Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17614


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Full Text

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Al\i\0 L. MIMERO 76
PARA A CAPITAL B LUG.1BES O.HOfi ViO SE PAG 1 POBTE.
Por tres mezes adiauudos................. 69000
Por seis ditos idem. ..'..-............'> 125000
Por um anno idem................., 24#000
Cada nuraero avulso ... t \ 9330
SEGE1\DA FEM 6 DE JBR1L DE 1874
P7M
PA WA l>i;A I HO K FOHA M PROA 1AC1A.
Por tres mezes adiantados. ...... .
Por seis ditos idem..................
Por note ditos idem.................tOfMO
por am aaao idem................. ITyOOO
DIARIO DE PERNAM
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARM FILHOS.


ft Sri. Gerardo intonio AWes A Filhos, no Par*; Goncalves d Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jose de Oiiveira d Filho, no Ceari;
Pereira d'Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxeucio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jose Gomes,na
Antonio Ferreira de Aguiax, em Gojanna j Joao Antonio Machaeo, no Pilar das j
muo
Ida

!
i
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k.
io de Leiuus Braga, no Aracatj ; Joao Mria Julio Chaves, no Assd; Antonio Marque* da Silva, no 5aUl j Jose Juslute
Penha; Be'armino doa Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Cs**a Braga, em Saxareth;
; Aives d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Governo da Provincia.
Seocao 8.* I'alacio da presidencia de I'ernambuco.Recife, 14
de man/ode 1874. O prksiokntr da provincia, auionsado pel*
lei provincial n. 1053 de 6 de Junho de 1872, resolve expedir, para
o collegia dos orphaos, que se dcnomin.ira Colokia Agbi cola k
INDUSTRIAL CRPHANOLOuICA ISAKEL O segUmte
Hi.Gl 1. illfiOVIO :
PilIMEIRA PARTE.
CAP1TUL0 I
Do Instituto e seu Mm.
Art. 1.* 0 actual Cold gio dos orphans fica coavertido era um
Instituto agricola industrial e arti.-tico -com a deaominacao de
Coionia Industrial Agricota Isabel ~n sera estabeleeido na pro-
priedade do governo sita em Pitnenteiras
Art A* 0 fim principal do Institute e acolher os meninos des-
validos, e tubililal-os a ser cidadaos pacificos, nioralisados e uteis a
si e a sua palria, amestrando m qos mais proveitosos conhecimentos
de artes e industrial ; e princip.ilmente nos mellioramentos da "pe-
queua e grande Uvoura, pelo estulo theories e pratico dos instru-
mentos e process do plantio, colheita e manufacture dos productos
agricolas e da fertilisacao do solo.
Art. 3. Para preeucaer seu lim, tera o Iastituto vasto campo
" de terra variada, onde possa estabel-cer a residencia de seu pessoal
com as precisas aecommodacpes ; fuudar offlcinas com as devidas
proposes e observancia dos preceitos hyyienicos ; moniar appare
ihos e macniuas auxiliares da iudustria. das artes e da eultura do
terreno e exercer ate. em larga escala a agricultura da pequena e
grande lavoura.
CAPITULO it
Catkegoria dos colonos.
Art. 4. Os educandos do Instituto eom a denominacao deCo-
lonos de Isabel, serao divididos em duas classes -gratuitos e pen-
sionistas.
Art 5.' Serao recolhidos como colonos agricolas gratuitos :
g t.* 0* actaaes educandos do eollegio dos orphaos.
i. Os orphaos que nao. tiverem quern se incumba de sua
educacao
g 3.* Os filhos dos servidores do estado oa da provincia, cahidqi
em indigencia, oa qae estiverem mpO"Sibilitados, por onerosa lami-
lia, de dar a seas filhos zelada educacao.
g 4.* Oa filhos de nacion es a quem faltarem recursos para os
e'ducar.
g 5.* Os lillios de nacionaes que por neeligencia oa irregalari-
dade de vida nao cuidarem de sua educacao.
Art 6." Serao colonos agricolas pensionistas todos aquelles, que
procurarem a educacao do Instituto, sujeitandose ao pagamento de
uma pensao.
Art 7 Os expostos, que attingirem aos sete annos, e os meni-
ii. s de nove a doze annos de idade, qae tiverem boa conducta, e se
aenarera nas condicoes do 2.* do art. 5. serao conslrangi Jos a re-
colber-se ao Instituto.
g i." Os meninos incluidos nos 3.* e is do mesmo art. 5.*, e
tambem os incluidus no art. ti., so poderao ser alii admittidos a re-
quisi^ao de seas pais ou tutores em peti^ao enderecada ao director
do Instituto, ou a presidencia da provincia.
| 2.: Os comprehendidos no g 5.* do citado art.-5.#, so o serar.
a requerimento dos interessados, dirigido ua conformidade do g an-
tecedeBte.
Art 8. 0 pai ou tutor que pretender ler o seu filho ou tutelado
uo Instituto, como colono pensionista, sera obrigado a realisar o pa-
gamento adian'.ado da pensao correspondent a um trimestre, assim
como das demaisdespezis que elie tiver de fazer.
Art. 9.* Os juizes dos orphaos, por intermedio da presidencia,
farao recolher ao lnsiituto os meninos que, nos terinos de sua ju-
risdiccjio, estiverem nas coudi^Ses do g 2." do art. 5.", sendo de ida-
de de sete a doze annos.
Art 10. Para recebimento dos colonos agricolas gratuitos serao
aempre preferidos os quo se acharem nas condi^des do 2." do
art. 5.
CAP1TUL0 III
Educacao dos colonos.
Art. II. A educacao do Instituto sera religiosa e moral, liltera-
ria eacientifiea, artistica, industrial e agricola.
Art. 12. A educacao religiosa e moral constara do ensino ele-
menlar da religiao cainolica apostholica romana, e da moral.
Art. 13. A ins'truccao lilteraria e scientifica abrangera :
g 1. A instrui-';ao primaria, comprehendendo leitura e escripta
da lingua portugueza, grammatica portugueza, arilhmetica elemen-
nr e pratica de calculos em numeros inleiros, fraecoes trdinarias,.
decimaes, complexos e re^ras de tres e descuho linear.
| 2.* Algebra elementar ate equacao do segundo grao; geome-
tria e suas applicacoes as artes e principios geraes de mechanica.
g 3. Leitura e traduccao para -ior tuguez da lingua franceza ;
t nocoes de geographia e de histo do Brasil.
g 4.# Elemeutos de zoologia, botanica, physica e chimica, ha-
vendo uot^oes praticas.
Art. 14. A instruccao artistica constara da aprendizagem de
offlcios e artes liberaes e do ensino de musica vocal e instrumental.
Art. 13. A mslruccao industrial e agricola conslara dos conhe-
cimentos theoricos e praticos dos instruments agricolas, do planlio
e colheita dos productos agricolas, processos de sua transformacao
em substaucias utets e de ucil commercio ; melhoramento de terre-
nos e crea^ao de animaes domesticos necessarios a alimentagao ou
ao trabalho; e aperfei^oamento de suas especies.
Art. 16. A instruccao religiesa e moral sera confiada especial-
meute a um sacerdote, que exercera as func^oes de capellao do
Instituto, sendo auxiliado pelos exemplos e bons conselhos de todos
os empregados.
Art. 17. A instruccao lilteraria e scientifica sera exercida por
professores especiaes, incumbidos cada um das malerias de cada
paragraphs do art 12.
Art. 18. A instruccao artistica sera conQada a mestres peritos
em cada um dos offlcios, e nas aries que tiverem de.enslnar.
Art li>. 0 ensino industrial agricola sera dirigido por pessoa
devidamente habililada, tneorica e praticamente, no uso dos me
fhores instrumentos agricolas, empregados na Europa e nos Esta-
dos Cnidos, e nos trabalhos praticos de agricultura ; sendo anxilla-
da por praiicos na eultura do cafe, algodao, canna de^assacar, ce-
reaes, feciilas, fructas e oleoginosos de mais produccao no Brasu.'
Ilevem haver taatos praticos com a denominaQao dedecuriSes,
maaUi forem asdecadasda alumuos dedicados a agricultura.
Art 20. Os artigos deste capitulo, que tratam das malerias do
ensino, irao sendo executados a proporcao que o forem comportando
a? forcas do Instituto.
CAPITULO IV
Da administracao e ecohomia do Instituto.
Art 21. 0 presidente da provincia tera a superialendencia so-
bre todos os negocios da coionia e a Dscalisacao pessoal, ou por
meio de commissoes que para tal fim nomeara.
A fiacalisacao das conta* sera feita pela Santa Casa de Misen-
cordia no omeco, e no meio do anno unanceiro,
Art, 22. A administracao e economia do Instituto estarSo a
cargo de um director, am economo, um capellao, um mordomo, um
medieo, um secretario e um dos pnfessores do mesmo Instituto,
alera dos demais empregados que a etes servirao de auxiliares.
Art, 13. 0 director, o economo, o capellao, o medico e o secre-
tario poderao exercer conjunctamente o cargo de professor, se tive-
rem habilitacoes para is'b.
Art 24 0 director, o economo, o capellao e o mordomo serao
designados d'entre os religiosos misskraaiios apostolicos capuchi-
nhos pelo presidente da provincia, sobproposu do Rvd. padre pre-
feito da Penh i, e tera cida am a gratiflcaeao constante da ta-
bellaA. ..
0 medico, o secretario e todos os demais empregados do Insti-
tuto serao contratades pelo director com approvaQio da presi*
deacia.
capitlxo v
Do director.
Art 25. 0 director e o chere de Instituto, o principal reponsa-
\el perante Dens e o goveroo pela sua direcrao e administra(,'ao, e
com tal lbe compete :
g 1.* Dirigir o Institute e fazer-se obelecor por todos os empre-
gados e educandos delle em ludo que pertencer a educacao, a eco
nomia, a nioralidade e ao melhoramento do mesmo Instituto.
k j Communicar 99 directamente com o presidente da provin-
cia e com a Santa Casa de Misericordia para o qae for concernente
ao bem e ordem do eslabelecimento.
g 3." ueclarar a rescisao dos contractos feitos com os emprega-.
do* do instituto, quahdo a isso derem elles lugar; flcando aqnelle
acio dependente de approvafio do presidente da provincia.
g 4. Fiscaliw todos 09 contractos de vendase compras e outros
feitos pelo economo, os quaes so terio effeito depois de sua appro-
vacao.
8 5/ Impor penas correccionaes aos edacando9, e multas em
dias de salarios ji vencidos aos empregados subalternos, qoanao
negligentes e damnificadores dos bens e da propnedade do institu-
to, e desconto, qaando elles o mereccrem.
g 6* Prestar oota de sua gerencia, de seM em seis mezes, den-
tro do anno Unanceiro, a Santa Casa de Misericordia.
g 7. Determinar o melhoJo de eseripluracao .a sejuir se no
estabelecimento e os livros para ella precisos.
g 8.* Conferir, de conformidade eon o an. 41, diploma aos co-
lonos, o qua! sera assignado nao s6 pelj director, como tamben)
pelo inestre de campo on de offlcinas, em que o alumno boaver ob-
lido a graduacao de *ua habilitacao, polo'secretsrio qae o la-
vrara.
CAPITULO VI
Do economs.
Art. 26. 0 economo e o encarregado de velar sobre a execupao
das or Jens do director em tudo qae for relalivo a boa ordem, mora-
lidade, economia e sarvicos dasoffliinas, e a instraccio lilteraria e
scientifica.
Art 27. Ao economo incumbe :
| !. Communicar ao director toda e qnalqaer occurrencia con-
traria a ordem, moralidade e interesses do Iastituto, para qae possa
die appiicar a pena que no caso couber.
g 2.* Tar sob sua guarJa os cofres do Instituto, os quaes terao
trei chaves de ala/aucas distinctas, estando uma era seu poder, ou-
tra no do director e outra no do secretario.
g 3 ler sob sua exclusiva respou9abilidade ate a quantia de
quatrocentos mil reis para ir occorrendo as despcxas middas.
g 4.* Contractar a compra dos ohjectos precisos para o Institu-
to, e a venda dos productos.
g 5 Pazer a despeza diaria do estabelecimento.
I 6.* Fazer a escripturacao da receita e despeza do (astitato.
g 7.' Substituir o director em seas impedimentos.
CAPITULO VII
Do capellao.
Art. 28. 0 capellao e encarregado do ensino religioso e moral ;
portanto Hie compete :
1.* Ser para os edacaodos am exemplo de bons costumes e
gravidade, impondo-lhes assim o maior respeito e acatamento.
g 2.* Dar-lhes nos domingos edias santos, depois da missa,
que devera celebrar, explicacdes da moral evangelic* e doutrina
chnsti nos seas ponlos mais sublimes, aeommodanlo as a eapacida-
de dos meninos, e inspirando a estes todo o horror ao vicio e amor
a Oeus e an proximo, e ao trabalho.
g 3.* ConJuzir todos os dias ao amanhecer e a noite, nas boras
prescripts, os educandos a capella, afira de fazer em coramum uma
breve oracio a Deus, agradecendo-lhe a proteccao que reeebem de
sua divina bondade.
g 4.* Fazer com que os educandos campram pelo menos uma
vez cada anno os deveres de christio.
g 5.* Cdlebrar nos domingos, quando os educanJos se acharem
babilitados, missa cantada, e fazer por essa mesma occasiao todos os
exercicios religiosos, solemnisados com musica execuUd* pelos 1-
legiaes sob a direcgao do respectivo professor, qae nisso deve empe-
nhar parte de sea zelo.
g 6.* Promoter a solemnisacao do dia de Santa Isabel, padroei-
ra do Instituto, de acordo com o director, qae devera empregar toda
a diligencia para que reine nessa festa tod > o brilhaotismo corapati-
vel com as forcas do mesmo Instituto.
Art. tJ. 0 capellao substituira o economo em sous impedi-
mentos.
CAPITULO v II
Do mordtmo.
Art. 30. 0 mordomo e o guarda de todos os bens noveis do es-
tabelecimento ; pelo qae Ihe compete : >
g 1' A escripturacao dj inventario de todos os bens do estabe-
lecimento.
g 2. A escripturacao dos bens sahidos para as diversas offlci-
nas e departamentos do Instituto.
g 3." A escripturacao de lodas as entradas de objectos oompra,-
dos, ou produzi los pelo estabelecimento.
. g 4.* A escripturacao da sahida dos materiaes expedidos ao .
consumo.
g 5.* A escripturagao da baixa dos objectos considerados pelo
conselho economico como inutilisados.
CAPITULO IX
Do medico.
Art 31. 0 medico sera ineumbido do tratamenlo de todos os
educandos e empregados do estabelecimento, e da preparacio dos
medicaraentos, de que tiver de usar ; teudo sob sua guarda a botica,
e em muita seguranca os agentes toxicos.
Como tal Ihe compete :
g 1." Fazer observar nas enfermarias o devido asscio e preceitos
bygienicos.
g 2." Faier executar regnlarmente as suas prescripcoes e as
dietas dos ehfermos.
| 3-.* Evitar a propagaclo das molestias contagiosas.
g 4.* Pedir providencias ao director, quando suis ordens ou
prescripcoes nao forem observadas pelo enfermeiro.
g o. Reclamar ao director as niedidas convenientes a saude
dos educandos.
6." Eazer um relatorio annual sobre o estado sauitario da co-
ionia, durante o anno findo, remettendoo por intermedio do director
ao presidente da provincia.
CAPITULO x
Do secretario.
Art. 32. 0 secretario sera ineumbido de toda a escripturacao do
expediente do Instituto, do registro dos contracto9, das inscnpc3es
dos educandos e de todas as importantes occurrencias, qae se derem
a respeito delles; alem do que Ihe compete :
I 1. Lavrar as actas do conselho economico.
S 2. Servir de escrivio nos processos disciplinares.
I 3.- Ter sob sua guarda o archivo do Instituto e bibliotheca.
CAPITULO XI
Do conselho economico.
Art. 33. 0 conselho economico sera constituido pelo director,
economo, capellao, mordomo, medico e um dos professores do Insti-
tuto ; cabendo a presidencia do conselho ao director, qae tera o
voto de qualidade.
. Art. 34. Ao conselho economico cumpre :
g l. Dar balanco no armazem a cargo do economo, e verificar
o seu estado de tres em tres mezes no correr do anno financeiro.
g 2 Dar seu parecer sobre as importantes occurrencias, que se
derem no estabelecimento, para serem tomadas as medidas urgen-
tes ; e informar ao governo daquellas, cujas providencias poderem
ser demoradas.
3. Dar parecer sobre qualquer assurapto relalivo ao Institu-
te, quando o governo o pedir.
CAPITULO XII
Da disciplma e tirocinio dos educandos.
Art. 35 A instruccao religiosa e moral, a lilteraria e scientifica
e a agricola, serao obrigatorias para todos os educandos.
Art 36. 0 director, attendendo a construccao organica, aptidao
e intelligencia do edacando, o applicara a <>quella arts eu offlcio,
para que elle mostrar vcnlade ou disposicao, sendo assim respeitada
a vocacao.
Art 37. Nas boras de recreio os educandos ocenpar-se-hao em
exercicio de gymnastica, aalasao, equitacao e exercicios de manobras
militares.
Art. 38. Os alumnos gratuitos ser5o obrigados a permanecer no
Iastituto av a idade de 21 annos.
Art. 39. Os colonos, conforme o seu grao de adiantamento nos
offlcios a que estiverem dedicados, e trabalhos agricolas e os lucros
3ue prodozirem, serao classificades em aprendizes, officiaes, oa
ecuriSes e colouos mestres.
Art. 40. Os educandos, que tiverem a graduacao de official ou
decuriao e colonomestre terio direito a um talario proporcional
a sua gradaagao, e fixado na tabella annexa B o qual sera reser
vado a formar um peculio, qae Ihe sera entregue, quando comple-
tar o tirocinio de sua educacao, de conformidade com o art. 38. -
Art. 41. Havendo corapletado o tirocinio, tera o educando am
diploma, em qne sera mencionado nao so o grao a qae attingira
na profissao, a qae se dedicara, como tambem sua conducta moral
e civil
Art. 42. 0 educando quo houver preenchido a disposicao do
art. 39, podera espontanearaente continuar no estabelecimento ;
porem, por nenhura motivo sera constrangido a fazel-o.
Art. 43. Todos m edn-.m 1 h do Instituto deverao usar do mes-
mo uuif.iriiie, o lod a at ves'.uarios de seu ujo terao o distinctivo do
eslabelecimento
Art 44. Todos os educandos estao sujeitos ao regimemo intern >,
as punigoes e premios determinados por este.regulafiiento.
Art 45. Os educandos, quer gratuitos, qurr pensienistas, so po-
derao sahir do estabelecimento em oommuoidade ou em turmas, sob
a guarda de um sargento ; e comaatorisacao do director.
Art. 46 Os pensionistas poderao sahir a requisicao por escripta
de tea pai oa tutor.
CAPITULO XIII
Premios e dittinccSes para os educandos.
Art. 47. 0 merito pessoal pela exemplar conducta civil, m ra
e religiosa, pela applicacao ao esludo e ao trabalho, pelo aproveilal
mento obtido, e polo aesenvolvirnento de sua intelligencia, sera o
unioo motivo de disuaccio, qae deve haver entre oa colonos.
Art 48. Os premios e dUtinec3es de merito serio*;- .
1." Acces3e de graduacao.
1
-i
r
a
6.'
*
que
S.* Distinctivo honorifico.
3.* Premio de honra.
4.* Direito a occupar o cargo de mestre de offlcina ou de
da campo. .
't 49. 0 premio de a cesso de graduacao sera confaridj pela
apfnieacao ao IraOaltro e apruveitamento nas offlcinas oa na agricul-
tura ; o distinctivo nonoriiico pela ap Itcacao ao estulo e exemplar
conducta moral e civil ; o preinio de honra, que sora monetario, so
sera eouferidj aos qae ja houverem obtido a maior graduacao por
accestoe o mais sabido grao de distincc*o honorific* se toruarem se
dignos do premio. A'quelle que se m >strar insigne em qualquer
offlcina, ou no trabalho da agricultura sera conferido o direito de oc-
cupar o cargo de mestre de offlcina, ou de meslre de campo, ja ha-
vendo obtido todos os outros premios.
CAPITULO XIV.
Penas dos educandos.
Art 50. A irregulariJaJe de conducta moral, civil e religiosa, a
negligeneia uo cumprimeato dos deveres concerneir.es ao estudo, a
ap,;licai,-ao aos trabalhos das offlcinas ou da lavoura, esiar -o sujei-
tas, conforme a sua importancia e gravidade, as seguiutes penas:
g I.* Adverlencia particular.
Ailvertencia public* m aula, offlcina, decuria ou refeitorio.
Trab Prifio simples
Prisio com reduccio da racito.
Prislo com rebaixaraento, na reincidencia.
Reprehensao (era forma) e prisao.
Kxpalsao do instituto.
Art. 51. As penas dos gg 1 e 2 do artigo antecedente serao
impostas pelo director e pelos professores em suas respectivas aulas;
as dos 35 *'. *". '*. a 7* someate pelo director e a do 8* pelo con
selho economico.
Art. 52. As penas de prisao import* rao a perda de tantos dias
vencidos de salario, quaalos forem os de prisao.
Art. 53. A pena de prisao sera de duas horas ate dez dias.
Art. 54. 0 alumno gratuito, que for expulso do Instituto, sera
recrutado com flestino ao exercito ou a marinha, conforme sua ida-
Je. Si o ex juIsu for pensionista, sera a expulsao do estabelecimento
communicada a sea pai oa tutor, para tomar conta delle, e dar Ihe
destino ; e, se nao o fizer ate 0 dias dep is da cOmmunicacao, o
governo da|>lhe-ha destino como se fosse gratuito.
capitulo xv.
, Ptitnmnio e renda do Instituto.
Art. 55. Sera palrimonio do Institute :
8 l. Ajneacao do palrimonio dos orphaos.
j X." As doacoe*. que postoriormente forem feitas ao Iustituto.
j 3.* A metade das doacoes, que forem feitas genericaraente ao9
orphaos desvslidos.
?'*. Os beneiicios e predios, que fizer o Instituto nos lerrenos
He forem concedidos.
Art. 56. A renda do Instituto con-tara;
11. D* metade da renda do palrimonio dos orphaos.
j 1* De 90 centesimis do prodacto da venda dos artefactos, ma-
nulacloras e colheilas agricolas.
| 3. Das pensoes dos educandos pensionistas.
| 4.* Do peculio perdido pelo educaodo, qae nao chagou a pre-
encher as condicoes do tirocinio determinado no art. 38. .
g 5.* Das contribuicoes feitas pela provincia oa por particulares.
i 6.' Do beneficio das loterias, qae lbe forem conferidas.
i CAPITULO XVI.
Cofre de beneficencia.
Art. 57. 0 cofre de beneficencia sera onstituido :
g 1.* Da 10 0|0 da receita proveniente da venda dos artefactos,
manufciciuraj e eclheita agricola do estabelecimento.
^f%' De 1 OjO dos ven imentos o salarios de toqes os empre-
gados.
g 3. Do que arrecadar a caixa de esmolas.
g 4." Dos donativos, que determinaiamente Ihe forem feitos.
Art 58 O cofri de beneficencia tera por llm :
g I.* .Soccorrer, conforme suas fore ^ a3 viuvas dos operarios e
empregados. do Instituto, suas lilhas e irmaes que estavam a seu ar-
rimo, se ficarem indigenles ou mat amparadas.
g 2.* Pensionar os operarios e empregados invalidos e inutilisa-
dos no service do estabelecimento.
g 3.* Auxiliar o casamento de lilhas ou irraas de operarios, ou
empregados necessitados.
g 4." Occcrrer as despezas fanerarias das pessoas, que fallece-
rora no estabelecimento.
Art. 59. 0 rendimento da caixa de beneficencia, toda vez que
perflzer a quantia de 200*030, sera recolhido a uma casa bancaria
garantida, da qual ira sendo retirado a proporcao das necessidades.
CAPITULO xvu.
Dispjsicoes yeraes
Art. 60. TerJo residencia effectiva no Instituto o director, o eco-
nomo, o capellao e o medico,
Art. 61. Todos os empregados subalternos serao obrigados, no
exercicio de suas funccdes, a asar do uniformo do estabelecimento, e
das insigmas caracteristicas de sua calhegoria.
Art 6?. 0 d'rector, o economo, o capellao, o medico e os em-
pregaJos subalternos, que estiverem em servico, aliraentar-se hio a
mesa cornmum com os educandos gratuitos e pensionistas.
Art. 63. 0 empregado que faltar ao cumprimento de seus de-
veres, sem motive justilijado perante o dire:tor, e o que eaprichosa-
mente ou por ma vontade, deixar de executar as ordens que Ihe fo-
rem dadas pelos seus superiores, soffrerao um desconto, de 1 a 15
dias, em seus vensimentos ou salarios.
Art 61. 0 empregado incorregivel, ihsubordiaado ou immoral
sera despedido, depois de declarada a rescisao do couiralo pelo di-
rector.
Art 6a. 0 empregado que, sem damno do servico, poddr accu -
raular as funccdes de professor, percebera, al6m dos vencimentos
qie Ihe tocar, mais metade do que deveria ter o professor.
Art. 66. 0 costeio do estabelecimento e as obras e machinas,
que forem precisas, serao feitas e obtidas com a renda do Instituto,
sem compromettimento do seu palrimonio.
Art. 67. A somma dos salarios de cada colono, pa-?anJo de
duzentos mil reis comecara a veneer o premio de seis por cento,
pago pelo Instituto, se delta precisar para occorrer as suas despe-
zas; e quando nio, sera recolbida a uma casa bancaria bem ga-
rantida.
Art 68. A policia inlerna do estabelecimento sera feita pelos
empregados, cada um na orbita de suas attributes, sobre as decu-
rias, offlcinas, laboratorios e aulas, que estiverem a seu cargo, e em
geral pelo economo e director.
Art 69. A coionia instituira uma associacao, que tera por fim
promover e raanter a fraternidade dos colonos, e reciproca proteccao
deste quando houverem completado seu tirocinio no Instituto, e se
entregarem por seus reiursos a vida social.
Art. 70. Sob proposta do director, o presidente d* provincia fa:
ra no presente regulamento as raodificacpes que forem reputa-
das necessarias, e tomara as medidas que a experieneia acon-
selhar. ,
Art. 71 0 presente regulamento comecara a ter execucao, logo
que esteja concluido o primeiro raio do ediiicio em coaslracclo em
Pimenteiras.
Art. 72 Ficani revogadas as disposicScs em contrario.
SEGUNDA PARTE.
Ili'limi-nlu inter no.
CAPITULO U
Da inscripc-iio dos colonos.
Art 1.* Chegando o alumno no Instituto, procedera o medico a
inipeccao de seu estado sanitario, veriflcando se elle ja for a vaccina-
do, ou se ja tivera variola, se soffre de molestia incuravel ou conta-
giosa, ewe hem confprmado.
Art. A* Nao devera ser admittido como educando o menino,
qae soflrer molestia incaravel ou aleijao que o inhabilite a qualquer
service de arte, indastria ou agricultura.
Art 3.* 0 menino que soffrer molestia contagiosa curavel sera
recolhido a enfermaria isoIa>la, e nao se communicara com os ou-"
tros educandos, emquanto nao estiver completamente restabe-
lecido.
Art. 4.* Aquelle qae nao houver tido variola, e nao tiver sido
v ace in ado, se-lo-ha logo.
Art 5. Depois da iaspeccSo medica, proceder-se-ha a veriQca-
CV) do oitaJo de instruccao do menino, certificando-se praticamente
se olio sabe ler, escrever i rontar. oa se e" analpbabelo, aQm de ser
elle inscripto no estulo da discipline que descoohecer, ou em qae
estiver imiaraeote fracu.
Art 6." Depois das syndicancias determinadas pelos artigos pre-
cedentes, se lavrara o termo de inswipc*o, declarando se nelle a cflr,
idale, lugar do nascitnento, nome e fJliaclo do menino, e bem assim
todas as mais ciroamsUoaas eolhidas pela? syndicancias feitas para
a sua admissio.
Art 7,* Segundo a idade e deseavolvimento physico do menino,
sera elle encorporado a uma das seccoes de alumnos mais apropria-.
da 4 convivencla commum, e mais de accordo com a ordem^ policia
s disciplina do Instituto. .
CAPITULO IL
Medida de ordtm e policia inlerna.
Art. 8.* Os alumnos do Institqto serio djvididos em. tQFBaas de
trinta a quarenU -segundo suas idades e desenvoiviaMoto pliysi-
co, ficanlo cada turma sub- a direcgao e inspeccio iramediata de am
chefe com a denoniina^ao de -Sirgento, e de am sub chefe, deee-
minadoCabo.
Art. 9.- Cada turma com o seu chafe e sab-ekwte eoaMitaira
uma companhia, que tera uma bandeira earacteristica, um tambor
e uma leitra distinctiva.
Art. 10. 0 sargeoto devera ser pessoa de reconhecid* activida-
de, zelo e moralidade, e tera a sua incambencia dirigir os edacan
dos em todos os movimentos em communidade, e faze-los observar
seus deveres e obrigasdes.
Art. II, Logo que houver possibilidade, o sargepto.scra nomea-
do d'entre os educandos no Instituto, qae mais se te'nham distingoi-
do por sua dedicacao{ zelo e moralidade.
Art. 12. 0 cabo sera nomeado pelo director d'entre os colonos
mais antigos, e sua funccao durara por seis meaes, podendo ser elle
reconduzido.
Art. 13. Ao cabo incumbe :
I.* Auxiliar o sargento na inspeccio policia dos negocios
especiaes da companhia.
g 2.* T-mar nota da> falias commettilas pelos colonos de su*
companhia, e da irregularidade do comportasaealo delles; e todos
os dias leva las ao conheciraento do sargento.
g 3.* Substituir sargento em seus impedimentos.
Ait 11. Em cada compinhia havera am porta bandeira, com a
denominacao de Velerano -, a qaem eoaipetira :
g I.* Trazer nos differentes exercicios a bandeira da companhia,
o que constiiue uma honra que so a elle e concedida.
g 2 Substituir o cabo em seus impedimentos.
Art. 15.0 alumno que, durante o exercicio do cargo de vele-
rano, commetter falta que exija severa pnnieto, sera deposto de
tal cargo, e .fhara iuhabilitado por am anno a ser de novo no-
meado.
An. 16. Os alumnos de cada companhia com o sea respectivo
chefe vivera i em separado, e so se communicarao com os de outra
companhia durante os exercicios das aulas, do trabalho cornmum e
da revista geral, que tera lugar todos os domingos.
Art. 17 0 sargento todos os dias passara revista aos alumnos
de sua turma', verilicando se elles tem observado o isseio bygienico,
se zclaram de si, de sua roupa e leito.
Art. 18. Todos os domingos, por occasiao da revista geral, o
sargento fara ao director um relatorio das occurrencias mais nota-
veis, dignas de puaicao ou de premio, havidas em sua turma.
Art. 19. 0 quarto do sargento sera annexo ao dormitorio com-
mum da turma de que e chefe, e construido de molo que do inte-
rior do mesmo quarto elle possa devassar lodo o dormitorio e ob-
servar o que nelle se passar.
Art 20. 0 sargenu) tera um distinctivo de sua graduacao, e
usara da lettra ca-a:terislica de sua companhia.
Art 21. 0 cabo tera, alem do distinctivo especial da turma.
uma divisa obliqua no brace esquerdo da vestimenta, de que
usar.
capilulo in.
Dos uniformes dos colonos.
-Art. 22. Os unii'uniies dos colonos serio classificados em uni-
forms de trabalho no verao, uniforme de trabalho no inverno, pf-
queno uniforme festivo e grande uniforme.
Art. 23. 0 uniforme de trabalho no verao sera o asado nos dias
nao santificados, durante essa estaoao. Elle constara de :
Calca de algodaozinho trancado azul, de boa qualidade, que
chegue ate o tornozelo.
Camisa da mesma fazenda abotoada com tres botdes na parte
correspnndante aos peilov com mang-at frouxaa al>edas noa pu-
nhos cor.chegados, tndo callarinho grande dobrado e cahido sobre o
dcrso e hombros ; e orlado de fita de fa encarnada.
Gravata de la encarnada-
Qnturao de couro preto.
Chapeo de pallia coberto de capa branca de algodaozinho, ten 1
circumscripta a copa por um cordao de la encarnada.
Cothurnos de couro preto com sola de couro grossa.
Lencp de chita de cor escura para se lirapar.
Art 24. 0 uniforue de trabalho no Inverno, que sera asado
durante essa estacao ou nos dias chuvosos, sera o mesmo do verao
com as seguintes alteracoes :
Cothurnos de solado alto de madeira.
Chapeo de pallia coberto de'oleado e blusa de feltro preto for-
rada de bae'ta, para ser usada sobre a camisa.
Art. 25 0 pequcno uniforme festivo, do qual usarao os colonos
nos domingos e dias santificados, constara de :
Calca de brim branco liso encorpado. que chegue ale o tor-
nozelo.
Camisa de madapolao com collarinho enrto.
Blusa de brim pardo.
Cinturao de couro preto.
Gravata de la preta.
Meias.
Cothurnos de bezerro preto.'
Bonet de panno azul escuro, de pala de couro de lustre, coberto
de capa de brim branco presa com cordao preto.
Lenco branco.
Art. 26. 0 grande uniforme,que sera usado no- graudes dias
de festas, constara de :
Calca de brim branco liso encorpado, que ebfgue ate o tor-
nozelo.
Ctmisa de madapolao com collarinho curto.
Blusa de pannd azul escuro.
Cinturao de couro preto.
Gravata de la preta.
Meias.
Cothurnos de bezerro preto.
Bonet de panno azul escuro e pala de couro de lustre.
Lon<;o branco.
Art 27. 0 enxoval de cada alumno constara de :
Duas camisas de madapolao.
Quatro ditas de algodaozinho azul.
Quatro calcas de algodaozinho, idem.
Duas ditas de brim branco liso.
Quatro pares de meias.
Quatro lencos de chita.
Dous ditos brancos.
Uma gravata de la. preta.
Uma dita de la encarnada. j
Uma blusa de brim pardo.
Uma dita de panno azul esturo.
Uma dita de feitro.
Um cotburno de couro com solado de sola.
Um dito de dito com solado de pao.
Um dito de bezerro.
Dous cinturoes de couro preto.
Um bonet
Uma esc ova de denies.
Uma dita de sapatos.
Ar. 28. Cada turma tera para seu servico :
Dous espelhos.
Seis eseovas de fato.
Seis thesouras.
Tres pentes de lirar piolhos.
Seis lavatorios.
Doze toalhas de rosto.
Doze ditas de pes.
CAPITULO IV.
Dos leitos dos colonos.
Art. 29. 0 leito do colono constara de uma maca, um cobertor.
uma coberta, um lencp!, e um travesseiro, e de um involucre de
couro de gado cabrara ou ovelhum para recolher os ulenciltos do
leito, quando nao estiver em uso.
Art 30. Os leitos da enfermaria serio de madeira, ou ferro
com celxao, terao lencpes de algodaozinho. cobertcres e trates-
seiros.
CAPITULO V.
Do horario do expediente e mooimento dp Instituto.
Art. 31. 0 expediente e movimento nos dias de trabalho sera
do seguinte raodo :
As cinco horas da man hi, despertar e recolher os leitos.
A's cinco e um quarto, oracao da manna na capella e lavar
o rssto.
A's cinco e tres quartos, cafe com pequeno solido.
A's seis, servico ate m>ve horas.
A's d>i; almoco solido e recreio. .
A's onze, aula ale duas horas da larde.
A's duas, jantar e recreio ate as tres horas.
A's tres haras, trabalho ate seis.
A's set*, irstamento dos objactos do propiio uso, ceta e recreio.
A sete, aa|a de u>uioa nocpes de physica.
A's oito, oracao da nolle na capella.
A's oito e meia horas, recolher.
A's novs e meia, silencio.
Art 32. 0 expediente e movimento nos dias santificados seta -
A's seis horas da manha, despertar, e recolhimenjo do W-
A's seis e meia, banho geral no rio para todos < *' *,
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i*l!3. ij'i/JWR0 de Pemambuco Segun.aa fe;ra q de Abril do 1874. ^ OHHlf J/. U///
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"rr*r.T e miMolM*Mlh1ai*.
> wto meia horas, cattdimples,.
A's seto e Ires quarto.*,^rvreKwt
aVmRK missa e oraraa.
A%4Qt,KlmoQi.1 e recreio alf as. d >ze.
A^dfejz* explicacSp e preceitos de moral ale as duas'da tardo.
Art, 62. Ao etiterro assistira uma "deputacao da compatibly *fe
, Axt. G3t QMftripdi'l*v*Jw VM-VJgV*} A denfro do. CalxaodK^-
I

KS^asseto ate* as cinco.
A's cinco, maslca.
A's sete, (iraMna capella.
A" sete jgyes qaariosia e depoM'recrelo.
A's nov%jfccoller.
A's nowj nieia, aflencio.
Art. 33; Ws dila-jjfcuvosos, quando a chuva vedariqua nas d*
?idas hiTa^ataservi^o do campo os colonos se appltquem ao traba-
lho, serao H em&Bdos no servico conseculivo a aquelle ; e
quando o teoin o permittir, irao entao para o trabalho do campo.
Art 34, ys boras do recreio os colonns se exercitarao era
gymnaslica, eqiiilacso e manejos de soeeorros a ineendio.
CAWTTJI/) VI
tfo asseio -c preefeites Injgienicos.
Art 33. Os colonos eviiarao ter a roupa molhada, quando nao
estiverem em uioamento dc trabalho ou de exercicio ; depois do
ultimo servico do campo de cada dialavaraoos pes, o, antes de to-
raar o leito para dormir, lavarao a bocca e esfr<-garao os dentes.
Art: SO. Hio- dormirao com a ronpa, com qoe andarem da-
rante odia.
Art. 37. A roupa do lrahalhj?do campo sera exclusivamente
para as.horas occupadas neites servicos, devendo os colonos toinar
outra pwaled mats xreieibs.
Art. 38. A roupa para o camp 3 sera a que servio na semana
anterior paTa os demsfv-exereieies'.-
Art. 39. Os colonos mqdario, pelo menus, a roupa duas vezes
por semana.
Art. U) Lego que 0 coioao se seniir doente, sera recolbido a
mfemaria corhmnm, e se appnreeerem symp'.omas de molesria con-
tagion ou iQit-ciuiisa, sera reeolhirio aeoformaria isolada.
Ait. M. 0 colono recluso por oastigo sera tratado, quandp en-
fermo, mudftra a roupa, como ijualqucr outro.
Art. 41 A habitacao e as enfennarias dos colonos deverao ser
seccat, fxe&cas 0:1*01 arejadas.
Aj 43. O cotoaa enfrrtno sera obrjgado a observar a dieta
ordenada pelo medico, 0 tera todas as regalias, que este entender.
precuas 0 cmivenienies para a prompto restabeleeimeDto.
0 swrotfo du enftrttwria.
An. 4i. 0 servico medico e cyrurgico do* colonos sera feito por
urn facultative* ao irual cumprc: "
^ I.* tnspeceiotiar o osia l< sanitario domeuino quando entrnr
para 0 lustituto, e fazer a necessaria expoi<;an para ser lavrado o
resfectivo termo, em quese fara mencao se elle satTre ou n*o mo-
iestia ei>ntag43tia, s&ji teve variota, 011 s; ia fora vaccinado; 0 vi-
gor de $ua construc^ao 6 as conveniencias hygienicas reclamadas
pelt especial idiozyncrasia. l
% i. Vi^itar a* eofermarias duas vezes, aoraenos, era cada dia,
eescrever em papelt'ta 0 -diagnostico e as p/escripcoes de cada
doenlA.
S; 3." Preparai* pessoalmeute os meJicainentos activos ; e exa-
iiiii;ar os que inandar preparar peioeolermetro.
1 Passar p*visu de sanidade. ue- triata emtrinta dtas eai
cada turnia d^ewlouos, que constituent uma r.ompanhia.
.">." Prestar servijos metlkus e fjirnrgteas a todos o. empre-
pados ila roloBia.
6 Prevenir.a pnotiagacai) das molesting coatagiosss, e re-
clamar as melidas prectsa*:para eviiar as infuctuosas.
J ? Zelar ospreceitos hygienicos dacoUuaa, reeiamando 0 quo
forconvemifiite..
Art. 43. Ao eufermeiro compete :
1." Conservar o asseio e limpeza da eurermaria:
% i* Executar as presenpvies e ordtm do medico, oai que for
relative a enfermaria e.aos eafermos.
if, Aiixiliar 0 medico nos trabalhos de cyrurgia.
% 4.* Uanter a ordem e a policia no reeinto da enferuiiria, na
ausencia do facuiiativo.
i:apiti-.lo mii
Dos visitanles
Art. 46. .\os do niugos 0 dias santilicados, as horas de recreio,
*ao admuitidas visitas dos pa>M e paroates dos colonos na sala do
locutorio.
Art. 47. N>s dias nao sauelilicados sii podera s r visitada. a
c> 1 ma I'niii previa perwissAo lo director, 0 qual acompanhara ou
maadara acoinpauhar 0 visitante por p&ssoa habtlitada a dar-lhe.
as informacdes e explica^d^ cxigidas:
Art. 'iH. liavera 11111 livro, era qua se fa-.a mencao da pessiia,
ijue visitar a colonia. ..u a quaiquer dos educandos, indicando se
dia, tnez e anno ua vi-ua, o colono visitado, 0 grao do parentesco
do visitante, seu nopie, e naluralidade ; e, se a visita fir a cjjonia,
a posiV.ao social do visitantf, sou noine, naluralidade. e prolissa".
Art. 49. Havera um album para o visi-.ante escrever, so Hie
aprotiver, sea parceer soJue o estalieleciiuento, poiendo este ex por
medidas de coMIPaWejaj que juljjar acertadas.
Art. .30. Nenliuut visitante, parenie ou nao do colono, podera
dar aos educandos, ou aos empreg-tdox, diuheiro ou preseato, de
qualquor naluresa ; pinlera, porem, laacar no cofre de beiieflceafja
a esportala, que Ihfl aprouver.
i:.W'ITLI.0 IX.
Uisdplina e ordem.
Art. .'il. Os emprogados da odoaia.observarao reciproca cobs'i-
rieraca) c respeito, obedieucia as ordens superiorcs, e 0 devido aca-
Uawiiloa morale aos preceitos religiosos.
Art. oi. Cada sargenlo devera promover entre os educandos,
que constituc sua companhia, 0 amor ao trabalho e dedica<;ao ao
e>tudo, a execugao dos preceitos moraes c religiosos, a fraternidade
entre os colonos da nusma turma, e aestimae respeito entre as dif-
ferentes turmas. que constituem a colonia.
Art. 5'3. U cabo seta tratado pelos &eus companbeiros com a
eoasider<(ao, estima e respeito devido a sua cathegoria de sub-
cliefe. I
Art. *i. 0 sargentoe 0 cabo nao devetn csquecer que, de seas
conselhos e bons exemplos, dependera a harmonia e a boa ordem da
coiiipanbia, (jue diligent.
caimtilo x
Do pulionalo colonial.
Art. >. Todos os c donos, quer aioda educandos, quer ja ha-
vend'.* completadn sou tempo de eJucacao, e espalhados por diver- ;
sas localidades no exercicio do suas proflssoes, constituirao uma
grande familia de irniios, quo serSo obrigados a auxiliarem-se reei-
procamente; polo quo Hies cumpre :
I.* Paciiitar aos irmSos colonos trabaiho e occupancies, com
que vivam honestamente; e soccorre los, quando ne^essitados e en-
fermos. \
\ i." Binpregar todos os meios suasonos e brandos, para que
0 coJono exhiba sempre provas de moralidade, mansidao e bom
eomportamento.
3. Soceorrer 0 irmao colono, quando em perigo ou risco
cie vida.
Art. *>6. 0 colono que eompletajr 0 tempo, alem Jo peculio que
liouver adqnerido, tera um enxovai novo, confonne 0 detorminado
no art. 28 deste regiuieuto.
i:\pitii.) xi
Dos obit's t eiilerrameutos.
Art. .37. Quando der-se 0 case de obilo de algum colono, pro-
ceder-se ha a exame cadaverico, lavrando 0 secretario 0 respective
rermo, ipie sera a-signado pelo medico, director e xnfermeiro.
Art. 33. Quan lo pela marcha do sofffitnento, ou pelo habito
externo nao poder 0 lacultativo precisar qual a molestia, ou a
causa da morte do jolono, passar-se-ha a proceder a autopsia.
Art. 39. Das autonsias serao lavrados termos minudosos, na
conformidade do art. 57.
Art. 60. Quando do exame cadaverico, ou da autopsia se veri-
Hear, ou se presumir am .facto criminoso, do respectivo terrao se
tirara copia, que. 0 director levara iramediatamente ao conhec meot-j
do conselho esonomio para depoii submetter a apreciaoio e deli-
beracao do presidente da provincia.
Ari. 61. Os individuos que fallecerem na colonia serao inhnma-
dos no cemiterio respectivo, depois de Ihes serein feitos os ullimes
sulTragios
madeira que Ipvara^p.punj^ipiJiiuat:!
perten'cia, esonpia.c'oi'ri \jjl*;xa'6ft
naeaii a eUa
fdo olstriCto da
ipellao e sargeHto
iocura exhamar
afsi
ia^.: :
da Utfmaaquo
c'oloao, e a lurma a qlBtt
_mo do falt.ocido ; e a c^
sera extre'niameiire cafacwrWaHa,'acTnJvlo quo facilmeute sc poss\^
cmieso la-pa ra os MA* n>MnMwc W
Art. 64.0 cemit rio da colonia ser4 sitttado no local mais con-
veniente a salubridade, sen ki previa nente esludada a sua col-
locacao..
Art. 5. Quandoaailiver dt fa
qu'ua polioial, ou averlaed"es cri
todas as forraalid ides aeousclhalla
tap se 0 peruicioo effeito das e h
tesa do que 0 corpo exhuaiado
de proceder as pesquiias e avertfa
Art 66. Nos easoa t de
cons o sab^elegade ou dele^
coaimiisao compost* do director
pertencii 0 coIobo. c*ijo corpo s
Art. 67. A nio ser por urgente necessidade de pesquiza pohcial,
e avarignaroes criminals, ne^M6viatac(nkRt am que se
bouver inhumado um corpo, tKAaBrtaJBimo a|ois.d* tres aai
nos. se a caasaaa morte nJoTorTmolesfia contagiosa ou infeenRQr "
cpidenitea,- pois nesto-ease- somentese lo ha depois de ciaea
annos. -m, r .
Tabdia .4kei>j-m K a#^ 2JK>
vencimentos dos empregados de nomeacSo da.prcsidencia.
l<>mrgad#9 OraMnoacoes
Director.......... KOOAOOO '
Beoiwmo.......... WfPMBta '
Capellao.......... 3O0i000
Mopdofaa..... -.300f0i:
Medico.......... *.
SeTirtarto......... f~
Tabelld B.
Salario dos educandos.
Djoriacirfi i
Alnmno-mestre........ 4500
OOieiai' e deouriao....... ^iW-
TabeilaC.
reoeaoaVis alumnos.
Peaiionisua....... IJOlsOOO;,
_ .WdeladedipJema, ^t
Lotoau industrial agricol* orph^wtogioaIsabel-ioatitaid*
le........do airao de-lS.----- -,. ,[
Usaado da; attrlbuiijao que mee coefetida |0|rV| 9 do a*.
23, eonliro o diploma de....................................
^Jefo gavenio, ainda as mais urtfenyjs. sob Qjx%-
tlo ite'iie nao pode votar motos-**gMMI>i'm
um ibinete que nao te;n a sua coirtla.'ica.
- A nottcii quo receberno-i de.i;liofrc, pareco in
dicar unn reconciliaQio entre o gfltnipi eo par-
tanieut'' ; entretanto convem csporsi* n iiicia.-pis-
\i teiBres, quo conlirraem e eki>lii|aem esta iuu-
dan^a.
ALLKMA.MIA. ^^^
0 partldofeudal na Proesia iasarge-se contra a
lei do cHMJlento civil ; a Gautadi Cruz anoun-
cla quo n'uaia reuniao geral do* junkers, se de-
cedira que nenhum delles accitara 0 mandalo de
oCBeiaes Bofegistro civil, ainda qoe eaie lhes fosse
impost i por lei.
Apezaf diaso ocasaraenll civil.vai-se g^nerali
sando era toda a Eiropa. Na Prussia ja obtwe a
sanceAo reave vai Orevenumte ser protnalgado.
No parlantento allemao.acaba de ser apresenlado
um projecto ideoiico com applicaciw a todo 0 in>
perio ; partindo 0 project! de inicialiva parla-
jienlan,
, i a
iMrialiisAJB t
n'uma batalh.i.
i
a.
die idadede.......annos, naturaid*............. .filhode.......
-----............... darante asv........de annos de
sua educacao neste Instituta tTa,--------1..........k___.........
cenducta civile.............conrtacta-raoral.
0 direc4ort
.......*'*A....................."...........* ..........
0 secretario, Onjwlre,.
..................;-..................................t.'
i. .
TERCEIRA^ PARTE!
Regulamenlo para os lairnaurc* da
CAP|TUt(U
Dos momdores ou lavrud'-n-es Jucotonua.
Art. I. A colonia Isabel podera admillir ravjra'doi'ps em
terras.
Art. 2. Serao adraittidos co'mo la,vradoYes, tanto ctsflaclonaes,
como os estraageirjs, de^referencia osca^aJu^, sos, de boa conducta moral' e civil, e Dlofrnpreg^rem e9Cra*os;uo
lias
era terras
servigo do campo, nera.possnicem terras de cultora.
Art. 3.* ?Jfuguem' podera trabalha^e est.ybelecer se
da colonia, sera .previa licity-a por escripto do atnebtqr.
Art. 4." Cada; lavrador so podera trabjlaar em urasitio ou Idle
de terra, ipie. Iho sera determined') pet)' director dfe .cionTormidatie
com as forcag, de.que;diajppzer.
ArLa.* Os layradorei' %u#, par.turbulenti, ou por raA con-
ducta, for era iulgados prejudiciatjs ap.sopego.e a iiiorahdaiJe da'.co-
lonia, serao della despejadu's.'
Art. 6.' Cada lavrador 6b/igado a.fazer a conservj|*/5o dos
caminhos publieos orrespofldentes.as^ testadas.de suas terras0
I.' Quando esse servico nio, py.djftr ser felto por u.rn/6. lam-
dor, sel 0 ha em commum pejps TaVfcadores visinhos dentro de lira
quarto de legua a coaiar do lugar do service.
2. Cada lavrador c obrigado a conservar abetjo 0 caminjio,
que da estrada se dirrgir a -na ca*a de thorada.
3.* 0 lavrador que. sem razao que 0 ju esses servico.', incorrera na mulia dc iaOOOa. 10/000, que lhe sera
imposta pelo director.
Art. 7.' Os lavraJores serao garantidos na posse do sitfo oue
ocenparera, era quaulo delta uai precisar a colopia ; nao poderao.,
pore.n, transmittil-a a outrem, uu fazer qualquor negocio sobre ella
sem onsentimento do director. No caso d nao produzira efleito algum.
Art. 8. Cada livr^dbr pagara, era dihheiro, ou cm ,'produelos
agricolas, pela.terra que lhe for cedida, de conformitfade com 0
paragrapho scgainte, uma ren.iaque sefa frxad3 pelo dinct.',r.
I" As ten as de cultura s;raj) cedidas por arren laraeuto, que
se tomara por terrac em um livro identico ao de que trata 0 art 17
deste regulamento. ^s
S 2 Xessas terras a queima dos rocaios sera feita por meio
de aceiros. que cvitera a propagacao do fogo pelos terrenos visiohos.
^ 3. A nao observancia ao paragfapho amocedente pelo lavy>
dor dara lugar a imposigao de uma multa de 36000 a 1560 Ae ao
de.-pe.o na reincidencia.
Art 9. Os lavradores que ra irarem nas testadas das terras de
e.Ioniajerio obrigados a conservar sempre aberta a linha de de-
marcacao, e para isso di>pensados do trabalho da conserva.ao dos
caminhos publieos, devendo ser despejados 'si, por negligeucia, 0
nao fizerein
Art. 10. Os lavradores que raorarem na distanm de um quarto
de legoa da povoacao. serio obrigados a mandar sens filhas a es-
cola. Si, depois da terceira admoestagio, nao 0 fizercm, serao des-
pejados.
Ait II. E' prohibido ao- hvradoros que morarem a margem
da estrada publi'-a fazer casas cobertas de palha ou de capim.
Art. 12. Tydo lavrador e raorador dara ao director da colonia
no principio dc.cada anno uma relacao contshdo os nomes, idade,
estadn e pn>fissSo das pessoas de sua familia.
Art. 13. Aos cdonos de primeira classe da extincta ci-lonla
mililar, que tivere.n de coder a aclual colonia as terras a que foiem
iulgados com direito, serao dad.is em outros lugares terras equiva-
lentes em dimen^des ;is que possuirem.
Art 14, Em tempo algum podera 0 director permittir que plan-
tem em terras da colonia moradores de outras propriedades.
Art. 13. O director nao podera permittir a edifieacSo de casas
no periraetro do morro ocenpado pelo collegio e saas dependencias.
Aquellas casas que p'resentemenle cxistom nessa area nao po-
derao ser reedificadas, nem subslituidas por outras, quando dele-
rioradas.
CArrm.o 11
Dos aforaminlos.
Art. 16. O director pedera faaer aforamentos de terras na area
drfstinada para a nova povoacSa.
Art. 17. Havera um livro competentemente numcrndo e rubri-
cado pelo director, em que serao lancados os termos dos contracios
de al'iramento.
Art. 18. A base do aforamento sera de 100 reis por palrao de
frente.
Art. 19. O renaViro que fizera sua casa com frente de JijGlo
sera tsento do pagamento do foro por cinco anBo?.
Art. 20. As casas que forem edilieadas nao terio. de altora
menos de 16 palmos, contades da sapata ate 0 frexal, com port3S de
11 palmos de altura e largura competente, e as janellas em pro-
porjao.
Art. 21 Na fund.aeao da nova povoaeao devera ser exactamente
observada a planta que, para esse fim, sera levantada.
Henrique Pereira de Lucena.
VfcM'ACHos da pREsiDENciA, do dia 1 os abril kranca. tros de largura, MR a capital e o Prah, limito
de 1874. Na assemblea france:a foi rejeitado o augmento dos seus estados, e protegera 09 coraboios de mer-
Abdias Bibiano da Cunha Salles.Passe porta- do im.iosto sjbre 0 saj, por 4t0 votos contra 2:0. cadoriasem iransito entfe aquelle rio e 0 Cooraas
1 nr, irmr')-1 1: n I t, ,-, __A nitinAina Yinnld'iA 'an I aft ronnciH 1 Am o oin LH, .1,, I...... 1 '- ..... ----1-"^ .4 -. .._
T'.i prorogando a licenca.
Companhia Recife Drainage.Informs 0 Sr. ge-
neral commandaute das annas si os estngos dos
ipparelhos foram causados pelo deleixo dos que
delle se utilisaram, on si por defeitt delles.
Companhia Recife Drainage.-Informe 0 Sr. ge-
neral commandante das armas si os estragoi* dos
Oprincipe Napoleao tendo se recusado emir a
C'lislehurst, para a fesiada maiorilade do princi
pe imperial, doclarou-se rompitnento jompleti das
relagos entre c principe Napnleio e os partida-
rios do filho do urtitho imperad r.
A assemblea nacional terminou a sua sessao
de 20 a 23 de raarco; p^ra se raoltir niyamente
sie. Finalmente pagara uma coniribuicao de guer
l ra de cineoenta mil oricas de ouro.
apparelhos que foram coocertados e a que"se al- 'era fins de abril.i.upriucipios de maio
lude foram causados por negligencia ou culpa dos I Na proxima sessJO tera de examinar a nova lei
que delles se utilisaram, ou devido ao defeito do eleiloral, cujo rdatorio ja foi ;'hbar.i10 rV-'o Sr.
apparelho. l Batbie, e um project) it lei sobre a impreo-a gae
Domingos Alves Matheus.-!)' so. sera apresentado logo depois das ferias, segundo
tfenediua Floresta dos Santos Cordeiro. Defe-! anrmnciou 0 ministro da )usiica ; alem do projec-
rido, com vencimentos na foi ma da lei. to a que ja nos refe'rim 15, da "crea.ao de uma ca-
Joaqaim da Silv.i Costa. -Passe porlaria rele- mar^ alta.
van do 0 supplicante da multa.
Tenente-corojel Joaquim Cavalcante de Alba-
;uerque Delto.-Foraega.se.
Major Manoel de Azevedo Naseimento. Seja
reuirttido ao juiz de orphaos para tomar em con-:
siderarxio.
Padre Manoel Zacharias de Mello.
Manoel Clement* da Costa Santos. -Inleferido.', iera'ica ta'nfo na impr'ensa como na aembl6a.
a de Ressurreigao. Informe 0 Sr. ta petipao e incidente do grande processo, qu
comraandante superior do municipio de Naza- sido
reth. bro
Tiiereza Francisca de Moraes.Seja relevada.
Dr. Felipfu.' Nery Gillago.- Informe 0 Sr. Dr.
regedcr do gymnasio provincial.
Coronet Jose Maria Illefonsj Jacomo da Vciga
Pessoa 0 Mello. -Faea-se.
Joao Baptista do Araaral.S'llado devidaman.
te, volte, querendo.
- Ttve lugar a interpellacao do Sr. Oambeja ao
go., rno, sobre a circular d> mioistro do interior
n.v-i;va a toi ihs unices ; a dissussao teve lugar
no dia 18, e a assemblea approvou por 380 votos
contra 318 a ordem'do dia pura e simple*.
0 Sr. de Eeratry apresent iu a assemblea uma
propostii, que deve desencadear uma rentiida no
que tem
DlARlOUEPERNA^TJi
inslaurado contra 6 govern 0 de 4 desetem-
. accusa Gambetia de nao ter querido armiT
' os contingent^* bretoes em defezi da pairH, e pe-
dc a assemblea que declare que 0 antigp dicta-
dor, recn^indo a faze lo, sacrilfcoa os inten>s-es
, da defeza nacional aos seus desiguios politicos ;
isto 6, commetteu exactamente 0 mosmo crime
i qu'fr'o ex-inarechal Bazaine, qu> espia exict3rtlen-
; te na fortaleza da ilfia de Margarida.
. ikclaterra.
Foi reeleito presidente da camara dos comntans
speaker, o Sr. Brand ; esta escolha foi murto beni
acolhiia, p,,riue 0 Sr. Drand goza de mtfitas sym-
pathias.
Houve violentos tumultos em Bombaim, (In-
dia ioji.-z i). Um iodivi iu) parses (adorador do
fogo) publlcou uu livro era que trata da vida
de Mahomet, e teve a detgraca de meacioaar cer-
tos purmonores que escanlalisaram 03 ardenteS
se.'tarios do proptieta. Em tempo ordinario isto
teria passa lo desapercebldo, mas a publicagio ve-
rificou-se infelizmente na vespera da solemnidade
do Mouarrem, epocj ;nrj qug gs mulinman/rs s
entrejfaiB' 4 ami excilafS- I'eMslosa extraordina
ria. Assim, desde 0 prineiro dia da festa, bandos
de lanatieos mu'lsumanos, atacaram os da seitt
par as casas, quebrartdo os moveis e profanando 01
lemplos dedicados aofogd.
Bomhafm- esteve completamente entregue a
mercedestcs bandi-los; a poli>ia so Intervel* de-
pois qtte 0 maior mal estava feito, n3o obstante
constar antejipadamente 0 que se projectava ; mat
desde que ella apparecea, a sedlclo foi snirocada,
e nao se repetio, post) quo durante mnitos dias a
cidade esteve era inecssadte sbbresalto.
Alem dos longos renqaes de'habilitacSes parses
lestruidSs de alto a baixo, rariitas residencias"in-
diauas foram tamhera asittltanas
j Q B1NAMARCA.
Trazemnos os jorrians uma noticia que causa
pi'jf.in la adoiir.'.ga 1 :
'A cm-iiissa*'! do orcameoto d-> Folkcthing di-
namarquer acaba de propur a adopgao das leis
; financeiras. salvo algumas pequenas reslriccOes
sem impnnaiicia. 0 *
Como temos informado aos no'SoileiWres no
anno passado 0 rei disscrlveu 0 parlanirtnto por
esre se recusar a dlsciitlr 0 ofcaraehfo eln a'uanto
mmisterlo contlnuasSen- -
. M jalsvpdi;nia,flae. nap ba
a4e*name\H) ae^tu#iB en rar
Diz a.Garfa de Colonia qua o.nrijecto de lei
estaturndo 0 internarnento e a expuFao dos eccle-
aiasticos-cootravfnlorei das laig confustionaeg, dis-
pe'rta, numerosos escrupulos e rcsirteocias nos
ciroolos parlamfcrnarps rta-Prnssi e ainda no par-
tido nacionalliberal; e accrescent? que este pro-
jecto n*o sera provawetmeate adopudo sera modi-
ficacoss.
AliSTWO UCMtO.
Continiia na camara a discussiio dp projecto re-
Uttnm leis coofaMioaaea. 0 Sr.- Saei apnesen-
tou uma emenda teodenle a.wbrigar os bispos a
prestar jnmrrento w corrstrtrrrgio.
0 Sr. V.iiiturj Oeclarou quo a populaivlo ao sul
do Tyrol, receberia 0 project como um aoto le-
gisUtivo veciJadtiiramente bberai.
Vai ser apresentada no Keichsrath, ppr. ioioiaT
lira parlaaaentar, uma proppsti tendente a cora-
plet^r^ leij.oonfessionaes plo casaaiepWcwit
A diet* Iwpgara, sera tarabeai, apresentada
uma.propfsu, ideatia, logo^rae esteja resolwda a
crise.
0 principe de Auersperg, oera autorisaglo
formal do iraperadur Francisco Jo>e dadafou ca-
lltegurieaiiteiMo. no IWiclisraUi, que 0 governo es-
tava u.iS(ttnnes.iQaengi>es de imipoAir, tnla ajoppo-
sicao illegal as novas leis ecclesiastieas, logo que
fossem votados pela camara, e devWamente pro-
mulgadas.
0 inirusiro d.s cullos o Sr. Streuj-ayer ro-beu
do ii[>era lor um despacbo telegrantiico do. I'esih,
approvando 0 di.-curso pruauueiauo por aquelle
rainistro em favor dos mesut >s projectos de lei.
O governo austtiaco nA-tinh*-t'saeao de ir. tap
longe, na luia, como 0 govesno de.Berliw,, mas a
alli'.iide.do Ciascopi.l, ausifiaco, obrigao a louur
as suas precaucoej.
.-^^liaiperaQor.Fraocisca Jo*p cbjea..nada
a Pesth no intuito de procurar uma solncio- acrise
govornamental da Hua^ria ; e m*(i-fe.sto'a c, dese-
jo da ouvic antes de temar uuw resa!ucai> Hiopi-
niao dos principles cliefes dos.parti-los, e>Jea au-
dieacia para 0 dia 9 aos S#*, Rilre, Sennyey e
Ghyczy.
Aliirmara. alguns j.tnwes, e eolre eiles 0 Pesti
Saplo que a formacao de 11:11 ministerio Sennyey
nao pode meFecer serki aAtenf<" ponjue tal miiHs-
terio iiia poder ia viwr uwi.s do vinte e quairo
horas.
A fusi) da eatrema, ejnjuer4a com o pa/tido
mocsary e am fact) cuasuwraado. Esla fraccao
conta no preterite 43 moiubros we riu:lamam a
completa indepcnlencia politica da-IIu:igria, um
exer.-ilo hungaro, inn l>an;> na.-aju.al, um iiiims-
teno especial das linangas, e uma represeutagao
eapeoial. na estraageuro- lisle partidoqaer de-
truir completamente 0 pacto austro-hnngaro.
A esqaerda. ppr saa. parte Jeclarou, qae ainda; E acerescenta
V
0 ministerio cdntiriua's'ein? poder.
., h c2.Ta,n a ,n"la,t^ra Pnn--ip.. e a duqufl- ConSaltada a uma, a antiga camara fo'i auaii
za ad hamburgo, tendo sido cntliusiasUcaraenie toda reeleita, e logo no comeco da arthal ?sari
recebidos. oFolfcetbin^ diriglo uma iri^gem Z rei ,.e-
I 5io ja conhecidas as conlfcjfes daipazcod- dr^do a rferhissao do m1nierto, mie nlo linha a
cluida entre os raelezes e os_aadts qO(j se sdh- cooflarlea ila cArnara.nfefn d.o DV > rei re*on
Jontem chegoa ,aa. nowo portoo vapor trancez metteram depois Ja nevastaglo da sua capital. deu a .nensagem. reeusahf&s! ceder a?/ftdD
razendo data* de L.sb6a ate 13 de ; 0 re. dos ashmtees promette abolir os sacrifl- parlamehto, "fnaendo a coBtlnaia^tS^of-
emeo dias as noU- cios humanos, e renancia as suas pretencfle? sobre fianea nogabfne'te.
En 0 que os territonos conflnantes com as possessoes ingle- ConHauoo1 0 antAgonhmfv, e a camara tem ate
IIECIFE, G DE ABRIL DK 1874.
Voli, ins, da KIIropa
P.to Grande,
I'.rco; adiaptabd6, p as trazidas pelo vapor in'glez Sorata.
usmos do-* jornaes e cartas:
zas; alem rfisa continuara uma estrada de 5 me*tor* rejeitado todas as propostas apresentadas
nao havia sido convidadi para adberir.a u:n iui-
aisle rio ilo colligigao, nib. que resonvava a sua
decisan sobre. eate. ponio.
0 inpaoador foi visitar Fr.mcis'-o Deak, che-
fa-do partido oacioaa^e.niolen descauc^ido, ape-
zar o is motins dos primeiros dias de estular coin
sorie Ude os ratios de rernediar a crise.
Qs tumultos, deque ja li/iham-s tido noticia,
polos paquotes aotariorea, n&> livecani felizmeote
a importaacia, de que ao principio sc suspeilava ;
eeis como os jornaes lhe- 1u.ln.v1 in as causas :
0 deficit do orgamento da Hungrii 6 devido em
grande parte aos impostos quo estao por satisfi-
zer; 0 Sr. Szlavy tinha declarado poneo< dias an-
tes na camara doe depulados luingaros, ipie em-
pregaria fodos os meios legaes. para olirigif os
conlribuinles remissos a nirare;n com os seus
debitos nos cofrcs publieos. Esla declaragao pro-
duzio ma impressio nas massas, e desde entao a
autoridade mostrou se mais rigorosa fazendo cap-
turar alguns individuos que se recusavam a pa-
gar os impostos em divtda.
A agitac*) popular foi um prote9to violeato
contra os rigores lo fisco, entidade que em parte
alguma e mais unpopular qua na Hungria.
Aproveitando as desordens, muitos maltrapi
lhos incendiaram as casas miirucjpaes durante a
noite.de 9 para 10, e apedrejaram os bombciros
que tinham ido acudir; entrctaut) a ineia noilq,
estava a ordem restabeleciAi, que cutoa alguma
elTu-ao de sangue.
S0I4SA.
Aimprensa suissa comega a preoccupar-so com
0 resultado p*ovavel dadupla votagao quo tem de
se verillcar no dia 19 de abril acerca do projecto
de constituigao elabirado pelas cameras e pela au-
toridade federal.
Cni-se que sera adoptadi por uma granle maio-
riatanto da pane dos estados como da parte dos
povos. Calcula a JVoco Oazeta de Zurich que 0
povo dara doui tergos dos votos a favor do pro
jeeto
ITALIA.
Na camara dos deputados italianos acaba de ser
apresentado um projecto do revisao do codigo pe-
nal Italian0, que visivelmente se resento dos ulti-
mos incidente- relativos a pnhlicagao do livro do
general La Marmora, e das queixas quo esta obra
historica suscitou no parlameatp prussiaao.
Este proje Mo coatem mpitas dis.iosicoes tenden-
tes a reprirair a divulgacao dos segredos de eslado.
bera como' a publicacio dos documentos ollloiaes
aio destinados a puhlieidade.
Todo 0 fiincc'f.iiano puldico que tnesmo depois
da cessaciio do seu mandati divulgar factos que
devessem ficar secreto, ou publicar documentos
nao destinados a puhlieidade, sera punido com a
penadeprisao de quatro mezes ale um anno; e
esta pearp)dera-ser eievada a*e 20 annos da pri-
sao, se da violagSo do segredo, ou da publicacao
de documentos resultarera perigos de guerr-a, ou
actos de represalias, ou uma perturbagao nas re-
lagoes do governo com 0 estrangeiro. ou um pre
juizo qualquer para 0 estado.
0 projecto do codigo penal do Sr. Vigliani con-
tern novas disjiosigoes contra os abusos do clero;
mas nao intervera de modo algum nos negocios
ecclesiasticos projiriaraenteditos, observando com
0 maxiino escrupulo os principios em que o go-
verno de Victor Manoel se leni inspirado at6 hoje
nosassumptos das rulagoes entre a igreja e 0
eslado.
0 senado italiauo aprovoa 0 project) de lei que
obnira as camaras ou a plantar arvoredos^-aos
sens terrenos iucultos, ou a vende-los.
TURQUIA.
Quando se suppunbam defioitivaraente resolvi-
das as difficuldade* suscitadas em Coostantinopla
pela quesiao armeoia, surgipam.novos obslaculos
levautados desta vez pelos catholicos fiefs a Santa
Si.
E' sabido que desde 1866, A scita afmeriia'se
fraccionott em dous partidos; um, qne sempre
tem obeffecido aos decretos da Santa- Se, e cuio
patrtarcha Hossrmn, foi expnfso d*r> territorio otto-
man 1; e outro, que foi aatorisado pelo gran-vizir
a elcger para pafriarcha 0 bispo Kttpelia'n qd*
P'rft IX tiavia ex<*6mmungado.
Desde que' silbio ao poder o nrVro gfan-vizir,
quiz este res.olver a questSo, reeonhecefldo defini-
tivamente a separacao. one tinham esfabeleeido
entre si os armenios catholfcos, e por 'tamo fieou
determinado orte cada pirtido formarta uma te\X\
distlncta e inaepealenfe. Uma dellas teria por
cbefe 0 palriarcha ,Kupelian ; e a 'outra seri.i ro-
pre-entada junto da sublime Porta por um relit
ou funccionario civil desigriado pelo governo otto-
mano.
ta solngio pirecia ter agrada;lo aos hissou
nitas, mas a ultima bora sobrevieram obstacolos-
da parte destes, e os ultimos telegrammas annun-
ciavam queo vdtil declinara a sua mis?5o.
Apezar destas resi-tencia<; 0 governo do sultio
proseue com tulo rra liqaila-jio das prop'riedades
armeao-catholiras :. igreja, ho|licios eescolas
iiuo ser5o rcpartirtas peros dous ramos do cathd-
lo^iorm^ i^mnain
ni;i.n^l
uma ba
__ a As posigoes dps carlistas a|o focmidaveis e ter-
riveis, pus quo alem da escabrosidade do terreno
aoe as firg.*s liberaes teem que penJorrer para
ohegar a crisla da serra de Somerrostro, ha-os
formidaveis entrincheiraiientos que os carlistas
teem construido com todas as regras da arte.
Alem disso os carHatas parecem dispor de narae-
rosa c forraiaavel ariilheria.
De pane a parta 03 preparativos sis cnormes
e as precaugdes iaflnilas.
0 chefe carlista Olio qae commandoa as f)r-
gas absolatistas na batalha de.2o de.fevereiro,con-
tra as forgas do commando do general Morioaes, e
noje commandadas ptlo general Serrano, ordenou
as suas forcas quo nio disparassem as snas armas
senao a 300 passos do iniimgo. A razilo desU or-
' 'dem e dizer OHo qne quanto mais aproximado for
u .^K? maior c a carniflcina no inimigo.
veadSntro de poucas horaaterrivel batalha se em-
penhe entre liberaes e absolutistas:
0 resahado e^lttvidriso-c alem deduvidoso ar-
nscado, pois no dizer de alguns correspondentes
mihtares sao precisas tres batallias para chegar a
importante praca de Dilbap.
' Os carlistas enntinuam bombardeando esta
Pfj??.' cidade. Tapto; uma como a outra teem
soffrido bastante com 0 bombardeamento.
As noticias de Bilbao que vieram por via de
Londres, e que sSo as ma;s recentes, dizem que
ha viveres ate o ft n de abril, e o bravo general
Castello, commandante da praca, promette susteu-
tarsc ate.sor soccorrida a praga.
. Os carlistas teem langado para dentro do re-
cinto da pr.iga c cidade para cima de 2,000 bom-
bavgranadavetc.
Os carlistas alcancaram em CasleilfdHlt, Cata-
lunha, uma. vantagem, nao se sabe-iyir ernqpanto
e important.', sobre as tropas liberaes coraman-
dadas polo- general D. Edoardo Nouvjlas. 0 che-
fe carlista tiia bateu as liberaes e 0 relebre cabe-
cilha Saballs, de quern ha muito se nib fallava.
Diz-se que Nouviias responder4 a conselho dc-
guerra.
IMRTUGAL.
? JV, couwnissao de fazenda da camara dos de-
putados, approvou a proposta de lei eqaiparando
os direttoa dos cereaes inpportados pelos portos
seccos, aos importados pelos portos mpltiados.
Na.oamar.vdas pares ftfi approvada nnanime-
raente Ofea proposta do marquez de Sa da Banici-
ra, reaoramenianJo a necessidadee-obrigagao me-
tal-de^searigir-nm mbcumento a memoria do fal-
tecidfl'dujue d*Tercjira.
' -^A' ultima bora escreve nosso correspondent
deLiboa:
c Acabo ncste momento de rcceber cartas de
Macao.(Chiaa).
't'Alcaagam a 3 de feverelro ultimo. Ia proce-
der-se a elelgao- de deputado por aquelle circujo
em. 18 do dito mez, e era provavel qne sahissc
elcito 0 Sr. Pinto Bastos, actual' procurador dos
negocios cynicos, e-cunbjdo do ministrode e3tado
honorsrio Jtse Dias Ferrcira.
Approvau a ivimmissao de lazenda a propos-
ta.-daleipJira quo fosse reduzida a 2 reis a estam-
pilha.ijne serve, p.traportear perjodicos e imprcs
aos. Em-breve sera a proposta approvada petas
Cortes^ porquee.de granle alcanco para os pro-
gresses da imjwensa, da litteratura e da scien-
cia.
a Na.camara dea pares di.*cute-so 0 projecto de
ki qua trata; da extincgiio dos ju'izes ordinarios.
lira jornal desta manbi (0 Divrio Popular),
du que hont>ra a noite se.dava como certa a cri-e
ministerial e eram apontadas diversas sora^es.
ft* nos apenas. desejamos que 0 poder mode-
rador a>rosolva constUucionaJraente para se de-
*-monstrar nm rim que nao hi governo pes-oal.
Veremos.
0 queouvi e que havera molificagao mitriste
rial, mesroo antes do encerramento das cortes, ft-
eaodo o Sr. Antonio J.isa, Tf ixeira, deputado dos
maia iaflarntds da mai.oria, com a pasta do reino;
0 par do reino M:.n>cl Yaz l'r to Giraldes com
a pasta das obras publioas, a 0 mioistro de estado
honoraxh e-deputalo Jose Dias Ferxeir*, com a
pasta da Lazenda.
Sendo assim, sahiriam os Srs. A.nton'10 Roiri-
gues Sampaio (da pasta do reinn), Avellrno (da
pasta das obras publicas) e Antonio de Senna
Pimentel (da pasta da fazenda)
Nesta cambinagao se falla ha tempos, Rcando
0 Sr. Fontes Pereira de .Hello, com a presidencia e
pasta da gnerra ; mas nao creio que se precipitara
tio rapidamente este desenlace, nem qtte a crise
se manifesto, para j.i.
11.1 in JJ8 11'I 1 ..'""B
pp-S'AT
te'lisno nrmerifd.
HESPA.MK.
Acerca aeite jjatz diz am jornal e Lisboa :
Ainda nao terric^'nenriuma iii tleia' de impor-
tapcia a commnnldarabs'leitnre*.
j Por em quanlc concenirain-se n^merqsa* for-
gas fento por parte d? liberaes 6bmd bbr parte do
carlistas nas cercanias de Dilba.
-1 Dizera as inlormagifes hialJIidedftjnas vin-las
doscarapos adverso3 qae na bajalha rjae esta im-
minei to lutaram 70,000 homens aV parto a parte.
REVISTA DIARIA.
Assemblea |ii*oviacial. Antes de
boniem n.io houve sessai por falla de numero.
Cenaulitfto provincial. -Porporlaria da
presideocia da provincia, de 27 de' margo, foi sus-
peoso, por 3d dias, 0 conferente do consulado pro-
vincial Joao Baptista do Rego, e foi reraovido para
0 lugar de porteiri, e o porteiro Fraucisco An-
tonio da Silva Cavalcante para 0 lugar de xonfe-
rente.
tfe'eroiaria Ia |ii'csiilenria. -Por por-
laria da presidencia da provincia, de 4 do corren
te, foi remn'ido o official da secretaria da thesou-
raria provincial, Victoriano Jose Marinho Palha-
ns, para I."official da !. seccao da se:retaria do
governo.
Tftrstturarin em-o\im-ial. Por porta-
ria da presidencia da provincia, di i do corrente,
foi retnovid0 0 :| escripturario da contaddria,
Jose de l'inho Barges, para official da secretaria.
Auiiivei'Mario.- iompletam se amanha 43
annos que S. M. 0 Imperador D. Pedro I abdicou
acoroa dj Brazil em S. M.o Sr. D. Pedro II,actual
imperador. Por-esse mutivo dara a fortaleza do
Brura uma salva a I hora da tarde,
I hi- t iiirio 11 istorice o Pbilosopbiro.
Hoje Fenqe-se esta sociedade em sessio ordina-
ria as horas e no lugar do costume.
Oidem do dia J parte, discussao da these:
A quern se deoe a revAucuo philasopbica, a revo-
lutyio scientific}, a Bacon ou Descartes ? 2' par-
te, desenvolvimento pelo Sr. Isaias Guedes, a the-
se : E' justificavel 0 facto du guerra t
Pagasloria dc fazenda. Nesla estagao
pagara-se boje as seguiotes fulhas : Justiga dt 1
iastancia, c.ipitania do porto, recebedoria, correio
geral e empregados da estrada de ferro.
C'apteii-R. (via deltgacia do terrao de Ga-
ranhuns, foram capturados e recolhidos a respec-
tiva cadeia : llaymundo Gomes da Silva, proaun-
ciado nas penas do art. 257 do. codigo criminal; e
Joaquim lSes dos Santos, criminoso de morte na
provincia de Alaguis, 0 qual teve logo .0 compe-
tente destino.
Essa me mez proximo liodo, effectuar a prisao de alguos
criminosos qua esuvara horaisiados no lugar deuo-
miaadQ Agwi azeda. do tnesmo terrao, occorreu
que 0 famigrado Joaquim Francisco de Azevedo,
cbefe daqnelles, armado de faca e pistola, oppoz
teaaz resistencia a forca diligenciadora, que aDnal
obrigou-o a renderise preso.
%Horiaca Commercial *.grkcoia..
No dja 8 do corrente, deve haver sessio ex-
Jraordinar;-., la a*semulea geral dos membros
dGssa associacao. -
Bom servico.Na noilede26 para 27 do
mez ultimo, o Sr. subdelegado da fregttezia de
Santo Antonio desta cidade, prendeu 0 Ut. recolher
a casa' de detenjaoa dispnsigao do Sr. Iir. jniz de
direito dd 1 district) criminal, a Manoel Mai 'ins
Gomes, aulor dos f.oinientis graves praticados na
pessoa de Fra'i*is;o Gaspar de l'inho, em dias de
outubro do anno proximo passado.
.%fta*ttinnr<>. A's II da noite, So do
correnle. Cassiano Jose Ribeiro, conhecido por Pi-
tu', assufinon com uma facadaa Joao Maniva, na
praia do Drum. 0 deliqaento evadio-sp, e a poli-
cia prosegue no? termos da lei.
ojaeivn. Alguns moradores da ma de 5
Joao, comprehendida no districto policial da fre-
gnezia de S. .! si- desta cidade, dirigiram-uos uma
contra a ge'nte vadia, que por alii se agglomera, e
0 tempo de>b raia na impinnguo depapnguios, en
trttenimente este, que 0 qae tem de melhor e pro-
mover altercates em Irngnagem toda offensiva a
moralidade. e respeito, que para com todos deve
ser observada e mantida em uma sociedade regu-
lar.
Que a aoforidadc respectiva chame a oroom os
vagabnndrrs.
Telegrnaimas commercial's. -0 dos
Srs. Knowles & Fofter, de Londres, em 21 de mar-
go as 4 horas da tarde, diz : ,
AlgodSo firme com alea de tj8 sobre os pre-
fos mencionsd 19 no telegramma de 18 ; 0 assucar
frouxo e o cafe mais rirme.
Para o sal rio impcrio.-Com nm rece-
bido em ftdsso poTi{_, levoa oflio Grande 241 pas-
sagelros.
aitaeitfa fcarret.Este
chegajlq, saWiado. pala jnanb^nadt adiantou em
notlcfas, por ter sahtdo de Cfnwl no mesmo dia -
d'a i-pnHh^'-SwaUi, qae tmsoa lorningo (2i> d^
uiarc.) cm nosao porta
Km Irai^to. No us ppr Almeida Garret
vieram Ja KuFcpa ISj pai.-a^tyros, com iesirao a-
sul do impeho.
\ova remessa. Para 0 armazem de eha-
poo de sol, da viuva Falque, ajua Primeiro it-
Marco n 4, acaba de cbegar ana nova remessa do*
apreciados chapoos con castio de praU lavrada.
lanto para horacra coma para senhora, 0 qae ha
de mais elegante e nem preparado.
niiUicir*. O vapor Penedo trouxe para :
David Flach 5:C00600
Jose Rodriguea de Souza 800JK 0"
Apbrodizio Vidigal 200*00*
Canflicto. Travando-ie dej-azoes Manoel
Nery dc tal com Silvioo de Souza Martins, na rua
Imperial, e em 2 do corrente, succedeu irera-se a
maos e ftcarera 0 primeiro preso era flagrante e
segundo ferido.
I.otcria.A que se acha a venda e a 94' *
beneficio da igreja da Casa Forte, a qual con>
hiije 6" do corrente.
HoMuiial porlOKues.Moviment0 clinic
do hospital pariuguei Ue beoeGcencia cm Pernam-
buco, durante 0 met de mar go de 1874.
Cllriica do Sr. Dr. Prtanga :
Existiara 22, eotrarara 32, sahiram 34, falle;--
rara 4, existem 16.
N. B. Os fallecidos foram : 1 de variola, 2 dc
febre amarella e 1 de tuberculos pulmoaares.
Clinica do Sr. Dr. Cm 1 :
Existiam 13, entraram 34, sahiram 31, fa!l-
ceram 3, existem 13.
N. B. Os fallecidos foram : 1 de cacheiia pi-
last, c 2 de febre amarella, tendo um destes falle-
cido 12 horas depois de. sua entrada.
i>aM:i^eiroM. Ghegados dos portos di
liuropa, no vapor portugnez Almeida Garret:
Pedro Ribeiro C. da Fonceca, Joaquim Olive,'-
da Costa Maia, Jose Correia Piala e Fernando da
Silva Mend.es.
Ghegados t'a Babia e esealas do vapor fcra-
siUiro Pemeip :
Vi^ario Antonii. Joaquim Snares, SoridiSo Dia*
Suaies, Autonio Soares da Silva e Salvador C a
reia da Sa,
Chegados daEuropa.ua vapor francez /.' >
Grande :
Frederico Chautancl, tnadara* Cacliuat Jeann.
Juaquira Pereira da Cunha, B. Ferreira, Jo.-e J< a-
quim Goocalves Barros e sua senhora, Savei 1
Americano, Joaqaim Luiz dfeO. Azevedo, sai m:-
Ihern'um filho.
Sahidos no vapor Bio Grande :
Achilla Longe Antonio Pereira da Silva.
Cemiterio publlcu Obituano do dia I
abril:
Serapiao Caloccrto Jardim, parJo, Naiaretb. '*
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II :
ahtysiu pulmonar.
Chanes Amyoi. brancn. Franca, 19 annosf -
teiro. Boa-Vista, hospital Pedro fl; felire amar".*.
Joio, preto, fjtj annos, solteiro, Santo Antonio :
congesUo cerebral.
Uooclecio, parJo, Pernambaco, 7 mezes, S. J Me
eslero cihte.
I".aJ> I, preta, Pernamliuco, 12 annos, solleira, *.
Jo-c ; espas;n 1.
Julia, parda, Peruambuco, 10 anus, S. Jos- .
bexigas.
Manoel, braaco, PernaBihacrs 9 dias, S. Jose .
couvulsoes.
Thomasia, parda, Pernambaco, l"i diaa, S. ter .
iclericia.
Maooela, brauca, Pernarabuco, 3 mezes. Sant >
Autonio; hepatite.
Valentim da Rocha Naseimento, preto, 23 aim -
solteiro, Recife; variolas.
Jose, escravo, preto, Africa, 14 annos, Sam
Antonio ; anemia.
2 -
Albcrtino Alvcs dos Santos, taandado pela
licia, e falleceu de bexigas, no Hospital Pedro II
Manoel C irreia, pardo, 50 annos, Goyanca.
mandad) pela policia, e falleceu de apoplexia pal
mnnar.
Carlos RMiard, branco. Snissa, 28 annos. It >a-
Vi.-la, hospital Pedro II; febre amarella.
Joao Maniva. prelo, 24 anno.*, solteiro, Recife
fenmentos iienetranles.
G.-nerosa Maria dos Prazeres, preta, Africa, *
annos, solteira, Boa-Vista; febre perniciota.
I Tsulina, parda, Pernambuco, 4 annoj. Boa V
ta ; bexigas.
.Maria, branca, Pernarabuco, 28 horas, Boa-V- %
ta: espasmo.
Manoel, pardo, Pernambuco, 18 mezes, S. J
convulso's.
Luiza Maria da Coaceigao, parda, Pernarabu' .
40 aanos, solteira, Santo Antonio ; enterite.
Maooel, pardo, Pernambaco, 3 mezes, San-
Antonio; inllaramacan.
Maria Oenedicta do Naseimento, parda. Pen..
buco, 20 annos, soltiira, S. Jose ; bexigas.
Manoel Ribeiro da Cunha Oliveira, branco, I'
tugal, 96 annos, viuvo, Recife ; enterite.
Estrada de ferro do Recife
Olinda e Beberibc.
JIOVIMENTO DA CA1XA KM RESt'MO DA COM \-
SniA DOS TR1I.IIOS BUUJH DO REC1FK \
OL1KM E BEDEIIIBE, REI.ATIVAMF.NTF. \>
MEZ DE MAR<;0 DE 1874.
Reeeita
~'hetcs
nssignattiras
Carga e lastro
Expressos
Multas
.'. luguel de parte da
casa occupada pelo
destacamento poli-
cial, na Encruzilha-
da, relative a 6 me-
zes, vencidos a 3t
de dezembro proxi-
Enlrada.
10:8744420
2:190*000
499*300
30*000
13*300
13:33*":
mo passado 60*000 73* J- -
Deposito dos empregados 283*<*
13:952*i:
Saldo do mez do fevereiro ultimo 7.272*577
Sahida. 21.224*.^:

Ordenados e ferias :
Movimento 2:104*164
Estagdea 1:304*363
Carga e lastro 321*873
Conservacao da linha
permanent? 594*730
Conservajao do trem
redante 858*900
Administra"io :
Oirectoria :
Gerenre 200*000
Thesonreiro
Importaacia hqnida
de 300*. por qoe-
bras, a contar de **
outuhro do anno
passado ate ao pre-
sent mez, por ha-
ver dedutido a de
I2fr*000, abonada
na mesma confor-
raidadada ao escrip-
turarib pagador 180*000 .180*1)*
toro :
Advogado 30*000
Proeurador 8*334 m0*
Escriptorio :
Pessoal :)00*000 MMM
Obra nova :
Pago por ccnta dos
mezes anteriores- 2:415*000
Pago a Auguto Fre- .
derico de Oliveira
& C 5:C00*000
Diversas despezas :
Materiaes, azeite, se-
bo, 'objectosj)ara 0
escriotorio e outras
despezas 2:888*342 I0:303*,.4v
vapor porluguez,
"ago por Boflfj ao cm-
preiteiro da estacio
do !'ir.>s
fdem por varias des-
pe'zas c m 6 assen-
tamed'fddo fioelec-
trico
16:626*-i*v
l;324#300
31*150
Pagamento d? depesitos
l:37fi*TN
!*
18:2a3*77-
c
------ -
-^
^
[ liEBHl

.

I
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Dlri6 ftjttttnftt^ Stgut* teira -AFIffiitf <& f
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Saldo que
.e-
E^^j^*)Bi*m de ;.*-Hban
,2^24*497
US, 4

0. tbesoureiro,
Luiz Jose Pinto da Costa.
^i
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C*3 CO
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4S
i-*
p
p.
&
B
o
s
p
o
CD
o
g
cr
p
o
&-
o
Kalaneetc do Banco Commercial
de Pernaiubueo, eui 31 de
marco de 1884.
ACT1V0.
AccJonistas.......:......-..... 4,200:0005000
Letras descontadas............ i,366:32';>S6J6
Letras caiicionadas-........... 3 >:80i*388
Lettras a receber.............. t:28ifi077
Valorcs depositados..... ...... 91:3303 .'90
Daspezas de installacao........ 5:8113305
Despezas geraes............... 5:941*340
Moveis...................... 6:2813735
liivarsas contas................ 336:343^298
Caixa....................'..... BfMMfff?
6,592:7683374
PASSIVO.
i '.apital .......................
Fundo de reserva ............
Contas corfentes por dinlieiro a
jaros......................
Coutas corrcates simple1.......".
Letras por dinlieiro a juros.....
Depositos da directoria....'.....
Carafes.......................
bividendos....................
I>i*eontos........-............
Diversas contas ..".............
I.tirros e perdas...............
6,000:0003000
8:8203000
20o:6463?60
35:37 13030
7:0353510
24:0003000
. 39:1393490
54:8493000
82-:517*639
134:6633919
4213326
Capital
6,392:7633374
S. E. &. 0. -----------------
0 guarda livros,
Francisco Jaquim Pereira I'iitfo.
rilE NEW L0ND.)N & BRASILIA* BANK LI-
MITED.
do Banco........... 1.000.000
subscript.......... 900.n0 i
pago............... 450.003
Fundo de reserva contra de-
Bceciacao do capital...... 40.000
i U.ANfio "d.V CAIXA HUAIi KM PBRNAMBOCO EM 31 DE
HARQO DS 1874.
Aclivo.
Letras descontadas......... 1,279:3863510
.".reditos diversos, outros ban-
cos e caixas Qliaes....... 1:267.6773800
Caixa:
Em moeda corrente......... 222:4205080
M seu relato-
I ho da perhi-
guencias repe
Escrevc a ProtincL
rio deu 0 00:
ciosa chicana parfidarla, cfljas
lidas rezes tern sido tragical.
Isto pertence aos promcianos e n6s o pro 'a
IWtPPjf A. Jiiarrvj tmmmF
JoitnveTttao e explicjdo a'bel prazer Qeii Pro-
vincia.
S. Exc. exprlmlo so acorca da eleicSo assim :
A reforma que os ipodores -Ao estado tratanvl
do rml vantou em raassa os c*t wci.
Ra
2,769:4903390
Passico.
Depositos:
Km conta eor
rente......
Fixes e
iviso.
por
300:7273150
- 990:2133140
..reditos diversos, outros ban-
cos e caixas liliaes........
I.etras a pagar.............
Rs.
1,290:9723390
1,411:0823760
67:4335040
2,769:4905390
S. E. A 0.
Peroa-nbnco, 4
de abril di 1874.
W. H. Bilton,
Acct.
ENGLISH BANK. OF RIO DE JANEIRO
(LIMITED)
Capital do Banco em 50:000
accoes de e 20 cad a uma
Capital realisado......
Fundo 1,000:000
500:000
113:240
RALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 31 DE MARQODE 1874.
ACTIVO.
Letras descontadas.............. 638:593/310
Emprestimos e contas caueionadas 612:4465710
Letras a receber............... 30:2145310
(larantias e valores deposiuidos.. 93i:8123750
Mobilia, etc. do banco.......... 12:6625^80
Diversas contas............... 506:8233950
Caixa........i................ 343:9493770
Rs. 3,131:5043110
PASSJV0.
Contas correntes sim-
. pies.............. 463:3783380
Deposito a prazo lixo
com aviso e por le-
tras ............. 1,429:172/530
Letras a pagar.................
Titulos em caucao e deposito.....
Diversas contas................
1,892:7513130
1015120
954:8123754
283:8365110
Rs. 3,131:3045110
S. E. & 0.
Pernambuco, 4 de abril de 1874.
F. B. Bloxhatn, manager.
Clare Sewell, accountant.
PARTE POLITIC*
PART1DO CO\IIKV4ll01t
RECIFE, 6 DE ABRIL DE 1874.
iflatoi io do Exm, Dr. Lun-nu e a
opposi^ao liberal.
A Provincia do !. do corrente xtn estarapadu
urn artigo, escripto, ao que parece, s&b a inspira-
tao dos velhos habiios do 1.* de abril.
Os destemperos, qne se leem nauuelle art^Q,
recordarh alguraas palavras de um uublicisia com
referencia a opposicao, que acertadamente appli-
cam-se aos homens qaedirigem o orgio liberal.
Sao ellas as segumtes:
Homens publicos ou particalares, resolvidos
antecipadamente a contradizer em todus os pontos
i) governo, sao necessariaraente, ofl inimigos da
tranquillidade do estado, ou ambiciosos ligados
contra o poder, o qual desejam com impacieneia
alcan^ar, oa intrigantes, que mendigam empregos
com imeacas. >
Easas palarras, ^eram-nos a raeate, anaado
conclui.mos a Miara do artigo de faB*o ai Pro-
lincia.
Como tddo que sahe da penna dos Provincione$,
aquelle artigo dista tanto da verdade, qoanto o
ceo dita da terra.
^Ow^tmvmnmtio "fit A^.^e no'CbTco;
ivtou.
'WeettiliecimBnto pelo rTa1Ty,'rsatonia'eifrjfca
Crearam-se dous nartidosjinjuine quef*c/
pa ovo, outro o CalwflBihpara.irfsidente.
ie Mra.mirtstto. flaral
;;j
OS?. ?J|omo.sra.mii3tw. fiarabens.
GAIJIAS.
*.
-OiW O bispono, us^nlo da mais viva eloquencia, le-
nossos pleitos eleTtiwaes uma.nhase conciliadora
dos exaltamentos ponticos, expurgando os quanto.
6 posstvel da pernielosa chicane partida is, cujas
consequencias repetidas vueeMm sido tragieas.
DoBde deduzir daqai o qw -escriveu a Prt-
vitKie t
Deduz-se sim, que o noiso actual lyMema de
eleirdt)3 nlo e bom, porque presu-se ao abiKO,
ter inuitas portas abe;tas a. chicana, (oi Ptocin
cia bem o sabe) cnja^ amsequen^ias algumas
letes tern sido tfagicas, ;*e nue a njforma que os
Eoderes do estado Iraura ie dar *esse syslema
a de melhara-lo, pondo-o a* salvo da perniciosa
Cbicana partidaiia. .
Esta vprdade, que se tfgsenvolveu na conscien-
cia pablica, durante o d miidis-de pnrtido ptngtes-
sitta, esta consignala na fat la do thnono do aano
passajj.:'' o govern) a ceconheceu desde que.se
propoz a reformar o eyilema de eleicoes.
Pois, porque disse a praidencia j\ae o sysletna
actualdeteicSs vad erreforma6o, e *qne ewn
a refarma fech.ir-je-hao tad is as portas, -qoe dao
nnlrada a Ciicana, segae-je que com ieso quiz
dizer que o nasso .parlamento e Qlbo fa,pemiciosu
dhicana parliJaria, cujas consequenciass repetidas
oezes ten udo trogkat f
Tal consequeacia illoajcawou antewrracional;
assim como I iBogico c uirrciol oldesaccordo
que os provincianot uotaram.entre o qpe esta no
nelatorio da prosidenaia e a que alftniiiu o pa -
triotico ministerio 7 de iar.;o, desaecordo lilho
da perniciosa chicana >da opposifao systeraatica, o>
quo "so se fustenta oecnltindu verdade.
Para os hemen* que n io ambkionam o poder,
e nem Im-cam tnriurar o peasamenlo da prcsi-
dencia, o.dito filso :1a I'roviun'a aim ante a sim-
ples tiauseripcao das palavra< do relaturio pre-
sidencial, porque a auionouua que existe entre o
escripto da Prarincia e a proposicao do Exm.
Dr Lu:ena e palpavel.
Dma opposicfto sincera e decente nao escdhe,
por certo, arinas d'essa ordein para cembater o
adversario. ;-
Pouco bos rinporta- systftna de
reforma eleile-ral; qne digam urbe tt vrbe que a
reforma, que os poderes do estadd, sretendem ^ar
us nao sanara os mal.x, porque ntis lbes dare-
mes a resposta; mas nio este)am a titulo de appo-
sicio envenenando o penaraento quo o Ulustre
admiaUlraddr da provincia externoa cm Eei<. rela-
torio.
Continuando os provincianos na analyse do re-
latorio, occupam-se da trauqoillidade publica; e
isto de forma tai, que bem se Hies pjls-Jizr que
passa:am par essa parte da falla doTixai. Dr. Lu
cena, como pat i por brasas.
Todavia pelo ti.m com que conolulram eues a
9ua inlilulada analyse, parece que suppozeram lar
feito muita cousa.
Esse nossojoiao apoia-sc na seguinte interro-
gacao da Provincia: t Porventur i durante a
administra^ao do Sr. Dr. Pereira* de Lucena as
relacoes de iniiyidaos para individuos, os direitps
individuae<, em t-jdas as suas manifestaQoes terao
repousalo segaros a sombra da lei, terao se ma-
nifestado tranquillos e garantidos sob a vigilancta
do poder publico i A afflrmativa seria irrisoria. -o
His ahi tndo quants disse a Piovincii si>b a par-
te do relatoric >lo illustrado admiuistrador no aue
diz respeitu a tnaiuiuiliiJade publica.
Semelhaniememe am is respouder e.Ti poucas
palavras.
c A alllrmativaserii irrisoria como diz a Pro-
vinciv, se a casa da palicia de hoje fossq fueo d
crbninisos, cimj o foi a da policia de 67.
A.afflrmativa seria irrisoria se a policia de
hoje desse escapula a crimtnoso, preso em Iligran
te delicto, como o fez a da 67, concorrendo para
fuga do Dr. Lopes Hacfaado, que acabava de
aticar um crime, como fosse espan;ar publica-
mente um mancebo,. cajoi direilos em tai is as
as manifestacues deciam rep-usar seijnros a
mhra da ki, se u aiitoridade nao fosse a pri-
nuira a commetter-os attentados.
Dessa tranquitiidjde nos nao go-ainos, porque
o illustro president nao entende como outros, que
< nio se deve. desmiralisar um dpputa-lo pir
eansa do um eslud.ante Os tempos em que go-
zamos de conseguinto seria irrisorio se hoje se "atDrmasse
extstir semelhante tranquillidade.
Neste ponto a Provincia tern razao, c ik>s Ihe
cedemos a palma.
Com referenda a outro ponto do relatorio, kto
6, a segtiranci inlividual e de propriedade, mais
desparatada 6 a analyse da Provincia.
S. Exc. o Sr. presidente #m seu relatorio disse
da Mgnraaca individual e*de propriedade o se-
goinie :
t E' para seutir que nao seja mais lisongeirq o
qu;dro da se^uranja individual e de proprie-
dade 1
Os crimes nao leem decrescido como deie;ar; autes apres^ntam um augmen'.o, con
frontados com os dos quatro aunos anterjores.
versao no povo, mas sim quo hoje os factoscri-
minosos tao facilmente naoescapam, como.ou-,
tr'ora ao conhecimento e accao da justi^a.
v Alem disso, se nossa populacao tem angmen-
tado, nao i de admirar ( o gripho e nosso e ser-
ve para abrir os olhos dos provincianos ) que
na mesma proporcao seja maior o numero dos
delinquentes. o
Bern se v3 que as pa'avras do distincto' admi-
uistrador nao se prestam ao raeiocinio da Provin-
cia : ao jogo que os proviacianos flzeram.
S. Exc, aponlando as causasque influiram no
accrescimo dos crimes durante o anno de 73,
notou qne mais ou menos o augmento da popu-
ia-.Fio inrlae no augmento dos delinquentes.
Entretanto que a Provincia em sua analyse af-
firma que a presidencia dera como causa do
auguieuto dosdelictos o da populagao.
Isto 6 inexacto, como se pode ver perfeitaraea'-e
da leitura do relatorio.
A adrainistracao, indicando as causa3 do aug-
mento dos crimes, mencionou a circumstansia
do augmento da populaeao, como uma atte-
nQante para a aceusacio, que por ventura queiram
levantar contra os sentimeotos e boa indole do
povo pernambucano ; por isso diz a presidencia
nao e para admirar que augmenlando se a
populacao, maior seja o numero dos delinquentes.
Contestam os provincianos qae e9sa circams-
tancia justi6ca o numero crescidodos delinquen-
tes na provin:ia de Pernambuco f
Pegai uma cidade popnlosa, onde tudo tenda a
obstar a pratica dos crimes, comparai-a om
outra pouco populosa, pjrem nas mesmas con-
nives, e tereis naturalmente mais possibilidade
de encohtrardes maior numero de delinquentes
daquella do que nesta.
Se vos perguntarem como 6 que estando aquellas
duas cidades nas mesmas condicdes, de civilisa-
e4o e de adiantamento. uma conta maior numero
de criminosos do que a outra ?
- Sera porque o povo de uma 6 mais perverso
do que o da outra ?
Naturalmente vos respoodereis, nao ; e porque
os- crimes, cujas causas sao diversas, estao em
rel .oa i com a populaeao.
Mas, porque essa resposia justiuca a estra
nheza ou almira^io resultante do maior numero
de delinquentes, que se nota em uma cidade do
que na outra, de forma a nao coaseatir qae ee
conclua desfavuravelmente a indole daquella povo,
era eujo seio es delinquentes apparecem eta maior
numero, dve-se inferir que a ciuea da diffe-
reaga e o augmento da populagio, que vat de
uma para outra cidade ?
Procurem os proyvnciaina} lar o relatorio da
adminisiracao com calma : para que nao sejam
taxados de sofregos e desleae3.
0 que depSe conwa o costume* e indole de
nosso povo i a causa quo a Provincia apresentou
em sera artigo.
Naose pode comprehender que.um povo, que
ao e perverso, aproveita se da desfdia das auto-
ridades .noliciaes .para commelter crimes ; por-
que o povo de boa indole nao aguarda a occasiao
mais asada para eemraetter 0 delicto.
- Pease bem a Pfnvmcta no que esereveu.
"Se nio ha perversio no povo, como cotrfessam
os iprovincianos, segue se as causas dos deliotos,
sao as descriptas pelo Exm. St. Dr Lucena em
seu relatorio, e nio a disidiadu autorida.Ies, por-
que boa indole e seotiiieatushnmaBitarios nunea
se encoutrarao em am i-pif^ flue .aguarda o
-Lmelhor ensejo para .perpelrar o crime, como o 6
a desidia da autoridade.
0 Zacagoe-, ajuaado.porS. Igaacio,
o pao de assucar^dbre^.Xhflsfofaii^
atirou com
D. Vital embrulhado no AposHo^shb,io ao ceo,
gido de S. Joao..
fugido
Cahiram osorientes, e os BlhoS'Sa viuta atirant <$n pouco tempo seja z Agenda nmerictni o een-
ooavos malhetes eere e atfros otwpoeida >
panhia. [,\ > an
Falla se n'um conselheiro e n'uoi l*r5o para
pres1denteTle"'Pflrnarrit)ueo.
Gladstftfe seatira-a falta de um disripub, qae
oomo Oridor pertence a sociedaae dos stlenciosos.
Parabens at caraunas.
m

HamanguaBc.
BREVE R.ESP08TA -AO CEtEBErtMSIO M. SEVE
HLHO.
MeVora< m Recife n W de -31 de marco dado
vein nma publica^ao solicitaoX'ob a assignatura
de Manoel Seve Filho. na qual pretende-se res-
ponder ao que neste Diario tamos escripto com
nelaoao a fallencia de Pedro Lpej do Mendonca.
Porem, ballade esforooJ Seve, eoato todos os que
teem pro.'uradj reaponder-nos, nio poderam pro-
war nada em eontrario daqu'Hlo quetemos escripto^
PriBcipia Ser>-e Flftio pir dizer que Wtnog raHB-
tide com 'relacao a elie -e a seu cuihadp o falliuo
Pedro Lopes ddlfenaonja, mas nada provou em
eontrario do qoe Wftlordifo, arttes ja *edfesa qtte
por condescendencia a seu cuulnd prestava-se a
oomprar sua massa, nao se lembrando -que isto
que acaba de confessar, ja o negou em uma pabfi-
oacao assignada por X. Os ealrwnnialores etm
busteiros sao todos assim ; hoje ceofes^m o qoe
bonte n nega**m e para cumulo de "seu desplsnte
vem -a^'polTlreo dlz^rqwsfffl^nits^jtte'rafta'iiws
a verdade I
rzin8a o cslebTrimTgaarda-livros qo*- tinba
em Uanunguape oulras'lrjaisacijoas que.toe floi-
xavawa mais provaito do qua Hie podoria-dauxar a
compra da massa do seu canhalo : quaes sao ea-
sas irausaegues que Ihe sib maU ren'jbsas do jjue.
ter um negocio de fazendas ? ui^a.pos, quat e o
rgmo de vlda a que se Seiiii e qae e tlo Tendo
sr> ? Por ventura (abricar escrjptas e baianfos pro
prios para obter abarimentos e prazjs, e em Ma-
raanguaoe um negocio tao imporlaate ?
Diz mais qua nio nos d Imraj; de quo
die possua uma fortuua superiof^t 47 conlos,
por quaato outros possnort "rqjfltas vezes maior,
tenloviodo do estranjeTro. com) de contrabaudo.
Nao davidamos da sua fortuna, o que co testamos
e o modo porque a houve, sjm tor herdado, t'fraao.
premio em totem?, Bcftca teve ncgocio 3e quali-
dale neo'iuma ; 1 i.qual ella Ida pilose vir e so
a*gora com a qaebra de seu cuntudo o que se
apresenla capitalists I
Quanto a outros que, segundo diz, possuem for-
tuua* rauito maiires, nao tenna disso inveja, pois
deve saber que nada neste mundo 6 estavel ; para
acabar com essas ^ranles fortuua.? que em sua
esquentada iraagina^ao invontou, basta quo os pos
suidores das mesmas tenham uma neia duzia_de
freguezes da quabd-ide de seu cuahab e.pitrlo ;
em pjuco tempo passarao a mmligar o pao da
caridade.
Sabemos quo' Seve Filho nao toi coatrabando
importado da terra qae tatnbem produz cebolas e
batata*. Se tern alguma ^emelhanca com os que
o sao. nao se arreceie de que o coufundam com
dies. Ha ainda outra razao para que S-ve se nao
confunda com os importado' e 6 que as messalinas
que de la vem usain saia e corpmb i, entretanto
qu-J Seve osa calyas-e caco e tem umag *uissas
capazes de fazer inveja a um bucephalo I
Cui.tiuiia o nosso beroe : teaho nesta cidii-le de
Munumjn ipi' escriptorio de cunmissu-s. E' muilo
z...iubar do publico I Eseriptorip de c.*ramissoes e
cousa que um tal personageai nunca love nem
tera em Mamauguape. Quem o conhecer e ler o
seu escripto, sao sabera o que nais kdmire. se a
sua coragem em exoibir-se assim perante o pu-
blico on se a n issa pachorra em dar Ihe pallia...
Parece haver o proposito de distrahir-nos da
narracao que ainda nao concluimos dos episodios
que se tem dado no processo de fallencia do nosso
de/edor Pedro Lopjs de Menlon;a; perdem, po
rem, o seu lempo ; o publico ha de ser de lulo
sabedor e confrontando os nossos artigos om o
que sob diversas flguras se tem escripto em con-
testacao dos mesinos, reconhecera que nada se tem
provado em contrarm do que tem .s aOlrmado;
antes a contestacao tem contribuido para por em
mais saliente relevo a verdade de aossos assentos.
Atgnns credores.
tro de todas as "oommunieacoes telegrsphitfas entte
as provioelai do Brasll, e a Earooa, a America do
.\orte e os Bstatlos ao Sul^e d > Pacilico.
Provadi a evidansia, como esta, quio vantajoso
e ao desenvokiyiMto do progress* sociaiyis meios
quei faciliteA>m,i{8 possivel, a communicabilida-
de dos povoflritre"s^ a qual, trazendo como re-
sullado natural a riqueza particular e publica por
vert* BialroHes waaes, a pteaa laz e wvela a
.,WiCr'b,cia
amen^ana M. Gomes 3e Oyveira, qne acaba de
ter fundada, sob JfcftKrOjgas M4^os, certo, se
pao podera coatesur a identidade dos fins -d^ uma
I ontra;teMb rfl ispMAd'l in^oWlfeia^a se-
|cm6ellBsue ja ser a justo'-alferlila pela da
prMnin.
4**ff tal Um eontrafatnos com aempreza Wes*
tfrm^mivBHiitim 7?hiwph Ctrnparty, wrant't-
dametae por aez aoaos, eom etefasfe de mfro
qualqaer concorrente, a-'transtrilssfio de despachos
lelegnaBTiicos, sob coudlfdes vanlaj-sas, qae serSo
fembem sttendidas eom rela^ao astommaoicacfles
iJo#awearopeu e plstitlo, frxra o que toraadas.
astto ae'provWencfas newsaarhH ; e m-)do, quo
ciaapa imporlancia dei.-a empreza.
.E*sas sao, a tsavos ripidps expostas, as^vania-
gens ^)dqho,s dfzer raediatas, mas' de 'resnlta'ljJs,
a MdOSlesfespeltos, InfatfftJis em sua rnflai'ncla
NBfessiva, qne a iftneia* ttnericmm -lattgrapki.-
da J/../faw aVOfMxrMaoffdrece ao.paie; 4rta-
Bern* aaora das vautagos immediaJas, que nos
olTffreceTambem.
------------
.a>B,'itlioiwt.-lBada )lrr. 6s. emsaa Renista
tiaria, de 2 do corronte met, iwueiad i que en.
ferira levemente Manage tal, e comeguira eva-
dir-me ; V^nuo rogar a Yjl Ss. que se diga ?m
declarat que houve cngarfo na Tiiformae^o quo
tiveram pois quo nao uieavadi, aom tinlia de
que Uiilo assim que : son lo encontrado,- aa rua do
(labuga, por um soWado que rae deu itm de prisao,
deixui iint- coaduur a casa do Sr. subdeieg^do, qua
logo me poz em lilwrdade, em Fa.iode nao haver
niutivu .algom para easa prisao.
Cum a publicaijio dostas liabas ew sen coaeeir
tualo Diario, mutto olis-imiario aode Vy. Si. at-
lenlo", respeitador e crialo. .If irtiniano de Cab-
vallio Siqueira Varejilo. ^q
iutiHi consummida viva.
Quem nao ouvio fallar do casode Dolores Men-
dez, de Lima ? foi ella atacada de escrotulas de
am aspecto e natureza a mais asqaerost a rap. la
tueale in .rtal. Grauoes ulcer.is, que.ea.la .la n-
t iriuvaja inais profunJa*, cojsuiumiraru ( carne
de seus membros lnferioFos, e ate-os ossos.se Ihe
aprodeceram. Esteve dez me^es de cama conver-
n'da n'um esqueleto. Caamaram si medicos de
toda.as partes, e todos dies, a desengararo, nio
Ihe restando portauto ouiru recurso ie que epe-
rar pela morle. Achaqdj-.se, pois, ein tao criticas
circumstaocias lite recoaimcaJaram que tomasse
a salsapawilha de Bristol, e esta a s-lvou, como ja
aoles dtl^a luwia salaado a outros mil. Roprimiou-
se a calamidade, cicatrisaram-se as chaga- ; re-
cuperou as for.;as e o appetite, n'uma palavra, a
saude, a alegria torna'ramji visita-Ia, e desde en
ta> tem gozafio dessas supremas felicidades da ter-
ra, a sadde do corpo e a'egria do espirito A fa-
culdade medica coasotlto que se annuncie a salsa-
pitrrllha de Bristol, como o remedlo mais promp
t<) e seguro de ju mtos se conhecem, para tolas as
forraas de o-c-ofulas, caucro?, tumores, abscessoj
e rheumatismo.
telegra-
a'oga* StUtMom.
TELEfiRAMMA.
A republics foi proclamada na Craia Vermelha
JUNTA DOS CORRf:TORES
l'raoa do IteciiV, 2 lu abril
de 18 *4.
AOMEIODIA.
COTagoiiS OFFICIAES.
Algodao de Uaa sem inspecgio 63800 por 15
kilos.
Assucarmascavado purgado 13850 por 15 kilos,
hontem.
"ambio sobre Londres a 90 d|v. 26 1|4 d. por
13000, hontem e hoje.
Ida 4
AS 3 MORAS DA TARDE.
Algodajde Maeeio mediano 738OO por 13 kilos,
posto a bordo a (rate de 7(8 e 5 0|0,
quiuta-feira.
Dito -de dito 2* sorte 73000 por 13 kilos posto a
bordo a frele de 7[8 e 5 0|0, quitrta-
feira.
Cambio sobre Londres a 4t0 d(v. 26 I18 d. por
13000.
'".ambio sobre 0 R 0 de Janeiro a 8 d(v. ao par.
6. de Vascoocetlos
Presidente.
A. P. de Leraos
Secretary.
A. agcucia aiaaoidcaua
phica M. Oaiuea d'Olireira.
I
Com applausos unanimes das provincias do im
perio ; com approvacao geral 5 altamente procla
mada da opiniao publica do paiz, dense citre
nos 0 estabelecimento da telegrapbia electrica sab-
marina, ligando entre si de um jacto, por assim
dizer, a provincia do Para a de Pernambuco, esta
a da Bania, e aquella a do Hio de Janeiro.
No dia 1' de Janeiro do corrente anao, pr.-via-
mente de.-iunado para a iaauguracao offlcial do
servigo dessa liofaa, a certa bora estrondearam si
multaneamento uas quatro respectivas capitaes os
clamores festivos da satisfajao popular, saudando
cada uma dellas, "segundo 9uas fur?as e li no fu-
turo, a reahsagao do mais pi'omeUe.Jor melbora-
meato, que aindi pode aceoar a povos livres ea-
grandccimento e prosperidade.
Nada mais natural.
. Geralmeate coahedda e compreheuJida mesmo,
a immen-a utilidade da telegrapbia electrica, aqui,
como em toda parte, onde a alavauca da civilisa-
yao tem feito subir a aspiraeio do iodiviJao, de;-
interessada, aobre, ao cojiipeaetrar-se ello de qae
seu mellior bem ertar nao pdde provir senao do
da cotniaunhao a que for^osamente -esta ligado
por lagos mais ou menos apertados, aratequisi^ao
de melhorameuto tSo importante foi logo aeeito em
lioha do conta dos meios mais proficuos a conse
cuQao dos grandiosos lim, que nos esiao reserva-
des pelo commercio c pela in nutria.
Passado, porem, 0 primeiro impulso do enthu-
siasmo, que tal acontecimento naturalmente inspi-
rara, como que um sentimento de dosanimo per-
turbou de chofre as ultimas oolas da manifestaQao
do jubilo, que bavia sido tao geralmeute senlido e
expresso.
Pensava-se entao no excessivo pre^o'do servigo
tdegraphico registrado na tarifa pela respecliva
empreza apresentada aa publico, e o qua mais im
portava, e que se reconhecia simultanearaenle, q.ue
era impossivel pretender-se qualquer modiBcai;ao,
sea que so attentasse conjuatamente contra a
existencii do mulhorainento mesmo, uma vaz que
esta depeude esseueialraeote do emprego de gran
des capitaes, que exigem garantias, qne osassegu-
re, e mais ainda uma certa productividade remit-
nerativa de sua applicac/10.
Cumpria, pd9, voaeer se a -conjunctura, que era
grave, e qne urgia um passb decisive immediato.
Este passo deuse ; e toi 0 illustr^ cidadao, 0 Sr
Manoel .Gomes de Oliveira que 0 den, fnrtdando
no Jlio de Janeiro a Aaencta amerlcana telegra
pluca.
Toda a impreusa da corte, como a de todas as
proviqeias a que tem caagado a notioia de tal
creagfko, proramperaia am apreciacdes as mais li-
songeiras a respedo da prestimosidade com que a
Agenda ame.rica.na .telegraphica U. Games de
Oliveira surgia a.obYiar-diPBculdades que a todos
preoecupavam; a asseurar, por assim diier, a
permaneneia deQmliva do immenso .melhoramento
em aosso paiz, dopde, a nlo ser ella, nao teriamos
que estraabar se se aiastasse om pouoo.
Vejamos 0 que diz ella mesma, a Agenda anu-
tioana lelegraphica U. Gomes de Oliveira, dirigin-
do se ao paiz aonscia da missao exlpaorniuam, a
cujos fins jura eapoataneamente a garanlia da ac-
tiyidadp, de zelo, da probidade e da proflciencia,
qiiep6de offerecar no(honrado cH^ao aue a-te-
preseuta. i j
E' a visU de sua eaposicl', que Bscre*emos. :
c Foi attendendo a ercessibilidadS Ho prego dos
despachos telegraphicos, que e, e-^-etanto, aqui a
rma qa a de toda .paite, onde nanoriona esse
servico, qae nos abalancamos a fundac^o da -.gen-
cia americana, modelando-a,pela de Ilivas Reuter,
a qual a Eoropa e qs EsiajlpsUBidos devdm 0
.prompto, del e comjileto ,conhecimoato de que
dispoem sempre dos facto? mais ou meaos impor-
tantes, qne o moviinento social, pclitjco e econo-
mico oecasiona em qualquer dos pontos inleressa-
dos pera telegraphia electrica.
Se e recmnecida, como njnguem godera negaf
a identidade de vistas das aceactas europea Huvas
aLFANDEG\
ReaJtmento do dia 1 .
inca do dia 4 .
63.344*981
43 800i373
109.1433334
Dascarregam loj* 6 de abril de 187 i
llarca ingleza-O.i/p/ij/n -materiaes para a empre-
za da companhia locomotora, para 0 caes
22 de Novembro.
Brigne franeez Mines de Soiunxchs n. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, para 0 caps 22 de Novembro.
Hiale americanoHathe Haskell fariiiha ja des-
pachada para 0 9* ponto.
Barca ingleza Nertherlon -bacalhao ja despacha-
do para 0 trapuho Gonoeigao.
Brigue poituguezBella Figuetrense-varies ge-
nei'QS para 0 trapiche ConceiQao, para
despachar.
Vapor portuguez Almeida Barrett mercado-
rias e bagagens para alfandega.
Barca frauceza lnlrcpide Ccrse mercadorias
para alfandega.
Patacho nacifnal Jaboalao mercadjrias para
alfandega.
Barea hespanhola D. Luiza meriaiorias para
alfandega, e materiaes para a empreza da
compapliia locomotora, para 0 caes 22 de
Novembro.
Lugi'o portuguez Julio varios generos para
o trapiche Couceicad, para despachar!
Patacho portuguezLidador varios generos para
0 trapiche Conceicao, para despachar.
Galera porlugueza Lisboa vinhos para alfan-
dega.
Brigueinglez Lizzie and Kate farinba ja despa-
cliada para 0 caes do Apollo.
.VLTnlUQAO NA I'M TV DOS PKKyOS DOS GENKRo;
SUIEITOS A D1REITOS DB BXPORTAgAO, NA SBMANA
DB 6 A II DK AIIIUI. D", 187i .
Algodaoem rama ou la 483 ra. 0 kilo.
Assucarmascavado 123 rs. 0 kilo.
Courosde boi verdes 320 rs. 0 kilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonelada metrica
203000.
Carago de algodao 20 rs. o Jtilo.
Criaa-animal em bruto 300 rs. 0 kilo.
Alfandega de Pernarabuto, 4de abril de 1874.
0 1 confereute J. fiibairoda Uuulia.
0 1 con/ereute Franotsc) das Chagas Galvao.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 4 de
abrii de 1874.
0 inspector
Fabio A. de Caroalko ftis.
lni|or(ii;ao.
3rigue ioglez LezzieA Kate, entrado de Trieste
am 3 do corrente e eonstgualo i. Keller & C, ma-
nifest in :
Afo lOO-cuohetes a Parent' Vianna A C.
Fariaha ds trigo 2,500 barricas aos consign 1-
tarios.
Vapor naeional Penedo, eulrado da Bahia na
mesma data e consignado a Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, raanifestou :
Algodao 167 saccas a ordem.
Cnapeos de sol t eaixa a E. A. Burla 4 C, 1 a
Virguua Falaue, Cbar'ntos 3 cai\as a Udtrao 4
lilho, 1 a FranciscB Guedes de Ar/ijo, I a Joao
iiodngues it Fana, 1 a ordem.
Velas de cara 10 Caixas a ordam.
.Brigae au*triaco Die-fwei-Bnuder, eotrado de
Trieste a 3 do corredte, 0 conslgpadoja Jonston Pa-
ter .4 C, raanitestou :
Farinha de vrigo 1,993 barricas aos oonsignata
ri*. ,
Hate araericarfO^KW Haskell, entrado de New
York na mesma data a consignado a Henry Forsler
& Cu, mapjfestou
1 Fariaha do Irigo 666 barricas aos consignata
rk..
Objecto3 de lampista'i cilxa a Otb Bohres..
Vapor portuguez Almeida Garret, entrado do
Porto e Lisboa am 4 do corrente e consignado a E.
R. Rabelb 4 C, roanifestou :
Carga 3o Porto.
Aguadaspedras'Salgadas 40 caixasa'M. J. Gon-
talves da Rente. Areadas de ferro 16 wiume3 a
Wa*~& Ueal.
Caiuisas 18 caixas a ordem. Carne de porco
2 caixas a Aolonio Goocalves de Azevedo, 1 a Ma-
noel Jose Goncalves da' Konte. Cbinellos 1 caixa
a Manoel lose de S. Figueira. Chocolat) i caixa a
Ferreira -laaia 4 C. Coada ^ wda aos consignata-
fios.
Escovaa f eaixa a Jose de A. Maia e Silva.
Fclhetos -I eaixa a Eduardo Mattel. Facas e
garfos I caixa a Vianua Castro AC Fechaduras
Lcaixas aos mesmas, 1 a Bomingos de Souza Ro
drigues. Fios de lioho 1 caixa ao mesmo. Fonces
I eaixa a Vianna Castro k. C.
Livros 1 caixa a De Lailha:ar 4-C.
Machados d caixa a Vianna Castro 4 C. Mer-
eurio 1'caixa a Josede A- Maia e Silva.
Obras de palheta fatea 1 caixa ao mesmo.
-iPaios I oaixa a Bnardido Puarte Caropoj. Pen.
tes de chifre 1 caixa a Jose de A. Maia e Silva.
Pregos da/enro 2 caixas a Vianna Castro 4 C.
Presuntos 4 barriija Manoel Duaite Hodrfgues,
I caixa a Manoel Joaqaim Ribeiro.
flmrbz I ennhete a Mofeira Halliday 4 C.
Santuarlo 1 caixa a Rocha Lima 4 GuimarSes.
Salpicdes 4 caixas a Manoel B. Ribeiro, 2 a Jose.
l->aquim da Costa Maia, 4 aMaooel Duarte Ko
flrigne*, I a Luiz a. Siqueira, la AITonso de Aro-
ve lo Maia, 1 a Manoel Jose de Sa Aratij 1. I a M.
Jose GoBcakes da Foule, 3 latas a Jose de A. An-
flrade.
Vinho 108 caixas a Fraacisco G. de Araujo, 30
barris de decimo a BeltrSo 4 Filho, 10 ditos a Jose
Gailherm? Guimara.e3. 10 de qumto a Mendomja
Cofrtia 4 C., 2 quartos de pipa a Bernardino da
S. Costa Campos, 1 barril de quinto a Antonio
Francisco Martins. 1 drto aocommennador JosSP.
da Cuohs, la J.we Joajuim da Gista Maia, 1 de
dertmo a Alredo P. Barbosa, 4 caixas a Francisco
Ferreira Maia.
Carga de Lisboa.
Azettede oliveira 1) barris a Mendooca Crreia
&C
Batatas 30 meias caixas a Mendonca Gjrreia &
C, 3dltas a Manoel T. da Costa. 18 a J. U. Simoes
k C, 10 a Joaqaim Jose de Azevedo 4 C Belaca
3 arrobas a Mendonca Correia & C
Cebolas 20 caixas a Mendonca Correia 4 C.
Figos 5 grades a Bellrao 4 Filho,
Massas n) caixas a Mendon?;. Correia 4 C.
Raizi's de platitas 1 caixa a J. de S. da Silva.
Semeute< 1 caixa ao mesmo.
Vinho 10 pipas, 30 barris de quint) e 10 ditos
de decimo a Thouiaz A. Fonseca 4 Successores,
8 pirns e 20barris de quint) a SilvaGuimaraes %
C, 20 barris de decimo*a Alheiro, Oliveira 4 C, 31
barris de 2 atmades a Jose de Almeida.
BarcaIranceza Intrepiie Corse, vinia de Li/er-
pool e consigaada a Sauaders Brothers 4 C-, mmi-
feslou :
Arroz 50 saccas.a Ferreira Velloso, 100 a ordem.
Amostras 2 barricas a Johnston Pater 4 C.
Barrilba 40 barricas a Santos 4 Araujo. Barro
prova de fogo 2 barricas a companhia He:ife Drai-
nage. Biscoutos 1 caixa a Pereira Simoes 4 *.
18 a Pereira Carneiro 4 C. Bar;as ib ferro 937
a S. P. Johnston 4 C.
Cerveja 75 barricas a Manoel da Silva Faria 4
C, 60 aos con-iguitarios, 33 a Phipps Brothers 4
C. Cimento 100 barricas a or Jem. Cidra (vinho)
40 caixas a Pbioas Brothers 4 C. Cuumbo miulo
J5 barris a S. P. Johpstoo & C Carlas de jogar 1
pacote a Manoel da Silva Faria 4 C
Dormentes (obras de ferm) 765 a companhia Re-
cife Drainage.
Fogareiros 499 a S. P. Johnston .V C. Ferragem
1 caixa a Recife Drainage, 5 barricas a Parente
Vianna 4 C Ferro galvanisalo 4 caixas a Per-
nambuco Barroca 4 C.
Cramp is de ferro, 53 barricas a Recife Drai-
nage.
Louga 110 gigis a Johnston Pater 4 C, I barn-
ca a Manoel da Silva Faria 4 C, 50 gigos a Anto-
nio Francisco Corga, 22 a ordem Liuhas 1 caixa
a Pereu-a SimSes, 5 a Mordra Halliday 4 C
Obras de ferro 53 barricas, 160 barris, 3 caixas
e 16 pecas a S. Power Johnston 4 C, maisSJI
pecas, 16 caixas, 1 barrita, um volume, 65 feiches
rodas de dito, 261 feiches de arcos e 509 feiches de
barras a Power Johnstm 4 C Objectos diversos
6 feiches a Simpson 4 1
Rodas 34 para companhia Recife Drainage.
Sabi) raolln 2 barris de ferro a Ricife Drai-
nago. Sulitro 50 barris a S. P. Jonnston 4 C
Tinta verJe 6 barris de ferro a compaonia Reci-
fe Drainage. Tecilo 14 caixas a Sa Leitao4 Coim-
bra, 8 a Djraingos Teixeira Bast0. Trilhos de ma
deira 513 a companhia Drainage. Tubes de ferro
galvanisados 3 feiches ,a Simpson 4 C, 1 a S. P.
Johnston 4 C.
Zinco 50 Caixas a Mills Latham 4 C.
Vapor franeez Hollander, chegado dos portos da
Earopa em 5 do corrente e consigmd) a Haris-
niende e Labilly, manifesto'! :
Bijoteria 7 caixas a Lehmann Frere*.
Cal^ado 2 caixas a Vaz Junior 4 C, 1 a Char-
les Ledeve, I a Francisco G'raes de Oliveira So-
bnnbo, 1 a Silva Barroca 4 C, 1 a ordem, 1 a
Mesquita Cardozo. C apeos 2 caixas a Christiani.
ditos de pallia 2 volumes a Phipps Brothers 4 C,
2 caixas a J. ChrUiaai 4 C. Cognac 5) caixa* a
Keller 4 C, 20 a C C Simpson. Couros 1 caixa
a J. do Almeida 4 C. Chales de la 6 caixas a
Luiz A.u:onio de Siqueira. Camisas e eufeites 3
caixas a Alfredo Gibson. Conserv-as 9 caixas a
Meuron 4 C, 5 a Eduardo Turpm, 13 volumes
conservas e vinho a Henri Huech.
Dngas 3 caixas a Francisco Manoel da Silva.
Enfeites 2 caixas a Clementmo F. Tavares.
Farinha 23 barricas a Keller 4 C.
Jornaes 1 caixa a De Lailhacar.
Licores 4 caixas a Bellrao 4 Filho. Lanterna
magica 1 caixa a ordem. Livros 1 caixa a Silva
Cardoso 4 Pessoa, 1 a De Lailhacar, 1 a Manoel
da Costa Moreira.
Miudezas uma caixa a C, Pereira 4 C, 3 a Bas-
to Oliveira 4 C, 2 a Ferreira 4 C, 1 a Vaz 4
Leal. Mercadorias diverjas 1 caixa a Monteiro 4
Silva,-23 volumes a Jose Francisco de Paula Ramos,
31 a Eduardo Turpin, 3 caixas a Manoel A Maos-
trali, 1 a August) F. dos Santos Porto, 2 a Vaz
Junior 4 C, 3 volumes a Parento Vianua 4 G.
Objectos de escri torio I caixa a ordem, 3 a Josii
Nogueira do Souza, 2 a Walfredo de Souza. Objec-
tos para chapeos 1 caixa a Manoel Ferreira Pinto.
2 a Vaz Junior 4 C,
Pelies de ovelha 1 caixa a ordem.
Queijos 31 caixas a Antonio Francisco Corga,
27 a Bellrao 4 Filho, 10 a Lebre 4 Reis, 32 a
Jose Marcellino da Rosa 4 Filho, 6 a Joaquim Al-
ves & C, 50 a Francisno GonQalves Bastos e Sa, 35
a Cardoso Martins 4 C, 50 a Souza Basto 4 C,
17 a I) jmingos Joaquim Ferreira Cruz, 17 a Lima
4 Silva, 200 a Brown Thompson 4 C, 5 a Keller
& C.
Roupa 1 caixa a Cardozo Simoes 4 C.
Sedas 2 caixas a Monhard Mettler 4 C. Sardi-
nhas 60 caixas a Keller 4 C,
. Tecidos 1 caixa a Mendes Azevedo 4 C, 1 a Men-
des Gregorio 4 C, 1 a E. A. Burle A C, 2 a Car-
neiro Nogueira, 2 a Basto 4 C.
Vinho 12 caixas a Luiz Goncalves da Silva 4
Pinto, 50 a Manoel da Silva Faria 4 C 20 a C. C.
Simpson, 1 barril a Cramer Frey 4 C, 1 a Mon-
tdro Gregorio 4 C, 3 a Rabo SchraeUeau4*,C, 8 a
Keller 4 C.
Vapor franeez Rio Grande, entrado dos
qortos da Europa em 5 do correcte e con-
signado a Harismenly & Labilte.manifestou:
Carga de Paris.
Amostras 1 volume a Carneiro 4 Nqguei-
ra.
Coaservas i caixa a H. Nuesch. Calca-
do 1 caiia a S. Barroca* Filbo, 1 a" ordem,
1 a M. Cardoso Junior. Chapeos 4 caiias
a Joao Curistiani & C. 2 caiaas a Vaz Ju
pior 4 C. Capulospara
Ferreira <& C. Couros
Paronte Vianna (ft C. 1
<&C.
Btiquetas 1 caixa a Ferreira tftC.
Joias .falsas 1 i^aixa a Bastos Oliveiva 4
C. Jorniies 1 caixa a De Lailhacar & C.
Livros 1 caixa a M. da Costa Moreira. Li-
vbos, fumos e cigar^os a De Lailhacar 4 C.
Livros e objectos diversos 2 caixas a Wal-
fredo de Souza Miudezas 1 caixa a Carvalho Pereira &
C. 1 caixa a Vazd Leal, i caisa a Cordeiro
Simoes & C. A uma, a A F. d as Santos &
C. 2 caixas a C. de Faria Tarares, 3 cmm<
a Vaz Junior A C-
Pentes 1 caixa a Bastos Ottveira 4kl'..
Perfurnaria 2 caixas ao saMtoo. Papal r
objectos de cscriptori 0 ) caixaaa 1. A. 4e
'Souza.
Objectos para chapeos 1 <* a M. Fer-
reira Pinto Ditos para diapeNis de Mi :t
caixas a Mauool 4 MaessUali.
Tecidos 1 caixa a A. fiwrle dl G. 2
caixas a Bastos Oliveira <& C. 1 esixn a
Carneiro 4 Nogueira. 2 caixas a Luiz A.
Siqueira.
V'inlio 12 barris a H. Nuasch.
Carga dc Lisboa.
Livros 1 caixa a S. Cardoso 4 r^rerra.
Carga de fiordaaux.
Aguarderrte 20 caixas C C. Sxtopaou.
Amusrrts 4 caixa a H. tVrjste' *T... I
caixa a Maudes-Azevedo ft C, 1 caixa a Kel-
ler & C. Artigos para cabellos I caixa a Mon
tairo & Silva.
Calgado 1 caisa a C. Leclero, f t*na a
F. domes d*0!iveira Sobriuho, I cai^a
ditos tecidos a Uoll.m l.i L>valcaitta.Caiaiaa>
1 caixa a Alfredo Gibson. Cerveja 40 caiaas
a E. Turpin. Cbapeos 2 fardw a Phipp-
Brotht.-. & C. Cognac SO caivis a keller
iV C. Conservas 4 caixas a E. turpin, io
caixa a Meuron 4 C.
Doces 5 caixas a Jose F -I P uli Sat-
in.)-, 5 caixas a Meuron 4 C.
Jsrvilhas 5 caixas a Jose -'. de Paulj
tta mos.
Farinha do trrig) 2i barrvcw a KeHer
Impressos 1 caixa a J. Traval y Roset.
Joias 1 caixa o Lehmam Freres.
Lanterna magica I caixa & ord^m. Lico-
res "9 c.iixas'-a E. Turpin, I caixas a Bel-
trio 4 Filbo. Livros 1 caixa a Walfredo
de Souza. Ditos e roupa I caixa a ordaaa.
Medicamentos e drogas 3 caixas a F. M.
da Silva.
Quadros e vidros 1 caixa a orde*n. Ojoei-
jos 5 caixas a keller 4 C 2 caixas a E.
Turpin.
Sardinhas 60 caixas a k>Ilor 4 C.
Tecidos de seda 2 caixas a Manhard Met
tier & C. Ditns divorsos 1 caixa a Mendes
Azevedo A C, i caixa a Monteiro Gregorio
AC, 1 caixa a Mine. Pauline de Siq'ieira.
Ditos 0 purfumarias 2 caixas a Alfredo
Gibson.
Tinteiros e joias 1 caix 1 a Lohmam Fre-
res.
Vinho 8 barris a E. Turpin, 8 ditos a
Keller AC, 3 ditos a Rahe Schmetleau A
C, 1 dito 9 Cramer Freres AC., t dito I
Monteiro Gregorio AC. 3 e 10 caixas a J.
F. de Paula Ramos, 50 caixas a M. da Silva
I'aria & C, 20 caixas a C. C. Simpson, lo
caixas a L. G da Silva A Pinto.
Cargi de llotherdun.
Queijos 27 caixas a BsltrS > 4 Filho, 16
ditasa Lebre A Rets, 32 ditas a Rosa A Ft-
lhos, 0 ditis a Jose Jo.iquim Vivas A C.
50 ditas a F. G. Bastos n Si, 3-' ditas a
Carlozo Martins 4C..5) ditas a Souza
Bastos AC, 17 ditas a Do;niug)S Jose Fer-
reira Cruz. 17 ditas a Li no A Silva, 21
ditasa Antonio Franciso ('. >rgi, 20) di-
tas a Brown Tlionson 4 C.
SSPACH03 DK EXPORT XCVO NO DIA DS
ABRIL DE L87i.
Para 0% portos d> .'.c.Vri.v.
No navio iuglez Horie,pu 0 Canal, carre-
gou : S. Brothers 4 C. 700 saccos com 52,oW ti-
ros de assucar maseiv.il), L J. S. Ga.im1ri.j4 80**
ditos c >m 60,000 ditos Se dito.
No pataebo inglez .1 jaJ*r, para 0 Canal, car-
regoa : J. Pater k C. 87 i sa^os com 67,416 kilo.-
de assucar naseata 1).
No vapor iagez O'Mif, pin .\ey-i ifK.
carregou : Carrol 4 2,000 cocos (fructa).
No patacho mcional Jaboat'w. para New-
York, carreg m : H Forsler 4 C. i.OiO sacco-
com 300,000 kilos de assucar mascavado.
- No Drigue br.isileiro 4ii;aaV. para 0 Rio la
Prati, earregoo : It. Oliveira 4 C- tOJ barricas
com 11,628 kilos de assu'ear branco.
No brigu- hespmhol Rmintics, para 0 Uin
da Prata, carregou : P. M. Maury :' pipas cum
14,400 litros de aguarde.ole.
No brigue pirluguez FlonaJi, para Lisboa.
carregou : Carvalho 4 Nogueira 200 saccos com
1 o.OOO kilos de assueir branco e 311 dilw com
23,3i5 ditos de dito mascavado.
Na barca portugueza Fnmezi, para Lisb)).
carregou: E. H. Itabello 4 C 40) saccos com
30,00.1 kilos de assucar mascavado e 20J ditrs
com 15,000 ditos de dito branco.
Na barca porlugueza J -sephim. para Li-
carregou : Silva Guimaraes t* C. 1,40J saccos coa
105,000 kilos de assucar BUBSM m <
Para os pjrtos do tal ;"
Para 0 itio Gran 1 .11 M, n 1 guez Social, carregou: A. CorJeiro 308 barricas
com 19,779 kilos de astuear bobr k
Para 0 Rio de Jineiro, na bar^a aoci
Peliz Uniao, carregou : Amsr.m Irmaos 4 C. 3i
pranchoes de amarello.
Para Maca), no Uate naeional AWbm A .1
Anjos, carregou : A. Oliveira i C I volaw
26 kilos de doce e 5 barris com 4SJ litros d.-
aguardente.
Para 0 Natal, m barcaga Henriqueio, snr
gou : Fraga 4 Rocha 2 pipas cam 960 Mros d
aguardente.
CAPATAZIA
itoodimento A dia I
tie u do dia 31
DA ALFAKDEGA
. IrMO.fttt
. VJlliUJ
i-.sitaan
\)> dial
V(iL,U.iE.S SAH1150S
No dia 4
.^rimeira porta .
iegonda porta .
Cbrceira poru .
Juarta porta .
dapiche Conceicao
l,5)i

M
46S
M
16 IU
SKKVigO MVR1T1MO
v.>areng*3 descarregadas no trapiA,' e da
alfandata
No dia 1 ....
So dia 4 ...
Jo trapiche Goaceicio .
7
t
4
N
ftKCEBSDORIA DE
RAES DS
tendiinento do dia 1
sem do dia 4 .
RENDAS INTIRNASGE-
PERNAMBOCt
.... . 6J*0i0
I5I7IMK
garrafas 1 caixa a
1 caixa a ordem, 3
a Josii de Almeida
CONSULADO PROVLNOAu
R^ndimento do dia I
em do dia 4
RECIFE
tendimento do dia t
dom do dia 4
66l*.Vii
DRALNAGE.
12.08 Utot
17:741*394
7W1U
157X72*
iumi
Uevista cttiuauerciaal
Oa sern.nna de SO de marco a 4 da abril
de 1874.
O cambio sobre Londres, a t5 i. 3/4 i JV
26 4 90 d/v do banco, e d. 1/8 tjl
d/v particular.
Dito sobre Paris, a 3W ra. 90 djv do

i 'WT]



Diaiio de Pemamkiico Segunda feira 6 de Abril da 1674.
sobre Lisboa e Porto, HO 0/o 3 d|v do
15 d|v 4(4 e
MM
liaoco.
Dito aobre o Rio de Janeiro, a e
112 nor cento de desconto.
Olio sobre Bahia, ao par.
Beaconlos de lettras It) 0/a aa anno.
Fretes de algodao para Liverpool 1|2 d. e 5
por libra.
Generos nacioaiaes
Asoardeote, vendeu se a 60j(V80 a pipa.
Algodao, do sertao | sorte, 8#oO0 por 15 kites.
Dito, sem iospeccao", 74000,-per 15 kilos.
Dito da Parabyba sorte 7*890 e 8*000, por
15 kilos, posto a bordo, frete to 5j8 d. e 5 por
cento, por libra.
Dito da Parahyba l sorte a 8*080, por IS kilos
posto a bordi, frete de U|I6 d. e 8 por cento, por
Dito de Haceid, median}, 7*80* por 15 kilos,
posto a bordo, frete de 7|8 d. e 8 por cento pur
libra.
Dito de Maoei6 l sorte 8t0t por 15 kilos,
posto a bordo, frete de 7|8 e 5 por cento por libra.
Entraram de 28 de marco ate i do oorrente 2,051
saccos de assacar.
Assucar branco 2' sorte, 3*900 e 4*100, por 15
kilos.
Dito branco, 3* sorte, fino de 3*600 e 3/700,
por 15 kilos.
Dito branco de 3* sorte, bom de 3*500 a 3*550
por 15 kilos.
Dito branco de 3* sorte regular, 3*300 a 3J409
por 15 kilos.
Dito branco de 4' sorte, 3*000 a 3* ICO por 15
kilos.
Assacar somenos, 2*700 a 2*750 por 15 kilos.
Dito mascavado fino 2*300 e 2*350 por 15 kilos.
Dito mascavado bom, a 2*200 e 2*250 por 15
kites.
Dito mascavado purgado, 1*950 e 2*000 por 15
kilos.
Dito mascavado americano bom, 1*750 e 1*780
por 15 kilos.
Dito mascavado regular, 1*550 a 1*600, pot 15
kilos.
Dito mascavado canal. 1*200 a 1*300 por 15
kilos.
Entraram de 28 de marco ato o dia 2 do corren-
te, 30,276 saccos.
Conros seccos salgados. Chegaram 93 sem
veodas.
Ditos seceos espichados. Chegaram 263, sem
vendas.
Ditos verdes salgados, venderara-se a 320 reis o
kilo.
Cafe.-Cotamos nominal os 15 kilos, e a retalho de 10*500 a 11*000 os 15
kilos.
Came secca do Rio Grande.Chegaram 161,415
kilos, regolando os precos de 3*900 a 4*600 os
15 kilos, sendo o seu deposilo cerca de 998,000
kilos.
Farinba de mandioca. Cotamos a retalho 1,600
a 2*100 o alqueire.
Fomo do Rio, em rolo Cotamos de 7*000 a
10*(00os 15 kilos.
Dito do Ri.>. em latas.Cotamos tie 10*000 a
12*000, por 15 kilos.
Dito da Bahia, em folha.- Cotamos a retalho de
0*000 a 14*000, os 15 kilos.
Milho. Chegaram 1,092 saccos, que se lem
vendido a 65 e 70 rs. o kilo, e a retalho por 75 rs.
o kilo.
Sal do Assu.- Chegaram 360 alqueires; nao
.onsta vendas, e relalhou se a 1*500 o alqueire.
Generos eslrangeiros
Arroz da India Nominal 2*700 por 15 kilos,
Azeite doce. Chegaram 335 barris, e dtamos
nominal 2*600 o galao.
Alfazema. Chegaram pelo Julio, 60 saccos,
nao consta vendas.
Banna de porco. Vendeu se da chegada pelo
Jaboatao, a 1*176 o kilo.
Batatas. Chegaram pelo. Julio, 100 caixas,
juerem no retalho pelas nc-vas 10*000 a caixa de 2
arrobas, e 3*000 a 3*500 pelas velhas.
Bacalbao.- Retalbou se de 12*000 a'13*000,
por barrica, deposito cerca de I0,< 00 barricas.
Bolachinhas. Chegaram pelo Jaboatao, 50 bar-
riquinhas, e cotamos a 4*500 cada nma.
Cba da India. Chegaram pelo Jaboatao, 60 e
15/2 caixas, nao consta vendas.
Cimento. Sem chegada, cotamos a 10*000 a
barrica.
Cebolas. Chegaram pelo Bella Figueirense,
100 caixas e retalhou-se a 10*030 a caixa.
Canella. Sem chegadas, nominal 1*526 a
1*534 o kilo, a retalho.
Cravo da India.. Sem chegadas, nominal
1*526 o kilo, a retalho.
Cominhos. Chegaram 10 saccos e 22 surrroes.
nlo constando vendas, e retalhou-se de 7*000 a
8#00, por IS kilos.
Cbouricas. Chegaram 50 barris, regulando a
retalho 15*000 os 15 kilos.
Conservas. Chegaram 5 caixas, nao consta
vendas.
Cerveja. Sem chegadas. nominal 6*600 a
7*600 a duzia, de garrafas int..-iras, e 7*600 a
8*600 as meias garrafas.
Carvao de pedra Chegaram de Cardiff 725
toneladas, cotamos nominal a 335000 a tonelada
Cevada. Chegaram 100 saccos, e cotamos a
2*800 por 15 kilos.
Feijio. Retalha-se a 9*000 o saeco.
Farellos.- Chegaram de Lisboa 1,8C0- saccos,
vendeu-se a 4*100 o sacco.
Fogos da China. Chegaram peio Jaboatao, 163
amarrados, ainda sem vendas.
Farinha de irigo. Chegaram pelo Jaboatao e
Traceller, 3,658 barricas, regulando os precos a
retalho pela de Baltimore e .New York, de 23*000
a 24*000, Trieste, 27*000 e 29*000, Hungria,
30*000 a 32*000, por barrica. em deposito cerca
de 12,000 barrica3.
Louca. Sem chegada, cotamos nominal a 400
0,'q de premie, sem a factura.
Manteiga ingleza. C .tamos a 2*180 o kilo, e
da franceza a lfifio6 o kilo.
Oleo de linlaca.- Nominal a 2*OOOo galao.
Passas. Nominal a 3*000 a caixa.
Queijos flamengos. Sem chegadas, e reta-
lbou-se de 2*200 a 2*5fO.
Ditos do prato.Sem chegadas. e retalhou-se de
1*090 a 1*650 o kilo.
Teucinho Chegaram 50 barris. nominal a
11*000 por 15 kilo.
Kerosene.Chegaram 1,650 caixas, e retalhou-
se de 5*300 a 5*4' 0, a lata.
Velas stearinas. Sem chegadas nominal a 520
rs. o maco
Obstrvafth.
Nao hoove sahidas.
Jktvios ent radon dia 4.
iPorto ipor Lisboa e cabo Verde -15 dias, vapor
portngaez Almeida Garret, de 942 toneladas,
cmmandanle l.uiz A. romasrai, equipagefn 36,
carga vario* generos ; a E. R. Rabello'diC
Navios sahidos no mesmo dia
ILishda -Gseuna lllemi Lienen, capitao Kregar,
. carga-a mesma jue trowte do Rio de JaneirA.
Rio da Uo'l. V. Pereira, carga aasucar e outros gene-
ros.
Maceid-*Galera portogoeaa Africa, capitao Ber-
nardo 'P. CorrGa, em lasers.
MamanguapeVapor Braslleiro Cururipe, cass-
mandante Santos, carga Marion generos.
New Yoflt Patacho ingle* Ashler, eapitio Mae.
Dunald, e*rgi assacar.
-Vorio.t entrado* no dui 5.
Bordeaux e portos intermedia* 13 dias, ndo do
ultimo porto 7, vapor fraaeez Rio Grande, A*
1,993 toaeladas, coramandante Delabarre, equi-
pagem M, carga varios geaeros; a Harismendy
& Labille.
Liverpool -26 dias, barca iagieta Aureola, de 230
toaeladas, capitao J. W. Tnrner, eqnipagem i0.
carga varios generos; a Savndera Brothers k C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro e BahiaVapor portuguet Almei-.
da Gartet, commandante Tomasini, carga parte
da que troaxe da Europa.
Portos do sol Vapor francez Rio Grande, com-
mandante Delabarre, carga parte da que treuie
da Europa.
OECLARACOES." ~
Pela administracao do consulado provincia'
se faz publieo que no dia 13 do mez de abril via-
douro, is II boras da man ha, a porta deata re-
parti^ao, ira em praca uma cai&a apprehendida
ao mascate Vicente Barsne, com diversos objectos
de coral, avaliados na importancia de 343*520 :
flcando porem de nenhum effeito a referida praca
se o doao da m-rcadoria rearlisar o pagaraento do
imposto e da multa em que incorreu, como de-
termina o art 8 do Reg. de 7 de outubro de 1873.
Consulado provincial, 30de marco de 1874-
Antonio Carneiro Machado Rios.
SANTA CASA DA M1SEKICORDIA DO
RECIFE.
Vencla de predios
A lllma. junta admioistrativa cesta Santa Casa,
levidameote autorisada pela presideacia, na sala
de suas sessSes, pelas 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, vende ou permuta por apolices da
iivida publica os seguintes predios pertencentes
ao legado de Joaqnin da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Ma'tos, metade do so
najqyde 3 andares n. 17, por 5:500* ; becco do
brado' 3* Darte do sobrado n. 1, por 2:666*666
rua da (inia, sobrado da dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*. sobrado de um andar n. 30, por 2:000*,
dito meia-agua por 500*; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:00* ; rua dos Acongui
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; rua -da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, cita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia d<
Racife, 14 de feverero de 1874.
0 escrivao
_______ Pedro Rodrigues de Sottza
Armazen8 da oompanhiaper
nambucana.
Wasgyawi cssatr t A cempanhia pernambacana, dispoiMa de ex-
cellentes-e.vastosartnszea* am seu prediu-ao for
le do Mattos, offerece-oa ao cummereio n feal
para dapoeito de generos, garaotindo a maior coo-
servacio daa mercidorias depositadas, service
prompto, precos ruodkos, tc.
Tamb'jm recolhera, mediante previo aoeordn, ex
closivanente os generos ae uma >6 peMoa.
Batea armazeos, alcm de arejados e -ooromiKloa,
iia interam* ate novus e MphalUdon, isentos de
eupim,rat As peasoas que quizereaa ntiliaar-se destes ar-
mazena, j>ederao dirigir-se ao es< riptona da com-
panbia pernamhacana, que acharao tratar.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Vinagre de Lisboa.- Chegaram 61 pipas e 120
arris, nominal de 120*000 a 123*0 0, por pipa.
ban-
Vinho da Figueira e Lisboa. Chegaram 113
pipas e 371 barris, nominal 220*000 a 233*000,
por pipa.
Dita do Estreitj. Chegaram 245 pipa=. do tinto
e 50 do branco, a ordem, e ainda nada se resol-
veu.
IWWMENTO 00 PORTS
Navies er.trados no dia 2.
Bahia e portos intermedios6 dias, vapor nacional
Penedo, de 405 toneladas, capitao Francisco Pe-
reira, equipagem 24, carga varios generos; a
^ Antonio L. de 0. Azevedo.
Goyanna15 horas, vapor nacional I'aruripe, de
222 toneladas, commandante Santos, equipage n
16, em lastro; a compaahia pernambneana
Liverpool43 dia-, barca franceza lntrepede Cor-
se, de 335 toneladas, capitao Modard, eqaipa-
gem 10, carga varios generos; a Teixeira Cha-
.ves & C.
Tri?ne~72 dias. Dr'gae inglez Lizzie & Kate, de
219 toneladas, capitao James Fall, equipagem 9,
carga 2,500 barricas com farinha de trico ; a
ordem.
Barcelona-31 dias, samaca hespanhola Mercedi-
ta, de 124 toaeladas, capitao Pedro Daran, equi-
pagem 12, carga vinho: a Francisco R. Pioto
Guimaraes
Maceio 24 horas, vapor inglez Kepler, de 1,200
toneladas, commandante Butler, carga algodao
e outros generos ; a Saunders Brothers A C
Veio receber ordens e seguio para Liverpool. '
Navios sahiios no mesmo dia. i
Barcelona P-.>iaca hespanhola Anlonia Maria, ca-
pitao E Maur.it, carga algodao.
Havre Barca franceza Minerva, capitao Petit,
carga algodao, conros e outros generos.
New-YorkPatacho inglez Mary, capitao Marphy,
carga assu tar.
Rio de Janeiro barca ingleza, Travallei; capitao
PenBeld, carga parte da que trouxe de New-
Drleans.
Naeios sahidos no dia 3.
-New-York-37 dias, hiate americano Hattie Has-
Kelt, de 130 toneladas, eapitao Young, equipa-
gem 6, carga varios generos; a Henry Forster
vt L.
Trieste72 dias, brigue austriaco Diezuei Bruder I
de 194 toneladas capitao Antonio Podich, equi-'
pagem 10, carga i.9!i3 barricas com Tarinha de
tngo j a Johnston Paur ^ C,
S; Recife.
Em vista da ordem da lllma junta administra
tiva sio convidados os pareutes das menores infra
raencionadas a virem retira-las do collegio da.<
orpha*. por ja terem attingido a idade marcada
no respectivo regalamento, e acharem-se com suas
educacSes terrainadas. Agnellas que nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presenle, serao entregoes, de aceerdn
:om o 3* do art. -'48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empregarem no ser
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquim
do* Santos e Antonia Maria.
0 Illm.. Sr. inspector da thesoararia provin-
cial manda fazer publieo que em cnmpriroen.to da
jrdem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
le Janeiro corrente, perante a junta desta thesoa-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominada Pa'.
Sangue sobre o rio SerinhSem. or^ada era 9:570*.
pagos era apolices da divida provincial a juro de
7 por cento ao par.
Leopoldina Maria da Paixae, filha de Clara dt
Je*us.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna le tal.
Valeriana dos Santos, filha de Joaquira dos Sao
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha de rose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho-e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
eolina Guimaraes.
Adelaide Francisca da Silva, tilha de Francisca
de Assis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martinho do
0' e Maria Joaquina do Espirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 13 de marco de 1874;
0 escrivao
______________Pedro Rodrigues de Soaza.
Pela thesouraria provincial se faz publieo
que foram transfendas para o dia 16 de abril pro-
ximo vindouro as obras seguintes :
Obra dos reparos di bomba n. 2 no 7 laneo da
estrada de sal, orcada em 1:012*.
Obra do? reparos da coberta da casa de deten-
cao, orcado em 1:478*.
Obra da bomba para o povoade dos Monies,
orcada em 1:980*.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 30 de marco de 1874.
"O offlcial-miior,
Miguel Affonso Ferreira.
SANTA CASA DA MlSERlCOKLlA DO *
RECIFE.
A liima. junta administrativa da santa casa d<
Misericordia do Recife, manda fazer publieo qu
aa sala de suas sessSes, no dia 1 de abril pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadas a
juera mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i trea annos, 3S rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. II........ 201*000.
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*00
Padre Floriano.
Idem n 49........207*000
Ciuco Pontas.
Casa terrea n. 114......3638500
Rua da Alegria.
Idem n. 31 ........371*000
Ponte Velha
Idem n. 31. .......156*000
Rua de Antonio Hanrintes.
idem n. 26...... ?9*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Caaa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
iobrado n. 18...... 421*000
Rua da Cruz :
I sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
IRua.do Piiar.
Caia terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 34.........122*000
Rua da Gnia.
Idem n. 29........201*000
Raa das Larangeiras. '
Casa terrea n. 17. .... 361*000
us pretendentes deverao apresentar no acto da
UTeajatacao as suas fianjas, on comparecerea
icoropanbados dos respectivoa fiadores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia en
que for ^eguro o predio qua comiver estabeleci
oentc commercial, as-im como o servic^ da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da santa casa da misericordia do R
:ife, 17 de raarc/O o di lS74.
0 escrivao
Pedro Rodrigues ae Sottia,
A directoria desta companhia lembra aos
Srs. concessionarios de pennas d'agua, que
todas as obras cone- rneDtes is mesmas so
poderao ser feitas com sciencia da directo-
ria e p-esen^a do respectivo empregado, isto
para evitar os abusos que se dSo constante-
mente, e para que nio fiquem sujeitos is
multas compeientes.
L'scriptono da companhia do Beberibe,
30 de marco de 1874.
0 secretario,
__^ Luiz Manoel Rodrigues Valenfa.
0 Dim. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publieo que no dia 16 do cor-
rente mot, perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria se ha de arrematar, a quern por me
nos fixer, o fornecimeoto de alimentacao e dietas
aos presos pobrea da casa da detencio, no triraes-
tre de abril a junho vindonro, sorvlndo de base a
arrematacio os precos das tabellas abaixo trani-
criptas:
Dietas
N. 1 380.
N. 2 400.
N. 3 640.
N. 4 400.
N. 5 400.
Sera tambem foroecida aos presos ceia na im-
portancia de 120 rs. em qnanto eata orcada e al-
moco, e- na mesma proporcao.
E para con-tar, se mandou pnblicar o presenle
pelojo'nal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambnco, 4 de abril de 1874.
0 official maior
_________ Miguel Affonso Ferreira.
Associagao commercial agri-
cela.
Couvidase aos senhores associados a rennirem-
se em assemblea geral extraordinaria, no dia 8 do
corrente, as 10 haras da manna,
Secretaria da ass .ciacao commercial agricola, 4
de abril de 1874.
Joao Pereira Rego
____________________2- secretario.
Seccao 2."Secretaria da presidencia de Pernam
buco, em 31 de marco de 1874.
Por esta secretaria se communica aos Srs. Joa
quim Marques da Percinncula e Jiaquim PerMra
ia Silva, que seus tilulos e noraeacao para a ser-
ventia vitalicia dos offlcios de partidor e contador
e distribuidor, ambos do termo de Agua-Preta
se aeban na thesouraria de fazenda.
0 secretario,
_________________J. Diniz Ribeiro da Cnnha
ADMI.SISTR.\gA0 DOS CORREIOS IE PER-
NAMBUCO, DE ABRIL DE 1874
Relacjo da correspondencia registrada (sem
valor) recebida de diversas procedencias
ate esta data, e que n3o tem sido entre-
gue prjr i;norar-se as residencies dos des-
tinatorios.
Almiro Leandro da Silva Ribeiro, Antonio Cle-
mentino Acctoli Lins, Americo Vespucio Moreira
de Almeida, Bertino Guedes Ic6, Carlo Simoni,
Climerio Alves de Farias Pedrosa, Clariuiundo
Barreto dos Santos, Domingos Antunes Villaca,
Delfina Emilia da Silva Branco, Francisco Radi-
che, H inorit Laiza dos Santos, Ignacio Rerj da
Silva Lopes, Ignacio Evem-io de Mendonca Lchoa.
Jose Lourenco da Silva Milanez, Jose Joaquim di
Oliveira Gongalves, Joao Fernando da Ciuz, Jose
Carlos Teixeira, Joao Jose dos Santos Lima, Joao
Marlins da Silva Coutinho, Joaquim de Sou/a e
Silva, Lorrren?o Jose de Figueiredo, Leonie Paris,
Leopol io Catilina, Maria Vlagdalena, Maria Abialia
de Albuquerque Mello (2), Manoel Lodovico de
Araajo L-5o, Pedro Vicente Vianaa, Rodolpno
Luiz de Mello, Rosa Perrv Vidal, Seraphioa da
Silva Ferreira Gomes.
0 official encarreg8do do registro,
Jose1 Candido de Barros
THEATRO
Santo Antonio
Naa iKervallos a orchestra execulart, alem *e I
ontraaaacas escolhidas daas novas coroposicSes
do taiaartoao maestro Marcelino Cle to Ribeiro, ia
tituudaa:
Triumpho
brilhante polka offereclda ao Sr. Dr. A. da Souza
Pinto.
0 Sr. Athanasio na contra-
dansa.
PolUit Lnnduu.
Principiara as 8 horas em ponto.
0 reato dos bilheies acbar-se-hao no dia do es-
pactacuio no escriptorio do tbeatro.
Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com eseala por Lisboa.
Ja tem eontratada grande parte da carga ; e
para o reato, trata-se com os consignatarios t
agentes da companhia,
Joti da Silva Lcyo am seu escriptorio a rua da Companhia Pernam
bucana.
2* classe 3' classe
15 10
20 13
pagarao meia pas-
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMERS.
Sao esperados do sul os v.pores abaixo men-
cionados :
Marco 27Pbtosi.
Abril 10lllimani.
Abril 24 Britannia.
Maio 8 John Elder.
Maio 22 Galicia.
Tabelia daa passaen de Pernam-
bnca.
Para a Europa 1* clasae
A Lisboa 27
A Liverpool 30
Os menores de doze annos
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crian
ca menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duaa tercas paries das pas
sagens de primelra i lasse ; e serao alojadas no
salio daa senhoras.
Criados-pagarao passagem de segunda classe.
Os camarotos nio devem ser consider.-.do' en-
gajados, emquanto a passagem nao liver sido
Os passageirosque nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderao metade
da importancia deRas.
Bilretes de ida a volta (nao transferiveis) se-
rao concedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a*.ompaoharem,e a pas-
sageiros de segunda clas se, com uma reducc.ao
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das passagens ; os qaaes valerao pelo espaco de
doze mezes calendarios. Nenbuma concessio ser-
feita, se dentro do tempo especificado, nao se fi-
xer uso delles..
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
cada passageiro adulto ; todo o excesso pagara
frete.
N. B.Nao sahirao autes das tres horas da
tarde.
AGENTES
Wilson Rnwe A C.
14RUA DO COMMERCIO~U
Rio-Grande do Sul.
Para o referido porto segue com ponca demora
o patacho portuguez Adelino, porque apenas Ihe
falta poucos volumes de carga, e para tratar com
os consignatarios Joaquim Jose Goucalves Bel-
trao & Filho, a raa do Commercio n. S.
Leilao
DE
Grande sortimento deferra-
gens e miudezas
No armazem da rua do Born Jesus n. 26
Ter.;.feira <|iir de abril
Para acabar corppletameute com o estabe-
leci.rwnto
J. A Moreira Dias fara leilao, por intervenc,ao
do agente Dias, nos dias e boras acima desigiw-
doa", de todas as miudezas e ferragens, existentes
em seu armazem.
Comecara as 10 |(2 horas da manha.
Leilao
Porto por Lisboa..
Sohe impreterivelmente nestes 15 dias o brigue
portuguez Florinda : quem no mesmo qoizer car
regat ou ir de passagem, trate com os. consigna-
tarios Thou az de Aquino Fonceca & C. succes-
sores, rua do Vigario n. 19, on com o capitao.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora a barca portugneza Social, por ter a
maior parte de seu carregamento engajado, e para
o resto que lhe falta irata se com os consignata-
rios Joaquim Jose Goncalves Bellrao 4 Filho,
rua do Commerciol n 5
ME.
Terca-feira 7 de abril.
i:s|i<'((acuio- beneliclo do violonista maranhense :
L. Raiui
preslimosamcnte pelos distinctos ar-
em
coadjavado
tistas :
E. RebouraN e Caistlido Filho.
Programma.
i.* parte.
A eomedia em I aeto :
0 oph e o cliampaiihe,
2.* parte.
"Grande phanlasia da or era 0 Trovador
executada j>elo beoeficiado.
2.VariafSea de flaata, pe.lo Sr. CandiJo Filho.
3.* parte.
A eomedia em 1 acto :
Os dons liinidris.
i.a parte.
I.*Brilhante peca de concerto, execnlada pelo
Sr. Rebonca*.
2.Phanlasia sobre a Traviata, p*'o beneficiado.
5.* parte.
A camedia em '1 acto :
Porto e Lisboa
A galera portugueza Fn-meza vai seguir com
brevidade p^ra es dous portos acima por ter a
maior pane da carga engajada ; para carga e
passageiros trata-se com os consignatarios Silva
Guimaraes & '-, r?a do Corpo Santo n. 6.
roiIP.tAIHA
WESSAGERlES^IARITIMES
Llnha mensal
RIO GRANDE
Espera-se da Europa ate o dia 7 do corrente.
segumdo depois da demora do costume para Bue-
nos -Ayrea, tocando na Bahia, Rio de Janeiro t
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
:ova
OS AGENTES
Harismendy A Labiile
9 Rua do Commercio 9
DE
um piano quasi noro, 1 mnbilia de madei-
ra, composta de 1 sofa", 1 jardineira. 2
consolos, tampos de pedra, 2 cadeiras de
brago e 12 de guarnicAo.
Sexta-feira IO. do eorrente
Rua do Marqaez de Olinda n. 37, primei-
ro andar
Por intervencao do agente Dias e por occasiao do
leilao dos objectos de ooro e prata.
LEILAO
DE
diversas obras deourOj pra-
ta e alguns moveis
Scxla-feira 10 d. corrente
A's fO 11 horas.
Roa do Harquez de Olinda n. 37, primeiro andar.
0 agente dias, competeiileraente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima objectos abaixo declarados, os qaaes vao a leilao
a requerimento dos inventariantes de Leopoldo F.
M. Ribeiro, commendador Manoel Luiz Viraes e
D. Francisca Maria dos Santos.
Obras de ouro.
Uma pulceira de ouro, cam 9 brilhantes, 7 pal-
mos de'eordi", com 18 oitavas, 2 moedinhas para
punhos. 1 par de b tries, camaphen, 6 habitos de
diversas ordens, 1 relogio de algibeira e Irance-
lim.
Objectos de rrata.
Uma commeada da ordem da Rosa, bules, cafe-
teiros, assucareiro e leiteiros. 3 copos, conchas pa-
ra sopa e colheres p3ra irroz, 1 salva e tesoura
para laz, 2 castieaes, 1 escrivaninha e 2 campai
nhas.
Moveis.
Urria optima eama de jacaranda para casal, 1
toucador de mogno, ;om espelho, 12 cadeiras de
jacaranda, usadas, I marqueza de amarello, dito,
I peqaena commoda, 1 peiuena mesa de pinho. 1
banca para jogo, estragada, 1 jarro e bacia de
porcelana, 2 pares de jarros para flores (peqae
no?) e 6 almofadas.
LEILAO
DO
Vapor Duke of Edinburgh
\o dia %0 le ..hi il
Agente Ferreira
\o Fara, na Ptiole de Pedras
vender-se ha impreterivelmente por conta
do quem pertenccr
O maguiflco vapor inglez
A RODAS
urgli
eonstruido cm Aberdeen em 1870 em um dos pri
meiros estabelecimentos de le genero n'aquella
cidade.
Tem 111 pes de comprimento. 19 de bocca e 9 de
pontal, medindo 126 toneladas ingleza? ou I6J
brasileiras
E CARREGA CERCA DE 7,000 ARROBAS
E'de ferro sdidamente const: uido, tem boa
marcha e excellentes accommoda^-Ses para passa-
geiros. Saa machina e de forca de CO eavallos
nominaes ou de 3C0 effectivos.
Este bello va'so quemuito sepresta pa.-a
conduct, ao de gado
e sobre tudo excellente rebocador, como tal ja co-
nhecido, e esta prompto a navepar. O invents1
rio sera annunciado algbns dias antes da vend*
e pod-1 desde ja ser visto em casa dos annun
ciantes, ou bordo do dito vapor que se acha
fundeado defronte da igreja de Santo Antonio.
0 7apor pode ser ex.imraado em qualqusr dia.
Para mais inforraa^oes pederao
dirigir-se aos eonsignaf arlttaj
Samuel G. Pond & C.
CASA DA F0RT1A.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARAiVriDOS.
l rua Primeiro de Marco (oulr'ora raa 4$
Creipo) n. tn e rotas do cos turns.
0 abaixo assiima*. tendo vendido nca sens fe-
iwe bilhetea. nm n-ein n. J6 9 cam 700#, um
mieiro n. ti20 .,m lOOi, um meia n. 1531 com
100a, e .ultras mtu de ioi 204 da loteria qua
se aeabou de exirahir (53 ), coavida aos posani-
dorea a virem receber na confonaidaae do costu-
me sem desronw* algnm.
Achara-se a veada ..s felizes bilhetea garanudca
la 5* pane daa loterias a beneticio da igreja
daGasa Forte (9i').qoe se extnhira na aearnn-
feira, 6 do mez vimioura.
PRECOS
Biihele inteiro 4*080
Meio billieio 24000
CM PORC&ODB 100^000 PARA CIM4
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 14780
Manorl Martins Ftuto
AVISO.
Duke
Nio se praatando o nequeno espaco do armazm
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para am abaste-
cido deposito das diversas marcaa de fomo, qne o
abaixo assignsdo almejava tar, acha-se d'ora em
diante aberto.ontro esubelecimento sob a mesma
denominacio de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporQdes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dirigir-se, certos it
Sue, como ate aqoi, acharSo sempre a par da rc>-
icidade dos pregt.s, a maior sinceridade possivel
Entre as differenles marens defumo da Bania ?
Rio de Janeiro, que lem sido annnnciadaa, acaea
de chegar uma ennmmenda especial, que motto
deve conviraos senhores freguezes. Conscienteo
aba xo asaignado de que neste genero de r.ego-.o
nao esta sem competidorta, fara muito por avitar
qne tambem os tenna com relacio ao nequeno rn-
cro que procurara obter da diU merradoria
Jose Domingues do Carmo e Sirva.
* IIEDICO-CIRURGICO *
0 DO
^ Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEII'.O E OPERADOR
WKiih do Vihroiulc de tlliuquer)
A que n. 3.
ESPECI ALIDADE
lloicMiiiK de Honliorn e
neuinoM.
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
nha. todos os dias.
Das 6 as 8 da n-ite. nas segundas, quar-
ta- e sextas-feiras.
Os doente-quc mandarem os seus cha-
mados por escript > at 10 horas da ma-
nha serao visitadns em -nas rasa*.
i
i Consullorio medico
I
\
DO.
Dr. Mui ill...
RUA DA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospiiaes de Paris e Londres,
pode ser proenrado a qualqaer hora do
dia ou da noile para objecto de sna pro-
fissao.
Consultas das 6 horas da manna as 8 hc-
ras, e do meio dia as duas da larde.
Gratis aos p.>bres.
CSI'F.CIALIUADES.
Moiestias de senhoras, da pelle ( de
erianra.
CVi-*X-iX^30#

Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barea portugueza Feliz Uniao por
ter. a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que lhe falta, trata se com os con-
eignatarios Joaquim Jose < oncalves Beltrao & Fi-
sho, a ma do Commercio n. 5. '
OS IRMJOS DAS ALMAS
.No intervallo da quarta a qninta parte a orches
tra executara a walsa :
Margens do Beberibe
composta pela beaeflciado.
Principiara ;is 8 l|2 horas.
0 beneficiado recommepda-se a proteccao e in-
-dalgeneia do illnstrado publieo pernambucano, ao
qnal desde ja protesta sincera gratidao ; assim
como aos dignos artistas qua Ihe prestam tao gra-
eiosamente o seu valioso concurso.
IEIL0ES.
OK9
Si;?sns DVPBSOS
0 abaixo assignado previne pela segunda
vez an Sr. Manoel da Silva Reis, que protesta con-
tra a venda do estabelecimento a rua da FnnJi-
jao n. 4, em Santo Amaro das Salinas, ristp lam-
pen ser credor e nao concordar rateios com cre-
dor algum e vai promover jadicialmente a co-
branca de sna.conta.
Recife, 1 de abril de 1874.
-__________Manoel Rodrigues Pereira.
Se acha fugido desde o dia 21 de l>-ve.reiro
proximo passado o meu escravo de nune Sebelon,
de idade 45 annos, cor preta, altnra regular, pou-
ca barba, qne conserva no queixo e por cima do
beic.o, um dente tirado na frente, pernas um tantu
arqueadas para traz, qu.brado de nma verilha, e
tem um principio de corda na cabe^a ; fazem hoie
15 dias que foi encontrado no Caxanga dizendo
jue ia ^ara o Recife ; sabe-se que mudou u r. m>e
e costuroa dizer que se chama Severiano': p^o a
qualquer antoridade, capilaes de campo e outras
quesquer pessoas a apprehensao do dito e^ravo,
podendo traze-lo ao engenno Jardim, da coinarca
de Nazaretn, cu entrega-lo no Itecife aos Srs. Leal
4 Irmao, a rua do Marquez de Olinda n. 56, que
serao generosamente reeorr-pensados. Engtnho
Jar dim, 29 de marjo de 1874.
________Antonie Felippe Goncalves Goerra.
PKNHORES
Na .irave&sa da ma
dasCnizes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
ri hores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra:se os mes-
mos metaese pedras.
Aluga-sf.
o >egundo andar do sobrado n. 6, a rua dn Pilar
a tratar na rua do Rario da Victoria n. 8.
Caixeiro
Precisa se de um menino para caixeiro, Dami:
sem prattea, mas que de fiaaor de saa conducta :
na padaria da rua D reita n. 84.
- t'r
ma pess'a capaz pom bom e ahundante
sr encarr ga da amanantacao de alguma
criani.a, e tambem pensa se outras: bo becco ia
Coxixo n. 17.
leite
foi
THEATRO
iMPREZA-LIMA PENANTE
Quarta-feira 8 de abril
Qninta representacio do apparatosisiimo drama
historico, original do Sr. Dr. Sonza Pinto :
Santa Clolilile
iiMNHA Dr. FRANGiVi
iR'-rila do amor.) |
SEGLNDA-FEIRA G DO CORRENTE
j.8 11 h -ras da manha .
Por mandado do lllm. Sr. Dr. iuiz de direito es-
pecial do commercio, o agente Pinho Borgea ven-
dera em leilao, a armacao, utensilios, fazendas, 1
mobilia com tampos de pedra, 1 guarda-l.mca, 1
mesa elastica, I lavatorio com tampo de pedra, 1
toilette, I espelho com moldura dourada. 1 apa-
rador de amarello, 12 cadeiras de/aia, 2 commo-
das. 1 preasa para copiar eartas, 2 mesas gran
des, 1 carteira, 1 esunte para gqardar eartas, 1
cofre de ferro e mocho, e outros artigos perten-
centes a massa fallida deFaria A Lessa, ezjsten
te.s na loja da raa do Livramento n. 30, onde sera
effectuado o leilao.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
o inventario da mesma em poder do referido agen-
te, a rua do Bora Jesus n. 53, primeiro an.iar.
LEILAO
* DA
armacAo genrds e perten^as da taverna da
rua do Rangel n. 41.
ao correr do martetto
TERCA-FEIRA 7 DO CORRENTE
Oagenle Martins fara leilao,. em nm ou mais Io-
tas, a vontade dos compradores, do grande sorti-
mento de generos, armacao e pertenpa* da taver-
na acima.
A's 11 boras.
.Boa
7.
casa n.
Aluga-se nos Coelhos, confronte ao hospiui Pe-
dro II, assobradada, independenle. de outras casas,
grande quintal murado, cocbeira, qusrtos para
criad is, commodos independenlcs para duas fami-
lias, porto de embarqne, banhos salgados, emfim
e uma be'la casa de campo, para quem quer es-
tar livre do rebolico dos carros, ptincipalmente
dos pesiilenlos apparelhos Drainage :. a tratar na
raa do Rosario da Boa-Vista n. 50
Luciano Basbasmo de Abrea Cardoso retira-
se para Portngal a tratar de sna saode
Precisa-se
de rim cozinheiro ou cozioheira para casa de pou-
ca familia : a tratar na rna do Commercio n. 9.
Vende-e uma escrava perfeita engomma
deira, sem vicio*; omotivo da'venda com toda sm-
ceridade se dira ao comprador : na rua da Auro-
ra n. 49.
- Continiia fugida a preta Guilhermiua, qje
nenn do leuenle cnronel Feliciano Joaquiia
dos Sant jS, e depois c^mprada ao Sr. Barao de
Nazareth : represent.-* 26 annrx. tem as majs com
cicatrizes de queimaduras, falta de dentes na
frente e muito regrista. Estava servinda de
ama em casa do Sr. Manoel Joaquim de Farias
Junior, na rua da Praia n. 39. ten.lo ahi leit j
am roubo (nio pe inenoj, foi denanciada acbar-
se occulta na casa do Sr. Antonio Go;i. lives rta
Co.-ta, na travessa da Bomba para o pateo do
Carmo, inffloia se forra com o nome de igae*.
S:Qio vsre.ia.ij iu casa, p.iJe illuJir a vigilan-
cia do subdelegado, censervando-se por traz de
uma porta. Consta ter muita amizade com o
Sr. Jusiioo, qne talha carne no pales do Carmo.
Recommenda-se a policia, e mesmo a este ^r.
Jnstino. a captura desta escrava, recoinpeiisando-
se bem a quem a trouxer na rua dos Coelhos,
casa n. 26.
Precisa se alugar um moleque de 12 a 14
annos, para servico de uma casa de Camilla : a
Uatar na raa Daque de Caxias n. 73, 3' andar
tiyimva
Precisa-se de nm criado portuguez para o servi-
co fnterno de casa de pouea Camilia : na raa do
Hospicio n. 59.
- Quem pr.cisar de Um homem casado para
alguma arruma^io, dirija-se a rua da Trerope n.
Aos Srs. proprietarios
Tendo os senhores proprietarios de pagar a ca-
nalisacao para abastecimento d'agua ds appare-
lhos collocadns em seus pre lins {a razJo de 7 JO
rs. o palmo corrente, e podendo nessa medicio
dar se enganos contra os mesmos proprietarios,
abaixo assignado se offerece para faier qualquer
verinca;ao, mediante ama paga mui razoavei a
modica. Tambem se Cara graluiiamente todas aa
peticoes e redamacoes em prol dos referidos pro-
prietaries. Rua do Coronal Suassana n. 254.
Feliciano Rsdrignes da Silva.___
AVISO
Deix >u de ser eropregado de Amorim Irmao*)
4 C. o Sr. Francisco Goncalves de Amorim,
desde o de abril corrente.
Roa Duque de Caxias.
0 Sr. Antonio Ribein. Tome*, r- lixeiiw a roa do
Duque de Caxias, qoeira vir am- jo 1 -^rador
n 42, a negocio de nictuo interesse ;. ss
ignorar sua residencia domestica.
4



.
-.----- ...!,





'Tl* Wtmuw n
w
*
3:ario do Pernambueo Segunda feira 6 de Abril de 1874.
PUNDTPAO DO BOWMAN
RDA DO BRDffl N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM A.OS aennorea de engetitto 6 ontros igricol'vtree. e njprjp*(iirrfc <\r. iu
ii.iiijioo o fvjj de QiQa visiu a wp. estabelecuneo>, par* vwem o ujv> lorttuiea'...
ompleii qae ahi tem; sendo tndo superior eat qoaiidade (oriidio; o qoa cona in*
laccio pessoa! pode-w verificar.
ESPECIAL ATTEN^IO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDlCAO
apuxaa o IUUO.B U tt^uU mauhos convenientee pare as diverts
ttrcaasUnciM dot senhorei proprt'etarioi e part detcarooar algodlo.
M^QBIldftS d.8 Ciiniia d a^elaom qae aqui
Rodas dentadas **n "*""' ******
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e ftmdos de alambiqnes.
tfachinismo8
Bombas
para mandwca algodSo,j
e para terrar Madeira.
Podendo'todoi
(ser movidos a mio
por agua, vapor,
oo animaes.
Todas as machinas p*^ d i6 aami precisir.
de atacbiciswo, a preco
mni rasnmido
Fat qualquer concerto
FonnaS dfl fflrro tem ** melnor** e m>n hintas existeDtea m mer
Rfi^nTTiman/laa 'ncumbe-se de aiandar vir qaalqaer macbini?JBo von
aBvymiuou ittB, tttSe dol dentes, iemferaado-lhes a vantagem do faierem
raa* comprat por mtermedio de pesioa enteodida, e qua em qualquer Decewidsde p6de
Ue presUr auxilie.
trades americanos e to*Mrt0B riC0,M-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUiYDICAO DE FERRO
a
I' m do BarHo do Triumpho (raa doBrnm) n& f00 a l(M
CARDOSO IRMA0
AVISAMaos senheres de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral que
continuam a receber de Inglaterra, franca e America, todas as ferragens e macliina s ne-
oessarias aes estabelecimentos agricolas, as maismodernas e melhor obra qoe tem vinde
ao mercado.
V apores jde f0r?a a^ 4,6,8eW cavallos, os melhores que tem vmdo.ao mera-Jo
UaiQCiraS de sobresalente para vapores.
M.OeH(iaS int6iraS e meias moendas, obra como nunca aqct veio.
TaiXaS (fundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
KodaS d agua com cubajede ferro, fortes e bem acabadas.
HodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AraflOS de diversas qualidades.
Formas para assucar,grandS epquenas.
Varandas de ferro fundido, r 0QOeS iranCezeS para lenha e carvao., obra superior.
Ditosditos p,ragaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de*ferro
Machina
Valvulas
Correias inglezas para machinismo.
i>anCOS e SOiaS COm tit as de madeira, para jardira.
OoncertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machine, para o <}qc teen)
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man<^am V^T Por encommenda da Europa, qualquer msicbiiijsmo,
para o que se eorrespoodcm com uma respeitavel casa de Londres
e'com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; iucumbera-se de mandar asgentai
ditas machines, e se respons.ibilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 aIK)4
FUNDICAO DE CARDOSO & 1RMAO.
*
33
'Constructor c afinador dc pianos
Rua do Jmperador-
e afamadas
caws Plej-el & Herr,
33
e antigO diraelor das i.ffici-
Kx afinador das antiga
ia rasa Alphnnse Btoodel.
Tem a hmtra de declarer an repeiUvel publico desta cidade, que tem aberto sna easa de
".oncerios e alinavdes de pianos, qualquer que seja o eslado do inntrunjenio.
A uirstiu ca-a acaba de rereber am grande sorlimemo de pianos dos melbores fabricaalet
de Paris, eoimi Eiard Pleyel, Henri Herz e Alphotue BUmiel) todos OS pianos sihidos da casa
Obibaut sao garautidos.
Compra-sc e recebe-se em troca os pianos usados.
49 Rua do Imperador 49

Ha neste estabelecimento o melhor sortimonto de pianos dos mais afamades autores,
como sio : Here, Pleyel, Plap^etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos sd encontrario nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertatn-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais comnkto sortimento de materiaes para coDcertar pianos, como
s8o: cepos, folha para os tnesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, e*c., etc.
CT RCADOIMPEBAIIOB 49
REDDCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE *
MANUEL & MAESTRALI
Ra do Barao da Victoria i. 23
ES<0UINA DA CAMBOA DO CARMO
Rua Duque de Caxks n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participant ao rspeitavel publico, e a sous
*ireguezes, queleem sempre um completo e variado sortimento de chape'os de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; lendo resolvido fazer reduc^So nos precos dos mesmos,
e acbam-se emcoodi^des de poderem vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe sens artigos em direitura.-e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabrioas.
" Cbamam a attcngao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e A
vista dos preeos e boas qualidades dos artigo, iao deixar&o de comprar.
P3 Cobrcm-se-e concertam-se chapeos de sol de todas as qualidades, com promptidao
e a precos modicos.
para jardim.
para mesae banco,
para gelar ?gua.
para bomba e banheiro.
UEINTIH 111
ODILON DDARTE k IRMAO
CJBELLEIREIROS
Preraiados na exposi^ao de 1872
4\ Rua do Imperador \\
O ooto proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, tem reform ado e melbocado complet?nente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todssasprep/racdes, aceioe raodicidade nos jorecosf"
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande reinessa de phartnacia homeopathica de J.,
Epss Khus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiaes para dentes.
Tem & disposicao dos amantes da homeopatnia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do pavo, }i em 3.* edicSo.
Tem carteiras com-
prador.
Plumeria, para mordedura de cobras
Seracenai
IPara bexi$as 'como preservative.
Vaccina f
^!^%
24--Rua do Mar quo z de Olinda-2'i
Esquina do. beeco Largo
l'anicipa a seus frcguezes e amigos que mudou
o seu estabelecigiento dtj relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as quahda :es, patente suisso,
de ouro'e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melbores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetaS
de lod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
ESCRAV0 FUGID0.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de aasucar;
tendo oe signaes segaintes : cabra, idade 30 an-
nos, ponco mais ou menws, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais risivel
uma gomma na junta do pe e?querdo : rogase a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, on nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serlo generosamen-
te recompensadoa.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambncanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
DE
Cordeiro Simoes I C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com fistras achamalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, totoes, fivellas, etc.
Riquissimos cbapeos para senbora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que nio se respomabilisa por qualquer
divida, que, seja quem for, pbssa contrahir em
seu nome ; ?em a competente ordem escripta por
seu proprio punho.
Recife, 26 de marco de 1874.
Jose Fortunato dos Santos Porto.
Pirecisa se alugar uma preta de meia
Jepa: na rua do Ouro n. 7*1.
ENGElNHO.
Arrenda se ou vende-se os engenhos MaebaaV
no Estrella, junto a cida Montevideo, junto a villa do Ipojuca ; os preten-
dentes acharSo com qnem iratar no escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Olinda, on na
rua Duque de Caxias n. 30.
Chocolate bomeopathico.
Cafe" homeopathico.
Rl'A
DA
'
|.OlS.V
IMPER4TRIZ
N. 82
O ANDAR.
;ocfo
1 IHU* ,"-. ^^
7SiAi -
A
/ERID0
Rl'A
DA
i&x*aBF& act"
.-*
^X^WZP
IMPERATRIZ
t. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores cou-
diofoas possiveis de l>em servir ao publico desta illuslre capital, e a-. Exmas. Sra6. n'a-
;ui!lo que Wr tendeote a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenseomo para senhoras, tupete, chignon,
cooms modernissimos, tran^aa, ^achepeign, tecidt>s. desenhc4 em cabeilos, quadrd6 tu'
/liular-es, flores, bouquet* e todo" qualquer trabalho iraaginavel em cabello.
O estabelecimtilo acha-e provido do que ha de melhor nos mercados estran-
tekros, recebe direet^mente por tod^s os vapores da Europa, as siias encommendas e flgu-
raoe de modas, e por isso pode venier 20 ,0 menos que outro qualquer, g8rantindo
I -^rfeiciono trabalho, agrado, sincerHade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cahellos em
j. .rjlo e a retalho e tod.^s os utensilios pertencentes k arte de cabelleireiro.
China cruzeiro, para intermittentes.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia.
Tintura mai d'arnica, para contusSes,
Its, etc.
. A CHEGAREM
Opodeldock d'Arnica.
DitodeRhus 1
Jpara rhematismo.
Dito de BryoniaJ
Atr>
Elor d'araruta.
Pos para dentes, inglezes.
jJericd, para rheumalismo.
j Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Gurso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
__________19-Rua da Oniao -19__________
Attenoao.
Precisa-se com urger.cia de uma ama de
teite, que seja sadia, e que tenha bom e
-abundante forte, para tomar conta de uma
crianca de dias, dando-se preferencia & mu-
Iher do matto : quem, pok, estiver neslss
cipcumstancias appareQa no 8. andar desta
typographia para tratar.
Espirito
ra.
de Hahereman ou de
. Cactuc grande fldrus, para pneumonias e
moleslias do corafao.
*$>-
0 mais poderoso e o mais agradavel de todos os ferruginosos recom-
mendado peloe Professores e Doutores t Pionr, Tbocsseau, Jobbri (di
LanAixi), Malgaigm, Ricobd, Nbxatoh, Chassagwac e muitissimos outros
contra at molestias de contumpcao, clorotis, opflafSet, /lores brancai, anemia,
tuffoeapdet, palpitates, rachitis, etc.
EM TODAS AS PHAKHACIAS DO MWDOl
Depotito geral no Pernambueo, A, REO0RD.
PARIS, 25, rue de 1'Entropdt, 25, PARIS.
Acha-se conBUntemente a testa do estabeleciraente e inspeccionando' todas as pre-
paracoes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
CONSTJLTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e 4 noite at^ 9 horas
Gratis aos pobres.
Constando a. ciguem que uma mulher, que diz
chaaiar se Olindhaa, ainda ousa isculcar-se como
filha do lallecido corone! Pedro Antonio Velloso-da
Silveira, e irmi da-tambem falleeido capitao Pedro
Ivo Velloso da Silveira, afioi de excitar a compaixao
e obter esmolas das familias a qnem eila recorre,
aproveitando-se panistodeiereegofiesse aUmcm,
perdendo por fim paciencia a vista da persisten-
cia dessa miseravel traficante que, a. noite e mes-
mo nor vezes duratte o dia, se introduz nas ca-
campho>-JBis dequeues que a oao conhecem, julga conve-
Jiiente de:larar para .que nao continue a ser ex-
pJorada a credalidade Tessas familias por esa im-
postora, que a filha do zeferido coronel Velloso da
Silveira, qae tinha o nome.de Olindina, e era o'-ga,
M bem educada em Paris e casada, existindo ain-
da eu man do na provincia do Ceara, morreu em
casa de sua cunhada, viuva do dito capita > Pedro
Iro Velloso 4 i Silveira, na raa do Principe, em
maio do 1869, e que nunca se tio obrigaia a pe-
dir ettuolas.
A fallecida Olindina era baixa ; mas magra. tra-
java bem, e nunca andou nas ruas desta ci
dade sem ser aeompanhada por pessoa respeita-
vel ; entretanto -que a impostora, qu parece mais
velha e provavelmente nio tem o nome de Olindi-
na, se e baixa, egorda, anda maJ trajada e eo
Iberta por nm veHw chale, sendo aeompanhada
por nm pardinbo.
Recife, i8 de mar^o de 7874.
A 9:000
Botinas para homera
Acabam fn .-liep^i gr.indcs factaras bem
tid.i> ^a. ii d.ir.i.pir- i.iiii \<*i\mr, de brwiro c.m b>
Set, c hi ilf.-..i-s ,i y.oiiit >a i'sc..lh r) ^>r ter
''i i-i pnn i; ijii-ii.uk ;. r iinrta t ur.lem d"
' i >-i -a :-.ii!i.:/. in ,io vapor francez, i rua
d-i tiaiio >i.i Vi( turu ;ouir'ora .Vova) n. 7.
francez.
horueaa.
eordavao, peHica, Inslre
biqueira, dos melbores
e de cas*-
Para
BOTINAS de beierro,
de duraque com
fabricantes.
SAPATOES de beierro, de eordavao
mira.
SAPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados coin sola de r.ao, psa-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tran;a
francczes e portuguezes.
Para sculiora.
BOTINAS pretaa, brancas e de cores differed*.-
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPaTINHOS de phantasia com salto, brancos
pretos e de cores diffcrentes, bordados
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de Uan;a.
Para tuenlnaa.
BOTINAS prctas, brancas e de dm different'rs
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINAUOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca nortuguezes.
Para nienlnoa.
BOTINAS dc bezerro, lu?Ux e de .-ordavlo.
ABOT1NADOS e sapaties de bezerro, de diver-**
qualidades.
SAPATOS de tranca fraucezes e portuguezes.
Botas de niontaria.
f.otas a Napoleao e a Guillionne, perneiras
meias perneiras para homen-, e meias perneira*
para meninos.
No armazem do vapor francc, a rua do Barto
g- Victoria n. 7.
Mobilia.de vimes.
Cadeiras de balaaco, de braco, de guernicoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e co?m-
reiras, tudo isto muito bom por ?erem forte-
levos, e os mais pnpriai moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor france?, a ma do Bari
da Victoria n. 7, oulr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes i
de elegantes modelos, dos mais notaveis e beta
conhecidos fabricantes ; como sejam : AiphonMi
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor francez^ a rua do Parao da Victoria, on-
tr'ora Nova n. 7, a preeos muito commodos
Perfumarias.
Finos extractos,'banhas, oleos, opiata e pos den
trifice, agna de fior de laranja, agna de toilet*,
divina, florida, lavandc, pos de arror. aabeaetts
cosaeticos, muitos atigos delicad.if em perfnma
ria para presentes omirascos de exHwtlm, cai
xinhas sortidas e .arrafas de difterentes tama
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira qm!i
dade dos bem conhecidos taWeaalM Piver a < 0
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Bari<
ia Victoria, outr'ora mm n. 7.
Quinquilharias.
4rtl^os de dilTercnles gostoa *
phantazina.
Espelhos dourad-is para salas e pfaiMtes.
Leques para senhoras e pra meninas.
Lnvas de Jouvin, de Bo de Eaceda e dc c~ry. Jl
Caixinhas de costura orcada t i. ?nuica.
Albuns e ;-ja,'-'nt > '.'' rtirat.*."
Caixinhas com vidro w aognmitaT :
Diversas cbras -Jo onro bom de lei garantid
Correntes de plaque muito boni:..- ini-
gios
f'-ri .cos i T.'tav-.i botSes de pnnhos de pi
;ue
Bolsinhas e colres de seta, de velludo e de
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima d-;n.t-
e toilette.
Pincinez de cores, de prata duurado, de ( j
de tartaruga.
Oculos de aco fino e d" tcdar a? -(rnarn
Bengalas de luxo, canr.a, com easroes ce ma:-
fm
liengallas diversas em grande s-rtimento f:
omens e mentnos.
Chicotinhos de baleia e de rr.uitas q'.ia!!I..c-
diversas.
Esporas de tarracha para-salt de kotas.
Ponteiras de espuma para chr.rutos e IVntes de tartaruga para d'.-tn>bar?car c ra-
barba.
Ditos de marfim muito finos, para fimpai ja
beca.
Escovaspara roupa, cabeilos, unhs-- epara dei
ws.
CarleirMMS de medropeii la para dinteiro.
Gravatas brancas e de seda preta |;.:a Lorr.fi
e meninos.
Campainnas de mola para oh-mar rrtal I
Joeos da gloria, de dama, de bacatellas, de i
mino e outros muitos diffcrentes Jognlilwa al
maps e fraocezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de i^ai e
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as crianoas n, ira>
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar eriancas
Ce^tinhas de vimes para braco de menina'
Carrinhos de quatro rodas, para passeios
eriancas.
Venexianas transparentes para poruse janei .
Reverberos transparentes para candieiros 7
gaz.
Estereoscopos e osmoramas com escolhid
vistas.
Lanternas magieas tsmikM visUs de core- a
vidros.
SMHI
L"m sitio na travessa da Cruz das Almas, perto
A. F.
Tendo acontecido um desarranio na ma-
asirssa ft sss^^^^as fr w?- os/'bric8ntes e pr me,;
e asseiada : lendo 2 salas, 6 quartos, e fora eo- deste Pedlr desculpa aos seus freguezes pela
zinha, despensa, sala de engommar, quarto de eo- falta que tem bavido nestes dias ; esperam
zinheiro; assim como eocheira, estiibaria, dons por^m,emqualquerdeslesdiasfornecer a to-
aSnOSS ^T^Jlo^o ****! costume .aprovefam
do commendador Tasso. tamDem a occastao para prevenir 80S seus
ifreguez- que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior forja e do systema
imais moderno, que tabricara" tm m8ior es-
}cala e comtoda presteza-as quantidades que
jforem exigid ^s.
Santo Amaro, 17 de marco de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr 4 C.
William W. Webster.
Garanhuns.
Na rua do Bario da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
>ose Paes daSilva, a negocio de particular inte-
'esse
CASA DO OURO
Aos 4:000^000
Bilhetes garantidos
t\ua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
Acbam-se a venda os mu!^o fetizes bilhetes ga-
'antidos da 5* parte da ioi'via a beneflcio da
igreja da Casa Forte, que se ex ,'rafeiri so dia 6 de
abril vindonro.
Precoa
Inteiro 4#000
Ueio 2/000
De f OO^OOO para cima.
Inteiro 3/800
Meio U760
Recife, 58 de marco de 1874.
Joac Joatpiim da Costa LriU.
Vidros avulsos para osmorama.
Globos de papel de c^res para illuminacoV*
fe;!as. *
Baloes aereostaticos de papel de seda mni f.
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe
Espanadores de palha e de peniias.
Tesourinhas e canivetes Onos.
Tapetes com vidrilbos para mangas e lanlc-iu-
Tinteiros de-louca branca, modelo bonito e bot
Tiras de molduras douradas e preta*
quadros.
Quadros ja prompios com pajagens
zia.
(
par.
e pbanli
Estampas avulsas de santos, paysagens e nLar,
tazias. r
Objectos
milia.
de magicas para divertimentos em *..
0 aba'xo assignado protesta contra a venda
do estabelecimento de molhados sito a rua Impe-
rial n. 273, ho!e pertencente a seu devedor Agos-
ttnho Antonio de Souza, pelo qae declara qae
pessoa alguma faca qualquer negocio com o-mes-
mo estabelecimento, sob pena de nullidade em
itiaul > o abaixo assignado nao for pago do qne
ihe deve o vendedor, visto como aao na na rua
do Rosario da Boa Vista o nVBi, em que o mesmo
Ago.-linho diz residir ; preteo>?nd proseguir nos
meios judiciaes para seu embobo
Recife, de abril de 1871.
Thomaz Times.

N. 58,400
Pede se ao Sr. Joaquim Pires Ferreira
o favor de appareoer na rua Primeiro de
M?rco n. 7 A, 1. andar, a negocio de seu
particular interest.
- Joai|iiim Jose Ramos indo a Europa deixa
na gerencia de sua casa commercial o seu primo
----------------------------------Joacjoim Francisco Bastos. mumdo da respectiva
,in7,p LP' a,ag,r nn" Mcrava qn?,?'5e co' IrrpamBta. A rapider de sua viagem nao Ihe per-
izmt.ar lav. e engommar: a tratar em Olinda rua mittio dospedir-se de sfius affeicoados eamwo-,
1eS Bento n. 33. do que pede aescalpa. .
Grafifica-se
A quem entregar na rua do Brum n 56 cam-
badas de chaves, pecdidas por um prcto, dentro
de um sacco.
Aluga-se um bom sitio na estrada do Monteiro,
perto da eslacao, com excellente casa, com- gaz,
cocheira, jardim ; perteacente 4 viuva do Dr. Ja-
cintho Pereira do Rego : a tratar com Francisco
Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus, ou na rua do
Imperador n. 83, 21 andar. No mesmo sitio tem
qnem mostre os commodos.
Realejos peqnenos de veio com lindas pecas
Realajos harmonicos ou accordions de toijt
amanhos, e outros muitos artigos de quiiianJlb\
nas difflceis de. meneionar-se. No annaJem d
vapor francez, rna do Barao da Victoria, cutT'cr.
aJ^n^a!WWtr0^epa,Ws *
Brinquediis para menjn^
A maior variedade que se pode desejar de tu
dos os brinquedos fabricados em differentes parted
da Europa, para mlretenimento da? eriancas, tud
a precos mais resumidos que e possivel : lo ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic
na. eutr ora rna Nova n. 7.
Cesfinlias para costara
Grande sortimento de bonitos modelos cbegado-
ao armjzem do vapor francez, rna do Bario d
Victoria, outr'ora rua Xova, n. 7.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, sitoado na pi
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
men^s de uma le^oa disiante do porto He rar d.
Gatrella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regnlarroeete 2,t 00 paes : a tratar na no do Vi-
gario n. 31.______________________ |
J mdina Maria da Coqpeitao-da C"*ia- it-
ira-sc para a cidade da Bahia.






vmmmmmqimm


46 HfetfcAntf&cd fcogunfa .*eira &'4friiiWI, Rieas Lmideijas
Parse asameitfos, bailes n b.aptisados.
Quem qaiaer obier uroa bandeija rfcaaienle en-
tsladi, dirij.i-se a Confeiiaria do Campus
Ja mandando oa indo euec~;rie.iidar> ja-com-
ytsato aft"? lodes os eilfcite?, censtando do seguin
ft" _
Boles linos para enfeitar.
Doces saborosissimo3 para enfeitar.
Kigujas allegories para enfeitar.
Papeis arrendados para enteiar.
fcwqaets para ooivos.
Alii
Rocontn-se sempre o seguiute : \ .
Fiambfo- inglezes.
Bo dins
Boles
Pins do 16 linos.
Fatias dedito para parturieutes.
Pasleis em pjxrfusao.
ftlbos (sunk s de mnltma).
oees em caUla, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qualidades.
(Saaar Walters vanilla) para dietas.
Gelea de fliocoto, desiufectada.
Amenduas, confeito?, elc.
Cna verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java (terd deira).
Tudo isto no
____ CONFEITARIA DO CAMPOS.
Tabella necessa- ia,
Em vista do nnmero de impostos qne o publico
pfaao governn aetualmeotp, faz-se preciso um
roappa qne marque o tempo do pagamento ; nesse
i-entido eneonlrarao os contrihuintes uina tabella,
a rna do Imperador q. 54, a 200 rs.
'',
IA
Rua 1. de Marc ri. M
Aos 20:000$Mfl.-
O abaixo assignado tern sempre exposto a ven
ila bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an
aunciara pelos jornaes.
Precos.
. Inteiro 24*000
Meio iz#0O0
Quarto 6*000
________________Maaoat Martins Fiuza,
Na rua ^Barioda Victorii n. 36, precisa-se
fallar ao Sr. vigario Andre Corciuo de Agaate Po-
reira, a negocio de sen interesse.
Parts, 36, Rua Vivienne, D
MiMHM IGDEC1N SPfiCI.iL
OEPUflATIF
PLUS de
copahu
MS BHrERU1DADS DBS SEXD1BS, AS aPrKfOI
r. \3D,OO0eunsd*iimpi%-
| icns.puslulas, herpes,
I sarna, comixoet, acri-
rlOffl mpniu, e aUer[oes, vi-
W^AJtttJi iiosas do sangue, vi-
rat, e al. .usdj sangue. (Xarope vegetal
*em mercurio). BoparotlT regetmet
*a*hm mviBAix tomao-se dons por
amana. seguindo o tractamemo Depurattro : 6
eapregadn nas mesmas niolestias.
I Este Xarope Citracto da
ferrodeCIIARLE, cura
I imraldiatamenie qiial-
quer pur gar ao rela-
_ xacdo, e debilidade,
e igualuieme u* jtuxos e flores brancas das
Ealheres.- Esta iujeccao benigna empregassa
eon o Xarope de Cttracto de ferro.
He m nrroidas) Pomada que as cura ems dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nas aiieceoetcuianeat e comixoet.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
de enable, cada frasco vrai accumpabado
e uin folbeto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cure ealarrhoi, lossei
coqueluchts, irritacda
nervottu tat dot bron-
chitis e todat at doencat
' do pnio; basta ao doenU
km colhe rrhdea deete xarope D* Forget.
Pi, Wain em Paris, ma VlTleaae, .
beposito botca Franceza
Escravo fugide.
50j?000degratifio43aU>.
Esta fngido desde o-dia 20 de deze^bro dn an-
no passado, o escravo Joaquim, com os signaes
seguintes : c5r fula, baixo e groaso, a tero om
defeito no olh'o que parece nma beljde, tem mat's
um pequeno-'difeito ao bttieo, awice ser bid ta-
bo e lem pouca b.rba: roga-se. as aatoridades
policiaes e aos capitaes de campo que o apprehen-
dam e leve-o a casa de sen senhor a rua de Santa
Rita Velha n. 83, junto a refinacio, que reseberio
a gratificacao acima.
Devedores.
Os proprietaries da Confaitana do Camp's 1,
rua dp Impcradorn. 24,. pedem aos seas devedofea
que tem sido remissos, o favor de virem pagarsns
debitos ale o Uia 8 de abril proximo .vindonfo S
avisara aos mesmos qpe se ate aauella.dala plo-e^e
tiverem saldos, verao seas names neste jama*
sem distincgao de pesaoa alguma.
Na rua do B
fallar ao Sr.
gacie de seu 1
AMA

|4
hftoliln
e Jse%ftri
|'.-|a cqfn
2 andar.
inhar e^cflftprar
preci.-a-se de utpa ama : na
rua Duque de Caxias n
'ifFOxidi'i
A gkW A Precisa se de uma ama pa-
i^a.RtU^o Capiarflo.a. 3, p/5a,*
ac uma, para conbar. eomprar e fa
k r fllft'imnado, para tfei pe^aoas.
Precisa se de uma ama forra
Mi
ou swrava,
or^omaaar: a irMar aa rua Nova, lnja
Precisa-se de uma ama para eomprar
bar: a rua velha de Santa Rita n. 18
ndar.
ria PeaMna. a ne- I 2 i .
Jende^e om pequenosi io ptrto da esta-
iia> dt lgdiuho, tacdo de fronte 150
lafrnos, e de fundos mats de quatrocentos,
I ;^orn umaelegaole easade t8ipa, acabada de
uuA'ibiai asseiada, tendo iesal s, 21
uartos ecpzinha f6ra. a torreno pro- '
fj o boll do planUtjofls, u-ndo algunus '
iarirorel dbtMcto* aguj ie keber e lock) cer-'
cado.
Tfira vere msis espliuju.'ues, no rnesrao si-J
tio a qualqucr \w a oatyoder-M com Tris-
tao Franci6CO Torres, o para tratar, na the-
spuraria d'slotcrias, rua l. de Marco
B. 6.
de nma
efro
Ama precisa-se de uma ama para casa de
.oIT PeiJaena familia : na raa do Cresoo n.
18, v andar. e
irno Ftecisa-se de uma a
txu"* paga-ebenj(4.t tralar
cto n. 70, casa terrea i^-bolaf^
Precisa-se de uma ama, somente para cozinhar :
imtvi&tm:
EQR&ET
22 Una da Cruz 22
.ra engommjd'is e arrnmar5s de easa de
nen.i familia ; da-s. e?ta quamia a tiiiia cria-
.'.ic seja le b eendacin o p -rfuita cngirama-
-a : atratar ua rua de 3. Franeiaea n. 72.
Mil ll! -!
DE V
i S-ilva Maia.
t\ '.'is-'- lidi l< .' ::":.
tl, ma- ia n>atriz da Koa-vista
a.'!:.
Chsmad-.j : a :; i ; |
Ao- j ht* gratts. das t as
... :
Escravo fugido
Desappareceu na noite do dia 19 de favereiro
do corrente anno, o escravo de Dome Job, tendo
os signaes seguintes : e da Costa, falla atrapalha-
do, idade de cineoenta e tanto annos, pouco roais
ou rnonos, tem cabellos brancos e tambem os tem
na barba, tem um olhar defeituoso e nma perna,
com defeito, tem um so dente grande que ve-se
melhor quando elle falla, traz n'um braco nma
pulseira de aco. e de boa aJtura e corpo regular,
anda mal trajado com um paletot de^jpaca Ja ve-
Iho ; vender agoa e o trabalhaqne ua. Consta
que elle vivo em casa de uma.negra da Costa, nao
fucpa, tem am andar defeituaso por causa da
perna torta Roga-se a todas as autoridades e
capitaes de campo queiram apprehen!er o dito
escravo e leva-lo na passagem da Magdalena, tra-
vessa de Paysandii, confronte a esiradja do hos-
pital portuguez, que ser.io generosamente gratifi-
cad.os.
Alaga-se nm sitio no Arraial, proximo a esta
cao da Casa Amareila (um minnto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, terra-
co, casa de banho e diversas fructeiras. Alaga 9e
tambem uma outra casa no mfamg lpgar enra 3
quartos. 2 salas, cozinha exteSaV g"Td'beber
o ,noi bom l(jHJWt4 PPT .cornraado, .ppeao :a iralar
na,rqa Pr.rPeu-o.de.,ftarso,nJi6. \.
mm mum
SB
r
M
DO
NA




Grande pediincha de carai-
sas de linho.
Rua da imperatriz n. 60
PARA LIQUIDAR

.

GROSDENAPIJES PRETO A l200, 2^000 E
29500.
0 Pavao Yende grange sftrtimento de gros-
denaples preto do pura s6da, a-15200,
-Telidi) se, ua ejtr.idt^.Aiao,^dwqpTn. 19800, 29000 e 2*500 o eovado, tendo
2:1, duas carrots cornnia^jia/a V*uder agaa e tambem do mats largo e mais encornado aiie,
bonitos bois. ------
\ende se ramisas inglezas, Jtlmlio, muito finas,
para homgin, pel.) i^r^.tMiso ,^ree<) d 350(X) a
duzia; quemiluvij:,!- vulia ver e eoqwrar : na
e puiju*. de .^axias n.-,88, loja ik Oemelrio
MBswleifo
NA
costuma a vir ao roercado, e vende por pre-
it;o em conta.
Oranndioa
^J
'S^rWy-.
T
Esta
mm
Agua
Tanto^t
Roga-se ai. Illm. 'SrTlgnacio Vieira

Apolices.
... :

.
da

1

Vindem-s-; quatro apoli-es da divirin p-o-
vincial ; quern pro'ender comprer annuncie
sua morada, pnra ser procura Aos capitaes de campo.
Antonio, crioulo, de 20 annos, pouco mais ou
menos, full, cabellos um pouco toltos, baixo e
secco, eahiu em dias de fevereiro do corrente an-
no, da companhia de seu senhor o capitio Ma-'
thias Goncalves fiuerra, senhor do ensenho Cepo,
da eenarci de Nazareth : recommenda-se a sua
captura, e a "ritrega nesta cidade, a rua Marquez
de Olinda n. 60, 2 andar, ou naquelle engenho
ao sen senhor ; grntifiear se-ha.
reahsar, pela terceira cbamada. deite iornal," em
8ns de dezembro de 187J, e depois para Janeiro,
passou a feveBii|hri|*ap||kajBa4.^-
3mPr IsTstialfilHX&-*5*rW
achava nesta eidade.
TT
.de mais de oifoannoi -Aquanao"o grTsentt
----------r
Emprezaiiogaz
A emprezado'gaz'tem a'hobra de annuneiar ao
publico que recebeu ullimamente um esplendido
sortimento de lustres de *drp, candiejros,, aran-
delas e globos, cujas amoftras eslao no esertptorio
a rua do Jmperailor n-31, e erao vndidos aos
iseus freguezes pelo.preco mai3,raz,>itvfel,pos6isel.
Fgwo escravo Juveflal.
-Foi trajando calca de brim lislrado, camisa.
chita de nscado e chapeo de pallia de Italia. E*
de cor parda, idade atmos, tem faha de um
dente na frente e e. kMMe naroleiro. i ftoga-se a
apprehensaodo luesmo, e ooaduu-lo a rua da
trnz n. 3, ou Conde da Ro.vVista n. 51 |
gratificado.
x>r'ta a 500 rs. o
Rtta 1. de ;MarC0 n. 1. 0 P.vSo vende nuadina preta e lavrada
ContV.ootc o arco die Santo An- Pe' barato preco do 500 rs. o covado.
ionin. .GHALES PRETO DE GUIPURE A 4000.
E^Ja lendendo Wuas fazendas com1 0 PavSo vende chales de tres pontas, sen-
IW*tfOW /menos que em omra do de guipure verdadeiro, pelo barato pre-
11uaiiiuer P*"^ go do 4900O cada um.
Madapalao-.own toquade.mdfo, pelo barato pre-'-- j -m ~.*-**-t
code 4*500 e 8 Madapoiao enfestado a 8--00
igPto fwqeezjiinpoe de .superior qualidade, por! *a pern.
**ir'&*)0 6i&, ..... 0 Pavao vende pecas de msdapolao en-
sSKr.ssoo e^a0'sapenor QBa,,dade'a, s?tad- p810 barf pre*de 3?ooa w.
saniipeutp de lazicbas de -, ; < inteira- !'ll3S sem scr en'estado, com 20 jardas, a
meJtSqoss4es**liil-ij|ll8 s6o, 2o, 2C0 e '55?000. Ditas coos 24 jard.ss muito boa
440H-; I6sf xuydo podft-iee-lia a-n-ii/,.-.' t'azenda, a 6^000, GJjOO e "5000.
Isas e coin flores, f-i7."n !;i ; .-.m-
K;oUfflU32trse SraicalxTr'"1"" V">,,''"i0 pe','ABACAS PR ETAS. A 600, M> E 800 R9.
fc'itas|nai padr%s,'iuatii1(io*, a.4J)0 e ikrn.1 i'avao tem um grande sortimento de
oeovavo: r alpacas pretas,.que vetidea 5')0, 610 e 800
. Cretone francez, escuros e elaro?, o- mais r.o- rs. 0 covado. assim eonjp grande
vo9^etemv,td^o!1eteado4a430., ..Our*, o men|0 do cantdes, bo.nbaVtinis,
ipjroveiteaieinana?toolafaavabapi..!r:i;i^s(le pretas, merin6s, e ootras
soT ile seda tran^ada fparagom) It fiau-: -. iiijiiezes proprias para luto.
ippiiijiores, pelo iniignilicanto areo de S3 e 9^ ;
em.re.veedeaios.por iUOOO. -LAZNHASDE ORES A280,320 E 400 RS
Dttos para senhora, de merino, a :),5 .')3>')0. n i>.,-,-, Ian>u i^-;i., is,;i__j
Was d-Meda, cabo de Osso a iiOOO 6 pechin-! Pav.d., ^nderwnitas laz.nhas.de cores
,cha. j para vestidos, a 280., 320 e 400 rs. co-
pi los de alpaca de cures, forrados rom seda, *adj tendo ate a l0O0, senio dasmais tin-
e,o cabo jOngindo( bejgala, 0 mais oi'-dcrno que das que tem vindo aomercado, assim como
'VrtoeoToVc'cnita. Slaras e escara*. boa fa- ^S^T ^^']a com mais deHcados
zenda. para acabar, a 240 e 280 rs. 0 etado. i paarocs, a 640 rs. 0 covado.
., Pi.pe.Hna de linho e algodao, gostos inteiraraente j Scdinlias a l-*"600.
novos e de cores bonitas a 800 rs. o eovado.Jsem- n p.-,'..j i __..... ,
pre custou IJ400. Uiavao vende sedas com listnnbas de
Camisas de"-crtonp, francezas, modernas e su- cores a 15600 0 covado. Ditas com pal-
sorti-
pnneezas
muitas fazendas
CAM'SAS I UANCOAS A 2(J0O#,
39000E 37500.
3J0'
iminhas a 29ii00. Ditas eom toque de mofo
a 1JJ00D e i?400.
para ser
-..- *x
>o#
^i
m\m
S( 1 1
e e
umbigo
pe.
Sapotizeiros
de tl palmos (em vasos) e de todos
lamaol 6 recos mais eommodos que dan-
: .- en n as seguintes ontras piantas de
rnato:
I .nravi 1 eravo.
Dita dc doce do l'ara.
D:ta hr;ne.i.
Dita langexina.
Lima da Persia.
: ita_de uiubigo.
I.im ..) frail >/.
Oito doce. enxertado.
Oiticoro.
Pa.meira imnaiial.
Parreiru.
t inheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
fjbaia.
asuaga a raa da Ven
". ati.
ia.
ri :!. '
Ila.
irii
.. lina J
deca.
. ;ao da 'nd
eira.
. .
Practa-pa 1.
d-i Pi f.\.
..
. Bllfil
Laranja ft'
Dita do ec
E outi 1
ra d. 2d.
irii en
Cnnstando aos abaixo assignado anhar-se nes-
ta praci 0 Sr. Manoel Fernandes de t'.arvalho,ren-
dairr. dos engenhos Barn e Praguica, em Ma-
mangnape, provincia da l'arahyba, veem rogar ao
mesnio 0 obzequio de vir eotender-se com os
abaixo assignados imniediatamente sobre negocio
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
_________________Tasso Irmaoa & C.
Atiencao
Precisa-se alugar uma iasa terroa, grande,
quo tonha, alem do suflkientes eommodos
para'familia, tambem tenha quintal ou pe-
queno sitio murado com carimba, que seja
no bairro da Boa vista, e porto da linha dos
bonds. Tambem s rve um;i casa terrea,
grande ou um pequeno sitio nas mesmas
condicoes acima; porem que seja nasiimme-
diacdes da estrada ite'Olinda s:6 a Encru-
zilbada.
Ouem pois tiver e quizer alugar, deixe
carta fecbada com a iniciai W. no escrpi-
torio desta typog-ophia.
Na rua do loAperador
u.^8'
preci3a-se fallar aos seguintes *enlres :
Domingo3 Martins--de:Barroa Mooteiro. .
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos l'..^os Mirasda.
Theojnio de Barros e $ilva.
Francisco de l>aiula. Bosges.
Fraaeisco Ant nio Ponhia
49500,
: 1.
' IIIDa,
;iiauias : na
Joaquim dos Santos Neves.
ng D. Joanna Maua do Rego N'eves,
3 seus filhos e genros conviJam aos
pareutes e amigos do seu prezado
tnteado, mano e cunhado Joaquim
dos Santos Neves, a assistlrem as
missa? que por alma do mesiio
mandain resar no convento de S.
Franri>co, pelas 8 horas da rranha do dia 7 do
rorrerte, anniversarjo do seu Wlecimento; pelo
qnedesdfl j;i sc confes*am summamente gratos.
Rua do Imperador
Antonio Ribeiro Ptntes, caixeiro a- rua Deque
de Caxias, lem uma... eneommenda para a pes-
>oa quo, s deseja faliarj n:iO a envia, por ser objecto que so
0 pro,rio o pode reeeber.
DO DOCTOR WILLIAM HOBTB
Para rettituir progressivamente aot cabellos
m A SUA COR PRIMITIVA
Ella snhstitne com vaotagem aspommadasparao toncadw.
NE0GENEouD?10RTH
>GUA PBRStTITUIRlMP0UC08OIl0SCELL0S
A SUA COR PRIMITIVA
Bom exito iufallirel desde o loiro tti to preto -
Superlorldade lntontestaTel; emprego lnoffemlfO.
PERFDHARIA ORIENTAL, 3, rue Bergere, PARIS
Deposlto em Penuimbuco, A. REGORD.
Aiijga-se
3 andar da casa n *, a ma estreira do Rosa-
rip, fresco e com eommodos : na ihesouraria das
lolerias.
Escravo Iwgido
Ansenton-sc-n) dia 30 de fevereiro proximo
passido, da casa de sou senhor, abaixo assignado,
o escravo Estevao, com os .signaes seguintes : eor
preta, idade de 25 annos, alto, espadaudo, e cor-
polento, tendo o pescoco curtq e grosso, e a ca-
becaura tanto chata. Dito escravo 6 natural da
provincia di l'arahyba do Norte. foi vendido em
1868 na villado Jnga, peju Sr. Pedro. Antonio da
Costa ao Sr. aliens Manoel da Assumpcao e San-
tiago, que jiOine-imoaaaQ o traujio para,estaq)ra-
ca do Recife, -venkola-o entao ao abaixo assig-
nado. Prcsume-se qua dito escravo teuha segui-
do para sua provincia natal. Roga-se, pois, as
autoridades policiaes c capitaes de campo a ap-
prehensSo da dito escravo, gratificando o abaixo
assignado a quern o agarrar e apresenta-lo na rua
da Brum n. 96
Recife, 11 de marco de 1871.
__________Francisco Ribeiro Pin.to Guimaries.
pern r^s a 3a- e 3i00
.Ditas luraneas a 2i e 25O0-
Ditas de linho a 34-51-0 e 45000.
Toilhas de linha. do Porto a 7*300 e 8/000 a
duzia.
Ditas felpndas a 74. 7$5O0 e 830C0.
Esguiao com 10 jardas, pelo preco de 4 joOO ; e
barato com effeito !
Cambraias Victoria e transjiarente. fazenda fina,
a :ti'.iOi). 34800, iai'00 e 3 a pee.a.
Lengos^tocambraia'Com barra de cor, a 15,
brancos a $&.
Ditoe dehJioho, abax.hados a 3^600 e 3*800 a
dozia.
Grande sortimento de -brins de cores, padroes
proprios para meninos de escola a 440 e 500 rs.
o eovado.
Bolinas para senhora, pretas e.de cores, por i$ j "-------------'-----
e 4*600, Isto. por termos grande quantidade, se.SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. o kilo, no armazem da rua do Amorim n. 4!
faz; este preeo. de Jose Domingues d > Carmo e Silva.
.Braraante de linho, duas larguras, pelo barato'r 17 i >caa i i i .
la. n n. if. rlo Jas. D. mitigues do
CAMBRAIA VICTORIA A 49000,
03J0OO E 75000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
e 'de 49000, 4950), 59000, 69000 e 7*600
a peca", sssim como, ditas tic salpico bran-
co, a 7#0O, e pechiocha.
0 Pavao vende um bomt sortimento de
caicisas fraocatas com poito da sigsdao, a
29000 e 2?500. Ditas corn prito de linho
de 39000a 09000. Dita* bordad*. muito
fines de 6*K.O a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulas da liabo e de
algodao, por pre$os baratos, e tambem tem
completo sortimento de punkos e ^'tftM^bfft
tanto delinho como de algodio, por precos
era conta. .
Rspnrtillio-s a 3>50l>. 49OOO r
0 Pavao ende um bonito sortifneutQ de
espartilbos modernee a J9S00, 4f$00 #>
59000, assim como um bonito. sortimento
desaias brancas, bordadas, a 59000 e 69000.
e ditas de iasinba de cOres a 39000 : e" pe-
chincba.
CORTINADOS BORDAD06 PARA CAMA E
UNELUS, DE 7# ATE'. 26*000 0 PAR
0 Pavau yende um grand* swtimeiito de
eortinados bordados, froprios.para eama e
janellas, pelo barato preco de 79000, M000,
100000 ate 259000, assim enmo : colias
de damasco de U muito fi*a de 109000
li9000 cade uma.
BRAMANTES A 1900, 29000 E 29500.
0 Pavao vende braraantes para leicdea,
tendo tO palmos de largura, sendo o de
algodao a 1-?800 e 2*000 a vara, e de linho
a J9400, -29800 e 39000 a vara: e pecbin-
cha.
CASEMIRAS A 59000, 69000 E 79600
0 Pavao verkie cdrtes de eesemiras para
calcas, sendo padroes modernes, pelo bara-
to preco de 5j?000, 05000 e 79000 o c6rte,
assim como : pannos pretos dos melfaeres
que tem vindo ao mercadd, de 49000, 89 e
109000.
ROLPA FErTA.
0 Pavao vende unnaigraBdo porcio d
roupa feita, sendo : palitots,- frakes de ca-
semira preta e de cores, assim como : finis-
simos sobrecasacos de-pauBO preto, e eal-
cas de casemira preta e de brim branco, col-
letes de todas as qualiiJatles, por precos
muito eommodos, por qnerer .--eabar com
toda a roupa que tem em casa.
Acha-so constantemente abcrto o estabelecimen o do PAVAO, das 6 horas da manhi
&s 9 de noite.
preco de iiibO a vara, e somente para acabar.
Muitos oatros artigos que deixamos de meneio-
nar para inio maasar nossos freguezes ; mas que
avisia delles estao presentes.
DSo-se amostras.
S6 o bsrateiro quer xjueimar
Para rival nao encontrar.
A' rua Pnnieiro de Marco n. 1, anliga do Cres-
po, de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
:i
Precisa-se de-urn para todo o serrico de casa de
pouca familia, prefere se que ontenda de jardim :
lrata-se ra rua do Passeio n. 60.
mm.
Precisa se de um na rua Formosa n. 24, casa
com jardim, detronte do bo.',co dos Ferreiros.
ALU(iA=SE
Na Ponte Vlba o armawrn n. 42.
Ao Sr. Joaquim Pires Fer-.
. reira
previneso que se ate o fim desle mez naoappa-
recer na rua Primeiro de Marco n. 7 A, 1 and-,r,
se declarara por este jornal, so que 6 este nnmero
33,400 esUmpMhado neste jornal.
Antonio Fernandes de Barros, tendo scien-
cia que se pretende arrendar o engenho Petitnbu,
da freguezit do Cabo, e de-ejando arrenda-lo,
pede a pe-soa encarragada de faze-lo que se di-
rija a villa do Cabo a entender-se- com o- tador Rotilio Tolentino de Figueiredo Lima, que
tem poderes do annnnciante para 'tralar desse
negocio.
i
Constandoao abaixo assignado que, ten
do falle^ido o seu devedor Adelino Tbeodoro
Alvcs, um parcnte deste anda propon lo a
tenda vera por meio ileste prevenir que se n3o
faca negocio com i stes bens, sob pena de
fiear nulla toda a transaccao.
Reiifr, 1 de Hauricio Jose dos Santos Ribeiro.
Veinlo-se ou arrenila-se, no estado em
que se acha, um sitio na freguezia dos Afo-
gados n. 18, rhio proprio, corn 349 p ilm'os
de frente e 638 'do fundo ; os preterLdentes
dirijam-se ao seu priprieturio, na^rua de
S I'rancisco, so'orado n. 10.
Uranks de leque,
Palmeiras ioiperiaes,
("oqueiros,
Cyprestres liorisontaes!
Quern quizer fazer um pomar com differootes
qualidades de.fruetos, ou arborisar algumas ruas,
ou plantar algum jardim, e so dirigir-se ao sitio
do Abrige, em Olinda, onde achaia o quo qtnzer,
ou deixar o pedido por escripto na luja da rua da
Cadeia do Recife n. 33, indk-ando para onde quer
que ni mde.-se. etc.
Sementes de hortalica.
Rua do Marquez de Oliuda n. 53.
a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose
Cirmo e Silva.
Vl.MIO MUSCATEL de uva branca, pura, de custo de 239000, no armazem
Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
da xua do
0
GRANDE
M1Ul!,I.Wi
Jllltllillil
Em
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e o mais largo
vem ao niercado, e qnn se vende pelos diminotos
preens de 25100, 2**00, 3ii0O e 3*300.
Su' .NA RUA DO CRESPO ii 20, LOJA DAS
TRBS PORTAS DE
Guilherme & C.
Junto it la ju la esquina
8o ha mais cabellos
VEE
que
1
brancos.
reencia.
^
^ompra-se um, portao de ferro:
Rangel n. 62
-
oa rua do
1VMSO
Precisa-se eomprar Jous e3cravo3, jwdreiro e
carapma, paga se bem : a Watar na ihesouraria
das lotenas, a rua Primeiro'fle'Marco n. 6.
Criado
Na rua Nova n. 7, 2 andar, precisa se de um
r.ara compras e recados, prefere-se escravo ou
iivre, dando flador a sua rondiicta.
- Alnga-se uma boa olana na ma do Visconde
de Goyanna n. 63, a tratar a rua do Rosario da
Boa-Vista n. 60.
Alqga-se im sitio ua travtssa dos Remedies
:. 21, com en si do vivenda, portao de ferro e
j urado na Frente: atratar de fronte do mesmo
-m nma ohra qtte se esta fazenlo._____
0 Sr. J )-c Sebastiao Ferreira Barboza tem
jma carta vinda de Listi.'ia. no arowzem a rua
le Marquez de Oiinda n. 37.'
Na
Chaves perdidas
rua Dieeita n. 69, se gratlHeara a quern
chando, quizer restituir uma cambada de tres
shaves prosas a uma corrente de ararae, que se
perdtfa ha dias, da referida casa a igreja do
Precisa se fallar ao Sr. Manoel Antonio Pe-
reira, chegado ha pouco do Para, a negocio de seu
interesse : na travessa da Madre de Deos n. i,
armazem.___________
Aluga^se o primeiro e segundo andares da
rua de S. Jorge (anliga Pilar) n. 23, frescos a
a*eiados, e cada um com eommodos para grande
familia : a tratar no n. 74.
Suuhi cuiipie trfbucrc
0 pbilantropico catholico qne se enganou, to-
rn ando um chape.) novo de pello, deixando eai
seu lugar um tambem de pello, mas extraordi-
nariamente experiraestado, na sacrislia da igreja
de S. Pedro dos Clerigos, sir.va-se levar o. amoio e
pol-o em seu lugar, reeebendo o seu veneravei
capello, o qual por modo algum devria trocar por
outro ; estando enoarragadb de -desfacer o logro, o
saohristao da mesma igreja.
TMskS.
Sapatos de de tapete a'velludados para homens e
e 1*200 eada par : na rua Duque
senhoras a
de de Caxias n.
Vende-se ouda se soeiedade, entrande o socio
com poneo diuheiro, em um e3tabelecimento de
molhados em uma das inelhores localidades da
freguezia de Sanlo Antonio, tendo o dito estabe
le.'in.en'.o capacidado para grosso e retalho, por
wr e;u esquina, tend-i alem disso uin grande pa-
le para accoinmadacofs dV;,raatutos : a tratar na
rua.Direita u. 21, armazem do Pescador.
Vende-ise.o apolices da Companhia I'er-
08fni)cana : a tratar .--iK'Sta iypographia.
A Nova Esperanca, a rual*oqne de Caxias n. 63
apressa-se em convidar a seus fregu-zes. com es-
peeialidade ao bello sexo a virem apreciar os m-
guintes srtigos expostos a veuda e lidos por precoj
eommodos, como sejam :
FINAS BONECAS man=as e eMoronas.
BONITAS E E.NGRACADAS vistas para sterios-
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
ELEGANTES ROLSAS para senhoras e meninas
j BONJTOS VASOS com fina bauha e cfceirosoi
extractos, trazendocaJa frasco um naie, unu ini-
ckiI ou uin disiico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas co?
de carne.
Para quern goslar.
! fl.,A 1>,0Ta Rsperanpa a rua Duque de Caxias n
63, acaba de reeeber tentos e caixas para o ioco d*
\oliarette.
TiNTUR&RIA JAPOMEZA.
S6e unicaapproyada pelas academiasde. A Noya Esperanca, a rua Duque "de (
sciencias, reconhecida superior a toda qne *>3> acaba de reeeber as procuradas meias de bor-
teni apparecido ate" hoie. Deposito princi- racha Para quern suffre das pernas.
hojl Mar- FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
63, acaba de reeeber um lindo e completo sorti-
mento de flores arlificiaes das melhores que tem
vindo ao mercado
A ellas antes qne se acahem.
Costumes para criancA.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de reeeber bonitos costumes para crianca
e esta se vendendo por precos razoaveis.
FaraqueaisiBrerfas pernas.
pal a rua da Cadeia do Recife,
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
VENDE-SE- "
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Cotn-
lercio, por preco modieo: a tratar com Tasso
irmaos A ('
Wilson Howe & C. vendem no seu armazenr.
a rua de Commercio n. 14 :
o engetiko 6 0 verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Eageiiho
_ i\ende-e ou arroaila se o en
Trata, moenle e corrente,- de ani.naes, e prompto i r^5llentf fl. de *Sf ,
para mocr d'agua, camo ja tem moido. .faltando i ij?S?Cj n I1uallllado
apenae um petpjeao eonierlo no baldo do acude, I -
o
Para padaria,-^tirdeHwm maito bom : na rua
do Amorim n. 33.
que arromboo, e tem p.oporcoes para safrejar
dous mil paos de assuar, lemlo rawiio boas im-ras
de massape e barrujtmarello, tendo tambem quasi
todo o terreno.'cOberio de matt as, distanle da
estacto de Una tres luguas; 411am 0 pretender,
dirija-se a casa dos Srs. Magatbaes .tJaistos iSe C,
Da villa de Palmares, qua recefierao as informa-
goes nejessarias, cow 0 pr)prietario do engenho
S.'iNrCabo Wde
No briaue franee 1 'Braiileiro, vendem Amorim
Irmaos '& C, a tratar na rua -da-erurn. 3.
Sd'aimDa^iie de Caxias n.
44, Iqja da esquina
Atten^ao.
A'luga-se barato.
Alusta-se 0 segundo andar do sobrado da
ii Guia n. 62, limpo, bem tratado e grande
aada Senzala Nova n. (.
raa
oa
Desappareceu in dia 2 do corretrte, ijlo
cabriolet do Dr. Save, uma carteifa de aW
gihelra coin ferros oirajgicos, teudo estam-i
pado no feixo da mesrtia tirnMDr. Sove'
quem a trouxer a cas n. 5S a rua Rra=
chuelo.aero gratificado.
- -pflECtSA-SE da ^uantiad-, AsSobSf *okW,
bypotbeca em bens d' raiz: qii'm tiver annunoifl'
ou dirija a eta typographia carta feaiada com
iniefaes F. S. A.
Graaadmas russiaoas wrti palAia9'4iHrae de sea'
brancas e de cores, 0 covado
LSs escossBzas, padroes iindpa
Metins tran^ados para vestiOo de senhora
'olchas de algodao alcochoada, cada uma
Toalhas de algodio alcoohoadas
Lencps de cassa, ^eijOenog, duzia
DKos de dito brancos, dnaia
DftOs de linho, ananhados, duzia
jBadapflte-j, pe^a -*j
Algodao, peca
-E outras muitaa|rAaldas yaeiej a vista
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
lilies quo se acaheiu.
Vende-so la de lindos padroes a 200 r9. 0 cova-
do : na rua do Crespo n. 25 A, loja da esquina ;
dao se amoftras.
Chapeos para siinhora.
A loja do Passo a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
mento de chan.eosjtaca .aeahflta, jjUinja moda e
A N va Esperanca, a rna Duque de Caxias n.
63, recebeu um peqneno sorlimento de anneis
pulseiras electricas, proprias para quem soffre dos
nervos.
200
rs..
ii
A' rua
"JMflBne a Prussltna
^ 320 4 mU$
veade
-mrr
.apreciar 03 precas : *slo 6
.^iimaraes A C./rorf Dfaque
V,
xias*n. i
(!0 Na rua .Jo .(ittamaaiie 43, juato a Joja 4a
280 Magnolia, til Li
360 Cretonne a prus3iana, do quadros, fazenda
9000 propria para- vmtidos, padroes os mais modernos
600 one tem vindo ao raercado, pekvdiminato preco
de 320 f6o cavado, so aaleji de .Gaerra *
Fernandes. .
Estao se acabando I...
Dao so aflvobfraa.
Cambmia transparente a j
Unoo
1*600
3*500
8*000
4*000
>derio
ncisco
Grande tpec1iLacha.
Madapol^o largo e lino earn -pequeno toque de
ayaria a 5*000 a peca, fazenda que vale 7*.
Algodao marca T, largo, a 4*50P a peca.
IfiziDbaj -.sooeezas a-llO ts. .-nvado, e para
apeea
imado a. '43, jootb a loja da
Parfc n'Ameofla,Jfi rm'Sto-
mie de Casta*.^
primej andar, acaba de reeeber um completo
-surimAfc dawiaiidos>4iataaag(Hte pra>btaicm>e
-senhoijl rviM^eWe #ttfi!i. tKBrtbt*) TSrtiwlqIe-
eleganA cMpjMs,.-aapaUaheg a bttiaas.para
crianc^ique'iuao^eqaejwr;pre>c9.raza*eis.. .
do Crespo n. IO
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chegou esta fazenda, com padroes inteiramente
20
^0" NA RUA DO CRESHO N.
'*>v I'Oja de
jfyftBQdtftC^unto aloj
i*tiaa Aua*W
def.'u. 10,
.r*.
andar e
a tratar i
eneadeapflo, ou na
Na rua
&mbrajag.J,ranparuntes flnas a 3* a peca
id na Idja 4 Guerra.^ F^rnaniles.
ICl
harnios e cigarros
xlos mawfinosajlasiniaihores marcas, do Rio tie
*an8ro|da5jtia: wmrmazsmrnVjifnpo, ,a mum
do Amojlm o.-4d,*e*ilB< Domingues do Carmo9
-Vandete-a tavern>-n. 63,.no Caminho-Nowo, s.ltTf-
Cerlea
Chttas Claras
aia4ajic*n ton k*mi*p*ta '..
So 0.0.- aOtda.T^r o> Caamp^ja <4m
de Guilberme A C, junto da loja da.
.' ...... "1----------------mM
bem afreguezada : qam a pretender, dirija se a
i&garrafas, do melhor e
Dfea^3iIenry-Foiwr .4r C,
ih-
e-se na.wtr.ida devotlo de Barros n. |dade e a quantiaada'Bo'liquido coqgUto :je ar<
anahar m,'A, f m r. < i !:.. iJ----Z.------ 1 i-r v"?"v^w" ""f* "-" 'ww-so miipiii ma ue joao ae Darros n. aaae e a quanuc
jpanar *a ma ao trespo n. 16 A, loja da es.|tnesma ; e tambem se da soeiedade a quem pre- 13, duasawQc^_camjiinas para vandtr mm '-"" ^ '^
wina. Cheguem antes que se acabem. header. v bonitos ^"y^1^.^^ -**w^a ^*^--"
-



DnmiayiM do Caimo Mva,

Lift



**"
Biario 4e J^a^fecsnui >m& feira>*(i**-M$l 4te HW<*.


?
ito dt
Mllefta, m.
_ o Ikh* conceit qa* teem merecido dc
respeitave! publico, distinguindo oeu aatihk qetffc.feMMigrfip -BPfioojam no. rem.gnerq
veemsc&hficjfc aes^tebons fceguejes, quo we-
vemrain shs sens corresppndjentes nas diversas par-
cas cPBbjpffeara Ihw enviarerii Ipor todos 6s p*.
quetes os ohjecto*.. de mm e- bam osto, que sef
jjtfft.mais,, b$m.acejtos pal& soflietjadss.elegantes
fflSTO?- MW jy'SJI ro*ra.ar, u o tempo 4*
ieira, em que o bello sexo desta Iiojd^ veneza
mais ostenta a riqueza de) suas toHlertes; e co-
mo ja,recebossem.pels paqoete fraooe* diverse
afltiggSi;da aliima,fld.w vqem,. mtenteax alguus
eoncurreneia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindftjafcaercfldot,
AJbups com ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos .tamanhos e baratos pre-
os.
Aderecos completes de borracha prrprios par*
into, tambem se vendem meios aderecos. muito bo-
nitos,
Botoes de setim preto e de cores para, ornatq A*
vestidps de senhora ; tambem tem para collate
palitot.
Bolsas para senhoras, existe.um bello sortimen-
to de seda^d* pallia,, da chagritc., ete., eto., per
barato- pre,co. .
Bonecis de todos os tamanhos, tanto de louci
eomo-de.eiSrVde'borraetea edemas?*; ehatna-.
mos-a atteni;4o das: ExmasiSrn.para.este artigo,
pois as vezes tornani-se as criancas um pouco im-
pe/Unentea. ipor (alia; de mn objecto que as en-
trelenhsm.
Camisas- da linho fisas e com peitos bordados
para homem, veodem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho ade aJgodtUvde diversos pre-
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
tes.
Coques os mais roodersos e de diversos forma-
tos.
Ghapeos para.senh.Qra. Beceberam nm soriimenl*
da ultima mbda, tanto para senhora; comtr para
Btfeihife
Capelias simples e com veo para noiva&.
^h.'as.bwdanJas^parauisuiuas. ,
Estnenieios estampados e bordados,, de liudoi
desenhos.
Escovas- electrrcas-par* denies,' 'te*n a proprto'
dade de evi tar a car ie. dos dunes.
Franjas de seda pretas e de cores, exUte. am
grande sortiraento de.divercas. larguras e barato
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas largnms b bonitas cores.
Fachasde gorgurao. muito lintlas.
Fiores" artrnciaes. A PrcdHecta prima em coff-
servar sempre um b4l9'e ifrande sortimento des-
tas floret, nao so/ paia enf*ite dos cbellos, como
tambem para ornato do vestido de noivas.
Galoes de algodao, de.laeile.ieda, brancos, pre-
tos e de diversas'cores.
Gravatas de sett* psrfe 1iemm senhoras.
Lacos de cambraikexleiBeda de diversas cores
para senhora.
Lieas de .scda de cores e brancas bordadas para
nofva.
LJvros para ouvir rnrssa, cm capaide madre-
perola, marfia; 69o-d vellad*;i*wfo qne ha- de
book,
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem paratirar caspas.
Pti^bdafftret.'Orrt'beflo'-sortirrieOtd && ma'dre-'
perola, marrhn, 6so e douradii'B per brat pre^o.
Perfumarias. Neste artigo. e>iU a Prediteeta barn
r rovida, nao so., em extra etas, como em oleos *
banhas dos melhores odores,, dos mais afamadot
fabricantesv Lonbio, Plver, Sociedade Hfgtemea,
Goudray, Gdsnefe HMM ; sao indispensaveh para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatlnhos de 15 e de setim bordadSs ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebea a PrediJecfa um bunito sorti-
meolo de diversos umanhos, tanto para sofa-oo-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptis.ido o qne ha de melhor
gosto e os maismerleYncf recebea a Predileer*
de or ar.to prejo, pam tiear ao aleance
c^taJquer. bolsa.
Rua do Cabuera n. 1
.
W rli JL-l^'fJf
rua no umi % s
Armapens d,^ soccos e n?olh^db's
T.rjl PAUA DISTINCTIVO DO KSI
PARA AL'U".M\ IT
,NTQ ,L.M GAI.LO,i!f})NCQ, Hifc\tf)
S'OA, OtTK IGSOJUIA LF.ITliHA,
Rodfitues & Tires,,regressajps era- Perinmbu^a, qia^Q tloyj^cife,, swee^or^a 4fl
l>yna?orn do Gallo^i rufdo Alyibeves, em I.isboa, omais afamido.ecQnheciilu fr,-rn}M|pj-
rjatjuejla ciilade, capricham.sem,pre cm let genetosde prjn^.'iiia, qpaiidade, dos,q/jacs dao-
aps^evis nu|nerosos. fregaezes u,n coutyecimento^rqaifc prolongado na relagSo. abaix,c^iies-
cripta :
0 que 6 bom e caro
P^layra, bemlita one nim r.Hir.aroosseccdSi, a S00 rs.a, |il)M.
Queyps fiftsio^erppfclticados,, pr.egp caifl-
muao. j ,,
Gascas <\& edeppara lavac jasa, a 1&0 e
120 rs/
Farinha fina de Muribeca.
Vasspuws de pivsaya para servifo iiHer-
Cb^a" ptjrolafino, a 5rt 00 a li^ra.
. Dftt) Wud^nbQ super-fino, a ,-iyftOQ a li-
Di.V) popular, flno ti St000. a libra.
Manteiga ingleza fior. em barril a 1?000.
Dita dita5ao,,em latas, a 12&50Q.
Dita^, djt^, dita, e dita, a. ijJiOy.
Azflite de peixa baleia,, a #M) rs a garra- no,: a 2i0 is.,
fa. DiUs graodes a300 rs
Dito de edeo, fino, 'a 800 rs. a garrafa.
Dito doce e carrapato.
Aguardente do caUlo da canna, feita de
encommenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita popular, a 320 e 210 rs, a garrafa.
Dita.braiica,. a 200 rs.. a,ga/rfa.
k&M&XWK:'
4t'6
Massas paca s6pa de,tcilas.es qualida-
VinlioitiatO! el)rfitiooy superiore?,- ei\$w-
rafad^s e em pipas. lvoutros artigi)s que ser4
enfadouhov annumerar, em sccco e mo-
lhados, por ser extenso.
________i___.____>!^i_______*-^-.T%M. I.________
svi.s\w\ium,u\
RBIST0L
Awfea
Rua da Imperatriz n.. 7'2
6UIMARABS & IMAOS
refefesr tun gratvie sortimen'o de fazc'nri.n pretaS fara qtf*
res ma
COMO SE.1AM
CL'RA OS CASOS-MAlS-DKSGSPCRADOh-
A SAFSAPAURILHA' DE BRISTOL purr
fica a massa do sangue, expelle para fdr
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes; AA vitalidade-t
energia a todos os orgaos e dd for^a e- vi-
gor ao systema afun de poder inelhor resis-
lir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afim de podef curar ; portm
?onstantemente assiste a nalureza. Pbrtanto
em todas as doencas constituciomtes eem to-
das as molestias locaes dependente d'um tt-
tado vicioso e imperfeilo dti systerriavm ge-
~al, achar-se-ha que a Salsaphrrilra db
Bristol 6 um remedio segnro e effic89sissi-
mo, possuindo inestimaveis e inciMitestaveis
-vrtudes.
As curas milagrosas de
E scrofulas.
I'lccnw.
C'liKsritNautiKO-"
ENFERMIDADES S^'PHIl.rWCAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISM),
.VfiVlVALGIAS,
ESCORBKTO,
ETCv, EfC, ETC.,
que tem graugeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha fa Bristol
prr todas as partes dounixerso^saQtao so-
mentef devidjte, A
UN1CA LEG1T1MA E ORIGINAL
Scdscmarnlha de Bristol
& PHAriMACJA' C^BXt
GROSDENAPLE PRETO A 158C0.
Veude-te grostluuaplu prcto para vestido
de senboras, a l^SOU, 2C, 39, 49, e 59 o
covado.
PAJJiNO' PRETO A S500.
. Vende-se panuo preto deduas1 larguras,
para califs epalituts, a 2C50i-, 39, 39500,
49,. a ti90"0 o covado.
CORTES, DE CASKMIRA PRETA A 59000.
Vende-se. cor tes deoa^emira pneta para
calvas,- 59, 69, 79 e90O0 o corte.
MERINO' PRETO A 29800.
Veode-se morin 39000 o covado.
BO.MBAZ >A l'liLlA A 19500.
. Vende-se bombatna preta en festa da, a
19500-, 19800 e 290U0 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpooa preta fina, a 500, G40,
800 rs. e 19000 o covado.
FAZEDAS DE.CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 39010.
Vende-se peoas.de cambraiahranca-traBS-
p'arehte a 39, 49, 59 e 6J090, ditas de cam'
braia tapada, Victoria, a 39, 35800, 49
e 5#000.
CORTINADOS PARA CAMA A 1G90CO.
Vende se cortinados bordados para cama,
169, 209, 259 e 309000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. o covado
CU1TAS LARGAS A 200 RS.
Vende-se chitas largas para vestidos, a
240, 320 e 300 rs. o covado.
BRAMAKTE A 19600.
Vende-se brarnante com 10 pslmos de
largo a 1960O, 198< 0 e 295<0 o metro.
. MADAPOL'AO A 35000.
Vende-se pecas do madapolao enfest
a 39000. Dito inglc'z a 49500, 59 .]o
5*500, 69000, 79OO0 e 89000 a pessa.
CORTINADOS PARA JAN ELLAS A 89000,
Vtnde-se 0 par do cortinados bordados.
para janellas, a 89 e 1090 P 0 par.
ALGODAO A 4S000.
, Vende-se petjas de algodao, a kfi, 59 e
65000.
CEROLRAS A ltOOO.
Vende-se ceroulas de algodao, a I9C0-T,
ditas finas de brarnante a 19500 e 29 cJa
uma.
CAMISAS BRANCAS A 29000.
Vendc-se- camisas braneas finasi a 29,
29500, 39 e 49000.
BRINS DE CORFSA 400 RS.
Vende-se brins de cores para calcas, a 400,
e 500 rs. 0 covado.
CBA ES A 800 RS.
Vende se chales de 13 a 800 rs., ebalesde
merin6 de cores, a 29, 39, 49 e 59000.
COLCHASDI-CORES X M6M.
Vende se colchas de cores para crtna, a
29,39500 e 49000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas flniS de cores, a 3C0 e 400
rs. 0 coY"do.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
r Vende-se alpacas finas de cores, a 500,
640 e800 rs. o covado.
TAPHTES A 493O0
Vende se tapetes para salas, de diversos
LI-NCOS
BRANCOS'A 29(100.
1 Vende-se len^os. brancos-fir osj 2900O,,
29500 e 39 a duzi.1,. ditos de linho, a 49,
69 e 9000 a duzia.
CROGIIES' l'ARA CADE1RAS A1930.
Vende-Se p.Hinosde crochepara ixleiri.s,
a 19500 cada iim, colchas de di 0- para
noivas.
MADAPOLAG FRANCEZ A 7900CX
Veodc-se pe(;a' -de tftaijapolan fmncez
rabit( fHK),-a 79, 89e 109<00
BMMPAttDOr AdiQi RS.O COVADO.';...
Vende se brnn.pardo para calvas, ,400>
rs. 0 covado.
CORTES DE^CASEMIRA DE 590Mk
Vende^e eHes de-cafierira de-coreapara-
calsa's^ a 69'o9oe0 0 G900O.
GROSDENAPLE. PRETO.
Vende-se grosdenap'c preto com- 41/4
palmos de largirraj ai59 0 eovado. -
ESGUIAO BItXO A 290Ow.
Vtnde se csqaiao finb dclinho, a 29,
29600v 3^e 49'd metro.
CHITAS PAWA GOBERTA A 280.RS-
Vende^so cliitas peTa coheIla, 0 280 40ft
rs. .0 covado.
. BRIM BRANCO A 1:000*.
Vende^so- brim brancode hobo, a" 19,
19280, 19600 e 29 0 m<4roi
BRETANHA DElUNTIO A 640 RS.
Venie-50 brctanha de linho, a G40 rs. a
vara.
FLANELLA DE CORES A 800 RS.
Vi nde-sc flanella de cores, a 800 rs. 0
covalo.
COBERTORES DE ALGODAO A l9'*00i
VeniUi-se cobcrtores dc pell > a 19400.
Cooertas de chita a IeSOO e 29 ditas en-
c.-.rna as, forradas, a 49, no Bazar Nacional,
rua da Imprratriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 39.000.
Vende-se cortes de cassa rtiudas a 39
cada um.
GRAY, T\S r.VRA SENHORA A 19'00.
Vende se gravatas para senhoras, a 19,
ditas par.\ bomCns a 5'0 rs.
ALGODAO ENFi.STADO A 19100.
Vende se algodao cnfestado p.'T.i lenses,
a I000 a va^a.
GRANDE SORTIMENTO DE ROL'-PA FE.TA
NACIONAL.
Vendo se palito's de panno preto, a59,' "9,
86e- iOmO.
Vende-se p.ilit6ts de 8lpaca preta, a 39,
39500 e 4JO00.
_ it
Cameiro Viama.
A" tste grttnde estabelAJihierito tem che-
gadd, uftl bbip sortirrreritb dV Wafchinas 'PaYa
cp'stura. delodosOS atitores mais; actedita-
dbs tfltlriiarflterrte'tia Europa', cujfts' maoninas
sad ga'rantirlas' odt tfm wirio, e tendryaiii
perftito artist* p'Ara ehslfiaf 'as rriesiMas;, pni
qualquer 'pi'rtd nesta-cidade', 'cdnio Bern'as^-
sim doncertaMa's' perti'totfrpirj tfftati'erh d'nrn
anno sem^ cresr)4ndio 'a'lgu'th : db' compradoh
Nesto estabelfetime'iifo't.irrtbe'm' lia periencas
para*s.lrnftsmasJ iri^cHnAsV e se'sOpIir'e.quAi
qllei'beca' qtffe'sejahfectiss'a'rld. Estfafe fna-
cb'ihis tralMlbdhi cdiif tofla' a 'perfefc.ao' de
dm e- db'us pospontos1, -lViWie" e hofdl tdda
qualquer COSturaWr1 'ftrA^'qv^' sJ^ja, seus
greeds sSo'da segtmi't'e qftalirfaae': para* tVa-
alhar a'niab^e.^ofltt; 4B9WOO, 4*9^00
e 50900Oi' p'ara1 Vraba!Brf cdm 0' p sAo de
809000, 909000. iodjjpab, no^oo'o,
1209000, 1309OOO, 1509000', 2009066 e
2509000, emquanlo adsi autoVes nao ha'al-
teracad de pfee.os', e ds cdnipraddr'es pdflerfo
vis! tar este esfabeleci'mentof que muito de^-
ye'rio gostaf^pe'la'vanedjrde de bbjectoc que
Ba semper para veiiOer, como sejam : cadei-.
ras pi)ra vjagem, malas para viagem, cadei-
ras para.sa'las, ditas de SfttariCQ< dttag para
crianaa l(jd(as), duas pa'rA escijUs,1 costureU
ras riquissimas, para senhora,i.depensaveb
para criancps'.de todas as qualiifiides, camas
de 'ferio'Jpara homem e criancas., capaciios,
espefhes dourados para sataj,grandes epe-
que'nds, apparellios de metal para cha*, K-
queiros.com cabQ'jdemeljfT; e, .de marfim,
duos avulsbs, collieres demelal tln;>, eondiei-
ros para sala, jarros, ^.gua'ru^-comiclaftde
ara"me,tathpae para cdlirir" pratos, esteiras
para forrar- salas, lftvatorios completes, ditos
siinplesi objectos para'tbilotte, e outrds mui-
tfis aftigos que mtiitQd^veinagradar atootos
que visitanem estte grande eslabelecirriehto
qut seach'a abe'rto"aesd'e'as":& boras da ma-
nba ate' as 3' Horas da noute &
Rua doBaraodatVictoria n^
fazendas finas
- Rua Primetra do Marco n. *I X
Cordeiro SimoestfeC.
E' eat* uma. da*-c^ui que. boje pode com pri-
mazia ofierecer aos seus freguezes um variadissi-
mo sortimento de fazendas Unas para graude toi-
lette, e berrra?i:rt para usb orilinarto de todas a
ijlaSBs e por preeos vantajosos, daa qoaea faeum
pequeno resuipo.
Mandam, fazendas as, cajas. dos prelendentes,
'para 0 que tem pessoal necessario> e dao amoslras
mediantepenhor..
Cortes da seda de lioda- ci5re$.
Grosdenaples de. todas as cures.
Gorgurao Lraneo, lizo, dejistras, preto, etc.
S?lim Macao, preto e de c'Ores.
Grosdenapfes preto.
Velludo pretu.
. Giamdjae de sedat pr^la-eide cores/
I PoacHpas. de. lindos padroes.
Filo de. gfida, bran'co e preto.
Riteds bapqnfrias d*e seaa.
Caracas de merino de eflres, la, etc;
Mautas Lrasileiras.
Coites com cambraia braoca com lindos borda-
Rlcas capelias e mantas para noivas.
Hiqbissiipo' sortimento de las com listras de
sedai
Campraias. de cores.
Ditas raaripoxas, brancas, lizas e bordadas.
Naniiiques de liiidos padroes.
Baptrstas, padroes deiicados:
.PeixsalT** da t)uilrof, pretos e braneos, listras,
111
c6r, proorine Dara vestidos,
rites da
22:
de panno, a 49,
a 3'5, 39o00 e
1,), 19500, 29 ei
Engenhos era Mamam-
guape
tnde-se os segtinies :
Bnrra.

...
4
relies
uiio3;,neslaidadei
traMr com sens praprit-taiips/nesla
Pa ihrormarOes:o-m JoA'quM PlhtB W
s Filho, na mesma cida'rrW*WmgrW
.aiMgoape
Tis?o fribs,:ViQu.
Tendetn
WiJson. Itewe &
Eth sitt ztitixim a ru tfdtripfclie .' lt,"o se>
guif*:
Aigodao azul americano:
Fio de v^la, .
Carvao de pedra de iodas as quaiiU3des.
Tudo mnitt) bar.Ho.___________________'_J_
Sobrado.
Vende se um bom sobrado em nma das me-
lhores ruas. deila cidade : a tralar na rui do
llarquez de Herval n. 29, taverna, ou na rua da
Imperatriz n. 10, taverna.
Vcn ie-se calgas pretas
6fi, 7-3 e 89POO.
Vende-se cotlctos. preto
49.<.0.
Vende-se ceroulas, a
3^000.
Wn Ie-se cain'sas branca?, a 25, 29500,
39 e i9!;00.
Ven e 3,->O0O.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-so chitas pretas finas, a 320 e 3G0j
rs. 0 covado.
LAZ1NHA A SCO RS.
Vtn ie-se l*zinh?s- para v stidosy a 200,
320, 400 e 500 rs. 0 covado. No Ba*ai|
tamanhos, a.49o00, 59, 69 e 8900O cada' Nacional. rua da Imperatriz n. 73-,' de-M^n-i
um. Ides OuimarSes Tt-r-
Magnolia
Na l-,ja <1a Vagnolia, a rMifhtorMi de Caxiae 0.
46, encoDtrara tempje -o respettael publioo um
cooipleio sortiicento.de flerfnmapas tiiias. objectos
Se phanUsia, lu'vas de Jouvin, artigos de moda e
minilezas finas, as?ifrt cornfl' modlndade'nos pre-1
'.os,Bgrado esinccrtdafl*;'
Anaeis e!ectricoS'
A Magnolia, a rua Doque de Caxias n. i-'i, aca-
ba de> Tecebet os verdadeiros annels e voltas alec-
triba?, proprios para os Bervestw.
Meios adere(jos
A Magnolia, a rua Doque de Caxias n. ib, re-
cebeu um completo sortrmento de
Meios adereoS delariamg*.-
M eios" adore cos* de 1 madreperola.
Meios adef(;os. de seda.bordados, 1 nilinia moda)
e de muitas ootras quajidades.
Botoes de ago
A Magnolia, a rua Duque d-- caxias n. 43, tem
para.vender os incdernos I' lots de a;o, proprios
paravestidts.
Golinhas -epunhos
das mais modemas que ha no mercado ; a ellas:
ba Magnolia, a rna Dnqne de Caxias n. 43.
Len'^08- chinezes
A Magnolia, a rna Doque de Caxias n. 45, re-
cebcu uma pequena qnantidade de lengos de seda
chinezes, com lindissimos desenhos, fazenda intei-
ramentc.nova.
Lequee-
Linde* leques-' de.madreperola, de tartaruga, de
marbm, de osso, e de rsuivas optras qnalidafles;
recebeu a Magnolia, a rna; J)uqu^,defC^iias nu-
picro io.

Attepcao.
i'.

1

COAtTAR SAP0NIN4W
DE LE'BEUF
DESIKTECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATROANDO AS CHAGAS. 0
AdopMH pelo hoiit* d Paiii e pelo d Wnlbi miUUr frmmfuii. V.
Ewe eioeltaiM tonioo poMM nm edioaoia rdaiwimeq^ mtravitim* *ps Hiaprai gutgrfr
now e e*atofnlo$at, n cantroi uktnd.os,r^.pf^^,wotor^heapf^)^n^,m<^T^,m,
'crvp,fmdaspehsarmasdefogo,enfermidades4onno,tm.,tU!.
' Efrprega^e, meulidotom KHdl'M MMfcaRM, cm chuM^o^.loc66^ ioje<{5ev,|w|uuBMft >"<.
1 t**nt,*>', mewlidotom mil*' MMtCBRM, cm chuM^o^.loc66^ inje|5e^,
Como dentifrtok, ordiwric (u colt*rd, d de chi uB^awlp 4. ppp,d agi
cilmeD)e efllcai para puriGcar o bfo,
f> eu uio a muito hygienioo, sobretudo em tempo*
M, VfO*tH:.Pariij.ia, rua Rtanswr;- Ptmamtmco, k. MGORD., (ade se_:.
idflmia
U8.
iPHOSPHATEdeCAL1
OrLAT!NOSO

M0>PI*T0 ti CAl 4lliTI\0I0 DE IER0I
tem uiuu t..(to tbcrnpp. ticn mall')
I y*iii-ro sobre os indilduos affeetadot de
I en/^rmidadei riot>tds e de uma constituifSo
\ deinl. F*roa-t JDdlpen*avel pata as crianjas
\ a ouein ajurfa foriifca a crescenga.
t da om gstmii(o agrailafel e de uma di-
gesISo faeil. Pc da frasco : i francos.
Paris, pharmacia LEROY, 15, rua d'Anlin.
osito em Pernambwo, A. REGORD.
Verdadeiros
GRA0SDE4AUDE
\d6 doutor, frakck:
0 melhor o mail
atil doe purganles can-
hecidos. llanaor*-
fBlsier>(kca
exlatcm *ele e-
______________ leaTif.-E^igir,,
em da assignarufa em tinta vHSUOKBA
de A. aoovifiRE, o letreiro, a(,ii junte,
feito em C9RBS. ... ,,
Parii, pharmacia i.eroy, 13, rna d Antra.
*******
em^ Cores
Deposits era Pernamhwo, A. REG
RD^
A loia da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
4I>,a,cbade r^cebero= segqintes artigos;
Manual de madreperoTa; tailaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, eha-
freiy madeira'^ ve'Judo, couro, etc.
; Lli>4ais,caias comjfiqiisimasjp^rfumarias.
L'gas de seda,br^cda$ e de cores.
Voltas de madreperola.
' Pu'kiras de'madreperola.
Ricas oaixas para co*tara.
Vesfcuarios para bapUsado.
Tuoijas e saiatinbps de setim.
Modefuos bBapefli ffe sqlide ;ed* para senhoras.
Linflos ixirt^iottqnets.
Wavalinbaa de gjindgj etc, ejft
Fdgfe. de: fejro ecp^omieo
deposito para agua quente e lugai* para se guar-
*r qneMt^s fetrriiasfdepoiB de-.-ff iiw i estei fo-
gjtaternai-$eirfe!Miiep - 20
iaha diiiinaAdiqQtf. UQV4-
Recentemente cbegada de Santa Catharina >4p
do ?fiu,Bscuntono-ajua, op CoraraeTcto n, 5,.Joa
aos compradores que deseiando acabar, veqdep
mate bntMtdo que emejitlqner: oUa par^e, urn
lfl^9iCTandas c^e eBj,peqp^ftas,p^q>s.
Panno d^ a}gt^iiSr^a Bahia.
e.tc.hetc
Brins de liuho de
com bar'ra e listras.
Rices cortes de vestido de linbo. <
ineHTia cor, ultima mod?
.DjfpSjde caml'aaia. do cures.
F'u^o de lirkdas Cure's.
'Sa^ir bdrdVidas para senhoras.
' Camisas' UoVtlftdas paVa senhoras, de linho e aN
godao.
, Si.rtimento de luvas da verdadeira fabrica de
(ous-jn pjara h'omeos e senlioias.
; Vestifariosl para meninus.
Diros para baptizado.
.. Cliaaiis para dito.
Toalbas e gnBrdanapos adamascados de linbo de
wr, oara mesa.
(Mlchas de'U.
Gdrttoa** IrorAdos.'
Grande sortiinento do camisas de linbo, lizas e
bordadas, para bomen?:
Meias de cores para horr.ens, meninos e rneni-
iu
Ditfts'escocezas.
Cwipptet* aortimepto'de chapeo! de sol para- ho
aiens.e senhoras.
Merino dp'cwres para vesliaos.
Dito preto trancadd e dito de verao,
i^thado de'litilio e algb'dao para toal
-\.oaibado pardo.
Daraasco de la.
Brifls.deJinhOvbranco de cires e preto.
Setim de lindas cores coni listras.
Chaleside'merino de cores epre'tos.
Dit6s*S'Ca*mrra.
Bitas de seda preta e de cores.
Ditos de touquiin, ,
Caraisas de chita pai-a homeas.
Ditas de" flanelfa.
CeTeulasi de linho e algod3o:
Pantos de crocliet para sofa; cafleiras e conso-
& Leuces, bordados e de labjrintho.
Colchas'de crochet.
Tarlatana de todas as cCre's.
, Ricos cdrtes de vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
Espartilhos liso*, bordados.
Foulard de seda, llddas cores.
Mtiu'As seda par* senhoras e meninas.
Ricas faclias-de'seda e (a para senhoras.
Rico sorlimenlo de leques de madreperolas e
osSo.
Damascd deiseda:-
Casemira preta e dtfeflres.
Chitas, madftpolao panno fino preto e azul, col-
larinhos, punboa delinho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, tapetes de todos os tama^
ohos, bolsas de viagem, peitds- bordados para bo-
mens, lencos de linho braoco e de cores, toalbas,
guardauaiius. etc., etc.
Grande liquidacao
A' ma Duque de Caxias es-
quina do becco do Peixe
; Frito n. 44.
Antigacasa ic Fregui^a.
Colarinhos de linho finos a 4-5 a duzia.
Camisas inglezas de linho fino a 2*500 uma.
Serontas inglezas muito boas a 25500
Granadine com listas e palmas de seda, padroes
lindos a 500 rs o covado.
Cbap6osde pallia para homem a I,J500.
Toalhas de algodao alcoefcoadas para rosto a
40Ors.
Lencos de enssa branco, duzia a 1*600.
Ditos de dita com barra a 1*000 e 1*200.
Cambraia branca trasparcnte e tapada a 3*, 4*
e 3*000.
Peitos de linho muito finos bordados a 1*000
cada um.
Metins de cores para vestidos, de lindos padiSes
a 360.TS. o covado.
Chitas de cores a 240 rs. o covado.
Brim pardo para calca a 360 rs. o covado.
Las de c6res, alpacas, pretas e de cores, mada-
polao,e,algpdik)zioho, tudo nor preecs commodos,
a rua.Doque de Caxias n. 44, loja da esqulna, de
Francisco Gnimaraes A; C.
Parello novo e
Milho pequeno
Da melhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tasso Irmaos & C., na praca do cae"s
dp Apollo. __________
Sabaoa200 rs.okilo
No armazem do fomo, a rua do- Amorim n. 41,
de Jose Domingues do Carmo e Silva.
240 rdv o covado
Na rna do Queimado n. 43, defroole da
pracinba da Independencia
Lazinhas de listras, muito bpnilos padroes, o
pjais moderno no mercado, pclo stgnlficante preco
de 240 rs. o covado: sd na lbja de GuerrA eWer-
nandes. Dao-se araostras.
AlrRQ.VElT.fM QUE E' PECH1W .. ,
Faria1
e to^as as iqulllokdes' Jd5o'Rodr'rjues'de
ftta do Aroftrtm -6/ W-
Fuiuqs
Da Bah a do Rio, vende Jt'Jo Bodriguas de Ra
a a, rua do /morim n. 33____
^sunicas verdadeiras
Bichas hambuxguezas qne vem a este mercado
na rnf Marquez de d;ndW o'.'BI'___________
'
Cwneiito
)3}l^p6os fa sftlfa seda, cabo
dourado (o caique)
A Rosa Branca vende lindos ehapeos de sol para
senhora, com os cabos doerados, e o castSo e-pon-
Us das hastens brancas, pelo baratissimo precs.de
5* i |inda-s,lew,na casas,: na r,ua ^.Impe-
ratriz n. 56, 1 ja do Azevedo..
ibasj tamburguezas a 2^Q rs.
Vende-se las bamberguezas.de listr.** ede-qua-
dros.de divecsaacQresj^elqdiminutp prew de 280
rs. o covado : jq JMilQlA.de Francisco Gtiimaraes
SlC, rua Duqne ae Caxiis n. 44,1o}a da esquina,
Oiapeos'de sol de seda^ t^an-
' ^ada,-a 84(000
Venham ver para crer : na loja da Rosa Bran-
2, rua da Imperatriz n. 66, do Azevedo.'
Vende-se as casas texreas seguinte? :
Rua24 de Maio (eutf'orados Ossos) ns. 2 e 4.
Rua do Fogo n. 2.
Rna do fadre Fforiano n. 35.
Travessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e.5.
A tratar no Largo do Carmo n. ;.
Rua Duque de Caxi s.
Acaba de reeeber um completo sf rliawnta >
muito lindas bittinas- de dnraqne de core* para
senhora e as vende mars barato do que Mb ooin
qualquer parte
Apreriem ccrw se vende baral*
X6 o n. 20
RUA DO lUESPO
LOJA DAS ;} PORTAS
DE
GuUherme & Gk
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonit ;s na-
dr5es, e que se vende pelo diminuto preco do r>'
rs. o covado 11 I
METIM
Hetim tranfado, padroes bonilos, a 320 r* -
covado III
ORGANDY DE r.ORE5
Cambraia organdy de cores, fazenda fina. b-i-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. oe-
vado111
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento dcsla firzeada, com hooiTiw
padroes, que se vende a 240 rs. o covado Iff
CRETONE
Cretone clarose esr.uros, bonrtos padr5e\ e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. e
vado III
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de todas as qualida
des, pelos diminutos prejos de 400 rs. o co?iJ..
6 pechincha 1 I I
Cortes de casemira dj cores, a 5*i 00.
Colchas estarnpadas c com barra a 3*500 >
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*300.
Lcii'.oes de bra in ante a 2*000^
Ditos de aigodao a 1*400.
Toalras alcocboadas, duzia, a 3*800
Lencos de cassa com barra a 1*000 a du&ia.
Ditos do cassa abannados a 20iM a duzia.
Ditos de esgniau abanbadjs, em caixinhas nk;
dernas, duzia, a 3*300.
Cambria iransparente fina a 3*000 a peca.
Chales de todas as qualilades e preco?.
Brarnante de algodao e linho a l*&K) a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palraos de tar
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, l:irgo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cibv
sas, a 440 rs. o covado III
Aladapoldes Iranceze- de todas as qualldad
5* a 8*500 a peca.
Cnapeos de sol de seda com 12 asteas, pe!>
minuto pre^o d.? 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda d>*
linho puro, a 44*000 a duzia; e pechincha, so '-
vendo.
Popelinas de linho e seda pclo diminuto pr<-'
de 800 rs. o covado ; 6 pechincha. e dao-se ul-
tras.
S6 o u. 20 da rua do CrespO
I-oja das (res nnrtns
DE
Gtiilhermc & C.
JUNTO A LOJA DA ESQU.NA

Vende se. urn moinlio de vento. eon I
duas bombas psra poaar ago*) e qua-
lm rodas novas e fortes, para carro
americano : a lutar ua rua do lir.pe-
. rador n. 22, I'andar.
m#

4
Economia don estica
Na rua Primeiro de Marijo n, 1.
Confrunte ao arco de Santo Antonio, I ja :"-
Agosiinho Jrerreitii da Sitva Lrtrt A IS
Lanzinhas. gosto^scussez, padrAes iniiirame:.
novos, pelo diminuto prwvi de 200, i40 e -260 ,
o covad,).
Baptistas Ifsas, linas, e do cores a 320, 4'
440 reis o covado, isto so e vendo !
Chapeosdesol de seda,' para homeas, ing!au
(paragon) e com 12 hastes, pelo preco de 8* e 9*.
fazenda esta que sempre cuitou 14*0d0, so psra
acabar.
Na rua Primeiro de Mar^o n. I. .
Loja do barateiro
Sedas a 1$500.
Vende-se bonitas seJas de lindas cores pel
baratissimo preco de 1*300 o covado ; ventian: .
ellas antes que se acabein, na rua do Dujue 4
Caxias n. 88, loja de Demetrio Dastos.
Lindas las escoceztu;.
De varies padries, e inteiramente uiodernas,
360 rs o covado": na rua Primeiro de Marc>
antiga do Crespo n. 13, loja das eoluilas, dr3 Aa-
tonio Correia de Va-coiicellcs.______________^_
. Camisas de cretone
as mais modemas que tem vindo ao mercadf, st s
do lisas e com listras, e que se vende a 40iOJG
duzia e a 3*300 cada uma ; 6 pechincha.
Hbllanda
Brim pardo liso, o que ha de mais fin-i, ;om ma
toque de avaria, e que se vendr a 48l> rs. o cova
do, fazenda propria do paiz por ser liuho pur
anplieada.para costumes de hnmens e de meniR -
so na ru do Crespo n. 20, lo,a das ti portas, ,'.
Guiiherme i C, junto a loja daesquioa.
I'acheco & Azevedo tem para vender tapioo.
de Ararula de qualidade especial : em sell armi
zem na rua do Duque de Caxias n. 29.______
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do a
bello, resti '"* m,
e vitalidadt
ural.
0 Vigor do Cabello 6 m
mesmo tempo agrada,vel, saud: ptt*
conservar o cabello. Por m i use *
cabello ruco, grisalho, e enfrac, pouco tempo revolve h cor qiiL .^e e na:atal *
primitiva, e adquirc o brilho e a frescura dc
cabello da juventudo; o cabello ralo se tonu
denso e a caivicie muitap vezes, posto que n5*
em todos os casos e neutralizada.
Nao ha nada quo pode reformar p cabeQo
depois dos fojliculos estarem destruidos, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restareic.
algums podem ser salvadas e utiliaadas pds
applieacao do Vigor. Libre de essas substaBcias
deleterias que tornam muitas preparaooes de esfr-
genero tarn nocivas e destructives ao cabello,
Vigor someste. lhe e beneficial E"i ve- *
sujar o cabello e o fazer pegajoso, o conm*
liini^ejfoi^j^belUzando 0, impiedindo a qnadr
e o tornar-e ruco, e pox consequinte prevm^ *.
calvicie. -^
Para uao da toilette nlo ba nada mais a de*^
jar j iiaTcontenX AleVnem tintura, nao pA
manchar mesmo o mais alvo lenco de cambnttr
pexdura no cabello, lhe da um lustre Iuxuimj^,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 6 neq.....SJfn
mais tempo de qie oozn o cabeUo, porem,aepqi appressar o effeito, envolvendo a barba .dp nflft-
oem um lonco molbado no Vigor.
rBEPABADO TO*
Dt, 0. C. AYER A OA^ JLowell, MM*
Stotados TJnidos,
vwi.OTa sxa f or
LJiCi


wr.
8
Dtario de Pernamboco Segunda feu* 6 LITTERATURi
Alleluia.
Ei-lo 3ubindo ae Calvario
0 Deus-sublime sacrario
Do virtu.le e.perfeicdto:
Ei-Io chegado ao martyrio
Ao findar negro de irio,
Mas do mun.lo remissSo ;
Martyr que soffro terriveis
Affrontas nogras, Lorriveis,
Dando em pagaamor... ternura...
iendo em (rente a ignominia,
Despreso, escarn-o... ironia
Bern juut s da sepulture*.
poba... espora o o tormento
Que lhe dara o instrument
Destinadj aos malMto-es;
Sorri-se a ingrata Jude"a,
Desgragada raca hebrea
Quo do fel deu lhe amargores ; *
Titao do Catnt licismo
Cum riso affrouta o cyniirao
He vis escravos pei ados...
E Satnnaz no inferno
Prepara a o gia no Averno
Zombando dos desgragados.
Mas quem risonbo e sereno
Pode, senao o .Nazareno,
Soffrer ultr;:jes vis, tantos?
Quem, scnao ella, no Moria
P<5de sem gu ,rdar memoria
Curtir angustias e prantos ?
Da compaixao I'romelheu
Pede as ventaras do ceo
P'ra o povo que di-lhe dores,
E o Pai do reino da luz
Promette, que o pedo J Dar aos sicarios flores.
Pregado j<1 ao madeiro.
Morre volvendo primeiro
Sublime olbar compass-ivo,
E riesse ancciar exlremo
Solta o susairD suprerpo,
Morrendo o que ia ser vivo".
De trevas' se envolve a terra
Milagre que ao povo aterra,
Reeonhecendo o poder I
- E' que urn crime monstro, enorme,
I'm sacriligio disforme
So acabava de fazer f
0 mundo inteiro tremeu...
E com o sol, que se escondeu,
Prostraram-so as multidoes
Temendo castigo immenso...
Cbeios de urn panico intenso
Lat^jando os coragoes !
Mas, desgragados, nao viara
<)uc feito morrer baviam
y&o um homem, mas um Deus,
E qua assim s6 Ihes daria
Por tribute a cobardia
As benguos vindas dos ceps.
.Ia esses dias marcados
P'los prophetas s3o passados,
0 Cbristo resuscitou I
E o finado que dormia
[.be fazendo companhia,
0, elle se levantou !
As was a;.am lll'as a,nJos "
Com que em cdrte u,' archanjos
Se erguou do chao e... subio ;
Em quaDto o guarda absorto
De pamo ja" semi-irorto
Tremeu .. vacillou... cahio !
Entoam entao contentes
Cantos sober os, ardentes,
A'terra, os anjps, 05 ceos ;
E esse povo desgragado
Corredip is, ja vergado,
A adorar o Homera Deus ;
E Ratan vai b'asphemando
Como o instcto se entrauhando
Nas profundeza* do inferno,
f'.mqt'3tito que o mundo unisono
Alleluia I brad a altisono
Em um cantiqo ao Eterno.
Venha abaixo a guilhotina ;
Nao mais a mlo assassina
Valba ao muudo de peubor.
Solto litre o pensamento
Deve ser; do firmamento
E' i6 donde brota a Iuz,
A gloria existe nos ceos,
Que s6 U habita Den*,
E com Elle o seu Jesus.
Luiz Augusto DOS Reis.
commMar a deraonstracio da verdade da
sua doutrina, a origem sobrenatural dak
instituicdes que d'ella derivaram e que Elle
fuudou, porque a propbecia e o mihgre sio
os caracteristicos palpareis da Divindade.
E assim para pdr em duvida a Divindade de
t Jesus.e mister primeiro negar e destruir o
facto da sua resurreiIo qu-) a attesta da
maneira mais cab* I e ma s gloriosa.
| A resurreigao de Jesus Cbristo e ainda
4um symbols e uma confirraagao da recon-
, quista da graca e da reconcil agio do no-
A reanrreicilo. mem com Deus, e portent) uma image u
Depois das comaemoracoes lamentosas da resurreigao da humanidade para o sou
e tris'es da semana santa a Igreja reveste verdadeiro destino na future vida.
um aspecto f.st vo e de ga'as ; engrinal-j Eis ahi o que e e o que significa o raila-
dam-se os altares e cobrem-se de festoes de gre espantoso que a Igreja coramemora
flores ; despregam-se as afaias de purpura hoje, e eis a razlc porque o christianismo
recamadas de ouro; fumara os thunbulosjexulta de mystica alegria ao celebrar essa
com ar nnas novos ; o orgio rotoma as suas commemoracio. magoifica, comple.nen'.o
voes de magestosa alegria; resoam outra|adtniravoI da obra -da redemp^ao, syntb'3-
vez os canticos jubilosds e os hymnos desesuprema da doutrina evangelica, corda
zulmpbo; as luzes que se haviam a pagado sublime da historia do filho do Eerna.
nrivespera com funbre silencio, deixando Quando se medita com sincora attencSo
na ambiente um torror sepulebral, volvemjno facto da resurreicSo de Jesus, a alma
ao cenier-se esplendidamente e inuadam sente melhorar-se e regeoerar-se. Aqulla
d qcova claridade a gloriosa aurora da Pas- resurreigio foi effective neote o verdaJeiro
cnoa- Ibaptismoda humanidade. Assim como a
Hontem celebrava-se o sacrificio doloro- reurreicao do Verbo sacrificado foi o sou
so, os tormentos acerbos, o martyrio infini- triumpho, do raesmo moio a r forna dos
to, o tremendo holocausto, a more do jus- (costumes, a victoria sobre ae rnas in (iua-
to, a PaiiSo do Qrdeiro Immsculado, as cojs e sobre os vicios que maculam a vida
agonias supremas do Filho de Deus no pa-'humana e sdo cono que a mort* do espi-
tibulo da Cruz, e as dores incompiraveis da'rito, constituem para o homem uma ver-
mai do Verbo Eterno assistinlo ao espjeta- dadeira" resurreijio. A's vezes a coosc en
culo payoroso do deicidio co'nmettido na cia jaz sgrilhoada ao crime, a alma ve se
(Juebrem-se os thronos da terra
Em que poder nao se encerra ;
Em hosannas ao Senhor
FOLHETIM.
15CBBCIA BQBfiZA
MEMORIAS DE SATANAZ
POR
II. Ha uoel Fernandez y Gonzalez
QUINTA PARTE
LEOXOR
V
IE COMO MICHELOTTO PR0SEGUI0 NO SEU PRO-
JECTOf DE VINGAR CESAR BORGIA.
(Continua^ao do n. 89. )
Como assim ?
Certamente ; olhaste para ella com
'vua insistencia tal...
Porque me enaraorava.
Pois ella comprehendeu apenas que eras
muito audaz.
i Olhe, tio, saiba que e a primeira vez
que uma mulher me faz tremer.
N'esse caso ve como procedes, por
que ella f z de ti um juizo muito desvan-
tajoso.
Diga-Ihe quem eu sou.
- De raodo algum ; isso seria peior,
peior. Occorreme, porem, um
pessoa de seu proprio filho unigenito. E
hoje rccorda-se a victoria do Uomem-Deus
sobre a mort>i, o resgate da humanidade, o
pacto da eterna albanga entre o Creador e a
creatura, o triumpho dennitivo da graga e
do amor, o verdadeiro comeco da uova era
da redemp^ao.
Tudo isto effjctivamente se resumio no
facto miraculoso da resurreigao de Jesus
Cbristo, que depois de jazer morto no sepul-
chro por tres dias, se le*autou alinal das
sembras da morte radiante da nova vida
sobrenatural que era propria do seu ser di-
vind e privilegiado. 0 facto da resurreicao
do Salvador e attestado pelo modo mais
autbentico e indubitavel, e a critica historica
por mais arguciosa e exigente nao tem qua
contestar-lhe a realidade assombrosa que
subjuga todos os espiritos. Aquelle que
tinha sido justi^ado com um supplicio cru-
delissimo e que nos brajos da cruz gotejan-
do sangue e com o seio traspassado pelo
barbaro golpe da langa do soldado romano,
tinha sido reconhecido morto e conduzido
cadaver frio o inanimado para o sepulcbro,
ao lim de tre; dias se ergue vivo, sacudindo
a mortalha funeraria em que a piedade dos
seus discipulos o euvolvera", apparece pu-
blicamente no meio das povoe^Oes onde lan-
Qdra as senientes da sua doutrina, falla ou-
tra vez com os homens que bavia n cho-
rado a sua affrontosa morte, e sobe aos ce"us
triumphantemente rodeado dos espleadores
de uma jiloria sobrehumana.
Um tal prodigto prova necessariamente
que esse Ente, quo assim pode triumphar
da morte e quebrar as leis fataes da natu-
reza, nao podia serum homem simplesmen-
te, mas que i realidade huraana que n'elle
haviase juntava outra realidade sobrenatu-
ral tao poderusa, quo sobrepujava as con-
digoes da vida terreua, rasgaudo o veo
impenetravel da sepultura com uma espon-
taneidade infallivelmerjtQ divina. Jesus
Gnrisio resuscitou, em primeiro lugar, por-
que o corpo precisos onde a sua Divindade
so alojira, ficara por assim dizer sanlificado
e naodevia mais confundir-se com os ele-
mentos da materia, que continua e inces-
santemente se transformam no'grandela-
boratorio da natureza para formar novos
seres ; e supposto elle quizesse sujeitar-se &
lei da morte, todavia essa sujeigao n3o
podia ser completa e definitiva como a dos
outros homens : o em segunJo lug*r, para
assim deixsr no mundo um testemunho
solemnissimo e incontroverso da verdade
da sua natureza divina por f6rma que por
todos OS seculos podesse confundir o erro
dos incredulos que ousassem nogal-a, e
demonstrar evidentemente a sua Divindade
iquelles que precisara de milagres para
crer, nao lhes bastando a doutrina que Elle
ensinou.
E^tava desde seculos prophetisada a sua
morte e a sua resurreicao, e o adimple-
mento d'essas prophecias veio com effeito
muito
meio
Qual?
Faz lhe versos.
Versos Se nunca
os fiz na minha
vida !
Ah I irobecil Pois para que estao
ca no mundo os poetas senao para que lhes
paguem as composigdes ?
Mas a que poeta quer que eu vd cora-
prar versos ?
Espera ; x>ccorre-me que fazendo Leo-
nor tao bons versos, segunlo dizem todos,
porque eu d'isso nao entendo nada, seri
jiecessario que os versos que lhes dessejam
muito bons. Ah I ella ra^rre pelos versos
italianos, porque como minha mulher 6 ita-
Hana, e ella mesma nascea na Italia, i'alla
perfeitamente o italiano, e-sabe de memoria
a Divina Comedia e o Orlando Furioso.
Ora, Ariosto vive ainda, e nao podes tu ar-
ranjar algum conbecimento em Fcrrara ?
Posso, sim, tio ; mas um .t5o grande
poeta como Ariosto n3o quererd vender os
seus versos ao primeiro que lh'os poca.
ProCura obte-los seja como for, e
n3o creio que isso seja muito difficil, por
que o duque de Ferrara e pouco generoso
com Ariosto e este e pobre e tem muita fa-
milia ; de modo que se lhe pagarem bem
os versos, n3o sei porque os n8o ha de
vender.
Pois bem, tio, teremos versos do
Ariosto,
Quandotis tiveres, dd-m'cs e eu farei
de modo que Leonor os leia, sem saber
quem os poz ao alcance da sua m3o.
Um mez depois, collocava Michelotto tres
magmScos sonetos de Ariosto, dobaixo do
travesseiro de Leonor.
Os tres sonetos estavam assignados por
Paulo de Aroesteville. .
No dia seguinte Leonor apresentou se a
Michelotto com os sonetos na m8oe disse-
lhe :
Sabe, meu pai, se havera- alguem em
casa que se atreva a deixar no meu leito
declaragoes de amor ? ,
m Ah I pois succeleu isso ? disse Miche-
lotto carregando as sobrancelhas.
Enllo que te dizem n'esses versos ?
0' meu pai, rtspondeu Leonor suspi-
rando, os versos sao admiraveis e quem os
escreveu deve ter recebido de Deus uma
com horror afogtda no turbilhao das dwsor-
dens e das paixOos, e o homem moral estd
morto para a idea do bom e da virtade :
quando elle. fazenlo um esforc/i heroicd
sobre si raesmo, consegue quebrar aqueHas
algemas, surgir d'aquelle abysmo, retoraar
o caminho da dignidade e do dever, appa-
rece como resuscitado aos olhos da sua pro-
pria consciencia, e um tal triumpho que o
niebria de trauquillidade, que o sati^faz na
plenitude do gdzo espiritual, que o trans-
forma profundamente fazendo-lhe conheeer
a enormidade do perigo a que 'escapou,
assemleha-se bem ao sentiment-) que ex peri-
mentaria aquelle que das sombras do tu-
mulo surgisse a aspirar de novo o ar fe-
cundo da vida e a aquecer o cadaver ge-
Iado ao calor delicioso do sot.
A resurreicao de Jesus e pois. um subU
me prototypo d'esta resurveicao moral do
homem. Jesua nao tinha que veneer se-
nSo-a morte, nao podia triumphar senAo
das leis da natureza, 4s quaes- a divindade e
e se devia mostrar serapre superior ; mas
o homem que nao e susceptivel de trium-
phar d'aquellas leis nem de sobrepujal-as, e
que n3o p6de veneer a morte, deve procu-
rar o triumpho sobre as fraquezas do seu
espirito e veneer a miseria e a imperfeicjlo
a que nasceu conderanado ; e este trium-
pho moral, esta viitoria interior constituem
a sua gloriosa apotheose, o conseguimento
do seu verdadeiro destino, o oomplemento
da sua obra na terra.
Jesus depois da victoria da sua resurreicao
sublime subio aos ceus, quer dizer, deu por
terminada a sua missao no mundo e cessou
de permanecer entre as creaturas sob a for-
ma bumana ; o homem que alcanna a vic-
toria moral da consciencia, eleva-se ao
throno da santidade, tem cumprido o fim
da sua creac&o, tem completado a obra da
sua perogrinacao na terra, e esta prompto
para deixar de pertencer i humanidade as-
cendendo a uma esphera superior.
A doutrina do christianismo e de uma
adrairavel harmonia. Todos os seus dog-
mas e todos os seus mysterios se concate-
nam de um modo indissoluvel e perfeito,
forman lo um conjuncto que nao p6de sepa-
rar-se sera que o todo se destrua n fique
sem significa$ao. Assim o mysterio augus-
to da resurreicao do Yerbo nos apparece
na profuoda econonia do degma catholic)
como o complemento uecessario do immenso
trabalho da redempcao, e como a chave de
ouro da concepcao sobrenatural do drama
do Calvario. Se Jesus descendo ao reino
da morte nao voltasse mais d'alli glorioso e
triumphante, poderia alguem duvidar da sua
Divindade e equiparal-o por um moraento
aos outros homens que fenecem no se-
pulcbro.
Se o depereciraento pbysico fosse intei-
raraente para elle, como e para as outras
creaturas racionaes, uma lei necessaria e
fatal a que nao se foge, Jesus pojeria dei-
tu de amor, minha ft-
alma para amar.
E que sabes
lha?
0 amor esta oa natureza; amaraos
porque nasceraos para amar.
Entio nada tem do .singular que sejas
amada pelo autor d'esses versos.
Revellam uma alma enamorada.
E nao te diz que lhe respondas ?
' Sim, n'uma nota ao lado d'este sone-
to, diz-rae que esta noite, ao to ^ue de re-
colher, estard na rua de Potits Champs es-
perando que lhe atire da janella a minha'
resposta.
Pois atira-lh a, leonoi'.vse te parece
digno da resposta que implnrrt.
Isso seria once-ler ?ruii'.' .
Falleitms claro, I.^qadr ; ir,teressaste
ou nao te iuteressas ptlo poeta '.' A quc.n
altribuos essa ileclar.u.ao r.
Ao "mancebo qu6>eucor:tramos pas-
seiando ha um mez n )s jardins do Louvre,
respondeu Leonir, corando e baixando os
olhos.
Ah I n8o te esqueceste d'elle ?
Recordo-me, mas vagamente.
Nao amas'te nunca. Leonor ? Nao
viste na igreja ou no passeio um homem que
te tenha parecido amavel T
N8o, meu pai.
Nao te persegue a imagem de nenhum
homem que tenhas visto ?
Nao.
E d'esse desconhecido recordas te ?
Recordo.
E se elle fosse o autor d'esses versos,
e ao mesrao tempo digno de se enlacar &
nossa familia, que dizias tu ?
Meu pai, eu n8o sei mentir; amo esse
homem.
Pois pede a Deus que elle te ame ver-
dadeiraraente e que seja digno de fazer
parte da nossa familia. Responde-lhe de
um modo conveniento, para que nao tenha
motivo de desprezar-te. As mulheres quan-
to mais desejam ser amadas, com maior te-
nacidade devem resistir as pretengoes do
homem amado.
Lucrecia teria estremecido se ouvisse estes
conselhos, dados por Michelotto a sua filha,
a* sua pobre Alexandria, a qUem nSo po-
dera esquecer.
Succedeu que Leonor encontrou, por di-
versas vezes, versos debixo do traves-
seiro. *
Os versos erara a maior parte em francez;
os italianos s6 appareciam de espago a es-
paso.
Os versos francezes nao valiam tanto
como os italianos, que, por um sarcasrao
infernal de Michelotto, erara de Ariosto, qua
os escrevia sem saber que faziara com que
sua filha enlouquecesse por seu irmlo.
Michelotto continuava sendo uma fera.
Chegpu um dia em que elie julgou de-
ver. cortar aquelles araores, para mais os
augmentar e arraigar.
Probibo-te, disse elle a Leonor que
tornos a ler e que respondas aos versos
d'e.cse miseravel.
Como assim I exclameu Leonor era-
pallidecendo. Amo esse homem, e d'este
amor e meu pai o culpado porque o con-
sentioe o aUntou.
xar de ser considerado como o autor da
vida ecoao o supremo "doraiua lor da na-
tureza e da morto. M s u3o acoutece as-
sim. 0 Verbo bumanado faz-se homem e
iujeita-se a todas as condigoes da natureza
humana, e entre ellas i morte, porque era
preciso para a expiacao infmita que Elle
soffresse a suprema affr nta e o supremo
castigo imposto & humanidade rebeide, po-
rem essa Njeicao 4 peni da morte nao pode
ser para a sui humanidaie sacrosanta
seuao uma suj-iigAo passageira e tompora
ria, u na' sujeigao ineornpleta e essencial-
inentd di-ersa d'aquella que foi iiifligida aos
outros filhos do A 1 io.
Coniuramalo o sacr'ilicio iiifiiiito, a incar-
nagao Jo Verbo cessava do sei- procisa, e
portanto o seu corpo glorioso n3o poJia
continua r a "ser presa da dissolugao e do
tumulo. 0 cadaver do Filho de Deus er-
gue-se ralianle e intacto, rospleniente de
vida e -le luz, triuraphando da carue e da
materia, e e arrebatado para um dtino
descMiiieeiJo e mystcrioso que a iutelli-
geiicia humana nao e" capaz de pono-
trar.
Cumprem-s-j as prophecias, completa-se
a obra da redemp<;ao, santilic.-se a curaa-
uidade de J,siw, a morte foge espuvorid
diante 4> triumpho portentoso da resur-
reigAo, e ste facto estu|wndo fica sew I) u a
testerauuboperenne ita- Divin ltd.- de fJiristo
e da sua doutrina para lotto os seculos.
( Coni'fKrcio do Porto.}
Ciinloa niarahcnaies..
IMA VICTIMA I>A VA1DADE
I
N ci lade do-.....n'unn ehacara re irada,
habitat uma familia. cujo abefe chamava
se Mano<;l Gorrw. Ex-empregado publico,
obtivera a aposentid- ria e ahi vivia Tonga do
b rbormho da .cidade.
Hommn vaidoso, i> seu urweo anhelo era*
casar uim filha que tin'ia com algrfih-. filal-
go, qu ethusiasmasse-se pela be leza^'ella.-
Com eff'ito, Elvira (tal era o seu none}
era a mo;a mais linda que i.naginar-se
p61e. Morena, deestatura regyfer, cabellos-f
e olhos pretos,. labios rosados e pequenos,
que, quando entre-abriam-:e, deiiavam ver
duas h:ihas-de dent-s elaros como o mar
fim ; era mais pelas- suas mantras agrada-
veis do que por esses- attributdsv que ella
captivava a Sodos aquelles que ttnhara a dtta
de conhece-la.
II
Alfredo TorreSj. esUwlante do quarto anno
de mediciua, tinha vindo passar, n'essa
mesma cidade, as ferias em casa do sua fa-
milia, que so i custa de muitos-sacrifices
fazia-o proseguir os estudos.*
Ahi pela primeira vez vio Elvira e logo
consagrou-lhe ara.tr: nao esse amor vulgir,
corameniac6*5, um fidalgo recem-chegado
aterr.. Era de origem hespanhola, dizia
elle, cbamava-se D. Jose Sanchez e tinha
o titulo de baraa da Felicidade.
Apds dous mezes de assidua frequencia
a* casa, pedio ao Sr. Manoel Correa em ca-
samento a sua encantadora filha.
Imagiue-se a alegria d'este, vendo reali-
sada a sua unica ainbigao. Promptaraente
concedeu-lhe o que queria, sem ao raenos
coa.-ultar a vontade da filha.Ella e docil,
pensava, e pur forga ha de fazer o que eu
lhe ordenar.
Mas, se Elvira era docil, d'esta vez en-
ganou e elle. Nao so declarou-lhe que
nao votavaa meuor sympathia a esse homem
cujo passado n j era conhecido, como ate*
declarou lhe que ja tinha disposlo de seu
coiagao.
Correa ficdu furioso e dis>e-lbe que nunca
P'Minitir-lhe'-ia quese casasse senao com o
Exm. barao da Felicidade, ou com outra
de sua jerauhia ; que Alfredo era ura mi
aeravd: e quo, quanto ao passado do bi-
rio, n3o importava a nrnguem.
Para elle o tttular nay era responsavel
pelos mi)s actos que pratiodra anterior-
mente, quandb wsava do seu nome- de
haptJSHiio.
Iirfuliz Elvira I
V
Vej.tmos agoraquumora o bomem desli-
nado poia-esposo dTesse cherubim.
Filho natural de um tarvemeiro portu-
guez, uaecdra elled'wna das cidades d'este
vastoimperio.
Tendo o seu pai, por moio dte- muitos
roubos e boixezas, betsc como pela miseria
Hm quo vma, ajuntadO' muitos cabedaes,
morrendo, deixou-lne toda a sua fortuna.
Digno filho de til paiy D: Jose Sanchez,
que n'esse tempo era eohveido por Jose
Medeiros, continuan lo a-accuraular dmheiro
do mesmo modo, e so empregando-o em ne-
gocios illicilos, fez afinaluma viagem a Hes-
pauha e a Portugal, d'oadd voltou com o
titu o de dom>, outro nome- e um baro-tiato.
Eis que.n era- D. Jose-Sanchez, barao-da
Felicidade.
VI
Dous mezes-se tiuham psssado depoi^do
infausto dia em quo o futsro de Elvira ti-
nha si lo anuwiado por seu pai.
Durante esse tempo, nunca se passou sin
.so dia em quo ella nao ouvisse, di-
?ecta ou in iireetamente, aHu*5es a si, como
filha desobe liente e de sentimenlos baixoSj
aineagas de maldigao paterna e por cunse-
quencia de caetigos na outra vida.
Finalmente uma manhi apresentou-lha o
seu progenitor um ultimatum: por bem ou
por mal havia. de cuprir as suas ordenes.
A pobre moea, tendo perdido esperan^a
de casar se com Alfredo, e temendo as a-
meagas de seupai, pois era-uma filha rao-
culos, que, segundo, um escriptor contem-
poraneo, sao os- maiores incentives d'elle.
Elvira tambem, cumpre dize-lo, logo
sentio no seu peito uma emogau, um n3o
sei que indefinivel por Alfredo ; mas ao
raesmo tempo o seu coragao presago fugu-
rava-lhe infurtunios. E que Alfredo alem
de nao ser fidalgo, era pobre, e-o seu amor
havia de encontrar opposigao da parte d>
sou velho pai, que aspirava teB um paren-
le nobre, que itlustrasse a familia.
Todavia amarara-se.
Ill
Estavam prestes a extinguir-se as suas
erias e Alfredo preparou-se para t)rnar af
c6rte.
Sempre, n'essa occasiao, elle partia alegre,
pois ia dar mais um passo para chegar ao
fim desua carreira. D'esta vez porem, foi
preciso que a familia designasse-lhe o dia
em que devia.partir.
Nem era de esperar outra cousa : quem
pode abandonar sem pena o seu "oragau ?
E o coragao de Alfredo ficava.
Na vespera da partida foi dospedir-se da
familia de Elvira. Oh 1 deixera os leitores
quo eu passe ern sileucio este ponto de sua
vida : era mister outra pena quo nao a
minha para descrever a dor d'esses dous co-
ragoes cheios da seiva da juventude, obri-
gados ainda a occulta-la, a reprimi la.
IV
Havia jd tres mezes que Alfredo partira
para continual- os seus estudos que Elvira
vivia adormecida nos bragos da esperanga,
quando um dia o seu aristocratico pai intro-
du. io no seio de sua familia, com muitas re-
porem um arabu sincero, vehemente, arre-
baudo, capaz Je affrontar todos os- obsta-jdelol disse-Hler qmT estava aoseu "dlspor,
que fizesse o que entendessc-t nao obstante
desprezar o noivo que se lhe impunha.
Mai ouvio isto dirigio-se logo Correa ao
palacio do barao, relatou'lhe o occorrido e
ex-
vez
Ignorava que esse homem fosse um li"
bertiuo, um infarae ; torn morto em duello
alguns homens que defendiam a honra de
sua familia ; raptou mulheres, abandonan-
do-as depois & sua vergonha, finalmente, d
um infarae. E', porem, inutil recommen-
dar-te quo n3o leias' mais os seus versos,
porque deixaris de recebe-los.
-r Que tenciona fazer, meu pai ?
clamou Leaner empallidecei)do cada
mais.
Afastar esse misoravel de'modo que
nao se atreva a passar pela rua des Petits-
Champs, nem pela dos Vieux-Augustins.
Leonor permaneceu calla5a, porem o
experiente Michelotto conheceu que estava
obslinada no seu amor e resolvida a tudo.
Melhor, disse elle comsigo mesmo,
Cesar Borgia esta vingado.
Tres dias depois, Leonor ouvio com an
gustia a noticia de que sahiam de Paris para
a Italia.
Pela sua parte Michelotto dissera a Paulo:
Importa muito que nao tornes a es-
crever mais versos a minha filha ; levo-a
para a Italia e alii me encontrards; estes
amores nao devem continuar assim insipi-
dos, porque ja vao enfastiando Leonor. E'
necessarie que ce sem os teus versos e os
tens cant; res nocturnos ; eu conhego-a, e
impressionavel, porem eura-se f.cilmente
das impressdes. Algum tempo deausencia
e do silencio fard cora que Leonor se erapo-
nho; depois representarei o meu papel de
pai que se oppoe a que sua filha case cora
0 homem que ama, e isto acabai-aj de a de
terminar. Deixa-mo operar, e verds que
uero sdmeute a tua felicidade e a de minba
Mas ella nao sabe que somos pri-
mos?
Insensato 1 Seria um disparate di-
zer-lh'o. Pensei sempre, e teu pai como
ou, que devem tor urn para o outro o inte-
rest Ja novilad; o do desconhecido.
I'.itilo reaignou-s^.'
Laonor vio-se obiigaJa a ter paciencia, e
afinal.^ella, Toneita e Michelotto ; Marietta
Giuseppe, com alguns criados, partiram
para Italia.
Astolpho, o filho de Marietta e de Giu-
seppe, nao partio com elles, porque estava
servindo j5 no exercito francez.
pedio-Ihe que-determinasse com presteza< o
dia em que se devera effec^uar o seu canr
sorcio.
VII
Faltavam< oito dias para Elvira perder-o
seu aome, tornar-se baroneza da Felicidade,
ella viciima da desgraga.
0 Sr. Manoel Coreea "exultava,. crendo
ter conseguido a execuffio de seu maior
anheloafidalgar sua- familia.
0 barao ainda mais cootente estavpor
ter comprado cora a sua infamia a posse de
uma divindade terrestre.
S6 Btrira era triste, apezar das telicita-
goes que de toda a parte e a cada iostante
recebka. Pullida, magra, sempre pensati-
v'a, dir-se-bia qae era preza de alguma en-
ferraidade.
k'na realidade bem proximo estava o dia
de sua morte. lVesintindo-o, escreveu a
Alfredo a seguinto carta, cinco dias antes
do destinaiio para a realisagao do seu hy-
mineu.
Alfredo,
Perdda-me o golpe quo sabitamente
vou dar-to ; mas se nao deite antes foi es-
perando que a desgraga se oompadecesse de
m:rn ede ti.
Cinco mezes depois de tua paitida,
meu pai effereceu me como esposo um fi-
dalgo improvisado, ura tal barao da Felici-
dade, recem-viudo do estrangeiro.
Recusei: disse-lhe que s6 a ti consa-
Leonor quo (ora creada com elle, qiie-
ria-lhe como aura irmao.
Leonor desabafou as suas penas com elle,
e Astolpho consolou a couforme podia.
yi
MS COM SE.ENCONTRARAM em ferrara al-
guns DOS NOSSOS AXTIGOS conhecidos.
Os nossos personagens levaram um mez
para irom de Paris a Ferrara.
Micuelotto enviarA com muita antecipa-
gao um criado de confianga a Ferrara para
que lhe alugasso uma casa, e este con-
seguira toraar uma, autiga e grande, junto
da porta do I'o.
Entraram de noite na cidade, e Miche-
lotto encondeu se com a sua familia n'aquel-
la casa.
No dia seguinte sahio ompletamente dis-
fargado de mendigo, de modo que se Lu-
crecia o tivesse visto, n*o o terta reconhe-
cido.
Michelotto tinha mais de setenta annos, e
estava ja curvado.
Alem d'isso encanecera completamente,
deixara crescer toda a barba e cobrira-se
de farrepos : sobre os olhos collocara uma
pala deseda verde, o que o tornava inteira-
raente descanheci lo.
Foi andando, pedindo esniola, era direc-
g33 a rua de Mira al Rio, a casa de Ariosto,
e penetrou n'ella com toda a audacia de
um mendigo.
Uma das irmas de Ariosto, ja* mulher
dura, atravessava o pateo quando Miche-
lotto penetrou na casa.
Diga-me, nobre seobora, perguntou-lhe
elle, vive aqui a grande genio, o orgulho
de Italia?
Por quem pergunta, irmao ? disse
Genoveva, que assim se chamava ella.
Pergunto pelo Sr. Ludovico Ariosto.
Estaraos muito pobres par* poder dar
esmola, respondeu Genoveva.
Eu nao pego esmola, senhora.
Entao que pede ?
Tor a honra do fallar ao grande.can-
tor do Orlando Furioso.
Ah I se nao e mais do que isso, posso
satisfazer o seu desejo, respondsu Genoveva,
que estava habituada a pedidos d'aquelle
genero. Venha comigo:
Michelotto foi- introduiido por Genoveva
orn um aposcnto do andar inferior, que
grava amor, que detaatava ease homem.
a Julgava ter vsocido a ferrea vontade
de meu pai; mas eis que poucos dias or-
denou-me que lhe obedecesse, isto e, que
casasse-me com o seu escolhido, sob pena
de, caso de novo o rejeitasse, merecer a
su maldigo.
Sem lhe dizer que sim, respondi-lhe
que fizesse o que entendesse. Tu que es
bom, meu querido Alfredo, podias appro-
ver a desobediencia de uma filha ?
Ajust ram meu pai e o meu futuro
marido que a celebragio do raeu -matrimo-
nio tera lugar d'aqui a einco'dias. Mas creio
que o ceo se compadeceu de mim ; parees-
ine que eslou bsm doente, que esta proxi-
mo o dia do- minba morte.
Adeus, Alfredo; sou e eontinuarei a
ser
Tua fief anxnte
EtVPRA.
VIII
No dia seguinte- aquelle em que escreve-
ra a carta acini a-, Elvira foi acoimaettida
d'um fob re tao violenta, que os- medicos
logo a desenganarara.
Nos moraeutos de delirio o nome de Al-
fredo-, acompanbado de palavras intnteRi-
giveis, nunca lhe sabio dos labios.
A morte zombm da sciencia : nc m'a'ejj
que devia cingir acapeila de noiva. cingio
a da HDuonaliJade, deu a af.au' ao
Creadbr.
Pobre victirna da arabit^So e do orgulho,
foi no ceo-receber entre os anjos, seas ir-
maos, o premio do seu martyrio.
Quando Alfredo, ja atlHcto pela leituwda
carta que eHa lhe dtrigio, recebou a noti-
aia de sua morte, despedacou o craneo coin
am tiro de rewolver.
XI
No dia 2'de novembro de !80, um ve-
lho chorava sobre un.a sepultura e arran-
cas'a os calxsllo.-, com visiveis signiesde
loucura.
A- sepultura- encerrava os despojos raor-
taes de Elvira* e o velho- era- Manoel Cor
rea<, que raormurava febrHiaente :
Elvira Alfredo... perloai ao vosso
assassino.
L. L. F8lUiA3DES-PI.1HF.mO JUNIOR.
Ingla-
A ieutrucco-pnbllcn
terra.
M)ft C. HIPKAtf.
Prologo.
CAPITULO ill.
E.TS1S0 SUl'LRIOH.
(Conclusao)
IV
Sao esses melhoramentos iraportantes enu-
inerosos que se- poderiam introdujir no ensi-
nodetodos os graos. As eseobs publicas e
collegios de Inglaterra nao setktem menor
necessidade qpe os nossos^ e fora rauito
para desejar ojie habels tran6a*c.6es conse-
guissera pdr de accordo os-diversos partido?
que neste momento estao- em luta renbida.
Eneontram se-na Inglaterra^ menos diiRcul-
dades que era Frauga, para nultiplicar as
eseolas, provo-las de material necessario e
applicar-lhes- metnodos de etisino. Reour-
sos pecunianos nao taltarn. Mngoerr. os
pede ao oreamenjo do esta do, que, limitan-
do-se a aniiaar e dar subveo^oes, deixa toda
a liberdade- as associacOes. e iniciativa par-
ticulares. 0 oxemplo. dos Estados-Unides
mostra suklcieutemeiite que ha direito- de
esperar d*ssa seria inlerveneao dos pais de
familia ean uma questoo que lhe toea t&c
de pertfx Os mesmos resultados se obte-
rao em Franga, logp que a lei baja. dadu.
attnbui^oes mais extensos aos nossos conse-
lhos comraunaes e gecaes, que ate ao- pre-
sente so. tem o direilo de pagar. finspiraa-
do-se mais directamente dos votos e neces-
sidades das populagoes, seus le^itimos man-
datarios saberao mui bem crear os recur-
sos aeGessarios-para erguer a Frauga do es-
tado inferior em que se acha. Muito re-
ceutemente, em uma reuuiao solemne a
queassistiam os mais distinctos ropresen-
Untes, o ministro da iustracgao publica
apresentava com emogao e eloquencia o
quadro deploravel dos grandes estabeleci-
raentos de instrucgao superior, onde se exe-
cutam os trabalhos que immortalisaram
nossos sabios-, e tao alto elevaram a gloria
scientifica e litteraria da Franga. Em par-
te nenhuma se tem feito tao grandes cott-
sas com tao miSeraveis e tao raiseravelmea-
te dispostos iustrumentos de trabalho
tinha uma galoria aberta para um jprdim,
onde Ariosto cultivava pela sua propria mao
algumas ilores.
Era um sereno dia de inveruo, quasi pri-
mavera, como costumam ser na Italia.
Ariosto tstava sentado ao sol no portico
da galena.
0 aposento onde elle se acbava re veil a va
aceio e pobreza ao mesmo tempo.
Ariosto estava sentado n'uma cadeira,
com a cabega inclinada sobre o peito, e de
vez em quando estremecia como que de
frio, apezar de que a atraosphera estava
teraperada ; mas nao ha sol que preste ca-
lor a uma alma gelada.
Ao ve-lo, Michelotto comprehendeu que
Ariosto agonisava*
0 poeta tinha o aspecto de um anciao e
contava apen s cincoenta e oito annos ; ver-
dade e que sonhara muito, amara muito, e
soffrera muito.
Michelotto sentio-se quasi tentado a ter
corapaixao de Ariosto.
Genoveva disse ao poeta :
Irmao, este bom homem deseja co-
nhecer-te.
Obrigado, meu amigo, replicou Arios-
to levantando a cabega e olbando distrahi-
damente para .Michelotto.
Este convenceu se de que Ariosto nao o
conhecera.
Passei por Ferrara, disse elle, e nio
pude resistir ao desejo de conheeer e de
fallar ao grande poeta de Ferrara e do mun-
do inteiro.
Obrigado, meu amigo, obrigado. Deus
me livre de ter a vaidade de mejulgar Ul
como me suppoe.
Agora, disse Michelotto, pai to cheio de
satisfagao porque posso dizer aos mous ne-
tos, que sabem de cor o seu Orlando, que
vi e que fallei ao grande homem.
Va com Deus, replicou Ariosto, e
permitta elle que n'outra parte encontre o
que nao pdde encontrar em minha casa.
Essas palavras vaiein para mim muito
mais do que todo o ouro do mundo.
E Michelotto sahio, dirigio-se ao palacio
ducal .e esperou entre outros mendigose
geute pobre, que esperavam a grt-duqueza
para lbe entregar as suas peticdes.
_______________(Cohtinuar-seha.)
TYP. DO D'AHiO. -P.l'A DUQLti UE CAXU&
.


'

J
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Full Text
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