Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17617


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Full Text
I1
AMMO L. NUMERO 79
PARA A CAPITAL E LUCASES (\D ,ViO SE PAG A PORTE
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis. ditos idem......*............ 12*000
Por ura anno idem. ................249000
Cada numero avulso...............'.. 9320
DE
i Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Pari; Goucalves d Pinto, ho Maranhao ; Joaqoim Jose de Oliveira 4 Filho, no
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxuncio jllonteiro da Franca, ua Parahyba ; Antonio Jose Gomes,
Antonio Ferreira de Ajjuiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no PUar
PARTE OFFICIAL
Governo tin provluciu,
KXPED1E.N1E DO MA 10 D8 JANEIRO DE 1871.
1' secgao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.Sirva se V. Exc. de maadar p6r em libur-
dade o recruU Ji-e Felieiauo da Silva, ijuj pro-
vou isencio legal.
Ao mesmo.Fieam approvadosos coutracios
que, segundo os terraos inclusos por copia aoseu
offlcio de 23 de djzembro pruxi.no linlop-Sub a.
1,210, foram celebrados do hospital militar em 19
do citadomez com os nego&anles. Bellrio, Oliveira
& C. e Epiphanio de Franco Mello, paia fwmei-
niento, no trimestro de Janeiro a marci) desio aanj,
de generos destinados a dietas dos doentes d'a-
quella nospiial erases dos respiebvos empre-
gados.
Ao eagenheire das obras m litares. Ypre-
sente Vmc. o orcamento das obras de que pre;isa
0 quartet da companhia de cavallana, iudiealos
pelo Exm. briguJeiro comraaada ite da- ar.nas uo
offlcio junto, |ae me sera devolvido.
Ao coinoiaudanle do presidio de Feniiiido dj
JN'jronha.Co'nvinlo pur lurmo aw repetidjs ex-
travios jue, em prejuiz* da fazcada, sedij nos
objectos remeltidos a esse presidio pefa ttusou-
raria de fazenda nos vapores da companhia per-
oambucana, tenho resilvido, de acordo com o
raspectivo gerente e o inspector da inaauu the-
souraria, que osembarques sejam effectuad>s nes-
te porto com assisteucia de um empregado d'a
quella reparticio e do commandante do vapor,
que passara recibo do que for erabareado, e-uor
sua vez, a entrega ahi dos referidos objectos, exR
gira de V. S. ou do aim oxarife um certiflcado de
descarga com declarac, io de que todos os volumes
ctiagaram iniaetos e se u lerein soffrido anna, e
lie o seu eonleudo acluva so exact). Essas di-
ligencias de-'erio ser foitis em tempo de poJer o
vapor na sua lorna viagem trazero dito certiflcado,
que servira de resalva a sob'redita companhia. 0
que hei por maito reco-o neadido a V. S.
2' secgao.
Actos :
0 presidente da provincia attenlendo a pro
pjsta do commandante interino do 3" b.italhio de
infantaria da guirda nacional do municipio do
Recife, quo veio anuexa ;tJ oifl;io J > ommaiidan-
,te superior respectivo, n. 761, de 20 do met proxi-
mo passado, resolve ao near alferes Ji 5- compa-
n'.iia do referido bitilhio o 1* sargeuto Francis
co Jo*e Guedes de Lacerda.
0 presidente da prorincia, ait ;nden 1. ao que
requereu o tenente quartel mestre do 3 batalhlo
de infantaria da guarla nicioaal do muuicipio-da
capital, Henrique Bernardes de Oliveira Junior, e a
viita do que lofiniuu o respectivo commandante
superior em olfloio n. 745, de 22 de mvcmbro ul-
t.mo, resolvo disp;nsal-o do lapso de tempo em
que incorreu para apostillar a sua palente, o que
devera fazer n > prazo improrogarel de 45 4ias.
0 presidente da prorincia, a vista do ofBcio
A) Dr. cbefe de policia, n. 4", de hoje dataJa
resolve exonerar o teaonte Uanoel CanJido de Al-
buquerque do cargo do 3* supplente do delegado
Uo termo da Escada.
0 presidente da provincia, Je c )nlormida le
coma prcposta do Dr. cbefe de policia, n. 47, de
hoje datada, resolve nooieir o tenente Antonio
Francisco Cordeirode Mello 3 suppleute do dele-
gado do term > da Escada.
0 presidente da provincia, de coafonnidade
com o disposto no art. 48 da lei n. G'J2, de 1!) d'.
seterabro de 1850 e aviso a. 81, de 15 de fevereiro
do 1860, resolve nomoir para a 2* sec.l> do ba-
talbao de reserva, e u rganisacao do muoicipio de
Pao J'Alii), os ofn:iaes segnintes:
Eitado-maior.Alferes oirargiao, Felix Jose de
Soosa.
l companhia.Tenente, o guarda Manoel Viei-
ra de Mello Franco ; alferes, o guarJa Eloy da Cu-
nha Barbosa e Silva.
31 companhia.-Tenente, o guarJa Manoel Hi
beiro da Silva.
Offlcios: ,
Ao Exm. dejembargador procurador da
ooroa. Sirva-se V. S. einitiir o seu parecer sobre
o que expoe o Dr. juiz de direito do commercio
no offlcio junto, i|ue devolvera.
Ao Dr. chefe de policia.Declaro a V. S., em
resposta a seu ofticio, n. 27, de 7 do corrente, que,
.sempre que as autoridades policiaes necessita-
rem de pncas da guarda nacional para qualjuer
diligencia, as deverao requisitar ao respectivo che-
fe, e este, como e de lei, de preferencia mandar os
do servico activo.
Ao'mesmo. -Para poder resolver sobre a au-
torisacao, solicilada pelo delegado do termo de Li-
moeiro, para coniractar com Augnsto Mar<;al Vaz
Cerquiuho o tratamento dos presos alacados da
variola na raesma localidade, convem que me seja
declarado o numero dos alfcjtados daquella epide
inia, e qual a gratilicaca-o que pede o individuo
iadicado. Hemetto dous tubDs conlympha vacci-
nica para serein enviaJos ao re.'erido delegado,
conforme solicitou V. S em offlcio de 26 de de-
zembro proximo findo, sob n. 2,085.
Ao bacharel Francisco Gomes Pinto de Cam-
pos. Fieo intsirado de ter Vmc. assumido o exer-
cicio do cargo de juiz muuicipal do termo de Pao
d'Alho a I do cur rente
Ao commandante do corpo de policia. Pro-
videncie Vmc. alim de que sejam j punidas as pra
cas do destacamento do Horn Conselho, a qtfe- al
i Je o seuo ili'io n. 726,do 31 do roez proximo pas-
iado, e determina ao offlcial que coinmaoda o dito
de3tacaraento quo se n perda de tempo regress'e a
villa do dito nome, certo de qu des Je ja o res-
ponsabiliso por qualqucr acto de indiscipliua do
Je.-Iacamento, <|ue the esta subordinado.
3.' secgao.
Acto :
0 presidente da provincia resolve exonerar
o cidadao Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque
da fiscal interino da collectoria provincial de Pa-
jiellas, por nao ter entrado em exercicio, e nomear
para esse lugar o major Jose Cordeiro di>s San-
tos.
Offlcios :
Ao inspector da thasouraria de fazenda.
Cimmuoico a essa thesonraria, para os fins con
venientes, que ni'-ta data deferi o requerimento do
Dr. Antonio de Menezes Vasconcellos de Drnm-
inond, em que pedo seja relevado da multa que
i ,ie foi imposta pelo administrador da recebedoria
peta infracgao do art. 21 do regulamento n. 4835,
de 1 de dezembro de 1871.
Ao mesmo. -Tendo approvado o alvitre, pro-
posto per V. S. e acceito pnlo gerente dieaapa-
nhia pernambucana. no sentido de serein alopu
das as medid.is etmHMHi do seu offl-io de 8 do
corrente, sob it 395, serie F, tendentes a eviiar a
reproduceao das repetiJas faltas que, em prejnizo
da fazenda, se dao nas remessas feilas por esta the
aouraria ao presidio do Fernando de Noronha,
pelos vapores daquella companhia, assira o com-
munico a V. S. para, seu conheeimento e o fazer
constar ao refendo gerente; prevenindo-o de que
ao commandante do mesmo presidio recommendo
terminantemente a observancia das providencias
que no caso lhe cabem.
Ao mesmo.Tendo nesta data approvado os
coatraclos con?tantes dos termo? juntos por copia,
celebrados no hospital militar com os negoeiantes,
Beltrao, Oliveira & C e Epiphanio de Franca Mello
para o fornecimeoo, no tnmsstre de Janeiro a mar-
i ;o deste an 10, de generos destinados as dietas dos
doeutes em tralaweuto uaquelle hospital e as ra-
,i;o>s us re-p^ct.vos emoregidos; assim o coin-
m.inieo a V. S. para os devidos effeitos.
Ao ;ii' s no. Communico a V. S., para os de-
vidos lins, que a 1 do corrente ddixon o exercicio
d> cargo de promjior publico da comarca de Bui-
que, p r ter cotrado no gozo da licea.a, o bactia-
rel Man icl Jj A i mesmo. Teudo ao.-ta data, de acordo
com a sua informal de hontem datada, sob n.
:j'J.i. sene F, autorisa-io o director do arseaal de
Ruerra a despenier ale 8Ji03 ) om o assenlamen-
to de onia porta cun hombreiras de pedra, em
substitui.'iio de outra ime da entrada para a arre-
eadagi> e tern de ser mudada ; assim o commu-
nico a V. S. para us tins' couvenientes.
Ao inspector da thesouraria provincial.He-
commeudo a Vine, que nao inaude pagar ate se-
gunda ordem os ordenados dos professores publi-
cos, da cadeira da povoacao de Manda^aia, no
8r.;jo da Midre de Deus, Manoel Gregorio Vieira
Lim i, e da cadeira da villa do Triumpbo, Jerony-
mo Tliejtmi) da Silva Loureiro, contra os quaes
maudei praceder ua farma Ja lei, por terem aban-
dooado suas cadeiras.
Ao mesmo.Transmitto a Vmc, afim de que
sejam reluzidos a termo, na conformidade da lei,
as clausulas juntas por copia do coatraclo celebra-
di com Augusto Cesar Fernnides Eiras e Evaris-
to J an mo de sa, para a coostrucca) do matadou-
ro publico e acqiisieao de terrenos paralogradou-
ros dos 'j. ill is destinados ao consumo da cidade e
muoicipio do Recife.
- Ao mesmo. Nesta data remetti ao Banco do
Brasii no Rio de Janeiro o conheeimento da agen-
da da coinpanhia de vapores brasileiros, rela-
tive a remessa J; I5i:525^480, que por intenne-
dio da :ii''-,m companhia vij ser entregues ao
mesmo Banco, comu essa thesouraria solicita em
offlcio de 10 do corrente, sob n. 20.
Ao Banco do Brasii uo K.o de Janeiro.In-
clusj remetto-Ihe a conlncimento da agencia da
companhia de vapores brasileiros, relativo a re-
me-sa de 155:525i480, que deverao ser entregues
a esse Banco do Brasii pela mesma companhia,
em pagameuto dos juros e da 3.* amortisacao
seraestral do eraprestimo de l,800:000i, contrahi-
do por esta provincia com esse estabelecimento,
segand > a demonstracao que vai junta, e de con-
formidade com o contracts celebralo.
4.' secgao.
Offlcios:
Ao Dr. inspector da saude publica.Reinet-
to a V. S., pjr copia, e para ter cutnprimento, o
aviso do minislerio do imperio, de 24 de dezembro
ultimo, n. 10,708, relativaineirte aos dous hespa-
u .oes, Mascaro e Diminguuz, que.' se ditein medi-
cos, e ao bacharel Mmoel de Siqueira Cavalcante,
que vende medicamenlos de composicao desco-
nhecida, sum licenca do governo.
A i provedor da Santa Casa de Misericordia.
Em resposta ao efflcio que Vmc. me dirigio em
data de ti mieui, sob n. 709, tenho a dizer-lhe que
approvo a deliberacao da junta administrativa
t'essa Santa Casa, deferiudo o requerimento, one
devolvo, em que os hbertos, Nicolaj, Libauio e.ni
lario pelem dispensa da condicao imposta pelo
seu fallecMo senhor, o commendador Antonio Jo-
se Gomes do Correio, a favor da Santa Casa, para
que elles possam entrar desde ja no gozo de sua
liber JaJe; e au tori so a a fazer effectiva essa deli-
berate.
Ao juiz de paz mais votado da freguezia
de Quipapa, D.idoro Ferreira Botelho. Res-
pondo a consulta que Vmc. rez em offlcio de 12
de dezembro ultimo, dizeudo-lhe que para a
fonnacao da junta de qualificacao dessa parochia
deverao ser convocados os oite ciiadaos que lhe
forem immediatos em votos, na forma do art. 6
da lei de 19 de agosto de 1846, vista como pelo
decreto n. 1,471, de 21 d^ setembro do anno pas-
sado, fui separada essa parochia da de Panel I as,
com a qual forma collegio eleitoral. Ao juiz de
paz de Panellas e que cunpre convocar para
igual ftm os eleitore e snpplentes que residirem
na respectiva parochia, segundo o disposlo no
art. 4" da cilada lei. K, como esta decisao nao
pode chegar a tempo de fazer-se a convocacao
alludida para a 3' dominga dj corrente mez,
haja Vmc. de faze la para a 2' dominga de iharco
proximo vindouro, guardando o prazo legal.
Ao juiz de paz mais votado do 1* districto
de Agua-Preta, Herculano Francelino Caval-
cauti de Albuquerque. Solvendo a duvida por
Vmc. apresentada em offlcio de 30 de dezembro
ultimo, tenho a dizer-lhe que para a tormagao
da junta de qualiiiciciu dessa parochia so de-
vem concorrer os eleitores e supplentes que
n-lla residirem, na forma do art. 4* da lei de
19 de agosto de 1846 e aviso n. 150, de 5 de
dezembro do mesmo anno; visto como pelo de-
creto n. 2,471, de 24 dj setembro do anno pas-
sado, ii -i hi separada dessa a parochia de Palma-
res, a cujo juiz de paz, quando houver de for-
mar junta de qualilicacio. compete convocar os
oito cidadaas que lhe forem immediatos em votos,
segundo preceitua o art 6 da citada lei.
Portarias :
A' Illma. camara municipal do Recife.
Devolvendo a lllma. camara municipal do Rocife
o requerimento e documeutos appensos, em que
a companhia pernambucana recorre a esta pre-
siJencia do despacho negativo da mesma Illma.
camara, relativamenie a concessio pedida para
continuar a depositar carvao de pedra no telheiro
construidu pela recorrente em terrenos do caes
da detencao, e ao qual acompanhou a informa-
cao de 2 do corrente, sob n. 1, cumpre que a
lllma. camara informe :
1.* Si ha ouiro lugar onde a recorrente possa
depositar o carvio.
i.' Si, feilas as obras necessarias, a que. ella
se compromelle, Ocara o telheiro alludido em
eondicoes de nao cansar incommodos e prejuizos
a visinhanca ; e no caso de, mesmo assim, resul
tarein inconvementes, quaes elles sejam.
A' mesma. Communico a Illma. camara
municipal do Recife que no dia 8 do corrente en-
trou no exercicio de administrador do cemilerio
publico de-t i cidade, para > que foi nomeado
por portaria de 6, Augusto Xavier Carneiro da
Cunha, segundo me deciarou em offlcio daquella
data.
A' camara municipal da villa de Panellas.
Tendo nesta data respondido a uma consulta
do juiz de paz de Quipapa sobre a forraacao da
junta de qualificacao de votantes daquella paro-
chia, e nao podendo chegar a minba respo-ta
a tempo de fazer-se alii a convocacao para a 3*
dominga do mez corrente, designei para til fim
a 2* dominga de marco proximo vindouro ; o
que communico a camara municipal de Panellas
para seu cunhecimHito v. 15 is convi>uion!es.
5.' seerau
Offlcios .
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas Em resposta ao offlcio de Vmc, da-
tada de 28 de ouiubro do anno findo, sob o.
387, tenho a diier-lhe que flea approvado o acto
dessa" reparticao antorlsando, de conformidade
com o art. 102 do respectivo /egulamanto, a ex-
ecucao do orcameoto para os reparos de 126
metres correntes da estrada da Escada entre os
raarcos 10 e 10 mil braoas, na importancia Ai
452/650.
Ao juiz commissario do nanicipio do Bo-
nito. Commonico-lhe para seu conheeimento e
fins convenient^ que, existindo uma eommissio
enearregada da me Jioao das terras pnblicas nesta
provjneta, deits VmQ. ie exer^er- as respecti-
para
vas funccdes nesse municipio,
meado.
Ao de Agua-Preta.-Inleirado doqueexp3aj
em seu offlcio de 6 de novembro do anno pro-
ximo Undo, relativamenie a iegilimacao da posse
denominada Pand-io, requerida por Manoel Fran-,
ciscj Gomes, tenho a diz>sr-lhe que, existindo
uma comnissao enearregada da meJicao das
terras publicas nest i provincia, deixa Vine, da
exercer as respectivas funccoes nesse municipio,
para que fora nomeado.
Ao agenle do eorreio da villa de Silguoiro.
Era respesla a consulta que faz Vmc. em seu
offlcio de 26 de dezembro ultimo, tenho a dizer-
Ihe que ao agenle da villa do Cabrobo compels
a raatricula dos escravos de toda essa comarca,
e a Vmc substitui-lo nos trabalhos da junta
emancipadora dos escravos desse municipio, con-
forme foi decidido pelo inspector da thesouraria
de fazenda no oficio que por copia vein annexo
ao seu.
Ao major Candido Eraygdio Pereira Lobo.
Em resposta ao offlcio que em 8 do corrente
dirigio Vmc. a esta presideocla, accusando a
remessa do resultado dos trabalhos do recensea-
menio da rua da Roda, de que foi incura'ido,
eurapre-me agradecer-lhe a prompiidio e louva-
vel desinteresse com que desempenhou esta
eommissio.
A' commissao censitaria da freguezia de S.
Jose de Iogazeira.Faca essa commissao chegar
com a malor brevidade ao seu desliao os dous
caixoes, cuja remessa accusa em seu offlcio do 2.
de dezembro ultimo, ao qual acompanhou o
relatorio dos trabalhos do recenseamento- a
a seu cargo; visto como nao che^arain a esta
presidencia.
EXPEDIENTS DO SECRETARIO.
i' secgao.
CBcios:
Ao Dr. chefe de policia.0 Exm. Sr. pre-
sideate da provincia manda transmittir a V. S.
o titulo junto de nomeacao do 3" supplente do
delegado do termo da Escada ; de conformidade
com a proposta de V. S., n. 27, de hoje datada.
Ao mesmo.Oe ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sided da provincia, communico a V. S. que em
data de 9 do corrente offlciou-se a thesouraria
acerca do soldo do destacamento de Flores ; como
V. S. solicita era offlcio de 8 do corrente, sob
n. 33.
Ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife. 0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S., para os de*
vidos tins, que por portaria de hoje foi nomeado
alferes da 5' companhia do 5* balalnao de in-
fantaria da guarda nacional deste municipio o
f sargenlo Francisco Jose Guedes de La ;erda,
de que trata o offlcio desse commando, o. 761, de
24 do mez proximo passado.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Pao d'Alho. 0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S., para os devi-
dos tins, qne por portaria de hoje foram no-
meados para o batafhio n. 2 do servico da reserva
desse municipio os offlciaes constanles da nota
junta.
3." secgao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. S. que acaba deser ap-
provada pelo mesmo Exm. Sr. a autorisacao dada
pelo engenheiro chefe das obras publicas para
fazer-se o reparo de 126 metros correntes de em-
'pedraraento na estrada da Escada, na importan-
cia de 452/650.
Ao mesmo. De orJem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, communico a V. S para
seu conheeimento que nesta data foi exonerado
o cidadao Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque
de fiscal interino da collectors provincial de
Panellas, e nomeado para subslitui-io o major
Jose Cordeiro dos Santos.
IKSPACH03 DA PBESIDENCIA, DO DIA 7 DE ABRIL
DE 1874.
Padre Antonio Freire de Carvalho. Pague-se.
Anna Maria da ilonceicao. Informe o Sr. Im-
ps 'tor do arsenal de mannha.
Antonio dos Santos Siqueira Cavalcante.-InT
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Barao de S. Braz. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Conrado Jose de Lourena e Sa. -Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo o
collector.
Epiphanio de Franca e Mello.Nao tem lugar o
reqner o supplicanle, visto nao ter sido ainda ap-
provado o contraclo a qne allude, pelo que nao
pode produzir effeito.
Jose Gomes da Silva. Informe o Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Liberato Tiburtino de Miranda Maciel e Jose
Bandeira de Mello.Sim, correndo por conla do3
supplicanles a despeza com a illuminacSo.
Marianna Augusta da Rocha Bastos.A suppli-
canle mande fazer a sua custa, como 16m feito os
proprietaries visinhos.
Manoel da Silva Loyo.-Como requer.
Pedro Barbosa de Araujo. 0 supplicante op-
portunamente sera attendido.
Command* das armas.
JUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS-ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 7 DE ABRIL DE
1874.
Ordem do dia n. 809.
U brigadeiro com nandante das armas faz
publico para conheeimento da guarnicao e
devido effeito, que havendo se apresentado
da Iu'imich que obteve para tratatamento de
sua saude o Sr. major honorario do exerci-
to, Jose Bonifacio dos Santos Mergulh&o,
reassumio nesta data o exercicio das f-inc-
coes de ajudante de ordens do commando
das armas e encarregado do detalhe, das
quaes Gcou exonerado a S'. alferes do corpo
de estad >-maior de 2." classe, Jose Elisiario
dos Santos, que bem as desempenhou no
i opedimento do referido Sr. major.
(Assignado) Manoel da Cunha Wander
Uy Lins.
Conforme 0 major, Jose Bonifacio dos
Santos Mergulhdo, ajudante de ordens en-
cerregado do detalhe.
ASSEMBLE* PROVINCIAL
OUINTA FEIRA 9 DE ABRIL DE 1874
P1BA DOTBO K FOB A DA PBOVINCIA.
Por tres mezes adiantados................ *
Por seis ditos idem............... "*
Por nove ditos idem.....- ..........JjJ
Por um anno idem. ........... -......
MAM
PROPRIEDADE DE MANOEL FfGUEIROA DE FARIA It FILHOS
itonio de Leiuus Braga. no Aracatj ; Joio Maria Julio Ch&vus, no Assu; Antonio Marques da Silva, no Satal; Jose* Justino
a da Peoha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxareth;
du; Aires 4 C., na Bahia; e Leite, Cerquiuho d C. no Rio de Janeiro.
SESSaO ORDINARIA EM *8 DE MARQO.
PRESIOENCU BO SB. PBBRKIBA DK AGUIAR.
Ao raiio dia, feita a chamada, e achando-se pre-
sentes os Sri : Ratia e Silva, Lacerda, Souia Leite,
Manoel do Rego, Peretti, Tito, Goes Cavalcante, I.
Mello Rego, Travaaso de Arruda, G. Gondjp, Gob -
calves Ferreira, Amaral, Aguiar, Olympio Barque"
ra Andrade, Dario Cavalcante, Vieira de
Tolenlino de Carvalho e Uchoa Cav 1 canto,
ado osSrs.: Joio Barbalh >, Nascimento Portel-
Arconcio e Alipia Costa, abre-se a sessao.
JE' lida e approvada a acla da sessao antece-
[P ar. I* secretario da eonla d) seguinle
, expidikmte :
Um ofBcio do secretario do governo da provin-
taa, remettendo o daoamira municipal de Tacara-
in, em que pondera a necossidade de fazer-se p
jwywiao de que trata a lei provincial u. 61) e
artigos de posluras da meuna camara para serein
approvados.A' commissao de orcamento munici-
pal e de posturaa.
Uma peticao do coronel Luiz de Albuquerque
Maranhao, pedindo privilegio para construir uma
estrada de ferro d commissao de obras publicas.
Outra de Jaciotha Avelina da Cruz, professora
la povoagio de Vertente, padiolo seis mezes de
ucenca, com todos os vencimentos, para tratar de
sua saude. A' commissao de p^ticoes.
Outra de Joao de Preitas Pinto e Sauza, pedindo
para ser admiuido no gyranasio como pensionista
da provincia, um seu nlbo de nome Candido. A'
eommissio de pelicoes.
Outra de Jesuina Alexanlriia de Carvalho Pe:
Iroso, professora de Ipojuca, podiudi um anno de
licenca, com veacimentos. A' commissao de pe-
ti;5es.
Outra do padre Vicente Maria Ferrer do Albu -
querque, capellao do cemilerio derta cidade, pe-
dindo que os seus vencimentos sejam igualados
aos do amanuense do mesmo cemilerio.A' com
missi'i de ordenados.
E' sem debate approvado o seguinle parecer:
A commissao de peticdes, em vista da de Joao
da Silreira Borges Tavora, solicitador dos presos
pobras, pedindo a consignacao de um ordenado por
esse servico, atteolend) que a materia da peticao
do sapph'eante se refere a servigo a cargo da illui-
irissima camara municipal, e de parecer que seja
a mesma peticao remettida a commissao de orca-
mento municipal. Olympu Marques. Domingos
Pinto.
Sao lidos e juigados objeeto de doliberacio e v.io
a imprimir os seguintes projectos :
A eommissio de peticoes, em vista da de Au-
reliano Ma node Cordsiro, professor publico de
instruccao primaria de Garanhuns, pedindo um
anno de licenca, com vencimentos, para tratar-se
de utaa ulcera nas fossas nazaes e no veo do pa-
ladar, o aue e comprovado por doos attestados
medicos, e le parecer que se lhe defira com o se-
guinte project) de lei :
s A assemble i legislativa provincial resolve :
< Artigo unico Pica o presidente da provi::cia
autorisado a coac^der ate um anno d: licenca com
vencimentos, para tratar de sua saude, ao profes-
sor de instraccio primaria de Garanhuns Aureli i-
ao Mamede Cordeiro. Sala das eommissdes, 28 de
marco de 187i. -Olympio Marques. Domingos
Pinto.
A commissao de peticoes, em vista das do
major Carlos Magno di Silva -e Jol) Daptista da
Rocha H iixa Lins, pedin lo e-ta assemhlea a ad -
m'ssao de seus liilios de notnes Itaymunlo e Joio,
como- alumnus gratuitos do gymnasio provincial,
attenddalo as raioes exbibidas pelos supplicanles,
o ds parecer que sejam elles deferidos com o se
gainte projecto de lei:
A assemhlea legislativa provincial resolve :
t Artigo nnico. Fica o presidente da provincia
autorisado a mandar admlttir, como alumuos gra'
tuilos, no gymnasio provincial os menores Raymun-
do e Joao, lilhos o l do major Carlos Magno da
Silva e o de Joio Baptisla da Rocha Uaixa Lins.
Sala das commissoos, J7 de marco de 1871.
Olympio Marques. Domingos Pinto
t A assemblea legislativa provincial de Pernara-
buco resolve:
Artigo unico. Fica elevada a cathegoria de
cidade a villa de Palmaros. Revogadas as dispo-
sic5es em contrario. 1'aco da assemblea, 28 de
marco de 1871. Vieira de Mello.
OHOKM DO DIA.
Entra em 1' disenssao o projecto n. 12 de 1870,
cousiderando vilalicios os empregos provinciaes.
O Mr. Manoel do Rego : Sr. presiden
te, em sessao de 18 de abril de 1870, quanlo se
tratou da discussio desie projecto, impugnei-o com
toda a conviccao e apresentei em apoio da minha
opiniao differenles consultas, sobre as quaes foram
tomadas resolucdis imperiaes, umas censtirando os
actos de alguns presidentes, que tinliam sanccio-
nado projectos de lei no sentido deste, que se dis
cnte, por considera-los ante-polilicos, ante econo-
mics e prejudiciaes aos interesses da provincia e
da administracao publica ; outras julgando menos
enrial o procedimento de certos presidentes que
haviam sanccionado taes projectos de lei e acon-
selhando Ihes que procurassem por tolos os meios
obter a revogacao dessas leis, por quanta a amovi-
bilidade era da indole dos empregos provinciaes.
Hoje, alem deslas razoes, tenho a experiencia pro-
pria que corrobora a minha opiniao.
0 Sr. Tolentixo de Cakvalho : Os empregados
do Piauhy nao sio vi alicios ?
0 Sa. Manoel do Rego : E verJade, fallarei
disto.
Em 1868, sendo dissolvida a camara dos Srs.
deputados e subindo ao poder o parlido conserva-
dor, chegou esta noticia a provincia do Piauhy por
corr ios parti:ulares mandados do Ceara, antes das
communicacdes offlciaes, qne costumam ir por in-
termedio do Maranhao, via de Caxias, e que s 6
chegaram aquella provincia oito ou 10 dias de-
pots.
Funccionava nessa epoca a assemblea provin-
cial a estava em exercicio um vice-presidenie da
politica liberal entio diminante, a qual tambem
pertenciam os membros da assemblea e quasi to*
dos os empregados pnblicos.
0 que havia de fazer a assemblea, que nao sabia
recuar diante de qualquer escandalo ? Approvou
dous projectos de lei tornaido vitalicios quasi to-
dos os empregados provinciaes, afim de precaver
alguns desses empregados contra a deraissao, que
linbam consciencia de merecer. Esses projectos
de lei, como era de suppor, furam immedialaraente
sanccionados.
Cbegando a provincia de Piauhy em 1870, r >-
conheci na pratica os inconvenientes dessas leis,
porque, em ves de eneontrar em muilos emprega-
dos publicos auxiliares a adraini.-tra;ao, encontrei,
ao contrario, nelles serios embaracos a marcha da
administracao, ate na propria secretaria da presi-
dencia, e sem ter um meio de remover esses era-
peciuios, sem poder de modo algum reagir, ao
menos legalmente. Acontecia mnitas vezes que a
opposicao tinha conheeimento de offlcios, e de cer-
tos ictos presidenciaes, sem que tivessera sido pu-
bllcados, e kto par causa de empregados que
existiam na secretaria da presidencia, que -nao
mereciam a onRanca da administracao.
Qual o resultado ? fteunida a assemblea conjer-
vadora no anno seguinle, autorisou 6 presidente
a aposentar, com o ordenado correspondents ao
tempo de servico, todos os empregados que esti-
vessem no caso de merece-lo. Foi o unico meio
que teve a administracao para flcar livre dos em-
baracos qne encontrava em sua marcha.
0 Sh. J. Mello Rego : Nao se podia revogar
as leis?
0 Sa. Manoel di Rbo) : Nida se conseguiria
com isso, porqus a revogacao nio podia ter effei-
do ser-
soares, Firmmo de-Novae*, Pinto rassoa, pioaiii- to retroactivo e esses empregados linham direitos
gos Pinto, Cunha Cavalcante, Gone*iPai-Mte, An- ladqniridos a vilaliciedade, e para provar o que
tonio Paulino, Gaspar Drumraoti^, Tiburelo de Ma- Jdeixo dito, oassarei a expor 9 que occorreu a gssa
galhies, Felip'pe de Figueirda, ^fyada, (hmboim, Irespeito.
Havia uma lei do Piauhy, a de n 111 de 13 de ,j0i ,je qae y e1c_ fa||a> f0j proposta pelo inspec
outubro de 1810, que determinava, era seu art.
31, que as leis provinciaes so teriara vigor 20 dias
depois de sua publicacao. Nao havia aiada de-
corrido este prazo depois da publicacao das leis,
que garantiam vitaliciedade aog empregados publi-
cos quando chegou a provincia a noticia da de-
missio do vice>presidente entio em exercicio, e
da nomeacao do Or. Sunplicio de Souza Mead ;s
para substitui-lo, imineJiatamente este, baseado
na sobredita lei de 1810, suspende, ja depois de
publioadas, edtre outras leis, as que tornavam
vitalicios os empregados publicos. provinciaes.
Entretanto, 0 que succedeu ? Sujeitou elle este
seu acto a apreciacio d secca/ do imperio do
conselho de estado, qne 0 reprorou em consulta
de 20 de setembro, apezar de achar apoio na lei
provincial, e posterioruiente um outro presidente,
men anleeessor, o-Exm. senador Vieira da Silva,
teve, em virtude do aviso de 29 de outubro de
1869, expedido, de accordo com a resolucao impe-
rial de 6 do mesmo mez, de consilerar em vigor
as leis suspensas, e passou em julgado que os em-
pregados ja tinliam diroitos adjuiridos a vitalicie-
dade, desde a publicacao das leis, que a conce-
diam.
0 Sr. J. Mello Rego da um aparte
0 Sr. Ma.nokl do Rego : Assi 11 tera-se enten-
dido em toda a pane ; o nobre deputado leia os
Estuios Praticos do fallecido Viscoade de Uru-
guay, e la ha de ver que esse e um facto de que
ha nio poucos exemplos.
Nos tambem ja senlimos os inconvenientes da
lei de 7 de maio de 1813, que decretou a vitali-
ciedade de rauitos empregados provinciaes e que
por isso foi depois revogada.
(Trocamse apartes.)
0 Sr M.vhoel do Kegi : -Eu entendo, port an-
to, que 0 projecto que se discute, em vez de ser
uma ecodomia para a provincia, como alguem en-
tende, porque acaba com as aposentadorias, 6 uma
fonte de despeza, visto como 0 unico meio que le
rao os presidentes para reagir contra aquelles em-
pregad.s, que coafiados em sua vitaliciedade, ser--
vera de estorvo a marcha dos negocios publicos e
da administracao em lugar de serem seus auxilia-
res, sera procurar obter da assemblea preWnci,-!
autirisacao para aposenta Ls, 0 que redunJi em
um grande onus para a provincia ; e alem disso 0
empregado vitalicio nao tem incentivo para ser es
crupuloso no cumprimenlo de seus deveres, ac-
cresce ainla que, ha certos empregados, como por
exemplo os da secretaria do governo, que devem
ser da exclusiva conCanca do presidente da pro-
vincia.
Entre nos, como ja disse, ha um precedenie,
o da lei de 7 de maio de 1813, que garantio a vi-
taliciedade de alguns empregados, cujas disposi-
coes foram julgadas inconvenientes ou, ao mm js,
embaracosas a marcha da administracao, sendo
bem depressa revogada.
Eu citarei ainda um exemplo mais reeente.
Na lei do orcamento n. 963 de 23 de julho de
1870 (fazia eo entio parte desia casa), art. 47 e
seus Si', tratando se do asylo de mendicidade, exisle
uma disposicio que crCa uma commissao de cinco
membros, a quem incumbe 0 arbitrio de propor
a demissio do director desse asylo, 0 que deu lu-
gar a que o vice-presidente, entio em exercicio,
considerasse que, em virtude de taes disposicoes,
tornava-se de certo modo vitalicio aquelle lugar
e nio podendo deixar de sancciona-las, porque
estavam annexas, como disposicoes permanentes
a lei do orcamento, de que nio julgou convenien
te privar a provincia, nomeou director interino,
para succeder ao que entio occupava esse lugar
e que obtivera sua exoneracio.
Todos os presidentes, nos 1 auoos que se tem
succedido, devendo nomear directores para 0
asylo de mendicidade, os tem nomeado sempre in-
terinamente, 0 que ainda aconteceu com 0
actual.
0 Sr. J. Mf.llo Rsgo da um aparte.
0 Sr Manoel do Rego : Esse artigo se con-
siderarmos bem, parece que de algum modo lira
ao presidente uma attribuicao que the date com
petir exclusiva mente, porque dando a essa com-
missao 0 direito de propor a demissao do director
do asylo, pole snppor--e que fica o presidente
privado da attribuicio de livremente demitti lo.
0 S11. J. Mello Rego E* 0 nobre deputado
quem assim entende.
0 Sr. Manoel do Regi : -Assim tem-se enten-
dido geralmente. 0 presidente tem a attribuicio
de demittir todos os empregados de sua nomeacao ;
ora, uma vez quo 0 art. 17 1 da lei n. 963 deu
a essa commissao, da qnal devem fazer parte o pro-
prio director d > asylo e o contador da thesoura-
ria provincial, a faculdade de propor a demissio
do director do asylo, lirava ao presidente a aliri
buicio discricionaria que tinha us demitti-lo. (Nio
apoiados.
0 Sr. Gomes Parente :Para impugnar 0 pro-
jecto basta 0 exemplo do Piauhy, que e um es-
candalo.
0 Sr. Manoel dj Rego : -E 0 exemplo d'aqui
de 1813, que e igualmente escandaloso.
Tambem niojulguei f6ra de proposito occupar-
me do que tem occorrido em relacio as nomeacoes
de directores do asylo de mendicidade.
Diz 0 4 do citado art. 47 (le) : < a mesma
commissao compete propor ao presidente da pro-
vincia a demissio do director, se entender que as-
sim 0 deve fazer, comtanto que a proposta assen
te em factos provados.>
Attenda-se bem para a seguinte limitagio :
assentando a propista em factos provados.Logo
tirava ao president* da provincia a faculdade He
demittir esse director de moto-propno, coarctando
assim uma de suas atlribuicoes.
E-ta opiniao que emit to e corroborada pelos fac-
tos : depois da existencia dista lei henbura direc-
tor foi nomeado effectivamente.
0 Sr. J. Mello Rego : Isso nao implica vitali-
ciedade;
0 Sr. Manoel do Rego : Assim se entendeu e
ahi estio os (actos.
Um Sr. Deputado :Mas pode-se dar 0 caso da
demissio.
0 Sr. Manoel do Rego:Sera bem diflkil, fa-
zenlo 0 pro prio director parte da commissao.
Fallei unicamente nisto como mais uma prova con-
tra a vitaliciedade dos empregados provinciaes.
Cumpre notar que todos os presidentes sio ze-
losos de suas atlribuicoes. Eu, por exemplo, como
presidente nio sanccionaria uma lei no sentido da-
quella que se discute, e nao ha nenhqma que te-
nha merecido approvacio : a que aqni existio, foi
revogada.
Logo entendo que nio devemos legislar sobre um
assumpto, que se tem julgado de certo modo fora
de nossa competencia, e do qual podem resultar
inconvenientes a marcha da boa administracao.
O Sr. J. Mello Rego da am aparte.
0 S. Manoel do Rego : Entendo que os bons
empregados, um regra, nio receiam ser demittidos;
entretanto, quereria qde se Ihes concedessem cer-
tas garanlias, porque muitas vezes dio-se injusti-
gas clamorosas ; ainda ha pouco, creio que 0 anno
passado, foi demiltido um empregado, que tinha
perio de 23 anuos de servico, por faha de habilila-
coes, quando alias supponho que elle tinha obtido
10 lugar por meio de eoncurso.
0 Sr. J. Mello Rego :O que tem isso T Quan-
tos assim obtain lugares sem ter habiliucoes ?
0 Sr. .Manoel do Rego ;Como se p6de conci-
liar essas ijna.s ij0asT Nio posso comprehender
Jlia flm eiujiregado, nomeado por eoncurso, seja
depot* dajaltudo p^r Wft 4? habiiiUoOw ;tirw p. ]
00 conciliar estas uuas ideas, qne se repoiient.
K 0 Sr. Pinto Pbssoa : A demissio do empr
tor da thesouraria, que 0 julgou incapaz
vico.
(Ha outros apartes).
0 Sit-. Manoel do Rego Admira quo fosse jul-
gado incapaz do servico, se com effeito tirou o lu-
?ar, precedendo eoncurso. 0 que e incontestavel
que elle tinha pert0 de 23 annos de servico, e
durante todo esse tempo nao foi considerado inca-
paz de servico, e so agora 0 foi!
Em todo 0 casa e ests um facto digno de ser
mencionado, e eu 0 trouxe para mostrar que o*
empregados pnblicos precisam de certas garantia.-.
mas entendo que nao se Ihes deve decretar a vita-
liciedade absolula, como quer 0 projecto, e julg
ter provado com factos <|ue essa vi aliciedade traz
serios embaragos a adrainistragio publica. Esta
opiniio nio e isoladamente minha ; acia-se tam-
bem emitlila em differenles resolucoes imperiaes
tomalas sobre consultas do conselho de estado, to-
das uaanimes a este respeito.
Assim penso. A casa, porem, em sua sabedoria.
decidira como entender mais acertado.
O Sr. J. Mello Rego: Tomando a pala
vra, nio tenho por Um defender 0 projecto, porqu
desde 1870, em que elle foi submeltido i eooside-
ra.-ao da casa, eu manifestei particularmente a'
meu digno collega que 0 confeccion >u opiniao em
sentido contrario.
Entio como hoje me pareceu que a vitalicieda-
de dos empregados provinciaes constiluia seri
embaraco a administracao, e podia ser, eomo di
0 nobre deputado, uma causa de augmeato de des-
peza, pela necessidade que tr.iia da aposentaca
dos empregados com os qnaes nio podessem ser-
vir os presi lentes da provincia.
Nio obstanta, porem, este modo de pensar, dev. 1
fazer um reparo em relacao a um topico do discur
so do nobre deputado.
Nao vejo procedencia no argumento qae produ
zio, deduzido do art 48 da lei n 963 de 1870.
0 Sr. Manoel do Rego : Esse artigo tira !>
presidente a attribuicio de demittir o director d
asylo.
0 Sa. J. Msllo Rego : E' uma inielligencia a
que nio se presta o relerido artigo.
0 Sr. Manoel do isso: Nio e minha opinii.
isolada.
0 Sr. J Mello Rego : 0 nobre deputado se na
esta is ilado neste modo de pensar, nem por isi.
deixa de estar em erro. E admira que tendo am
espinto applicado e indagado de todas as qaes-
toes, desia vez nio se ache bem informal.), e pre-
cisamente inleirado dos faclos.
0 Sr. Ma.nokl oo Rego :Sio modos de pensar.
Ja disse que nio estou isolado nesta opiniao; to-
dos os presidentes de entio para ca teem assim
pensado.
0 Sr. J. Mello Rego : E' o qae ea conleslu
E' o nobre deputado quem assim pensa, sem ao
menos terse informado dos raoiivos qae tiveram
os presidentes para nio execatarera aquella lei...
sabe porque tem elles assim procedido 1
O Sr. Manokl do Rego : Porque teem consiJ--
raloesse lugar como vitalicio.
0 Sr. J. Mell'i Rego : -Esta enganado. E' cer
to que apenas votada a lei n. 963, quizeram fater
crer que delta resultava a vitaliciedade do lugat
de director do asylo, uias tenho motivos para pen
sar qne aquelles qae tiveram esta opiniio, se con
venceram aflnal (quando foi publicada a lei) d
que tal vitaliciedade nao exislia 0 art 18 appro
vou o regulamento do asylo de mendicidade, n
qual esta consignada a livre nomeacao e demi*si
que cabe ao president? em relacio aos emprega
dos, e so quiz prevenir ou coarctar o arbitrio da
eommissio direct ira do estabelecimento em prpui
a demis>io do director. Deixon-lhe nnicamente o
direito dessa proposta quando faclos provados i
tornasse necessaria.
Ora, converter esta limitirlo da lei em eslorv i
a accio do presidente, e attnbuir ate vitalirieda 1
ao lugor de director do asylo ; e preciso muito b-vi
vonlade, ou nio conhecer bem a lei...
OSr. Manoel do Reg) : A interpretacao n.i..
e minha foram depois disso nomeadoi 3 ou I
directores interinamente.
0 S. J. Mello Rego : Ora, o nobre depaladu
indagador e minucioso como e, bem podia ur lid
o relatorio do presidente que deixou de exi'MUi
essa lei, e delle vetia que nio o fez pelo motm>
attribuido, e sim por falta de estudo e tempo para
expedir o regulamento.
0 Sr. Manoel do Rego : N'ao quiz dizer a
verdadeira razio que tinha.
0 Sb. J. Mello Rego : A verdadeira razio
essa, nem outra podia ser.
0 Sr. Manoel do Rego : Nio, Sr
0 Sb. J. Mello Rego : Como sabe que elle
teve outra razio '
0 Sr. Manoel do Rego : Porque ouvi dizer
por pessoas fidedignas.
0 Sb. J. Msllo Rego : Nio podia ter oa-
vido...
0 Sr. Manoel do Rego : Se eu digo qae ouvi.
como o nobre deputado diz qne nio ? t
0 Sr. J. Mello Regi : Digo isto, porque se
outra fosse a razio, nio teria o actual provedor d.t
Santa Casa representado no sentido de ser esecu-
lada a lei; ao contrario represent aria pedindo a
sua revogacao.
Ja ve, por Unto, o nobre deputado que ate
provedor da Santa Casa nio entende que o I afar
seja vitalicio.
Se, pois, os presidentes deixaram a lei sem exe-
euciu e teem feito nomecOes interinas, outros mo
tivos que nio e>te que diz, deveram ter, mas d'ahi
nio se pode tirar a conclusio de que enteoderam
que havia vitaliciedade do lugar.
E quer me p > recur que o nobre deputado so por
ter esgotado a serie de exemplos qae occorrem n
Piauhy (riso i dos quaes com razao e conbecedor.
te lembrou da lei a que me refiro, sem ter bem
attendido a sua lettra. Em outras provincia- po
deria tambem ter achado exemplos em apoio d>
sua opiniio, e nio carccia recorrer a lei de Per
nambuce. que nao forneee a sua argamentaca<>
bem fuodameoto.
0 Sr. Manoel do Rego : Para o aobre d>
putado ; para inim lem todo o fundamento. CadA
um de nos te o o direito de pensar como quizer
0 Sr. J. Mello Rego : Nio contesto este m
reito, digo apenas qne o lugar de director do asylo
de men licidade nio e vitalicio, nem como tal pod<'
ser considerado em face da lei de qae se tratt
Ninguem mais pedindo a pala vra, proceAe-re
voiacio e e rejeiiado o projecto.
E' sem debate approvado em I* diseossio
projecto n. 9, fixaodo a forca policial para aoo
tinanceiro de 1874 a 1873.
O Sin J. Mello Rw propoa a astern
blea approva c dispensa do intersticie para qne
referido projecto entre em t- discussio na seguintr
sessao.
Segue-.-e a i" discussio do projecto n. 10 dette
auuo, autorisando o presidente da provincia a
oonceder um anno de licenca a professora Fran
cisea Seraphico de Assit Carvalho.
O Sr. Caspar Be asrmsmtm< s (If a..
devolveu seu discurso.)
Vem a mesa, e lido, apoiado e entra coajaaru
mente em discussio o seguinle requerimeaii:
Reqneiro o adiamento por oito dias. C. *
Orummond
Ninguem mais pedindo a palavra, aesrra-M
a discussio o, procedenlo se a voueio, appro-
vado o requerimento do Sr. G. do DrummonJ. aV
cando, portanto, adiada a disoussao *'*
Entra em "*
- o projecto a. 45 de 187S,
cojaudo o art. I* da W a. 771 de II de jo

emprega-1 de 1867.
I Iflft 1
' iiiamnism ..... M-rnirbrum i ^


.;
~-.-&



ryv, .^.-7^
T/IWltfo dfc Pernambuco *-_ Quinta feira 9 de Abril dc 1874.
O 9r. ti devolveu''setf>mscurso.
O Sr. ilente, dmjtigoaAarios do projecto em disfea**!)
sou euo unico que faz hoje'parte desta assemble*,
porque 08 wttw nAo *io mais -dopa'adas. .
Ja oa primeira disctrssao disse ao nobre deputa-
do que acabou de fajar, que, tendo sido este pro-
,j ecto filho de circa msBncias qne occorriam por
occasiio da sna^re-eataeao, tu hoje^otarta con-
tra elte, visto re*he<*rquo essas alreumslancias
tinham mndalto; e vo* dar as ratdes pontae.
Ate enlao Rj causas da lizenJa proviacirfi eram
defendidasnatebfao ptlo'procurad'dr da coroa.....
Um Sr. 1)f*ctado :~-Corriama reveRa.
0 Sr. tfi.YMBo M\RQcts: ... pelo que perce-
fiiaelle'ftwa gratflicacao dada por esla asse-nblea.
Succedia, por**, qua* carftt era entio%xerci-
do.por nm"faagislfcdey'qne, ctffli qrtanto fosse In-
tegra's digao de todo ote9peito e considcracio,
todsvia era um homem cego, e todos sabiara que
die estava absolutamente imoossibilitado de ser
dvogado da fai-nda -provincial.
tos corriam a revelia ?
0 Sr.Oi,ympio Ma-roues ; -Sera dovida algumi;
creio que ni?to nio ha injuria alguma a memoria
desse respeitaM f.jagittrado; mis sim a mencio
de am faito quo lovftu ale o governo geral a mar-
car-lhe um prazo par* pearr azoa^esenuaoria,'
visto como nao pedia continuar a funccionar como
juigador.
Ne^tascpndicoes aprosentamos, en e dias com-
pnheues, enl.l'j, eumo" en, -mem vos -da commia-
sao de orcamento, o projecto que se a :ba em dis
oussao..
' LgodepoM,'rfr.!ftaanJ)3e aapisontadoria dej
se desembargador, e seado nomoado outro para o
sunstituir, preeochendo este a v.iga rftfe" existia,
fcsapoareceu entao atrfiltdado di projecto apre
s^ntado. Dede essa oeca nrus eompantieiros-, nos interessaraos mais pela
dis'ussao do projecto.
' E-1S ratio ja dei ao nobro depntado quando ee
tntou da primeira diwu?slo, declarando-fneique,
tendo siJo am dos sigoatarios do rcferido projecto
votava hoje contra.
tjnmpre iiifl agora acerescentar uma dreorrntair
na'de que live comVcirmmto posteriGrmentc.
' 0isse^o nobre depatadp, e hapouedtempo ve-
rifiquei que houvea cte re?peito uraa represen-
tajio Bo procurador fiscal, farendo ver que oao
-> podia encarregaT da deTeza das causas da fa-
zenda em t' insiancia, pdaTazIo de estar tnuito
"rtbrecarrpgado oa 1'. Sapppnho ne?rao que ha
uuia outra ra2a) jnrfdica, e e" que a relacso tern
dnfida em admittir nella os procuradure/liscaes
:omo advogados da f.i^nda,em virtude de uma dis-
p isrraoda legi^aVJIo nefarenlh (%reM qbre lei de
S1 ) que inaffita j]ue nas cansas fla faienda,'
sem'taier dilrne>;ao crttre fwenda geral e provin-
cial, funccione Da 2' instancia 6 pfeenrador da
eonh. B em .alburn tempo, para quesfs causas da-fazeoda
provincial ri.lo tivessem defensorna tellajio.
Eis aqni as ra:5'es porqne, tendo eu sida
: (Xi* tea^.mfJpj^|qaWV|prV>fifB|e. atf
o p mto de seu BiriLaripie.
WoaifczitrtqVih Ma' Bd^tfftr!\rt Ta
ftlla. j-Uavra-hij" rewiai Arco welhW^rt-.t^
ahial-da Boa-Vista, at 6 lwras.da urdvj, niiriUiiii
Uospicion. !Q........[U)Li u
vftm o inrormante.-Em oulro lugar pn-
blicamos hoje uma declara;ao do machtmsla que
coaduzia o trem, que hoa.tem nnti|iamos koaer
esmagado am prew. pela jual iMga tsr-? dada o
facto seguulo a nossa aarrai;a). m?ueado,-o a
quern aquella uos miuistroo, esperam->s qua aeja
tirada a liropo a verdade do oocorfido.
Vapor llllaanlfahfc) fcootem aa-tl hr>-
ras da manna, para o'amao porto pelo itaBahia,
fegimdo telegramma da prac.i dnicammercio.
Telbzrammn do la*&. Eru data de
homom.is i l|ihorasdttrde,41zqnedenadava
a barra desseporto UM-Rraude wpor, qae e sup-
poe ser o ameriiann, procedente de New Yo-k.
Assoclariva tim/nm^l %grrioif
Nao se tendo hontein reunido um| sufllderi-
te de raembro* ^ftlw %o0BMffif foWransferM*
para sabbada (U do forrente), as 9 horas da ma-
obi a sessao da assemblia geral.
Paiisamenle. -Segundo cartas de Dakar,
deu a alma ao Creador, quatro dias depois de ter
deuado o porto de Peraambuco. A ^pVdo^dq.va-
por francez Eryminilie a irma de caridade Victo-
Lr* Vista, que entce od':.\ercia. ba tres annot^
o importanie cargo de superiora da casa dos ex -
postos com vurd.idejro tiuo adiainistrativo. A
iinada, nan era natural de Ca.-cassone, 116 meio
dta-i Eran.ia,- oooUwa WanrtftiTT'Tfl^dr-. *T'1o'i
a jnaior parte empregada no piedoso mister da
caridade, e tendo servido em divexsos paizas da,
Franca, na Algeria, no Hio de /aneiro, em,Santa
Ca^harina e em Pernamhueo, aqni desde 28 de;'
oulubro de 1870, mereftendd'Sempreeoinpletacon-
fianca dapiclles que dltigiam Os es'abeleTJimeotos'
em que se achava, e tofnafldo se dlgna de refpei-
to e consideraeio por suas vlrtudcs e outras>dis-
Unctas qdatidades.
Tiii-giammn commercial. -Em 7 flo'
corrente a tarde (Jizern do Rio de luieiro :
O cambio sobre LondreJ rcguta a 2G d: pot
r^noo bincario, fronxo, e a.26'J|8 partjiular.
Vapor ftanftagoSihlo nontein'.i'tarde
do Rio da "Janeiro para fiisboa dlrectamedte.
Vapor Ebro. -Salre 1ioJe do Rio, fle Janeiro
para S. Vicente e Lisbba 4s 9 horas 6 ,meia da
man ha <
Ttirbinas. -D'uma carta do Sr. majbr'sPn;s-
cianode Karros Accioti tfns, proprietirtolJd/enge-
todasi annai parted, r, parAcr de .
f 0 jIV"^ 'wn^a-se cxtraordina
VntnnffUP.ji-jontecinienti foi oai
i-nwginsias mats ospec
. jfnaviiupi,iiiinain qne um ma
W^3 Membro a membro, para occuitar o sen cnmeT^ *]
. Ontros suspcitavam que urn amante arreba-
tadawnati I toll ma n-.-n im nM u* Ktiito*.
MbTicio da matrit dc
nwa 'i do corrente.
ttiade det^n^.ao.- Mfvime.nto da cas1*
laftlen;ao do dia 7 de aHtH'lJe- <87l.
am presoi 325, eMNteft 7, sahiraru 2,
fLafargue o;)ir,avaa'
" de astado a alguif
He elhw emique e
ta4^mia_
osa
:Qi
e
iUi
oss
mfcnd
Bu'teJ
ira de n
gia, find
' mite
t As suppost^es cboviam.
toriuar^im YoJafltf. -.
< ('< rapaaas.islo e, os queeraM. poetas.solu-
'PftHros Aedea#a4ia inasajlwrclo. '^T
__ Quantas cpnjei:tUras I
AqueHTmao esttvera coberta com uma 'lu
que a lorutymiUmh'. ^ t e aadactora.
AquellT iiflu Inmi nskdo'e'm sens torneadbs
dedjw^nnais de brtfcantea. ....
t Aquella m3o carregara um lenciuho guarne
cido ie rend is, brincira coa uma Apr,
um lequ-i de sandalo
A saber : """
Nacionaas 236, mulheres 8, estrangeiros
eieravaa^M, escrava i. JM& 330.
23,
dos a caata dui cofre* ooblicoa 298.
nto da ejfer/narla ao dia 7 de abril de
-m
Podia-se com ellas
baixa
cisco Barboza, tadigastio.
aves CamilloXima, dartroa.
a:
Kerreira le Castro.
('HROiYKAJUHCIARIiL
Tribunal do conanterclo.
ACTA Dl'SBSSAO DB .DE ABHIL DE
1874.
PRESIDEXCIA DO KX.M. SR. CONSELHBIRO ANSBLMC
fRAircrsco paaani.
A's 10 haras da manha, presentes os Srs. de-
putedos. seretario OHffl Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e o Sr. ;upplenie Sa Leitao, S. Exc.
o Sr. consemeiro prestdente dechtrou aberta a
meaeara sessao.
kxrabharrs.
-.AflWlJa inio recebAra,car|Bs dadpajr* i.h-l' 0^' do conaervador do commercio deMaceio.
^Aquella mao fora apertada com ardor e tei- femetteudd a retajao dos-fivrOT seHaflos na alfan-
Jadarcnm fimhrlagnnz, rr^_^z..^. \ dega e rabrieados na coaeervatoria daqoella cida-
.,Aquella mao flzera.aricia<, I... de, dnrante o mez de mar?o ultimo.-Foi manda-
'0 corthecimento eompleto'do'p'arecet'Bmi fa- oo'araljivar.
cnltitivos 'modHicw, apezar dissoi algum tinio as.| OIBcio do presidente e secrelario da inma dos
prurretra* fHnsSesa qojj e^rpcf de dertcW :A6n corratore* OHBpanhando "^e^- '"} offlctaes da wmana decorrida de 30 de marc a 4
-Os Srs. Lafargire e-Baston/asjegurayanj Oito dos meimog fnaccleaarios, participandc as
cotar.o> (eftaa por cada 4rretor durante o mer
_ um
* vem a mesa, e lido, apma'do e enfra em dis-
hissao os-'guinte requerfmento :
Hr^fuerni o adiamento por i8 horas. Gon-
I'alces Ferreirn.
Nao barendo mais tfneTi qneira a paravra, en-
cerra e discussao, e proeedeado-sea votarlo, 6
aporovado o requerimento do St. Gon'cafre-i* For-
I'cira/ikando adiado o^ projecto.
Entra em 1 discussSo e sem debate 6 approva-
do 6 project)m 8 deste anab, restatfrandoa antiga
villa do Exu.
Eqtra linalmcnte em .'!' discas:ao de a/fiS de
1871; man Ian! perteneer i fr-guezia de Santo
Antao da cidade da-Victoria, todos os terrem.s do
tfftgen'H) Camp-) Alegre.
Renonheeeiido se nao haver numaro, Pica a
.->eussa-.> adiada.
0 ?r. presidenle da a or>teia do dia
ijiViuiwi a araoin
oho Tinoco, da coroareado Rio-Fdrmoso,; iiratii-
mps o seguinte:
0 fabrico do assucar pesto' engenlioj p6r aieto
do ajRiareThu centrffugo, ttnalisou se sari'sMctaria-
mente sem que cste e deterlorasse,.' notapdo-sc
apenas um pequeno estrago'em uma das rSdes.dc tfrtra-lhe-aTjelteHyW- a*
seguinte e
arame, devido a quern assootou o.machU)Umo, fl
cando por conseguiiile o rrie-mo no.estado em que
sa achava quando come^oq atrabalhar, conser-
vaodo as cdrreias,em tap perfetio"asta'ao queain-
da podem prestar* mtfltos s^ervicos.
- Nao se preparou toda a sa'ira pbr este syste-
essa.mao era nao a direita, mas sim a esqaerda.
'AtrS)esqaeTla1
EsU circumstinefa'diminuio ajgum .tanWe deiaarop prtxiaio passado.O-trtbunalTmiefrado"
interessedaqwll^mlnisterio dq osates tjoe Wdos mandoa-qoe fwse arcbivado oofflcio.em queitao'
contemplavam ; pot&m sdmpre eonserrava a per- j 'Poram-distribnidas os lirro* segnintes diario
senalidade daheroinn odrama,.caja peripeeias e copiador de Silva Guimaraes ^ C., ditos de Car-
Be ignoraram. | valhd- Pereira & C, copUdar de &aga Gomes &
(t'AmScfperteiiCtaa-umamnlherl | C.;dito de Jose A/>loaio de Oarwalho &C dito de
Em"qtauio'os Hliwpfes ofdadiosinvepraTam silra Barroca & Filhos, diario daSUra A'Gascao
novellas mais ou. menos extraVagaate?, o:'ffl(B- umprotteollodo eorretor Fraocisoo de Miranda
dente S. Thiago.'O jdtt do crime, es sabuiosibype'- Leal Se^-e.
licia e de justiceterejaratp w rastilbos do trelicto. df8^aows.
-Wep'oi*d6 iftniWsVolfes e revoltas, de fnuitas Refloerimento de Maaoel Joae da Camara e Ma-
perguntas de dejwrrtento', -descobrlo-se aQnal a noel Fraocised Bastos, appesentando para regis-
incognita do proWema.' \ trarse distrato da flrma social Camara & Bastos
Um'Sr. Bua*iMft,-d9oo de uraa faSemJasi- -Visu ao Sr. desembargador fiscal,
ttiada n5olonge"(e* Tbiago, c'ajara m'sua'pro'-' De Antoalo Prfrreira da Canba> Lagos e Lntt-
pned^ade tunvleiVi, qtte dera ao seds famnros. "Alfes *e Brlto, t*endo para wgt trar-se^j distra-
"V*qwfrtla- da fe>a,*wda soeiedada que linham.^'V'isu ao Sr. desem-
a4i-1aeiB desartlca-1 bargadar flscat.
'l."-!j -rWi Maria flfK-i
i -Unr BegwobtiTew a-'
fcr:la; atirara resto ne Hjro. -
0 enigma estava deoMrado.
'
REVISTA -:OIARIA.
-Vsschi r>u-;i pravineiMi. -Huatem a a-
cemblea fanceiouou o.n 27 Srs. depulaiittf, sub -a
jrei'deoeia jy ^r rjr ^gqiar.
Appiovada a ic\i da s^ssio anterior, o Sr. It
ateretarin lou o seguiote exusdiente :
Olboios:
Do seoreurio dagi^etap da proviocia, remet
M.-ndo dons exemplars impressos do regulameotd
de 2ide fevereira ujtun-, que reprgauisou a re-
parti.ao das obras publicas.Arohive-ao.
Do ineiino, devolreodo o re juerimento de Bel-
laruiino dosSautos Bnlcao, era que pede seja an-
nenadij do s^u pMtono os uiUcios de cscrivfia de
orph .os o de capeilas e residuos, acompanlundo
as mforqiacOes do juiz de diFeito d* ooinarca da
\ictoria.A quem t;z a reiuisicao.
Do inesmo, remeitenJo a exposicao em original
em que alguns moradort-s dc ilaldadinba, ao Exm.
presiknte da irovincia rtclanuin contra o projec-
to que remove as.cadeiras de insjruccao publica
para a povoa;ao do Surubim.a' commissao de
liiilnuvi) puldica.
Pelicoes :
De Luiz Man .el R idrlgaej Valeuca e Jose Fir-
ino l\':-.;r.i.do Lago, |iriiiores do Juizo, pedindo
uma sriiiilicacao. A' com,nis.-ao de peti&oes.
De Oscar D^slibeaux, poJiado que se autorise
opresilmte da proviucia a contratar com elle
u fin-lbor.imcnio do que carece a barra de Suape,
para a livre ciitrada e sahida das baicajas.A'
cominissao de obras publican
Da innandade de Nossa Senhora da Assumpcao
da E-tancja, pedindo prefereucia para extrac^io
de loterias..V eommissao de orsamento pro-
vincial.
De di versos cuuaierjiaiites de carne secca, pro-
lestando contra a preteajjau d J.^aquiui Luiz Vi-
raes, que pede pnvijegio pjra conduzir de bordo
ios navios aquclle geiu-ro para os axmazens.A'
eommissao de peii'joes.
Uo bachar.iJoao.gopoalxef da Silva Montai-
royos, podm lo u.ii priviiegio para funiar uma ou
mais fabricas de vulcauisar a go;wna elastica, bor-
racha, etc. a* cominissao de pe&Voes.
Entra i-m discussao e -e approva'jo, tendo desis-
two J-i palavra o Sr. Goncalves Ferreira, o pare-
*xr adiado da cominissao de peticoss que ,in lefere
a peticao do capitao Joaquim Luiz Viraes.
I'aisando a ordera do dia, foi a^ipfo\(ado em t"
disensiao sem debate, o proiecto n. 23 deste anno,
que revoga a lei n. G03.
Em Seguida loi approvado em 2' discussao, o de
si. 8, tambeaiidesleanno, que restaura a antiga
villa do Exu, tendo sobre a materia orad'o o Sr.
v ieira.de Mello, offereeendo uma eraenda ao art.
1'. a qual loi tambem approvada.
Eotrando em 2* discussao o de n. 10, que au-
Xonsa o presidento da provionia a coueeder am
anno de licenja a professora Francisca SeraQco
de Assis CarvaJho, oraram os Srs. Cchoa Caval-
c:nte e Caspar de Drummond, requerendo este o
adiamento da discussao por M hmra?, .depois do
<;ue verilicando se nao haver nuuiero para votar,
.' Sr. presidente Ie*antou a sessao.
A ordem do dia para boje e : coalinuacao da
anterior, 2" discussao das emenJas ao pr.oje.-to n.
36 da 1873 e 31 do projecto n,j2 dusie anno.
Tcnlatiia de mortc. Em 3 i,) cor-
rente, Francisco Clio de Mello Guarem teltoii
iissassiuar a Luciano Jose de Saaf Anna, no diav
tricto policial do Peres.
0 d'eiiquentc evadio se, e -.a xwlicia local. pri>-
rgue u )s u-rmos da lei.
Teiuativii de ruaU.-A 1 iiora da ma-
t.-flgada de 7 do corrente, Jj.io Ferreira Can-
diani, hapouco chegado do presidio de Fernando,
nde cumprio sentenca, e um outra indiyklub
qonseguiram ialrodaiir-se no interior da padaria
if J^aauini Martins de Almeida, s:U a r'ua da
.Unisade, do distneto da Capuaga, e traiavaio de
por-se ao fresco com um bahu, que la,iinham
arranjado, quando, pre'sentido* nelo dono da
:aSd, uveram de iargar pte.a.para.meihar fu-
Koi-lbe?, em parte, 1?*^ ,fc7ien^.; p-M..
puidoi por .ajuellee gente ,do povo^ se 6 Ulfo
<-ujo nome e .-.aracter aiada ee igoora, ey3di0.ee*
1 1 preso Candiarii a despeito da resistoaaa tenaz
que opp 7, e,da qual resnltqu,,aabirjeyemente
rido 0 cabo do destacameaio alii e.xiltente. \
i .-pectiva sqbdeiegacia prosecue seguoda a |j;
i nqufi-jlo. -G que se efteitupu pela subde-'
'egacia,Mg- ^i^tft^o tfe. g Jps4, caaira.Manol
-\ereo vieira, aulur do.? ferimentis praticadoa.na
l-essoa de .Miguel Silvano de Soaaa,Sfafija>;, tere'i
o conyepjenle destino
ma em con>equencia do apparelHo"'ter xhegadd
tarie, por'em fabricou-se mais orr'tnenwde mil
saccos da fizenla e'dttzentos *de larradores, que
nao s'e arrependeram da experieucia.
0 Sr. major Accioli Lins fleou saisfeito a ponto
de affnmar ter lucrado mais" de tlous contos de
reis, do que lucraria se cdnttnoasse a purgar pe-
las fiirmas, garantindo 0 'Thesmo'sealror-quc no*' 5
dia? uliimos de moagem crmrtprnpo chuvosn, ob-
teve /26arrobas de-assucar, licando dc-niel'ISOar.
robas ou a fjainta parte.
Semeltiante reswtadode/e em duvjda auhBar
aos nossos agrlcultores'aempreaarem-eeseimeia
de augmeotar, compequen? dispendio, a-sua, re-
ceila.
"Vapor ccai-d.-i-E-ste -raporehegou hontem
peta manha b. Maceio. Oov*smiaidiecer hoje em
no?so porto. /
ompanhln p-i-n;iml>uc-nna. *- Oeve
realrsar se; no dia 18 do correote^ao-meia'dia, a
sessao da assomilea geral da* ftcoi#nHtas'd>*ta
oomp.\iihw uiiui de se proreder&^itura daTla
lorto do anno find 1, e-as-aleir5e3 da no*a diractoi
ria e da eommissao de contas.
Photoarrapbta luapcrlaa. A dos Srs.
Lopes & C, ^ue h* pauoi aberta, a rua da|Ba
rao da iViciorw.'bjem^itceeaida ha de ser em aaas
slas, aitenta azelosa obsertancia com que im-
prime em seusuabalhos os melnorameutosadqoiri
dos no respectivo genaro.
O syste na de reiratos
De Uaria Geeia Raal^ iAgoatiaho Luiz Aires de
J Brito e-Gaudino Eraesto da .Madeiras,- saUsfazendo
"" ulteno para ser regis-
Real Brito-o-.aVista
destinibargadorillacai.
.-"!???. -i*.uj* ^1 ~ ., T1 "**""*"*' aM"'pfJinaiiiinWn'inalimaa
111 Estapiajta fAeniea em pr^erto 'd*-fcbsqia Miencia' rtwdiea, -esetetea eutao D. Bomingosfaewode 0do-flerrente para.-a deeislo, d.v8ndo
T-aastinffbarmiento. Um euame citurgico proyouf ser eoovidado 0 St. deatmbarirador fiscal nara
queamumerlemia-mSodeierta. a#*t*r-a masma. p
Tera tambem della oeardeio ? '- \ Ab-maio-dta Bada l.uteri.-A que seaeha areufla e a 9* a 0 Sr. conselheiro presidente encerroo a sessao.'
tABELLA DO RE?
.
- --------------
fife^^4^l^S?SA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE JANEIRO DE 1874
S^trr^xSW^^1110' CPMPARADO COM 0 DE JWJAeI MEZSS DjS
DO CO!
DQTJS'AN4tOS TJL1

4npo*tar.do 0^ *JP
.('ton*
Drreitos de fconsamo........... .?___.*..
Dito de aagmanto de 40 / M, /. -e 28 0/.
Ditoide dito de 35 7.......^.. v.....___
Dito de dito de 3 I / tl (i/q e ^l 0/0___
Ditos addirionaes de 5 %*.................
Expedianle de.iff. dos gsotros.litres de di-
reitos de consumo,........unaoiujHBB.aJ
|,ArnnzaoagciB.................. .^ u
X'p Wfeyt .5itei
: hi -y. yniirj
Deipsicko maiitiiw: ^t A

Anetiragojn............................
..' v. -
1 ~E.yncki(iw
e*t -Ui i.V to
por a c a la eao mais ou menos proveitoaa,; nio eadopta-
do pelos Srs. Lopes k C.
I'or isso, os retratos salii Las. do seu attlti levara
ao< de outro qualquer. superior vaujajjem na se
inelhan;a, quo o retoque por -mais love que seja
nio deixa de prejadicar.
A snavidade das meias tiota, com que os ret)
cadores procuramgaran'ir a superinridade do ays-
tema que adoptam, e pelas Srs. Lopes & C. qblida
unica e simpfesmoiite pelos elleitos da iuz e peri-
cia na manipulacao.
Sao, assim, od seus trabalhos de uraa verdade
ph"tigranhica iuconleslavel.
Na ultima exposicao reallsada no Rio de Janeiro,
os trabalhos photographicos dos Srs. Lopes & ,
que appareceram com a iuscripcao sem reloque -
submettidos com os de outros de acreditidos esla-
beleeimentos a exame rigonoso de um jury c mpe-
teute, por aquella s6 vautagem vencorera 03 demais
e conquistaram 0 premio.
A' vista d'isto entendemos qne a photographia
Imperial da rua do Barao da Victoria e^ta su!B
cientemente recommendada ao publieo.
Pagacloria de faxciida. Nesta estacao
pagam-se boje as seguintes folhas :
Guarda nacional, navios d'ajraada, e aposenta-
dot.
.at ioealidade, em ii do pasado :
t Estava a igreja desta Ioealidade ainda par
acabar, sen fnonjespicio, sem port**, sem.reboco
ao menos, com ma altar de madeira, iusufflcie'rite
para se eelebrar 0 sacrificia da uiusa, e 0 cemite-
rio 6xposto a pn.fauacao, por nao ser murado,
quando aprouvea Proviiencia man lar nos 0 Rvm.
Sr. Fr. Estevao, virtuo*.* missionario capuuhjaho,J
0 qual aqui cbegou no dia 3 do feveiro passado, e
missioacju com grande proveijo aosso,; apezar de
sorde tao debil compieicao, ate 0 dia fl, retiran-
dose no dia seguinlo para 0 Recife, em ^ipupri-
menLo de ordeos.
No dia 13, poremdo rneamo mez, c!jogou,aqui
0 Rvm. Sr. Fr. Cassiano, robusto e nao menos dig-
uo mi=*ionario capa.-.hioho, que ja por meio Ja
palavra divina, ja com 0 exemplo, deu tal impul-
so as obras da igreja e do cemiterio, qiie,,aoezar
de ter id> no dia i do corrente missjouar tambemJ
na villa da Panel I as, donde voitou para aqui, hia-
lem, gracas a boa.indole do povo em geral,'dss
te lugar, que tmto, se.tw ^prestado com,eeus
servic-is e saas esmulas, nao exeeptuando as se-
nnoras, que astinguidq am carregar
os wateriaes, ja.hqje .benzru a ,igreja, decente,
caiada, ladrilhaJa, com sicristia prompta, e p no-
vo altar, onde foi coJloea.da .a iraagem de N. Sra.
daCooeeigao, qne veio em proeissao, e beozeu
iguilmente 0 cemiterio, cujos muros de pedxa ja
esta> emaltura do >*,iarera a eniradade aniraaes,
eomo succedia^outr era; linalineatepisaeanisja e
distribuio 0 pao Eucharistico por muijas pessoas
gue se tiuham canfessado.
Hoje mesmo a t. ie, missionario, deixa#do a toJos. s^udoso^ porstju
part da para 0 Recife, bemdizendo seu aftme, qupu
jamais sera 'isradodn. nossos coracoe', assign como
odo,B.vm flr.^r, p-tevaoipois^ueainbos setor-
qaijam er^lures de;ossa ej^rua ,gratiJao, pqr te-
sm\ma^o ..t#^iloc*,c$a\e .Hqvqajqo; -cp-p^ma,
igreja aCiii, e,legao;e,,Q uwmto orAipr,^,njira'vira
aer matiaz.
A uajM ,|* mHllfer,A fieoU',a it Vplpa-
raizo publica a seganie anedocia :
>*r$9-t*'^itibrp de j8... o^c^idiiaar de Hf do*.
carrocoe.s da policia db aeelo, qua atPJuaicypali-.
de _d ^.. Jhiagn./aa f m mvW,- aiicqajrou n'qm
monte de lixo da rua d'i,12suao.Hma:.aiao;bdrri.
v^m^,wu'Wa,i^eiTT1peile.6,^ai caroe.
# imwedja^tae/He.o.^iiro^ewp^pwagouaqujI-
le pedaea^maftij, defqrnje. $_,&&a^oa .naval^a,
ao inteodsote da provipcia., que o./epaHeq ao cj
rurgiio D..Carl.os,Bastop^ara qae,^|aado,o.con-
^Wiente*xama,d0ase4>arec(r sobre iftaasuniiito.
" 0 Sr. BiuiAn.expaz qua 0 psdaja^jKuiaakio
era a-nuq de.umaraalr^r ft qua, .deverja Ur- aido
amputaoaiouan-lJ^B aBles.
Haoaaram, aeppjs, aqueli
MMai t874
ii <-.
W 8Ui:9462il
iii-*88:a30*979
SatMKal
HaiMd2M
8:2985806
. 11.
$L 4:68i718
j-ftt 4Q3G8*
photographicos smbttie
Mdos.por mew do.retoqua, eonl 0 que.muitos Qirajtosae 13-%do.pao.bra phutographoa favorecem os ralraiados, .tazendo, Ditos de 9 /. de exporlaeao............... _. i
itcftde iAlt 0/, i,iom............... j..,.
Ditos de I 1/2.0^,do ouro em barra.......
Ditos de 1 /dos diaraaiwes.............-., 11
Expedieute^as capalariaa............
-1
Interm
(leuda da typography,n*ftiooal.i......k..
- ,, (ProPoi"SW*l par-wrba......
sello do papeK fixo....;.,.................
ladbesivo...................
Emoiumentos ..........................
Iraposto de trapsniissao de propriedade, a sa
ber : de 3 % da rauda de embarcacao...
Dito de 1 /. da arreroatacao de beas raoveis.
Extraordimria
ilecei'a eventual...
...........
-oi '8;74*38i
a
,1.13- ,
.,iB*:MSJ800
if

685:3884.399
179:6684638
o:23oi872
123:281^139
:i;93^808
ft,
&<90JJ
imaso

i87536^078

303:398^900
l,02O:876*i2
>U#I60
iI0*000
6895140
6*500
i: 139*634
Deposilos
Depositos de diversas origens.........,...
Dizimos da provjneia das AlagOas..........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio-Grande do Xorte.
'^ontribuicao para ca
$,023:138*916
12:083*407
3:617*468

1:038:839*791
,5703
fcbqtto) araRil gottv 'I 8v aa ituniao 0 aiaftea deila a deio a qnalJaa
.reinonvenient-:; e os seus resultados sao c-jrT
demirtdos na cvjrte, pel'-s hc-r-j, d'alli. dri rial
liiica a reuniio dos lierocs down dia em- cunventi
cub de louc-it* oulro,,em politicks, qut por suas
loucuras .in la uma vez dem^am a ascen^io do
poteiro; um oulro, em proezas provocadas por
am cari-oceiro, orador I
Entrelauto, Fabio Bustkso, snblima Ues feitos, a
ProDiBCli os Justifioa, e 0 Club Popular, enlao
unido, aoi0a o autor priacipal como um Peaeme-
rito da patria I
I'd nos de um piano so de algum sabido, e posto
em pratieacora.deslealdad..- e presteza, 0 presiden-
te fez na occasiao 0 que pode, conseguindo abor-
tar inetade dos gloriosoa' feitos que estavam pro-
jeciados.
Os provinciates nesse dia nao poderam realisar
todas as suas heroicas b'canhas.
E' 0 que buscaram fazer a 16.
Agentes protincianos, preparam 0 motim. 0
diretlo da attuada, a am principio de vida para o
parlidoictiuilado/iaerat!, sem a agitacao em praca
publica esse partido morrera de athonia. Isto
bem claro 0 tem proclamado a Provincia. 0 dl
rectorio jogara a carta da desordem. Quaudo a
mao esta perdida, todo jogo serve.
PreT#nida pelos acoatecimontos de 14, os agita-
dores sabiam que a autoridade nio podia permiltir
novas renni5es. Sabiam que a repressao era
ineviUvel "e infallivel, mas, era isso mesmo 0 que
ipaeriam.
Erostratos de especie nova queriam tudo ton-
flagara; servia-lhe* a desordem, a agitacao.
A. autoridade cumprio 0 seu dever.
Conlra os perturbadores da ordem mandou seus
agentes-; os desordeiros foram conlidos, a segu-
ranca pubU:a garantida ; a anar^hia debellada.
Se nio era a desordem 0 que queriam os im-
provisados tt-jbunos ; porque os mesmos que capi-'
tanearam os heroes de 14, (bram os raotores de
16 ? Se 03 protincianos nao tinham parte nisso,
porque a Provincia, se torna solidaria, 0 directo-
rio faz 0 manifesto de 17 e os dous capiiues da
expedicao. dao a elle conta do resultado da com-
missao ?
0 que devia lazer a autoridade ? Crusar os
bracos, seria pactuar com 0 crime : a autoridade
cumprio 0 seu dever, e a ordem publica foi man-
tida f
Hoje, rauitos d'aquelles, que entao cegos pelas
paixSes de momento, faziam echo aos desordeiros,
reconhecem que a nao ser esse procedimento
da autoridade entao, estariamos em anarchia,
Alguus dos signatarios do manifesto hoje dizeni
2iie enlao serviram de instromento, e se arrepen
em da triste lignra que lueram.
E seriamenie poderio os provincianos z\:aahr
de esp'aldeiradbr 0 actual presidente ? Pois os ho-
mens que em abril de .1867, espaldeirarara 0
povo que reunido exigia 0 cumprimento da lei e a
prisao effecliva do crimiaoso refugiado na repar-
licaode.policia, podem a:aso tncber as boccas
com os aeontecimentos de maio ?
Em maio, a autoridade conteve a desordem,
garantio'a seguranca e atranquillidade publica;
em abril de 1807, a aulori Jade protegeu o crime
na pessoa do correligronario, celebre por suas
facaulias I
Pois bem, os aeonteeimentos de.maio, ja foram
minuciosanienie disculidos, n impreusa, 00 par
latnenio, nos tribnnacs.
Vos mesmos, liberaes de nova especie, os levas-
tels ao. cpnhecimento do tribunal compctente.
Nesse tribunal, onde tem asscnto respeitaveis
juizes, alguns dos quaes de crenca liberal, mas nio
hberdadeiros, Justificaram a autoridade, e reco-
nhecendo que nesse dia ella nada mais fez que ga
rantir a tranquitlidada. e segnranca publica, 0
manter a ordem, implicrtamente vos condeaooa
como desordeiros e Tinardiislas; porque, v6s fa-
teis quem promovestes essas assuadas I
Entretanto depois do jnlgameato do tribunal,
depois da longa disjussao da imprensa, depois
de no parlamenio tsr sido isso desfindado, ainda
hoje trazeis abalha os acontecrmentos de 14 e 16
de maio '? E" muila impavidez I
Os espaldeiradores de 1867 a accusar como tal a
autoridade de 1873 I Teem raza0 Se 0 actual
presidente tivesse protegido 0 crime e mandado
, espaldeirar 0 povo, para que 0 celebre correligio-
nario nao ficasse desmoralisado, seria uma gran-
de houra: comoporem conleve os desordeiros*
impedio a anarchia, e nm Nero I
Qne moral a dessa gente I
Gritai como qnizerdes Contra vossa grita se
prouuncia a opimao, sc ieranta a lei, sie ergue a
moral e 0 bom senso, qne vos conderanam e justi-
ficam aquella a queroaoereis .morder em vossa
imp jtente raiva. Pscorpirjes t percorrei 0 eircula
de fogo... so lendes dm rccurso : morder vos a
vda mesmos I
Irereaa publiM^qnft'ia atjecto aaaaa artijri, a
qno r<*p .iidemos, a sua canauaa ao illusire a
ni.-trador cousiste em diz'T siaiplesmente qne S
Exc hada tem feito por esse raino do scrvicp pa-
Wico; ma nao-dta em-qneeoasisteesse nad.i.
Se liie pediiaos que nos apontu 0 facio da adr.n-
nistracao em que consista 0 abandooo allndido em
sen artigo. em relacio a in-lrnccao publica, ui-s
respondera com quauAratrfoa pessoa do dMlioc-
toitdminislrador.
E nessa coniradaafa vire a Provincia t
E diz que faz uma oppoaicio franca e sine, ra I
hntre a J'rovtncia na orbita da seas deveres :
considere que nio ha maw para onde deseer.
Fique, oatreianto aabendo que nao reeeiam a
discussao dos actos do illnstralo admmi^lrador ;
desejamos pelo coatrario ter cccasiaa de Urar a
hmpo as duvidas, que, por qualiaer maoeira,
hajam a respelio dos actos da melhoramento da
admimstracao.
UUUCiqOES A PEDIDv
JCJ^AEyS

JS7S. rii 2873 \ V82t-. d 1872


1,317:077*738
13*000
2^*320
?87*0,K)
8-"8i:i30
244*300
3:66o*93S
042:347*263
i73:63i*42i
2H 72*783
119:732*297
4.228*798
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J '
8-041*300
1 in

327:243*933
1:622*042
1,293:887*811
j;}22:676*866
i:83443l8
16:286*670
108*333
2:139*882
I 346:046*469
Alfandegade Peraambuco, 31 tie Janeiro de 187i
1:296:808*366
3:&96*3il
o:90*U3
24:480*636
729*261
- 2:173i*o47
rr
1,3:^:390*464

.

IMRTIOO C>\*JE!:tVA
K-ECITE, 9 [E ABRIL DE 1874.
Qjando.ara partido em vez de discutir princi-
pios, em linguagem energica e oortez, so h ca fe-
nr a. pessoa dif.adifcrsario com mjurias impro-
pnas de homens .tlelicados; quando- nma lolha
orgao de um partido, em vez de susteular as ideas
desse partido,- se torna um pasquim, em qne a
affroota subsume 0 argumento, e a raentira serve
de base,W3 ataquee, esse partido, dizeqios, se
dfls,conceua. e, em vez de iuspirai consijerajao,,
#Oiraerecedaspre3o. 1 con
O.homem que se, prasa, discute com ealma'el''P mitadoaro aublieo.
ao professor da.aaa^n^D. Francisco lafargpe.
ff- .Lafarguefora inedi^o m,ern,> nofcJiosaitae^
, %M>ld> Pair*oii
inr^0'" Para as noras da ^^e de amanba
(lOj.esu convocada nma reuoiao de todos os
inembros dessa associa;ao, atim 4e 'ha sede da
mesma acbarem-se wjqelles preaenies a.afferti
iS ??m-pl69nrd%&--(lM r^lverayfar.
m txm. 3f, Dr. Adolbho Lameaha "
aeaba dnriar'BJBsaado president
do Piauhy, como manifestacio de aprecof dos lagua lepida.
.ervKjos por elle presladoa fm*mi assojiacaoj **"oTr!l.afaVgue confirraoa
. inediio .iqterpo nofcvfejspitae
de Paris Era, up es^Jpr ^cfcSfik pW
ear?^po ^wafw.algun|arti|os aMPajaIra-
dozidps por D.Andre liM.: ErapuT^orXWo-
quenle, cma pa ayra, Bcilhaate lavava AxonTjtcioi
aos seus discipbjos^ era um'honiem grave Ikrm:
Lins, qae meJaacolico, que juiciJou te p6S!te^p0 aepjis;.'
da_prov|npia|abrindo ay veias, edmo SfeaiBa, ew*flto bah'ba de*
._ calma e
evita a growena qua naop.ode aar.forca- ao artru
mento.: Ouerer converter a polilica em arta de
injunar, ecmsiderara sociedade um lupanar ou
praca publica, d'onde foi banida a decencia, ou
onde se s.dta improperios. iaao.'-porem, para os
homens sensatoa duo sera nunca polilica, mas,
arri*in=mo,ii8wJa I '
0 jue acabam34.jfo.dJer,-se.applica infelizmear
te a* aartnjo quA.sfc.iBtiluU liberal. A Provincia,
que e diz seuorgio, .nao e o.orgio que discute
com mo-ieracao.fo deaencia as principios: -*li, a
.meaiira senre da.tfundo- a*accusajoe9,..o.iiWoW
6uh>lHue.o^rgnjnento.l, ...
. 'VsU.g_tferrat-ptianiaa e ;4*i*i pw--
uanos. WNafOKM ie.lage*s (u<*. atailui de lejaaT/-1
^ada e com grande grila Como o aitn-e, fernn a
WBcmi.Bara^oJwraai deaaro a ferir, semore sera
..AtnteaSp hjjuu.,aiaei.aecuaasao,da P due deixas^e da *r rabaiida, aiada aOo. aoavaium
so aiaiueqiw.a^fotae.fepailido. ,'
.pvada.Mpki*id,e iaaaUraiios mm**,
factos SeaMHreJiAMaridd, a!a^h<^XaaTOe.-
crocoa, f volts ;oarga eom as me.-maj declama-
ca>SBainjiras-l .. <., h- -t _
ft' 4iue-.aniap asrusiav,eap podecia wji-er a
irapinpia 1 Jtoj|ue.ra*dapftderiaw ahMaa braei
cumppr a aima.qae iJhes foi dada, de,-fazer
A iaastrucfafco publica na ac
tiaaliilade.
Nao entra em nosso piano repelir 0 que ja foi
dito com referenda a parte do relatorio do Exm.
Dr. Lucena em que se Irata da instruccao publi-
ca, porque esta colurana ja | refuiou cahalmente a
MldtOO Provincia sobre esse assumpto ; mas preteademos
679*630 dar uma resposta a um arrogants artigo a que
naquelle jornal de 7 dc.-te mez se deu public!-
173*0W dada F
2*220 0 titulo desse artigo e 0 que se le aciraa.
Nunca se nejon que a opposirai fosse um meio
de conier a autoridade, quando exorbita dos
seus dceres ; mas sim que os proeincianos sabem
1:238*483 manejar a arroa da opposi;ao ; que 0 facam sem
ser movidos por sentiiuentos torpes c inconfessa-
veis ; mas sim que os protincianos tenham razao
para mover fssa guerra desabrida e apaixonada
que e feita nao a adminislra ji >. mas a pessoa do
administrador, que tem jus a consideracao de.todo
0 paiz.
Longe e bom Joage estao oa provincianos de
comprehender 0 que e unja opposicao franca esin-
cera I
E se nao fdra tornar lgDgo o presente artigo,
nos lhes diriamos 0 que e ser opposicioni>ta
franco, sineero e leal, opposiciouista que nao tem
os olhos no poder, mas aim no bem eno progresso
dojpaiz.
Este governo tem foi to beneficios reaes ao psiz;
nioguem os contesta, quer iuterna, quer externa-
mente. Mas ja tiveram oa-homeaa que o digera.
os npplausos da Provincia, on dos seus aniigos ?
Se e um bem, como por e^emploa promulgaca*
da lei exlioguindo 0 elemenlo ser.il, 0 decreto de
descenlraiisac*o do ensino semnJario; e se uma
opposieao simiera, franca e leal deseja 0 bem do
seu paiz, parta elle de quem partir. ,'e 0 applaude
somente porqqe e bem ; copjo e que a Provmcia,\
que faz uma opposicao franca e sincera, como
incuica-se, nem uraa palavra de aoimacao e ap
plauso dirigio, ja nio dizemos aos estadi'staa que
realisaram o.aialhoramento, mas ao paii quando
recebeu 0 beneficio ?
1-ir-nos-hao os p/'ot(:-(anoj como sempre :
naosomos- inep os para estarmos daodo forca
aos nossos adversaries.
Aoeitamos essa resposta, que ja. uir.a ve* nos
den a Provincia, mas eptao cunfesie (|ue 0 que
qiterem a sabir ao poder, e que neste mtuilo mo-
rem guerra e fa Digaui logo que pretendem enfraquecer, a custa
de petas e de sophismas balofos, 0 pariid" que esta
maitos ser pela imefra"vez RS /oue OOROder' P&a-'ue iU 'f3 COavein *5*Ei "
delles indauma &lrt}JZ,: P 6 aae BSfffJi, d,s| esla ^ra. ce.to, .ambern ja esta
rarto de alicanlinas, edeseia ver chidas. as mas
caras que cada um dos preteaciosos Uberues pro-
vincianos traz afiveilada ; lallein a verdade, ao
menos uma vez : mas nao esiejam a illudir o
paiz.com oppoaicaa.aiia t.fmncay. porque sin-
ceridade e fnaaqueaa sao senlimeokis-quajjao se
aninham em ooraeao tae -pequeninos 0 ambi
cioso-'.
0 3 e-criplurario,
Francisco -t>pri Car dim.
Qichefe da 2* aeeeao,
Pedro Lopes fiodrigues.
atacam esses escriptores em seus arrigos encoin-
mendados.
0 Iibello especimra os se?uinJes pontcs:
Aeonteeimentos de 14 e 16 de maio.
Os arreganhos conlra 0 actpaL commandante do
corpp de policia.
Os escandalos do contrato de Limoeiro.
A falsiGcacao no da Companhia Drainage.
A monomania do asyle de alienados.
A raatricula dos cavallos.
A colonia de Pihienteira?.
AJ?|K^ibl';ao io\ Pal??.les dp engenheiros para
ntfatar, etc. !ftn~ '
A demissao do ienle da aUeouo do gymnasio.
0 priviiegio Agra 4 C.
A repetigjo banal de factos 14 discutidos e pro-
vados, como nao desfavoraveis ao presidenle, e
uma provadeque este Bern administra a provincia,
eoe a'gum raodo noadi yamentu djscuiil os
i

Os aiMnlecimenlos,de.i4.e^6,de,niaip,
ae os hpraens da Pw nao mais fa,llanara cesses atohtecimentos/lque s6
a-elles desaborfanve prejudleknV.' iSe para elles a
declanu>) naV) fojse-anw.naeessidade, c a men
,ura pmargpmawa, pao,mais-es^as factoaaeriam
^fdos.! .-,,,.
Afiente da Provincia segue pore"m, outrorumo.
Erhoj* eTMMaavefignadae dectsiva qne' os
acontecwoentos de 14 m 16, foram promovidos
Lpeips hameosd* Pjofti^VcaBWi^Beeeasarios a
seu partido, enja vida depende de aiiUcoas e
motms. "*
M^ihm^f0^^^das
assua
A" 14, pro'vinciano BmniTirmnr .oi-^gj^-^ j^* JfHiT de
appusican sy*tm,itija, sevaodo-assim e veloo odio
que aao ijauci f
P,va prova do.aaa dizama9i4ouwi|,enWl6'^i.ro.
vma n^^-,i<8uw.iigft,dfunlaadipsaj
,0...cpojuuf 19 de pssiw ;Ps,ppacipiwpolitics .ioe Wta^i^apessoa
cumprimMtoLn,jnamiyaja;. as paixoes tumul-
tuana*go>
Protintiano.o oradoF df cii'-rofa, hoje priucipal
redactor auditor d*Provincia.
'eW'<%rpWrfr4fe Hguras prfBcipaesn^SS, sempre o$U
da aU}aiiM^i poe c#ma alvo *:*njoriaa<,iaaajiaai.faeaft*aa
par" escrtpto, em
orao
bfrmfictjrit^oi''!
(rfateniHledoere final da eauaas'da-avn aBpi*ciaai*aavoal t*4atm*.mncl#f*$ ufrente I r> <\i
que Hi #t'calaaK4aoaltoajfM^ aJi(nl|^. j JTiai^tdaaaiuinT^ttMiaV.esnaaMadaa^
e destruidos, qne era forma de i'bello aMo^^. l0wt^
fcrjfljP'o Rnslieo, acoaselba qua devem
Tamaew n5o queremas ws^dnuer aoe doaaltuj-
sos epilhetos que a Provincia joga ao Exm. Dr.
Lucen3,. porque estamos habiioados a discotir
com a raaaa e racloeloio, 'fundaBdo> nos ficios e welnnramintos pirawmagar'aadrertarios
gralmto de S. Exc.
Sana a tProtincvt o qeu4-^apo*<6o ,-Mwera *
fraaea ?
1 Nao o.sabe ; porque se 0 soube.-se n*o viria
alzerqoe a apposloio ripes*t*}a> {.apeis.
Bm que public! utwbJQ ftw/faiftt'essd .oova<
theona ?
Uma opposicio franca sincara consiste, nao em
prolligar os actos do governo, que forem illegaes
e cffensivos do-interesse publieo, fara-fazel 0 f-
irocazer; mas farer ^(to'-isso- dpnntando antes
que^aoa a verdade, diupniiwla ios-acs eansum-
madba, mostraada as saw SOBs>queocias."weiu-
aiciaeiao paiz. Bl J
Na aambnsipacio do erro-wmmeitia.- esta tam-
bem daatri ia.
d. aftaaajalo franca .^dnra;. .qaer 'Irate. de>
actos wasaraotodoa, qn*f tte bs por ctosum-
mar, so tern 0 dever de dizer ao goverB^Hf que
me renltado pitrioflsmo : v> \-i'lprtticasle3 to!
ucto;-,tnas tal faato^e um TOi*.ifWiqe
homens da Provincia, e quanto tern cido
adminiitracao d'aqnelle.a quem cegoe pWraiva^Ia^moVToftomo caes damiST
SSSiE\' *"e*-* WvWI.'IWeis.itesJ-
or reno uito. oanhi* nan o.a Ud.>.
Tem, poreova Pntincta prooedido daate raado ?
io 0 lem; porque mestno com relajao a ins- dioa.
lbastecinaciato d'agoa a CMaalr
do Recife.
I
0 assumpto que tomamos por epigraphs c nKi-
tue nma das questoes mais importaatss, de que sa
devem occupar os poderes administrative*; e, eta
todos os tempos e em todos o paizes, lem sido
object) de serios estudos, tanlo dosgovarnoa, com-.>
dos homens da sciencia.
Entretanto, com grande indiffereaoa tem-ae air
0 presente olhade para 0 sarvica d abasteciinen:o
d'afiua a populacio dtsu capital !
Temos a companhia Beberibe. Mas esUra ella
em condlecoes de fornecer, assim bo prese:.:..
como no futuro, a quaiilidade d'agua corresp.r.-
dente as necessidades da populacio do Recife
seus arrebaldes ?
Ninguein pode dize-lo.
Nanhum estudo se tem feito a respeito : a in-
curja lem aido injmensa.
Felizmeole, porem, o Exm. Sr. coounendador
Lucena, com 0 espirilo investigador e previd>n:e
de que ja lem dado provas em diversas a:los de
sua fecunda administracao, acaba de pre star a dr-
vida aiien;io a tao imporUute quasuo e da snb-
inette )a ao conliecimenlo da nossa asaenbJea pro-
vincial, a qnem cabe toioar as prcvidancias qu- a
gravidade do casoreclauiar
Eis como S. Esc. se exprime no seu relai. r >
do 1 de Marco ultimo :
c A falta d'agua continiia na povnacao de Afo-
gados e a companhia Beberibe, a quern se conr. -
deu uma subven>;ao de 10.000*000 para oii ,-ai
chafarizes em nuraero sufflciente a abaalacer d a-
gua aquelle |iov(tado, nao tem sat is feito a teu com-
promisso, resuliaado d'afi repebdas ijuaixas Contra
a mesma companhia.
Nao e somente da povoacao de Afogadur qua
surgem qqeixas centra essa companhia po* e-ie
motivo.
Muitos moradaras dos.bairros do Becife, San-
la Antonio, S. Jose e Boa-vista tem requerido a
ella o forueciiueolu de penoas dagua para os srus
pre lios, c esle lhe-s tem sida tecusado v-b o fun la-
ments de quo o inanancial acha-te tmftbrccui-
a A companhia, ha mais de tres anaoe, rno-
aheecu a neccssidade de augmenlar e esladder 0
abasiecimento d'agua, em vista do deseuvolvim*n-
to maleri;.l da provincia e creseimeoio de sua po-
pulatao ; no enu-eunto ale hoe aa ha ami ado
unicamente a compra do acude Duns Inmdos.
0 fornecjnienio,d'agua em abundancia a to-
dos os predios e por raodico pieoo 0 aasaavao que
deve merecer a vesaa particular atiencaa, por.jue
elle interessa a populacao a muitos respeitos.
a Bspero, pois, que habiliiareis a admitustrafao
com os meios necessarioa, para que posna pn'vi-
denciar em oidem a melhorar esse ranaodo aervi-
co publieo. >
Desta opiniao, porem, deshia 0 ex-director das
obras publicas, e Sr. Dr. capitao Jose TiWorci- Pe-
reira de Magalhies, q qual tambem ao teu rela-.'--
rio do 10 de Janeiro assim se proouacia :
0 t.irneeiinenio d'.igna nos tres bairras da >.-
lade fez-se com toda a reguLaridade; 0 met mi- po-
rem, nio aconteceu nos chaanzas aa afogados e
Magdaiena onde se deram algumas inlennitencias
que obrigaram 0 povo a soffrer e praticar aigu-
mas vioieucias; porem tudo te amciliom par m-
Urmedio da poiida.
1 Trala a companhia de sabsliloir 0 encana-
menio velho qae nao tem a capacidade aaeaataria
parasatisfazeras exigeocias dessas duaa iacalida-
des, aguardapdo 0 lermo dos trabalhos da prin < ra
para uccupar-se da scgunda.
< Feito isto, baver;i quan'.idade siiOkienlea'afi:*
nesses dous logares e de.-appart cerio oa infu*d<
dos ruiiiQres, que as vezes se dao contra a adn.i-
uisirai;a.i da companhia.
t Considerando 0 deseuvoivimecio que to::*
esla ciJade e a necessidade que tem a compiih;
de abastece-la d'agua, faapreparar o novo aunan-
cial adquirido pela compra do engenbo D-u<
innios, e espera com elle satisfazer as exigences
da populacio sem deixar da procurar novaa R.?u-*
para fatura gnrantia da companhia.
a Era compenacae desse augmenlo de desp-za
com a acquisi.io do /nanancialDous lrnus *
outrat obras, a direcloria enteodeu aeraan 1
submetter a assemblea provincia uma pettfao, so-
liciundo uma prorogacao de tua existencia, cnia
soluvao aguarda.
Sem termos a pretencio de virmos em aaxiho
das asseveracoes do Exm. Sr. eowniendador Lu-
cena, que ja pela sua posirio, ja pela sereridai:.
do seu caracter, disto nio precisa. e forca, todavia
confessar, qua a exactidio esla no relaton
presidencia.
E se 0 Sr. ex-director das obras publicas. -
quizer cerlilicar de que 0 nio dizemos por buJaU-
cao, ou oulro qualquer sentiraento reprov.
ouca a quantos teem pennas d'agua em sou ca-a-
va aos proprios a-ubeleciraentos puWkos, ciu-
cootractarara esse fornecimento ; dirija-te, mesmo
aos chafarizes, examine e assista a disiribun-a
d agua 110s dias calmosos do verio, e entao e eoa-
venceia de que 0 fornecimento dos ires bai-r -
nio 6 feito com toda a rcgularidade, qua oa ramr.-
res contra a companhia nao sao infandadus, jue
em Afogados e Magdaiena, apezar da subvenran
de 10:006*000, tem haviJo verdadeira falu d a-
gua, e nao siraples intermiiencias; e concordar^.
linalraeute, que, se e licilo a companhia procur. 1
garaalias para seus iuteresses, com melhor raza..
deve 0 publieo procura-las para si, afim de qua
0 povo nao solfra e pratique violeneias, a lenha
depois de ser conciiiado par intermedia ia i- -
iicia.
Isto posto, como 0 pensar e dizer do iilustr.
genheiro, que tambem c depuUdo proviacial,
que da duplo valor as snat palavras, sao de
theor a recommendar a pretencaa da couipanl; -
do aster uma prorogacao de sua existencia, coc-
vem qae se saiba que essa pretencio nao e a ari-
meira, no seu geneno, que a mesma coaapanhia
tem lido.
A ooueassao primitiva assegurava-lhe 0 f
do priviiegio apenas por 35 anno-, com obrigac*
do lorneoiuamo gratuito de loda a agua necessa-
na para as estaodes publicas, navios do esta*,
quarlcis e incandjios.
Da acjordo com ostaa condia'et e cue ouir.-
que se achaa exaradat no art. 2' da lei provincial
n. 46, mas que tem cahido em desuzo, foi lavra-
do 0 .ontrato de II de dezembro de 1838.
Posteriormente, a companhia lutando com algu-
mas diilkukiades, ou antes *-~atinli pelo recei..
de que ao prazo eslipulado nao podesse aahrar 0
capital que tinha de empregar, recocrea cm l^iii,
a assembl<;a provincial eaeU aulahaon a presi-
dente da provincia a conceder a compaahia do en-
canamento d'agua polavel para e.-ta cidade mais
algum espaco de tempo sufflciente para mdemat-
sacaodoprejuizo quo ella tinha deeoflrer com*
entrega das obras coaslruidas, as.-im coaao a coa-
ced-r-ihe tambem itencao do fornecimeaJadra'ai-
10 d agua a qualquer reparlicio publica laaabem
a penniuir que a mesma companhia podeaaa tra-
zer agua do lugar qua mais Ihe conviaate, com
lanlo que fosse polavel e tivesse as boa* auakdaaea
precisas, 0 que 0 mesmn presidenle Una eaanum-
iosamoute examinar por maio de aarilas. (Lai
prov. n. 87, an. 50).
Era virtude desta disposicao, foi 0 prazo de pri-
viiegio elevado a 53 aanos, subsislinlo a claasnla
de ser o mearoo prazo proragado por man dons
annos por cada tres chaforizes que a "maajiliii
construisse, ficagdo asu daspaaaada do Jonjeci-
mento d'agua gratuito it repartiodea anaii-
cas.(.)
Por muttoUfcaqueparcfa unu tal aj0Mfao,
ede factaioe, aao se aode com jastica ajdtarar
nem a asseablea provincial, aem a iBBala
daqueil^ epdca.
Era ainda 0 tempo em quo aae esistia aa aaiz
aspirito de aaweiaaao. Bits mat daapoauva nau
prawwwa.limtdo a acanladai. precjaaadada ani-
paniila n5o esti'isenu do darifST
i o navios da armada, i
1
L



r
1
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T***'
Dii^bfleotelflamDtlCO H^fai&iJ&itL-S odedAbrti. feelM* *iG
X
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macao e 4tvores dfkpodores
d')viykMrjnnd7 part
8rodfa ST^aVJ-slontaa _
as aguas coioe.Bfodaeti de loteriav nes urmns-da iai a.
74,.aa clwgju>#e tera,e/Bcoa:a cargo da
provincia. '
Aqueila, porem, recebeu aiuda uma nova ani-
inagao do goverho provincial.
Pelo art. 39 da lei a. 110 foi a presilanc:a au-
torlsada a comprar seiscenlas acgdes da compa-
nhia Boberibe, realisauda^ prestacoes de 10
por cent aa forma dos estalut is da raesma com-
paahia, seal) o redit> da^ across applicado a
c ompra de aovas aecoes. .
Fazeaio a provincia a-:oiomsta da companbia,
pr$jtavam de certo o s legisladores provindaes urn
graade auxilio a cmareza, taoto pelo coacurso
peeaniario quo Ihe traziam, com) pela aniio-icao
qae davam aos particulares, n'uma epoca em
quees capilaes, alem de escassos, estiva in habi-
tuadcs a outros gemras do eroprego na aossa pra-
Qa. Mas, em abona'da vardade, a medida foi dic-
tada, raenos no ineeresseda Mmpanhia, do qua no
l.i publico.
Tanto a ajsecablei provincial, como o presilea-
le de entao, o barao da Boa-Vista, da saudosissima
niemoria, qae foi qnem suggerio a id^a, visavara
por o service do aiiastaclmoato .d'agua a carg-* do
governo, libeitB#'i panhia, e dinlo-llid,1>or timagua, de graca nos
ehr fames pnbiioos.
Bealisada a empreza com 500 coatos, o dan lo
dividandoade iO-/. (Jen ale de 12/.) se a pro-
viMisfossa aapiicando o rendimeato das suas sets
oenias aecuea, na compra do novas acjoes, como
detarminava a. citada lei, ficaria dentro de 15 an-
nos senhora de todo aquelie capital.
Eraeite o pensamento daquelle illuslre admi
ni-trador, qae com vistas largai o de futaro, pre-
parava urn rasgaste suave, sem gravame para os*
. .-'res pubMcos, nein para a companbia.
Kntretanto ja la vao 30 anuo-, e mais de 30
o.uroi se hao doma-sar (e cfuein sabe quantos
iini!) sem que a populacao desta capital sepos-
.-a libectar do esn.a$so e oneroso foraecimeuto
d'agua, feito por ama empreza particular I
Doe dize lo, ma3 a historia tern deveres inexo-
raveis.
Ella ha de iransmittir aos vindour s qae houve
n na assemble.! provincial e am presidente, qae,
maiando o bello pensamentd daiuelle resgale, pre-
foriram a empreza do theatro a das aguas !
Com effeit", havendo a lei n. 160 autorisido o
presidente da provincia a mandar conclnir com
urgencia a obra do theatro, convencionando com
os accionistas, da attain que julgasse mais con-
venient?, o pagamento da qnantia despendida, en
lendeu o mesrao presidente que nada f.avia mais
eonveniente para a proviada, do qae desfazer-se
das aecoes da companbia Beberibe dando-as em
trocoda obra feiu; e nesta conformidade lavr.-u um
contrato, qunsendo. submeltido a assemble* pr>;
vincial no anno seguinte, foi approvado, com) se
Yd da lei n. 183.
i'amen etcircentes, diziam os romanos, qae nio
precisavam pedir agaa, por teremnaem abnodan-
cia por loda a parte, tanto para os patricios. co-
mo para os plebeas.
Mas sin* agui circensex, so podia lembrar aos
notaoa lejisUd ires de 18i6 c 18^7 I
As reflexSes que taes rccordanoes sagjerem,
desviar-nos-hiam do nosso proposito, ao qnal pro-
nelteraos voltar no artigo seguinte.
Becife, 7 de abril de 1871.
Lucio Luna.
3 qae Qfc rhaafdadoeontramim diVefso* de*pahos, c.im.ette
rrisajpruf coniervo as melllores relacoes. 0 finado Dr. He-
mprdk* : f dciros, como jnhsde direito, cn' lin|)am decis5es
- contra mim, e morren niea amigo, nnnca. me mos
trei maguado pelos seas de?pacnds.
,. E como, p->'n, podia mtjlertar-me com o acfaal
jari-ijo drreito por am dftpacho spe*t?, itipkaib
qae nio matava o direito qae me assiste e que ja
foi reconhecido pelo tribnnaf da relagao.
0 publico sensato, moralise o facto e as suas
circumstancias ; qae en descanco sobre p sea
juizo.
Becife, 7 de a*ril de 1874.
i Peiro d> Rego. Ckueet.\>
caixa
3
f
2d kilos' d
saccos co a
tarragon : J. L. Leal
loce ; F. R. Pi
15,950 kilos de
No brigui hespaahorflomanfico, para o Rio
da Praia, carregou : B. OJWeira 4 C. 500 barricas
Wo lugar franceg Rio Grtkde', para o Havre,
carregou : E. A. Durle & (I 1,*W couros verdes
com 25,200 kilos.
Para os pafto.
f
*flj<
VHf
lilms. Srs. redactores do Tiiario de Pernntn-
hiico. Amigos como sao Vv. Ss. da verdide, es-
i.er.i qae aceilera a pre;ente rectificacao sobre
a noticia dada por communicaf.io na Resist a dia-
ria de hoje, a respeito do esmagamento de um
preto em Apipucos, pelo trem da estrada de fcrro
d > Gaxanga, na tarde de.6 do corrente.
Soa o maminista qae condazia o trem na^nella
(iccasiao, e alllrmo a V/. S?. qae o lamentave!
sinistro que se de3creveu com cores tao negras
e carregadas, deu-se por nudo mnito diverso,
como passo a expdr :
Ao descer a ladeira d? Apipacos, indo para
.Cixanga, avist^i proximo aos trtttltn am preto
que camidWava vagorasamente, e pisto ijue nao
corresse #rigo eminente pnr se acbar em dis-
tancia qua nao podia ser a|.;an;ada pelo mesmo
trem, apiifi para qae se retirasse, e nao se im
portando elle com os apitos, procorei diminuir
i marc'ha que levava, tanto quanto era possivel.
Entao algnmas pessoas do povo me flzeram
signals t>ara que parasse, o quo procarei fazer,
nao conseguindo pelo impnlso qae levava 'o trem,
por se acbar em declive, descendo a ladeira e
bastanteaarregado.
De repanle aproximoa-se o preto dos trilhos,
t qaando menoi esperava, sobe para dies, send)
laajado aochajpe;a machina, fractarando um
braco. ,
Soulin, enlio que o referido preto era mouco,
.: so a esta circumsiancia deve-se atlribuir o
sinistro, que infelizmenle nio me foi dado evitar,
pelo qae fica exposto.
Naoe crivel, pirqne era preciso uma perver
-idade inadmissivel em reito hnmano, qae de
proposito e por mera recrea;io procurasse malar
aquelie desvenlarado preto, famando impassi-
velmenie um cigarro, qaando ale nao fumo
Parecc qae se quer proven r o espirito dos
juizes contra mim, fazendo-serae passar por
urn monsiro, uma fera I
Os meus precedentes protestam contra ist i.
Invoco o testemaaho dos qae me conhecem,
d is pessoas imparciaes qae presenciaram e facto
e, do espirito de jnstica de Vv. Ss., Srs. redacto
rus, espero o re-talulecimento da verdade, que
.' como flea narrada.
Becife. g de abril de 187't.
Jose Louis.
Ao publico.
Acabo de ler na Provincia a noticia da suppos
u tentativa de assassinate do Dr.jnix de direito de
'jaranhans, na qual sao apreseatados como com
promet'idoj m attentado ea earn irmao do Sr.
tenante coronel Antonio Victor Correa.
Podera aito d.ir apr.ej) a essa cavilla^ao, porqne
mesrao nesta cidado sou conheeido, e n5o creio
que aqnellas qae comigo entrelem relays com
merciaes e deamisaie deixem de fazer ao men
caracter e-ondncta a dovida jastiea ; mas con-
vencido que o lal attentado de qae falla a Prooin
cia, nao passa oe uin trama politico, deslinado a
rear motitos de persegaicao a minha pessoa, e
desapreco Jquelle tenente coronel, dou-me pressa
em protestar contra a calamnia qae me levan-
tam.
Nao havera pessoa de bom sen30 e desprevenida
qae supponha, ou acredite qae algaem maudasse
:nalar uiujniz, que tmha apenas.il dias de resi-
len-ia enXGaranhuns, pelo insigailicante facto.de
haver consedidb Oih agfravo sobre uma qaestao,
n que ain la leria amplo* recorsos para> plei-
tear.
de direito chegou a Garaoannrno dia
roximo nndo, no dia 16 chegaei eu de
ao alto sertao, enao me demorei em
m.pouoo oncedeui u aggravo em1
uma qu.'^ao judicial, em que tenho
0 Dr. j
l'i do me
uma viagi
visita-lo.
contrario
iuleresse
Nao erApois.isto raotivo paracu, e o irmao do
tenente Aronel Victor ficarmos tonados de
o lii contif aquelie joir, ao ponw de tenuirassas-
sina-lo. ;
Agora Aemoy s^ po8V set considerado o facto
como umaentatiya.dc-assassinate;
Oe 25 pjra 26","as f uoras damjdcagada, deram
am tiro nljanella doftiv,juiUo direito. A carga
que era le iliumbo, licoa empregada an alto da
j..nella, qttebrando. apena* sm- vidro da ban-
deira. 3^ ^_^.^__
lem uMssttt eomttMMr um aowwrtnaso, da
tiro cjin ''Uini1!1!1, w i Uoem- da nmini^ailit eo* .Brigtm
uma BB
i) quo rauito podia signilicar um tiro n.at-
cond Does, era um acinte. ou um meio .de" ioti-
Tonnoiato* da cabeca.
Uma imperfeita digestao, seguida de toda
a sua invariavel comitiva, um disturbio
sympathico ate do fij;alo o dos iatestinos, 6
a causa excihiitedas dores de cabeca nervo-
sas. Porque razao pois soffreis a sua ator-
mentadora agouia e d'satinadas doros, quan-
d > um curso, e em alguns cas >s, uma so
d6se das pilulas assucaradas de Bristol, nao
so poJe remover > causa como tambem as
consequenuias ? Dores de cabeca chroni-
cas, d'ura caracter o mais obstiuado, inva-
riavcliTieutu cedeia a este remedio do t idos,
o mais brauJo e o mais cllica'i dc quantos
catbarticos'e antibiliosas me lianas existem
as quits, aeuhaina enfermidatie proce-
dente d'um estomago desarranjado, uraos-
tado morboso do figado, irregularidade ou
pri-ao do ventre, ou as diiHcutdades inhe-
renles ao bello sexo, -podwn resistir. por
muito tempo. Em todos os casos, om que o
figado se ache seriamente affectado, a sal-
saparrilha de Bristol, o purificador o mais
potente dos fluidos auimaes que o mundo
j;imai> conheccu, grandemeate fjciliura a
cura. As pilulas ach*m-se mettidas dentro
de frasquinhos de vidros, e par isso conser-
var-se-hao porfeilas em todos os cli-'
mas.
grandc
nuraero. dc victimas do
e chronico, que
Pa 6 JKf GraSIelSf^il; nV rfa'vrb'kcibnal
Ameiia, asirrWgou : A. de'OHteipa Leite 500 bar-
ricas com 46,700 kilos d% assacar branco.
Para o Bio.Grande do Sal, no nario aacio-
nal Alianra, carregou : L. 1. S, Guimaraes 700
barricas com 40,860 kilos de assncar branco.
. Para o B^io Grnde df 9bl, no pacho naclo-
nal Po/rt barricas com 32,469 *i2Lk|osde aisuc|r branco e
50 ditas com 5,782rl|J Sifts de dim mascavado ;
M. L. Paes Barreto 310 ditaa com 22,737 ditos de
duo..
Para -o Rio Grande do Sal, no patacho par-
taguez Adeliiui, carregou : P. Vlanna & C. 600
barricas cora7,Ml,kiloS'de-anrcr brarnco.
Para^(RiodB Jaaeiro/|a brc partugueza
Peliz Uktm, bartKegou : A. Loyo 1(0 pipas com
Para o Km T^Sdeio1 JjfAteT.^a bareaga
GralidOo, carregou,: B. J. Coeltto 2 birticSs com
120 kilos de aftucar branco.
CAmiAflA,, DA
Kieadimeqto^r.jtia \,u,7 .
doi do dia 8 -
LIJ"
KfjMMP
Guarda
Guimaraes
'' J* iMMgo
i'3 | ,-.-i F;
bV! e[
Binoo do Mi&Ijo.
tea por todos os vapores sobre :
IV.
alenja
Vnta ftrtlojfde '
V*W Retf
Viaaaes r
742*1
.Do dia i a 7
VOLUMES SArftDQS
No dia 8
4:288;938
-------------1------------
rTimeira pona
jegunda porta
rbrcefra p^rta
Qjuarta twrtaf .
. .

5 962
237
129
528
i14

8,530
0
rheumatisrao gotloso
existe cm todas as cidades, villas e
freguezias, e uma prova manifesla, que
os medicos nao conhecem profundamea-
te o caracter domal, on naopossuem os
agentes proprios para combate-lo. Ora,
dos casos que teem chegado ao nosso
conhecimenlo de pessoas que experi-
mentaram e empregaram a Salsaparri-
lha de Aver, para esta molestia, todos
ate hoje teem sido bcin succedidos.
0 rheumatismo gottoso, chronico,
ainda que seja de annos, nao tempodi-
do resistir a efiicacia admiravel deste
purificador do sangue e dos humores, a
Salsaparrilha de Aver.
Alguns dos curados nos cscrevem
que antcriormenle tinham experimenta-
do todos os outros remedios jwssiveis
sem nenhum bcneficio.
Ja temos publicado e na occasiao
propria tornarcmos a publicar suas car-
tas de agradecimento e seus certifica-
dos.
No enlanlo podemos alBancar aos
doentcs, pi')de curai- e lem curado quasi invari*-
velmenle o rheumatismo gottoso.
(Do Jornal do Commrcio.)
DA
Sanlissiiiia Trindade.
Ne3te eslabeiecnuento de instrucgao o eJacacjio
de meninas, sob a directoria da Esma. Sra. D.
Philomena Jersey, e suas Exmas irma3 D: Lanae-
lina Jersey e I). Oiindina Jersey, admiltem-se edn-
candas mediante a pensao mensal de 40, sem
mais inglez, francez e italiano, (altar, escrever e trato-
zir ; geographia, arithmetica, historia, piano, dan-
Qa, musica e desenli; toda a e^pecie de bordados,
e os melhores principios da religiao christa No
interior do estabelecimento falla-se somente fran-
cez, e e incomaativel o professorate do sexo mas-
cnlino.
a........ i"1- *>
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do llocife, 8 dc 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotaqSks officixes.
Assacar brulo regular 1*450 por 15 kilos,
hontem.
Algodao de ( sorte 73800 por 15 kilos.
Cambio sobroLondres a 90 d|v. "26 1|8 e 26
3]8 d. por liOO!), hontem
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 1;8 d. por I $, do
banco.
Cambio sobre Paris a 90 d|v 363 rs., e do ban-
:o 365 rs. o franco.
Cambio soDre Hamburgo a 90 d|v. 460 rs. [Wr
R. M., do banco.
B. dc Vascouceilos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secretario.
Rendimenw do
(dam do dia 8
ALPANDKOA
di? 1 a 7 .
191:534*410
50:748*075
242:30i*615
Des:arrogam boje 9 deSabrii de 1874.
Barca ingieza -Aureolai.atracada.i mereadorias
para alfandega.
Brigue portujaiez Bella Figueirense mercasb-
rias para alfandega.
Barca franceza Inirepide Corse mereadorias
. para alfandega.
Galera portagueza l.isboa peatas de caofe-
riapara o trapiche Conceicao, para des-
paciiar
Patacho nacional Jaboalao varios geaeriDs
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Lugre portagaez Julio varios generos para
o trapjene Conceicao, para despachar.
Barca-hespanhola D. LuiZa materia'es-pafiia
empreza da-compaaliia lucomotera, pajfa
o caea -42 de Novembro. -
Barca. in^esaUs/aAiwmoBrift* aa%a aapak-
za. d: eompaWaf Iwomoie**, parade Ofjis
d aanM
ate* uaii
tra*ia politico;
iindajitp, senao um trama.
nato esta occurrenci
imag cao enferm
A frva, porem,
para Idispor o Dr.'
vjtdo S de Garanhani
tanc
0 i a foi dado a 2 horas^Ja m
aindi 1E0 eram 9 do diaT1^is^BsV *
juiz direito um grupo de liberals da
offer, i ado^.naxa^sua:da(aial ,
Pa iiira^OuQMe df-.GaiaaHuns, 6
bem id^e'feitrfbcfin?, aqtellilditt
a no i ttwft pf^p^rim,-,8e--a, rermir
taes ra#Nfligaw?**yill*F f:
Es i liberaes reunidos aos resi denies na mes-
ma i i, entrfefuiuaes e flgura o .adWg*do em
canti kiaAnigi,.fiwarn espalttaV qtft fiouvera'
tena r.gm'li1"1^ sentodiM.Maadataria.;
0 J ]Hd diaetta nao era
B*a< e por isto foram tirar pre-
concBttHaVda ag^ra w I
Sans ha^quasi 4 aao.oj p diggp
tett
Dr. Hi
fa
para- a-empresa -da-comp,
comotora, para o caes 22 de Novemb
'^Lizzie and Katefarinha jS d
Apollo.
ruder farinhajj
lo Apollo.
0 DIA
'xterior.
para Liverpi
com 51,(42 k
baNft besaanht^a- DiJoatma, Parat
1
irmet ,f^oPortfl
OtjHsHcpi-CWiy 7,8
rfirregtw
kilos dV^igWWP'' -n*!*1 -v\
x\a iarcajoElagaeza Firm,
carregou: t c: Ffgueira i'
iWWBtoalBDdiB..-
meu desaffaslft, $a barca portugiieza 1 leifmtt Bhtulam
aara,Lisboa,..carcaflui:: AmoMBi BrisW k:
:3 450 ditos com 33,750 ditos de dito'mascavado, I
-feriBaaoajiHagasaa ijwp^iii^. rjambisina
SBMttfisV MARlTiiMO
areagas-d3$osrregadas no trapict-e da
aifandeca :
JWdia-.la7.....
-No?,diai8........ *
"to trapiche CcmcetyKD : *
35
3ECEBEDORIA ,DRi REXDA8 lttWRNAS-GE-
RAES'DR PERNA-MBTJCX
tendiineuto do dia la 7'. 6:088/889
demdadu.^. 2:501 i85G
8:590*745
GON6ULADO PROVINCIAL
R^aaimenio do dii
rfeii do dfa-8 .
1 a 7
26.859*087
4:018*171
30:907*258
RECIFE DRALNAGE.
^endiraento do dia 1 a 7 .
dem do dia 8 '. .
5:918*529
3:129*398
9:047*927
Anadia.
Aguida.
iveiro.
Ghavear
flwaaj i ',
Amarante.
Guimaraes.
Covllha.
Melgaco.
Qrtalegre..
rcos do Vat de" vez.
Snhad3ftl,t-
Maoiuattfo.
Ronte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Vilia-Sovade
It
?a#
Leiria. Regoa.
Ltsbn.,ift,r, Vzea.
Bar cellos.
Coimbra.
M^della.
Figueira. _.
Laraogo.
Bstarreja
Vanca.
de Bafttos.
rauco.
Olfveirade Azemeis.
Povoa de Varzite.
ft
I M
II Madeira, Si
!"Segu
fBE LIVERPOOL
1NS0
Vian'Qa do Caslello.
a*'fefa,nalicau.
sAur
ll-Cfpa^SdrtLv-ll
Capital. .j*||Tjj|4fjLOOO:000500i
fjtendo de reseAfl'i'. ,000:000500(
m\B->nif Igsotes,
< HiUs Latham &C.
RttA'IrA CWBSN. 38.
mmtmm* m *wn
m
Navios sxhilbs no dia 8.
(lio da PrataBarca brasiloira Amisade,
capitSo Leopoldo ^.Aliratijak carga assu-
car e outros gnierpsj.
Hio da Prata-fEscfaa ingle^i Florence,
capitao Le Moignen, carga assucar c
agu&rdonte.
Observacao.
Nao houve entradas.
Fundeou no larnarao uma barca portu-
gu<.'za, mas nao teve communicaQSo com
I *c*au+.*msrm*k 4* psV^W-^ l>err
bajU>Ber 8 de aim* -de 1874. ^f,m:
Por,fcs*.seerelaoa se fa*-pspUeaA eW0^?1.
dadevcoo art- k 1. do deeretoH. 4,6b e ?
de Janeiro de 1871, qae a rervewia vilalicia ** "
Dcfos de r e 2- tabeth30 do publico, ladfclaf c Se
Dotas e mais anpexo* do termo de Triumpbo. :e
apresentou ocon'urr#nte Raymundi Florantino
dos Santos para o primeiro datjaelles offl:ios.
.tJliSj 0 secretai i i,
_______Js\^#riIo P"1'" R'beiro da Cunlia.
Soi-ltsda4c Patriotica Doze
de Setfembro.
: Pelo p'esente convidase a Udos oi socios oara
Oonparecerem a sife d?3 sessSes no dia 10 di
corretie as 4 boras a tardej adra de, nao to as
sistirin ao aote-da efferia de ama penna de ouro,
Jae a sociedade /asolveu (azer a S. ixc. o Sr. Dr.
dolpho Lamenna Lins, presidonte noraeado para
a provincia do Piamy, e digno 1* secretario aesta
mesma sociedade, eoaio u> a prov consideracSo os serricpf a elia preslwbs: como
tamb -m ac qplnJurlni S Exe. ao pottto de sen
embarqne. *r *
Sal* da^sessBb, 8 de abril de 1874.
P. de Carvatlto,
2* seeretario:
H4HTIH0S
CONTRA 0 FOGO
A companhia Inrjemnisadora, estabelecidf
aesta praga, toraa seguros maritimos- sobr*
navios e seus carregamentos e contra fogc
/ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Augusts F. d'Oliveira k C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, & rua do Co nmercio us
42, encarrega-so de execuc,ao de ordens
para embarque de prodjetos e de todos o-
mais negocios de commissao, quer commer*
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca d vista e a
jazo, a" voutade do tomador, sobre as se-
guintes pra^as estrangeiras e nacionaes :
sLondres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de i.e classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD A.NDRE & C. e A. BLJ.CQUE,
VIGNAL & C.
Hamburgo. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILQ'S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & V1ANNA, e SEBASTlAO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniAo do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercial
do para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
MaranhiEo. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara- Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS &SONS.
Babia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNE FRAN^AISE.
COfflPAHHlA"ALUASCA
seguros maritimos e terre&-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 18 7 G
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mereadorias e dinheiro
isco.-maritimo era navio de vela e vaporet
para dentro e f6ra do imperio, assim.corar
contra fogo sobre predios, generos e. fa
-ondas.
Ageute : Joaquim Jose Goucalves Beltrao
ua do Commep^o pi. 5, -t* andar.
G
OWPASHIA
terra.
cSo.
Apparece a leste uma embarca-
CIIIT
. 0 Illm. Sr. inspector da thesoararia provin-
cial manda fazer pablico qne em cumprimento da
irdem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
de Janeiro corrente, perante a jaata desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 21 de abril pro-
ximo vindonro, a obra da ponte denominada Pao
Sangae sobre o rio Seririhaem. orcada em 9:5703,
pagos em apolices da divida provincial a jnro de
7 por cento ao par.
As pessoas qnese propozcrem aesta arremata-
cSo compare^am na sala da3 sessoes da mesma
tbesouraria ao dia iadicadd acirna, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnblicar o presente
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da thesoararia provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Victoriano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Clansalas especiaes para a arrematacSo da ponte
denominada Pao Sangae sobre o rio Seri-
nhaem.
1.' A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
catada de eonformidado com o orcamento e pl:m-
la approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:870*.
2.* 0 arreraatante dara pnncipio a obra no pra-
to de am mez e a conclairA no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effeclaado em 3 presta
fdes igoaos a proporcao da tabella executada.
4.' Para tudo a mais i|ae nao se achar especili
cado sera regulado pelo .que dispoe o regulamento
dc 31 dejulho de 1866.-0 engenheiro chefo, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriaoo Jose M. Palliares.
Edital a. 143.
Pela inspecloria da alfandega se faz pablico qae,
nao tendo sido despachadas dentro-do prazo mar-
cado, as mereadorias abaixodeciaradas,aunaiicii-
das a consnmo Dor edital n. 138, se ha de arrema-
tar as mesmas as 11 boras da manha do dia II de
corrente, a porta desta reparticao.
Trapiche ('onceicao.
Marca S S & C -10 ciixas com alhos vindas de
Liverpool no vapor inglez Arbitrador, descarrega-
das em 21 de agosto de 1873 c consignadasasoa-
res da Silva k. C, no valor official de 714400.
Idem S BI dita com <5 kilos de presanto em
salmoura, idem idem idem, no valor official de
Alfandega de Pernambuco, 6 de abril de 1874.
0 inspector.
Fabio A. de C. Rei9.
Edital n. 144
Por esta inspectoria se faz publico que, as II ho-
ras do dia 10 do corrente, a porta desta repartigao
se ha de arrematar livre de direitos e sujeito ao
imposto da capatazia, uma oaixa marca M. P n. 3,
contendo 83 duzias de lencos de. linho avariados,
no valor de Vtl-l, vinda de Liverpool no vapor
ioglaz Cordova, entrado nesto porti era 17 jle de-
zemhro ultimo o abandonada ao3 direitas por
Simpson & C-
Alfandega de Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
0 inspector,
FaiioA.deCirvslhoIteis.
._____L
Phenjx Per^iam^uQana.
Toma riscos-irtaJ|titn9s pp naircati^msW k
(retesV dinheiro a nsco e finatmente de qilaT
iuer natureta/ em vport*, iffttibs-^ela oc
barcacas, a premios tpmio naodieos.
RUA DO COBfERCrO ff. 34.

Pel* admioitfaao do> consulado provincia
se faz publico que no dia 13 do mez de abril via-
douro, as n horas da manbii a aorta desta re
partfcao, ira em praga uma* caiAa apprthendida
ao. niascate Vicente Barsne, com di versos, abject os
de coral, avaliados' na imporrahcla oe 343*520 :
licaudo porem de nenhum effeup a reterida pra^a
se o dbno da mercado'ria reallsar 0 pagamento do
imposto-e'da. iu|ta em qae! incoweu, como de-
tajrmina o aTt 8 do "Reg", de 7 de* outubro de 1873.
Gontulado proviajiat,. 30 de marco de 1874-
I- r '-. AntonTo- rVrnatrb' iidnadd Rios!
8A^Tlt(4ASaSm'fm8lHRiA Dft
se-
BtNCD COIttElip OR BRIM
Jorg^'Tafisstf
Sacca sobre este banco e suas agendas nas
guintes cidades a viliae -
Portugal.
Amarante Lisboa
*. Anadia Melgaco
Arcos Mirandella
AtBiro Moncao
Barca ?en*-fiel
Barcellos Pinhel
Beja Ponta do Lieu
Chaves. Porte-mao
Coimbra Porto
Coura PoTOa-dev Varzim
Covilba Regoa.
.bfr-

REClFE.
Vn(Ta de* predios
" u wistf ati va'. floita Santa .Casa,
aJa pela presidbaci.i, na sala
d; _
adlefado'dWo
Jeraa-.d*' tarde-do dia 26
^ermiiapbr apolices da

2:666A666
n. 69^ por
6:000* ; raa de S. Joiapjrcajatfrrea n. 92, por
1:400>, sobradode umrlilwnrno, por 2.000i,
"fti'o meia-aguajpatSOflU; frUa dog'Quararapes,
caia terrea n. 65,'p6r IftOOj ; rua dds-Acongai-
ohos, cosa tflfrea.n,J&jipr'eooXj Largo da Gam-
hPiba, dita h. 3. pur W0|; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700i ; beeco .da Teixeira, dita n. S,
par 230* ; largo das^Cioco Pontas, larrjno, por
1:000*000. \* T 3^
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Bacife, 14 de lereretro da 1814.
Q escrivSo
Pedro Rodti^HHSouia.
Irmandadr.de *. Just- d'Aminia,
eree
Pelo presente s3o convidados tados os inn ios
desta irmandaae para reanirom-se cm mesa geral
1o dia 12 do corrente mez, as 10 horas da manha,
o respectivo consistorlo, para dar cumprimento
ao art. 48 dis estatu'03 que trata da eleicao.
Reeife, 8 de abril de 1874.
**. 0 secretario,
_________ Manoel Jose Luiz Rbeiro.
U adiiiinistrador da recebedoria de
rendas internasgeraes avisa aos contribuin-.
les do imposto sobre industrias e profissues,
Jue e neste my< du abril qua torn de ser
^a|M; aetnaiUH, o 2. somestre cio do 1S73 7 i, dfepoisdn qne sor.1 pago
Coin a multa de G Lt
Recebedofiavde Pernambuco, 7 de abril
de 1874.
Manoel Carteiro de Soutu Lacerda
I COMPANHIA PEUNAMBUCANA
DE
\nve^ucAo comtEra a vapor.
De conformidade com o artigo 26 dos estatutos
desta companhia sao novamente coavocados os
Srs. accionistas a rcuuirem-se em assemblea geral
no sobralo da gereacia no dia 18 do corron'e, ao
meio dia, afi.n de jiroceder-.se a leilura do relati-
rio e as el.eir.oe3 da nova directoria e commissao
de contas, tii'do o qua, a falta de namero legal nao
p6de ler lagar na reuniio haviJa a II dc marci
proximo passado.
Recife, 6 de abril de 1874.
Thomas M. ('onnan,
Gerente interino.
S.nta wasa da Misericordia ^
Recife.
K n vista-da ordem da Illma junta administra
tiva sao convidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphan por ja tcrcm attingldo a idade marcada
no respectivo regulamento, e acharera-sa com suas
educacoes terminadas. Aqaellas que nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accordo
com o 3* do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empreg&rem no ser-
vice domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaqnim
dos Santos e Antonia Maria.
Adelina Lins de Albnqatrque, filha de Joao Vi
rissimo Lins de Albuquerque.
Leopeldina Maria da PaixSe, filha de Clara de
Jems.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal.
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha de rose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli
veir.i e Joanna Maria.
Caudida, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antoaia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar
colina Guimaraes.
Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
de Assis.
Alexandria Maria, filha de Felippe Martiniio do
0' e Maria Joaquina do Espirito Santo.
Bosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Mise.iorJia do
Recife, 13 de marco de 1874.
0 escrivao
Pedro Hodrigoes de Sooza.
Associagdo Commercial
Agricola
Nao se tendo reanido numero legal dos Srs. as-
sociados, sao de novo rogados a reunirem-se em
assemblea geral extraordinaria, no dia 11 do cor-
rente, as 9 horas da manha ; certos do qne-a as-
semblea funccionara com o numero quo estiver
presente.
Joao Pereira Rego
2 secretario.
INSPECCAO DO ARSENAL DE
MARWHA.
Fa'.-sc pablico qae nesta data a eommissao de
peritos vistoriou os vapores Camaragibe e Impera
dor da companhia vigilante de reboque, e jal
goa-os em estado de poderem coatiaaar no ser-
vi.M em que se emprefam.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernam-
buco, 7 de abril de 1874.
Francisco Romano Stepple da Silva
Inspector.
Peta thesouraria provincial se faz pablico
qae foram transfendas para o dia 16 de abril pro-
ximo vindonro as obras segnintes :
Obra dos reparos d* bomba n. 2 no 7 lanco da
astrada de sul, orc.ada em 1:012*.
Obra dos reparos da coberla da casa de deten-
eao, orcado em l:478j.
Obra da bomba para o povoado dos Monies.
orcada em 1:980*.
' Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco, 30 de marco de 1874.
O offlcial-mainr,
____ Miguel Alfonso Ferreira. _____
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PER-
NAMBUCO.
Esta secretaria faz publico que em cumprimen-
to de despacbos do meritissimo tribunal do com*
raercio desta provincia foram archivados os se-
guintes eontratoS e distratos de sociedades com-
merciaes : .
ContratSs.
De Allan.Palerson & C, >de cuja lirma fazem
parte Allan Paterson e cinco commanditarios, com
o capital de 122.000*, sendo o fnndo em com-
mandita de 82:000*, e o objecto ou fim social o
trabalho era ferro e bronze na fandicao sita a rua
doBrum desta cidade, a qual se denominaFun
dlcao geral.
De Jose Antoato da Gunha Gaimaraes e Fran-
cisco Ribeiro GWOHoaaa, sob a flrma de Gaima-
raes & Ribeiro, como capital de 12:893*034, para
o commercio de generos nacionaes e estrangeiros,
na taveraa sita a raa-do MarqUa*do Hefal dasta
cidade n. 23.
IDASa Pintor de oaja .firina sao sock* An to-
nic jJbaquim de Sa e MaaoSl Pinto Alexandre, com
o capital de 2:200*. para o commercio de generos
nacionaes e estfahgelrbs", no estabelecimento sito
ao largo do Paraizo n. 30.
De Frederico Alves Pereira Pinto e Julio de
Mello Salgado, sob a flJnjMe Fialetica Pinto &
C.| com o capital de 12:Q00*^para o commereio de
faiendas, na loja slta, ueSta ciflade, a rua do Mar-
qaterde OHnda u' 40-
P* Ernesto de Medeiros, sob a flrma de Alves de Brito
& C, com o capital de 37:110*712, para o com-
mercio de fazendasj na loja Bita nesta cidade, &
rua do Livramento'h. 12.
Distratos 'de sociedades :
De Manoel Goncalves d Banroj 4 C, de cuja
flrma eram socios o dito Barros e JosedaHor*
Motu, Bean lo o acti vo e passivo do estabeleoimento
detiverna^silaiao pateo do Carmo n. 13, a cargo,
do.ex socio Maooel Gonjalvej de Barrss.''
De Francisco Coeiho Braodao .e Jose de Souza
Braz, cuja sociedade gyroa nesta praca sob a fir-
ma da Coelho Braadao- & Braz, floando o aclivo e
pajsrvo do esubaleeimeato, sito.a praca do Conde

d'Eu n. 10, t cargo de Jose de Souza Bras.
De Pertura da bilra & Guiuiarjes. de cola Urn; i
faziam parfe PeliX Pereira daStlta e lose Joaqaba
Affonso Galmaries, flcaado o.activo e passproa
cargo de Felia Pereira da Silva.
De Carneiro Tavares 4 C, de cuja flrma eram
J*. Manoel Francisco Carneiro, Antonio Joa-
of> ,res e u:n commaoditario, ficaado o ar-
cjmmT> fla |0ja a* rUeads, slu i raa d
livo e passr# a ^^ e ^ ^ou de Maoc-i
Livramento b. """'^
FrancBco CaraeirA ,, do comraercio iW
Secretaria do tnbun*. ifn,
Pernambuco, Z\ de marco e- ,*a**
0 oincial-niMo. '
__________________JbW.i C.oimariaJ.'
SANTA CASA DA MISERICORDIA WT
REOFE.
A Mima, junta administratira da saau easa da
Misericordia do Recife, manda fazer paW*c> 40
aa sala de suas sessoes, no dia 9 oe abril ae-
las 3 horas da tardo, lem. de ser arreuutadas *
|uem maisTaatagens of/t-recer, pelo tempo de oni
i ires annos, as rendas dos predios em tafaidi
leclarados.
ESTABELEOIIEKTO PE CAR1DA0E.
Travessa de S. Jo#.
Casatarrean.it.......2l**c)
RBa de Saau Riu.
Id^nt a..32....... SSDJItO
Idem n 34.......210*000
a Padro Floriaae.
Idem n 49........207*<
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114......:iS
Raa da Alegria.
Idem n. 31........:*7i
Poute Vellia.
Idem n. 31.........I >o\*00>
Rua de Antonio Henri jui.*.
Idem u. 26........99*0tn
PATRTMONIO DOS ORPllAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terFea n. 16.......SOSfOOn
Becco das Boiss.
sobrado n. 18.......421*00-
Raa da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*09"'
|Rua do Piiar.
Caia teirea n. 100......241*00')
Raa do A me rim.
Idem n. 34........122*00.
Raa da Gaia.
Idem n. 29........20l*(X>i
Rua das Larangciras.
Casa terrea n. 17......361400)
Os pretendentes deverao apresenlar no acto d-
irremalacao as suas fiancas, ou comparecerero
icompannados dos respeetivos fiadores, deread
pagar alem da renda, o premio da quantia a
que for seguro o' predio qae contiver estaboleei-
tnento commercial, assiiu como o service da ttm-
peza e prejos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do R-
;ife, 17 de mar^o o d- 1874.
0 escrivao
Pedro Radriguft de Souza.
INSTTU
ARC
GRAPH1C0
A t.' sessao ordinaria
EOLOGICQ E GEO-
or
do
presente anno
academico oao teudo podido celcbrar-se n^
1. de abril, elToctuar-se ba quiuta-feira, 9"
pelas 11 horas da manhj.
.'1,1)1.M DO nu.
Posse dos olliciaes eleitos para a nova
admimstrativa e co i.mis sues ;
I'arecorese mais traballios :-diados;
Palestra litteraria.
Secretaria do Iuslituto, ti de abrl d.'
1874.
JoSt SOAIIES D*AlEVEDO.
Secretario perpetuo.
1.
mesa
2.
3."
SANTA CASA DA MlSERItOKUlA DO
RE ,FE.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia d
Recife se faz sciente que o Sr. thesoureiro. no aa
lao da casa dos expo .tos, pelas 9 horas do dia I'.
do cor ente, fara pagamento as amas que se ap-
scntarem com as criao^as qae Mies f.>ram paai i
das, das mensaliddes relativas ao IrimesiM de fa
neiro a mar^o findo.
Sc-cre'ara da Santa Ca*a da Misericordia
do Recif', 0 de abril de 1874.
0 escrivao
Pedro liodrigues de Souza.
CONSELHO DE COMPRAS DO A USK>AI
DE MARINHA.
0 conselho coutrata no di; 9 do eorrante mt7.
a v'sta de propostas recebidas ate as II horas
maulia, o fornecimenlo no trimeslre lindo ciii jn
nho do corrente anno, desapatoes para s apren-
dizes artifices do arsenal de mariuha. inperiae.-
marinheiros, aprealizes ditos, e marinhageaa d.>-
oavios da armada ; assim como do carva i eBk
dito de ferreiro ao referido arsenal.
Sala das sessoes do conselho de corner
de m-rinha de Pemmbuco, 6 de abril
de 1874.
0 secretario
Alexandre Uodriyaes doe Anjos.
COHPAKrttA
DO
BEBERIBE
A directoria desta companhia lembra aos
Srs. concessionarios de pennas d'agua, que
todas as obras conctrnentes a"s mesmas, so
poderao ser feitas com sciencia da directo-
ria e p-esenca do respectivo empregado, isto
para evitar os abusos que se dio constants
mente, epara que nao liqueru sujeitos Js
multas competentes.
Escriptono da companhia do Beberibe.
30 de marco de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel liodriyues Valen$a.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o foco
A companhia pemambucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos armazens em sen predio ao for
le do Mattos, oflerece-os ao commercio etn-fera!
para deposito de generos, garaniindo a maior con
servacao das mereadorias depositadas, servicr
promplo, precos modicos, etc.
Tambem recolhera,mediante previo accord^, ex-
clnsivamente os generos de uma s6 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente aovos e asphaltados, isentos d
cupim, rates, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao escriptono da com-
panhia pemambucana, que acharao com quetn
tratar._______________^______
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda. fazer publico que no dia 10 do cor-
rente mez, perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria se ha de arrematar, a quem por ma-
nos fizer, o fornecimenti de alimentacao e dleias
aos presos pobres da casa de detencao, no trimes-
lre de abril a junho vjndouro, servlndo de base i
arrematacSo os precos das tabellas abaixo trans-
jcriptas:
Dietas
N. 1 380.
N. 2 400.
N. 3 640.
N. 4 400.
N. 5 400.
Sera tambem fornecida aos presos ceia na im
portancia de 120 rs em quanto esti orcade o a!-
moco, e na mesma proporcSo.
E para constar, se mandon pnblicar o present.;
pelo jornal. ,,
Secretaria da thesoararia provincial ae Per-
nambuco, 4 de abril de 1874. -
0 official maior
Miguel Affonso Ferreira.
Liverpool, de marco de A874
Massa fallida de Tugman & Bratbhaw
Os negocios desta flrma, qua mejoiain encar-
cegados pelo tribunal do commercio estto agora
arranjados, e retirados do dito lotwaal
..


*
,-----~


Diario de Pernambuoo Quints, feira 9 de Abril de 1874.'0

0 aviso aunexo da diisolucJo da flrma foi de-
vidamente annnnciado na gazeta official, e o Sr.
S. C Bradshaw 6 nnica pessoa que tern direito de
tratar da massa.
Deos guarde a V. He. Slarmood W. Banner,
condor fiscal da massa fallida de Tugman &
Bradshaw. -----
BEREYS BUILDINGS, 'GEORGE STREET
Liverpool, 5 de marco de 1814.
AVISO
I'elo nrestnte notitica-.se que a sociedade ate
agora existente cntre nos, os abaixo assignados,
Samuel Tugiiun cV S\|vesire Chri&tivao Bradshaw,
negociantes desta praea, com escriptorio Bereys
Hmldings, Geirge Street, gyrando sob a razao so-
.ial de Tugman & Bradshaw, flea dissolvida de
^omnium accirdn desde a data de 4 de dezembro
de 1873. Todas as divldas pertenoentes a dita fir-
ma serao pagas e reeebidas pelo din Sylvestre
Chritiovao Bradshaw, o qual eontinuara com o
mesmo negocio pela sna propria conta e debaixo
de sea proprio nome.
S. Tugman.
S. C. Bradshaw.
=-. .
Santo Antonio
v i;
Quinta-feira 9 de abril.
Espectaculo extraordinario.
Concedido generosamente pelo emprezario, o
Sr. Vicente Pontes de Oliveira, a benencio de
HENRIQUE JOSE' DE PONTES
Representar-se-ha a mnito interessante comedia
em 3 ados :
Meus olhos! Meu nariz!
Minna bocca.
( Mnsica do mae>tro P. Colas )
1.* acto. Um pat que nao 6 pai t
2.' dito.Um marido que nao e marido I
3.* dito.Uroa mulher que nao 6 mnlher t
Os principaes papeis sao desempenbados pelas
Sras. D. Olympia Yalladas e D. Joanna Jannaria, e
peJos Sw. Vicente, Bahia, Camara, Plorindo e
Silva.
Terminara o espectaculo com a muito graciosa
upereta em I acto :
Sem fato e sem noiva.
(Mnsica de OfTembach e outros.)
Principiara as 8 l|2 horas.
0 beneikiado, enfermo graveroenle ha 3 mezes,
e tendo esgotado iodos os seus recursos pecunia-
rios, recorre por este meio a protecgao do illus-
trado e benefico pnblico desta cidade, em geral,
e em particular a to Jos os seus amigos e irmaos,
protestando a todos a sua eterna gralidao. Ao
mesmo tempo aproveita a oecasiao para agrade-
cer sinceramente ao digno emprezario, o Sr. Vi-
cente Pontes de Oliveira, qne Uo desinteressada-
mente Ihe offerecen este beneGcio, e a todos os ar-
tistas qne nelle tomam parte.
0 resto d s bilhetes node ser procurado no bec-
co do Ciume, a rua da Florentina, antigo hotel
Mabile) e no dia do espectaculo no escriptorio do
theatre
THEATRO
PBEM\ DRAMATICA
EMPREZA
UM PENiHiTE
Sext:-feira 10 de abril
Sexta representacao do muito lindo e frenetica-
mente applaudido drama-sacro em 12 quadros e
I epilogo :
SANTA CLOTILDE
Principiara as 8 1|2 horas
de demora a bare* portugtiexa Peiiz VniiU por
ter a maior parte de sea carrsgamento engajade,
s para o resto qne Ihe falta, trata-se com o con-
eiguatarios Joaquim Jose i-oncalves BeltrSo & Pi-
sho, a rna do Commercio n. 8.
couPAinu
UESSAGERIES NARITHES
- I.lnlm mensnl
0 vapor
MENDOZA
Espera-se dos portos do sal ate o dia IS do
cor rente, segaindo depois da demora do cos
tnme para Bordeaux, tocando em Dakar (Goree)
e Lisboa.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
fS AGENTES
Harismcndy Labtlle
9 Rua do Commercio 9
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PUT
ROYAL MAIL STEAMER
ILLIMANI
espera-se dos portos do sul ate o dia 11 do cor-
rente, e depois da demora do costume, seguirs
para Liverpool, via de S. Vicente e Lisboa, para on
de recebera passageiros, encommendas e dinheiro
a frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sna chegada.
OS AGENTES
Wilson Rove A C.
14RUA DO COMMERCIO14
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
r
aspera-se da Enropa ate o dia 27 do corrente,e de
pois da demora do costume, seguira para Bahia.
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Islay e Callao, para onde recebera
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do dia
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
Santo Antonio
EMPREZA-VICENTE.
Sabbaclo 11 de abril.
Primeira representajSo do drama historico, de
assumpto national, em t prologo. 3 actos e 1 qna-
dro final:
^mes Ylacliudo
escriptor pernarabueano, o
original do distincto
Jllmo. Sr.
Dr. till-igfo -llimjti ;u -.
Terminara o espectaculo com a opereta em I
acto :
Sem fato e sem noiva.
Principiara as. 8-112 boras.
Os bilhetes estao desde ja a venda no escripto-
rio do theatre, das 9 da monha as 3 da tarde, e
as encommendas reservam-se somente ate sexta-
leira.
* -------
As
0 drama
DOMINGO
O horas da tarde.
Sines Haehado
c our a vii11 icn \sn i : it \
DE
VAVEGACAOA VAPOR
Portos* do sul.
Comnmndante Guilhcrmc Wa-
(liiiKtnn
E' esperadc Jos portos do norte ate o dia 9 do
corrente e seguira para os do ul depois da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores, passagens,
trata-se no escriptorio da agencia
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Agentes.
E a opereta :
Sem fato
e sem noiva.
THEATRO
.EMPREZA "iMA PENflMTE
Domingo 12 de abril.
A's ft f |* horas da tarde.
(irande folia!
Primeira representacao da comedia em 8 actos
ornada de musica, escripta pela artista Penante, e
offerecida aos caixeiros de Pernambuco :
Viva a camara Municipal e o mingo dos caixeiros.
Personagens. Adores.
Muedes, negociante de molhados Flavio.
Joao de Souza, idem Correa.
Mello, caixeiro de Guedes Silva.
Silvestre, Rocambole dos cai-
xeiros e imitador do Bodiao
de escama Penante.
Semelo, caixeiro dessrruoiado Theophilo.
Rufino, diplomata Augnsto.
Jorge, idem Vicente.
Lopes, idem Lyra.
Distribuidor do Diario Ajrosa.
Quinquina D. Dorothea.
Mirandolina D. Maria.
Totonia D. Otilia.
A scena passa-se nc-sta cidade.
Continuara o ecpeciaculo com a representacao
da comedia em 1 at;o :
0 caixeiro da taveraa.
'Terminara o espectaculo com a rauita desejada
e graciosa aria coraica, cantada pelo actor Pe-
Daete :
Mascale italiano.
A'a & 1|< horas da tarde
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poncos dias
Pacific Sleam \a>'igatln Company
ROYAL MAIL STEAMERS.
Sao esperados do sul os vapores abaixo men
cionados :
Abril 10lllimani.
Abril 2i-Britannia.
Maio 8 John Elder.
Maio ii-Galicia.
TaiM'iia iiiiK pasttageng de Pernam-
buco.
Para a Enropa 1 classe 2' classe 3* classe
A LishCia 27 15 10
A Liverpool 30 20 13
Os menores de doze annos pagarao meia pas-
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crian-
ca menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas partes das pas
sagens de primeira classe ; e serao alojadas no
salao das senhoras. v
Criadospagarao passagem de segnnda. classe
Os camarotes nao devem ser considerados en-
gajados, emquanto a passagem nao tiver sido
paga.
Os passageiros que nao seguirem depois de
terera tornado suas passagens, perderSo metade
da importancia deltas.
Bilhetes de ida e volta (nao transferiveis) se-
rao concedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a:ompanharem,-e a pas-
sageiros de segunda classe, com nma reducc^o
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das passagens ; -os quaes valerao pelo espaco de
doze mezes calendarios. N'enhuma concessip ser-
feita, se dentro do tempo especificado, nao se fi-
xer uso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte p6s cubicos a
cadapassageiro adulto; todo o excesso pagara
frete.
N. B.Nao sahirao antes das tres horas da
tarde.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
COMPAMIA PERNAMBDCANA
DE
iVavecacSo costelraa vapor.
MACEI6, KSCALAS, PEMBO E ARACAJU*.
0 vapor Mandaku,
cooimandante Julio,
seguira para os por
tes acinu no dia 15
do corrente, as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at6 0 dia (3 do corrente, encom-
mendas, passagens e dinheiro a frei* ite as 3 bo-
da larde do dia da sanida : Mjriptorio no Por-
te do Mattos a. (t.
COMI'ANHIA PKHNAMBlCAN'A
BE
\an-jiic* AHAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSORO', AftAC*-
Tt, CP.ARA, NANDABO, ACAMACU* E GRANJA
0 vapor Pirapama
(-ui.nmandante Silva,
seguira para os por
tos acima no dia lii
do correite, is 5
--------------------------horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia M do corrente, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete ate as 2
horas da tarde do dia da sahida : ucripto-
rto no Forte rto Mattos n, 11
0
Rio de Janeiro
Vai sahir com brevidade a bare a portngneza
Lisboa recebe carga a frete: a tratar com Tito
Livio Scares, a rua do Torres n. 10.
tWWHIA
DE
LIMITADA
Maceld, Penedo, Arnraja
e Bahia.
E' esperado ate 0 dia 22 Do corrente um dos va-
pores desta companhia, o qua! seguira para os
portos acima do dia segainte ao de sna chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua do Bom Jesns-67
PARA'
Parao indicado po.ito pretende segnir com pos
sivel brevidade 0 patacho portugnez Azurara, por
ter a maior parte deuseu carregamento engajado,
e para 0 resto qne In falta, trata-se com os con-
signatarios Joaquim lose Goncalves Beltrao & Fi-
Ihe, a rua do Commercio n. 5.
Leilao
DE
um piano quasi novo, 1 raobilia de madei-
ra, composta de 1 sofa, 1 j.irdineira, 2
cotisolos, tampos de pedra, 2 cadeiras de
. braco e 12 de guarnirao.
Nexta felra IO do eorreate
Rua do Marquez de Olinda n. 37, primei-
ro andar
Por intervengao do agente Dias e por occasiao do
leilao dos object.is de onro e prata.
~ LEILAO
DE
diver.sas obras deouro, pra-
ta e alguns moveis
Sexla-feiri 10 d^ corrente
-Vs tOti* h
Rna do Marquez de Olinla n. 37, primeira andar.
0 agente dias, competentemente aulorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados, os
objectos abaixo declarados, "os quaes vao a leilao
a requerimento dos inventariantes de Leopoldo F.
M. Ribeirc, commendador Manoel LDiz Viraes e
D. Franctsca Maria dos Santos.
Obras de ouro.
Uma pnlceira de ouro, cam 9 brilhantes, 7 pal*
mos de cordaV, com 18 oitavas, 2 moedinhas para
Sannos. 1 par de b toes, camaphen, 6 babitos de
iversas ordens, 1 relogio de algibeira e trance-
Mm.
Objectos de prata.
Uma commenda da ordera da Rosa, bules, cafe
teiros, assucareiro e leiteiros, 3 copos, conchas pa-
ra sdpa e colheres para uroz, 1 salva e tesoura
para Inz, 2 casticaes, I escrivanioha e 2 campai
nnas.
Moveis.
Uma optima eama de jacaranda para casal, 1
toucador de mogno, com espelho, 12 cadeiras de
jacaranda, usadas, I marqneza de amarello, dito,
1 pequena commoda, 1 pe^uena mesa de pinho, 1
banca para jogo, estragada, 1 jarro e bacia de
porcelana, 2 pares de jarros para flores {peque-
nos) e 6 almofadas.
LEILAO
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegaejSo costeira a vapor.
RIOFORHOSO ETAMANDARE.
0 vapor Coruripe
commandante Santos
seguira para os nor
tos acima no dia 15 do
corrente as 9 horas da
noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Companiiia Franceza de ftavega
^o a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio de
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
, (com baldeacao para oRosariol
STF VflFR
Y1LLE DE RIO DE JANEIRO
Conituaiidante A. Fleury
E' esperado dos portos do sul ate o dia lo do
corrente, segnindo depois-da indispensavel demo-
ra para os portos da Enropa.
Para passageiros e carga para Lisboa e Havre ;
e por baldeacao para todos os portos do contiuea-
te. pode-se ter lugar seguro, avisando ate o dia 10.
OS CONSIGNATAR10S
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
12Rua do CommercioEntrada pela rut
do Torres.
Rio-Grande do Sul.
Para o reftrido porto segue com pouca demora
o patacho pqrtuguez Adelino, porque apenas Ihe
falu poucos volumes do carga, e para tratar com
os consignatarios Joaquim Jose Goncalves Bel-
trao 4 Filho. a rua do Commercio n. 5.
DET
moveis, lou^ase crystaes
A SARER:
Um piano forte, 1 mobilia de mogno, com tam-
pos de pedra, 1 espelho oval, 3 ditos tambem dou-
rados para consolos, 1 candieiro a gar, 2 serpen-
tinas de crystal, 4 casticaes e mangas, 6 jarros pa-
ra flores, bolas e enfeites de mesas, tapetes, es-
carradeiras, pannos de crochet, I mobilia (antiga)
de jacaranda, 1 cama franceza de jacaranda, 1
toilette, I lavatorio, mesa de cama, cortinado e col-
cha para cama, guarda-vestido. 1 commeda de ja-
caranda e 1 cabide.
Uma mesa elastica, gnarda-louca, 2 aparadores,
quartinheira, 1 jarro, 1 relogio de parede, 1 sofa
2 cadeiras de balanco, 1 apparelr.o doarado para
cha, copos, calices, compoteiras, garrafas, facas
com cabos de marflm, 1 marquezao, lavatorio, I
mesa e outros objectos de casa de Emilia.
SEXTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 10 1 [2 horas emponto
No sobrado de um andar e sotao, A rua dos
Ossos n. 26.
0 tenente-coronel Frlas Villar, tendo de r.etirar-
se para o snl, fara leilao, per intervencao do agen-
te Pinto, dos moveis e mais -Objectos existentes em
casa de sua residencia, a rua dos Ossos n. 20,
onde se effeclnara o leilao, no dia sexta-feira 10
do corrente".
Novo leilao
SEXTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 1 I horas da marha
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, o agente Pinho Borjjes vendera em
leilio, a armacao, fazendas e u'.ensilios pertencen-
tes a massa fallida de Faria & Lessa, exi>tentes a
rua do Livramento n. 30, onde sera effectnado o
leilao, servindo de base a offerta do primeira.
K>
LEILOES.
Grande feira
DE
J^JK
_! 9,9>wm
< GUI' XMil 1 Kit \SII I |R %
DB .
NAVEGAglO A VAPOR
Portos do norte.
CEARA
Commandante Alcoforado.
E' esperado dos portos do snl atd o dia Id.do
serrente e -cguir? para os do aorte depois da de-
mora do costume. ,
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio da agencia
7 RUA DO V1GARIO 7
Pereira Vianna & C.
Agentes.
* Havendo alteracao no prepo dos fretee, aeha-se
no? escriptorio a respective tabella.
Para o Rio Grande do Snl
0 brigne national Amelia segue ale o dia 11 do
corrente; so pode receber cerca de dnzentos vo-
lumes : a tratar com o sen cpnsignatario Antonio
Luiz de 0 iveira Azevedo. rua do Bom Jesus n. 57.

pianos de arrhario e de mesa,
1 mobilia de jacaranda, 1
dita de amarello, ambas
com tampos de pedra, car-
teiras, secretarias e mesas
para escriptorio, camas
francezas, guarda louqa,
camas para criancas, guar-
da comidas, malas para
via gem, jarros com pes de
flores para cima de con-
solos, relogios de algibeira,
de ouro e prata, candela-
bros compmgentes, objec-
tos deouro e prata, bercos
para criancas, quadros di-
versos, relogios de ciniade
mesa e de parede, crystaes
cabidesr machinas de cos
tura e infinidade de objec-
tos do uso domesiico
Hore
A's 11 horas
go correr do marteUo
moveis, lougas, vidros, jarros, objectos de
ouro, prata e 1 piano de mogno
Sexta-feira IO do corrente.
as 11 horas
SENDO:
Uma mobilia de jacaranda a Luiz XV, I dita de
amarelio, 1 mesa elastica com 6 taboas, I guarda-
roupa, I guarda-louca, 1 commoda de jacaranda,
com secretaria, 1 dita de amarello, 1 secretaria
de mogno, 1 piano de mogno com 3 cordas, 1 co-
fre de ferro, jarros, garrafas, candieiros a gaz, re-
logios para cima de mesa, ditos de ouro e de pra-
ta, camas fraacezas, marquezoes, tnarquezas, ca-
deiras avulsas, machinas de costnra, aparadores
de amarello, 1 berco de faia, 1 dito de amarello,
1 apparelho para almoco e 1 meio dito para janar
pelo agente Martins
\o armazeni da rua do Impe-
rador n. 48
A'S 11 HORAS DA MAXH>.________
LEILAO
DE
moveis, lougas, ouro, chapeos do Chile, es-
' teiras para sala e 1 piano de armario, de
jacaranda"
Sabbado II do corrente
No primeira andar do sobrado da rna do Marquez
de Olinda n. 61
as 11 boras em porno.
0 agente Dias, competenterrente autorisado,
vendera em leilao, mobilias de jacaranda com
tampos de pedra, ditas de amarello, piano, secre-
taria, guarda-lonca, commodas, camas francezas,
mesas elasticas de 3 e de 6 taboas, bereos, cadei-
ras avulsas, santuarios, cadeiras de balango, mar-
quezoes, marquezas, I mesa propria para advoga
do, 1 cama de ferro para casal, 1 toilette de mog-
no, qnartinheiras, candieiro a gaz, jarros, espelhos,
e muitos ontros objectos de gosto que serao pa-
tentee no acto do leilao.
NA
SEftlANAL
FEIRA
16-lu do Imperador-IS
pelo agente Martins.
LEILAO
DO.
Vapor Duke of Edinburgh
\* dia tO de abril
Agente Ferreira
No Part, na Ponte dc Pedras
vender-se-ha impreterivelraente por conta
de quem pertencer
O magniflco vapor inglez
A RODAS
Duke of Edinburgh
eonstruido em Aberdeen em 1870 em um dos pri-
meiros esubelecimentos de>te generp n'aquella
cidade.
Tern HI pes de eomcrtmento, 1ft de bocca e 9 de
EonUl, medindo 126 toneladas inglezas ou 162
rasileiras
E CARREGA CERCA DE 7,000 ARROBAS
E* de ferro lidamente eonstruido, tem boa
rcarcha e excellentea accommoda;oes para passa-
I geiros. Sm machina 6 de forca de 60 cavallos
I nominaes ou de 300 effectives.
Este bello raso que muito se presta para
coiufaccoo degailo
e sobre tudo excellente reboeador, eomo tal ja co-
ohecido, e esta prompto a navegar. 0 inventa-
rio sera anounciado alguns dias antes da venda
e pode desde ja ser visto em casa dos annnn-
clantes, ou a bordo do dito vapor que se aclia
fnodeado defronlc da igreja de Sant) Antonio.
0 vapor pode ser examirrado. em qualquer dia.
Para mais ioforraa{5es pi'derio
dirigii-sie aos eonsignatarios
Sfimuel G. Pond & C.
MSOSDHi-KSOS
Da s sociela le in iiui.i uvirna bem afre
gnezada e e.m bmn l>'p.il. a .-.ma p*soa de boa
couducta, e que entre coin alburn capiui : nesta
typograpbia, carta fechada com as iniciaes M P.
Viceiite fugio.
Na noite de 13 para 11 de marco do corrente.
anno fugio o mnlato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonifa flgura, barba e e-latnra regular,
levando vestida e em nm sac -o raupa de algodao
bronco e alguma ntai lina pertencentc a nm cai-
xeiro da ca-a d'l.ndc fn^io ; e nntnral da fregne-
zia de Sant'Anna dr. Maiuis, diz ser livre, casado,
e ter srdo cria,|,, ,: o^panhia da madrinha D.
! Anna Luiza da l,uz, de quem alias foi escravo :
. roga-se, portauto, a ,s senhores capitaes de eampo
' e autoj idades p diciaes a apprehensao do dito es-
r.raV'i, e entrega-lo na cidade do Recife, rna do
Oespo n. 10, a rila:e do A veita BaptisU, qae serin gnerosamentt; gratifi-
cades.
IIIII
CASADHOitm
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
t' rua Primeiro de Jfarco (outr'ora rua d>
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe"
Izes bilhetes, nm meio n. i.168 com 4:00O, um
meio n. 262 com 700#, um inteiro n. tloi com
200i, um inteirc n. 93i com 100f, um men n.
322 com 100* e outras sortes de lot e 20* da lo
teria que se acabou de extrahir (94*), envida aos
possmdores a virsm receber na conformidade do
costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantido?
la 8* parte das loterias a beneflcio da matriz
de Janojtao (95'), que se extmhira na terca-fei-
ra, II do corrente mez.
PREQOS
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete ?*000
SM PORQAO DE 100S0G0 PARA ClX*.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Mar.orl hfartim Fiuza
0 abaixo assignad", esUhelecilo a rua Vidal
de Negreiros o. 82, declara que de seu poder de-
sencaminhou se uma It-tra do aceite do Sr. Feli-
ciano do Rego Bair'is Araujo, ja veneida, por con-
ta da qual recebeu o abaixo assignado dinheiro
por conta, pe o que previne ao nn-smo que. nSo
pague o salao nein raca transacc^u alguma a B~.ii
ser com o inesinn abaixo assipn.'uh. on p r pessoa
nor elle aulorisada pnr praeuraca-, *Jv pena de
nao ser levado em conta, b >cr cn^trangi lo a pa
gar o qne deve della ao abaixo ;.s ignado, >udicia4-
mente.
______________J'.'Su de Azevedo Pereira.
Deseja-se fallar com o Sr. E-quina, que teve
offlcina dc tn;:rmora
b'ir-se de sua residencia, ou na falta com ua fa-
niilia : na rua da Pjima n. 71, ou annuncie por
este joi nal.
ALUGA-SE
j u vj i\ >
um moleque de idade dc, 18 a 20 annns : a tratar
nr rua ds Madre de Deos n S, 1 andar.
Ainga-se uma ,-a-a terrea ?ita a rua de S.
Joao, defronte di portS^- do gazometro, com fi
quartos, cozinha Bra e grande quiRtal : a Irntar
na rua de Pedro Alfon'o n. 8.
- Precisa-se-,de dnas criadas portngnezas para 0
serviQii Interno de ca.-a de pouca familia : na rua
do Ho i Tio n. 59
I Escravo fugido
Ausentou se n:> dia 20 de fevereiro proximo
paswdo, da casa de seu senhor, abaixo assigoado,
o escravo Eslevao, com us signaes segulnles : cor
preta, idade de 25 annos, alto, espadaddo, e cor-
polento, tendo o pescoco curto e grosso, e a ca-
lit-ra um tanto chata. Dito escravo 6 natural da>
provimia di Parahyba do Norte. foi vendido em
i 1868 na villa du Inga, pelo Sr. Pedro Antonio da
' Co>ta ao Sr. alferes M.inoel da Assampcao e San-
tiago, que no me-mo anno o trouxe para esta pra-
ca do Recife, vendendo o entio ao abaixo assig-
, nada. Piesume-se que dito escravo tenha segui-
do para sua pr.vincia natal. Roga-se, pois, as
autoridadis policiaes e capitaes de campo a ap-
I prehensao de dito escravo. gratiflcando o abaixo
I assignado a quem o agarnr e aprvsenta-lo na rua
da Drum n. 96
Recife, II de marco de 1871.
Francisco Ribeiro Pinin Ouimaraes.
Escrava
I'recisa se de nrria escrava que saiba cozinhar
e engoinmar cim peifeiQlo : a tratar na rna de
Pedro Alfonso, out'ora mada Praia o. 27.
Se acha fugi-lo desde o dia 23 de fevereiro
proximn pa-radn o men escravo dp nome Sebelon,
de idade io annos, cor preta. altura regular, pou-
ca barba, qne eoos< rva no queixo e por cima do
beico. um dmte tirado na frente. pernas nm tanto
arqueauas para traz, qmbrado de uma verilha, e
ic:ii um prmcipio dv coroa Da cabeca ; fazem hoje
IS diai que fnj i ncontrado no Caxanga dizendo
tue ia >ara j Recife ; >ahe-.-e que muouu o nome
.: coftosr-a !i7Ci '|i:ese chaina Severiano : pe^o a
q-ialquer antoridade, cap'taes de campo e outras
quesqiif-c ptssoas' a apprehen-au do dito escravo,
|i ideinl'i traioli ao engenno Jardim, da comarca
de Nazareth, on entrppa-lo no Itecife aos Srs. Leal
' i\ Irmao, a rua do Marqncz de Olinda n. 56, qne
geri.) g^nerosauMDte reeo "pensad'is. Engenbo
Jardnn. 2.1 de marco de I87i.
', Antome Feli;-pe'oii(jalve> Gnerra.
I \ ^AQUES
Oarvalho & Nogucira, na rua do Apollo
i. 20, accam sobre o-Hanco -Commercial
le Vianna e suas agendas em todas as oi-
'isdes e villas tip Portugal, i vista e a prazo
por todos os paquetes.
- Aloga-se a sala da frenr- drT" andar^do so-
b'ado ii. 61, a ma Duque de l^xias: a iratar na
mrsn a.
BENEDICTINE
LICOR DOS HONGES BENEDICTINOS DA A6BADIA DE FECAMP
Este celebre licor tao
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje em todas as
boas mezas, tanto no
Restaurante como no
jantar domestico; nos
grandes hoteis como nos
saloes dos piincipes, por
isso 6 elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tacoes, cuja maior parte
de falsa provenencia.
Como termo final de
garantir aos consomma-
dores cuidadozos um
producto puro, exquisite
e essencialmente hygie-
nico, contra estas lalsi-
licacoes detcstaveis de
man gosto e uocivo, &
saude, damos retro o
modelo da garafla e mais
acima o dos sellos e le-
treiros que envolvem o
verdadeiro licor benedic-
tino.
OBSERVACAO IMPORTANTE.
Recommendamos particularmmte ao publico em geral, o exi-
gir o letreiro acima, qui e" sempre poslo no fundo das garaffas
desde o i" de Outubro de 1872 que tern a assignatura de
A. LEGRAND aine, director geral.
If. B. Em tempos de epidemia o BEEIEDICTINO e am preiervativo
certo; nm grande nnmero de oelebrldades medica* tern dado o
certiflcado bem formal.
Deposito ccral i A. LEGRAND aine, em Firutnp (Franca
Deposito geral em Pernambuco, A. REGORD.
COALTAR SAP0NINA00
DE LE BEUF
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelos boipitae. de Pariz e peloi da Karisba mllltar franoauu
Esse excellente tonioo possae am* efficacia verdadeiramente miravilhosa nos ulceras gangre-
nosas e escrofulosas, not cancros uicerados, no anthrax, na otorrhea purulenla, na ozena, no
o bafo, tana*
injeccdes, gargarismos.
copo d'agaa) e maito eipe-
jrngiv., doente* e tornar Itium os
cialmenle efficaz para purificar
destes escamado*.
0 sen uso 6 muito hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Uma noticia circumstanciada vae com cada frasco. Exiga-se a firma de inventor.
Fabriea em Bayonna {Franca), em casa de Sr. LE BEUF, Pharmacentieo a's 1' elates.
De post tos: Part; 18, rna Reaumur; Pernambuco, A. REGORD onde M encontra tamkem a
si|jiii da AloatrSo vsgstsHs Le enf para faier a agna de Alcalrao, a naica preparajJo con-
centrada e tilolada contends sm si s alcatrio sem ser alterado nem modificado.
H^^>
z$s
0 malt poderoso e o mais agradavel de todos os ferruginosoa recom-
mendado pelos Professores e Doutorea : Pioeit, Tioossmo, Joibt (m
Lahballb), Maloaigrb, Ricord, N4iatoh, Chassagrac e muitisalmo* oatroa
contra as moleatiaa de mutanpeio, clorotii, opilacoet, flora eVssieaa, asumfa,
tuffocatfo, palpitacSet, raekitit, etc.
E> CODAS AS IHABJUCIAS DO PID0.'
Deposito serai do Pernambuco, A. RECORD.
PARIS, S5, me de l'Entrepot, 25, PARIS.

.




c
(
(
J


r


Diario de Feroambueo Quinta feira 9 de Abril de 1874,
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS aentxflM de engenho e ontros agncnbores, e mprecan'jr-. 4e il
itioiimo o favor de oma vista a sea ealabeiecicoenut, pn vHrem o bou .ortimeuu
omplet > qoe ihi tem; sendo todo sopenor em qoalidade e tortidio; o qi.e com a in*
aceio pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
7fl.nnrAA a rnriaa il^ffna d08 m8is B,odeTno ysi*"" l>
lapuios U lUUao U ogua manbos coDvententes para as diversas
urcnmsuuciaa dos lenborei proprietaries e para deacarocar algodao.
Koendas de canna Sffl 0> uaunh0"' M:mel&ore4 qoe ,qo'
Sodas dentadas p "**
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fandos de alambiqnes.
Wortliiniomna para mandioca e ilgodJo.l Podendo.' lodoa
TiauillUlOUlUO e para aerrar madeira. \ser movidos a mio
Rnmhfla fr* aga"' vapor'
*Y***M<*B de pateute, garanlidaa........ |on animaes.
Todas as machinal mit de ** M C0,lDDM preciMr#
Pa qnalqner concerto d8 mcm*m> *"*> "Di rMOtaid0-
Pormafl dA fAITO t*m meU>or6a e maia b,ratas existentei no mer-
Knnnmmanrlaa Incnmbe-se de mandar vir qualquer machinismo 1 von-
oilUUIIllliOIAUcig* tide dos clientea, lembrando-Ihea a vantagem de faxerem
maa compraa por intermedio de peasoa entendida, e qoe em qnalqner neceaaidade pddc
et prestar auxilio.
Irados americanos iMtrooientM riC0,M-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
4' roa do Barao do Trinmpho (rna do Bruin) ns. 100 a 104
CARDOSO & IRMAO
AMSAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico ^BSrM quc
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e Parnina s ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modernas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
VapOreS jde forca de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores quetem vindo ao merado
OaluOiraS de sobresalente para vapores.
M.06IlQa8 inti6iraS e meias moendas, obra como nunca aqni veio.
laiXaS jlUnCllClaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOCaS Q tlglia eom cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
riOdaS dentaaaS de todos os tamanhos e qnalidades.
Rel0gi0S e apitOS para yapores.
oOITlDaS de ferro, de repneho.
AradOS de diversas qualidades.
PormaS para aSSUCar, grades epequenas.
VarandaS de ferrO fundido, francezas de diversos e bonitos gostes.
rOg'OeS irancezeS para lenhae c8rv!o, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para jardim.
L eS de lerrO para m6sa e banco.
MaCUina para gelar agua.
V alVUiaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
KanCOS e SOiaS com Una de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidfio qualquerobra on machina, para o qne teert
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmniendaS man^ara vir Por encommenda da Europa, qnalqner machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londrcs
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbera-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
') 9
Ceoslrurlnr e afmaiior fa pianos
Rua do lmperador33
ia
Exafinador das antigas
casa Alphonse Blonde).
Plej
e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo director das oflki-
Teni a honra dedeclarar ao respeitavel publico desta cidade, qne tem aberto sna eaa de
-.oncertos e alinajoe* de pianos, nualqiier que ja 0 wlado do instrumeoto.
A me:na caa acaba de rereher urn grande sortimenlo de pianos dos melhores fabricantes
de Paris, cimw Kivrd Pleyel, Henri Heiz e Alphonse BUmtol) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em trora os pianos nsadoa.
RUA
DA
TMPERATRIZ
N. 82
l> ANDAR.
RUA
DA
IMPERATRIZ
N.' 8.2j
l. ANDAR.
d&
Acabam de reformar o seu estabelecirriento, collocando-o nas melhores con-
dicc^es possiveis de bem seryir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
qnillo qne for tendente a" arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, "trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
ABulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geirdfi, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
inos de modas, e por isso pode vender 20 *jQ menos que outro qnalquer, garantindo
i^rfei^a* no trabalho, agrado, sinceridade e prec,o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento comb fora ; vende-se cabellos em
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
E' baratissimo
COBTtS DE ORGANDY COM 13 A 15 METROS A oJWOO. ^
Alpaca-* de cores com palma de seda a -tOO rs. o covado ,1
Na rua ?'r:'T.eiro de marco n. 13, loja das coluran.is. de Antonio Corrfia 'xj^
de> Vasconcoiioi, ventle-se lindos cortes de organdy com 13 a 15 metros, fib
,acompanhado* dos competentesfigurinhos a 5#0O0, assim como alpacas
de eores*coDD palma de seda a 400 rs o covado.
***** mmmmmmmt
Narua do lmperador
n.28
orcisa-se failar aos seguintes senhores :
Dominfos Miwtin" da Barros Monteiro.
Joao Vaz de Oliven'a.
iose Franciico Lopes .Uma (Vazareth).
Manoel Pereira Braodaa.
Manoel dos Phsos Miranda.
Theotooio de Barros e Siiva.
Ftancisoo de Paula Borges.
Francisco Antonio Poalua,
\viso
Dora avante nao me responsabiliso por qnal-
qner quantia que possa eontrabir AgostinhoSoa-
res de Santa Clara, que reurou-se de minha com-
panhia.
Recife, 6 de abrii de 1874.
Frei Joao Baptista do E?pirito-Santo.
9 Rua do lmperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos do meis afamades antores,
como sao : Here, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tombem uma qualidade de pianos supo-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrario nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tarn bem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complete sortimento de materiaes para concertar pianos, como
s8o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RCA POIMPERAPOR 49
REDUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Roa do Barao da Victoria n. 23
e s Q u i N A DA
C A M B O A
E
DO C A R M O
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um cornpleto e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduccao nos pregos dos mesmos,
e acham-se era condicOes de poderem vender mais barato que em. outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attenc,ao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e-a"
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, n3o deixarSo de comprar.
5 Cobrem-se e concectam-se chape'os de sol de todas as qmlidades, com promptidao
e a precos modicos.
umi pdu
i:
41 Rua do lmperador 41
0 novo proprietario de&te acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, tem reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em'tods*aspreprac6es, aceio e modicidadc nos precos,
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
Kpss *fe C, de Londres, compost? de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiaes para dentes.
Tem & disposicao dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ja" em 3.* edi^So.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, a" escolha do com-
prador.
Chocolate homeopathico.
Na rna do lmperador n. 57, loja, precisa se
alagar um escravo de bea conducta qua se presto
ao corvico de uma casa P> ptuca familia..
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracena( unocoiaw uuiueupai
' Para bexigas como preservative/. Cafe homeopathico.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermittentes. \ \^^X*s, inglezes.
schynus, para anginas. r
Calendula, pa ra queimaduras. |, ,
Taranlula, para paralysia. ***> P"ra rheumatisms
Tintura maid-arnica, para contusdes, cor.. Matta-matta ou jaboti, para tosses,
tes, etc.
Espirito de Hahereman ou de campho-
A CHEGAREM
ra.
Cactnc grande fldrus, para pneumonias e
moleslias do coracao.
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus )
Vpara rhematismo.
Dito de Bryoniaj
Acha-se constantemente a testa do estabelecimente e inspeccionando todas as pre-
para^oes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
C0NSULT0RI0 HOAIEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e a noite ate 9 horas
Gratis aos pobres.
IM1-S1
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto
das estacdes da Tamarineira e Jaqaeira, com ex-
cellente casa de vivenda, nova, muito commoda
e a?seiada : tendo 2 sa'as, 6 quartos, e fora co-
zinha, despeosa, sala de'engommar, quarto de co-
zinheiro ; assim como encheira, e.-tribaria, dons
quartos para criadoi, latfinas, cercado de ferro,
banheiro, gallinheiro, etc. etc. : a tratar no sitio
do commendador Tasso.
Garanhuns.
Na rna do Barao da Victoria n. 36, precisa-s*
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto a
'os6 Paes da Silva, a negocio de particular into
wse______________________' ________
Engenho
Vende-se o engenbo S. Pedro, situado na pro-
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma Tegoa distante do porto de mar do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regnlarmeate 2,C0O pae^ : a tratar na rua do Vi-
gario n. Zl._________________
Tendo a^ontecido um desarranjo na ma-
china de gelo, os fabricantes vem por meio
deste pedir descnlpa aos seus freguezes pela
1 falta que tem havido nestes dias ; esperam
1 porera, em qnalquer destes dias fornecer a to-
dos as quentidades do costume ; aprovei'am
tambem a occasilo para prevenir aos seus
freguezns que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior forga e do syttema
mais moderno, que fabricard 'm maior es-
cala e com toda presteza as quantidades que
forem exigid-s.
Santo Amaro, 17 de margo de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr & C.
_____________William W. Webster.
Cozinheira para hotel
OITerece se uma, one tambem prestara seas ser-
i vicos em casa eslrangcira, de bomem solteiro, na
praca ou tiara d'ella ; a tratar a rna das Calcadas
, n. 8.
Alaga se um sitio na travessa d is Reroedios
n. 21, com casa de riven-la, poruo de ferro
murado na frenie : a tratar defronte do mesmo
em uma obra quese esta fazenlo.
I Offerece-se para caixeiro de molhados ou
para (obrancas, dentro ou fora da eidade, o qual
toma por balanco qnalquer estabelecimento ten-
dente a molhados, dando fianca de saa conducta:
a traUr oa trwessa dos Acongninhos n. 20.
Preciaase alugar ouas -preias para vender
! na rua: na roa do Caldeireiro n. 72.
#

24-Bia do Marqiiez de Olin'd;: Vi
Esquina do beeco Larg >
Participa a seus frrgaezes e amigos qn< udou
o seu estabelecimento du relojoe'ro par.' ; iiesma
rua n. 24, onde encontrarao um grand. limento
de relogios de parede, americanos, e i'.:. a de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades. relogios de
algibeira, de todas as qnahda es, p.-itente snisso,
deonro e prata dourada, foleado q.iaqnet), relo-
gios de onro, inglez, descQb"Uo, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, pL ^uet e prata. luneti.s
de tods as qualidades, tudopur precos muito ba-
ratos.________________ _____________
ESCRAV0 FUGID0.
Desappareceu ao amanbecer do dia 4 do cur-
rente, do engenho Serigi, comarca de Gnyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou meuos, boa fignra, nm tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomraa na junta do p6 esqnerdo : roga-se a
todas as autoridades e capilaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en
t;enho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te recompensados.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rna das Pernambncanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
LOJA DO FA880
DE
Cordeiro Simoes & (..
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite^ como seja :
franjas, trancas, totoes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Pirecisa se alugar uma preta de meia
S^po: na rua do Ouro n. 7\ .
ENGENHO.
Arrenda se ou vende-se os engenhos Kachadc
uo Estrella, junto a cidade do Rio Formoso, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojuca ; os preten-
dentes achario com qnem tratar no escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Clinda, ou na
rna Duque de Caxias n. 30^________________
Curso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
_______ 19-Rua daUniio-i9_________
Attencao.
Precisa-se com urgencia de uma ama de
leite, que seja ssdia, e que tenha bom e
abundante leite, para tomar conta de uma
crianca de dias, dando-se preferencia a- mu-
lher do motto : quern, pois, estiver nestas.
circumstancias appare^a no 3. andar desta
typographia para tratar.
- Constando a alguem que uma mulher, que diz
chamar se Olindina, ainda ousa inculcar-se como
filha do fallecido coronel Pedro Antonio Velloso da
Silveira, e irm5 do tambem fallecido capitao Pedro
Ivo Yelloso da Silveira, aflm de excitar a compaixao
e obter esmolas das familias a quem eiia recorre,
aproveitando-se para isto de ser cega,e esse alguem,
perdendo por flm paciencia a vista da persisten-
cia dessa miseravel traficante que, a noite c mes-
mo nor vezes durame o dia, se introduz nas ca-
sas daquelles que a nao conhecem, julga conve-
niente de:larar para que Biio continue a ser ex-
plorada a credulidade dessas familias por esia im-
Eostora, que a filha do referido coronel Velloso da
ilveira, que tinha o nome de Olindina, e era cega,
foi bem educada em Paris e casada, existindo ain-
da seu mariJo na provincia do Cear.i. morreu em
casa de sua cunhada, viuva do dito capitao Pedro
Ivo Velloso di Silveira, oa rua do Principe, em
maio do 1869, e que nunca se tio olngada a pe-
dir esmolas.
A fallecida Olindina era baixa ; mas magra, tra-
Java bem, e nunca andou nas ruas desta ci
dade sem ser acompanhada por pessoa respeita-
vel ; entretanto que a impostora, que parece mais
velha e provavelmente nao tem o nome de Olindi-
na, se e baixa, e gorda, anda mal trajada e co-
berta por um velho chale, sendo acompanhada
por um pardinho.
Recife, 28 de marco de 7871.
___________________________A. F.
Aluga-se um bom sitio na eslrada do Monteiro,
perto da estaclo, com excellente casa, com gaz,
cocheira, jardim ; pertencente a viuva do Dr. Ja-
cintho Pereira do Rego: a tratar com Francisco
Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus, ou na rua do
lmperador n. 83, 2* andar. No mesmo sitio tem
quem mostre os commodos._________
Sitio no Arraial.
Aluga-se um sitio no .Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (um rainuto) oom exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
co, casa de banho e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beber
e nm bom quintal por c-ommodo preco : a tralar
na rua Primeiro de Marco n. 16, 1." andar.
Escravo fugido.
Fugio do poder de sna senhora.o escravo David,
mulato acaboclado, mo*o, estatnra regular, cteio
do corpo, com ponco bigode, falto de dentes da
frente, tem o (ornoielo do am dos p-i? inchados, e
as pernas com marcas a especie de foveiras, le-
vou vestido : camisa branca, jaqueu de quadrinhos,
calja branca com remendos nos fund..?, cbapeo de
feltro preto, levando umbem um balaio redondo
em -que vendia bredos, foi visto no Caxangi. Esse
escravo pertenceu a Francisco Ayres Siztnando de
Moraes e foi comprado nesta cidade ao ?r. Fradi-
que, no poder d'aquelle Sr, esteve fugido sendo
agarrado na Ponte dos Carvalr.os. Recomrnenda-
se, portanto, acaptora do'dito escravo, e gratifies-
se generosamenle a quem o levar a alfandega a
Joao Evangelista Gomes, ou na Capunga na rua
das Pernambucanas n. 50, a vinv.a de Joao Baptista
Vieira Ribeiro.
Ao publico
0 ab lixo assignado faz ver ao corpo do com-
mcrcio e a quem interes>ar posaa, que o Sr. Fran-
cisco Cardo>o Vieira de Castro, nao e mais seu
eaixeiro detde I de abril.
K>tacjto de. Agua I'reta, 3 de abril de 1874.
aiu- itio iIh Ciinln Pereira nr.indao.
Rn
ili
gcuiui p ra hitcii mr*se
Air.-iii,,- .. i-ii^.-nh" A:n l:'.tlM I.. f:.-.(l zi:i fc
R-col.1. ui-i.i i.: .1.. .>i;.:.;, i lie frezvirns duas le-
g.ias dc bjiii-ca ninh. : quem pretender, dirija-
se ao engenliii Aiiuragy, a tratar com :i Exma.
Bironeza do Amarayy, on a esta praca a rua do
Viacunde Je IntuuiUd n. 7, a tratar com o Dr. Lan-
rino de Moraes Pinheiro.
% CONSULTORIO 1
MEDICO-CIRIIRGIGO 5
DO
I
Dr. Pedro d'Alhavde L. Moscoso-
m I'AltlEIt O E OPEHADDR
f Hun do Vis*our-JK
qu U. 3. fit
ESPECIALIDADE
llnK-NtinM dc senhoras e JBt
Consultas das 7 a-; 10 horas da ma- S
nha, I los os dias. Wt
(A Da> 0 as 8 da noite, nas -egundas, quar- A
2 las e ^extas-feiras. X
<& Os doeatasqne mandarem os seus cha- Wt
A raados por escript > at 10 horas da ma- A
I nha seran visitados em snas casas.
***** **m**Mr***
r.urisulioiid medico
DO
Dr. Hiirlllo.
RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, t.nde ire- (>
quenton os hospilaes de Paris e Londres, l5t'
poi
dia
fissao.
Consultas das 6 horas da manha as 8 ho-
ras, e do meio dia a? duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPECI ALIDADES. %
Moiestiaa do senhoras, da pelie
crianca.
I
i
ft
iode ser procurado a qualquer hora do Q
la ou da noite para objecto de sua pro- fU
e de
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhorcs dc ouro, pra-
ta e lorilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os mes-
3! rcos metaes e pedras.
:mmmm

iluga-sc
o segundo andar do sobrado i. (>, a rua do rii.-.i
a tratar na rua d" Barao da Victoria n. 8.
I'ma pessra capaz co:n bom e abundan'.e
leite se encarr.ga da amamentagao de algum.i
crianca, e tambem pensa se outras: ho becco .!
Coxixo n. 17._________________________^^^
- Luciano Basbasino di? Abren Cardoso retira-
se para Portugal a tratar de siu saude._______
CASA DO OURO
Aos 4-.000-COO
Bilhetes garantidos
fkuado Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda oa muito' felizes bilhetes ga-
*antid03 da 8* parte da loteria a beneficio c
igreja matriz de Jaboatao, qne --e extrahira ao <$:;
ti do correote me;.
Precos
Inteiro i^OOO
Meio 2*000
Oe iOO-rOOO paracgutfe.
Intclro 3*300
Meio 1/730
Recife, 6 de abril de 1874.
Joao JouJ/uim da Cnsta Lei!.
Criado
Na rua Nova n. 7, 2 andar, precisa se de um
para compras e recados, prefere-se e 3 cravo ou
livre, dando fiador a sua conducta.
Pede-se
a quem competir velar a moralidado dos vizinhos,
para qne preste suas vahosas vistas para un?
mocos que seu pai mora na rua da Imperatriz ,
pois estes mocos pombistas, passam grande parte
de sua ma vida incomnodando a vizinhanr^a e
muito mais ao collepio de nucas, que estas ja es-
tao privadas de ciiegarem nas" jauellas da par:^
inferior da casa ; ;a toma ram por habito fazerem
descan^o no telhado e muro do mesmo pombal. e
ahi praticam............... Elles prcstam se para a
armada imperial.
Um dos muitcs imoramodados.
Qnera precisar de um caixeiro brasileiro com
idade de 14 a 15 annos, para armazem ou venda,
do que tem pratica, procure no armazem a rua
Nova de Santa Rita (ribeira do peixe) n. 19.
Francisco "Ribeiro Guimaraes, subdito por-
tuguez, retira-se para Portugal, e du>nte a sua
ausencia deixa como seus procuradores os Srs.
Jose Antonio da Cunha GnimarSes e Joao da Silva
Ferreira. |
Recife, 9 de abril de 187i.
mum.
Precisa se de um na rua Formosa r. 24, casa
com jardim, detronte do becco dos Ferreiros.
ft'.uaTna Mari-> da Cmi-eicao -da Cotia- re-
ira-so para a eida- !? iUtda.
Aluga-se o pr.
rua de S. Jorge (a
aceiados, e cada U'
family : a tratar n
Cavallo roubado.
Desappareceu. do sitio n. 5 da eslrada de
Fernandes Vieira, junta da esta;ao dos bonds,
no dia 7 do corrente, um cavallo pedrez, com os
signaes seguintes : uma marca preta na barriga
e nm talho na orelha : as pessoas que dell?
derem noticia no dito sitio, ou na rua lo Corc-
mercio n. 13, serto generosamente gratificada-.
O abaixo assignado participa a t dos os
seus freguezes que tem concertos e ob as novas,
como sejam : rodas, carro9 ecarrojas, no seu es-
tabelecimento, dos quaes se acham em divida,
que no prazo de 30 dias, se as nao vierem.busca;
as yendera tiara o producto dos concertosJr*- estao sujettas. Avisa mais qne querendo i'cabar
com o dito estabelecimento, vende todas as per-
ten?as de sua oOkiaa, por precos mui razoaveis :
os pretenrientes podem dirigir-se a rua de Vidal
de Negreiros n. 150, ontr'ora Cinco Pontas.
Jose Antonio de Fraga.
AO PUBLICO
au--re d:
.,11.1ft >
iitarj
ieu'iarem snas contas ate o dia 15 do corrente
'para sen-m indemnisadas. Recife, 7 de abril de
1874.
,. Luiz Pereira GoDC>lves da Canha.
Alr/<-!-e a ca
irei'a p
" qualquer. esi .jeiectaenw : -
irat ir m cuusisiunu da ordeui 3* de S. Fran-
cisco.













Oi
iaK^Aia#sJMbiflfe^^^i^4^ 9iJ^Akfl Je ttfc&
Si
PHOTOGRAPH11
1MPERIA
Na rua do B
ftllar ao Sr. i
gacio de seu i
AM
i 2* andar.
LOPES &C.
ESTABELECIMEIVTO DE PRIMIM ORDEM
Una do Bara da Victoria n. 14, sokado
(ANTIGA RUA NOVA);
Trabalhos premiado* na ultima exposicao
Do
RIO DE JANEIRO
Acha-se montado softras melhords condicda3 de arte, e arberto a*
concurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, sem dtrtida,
^ -Qesta proninria, no qual so* Hralfr retratos pelos melhor. s e mats
j& modernos s^stemas, empregando-se somentemateria* de primeira
St\, qual.dade, e garantindo-se i
Semelhanca, nitidez e durac&0.{
Trabalin-se todos os dias uteis e da guarda, desde as 10 boras
da manha as quatro da tarde, nao prejudicandco tempo de i-huva"
ou nublado a perfeicao dos retrates. *
Faz-se toda a qualidade de copies, augmentandoas ou diminuin-
do-as.
' 8JM00
Uma duzia de retratos de uraa so pessoa, em carlO'es' para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e augraeiiudos Ha
uma tabella de precos.
cozrohar a* 'eorr-prar
preci?a-se de uma ama i na
rua Duqae de Caxias n 6,
AMA
Na rua do Gatoarao n. 3, precisa-se
dc uraa/-M|ay(iiiUar. eoropwr e It
zcr aigoniJB(foi para Kei peas?-
scrava,
T ram-se retratos ate tamanho natural.
o a
mm
Prtcisa se de uma ama forra on es
ope saib-i eegommar : a tratar na riw N6va lola
q-A..________________
A TT1 a Precisa-se de uma ama pra cozinhar,
. mi a, p3ga.ie |,e- : aitratar na rua dp Hospi
c^^7(Vcauterrea de tolas atoarellas na cor-
i ija.
ill iiifiitiritf
Precisa-se de uraa ama qne saiha cozinhar bem,
\ra casa de familia : a tratar na rua do Han gel
8.
MA
.---: --
nhar para
Vis

, Precisa-se do uma ama sem Qlho : a rua
Vifii9fdO.de fioyaaoa n. i_
-^lfeBasjde'uisiaupBnitsfr*B'ihai,
Ama de leite
Precisa-se de uma ama sem filho, prefere e es-
tctava : a tratar na Capunga, rua das Pernambu-
^anas n. 62. ,
-t------------r.----:-------i----------*M1 fi .' i Mil
Ama Frecisa-se de uma ama para dozinhar
-*""< em 4m bom*so4rt): ft tratar no
MM
Ffi[io o escravo Juvenal.
. d

"pi trajandoicalca de brim lislrado, camisa,; Na a do Barao da Victoru n. 36, precisase
hita de riscado e chapeo de pallia de Italia. E' i fa!'ar ao Sr. vigarib Andre CnrciuO'daAraujo Pc-
.le cor parda, idade 12 annos, -tern falta de um reira, a negocio de sen Interesse.
deate na frenie e 6 bastanfe parofeiro. Roga se a
ipprehen^So do mesmo, e conduzi-lo a rua da
Crnz n. 3, ou Ccade da Boa-Vista n. 5! para ser
sratificado.
......
Triumpho da
Tiflfi Bllil
!
Atten^ao
Precisa-se alugar uma casa ter*aa, grande,
quo tonha, al_m de sufficientos commodos
para familia, tambem tenha quintal on pe-
queno sitio murado com cacimba, que seja
no bairro da Boa-vista, e perto da linha dos
bonds. Tambem serve uraa casa terrea,
grande ou um pequeno sitio nas mestnas
condicoes acima; porem que seja nas imme-
dia^des da eslrada de Olinda a:e a Encru-
zilbada.
Quern pois tiver e quizer alugar, deixe
carta fechada com a inicial W. no esorpi-
torio desla typographia.
r ms*-
ipos modernos nenhum descuLn-
(>pe urornaior revolucio no modo dc
iiteriormente em voga do que o
de mmw\ j
TAHTO NO TRATAMENTO
o.\
Crupo,
uiin;i, Thtsica,
lonquidfio, Resfriamento..
Broncbites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
ExpectoracjSo de Sangue.
irao em toda a grande scric de enfei.ni
_ la Garganto, do I*ci.o edos
^iSos da B'<"S|iii*ncSo, que tanto
Mi iitam e fazem soffror a humanidade.
i mancira antiga de curar consislia geral-
:.te na applicac;_o de vesicatoiios, san-
S saijnr ou applicar exteriormente un-
- ;"iitos fortissimos corapostos de substan-
resicantes, alim de produzir empolhas ;
, s differentes modos de curar, nao faziam
. -i.iao cnfraquecer o diminuir as for^as de
bre doenlc, contribuindo por esta forma
I'umn mamira maisfacil e certa para a en-
. midade a destruic,_o inivitavel de sua
uia! Quam diffurente e pois o effeito
admiravel do
rSX-QBAL. SB AS_CABUIIAI
Km vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos sod rimentos ao doente,
( alma, modifica e suavisa a dor,
Alliviaa irrilacSo,
Oesenvolvo'e^entendimento,
Fortifica o corpo
e fa/, com que o systema
Ioje d'uma maneira prompta e rapid?,
atuo ultimo vestigio da enfermidade. Os
nolhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
tcstificam sercm exactas e verdadeiras estas
vlacoes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milbares de pessoas da America
Hesn.inhola, as quaes foram curadas com
_sti? maraxilUoso remedio, sao mais que suffi-
es para sustentarem a opiniao do
Pi:iTORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar que este remedio se acba
inteiramente isento de venenos, tanto mine
, como yegetaes, emquanto que algun
ultirnos, e particularmente aquelles
I te s&o dados sob a forma de opio, e aci-
lo hydrocianico, formam a base da inaior
parte dos Xaropes, com os quaes t3o fa-
uonte se engana a credulidade do pu-
^>lico. A composicao de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafad
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a d6se que se
toma. s6 d'uma colher pequena, basta
geralmeute a" applicacao d'um ou dous fras-
cos para a effectuac-o de qualquer cura..
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Frosters AC, agentes.
Lnicos agentes nesta provincia os Srs. J*
'.>. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
Tew sido apwsentmia ao puMico
Durante o espaqo
DE
ARUO'S.
Preci-a se dc ;::n para lodo u service de casa de
pouca faniiln. pref.r<; se .iOf nnfeoda de jardim :
trata-se La rua do Passeio n. 60.
Na rua de Hortas n. 2, i andar'
compre, sendo qoe agrade pagase
gfenerosamente.
T*
Cwcou de set empregado de Amorim Irmaos
us, o Sr_ FtencBco Goncjaivet de- Amorim,
!e o i* de abril corrente.
Una Duque de Caxias.
0 Sr. Antonio Ribeiro Ponies, caixeiro a rua do
Duime de Ca*as, queira vir a rua do Imperador
A 4ft, a ^egodo de tiutno interesse, islo por se
Ignbrar sua fesidenctor domesfica.
' CASA M VMTDNA
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
0 atbaixo assigriado tem sjmpre exposto a ven
la bilhcios da luteria do (Uo, cuja extrac;ao an-
aunciara pejos jornaes.
Preyos.
Inteiro _^y
Meio
1 Quarto 6*O0G
wrnmdmmimmW'
\i
m?
LOJA DO PAVAO


MA

Rua dalmperatriz n. GO^T
i
PARA LIQUIDAR
GROSDENAPLES PRETO A f ^*V, 2$T#6 E
54*500. '
O Pav3o vende grande sortimento de gro*-
(Jdenaples preto de purr seda, a 18200/,
3*000 E3ff5(T0.
taes de campo, que no diS iJS3P'i98?0' 2*000. e,2?5'00 COvad"0' .Jle"d
passado desappareceu dcr Capi-ttra, mu tambem do mais Iargoe mais encorpado que
escravo de nome ConrSBo^^pl8BSti?amros costuma a vir ao mercado, e vende por pre-
deiiiade, tendo una.;d48 ptip-mciida, p-ve- jc;i em conta.
nienle da feridas que tem 'nk.jme.iuia- perna, tem
falta de dentej n* lr%rite-;nAiVcliaro, e uma man-
dha^eWttilta-deUtfxtt'dos Vago*.' A pessoa quo
o apprebwrterptwhriaOTa-to-ao esftiptorio do Sr.
Leal li Irmae^aondb aarargeompettsalo.
Granadina preta m
covatlo.
O PavSo vende granadina preta e lavrada
pelo barato prego de 500 rs. o covado.
(iUALES PRETO DE GUIPURE A 4*0O.
O Pav5o vende ehales de tres pontas, sen-
; i

, para~saiisfaQao d^ varias
pess>tflfefcterv^ftft' fgaora o grao de parentesco !db de guipnre verdideiro, pelo- barato pre-
qo*tmcon o?t*fo io^r. CarvaHio Varejio, e'?ft de 4000 cada um.
;se o tem BaatHHM seosusa lhu cabe pelos actos)
praticadOS nnr mallaJ CanhAraa 'fnnt*.. na nr*r,na t
prot
esta
o ^^S^SSS^T M qUaeS *iIpolo enfctado a SrOOO
Mirf* LuMo aafaeira VartjBo.
E^a/eutWJragad
Agua. molr em poilra _
Tanto da at* que a fura
Roga-se ao
escrivSo na ci
favor de vir a
clnir aquello n'
realisar, pela te~rceir!
fins de dezembro de
passou a fevereiro e
e por este motivo e de
ovinrta,
, a CM:
-*
3,
(oaiprouietfen a
" ;ste jornal, effn
t pari-jarteBra,
nada cumprio;
tovo etiamadd para dite
fim, pois S. S. se deve lerahrar. que este negocio
de mais de oito annos, e quauuo o Sr. seu nlho s
achava nesta e idade. i .* .
Erapreza do gaz
A emprezado gaz tem a h'onra de annunciar ao
pubheo qne rerebeu nltlmartiente' utt'esplendMo
sortimento de lustres de vidro, eandieiros, aran-
delas e globos, cujas araostra* eslaw no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serso vendidos aos
sens freguezes peloprepo mais razoavel possivel.
Precisa-se de irabalhadores: na rcfinacao da
rua Direita n 10.
ata
a pera.
O Pavao vende pegas de madapolao en-
festado, pelo barato preeo de 33000 pega.
Ditas sem ser enfestado, cam 20 jard*s, a
5*000. Ditas com 24 jardas muito boa
Alugi-so.um-sitfe pert<> da pra<;9, di.-tante das
stacto i&J%fi*\*x e Tattriue.ra ei:icu minutos,: fazenda, a 6?M)00, 65*0 e 7*000.
tendo a casa 2^alas, 4 quartos, cosioha fora e ca-1
timba e*n| bof agua-lje ^effer } seadoo sitin iodo ALPACAS PRETAS A 500, 6tff t 909 RS.
um g^andu ^sortimento de
tnuiado dcdmjbastaoresiarvotes da fnin.. a tra
tar ho arntazefc da rua do Iihseftdor h. Hi
Aluga-se um sitio na Gaponga, r\, das P^r-
nambMcanas n. 66,-epiUeado 3 saJas- y quarlos,
coctywa, 2 cacinibtej caea para1 baftli som di-
vers^s arvore-los; =endo ar maior j.-,rta i r,.:ipi.'iras
de ertrtbiirn, sapw9 frafwcates : a tratar a;: ru.i do
lMfcrquez.de OMBria nt 62
Pulceira;
Perdea-se quarta-f^ira de trevas, a noite, uma
pulceira de ocdras verdes encastoada9 em ouro,
desde a rua do Imperador ate a estagao da estra-
da de ferro de Olinda, ou d'ahi ate o Canhengue,
em Benc-ribe : gratifica-se bem a quenra entre-
gar a rua do Marquez de Olinda. n. 40, loja
Para engommsdos e arrumacSes de casa de
pequena familia ; da-se esta quaniia a uma cria-
da que seja de boa cenducta e perfeita engorhma-
deira : a tratar na rua de S. Francisco n. 72.

% Consiillyri;) Hiedico-eirurffico S
% A. B. da Silva Maia. ft
jt> Rna do Visconde de Albuquerque n. M,
3 11, onlr'ora rua da matriz da Boa-VisU m
m n- H- &
^ Chamados : a qnaiquer hora. (51
V Consultas : Aos pohres gratis, das 2 as Qi
^J 4 boras da tarde. r}
5 is
Gatiza.
^arvalho & Nogueira, na rua do Apollo
n. 20, saccam sobre as seguirjtes cidades da
Galiza. na Hespanha : Santiago, Orense,
Patron, Ferrol, Ponte-vedra eCoruna, qual-
quer quantia & vista e por todos os paque-
des.
Ricas bandeijas
Para asamentos, bailes e baprisados.
Quem quizer obter uma bandeija ricamente cn-
feitada, dirija-se a Confeiiaria do Campos
Ja mandando ou indo encommendar, ja com-
prando alii todos us etffeitsr, coBstaaflo do seguin-
Bolos finos para edfeitifr.
Doces saborosissimo3 para eflfeitaT.
Figuras allegoricjs para enfeitar.
Papei8 arrendados para enfeiiar.
Bouquets para nqjvos.
Alii
Encbntra-se 860111!* o se^guinre :
Fiambres inglezes. -
Budins >
Bolos .
Paes de 16 linos.
Fatias dedito para partUrientes.
Pasteis em profasao.
Filhos (sonhos de mnhma).
Doces em calda, ralado e secpo.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Sugar Waders vanilla) para dietos.
Gelea de moeotd, desinfeolada.
Amendoas, confeitos, etc..
Cba verdadeird das Caravanas.
Cafe de Java (verd deiro).
Tartar ist oa
CO.NFEITARIA UO CAMPOS.
MM
*- Ddsa|Mf4cea k ilha' de hamaraca no da
3 do corrente o escravo de nome Awonio, perten-
HmruA avabaixo aSsignido, com os signaes se-
giinies : altura pouco raenos qu-s regular, eor
cabra, idade 22 annos, tern-urn dos dedos de uma
Mid cortj dWtarffe de nienos : quem o pegar din
ja-se a ilha de Itamaraca, que sera bem recon.-
pens'ado.
Francisco- Theodoro de Mucedo.
CffZialiciro
Com urgeacla pnecisa se de um bom cozinhei
ro, por ter adoeoido p qae havia, paga-se bem :
no caesdo Apollo, armazem n. 71.
mmm*
*^-
COMPRi
\t.
Gompra-se um porfio de ferro : na rua do
angel n. 6*.
A
Preefea -e coraprar 3ous escravos, pedreiro e
carapina, paga-se bem : a tratar na the.-ouraria
das Ibtenas/a rua Primeiro de Marco n. 6.
O ParSo tem
alpacas pretas, que veodoa 00, 040 e 900
rs. o covado, assirrr eonto grande sortie
mehto de eantoes, bomballnas, priitceYa*
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas-
proprias para luto.
LAZiNHAS DE ORES A280,320 E 400 RS
O Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 286, 32 e 400 r%. o co-
vadj tendo ate a l*00t), sendo das rtais lin-
das que tern vindo ao mcrcado, assim como
granadkias do-seda com' os mais delicados
padroes, a 640 rs. o cotadfli
Scdinhas a 1*600.
O Pavao vende acdas com listpinhas de
cores a 1*600 o covado. Ditas com pal-
minhas a 2*u00. Ditas com toque id mofo
a 1*000 e1*400.
CAMBRAIA VICTORIA A 4*000, 4*500,
03000 E 7*000.
O Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
# 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 4*000, 4*500, 5*000, 6*000 e 75000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
cb, a 7&000, e pechincha.
Comprase uma ca^a ate 800$, ainda meg-
mo precisando algura reparo, que tenha 2 salas
e2 quartos: a tratar na rna do Brum n. 71,
casa om qne se faz carrocas.
Nao se prestando o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para nm abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, qne o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' ma do Amorim n. 41
com todas as propbrcSes desejadas, e onde pride-
rao os senhores freguezes dirigirse, certos de
que, como at6 aqui, acbarao sefflpre apar da mo-
dicidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Bahla e
Rio de Janeiro, que tem srda aUnnnclada?, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que muito
deve conviraos senhores fregnezes. Conseiente o
abaixo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem oj tenha comTetacao ao pegaeno ln-
cro que procurara obter da dita. taercadbfta.
Jose Domingue.' do Carmo e Silva.
Jo niuiin Jos^ AnlunoH
Alexandrina Luduvma
Duarle Antudes, muito gra
ta esta para com aquclias
pessoas que acompanha-
ram ao cemiterio publioo o
cnterro deseu finado raari
do Joaquim Jose Antunees,
ainda pede para que assistam a missa do 7 dia.
a qnai tera lugar sexta-feira 10 do corrente, na
capella de Santo Antonio, em Beberibe de Baixo,
pelas 7 horas da manna*, sendo' eternitiiente grata
por este acto de caridade e religiao.
de
Dr. lctonio Carlos Pereira
Burgos Ponce de I.ron.
D. Francisca da Cunha Bandeira
de Mello, manda celebrar uma rtissa
no convento do Carmo, no dia 9 do
corrente, as 8 horas da manha, 30.
dia do fallecimento de seu mui
I presado Qlbo, o Dr. Antonio Carles
Pereira de Burgos Ponce de Leon ;
e convida a todos os parontes e amigbs de sua fa-
milia a assistirem csse acto de caridade c religiao.
Alfferes Joft!" FrSrtelSJoda SiV*
Castro
A familia do alferes Jea> Frsncbco da Silya,
Castro convida o dartates e amigM do flnadp,.
para onvirera asmlssas* qrfe pelo de^caherf e'terno
de sua alma mandam celebrar na jf reja do con-
Tanto do Carmo, as 7 horal
corrente, pelo que se jjofcfi
Quer-se eomprar uma easa terrea nova e de
Bons commodos e quintal, em uma das boas ruas
destacidade. qaeni a tiver* e'queira vender, di-
rija-se a rua do Barao da victoria n. 40, quo se
dir.iquem quer.
Comprase tuna casa ate 9u0^ : a tratar a
rua do Brnm n. 57.
JM^*i''" '""" '" i it nil in i umini

m
O Pav3o vende''um Tionito sorfimento de
'camiias franeeeM wm peito de a^e^to, a
'2j0f# e SJfWXr. Ditas com peito de linho
de 3*000 a 6*000. Ditas bordadaa muito
ffrres de 6*00 grande sortimento de ceroulas de linboe de
algodSo, por pc;o1 Iwlratds, e tambem tem
complete* sortimento de pnnlios e coUatiahos
tanto de Irah'o como de algodtlo, por precos
em conta.
ImpartIlftos a S**^" _*O0 e
O Pavao vende um bonito sortimento de.
esptrtiltios modernos a 8*500, 4(JOOO e
5V0#O> assim corse um benito sortimento
desaias brancas, bordadas, a'6*O-*0f fi,
ditw de lasiuha, ie c6res a-3*0001 6 pe-
chincba.
GORTINAD0H feORDADdSl MRA CAMA E
JAHELLAfi, ftE 7 ATK' J5C400 O PAR
O Pavao vende uu grande sortimento tie
cortinadb*bordd6s, groprws Jra ettma e'
janellas.'pelo barato prego de 7*000,8*000,
f OiSOOlT alf? 25*000", assim como : co!x83
de damasto tie la muito fina d10*iP*
atom did* uma.
BRAMANTES A 1*800, 2*000 E 2*500.
O Pavao vende branaantos para leic6es,
tendb' 10 palmOSideHlrgUra, sendo- o de
algodao a 1*800 e 29000 a vara, e de linho
a 2*400, 2*80>e 3*00 a v*a: e pechin-
cha.
G*SEMiRA8- A i*0OO,- 6*000 E 7&000.
O PavOtj veflde'edrtes- de casemiras para
calgBs, sendb pachas modernos-, pelo bara-
to preco de 55000, 6*000 e 7*000,'o>e6rte,
a6sim como : pan aos pretos< dos memores
que tem vindo ao mercado, de 4*000, 8* e
I0j?OO0.
ROURL FEITA.
O Pavao vonde uma grandi poroao^ do
roupa feita, sendo : palitots, frakes de-ca-
semira preta fl de cores*, assimedmo : finis-
simos sobrecasacos de panno preto, -e cal-
cas de casemira preta e do brim branco, col-
letes de todas as qualidades, por" precos
muito commodos, por qnerer scabdt oom
toda a roupa que tem am casa.
Acha-se constantemente aberto o estabelecimen o do PAVAO, das 6 horas da manha
as 9 de noite.
SABAO DO RK) DE JANEIRO a 20O rs. o kilo, no armazem da rua-do Amorim n. 41,
de Jose" Domingues do Carmo e Silva.
GAZA 5*600 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose Domingues do
Carmo e SMva.
VIKIIO MUSCATEL de uva branca, pura, de custo de 23*UO0, no armazem da rua do
Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
PECB1NCH4
Sapatos de do tapete avelludados para homem e
senhoras a IS e 1J200 cada par : na rua Duque
de de Caxias b. HI.
FAZENDAS
baratas.
Las com listras, padroes do gosto, a 280 r* o
covado.
Metins padrSes de gosto a 280 e 320 rs
Lencos brancos de linho a 3*500 a duzia.
Ditos de cassa, com barra de
1*200.
Casemira em corte a 4*400 o corte
Peca de algodao a 2*500.
Na praca da Independent n. 2, loja de Fran-
cisco de Lima Coutmho.
Hao-se amnstras com penhor.
E' harato.
Chapdos de castor pretos a 2* e 1*50): na pra:
ca da lndependencia n. 2, loja do Francisco de
Lima Coutinlin.
GRANDE
v:
H
/
m m
V
cores a 1* e
E'barato.
Vonde-se um pequonosiuo perto da esta-
$ao do Salgadjuiun tendo de frente 150
palmds, e do fundos mais. de quatrocentos,;
oom uma elegante casa de taipa, acabada de uma.casa n villa Barreiros, na rua do Com-
b dia 9 dm-Proxim > e bem asseiadn, tendo 2sal s, 2
A Nova Esperauca, a rua Buquede Caxias n. 63.
apressa-se em convidar a seus freguezes, com es-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os- se-
guintes artigos expostos a venda c todos por precoj
. commodos, como tejam :
: FINAS BONEGAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGHACADAS vistas para sterio.-
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
ELEGANTKS BOLSAS para senhoras e menidas
BONITOS VASOS com Ooa banha e cheiroso*
extracios, trazendocada frasco um none, uma inj-
, cial ou um distico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cor
de carne.
j Para quem goslar.
I A1 Novai Bsperanca a rnaiDuqufe de Caxias n.
63, acaba de receber tentos'e calxas para o jogo d
Voltarette.
Para quem siffre das pernas.
. A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias i
sciencias, reconbecKla superior a toda que, 63, acaba de receber as proenradas meias de bor-
tem apparecido at^ hoje. Deposito princi-!racna Para 1uera sou"re das pernas.
pali rua da Cadeia do Recife, hoje Mar- FLORJES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de receber um lindo e comnleto sorti-
mento de flores arlificiaes das melhores que tem
vindo ao mercado
A ellas antes que se aeabem.
Costumes para crian^a.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber bonitos costumes para criaQca
e esta se vendendo por precos razoaveis.
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de curdao, e o mais largo que
vem ao mcrcado, e qne se vende pelos diminutos
precos dc 25200, 2*800, 3*200 e 3*500.
SO-' NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRJBS PORTaS DE
Guilherme & C.
Jutato a loja da csqulun
Mo ha mais cabellos
brancos.
TINTURARJA JAPONEZA.
S6e unicaapprovada, pelas academias de
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
VENDE-SE
4 0

&% polic
Peda4 ao Illm. Sr. Dr. chefe de policia
para que de" as suas convenientes determinaQSes
a quem iilasphemias qne se apre3entam na rua do Impe-
rador continuadauHnte dp diae'de noite, que nem
as familias podem :er o gbzo de tomar" fresco em
3uas vaiaodas ; Li-i.j as.-im os donos de alguns es-
tabeledracnws_oa^ podem e'staf com o. seu cora-
^ao descangado, porqtle sao .provocados detde ma-
nha ate depois de 9 horas da noite: por tanto re
corre-se a autoridade competente, na qnal se eon-
aando na sna adminislracJo.esperase ser attendido.
Na Ponte Velha o armazem n. 42.
.____________________j______ ., .
Clara Olympia de Luna Frelre, profaiaondd*
terpeira cadeifa'do bairro d* Recife, teado refissu-
miflo o exercicio, abhfl-se Com sua aoTa a'berta na
rna do Vigario n. 21 2* andar
----------------lT
Jom- Antonio de Castro Porto
Manoel Albino de Amorim.'e apaNmulher Umbe-
lina Rosa de Amorinf;-tendo-tecetfide nctiela de
ter fallecido em Portugal seu prezado irm5o/e cu-
nhado Jose Antonio de Castro Port*). ebdWdatn
ads sens parentes e amigos e do fclleCido, pata
assistirem a al^umas missas que por sua alula
mandam celebrar no dia H do corrente, na igreja
de S. Francisco, pelts 7 horse* di anhi; pelo
que desde ja se cojf^iamUm_bwtftnfc gratos.
_iVendera-se quatro apolices; da divide .pro*
vincial; quem pretender cqebprar annuncie
morada, para ser- procurado.
jy|K*ecoBihha f6rar 0 tfcrreno e pro-
ercio, por
frmaos 4 C
preco modico: a tratar com Tasso
a n Knr*% ,1* ,,in^tB*^. WiLon Rowe & C. vendem no seu armazea
o- o bom de plantScdfes, tendo algum: s a rna de Cotmnerckin. 14 :
arvores tie "cado.- [ Excellente fio de vela.
Para vere maif explicacoes, no mesmo si-! S~S^^,51,??J!dade
Uo a.qual,,uerhora a enten.ler-se com Tris- V,Dh de Brd6aux-
tao Prancisco Torres, e para tratar, na the-
souraria d-sToterias, rua 1 d'e Marco
n. 6.
-s
CarvSo de Pedra de todas as qualidades
1:

Da-se a juros sobre bypotbeoa a quantia de
1:000*000 : quem precisar detxfi' carta fechada
nesta typographia. com as iniciaes P. F. D. vV ^
Engomrhudeira.
Paga-se 20*000 nroqsaes a uma escrava para
'erempregada unicaTieota em, eneommado, em
casa de pequena familia f "antes da igreja do Man-
gmnho, sition. 2, da mdrri Cinzento, com portao e
gradim de ferro.
O abaixo assignado laz pubNeo' a twtas'as
pessoas com quem tem Wlacoes comihereiaes, qoe
retirou o seu escriptorio da Travessa do Canoe* n.
2, estabelecendo-o na obra do mercado pubneo
Recife, 9 de abril de 1874.
Joti Augusto Araujo.
< Vende-se amt cravapetreiaji dngomma-
deira, sem vicios^orraotivo da venda csra toda sin-
ceridade se dira *o comprador : na rna da Auro-
ra n. 49.____________
' Vende-se as casas terreis segmnles :
Rua 24 de Maio (oatr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rua do Fbgo n. 2.
Rua do Padre Floriaao n. 35.
Travessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lobato n. 8 A. .
Beccffdo caes da Cadeia-hova ds3 e5
A tratar no Largo do Carmo n. 1.
Antes qittseaeabew.--
Vende-s* 15 de lindos padroes a 200 rs. o cova-
do': na ruatto Crespo n.25 Aj, loja da esqoina ;
dao-se amostras._______
Chaptos para sonbora.
A loja do Passo a rna Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por preo commodo.
A Niva Esperanca:, a rda Duque de Caxias n
63, receben tun peqaeno sortimeato de anneii e
pulseirls electricas, propriat para quem soffre do*
nervos.
200 rs.
CALCAW
oma escrava-clnf 24 amdi *d Idid^, cor preta
a tratar na rua-Direita dos Afogados, taverna n.
60.
.Cotutandp aos abaixo assignado achar-so- nes-
prac o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho.ren-
o dos ehgenhos Barra e Preguica, em Ma-
guape, provincia da Parahyba, veem rtigar ao
mo o obttq^so de Tir-jenlehder*seTeoai: on
luiso. assignados immediatamente sobre -oegocio
tawehte aes referidos en^enhos. Rqa do Amorim
17, escriptorio.
Devedoresk
ds ftroprletarlos' da Cpnfaifarta do Campx 1, A Magnolia,, a raa Dnefte de Casiae n. 4f.re-i fhomfAa ftn;,
rna do Imperador n. 24, pedem aos sensdevedorea 'e"eben uaiifindo solliniento' de bicoa' Si guipuno VIX aue tem sido remissosj pjavoj.de virem pagarj us de cdres; aproprstdas aos vesltdos chiques da ac- dow mai* flnos e dismettore* mwcas doRiodfl.
debitos atf o dia 8 de rtrtkprosimo vindonros toalidad*.-___ Janeiro e da Bahia: no armazem do fumo a rna
avisam aos mesmes quase'ate aqseUa datattr e '~=--------------*r**-n------------I j
tiverem saldos, verao scu ndmas seste jorvs-
aen| (fetjaqfao tey6tto&i4fiir~
37.
. eslrangeiro.
Paris n'America, a ruaDu-
= yeode-se uma taverna- oom poucos fundos CjXIQ Q.Q UaXiaS II. Do
em boa localidade de Olinda; bem afreguezada e'' primeiro andar, acaba-Je receber nm completo
proprinpara pnaetniaBte ? a tratar am-Glinda, soitimento de calciaos fisTratfferrotf para homom e
ua cle S. Joao J 1, .. J senhora, vindo entre elles um lindo sortimento de
*------- elegantes chiqnitos, sapatinhos e botinas para
criancas, que tudo vflnde pot preQcS razoaveis.
^flA'riwk
Sedas a
Vendb-se bonitas tHav
Queitf prtciSaV de^aW'tceny''eataa*1fiaW' '{liratlssHW pfeco^de ^*JttOa-covadaf renbain a
algusaa arrnmacao, dirija-se a rQft'ds.'Vnoipe'n. ellasatttesMj* se aedbem; nairua do Duqoe
do Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carafe
toi Asunicasverdadekaa,
i
CaKias n 88, loja de,!)einetr4o Bastes;
de> Biefcas hambufgaMjfi'qnf Tema astr mercado-
' us rue Marquez de oltnaa n. 51
t rua du(iT,(11) n. tO
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chi-gou esta fazead,*, com padrSes inteirameate
oovos, e que'se vende pelo diminnto preco de)
rs. o covado :- isto por tea grande quantid'ade.
60:ifls. RUA D01CRESPO N. 20
Loja de ^
Guilherme & C.; junto a lojaf
____ da.esquina
Vende-se nm sobrado nmde andar asotao
na rua-. das Aguaa-Verdes n. 27 : a trataF a rua
do Imperador n. 10, encadernacao, ou na/ruar
Direita n. 82, I.' andar.___________'_______'
GRADE PGmHGH& ;
Cortes de oasemirm a 4**00 o eorleo pechujeha.
Cbitas claras a 240 rs. o covado
Madapolao fino a 4*808 a.peca b
So o n. 20 da rua do Crespo, loja das 3 porlas
ideiGuilherme 4 C, junto da loja da"esquina.'"
1 '! ----------J umii .
Gaz a 5/^50^ a lata
com 23 garrafas, do melher. a da mais aertdHadak
m*ca da Henry Forster *.fi.,garantido a qaOi-
daie e a qnantidade do .,hqttids.*ompleto : oeiar-
assem de Jose Domingss|T*)Carmo e Sarrt,
rna do Amorim n. 41.
j_____ILtnlftL


<
I


DMbl drtFeKtenafcdd emKltimXeiTz, 9>tfi&m&d& tiViP
*E
Os proprietaops tik WeHifScta, no intoiM
eowemF v bMtdikekir inctt<*mn*r&m
respeitavelfMM^sinfMuktio Hat**,
mtnftr du.maiftqne; aecoeiaatno xme fenert
veero icwwificar aoa seds boos freguezas qua pr-
venfram aos seas eorreapofldentes !6as dTversas par-1
cas d'Enropa para lheSenviarem por todos os p*.' rocm_
quetes o objecta* de laxo eibom.gosio, que se- reMli*
jam. mais bem.arceiMs. petes ociedides ekjgai
daqneiles faiaes, visto. aproximar se o temno .
festa, em qoe o fiello sexo desta linda^neu I OROSDBNAPiE PRETO A 1?8C0.
mais ostenta a riquexa de suas toillettes ; e co- Veride-se grosdenaple preto para vestido
^^"SaSaaTvrnr X^^Z^tlT^' m00' ^ **' ** **
a'efltreeJlfis^que.s^.lprmm mais r^commendaveij,
Hna da rmpera,tfU a. 72.
DC

Mm rW
, MENDES CxtirMARAES & IMAOS
Ao*U ae receber um grande sortmen'o d prL-la paraqua-
CO.MO SEJAM
respeitavel public
PANNO" PflETO A 2?50O.
Vende-se parmo preto de duns larguras,
para calcas e palittits, a 2J5501, 39, 5500,
?4, a'6&0W o cOrado.
CORTES- IVE CASEMIRA PRETA A 5K0O0.
Vende-se cor-tes decasemira prctn pare
calcas, a 5$, 6>, 7* e 8??0t'0 o cdrje.
MERINO" PRETO A 2&8tU. .
Ventfe-senterino preto ftno, a 2^890 t
3J5000 o covado.
B0.ttB.l2 NA PRETA A 15*500.
Vende-se bombazna preta enfestada, a
WS0, 135800 e 2#000 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vendese alpaca preta fina, a 500, 640,
800 rs. e 15000 o covado.
FAZENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 39KK-0.
Vende-se pec,as de cambraia branca trans-
parente a 39, 49, 59 e 69000, ditas de camr
braia tapada, Vic(brjr, a? 39, 39800, 49
e 5-JOOO.
CORTINADOS PARA CAMA A 1G90C0.
Vende se cortinados bordados para cama,
a 1G9. 209, 253 e 309000.
CAMBK IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miuda's,
esperandb do
coneurrencia.
Adereeos de tartaruga os mais Undo* qoe teem
vindo ao mercado.
Alhoas com ricas capas ds madreperola e d*
vellado, sendo diversos tamanhos e baratos w>
03. *^T
Aderecos completes de borracha prrfriatparo
Icto, tambeni se vendem maios aderecos muito bo-
ailoa.
Bot6*es de setim preto e de cores para ornato die
vestidos de senhora; tanibem tem para collete
i alftot.
BoJsm pacasoborasexi8to um bello sortimen-
10 de seda, de palha, de chagrim, etc., etc. par
baraJo precp.
Bonecas como de cera, de borracha e de raassa ; ehama-
mos a attentao das ExnMU.Sras.para.eete artigo,
pois as vezes tornam-se as criafttas um pouco ira-
pertinentes por fslta, de um obiecto que as en-
iretenham.
Camisas de linho lisa? e com peHoa bordados
para homem, vendem-sp por preco eommodo. '
Ceroula* de lictw e dealgodic.de diversos pre-
tos,
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais lindo,
rom disticos dm tampas e pwprios para- pwsen-!
tee.
CoqaiBs os mais modornos e du diversos forma-'
tos.
Chap^os.paraseOhora.RAcebenrrffmn sorlimento!
da nth'ma moda-, tamo-pan seDBuai,-como para
meninas. I
Capellaa sunp^a- e com, veo nara noiras. 1
Oalcas bordadas para, meninas.
Entremeios estampadbs e bordados, de Hndoe
desenbos.
Escovas electricas para dentae, tem a proprie-
dade de evitar a carve dos donte*.
Eiaiijas de seda preias e de cures, exLte um
grande sortimenio de divercas largnras e barato largo a 19G00, 1--8C0 e 29500 0 metro.
""SSL h M-h tr, i a j ^- L MADAPOLAO A 39000.
SS. JH^fi8R2S?SST m? ras- df madap130 *
Facbas de gorgurao muilo lindas. 1 a 39000. Dito mglez a 49500, 59 ado
F.,rc arUliciaes. A Predflecta prtma em con- 5^500, 69000, 79000 e 89000 a pessa.
trvar semrjre um betlo e grande sortlmfento des- CORTINADOS PARA- JAWELLAS A 89000
as fla-w, nao so para enfeiea doBe^bellos, lambem pVa ornata do vestido *> noiva.. I ^tr?de'sf Par de cortinados bordados.
GaJoesdealgtulao, deUo de seda, brancos,pre- P8ra Jaine',flS. a 89 e 1090' 0 0 par.
:os e de djyersas core?. AEGOBAO A 49000.
Gravatas de eda para homem esenhoras. Vende-se necn<; <)p n1nrT3n % f./t
La^os to cafflbra^ e oV *m+mimm core* T#nnn P a|go13o, a 4*
para soanoHL ( ocuuw.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para CEROL'BAS A 19000.
Dil,ya- __ I Vende-se ceroulas de algedao, a 1900X
pJ^Jffie!Ef.i^miXS-,taS ,dsfiUMdebramante IB*****
bom. uma.
Pentes de tartaruga e marfioi para alisar os eat- CA3HSAS BRANCAS A 29000.
I ellos ; teem tambem para tirar caspas. | Vende-se camisas brancas finas, a 29,
Port bouqaer. Um Belto-sottimento" de madre- 295C0, 39 e 4000
! erola, marfim, Osso e dourados por barato preco.
Per^amaria* Neste awigo. esta a PrediJeela bem. BRIN6 DE CORES A 400 RS.
Lanl&fmelnorTs !ZTdolZ^S^ ^e-se brin.de cores para calc*, a 400,
"abrieantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica, e 50e rs" covadn.
300, 320 e 3G0 rs. 0 covado
CHITAS LA'RGAS A 800 RS.
Vende-se chitas largas para vestidos, a
240,'320 e 3C0 rs. 0 covado.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se braniartte com 10 palmos de
LEHCQS BRIXCOS A ^"'OO'.
Vnule-so lenjpS brancos (i- os; / S^OOO,
29500 e 3r a .turn, eftfos de lluho, a 49,
59 e 09000 a durfe
" CROCUS* KlR^'tTADfTrfS^A JS00:
Vende-se pannos de croch'6'para r:-. a 19o00 Caila uin, colVlias.de di 0 para
noivas.
.^!An.\roi..\.o I-RANCEZ A 7C00O.
Vcnde-Sd rjegas de madaptrlah frjncez
inuit. fiho, a 79, 89f'6'tO9l-0O'.
BRIM I'AltW) A 400 US. 0 COVADO.
Vende se brim pardo para calcas, a 400
rs. 0 covado.
CORTES DE CASEMIRA-BB-50W.
Vf-n-ie-se corU-s" de -cjrserrtira de cores para
cal^s, a 5r, 59500 e G9000.
GROSDE.NAl'LE PTtETO.
Vende-se grosdenap'e preto com- 4' 1/3
palmos de largura, a 59 o covado.
ESGDIAO FTNO A 290O0.
Vende se e"squiao fino de finho, a 29,
29500, 30 e 49o metro.
CHITAS PA HA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 c 400
rs. 0 covado.
BRIM BRANCOA irOOO.
' *altojrygf!toco r* f'A*f|
1 n 1 f)|*'*
Cordeiro S!ttrS'&f 1 esta uma das casas que hoje podecompri-
ai.zia olTerecer aos sens fregueies um varntdissi-
i*"sertfmente cl#/dzen*as finas para prande toi-
das*es, e por flre^eg, vaalajygoe, Oa*- quaes faa um
liejuenoresumo.
nandaw fcrtridas as casas dbs pretendentes,
para 0 que torn pessoal necessario, e do afflostras
wediantepaaaor.
(Jortes de seda de liu4a- cOres.
Gipdeijaples de todas as cores.
Gdrgnrao branco; liter, de Hstras, preto, etc.
SelJmMafBOj pnioee>e% .
Grosdenaples preto.
\ tliodu pxelo-.
(ranadine de seda, preta e.de cores.
I opelhras de ImdbV paoVaee-.
Kilo de seda, branco e preto.
i'.iGas batquinas- d*. se.la.
(^sacos de merino de cores, la, etc
Itantas brasileiras.
Coi tes com camttraia branca com lindos borda-
Eual.det Marion, k |,
< nnfrnnlr re de Hniiin An-
tonio.
voMH>n SO por cento meats jae em oatrn
qualqaer pnrte.
A saber :
Vende se um bora sobrado em uma dae me-
Ihores- raas dena eidade: a frffar na Hi* do
Marqoez de Herval n. 29, uverna, ou na rt*-da
Imperaiiii n. 10, laverna.

Farinha de mandioca no^a.
Recenteraente chegada de Santa Catharina lira
para vender no trapiche Companhfa, e para tdtar
"--j" n" seo escrlptorio a rba do Commercio n. t(, Joa
' Ja^m ^ to>tt*f de mdfo' P*'0 barat0 Pre" (Ju,m Jose Goncalves Beltrao* Pilho. Advertiid.-
"Tvf *.* e ~r aos compradores que (iesejaDdo acabar, veqdein
-,-Ji? /v^'limpr^ de 8UPer'or qualidade, por raais barato d6 quo em qualquer outra parte, tan
^S?'..-2000 e 6i5i00- I0 em grandes como em pequenas porcfles.
Argoilan rrrarca T, larjfo, superior qualidade, a ia^h.^n a i.a l, --------~an=r~
GraaOe sor.imento de- liiinha. degostos inteira- '^MTtlb'^nSS^'rSn B^m'AmR
me-nte escossese-s ptlos pr^cofl de 2.00, 210, 2C0 e Da ru* fl0 "qne dc Gaxias '
MO n. ; s6se vendo poder se ha acreditar. Foo'an flp fprrn
Baptiwas, lisae e com flores, faienda que sem-. &""
poo eustoo 400 e 800 re:, esumos vendendo pelo
preco de 320 rs, para acabar.
19,
jiial
59 e
.ondray, Gosnel e Ifimet ; so indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por coramodb
preco.
Sapatinhos de la e de setlm bordados .para bap-
'.isados.
Tapetee, Receheu a Predilecta am bomlo sorti-
raento ie diveraos tamanhos, tantb para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de melhox
gosto e os mais raodtrc**? recebeo s Predilecu
de or an. to prO"o( pam.tie.ar ao alcance
'iualquer bols&
. Rua do Cabuga n. I
Bala( rfwas # feis. a Ultra
&()0o-gig*
Mararrao a 320 a libra.
Talhartraa.320-a.ditk
Aletriaa 320 a dita.
E todos os mais generos se vendem mais ba-
ral s do qneem outra parte, no patetf da Ri-
I'eira n. fi'_> A. jnnta a botica.________
Fazendas e roupas muito ba-
ratas
Na ioja de J. Porto, a rua Xova n. li, troca-se
per cobre ou mesmo por sediiui?, boas fazendas e
roupas feitas sera se olhar a lucro, someute para
~e vender muito.
Camisas de cretone
as mais modernas que tem vindo ao maucadn, sen-
do lisas e com listrap, e que se vende a 40^000 a
duzia e a 3*500 cada uma ; e pechracha.
Hollanda
Srim pardo liso.o que ha de mais fino, 30m um
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. 0 cova-
do, fazenda propria do paiz por ser Hnbo prjro,
applirada para costumes de homens e di9 meninos :
so na rua do Crespo d. 20, Ioja das Ires- portas, de.
o'di.'herme tS; G., junto a loja daesquiDa.
Sabao a 20O rs. o kilo
No armazem do fumo, a rua do Amorim n. 4(1,
de Jose Domingues db Carmo e Silva.
CHA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a 800 rs.r cbalesde
merin6 de cores, a 29, 39, 49 e 59C00.
CALCMAS DE CORES A 2900o!
Vende-se colchas de cores para cama, a
29, 39500 e '.3000.
GHITAS- DE CORES A 360 RS.
Vende-secbitas finas de cores, a 360 e 400
rs. 0 covado.
AEPACAS DE CORES A 300 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e BOO rs. 0 covado.
TAPETES A 49500.
Vende-se tapetes para salas, de diversos
tamanhos, a 49500, 59, 69 e 83000 cada
um.
Vende-se brim branco de lmbo,
13280, T360O e 23o metro.
BRETA3MA DE ETNHO A C40 RS.
Vende-se bretanba de.linho, a Gi'ff rs. a
vara.
FEA.NEEI.A.DE CORES A.800 RS.
, Vende-se flantlla de1 cores, a 800 rs. a
covado.
COBERTORES- DE AEGODAO A 19400.
Vende-se cobertores do pel lo a 19400.
Cobertas de'cfiitd a 1380'0,'e'28i ditas eni
crna ias, forradas^ a 49^ no Bazar Nacion
rua da Imperatriz u. 72*
CORTES DE CASSA A 39000:
Vende-se cortes de cassa aiudas' a SUl
cada um.
GRAVATAS PARA SENHORA A 19000.
Vende se gravatas pSTn' senhora*, a 19
ditas para homens 8 5H'0 rsi
ALGODAO ENFESTADO A 19P00.'
Vende se algodao enfestadoip*ra-len56esj
a 1^000 a vara.
GRANDE SORTr.MENTO DE ROt'PAFEiTA
NACIONAL.
Vende se palitfi'.s de panno pfot'">, a59, 79;
S3 e 10,5000.
Vende-se palittits de alpaca preta, a 39;
39500 e 49000.
de- pannos a149,
a 3j5, 33500 e
Id,' 19300, 29 e?
a 2#, .29500,
Vende-se calcas pretas
6&, 73 e 83000.
Vende-se colletes preto?
49J00.
Vende-se ceroulas-, a
3,0OOi
ri-nde-se camisas- brsneas,
39^e 49000;
Vende-se' eomisR de-chif-s, a WOO-, 4$
e 3)000.
CHITAS I'RETAS A 320 RS..
Ventle-sc.chitas- pretas finaSj, a 320 e 360
rs. ocuvnrlo.
EAZINHA M 20O RS.
Venle-se laziuhas para v.sti.los, a 200,
I 320, .00 e 600 rs-. o covado. Ho Bazar
. Nacienak rua da ImperatTiz n* 72,.da Men-
!des GuimarSe9 Airmfios. "
Grande peclmrhii
Cliapeos de sol cabo dc marfim a
Cora seda tranjada e hastes de meia caha, na
loja d.i Rosa Branca, a rua da Imperatrit n. 36,
Vemde-se
a- ca a a#a pertenca *o finado iijnacie Jose d.
Laz, no pateo da Paz nos Afogaloa.: e dapedra
e al, ten. de frente dijas portas e dtw jannas,
quintal que passa alem da estrada do ferro e vai
ate" a mart, coarvinte e taivtos coqneiros e outras
arvores fryetiferan. e mais outras pequeaas easas
todas- de pedw. caJ,. snf/*iW d^Jrq du sitio e
caas em ura terre 0 ao lapo, ecnj frentfi para a
travessa da Mo tic fombiS. Vende se por prejo
commodo em vista *j- reodrmento qae pdd& dar
roda a prepmdafe : a tritar a rua do la perador
n. oi. 1" andar, das- iOfftofaa da maaa a* 3 da
ilagnolia-
l Na loja-da Magaolia, a rua Duque de Caxias n.
45, encontrara sempre 0 respeitavel publico um
complete) sortimentb de perfuraarias Unas, objectos
de phantasia, luvas de Jonvin, artigos de moda e
miudezas finaa, assim oomo modicidade nos pre-
fos, agrado e sineeridade.
Anneis eiectricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4i>,.aca-
ba de recebcr os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento.de
Meios aderecos-de tartaruga.
Meios- adereeos de madreperola. Metim
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda) covado I
e de muitas outras qualidades.
Botoes de ago
A Magnolia, a rua Duque d* Caxias n. 45, tem
para vender os rnodernos botoes de aco, proprios
para ves tides.
Go-linhas e puixhos
das mais modecnas que ha no mercado ; a-ellas-:
na Magnolia, a rua Dnque de Caxias a. 45.
Lea^os chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Casias n\ 45v re-
cebea uma pequena quantiuaiie de lencoa de seda
cbioezes, com liadissimos desenhos, fazenda.latei-
ramenie nova.
Leques
I Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
aartim, de osso, e de muitas outras qaajidafles:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias na-
mero 45'.
>6 o n. 20
KUA BO G&sm
i
Ricas capellas e manias para noivas.
, lliquissiaio. sortuaento de las com listras de
seda.
Cambraias de cores.
Ditas maripoias, Kranras, lizas e bordadas.
.Nauauques de. lindos padloes..
Baptisus, padroes deiicados.
Percal.T^ de quadros, pretos e Lrancos, Hstras,
etc., etc.
B'rlns de linho de cor, prooi<*. oara vesiidoei
com barra e listras.
iticos cortes de vestido de linlio. c eiun da
mesma cor, ultima modp
Bitos de-eabr})aia de-cfires.
Fusiao deiiinda9 cores.
S; ias bordadas para senboras.
Cj-raisas burJadas para seniwras, de linho e.al-
godao. '
Sortimento de lavas da-verdadeirr. fanrica de
Jon\1n, para homeos e senlwiaB;
Vestuarios para rfieoinus.
Dims para baptizado.
CtapCos para. dito.
Toaihas e guaruanapos adamascadosde linho de -
eor, para mesa.
txilchas de IJ.
''ininados bordados.
Graade sortimenio de camisas de linho, lizas e
bordadas, ptira fromens.
Meias de>c6res para^homeny, rr.eoinose meni-
aj.
1 Di:as escocezas.
1
tiompleUi sortimepte de chapeos de sol nara ho-
mens- e senhcrss:
Msrind'd* cores para vestiflt*.
Diio pretoy trancado e dito de verao.
'ilhado de linho e algodio para toai
^t'Mihado pardo.
Daraasco delj.
Brras detmHe-, brawo de'cores e preto.-
Seiimdeliadas cores.corailistxasi
Chaiea da merino de cor.es e pietos.
Dilos de casemjra.
Dilos de seda rueta e de cores.
Dilos de touquim.
Csniaavde ehita para, hiineos.
fiilas do flanella.
Ceroulas de linho e algodao.
PahrioS'ne croclieffraTa sofa, cadeinrs e conso-'
;. Lencos'brdBiosd*lahTrinO.
(iodrtias do cinciici.
Tarlatana de todas as corrs.
Bicos. oorles de vestidos dfe tarlatana bordados
para cflhes.
Espartiibos lisos, bordados.
HotJard de sctia, liddas cores;.
Meias da seda para, ienltoras. e ratniaas.
Itioas faclias de seda e>Ja para senhoras.
Rico fortfmento de leqoes de madreperolas a
dsso.
Dainasco de seda..
Casemira. preta e de ocireSi
Chitas, madapolao panno ftno rraelO e azul, col-
larinlos.punhos delinho e algodao,' gravatas, la-
V*s de ft) nhos, boitag d viageiB, peiius bordados para Do-
meas, iengos de linh branco e. de cores, toaihas,
guardanaoos. etc., etc
-------------L----------,
economico
Vende se nm chegado ha. poucos dias, tendo to
nalhas para lenha e earvao, forno para assar
Ditaa finas, padroes matisados, a 400 e 440 rs. depotito para agua quente e lugar para se guat-
6 cova^b. dar quente as comidas depois de feita*; estes fo-
Cretoae franeez, escaros e claros, os mars no- f3^ 'ornam-se recommendaveis porqne sao de
vos que tem viudo ao mercado, a 480 e 500 rs. 0' 'erro hatrdo, e fabricados com perfeicao e co?i-
covada. I nbam com raui diminuta lenha : na rua de Apn
Aprovcitem era quanto nSo se acabam.chapeos de; n- 20__________________^^^
sol de seda trancada (paragom) li hasteas, ingleres Pn-rtllrt nr ---------"
Buperiore*, pelo insignificant* preco de 8jS e 9/ ; c drcllO 110VO &
sempre vendemos pur 14*000. 1 "Hf *IU
Ditos para etnhora, de merino, a 3a e 3*500. MlIHO DeClUeilO
Ditos de seda, cabo de osso a 4*000, 6 pechin-' Da melhor qualidade no armazem de farinha
ft'. 1 de trigo de Tassn Irmao? C. na ora<-a do *<<
Ditus de alpaca de cores, forrados com seda, do Apolh.
e 0 cabo lingindo bengala, 0 raais moderao qne
ha, 1 1*500 e 2* I
Sortimenio dc chitas claras e escuras, boa fa-
zenda, para acabar, a 240 0 280 rs. 0 covado.
Pwpeliba.de linh e algodao, gostos inteiramente
novos e de cores bonilas a 800 rs. 0 covado,*sem
pre cu^lou 1 (400.
Camisas de cretone, francata9, modernas e su-
pericirjs a 3* e 3*500
MM brancas a 2* e 2J500.
Ditas de linho a 3*300 e 4*000.
Tuiihas de linho do Pirto a 7*500 e 8/000 a
duzia.
Pitas felpudas a 7*, 7*50J e 8*000.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
Barra,
Prcgulca,
e Patrici*.
A traur com seus proprietarios nesta eidade
e para informacoes,com Joaquim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma eidade da Mamamguaps
' ________ Tasso Frmitos 4V C
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa-
a a, rua do Amorim n. 33
bara1oocoomce*i!o0 ?**pe:o *** "iim; 1 panQO de algodao da Bahia,
Cambraias Victoria e transparente, Tazenda fina. ^ Vende de tolas as 1 "alidades Joao Rodrigues de
a 3*500. 3*800, 4*000 e 5* a peca. '. raria : na rua do Amorim n. 33.
Lencos de cambraia com barra de cor, a 1*, e
Mfenen a 2*.
Dhos de linho, aiiaahados a 3*600 e 3*800 a
duzia.
Grande sorlimento de brinsde cores, padroes n7T r^r- ---------;7^------.
proprios paia meninos de cscola a 440 e 500 rs.' 00 a.riia JJllOUe Cie OaXia'S II.
o-vnvado. I a t i 1
Botinas para senhora, preUs e de cores, por 4* 44. lOja Cia eSCIllina
tH^'nrp!-0, Prtermos 8rande q^tidade.se'Granadinasrussianas com palmas e listras de seda
taz e.ie preco. brancas e de cores, 0 covado *>
BramaD,t^ ll"h0' dAQa? larRaras- Pe'o barato Las escossezas, padroe* lindos
0 a vara, e somente para acabar. Metins trancados para.vestido de MM***
('oleiias de algudao aliiociioada, cada uma
Toaihas de algodao a:cochoadas
Lencos de cassa, prquenos, duzia
Ditos de dito braneos,-duzia
Ditos de liaho, abanbados, du2ii
Madapolaj, prca
Algodao, peea"
E outras muitas fazendas que so a vi-ta poiera.
aprcciai* 03 precos : isto so na loja de Franei-e
Guiraaraes A C, rua Duque de Caxias n. 44.
Muitas ontros artigos que deixamos de mencio-
nar para niio massar nossos treguezes; mas que
avista dellea. estao presentes.
DSose amostras.
S6 0 bnrateiro qner queimar
Para rival nao encontrar.
A' rua Priraeiro de Marco n, 1, antiga do Cres-
po, de Agostinlio Ferrcira da Silva Ceal & C.
5rt(l
280
o
3*00-)
50)
l*0t'i,
t*CC.
3*oCt=
3*030
4*000
Vende-.se ou arrenda-se, no estado em
que se acba, um-sttio na fregueaia dos Afo-
gados n. 18, chiSo proprio, com 349 palmos
d* frente e 658 de fundo ; os pretendentes
dirjam-se ao seu propriet.rio, na rua de
S Francisco, soLrado n. 10.
Grande pechineha.
Madapolao largo e lino com pequeno toque '
a .-aria a 5*OiOa peca, faaenda qne vale 7&.
algodao marca T, largo, a 4*30l> a peca.
Lazinhas escocezas a 240 rs. 0 covado, e para
acabar : na.rua do Crespo n. 25 A, loja da es-
quba. Cheguem anles que seacabem.
Ill
; Rua Duque de axi a.
Acaba de reccber um completo sorlimento de
muito lindas hotinas de dArraqne de- ceres para
senhora e as vende rrais- baratb-do.^ne om eutra
qnafquer rorte-
Gimento
DE
Qu'lUierme & t?i
CASSA-LA
Acaba de chagar esta fazenda com. bonitos pa
dr5es, e que se vende pelo diminuto preco de 2(X)
rs. 0 covado !'!'t
METIM
trancado, padrSes boaitos, a 320 rs.
Vende se na rua da Madre de Decs. n. 32, pelo
menor preco possivel 0 verdadeiro cimento Por-
tland, vindo pelo rrttimo vapor ingler, de carga.
Grande Ikjuidaeao______________________
A' rua Duque de Caxias es- Xf11^"'!6** c.asafl seSuil,tt^
rl ., Rua 24 do Maw (nfti'ora dos Ossos) ns. 2 e
qaina do beeco do Feixe
Frito n.. 44.
Dila do Fojjo n 2i
Dita do Padre Flwriano u. 33.
Becco da Boaiba n 5
Travessa do Padre Lobato n. & A.
Beeco do caes da cadeia nova ns. 3 e 5.
A tratar ni pateo do Canni n. 1.
Vcjain kslo
A silica '.;*iu do Pregui^a.
Coiarinhos de linho linos a 4* a duzia.
Camisas inglezas de linho fino a 2*500 uma.
Seroulas inglezas muito boas a 2*500
Granadine corn lislas a- palmas de soda* padroes I
Jindos a.SOQ i Chapeos de palha para homem a 1/500.
Toaihas de algodao alcocfcoadas para rosto a'**Ci(os bordados a qiirttro uata-
500 rs. | cas!f!
Lencos de cassa branco, duzia a Mfm. Sao de lino esguiao, forrados, e liod ts bordadas :
Ditos de dita com barra a l*O0tf e 1*200 na raa da imperatrlt n. 36, loja da Bosa Branca
(.ambawa;branca traspareQie ewpada a 3*, 4* -
e 3f000. |
Peitos de linho muito linos bordados a 1*000
cada um.
Metins de cores para^wstidos, de lindos padroes I
a 360 rs. o covado.
Chitas de cores a 240 rs. o covado.
Brim pardo para caleja a 360 rs. o covado.
Las de cores, alpacau pretas e de cores, mada-
polao e algodaozinho, tudo nor precos commodo?,
a ma Duque de Caxias n. 44, loja da esquina, de
Francisco Guimaraos & C.
Grande pechjacha de cami-
sas de" linho.
Vende se camisas inglezas, de fioho, pi'iito finas..
para homem, pelo baratisimo preco de 354080 a
duzia; quem duvidar verrba ver'e coroprar : aa
rue Duque de Caxias d. 88j loja de Demetfio
Bastos.
"
Attenqao.
uma preta, bonit^
Ihos muito.bonit
as, (foro
um mofeqw eora -4. ntts*, into
na rua-Duque d^ t^aaia e. 55.
com 32 aonos, t/es fi-
10, J8 e 3 anno?,'
po>' 1-500^000 :
A loja da> Magnolia, a. tua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber o? se,guinles artigos :
Manual de madreperola1, tartaruga e marfim.
Rices albun* cam caoa de madreperola, ch-
renv madeira, vehidokoqubo,eia
Undas caixas cam^aissinas perfaraarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Hieas caixas para cu.-mra.
Vestuarios para baptisado.
Tooeas e sapatinhos de setim.
Sodernos cnapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos porubM4Bets.
Gravadnhas de vellado, etc., etc
ORGA-NDTDE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, p?lo diminuto preco de20 r?. o ca-
vado111
LA5 ESCOCEZAS
Novo sortimenio desta fazenda, com bonitor-
padrSes, que se vende a 240 rs. o covadoII!
MIOM
Cretone claros e escuros, honitoe padroes, e fat-
zenda fina, pelo dimiauto preco de 400- rs. o co-
vado 111
LAS MODERNAS
Completo sorlimento de li do todas as- qnalida-
des, pelos- diminutog prejos de 460 ra.o covado,
e pechineha I I I
Cortes de casemira dj cores, a 5*C0&.
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e
4*000.
Cobertas de chila adamascada a 3i*50O.
Lencoes de bramante a 2*000.
Dites de algodao a 1*400.
Toatba? alcochoadlis, duzia, a'5*800
Lencos de cassa com barra a 1*00 duzia.
Ditos de cassa abanbados a 8*&t/0-adozia.
Ditos de esguiao abanhados, em caijLiahas mo-
dernas, duzja, a 3*500.
Cambria transparente fina a *000 a pee*.
CMteS'd'* tedas-as eco>.
Bramante de algodao
Vende se um moinho de vento, com.
duas bombas para.flnxaragoave qpa-
tro rodas novas e fortes, para carro
americano : a trrrtar na raa da Impe-
rador n-. 22, 1^ andar.
91
Riia iik BarfMi k Viietorla u. 22.
SB
Carneipt) Vkina.
A' bste grande estabelecimenio bna che-
>ga4o um bom sor'.imento de macbiiiaa para
costura, de todos os auto res mais acredita-
-de-s ultimamentena Euro pa, cujas maahinas
sao gnrantidas por im anno, e tendo um
perfeito artista para ensut&r as mesmas, em
qrralquer parte desta eidade, iomo bem as-
sim concerta-las pelo tempo, tarnfaem d'um
anno sem despeadio a4gmn do comprador.
Neste- estabeleeiauatto lambem ha pectencas
para as mesmas macbiHas ese-suppro qual-
qu-ar ]*qa qne seja necessario. Kstas ma-
chirjafc trafcalfcam com toda a. perfeicao de
um e dous pospontos, fraaae e boj-ila toda
quatqiier eoetura pet: no* que seja, seus
gara a 2^0 eMI aTvara W(*^ balhai amao -ieilOjJOflO^ 4QQQ0, 455000
mestica
Chapeos de, sol de seda, ca&o
Algodao marraT, largo, a 5*000 a pe^a.
Dito doraestico a- 3*000 a pe?.
Brim com listras, irlandez, proprio pirsrcaPPi-
sas, a 440-rs. o covado III-
MadapolSes trancezes de todas as qualtdajes dfe
5* a 8*500 a peca.
' .<^pec*ol'de-sedaeoT'fc3teaSj pato^li-
mmuto pWQOide 8#C00.
Caatisa*
:u
.. r;.a Pninciro de .Marco n
,*aa, todas fanadas,. fazenda de .
linho iuro,a 4T*000 a dozja,; e- pechineha, sp ae" ***^prpmveadav-omijti<:
UOUraOO ^O emque; f 'K'"~ *^'l**,>*****'>(>"*> ras fara salSTditas de b7lanco7dit$1.pr%
a.Wosa Branca vende lindos cfaape^.de ml paTa-!*''0i4r:*iiciaMM.dHtMMf Prjanca (altasl ditas nara pqrnlWnnatnM.
senhora, com os catos dourafa*,' *alcaab* M-: traa ?nXa. J^wsj, anas iy.cos*urej-
tas das hastets braneas, pete taratwhoo pre^o i
ralnzji.56, Lu,# .\ffivwlu.
j -''I^^anKurgiiazftSoa 2'8tt.9.( "'n"-n*H 3i;,",*T,i Peihaijomphl ieep>
,|4ro8dd|A'eMasatfej(j^dmiia1to niecQ.de 290j jX'Ai'Q A LQJL Ifil ESDnm '' ^*o *m cabrydtfpiettluoe dnarfimk
rs. o covado : so nA loja de Francisco. Guimaraes I -'^"m*'- ^ !*?,.' gM*o aicossaii BfldtOeaJaleirtMfcq'te r,sv covada : ^ na.'y de Francis
i^.toiuMMriieftdli'MaftilMrjiMO *** C'-rua D"qne o> Caxias n. 4i, hi
Bap: iinas, e de cues a 320, 400 e I V\ r\ t
i40; reisoeovado, i*9-<6' se 'vendo f kJrO'JI d JL
Guim,a/aes
" esrjnina.
Chapeos da no! da sWa, para homens, iaatezeg
(Daragooi e com 12 hastes, pel,. precodr* 8/j; Da,
;azenda esta que sempre enstou 14*. s6 oara ASSB.
acabaa,
.Na rua Primeiro de Mnrco n. I.
Loja do barateiro
Vendem1
Jos
r qualidade, vec
ijas Soares, a 1*213
am- Macao do
alqueiro.
Lindas Ms eseocezae.
a~iVende"-se na estrada de Joao de Banos *n.
25, duas carrocas com pipas para vender igua e
comtos bois.
De varios padro>s, a infeWamahte modernas, i
360 rs. o covado: na roa Pttttefra de Marco
aatiga do Crtepo n. 43, loia fias columnas, de Apt
tonio Cerreia de Yasconcafios.
tender.
Uranias de leque,
Palmeiras imperiae?,
oqueiros,
Cyprestres horisontaes.
; Quem quizer fazer um poraar com diffcrentes
qualidades de frucios, ou arborisar algumas ruas,
ou plantar algum jardim, e so dirigir-se ao sitio
do Abrigo, em Olinda, onde achara o que quizer,
on deixar o pedido por escripto na loja da rua da
Cadeia-do Recife u. 53, indicando para onde quer
que mande-se, etc.
Sementes de hortaliqa.
Rua do Marquez de-Olinda. n. 53.
Cylindro
Para padaria, vendese um muito bom : r.a rua
do Amorim n. 33.
E
MEDIGIKA
u
rgencia.
Vende-se ou da-se. sociedade, entrando o socio
com poaco dinheiro, cm um estabeleciraento de
raolbados em uma das melbores localidadea da
freguezia de Santo Antonio,, tendo o dito estabe
leciroento capacidade para grosso e retalho, por
ser em esquina, tendo alem disso um grande pa-
teo para accommodao&ee da matutos : a tratar na
raa Direiia n. 21, armazem do Pescador.
6>&6$00Qk para trafcaJino ooaa o pe sao de
80*000, 90J000, 100JJ00O, ltO000
190WO*', 130T.a. 140jl*od.3W05000 e
250*000, emquanto aos autores nao ba al-
teracao de precos, e>|earDpideBeepoderaoi
visit*p*e-e*tabeleoiBt,. qun-iou+to de-
verao gojtar pola tamttodVde objeqtot que
oadei-
tWW-a^nlBeR, cMreMtotpl^ nao, condiei-
ros-'pit salft, jarroa, gaauda^oaaidas de
ararne. tampas para cobrir prates, eateiras.
tJnr. I
J!!^-&F? & ^ ^f<^W^.^k*tornpW^ditb.fc
loSSi* a rta',i0 frap,ehD- s- simples, objectos para -toilet*',* e-outoW-ntai-
Algodao aiul axaericaao,. tw4rtJgO**bWJ'fta*t defMRogradir ? todoa
Fio.de vela, qntf^lHifem 'AtegMfide estabeUoiqtento
Tudo J^Slitt0^ aS qaalidade?- tf**> J*'alHo do - Veftde-s-e-ira*eraa.^'M^
a dfrtgnezada i qnea a pretdsdarj dirrja-aela
i; e tanibem se1 da sociedade a qun :?,
'nhl'atf %*+ h*as d-noite*
^TOfe'^oBai^da Victotia n.
I Ml |
Cretone a' FrassUna
a 320 o covado
Na rua do Qoeimade- n. t% junto a loja da
Magnolia.
Cretonne a prussiana, de quadros, fazenda
propria para vestidos, padroes os mais rnodernos
que tem vindo ao rr.ercad6, pelo drraintrto preco
de 320 reiso covado, so na loja de Guerra fa
Ffrnandes.
Bsiiio so aoabando I...
I Dao.-se amoalfas.
Cambraia teaasparente a 3^
a peca
j Na, ma. do (Jufiiraji.d.a n. 43, junto a loja da
Magnolia.
Cambraias wanspareMes finas a 3* a pe^a
& aa loja de tfrMrna A Pernandes,
?to rifl3e'fraaci.a;-jii^ra( vaajeg}. A^morim
; &.C., g, tratar,. fta>,ia,da Cruz, n. 3.
Vende-se uma escrava q^e cozioha I
;e#'nWotffrX^reia\"rj8'- 35"ai^ __
a, que faftttda aaftywi: a traar^vaaAunaidBJiofiaaot HO.
a200rs. o eovadd
na roa do Qoeimado n. 43, defronteth pra-
cinha da IndependeBiia.
So e pechincte!!!
Lazinhas a escocesa, padi dos,
proprios para vestidos, pelo diminuto precede iw
xa-ocovado, so na loja de Guerra Feraandes.
ICtacf nem antf que se aeafeem.
DAO-SB AMOSTfiAS.
l'reparauo ;- t
Lanman & Kemd
para thiihei
toda a qualius '-.
dc doeni;as, q t
seja na gargenta,
peito ou boiv-s.
Expressairtenl--
escolhidodossm
lhoresfigauosdo*
qua.es se extras
o oleo no ban"
da Terra Nov.
purtlicadochimi-
calmente, e suar
valuaveispropri-
edadis conserva-
das com todo
cuidado.emto'"
ofrascosegarari-
teperfoitainei:
te puro,
Esto. oluo tea.
sido submettidc-
a um exame mui-
to severe, pel-:
chimico de raais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a center -'
MAIOR PORQAO D'lODWA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
sxaminado
IODINO E UMPODFR SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de nacalhao, e na-
qqfiUeinjo.qjiai.content a maior pcrcfio desta
mvajuavel propriedade, e o uttico raeio para
curar todas as doencas de
^RGAMA, P|IT0,BOFKS, HGADO,
Phtysiea, bronchistes, asthma, catharrho,
tosao, resriame.nlos#ietc.
Uns poucos frascoe da carries ao muito
macro que seja, claxea. a vista, e da" vigor
a toao a corpo. Nenbum outro artigo co-
Dheoid nutimento aosystema e.iucomjioodaodoquas
nada o _estoraa^o.
As pessoas cuja organisar;ao tem sido'ekv
truida pelas affecgoes das
ESCBOFULAS OU RHEUMATISMO
e t9das &5u,eli r^f1mMte desarra^ada, devem tomar
OWlO DrFmg DEBACALHAe
LANMAN dKEMP


8
Diark) de Pernambuoo Quinta. feira 9 de Abril de 1874=

VARIEDADE


NOVO SYSTEMA DE JANGADAS.-^A'
sociedade central de salvagao Je mufragos
domiciliada em Paris, apresentou o almi-
rante La It inciere Le Noury, um novo sys-
tema do jangada inslautauea, imengao do
Dr. J. A. Fontaine.
As grandos catastrophes narilimas teem
posto em e'ideneia a inopia dos meios de
salvagdo de qua os navios dispoera, qaando
cncalhaui em pedras ou soffrern. lima abor-
dagcm, succedendo irein a pique em menos
de^viut-j ini.nulos. esc.-ceaado o tempo para
arriar os tsea'.eres e pCr" e:n estado de
prestarera servigo. A confusao que eiii laes
momentos se estabelece a bordo no conves,
impede so nao paralysa as manobras da equi-
pagem, de forma que nos instantes de sn-
prema angusfia, quand; o ultimo eitre.mo
chega, ndo se encoutra outro recurso mais
que os fragments da mastreagao.
Houveji quern apresentasse a idea do>
navios levarem sempre jangadas forma las
de pegas de madeira ou cortiga ligadas por
meio de cor.Jas : mas <> volume que era pre-
ciso dar a essas jangadas, as toriiavam bem
pouco por ateis, e conseguiiiteTiente o pro-
jecto foi rejeitado.
Outras ideas Se lido aprjsentado, porem
todas ellas foram tendo sentence de iuipro-
ficuidade.
Agora apresenta-se o systema de Mr. Fon-
taine, que reuno jd muitos pareceres favora-
veis.
A jangada e bastantd vasta p.ira conter
todos os passageiros d'um paquete, quo re-
gulam por 400 a 600. Nao demanla n*-
uhuma mudanca na disposigdu interna dos
navios, e nao occupa lugar no couves. Para
pd-Ia a nado sdnentc sdo procisos dons ou
tres minutos ; e uraa voz em fluctua^do e
facilmento accessivel, porque lica presa d
horda do uavio ate ao ultimo momenta.
Eis como e descripta a famosa jangada.
Para que uma jaugada possa coner
400 pessoas, cumpre que teuha uma supar-
fioie de 80 metros quadrados ; isto e, 10
metros de comprimeoto por 8 de largo ; urn
volume de 5G metros, e que o seu peso na >
va alern de 28 toueladas. Tamanha super-
fine tornava-se impossivel aceommodar
dentro do navio. A este inconveniente ob-
viou o inventor recorrendo a um artificio.
Forma ello urn amplissimoc lchao de caout-
chouc, enrola-o sobre si mesmo, e o sus-
pende em ganchos acima da cinta do nr vio,
semelhantemente ao que se fazaosesealeres.
Mas-esse cokhdo do nada serviria se fdra
grande a demora para o encher de ar.
Isso se consegue havendo na casa da
niacbina e sempre sob pressao um rejipien-
te de ar comprimido, conteudo 3 roetros
cubicos a 15 atmospheras. A accuraulagdo
do ar se ebtem por meio da bomba de com-
pressao do navio. Esse reservatorio liga-se
com o clchdo, pjr um tubo cujo extremi-
dade vai eUrar n'um orificio conveuiente
mente preparado com rosca oannilha, onde
e fixado. A voz de commando : Janga-
da ao mar um trogo de doze homens se
langam a -s cabos que seguram o cokhdo, e
executant a manobra neoessana, parj o ar
ir alii penetrando ; e quando ji torn rece-
bido certa porcao o largani. A'jangada tern
duas bnrras de ferro longitud nalmente liga
das, para ihe dar rigeza. O ar vai affluiu-
do c em breve fica completameme cbeiu.
Seguem-se depois vanas manobras, ate que
a flucluacao e perfeita em toda a exteu-
sao.
A jangada-instantanea de Mr. Fontaine
demauda ainda por certo de aperfeigoamen-
tos, e na occasiao critica se Ihe hao de re-
eonhecer inconvenientes que ora nao lem-
bram ; todavii,. homens competenles jul-
gam a idea realisavele aproveitavel, se bem
que, sob todos os aspectos, nao possam
emittir um juizo seguro.
CATASTROPHE. Foi pelos ares uma
fabrica de dynamita em Milao, morrendo
seis raparigas que esUvam empregadas em
LUCBHU B3S3-IA
MEMORIAS DE SATANAZ
POR
I> Hauuel FernandezvCionzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
VI
OE COMO SE ENCONTRARAM EM FERRARA AL
GUNS DOS NOSSOS ANT1GOS CONIIECIDOS.
(Continuagdo do n. 93. )
Sabe, meu pai, que me parece um inys-
terio o que disseram ha pouco e que nao
pdde perceber ?
Ora, era uma historia de um cabello
|im tinba ficado preso a uma corda.
Um cabeilo castanho escuro ?
Nao, um cabello louro.
E isso e uma htstoria ?
E', pore"m ignoro-a, porque essa his-
i iiia reduz-se para man a um cabello em
uma coroa ou a uma corda em que ficou
um cabello.
Miiitia mai era loura ?
Era, porem, nunca usou corda.
Nao podo entao dizer-me mais nada ?
Nao, porque nada maissei.
Entao a que proposito fallou ba pou-
co com meu lio ^cerca d'essa cor6a e d'esse
ca!).llo?
A proposito de uma grande senhora
quo andava pelo muudo correndo aventu-
ras.
E como se chamava essa senhora ?
Nao sei, e se o soubesse ou antes se o
tivesse sabido...
Necessito profundar esse raysterio,
meu |iai.
!v)ue tens tu com isso ?
Ainda que nada tenha...
Pois pergunta-o a teutio, porque eu
n"w posso dizer-te mais nada.
Obrigou-s8 a guardar segredo 1
A melhor maneira de guardar um se-
gredo acerca de uma historia e ignorar essa
historia.
E iguora-a ?
. Completaraente ; so sei que ha ou
houve um cabello, uma coroa e uma grande
senhora que (A aos Santos Lugaras cam
prindo uma penitencia.
Essa grande senhora nSo eagra-du-
uqeza?
fazer cartucbos e formar pacotes.
Os cadaveres das infelizes foram eocon-
tradoi em fragment >s, aqui e alii, d distan-
cia de 40 e 70 metros.
AFABRICACAO DE PIANOS.Na opi-
aiio de um jornal francez a fabrica^&o de
pianos em Paris, a contar de 1777 toinou
o passo a AUemanha e i Inglaterra, de for-
ma que nenhum paiz e capaz dese aranta-
jar uaquelle ramo de in Austria.
Foi no dito aano que un artista de ge-
nio, oriunlo deStrasburgo, Sebastifta Er.trd,
foi estabelecer-se na capital da Franga, tra-
balhando no fab:ico de instruments musi-
cos, o priucipalmeute pianos.
Este facto produzio uma revolugad no
I mundo musical de Paris ; do que se pdde
ajuizar por uma hist >ria que se conta.
A rail i ha M iria Antoniet a sou be a que um
fabric auto Jo instrumciitoa pouco conhecido
tinha execulado para madanle de Villeroy,
cujo pilacio era situado na rua do Bae, um
forte piano de> muif i estimacao : esse artista
era SebastiAo Erard ; o qual tendo nascido
em 1752, contava entao 28 anuos.
Foi chamado a Versailles j e Ihe encom-
mendaram um piano para a rainha.
Tinha Erard a siia olficina estabdecida
no faubourg Saint Germain, rua de Bour-
bon, h'>je rua do Lille.
Fmquantoelle executava aquelletrabalho,
recebiju a visita de graudes tiguroos e de
Jamas de alt 1 jerarchia. que tomavam in-
leresse pela coiistruc<;ao do inslrumento
lestinado a Mai it Anton ietta.
Foi aquelle o primeiro lorte-piano-orgao,
quo se fabricou com dous teclados, um para
o piano propriamente dito e outro para o
orgao.
O artista ideara para este instrumento um
modo de acompanhamento que correspon-
deu perfeitamente ao que delle esperava
obter seu autor ; e isso lbe valeu uraa gran-
le reputagao.
Man/. Antouietta possuia uma voz pouco
extensi, mas os fragmeutus de operas que
cantava eram sempre escriptos muito altos,
o que como era uatural a contrariava mui-
to. Sah -ndo isto Erard, fabricou o teclado
Jo instrumento de maneira a tornal o rao-
vel.
Por meio de uma chave, fazia-se subir
ou descer de torn, conformo se queria ; e
quem acompanbava o canto transportava des
te modo a musica sem difliculdade, segundo
ora da vontade da ran,ha.
O piano foi originariamente denomlnado
/orte-piano ; depois succederam-lhe os cra-
vos e as espiuetas, instrumentos ingratissi-
mos, que datavam, segundo parece, do se-
culo dezeseis.
O forte-piano foi pela primeira vez, fabri-
cado na AUemanha em 1750, por Schroeier
e Silbermann.
Antes disso, alguns ensaios so baviam fei-
to na Italia e na Franga, porem sera resul-
tado.
Em 1715, um tal Lepire, fabricou um
importantissimo piano, o qual foi comprado
pelo pai de BeaumerchaU.
Aci'tovellavam-se nas Silas para ouvirem
o bovo instrumento, que tao defeituoso era,
que Ihe chamavara o sabot de Beauinar-
chais.
A Franga que se conservara tributaria da
AUemanha e da Inglaterra para adquirir
estes instrumentos, conseguio a sua alforria
oos fins do seculo dezesete.
Erard, Pfeiffer, Petzol. Playel, Montal,
Bosselot eoutros augmentaruiu, modifica-
ram, aperfeigoaram o piano a tal ponto,
que a fabricagad franceza tomoa uraa posi-
gao muito superior.
A DOM D.I OKI I || \
('.ONTO CARNAVAI.ESCO
POR
PEDRO IVO
I
Estava eu, havera quinze dias, dando
uma busca no meu limbo..,.
Perdao !.... Nao me lembrava que nin-
guem e* obrigado aadivinhar o quee" o meu
limbo.
E' uma enorme gaveta, onde, ha talvez
dezannos, tenho por costume guardar quan-
ta pa pel me parece ter, na occasiao, tal ou
qual iropdrtancia.
De t-mp.s d tempos, quando sou obriga-
do a abrir a gaveta, prometto d :nim mes-
mo pdr aquella papelada em ordem ; mas
ainda ate" noje nao consegui curaprir a pro-
messa.
li, por mais de uma vex, tenho gasto a
miuha m da hora a apartar o que mo parece
digno de tigurar n'um auto da fe : mas as-
salta-me o desanimo e torco a encarcerar os
condemnados.
.Nao posso I.. Ja agora ... ou tudo d fo-
gueira ou...atnnista geral I
Estava ou, pois, como disse, procedendo
d uma busca, quando os raeus d .dos desdo-
braram um papel.
Era um telegramma de 1871 e dizia.
Achei a dona da orelha. Vein imme-
diatamonte IArthur,
Eu estou d'aqui a ouvir as conjecturas
dos le.tores...
E' erro do telegraphista. .
Ou um gracejo sem sabor.... diz
outro.
Nao, senhoresl.. NSo era erro e mui-
to- menus gracejo.
I > um telegramma exaclo, serio, que
tinha razao de sar de Arthur para mini. *
C .uSuas-'s que esta charada *> tinha coiv
ceito para nos dous, e, como nao sou egois-
ra, vou eplicar-lhes o texto absurdo do te-
legcamma.
Para isso-, porem, e preciso, qrae se revis-
tarn de paotencia, porque on sd sei contar
raethodicamente, e isso leva tempo.
A dona da orelha ...marmura o
leitor de novo-, com gesto incredulo-.
A dona da orelha, sim, senhor...
Foi isso o quo Arthur escreveu e eu- com-
prehendi perf Stamen te e sem tiesitacao.
Ora faga favor de ouvir:
Foi... Eu ndo- me lembro jd em que-tem-
po cahio o carnaval; mas- foi pelo carnaval
e 1871, que isto acouteceu.
Arthur formdi-se no anno anterior e-aca-
bava de chegar dte Lisbua, onde tivera a- fe-
Ueidade de ser approvado- n'um conewso
para delegado.
Hospeddra-se no> Aguia die ouro, onde
foi jautar com elle-, no dooningo gordo.
E' preciso dizer aos leitores-, que Arthur
era o rapaz, mais verdadeiramente rapaz,
que eu tenho conhecido.
Alegre comoo sol, franco e gastador como
se tivesse o erario inglez as ovdens, enthu-
siasta como uma menina romanesca, ousado
ate ser temerario, sedento de prazer e rico
de vida e juventudo tal era Arthur aos &-
armos.
Imaginem agora o que elle seria n'esse
domingodomingo gordo tdepois de um
bom jantar, e com a cabega mais ou me-
nos exaltada por nao sei ja quantos calices
de vinho do Porto e, pelo menos, garrafa e-
meia de Champagne I
Tu nlo bebes, homem \ dizia-me- A
cada instante.
E, acto conttouo, enchia novamente i
copo, para o esvasiar de um g-le.
Ndo bebo mais... nao bebo ..
respondia eu.c Vo la se to iaz mal!... Eh
cd jd tenho a minha conta...
E o caso era, que ja tinba mesmo mai
do que minha conta.
Ao passo que Arthur se intlamma va, des-
atanJo-au cm eloqueatissimoe iraprovisos so-
bre o modo porque comprehendeu a auste
ra missao do magistrado, sentia-me eu ir-
resistivelmente arrastado para o mais subli-
me mysticismo, e lamentava, que Arthur
ndo possuisse n'aquelle instante urai alma
capaz de compreheuder os thesouros de sen-
sibilidade e poesia, que o Champagne fizera
accuraular no raeu coragao.
O Champagne tem d'estes conlraste.
vam"os nds raascarar-nos, d F-.?ex-
clamoii repentinamente Arthur.
a Vamos I insistio elle. Deixa-
me enterrar, com todas as honras, a minha
mocidade 1... Sinto-me hoje um espirito in-
Queni
Quem o sabe ou raosino quem o pen-
sou ? Olha, Paulo, ajuda-me a deitar,
nuuca durum tao bem como quanio assis-
ts ao meu deit r ; parecei-te tanto com tua
mai a q em eu tanto araava. Era uma
sanla e deve estar no ceo rogando por
nds.
Paulo ajudou seu pai a deitar-se, beijou o
na fronte e shio dirigindo-se ao palacio
ducal onde devia passar a noite.
VII
0 QUE SE PASSOU EM CENTO ENTRE PAULO E
LUCRECIA.
Na dia seguinte, que estava lindissimo,
Paulo recebeu ordem de estar a cavallo e
armddo em frenle da escolta na praga d'ar-
raas do caslello ducal ds dez boras da ma-
nna.
Paulo tinha juntado alguma* plumas ri-
quissiraas ao penacho do capacete c com-
prara um lindissimo gibao, desde que soube
quedevia escoltarnao sd o grao-duque, mas
tambem a g^d-duqueza.
A's dez boras, tres magniGcas carrua-
gens, sendo uma d'ellas dourada, colloca-
ram-se junto da escadaria do vestibulo.
A's dez e meia ouvio-se 'o estrepitoso
tocar das trompas e dos tambores da guarda
da gra-duqueza queappareceu emfim no al-
to da escadaria, desceu e entrou para a
carruagem dourada.
Lucrecia vinha envolvida em um grande
manto roxo que Ihe occultava o ves'.uario e,
abrigando-lhe a cabega, porque fazta frio,
levava uma capa de velludo branco reca-
mado de ouro e perolas.
Vinha acompanhada por quatrb damas e
quatro gentis-homens.
Duas das damas eram ja de idade e esta-
vam envoltas em raantos negros.
As duas outras eram jovens e formosas e j
traziam mautos" brancos e capas de velludo
azul celeste recamadas de prata.
As damas entrarara para a carruagem que
seguia a da gra-duqueza e os gentis-homens
para a terceira.
Lucrecia recebeu com grande affabiti-
dade alguns memoriaes que Ihe entre-
S;aram quando subio para a carruagem, e
az um signal a Paulo para que se aproxi-'
mae.
O mancebo obedeced.
Aqui tem, cavalheiro, disse Lucrecia j
dando os memoriaes a Paulo, quando che-'
garmos a Cento suba aos meus aposentos e
entreguc-aa'os.
Emquatto fallava, l.ucroria Gx'ava um
olhar ardente em Paulo, que oau pdle dei-
xar de estremecer. |
Quando Paulo se. relirou para toraar o
seu lugar na frente da escolta, passou junto ,
da segunda carruagem e estremeceu nova-
mente.
Acabava de ver dous olhos negros formo-
sissimos que o miravam com intensidale.
Por minha alma I disse Paulo, as
princezas e as damas italiapas sao 'mais
temiveis do que as princezas e as damas
parisienses.
E partio a trote largo, porque as carrua*
gensjd tinham comegado a andar.
A escolta, composta de quarenta magni-
ficos homens d'armas, partio atraz de Paulo.
Quando iam a camiuho, Paulo mandou
a ura dos primeiros homens d'armas que se
adiantasse e emparelhasse o seu cavallo
com o d'elle.
Como se chama ? perguntou-lhe
Paulo.
Salvestro Monti, senhor capitao, res-
pondeu o homem d'armas.
Parece-me ser um soldado velho.
Estive na campanha de Na poles e na
de Toscana com o grao-duque.
E nunca foi senao soldado ?
Tenho sido de tudo, meu capitao, por
que nao encontrava que fazer, e nao navia
de me deixar morrer de fome ; porem ha
muitos annos que sirvo o serenissimo se
nhor grao-duque.
N'esse caso deve conhecer todas as
pessoas dacdrte?
Conheco toda a gente em Ferrara,
tanto os nobres como os plebeus, os ricos e
os pobres.
Responda entao ao que vou pergun-
tar-lbe.
Diga, meu capitao.
Qem 6 a senhora de olhos negros que
acompauha a serenissima gra-duqueza ?
Vao duas senhoras novas e duas ve-
lhas, as velhas julgo que ndo entram em
conta.
Nad.
Porem, meu capitao, as duas novas
teem ambas os olhos negros.
E' a qua esti do lado esquerdo.
Nao as vi na carruagem.
Tem os olhos muito grandes.
Ah 1 entio jd sei, porque a outra
tem-os mui pequenos. Essa senhora e mui-
to branca e tem o cabello tao preto que pa-
rece azul 1
Nio lbe vi senao os olhos, porqu* m
deslumbraram.
N'esse caso e a formosa das formosas,
depois, como sempre, da serenissima gri-
duqueza que, apezar dos seus cincoenta
annos, e a dama mais forraosa do mundo.
A gra-duqueza tem cincoenta annos I
apenas parece ter trinta I
D'onde se conelue que ha tnuUwrej
fernal, irresistivel I... Tenho a certeza de
arreb3tr as turbas \...
- Pois vamos li... disse eu...
E acerescentei mentalraente:
sabe!.
Talvez Id encontre a mulber dos meus
sonbos I... alma a finada pelos sons da mi-
nha\...
E Wo iyrico estava, que aeeitei por meu
este peo>ame to de Joaodo Lemos I
Sihimos.
O ar da noite pro luzio em nds, como o
vinho, effeito dilferente.
A mira levou-me, pelo menos, tres quar-
tos da poesia ; a Arthur, que, de chapeo na
mdo, olTerecia os opuloutos c.ibellos nog os
ao beijo da brisa, redobrou lbe, por assim
dizer, a alegria.
A elle tudo Ihe parecia natural e licito,
a ponto de abragar tres velhas cm cinco
minutos ; a mim tudo me mettia medo, e
entrei a rece;ar, que alguma palrulba nos
convidasse a ir dormir no Carmo.
Vestimo-nos n'uma loja da rua de Sauto
Antonio.
Para mim esc ilbi um domino escuro ;
Arthur, apezar de todos os raeus rogos
em coutrario, teimou em vestir-se demou-
ro.
Oav.i elle como razio, para preferir aqu>d
le vestido, ter o alf-inge do iu&el o punbo
em crwz.
Vtrd* que hei de eausar sensagS i ..
Um mouro bem mourov tem-se visto ; todo
o mun lo*o coubece.. I'm mouro-eonverti-
do... e mais rarol... Talvez que seja eu o
primeiro I
E ndo liouve meio de o- dissuadir 1
Sd os medosv que elle me- metteu com o
atfange 1
A' coda passo fazia parar ns transcuntes
bradando lbes ; Rende-te, Nazareno !...
Ezaz I... A hi sahia o alfange da bainba.
A' Feira de S-. Benlo, foi preciso, qiuasi
empregar a forga*
Qoerta ir baler 4 porta do coijvento.
Deua-rae ir l^,. bramia elleDeixd me
ver o-que sdo as freiras... quero dizer, 86
monjas dos nossos dias !... Detxa-me ver a
cara com que ell.is- recebem a visita do fi*-
Ibodo desertol...
A poder de muitos rogos, de muito Ihe
pedir, que se lembrasse de que rauita gente
me conhecia no Ponto, Arthur cedeu, raafr
disse-mo com sentida roagoa.
Cedo> mas... acredita, quejiraais te
perdoarei o impcdirs-me de saber se as-
monjas de hoje tao- dignas das raonjas do
Eurico /'
Pois perdoa-rae, Arthur 1 Tem pa-
cien cia 1
Nunoa 1..volveu elle em voz tra-
gica.
Dalli
doariaroubamos. um, levamo lo para a
hospedaria, coita-se-lhe quantum satis o
pescoco e... o mylho ha de cantar I
Tu estis doudo Igritei eu, agarran-
do-o quando elle ja ia saltar, a pes juntos
por ciraa dos espinbeiros.
ate as alturas-da feira lo Anjo, ca-
miuh.u socegado, e eu, que jd entao estava.
completaraente livre dos fumos do Cham-
pagne, dis:e- Ihe d medo :
AquiUo no palacio, afinal.... e uma
semsaboria. I. Vamos- nds erabora,. Ar-
thur ?..
O qsie? I.exclamou elle, tlesembai-
obando o alfange e brandindo-o como lou-
co-Erabora I.. Acabar ante, de princi-
piar ? 1 Fugir, quando nos chamara os sons
da walsa, os olhos das formosas, os ditos
das mascaras, quando se cstd vestido de
mouro e se tem na mao um alfange com o
punbo em cruz, como este ? I... Tu cstds
doudo I
Deixa-rae gozar, desgragado !prosc-
guio elleDf-ixa-mel Esta ea minha ul-
tima rapaziada I... o derradciro- suspiro da
minha mocidade e o ultimo canto do
cysne...
do de tornTu ja ouviste cantar o cysne ?
'Ora !... o que tu quizeresl... Quem
e que ouvio cantar o cysne ?... E' uma fic-
^ao poetica.
Sera I... concordou ArthurSerd...
mas, se tem sido um raytho, ha de hoje dei-
xar de o ser !...
Como ?... pcrguntei eu.
Ouve!... Saltaraos alii dentro prose-
guio elle, apontando para o jardim da Cor-
que nunca se fazera velhas.
E quantos anuos tem a senhora dos
olhos negros ?
Dezesete ou dezoito, idade de ouro,
meu capitao, bocado de cardeal, comose
costuma dizer.
Camo se chama ella 1
Dona Branca Albini.
Deve ser de boa farailia.
E' iilha do Sr. Reinaldo Albini, mar-
quez de Otranto.
Filha unica ?
Teve dous irmaos que raorrerara no
Milanez pelejando, como boos cavalleiros,
junto do grdo-duque.
Quem a corteja ?
Nao se sabe.
Vive no palacio 1
Ndo senhor, babita em casa de seu
pai na rua de Sant'Angelo.
Bem ; obrigado, Salvestro, volte para
a escolta, o, quando chegarmos a Cento,
procure-me, por pie tenho uma com missao
de que p encarregar.
Salvestro volveu a occupar o sou posto
na frente da escolta.
A comitiva chegou a Cento h)ra e meia
depois de tersahido de Ferrara.
Durante aquelle espago de tempo a cabe-
ga de Paulo tornou-se em ura verdadeiro
cahos.
Tres multures Ihe occupavam a mente :
Leonor que era o pensa lento fixo de Pau-
lo, a gra-duqueza. e a senhora dos olhos
negros.
Acabavam de chegar, atravessando bel-
lissimos jardins, a um palacio de marmore
branco, da mais pura Renascenga, e as car-
ruagens pararam e:n frente do portico.
Lucrecia entrou para o palacio acompa-
nhada pelas damas.
Paulo mandou apeiar a escilta, entrou
com ella no pateo e comegou a passeiar por
baixo das galerias.
O seu lu^ar nao e aqui, senhor cava-
lheiro, disse-lhe um dos servidores, como
capitao da escolta de sua alteza pertence-lhe
estar na ante-camara.
Paulo subio seguindo o servidor da grd-
duquezaque o introduzio era uma magni-
fica ante-camara.
Ao.chegsr d portaK porem, retrocedeu.
NiJknt ^tava a senhora dos
uIii\d^K5f;pore\n ndo estava sd, acompa-
nhava-a oiitri senhora tao nova como ella,
ccirn os olhos tambem pretos, morena o que
parecia formo-issiraa se nao fdra a c^mpa-
ulieira, e daas outras senhoras ji de certa
idade que pareciam ayas das damas. Do
outro lado da ante camara estavam tres dos
geutis-homens que linham acompanhado a
poHrao
mancha prazeres I
O'Arthur 1... Olha que me compro-
mettes I... Que bao de dizer de mim, se
vou preso por uxa cousa destas? I.
Qual preso, nem meio preso I... Lar-
ga-.ne I... See's meu amigo... larga-me !. .
Lembra-te, que jd me ndo deixaste aferir o
caracter das monjas I... Ora vd !... Que
te custa isto I... De xa-me raptar o my-
tho!,.. Lembra-te da gloria f.. Sermos
os dous unicos homens, quj sa poseam ga-
bar de ter ouvido o ultimo canto do cys-
ue I... Ora vi I... Deixa-me I...
Depois de rija contenda, consegui que
elle deixasse o r.rpto para quando volUBse-
raos- do palacio, sob pretexto de que a essa
bora andaria menos gente, que uos podes-
90 estoTvar.
Cbegamos por fim ao palacio. O extenso
saldo apresentava o aspecto de urn immenso
oceano em eLuligao, sob os fogos do gaz.
Ao principio, Arthur perturbou-se; pou-
co tardou que recuperasse o enthusi-
asmo.
Deix-a acabar esta-contradansay que
vou f.tzeracjui o diabo !.,. disse-me elle
aoouvido.
S6 pndente I. marmurei era- voz
sabmisia e supplicanter
Nao tem duvida !...respondeu
ArthurTu esfcds tdo bebado-1...observou
elle, dando uma gargalhada.
Eucolhi os hombros e segoi-o com a mor-
te na alma, dizendo mentalmente : a Isto
acabft por basta pancadaria f
Nisi;, porem, metteram-se- de permeio
differeotes grupos-, e nao tornei a avislar
Arthur.
Andava eu a procura-lo ancioso, quaudo-
Ihe ouvi a voz de Stentor, acompanhada
por um cdro de gargalhadas.
Olhek-
De pe-sobre o tablado da espago reserva^
do a quem diva cinco tostdes,.o meu ami-
go orava gesticulando, dirigindo-se a diffe-
rentes mascaras:
a Donairosa Blhi da montanha Suis-
sa !... Genlil manola dos jardins de Ca-
dix 1... M'azorro indigena da jumental Ga-
liza I... Pretencioso cagador do Tyrol 1....
Arlequim^ raeu amigo
E vde, homens serios, que ndo trazeis-j
mascara, e que, por isso mesmo, sois os
unicos mascarados, os-unicos de entre nds,.
que ndo sois-naturaes-,. que resistis-ao attrac-
tive do prazer!
Sabei.vds todos-1 que a minha alma
exulta, ao ver vos reunidos aqai I
Aqui nSo ha diverg/ncias de crenga e|
de opinides-1
Aqui, ua Meca- do prazer, sio todos-
iguaes I
Ricos e pobres, hoje, tem todos t no
estomagoa orelheira e o saJpicao ; na- ca-
begao ealor da uva ; na almao dasejo
ardente da folia I
Povo&da- terra... em caricature t Que
Mais tres ou quatro discursos Ihe ouvi
ainda.
Passado muito tempo, fui encontra-lo as-
sentado a um canto, com a mascara na
mao, as f ces afogueadas e os oibos com a
imbecilidade propria da embriagoez, quan-
Larga-me!...dizia elle dehatendo sa, ^ 0 ^roar succede i exalUgao.
Larga-me I... Es um poHrfio I um des- Nsn-,n, ,,,!. ,! me
cada un> siga as usangas do- seu paiz, sem
offender o codigo policial I
Gd por mim, contento-rae com recla-
mar o pagamento do tributo das cem don-
zellas 1
Disse I
A'oto A<>tw ; Ouem ndo estiver entre
as 10 e as 11, que me akire a primeira pe-
dra!
Podera ir dansar 1 s
Quando o oraior chegou a este ponto,
tinha eu afinal conseguido penetrar ate so.
pe delle.
-- O' Arthur 1rogueiOlha, (jue
podera conhecor-to t Vemd'ahil...
Ja a mim me admirava nao te ou-
vir \...respondeu Qual conhecem r...
Tudo isto estd bebado a cabirl...
E, sol tan do se de mim, enliou por entre
o povo, acotovellando meio mundo.
grd-duqueza, porque o quarto era d que ti-
nba descido para dizer a Paulo jue o seu
lugar nao era no pateo.
A estada de todas aquellas pessoas na
ante camara queria dizer que a duqueza
estava sd nos seus aposentos.
0 gentil homem que acompanhara Paulo
entrou nos quartos de Lucrecia e sahio pou-
co depois, dizendo a Paulo :
Sua alteza espera-o com os memo-
riaes que trouxe de Ferrara.
As damas e os servidores olharam com
curiosidade para aquelle joven, porque bem
sabiam o que significava o te-lo chamado a
grd-duqueza para Ihe dar conta dos memo-
ri es que recebera.
Paulo entrou e o gentil-homem sahio dci-
xando-o sd com Lucrecia.
Esta fixou novamente em Paulo um
olhor ardente que o aturdio ainda mais.
A joven dos olhos negros enamorava-o.
Lucrecia iascinava-o.
Se Ihe tivesse dado a escolher uma sd
d'aquellas mulheres havia do ser Ihe difflcil
decidir-se.
Lucrecia tinha tirado o manto novo e
estava vestida de velludo preto decotado,
porque as modas tinham mudado muito,
todo golpeado e aberto, deixando ver uma
outra saia de brocado roxo ; em volta do
collo tinha uma renda de Flandres e sobre
o peito cahia-lhe um collar de perolas
enorraes que devia valer um thesouro. Em
volta do cabello deixava ver perolas e dia-
mantes enleiados no penteado & raoda de
Carlos V.
0 velludo de trajo era recamado de ouro.
Ndo trazia luvas, oaturalmente para os-
tentar a belleza das mdos, cujos dedos esta-
vam cheios de anneis e por cima dos pu-
nhos de renda tinha ricos braceletes.
Lucrecia com o olhar intenso, ardente,
envolveudo Paulo, aturdia-o e dominava-o
como id dissemos.
Naturalmente nunca esteve na cdrte,
disse Lucrecia sorrindo, parece um novigo.
No entanto, minha senhora, conhego
muito a cdrte de Versailles., respondeu
Paulo, que e uma grande cdrte como sabe.
Inquestionavelmente e uma cdrte
choia de enredos e de aventuras.
Meu pai 6 gentil-homem de Francis-
co I.
E q soub'ir porij-j. ) nao quiz ser ?
Para o ser da casa de vossa alteza.
Obrieada, respondeu Lucrecia. E
porque preferio a minha casa d de Valois?1
Franga e maier do que r'urrara.
Foi meu pat que me trouxe.
Nio sabe com que flm ?
Meu pai diz qu* a Italia a patria
Naquelle esta do, pouco me custon eon
vence-lo a que sahisaemos do Palaciev
II
0 andar vacillante, o mutismo absohi-
to, a obedieseia passive, tudo em Arthur
atraigoava o homem eilenuado de for-
gs.
Ainda assim, aO chegarmos i Cordoaria
bem receiei que se lembrasse de querer ou,
vir o ultimo canto do cysne e apressei in- '
voluntariamente o passo.
Era desnecessario; nem disso- se lembra-
va ji.
.begamos, final mente, d Aguia de
Ouro,
Arthur encostou-se i umbreira da porta.
> Sobe I disse-lne.
Espera ..respondeu elle, trrando o
turbanle.
Sobe t repeti, passados minntoe.
Espera mais um bcado... volveu
Arthur.
Para onde vai toda esta genteT..,
perguiitou eMe de repente.
Para *. Joao...
M'dl lita pakrvra I
Tambem'vou... Anda (Kahi..,
Ora !. deixa-tedisso !... Ndo va>!..
Vai-te deitar Itnstei, aterradsi
Tu tens-metratado toda a-noite, como
se oil-nao estivesse em mim IT...obser-
vou Arthur con* viaivel despeito*-
O que tu quizeres I... Sempre ten
ide'asK..atalheis, meio embaraeaflo.
Hntdo;.. deisa-te de conselhos. Se
que res vir, anda d'ahi... Se nao- queres,
boas noites ?... ou eu.
Eucelhi os hombros e seguio-e>i
Entramos era S>. Joao.
O theatro apresentava o aspeato se*rio,
grave, quasi funebre,. que o caracterisa nos
tres dias finaes do earnaval.
As senhoras com o& cabellos empoados,
os labios-entreabertos por um serriso, a
que os dentes-nunea se lembraram de cha-
mar indisereto, os eollos scintillantes de p---.-
drarias, diziam clarnraente :
Nd somos '> carnaval desta casa...
Aqui nao vein uinguam para dansar nem
para rir ;: todo o mundo vem para nos-ver,
e nds, couhecendo isso, retribuimes-a fine
za,. vindo aqui para nos rnostrarmes-!...
Arthur,.depois de-percorrer com-a vista-
todos os camarotes, disse-me soeegada-
mente t
<* Espera, qoe-volto ja...
Vou comtigo?:..perguntei amedo.
Para quS?.... Tu, decididamcate...
pensas que eu que...
: Ora I...atalbei Nem por sora-
Ihfm-Km
Entao, espera I...redaaguio Ar-
thur.
E sahio.
Nio- o-segui, porque tenho conbeoido que
e coniraproducente te-mar com umbomem
naquelle estado.
Alem disso, operiodo do dehrie tinha
passado.
Como Arthur, porem, nao aeabava ae
chegar, andando. sabia Deus por onde, ba-
vifi. mais de meia.hora, comecei a sentiiMne
desassocegado e dirigi-me para a porta, earn
o. 6m de o ir procuEar, quando grande al
voroco me fz-trguer os olhos para os- ea-
isaroles.
Foi uma scena rapida: duas- memnas
("louras, que-re retiravam precipitadameuu-
para o fundo de um camarote da teiceira
ordem, em. quanto que as faroilias, que cc-
cupavam as camarotes contiguos, seincli-
navam, para verem o que se pas. ava no
que lhes. ticava no meio.
Hade ser Arthur I... > pensei.
E, acotovellando meio mundo, sahi as
carreiras.
Nao me enganara.
(Contwiuarse-ha.)
das artes, da litteratura e das grandos.re-
cordagdos. A minha vinda a Ferrara. ndo
tem outro fim sendo o de completar a mi-
nha educagao.
Ah I estd a eduear I
Sim, minha senhora; apenas contu
vinte annos.
Pois julgava-o jd muito educado, re-
plicou Lucrecia oontinuando a olhar inten-
samente para Paulo.
Ndo vi nunca em Paris cousa alguma
digna de comparagdo com o que tenho ad
mirado em Ferrara, redarguio Paulo.
Entdo o que vio ?
Por toda a parte o bello.
Obrigado emmoma de Ferrrara.. Po-
rem agora me lembro, entreguei-lhe uns
memoriaes que me derara ao sahir do pa-
lacio.
Aqui estdo, respondeu Paulo tiran-
do-os debaixo do gibdo.
Quantos sdo ?
Cinco, respondeu Paulo cootando-os.
D3-me conta do que elles dizera.
Este e de uma viuva que diz ter per-
dido seu marldo e tres filhos nas guerras do
grdo-duque.
Immensos exercitos devia ter meu
muito amado esposo a julgar pelas viuvas
de homens mortos em seu servigo que se
nos apresentam todos os dias; porem ndo
importa ; visto que exerce junto a mim o
cargo de secretario, concedo tudo que se me
pede n'esses memoriaes, a menos que nao
seja alguma enormidade.
Nao, minha senhora, sdo simples
mente esmolas que pedem.... porem....
Oh I o que e isto 1 Isto nao e um memo -
rial e um escripto insolente.
De ci I exclamou Lucrecia precipita-
damente, porque temia quejfosse algum dos
terriveis pasquins que depois do seu casa-
mento com Allonso d'Este tinham circulado
de tempos em tempos.
0 papel dizia o seguinte :
Lembras-te Lucrecia de teu irrado Ce-
sar Borgia ? Mataste-o. Lembras-te de
Michelotto ? Micheletto jurou vinga-lo e co-
raega a cumprir o seu juramento ; estd jun-
to deti, deu-te este memorial e n*o po-
deate recoonece-lo. Acautela-te.
Lucrecia rasgou o papel com indifferenga
e disse a Pan lo :
Escreva i raargem de cada um d'esses
memoriaes : Concedido ; quat'o esoudos
de ouro. u
fConlinuar-se^ha)
tWfo,rO'ARIO, -P.UA RUQl'S PE CAXIaS



t


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