Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17621


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Full Text
AM\0 L. M1ERO 83
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Tidy
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io*l ob
PABA A CAPITAL IS LUQAR1SS 0\DE WO SB PAG A POBTK.

Pet tres meres adlanudoa.
for seis ditos idem.....
fro* um anno idem.....
Cada nunaaro avulso .
.' -
.


69000>
129000
....... ..... 349000
. 9330
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1
PROPRIEDADE DE HAN0EL FIG
-----------r
8. Gerardo Autonio AlTeidk Filhos.no Par*; Goucalves 4 Pinto, do Maranhau ; Joaquim Jose d& Olhwa A Fiftdj no teaM ^
Pwei::* d'Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxeucio Monteiro da Franca, na Parahjsa ; Antonio Jose Gome*, ua VI
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Filar das
'
PASTE OFFICIAL
Governo da provlucia.
KSI'ACHOS DA PRESIDE*!**. DO DM 10 UK \URIL
DE 1874.
An! >nio Carrea Gome* de Almeida. In&trme o
Sr. regedor interino do gymnasio provincial.
<>- Mfgrjsl' Carn-iro Mutilsiru da Silva San-
' i rs De-se
Antonio lovino da Foueeca. Indeferido.
Antonio lose Ribeiro de Moraes. -O terreno a que
se refere o supplieanle, ja foi aforado o contra-
ciante da eslrada de ferro do Lunoeiro ; e por isso
uada ha que deferir.
Andre de Abreu Porlo. -Seja relevado, attenlas
a; razoes apresenladas.
Teneote-caronel Ernesto Macliado F.-eire Pereira
da Silva.Sim
Fi ancisc i Auguslo Pereira da Cast*. -Informe
0 Sr. inspector da ttusounria de faienJa
Francehno Ferreira Crespo.Informo o Sr. ins
pector da thesouraria provincial.
Francises da Siuza Mtgalhaet Indeferido, era
visia da iuforaiacao da direcioria da iitstruooao pa
blica.
Jose Cisimiro Alves taie ra. Inform) o br.
Dr. director da iastruccio publica.
Jose Pinto da Cunha. C >m a requer.
Jose Manoel Cavalcante de Almeida.Indeferi-
do. em vista da infornucao.
Tenea'e-coronel Manoel Francisco de Souza
Leao.Informe o Sr. eugenheiro director das obi as
publica*.
Tenente-corooel Manoel Francisco de Souza
IjHo. -Pague-se.
Mtnoel do Nascimento Silva Indeferido, era
vista da informaoao da lllraa. camara municipal
desta cidade.
11 -
Antonio Manoel do Rego Harms.Deferido com
affleio desia data dirigiao a thesouraria de fa-
zenda.
Augusto Cesar de O'iveira.Entregue-se.
Pa Ire Antonio Rufiao Severiano da Cunha.
Pague-se.
Francisca Maria Barboa.Junte a supphcaule
certidao de obitod)s pais'dos menore'*, a que 90
refere.
Francisca R iphael Pereira. Defendo, com o
officio dirigido ao Sr. inspector do arsenal de ma-
nnha.
Francisco Iganaeio Pinto. Informe o Sr. ins
peeler da thesouraria de fazenda.
Genoveva Maria da Coneeicao. Indeferido, a
vista da informacao.
Joao Leile do Roge Sampaio.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Joao Pedro Sdasco.Iuforme o Sr. director do
arsenal ie guerra.
Jnsepha Prepedigna Rebello Padilha.Sim, com
ordenado.
Joao Jose de Souza. Deferido, com o offlcio di-
rigido nesta d.ila ao Sr. brigadeiro coinraandautc
d^s armas.
Jose Ignanio Avilla.Con-reda-se a profogacio
pedida.
JoseThales de Mfllo. -Sim, sem vencimentos.
I.uiz Francisco T.iixeira.Fornerja-se.
Tasso Irmaos. -Informe o Sr. inspector da the
sonraria provincial.
Tetxeira, Chaves 4. G.-Beqoeirara os uppli-
antes a assemblea provincial, querendo, a qual
OS attendera como achar conveuiente.
do p Tqm sorri b**in da i pt;rceber qae ambos nos
I eompiKiiendemos os iucouyenientes praticos desta
ide*
O Sr. Oi.ympio Maiioi;ks :Sem duvida.
(Ha ouuo.s apartes).
OSb. N
I'EfifiAl
ITiw
ASSEMBLEA PROVINCIAL
3ESS.^0 ORDLXARIA Eil 30 DE MARCO.
PRESIDENC1A DO SR. FEIllllCIRA DE AGl'lAR.
(Conchisaa )
O Sr. >'aciineiilo Porl-lla : -Sr. pre-
-i leate, dentre os artigos da re.forma regimental,
este que se acha em discussao.......
0 Sr. Caspar DanimoKD :E' o mais unpor-
lante.
0 Sit. Nascimexto Portei.i.a.....e para mim um
(i i^ mais importantes, senao, cjiiio disse o nobre
O'.'i'Utado, o mais importante
A inJicacao teve pur fim eviiar uiua difliculdade.
A eomrais-ao reconheceu a possibilidade dessa
Jiill:uldade e procurou por meio dlverso do men-
cionado na inditacio prover a sua solucao.
Mas eu tenho duvidas a este respeito. Nao sei
>e a idea proposla pela comm'ssao, e a que deve-
mos admiitir.
Pareceu-me a primeira vi*ta que era preferivel,
na falta de uma missa, nas maos de cujo celebran-
te. aa forma do regimento, fosse prestado o fura-
mento, que o presidenle da assemblea fosse pres-
la-lo nas maos do presidenle da camara municipal
da capital Creio qne neste sentido manifested me
partiettlarmente a alguns amigos.
Mas depois notei que as attribuicoes das cama-
ras municipacs estao delinidas na lei de sua cons-
liluigao, que nus nao p odomos darlhes outras at-
tribuicSes que nao aquel.as de que ellas se acham
revestidas, e que no aclo addicional, que determina
a nossa competencia legi^aliva, se encontramem-
j.racos paraque possamos conferira camara mu-
nicipal da capital a faculdade de defenr-nos jura-
i.iento.
Se resolvermos, como se propoe na eraenda, que
i> juramento seja deferido, no caso previsto, polo
presidenle da camara municipal, poie succeder
que este recuse faze-lo sob o fundameuto de nao
c-'ar rt.-t.i ailribui.-ao comprehendida naquellas que
a lei de sua inslituicao Ihe tern conferido.
Se podessemos ter o direito do conferir esta at-
. iribuicao, eu nao teria duvida nenhuma de pre-
lerir a idea consignada na emeuda do nobre de-
putado aquella que se consigna no parecer e na
indicacao; mas eu neste ponto, confesso a V. Exc,
uao examioei a questao, nao live tempo de eslu-
0 Sr. Ma.toel do Reuo :E e mesmo difficil de
i solver. ",
0 Sr. Nascimsnto Phrtblla :Sou muito fran-
io em dize lo: nao live tempo nestes dous dias de
cstudar a questao relaUva a termos nos ou nao o
poler de conferir ao presicLmie da camara muii-
cipal a atiribuicao de deferir ao presidenle daas-
.^rablea o respectivo juramento. Pode sor que de
um esludo mais raed'tado da legUlagio relativa as
utanicipatidades resulie para mim, bem como
para qualquer dos nobres membros da assemblea,
oonviecao contraria a presumpjao em que estou de
qae nao* temos este poder. Se eu puder ter esta
C'jnviccii>, se f.T 4emoiuira*To qnopadem & c .nfe^
rir tal attrftiniijao, prefer^r.-! esta softicia a 'iual-
juer uu'.r.i.
Pare;eu me que, aexi-mplodo que succede com
relaeao*3 camaris municijaes, o oresidente da
camara que lermina o quairiennio deferindoo jura
inento aos camarislas do novo quairiennio, nds po
deriamos estabelecer na reforma do regimento que
o presidenle do biennio terminado.
0 Sr. Gaspar Drummond : -E na sua falta qaal-
quer membro. .
0 Sr. Nascimento Portella:......deferisse o
juramento ao proaidenle do novo biennio.
0 Sr. Gaspar Drlmmond :Sim, Sr., ni3to con.-
cerdo.
0 Sa. Presidents : Sorri.
0 Sr. Nascime.nto Portella : Conheco, Sr. pre-
.iJeate, V. Exc. perfeitameato conhe'ce, e pelo mo-
Nascimento Portei-la :-Eu ja disse que
a ma teria de quo nos cccnpamos 6 de maxima
gravidade. Cada um de nos, portapto. com o es-
pintu inteirameute caimo, com o desejo de emiilir
as suas ideas, lies eomo ellas poasaiu aer execnia-
das, devo coMHiMtir para u melhoramenU) do re-
ginifn da a- lie qaasquer ideas agiiadas desde que ideas me-
Ibores sejam-apreseniadas.
Eu ja disse e rt-pilo, qne nao Liz ainda estudo
do prime ro alvilre.
0 segundo urn bem se presu a mesma duvida, a
mesma dilBml lade com relacao a competencia. po-
reme resdvido mais faeiliueute do .que o pruneiro,
porque. c.nno o presidente da assembled, do bien-
nij que (inla, pelo facto djjurameuto que presta
esta sujeito e obrigaio a curaprir o regimento da
mesma assemblea, desde que neste estiver espe
cialmente consignada a aitnbuif to ou ineumben
cia de deferir o juiaoieuto ao presideute do novo
biennio, die estava tambem obrigado a v^r cura-
prir essa di^posicao regimental.
Conheco, como dizia, os inconvenientes praticos
le.-ia medida desde que o presidente da assem-
blea d i bienuio liudo nao quizer comparecer para
deferir o juramento.
0 Sr. Caspar Drlmmond : Comparecera o
vice-presideute, um dos secretarios ou qualquer
depulado.
0 Sit. Nasi-.imento Po;tTELL\:~Aqui iodica o
nobri depulado o meio de sanar e^la dilOcul-
dade.
0 Sit. Caspar Drlmmond :Assim se pratica
nas camaras municipal.
0 Sr. Xasciuento Portella E" verdade.
0 Sit. Oliveira andrade : Tu lo isso crea de-
pendencias e difflcui lades
I'm Sr. Dkputado : -Nao ha cousa alguraa que
nao tenba ditllouldales.
0 Sr. Nascimento Portella : Tern difflculda-
des, e eu sou o primeiro a reconhe-las.
0 Sr. Caspar D.ilmm >nd : 0 .melhor. meio e
acabar logo com o juramento, ja que estamos aca-
baudo com tudo.
Vozes : -Ki-\ nao.
(Cruzam-so outros apartes).
0 Sr. Hascimekto ?ort-lla : Voitando agora
a ml aba attencio para os meios suggeridos quer
pela indica.So," quer pela commissao, eu encoujro
no primeiro condii.'Ois tae. que me parece nao ser
elle aceitavel, e creio mesmo que os no'ires depu-
tados que o consignaram, nao fazem questao.
;OSr. J. )Irlu> Rego:Nao.
O Sr. Nascimsnt i Portella : Portanto dei-
xemos de pane, nio discutamos aquillo que os
proprios nobres depulados recouhecem que ulo
seria exequivel. Apreciemos o 2 meiOjOindicado
pela commissao, que e o da reuoiao dos^detwitados
e do juramento que na presenca destes e aos San-
tos Evangelhos presta o presidente, deferindoo
dupois aos outros depulados.
Este BBfttO, que poe de feilo a installa;ao da as-
somblea fora da dependencia de ontra vontade que
nao seja a da propria assemblea, nao me parece
dosde ja aceitavel.
0 Sr. Tito : -V. Exc. da licenca que de u
aparte ?
0 Sr. Nascwbiwo Portella : -Pois nao I
0 Sr. Tito:Creio que, ss pudermos provar
que ha direito de se legislar neste senlido, e o
meio unico e legitimo de que devemos lancar
mao.
0 Sr. Kascuiurro Portella : Pode ser; nao
diividt
Ate hoje nao conheco juraraeuto deferido senao
por aquelle t|ae se acha iuvestido de um caraoler
publieo, a que seja Inhere&te a attribuitao de
deferi-lo.
0 Sr. Goxqalvks Fkrreira : E' porque a lei
tem sido assim entendida ; mas desde que se a
eul mda de modo conlrario ?
0 Sr. Nascimento. Portella :-Eu vou levando
e3r.a discussao em forma de uma palestra, ouviudo
a observaeSei de unse de outros ; convent mes-
mo que seja assim.
0 Sit. Tito.:Pode apparecer alguma idea
aproveitavel.
0 Sr. Nascimento Portella : Exactamente.
Assim deve ser para qne facamos o melhor, o que
lor mais aceitavel.
0 juramento prestado sem ser perante quem es-
tejarevestido de um caiacler que o habilite defe-
ri-lo....
O isso e que acabo de dizer que se tivermos o direito
de estabelecer um minislro capaz de receber o
juramento, nao ha meio mais conveuiente do que
o proposto pela commissa).
(Ha outros apartes).
O Sr. Presidente : Allengao I
0 Sr. Nascimento Portella : -Tern V. Exc. ra-
zao : a palestra nao pode excedea a certos Hali-
tes.
Mas, como dizia, nao conheco juramento presta-
do, senao perante quem erta revestido ou de um
caracier publieo, ou de um caracler sacerdotal.
(Apoiados).
0 Sr. Tito : -Sim, senhor, de accordo.
0 Sr. Nascimento Portklla : Portanto, nos,
ao tratarmos da nossa c rastituiQio,. nao podemos
pre star o juramento senao perante quem teuha o
poder de deferi lo, quem esteja revestido ou de ca-
racler sacerdotal.ou de u o caracler publieo de-
pendente de um juramento e que, por consequen-
cia, ja esteja iuvesiido na attribuicao de deferi-
lo.
Mas se o que eu digo nao e pro:edente, se nao
ha outro meio senao o inJicado pela commissao,
entao o juramento, em lugar de ser prestado no
li.ii,'' da assemblea, seja prestado dentro da igre-
ja, no propriu templo onde os depulados teem de
ouvir a missa.
0 Sa. M.ANoia. oo Reg j : Ma3 trata-se da hypo-
the^e de aao ter lugar a missa.
0 Sr. Na cimento Portella :E' verdade qoe
essa hypothese suppoe a falta da missa ; mas a
assemblea, que tirtha de ouvila e nas maos do
celebr^nte prestar o juramento, nao havenlo cele-
branle, nao havenJo missa na propria igreja, em
que fossa cumprir este dever, podia prestar o ju-
ramento aos Santos Evangelhos, porque Srs., o
juramento prestado em nome da religiao catholi-
ca, n?o pode prescindtr-se desse earacter religioso
e solemne. (Apoiados).
(Cruzam-se alguns apartes.)
0 Sr. Nascimento Portella : -Entretanto, Sr.
presidente, tudo isto e suppondo uma hypothese
que eu nao quero por um momento acreditar que
se Ie.
' i 5 DEpltaoo : -Ni-:n e pjjsslvel que se t1i>
\j S. NaaCiHWCO I'oarKLLA : -Mas, conceJo
do qae ella possa ter lugar e seja necessario in-
vestigar os meios d evitar a difficuldade, me pa-
rece que as observacdes que tenho feiio sao uo
sentido de que no animo de qualquer dos nobres
depulados, se desperle a necessidade de tneditagao
de es'.udo, sobre esta materia.
Com 0 que tenlio dito, live por fim fundamentar
um requeiimento que vou offerecer, a&m da se
adiar a discussao dosre arligo para depois de vota-
dos os outros.
Creio que neste pontoo nobres depulados esta-
rao de ascordo coraigo. E' o objecto miis serio
da reforma. As consiJeracdes que tenho feito,
indies m bem a gravidade de qualquer solu-
Qio qae tomemos ou da primeira indicada aa
eraenda, ou da seg'unda suggef idJr,QU ,di offerecida
no parecer, ami a raosmp. modifea'da pela forma
por mim l.^iiUada ; ha sempre difflculda-le
Port-mi) me parecejjue, seado proviso todo o
estudo uofto pouto, nao ba iacb^venieaid em ,que
adieinos a discussao de -t>: arttgo para depots de
serein volados os dernai.s artigos..
Varoos examiner bout a- qaesLlo, vamos estp-
da la. ,, '. '
Neste sentido voa offerecer' ttt^,requerim3Ulo.
E' lido, apoiado e iuir*jMftiawUmeuteem dis-
cussao am requerimehto dpar. Nascimento PorHfli-
la, alim de que fique, adiaSi a discUssao do anlg
aie que sej >m discutido'i e vou Jos 6s de nais.
o sr. Oliveira Antlraile': ;(N'io devot.
vi'a o seu il si'urs).) .
O Sr. Itttix e Silva : Sr. presidente, wi
nao pre eudia toraar parte na discussao da indi-
cacao, porque, como o meo. nobre-auiigo, de^aia-
do pelo I* distiicto, na) live tempo de estudila;.
mas a occasiao me obriga a aventufar algo^as
palavras acerca do anigo de que tratam >s. .
Sr. presidenle, vejo que a eraenda apresentada.
pelo noire coramissao n4o satisfazv nao previne as
difflcui lades.com que teremos talvczde'luurquan-
do se derom as mesrats oixurreneias que uo vimo<, por occasia da abertura da assemblea
Trata-se do caso de se juraraentar o presidente
da assemblea e os deputados, que nSo 0 tiverem
sid aa occasiao da missa voliva, pelo sacerdole
eelebrante delta ; o meio pratico de se proceder
neste caso e todo religioso, porque a lei quer que
o juramento seja prastado na* maos do sacerdote
oelebranti: eu sei, Sr. presilenle, que deve ser todo
o juramento prestado sobre um livro dos Sanlos
Evangelhos e.nao ha nenhami novidade nisto,
porque todo o juramento e assim prestado.
Mas pergunto eu : qual e a pessoa que defere
ess-; juramento?
Um Sn- Deputado : -Deve ser uma pessia.
0 Sr. Ratis e Silva : S^ra duvida nenhuma,
porque, a mesa par si, os pes da mesa nao sa)
quem ha de deferir o juramento, e apresentar o
livro dos Santo' Evangelhos, para sobre elles po-
remse as maos.
0 Sr. Oliveira Andrade : -Em Ulo o caso, se
nao ha quem deflra, ha muitas testemunhas do ju
FElMv U W AlfflSL DE &1A
9
PABA I>K.\TMO M FOIll UA. lKO\ LXCIA.
Por tre6 mezes adiantados....... I .. 6JW50..
Por seis ditos idem .......... iSWoft
Por zwve ditos idem ."... '...... A0W
For ma MUM> idem.................. 27jXX)0-
I
I '

DE TARIA & FIIHOS.

de Leruus Braga, bo Aracatj ; Joio Maria Julio Chaves, no Ass6; Antonio Maxques da Silva, no 3*tai; Jce& Justino
fanha; Be'armino do* Seaatoa Bulcio, em SaatoAntio ; Domingoa- Jose da Costa Braga, em Hawtreth;
i Aives d C, na Mua; e Leite, Cerquinho A- G. no Rio de Janeiro.
ramenlo, que e" prestado com toda a solemnidade.
0 Sr. Ratis k Silva :-0' Srs.! 0 juramento
que o erapregado public) presta por occasiao de
tomar posse de qualquer emprega, tem tambem
muita3 testemunhas, ma3 eem todo ocaso necessa-
rio qae haja uma pessoa que o defira.
Nao coniprehondo co.n) seuissa prestar Ju-
ramento, sem haver quern o defira : e preciso que
haja uma pessoa para isto autorisada e eala nao
pode ser uma mesa. .
Appareceu uma emeuda do meu ncbr amigo,
deputado pel) dislrieto, o Sr. Rego, .en> que se
commettia essa attribuicao ao presidenle da cama-
ra municipal. i in
Sr. presidente, declare que esla idea fasctnou-me.
ao principio, pareccu-me tao boa qtie eu a priori
disse ao meu nobre collega que votaria por ella ;
mas desde que reflecti nn^otfeo, desde'que ouvi
o mou nobre collega, o St. Df; RoiKcHaj observar
que o presidente da camara municipal nao linha
a attribuicao de deferir juramento, desde que v:
ser uma verdade que esse pre^dente nao pode fa-
zer senao o qne Ihe e precrir)to pela lei da creacae
dasmunicipalidades e ahi tftoMMa a attribuicao
de deferir juramento ao presidente da assemble),
reconheci que tal emenda nao pode ser acoita. Ac-
cresce ainda quo o presidente da camara municipal
pode negar-se a deferir e:se juramento, no que
obraria mnitissimo bem, segundo o meu mo Jo de
pensar, por Ihe faltar eompetenci.i.
Assim, Sr. presidenle, para eviiar este e outros
embara'.-os que porventura possant ainda occorrer,
eu acha'va de bom accordo qne o juramento em
questao fosse prestado peran'e o presidente da as-
semblea do biennio proximo passado. na falta des-
te, nas ma)s de qualquer dos membros da mesa,
seguindaa sua graduacao, e ainda na falta destes,
nas maos de qualquer deputado do mesmo biennio.
0 Sn. Oliveira Andrade : E se nao honvor
nenhum*
0 Sr. Ratis e Silva' : Isso nao e possivel ;
dentre 39 se ha de encontrar um, que sc preste.
0 Sr. Caspar Drlmmond : E quanlo nao ?e
encontre, fanccione a assemblea sem juramento, e
mel"or.
0 Sr. Manoel do Rego : -PoJe nao haver.
0 Sr. Ratis e Silva : E" uma hypothese tao
gratuita que razoavelmente nao se pode aceitar.
0 Sr. Manoel do Rego : Nio apoia Jo. Pode
dar-se o caso de mudanca na politica, e os depu
tados da assemblea que linda, nao quererem dar o
juramento aos da tuccessora.
0 Sr. Ratis e Silva : -Sr. presidente, lembra-
me o nobre deputado, que me honra com o seu
aparle, que e possivel que nao se encontre um de-
putado do biennio passado para deferir o juramen-
to quando houver alguma mudanca politica. Pois,
Srs., pode-se suppor-uma politica qualquer, por
muito msligna que seja, que tenha o proposilo de
nao querer que a assemblea da provincia de I er-
nambuco funccione ? A que ordem de capricho
pode este pertencer ?
O Sr Manoel do Rego : -Nao e impossivel.
0 Sr. Oliveira Andrade : Qualifique como
quizer, mas pode dar-se o caso.
O Sr. Ratis e Silva : -Acho que e quasi abso-
lutamente impossivel. Nao ppsso concederqueoa-
ja pernambucano tio inal intencionado, tao capri-
choso, de tao ruins senliment03, quo para salisfa-
zer aos seu3 caprichos politicos, concorra paia que
a assemblea provincial nao se reuna e trabalhe.
O Sr. Manoel do Rego : E porque nio ? Bern
pode acoolecer.
0 Sr. Ratis e Silva :-Porque todos nds conhe-
cemos nao somenle as desvantagens, como as con
sequencias muito tristes, muito fuoestas, que se
dariam por occasiao da nao reuoiao na assemblea
provmcial.^E qual e o pernambucano que, nutrin-
do em seu peito um ceilil de patriotismo, quereria
ia>.er a sua provincia tao graide ir.al f Eu nao
posso admittir esla .hypothese.
- 0 Sr. Manoel bo Rego da um aparle.
0 Sr. Ratis e Silva : Obispo quando assim
precede, julga que esta cumprindo um dever; e
um dever sagrado irhpo3to pelas lei* da igreja.
Demais nao se trata agora de discutir sobre este
ponto.
. Assim, Sr. presidente. como disse a principio,
nao tendo estudado esta questao, nio lendo mesmo
o proposilo de tomar parte nella,- estava longe da
me p rsuadir que serta forgado a dizer esta* qua*
tro palavras alim de justificar uma emenda que vo j
offerecer. A consciencia me mandou que eu apre-
sentasse a cousideracao da assemulea- essa emen-
da : ella ahi esta e Ihe dareis o valor e mereci-
mento aue tiver.
E' Mda anoiada, e entra onjuoctamenteem di*
:ussiiu a iiigniatn cuKfida, a qitil. deMia de
;ipoiada;.e relnaJa e sitoslitiiili jior ouir.i, a re-
quenmenoUo seu autor :
0 juramento sera prestado perante o presi-
denle daasseublea no biennio proximo passado, e
na falta deste perante qualquer membro Ja mesa
do dito biennio, por sua graduacao-; e ainda na
falta destes, perante qualquer deputado do mesmo
biennio, preferindo-se o dsputado mais votado.
Ratis e Silva.
Sao tambem lidas, apoiadas e entrain igual-
mente em discussao eslas emendas :
f Ao art. 13, depois da palavra ecclesiastica,
diga-se : ou de qualquer sacerdote.Dr. Manoel
do Rego.
mpioMuque*. f^JA
spar DrutaauMMl s -(Nao de-
discurso).
e apoia Ja, entra conjunciamente em
is a seguinte emeoda :
:Sapprima-sedi) art li as nal-
ade ecclesiastica e diga-se -de qual-
-G.de Drumia iid. a
nuri d Rs. Nao me pa
el o alvilre aprc-soutado pelo nobre de-
li." dislrieto^ de litie o .pre.-ideute da
aWseflBblea novamente oleita preste juramentu pe-
raatj o presidenle da assemblea do biennio finJo,
ou sou suhstituto legal, eem ultimo easo perante
qualquer depuudo da mesma legislatura ; priraei-
rameol' por|oe e po&sivel, sobretudo quando se
dor uma mtidanca politica, que neuhum dos
membros da assemblda trausacXa queiri deferir
esse juramento, enao ha meio de obriga-los ; e
depois p -rque (e ior), o biennio das assembloas pn.viuciaes fluJa
com o auno ci 'il, sgundo esla declarado no avi-
so de 39 deqovembri de 1837, e consulta lo con
sei ho de eslado de 21 de fevereiro de I8i8 o de-
dua-se da propria lisposifio do art. 4." do aclo
addicional, que, deletminaodo que a primeira le
gislalura torntiuAsae no fim do anno de 1837, fir-
moa a daulrina de que o mesmo dovia succuder
com as tiue se segut^em ; de modo que. se de-
pois de Undo o mez de cezerabro liver o presiden-
te da provincia de con'ocar exiraordinariaments
a aaaemblea provincial, deve convocar a nova-
menle eleiia, de ac -ordo mm o aviso n. 419 de 10
de dez^mbro de 1857, exfedido e.n viriude da re-
wlucJw imperial de 10 dc mesmo mez e anno.
0r, reuoindose esta jssemblea no dia 1.* de
marco, como e possivel qae o presidente da as-
semblea do biennio passado, quevja nao 6 mats
depulado, porque os seuspoderes ja expiraram
com o anno anterior, pessfi deferir jaramento ao
pres'dente da nova assemblu t (Apoiados.)
Esta saltando aos ollwa-* inp ssibiliJade de ser
adoptada a medida proposta.
0 Sr-: Gaspar Drumm.ind di um aparte.
OSr. Manoel do Rego :-Iesponderei ao apar-
te do n.bre d-.puuJo.
Quanto a vereacis nao se da caso identico por-
que a lei d> tormina que jt'stammie no dia em que
a camara acaba o seu quatrieiuio, mas antes de
(iadarem os sens poderes, o set presidente deflra
juramento a nova camara. Log esse presidenle
ainda p.sti no exercicio de suas aitribuicoes quan-
do assim precede.
0 Sa. Gaspab Dbummond : -Damesraa forma que
Supprima se a
o presidente da assemhlea do bieinio termmado.
0 Sa. Manoel do Regj : Nao apoiado; adraira
quo o uubre deputado, parlamwilar antigo neiia
casa, d'.'sconheca as differentes decisoes, que con
lirmam a opiniao que acabo d' emittir. .
0 Sr. Gaspar Drlmmond:Naodesconheco, nae.
0 Sb.1Iam.ibl do Reoo : Ha 'disposicSes do go-
verno, e qua ja cilei, deciaraado que o biennio da-
aweraMea flada com o anno civil. Vartos presi-
dents leem consultado to governo q*al a assem-
blea que deve ser convacada extraordinanamente,
depois d* tennraado o anno civil, e o geverno tem
decidida que devo aer a novamente eleita. Isto
o ponlo inconlroverso e passa como caso julgado.
0 S*. G. DRiiMMONodi um aparte. .
O ?R. Manoel do Rego Mas em relaQao as
assenble..s provinciaes e cou?a liquida, e ponto
Sue lao admiile conteataga). Creio que o nobre
epuado nao encontrara precedentes, nera decisao
alguna do governo em tpoio da opiniao que sus
tenta -,
A' primeira vista pareco qoe pode ser aceiia a
eraetda do nobre de.outado pelo V districto, que
mania prestar o juramento perante o presidenle
la provincia. mas esta idea tambem tem os mes-
mos inconvenientes que porventura se possam
descibric na quo apresentei, porjue as attribui-
coes do presidente da provincia estao expressa-
mene dcterminadas na lei n. 38 de 3 de outubro
de B34 e uo act) addicional, e em nenhuma des-
las his encontra-se a attribuicao de deferir jura-
meno as c Tporacoes oriundas do vote popular,
nem mesmo juizes populares: os juizes do paz
preiam juramento perante as camaras muuici.
paes e estas perante as do quairiennio hndo. Logo
nao me parece "aceitavel esta idea, abstrahindo
mesuo da inconvenioncia que havoria em deix.ir
a rainiao de uma corporacao legislative a merce
da vontade do presidente da provincia
Riconheco que esla questao e muito importante,
que todos os meios propostos teem os seus incon
venienles.
OSa.GoNflALVBS Ferreiua :Menos oproposto
pelt commissao.
C Sr. Manoel d) Rego : Esse e o que tern
mas inconvenientes, porque o juramento deve ser
prestado perauie qualquer pessoa revestida de ca-
racer pubheo ou sacerdotal. .
0 Ss. GoNSALLEsFEanKjRv :Porque a lei tem
enbndido assim.
0 Sr. Manoel do Rego : A lei tem entendido
assra, e com loda razao, tanto que a lei d* 3 de
ouubrode 1834 diz expressameiite no art. 10 que
os presidentes do provincia e os vice-presideules
na poderao entrar em exercicio sem prestar o ju-
ranento nas maos do presidente da assemblea
provincial ou nas do presidente da camara miini-
cioal, estando esta rehnida. Logo e nas maos de
alguem jue a lei quer que seja prestado o jura-
raeato e nao so nenta sobre os Santos Evangelhos;
e por isso nao posso aceitar a idea apresentada
pda commissio de policia.
Portanto, tendo todos os alvitres lerabrados
miis ou menos incoBvenienles, acho que e prefe-
riiel o que foi por mim suggerido, o qual, embora
nio esteja delles isento, todavia nao tem tantos
cano os outros. Ou eniao sera melhor nao ap
piovarmos nenhuma das emendas, e deixarmos o
aitigo do regimento tal qual e (apoiados), nao jut-
gindo possivel a hypothese de nio haver um sa
ctrdole que queira celebrar a missa antes da ins
ullacio da assemblea (apoiados).
O Sr. presidente deixa a cadeira presi-
dencial, quee occupada pelo Sr. 2* secretano tnte
r.no (o Sr. Domingos Pinto), por isso que os brs.
v.ce-presidente e 1* secretano tomaram parte na
dscussao. ,
0 Sr.Fkrrbira de Aguur : -Peco a palavra.
OSr. PBESiDENTB:-Tema palavra.
O Sr. Ferreira de Aguiar. faz longas
consideracoes em defeza do parecer da mesa e
do artigo da indicajao, sobre que versa o debate.
O r. natifi e Silva : -Sr. presidente, bem
dMe eu que nao bstava habilitado para envoi
* me nesta questao, cerumenle grave e irapor
e, poraue nao a havia estudado por falta de
tempo. A occasiao foi que mo determinou a pe:
dir a palavra e a offerecer a consideracao da oasa
ai quatre toscas palavras, justificando uma emenda
que mandei ao art. 14.
A'vista de tantas op'mioes acerca do modo pra-
llco da prestar o presidente desta assemblea o
seu jurameuto, mo'pareceU aijft a idea consignada
na minua emenda, se nao remeJiava, perreita-
menle o mal, era a mais conveuiente para isso,
Portanto, adrairei me quando ouvi levantar *e
a voz autorisada do meu nobre collega pelo !
districto, dizendo que nao era possivel que o pre-
jidente do biennio passado viesse deferir o jura-
mento, porque Ja havia fallecido a saa juris Jicgao
0 Sa. Manoel do Rego: E* hoje doutrina cor-
reute.
0 Sa. Ratis k Silva : Sem pretender contes-
tar at raades apresenladas pelo nobre deputado,
eu Ihe observarei apenas que, apezar de exptrar
2.' parte do art. 14 a emenda)no fim de biennio ajurisdiccSoda assembtta pre-l
quelha e relativa, offereoida pela commusJo de'viacial, ea vejo amahypothesa em que eiia poae sim
funccionardepeis deflndo esse bieaqio, sem quese
possa recwrer a nova assembie'a
0 Sr. Munocl do Rego ': Nao eonheep.
0 B. Rajis e 5ilva : -Supponha a assembled
que fact os extraordiuarios se dao na provincia,
reclamaadu a reitnilo da assemblea no mez de
novembro, occatiao em que ainda nao estio re-
oonheeitos os poleres da nova, assemblea, estando
entretanto ja feita a eleicao ; pergunto eu : qaal
a a-semblea compelente para legislar, para dar
provideucias concernenles ao caso f
0 Sn. NascimVnto Porruy.t : E" a antiga.
OSd'Rxris kSilva : -Logo pode a assemblea
functional' depois do biennio, eraquattlo. a nova
nao esta con-tiuii la.
O Sft Manoel do Reoo :Mas ate terrainar o
mez de dezembro a assemblea antiga tinn poderes.
0 Sr. Ratis e SiltK. : Supponha ainda qoe
esses factus se dao em dezembro, mas antes de
83tar a nova assemblea preparada e autorisada
para se poder reanlr, que provi'lerscia se toinara ?
0 Sh. Manoel d3 Kego : -A.in.da se convocara
a antiga.
0 Sr. Ratis f. Sjlva : Logo aqui esta um caso
em que se da a nec-.'ssilade iio se convocar a as-
semblea anliga depois de findo o anno civil. (Nao
apoiados). *
Mas, St. presidents, naoaedt a palavra para con-
testar esie argumento do nobre.depujaJo ; pedi
a p-alavra, depois de ter orado com tault pro-
ficiencia e antoridada sobre a materia o nobre
presideate desta casa, sdmente para dizer a as
semblda que, se eu estava inclinado a votar pelo
requerimento de adiamento apresentado pelo meu
nraure collega pelo 1 districto, ag^ra aiuda mais
inclinado eilou e com mais razao volatei por
elle, porque vejo quo a materiaprecisa do estudo,
na) pole ser decidida do chofre, reclama a no?sa-
alii'ura.i muito detida.
Assim com >, Sr. presidente, eu live a ousadia
de pedir a palavra para fallar sobre esta materia,
que alias e muito importante, sem have la cs-
luladJ, e confisso que ando nella as apalpadellas,
expouJo-me a enganos, e erros mesmo por occa-
siao de emittir meu pensamento, o mesmo pode
suceeder a qualquer dos nobres deputados. E'
esta a iaz3o pela qual voto de muito bom grado
pelo requerimento de adiamento; eulendo que
a materia reclama estudo e attencao. E' este
o fim principal para que pedi a palavra pela se
gunda vez ; do conlrario nao occuparia a at-
tencao da casa, muito priucipalmente depots de
ter fallado, como fallou, com tanta proficiencia
o nosso illustrado o digno presidente.
II Sr. \iiHciiueiiio Portella :Sr.pre-
sidente, nos nao podiamus ter prova mais signi-
Qcativa da importancia da queslio agitada do que
o facto do nosso presidente deixar essa cadeira,
que Uo diguamente occupa (apoiados), para vir
junto a uma destas erguer a sua voz e defender
com as razoes que julgou plausiveis o parecer
subraetiido a nossa apreciacao.
Cora este procedimenlo, Srs., u nosso digno pre-
sidenle nio so provou a importancia da questao,
como tambem veio prestar-nos um service c m
a sua experiencia, manii'estando os inconvenien-
tes de uns e de outros alvitres apresentados, e jus
liucando tanlo quanto em suas forcas caber podia
o alvilre icmbrado pela uouiuiis>au.
Elucidada, portanto, como foi a questao, ma
nifestados pelos nobre; deputados .que me prece-
deram na tribuna os inconvenientes de cada um
dos alvitres propostos e constantes das emendas
offerecidas, posso e devo dizer que ja nao tem razao
desero me.t leqnerimento de adiamento.
Quando o offered lii sentir a assemblea que no
meu espirilo laborava a duvida que eu nao havia
esludado a materia e nao mo podia julgar habili-
lado a suggerir uinmeio que mais conveuiente fo--
se >ara eviiar a diificulJade que, na hypothese fi-
gurada, podesse surgir contra a iostalla(ao da as-
semblea.
" Figurando cada uma das hypollteses, eu fui mos-
trando os seus inconvenieutes. Eu linha por lira
fundamentar um adiamento para que houvesse
apreciacao mais meJitada de cada uma das ra*5es
apresenladas, c a assemblea aceilasse aquillo que
fosse mais acertado.
Mas, em vista da discussao, o meu espirito esta
esciarecjdo; o esludo que eu precisaria laser, para
mim esta complete. Posso emittir a assemblea o
meu juizo a respeito
No eslado da questao nao vejo senao duas ideas:
ou o parecer tal qual esta, ou a emenda do nobre
depulado pelo 3' di-triclo, deixando eomo esta o
regimento e supprimindo apenas .. ,......-:a di/ni-
dude, que pode deixar duvida com relacao a quem
cabe olHciar no dia designado.
Nestas condifoes, se eu fora autor de qualquer
das emendas offerecidas, eu as retiraria, como re-
tiro o meu requerimento de adiamento.
Nenhum de nos pode desconltecer que commet-
ter ao presideute da provincia a attribuicao do de-
ferir o juramento a assemblea provincial e, nao di-
rei um disparate, como ja ouvi qualificar, mas uma
idea que nao pode ser aceita.
0 ^r. I. Mellu Rego : Eu ja linha pensado
nisso e pedi que se nio lesse a emenda; foi HJa
por engano.
0 Sr. Nascimento Portella : -A-idea de com-
raelter o juramento ao preeidente da legislatura
finda, e tambem inaceitavel. Eu mesmo a consi-
derava inconveniente quando o nobre deputado
que ora estasentado a minha direita (o Sr. Fer-
reira de Aguiar), rio-se para mim : o seu riso era
bastante eXpressivo para que nos ambos compre-
hendesseraos os molivbs que mililavam para que
semelhante idea nao fosse aceita.
Quanlo a idea de se commetter esse juramento
ao presidente da camara municipal, alem das con
sideracrJes que produzi em prindpio, outras mui-
tas foram exposias, e taes que me parece nio po-
der ser aceiia. _
Julgando, pois, que a assemblea nao pode com-
melter esU attribuicao ao presideute da provincia,
nao pode e quando podesse aao deyia commetie-la
ao presidente da legislatura fiada; nao podae quan-
do podesse nao devia tambem commeite-la ao pre
sidente da camara municipal, nio vejo senao os
seguiules alvitres : ou conservar o que esta no re-
gimento actual fazer supprimir a expressao di-
gmdade, para que assim seja licito a qualquer sa
cerdote, a convite da assemblea provincial, dirigir-
se a igreja designada, celebrar a missa e em suas
maos prestar a assemblea o juramento....
0 Sr. Ferreira db Aguiar Ainda assim nao
flea tudo prevenido.
0 Sr. Nascimento Portella : ..... ou entao
aceitar o parecer tal qual esla.
Este me parecj qae e o terreno era que se deve
flrmar a discussao.
A emenda que supprime a expressao digmdade,
que, portanto, da lugar a que qualquer padre, co-
mo nos lemos entendido, tenha o direito de cele-
brar a missa e que era suas mios possamos pres-
tar o juramento, creio que satisf.tz o fim que se
lem em vista.
Paiz catholico, como e o nosso. onde o cathoh-
cismo fdizmente impera, onde nao nos pode faltar
esperaopa de que elle permanecera, n6s nao pode-
mos suppdr que, assim modifi-iada a di9posicao ac-
tual do regimento, nao haja um sacerdote pern^m-
bu:ano qae va no dia designado pela assemblea
provincial celebrar missa e em suas mios receber
o nosso juramento.
0 'a J. Meld Rego : Mas admitta a hypo-
thes-. de que nao haja ; qual sera o resultado f
0 Sr Nascimento Portella : Ha hypotheses,
Srs", qoe uao devemos Ogurar.
0 Sr. Cunha Cavalcante : Eatendo que
O-Sa. Naslimento Psatella : 0 nobre depu-
tado, nosso digno presidente, figiuou essa hypothe-
se alien lendo ao facto recente ;. mas e preciso no-
tar a graode different;*, que o facia recente tem em
virtude de uma di>posioao do regimento actual e
dos preeeJentes havidos com a modiiicacao do
mesmo.regimento supprimmdo-se a palavra (Ugni'
dade.
Atu- ent.io quaes eram as praticas da assemblea
provincial ? Communioacio desta a presidencia
da provuicia de qiie havia numero para a inslalla-
cao ; o presidente da provincia por saa vez coin-
irumicava esse facto ac bispo diocesano e este pro-
videuciava alim, de que no dia de-ignado houvesse
'jueiu celebi asse a, missa
Era o bispo diocesano >- n ld--raJu a dignidade
olfi-'iante, de Gonna que quando nao ofiiciava dtle-
gava os seus podere=, fazia-se representar.
Ora, o facto recente. pren ieodo se a esta pra-
tica sempre seguida, vmha nos por em cmbaraco.
se p;r veatura nao dessemo-. a expressao dig-
nidade a intelligentsia com que naluralmente
foi empregada, ao ^er adoplaJo o regimento :
dlgnidals, nao coma gradaca) da ordem em qrje
se acho uma auloridadu ecclesiastica em- relacjk)
a outra, mas como expressao do caracler sacer-
dotal, de que esteja revestida.
Assim eutendido, nos pela pratica aceitamos um
(aclo que esla de accordo com a raodificacao que
o oobre depulado propoe que se (a;a uo regi-
meato.
Eutao o que teremos ? Um sacerdote que ce-
lobre a missa e em cujas maos to.nos de prestar
o juramento. Suopriraida essa palavra digmdaeU,
teremos evitado as diifkuldales, ja nao havera a
necessidade da communioacio ao presideute, para
que esie se enlenda com o chefe da inreja per-
namhucana, e este por sua vez desigue a digni-
dade que o tem de representar nesse aclo. Entao
sera um aefo prbprio da assemblea a escolha do
sacerdote quo diga a missa.
Me jiarece, pois, que, extremados assim os dons
poutos sobre quo pode versar a discussio, porque
quanto aos outros en ja disse que, se fosse autor
das emendis, as retiraria, nao tenho nenhuma
duvida em aceitar o seguinle : permaneca o qoe
determina o regimento con a raodificacao propos-
ta, porque, ainda repito,-a hypothese de nao se
acliarum padre pernambucano que no dia desig-
nado pela assembled va celebrar a missa e em
suas maos receber o nosso juramento, e uma hy-
pothese que nao posso aceitar.
Vozes : E' imp ssivei.
0 Sr Nascimento Portella : E se e possi-
vel essa hypothese, que alias e de ao dillicil rea-
lisacao, attenias as circumstancias opposlas, entao
para os momenlos extremes remedios exlremos.
Quando ella appa'eoe, quando tenhamos a infeli-
cidade de vel-a reali-^tda...
Um Sb. D putado : Nao sorem s mais am
povo catholico.
OSr. Nascimento Portella : ... a assem-
blea provincial tomara um remedio tao extremo
quanto extremo for o mal ; e qualquer qne fdr a
provfoencia tomala, a assemblea quando consti-
toida, dar-lhe ha loda a for';a, todo o vigor, toda a
legalidade.
No recenle caso, Srs.. se por ventura o naaao
Hlusiraao coiiega nao tivesse uon.-b.aiu ; no
dia da aberlura da assemble i provincial, ea nao
t-ria duvida nenhuma em votar para que se con-
siderasse constituida a assemblea mediant* o ju-
ramento, por exemplo na forma proposta pela
commissao.
0 Sr. Tito : Nem eu lao pouco.
OSr. J. Mello I ego : -Mas, para nao se
fazer arbitrariamentc, e preciso que o regimento
liga ahruma cousa a respeito.
0 Sn. Nascwbhto Portklla : Nao e arbitra-
riaraente ; e uma hypothese que nao devemos.8-
gurar.
Qualquer que seja a snlucao loraada pela
assemblea, sera por mim reputada a mats acer-
tada. Nao considero que a solucao por uma ou
por outra forma, ou aceitando se a emenda do
nobre deputado, ou approvando-se a idea contida
no parecer, possa imporlar, como pareceu, uma
provocacao ao p. der ecclesiastico ; nao. Qualquer
que ella Or 6 o resultado de nossas conviccOes, e
o desejo que teraos de proceder com acerto e de
modo mais conveniente para que os nossos traba-
lhe i possam correr com regularidade.
E" este o- mn v > \ p concluo pedindo a V.
Exc. qae cor.=n to a c-su -e consente na retirada
.o men requerimento, que, como ja di3se, nao tem
mais rar^ : er. ( Muito bem.)
". I'.isutMvla a assemblea, consenle na retirado da
;\;querimento apresentado pelo Sr. Nascimento
Portella.
Os Uw*. J. Mello Rego c Ratis e
Mllva pedem tambem a relirada das emendas
que offereceram, e a assemblea decide pela afflr-
mativa.
Ninguera mais pedindo a palavra, encerra-se a
discussao e precede se a votacio.
E' approvado o art. 14 da indicacao com a
emenda da commissao e a do Sr. Gaspar de
Drummond, sendo rejeitada o do Sr. Olympic
Marques e ticando as demais prejudicadas.
Tendo d .do o hora, o Sr. presidente designa a
ordem do dia seguinle e levanta a sessao.
Emnieutlas offerecidas ao regi-
mento-da assemblea.
Ao art. 48. Depois da palavra festa, diga-se:
poi- escruttnio secrelo d pluralidade relativa de
votos, suppriraiudo se as do artigo.Dr. Manoel do
R'90.
Ao arl. 60. As palavras o presidente a pora a
voios para ser approvada pela assemblea -sejam
ubstituilas pelas seguintes: o presidente adecla-
rara approvada, indepenJente de discussao. G.
Drummond.
Depois do arl. 62, accre3cente se : artigo-----
no fim da sessao legislativa serao registrados em
livros proprios, os projecto3, indicac5e3, requeri-
raenlos, pareceres de commissao e emendas de que
lizerem mencao as actas. Os annaes da assemblea
serao dastribuilos pelos deputados, logo que esti-
verera impresses e brochados, no principio de ca-
da sessio annual ; a mesa fara distribuir uma sy-
nopse impressa, dos projectos e mais assumptos
decididos na sessio anterior, bem como do3 que
estiverem pendenles de resolucao da assembfea,
ou affectos as suas commissSes. Dr. Manoel So
Rego.
Urgente para se interromper a ordem do dia
se deve eutender aquelle negocio cujoresultado
se loroaria nullo, e de nenhum effeito se daixasse
de tralar-se imraedialamcnte ; porque neste caso
a approva;ao da ufgL-ncia so lera efeito do obri-
gar a que na sessao seguinte eja o negocio trata-
do de preferencia a qualquer outro. -G. Drum-
mond.
As coramissoss do orQamento, forja pouelai,
constituicio e poderes, serao eleitas, todas as
mais serao noraeadas pelo presidente da assem-
blea. -G. Drummond.
Nao sera admittido requsrimento de urgencta
para ser allerada a 1.* parte da ordern do dia
quando se discutir o projecto do oreamento pro-
vincial. G. Drummond.
A redaccao dos projectos de oreamento provin-
cial, municipal e forca policial nao sera submetti-
da a discussao sem queesteja previamente publ'-
cada no jornal da casa. -G. Drummond.
Apresentado qualquer reqnerimenlo sera e
voiado -para ter lugar posteriormente a discui
sio do projecto que se pretende adiar.G. Drtut'
mond.

t
J


**""
w^wimm

0
^wift de Pelnambuco $er^a feira 14 de Abril de 1874.
REVISTA DIARIA,.
- **emllaC$r?'aclal.-H<*rt*)i t as-
semblea fuBcctetton com 30 Srs. deputados-, sob
apteeidencia do*S. fcr. Aguiar. ,1
Approvaoa a aela, da sessao anterior p Sr, !.
secretario lea o seguinte expedient :
Um officio do secretario do governo da provin-
cia, remettendo as fafowiaijiss peaidas, *obre-^
contrato celebrado pel* prestteneia da Parahyba
com o negociaMe Maroolifio 4e -Scum Travaaso.
A quem fez a requisicAo.
Uma peli an de Henrf Bemaard Blaod, pedindo
um privilegie por 86 tones, para mootar oma
fabnca de peera, por elle mvenlada, <|ue nao sti
onerece a precisa solidw, eomo o seu pte^o e
muito inferior aquaUeaorqaeTvendida a pedra
*jue aetualmeiite-e erapK&a aa constriiecAo.A'
commisoaede petijoes.
Outra eediversos moraifores e proprietaries d>
ugnho Santo TEstcvae, pediodo que seja des-
inemferada a pane do tarritorio quo perteoce ao
rnuaicipk) do Cabo para ser annexada a fregue
zia 4ft Suribeca. -J^ commissao de es.tatistica.
Foiilido uni pareeer da commissao de justly*
civil e criminal, iadeterindu a petieao do tabelliao
4e nous da coraarca da Victoria, tJellarroino
dee Santos fluloii. o qaal ucou adiado a requeri-
raento do Sr. Dr. Portelta.
Em segnida feram lidas eaoprevadaa aicedac
CiM dos projeetos ns. 36 de 187 I e 69 de <87t,
julgad >< objeiRos de dcliberacao e waudados im-
4>rimir os leguinies projeetos :
Go Sr..Gatpar de Druinmoad, UfftWUtB *ui
dos lugares de esej-rvao- e tabelliao Jo termo de
^eHohietb, -flue primeire Vegar; do mestno Sr.,
ditfdtado em dous 4i-lrieio* de paz a frafraezia
-doa'^rs. Guedes Gcndini e Dramnteiiu, deiermi-
naodb que n parte da ctlade da Victoria compre-
headrda no 2 distrioto de paz, ii-pie pertenceado
ao dJstriMo do inesmo nome.; do'Sr. Vravass
de Arrudn, aptorisando a ser admittido no gym-
nasia provincial o tneior Jese, tfma' do MMn
Jose Bruno de Oliveira Maria ; e dos Srs. Tra-
vosso de Arruda, Goncalves flerrera e loaquim
de Arruda, aatorisando a eonslriiernM de uma
pnnre snbre o riacho Dnas Pedras.
OSr. Ratis.e Silva, obtendo a palavra pela or-
dem, requereu que sobre o projeeto apreeniad<
pelo Sr. Drummoodi supprimmdoara dos lagares
que >Vftgr deescrivio de Seristwem. saja'pre-
liamentu ouvido o respectivo jnie de direrto,
cujo reqiierunento foi approvado.
!'ass;> ndo a ordem d > dia foi, aumcttido a unio
dnedssao e approvado ran debate oorojecton.
"26 deste anno, que approro tfijpcnhwa da ca-
mara municipal da villa de Jaboataa
K eontinnando a discussaa. da reform* de at>
igaai artrgos do regimeatj da as^emb^ea, vwsou
-ella acliro a emenda do Sr. MeWo Rego, que
nunda rappriipif o art. 6S. 0 Sr. Muneel. do
Kfsgo justili.v.u uma ementa <|ao apoiada, eiurou
em di-cussao, send.* nosia mesma odeaaiia lidos
diffennte.* addiliires, o$ i.u;.es foram-apeiadus e
"fkaram para ^er discutidos opporlunameBte de-
piis de imprests.
Orararn os Stt. Gome-t Pariuite e. Mantel do
Mego, de,.ij< do que potkaa a votos as duas
emendas, f irain amMa rejejtadas.
E'ti segnida foi a;>:irov. o arL t, mudand i para as llhoras a abertnra
das tm&oa; e bem nsshn as ememlas aos ar-
iig'ts 4', 7 e 8, com algumas rastric(iie.
Kui itfualniflnteappr.ivaJo o art. addaivo, Hz venficadaa legalidado dos puderes, etc, fi-
caadi prejulicada a parle que ii* -peliado ao
mcsiiio tempo ate o tiu.il.
Seguindo tin ilmente a discuiisao da emenda
ao art 9", rccunliecendo se.. nao haver numero
para volar, levant tu-se a sessao.
A ordem do dia para noje e a mesma da se.-sao
antecedente.
TriltaoH urbnnos 22 do correate deve haver sessao da as^emblea
geral dos acciinisias de.-ia companliia
T(>ir;ramiua coutiueroial. -Em data
de 12 do eorreote di/emjlo Kin de Janeiro:
Cambio sobre Londres hancario 23 J/8 d. 0
lliimaiu sahe aioBnlia (13) paraLsboa por S.
\ieenle.
Morte i>or atipliyxiu. Hoatem, pela ma-
aba, qttaodo os esti-vadores iam -proceder os seua
katalbos do porSo'da barea iogleta George Can-
4. q:ie se acha no auooradonro de earga a re-
ceher assuoar, o crioulo J mo liaptista, ex-voluu-
tario.di patna, nao tendo deixado correr o tempo
neeessario para se evaporarem as gazes accumu-
lados no poFao do aavio, foi o primeiro a descer,
seado victiiua de sua imprudencia, pois que morreu
asphysiado.
Rotipiini iturtu^upx. Neste esiabeleei-
""oio c.elebrouse, ante-hontem, o acto edificante
ff imontnl atoa on:'ormM A
-.nvite do respectivo capellao Hvm. Fr. Nicolau do
Hjin-lim compareceram diveraos saccrdotes, que
se preslaram nao so a confessar aos ea/Ttno.*, como
saaaistencia desse acto; comparecerara tambem
algnns m-mbros da junta, os medicos do me3mo
estao ilecimeoto e outras pessoas grada*.
Celebrou a missa o distribuio a communhao o
Rvin. co.iepo vigario de Cabrood Antonio Jt>se Fir-
mino de Novae.s.
His:-:* fiiiiciire. leva lugar uma, que a
mesa rogedora d.; innandade do Senhor Boa) le-
ans d.is Uiag.is, erects na iwja d) Paraizo, man-
dou alljcclebrar houtenj por alma da irmade cari-
dado lictorina Viala, que foi provedorada me.-ma
innandade. Au<*itifam diversaa irmas de carida-
fle exuteotes na casa dos expostos com as reapec-
iivas nicninas.
Pasnainenii). -No dia 30 do passado deu
a alma ao i:.e,idor, na proviccia das. Alagoas, o
academic, do G" auno da l'.iculdade de medicina
da Babia, Joan Corrda de Araujo.
AftNaxsiuato. Em lerras do sitio denomi-
nado Curmpixo, do termo do Triunipho, foi em 18
do inez proximo lindo assas.-lnado com um tiro e
aez facadas, inn indijrjJuo de nome flanoel Fliir
por iose Ajjplioario Abare,queevadio-e,comel'
tido o aelicto. Seguio logo a seu destino o ia.ine-
nto que lal facto occasion u.
Outro. Em 3 do eoweate, a noit fui Bsaas-
sinaao em sua propria casa, uo lugar Ouatis, do
temio de Bom Jardim, .Vanoel de Ui, po^ antuao-
naatia Slanoel teria. Antes de fallecer, porem
r sido seu ofleasor Custodio Loureao^
teve logo o convenrente destino o inqwrHo no-
ffeJal,.i^e#i*aeitnaioi4jr**Q.
V'V^U'.- Escreyaram-npa aeisa- locili-,
Frffam'eelelbraiios nesto povoadn oj actos dit
semaoa saot* cam loda- a deceacia e espleaJoa,.
devidq irto-aozelo iacan;avej do.Rvd. padre vest.
tre Fr. Alberto de Santa Augusta Cabral de Vas-
conceJIes.
( Hoove na terra feira prni$M0 de Paaaa, sea-
do oradores na sahida o padre Luiz Jose .Is Arau-
jo, noencontra o padre Theiooliao Ramqs, e ao
recolber a padre Antonio de MeUo e AjUaquer-
que.
N'a qainta feira oregou aa moadato-o mesmo
padre LU.
NasexU feira da Paixao, prenden a attencfc
do andfcorio o mesnro padre Melle, bem como a
tarde ao serralo do enterro ; pregmdoa aoite ao
reeolaer da procUsio o referiia pa lae Iheoda-
lino.
No domingo da I^eaurreicac, pregau ainaa o
mesmo jiadre Theodolino.
E' de admtrar, que n"nm Ingafejff daifrtlla
rda parcSes de accommodar para mais de tres mil
pessoas, dotado de boas imagens eornameotoi,
circaadado de galenas de ferro, com dous pulpitos,
prevenUo de.alfaias neoessarias.
Tudo isto devido 6 aos esforcos do mesmo ia-
caasarel Fr. Albarto, qaa lena ferto natte bataado
nove templos, sem soccorro aigum do governo; e
apezar dist, sem none, vive na ooscuridade e sem
osteaiai^o, o me nao succederia talvoz se eflo
fossa ertrarrgetro.
Mis^-viuiMtia. .!& EstadosUnido^ aaave
durante o ultimo auao 4S.183 fallencias, repcesen-
tnndo um passiro de ^18:100,003 ynoilars coatra
1,009 falleacias" que so-derain ao aa'nade 1672,
repreeentanlo um passjvo da 124:636,000 dollars
Houve. por lantoem 1873 wria dLuercnca para mais
de 1,114 quebraseo de 96:$i3,OO0 dollars, Os
estados qua mais- soffrecam com esta crisa foram
os de Nowa-Yoifk, Pensilvania, Rhode Mand e.'b
Mtt*ju(;i. O unico estado em qua aa qnetjras di-
mmuiram foi ode Uassa.jhus.sets
O ciar da Russia, na sua proxima viagam a In
glatcrra, teaoiona ir tambem as cortes da Ariaiii*-
nh.e fiulgica.
Em Sanuader morreu um inJividuo, yictima'
de uma aposta que fizera de beber uma grande
quantidade de rhum. O desgraeado bebeu toda a
poreao que fora dosigaada, porem poas moinen-
tos depois cahia morto.
Fa,llec uo Sr. D. PeJro (>lvo Aseiicio, es-
crimor distin:to e fandador do periodico rnadr'ileno
a Iberia.
O Standard de Londres torna a affirmar wie
o esudc de saude do principe de Bismark ^ grave
bastante.
0 Jornal dot Debates publica uma correspon-
dencia do Roma, na qual se diz qae alguns, diarios
pontilicios demons'.ram um grande ardo,r pela da-
fc-za. da causa de f). Carloi. coutraviodo n'isto os
desejos possdaes Je Pio IX, ileftte'qualquox apoio formal, Undo o papa cunser-
r..d.t coustanteraeuie as suas ideas acenca da leei-
timidade em Hespanha e sendo o primeiro a la:
menur a guerra civil up'e ea cathuliea. O cardca! inloneili peasa aeste pohto
Como sua santi-tade.
A cathedral de S Lsaac, em S. Petersburgo, pria-
Cipuda em 1819 e concluida em 1858, e 6 uionu-
mento mais grandioso e soberba da Russia, e oc-
cupa o lo^al de duas cathedraes deslruidas sue-
cessivamenle pelo incendjo. A estacaria para se-
gurar melbor o terreno em que esta assente a
cathedral, importuu na enorme cifra de.......
860:000400'-
Chegou a Nova-York o mulatj general Raez,
presidente que foi da repablica de S. Dotpingos;
Tern por fun esti viagem facilitar a annexacao da
ilbaa uaiao americana, como anteriormente a ti-
nha proposto a Franca e depoii a Hespanha.
Toda a.gente de Londres esa aduu'rada da
pouca forluna que deixou o barao ijey^r de
Itutschild, lallecido ultimamente n'aquella capital,
pois apenas legou tres milnoes de libras sterlioas.
Foram mais as vozes do que as nozes.
Proclaiuas.Foram lidos na igreja do Ro
sano, que serve do matriz da freguezia de Santo
Aotomo, uo domingo 11 de abril, os segain-
les:
1.* denanciafao.
lunoceacio Francisco de Lima, cam Candida
Beniscimo de Souza Lima.
Jose Gaetano Baptista dos Santos, com Franci?ca
Cordeiro Gon^alves Braga.
Pedro Francisco das Uag.is, com Lucrnda Ma-
ria do Llvramento.
Luiz Francisco Pitta de Albuquerque, com Ene
dina de Castro Moreira.
Emilio Celestino de Moraes, com Lcopoldina
Maria dos Santos Saraiva.
Luiz Campos, eom Gertrudes da Costa.
Roberto Francisco dos Santos, com Maria Pe-
Ironi'la de Jesus.
Mjrla'TgnaclObs Anjos. preta, 40 anaoi,'aoHi-
ra, i. Jose ; phtysica pnimonar.
^WShfi?^'48ann^ Gri-a; hy-
JoTltt -vtMiH, nfanco, America, 2i anaoa. Hasv'
*n*i eauflsta-f-Wbre amarella. ^.:.:,
: Mariaana, araac*, Pernambuco, I anno, S. Rsi;
denticao.
Albina, branca, Alagoas, 6 mezes, Recife ; va-
riolas .^~^^t" i njai I
Lotctrta -Atpje se tti a veada t a 95.' a
Benencio da matriz de Jafrmaq, a qual corre
CaaatjJajRJfetfnyfcaa Movaaiento da caaa
aa detr* tnfla
E A sabep :
rovinoia coat ttm estabelecimento plo,
carece 1
acaso .5ses loaeos, qua^.JYoiuo^a,
attram p^dras, ser levJIJos;' ap ruliiro
^ein abe I ^n*'^-
raiva pode causart a.*udico, a
que por alii aoda aalta. que la de
i tM wbio i,tStem 3 e'eratos
AJimeni
crava 2. Stal 329.
a cuaUdort!ofrafc.pblioaax7L
A inveja, a
wr
Esbravejem
as y lojaaa4||||a/BO
1 pr^sitooie cab'era
to das ago^terrenT^e outrai propriedades
P.WaVB^IrW^
tregi. seguado
'rembvida toJos o"< &\t nnnoS: e e nasse inter-
lo o disp
sw^^s^'rflWMMaa^^
omo quizerera os provincianos, o
e por ntaja ^iinjajnm, ao digno
oria de Ipr promovid
actual p
essa ftjpda;io!
A WltricaJU $>a cavallos.
0*tt. ve teal razao os provincianas, pole em
birrara 'corn>a^natricula.
.... .. O* homenp da agitacao, os hberdadeirqe, qnereai
.'lacionaes. *>7, raulheMa 8, 4flunaeiros tS, Viver sem *
TrUiiaaial coaajaavorelo.
ACTA DA SESSAO DE 9 DE ABRIL DE
T874.------
PRESlDB.VClA DO EXH. SR, CONlgLllEiaO ArTSBaMC
fMHrnsco fBiiFTn.
A's 10 boras da mauWi, preseotes os SrMe-
putadm. secretario Olinto Bastos, Lopes Hachado,
Alvas.Giiarr*^ o,Sr wippteat4,,Sa Leitio, $, Exc.
o Sr. conselheiro presidonte declarou ab'erta a
-essao.
Comparecah o Sr. desembargador fiscal. *
Foi Iida HJlfinoisappirjiarJa a. aOt day*'
sao precedente.
j^- BXIKDrEIIT8, -s
mem Bo:BfM.""ji nriftfsfro-daagvfoataani
nespondendo ao do tribunal, Ae< {9'demarflo^pro-
ximo passado. -tVtra o arehivo.
OtQcio dq presidentie do iHaonal do ewuwwrroio
'da capital do iitperio, accnando o reoebimenio
do oflfcio deste Iribuoali tfe' r>e marco. Man-
dou-se archivar.
Foram distribuidfts-os^vros tegSrates : *
Diario e copiador de Oorstelnrinu ft C, ditos
de Deukck Brasirtaolsehe, dttos de FfWj)aw
de Lima Coutinho, copidor' da corm,ahWa":Fer'
ro Carril de Pernamimeo, dilo de Aftneida *
v,an,nai dito de Joaquim Antonio deArwul& .,
dito d? OHveira PiHios & C, dfto de Joed da la
Loyo 4 FHhos, dito da corapanra'a pernataouoina,
diano dcPacheio&C. *to de.Wmeida Duarte
4,dito;de KeHer4C.
DSSPACHOS.
RBqrferhnentos :
De"Manoel da Sihra Maia.Ksflal'd^flwrJrtorla
oonrcdida a Antonio. Joaquim do Vasaoacellee;
pedindo exooeracio daquetla comrrrrsaao, em aa-
Zao dos jeus-afazeres. Adudo, atim de serem
corividjidos os Srs. suppieates Joao Gory*os*>mo
Gon^aLvs,Rosa, Hurmino Bgfdio-'de-Figueiredo e
Franuico; Joaquim Rbeiro tpwe-
ram, na concessao da morauria de que se trata.
Do-Jose Luiz deMello, jura certificat-ae-lae e
fci eliminndode sm cakciro Emvgdio Fiuza de
Otiveira. Gertiflque se.
De Jujio Fernandes Lopjf, tatnasai requefendo
para eertificar-se-lhe se ale 6 ou nio Itqaiduwrio
da firma Silva Maia i, G.-Comoreqer.
De Duarte Arjonto de Miraada, portuguez, de
33 annos de idade, easai>, domiciliado eastabele-
eid i acsta cididd ftirrr hft, de mmdeaas em grosso
e a, refitho, roquerendo mtrieula de eoasmerciaa-
te. Vista ao Sir. desemtagador H*cl.
Do enrretor Auton^o beoafardo Rodrigues, mis
tranlo, haverpago o sn tapisto do seguado-ae-
mestre do exefcicio de 187* a t874. Rogistre-se o
eooheamento junto, fue depots sera entrugue ao
eupplicante.
o, nao qojerem pelas, nem lei.
[ Teem rar"
m. Mas ot _
idda foi delles : que n'uma ajsemblealle seu tera-
pa se tratou, desaa oyitricuja.
h*illo ttmpcre, era iMoconveniente igjra, po-
OjJltv.o.B.resjdente nio fez mais que dar oxe-
cueao a uma lei. pela qual nao rhorre de amores;
parque.fo iacaapa-lo por um tocto
tiVeram parteT^^-^
Depeis onde a, maoavenjennia da lei e registro ?
Qual o vita disso ?
: i|>araalvo4,pra|trWa>ie calf o atteotadas
dos amigos do alheio.
O oavqllo e muita vea a, oajpq recmsc* do .oobre
matuto Como para o arabe i o cavallinho o seu
mtu pao ;"cutrta mgnos de siqaeitElle. forqnn?
PoMneorCayallo o.ajuda em.seu trabalho, o,au-
xijia em 'Sfla, vlda,
t) qae mi* a, lei ? tornarbem cofitrecidi a sua
propnedade, e por C3se reguramento drfficnltar aos
ladroesde cavallos stia mafefica industria.
Se-ist) molesta abs provfnclanos,' padem contra,
ra lei gfltar; mas; nem por isso deixara i?lli de tef
tido tyn flm justo em vfsta, umbem como motrvo.
Que o presfdente n5e faz'questSo da matricala,
.mostra spa resp mta a assemblea provincial.
Vaimosi ao'. 7' podip.
i^i^enikda:fte Fiment^iras.
Sao muito esplrtruojos'esse? provipoianosl Pi-
meniada! De qaemseri'a IernbTarica'1 Ser* do
bomem dos wulos iudes, de granites saissas ?":JjT
provavel!
Os fer^s terrenos de Punenteiras estavam em
baldio ; arrninados os edlneros'da'antrga colnnia,
Por odtro lado. os orphaos mal accommodados,
resentiaratse da ralta de prpifisSSes qUe depois os
ampattssem na vlla ; mtisicos e funileiros, s6 po
dia.m ser.
A S^n'tjaXasa .sobrecarrregada, tinha despezas
9eqi lueros.
A prbyiftcia n,ada garihava, e com ella perdiarn
os indlvidaos.
Sempre emprchend.?dor, o actual presldente nJo
recusa a(ite as' d/fficuldades, examina, pensa, e vd
qite pflje'fazer-maisnm'beoeftcio.
O capachinlio, csse cnizaJo do bem, se torn?
o sea auxiliar ; o patriotisrab tudo pode realisar,
qpeceado.
A colonia Isabel sera uma reaiidade.
Alii sc creari "uma eplonra modelo. O orphao
.acbara;alli um Sbrrgo, onde aprendera um-ofBcio-j
a agricultura ; dalli sahira o trabalhaJor mora-
valle fallecer algura fudor, sera subsiitnido par
outno, ate se.eompletaremos cinco anaos.
, Esta medjda .8 essenpiali^sima. JJmqqantq as
providencias s6 limitarem a requisites e trocas de
offl^io, nada se obtera da corapaobia, que, alias,
eta habituada a nao dar conlas de si. Mas dos^le
e for estabeleeida a liscalisacao de que trata a
lausula 10 do contrato, e, proroulgado o regula-
meiito do goveroo, tornarem-se ellectira? as mal-
tas em que a companhia incbrcer, o* havemos de
ler abastecim^nto d'agua, corao convem que haja,
no cessara o previlegio
Eis o que digpoe a clansula 10:
Que a'companhia sera sujeita a lospecjao da
policia, pelo que respeila a boa qualidade e ahuu-
daucia d'agua qae fornecer, ea limpeza dos aque-.
ductos e depositos, devendo a mesma policia par-
ticipar ao goveroo as faltas a.d-fcuos que encon-
trar, atim de tomarem e aa modidas que em tal
easo dete*iamarem oe reaolamentos do governo
provincial.
Nao 6 pois, por falta de meios legaes que o ser
em queoutros vico, de quo nos occupamos, tem corridoa re-
velia.
A lei e o cootratp foram tao prevideates, quaato
se podia exigir n'aquella epooa, em que eram ain
da desconheqidps of logros, wnj^ne, era matecia
de contratos, se tem amestrado a gerseao actual,
que ja couhece oa.raeips de tvita-los. 'N'aquelles
dous actos acha-se a prova mais evidente da at
tencao ftscriedade, que os vardes dageracrro pas-
sada.prestava.m as causas publicas, na quadra da
nossa infiucia administrativa, qaando tambem in-
da nao eram conhecidas as delicias dos atjirril.os
que tent] dutrahem os nossos legbladores nas an-
te-salas, .
Antonio Alves da Motta, com Josepha .Maria do
Carmo
Bastos, com Ma-
Fiorinia Au-
ria
Luiza
de Oliveira.
A policia prosegue nos tarmos da lei.
IllSlitUlO Mi-tor..- e I'hiloNopbi-
ra.p-.\o domingo ultimo (Ifi), reunio-se esta so
oedade em sessan ordinaria, sob a presidencia do
ix. Bandeira de Mello.
L'da, foi approvada a acia da sessao anterior.
Passaudo se a I' parte da ordem dia, discussao
ua these : jusiificavel o (ado da guerra ? Ora-
" ?? ws- Albino Meifa (3> Fwderico Barges (2)
tk'.lo Moraes (2). Foi eueerrada a discussao
Passando a 2' parte da ordam do dia, o Sr. Pa-
cne -o Scares deu o desenvolvimento da sua ihes^
O (jne rxiethodo experimental, como se dete com-
freheiuk So nas scieacias positivas J
Sahio, em segulda, sorteada a these do Sr Al-
t>mo Meira O goeetm monarchic* kereditario f
ram _sorteados para discuti-Ia os Srs.'lleraclides
f erreira, Joao GualberJo e Mello Moraes.
E designada a ordem do dia para a aeseao vin-
doura, levaotoe-se a sessao.
Caplura. Segundo comraunicacao do Dr
jniz municipal do Pao dAifeo, alii prendeca em 7
do eorrente, o tecente Joaqaim da MoUa e Silva,
ailermino dc tal, ^rimiuoso de morte na cotnarca'
de Gayanna.
., *tnt* ** mort*. -No lagsr denominado PHla
yematli ifA su, Manoel das Chagac, travandc-se de raz3e com
Maooel de Souza, por antonornat-ia carpinteiro,-
em ,. do eorrente, chegarara a *ias de facto, do1'
qae re-ultou a morte do segnudo e ferimeoto do
primeiro, que (,y- preSo e acha-se ob a accJj da
.T1!"08 rerlmento. -A's 7 boras da ma-
rjha db I! do eorrente, Antonio do Moate Meneleu
#e Senna fen
Tola
do Ittaar venaa (irande, do termo da freguez
MUriboca. O delfqneote foi preso em ftagrante e
ciiDtra elle precede se nos termos da lei.
tuentadoEntro as 8 e 9 boras da ooite
de II du-e-irreote, Vieent-; Ferreira Dias, ex-ara-
oa do xetcito, foi mortalmenta ferido com duas
facadas por Maooel Alves de tal, que conseguio
evadir se, no dislricto de Santo Amaro das Sali-
nas.
Mano:d Hemelerio da Rocha
noella Franeisea de Araojo.
Ezecliias Bu-nardo Oliveira- com
gusta do Amor D.vino.
2." denunciacao.
Antonio Aquilino Nunes, com Marianna Fran-
cisca dos Prazeres.
Jose Pedro Baptista, com Felismina Maria
Goncoicio.
3." denunciacao.
Ralbino Antonio do Moraes, com Anna
Pinheiro.
Manoel Cavalcante Vieira de Mel'o, com Anna
Joaquina Cavalcante Maciel.
Jose Miguel Correa do Xascimento, com Rita
Maria de Lima.
Manoel Alexandre da Resurrei^ao, ci m Looncia
de Luna Freire.
*icente Ferreira Nunes, com Laurentina Helena
Locio
l*etilea.-Hoje, 11, ha am unico leiliio de
moveis, louca c cryslaes, e e o annunciadi para o
andar terreo e sobrado da rua da Uniao n.. 23,
por intervencao do agente Pinto.
Hoje, as 11 horas do uia effectua o agente
Martins o leilao da iinportaete armacao de amarel-
lo e utensilios para offlcina de alfaiate, da loja
Centro Ar.idemico da rua da Imperatriz n. 15.
Hospital Pedro II. O movimento deste
estabelecimento, de 6 ao dia 12 de abril de 1874,
foi o seguinte : existiam 347, entraram 75', sahi-
ram 47, falleceram 7. existem 368, sendo : 249
bomens e 119 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enformanas nestes dias : a<
* 1|2, 8, 9,-8 l!3, 9 lit, 8, 9, pelo Dr. Beltrao ;
as I 1/2, 8, I21|2,2, pelo Dr. Sarmento ; as 8 Ii2,
1|2,8 1|2.8 i|2. 10 l|2, 8 1|3, pelo Dr Mala-
qaias ; as S 1(2, 11, 10, 9,9 1/2, 9 l|4, pelo Dr
Vianna.
FaUeeidos.
Julia Maria da Conceicao ; tabercnlose pukno-
aares.
Bomana Maria da Conceicao ; amolleeimenlo ce-
rebral.
Leandra Maria da Conceicao ; gastro entente.
Cooma, gastro enierite.
Franeisco Jose Pereira ; febre perniciosa.
Daneu.Tobiassen; febre amarella.
Manoel la Antonia do Sacramento ; diarrhea.
Cemiierio paaHeo-Obituano do dia
de abriL
Jose, .bran eo, Peroambuco, 6 mezes, S.Jose;
convulsoes.
Maria, brines, fernambneo, 1 anno, Santo Ao-
tonio; intero colim.
Jean Eduard At .gnerarqu, beaneo, Franca, 35
annos, solteiro. Saa* Aftionio ; anemia.
Aanea Tobeassen, braoeo, Noruega, 43 auno-"
casado, Boa-Vista, hospital Pedro II;iebre ama-
BMMb
De Manoe' Rozend) Torqoalo da AlmeWa, su-
! ji'itm lo a registro a procuragoo basjanle qua jun-
ta. Registre-se.
De Joa |iiim FranMseo Bastos, tambem irazondo
a registro a inclu'a'procuracao bastaote.Como
pede.
De Farias 4 C, subnettendo a registro a no
meagao de Antonio Facundo de Castro Menezes.
Proeeda se ao regi-tro pedido.
De Paulino Jose da Costa Amorim, pedindo que
se registre a escrijtura annexa feila por seu pai
Loir Jose da Costa Amorim. -Seja regMtrada.
Do ihesmo Paulino Amorim e fiduaruo Augusto
Ignacio Moreira, soheitando o registro do contrato
social junto qae fizenm.Vista ao Sr. desembar
gador llscal.
De Luiv Maooei Simoes Junior, imo Ales
Mendesda silva e Joat Pereira da Silveira, ante-
scntando para registrar-se o distrato anxo.
Vista ao Sr. desembargadr li-cal.
Ds Manoel Maria Vieira Franga e Casimiro Jose.
de Freitas Guimaraes, impel undo o registro do
seu contrato social junto. Vista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
De Francisco Ignacio Ferreira e Maaoel Jase da
Costa Pereira, pedindo que se proeeda ao rejistro
do contrato que celebraram.Vista ao Sr. doem-
bargador fiscal.
De tail Dominguesde Souza Moulinho, Anonio
de Oliveira Mail, Joao Gooealves- Torres eJos^
Urbano da Costa Carvalho, solicitando o registro
do contrato social.incluso. Vista ao Sr. deiem-
bargador fiscal. .
De Antonio de Oliveira Maia, Joao Goncilves
Torres e Jose Urbano da Custa Carvalho, sWici
Undo e redistro do contrato social inr-iuso. '.'ista
ao Sr. desembargador fical.
COM O HRKCER FISCAL.
Pelicoes :
De Manoel Jose da Camara e Manoel Francisco
Bastos, registro do seu distrato social. Regiitre-
se, nos termos do decrelo n. i,394.
De Joaquim Antonio de Carvalho e Rodrigo
Machadoda Cunha, registro do seu contrato.-Na
forma requerida.
De Antonio Ferreira da Cunha Lagos e Luiz
Alves de Magalhics, registro do seu di>tratn .un-
to. -Simt
De D. Maria Gecia Real, Agostinho Luiz Alves
de Brito e Gaudino Ernesto de Medeiros, regfctro
do seu distrato. Sathsfacam u parecer fiscal.
Autos de rehabilttacao commercial dos m'.m-
bros da extincta firma de Ferreira 4.Lourein.
O tribunal concedeu a rehabilitagao irapetrada
Ao meio dia nada reslando a despachar, S. Bcc.
o Sr. conselheiro presidente encerrou a sesiio.
h'sado, o agrlcultor perito que ira melhorar a nos-
sa layoura, oa pelo menos concorrer para a seu
melhoramento.
Mais ain la : alii se erguera um futuro centro de
pnpuIagSo, a's ?xtremas da provmcia oem Alagoas
terao vida, e attrabira o cominorcio a riqiieza que
nos convem e de que precisamos,
A continuagao da estrada ie S. Francisco que
por alii passara, garaote isso, e por taato tudo pro-
meiie bem e futuro.
Er isso, porem, qae desespf ra aoa Hberdadei-
ros I
Qae I pois o ex-tail municipal de fiiyanna qua
nao 6 bario, que nao e chefe de partklo, pode fa-
zer tudo isso ? Como I. pois o homem qua foi su-
penso por ter querido punir o crime podeaeaso
assim se recommendar ?
Nada f guerra desahrida ; que o ridicule ios,ul-
to busque ferir o homem*generoso, qus se ri do
miseravel meio; que a caluinnia, que a me.ntira,
que a inveja tudo amesquinha adeoigral
Desenganem se, porum, os provincianos. A co-
lonia Isabel vai avaate, e os orpnios terfto um fu-
uro. O ediflcio se ergua oomo por encjinto sera.'
am protestovivo a miseria, a ioeptidio da boa ad-
minisiragao de outrem!
Mordara-se os provincianos, a colonia sera uma
reaiidade.
Por tanto, em vez de laacarmos a culpa aos au-
tores da lei, confessemos francamente a nossa de-
sidia, que e quasi a feigab caracteristiea da nossa
administracao publica.
O que se tem feito para verificar a qaalidade da
agua, como recommenla a disitosigai da clausula
que acabaraos de tranjerever ?
E nao e esta, por ventura, a parte mais seria e
fmportante do contrato *
Prevejo que me digam, qae, aao havenao (iuem
possa contestar a superior qualidade das aguas do
Prata, qualquer exame que nellas se pretenda fa-
zer, nao passara de uma estentagao inutil.
Responderemos que o caso nao e tao liqui lo
como parece.
Nao ha duvida de que as vertmies do Prila-sao
excellentes ; e se Wra possivel fazer que as aguas
que dellas saltern, chog*sem a esta cldade, em
toda sua pureza, nada baveria de nielhor.
Mas e preciso notar que essas agnas sao retidas
em um d.eposito. a ceo aberto, (q agud.:) on Ie per-
manecem estagnadas, expostas a aeeao direeta da
luz e do calor, os dous graodes .^g-3iites- do doen
volvimento dos corpos organico^, c depais, condu-
aidas por canos de ferro, eliegam aos chafifizes
abundantemenie carregadas de oxido de ferro, o
que tudo torna sua qualidade muito duvidosa.
Ha mesmo um fa:to que deve'de-pertar a atten-
jao dos homens da sciencia, os qu-es na-vpodem
conservar-se indillerenies, e silencrosos, qpando se
agitani questdes que tocam aos seus estados pro-
fessionaes; c vem a ser, que eertas molestia, mor
mente das vias digestivas, de que no^sos pais nao
se qaeixavam, sao hoje muito communs e fre-
quentes.
Nao e preciso ter estudado a rnsdiciua para sa-
ber quanta infliencia poJe ter sobre- essas moles-
lias a agua quo bebemos.
E para qae nao parega quo sio iufunladas as
aprehensSw que uutrimos neste ponto, procurare-
mos j'ustilica las no artigo soguiote eom a opiaao
de autoridales na materia. '
10 de abril de-1874. '
Liu-io Luna.
' M'H-lLUfe
U.P -
PARTfi POLITIGA
ii
. ..- ., u. bunruie, rtiuonio aj aioate Meneleu
Jwnoa fena gravemente com dous tiros de pis-
i a -Banoel Francises 'da Crnt no sitio Pagilo,
lugar \enda Grande, do lermo da freguezia de
Martiniano Maria, par Jo, PemambucD. 1 anno.
Santo Antonio, casa dos expostos; dentigJo.
Jose, branco, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Viua
bexigas.
Pliilamena Maria de MeJlo, parda 3 annos, J30a-
Vista ; flexigas.
,. Punaalada. -No lugar deaominado iBaroa-
iwL t [refaez|a da Varzea, F,:aucisco de tal, co-
.^' por w*"if' SJ^a l'nnh^ada a Cyriaco Joao Vicente, as 10
nom da none d* to dr, eorrente.
-g" Em 8 do correate, quaadc-
i^i d 1 -PIH", d9 ^Wcamento da fre-
guezia aa t.uzea eapturar na Estrada Nova a.
M-ax.muno de tal, foram terid, osde nome Joa
qu.m Rodngues da Silva e Manoel Sever"
ania Anna, por Justino Maqoel da Cruz
dtf
Tberexa Maria da ilora, branca, Pernambuco, 48
anno*, caeada, S. Pedro Martyr; herysipela.
ParppUo, branco, 6 nwies, S. Jose ; espasmo.
AiUao. pardo, Pernambuco, 3 annos, B&-Vista;
hepatite enroaica
12
Apolonia, eserava, ptcla, Pernambueo, 53 annos,
solteira, Boa-tV'iita ; entarite.
Hermam EUces, nrauco, Allemanha, 22 annos,
K>*teiro, Boa-Vista; Cebre amarella.
iose Maria de Medeiros, brand, Pernambueo 20
anaos, oaiadp, s. Jose; potysica pnimonar.
Henrique, branco, Pernambuco, $ {nates. Boa-
Vista ; espasmo.
Joaquim, pardo, Parnambuio,. 4 metes, S. Jose;
onvuteoe*.
Man*el dos Bassos,-pardo, Perrumbaco,, 32 an-
nos, casado, Santo Antooio ; pneumouia c ronica.
Manoeua Antjnia do 6aeramepto# Wija,' S.
Francisco, 36 annos, solteira, Boa-VlMa, hosDital
Pedro II; diarrhea.
RECIFE, 14 DE ABRIL DE 1874.
(Continuagao).
Yamos ao 3 ponto.
A monomania do asylo de alienados I
Seja Deus louvado Querer melhorar a sorte
de infeliz.es, ja constitue ponto de aecusaeao I
0 ente privado de razao por toda parte inspra
compaixao, e os governos cultos buscam melhoiar
sua sorte : aqui o aJmiuistrador, que, so aitei-
dendo ao bom de seu torrao natal, busca dota-loae
urn hospicio que nonre a provincia, torna-se ako
deinsultos, de chascos de mao gosto, de inlrigas
miseraveis, de quaato pode suggerir a inveja
mesquinha e o odio conderariavel I
Deds seja louvado I Que mais trisles especa
culos quererao dar os provincianos, ou o partilo
caruHuo ?
Os correiores de uma igreja, iasalubr^, imprs
pria,.servera para recebeP' loucps !
Alii nao ha accatHmodc6es, niO'lia ooodiedtej
que faworecam o reatabelecimenU) dos infeliees.
O-bonrado medico que ditigo o estabelecinieuo
representa em vio.
A ianta Casa nao piide melhorar a sorte dess
inreJi/.es ; enlretanto de dia em dj aeoareeem
ma loucos. ,FK
As populacoes assustada* -pedem- proviiuMzs
0 hospicio nio cemporu maior. namew, fcr^a
e qae as localidades corfrioaiem a-jVar'em kabre-
O'acluai preaidente eonheee isto. Conflado
generosidade e pnilaatropisdo* aabitantes de Pel
nambuco, os invoca para esse aeto de benefleea-
cia.
A mur parte, a quasi tot lidade, t> coniprehen
*le, e corresppnde ao seu desejo.
Em pouco tempo conta a administracao com 403
eemtos em dinpeuo, recolhidos ao banco, com ma-
iriaes no valor de 15 contos, com quaotias a re-
eeber na importancia de 700 eontos ; ao todo 818
juntos I
'.Nao* soplciente, mase batante para dar eo-
meco a (*ra.
A experiencia tem mQstrado que o ediflcio qne
hODtem e ftl^ara enorme, e hnja aeanhao>
A congtraejefo, pois, deve correponder a gran-
deza do futuro, a generosidade peroambacael
Pois bem)
Homeus que nada fazem, qnerem ^mldtf,- que
os QUIros fa^am, ladram en todo sentido I
Hydrophobos, querera n^'order f...
?sigueaCBEs a mm.
llmsteciiuento d'ajou a Cidatle
do Itecitb. .
ill
A vista do qae deixamos exposto no artigo an-
terior, nao se podera dizer que "somos exagerados
avaliando em 30 litros diarios o consnmo d'agua
por cada pesioa-; o que, para nma popuiacao de
90 mil almas (edevese amJa contar com o uatu-
ral acrescimo nos 10 annos futuros) demanda um
fornecimento diario de quatro miUioes e quinhen-
tos mil litros.
Dar nos-hao os raauauciaes do Prata e Dous-Ir-
maos esta quantidade d'agua 1 Que CscalLsacao
por parte do governo, tem havido n'esse servigo ?
Talvez nos objeclem que a companhia nao tem
obrigagao de foruceer um certo e delei-mjnadu
volume d'agua diariamenle, e que desde que nos
treze chafarizes disignados na lei n. 46 nao se dor
falta dagua, tem ellasatisfeito.as obnigagdes que
contrahio.
Nao e assim. Em primeiro lugar cumpre notar,
que por cada tres chafarizes, que a compan-iia
construic alem d'aquelles treze, tem uma proro-
gagao de prazo, que III? e concedjda. uao a tiiulo
beniliciano, mas em eompensagao do aeryico que,
ella presta, isto e, lornecer em abundaocia toda
a agua que for precisa.
Na clausula J.* do contracto de 8 de. dezomhro
de 1838 foi eslipulado :
Que depois de entrar a companhia no gozo do
previlegio exclusive, sera obrtgada a forqecersein
a mais pequeoa interrupcap com promplidao e
abundancia toda a agua que for precisa para o
consume, sob pena de ssr foi aecida a sua custa
pelos meios que o governo julgar mais coave
niente. o
Com quanta na epocba em que fui eltectuado
esse ooatracto nenhuma pratica livesaemos deact. d'aquella naiureza. e por isso pagassemos o inl.'Uto
da inexperiencia, deixando de estabelecer condi-
goes mais claras e explicit**, que rjemonessem
toda e qualquer duvida ou questao de. futuro ; ha
entreianto, na clausula que alii tica quaato basla
para que o governo possa cbamar a companhia a
comas, no que diz respeito a quanlidade d'agua.
Ua qualidade trataremos depois.
Reconbecamos qae ha alguma.cousa de vagoe
arbitrario nas palavrasfornecer com almndancia
e sem interrupcao a agua precisa para o consu-
mo; mas se isto da pretexto a companhia para
questionar, tambem o da ao governo, qua ao de-
nials, tem em seu favor a presumpcao< de pugnar
pelo bem pablico. E coma em um uegocio de tal
magnitude convem que os djceitqs e onr^acoes
sejam bem claros e expros-os, de modo quo ne-
nhuma das partes possa recorrer a chicana, o
unico meio de e.viiar as ooatestardes e sophi-raas,
e delM-miaar o quantum do foraecimento em re-
lagio as necescidades da populagao da cidade e
seus arrabaldea, g.uiaodo-aos netso trabalho pelo
yw'M'fci em outros paizes, qne aos podera ecrvir
ae-norma.
Para isso sao paeei*os estados que nao existem,
e de que cumpre cuidar. Se esles an strarem que
a companiia esta hahilitada a fornecer com promp-
lidao e aem hMerrapcao a agua precisa, reeta ain-
da verificar as qualidades (testa, e tomar 'as neca.--
sarias provideneia* para qae o ervioo. da di^in
uaiea eeja melbor regularlsado.
Se pplo cootraria e reconheuer que a compa-
nhia nio pode abastecer a ciilade nos termos. a
que se abrigon, ha dous cawnbos a seguir : an
renov.u- o actual contnato snbre novas, bate* e ou
Iras eoadicdes, daado-se para a sua execucio um
prazo rasoavel; ou raeorrer ao 10 da lei n. 46,
rascindir o contrato e fan: lo com uma outra
companhia, se a actual nao quizer chegar ao ae-
cbrdo qne os seus interesses aeonselham.
Ifo-primeiro ea>Bao esqaega 0 governo de ex-
llaiuauguape
COMO 0 SR. JU.IZ MfNICtPAL, DR. IIVWEL ^V'-
VENAL RODJllGUES DA SILVA, ADMINISTftA A
JUSTIQA.
Prosigamos em a aarraeio tanvas vezes inter-
rompida dos ineidenles que se tem dad) no pro-
cesso de fallenciade nosso devedor Pedro Lopes de
Mendonca, devedor cuja deteneao foi decretada por
scntenga do illustrado e integro Dr. juiz do eon-
mercio desta cidade, e que o Sr. juiz mnnicipal de
Mamanguape entendeu por sob sua proteccao, re-
cusando-sc cumprir a precatoria pela qual Ihe era
reclamada aquella detencau e fazando com que o
devedor para dar Ihe pretexlos a tal recasa reque
resse a declaracao de sua fallencia.
Tratamos ja das circumstanei.as era que essa de
clarac^o teve lugar e da nomeagiio do curador (Is
cal que o Sr. juiz municipal fez re?ahir no s;u alter
ego o'Dr. promolor publico, pessa relacion:.da com
o fallido, violandose flagranteraeate a lei por.iue
esta se adnutte tal expediente quaodoha abaodoao
da massa por parte dos eredores e em Mamangua-
pe estivam os principaes credires presentes senao
por si, por seus proeuradores.
Vejamos agora o que occorreu por occasiao da
nomcacao de depositario ; e til o escaalalo qua
diffJcilmente pode ser crido.
0 balango do 2i de Janeiro e que esta nos an-
tos da detengao jjessoal, accusa 16 eredores, sendo
14 desta praca e 7 de Mamanguape, esles flguran-
do com creditos, dos quaes o maior e do valor de
300J, epertence a um parente do fallido, sendo o
valor total do debito 68:000^; mas a lista pela
qual se fez a chamada para a votacao, lista orga-
aisada pelo curador fiscal de accordo com o ba-
lanco offerecido pelo fallido era de 21 eredores,
tendo assim crescido 3 no carlo espago de tempo
decorrido de 24 de Janeiro a 12 de fevereiro.
Estes novos eredores usam quasi todos o appel-
lido Seve o que quer dizer que sao pessoas da
casa do fallido.
Figurou cnire clles uma crianga de 13 annos,
que comp.ireceu a chamada e apezar do rumor
queeausou a presenga de um lal votant", apezar
da visivel hesitajao do juiz em admittir o seu voto,
votou pirque o juiz voliando-se p.ira o Dr. curaior
fiscal pergnntou-lhe se eoirvinha em que fosse a.l
mitiido, e S. S. nao hesitou em responder pela af
lirmativa seguindo se logo o recenimento de saa
cedula, a despeito do murraurio geral dos presen-
ter, mesmo do da parcialidade do fallido que acha
vain excessivo o escandalo.
Os representantes dos cred>re* desta praca,
a vista disso, abstiveram-se de votar e sendo cha-
raado o credor A. Valentim da Silva Barroca, res-
popdeu por elle o Sr. Dr. Jose Carlos daGosta Ri-
beiro, o qual apresentando a procuragao, disse quo
se abslmlia de votar porque davidava da validade
da eleicao contra a qual protestava.pela razao de
ter sid > admittido o voto de um meaof.
Os outros eredores exprimiram entao com cla-
reza o seu espanto, protestando contra o acto ; e
isto incominodou seriamente o juiz, o qual disse,
ju-tificando-se que tinha se demorado em receber
aquelle voto esperando que algura credor recla-
raasse contra elle; e como nenhum reclamara,
recebeu-o I
Queria, pois, que se re; lamas ?e contra o acto
antes de praticado,eomo se fosse possivel crer-se
que S. S, depois de he;itar como hesitou, acabas-
se por admittir o voto de um menor de t2 annosl
E podiam os eredores pensar que para ura jaiz
nao admittir tal voto losse mister a advarleocia de
alguem ?
Esta incident* poz em torturas o Dr. curador
fiscal cuja innocencia havia-o levado a eotender
6 a declarar ao juiz que o consultava, que a crian-
ga devia votar.
Submetlido depois o aegocio a deliberaffio dos
eredores, em consequeusia da argnieao do Dr. Jo-
se Carlos, estes unanimecpeote votaram para que
se prooedesse a nova eleicao exemindq ilclla aquel-
la credor de 12 annos sem assisteocia de .seu pai,
ou curador... E o Dr. enrad tr fiscal nao seotio
aesse raomento a necessida Ie do pedii a sua eso-
neracao 1 nio sentio a triste lipura que fazi*. im-
pondo-e como represaotante daquelles meseios
que tao solemnemente o desapprovavam oa face,
nao o poupando a essa humiliacao nem oa da par-
cialilade do fallido a cujos'interesses S. S. ser-
pedirtt regulamenlo e instrueooeaieqaft taoto^pala
ejforjds, sea
lei, aema pelo edntrato,devem gar pramaJgadue-para
a inepeeeio do servi'gj, toraandp erfeciiva as mul
ta* de- que trata a mesma itti, e qne egnnd esta
nao de vem ser menores ile tees eontos, aera maio-
re.- de doze. Obrigue a companhia a antrar na ra-
gra oouimum a todos que contrattm servicos-pji
.blicos.
A seizutote ditpaeigao da ciUda lei, paceca que
lem siao letra mooia:
g 11. A companhia pre.-tara tres ou rails flaio-
Porque? Porq'ue o actual-riresidante,' por seas Wi *'( e ebeiiados, qae reepondara pqla*-roul
i Jispendio d97>5fres>blicc, rjuerltae, fcere'ra,---
c9i*ervacjio e reparo das obra*, e ad-
via
A eleicio .etrectuou-se. e ... quem senia o depo-
sitario eleito ? Aquelle mesmo Sr. Manoel Save
Filho, guardi livro<, cunhado e amigo do Sr. Pe-
dro Lopes de Mendonga, que viera com elle a esla
praga para ser seu fiador, ou csraprar q eitabele-
cimeolo de seu patrao com dinheiro que ninguem
deixara de acredilar era do mesmo patrao ou an-
tes do* eredores deste.
Aasini iicava conio depositario judioial 4os iivcos
e paacisdo famdo, o seu proprio gtjarua livros,
em outros termos : o proprio falliio !
Os eradores reclamacam contra e*ta akicao : fi-
caram ser os meoaveoienias que ella trazia lanto
aos seus intereeses como aos da jaeiiiaa pablica
que iria hascar naquelles livros ejomaatos para
a quarilleaoao da quebra ; allegavam aueoscre
dores que oompaahara a raaioria repwsemavam
am valorem aredito muito dimiouto; qae m
co tanj^Qgfl.aCiieMa^^ftn, anifo se proce-
desse a aova *M Todas e todos on bens, livro's'e' papcts 'do1 Iklfido ficaram
depositados em podeade-aau cuonado e guarda-
livros I
Ja aao queremos fallar do direito, do interesse
dos ciijoores redainrit6s; as BlBrios interesses.
da juatica nao adaaJMJam osae i.'scaadalo.
Qujtndo assim em juiio,: triuajplava o credor
fraudalanto, gracaaa craaiapsa aroleccao da parte
ao jah, fora de jfluo easaiavarn-ae ,e punham-se
em execuoao scenas de ooira aedem
Tendo-se os Sis. fionfialves Iraiaos & C, feito
repreeeotar-alli por um daseuaaoaios, o fallido
e seas protect res enteodra qo deviam iogar
a anna miseravel de exeitar a odiosidade contra
portuguezes, prooedknento esea pataqual bem se
pode aquilatar do caracter e moralidade do tal
Sr. Pedro Lopes e dos da sua pandega.
N'ura dos ultimos dias em que aquelle Sr. se
conervou naquella cidade, grup*>s se formavam
ftspecialmpnlc das 6 hnra a-a \j\rfa alfl.. a meia
noite em roda da casa onde fazia sua aisistencia,
e no meio de taes grupos ardentes apologistas da
innocenciao probidade do fallido declamavam no
iotuite de amedroatar, mas e que a* taes bravalas
apenas cobnam de ridiculo os seus'autores, por-
que aquelie.SiT..allUeudafflorou depois disto todo
o tempo que Ihe foi preciso.
0 que 6 triste 6 que o Sr. Pedro Lopes, seus
familiares e protectores fallem boje dc portugue-
zes, quando portugneaoe foram os que esperando
encontrar honrajoz uaqiudle Sr., nap duvidaram
confiar-lhe suas fazenda* ; e mais trisle '. que de
tanto eseaadalo seja o primeira re*ponavel o p'ro-
pri o Sr. Dr. Juiz municipal.
4lgiuts Cicdotjes.
Olindat.
Chegoa hoatem da corte a Sr. major Pranciko
Luiz Viraes, e a aopulag.to desta cidaae deu pto-
vas da alia estima que-vota a este cidadao qua &}
boos servicos tem pnestauo a proiviacia. Cam et-
feitoao saber-se da chegada do Sr. mijer Wraes
um grande numero de pessoas de todas as classes
se dirigiram a oumprHnenta-lo em sua casa, pelo
seu fellz regresso, dando assim mostras evidwatos
do qia-ilo s;io apDciadas as suas distiaetai quali-
dadi'-. As dernonstrag5os jubilosas da pauulacao
oeOlmda devom servir de.iaeentivo at distincto
Sr. major Viraes, para C'jntinuaapre;la- osset-
vigos le que tem ddo pfovas tanias veaes, sear -
tudo, quand t o exigio o paiz, como sueeedea no
tem?o da guerra do: P^rajaay, pelo quo mereceu
tigios do entao presidonte da provincia o eone
eiro Paranagua.
Seja feliz o Sr. majir Viraes, e no retiro -que
agora se vota n*i go eaejawtt d- olindnnses qae
muito o apreciam. .
Oinda, 11 de abril de 1874.
Feito j.olkis!
Salt, esta (.'pigrqpLfr publicou a' PrQiiiiyjip
de 9 do eorrente, em sua Chroiiica, a se-
gainte noticia ;
Em a aoite do diaU oa 10, dous re-
cruias qu) fofa.-n .juigadjjs l^oayaies todo o servigo, foram man laios (aooltiec
pelo Sr. Correia de Araujo, ao xadrez n..4
do quartel de pilicis. U.n delles j$ mor-
reu de fome, e o oulrq aciia s* a espirar.
Se os rodactores d aquelle jorrial, nJo
fos^em homens de m4 fe\ e procurasseB
saber" a venja.de dos factqs, antes de noti-
cia(-QS, nao toriam desta ve?, como, fie tan-
tas O'Jtras, se prestado a echo de uma fajlsi-
dade. Mas, cavalheiros sans jyeur et sans
reproche, entendem que se oma folba poli-
tics da oposiga\ tem soraente for fira.cen--
surar todos os actos das auto -tdades, <6 inju-
riar as pessoas de seus adversarios.
Eis a razao p<*que, riao e jncommodan-
do com o de^prezo vQtadp palp publico
sensato ao seu jornal Provincia, enctem-
nrt todos os dias de miseraveis calumaias,
quc.em.vAz de attingirem o alvo a que sao
dirigidas, servera somente para mostrar
ainda mais ciaro a paixao que os doraina.
Se os filholes do barao, se se tivessem
iufirmado bem do facto que rjoticiaram,
sabenam que Joaquim Francisco dp fefito,
faHecido uo quartel de policia, as 11 bo-
ras da noite de 9 do eorrente, fdra alii
recolhido por ordem do Dr. chefe de p -
licia, as 2 boras da tartie d'aquelle dia ; e
sendo assim. era im possivel que a causa
de sua morte fosse fome.
Ainda mesmo, quan-Jo oao tivesse elle
tornado alimento de especie alguma, du-
rante todo o tempo da prisao, nao Ihe
cdusaria isto a more; ninguem ain !s
rno.rpu de fome, por passar 9 horas, sem
comer.
0 que motivou o faUecinaento de Joaquim
de Brito, f ii uma congestao pulmonar, a
qual foi testemunhada por pr'agas do
corpo de policia, o verificada pelo Dr.
Jose Joaquim de Souza, medico qua exa-
Ulinou o seu cadaver.
Fiquera pois sabendo os sen bores pro-
vincianos, que ainda esta- vez fallarara a
verdade.
Um soldado du guarda-.
f'ttlM.KUlft
DA
SaBtissmia Ifindade.
Nestu estabeleciuienlo de instrucgio e educa;,i
de meninas, sob a directoria da Ex ma. Sra. D
Philomeoa Jersey, e suas Exmas. irm4s D, Lapde-
lina Jersey e D. Olindina Jersey, admiltem se edu-
cundas raediaate a pensao meusal de iOf, sem
mais (utra despeza, e aprendam: lingua national,
inglez, francez e italiano, fallar, escreoer e tradu-
zir; geographia, arithmetica, pistoria, piano,.daD-
ga, rausica e deseaho; toda a especie de boroados.
e os melaores priacipios da religiao christa. Ao
interior, di estabeleciiueon fallase somente (ran-
cez, e e iacoinpativel o professorato do sexo mas-
culino.
Au de Florida de Hurray
e I. ii man ii.
Desde os mais remolosdias das descobertas bee-
penholas, o formoso paiz da Florida, tern sido jus-
tamente afamado pelo balsamico e odorifero aro-
ma de uas raras e florescentes floras e verde-
jantes arbuslos. Aqui temos, pois, o fluctuante
perfume e incenso de seui jardins agrestes e seas
aromaticos e refrigerantes bosquesinhos, harmo-
niosamente concenirados e eocerrados dentrode
um diminuto espago hermetieameote fcehado e
sellado.
Esta agaaflorida deriva e rececebe a oia exque-
slta fragraneia das frescas, vepdejantes e floras-
ules folbas de flores e plaatas dotropko.
0 seu sublime e delcado perfume, nao desaae-
rece tni nada, posto emoomparacao com aquelle
da mais fioa agua de Colonia, e e iminitamente-au-
perior a qne se fabrics em Paris; omqaanto fue
ao contrario o sea nreoo apenas e a metade do
custo de qualquer um dos outros.
>ove auuos de continnadeev
sodi iuuutos
Jo*4 VJ.cancio, filho de Juan Vicencio, da.Pne-
hia, depots de. haver sofTrido incalculaveis tor-
mentos pelo espaco dpnove annps, fui cadicaJpjen-
te curailo de uma escrolula, maligna denirp fie
poucos.:mezes, com esse elixir precioso da vjda e
antido irresistivel do veaeno do sangue, a salsa-
parrilha de Bristol.
A roolestia que bavia priocipiado dajutiUdo
c^loauhar, ijnegou a subir atC aos olhbs.
Qs, medwos utdos diziam que era nma teflieri-
aajle^iuaporse.que.-li-^vaase.refliedio algum ea-
pt 08 9^|ar o dpente.
E com tudo, esae^orriyel caso de escrofnja ne-
reaVwna succuBibio anlo p,.grade especilco ve-
getal.
A,art#>do pai do jayeo j^,.,prjctoL 6 am
dos docuiuefljo.- rai*qQtati.,.qne.jamats se che-
gou a pnblioar. E esta tap ^raais dp, qne oma
Unica prova entre as milnares deltas que apredi-
tam-que nenhuma muleslia exJefga p, njajigca.
ewco accrascidps ao balaaco de xi d Janeiro til quar exisla na pella,,au^CAa ODam sido iavanlados exprt?saraenie para fatflrl ou not mpscitlos, pode resislir as ealptifaras e
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^' *ldfl U1 ~39ft92S*377
Desferttafm-fefea tt'de 1>ri77e 1874.
Vapor inglez Fire QwM: (atracado) merc-
adorias para alfandega.
Barca ing|eza-Aureo/i(atracada) mercadorias
para aiftrtdaga. '
Brigue porting uez Bella Figuetrettse pedras
paYa o trapiehe C^neeiQao; para despa-
char. .
Ltlgre portugiez Julia pedros para o tra-
pipba Couceiclo, para despacbar.
Galera $Wo*Ueza Lisbon pedras para o tra-
piehe Conceicao, para despachar.
Brigue fraaee*Mnw fc Saiwwcft* *. 2 mate-
riaes para a empreza da cumpanliia lo-
cafMtvra, ja despaohadoe, para o eaes 22
de Novembro.
urea franceia 1*1 repide Corse terro e m-i
chtoiwno ja deJpachados para o caes d
Apollo.
Patacho inglez-.W;A. Hnin/-farinha ja despa-
chada para o caes do Apollo.
Barca ingleza Ida carvao para deposito noi
caes do Apollo.
Iinportacilo.
Barca porlugueza Novo Silencio, entrada do Rio
de Janeiro em 12 do corrente e c.nsignada a
Beltrao & Filho, manifest W :
Barricas vasias 1,000 a Marlins & Araujo, 400 a
Joao Licio 4 Filho, 414/2 e 70/4 a Antonio Joio
Furtado, 200/2 e 200/4 aos conSignatarios.
Cafe 30 saccos a Magalhaes Bastos & &., 25 a
Pereira Siraoes & C, 25 a Antonio Annes Jacomc,
10 a Jose Antonio Ferreira.
Farinha do urmdioca 10 barricas a Francisco-'
K. Pinto Guimaraes. Famo* 20 latas a Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo.
Ladrilho de marmore artificial 22i caixas a
Manoel B^sto do:Abreu Lima.
Mato 3 caixas a Antonio Alfonso Morcira.
Vinho 10 caixas a Joio L. Ferreira Ribeiro.
Bri New-York na mes.iia data e consignado a Tasso
Irman, rnanifest'm :
Baoha 100 barris a ordem, 50 a Antonio Fran-
cisco Corga, 100 a Moreira Halliday & G 100 a
Joaquim Jose Leitao 4 C, 100 a Pereira da Cunha
Ijmaos, 5) a Jose Correia 8raga, 100 a :osta Cu-
nha & C-
Bolachinhas 100 barriquinhas a erdem, 50 a J.
50 a Costa Cunha & C. Breu 100 barris a ordem.
Drogas 20 pacotes a Manoel da. Silva Faria
A/C.
Espirito de terebenlina 10 caixas a- Manoel da
Silva Faria.
Farinha de trigo 1,150 barricas a or Jem, 37 a
EL Forster & C. Dita de milho 50 saccos a Jose
C. Braga, 50 a Costa Cunha & C.
Graixa 1 barrica a Costa Gnnha & C.
- Kerozene 1,000 caixas a Antonio Francisco Cor-
ga, 500 a Joaquim Jose Leitao & C., 200 a Manoel
da Silva Faria & C, 20 > a ordem.
Mercadorias diversas 4 caixas a Souza e Sa
X G.
Traques 50 volumes a Thomaz C. A. Cooks, 95
a ordem, 63 a Tito Livio Scares, 25 a Pereira da
Cunha Irmaos.
DXSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 11 DE
ABRIL DE 1874.
Para os vortos do exterior.
Xa barca inglez MaqSareth, para Liverpool,
..arrejrou Plate, Neesen & C. 192 saccas com
37,163 kih)3 de algodao.
No lugar francez Rio Grande, para o Hivre,
carregou : Amorim Irmios & C. 400 saccas com
29,544 l|2 kilos d-! algolao
No navio inglez Carisbrook, para a Russia,
arregou : S. Brothers 4 C. 100 saccas com 6,941
kilos de algolao.
;N"o vapor francez Meniosa, para Lisboa, car-
regOO : M. L. Paes Barreto 2 barricas com 30 aba-
cachis ; G. ;. Figueira 2 ditas com 4 abacachis, e
2 papagaios. .
Na bare i porlugueza Victoria, para Lisboa,
carregon : Ferreira Cascao & Filho 151 barris com
21.960 litros de mel.
Na barca porlugueza Jjsephina, para Lisboa,
arregou : J. C. Goncalves 00 saccos con 37,500
kilos de assuc.ir branco.
No brigue porluguez Florinda, para o Porto,
'.arregou : J. L. Ferreira Ribeiro 7 barricas com
40H l|2 kilos de assnear branco e 8 volumes com
differentes objectos. .
No brigu i hespanhol Romantko, para o Rio
da Praia, carregon : B. Oliveira & C. 400 barriea*
com 42,769 kilos de assucar branco e 30 pipas
com 14,400 litros de aguardente.
No brigue argenliao Volante, para o Rio da
Prata, canegou : Amorim Irmaos 4 C. 1,600 bar
ricis com 177,704 kilos de assucar branco.
Para of po'tos io interior.
Para o Rio Grinde io Sul, no patacho bra
sileiro Graca, carregou : Amorim Irmaos & C.
400 barricas com 43,691 D2 kilos de assucar bran-
co e 200 ditas com 2,198 dltos de dito mascavado ;
J. V. de Araujo 3,000 coios (fructa).
Para o Rio Grande, do Sul, no. naVio nacio
nal Alianra, carregou : J. B. Moreira 9,000 cocos
(f.-acta).
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
tional Pluto, carregou: F. R. Pinto Guimaraes
12S barricas com 12,537 kilos de assucar branco.
Para o Natal, na barcaca Silcina, carregm ;
Fraga 4 Rocha 2 barricas com 80 kilos de assucar
relinado, e para Macao 1 barril com 96 litros de
afguardeote.
Para Mojjord, na barcaca Riachuello, carre
gou : J. J. de Oliveira 2 caixas com 129 kilos de
dece.
Para Mamanguape, na barcaca Espadarte,
carregou : M. Garneiro Antunes G. i caixa com
17 kilos de doco.
CAPATAZIA DA ALFANDHGA
rteadimento de dia 1 a 11. 6:940*332
Ism do dia 13 635*168
7:575*500
VOLUMES SAH1D08
N< dial a It.....
No dia 13
t>ritaeira porta ....
Segunda porta .
r6rceira porta.....
(|uarta porta .....
Tupiche ContJflicao .
12111
87
181
332
325
13,636
SERV1CO SURITIMO
uwengas descarfegiaas no trap5Le da
alfaid jga :
No dia la 11..... 47
No dia 13.......
N-i trapicht Conoeifio .
49
RKGEBEDORIA DS KENDAS lNftRNA3 GE-
RAES DE PERNAMBUCO
tfecdiinento do dia I a 11V 14:149*155
*fc3 (To dii 13 .... 3:978*825
18:121*380
CON5ULADO'PROVINCIAL,
Readimento do dia 1 a 11. .1:8704640
Idea do dia 13...... 9:199*755
51:070*395
REaFE DRAINAGE.
,- rttAfdridia-'Kr.
, .
"
UJ^j

3 fteviata omiaierlal
DAfeeroana de'6 a l'l tie aSHf de 1874.
0 cambio sobre Londres, 26 e 26 1/8 por'l#0#0
90 (J/v do bancp, e 26 1/4 e 26 3/8,90 d. d/v par
ticular.
Dito sobre Paris, a 363, rs. 90 d[v e 371 rs. 3
d/v do banco, e 363 rs. particular.
Dito sobre Lisboa e Portd, 103, 103, 106 e
107 por cento a 90 d|v.
Dito sobre Hamburgo, 460 r. o R. M. a 90 d/tf
do banco.
Dito sobre o Rio de Janeiro, a 15 6[v ao par 6
30 d[v I por cento de desconto. _
ito tobre Babia,a 5 d|v ao par. ..
escontos de lettras 11 0/o ao anno.
Fretes de assucar para Liverpool, 25 e 5 0|o
Generos nacionaes
Aguardepte, vendeu 'e a 60*000 a pipa, com
alguma prdcura.
Ahrodao, do sertSo 1* sorte, 7*660 it TJOTO,' t>or]
15 kilos.
DWo V sertJo, 8*000, por 15 kilos.
Dito mediann, livre de de9fJeza, 7*000, por ft
kilos.
Dito do Goyanna, 7*300, por 15 kilo*. -
Dito da Parahyba, (. sorte, 8*W0 a W8h, por
tSftitOs, posto a borto, frete de3i8'd. e 5 por]
cento por libra.
Dito daParahyba, l"sor, a:8*000,por 15 kHos
post a bor*v ffete de tlfW e 5 por cento por
libra
Dito de Maceio, 1* sorte^ 8*800 por M kilos,
posto a bordo, frete de 7|8 e 5 por oeMe por
libra. ,
Dito do Bio Grande doNcu-te, 7*780 por 15 kilo*,-
pbsto a bofdd, frete de MJ16 e 5 por cento pbr;
libra.
Erttraramde 4 ate 10 do eofreote, 2,969 sleeoa.
Assucar branco, 2' aorta, 3*900 e 3*950 por 15:
kilos.
Dito branco, 3" sorte, fino de 3*600 a 3*700;
por 15 kilos.
Dito branco da 3* sorte, boa da 3*500 a 3*550,
3*350 por 15 kilos.
Djto branco de 3a sorte, regular, de 3*300 a1
poT 15 kifss.
Dito branco de 4* sone, de 3*000 a 3*ICO por'
13 kilos.
Assucar somenos, 2*600 a 2*700 por 15 kilos.l
Dito mascavado fino,2*300 a 2*350 por 15 kilos.i
Dito maseava*), bonr, a 2*200 e 2*250 por 15
kilos.
Dito mascavado, regular, 2*100 a 2*150 pot 15
kHo?. _
Dito mascavado purgado, 1*950 e 2*000 por 15
kilos. ,
Dito mascavado, americano-bom, 1*700 e 1*750
por 15 kilos.
Dito mascavado, americano, b&utOj 1*400 a.
1*500 por 15 kilos.
Dito mascavado, canal. 1*250 a 1*300 por 15
kilos.
Entraram desde 4 ate o dia 10 do eorrohte.l
26;387 saccos.
Dito do Rio" Grande do Ndfte, para lastro, cons
ta venda de-1*720 por 15 kilos, e frete de 32 e 5i
por cento.
Dito da Parahyba^ para lastro, consta venda de
1*650 por 15 kilos, e frete de 30.
Couros seccos salgados. Chegaram vendas
a 544 rs. o kilo.
Ditos seccos espichado9.Sera chegada?, e uao
constam vendas.
Ditos verdes salgados..- Sem vendas.
Cafe. Chegaram do Rio, pela Harmtmia, 939
saccos, e cotamos de 10*000 a 16^500 por 15 ki-
los, a relalho, conf-inne a qualidade.
Came secca do Rio- Grande. Sem ehegada, e
cotamos de 4*00J a 4*800 os 15 kilos, em depo
silo cerca de 880,000 kilos.
Farinha de mandioca. -Cotamos de 4,800 a 5*
por sacco de 2 alqueires.
Futrio do Rio, em rolo Chegaram 15 rolos,
174 latas o 155 volumes, e cotamos o de rolo a
8*000 e 9*000 os la kilos, e 10*500 a 12*000, os
15 kilos, pelo de lata.
Dito da Bahia, em folha. Sem ehegada, nomi-
nal 10*000 a 14*000, 6s 13 kilos.
ailho.-Sem ehegada, e vendeu se a 70 rs. o
kilo, e retalha se a 75 rs. o kilo.
Generos eslrangeiros
Arroz da India Chegaram 150 sacco3, e co-
tamos a 2*700 por arroba, ultimas vendas.
Azeite doce. Chegaram 10 barris. e cotamos
de 2*1 jO a 2*500 o galao.
Banha de porco. Chegaram do Para 30 barris
sem vendas.
Batatas.-- Chegaram 180 meias caixas, qua
se venderam a 2*500 cada uma.
Bacalhao.. >enr ehegada, e retalhouse de
12*000 a 14*0 lida-le, em.deposito cerca de 6,000 barricas.
Bolachinhas. Sem chegaJa, citamo3 a 5*500
por barrica a relalho.
Cba da India. Sem ehegada, e nio consta
vencas.
CimeutO; Chegaram 100 barricas, e nao cons-
ta venda.
Cebolas. Chegaram 20 caixas, e cotamos a
8*000 par caixa.
Cerveja. Chegaram 170 barricas da Bass, a
7*600 a a duzia, de garrafas inteiras, e 8*600
as meias garrafas.
Caraa de pedra Chegaram 400 torieladas
do de Glasgow, e 450 toneladas do de Liverpool,
e nao consta vendas.
Feijao. Sem ctregada, e cotamos de 8*000 a
9*0 ;0 o sacco, a retalho.
Farello. Sem ehegada, cotamos de 4,500 o
sacco. a retalho.
Fogos da China. Vendeu se a 7*000 a caixa
de 40 cartas.
Farinha de trigo. Chegaram de Trieste 4,493
barricas, da America 666 barricas e da franceza
50 barricas, e cotamos a 233'iOO e 24*000 a barri-
ca da americana, e 29*000 a 32*000 a barrica da
de Trieste ; das de outras rnareas, ttao In depo-
sits algum, existindo cerca de 14,000 barricas
em deposito.
Louca. Chegaram 182 gigos, nao consta
ven'a*.
Manteiga. Sem chegadas, e vendeu-se da de
latas a 2,5178 e 2*289 o kilo, e da franceza a
15 '.13 o kilo.
Queijos. Chegaram 745 caixas, e vendeu-se a
2*300, cs flameng03, e 1*417 a 1*526 o kilo dos
de prato.
Kerozene. Sem ehegada, e cotamos da 5*300
5*300 a lata.
Velas steariuas. Sem chegadas e vendeu-se a
510 rs. o maco.
Vinagre de Lisboa. Cotamos de 120*000 a
130*0^0, por pipa.
Vinho da Lisboa. Chegaram 18-pipas e 131
barris, e cotamos de 220*000 a 225*000 por
pipa, e do da Figueira de 225*000 a 235*000 por
pipa
Dita do Estreituj Chegado pelo Uercedita,
vendeu-se a 212*000 por pipa.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecid*
uesta praga, toraa seguros maritimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra fog(
jm edificios, mercadorias e mobilias: n?
ma. do Vigation. 4, pavimento terreo.
Augnsto f. d'6Kveira & C.
A casa commercial e banoaria deAugusto
j d'Oiiveira & C, a rua do Cornmereio .ns
42, encarfea-se de execur^ad de ordens
para embarque de prodoct,os e de todqs o-
mais negocios de commissae, quercommer*
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mlo, M)mpra cambiaes, e saca & vista e a
jsrzo, &, voatade do tomadqr, sobre as se-
gurntes praQas estraogeiras e nacionaes :
Londreii. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
i*ari*. Sobre os banqueiros fould
& C, HAKCUARD ANDRE & C. 6 A. BLkCQUE,
TIGNAL & C.
SCHU BACK d FILff
liisbwa. Sobee. oa .'Sr*. TrowsftASJ
SitrroS & fl*NNA, 6 sbbastiao josb *b
rmwi'i
4Ponio. 4- Sdbre o.banco umiao do pom0
O Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECi.
Para. Sobae *o banco commercial
DO PARA, eS\Sf.^AKISCQIOAUDENCIO DA
COSTA & FII&6& '
llaranhffo. Sobre o Sr. jose fer-
reira DA SILVA lUNWR. i
Cenra. Sobre os Srs. J. S. DE v.vs-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinuos & c.
Ilio de Janeiro; Sobre o banco
INDUSTRIAL. E MERCA^TI.L, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNE FRANgAISE.
COMROTUjAJLLtANCA
seguros tAttittHios e terreb-
trea estabefelcida na Bahi
em 15 (Je jaaeiroemilSiu
u CAPITAL 4,|>O0pBri*Oaj.-,.. ;., \
.Toma seguro de mercadorias^e dinbeiro
nco mantimo em navio de vela ^ vapoi)!
para debtro e ft^ra doirorierib, assim oom< I
eantra fogo sobre predios* generos e fa
rowljs.
A^gnte: Jda^Q^Jd^^yncalTfesBeWaft
-i.Vi do Commercvo h. "If, I* anMr.
caixjp, Idem,,
" kem 1.* 1
Silvl
io Brttto 2f
io vapor ingles Ftr]
fe maio de 1873
Ki, eentendo folha*
kilos, no valor d<
X
Pnenix PerMmbttdaliia.
Toma .rJsca^toaMtimtis- em Jn^cadofliiSi j
(retes, dinheiro arise e6aalajente de qual!
juer naturea, eft vaY)-os, navios vi ela oi.|
isrca^as, a pr^rliibs muilp rrjodicos.
RUA DO COMMERCLO N. 34.
Segwo cMira-fogo I
ftiK LIVERPOOL LONDON* 6IXli
mmm tmm
11Corpo Saiito11
1*400.
W. 2,199.
Queen, dsc
consignada %
de lupulo,' pe"
219*320.
Marca P 0 contra-marc* L D, a 1634. 1 cai-
xa, viada de Liverpool, fto vapor in'gloz Fire Queen
deica/xegada em 5 de maia de 1873 consignada
, .fulGoBealve* do Oliveira S..brintto, eonteido
cimbraia de algodao branco lisa at6 15 fios, ava-'
liada por 277*066. ;
Armazem n. 3.
Marcailallo, n.l. 1 fartd, trindo de Lirer-
fMino vapor inglez Student, desoarregado- etn 3
da jnriho de 1873 e. consigoadj a Oarneiro & N*
gueira, ontendo 247 kil, liojaMo real, da pan-
no de alftodao crd, entraosado, no valor de ...... ..
M14066: ,
Marca P 0, eoolra-msfca L D, n. 1,380. 1 cai-
xa, Idem no vapoi iqglez La Place, entrada em
14 de abril de 1873 e cjnsigaada a F. Goncalves
de Oliveira Sobrinho. contendo 240 pares de bo-
tioas de la de mais de 0,2 inetros, e 96 ditos ate!
22 centimatfM aratiada got T
Marca-SI J|* C., ns. 2 e 4. 5 caixas, idem,!
xm&Wn "cR5 ^^aa'7p^n^84kfIo?. no
valor de 392*000.
rW?iMn aThe^ro^oilfhHifceil,' Wm'a%oi
em Rama, anMrtrw, sna valorj
Marca C-fi 4Anj|a- 7^8 cagcw, idem no:
vapor IngWgQbmn,mmkriKd9 SCfrvalho Gui-
nfcfc >V *<> K&IbM!> pa* bramnosi
eavoliorios,.4JeHttmlrMiJ,w>TaloTe 560*.
Marca idem, ns. 25 e 2T: 2 ditas, idem no va-
poMntfter Stutim, descarregadas em 2 de julho
de 1873 aos ditos, com cartas para jogar, no va-
WB*rtH6*080.
Marca idem/n. V443. 1 dita idem, idem idem,
com o segufnte>: 134 -ifotias de 14eedbras de ferro
para coilura, itd>>0vt8 aietB,:iid valor de ......
oo**400, e 68 duzias Atl catnvetes peijuenos com
"fiaBSs oTfriadreperola,fb vatbr de 952*.
N, 3.79-1- I'-diia, .ieni, idem; a E. A. da Sil-
ytira, com q seguiote : 1 lau com glicerina, pe-
siuidq_33JvUps,,n9 valor da 107*333 ; 1 yidre.de
ci^pacidade ato 500 grammas.com tanirio, pesandu
br.ulo 1,kilo, no val ir da 4*606 1 kilo, peso bos
Mvaltprias, de carbohaib de magnesia, no valor
N. 3;7-98. 1 dita, idem, idem, no vapor inglez
Oberon, flytatdc| ao mesmo,jconl|ijdo colla
branca, rfedinio''rfcs*eiivdlterio*'lD kHoi, avaliada
par 16*398: t I
AlfBd;ga de Perniunbaeo, 9 de abril
d^l874.
0 ihstiebtrjr,
F&bio A. de Carvatho Reis.
Lapital. .... I0\)0:000?00l!
?undo de reserva. 8,0OO:000J00(
Agwtes,
M\lf? Latham & C
RUA DA CRl# M. 38.
Sacca snbre este banco e snasageneias nasse-
gtirhtes cidades e vrllris :
Portugal.
A'marante Lisboa
Anadia Melgaco
/rcos Mifaqoena
Aveifo Monijao
Barca pena-flel
Barcellos Piohel
Beja Ponte del Lima
fjljaVes Porte-iri3o
Coirabra Pdrfo
Cou'ra Povoa" ds Var;im
CovilhS Regoa
Elyas Ta yira
Ektremoz Vaienia
Famalicao Vianna
Faro Villa do'XTonde
Figueira Villa Real
Quarda Vinhaes
GuimArSes1. Vizeu
Lift)S Villa N. da Cerveira1
I.amego Funchal
Fayal.
Binco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho saeam
por todos os vapores sobre :
Anadia. Evora. Monsao.
Aguida. Fale. Ovar.
Aveiro. Faro. Porto.
Beja. Guarda. Tdvira.
Chaves. Leiria. Regoa.
Elvas. Lisboa. Vizeo.
Amarante. Barcefhis. Figueira.
Gnimarae?. Coirabra. Lamego.
Covilha. Mirandella. Estarreja
Melgaco. Penaflel Valenja.
Portalegre. Villa Real.
Arcos de val de vez. Cabeceiras de Bastos.
Celorico de BaWo. Castello-Branco.
Caminha. Espozende.
Mangualde. Oliveirii de Azeraeis.
Ponte do Lima. Povoa de Varzim.
Povoa de Lanhosa.- Vianna do Castello.
Villa Nova de Portiosao. Villa-Sova de Famalicao.
Villa do .iConde.
\jn illias.
Mideira, S. Miguel, Faiat e Terceira.
ftavias entrados no dia- i2.
New-York 35 dias, patacho inglez W. .1. He-
ney, enuipagem 8, carga varios generos ; a Tas-
so Irmao.
Rio de Janeiro-14 dias, barca porlugueza iVouo
Silencio, de 350 toneladas, capitao Jose Antonio
Fdrreira, e^jipagem 14, carga varios geheros;
a J. J. Goncalves Beltrao & Filho.
Observafao
. Nao houve sahidas
Dia 13.
Nao houve entradas nein sahidas.
FDITXtS.
Editalq. 145
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que,
mb tendo si&rj despachadas, aealro do prazo'mar-
cado, as mercadorias abaixo declaradas, annuncia-
das por editaes ns. 131, (32 e 133, se bad de ar-
rematar as mesrpas, livres de direitos e sujeitas ao
imposto da capauizia, as 11 boras do dia 14 do
corrente, a porta deta reparticao.
Armazeht n. 1.
Marca E A B &, C, a. 1. 1 caixa, viu.da do Ha
vre no lagar (rabbet Jean liaptist'e, desfcarregada
em 12 de fevereiro de 1873 e, consignada a E. A.
Bnrle & C, contendo 47 garrafas de vftlro eacuro
com agua mineral on artilicial, pesando 70 kilos,
mrvator offleial.de 42*.
Marca A 4 M. ns. 12 a 15. 4 ditas, idem, idem,
a Atnaral & Motta, eontd'ndo 515 kilos, peso Dtuto,
nos frascos, de vidro ordinario de perfumaria, no
valor de 130*.
Marca idem, n. 31. 1 dita idem, idem, em 15
idem, Idem; contendo 290 kilos de perfumarias,
peso bruto nos eavaltorios, no valor de 580*.
Marci-A 4' F, ns. 58 :e 5*. 2 ditas, idem, na
barca franceza Jean Bapltste, descarregada em 7
de marc-1 da" (873 e consignada a Amara'l & Motta,
contendo 20O duzias de chapeos de feltro de la
nio *specintados, simples, no valor de 4:800*.
Marca PCI, n/8. 1 dita, idem, na barcalfran-
ceza GuHHernSe Tell, descarregada em 31 de maio
de 1873 e consignada a Pereira da Cunha 4 Ir-
maos, contendo 170 kilo* de pelles preparadas oa
curtidas de porco do matte, avaliadas por 537*.
Armaz6ttr n. 2.
- Marca diamante no centr.., sem nuniero. 16
latas, vindas de Liverpool no vapor inglez La-
markishire, descartegadas em 5 de fevereiro de
1873 e Consignadas a Keller 4 C, contendo linta,
preoarada a oleo, pesandi bruto 182 kilos, ava
liadas por 74*666.
Marca^ V. S, sem namero. 1 porta de ferro
para fogao, idem, no patacho inglez Princiza, des-
carregada em 9 de abril de 1873 e consignada a
WonSohstou 4 C, pesando 6 kilos, no valor de
Ida %i> n. 32, Anlonia liisi
)" .--------------'-^-^--------------'*oi--------------------d-
: *- O procurator flwal imerino da ihesodrarla
provincial, declara aos contribuinKs dos impo-tos
Ue viftTe por / solire -tstabelecinwntos a cargo do
consulado prcKtao^al.qbe ihes lica marcado o prazo
^up.-orogavel.de 30 dw.= a coutar da pubiicarao
ilesic, na conformi^adada lei n. 891 ariig > 93, para
s iliritarem da.seci;ao do eohtenctosp as reapectivas
-gims para pagamento de seus demtos, certos de
gue se nao o fizerem dentro do prazo marcado,
proceder-se ha a cobran<;ajudicialmeote, publican-
do se para isto a relacao dos devedores abaixo
transCripta.
Sec(ao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 31 de mareo d'a 1874.
O procurador fiscal ioterino.
Miguel Jose de Almeida Pernambuco.
Relacao dos devedores do i i posto de 20 % que
d. ixar.i;n da pagar seus debitos do anno tinan-
ceiro de 1872 a 1873
Rua do Mari|ur'zile Olinda n. 47, An-
tonio Goutes da Costa, e Silva, loja
de fazenK 130*800
Oila do Bom J.-sus n. 24, Antonio
. Francisoi das Neves, bolica 87*200
Dila.diia n. 28, Andre Barbosa Soa-.
res, laverva 65*400
Travessa do Vigario n. 3 A, Antonio
. Moreira Pinto,, k^a de Flandres 20*188
Rua do Vigario Tenorio n. 18, Anto-
nio Joao Gomes, armazem de ge-
neros ,...,.. 65*400
Dita Bispo Sardinha n. 3, Antonio
Igaacio Maniz, luja de mobilias 65*400
Dita Birtoto de Menezes u. 2, Ana-
cleto Jose de Mattos, tdverna 65*400
Dita dos Burgos n. 11, Alfredo Prisco
Barbdsa, deposito 43*600
Dita da Moeda n. 39, Adto'nio Alves
da Miranda Sobrinho, armazem de
gerteros 65*400
Dita do Caes da Corapaohia n.* 6,
Antonio Bernardo Vaz de Carva-
Ibd, armazem de reoolher 436*000
Dita dita n. (0, Angelo Baptiata do
Nascimeflfo, dito 283*400
Praca da Assemblea n. 1 B, Andrade
Saldauha & C, dito 436*CO0
Rua da Madre de Deus n. 16, Antonio
Fernandes Velloso & Sobrinlio, lo-
ja de Tazenda 109*000
Diia da Restauragao n. 8, Antonio
Mb'feira Rels, deposito *
Dila Domingos Theotonio n. 49,
, dito,tavtrna 110*072
Dita do Visconde Itaparica n 55, An-
todio Muniz Machado, deposito 109*00^
Dita do Barao do Triumpho n. 68,
Antonio da Cruz Pires, hotel 91*560
Dita do Imperador n. 83, Azevedo'&
Maia, taverna 130*800
Caes 22 de Novembro Antonio
Jese dos Reis, loja de fazenda 65*400
Rua 1 de Marco n. 18, Andrade &
Mello, dita 130*800
Dita dita n. 7 B, Andre Delsuc, dita
de perfumaria 130*800
Dita Duque do Caxias n. 56, Antonio
de Souza Oliveira, dita de ferragens 87*200
Dita dita n. 21, Andre Glau, dita de
relojoeiro 32*700
Dita do Cabuga n. 2 C, Antonio Do-
mingos de Lima, dita de miudezas 130*800
Dita do Barao da Victoria n. 6, Anto-
tonio dos Santos Oliveira, dita de
ferragens 130*800
Dita dita n. 36, Arminio & C, dila de
chapeos 174*400
Dita dita n. 52 A, Antonio Casade-
rnont, hotel 109*000
Dita Estreita dd Rosario n. 43, Ares-
tio 4 Eusraquio, loja de mobilia 130*800
Dita do Calabouco n. 40, Adrian i da
Rocha Pereira, confeitaria 78*480
Dita da Paz n 2, Antonio da Costa
Almeida, taverna 39*2i0
Dita de Paulino Camara n. 2, Anto-
nio Gomes de Mendonca & C, dita 65*400
Dita do Livramento n. 38, .-Umeida
Lopes 4 C, dita 130*809
Dita do Visconde de Inhaiima n. 4,
Antero de Mesqnita, loja de louca 65*400
Dita dila n. 10. Antonio l'ereira Ma-
galhaes, taverna 52*320
Dita diia n. 58, Antonio Nunei Bei-
rao, deposito 65*400
Travessa da rua da Praia n. 7, An-
dr6 Cordeiro Coelho Cintra, arma-
zem decouros 47*888
Rua de Pedro Alfonso n. 22, Antonio
Jose Maia Junior, dito de carae. 76*300
Dita dita n. 28, Arilonio Jacintho Ce-
sar, dito 26*160
Dita N. Praia n. 8, Antonio da Oli-
veira Freitas, dito.da recolher 170*400
Dita dita n. 'i0 C, Antonio de Barros
Re-gb, dlW de algodao 130*800
Dita de Marcilie Dias n. 2, Anselmo
Jpae de Carvalho, loja de Flandres *
Dita diia n. 47, dito, djto, 78*916
Dita dita n. 33, Antoqio Joaquim de
Oimpbs 4 C, taverna 130*800
Dita do Marque* do Herval n. 96,
Abel da Rocha Pereira, dita 52*320
Dita de Vidal d Negreiros n. 62,
Aniouio Ribeiro de Andrade, loja
de charutos 52*320
Dita dita n. 68; Antonio E. de Lima,
taverna .. > > 32*700
Dita dita n. 21, Amorim & Souza, ,
idem 65*400
Dita olfo n. 71. Antonio Jose de
^rattles,' dila 78*480
Dita Imperial h. 102, Antonio Jo'a- .
quim Tcrtuhano de Mello, dita 31*392
Dita dita n. 255, Agostinho Antonio
de Sonza; dita 49*704
Dita do Cabuga n. 74, herdeiros do
Antonio Moreira de Mendonqa, sal-
gadeira 78*480
Dita da Imper'atriz n. 26, Araujo Li-
rta A G, loja de Flandres 87*200
Dita dia n. 56, Araujo Braga & C
dita 1SQ600
Dita Visconda de4 PaloUi a.\ (9, Ao- jo ^
tonio PereTra do CarvaJho, taverna J6*l60
DiU'CVnde de ^oa,Vista ot 15, An-
tbnio Vicanfe Ferreira Torres, di-
la
Dita do Gervasio Pires o. 54, Antonio
, Joaquim de Souza ISrito, taverna
Dita dita n. 45, ArJtonio Fernandas
da Silva Beiris, padaria
2* becco da Travessa aVPrincipa, n.
2, Antonio Jose de Sonza Carvafho,
taverna
[Rua do -LHBa-B.-3i, Antonio Alves
da Costa Junior, idem
Dita do Luiz Rego n. 49, Antonio
Raposo Albenar Junior,, idem
Dita do Socego, n. 51, Antonio de
Souza Botelho, dita
B'rfa da Attraccao, n. 3 A, Antonio
Jose da Castfo, dita
Dita Direita n. 80, Antonio Joaqaim
Lopes de Carvaibo, dila
Dita dita n. 91, .Antonio da Silva
CrfMfe?lrlKNMM
Dita dita n. 29, Antonio Alves Villela
4 G, depositos-
Dita Nova de Santa Rita> n. 35, An-
tonio Dias da Silva Cardeal, anna-
zem de madeiras
Dita dita n. 37, dito, dita
^TrlPi^^ Aato,io Cesir Marr>
Dita dita n. 55, Avila Irmios dt C,
dito
Dita dila it. 57, Antonio Francisco
Martins de Miranda, dito
Dita Imperial n. 2152, Antonio de Mi-
randa Castello Branco, taverna
Dita da Cabuga. n. 7, Almeida &
Duarte, loja de joias
Dita do Maquez d'Olinda n. 50-A,
Bernardo Pereira Azevedo Maia,
dita de miadeww
Dita do Vitario Tenofio n. 10 A,
Bruno & Giro, armazem de miu-
dezas
0ta do Amorim u. 6, Brito 4 Mafos,
dita de algodap _
Dita da Companhia. Pernambucaha,
n. 2, Bellannino do Rego Barros,
dito de recolher
Dita da Madre de Deus n. 12, Bastos
4 Lima, dito de generos
Dita dita n. 32, Bernardo Alves Bar-
bosa, dito
Diia do Duque de Caxias n. 60 A,
Bento de Souza 4 C, loja de fa-
zenda
Dita dito a. 49, Bastos & C, dita
Dita das Larangeiras o, 2, Brito &
Saldanha, deposito
Dita Estreita do Rosario n. 16, Be-
uedieD Leal, loja de calgado
Dila do Livramento n. 19, Balthazar
Pinto de Gouveia, dita
Dita do Visconde de Inhaiima n. 25,
Beirio & C, taverna
Dita de Pedro Allonso n. 11, Bento
da -ilva Rosa, armazem de carne.
Dita dito n. 47; Beirao & Sobrinho,
padaria
Dita Nova da Praia n. 28, Bonifacio
Maximiano Mattos, armazem de
recolber
Dita da Madre de Deus n. 85, Bel-
iarmino Sabino de Miranda, loja
de Flandres
Dila do V. de Negreiros n. 105,
BersarJo Jose da Rocha, taverna
Difa da Ifn'peratriz n. 68, Bernardo
Pertfira Maia de Aievead, loja de
miudezas
Dita do Visconde Goyanna1 n. 99,Ber-
nardo FeTnaiides (i C; padaria
DMa. do Cornmereio h. 6, Carrol & C,
depOsito
Dita do Vigario Tenorio n. 12, Cor-
reia 4 Costa, laverna
Dita dos Burgos n. 29, Cruz & No-
goeira, deposito
Dita do Barao da Victoria n 53, Cle-
mente Nunes Pachecn, taverna
Dita d*to n. 61, Custodio Jose Perei-
ra, dita
Dita das Lnrangeiras n. 21, Costa &
Soares, deposito
Travessa da Matriz n. 2, Casimiro 4
C, loja de serigueiro
Rua da Madre de Deus n. 127, Cas-
tro & C, dita de Flandres
Dfta de S. Miguel n. 68, Candida
Jos6 Magalhaes Soares, taverna
Dita de Pedro Affonso n, 37, Custo-
dio de Pinho Peixoto, loja de
Flandres
Travessa do Campollo n. 1, Domingos
Ribeiro d'Olivein, dilo
Dila de Domingo.* Jose Martins n. 70,
Duarte A Irmao, deposito
Dita da Nova Praia n. 16, Duarte
Boiges da Silva, armazem de re-
colher
Dita da Madre de Deus n. 133, Dio-
nisio Hylario Lopes, loja de cera
Dita de Santa Cictlfa n. 27, Domin-
gos da Cunha Guimaraes, depo-
sito
Dita da Companhia Pernambucana n.
26, I duardo Luiz de Siqueira, ar-
mazem de algodao
Travessa da rua Bella n. 8, Estanis-
lao Augusto Machado da Paz, ta .
versa
Rua do Vidal de Negreiros n. 19, Eu-
genio JosS Pinto, loja de Flandres
Dita do.Marquez de Olinda n. 43,
Ffancisco Antonio Pereira & C,
dita de fazenda
Travessa da Madre de Deus n. 15,
Faria 4 Filho, armazem de gene-
ros
Rua da Madre de Deus n. 36, Fer-
reira Almeida 4 C, dito
Dita Caes do Apollo u. 85, Ferreira
& Malheus, deposito
Dita do Imperador n. 39, Francisco
Maia Cones, loja de louca
Dita dita n. 41, Francisco de Paula
Cordeiro, botica
39*0
43*600
52*320
52*320
13*080
52*320
34*008
30*624
mjiioj
26,5100
13*080
52*320
*
174*400
*f*400
65*400
65*400
104*640
113*880
87*200
87*200;
523*200
436*000
174*i 65*400
152^600
174*400
52*820
43*000
65*'i00
65*400
109*000
117*720
78 a 180
32*700
52*320
65*400
435600
65*400
87*200
32*700
655400
130*800
52*320
52*320
653400
18*312
52*320
43*600
32*320
109*(00
63*400
32*700
78*480
31*392
65*400
87*200
54*500
109*000
109*000
52*320
nao a(bido-, prest.ida a respeptiva juslifi.iatacv
Peda a V. S. assim deQra.-E R.M -.Em 13 de-
fevereiro de 1874. -Joao Jose da Fonceca.
nwa sejlada com nma eslampilb:do>ralor de
200 rs ioutilisada com a data e assigaatotas su-
pra. : s.\
Disrribnida coao reqAiQreni. flecife, 14 de leve-
reiro Em virtude do ineu deapacho foi dlstribuida a
preseate peti.ao ao escrivao deste juizo Erolt>
Machado Freiru Pereira da-Silva; e tendo o snp-
plxante produzido suas lestemunhas qua depots
ram convenientemente a^erca da auseneia do snp-
plicado, o respectivo. escrivao fazeudo-tne os antos<
condnsos, nelles dei a senlenca do iheor segniote :
Julgo procetlente a justifteacAo da auseneia do
sappneado de (olhas; pelo que reduzia a tenne o
protesio requerido se (he ioflme por editaes com
30 dias de prazo, affixads* e pnblieadoa eopo r
de costume. Custas ex caasa. Recife, 24 de fa-
welro de 1874. Sebasiiao #t> Rego Barros dtr
Lacerda.
E naila mais se continha em dita lehtenca a par
ferca da mesma o res-peclivo aicrivao interino la-
vrmi o termo de protesto do theur seguinie :
Aos 6 de marca de 1*74, nesta cidaJe do Recife,
envmeu cartorio, perante nim.e as tesiemunha-
infra assignadas. compareeera-n os supplicaates
Macbad) 4 Branda>, disseram que pelo present
reqneriam o termo do protesterequerido na petieao-
ini.-ial destes aulos e que otfereciam eomo parte
deste, e de como disseram assigaaram depoU de li-
do cosa as testemuahas indicadas, do que faco este
termo.
Eo, Francisco Xavier de Sonaa Ramos, escrivao
interino, o escrevi. Machado 4-Branlae,.Manoel
Martins da Craze Jose Nicacio da Silva Junior.
E nada mais se continha eat duo termo,- em
virtude de minhr8eaten.;a o respectivo escrivao
fez passar o presente edftal, pelo qnal cnaiuo, cito
a hei por citado au referido justiftcado ausente
para que dentro do prazo de 30 dias appareca ne; -
te juizo, por m ou por seu procurador, provando
o qae far a bem de seu direilo e justica. sob pena
de re vclia ; portanto, to la pessoa, parttnte, amigo,
ou cdnhecido do justiniado, fara sciente de tod
expedido.
E para jne chegoe ao conheciwento de todos
mandei passar o presente que sera allixa 1> nos
lugares do costume o publicada pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Itecife de Per-
nambuco, aos 14 de marcode 1874.
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao
intsrino, subserevi.
. sebastiao d> Rego Barros de Lacerda.
Kdiiol n 14S.
Pela inspectoria da alfandega se (az publico^ae
as 11 haras da mauhJ de 16 do corrente, se h^de-
irrematar, llvre de direitos e sujeilo ao imposto da
capatazia, um volume de marca D M M n. 15 con-
tendo um guarda vestido ie madeira Una com ava-
ria, vinda do Havre no navio francez Rio-Gran '
entrado neste porto em mar;o proximo pass?
avaliado por o8*3\'0, e abandonado aos dir
por Domingos Manoel Martin1.
Alfaudega de Peroa>nbuco, 13 de abril de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
0 Him. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em enmprimento da
jrdem do Exm. Sr. presidento da provincia, de 7
Je Janeiro correnle, perante a junta desta theVu-
raria se ha de arremalar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denomioada Pao
Sangue sobre o rio Serinhiem. orcjida em 9:570*.
pagos em apolices da dLvida provincial a juro de
7 por cenlo ao par.
As pessoas que se propozerem a esla arremata-
^lo comparecam na sala\da3 sessoes da mesma
tbesouraria ao dia indicado acima, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se maudou pnlilicar o presente
delo DiariQ de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Yictoriano Jose M. Calhares,
Official niaior interine..,.
Clausulas especiaes para a arrematacao da ponte
denominaJa Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
I.* A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
eutada de conformidade com o orcamento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:570*.
2." 0 arrematante dara principio a obra no pra-
zo de um mez e a concluira no de 12 raezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presta-
c5es iguaes a propor^ao da tabella executada.
S.* Para tuda a mais que nao se achar especifi:
cado sera regulado nclo que dispoo o regulamento
de 31 de julho de 1866. -0 engenheiro chefe, Jo-
se" Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano Jose M. Palhares.
Continuar-se-ha.)
65*400
0. Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial do corrfmercio nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e coustitucienal o Sr. D
Pedro U, a quem Deus guarde, etc.
Paco saber que no dia 28 de abril dp corrente
anLo, as 11 horas da manna, na sala dos audtoi-
rios, devera ter lugar a reuniio dos credoros da
massa fallida de Jo-e r"rauci-:o Hitteacourt, para
se verificarem os creditos, deliberar-se acerca da
concordata, ou formar-sc o contrato de uniao, e
nomear-se adminislradores a dita raassa, ce; tos os
credoresdo que. nao serab admittidos por prpenra-
dor, sem que fete exhfba procuracio .especial, a
qual niio poderi ser conferida a devedor do falli-
do, nao podendo, outrosim, um so individuo re-
presentar por dous diversos credores, e que sera
havido o credor que nio comparecer como adhe-
rente as resolucoes que tomar a maioria de votos
dos credores que compareceTem, com tanto que para
ser valida a concordata e necessa- io que seja con
cedida por um tal numero do credores que repre-
sente pelo menos a maioria destes, em nuniero
de dous tercos do valor de todos os creditos su
jeitoi aos eneitosda concordata.
E para que chegoe ao conhecimento de todos.
mandei passar o presente. que sera publicado pela
impreasa e afflxadu^nos lugares do' costume.
Recife, 7 de abril de 1874. Eu,Manoel Maria Ro-
drijtnes do.Nascimento, escrivao, subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
0 Dr. Sebastiao dp Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direilo espaeial do cornmer-
eio, nesta cidade do. Recife e seu termo
capital da provincia de Pernambuco,
EOT 8. M. I. oljr. O. Pe3ro II, a tjuem
eus guarde, etc.
Fago saber pelo presente' uue Machado & Bran-
dao sus^sspf as de Silva Jtpcha & Machado me
dirig1rain,a pietigSo do theor seguing :
Illtn. Sr.'Dr. mfide direito do cornmereio.Ma
chado 4 Brandao, successbres de Silva Rocha &
Machado, devendo lhe 0 capitao Joao Baptista.de
Siqueira Lobo, 7:O4'(*760. e os respeclivos juros,
iiriportancia d) nma lettra, e mais a quantta de
654*360, de mercadorias qua pedira por carta a
oumpriodo evitar" a prescripgab que esla emineuta
requerem a V. S. se digoe admilti-los a fazerem
sen prowsto nos- termos do artigo453 3 do co-
digo do cornmereio, sendo iatimidos por editos ao
devedor que se acha ausente em lugar ibcerto e
'SM*'-! JJ9J ]
ttt
OtAHACOES.
0 hospital militar desta provincia contrala
com quem melbor vantagem offerecer a tazenda
nacional para o trimestre que ha de fiudar em 3 i
dejunho do corrente anno, os generos aliraenti-
cios, abaixo mencionados, para dietas dos doentas
e racoes de seus empregados :
Arroz, kilogrammo.
Carne verde idem.
Ararula idem.
Cha idem.
Portanto, quem quizer fazer di(o fornecirnento,
apresente suas propostas em cart; s fecbadas na
secretaria deste hospital, as 10 horas da manba
do dia 14 do corrente, a Ivertindo-se que os gen=-
ros sao de primeira qualidade, e que a carne deve
apenas conter a quinta parte de osso, no pe o qua
se pedir.
Hospital militar, 10 de abril de 1874.
0 escrivao
_________ Avelino Pereira Cunba.
SANTA CASA DA MISKRICORDIA ITO
RECIFE.
Venda de predios
A Iilm.i. junta administrativa desta Santa Casa,
ievidamehte autorisada pela pre.-ideacia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26
do corrente, venda ou permuia por apolices da
divida publica os seguintes predios. perlencenles
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, deque e
administradora : Forte do Ma1 tos, metade do sj-
naiqyde 3 andares n. 17, por 5:500* ; becco do
brado.' 3' parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
rua da (Juia, sobrado da dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. $2, por
1:400*, sobrado de um andar n. 30, por 2.000*,
dito meia-agua por 500*; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:100* ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrean. 26, por 600* ; Largo da C.un
pina, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72. por 700* ; becco do Teixeira, oita n. 5,
por 250* ;" largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro, de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza
0 admiuistrador da recebeiloria ile
rertdas internas geraes aviss aos contribuin-
tes do imposto sobre industrias e proftteoes,
que e" neste moz de abril que lem de ser
pago, sem mulla, o 2. semestre do exerc-i-
cio de 187374, depois do iue ser pjg.">
coin a multa de 6 %
Recebedoria de Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda
COMPAiNHIA PERNAMRUCANA
DE
Aiavegacilo costeira a vapor.
De conformidade com u artigo 26 dos estatutos
desta companhia sao novamente convocados o
Srs. accioaistas a reuuirem-se em assemble* geral
no sobrado da gerencia no dia 18 do correnta, ar>-
meio dia, afira de procederae a leitura do.relat.)-
rio e as eleig.ies da nova directoria e commissao
de contas, tudo o que, a falta de.numero legal na
p6de ter lugar na reunite havida a 11 de marc \
proximo passado.
Recife, 6 de"abril de 1874.
Thomas M. CoUWn,
______. Gerente intartto:
SANTA CASA DA MlSERICOULlA^Dtj
RECIFE.
A Rlma. junta administrativa da sauta casa dar
uisericordia do Recife, manda fazer publico qua
ia sala de suas sessdes, no dia 9 de abril pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadas a
quem mais vantagen-< offerecer, pelo tempo de um
a Ores annos, as rendas dos predios em seguida
declarados. -
ESTABELEaMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casa.terrea-n.il. ...... *OtfQoa
\
U

i
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4

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Diana dai PenifLmkuoe Terca feira 14 de AWL 4* 1814.
Idem B 31
A 49
RoadeSuviaRka.
......
. -.
Pa#re Flo risen.
Otwo Pontas. !
MMOM
WafoOO
anVaTJOfj
SG2;
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6*ooci
Casa terres a. Hi ....
Rua tfs Alegm.
n. 3!
Ponte Via.
n. 3!......
Rus de Antonio'Henri pies.
fIl D. J6 .
PATRJMOMO DOS- RPHAOS.
Rus 4a -fienza 4a veins.
Cattterrean. I..... aoMttOo
Becco das-Dwas.
Sflbrsdo n. 18.....
ua da (hi
Sonrsdo n. 11 (foohsdo). .
Caia terrea n. tan -. ,
Rbs do Arnerim.
Idem d. 34 ......
Aim idMinis.
Idem n. *.......
Rim das-Laiangelrss.
-Casa lerrea n. ?. .:..;
Os pretendentee-deverao apresenlar an acto da
arrematacio as was fiancas, ou eomparecerec
seompaahados dos respectivos fiadorea, devendo
paf ar alem da reads, o premio da qoantia am
qua for seguro o sredio.i-qaj contiver estabeleci
tnento commercial, assim- como o servico da lias-
peza e precoa das apparelbos.
Sacretaria dnaanta casa la misericordia do 1W
cite, 17 de niaroe o ds-7d.
-0 escrivao
Ptdro Roirigues de Soue*.
Pela iWeswraria provincial se fac poWico
qne foram tnmsfendss psra o dia 16 4e abril pro-
ximo vindooro as obras segolnles :
Obra dos raparos- dtetoomba n. 2 ae 7* tanco da
estrada da ant, rcada em 1:012*.
Obra dos reparos da eoberta da casade deten-
:?ao, areado m t:W8<. '
Obra da bombs- para o povoada dos' Mantes,
orcada em l.-Wto.
Secretaria da tocsouraria provincial deP,>rnara-
'buco, 30 de niareo-du *87i.
*f) offlcial-rtnior,
Miguel Affiinw Ferreira.
: ii i
Pel* thesouraria de fazenda se deelara quo. u
:prazo marcado para o recolhimento das notas de
26 eBO* da quarts estampa, sem desconto, tinda
*^ixi se' para as wimeiras e.m 31 do mala, e para as
*3l"'*w j segundas ew 30 de junho vinduom, aeniu que
iMBii*/' em diante-serao trocadas'cum e descouio
u l-l"w'w mengal de 18 |0 a*6 fiearem sem walnr.
Secretaria da -thasouraria da faaenda, 4 1 de
sbril de 1871. ,
0 2* scriplarario, serviado de aecneUrio,
Carlos Joaa de Souxa Correia.
241*080
tttjOOff
aouoocr
361,5000
GOMPANriM
TKILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
e Beberik.
Be ordem do presidente d asemblea gcral da
eoopanbia acima sio cocvidados os accionistas
para a sessao ordinaria, que d->ve ter lugar no dia
Hi do corirente mez segundo dispoe os estatntos,
afim de ouvir a exposi^ao demenstrativa apresen-
tada pela direetoria era" re.'acao ao movimento da
cempanhia duranic os t> mezes anteriores : a
reuaiao tera lugar no dia acima as 3 horas da
iarde e no lugar do eo'lume.
Recife, Ii de abril de 1874.
secretario,
Luiz Lopaa Castello Branco
Adaniuistra^Ao Pcrnanibuco, 1 fS9d.
co>v,em;.ao postal entive o buasil e hes-
PANHA.
Facp publico, que no dia 1 do corrente, come-
50a a ter execugao a convemvio postal celebrada
entre c Brasil e He?panha.
Pelos paquetes britannicos e Trancezes, como por
todos os va pores que deste porto se dirigirera ao
da Lisboa, este correio expediia malas para Ma-
drid, Badajoz, correio ambulaote da Ciudad Real a
Badajoz, e para outros correios estabelecidos nos
portos hespanhoes, por onde t'azem ou fizerem es-
caja os ditos navioa.
Toda a correspondencia, ifto ^, cartas ordina-
rias, cartas registradas, amosiras de mercadurias,
periodicos e inpressos, deve ser Jramjueada pre-
viamente.
A franquia e ate ao desiino da correspon-
dencia.
As taxas de porte sao as segainies :
Cartas ordinarias 300 reis por W grammas ou
fraccao de tO grammas.
Cartas registradas 200 reis como premio fixo, e
invariavel de registro, alcm do porte'ecrresponden-
te ao seu peso.
Quando os reiuetleotes de cartas registradas
qtiizerem receber aviso immeiiiat) le terem ellas
chegado aw maos do.- destinatarios, deverao pagar
mats 100 reis pela transmissSo desse avisa.
Se, perder-se uma carta regitrada a administra-
5I0 de correios em cujo territorio liver-se verili-
cado 0 exiravio pagara ao reinotteote uma indem-
oisacao de 16^001).
Wao havera, ;>"r Jni direito a e.-ta indemnisacao,
se a reclamnci 1 nao for feila dentro do prazo' de
seis mezes contadis df*de a data do registre.
Amostras de mercadorias.a mesma,taxa das c.ir-
tas ordinarias por 40 grammas on fraccio de 40
grammas.
Penodjcos e impresses 30 reis por 40 grammas
on fraccao de 40 grammas.
Nao serao expeJidas as amostras de inercadorias
qne nao reunirem as seguiniiis condicoes :
1.* Nao deverao conter valor alguni.
2/ Serao cintadas ou acendieionadas de modo
a serem facilmente reconhecidas.
_3.* NJo conterao cousa alguma manuscripta, a
nio ser 0 nome da pessoa a quem forem destina-
das, 0 do lugar de sua residencia, os signaes de
sna habitarao, as marras da faliriea ou do nego-
ciante, a numeracao de ordem e os precos.
Os periodicos, gazetas, obras periodicas, folhei: s,
cathafogos, prospectos, annuncios e avisos, quer
sejam impressos, gravadns, litliographados, ou ou-
thographados, ainda que contenharn mappas.de-
buxos, estarapas e papeis de mu'ici, comtanto que
formem parte das mesmas poblieaeoes periodicas,
so poderao gozar da modicid.ide do porle acima
declarado, 9e a sua remessa se effectoar sob cin-
tas on de modo que seja facil reconbec6-los, e se-
n3o contiverem papel alguni estranho a sua publi-
blicacio, nem palavra ou >ignal algum em raa-
nuscripto, alem do nome da pessoa a quem forcm
divigidos, 0 lugjir de sua resideucia, e os signaos
da sua habilayao.
Aao_serao expedidos 03 periodicos e impressos
que nao reunirem essas condicoes ou que houve-
remsido franqueados insuiBcientemeate.
Nao sera expedida correspondencia alguma que
txintenba ouro ou prata ennhades nem joias ou
effeitos prn!iosos, 'lem objecto algum sujeito ao
pagamento d is direitos da alfandega.
Esta- correspondencia sera aberta e devolvida
aos remettentes, licando 0 seu ccnteiido snjeito as
leis espeeiaes do correio.
0 administrador,
Affonso do Reqi Barret.
Gottspanbia aiwerk^Ka e ItrasilHnt
\k paqneies a *y r.
AW 0 dia 1$ do corrente 4* e,1^1*1.. j,w prvM
do-erte o vapor aenenaano Oh' n-j comwaai-
dante Slocuiii, o qual dapais da Ai'ialfa do cn-f-
Uiuie, segmra para o- portos do Itin > i.iU, ,ru vu
Bhi*.
Para Tretes e passagensv^r^ta-se hiiii os agonies
4aory Porster A C, ru d#"Gomiiii 1 > n 8
TflEATRO
Sant Antonio
3EHPZJL
Terij -feira 14 de abril
Qnarta recitatdo importante drama hisiorico do
mm. Sr.
Dr. Aftrlglo tuimurapH:
Niiiics Machado ;
Terminara o aspectaenlo com a pnmeira repre-
sentafao da inuilo espirituosa comedia era 1 acto:
A Smambnla.
Os bilhetes estie a vend a desde ja.
Aviso.
0 drama
\111ies Machiiilj
vai a scena soaente esta semana.
Principiara as 8 1|2 boras.
W$n MARTHMOS,
Pacific Steam !\avigati ROYAL MAIL STEAMERS.
Sao e9perados do sul os vipores abaixo men
eionados :
Abril 2i Britannia.
Maio 8 Joim Elder.
.Main 22 Galicia.
Taballa dag passagens dc Pernam-
bo co.
Para a Europa 1" cla>se 2" classe 3* classe
A Lishda 27 15 10
A Liverpool 30 20 13
Os menores de doze annos pagarao meia pas-
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crian
ca menor de ires annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas panes das pas
sagens de primeira .lasse ; e serao alojadas no
jalao da3 senhoras.
Criados pagarao passagera de segunda classe
Os camarotes nao devera ser considerados en-
gajadbs, emquanto a passagera nao tiver sid.i
paga.
Os pafsngeiros-que nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderSo metade
da importancia deltas.
Bilhetes de ida e volta (nao transferiveis) ^e-
ran roncedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os aompanharem,-e a pas-
sageiros de segunda classe, com uma reducgSo
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das pass.?gens ; os qnaes vale.ia > pelo espayo de
doze mezes calendarios. Nenhtima concessio ser-
fcita, se dentro do tempo especificado, nao se fi-
zer uso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
eada passageiro adulto ; todo o exce;so pagara
freie.
N. B.Nao sahirao antes das tres horas da
tarde.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
IiRUADO COMMERCIO-li
COMPA\HI\ Bit \S|| I'm a
^AVEGACA A VAPOR
PortM da narte.
Command an te cap I tao tc neate
Antonio l..arelxeira.
K" esperade Jos portos do ml ate o dia 17 do
corrente a sagn ira para os do none depois da demo -
do costume.
Para carga, encommendas, vslores e patsagens,
se no escriptorio da ageocia
7-RUA DO V1GARIO-.7
Pereirs Vianoa & C.
Agentes.
Rio de Janeiro
I'ara e indicado porto segue com poucoa dias
de deraora a uarea portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Hie -faha, trata-w comos con-
etgoatarios Joaqoim Jose oncalves Bel trio & Fl-
sbo, a raa do Commercio n. 5.
Porto for Lisboa.
Pfetende seguir pan os referidos portos, com
poncoe dias de demon, a barca portugueza Sova
Siimoio, de primeira classe, capitao Ferreir, por
ter a maior parte de sua carga prompta ; e para
a que Ibe falta e passageiros, para os qnaes tera
boDa-eommodos : trata-ae com os consignatarios
Joaquim Jose Goncalvtg BIUao A Filho, a rus do
Commercio n. 5.
Para o Porto.
Reeebe carga e passageiros o pstacho ponugnez
Lid4fir, que pouca demora tera. Trata-se com
E. R. fiabeilo & &, a roa do Commercio n. 48.
Pacific Steam Xavigati in Conipan}
ROYAL MAIL STEAMER
Arrnazens da companhia per
nambucana.
egnro. A companhia .pernarahucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos arrnazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
serva^ao das mercidorias depb^itadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tamfaem recolhera, mediante previo aceordn, ex-
clnsivamente os geueroc de uma :6 pessoa.
Estes arrnazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e asphaliados, isentos de
cupim, ratoe, etc., etc.
As pessoas (jue quizerem utilisar-se deates ar-
rnazens, pederao dirigir-se ao es:rip_tono da com-
panhia pernambucana, one achaiao com quem
iralar.
.DE
LIMITADA
Ifaccio, Pcncdo, iracaju
. e Itahia.
E' esperado ate o dia 22 no corrente o vapor
Gasttio de Orleans, o qnal segnira para os por-
tos awma no dia seguinte ao de aba chegada.
Becebe-se carga, passageiros e dmheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
________37Rua do Bom Jesus-57
Ljsb :a e frrlu
Vai sahir com brevidade a veleira barca Lisboa.
Reeebe carga e passageiros: a tratar com Tito
Livio Spares, rua do Torres n. 10.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\in vegar-ito costeiraa vaper.
RIO FORMOSO E TAMANDARE.
j'pera-se da Europa ate o dia 26 do corrente.e de
poii da demora do costume, segnira para Babia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para onde recebera
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes'das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14BHA DO COMMERCIOIi
COMPANHIA PKRNAMBUCANA
DE
\nvegneilo costeira a vapor.
MACE16, ESCAI.AS, PENKDO E ARACAJU'.
< vapor Mandnhu.
commandante Jalio,
segnira para os por-
tos acima no dia 13
do corrente, a? 3 ho-
ras da tarde.
Reeebe carga at6 0 dia 13 do corrente, encorn-
jiendas, pas sagens e dinheiro a (rett ite as 3 ho-
da tarde do dia da sahida : asjiiptork) no For-
ta do Mattos a. ii.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
*'avegacito costeira a vapor.
AKAHYBA.NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC-
TY.CRARX, MANDAnU, ACARACU' E GRANJA
0 vapor Pirapama
commandante Silva,
seguira para os por-
tos acima no dia 13
do corrente, as 3
horas da tarde.
Reeebe carga ate odia 13 do corrente. encom
jiendas, passageiros e dinheiro a freie ate as 2
horas da tarde do dia da sahida : escripto
rio no Forte do Mattos n. 12.
SOBJUDO DA lUA DA UNIAO N. 23
ffaje
H agente Pinto, aotorisado poruma a-f
nilia^ue mudou de residencia, levari i
I'-ilao os moveis e mats objectos acima men-
oionailos exfst'iitrs aro sobrado da rat da
Utri*" u. i'l.
-----
.Lei [ad

HOJE '" '
DA *
Jaaamtiintt- .inn r;Ao toda de amarello, envidrsca
4a. Hajoia it.- fazendas, denominada -Centra
Af-anVini'-o-Ma rua da fmporatnz n. 13, dlver-
s+'S iteusih-H p.ira otBcina de slfaiate
pe!o agente Aiartios.
'X'- 11 horas do i lir.
AJKA

LEILAO
.1 rtco san-
DE
miiv. is, louc,as, joias tuario e outros muitos artigos .
Quaita-feira 15 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No sebrado n. 50 da'rua do Bom Jesus.
I'm piano forte, 2 mobilias de faia completas, 1
dita dmaralio, 1 mesa elasiica,toucadores, eadei-
ras avnlsas, I rico faqueiro, jarros, 1 marquezao,
3 nurquezas, 2 espelhos graodes, dourados, 1
guarda-vestido, 1 guarda louca, mesas de pinho,
I bagatella, serpentrnas, t revolver, 1 mesa para
advogado, 2 aparadores, louca, trem de c zinha e
diirereales objectos.
0 sgente Hinho Borges, autarisado pelo Sr. J.
J. da Silva Pinto, vendera os moveis acima decla
radoa, os qnaes foram transpt rtados da Passagem
para a sobrado acima mencionado.
LEILAO
Quaria-feira 15 do corrente
As 11 boras da manba
No artnazem da raa do Barin do Triumpho, antiga
do Brum, defronte da saboaria do Recife.
Osgeate Bias, eompetentemente antorisado e
com assisteecia do Illm. Sr. consul de S. M. Bri-
tanica,' precedidas todas as formalidades da lei,
levara a leilao no dia e bora acima designados, o
resto de ii pi pas com sebo. que fazem parte da
carga da barca ingleza Nunnymede, ultimamente
arribada a este porto, em virtude de forea maior.
1=5=^
*p?!ft&
-tlLOEs.
Leilao
LEILAO
DE
raovei.', loucas, vidros, crystaes e i rico santnario
dourado
QUARTA-FEIBA 15 DO COBBENTE
A's 11 horas da mutha
Na Ponte d'Uchoa, sitio n. 39, proximo a estacao
da Jaqueira
A S A B E R :
Uma mobilia de jacaranda, com tampos de pe
dra, coinposta de 1 mesa redonda, 2 consolos, 12
cadeiras de gu rnicao, 2 ditas de bracos, 2 dilas
de balanQo, 1 sofa, I mobilia de faia, completa, 1
guarda vestido, 1 guarda roupa, 1 commoda de
jacaranda, 1 relogio de parede, I dito de bronze,
quadros com moldnras douradas, 1 mesa ingleza
para esjrever, com cadeira de bracos, 1 mesa com
machina decopiar, 2 baueas para jogo, 1 mesa
elastica. marquezas, camas de ferro, cadeiras para
sala de jam t. 1 guarda-comidas, espelho, touea-
dor, mesas de louro, cabides, quaninheiras, 1 me-
sa redonda de Jacaranda, banheiros, 1 apparel ho
de potcelana d urada para almoco, i dito rico
para jantar, I paliteiro de prata, calices para
champagne, ditos para vinho, copos, fructeiras, t
porte-creme, diversas garraf s, tapeles iarros, va-
sos para flores, machina de coslura, candieiros a
gaz, Gguras pares de lanternas, e oulros muitos
object'is da uso domestico.
0 agente I'mho Borges, eompetentemente auto-
risado pelo Sr. Augusto Cesar de Abreu que se
retira com sua familia para a Europa, levara a
leilao os moveis, loucas e inais artigos acima de-
clarados.
Havera um trem expre^so quepartira da esta-
jiio do areo de Santo Antonio, as 10 1|2 horas da
manna, para conduzir gratis os concurrentes do
leilao.
Agente Dias
0 vapor Coruripe
commandante Santos
seguira para os por
tos acima no dia 15 do
corrente as 9 horas da
noite.
Reeebe carga, encommendas, passageiros e di-
aheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattof
O. 12.
0 Blm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico quo no dia 16 do cor-
rente mez, perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria se ha de ar'ematar, a quem- por me
nos fizer, o forneciraent) de alimentacao e d etas
aos presos pobres da casa de deter.cao, no trimes-
tre de abril a junho vjadouro, servindo de base a
arremataclo os precos das tabellas abaixo trans-
criptas:
Dietas
N. 1 380.
N. 2 400.
"* N. 3 640.
N. 4 400.
N. 3 400.
Sera tambem fornecida aos preso^
portam-ia de 120 rs. em quanto osla or--
moco, e na me'rns proporcir-
E para C'n-'ir, e ir"-' _, ats
pelojomal.
Seer 'jr i ..a ,,
namh-jiM J
yj re..
Companhia Franceza de $mp
^oayapor
lAnha menscd ent/re o
Havre, Lisbon, Pernambneo, Rio ttr
Janeiro, (Santos, sosnenie na vol
ta ) Montevideo, Bnenos-Ayrea,
(com baldeacao para oRosarioi
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
CoiUiiianilai.Jo A. Flinry
E' esperado dos portos do suf do dia 20 do cor-
rente em diante, seguindo depois da indispensavel
demora p r o Havre com escala por.Liaboa.
Para iKi..s, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
08 COMSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
i i Co.QinercioEntrada peia rui
do Torres,
DE
44 caixas com m issa* italianas e diversas caixas
com cebolsa
TERCATEIRA Ii DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MAXBL*
No armazem do Sr. Annes, defronte d'alfandega.
U preposto do agente Pesiana fara leilao, por
conta e risco dc quem pertencer, de 44 caixas
com massas italianas e diversas caixas com cebo-
la=, para fechar contas
Hoje
as 11 horas.
No armazem do Sr. Annes, defronte d'alfandega
LEILAO
DE
Moveis, louQa e chrystaes,
A saber
Um piano forte do bem acreditado fa-
bricate Henry Herz, 1 mobilia de carvalho
corn pedra marmore, 2 espelhos ovaes, 3
lanr^as para cortinados, 3 pares do cortini-
dos de crochet ( n-vos ) 2 ettsgers, 2 figuras
finas, 4 pares de jarros para flores, 2 escar-
radei-as, 2 serpentinas, 4 castir;aes e man-
gas.
Um lustre de chrystal para gaz, 1 taprte,
forro da sala; e 4 quadros.
Uma cama franceza, 1 guardavestido, 1
mesa de cama, 1 commoda, 1 santuario, 2
lavat rios, 1 marquezao, 1 cama de ferro
p8ra menino.
Uma mohili de palha, cadeiras de ba
lango,- banc-s.de jogo, candieiros a gaz.
vazos para Cores, 1 secretaria de mogno.
Uma mesa psra jantar, 1 guarda-Ionja
envidragado 2 8pparadores com armarios,
2ettarfc,jrs com espelhos, 12 cadeirni, 1
lustre de gaz ( 2 bics \
vidros e ciirj'staes, 1
V- rr.f.Uic i\
1 jardineira, 2-t ,3
deiras de brajos a f* de<^
france s dc jacaranda, '
2 espelhos ovacs, 2 se
vo para forro de saL.
c faqueiro de chrystot.
LEILAO
DE
moveis, lougas, euro, chapeos do Chile, es-
teiras para sula e 1 piano de armario, de
jacaranda
QUI.NTA-EE1RA 16 DO CORRENTE
No primeiro andar do sobrado da rui do Marquez
de Olinda n 64
ai 11 horas em ponto.
O agente Dias, competenterrente autorisado,
vendera em leilS'', mobilias de jacaranda com
'ampos de pedra, ditas de amarello, piauo, secre-
taria, guarda-louca, commodas, camas francezas
mesas elastica? de 3 e de 6 taboas, hercos, cadei-
ras -avnlsas, santuarios, cadeiras.de balango, mar-
quezoe.s, marquezas, I mesa propiia para advoga
do, I cama de ferro para casal, 1 toilette de inog
no, qnartinheiras, cand:eiroa gaz, jams, espelhos,
e mnitos outros objectos de gosto qiie serao pa-
tentes no acto" do leilao. _________
Grande feira
s6 os objectos acima decla-
rados, como muitos outros
que estarao patentes no refe-
rido dia, ao corref do mar-
tello.
.
IML

DE
moveis, lougas, yidrjs, crystaes, I eofre prova de
fogo, 1 machina para curiar fumo e diversas
mluuezas.
Quiuta-feira 16 do corrente
as 11 h rat*dam- nr-a
iNo armazem d-: ngori<:ia tli ieilo :s da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 1 mobilia de
jacarmda, com tampos de pedra. I dita de faia, I
dita de amarello, 1 rico santnario de jacaranda,
1 guarda roupa de amarello, I guarda vestido de
dito,.I toilette de jacaranda, com tampos de pe-
dra, 1 cofre inglez, prova de fogo, 1 machina para
cortar fumo, diversas miudezas, 1 fraque de pan-
no azul, novo, marquezas, marquezoes, quarti-
nheiras, cabides, 1 mesa elastica de 6 taboas, 1
dita de 3 laboa?, cadeiras avulsas, sofas de ama-
rello e outros mnitos objectos que se acbarao pa-
tentes no acto do leilao.
QUINTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
A'a 11 horas.
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. II.
Pelo preposto do agente Pes-
tana.
LEILAO
DE
bonx movetft. flnos chryptaeii. lou-
ca. porcellana, candieiros a gaz
obras de ouro < prata do Porto.
A saber :
Um piano forte de Pleyel, uma excellente mobi-
lia de jacaranda com 1 sofa, 1 jardineira, 2 con
solos com pedra, 4 cadeiras de braco, 12 de
guami'.-a'.'; 2 cadeiras de balanco, 3 candieiros a
gaz, .4 castii.aes e mangas com pingentes, 4 jarros
nnos para flores, tapctes, e escarradciras.
Uma cama franceza de jacaranda. 1 toilet, lea-
bide tambem de jacaraoda, 1 lavatorio com pedra
e espelho, 1 excellente commoda de inog.no,! guar-
da vestido, 1 marquezao.
1 mesa elastica para 24 pessoas, 1 guarda
louca, 2 apparadores, 1 marqueza, 12 cadeiras, 1
porta relogio, 1 apparelho de porcelana para jan-
tar, 1 dito para cha, copos, calices, compoteiras,
garrafas de fino chrystal, 1 quartioheira, 1 lava-
forio, 1 moinbo, flandres, potes, trem de cosinha
e muitos outros accesorius ae casa de familia.
Differeniei obras de ouro e prata do Porto, como
sejam : 2 aderecos, 1 relogio, salvas, paliteiros co-
I hares e 1 faqneiro de prata do Porto.
Sexta-feira 19 do corrente.
\o 1. andar do sobrado da rua do
l.iuainciilo X" ZO
Antonio Ferreira (Jomes tendo de fazer uma via-
gem a Europa com sna familia, f;.r;i leilao, por in-
tervegao do agenie Pinto, de tod<;s o? moveis c mais
objectos de casa de sua resideneia a rua do Livrar
mentp n. 20, sendo que dua'casa dofde ja pf'de se
aland*.
0 leilao pricipiara as 10 1/2 horas.
LEILAO
DO
Ya;ior Duke of Edinburgh
iuglez
\o Agente Ferreira
So Part, na P; Hie de him
voder-se-ha impreterivelmente por conta
de quem pertencer
O najss, ii'-'co vapor
A RODAS
I'tikc if ErfUlUtgl)
sonsirnido em Abtrdecn em 1870 eiu um dos pri
meiros estabeleeimenlos de te genero u'aquella
cidade.
I'ein ill pes de comprimento, 19 de boeca e 9 de
ponlal, meiimdo i2C tuneladis iu^iezasnu 16i
brasileiras
E CARREGA CEIICA DE 7,000 ARROBAS
E' de ferro stdidaroente construido, tern boa
marcha e exeellentes accommoda^des para passa-
geiros. Sua maehina 6 de forca de 60 cavallos
tiominaes on de 3 Este bello vaso qye muito se presta pa'a
conduc'rib k ga lo
e sobre tudo excellente rehocador, como tal ja co-
nhecido, e esta prompto a'navegar. 0 invent*
tio sera annunciado alguns dias antes da veuda
e pode desde ja ser visto em ca i-iantes, ou a L.irdo do dito vapor quo se acha
fundeaJo defronte da igreja de Saut) Antonio.
0 vapor pode ser examinado em qualquer dia.
I'ara mais iufonnae,6es pederao
ilirigir-se aos consignnl ariti
Samuel G. Pond & C.
Attencao
Avisase ao eoojoraior do escravo ffeuriqua,
que Salvador Maaoel de Siqueira Cavalcante nio
podia vender dito escavo, por ser elle pertenr-m.-
so cssal do major Salvador dos Santos Jaonteiro
Cavalcante, e corao tal, a venda do dito ettravo e
nnlla, eomofliellwr se demonstrari mn-ioizo.
PENHOHES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 27 pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
ri hores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
ff compra-se os mes-
:Jj mos metaesepedxas.
J CiiRsaltoria medico
!
!
I
1 CONSULTOBIO g
I MEDICO-CfRMKGICO *
0 no W
H Dr. Pedro d'Athftyde L. Moscoso Z
P.ARiEl 0 E OPEKADOR
SfKaa do Visconde !- viltiiqiu-i -^
DO
Dr. Murillo.
RUA OA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, i.iide fre-
quenton os hospilaes de Paris e Limdres,
pode ser procuradn qnalqner hoi a do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissio.
Consultaa das 6 .hora< da maohi ae 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES.
Moiestias de senhoras, da pelie e de
crianea.
m
0
m
m
que n. Sit.
ESPECI\LIDUiE
UoEestias dc senltorus c
naeninos.
'"onsultas das 7 is 10 horas da ma-
13t nha. todos os dias. U>_
,j> Das 6 a.- 8 da u.-ite na< segundas, quar- a
S tas e sextas-feiras.
W Os dnentesqne manda--em os seus cha- 9t
an mados por escripto at 10 iioras da ma. K
^ nha serao visiiados em suas casas. ^J
ill.
Aluga se um sitio no Chacon, perto da estacao
do caminho de ferro, tendu boa c.isa murada,
fructeiras, banhos, etc. : a tratar in AlfreCo
Garcia & Irmao, a rua da Cadeia n. 48.
Irgcnria.
Sao chamados a ri.a Rnqne de antiga do Queimado, os seguinies teihores, a ne-
gocio qne Ihes diz respeiio :
Dr. Dias Fernandes (meuicuj.
Dr. Corte Real.
Dr. Leopoldino Ferreira N?artins Ribeiro i
Cosme Damiao dus Santos.
Antonio Gomes Cordeiro d.- M llo.
Era~mo Antonio Cordeiro de .v.illo
Joao G. Rodrigues Franca.
Jos6 Francisco Bezerra Cavalcante.
Domingos Aoftriehano Hafra.
Antonio dos Santos Mello.
Osvalle Liovildo P. de Ma.eeto.
Hnnorato Jose F. de Oliveira
DE
idellas, lo.rJoa,
"e parede.
", m i soV,
- Ca-
pianos, mohilias de varias
madeiras egostos, guarda
roupa, camas francezas,
ricos quadros (entre elles
alguns sacros), lsantua-
rio, vasos de phantasia pa-
ra cima de consolos, um
par de brine-os, [com bri-
lhantes, um relogio de ou-
ro, com corrente, latas com
presunto, objectos de ou-
ro e prata, relogios de al-
gibeira, de cima de mesa e
de parede, urn kte de p s-
s ros cahtadorej, lanter-
nas, louga para almoco e
jantar e infinidade de tras-
tes avulsos e objectos do
uso domes'ico,quesetor-
na enfad nho especificar
Oiiinta-feira 16 k cmwte

ua l'ftf<,'?
^rt'
8oo:edade recr harrnonia
Por* ordsm do Sr. presidente tin Bomfdad -t-
dos os senhores oci-'h para s>- rrinirem ein as-
semblea geral, i|oru feira l-'i lo corrente, as 7
boras da nortn, ns >al5es da nesma st.cieibde;
afim de tratar-se a be.n da iii.xna.
rredericode Sanl'Anni
______________________1 se'ietari>.
Collegio de S. Seb .stiao para
o sexo feminino
A abain assignada scientifica aossenliores pais
de familias e a qnem mais ennvir uowa, quo as
aul.i> de >eu collegio c niinuain a lunccjooar em
a easa da rua itmila n. 36, 2 and t.
____________Manoell.i Augu-ta de Me"o [{.-co.
Aluga-so a ca-s dos ie5-s U. 18. co:v. cultl-
modi,-. |>ara familia, sita a rua do ilorou-l La>m-
nil.; (.uitiga d -s Prazer-s).
.11 ILJ UU r,
AOS APUKCIAUORtSJ)0 CAKE DO CEKHA.
\- n le-se cafe do Ceara de primeira qualidade
pelo barato prego de f/000 o kilo, e assucar reli
ado de primeira qualidade a 300 reis o kilo : na
nii'iacioda rua do Rarg-| n. i3.
CONVTfE.
,0,
, p
na.-;, 1 V
) 1
mu,
no meio
NA
16-Una (ii*mm;
0 -entt
-.
P*
Martins vende-
do Hver.sos, f
J.>.-e Caetano Martins Vjpjra eonv'da a todos os
senhores socios pertencente? a Sociedade He.-.eii
cent s dos Cigarreiros, a comparecerem a roa lar-
ga do Rosario n. 6, l andar, no dia 19 do corren-
te, aflm de tratar-se negocio tendente a mesma.
Outrosim, convida a todas aquellas pessoas qae
qoizerem fazer rarte, a-comp.irecer.
r.ttenQao
Avisa-se pela nitima v. -
.queira Cavalcante,
do mnndado <1e |r*d
do commercio d>-"-.
passar pe!. '--
am .>;;
ejsi", .ii'
b'
CASA DA mm
AOS 4:000,4000.
BILHETES'IJARAYTI DOS.
1 nto Primeiro de Mar$o (outr i Cn-.&po; n. 23 e casas do cosiu no.
0 abaixo assignado tendo vendido tali sens fe-
llies bilhetes, um meio n. 2368 com 4:(>00f, um
moio n. 262 com 700 um iuteiro n l Kii com
200$, um inteire n. 931 com 100$, nm meie n.
322 com 1005 Mratras sortes de \0$ e -0$ da lo-
teria que se acabou de exirahir (01"), t nvida aos
possuidores a virsm rcreber na confer;..idade do
costume sem desconto iigtira.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garanndos
la 8* parte das loteriaa a beneflcio da matriz
de Jaoojtao (931), que se extrahira na ter^a-fei-
ra, 14 do corrente mez.
PRECOS
Bilhete ioieir > %%<
Meio bilhete 2$0XHi
EH POR^iO DF. 1 OOJMJOO PARA <. 4k.
Bilhete inteiro 3<;h- >
Meio bilhete [$7t>>)
0 Sr. Domingos Antonio
Ribeiro B stos
pnei-a-se fallar com este senhor para negocio de
Pulseiri perdMa
I'erdeu-se, <|u ning.> ?i d cor re ite. ami pnlsei-
rs ile crianija, de ouro com c u-.ies e reqnififes,
le-de a Passagum da .Vag lalena ate ao arco de
Nossa Senhora da Conreicao do Recife, ou d'ahi
ate a rua da Aurora em Santo Amaro. Roga-se
o especial obse |uio a quem liver acnado de leva-
la a rua do Barao de Triumpho (antiga do Brum)
n. 92, armazem de as>u ar, que recebera- a graii-
ficacau de 20^000. ____^_______
Aluga se o sobraio de um andar e loja, a
qual torn proporc/ios oinvi-a de negocio, sito no
largo da ribara da freguezia de S. J'-sd, n. 5 ; ad-
vertindo que ta.nb-in se aluaa separ.idamente : a
tr.star no inesmo acima referido, ou no pateo de-
> 'edro. sobrado n. 9
- 0 .thai s i iiis r':i: !> fiz s.-i-nfe ao Sr. M.
BuUsi n c mi r-ttahc.'o.-iuic-at.i a rua da Imperatriz
a. o'-i. .|ii- ,.i i den it hilnele n. 716; e por isso pre-
vail .. iwira :i. > .a, j ; .i'l -ct a qne o m'S-
mo bilhete sc refere, senaoao mesnm abaixo assig-
nado.
Recife, 13 de abril de 1874.
Pedro Aff >no de Mello
Alnga-se metade de. uma casa, na Capunga
Velha (Quatro ^auaV') n. 16 : a tratar n* mesma,
ou na rua Duque do Caxias n. II, segundo an-
dar. --- -
Sr. Salvador deSi-
a\\o tern zombado
a si teiu do juizo
Sa nao qmzer
i, manie ,
. Aqilil.iia e
0 ^0 acluiili oh pu
Vcs Dr.
01'
Atteiigao.
Trtcisa-se ccm urgencia de uma am,: !a
leite, que seja s^dia, o que tenha bom a
abundante leite, para tomar conta de uma
ctfcn$d de -lia-. dando se preferencia i mu-
Iher do aiat^o ati-. rmis, estiver nestas
circuuistancias appci ga tio (i.* uuoi d'.-ta
typographia pita tratar.
x, u^Mvai*/ Y^ '" JOlUli I till' i ,_
objectos de casa. de fsmih- ^jSteiWes n iaj GOfa iUg C ..Cima, Rfl
iuS.
vijo
Os abaixo assigoados faz sciente ao roinmer-
flio, que desde o dia 21 de tuarco iiroximo passado
se p-tjfieleceram de sociedade na tavurna da rua
ugai Imperial n. 133, a qi I gyra sob a firms de Mar-
(" pies4 lrni?o. Recto, M H-i-b-'l e 1874.
I Anto^._ >.aiq;.i-s de Oliveira
I Jose Marques de Oliveira.
\..
)
.


\
^V
x*


3:ano -S>-
y



r
'
Acabam de ohegar mtito bons planet lortes e de
elegantes modellos, dos mais nottveis e b. m en
ohecidos fabricantes; como *JJain : Alphonse Ik
donel, Henry Hits e Hleyi W..IIT (1 : no VanTir
France*, *rua do Mario va n. 7. aprfCj* inuito con inudo.-.
Mobilia de vime.
Cadeiras de bal; BOO, de bi acn. de guarni^iks,
sofas, jardineiras, mes.-s, conversaaeiras o custu
reiras, tado isto muilo bom por serein fuitw e
leves, eos mais proprios raoveis para saletas e ga
binetes de recreio.
No aroaaaem do Vapor France*, rua do Barao
da Victoria n. 7. outr'uaa Nova,
Permmarias.
Finos extracts?, banhas, oleos, opiata e pos den
triflce, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavaode, pos de arruz, sabone tes,
crosmelicos, muitos artigo deiicadoa em per lama
ria para presentee em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanbos
d'agua de Cologne, tado de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez. a raa do Barao
da. Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
&rtigos de differentes gastos r
pkantwxias.
Espelhos, leques, lavas, joias d'oaro, tesoarinhas,
eanivetes, caixinhas de costura, albuns, qaadros,
e caixinbae para retrato?, bolsinbas de velludo,
dita de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eeulo, per.cinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para larrternas, mala?, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magioas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de pa pel para HlominacSes, macninas de
rarer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
aecordaos, carrinhos, e bercos para crianra?, e
oatras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to-
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tado
a precos mais resumidos qae e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barlo da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
a 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqaeira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9?*W00 (a escolher) pr ter vindo grande
quantidade por conta e ordern dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez. a rua do Barao ds
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPAT1NHOS de phantasia com salto, brancos,
nretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro,-de deversas
qualidades. <
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras:
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Pirecisa se alngar urna preta de meia.
JJape: na rua do Ouro n. 71.
ESCMVO FUGlDO.
Desappareceu ao auianhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose1 Rorges, mestre de assucar,
lendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
aos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe e?querdo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
ipprehender lito escravo e leva-lo ao referido en
i;enho, oa nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, quo serS" generosam^n-
ie recompensado3.
Dloleqoe
____________
recisa-se'J* am motaiue de IS a 15 anno?,
fiel e ili-igo.ito, p ra s.-rvi ^uva ii. lit. 1 and.ir.
Aluya-fe ii-ua cakk U'lnta, uoj Lutrlbos, a
ruad'is Prazervs : :\ traijr u> :i" anlar do sul>ra
do n, 'M>\.i rua .l;;s 'Viuks.
lingeiiliu p ra jirrtMiiar-se
Arr-'iida-s......ijit'nh*' A'mJafitr i.i f'.j:i! tia da
E>caJa, uisiatik'. da i.-.-iai;aa dg rre.\- nas Uua Ie-
goas de bons ca nirihos : quern pretender, dirija-
se ao engenho Amaragy, atratar com a Exma.
Baroneza ie Amaragy, ou. a. est praca a rua do
Visconde de Inhanma a. 7, a tratar com o Dr. Lau
rino de Moraes Pihbeiro. .
Devedores.
Os propri.tarios da Confaitoria do Camp s, 1,
rua do Imperador n. 24, pedem aos seas devedorea
Sue tern sido remissos, o favor de virem pagars us
ebitos ate o dia 8 de abnl proximo viadouros
avisam aos mesmos qae se ate aquella data nao e e
tiverera saldos, verao seas names neste jornas-
sem distinCfio de pessoa alguma.
Permuta-se por um terrenoou sitio nos ar-
rebaldes desta cidade, duas pequenas casas de
padrae cal sob ns. 22.e 24 a rua do> Pocos, fre-
guezia de Afogados, com duas salas e dous quar-
tos cada uma, vinte palmos de largura sob cin-
coenta de funde; a quern convier, trata-se na rua
estreita do Rosario n. 17, 1." andar.
Casal de escravosfugidos
Aasentaram-se do engenho Boa-Sorte, comarca
do Limoeiro, done escraves raando e mother, sup
pde-se ter em vindo para o Recife. 0 escravo tern
os seguintes signaes : cbama-se Sauirnino, cur
parda, 40 annos de idade, pouco mais on menos,
estatura regular, barbas crescidas, posto qne as
pode ter raspado, pois qae e uuito disposto e la-
dino, rosto comprido e magro, qaeixos grandes e
bocca um tanto funda, cabelfos regnlares para
mulato, teve ha pouco tempo uma enfermidade no
dedo pollegar da mao direita que aioda apparece,
e tern falta de deotes. A es:rava chama-:e Vicen-
cia, tambem mulata e descorada, am poaco baixa
do corpo, rosto descamado cabellos mais aperta-
dos do que os do marido, p4s grandes, peitos cres-
cidos, falta de denies, e represents tambem ter 40
annos : roga se as diversas auuridades policiaes e
capitaes d campo a apprehensao destes escravos,
e participarem ao correspondente do proprietario,
na rua da Cruz do Recife n. 16, armazem
gratificara generosamente. _____
Com mm umkti!!!
Pedese ao Sr. Lourenco- Laurentina Cesar
de Menezes, professor em Nazareth do Cabo, o
obseqnio de vir a rua-do-Livrarmnto n. 20
que
NURTMENTO
MED IC 1 8 A
Preparado pot
Lanman & Kemd
para thi jiaca
toda a qualidadt
de doengas, quer
sejana garganta.
peito ou bofes.
Expressameiitt
escolhidodosme-
lhoresfigadosdes
quaes se extrahe
o oleo no bauoo
da Terra Nova
purificadochimi-
calmente, e suas
ivaluaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtodr
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro. 1
Este oleo terc
sido submettidc1
aumexamemui-
to severo, pelt
chimico de mais
taiento, do go-
verno hespanboi
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a couter
MAIOR PORgAO ft'lODLNA
io que outro qualquer cd60, que elle ten-,
-xaminado
IODINO UMPODER SALVADOR.
cm todo o oleo tie figado de bacalhio, e na-
quelleno qual oontdm a maior pcrgSo desta
iBvaluave! propnedane, e o uniro meio |*n
curar todas as d< erif^is de
GARGANTA, PEITO,BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, cattiarrho,
tosse, resfriaTienlos, etc.
Una poucos fiascos dh i^rnes ao muito
magro que seja, Hnrea a vigta, e da" vigor
a to:lo 3 corpo. Nonhum omro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencu, da" taatr
nutimento aosysiem., e inr-.-nmodandoquasi
uad a o estomago.
Aspessoas inja orginisit^So tern sido des-
truida pelas atTec^oes das
rSCROFLLAS <"(.' HUEUM VTISMO
eUjdas aquella^ i;aja digfestSo; W 3cha com
in "Mada. ifivfii i.iuar
i. I it'.ADu D HAt)
pi-;
1 V"\U & KEMP

H-ta do Marquez de Olinda-24
'.ffjiiina do bceco Larga
Pariicipa a seus freguezes e amig(>s que mudou
o sea estabeleoimento de relojoe'ro para a mesma
rua n. 21, onde eneentrarao um grande sortimento
de relogirs de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualida'.'es, patentc suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de euro, plaqnet e prata, lunetns
de tod?s as qualidades, tudi> por precos muito ba-
ratos.
~ ALUGA-SE-
nma casa na Capunga, rna das Peraambucanas,
win coxeira e quartos lora : a tratar na rua do
Vigario Tenorii.- n. 31.
TOND1
RUA DO
(Passando
DO BOWMAN
H. 52
u chaf'ariz)
|'l>rW..\) V<.^ *>-<\U'tr>* A* -re* 4d iu
ait.stuo o Uvu: ue Dm* visiu a sou ealwWili'.nu^Md, ptt \ereoi o nou koniuieott
omplet qne ahi tem;' se-"1n todo soperior n qualidade a forlidSn; o qne com a in*
er^Io pe?p >al p'ide-se verificar.
ESt'ECIALATTENgAOAONUMtROE'LGGAR DE SL'A FUNDICAO
\FaY\r\ra* a rnrlas A*HCf\1L d"8 a,," "o0,10"101 iyetema e em ta
vapore"*0 rUUiW U ttgua maohos couveuientea para as divertac
ireomatanciai dos senhorea proprietarwa e part descirocir algodio.
Hoendaa de canna JJS ot Um,nh0'' M:melhor6, ** ^
Stodas dentadas f'*-.p'w
raiTfts e ferro fnndido, batido e de cobre.
ii mbiqnes e fundos de alambiqnes.
TaA;nlomna part mmdioca e tlgodlo.l Podendo'todoa
HaLrUxliiSUlvo e para cerrar madeira. Tser movidoa a mio
r)UIUUaS de paMnte, garaniidat........ joa animaes.
Codas as maehinas pw"*^*p'?dM'-
i?a qualquer concerto de-,chWMW' ~-^..
?ormas de ferro
^ncommendas.
1
33
>
Cimslnirinr emii^FVe piitiN

e afati.ala* wm \".t\A i il-
oa
f anikm director das oflln-
aberto sua casa de
Ex nlinador da? uitiga'
casa Alpluiiise Bi<>iidtl.
Tern a honea i[eietiarart a.' rc.-'|'( i! >vel publiC'i di.-=la cidada, que turn
aancertos e arinacflts de pianos,, qualquer que seja o es'ado do in-trumento. .
A mesma ca^a acaba de receber um grande sortimento de pianos do? melhores fabricantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri JJerz e Alphonse Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troea os pianos usados.
-------
49 Rna do Imperador 401
C niciro
DG
Sirndes f C.
Acabam do receber pelo vapor ilcndoza :
Riqofssimoff cortes d g'.rgurao de seda lisos e
com lislras achamaloiada?.
Ditos de linho para veslidos, i-nntendo cada cor-
te, o necessario-para sea t^nfeite, como seja-".
franjas, tranca?, totde?, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Prim iro de Marco n. 7 A.
Silio oa Arraiia.
Alugase um sitio no Arraial, proximo a esta
cao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
les casa de moradia, tendo os stgumtes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozinlia externa, terra-
co, casa de banho e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma oulra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beber
e urn torn quintal por curamodo- preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, t. andar.
Sr
1
iENHO.
Arrendase ou vende-se os engenhos Machadc
uo Estrella, junt- a cidade do Rio Forraoso, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojnca ; os preten-
dentes acharao com qnem tratar no escriptorio da
companhia do? trilhos urbanoe de Olinda, ou na
rua Daaoa de Cazias n. 30.
Traspasso de casa.
Traspassa-se ate 31 de agosto uma grande casa
oa povuacao de Apipucos e com muiu>s commo-
il : a tratar no i* andar do sobrado da tra
vesea da rua do vigario, n. 1, escriptorio.
Roga se a pe>soa que pelaj rnas do Coronel
Suassnna, Alecrim. Concordia pegoo um manso
enrrapiao, (passaro) fugido seguhda-feira, 13 do
corrente, o favor de o enirepar a rua do Coronel
Stiassnn* r. !82. qae sei a generosamente recom-
pensada.
tem as melhores e mail baratas exiatentes no mer-
eado. .
IncDmbe-ae da mandar vir qnalqaer machinismo i von-
tade dot clientea, !embrzndo-lhei a vaotagem de fazerem
osa eompras por iotennedio de pessoa enteodida, e qne em qnalqner necesaidade pod(
^t preetar anxilio.
inics americanos ****&****
RUA DO BRIM N. 52
PASSANDO O CHAFABIZ
UNDICAO DE FERRO
?>
\' raa do Barao do Triumpho (ma do Brain) ns. 100a \M
CARDOSO IRMAO
AVISAM aos senhores de engenhes e outros agricultores e ao publico em geral que
continuara a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macbina 8 ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais raode'nas e melhor obra qre tem vindo
/o mercado
V tlpOres l^e for^a de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado.
L/3)ll6ir3iS de sobresalente para vapores.
HOeiiaaS mteiraS e meias moendas, obra como tranca aqni veio.
1 aiXaS ilUndlaaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOaaS d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
ttOQaS dentaaaS de todos os tamanbos e qnalidades.
Relogios e apitos para vapores.
tSOlTlDaS de ferro, le repucho.
AjaclOS de diversas qualidades.
Formas para assucar, grndes e pqnenas.
VarandaS de ferrO IUndido, franceias de diversos e bonitos gostos.
r OgOeS IrancezeS para lenha e carvSo, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
-Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Mh china
Valvulas
Correias inglezas para miubiniSmo.
I oanCOS e SOias com tjtas de madeira, para'jardim.
I vOncertOS C0I,certam com promptidao qualquer obra on machina, para o qae teen.
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOniniendaS mandam vir por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
j com urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentat
litas maehinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
ftuacb Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
__________'-' U H D I C A O D E CARD OSO & IRMAO-
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIBEiROS
Premiados na exposicao de 1872
^f3f^
Ha neste estabelecimcnto o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Ojlerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadoros dos
bons pianos s6 encontrarSo nesta casa.
Recebem-se pianos u^ados em truca.
Concertam-se e afinam-se pisnos.
Tambem avisa-se aos Srs.
conceitadores de pianos
qne ha sempre o mais completo sortimento de materiacs para enncertar pianos, cor.. >
s8o: cepos, fqlha para os mesmos, cravelhos, parnfusos, Castor, r3mursa, coruas,
marfim, etc., etc.
49 riii iMtijiiPi<::i&

OR 49
REDUCCAO -D
FABRICAS DE CHAPEOS
DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao E8QUISA DA G A M B O A DO
Z

M
E
O A K .11 O
para jardim.
para mesa e banco,
para gelar ?gua.
para bomba e banhtiro.
Rua Duque de Co-'iaB n. 6-L
Os proprietarios destes estabelecimento^ p,,,ticipam ao rspeitavel publi'-o, e a seus
freguezes, que teem sempre um comply,, e .-aria.lo sortimento de itoapcos de sol de to-
das as qualidades o tamanbos ; tcn_;,0 res0|viJ0 fazer n ducc.Ao nos precos ilos mesmos,
e acham-se em condicoes de p visto reccberem todos oe icus artigos em direitara, c achar-se um dos socios na Europa,
percorrtndo as princ'ipaes fabricas.
Chamam a altencao dos senhores logistas pira visitarein scus estflbelecimentos, e ;i
vi.-ta dos precos e boas qualidade? dos artigo, nao deixarlo de comprar.
^3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qu lidades, com promptidao
e a precos modicos.
41 Rua do Imperador

0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimcnto, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, t o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todnsas irep.-racoes, aceio e modicidade nos p:ecos,
compativel com ette genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande retnessa de pharmacia homenpnthica de J.
Epss & C, de Londres, composti de medicemen'os, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e depds c-specia-s para denies.
Tem & disposi^ao dos amantes da hemeopathia a excellcnto, obra do It. .Mure ic-
lico do povo, jd em 3.a edigao.
Tem carteiras de globulos e tintnras de 12 rcedicamentos ate 120, ii escolha do com-
prador.
Plumeria, para mordciura de cobras
Seracena I
(Para bexigas comoprcservativo.
Chocolate homeopathito.
Cafe ho n< opathico.
RCA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
!. ANDAR.
RUA
DA
IMPERATRIZ
N.r82j
1. ANDAR.
Vaccine
China cruzeiro, para inter'mittenles.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia.
Tintura mai d'arnica, para contu-iOes, car-
tes, etc.
A CHEGARF.M
Elor d'araruta.
P6s para dentes,
ingli zes.
*eric6, para rhenmntitmo.
Matta ma I ta ou jaboti," para
tomes.
Espirito
ra.
de Hahereman
on
de campho-
Cactuc grando fldrus para pneumonias e
molestias do coracao.
Em tempo,
"' Lament*
' l OLEO
Oinstmrl? .in ahnixn njgnado qaealgaem lorn
ido ou maniiadii ver eoi iii-isos estabelecimentos
de armgos V&tu ot'jectos n"ado, nio so em seu no-
me conin no do pess a? de sna familia, declare
pelu preente. como ja o tem feito particularmrn-
te, rjue *6 se obrig^ nor dividns contrahidas ob
az flrma. H.- -if.-, I i de abnl de 1874.
/ose Gabriel Garneire da Cunha. .
Perdeu-se um perfiien cnbriilho eooleudo
113 ionheeimentos de ta.xas de escravos da loj.i da
raa do Queiniado n. M ate a., lim quem o ajhou qtunrfl lda-lo a meisraa luja n. i-i,
que sera reconipensiKM.
.Ui
... 13,
cai.. .
ullnda n. 17.
ca.^ "ii ih' tarn
'a* r la
Aqnihv
-- v k
13 ile uril
iara c Acabam de reformar o seu estabeleciraento, collocando-o nas melhores con-
dicedes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
iiiillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se eabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mu'lares* (lores, bouquets e to lo e qualquer trabalho imaginavel era cabello.
O estabeleoimento acha-se provido do qne ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directaraente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de naodas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeijio no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
E' baratissimo
CORTES DE ORGANDY COM 13 A 15 METROS A 5&000.
Alpacas le cores com palma de seda a 400 rs. o covado
Na rua Primeiro de marco n. 13, loja das columnis, de Antonio Corroa
de Vasconcell* s, vende-se lindos cortes de organdy com 13 a 15 metros,
acompanhados dos competentes figurinhos a 5^000, assim como alpacas
de cores com palma de seda a 400 re o covado.
Opodeldock d'Aruica.
DitodeRhus )
>para rhematismo. .
Dito defiryoniaj
Acba-se constantemente d testa do estabelecimenle e inspec ionando todas
paragots o Sr. Dr. .lesuino Augusto dos Sautos Hello.
C0KSULT0RI0 HOMEGPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e anoite at6 9 horas
aos pobres.
as
pre-
am
Um sitio n^ trave3sa- da Crur das Almas, perto Tendo aoontecido um desarranio na ma
das estajoes da TamarineV'a e Jaqueira, com ex- ch;n. dfl Pin n cellente casa de virenda nova muil commoda ^', ae 8el. s tftbneantes vem por meio
e aeseiada : lendo 2 saias, 6 fiuariir*- e t6n ^ ?, P descuIPa aos seus freguezes pela
easa, sala de eneommar/fiu^.'10 k ^ falta ^ue lem havido nestes dias ;. e=perarn
zinha, despe
nun, ura^cuaa, saia ue engi.mmar, qua. w "".l/U"
zinheiro ; assim como cocheira, estiibaria v. ou'
quartos para criadnj, latrinas. cercau.
bacheiro, gallinheiro, etc. etc. : a tratar no sitio
do comraendador Tasso.
atrlbaria, >u Porem, em qualquer destes dias fornecer a to-
PmSJLI5& J^asqu.ntidades do costume; aprovei-am
Garaahuns.
n a occasiSo
'0 teem
tambt
freguez q
china nova, de ..
mais moderno, que ill!*"081*"
prover*
para prevenir aos seus
em viagenr uma ma-
forga e do syslema
'm maiir es-
j-> ,.bn"' *-
pa
ii..
p
Na rua do Imperador
n. 28
p;ecisa*^d /allar aos seguintes senhores :
Domingos Jla,"iiH9 de Barros Honteiro.
Joao Vaz de Oliveu**-..
Jose Francisco Lopes LilT1* (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paala Borges.
Francisco Antonio Pontaa
00
5
p.
Ja q .
deir.
sej.
a
- c arraa:aco*" df casa de
i a uma cria-
i^Uidu.i '.'iiq engomma-
i rua I
ngoro
'ranci a. 7J.
cala e com toda presteza as /'uarm'dades que
Xi rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-st forem exiuid s
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
'ose Paes daSilva, a negocio de particular inte-
esse
Engenho
Santo Amaro, 17 de marco de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr & C.
'_____________William W. Webster.
Precisa se de um menino portagaez que en-
tenda de taverna : ua rna Jnij eri^l n. Iff
COQl
ro, por t
no caesdo ..
CniU
Vende-se o engenlu S. Pedro, Mtaado na pro-' wrto "
vi-cia de.Alama*. marca do Porto Calvo, a c hi
mem.s e uma Ie*", -tame do porto de mar do cimho
Gauiella. t<>.m ox. vlfHS mala, ,..:, J!
regplanneHte J.C00 .. : SMTTrt! TT
gano n_3t.
t (i
l('"-il!|) O IJU
''iio, armazem n.
ijsn co?!
..jj.i-e t .i
A!
it*-
Na jute Velha o u
um bom ii:o '.?i esiuda dp Mooteirn
iae5o, '.-om excellente casa, com gaz,
:encente a viava do Or. Ja-
'ratar com Fraucisco
Jesus, ou na rua do
r No mesmo sitio tem
ssa c. com bom e abundante
n lajao de -'guma
.nbeu ,..aj; ho beuco de
IC.
j ti,i ?...go:
I '! I
, 8.1 2 i.ii.i
\
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hhC


'p
?
*
S^ri8;,d^^n^il*ib^ '-^ ffl$ fefrav!W-Attil ^>1?4.
' '" '" T
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
LOPES & C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Una (to BarAo da Victoria n. 14, sobrado
(AMIGA RUA NOVA)
Trabalbos premiados na ultima exposicSo
DO
RIO DE JANEIRO ^
Acha-se montado sob as melhores condicoes ^e arte, e abetto a
concurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, semdnvida,
desta prdvinria, no qual so liram retratos pelos melhor.s e mais
modcrnos s>stemas, empregando-se somento material de primmi
qual dade, e garantindo se
Semelhanga, nitidez eduracao..,..^.
Trabalh-.-se todos os dias nteis e de guarda, desrJe as 10 boras
da manba a"s quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublailo a perfeicao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copias, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
88000
Uma duzio de retratos de uma so pessoa, em carlSes para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e augmentados'ha
uma tabelb de preeos.
T,ram-se retratos ate tamauho natural.
ri
EXPGSICAO DE
NOITE
Empreza do gaz
A etapreza de^ga* tern affcdbra de" vhaonciar id
"publicb *|ue recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lostres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no es.crijuorio
a rua do Imperador n. 31; e serSo vendldos aos
seas freguezes pelo prego mais razoavel possivel.

Fugio o escravo Juvenal.
Foi trajando calca de brim listrado, camisa,
ebita de riscadn e chapeo de pallia de Italia. E'
de eor parda, idade 12 aonos, tem falta de ura
deme na frente e 6 bastantn parolciro. Roga-?e a
ipprehensau do mesmo, c conduzi-lo a rna da
Cruz n. 3, ou Conde da Boa-Vista n. 51, para ser
zratificado.
' ,
Constando aos abaixo assignado acharse nes-
;a prac-i o Sr. Manoel Fernandes do Carvalho.ren-
deiro dos erigenhos, Barra e Preguica, em Ma-
;nroguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
rna-tno o obztquio de vir eutender-se com os
^r-sixo assfrnados immediataraente sobre negoeio
nte a as referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio;.
Tasso Irmaos & C.
-- ()< abaixo assignados socios da firnia Rios &
.' ranj'. fait... scien'e ao pnblico e ao corpo do
m 'rcw ':'u: nao fa ram tran-accTtn alguma com
lettras areitas em 14 de marco d> corrente
'. pelo socio Rios, sendo duas de 2805000 e
do 2743 e sacadas poi Joao Goncalve* Fer-
e Silva, visto como sendo cs>as lettras o
Incto da compra qne flzeram os abaixo assig-
da falirica de cigarro?, sita a rua das Trin
iras n. 43, e o-taodo essa compra em litigio
o Jnizo dn commercio de.-ta cidade, na"o
as letlras valor senau depois de decidida a
i dos embargo*, terceiros oppostos pel< s an
' !8 ao arestu que foi Ceito. aaquefie esta
nento.
.", 10 de .-.In il dn 1874.
Joaquim Bernardino d-; Castro* Pios.
Jnse Martins de Araujo.
m mi
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa--.
fallar ao Sr. yigario Andre Curcmo de Araujo Pd-
reira, a negoeio de seu intertesk ,,
KSSSQil
% ConsuIloWo meilfco-cirurgico
DE
A. B. da Silva Maia.
Rua.do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiquer h'ora.
Consultas : Aos pefcres gratis, das 8 as '
4 horas da tarde.
Lava-se e enfomma se com asseioe promp-
. na rua d.^ Crioulas n <8, na (lapnnga ; e
in da se portador para levar e trazer : a tra-
1a niesmi rua on na alfindega com Antonio
i,i Sifva.
Mestre
Pdssoa habflitada se offerece para en-in^r em
i (.-ngriibo ou fazeDda, por preco commedo, o
nte : portQguez, a.-ithrmUica, franct-z, geo-
ibia ft historia : quern precisar annuncie por
- -k' jornal.
de AI!;iH|UiTqHC Hello
incumta-w de promover ctbrancas amigavel
ra jui:i:ia.liiiente, assim con.o de outros negscios
nii'iites a sua proflssao, nos lugares proxi-
i linba ferrea, e nos outros termos. proximos
i esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ute solicitadores habilitxdos o probos, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
io que Ihe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmados
,iara diligeneiaar ou consultas fora da cidade e do
termo e iucunibe-se da defeza de appella^des ante
"> trilnmal da rclacao. Fodc ser procurado de
dia as 3 hora* da tarde em seu escriptorio
da Duqne de Caxias n. 37.
DE
RBIST0L

*

/ i U
'/?
CURA OS CASOS MAIS OESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
fica a massa do sangue, expelle para f6r
iodas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secretes, da* vrtalidade t
energia a todos os orgaos e da for^a e vi-
or ao systerna afim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois osto um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afim de poder curar ; por^m
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas consti'-uciotuies e em to-
das as molcstias locaes dependents d'umes-
tadovicioso aimperfeito dosystemaemge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
Bristol 6 um remedio seguro e efficassissir
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis.
vrtude s.
As curas milagrosas de
Itocrofulas,
Ulccrtis,
! hagasantig;a,
ENFERMIDADES SYPHlLI'iiCAS
ERYSIPELAS,
RUEIIMATISAU),
NEVRALGLiS,
escorbktO,
Ei-C., ETC., ETC.,
que tem grangeadp e dado o alto rename,
Salsaparrilha de Bristol
pqr, tp-Ias as partes do universo, s3o tao so.
roente devidas a"
UNICA LEGITIMA E ORIGINAL
ScUsaparrilha de Bristol
ISA PHARMACIA CENTRAL
V.
1
%
I
Galiza.
"arvslho & Nogueira, na rua do Apollo
n- 20, saccam sobre as seguintes cidades da
ualiza. ua Hespanha: Santiago, Orense,
Patron, Kerrol, Poate-vedra oCoruna, quai-
quer quantia d vista e por todos os paque-
des.
Para a^Miftos, baile^a baptisJli-U fl(I
. jQuem ouizer.obter jima bandeiji ricaoiente en-'
feitada. dirijas/ia Corffeitarjfl dp 6am'pus
Ja mfldfedjPojj in* Jfctmlebdw. :}a c*i-
prando alii todos os enfeites, constando do seguin
te r
Bolos Snoa- parii^rrfeiter.
bStositBil parjr enfeita
as alfegotic.'S ;para tef"i'
apeisTrremradTO ^ra Bei'ar.
Bouquets para noivos.
AW
Encontra-se sempre 0 %eguih(e :
Fiambres ioglezes.
Budins
Nao se prestando 0 peqoeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madrede Deos, para um abaste-
ido deposito das diversas marcas de'fumo, que 0
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro eslabeleciniebto sob a mesma
denominacSo de
Armazem do liimo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
r5o os senhores freguezes dirigir-se, certos de
que, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos preijos, a maior sinceridade possivel.
Enlre as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tem sido anounciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negoeio
nao estj sem competidores, fara muito por e^tar
qne tambem of tenha com reiacJo ao pequeno lo-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Doninguej do Garmoe Silva.
AllPllr>.
Precisa se de uma senhora que esteja babilitada
para ensinar o portuguez, frant-ez, piano, costuras,
berdados, etc., etc., e que queira ir para um en-
genho perto de uma das estaooes do Recife a S.
Francisco, para ensinar a umas rneninas que ja
estao principiada?, paga-ic l.OOOd, e gratifica-se
gradaando : a tratar nas Qnco Pontas n. 82.
Quern precisar
para casa particular,
16.
de um cozinheiro francer
dirija se a rna do Fogo n.
Precisa-sed3 uma escrava para cozinbar e
comprar : a tratar na Tua Krimelro de Marco n.
16.
Engommadeira.
Na rua Imperial, becco do Coxixo n. 23, lava-
se e engomraa se com perfeigao o asseio, e conv
modo preco.
Engenho S Matheus, em G-a-
melleira.

No dta 20 do corrente mez do abril. depois da
audiencia do desembargador joiz de orphaos, serai
vendido em hasta publica o engenho S. Matheus,
pelo preco de 16:000*, segundo se vera do respeo-
tivo edital.
i
|M, F
ana Pestana, a ne-
2 andar.
-*--------
nhar a coirprar
e uma ima :- na
de Caxias n. 6,
Amn Precisa-se de uma ama para cozinhar,
a paga-se bem : a tratar na rua do Hospi -
de bolas auiareUas na cor-
cio d. 70, casa lerrea
nija.
para casa de fam
na rua .do Cabuga
Precisa-se de uma ama
lia de duas pessoas : a tratar
n. 1, loja. ___________^____
Precisa se de uma que
>-U
in cozinhar com perfeicao pa-
ra ama asa de fanilia com-
de dua* #$*>*%? flo pateo do Paraizo h. 26,
imeir'o ou segundo"andares.
f '
lilsta encoura^ado 1! !
Agua ihM m petlru dura
Tanto da ate lue a fura ^
Roga-se ao lrun. Sr. lgniclo Vieir| de Men
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a nm Doque. de Caxias n. 36, a.con-
cluir aquelle negoeio qua S. S. se ooraprometteu a
realisar, pela.ter.ceira. chamaija^ desta JoruaLem
flns de dezenifcro le 1871, e aepois pa?a
passou a fevereiro-e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de aovo etaamado nara dito
Sm, pois S. S. se deve lembrar que esto negoeio
4amais4e oiloanuos,e quando o Sr. seu Blho v .
iclrava fiesta cfdAdfi.
Escravo fugido
Foflo em dias do rim de abril corrente o cabra
Qermano, de idade 24 annos, estatura regular e
fit flgftra, anda berm veslido e alguraas vezes cal-
giido, tem signaes de bexfgas no roslo e falla cor-
oetameiite, e natural. da,.provineia da Parahyba,
rr.as e de suppor ^ae tenha ido para S. Jose das
Pombas ouLagoa dos Gatjs nestajprovin^ia, aoade
ten parente's; tanftera pofle ser que esteja occol-
fo besta c1uade,'tfatando de-se libcrtar sem pagar
a eieus senhfT^s_r hrga-so" por Isso a autoridades
pcliciaes e capltaes de campo 'a sua captura, pro-
mettendo-se boa gratiflcaQao a quern a realisar,
ertrefand9-t> n*faa do Apollo n. 20.
Bolos
Pies de 16 tinb*'
Fatias de dito par
Pasteis era.profus
ill
a..parturienli;s.
50.
ra.sieis em proiusao. ,
Pim6s f>Wm*s 'de tinHtthn).
Doe^s em daldft, ahwld Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Walters vanilla) para dietas.
Gelea de mocoto, desiofoctada.
Amendoas, confeitos, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java fverd deiro).
I ud islo Hu
CONFEITARIA DO CAMPOS.
Joaquim Jose de OlindaTava-
res Filho.
Emiiio Xavier Sobreira de
Mello e sua familra, feridos
do mais doloroso sentimento,
coovidam a seus amigos e aos
do finado Joaquim Jose de
Olinda Tavares Fdbo, para
assistirem as rnissas que pelo repouso eterno
do mesmo finado, mandam resar m> dia 15
do corrente, na igrcja.do convento de N.
S. do Carmo desta cidade. as 7 e meia ho-
ras. da manlia : o contando receber esso ca-
ridoso obsequio, desdejd.lhes prestam omais
sincero reconh-cimento.
0 aoaixo assignado tendo de mandar celebtar
algumas rnissas pela alma de D Ursula Martinha
das Virgens, terca-feira 14 do corrente, setimo
dia de seu fa I lee i men to, na igre'a de S. Francisco,
das 6 as 7 boras da nianha, convida aos seus ami
gos e aos da failerida para assistirem a este acto
de caridale e rel giso.
Merquiades Manoel dos Santos Lima.
Antonio JosS Teixeira Ilnstos.
Maria Vonaocia de Abreu Lima
Bttslos, Maria Venancia de Abreu
Ba^o? Junior, Watioel Bastos de
'aureuUma, pu'ngidos do mais do-
IriMso sentiincDto, pelo passamento
de seu fUbo, eirmao Antonio Jose
teixeira Bastos, convidam a seus pareales, ami-
gos e aos daquelle fallecfdb, para as istlrera as
mi.-sas:que pbr sua alma mandam ceMebrar na
igreja de Nos.-a'Senhora da Pe'nha, no dia 17, as 6
horas da rwmlra.

O lenent-i-coronel comiiiandante
e <-lllciae.i'dM corpo de potieia man-
dam celebmr as 8 'horas da ma-
rfha ae 17 Uo corr*nte na conven-
to dos religibios Carmelitas desta
cidade, uma irrissa com requiem,
por alma do alferes honorario do
exercito e do mesmo corpo Joio Francisco da Sil-
va Castro, que namteirma data do mer findo, fal-
leceu victima de m aesassino-'e'm v^agem para ol
termo de Ingazeira onde ia exercer o car*o de de-.
legado depolieia e para este acto de caridsde e
religiao dfevidam nao somente seus amigos e pa-
rentes como tambem os do fin do e seus compa-
nheiros d'armas.
Eugom madei ra.
Paga se SOaOOO mensaes a uma escrava para
er empregada-unicamente em engommado, era
casa de pequena familia : antes da igreja do Man-
guinho sitoo n. 2, de muro emzento, comportao e
gradhn de ferro.
Rtoapttc^ue te txtas.
ft-, kntanio Ribeiro Potite.-, caixeiro a rua do
Daquede Clxias, qdeira vir I rua do Imperador
n 44, a negoeio dd mutuo interesse, itto por se'
jworar sua re$iiencia domestica. ______
m\ m mm
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20: O abaixo assignado tem sempre exposto a ven-
Ja bilbetes da bteria do Rio, cuja extrac;3o an-
aunciara pelos jornaes.
Ptecos.
Inteiro 24|0D0
Meio 124000
QhSTto 6*000
_ ^ |______ Mamyl Mariiqs Ftaza.
Francisco MunizPontcs, avisa aos Srs. capi
laes de eampo, qne no di 19 de ntarco proximo
passado desappxreeen de- engenl o Capivara, seu
esciavo de nome Conrado, pret\ com 26 acnos
d? idade, tendo uma das pernas incrada, prove-
niente de feriJas que tem na mesma perna, tem
falta de tt+oies na (rente, nariz cbatd, e uma man-
cha cinzenta ;lebaixo dos br cos. A pessoa que
o apprebenoer podera lt-valo ao escriptorio do Sr.
Leal & Irmao, aonde .-era recorapensa io.
\A
LOJA DO PAVAO
HA
Rua dalmoeratrk n.
Granadina preia a
eovado.
0 PavSo
pelo barato
Hadapb
a pecn
Tae
28000 e rHfflta^fti&L qTOj^to de linho
de^JWQOa QB0A>> MfibQ*^s "^
finas dV ^0^,A,fKrO0.: assirn c0"10
^nde,sqr^'e^*"e*^pu1as delipbo e^ de
goMOrfieT preies baratos. eUovbwft *ero
eovado. j vende ertnadma preta e Tavrarla f< .-.. o u t., c,........v.,i i .&&# u
, preco de isoo rs. o covadp^ I <0.*"*> rrende um bomto sotunwnU)
lao ent^siadb a 3 OOO camtsas francwas eom perto dei aigrtM,
ia rua do Apoito n. V
KM.
C(>meA)ri|(is e flo^s.
Na r%a eStrerta dojfcosario n. 3j, subrado de
um andar, defronte do barbeiro e por eima do
caftoTio,'c"on'rrhua-Sft a fornecer coined rias para
fora, com ajpeioe prorptidao, o tue inaito util e
aoi Srs. a-edemicos qne lem de enegar nn aula a
horas martidas, sendo ae preeos mn razoaveis.
N; me'sma ca?a apromptam-so" banduj- >-om bo-
litihos para bailes, casaroentos e bapti>;> los, pao-
do;16s, bqls, pudins e.pastais d'i nata onfeiLidoa
ou simples, faz-se palnias, bouquets, cap'llas, fes-
toes e toda a quahdade de flores soltas, de cera,
nanpo ou oa^ef: 4udo aa rua estreita do Rosario,
"* flonjta<
caja da
ViGeiite fugio.
; Na aoite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio 6 mulato Vicente, escravo, da 20 annos
de idade, bonita figura, barba e estatura regular,
levando vestida e em um sac:o ronpa de algodao
branco e alguma'mais Una pertencente a um cai-
xeiro da pata d'unde fugio ; e natural da fregue-
zia de Saht'Anna do Mattos, diz. ser Iivre, casado,
e ter sido criado em eompanhia da raadrinha D.
Ai.na Lniza da Luz, de quern alias foi escravo :
roga-se, puriauto, aos senhores capitaesue campo
e autoridades policiacs a apprehensao do dito es-
cravo, e entrega-lo na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis, ouna
cidade do AssU ao Sr. Torquato Augusto de Oli-
ve ra Baptista, que serao gtnerosamente gratifi-
cados.
Escravo fugido.
Fugio do poder de sUa senhora, o escravo David,
mulato aoabioctado, moco, estatura regular, cheio
do corpo, com pouco bigode. falto de denies da
freute, tem o tornozelo de um dos pes tnchados, e
as pernas com marcas a especie de foveiras, le-
vou vestido camisa branca, jaqueta de quadrinhos,
c.i '.-a branca com remendos nos fuodos, chapeo de
feltro preto, levando tambem nm balaio redondo
em que vendia bredos, fui visto no Caxanga. Esse
escravo pertenceu a Francisco Ayres Sisenando de
Doraes, e foi comprado nesta cidade ao Sr. Fradi-
que, no poder daqnelle senhor esteve fugido, sen-
do agarrado na Ponte dos Carvalhos. Recommen-
da-se, portanto, a captura do dito escravo, egra-
tiiica-se generosamente a quern o levar a alfande-
ga a Joa\> Evangelista Gomes, ou na Capunaa, a
rua das Pcrnambucanas n. 50, a viuva de Joao
Baptista Vieira Ribeiro.
I
| 0 Pavio vende peeas de madapolao en-
festad6, polo barato preco Be 3JO00 a ptefa.
I Ditas sem ser erifesVaao, cern ^0 jardas, a|!? .
S9B0O. Dttas com; 3*. jarcias -010110 \>oa i Anrrpletob soMitnterito depnnbos e collarmhos
fazeoda, a,6*'0QOt W^OO e 7H0Q. ,., k [t^tp.derliritib 'ddrrWdB^lfeodao, 'totfr^W
'ALPACAS PMTA8 A 500, 6V0 E 800'RS.;^^!^ .. .-g,^, u^oj^ul
O Pavao tem um grande sortimento de BBpartilhos a;ftf^M, 4000 r.
alpaca's prfttas, que Vefldea 5u0^.6*0 e 8W) ftfjWiOO.
'rs, 0 eovado, assirn coaib grange sorti- w,tt0 _. tt ,, ,... '.
Imento de oantdes, bombazkiM, prrnoM|s| ... ^h^'^9mK;W'^0^Pi^n^^ ^
^artilnrj8,;moddJiQbs. a ,^500, 4AO0O e
5$000, assim como um bonito sortrmento
desaias Jjrancas, bo'fiaJs,* Bf OOO e6J((>W),
e fafi!ileirailab e cOres a 30O0-: eipe-
cbiocba.
tORTfMBOS rJORDAIXDS PARA CA#A E
JApLUS, !)E & AtK'VS^OOO OPAR
0 Pavao vende urn-grande sortimento de
cortinados bordades, propriqs para cama e
janellas.^btlM^jtt p^SetfcJOt),88000,
10|$000 ate iiS^OOO, assim como : colxas
de ilamasto de te muito nna de 109000
l^COOO eada uma.
BRAMANTES A 19800, 2JJ000 E 550O.
. O'Par^overide fertMante^ para locoes,
tendo 10 frtlmos delargora, sendo de
algodib 4 1^800 e 4O00 a vara, e-'aelfriho
a 1*400, 298'Ofle J^OOdavara: e pe'cn'in-
eba.
CASEMIRAS A 5J000-, -ftZWOO E 7WO0.
0 Pavao Yeii^e e^rtes "de casemiras para
'cafc^as, -sendo iadroeS modernos, pelo bara-
to preco de'WOffb, rj^b'OO e 79000 o c6rte.
assim como: pannes prelos dos melhores
qne tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
108000.
ESMERALWNA A 800 RS.
0 Pavao recebeu .urn bonito sortimento
das men's alegaotes esmeraldinas jcom lis'tras
de seda, Sendo -em cores e padrOes as-mais
novas que tem vindo ao mercadd, nroprias
para vestidos, e vende pefo barafissinoo pre-
50 de84U rs. 6 c6Vddd a* rifa da Trnperatriz
n.6#.
pretas, meririos, e ontrts moifcs fazerwfa^
prbprtas piraltito,, ,,_,
Sedinlias a lc 0 PavSo vende sedas Com listrinhas'de
cores a IfSGOO 0 eovado. Ditas com paj-
minhas a 29000. Ditas com toque de mofo
a 19000 e 18406.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
08000 E 79000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com'
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos pregos
ide 49000, 48500, 59000, 89000 e 7:000
a peca. assim como, ditas de salpico bran-
'co, a 7(5000, 6 pechincha.
NOVAS LAZINHAS |A 560 RS.
0 Pavao recebeu pela ultimo vapor un
elegante sort mento das mais Undas laiznhas
para vesftlos, sendo transpare'riUf&'Bom as'
mais delicadas cores, e modermssranirs pa-
droes, que vende pelo barato preQO de 560
rs. 0 eovado, a" rua da Imperatriz n 60.
LIQIMDAtJAO DEROUPA PAHA HO.MENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas pira homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto decasemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como ura avul-
tado sortimento da calces de c' do cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambem um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
de ceroulas de linho e de algodao, e vende
todas as roupas acima mencionadas pelo ba-
ratissimopre^o, porquerer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz a. 60, de Felix Perei-
ra da Silva.
Perdeu-se
Da.praca do Corpo Santo, rua do Marquez de
Olinda a estagao dos trilhos urbanos da rua da
Aurora, ou da estacao do Varadouro em Olinda,
ama chapa de ouro de pulseira com seis brilhan-
tes pequenos, fmgindo alftnete de peito : quern a
achou querendo e trega la a seu dono, po.de leva la
a rua Primeiro de Marco n. 19, antiga do Crespo,
quo sera gratlfleadu.
Escravo fugido.
Ilesappareceu ha dias, do sitio Rosarinho, um
mulaiinho, acabociado, do 14 annos de idade cor-
po retor?*do; levou camisa e cal^a de algodio
azul: grdtilica-sie qdem o appi^bender e levar
a rua Nova n. 8, loja de Lyra & Vi.nna.
SOMPRAS
aS6
Achase constantemente aberto 0 estabelecimen'o do PAVAO, das 6 horas da manba
de noite.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do ArWormi n. 41,
do Jose" Domiugnes do Carmo e Silva.
GAZ A 58000 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose Domingues do
Cirmo e Silva.
VINHO MUSCATEL do uva branca, pura, de custo de 239000, no irmazem da rat! do
Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
GRANDE
T
Compra-se
angel n..62.
um portao de ferro : na rua do
AVISO
Preeisa ?e cdihipar dous e3cravos, pedreiro e
earapina,- paga *e bem ; a tratar na thesouraria
das lotenas,- a rua Primeiro de Marco n, 6
Cotnwa-se'ami casa ate
rua do"BSrbm n. 57:_________
900$ : a tratar a
Compra-se um methodo dc arithmetica de
Ottoni, na rua do Rosario estreita n. 17, I.- andar.
CASA DO OUKO
ISova
Aos i:0*0800e
Bilhetes garantidos
aua do Barao da Victoria (outr'ora
n. 63, e coao. do costiimt.
Achatn-se a venda ^s muito felines bilhetes ga-
-antidos da 8' parte da.loteria a benefteio da
igreja matriz de Jaboalao, que se extrabSra no did
14 do eoireote me?.
Preeos
Fnteiro 4#00O
iieio 2*000
De 1009000 para eima.
Inteiro 3*500
Meio HVQ
Recife,.6 de abrU de 18ff4.
Joao Joaquim da Costa Leiu.
M BACHARBL MIGUEL AMORIM
Advegndo
W. Rua do Imperador. u, 71. 9
Avi^o.
0 Sr, Americo de,3.-e Albuqaerflue e rogjarfoa
vir a rna do Irrnteradqr n, 28 a flkeaacio, de seu,
particu ar interesse.
SAQUES
CarValho & ttogueira, na rua do Apollo
b. 2f0, acca'm' sobre 0'Bacfco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, & vista e a prazo
por todQs os paqudfe's.
Em tempo' -
Constando ao abaixo assignado qne alguem tem
ido ou nwadadd er erti dlwrsos esiabellelmentos
de molhados seus objectos flados, nao so em sea-
name o*mo no ue psssoai do saa l'amilia, declara
pelo presen'te, como ja o teip feitb parlieularmen-
te, qne so se obrlgS por"tfrVfdas contra hidas sob
sua tirma. Recife II de abril de 1874.
_________Jose Gabriel Carneiro da Cutska.
Arrendae 0 engenho Penderaca, d'agoa,
com proporcoes para grande planti* de carfha e
cafe, dista de Un 1 tres leguam ;, asim coaw dn-le
nos fundos mnito bons tefc-eh* >p*al fiiwnmm
outro, por a::nos : bo mesmo engenho. a tratar
com 0 Sr. capitao>rmr, ou arnwdtf Imperador
n. SO.
, ......-,.. j------------------------------ r_________

W*&^
Vf^B>
a
fastes.
Comju:ac''e'ven'ie-'Sf tra^bglioVos
e usadbs flo armase-iii dS rtfaolm-
^.perador n. 48.
m
Gompra-sfe-ifilhfpref* cortnrieiro :~na rna fm-
peri il U. 94.
Bom
"I
0 ab^xo,4ssfla,do iaz flnblie* a, toda*
pessoas com qnem tem relacoes cammerciaesi, qne ij
relirau 0 seu escriptorio da Travessa do Canrca n. 3
2, estabelecenda-o na obra do mercad* noblico
Recife, 9 de abril de 1874.
Joti Angtuto Araffjo. Ajurora n. 113.
\. 10.200
Pade-se ao Sr. Jose Caelano, da Amerua lllus-
train, 0 favor de appare;er na rua Primeiro de
Mar?e n. 7 A, 1" aod^r, a negoeio de seu interesse.
Arrenda-se o engenho, Saltinh0 da fre-
guezia de Una, moeijl|ie corrente. Dito
engenho e" horn d!ava, dista duas leguas dos
portQS de TamaiMlaT* e Rio Form so, e tem
terjas;. para safrejar 1^600 a 2,000 pSes
annuaos;: a tratar no mesmo engenho com
O oonsejohor Henrique-A agusto Milet,,ou no
iRecife.com Leal & lrmao> rua do Marquez
e Olinda n. 56.
negoeio.
Tefid-sl ou arrerlr*a-se o grande predio
de um andar e sotao, si to na rua do Bispo
Sardmha* prexfnio'da igrejb'd^Misericordid,
witi^efltede-OrWda; tefr^b-rJnai ttoas salas
dc fronts, um snlao nWSdrab,' sels quartos
espacDste-e fVeseoS, tnrra gfirnd* cocheira,
quloMPtOdH Qtertad6 denovb, e'crjm'diver-
sos er^oredOs, o-nSa tit>i< fente- d'agua, e
tendo aaz- caiMHsado. Achando-se prepara-
80 cwn tod >s* os" moveis indispensaveis a*
ma grande familia, sera* assim vendido ou
s :m os moveis : a tratar nesta tjypogrtphia
Ou na rua da Uniao a<-49, sobrado, atraz do
^aco da assemble'a.
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordSo, e 0 mais largo qae
vem ao mercado, e qne se vende pelos diminutos
preeos de *100, 2*00, 31-200 e 3*500.
SO' iXA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRES PORTAS DE
Guilherme & C.
Junto a loja da csquiua
lNaoha mais cajiellos
brancos.
TiNTURAHiA JAPQNEZA.
S6 e unica approvada pelas academias de
sciencias, reconnecida superior a toda
tem apparecido at^ hoje. Deposito prince
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quel de Olihda, n. 51, 1. andai, e eii
todas as boticas e casas de cabetlei-
r6iro.
Chapes para sftBhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por preoo commodo.
IL
A Nova "Es'peranca, a i*ua Diiq'ue de Caxias n. 63.
apressa-se em cooyiaar a seus freguezes, com es-
peeialidade ao bellb sexo a virem apreciar os se-
guintes arligos exposto's a venda e todos por prece
commodos, como tejam:
FINAS BONECASmansas e choronas.
BONITAS B ENfiRACAOAS vistas para sterios-.
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninaa
BONITOS VASOS corn Una banha e cheirosos
extractos, trazerido cadafrasco um noaie, uma ini-
cial ou um distico.
FINAS MEfAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cor
de carrie.
hn quera goslar.
A' Nova Esperanca a rna Duque de Caxias 0.
63, acaba de receber tentos e caixas para 0 jogo d
Voltarette.
Paf^^Hcmsffredas peraas.
j A NbvS Esperanca, a rua Duqne de Caxiasi
que J 63, acaba de receber as procuradas meias de bor-
racba para quern soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova T?spetanca, a rna Duque de Caxias -
63, acaba de recpber u/n Undo e completo sorti-
mento de floteS artifieia'es dis melhores que tern
vindo ao mercado
A ellas antes qiie.se aeabem.
Costumes para crranga.
A Nova Esperanca, a ma Doque de Caxias n.
0, acaba de receber bonrtos costumes para crianca
e esta se veridendo por preCos razoaveis.
Wilson Rowe & C. vendem no seu armazem
a rua de Commercio n. fSl:
0 verdadeiro par/no de algodao azul acriencano.
Exceltentt fro de vela.
Cognic de' 1> qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades._______
Vende se 0 engenho Varzea Grande, Situado
na comaroa de Goyanna, 0 qual tem matas para 0
custeio, propergoes para raoer cotn agua, boas
ob'ras de tijolos, boas varzeas para eanas, etc.
Tambem se vendera a safra, animaes e 6 escravos.
Para tratar do engenho no mesmo engenho, e para
informar-se ao Sr. major Luiz Jose Pereira SimSes.
Vende-se nm terreno em Beberibe (Porto da
Madeira) eom 200 palmos de frente e 600 e tantos
de fando, cerea'do, corn casa detaipa e coberta de
oapim, tendo ja -plautado algdmas arvores fruc-
tiforas e tambem legumes, por preco razoavel:
,quem pretender, dirija-se a rua da Penha n. 13.
A Nwa Esperafica, a rua Duqne de Caxias n.
63, recebeu ura pequeno sortimento de anneis
pulseiras electricas, proprias pa^k quern soffre dos
ner'vos.
200
rs..
ji
A' rua
Aluga se ou -vende-se uma canoade carreira
Liqaidat^atO' de/Mat^reis
1 Por preeos mui roduzidos, divers*> mobilias e
?deiras de | rua do Marquez de Olinda n.23^
- Vende-se 200 forma*, e mmaMbira defti-
a tratar. com,Antonio do Rego. Medeiros, a ruada' Ua para fabricar velas, pon 1 connod* pw(n:>
tratar na travessa do Peix-ito.Bj 11
na estrada do
sitio dos Bu-
Vende-se urn sftld a retdllro,
ArraiaL qua lica na p'rocedencia do
ritis, senad este sitio n'uma localidade muito -ex-
cellente, ficando no centre de tres estradas, por
preco muito commodo ; tem terreno de 2* 0 pal-
trio, com 240 e 250 palmos de fundo ; assim co-
me, tem terfeuo para varios preeos, com fundo
de 400 a SOD palmos, com muitos arvoredos, com
tmitas baixas e Sendo muito boas, ura riach'o qua
ccrre por dentro do mesmo sitio, com duas casas
seodo uma d ped^a 0 cal, feita-a moflerna, com
4 quartos, 2 salas de bom tamtoho, e grande la-
tada de parreiras, muito bom barre no mesmo
sitio: quem pretender pode vir a quaiquer bora
Sue achara com quem tratar. Outra casa demz-
;ira com 3 quartos e duas salas e cozinha fdra.
Libras eslerlioas
Tendem Pereira Carneiro
AC.
Rua do Commercio u. 6,
Loja
do Crespo n.<
das Sporta'S
LAirNBAf
Chegott estt fa*eh8i, cotn pitdroe*' inteiramente
dovos, a qfle se vdndfl pelo dimfnuto nreco de 200
rs. 0 eovado : isto por ter grande aoantidade.
SO' NA RUA-DO CRS8PO-N; 20
Loja de
Guilherme &C.;juat' a loja
_______da esqilina
GRANDE PECEIiTGBA
Cortes de casemlra a 4^000 o'cotsa d p*hincba.
Cbitas claras a 240 rs. 0 eovado
Madapolio Quo a 4*800 a peca 0
So 0 n. 20 da rua do Crespo, loja das 3 portts
de Guilherme A C, jpntd da loja1 daesqolna.
Gaza5#500 a lata
00m 25 garrafa*, do melhor e da mais acredltada
maroa >do Henry Fortter AC., garantido a*4aK-
dade e a quantidade- do iKruido completo : no ar-
mazem de Jose Domingues do Caimo e Silva,
ma do Amorim n. 4i. _____.
V&Me'se ama tavefna, na prapa do cttphn,
no Barro ,*propria para nrlhcipiante : a tratar na
mesma easa. A razab da vendtl' sert exposta a
quein pretender.
'
"

-

tl

-ry
s


**


I
m
'
D^fr#mvbmr-^-t&* n&MkrtoAmb
A*' rna do Cftlmpn n. fl A.
0 awprietaria* da Predigcta, m tatuitii..**.
<- respeitavel pubhco, disbdguindo o sea estabt
mento do* mais^nue negociam no meamVgk
veem scienttfiettf ads.jrtis boni fregneitS ovfe'
veniram aoe seas, uxragf, Mdenles nap diveraas pat,
qpetes os faectos^e fip n^osto?qnA&, F
jam maia nera jTettos pk.WftldiJi el'
daqqelles ptta^pvTslfrfcpnjjrJBitf iV6 tei
festa, em qae, o: bell*, sexo desta Koda vni
mo ja recebcssem pels piqaete francez diverso
artigos da nltima moda, veem patentcar alguris
fl
MENDES fiUIMARAES & IMAGS
Acaba de receber urin gfand^e '^drtimeti'o du' faze
C0;MO SEJAM-:
o
oa
fiKias
para qua-
ff ,neOq;


!"SU5 ua niuma moaa, veem patenloar algtHJ* ri,v.,|o
d entre elles que se tornam mais recommendavers, vw,Bllv-
GBiOSDBlHAPLE WTO. A 1JSQXI.
Vende-se grosdeoaple preto .para vtidQ
de senhoras, a 1#800, 2J>, 89, 4#, e. ij o
esperando do" respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos qae leem
Albuns Coin ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos tamanbos e baratos
os.
pre-
Yande-se panno preto de, duas. larguras,
ra^ftaf-e pali^s., a,2^ftc;, ^ ~mo$,
9, a. 68000 o covado.
ORTES DE CASEM1RA P^ETA A,30OO.
Veade-SQuortes (je.casemjra arula para
irtA t/mii9mcomplet33 d* b?rracha PrPrios para ^Icas, a 59, 69, 79 e 89000 o cor tel
Ujto, tambem,sa, vendem meios aderecos mujtp bo- MJE^X!NO* PRETO A 2?80u.
Botoes de setim prelo -a 46 cores, para, omato da ; Vende, semer,in6 preto fiao, a ?3>SQ0 e
vestidoe de tecbora.; tambem tern .par* eoliete ,,39000 0 covado,
pabtot. ^ ^^
Bolsaa para senhoras, existe um bello sortimen-
to de seda, de'palha, de chagfim, etc:; etci,' por
bara,to pretjb. '"?.' .. r. .
Bonecas de todos os Utmanhot, tanto de louca
como dftc^r,a, de J^orra/itia e.d^ massa ; chama-
mw a;attendb .dasV'pxni.W-Sras..para este
pols as Vezes tornam-se as' crian$as pi '
pertinentes por falta de uni ulHecIo
K^ e*ta,umadas,casai(}u boje pode com pri-
f.T;^u <#/eo^yf ntus, tops, urn VariaAM;.
Aunde-se lei.ros brancos f,i,fi5, ,^$0W%.ufatMWum^"
qae as eo-
Camisas de linhp lisa,-. e tpqi peitos bordadpi |
BOJIRAZ NA.PREJA A mm
Vepde-se. bombai'na preta eofestada, a
,49600, ,19800 e,290P0 0 co.yado.
ALPACA PRETA A,500, Kg.
Veoda se alpaca pr^ta fipa, a 5QQ, (J4Q,
400 rs. e 19000 0 covado.
FAZENDASi DE CORES E CAJIRRAIA
BRANCA A 390c0.
Vende-ge pecas de cambraia branca,traps-
para uomam, vei ddm-se por preco commodo. I MM,- o* t* \- j-. 1
Ceroulai de linho e ,de algodlo, de diversos pre- \*r*t(i *3*' 4f 5 e 65^90' d'1^ de Cim~
m. bxaia tapada, \ictona, a 39, 39800, 49
coe.
Caixinkas com musica, 0 que ha die mais lindo, e 5j$000.
cm disucosjias. umpas e,flrqprios para presen-j GDRTISAOOS PARACAVA A,J6900Q.
Coques os mais modemos e de diversos forma-:! Vende se cortinados bordados parj cawa,
toa. a.t69, 209, 259 e 3(09000.
Gbapeosparaaenbx)ra. Receberara ijm sortimaato' CAMBR .IA UE CORES A 300 RS.
meSnas* r*i*' %W? *""* sefllw*' ^m* P8^ Vende-se carojMaia de cores finas, jnipdas,
Capell'as simples e com veo para noivas. 4 300' 32 Q **ftr. 0 covado
Calcas bordadas para meninas. GH1TAS LARGAS A 200 RS.
Eatremeioi estaqrpados e bordados, de lindo* Vende.se cbilas iargas para vestidos, a
desenhos. 240, 320 e 300. rs- 0 covado.
Esqovas electncas para denies,, tem a:propn
295,00^6,:39. a; du.iia, djM'S ,d*j1.li|djo,a.!4#,
H9(i0OtfA.divia.
CRftCttES im^PWHU^W..
. Vendssse nafln^* de crf)c^,par,a cjdeir,)>,
.8j 195QQ. cada uin, cf4cJUa^:4fi. d'.y para
noivas.
,AlA0AP^i.AQtERASCE*,A;79ftQ0r
Vcflde-se pe^a5, dft -aia4a.poMn ,/fancw
;nu|H ..finp, a ^9, 8* e 109m
BRI>11'ARDQ, A^OORS.. O.tOYADO.
Vmide so.briin pjrd.Q par^a CJjlcas, a 4,00
rs..q,co\Ado.
CORTLS m CASPtfRA t?E.5fl?0O.
Vende-se cords de casemira de cores pat;fl
palcas, a.,09, 5^0!0 e fi90,o0.
GROSVEKAliLE J?*ETp.
Xeftde-sp grosdenapio, gwlp,-copo, 4 ^'i
,palmos die(]ajurf., a,,$9, 0 (fflyadfi.
ESGUIAO.'FJjNO A 290,Qp.
Y^nde se esqu^o. fiqo deiwbft, a.. 29*
295P0, 30 e.
Mi|(Jam, (aaejwtofi %MMA.*i prfelendentea,
'&^ap?e^eSrP^8^lR,*ri9i fi4^ *"*#*'
' i Qirfes de stMS'da Irada* cores.
SosdeD0plesa*lo(r8 H etfSte.
G<*rgi*o braofio.liwu^ejwMUSf preto, tc.
.Grfatiadiae do eda, prela e^de cores.
|*flHnas dJin4of Wdjoe,' '
fci ? de,seda>jbranco1e pYetq.
'R&J ba-jqnmas dFsI'da.'^
Ga^acos de merino de cores, li, etc.
JklHaa.'BrasitairaSC """ '*' '
Cojtts. com caml>>-a. Uranca com lindjtf bordat
Ricas capell;
ItMuissHpS-"
seda." :- "' r>>
Gambr,ias de (jtm.
Dto marippzas ffancas,, lizaa e,boxdadas.
Nitlzuqdes de' lintfos oarffoe?^ ^ ^?
BaptlsftsJ padrBes'de:iicfadds''
Percajjrf* d* qua^roF1, pretos ebfancee, listfas,
etc.
fins
W 0 BARATEIRO
BJA
Rua l.9 (|e J^'aF^ d. ^.
HhIii \ por n-nlo ihcihih quo cm onira
u:tiiu<-r nmle
1 A saber,:
fe^apolaa com toque de mo,to, p,elo barato pre-
co ne,4<,^p0e Si' r .1
'Difc> WXncei:, limpo e de superior qualidade, por
MB), CiOOO.e ijm.
1 AlgP?15(' raarca T, largo, superior qualidade, a
um u, um e him.
^raiJde'sofiim^nto de lazinhas degostos inteira-
imanW'i'scossesef'^ pelos preccs de 206, 2i0,'2C0 'e
440 p*.; so se vendo p^oder se ha acrdilar.
, Baptislas, lisas e com (lores, fazenda pre custou 400 e 800 rs., estamos vendeodo pelo
preco de 320, rs., para acabar.
Diias flnas, padroes matisados, a 400 e 440 rs.
0 covaro.. l
CKtonp frapce*. escuros e clar,os, os mais qp-
vos
co
is Que'lera'vin'ijp ao mercado, a 480 e 500 rs.
raoo.
\ e mantas nara noivas.
irtinferit*' de :\&' ede
corn iistras de
0 metro.
' CHUAS PARA COBERTA, 4 2,80, RS,
Vende-se cbitas par4 'coberta, a28<) 0 4Q0 .1
k nonvadn ^^ WcoS eortes de'vestido delmho.c
*T p C0V*(?R-._____:.:. mesraa cor; dltiqia no> '
com
ins de Jmba d^, cqr, proprina pari yeatidos
Darra.e ristras/ .......
<>jtes da
dade' de evitar a carie dos dentes.
Pranjas de' seda pretas e de cores, exiate am
prande sorlimento. de: divercas larguras. e barato
preco.
Fitas
de sari?, fa j?rgurao, (Je setim. e de cba-
de diver.-as 'larguras e bonitas cbr,es, .
Facfaas de gorgurto muito lindas.
Fibres artiTiciaes. A Predileota prima em con-
trvar sempre p bello e, grande, sorti^neoto d.es-
as floi.es; nao. so para eofeite dos cbellos, comp
tambem para oroato de vestido de noivas.
GaJOes de aigodao, de la e de seda, brancos, pre-
10s e de divertas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
l^acoa de cambraia e d.e seda do diyeraas cpjes,
para acono^a, p
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
naiva. ~>
Livros para ouvir missa, com capas de madr-
perola, marfim, 6s-p ej velludo, tudo que ba de
fcom.
Pentes de tartaruga e marfim para altsar os ca-
tellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet Um bello sortimento de madre- 29500, 39 e 49000
perola^ marfim, 6qso e dourados, por,har3to prejo. y' 9 < ^Tuv"-
BRIMS DE CORES A 400 RS.
Vende-se brins de cores para calc&s-, a 400,
e 500 rs. o eovado.
CHA ES A 800 RS.
RIU^LiNIE A ^600.
V^d^e brahiante com 10 palmos de
largo a ,1.960,0, 1980 e 295op q metro.
MADAPOLaO A 3.9M0.
Vende-sp pejhs. de madapblao enfest
a 39000. Dito'ingfez a 49500, 69 ado
5(5500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
CORTINADOS PAR4 JANELLAS'A 890pQ,
Vende-se 0 par.de cortinados bordados.
para janeHas, a 89 e 109010 0 par.
ALGODAO A 49000-
Vende-se. pecas de aigodao, a 40, 59 e
.69000.
CEROURAS A 19000.
Vende-se ceroulas de aigodao, a 19000,
djtas finas de bramante a 19500 e 29 cada
uma.
CAMISAS BRANC4S A 29000.
Vende-se. camisss brancas finas, a 29,
Perfumarias. Nesteartigd eMa a Pr?di]'ecU bem
frovida, nao so em extra,c;6s, como em olebs ,e'
fanhas dos melhores odores, dos mais afamados
'abricantes, Loubin, Piver, Socieda.de Hrgiepica,
Goudjray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa, ^
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapalinhos de la e de. setim bordados .para, bap-
apetes. Recebeu a PredilecU urn bonito sorti-
tanlo para sofa co-
uaM
mento de diversos tamanhos
mo para entrada de salas.
Vestimeataj; para, bapligado 0 qua ha de melbor
gosto e os mai? modcrnc s recebeu a Predilecta
de or ar. to preco, para flcar ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabuga n. 1
Batatas u yasatK% eis a libra
806 o gigo
2 Macarrao a 320 a libra.
Tajharim a. -120 a dila.
Aletr'iaa 320 a dita.
E todos os mais generos se vendem mais ba-
ratos do que em outra paiw, no paleo da Ri-
t s.ra n. 62 A, junto a lyitka.
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
iN'a loja de J. Porto, a rua Nova n. ii, troca-se
par cobre ou mesmo por sedulas, boas fazendas e
roupas [titas se^n se olhar a lucro, somente para
se,. vender muito.
Vende se, cbajes de la a 80.0.rs., chalesde
merino de cores, a 29, 39, 49 e 59000.
COECHAS DE CORES A 29000.
Vende-se colchas dp cores para cama, a
29, 39500 e 45000.
CRITAS. DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas'finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. o covado.
T.APETES A 49500.
Vende-se tapetes para salas, de diversos
tamanhos.'a 4,9500, 59, 69 e 890p cada
um.
Camisas de cretone
as mais modernas que tem vindo ao mercado, sen-
do lisas e com Iistras, e que se vende a 40^000 a
duzia e a 3^oU0 cada uma ; 6 peebiucha.
Hollanda
Drim pardo liso, o que ha de mais fino, :om um
toque de avaria, e qae se veado a 480 rs. o cova
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro,
pplicada para costumes de homens e de mepinos :
^na rua do Cre?po u. 20, lo,a das tres portas, de
jni'herme & C., junto a loja 'daesquina.
Grande pechiuclia
CLipeos de sol cabo dc marfim a
12^000 !
Cora seda trancada e hastes de meia cana, na
loja da Itosa Dranca. a rua da Imperatriz n. 56,
BRW.BUA^O.A icQftft.
\endq-se brim, brancp Je bobo, a <9
19280, 19G0.q e ^9, o, me-p-p.
: BRKTAX11A DE. Li.NUO 4 640 RS.
Vende-se, bretanha.de Unb, a (J40, rs. a
vara.
. FLANEEU,PE CQRE, A 80,0 RS.
Vcp/lp-se. ilaiiella de cores, a .8,. rs, o
covado. !
COBEftTORES DE AECODAp A 194,Q.q.'
Vende-se cpbertores de' peRi> a 19400.
Cobertas de cbiu a 198PU.e 29 ditasen-!
cjjrna js., forradas, a 4,9, no .Ba*ar KacionaA,
rua da Impe'r,atriz, p. 72.
CORTES PE. CASSA A 39000,
Vende-se cortes dfcCassa, niipdas a, 39
cada um.
GBAVa XAS, PAljlA ^EiMjHORA A J9(i00.
Vende se grav#tas par,a senhoras, a,49,
ditas para homens a 500 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 19C0O,.
Yeode se aigodao enfesta^p para lepcoes,
a 15)000 a vara.
GRAMDE SORTIMENTO DE RfiiUPA F.EJTA
NACIONAL.
Vende-se palit6ts de panno preto, a 59. 79,1
80 e 10^000.
Vende-se palit6ts de alpaca prcta, a.39,'
39500 e 4P000.
tie
)iW,de qaull'r.art!de cocea.
^srfl?dJiflte c^e'
Saias bordaaas'hara senhoras.
s' bordadis para se'rliidras, de hnhp e ai-
godao.
i SortimenJft detoaa, da.vtKtladejra. feurica de
iouvux.. para fromeos e seuhv.^s.
Vesiua.rios.para meniuus.
. Ditos'paf-a BapVizado.'' :
Chapeorfpara^Fto.' '
, Toalhas e guardanapos adamacados de linhpd*,
'-ortraadbs bordados.
Grande'gortimeBto'" de camisas de lit.ho, lUas e
bordada*. para, bomens. '
Meias de (j^es, ,paryi homens, uiep^ncsfl ineni.,
3S.
pitas escpeezas.
li)n?pleto sorljmeptp de chapcos de sol nara ho-
mens esenhcrai."'." ''""' .....
Merino dd cooes para ve^tiao?.
I'ilo prelo, tra^ado e diio do verSo.
bamasco de la.
Btina de toiho, braaco de cores p. preto.
Se^m,de.liada^ rc:s CflPJ, lis^as.
Dft('de se I'itos de toupusd).
CaW|f*dc cbiUjP^ra, bpoiens.
Cerol?4n?efc' e aigodao.
PSntJbS de' c'rWheL^ftrl sofa, cadeiras e copso-
H J-encoSJxiraadOR e tiejUijrtnthb.-
- Colchas de crochet.
Tarja^aaa de jcuJas^SfCores.
Ricos cones'de vestidos de tarlatana bordados
madr'eperolas e
Vende-se cal^as pretas de panno, a 49,
6&< 79 e 89000.
Vende-sc colleles prelos. a 3d, 39300 e
49J00' .*'<' -. '. i i .piara cortei.
xu i i M ...An ~_ t EspartBhOs lises, bordados.
Vepde-se ceroulas, a l&, 19500, 29 e FeiUardde-sfdA liddas cores.
3^000. NJeias ites,ed^.para sen,h.6ras q mjeninas..
Tende-se camisas brancas, a 2?5, 29500.! "ica9 cr!as "sepa e.la para senhoras.
39e490G0.' '' I Rl.':0 ?.r,i.?!eut "e leqa'es/de'madr'epe
- Vep/J.e-se CGmis;as.de chit^, a'. 19>00, 20, Damaso. daaeda.
e 3000,0. .' a^?mi,ra PJ^^,5(de^r^<
QUTAS PRETAS 4.320 RS.
Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 360
rs. o covado.
EAZ1NIIA A 200 RS.
Vende-se lazinhas para vi stidos, a 200,
, 320, 400, e 500 rs. o covado, No Bazar
iNacional. rua da tmperatriz n. 73, de Menr
Ides Gujmaracs (felrmSos.
RpToveitem em quanto nSo se acabam.chapdos de
sotde seda irangada (paragom) 12 haataas, inglezes
,uper,ip,re3, pelo, insigoiflcante preco de 8 e 9/ ;
senijire, vendomos por 14^000.
1 rJps'para senhora,'de"merino, a 3 e 3*500.
DiWi de-aeda, cabo de osso a 1^000, e pechin-
ba-
Uitf'ia. de alpaca de cores, forrados com seda,
o cabo fingindo beugala, o mais moderao que
a, a 1*500* U I
Sorlimento de chitas claras e escuras, boa fa-
Beoda*. para acabar, a 210 e 280 rs. o covado.
| 'IVpe^na de liuho e aigodao, gostos inteirameule
novqs e de c6res bonitas a 800 rs. o covado, sem-
pne caslpti i J400.
Camisas de cretone, francezas, modernas e su-
perioras a 3(. o 3*300
Ditas ,bratis-a< a 2* e, 2*5Qa
Diias.de lipbo, a 3f500 e 4*000,
[roilhas de Ijnho do Purto a 7*500 e 8*000 a
duzia.
Ditas felpudas a 7*. 7*50j3 e 8*000.
B^guiSp com 10 jardas, pelo prei;o de 4*500 ; e
barato cprn.effeito !
'Camhfaias Victoria e transparcnte, fazenda Una,
a 3*500. 38800, 4*000'e 5* a pe^a.
Lengos de cambraia com "barra de cor, a 1*, e
IftMMi* i?f
Djtos de linho, abauhados a 3*600 e 3*800 a
dozfa!
Grande sortimento de brins de cores, padrSes
proprios para meninos de escola a 440 e 500 rs.
q covado.
Botinas para senhora, pretas e de cores, por 4*
e 4*aOO, Isto por' termos grande quantidade, se
faz esfe prec/D.
bramante de linho, duas larguras, pelo barato
Drtcq.j}e 1*200 a vara, 6 soipente para acabar.
%ij.os, outros. arligos que deixamos de mencio-
nar para rilo massar nossos fre'gu'ezes ; mas que
avista delles estao presenles. '
Dao-se amostras.
So o baraleiro quer queimar
Para rival nao enGontrar.
A' rna Primeiro de-Marco n. I, antiga do-Cres-
po, de A'gosUnho Ferreira da Silva J,eal & C.
*
Lfc De_yarios padrSes, e inteiramenta.modernas, a
|360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
autiga do Grespo 6. 13; loja das' colum'nas, de Ab-
tonioGorreca de VascopcelloB. '"-
Engenh guape.
Vende-se os seguintes :
Harm. "'
'' gulp a.
e I'alricio.
A tratar com sens proprieUrios besta^ciflade,
e para informaroes com Joaqnim Pinto da-.Mei-
relles 1-ilho, na mesma cidade de Marpamgaape
._______________' Tasso Irm^os & C.
Panno-de algodlo da Bahia,
Vende de todas as qualidades Joao RodrigUC' de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Hip, vende Joao Hodrigues de F*-
aa, ruado>morrm n. 33
Vende-se as casas. seguint&s
Rua 24 de Maio (onir'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Dita do Fogo n, 22.
Dita do Padre Florjano n. 35.
Becco da Bomba n 5.
Travessa' do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da cadeia-nova ns. 3 e 5.
. A tratar no pateo do Carm-1 n. i..
Fogao de ferro economico
Vende se um chegado ha poucos dias, tendo fo
nalhas para lenha e carvab, forno para assar
ddpoeito'para agua quente e lugar para se firaf-
dar qoente as comidas depots de feilas; estes ftj-
goes ti.rnam-se recommendaveis porqne sao de
ferro batido, e fabricados com perfeicao e con-
nham com mui diminuta lenha: narua do At-i
n. 20
M
uuja casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por preco modico : a tratar com* Tais-.
frataiw 4- r
E' barato.

- Vende-se. ou arrenda-se, no estado em
que se acha, um sitio na frcguezia dos Afo-
gap'os n, 18, chao proprio.com 349 palmos
de frente e CoS de fundo ; os pretendenles
dirfjarn-se ao ,sep prqprLetario, na rua de
S. Francisco, so'ora'do n. 10.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias o.
45, encontrara sempre o respeltavel publico um
completo sortimento de perfumarias. finas, objectos
de pbanlasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como inodicida.de nos pre-
i^)s, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, aca-
ba de receber os.verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprioa para os nervosos.
Meios aderecos
Aprcci*ei.i como- se vende barato
aid o n. 2ft
RUA DO CBESP0
m\ DAS 3 PORTAS
DE
(juUfaerme & CA
A Magnolia, a rua Duque de Caxis n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda) covado
e de muitas outras aualidades.
CASSA-LA
Acaba de chegaf esta fazenda com benitos pa-
droes, e que se veade pelo dimmuto preco de 200
rs. o covado III
METIM
Mctim trancado, padY5es bonitos, a 320 rs. o
Botoes'de a A Magnolia, a rua Duque dd Caxias n. 45, tem vadoi
para vender os modemos botoes de aco, proprios
ORGANDY DE CORES
Cambraia orgaudy. do. cores, fazenda fioa, boni-
tos padroes, pelo dimioato pre^o de 320 rs. ocp-
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais mpdernas que ha no mercado ; a ellas
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re
LA3 ESCOCEZAS
Economia do-
mestica
>'a rua Primeiro do Marco n. 1.
Gonfronto ao arco de Santi> Antonio, loja de
Agostinhp Ferreir* da Silva teal A C.
SiLanzjnhas, gosto escosse,.padrocs ioteiramente
bvos, pelo dimmuto preco de JOO, 240e260'reis
o covado.
BariUslis .lisas, finas, e do tores, a-. 320, 100 e
440 rii* o covado, islo so se vendo I
Chapeos de h>\ de ilia, para homens. inalezes
(paragon) e com 12 hastes, peL prejode.8* e'*.
fazenda esta que sempre custou 14*, si para
acabar.
Na rua Primeiro de Marco n. 1.
____________Lja do baraleiro.____________
FaTello novo e
Milho pequeno
Ba melhpr qualidade no armazam ie ferinha
do trtfp de Tn*>o lrmfo?.< (., na pra-;* do eae*
dv Aikjll-i.
Leques
Novo sortimento desta fazenda, com honitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado 111
CRETONE
Crelone claros e escuros, bonitos padr5es, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado II!
1 LAS MODERNAS
, Completo sortimento de 11 de todas as qualida-
cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda des, pelos diminutos precos de 400 rs o covado
chmezes, com. lmdissimos desenhos, fazenda intei- 6 pechincha I I I
ramente nova. Cortes de casemira ds cores, a 5*1-00.
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e
4*000.
de Cobertas de chila adamascada a 3*500.
es : Lencdes de bramante a 2*600.
Ditas de aigodao a 1*400.
Toalhas, aicacho4das, duzia, a S*80Q
Lencos de cassa com barra a i*00p a dnzia.
Ditos de.cassa abanbados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanbados, em caixinhas mo^
dernas, duzia, a 3*500.
Cambria traospanente, fioa.a 3*000 a peca.
Chalesde. todas as qualidides e'preMs.
Bramante de aigodao e linhp a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10. palmos de lar-
gnra a 2^500o 2*800 a v*ra.
Aigodao raarca T, larp, a.tWflQ^, DftQa.
Dito domeatico a 3*000 a peca.
Brim com Iistras, irlandez, prpprio para earai-
as,a 440 ra. o cqVadblff
Lindos leques de madreperola. de tartaruga,
; e de miiiUs outras qualidafl
martim, de osso.
recebeu a Magnolia,
mero 45.
nho9,"boteas de viagem, poito* bor4ado para.ljo-
- m^ns, lepcos, delip^o, hrance^do.pores, tpaJAas,
g'uardananof^ etc., etc.________________
PopeHnat de seda, cousa chi-
queai^OQ
A Rosa. Branca vende e*ta linda fazenda de
uma ra cor, pelo, biirat^siaio pr.ei;o de,<*200;
i*tpede,grapa; na nia, da Troperalrjz n. 5fj. Dao-
se.amoatras e manda-se levar nas casas.
Fustao, amayeHo a 5,00 rs. o.
covado
f A Rosa Branca veude fustao amarello para rou-
pa de crianeas a 500 rs. o covado, e fazenda de
800 rs. Pao-se araesp;as, e manda-se levar nas
casas : na ma da Imperatriz n. 56.
Grande pechincha de cami-
sas de lmha
i Vende-se camisas ioglezas, de-linho, muito fiaas,
para homem, pelo baratiasiino prego de 35*000 a
duzia; quem duvidar yenha, vr. e comnrar :.na
rue Duqpe de Caxias n.. 88, loja de Demetrio
Bjstos.
IJranias de leque,
Palmeiras imperiaes,
foqueiros,
Qyprestres horisontaes.
Quem quizer fazer. UU> pomar com diffcrentes
qualidades "de fructois, ou arborisar algumas ruas,
ou plantar-algum 'jardim, 6 s6 dirigir-se ao sitio
do Abrigo, em Ollnda, oode achara o que quuer,
ou deixar o pedldo por escripto na loja da rua da
Cadejado Recife n. 53, indicando para onde quer
que mande-se, etc.
Sementes de hortalica.
Rua do Marquez de Olinda n. 53-
GALCADO
estrangeiro.
Paris n'America, a rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro andar, acaba de receber um completo
sorlimento de calcados estrangeiros para homem e
senhora, vindo entre elles um lindo sortimento dc
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas para
crianeas, que tudo vende por precos razoaveis.
Vi-nde-so urn pequeno si'io perto cao doSalgadiuho.tendo.de frente 130
palmos, e de fondos mats de quatroceatos,
corn uma elegante casa d-j iaipa, acabada de
proxim > e hem asseiad", tendo a sal s, 2
quartos e cozinha f6ra. 0 torreno % prp-
prio ti bom lie plantacoes, tendo algum s
arvores de troetd, agua de bebor e todo cer-
cado.
Para vere mais explicates, no mesm^i :-
tio a qualquerhora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e pata trntar, na the-
souraria d s loterias, rua 1 de Hdf^o
n. 6.______________________
Cambraia transparente a 3^
a peca
Na rua do Queimado n. 43, junto a loja d.i
Magnolia'.
Cambraias transpari ntes finas a 3* a neoi
so na loja de Guerra & Ft-roandes.
Farinha de mandioca nova.
Recentemeute cliegada de Santa Catharina t^m
para vender no trapictie Companhia, e para tratar
no seu escriptorio a rua do t*ommercion;5, Joa-
quim Jose Goncalves Rellrso& Filho. Advertinlc
aos compradores que I'esejando acabar, vendem
mais barato do que em qualquer uutra parte, tai:
to em grande? como em pequenas I'orcoos.
'I\'a rlatt do Cruespo n 99 j
V .V vidddes de ("/,> com Iistras de seda f^r.
jfl entremeadas de renda. fazenda ainda nao X
S vista nesta cidide a SO') rs o covado. ^
fSt Ims de cures com Iistras de seda e bo- 3fl
je Ditos padroe- a 3GD rs. o covado. jji-,
' MadapolSo francez muito largo, con
jflR 20 'ins, a 6* a peca. R.
A Vesluarios de fuslao, camur.ia >a-j&i-
S ca, para meuinas, a4*, 5* e Gd. ^..o-se ^rt
W amostras com penhor 9
I'alHols ile.alpacafi!aa #.
NaT duvidem, que a Rosa Bra iCa no ineute.
mentp, venham antes que so acioem : v< rua da
Imperatr i n. 5G.
Calcas de casemira da,..^da
\\Wd do liarao da Yicluria b. 22.
M
(mm Vianor
rr,f,riiss isr :mm:
0 INEXTINGUIVEL-
a rna Duque de Caxias nu-
Atten^ao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marflrn.
Ricos album com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com finissimas perfumarias.
L'gasde seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras do.madreperola.
Ricas caixas para co.-tura.
Vestuarics para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modemos chapeos de sol de seda pa/a senhoras. 5* a 8&od0 a peca.
Madapoloes Irancezot de todas as qualtdadea de:
Lindos port-bouquets.
Gravatinbas. 4e. velludft, etc,, etc
Charutos e cigarros
dos man finos e das melhores marcas, do Rio de
Janeiro e da Bahia: no armazom da fumo, a rua
do Amorim n. 41, do Josi Dominguea do Carmo e
Sit fa.
B barato!?!
A&9001I.
Lindos cones de granadina com Iistras e (lores,
fazenda a mais linda poSsivel, com 18 covados
cada corte, pelo barato pre;o de 5* ; isto s6 se
vendo para admirar : na rua Primeiro de Marco
VENDE-E
SalaliiOO
De superior qualidade, vendem em Macao do
iAssti, Jos6 Dias Soares, a 1*200 o ajqueiro.
Uftima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
de cores, a propriadus aos vestidos chiques daac-
tuaWade.
Progressa da rua do Rangel, do
Vieira n. 60.
Vende se muito barato:
Manteiga em lataa a 800 rs. a libra.
Ervilha a 120 rs. a libra.
Estrelinha a 320 rs. a libra.
Aletria a 320 rs. a Iilbra.
E outros muitos generoi.
-
Chapeos de. sol de seda com.li.asieas, pelo dj-
; m.iputo preco de.8#50fl. w*fw. yd ,
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda -to]
linho puro,a 44*000 a duzia ;- peahinoh,,riie
' vaodp.
1 as ctK i &a,a m
tras.
S6 o n. 2t) da rua do Crespq
'^>J 4?*a tie* jMc*ns
Guilherme &G.
JUNTO A L(MA M 'ffiCrUIWA
Vende se um piano de filonden por barato
preco : a tratar na rua do Imperador n. 10
Wilson, Eowe & C.
Era seu armazecn a rua do Trapiche n. 14. o se-
guinte:. .
Aigodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao do pedra de todas as qualidade'.
Tudo muito barato.
Pacheco Ic Aaevedo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial : em seu arma
zem, na rua do Duque de Caxias n. 29.
-! Sabao a 200 rs. o kilo
Noarmazem do famo, a rua'do Amorim n. 41,
de Jose Domingues do Carmo e Silva.
agua
DE
IU1BBAI A L1V111\.
Uma pura, distillacao das mais raras aV-
res dos tropicos. Contem, para assim ui-
er. quasi o oddr odorifero das floros ao
tropico da America, e sua fragancia e quas
uiexhausta ainda mesmo por continuada
o/aporacao e diffusSo.- N'este respeito e
i icomparavel a qualquer Outro perfume
qne h de vend a para :
DESMAIOS, A-TAQUES NERVOSOS, DOB
DE CABECA, DEBILIDADE E
HVSTERICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com o bore,
.in, tem conservado sua influencia para
^e dou po6pwBtos, franze e'horda.lod* icima de vinte e cinco annos sobre todos os
A'cste grande estate teamen to tana che-
gado um bom. sortimento de machines para,
costura, de todos os autores mais aeredita-
dos ulitmamente na Euro pa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
pprteitoartista p&na ensinar as mesmas, em
iqualquer parte desta cidade, como. hem as~
sjm encerta-las pelo tempo larabem d'um
anno sera desjiendio alguin do comprador.
Neste estabeleeiMemto tambem ha pertenoas
para as mesmas machinas e se suppre quak
quer pe^a que seja neeessario. Estos nja-
fihiaias to-ab^heni com toda a pejfeica* da
qualquer costura por fioa qne seja, sens;
precos sSo da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de- 300000, 405000, ioJJOOft
e 6rt0fl,0, p^a 4rabalharrcem o pci sao'de
yam* mm, w>W>o,. l-toum,.
JSQttftO.Qr 4PalOrfe illM0W> aWWQfiO,*
aiaOl^^o.i.emqujnt^jps jUttm Dhchi^^T,
ijeracao de precos, e o^jftornpradpr^s^od^rfao.
visiur este-ostaW&cjroento, ver a o gostar pela variedade de "YjlUfjlfc nnn
^acmpceipwivd|^.cw#,sejaai: cadei-'
COtnO Um artico, pelo Seu anoma muitO dfti e*n*^w^toopMraw,l.vrr...-)i(tamemesoba^o-
j j j taa e 6uas neaionoas lormas, ia na itis ia no oretm
ucado, nqueza de odorepermanencia, nao vitacs. Nest*ultimocasodepoita,mivvei!,tubni
1 pode ser igualado.
raspara viagem, mabj,^*:gem,,pad^j^ ex^^nte m^t.ur? para banhar a. pelle,
fas paEBjaaJts^ditlaftdf WMSP>ndSift& para
frianca jaltas),,ditas para escoja^ costorei-
ras/ri b^liWiHHiiaf t^a*iW^4jd^a*,. caraas
de ferro.para b>Biwn e cria^as, WHWHt
espelhos dourados para,*aia fffiudo&.e pe-.
quenos, apparelhos de metal para, clt^i, 4a-
|oueiros o*n cabo do matal e de marfim,
jdjMi avufaos, coihereade raetai fino, condiert-
ros para uJa,-.jmxq, giiarda-QQmidas de
arame, tampan para oci)ie pnaloa, esteiras
para forrar salas, lavatorios completojj, diAfp
simples, objeotos para toilette, a oaafcies mui-
ttartigos qua muitoderemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimeiato
que saacha afcertode&de as 6horas da ma-
nhfi ate as 9 bores da noute &
Rua do Barao ^a Victoria n.
22.
a i,
Vmiiam ver que vale ipena : na loja da Rosa
Branca, a rua da Imperatriz u. So.
Vestidos broncos bordados
a 6#000.
Sao lindos vestidos com babaics da moda c ti-
ras bordadas, que valcm 12;5: na rua da Impera-
triz n. 06, loja da Rosa Brau;a. Tambem sc veil
de :
Veut pura chapeos, cousa ciii-
<|iie a t?0Ki
celcfere
Florida
perfomes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
idexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos: fatAcs.
Sedas a 13500.
Vende-se bonitas ledasjde lindas cores peli
baratis>imo prejo de 1*300 o Covado ; vein am ..
ellas antes que se acabi, na-tiin do Dnqne dk
Caxias n. 88, loja de Demetrio Baslos.
Salsaparrilha de Ayer
r AR A PukifIOAR O SAKGUE.
O renome do quo goza e=; ex
ceUente remedio '4 devido a railh
res de cur que tem o;?erado, mi.
Itas das qunc; 'fie verdadeirnm*.:t
maraviDios >-
cases em a .. --
do saturau
midades e
pramptami
As afleccc
das pela c
BX4 produz
tern sido tarn radical e tarn geralme"
todos 6s pentOB do Imperio.quc o pi
infonnado daa snas virtudes e do mo-
0 veneno escrofuloso e um dos ms
da raca bomana. Ore. senhorea-fe o
do nosso organismo e deixa-o fraco e Ja
Ora, patenteia a mfeccao de .. ooqx>
Tambem faz ren
da pelle :
ASPEREMS, EMWM.A8,
QUEHIABURAS DO SOL,
SA'HDASJ K BORBULttAS.
Sendo reduzida com agua, se. toma umt
dasdq. um aroseado e c^r clara a complei-
^npublaqa,, sendo apnlicada depots d
baj;b(W, eyita a i,rrita,cao que geralmentt j
ocC9(crefasswn como tambem garganteapdo-
se, o'cneitP'do cgarro desappafece, e me- j
Ihora a condic^e dos, derites e gengiyas.
CflffW hA muitas imitecSes, as quaes n8o '
Bftss.u,em nerjhumas d%tas propriedades, j
aeve-se tomar cuidado e contar s6mente o
p^famoso perfume e cosmetico do sul d
America, cham
A(.l\ FLORIDA
DE
HURRAY tl LA\llt\.
Sa acha & venda em todos odrogu
pferfumari as da moda.
A8unicas verdadeiras
Bichas haroburgnezas qnr- vem a estc mercadi.
na rn.8 Marquez -de ulmd* n. 51
nos pulmae. no gado, no cetai^ etc., quaudo nao s^ mat-
ife^ta em '-oes, tumores, etc.
A inim^. : perigoao'e tarn perfidy nunca se deve dsr
Bnaiid%e !.?+.. sempre mclhor dp que combattl-c
Assim, antes i. ., ..i-eeerem os proprios tympthvmas aetkm,
O usa da SALS* r^HRILBA. HE AY*;It pOdera eviUr
rejultado* funestos. ,
As pessoas que soflvm de Eryitptla;'Fogo de S. Aw
lOTifc., Dartrot,. Etnpiocn,, Hheu,Hsmo, Xtimores,
VUtftmt' % sensipiUdade dolorosa. nos ouvidos, olhos, &c,
dCr nos ossos; Dyapmpa on Indigeitoet; Ilydropemi*.
Molttlias do Corapao a do Figado, JEpylepda, *o-
ralgia e de var^as outras affeccoes do sysUjema muscular e
nervoso, achario segiird allivio usando desta S^XSAFAJi
JtlLUA DE AYER.
A Sj>^I*ou Molettiat Venereal slfi curadas com a
*CTi uso, piosto qne sejtt neeessario mais dilitado espaeo de
tempo para spbjugar tam. ifupertiuenfea eufenrodades.
A Ifucorrhea, ou trores Brancas, BJ Ulceracoesntm-
nas e^em geM as molastias tos mulhores sio tambem afliTia-
dae e nSteriormente ciiiadas; por'seu effilto purificadar e
viaoratlvo.
O Jlheumattomo e a Ootta, quaudo causados por aooa- .
mulacoes de matcrias eztranhas ao sangue, cedem-uie ttai-
mente, de mesmo "mod o Mat de Figado, CongesU* ok
Infiamtnacao do J^VT, ****<*" <**<& orinndaa
de fflaus. qesfduqa ty, aangue:
A Salsaparrilha e um excellent*- restaurador da
fore* e vigor do systnems.
Assim, todos os 91W aoffrerem Languor, Phlegm:
maio; Insomnia e que tSo Incommodados 'co**'
ifoi e Temortt Nervosos ou qualquej outr.
provenieate de DeblliOade, aeharao do seu poder
o mais seguro expedient* de prompts cura.
PREPAKADi POR
> J. C. Ayer & Ca., Lowell, Mass., E. V.
Chimieof Fraetfoos e Analytic*:
VENP^''.SE -v

-





~*-r
8
Diario de Pefflftmtmfto Tertja feira 14 iiiU
Fnculdado de Direito.
DlSCURSO PR)TER1D0 TOR OCCA8IAO DA eeLLACAO DO
GBAU DK DOCTOR AOS SrS V. S. DB ARAUJO Ba
twta., L. DB A. Arauji Cavaliaste b A.H. de
SoUZA iSANDBIRA FlLHO PELO 1'ADRINHO, 0 Da.
JOfB JOAQUIM TAVARES BeLFORT.
Srs. Drs.
Nas porfiadas e cu:to=as luetas da intelli-
gencia o talento e a illustragee, provocan lo
a mais alta c msitcragao. a rnais viva sym-
pathia, e o mais prefundo respcito, ganham
palmas iramorredouras de uni gloria real,
de urn invejav.-l triumph?, porque os bent
inteller-tuaes sao de ordem tal que. ornando
explenlidamente o inlividuo, proporcio-
iiara-lhe ao mesmo tempo independents,
etevagdo, reputagdo honrosa, perseverante
admiragao e algumas vezes ate* a immorta-
lidade da Lma.
N'esses titanicos combates, ao enve-. dos
terriveis combates da forga bruta, os ven-
cidos tambem sa vencedorcs, porque, m-
bora vone;dos. a victim e devils aos gran-
des exforgos e polerosos recursos par idles
dispe-sados ao venod ares : toios ahilu ca-
raml-os proprios combatentes, < s que assis-
tem a lucta, os que a podem gpreciar e em
primeiro tiit^ar a s.-ien ia, que ve engros-
sar e numiro dos sous dedicados adoptos e
illustros cultures.
Applandiro resultado doftas luctas e le-
ferir respeitns mereei los esiaceros encomios
ao que de mais dorado o nobre ha no bo-
mam e con-tuue a sua propria forjaa in-
telligencia ; ao qua do mais preei >so ha
n'este mundoa sciencia'; ao que de mais
louvavel hr nos nossos exhrgos para a si
tisfa ao.de nossas nocussidades e a conse-
cassao de nossa perfecgaoa acti.ridade na
sua manifesta duoo d soeiotade, isto 6, o estudo.
V6s, S:-s. Drs. ae baes de com raza > re-
ceber louros virentes e inrnarcessivei; no
rertamen intellectual em quo ultima-
mente vos enpenhastes e em que tdo bri-
lhanteracnte v.-s conduzistes ; rosso merito
obteve a sua justa conssgragac, vossos jus-
tos desejos estao satisfeitos, vossas legitimas
aspiragoes plenamente realisadascougra-
tular-me comvosco por esse mntivo, pir
reim e em nome dosta illustrada Faculdad',
e dever que agora cumpro nos transposes
do maior prazer e sincero cnihusiasmo.
Vossos mestres por meu intermedio, Srs.
Drs,. externani o mais exacto juizo < pro-
posto do voos meritos, quan lo os repu-
tara discipulos du, mais aprovcitados, or-
nament >s da nova geracio, esperan^as ro-
bustas de urn brilhante porvir : oh I
que nao me sja dada agora a previlpgiaia-l
felicidade de expresso^S e sentiineutos para
nianifestar-vos o tanto quanto pensamos e
sentimos a vosso respeito.
foucauld e b maior de todos os lisoojei- do matyrio de. milhares de Tictimas, para
ros, quando nSo degenera em egoismo, 4 Tirermos sob o predominio de principios
um excellente estimulo ; com o habito de condemnados efataes iliberdadee ao nosso
trabalho, que tanto voa cjraceterisa ; com a desenvelvimento individual a social: para
vossa p overbial prudnncia, que vos aeon- chegar-mos ao resultado desejadb, para quo a
selhari de seguir o dito do apostolo-fque, verdade, pio de nossa intelligencia, u/t da
antes de nos elevar-nos, nos experimente- ossjs passos, regra de nossa vida, impere
mos [Probet autem sei ipsum homo\ ; com devidamente entre n6s nos falia, senio
a hone iU moderocaode que tendes dalo sciencia e coasciencia d^s a >Sj0S direitos e a
copia nos vossos desojos e quefari com qui energia, a majs teoiz das foryas, porque e"o
nunca sejaes partidistas da ambicao e da reseitado da disposicaoe da rasignacao
fortuna, mas na phrase do gra.ide S. Ber-, Quem estadar a marcha do desenvolvi-
nard > viros probatos et non probandot; mentq das nac6es ; quem apreciar as organi-
itotu a vossa pureza de costumes e vir- sacQ8s soc aes antigas e modernas, ?era" que
tude nas a c5;s ; est>u cer.to, Srs. Drs.j ate o flm doseculo passado, atdo raomento
vossas carreiros serao brilhantes, como o era que a grande revolocio reconhecesse e
mere.eis e a soci*Ude receberi de v6s o proclamasse os direitos do hoaiem, o indi-
beneficio de vossos grandes talentos e rale- vidio nada era, e Estadoera tudo-o poder
pubheo tudo regulava, em tudo se immis-
vantes sen-i^os.
Miuha missSo pur agora, Sfs. Drs., esta-
cuia, o Estado s6 era soberano, nao
bavia um doniuio no qual o individuo o
na termi .ada e por certo era regra bam fosse: o iudivididuo nao tinha umsodireito
terminada, jd com as congratulasoes, que em frente do Estado, qua nio era Yorgani-
sinceram nte vos dirijo, participando assim sado para o individuo, mas si;n este feito
s alegrias externas de vossa eialtacao a para aquelle.
E' obriga^a Srs. Drs., que me impoem
os estatutos, que regem -esta Faculdade,
indicar-vos o uso, que deveis fazer de vos-
sas lettras.
0 desempenho desta delicada, quao im
portiute miss5), seria dillicil, se v6s por
vos mesmos n3o ostivesseis habilitados para
romprehender o alcance do meu proposito
e a sorprenbender-me nos conselhos, quo a
tal assumpto poderia dar-vos.
Tendes talonto vasto e fecun lo, illuitra-
rao bastantenaente adiantada part vossos
verdes annos e portaoto c mfio na vossa
escolha, eonfioera qu-) adoptareis as pri-
fissoes, que rnais de accordo estiverem com
vossas naturaes vocacoes e prodileccoes in-
tellectuaes.
Nao ha homem, diz um grande moralis
ta, que nao tenha uma votacao propria,
qual deve exf >rc.r-se por hem conhecel-a
e a* que e" indispensavelmente obrigado de
seguir.
(Jualquer que seja a vossa escolha, Srs.
Drs., d'ante-raSo a ^pplaudo; porque com a
vasti intelligencia, que possuis ; com os
variad >s, metho-iicos e profunios conheci-
mento; de que disnondes ; com o bem en-
tendido amor |>rop-io que, vos destingue,
smor proprio que posto diga Laroche-
L
FOLHETIM.
tlCSSSIA BOB&Ia
I
MEMORIAS DE SiTJItllZ
POR
l. Uatioclfcraaaidczy Gonzalez
qoirtT parte
possuido da mais intima satiafacao, que me
produz aco:s:iencia de t-r cooperado para
que conseguisscis o que de direito vos
coinpetia, alegia que e augmentada pela
estimn, que vos dedico e pelo apreco, em
que partic ilarmente vos tenhft", ja" com a
onfiafica, que manifest) e as fundalas es-
;ieraiigas. q le aliraento, de que sempre bon-
rareis o grdu, queacabaes de receber ; mas
ra uma fasts destaorlem e em uma occa-
siao, como esta, posto deixe a vossa int^l-
I gente escolha o camiuh, que dev,-is abra
gar no uso do v >ssas lettras, julgo do meu
lever com n docura e a benignidale de
um eorayaoamigo amparar-vos Centra la do
mundo das paixdes, das luctas edos interes-
ses los erros e pianos, alguns velh s e ca
runch sis, hf>je revivi los, erros e plan >s
que calculi lameute grassam e se entreteem
n proposito de nossas relaooes moraes, so-
Orejnturaes. publicas e politicas.
Os ac mtecmontos sSo, Srs. Drs., a pala-
vra e a 1 cao da IVovidencia e busquemos
pois no conhecimento dos factos e na verda-
luira philosuphii, queestula o espirito e u
coracSo du homem, os meios de dissipar os
(ireconc itos e de destruir os falsos principios
e a luz da razfio e no seu accordo com a.fe ver
quaes sejam as condicoes precisas e reaes de
nosso desenvolvimento mord e de OOSsfl perT
feicao n'esta vida e de um melhor prepare
para a nossa saWagao eterua.
Os bomens, ent^-s raccionaes e livres,
diz Cousin, teem todos os mesmos deveres
mutuos, teem os mesmos direitos reciprocos,
sao todos iguaesa liberdade moral engen-
dra a igualJalc moral. Santi, como a li-
berdade, que a funda, a igualdade d4 nas-
cimento & idea de justiga, que nao e" outra
cousa senao o respeito rautuo das liberda-
iles, respeito igual, porque ellas sao todas
iguaes, uma vez que sSo lib3rdades.
Estes principos, Srs. Drs., de eterna rer-
dade, reconbecid s pela civilisa<;8o moral de
nossos tempos, quobrando seculares tradi-
Qoas, espaucando erroneos systemas, derri-
baudo defeituosas organisagojs sociaes, hoje
coustiiuem o cudigo dos direitos do boraem
e conluzem a logicas conclusoes, & que ar-
bitrariaraente apenas seoppdemo interresse
de certos, a ignorancia de alguns, a ma fe
da outros- e a hypacrisia de rauitos.
Quem triumphard ? A- verdade, ess* vi-
sita de Deos -o nosso espirito, ou o erro,
obra dastrevas, da ignorancia edas paixoesT
Quem g nihara a victoria ? A natureza
moral com ocortejode facnldades, que, ma
dorecidas e se exercendo livremente, nos
torn a senhores e reponsaveis do nosso desti-
no, e dos meios de promover ou o arbi-
tio, alimentado pela corrupcao, favoreeido
A civilisarao moral, que na sua marcha
benefica nao cessa de desc .brir os errus,
para combate-los e de reconhecer os buns
principles para proclama-lus, toraou fial-
raenpit.'ule que ao rganisagaopolitica e ape-
nas u meio de que a organisa^ao social e o
fim-o pjJer publico, quejestdpara com aso-
ciedade na relac,ao de meio para fim e* ape-
nas a garaulu para a realisacla e respeito
dos direitos in lividuaea.
Tres sao as nairjadessociaes, d*erura dis-
tinctu puhlrcista, o individuo, a fa-milia e a
povoacd >, e ties s3o tambem os p "hires ae-
cessarios para dirigi-los- -a liberdade iudi
yidual para os actos, quo s6 interressam o
individuo ; a auloridade do pai do familia,
autoriJade que bebe a sua acc5o e extensdo
na propria Ki da uaturezar para os aetos,
quo interessa n a familia e a> autoridade dos
chafes do familia, rouuidar ou delegada,
para regular as relacxJas das- difforentes-ftt'
milias.
Agru-padas as povojeoas am ii outras,
surgindo a cada uma das transformagoes-
sociaes poderes no vos, soberanos na sua es
paera de acgao e reguladores dessas novas-
relacdes, poderes que nao usarpam os po-
deres pre edentes, porque nascem de ne*{
cessidades nov:s e se applicara iobjectos-
differentes, forma-se entao a nagao, tendc-
esses poderes in termed iarios a reunidos en-
tre si, e o poder sup'emo seeleva entdo en-
carregado especial e exclusivamente dos
hiteresses da nagao.
Eis, Srs. Drs., a* conclusoes a' que nos
levara os verdadeiros principios, qna,procla-
mamdo os direitos individuaes, nos ensinam
que os poderes pubiieossao manisfestagoes
da soberania nacional, soberania qua existe
immanent0 na sociedade e que se eoncre-
tisa unicamente pela forma, porque os po-
voso querem o Estado antigo era o fim a
o individuo o meio a bojeai eiataaMnte o
oontrario.
Pequena, ou grande, civilisada, on bar-
bara, diz Guizot, o que procura-toda a so-
ciedade, o que ella pede e o iroperio da ra-
zdo, oieinado da justrga. Todas-as formas
de governo, todas as garantias pubicas, nSo
sdo senao meios paca esse fim.
Propugnar, Srs. Drs., para que estas ver-
dades sejam reconbecid as e, como eonse-
quencia oeeessaria, qua os nossos direitos
sejam legitimameate praticados, 4 dever so-
hrciu lo de todo o homem, que tarn razao
elevada-a eulta, coragao generoso a patrio-
tico.pundondr individual e djgnidada civic* ;
v6s, vigorosos atbletas do pensaaaento, des-
presandO' sinistras ameagas tonttreis, por
certa parte activa na precis >cruzada de nos-
sa regeneragao social e conservarais na de-
oela folia dcelucagao moral* e intellectual generagao dos carateras as tradicdes de um
e mautido apenas pela forca material ? A
logi a do erro ganba mais depressa terreno
que a logica da verdade, gragas a cum-
plicid.de das nossas paixdes, mas nao
havemos de ser filhos d"este seculo d cuja
aurora allurainaram sa?s ideas, resultado
das profundas locubracg-oos das mais emi-
nentes espiritos na pesquiza da verdade e
puro eacrysolado patriotismo.
Os santoscruzados traziam,. como divisa,
Deus o quer ; seja pois esta mesma
divisa dos novos cruzados da liberdade,
porque o que a natureza pede Deus o quer,
como o creador, que e, de toda a natureza.
Liberdade de consciencta, de cuko, de
ehsino, de imprensa, liberdade civil am
todas as suas manifestagoes a liberdade po-
litica em todo o seu livra e soberano exer-
cicio, eis Srs. Drs, o que e" nosso, o que a
n6s efTactiramente cabe, mormento em um
paiz, quesa diz livro e atira aos quatro ven-
tos um codigo politico, que assegura encei rar
taes preceitos.
Se de certo nao som s offectivamente li-
vres, estudemos as caus.s, que d isso se
oppoem, para removel-as: se o vicio for
deorgonisagio,extirpemol-o, esoomal, po-
re'm provier da acgdo, empreguemos a reac-
cdo, que e em tal caso a lei natural, lei de
justiga universal.
D us granles factos, diz um publicis-
ta distincto, constiluem a digniJade e a
superioridade da natureza nuraana o
amor do homem pela verdade, attribu-
te |.j de sd intelligencia e o amor pelo de-
a ver, atlributo de sua cousciencia.
0 poder do ho.nein, diz bem Simonde
a de Sisraon le, reside nas forgas moraes e
a ado *nis p ys cas6 do espirito e nao do
corp, que procele.n os meios de rosis-
toncia e de conquista, porque o espiri-
i to e qoe ae aciiam a vontade, a eora-
gem,' a paciei>eia e a resignagiao ao sacri-
fi. io.
A ab lici.dij da razao individual em fren-
te de una infallibilidade individual faz sup
por que a raga liumaiia estd oindemnada
a nao fozer uso de sua razdo, porque esta
condul-j ao erro- e d perdigdo eterna.
E 6 em nome *o una religiao de paz,
amor, Mwrdade, concordi* ejustrca; roli-[.
giao que falla d convicgdo pelo ombo meio
da persirisao, que se- susteuta o sacrilicio
da razao o o predominio por to las as for-
mes e [) todas as forgas de um ferrenuo
despotis bo sabre as consciencias, sobre a
alma, patria da luz e da verdade I
Estudada a marcha do* desenvolvi.aento
da Igreja, veinos quo Efterias suas epuchas
pruuitivas, itispirando-se immediatamente
nas sontns palavras, n >s babitos proprios e
nas su'diiuys prescripgdes de seu Diviuo
Mestre-, cheios os apjstolos da virtude'e
da doutrina deste; apenas eusinava a ver Ja-
de, queria SO conveucer, seu fiin unico era
a s dvag:Vj de nossas-almas :nos primeiros
seculos da Igreja- Esta se eooipunha da
assemble*'gerat do* ehristaos, qner leigos;
quer ccctesiasticosa primetra phase da
Igreja foi pois demoratici, de aecordo co:a-
* indolc aas licoesdo Christiamsmo.
A segunda idada da Igreja foi, eomo sa-
bsis, Srs. Drs., a dciregimem dos bispos
o governo- da igreja-tornou-se entiao aristo-
cratico.
A1 terceinaepochs foi e e a do- regimem
itos pap i, eo govemo da Igrej* tornou-so
moo>rchieo-e hoje eon*-a infalibifidade un>
govern i absokito.
A obra de Deus sahtria incompleta de *>uas
maos?
0 quo n .s tempos ppimitivos s fasia e se
fasia de accordo escrupoloso com as ma-
ximas do llrvino Salvador merece hje con-
de.nnagdo T
A Igreja, Srs. Drs.,. arrimada no poder
immeuso da- fe de sens crentes-, eerta da
sincera adhesao da mundo civilisado ds sa-
lutares ma-iimas do Cb>ristianismo, aspira
ainda ao presente o que Cbristo nunca quiz
o dominid'Universalj quer pelo modo di-
raeto, quer iadirecto> dominio que, uma
vez conseguido nos barbaros e anarchicos
tempos da Sedia idada e perdido- em parte,
deve hoje voltar a ser exacta-.ntmte o qce-
era.
Poder ceJeste, poder rebgioso^ poder edi-
fieador, poder domestico, poder ensmante
poder civl. poder territorial, poder finaa
eeiro, poder judiciario com uma triplice
jurisdicgao, poder penal politico e corporal,
poder em toda a extensao da pa-la vra supre-
mo sobre os poderes-temporaes, eis o que a
Igreja pretende de facto ter e a que chama
sua liberdade o Catholecisiao e assim a
coqQscjQ&o da Iniraaiiidade, e o dominio
absoluto sobre tudo-e sobre todos, e a uega-
gdo da soberania social
Mas, Srs. Drs.,.taes preteogoes sao ago-
ra possiveis corn as liberdadss individuaes o
publieas a tanto custo, tsrapo e sangue con-
k marqueza, que continuava conversando Chamei-a para a reprehender,. disse-
com a joven, mas que a espreitava dissimu- Ihe Lucrecia com voz sombria.
qubtadai ? Pode-se permittir o im'perio so-
bro as sociedades livres de uma orgauisa-
gdo ecclesiastic*, coroada com a infallibilida-
de e que tenda ao dominio universal sobre
nossas consciencias e acgdes? Pode-se,
Suando e erro proclamado e anatbeinatisa-
o dizer-se que o pontifice romano deve re-
conciliar-se com 6 progresso, e a moderna
civilisagao ?
0 cidaddoe o crente nao seconciliam, as
duas organisagoes, assimpraticadas, sdo an-
titheticas, a furga toina o lugar do direi-
to e a 16 na lucta desapparece para dar lu-
gar d incredulidade.
E nao exagoraraos.
A incredulidade, eesa disposigio habitual
em nao adoptar-se como verdadeiro sendo
o que se doscojre, o que se po .e desco-
br.r pbysicaiuente, implica a rerjeigdo da
metaphisica c .mo um jogo de imagiiiagao,
e nio e sendo o grosseiro materialismo, que
por Jorga o nocessariainente conduz o athe-
ismo.
P- is bem, S\ Drs-., os prodigios que a
in lustria realist qiroli-Jianainente ; o desen-
volvimento estupenio. qua se- observa nos
nossos tempos nas sciencias experimenlaesr a
falta de moral e de religiao, da > past > i pin-
losop ,ia que ganba terreno d custa do ues-
presligio eio que teem cabido os a-sumptos
religiosos por aausa deou seu nonne e em
numa persevera'ite obstiniagao se repellirem
as luzos e as coquistas do seculo.
Omundo modetno pede, Srs. Drs.r ore-
conhecimento detodos os direitos e os-direi-
tos do pensameota e da conwiencia nSo- po-
dm-f >riar excepgao, elles os>ma:s caros e
apreciaveis de todos os direitos-.
A- fe, diz" An tllon, e u>na couvico
bebida, nd > s6raente nas conclusoss o^a
razio- mais na essencia da propria razae- e
ate sahida desuas proprias pr .fuudezas.
A>fe6 o ponto de parti Ja e de chega^
ila d lud* a sciencia laj.nana ; ,i fe unica
ptode-pof !im d di sordem da incredulidade
e Ja Sttparstajao, porqre ella nunca e que n
aproxruia estes dous extremos.
A f^-chiista, diz bem Bourdaloue, ndo e
uma pura t-quiescen<;ia, nem uioa sim-
ples submissaodo espirito, roasuma acqoies-
cencia e-subookssao racbhies ; e, se assim
ndo fosse, nao seria a fen-ma virtu'ie.
Mas; como soria BMM a"quiesceneia e
sebmissao raciowaes, sea razao nao tives-
se parte a!gu u* tiisso ?
Aordem, a jwstiga, a liberdade, padem
pais, instam pela solugao-racional do pro-
blema da> sp>r*cao abs^luta e radical do
poder eipiritu.il lo poder temporal.
Dae a Cezai> oque deO-zar, dae a
'.Deus o que e de Deus-,. dtsse o Diviuo
Mestre, e- por estas palavrasy cujo sentido
se completam pela resposta por F.lle mesmo
dada -o meu reino nao & desto rauodo, se
eTidencia que politica da Igreja saorifie*
I a- pureza da fe a a doutri-na christa
Sejamcs catheJicos, ndo pela forma por
({tie approuver ao podetr civi', mas por
aquella que esU estabeleeida nos preceitos
da nossa santa religiao, em- comp-Masajjao
seja mos eidadftas, ndo como Roma hyper-
ptrOj>hiada, annollando o episcopado nas
suas porrogatlv-as as mai6 sagradae^ quer
eentende, mas como a M0o$ livre na es-
colha do- seu governo, ppoclamou os nos-
sos direitos.
- Ha um Catholicisrae p*ogressivo, dia
Laurent,que tafila com o..Cahohcii>mo in-
mulaveliuUodnzir o pcogresso no meio do
Christiauisrao e o umeo meio do salvar a
re igiao.
A lucta do Estado com a Igreja nao e
contra a religiao, e eookra o uUrainonia-
uismo. .
Se a aftMhga ent'e os-dous poderes pare-
ce hoje linpossivel no terrciio dos pr.nci-
pios e o antagouisruo o fatal d mesma reli-
giao^ d ordem public*- e aos direilos indi-
viduaes,viva cada um desses poderes- vida
livie, indapendenlee propria, nunca ocbo-
que se de a por ceno entre elles.eo ci-
daddoe o-crente terao na sociedade todas
as condicoes de seu desenvolvimento e de
promover elEcazmente com confianca, con-
sciencia, zelo e respeito profundo
de sua salvagdo eterna.
lo os meios
Justiga a verdade, diz bm J. J. Rous-
seau, eis abi os primeiros deveres do ho-
mem humani Jade e patria saas priraeiras
affeii,5es.
Tendebem em lerobranga, Srs. Drs., essa
snyihese eloquonte e verdadeira do profun-
do philosopho, quetantosbeneficiosprestou
d causa da bumanidade, da justiga e da
verdade, mostrando por esforgos e luzes
quanto na conscieocia e no coragao conhe-
cia esses deveres e exporimentava taes affei-
cdes.
LEONOR
tContinuagao do n. 95.
IX
ladamerte, notou a contrariedade que trans-
pareceu no rosto de Rranca,
A marqueza prOseguio fallando sem que
Branca Itie respendesse uma s6 palavra*
Passado nlgnm tempo sahio Pauii e a
marqueza, chamada por Lucrecia, entrou
para osapos&ntos deixando Branca no vdo
da janella*
As outras dnas damas e os dous gentis-
homens conversavam ag/upados no vao de
outra janella.
Como os -vaos eram grandes por tiausa
da espessura das paredes, nem elles viam
Branca nem esta os via.
NO QUALSE EXPL1CA O QUE NAO SE P6DE EX-
TENDER BEM NO ANTECEDENTE.
Retrocedamos dmanhad'aquelle dia, ao
ir.omento em que Paulo de Arnesteville en-
trou na ante-camara da gra-duqueza.
Este facto espautou os servidores do pa-
lacio, porque nao era costume que o capilap
da escolta subisse d ante-camara.
Para que veio este homem aquiT
perguntou Branca Albiui ao ve-lo entrar na
ante-camara.
ilgum capricho da gra. duqueza, res-
andeu a marqueza de la Fide, que, como
1 is as velhas cortezas, murmurava tanto
da sua ama, quando ella nao estava, como1
idulava na sua presecga. Este rapaz e"
rr.uito formoso.
Algam presumpgoso, naturalmento,
TPplicou Branca com desdem. Alem de
quo ndo ha razao para suppor taes capri-
Chos d gra-duqu iza,
Oh eu nao quero dizer nada, contes-
tou s marqueza,ha caprichos de mil especies
c a maior parte d'clles innocentes. No entan-
lq, n quo ndo soffre duvida, 6 queo capi-
tdo Ja escolta nao costurna ser encarregado
dos memoriaes.
A? duas damas, a joven e a velha fallavam
em voz baixa no vdo de uma janella.
0 sol, cuJa alf8re Iuz p>>netrava airavez
,s -.i' is decdres, illuminava o rosto de
Br. r,.., a quem Paulo mirava com audaz
steucia.
\ fetna marqueza estava de costas para
li e ndo- podia vel-o, pare"m notou que
Bftibca I./lava.
A mia consistia em que em vao pretend is
afirtft n* o sou olhar dode Panto.
Baixava osolhos por ra in-nneuto ou
oii ava par* a niarqiioza ; poreiu, como
n\>- iiirai' por uit inaKuonsiuo irresisU-
vcl, tornava a olhar para Paulo
Branca estava 'visivelmonte contrariada.
i'rii.n. Paolo', chaniado par Li
".itrou uid ('S apos- .to.
e necessario que os bomens de que te fa'le'
Ditirso do general Moltke-
(Conclasao)
0 paiz, roeus senhores, julga-se com o
direito de pedir a cada um de \6s a sua coo-
peragao n'um* questdo em qoe estd em jo-
go a integridade do imperio. A salvaguar-
da d'aquelle direito, talvez vos leve a pre-
judiear uma questao da mais alia valia.
Parecft-me muit*! conveniente. nao cabir
n'um novo provisorto e estabelecer difiniti-
vamente i> quanto a Ulernanba tem dodispdr
em beueficio do seu- exereito.
Se vos podeis con veneer r que ndo pode-
mos dispens-ir menos de 403:000 hdmens
m pe de paz, atten-lendoa consiJera^do
de cases- intrnos, e se,. depots de haverlas
ftxado, ap6s maduro exemer as despezas
que sdo para i.-so necessaries,renunciaisy
e ver'lade, d discussao annual a respeito
d'essa so-:imar sacrificais o direita de a con-
eeder ou de a recusar. Mas com isso nao
prejud.caie-o-direito de eoncessao em ge-
ral.
Kile subsiste para o caso que se pega um
augm nto ou-se apresente ama nova medi-
da Iegislativ.t sobre esse objecto. A cifra
n'.nnal do eiT^ct'vo- em pe de paz precise ser
necessariamente drtermi' aia par uma serie
de-annos, de-urn mo-lo constant*.
Uma fluctaagdo a'essa cifra prodoz uma
ins-tabHidade em todas as numer.osas e com-
plexas relagOes-, que teem de ser fixadas-an-
tes nas minu teneia* mais insignTieantas, se
qoereis fazer fuce-sereoamente a um alaque
de for-a.
Gonsiderai, qe tocla e qaalqaer dimi-
nuigdo ti'essa eifra se fird s^ntir durante
um periodo de 13-'an*os, e qe nenhum
de nos pode adfevinhar w> teremosguerraou
paz durante esse periodo.
>teus senhoresmesmo ao melbor dos
bomens serd ianpossivel vivcr em paz,
quando o visiuho turbulento nao conaorde
com site-.
Emcuido toJa*ia, qwpoderesnos provar
ao mondo, que nos constituimcs em ntf&O
poderosa, ficaudo poren uma nagao pacify
ca (applansos), uana nagao que ndo preci-
sa da juerra para conquistar glorias, eque
nao a quer para fazer conquistas. (Mtxito
verdadeiro !)
ConJssso que ndo sei bem o que heve-
namos-de fazerdeum pedagoda Russia ou
da Krawja, que houvessemos conquistado.
( liiso.)
Espero que nao so- sustent*remos a- pae
por uma serio de annos, mas que tambem
d iiuporemos. (Muito beua..).. Talvez o
munio se convbnea entao, que uma Aile-
manha poderosa no eentro Oa Europa e a
melhoc garantia para a paz d> continoute ;
mas para iuapor a paz, devemos estar
preparados para a guorra. ; Muito verda-
deiro I)
Tamos n'este caso de decidir, ouque
prescindim.i> em vista das circumstancias
politicas da Europa, de urn exercito forte
e presles a entrar em campo, ou, em caso
cor.trario, temas do couceder o queasua
manutongdo esige. ( Applausos vives e pro-
loagados.
Nioguem mais estava na ante-camara.
Paulo notou esta circumstancn e, procu-
rando ai\dar de modo que as damas e os
lidalgo?, nao dessem por elle, dirigio-se para.
o vao da janella em quo estava Rranca.
F>sta Gcou sorprendida, fez-se pallida e
vermelha altoroativamente e quiz retirar-se.
Espere um raslante, miuha senhora,
disse Paulo com audacia e ao mesmo tem-
po cortezmente ; quando se encontra uma j
tal deidade e necessario aproveitar a occa
siao e render-lhe a devida bornenagem.
Para me reprehender, minbasenhora?
disse Branea mal dorainando a suaaltivez.
Em que ou a que faltoi eu?
Aceitou osgalanteios do novo capitao
da minha escolta.
Eu. 1 exclamou Branca. azendo-se
vermelha como uma romd. NSo aceitei:
nem aeeito os galantoios de pessoa alguraa,
porera, nao posso cvitar quo olhem para
mim ou que me Jallem, o que posso fazer
e o que faee e nao dar ouriaos ao que me
dizem.
.- Jd sabe que ndo quero galanteios. en-
tre os meus servidores o prohibo-a de que
torne a fallar ao cavalleiro de Arnesteville,
porque ndo quero que amanhd seu pai,
que e de utaa seriedade d toda prova, te-
nha motives para sa queixar de mim, visto
que estd na minha casa e que tenbo obriga-
rjRO de vigia-U.
Se incorri no desagrado do vossa alte
za, disse Branca, pedirei a meu pat que
supplique d vossa alteza a perinaissdo de dei-
xar de pertencer dsuicasa.
Continuard a servir-me ; probibo-a
mesmo de que f die nisto a sou pai, porque
ba necessidade que elle imagine um
Isto nao era facil por tres raaoes : a
vigLem a casa"do conselheiro Reihaldo Albi- primeira porque Ban ja amava Paulo ;a
ndo
Porem, cavalleiro, respondeu Branca, i gran(je mal, o que apenas e um comego, que
do ninada pela audacia de Paulo e pela mys-1 me pareCe ter cortado do modo mais conva-
terissa influencia que exercia sobre ella, I mente para si. PdJe retirar-se.
nao posso comprehender isto
ohece e no eutanto.
que a
Quando Lucrecia souba isto disse comsi-
Branca toraou tanto ao pe da lettra esta
.-.,. (ultima ordem de Lucrecia, que se reti'rou
Se a nvesse coohectdo ha mais tempo 6 d aposentos da #&****, como
ha ma.s tempo quo tena dito oque agora tambem do ^ioio> (Jaio JJ
digo, quero d.zer que, sem o peosar e sem, conduzissem d 8ua casa.
o querer, fez de mim seu escravo.
Sabe. quem eu sou perguntou com
altivez Branc*. | .. Melhor, assim saberei ate que ponto
__ Sei que ate' agora todos tem encontra-. chegam aqaelles amores.
do cm si um coragdo iosensivel e ndo te-1 E raandou chamar Francisco Buotti.
nho a menor esperaoga de ser mais ditoso Iustantes depois entrou Buotti.
do que os outros que antes de mimsentiram, Estava velhissimo, alquebrado pelos an-
a influencia dos seus irresistiveis encantos. nos e mal podia mecher-se, porem, os olhos
Adeus, cavalleiro, disse Branaa. conservavam a sua terrivel expressdo, o que
E afas'tando-se do vdo da jaaella, foi signi6cava que a alma de Buotti ndo tinha
sentar-se em um lugar da ante-camara d'on- envelhecido.
de podia ser vista pelo grupo que estava na ( Escuta-me, disse-Ihe Lucrecia ; co-
outra janella nheces osse Qdalgo francez a quem o gri-
Paulo c .mprebendcu que por entd) tinha duque nomeiou cap;tao daoscolta ?
dito bastante e permaneceu no mesmo sitio, Vi-o uma ou duas vazes, respondeu
fixando em Branca o seu olhar magnetico. BuotW.
Tudo isto durou ate que appareceu Lu- Bern, nesse caso escolhe d ..ntre o
cr-cia com a marqueza de la Fide, afim meus esbirros os ^ue conhecem o cavalleiro
de <-. dirigirem d F.-rrara. de Arnesteville.
.h.uid-.chegaram. L-i :r..;-. nab Tdu. cha-J, E deque os encarrego ? perguntou
marBranciAioini e il^s.-ihe ; Buolti forozmente. .
_ *co lipafme-iine. Eoganas-te, meu velho lobo, disse Lu-
v ;,,,..,',. atra uia gawiete on So se'erecia, ndo se ha de.tocar em um s6 dos ea-
rn e vejara se o iidalgo francez oa alguem
que parece tiiviado por elle se aproxima
daquelles lugares.
Muito- bem, miuha senhora, disse
Buotti.
Quero tambem,. proseguio Lucrecia,
ser avisada logo que haja alguma novi-
dade.
Sim, mi no a senhora.
Retira-te c mette maos & obra.
Buotti chamou Homobono Negri e Pau-
linaEroce, dous assassinos approvados por
Buotti e que tipham conseguido satisf^ze-
lo, quo era tude quanto podia desejar-se.
Ambos eram esbirros da grd-duqueza.
Buolti transmitto-lhes o encargo que re-
cebera de Lucrecia e os dous parliram a p6r
se em campo.
Lucrecia soube successivamente quo um
homem de armas da escolta, chamado Sal-
vestro Monti, bavia comecado a espreitar
os que entravam c sahiam da casa de Rei-
naldo Albiui, que tinha fallado com um
criado que se dirigira para a hospedaria do
Gallo coax) onde fora ter com elle "um pa-
gom de Branca Albini e que o pagem sabira
da hospedaria acompanbado pelo homem
d'armas. Finalmente sabia tudo que tinha
succedido ate dquella noite em que os dous
esbirros tinham si lo postos em fuga por um
segunda porque sentira zelos ao ve-lo en-
trar nos aposentados da grd-duqii-za, a ter-
ceira porque Lucrecia Ihe prohibira que
ddsse attengao ao cavalheiro.
Tudo isto era exigir lemasiado, se al-
ien.lermos ao caracter de Branea.
Se Branca nao se *ivesse visto contra-
riada, talvez tivesse rosistido as prelengOes
de Paulo como resistira ds de tantos outros
pelos quaes. apenas so interessava passagei-
ramente.
Ate entao nenhuraa audacia como a de
Paulo accomcttara Branca, nenhuma riva
lidado corno a da gra-duqueza a havia ex-
citado, e por consequencia podera veneer
todas as impressoes qae um ou outro Ihe
tinham feito sentir.
Branca Albini fora sempre aduiada pela
sua formosura e a circumstancia do ser
(Una de um fidalgo viuvo e riquissimo que
havia exagerado 0 amor paterual, satista -
zaando-lhe todos os caprichos, torndra-a
soberba a um ponto extremo e invulnora-
vel a tudo em que e.itrava o coragdo.
As mulheres soberbas- sdo pouco pro-
pensas a enamorar-se ; e necessario que
sejam accommettidas pelo lado da soberba,
e ainda assim nao se enamoram, empe-
nhara-se.
Por esta razao, Rianca que se impres-
homem que os enearregara de dizer a Buotti siondra com a belleza de Paulo, acabou
que era Michel otto.
Esta notioia ferio Lucrecia co.no se fosse
um raio.
Ves, disse a gra-duquez* a Buotti. en-
tre os memoriaes que hoje recebi encontrei
uma ameaga do infarae Michelotto, escripta
e flrmada por elle. Esta noite, esses dous
esbirros dizem ter-lhe dito um homem que
estava fallando com Salvestro Monti que era
Michelotto ; e necessario que por Salves-
tro saibas a residencia de Michelotto e o
prendas.
Se Michelotto se occulta ado serd facil
dar com elle, disse Buotti ; vossa alteza jd
sobe quem elle e.
Ndo import* ; esse soldado deve sa-
ber alguma cousa, prende-o, interroga-o e",
senaorespondor, applica-lhe a tortura ate
que fall".
BjoUisaUii alegre poi" um lado, porque
t'niha u;.i homem para torturar e bem pou-
co satisfeilo por outro,p rque conheeia quao
diirui! era satisfazor o omoenho quo a grfi-
duqueza tinha~de premier Michelotto.
Yolteaiosa Branca.
A alliva menina havia-se irrilado.com a
probibigdo que- a grd-duqueza Ihe fizera
iencorrou cni cila.
bdlos do oavalleiro de Aroastevill.?, porem, de .oscutar u cavaleiro d'Arnest.-vt
riUe
por querer veneer as difllculdades que
Ihe appareciam e a rivaiidade que julgava
ver na grd duqueza.
Yoltou para casa, encerrou-sa no seu
quarto, respondeu a seu pai, que correra
assustado julgando ter succedido alguma
cousa, que estava doente com dores de
cabega e, quando lbe raandarara os modi-
cos, raandou-os sahir dizendo que queria
estar em paz e que necessitava dormir.
Branca lutava.
A man ira imperative e falta de conside-
ragdo com que a grd-duqueza a tratara, o
odio e os zelos que julgava ter-lhe visto no
olhar e a necessidade que tivera de repri-
mir-se, obravam em favor de Paulo mais
do que teriam feito todas as regras da arte
da seducgdo postas em pratica pelo joven
parisiense. '
Chegou um momeuto em que Branca
se arrepemleu de nao. ter dado ouvilos a
Paulo, em quo se desesperou e em que
chegou ale o ponto de chorar e de se jal-
gar completa.ueute desgragada.
Fui uaja insuusata, murmurou ella
entre lagriinas, amo-o com todas as fofajas
da minha alma... so fgora o coohego,
sgi ra que tsjvez; jd n3o tenha remodio;.,
a gra-duqueza ama o. e verdade que e
velha, pore'm, meu Deus I se e ama velba
tdo joven e-tdo formosa! aqueha mulher
iem a velhiee nos annos e no corpo aju-
ventude... e irresistiveL o demais & a gra-
duqueza... os horaens- prendem^e com
tudo que deslumbra... ser amante de uma
princeza f dever-lhe tudo, honras, poder c
riquezas. ? ah I elle ndo resistird d tamanba
tentagao, estard talvez a seu lado... talvez
ella lbe exiga que me abandone, porem ndo
posso chamar-me abandonada porque fui eu
que o afastei, nao tenho direito a queixar-
me, a culpa e tod* minha, 1
No inomeuto em que Branca se julgava a
mulher mais infehz do mundo, entrou Fe-
lippa, a aia favorita de Branca.
0 que queres ? perguntou esta com
mau modo, nao te charaei, porque nao rae
deixas socegada ?
Perdoi-me, vossa excellencia, respou-
dfeu Felippa porem julguei que devia dar-
llie parte do uma novidade que talvez a in-
ter esse.
0 qua e, perguntou Branca alentando
uma esperanca,
Vossa exeeliencia conhece ura cava-
lheiro francez, capitdo da escolta da gri-
duqueza, chamado o Sr. de Arnesteville ?
Conhego, e entdo ? perguntou Branca
sentando-se no leito.
Ndo sei se devo ... disse Felippa, po-
rem, pediram-me por tal f6rma quo nio
meatrovi a negar, embora podesse inorrer
no seu desagrado...
Acaba I exclamou Branca.
Derararae estacarta do cavalheiro-de
Arnesteville para vossa excellencia.
Branca arrancou a carta das maos da
donzella, abrio-a precipitamente e leu o so-
guinte:
a Minha senhora.Desde que a ndo
vejo a minha vida e um tormento insup-
portavel; que mal Ihe fiz para assim me
condemnar d desesperagdo ? que arnsca em
escutar-me? Uma Albini pode unir-se a
um Arnesteville, as nossas posigoaf sao
iguaes, e emquanto a fortuna nem vossa ex-
cellencia imagtna que a busco com mira
nas grandes riquezas de seu pai nem eu
sou tdo pobre quo ndo possa sustentir dig-
namente uma posigdo propria de n6s am-
b s Responds-me, minha senhora, de-
raeao menos um< espe.anga, porque a mi-
nha vida depende de u na palavra sua.
PtnilodeAnuisttville,
(ContintttG-se-ha)
fYP. POi.DlA5.lO. -Ut'A UUUl'E WE CAilA&
L
]



...
i
J



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