Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17623


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Full Text


ANNO L. NUHEKO 8S

* .
I
V'
I
PAR* A CAPITAL E LUGABES OXDS &<> 8EPAt HMTTE "
Por tres Inezes aJiauiados............... <9(M)Q
Por seis ditos idem................ ttHH
Por uni'anuoidem.................| 34*000
Cada oacMTO avulso..............._ ^^
________________________ mm^Lm
4.I.19J
0L1MA FHRA 16 D ABRIL I>E 1874
PARA DENTMB FfRA DA PMWLUCIA.
Por tres nezes adianUdos................ 69750
Pot seis dhos idem................. 13&*o
for note dilos idem................. ftOMO
Por am anno idem. ..........'...... 379000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIICUEIROA DE FARIA *' FILHOS.

* to. Gerardo Aitionio Aired. Filhos, no Para; Goncaires d Pimo. no Maranhao, Joaquim Jose de Olireira d Filho, no Ceara; Antonio de Leiuo. Bra*., no Aracatj ; J0.0 AUia Audio Chares, no Assd; Antonio lUrqae. d. Silr., no flatal, Jose Juatin.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxcucio Monteiro da Fraow. a Parahyba ; Antonio Jose Goaes. na Villa da Penha; Be)armo dos Santo. Bulcao, em Santo Antao ; Domingo. Jose da Cost.Br.ga, em Saxareth;
Antonio Fereei de Agir, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Piter da. Alagoas; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerquinh d C. no Rio de Janeiro.
^-^ I I. I l I | ... .. MM--------------- _______ .
PARTE OFFICIAL
Govern* lu provincia.
Pemambuco.'Reparticao das obras publicas,
om 31 de marco de i;(74 N. 71 bis. Mm. e
Exm. Sr. V. Exc. encarregoQ-me de dar meu
parecer sobre o project-.' de urn oauai de. desvio
das aguas de rio Capibaribe, qua faz object) de
uuia memoria dirigida. cum data de 16 de julho
da 1870, pelo eugeunearo Ju.-e Tiburcio l'ei'eira de
Magalhaes, enlio chefe'da reparti;ao das obras
publicas. V. Esc. me pedio especia raente que
emittisse minha opiniao sobre a utilidade da obra,
6 qae 1 lie disseise si este trabalha esta de Ul modo
ligadu a solucao do grave problema do nielliara-
meuto do porta dj Recife, jue seja absolutamcntc
necessario reunir seu esludu ao do porto, oque fazia
naturalmente entrar o estulo do desvio do rio Capi-
baribe nas aiiribuicdes o governo geral. A esta.
questao resaondo, autes dt tudo, afflnnativamento.
E' evideute que uin canal de despej), tendo por
li.ii daroutra dire;caa a- aguas das cheias do Ca-
pibaribe, psrturbaria eseneialmente o regimen
desse rio ua parte sjjiita a influencia das marcs.
Accreseento que esta perturbacio grave lena pro
vavelmento elleitos desaslrosos sobre o proprio
port), e que por isso o projceto em questao deve
provavelmente ser recuvido ; em todo o ease exa-
minado de novo, sobre urn poalo de vista inleira-
ineate discrente daquelle m que se coliocou o au
tor da memoria le 1870. Este autor nao diz uuia pa-
lavra acerca da influencia possivel deste anal pro-
jectado sobre o proprio poru: ; no eutrelanto esta
questao, no meu ver, e de tal modo esseocial quo
fclla domiaa rne.-mo as iuuuadacoes. Essas cbeias
danmilica.u a certo numero de casas e dominion;
porem, nem casas nem duininios existiriam neste
lugar sera o porto, quo a natureia creou na em-
bocadura do coal do Capibaribe. .Nao e preciso,
pois, sob pretextu algum, avauturar e compromeiter
grande interesse.
Seria possivel mostrar por meio de uma discus-
sao technics que o projec'o de qae se irata e peri -
goso para o porto.
Porem acabo ie ter conliecimenlo de nra docu-
iaento exeeliente, em que esta discussio esta mui
claramente demunstrada e feita ; e o relatorio di-
rigido, a 31 de outubru de 1870, pelo engenheiro
civil brasileiro Raphael Archanjo Galvao Filho ao
minisierio da agriculture, commercio e otras pu-
blicas, sob o titulo de Esludos sobre os me-
Ihoramentos do porio de Pf rnambuco, causas das
cbeias dos rios que desagnam no mesino porto e
meio de removel ss Esie relatorio, que revela
em seu autor uin verdadeiro engenheiro e urn ver-
dadeiro hydraulico tein por titulo Obedecer as
leis da natureza para poderdominalas .-TaI e
com effeito o ponto do estudo hydraalico.
0 Sr. Galvao se exprime nestes termo* a pagina
99 do seu relatorio :
a 0 eraprego de medidas destacadas pode trazer
conseqaencias louesus. ,\ao e de hojo que for-
i mamos esta opiniao. Em agosto do anno passa-
c do, quando deramos comeco aos trabalhos da
commissao, tivemos occaM^o de pronunciar nos
a a respeito do projecto de urn canal de de-
rivacao das aguas ds cheias do Capibaribe,
c parlindo da povoacao da Varzea e indo lindar
a na ponte de Motoculuinto, informamos a presi-
dencia da provincia em otDcio de 8 do mesmo
t raez : 0 canal proposto, enourtando considera-
velmente o caminho que devem percorrer as
aguas supjrabundantes do Capibaribe, determi-
a nara uni excessso de velocilade da correnle, e
a conseguintemente uru ai.gmento de velocidadc
das aguas na seepao de dejecgao da ponte de
i Molooolombo. Xeste pouto as aguas animadas
da maior veiociJade, em consequencia de menor
raio e maior deolive do canal, e d=rramando-se
sobre os extensos arcaes situados entre a refe-
rida ponte e o porto. .enderao a removel-as
;< para dentio deste ultimo com maior energia do
que se Vtrifica no esta lo actual das cousas. Si
se propozesse prolongar o canal com a mesma
a seccao atravez dos depositos de areia ale o por-
to, comprelienderse-bia a relacao benelica que
estaKeleceria semelbaote obra com melhora-
< meuto do inesmo porto ; was, devendo elle ter-
minar em Motocolombo, (i certo que nao corres-
'< pondera ao lira que teve em vista o proponente,
< e sera por este lado muito prejudicial. Depois
do raais maduro exame nao encontraraos moti-
s vos para modificar a opiniao entao emittida com
relagai a este objecto; antes convencemo nos
a da necessidade dc ampliar as medidas e adoptar
< em am piano geral, que si nao liver o meritode
i reunir a melbor solugao, guardara, pelo menos,
a o oexo indispensavel a uin melhoramentos. >
Conformo-me completameate com estas conside-
racoes. Por conseguinte, em minha onmiio, o
melboramento do Capibaribe, sobre o ponto de vis-
ta das cheias ua parte inferior do seu curso, seja,
por exemplo, para baixo da .ponte de Caxanga,
esta inteiramente ligado ao melhoramento do por-
to do Recife, e que deve str tratado simultanea-
mente em am so trabalho, que pertence ao gover-
no central or Jenar, e pelo (,ual a memo.ia do pri-
raeiro project), levantado pelo Sr. engenheiro Gal-
vao Filho, fornecera uma base seria. Nao posso,
comtudo, abandonar a memoria de 16 de julho de
1870 tobre o canal de desvb projectado, sem ob-
servar que o projecto, con.siderado mesmo inde-
pendents dcs interesses do porto, nao e pratica-
vel. Urn rio que corre em um ralle de alluviao
como o Capibiribe inferior, tem urn deciive e um
desenvolviraento correspondente a natureza e a
consistencia do so'o que fo -ma o leito e as riban-
ceiras. Nio se pode pcrturbar impunemente esle
equilibrio e violentar a natureza. Si se Bzer nm
corte retilineo para facilita- o esgoto das aguas, o
deciive augrr entando, a veiocidade augmenta, por
consequencia o poder de i^rrosao augaenta. as
margens concavas sao atacadas, e no fira de muito
poaco tempo o rio reassami; am deseavolvimento
rigorosamente igual ao qae elle tinha ; a jurva
qae quixeram destruir torna-se a tormar am poa-
C3 mais baixo; eis o que ha. Todos os engenhei
ros hydraalicos estSo familiarisados com este phe-
nomeoo. Ora, o canal de desvio projectado esta
lixactamente nas condicfo:; deste corte. Como
Jl.e e excavado em am terrmo ideatico a aquelle
em qua serp>^a aclnalmente o rio, e claro qae as
margens deste canal serSo poderosamente corroi-
das, e que e'te canal tera no flm de poaco tempo
.tbandonado sua direccao rectilinea e reassuml-
dj am deseavolvimento igual ao do rio actual.
Para impedir este resultado que lnulilisaria abso-
lulamente todo o trabalho fito, seria preciso exo
catar sobre as duai margens do canal um revesti
memo eontinuo ie pedra aecca. Picaria ainda
porgarantir )fa-.d .1 pnmeira c-lieia jue entrar no canal levara ii:n:i
/raccao nota.-el do fuujo d-i !eif) do-ria, e'ira
ambem aoginentar os aterros do porta.
Ora,. ossasi despezas de revestimento, absolula-
nmte necessaiias, uao fqruram mesmo nem por
ail reis no orcamento, cuja importancia e de reis
seiscentos e oiteota contos ('580:000/000).
Ijso ainda nao e tudo : p;ira manter nos tempos
)rdinari03, no leito principal do Capibaribe, a agua
uecessaria a industria e os ,-ibeirinhos, o canal de
desvio ficara habitoalmente secco com as unicas
fUtracoes dos terrenos immediatamente visinhos.
Elle ficara deste modo pira esses terrenos visi-
nhos o papel de uma valla de deteccimeoto, o que
ier-lhe-ba atd oa prejudicial, segundo as estacdes;
porem o leito e o talade do canal, deixados assim
.torn ago. correnle, se povoitrio de uma regeta-
' cao ; as chuvas alterarao as formas regulares pri-
mitivamdute dadas ; eie canal ficara um charco
coberto de rnttiis ; eo dia em que uma grande
clieia liver lugar o canal nij estara mais em esla-
do de poder servir. Seria presiso para mantel-o
ama consefvac4o muito dispendiosa, para cojos
fundos, ucra os particurares ne.n a provincia nao
quererao concorrer.
Terse ha, pois, gastado mais de mil conlos de
reis em pura perda, ou antes dando-se aos ribei-
rinlios uma falsa seguran>;a. Eintim, quanlo as
proprias diinensoos do canal, a memoria nao forne-
ce" informacao alguma satisfactoria. Nenhuma
observa'.'ao foi feita, ao que parece, sobre o volu-
me d'agua a despcjar nas cheias do Capibaribe,
pois qae a memoria, pagiua 13, contenta-se em
suppor uma veiocidade de um metro por segundo
o que daria 5i0 inetros cubicos por segundo.
Semeihante.Tiente para o canal da desvio, a que
le ji 40 mot ros de largura e 8 de allura, e debi:a
320 metres cubicoi por segund>, supporla igual
veiocidade e evidente que e uma bypothese gra-
tuilae esseneialmenle erronea.
Seria preciso, propondose nraa seccSo determi--
nada para ease canal d formulas hydraulicas o volume qae pddera debi-
tar este canal, e de que elle deserabaracara por
este modo os ribeirinhosinferioresdo Capibaribe ;
se conlentar com puras hypotheses em semelhante
materia e tirar toda a antoridade do projecto que
se apresenta. Em resurno :
0 prioieiro projecto, tendo por lifn a proteccao
dos terr.'ius ribeirinhos do Capibaribe^entre a
ponte do Caxanga e o mar, contra as cheias acste
rio, deve estar" inteiramente ligado ao projecto do
melhoramento do porto e entrar sob este titulo nas
attribuicoes dos engenheiros encarregados pelo
governo geral desse ultimo projecto. As despezas
dos esludos deverao, por consequencia, ser pagas
pelo mesmo governo geral. .,
2.* 0 project* aprcsenlado era 1870 para a exe-
cacao de um canal de desvio das aguas do rio Ca-
pibaribe e muito incompleto, e nao preencberia
provavelmente o iim a que se propde.
Elle ctistara em todo ocaso i muito mais caro.
Este projecto deve, pois, ser posto de parte.
Deus guards a V. Exc. Him. e Exm. Sr. Dr.
Henrique Pereira de Lucena, presidente da pro-
vincia.0 engenheiro director das obras publicas,
Victor Fournie.
Tanto na ida como oa volta o batalkao fea
exercicio de fogo.
< No lugar do acamparaenlo foi ofterecido ao
coronel commandante das armas um laiWo alni)-
c-i onde se lizeram diversos brindes, sobresabinda
d'eutr*elles o do command iota Silverio Jose Nery
a S. Exc. o Sr. presidente da provincia, o do Sr.
commandaute das armas a olHcialidade e pracas
do 3' batalhio; e do Sr. Br. Carneiro da Rocba,
ao coronel Porto Camiro, comioaadante das armas
< A's seis boras da tarde regressou o batalhao
ao qnartei.
Chegara a capital e assumira o exercicio do
seu carg i o Dr. Francisco de Paula tins dos Gui-
maraes Peixoto, jaiz de direito nomeado para essa
comarca.
Fallecera o negociante Jose Antomo Barro-
so, membra do parlido liberal.
PARA.
Por noineacao inlenna da presidencia da
provincia achava-se no exercicio de cbefe de po
licia o juiz de direito Dr. louocencio Piuheiro
Corr^a.
'No mez de margo allimo arrecadaram
Alfandega
Era igual periodo de 1873
Recebedoria
Em igual periodo de 1873
Vero peso
E:n igual periodo de 1873
Santa Casa
Em igual periodo de 1S73
0 vapor inglez Great
375:438*993
4lf:962*892
194:6744603
Il8:532ail0
8:998*177
7:2304901
612412
. 423*080
Norlltem, sahido do
de costumes(simplas. Ha diariaraenle na sala do
club 18 folaas escriptas nos idu.nas mais conhe-
cidos, sendo 4 ou 5 deltas irapressa* na repuhlica,
e de forinato equivaleote ao do Diario de Btlem.
Era a bandeira braslleira desconhe:idi bo lugar.
Sem exageracl) se pode diaer que o Brasil era
apenas conhecido de nome, ignoran lo a maior
parte dos habitantes o sea modo de vestir. Causou
admiracao a corvela quando entrou, pasmieas
sorabro quando souberara ser construida no arse-
nal de raariuha do Rio, qae seu machini sido nolle confeccionado Ciracas, edilicada ua
planicie qne ter-nina amontanna, 6 da granlezi de
Montevideo, poaco mais oa menos, porem de gosto
inferior em ludo. Sao os mesmos seus habiios,
usos e costumes. >
PEMAHBUOft
ASSEMBL6A PROVINCIAL
marco, chegou ao Para
foi sancciona
nosso porto no dia 27 de
no dia 4 do corrente.
Pela presidencia da provincia
da a seguint.! lei da assemblea :
Art. I.a E' o presidente da provincia autori-
sado para conceder privilegio por qnareuta annos
a empieza on corapanhia, que se propozer a le-
va r a effeito a estrada de ferro, eutre esta capital
e a cidade de Braganca.
Art. 2.* E' tambem autoiisad i o mesmo pre-
sidente para garaulir a empreza oa corapanbia
privilegiada o juro de 7 por cento do capital em-
pregado na dita enra^a de ferro.
IESPACIIOS DA PBESIDKNCIA, DO DIA 14 DE ABRIL
DE 1874.
Augusto Cesar Fernandes Eira*.Roqueira o
supplicante a assemblea legislative provincial, a
quem compete deferir ao supplicante.
Antonio Joaquim Cavalcante de Albuquerque.
Seja relevado.
Antonio Jo vino da Fonseca, Indeferido.
Major Bernardo Ferreira de Barros Carapellq
0 supplicante satisfaca a exigencia da ihesouraria
de fazenda, e depois sera attendido o qae re-
quer.
Francisco Americo de Aragao Rabello, Infor-
me o Sr. engenteiro cbefe da reparticao das obras
publicas.
Goncalo Alves da Silva.-Seja relevado.
Gorgonio Jose Vianna. Seja desfeilo o engaja-
mento.
Ignaeio Jose dos Santo?.Intorme o Sr. general
commandante das armas
Joaquim Rodrigues das Cotias.Informe o Sr.
inspector da saude publica.
Jose Domingues de Gusmio.Entregae-se.
Josepha Maria Pereira.-Seja relevada.
Jose Augusto de Araojo. Informe o Sr. enge-
nheiro chefe da reparticao das- obras publicas.
Jose Casimiro Alves Bezerra.Indeferido, a vis-
ta da informacao.
Bacharel Jose Baptista Gitirana. -Nesta data of-
flcio ao provedor da Santa Casa de Misericordia,
com quem o supplicante devera entender se acer-
ca do que rea,uer.
Joao Jose Anselrao Tavares.Entregue-se.
Padre Luiz Ignaeio de Moura. Sim, u.i i haven-
do inconveniente.
Luduvina Augusta Xavier da Maia.Informe o
Sr. director geral interino da instruccao publica
Padre Manoel Thoraaz de Oliveira.Informe o
Sr. inspector da ihesouraria de fazenda.
Reparticao tin policla.
2.* seccaoSecrelaria de policia de Pernambuco,
15 de abril de 1874.
N. 506. -Illra. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a detengao os se-
guintes mdividuos:
A' ordera da subdelegado d> Recife, Pedio, es-
cravo de D. Anna Francisca Cavalcante de Albu-
querque, a requerimento desta.
A'ordera do da Boa-Vista, Agoslinho, escravo
do capitao Pr mo de Albuquerque, Dor andar fa-
gido:
A' ordem do de Belera. Jose Francisco de Lima,
prtso em flagrante por crime de furlo de ca-
vallos.
0 Dr. delegado da capital, por officio desta data,
commanicando-me a pnsao de Jose Fraacisco de
Lima, de quem acima trato, declara qne o respec-
tive subdelegado esta procedendo ao competente
inquerilo.
Por officio de 4 do crrente coramunicou-me e
delegado de Limoeiro qae, chegando ao sea co-
nheciraento que Luiz Jose de Santa Anna, em dias
de julho do anno proximo tindo assassin>ra por
meio de espancamento a Antonio Machado, por
antonomasia Madaba, e o enterrara Inas mattas do
lugar Bom Succes-o, daquelle lenno, proximo a
casa de sua residencia, oirigio-se aquelle lugar. e
procedeu a exh .macao do cadaver e mais deli
gencias, e do resultado destas e do respectivo in-
qaerito, verificara que com effeito Anlonio Ma-
chado havia sido assassinado por Santa Anna.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
aiendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia. Anto-
nio Francisco Cmreia de Araujo.
DIARIU DE PERMAMBUGu
RECIFE, 46 DE ABRIL DE 1874.
\otici do nortc do iniperio.
Amanhecea hontem em nosso porto o vapor
amencano Ontario, trazendo datas de New York
22 e de Amaznnas 31 de marco, e do Par. 9 do
corrente.
DosEstadcs-Unidoi nada adianta este vapor
as noticias recebidas por via de Lisboa.
AMAZON AS.
No dia 25 de marco teve lugar a abertara da
assemblea provincial, flc-inda a mesa assim com-
post a : presidente, coronel Fraucisc- Antonio Mon-
leiro Tapajua; vicc-pre-idente, teneoie-coronel
Joio Jose de Preitas Guirnaraes ; r secretario,
ca jilio Henrique Barbosa de Amorira ; 2- dito,
capitao Felinto Elysio Fernandes de Moraes.
0 presidente da provincia compareceu ao acto
lea o sea relatorio.
Havia regressado a capital o chefe de poli-
cia interino, qae tinha ido a Manes por convenien-
eia do servico pablieo.
For. nomeado director interino da instruc-
Ao publica o Dr. Anlonio Darid de Vasconcellos
Canavarro.
Noticia o Commercio do Amazonas de 23 :
f No domingo allimo e 3* batalhio de ariilhe-
ria a pe fez am passeio ate a Cachoeira Grands,
onde esteve acauipado darante o dia.
Art. 3." 0 privilegio do art. 1 podara esten-
der-se ; os ramaes do Pinheiro, Vigia, Cinlra, Ou-
rem e S. Miguel, obrigando-se a enpresaou com-
panhia a construi los e explora-los, logo que este-
ja provado que podera dar 4 por cento do capital
necessario oa que esse premiolbe seja g^ranlido.
Art. 4. A estrada de ferro, de que traiam os
arts. 1* 2, sera construida e explorada por sec -
coe--. sendo a primeira de qualro leguas, e as se-
guintes de duas leguas cada uma. Loncluida uma
seccao sera aberla ao trafego.
Art. 5.* A empreza oa companhia, que con-
tratar a estrada de ferro de Braganca, se obrigara
a mandar vir e estabtlecer na diu estrada dez
rail colono*, em familias, e na razao de 2,500 an-
nual mente, logo que pelo governo imperial lhe se
ja garantido o einbolso das respeetivas passa-
gens.
, Art. 6. Com destino a nucleus de colonisa-
oao, o presidente da provincia-flea, autorisado pa-
ra ceder a mesma empreza dez leguas quadradas
de terras, das que possue a provincia na estrada
de Braganca, sem dispenJio algum para a empre-
za, e nos termos da concessao.
a unico. As dez leguas quadradas de terras,
de que trata o arligo anlecedente, serio margi-
naes a estrada, e em territorios de uma legua qua-
drada cada uma.
Art. 7. 0 capital necessario seraajustado de
pois dos necessarios estndos, e fixados por um
contrato addicional, antes de coraecarem os tra-
balhos.
Art. 8. A eslrada sera de bitola estreita e dc
ama po via com os necessarios desvbs, ficando
livre a empreza ou companhia construir scgunda
via por sua conta.
Art, 9." Revogam se as disposicoes em con-
trary.
Leihos no Diario de Be Ian :
a Tendo descripio mui resumidamente a viagem
da corvela Vital de Oliveira, sua recepcao nos di-
versos portos que cntrou.e bein assim qual a sua
commL-sao no mar das Antilhas, direi alguma
cousa ainda sobre a ilha dos Barbados, possessao
ingleza, e o primeiro porto que demandou, depois
que suspeadeu de Guayra.
E' esta ilba rasa, avistando-sa de longe mui-
tos moiohos. cujo trabalho e incessante. Sea por-
to e desabrigado, e coraludo havia fundeados cer-
ca de quarenta navios a vella, e nove a dez vapo-
res ioglezes de grande calado. Apenas deu ella
fundo que ficou rodeada de botes carregados de
mulheres empregadas em lavar e engoramar, apre.-
seatando ellas um certificado dos viajantes que.
aopassar por ahi, as incumbiram deste trabalho.
A impressao dos hospedes, aobaixarem em terra,
foi summaraente desagradavel, pois que eram per-
seguidos por chusmas de negros e moleques va-
gabundos que transitara pelas ruas durante o dia.
As ruas da cidade sSo tortuosas, estreitas e sem
calcamento, porem, aceiadas. Saas casas geral-
mente pequenas, havendo alguraas de magnifica
apparencia, sao construidas de madeira. Nao ten-
do um meio para deterrainar seu tamanho, direi
que 6 espantosoera relacao aoque commmumente
se imagina.
Seu commercio e coosideravel, e offerees ella
todas as eoramodidades aot viajantes. Parece que
tudo se prepara para torna-la o primeiro ponto
commercial das pequenas Antilhas.
Logo que foi avistada a possessao dinamar-
Sueza de S. Thoraaz, am aspecto bem differente
o de Barbados apresentou ella. E' maior em
extensao de territorio, e o terreno montanhrso.
Seu porto e bera abrigado dos cyc!5es, e a cidade
edilicada sobre declives mais ou raenos pronan-
ciados, havendo escadas de pedras para ligacao
das paries baixas e elevadas. Suas ruas e casas
sao do mesmo gosto e constraccao que em Barba-
dos. Fornece a cidade tods as comm ididades
aos estrangeiros, e e maior que Bridige-tawn, e
capital de Baruados.
a Amain em extrerao os habitantes a musica, e
a suciabilidade e hospitalidade sio suas divisas ca-
racteristicas. A lingua mais canhecida e vulgar
e a ingleza, porem em qaalquer reuniio familiar
todos os mocos fallam o hespanhol e francez. B'
commercial, mas parece qae tende a declinar e
ceder seu lugar a Barbados.
t A cidade de La Guayra, porto de mar da re-
publica de Venezuela, estabelece commanieacao
com Caracas, sua capital, por meio de aniraaes,
riagens esias feitas no espaco de 6 horas, pouco
mais ou menos. Seu porto, apezar de franco, nao
offerece fundeadoaro de seguranca, e raais propria-
mente se pode chamar-costa de La Guayra, -por
ser elle summainente desabrigado Achamseaa-
coradas algumas ligeiras embarcacraes de caboU-
gem, e e visilsdo imjIos paqoetas allemas e franco-
zes. Os navios 'le uuarra hespar.hnt-s n aaieriea-
oos fio os miis conhscidos e apreciados.
< 0 caminho para Caracas e o peior que se pode
imaginar, e com leotidao e per^orrido, por causa
das pedras e subida iogreme. Esta pequena ci-
dade esta situada sobre a base da monlanba, e nio
pode se esteoder para o centro. Saa casaria e
solidamente construida, havendo alguns predios de
exterior elegante, porem am geral pequenas as
casas: sao saas ruas estreitas, desalinnadase-de
pessimo calcamento.
E' immeusamente paciQca a indole dos sens ha-
bitantes, podeodo ser equiparados com os das nos-
sas mais soosgadas provincias. Talvez seja isto
devido a fadiga das revolucdei!
Sao obseqaiadores, sociaveis por oxcellencia e
SESSAO ORDINARIA EM 1 DE ABRIL.
P8ESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AOUIAR.
Ao meio dia. aohando-se presentes osSrs : An
tonio Paulino, Tolentino de Carvalho, Amaral, Sou-
za Leite, Arconcio, Dario Cavalcante, Laeerda, Cu-
nba Cavalcante, Manoel do Rago, G. i Ion Iim.
Uchoa Cavalcante, Soares, Firmino de Novaes, Gas-
par Drummond, Vieira de Mello, Tito, Goncalves
Ferreira, Goes Cavalcante, Damingos i'into. Arru-
da, Peretti, Camboim, Felippe de Kigueiroa, Oli-
veira Andrade, Aguiar, Joao Barballio, Pinto Pes-
soa, Gomes Parenle, Olympio Marques, J. Mello
Rego, Tiburcio de Magalhaes, Nascimento Portel-
la e Travasso de Arruda, faltando os Srs. Ralis e
Silva e Alipio Costa, abre se a sessao.
lidas e approvadas as actas das sessoes an-
tecedectes.
O Sr. 1 secretario da conta do seguinto
EXPE 1GXTE.
OOlcios:
Do secretario do governo da provincia, remet-
tendo por copia artigos de posturas das camaras
municipaes do Recife, Agua-Preta, Cabo, Bom Jar-
dim, Serinhaem e Aguas Bellas. A' commissao de
posluras.
Do mesmo, remeltendo 40 exemplares, impres-
ses, do balan.-u da receita.e despeza da ihesoura-
ria provincial, concernenle ao exercicio de 1872 a
1873.-A distribuir.
Peticoes:
De diversos moradores da villa de Gnnito, pe-
dindo a subvencao annual de i:o00i000 para au-
x.liar as obras da matriz. A' commissao de or-
camento provincial.
De Augusto Cesar da Cunha, pedindo para se-
rem admittidis no gymnasio, como pensionistas da
provincia, os menoies Francisco e Manoel. lilhos
do fallecido Dr. Antonio Raagel de Torres Bandei-
ra.A' corarai.-sao de peticoes.
S5o lidos e sem debate approvados os seguintes
pareceres :
c A commissao de > bras publicas, para emittir
parecer acerca da peticao qae a esta assemblea di-
rigio Tito Livio Soares, solicitando um privilegio
por 90 annos para contruir e explorar uma via-
ferrea, que partindo do Recife va termiuar na Glo-
ria de Goita ; precisa que seja ouvida polos canaes
corapatentes a directoria das obras publicas da
provincia, que nao so devera dizer solrc a conve-
nieucia da linha projectada, mas tambem devera
trata-la com relaQao as linhas ja construidas ou
contratadas, e cuja3 concessoes privilegiadas po
dem ou devem implicar com a requerida. Sala
das commissoes, 1 de abril de 1874. Filippe de
Figueiroa Faria.-Jose Tiburcio Pereira de Maga-
lhaes. n
A commissao de obras pu' licas, a quem foi
presente a peticao da camara municipal da villa
de Barreiros, requerendo a esta assemblea um au-
xilio de 6:030jOCO para que ella possa levar a ef-
feilo a construccao de uma ponte sobre o rio Ca-
riraa;
< Considerando que nio e licito por em duvida
a allifmaliva de tao distincta corporagao, quando
assegura ser de grande necessiddie a ponte em
questao j
Mas, tendo em vista que nio se pede a cons-
truccao da ponte, porem tao somente um auxilio
para esse Dm;
E' de parecer que seja a referida peticao en-
derecada a uobra commissao de orcamento provin-
cial para entender como julgaracertado e for com-
pativel com as forcas orcamentaes. Sala das com-
raissSes, era 1 de abril de 1874.Felippe de Figuei-
roa Faria.Jose Tiburcio Pereira de Magalhaes.
ORDEM DO DIA.
Continua a discussao do parecer da coramissSo
de policia relativaraente a indica^ao apresentada
por varios Srs. deputados. reforman lo algous ar-
tigos do regimento interno da assemblea.
A discussao versa sobre o art. 21 da inlicacao,
com a emenda ja apoiada.
O Sr. Manoel do BegoiApresentando
huma emenda, que supprime o art. 21 proposto na
indicacao, fi-lo unicamente por estar convencido da
saa inutilidade, vista que contem disposiqao iden-
tica a dia art 47 do regimento, que diz: (le). Os
dous, qae obtiverem maior numero de votos, serio
os secrelarios ordinarios, e supplentes os que ira-
mediatameale se Ihes seguirem.
Ja exlstindo no regimento esla disposigao, e inu-
til approvar o artigo da indicacao que o propde
como novidade, tanto mais quanta ella esta no seu
lugar competente, e nao seria bem collocada no
art. 21, pertencente ao capitulo, que Irata da me-
sa e nao da eleicao.
Proponho tambem ama emenda ao art. 21 do
regimento, porqae me parese mais conveniente que
sejam dous os vice-presidentes, era lugar de am ;
havendo assim am 2* viee-presidente, que sabsti-
lua o presidente, na falls do 1*, como ja succede
na Bahia, em Sergipe e em outras provincias;
assim serao os secretarios raenos vezes distrahidos
de suas occupa^Ses, que exigera toda attenclo.
Julguei conveniente fundamentar a suppressio
por raim proposta, para qae nan se attribuisse o
meu procediinento a outro molivo que nio a inu-
tilidade do art. 21 da indicacao, e tenho demons-
trado que sobre o seu cbnteuJo ja providencioa o
art. 47 do regimento.
o Sr. Presidente : Vieram a mesa al-
Sumas emendas, qae sio vcrdadeiros artigos ad
itivos; era consequencia dislo, nio os posso sab-
metter a debate eonjanctameote com o artigo qae
?e discute; vou, toda via, manda-los ler, para
serem apoiados e discuiidas depois como additiros
ao regimento.
0 Sr. Nascimento Port six a : Depois de im-
presses no joroal da casa.
0 Sh. PiiEsiDZNTE :Se alguem assim o reque-
rer.
S.i> lid.n, apoiados e reiervados para entrar de-
pi is em discussao os segointes additivos :
c Art. 4.' Depois da palavra vista, diga-se : dos
diplomas pelos mesmos eshioidos suppriuiiado-se
as outras palavras do artigo.
a Depois do art. 7., inclua-se o seguiote :
Art.....Quando a maioria de qualqaer das
cemmissdes conclnir seu parecer pela annullacao
da eleicio de qaalquer depuudo flcara o mesmo
parecer adiadp para ser votado depois da installa-
c3o da asseublea, ha parte relativa ao diploma,
ccja validate for contestadi, preeedendo nesse
eiso discussio igual a de qualqaer parecer de
ocaunissio.
t Aeeresceote-se depois o seguinte :
Art.....Voriflcada a legalidade dos poderes,
se estiverem presentes depois um numero de roe-
lade e mais um, se fara a devida coramunicacio ao
presidente da provincia, por intermedio do seu se-
cretario, a quem se rametlera a lista dos deputa-
dos presenter, pedindo ao inesmo tempo a decla-
racao do dia e hcra para a missa do Espirito
banto, assira como para a installacao da assem-
blea.
Q/iando nao for possivel abrir sea assemblea
no dia designado pela lei, ou no dia da convoca-
cao exlraordinaria, por nao haver o numero exi-
gido de deputados, se fara saber ao presidente da
provincia, por intermedia do secretario do gover-
no, e o inesmo se praticara logo que o numero es-
liver complet).
Art. 9. Substitutivo: no easo de morte de
deputado; opcao |ior outro districlo, ou (perda de.
ht far por qualijuer motico) se fara ao presidente
da provincia, a dovida commumcacao, para que
mande procedor a nova eleicao no resnectivo dis-
triclo.
Art. 10. Em vez da -nomeados na forma do
art. 2, diga-se: interinos.
Seccilo II, diga-se : dos vice-presidentes.
Art. 28. Diga-se : o f vice presidente, ou em
sua falla o 2-, e o mais como esta.
Art. 29. Diga-se: os viceprasilentes.
a Art. 30. Supprima-se : occupa a presi-
dencia na falta do presidente o vice-presidente.
a Art 33. Substitutivo : cs dous secrelarios
supplentes, supprirao as faltas dos proprietarios,
ss podenlo o ser substituido pelo respectivo
supplente quando o 2' estiver ausento, e receberao
a porta do salao ns deputados, que de novo entra-
rem, e os acompanharao a mesa onde devem pres-
tar juramento.
a Na falta absoluta das supplentes, o presidente
podera chamar qaalquer deputado para substi-
tui-los.
Depois do art. 34, accrescente-se o seguinte :
Art.......Os secretarios, conforms a ordem
da sua votaciio, substituirao ao presidente na falta
dos vice-presidentes.
a Art. 44 Diga-se : vice-presidentes.
Art. 46. Substitutivo : o 1 e 2 secretarios
serao eleitos ceparadameote, da mesraa forma por
que o sao o presidente e vice-presidente.
a Art. 47. Substitutivo : os que se seguirem na
ordem da votacao aos secretarios, serao os seus
supplent-s.
Art. 48. Suppriraam-se as palavras de uns
e outros.
a Art. 71. Suppnmam-se as palavras: desde
sera ate o iim do artigo, e diga-se : proceder se-
ha a votacao, preeedendo discussaa.
Art 123. Accrescente-se depois delle o
guinte :
Art.......NUnca principiara a discussao de
qualqaer projecto, de cada um de seus artigos cu
de qualquer materia em geral, senao por irapug-
nacao. Dr. Manoel do Rego.
a Art I* Em lugar de dez horas, diga-se
onze.
a Art. 2a. Depois da palavra se votar ,
accrescent* se : excepta nas eleicoes que se fazera
por escrutinio secreto ; o raais como no artigo.
Supprima-se o art. 9."
a Art 71. Depois das palavras e por seis na
terceira subslitua-se o resto do arligo pelo se
guinte : sera discutido e3pecialmente; flcando sus-
p nsa a discussao.........a qual continuara se
o adiamenlo nio for approvado.
Art. 105. Depais da palavra rejeicSo
accrescente-se : devendo ser os pareceres discuti-
dos conjunctamente com os projectos a que se re-
ferirem ; o mais como no arligo.
a Supprima-se o art. 191.
t Art. 179. Km lugar de ao prefeito di-
ga se : a autoridade competente.
0 art. 3* dos additivos approvados em 25 de
abril de 184-a lica substitaido pelo seguinte :
< Art........Os emolumentos farac parte da
receita provincial, e serio pagos na thesourirh,
mediante guia passada pelo official maior. Gon-
calves Ferreira.
Art......No caso de morte do deputado, op-
cao para outro dislricto, ou ptrda do sea lugar
por qualquer motivo, se comraunicara ao governo
para que mande proceder a nova eleicao no res-
pective-districto.
Art. 0 projecto, sobre o qual a commissao a
quem houver sido enviado, nao der parecer dsntro
de quinze dias, podera entrar na ordem dos traba-
lhos, se assim resolver a assemblea.
t Art. Sao considerados urgentes para inter-
romperem a ordem do dia, independente de vota-
cao, os pareceres de commissao e indicacoes que
teuham por Um a admissao de doputados, cuja elei-
cao ja tenha sido approvada, sendo logo reraettidas
taes indicates oa diplomas a commissao de pode-
res e immediatamente discutidos os respectivos pa-
receres.
js Art._ Na terceira discussao dos orcamentos,
nao serao admittidas emendas creando despezas.
No caso de ja acbarem-se creadas, podera ser aug-
raentadas, diminuidas ou suppnmidas.
Art. Os projectos de lei nao sanccionados se-
rSo enviados a commissao de constituicao e pode-
res para sobre cada um delles interpor parecer.
Este, depois de lido e o projecto a que se referir,
serao impresses no jornal da casa e dados para or-
dem do dia, atim de serem discutidos conjuncta-
mente em uma so dsscassSo, nao se admittindo
emendas.
t Art. Nenhum artigo do regimento sera altera-
do ou supprimido, senao em virtude de indicacao
sobre a qual haja emittido o parecer a commissao
de policia.
t Nao serio admittidas nas lei3 do orcamento
provincial e municipal emendas sobre abates, in-
demnisacdes e reraissoes de dividas sem que te-
nhara sido primeiramente iniciadas em projectos
especiaes, adoptados em Ires discussoes. Gon-
calves Ferreira.
t Substitutivo do art. 135. Todas as qaestSes
de ordem, que occorrerem durante a sessao de ca-
da dia, serao decididas pelo presidente, e taes de-
cisoes continuarao a vigorar ale que a requeri-
mento de qualqaer deputado e em outra occasiao
a assemblea o deeida definitivamente.
Capitulo II.
c Do juramento e posse do presidente oa vice-
presidente da provincia.
< Art 33. Achando-se reunida a assembiea le-
gislativa provincial, e devendo prestar juramento
nas maos do sea presidente, na forma do art. 10
da lei n. 38 de 3 de outnbro de 1834, o presiden-
to que for nomeado para esta provincia, oa vice-
presuleme, conrocado para assumir saa adminis-
tracao, e qae ainda nio estja juramentado, deve-
ra am ou outro remetter a mesma assemblea, por
iutermeJio do secretario, a earta imperial de
sua nomeacao, afim de que se designe o dia e ho-
ra em que deve comparecer para o dito fim.
Art. 34. Comparecenlo o presidente -(ou vi-
ce-presidente) no dia e hora marcado, sera rece-
bido com as mesmas formalidad s determinadas
para o presidmte da provincia, no acto da instal
lacio da assemblea) e tomara assents a direiia do
presidente da mesma, e em cadeira igual.
a Art. 35. Immediatamente lera o 1 secretario
a carta imperial de sua nomeacio, e depois pres
tara o dito presidente o seu juramento e tomara
posse do cargo, do que se lavrara no livro para
isso destinado, um termo, o qua), depois de Kdo
e approvado, sera assignado pelb presidente (ou
vice-presidente) da provincia, ao lado esquerdo
f Art. 8." Supprimam-se as palavras, desde que Jdo livro, pela mesa, ao direito,'e indislinclamente,
j ate secretario ilusncive. I pelos deputados
presenter
Art. 36. Retirando se em seguidao presidente
(ou vice-presidente) da provincia com as-mesmas
formalid .des do recebimento, o secretario offl-
ciara as camaras municipaes da provincia, com-
munieando-lbes o dia em que o presidente da as-
semblea deferio juramento e posse do cargo de
presidente da provincia a F, afim de que a fa-
cam publicar por editaes nos seas respectivos
manicipios.
Capitulo III.
Do modo de praticar-se quando o presidente
da provincia recusa sanccie as leis que lhe sio
enviadas.
Art. 37. As leis devolvidas a assemblea pro-
vincial, a que tenha o presidente da provincia,
segundo o art. 15 do acto addicional, negado saa
sanccao, serao hdas pelo 1 secretario, assim como
as razoes da nio sanccJo, e em seguida reraet-
tidas a uma commissao especial de cinco mera-
bros. nomeada pela assemblea, afim de examinar
as ditas raz5es e dar o seu pirecer a respeito.
Art 38. Apresentado o^parecer, sera dado para
ordem do dia seguinte, e discutido como os de-
mais pareceres.
Art. 39. Se a nio sanccao liver sido absoluta,
e o parecer se confarraar com as razoes do pre-
sidente, concluindo qae nao entre raais em dis-
cussao a lei, e fdr approvado, devera o 1* secre-
tario com nunicalo ao presidente da provincia,
por intermedio de seu secretario.
Art. 40. Porem, se o parecer for rejeilado ou
adoptado, no caso de que opine pela approvacSo
da lei, Ul e qual, sera esta subraettida a ama
unica discussao.
a Art. 41 Do mesmo modo se procedera sem-
pre qae, tendo sido propostas pelo presidente em
suas razdes modiflcacdes a lei, entender naa obs-
tante a commissao em sen pare.-er qae deve a
mesma ser adoptada tal e qual.
t Art. 42. Encerrada a discussio, o presilente
da assemblea pora a votos se a lei deve ser adop-
tada tal e qual, apezar das razSas apresentadas
pelo presidente da provincia, so podendo serlhes
reenviada no caso de ser approvada por doas
lercos dos membros presences, e, se assim nio
acontecer, nio podera ser nov.mente apresentada
na mesma sessao; o *esultado se communicari
ao presidente, oa forma do art. 39.
< Art. 43. Quando a commissao entender que
sao aceilaveis as alteracoes indicadas pelo pre-
sidente da provincia, nas razoes da nio sanccao,
devera prooor em seu pare-or as emendas a fa-
zer-se de accordo com as mesmas, podendo outro-
sira ser admittidas na discussao deste qaaesqaer
outra- emeadas, que parecam mais conformes as
ditas razd is.
Art 44. Approvado o parecer com as emen-
das offerecidas, sera dada para a ordem do dia a
lei, a que o mesmo se refers, e snbmettida a uma
unica discussao, nio se admittindo, porem, novas
emendas.
An. 45. Terminada a discussao, o president*
da assemblea consultant a mesma se a lei deve
ser adoptada com as modificacoes feitas conform?
as razoes do presidente ; sendo resolvido negal
tivamente, consultara se deve ser adoptada ta-
qual havia sido confeccionada; era am!) as os
casos so se cqnsidarara approvada a lei, se for por
dous tercos dos membros presentes.
Art. 46. Se a lei for adoptada com as raodi-
licaeaes propostas, sera remeltida a commissao de
redaccao para redigi-la de novo, de accordo com
o vencido.
Art. 47. Em qualquer das hypotheses, depois
de approvada a lei pela assemblea, sera remeltida
ao presidente da provincia para sancciona la.
Art. 48. Se o presidente da provincia recusar
ainda sanccionar a lei que lhe fdr reenviada pela
assemblea, o seu presidente a mandara publicar
com a seguinte formula, sendo por elle assignada :
a A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco, em virtude do art. 19 do acto addicional
a constituicao do imperio, faz *aber aos habitan-
tes da mesraa provincia. que, tendo o presiden-
te da provincia negado por duas vezes a sna
san^eas ao presente acto legislativo, e julgan-
t do-o todavia util e vantajoso, tem decretrado a
a lei seguiote : (segue se a integra da lei). Mando
portanto a todas as autoridades, etc. Dr. Ma-
li noel do Rego.*
E' igualmente lido, apoiado e fica tambem reser-
vado para entrar depois em discussao um additivo
offerecido pelo Sr. Manor-I do Rego, regnlando a
forma do processo dos magistrados perante a as-
semblea provincial como tribunal de justici.
O Sr. liaspar de Drummond :
( Nio devolveu seu discurso.)
Ninguem raais pedindo a palavra, encerra-se a
discussao, e procedendo-se a votacio, e approvada
a 1* parte da emenda do Sr. Manoel do Rego,
sendo rejeitada a 2*.
Vein a mesa, 6 lido, apoiad > e posto em discos-
sio o seguinte requerimento: .
Requeiro que se noraeie uma commissao de
cinco membros, a quem so encarregae de exami-
nar e dar parecer sobre os additivos que estabe-
Jecem a forma de processos dos magistrados, con-
tiouando separadamente a discussao da reforma
do regimento. G. de Drummond. >
O Sr. Manoel do Rego : Sr. presidente,
desejana dar o meu voto ao requerimento do no-
ore deputado pelo 3 dislricto, mas sinto nao poder
fazel-o, porque me parece que elle infringe clara-
mente a disposicio do art. 191 do regimento, qua
diz expressaraente que qualqaer proposicio oa
indica;ao, para que sejam reformadosoa aaditados
alguns artigos do regimento, deve ir a commissao
da mesa, que interpora o seu parecer.
0 Sa. Nascimknto Portella : E' por isso qae
ja disse que a commissao de policia e a compe- x
tente.
0 Sr. Manoel do Rego : Portanto, acho qae
a commissao de policia e a unica competente, em
face do art. 191 do regimento, para emittir parecer
sobre qnalqner artigo additivo ao regimento.
0 Sr. Go.vcai.ves Ferreira : Quando a casa
nio deliberar que seja nomeada ama commissao "4
especial, attendendo a gravidade do assnmpto.
0 Sr. Manoel do Rego : Isto e que nio sei
se a casa pode fazer era face do artigo 191 do
regimento ; mas como pode haver precedentes,
com elles 30 tem jnsiificado a infraccao do regi-
mento, talvez seja isto possivel. Eu, como quero
one se curapra exactamenta a lei, venho apenas
fundamentar o meu voto contra o requerimento.
0 Sr. Goncalves Ferreira da um aparte.
0 Sr. Manoel do Rego : 0 art. 191 diz qua
deve ser a commissao de policia, e nao podemos
iofringil-o.
E' esta a minha opiniao : quem tiver menos
escropulos, vote como entender.
A' vista do que tenho exposio, entendo qne a
casa deve votar contaa o requerimento apre-
sentado.
0 Sr. ToLwmiio db Cabvalho : Justiflcoa
muito bem o seu voto.
Encerrada a discussao e procedendo-se i vota-
cao, e o requerimento approvado.
Entra em discussao o art 53 da indicacao,
que diz:
a Acreseeote-se stria puolicados no joroal
da casa os none* dos deputados qae nao compa-
recerem a sessao, ou qne comparecerem depois
da ehamada. a
Reconhecendo-se nio haver numero. fica a dis-
cussao adiada.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
^
mmmM i
i ill


M) de Pernambuco Qulnta feira 16 de Abril de 1874.
1/

/
Ada da reuniao em 4 de
PRESIDENCYJSOSR. F15BRUIH. rffflfiAll.
Ao meio o VSr. presidoaie eonvsda ao Sr.
J. Mello Regaf*ata:cupar o lugar do 1 scere-
tario, e ao Stv^iMplves .Ferreira para o de 2.",
e procedendo-ae.a chamada, verifiease esurem
presenlea os 5fs.>ctma meneiotiadds*,e roaisos Srs.
Uchda Cavatcanti'., Lacerda. e Pinto Pessoa, falun-
do os Srs. OUveira Andrade, Souia Leite, Arcga-
cin, Camboim, Travaaao do Arruda, Arwpla, flls-
cimento Portella, Otjwpio tfarijuaf, Pa**i. Pir-
mino do Novaes, Tm, Soar**, Tihfan io da Maga-
Ihaes, Manoel do Rego, IUlLs < Silva, Dowintos
Pinto, Dario CavalcaHte, GoBBJ Parent*. Atoiio
Paulino, TolentinoajiCariwIlii, Vieira de Me|o,
Cunha Cavalr io Bari)a|io, GacMr de
Drummond, G. Goodhn, Alipio Cd3, Amaral, Goes
43avatcante, FeHape *s Fi|ofr('.a,- pelo que *e
data o Sr. pmpfenteaao oaver sessao.
lift*.. *tt**F^*e5Ci,v B0 w
REVKTA DDlRIA.
\s*t-mbl<-a provincial. Hontem a as-
ofcla fuei men earn SK 8m. dopuudoe, sob a
presidencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvadas as acus de 13 e 14 do corrente, e
Sr. I* secreurio leu o seguinle expediente :
Cm offleio do *eer**riu do f/.verno da provio-
cia, remettenlo diversos creditca, supplementares
na importancia de 01:1798897, a iiBerettes ver-
bas do orcamento vigente.A' commissao de or-
camento provincial.
Petic.oes:
&t diversos coimnercian'es di?sta cidade, pedin-
do a revojriclp d;i lei n. 1,129 lie 2ii du juoho do
anno passaifo \' corrrrnissio di legislacao.
a irmandade de Nos*a Sentiora. do rergo, pe-
dinda prefereticia para a oxtratcao. de loterias
a' corsmissao 9e orpamento provincial.
Oe Augusto Cewr Fenian les Firas o Eviri Jaliaaode Sa, contratantes do r.iatadonro publico,
itelindo moliirc.icCijs no contrato.A* commissao
de Vgislac-li.
De Joao Mmoel.de Castro, empregado aposenta-
do da seer. Uria apo-emadoria. -A' coinmissilo de petioles
foi lido e approvado nm pareeer da commissao
de ordanados, em qua soliciu para atteader a pe-
licao de Satvadir Rarbalho Uchda Cavaleantc, por-
teiro repeetivo inspector.
Oatro da conimissio de instraccao publica, de
ferindo com nm projecto que vai a imprimir, a pe-
lifi'j de habitant* de Itarnbe, em gue pedera a
trrea^lo' de mais nma cadcira de instrnctao pri-
jnari'a para o sejeo feininino.
Foram jalffarios objectos de lelibrrarao, man-
dandose tamTteti rmprimir, doiis projectos: um
da commissao do insttuccao putilica, ceformando
a rastrnccap pabKea primaria e seenndarta; e
outre coucedeiid i ao artista Antonio liemve'aulo,
omo atuilio,.a quyntia de lrOOC'/OOO, por tempo
de ires annos, part estuJar na icademia das Bel-
las Artes, d.i Rio de Janeiro.
Foi em *e.guida apr rov ido um re jnerirmnto io
Sr. Mclt> Rego, pedrnfl) que se soHcrte diversas
-iof(irma;5es a respetto da quantidade de vmho des-
pacha^ e ncolhilo em armaiens alfandogalos
:m 1872 a 1873; quantos litros foram con ami-
dos n i provincia e quantos reexpnrtados.
Pa^anHo aorJcm do dia, continuou a discus-
sao d.is arligos additivos a initeai/ao para reforms
do rrgimnto da ajSmbhia, efiram discutidv v.ita l.t> diversos artig >s e e:nendas, orando o Sr.
Man>el do R'ig'i; ficand a discassSko arada adra-
d e levauta la a ses^ao por falta de numero para
vitar.
A orlem do dia para hi>je e: continuijao da
anteriiir.
*iituriiimip inci:H. Por portaria da
|)resideni;ia d.i provihria, de 4 do corrente, foi
exmeradb a seu pedid). ito luga>r de delejado de
jiolicia do termj do Olm la, o cida liio Francisco
SjfM- de Figifiredo CaXT"
iStipplenrka le Jnix municipnl. Por
purtaria da presileoflia di proviB'jra, de 13 do cor-
rente, foi declnrada sem eireilo a de 39 de dezem-
bri pr.iximo pass.'rdo, exonerando -a m,jor Fran-
cisco Vai lavMeante, do cargo d 2' supplentedo
juir. inoniv-ipal e de orpbiios do temo de Buiqoe.
K:n (ranssilo. I'a-saram hontom a bordo
tlo vapor iimericano Ontario: o general T. 0.
Osborn e o Sr. E. L. Back-r. aquelle ministro e
**te consul dos Estados Uni los da Ameriea do
5te, no Rio d.i Praia ; o agente de grande ira-
5ieo itjliano Salvini, que vein encarregado de con-
tr.uar Nwatros em PerntiaHuc) na Babia e no
Rio de Janeiro, para nellcs tisia, que aqui deve chegar nas principios de ju-
Iho proximo; e o Sr. Dr. tiuithenne Elis, nati-
ral da provincia da S. Paula, qua acatoa de formar-
se e;n direito na Universidado de Pensylvania (Phi-
ladelplii i), oblendo approvacao com (iistmocao na
defeia de theses.
i>i!iii->. -< is vapires brn-tileii- Mandahu
e americano Ontario trouseram |iara :
Antonio J-rto Fui lado & C. 10:900*00)
Joaqnini Jose Gmcalve- Beltnlo & Fi-
Iho
Perr.iira Viaa & C.
Mjgncl J'ise Alves
David Fl .ch
A. L de Oliveir.i Azpvado 4 C.
Jose Martins de Ca=tro
.lose RoJr.gues de Souza
-' ia i Ham .is Ov Machaito
Franeisea Mamas de Amorim
e Kclio i-itK-raiio.Kecehemos e agra-
deeemos (iacaHnaaate os 1* o 2' numeros do pe-
queno periodic, qofl S9 intitnla assim. Reconlie-
ce-se qu,e e uma teutativa, como elle proprio reza
em seu programma ; mas jul.'ando uiua teatati-
va que premium e^forcos decidilos ao lin que
mira, applaudim i-ia.
bispo. -Ohsequiaramn.is cem a remaisa,
de um exemplar desse poemeta do applaudido
poeta porluguez (}uilli^r:iio liraga. Entendemas
dispensado de reeoniraenla-lo ao publico, que em
grande pane o conhece e 0 fesleji.
E-Ia a veuda nas livrarias Industrial e A cade -
mica, i.'-u a ra; d> [lapgBdov n. 7i, aquella, a
do BarA" da Victoria n. 12.
ri scinnre i>uni4lo. Chegand) ao
conhecimento do.delegado da policia do Limoeiro.
que Luiz Jote de Sant'Aaaa, em dias de julao d i
anno proximo undo, alii assassinara por espanca-
mento, a um individuo de nome Antonio Uacbado,
e de anlooomasia Muduba, e qua consaguira en-
terra-lo escundidamente nas mall as do lugar Bom
^uccesso, do respi cUvo teraw, dirigio-e ao local
indicado, e procedendo a exhunwcio do.cadaver,
io competente exame a mais indt.gajoes a lespeito,
chegou a evidenoia de que assin. bavia acenleci-'
do; pelo que pros-jgae nos lerntcs da lei contra, o
<:riininoso.
Louvamos o zelo dessa autoridade. que tao bam
andon na pesqui^a de am crime, que licaria iupu-
ae so nao fdra o Lnteresse com que cumpre seus
deve res.
Canal de aesivst*. Sob a rubrica I'.irte
Giliri.il publicamos neje o parece:* do Sr. V. Foor-
nie, eugeoheiro chafe da rupariirao das obras pu-
blicas s.lire o estabeleeimento do eanal de dusvio
das aguas do ri > Capibaribe. Hecomuiendamos a
sna ieitura.
Asenela telegrapliica Hon-iicana.
Em viagem de regresso do Para para o Rio de
Janeiro, passou hontem aqui, a tordo do OiUario.
o Sr. Joao da Almeida, represenlante daquelia
a^encia ao norte do imperio.
Em sua missao, ja conheeida, c Sr. Jmo de Al-
meida consegnio das pracas eomraercjaes Jo Ma
ranhao e do Para, o que the nao foi tfoui\*-'.,jirr
ora obter defuutiyamenle da desti proviueia.
O que e de eerto, 8 qpe a erea^So da" agencia
felegraphica americana M. Goaie% de OU-reira,
l"')ii ja ser coqsilerada nma reajidade.
Louvamos o Bf/orco com que d Sr. Jjao de
Almeida tern concorrido para a conseeajao dc tao
momentoso e importante melhoramto.
I.ivo. Hi duas se'raanap, qh-i aao e" removi-
do"o lixo da ru'a do'Uospicjo, nSo obstante achar-
*e o mesmo depositado, segondo d costume, a
frepte das easas iaso porgue, quando alii appa-
recera as carro^as empfegadas erri tal servico, de
carregadai que estio, ja riada mais podem corn-
portar.
Se as carro^as sao poueas, seja angmeatado o
seu numero : o que nao podemos adrqittir'6 ijue
pv esselado tambeiii his seja reiame a Te^ato-
ria Recife Drainage.
Coterta.A que se aeha avsnda e a 96.* a
fcenefiu.o da igreja d Nossa Senbora da Piedade
de Sanio ArnaroV* goal corre oo dia 21.
Casa de deteucao.-Mowmento- da casa
de d'etenyio Io dia 14 de^brit de iSn
Existlara prasos 336, entraram I, eslstetn 3V0.
A saber :
Nacicnaes ,201, raa'.hejer 8, Biijrangeiros 2,
escraTos 53, escravas 5. Total 34).
Alimei^ados a custa dos cofres publicos 27*.
Passaselrosi. Chegados iJortos intermedios no vapor americano Ontario :
Alberto Forster Dumjja. Joaqaiai Augnsto da
Fonceca, Manoel J. (fAraalp Ganba, Santiago
Lambera, Simon Goncalves, Manoel Antonio.
Jose Arne, Peatagni J ao Jjsl>, FraatiaM aase-
8:989iK)
8:20040)0
5:363*000
4:0001000
2:33040U0
1:200*000
1:095*000
600*00)
251*000
Soares, .\n< i)io Vianna, Benjamin Mereira Franco.; a'gum iwsuo 4it agua, coatendo grandes propar
Sabidos para o sul no vaporGdjiuVi : (;0es te
Ndno Ferrfandes, Francisco Antonio de Carva-
mo, Antonio Floriaao do MeHo, Joao da Silw
Leite, Guilherrae Bapiista dos Santos, Jose Antonio
Pereira Gntrin, loao Rego Galvao, David Levi, Jose
Fencode Guamao IWiua, Manoel Jose Ribeiro,
Antonio de Otiveira Maia, Joao Bapiista Barretto-
e SUva, Carlos Jose de Medeiros, Djnaingos Antu
nes Pereira Braga, Gregorio Redoudo Villa
Nora.
Sahidos para o aotte ao wpor Ph-apama ;
Jose E. Xavkr da Lkna a 1 criado, Jose Bezer
ra Cavalcante de Albuquerque, Joaaaim Ferreira
da Cnaha, Jos6 Ferreira Pinto Guimariies, Jose da
Encaraar'ao Carlos de Almeida, Jose Ferreira
Braga. Antonio le a Gosta, Dr. santeim de
Assis Pereira Rocha, Felix Pereira da Silva, Re-
cbelem Belli in, F. Lissert, Domiogos, capitto, e '.
marinbeiros, Jose AntonioSegondo.SiaphronioGe
sar Rodrigues Braga, Jos6 Angusto Pereira de
Magalhaes o crisdo.
Cemiteriu puiilico -Obiiuario do dia 14
de abnl
Jo?e Maria da Cruz, braneo, Pernambaco, 70
annos, solteiro, Santo Ansonto; congestao cere-
bral.
Lniz, reeemnaseWe, 'braoco, Pernambuco, Santo
Antonio; convulsoes.
Felicia, preta, Pernambuco, 22 annos, solteira,
Recife; variolas.
Maria, preta, Afr'ca, 53 annos, solteira, Recife
variolas.
Ma-ioel, pardo, Pernanbuco, 8 dia?,. Santo An-
tonio ; espastno.
Laoaidas, braneo, Pernambuco, 2 meies, Recife;
variolas.
Beligiosa Gertrudes Maltis, branea, Italia, 29 an-
nos. Boa-Vista; as cite.
Leooilla, branea, Pernambuco, 1 anno, .Boa-Vis-
ta ; enterite aguda.
San ho, pardo, Pernambuco, 11 mezes, S. Jose;
denlicao.
Gregorie, escraw, preto, Pernambuco, 33 annos,
Boa Vista; catarrho.
Maria da Gonceicao, parda, Pernambuco, 48 an
nes, solteira, Boa-Vista, hopilal Pedro II ; ul
ceras.
U.n homem, ignora-se o nome, preto, ignora-se
a naturali Jade. Boa-Vista, hospital Pedro II; igao
rase a raolestia.
Manoel Francisco do Nascimento, bianco, Para
hyba, 74 annos, casado, Graca ; um ataque repen-
tino.
Pedro, braneo, Pernambnjo, 1 anno, S. Jose
gastro eolerife.
PARTE POLITICA
PARTIDO COXMKV:i:9ll
RECIFE, 16 DE AB1UL DE 1874.
IV
Oi ervstneeos potiticos.
E' tao variada a familia dos crustaceos, qoe
descrever tolas as suas especies, seria uma tarefa
por d .'inais rnfadonlia, e digna somenle dos Agas-
siz*, Milne Edouards e outms homens amantes
desta pane da historia natural.
Assim, pois, trataremo3 apenas d'aquellas espe
cies mais conbecidas em nossas plagas, mostrando
os pontos de mais perfeita harmonia entre clles e
os improvisados Uberaloes desta boa terra, desta
terra de verdadeirns mystificardos.
Entre os Crustacea, existe uma ordem que scien-
lilicamente se denomiua Decapodea, e que se sub-
divide em muitas especies.
Diz Buffon, que esia ordem se distingue por ter
a cabsea inHmameuto unida ao thorax, e coberta
por uma couraei calcirea.
Aesta grande ordem pertenoem os caranqueijos
e os guiamuns, e outras muitas especies que habi-
tant os terrenes humidos e,as margens dos rios.
Ha epocas e.n ijue a produccao destes crustaceos
e tao abundante que eiies invadem as nossas ha-
bitacoes. E' p >r esta razao que se explica o app.v
reciinento desses crustaceos mesmo em palacio :
dir-se-hia quo fdra um aborto da natureza em
epocas anorinaes.
Vel-os constiuirem os sens buraco.", e a manei-
ra desageitosa com que os fossam, bem denotava
que essa invasao seria temporaria.
Corria o auno de 1883, quando essa bicharia
tomou proporcoes gig.inlescas, a p^nlo de inva-
dir o palacio presidencial e ahi se alojar.
Na mesma epoca subio ao p >der o partido libe-
ral, porem, com bandeira bicolor; era uma fusao
de dous corpos acepbalos, Ban connexao de uni-
dade e pensamento. e portauto trazia comsigo o
germen da dissolucio, que mais tarde devia se
putrificar e cahir aos peiamt, para depois ser
aroortalhado nossa bandeira de farrapns.
A regiao presidencial tornou se eutio o cenlro
do3 rendez-vous, da bicharia e eutra e*ta se dis-
tiuguiam alguns bichai; >s mais ou menos imper
tigados, com foros de grandes politieos, pensado
res, philosophos e verdadeiros economistas, tado,
porem, em sentiio negative. Entre estes bichacos
um delles conseguio tomar conta do hastio de
marechal, allegando ser nm dos transfugas, e que,
por ter sjnytte azul, devia de re gel os.
Esses crustaceos passaram vida folgada e mila-
grosa, e em virtude de sua coostituioao physica,
tudo foi devastado em larga escala.
Uir-se-hia, que elles prewiam nao subir tad cedo
ao poder a que por isso cada um fazia por arranjar
a si e aos seus. Na verdade, e forija confessar que
nfu lia pollliofc, como a dos liberaes, debaixo de&M
ponio da vista, porque nao so se confraternisam
perfeitamente, como entre elles a uniao e a mais
completa (|ue se pode desejar.
Esses libei aloes quando estao fora do poder gri-
U'i pela lalu d i desenvolvi.nenlo material e mo-
ral do paiz, e pelas reioi maj, e so visam essas ne-
cessidades quanio se acliam assim apeados; po-
rem, apenas o gilgain, as sceaas se trocam, as
ideas liberaes morrem aspbyxiadas, pela theoria do
- oenha a nos ; a iaoprensa e enlao um autamalo;
a gritaria em prol do bem publico desapparece,
como que tocada por uma nraha inagica, e tudo
cammba n'um ostado de marasT.o, coma daoun-
cianlo que os negocios publicos >ao de difflcil di-
gesUo nes estomagos dessas crustaceos politieos.
Se assim nao fosse, o periodo em que a liga es-
teve no poder, seria uiui lisongeiro, porque entao
teria assignalado alguns lions servicos ao paiz.
Nada disso se obseryou, porque o tempo foi
pouco para os arranjos dos alilhadoj.
Apenas esses decantados liberalott foram apea
dos do poder, voitarani ao meson estribillio, com
as suas costumoiras alicanlinas, julgando assim
poderera ainda sednzir o povo, que mais aviswlo
qoe outr'ara, nao se deixa no todo levar por essas
pbrases bombasticas, pronnnciadas em torn cathe
dratico e que lUo sao Jirigidas nas pracas pu-
blics.
A parte da poso mais sensala, ja eoobeco esses
pelotiqueiros e escamoteadores politieos, porque
os verdadeiros iateresses do paiz e dos negocios
publicos, foram totalmema esquecidos pot. essas
liberalott quaado estiveram engolpbados no
poder.
Em uma das ultimas reunioes em que os pra-
dncianos cangregaraui o povo na praca publica,
e que um dos empertigados austaceos em voz
alti-sonante e em phrases bombastieas, o a-sulava
eoatra os jesuitas, um veterano politico e homem
do povo, que se aesa calejado de ouvjr tantas par
voices, disss era torn auaioristico eu bem U couke-
o itu-anjeira..t.........
Ora, se o povo mais avisado pela experiaacia
que tem desses crustaceos politieos, nao pode
nem dove receber essas eaerustacoes de que tern
sido vieliraa a sua fe pul.tiea ; o que esperame^es
alicanlineiros obter do povo no estado de perfeita
descreneaera qoe elto Tire ?
Para aqusilos que todo esta a gaoJiar e nada a
psrder, e e^so a main rotineiro e seJico que eom
raamraaqte ampregam as almas santas qua se
acaaru enyuatadas aos corpus dos Uberaloes pro
cinctaaes.
Quem aio oscnaliewr que os eomare.
0 lootoyo.
~~* T
oeucAtOEs a num.
----------\m '<
*ba-*teeiienta d'agoa 4 Cidade
da DsMrife
IV
Dwsemos, do artigo anterior que as geas que
nos foroece a eompaahia 8eberice sao de ijualidaT-
de duvidosa, e promattemos deinoastra lo com a
opinjao das antoHdades na nateria.
i Annuario das afiiai tk Frm(n, ptat a &|M
de 1&M, assim se expriajem Buiroa e Boade
a Salvo ra/as exoopeSes, as aguai qua cuotem
era dissolujao um poreao eolavaf de ..teria or-
Saniea se putriflcam depressa e adjuleaaj proprie-
ades prejudiciaes.
E' bem evideato que diarrheasdesynterias e ou--
Iras mole>tias agulas on chroiticas tern sido ends-
luioaawaMnleisraiiiiad's pelo use eontiuudo pji
inateria* orgaoicas :4terada, quer ent *~
peasao, resttado'fera de observances, que em igualdaHir
de circumstancias, qnaoto menos materias organi-
cas contem uma agua putavel, mellior ella e.
Ora, seguuifo *t princyias ahi eitabelaetdoc, nao
e p6ile contestar que a agua que recabemos nas
chafarizes desta oidade, e a qoe- e candiizida en
pennas para as casis particalaresaao praencae as
condicvoes de nma boa agua poiavel.
Os abuodautes residuos que ella deixa nos da-
positos, ou n*s vatilnas era qua e recolhida, mos-
train bem a grande imantida.ie de corpus estranhet
acarretados-em suspentio, alera dos que sao coa-
servados em dissolu ;ao e bebidos.
Nao sao somente parliculas ferraginosas, qoe se
precipitant no fuodo das vasilhas, quando a agua
eguardada e licaeaa-repouao por mais de viate e
quatro bor&s. Nesses residn-w pradoaiina exoes-
sivamente materia vegetal, que, segundo a opi-
aiao que aeabamos de- ertaf, fas a agua adqairir
propriedades prejudiciaes.
E nem e de esperar que outra eousa M de,
quando se altende a abundancia de vegetacio
aquaiica que ha ao aende do Praia, de modo que
as limpas qua contiuu'amente Ihe fazem, nao evi-
tam que uma grande quwitidade de materia orga-
nica exista na agua, ou em suspensao, ou dissol-
vida.
Nada e preieriveL diz um hygieni.-ia que le-
mos a vista, a essas aguas limpidas e frescas, co-
laidas de nascentes puras, atu-igadas soft a som-
bra do arvoras copadas; e se alias nverau sido
arejadas em sua viagem pela.caperfleie, do globo,
se Uverem dissolvido, no caminho que peroorraw,
peqaenas quaniidadea de carboaato de cal. ou'-re-
cerao ao estomago ura liquido beuelico, Ireteo e
agradavel, que, contribumd > para a saiide do
corpo, nao sera sent iuUueneia sobre. o bem estar
moral.
a Nao nos disse Seneca :
Meus sana in corpore saw f
Estara nestas condicoes. a agua que bebemos ?
Sabindo das na^centes, !oslisa-se ella a sombra
das arvoras, absorvendo ar, cm-seu peccurso, e
dissolvendo as pequeaas quaattdades de saes que
por ventura ex islam no terreno, a qua Ihe aug-
mentem as propriedades hygienieas ?
Nada disto. Ertcerrada" em um acude, famoso
viveiro de plaulas aquatieas, sobre cuja superlicie
dardejam os raios do sol tropical, passa d'ahi para
os cauos, e aqui cbega arrastando grande poreao
de ferro, para ser logo entregue ao consumo I
Em taes condicOes, poder-se-ba atsegurar que
tal agna deixe de ter fnfluencia, mars ou menos
perniciosa, iobra a saiide das pessoae que-a be-
bem ?
Nem nos illndamos com a transparaucia que
ella apreseiila.
t E' boje facto reconhecido, diz Freyeinet, que
as aguas mais lintpi las podara, toJavia, ser inuUo
iusaJubres, quando teens estado emcotUacto om
materias organicas em dec-jinposicao.
E' precisamente oquesedaoom as aguas do
acude d- Praia.
Para as classes abastadas, que podem ter em
suas casas apparelbos de filtrar, esses inoonve-
nientes, posto que nao desappareoam completa-
mente, diminnom motto, mormeote havendo depo
sitos em que a agua lique em quietacao e r '-
bendo ar.
Mas a classe pohre, que >' a mais numerosa, nao
dispondo dos mesmos meios, bebe e consome a
agua qual a recebe dos chafarizes, e, na maior
parte das familias, na mesma occasiao em que Ihe
chega a casa, sem a mais pequena demora, que
de" lugar, se quer, a fei rmgem precipiiar-se no fun-
do das vasilhas.
Accresce ainda que o uso que aqui se faz dos
canos de cliumbo para as pennas d'aguas das ca-
sas, nao derxa de ter graves inconvenienientes.
Quando as aguas carregadas de acido carbo-
nico, diz Tissanditr, (e as do Prata nao podem dei-
xar de estar nesta caso, pela grande quantida le de
materias organicas que coiitem) passam por canos
de chumbo, apoderam-se desta metal, e, tomadas
como bebidas, produzem colicas perigosas e do ef-
feitos algumas vezes mais fuaestos.n
Os resultados que tulo isto poda causar na saiide
publica, mixime com reiacaoas.pessoas do orga-
nisms dobihtado, nu de vida sedentaria, di-lo-nao
os homen' da scieocia. A estes calio occuparam-
se da materia. e despertarem a attencao dos pode-
res competentes.
Muitas vezes ouvimos o finado cirurgi-Io Silva
notar, que depois da remocao dos presos da anliga
cadeia para a casa de detsneao, onde elles licaram
em muito melbores condieoes hygienicas, am quar-
tos ventilados e enxulos, com raelhor alimentacao,
ha via proporcionalmente, maior numero de doen-
les na entermaria respectiva, principalmente de
ni )lcsiias cutaueas, o qua elle atlriouia aos canos
de chumbo, qua conduzem agua para as cel-
Iulas.
A questao, pois, de que nos tamos occupado i
muito seria.
0 abastecimenlo d'agua as cidades e assumpto
que sempre inereceu os maiorescuiJados dos go-
vernor, taut i natocanto a agua potaval, como
mesmo a que e empregada naj diversas industrias.
Qualquer quo seja o mister a que e!Ia seja dealt-
nada, cumpre exaiaiaa-la e conhecer-lhe as pro-
priedades.
a A presenca do carbonato de cal, diz ainda
Tissandier, e neeessario em uma agua potavel, o
as experiencias de Mr. Boussiogaull provam que
esta substancia concorre para o desenvolvimento
do systema ossozo.
Mas comoo excesso em tud) e permcioso, as
aguas chamalas calcureas, que contem grandes
luantidades de cal, sao improprias para a alimen-
taeioj
Tratandu do uso que dessas aguas se pode fazor
nas lavagens, limpeza das ruas, irrigafdes etc. etc.,
observa, quanto ao seu einprego nas caldeiras de
vapor :
As aguas calcareas dcixam um residuo abun-
dante que incustra as calit-iras eguarnece-as in-
ternamente de nma armaiuia resislenle e dura;
uma parade oa padra se forma assim sobre a pa-
rede metallica e a deieriora. Ella impede o calor
dj propagar-se da fornalha ao liquido interior, e o
metal da caldeira aiiiuge ao calor rubro, sem qiie
a agua, encerrada n'uma casca de padra, ponha-
se em cbulicao. Se o residua calcareo cbega en-
lao a quebrar-se, o liquido, ponJo-se era contacto
com a parede metallica, enlra violenlamenta em
ehulicio; lorrente* da vapor desprendido em um
espico, tornado estreito, desenvolvem bruscamen-
te uma forga expansiva enorme. e a caldeira vua
em pe laces, feriado do mo:te os operarios que a
circundam.8
Foi precisamente o que so deu no lamentavel
facto acoutecilo, ba cerca de 4 annos, no engeuho
Sa'gado, de Ipojuca, e quo lanto apavcrou os se-
nhores de eagennos quo servem-so de caldeiras de
vapor.
Muito sefallou eot3o naquelle acontecimenio.que
foi attribuido a diversas cadsas; Gzeram-se vis
torias e exames, mas ninguem lembrou-se de exa
min.tr a agua, com o que teriam cessadq as duvi
das e suspeitas que talvez ainla hoje pairem no
espirito do proprielario d'aquelle engenho.
Perdoe-nos o leifr esta peiuena digressSo.
Vollando de n jvo assumpto, exhortamos as au
loridadescom^leii's^ue naodeixem o servij)
do abastecimojito d'agua, object de maior impor-
tancia para esta cidade, correr como ai6 o pre-
sent*,
AuxiHe a assemblea provincial ao Exm. Sr.
cummendador. Lueena, a quern cabem mereciJos
louvores pela inieiaiiva que ja tomou na ma-
laria.
Se nenhuma medida lor tomaoa na present
sessao, nao pare S. Exc.; Sirsa-se d>i rapios qa,e
Ihe dio a lei e o contrato feito qu a comitanhia,
e va por diantfl.
Presto mais este servieo a terra que nos vio
aasc*r, e eeaeha-conliada a sua vjgiiaoie e iakti-
gavei aelividadV.
Qaerer e poder.
S. Exc. tern voniade firme, e poda fazer ura
grande beoefi;io aos 90 mii habitante* desta capi-
tal e se-js suburbios, que alteaoam-se de corpo e
espirito, a bati Jos pelo veneao leoto que estae ins
ensivelmente absorvendo.
E o presuieaie que cursr de seu bem e-tar e
puzer mao aegura em tamanlio raal. sera eoberto
de bencaos no dia em que todos pedarmos rapetir,
a acima citada maxima de Seneca:
Ment tano in corpore sann.
Recife 43 da abnl de 1874,
P. S.-n-Jaiionamoi artigos, quaado *imot nmaobra.cenle, que ao*
loraocea um aaiigo, na qual se aoosigaa maior.
caasflmo d'afwa am i,onde e Paris, de que o
meneionado na laheJ|a ijuejraasctevaiBas.
Serve esta circumst.vicia para exigir. e para
esta capilalmaiaf atwmidtititow -do qae o que
pen mos para eada i ndj wduo.
L cjoi.i.iif-i
DA
^ittlissiBU! TriBM^.
?tT^B 9*31
N,:-taff de insttHMMls educacao
da-ii(linas, sob a directoria ita<-(ifeina. Sra. D.
Wlo nena Jersey, e suas Exmas. irrnas D. Lande-
lina Jersey e D. Olindina Jersey, admittem-se edu-
te a pei
peza, e
e Italian^
ia, arithmpt'oa, hattaria jiaoo, aaa-
lesenho; tedaa especie de bordadoa,
principios da reugilo ehrisla No
belecimento falla-se si'imeate fran-
ativel o professorate do seo mas-
canda*
mais tut
ingles, fr:
sir; geo
c*. naasi
a os inel
interior
cez, eci
culino.
Uma reilu thartko.
Miliiares de pessoas consideram as pilulas ape-
ritivas como uma espacie de mediciaa que destr.6e
a.aua eSeU| |ta eoniiacao. Eai outap-
laaras, pia>fclrjW#lhPiMii8 paaosao que seja o
numero a tomar-se ao principio, clles ver-se-bao
obrigados para o Bm a tomar grandes fiises. Po-
hremas P>lu^r.#ssuJraJtt0te Bristol, formam
ttma grande^seepeW^*SlB-[farticular. A dose e
sempre modarada, sendo quatro pilulas o numero
usual para um adulto, e seis e a dose maior. 0
elleito que ellas produzem e permanente, e nao e
necessario o repetllas afim de te evitar recahida.
ParAa-prisap dajyanire, dores de eabeca nervo-
sas, desordens bifiosas, caleTrios e febres, incom-
modos do estonogn, debilrdade geral, cohcas, tire-
gularidades do systema feininino ; ellas consti-
taem nma eufa e^pecifiea. EHas e?tio mettidas
dentro de frasquinhos de vidro, e por isso a saa
b6a Kaservacao e duradoora em todos os cllmas.
Em todos os eases aggravados ou provenientes de
um estado iraputo do sangue, a salsaparrilha de
Bristol, deve ser tomada conjunctamente com as
pilulas.
COKSUUDO PAOVINCIAu
Rendimenio do dia 1 a 11. 54:239*330
de-n do dia 13 4:608*013
- i
UJi 58:867*313
JUNJA BOS C0tlftT6ReS
Praeada Becife, 13 le aUail
de 1894.
AS'3 HORAS DA TARDE.
C0TAQ0E8 OFFICtARS..
Algodao de sorte 74809 por 15 kilos, hontem.
Algodao de Macao 4* sorte 7*900 por 15kilos,
bontetn.
Assnoar brnto bom 1*600 por 15 kilos, hontem.
Couros salgados seccos 351 re. o kilo, hontem.
Cambio sebre Condres a DO d|v. 26 1*000 bancario, hontem.
Dito sobre dito a 99 dfv. 26. l|8, a u\ibanoO'26
d. por 1*000.
B. de VasconeoUos
Presideute.
A. P. deLemos
secretario.
tMJjhWjnaa.
Ke^dituenlodo du 1 a 11 .
dm do dt) 15. .
432.035*296
32:636*898
Uii:672*18t
Deacarrsgara hoje 16 da abril: de 187b.
j|Vapor inglez Fire Queen .(ulracado) inerca-
dorias para alfandega.
Barca inglezaJureola(alracada) maroadorias
|i a ra alfandega, e machioismo para o tra-
picbe (Gonceicao, para despachar.
Briguo porluguet Bella Figuetrense pedraa
Iiara (i trapiche Gonceicao, para deepa-
chaq.
Galera portugaeza Lisboa pedraspara o tra-
piche Conceicao, para daspacbar.
Hrigaefransez Mines de Sownachs h. 2 mate-
riaes para a empresa da companhia Io-
comotora, ja despachados, paca o caes 23
de Novembro.
Barca franceza Inlrepide Corse fexro e ma-
chiojstno ja despachadoj para o caes d >
Apollo.
Patacho inglez \V. A. Henry -fannha ja despa-
chada para o caes do Apollo.
Vapor nacienal Alaadaltu' genaros naoioaaes
para o trapicne da companbia peinam-
bucana.
fiisportacSo.
Vapor araericapo Ontario, entrado de New--
York em 13 do corrente e consignado a Henry
fljrster c\ C, raanifestou :
Carga de New-York.
Jornaes 2 ctixas a De Lailhacar & C.
Panno de algodao azul 10 caixas a Browa
Thonsoa & C, 10 a Keller & C.
Carga de S. Thomaz.
Charutos 2 caixas a Brown Thonson &. C, 2 a
Keller & C, la D. P. Wild & G.
Vapor nacional Mandahu, entralo do Aracajii
na mesma d.-.ta e consigaado a companhia per-
nambucana, manifestou :
Algodao 238 saccas a Miguel Jose Alves, 31_a
Doiningos da S Torres. Arroz de casca 32 a Joao
"araos ca; Machado. Assucar 300 saccos a Miguel
Jose Alves.
Barricas vazias 102 a Pereira Vianna & C.
Mil ho 308 saccos a Joao Ramos & Machado, 66
a Francisco Goncalves Torres, 50 a ordem.
Patacho hespanhol Joven Elisa, entrado do
Rio Grande do Snl na mesma data e consignado
Pereira Carneiro & C, manifestou :
Bagres seccos 2,000.
Couros seccos 40,
Xarque S9,540 klos.tndoai a ordem.
dpa;ho^ DE EXPORTACAO NO DIA 14 OB
ABRIL DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na barca ingleza Margireth, pira Liverpool,
carregou Plate, Neesea & C. 160 ac:as com
11,542 kilos de algodao.
No vapor francez V. de Rio de Janeiro, para
o Havre, carregou : J- D. Carneiro Monteiro 1
caixa com 30Jc.1js de dope.
Na barca fiaaieza Granville, para t Havre,
carregou : H. 4 Labille .220 saccas com 16,768 Ir2
kilos de algodao.
Na barca poriugueza Josephina, para Lisboa,
carregou : J. A. da Fonseca 20 saecos con 1,500
kilos de assucar braneo; F. R. Pinto Guimaraes
234 ditos com 19,030 ditos de dito mascavad.o.
Na barca portugueza Victoria, para Lisboa,
carregou : A. Loyo 372 couros salgados com
4,461 kilos.
No brigue portugqez Flonnda, para o Porto,
carregou : T. A. Fonseia & C. 130 saccos com
11,230 kilos de assucar mascavado e 351 volumes
com 26,292 ditos de dito braneo.
No brigue argeniino Volante, para o Rio da
Prata, carregou: Amorim Irmaos & C. 450 bar-
ricas com 37,865 kilos de asaocar braneo.
Para ct portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho per-
tuguez .-laVfinu, carregou : P. Vianna & C. 50
saccos com 3,730 kilos de assucar braneo.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
sileiro Graca, carregou : Amorim Irmios & C.
300 barricas com 27,899 kilos de assucar braneo.
Para o Rio Grande do Sul,,no navio nacional
Amelia, carregou : J. R. Ferreira 179 barricas
com 15,335 kilos de assucar braneo.
Para o Rio Grande do Sol, no navio nacional
Alianca, carregpo,: M. L. Paes Barreto 300 bar-
ricas com 3.3,229 kilos do .ssnear braneo.
Para.Q Rio de Janeiro, na barca portugueza
Peliz Dnlao, carregou : A. Cordeiro 757 saccos
com 58,775* kilos de assucar braaco.
Para Granja, no vapor nacional Pirapama,
carregou : C J. Vianna 8 barricas com 527 kilos
de assacajp braneo e 5 barns com 480 litros de
aguardente; para Parahyba, J. G. de Bastos 15
barricas com 1,032 li** kilos de assucar braneo :
para o Ccara, Carpintfiro FTIho & Sohrhjho 30
dltas com 1^00 ditos da dito.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca E$-
trcUa io Xorte, earregpu : A J. Pereira da Cunha
6" fcaseos com 720 litros de aguardente.
CaPATAZIA D* ALFANDKGA
.teadimento d" di> 1 a li. 8.498*993
da* do dia 13 909*1.31
6-15.18
.'nmeira porta
af
9:468*il]
am
ifcioj
iMrftforl
riapica* C^ECetcap ...
alfandega :
No dia I a 14, ... .51
No dia 15....... 2
*o trapicDs G-'mcel^ac .
53
HCEBEDOg&llp^!iBSBnBm1!.
lendimenlo A) dia 1 a 14. 20:38&*|30
dem do du 4K ._ 1:711*850
22:125*5H0
RECIFE DRA1NAGU.
-tendimento do dia 1 a 14 20:496*710
Idem do dia 15...... 3:836*502
24:333*212
MAHITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indcmnisauora, estabelecidi
aesta praga, toma seguros maritimos sobn
aavios e sens, carregameiitos e contra fogx
era edilicios, mercadorias e mobiliaa: n
ma do Vigario n. 4, pavirnento terreo.
Augnsto F. tifflstito k (L
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'OIiveira & C, & rua dp Commercio as
42, enoarrega-se de execu^ao do ordeos
para erabarque de prodoctos de todos o-
mais negocios de commissSo, quer commer
ci*es, quer bancarios.
Deaoata lettras, e tomadioheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca a vista e a
jazo., & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobr-e o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fquld
& c, mabccard asdke tit c. e a. bl^cque,
vip.nal d c.
Hamburg*. Sobre os Srs. joao
SCHO BACK & FILH S.
Lisbon. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SBBASllAO JOS6 DE
KM.
Porto. Sobre o banco dniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercial
do para, e os Srs. francisco oaubencio da
COSTA & FILHOS.
llaranlitlo. Sobre o Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ccara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Bakia. Sobre os-Srs. wamnuos & c
Rio d Janeiro. Sobro o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRAS1LIENNE FRANQAISE.
compaiwiFalliai^a
stjguros maritiraos e terreb-
tres estabelecida na Bahi
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
iico maritimo em navio de vela e vapore
para dentro e fora do imperio, assim come
jontra fogo sobre predios> generos e fa
ofidas.
Agente : Joaquim Jose Gongalves Baltrio
va do Commercio n. 5, 1* andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos era mercadorias,
(retes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
juer natureza, em vapores, navios va ela oc
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 3.
Seguro conlra-fogo
CHE LIVERPOOL & LONBONA GLOr
INSURANCE COMPANY
.lgentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Capital,
fundo
de reserv8.
20,000 lOOOIWOt-
8,000:000900C
Agwtes,
Mills Latham AC.
RUA DA CRUZ N. 38.
nviMLnbiHL
Jorge Tasso
Sacca sobre este banco e suas agencia? oasse
guintes cidades e villas :
Portugal.
Animate
\nadia
Aros
Aveiro
Barca
Barcellos
Beja
Chaves
Coimbra
Coura
CovtH
El vas
Extremoz
Famali^'ao
Fara
Figneira
Guirda
Guimaraes
LagQ3
Laego
Fayal.
Lisboa
Melgajo
Mirandella
Moncao
Pena-fiel
I'iohel
Ponte do Lima
I'orte-mao
t'or-o
Prfvoa de Varzim
Tvw
Valensa
viuHo Conde
Villa Real
Vinhaes
Vizeu
Villa N. da Cerveira
Fanchal
Btnco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Bel trio & Filho sacam
por todos os-v.ipores sobre :
APdi.
Aguida, ,
?*
'elgaco
Caminha.
Maagualde.
Evora. Monsao.
Fate. Ovar.
Faro. Pcto-
Guards. Taiira.
Hafoa.
Vizep,
Valen.,
ViM*,*L
C^Mnraa ,(!#-. VUlia,
l.aslellu-Braneo,
Espozeade.
Oliveirade Azemeis.
Barrel
tfirapdaila.
Penafiel.
de Linhrtsa.
Pff+4r Varzim.
Vianna do Villa-fOTadePortimSo. Vilht-Xova'dQ Fajialicao.
VIHa-*) Conde.
Ina Uka. I
Madeira, S. jdiguat, J>aial e Terceira
iioviiinarro oa ?oriu
ISaviat enlrados no Ha Is.
Aracajii e escala -7 dias, vapor brasileiro Manda-
hu, de-222 toneladas, equipagem 17, carga al-
godao e outros generos ; a companhia pernam-
bucana.
New-York por S. Thomas e Para-22 dias. sendo
do ultimo porio 6 dias, vapor americano Onta-
rio, de 3,45! tone!ada9, coramandanle B. G. Slo-
cum, equipagem 79. carga difTerentes generos ;
a Henry Forster 4 C.
Ilha do Fayal, pescando165 dias, barca america-
na Pacific, de 341 toneladas, capitao Gelbert,
eqnipajrem 31, carga azeite ; ao mesmo eapifiro.
Veio refrescar e segaio para Bermuda.
Itapemarin-20 dias, patacho nacional Pelicano,
de 231 toneladas, capitao Manoel Bernardo Coe-
Iho, equipagem 10, carga madeira ; a Silva 4
Cascao.
Rio Grande do Snl31 dias, sura?ca bespanhcla
Joven Eliza, de 127 toneladas capitao Pla, equi-
pagem 9, carga carne ; a Pereira Carneiro & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Granja e portos intermeliosVapor nacional Pira-
pama, commandantc Silva, enrga diQerentes ge-
neros.
Tamandare e Rio Formoao. Vapor national Cu-
ruripe, commandante Silva, carga varjos ge-
neros.
Aracajii> e portos inteneedios. Vapor brasileiro
Gcquid, commandante Silra, carga varios ge-
neros.
Portos do iul. Vapor americano Ontario, co-
mandante Slocum, carga parte da que trouxe
dos portos do norte.
tDJTAES.
0 Dr. Pedro Camello Pessoa, juiz de direito da }.*
vara desta comarca do Recife, por S. M. o Impe-
rador, etc.
Faco saber que pelo Ezra, presidents do tribu-
nal da reiacao me foi comraunicado ter designado
o dia 27 de abril lo corrente anno, pelas 10 boras
da manha, para ter lugar a 2.* sessio ordinaria do
jury, que traba tiara em dias conseculivos : e bar
vendo hoje procedido o sorteio dos 48 jurados, one
tem de servir na mesma sessao, em conformjdada
do art. 328 do regularaento a. 120 de 31 Janeiro de
1842, foram sorteados e designados os cidadaos
seguintes :
Fregueiia do Recife.
Caetano da Costa Moreira.
Jo5o Xavier Ribeiro de Andrade.
Benjamin Ernesto Pereira da Silva.
Joaijuim Agripino Furtado de Mendonga.
Joao Jose de Lana Freire.
Dr. Murillo MenJes Vianna.
Joio Domingues da Cunha Lages.
Dr. Hermiro Cesar Coutinho.
Freguezia de Santo Antonio.
Pedro Goncalves de Arrnda.
Henrique Jose Alves Ferreira.
Dr. Jo6 Joaquim de Almeida Nobre.
Joao Ferreira Vitlela.
Joaquim Cardoso Ayres.
Antonio Jose Leal Keis.
Jos6 Antonio da Fonceca e Silva.
Joao Landelino Dornellas Camara.
Dr. Francisco de Paula Sales.
Joao Zeferino Rangel Sampaio.
Francisco Goncalves Rozas.
Joao Evangelista da Silva.
Freguezia da Boa'-Vista.
Manoel Jose de Almeida Soares.
Dr. Honorio Hermeto Correia de Brllo.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.
Thomaz Barreto Luiz de Barros-.
Antonio Jose de Moraes Sarraento.
Francisco Geraldo da Silva Barroso.
Carlos Joao de Souza Correia.
Fabricio Gomes Pedrosa.
Jose de Sa Leiiao.
Candido Jose da Siiva Guimaraes.
Joao Paulino Uarques.
Joao de Aquino Fonceca.
Ernesto Angusto d Atnayde.
Francisco Gomes da Silva Saraiva.
Henrique de Sa Leitao.
Sebastiao Jose Gomes Penna.
Flavio ferreira Catao.
Dr. Manoel de Siqueira Cavalcante.
Francisco Augusto de Araujo.
Joaquim de Gusmao Coelbo.
Freguezia de S. Jos6.
Jose dos Santos Lages.
Dr. Joaquim Goncalves Aleixo.
Freguezia da Graca.
Dr. Levino Pinto Brandao.
k^ Freguezia do Poco.
Dr. Manoel Jos6 Domingues Codeceira.
Dr. Balbino de Moraes Pinbeiro.
Freguezia dos Afogados.
Jose Odiion Jacome Pi res.
Manoel Caetano da Costa Espindola.
Barao de Nazareth.
A todos os quaas, e a cada um de per si, bem
como a todos os interessados em geral, se convida
para compareeerem na casa em que foi cadeia, na
sala do jury, tanto oo referido dia e uora, como
nos demais dias seguintes em quanto durar a ses-
sao, sob as penas da lei, se faltarera.
E para que chegue a noticfa a todos mandei
passar o presenie edital, que sera lido e afflxaio
nos Ingares mais publicos, e publicado pela im-
prensa, e tambem remetter iguaes aos respectivos
subdelegados para publica-los e mandar fazer as
notiQcacoes necessanas aos jurados, aos culpados
e testemunhas que se acham em seus districtos.
-Cidade do Recife, 15 de ab'ril de 1874.
Eu, Florencio Rodrigues de Miranda Franco, es-
crivao do jury, o escrevi.
Pedro Camello Pessoa.
0 procurador fiscal ioterino da thesouraria
provincial, declara aos contribuintes dos impostos
de vinte por % sobre estabelecimentos a cargo do
consulado provincial,que Ihes ncamarcado o prazn
improrogavel de 30 dias a contar da publicarao
dest*1. na conformidade da lei n. 891 artigo 53, para
solicitarem da sec^ao do conlencioso as respectivas
guias para pagamento de seus debitos, certos de
que se uao o fizerem dentro do prazo marcadc,
proceder-ee ha a cobrancajudicialmente, publican-
do se para isto a reiacao dos devedores abai>'"
transcripta.
Secjao do contencioso provincial de Pernamfm-
co, 31 de marco de 1874.
0 procurador fiscal ioterino.
Miguel Jose de Almeida Pernamjnico.
Relajao dos devedoros do ii.posto de 20 /q Q1"1
deixa ram de pagar seus debitos do anno linan-
ceiro de 1872 a 1873.
Rua do Marques de Olinda n. 47, An-
tonio Gomes da Costa e Silva, loja
de fazenda 130*800
Diia do Bom Jesus n. 21, Antonio
Francisco das Neves, botica 8TJT200
Dita diu n. 28, Andre Barbosa Soa-
res, taverva x 651400
Travessa do Vigario n. 3 A, -lutenio
Moreira Pinto, loja de Flandres 20/W
Rua do Vigario Tenorio n. 18, Anto-
nio Joao Gomes, armazera de ge-
neros 85l!t60
Diu Bispo Sardinha n. 3, Antonio
Ignacio Maniz, loja de raobilias 65*400
Dita Barreto de Meuezes n. 2, Ana-
cleto Jose de Mattos, uverna 6W400
Diu dos Burgos n. 11, Alfredo Prisco
Barbosa, deposito 431600
Diia da Moada n. 39, Antonio Alves
de Miranda Sobrinho, annasem de
generos 69*400
Diu do Caes da Companhia b. 6,
Antonio Bernardo Vas de Carva-
lbo, armazera de recolher 43diO00
Dita dita n. 10, Angelo BaptisU do
Nascimento, dito 283/iOt'
Praca da Assemblea tj. 1 B. Andrade
Saldanha & O, dito 43COt
Ra da Mtfre de Deos..l6, AUIolJlo
Fernan#fr.y*a^a-& fiofcrthtw. Jo-
ji de-ftawfla !OWO0O
DiU daBfisUuracao n. 8, AntoOlo
Hojeira Rels, deposito 9
Dita Domingcs TheotoBto. n. \% ^ nma
dito. tavwtu UOJ672
Oiu do vise.-nde RapArtcii n..,An-
top; iotop
9fJ|8rJ0
radorn, 83, Azevedo & timtMMt
a, taverna ISOfBOO
i wmiiii j
i
*
'
j


B*srf*> & Petmmmm 4Jii&&>fleira if'le-M de MM
3


fs
u

I
Novembro E, Ami
zanla
onto
Caes 22; As _______
Jose dos Rej?, loja do faza1
Rua l aettarce n. AidMde &
Mello, dtf
D'^aita^g,- Andre- DWaoc, dfta
Ditf|5^Te!caxias p. *, Antdbk)
de Souza Oliveira, dita le ferragens
DiU flita n. SI, Andre G au, dita de
relojootro
Oils do Cabaga n. 1 C, Antonio I)o-
rajngos de Lima, dita de miudezas
Dita do Barao da Vietorm n. \ Anto-
tonio dos Santos Oliveira, dita de
ferragens
Dita dita n. 36, Arrainio k C, dita de
chapeos
Itita dita n. 01 A, Antucio Casade-
mont, hotel
DiU EstreiU do Rosario n. 43, Ares-
tio & Eustaquio, loja de mobilia
DHa do Calabouco n. 40, Adriano da
Roeha Pereira, confeitaria
Dita da Paz n 5, Antonio da Costa
Almeida, taverna
Dtta de Paulibo Camara n_ 2, Anto-
Gomes de Mendonea & C., dita
Mr do Livramento n. 3*:, Almeida
topes & (1, dita
INtrao Visconde de Inhaiima n. 4,
Antero do MesquiU, loja de loupa
Dita dita n. W. Antonio fereira Ma-
galhaes, taverna
Dita dita d. 88, Antonio Nones Bei-
'rtO, depoeito
Travessa da ma da Praia n. 7, An-
dre Gordeiro Goelho Cratra, arma-
zem de cooros
Hua de Pedro Affonso n. 22, Antonio
Jose Mais Junior, dito de came.
Dita dita t. 98, Anlolio Jaciatho Ce-
sar, dito
Dita .N. Praia a. Antonio de Oli-
veira Freitas, dito de recolher
Dita dita u. 40 C, Antonio Je Barros
Rego, dito de algodao
Dita de Marciliu Bias n. 2, Anselmo
Jose de Carvalho, loja de Flandres
Dita Dita dita n. 33, Antonio Joaquim de
Campos 4 C, taverna
Dita do Marques do Herval n. 96,
Abel da Rocha Pereira, dita
Dita de Vidal do Negreiros n. 61,
Antonio Ribeiro de Andrade, loja
de ebarutos
Dita dita a. 68, Antonio E. de Lima,
taverna
Dita dita n. 21, Araorira & Souza,
idem
Dita dita n. 71, Antonio Jose de
Araates, dita
Dita Imperial n. 102, Antonio Joa-
quim Tmrti#iD de Tlello, dita
Dita dila n. 255, Agostiaho Antonio
de Souza, dita
Dita do Cabuga n. 74, herdeiros d
Antonio Moreira de Meudonca, sal-
gadoira
Dita da Imperatriz n 26, Araujo Li-
ma Dita dia n. 30, Araujo Braja & C,
dita
Dita Visconde de Pelotas n. 19, An-
tonio Pereira do Carvalho, taverna
DitadaUniao n. 32, Antonia Jose
Braga, dta
Dita Conde de Boa-Vista n. ft, An-
tonio Vicente Ferreira Torres, di-
ta
Dita do Gervasio Pires n. 54, Antonio
Joaquim de Souza Brito, taverna
Dita dita n. 45, Antonio Fernaades
da SilvaBeiris, padaria
2 becco da Travessa do PriDCipe, n.
2, Antonio Jose de Souza Carvalho,
taverna
Hua do Lima n. 32, Antonio Alves
da Costa Junior, idem
Dita do Luiz Rego n. 49, Antonio
Raposo Aluenar Junior, idem
Dita do Socego, n. 51, Antonio de
Souza Botelho, dila
Dita da Altraccao, n. 3 A, Antonio
Joso de Castro, dita
Dita Direita n. 80, Antonio J jaquim
Lopes de Carvalho, dita
Dita dita n. 9i, Antonio da Silva
Carreiro, loja de fazenha
Dita dita n. 29. Antonio Alves Villela
A C, depositos
Dita Nova de Santa Rita n. 35, An-
tonio Dias da Silva Cardeal, arma-
zem de madeiras
Dita dita n. 37, dito, dita
Dita dita n. 43, Antonio Cesar Marro-
quim, dito
Dita dita n. 68, Avila Irmaos & C,
dito
Dia dita n. 57, Antonio Francisco
Martins de Miranda, dito
Dita Imperial n. 2G2, Antonio de Mi-
rauda i astello Branco, taverna
Dila do Caboga n. 7, Almeida &
Duarte. loja de joias
Dita do Maquez d'Olinda n. 50 A.
Bernardo Pereira Azevedo Maia,
dita de miudezas
Dila do Vigario Tenorio n. 10 A,
Brnno & Giro, armazem de miu-
dezas
DiU do Araorim n. 6, Brito 4 Mattos,
dito de algodao
Dita da Companhia Pernambicana,
n. 2, Bellarmino do Rego Barros,
dito de recolher
DiU da Madre deDens n. 12, Bastos
& Lima, dito de generos
Dita dita n. 32, Bernardo Alves Bar-
bosa, dito
Dita do Dnque de Caxias n. 60 A,
Bento de Souza 4 C, loja de fa-
zenda
Dl.ia dil9 B4.diu C.oasi&s n o ,
Dita das Larangeiias n, 2, Brito &
Satoanha, deposito
Dita Estreita do Rjsario n. Id, Be-
.nedicto-Leal, loja de catjado
Dita do Livramento n. 19, Balthazar
Pinto de Gouveia, dita
Dita do Visconde de luhauma n. 25,
Beiraa & C, Uvema
Dita de Pedro Affonso n. II, Bento
da Silva Bosa, armazem de carne,
Dita dito n. 47, Beirao & Sobrinho,
padaria
Diu Nova da Praia n. 28, Bonifacio
Maximiano Mattos, armazem de
reeofeer
Dita da Madre de Deus n. 85, Bel-
larmino Sabino de Miranda, loja
de Flandre3
Dita do V. de Negreiros n. 105,
BernarJo Jose da Rocha, taverna
Dila-da Imperatriz u. 68, Bernardo
Pefeira Maia de Azevedo, loja de
miodezas
Dita do Viseoude Goranna n. 99,Ber-
nardo Fcrnandes & C, padaria
Dita do Commercio a. 6, Carrol 4 C,
deposito
Dita do Vigario Tenorio n. 12, Cor-
reia 4 Costa, taverna
Dita dos Burgos n. 49, Cruz No-
gueira, deposito
Dita do Barao da Victoria n S3, Cle-
meate Nunes Pacheco, taverna
Dita dito n, 61, Custodio Jos6 Perei-
ra, diu
Diudas Lnrangeiras n. tl, Costa &
Soare3, deposito
Travessa-da Matrix n. 2, Casimiro 4
C, loja At serigneiro
Rua da Madre de Dens n. 127, Cas-
tro & C, dita de Flandres
Dita de S. Miguel n. 68, Gaudido
Jose Magalhaes Soares, ttverna
DiU de Pedro Affbaso n, 37, Custo-
dio ^e Vmho -fWtoto, lojii de
Flantres
Travesea do CampeHo n. 1, Domingos
Ribeiro &miw?;'tto
Duarte 4 rnnio, ieposito
Diu da Nova'Pran n. 16, Diarte
Boifces da 8iWa, --aaaaftai'dd-re-
colfer
Dita da Wattre de Deus n.;!33, Dio-
nisib Hylario'idpes, Ibfa'de #ra
Dita de'Stfau Cidlia n. 47, Demin-
gos daGaafca Guimarttes, Uepo-
sito
DiU daCerapaofeiaPeraaaAaanan.
26,Sduardo Luiz deSqaeira, r-
maaem.de algedio
Traveesa rHa Bella n. 8, Es-tutis-
lao-AtigustoMaChado da Pan, U-
. 63/1400
130*800
130,4800
8732Q0
32*700
130*800
130*800
174*400
169*000
130*800
78*480
39*210
65*400
130*800
65*400
32*320
65*400
47*888
76*300
76*160
170*400
130J800
ereeo "Antonio
de fazenda
sa da Madre de Deus n
a 4 Filho, arnjaz.eia 4 ^en*-
ma*"*
que
conto
Madre 4e Dews n
AteMda.AC,4ilo
e do ApoHo a. W, Ferreira
atheus, deposito
Imperador a. 39, PraDdsco
Cories, loja de louca
ta n. 41, Francisco de Paula
leiro, botica
C&nt/trmar-se-ha.)
54*MO
36, Fer- -*i u a -jJv."4
4694W0
itfoo
03*40)
^Ifscripturario, servinlode
f VI Carlos JoSa de Sonza
Pernaaibuco,
Wc.
Cireular
LKerp.l. tt de narco de
'**>*W* deTagman A
AHMteigfx-dM'8cna, ,ao. nw wnun
ai=V, aagaaoi.palo-lntanaJ ao commerce e*io
arranjados, e retirados d>iWe trtbaBal.
O aW. aBnejie^a dhsaWjao da ^rmarfoi de-
yldamente anmmciado n* pzela oAJal.Fe oSr.
S. C- Bradshaw e unia peswa que tem direito de
14 de abri) de 1874
Chryssolito F. de
Engenheiro das o
PeM tnspecwm da trtTHttdega se faz pflWJeo, -.
ue So tendo sido etTectuada a venda das merca- ,*k?s W*** N M* ftarwood W.
oriai-aafll0
sido effectuada a venda d
Cr.*. Liv.
4eH
De ordem do Ir.-. Yen.*. ( ja poWico que
aquelles OObr.'. que naocoiiliB|j(iateQuva.pras
lacao do trimesJre de Janeiro a areo (jadem
sessao de 8 do corrente foram
e portanto suspensos de todas
ate que cumpram a prestacao
Seen-, da Sob.-, Loi.-. Cor.-. Ultfl Hp.\ 9
de abril de 1874. Er.-. Vnlg.-.
GUc.: Coelh.:
m paginasdiifflliw,.
Inunndade
.'. do .% SuHlo,
^ffr '.-------------
B!T?MS.
#aUr 4a. -jnassa.
78*916
130*800
52*320
52*320
32*700
65*400
78*480
31*392
49*70i
78*480
^ .mno ifMni'f >**
n. 145, se transfere a mesma venda para as 11 **SS5f
horas da manna do dia 18 do corrente, a porU
desu/reparticao.
Armatem n. 1
E II II 4 C N. 1. Cm a caixa vinda do Havre
no lugar francez Jtan Bapitite, decarregada
em 12 de fevereiro de 1873, e oopsignada a E.
A. Burle & C, coutendo 47 garrafas de vidro
escuro, com agua mineral ou artificial, pesando
70 kilos no valor do 42*000.
Armazem n. 2.
V S sem numero. lima porta de ferro para
fogao, vinda de Liverpool no patacho inglez
1'rtncess, descarragada em 9 de abril de 1873
e consignada a Won Sohston & C, pesando 6
kilos, no valor de 1*400.
Alfandega de Peraarabueo, 15 de abril fie 1874.
0 inspector,
F. A.4eC*rvit*kRei$.
4a aaaAfa famda de
anner,
an &
87*200
152*600
26*160
39*2iO
43*600
52*320
32*320
13*080
52*320
343008
36*624
39*210
263160
133080
52*320
*
1743400
65*400
65*400
65*400
104*640
143*880
lOdital Ei. 151.
Pela inspecloria da aifandega se faz publico que
as 11 boras da mauhi Uodia 18 do cwrente a perta
desu repartigao se ha de arremalar iivre de direi-
tosesujeita ao iraposto da oapatazia uma caixa
marca a, n 3,795, vinda de Liverpool no vapor tn
glez Studmt, descarregada era 2 de junho de 1873 e
coofigHadaa.E. A. da Sirveira, cotnendo uma laU
com glycerinia, pesando liquido legal 13 Jules;
um vidro com tanmo, pesando liquido legal jkW
grammas e um kilo de carbonato de magnesia,
avaliada por 112*932.
Aifandega de Pernambuco, 13 de abril de 1874.
0 Inspector,
F. A. de. Carvalho Bets.
Edital n. 149
Pela inspecloria desu aifandega se faz publico,
que as 11 horas da manha do dia 20 do corrente,
se ha de arrematar a poru desta repartigao, Ii-
vre de direitos, 112 kilos de oobre velho, no valor
official de 67*200.
Aifandega do Pernambuco, 15 de abril
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
BEREYS BUILDINGS, 'GEORGE STREET
Liverpool, Sj^jpafjo. de 18J4.
Pelo presente notifica-se que a sociedade ate
agora existente entre n6s, os abaixo assigoados,
Samuel Tugman & Syleilre Christovao Bradshaw,
negociantes desta praca,' com uscriptorio Bereys
Buildings, George Street, gyrando sob a razao so-
cial de Tugman & Bradshaw, flea diaaoivida de
commum accordo deade a data de 4 de dezembro
de 1873. Todas as djvldas perteneentes a dita fir-
ma serao pagas e recebidas pelo dila Sylvestro
Chrisiovio Bradshaw, o qoal continnari com o
mesmo negocio pela sua propria conta e debaixo
de seu proprio nome.
S. Tugman.
S. C. Bradshaw.
COMPAxNHIA PERNAMBUCANA
DE
Ware;aAo centeira a vapor.
De conformidade com o artigo 26 dos esUtutos
daaU companhia sao novanioule oonvocaios pa
Srs. accionistas a reuuirtmi-se em assemblea geral
no sobraJo da gerenciaao dia 18 do corrente, ao
melo dia, afim de procedisr-se a teitura 6ordato-
rio e as eteiedes da nova direclorja e-comoiissao
de contas, tu'do o (ju,', a falU de numero legal nan
p6de ter Iu,gar na reuniao havida a U do margo
proximo passado.
Recife, frde abril de 1874.
Thomas M. Connt*,
________________________tiereate tntentao.
Do
S. Jose do AKonln. Canvcnto do < anno
;o"prximo pas-
l a mesa geral
ntormidade com
convidaaos a
da urde, para
87*200
87*200
523*200
436*000
174*400
65*400
15251100
174*400
52*820
43*600
65*400
651400
109*000
117*720
78*480
32*700
32*320
-65*400
43^600
65*400
87*900
3S*7CX>i]
684400
130*800
53*320
51*920
63*400
18*312
52*320,
43#60O
*380
109*000
63*400
32*700
78*480
0 desembargador Franciseo d'Assis Olivei-
ra Maciel, official d imperial ordem da
Rosa, cavalLeiro da de Christo, o juiz
privativo de orphios e ausentes Ja cida-
de do Recife de Pernambuco e seu ter-
mo, por S. M. I., a quern Deus guar-
de, etc.
Fa^o saber aos que este virem e deile n'verem
conhecimento, que a requerimento do bacharel
Augusto Carlos Vaz de Ol'veira, curador do men-
teCapto, cidadio hespanhol, D. Narciso Francisco
de Vidal, vai ser vendido em hasta pablica, por
uma so oraga. finda a primeira deste juizo, o en-
genho moente e corrente denominado S. Matheus,
com lodos os seus edificios, casas, cercados, lo-
gradouros, terras, machinas, aguas correntes, sito
na freguezia de Gamelleira, do termo de Seri-
uhaem, coraarca do Rio Formoso, Iimita-se ao
none com terras S. Vicente e Amaragi d'Agua,
ao snl com terras Bom Suecesso e Garaelleira, ao
nascentecom os engenhos Viragao e S. Boa Ven
tura e ao poente com terras de Duas Barras, por
16:000*000 ; pertencente ao espolio daquelle n-
nado.
E para contar, raandei passar o presente, que
sera affixade nos iogares do costume.
Dado e passado sob meu signal o "sello ou valha
sem sello ex causa nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 31 de raarijo de 1874.
Eu Floriano Carrea de Brito, esrrivao, o fiz cs-
crever e subscrevi.
Francisco deAssis Oliveira Maciel.
Ao sello 300 reis, valha sem sello ex-caosa. Es-
tava sellada com uma estampilha de 400 reis, inu-
lilisada pelo escrivao do feitj, na forma do es-
tylo.
Nada mais se eontinha no dito traslado, extrahi-
do dos proprios autos, aos quaes ma reporto. Fiz
cscrever e assignei.
Recife, 31 de marco da 1874.
Floriano Correa de Brito.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que cm enmprimento da
jrdem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte deneminada Pao
Sangue sobre o rio Serinhaem, orcada em 9:570*,
pagosem apolices da divida provincial a juro de
7 por cento ao par.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
?5o comparecam na sala das sessoes da mesma
thesouraria no dia indicado acinu, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria proviucial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Victoriano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Claasulas especiaes para a arrematacao da ponte
denominada Pao Sangne sobre o rio Seri-
nhaem.
1." A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
eutada de conformidade com o orcamento e plaa-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:570*.
2.' 0 arrematante dara pnncipio a obra no pra-
zo de um mez e a concluira no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presta
coes iguaes a proporcao da tabella executada.
4.* Para tuda a mais que nao se achar especifi-
eado sera regulado pelo que dispoe o regulamento
de 31 dejulho de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magaihaes.
Victoriano J03e M. Palhares.
liSUBACOES.
SANTA CASA DA M1SERICORD1A DO
RECIFE.
Venda de predios
A Illma. junta administrativa desU SanU Casa,
devidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 Doras da terde do dia 26
do corrente, vende on permnta por apolices da
divida pablica os seguintes predios. perteneentes
ao legado de Joaquin da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do MaUos, metade do so-
najqyde 3 andares n. 17, por 5:600* ; becco do
brado' 3' parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
ma da Guia, sobrado de dons andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, nor
1:400*, sobrado de um andar n. 30, por 2.000*,
dito meia-agua por 500* ; rua dos Gnararapes,
easa terrea n. 65, por 1:100* ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrea n. 16, por 600*; Largo da Cam-
pi na> diu n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dito
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, diu n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secreuria da Saau Casa da Misericordia do
Raeife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza
SANTA CASA DA MtSfiRlCOKDIA DO
RKCH>.
A Biota, junta administrativa da santa casa d*
Miaericoraia do Recife, manda fazer publico qu*
oa sala de suas sessoes, no dia9deabal pe-
las 3 boras fa tarde, tem, de ser arremaudas a
quem mais vantagens offcrecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADF.
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. li.......201*000
Hua de Santa Rita.
Idem n. 32........25030CO
Idem n 34 ........2403000
Padre Fkn-iaoo.
Idem n. 49 .'.......207*000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. lift......362II5C0
Rua aa Alegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Veiha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henrijues.
idem n. 26........99*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da SenzaJla velha.
Gasa terrea a. 16.......109*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rna da Cruz
Sobrado n. 14 (feebado).....1:000*090
|Rua do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua d'is Larangeiras.
Casa terrea n. 17......361*000
Os pretendentes deverao apresenUr no acto ds
jrrematacao as suas fiangas, on comparecererr
icompanhados dos respectivos fiadores, devendc
pagaralem da renda, o premio da quantia eu
pie for seguro o predio que contiver esUbeleci
nento commercial, assim como o servico da lira
peza e prefos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
:ife, 17 de mar^o o de 1874.
0 escrivao
^^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
Nao se tendo rennido no dom
sado, numero legal de irmaos, |
afim de traur se da eleicao, de
o art 48 dos ettatutos, sao de/i
comparecer no Opnsistorio da
ifeiro 17 do corrente, pelas 6
dito Am.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 secretarlo,
________________Manoel Jose Luiz Ribeiro.
Hospitai milftar.
0 hospital miliUr desta provincia, conlrata com
quem melhor vantagem offerecer a fazenda na-
tional, para o trimestre que ha de Dodar em 30
de junlio,do>eorrente anno, os geaeros alimenti-
cms abaixe meneionados, para dietas dos doentes
e raeoes a> sens empref ados.
Arroz Mlogrammas.
Pan, idem.
Carne verde, idem.
Toncinho de Lisboa, idem.
Araruta, idem.
Che, idem
Portanto, quem quizer fuzer dito fornecimento,
apreseute suas propostas em carus fechalas na
secretaria deste hospiul, as 10 horas da mauhi
'o dia 17 do corrente ; advertindo qn* oa gee
ros sao de 1" qualidade, e que a carne deve ape-
na center a quinU piarte de osso no peso que se
pernr.
jBuspftal militar, 14 de abril de 1874.-0 escri
vao, Avelino Pereira da Cunha
Peu thesouraria provincial se faz publico
qne foram transfendas para o dia 16 de abril pro-
ximo vindouro as obras seguintes :
Obra dos reparos d* bo/nba n. 2 no 7 lanco da
eetrada de sul, orcada em 1:012*.
Obra dos reparos da coberta da casa de deten-
5aP, orcado em 1:478*.
Obra da bomba para o povoade dos Monies,
orcada cm 1:980*.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 30 de marco de 1874.
O omrial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
mb'. *'^u.- THlATRO
Fiax
mm LIMA PENANTE
Quinta-feira 16 de abril.
Beneficio da actriz
D. llni'ia Carolina.
Sexta rcpresenU'.-ao do drama em 6 actos :
mmm mm.
Conpafllh. Franceza de Navega
Rk) de Janeiro
Para e indicadb porto segne com poocos dias
dedemoraa barca iertogneza Felii Unido por
ter a maior parte de sen carregawepto engajado
s para o resto que Ihe fafta, trata se com os cea-'
eignatarios Joaquim Jose fconealvcs Beltrao d-fj.
sho, a rua do Commercio n. i.
~'
Porto por tisbea.
Pretende seguir para os referklos portos, com
poncos dias de demors, a barca portagoza JVoro
Sdencio, de primeira elasse, capltao Ferreira, por
ter a'lS*ior parle d*oa4;aVga)'pron)pia ; e para
a que Ihe nHa e passageiro*,' para oa quaes lam
bons commodos : trau-*e earn o >nsignaUrifls
Joaqu.m Jose Gon?alv>8 iMui^A^mb^ktmvdo
Commercio a. 5.
or
mensal entre o
Vavvre, JLtoawa, Pernambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(com buldeavao para o Rosario)
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
4 omiiiniKluittr A. I'lciio
E' esperado dos portos do =ul do dia 20 do cor-
rente em diante, segnindo depbis da Indi3penea\'el
demora para o Havre com escala por Lisbda.
\llliE WE S\NTOS
Ceiumaniliuitc I.cl'evre.
E' esperado da Europa do dia 20 do corrente
eradiante,segnindo depoisda indispensavel demo-
ra, para 03 portos do sul de sua escala ate o Rio
da Praia.
Para fretes, eneommendas e passageiro3: a tra-
ta r com
OS COXS1GNATARIOS
AUGUSTO F. DOUVEIRA 4 C.
12Rua doCommercioEntrada pela n*
do Torres.
iHosr
Agenie Dia^s
"-a-
PACIFIC STEAM
PANY
ROVAL MAIL STEAMER
PATAGONIA
Commandaiite C. t Brougb.
espera-se dos portos do sul ate o dia 10 de maio
e depois da demora do costume, seguira para
Lisboa, Bordeos e Liverpool, para onde recebera
passageiros, eneommendas, cargi e dinheiro a
frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rnwe A C.
14HUA DO COM.\Ii:itr.IO-li
DE
moveis, lougas, ouro, cbaj^s^dp^C^Je^-
teiras para sala e 1 piano .da finano, de
jacarayda-
do Marqnez
Terminara o espectaculo com a scena-comiea :
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife d Olinda.
e -Bekiibe.
De ordem do presidente da assemblea geral da
companhia acima sao convidados os accionistas
ara a sessao ordtaaria, que deve ter lugar no dia
2 do corrente mez segundo dispSe os estatntos,
afim de ouvir a exposicao demonstrativa apresen-
tada pela djrectoria em relacAo ao movimeolo da
companhia duranto os 6 mezes anteriores : a
reuniao tera lugar no dia acima as 2 horas da
Urde e no lugar do costume.
Recife, 14 de abril de 1874.
0 secretario,
Luiz Lopes Castello Branco
SDZANA.
ra o espectaculo com a see
0 Sr. Joaquim Sacrislao
represenlada pelo actor Lyra.
Principiara as 8 1|2 horas
A beneficiada pela primeira vez pede a protec-
cao do publico, cuja benevolencia e tao conhecida.
THETffiO
MIRII DBAHATICA
EMPREZA
IAMLA PGN\*NTE,
Sabbado 18 do corrente.
Penullima repre^entacao do lindo e apparatoso
drama-sacre em 12 qnadTos e 1 epilogo :
Santa Clolilde.
RAIMA D FfRANCA
Principiara as 8 horas.
CMFAHU
.DE
MWTADA
Maceid, Pcnedo, Arucaju
e Blahia.
E' esperado ate o dia 22 do corrente o vapor
Gasluo de Orleans, o qual seguira para os por-
tos acima no dia seguinto ao de sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dulieiro a frete.
Agentes.
Antoaio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________57Rua do Bom Jesus -57
Lisl) va ? Porto
Vai sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Recebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Soares, rua do Torres n. ?0.
A'* -5 1|9 horas da tarde
do drama
0 admidistrador da recebedoria de
rendas internas geraes avisa aos contribuin-
tes do imposto-aolwe industries e-prolss6es,
que neste mez tie trbril que tem de ser
pago, awn mulla, o 2.* semestre do eierci-
cio do 187374, depoie do que seriipago
cem a multa de 6 */0.
Recebedoria de Peraanabuco, 7 de abril
de i874. j
_______Manoel Cameiro de Souza Lacerda
- Pela toeaooraria de fazenda se declara que o*
prazo marcado para o recolhimento das notas de
2^ eSO* da quarta estaaipa, sem deiconlo, finda-
se, para as prlmeiras em 31 de mato, e para as
Armazens da companhiaLper
nambucana.
Sognros contra o Togo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
jellentes e vastos armazens era seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
3ervacao das mercidorias depositadas, servico
prompto, precos medicos, etc,
Tambem recolhera, median te previo accordo, ex-
clusivamente os generos de nma s6 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaludos, isentos de
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, qua^acharao com qnem
tratar. '
0 Him. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 16 do cor-
rente mez, perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria se ha de arrematar, a quem por me-
nos fizer, o fornecimento de alimeniacaj e dietas
aos presoe pobres da- casa de detencao, no trimes-
tre de abril a junho vindouro, servindo de base a
arrematacao ospreeos das tabellas abaixo trans-
criptas:
-Dietas
N. 1 380.
N. 2 400.
N. 3 640.
N. 4 400.
N. 8 400.
Sera tambena ftirnecida aos presos ceia ma im-
porUncia de 120 rs em quanto esta orcada o al-
moco, e na mesma-pi aporcao.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelojornal.
Seeretaria da thesouraria. provincial de Per-
nambuco, 4 de abril de 1874.
0 official maior
Miguel Affonso Ferreira.
SANTA CLOTILDE
Bamlii! de Franca.
Terminara o specuculo com a muito applau-
dida comeiia em 1 acto :
0 ciixtwo da taverna.
Aviso.
A empreza tem a honra de participar ao res-
peitavel pdblico desta cidade que se acha em en-
saios para subir breveraente a scena o drama
historico, national, em 1 prologo e 4 actos, es-
cripto pelo-:Sr. Dr. Corte-Real, iutitulado :
Nunes Machado
ou
A heranea do condeiunado.
m* vm*iMS*
(OlIPWUll fPJIVmillKl
DE
NAVEGAglO A VAPOK
Portos do iiorte.
PARANA'
Commandante o capitao tenente
Antonio i. Teixeira.
E' esperadc dos portos do sul ate o dia 17 do
corrente e seguira para os do norte depois da demo
ra do costume.
Para carga, eneommendas, valores e paesagens,
trata se no escriptorio da agencia
\ 7-RUA DO VIGARIO-7
\ Pereira Vianna & C
Agentes.
.'>-
No primeiro andar do sobrado' da rui
da Olinda n 6i
ii 11 boras em not(to.
0 agente Dias, competentemeq't'i' autorUado,
veudera. em leilan, mobilias de iacaranda com
Umpos de pedra, diUs de amarelloi piano, secre-
taria, guarda-locea, commedaa, c*ias francezas
mesas elasticas de 3 e de 6 ta*aas,Tbercos, cadei-
ras avulsas, santuarios, cadeiras de balango, mar-
quezoes, marquezas, t mesa propria para advoga-
do, 1 cama de ferro para caaal, 1 tuileile de mog-
no, quartinheiras, cand.eiro a gaz, jarros, acPibos,
e mtutu's outros objectos de gosto. que MtaVpa-
tentes no acto do leilao.
Grande (eim
DE
pianos, mohilias de varias
madeiras e gostos, guarda
roupa, camas francezas,
ricos quadros (entre elleft
alguns sacros), lsantua-
rio, vasos de phantaeia pa-
ra cima de consolos, um
par de brincos, [com bri-
lhantes, um relogio de ou-
ro, com corrente, latas com
presunto, objectos deou-
ro e prata, relogios doal-
gibeira, de cima de mesa e
de parede, um lute de p s-
s ros cantadore, lanter-
ns s, louga para almocp e
jantare inlinidade de tras-
tes avulsos e objectos 4o
uso domestico, que ee tor-
na enfadonho especificar
Hoje
ao meio dia
NA
FEIRA SElVIANaL
16Rua di Isnperador-16
0 agente Martins vende-
ra, por conta de diversos, no
dia, hora e lugar acima, nao
so os objectos acima decla-
rados, como muitos outros
que estarao patentes no refe-
rido dia, ao correr do mar-
tello.
#ras mtofam.
A10 do corrente tera lugar na tepartieSo das
obras publicas, onde se acha o orcamento, a ar-
rematacao do ettcanatiento d'agui da foruleza do
Brnm, orcado em 645*816 : quem pretender,
apresenle suas proposus em earfrfechada, as 11
horas da manha do referido dia. Na mesma oc-
casiao davera ser arrematado o. material qne se
snbstituio na referida fortaleza, onde.pode ser sa-
minade.
Saato Antonio
wmnaauk
Sabbado '8 tie abril.
Ultima recila do drama :
Nuoes Machado,
Terminara o espectaculo com a represenUcao
da contedia em 1 aeto:
A SnamlHila.
Havera trem depois do espeeticulo ate Apipu-
009, tocando em todos os pantos.
Principiara as 8 1|2 horas.
Domingo 19 de abril.
A's ft 1|* horas da tarde.
i A' pedido o drama em 1 prologo e 3 actos :
Terminal* o espectaculo com a opereta em 1
aeto :
Sem fato e sem miva.
Na proxima semana a comedia drama em 3 ac-
ajtes, original brasileiro do actor Babia :
Pacific Steam Navigation Compiaj
ROYAL MAIL STEAMER
espera-se da Europa ate o dia 26 do corrente, ede
pois da demora do costume, seguira para Babia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para on'ie recebaaa
passageiros, eneommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tree boras da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
"Wilson Rnwoa C
14RUA DO COMMERCIO14
Comnnnliln llHaiijui MwrtlWnaS
Portnense.
EMPREZA DE NAVEGAQAO ENTRE PORTUGAL *0
BA&1L.
BARCA PORTUGUEZA
Este navio recebe caqja,e passageiros para Lia*
qda e Porto, devendo aahlr Jentro em poucos dial,
visto ja ter parte do ecu 'ceHagamento contra-
tado. *
Agentes eeensignataiios
JOSE' DA SlkVATOS&iffilLHO_____H

I
Para o indicado ;potto,..pratando seguir
com a poasivel beavhlad* o^paitabo portu-
guez AzmM/ra, por ter a-makir parte de seu
carragatnoato engajado e pyra o"festO' qaiaj
Ihe fa!*a, trata-5e com os coitfigoatariq|sl
Joaquim Jose rGNOcalves Beitrio 4 Filhq,
i rua do ComraarciQ d. 5.
Para o Porte.
Recebe carga e passageiros o patatho portuguei
Ltdador, qne pouca demora tera. Trata-se cam
E. R.aaHeUo-^fC, a-nu >l iKlWti c:^.
moveis, lou;as, Vidros, crystae3, 1 cofre prova de
fogo, 1 machina para cortar fumo e diversas
miudezas.
Hoje
as 11 h rasda mauha
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente PesUna fara leilao, por
conta e risco de quem perteneer, de 1 mobilia de
jacaranda, com Umpos de pedra, 1 diu de faia, 1
dita de amarello, 1 rico sautuario de jacaranda,
1 guarda-roupa de amarello, 1 guarda-vestido de
dito, 1 toilette de jacaranda, com Umpos de pe-
dra, 1 cotre inglez, prova de fogo, 1 macbina para
cortar fumo, diversas miudezas, 1 fraque de pan-
no azul, novo, marquezas, marquezSes, quarti -
nheiras, cabides, 1 mesa elastica de 6 taboas, -
dita de 3 taboas, cadeiras avnlsas, sofas de amaj
rello e outros muitos objectos que se acharao pa-
tentes no acto do leilao.
QUINTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
A'a 11 horas.
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
Pelo preposto do agente Pes-
tana.
?
moveis, objectos de ouro e
fazendas
SEXTA-FB1RA 17 DO CORRENTE
as 11 horas.
Sendo : 1 mobilia de jnnco, Idita de amarello, 1
piano de mogno, 1 grande cabide de amarello,
1 mesa elastica, camas francezas, marqnezoes,
marquezas avulsas, 1 secreuria de mogno, me-
sas para escriptorio, consolo, aparadores, cabi-
des, grande qua!itidade de objectos de ouro, lou-
ca, vidros e algumas fazendas, qne serao veit-
ailas pelo menor preco, para liquidar
pelo agente Martins.
No armazem da rua do Impe-
rador n. *8
A's 11 horas do dia.
DE
novels. On os enrystnea. laa-
ca, poNcHaaa, eaatair6s a aa-/.-
'>' de ouro e prata doPorto.
A saber :
Un>nlaJ6 forte de Pteyel, nma ex nobi-
uVdejaearaBda com 1 sofa, 1 jardineira, Scon-
solos com pedra, 4 cadeiras de brago, 12 da
guarntcao ; 2 cadeiras de balance, 3 candieiros a
gaz, 4 casticaes e manga? com pingentes, 4 Jarros


i-!
.
Dubo de Peraombuoo Quinta feira 16 de Abril de 1674.
finos para flores, tapetes, e esearradeiras.
Uma cama franceza de jac;>randa, 1 toilet, lea-
bide tambem do jacaranda, I lavatorio compedra
e espelbo, 1 excellente commoila de moguo,* guar-
da Testido, 1 marquezao.
1 mesa elastica para 21 pessoas, I .gnarda
loaca, 2 apparadores, 1 marqiieia, It cadeiras, 1
porla relogio, I apparelho de porcelana <>ara jan-
tar, 1 dito para cha, copos, calicos, cotnpoleiras,
garrafas de fino chrystal, 1 qoartinbeara, 1 lava-
Forio, I nwinho, fla.dre, pofe*, trem de cosinha
emuitcs outros accesorios le :asa de familia.
Dillereniet obras de ouro r praia do Porto," como
sejam : 2 aderec Iheres e I faqn SexAa-feira 19 correntc.
No f andar do *oimd run do
Livram<'"lo !% f
Antonio Ferreira Gomes tendo de facer nma via-
fem a Europa com sua familia, fara leilao, por in
terveoio do agenie Pinto, de tocios os oioveis e mais
objectos de casa de sua residencia a rua do Livrar
mento n. 50, sendo que dita casa desde ja pode se-
alooda.
O leilao pricipiara as 10 1/2 horas.
Leilao
DA
armacao e generos da taveroa sita a rua Imperial
n 232
Stoxta feira 19 do eorrcitte
A'S li HORAS DA MANHA
O preposto do agenle Pestana fara leil.l ->. por
conta e risco de quern percenter, da arma.vio e
generos da taverna >ita a rua Imperial n. 232, em
um ou mais lote<, a vontade dos compradores, ju-
rantindo-s a chave da casa; obalanco acha.>
em mio do referido preposto, sexta-feira 17 do
corrente, aa 11 turas da manna._____________
Leilao
DE
moveis, Iguqrs e vidros
Sabbado 18 do corrente
Rua do Vigario Thenorio, sobrado n. 12.
Uma roobilia antiga de jacaranda, composta de
I sofia, 1 mesa quadrada, com gavetas, 2 baneas,
18 cadeiras de goarnicao, I espelho grande, I par
de serpentmas de bronze, jarro; e tapetes.
Uma mobilia de amarello, com 1 sofa, 2 conso-
les, 1 mesa, 2 cadeiras de braco, 2 ditas de ba-
lance, 12 cadeiras de guarnicao, I cama de ar-
marjjo para casal, 1 eommoda de jacarada, dita
de amarello, mesa para jantar, cadeiras, '2 apara-
dores de amarello, mesas de pinlio, loupa para
jantar e aluoco, vidros e utros uioveisque esta-
rao pateates no actn do leilao.
O agente Pinbo Borges, autor isado, vendera em
leilao, por conta e risco de quern pertencer, os
moveis acima raeneionados, existentes .no sobrado
da ma do Vigario Thenorio n. 12.
O me>mo sobrado tendo de ir a leilao segunda-
feira 20 do corrente, os pretendenles poderao
aproveitar o referido dia para txamina-lo.
Sabbado 18 do corrente
LEILAO
DE
dous predios
SENDO:
Um a rua do Vigario Thenorio n. 12, em chao pro-
prio, cem duas frentes, 1 andar e sotea, com as
segnintes commodidades : 2 salas, 3 quartos so-
tea e cozinha, t grande armazem, o qaal esta
rendendo annualmeote 6003, uma casa terrea a
rua do Padre Nobrega u. 85, em chao proprio,
com as seguiDtes commodidades : uma sala, 1
quarto, cozinha e quintal, e.-tao livres e desemba-
racados de qualquer onus
SEGLNDA-FEIRA 20 DO CORRENTE
As II horas em ponto
No escriptorio da rua do Bom lesa- n. 53, primci-
ro andar, ondo tambem se podera dar esclare-
cimentos dos referidos predio?.
O agente Pinho Borge3 fara leilao, doi predios
acima declarados, por conta e risco de quem per-
tencer.
DA
armacao, generos e mais utensi.ios da taverna si-
ta a rua Imperial n. 153
TERCA-FEiRA 21 DO CORRENTE
A'S II HOHAS DA MANIL*
O preposto do agente Pe9tana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mais ulensilios da taverna sita a rua Im-
perial n. 153, em um ou mais Ides, a vontade dos
compradores : o balance acha se em mao do re-
ferido preposto para os pretendentes examina-
rero, terca-feira 21 do corrente, as II horas da
roanha, na referida taverna.
LEILAO
DO
Duke of Edinburgh
Vapor
.lio dia lOde abril
Agente Ferreira
\'o Part, na Ponlc de Pedras
vender-se-ha impreterivelmente por conta
de quem pertencer
O magnittco vapor inglez
A RODAS
Uukc (f Edinburgh
eonstruido em Aberdeen em 1870 em um dospri-
meiros estabelecinientos de le genero n'aquella
cidade.
Tem lit p^s de comprimento, 19 de bocea e 9 de
pontal, medindo 126 toneladas inglezas ou 162
fcrasileiras
E CARREGA "CERCA DE 7,000 ARROBAS
E' de ferro ajlidamente construido, tem boa
marcha e excellentes accommodacSes para passa-
geiros. Sua raachina e de forca de 60 cavallos
nominae9 on de 300 effectivos.
Este bello vaso quemuito sepresta para
conduce^ degado
e sobre tudo excellente rebocaclor, como tal ja co-
nbecido, e esta prompto a nj.vegar. 0 inventa-
rio sera annunciado alguns dias antes da venda
e pode desde ja ser visto em casa dos annun-
claotes, on a bordo do dito vapor que se acha
fuodeado defrontc da igreja de Santo Antonio.
0 vapor pode ser examinadc cm qualquer dia.
Para mais informacdes poderao
dirigir-Ne aos consignntarid*
Samuel G. Pond & G.
AVISOS DEBS0S
Villa do Bom Jardim.
No dia 3 do corrente fugio deste lugar o escra-
to de nome Matbeus, idade de 22 annos, bent
preto, altura regular, corpc tambem regular,
dentes perfeitos, feicoe9 grosseiras, tem varias es-
pinhas no rosto, os pes oao iao dos mais feios,
pernas flnas, pouca barba, ten os dtdos minimos
das maos encolhidos, que nao estiram bem como
os outros, fahante, mas nl> tem boa pronun-
cia, toca gaita, ja tem carreado, tern baatantes
raarcas de relho nas costaa. (tonduzio uma negra
iorra de nome Severina, nm laoto alta, secca do
corpo, idade de 38 a 40 annoa, am laoto apoucada
no fallar. Quem souber ju vir este negro, pegue
e traga o a esta villa na casa do Jose Loorenco Go-
mes Cabral, dono do dito escravo, qm sera re-
compenaado.
Precisa-se de batedores : na refinacao da
ma Direita n. 10.
LMHAS
E i
ACCCSSMWW i
*A*A
CORES
QUALQUBE
PAMVB
nx
Nacina
Com as 'fadsifica^oes que tem apparecido
DAS MACHIMS PARA COSTUB A
DE
SINGER
rue?
Nenhuma ma-
Porqi
CX)
X
chiaaSinger elegi-
g tima se nao levar
o
g esta marca fixa no
^ bra^o da machina.
Para evitar falst-
fi canoes notem-se g
bem todos os deta- c
S
Ihep ds- marca. ^5
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
, MACHINAS DE SINGER
Sao maisjfearatas.
Sao de doos pospontos.
SSo simples.
SSo rapidaf.
S4o duradouras.
MACHINAS DE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainham.
Franzem
Pregam tran^as.
Ma ream pregas.
Bordarrr de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENCIA
EM
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERABOR 45
BENEDICTINE
LICOR DOS MONGES BENEDICTINOS DA ABBADIA DE FECAMP
Este celebre licflr tao
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje era todas as
boas mezas, tanto no
Restaurante como do
jantar domestico; nos
grandes hoteis como nos g/g
saloes dos principes, por
isso e elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tacoes, cuja maior parte
de falsa provenencia.
Como termo final de
ga rant ir" aos consomma-
dores cuidadozos um
producto puro, exquisito
e essencialmente hygie-
nico, contra estas lalsi-
licacoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, a
I saude, damos retro o
nodeJo da garaffa e mais
acima o dos sellos e le-
treiros que envolvem o
verdadeiro licvr benedic-
tine.
OBSERVACAO IfflPORTANTE.
Recommendamos particularmenle ao publico em geral, o exi-
gir o ietreiro acima, qui 6 sempre potto no fundo das garaffas
desde o V de Outubro de 1872 que tem a assignatura de
A. LEGRAND aine, director geral.
H. B, Em tempos de epidemia o BENEDICTINO e nm preservative
oerto; nm grande nnmero da oelebrldades medioas tem dado o
certifies do bem formal.
Drpsiito (rral i A. LEGRAND aine. em Fvramp (Frantu ,
\. Deposito geral em Pernambuco, A. REGORD. Jm

GOALTAR SAPONINADO
DE LE BEUF
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
*aifU< extas hiMpitoe* de Perls relo. da Mrh.li mllittr franeeu.
Es! excellenta tonloo posts*'ana efleaeia TSrsadeirameste mwa*ilbou m ulcerat gangre-
nouu e escrofulosat, se* csecrw tdenttlot, no anthrax, na otorrhea purulent a, na oiena, no
crup, feridat petal armat de fg; enfemridadet do utero, etc, etc.
Emprega-se, meielade cem mail on mesot rui, em chnmacos, loc6e, isjeccSee, gargarismos.
Como dftefikito onliDario (uma eolberads da de chi n'um qoarlo de copo d'agaa) t muilo espe-
cialmeale fffleaz para pmtMkemr o bate, eaaar sjanflva* 4oeatce e torsar Grain at
dcaitc* Moarnadaa.
0 sen nso i moifto hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Uma naticia circumttaaciada rae earn cads (rasco. Exiga-.se a firma do inventor.
Fabrica em Bayonna {Franca), em cut de Sr. LB BEUF, Pharmacentico de' 1' claws.
Depositos: Parit,H, rua'Rann>ni; Pernambuco, A. REGORD, oads ts encontra tambem a
tManleln da dJeatrSa scatalde 1*> Beof para Cater a agua de Alcatrao, a asica preparacao coo-
eenirada a lilulada entesdo em li e alcatria tan ier altarado aem modiBcade.
DE
RBIST0L
Para a boaconserva^ao
DE
YOSSO CABELLO
f&tX&k
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pun
fica a massa do sangua, ^pelle para fdr EUe j um preventivo seguro e certo contr.
todas as materias e fezes vtciosas e impuras, a caivicg
regula todas as secretes, di vitalidade e Hle di e T^tauTa f ^^^ & p8Ue a,
energia a todos os orgaos e da for^a e ti- i cabeca
gor ao systema afim de peder melhor resis- Elle de p;ornplo faz cessar a queda prema-
tir a todos os ataques da enfermidade. E tura dos cabelles
pois este um rernedio constitutional. Elle FUedi grande riqueza de lustre aos ca-
nunca distroe aum do poder curar ; porem bellos
constantemerite assiste a natureza. Portanto EUe doma e faz preservar os cabellos, en
em todas as doengas constitucionaes eemto- qualquer forma ou p0siQao que se dese
das as molesttas locoes dependente d'um es- :e< n-um estado fom)OSo, liso e macio.
tadovicioso e imperfeito do systema em ge- EUe faz crescer os cabellos bastos e compri-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de e os>
Bristol e um remedio seguro e efficassissi- Ene conserva a pelle e o casco da cabeca
mo, possutndo mesumaveis e incontesteveis j iimpo e iivre de toda a specie de caspa
O mais poderoso e o mais agradaTel de todos os ferruginosos recom-
mendado pelos Professores e Coutores : Piorrt, Trousseau, Jobeut (he
Lambaui), Mal6ai6nb, Ricord, Nelaton, Cijassagnac e muitissimos outros
contra as molestias de coruumpcao, cloroiis, omlacdn, flora broncos, anemiu,
tuffocacdet, palpitacdes, rackitit, etc.

vrtudes
As curas milagrosas de
Kscrofulas,
' Ulceras,
i 'haas antisas,
ENFERMIDADES STPHILIiiGAS
ERYSIPELAS,
RilEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reiiome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, s5o t8o so-
mente devidas d
ONICA I. KG it IMA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
_______NA PHARMAQA CENTRAL_______
NDRT1HENT0
M E D ICIN A
Preparado por
Lanman & Kemd
para thi ii tea
toda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente j
escolhidodosme-
lhoresfigadosdes
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado cliimi-
calmente, e suas
valuaveispropri-1
edades conserva-
das com todo o'
cuidado, emtodo j
o frasco se garan-
teperfeitamen-'
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
aumexamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol.
em Cuba e foi,
pronunciado por!
elle
Elle previne os cabellos de se tornarem bran
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fret-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nSo 6 demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadigo.
Elle nao deixa o menor cbeiro desagrada-
vel.
Elle e o melhor artigo para os cabellos das
crianc,as.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artig
para a boa conservagao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETOSEMO
T0NIC0 ORIENTAL
o qu.-il preserva, limpa, fortifica eaformosea
O CABELLO.
Acha-se & venda nos estabelecimentos dt
ft. Forster & C, agentes. E em todas as
principaes lojas de perfumarias e boticas.
mmu immmm
0 INEXTMGUIVEL.
celebre
Florida
npa
DE
III'KIIAV l,t\HA\.
Uma pura distillagSo das mais raras (L
res dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o oddr odorifero das flores d(
tropicoda America, esua fragancia 6 quas
inoxhausta ainda mesmo por continuada
c /aporacao c diffusao. N'este respeito e
i tcomparavel a qualquer outro perform
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERIC0S.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
in, tem cOnservado sua influencia pare
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
ulexico, America Central, e do Sul e n6s
tOtn toda a confian^a o recommendamos
como um artigo,-pelo seu aroma muito de-
a conter j
MAIOR P0RCA0 D'lODINA |
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E UMP0DER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhio, e na-
r.>,oiUr,r. ni___^_. j oouiu um aruKu.'peia seu aroma muito ue-
queiie no qual contem a maior norcao desta r i i j .
mvl,..<,u,n.;,i.j p^'V*v www lietdo, riqueza de odor e permanencia, nao
S^S^d0^"* Pode ser Igualado. TamLm faz remover
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO, aSPEREZAS EMPOUS -
Phtystca, bronchistes, asthma, catharrho, QUEIMADURAS DO SOL,
tosse, resfnamentos, etc. sanm*;* f Rnnmiinic
Unspoucos frascos da carnes ao muito '
magro que seja, clarea a vista,
Sendo reduzida com agua, se torna uma
e da vigor exceuente mistura para banhar a pelle,
nhlilna TLr ^ i r "^ T ddo um "oseado e cdr clara
S,l U SC,enC'8^ d/ Unt vao nublada, sendo applicada
nutimentoaosystema etnrommodandoquas. Ubear, evita a irrita5ao que geralmenu
a complei-
depois d
nada o estomago.
As pessoas cuja organisac^o tem sido des-
truida pelas affeccfies das
ESCR0FULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquella?, cuja digestdo se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
0 0LE0 DE FIGADO DE BACALHAO
DE
LANMAN & KEMP
BV TODAS AS PHARHACIAS DO HUN!
Deposito g?ral no Pernambuco, A. REGORD.
PARIS, 25, rue de I'Enlrepot, 23, PARIS.
PENHOEES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre. pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaese pedras.
ifiMHHmi
Alaga-sea casa dos iedes n. iS, cam com-
modes para familia, sita a rua do Corooel Lame-
nha (antiga dos Prazeres).
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lhora a condi^Se dos dentes e gengivas.
I Como ha muitas imitacoes, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar somente o
o famoso perfume i cosmetico do sul da
America, cham
ACIA FLORIDA
DE
111 It It \ rt l,t\HA\.
Sj acha & venda em todos odrogu
perf umari as da moda.
^^ ^sW, ^^ ^ssr ^sW ^Fs ^sb* ^a" ^s^ ^^s*, ^(* .^^ ^9% ^a*
g COOLTOfilO *
S MEDICO-UKIRGICO I
^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso m
PARTEIt-0 E OPEBADOR
M Rua do ViHronde de Albuqaer-jQ|
0
qae n. S9.
ESPECIALIDADE
HIoioKiia* de aenlsoraa e
DK'nlUOK.
ron'iiltas das 7 as 10 horas da ma
nha, todos os dia?. ?
Das 6 a? 8 da noite, nas segundas, qnar- A
las e sextas-feiras.
JPf Os > mandarem os seus cha- 9
a* mad at 10 horas da ma- A
* nha sira em suas casa?.'
Precisase de um eaixeiro com pralica de
taverna, de li a 45 annos : na roa da Uni3o
CASA DA FORTEl.
AOS 4:000*000.
BILHETES rsARAlVTTOOS.
4' rua Primeiro de Marco (oulr'ora rua do
Crespo) n. S3 r rasas do costume.
Acham-se a ver:d:i la S* parte da^ mterias a benedcio da igreja
de Nos-a S*nbora da I'iedade He Santo Amaro
(96"), <|Ue se xir*hira na terca- feiar 2d do cor-
rente met.
PRECOS.
Bilhete inteiro **0
Meiobilhete &V
KM PORCAO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro -1J500
Meio bilhete 1/750
0 Dr. Sarmento Filho mu
dou se para a rua da Aurora n
61. 1." andar ; entrads pelo oi
tao.
Precia se de uma aia de leite, Iivre ou
escrava : na rua do Visconde d Goyanna n. 14,
outr' ra do CotoveilOi
- Alusra >e ou veode-se nm escravo carrocei-
ro, idade nuarenta annos: na rua do- Hospieio
n. 81__________________________________
o Aiivc;.%ijro
AIT.nsn de Alhuquerqne Hello
incumbf-.'e de promover ctbrancas amigavel
on judicialmer.te, assim corro de ontros negscios
concernentes a tua prolissao, nos lugares proxi>
mes a linha ffrrea, e nog uutros ternios proximo^
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciante solicitadores habilitad.is e probos, respoa-
sabilisando-se no enlanio pela boa gettao e conta
do que Ihe for conGado.
Mediante aiodico hinorario aeode aos chraad
para diligencias ou consultas fora da cidade edo
termo e incumbe-se da defeza de appellacoes ante
o tribunal da reiacao. Pode ser procurado tie
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
a rua do Duque de Caxias n. 37.
^^^
JfllJIl
selecta e de urabigo
(Enxertadas)
tizeiros
Sapoti
e sapoteiros de i I palmr.s (>-m va?09) e de todos
es tamanhos e precis mais commodo9 que dan-
tee ; atsiru como as seguintes outras plantas ds
fructa e de ornato :
Abacati.
Acacia.
Arilicum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do princip',
Condc^a.
Corai;3n da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ce\i.
E outras planias :
ura n. 20.
Laranja cravo.
Dila de doie do Para
Dita Oft nca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticord.
Paimeira imperial.
' Parreirw.
Pinheiras.
Ilomt'iras.
Rozeiras.
Rozciia.
Uhaia.
na ( apuoga a rua da Ven-
m
99 Vende se um m.iinho de vento, com
duas bombas para piiiar *gu.i, e qua-
tro rodas novas e fortp*. para carro
J, americano : a iratar ua rua do Impe-
. J rador c. ft, I' andar.
m'^ > & &&
Da st sccielade em uma taverna bem afre
guezada e em bom local, a uma pissoa deboa
conducta,.e que entre com algura capital : nesta
typographia, carta fechada com as iciciaes M P.
R. C.
Paris, 36, Rua Vivienne, D
1833311 medecw srtciu
S DBS 8EXDACS, AS ;rF!C{on
das irsri-nMiiHD
C TWI'XC.
DEPURA^p
AI.TPBACOFS DO UMkSa.
Vi.OOOciiras dusimpln-
,/;!i j ulas, herpes,
mu, comixoes, acri-
dt
PLUS DE
COPAHU
i m ( le iosas do sangve, vi-
rus, eatiu.uyuti uj tongue. iXarope vegetal
semmcrcurio). Beporatlvaa veielttt
\iim anEaaes tomao-se dous por
semana, seguindo o tractamemo Depurativo : 6
emprcpatlo nas mesmas molcstias.
I Este Xarope Citracto de
|fcrrodeCHADLE,cura
imme'diatamenie qual-
I quer purgarao, rela-
_ IxacaQ, e dcbilidade,
e igualineuie o^ jituos e flore.s brancas das
mulheres. Esta iuieccao benigna empregassa
eom o Xsrope de Citracto de ferro.
eatorroida5 Pomadj que as curs ems dias.
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: nas affeccoes cutaneas i comixoes.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do i' Chable, cada frasco vrai accumpahads
ds um folbeto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cora catarrhos, losses-
coqueluehes, irriiacdu
nervosas sas dos trow
Chios s todas as doencas
I do peito; basta ao.docnts
ama colhc rchdea deate xarope D' Forget.
Dr. WBUsM em Psrix, ma TlTlesute, M,
Sirop du
DrFORGET
Deposito botica Franceza
22 Rna da Cruz 22
*******+ Verdadeiroa
.*/ ruATwc \*l GRiflS DF Sinn
GRAINS
deSante
eta dootenr
Fbanck.
GRA0S DE SAUDE
\*do dou tor frarck.
0 melhor e o mais
util dot purgautes con-
hecidot. If aaaera-
a> falnlDea^aca
cilltm a'eate aae-
_________Jleaaacnto.Exigir,
alem da asstgnatura em liota VERNBLHA
de A RUUUxtEB, 0 Ietreiro, aqui jBBto,
feito em 4 CORES.
Paris, pharmacii lertr, 13, rna d'Antin.
M SCORES
Deposito em Pernambuco, A. REGORD.
PHOSPHATEdeCAL
GELATINOSO
deLEROY
PyOSPHATO Ot CAL CU.4TI.\0Z M LEftOT
*" uma ar(M lkeraai< Uea wulta
padrrara sobre os individuos affeclados de
enftrmidada nos ossos e de uma constifuicSo
dibit. Foron-se indifpcnsavel para as criancas
a quem ajuda e fortifica a crescenca.
E de um gosto muito agradartl e de ama di-
gestif facil. Preco do frasco : S fraacos.
Paris, pharmacia'LEROY, IS, rna d'Aatin.
Deposito em Pernaml.uro, A. REGORD.
DS D0BI0B W1UIAB S0ITS
Fara raaUtolr ptog-TeHivamcate aoa oahaUot
m A SUA COR PRIIITIYA
Ella tnbst il ne com vastea atsoavnaJat para o loncador.
NEOGENE NORTH
oupr mitiTu iteaatLLOS
A SDA COR PRMmA
Boa ito iofjllivel desdt o kmro ate ao pnts '
SoserlarMtds inconieitarel; emprego inoftntlto.
mrsaAsiA ranwTAL. t, ne Benha, raais
SepMlto m Pernambuco, A. SCSOBB.
I
*

1


mtm
-*
r


Diano da Pernambuco Quinta feira 16 de Abril de 1874.
1*1" A TVOS Engenho para arrendar-se
- JM.xm..L ^ ^W\J9 Arrenda-sao enffenhn Aindante. da froimpzia d
Acabam de cbegar muito bons pianos (orles e de
elegantes modellos, dos mais notaveis e bim co
nhecidos f.ibricanlo; como sojam : Alphiinso Bi-
don?l, Henry Hers e Pleyel W..UI 4 C. : no Vapor
France?, a 'ua d'i Baiao da Victoria, oulr'ora Nu-
Va n. 7. a precos muito commodes.
Mobtlia de vime.
Ca1eirasdebal;ngo. de braco, de guamigoes,
solas, jardinma*, mess, conversadeiras eebstn
reiras, ttdo islo uiuiio bom por serein foites c
leves, eos mais proprws moveis para saletas e ga-
binetesile recreio.
No armazem do ?oor Prance*, roa do Barie
da Victoria n. 7. eWtr oaa Nora,
Ferfumarias.
Finos extradlss, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de latanj*, agua de*ailete,
divina, flori4a, lavande, pos de arroz, sabanptes,
crosmeticos, muitos arligo Aeticados em-perfnma-
ria para pfesentes em frascos de extractor, caixi-
nbas sortiflas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabricantes Ptver Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Vitstaria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquil'iarias.
Art3g;o d dilfercntes gostos
prwui tafias.
Sspelhos, leques, lavas, joias d'onro, tesourinhasj
canivetes, caixinhas de costura, ilbuns, quadros,1
eoaixinhas para retratos, bolsinhas de vetludo,
dita de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, sculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, eacovas, pentes. carteirinbade
madreperola, lapete para larternas, malaa, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lanternas tnagicas,eosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de pape! para illuminacoes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
aecordaos, carrinhos, e bercos para criaaoas, 9
oatras maitas qninquilharia.4.
Brin^Hedos para meninos.
A maior variedade que c pode desejar de to-
dos os brinqaedos fabrication em differntes upartes
da Europa, para entretimemos das criancas, tudo
a pregos mais resumidos qoe e possivel: oo ar-
mazem do Vapor Francez, Twa do Barao tia Vic-
toria outr'ora "Nova n. 7.
Calfade francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chezar graudes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de daraque
combiqaeira, de bezerro com botdes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolber) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordera dos fabricantes;
ao ararazem do Vapor Francez, a rua do Barao de:
Victoria (outr'ora Novai) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteltadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com salto, bran cos,
pretos e de cores diflerentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cdres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABCTTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranga portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
f BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Betas a Napoleao e a Guilherme, perneiras:
meias perneiras para homens, e meias perneira
para -meninos.
Noarmazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da '-Victoria n. 7.
Arrenda-se o engenho Ajudante, da freguezia da
Escada, distante da estaeao de Frexpiras duas le-
goas de bons ca ninhos : '|tipm prvtontier, dirija
*c ao engenho Aniara^y, mtar C"in a lixma.
It..ruiir/,i iv Am:i!:ij:y, cm u i-rta I'raca a rua du
Vltcoflda ilc Inliauma n 7, tratar i'o;u o l>r. Lau
rimi de M->r.ns piiOtoirfv.
Devcdorcs.
Os prupii lari'is da Cnafnitm m d Cmnp 1 ,i
Tua iln lui|.rraJ debitos ate a dia 8 de abril proximo vindouros
avisam aos mesnios que se ate aquella data nlo o e
tiverem aldos, verao seus mimes nestu jotoas-
sent distincc*o de pessna alguma.
PerniXa-se por urn terremum >rti.i uos ar-
rebald6S desu cidade, duas pe<|ueB.re <-asas de
padrae cal sob ns. ti t li a rua 4a> Poito*, fre
guezia e.Afogado3, com duas salastious quar-
tos cada ma, vinte palnios de larger a sob cin-
coenta de fundo; a quern coovier, irata-se na rua
estreKa do Rosario n. 17, l* andar.
Oasal de escruvosfugidos
Ausentaram-d do engenho Boa-Sorte, comarca
do timoeiro, dous escravos marido e mulher, sp-
pSe-se terem vindo para o -Recife. 0 escravo tern
os seguintes signaes : chama-se Saturnino, cfir
parda, 40 annos tie idade, poeco mais on menos,
estatura regular, tarbas crescidas, posto ifae as
pode ter ratpado.pois que <4 n>u'to disposto e la-
dino, rosto comprido e magro, queixos grandes e
bocca am tatfto (onda, cabellos regulares para
mulato, teve ha ponco tempo uma enfernridade no
dedo pollegsr damao direita que ainda apparece,
e tem falta fie denies. A escrava chama-.-e Vicen-
cia, tambeaa mulata e descorada, um peuco baixa
do corpo, rosto descarnado cabellos mais aperta-
dos do que os do marido, pes grandes, peitos cres-
cidos, falta de denies, e representa tambem ter 40
annos : roga se as diversas autaridades policiaes e
capitaes d campo a apprehensao desles escravos,
e particip arem ao correspondente do proprietario,
na rua da Cruz do Recife n. 16, armazem, que
gratiQcara generosamente.

Podeodo'todoi
ser movidos a mio
vapor,
/por ago a,
I 00 aOMMM.
\ Pirecisa se alugar uma preta de meia
^apo: na rua do Ouro n. rl.
ESCRAVO FUGID0
i^--Rua do Marqiiez de Olinda-24
Esqoina do Im>w Lnr^o
Participa aeus frcguezes e atnigos que mudon
e seu estabelecimento d relojoeiro para a mesma
raa n. 24, code encontrarao cm grande sortimento
de relogios de parede, americanes, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
de ouro e prate dourada, foleado (plaquey, relo-
gios de onro, inglez, descaberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, piaquete prata, lunetas
detodas as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
mm
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jos6 Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grossoe espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gorama na junta do pe esquerdo : roga-se a
todas as autoridades e capitals de campo queiram
apprehender iito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serito generosamen-
te recompensados.
Oozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cori-
nhar e engommar ; e para casa de pequena fami-
!ia : na rua do Vigario n. 16, 1. andar.
Aluga-se o sobrado de um andar e loja, a
qual tem proporcoes para casa de negocio, sito no
argo da ribeira da freguezia de S. Jose, n. 3 ; ad-
vertindo que tambem se aluga separadamente : a
:ratar no raesmo acima referido, ou no pateo de
S. Pedro, sobrado n. 9.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quart09 fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 9L
\Mk DO PASSO
DE
Cordeiro Simoes & t
Acabam do receber pelo vapor Mendoca :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com Bams achamaloiadas.
Hito de liuho para vestidos, contendo cada eor-
te, o ueces.'ario para sea enfeite, como seja :
franjas, trancas, I otoe?, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senbora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Silio bo Arraial.
0 abaixo assipnado faz scienle ao Sr. M.
Buisson com estabelecimento a rua da Imperatriz
a. 55, que perdeu o bilhete n. 716, e por isso pre-
vine o para nSo entregar os objectus a que o ms-
mo bilhete se refere. senao ao mesmo abaixo asgig-
nado.
Recife, 13 de abril de 1874.
Pedro Affonso de Mello
Atten^ao
Avisa-se pela ultima vez ao Sr. Salvador deSi-
queira Cavalcante, que ha um anno tem zombado
do mandado de prisdo que contra si tem do juizo
do commercio desta cidade, que, se nao quizer
passar pelo de.-gosto de ser preso, mande quanto
antes entregar os d us escravos Aquilina e Fran-
cisco, dos quaes e depositario, e so acham de pu-
blico trabalhando no engenho Tres Brajos, lugar
de sua nova residencia.
Desdeja protesta-se pelo ?ervico dos ditos es-
cravos.
Attencao
Avisa-se ao comprador do escravo Henrique,
que Salvador Manoel de Siqueira Cavalcante nao
podia vender dito escravo, por ser elle pertencente
ao ca*al do major Salvador dos Santos Monteiro
Cavaieante, e como tal, a vecda do dito escravo 6
nulla, como melhor se demonstrara em juizo.
Aluga-se uma casa terrea, nos Coelhos, a
rua dos Prazeres: a tratar nc 3 andar do sobra
do n. 34 da rua das Cruzes.
Oonfraria de Nossa Senhora
da Soledade.
A mesa regedora de-ta confraria, tendo de ar-
readar a casa da rua do Riachnelo n. 73, pertencen-
te ao patrjmonio d<> N. S; recebe propofta para esse
iim at-j u.iiia IB do orreute, e pjr esla occasiio
declara para contiecimento dos prooonentes que
:era. lie indemnisar ao actual inquilino as bem-
feitorias que fez na mesma casa.
B, Tamborim,
:'ecre'ario.
Consnlloi'io medico
DO
Dr. Hurilllu.
RUA DA CRUZ N. K, ANDAR.
Recei.i-c. 'gado da Eurepa, onde frer
uueniou ,s .i^spitaes de Paris eLondres,
pode ser proeurado a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao
Consultac las 6 horas da manha as 8 ho-
raa, do meio dia is duu da tarde.
Gratis aos ponces.
ESPEi;iALrDADES.
Moiastias de set)ti ''a Pe"e e de
crianca.
Aluga-se um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
dos: o quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
co, easa de banho e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa ne mesmo lo'gar, com 3
quartos. 2 falas, eozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por commodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, l." andar.
Arrenda-se o engenho, Saltinho da fre-
guezii de Una, moeote e correntc. Dito
engenho e bom d'agua, dista duas leguas dos
portos de Tamandare e Rio Fornr so, e tem
terras para safrejar 1,600 a 2,000 pSes
annuaes: a tratar no mesmo engenho com
o consenhor Henrique Augusto Milet, ou no
Recife com Leal & Irmao, rua do M-irquez
de Olinda n. 56.
FTJNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUffl N. 52
(P BH?38 ^'*S de'.hor^ d*. ':igfiibo o otaros agncnl.uita, jjprfg*dor- <1e at
oajplet) q c?Io Dwsoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTEN^AO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Yttpuroae roaaS a agUtl atubos cooveoieatea pr u divwwf
'.ircvmatancias dot teuborea proprietarios o para deecarOyW algodSo.
tf oendaa de canna % M tm,oh08' 88melhorfl, a* *
Rodas dentadas p~--inpor.
Taixas le ferro fuadido, batido e de cobre.
ilambtques e fundas de alambiqaes.
lachinfemos ^ZZSSXSS^i
iOmbaS de patonte. garDUdaa.
Todas as machinas *^ *!**
Faeqaalqaer concerto *fl m,chifliMW' prc?0 aireomido-
FoniiaS de feiTO fn^nimmATirlQfl lacambe-se de mandar vfr qoalqaer machinismo i von.
uvwiuiuouuoOi ^e dog cfoxn, iembrido-lhes a vantagem de faxerem
an ooRpraa por intermedio de peasoa enteodida, e qoe em qnalqoer oecesiidade pode
dm prcstar aaxilio.
irados aniericanos e ta,lrolDen,M *rlC0,M
RUA DO BRUM N. 52
t'ASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
i' roa do Barao do Trinmpbo (roa doBruni) ns. f00a 404
CARDOSO (fc IEMAO
AVISVM ao6-senhores de-engenhos e eutros agricultores e ao publico em geral que
eonlinuam a .receber de Inglalerra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessarias aos esta;beleciraent06 egricolas, as mais moderoas e melhor obra qoe tem vindo
mi mercado.
aporS jdeforsa de 4,-6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UaplCleiraB ^ de sobresalente para vapores.
MOendaS inteiraS e meias moendas, obra como onnca aqni veio.
TaiXaS |fundldaS e baUdas, dos melhores fabricantes.
tvOdaS d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
tiOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para v^ores.
BofilbaS de ferro, de repucho.
rLTaClOS de diversas qualidades.
Foraias para asfiucar1graDdeS e p^quenas.
Varandas de ferro fundido, franCeia8 de diversos e bonitos gostos.
Fogoes francezes
Ditos ditos para pg.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Maeliina para ge]ar ,gua
| V aiVillas para bomba e baoheiro. v
Correiasinglezas para macbinismo.
oariCOS e SOiaS com tiias de madeira, para jardim-
ConcertOS C01icert>in com promptidao qualquer obra ou machina, para o qoe teea
sua fabrica bem montada, com graade ebom pessoal.
SnCOnimendaS manc^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
i com nm dos melhores. engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se re6ponsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
J,
I
I
Coiislnicior cafendordfe pianos
para lenha e carvao, obra superior.
para jardim.
para mesa e banco.
ll(
?
\na do inmeraaoL'
33
e afamadas
casai Hleycl
& lU-rz, e intigo director das offlci-
3a
E)T-finador das wtigas
casa Alphunse Blondel. .
Tem a honra do declarar ao respeitavel publico disia cidade, que tem aberto sna casa de
concertos e afinavoes de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber nm grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de Para, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sihidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos nsados.
49 Rua do Inijieratlor 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamades autores,
como sio : Herz, Pleyel, Plap, etc. OftVerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente constriiir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadorts de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concei tar pianos, como
so: cepos, folha para os mesmos, cravelb os, parafusos, castor, camursa. cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA nOOIl _KRAE*.QB_49_
REDDCCAO m PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Una do Barao da Yiclo ria n. II
ESQUINA DA CAM BOA D
E
O CARMO
Rua Duque de Caxias & 64.
Os proprietarios destes estabelecimentos participam at rspeitavel publro, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortime nt0 de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduces, nos PrcS0S dos mesmos
e acham-se em condi^oes de poderein vender mais barato qne em oulra .ualciucI, parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se u,n Jos socios na EuroPa
percorrendo as principaes fabricas.
A Chamam a attencSo dos senhores logistas para visitarem se, us estabelecimentos, e
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nSo deixarao de co
f3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qu. lida<
e a precos modicos.
us estabelt
mprar.
les, com proraptidao
41 Rua do Imperador 41
O novo proprietario deste acreditado e hem montado estabelecimenlo, c
conservar oscreditos de unico neste genero, t o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as proviocias do
terior desta, garantindo perfeicao em todas as prep* ragoes, aceio e modicidadoi
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande rernessa de pharmacia homcopnthi
Epss & C, de Londres, compost) de medicamen'os, carteiras, pocolotes, Orode
Khus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiacs para denies.
Tem ,-i disposigao dos amantcs da homeopatiiia a excellcnte, obra do Dr. KfD
dico do po\o,ja em 3.a edigao.
Tem carteiras deglobulos e tinturas de 12 medicamentos atd 120, 6 escolha -i
prador.
im o fim do
pletamente
norte e in-
ios pregos,
co de J.
ldock de
re me-
io com-
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEiREIROS
Chocolate homeopathico.
Caf-i homeopathico.
Elor d'araruta.
P6s para dentes, ingle/ -.
.'eric6, para rheumatismo.
Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Rua Duque de Caxias.
O Sr. Antonio Ribeiro Ponte=, caixeiro a rua do
Duque de Caxias, queira vir a rua do Imperador
n 42, a negocio de mutuo interesse, isro por se
ignorar sua residencia domestica.
Escravo fugido.
Desappareceu ha dias, do sitio Rosarinho,
mulatinho, acaboclado, de 14 annos de idade cor-
po reforcado ; levou camisa e calca de algodSo
aznl: gratifica-se quem o apprehender e levar
a rua Nova n. 8, loja de Lyra & Vi.nna.
um
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade de 30
annos pouco mais ou meno, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel 1
gomma na junta do pe esquerdo : roga se a todas
as autoridades e capitaes de campo, qaeiram ap
prehender dito escravo e leval-o ao referido enge
nho, ou nesta praca a Olivcira Filhos (t C, largo
do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamunle
recompensados
Alnga-FC metadi; de uma casa, na Capunga
Velha (Quatro '.'an(os) n. 16 : a tratar na mesma,
ou na rua Du'jue dar^_______________________________
Pulseira perdida
Perdeu-se, domingo S do correate, umi pulsei-
ra de crianga, de ouro com coraes e reqaififas,
desde a Passagem da Magdalena at* ao arco de
Nossa Senhora da Coneeica) de Recife, ou d'ahi
ate a rua da Aurora em Sanlo. Amaro: Roga-se
o especial obsoqnio a quem Ifrer acnado de leva-
la a ma do Barao do Triumpho n. 92, armazem de assucar, qoe recebera a grati
ficagao de 20*000.
RUA
DA
Premiados na exposicao de 1872
IMPERATRIZ
N. 82
t. ANDAR. \
RUA
DA
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
IMPERATRIZ
N. 82J
1. ANDAR.
Acabam de rtyormar o seu estabelecimento, collocando-o' nasjmelhores con-
licgSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente d arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
joques modernissimos, trangas, C8chepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e tudo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
?eiros, recebe direct3mente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
nnos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeig8o no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-seicabellos em
porgjio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
Plumeria, para mordedura de cobras
Seracena (
< Para bexigas comoprcservativo.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermittentes.
Schyous, para anginas.
Calendula, pafa queimaduras.
iTaranluls, para paralysia.
JTinttjra mai d'arnica, para contusdes, cor-
les, ?(C.
A CIIEGAREM
Opodeldock d'Arnica.
DitodeRhus \
>para rhematismo.
Dito deBryonia)
Acha-se constantemente & testa do esta'helecimJLntf.e inspec:ionando todas as pre-
paragoes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Sant.>S i,e,,-
C0KSULT0RI0 HO^OPATHICO
DO ~ 11
Dr. Santos MeJlo
Consultas pela manha, e a noite ate 9 horas
Gralis aos pokes.
Cactuc grande fiorus. parp pneumonias
molestias do coracao.

~~ ^
Cliacmi.
Aluga se-um sitio no Chacon, perto da estacao
do caminho de ferro, tendo boa casa murada,
fructeiras, banhos, etc. : a tratar com Alfredo
Garcia & Irmao, a rua. da Cadeia n. 48.
llrgencia.
Ei'ta fugida-a escrava Alberimi, alta, bem
preta, testa alta e cantuda. o labi i superior ura
pouco cahido, tem um carocinho na (esta do lado
esquerdo, e falia de dentes, diz qneeliv e, e como-
tal esleve como ama no Kecife; ja foi presa esolta
logo, por insistir em dizer que 6 livre : qjem a
pegar leve a a rua da Imperatriz u. 6, que ahi sera
bem recompensado,
Sao chamados a rua Duqne de Caxias n. 43,
anliga do Qneimado, os seguintes senhores, a ne-
gocio que lhes diz respeito :
Dr. Dias Fernandes (medico).
Dr. Corte Real.
Dr. Lcopoldino Ferreira Martins Ribeiro.
Cofme DamiSo dos Santos.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Erasmo Antonio Cordeiro de Mello.
Joao G. Rodrignes Franca.
Jose* Francisco Bezerra Cavalcante.
Domingos Austricliano Mafra.
Antcnio dos Santos Mello.
O.avalJe Liovildo P. de Macedo.
Honorato Jos6 P.. de OILveira.________________
Precisa-se dj uma escrava para cozrnhar e
comprar : a tritar na rua Primeiro de Margo n.
Para eogoramados e arrumafSes ie casa de
pequena familia ; da-se esta quamia i nma cria-
da que seja de boa cendncta e perfeiti engomma-
deira : a tratar na rua de S. Franciscan. 72.
Sfa rua do Imperador
n.28
precisa-se fallar aos seguintes senhores ;
Domingos Martins de Barros Monteira
JoSo Vaz de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima (Vazareth)J
Manoel Peroira Brandao. ]
Manoel dos Passos Miranda. \
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
F/ancisco Antonio Pontua
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto
Tendo acontecido um desarranjo na ma-
das estagoes da Tamarineira e Jaqueira, com ex- ri,: '*'......r
cellente casa de vivenda, nova, muito commoda ^ ma de,8e'0 os fabricantes vem por meio
e asseiada : tendo 2 sa'as, 6 quartos, e fora co- fleste Pedir desculpa aos seus freguezes pela
zmba, despensa, sala de engommar, quarto de co- falta que tem havido nestes dias o^neram
zmheiro-; assim como cocheira, estribaria, dous norem emnualnnr-rHpcipc hj7 P
auartos Dara criado*. i*trin. rM1i a* r0r Poremem qualquer desles dias fornecer a to-
quartos para criados,
banheiro, gallinheiro, etc. etc'
do commendador Tasso.
latrinas, cercado de ferro, aos as qusn{idad-e, do ^
a tratar no sitio
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-ss
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
os6 Paes da Silva, a negocio de particular inte-
esse
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
na povoacao de Apipucos e com muitos commo
dos : a tratar no andar do sobrado da tra
vessa da raa do vigario, n. 1, escriptorio.
Engenho
Vende-se o engenho S.Pedro, situadu na pro- \
vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distante do porto de mar do '
Gamella, tem. oxcellentes terras, matas, e sarreia Bartrolomeu 4 C.
regularmeate 2.C00 p5es: a tratar na roa do Vi- "
gario n 31.
, aprovettam
I tambem a occasiSo para prevenir aos seus
' freguez'ys que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior forga e do systems
; mais moderno, que fabricara* f m maior.es-
cala e com toda presteza as quantidades que
forera exigid>s.
I Santo Amaro, 17 de margo de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr & C.
William Wt Webster.
Precisa-se de um feitor que seja trabalhado'r
e qne entenda de jardim, para nm. sitio em Pon-
te de Uchoa : na rna Direita n. 8-
Trabalhador.
Precif a-se de um, na pharmacia e drogaria de
0 Sr. Doyhiingos Antonio
Ribeiro Bastos
Uma pessoa capaz com bom e abundante
lelte se encarrega da amamentagao de alguma .
crianca, e tambem pensa se outras: ho becco do precisa-se fallar com este senbor para negecio de
seu interesse: no pateo da ribeira de S. Jos6 n. 25.
Coxixo n. 17.


Mi da^feraambiaeo bim$& feirt. 16 dc AbrH de 1674.
^
:
PHOTOGR APHIA im 1M P E RIA L
LOPES & C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
m di> Barao da Victoria n. .4, sobrado
T (ANTIGA RUA NOVA)
lrabalhos premiados na ultima exposi DO
Acha RIO DE JANEIRO
Acha-se montudo sob as raelhores
condifoes de te,e aberto a
comurrenciapuHica, este estabelecimento, o primewo, semduvjfle,
oesia provincia, no qual se liram retratos pelqs raelhores e mais
mouernos svstemas, empregando-se somente cna.teml de primeira
qual dadc, e garantindo-se ^^
Semelhanca, nitidez; e dooraeao.
a. i todos os dias uteis e de Kuarda, desde as 10 horas
ou SSf.lSS ?a i3rde' n5 Pre AcanOo o tempo de < huva
ou nubiado a porfeicao dos retratos.
do as**6 t0',a a qu'lidade de C0Pi8S augmentando-as ou diminuin-
duzir
8800 ,0
no retratos de uma
Dma
bum.
Para os retratos esmaltados, col
uma tabella de precos.
Tram-se retratos "ate" tamanhc
so pessoa, em cartdes para al-
loridos, grupos, e augmentados ha
natural.
^^JSSS&/ DE NOITE
.<
K
i\K?
B^.JF
a
: ..
Armada.
Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fallar ao Sr. 3.* tenente Jose Maria Pestana, a ne-
gacie de seu interesse.
AMA
2* andar.
Para cozinhar e
precisa-se de uma
Duque
rna
de
corrprar
ama : na
Caxiai n. 6,
A ma Precisa-se de uma ama para cozinhar,
ixilld, pagj.ye bem : a tratar na rua do Hospi-
cio a. 70, casa terrea de bolas amarellas na cor-
nija.
Precisa-se de uma ama para casa de farai-
lia de'duas pessoas : a tra,tar na rua do Cabuga
n. 1, loja._______________________________
l -tm a Precisa se de uma qae sai-
A IWl A. tia cozinhar com perfeicao pa-
J^L^M.J^L ra uma casa de familia eom-
po8ta de duas pessoas : no paieo do Paraizo h.' 18,
primeiro ou segando andares.
AMA
Precisa-se de uma ama para czi-
ohar : na rua de Thome de Souza n. &;
assim como se precisa na mesma casa de nm eai-
xeiro da 14 a 15 annos, que lenha pratica de la-
verna.________________________________
X
Esta encouracado!! !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que afura.
Roga-se ao Tllm. Sr. fgnacio Vieira de Mali
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxiaa n. 36, a cou-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
8ns de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passoa a fevereiro e abril de 1872, e nada eumprio;
e por este motivo e de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deye. lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen ulho s
achava nesta eidada
Boa casas. 7
Aiuga-se dos Coelhos, confronte ao hospital Pe-
dro II, assobradada, independente dc outras easas,
grande quintal murado, cocheira, quartos para
eriados, cummodos independente* para duas farai-
lias, porto de erobarqne, e bauhos salgados; era-
fim e uma belli casa de campo para quern quer
estar Iivre do rebolico dos carroe, prineipalmente
dos peslilentos apparelh6s Drainage : a tratar na
rna dos Pires n. 80.
Aluga-se a casa terrea com grandes commo-
dos para familia, extenso quintal murado e arbo-
risado, e outras muitas eommodidades, no tnelhor
local do paieo da Pax, nos Afogados: a fallar ao
sacbristao da matriz para ve la, e no Recife, para
tratar a rua das Cinco Pontas n. 31.
FAZENDAS BA8ATAS
NA
LOJA DO PAVAO
NA
COMPRAS,
Rua da Imperatriz a>
Coropra-se um portio de ferro : na rua do
angel n. 62
AVISO
Precisa se comprar ious e3cravos, peJreiro e
Grana.lina prota a
eovaI<.
O Pav5o vende grariadina preta, e layr^da
PARA LIQUIDAR
r o CAMiSAS FUAJSGtZAS A 2fiWK>, SSO0-
saowK^jwioo:
carapioa, paga se'betn : a traUr na' ihesouraria' pelo barato pre^o das loierras, a rua Primeiro de Marco n. 6.
9 $>&$)&
Trastes.
Umslando aos abaixo assignado acha-
U pract o Sr. Maaoel Fernandes de Carv
deiro dos eagenhos liarra e Preguii
manguape, proviiicia da Parahvba, veer
mesmo o obitquio de vir entender-f
abaixo a--, ignadss immediataraente sol
tendesteass referidos engenhos. Raa
37, esctyitorio.
__^______________Ta?o Irmaof
Roga-se a pessoa que pelai rn
Snassuna, Alecrim, O'ncordia pe
r-se nes-
alho, ren-
, em Ma-
il rogar ao
e com os
rre negocio
do Amorira
i C.
Na rua do Barao da Victorh n. 36, precisa-se
fallar ao Sr. vigario Andre CorciiiO de Araujo Po-
reira, a negocio de seu interasse.
a a
A Consullorio nidbo-eirardco 9
cnrrnpiao, (passaro) fugido s^gur
corrente, o favor de o emrorrsra
Suassusia n. 182, que sea geaerr
pensada.
Vicente
as d-j Coronel
gou um manso
da-feira, 13 do
rua do Coronel
samentc recom-
DE
7, A. B. da Silva Maia.
Rua do Viseonde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a quaiquer hora.
Cousultas : Aos pobras gratis, das 2 as -1
4 horas da tarde.
Xaroite de 13 para IV de
anno ragto o mulato Vicente,
d' idade, bonita figura, barb
'' ndo vestida oem um sa
branco o algoma roais lina
xeiro da casa d'onde (ugio
zia de Saiii'Aur.a do Malta.'
lor sid') criado em con
Laiza da Lnz, de q
gJ ", portanto, aos ser
' ridadea polieiaes o
..v entrega-lo na
n. 10, ao Sr.toj
In \--', ao Sr.
id se
marco do corrente
eseravo, do 20 annos
i e estatura regular,
-:o Dupa de algodao
pertencente a um cai-
; e natural da fregue-
, die ser livre, casado,
ipanhia da madrinha D.
uem alias foi eseravo :
horcs capitaes de campc
apprehensao do dito es-
cidade do Recife, rua do
quiin Moreira Reis, ou na
Torquato Augusto de Oli-
rao gmcrosamente gratifi
I
%
(iali/ii.
farvilho ANogueira, na rua do Apollo
,' 20, sac a:n sobre as seguintes cidades da
aliza. na Hespnnha: Santiago, Orense,
Patron, Ferrol, Ponte-vedra oCoruna, qual-
que; quanlia a* vista e por todos os paque-
des.
iscra1
m dias d'
de idad
::dal
i' naes
- '" :iii, d na
0 ppur
. .: Lag'
utes;
' i'. .dadf
is si ihi-rr
; car
-; ei I -.
ntregando-o
>._ n
i.iTi anr
artoTH
;a, c
;..*Sr
iioras
la n
iibh'
de-)
oo
t5
P''
e
vo fugido
) mez de abril corrente o cabra
e 24 annos, estatnra regular e
iem vestido e algumas vezes ca!-
de bexigaa no rosto e falla cor-
tural da provincia da Parahyba,
quo lenha ido para S. Jose'das
>a dos Gat >s ne.-ta provincia, aoude
lambem pode so;- que esteja accul-
, iratando d>> sc libertar sera pagar
- : roga-se pur isso aj autoridades
lilacs de campo a sua eaptura, pro-
boa gratiflcacao a qae'u a realisar,
na rua do Apollo n. 2i.
35:
omedorias e flores.
ostreita do Rcaario n. 33, sobrado de
.ii\ defronte do barbeiro e por cima do
, c ntinua s? a fornecer corned, rias para
;in i -fio e pro:-ptidao, o que muito util e
s. a-ademicos que tem de chegar na aula a
marcadas, sendo os prefos mni razoaveis.
lesma casa npromptam-sc bandejas com bo-
is para bailes. casamentos e baplisados, pao-
6s, bolos, pndins e pasteis le nata enfeilados
simples, far se palmas, bouquets, capellas, fes-
s e t ida a qualidadc de flores soltas, de cera,
inno ii papel : tudo na rua estreita do Rosario,
asarh floriata.
OASi
Rua 1.
AO:
U abaixo assignado tern semprc exposto a ven
Ja bilhetes da loteria do Kio, cuja extrac^ao an
aacciara pelos jornaes.
Precos.
Inli'iro 24*000
Meio 12*000
Quarto 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Nao se prestando o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposilo das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto ontro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com toda? as pruporrjoes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dirigir-se, certos de
qu^, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Bahia e
Hio de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero'de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem os tenha com relacSo ao pequeno lu-
ero que procurara obler da dita mercadoria.
Jos6 Domingues do Carmo o Silva.
de Marco n. 23
20:8008000..
Allencao.
Francisco Muniz Porites, avisa aos Srs. capi
iae- de campo, que no dia 19 de marco proximo
passado desapp, receu do eng-;n' o Capivara, seu
eseravo de uome Gonrado, pret>, com 26 annos
de idade, tendo uma das perna> inctada, prove
niente de fetid.is que tem na mesm^ perna, tem
de df-ntn-> na frente, narizehata; euraa man
eha cinzenta debaixo dos bncos. A pessfla que
i apprehenJcr podera levaloao escriptorio do r.
Lea1 4 Irmao, aonde serarecompeusalo.
~ SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna o suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, por todos os paquetes.
Precisa se de uma senhora que esteja habilitada
para ensmar o portugucz, francez, piano, costuras,
bordados, etc., etc., e qne queira ir para um en-
genho pcrto de uma das estacoes do Recife a S-.
Francisco, para ensinar a umas meninas que ja
estao principiadas paga-se 10006, e gratilica-se
gradaando : a tratar nas Cinco Pontas n. 82.
Perdeu-se um pequeno embrulho contendo
113 jonhecimentos de laxas de escravos da loja da
rua do Queimado n. 43 at6 ao li'm da mesma rua;
quem o a:hou queira leva-lo a mesma loja n. 43,
quo sera recompen3ado.
EngenhoS Matheus, em Ga-
melleira.
No dla 20 do corrente mez do abril, depois da
audiencia do desembargador juiz de orphaos, sera
vendido em hasta publica o engenho S. Hathens,
pelo preco do 16:000*. segundo se vera do respec-
tivo edital.
*i BACHAREL MIGUEL AMORIM m
% Adiogado
im!, Rua do Imperador n, 71. "Qr?
O abaixo assigBado iaz publico a todas as
pessoas com quem tem relacoes commerciaes, que
retirou o seu escriptorio da Travessa do Caricca n.
2, estabelecendo-o na obra do mercado publico.
Recife, 9 de abril de 1874.
________________Jose Augusto Araujo.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um espleuUido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, eujas amostras.estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serso vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Compra se e vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48.
Compra-se um preto cozinheiro : na rna
penal u. 94.
Ricas bandeijas
Para asamentos, bailes e baptisados.
Quem quizer obler uma handeij* rieamente e\-
feitada, dlrija-se-a Cojifeitaria do Campos
Jam.andaadoou.indo encommendar, ja com-
prando alii todos os enfeitcs, censtando do seguin-
te :
Bolos linos para enfeitar.
Doces saborosissimos para enfeitar.
Figuras allegories para enfeitar.
Papeis arrendados para enteiiar.
Bouquets para upivos.
Alii
Ehcontra-se sempre o seguiute :
Fiambres inglezes.
Budins
Bolos
Pies de 16 linos.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em profusao.
Filhos (sonhis de milvina).
Doces em calda, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waders vanilla) para dietas.
Gelea de mocoto, desinfectada.
Amendoas, confeito?, etc.
Cha verdadeir > das Garavauas.
Cafe de Java fverd deiro).
Tudo isto na
CONFEITAR1A OO CAMPOS.
Antonio Jose Tcixeira Bastos.
Maria Venancia de Abreu Lima
Bastos, Maria Venancia de Abreu
lia-tus Junior, Manoel Bastos de
Abreu Lima, pungidos do mais do-
loroso sentimento, pelo passamenlo
de seu filho, e irmao Antonio Jose
Teixeira Basto.-, convidam a seus parentes, ami-
gos e aos daquelle fallecido, para as istirem as
inirsa.- que por sua alma mandam celebrar na
igreja de Nos?a Senhora da Penha, no dia 17, as 8
horas da manba.
O tenenie-coronel comn.andaote
e i fficiaes do corpo de policia man-
dam celebrar as 8 horas da ma-
Lha de 17 do corrente na conven-
to dos religiosos Carmelitas desti
cidade, uma missa com requiem,
por alma do alferes honorario do
exercito e do mesmo corpo Joao Franciscp da Sil-
va Castro, que na mesma data do mez flndo, fal-
leceu victima de um assassino em viagem para o
termo de Ingazeira onde'ia exercer o cargo de de-
legado de policia ; e paVa ^t acto do caiidade e
religiao convidam n3o. goraente seus amigos e pa-
rentes como tambem QQdr> fin ido e seus co.npa-
nheiros d'armas.
BE MWraB3MEIgBggrr3paBaW ff^iWIMBl
Affonso Jos6 de Oliveira, e sua
mulher pungilos da mais acerba
dor, por si e em nome de seus
filho-. e genros, ausentes, eonviia
a todos os seus parentes e amigos
para assistirem a algumas mi>sas
que manda rezai no convento da
Gloria, no 'dia 20 do corrente, as 71|2 horas da ma-
nna, pelo repouso eterno de sua presada e sem-
pre chorada filha, Serafina Eutalia de Oliveira e
Silva, fallecida envPajeu de Flores em 20do passa-
do: por enjo caridoso favor, desde ja se confessa
agradecido.
Emilio Xavier Sobreira de Mel:o e sua familia,
agradecem cordialmenle as pessoas que se digna-
ram assist r as missas e memento que pelo repou-
so eterno de seu muito presado a sempre chorado
amigo Joaquim Jose de Olinda Tavares Junior,
mandarara rezar no convento de Nossa Senhora
do Carmo no dia IS do com nte-e de novo Ihes
protestama mais sincera gratidao por ee cari-
doso obsequio.
Engommadeira.
Paga-se 20*000 raensaes a uma escrava.para
ter empregada unicaoiente em eugommado, em
casa de pequena familia : antes.da.igreja do Man-
guinho sitlo n. 2, de umro cinzento, cam-perfio e
gradim de ferro.
Garros a vcnila,
Acha se a venda na rua do General Seara n. 20,
antiga rua do Jasmim, differentes carros de pas-
seie de qnatro rodas, novos e usados, a um ou
dous cavallos, por preco comroodo : a tratar ahi
ou na travessa da mesma n. 10.
Pacheco & Azevedo tem para vender tapioca
Hadajiolao entewtado a JcOOO
O Pavao vende pegas de rqadapp^ao en-
festado, pelo barato prefiQ.de.31000 a pefia.
Ditas sem ser enfestado, com 20 jardas, a
5^000. Ditas com 24 jardas muito boa
1 fazenda, a Gj&OOO, GE300 e 75000.
I ALPACAS.PRETAS A 500, 040 E 800 US.
0 Pavao tem um grande ,sortimento de
'**', alpacas pretas, que *endea 400, 640 e 800
m"lrs. 0 covado. assim como 'graodo sortl-
' mento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
Nedinha.s a l-^OO
0 PavSo vende sedas com listrinhas de
cores a 1JS6Q0 o covado. Ditas com pal-
minhas a^2u00. Ditas com toque de mofo
a ltQO0 e 15400.
CAM8RA1A VICTORIA A 4$000, 4^500,
08000 E 7W)0U.
0 Pavao vende. um grande. sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
de Araruta de qualidade especial : em sen arma- 1 g 1/2 m ^^ pe?a ^[os baratos prefios
zemnarua:dol)uqaodoLaxlasn.20._______ j^ ^^ ^J? ^^ ^ Q ^QQ
FazeildaS e rOUDaS mU'.'.O ba- a pega. assim'como, ditas de salpico bran-
Jofoo I co, a 7t?000, e pechincha.
raias novas lazimias ja sgo us.
Na loja de J. Porto, a rua Nova n. Ii troca-se 0 pavSo recebeu pelo ultimo vapor uu
por cobre ou mesmo por sedulas, boas fazendas e .._.. ,.,,., mnntn a.. mnjc lindaslaiznhas
rou[as feitas sem se olhar a lucro, somente para elegante s rt mento aas mais nnaas iaj,znnas
wnder muito. i para vesttdos, sendo transparentes com as
------ _T_ ;^ j majs ,jeiicaija3 cores> e modernissimos pa-
- iiiqUlua^aO Cie mOVeiS droes, que vende pelo barato prefio de 560
Por precos mui reduzidos, diversas mobilias e rs. 0 covado, a rua da Imperatriz n 60.
cadeirasdoguarnicso: vendem Cunlia & Manta, UQUIDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
a rua do Marquez de Olinda n. 23. X 1 i__i;. .
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para bomens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto decasetnira preta e de co-
res, como de panno ; assim como urn avul-
' tado sortimento da calfias de ca^emira preta,
! decor, de brim de cor e branco, e um
de todas as
Grande pechincha
Chanoos de sol cabo dc marfim a
i2$000 !
Com
loja da
seda trancada e hastes de meia cana, na : Rranfie sortimento de colletes
Rosa Branca, a rua da Iinperatm n. 06, i-j j
------------------------------ "---------------- qualidades.
SedaS a 1^500. Tendo tambem um bom sortimento de
Vende-se bonitas se.tas de lindas cflrcs pelo' camisas inglezas e francezas ; assim como
baratissimo preco de 1*500 o covado ; venham a' de ceroulas de linho e de algodao, e vende
ellas antes que se acabem, na rua do Duque de todas as roupas acima mencionadas pelo ba-
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastes._________ ratissimo prefio, por querer liquidar, na loja
- Vende se am piano de Blooden pjr barato ; da rna ja Impuratriza. 60, de Felix Perei-
pre^o: a tratar na rua do Imperador n. 10.
As miicas verdadeiras
Bichas hamburgueza? qnr vom a este mercado
ua ruf Marquez de ol.nda n.5i
ra da Silva.
Acba-se constantcmente aberto o estabe
| a"s6 de noite.
p^vao. Tffyfr m \Wf\ jwifiir?de
camisas ffanseias ,60 pgilo
29000 e 23500. Ditas com peitQ.de. linho
de 38*000 ivJMflgft ':Ditas, .Upfdfdas muito
finas de '6^0? ta 1^^: assim cpmp
grande sortimento de ceroulas de uolio 6 de
ajgodao, por preges barafos.'e.tar^bem te^m
completo sQF^mejji,o.de puoWs:?-w!Srlrl?s
tanto do linho como de algodao, por precos
em conta.
0 PavSo vende um bonito sortimento de
es^pa/tilhos .mod^ernps, a 3J>500,' 4)5000 e
55000, assim como um b'onito sortimento
desaias brancas, bordadas, a *J}000 o 6*000,
e ditas de lasinba de cores a 39000 : e pe-
chincha. '
CORTINADOS BORDADOS PARA GAMA K
JANELLAS, DE 7?) AtE' 25^000 0PAR
0 PavSo vende um grande sojtimeftto de
cortinados bbrdados, proprios para cama e
janellas, pelo barato pre.fio de 7*000,83000,
10^000 ate 2500P, assjm cqmo : colxas
de damas'co de la muito fina "de 10JS000
123J000 cada utna."
BRAMANTES A 1800, 2JJ000 E 2S500.
0 Pavao yende hfamantes para le"Jfi6es.
tendo 10 palmos de largura, sendo o de
algodao a i#$0p e 2f000 a yara'e de linho
a. affltOO, 2?80Q a 00p,a vara: e peihin-
cha.
CASEMIRAS A 5000, 6000 E7000.
0 PavSo vende c6rtes de cagemiras para
calfias, sendo"padroes raodernos, pelo bara-
to preco de JUOPO, 6J0QOO e 7JJ1000 o c6rte,
assim como : pannos pretps dos melhores
?ue tem vindo ao mercado, de 4^000, 8 e
05000.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes esmeraldmas Icom listras
deseda, sendo em cores e padrdes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
fio de 800 rs. o covado, a rua da Imperatriz
n. 60.
ecimen.o do PAVAO, das 6 horas da manha
^




Cliques de Iraucas. I
Augusto Porto, a rua Duque de Caxias n. 53,' ^
recebeu lindos coqaes de trancas, collarinhos bor- j ^
dados para senhoras, elegantes golas da seda de ^
cores, phantasia, e bonitos cintos de coure com i ^
fivellas e Dassadores de metal, Tudo da muito
gosto e precos commodos.
M

mmm6

m
Bom
neffocio.
BWWmwm
E' baratissimo
CORTES DE ORGANDY COM 13 A 15 METROS A 5JJ0OO.
Alpacas rs. o covado
Na rua Primeiro do niarco n. 13, loja dascolumnas, de Antonio CorrSa
de Vasconcell.s, vende-se lindos cortes de organdy com 13 a 15 me-ros,
acompanhados dos competentes figurinhos a 53OO0, assim como alpacas
de corescom pal.;a de seda a 400 rs o covado. .
Vende-se ou arren 'a-se o gran de predio
de um andar e soiao, sito na rua do Bispo :
Sardinha, proximo da igreja da Hiserieordia, I
na cidade dc Olinda, tendo duas loas salas ]
de frente, um salao no sotao, seis quartos;
espacosos e frescos, uma grande cocheira, !
quintal todo ccrcado de novo, e com diver- j
sjs arvoredos, uma boa fonte d'agua, e!
tendo az canalisado. Acbando-se prepara- j
do com tods os moveis indispensaveis a"!
V-J


GRANBI
m


t@i?i^tii
Charutos e cigarros
dos mais tiuos e das melhores marcas, do Rio de
Janeiro e da Bahia: no armazem dj fumo, a rua
| do Amorim u. 41, de Jo-e DomihgUcs do Carmo e
Silva.
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e o mais largo
que
nmn cranrlo familia pr;i assi-ti vpndirln nil !vem ao merc'l(l0. e W19 se vende Pelos "liminutos
uma granut lamina, sera assim venaiao ou :precos d623200, 2*800, 3*200 e 3*o00.
sm os moveis : a tratar nesta typographia (
ou na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do j
paco da asscmblea.
E'baralo!!!
ATTE\CA0.
Aos apreciadores do cafe do
Geara.
Vende-se cafe do Ceara de primeira qualidade
pelo barato prer^o do 13000 o kilo, e assucar reli- I
ado de priraeiruqualidade a 300" reis o kilo : na !
itfina(aodft rua do ftangal n. 43.
SO" NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRBS PORTAS DE
Guilherme & C.
Junto a loja da esquina
Nao ha mais cabellos
brancos.
imm Jirouzi.
Sde unicaapprovada pelas academies de
J sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at^ hoje. Deposito princi-
' pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
Veikle-soa armacao nndir m
beira n. 21, garaa^se a chave : a t/atar no mes-' ?"fZ Qe "4?' a"d!,r ?
rao lugar. n 1 : tCK'as as boticas e casas d cabellet-
reiro.
ao
*
Vendc-sc
Uma pessoa vinda da Bahia, precisa fallar com
e Sr. Antonio Jose de Freitas, roga portanto o fa-
vor de apparecer a rua da Cruz n. 6, armazem.
Traspassa-se
am segando an^.-r na rua Daque de Caxias (anli-
jra das Cruzes) n. 28, o qual se aeha pintado, for-
fado e esteirado de novo : a tratar na rna Pri
meiro de Marco u. 20 A, loja. _________
Eseravo fiigklo
0 abaixo assignado recomenda as autoridades a
eaptura dc sen moleque de nome Daniel, crioulo,
rom 13 annos de idade, olhos grandes, Iem am ta-
Ibo n um pe ; assim como,igmjfica com o0*C00
a qnalquer particular que o approhender e o levar
3 rua do General Seara, antiga rna do Jaamfm
a. JO, enjo raoleque fogio no I.- de deiembro do
anno-passado. e consta transitsr nesta-cidade fi-
cando muilo ijcato .a quem o apin-ohender ; as'sim
omo declara que houve.-88le mo eque por cempra
a Guilherme Frederico JJaegel, 0 qual comprou
ao Sr. Thome Rodrig^es da Cunua.
Arrenda-se o engenho Penderaca, d'agoa,
com proporcoes para grande plantio de canna e
cafe, dista de Una tres legoas ; assim como da-se
nos fundos muito bons terrenos para" levantar-se
outro, por aunos^: no mesmo engenho. a Iratar
com o Sr. capitao-mor, ou a rua do Imperador
N. 10.200
Pede-se ao Sr. Jose Caetano, da Amenta llhts-
trada, o favor de apparecer na rua Primeiro de
Marco n. 7 A, 1 andar, a negocio de seu inte resse
Atteneao.
Precisa-se com urgencia de uma ama de
leite, que seja sadia, e que tenha bom e
abundante leite, para tomar conta de uma
crianca de dias, ^ando-se prefierenoii a mu-
lher do raatto :. (piano, pois, estiver nestas
circumstancias appare^a no 3." andar desta
typographia para tratar. '
- PrecisasedeummaaiDo poruwuetque eo.i
tenda de taverna: na rua I otRMial n. 113.
Rua do Brum
n. 52
Passando o
uma carrr.<;a d'agua e boi': na estrada de Joao de
Barros n. 23.
Vnidc-se parte do Engenho Novo,
nhaem : a tratar na rua do Coronel
n. 2.
\
i
Chtip^os para sonhora.
-------------1 A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
; 7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
; mento de chap6os para senhora, ultima moda e
vende por preco commodo.
era Sen- fry______________________
Lamenha "Wlhon Rowe & L. vendem no sen armazerc
1 a rua de Commercio n. 14 :
0 verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Exceilente flo de vela.
Cognac de !-qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
A 5$OO0.
Lindos cortes de granadina com listras 0 flores.
fazenda a mais linda possivel, com 18 covado-s
cada corle, pelo barato preco deo? ; isto s6 se
vendo para admirar : na rua Prinrnro de Marco
n. 1. ^
VENDE-^E
1
<
uma arm^fao de uma tavcrna, propria para prin-
cipiante : a ver e tratar na[ rua do Amparo n. 3,
emOlinda.
Patriots deaiparci fina a 4$.
Nai duvidem, que a Rosa Branca nl ente,
mente, venham antes que se acabem : na rna da
Imperatrz n. 56.
Calcas de casemira da moda
a 7$000.
Venham ver que vale apena : na loja da Rosa
Branca, a rua da Imperatriz u. 56.
Vestidos broncos bordados
a WOO.
Sao lindos vestidos com babados da moda e ti-
ras bordadas. que valem 12* : na rua da Impera-
triz n. 56, loja da Rosa Bran;a. Tambem se ven-
de :
Vcos para chapeos, coilsa clii-
que a 1?000.
J
Rega-se ios senhores de engenho, que
pretendem dmpregar alguns dos machinis-
mos novos, o favor de apparecerem nesta fa-
brica, que Ib>-s pdde fornecer os appare-
lhos mais apropriados com o minrrao de
despeza, e dispdo de possoal habilitado para
monta-los devidamente, e mostrar o syste-
ma mais commodo de trabalbo, para obter
melhoramento no fabrico do ?ssucar.
Para quem quizer ganhar < nn<-.
Vende-se a bem conhecida a afreguezada casa
de vender sorvele, a rua Nova n.07, com 3 bilhares | Vende-se o engenho Varzea Grande, situadb
novos e montada com todas as peitenpas : a tra- na eomarca de Goyanna, o qual tem matas para o
ma- | custeio, proporcoes para moer com agua, boas
obras de tljolos, boas varzeas para canas, etc.
I Tambem se vendera a safra, animaes e 6 escravos.
Para tratar do engenho no mesmo engenho, e para
informar-se ao Sr. major Luiz Jose Pereira Sim5es.
Vende-se
cerveja noruega da marca M L, por menos preoo Vende-se umterreno em Beberibe (Porto da
an- em outra quaiquer parte : no armazem de H. Madeira) com 200 palmos de frente e 600 e lantos
Lundgren, rua do Commercio n. 4. de fundo, cercado, com casa de Uipa e coberta de
Precisa-se
de um criado para lode sarvico : a Iratar no ho-
tW d'Bordeaux.
Em Olinda, rna do Varaflonron. 18, padaria,
precisa-se de nm reflaador para assucar e urn
pequeno para caixeiro,
Sollegio de S. Sebastiao para
o aeia^emiftiuo
A abaixo assignada scientiSca aos senhores pais
de.familias e a quem mais eonrir possa, qae as
aulas de seu.cdllegio c-)nlinuara a funccionar em
a caada rua Dimta n. (36,^* an*r.
Manoella Augusta de MellaRego. .
Vende-se uma casa na rua do Dique n. 23, capim, tendo ja plantado algumas arvores frnc<
cbao preprio, com 2 quartos, ooiinha fora, quin- tiferas e tambem legumes, por preco razoavel:
tal e cacimba : quem qQUer eomptar dirija-se a quem pretender, dirija-se a rua da Penha n. 13.
Cambda do Carmo n. 14. t"1 jil t~
- Vende-sa sememe depilanga para .cercaou LintlaB laS eSCOCeZaS.
enfeite de jardim : na rna da Cruz n. 6 De varios padroes, e inteiramente modernas,
J-----------;-------*rj------------------------ *I0 rs. o covado : na rua Primeiro de Marfo
Calcado barato a^ava^ar^'^^
LOJA D ARANTES
Engenhos em Mamam-
Botinas de cordovao para hottlem
Ditas de bezerro para dito
Ditas de pellica para senhora a .Luiz %V
Dilas inglezas e francezas
Dilas de cores para serihora
Dilas gaspiadas, de verniz, para se-
nhora
Sapatos de'eorts para senhora
Dilos de chagren
guape.
Vende se os segnlnies:
Barra,
Prc^ulea.
e Patricia.
A tratar com sens pToprietarlos nesta ciaaSe,
3* e 4*000 e para infermacoes eom Joaquim Pinto' de Mei -
3* e 4*M0 relies Firao, na ffiestna cidade de JKmatngaape
7*CO0
7*000
8*000,
8*000;
6*000'
uma casa na villa de Barreiro?, na rua do Com-
lercio, nor preco modico : a tratar eom Tasso
irmaos 4 C
Vende-se um'sitio a retalho, na estrada do
Arraial, que tica na procedencia do sitio dos Bu-
ritis, sendo este sitio n'uma localidade' muito ex-
ceilente, flcando no centra de tres estradas, por
preco muito commodo; tem terreno de 2* o pal-
mo, com 210 e 250 palmos de fundo ; assim co-
me, tem terreno para varios precos, com fundo
de 400 a 500 palmos, com muitos arvoredos, com
muitas baixas e sendo muito boas, um riaeho que
ccrre por dentro do mesmo sitio, com duas casas
sendo uma dj pedra o cal, feita a moderna, com
4 quartos, 2 salas de bom tamanho, e grande la-
tada de parreiras, muito bom barro no mesmo
sitio : quem pretender pode vir a qnalquer bora
Jue achara com quem tratar. Ouira casa de ma-
eira com 3 quartos e duas salas e cozinha fora.
kibras 8terfioas
Vendem Pereira Carneiro
& C.
Rua' d6 CbfjfrriSrclo n. 6.
(
I
3* e4*000
Tasso Irmios Sr C.
Vende-se o engenho Meguahype de Cima,
sltoua freguezia de"uribeca,com machiaa a\a-
por, optMnas terras de- prddu^cao, boas mafias e
capaz do fazer grandes safras : os prelendentes
podehi se dirigir ao engenho Meguabypa de Bai-
zo, ou na praca do Corpo Santo com os Srs. Oli-
veira, Filhos & C

{



\WV
Diaric & Fernamybuoo Quart* feira l 4 Abfil I

n&E
-
=
-......"
A* ram do CahiiRa n. 1 A,,
Os proprietaries da Predilecta, no intufto di,
conservar o bom conceito que teem roerecidp do
respifc\el pnblioo, 4iiOfiBo o set estafeeleci.
masto dM mis qa aegooian no mearno geaere
veem swaotilfcar, ao,^p boil* togueies que pw~
vernrani aos seus eorrespoadeiites nas dlversas.par-
cas d'Eoropa para Htes enviarem por todos os p.
qoetes o bjewtot- de taxo 13 -bom-gorto, que -se-
jant nuts bemaceitQ3 petes, seoiedades etegantas
aawteSes pa*8, vpto apsocioaar se 0 tempo de
testa-, em que bello sexo desta, linda Veneea
mate ostenta a riqueza de mo ja reeeBessem pete paqaete fraueet ditereo
rtigas da B'.lima moda, vein patentear algous
d'entre elles qae so tomarn niais recommend* veis,
esperando do respeitavel jjublico a costumada
concBrreucia.
Adereoos de unarnga oe mats lindos qae teem
vindo a mereado.
AJbuas com ricag capas de madreperola e dt
vetlqdo, sendo djversos tamanhos e baratos pre-
09
Aderecos completes de borraeha pivprios par*
luto, tambem se vendem meios aderecos maito bo-

resrna
Rua da Imperatriz u. ZZ
DE
MENDES GUIMARAES & $0$
Acaba de receber urn grande sortimen'o de Cazeuttai prttas, para qija-
COMO SEJAM
''or

BetSes de setim preto e d cores para ornato d
vestidos'de senhora; tambem tem para coltete
palilot
Bolaaa para senhoras, exists um bello surtimea-
da-seda, de palha, de cbagrira, etc., etc, por
txurato preco.
Bonecas de todes os tamanhos, taato de louca
como'de ce>a, de borraeha e de massa ; chama-
rno$ a atten?*> -ds Ejttnas. Sras. para este artigo,
pois as vazes tornam-se as cri.uicas.um poueo im-
pertincntes por itlta de uui obiecto qae as en-
tretenham.
CamtSBB de I in ho lisas e com peitos bordados
para horaem, veudem-se por preco commodo.
CerouUt de iiaho e de al^oii^c, de diversos, pre-
cps.
Caixinhas com musica, 0 que aa de mais liado,
com distkJes aas tampas e proprios para presea-
tes.
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeosp&ra sephora. Recefesram urn sortimento
da ultima meda, tatto para nenhora, eomo 'par*
meninas.
Capellas simples e com vee para noivas.
1 '.alcas bordadas para iiieuk as.
Entremeios estampados e bordados, de tiadot
deseahos.
E&oouas etectricas para den tes, tern a preprte-
dade de-esitar a carie do*4entea.
Fraojes de seda pretas e de cores, exi^te am
graode sortimeuto de dlvercas rarguras e baraio
preco.
Fitas to ski:!*. z**gv**n. de setia* e ie-cha-
av>ln>e, io divtT.-a? latgaras toaitas cures.
Facbas de gorgurao n>tito lindas.
ft-** arti:iciaes. A Predilecta prima efti coa-
erwr sempre um bello e MMfedfe soriimeato deg-
as Co es, nao so para -eofeite dos cJjellos, coroo
tambem para oreato do vestido de noivas.
Ga!Oes de algodao, de la e de seda, brancos, pra-
tes e de diversas cores.
GrtAatfls de seda para boreem e senhoxas,
Lacos de cambfiiia e de sedi de diversas cores
para scunora.
LigM de seda de cores- e braneas bordadas para
Dsw-a,
Livros para ouviir missa, ocm capas de madre-
perola, marflm, 6s 0 e velltido, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruca-e marfiui para alisaresta-
bel os; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimeuto de mtdre-
perola, martim, osso e dnurades por barato pre^o.
Perramarias. Ifeste ariigo esli a Predilecta feem
f.roviea, nao so em extractns, como em oiees
banhais dos melhores oduwa, dos muis nfamados
labricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygieaica,
Coudray, Gosuel e Iiimel ; sao indi^pensaveis para
a festa.
Satas bordadas para senhcra, por eommooo
preco.
Sapatiuhos dc la e de setim bordados .para Lap-
iisados.
Tapetes. Receben a Predflecta nm bonito sorti-
meuto de diveiJt-s tamaahos, taalo para sottco-
mo para t-n'.raJa de salas.
\ VesUmentas.para, baptisado 0 que ha de memor
gd\sto e os mais moflerno* receben a Predilecta
/ de or ar to preco, para dear ao alcanee
i'uaiquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
Uraaias de-leqe,
Palmeiras- i rnperiaes.
Cyprestres horisontaes.
Quern quizer fazer am pnmar com dilT reotes
qqalifh^wi dii fructos, ou arbor isar algmnas mas,
ou plantar aJgum jardiui, e so dirigir-so ao sitio
do .Vlirigo, em Oiirida, onde achara o que quizer,
on deixar o peitidii pur escripto na loja da rua da
Cadeiado Heeif'- n. S3, indkitolo para onde quer
que mande-se, etc.
Sementcs de hortalica.
Rua do Mri|aez d" Olinda n .">:{.
Coqt
GROSDENAPLE PRETO A 198.00.
Vende-se grosdeoaple preto para vestido
de senhoras, a 19800, 29, 39, 49, e 59 o
covado.
PAWNO PRETO A S95QO.
Vende-^e panno preto de duas lat-guras,
para cal?as e palitdts, a 2950t, 39, 39500,
49, a 69000 0 covado.
CORTES DE CASEMtRA PRF.TA A 59000.
Vende-se cortes de casemira preta para
calgas, a 59, 69, 79 e 890u0 o c6rte.
MERINO' PRETO A 2980C.
Vende-se merin6 preto lino, a 29800 e
3900O o covado.
BOMBA2 NA PRETA A 19300.
Vende-se bombaz na preta eufeslada, a
19500, 19800 e 29000 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta fina, a 500, 640,
800 rs. e.lWJOO 0 covado.
FAZEJVDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 390c0.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parente a 39, 49,59 e 69090, ditns de cam-
jbraia tapada, Victoria, a 39, 39800, 49
e 54iOOO.
CORTINADOS PARACAMA A 169000.
Vende se corttoados bordados para cama,
a 169. 209, 258 e 309000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores fines, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 covado
CHITAS URGAS A 200 RS.
Vende-se chitas lrgas para vestidos, a
240,'32O e 300 rs. 0 covado.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palraos d
largo a 19600, 1980O e 29500 0 metro.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se pec.as de madapolao enfest4o
a 39000. Dito inglez a 49500, 59'J
55500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
CORTIMOOS PABA JANELLAS A 89000,
Vtnde-se 0 par de cortinados bordados.
para jaivellas. a 89 e 1090( 0 o par.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pegas de aigodSo, a 40, 59 e
6ffOO0.
CEROURAS A 1900S.
Vende-se cenoulas de algodao, a 1900r>,
ditas finas de bramante a 19500 e 29 oada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 2000.
Vende-se camisas braneas finas, a 29,
28500, 39 e 49000.
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vendo-se brins de cores para caloas, a 4>O0,
e 500 rs. o covado.
CIIA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a 800 rs., chalesde
merino de eores, a 29, 39, 49 e 59000.
COLCHAS DE GORES A 29000.
Vende-se colchas de cores para cc ma, a
29, 39500 e 43000.
CHITAS DE CORES A 300 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. o covado.
TAPETES A 49500.
Vende-se tapetes para salas, de diversos
JifcSiCOS **hNCOSA 29 00.
Vende-so Icnros brancos 1h us, 290QO,
28509* e 31? a iitrtrn, d06 de- Kuho, a 49,
58 0 68"<,0.o CROCUKS I'AUACADtm.ASA 18500.
Vende-sc paniMis do -cfdcIiu para cpdeins,
a 18500 oada um, cokbas do. di 0 para
noivas.
MADAPOLAO FRANCEZ A 79000.
Vendo-so picas de inadapolao franccz
muito fino, a 79, 89 e 109UOO.
BRIM I'AKDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vende so brim pardo para calcjas, a 400
rs. 0 covado.
COR!KS-bE&tSEMRA DE-50000.
Vunde^se cal.;as, a 58, 58600 e 68000.
GROSDEtNAPLE 1'RETO.
Vende-se grosdenople preto com 4 1/2
palmos de largo rs, a 58 o covado.
KSGUiAO F1NOA2800O.
V*inde se esquiao fino de liuho, n 28,
29500, 3^ e 49 0 melro.
CHITAS PABA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. o covado. '*
BRIM BRANCO A -MOOfe
Vende-se brim branco de linho, a 10,
19280, 18600 e 20 0 mtro.
BRETANIIA DE LIN0 A 640 RS.
Vende-se bretaoha de'lintKt, a 6i0 r9 a
nra.
FLANELtA DE--GOHGS A 800 RS.
Vende-se llam.-lla de cores, a 800 ra. o
4H>vado.
C08ERT0RES DE ALGODAO A 10400.
Vende-se cobertores de pello a 10400.
Cobertas d oliita a 18800 e'20 ditas-en-
c?.rna.a, forradas, a 48, no Bazar >'acional,
rua da Imperatriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 30000.
Vende-se cortes de eassa miudas a-89
cada um.
(. li A V, TAS-PARA SEMIORA A 18t0.
Vende se gratatas para senhoras, a 10,
ditas para homens a 5fl6 rs.
ALGODAO ENf BSTA1X) A 106.
Vende"-se nlgodao enfestado p*ra"leuc/Jes,
a liJOOO ^aa.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FfclTA
NACIOML.
Vende se palitdts de psnno pret", a50, 70,
88 e IOjSOOO.
Vende-se palit6ts de alpaca preta, a 80,
39500 e 48000.
Vende-ee caloas pretas de panoo, a 49,1
6*, 79 e 83*J0O.
Veude-se colletes pretos, a 3^, 30500 e'
40 JOG. I
Vende-se ceroulass a 1#, 18*00, 30 e
3^000.
Yende-ee camisas braneas, a 2^, 28500,1
38 e 480O0. :
Vende-se ccraisas de cbit'is, a 10^00, 2)J
e :J.-M kji 1. 1
CHITAS PR-ETAS A 320 RS.
Rua Pjimgiro do Mar.50 n.
Oordfcim Simoeac^C.
K' ea,uroa4a8.oiis>qi bt^je poda coajpri-
_ uiazia o(fare9ries,8ns freguezes uinvariaAssi-
mo sorHraen^ defazendas finas para granflertor-'
lette, e bem a?.i para uso ordinario de todae as
classes, e por precos vaaujosos, das quaes faz um
i'equeao.r*ime.
Mandaw rtaaeadai. as.cata. dos pretendeBtes,
para 0 que tem pessoal necessario, e dao amostrae
mediante penhur.
Cortes de sledJi.de HhOa? cores.
Grosdenaples Si toflas as cflres.
Gorgurao. branco, lizo, de Ii?tras, preio, etc.
Setim XTacao, preto e de Cores.
Groadeoaple's pre'te.
\ elluao pfetoi
Granadine,de'seda, preta.esdf cores.
Popelfnas de lindos. pa'tfrSes.
Filo da seda, branco e preto.
Hiras basqnidas. de seda.
Casacos de merin6 de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Cortes Com catrmrala branca com lindos borda-
Ricas capelras e mant.-w para noiv.
Riquisalmb sortirnerrto de las com listraa de
seda.
Cambfaias dte cores.
Ditas marrpozas, branca?, lizas e bordadas.
NaBfttqaes de lihdbs padWes.
Baptistas, padroVs deiicado?.
PercalTA'd'quadros, pretos e braneos, listras,
etc., etc.
Brins de Imho de cor, proprine oara vestidos,
com barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linho. c dies da
mesma cor, nUiuia medp
Uitos de canibraia de cores.
Fustao de. lindas. cores.
Saias.bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para seuboras, de linho e al-
godao.
Sortimeuto deluvas da verdadaira Ulrica de
Jonvin, para homens a senhuias.
Vestuarios para nieninus.
Dkos par* baptisado.
Chapeos par* dito.
Toalbas c gaardanapos adamascados deluahp de
cur, para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Grande sortimento de camisas de liubo, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores paratromc-ns, fEeninOse'raeni-
as.
Ditas escocezas.
Joroplcto surtimeplo de chapeos do sol para ho-
mens e seaboras.
Merino de cores para vestiaos.
Dito preto, trancado e dito de verao.
'"illiado de linho e algodao para loaJ
'vtoathado. pardo.
Oaanasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merino de ceres e pretos.
DKos de casemira.
I'rtos de seda -prate-e ie cvres.
DHos de touquim.
Camisas de Ditas de flanella.
Ceroulaa de-liubo e algodao.
Pannos de crochet para >ola, eadtiraa e oonso-
. Lencos bordados ede. labynalho.
Colchas de croqhet.
Tarlatana de lodas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para cOrles.
Espartilbos li'os, bordados.
Foulard de seda, lidoas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Micas fachas deseda e la.para senhoras.
Rico sortimento de leqnes de madreperolas e
osso.
Bamasco de seda.
Casemira preta e de eflres. .
Chitas, madapolao panno fino preto e aznl, col-
lariohos, punhos delinno e algodao, gna^atae, lu-
e, se mk teni
S6 o 11. 20
DO
m
Wk das 3 mm
DE
Ghi'lherme & Oi
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
drijes,' e que se vende pelo diminuto preco de St)0
r. a covade 11 I
MET1M
Uetim trancado, padroes bonitos, a 320 rs. 0
covado III
ORGANDY DE GORES
Cambraia organdy de cores, fazenda Una, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. 0 co-
vado I I I
LAS ESCOCEZAS
Nora sortirnenio desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. 0 covado 111
CHETONE
Crtstoue claros e escuros,. bonitos padroes, e fa-
zenda flna, pelo diminuto preco de 400 rs. 0 co-
vado 111
LAS MODERNAS
Complete sortimeoto de li de lodas as qualida-
200
rs.
GftANDENOVIOAE
A' rua do Crespo u. 8*
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chegou esta fazenda, com padroes inteiramante
novos, e que.se vende pelo diminuto nreco deSOO
rs. o covado : isto por ter grande quantidade.
SO' NA RUA DO CR2SPO N. 20
Loja de
Guilherme & C, junto a k>ja
da esquina
GRANDE PECHIHGHi
Cortes de casemira a 43000 o corto 6 pechineba.
Chitas claras a 2W rs. o covado *
Madapolao fino a 1|800 a peca
So o n. 20 da. ma do Crespo, loja das 3 portas
de Guilherme & C, junto da loja da esquinat.
Gaza5#500 alata
com 25 garrafas, do melhor e da mais acrtditada
; diminutos precos de HHT. Wdo,' g J4 "SSBlSTST liq&o fZSS^St
Cortes de casemira d3 cores, a 5*100. aMJ? *& ?*** d0 Ca'mo e 5il"
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e rua d Amor"n -*'______________________
4*000.
Cobertas de chila adamascada a 3*500.
Len^oes de bramante a 2*000.
Ditas de algodao a 1*400.
Toalbas alcochoadas, dncia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a 1*000 a duzia.
bitosde cassa abanhados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixinhas mo-
dernas, duaa, a 3*500.
Cambria transparente fina a 3*000 a peca.
Chales de lodas as qualidades e precos.
Itramante de algodao e Imho a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*600 a vara.
Algodao marea T, largo, a 8JO00 a peca.
Dito dome.-!k'o a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado III
Madapolow Iraneere: de lodas as qualtdades de
5* a 8*500 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de- 8*500.
Vende-se as casas seguintes
Rna 24 de Maio (outr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Dita do Fogo n. 22.
Dita do Padre Floriano n. 35.
Becco da 8omba n 5.
Travessa do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no pateo do Carnv n. 1.___________
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 45, re-
ceben um liudo sortimento de bicjs. de guipure
de cores, apropriados aos vestidos chiqiies da ac-
tualidade.
E' barato.
Vende-se urn pequenosiiio perto da csta-
rao do Salgadinho, tondo de frente 150
UmisaVVTnjrieza&' to'das forradas, fazenda de palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
linho puro,a 44*000' a duzia ; e pechincha, so se com uma elegante casa da 'aipa, acabada de
wndo. .proximiebem asseiada, tendr> a sal s, 2
Popeunas de I.nho e seda pelo diminuto preco quartos e cozinha f6ra. 0 tcrre>., e pro-
des800 rs. o covado; I pech.ncba, e dJo-se amos- ^ Q bom ^ ^^ tcnu alguPm,s
S6 o n. 20 da rua do Crespo\ *de !rucl0'agua de beber e tt,d0 ccr"
Para ver e mais explicagocs, no mesmo si-
tio a qualquerhora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tralar, na the-
souraria d-s loterias, rua 1." de Marco
p. 6.__________^______________
Farello novo e
Loja das tres portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
Camisas de eretone
as mais modernas que tem vindo ao mercadn, sen-
do lisas e com listras, e qoe se vende a 40*000 a MilVtn npniipn^
duzia e a 3*500 cada uma ; e pechineha. JM.I111U ptJLJ_UC
I-fnllnnrlQ ^a melhor qualidade no armazem de fari ..ia
liuiiauutt ; de trigo do Tasso Irmaos C, na praoa do c^es
Brim pardo liso, o que ha de mais fino, com um do Applh.
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. o cova
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro,
applicadapara costumes de homens e de meninos :
so na rua do Crespo o. 20, loja das Ires portas, de \
Guilherme A C, junto a loja da esquina.
Triumpho da
Vcndp-se chitas nrotas finas a 19A p Iftfl va* fia-da Ewossia, la^Mtes de n" ..i P Dh0?'bolsas S via8,,,' P'tos bordadospata ho-
mens, tencas de linho braacoedaicores, toalbas,
guardaoaDos. etc., eic.
rs. o cuvado.
LAZINHA A 200 US.
Vende-se laziuhas para vt 6tkks, a 200,1
320, 400 e 500 rs. o covado. No Bazar'
tamanhos, a 43J500, 55J, 6JJ e 83P000 cada j National, rua da Imperatriz n. 72, de Men-
um. ides Guimaraes dtlrraAos.
Fogao de ferro economico
Vende se um chegado ha psu ros-dias, tendo fo
nalhas para lenha e carvao, fvrno para assar
deposito para agua quente e lugar para se guar-
dar qnente as c >rnidas depois de feilas; esles fo-
goes tornam-se recomawnaavais por.que sao de
ferro batido, e fabricados com [icrfeicao e cozi-
nham eom mui diminuta lenha : na rua do Apo
n. 20__________________________^
Vende-se ou arrenda-ie. no eta que se acha, um suio na freguezia dos Afo-
gadosn. 18, rhao proprio.com 349 palmos
de frente e 65S rie fundo ; os pretendenies
dicium-se ao sou pr priet;.rio, na rua de
S. Frencisco, sy rado n. 10.
Salsaparrilha de Ayer
i'AIt.l PURIFICAR O SANGCE,
0 renon.e do qoe goza este ex-
cellent.' remedio 6 devido a millin-
res de emu qua tem operado, mu-
itas das qiiaes sao vordadeiramente
maravimo^as. Innumeros sao os
aU4 o08 em cime o aysthemo, paxecen-
\S do saturailo da podridao de enfer*
| -40P midades ;scrom)05as, tem sido
promptamnrte restituido a a*de.
As aneccTiea e desordens, agerava-
das pela contomrinacfio eserofulosa,
aW produzirem dons mortifioaatts,
tem sido tam radical e tam geralmente curadas por elle, em
todos o pantos do Irnperio, qne o pubtioo mal precisa de sec
infonnailo das suas virtudes e do molo de oaako.
0 veneno escrofuloso e nm dos mijs destruidores inimijos
da raca hnmana. Ora. senhorea-se .>ccnll o trateoeirameote
i.o nosso organism o e deixa-o frato d ioenoe. contra molesUas
fataes. Ora, pateiteia a icfeccao d qne corrompeu o corpo
t eatio, em momenta "opportune, hrra rapidamantc soh algB-
rr.a de suas hediondas formas, ja na cntia ja bqs orgams
vitaes. Neste ultimo caso deposrta, muitas vezes,' tnberculos
nos palmdjet. no fijrado, no oocacfto, etc., quando nao se man-
jfesti em nu^oes, tumoeesi St*.
A lnim.,r> fan: perigoso e tam porfldo nnnca se deve dar
rraarida,c p.-svc.iilo < iianqas me)kar do que eombattel-o.
Assim. antes it Eapsrecerem OS prcprios tympthvma$ acfitot,
o usa da mAXiB-.it'AH&IIj'HA. DM A.TKR podera eritar
resullados foaeatos. a,
As pessoaaque sofir-m de Erytfyelat, Togo de 8. An-
tonio, Sartrw, Bmptfuu, BhtunmtUino, Tnmort;
Z7Ze*fMM>a!SnaibUidade doloroea iw* ouvidoa, olhos, &c;
dor nos otioe; Vyspeptia Qu IndigeHoet; Hydropesla,
MtUttia* do OeroeSo *. rtfado, KpftefU, JV^
ralgia e de varias outras affeccCea. io.sy^thwna matcular e
nervoso, acharao seguro aTIivlo nsanJo destaJ bjthjp a/j.
A tSyphUU OU MoietHai lent-eat so onradas com o
sen nao, posto qna seja necessario mafe ailitado espafo da
tempo pan aubjugar tam bnprtiaeataianfnnldad.
A Leucorrhtm, on Mtortt. Jtniti, as ulcerac^esnUri-
nas e em gerat as molestias das nra herea1 Ao tambem aDivia-
daa e .irSaaaiermente, omradaa.por aaa effajtodmoflcador e
vigorativo.
O K7ieum#mo e a aetta, quando canaador por ace*.
aalawesieanatejiaaaxtnBUMVs a aawgjl*, e4ttnJhe facil-
meritc, de mesmo modo o Mat tUTigado, Conges too on
Inflatnmacao do Vigado, Icterirto, 'juando sSd Orkmdaj
de inaaaaetjducs jio sangue.
ArBaJiBiKUTha e nm sellente laaaanradpr da
foica e vigor do systhema.
Aaahs, tqdoa,os qne sonrerem Languor, PU'ama, Dct-
mmiot, Intontnia e que sao incommodados com Appro-
aawaa e -Temoret Jfervotot on qnalquer ontaa-anecc5
preTemeate de VrMUdade, aaharSj do tea poder renOTador
e mau seguro esj ediente de promp-a cura.
'""mui. i'o,
J.O. Ayer & Oa., Lowell,Maas,E.X7.
Chimieot Practical e AnatfUct),
C1- .. VENUE 8B POR
Magnolia Inn'
^Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n. AI
4o,encontrara sempre o respeitavel publico um Uv/
completo soniinento de perfumarias lloas, objectjs
de phantasia, luvas de Juuvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modicidade nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. &o, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias-n. 13, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tarlaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos bot5es de aco, proprios
para veitidos.
Oolinbas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a cllas :
na Magnolia, a rna Dnque de Caxias n. aft
Lencos chinezes.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quanii'iade de lencos de seda
! chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda inlet-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tarlaruga, de
martim-, do osso, a de muitas outras qualidades:
receben a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 43.
Attenejio.
A loja da Magnolia, a rna Duqne d 43, acaba de receber o seguinles artigos.:
Manual de madreperola, tarlaruga e marnm.
Ricos album com capa de madreperola, cba-
gren, madeira, velludp, couro, etc.
Lindas caixas com-finissimas perfnmarias.
Ligas de teda, braneas e de cores.
Voltas.de madreperola.
Puiseira? Jc madreperola.
Hicas caixas para co.-tura.
Vestnarios para baptwado.
Toncas e sapalinhos de setim.
Modernos chapeos de solde seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravalinhas de villudo, etc., etc.
i- J
I
cslrangeiro;
0
t
'Paris n'America, d rua Du-
que de Capias n, 59
NA
primeiro andar, acaba de receber um completo
1 sortimento de ealeados eslrangeiros para bomem e
j senhora, vindo entre elles um lindo sortimento de
elegantes chiquttos, sapalinhos e botinas para
" criangas, que trido vende por precos razoaveis.
EcoftOHiia te-
meatka
!fa rua Primeiro de Marco n. ln
Confronte ao areo'da Saato Antonio, loja |4*
Agosiioho Ferreira daSilvaiLear.&.C.
BLanzinbas, gostp eseossez, padroes iateiramente,
novos, pelo rJiminwojireco de 200, ?40 e260 reis
I o .covado.
Bspttsfes lisas, flnas/e de cores a 320, 400a
440 reis o eovado, isto so sa Yeaeo I
i Chapeos de sol de seda, para homens, ioglezeg
(paragon) e com 12 hastes, pelc preco de 8j e Hi,
fazenda esta que sempre custQU l4t, so para
acabar.
Na rua Primeiro de Marco o. I.
__________Loja do baraleiro. ________.
Sabao a 200 rs. o kilo
No armazem do fumo, a rua do Amorim n. 4),
! de Jose* Domingues do Carmo e Silra.
Rua 1. de Marco d. 1.
Coafroute o rpco de Santo An
mm vendeada suas racendnx eom Panno de algodao da Bahia.
ito por cento meuos ague cm outra
qualquer pvle.
A saber :
Madapolao-.com-toque de mofo, pelo barato pre-
de ia?,nn a s* *
Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
VEE
to de 4.?j00 e 35
Dito francez.limpo e de superior qualidade, por
5J500, 6*000 e dftm.
Algodao marca T, largo, superior qualidade. a
4^500, 55,55300 e 6*000.
Grande sortimento de Iizinhas degostos inteira-
mente escosseses, pelos preecs de 200, 210, 2C0 e
440 rs. ; so se vendo poder se ha aoredilar. n aim
Baptisus lisas e com flores, fazenda que sem- R|ja (10 YilWM U \mWA> U. 22.
pre custou 400 e 800 rs., eslamos vendendo pelo
preco de 320 rs., para acabar.
Da Hah a e do Rio. vende JiSo Rodrigues de Fa-
a a, rna do Amorim n. 33
bazar mmm
DE
A' este grand*. estabelecimeuto tem. che-
gado um bom sortimento. de maoliiuaa, para
Ditas finas, padroes malisados, a 400 e 440 rs.
o cova o.
Cretono fraocez, escuro e cJaros, os mais Ap*
vos que tem vindo-ao mercado, a 480 eSOO rs.i 0
covado.
Aproveitem emquanto nao se acabam.chap^os de
sol de seda tr*nc.aJ* (paragom) 14 hasteas, mgleaes' costura, .de, todos os autores mais, acredita-
superiores, pelo insignificante preco de Bfi e 9* ; ifJos ukimamente naEutopa, cuias raachinas
ses ;ss: ifgsSno,. u, u^. t**^ eshss e teodft,um
'Ditos de seda, caao de osso a 4$W0, e peohin- perftito arUsta para e06tnftr as meffnjw^ em
cha. j qualquer parte desta cidade, como beau as-
Ditos de alpaca de, cores, forrjdos com seda,:1 Sjm ooncerta-las pelo tompo tambem d'um
L Tllm^U \b^-lh omismietao ^,annoisemdespeodioalsum do compcdor.
Sortimento de ebitas-claras eescuras, boa fa- Neste estabeleeiaien|otambem ha.pertepc^
leads, para acabar,. a 24ft80 rs..o covado. para as mesmas maqhinas e se suppre Popelina de linho e algodao, gost^inteirameate cuerfleca que seiaeneceesarip. Estas ma-
^eVcu" tou moo m'' ^ "' V ^ cbinastwtbalham com todft a porfei^ao de
Camisas de cretox ceut, moderaas e sa-'""e doB8 posponles, frtiae e" b^caa.toda
periorss- a 35 e 35300 qualquer costura por fina {que.. sej/t, sous
Ditas braneas a 25 e 25.^, precps sao da seguinte qualidade : paj. tra-
f.tt v. rsawu. <.. ^^r"0 *,*? iST' t?
juria. ,e SWWMW, para trabalhar l'it.vMpudasa.75.-7i5<.e-.8*CQ. 809000, 9000, 100000, 1.10000,.
Esguiao cora-10 jardas, pajo pfr^tH 4*300 ; e 12000, 18>e00, i0*ai ^fliOOO.e,
toSbrW^Si!* e transparente, fazenda*,, I0000 er^uanto aoa.autores. nioha al-
a 32500.r338fl0, 4*0O0e Wa-pdea. T itera?*o de pFe?os,'poe.oompBa,^OFe6 poderao
Lencos de cambraia oom/barra dYeor, aii4,| e tishare^eestab8leimeoto, qufljrauito de-
branaas a 2i. fyerlo gostar'pela'srariedade de obiectoe-quei
jnos de Imbq, abanhados ^^e.S^4.fciil^^Tflnd^.oomo^aJ8 i
Graude sortirnenio de brins de cores, padrJes;ras'Par*'iTlBgenl malas oars .\eagem, MMta
proprios para meninos de*escoJaaj4*0ie-S00 ;rt.'' ras pare sales, dilae debalaaso, dita* ipara
a covado.. } 'crianca Mt&h dttaS'Mravescoiut coUrei-.
jpamaate de Kuho, dtas-laoparaa,; pelo barato de ferro para ho mem ecrie,aafi, capauihod,
A Nova Esperanea, a rua Duqne de Caxias n. 63
apressa-se em cohvidar a sens freguezes, com es
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se
guintes arUgos expostos a venda e todos por preco
commodos, como sejam:
FINAS BONECAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGRAgADAS visUs para stcrios
copios.
COM MODA S LATAS para guardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninas
BONITOS VASOS com On* banha e cheiroso
extractos, trazendo cada frasco am'Bome, uma ini-
cial ou um dislico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas coi
de caroe.
Para quern goslar.
A' Nova Esperanea a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber tentos e caixas para o jogo di
Voltarette.
Paraqncji!siffrcdas peruas.
A Nova Esperanea, a rua Duque de Caxias i
63, acaba de receber as proeuradas meias de bor
racua para quern sofTre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanea, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um lindo e completo sorti
mento de flores artificiaes das melhores que terr
vindo ao mercado
A ellas. antes que se acabera.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanea, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber bonitos costumes para criaoc?
e esta se vendendo por precis razoaveis.
Em tem pos modernos nenhum descubr.
mento ope uromaior revoluc,ao no moth) de
curar anteriormente em voga do que o
?
TANTO NO TRATA.MENTO "
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouqui'lao, Ilesfriamenlos.
Bronchites,
Tosse Convuisa,
bores de I'eito,
Expecturacao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfei ali-
dades da Garganta, do. Peito edos
Orgftos da respiracao, qae tanto
atormentam e fazem soffrer a humanidade.
A maneira antiga de curar consistia gere -
mente na applicncao de vesicatorios, sar.-
grias sarjar ou applicar exteriormenle un-
guentos fortissimos compostos do substa.i-
A Niva Esperanea, a rua Duque de Caxias n c:.. ..poiponipe nr.m ,]P f.rnrlimrVmnnlha's
63, recebeuum peqneno sortimeuto de anneis 11 c,a.s ^antes, atim^te pronuzir empomas .
pulseiras electricas, proprias para qaem soffre do> j CUJ0S diderentes modos tie curar, nao taiiarn
neryos.___________________________' jsenao ..enfraquecer e diminuir as forces ti
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a er>-
fermidade a destrui^ao inivitavel de sit
victima Quam diffexenie e pois o effeito
admiravel do
Farinha de mandioca nova.
Recentemente chegada de Santa Catharina tern
para vender no trapiche Companhla, e para tratar
no seu escriptorio a rna do Comraercio n. 5, Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao & Filho. Advejtlndc
aos compjadores que desejando acabar, vendem
mais barato ao que em qualquer outra parte, tan-
to em grande9 como eni pe^uenaa porcSes.
Fazendns de gusto
*ia raa do-Cruespo n. lO
Novidades de cores com listra3 de seda fir,
entremeadas de renda, fazenda ainda nao fii
vista nesta cidade.a 800 rs. o covado. 2*
Las de cores com listras de seda e bo- $H<
nitos padroes a 360 rs. o covado. Jjf
Madapolao francez muito largo, com
Jtfl 20 varas, a 65 a peca.
*s Vtstuarios de fustao, carnpraja e alpa-
2 ca, para meninas, a 45, 5f e 65. Dao-se
amostras com penhor.
, Progvessp d> rua 4o IVngel, do
Vieir&n. 6Q.
Vende-se muito barato:
Manteiga em Jatas a 800 rs. a libra.
Ervilha a 120 rs. a libra.
Eslrelinha a 320 rs. a libra.
Aletria a 320 rs. a hlbra.
B ootre^;Btw'tos generos..__________^^^
PBITOEAL BB LUmWiLl
; Em vez de irritar, mortilicar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, mqdifica e suavisa a dor,
Allivia a irritacfio,
Desenvolvo' e'entendimento,
Fortificao corpo
e faz com que 0 sy sterna
desaloje d'uma maneira prompta e rapid:,
ate 0 ultimo vestigio da enformidade. Os
melhores votos em raedicina da Europa, (os
en tes dos coilagios de medicui a de Beriim)
testificaai serem exactas e vei-dadeiras estas
relacoes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hospaahola, as quaes foram curadas com
PK.TORAL DE ANAWUUITA 1
Dcve-se notar que este nnedio se acha
inteiramente tsentode venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ultiraos, e particularmente aqueiles
que sao dados sob a forma de opio,
4>reco de 152C0 a vara, e somente para acabar-
MuiWs oujros.arligos que deixames de orencie-
V. para nao rn.assar, nossos freguezes; mas que
vfst^ rreireir estao preseniesi
Dio-se amottrpis.
66 0 battteira quer, queimar
Para Ttval nao encontrar.
espelhcs dourados paraueala, grandas e pe-
qu'eiros,' appareftos deimetal. paraccfaa^ ta-
queiros com cabo de metal e de marflm,
ditos'araahosv colbjeiee d^metaL fino, condiei-
ros para,, sal*, iarros, guarda-comidas de
A' ruT?nmeiVrde?a?coJn:i, antiga do Cres- -. ^P-s-pa obii>
po, de; Agosrteho'Ferreira da Silva J^eal & C.
Grande pechincha de camji-
sas>de linho.
Veadese camisas fn(e9, de liaho, maiMfiiK*;
para homem, pelo baratisimoipeco de 3S/00$ duzia) quern duvidar veaaa ver e,comnrar : na
tub Duque de Caxias d. 88, loja de Demetrid
Bastos.
FtiMo amarelio a #00 rs.,0-
covado
A Rosa Branca vende fustao amarello para reu-
avde criaopas a 600-rs. e oosado, e faa*da |de4H<'.R^ic*"r&i(fiij_ 'aaontes
pratos, esterra* ^.,T8..Dm.tifam^ e manda-se, leVa.r,. iuih
casas : na rna da Imperatriz n. 56.
'
Vendem
Wilson, Bowe & C.

para forrar salas, Lajvatoraos coiftpl^OBtf,ditos
simples, objectos para toilette, e outwe maiT.
tos artigos que muito devemagradar a,t*>do
que -visitarem este grande estabelecimentfl
qae se^eiM.aierto destto 6>han da m^- Em sea armaiem k raa do Tn^h6 ^^^
nua/ate as 9 horas da noutea guinte :
Rna do Barao da Victoria n. ^SKeff1 americ"0'
99 Carvao de ^edra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
e aci-
__"^^ v,i 'do hydroeiaaioo, for mam a base da maior
l*epeifna de Seda, COUSa Chi-. ^rte^ Xvopes, com os quaes tao fa-
QUe a Jt$2QQ Icilmeate se engana a crcdulidade do pu-
' blieo. A composiiQaO'de aaacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarraiada
em fr6eos da-medida de cerca de meio
quartilho cada uov, e tomo a dose que se
tffina e s6 d'uma eolher pequena, basta
geralmeute'4 appliieacSo d.'um ou dous fras-
cos para a effectuaflao- de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as boticas.
Unicoa agentes nesta piovincia o&.Sip, J"
0. D. Coyle, rua do Commercio n, 3S.
este maraxilhoso remedio, sao mais que sufii-
cientes para sustentarem a opiniao do
Tew sido aprcsentada ao publico
Burante o espa<$o
DE
4 0 A N H 0 S.
V


?"


8
Diatio de Pernambuco Quinta feira 16 de Abril de 1874
LnTERATURA.
Snu AO SR. DR. APRIGIO GUlMAR.tES, POR OCCASIAO
DE SUBIjl SCENA 0 A DRAMA MUXES
MACHABU.
Meus senhores o senhoras. No rreio
d'este banquete social, otn qu \ os risos se-
trocam, os blhos cruzam se e as palm s
,scapam-se de todas as mdos, por effeito
da approvacdo quo estf em tolas as in'elli-
gencias, que applaudem ao fruclo animador,
esperanjoso e grande do uu dos mais dis-
tinctos talentos da faculdade de direito do
Recife; eu venho reunir-me,tambem,aosexo,
que anima pelo seu primor, e a mocidade
que conforta e consols com seu joven e
sincero enthusmmo, pra saudar aquelle
que, com o nobre esforco de sua alta in-
telligencia, hoje nos veio provar, que mais
se deve crer no seu talento, ja conlieeido e
tanto e mais de*ese esperar d* suns luzes.
E ainda mais sou levado por este enthusias-
mo, que ndo se contem, d cumprimentar ao
Exm. Sr. Dr. Aprigio Cuimardes : porque
sei, quanto vale esta producgao no quo res-
peita ds lettras pairias e a* mocidade.
A mocidade en>bre, altiva e grande nos
sens accommettimentos ; mais dorme, ate
que en?ontiv urn ch"fe nu urn e>o quo a
desperte.
Sem jm Moyses ella correria o risco eter-
no do desert) de suas aspiraco-s. As let-
tras patrias se acham mui pouo engran-
decidas no nosso p.iiz... e com um impulso,
que lbe da" a cultura d'esse grande o pro-
veitoso ramo da litleratura, serd lodo novo
seu In ilho e de grandes consolagoes o seu
futuro para a patria.
Ainda, senhores, ha uma fatalidado que
me anima, porque reconhe<;o n'ella uma
protecQao a nossas lettras.
A mocidade com jubilo e enthusiasmo,
quevem do Ceo, reconhece ainda que aquelle
a quern bavia jd confiado partedo s;a edu-
caQdo, pelo seu talento e capacidade, digno
do nome de mestre; e ainda aquelle a quem
cabem as honras e os lnuros d'esta festa
Utteraria.E ella ainda roconhece, que nao
sebavia engaoado na sua primeira escolha,
o.orque ainda odevia ter uma vez por mestre
Ou irmao ou chefe. Isto, senhores, ainda
vem auxiliar as nossas justas. esperan$as ;
porque na verdade a aniraagao serd maior,
quando o nosso mestre e justamente o nosso
guia, n'esto campo, que so offerece, vato?,
Ss aspiracoes litterarias da mocidade.
Scnhores.Eu sei quo o hello e a fra-
quaza do homem ; isto sei, porque Adao
nosensinou a saber no paraizo ; naopoden-
do elle, o forte, o puro, resistir d tcntacdo
desua bella EvaEu sei, que a mocidade
tambem tern gran de poder nos destinos do
homem ; porque atraz do seu enlhusiasmo
seductor e somente por elle o homem mar-
cha com vida e ate com dedicacdo ao seu
phanal ou seja estrella, ou fu uro ou pro-
gresso.A sua vontade e uma immensa
onda diflicii de conter em seu arrojo e para
quem a vontade de um homem e impotente.
Por isso, n'esse momento, eu invoco estas
duas divindades para que me sejam tutela-
res, me encaminhanio ao Um mais nobre
e generoso a que me proponho, do que uma
simples saudagdo.
So eu aqui viesse somente dizerSr. Dr
Aprigio eu fecilito a V S. pela grande pro
ducc,So, que veio mais accrediUr o seu
talento e luzespouco viria fazer, e esse
pouco, seria um bymtio de morte.
Seria dar p:r finda irna missdo, tao vasta
e tao digna de quem a ella se propoe.
Ainda nao.Eu invoquei a lilha mages-
tosa das ondas e as bellas chrysalides do
futuro para um fim mais nobre, e que mais
fallasse do futuro, do que do presente ,
mais da patria e da mocidade, do que do
orador hulmilde e do talento m3gestoso a
quem sao devidas as honras do hoje e a gra-
tidao vindoura.
Chamei om meu auxilio, para que tivesse
mais forca o pedido, que dirijo ao Exm.
Sr. Dr. Aprigio Guimardes pela patria e mo-
cidade para que continue d'esso modo a
enuobrecei- as lettras pairias e a engrande-
ce-las de modo, que o estrangeiro, que ad-
mira um oceano no norle desabmdo-se in-
teiro sobro o immenso dorso do Atlantico ;
e que gradualmente vai admirando os gran- 0 despido pomar, nem as fragrantes
des fertilIsadoras ile nosso s6lo pelo im- Juntas rescendem seu nativo aroma ;
menso costado do iraperio, sabindo da nossa g^&T&^ffi acTva
natareza prodiga e feliz, vat encontrar os Abaudona amelifera colmeia....
seus prototypos nas produces grandiosas Ah t Morreu a furmosa, a meiga Daphnis,
e varisdas do talento brasileiro, era todos E a do$ara fcmbem morreu com ella.
os raraoJ da litterStura. Peco ainda, por- .. -. ,
nnp ptn Pr*mnln 4 uriima.lrtr nF* mv,; Nao mals suspenderaoi na immensidade
que este exemp o 0 amraa-iar para a moct- As ^i,,.^^ v6o, para ouvi-U;
dade no cultivo tao nobre, tdo util, quanto Nao mais os rouxinoes, em mudo pasmo
esquecidj entre n6s, d'esso ramo da littera- Da espessura das selvas escutando-a,
tura. Com tdo distincto exemplo a mo- H3 "e a vo1 rePe,ir ,he h4) de toUa-la ;
eid.de se Umbrard de Shak.peare procu- ^at^enroUu^r,%C^;
rard inuodar se nos raios de sua gloria. Apenas soara, nestes arredore*,
Avante pois, Sr. Dr. Aprigio, e omo chefe As avenas e frautas dos pastores...
hrade, qual Bouillon, & mocidade.A van- Ah Morreu a forraosa, a meiga Daphnis,
le -quo a cruzada de V. S. 6 a das lettras E a birmon,a Umbom raorrea com e,la'
o nao a de um fanatumo perdido Avante Refere a lrigte nova a ^^^ aragem>
e avante, pois a mocidade toda tem a mesma Em suspiros, ao tremulq arvoredo ;
divisa, e quando tiverdecabir serd saudan- 0 tremulo arvoredi trahsmiltindo-a
do o chefe e daixando immortal a patria.
E. G. F. Vellozo.
H.HH.V
0 1NVERNO, OU DAPHNIS.A MEMORIA DE
Mil. TEMPEST. *
(Do inglez, de Pope).
Lycida?.
Tirsi?, o murmiuinho desse arroyo,
Qin> alii tao melancholia desliaa-,
\:l'j tera do canlo ieu a suavidkkJe ;
Nera iao braudo stsurra, nem tao maaso
Serpenteia o'nheiro pelo vaile.
Dormila o gado ai macio veto,
Itemouta brandauienie ao ceo a> los,
Bia, emquaato eimmulece a (urm alada,
Caala de Dapbois o louvor, a murle.
Tirsis
Repara: braoca nevo arreia o boaque,
0 natural verdor esta perdido,
Esui perdida a n.Mural telleza...-
E devo aqui, 6 Lyeidas, e devo
Cantar imal n'outro tempo o tcrnc Aieixis,
Que com seu mavioso e doce canto
As Dryadas aos campos aitrahia .'
Ah Que o lamia*, que o onvio quando elle^
Va leava Ine a Limpida lorreate,
Vedou das suas margens aos salguairoa
0 aprenderea-lhe a Tugubre loada
Lycidaa.
Qua! viviflca chuva alaga os campos
& as futuras searas amenisa,
Eia, ciiiik'ija de missao tao suave
Daphnis, a propria Daphnis, incumbio-aos
Quando nos disse quasi moribunda :
Junto ao tumulo meu, cantai paslocea.
Ergoe a saudosa voz, emquanlo eu^janto
Desle moimento rustico pranteio,
De freicos louros Ihe enraraando a. urna.
Tirsis.
Oeixai vossa Castalia, 6 gratas raoaas I
Nymphas, Sylvanos! ennastrai cypwstes ;
Chorosos Amorinhos I os nbeiros
Juucai de myrthos, rebentai as settas
Como quando morreu o bello Adoois,
E co' os areoj farpfies (agora inulws)
Na humida lousa abri este epitaph o :
Traasiigure-se toda a natureza. I
Pranteie agora o ceo, pranteio a terra v
t Que morreu a.formosa, a meiga Daphnis,
E amor, o brando amor, mosreu com ella.
Tqdo e?ta consummado. Eis sa dissipam
Os mulliplos encantos da nalura.
Olha que densas nuvens eseurecem
A luminosa face ao claro Como que as mesmas arvores, cihindo,
Crystalinos aljofares gottaiam I
Eis dif persas de Daphnis sobre a tumba
Suas mvrradas fulhasmaehucadas
Eis sobre o chao, d'envolta, as soas ftores...
D^sabrocharain co' ella, co* ella murcham ;
Mas a natura quo utibsam gallas f
Ah 1 Morreu a forraosa, a meiga Daphnis,
E com ella morrou a formosura.
Por ella fogo a ovelha ao verde prado,
A sedenta novilha foje a fonte;
Carp; o oandido cysne o mesto raso
Em notas mais sentidas do quo aquellas
Que solta quando canta a propria morte.
La, na conoava gruta, la jaz Echo
Silenciosa e queda.ou mal responde
Ao doce nome seu, que n'outro tempo
(Tao leda !) a estes sitios ensinara...
Ah Morreu a forraosa, a meiga Daphnis,
E o suave prazor morreu pom ella,
Nad descem do noclurno aznl espaco
Almos serenos, nem da terra sobem
As maiinaes exhalacoes das (lores ;
Nera o-cheiro da3 fructas embalsama _______
* Her death, having happened on the night of
the great storm in 1703, gave a propriety to this
Eclogue, which in its general lurn alludes to it.
The scene of the Pastoral lies in a grove; the time
at midnight.
(Nota do tutor).
Vai pelo bosque, ou prado, a tersa fonte ;
A' tersa fooie que, serena ha pouco,
Como que era vez da transparente lympha
Apaixonadas lagriraas trasborda:
E a aragem, e os arbustos, e a footinha
Chorara tAo premature passameuto.
Ah I Morreu a forraosa, a meiga Daphnis,
E com el'a morreu a nossa gloria.
Mas... qne vejo I f Oh surpreza I Oh raaravilha I
La paira a bella Daphnis nas alluras,
Sobre o'eslrellado polo, sobre as nuvens I
Que perspectiva de eternaes Dellezas !
Que campos, quo alamedas apraziveis I
0' Deusa I 0' gentil Daphnis I Tu, ia donde
Em doeeis de araaranthos reclinada
Haures a essencia das mais frescas (lores,
Sobre nos que invocamos o teu nome
Benignos olhos hrandamente volve,
E a profunda tnstezanos dissipa.
Lycidas.
Eraquanto a tua musa assim carpia,
Como tudo, a te ouvir atlento estava I
Nao de outro modo a Philomella escutam,
Quando em brando crepusculo saudoso
A vespcrtina aragem ciciante
Aflla e expira nas frondes do arvoredo.
A' ti, aos manes leus, propicia deusa,
(Se por ventura prosperar o armento)
Hei de sacriflcar todos os annos
Um tearo cordeirinho; e emquanlo sombra
Derem as plantas e perfume as ftores,
Ten nome, o louvor teu sera cantado.
Tirsis.
Ah I Contemp'a... Orion sacode as asas,
Mortiferas geadas espalhando
Lycidas, te levanta t Estes pinheiros
Pernicijsa sombra nos projaclam.
Eis 3op'ra rijo o Boreas, a natura
Como que desfallece. Ai, tudo, tudo
Cede a estacao ; ao tempo obedecamos.
Adeus, montes e valles I fontes, selvas,
Adeus, 6 pastoris cantos e amores I
Camponezes, adeus Adeus, rebanho I
Adeus, Daphnis forraosa I Adeus, 6 mundo !
L7CHBCIA in\\l
MEM0R1AS OE SATANAZ
POR
D. If tMioel Feruandezy Goazalez
QUINT A PARTEj
LEONOR
X
DE COMO EM VlO PRETENDEU LUCRECIA C0-
LHER MICHELOTTO.
[Continuagdo do n. 97. )
A sua soberba, oseu amor, os seuszelos,
a sua dignidade, levantando-se tudo a um
tempo, causaram o mal estar insupporta
vel da joven, e por ultimo o seu desmaio.
Felippa, assustada, levantou do chdo a
'.arta |ue Brauca deixara cahir das suas
maos tremulas, e guardou-a no seio para
ir avisar o Sr. Reinaldo Albini que jd n'a-
quella manhd se fdra informar da saude da
tilha e Ihe haviam dito que dormia.
Que succede ? disse asperamente Al-
bini vendo entrar Felippa assustada e tre-
mula.
Succede, meu senhor, que a menina
senlio-se incommodada e perdeu os sen-
ttdos
Ahi anda alguma cousa de extraor-
dinario, disse Albini veado a perturbacio
de I'olippa e esse ado sei que indicio vago
de delicto dos crimiuosos nio habituados
ao crime. De qoe proveio o desmaio de
minha filha ?
Nao sei, meu senhor ; mas como a
menina estava enferma...
Tu enganas-me, occultas-me alguma
cousa rave ; o quer que seja, que eu ne-
cessito s>ber, occasionou o desmaio de tua
ama.
En ndo tenho a culpa I exclamou Fe-
lippa cada vez mais pcrturbada.
Falla 1 disse Albini pegando com furi
n'um bra<}0 de Felippa e sacudindo-a ; falla,
ou ndf> r^spondo por roim I
Eu, meu senhor, nao pude negar-
me. a menina raanda de um modo...
Mas o que foi, a qua nao podestene-
gar-te ?
A menina enamcrou-se, balbuciou
Felippa dominada pelo terror-
E esqueceu o seu dever, e manchou
os meus cabellos brancos ? exclamou ru-
gindo Albini.
Felippa Cibio de joelhos.
Albini fechou a porta do' aposento, foi
buscar uma espada e avaucou furioso para
Felippa.
Ah por piedade, senhor, ndo me
mate, exclamou ella permanecendo de joe-
lhos e erguendo as maos n'um movimeoto
de supplica.
Rovella-me tudo, ou encommenda a
tua alma a Deus.
A menina ia3ndou-me que fosse para
a porta do jardira d noite, e a abrisse quan-
do seutisse bater a ella ; se aquelle que ba-
tesse fosse um gentil-homem, o cavalleiro
Paulo de Aruesteville, que o introduzisse, o
levasse para a sala que dd para o jardim e
que a avisa-se.
E esse homem veio ? disse Albini com
colera
Marco de 1874.
Fbancisco Cismontano.
Ode A solidSo.
(Do inglez, de Pope.)
Feliz quem seus cuidados e desejos
Liraita apenas nos paternos campos,
Os pathos ares respirando alegre
Na propria herdade.
Leite as vaccas Ihe dio, fructos a terra.
Vestido: as lanigeras ovelhas,
As arvores emfira, sombra no outono,
No inverno lume.
Vendo tao socegada e brandamente
Seas aureos dias serapre se escoando.
No regaco da paz e da saude
A vida passa.
Dorme tranquUlo, a noite ; almo recre io
0 estudo Ihe offerece, e a singeleza
Que assoeiada a reQexao sizuda
Inda e mais doce.
Assim eu viva sempre, escuso, ignoto ;
Assim, sera voz de carpideira, eu morra
Longe do mundo : nem vaidosa campa
Diga ende eu jaza.
31 de dezembro de 1873.
FlUNCINO ClSM0NTA.N0.
Por bai vo de um retrato de Milton
MO PARAIZO PERDIDO.
(Do inglez, de Dryden.)
Tres poetas, em tres eras
Rematas, especiaes, ________^^^^^
0 inverno.
a voz tremula e rouca pe!a colera e pela
vergonba.
Sim, meu senhor.
E tu introduzist^-o ?
Sim levei-o para a sala grande.
E depois t
Fui avisar a menina. .
E depois ?
Depois ndo sei, porque a menina
mandou-me que fosso esperar para junto da
porta do jardim.
Que mais se passou t
0 cavalleiro sahio ao amanhecer.
A prova, a prova de toda essa horri-
vel historia I exclamou Albini. Porque
desmaiou ha pouco minha ulna ? que suc-
cedeu ?
~ A menina recebeu uma carta que,
apenas leu, Ihe cahio das mdos ; em segui-
da sentio-e mal e por fim desmaiou.
E essa carta, onde esta* essa carta ?
bradou Albini ameagando Felippa com a
espada.
Ahi a tem, meu senhor, respondent
aquella tirando a carta do seio.
Albini leu por tres vezes aqui-lla carta, e
o rosto cada vez se lbe tornara mais livido
e feroz.
. Levanta te, disse. afinal a Felippa ;
perddo-tea injuria que me fizeste, o grate
cri Qe que commetteste contra a minha
h 'lira, servindo estes vergonhosos amores,
e ndo so te perdOo, como te darei uma boa
recompensa se me ajudares a viogar-me.
Que quer que eu faga, meu senhor ?
Quando a tua a.na voltar 9 si, faz de
modo que ella ndo suspeite cousa algumi ;
nao Ihe digas que vieste avisar-me. Se te
perguntar por esta carta, dize-lhe quo a
queimaste, com receio de que"eu a encon-
trasse.
Depois, como que fallando comsigo mes-
mo, Albini accrescentou ;
Quem sabe se ella concederd esta
nova entrevista ? Quando as mulheres se
encontram na situacdo em que se collocou
a minha infame fdha, Ddo podem negar
cousa alguma ao miseravel que as perdeu.
Ouve Felippa : a tua ama vai respoudor
certamente a esse homem, e, quando ella
tiver enviado a resposta, avisa-me. Livra-
te, porem, de Ihe fazer conceber a maisleve
suspeita, porque entdo ado ha perddo para
ti.
Esteja lescangado, meu senhor, repli-
cou um pouco mais traaquilla Felippa, por
que vio que a tempestade se ia afastando
de sobre a sua cabe^a.
Sabe, disse Albini abrindo a porta.
Felippa sahio e foi para junto de sua
ama, queacabava detornar a si.
Felippa ajudou-a a deitarse sobre o
leito.
Branca ndo po Je reparar na perturba^ao
da aya, porque estava demasiadaroente im-
pressionada para dar por isso.
Mais de uma vez a assaltou a idea de ir
deitar-se aos pes de seu pai, revellar-lhe
tudo e supplicar-lhe que Ihe per Joasse.
Seu pai amava-a muito, e Branca contava
com o seu perddo. Porem, poderia con-
tar com a lealdade de Paulo T Iria procu-
rar uma desgraga a seu pai que ndo se re-
signaria em castigar a primeira offensa feita
i sua hon-a, se Paulo se negasse a satisfazer
' a sua divtda T
I Branca decidio-se afinal a esperar pela
noite para explicar-se energicamente com
' Paulo ; porem nio se resolveu a dar este
jpasso, sendo depois de quatro boras de
J'luta.
Levantou-se enferma e aprosiraou-te va-
cillante de uma pequena secretdria.
Onde estd a carta d'esse homem T
I r erguntou ella a Felippa.
Esta tivera tempo para se dominar e re-
plicou :
Encontrei-a no chdo, e queimei-a.
I Fizeste bem, Felippa, redarguio Bran-
ca ; a infamia deve entregar-se ds chamraas;
demais ndo preciso d'ella porque a sei de
cor, porque licou gravada com csraoteres de
fogo na minha meaioria,
A Grecia, a lulia, a Inglaterra
Hlustraram por demais.
0 primeiro em phanUsia
Sobresahio, que mais ndo ;
0 segundo-em mages tade
E em imaginajao.
A for^a da natureza,
Exhaurida, eotao parou ;
Para formar o lereeire
Os dou* primeiros juntou.
t. de Janeiro de 1874.
Fbaxciko Cisjion r ano.
tlpltaphio de Ietou.
(Do inghz, de Pope.)
Jazia co'as leis mystieas, que a regem.
Envolia em trevas toda a natureza;
Nasga Newton I > Ddus dUse, e de repente
llluminou-se a vasta redondeza.
Marco de 187i.
Francino Cjsmontami.
O romance da revolucAo.
NOVESTA E TRES, POR VICTOR HUGO.
(Continuardo.)
Como se despeertaria a curiosidade ?
q jo se apgaria asolicitude ? N'um artistaA
que procure, que catninha, que desenvolve
suas fnr^os, bem se pode (no dizer de
Koyer-C.ollard ) espwrar o imprevhto ; no|
aulor do Homem gue ri es'.d tudo provis-
to, tanto obem como o mal, tanto a verda-
de, como a menlira. Sdo bem cenhecidos
o seu modo de tecer a trama, oseu estylo,
sua rhetorica, o seu methodo de declama-
cao e e de amplificacdo. Quanto d inspi-
ragdo do poetaque escreveu tantas" paginas
immortaes, ndo e por demais sabido que
ella parou e como enregelada por inffuencias
mortaes ?
Faziamos involuu ariamenle estas refle-
x5es antes de abrir o Noventa e Tres de
Victor Hugo; pensavamos tambem, ndo
sem tristeza, em nossos predecessores, na-
quelles cjue sempre exprimiam essa curio-
sidade e essa solicitude de que acabamos
de fallar : lembravamo-nos do inleresse
apaixonado que se prendia ontao as aprecia-
Qoesdessas producgoesatrevidas. Era Gus-
tavo JPlanche quem as julgava em nome da
verdade humana, como elle mesmo dizia,
com sua inteireza e precisao magistral.
Era Saint Beuve, menos livro, menos preci-
so, obrigado a circuinspegoes de todos os
generos, dominado por pequenas preoccu-
pacoes pessoaes de todas as especies, po-
rem, em compensacdo, mais attento de que
Gustavo Planche aos factos do coragao, ds
exigencias superiores da vida moral do ho-
mem. Era Carlos Maguiti, tao discreto,
tao modesto, tdo escrupuloso, um litterato
consummado, cuja habitual benevolencia
tornava as cri'icas mais timiveis. Era ain-
da, porque, fallando dos nossos antecesso-
res, ndo me atenho somente aos que escre-
veram na llevisla, era Allexandre Vinet, o
nobre censor de Lausanne, que do alto da
sua esthetica christd, estudava e esquadri-
niava, por assim dizer, todas as obras da
iuiaginacdo fran",eza d luz do Evangelh).
Ai delles morreram todos. Se ainda vi-
vessem, que diriam elles T
Outr'rora, quer estivessel satisfeitos,
quer descontentes, o poiita obrigava-os a
exprimirem em voz alta os seus pensamen-
tos ; seria m elles tdo solicitos hoje ? 0 an
nuncio de um escripto novo seria ainda
para elles um appello irresistivel, um incen-
tivo para fallarem?
Nao julgariam elles, como n6s, quo jd se
disse tudo, que s6 a novidade das iiispira-
gdes alimenta o ardor da critica, que a fes-
ta acabou.que a aura do poeta, diiuinue,
que a sua alma u presi de paixoes politicas
que elle ndo p6de mais acompanhar os v.Vis
do genio, porque fechou suas azas e faz gos-
to em fixer nessa prisao ?
Lendo a narracao que Victor Hugo inti-
tulou Novente e Tres, apercebi-me que es-
tas reflexoes nao eram exactas em absolu-
te .0 modo de tecer a trama e sempre o
mesmo e o fundo da inspiragdo nao mudou;
eatretanto seria injust Qa dizer que ndo ha
novidade nas intencoes do autor. Desde o
principio conhece-se o desejo de fazer bri-
E poz-se a escrever.-
Quando concluio, fechou a carta eentre-
gou-a a Felippa.
Gualterio le/ou-a a Salvestro.
Porque diabo tardaste tanto, meu
_migo ? disse o homem de aroias Agora
vai julgar o meu capitdo que a culpa e mi-
nha, quando na real id ado e de vocd.
Nem sua, nem minha, replicou Gual-
terio ; nao sei que diabo de carta foi essa
que voce trouxe d minha senhora que logo
que a leu perdeu os sentidos. Esteve des-
maiada muito tempo, chorou, dasesperou-
se o levou quatro horas primeiro que res-
pondesse.
Cousas do uamorades I disse Salves-
tro. Fi pie com DeuS, que eu ndo quero
que o meu capitdo espere mais tempo.
Salvestro sahio da hospedari* e dirigio-se
ao castello ducal ao aposento de Paulo, on-
do este o esperava jmpaciente e irritado.
Onde estiveste tanto tempo, tratante ?
perguntou elle a Salvestro.
Quatro hore^ iospedaria do Gallo
coxo, esperando
t
losta, responieu o
homem de armas
Dd-m'a ca/
Naj a tedbo.
0 que ? Ndo responderam ainda.
Entdo para que vieste ?
Porque1 veio ter comigo o pagem
Gua'.terio, edisse-me que Felippa mandafa
dizer que a senhora perdera os sentidos de-
pois de ler/a sua carta.
Diabo I exclamou Paulo. Como ella
me ama I Mas porque razdo ndo respon-
deu ?
Enfermou de tal modo que ndo pdde
escrever, e disse qua se Ihe fossa possivel
responderia esta tarde.
Pois. bem, disse Paulo contrariado,
se esta tarde te derem a resposta, traze-m'a
aqui. *
Salvestro sahio e tomou o caminho da
fonte del Fresno, que ficava na margera do
P6, mais para alem da quinta onde habi-
tara a desditosa Genebra Malatesta.
Desde que se poz a caminho notou que
um homo ., com toda apparencia de um
esnirro. o seguia recatando-se adrairavel-
my.nte.
Outro quo ndo foss-i Salvestro, ndo teria
Siercebido que o seguiam ; mas como elle
ftra do oflicio, nio era possivel enganar-se.
Com certeza que ndo vem s6, disso
Salvestro ; ndo vejo os outros, mas consiste
isso em que elles tornara to las as Rtedidas
lhar. atravez daquella ,epoca sanguinolenta,
um raio io humanidade. Manifesta-se tam-
bem um co'no esforc) para mostrar-se im-
parcial, ndo para com os homens que as
representam.
Oi personageus que se ativeram d antiga
Franja, os que se conservaram fieis d sua
fe" monirchica e religiosa, ndientraram to-
dos neste quadro, queo poeta desenhou.
dos homens pequenos, dos cerebros estrei-
tos e sombrios, das almas obsti mdamente
fechadas a qualquer luz ; cs ho nens de 1793
ndo sdo empre vultos maiores do que a
estatura mediana, creaturas privilegiadas,
quo vivendo na claridale da apocalypse re-
volucionaria, na la mais tm quo aprender
para serom a mais alta expressdo da nossa
raiji. AgradeC/imos ao autor essa condes-
ceudencia, procedeu na verdade como um
bom principe.
Dir se-hia que escreveu os tres volumes
s6 con o intuito do ensinar a um dos seus
mais querido> heroes quj se a revolucdo es-
t.d a cavalleiro detudo, esta a humanidade
a cavalleiro d.i revolucao. Adivinha-se fi-
n Imente, nesti obra uma talou qual inten-
Qa i do mostrar o que se torna, no meio da-
violencias demagogicas, o pobre povo o povo
da ultima camaila, que vive mais perto da
natureza, ingenuo, conliante, nao ten Io ou-
tro pensament') que ndo o da tarefa da Bo-
ra presente e nao lendo a mmorsmpeita da
obra inferml dasfic.ow. E' elle que ne-
cessita, mais do que as outras classes dos
progressos consegui los sem abalo, das leis
tutelares, dos abrigos solidos; em tempos
de revolucao, sobresaltado, estupefacto, al-
ijuebram-o os cat'clismas, antes que elle te-
nha podido comprebender o qne Si passa.
:tor Hugo nao o diz assim tao claramen-
te, mas os episo lios de sua uarraQdo, quei-
ra-o elle ou ndo, lova.n a esta conclusdo
inevitavel.
Eis vor lades ben simples, dir-se-ha;
descomos acaso tanto q>e seja mister enxer-
gar nisto oucesoos ? E'bom pmco, con-
fesso ; porem lembrai vos desta lamentaC/V.'
exhalada, ha 40 mnos, pela bella alma tao
poeticamente enferma qm acabi de des-
prender-so deste mundo, depois de tanto
haver errado do dia d noito e d-> ceo aos
abysrnos ; Confrange se o coracao, dizia
Micholet, quando se ve qua no progresso do
qualquer cousa nao augmento :-se a force
moral.
A nocdo do livre alvitro o da responsi-
bili lade moral parece ir-se obscurecen lo
de dia para dia... esta lavra do fatalismo
em qualquer lugar em que ponhais a cabe-
ca d janella, v6s a encmtrareis.
0 artista mesmo, o poeta, que nao se-
ue nenhum systema, mas que retlecte a
idea do seu seculo, tra^on com a sua penna
de bronze na velha cathedral esta palavra
sinistra: Anagkt
<< Assim vactlla a pobre luzinha da liber-
dado moral.
E entretanto a tmpesta lade das opi-
nioes, o vento da paixdo, soprano dos quatro
angulos do mundo.
Viuva e solitaria, olla arde ; csdadia,
cada hora vai dimiuuindo o seu scintillar.
Tdo fracamente scintilla ella que, em
certos mementos, como aquelle que so
perdeu ms catacumbas, creio sentir jd as
trevas e o frio da noite... P6de ella extiu-
guir-se ? Nunca, sem, duvida. Precisamos
acre lita-lo e dizii lo, sob pena de cahir.uos
em desanimo. Apigadt ella, Santo Deus !
livrai-nos de viver aqui I
Coai certeza nao seria Victor Hugo quem
escolheria estas palavras para a epigraphe
do sou romance ; por nossa parle temos
impetos de Hi inscreve-las officiosamente,
como um elogio ds suas intencoes em tal e
tal capitulo, como um aviso e uma cen-
sura em todos os outros.
Basta por emquanto esta primeira indi-
ca^ao abstenhamo-nos de cnncluir antes
do haver apresentado nossas provas. E'
mister voltar ao romance, ponetrar pola
analyse no amago do pensameuto do au-
tor. 0 melhor meio que se pode empre-
gar para criticar com justiga e severidiide
uma obra como es a, e exprim;r com toda
a franqueza as sonsacojs. que se oxperimen-
ta lendo-a.
Qual e o assumpto T Como o desonvol-
veu o ; utor ? Que pensammtos. intro-lu-
necessarias oara n^o serem vistos. Pensar
que enviam um homem s6 para lanijar mao
de D. Michelotto, 6 uma tolice. Comtudo,
mesmo quando venha um cento d'elles, nao
sdo capazes de o apanhar. D. Michelotto
calculou certamente quo eu seria seguido e
tomou as suas precauQoas.
E, com effoito, quando Salvestro chegou
d fonte del Fresno, vio junto d'ella um ho-
mem a cavallo, prrfeitamente encoberto.
Espera alguem ? disse prudentemente
Salvestro.
Sim, sou eu, respondeu Michelotto,
porque era elle, com a sua voz natural.
Trazes a carta ?
Trago.
Da-m'a e toma.
Salvestro deu a carta a Michelotto e re-
cebeu um papel.
Logo que Michelotto teve a carta em seu
poder, metteu esporas ao cavallo e partio a
todo o galope.
Os esbirros deviam ter vindo a caval-
lo, disse Salvestro, e ainda assim nao o apa-
nhavam com duas razees. Vejamos, porem,
o que diz este papel.
E abrindo-o, leu o seguinte :
Espera que te ddvolvam a
me entregaste, dentro
atrio dos dominicos ;
papel, engole-o.
Ndo era preciso
murmurou Salvestro.
E engolio o papel.
Depois accrescentou :
0 caso 6" que eu estou em perigo, e
que nem sequer me atrevo a fugir. Diabo I
diabo I para que veio a Ferrara o capitdo
de Arnes eville I
E tomou o caminho da cidade, sem en-
contrar possoa alguma, e sem mesmo no-
tar que era seguido.
Certamente os esbirros haviam desappa-
recido por entre as arvores.
Entretanto Michelotto corria d redea solta
por entre uma rua tortuosa, cheia de arvo-
res, n'um bosque de alamos pretos.
A' uma legua <-' distancia da cidade, na
margem esquerda do P6, hi via uma casi
de campo para a qual uni ou Michelotto.
F,titregou o cavallo a um dos criados, que
acudio a abrir a grade, entrou na casa,
que era bonita o aoeiala, subio a escala,
abrio uma porta, atravessou algunsaposen-
tos, e afinal encoutrou teonor que lia e os-
tava vlsivelmente tristo.
E* pecessario que te ajegres, -disse
no nolle ? Quaes sdo as tramas do artista
e as inspiracdes do pensador ? Quero re-
produzir simplesmente, sobre todos estes
pontos, a impressdo de um leitor sem pre-
venijdo.
- Nada mais simples do que o assumpo da
obra. Victor Hugo, poeta barmomoso e
potente, imaginagao lyrica de uma riqueza
pasmosa, nunea brilhou pela invencdO nos
seus romances ou nos seus dramas, Fal-
tam Ihe a naturalidade, a Qexibilidade, a
verdade familiar, que ddo vida ds ficQdes
da arte. Os seus personageus ndo te"m
vila propria. Ao ve los, tem se a idea de
um mdstre atrevido que, de cinzel em
punho, *
Sulcos soberbos sobre o marnor cava
nao se vo sendo esse raes'.re, nada mais.
E' sempre elle que labuta, sempre elle que
maneja o escoprj e o martello. Aquella
figu-a qm .so destaca do marmore, nioo
duvideis, o a sua.
0 encanto dos-grandes inventores no dra-
ma, e nos lomances cousiste em que elles
se esquece.n de si mesmos, esquivam-se,
sahem do seu natural, para represeDtarem-
nos o destino huroanoatravez da infinita va-
rie lade dos homens e d;is cousas. Lns
primam c tmbinando os incidentes, fazeu-
doo-s convergir para um ponto, e ioven-
tando situacoes que re>umem uma e'poca ;
outros, importando-se menos com o inte-
resse do drama ou erdo menos babeis na
arta do imaginar os factos, cnoeotram os
seus esforijos na pintura do caracteres. En-
nquocem tolos odomiuto poetico com R-
guras que sempre se destacaram. Victor
Hugo, que nao sabe esquecer-se de si mes-
mo para inspirar-se s6 cth o mundo real
e crear personageus vivos. tambem ndo sa-
be aooderar-se do leitor pela vehemencia e
novidade das peripecias.
Mas de uma vez aconteceu-ttie attribuir
effeitos, cores, scenas, a narradores muito
mais ferteisque ninguem se teri nunca lem-
brado de apontar jynto delle, se elle mesmo
ndo tivesse autorisado ess-* aproximajdo
por meio de desagradaveis imka.oes. Desta
feita nada mais simp es, nada mais breve ;
o romance kiteiro, tiranlo-se-lbe osdeta-
Ihes parasitas, as digressoes e- as amplifica-
'>!>, poderia caber facilmente em umas
trinta paginas. Merimee teria-feilo alguma
couss como Mateo Falcone eu A tomada
deum reeducto.
0 marquez de Lantenac e o chefe da re-
voluQdo da Vendea em 179^^0 comman-
dante das tropas republicanas 6"- o sobrinho
do marquez outr'ora visconde de Cauvain.
0 visconde, nas horas felizes teve como preceptor um padre, o abbade
Ciraourdain, que, sendo um dos primeiros
quo se deixo'i arrastar pelo escripto do se-
culo antes de entregar-se d torronte da re-
voluQao, formou a sua imagem d alma e
o coracao do seu discipulo, tomou-o sub-
misso a sua- vontade e crestou-o na cham-
ma do sua fe". Quando estes dous ty-
pos da velha nobreza, tio e sobrinho, aquel-
le adepto do antigo regimen, este enthsuias-
ta do progresso Lantenac e Gauvain, en-
contraram-se face a face nesta guerra de
morte, Cimourdain apresentou a Gauvain
como delegad da convengao. Afigurai-vos
Saint-Just encarregado de velar sobre
joven fidalgo transformado em general
publicano, com a circumstancia especial'de
ser o mancebo discipulo de Saint-Just.
"K
carta que
de duas horas no
depois de ler este
recommendar-m'o,
t
urai-vos .
)bre unj
leral fe-


A luta travada entre Lantenac e Guavain
circumscreveu-se com uma precisdo. ter-
rivel po wboleiro de xadrez dos matagsos
da Bretanha. Pequenos ex^rcitos e gran-
des batalhas e a denominacdo de um dos
capituilos do livro. E'mfim, depois de
numerosos golpes dados o recebidos,. Lan-
tenac e bloqueado em uma torre com um
poohado de homens. Quinze vsndeanos
sustentam um cerco contra mais de quatro
mil republicanos. Nao lhes resta o menor
recurso, a menor esperanc,a, neia mesmo a
do incendiar o paiol ; falta-lb.es a polvorav
(Continuar-se-ha.)
Michelotto ; os traidores ndo merecem a
nossa tristeza. Tu duvidavas da 'raicdo do
Paulo, julgava la impossivcl, eaqui t trago
a prova ; 16.
E entregou-lhe a carta que Branca escre-
vau a Paulo.
Aquella earta dizia assim :
a Ndo comprehendo o quo me escreveu
depois do que hontem d noite me promet-
teu. Tem es^rupulo emdirigir-se a meu pai
quando o autoriso a isso e Ihe a-seguro "que
nao serd mal recebido. Para provar o seu
amordiz-me que por minha causa esqueceu
a unica muiher a quem julgava ter podido
amar. Quem e essa muiher ? Ndo neces-
sito que m'o diga ; dizem-m'o os meus ze-
los que e a grd duqueza, e por ella me
abandonl, depois de ter zombado de raira.
Pede-mo comtudo uma entrevista ; a sua
carta foi para mim um golpe mortal, cujas
consequencias fataes so estd na sua mac
evitar.Branca.
Emqunto Leonor lia esta carta o seu rosto
empallidecora cada vez mais; a expressdo
do seu olhar tornara-se mais sombria, a co-
lera tingira de uma lividez cadaverica os
seus labii s rosados.
Um estremecimento convulsive Ihe agita-
va o corpo : era uma {era raagnifica no
momento da colera.
Como sua mai I disse comsigo mesmo
Michelotto com uma alegria intima e im-
mensa Entdo, accrescentou em voz alts,
creio que agora ndo questionaris comigo
acerca da fidelidade de Paulo ; deves estar
convencidade que e um infame.
Sim, disse com voz rouca Leonor, en-
tregando a carta a Michelotto.
E que dizes ? perguntou este.
Nada, respondeu brevemente a joven,
tornando a pegar no livro que tinha dexado
Ndo tenho razdo em aoonselhar-te
que nem sequer te recordes d'esse miseravel'*
Nio pos*> esquece-pj, disse Leonor.
Porque ? tu tens orgulbo.
Ndo ha orgulho contra o amor, replicou
Leonor.
Esqueces-te de que sou teu pai.
Ndo, mas tambem ms ndo posao es-
quecer de que alimentuu os meus amores
com Paulo, dizendo que m'o destinava para
esp-si ; sou irancj, amo-n, e ndo encubro
o que sinto. Amo o mais do que antes,
com toia a forga da minha alma, e a culpa
i sua, por jue alimentou este amar.
(Contintuu^se-ha)
TYP- DOCDIARIQ, PDA ptjQtaT DK CAX1a|
V.
.

-<
. ^

i

mm i
*r*~


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