiL
O romance da i-cveliicAo.
NOVEN'TA E TRES, POR VICTOR HUGO.
(Continu.jcao.)
Cada um delles queimdra o ultimo cartu-
cho ; depois desJe o pavimento terreo ate* ao
alto da torre, de art lar em andar, s,obre
cada um dos dogrdos, per traz de cada uma
das portas; disputar-se ha a vida d arma
brance. U nao e" senio uma queui >' do
dia e de bora ; Lantenac estd pordid Elle
escapana, ontretanto, depois de uma resis-
leneia beroica. seam grande dever de hu-
naaidade nao o impidisse de aproveitars*
das circumstances qua Hie garanti.m a sal
vagio.
Para poupar uma terrivel morte tres p
iires criangas, guardadas por seus soldados
como refens, deiia-se Gear e entrega-se d
guilhotina. A hedionla machina tinha sido
levantada na vespera junto d torre, com >
previsio da ineviuvel derrota do marquez.
Vendo por esto sacrifki que transfigura
neste munent) o velho rhefe reali.ta, ate
entio reflexivel en sua f.i, Gauvaiti. in-
volucionario, sente-se por sua vez trauspor-
tado acima de si ra^sino. Kile favorece a
evasio de Lanlenacesubstitua-o na masmo.--
ra Levado a conseluo clegu)rra por esta
traigio, 6 condemnado a morte pur seu ami-
go Cimourdam. Cimourdaim poiequartlo
quer, e um signal seu po Je suspender ocu-
telo de guulioiinn. St-ijcamente inOexivel
auida que a morte Iho vd na alms, applica
a lei sem hesitar, eno moment) |em que a
cabega do joven heroe republicano cabo sob
o culelo*. dispdra um tiro de pistola no cor -
cao. As dtias almas voaram juntas.
Eis o entreoho de qae um sibrio escrh-
tOT teria feito uma narrativa concisa e dr'a-
matica; Victor Hugo encontra malaria
para tres volumes. A priunira e segunda
parte que se decompoem em set-i livros
subdivididos em uns triota capitulos ap-'
ds eacerram os preliminary do assumpto.
0 pnmeiro e intituiado : ,\o mar ; o>se-
gundo, En Paris. Sese desejargabar como
umtfsimples-!10.vella pod;! se transformarem
romance de grande fdego ou antes em
narrativa com pretengdes epicas, nada mais
instructivo do que.o eume dostas duas pri-
meiras paries. DoscripgOes forcadas. e nu-
meraco)s interminaveis, Jicoes e exposigoes
fora de proposito, longos detalhes de uma
s-aenciainutilou errunea, prolixas exposi-
cues de historia, nas quaes o trabalbo de
Compilador e dissimulado por uma penna-
da de grande escriptor, taes sio os artifi-
cios empregados pelo autor. Jd elles tinham
sido reconhecidos em maior ou menof nu-
mero nos Misiraoeis, no Homemqueri,
nos Trabalhadores do Mar, e agora acham-
se no Noventa e Tres, mas ajbam-se de
iflodo mais sensivel, mesmo pela stmplici-
p'.icidade do enredo. A fabula vale tao
pouco qu^ com todo o descanso pods-se
contar asperipeciaS e melir e moldu a
Examino-se, por. oxemplo, logo no Como-
ro, os dous capitulos consag'ados a um acci-
dent* em um navio de guerra. Um dos
canhdes da bateria de'prendese arreben-
tando a amarra. Arrojado de bo.mbor-
do a estibordo pelo ba'ango, o de p6pa a
.prfta pelo arfar do navio, a terrive' ma-
china tudo quebra, tudo extermina ; esma-
ga os horaens e o navio: Facilmente se
comprehende o que a imaginacao de Victor
Hugo vai desenvolver nesle^orinQti^um belli,
conforme elle o chama. Nib ^ um caubao,
& uma fera ; nao e uma machina, um
monstro. 0 autor faz-nos assistir ao que
elle dononina a materia em plena liber-
dade.
Opprimido desde seculos, o escravo vin-
ga se. Nesta pega fuudida, forjada, orga-
nisada para service d'< homem, o poeta .vi-
sionario jiilga descortinar um instincto, uma
forga occulta, uma alma obscura que perde
a pac'encia, e eproveitando um momento
de olvido, de negligencia fortuita de seu
lvranno, revolta-se.
a Nada mais isnxoravel do que a colera
do inanimado.. 1'odeis fazor raciocinar
espantar um t)uro, fiscinar
Ee0 LhA* *i dUell* qU6 t0M ^ M Chama J^torio militar escrupulosa-
homL? U,laSTeZeS,?*gfOt?C0- ^ntecircumrtanciado; qae offioiaf de a-
homem diz ao monstro : Vem I 0' mons- tado mo
tro pirece ouvir esubitamente acommette.
0 bomem evita o golpe. Trara-se a 1
Luta inaudita I 0 fragil arcando
invulneriveh
: 6" esse camponio Se o sitiante
3ttB. nie sabe o que o interessa, nio ser por
uta. culpi do aithdo. E acrediUis que tulo
com o esteja esteja acabido? Por f6rlD1 alguma
. Indico, e abrerio, e auDr nada nos per-
V anete de carne atacando o monstro de doa. 0 Imanus, do alto da torre conti-
bronze Nio se tratava aqui senio de e- nii.i a fornecer ao inimigo os maia 'nrecio
ivJ) orie (6rma, era necessario Imirar os sos pormonores. Conseguistes abrir uma
recurses desta prodigiosa rhetorica; ha 20 mina e fer saltar um pjdaco do nosso
paginas neste diapasao. r0chedo e um pedaco da nossa muralha.
Infelizmeate basta uma palavra para des-' Isso produzio um buraco na base d.
truir todos estes flfeitos, do mesmo moio que torre, e esse buraco 6 uma brecha pola qual
um pequeno furo basta para esvaziar um poleis entrar.... Na verdade tern uma
linguagen precicsa I Vej >, portanto, que
Este quadro apenas enganard os leitores il'ustre escriptor esquejeu uma figura da
por demais ingnuoj; os homens do mar sua rhetorica, uma roda lo seu mtchiais
dirao que tudo isto 6" lalso, que nunca ca- moi uma oitava do seu teclado, nio se vio
nfato algum desprendido de suas amarras ainda enumeracao dos dezenove. Pacien-
produzio effeitos tio devastadores, que ha ciat e'-J|J Em primeiro lugar, o Sr. mar-
meios certos para conjurar o perigo, que a quez, qJ principe da Bretanba e prior
massa de bronze pdlesor sopeada a.i pri- secular da abbadia de Santa Haria de Lan-
meiro choque e que -s6 a imagina^ao de tonac, on le uma missa quotidiana foi ias*
um pota p)de ver taes e?olu5o3s, taes ar- tituida pe a rainba Joanna, eu seguiia os
rebatamentos, taes torvelinhos, nos quaes outros dufans^res da torra, entre os quaes
o canhao transt'jr.nido em monstro, repre- abbade Turmeiu, na guerraGrand-Fran-
seuta a viuginca di materia ontn o espiri- cceur o meu cama-ada Guinoiseaa, que'
t>. Masainda que nisso houvesse algum i e capitao do Campo-Verde, o meu canara-
cousa deexacto, a objecgao licaria inttcta ; 'da la Musette, quee capitao do Giiopodas
as cousas nao estao om seus lugares e seri Eormigas, e eu, crnponio, que nasci )
sempre ridicuio qu? o autor, depois de, hurgo do Daon, por onlo corre o rib:iro
(.Ohio poeta, transligurar ass m um acoote I Moriandro. Tudo isto para chegar a di-
cimento real, veuhi sernmente explicar a zor: Temo-j nests torre tres criancinbas-
causa do desastre m lingua technics de url: inarinbeiro ; a culpa, diz elle, fdra do'a.a,n.os a* criangas. Quereis-dize'r : cb>ve,
chefede peca, que teodose esqueeido dedarl*29' chove. p E' a recorjaoreudagio que
cao,
um
uma gi-
boia, amedrontar um tigre, enternecer um
leao ; mas nenhum recurso tendes com este
monstro um canhao desprendido da car-
reta. Um primeiro capitulo in'itulado
Tormentum belli nao era sufficient* para o
vigor do imaginagao do pintor ; outro ca-
pitulo, sob a tpigrapbe Vis et vis, nos mos-
trara a lutatravala entre o artilheiro ea
peja livre de sua; amarras. A doscripgao
recomega delirante, vehemente, ernpregan-
do as iais violentas imagens para descrever
o furor deste monstro de bronze
E' o carro animado do Apocalypse, e
uma tompestade, um ribombar monstruoso,
urna alma repleta de odio e de raiva, uma
cegueira que parece ter vista, um gigantes-
co insecto de forro tendo ou parecendo pos-
suir uma vjntade de dominio. Entre oar-
volta ii talb s e da travar as roias- Ja caro
nada, o que dava livre movimenfo & palmi-
Iha e a barra, deslocava os dous olhaes da
muradfe terminava por deslocar a* bragas
d i vergaoiro. Um dos rminhoes partio-sa
de moio que o canhao ja" irao estava ligado
A carreti. 0 olha-l da retinila, cfue araor-
tece o couce, na estava aiuda em us >. Um
golpe de mar, viivio hater de encontro &
p jrtmhola,- fizera recuar o canhao mal mr-
rado e despedagar o vergueiro e- obrigara>o a
ro ar f jrmidavelmeutu no convez. Nao sei
poderia dizer que era um joven aspirante
da esc da naval de Brest prepsrando seu
exame no fim do anno. 0 gosto de imagi -
gao desenfreada, a pretecgio de coobecer os>
tormos mais technicos, eis os dous tragos-
caracteristicos de Victor Hugo. Estou
certo que a explicacao acima e exacta ; des-
vio a recorda;ao de Moliere, nao ou^o Sga-
narello ex>:lainando: latim ? Nao comprehendedo latim? Ca-
bncias arci Lhuram cataiamu6... Mas
emlin, admirando, como devo, tanta poesia
e tan to saber, sou obrigaio- a dizer: Non
erut hie locus.
Esta expressao tao juste, esta regra de
bom s^nso superior a todas as escola*, e
que todas as escolas deveia. reivindiear,
Victor Hugo esquece constantemente. Elle
a esquece nos lances mais patheticos, pelo
meuos nos lances em que, na narrative., de-
veria representar este caracter. No mo-
mento em que os 4:500 repubticanos veem
sitiar os 19 realistas na torn1,. t",auvain,.um
dos 19, um rude camponio alcunhado o
Imanus, avido para vingar, no sangns dos
azues, seu pai, e sua maie sue joven tnni,
todos guilbotinados na praga publif.a de La-
val, debruga-se do alto da torre e dirigo
um discurso aos sitiantes : a Homens que
me ouvis, sou Gouge-le-Bruant> alcunbad)
Esmaga-azues, porque exterminei muitos
dosvossjs e igualmente alcunhado Imanus,
porque ainda hoi de malar mais do que to-4
nao feito .. Fallo-vos em nonre do Sr.
marquez Gauvain de Lanlenac, visconde de
Fontenay, principe bretao, senhor de sete
fljrestas, meii amo. Como tudo isto e
natural entre gente quo nao cessa de dizer
mutuamente : Nao se de qu artel I Mas-es-
ta rhetorica ainda e pouca, e necessario que
a geographia apparega. Sabei que & Sr.
marquez, antes dese fechar nesta torre que
tendes bloqueado, distribuio a guerra entre
sus chefes, seus lugar-tenentes ; deu a De-
liere a regiao entre a estrada de Brest e a de
Eruee ; a Tretoa a que fica entre 1*1 Roe" e
Laval; a Jacquet, por alcunba Taillefor,
obosqne do Alto-Maine ; a Gaulier, por al-
cunha Grand-Pierre, o Chateau-Giutier ; a
Lecomte o Graon ; F6ugorcs ao Sr. de I)u-
hois-Guy, e toda a Mayenna ao Sr. Bocham-
beau.
Nio 6 possivel s r mais explicito. Toda-
via nao e.bastante ; depois da geographia, a
estatistica : ,
V6s que aqui estais e me ouvis, vds
nos encurralastes nas brenhas e nos encer-
rastes nesti torre ; malastes ou dispersast*s
os que se haviam juntado a n6s ; tendes o
canhao, reunistes .1 vossa columns as.guar-
nigoes e postos de Mortain, Barentou, de
Feilleul," de Landivy, d'Evrio, Tiuteniac e
do Vitre, o que faz com que sejais 4,500 sol-
dados que nos atacam, e n6s somos 19 ho
mens que nos defendemos. Eis o que
La Breyere d-irigia aos pirladores- alambica-
dos da corte e da eidade ; rjfio suppunha
elle quo fosstmos obriga ios a dirigil-a al-
guro dia a um- dos mais bravos soldados
deuma guerra fratneida. Porque 1 o ri-
beiro- Moriandro e o Campo-Verde, e o
Campo das Formigasj e-o prior secular da
abbadia de Santa Maria, e a missa, a missa
diar.a-instituida pela rawhs Joanna, todos
estes por men ores-, todas estasindicaejjes-cer-
tas, todas estas cousas que cbeiram aescri-
v5o, a- tabelliio u a pedante, e un> cam-
ponio queasdivulgasempastoaejar.e em 'que
occasiaOj pergunso ea? aanio a morte
paira sobre a toere e quando so ha-uma
palavra que vaiha I Ohdo diabo vai esoon-
der-se erudig3o? Nao e an homem^es-
se camponio, e um diccioiiariOi
AGRICULTUfiA.
FOLHETIM.
LUCSECIA B03&ZA
MEM0BI4S DE SliTHNJZ'
POR
&>. Hauuel Fernandezy Uonzalez
QUINTA PABTq
LEQNOB
X
DC COMO EM VXO PRETENDEU LUCRECU CO-
LHER MICHELOTTO.
[Continuagao do n. 98. )
Tu ama-lo, e elle esquece-se deti,
promette ser esposo de uma outra, ao mes-
mo tempo quee" e amante da grJ duqueza.
For isso mesmo o amo mais, porque
tenho zelos, porque antigamente so sentia o
.seu amor, e agon sinto a par d'elle, o odio
e uma si'de ardente d vingangajoontra essas
mulheres. A grl-duqueza e" formosa ?
Formosissima.
F. e joven ? Recordo-me de t*rou-
vido fnllar d'ella, referindose a tempos re-
motns.
A gra-duqueza tem jl cincoenta an-
uos.
Cincoenta annos, e 6 formosa I
- Sim, porque rcpreserita s6 metade da
id de. E' uma raulher irresistUrel
Oh I exclamou Leonor, mas eu ouvi-
lhe dizer que eu era rauio mais firmosa
que a gra-duqueza.
Sim, 6s como a gri-duqueza quando
tinha a tua idade.
^h I essa mulher esM iora do meu
alcance I...
sua
iWovo aae>thodo< da plituiai-ilo fe-
cundidade, durabilntade, ea-
iruminio, e eonsemiacao do
cafe, e evtlncctlo daw' rornii-
AOS AGRtCULTORES E CAFE, COM ESPE-
C1AL1DADE OS DO BRASUib
No Jornal do Commercio da edrte em os-
ns. 346,33e 356 dos-dias 18, 25 e 29 de
dezembro de 1850, convidei-vos-aassignar-
des uma pequena cota em proporgao com os
haveres de cada um, para o fun do formar-
des um capital realisavel, cujo cemputo dei-
xava 0 vosso judicioso criterio, compromet-
tendo-me a. fazer coohejido theorica e pra-
ticamente um novo systema de pl*Rtagao de
cafe's ; peloqual se vos pouparia a raortifir
cante e continua replanta, tornando os ca-
fesaes mais duradouros e fecund os : aug-
mentandoao mesmo tempo a forga prodoc-
tora dos terTenos, por um modo laerativo ;
0 que facia duplicar o numero de arrobas-
em cada- colheita do quarto anno em diant
te, do quo aquilloqpe se obteria pelo syste-
ma ainda hoje geralmeute adoptado : bem
como diminuir se-hiam as capinas nos
primeiros annos, toraaudo-as dtsneoessarias
do terceiro em diante.
lufelizmente quem assim vos falldra^era
um vosso conter/ano, nao o. attendestes,
nao procurastes examinar osyslema-^eo
que aconteceu desde essa epooa, ha 13 an-
nos ?
As colheitas foram-se dimiriuindi pela in-
fecundidadedotsrreno, redobraram-so as ca-
pinas, .empenhaste-vos na compra- de bragos
para plantar muito, e colhostes pouco : es-
tragastes o quadruplo dos lerrenos precisos
para colherdesasarrobas que colbeis: en8o
augmentastes, por falta de |con&ahga, os
meios a um vosso patricio ; que para po-
der tirar vanagem 'de seus trabaihos e ex-
periencias, necessitava da protecgao e au-
xilio ; visto como .os seus recursos nao I be
permittiamen'saiar seu novo systema senao
em psqjuena escala.
H 15 mezes sahi de minUa fazenda, na
Provincia de S. Paulo, pert) da Casa -bran-
ca, a ver se recebia alguma oousa das c-uan
tias que restavam do negocio que tive na
cdrte, e infructuosamento a este respeito via-
gei, como e' hojegeral.
Da minha viagem por Minas, tirei a van-
tagem de hear convencidoe poder expor
como axioma que os lugares em que nao
chegar a acgio da getfda, embora soffram
o inverno ; sio os mais proprios para cafe*;
porqie havehdo ahi a queda de t)da a
tolha^em e n am tempo dado ( na entrada
do inverna), e huvendo a brota e a florea.
gio em um so tempo (priucipij da pri
mavera), ve-sequea maturidade do fructo
timbem vem em um &6 tempo; u pjr isso
nio s6 facilita a colheita por ser feita em
uma so voz, oo.no tam'bem espacialista o
aromi d) cafd por ser colhido trdo malu-
ro ; d qae nio acoutece nos lugares mais
quantes e hamid js oade reina quasi constan-
te prima*era.
As terras po lem se divilir em argilosas,
ciliciosas calcareas e humosas, as afgilical-
careas sii as que molbor se prestam ; nio
s6 p3la boa qualiJado do cafe, como de
todos as produc.Oes em as quaes os taes
sacarims oncorrem para a bonlade do
fructo na sua m.turiiade. Sao nestas que
as cannas dio ajsucar em abuuiancia, e com
tem um tergo raenos de egua : sio nest3
m qu; oj cafesaes, nio dando tanto folba-
gem cu ao. na rdx'a pulverulenta, apresenta
o bago do cafe com um peso super or ao
d'aquellas, embora oste seji mii; pojuuio':
sio nestis onde o aroma do caf bem prMuu;ialo; e sensivel- a qualquer
olfacto : sio estas que admittem' e re-.nittein
corn vagir o-srai^s solares e que menos se
adustam, porque pela forga repulsiva aos
rai >s solares o> admit'.e em pequena escal i
p>r isso io aquice-Se demasialo para
off-ioder ao arbusto,' e assim tamb $m com
vagar v li adq,uerindo a frigiitez ; e assim
jconsenf i s6 tarrta quentura quanta precisa*
para bem desenolver os arbustos que n'el
la raora'-). Tem as mesmas a facullade
de-conservar em si tanta humida-lc quanto
baeta-a gorminagao e fecundidade dos fruc-
tos-.
tfi tsrras argilocalcareas sem-rbrancis,
pardas 1*6x83-e vermslhas mais ou naenoses-
cura6-.
Nas-s-mrb-"anca- e onle mais afcundara
a cal, oojtros fosfactos, e e nestas- onle
o cafeC m is ehumba'fc); pesadj e aroma-
tico, embora o arbust'i na) cresga com
tanta ro la, e ttnta folbagua- Nas eutras
tamb.'-c o cafe^ dd com abunlanciar uina
vez qui: seja argdoso o terreno ; p*>rem
tem menos aroma, meno" peso, e e roenos
ehumbido.
As hii-meferas pretas, ou- roxas e poentas
nao sio boas para-cafe ; porque conservam
muita humidade no tempo das aguas, e
D3 temp-* das se*eas serte:n. ta it >, qqe
deixam-se ver g'raodes fendas-; porque ab-
sorvem com promptidao todfis os raios d.>
sol, e assiwi tamberaos remittena, logo qua
desapparece o astro, e por isso sio iroor>-
veni ntes, por j a transmittir grande aecfr)
de caloricoao arbusto, e ao depois .retirar
com promptidio.
As silickisas abiniiam pouco entre nos.
familia um future mais tranquillo, e occu-
parme em novas-expariencias abem da agri-
cultura; que opportunamente vol-as apre-
sentarei.
A primeira causa destruidorajda uberda-
de dos lerrenos e a queima das madeiras,
porque tira-lhes a folbagem e madeiras
brancjs, quo, deiiadas, tornam-se em es-
IniawJ augmentam a forga da terra para
produzir o duplo
Aqujima lorna a terra vegetal, desecca-
da ; mais co npacta, arrebata-lhe os sies
necossarios, para de mais prompto os ger-
mens das plaut-is brotarem com o triplo do
vigo e forga; esterelisa os terrenos e os dei
xa s6 aptos para producg6;s gramineas e
parjsiti,, prupria9 a cada lugir, obrigando
a repelidas capinagoes de enchada, que sao
ben trabalhosas.
Bern conhego que pelo pessimo systema,
e habito que nos foi legado polos nossos
aroeogos, talvez p-rega ao primeiro intuito
muito dilli ;il fazerem-se- as plantago )S polo
novo method j ; qua alia-'s-e em geral mais
economico, menos trab ilhoso a mais racio-
r*l, ccmo passo a demoiirfrar.
Em muitos lug ires ioBtSSSl desde a cos-
ta ate 50 loguas para o" iiHerior, sente-se
jd a pouca abundancia do mtfleiras chama-
das do lei.
Ei'w todos os lugares tem ell'as aagmenta-
do consideravel'mwnte de valor, e quaJru-
pjicara'j quan lu o interior Wr eortado palos
carris ^e forro que possain convenienle
mente serem Iftk&aS com facilidaie aos
m;rcados estraugairos : que 6 quando o in-
terior apresentard proJuegoos duplas do li-
toral, e por isso naaior soinma de rixjueza
pda facil exportagao de to Jos os&sas pro-
ducloj ainda dos natuoes: ora, sendo as-
sim em vez'de as deiraraaos arder tmp-ofi-
cua.nente, 'levemos aprorata-las em'provei
to dos nois>os. dosceadeirtes, quan lo nao
achirmoj empregos n-ecessar.os ou bom pro
;opin. a vend a das m-jsmas ; porqne o
nio fjremoj oj d axaadb'-a? de pe, ow de-
pois- de derrobad is Sirandj) as para fera
qnan Jo mais ino seja, para amontoa-las e
desemb.iragar o- terreno ?
. Rogado e dorrobado o terreno convetn
leixar caliir tod?ia folnj-gem) pflra ao depois
tirarmos para f6rt a.madeira purameute de
lei; porque a branca destro' de um a tres
annos esta toda apodrecida; cb-oti o qae-vat
augmen duplamente fertil.
Si qpizermos ter menos trabalbo deitare-
mos emr pe toda a madeira- de' lei, que pan
fazer cahir a folb"rgem da*nM9Hia, baeta-,
em unaas tirar todaatasca em porgio J 1
a 2 palmos em rodado tronoot e em outras-,.
perfurar com um trado de rosca ate ao arcai-
go, que fique o tabo ere declive para o
chi i, para em vez 'Jas seivas-serem levatlas
is sunadales, descerem pelo tut ; e assim
!a ar7ore-d--poe a folha e pereoe- a vegetagio
do tubolado para cima p >rem alia ainci
coutinua a fegar sua existeueia para os uses
Chcias assim i covas plantam-se a palmo-
e meio para fora da beira da cova, um ba-
go de mamona ao. paenle e outro a igual
distancia ao nasceute. Quando a mamo-
neira estiver com tres palmos de altura,
(que 6 um mez depois de nascida), p6e-se
para den tro da beira da cova, a 3|i de pal-
mo, um coco de cafe" ao nascente e outro a
igual distancia ao poente.
Os cocos de cafe devem ficar apenas su-
peril cian lo com a terra (de den tro da cova),
pois se p cobrirfles um dedo de terra, nao
nasce.
0 atiiihamento de nascente ao poente e
feito peras conveniencias solisticias qae a
tods sio conhocidas. Ficando a terra da
cova mais alta do que o terreno contiguo,
faz .conservar na ilha natal o coco de- cafe,
qu-), se tives*e sido posto em cova nivelada
com o terreao immediate, seria levadj pe-
la primeira eachurrada que oasu aim rote se
desse, e tarn bem porque ten Jo terra com
o tempo e huuii I ides de a nalganoar-se,
por iss) vem a ficar ao nivel dc terreno
comiguo, e o caSi germinando e encoatran-
do- a terra macia perfura-a com promptidao
on sua raiz pivotante, e assim naose' vem
a ter um rapido crescimente, como- Cam bem
uma acgao m.is distincta vegetativa ; por-
que- suas raizes atravessando diversas-cama-
das terreas, por ellas- Ibes sio ministra Jos
diflerentes saes das diversas crustas para
elaboracio das seivas q;ue con .orrem para
sua Vttgetacio, fl-jrifrea^ao, fruclifi^agio e
durabrlidade.
Leonor I exclamou Miehelotto om torn
de reprehensio emquanto a 8ia alma Se
iuuudava de immensa alegria.
Ouvi-lhe dizer muitas vezes que
dquelle que nos causa um damno qualquer
devem is pagar com um damno ainda
maior, e nao sou eu sua (ilha, e nio corre
nas mintias veias o seu sangue T
Sim, replicou Miehelotto com voz re-
concentrada. Tu tens nas veias um sangue
terrivel, o sangue da tua familia. Porem
a gri-duqueza estd collocada bastante alto
para que a possa alcangar o teu odio.
Quem sabe ?' exc E nos seus olhos brilbou a expressio de
um pensamento sinistro.
Oh I o teu sangue I o teu sangue
terrivel 1 exclamou Miehelotto.
Porque diz isso, meu pat ?
A tua fronto occulta mal um pensa-
mento que os teus olhos revellaram ; po-
rem prohibo-te que ponhas em execucio
esse pensamento, e uma loucura. Tu pen-
sas : a gri-duqueza e poderosa, mas ha al-
guem mais poderoso do que elle, seu ma
rido, o grab-duque ; se elle soubesse que
sua osposa o atrucoa, manchando-o na sua
honra, as conS'quencias seriam terriveis.
Mastu nio pensas, insensate, que essas con-
sequencias alcangariam Paulo T .Nio pen-
ses, pois, em escrever a carta vingadora,
qae poderia avisar o grio-duaue da traigio
de sua esposa
Se hei de porder Paulo, antes o quero
morto.
Ah I a na'ureza... o sangue 1 disse
Miehelotto como que fallando omsigo mes-
me. Pois hem, accresocntou dirigindo se
pa.-a Leonor, linulilmente que^rerds pdr em
execugao o teu projecto, porque uinguem
de minha casa se prestard a ir entregar a tua
carta.
Leon E' inutil tambem que te revokes con-
tra mim ; a minha vontade e uma lei a
qae terds de obedecer, embora te peze ;
nao me obrigues a provar-t'o. Esquece
esse miseravel, porque te juro pela minha
alma que nio serds sua esposa.
E, proferindo estas palavras, Miehelotto
sahip, contente, porque semeara o odio pela
mai no coragio da filba.
Em seguida entrou no seu quarto, tor*
nou a fechar a cart i de modo que se nio
conhecesse que fdra aberta, e chamou.
Appareceu um dos satellites de Miche-
lo'to.
Toma, Pedro, disse aquelle dando-
Ihe a carta, monta a cavallo, e dirige-te a
Ferrara ; entrega esta carta ao porteiro dos
dominicos de modo que ninguem veja, e
volta tambem a toda a brida para que te
percam de vista no caso de te seguirem.
Pedro sahio com a carta.
Immediatamente Miehelotto desceu, mon-
tou a Civallo, sahio da quinta, foi, atra-
v.'z.dos campos, certamente em busca de
um albergue desconhecido.
E tinha razao para o fazer, porque &
entrada da noite, comegaram a rondar a
casa e a quinta vultos suspeitosos.
A' bora que Miehelotto bavia marcado,
Salves tro, que bavia dado parte a Buotti
de tudo quanto fizera, dirigio-sa ao conven-
to dos dominicos, e poz-se a passeiar no
atrio.
Pouco depois ouvio um' pequeno assobio
q e partia do fundo da portaria.
Salvestro entrou, observou, vio que nin-
guem dava por elle, e mottej-se para um
canto escuro d'onde havia partido um ou-
tro assobio.
Ahi encontrou um leigo roshonchudo,
uma especie de boll com habito fraJesco,
tagio de ({e tratamos. Quanto ds humo-
sas, pretas, e r6xas- poentas,. ou massape
barrentas,.todos sab&m que sao as boas e
ronilo productivas para todos oscereaes,.le-
gominosase bulbosas,. isto e,.pora aqoeltas
plantas .qpe s6 p^ecisem permanecerna
terra quando-muito-sais mezes. As humo-
sas pretas- acham-se ues vallades, nas var-
gens, encostas do serras e graudes m >rros.
As njxas humosas acham-se
mesmo em colinas planas, cu de subida i.n-
seiisivol e nao as ha em mu.riaabundanr.ia.
Debaixo da divisao supra trataremos-das
que sio pFopriaspara a ptaatafccSo a que- nos
dedicamos demonstrar.
Os terrenos soalheiros, argjlosos e pedre-
gosos sio aquelles em qu o cafe toot o
grio raais pequeao, mais cbumbado, mais
aromatico e mais-posado ; por iso estes,
nestas circumstancias deveai ser preferidos
as terras roxas-a humosas poentas, espocial-
m -nte as das encostas das.serras, e norue-
gas, que nestes.lugares sao s6 a fi^reagio
como a colheita e multipla, alem dos ar-
bustos a undarem muito em (lores e pmi-
co em fructos, accrescendo ainda sor o ca-
fe* pouo chumbado, l&vo, grande-, e quasi
sem aroma, tulo devido ao excesso da hu-
midade dolugar.
Nio estd- longe o futuro., em quo- serd por
todos reconhecido que os lugares mais pro.
prios para a plantag&o de cafe\ sio os ch-
inas de temperado para, frio, onde sente-se
a passagem dasestagoes, e por isso jd pro-
phetiso d minha provincia" um futuro espe-
rangos> para ella. (quando.for cortada. pe-
los cans do vapoa). Por todos os lugares
de Minas, onde passei, piocurei acorogoar
partindo a planlagio pelo novo systema ;
explicando parto dellek eeservando-me ex.-
plicar-vos era, geral e detalhamaate, para
se o seguirdas co'.hordes certos e seguro3
resultados; e entao. lembrar-vos-heis de
conscienciosamento concorreros com c6ta
prpporcioaal ao augaento d'intsresse que
adquirirdes; afim de assegurar d minha
quo da mesran precis^rem nossos poster jss
sua vegetagao confluda detruoeada cas:a
ou dotubo para baixo; .asskn cooseguirnos
consen'ar asarvores ;: desassembrar os te?*
renos augmeutan Jo-Ik* o humos nativo pela
putrefacgio das arvores, fobbageai e casja*
das conservadias em p- Assim ftsa-nos mefios estorvos para cs
oper goes dia. agricvitura cafeeira, porque
das madeiras brancas bastard cortar os ga
lbos qae estorvem, e estes amootoados ncs
troncos os laee-m dopressa apodrecer e assim-
tanto -uns como outros-se tornao* com bre-
vidade em estmme quefertilisa o terreno.
Desembanagado o terreno r3rcam-se 3&
coves na distancia que requer a uberdiide
deste, sendoem geral nos uberrimos de la
palmos eq-ii.listantes c nos argilosos e pe-
dregosos pouco uberos a 12 palmos equi-
distantos.
Marca-las as covas em diooctura do nas-
cente a. poente, precede-so- a factura das
mesmas: tira-se a primeira crustt de pal-
mo de profund.dade, cuja terra se poe pa-
ra um djs lados com, a sarapilheira-ou-.ca-
.pim que a ella esteja unido ; conlinua-se a
iprofunda-la, lirando%a terra para aonascen-
cento & poente, ate* encontrar terra ftaeila
ou macia, que emgeral acha-soesti na ma=-
ta virgem aos dous palmos de profunJi lade
nas capoeiras aos tres, nas terras calca Ja e
campos nalivos aos.quairo e meio.
Aberta a cova conveoientemento, na lar-
gura da enchada>, bate -se a serapithoira, ou
capim para dissolver a terra ao mesmo ad-
herente, e esteuue se este ou serapilheira na
oxtensio da ccva, esmigalbam-se os torroes
que sabiram na pri?ueira crusta, e p09-se
em cima da sarapilheira ou capim, e ao de-
pois poe-se toda a outra, moidos os torroes,
dentro da mesma cova ; a qual nio se cal-
cando e ficando s6 com o proprio peso da
terra vem a crescer na cova em r.azio da
profunJidade da mesma; o que assim e
convensoota como abaixo vereis demons-
trad o.
sobre o qual havia uma outra bola rapada,
infinitamente mais pequena. .
Procura alguma causa ? disse o leigo
porteiro a Salvestro com voz atlautada.
Procure, respendeu Salvestro.
Entio que procura ?
Um bomem.
E esse homem deve-lhe entregar al-
guma cousa ?
Certameote que sim.
0 que ?
Uma carta.
Pois bem, tome-a Id, enio diga a
ninguem que fui eu que lh'a dei.
Obrigado e adeus.
E Salvestro foi em procura de Buotti. .
Aqui tem a carta, dis^e elle.
Quem t'a deu ? perguntou Buotti.
. 0 porteiro do couvento dos domini-
cos.
Diab^ 1 um frade I Sabes tu que 6*
caso serbe difficil deitar a mio a D. Mi-
ehelotto ?
Nio lh'o dizia eu ? Jd ve" se o sirvo
bem ou nio.
Sim, 6 fora de duvida que a culpa
Dio e tua, e serd ne -essario adoptar um
outro meio. Espera aqui.
E Buotti retirou s; com a carta.
Cinco mioutos depois, e aberta com uma
delicadezi tal que poderia tornar a fechar-
se sem que alguem d&se por isso, a carta
de Branca Albini estava em poder de Lu-
crecia que a leu levorando-a com um olhar
terrivel.
l>.-pois entregou-a a Buotti para que tor-
nasse a fecha-la.
Entio que ha de uovo ? perguntou
ella.
A que respeitp ?
Dessa mulher.
Da que escreveu esta carta ?
Sim.
0 pai levou-a
Buenadicha.
para o convento da
Muito bem, pois entio receba o ca-
valheiro de Arnesteville essa carta.
E a respeito do outro ?
De Miehelotto ?
Sim.
Perdeu-se-lhe a pista no coevento dos
dominicos, a nio ser que vossa alteza quei-
ra que se pren la o porteiro, que se lhe ap-
plique a tortura, e que se interrogue.
Nio, nio, e fra ie e eu tenho raedo
dos frades; sobrevirio reclamagoes, escan-
dalos, e eu aborrego o escandalo. Ouve,
6 valente esse tal homem de armas que co-
nhece Miehelotto e se entende com elle ?
Foi esbirro de sua excellencia o Sr.
duque Valentino, e vossa alteza bem sabe
que os s.rvidores de seu irmio eram uns
uemonios. -**^,
Pois bem, dize-a esse deraonio, que
no momento em que tenha Miehelotto ao
alcance da mio, o mande para o inferno.
Muito bem, minha seuhora, disse
Buotti,
E sahio.
D'alli foi procurar Sdrestro, encontrou o
e disse-lhe :
Leva esta carta ao cavilheiro de Ar-
nesteville, mas antes d'isso praciso fazerta
uma pergunta, muito importante. Queres
ser rico 7"
. E' no que tenho pensaio toda a mi-
nha vida.
- Julgo nio me enganar supponloque
te acompanha sempre um punhal curto e
agudo.
Oh I o punhal e um bom amigo, do
qual nio devemos separar-nos nunca.
Nio te esqueces nunca escondar na
Noprincipio do inverno.'do terceio anno
jd o cafeei-o nio precisa-do sen tutor e guia,
por isso; arranca-s) e ccria se em pequenos
pedagos a mamoneira, &poe-se com a sua
folbagem sobre a c-iva>,.em roda dos pes
de cafe, que servem nao s6 para estruma-la
mas tambem para que abafando as semen-
tes gramineas as apodrega e nao venha a
dar trabalbo'ao agrictiltor pela capinagac,
e assim por termos>tevolvido a erusta su-
perior para a inferior, e esta tornando-se
superior, fSremos a puirofacgao da sarapi
Iheira ou capi u, augmecUando forga da
terra inferior e tiraremos a-razao da repro-
ducgao das grammiueas- e parasitas por
tres annos? e assim com o c6rfceda mamo-
na por mais-doos.
0 cafe que nasc*> com rasis-pronaptidio e
o bem rdo,-que tirado do arbusto dep)si-
ta-so na superficie da t rra pois, este em
ehovenlo nu-regando-se, nasce de-6 a 12
dias, e o secco. nasce de 20- a- 30. Se for
necessario seccaro cafe para planta deve-se
naosd escolher do bem rxo, como tam-
bem secca-loespalhadamente quo nio apa-
nhe humilade; o nunca amontoar sem estar
bem secco-, pois se estiven amoatoado por
8 borr s femwnta nio nasce.
A planlagio de cafe feita pelo amtigo me-
thod > de madasv Itevou jdiem. si o decreto
de seu exterminio, pouca fructiuea^ioe du-
rabilidide ; porqjue ou estas erau tiradas
grandes, outpeqaeoas : se tiradas grandes e
nascidas em-terras macias,- tinfeaoi ou de-
veriam ter sua raiz pi*otant& um tergo
menos de sua altura c asim ter-se hia de
fazer uma- cova profunda e phatar-se con-
venientemente,. sio e, na mesma gwsigio so-
listicia era que soachava o arbusto, que suas
raizes nada-soffiressem; fcspeciatmeiite a pi-
volante, que e- a que leva a*> arbusto a
grande semma de seiva,. que terra foss^
apenas posla com sou peso, para que asi
raizes eontinuassem a sua vegetacao sem
pressao^ porque compruaindo as fortemente,
privava a.cireulagao sei vai: se plantavam-
se pequenas havena menos difliculdade na
factura das covas, porera nunca seriam pos-
tas na mescaa posigao solistic-ia dolugar on-
de tinham uascido, nas quaes depoudo a
erra som pressao nas.suas raizes, era mis-
ter alem. disto segurar tanto estas. como as
gran-das com estacas,. atira de susteiUar a
forca dos ventos, para nio abalar as.mes-
mas ;. para privar esta trabalho o uso geral
dos agrisultores e do as podarem & flor da
terra, esquecendo-se que os succos gastos
inutilmente no' lugar da poda faz enfraque-
cer o principal arbusto originario,. e qua
apparecendo novas rebeutoes, esses pela sua
multiplicidade subtrahem para cada um dj
si a seiva que poderia com profusao fazer
germinar um arbusto, que se toraaria mais
focundo do que os muitos pelos quaes a
mesma seiva foi dividida. As raudas de
cafe plantadas pequenas, com a terra solta
como indicamos, poderiara ser dessecadas
com alguraas boras de sol forte, a menos
que nio se tivesse posto auteriormente o
tutor hdicado para os cafes, de eoco.
(Continua.)
manga do gibio, esse amigo leal e verda-
deiro ?
Nio.
E fze-lo penetrar nas costas de um
homem n'um abrir e fechar d'olhos ?
Isso faz qualquer.
Pois ve se introduzes pelo monoa me-
tade do teu amigo no coragio de Miehe-
lotto.
Isso e que nem todos sio capazes de
fazer.
Creio bem que nio.
D. Miehelotto tem o olfacto tao apu-
rado, que nio sd adevinha o ferro, como
tambem as intengdes.
Jd te esqueceste de quo q'ueres ser
rico, e de que, por outro lado, aquelle
que se nega a matar, sentenceia-se a raor-
rer ?
D. Miehelotto morrerd.
Quando se encontrar o sau cadaver,
receberds a recompensa que quizeres. Ago-
ra vai levar esta carta ao capttab de Arnes-
villa.
Este recebeu-a ao escurecer, e foi, cemo
de costume, ceiar com =eu pai.
N'aquella noite nio appareceu Miehe-
lotto.
0 Sr. de Aroesteville estava de um hu-
mor eniiabrado ; perseguia o a gotta, fal-
lou muito pouco com seu tilho, e, antes dp
toque de sileocio, me'tt*u-se na cama.
Paulo dirigio-se para o seu aposento, e
vestio-se o mais galimente possivel.
Pouco depois soon o toque de silencio, e
Paulo sahio ch :io de amor e de impaeien-
cia en bisca da porta do jardim da casa
da Rein" lio Albini.
(Continuarst-ha)
fVp. DOUDIAKIO. -P.L'A DUQLE DS GaUS


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