Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17613

Full Text
I

V
ANNO L. MMERO 75
,
S
PARA A CAPITAL E LUGARE9 O.^DB IlO SE PICA PORTE.
for tres mezes adiauudos................. 69000
for seis ditos idem.................... 129000
Por um anno idem......... .... ... 24JJO00
Cada nunaero avulso .'.......... 9320
QIINTA FEIRA 2 DE ABRIL DE 1874
PARA DE*TROE FORA M PROVLVCIA.
Por tres mezes adiaotados........,....... f$750
Por seis ditos idem ................. 1S95<>0
Por note ditos idem.................. 909350
Por um anno idem....... ......,..... 179000
DE PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS.
1 Srs. Gerardo Antonio Ahead Filhos.no Parij GoncMvee d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Oliveira & Filho, no Gear*; Antonio de Lemm Bra*, no Aracatv Joio M*ria Julio Chares, no Assd; Antonio Marqo.es da Silva, uo Saul; Jose Jusuao
Pereira d'Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxeucio Monteiro da Franca, aa Parahvba'; Antonio Jose Gomes, na Villa da Penha; Be'armino dot Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxaretb.;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas; Alves AC, na Bahia; e teite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL,
Govcrno 1I.1 pro* lucia
EXPEDIENTS DO DIA 7 DK JA EIIIO DE 1875.
/.* seccao.
Aetos:
0 presidente da provincia, atteudendo ao que
requereu Candido Augusto Pacheco, resolve con (
ceder-lhe licenca para ir ao presidio de Fernando'
de Noronha no proximo vapor qua para alii se^uir
levando era sua compaoma os generos constantes
in relacao junta, assignada pelo secretario inerino
da presidencla, os quaes nao poderio ser desem
L-arcados sem que p>>r parte do commandante da
quelle oresidio se proceda a exame. afim de si ve
rificar se ha aguardente ou eutra qualquer bebida
? 0 presidents da provincia, attendei.d o ao quo,
Teqaereu Manoel Gomes da Cruz, resolve concedir-
lhe licenc/* para ir ao presidio de Fernando de No-
ronha, sob condicio de regressar no vapor immo
diato ao que tem de scguir no corrente mez, alim
d# tratar de seus negocios, e bera assim levar em
sua companhia quatro caixoes com fazendas.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das annas.
Sirva-se V. Exc. de nomear uma commissio que
oajforma das disposijfjes em vigor, va assistir a
abertura, no arsenal de .gaerra, de dous caixoes
com arraamento viudos da cdrte no vapor Cruzeiro
4-> Sul
Ao mesmo. Ficam approvados os contrac-
ts constantes dos termos annexos por copia ao seu
officio de 20 de dezembro findo sob n 1,207, ce
lebrados pelo brigadeiro director do hospital mili
tar a It) do ciladi mez com Urbano Neves Macha-
do, Libanio Luiz da Cunha, e Jose Antonio Guedes
da Trindade, o primeiro para o fornecimen'.o de
objectos necessarjos ao expediente, o segundo pa-
ra o de sanguesugas, e o ultimo para lavagem e
concertos de roupas, tudo no trimestre de Janeiro
a narco do corrente anno.
Ao commandante do presidio de Fernando de
JNjronha. En vie Vmc. para esta capital na pri
meira opportunidade e com a devida seguranca, a
^er apresentaio ao Dr. chefe de policia, o sentm
ci ;do Ignacio Gomes Marinbo, requisitado pelo juiz
i\ direito da 1* vara em ofBcio de 3 do corrente.
2." sec$ag.
ACtus :
0 presidente da proviocia, attendendo ao que
i^quereu o bacharel Antonio Paulino Cavalcante
dd Albuquerque, juiz municipal e de orphaos do
lermo de Caruaru, resolve conceder-lhe um mez
de licenca. com vencimentos na (orma da lei, para
fratar de sua saude.
0 presidente da provincia, atteniendo a pro-
poita do commaudante interino do 2' batalhao de
Oiinda, e informajao do respectivo commandaote
superior, resolve, de confonnidade com o disposto
u art. 48 da-lei n. 602 de 19 dcsetembro de 1830,
Uomear para o dilo batalhao os oili:i.ics seguin-
les :
5.' companhia capitao, o tencnte da 8* Fran
Cisco CameHo Pessoa Cavalcante ; alferes, o 1* sar-
S-u!1 Jos6 Luiz Gonzaga da Silveira.
8" companhia tenente, o alferes da ;>' Mireo-
. Lop-.-s Catio.
OflBciOS : I
Ao Dr. ch'efe de policia. N'esta data expe-
) lera ao commandante superior de Oiinda pa-
a que tojam eotregaes ao delegado dalli, median-
i-. i'"^itio, as harras de <|ue trata o seu officio n.
'i 068, de 20 do mez proximo passado.
Ao commandante superior de Oiinda Man-
&-. V. S. enlrugar ao delegado de Oiinda, mediante
r^c.bo, as barras de que trail o seu offlcio de 21
d.> mez proximo pjssado.
Ao juiz de direito da I* vara. ProceJa Vmc
.i. .i ja, a re/ia-. da list.i dos jurados residentes
na freguezias de Jiboatio e iluribeca, que devera
compor a comarca d j Santo Amaru de Jaboatio,
segundo informou em officio de 10 de de-
'ii:oro ultimo, ji (or recebido aa policia as res-
pcti?as listas, podendo em tempo opportuno pro-
re Jer a dos desta capital.
Ao promotor publico de Buique, Trans-
mit ind i a Vmc. o trecho Junto por copia, do offl-
ci)do juiz de direito interin) dessa comarca. de
ii do mez pnxim-i passado, lhe recommendo pro-
r?da de couformidade com a lei contra o vigario
; que o dito ufflcio allude, polos frctos nolle men-
riooados
Ao dalegiado de policia da rilla de S.-Ben-
to. losluso achara Vmc. um oflicio para o pre
m lente da camara municipal dessa villa, no qual
("deno que dentro de 8 dias rcuna a camara e
)r ceda a apuraciio da eleicao de vereadores e
aizes depai dessa freguezia ullimaraente alii fei-
la.*sob a pre-idencia do juiz de paz ihais votado,
Sjii da Porciun^ula Valenca, e cujas actas remet-
f i a reforida camara municipal com officio de 10
tie dezembro proximo passado. Queira Vmc. fa-
zer chegar o dito officio a seu destino, exigindo do
te.-t;UiiUrio um recibo que me remettera pelo se-
i com declaracao do dia em que foi entregue.
3.' sec$ao.
0 presidente da provincia. atlendendo ao que
ivquereu Pedro Keginaldo Teixeir', 3* escriptura-
3rio da thesouraria de fazenda desta provincia, re-
solve conceder-lbe um mez de licenca, sem venci-
inento algum, para tratar de sua saule.
0 presidente da provincia resolve nomear Ma-
noel Juvencio de Sab)ia, escrivao da collectoria da
Esc ida.
Cficios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda
JMaade V. S pagar a Flavio Gjn5alv"es Lima a im-
porlancia dos prels juntos em duplicata, do desta-
ato de Campinhos, municipio. de Tacaratu',
relaUto ao met de novembro do anno findo, corrio
solicita o respectivo commandante superior em offl
cij de 16 de dezembro do mesmo anno.
Ao mesmo. Ao tenente honorario do exer-
cilo, Joao Pereira de Lucena, que se aeha nomea-
tb para dirigira ofllcina de sapateiro do presidio
sou deitino, mande V. S. ajustar contis e pa9sar
nuia de soccorrimento.
Ao mesmo. Informe V. S. com urgeocia si
s terrenos aforados a margem do ri t, o furam com
,. ciausula de serem os emphiteutas obrigados a
i jnstruir os respectivos caes.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a importan-
\
i" tnios, sob responsabilidade desta presidencia, pe
verba eventuaesi dos raspe'tivosmiaistirios.
: Ao mesmo. Tendo desabado uma parte do
caed da rua da Aurora, e sendo urgente proce-
dor-se 03 respectiros reparos, acabo nesla data de
aulorisar o director das obras pnbticas geraos da
j'ii/incia, a uuiular pill os em praea, scrvindo d"
,'kh 1:703*531, o quecommuniro a V. S. para seu co-
ohecimeiito e lins convenieotes.
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Km resposta ao offlcio dessa theiouraria datado de
31- da dezembro do anno findo sob n. 572, no qual
,< eommunica a esta presidencia estar effectuad i
a arrematacio do fjrneciraeoto da alimentacao dos
jirosos pobres da casa de-deten(3o, com o bacharel
.foaquim Jose Ferreira da Rocha Junior, tenho a
dizar ihe que 0:a approvado esse contracto.
Ao mesmo. Mande Vmc, pagar a empreza
de illumina'cio a gaz desta cidade, a quantia de
" "i U610, constante da conta junta em qua im-
portou o gaz consumido no mez de novembro do
'!,u; proximo passado, devendo deduzir-se desta
i quantia a multa de 101 i; io em qne incorreu a
tOMMua eiupreta, ccmo Cousla do certificado do en-
Lgeoheiro fiscal.
Ai nie-ino. -Mande Vmc pagar ao tenente-
coronel Jos^ Tho naz Pires Machado Portella, ar-
reinalaiiie das obras dis reparus da estrada de
Moribe-a, a pnmeira preslaca), a ^ue tem direito
por baver feito entrega da obra e ter decorrido o
prazu de seis mezes, como c msta do certificaJo
junto, do engenheim ehete das obras pubhcas.
Ao mesmo -Mande Vmc. por em hasta pu-
blica a obra da ponte.denommada-Pao Sangue
sobre o rio Serinhaem, orcada em 9:57Oa00O; de-
vendo o pagameuto ser roalisado em apolices da
divida publica prov neial e juro de 7 oi" ao par.
4.' sec(So.
Aclo :
0 presidente da provincia, attendeado ao
que re^ucreu Anna Bezerra Cavalcante da Silva
Costa, professora publica da cadeira de primeiras
letJias da povoacao de Venla Grande, e ten Jo em
vista o resultado da inspeci-ao medica a que foi
ella submettida, resolve, de'couformidade com o
i do art. 1 da lei n. 1,108 de 29 de maio do an-
no proximo passado, conceder-lhe mais tres me-
zes de licenca com os respectivos vencimentos, a
contar de 28 de novembro ultim i, para tratar de
sua saiide onde lhe convier.
Officio :
Ao presidente da camara municipal da vil-
la de S. Bento Nao tendo ate o presents a cama-
ra municipal dessa villa dado cumprimento ao
que ordeuei em offi:io de 10 de dezembro proxi
mo passnd >, a que acompanhou um livro conten-
do as actas da elei^ao de vereadores e joJxes de
paz dessa freguezia, procedida ultimamente sob a
presideocia do juiz de paz mais votado, Joao da
IMrciancula Valenca, ordeno a Vine, que dentro
do prazo de oito dias. contidos do recebimeulo
deste, reuua a camara e prpceda a apuracao da
referida elei/ao, remeltendome a respectiva act*
E' sobremaneira estranhavel o procedimento da
camara em querer protelar um acto que lhe 6 im-
posto pelo art. 103 da lei de 19 de agosto de 1816;
e devo declarar a Vmc. que nao deixarei de usar
do- recursos facullados pela lei, caso a camara se
torne obstmada em n.io eumprir aquelle dever, o
que entretanto nao 6 de esperar.
5-' seccao.
Offlcios :
Ao director geral interino da reparticao da
estatistica na corte. Communico a V. Exc. que,
segundo c msta de officio da camara municipal da
nova villa de.Nossa Senhora da Penha de Gamel-
leira, foi a 13 de dezembro proximo fiodo installa-
da a mesma villa, e empossados os vereadores
tleitos para a referida camara com as formalida-
des menciouadas na acts, junta por copia.
Ao engenheiro das obras geraes. Mande
Vmc. com toda a urgencia por em praca os re-
paros de q servindo de base o orgamento por Vmc. organisa-
do em 21 de n >venioro do anno proximo pas-
sado.
Ao adminislrador do correio. Fac.a Vmc.
remetter pelo seguro o offlcio mcluso, e que vai
com direci.ao ao delegadi. de policia do termo de
S. Bento.
Ao presidente da junta de classificacao de
escravos do municipio de Bezerros.Inteirado do
que expoe em seu offlcio de 13 de novembro do
anno proximo passado, tenho a dizer.a Vmc. que
deve fazer reverler a thesouraria de fazenda os
livros de que trate seu citado offlcio, que Pica as-
sini respondido.
Ao da junta do municipio do Triumpho Em
resposta a consulta que fez Vmc. em seu offlcio de
42 de dezembro ullimi. tenho a dizerlhe que ao
Dr. juiz de direito da oomarca compete nomear
3uem substitua o promotor publico nos trabalhos
a junta emancipad^ra desse municipio duraote o
impedimeato deste funccioaario, e que portanto ao
mesmo juiz de direito deve essa junta dirigir-so.
Portarias :
0 Sr. gerenle di companhia pernambucana
mande dar passagem para o presidio de Fernando
de Norinha no vapor Gcquia, por conta do miois-
terio da guerra, ao tenente honorario do exercito
Joao Pereira de Lucena.
dar p4r era hasta publica a obra daponte Pan riflcandose nao haver numero para v itar-se, o
Sr. presideute designs a seguinte ordem do dia e
levaota a sessao : continuacao da ant-cedeote e
diseussa i do parecer da coinmissao de constitui-
cao e poderes cuojuutameute com a 1'.
Saague sobre o rio Serinhaem, e a que se refe
re o seu offl ;ro de 3 do corrente.
OKSPACHOS 0A PBESIOENCIX. DO DIA 31 OK MUtgO
DE 1874.
Andre de Abreu Porto. Deferido com o offlcio
desta data a thesouraria provincial.
Deulsch Brasilianische Bank. Junte o suppli-
cante a publicacao f. ita no jornal official.
Flabio-Ferreiro Catio. -Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Padre Francisco Virissimo" Bandeira. Inform!
o Sr. Dr. director geral intsrino da instruccjio pu-
blica.
JoJo Hypolito de Meira Lima. Inleferido, em
vista da iufonnagio.
Manoel Joaquim Machado. Jndeferido.
Manoel Tneolilo de Araujo Lima. Sim
Maria da Paz Teixeifa. Seja relevada.
Bacharel Miguel dos Anjos Barros. Aguarde
o supplicante a Macao, a que segund i or Jem do
governo imperial deve proeeder a tnesouraria de
fazenda.
0 Sr. gerente da companhia pernambucaua
mande dar passagem por conta do ministerio da
guerra, a re do vapor dessa companhia, que pri-
meiro seguir para o presidio de Fernando de No-
ronha a Manoel Jose Martins, que vai reunir-se a
seu filho, o padre Manoel losd Marlins Alves de
Carvalho, capeliao do rae#snn presidio ; devendo
a despeza da coraelori: c'orrer por conta do re-
ferido Martins.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
de" suas ordens para que seiara recebidos a bordo
do vapor Gequid, e conduzidos ao presidio de Fer-
nando por conta do ministerio da guerra, os oS-
jectos e generos mencionados na relacao junta,
destinados ao uso e dispensa do tenente coronel
SebastiJo Jose Basilio Pyrrho, commandante no-
meado para o mesmo presidio.
EXPEDIENTE DO SECRETABIO.
1.* sec$ao.
Ao Exm. brigadeiro coramandagte das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia raanda
declarar a V. Exc, para 03 fins convenientes, que
por despacho desta data concedeu-se aos recrutas
Pedro Simplicio da Silva e Antonio Francisco do
Carrao, aquelle o prazo de quinze e a este de dez
dias, para provarem isencao legal.
2.' secgao.
Officios :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem d> S.
Exc. o Sr. presiieoie da provincia, communico a
V. S. que a thesouraria provincial esta autorisa-
da a pagar ao Dr. Manoel Pessoa de Siqueira Cam
pos a quantia de que trata o offlcio de V. S., data-
do de z do' corrente sob n. 3.
Ao commandante superior de Oiinda. 0
Exm. Sr presidente da provincia maoda iransmit-
tir a V. S., para os devidos tins, a nota junta dos
offlciaes, que por portaria de hojej foram nomea-
dos para o 2' batalhao de Oiinda, de conformida
de com a proposta annexa ao officio de V. S., de
30 do mez proximo pa -sado.
Ao comrrandante superior de Tacaratu.
De ordem de S. Exc. 6 Sr. presidente da provin-
cia, communico a V. S. que deu-se ordem ja the-
souraria de fazenda para pagar a Flavio Gon?al-
ve- Lima a importancia dos prets a que se refere
o offlcio de V. S., datalo de 16 de dezembro do
anno proximo passado.
na de dous telegrammas, constante dos recibos Ao juiz de direito da primeira varacivel.
0 Exm presidente da provincia manda declarar
a V S., para os devidos Gas, que foram expedi-
das as convenientes ordens no sentido de que tra-
ta o seu offlcio de 3 do corrente.
Ao juiz de d ceito de Cabrobo. O Exm.
Sr. presidente d* provincia njin la acensar o r*-
Cehiineiito do UflicM de \. S. de 12 do mez proxi-
mo p.iado,.ra que eommunica ter sidj feila a
revisjo dos jurados do termo do Salgueiro.
8.' sec0o.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial. De
ordem.de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. que nesta data foi nomeado
Manoel Juven:iode Sabjia escrivio da collectoria
provincial da Escada.
/ 5." XCCSO. *
Offlcip :
Ao engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda eommunicar a V. S., para sea conheci-
mento e fins convenientes, que nesta data anlori-
Iti-purlioiio ,|it policia.
2.* secgaoSecretana de policia de Pernambuco,
1* de abril de 1874.
N. 4i8. -Ilira. e Exm. Sr*-Parlicipo a V. Exc.
que foi hontera recolhido a detencao a rainha or-
dem, Faustino, escravo de Candid j de Barros Wan-
derley, por anlar fugido.
Por officios de 14 e 15 de marco ultimo, commu-
nicou me o delegado de Sauto Anuo que, nas mat
tas do engenho Serra do l* districto daquelle ter-
mo, fora encontrado enforcado um individu de
cor parda ; que da vistoria e mais diligencias a
que procedeu o respectivo subdelegado, venfica-
ra-se ser Lino Alves do Albuquerque, que ha pou
co tempo assassinara a Manoel Nuoes dos Santos,
e que a sua morte fora o resultado de asphyxia por
estrangulamento.
Que, no dia 12, no engenho Pirapama, do 3C dis
tricto daquelle termo, Joao Ignacio, escravo do te-
nente coronel Jose Gomes da Silva, assassinou ao
respectivo feitor Jase Das da Silva ; que o delin-
quente foi preso, e a tal respeito procedeu-se nos
termos da lei.
0 Dr. delegado da capital acaba de omrauni-
car-me que, hontem pelas seis horas da manhi, a
rua do Brum, da freguezia do Becife, Manoel Gui-
Iherme d.i Silva, praca do 5* batalhao de artilhe-
ria a pe\ ferio levemente com duas facadas a Jose
Manoel de Sa, sendo preso em ilagrante e recolhi-
do a fortaleza do Brum, e que sobre semelhante
facto o respectivo subdelegado procelia nos termos
do inquerito policial.
Deus guarde a V. Exc. -Dim. e Exm. Sr. cora-
menda Jor Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Cvrreia de Araujo.
PEBBfAMTOCaT""
ASSEMBLE* PROVINCIAL
Ada da 20' sessao ordinal ia da assemblea legisla-
tiva provincial de Pernambuco. em 24 d marrxi
de 1874.
l'RRSIDEXUA DO SB. AOUftt.
Ao meio dia, feita achamada e achando sc pre-
sentes os Srs. deputados Souza Leile, Tiburcio de
Magalhaes, Lacerda, Arconcio, Ratis e Silva, Do-
mingos Pinto, Tolentino de Carvalho, Goncalves
Ferreira, Travasso de Arruda, Uehda Cavalcante,
Aguiar, Dario Cavalcante, Cunha Cavalcante,
Soares, Mello Rego, Goodiiu, Camboim, Olympio
Marques, Piretti, Goes Cavalcante, Oliveira An-
drade, Felippe de Figueiroa, Alipio Costa, Firmino
de Novaes, N'aseimento Portella, Gaspar de Drum-
mond. Gomes Parente, Pinto Pessoa, Antonio
Paulino e Ernesto Vieira, faltando os Srs. Tito,
Arruda, Amaral, Joao Barbalho e Manoel do
Rego, abre-se a sessao.
Lida e approvada a acta da sessao anterior, o
Sr. 1 secretario da conta do seguinte
expkdiejite :
I'm offlcio do secretario do govorno da provin-
cia, remetleodo copias do* termos de raodiflca-
5oes dos contralos celebrados com o barSo da So-
ledade, para a estrada de ferro do Recife ao
Limoeiro c do termo de inaovaeao do conirato
celebrado com o Dr. Bento Jos6 da Costa, para a
estrada de ferro do Recife a Caruaru. Archi-
ve-ie.
Outro do mesmo, remettendo por copia o con
trato feito com a companhia Ferro Carril, para o
prolongamento da estrada ate o povoado da Torre
e estabelecimento de diligencias para a villa de
Jaboatao e povoaclo da Varzea. Archive-se.
Uma peticao de Aureliano Mamede Cordeiro,
professor publico da villa de Garanhuns, pediudo
um annj de licenca com todus os seus vencimen-
tos, para iratar de sua saiide. A' commissao
de peticdes.
Outra do Dr. Felippe Nery Collaco, ex-contra-
tante da impressao dos trabalhos precisos para as
reparticdas provinciaes, offerecendo um documento
para ser presente a commissao de petifSes, a enjo
exame fora o anno passado submettida uma sua
peticao, pedindo uma indemnisacao. A' com-
missao de peticdes.
Outra de Bellarmino dos Santos Bulcao Filho,
escrivao do jury e execuco93 criminaes da co-
marca da Victoria, pedindo o pagamento de
239*775, proveniente de custas. A' commissao
de croamento municipil.
Outra de Rellarmiuo dos Santos Bulcao, escrivao
do civel da comarca da Victoria, pedindo que seja
desannexado do offlcio de escrivao de eapellas e
residuos, do cart or io de orphans da referida co-
marca. A' commissao de justi^a civil e cri-
minal.
Sao lidos e approvados os seguintes pareeeres :
da commissio de peticoes, um deelinaudo para a
de obras publicas% a peticao do Dr." Joio Caval
cante de Albuquerque e outros arrematantes da
estrade do narte; outro, requerendo que a pe-
ticao de Joao Jose da Fonceca va a thesouraria
provincial para sobre ella informar; e outro de-
ferindo com um projeclo as peticSes de Antonio
Ignacio Torres Bandeira, 3* escripturario da the-
souraria provincial, e Adbias Bibiano da Cunha
Salles, 2' escripturario do consulado, cujo projecto
considerado objecto de deliberacJo, 6 mandado
imprimir, assim como um outro da commissio de
ordenados em deferimento a peticao do conego
Lino do Monte Carmello Luna
Sao mais snbmettidos a discussao c ficam
adiados um parecer da commissao de peticoes, in-
deferindo a do Mpitio Joaqnim Luiz Viraes, e
ouiro das L'noioiissoes reuuiJas de legisla^Jo e
constbnici> e poJeres, sobre o projects u, 16
de 1868.
ORDEM DO MA
. Eotram successivamente em 1* discussao e sio
approvados os seguintes projectoi do corrente
anno: n. 1, creando um lugar de continno na
directoria geral da instruccao publica, orando o
Sr. Rjtis e Silva ; n t, regulando o subsidio dos
Srs. deputados, orando o Sr. Gaspar de Drum-
mood; e a. 3, removeodo varias cadetras de
instruccao priraaria de umas para outras localida-
des, orando sobre este os Srs. Ratis e -Silva, Tolen-
tino de Carvalho e Gaspar de Drufflmoad.
Pinalmente entra em discasslo o projecto de
lei nao sanccionado, que ereava 24 cadeiras de
son o inspector da thesouraria proviacial a nan- 'inslroccao primaria para ambos os stxos; e y/j-
SESSAO ORDINARIA EM 2i DE MARCO.
PBBSIDBNCU DO SR. FKRREIilA DE A or I VR.
Ao meio dia, feita a chamada, achanlo se pre-
sentei os Srs. Tiburcio it Magalhaes, Sou'.a Leite,
Lacerda, Arconcio, Ratis e Silva, Dming->s Pint i,
rolen'.ino de C rvalho, Goncalves Ferreira, Tra-
vasso de Arruda, Uch6a Cavalcante, Ferreira
de Aguiar, Dario Cavalcante, Cunha Cavalcante,
Soares-, J. de Mello Rego, G. Gondimr Camboim,
Olympio Marques, Peretti, Goes Cavalcante, Oli
vsira Andrade, Felippe de Fitueirda, Alipio
Costa, Firmino de Novaes, Nascimento Portella,
Gaspar de Drummoud, Gomes Parente, Pinto
Pessoa, Antonio Paulino e Ernesto Vieira, fal-.
tando ds Srs. Tito, Arruda, Amaral, Joao Bar-
balho e Manoel do Rego, abre-se a sessao.
Lida a a.*ta da sessao antecedent, e approvada.
0 Sr. 1* secretario da conta do seguinte
EXPEDIENT E '.
Officios :
Do secretario do governo da proviiria. re
mettendo co?ia do* termos d: modilicaQao dos
contratos celebrados com o Baraj da SoleJade
para a estrada de ferro do Recife ao Limoeiro e
do termo de iunovataj do contrato celebrado
com o Dr. Bento Jose da Costa, para a e-tnd i
de ferro do Recife a Caruaru.Archive-se.
Do mesmo, remettendo por copia o contrato
feito com a companhia Ferro Carril, para o pro-
longamento da estrada ate o povoalo da Torre,
e estabelecimento de diligencias pira a villa de
Jaboatao e povoacao da Varzea. Archive-se.
Peticoes:
De Aureliano Mamede Cordeiro, professor pu-
blico da rilla de Garanhuns, pedindo um anno
de liceaca co n to Jos seus vencimentos para tra-
tar de sua saude. -A' commissio de petivOes.
Do Dr. Felippe Nery Glla;, ex-conlrataate
la imprejsao dos trabalhos precisos para as re-
particoes provinciaes, offdrecendo um documento
para que seja presento a commissao de peticoes,
a cujo exame fora o anno passado submettila
uma sua peti'.-ao pedindo uma indemnisacao. -
A" commissao de peticoes.
De Bellarmino dos Santos Bulcao Filho,. escri-
vao do jury e execucfies criminaes da comarca
da Victoria, pedindo o pagamento de 239773,
(r. veniente de custas de processos decahidos.
A' Commissao de orcamento municipal.
De Bellarmino dos Santos Bulcao, escrivao do
civel da com irca da Victoria, pedindo que seja
desannexado do offlcio do escrivao de eapellas e
residuos, do eartorio de orphios da referida co-
marca.A' commissio de justica civil e criminal
Sao lidos e sem debate approvados os seguintes
pareeeres :
t A commissio de peticoes, em vista da d:
Joao Jose da Fonceca, soldado aposcntado do
corpo da policia, pedindo que so lhe mande
pagsir o soldo de aposentad >, pagamento que lhe
tem sid'i ncgado pela thesouraria provincial,
desde que exerce elle o lugar de guarda da casa
de delenciio, pela raziio de nao poder receber
dous vencimentos pela mesma thesouraria ; c de
parecef e requer que a mesma petica) com o
documento que a acompanha, va, pelos cauaes
competeotes, a thesouraria provincial para in-
formar. Sala das commissoes, 2i de marco de
1871 Olympio Mwqiui. Domingos Pinto
A coinmissao de yeticoe<\ ten Jo examinado
a do Dr. Joao Cavalcante de Albuquerque, An-
tonio Francisco Paes de Mello Barrelo e Thoinaz j
de -Carvalho Soares Hrindao Sobrinho, contra*
tantes da i>tr.i la do norte, pedinIo a approva-
cio desta assemblea ao acto da presi lencia da
provincia que alterou a direccio tracada a mesma
estrada, e que se he coaceda uma prorogacai
do prazo para a conelusao djs trabalius, vislo
o embaraco que liveram em cons-!queacia de
estodas eexames feitos para se effeotaar essl
alteracao, e de parecer visto tratar de uma
questio technica, que seja a mesma peticao
com o documento que a acompanha, sujeita a
apreciacao da eotnmissao de obras publicas pira
ser deferida como for dejustigi. Sala dis com
missdes, 2i de marco de 1874. O'.ynpio M ir-
qu(s. Domingos Pmto.n
Julgam-se objectos de deliberacao e vao a impri-
mir os seguintes projectos :
A commissio de peticoes, tendo examinado a
de Antonio Ignacio Torres Bandeira, 3* escrip-
turario da thesoararia provincial, e-deAbdias
Bibiano da Cunha Salles, 2 escripturario do
coasulado, pediad) o 2 seis mezes de lieeaga
com sem vencimentos, e o 2* um anao na mosma
conformidade, afim de poderem tratar de sua
saiide, a vista dos atteslados medicos que com-'
provam as allegacoes dos supplicantes, e de pa-
recer que sejam ellas deferidas com o seguinte
projecto delei:
A assemblea legislativa provincial resolve :
Art. unico, Fica o presidente da provincia
autorisado a conceder a Anlonio Ignacio Torres
Bandeira, 3' escripturario da thesouraria provin-
cial, seis mezes de licenca com seus s'encunsntos.
para tratar de sua saule, e ao 2 escripturario
do consulado provincial Abdias Bibiano da Cuoha
Salles, um anno de licenca na mesma confor-
midadeS. R.Sala das coramissSes, 2't de mirco
de 1874.Olympio Marqtits. Domingos Pinto
A conmissao de ordenado, a quem foi pre-
sente a peticio do conego Lin) do Monte Car-
m 'Uo Luna, vem dar o S6U parecer relativa-
mente ao augmento de orlenado, visto c. mho ja
foi onvida a cemmissao de legislagio acerca
da ioterpretacao as leis do orcamento de 1871
a 1873. na parte em que ellas se referem a bi-
bliotlieca provincial.
0 pelicionario, no sentido de fundament ir o
augmento de ordenado que pede, allega em seu
faver que, como biblio'hecario, presta-se a ser-
vicos pouco compativeis com a sua posicao,
pois sempre tern desempsnludo as funccdes de
porteirs e continuo conjun;tamenie com o de hi-
bliothecasie ; tendo alem disso a seu cargo toda
a escripturacao e expedients
< Assim, pois, a commissao achando justa e
attendiveis as razoes allegadas pelo peticionario, e
de parecer que seja a grati fie agio de C H) t.
* A assemblea proviacial de Pernambuco
resolve :
< Art. 1 Ficam elevados os vencimentos d>
bibliotheeario da bibliotheca provincial a 1:600^,
sendo 1:000* de ordenado e 600* de.gralifieaeao.
Art. 2.' Ficam revogadas as dis'posigoes em
conlrario. Recife, 23 de raargo de 1874. -T. de
Arruda. TiburcioVeMagalhaes. Domingos Pinto.
Sao lidos, eotram em discussao e ficam adia
dos, por haverem pedido a palavra sobre o o
Sr. Giu;alves Ferreira,' e sobre o 2 o Sr. Gaspar
ife D.um n.md, us segniate* mreceres :
< A commissao de peticoes, tendo examinado a
peticio do capitao Joaquim Luiz Viraes, em que
pede a esta assemblea, lhe conceda por espaco de
tS annos, fazer o servieo de carregamenlo de as
so:*r e mais generos do arco da Conceigao para
os armazens do bairro de Recife e desembarcar ai
caraes seoeas ; eoosiderando que nlo ha conve--
nieacia publica,que justifioue semelhante preteo-
(io, e de parecer qne seta indeferida a petigio do
inpplicante.
Sala das eemmlesdes, 24 de marco de 1874.
Djiaia|pj Pinta,Olympio Marpus.n
m As commiss3es reunidas, de legist icao e de
,coastituic3o e poderes, Is qoaM foi preieate o
projeeto n. 16 de 1868, que autorisa a Santa Ca-
sa de Misericordia do Recife, a alienar por venda
em hasta publica os predios nSo habitados, a el-
la pertencentes, bem como os terrenos que exis-
tem desaproveitado', sendo o seu prodoeto empre-
gado em apolices da divida publica, tendo estudado
e attenciosamente examinado o projecto, nao dei
xam de reconhecer que seria esta uma concessao
da qual provinha inJubitavelmente subidos lucros
a Santa Casa ; porquanto nao teria necessiiade de
dispender quantia algurai com o concerto desse-
predios e conservava o sen valor em melhores
ondicSesde augmentalo e sem outras despezas
Sue sio inherentes aos bens de raiz. Mas, conii-
erando as commissSes, que a liceoga do governo
as corporals* de mao morta, para alienar bens
de raiz.de que trata a lei de 9 de. dezembro de
1830, so pode ser coocedila pelos poderes geraes,
aos quaes compete legular o modo de acquisicio
e alienacSo dessas corporafS ;si e portanto faltan
do as asembleas provinciaes attriuuicao para le-
gislar sobre a ma teria do projecto, sao de parecer
que seja este rejeitado.
Sala das commisso.js, 24 de marco de 1874.
T. de Arruda.-Dtrio Cavalcante. I'. Caval-
cante.'
de Cakvalho :E coos o qus
ORDEM DO DIA.
Entra em 1' discussaj, o projecto n. 1 deste
anno, creando um lugar de continuo na directo-
ria geral da instrucjao publica e deterrainando
o modo porque, nos impediment is; dos respectivos
professores, seriio regilas as cadeiras de instruc-
cao primaria.
O Hr. Bads e Silva : Sr. presidente,
sigoatario do projecto que se acha em discussao,
corre-me obrigac.io rigorosa de justifrca-lo, mos
trando a sua utilidale e convenieqeia publica.
0 project i consigna no art. 1 a -idea de ser
creado um lugar de continuo ua directoria geral
da iustruccao publica com o ordenado de um con-
to de reis anoualmeute.
Como o art. 2' content idea differente, prorurei
primeiramenie justiii-ar a idea do primeiro arligo
depois do que, passarei ao segunlo.
Tem-se eatjndido, Sr. presideute, ser de absolu-
ta necessidade que haja em lodes as repartigoes
um continuo, isto e, um iadividuo incumbido de
fazer o servieo interim da reparticao, aculindo ao
chainado do seu chefe....
0 Sr. T. de Cap.vai.uo:-AquelL- que acode a
campainha.
0 Sn. Ratis e Silva :... incumbido de accu-
dir ao chamado do chefe da repartifio, etc. A
direc oria geral da instruccao publica nao tem
essc empregado
Exerce ahi as funccois que deviara pertencer
ao continuo, um empregado corn titulo de serven-
te ; mas este empregado, Sr. presidente, que tem
occupacao muito differente, occupacao que se es
tende a misteres fora da reparticao, como seja a
entrega de officios adiversasautoridades, nao pode
exercer certameote o lugar de continuo, eujas func-
l-oes devem ser exercidas interiormeute, isto e, den-
tro da reparticio ; do onde nao po le saliir.
0 Sa. ToLamH) de Carvalho :0 que acln e
que o ordenado e immenso.
OSr Ratis e Silva :Eu fallarei depois nisso.
0 continuo e um empregado que nao deve por
assim dizer arredar pe da reparlicao, deve exe.
cutar as ordens do seu chefe ; e como 6 possiv e
que o servente, cujas funccSes sao differentes
se empregue no servieo proprio ds suas fuoccoes
e sirva de coatiauo ? Bern se ve que e servieo for-
cado, e servigo impossivel-----
0 Sr. I'oiioa Cavalcante : -E incompativel.
0 Sr. Ratis e Silva : -... incomntivel mes-
mo para esse empregado.
Alem disto, Sr. presideate, o iadividuo que
occupa o lugar de servente ua directoria geral da
instruccao publica o que tambeiu o de continuo,
serve as vezes, creio quo de porleiro ; eile tem ser-
vido ate de amanuense ; 6 incumbido de escrever
os trabalhos da reparticao, quando ha aftluencia
do service
0 Sr. Oi.viiimo Mari.iues :E' um factotum
0 Sr. Ratis e Silva : -... e nao e possivel que
um individu j pissa servir satisfactoriamente tantos
lugares.
Creio que assim teuha moslrado a ncessidadc
urgente da nomeacao desse empregado, emprega-
do qne ha em toda* a reparticao e nao sei a razao
pirq i-, a directoria geral da in-lrucgao publica,
ua iteva le-lo.
0 Sr. V. de Mello : Que ordenado marca para
die
0 Sr. Batis i: Silaa : -Peco o ordenado de um
coato de reis.
0 Sr. Tolentino de Carvalho .' -Sem gratifica-
g4o, o que eainla psior.
0 Sr. Ratis r Silva : Disse o nobro deputado
que o ordenad > era granie.-
O Sr. Tolentinii de Carvalho : Grande e sem
gratilieacao, e o que nio entendo.
0 Sr. Ratis e Silva : -Eu nao terei duvida em
aceitar qualquer emenda, dando-se-lae gratilica-
gao, coratanto que coai o ordenado e a gratilieacao
nuaca tenha menos de um conto de reis.
0 Sr. Tolentino de Carvalho :Mas esse or
denado estara em relacaj com o do outros empre-
gados superiores da reparticao da instruc.ao pu-
blica ?
0 Sn. Ratis b Silva : Creio que esta.
0 Sr.Tolentinj de Carvalho :-Creio que. nao.
E" preciso guardar a.categona dos empre.zos na
distribuicao dos vencimeatos.
0 Sr. Ratis e Silva :Eotao o nobre depu-
tado me orientara
0 Sr. Tolentino de Caivalho ;Na 2' dis-
cussao
0 Sr. Ratis e Silva : 0 continuo 'de uma re-
partigio, Sr. presidente, e um empregado que tem
obrigae/io de se apresentar nella com toda a de
cencia ; nao se deve aceitar para serv.r esse em
prego um homera que va indecentemente vestido.
0 continuo de uma reparticao e um empregado que
deve estar desde as 9 horas do dia ate a nora em
que essa reparticao re fecha; por conseguinte tem
o dia to io occupado nas funccdes do emprego que
exerce ; por conseguinte nao p6ie occuparse em
outra cousa.
Nao sei como seja possivel que oin menos de
um conto de reis, possa alguem se mauler,
principalmeute ae tem familia, tendo obrjgagio
de tratar-se com algama decencia e sem t empo
para euidar de outro trabalhe, de outra proOssao
qualquer.
Se o meu nobre amigo,-que me honrou com o
seu aparte, dsscobno algum meio de.se poder
viver assim com menos de am conto de reis, peco-
lhe que me indique, porque eu, convencido d :sta
possibilidade, farei alguma modificacio no orde-
nado que peco.
0 Sr. Tolentino dr Carvalho: Pois nlo.
Veremos na segunda discussao.
0 Sr. Ratis e Silva : afe pirece, portanto,
que e aceitavel a materia do primeiro artigo, por-
que esta reconhecida a necessidade desse empre-
gado.
0 Sn. Tolkntiho de Carvalho :- Nio comes-
to a necessidade.
0 Sa. Ratis r Silva : -Quanto ao ordenado, me
pare je Sr. presidents, que seria inju-tira dar-se
menos de um conto de reis, porque com menos
nao pode viver uraguera nesta cidade, principal-
men te um empregado publico, que deve tratar-se
com alguma decencia.
0 Sr. Olympio Marques : Neste e&so augmen-
te-se o ordenado de todos quantos tlverem menos
de nm conto de reis.
0 Sa. Ratis r Sav* : E peusa o nobre depu-
tado que me oegarei a votar per isso 1
0 Sr. Tolentino
se ha de pagar?
0 Sr. Oltmpio Marques :A diffl :uld.vle so es-
ta nisso; mas nao ha duvida de que os emprega
dos sao mal pages.
0 Sr. Ratis e Silva : Passarei ao artigo 2
Nelle consigna se a idea de se chamar os irofesso:
res particulars para a snbstituicao das cadeiia-
publicas cujos professores estivcrera impediios, Ii
cenciados, etc.
K-taudo vagas ess is cadeiras por qualquer ira
pedimento dos respectivos professores, pare m.-
que i- justa que, em vez de se chamar para a sub<>
tituieao qualquer inJividuo cujas habilitacdes mui
tas vezes nao sao bistantes, se chatne aquelle* qu
eslau habilitados com o titulo da directoria gerai
da instruccao publica para ensiuir particularioen-
te. Os que estao neste caso se deve suppor habli
tados para *ubstituirem os professores publieos n
sens impe liraentos. Portanto entendi dever eon
signar esta idea no art. 2- do projeclo e me parec-
que os nobres deputad Eu noto uma falta qoe me escapou na re*acci>
do art. i; mas que p>derei sana-la na 2' discus
sao, porque, sendo esta a 1*, somenle trata se d..
utihdade e conveniencia do projecto. Depois delle
cunfeccionalo e que vi que bavia uma lei deter-
raioando que nes e caso fossera prefehdos os alum
n is da escola normal qoe estivessem titulados.
0 Sr. Fchoa Cavalcante : -Lei n. 598.
0 Sk. Ratis r Silva : -Escapou me isto, ma-
nio tendo lugar agora a apresenlagac de emenda
alguma, eu me aguardarei para apresenta la na 2
discussao.
Porora limito-me a estas palavras, que mostrani
a conveniimcia e uliliJade publica que resulta d-
ambas as ideas do projeclo. Se forem coniestadas.
terei de responder ao nobre deputado que fixer a
contestaca .
Nio havendo mais quem peci a palavra, encer
rase a discussao e, procedendo se a vota-.ao, ( u
projecto approvad.i.
Segue se a 1" discussao do projicto n. 2 dest
anno, marcando o subsidio .dos Srs membros da
assemblea provincial na seguinte legislatura.
O Mr. Caspar de Drummond : ( N \
devolveu shu discurso).
O Hr. Presidents: -Se no que o nobre de-
putado acaba de dizer ha alguma lacrepacao feita
a mesa, declaro que nio tem ella razao de ser
( Apoiados.)
0 Sr. Gaspar de Dsimmond: -Nio fiz increpar;*
nenhuma.
0 Sr. Presidents :A mesa nio podia deixa^
de dar para a discuss io este projecto, em lugar
porque foi apoialo, julgado objecto de deliberaca..
e mandado imprimir para entrar na ordem do-
Irabalhos; e em 2 lugar porque encerra um pre
ceito constitucional, em conseguencia da disposi
(io do acto ad licioual que vou ler : Art. 22. Of
membros das assemblers provinciaes vencerio
diariamente, duraote o tempo das sessoes ordina-
lias, extraordinarias e proruga<;i>es, um subside
pecuniariO, marca lo pela assembles proviacial na
1" sessio da |pgilatura anlecedenle
1:m Sn. Depi'tad) : -Supponha-se que aaaeaai
blea na lei nio sanccionada estabeleceu u:na cliu
sula, mandando vigorar no biennio vind >uro ?
0 Sr. Presidente :Ainda quando assim fosse
devendo a assemblea fi>zer este anno a lei de que-
ues occuDamos, seria. por ventura, obrigada a re
gerse por aquelle projecto interprelativo ( ap>ia
dos ); sem duvida, ninguem o pretendera, e por
isso e visto, a esse respeito, pede a assembles le
gislar sem restriccoef, e, assim, augmentar ou di
minuir o subsidio para a legislatura futura.
Por lanto me parece o projecto muito regu'ar
Ninguem mais pedin lo a palavra, proeede-se a .
votaeio e e approvado 0 projecto.
Entra em I* discussao o de n. 3 deste anno, re
movendo cadeiras de instrucr^io primaria.
O Sr. Rut in e S(ila : -Sr. presideut-:, ni i
posso deixar de polir explicajoes ao signalan
d'esle projecto, acerca da sua utilidale. Nil sei
a razao porque ahi se pede a reuiocio dessas ca-
deiras de instruccao primaria.
0 Sr. T'lLENri.so de CaRvalho :Eulho direi
0 Sr. Ratis f. Silva :Hbilite-me o nobre d'
putado a po'er dar o raeu vuto em favor do pro
jeclo, porque se me convencer de sua eonvenien
cia, DM terei nisso duvida alguma em ser lhe fa-
voravel.
O Sr. I ol on lino do (iinniho : -Sr.
presidente, vou com muito goslo sati-fazer o pedi-
do de informacoes que me fez o nobre deputado
0 projecto diz que licam removidas as seguinte-
cadeiras de instruccio primaria para o sexo .nas
culino : a segunda da freguezia de Fazenda Gran
de para o povoado de Nossa Senhora da Penha da
mesma freguezia, e a da Cacaoeira do Roberto
para a povoacao do Caboclo da freguezia de Petro
lina.
A primeira dessas cadeiras nio teve frequeheia
desde que foi creada, e lanto assim que, por por-
laria da presidencia, datada de 18 de julbo de
1871, foi dispensado do exercicio o professor inte-
rino, declarando-se qne, por nio haver tido ale
aquella data um so alumno ; e de entio para ca
nenhum outro professor foi nomeado. por perma-
necer a mesma causa. 0 povoado de Nossa Se-
nhora da Penha, porem, que e bastante popuhso.
reclama una escola de primeiras lettras.
Com relacao a remojio da Segunda cadeira.
isto 6, a da Cachoeira do Roberto para a povoacao
do Csboclo, da-se mais ou menos a mesma ratio.
O professor qoe Interinamente foi nomeado, Sr.
Joaquim Manoel da Rocha Pitta, nio entrou em
exercicio ate esta data, sendo a nomeacao de agos-
to de 1872, por haver reconttecido que a escola
nao teria a frequencia necessaria.
0 Sr. Felippe de Figleiroa : Sc nao entrou
em exercicio como sabia disso T
0 Sa. Tolenti.n ) de Carvalho :SaUa porqu
na locah^ade nao hvia numero sufficient* de
alumnos para o estabelecimento daula ; de modo
que nio aceiton a nomeacao, e ha quasi dous an-
nos que esta vaga a cadeira.
0 Sr. F*lippe de Figueiroa :Tal vez fosse por
outras razoes que elle nio o fizesse.
0 Sr.-Tui.knti.no de Carvalho : Sio estee or
motivos que me determinaram a propdr a tr*ns-
ferencia ou remocio dessas duas cadeiras..
Creio que, com o que acabo de dizer, tenho ha
biiitado o nobre deputado.....
0 Sr. Ratis e Silva : Acredilo muito nas io-
formar;oes que me deu.
0 Sr. Tolentino dl Carvalho :Sao inform a
Qoes extrahidas da reparticao de instrnccto oubli-
ca; accresceudo aiada que a conveniencia do pro-
jecto e incontestavel.
Ter cadeiras ^onde nio ha alumnos, parece me
que 6 cousa desnecessaria ; portanto, a remocio
da que se trata e muito razoavel. rauita justa e at*
de uma urgente necesidade.
0 Sn Fsl'Ppe D8 Figi eiroa : Mas, em vista
da disposicio da lei qa: foi sanccionada o aaao
passado, nio ha necessidade d'isso.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : -Qual a foi ?
O Sr. Felippe dr Figleiroa : A qne reformon
a instruccio publica.
0 Sa. Tolentino de Carvalho : -Nio sabe o no
bre deputado que essa lei nao esta em execucio T
0 Sr. Frlipfs de Figueiroa : Mas, ha de ser
executed*..
OSU. Tolentino dr Carvalho:Ha deaer I.-.
e ainda que o seja 1-----a asteaablea provincial
nao perde a attribuicio, quo lea, de crear, son
primir e remover cadeiras d'mstruccao. Desde
Sue a assemblea provincial autorisa o presideate
a provincia a pradcar um ajto de sua competes-
i
CjBD


-*.t.
i g
irr- -- -
*&\.
__
_.
-. ^m
do Pefn&nbuco
Ouinta feira 2 & Abril < t
clij perde o direito qne tem de legislar sobre a
inateria de autorbacao?...
0 Sn. Pi i-iPPt dbTBgueikoa : -Mas qaqm disse
isso?... ,_. _>.,
0 SavToi.KSTU,|iCAnv.u.HO : De naaneira
juc, una lei aaWtMJpresitJeater da provincia a
crear c supprlnwfelMra?, por eeso facto, nao.po^
de mats a assemblea exercer a mesma attribute*) ?
Pode; mas nao
Art. 33. Immediaiarnente 1-ra o 1 secrefarfd
attuaperia<.Jirtftd*K*,cpa anMttrti.
o dit > presidente. o seu juramento. e '.omar^ ipo^i^
do cargo; do q-ie se la'vrara, no livro para i'\q.
destinado, urn terrao, o qual,-depois'de lidb o
provado, sera assigoado pelo presidente (ou vice*1
ee qne ha'
uaoto a ler
esta enUKe-
eclivo regula-
0 Sr. Frlippg db Fi
ha necessidade de faze
0 Sr. Tolentiso
necessidade e urgen
da reforma da instr
cuao, peade de reto
memo.
Deliberem como ehWOderem 6s nobres deputa-
dos.
O Mr. Gaapar nnmimnnd (Nao de'
volveu o seu diseuiso). <;
Ninguem mais' pedindo a'palavra. eneem-se a
discussio, e procedcndo-se a votacio 6 o projecto
appr-. vado.
Enlra flaalmente em diseussao o projecto dc lei
hao sauccion ida, croando 21 cadeiras d-i instruc-
rao prfmarra.
Reconhecendo-se nao haver numero, fica a dis-
eussao adiada.
0 Sr. presidente desigaa a ordem do dia se-
guinte e levatrla a Jes*ao.

Kncdtlas ao rcgimcnto da casa
Art. 4." Depois da palavra vista, diga-se : dos
diplomas, petes mesmos exliibidos suppnmindo-se
as outras palavras do artigo,
Depois do artigo ?., inolua se o segainte
Art.......Quaado a matoria da qualquer das
comrnissoes.conolai'r sea parecer pela anaullac&o
da eleicao de qualqaer deputado,.ucari o mesmo
jiarecer adiad> paraser voiado depois da in>talla
;ao da assembled; na parta relaliva ao diploma,
cuja validade for. contestada,, precedendo nesse
raao discussae igasl a de qualquer parecer de
eommissao.
Art 8." Snpprimamse as palavras, desde que
sera ate. secretario inclusive.
Ai'crescente-so depois o seguinle :
Art..*.-.. Verificada a legatidade dos poderes,
se estiverera presentes depois um numero de me-
tadc <; mat* um, se fara a devida communicacao ao
pre-ideBte da provincial.par intermedio do se.u se-
T.!:irji, a qnem so remeltera a Hsta dos deputa
doS presenter pedindo ao mesmo tempo a decla
racio do dia e hora para a miss-a do Espirito
Santo, assim como para a installaeao da assem-
ble.
(.1 undo nao for possivel abrir-se a assembled
no dia de-ignado pela lei, ou no dia da convoea
cjo extraorriinaria, por nao haver o numero exi-
gido de dvputado*, se fara saber ao presidente-da
provincia, por intermedio do secretario do go-
verao, e o mesmo se praticara logo que o nu-
mero (stiver completa.
Arr. 9.* Suh.'tiiutivo : no;-caso de morto de
lug ir par qualquer tnitico, ) se ftira ao p.osidente
da pruvincia, a devida coinmunic.ii,'ao, para que
mande proccder a nova eleicao, no respectivo
districto.
Art. 10. Em vea de nomeados na forma do
aru 2.; diga se: intennos.
Sec$a>i II, diga-se : dos .vii"e-pr>'sidentes.
Art. it. Diga-se : o 1.' vice presidente, ch em
sun fulla o 2., e o mais como esta.
Art. :$. Diga-se : Oa vice-presidentes.
Art. :Jl). Sujiprima-se : 1 occupi a pro-ilen-
cia na lalt.i de presidente e vice-pre-idenle.
Art 83. S-.ib supplentes, supprfrSo as faltjs dos proprietarios
so podeudj o 1. ser substituido pelo respectWo
sop.dente, quando.o 2." estiver auseolo, e recelie-
rao ;i porta do salao os deputados. que d i novo
. nirarem, e os acompanlvirao a mesa onde devem
prestar juramento.
Na falia absoluta d>< sup dr-nns, o presidente
podera cliamar qialqaer depalad i para substi-
tuil-os.
D.-pois do art. 3i, accrescento-se o segainte :
Art.___. Os secretaries, conf ir.ne a ordom- de
sua vdaclo, subsiimirao ao presidente na folia dos
vice-presidentes.
Art. M. Diga-se : viiepresiJen'tes.
Art. 16. Substitutivo : o 1 e 2." secretario sc-
rao eleitos separadamente, da mesma forma jior
que o sSo o presidente e vice-presidente.
Ar'.. i". Substitutivo : os que se seguirem na
ordem da vota^ao aos secretario-, serao os seus
supples tes.
Art. 48. Supprimamse as pafoVrasde uns e
outros.
\ri. 71. Supprimamse as palavras: desde sent
aui o Bui do artigo, e diga-se : procederse ha a
votacto) pm.cedendo di-cuss5o.
Art. 12:i. Accrescente se depois delle o seguin-
tj :
Art...... Nunca pnncipiara a diseassSo de
;nalquer projecto, de cada um de seus artigos ou
na^ao. Dr. Handel do R'tj .
Ar. t." En luaar de ic.z horas. d ga se onze
Art. 23 D'piis da palavra -se votar -, accres-
cente se : ocvp'.o nas eieieSes qne se fazem 'por
s rutinio secrero ); o mais" como no artigo.
Supprims-se o an. fl
Art. 71. Deptis das palavrase por lefena
tereeira sub-titua-se o rest i di art., pelo s'guin
te: sera discuti lo emeciahnjete ; ficaado sus-
pensa a discussao.........a qaal continuara so
o adiamento ni> f:r approvad).
Art. 103 Depiis da palavra -regeicao accres-
cente se : deven lo ser os pareceres discutidos
conjanctamente com m poMectos a que se referi'
rem ; o m :is como no artigo
Supprima-se o art. i!U.
Art. 170 Em lugar deao prefeito diga-se :
;. auiorid.ide competente.
O art. 3. dos alditiros approvados e;n 23 de
abril dc 1813. Dea subsii'uido pelo seguinl;:
Art.....Os emuluriicutos farao parte da receita
provincial, e serio pagos na tliesouraria, mediante
gaia paseada peluotfi3i.il laaior. -Gonoitces Far-
rei a.
. Art. No casa do niortc do deputado, opcao
para ontro districto. ou perda do -sea lugar por
qiial juer motivo, secommunicara ao governo para
qne mande proceder a nova eleicao no rcspectivo
districto.
Art. 0 prejecto, score o qnal a eommissao a
quern houver sido enviado, nao der parecer den-
tro de quinze dias, podera entrar na ordem dos
trabalhos, se assira resolver a assemblea.
Art. Sao considerados ur^enles para interrom-
perem a ordem do dia, independent de votfao,
os pareceres de couimissao e indicacoes que te-
nham por fim a admlssao de deputado <, coja
eleicao ja tenha sido approvada, sendo logs remtt-
tidas taes indicates ou os diplomas a eommissao
de poderes e immediaiamente descutido- os res-
pectivos pareceres.
Art Na tereeira discuesao dos orcamenf s, nao
serao adrcitlidas emendas cfeaodo despezas. No
caso de ji acharem-se creadae, podem ser aug-
ii)entadas,.diminuidas ou supprimidas.
Arl. ti> projectos dejei nao sanccionados se-
rao enviados a eommissao de coastituicao e po
deres paia sobre cada am delles, interpor "pare-
cer. E referir, serao Imprcssos no jornal da casa e dados
para ordem do dia, alim de eererc discutidos con-
janctamente em uma so discussao, nao se admit-
undo emendas.
Art. Nenhaa artigo do regimenlo sera alte-
rado ou supprimido, senao-ew vjrtude de indica-
rao, sobre a quatAaia emitlidu o pifeier a comit-
eao de policia.
NTio serao admiltidas nas leis de orcamento
provinc'al e municipal emendas sobre abates, in-
demnisa^oee e remis^Dos de dividas sem que le-
nham sido, piimcintmenle imciadas em projec-
tos especlaes. adoptailes em Ires diecussoes.- Gon-
falms Ferreira.
Substitutivo do artigo Mo.-r-Todae as queiOe*
d'orikra, que occorrem duraote a sessao de cada
dia, serao deoidtdas pr lo presidente, e taes deci-
5es eonlinuafio a vi^ora*.ate que a r jqueri nenlo.
de qualquer deputado e em outra oceasiao a as-
semblea o decida deuDitivameoie.
Capituto 11.
Do jurauieato e posse do presidente qu viee pre-
sidente da provincia.
Art. 33 Acbando-se reuaida a assemblea legis-
"lativa provincial, e devondo prestar jnraqieoW n.-^s
maos do sea presidente, na forma do artigo 10 da
lei n. 38 de 3 da outubro. de 183i. o presidente
qne for nomeaio para esla provineia, ou vice-^re-
aidente, convocado para assumir.gaa pdmiuistca-
i;ao, e que ainda nao esteja. juramenlido,' de-wra
um oa outro remetler a mesma assembler, por in-
termedio da l' wcretario, a earta imperial do sua
nomeacao, aiim de quo se desigue o dia e bora
m que devo einparecer para dito fim. -
Art. 31. Camparecendo o prosidenle (ou vicfl-
nresidente) no dia e hora marcado, sera reeebido,
im as mejmae formalidades determioadas para
oresidente da provjociano acto da insullagao
da assembWa, a tomara assento a diceita do presi-
d.-tlo ii mesma, e era cadeira igual.
presidente) da proyiucia,.ao lado esquerdo,do liwoy
pela mesa, ao direito, e indistinetamente, pelos de-
pntados presentes.
Art. 3t>. Retlraado-se em sftguida a prr-idente
(on viee president) d provineia com w.-mesmai
formalidades doKcebimrtito^ o t se'raiario ofli
ciara 4s camatwrnunfcllaes-da, virovinci*, co
municando-lhe*'o dia em quft o pretfdenie
assemJiWa deferjo juramenlo posse do cargo
presidente da provincia jfV., afim de que a facam
publicar por editaes tjos seug respectivos1 mu-
cipios.
Capiiulo ;;/.
Do.modo de riraticar-se quando o presidents d i
provincia recusa saoccao as leis que Ihe sao en-
viadas.
Art. 37. As leis devolvida* a assemblfa piwrin-
cial, a que tenha o presidente da provincia, se-
gario o srt: ^1103010 addrcionat, rrepido snarj
sancr^ao, serio lidas pelo I.' secretario, assim
como as razSes da nao sanc^So, e em seguida re-
roettidas a uma eommissao esDecial de cinco mem-
*ros, nonwada pe!a assemfttea, aBm dc examinarl
as ditas razoes edar 0 seu parecer a rcspeito.
Art 38. Apresentadb" 0 parecer, sera dado pa-
ra ordem do dia segainte, e discutido como os do-
mais pareceres.
Art. 39. S a nan sanccao tiver sido absoluta,
e n parecer se conformar cim as razlias do presi-
dente; concloindo que niq entre nlaisi em discus-
sSo a lei, e for approvadd, devera 0 1." secretario
communicalo ao presidente da provincia, por in-
termedio de sea secretario.
Art. 40. Porem, seoparecex for rejeitado, ou
adoplarfo, no caso de que opine pela approvapao
da lei, tai e qua!, sera esta submel'.ida a uma uni
ca discussio.
Art. 41. Do mesmo modo se procedera sempre
qne. tendo bMb propostas pelo presidente em suas
razoes modificacoes a lei, enteuder nao ohstaute a
eommissao em seu parecer que deve a mesma ser
ado tada tal e qual.
Art. 42. Encerrada a diseussao, 0 presidente
a assemblea pora a votos se a lei deve ser adopta-
da tal equal, apezar das razfi?s apresehtadat pe-
lo presidente da provineia, so polendo ser-lhes
reenviada no caso de ser approvada por dons ler-
ijos dos membros presentes, e,.se assim nao acpn-
tecer, nao podera ser novaraente apresentada na
mesma sessao ; 0 resultado se communicara ao
presidente, na forma do art 39.
Art. 41. Qaando a commissio entcndorfipie sao
aceitaveis as alteracoes indicadas pelo presidente
da provincia, nas razoes de nab sanceao, devera
propor em seu parecer as emendas a fazer-se de
accordo com as mesmas,. podendo outrosim ser
admittidas na diseussao d'este qoaesquer outras
emendas que parecam mais conformes as ditas
raz5es.
Art. 44. Approvado 0 parecer com as emendas
offerecidas, sera dada para a ordem do dia a lei,
a qae 0 mesmo se refere, e submeltida a uma uni-
ca di-eussao, n.to se admittinio, pjrem, novas
emendas.
Arr. 43 Terminada a diseussao, 0 presidente
d'assemb!6a ronsullnra a mesma se a lei deve ser
adoptida com *s moditicacoos feitas confjrme as ra-
zoes do president" ; senc'o re^lvido negativamen-
te, cofisultara se deve ser ad ptada tal qual jiavia
sido confercionada ; em ambos os casos so se coo
si.lerara approvada a lei, se for por dons terjos
dos membros presentes.
Art. 40. Seal.ifor adopiada com as modifi-
cacoes propostas, sera remetlida a commi-sao de
red.iccio para redigi la de novo, de accordo c >m 0
vencido.
Art. 47. Em qualquer das hyp the:e, dep'ds
de approvada a lei pela assemblea, sera remettida
a 1 presidente da provineia pora sancciona-la.
Art 48. Si! 0 presidente da provincia recasar
anJa sanccionar a lei que lbe for reenviada pela
assemblea. 0 s^n presidente a mandara publicar
com a segainte formula, sendo por elle assignada.
A assembles legislative provincial de Pernam-
t buco, em vjrtude do art. 19 do aeto addicional
a c institni-.ao do imperio, faz saber aos habitan
1 t's da mesma provincia, que, tendo 0 presiden-
to da provincia negado por duas vezes a sua
sancciio ao presente acto legislativo, ejulgando-o
t todavia util e vantajoso, tem decretado a lei se-
guinte : (segue se a in!egra d. lei) Mando por
tan to a todas as autoridades, etc. Dr. Manoel d<>
Reno.
civaiio, do fioafl.acTcXo de >3oos oa CoUiJ>,co
es;e;ic.io apejajOos carro's na? <5ondaztrtm me,
* &U>M\.o-.XBricio de tul prfdissfto.' v v
.|yie ^jnguo'tes fillw ; .tribaihT
. JV^tfSiaal ., oaygos
SMftV d*iloM*ito e ontros, fatal dos f-iit
marinhagem e guardas da alfaadega.
uria da Franc-i, preta,". Wrfi*mbico, 90
Biras tlia-Vwta, hospitol CedK> It;, ve-
Pert
.eira
ra
Hotici
eu
iria
caso
nei Sua
Klifo
do 2'disi
ftradojenf
- Djf^l>tdfr t
deu, chegou-se
Alvte e
oo_ieojapv6
Srdt
REVISTA DIARIA.
.Vssniblea pravinoial. -IImtein func-
cionou com 31 senhores deputados, sob a presiden-
cia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvadas as actas das se?so?s antecdentes. 0
Sr. !. secretario leu 0 seguinte expedie:ite :
Um officio do secretario dp governo da provin-
cia, remef.endo 40 exemplares imprcssos do ba-
lanco da receita e despeza da thesouraria provin-
cial.-A distribnir.
Outro do mesmo, remettendo por copia os arts,
de posturas das cimaras municipaes do Peci.e,
Agua Paeta, C-ibo, Bom Jardim, Serinbaem e
Aguas Hellas.a' eommissao de posturas.
Uma peticjio de Augusto Cesar da Cunha, pe
dindo para serera admiitidos no gymnasio como
pen'sionistas da provincia, os menoreY Francisco e
Manoel, filhos do fallecid) Dr. Antonio RaHgel de
Torres Bandeira.A" eommissao de peticoes.
Outra de diversos moradores da villa do Gra
nito. pedindo a subveneao annual da l:30.iS0'X),
para auxiliar as obras da matriz.A' eommissao
de orcaincnto provincial.
Foram lidos e approvados dous- pareceres da
eommissao de obras publieis : um soliciiando da
directoria dasobra* puhlicas, informacoes acerca
da petici.. de Tito Livio Siares e 0 outro dcclinan
dopara a eommissao de orcam^nto provincial a pe'
ti'.ao Ja camara inuui.:ipai da villa de Barreiros.
^Passando a ordem do dia, continuoa a discas-
siio do parecer da eommissao do policia e indica^.ao
para a reforma d 1 regimeato da casa, proseguin-
do a da parte, que se refere ao art. 21, sobre 0
qual or. u 0 Sr. Manoel do Itego c apresenlou
algans artigos additivos, qae a requerimento do
mesrno senlior, vSo imprimir no jornal da casa,
sendo tambem apoiadj um adiitivo dj Sr. G)m;ai-
ves Ferreira para ser em teinpadiscutido.
0 Sr. Gaspirde Drammond, obtendo a palavra,
jnsiifkou urn reqaerimento pedindo a nomeacao
de 3 membros que .se encarregaera de examinar e
dar parecer sobre os additivos, que sstab decera a
?6rma do processo dos magistrados, conlinuando
separadamente a diseussao da ref jrma do regi
mento.
Encerrada a disiu.ssao do art. 1, fei appruvada
a !pane da crnenda do Sr. Manoel do Rego c
rejeiuda a 2' parte, e approvado 0 requerimento
do Sr. Drummond, depois de orar sobre*elle 0 Sr.
Manoel do Bego.
Finalmtnte entrou em diseussao 0 art. 33 da in-
dicacao, e nao haoendo numero para votar se,o Sr.
presidente levantou a sessao,
A ordem do dia para boje e ; altim das malcnas
ja designadas, a 3' diseussao do projeeloji. 9 des-
te anno.
Kcerefaria da pi-psidparia. -Por por-
tarias da presidencia da provincia do 1 ilo cor-
rente : foi exooerado o bacbarel Adolpho Lamenha
Lias do lugar de OIBcial maior da secrelaria do
governo, por ter sido nomeado presidente do pro-
vin-,ia ; e fjram nomendos, para preencher sqael-
le lugar 0 chefe da I' secclo-o bacharel Luiz Sa-
lazar Moscoso.da Veiga Pessoa, e para 0 de.chefe
de scccio o 1 official Firniino liereulauo Baptista
Hibeiro.
I>iMi-iu do. Pcriumliufd. ^- AJlendendo
ao mysterio. augusto que a igreja commejaora nos.
dlas quinta e sexta-feira (hoje e amanhl.i, e dese-
jaado que os 00sbob empregacjos tambem parti-
laeui das solemnidades que, se vao celebrar, res
veruos so pabilcar 0 nqsso Biario na segajjda-feira
protckna, ou ao-domingo, sc no sabbado chegarem
'notieia* iinporUnlee quer dafiuropa, ou quer do
imperio.
rpuiofcrolia aa% igrvja* da Glfi'i, 4,
Francisco, S Pedro, Pentta* IVr^i e Manyrios.
Semaua MuiUa.-ILi tamberu c;n Cruaagj
e Goya ana.
Santo Si-BUi'liro. A^lrmandade de N'ossa,
Setihora do Tereo expoe amanhi a veneracio dq,
fieis, via suA'iwva igreja, .0 SaDUvSepulelTro.^op
nlisss soiemne as 11 horas.
Eciia..-A's. 6..liras da oKiniia ile 31 do
mezfiudi_. Manod Guiliierme da jfilva, pracado
3 balajjjao. di artijheria a-id^lerio l^vem'enieeoBi
duasfafiadaii a_lj%4.Mapoel da S.i,^ r-ia do Bram,
.Wsguezji-de .S..Fr.Pedro G.DCslve-.
'Preso em flagranfe,. foi recojbj^j a fo.rtaleza do
BriMB, aprocede-se gjgjundo-ajjjjj,-
aeBlamento policia'- Segno do e
disposto no art. 20 desse regulamecu, de -fi de.
Janeiro do c-irrenie anno, fica prohibido dai 3
npras da tarde de hoje' ate ao. maio dia de ama; I aos, solte
arvalho Si-
A*redo
imas em
de p'i
|aci
aqiielle e
1 rua. do
.
gsnho Sf
), de cor parda.
'neias" S qne se p1
ao c nbeci.nento de que era Lino
uertjoe,Tllm sojeito qae havia po
siuara a: um ontro, de Dome M
fishna d.js Santos pai'da^gv.iiambdco
iios, casada, Boa-Vistt; hywa^zia.
, prela, Pernambuco, 11 tneies, Recife
variolas.
rail
bel,
Maria
|ao nas
Pern*
1, aa'.ada ai'pulrw pste, W
u'nfbu^o, 12 dins, raf.i%
iqaeta dos SlKii, parda, Parnam
I solteira, g. /ntoo ; teuno.
[Gordeiroipaldo, Pernambaco, 18
lea-Vista,Lospdal Pedralf; va-
noeiNunes dos Santos; e que havia succumbi
a asphvxia poTtstraugulamento.-
(riminoso de naa^,

<) remorso, acabBpJiJKiioWo, wa
a vmganea
ae terceiro, acabando por vicllma lo tambem ?
omlcrtlio.-Em 12 do'mez findo, JoSo
Ignacio, escravo do tenente coronel Jose Gomes I CHRONIC A UKilRIh
Si Silti.^sjmbu, 10 engenho Pirapama, do 3 -r*,,.i A JE2STia*
districts do termo.de .Santo Antao, a Jose Dias di *^?""Ti^cC?*r^"' ^
SirrS; rftttfr do-'tttesmo engenflo : aefta-se'pram'* AGTA DA SESSAO T>E 30 E MARf,0 DB
[bnao, II
Manoel
lannos, soli
[riolas.
Maximhnti^vrdo, PeWWfcbaeo^* 8 mezes, ?
i <:; convalsdes.
ihana ioaqaina de
30 .-.irnoi, sOltofra,
onar.
Antoaio i.ucio, pardo, Wr- anaos,
Pedro Mendon^a Balreto.branco
Boa-Vista ; febre amarella.
_____-. ...
es, parda- PejpMK
ecife.; pjjtysica. jptl<
solteiro, Se;
Pernambuco,
sob a accan da lei.
Cohfilito "e n-rim.-iKo-.. -Ante-hontenT
anoitu l"iy.es de tal em: casa de ires mnlheres de
ma vida,lmoradoras- na rua Direitsj ora de Mar-
cilio Dias, travaram-se dcrazSes com Fran:isco de
Azevedo Siqoeira VarejSo, 'qne alii apparecera,
resultando do conliicto satrir este ferido na cabeca
e em um dos bracos.
Cundazido para sua cash, ahi foi vlstoria k>, e os
peritos declareram I eves os ferimentos.
Comparecen immediatamento ao lugar oSr. Dr.
delegado^de policia, mas infruotifcroSJ forantos es-
forcos quo empregon para capturar os delinqaen-
tes; por(|ne haviam elles consegoido fogir antes da
ehegada de S. 3., que uo entanto prosegne nos ler-
dJum da lei,
cruzeiro do S11I. Por telcgramma do Pa
r;i sabe-se qae este vapor, da compaubia
ra, saliio hontem a tarde dahi para e nosso port
'pelas 0st.1ll.-i6 do cistuioo.
Tcleurainina de Hiut Jo. Hontem a
ttrde sahiram dahi para 0 nosso porto os vapores
Penetfi) da cnmpanlria Il-diian,Ja e KS'pler, de unra.
das linhas de Liverpool: Este dove segdir hije
mesmo para esse destin.
(.iriTir:ioccesiaria.-No rendimenlo
da capatazia da alfandega, do mez de marco,
publicado em nossa Revista de hontem, ondese
It- -190:039*381 deve ler-se 19.-039^381.
Rua que^ ro3 informaram ter sido surrado por seu
irniao, no meio dessa mat e vi'mos declarar qua
m-nhtim sigul the notamos qua provasse cas-
tigo immoderado'i 0 nosso informants deiKou-ae
levar sem duvida por zelo de. mais.
I.;is< Itr iwllcirj*. No domiogo (3 do
correqte) deve ter lugar tlma reuniao da assem-
blea geral dos membros desta sociedade, qae func
cionara com onnmero que comparecer.
O man igreja hoje celebra, enrontramos n'um j rnal por-
toguez'o segainte:
< Estamos nos dias mais solemnesdo christianis:
mo, aqnellcs em que celebra a institui;ao do Sa-
cramento da Eucharistia,: e a paixao, raorte e re-
surreicao do Filho de Ma>ia.
Commemora-se, pois, a lundaeao da lei nova,
da lei do amor, da lei qie regeneron 0 miuid.'.
e proclamou a igualdade entre os homensi Os
mysterios desta lei todos teem por fim elevar a
condicao moral dos homens, e os sens preceitos
todos teem por base 0 amor do proximo pelo amor
de Djos.
0 A Cruz e a arvore frondosa, a cuja sombra-
imi^a sc acolhem todos os que cr^em e espe-
ram ; reis e pobres, poderosos e humilJes lodos
teem alii lugar, conforme 0 bem que lizerem no
mando, confonneos seus merecimentos Jesus 0
disse, como se Id no Evangelho de S. Joao :
Entao dira para o que hao de estar s esquer-
da : Apartai-vos de mim, malditos, para 0 logo
eterno que c.-ta apparelhado para 0 diabo, e paia
os sons anios ; *
porque live fome, e nao me destes de comer;
tive sede, e nao me desle de beber ;
era hospede, e nao me recolh,estes ; estava
mi, e nao me vestistes; estava enfermo e no car-
cere, e nao mc visitastes;
Entao cites tambem Ihe respondent, dizen-
do : Senhor, quando 6 que nos te vimos laminto,
ou sequioso, ou hospede, ou mi, ou enfermo, ou
no carcere, e deixamos de to assi 1 Entao Ihes rospondera elle, dizendo : Na ver-
dade vos digo, que quantas vezes 0 deixastes dc
fazer a uns destes mais pequeninos, a mim 0 dei-
xastes de fazer.
A' direila hao de estar 03 bon?, os honestos,
os caridosos; aquilles que em cada um de seus
semelhantes ydem nm sea irm.io em Jesus A'
csquerda hao de estar aquelles malditos que des-
prcsaram e espesinharam os pequeninos Dao so
nao Ihes valendo na bora do infortunio, mas nSo
pensando, quando possam, em melhorar a sorte
dos quo soffrem pelas inevitavois desigualdades
sociaos.
t Oorgnlho abate so ante a grandeza de Jesus,
e ainda mal para 0 muodo, que tem sido ne:cs
sario travar lutas bem crucis, para a alfirmajao
completa, para a decisiva viclima dos principios
ensinados peb Filho de Maria E ainda vai longe
0 vencido do amor, da vcrdade e da justice, que a
Cruz symbolisa. Ainla a luta nao cessou ; ainda
os homons se despedaeain uns aos ontros, para
qae se realise plenamente 0 dito de Jesus perante
os feus juizes -Eu sou a terdade, disse Elle, e
piant 1 tern custado, e custara ainda a reconbecer
quo Jesus foi a pmpria verdade, que a sua don.
t ina e, e sera a lei uni^a do raundo, que a sua
palavra era, e e a mesma palavra de Daas.
E essa doutrina e tao simples Encerra se
n'um so preccito 1
t Eu dou-vos um mandament): Qae vos ameis
uns aos outros, assira como eu vos ani3i, para que
vos tambem mutuameute vos ameis.
1 N'isto conhecereis todos que sois meus disci-
pulos^se vos amardes nns aos outros.
E' bem singello 0 preeeito; nus quaafos 0
cumprem ?
Ora, pois, nestes dias solemnes recolhamos 0
"tpirifo, e fortalecamos para 0 bem, para 0 amor
dos nossos irmaos ; para a humildade, para a ca-
ridade.
* Dc"slembram as pompas do culto, plTuscsm os
milharea de luzes, deliciam os aromas das flares,
tudo- em rendiraeoto A'qnelle supremo Senhor,
que nos ensinou a humildade e a caridade. Pros-
tr.idos ante os altares, n$o adoramos um Senhor,
soberano, cuja vonlade e absoluta. Nao; Elle
deixou nos a sua lei, pela qual nos julgara; con-
forme 0 merecermos, assim nos dara 0 premio ou
0 castigo, mas pela lei. HumiUiama-nos ante 0
que quiz ser nos an:e Elle, reconbecamos a sua doutrina.: e humi-
lliemoB-os-aiite.oj pequeaos, para os tir'ar da ser-,
vidad da miseria.'nJo so com a esmola senao com
a diligeoeia por' melhorar a eondicao de tod >s 0^
que soffrem, eraquanto: outros tudo gozaui neste
raundo.* ,
I.oterla A qbe se acha, a venda e' a 9i"
' oenelicio da igreja da Casa Forta, a qual corre
no dia 6 do corrante.
Casa de detencao.M jvimecto da casa
ic detencao do dia 31 do marco de--18:'i.
ExistiarDpreos3i6, entroa'4, sahiram 'i. <\is-
'.em 3li. -f
A saber :
Naciopaes 2i8 mujfteras ..Vestj
s-cravos 33, escrava 1.Total, si2^/gr
Aliraenfidos a enstados cofres pufilics 263.
Movimento daeafermaria no dia 31 de-mar^a de"
187i
1874.
MHiSIORNfilA BO^ HXMt O0N6m,HWB0 ANSMI0
KRA^CISCO PEDETTI.
A's 10 bofas da ma*nna, 'presentes os Srs. de-
putados. secretario Olinlo Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e 0 Sr. supp'fe'nte Sa Leitao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente declarou aberta a
sessao.
Foi lida e depois approvada a acta da sus-
lio preONRate.
EXPBDIENTE.
Omclo do "pk^sidertte e secretririo da junta dos
corretores, acoihpanhando 0 bolelim das cotacoes
offlciaes da semaha de'23a 28 de marco. lle-
metteu-se para 0 archive.
Foram dislr'uo'uldos os livros seguint'es : ,t
Diario de Paulino Jose da Costa Aniorim, dito
brasiiei-' aQ, Von Sohsten & C. e copiador de Soare Leite
Ir'maos.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Joa'quim Antonio de C'arvalho & C, pedin-
do permisslo para escripturaiem nos livros de
.Joaquinf Antonio d'e CirVaibo. -Como requerem,
sendo, porem,' aberta, eilce'rrado, rubricado c sel-
lado'o livrb copiaaoi1.
De Motta Junior & C, splicitando baixa em a
nomeacaqde sau ex-cai*eiro Caetano Ferreisa Coo-
Iho. NVfdrnla Yequerifla.
Do comimendaddr CandidO Alberto' Sodre da
Motia, tambem requerendo haixa em a nomeacao
de FredeTiCo Sodre* da "Oinha Motta e Dommgos
Antonip di 9lla. DeferWo.
Do inesmo commemtador para registrar sea
nomeacao junta de seu caix-elro.Como pede.
De Ferreira & LonrcirO, dechwando quaes os
membros qne "coarpoem a sua nrmi,eni ctfmdfi-
mentb do despacho pmferido nos- auios de sua re
HabilitairSo. Jdnto aos autw, venham estescon-
clasos.
De Bernardino de Vasconcellos, oorretor geral:
apresentando uma cerbdao da fianca que-prestara
e pedindo 0 seu registro Como fequer, nio ha-
venlo inoonvecie'ote.
Nad a mais havendo adespachar, S. Exc. e Sr.
conselheiro presidetrte encerrbtt a sessao as
11 horas e meia.
Trveram baixa :
Joaj Antonjo.da.'ailY.i, deuuxo.

31^
Manoel Jose Barbosa, beoiorroidas.
Pa*aelrn. r SgJudaB-j|ra .oa portos^ia
hnropa ij^.ypper luglez Aeon : .,,- -., ^
Joaquim^.-6 RamfK Vietqjt^ereiPAjyjfi^:, An,-,
CAMAKA MimrCIPAU
4." SESSAO da !. ORDWARIA ESI23 DS MAR-
CO DS 1874.
PRHSIDE.N.NCIV D*l SS. BM0 B ALRUQUEHQUE.
Ao meio di a, prosenlos oa Srs. Theodora Silva,
Gameiro, Loyo Junior, Neves, 0 Cunla Guimarics,
abrio-se a sessao, e f ji HJa c approvada a ac'.a da
antecedente.
Leu-soo segainte
EXPBDIE.NTE j
Um ofrlcia dd Exm. president) da provinsia, au-
torisando a camara a dispender a quaatia de oito
centos mil reis com a compra da pequenn casa da
rua de Antonio Henriqucs n 22.Ao procurador.
Outro do mesmo, c:n resposta ao desta camara
com data d* 18 do corrente, commanicando ter of-
liciado ao director das obras publlcas e das o?ira*
militares, afim de examinarem minuciosamente a<
differen.as ou alteracoes, que se deram na obra do
raercado de S. Jose, devendo correr por conla do
cofre municipal quaesquer despezas, que sejam
neccssarias para scmelhante trabnlho: Inlei-
rada
Oatro do mesmo pedindo esclarecimentos acir-
ca da obra dos reparos da pontezinha d 1 Luca.
Ao engenlieiro.
Uma representacao do vereador .Dr. Moscoso,
com despacho do Exm. presidente, mandando a
camara mformar com urgencia.A' eommissao de
cdificacao.
Um olBcio do advogado da camara, acerca do
requerimento de.Arsenio Antonio Catue.iro da Cu-
nha Mrranda.-Mandou-sjentregar ao mwmo Mi-
randa os documentos pedidos mediante recibo.
Uma iuforraacrio do engenlieiro cordeador acer-
ca da peticao do padre Balduino Jose da Silva.
A' eommissao de edifi cacao.
Outra do mesmo, sobre a peticao de Jj-e Fer-
reira Campos. Mandou-so apresentar iitulo de
prepriedade.
Outro do mesmo, sobre a peticao de Antonio
Gon;alves de Azevedo. A' commissio de edifi-
cacao.
Outro do mesmo, sobre a peticao de Antonio
Ferreira Ramos.A" eommissao de edifi:a;ao.
Outro do mesmo, informanio acerca do despa-
cho do Exm. presidente da provincia, exarado em
uma informacao do engenheiro chefe da reparticao
das obras publicas relaliva a peticao de Joia da
Costa Venancio. Mindou se que se remettesse ao
mesmo Exm. presidente dilos papeis, bem como a
informacao do engenheiro, por copia.
Um-oSQcio do fiscal da freguezia de S. Jose, com-
municando haver multado ua quantia de trinta
mil reis a Miguel Peres Branco, por infraccao do
art. 197 titulo It das posturas de 26 junho de
1873.Ao procurador.
Uina informacao do fiscal da freguezia da Boa-
Vista, acerca da peticao de Jose da Cosla Gadanho.
lodeferio-se.
Uma petigio do bachSrel Francisco Leonardo
de Almeida.Ao contador.
Outra do Joaquim Marcelino de Carvalao. A'
eommissao de policia
0 Sr. presidente da camara decjarou que ten-
db-se mandado fazer um pequeno reparo no tolha-
de da casa em que funcoiona a raunicipalidalc,
verificou-se, que 0 teclodaparte da Irenu se acha
Jrarruinado de modo, que ameaca dBsabar, se nao.
for promptaraente reparado. A camara tomando'
na devida consideracao a declaracio do Sr. presi-
dent^, deliberou que se Asessem immedialamenltf
os concertos precisos, e quo se oflkiasse ao Exm.
I presidente da provincia expondo semelhanle facto
e pedmlo se digne de expedir suas ordeus, afim
dft.gue os coifres provinciaes inderaaisem aos desta
raanicipalidade a sua quarta parte das despezas,
due se ooaverera de fazer em semelhante predio,
visto ser a thesouraria provincial conseohora de
duas partes.
I Foi apresentido 0 seguinle.parecer :
A eommissao de edificacao, a quem Toi com
roettido o encargo de dar oseu pareeer sobre a
peticao de Jo^e Fernandes Lima, depois de detida
'niente eitnlar 0 assumuto do mesmo e as pondi<
rai 5;s feitas pelo pfticionario, tem a honra de
aprqseolara illastrissima camara as seguinles con1
siderac/ies, aGm da que sejam por alia a'preciadas
rangeircs 50jjpaia,entender em. sua sabedoria. Com a exame
, djq facto devja v6r, a. naoo eontesla 0 proprio pe-
;tlcionari.', a esta iiluslrissima camara cabs 0 di-
rbilp de consentir ou nao tcolia lugar a reedilica-
cfiouo solo em questio, e f>i a isw attendaniov
que a irmaodaapdas \lmas que hoje e represen
tla pelo poticionario por compra qua a ella fez
sp sujeUou a fazer a demolicao da predio em todo
oj tempo qua esta Hlastrtesima camara se repuias
s* babiiitada a saligfaaer a iojportaacia' do mesmo
teweno
rlJd'enlbAgV.
Esta Illraa. ca.nara ja ma luraiueute cstudon
a questij e uab.loi (cnaa depois da relTexio quo
costnma caracierisar os seusactos, qae resolven
a Je:rebr d cmbarg*o na edolcajad feita'pelo pe-
ticionarto a9 lerrenor siw a rua do Bdm Jesus, sob
n. 66.
EirtretanUia-aaromissao julg^ndo coaveniente
stiScar a proCdeotia dos motivos que teve esta
ma. camarav^ntra^oo exama dos fundamentos
ifresenlados. .
It E' in-onteetavel qaa foi cofcedida a autorisa-
eao para a reediiica^To do predTo em questao, mas
Jsta circumstancia de neaimm peso e,.atlendendo-
p, a que ahi rassmo sa- acha espresso 0 direito
ue se reserva a eataara da fazer a desapro-
iacao, e 0 onus, a qua sa obfigoa 0 concessio-
;rio de fazer a deoiOTicao serii exigir indemni-
ft^ao alguma plUDerafeitor!as.
Os termos em que foi concebido 0 despacho
de antarfracao sao tao claroe-que a simples expo
sicip ra^tifeita 0 direito.d'oaia Illma. camara.
A camara nao podendo fazer a desapropriacao
da terrene em qaesta, c-jneede a licenea reque-
rida, assignanio-se termo para ser demolida a
casa no caso deque possa desapropria-la.
< A camara reputaado-se hoje, aulorisada a
fazer adesaproprnciio nao podia consentir, que
cantinuasse.a reedificacao, quiz exoaerar a reedi-
(IdaiWe de desp;zas que terla de fazer sem provei
to algum: pareceu-lle assim praticar um acto,
qu 6(neht#fl3vla captar agradecimento do peti-
cioaario. -
a Sotnenle a camara compete conhecer das con-
dicoer.ecnnfmia8do9 seaecofies, qae a possam
aulonsar a ^azer a desapropriacSo do terreno em
questao.
0 mteresse publijo, qua alias, diz o peticiona-
rio nio aconselhara medida decretada, foi jasta-
niente 0 que actuou no anirao dasla lllma. cama-
ra, qae nao podia deixar de ir coneorrendo con-
forme a exiquidade de suas forcis 0 permitte, afim
de qae e3ta eidade no mais breve tempo possivel
assuma as prope-rcdes a que a saa aituacio topo
praphiea-da Ingar'.
sem duvida fazeodo pouco a pouco desap
propriaQ&s, quo lograra conseguir os sous in-
teotos.
< 0 pnticion irio invocaria amanha com mais
trocedencia o prejuizo, jue soffreria com a demo
ifao de um predio, que Ihe teria absorvido gran-
des soranias -grandes diuloaldados teria esta ca-
mara de venc r para conseguir 0 cumprimento
da uma eondicao, a que se obrigou 0 peticionario,
e que Ji hoje encontra repugnancia em cura-
prir.
o E nao serao precedentes por ventura abusivos
3oa 0 poderao demover de oumprimento de sens
everes^ se iguies conce65es foram foitasnio de-
ve por isso esta Illma. camara inccrrer em faltas
(.idebtioaa. antes- cortaadn por abuos, rinstrar aos
seus mnoicipes, que ^omente 0 bom e 0 iutaresse
delles sao os rnoveis, que actuara nas suas delibe-
razoes.
a A' vista do qae pondera a commissSo, e ella
de pareoer, que seja inleferida a peticao por esta
illma. camara.
Paco da camara municipal do Recife. 23 de
mah;o de 1871.-Joio da Caaba Soares Guima-
raes. Jose da Silva Loyo Juaior. Appro-
vado.
Foi apresentado 0 rcqneriraento seguiate :
Requerem os que se oflkie ao Exm. presiden-
te da provineia, manifeitando as juslas reclama
goeslevantadas pelos moraJ ires das raas da Pal-
ma, Concordia e Barao do Triumpho, sobre 0 mao
es'tadj a que ficam reduzidas as citadas ruas hos
dias de grandes chuvas.ljrnando-asintransitaveis,
e ainda mais sendo em tal estado prejudicial a
saii-le poblica ; que esta camara niio pode deixar
de chamar a attoncao desaa Exc, vislo como so
com 0 calcamento dellas poder-se-ha remover tao
grandes males.
Pa;o da camara municipal do Recife, 23 de
marco de I87i.Loyo Juuior.Cuaha Guima-
raes.
Foram despac'aadas as peticods seguinles: de
Antonio Jose Pereira Bastos, llernardo Roque, Ber-
nardino Jose da Silva Maia, Cicilio Cezar Marinho,
Fernando Jose da C >sla, Jose Joaquim de Oliveira,
J0I.0 ^apti-ta Simoes, Jos6 Firnandes Lima,, iOM
Ferreira Campos, Luiz da Conceicao Albuquer-
que.
Nada mais havendo, 0 Sr. presidente encerrou a
sessao as duns e meia horas da tarde.
Eu, Francisco Augusto Ja Costa, secretario, a
esrevi.
Theodoro Machado Frcirc Pereira di Silca, pro-
presidente. Josf Slarii Fivire Gameiro.Jose Pe-
div i Xeces.Bellarmino do Rego Barros.
./'"(< di Cnnlia So ves Guimvaes. -Jose da Siloa
Loyo Junior.
ECnlanco do \ovii Banco nauikiico. C3ii lif|niilacilo, aos
3t de inarfo del$?4.
Rba9 transito de quae*quer vehfcrilol Tirades a I penetranta?.

das
darila, que esta iHustr^ssima camara tem e
qjlo da.faser a dasapropriacaoseai ate se obri-
palo.ralor. das.benoitiitQnaspor ventura fejta*
oastlp.por-cossagtuiicia esta por este; lado vea-
,,rVijmpraJ^ot!emyancafai.a qnesiao pelo ver-
j Wn^>-Pinto Vorcira, Wb"4o dTSbladaila e eua se \ 0 petUionarlo em a escriptura de compra, U-
iPpori, Dr. Constaacio- do> ijaotos PanUtal, Doniolcou sobrecarregalo de igual onus. E' pois fora
rPSpIo, Joaquim Tbeodoro da Silva, John Seaflaq, |f
.lose Goncaly/M do Jirito fcaajT'lho* Zeiefai-> B^r,
reira Vijluio iunipj.Jfi^dija.pjjpraiy'M.'
lloJrigU^.da.lSUva.Cai^i^i^refaardiiio do j
Pontnal asua SKyipca, Trwicisco da Goala
bfeiro-e AdtOHio Fernandas Preira..
, 'C^iiaiterla.-^o^Uioo^-aoiiuario do dia 30
rrtatco.; ^ -
AaeJaideBospliBay.'jPEda, Paruambaio, Ji an.
no*, solteira, S. Antonio ; fibre perniclosa^
;Segwamado, ^jafdA ,*eBaBjbu(5o, 20 toffuS^
Wba-Vigta ; oWM|fgML.uty
4W
ACTIVO.
Lelras prut JStadas
Despezas geraes .
Caixa ....
I'ASSIVO.
Capital...... .
Fundo de reserva.....
Massas fa 1 lidas a cargo do Banco.
Dividendos........
Lucros e perdas......
S. E. c 0.
123:0895380
17:793*286
22:728* WO
)GT:6I15096
12:973*303
101:111*190
638*787
:I10*600
13:211*719
160:611*096
ft
pinnno t ox*evaoj
RECIFE. 2 OETA-BRIL DE 1871.
O.4 crustarcos politiros.
Tendo em um artigo anterior mostrado alguma-
relates de afflnidade entre a familia dos crusta-
ceos e a grei rabiscadora e 0 seu gremio politico
da Prorincia ( papel), hoje cootinuaremos nosta
comparaga>, csmerilhando lodos os pontos de
analogia, de maneira que fique palenle essas
relates de afflnidade, afim de qae se possa clas-
siticar, os rabiscadores liberaes e 0 seu gremio
como verdadeiros crustaceos pililicoi
A familia dos crustaceos se divide em classes
e ordens, porem niio convin lo aqni fazer uma pre
leccao desjas diversas ordens pelo seus nomes
scientificos, apenas limitamo-nos a descrevel os
pelos nomes, que vulgarmonte sao coaheci-
dos.
Temos os carangueijos de diversas especies, os
guaiamuns, os aratds, os ciris, as lagostas, os la-
gostinhos, os gnajas, os camarojs, e ontros
muitos.
Essa bicharia e amovivel, uns habiiam nas
anlracliuosidides dos rochedos, outros nas praias,
ou rios, outros cmtim fa-era 0 sen buraco em
terrenos mais ou menos lodosos.
Por natureza sao carnivoros, e audazespara
aquellas especies de que se alimentam ; sao li-
midos e ao mesmo tempo traiQqeiros.
Assim tambem os rabisdadores da Provincia
sao carnivoros, porque ataeam e se alimentam da
reputacao aiheia, desvir: lam t>s actoe, os mais
meritorios do governo e a todo transe querem
entorpecer a march a regular 0 prospera dos ne
gocios publicos, a panto de sacrificarem os sans
ipexperienles adeptos; sao timidos, porque fogem
da luz da verlai-. esse fanal que deve gaiftr a
impren-a livre n'um paia livre ; sa tratQoeiros,
lior joe fwe.n e -raeidam as accdes mais nobres
dos *ens adversaries politicos.
Essa bi'Hiaria e quasi amphibia, ora uns vagim
nas regioes aanosas, ora ontros respiram 0 ar li-
vre; e pnotegidft por um coaraca ealcarea jol-
ga so invuloerawl.
Os politicos e rabiscadores da Provincia teem a
fmesma procaqencia e os-mesmos habilos dossa
bicharia e podem ser considerados amphibologi-
coa, e a prova esta em que nao teem fe politica.
0 s-11 credo politico e a ascensio ao poder sobre
qualquer forma que seja, comtanto que galgaem
posiedes ofliciaes, porque negocios deconviccoes e
moeda que nao corre e nJo tem valor.'
' A sua couraci e a pomposa e sonora palavra
UbTdade, que Ibes serve de escudo para a sea'bel
prater ailnabir as. masses inexperiea*** que se
deUajn levpr por frivolae e bombasticas palairaa,
adubadas com certos tonieos, segiwda 0 tempera-
.. 0 lado." mento de cada iudividuo.
'. 0 pitiaionaria^eg^rtuea-iraiandad.edas'Ajt- Como os jesuitas, elles teem tambem a sua
afcoi^ifleMla^JfeKijijiBia- aamara e aer-ini*** tkonita, porem st maiardasasados qne aquelles,
aifaaar .a, WtMt&CWji'QM fil& foi, ralilicada, pbrque em seas arraiaes a inepcia e a falta da bom
IfteKprissio por. naawrsido.leka.logo d poi de seaso andam de maos dadas.
ida a pffneu-^araotarisaija TaeWIJDaeao; qae FazgaaWver como esses typos crustaceo9 sao
-is^aaesoa3 If sida .te*taa,'f em suumw frte*a e ionenedtsj porem am invea?oes sera,
>VflHlladj WfcWft'abflb0-terrenoem, cunbo.po^ti*);: mas que esperar de semelhanle
ao, visto que a araadestloada a praca e ain- Wcharia 1708 n;o tern miolo e que a accao de
ienpada par mais de esseota predlos, 030 6 joijs movimeatfis tem por move! as reaccoes esto-
lielhanca dos crusiaceos inovein-se aa an-iia j->
li-.ica, ofrf-fr'ff.-n'i'ertti*', ora nontro, e fiaalmente-
andam pare tra^ 'orna oarairae^OT on camarao,
segundo asxootrae$a-ldo estwnagiy lhe< advirle-
qub nessas dirairefia^eitt s
alvo em que fazem consisUr todo 0 progresso oe-
sua costumeira pclitica; 0 bem estar do paiz, o
seu desenvulvuneoto moral a material para elles <
uma consa de ama orden muitosocund-aria t d-
poaaa importancia, porque" segnnd 0 seu ritaai.
cada um trata de tX Eis a drrisa dos Jiberda-
deiros da Piosindm.
j O zoolof/o.
^UBLICACTES A WE0!DD.
A actual adminisfraeS* da pro-
?Incla.
II
0 que e de Cezar, a Ce-
zar ; 0qae e de Deu-. a
Dens.
Cada dia que passa na ampulheta do temp...
sao mulliplicadiis doeslosque apparecem nos jor-
naes da opposicao contra 0 actual presidente
Por mais qne o observador imparcial quefra
ccnler-se, nao e possivel diante de lanla inju-
tica.
Ja nao se procuram ineios para descompoi pr
sidente; odesespero, 0 odio, a vinganca mesjui-
uha, 0* libello famoso trans parecam de uma ma-
neira vergonhosa1
Quem e que ao ler 0 nue se ha escripte rain a >
Exm. Sr. commendador Lucena, nao te peje, -t
digno de assomar-the is faces algum pudor '
Uma laccdo, quese denomina liberal, sum apre
ciar 0 i|ue e lilierdade, n-m quera-la, apfuie-
todos os dias na imprensa com a diffamacao contra
a pessoa do actual presidente I
l)iz-se a faccio liberal e querer as reforma."
que os principaes liberaes reclamara ; entretant-i
arredando-se dos principios e da discussio delles.
segue caininho opposto e deixa gotejar das penna^
caJumnias e injurias, que euvergonham mais
aquelles que as lancain do que aqaelle a quc-n sa <
lancadas.
Um partido que se serva da raentira, da iovec
liva c intra seus advuriarios, nao pode deixar dc
s.t c ulemnadu yclos verdadeiros e siucaros. prin-
cipiospelos homens houeslos de lod a os par-
lidos.
Se sois politicos, se sois liberaes hoje, esqu
cendo vos que fostes hoalem os mais desespei, -
e d-wpolicos conservadores, que nor intolerante-.
suis iransfugas, ao menos jtrooedei com mal- ho-
nestida ie, com mais cobejao nas ideas
Se examiuarmos 0 tempo do vosso dominio, Cdd.i
encontrainos dign > de aprego da parte do pov, -
fomeado pelos reaes mslhoramentos ; se laocaoi.*
as vistas sobre as vossas tao preconisadas inic.a'.i
vas, uem.uina dellas tivesles a coragau. de ;
em pratica, 0 que prov a exuberantemente a \ --
fraqueza; a vossa inertia, a vossa illu^ao ao (....'>
<|ue estava na espectaUva."
Qaer com relacio ao governo geral, eon *
rcspeito do provincial em Pemamiiuci', nada >-.
encontra digao de mencao.
Se 0 giverno geral do vosso tempo realise a al-
guma reforma, u prova-k.
Nos jornaes ligueiros plauejavam iniciativas
reforma eleitoral, aboliQaoda escravidao, reforma
judiciarfa, codigo civil, reforma do ensino primarn
e secundario, da guarda uacional, etc.
Cinco a sets aunos de dominio ligneiro > 1.
uma de taes reformas foram couverlidas era
ei!
Fiasco I e sempre fiasco !
Se analysainos 03 melhoramentos einpreh-.
dos em Pernambuco durante 0 perniciosa dominio
ligueiro, enconlrarmos nada, nada, nada'.'.'. \
vossa liber Jade e nadi I
E' este 0 parlido que ousa allirmar ser liberal,
querer 0 bem estar do povo !
Ah como querer lao disfarcadamente il'uliro
povo, quo ja nao ere em palavras I
Vejamos entretantp se 0 actual presidente lew
apresentado iniciativas e procura execula-la- em
beneticio dos habitants de Pernambuco. _
Lembrou-se 0 presidente que a creacao d'uuu
ospecie de fazenla normal, onde se ensinem me-
norcs a plantar canna, cafe, empregando 0 pro-
cesso agrario, seria dotar a provincia ctm um im-
p utante melhoramenlo.
Com effoito, iniciada a idea, S. Exc. nao pouj. u
esforcos e sacreficios para exeouta-la conveniente-
meule ; para 0 que estao da-lee lodos os nacso*.
Qae 6 ama monumental concepgio 0 edificio ija--
se esta consiruiado on Pimenteiras, higaea 6a
boa fii, ninguem que queira 0 melhoranicnt. la
nossa provincia, pode conleslar.-
Da maneira porque se esta edificando 0 aiifieiu
em Pimenteira-, 0 fim pan que, e os satisf ictoni*>
resultados qne hio de vir, provam a boa vonttde
do admini-trador de Pernambuco.
No estabeleci.uenlo se abrirao diversas aseoiai
de prrmeiras lettras, de chimica, agricultura. aricul -
lura, botanica, mechanica, desenho e tudo quant.1
for conce'rncnle ao conhecimento dos proee" *
agriculas, em sea aperfe.coamenlo actual.
Para a consecujao do monumentoso comiu-'.i:
mento, ja se fizeram as eacimmendas paraos E-ta-
dos-Unidos de todos os ut-nsili is iadi-j-
veis.
Em quaulo 0 presidente procura coin afan dj
lar a provincia de melhoramentos reaes, e na .
ephemeras como os da lioa, a apposicio nega ..
pao e agua, ordena aos Pescadores, que o waeora-
ponham !
Ah .' Srs. i.nprovi-ados liberaes, tendes o de
plante de chamar-vos amiDles dos melhoramen!
do paiz, mixime ds Pernambuco !
Felizmente ahi esta a opiniao pubiica, ahi es!.. >
os facias que e a prova plena e eloquemissima d s
males que causasks a Pernambuoo em nome i t
liberdade.
So nos brasileir >s, somos pernambacan<)s, c
bistoria da administrate ligueira marca um pon'
negro no horisonto politico do Rrasil, esp-
munle no dc Pernambuco, diante do qual forco*i
curvar-vos.
Se 0 partido qae se chama liberal.'que-
moralisadu, recommenda-se ao povo pelas descom
posturas, pelas calumnias, nao e liberal, nao 1
priiuipios; e 0 partido fJseaado a idea libera.. >
0 partido que engana 0 povo, perse^ue-o, iola -
leis que temos, con lemna 0 bem, porqae 0 oa.
3uer, no inluito somenta de subir ao poder pan
ispor dos Jin'ieiros da nacao.
Ao menos comp>netrai-vos da sublime roissai '..
imprenA, se acreditais nella como correcnv a
crime, e promotnra de lado quanta grande -
bello.
Opivoja nao Ie, nao aitende asdoatrib-
elle quer e aprecia a discussio dos principios para
esclaracer-se, para aceitar aqaelle partido qu-
melhor Convier a prospriedade do paiz e 0 seu I -
eslar.
Se 0 presidente vai mal ua sua adminislraca
proQigai-a com vigor, mostrai-lhe os erras : m..-
se die faz um bem a Pernambuco, ou procura fa-
zer 0 que nao fizestes, tende a coragem de conf---- -
que bem que a provincia lucra com elle.
Nao tivestes a coragem do combaier a in
tanle euipreza dc Piuiealeiras nao tivesles a u'-l
queza 0 lealdade de confe&ar qne ella e :n
grande commeliimento.
Se os presideotes ligueiros fizeram meii.ora-
mentos a Pernambuco, eUes devem conslar, 0 p->v--
os deve ler gozado.
Apresentai os ; 0 povo que responda.
Nao sois capazes; da parte-do povo encontrarc -
profundo silancio. Combate-se 0 inimigo c :
factos : elogiam-se os grandes homens com suas
obras.
Um pernambi&aH*-
Ao publico.
Consiando-ma por mais de uma pessoa qu?
rabula Christovao da Roclw Cuaha Souto-Uai -
dissera que se refere a mim as allasini que f*z pu-
blicar no JernaI i Recife de 30 do mez aadamv.-v- -
nho hoje do alto da impreBsa provocar a est^ Son-
to- Maior, so d^japais eclarar qae as energoiftam-
atla-oes : ainda mesmo que seja algum c ronde
devasso amestraio no immoral jogo do intuit*, t
affeito a detractor e infamar aos que Ike sao su
periorm, sao dirigidas, e se enieodem ctm 0 abai-
xo asslgnado ? I Coino valenUo, qu e, proteatan
do metier na cadeia a bel-prazer com furias
arranbadas de leio, nio lealia panda deseodeirv
ex&\qm*m*s *tfr asellusoas ^njcithda* se relemn ao professor pri-
maiod*oiBboe,qa le n&o set; quem o motta aa. cadeia, apezar datta
:tpr-at4)-feita para os traBwjntes, os que eowniet
tem esWltonlWj ompaabaftdri olijeetos qae nio si"
proprios, 0^qWeaTphn*(i dinheiro alhelo, os qn
rebwew letras contA -'a 4aMdide de sen doc
fa jot outras branauiohas. Rio Dace, M de gtafr
tie 4874;
PadraiPrMMisaa Veriseimo Dradefn.
*.
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^J^Moico $Mk KsFfWSl
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iaIJ do ^K D?T SotTza
mw*; as gratas impressSej ijue
ss) e dp inspired
/J#m-J sJ/t'io,llradu*iin-laila^ui i'o
r\ Citatum ao aalor.
eis estavam muito bem distribuidos
deseuipenho exeeieu muito as e'peran-
.-.puWioo. r \ .2 ^
simo*) filho do Tliahr^o Jr. Ljpijt Penwe,
rio da Phenix Dramatlca, que para mon-
Gfeejrfena Santa 'CTbrTM* esta- annunciado pr.ra
5 do corrente, as 6 horas da tardu, no
rjfhenii Dramitica. E' de presumir que a
lua graudo pane dos tnoeos empre?ados no
cio, aproveitanJo assim o eosejo de gozar
a* horas do agradav.il diatraccao.
Alguns emprcgaiosin* litmm*rgii. I
. Vaixia aaguape.
preiencdes de D. Manoella S. Filho.
nit, D. Menoel|a, entao queres tambem
para o publico?: "porque nao me con-
i"primiro, pois aao sabe?, desgra^ada, que
m cradores nao diseutem comtigo, aponlam te ape-
na apiestao da EscinuteacaQ on cousa que se
p.irg$a, oiha quo aijucUa tua'eatada no Ri j foi o
dii**, os homens iabo.u tuio!... depois 6$ tima
lo*.'a"'como tiras contas do tal ordem explicanJo
> ifbito e passando recibo sera estampilha, sujei-
4aMp-os agora a pagar revalidacao ?!
bTtoii-louco de desespero U. Manoella, es com-
mantala de uma forma tao ridicula qua nao
posso def'-n lor If, como dove fazer um leal cava-
lialiro aela sua dama, por jue esse ridieulo o com
prows. h D. Manoella antes nunca te tivesse
ciuhecido : a turvida paasada snjeitame a dissa-
Iiotp ainda se tu ta arropendesses ? promettes-
ice f Antes nao souhcsies o launj do padre A
I'dtoin e a tua vida nao tivesie esses eqmvocos
ronWuntvs Algiins credores -ei iiue n't sii.-lenlarn pulemica?
Ttttnem, e passivel que te respondam om atten-
rao ao publico, que todos naj polem saber w#i-
ao em que te empregas,
I'm quo jMM<;.ij t Trivol ;le c"ollocas!e com a tua
n.affadada crre?pendnei.i; o que aqui-sediz do ti,
n:io era rueili>r nao se saber? defecda ta, raanao
assignee, qnefawndo-o a tua causa Sea pcrdida :
at? logo qoerida.
Epaminondas.
tonigfn
hpai
U grim.le numoro de victimas do
iheflmansfmo *gllos e diion'ieo, quo
f\isk; em todfe's ia| cidades, villas e
iVeguez'ws, e lima prova raanifesla. (|iit!
os liioilieos nao conhcccmprofifntlainni-
h' i) earacler iloni;il. 'on n\o pos^uora os
a^CRios proprios para comhjile^o. Ora,
dos tasos que loom chegado ao nosso
conhccimenlo dc pessoas que experi-
liii'Dl.-irani e enlprejaiain a Salsnp.irri-
Iha de Ayer. para esta molestia, lodos
ate hoje teem sido bem succedidps.
0 rheuntilism;) goltoso, chronico,
ainda que seja do annos. nao lempodi-
do tesLsIir a cllieacia admiravcl desle
purificador do sanguc e dos liumores. a
S.ilsaparrillia de Ayer.
vVlguns dos curados ftos escivvem
que anteriormenle fmham cxperimenl;i-
d(J toilos os outros remedios possiveis
spin uenliutn beoefieio.
Ja temos publicado e na oefeasiSo
propria toraaremos a jmblicar suas ear-
las 1I11 agradecimento e sens certifica-
tes.
No enlanlo podemos aflianear aos
iluenles, que a SalsaparrUha de Ayer
hi li- rurar e lein curado quasi invaria-
vclnienle o rheumalisuio gottoso. .
IUo Cornell do Commrcio )
4sir;ie;T, r E' aleancado modiante o uo das pilulas assu-
i-aradas de Bristol, estes dous processos sao iuse-
; otav. ImcDte redini tos anm ?6, e o mcsillo ja
p.ao se pole dizer do nenhum outro cathartico
existente. Por e<=ta laesma razao ellas sio inJu-
bi ivelmente o remedio-alteratiyo o-mais efflcaz e
precioso quojamai* foi rooeitdo para as curasda
paralysia, fraquezi nervosa, debiiidade geral, ver-
tigeas e tuiituras de caber i. Estas cnfermiJader,
acham 8e geralmente mais on menos ligadas, quer
:.i coral effeitoa on canas,-com ama certa condi-
;io morbosa do oslotnairo, dofigado' ou dos intes-
tinos. Sobre estes orgaos as pilulas operam d'uma
maneira direda e com uma tal promptidao e fora
rurativa, quo verdadeiramente faz admirar, em
quanto q-ie por nntro lado, ellas dao vigor a todo
ii systema. A salsaparrllha de Bristol, sendo de
tidos os ageates o mais notavel para a renovaQao
da vitalidado d) sangae, torna-?e portanio em
Ves caws indispeosavel. As pilulas vSo dentro
ils vidrinhos e pori'so a sua boa con-ervaeao e da-
radon ri em tedos os climas.
L Ban-a
Cardiff era 31 de marco
Rowo & C, manifeslou :
L Xatya*) u> oedra-725 tooeladas
iFvl ------
inanifestou : ,
moios a ordem.
)gSPA'JHOS OE EXPORTACAO NO
MAHIJO DE 1871.
Parb os pottos do exterior.
Na barca franceza Minerva, pai
carregou : E. A. Barle 4 C. 70 saccas
{\% kilos de algpdao.
* No patacrK) inglez Ashler, para o
regou : J. Pater 4 G. 1,568 aaeeos co
kilos de asiuear inascavado.
Na barca hespanhola D. iuannc.^aca Lir
verpool, carregou : L. J. Sifira, GuimaSeaH.OOO
saccos com 75,000 kilos de assu'ar mascavado.
No brigaekjgloz Mary, para !fe\v J5ttr rugou : II. Forstor A C I 8l,0 saccos com "HR.OOO
klos de assucar raascavado.
No vapor ioglea Oberon, para #y-YoTkk
carregou : H. Forster <5f C. 3,600 saocos com
193,000 kilos de assucar mascivado, /^v I
No navio inglet FLrense, para o Km da Pra-
ta, carregou : A. Loyo 50 barricas dhnjdfi.9D3
kilos de assucar mascavadoe350dltasSfmoS,V>H
ditos de dito branco.
No brigue brasileiro Amizade, pai Rk) la
Prata, carregou : H. B. Oliveira Junior^W* bar-
ricas com 34,569 kilos de assnear bran&r ^.'
Para os portos do interior. ^V -^_ |
P.ira.o Rio Grande do Sul, ao brigoa portu-
guez Social, carregou: J-M. da Costa ^000 flbcos
(fructa).
Para o Rio Grande do Sul, no navjfi nacional
Amelia, carregou : A. de Oliveira Leite 30 pipas
Para -o Rio de Janeiro, na baroa-': naplonal
Feliz Uhido, carregou : J. 0. Figuaira 17 pipas
com 8,160 IHros de aguardente, 3 dtas com 1,140
ditos de alcool e 130 barri3 com 18,W0 ditos de
mel.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Gratidao, carregou : A. Cordeiro 2 volumes com
lil kilos do assuear branca.
DA
Sunti&jHia Tnndadc*.
No.-taEestabeleciinento de instruccao e educarao
I meninas, sob a directoria da Ex ma. Sra. D.
Philora^na Jersey, e suas Exmas irma5 D. Lande-
iiua Jersey e D..01indina Jersey, admittomse.edu-
aadas jmediante a pensao mensal de 403, sem
mais (Ulra despoza, e aprendem: lingua nacional,
inglez. f-ancei e italiano, fallar, escreter e tradu-
7.ir ; geqgrapliia, arithmetica,. historia, piano, dan-
o*, musica e desenho; toda a especie de bordado--,
e os m^hores principios da religiio chri>ta- No
interiorjdo estabelecimento falla-so somente fran-
i-ez, e eancompativel o professorato do sexo mas-
culino.
Barca ingkiza Runymeete -3
tuios para deppsiti
gado do Barao do
1 Broni.
es BeltrLi
GO.^ANMA
Phenix Pernambuoaaa.
' foma ris)jria^limos eni^inercadp'ria .
(retes, diuheiro a risco e (ktalnaaoto de qua -
L^uer iialoreza; em vapows, aamm va" eJaot
barcaijas, a premios maho modiCOs.
REIDIM'NTO' DA EMPRBZ.V DA-s r.BIHS K
CAPATAZIA DA ALFANfiEGA DE PERNAM-
CUCO, RELATIVO AO MEZ DE MARCO DE
1874, COMPARADO COM 0 DE MARCO DE
187,1.
^ -*
Verbas de receitas ^ x
r.axa deembarque
Dita de desembarque
Dita de armazenagem
Dita de embarcaijJes
Dita de alvarengas
Dita de bagagens
Dita de diversos
Total
637*810
5:8675240
6:9384693
177:5)70
l:443j4i>0
494600
1:5324680
1114)60
o:J934130
10:8844341
412*300
9884200
1424300
1:2054530
16:687*233 19:639*381
Thesonraria da empreza das obras e capalazia
da alfandega de Pernambuco, 1 de abril de
1874.
Antonio Jose Leal Reis Filho
Fiol do thesoureiro.
Conforme. Francisco Jose Galvao
Agentc auxiliar interino.
CAPATAZ1A
DA
ALFARDFGA
1:420,
922
VOLUMES SAHIDOS
Np dia I
'n-Qo-n. porta.....
le^inda porta.....
r-rcoira porta ... .
iuarta porta.......
ftapicba Coaceigao ." .
SERVigG HARITIMO
u> alfacde^a dj dia I .
ip trapicba C'jceifio .' .
206
84
331
693
1,514
i EBED'J ll \ DE
RAES DE
'r'M^'l^"" Jo dia 1
RENDA3 INTr RN'AS GE-
PERNvttBOCv.
. 904388
CONSULAV- Ph'-VINClAi.
Rendimento do dia 1
RECIFE
-lendinxnto do dia 1 .
:i bm$32
DRAINAGE.
Will
GUROS
HiiiiTnios
E
CONTRA 0 FOGO.
Acompanhia InJemnisadora, estabeleeid*
uiista praga, torna seguros'itiaritimos jbbr
aavios e seus carregamentos e contra iog(
tm edificios, mercadorias e mobilias; m
rua'do Vigario n. 4, pavirriento terreo.
nmumm.
fUNTA DOS CORRETORES
1'riaca do Kocifo, 1 de abril
de 1S3J.
AS 3 HORAS DATATOE.
cotac5es ofhciaes.
'"ambio sobre Londres a 90 d|v. 26
banco 26 d. nor 14000.
".ambio sotJre 0 Ho de Janeiro a 15 d|v.
0|0 de desconto.
jados_ vcrdes 320 rs. 0 kilo, honten.
a. de Vasconcailos
i|8, e do
HI
iros*
lasse,
teiros f*ld
K. BHQUE,
. A. P. de Lemos
Secretano.
ALFANDEGA
ii'aiuaaatodo di* 1 .... 63:3Hi981
i) -scarregam hoj*
D.
jje 2 do abril da 1874.
Barca hespanhola D. Luizi mercadorias
alfandega, Uialerfae* eIhaehinrffno pa"
a empreza da companhia locomotora. ja
despachados para 0 caes 22 de Novembro.
Barca ingleza Oo/pAi/-materiaes para a empre-
za da companhia focoraotora, ja despa-
chados para 0 caes 22 de Novembro.
Brigue francea Mines de Soumachs n. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja despacba-los para 0 caes 22
de Novembro.
Galera portuguezaLisbon mercadorias para
alfandega
Patacho nacicnalJaboatao -varios generos para
0 'rapiihe Coneeisao, para despaefaar.
Patacho portutrueetj*wtor varios geaeros para
0 trapiehe Gonceieao, para despachar.
Ifrigue portogoeaBella Figueirenm-varies ge-
neros para o trapiehe GenceieSo, para
despachar.
Barca inglezaSertherton -bzcaltiko ja despacha-
do para 0 trapielw Gonceieao.
I.ugre portagaei JiUio farelo ja despachade
para 0 5* pcoto.
Barca ingleza Carrisbrook carvao ja despcha-
do pan. terra.
Parca ingleza Rossini carvlo ja despactiado
oara terra.
Augrt> F. dOliveira C.
A casa commercial e bancaria deAugusto
& d'OIiveira & C, & rua do Cocmercio ns
42, encarrega-se do execuQao de oftlens
para embarque de prodoctos e do todoa 0-
mais negocios de commissao, quer comBBer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e torna dinbeiros a
tnio, compra cambiaes, e aca vis
prazo, & voutade <\o tomador, sobre
guintes pragas estrangeiras e nacionaes
Ijondres. Sobre 0 union bank, of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BMIK,
trarrED, e varias casas 3e 1. classe,
Paris. Spbre os haoqueiros
' VMNAL & C.
Ilnmbiir^o. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FU.II S.
Lisbon. Sobre os Srs. fonskgas,
SANTOS & VIANNA, 0 SEBAST1AO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco lnivo do porto
^. O Sr. JOAQUiMWNTO A FONSFJCA-
Para. Sobre 0 banco commercial
do park, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Haranbia. Sobre 0 Sr. os ker-
reira d* stlva junior.
Ceara. Sobre os Srs. J. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Rio de Janeiro. ; Sobre obanco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL 6
BANQUE BRASILIENNE FRANCAISE.
COMPANHIA ALUANCA
-wguros maritimos e teflies-
tres estabelecida m, BaMs
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,00:OOOW>00.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
hco maritirao em navio de vela e vaporet

.1 *-t
Seguro cenlra-fogo
rUB LIVERPOOL. & LONDON & C.LO
INSURANCE COMPANY
Ideatemi
SAlJNDERS BROTHERS 4 C.
11 Corpo Saoto11

fundo de reserva.
^miis
Juaqniin Jostfflofjalves Beit
por todos os'aporeRoOTe*
0.
:t)0O$0Ct
Jlgantes,
Latham & C.
ho.
ioJ& Filho saccanS I
Ana iia.
Aguida.
AveirO.
Hi'ja.
Chaves.
Elvas.
Amaranto.
Qaimajipfi

Evra. Monsao.
Pafe. Owr.
Karo. Porto.
(iuartla. Tavira.
Leiria. Ragoa.
Lisboa. Vizi'u.
Bacellos. Figueifa.
iwk
Valenca.
' /Villa- fteal.
ilabeceiras de Baslos.
CaSfello'BraTict).
Espotende.
Oliveira de',Vzemei?..
I'ovoS de'Yarzim.
Vinnna do Castello.
Ka.nalicao."
In
Penaflel.
Covilhs.
Mel^aco.
Pdrialegre.
Arcos de val de vez.
Celririco de Bdsto.
amhiha.
Manguatde.
fbnte do'fiimi.
Povoa de Linhosa.
Villa-Vovade'PortimSo. Vi'la Nova d
VII ha do 'Conde.
Rua do
Ger
Pateo
Cava,
Ru do BlTIMHHHPHMBffiD-
GiquirAf^MH^HeJ^etiado fao-
celino Sfacaaao dor"
ICorredordeS, Ji)5p.-
Caes 22deNovJki|i/olifllJ-Fgnacio
Esiratfftfc eUg^iftri^ld^Jnso
dos Reis Gome*******
Giquia a Jaboatao. Ignacio Ferreira
dos Santos
J '
Becco da Sardinha n. I.Jose Ignacio
de Medeiros
liua do hfiperador n. to.iofo Pran-
cisco de^ftmePr* IMnk
Dita n. 13. Jaaquiai Jose dos 8aQt,s
Junior- > It
Dita n. 17. Jusliao Ftancisco -de
Assis
Rua do Cabuga n.-iS .V.-rJcao Frei-
ra VHlda ^fl^ \ .
Ditadas Larangeiras 0: '. Joso A'ffuii-
- so BoiLioux
Dita a. & Joio Podro Wanehin
Dita das Trincheiras n, 43.-Joao Gon-
ta'ves Fcrrreira da Silva
ftfta estreffa do Rojrirto n. 21 Jose
'MartfUs Bias
Largo do Para;i n. 10.-Jose" Joaqaim
F*rr>in Brtto e Sihra
Rua de Joaa do Rego n '2. -' Jbs6 Lui^
Rua"dalJl4. 33:-Jgfi-' Grftelaho'di
Paixio
Raa deSanto Amaro n. 5.Joio Son-
falves Uoiirega
OH a de lUtlins de Albuquerque n.
24. Viuva de Joao ifenoel de Re-
' zende
Travessa da raia a. 2. Jose Augusio
de Arauio^
da Praia n.
30.
Id Paulo
"%'as iHi:N.
. S'ideira, S. Migu-.l, Faial e Terceira.
?

!\'aiAo~i&hlrvdo no ilia 1.
llba Jo Sal15 dies, brigue francez deno-
miosdo Brasileiro, dftnttfl tonelaflas, en-
pitao A. Lemerle, equipagem II, carga
sal; a Amorin Irmao"1 C.
Navws. sahidos no rnesmo dia.
New-OrleansVapor inglez Oberon, corn-
mandanle J. llantuy, carga assucar.
Oprocurador fiscal inleriuo da thesouria pro-
vincial dcclara aos contribuintes dos imposes de-
cretados pelo 27 do art. 13 da lei u. 1115, 4 pur
canto sobre a renda das casas em que se achaaam
WStabelecimentos coramercraes (ora da cid'ade do
_ieife, assun coito das casas em que se aeliamti,
botequios, casas de past), edcleifae,ttvallartjas
de alnguel e fabrieas, que Ihes lica rnafcado o pri-
la-improrogavel de trinta dias, a contar da pirWi-
caeai desle, na eontormldade da lei n. *U.2rt. Wi,
para solijitarera da seccao do coatencioso as ros-
pectivas gu'as para pscgamento certos de que se nSo o fizerem no prazo marcado,
proccder-se-ha a cobranca jndicialmonte, publi-
caudo-se para i>to a rela^ao dos devedores abaixo
transeripta.
Secgao do conter.'*ioso provincial de Pernarab*d
co, 27 de marco de 1874. 0 precorador liseal
interino,
Miguel Jose de Almeida Pernambuco.
Relacdo dos devedores do imposto de 4 por cento
sobre diversos estabelecimentos commerciaes, que
deixaram de pagar seus debitos no exercicio <\e
1812 a 1H13. .
A
Rua do Tuyuly n. 3.Antonio Pereira
de Almeida 17->4iO
Dita do S. Jorge n. 112. Alexandre
Gilbert &!>7^0
Hiti larga do-Rosario n. 31.Auguslo
de Barros Correa I3#6U6
Dita de Santo Amaro. Antonio Joa-
quim Gerald C:)278
Dita dita .n. A. Antonio Domingues
Pinto 2I^S0O
Dita le Matbias de Albuquerque n. 3.
Antonio Bernardo Qninteiro 13^030
Dita da Praia-nova n. 20. Antonio 21^800
Dita de Marcilio Dias n. 7. Antonio
;Joaq Um de Andrade 8T^720
Dita da Palma ns. 1, 3, ')-. Antonio
Pereira dos Santos 17^440
Largo da Penha n. 9.Antonio Luiz
ds Almeida lo^i536
Rua da Casa Forle n. 23 Viuva de
Anlouto Mancel Teixeira 3;>l39
Dita do Monteiro u. 36. Antonio de
Medeiro3 6 Largo dc Apipucos n. 62. Antonio
Pereira da Cunha 13^)80
Estrada para o engenlio n. 3. r-Agosli-
nho Dfas Trabieo 13^080
Idem idem.Andrt VitalAlves 2^616
Caxanga.Antonio Cardoso de Amorim. 6^540
Rua de Marcilio Dias n. 39. Antonio
Jose Pereira 10^464
Boa Viagem.Autonio Jose Teixeira v>!32
B
Rua das Trincheiras n. 16.Bellarmino
Alves Arocha 15^196
Pateo do Apollo n. 41 A. -Batinga 10#464
Rua da Casa Forle n. 69 A.Bento Jose ~
Domingues ,"#232
Giquia a Jabcatio. Bernardo Gomes
de Abreu 2#616
Idem idem. Bernardo Jose da Costa 2^180
C
Beceo do Abreu a 2. Caudido L'rsu-
lino do Barros 7^324
Rna do Barao do Trlumpho n. 100.
Cordeiro & lrmao '1C0#280
Raa estreila-do Rosario b. 10. Costa
& Rocha 20:i8
Dita do Visconde de Inbadma n. 56.
Cypriano Vasques 17-^440
Largo do Monteiro n. 10. Ceciliano
Rodrigues dos Passos 3o52ft
Estrada Nova.-Coelho, & Pinlio ,5#232
Giquia a Jaboatao. Candido Martins
de Oliveira 3^139
Idem idem.Canuto ?ergio de Farias 2^6t6
Catopo Grande. Cartota Marinba da
Rocha Falcao 2Xl0
l
Raa Vftal fle Negreuos p, n.-Do-
mingos de Barros 13^080
Rna da Imperatriz n. 39.-Durville 4
Guedes 2! #800
E
Dita n. 53.-E. M. Burgois -20*160
F
Rua de Mariz 9 Barros n. 10. Fausti-
no Pires 4T*'i40
Largo da Assemblea n. 43. PaHape
Villa Verde .23^198
Raa do Barao do Triorapho 76.
Ferraira^C. 34,^8^0
Gas do Apollo n. S.-fTaneiMo Faflx
Goncalves 8#7
Rna 22 de Novembro n. 2 A.Francis-
co Candido de Mdeirjt 10^468
Dita Nevada Praia* ?l-?-- Wfacisco
Luiz Goncalves Guimara* 34^880
Largo de 8. Pedro a. A. '- drtnto
JoseThoAaz 13,5<;60
Rua do Eocanatnento n. 8.Francisco
Goncalves Bai.los e Sa 3#I39
Largo do Apipucos a 42.-rFrancisco
Marques da Silva Mendes 21^;CO
Estrada fluva. Francisco Manoel de
Oliveira 3*;:32
Dita.Felippe Correia" Gomes de Mejlo 445ii69
Rua Nova
BotelhfMK
Rua dn Marquez do IL-rval n. 3j. -Jua-
qiiirn Ferreira Rosas
Rua dlardiJa n. 19.' Jose Vicente
G od i nhO^^*"*B^^^B^
Rua da Auruca u. Jose Lopes de
Oliveira
Arraal n. a3.HJos6 Maxt-
Pateo do Monlatro n. 1 -Jose Antonio
de Oliveira a Silva
Largo de Apipu*.s u. 46. Joao Feli-
zardo'do Amoi'ini
Idem ilem'u'.m-loao'Machado Bran-
. dao
idttm, idem n. Si. Joaquim Ferreira
Alves .
Idem idem.- Joaquim Aatonio de Paiva
Fonceca
Caxanga. J0S0 Pereira dos Santos Fa-
ro fa
Giquia a Jaboatao."-Jose Estevos Mo-
reira da Costa
Idem idem. Joaquim da Silva Costa
idem idem..' Jiaquim J.os6 Pereira da
Motta
Idem idem. Jote Vieira Lima
Idem Id .m. Jo.-c Joaqtiim de Castro
e Silva
Caxanga. J- se Pachcco da'Furtceca
Giijaia I Jaooaiso.- ToSio Mauricio
Idem idem. Joaquim Xavier da Silva
liftm'Hetr. Ios6 Joaquim de ?anta
Anna
Matanca. Jose'ftanririo do Prazeres
Campina Grandi Joid Ribeiro Pes-
.soa
S* Lo'urentjj. Joao "aria Panche
Etnbiribeira. Jose Xavier de Melli

Rua das Truiohciras n. 48.Luiz S. S.
Estrada dq Arraial n. 22.Luiz Antonio
Fragdso
Becco das Barreiras. Luiz Calinon
Cordiviilo
Giquia a Jaboatao. Luiz Antonio, de
Sonza
Idem idem.Luiz di Convicao Albu-
querque
Rua de Thome de Souza n. 0. Manoel
Benevides 4 C.
Dita de D. J. Martins n. 24. Manoel
Moreira Esteves
Dita do Imperadorn. 23.Manoel Bap-
tisla d> Nascimento
Diia n. 27.Marcos de Almeida Lima
Dita das Larangeiras n. 6. Manoel
Jose do Nascimento
Dita de Vidal1 de Negreiros n. 17 Ma-
nTiel Severioo do OAveira
Caes do Capib&ribe n. 28 Manoel Joa-
quim L'>bato & C.
Estrada do Arraial n. 13. Manoel Joee .
Dominguej
Rua da Casa Forte n. <7. Manoel
Joaq'iim Carneiro Monteiro
Dita n 13.-Manoel Souto Lima & C.
Estrada para 0 engenho n. 9. Marco-
lino Neves de Farias
Estrada Nova. -Marcolino Francisco da
Silva
Caxanga.Maria Margarida Gauthier
Giquia a Jaboatao. Manoel Renovato
da Fonceca
Idem idem. Mancel Maria Monteiro
S. Lourenco Manoel Autonio de Vas-
concellos
Giquia a Jaboatao. Maria Ermelina
de Catro Azevedo
Rua do Barao da Triumpho u. 41.-
Nunes & Silva.
P
Caes 22 de NdWrabro n. 26.Polycar
po Jose Layme
Rua estreita do Rosario n. 20. Pedro
.Augu-to da Silva
Giquia .a Jaboatao. -- Paulino Anldbio
de Souza Ayres
26^16*
tdeti!
87^200
2009!
3*13
)7440
2^618
20616
130089
. 13-5080
:i'.->880
360680
807BO
ml
2=
i 30696
170446
100464
S'0SOO
130696
135696,i
00340
30232
8072OJ
260160
100464
210800
130696
1?0O8O
80720
' 8072Q
80232
60104
S0232
260160
20611
40232
20092
0139
20616
30i39
20516
56232
2GI6
40160
20616
2:5616
2:5Sl6
IT*i4fl
30139
S0O1O
20180
?0O!!2
130080
60340
2fi0!6D
260160
130080
130080
130090
(?0278
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70348
20616
30139
60340
20616
40320
20061T3
60340
260160
26160
70848-j
2,8616
As pessoas quese pfpezerem a esla arremata-
jio comparecam na sala das sessdes da mesma
tbesouraria no dia indicado acima, pela meio dia,
competentemente babilita^as. .
E para constar se maadoo ptjMicar 0 presente
delo Viario de Pernambuco
SecwlarMa.tJijaouraBi* proviacial, 20 deja-
Vletoriand Jose M. Palhares,
OflJcial mator interins.
Cliusulas especiaespara a arrematacao da ponte
denominada Pao sangue sobre 0 rio Seri-
nhiem.
1." A pome denominada Pao Sangne sera exe-
cntada de conformidade-cora 0 orcamento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.no valor de 9:370*.
2.'0 arrematantedara principio a obra do pra-
zo de am mez e a concluira no de 12 mezes.
).* O.pagamentosera effectuado em 3 presta
.00s iguaet a proporcao da label I a execntada.
4!" Para tudi j mats que nao se achar especiD-
cado Sera, regulado pcto que disp5e 0 regulamenw
de 31 de julho de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo
se Tiburcio Pereira de Maf alhiies.
' VicturiaBO Jose M. Palhares.
------------------------:---------------. k _______________________^_^_
0 Dr. Pedro Carhello PeSsoa, juiz de direito
da seguuJn vara civel neste cidade do
llatila^dB Petuarabuco, pOT.8. M. o-I*iipc-
dor, etc.
Fa 1,0 saLier aos que a presente carla de
editos virem, era coaio Antonio Martins Sal-
danba, nre fez n peticao do Iheor seginte :
111m. Sr. Dr juiz de direito da segunda
vara. Antonio Martins Sa dauha, credor de
Jose Xavier Pereira de Brito, Ernesto de
Carvalho l'aes de Andpade, I). Carolina de
arvalbo Paes de Anlra 'e, Joao Francisco
rneiro Monteiro,.-Antonio J/rancisco Car-
niiro Mofitetro, como h'nkiros que s3o da
finadal). Malbilde Bernardina daConceicJio,
primitiva devedora de uma nota pr< m;ssoria
que aceitaraetn favor dosupplicanto: requer
a V. S. se sirva de inandar cita-los para
na pritneira auJiencia deste jnizo, vircm fal-
lar aost;rmos deuma acgao ordinaria, pela
qual lhes pretonde pedir 0 pagatnento da-
quella jjiv! .'a, 0 que melhor eipre^sara no
bbe.lo Tespectivo, ttma vez qae 03 snpplica-
^l io se conciltaratn, docum;nto junto,
ficando des le logo e tados os supplicados,
para todos os demais tcrmos da acgao, ate
final sentenga Outro sim, rwiuer a V. S
que estando os dous ultimos supplicados au-
sentes, em lugar incerto e nao sabido, admit-
ta ao supplicante aproJuzir a cOnvmieute
justilicagio, alim de sorem citados p.r
carta etlito:. Pede a V. S. deferimentoi
sendo a presents distribuida ao escrivao Cu-
nlia, por cujo cartorio correm os autos de
arre5;o requeriilo contra os mesmos, pelo
supplicante. E. R. M. Recife, 20 de
marco de 1874. 0 advogado, EsCevfo de
Oliveira. Estava sellada com 0 scllo de es-
tampilha,. e competentemente inutilisala.
Cuja potigao, sendo-me apn-sentaia, nella
dci 0 duspacho do tbeor seguinle :
Disttibuid', como nquer. Recife, 21
do bjiwoo de 187 4P. C. Pcssoa.
Em virtu'le de dito men ilespacho, foi a
petigao drstriburda ao escrivao que estepa:-
sou, eforam inquiridasduasiestemuhhas' que
juraram contes:e,s a ausencia dos" supplicados
Joao Francisco Carneiro Monteiro e Autonio
Francisco Carneiro Monteiro, e lendo feito
ho escrivao sellar os aufos, m'os fizora con-
clusos com a respoctiva assign tura, e sen-
do por mim vistis, lidos eoxaminaios neiles
dei e proferi a s'nlenca do ihoar seguinte :
flm vista dos depoimentos das testetnu
iihas de folhas e fjllias, hei por ju.tificada
a ausencia dos reo3 Joi 1 Francisco Carnei-
ro Monteiro c Afluniu l-'iaii'-iato Carucnu
Monteiro, em lugr incarto e nao sabilo, e
pelo que mando que sejam citados porcar-
tas de edito? : pages as custas pelo justifi-
cante. Recife, 28 de marr;o de i87i. Pe-
dro Camello Pessoa. Cuja senteuca sendo
assim p?r mim dada e proferida, fora outro
sim, por mim mantlada public3r em inao
do escrivao, qiie mandei se cumprisso
eguardasse.
Em virtude do que, 0 0 crivuo fez pissar
presen'e carta de e lito, por hem ca qual
ami-
Joao
Francisco Carneiro Monteiro e Antonio Fran-
cisco Carneiro .Monteiro, lhes fsQam aviso de
que pela presente sao citados par.t os tar-
mos da acQ.io ordinaria de que trata a pe-
t'gSo aqui transcrip'a. afim de que no pra
zo da lei comparecam por si ou por seus
procaradores.a allegT sea direito e justig',
sob pena de proseguir a causa sens tcrmos
a sua reveiia na forma da lei.
E para' quo chegue ao conbrcimeuto de
to ios, man lei passar o pesente com o pra-
zo da lei, que sora publicado e affixado r.o
lugar publico do costume.
Dadoepassado nesta cidade do Recife,
aos 30 de marco de 1874.
Eu, Pedro Tcrtuliano da Cunha, escrivao
escrevi.
Recife, 30 de fevereiro dc 1874.
Pedro Camello Pessoa.
e seu tbeor, man lo a tod as as pessoas,
g")s, pareutes e conhecidos dos ditos
,i.'L..
m
Rua de Joao do Rego n. 14 Roque Es-
teves- 260:60
Rua Vidal de Negreiros a 113 -li.y-
mundo Jjsser 130080
Rua da Casa Forte n. 11.Rozendo Ma-
ximino 100463
Giquia a Jaboatio.Rosalina Maria da
Concelrao 30139
Pateo de Jaboatao.-Ricardo Carlos Pe-
, reira da Sjlva 30232
* n
Rua das LaraSgiiiFas 0. 30. ;ilvano
.& Carneiro 170440
Varzea.-Silvestre Francisco Alves 20180
Estrada para 0 engenho. SiJvino dos
Reis Gomes 20616
- *(.
Rua daslarangeiras n 39. Tavare-
& Silva 130696
Estrada de Santa Anna n. 11 -Thome
Rodriguej da Cuuba 50232
Seccao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 27 deiarc,o de 1674. .
' Q I.^'ofltoial,
lloraeio Wdlfrido Perigam, d* Silva.
' De ordem da Mm. Sr. Dr. chefe da
policia, se faz pHWico pra conh'ecimento de
todos qoe, 6*econformida"de com o arf. 20 do
regulametito policial de 23 de janeiro'do cor-
reute anno, nua prohibido das 3 boras da
tarde d dia de- hoje ate meio dia de sexta
feira santa, 0 tratisito de quaesquer rehicu-
los de cofldflclc'a^; 0 do pessoas a eavaflb,
com exaepfao apettasidoJ carros quefon-
duzirem medicos para 0 exercicio da sua
profissfid. #x MMJ?> *8
tomwUri* ik'fulinia l'uiwuinbawe, 4 .*
Je bbril de 1875.
hc5Wrio,
Francisco^da^Sihin liarrnzn.
h- 0 Ulm'. Sri iosaaaiir dirtMsiorarla pro*i-
Oia* matda fazer pubMeo qne em campricoeoto da
rdem doExm. Sr^-^iwldeiiiaida.iptoflneia, de 1
e Janeiro ooratBtejjpBimte ajnnta desta thesoa-
.aria se ha d* arrematamio' dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominada Pao
Sanguo sobre 0 rio SerinhStm, orcada m 9:570*,
pagosomapolioes da4ivHa~ad*incial a joro de
7 por cento ao par.
Pela admioistracao do consulado provincia
se faz publico que no dia 13 do mez de abril vin-
douro, as li horas da manha, a porta desta re-
partieao, ira em praca uma caixa apprehendida
ao mascate Vicente Barsne, com diversos objeetos
de coral, avaliados na imporlancia de 343J520 :
ticando porem de nenhum effeito a referida praca
se 0 dono da raercadoria realisar 0 pagamento do
imposto e da mult.i em que incorren, como de-
termina o art 8 do Reg. de 7 de oulubro do 1873.
Consnlado provin:ial, 30 de marco de !874-
" ______Antonio Carneiro Machado Rios.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A Mm*, junta admioistraliva Cesta Santa Casa,
devidamente aatorisada pela presidencia, na sala
de saas sessdes, pelas 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, vende on permula por apolices da
divida pnblica os seguinres predios. peTlencentes
ao legaao de Joaqnim da Siiva Lopes.'de^ue e
administradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
najqv"!8 3 andares n. 17, por 5:500$ ; becco do
, opejq 3' Darte do sobrado n. 1, por 2-:668666
rna da Guia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; raa de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*. sobrado de um andar n. 30, por 2:000*,
dito meia-agua por 300* ; rna dos GnaTarapes,
casa terrea n. 63, por l:tO0* ; rua dos Acougni-
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 489f ; rua da Soledade, dita
a. 72, por 700* ; becco do Teixeira, oka n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
fcacife; ttfc fe^retrc da-1874.
0 escrivao
____________ Pedro Rodrigues d&,Souza
Sanin Uato'-d* IVltserrcordU,!!!.!
Recrfe.
Em vista da ordem da (Sma junta administra-
tjva sao convida s das menores infra
qiencibnadas'a vTram" ret{ra-la3 do cdHegto das
qrph3\ por ji ter.cm attingldo a idade' marcada
no respectivo regulamento, e acharem-sa com suas
"lucas-oes tertWnadas. AbaaRas qoe nao forem
tiradas detrtro do prazo ffb'30'dias, conia'oos da
do presente, serao enlregues, de accerd*
0 3* do art. 48 do n*Wmo regulamento, a
familias honestas para ani se empregarem bo ser-
vl^O'donwstico.
Senborinha dos Saaios, fllha de Jose Joaqnim
dos Santos .e Antooia Maria.
Leopoldina Maria da Paixio, fllha de Oara d*
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joaaaa de tal.
Valeriana dos Sbutos, filha de Joaqnim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandria Bezerra Cavalcanff, fllba de foi^
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra: de Menace*.
Idalina Lacerda, fllba de Pedro Alexandre c>
Lacerda e Anna Vraocisca Paes Barreto.
Josepba Lama, fiUia de Joe^aim Lima de Oli-
veira e Joanna Maria.
Candida, fllha de Vita! das hfas Coellre e Car-
ola de Lacerda.
Rosa, filha de Aotonia Joanna de Barros.
Diowzia, fllba ie Vital das Ghagas Coelho Car
lota de Lacerda.
Aotonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Wk-
eolina Gnimaraer.
Adelaide Praneisea da-SH**, fllha de Fnaei*-\
de Aseis.
Alexandrina Maria, filha de Pefippe Martino ,1.
0' a Maria Joaqoina do BeairRo Saolo.
Rosa, filha de-AMonia Joanna de Barros.
Secretaria da SanU Casa da Kse.-orJia d>
Recife, 13 de mareo de 1874.
0 eacriTao
_______________Pedro noflrtrdes de Soa.
Pela thesouraria provincial se faz publics
que foram iransfendas para odia 16 de abril pr ;-
ximo vindouro as 1 bras segninles :
Obra dos reparoa d< b^mba 2 no "' laaro da
estrada d.-> sal, orcada era 1:012*.
Obra dos reparos da ucberla da casa de dalea-
?5o, orc:idu em 1:478*.
Obra da bomba para 0 povoad< div Monte.
orcada era 1:980*.
Seeretartada thesouraria previnci<-l oV Pernam-
buco, 30 de raarco do 1H74.
O ofttriat-tniwr
Miguel AftVns-i Ferreira.
in
l-c- l>-.y.*tf;:'
ESTRADA DR FERRO
DO
Recife a Caxanga.
Na quiiita e sexla-feira sonla, c ires se-
rao regulados da maneira segwute :
Ate meio dia de quinta-fuira bavera os
trens da tabella, menos 0 da carga.
A' tarde haver;! : a 1 lion e 10 minut 1 j.
as 4.10. 7,10 e 11 boras pela linha prin-
cipal, ea 1 bora e 15 minutos, 5,15 e
11,5 pelo Arraial, sahindo todos das oilici-
nas.
Do Caxanga bavera : a 2,35 5,M e
8,35.
Do Monteiro pelo Arrawil : aia 3 e as G
horas, ate as ofliciras.
Sexta feira as 7,lo c 10,10, desolliciiias
ao Caxanga, pela linha principal, e pelo
Arraial, js 7,15.
Do Caxanga as ollfriflas, as H,35 e
U,3o.
Do Monteiro.: as 8,35 pelo Arraial.
A' tarde tera as 4,10 c 8,10 das ofieina*
ao Caxanga pela^iuha principal, e as 8,15
pelo Arraial.
Do Caiangd para oliicinas, pela Kuba
principal, as 5,35.
I'scriplorio da companhia, 31 de mar-
l*do 1874.
i. C. MM
^^ Gercntc.
SANTA CASA DA MISERkCOUl iA Dli
RE'IFK.
A Hlma. junta admini>trativa da santa casa da
icisericordia do Recife, manda fazer publico fat
aa rala de suas sessoes, no dia 1 de atrfl pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arromatadr.s 1
anem mais vantagens offerecer, pelo temp > de Bm
airs annos, as renuas dos preaios em segniu^
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
mvessa de S. Jose.
Casalerrean.il.......201 iOO-1
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32.......' 230*ao
Padre Florianp.
Idem n 49........207*0.10
Qnwa Pontas.
Casa terrea n. 114......362fl30O
Rua da Aiegria.
Idem n. 31........37l*
Pcnte Velha.
Idem n. 31.........l-36*0->
Una de Antonio Henri jues.
Idem n. 26....... 99*CM
PATRIMO.NIO DOS OKPttAOS.
Rua da Senzalla v ha.
Casa terrea n-16.......flO9;00o
Becco das Mas.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Crnz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*0*
JRua do Pilar.
Casa terrea n. 100......ftl*P0'>
Rna do Am*rim.
Idem n. 34........IHlOOi
Rua da Guia.
Idem n. 29........20l*CO-
Rua d.s Larangeiras.
Casa terrea n. 17......3fll*0">'
Os pretendentes deverao apresentar no ac
arrematacao as suas tiancas, on compareceraoi
acompanhados dos respectivos fladores, devead
pagar alem da renda, 0 premio da qnantia ens
jue for seguro 0 predio qua conliver esubeteci-
aiento commercial, assim como 0 servico da lim
peza e precos dos apparelho.
Secretaria da santa casa da mtserieordia do R--
.ife, 17 de marjo 0 dd 1874.
0 escrivao
Ptdro Rodrigues it Souza.
ESTRADA BE FERRO
do
REGIFfi A OLINDA
Na quinta e sexta-feira-santa, ostrens se-
rao regulados pela tabella seguinte :
QlhNTA-FEIRA.
Manha.
Regulara pela tabella em vigor.
Tarde
Recife a OUnda12 12,2 12, 4 1 1.
G 1/2 e8 1/2.
Oltnda ao Recife.I 1,2, 3 1 i, 5 1 -'.
7 1/2 e 9 1 2.
Reeife a Beberibe. 12 1/2, I 1/25 1/2
e 7 1/2.
Beberibe ao Recife.-^2 1/2, 4 1 2, f> I i
e 81/2.
SEXTA-FEIRA.
Manha.
Recife a Olinda.7 I '2 e 9 1 i.
Olinda ao Recife.8 1/2 10 I 2.
Recile 4 Beueribe._7.25 e 9,25.
Beberibe ao Recife.-8 1/2 10 I t.
- Tarde,
Recife 4 Olinda.4 1/2, 6 1/2 e 8 1 '2.
Olinda ao Recife.5 1/2, 7 1'2 e 9 12.
Recife* Beberibe.5 12 e7 I 2.
Beberibe ao Recife6 1/2 e 8 12.
Na quinta e sexta-feira n3o ha trem da
carga.
ApprOvo.Recife, 28 do marco de 187k.
F. deFigtefio.
OQeraate.
LauretUino Joti de Miranda,
Armazens da companhia per -
nambucana.
Seguros eMtrd 0m
A companhia pernanabucana, dHhA> da ex.-
cellentes e vastos armacew eea saa pretto ao for-
te do Hattos, ofterece-os ao eomaaereto am geral
para deposito de generos, prawawlri a iMior eaa-
servacao das mercadorias deparitadai, seralc*
1
___ -


Dwdo de Pernambaoo Quinta feira 2 do Abril de 1634.

proaato, ptaa medicos, etc.
Tambem recoJbera, mediante previo accordn, ex-
clusivamente 01 generos do uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e cotnmodos,
-ao inteiramente oovos e asphaltados, iseatoe dc
cnpim, ratoe, etc., etc.
As pessoas gue quizerem nu'l(sar-se destes ar-
mazens, pederao diriglr-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com ^o'em
tratg. ___________________________
Luso-Brasileira.
CflMdli* flaral
Nao te tendo reunido numero legal dos senho-
res socios na assemble* geral, convocada para a
ultima domioga de marco ; de ordem da prcsi-
tleocia cuuvido novainente aos' senhores socios
para a reumao que dee ter lugar no proximo do-
mingo 5 de abril, pelas ii boras da nuoh*, pre
venindo-os de que a assemble* funceioaaia com o
numero de socios entao presentes, coeforme pre-
-eitda o artigo 26 dot eiututos.
Secretaria doconaelho fiscal da sociedade Luso-
Bra'ileira, 30 de marc/) de 1871.
0 1* secretario supplente
J. M. de Andrade.
Coinpaoliia Ferro larril de
Feraanibueo.
De ordem do Sr. Dr. chefe de poHcia da provin
cia, ficara interrompido em todas as linhas o Iran
aito dos carros desta companhia, das 3 horas da
tarde as 9 boras da nolle de b'oje.
Recife, S de abril de 1871.
0 gerente.
________ Gustaco Adolpko Schmidt.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
A directoria desta companhia lembra aos
Srg. coocessionarios de pennas d'agua, que
todas as obras conctrneDtes as mesmas, so
poderao ser feitas com sciencia da directo-
ria e presence, do respectivo empregaio, isto
para evitar os abusos que se dao constantc-
mente, e para que nao fiquem sujeitos as
multas competentes.
Escriptono da companhia do Beberibe,
30 de marco de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenc-a.
Nanta Chsh da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa desta santa casa, em
sessio do dia 31 do corrente, recebe novas propos-
las em cartas fechadas para forneciment') de 100
colcbdes e 100 travesseiros de que precisa o asylo
de mendicidade, tomando-se per baze o preco de
"$800 por um c outro objecto.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 27 de marge de 1874.
0 escrivao,
________ Pedro Rodrigues de Souza.
7 0 duello.
8 0 reino de sataaaz. .
9." 0 carfare.
10. 0 julgameato.
11. 0 patibuio
12. A cancac do snldado.
EP1LOGO:
0 baptismo de Clovip.
A accao passa-se aos annos 493 a 4%.
Os primeiros 12 qaadros em Soisson, e o epilo-
go em Reims.
A empreza nao poupiu desperas nem eeforcos
para monlar- a peca- oom lodo o luxo requerido.
A's 8 Mr as em iionto.
Domingo
X's 3 1| horas da tarde.
SANTA CL0T1I.DE
Principiara as 51(1 boras
nuni
Santo Antonio
EMPB3EZA
Sabbado 4 de .abril.
Representar-se-ha a linda comedia em 4 actos.
ornada de musica :
Circular
Liverpool. S de marco dc f 51
Massa fallida de Tugmah & Bradshaw
Os negocios desta firma, que me foram encar-
regados pelo tribunal do commercio estlo agora
arranjados, e retirados do ditn tribunal.
O aviso annexo da dissolucio da lirma foi de-
vidamente annnnciado na gazeta official, e o Sr.
S. C Bradshaw e unica pessoa que tem direito de
tratar da massa.
Deos guarde a V. Mc. Starmood W. Banner,
urador Gscal da massa fallida de Tugman &
Bradshaw. -----.-
BEREYS BUILDINGS, 'GEORGE STREET
Liverpool, 5 de marco de 1814.
AVISO
Pelo presente notiflca-se que a sociedade ate
agora existente entre nos, os abaixo assignados,
Samuel Tugman & Sylvestre Christovao Bradshaw,
negociantes desta praca, com escriptorio Bereys
Building-, George Street, gyrando sob a razao so-
rial d. Ti.(j.nan A Brdohow, firo di --r.| .i,]a Jc
commum accordo desde a data d; i de dezembro
de 1873. Todas as dividas pertencentes a dita fir-
iDa serao pagas e rwebidas pelo diu Sylvestre
'^bristov.io Bradshaw, o qual continuara com o
rnesmo negocio pela sua propria conta e debaixo
ile seu priprio Dome.
a S. Tugman.
S. C. Bradshaw.
Rcconlafocs da mocidade
Terminara o espectacnlo com e muito gracio
ea comedia em 1 acto :
Os dons tiniidos.
Prirwipiara as 8 l|2 horas-
DOMINGO
.!' A 1|9 haras da nouie.
Crande e variada eapeetaeala
A excellente opereta em 1 acto :
Sem fato e sem noiva.
A grande pbanUsia burlesca em 2 actos :
A RAINHA CRINOLINE .
Terminara oom a comedia popular em 1 acto
OS IRMAOS DAS ALMAS
AS 6 1|2 DA .NOITE.
S MAHJTIMOS
ADMLNI5TRAC.-.0 DOS CORREIOS i E PEH-
NAMBITCO, DE ABRIL DE 1874
Kelacao da correspondencia registrada (sem
valor) recebid.-i de diversas procedencias
ate esta data, e que u3o tem sido entre-
gue por ignorar-se as residencies dos-des-
tiDatarios.
Almiro Leandro da Silva Ribeiro, Antonio Cle-
mentino Accloli Lins, Americo Vespucio Moreira
de Almeida, Bertino Guedes Ic6, Carlo Simoni,
Climerio Aives de Farias Pedrosa, Clarimundo
Barreto dos Santos, Domtngos Antunes Villaca,
Delfina Emilia da Silva Branco, Francisco Radi-
ehe, Honoria Luiza dos Santos, Ignacio Nary da
silva Lopes, Ignacio Evcn;io de Mendonca Uchoa.
Jos<; Lourengo da Silva Milanez, Jcu6 loaqaim dj
Oliveira Gongalves, Jo4o Fernando da Cruz, Jose
Carlos Teixeira, Jo5o Jose dos Santos Lima, Joao
Martins da Silva Coutinho, Joaquim de Souia e
Silva, LourenQo Jos6 de Figueiredo, Leonci Parig,
Leopoldo Catilina, Maria Magdalena, Maria Amalia
de Albuquerque Mello (i), Manoel Lodovico de
Aranjo Leao, Pedro Vicente Vianna, Rodolpho
Luit de Mello, Rosa Perrv Vi.lal, Seraphina da
Mlva Ferreira Gcmes.
0 official etlcarregado do registro,
Jose Candido de BarrOs
MARITIMQ DO PORTO
Empreza portuense de navega*
cao a vapor outre Portugal e
o Brasll.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
< ommaiidunte Tomasini
Que deve cstar-aqui prqeedente de Portugal ate
o dia 3 de abril proximo futuro, depois de indis-
pensavel demora dentro'do porto, seguira para a
Bahia e Rio delaneiro.
Passagens e fretes de cargas, eneommendas e
valores, tratam-se com
US AUE-TTh'S
I- R. Rabello rt < .
48 Rua do Commercio 48
N. B. As pessoas que quizerem ir para
Portugal na rolta do vapor, que devera" ser
pelo meiado do mesmo mez de abril, podem
desde ja" tomar as suas passagens para preve
nirem que os lugares. sejam occupados nos
portos do sul.
COMPAMfiA BAHI.W4
UDT.4DA
UnceU, **m*4m% Araeajat
e Bahia.
E' esperado dos ptirtus do -ul ate o dia \ Oe
abril o vapor Penetb, o qnal sahira para s por-
tos acima do dia scgiaoto ao da sua cke^da.
Recebe-se carga, pass%iros e diohefroa Crete.
Ageotes.
Antonio Luu de OUveir* Azevaa*.
57Rua do Bom Jeans57
Porto por Lisboa.
Sohe imprelerivelmeote aestes 13 dias e brigue
portuguez Florinda : quem no mesmo quuer car
regai on ir de paasagem, (rate com os oonsigna-
tarica Thomu de Aqnioo Fooceca & C. succes-
sores, ma do Vigario n. 19, en com o capitio.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto prelende seguir com poa-
ca demora a- barea portugueza Social, por ter a
maior pane de seu carregamento engajade, a para
o re.-to qne lhe falu trata se com os eonsignata-
rios Joaquim Jose Goncalves Beltrao A F
rna do Commerciol n 5
filho,
Porto e Lisboa
A glera portugneza Fima vai seguir com
brevidade para as dou:
maior
para
pane da
dous portos acima por ter a
carga engajada ; para cari
5a e
ilva
imaraes & C, praga do Corpo Santo d. 6.
COHPA\HU
MES8AGERIES MARITIME
linha mrnsal
RIO GRANDE.
E?pera-se da Enropa ate o dia 7'do corrente.
segumdo depois da demora do costnme para Bue-
nos- Ayres, tocando na Bahia, Bio de Janeiro t
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
BOB
(S AGENTES
Harisinendy A Labllle
9 Rua do Commercio 9
CASA BA WML
AOS ,4;000#G0O.
BILHETES GARANT1D0S.
4'ruo rVtmasrodtMarge(outroraruadt
Crttp*) n. tSt ccuas do costume.
0 abaixo aasfenado tendy vendido not sens te
Rises bilbeMs. um taeia n. 16 O com 7004, nm
mleiro n. JWO com 1004, um mew n. 1531 com
MM, contra* sortes de iM e 20# da loterfa qne.
s.acabon s extrahir (P3), eonvida aos possui-
lores* viraoi recebern* ion formidade do costu-
me sem desooote algum.
Acbam-M a veada oe feiizes bilhetes garantidot
la >* parte das loterias' a benetlcio da igreja
da Casa Forte (**), qne se extrahira na segun-
feira, 6 do mez viadouro.
PRBCOS
Bilhete intoiro 440(1)
Meiobilnete if/Mo
m poaxo de 1009000 para cm*.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete i|750
_rw_<________Manoet Marti** Fiuza
O abaixo assignado"prticipa ao publico e ao
commercio que oomprou a 13 do corrente ao Sr.
Joao Francisco de Souza, autorisado pelos demais
crtdores, auvernada rna da Fundicao o. 4, per-
tencente outr'ora a Jose Gaudencio Pastor. Pre-
vine ignahnente aos devedores de dita casa, qua
s6 com o abaixo assignado on pessoa por si auto-
ri.ada, se devtrao entender, visto como fez parte
da compra, as dividas activas.
_____ Manoel da Silva Reis.
PHOTO0RAPHIA
IMPERIAL
AVISO.
.Nao se prestando o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Hadre de Deos, para am abaste-
cido deposilo das diversas marcas de fnmo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberlo outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
irmazem do fnmo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes deseiadas, e bode pode-
rao os senhores fregnezes dirigir-se, cerlos de
3an, como Hi aqni, acharao sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as diflerentes marcas de fnmo da Bahia e
Rio de Janeiro, qne tem sido annunciadas, acaba
de rhegar nma encommenda especial, e qne mnitb
deve convir aos senhores fregnezes. Consciente o
aba xo assignado de qne neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem os tenha com relacao ao pequeno In-
cro que procurari obter da dita mercadoria.
Jos6 Domiogue? do Carmoe Silva.
Gratifica-se
A quem entregar na rna do Brum n. 56 3 cam -
badas de chaves, perdidas por um pre to, dentro
de um sacco.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barea portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de sou carregamento engajado,
s para o ream que lhe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose goncalves Beltrio & Fi-
sho, a rna do Commercio n. o.
IEIL0ES.

Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
A g.ilera portugueza Sandade, seguira em pou-
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA.
SOCIEDADE PARTICULAR
RECREIO DRAMATICO
Sabbado 4 de abril.
Snbira a scena o drama em 3 actos e 1 aua-
Itos : *
A roda da fortima
Dando rim ao espectacolo a sempre applaudida
omedia or ginal brasileira :
0 jodas em sahbiido dc alleluia.
Principiara as 8 horas em ponto.
Havera trem depois do espectaculo.
Aviso.
Os senhores socios podem desde ja mandar bus-
<-ar os seu? bilfcetes no. tbeatro, das 3 as 7 boras
'a tarde.
:os dias para o Porto, "com escala por Lisboa.
Ja tem contratada grende parte da carga ; i
para o resto,- trata-se com os consignatario'; i
agentes da companhia,
Jdff da Silva Lorn & Filho,
era seu escriptorio a rua da Companhia Pernara
bueana.
Ha para alugar nma escrava que sabe co-
zinhar, lavar e engommar: a tratar em CMinda rua
de S. Bento n. 33.
LOPES & C.
ESTABELECIMEMO DE PRIME1R1 OHDEM
Rita h Hanloda Virtria n. ii. sobrado
(AMIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima expo&ipao
RIO De'jAiNEIRO
Acha-se monurlo sob as melhores cocdit oe* r*e arte, e aberto
concurrencia publics, este estabelerimpntn, o primeiro, sem duvida,
desta provincia, no qual se liram retratos pelos im-lhor e mais
modernos sjstomas, empregatido-so somente material de pnmeira
qualtdade, e garantindo-se
Semelhan^a, nitidez e duracao.
Trabalhi-se todos. os dias uteis e de guarda, desrfe as l# horas
da manna" 4s quatro da tardo, nao prejudicanc'o o te ou nublado a perfeicao dos retratos.
Faz-se toiia a quilidade de copias, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
f
Uma
bum.
mm
duzio de retratos de uma so pessoa.
em cartdes para l-
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos, e eogmentados ba
uma tabella de precos.
T.ram-se retratos at^ tamauho natural.
EXPOSIQAQ
DE NOITE
S^2
PROTECTORA DAS FAMILIAS
ASSOCIJkC<0 DE SEGURO MUTUO SOBRE A IDA
OBAXCO RURAL EHYPOTHECARIO
Oapital social em apolices de 6 \ at612 de marco de 1873
9,804:700^000
(TilLmi ^ii^i i ^ .%
estrada do Monteiro,
perto da estacao, com excellente casa, com gaz,
cocheira, jardim ; pertencente a vinva do Dr. Ja-
cintho Pereira do Bego : a tratar com Francisco
Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus, ou na rua do
Imperador n. 83, t* andar. No mesmo sitio tem
quem mostre os commodos.
SEGLNDA-FEIRA 6 DO CORRENTE
*- s I I h ras da man ha
Por'mandado do lllm. Sr. Dr. jui de direito es-
pecial do cnminercio, o agsute Pinlio Borges veu-
dera em leilao, a armacio, ulensilios, fazendas, 1
mibiliacom tampos de pedra. I guarda -1 >uca,.t
mea elastica, l lavatorio com tampo de pedra, i
toilette, i espelho com moldnra donrada.. I apa-
rador de amarello, 12 cadeiras de faia, 2 commo-
das, I prensa para eupiar cartas 2 mesas gran-
des, 1 caiteira, i estaole para guardar caiUs, 1
cofre de ferro e mncho, e outros artigos pprten-
centes a massa falli !a de Faria 4 Lessa, esistea
tp na loja da rua do Livramento n. :i0, oude effectnado o leilao.
Os Srs. pretendentes peden d>sde ja ^xaminar
o inventario da mesma etu i>uJer do referido agen
tp, a rua do Bom Jenus n. 33, primeiro an Jar.

*
Leilao
*
iMPREZA LjMft PEHANTE '
Sabbado 4 de abril.
Terceira representacao do apparatosissimo dra-
ma em 12 quadros e I epikigo, do Sr. Dr. Souza
Prnto :
Saola Cloliltte
RALNHA DE FRANCA
Denomina'cao dos qaadros.
!. O Eremiterio da grata.
2.* O banquete.
- 3.' Os gracejos do diabo.
4. As iatrigas do valido
a visa.
. 0 ioterrofi.^,-j.4,d ran'
PaciOc Steam Navigation Companv
ROYAL MAIL STEAMERS.
Sao esperados do sul os vapores abaixo men
cionados :
Marijo il Potosi.
Abril iQlllimani.
Abril 2i Britannia.
Maio 8 John Elder.
Maio il-Galicia.
Tabella das paasacena de Pei iiaiu-
bneo.
Para a Europa | classe 2' classe 3* classe
A Lishua 27 15 10
A Liverpool 30 20 13 -
Os menores de djze annos pagario meia pas-
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crian-
ca menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas terras paries das pas-
sagens de pnmeira classe ; e serao alojadas no
salio das ^enhoras.
Criados pagarao passagem de segunda classe.
Oscamarotes nao devera ser conslderados en-
gajados, emquanto a passagem nao tiver sidb
paga.
Os patsageiros-que nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderio metade
da importancia deltas.
Bilretes de ida e volta- (nio transferiveis) se-
rao concedidos a passageiros de pnmeira classe e
a seus criados que oS aiompanbarem,e a pas-
sageiros de segunda classe, com nma reducc^o
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das passagens : os quaes valerao pelo espaco de
doze mezes calendarios. Neohuma concessio ser-
feita, se dentro do tempo especiflcado, nao se li-
ter nso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
caia passageiro adulto ; todo o excesso pagara
frete.
N. B.Nao sabirao antes das tres boras da
tarde.
AGENTES
Wilson Rove A C.
14RUA DO COMMERCIOii
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\'a 'gac&o caateira a vapar.
MAMASGrJAPE.
0_vapor Coruripe,
commandante Santos,
seguira para o por-
to acima no dia I de
abril as S boras da
- tarde.
Recebe carga, encoramendas, passageiros e di-
obeiro a frete ate as 2 horas da tarde de dia da
ahida escriptorio do Porte do Matto? a. If.
DE
Grande sortimento de terra-
gens e miudezas
No armazena ila rua do Bom Jesus u. -26
Teiur.-leiia 9 e qtiari a-lV-ira 9
de abril
Para acabar completamente com o estabe-
lecimpnto
J. A Moreira Dias fara leilao, por intervenr-ao
do ageute Dias, nos dias e boras acima designa-
dos, de todas as miudezas e ferragens, existentes
cm seu armazem.
Comecara as 10. I|2 horas da manha.
LEILAO~"
DO
Vapor Duke of Edinburgh
\o dia | de abril
Agente Ferreira
X Part, na P vender-se ha imprelerivVlmente por conta
de quem pertencer
O rua uiU'<> vapor inalez
A RODAS
Duke at
MEDIC0-CIRURGIC0
DO.
I Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso Z
PABTEIRO E OPERADOB '
9" "a do ViH4-ond<- I- *llm.in."'-j8r
ESPECIALIDADE J
Holeitiaa de aenboraa e 0
Consultas das 1 as 10 boras da ma
nha, todos os dias. <$
Das 6 as 8 danoite, nas .-egundas, quar- gk
tas e sextas- feira*. 9
Os doentesque mandarem os seus eha- V
OS mados por oscripto it 10 horas da ma-- mt
"5 nf-3 sera > visitados em suas casas. ff
*^ **^^^-]s ad
8 0>RsuHorio medico
? Hr. Murillo.
M RCA DA CRUZ N. 26, J. ANDAR.
'tjt Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
CJ quebtoo. os hospitaes de Paris e Londres,
Q bode ser procurado a qualqaer hora do
fy dia cu da noite para objecto de sua pro-
ri fissao.
F\ Consullas das 6 horas dt mantis as 8 ho-
jf] ras, e do m?io dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES.
Moiestias de seohoras, da pelle e de
crian?a.
^iX!aXS?i5i>
rmdis \y i meio de ouiribm. *
Reg.) EsUs duas operaooas pod*i?
Art. .V.)
publica nacional de 6 ..
O object) desta *ssoeia{in e a creacSo de capitaes e a de
re-las de uma vez ou cm presta<;oes annaaes ( \rt 2 do
fazer-se simultanea ou separadamente.
O minimo da contribuicao I .MCA e-oO^OOn, e a da ANNUAL 10*000. (I
- .,.,.! eo5,riDni,.'o<,5 *ao c.nverUdas uoicamente em apolices da divida publica
nas quaes tambem se eonvertem o-< seus form. ( Art. >. )
Os contratos de seguros da espeae indicada cmvem cspecialmente :
,-.n Rit,^ rlKe',H '"er d0,ar. ""'a tilha.ou fui.darum patrimonio ou princMo de estabeleciment' a
um fllbo, aClhado ou outro mdividuo qnalqner a quem se queira b-neficiar -wi. a
Filar snjeito!Uem qBer fmm" Ul" *a*" para h'Tar d recr"'men'o alBem que aessa lei venb.. i
A quem quer crear para o futuro um capital gu uma
juando yigoroso, nao chegue
f. rtuna n.lr ^h *," finS aPomau' *.P ser *egoido, ainda pelas pessoas men, s pr, tegidas de
riosde que dispcem **'* *''*****"*"* +** em rel.cio aos me-cs pecuaia
renda, tcmendo que a de qne f-.d
lao cnegue qnando a velh-re ou a enfermi Jade nao Hie pe rmittir adquirila
aos nns apontados pode ser cmseguido, ainda pelas pessoas raems pr, tegid
asta para isso oonsignar annualmente uma quanlia em reiacio aos meios pe
Os ci-ntratos podem fazer-=c debaiTodas segijintes enndicoes coia e-colha dmrnde *
de capital e lucros, era caso de moTte do segurado.
de capital e reserva de lucres, idem idem
grao
I." Com risco
2.* Com risco
I Cr>m risco
agentes
capital, item idem.
LUCROS OBTTDOS NAS LIQUIDACOKS
DE 1871 DK 1872 Da, 187.!
08 /. /. |l,7|
78,83.. ........
78 72 /0 -76,6
e nesta cidade, a rua do Vigario n. 7, MtnpMri
i'rimeir3 cond"i.;ao .
Segnnvia -Vtia .....
Terceira d:ta.....
O regnlamento-e informa'Ses dio-
Pereira Vianna & G.
eonstruido em Aberdeen em 1870 em nm dos pri
meiros estabelecim'entos de. te genero n'aquella
cidade.
Tern" Ml pes de comprimento, 19 de boc:a e 9 de
pontal, medindo 126 toneladas ingleias ou 162
brasileiras
E CARREGA CERCA DE 7,000 ARROBAS
E' de ferro sclidainente construido, tem boa
marcba e excellentes accommoda^s para passa-
geiros. Sua machina e de forca 0e 60 cavallos
nominees ou de 300 effectivos.
Este bello vaso que moito se presta para
eondnecao de gado
e sobre tudo enceUecte rebocador, ccmo tal ja co-
nhecido. e esta prompto a navegar. 0 inventa-
rio sera* annnnciado alguns dias antes da venda
e pode desde ia ser visto em casa dos annun-
ciantes, ou a bordo do dito vapor que se acha
fundeado defronto da igreia de Santo Antonio.
0 .apor pode ser exammaoo em qualquer dia.
Para mais informagdes poderao
dirf gir-sc aos catasignalario*
Samuel G. Pond & C.
PENHORES
Na iravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhore8 de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.-
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaese pedras.
BENEDICTINE
LICOR DOS MOHGES BEHEDICTIWOS DA ABBADIA
Este celebre licOr tao
appreciado do publico
ao ponto de se encon-
trar hoje em todas as
boas mezas, tanto no
Restaurante como no
jantar domestico; nos
gran des hoteis como nos
salSes dos principes, por
isso 6 elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tacSes, cuja maior parte
de falsa provenencia.
Como termo final de
garantir aos consomma-
dores cuidadozos um
proditcto puro, exquisito
e essencialmente bygie-
nico, contra estas falsi-
ficacoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, A
saude, damos retro o
modelo da garafia e mais
acima o dos sellos e Je-
treiros que envoivem o
verdadeiro UcAr benedic-
tino
Rio-Orande do Sul.
Para o referido porto segue com'pouca demora
o patacho portngoez Adtlino, porqne apeoas lhe
falu poucos vorarms do carga, e para tratar com
os consignatarios Joaquim lose Goncalves Bel-
trao A Filho. a roa do Commercio a. 3.
avisos DVFBSOS
0 abaixo assigaado previne pcla segunda
vez.-*) Sr. Uanoel da Silva Reis, que pro testa coa
Ua a venda do stabeUcimaMo A rua da Fundi-
cio n. 4, em Santo Aaaro das Salinas, visto tam-
bem ser credor e aao concordar rateios com cre-
dor algum e vat promover jodicialmeate a -o-
bran.a de soa conta.
Recife, 1 de abril de 1874.
Manoel Rodrigues Pewira.
Festa de S. Pantaleao do
Monteiro.
No dia 4 do corrente, pelas 7 horas da noite,
nma gyrandoia de foguetes annunciara que vai
bastear-se a bandeira do milagroso S. Paqtaleao.
Em seguida seri a bandeira eonduzida para o
respectivo mastro, depois do qne subira ao ar um
balao, qneimando-se um lindo fogo de artiflcio.
No dia 3 bavera festa, na qual pregara o Rvm.
vigario interino da freguezia, padre Jovencio Vi-
rissimo dos Anjos ; a tarde um curioso dancara
na ccrda bamba, e o Club Ippicos, em obsequio a
fesu fara diversas corridas de cavalbada, e flnda
esta soltar-se-ha um balao de um syslema com-
pletamente aovo ; a nolle bavera ladainha, fogo de
vist*, balSes, fogos de bengala, etc.
No dia 6 queimar-se-ba o grande fcgo, feito
OBSERVACAO IMPORTANTE.
Recommendamos particularmente ao publico em geral, o exi-
gir o tetreiro acima, qui e sempre paslo no fundo das gum/fas
desde o 1" de Outubro de 1872 que tem a assignatura de
A. LE6RAND aine, director asaaa.
If. B. Em tempos de epidemia o BENEDICTIlfO d nm preaervativo
oerto; am grande nnmero dm celebridndes madicaa tem dado o
certiflcado bem formal.
Bepoalta >rI: A. LEGR AND ala, eaa JCVeaaf** (FkHn;,
Depoaito geral em Pernambuco, A. RECORD.
FUMO DO PARA
O verdadeiro fumo de Rorb*. em chicote, picado, desfiado e crespo, assti
oorno cigarros do mesmo fumn -. na fabrica a Vitpor, aotiga rua ks Quartets ii'. j|.
Na dita fabrica, os Srs.- famantes ^ncontrardo os seguintts bem ooubeead*
fumos maBufacturados' na mesma "sa.
Ror do
por Um genio, que agora estrea na arte.
Em todos esses ires dias tocara diversas pscas
escolhidjs nma acreditada musica de pancsdaria,
e a orebestra da- festa e ladainha sera dirigida
pelo insigne maestro Amarn.
Aluga-se
o segunde andar do aobrado n. 6, a rua io Pilar
a tratar na rna do Bario da Victoria n 8.
Joaquim Jose Ramos indo a Enropa deixa
na gerebeia de f ua casa commercial o sen primo
Joaquim Francisco Ba*log. munido da' respectiva
proenracao. A rapidez de sua vlagem nio lhe per-
mittio despedirse de seus sffeicfadoa e ainigo=,
do que pede aescnlpi.
Vende-se a retalfco
Brasil
No*o Caporal
Bes Bird'st-ye,
e emgranie qnntidade so
( Olho tax grande abatimento.
O aba>xo assignado protests .
do estabekci-neuto de molhados sin
contra a -eoda
a rua Impe-
rial n. 873, hoe pertencenle a seu devedor Agos-
Mnbo Antonio tie Suuza, pelo qua declara que
pessiia alguma fa(a qualquer aegouio com o mes-
mo eatabclecimento, sob pena de nullidade em
quanto o abaixo assignado nao for paro do qo.
Ine deve o vendedor, visto como aao ba na rua
do Rosario da Boa Visla o n. 8', cm que o mesmo
Agotiabo dixre-idir ; prelendeo'Jn pro<*edir no
ineios Judiciaes par* seu embuNi.
Recife, l de abril de 1871.
Tbomaz Fernaude?
O abaixo assignado dedan ao corpo i*
commercio que vendeu a sua Uverna e nraaeira
i raa Irotwil o Vi. Km e desemtaracada.
>" alguero so jnlgar credor,
Elta.
de qnalque
impern
r debito
apresenie se no pra> de tres dias, Vna do Re-'
"r'0,da Bw-Vwra si. 8*0*-, .10denary
de 1874.
Agossiiilio AntoBto de Souza
C^Ll
(laixrirt
Precisa se de um menino
sem pratica, mas que dd 8i_
ca ^adaria da rua Direita a. 84.
m para raixem, me*ibo
Oadorde
sua coaducta
y
I



f


}
3:ario de Pernambuco Qukta feira 2 de Abril de 1874.
DO BOWMAN
RUA DO BRUM f. 52
(Passando o chafam)
PEUEM AOS aenborea de engenho e outroa igricn|\orf, e eaipree-t'l rt-s de u.
*:oisao o favor (to oma vmiu a see eataoeleciineirtu, pn vtrm o wo mriitntuu.
-omplet) qa ahi tem; seado tndo superior em qaalidade a fortidlo; o que com a in>
ccjo peeeial pode-se vcrificar.
ESPECIAL ATT^NCAO AO NUMERO E LUGA* DE SUA FUNDICjO
opuroa O rUUaB U agutt maobos convententea para aa diversat
v^coaulaociaa dot ienb.orei proprietarioi e p; ra descarocyr algodao.
Hoendas de canna MUm,Db0'' o**" *
Sodas dentadas p*^ >'*
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fandos de alambiqnes.
WoA^iniomno para mandioci a algodio.l Podendo' todoa
WIWInmBUlUB pan term madeira. Tier movidoa a mio
ftnmfiA* |Pr **0i vaPr
Jvmu{W de pateute, garaatidM........ |oa animaea.
Todas as machinas **" "C0BtDDM preciM,>
Pai qnalqner concerto dB u^Mmo'' ere* moi rMomi PoniiaS dfi ferrO tem melnor6i e maia b,r,,as "Mantei do mer-
ffl1Anmmanr!oa Incambe-ie de mandar vir qualqoer macbicismo i von
AUUUUftUiOUiUaVO* xie dot clientes, lembrando-lhea a vantagem de faxerem
uai comprai por intermedio de peaaoa entendida, e qae em qnalqner necesaidade p6d
tea preeUr aoxilio.
Irmdos americancs inalro^,ent0, aricolM
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUlVDigAO DE FERRO
4' roa do Bario do Triampho (rna do Brum) ns. 100 a 10-f
CARDOSO <&. IRMAO
AA ISAM aos seuhores de ertgenhos e outros sgricultores e ao publico em geral que
ontinuam a receber de Inglaterra, Frarn;a e America, todas as ferragens e macbina s ne-
essarias aos estabeleciraentos agricolas, as mais mode, nas e melhor obra qae tem vindo
ao oiercado
V aporeS [de f0r^a d6 *, 6, 8 e H) cavallos, os melhores que tem vindo ao meraio
^aiQeiraS de sobresaleute para vapores.
ilOGIlQaS mteiKlS e meias moendas, obra como nunca aqui veto.
laixas .iundldas e ba'tidas, dos raelhores fabricantes.
MOdaS a agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
RelogibS e apitOS para vapores.
t50mbaS de ferro, de repucho.
.ATauOS de diversas qualidades.
Formas para assucar,grandes e pequenas.
Varandas do ferro fundido,
Fogoes francezes
DitOS dltOS p8ra g8z.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Ma china
Valvulas
Correias inglezas para machinisma.
>aneOS e SOtaS com titas de madeira, para jardim.
OonoertOS concertam com promptidao qualquer obra ou macbina, para o que tee.x
sua fabrica bem montada, corn grande ebom pessoal.
SnCOnimendaS man^am v'r Pr encominenda da Europa, qualquer macbinismo.
para o que se currespondem com uma rcspeitavel casa de Londrf^
r com um dos melhores eng'enbeiros de Inglaterra ; incumbtrn-se de mandar assentar
iitas macbinas, e se respons;d)ilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDigAO DE CARDOSO & IRMAO.
fraiicejas de diversos e bonito; goflo*.
para lenba e carvao, o'jra superior.
33
Constructor e
Rua do
afiiiador k pianos
Imperador
33
Ex -afinador das antigas e afamadas casas Fleyel & Herr, autigo direclur daa uffici-
ij casa Alphonse Bloodel.
Tem a hnnra de declarar -ao respeiuvel publico desta cidade, que lem aberto sua eata de
:uncenos e aiioacfies da plaaoa, qualquer que oja o es!ado do inatrusneato.
A nie.Miia casa aeaba de recebr urn grande sortimenlo de pianos dos melbores fabricaatet
le Part*, como Krard Pleyel, Henri Heiz e Alphonse Blonde I) toaoe os pianos sihidos da ease
Dhibaui sao garaulidoa.
Compra-se a recebe-se em troca os pianos osadoa.
49 Rua do Imperador 40
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
como s5o : Hen, Pleyel, Flap, etc. Otlerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riore, mandados expressamente construir para este clime, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrario nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ba sempre o mais complcto sortimento de materiaes pare, concertar pianos, como
sao: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA PO IMPERADOR 49
REDDCCAO DE PREfOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria d. 23
E 8 Q U I H A DA CAMBOA DO CAR MO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre urn cornpleto e variado sortimento de cbapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduccSo nos precos dos mesmos,
e achair.-se em condi^oes de poderem v.ender mais barato que em outra qualquer.parte,
visto receberem todos oe seus artigos era direitura, e acbar-se uni dos socios na Europa,
porcorrendo as* principaes fabricas.
Chamam a atteni;ao dos senbores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e &
vifcta dos precos e boas qualidades dos artigo, n5o deixarao de comprar.
P3 Cobrem-se e concertam-se chape'os de sol de todas as qutlidades, com promptidio
e a preros modicos.
para jardim.
para mesa e banco,
para gebr *gua.
para bomba e banhtiro.
41 Rua do Imperador 41
O novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, tera reformado e melborado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazeraualquer pedido para as provincias do norte e in-
lorior desta, garantindo perfeicao em .todas as preptra^oes, aceio e modicidade nos precos,
;ompaiivel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia hotneapathica de S.
lEpss & C, de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
lUius, deBuvonia, de Arnica e depos especiaes para dentes.
Tem d disposicao dos amantes da bomeopatnia a excellente, obra do Dr. Mure iue-
llco do povo, ja* em 3.a edigao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate ISO, a" escolba do com-
prador.
0D1L0N DUARTE & IRMAO
C^BELLEIREIROS
Premiados na exposi<^ao de 1872
HI 4
DA
'I.MPERATRIZ
% ANDAR.
rr-'t
IRA
PA
IMPERATR1Z
N. 82j
l. ANDAR;
Plumeria, para mordedura de cobras. i *
Seracena ( Chocolate homeopathico.
I Para bexigas como prcsercalivo. /Cafe homeopathico.
Vaccine (
China cruzeiro, para itttermiitentes.
Scbynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia,
Tintura m3i d'arnica, para contuste?, cor- j-^attamatta oujaboti, para losses,
tes, etc.
Elor d'araruta.
j Pos para dentes, iuglezes.
; Jerico, para rheumatismo.
A CUEGAKEM
Espirito
>a.
de Hahereman ou de campho-
Acabam de refarmar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con
iic-;6es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exm8S. Sras. n'a-
,uillo F*zem-se cabellekas tanto para homens como para senboras, tupete, chignon,
.>:jues modernissimos, trails, cachepeign, tecidus, desenhos em cabellos, quadros tu-
calares, Horec, bouquets e Uido e qualquer trabalbo imaginavd em cabello.
O ^stabelecinwnto acbi-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
^eiros, recebe directameute por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
Inos de modas, e por issp pode vender 20 */0 menos que outro qualquer, garantindo
v^rfeicio no trabalbo, sgrado, sinceriJade e preoo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento coino fdra ; vende-se cabellos em
y>crc5o e a retalho e todos os uteneilios perteocentes i arte de cabelleireiro.
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rbus 1
>para rhematismo.
Dito de Bryonia)
-Uha-se consUntemente A testa do eslabelecimeute e
paracOes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hell
2actuc grande lldrus, para
molestias do coragdo.
pneumonias e

^
'- id
2ZZ>
z$s
O mais poderoao e o mais agradavel de todoa os ferruglnosos recom-
mendado pelos Professores e Doutores : Piohrt, Trocssbad, Jobeki (db
Lambuu), MMumw, Rmoid, Nilaton, Cbassagiuo e muitissimos outros
contra aa molestias de ecnsumpfdo, clorotit, opHacSu, /lores broncos, asmnto,
tu/foea(5ts,paipUo(d>s,retkitis,eic. ritr-
TOBAS AS IHARMACIAS DO UHD:
Deposito geral no Ptmambuco, A. MSOORD.
inspecciouando todas as pre-
CONSULTORIO- HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e & noite ate 9 horas
Gratis aos pobres.

A 9:000
Botinas para homem
Aca^iin it. rh*g*r prandes t.iftcm t-cm tat-
Od .> il^ liri.i- ii Im/i rr'i. J.> (Hi4avt% de p Ji-
'a. il:ir:iqu rrwii Uufn.-.ru, da l#aflM fB> b.'
".., f ; iii il'i-i/.':' ^ '<.ii u '' ih ii j.r ur
v:ii 'i pri'i I- .| : .ii 11 Ida '. a--l-.-


2-i-Riw do Barquez de Oliuda-24
Esqulna do beeco Largo
Participa a seas froguezes e araigos que mudou
o seu estabelecimento da relojoeiro para a mesma
rua n.-JV, onde encoDtrarao om grande sortiuieoio
de relogios de parede, americano?, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualida -ex, patente saisso,
de ouro e prala dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. laneUs
detodi>3 as qualidades, tudopor precos muito ba-
ratos. ___________" _________
ESCRAV0 FUGID0.
Desapparecea ao amanhecer do dia i do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borge?, mestre de assucar,
tendo os signaes seguiutes : eabra, idade 30 an-
no?, pouco mais ou menos, boa figura, urn tanto
grosso e cspadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do p6 e-querdo : roga-se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, on nesta praca a Oliveira Filhos A C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te recompensadoe.______________
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rna do
Vigario Tenorio n. 31.
LOJA DO PASSO
.
DB
Cordeiro Simocs \ t,
Acabam do receber pelo vapor Mendozd :
Riquissimos cortes de gcrgurao de seda liaos e
com fistras aehamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
fraBjas, trancas, totSes, fivelias, etc.
Riqulssimos chapeos para seohora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que n3o se respon :ahilisa por qualquer
divida, qu**, seja quern for, possa contrahir em
sea nome ; sem a competence ordem eseripta por
siu proprio punbo.
Recife, 26 de marco de 1874.
Jose* Fortunato dos Santos Porto.
Pirecisa se alugar uma preta de meia
Jepv: na rua do Ouro n. 71.
ENGENHO.
Arreoda se ou vende-se os engenhos Haehadc
uo Estrella, junto a cidade do Rio Formoso, e o
Montevideo, junto a villa de Fpojuca ; os preten-
dentes acbarao com qnem tratar no escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Olinda, ou na
rua Duque de Caxias n. 30._________________
...,,
.1 naucc-i, -
franeez.
Para liomem.
BOTINAS de bezerro, cordavio, peHica, Instrc
de duraque com biqueira, dos mallkre*
fabricantes.
SAPATOES de bezerro, de cordavao e de caw-
mira.
SaPATQS de lustre com salto.
SAPATOES atamaucados com sola de pao, pro-
prios para bnnhos, mUm e janiins.
SAPATOS de Upi-te, chariot, enstur e de tr.z.a
franoezes e nortogncies.
I'arn senhora.
BOTINAS prelas, brancas e. dc cures different*,
lisas, unfeiladas e bordadas.
SAPATINHOS de phaoUsia com salto, braaces
pretos e de cores diffe rentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranva.
Para meninaa*
BOTINAS pretas, brancas e de cores diBeren'ts.
(isat, enfeitadas e lx.rd.idas.
ABOTINADOS de diversas qualiitdos.
SAPATOS de tranca portngaezes.
Para utenino*.
BOTINaS de bezerro, lustre e As eordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de teierro, de dr*er*aa
qualidades.
SAPATOS ae tranca franceie? e portagueaes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Gnilbenne, perneiras
meias perneiras para homen-, meias perneira.-
para meninos.
No armazem do vapor frame', u roa do B;~.
& Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braro, de guernic^^*
sofas, jardineiras, mezas, c.nversadeiraa e cosre-
reiras, tudo isto muito br m por -erem fortta i
levoi, e binetes de recreios.
No armazem do vapor trance.*,
da Victoria n. 7, onlr ora Nova.
VIA
a ma do 6r<
.1
Acabam de chegar muito bons pianos forte.-
de elegantes raodeios, do mais n -aveis e ben
conhecidos fabricantes ; como --jam : A'phons*
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wclff & (1 m
vapor franeez, a rua do barao da Victoria, :n
tr'ora Nova n. 7, a precos muito cc-mmodoa.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas,okv, : -
trifice, agua de flor de laranja, ..gua de tu,
divina, tlorida, lavande, pos de arroc, saboc
cosaieticos, mnitos artina delkaaM em perf
ria para presents* om fr^cos de cxlraciu,
xinhas sortidas e .arr.ifas de uif!.reutes
nlios d'agua de cologne, tudo de primeira
dade dos bem conhecidos fabricantes Pivw
Jra.
por franeez, a rua d
Nova n. 7.
i armazem do vapor franeez,
ay.
No
la Victoria, outr'ora
Quinquilharias.
Artigos de flilTcrriiten 4jo
phantazlas.
lispelhos dourados para aala* gabir
Leques para senhoras e pya menin:
Luvas de Jouvin, de fio dc Esc*^* e
Caixinhas de costura oreads ( n. t
Albuns t- :;::;i'rmi.'> pa-.-, retratr*.
Caixinhas coin ridrc- de Ufm^tUr
Diversas obru dc- nnro bom de If-
Correntes de plaque muito born
PrtLeofl jnitac.'.i. botdes de p

aca
'a,
qTu.
6 Crg-
oBi-.
too I
tM.
to cm-:-
atin.
Mm -
farai
me.
Curso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
t9-Roa da Uniao- 19__________
Attengao.
Precisa-se ccm urgeacia de uma ama de
leite, que seja sadia, e que tenba bom e
abuudante leite, para tomar conta de uma
crianca de dias, dando-se preferencia a* rnu-
lber do matto : quern, pois, estiver nestas
circumstancias apparega no 3." andar ^esla
typograpbia para tratar.
- Constando a alguein que uma mulher, que diz
chamar se Olindina, ainda ousa inculcar-se como
filha do fallecido coronel Pedro Antonio Velloso da
Silveira, a irmi do tambem fallecido capitao Pedro
Ivo Velloso da Silveira, aflm de exciur a compaixao
e obter esmolas das familias a quern ella recorre
aproveitandp-se para isto de ser cega,e esse nlguem.
perdendo por fim paciencia a vista da persisten-
cia dessa miseravel tralicante que, a noite e mes-
mo por vezes durante o dia, se introduz nas ca-
sas daquelles que a nao conhecem, julga conve-
niente declarar para que b5o continue a ser ex-
plorada a credulidade dessas faailiaspor essaim-
postora, que a filha do referido coronel Velloso da
Silveira, que tinba o nome de Olindina, e era edu
foi bem educada em Paris e casada, existindo ain-
da seu marido na provincia do Ceara, morreu em
casa de sua cunhada, viuva do dito capitao Pedro
Ivo Velloso di Silveira, na rua do Principe, em
maio do 1869; e que nunca se cio obngada a pe-
dir esmolas.
A fallecida Olindina era baixa ; mas magra, tra-
Java bem, e nunca andou nas mas desta ci-
dade sem ser acompanbada por pesfoa respeita-
vel ; entretanto que a inyottera, que parece mais
velha e provavelmente nao tem o nome de Olindi-
na, se e baixa, e gorda, anda mal trajada e co
berta por um velho cbale, sendo acorapanhada
por um pardinho.
Recife, J8 de mar*o de 7874.
A. P.
JiJade c it
ra > dec
-f"t* Je a,.
;
--..
f-i
cm*i -jea^
Bolsinhas e eolres de seda, de v
rinho de cores.
Novos objectos de phanuzia ft
i toilette.
Pincinez de cores, de prata d
le taruruga.
Oculos de apo fino e de tod; rf
Bengalas de luxo, cans* tr,
\m
3engallas diversas em yndj-
omens e meninos.
Cliicotinho* dc bale!.: a je
hverfas. > 1 ^
Esporas de tarracha p- .. ...
l'onteiras de espor -f* -**"*' deltas.
Pentes de larta- ,/? ^a charntoa e cigaxi.-
barba. -Sfcapara descrcbar arar t \
[jg,.. rftar^S muito finos, par; iimpar .
^ Escuvas para roupa, cabellos, unhas e para dtS
Carteirinhas de medrtperola para din.veiro.
Urayalaa braccss e de seda preta para horn- ?
e meninos.
Campainhas de mola para clunur criado
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de
mino e outros muitos differentes joguinhos alie-
mips e francezes.
Malas, bolias e sacco* de viagem de mar t c
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas re H.
rem, bom para os dentes.
Berani de vimes para embalar criancas.
Ce.-tmhas de vimes para braco de meninaa
cria^as qUatr "^ para pM,ei0, c
Venerianas transparentes para purtase jaik
Reverberos transparentes para candaSw d*
gaz.
Estereoscopos e
ristts.
cosmoramas com escollLd..-
Lanternas magicas om ricas vistas da core* ea
vidros.
Vidros avulsos para f Globos de panel de tUm para tlloaunaeiaa e
tC.* ia^.
Baldes aereostaucos da pipe! de seda aa hi !
de subir. ^m ^m ***'
ALIGASE
Lm sitio na'travessa da Cruz das Almas, perto '
das estagdes da Tapiarineira a Jaqueira, com ex- '
Tendo acootecido um desarranjo na ma-
cellente "casa de vivenda, nova," mnRo%ommoda cbina-de gelo, os fabricaDtes tem por meio
e ajseiada : tendo 4 saias, 6 quartos, e f6ra co- deste pedir desculpa aos seus fregUWS pela
zmba, despensa, sala de engomaar, auarto.de co- felta que tem bavido nestes dias ; esDeram
banheiro, gallinheiro, etc. etc.: a tratar no si'iio* asquantiaades do costume ; aproveilam
do commendadcr Tasso. ; tambem a occasilo para prevenir aos seus
,'freguezes que teem em viagem uma ma-
china nova, de maior force e do syrtema
mais- moderno, que fabrica ra" Garanhuns.
PAWS, SS, rue de llntrepot; 15, PAB1S.
Na rna do Bario da Victoria n. 30, pnciia-ft*
ajlar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto
>ose Paes da Silva, a aegocio de particular inta-
is?e
Uma carta vinda do Mara-
nhao.
O Sr. Luiz Antonio de Mattos e rogado a vir j
roa larga do RosarJo n. 10, e bz-se o presence
aviso por se ignorara oa resideatja.
cala e com tode presteza as quantidades que
forem exigidas.
Santo Amaro, 17 de marco de 1874.
Pelos testaraenteiros de C. Starr dt C.
William W. Webster.
N. 55,400
CASA DO OURO
Aon 4:000^000
Bilhetes garantidos
t\ua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da 5" parte da leieria a beneflcio da
igreja da Casa Forte, que se extrahira no dia 6 de
al77? vijjdouro. ...
Prefoa
Inteiro 4*000
Meio 9/000
De 1003000 para eiota.
* Inteiro 3*800
Meio 1*750
Rectfe;18 de mar^o de 1874.
Joao Joaqum da Cost a Leite.
Machinas de varios systemas para cafe
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e canivetes linos
Tapetes com vidriihos para manga* e lanfc'
I mteiros de louc^a branca, modelo boaia) e
Tiras de molduras donradas a
Itiadros.
preta* pan
aa.
Quadros ja promptos com pay
Pede se ao -Sr Joaquim Krrs Ferreira
- OSr. Joiol ma caru a i',vor d8PPfeee' na rua Primeiro de
ma da Cruz n. 7, andar, vinda por uma pes Wer^o n..7 A, l. andar, a negocio de seu
soa pawageiro do vapor Sorata. l particular interease.
Qnem precisar de um honjsm casado para | Aj
algnma arraroacio, dirija-se a rna da Trempe n. trawssa
ae barato uma* mei'aguas novas, na
Barreiras (beeco do Aquino) : a tra-
tar na rna do Cotovello o. IS.


Ciumii
Nao se illudam
A visa se aos senbores Jonos de barcacas e Wa-
les, que no Macii do Assu o sal este. a preco de
lieOO o alqueire, e so nao corhpra por este pre;o
qnem nao manda dinheiro para o carregamento,
pois o espertalblo diz que quem eompra para fazer
saquedeve ser a 24 e 5*500 o alqueire. Ora, em
tuna embarcajlo de 400 a 300 alqueirea, vejaro a
difference, por isao e que og. senbores proprieta-
rios de embarcijoes aizem que nio vale apena
mandar buscar sa) alll, a ra;ao e esu, 6 engordar
qnem jt e muito gordo. ________________
CoZinheiro
Preciee-sa de um corinbefropara a fabrica. de
najao e teddos, na Magdalena.
aav ptaz.
Estampas avnlsas de santos, paysagens pfcar.
Objectos de magicas para divertimentos aa
muia.
Realejos Dequeues de veio com liadaa paps.
Realejos barmonicos ou accordions de todo*
amanhos, e outros muitos*artigos de qojoquilb.
nas diOceis de mencionar-se. No armazem '
vapor franeez, rua do Barao da Victoria, oatrtra
Nova n. 7.
Medidas de \0 a 100 metros.pes e paraea par
medir terrenos.
Brioquedos para nteniios
A maicr variedade que se pode desejar de 11
dos ns brinquedos fabricados em differeaies part**
da Europa, para entretenimento das criancas, tad
a precos mais resumidos qae e possivtl : ao ar-
mazem do vapor franeez, rna do Bario da Vicu-
na, outr'ora rna Nova n. 7.
Cestinhas para costm
Grande sortimento de bonitos modeios ebegadt -
ao armazem do vapor franeez, roa do Bario i
Victoria, ouu-'ora roa Nova, n. 7.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, sMaaio aa pr.
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, ..
mencs de ama legoa distante do porto de oar do
Garoella, ten oxcellentes terras, mate*, a adMa
regularmeate 2,(00 paes : a tratar u raa d V-
gario n. 31.
Uiudlna Maria da ConceifSo-da OsU- :
tira-so para a cidade da Babia.



-6
\fi!&ifio6fieI3^iajlbik^wi Quui& feira>& Ricas bandeijas
Para.8-a$amento-<, bailes bapii.-ados.
(Jueoi quizer obter uma baiideij* ricamonie en
;, iUJ?, itirija-se a Guofeitarja do Cam;
Jaaaaudando ou ijdo encaniir.endar, ja com-
jiranii) alii todos os eafcite?, ccostando Jo scguin'
ie :
Bofcs Idos para enfetter.
Doc-* saborosissimos para enfeitar.
Piguns allegoric^ para enfeitar.
PT* > arrendados para enleiiar.
Bouit-iets para boivos.
Alii
Eacontrase sempre o.sogiiiiit-; :
ilarobres inglezes.
Ratlins .
80)031
Pies d* Jotlnos.
Falias de dito para parturientei
Puili>is em- profusio. '"
ftzfios (sotm s de nwicuta).
Vces in oalda, -ralado e tenco.
Bolachinhas de mil qualiikdes.
<>ugar Wallers vanilla) para diet,,.-'.
tek?a de mocoto, desiufectada.
Ameodoas, confettos, etc.
Gi* verdadeiro das ilaravauas.
'.".afij de Java fverd deiro). "
Tnita Isto Da
_______CONFEITARIA DO CAMPOS._______
Tabella necessa ia,
E a vis'a do niimcro de imposios que o publico
papa ao governo aetnalmente, faz-so preciso on)
loappa qn* mnrqne o tempo do pngamento ; nesse
; i rna do Imperador n. -Vt, a "00 rf ____
Pngio do engenho CaltTofnia, pin Serinhaem,
ce dia 23 de marco deste anno, o ercravo Gri-
, proto, rrtoulo, de 20 a 21 annos de idade,
eslatura regular, olhos vivi ?, com falta de den-
ies na freirr!*,* orelhas furadas, e com algunia3
;uircas do antigo castign, t into nas costas eomo
nas-nadegas por ser maito fojao : costoma a ran-
di.T de nome e inculcar se forro ; dizem que fu-
gioem companhia de oulro oscrav.i desta vizi-
.iiarr.i, tambem urioulo, e quasi da mesma ida-
de ; roga-'se as autoridades e capitaes de cam-
po, que o bajam de encontrar, o facam eapturar e
retcelter com >pgurnnea a este engenho, on no
Recife ao Sr. Joao Floientino Cavalcante Junior,
oelo que li es sera obngadissimo.
Aviso.
0 abaixo aesignado, avisa pelo .presence, com es-
peCfalidide ao coramereio, que tern justo econlra-
tadw com o Sr. Agostlnho Antonio de Soma, sua
taverna sit a a rua Imperial n. 273, livre e desem-
bam^ada dc "qbalquer onus ; o se alguem julgar-
se too) algum o'ireito, apreiente o no prazo da. tres
dias. a contar da data deste. Undo o qual nao so
atteiidera reclama(Jao algunia.
Recife, 3t de marco de 1874.
Juaj Cancio de 014-eira
Rna Duque de Caxias.
A
Rnftl.4e Marco n<*23 I
Aos 2:00004.
0 abaixo assignado tern sempre afposto a ven
ia bilhetes* da loteria do Rio, cuji fxtraccao an)
aunciara pelos jornaes.
Precos.
iDteiro M 4000
Meto, -. 12*000 i
Qnvto l*oo5
Mamoel Hartios Fiuza.
---------------------------------------------------------------i,----------------------------------------------^'*----------------------------'--------------------------------------------------------------------------------------
fallar
reira, a
vigario Andr6 Cure;
io de seu incerosse.
Na ru*4oBrtodft VAMj o. tt, pNcisa-s^ M^H^^tt)i%3:
illar aaSr.jMWiftiBdrt Cunwu^rM.Arftoio Po] .-------\----------
rasse.
fgiHo.
>W>ffff 'til T*f
i
isa-se de uma ama pa-
ft
:
rincTpe n. 20.
; -J imm ladnrSo*. /preciwr-se
dc uma, para coxihar. comprar e fa-
M(nm
4 HUg.imwiwte, par< trepe;oa<..
. .. P;-Cisa 8.8 da umlJ'!jJ|njL'fcrra ou e.-crava,
'a/jw tx% .Nov.*. loja

iScravo
50|000 degratifttfceao.
Esla fugido desde a dia'20 de deiethbTo do an
do passa-io, o escravo Joaqtfiro, eom uj-signaeS
segniates : cor-fala, balxo e grosso/.e ttm.am
Jefeito no olUo que parece uma belide, te*i mai
urn p*eqnerio" defeifo' no belco, pan ce ser" um ta
ho e tern pouca b.irba: roga se as autffifdade:
policiaes e aos capitaes de campo que crappretet)'
dam e leve-o a easa dtfiea senhor 4rua ae'SaiUaj
Rita Velha n. 85, jnnto a refffiSfSo1, que reffefierSci
a gratificagao acima.
tes casa
dos: 3
Devedores.

1
Os proprietarios da Gonfaitana do Cump.4. a
rua do lin^erador n. 24, pedem aos sensdevedores
que tern sido remissdK, favor de virem pa gar 3' us
debitos ate" o Uia -8 de abril proximo Tindotrro d
afiftam aos mesnWs hue sf at6aqaell datanato'as-
tiverem saldof, verac sens abnjfts ^IsteeTorfiili
sem distincplo de pessoa alguiqa*. i
o no Arraial, proxim
11a (um mfnnto) comexellen-
de moradia, tendo os segumtes commo-
quartos, 2 salas, cozint a exteroa, terra-
eo.'cas'a de bitAttl gHm*9tiMM|. A'oga-iw-
-aqabenroma btn>l>eiaiaia>mMnp tafia tcom*
quartos, i sala^, cozjabA-extern^^gua de beber
e um bom quinCal por w>mmodo preco : a trafar
na rna Primeiro de Marco n. 16, 1. ahdar.
H
Desapparecen tta noite do dia J9 de fevereiro
do corrente anno, o escravo de nome Jl*, tenflo
os signaes segnitites : 6 da Cost*, ftHa atrapatta-
do, idade de cincoenta e tanto annos, p ou menos, tem cabellos brancos e tarrtbem fl^lWD
na barba, tern am olhar defeitnoso e ama perfla
com defeito, tem nm ?6 dente grande qne ve-se
mflhcr quando elle falla, traz n'uai braco uma
pu!>Yira de acn, ede boa altur^ e loorpo regular,
an la ma I trajaub com am-pala|toi dP^glpaca ja ve-'
Ih ; vi nder agua e u trahslho que'Tisa. Consia
que elle viTe'em ca fuma, tem um anJar dffeiluaso per tana da
perna torta Roga?e a-todas a< adroridatfes' e
capitaes de fiamoo queiram aprrefffin^er o dita
escravo e leva-lo na pas.-agem da Magdaljina, tra-
vc.v'a de Paysandn, codfrenie a isirada'do taos-
<> ^r. Ai.tunio Ribeirn I'onie-, caixeiro a rua do Ij' P "agiiex; que'serao' geaerofaraants gratifi-
cad.i s;
S da Ctwlas. queira v;r a rua 'do loiperador
n i\, a in.'.'o-io de m:.ta> intoresse, isto por se
igttor-ir sua resitlencia domestim.
800^000
i're-'i j. se de 801)^ a jur> s sobre hypotheca em
ir prudlo : quem qbizer dar, liirijase a rua Di-
:a'a. 70, quo, ?e di-a qnem precisa.
OCPilfiATIF
Paris, 38, Rua Vivlenne, D*
(Ji/:l^M MODEMS SP^CIIL
its nrn5mu7s dbs seioau, u tmcfota
1^ IS. r ALTKII1COFS BO SAH6UE.
I id.OOOcuras das impin-
lfiens,puslulas, herpes,
j ana, comixoet, aeri-
I ::.onia, e allercoes, vi-
\ciosas do sangue, vv-
n*. e oiler at oes Uo sangue. Xarnpe vegetal
amereurio).Bepartiiiti TogeUei
*iihos iiiik:ivis tomao-se dons por
jaaaaa, eguindo o tractamenio Depurativo: i
prepartn nas masmni molesClas.
I Kste Xarope Citracto da
jferro<1eCHABLE,cura
mme'riiatninenie qual-
jucr purgacao, rela-
I racao, e debiltdade,
ahtteuti ".^ j;u.ros e Jlores brancas das
a, Esta iuieccao beni^na empregasse
a [i Xarope de Citracto de ferro.
'morrof dofi? Pomada que as cura ems dial.
POMADA ANTIHERPETICA
If :!ra : aas affeccaes culaneas e comixoet.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
*> Chablc, cada frasco vrai accompahado
it SB folheto.
V; n li'm-? : qua'ro spiili.pst'n iliviila p-o-i
vincial ; qivm pretenfler cornpr.->r nnnuncie
sua m.)rada, para ser pr^cura'lo.
Aluga-se o terceiro audar h siXSo'do .--(bra-
do de azulejo a rua da Imperatriz n. 14, -caul ex-
cel'entrs commodos para grande' familia. alem de
uulras vantagens, conio sejam : agua enca'nada,
gaz, muito fresca e magnifiea rrsta : quum pre-
i nde-la. i iiija-se a rua do Vigario n 1 primeiro
andar. e>criptcno
Precisa-se de uma ama para comprar.vtf -eozi
nhar: a. rua velha de Santa Rita n. 18, primeiro
andar. .... --- _
Precisa-se de uma ama, son-.ente para cozinhar :
na rua
oncordia n. 43.
Rangel n. B2?
IpreeW*;
SBJf^rt^le
na rua do
MMDAfl WWm


Pre carapina, paga se bem : a tratar na
la. iiw*prirfleiro le Mareo i
peBrtiro e
thesouraria'
n. 6.
PEgifflrM
Sapatos de 3e tapete avelludados para.homens e
seohoras a li = 15200 cadaM: na rua Duquc
le de Caxias n. '
LOJA ^^
i ^*i-i ii -cr** *
'>&' } oe< e.,' *' ffljfl 9b )
Bua da ltnperatriz n. 60
i)K
c
IT
.
VIA*
PARA LIQUIDAR utb,

fHpH"ii!i tri& m
10 Arraial, nroximl a esta- Venue-se ffnT pc
GROSDENVI' IS I'UKTO A WOO, ?WO0 T. CAMTSAS WA.NCEZAS 1 l^Ot0, "?#
M0FIH1
Agmm nMle 0*t Vedr* Mara
Tanto da ate que a fura.
Ro
escriv;
favor
cluir aqnelle negocip
realisar, pela
tins de dezemb'
passon a fever
e por este mo
dm, pois S. s
.el*
Qao do Salgadiirii/
palmos, e de fun
ii'.io pertd tin att\-
. 25500.
CTPavao venae grandesortirncntode |ros-
denaples pretaxte-fmfMfAPlPtlf)
19800, 2501-0 e S'totO o cov;.do, ten do
(tambem do mais largo e mais encoljpaao que
fiialF6B8Wos, costuma a \ir atrfeercado, e VeATfle por w
foro-uroaslegaii^e casa'de t*ipa, acabadade'^o em conta.
ffOtimo e-beua..'^sspj#(J, teudo Isal s, 2!
quartos e coziuba /oca, O terreno e pro- Cirauadina preta a 500 rs.
prio o bojn ?Je.Rlftntfliioes, >ndo alguaus covado.
arvores de !rueit^.aguft.d^ijober e toao cer- O Pav!o venda granadina preta e lavrada
cado. j ,-j, mj je 9 ei-ca- I Pe' bara'o preijo de 500 rs. o covado.
Para ver eflMis-eiplieasOos, no mesmo si- (WALES PttETO DE GUttCRE A WOO.
1ft ftf. vo[l^?ifllU^Wri^ Rat.'i AxwanTuw^o'^X-T f V *rariclScTTTorres, e para tratar, na the-'*) de guioure verdadeiro, pelo bwato pre-
*Ui 1.
r-". 6. ?0 "q w*M
i:
SKreid'a^RfWHIiS^^ %^ami-
da virA-ial)nqaft-dyraxu n 3^a con- 8ft8 do Ilflfco
de majs'd'
u-hava fai
A empre.
publico qn
sortimento _
delas e globos, r.u
a rua do Impera*
seus freguezes pel
do sraz j. Wi
fj I r i 1 i i i
Veiidfem
rle Marco fo de *$0C0 cada'um
r I
lladapoltlo cnfcsHado a 1 DOO
a pe^a. ,
O Pavao vende pegas de rhadapolao en-
iftstado, pelo b&rato prero de 3c000 a pega.
-as'! Ditas scm ser enfestado, com 20 jirdas-, a
530D0. Dita com 24 jirdj-s muito boa
fczerWa, a 690O0, 6#500 e 7#000.
S m>t ^m ^m I V fl
ALPACAS PRETAS A 500, (JA0 E 8D0 KS.
cD J" 3.">J000 a
o comprar : na
ja de Demetrio:
--------:
*
O Pavao tem om grande sortimento de-
o.-tras estap no esc/u
31,1
o.
Mi,uni
FBgioo'^dttTO^ttnalJ
twnrto^Dois.
-Foi trajando calca ^}ki<^WtUh/f'n^,'iLi~JiffiA''^'*in^^-ie Jo5 de ,Bari6s
chita de riscado e ehaneo de pallia de itolia. V WL|Mrroeas om pipas para vender agu
de'-cflr paMa, Idale !.f2-aftbos, rem-rai'a dtf'nnV
denle nafrehie ed HauMo-ditroleim. B.iga-r*-a
aoprehensao do mestno, e a)aA\xnh a rna.da;
Crnz n. 3, ou Conde-da BaaVista a. 31. para ser
gratiftcado.
Aluga-se barato.
Aluga-se o segnnjo andar do whrado da rna
da Guia n. 02, limpo, bem tratalo e graude : na
rua da Senzala Nnv-i n. 1.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
Aos capitaes de campo.
Antonio, crioulo, de 20 anaos, pjooe mais ou
mono?, fuh, cabrllos u:n pouca soltos, baixo e
seecn, sahio em dias de fevereiro do corrente an-
r,'i. da companhi'i de sea senhor o capitio Ma-
chias Goncalves fiucrra, vendor do cngenlio Cepcr,
da comarca dc Nazareth : rerommenda-se a sua
captura, e a entrega nc.-ta cidade, a rua Marquez
de Olinda n. 60, 2 andar, ou naquelle engenho
ao seu senhor ; gratiCcar se-ha.
Cura calarrhos losses
coqueluches, trrilafdes
nervosas sas dos bron-
chios e lodas as doencat
do peilo; ba.~U ao doenU
;; colhe rchdea deste xarope D' Forget.
St. tlUBU em Parii, ma Tlvlenae, .
eposito hot ca Franeeza
g? Rna da Cruz 22
741
%J0 i/ ,
nmadia earrwpa^-doi da casa de
r: [ja ; d4-s< esta qnanua a uma crla-
19* e-bja -iidue'-i p r'eita inj->nima-
a rJtat na :m: de S; Fraccis:o n. 72.
: : 2 ":'.' .. -
0
CossbH rro ztAk-tinrgicd 2
DE
.X. B. da Silva xMaia,
Roa to Visconde de Aibp.querque n.
li, niui'ora rua da inatriz da Boa-Vista
-* B- Lf
y :::.3;nados : a quaiquer bora.
J fionsultaa : Aos pifcros gratis, das as
* buraa Ja tarde.
a
i
Con^laQdo aos abaizo asslgnado achar se nes-
ta praca o Sr. Hanoel Fernandes de Uarvalbo, ren-
deiro dos engenhos Rarra e Pregulen, em Ma-
mangnape, provihcla da Parabyba, veem rogar ao
me.-mo o obztquio de vir eolenaer-se com os
abaixo assignados immedialamrnte scbre negocio
tenJcnte a->s referides engcahos. Rua do Amorim
'37, escri^torio.
Tas?o Irmaos i C.
3:. li'i. --------------------------
o Imperador
precisa-se fallar acs ^egnintes sei.ii ,n-a :
Domingos Martinsde Barros Monteiro.
Joao Vaz de Oliveira.
Jos FrancT^co Lopes Lkna f\azareth).
Manoel Pereira Bran""
Manoel dos Pass
Theotonio de Baffosiiftil
Francisco de Pa
Francisco AntonB- Wua^
o 3 andar da casa n 32, a rua estreita do Rosa-
rio, fijsco c rqpuoinMajos; fla (tesouEa/ia das
loteri
)
H
ilson. Howe & t\ alpac.-w pretas, quo tcitdaa 5 )0ra|0 jr0
sen arwaMywvulorraiii^o.i IV, >.-.-. ts' >odo. as^im como grnflde sorti-
> mento de cantoes, bombazinas, priheeftas
a.ii. # Aetjafe. pretas, merin6s, e outras -muitae fazendas
le vi5 j^ .'". ... iproprias para luto.
^I^Pwedrlde todasMqnalidn'-. r r
_ LiZ NHA3 DE ORES A280,320 E 400 RS
O Pavao vende bonitas lazinbas de cores
\os viveiros da capeila do
dfe-se polxe no* dl&s quinla-iV.ir.i
paixao.
i Remedlos ven-
e se ta-feira da
n.i
U Baraleiro
,
XA
Rua 1. de Mareo n. 1.
C5oafrvlc o areo de Santo ,fta-
toufo.
K. in iei(l*ml# Mian raxttndaN eom
:iO por eento niciios qe em oui.-;i
flimti' pai-ta.
A saber :
Ciom toque de inofo, |>elo barato pre-
para vestidos, a 2-40, 320 o 400 rs. o-co-
vadj tendo ate a 155000, sen^o da? marS Hn-
agua"ei d'as que tem vindo ao mercado, assrm como
' grsnadinas de seda com os mais delicados
! padroes, a 640 rs. o covado.
Sedlnhas a 1$000.
O Pavao vende sedas com listrii;bcs de
cores a IS GOO o covado. Ditas com pal-
minha? a 2^000. Ditns com toque de mofo
a 15000 e 1**90.
.
II
3J?0OOE'3?V)O.
"trkvfo TTjn-le am bonfto sortiflMB de
camisas franeezas cow petto de df did, a
2?000 e 2?5t0. Ditas coffi pV ifo de Einb
de 35J000 a U*OCO. Ditas bordadas muit
flnas de B5S grande sortimento de ceroula* de Cake e d-
algodW, por prer^cs karatos,' e tambem tem
complete sortimento de punbos ceoHarinhc;
tanto ae lStno Mmo ae algoaao, por j.feci
em conta. fUi I SIT"'
KipartIllios a 3?*<33.
-actual c 55o#
O Pavao vende um bouito sortimentoxl<-
espartilhos modernos a '8#W^, i^rOO
55000, assim como um beaita aortmeak
desaias brancas, bordadas, a 3#0OO a CfOtO.
e ditas <\p lasinba de cores a 29090 : i pe
chinefca. ^*Ni* ltfBIS %/I#*X-
CDJlTI>Al)OS BORDAD03 TARA LAMA r
. JAMW.A4iDEaAT'2aC0e0OPAR
0 Pavao venda tv.n grairde aor'-imento d
-cortinadca bor la<3os, preaTiof pari earn* >
janellas, peloliarato prer;ode^W>0d,8j000,
10^000 ate" 23JS000, assim Xfmn rcolxaa
'c dBraascfde
1-2S000 cada um
IUM. #..
8
selecta e :.u umbigo
(Enxerladas)
Sapotizeiros
.-jpoieiros de 11 palmos {em vasos) e de todos
lamanhos e precos* mais commodos qne'dan-
assim como as seguintes outra? plantas de
';:cto e de omato :
-iiacnli.
Srat'ia.
Ban a pe.
-:ll.
^snarina.
kia do pri-icipe.
nca.
oracSo da India.
-Queira.
flamlMyant.
irMK
inpi do Para,
fatnbo.
im laranja.
(.araoja da China,
firta do ceo.
K outras plantas
in n. 20.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dila brtnen.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dila de umbigo.
LimSo francez.
Dito doce, enxertado.
Oitiooro.
Pairrreira imperial.
Parreins.
Plnbetras.
Rouieira.*. .
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
na Capunga a rua da Ven
Atiengao
Precisa-S3 alugar uma casa terroa, grande,
quo tenha, alem de suflicientcs commodos
para familia, tarn ben tenha quintal ou pe-
queno sitio murado com caciniba, que seja
no bairro da Boa-vista, e perto da linha dos
bonds. Tambem s^rve uma casa terrea,
grande ou um pequcno sitio nas mesmas
condicoes acima; porem que seja nas imme-
diacoes da estrada de Olinda ie'a Encru-
ziihada.
Quem pois tiver e quizer ;\lugar, deixe
carta fechada com a inicial W. no escrpi-
torio desta typographia.
Irmandade de S. Jose da
Agonia, erectano convento
de N"ossa Senhora do Car-
mo.
De conformidade com os eslatulo* desta venera-
vel irmandade e por ordein do Him. Sr. provedor,
convido a todos os nossos irmaos ex-mesarios, a
cemparecer em no?so consirlorio dominge* 5 de
abril do corrente anno, pelas 10 boras da manha,
alim de em mesa conjunta deliberarem sobre 03
irmaos quo devero ser eleitos psra a nova mesa
de I87'i a 1875. Recife, 31 do marco da:187i.
0 secretary,
Manoel Jose Lriz Ribeiro.
Iseravo nmk
IA O '
Ausenton-se ny 0*120 de feteraiip praximo
passado, d.i eas-i li'Ven -i-r.lv.r. abaixo assignado,
0 escravo Estevjo, com 03 signies seguintes : c6r
preta, idade do 2'i r.nno>, .alto, e?padaiido, e cor-
polento, tepdo 0 pescoco eurto e'grossn, e-a ca-
beca um tanto nhata. D*t > escravo e nattiril da
priivincia da Parabyba do ?J..rte. foj vnndido em
1868 na villa do Inga, pelo Fr. Tedro Antonio da
Costa ao Sr. nlferes Manoel da Assnmpcao e San-
tiago, que no me;mo ar.no 0 trouxe para* esta pra-
5a do Recife, veodend'o 0 entao ao abaixo assig-
nado. Presorne-se que dito escravo tenha ?egui-
dn para sua pp yincia natal. Roga-se, prn's, as
aUtoridades poli.cides e capitaes de campo a ap-
prebensSo de diio e.-cravo. gratificando 0 abaixo
assignado a qiii-m 0 agarr'ir e aprosenta-lo Da rua
da Rrum n. 9(5
Recife, 11 de m:y;co de ls>7i.'
Frani-iseoRibafro Piaiv-Guinaraes.
?l
;i
R IT rti
till IB I'LUlt
Na noite Je 11 para fi de marco do corrente
annofugio 0 mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba, e eftatura regular;
levando vestida 0 em um sacco ruupa de algodao
branco e alguma mais tina, pertenceute a um cai-
xeiro da casa d'mdemglo ; e natural da freguczia
de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, casado, e
ter sido eriado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Lui, de quem alias foi escravo :
roga-se, p( rtanf>, aos Srs. capitaes de campo e au-
toiHade's policiaes a apprehensao do dito escravo,
e entrega-lo na cidade do Recife, rua do Crespo n.
1", aoSr. Jo.-iquirn Moreira Reis, ou'na cidade do
Assu, ao Sr. Tcrquato Augusto de Oliveira Bap-
tista, queserio generosamente gratificados.
ta
BRAMANTES A 19800, 2JS000 E 2S500
0 Pavao \ande bfamaotes para lencies,
tendo 10 pjdmos da Ift^fura, seaflo 0 d.
algojaoa JCS^O e.2C00Oa vara, e delinh'
a 2S"nOO, M8tOe 3*00a-vara: e pechin-
GA61MIRA8 4 55000, ffOOO ETS-'OO
O Pavao vernte cdrtes de casemtras para
calcas, send<> padroes modeftios, pelo bara-
to prego de 5J0OO, 6$000 e 7$*M o forte,
assim como : pannos j>rc^os- dos melhore,
que tem vindo ao mereado, de ' 4O50C0.
ROEPAFEITA.
0 Pavao vende uma grande porcfio dt
roupa feita, sendo : palitots, faekes dc ca-
semira preta e de cores, assfm como : finis-
simos sobrecasacos de panno proto, e cal
fas de c^semira preta e de brla branco, eol-
letes de-todas as qualidados, por prewi?
muito commodos, por qnercr i.eabar com
toda a roupa que tem em casa.
Acha se const.^ntemente aberto o estabelecimen o do PAVAO, das 6 hor.-.s da mar.l.i
9 de noite.
CAM BRAT A VICTORIA A 49000, 49500,
0?000 E 75000.
0 Pnviio vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparonte com
J8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
eczj.lirapb e do superior juMi lade, pi r de 45000, 49500, 55000, 69000 e 7c 000
e 6*R ,-. 'a peca, rssim como, ditas de salpico bran-
.Iffielfeo0' S,,pCri"rqU;;,1,ade,a|col,a75000, e pechincha.
Grande sortimento de- laziuhas degostos inteira-
mente escosseses, pelos prices do 20, 2'i0, 2C0 c-
iii r.-. j-sa-se ven/jo poder'te ba acrediiar.
9aptittas, lisas ecoin lions, fazenda que sem-
pjecustou iOO e800 rs., estamos vendenlo pelo'SABAO 00 RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no srmnzr-m da rua do Amorim n. 41.
DXe;o de la) rs, nara asabar. I 1 n r--i
Ditas Hnas, nadroes matisados, a iOO e HO rs. L .J1? Josd Dommgaes d-J mO a SllTfc ....
b ci.vji 0. 5A/ A 3550C a lala, no armaaera da rua do Amorim n. 41, da Jose Disniiigue
Crttone francez, escures-.e claros, os mais no-| Cirmo e Silva.
de custo de 239000, no armazera da rua Io
Amorin n. 41, de Jose Domingues do f.armo e Si'.va.
GRANDE
Attc nqao
^
0 abaixo as-ignado declara terperdidu
de Olinda, vm bilr^te Ifitnro da'^otei ia da
que hoj? se tem de extr: hir, de n. 90?,
por JoSo Joaqu^tn da Cesta Leito ; as- im" prcvine
ao Sr. thewutero'e^Slojeaasqile ijito bilhete
Ihe peitence.
Soctres.
vos que tem vindo ao mercado, a 480 3 500 rs. ofyiMIO MUSCATEL ''e nva branca, pura,
covado.
Aproveitem em quanto nao se acabani.chapeos de
sol de seda tran^ada (paragom) li hastsas, inglezes
superiores, pelo insigoilicante preco de 83 e 9$ ;
sempre vendemos por ItiOOO.
Dilos para -senhora, do merino, a 33 e 33300.
Dilos deseda, cabo do 3s*o a i-3000. e pechin-
cha.
Ditos de alpaca de cures, forrados com seda,
e-o cabo tingindo bengala, 0 mais muderno que
ha, a 13S00 23 I
Siirtimento dc ehitas claras e escuraa, boa fa-
zenda, para acr.bar, a 2i0 0 280 rs. 0 covado.
Popelina de linho e algodao, go-tos inteiramenle
novos e de cores bonitas a 800 rs. 0 covalo.jStm-
pre custou 1 400.
Camisas de erelone, franeezas, moJernas e su-
periors a 33 e 333OO.
Ditas brancas a 23 e 23500. *
Ditas do linho a ZfX&e 43OOO.
Toiihas de linlio do Porto a 73230 e 83000 a
dozia.
.Ditas felpndas a "3. 73300 c 83OCO.
E.-suiao com 10 jardas, pelo prei;o de 43300 ; e
barato com elTVito !
Cambraias Victoria e transparonte, fazenda fina^
a 3330O. 3.3800, 43OOO e 33 a peca.
Lencos de cambraia com barrj da cor, a 13, e-
brancos a 23. -
Ditos de linho, abaohados a rj^GOO e 33800 a
duzia.
Grande sortimento de brins de cores, padroes
proprios para menio3 d3 escola, a 440 e 500 rs.
0 covado.
Botinas para senhora, pretas a de cores, por 43.
e 43500, isto por termos grande quantidado, se
faz este preco.
bramantu'do linh.>, duas larguras, pelo barato
prego de (3210 a van, e somente para acabar.
Muitos outros artigos que deixamos de mencio-
nar para nao"lnas^a^ nossos freguezes ; mas que
MM* delles estfio pre>enles.
, Dao-so ami'tti-as.
II

j-i
VER
.So n baratciro q^er flueimjr
Para rival nao erfeontrar.
A' rna Primeiro de Marco n. 1, antiga do Cres*
go, de AgdStifh 1 Forrcira da aiva Leal A C.
1;~: VeDiio-sc on arnjiila^e, no estado em
que se acKa, um sitio na fregueaia dos Afo-
rvallio ti .Hogneira, na rua do Apollo
. -20, accain sobre"0 Banco Commercial
le Vianna e suas agendas em todas as ci-
lades ; v.;;l*s'de Portugal, A vista e a prazo
frt todoso? paquetes. '
ciaCSo Portugueza de Be'neGcencia dos
Emprcgados no Commercio e- Industra
orn runambulo,
pe ordern|d*|r|p|eld'eiMrf da"a?semb;ea geraF
1 associaclo, convido pela aegunda vez a to-
^.ciados a re'unirem-se no proximo
i?a5 do corrente is 3 l|2.hora8 da tarde
a Hjcre'taria Jeata associacao, ali'm do. eleger-so
** ^tllfAs d^ dijectoria.
vaios aa directoria.
<'c.fe; lV AWJ da 1874.
0 secretario,
Leonardo Antonio da Silva.
!;iis:> dc Albuquerqiic Hello
incumbe-se de promover ctbrajjQas amigavel
ou judicialmente, assim como de outros negecies
concernentes a tua proQssao, nos logares, proxi-.
mes a linha ferrea, e nos outros termos proximo*
a esta cidade; para cujo auxiliojem 0 annun-
ciaute solicitadores haWlitados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do qne Ihe for conflado. '
Mediante moritco honorario acode aos cbmados
para diligencias on eonsnltas fora da ciilade edo
termo e incumbe-se da defeza de appellac5es ante
a tribunal da relacSo. Pode ser procorado de
meio dia as 3 horas da tarde em sen escriptorio
e rua do Duque de Caxias n. 37.
Precisa se de um para toda (jfle.r(vico de casa de
pouca familia, prerere se que entenda de jardim :
trau-se ra rua do Passeio n. 60.
1 nao appa-
A, 1 andsr,
este numero
M MDTOI ,ILLUa 01lB
Vara rettltuir pro{rM,l,men to aoi oabailot
m A SDA COR ?RIIITIA
Ella snbstHoe com t jntagea *pomm4ia8 iarlo toucadot.
NEOGENEnD? NORTH
Bom axito iofiUirel desde o loitfliu u pfeto
Snpertorldde locoatMUval; amaratO' Inoflbnilro.
mnnuau oiital, i, naSCntta, raaif
Depoilte wn PirnJinfiiJii, t\1 VttlotD.______
Ao Sr. Joaquim Pires Fer-
reira
previnese que spate 0 1m
recer na rua I'rMpwo dlMai
te declarara porftS irnal, s
58,400 estampil
Constandoao abaixo assignado que, ten
do falle^'ido 0 se'u devedor ScrelinV Tl^'eodoro
Alves.'trftfftfrb'nte 'dtSfe afr/tfa' prrtpondo' a'
veoda 'de urn terrefiiy,np divetsos'moveis,
vjeaj por meio deste prevertir que se nao
fiea negocio com estes bens, sob tiena de
ficarnalla tbdat'a trarisaccfo.
1 Recife, 1 de abriKde-18TA.
'Muuricio'Jtoti-itos Santos Ribeiro.
4
t..^0s n.. 18, t hao proprio, com 349 palmos I 0 verdadeiro panno do algodao azul amencano.
de frente e 65S G fando ; os pretendentes gj""^. ^U
diftj nn-sc ao^en proprtet;-rio, na made
S. Francisco, so?.rado n. 10.
-------------------'-----------^j-------------;---------------:)!< .'
.ai>tp Aiiiao
Pede-8e ao Sr. major Guilberme Paes Barreto,
que faca transcrever^a sua defeza que|iublieou no
Correiq'de Sinto Ajjfac e n Liben.l Victoriense,
sqbrefls fActos que/lha sao nrgitdos no' Municipio
|lranscriptos no Dtaridde Permtftbxxo de 26 e 27
00 corrente, visto ja se ter dito por este Diario
qne V. S. ja se hMia.defea4!d..Faca i#t*>atitn de
q*e 0 publico WfwvenSS*je sua iflocencia.
.; ______3m1 Ca jlaPO'ctori
1 Precisa W fafiaP af Bl
A Nova Espcranca, a rua Duque de Caxias n. 6-1.
apressa-se em conviJar a seus fregui zes. com e-
peeialidai'e ao bello sexo a virem apteciar os te
gnintes arftgos cxpostns a venda e to Jos por prer
commodos, como sejara :
F1NAS KGNjBCAS mansas e choronas.
BOXITAS E EXGRAf.ADAS vistas para terin.
copios.
COMMODAS LATAS para gnardar obi.
ELEGANTES BOLSAS parasenhoras e meainas
BONITOS VASOS coai Qua baaba a cheirosoj
extractos, trazeado cada frasco um nome, nma ini-
cial ou um distico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo eolro ellas c r
de carne.
Para pia goslar.
A' Nova Espeeanca a raa Dnque de Caxias n
63, acaba de receber tentos e caixas para 0 joao da
Voltarette.
HHTURARIJ.< iMPOIEZJ.. I Wra & lire das aenias.
S6e unicaapprovada pelas acadmiasdei A Nova Esperanfa, a rua Dnqae de Caxias 1
sciencias, reconhecida superior a toda one 63aeaba d8 receber as proenradas meias de bor-
hoje._ Deposito princi- ^^^^"5j[rg^CIAEg
A Nova Esperanca, a rua Duque da Caxias
63, acaba de receber um lindo e completo sor'.;-
meato de (lores artificiaes das melbores qne terr
viado ao mercado
A ellas antes que se acahera.
Costumes para crianqa.
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n.
63, acaba de receber bonitos costumes para eriaa?-i
a esta se vendendo por precos razoaveis.
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e 0 mais largo que
vem ao mercado, e qne se vende pelos diminutos
precos de 2300, 23800, 33:00 e 33300.
PO' NA RUA DO CRESPO-N. 20, LOJA DAS
TUBS PORTaS de
Guilherme & C.
L^ao ha mais cabellos
braneos.
pal & r-ua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, t. anda*, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
. VENDE-SE
uraa casa na vU5a de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por preco raodiqo: a tratar com Tasso
frmaos 4 C.
- Wilson Howe & C. vendem no seu armazets.
a rna de Commercio n. -14
Uranias d(rleque,
Palnielras infperiae^,
Coqueii^f/j jljjf
Gj:pt^sotre3 lioi;isonfea.es.
QU'im qtii'.er fazer am p-mar com 'diftYreates
qualidades do'frnctos, ori arborisar. algumas ruas,
ou plaifthf argurn'Ja'rdjrn, 0 s6 "dirigir-se ao sitio
do
Alpg^'-ettF'Ontffir, nde achAfa'o que quizer,
_ defxar 0 pedido pbrescripto na loja da rua da
Cadeia do Recife's: W,r4ri(lliando para onln qaer
qtle minde>'se',''etc.
Sementes de hortalicji.
iPAJS^l^IIsi de Qljnda n- 53. *"
gho de Bordeaux,
vao de Pedra de todas as qualidadea.
Antes que se acabeju.
Vende-se la de liodos padroes a 200 rs. 0 cova-
do : na rua do Crespo n.^3 A, loja da esquina ;
dSo se amostras.
ou
Chap^os para sonhera.
A loja do Passo a rna Primeiro de Marco n.
7 A, receben pelo ultimo paqnete, urn rico sorti-
mento de chapeos para senhora
vend
A N >va Esperanc*, a roa Dnque de Caxias a.
83, recebeu nm pequeno sortimento de anneit
pulseiras electricas, proarias para qnem aoflra do
nervos.
200 rs..
GRANDE NOVMDE
A' run do Vrcmpm at. *0
Loja das 3 portas
LAZ1NHAS
Uiegou esta fazend*, com padroes inteirameate
1100
unto alojfL
noel
nio Pe-
-
refra, chegado ha nouconlp-Rat-a, arnegocio-de seu
" M'sse : na travpssa diMadra-deDeos n, 16,
, ..mm.
\VH.g---------- ,tt. ----1-------------i
Aluga-se o primeiro e segundp jndares da
rna de S. lorge. (antiga. Jilaiy.Jt.''23;' frescos e
acetadoa, e ^iida-jifa'rotttaanrtfrjide* partlfrrtde
ifaeilja: a tratar no n. 71.
Vende-se ou da-se
dlnnelro,
. eatraado o s.ocio'
com poiico dinneiro, em am estabelecimento de nrj
molhad.os em nma das melborcs localidades da '.
freguczia- do-Sanw Antonio;:tends o""diro estabe 1
lecktfeitW).ipafcidadejpifa,gr8io e' rMalhof, por'-gL
ser em esquina, tendo al6m Jisso um grande pa- | p2.
teo para accommadacoeg(oamilitos : a tratar na i
rua Djryifr a,,^ a^jeavdo P.escador.
Ventlese'um bom '
ihores roa
Marqwt' del
ImpeVatrffii.7
rado em uma das -.,!!
tfatar na r'ux.do]
tervai'ft.^,'tay 'aaid
AVertia" bonito"
r

?
.


TkiM fca^adfeuW^ 1
ur


rnEDIIiitl

J
reepeitawlyubMco, riiWiugihidin) mk -estabeaW*.
raenio do* i^q^a^i***,. maajna je&ere,
veem scientificar acasgua tons freguezes qua pre-
veiuYata'atts'sdus comSsponaentes, nai diverges par-
kas d'Europafarfc HfeSeaVmrem per todas'-ospa-i
qoetesrAS objeettMi da tnxo a bom gastoj que le-
jam mais bem aceito*.pelaisociedad1e& eJegaatee
daquelles paji.es,. visit) aproximar se o tempo de
fesla, em que o bello 'sexo desta Imda veneza
mais' ostBHta^a.rlquez^'de snasitdrtleues-; e co^
mo ja reeebossem pete paqnote. fraaeer diverse i
artigos da ultima moda, veem paiei&ar alguns
d'entre eUes.pra4e.ton^ma^ reApnimead^a^k
esperando do respeTtaVeT' puolicd a coslumada
eoaearfeneia;
Adereoos da urtarggu os nais lindos qua teen
vindo ao mercado.
AlbuBS com rieas capaa de madreperola e da.
velludo, sehdo diversos tamanhos e barafos pre-
08.
Adereoos comaletos deborratha proprios para
into, tambem se vendem meios adereoos muito b nitos.
BotBes de'setim preto e de cores'para ornatode
vestiaas tf^senhdra; larnbeiri tem para' colfete
palit.'
Bolsas para senborasi exiete um.bello sortimea-
to de seda.de paiha, de chagrjm,. eta,. eta, por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, Unto de louci
:omo deoJn, de borraeha e de massa ; chama-
mos a attensao- das Exiuas. Sras, para este artigo,.
pois as vezes torbam-se as criancas urn pouco im-
pertinentes por falla de urn obiecto que as en-
tretenhami
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho. e de algodao, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musica, o que ha de mais iipdo,
cm disticos das tampas e proprios para presen-
ts.
Coques os mais modernoa e de diversos forma-.
tos.
Chapeos para senhora.' Receberaih'dm sortimento
da ultima moda, i,into para senhora, eomo para
meniuas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calijas bordadas para meninas.
Entremeios cstampatlbs- e borda'dds, de Undo*
desenhos.
Eseovas electricas para denies, tern a proprie-
dade de evitar a carie do$ dentes.
Franjas de grande sortimentd de divercas'latguras e barMO
pre?o.
Fitas de sarja, de gorgurao, de selim e de cna-
malote, de diversas larguras a boaitas cores.
Fachas de gorg'urio muito lindas.
Flores artificiaes. A Predilecta -prima em con-
servar sempre urn bello grande sortimeato des-
tas flo'es, nao s6: para enfeite dos cbcllos, eomo
tambem para ornato de veslido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas" .cores.
Gravatas'de Seda para homem. e senhoras.
Lacos de eamforaia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
coiva.
Livros para ouvlrmissa; com capas de raadre-
i-Tola, martim, 6s-o e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de xartaruga.e marfmi para alisar os ca-
bellos ; teem" tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um' belo sortimento de madre-
perola. marilm, d6so e dourafls por barato preco:
Perfumarias. Neste artigo.esta a Predilecta bam
provida, uao so em extractos, corao em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
(abricantes, Loubin, Pivet, Sociedade Hygienlca,
Coudray, GosnW e Rimel ; sao indispensaVeis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de selim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonilo sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, bapiisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or ar.lo preco, para dear ao alcance
';ualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
'eiif[teH or 3Btid9i eeoe|
EDA DO RATsGkl/ N. 3
do. seccos 'e m'dlhaW
r. ft
vn
Qr. t.liftU "i ot,
1< 9 ,n
Attnazens do seccos e m'dlhados JjrUj
TEA! PARA. DISTI.NCT1V0 DO KSTABt^EClMESTO t.M GALIO'.RRAXGO, I'^UO,;
PARA ALGLUt 1'ESSOA OL'E IGNGRK A LEITIRA.
Rpdrigues it Pires, regressados em Peiinn>lJUGO<,ciJa'io; do Recife, suoc*#30COS do,
armazern do Gallo, a" rua do Algibeves, era Lisboa, o mais afara*doieconbecido.jf\3zav
naquejlla.cidade, capricham sempre em tcr generosde pri-noi.-a qualidade, dusiq^e$:dAo
aos seus muuerosos fregaezes um conhec'.mento mais prolwgpdo na rela^ao aba^i.o d^s?,
cripta :
0 que.eVhom e oarp;
Paia^a emdita quo nunoa faltou.
:., f.'-rriff t;i,,., i'
n ;< olnaii
ills M>p ho
I
-kfliiq 0 .i-nob
'1
,t :fll80r. t|/lfcl
WDfiA pt !Birf Bti.t-u' >n- % ni
Cna porola fino, a SJCOfl a libra.
DiU>.m.iudinlio super-fino, a i^OOOali-
br'ft-, ,
DitQ popular, flno,, a 3JQ0O a libra.
Maoteiga, ingleZa fion. emtarril a ,, Pi^a dita Qua, em latas, a 15S500.
Dita, dita, diu. e ditf, a 1?JW)0.
Azeite'de peixe baleia, a C*0 rs a garra-
h.
Dito de-cfico, fino, [a. 800 rs. a garrafa.
Dito.doce. e carrapato.
Aguardente do caldo da^ canna, feita de
ericommetida,, a 500 fs a garrafa.
' Dita popular, a 320 e 2i0 rs. a garrafa.
Ditabrauca, .a 200 rs. a garrafa.
CamarOessoccps, a 500 rs. a libra.
Queijos frc*AOs ernpfillicados, pre^o com-
modo.
Cascas de coco para laVar casa, a 16Q>e
120 rs.
Farinlia fina de Murjbeca.
Vassourasde piassava para,servico inter-
no,-a 2i0 rs.
Dilas grandes a 800 rs.
Massas para sflpa.de todas as qpalida-
des,
Vinho tinlo ebranco. supe/iores, engac-
rafad^scem pipas. E outros arligos que sera"
enfadouho onnumornr, em secco, e mo-
lbados, por set estenso.
res ma
Hiia da Imperatriz a; 7!
DE
MENDES GUIMARAES &, IMAOS
\cba de recebe*1 um grande sortimen'o de fazendas. pretas. para qua:
COMO SEJAM :
; onwf>afi oJiiiq.>^'r
b on 1*4 cob fit
i!
!eq
t E1) f'c 1N A
Preparado pot
Eanman & Kemd
i'.ii fli-ica
para
(oda a qualidade
de doengas, quer
seja na garganta,
peito ou boles.
Expressamente
ascolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purrfiraSochimi-
icalmenta, e suas
[valuavei\propri:
edades conserra-
das com todo O'
cuidado, emtod'i
o fiasco se garan-
"teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido subrnettido
a umexame mui-
to severo, pelo
ehimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cul e foi
pronunciado por
elle a center
MAIOR rORCAO D'lODlNA
do quo outro qualquer oleo, que elle tem
fxamiaado
IODINO E UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo defigado de bacalhao, e ntr
qnelleno qual contemn a maior pcrjfio desta
invaluavel propriedade, e o unice rrteio pfcrS
curai* todas a*sdoenca de
6ARAANTA, PEITO, BOFES, PIGADO,'
Pbtysica, broncbistes, asthtwa, catharrho,
tosse, resfriawientos, etc.
tins poucos; fraseos da" cmes ao rmiitt*
magro qne seja, clMa a vista, e ddnrigor
a todo o corpo. Nenhum oatro arrigo cl>-
iihecido na medicinaTjaiMientttWi dA tMrto
nutimento ao syt*nra e iniemmodan*>iqu4si
nada o estomago.
Aspes;ofr ctija otgnntsaQgo; lorn sido des-
truida p-Us-affepcSe* ilas
ESCROEL'LAS Wj RHEVMATIHMO
etodas aquellafi ujidifestao se^BrJt'oe*-
pleUmflnWidesarrnjda, devem tornar
OdLEO DENGMfr'i&EriSACALBUffi
LANMAN & KEMP
; GROSDENAPLE PRETO A UJ800.
' Vende-se grosdenaple preto para vestido
de senhoras, a 19800, 2#, 35, 4#,. e 55 o
covado.
PAMO PRETO A 2*500.
Vende-so panuo preto de duas larguras,
para calcas e palitflts, a2$50(', 35, 35500,
45, a 650u0 o covado.
CORTES DE CASEM^RA PRETA A 55000.
Vende-se cortes de caiemira preta para
calcas, a 55, 65, 75 MERINO'' PRETO A 25800.
Vendese merino preto fino, a 2586 e
35000 o covado.
BOMBAZ NA PRETA A 15500.
Vende-se bombai na preta enfestada, a
15500, 15800 e 250t0 o covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende se alpaca preta Ona, a 500, 040,
660'rs. e 15000 o covado.
FA2ENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BRANCA A 35010.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parente a 35, 45,55 e 6J090, ditas de cam-
braia tapada, Victoria, a 35, 3*800, 45
e 55000.
CORT1NADOS PARA CAMA A 1G50C0.
Vende se cortinados bordados para cam8,
a 165, 205, 25C e 305000.
CAMBR.IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miudos.
a 300, 320 e 360 rs. 0 covado
CHlTAS T.AUGAS A 200 RS.
Vende-se cbitas largas para vesiidos, a
240, 320 e 360 rs. 0 covado.
BRA MANTE A J5600.
Vende-se brant ante com 10 pslmos de
largo a 15600, 158(0 c 255oO 0 metro.
MADAPOI-AO A 35000.
Vende-se pecas de madapolao enfest
a 35000. Dito inglez a 45500, 65 do
55500, 65000, 75000 e 85000 a pessa.
CORTINADOS PARA JANEI.LAS A 85000,
. Vtnde-se 0 par de cortinados bordados.
para ianellas, a 85 e 10-0' 0 0 par.
ALGODAO A 45000.
Vende-se pecas de algodao, a i, 55 e
65000.
CEROL'RAS A 15000.
Vende-se ceroulas dc algodao, a 15C03,
ditas finas de bramante a 1*500 e 25 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 25000. -
Vende-se camisas brancas finas, a 25,
25500, 35 e 45000.
BRINS DE CORES A 400 RS.
Vende-se hrinsde cores para C3!-;as, a iO0,
e 50t> rs. 0 covado.
CHA ES A SCO RS.
Vende se chains de la a &00 rs., chalesde
merln'6'de cores, a 25, "5. 45 e o-^OO.
COt.OlAS MS CORES A 2*000.
Vende se colchas de cores para c ma, a
25,35500 e 45000.
CHlTAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. 0 covado. .
ALPACAS DE CORES A SOO RS.
Vende-se alpacas finas ie cores, a 500,
040 e 800 rs. 0 covado.
TAPETES A 45u00.
Vende-se tapetes para salas, de diversos
tamanhos, a 45500, 55, 65 e 85000 cada
um.
I.ENCOS BR4NCOS A 250CO.
Vende-so* lengos? brancos frr os; 23000;
25500 e 35 a duzia; ditos de linho, a 45,
55 e 05*00 a dnzia
CROCHES PARA CADEIRAS AA5500,
Vende-se pannos decrnche para csdeifts,
a 15500" cada um; colcbaS de; di e para
MADAPOLAO FRANCEZ A-7JKW0.' ^
Vende-se pecas de madapolao francez
muito fino, a 75; 85 el 05C001'
BRIM PARDO A 40' RS. 0 COVADO.
Vende se brim pardo para catcas, a 400
rs. 0 covado.
CORTESTJECASP.MIRA DE 55000
Vend&rse cortts de casemirade cores para
cabas, a 55/55500^ 690frV-
GROSDEKAPLE PRETO1^
Vende-se grosdenap'e'' protd 'com
palmos de largura, a 55' b covado.
normiA i?ivrn
4 I 2
ESGUIAO PINO A 2500O.
Vende se esquiao fino de linho,' a 25,'
25500,3,?e45ometr6:.
CHITAS PAKA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a280'e:4W
rs. 0 covado,
BRIM BRANCO A lzOOO.
Vende-se brim branco de linho, a 15;'
15280, i5600e 25 b mr-tro.
BRETANTIA DE LINHO A 640 RS.
Vendc-se bretanha de linho, a 640 rs.
vara.
FI.ANCLLA DE CORES A 800 RS.
Vcude-sc flanella de cores, a SOO rs.
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 1*100.
Vendc-se cobertores de bello a 15400.
Coberlas de child a 15800 e 25: ditas en-
ccrna ;as, forradas, a 45, no Bazar Nacional,
rua da Imperatriz n. 72.
CORTES DECASSA A 35000.
Vende-se cortes de cassa iriudas a 35
cada um.
GRAV,. TVS PARA SENHORA A J#i00.
Vende se gravatas para senhoras, a 15,
ditas para homens a 5(0 rs.
ALGODAO ENEESTADO A 15(00.
Vende se algodao enfestado para lenc6es
tf 1-^000 a var.
GRANDE SORTIMENTO DE ROITA EEiTA
NACIONAL.
Vifide se palilo's de panno preto, a oj, 75,
800 10^000.
Vende-se palit 35500 e 45000.
ha tto Banlo da Vidom n. 22.
Capneiw yiama;
A' 6St'grande estabekrciHiento tem che-
gado -um bom sortimento de rnacfeinas para
costurij- detodosus autePOS' mais acredita-
dbs ultimamente na Europa, cujas macbinas
sao gartidas' por um anne, ,& tendo m
perfeilO'BrtiSli paro'usinar as mesinas, em
qualquer parte desta-i:ida<.l8, como bem as-
sim-coocerta-l as pele tempo-tambem d'urn
ano Bem despendiaialgaia ido< comprador.
Nee to estabeleti.nento tumbem ha pertencas
para as mesmas macbinas se suppre qual-
quer peesr- que se)a nep86sariOk Estate ma-
chines .titabalham comtodona perfei?8 de
um e doos-pospoDtoe, ,franzfc- e borda toda
qualquer icostra por fip*>i precos sao da seguinte quabdade : para tra-
balhar a mio de 309000, 405CM)0, 455000
e 505000, para trabalhae com 0 pe sao de
805000, 90500Ov 1005000, 1105000,
1205000,. 13050)00, 1509060, 2009000 e
2509000, emquahto aos;aotor*s- nao ha al-
teracao de precos, e os compradores poderao
visitar este estabelecimenlo, I que muito de-
verio gosta' pela variedade de objectos que
ha| sempre par* venden,i cotno sejam : eadei-
r9; MrMkpn mala* para! viagem, cadei-
ras para salas,- ditas de baian?o,. ditas para
crianoa (alta*}> ditas para escolss, costurei-
ras riquissimas,'parat^aribora, deeponsaveis
para criancas, dc todas asqualidad-w,| camas
de iferro para> bomew 04riaAfa^'. cpac4io,
espclhos douratioe para sat*, gtandes^epa-
quenoByiianpawelaosjde'rnetaijwrachi.ila^
queiros om cabode metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal finnjeondiei-
ros1 para v aatev jarros.f- gn^dfl-cOMiMas *de
ararrie,. tawpaa-ipara cobrir'i pratos^ esteiras
para-'fotrar 'saraSk'IaMloro eoriiptelos, ditos
simpl^tobjedtos f*rtt toilettey- ontw mai*:
tosiartfgds qne maitod^veWiBgWidar a todos
que visitareth este gyande'"eetabelecimento
que se aha abertode^lo as 6 boras da ma-
nbi at^ as 9 horas da noute &
Rua'-doiBarae da Victoria n.
22;
de panno,
3& 35500 c
15oN), 25 e
a 2:5, 25500,
Ven le-se calcas pretas
0r\ 75 e 85000.
Vende-se colletes prc-los,
45-00.
Vende-se ceroulas, a !>,
3;>000.
Ycndc-se camisas brancas,
35 e 45000.
Vende-se ccmisss de chit s, a 15400', 23
e 3,5000. .
CHlTAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas finas, a 320 ,e 3
rs. 0 covado.
LAZINHA A 2C0 RS.
Vende-se Uzinhas para vt stidos, a'200,
320, 400 e SOD rs. 0 covado. No Bazar
National, rua da Imperatriz n. 72, de'Meti-
des Guimaracs dlrmnos.
. -
Magwolia
Na l 45, caconirara serxmre orefpeitav^ pubiico urn
completb sorlimehloae perfumarias finas, objectos
de plMhtaMk, | lnvas de* Jotivin, artigos de moda e.
miud*ias floas, as?im !Como rnorJieMade nos pre-
os,ajfrado esinwridadeit
Anneis eleetricos
A Magnfilfa, a rua Doqut'de' Caxias n. 45, aca
oa de recebcr os veTdadeiros- 'finei9 e vdltas elec-
tricas, proprios cart os nervosos.
Meios adeTG^os
A Magnolia, a rua Duque de wxias n. 45, re-
cebeu um eon'pieto sortimento de
Meios aderBjosde tariaruga.
Meios adcrecos de madrcperola.
Meios adereoos de seda bordados, (ollima moda)
e de mnita's ootra's qnalidades.
Botoes de a^Q
A Magnolia, a rua fiNM &> Cajtias n. 45, lem
para vender os modernos bctots de ayo, proprios
uaia vestid s.
Golirihas e pimkos
w mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
r.a, Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lenqos eKinezes
A Mapnolia, a rua Deque de CKi8s n. 45, re-
cdbieu nioa pequena quantidade de lencos deseda
clitneies, com lindissimop desenhos, fazenda intei-
rahientB nova.
Be-
M.
".
faxendas finas
RfjtfPjlfbyrddcMa'rco n. 7 A
DE1
Cordeiro SimSescfcC.
E' esu uma daB.as qua' boje pode eom.pfi-i
mazia offerecer os seus freguezes um.variadissi-
aa sortimento de fazendas finas para eranda toi-
lette,' ft emra;.tm para tiso ordlnario de todas as
classes, e por pregos vantajoflosj das qtaes faz um
pequeno resumo.
Mandam fozeridas as casas dos pretendentes,
para 0 que lem pe'ssbal necessario, e dao amostras
mediante nenhor.
Cdrje* Ie seda de> Hala* cures. -II
Grosdenaples de todas as ft)fes.
Gorgurio branco, lfzo, de fistras, preto, etc.
Selim Macao, pmo e de cdres.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
I Granadine de seda, preta e .de cores.
Popelinas de liadoe padrCes/
Kilo de- seda, branco e preto.
tlicas basqninas de seda.
Casacos de merin6 de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Coites com cambraia branca com lindos borda-
Rieas capelias e mantas para noivas.
itiquissimo sortimento de las com lUtras de
seda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozu, braocas, lizas e bordadas.
Nauzuques de lindos padrOes.
Baptises, padrdes deiicadoa.
Percalira* d quadros, pretos e brancos, listras,
etc:, etc.
Brlnsde linho de cor, prawioc oara vesiidos,
com barra. e listras.
, Kicds cartes de vestido de linho, < files da
raetrKatol-, nllima mod?
Ifircte de eanibraia^o cores.
Fu6iia.de lindas cores.
1 Saiqs bordadas para .senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al:
godao.
Sartimento de luvas da verdr.deira fabrica de
Jiiuvki, para homens e senhoras.
Vesluarios para meninus.
Ditos para baptizado.
Chapeos para dito.
' Toalhas e gnardanapos adama^cados de linho de
cor, para mesa.
. Colchas de li.
Corlldados.bordados.
Grande sorlim-iiio de camisas de linho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
JL j
pitas escoceza..
toroplt'ti) soriimentp de chapeos de sol para ho-
mens e senhoras.
' Merifti-ide cOn-s para vestiaos.
DjtQ. preto, trantado e dito de verao.
'oilhado de linho e algodio para loal
Alo*1hado pa'do.
Darnasco de II.
" Brits de liriio, branco de cores e preto.
1 Setim.de liodas cores com listras.
. Chalea de merino de c6res e pretos.
Ditos de casemira.
'Ditos de seda preta e de cores.
Ditos. de lodgnim.
Camisas de chita para homens.
iDitas de flanella.
, .Oereulas d'e^ linho e algodao,
HamMS de crochet para sofai, cadeiras e conso-
^Lencos bordadas e de libyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatena de, todas as cores.
Ricos.corteS de vestidos de tarlatana bordados
pari ortes.
Espartilhos lisos. t>ordados.
Koulardde.seda, liddas cores.
Meias do seda para senhoras e meninas.
Iilcas fachas de seda e la para senhoras.
R|co wrtlmento de ieVmes de madreperolas e
oaq. :
Damasco de seda.
1 Caseinira preta e de cures. .
Cbitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
larinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
va de fio de'E^eossia, 'apetes' de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencos de linho branco e de cores, toalhas,
guardanauos, etc., etc.__________________
Rua Duque de Caxi s.
>
Acaba de reccber nm completo sortimeoi
muito Imdas botinas de dnraque de cores pan
senhora e as-, vende mais barato do que rm (Otr?.
qualquer parte
Apreoioni
Grande liqnidacao
A'rua Duque de Caxias es-
qdina do becco do Peixe
Frito n. 44.
Anttgacasa do Pregatya.
Colarinhos de linho linos a 45 a duzia.
Cjmisas^nglezas de linho fino a 2*500 uma.
Seroulas inglezas muito boas a 2*500
Granadine com lislas e palmas de seda, padroes
lindos a 500 rs o covado.
Chapeos de pallia para homem a 1/300.
Toalhas de: algodao alcochoadas para rosto a
400 rs.
Len)s de cassa branco, duzia a 1*600.
Ditos de dita com barra a 1*000 e 1*200.
rambraia branca irapareote e tapada a 3*. 45
e 5*000.
Peitos de lioho muilo finos bordados a 1*000
cada um.
Melios de cores para vestidos, de lindos padroes
a 3)60 rs. o covado.
Chitas de cores a 240 rs. o covado.
Brim pardoipara cal^a a 360 rs. o covado.
Las de.cores, alpacas pretas e de cures, "
eomo sc
So o n.
RUA DO
vende tara!"
20
LOJA DAS J PORTAS
DE
Quilherme & Ck
CASSA-LA
Acaba de chegar csta fazenda eon baail
drSes, eque.se vende pelo diraiuuto prc.u dc IU
rs. o covado 11 !
MF.TIM
Mctim iraurado, padroes bonilos, a SO n.
covado 111
ORGANDY DE >XMI3
Cambraia organ ly de cores, fazenda fin? I
tos padroes, pelo dimiuuto preco de 320 i K
vado 111
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desla fazenda, com I
padroes, que se vende a 240 rs. o covado!?!
CRETOXE
Cretone claros e escuros, bonilos padrues, i
zenda fiua, pelo dimiuulo preco de 400 rs.
vado Ml
LAS MODERNAS
' Completo sortimento de la de lodaa as ; :.
des, pelos diruinulos pretos de IfiO ra. u c i
& pechincba
Cortes de casemira dj Coras, a 5i 00.
Colchas esfampaaas e corn barra a 3*'.:
igOOQ.
Coberlas de chiia adamjiscada a 3*500.
Lein.oes de bramante a 2*000.
Dites de algodao a 1*400.
Toalt.-as alcochoadas, duzia, a 55800
LiHiros de cassa com barra a i*U90 a du/
Dilos de cassa ahanhados a 250 .!. a duzia.
Ditos de csguiao aiianbad.-s, en caixinha- ..
dernas. duzia, a 35500.
Cambria iransparenle fina a 3*Uu0 a pe,.
Cliales de todas as qualiiades c pretos.
Bramante de algodao v linho a 15C'J0 a \;.r.
Dito de linho puro cum 9 e 10 palmo9 de
gura a 2*500 e 25800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 55000 a peca.
Dito dornestico a 35000 a pe^a.
Brim com listras, irlandez, proprio para I
sas, a 410 rs. o covado III
Madapoloes tranceze de todas a? qoaWdaaV -
5* a 85500 a peca.
Oapeos de sol de seda com 12 astne, ; .
minuto pre^o d>- 85500.
Camisas inglezas, lodas furradas, baaaaa
linho uuro, a 4*5000 a duzia ; e pecUncba, -
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo din.inu'o .
de 800 rs. o covado ; e pecliinchu. .1,-io-se .
tras.
S6 o n. 20 da rua do Cresp I
Lioja Is Iresi |orlH
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA LSullNA
Vende se nm moinho de v.:if. cart
duas bom ha- para paxar igoa,
tro rodas no.-is o fortes, pu-a cam
aniericano : a Iraiar na rua do I
' rador n. 22, radar.
Econo'nia- don estica
.Na rua I'riinciro do Uarc^o it. I.
Cunfronte ao arco de Santo AnloOio, i ja :.
Agostinho Kerreira da Silva L-al ft C.
Lanziuhas. gostoeseowea, jiaiii'"-- aiiurfni
novos, pelo diminut) piaco d- MO, 240 2W .
o covado.
Baptistas lisas, fioas,'ede cores a 3S0, 4u i
440 reis o covado, islo so se v-ndo !
Chapeos desol do -eJa, para hoiiieii-. iagk.
(paragon) e com 12 hast**, pelo pr :;u de 5 e 95.
fazenda esta que sempre eastoa 14*000.sap
acabar.
Na rua I'rimeiro de Man.n v.. '.
I.oja do barateiro_________^^
cha-
i
n
COALTAR
DE
SAPONINADO
LE BEUF
I
DMITfTECTANTE, AHTI-MIABMATICO, CICATRIZANDO AS'-fiHiMS.
' Adoptado pelos ho*pi"tae de arii e peToHht-afclHnlM lUmtaV frfcttdtna. "sW
i.' Ess* Mcelleate tonieo possM nma efflcacia TerJadeirtWerte maravilhosa os li/wrd? gan^t-'
nosas e escrofulosas, nos crw uicerfldbs, no anthrax, na otorrhea purulenta, na oiena, at)
crup, ftri'das pelus armas de fogb, enfermidaaes do utero. etc,, etc. .
Emprega-se, mezelado com man on menos wna, em chumMos, 1^6est 1i^eec*es^g4risHttfls. ^'
Cobo dtmtitrMm ordinri (nma. corhrad das de cba n'ura quarto de copo d'ag^) t, jmrto espe-
(ulmeBte eOcaz para purifioar o bfo, sanar genglTai doentei e tornar Ermei o
a*otM eioarnadot.
0 seu uao e muito bygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Fabnca em Bayonna (Franca), end casa d Sr. LE BEUF; rtarmacennco de 1* tntit.
Depotitos: Perit,*&, rna Raaur; ,Pernamb*co, A. REGOHD iKle m snconlra UmVwn'a
^#If ^.Al*f*,, aiMlpi|B4ra}a4*rr(
seralterado'neminoQiflciiJo. Qlt
>-%l
em
ai'i
I -
teooe-se os seguinies :
Barra,
e Vntvlvlo.
A tratar com sens proprietaries nesta oidade,
e Par*J|>*coes com Joaquim Plato da Mei-
relles Filho, na mesma cidadwda Maosamgaape
_________ Tasjo Irmaog 4 a
nnmbucana
& a^Oriees de CorapanrHa Per-
a trotar nesta.typographia.
ttodosleques da raadreperola, detartaruga>.de
rnferlim, de osso, e:da,mujtas. outraf qualidafles :
-'Nebeu a Magnolia, a rua"Duf|ue de Gaxias nu-
% i-5.
AttetiQao:
IA loia fla Magnolia, a nrathjrrae de Caxias n.
45, acaba de reccber i:s seguiirfes artigos.:
Manual de.raadreperola, tartaruga e marfim.
Ricbs afbun? com'Capa 6*e rriadreperola, -
gj-c*; roadMra; \!tfdo,-cowro, etc.
i Lindas caixas com inffsimas-perfumarias.
. Ligas de fedai braooas e do cores.
VoTtas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
fflrHs caHea'pata coHfV.-
Vestuarios para baptisado.
Toncas e sapatinhos de setim.
' Sft*rBos"eHap*dr (krM ae'*edt-para senhoras.
Lindos port-bfuqooU.
. (gy^^has.4e,.veJlu^oneto,^c.|i| h f[ ,,......,
Fo^ao "#e,'Aferi,o,J.,eicom)rraieo
Brim pardo liso, o (pie ba de mai< liao, i> u
toque Ie avarii, e que s' vend.- a ';"- i- 0 c-".
do, fazenda Dtopria di paiz por Imha yni
polBo e algodaozinno, tudo por pregos commodos, apyiicada para c istnawa de Iwmaw ai- mtfaa -
a rua Duque de Caxias n. 44, loja da esquina, de PJ na rUa d> Cr tfpo n. 2>t. mi 4m it | rtas.
mada-
Sedas a 1#500.
Vende-se banita- seJas de lindas '; ;
baratissimo preyo de 1*300 o cavaJo : veoaan
ellas antes que se aeabera, na rua do Du joe !
Caxias n. 88, Kja de D-.-melrio Da?l-. s.__
Lindas las escocez:
De varios padroes, e inteirameute ir..J< nas
360 rs o covado : na rna 1'nmeiro >> Marco
autiga do Ciespo n. 13, loja das eviatnoas, ue As-
tonio Correia de Ya-o.!ict>Ilus.____^^
Camisas de cretone
as mais moderna- (pie tem vind" ao vr r-
do lisas e com listras, e qne sc vende a
duzia e a 35-5^0 cada u:na ; e peetuw '
Hollanda
, Duq
Francisco Gainiaraes & C.
Farelk) novo e
Miiho pequeno
Da m#or yualidade no armazem de farinha
de'tri^Q.pa. Tasso Irrhaos & C, na praca do caes
do Apollo.
Guiiherme & C, junto a I da dae>|>.i'
Sabao a 200 rs. o kilo
No armazem do fumo, a rua do Amorim
de Jose" Domingues do Carmo e Silva.
n. 41,
+*-

I'acheco 4 AavvedO twu fmm rmtM tt|>t.
de Araiuta du qualidade especial : i n .-. u ai.. .
zem na rua du Duque de Caxias > 2JL______
Pillulas Cathartica^
de Ayer
Far* todoa oa e>toi>
am remodio lax,int-
NIo ha MgaWaWMe,
remedio tarn univenaiBMai
procurado co:-io nm cataai
tieo on purrni*. naaaa
outro tem .-;
todos os paizes e por to TAB, snaves mas efflcazas. A raiio t wiyMj ">nr..
nm remedio muttomais certo e ec JK! n-imii",'r"
Aquclles que os teem ensaiado aabem^ qu '"
(
G
r- II
PHOSPHATEdkCAU
GEI.ATINOSO '
deLEROVI

! i .nokpuio m eti ciumwi-uiior
taa uma acjao hoiup.-.H malt*
'*'"'"* B0'>re os 'idirlduos affeptados dt
11 enMrrnKdaoMi not ostos ed%tn\a coMsfTTuicdl
Idtftl. Forna-se iodispeega^el par* A criancai
I a qom ajuda e forlifica a crescenca. '
[ B4e nai'gesto^nuii* agraatrrel edetitoa'4:-
i **y f**k p,e, ii Jrs*: 8 b^ -
Pant, pharmacia LEROV, II. *
Deposilo em Pernr'
_lMMe, a. RECORD.
docteor
Tca. -
% urh ciefcaflolia- p&rJc&s dlas, tendd for-
[aims-^an' WWV'car^;'Terff#'pa*araar/
|epiia.paa af(oa. querrte e logar para se guar-.
a6Wte as oiftid>* (oes tornam-se recommendaveis pprque vsav de
irro batido, e fabricados cem penel^b,'!eoi?-'
Z4J rfii O COVadO peio^cu UHSOI qneHao os ensaiarta sab^i
Nama do Queimado n. 43 defronto da ^^^^^S^SSS^U^^
9 praCinha da Indepenuencia ZAS nunca falhao por consequencia de arro ou n tflmmu
| Sfi i'k llill'iilil ^Te^wTulfa.^sobremilharesdecertific.a;- ,..(.-.
, IWUU8JUW distinctascurasauehSoelfcatMaatosiHlu. .
Lazinhas de listras, muito bonilos padroes, o, u que em segmda.mc'"^l0*v^rL^T[T? '~
mais moderno do mercado,. uelo sigaificante preCo Z^^^Et&ftt'Stt
'4e 240 rs. o covado: so na loja de Guerra ter- j jjj c
nandes.; DioiSe amostrSi. ein
arinha de^maodiooa i nova^.
Ri^ntetaenW'^lwtsiaa'.da Sanaa ifiaiHarina tCat
para vender no trapiefae Companhia, e para tratar;
!to^8o9|rtfBlM& (Jtt|ueisfaltfa a^trtet,
lo em grandes como em peqnepas port6e8,c:.
- -. mab II
as as condicoes, em todas as' climas, nao oatendu ciucs~
,,nn nem outra qualquer droga delctcria, ellas i^xlcr.-. s.
AldAOYfilliarQUE E' PECHl-NCrLV. ____I tomadai por qualoqer pessoa comt>-la wguu^ ?"
^,| 7 capa d'assucar as conserra sempre fresc. e as Mi aago* to-
Chapieos de sol de seda, cabo, ^Z^^k^%^^^^'"^^^^
J r % -v i 'em quze desmaflada. t> p^P81 T10 f***6 do ooberta para
' sada'MnrUadirettiO*nio,jio8*cum W*t >-caln.-
| tes molestias que as riLLVLAB CATBART1CAB rari-
damente curao. Fara a Dytpepiia ou Indiveataa, *>*-
plUntM, I*MN< WmU* *> Appetif, J-
m^M*Wu
Allosa.JBrJiinca v'en.delindos chanfdsde sol paraj
5*c;!mfd-eltiilr Baffcafa: aarqada,Impe
M irajHaisvlSfi,.) .laido.Aieaedo.
Vende de todas as qgaU
Verdadeiroa
*
**
f^T>i
ilea
0 mri e o mais
util dos pnrgantes cB-
hecidos. n*mf-
M flalcaS*e.
gaaasaa
m tiota vaiaJ*aitiaMi
o Utreiro, arn^ jnntft,
a
-cos.
, .oa d'Antin.
. a-signalort <
. "' (- "III J-Jlkt,- I
Depoeito em Pernamhuro, A. H
ie* so -( li; JJUUafiiSi) eimo fieJ
Da Bah a e do Rio, vende Joao nodripei'daFa-
W *Q AmoKip n, 33 vjo etra'fi
t,ud" '."j,..,uii^ bt_'._~
AsuBicas yerdadeura^
Bichas hamburguezas rme vera a este mercado
afl M3i iqaCaroaSai da t^ad>i n-^J;
MilWll
J^shaitfburguez^sazaU rs.
u
Para as])MM>'al >'<#< anas diversas syuipMsa*.
Enxaquecat BUiotat, Dor de Cmhrm, UUP**m. Crt-
icoBtlioso.e Febrcs BUUutu, devem Ira* I. >
medtradajftaan-wcado caso, para oorreger -cc*o vica.o-
Vende-se las hambargoa IMvaKadb-qna.-j oup^^^S^qS^Z' !-
rs. 0 covado so na
j ruajpuqM de
osae ru^a
Venham ver para crer
da Rosa
''.
Vneiior1 pfe^o'feoSsWet'
Hand, vindo pelo ultimo vapor
. na loja .
2, rua da Iraperatriz n. 86, do Aievedo.
Vende-se as casas terreas segointes !
Rnatt de Maio (eutr*ora do^Xlssos) n. 2 e 1.
Rua do Fop n. 2. /
Rua do Padre Floriano n, 35/
Trivessa da Borpba n. S.
n I
e5.
vuoa ou duas part
. Uma 00 d*M -
I
de um w
, para 0 imt~r ou comida, ti
promoter a Jipitio e ajudar o estomago.
adas de ver em quando, estimiio u estomafo a i
Qualquer que se acha regularmente boa, 'te^l**S
ou duas d'estas pillulas se achara, muitas "?T J-
mento }hor, por razioqaa ella* pwiftfo,*. rertwW -
appareJJw digestive.
J. C. Ayer & O*. iV.**m*>V*



.
-v-



8
Di^49 flwawbupo Quinta leira 2 de Abril de ISU
LITTEMTUM
Christo na Crnz t
Coosuroatum est l..
Pregado vivo n'uma cruz infame ?
La* vejoo Christo no feral Calvario I
Ha lei piedosa que ensinou foi Elle
Candida liostia !
lingn-lhoa fronte singular diadema
I'eluz serena, sempiterna ebella,
Luz tio suavo que produz nas almas
Estasis puros !
Resumbra o rost-., pela J6r pungilo,
Magoa profunda, caridade o amor
E' sou semblant't do viver que teve
Synthese divj.
Nosdoees ou''os. para o cdo erguidos,
Le-se am poema de martyrio iufindo;
Banham-lhe as faces macflentas, roxas
Lagrimas sanies.
Uescerra os labios, que a Paixdo iellara,
E ao Pai etcrno, pelos seus algozes',
I'erdao celesta, no maisduro traiise,
Supplico pede.
A virgem pura junto a* Cruz pranteia,
A ttirba igoara do prazer exulta,
0 sol se vela eo Cordeiro Santo
Entrem nos templos, ao seu Deus votados, espirito fflodarUo ; alafgoi.' circulo doses-
Quebrora imagens e profanem iras,
A lei de Christo fulgifa" mais bella,
Miseros vermes |
Bemdito sejes, meu Senhor, meu Deus !
Nos cdos, na terra, no Universo inteiro I
faze que sempre miuha patria bastee
Lsbaro pio.
E a mim... ao pobre poccador... permitte
Louvar teu nome, como urn dom supreono,
Depor contricto nos teus pes sangrentos
Timido beijo.
1 uiz Fra.ncisco da Veica.
A inslmerit o pabliea em IujtJr-
terra.
POR C. HIPPER.
Prologo.
C1PITULU 111.
ENSINO SUPERIOR.
V.,miiniarau
IV
tudos. So do domlnio religloW .* se mostra r i go rosamente exclusive. Ospro-
fessores nio podem ser escolbidos d'entreca-
tholicos, nem Uvres pensadores. 0 princi-
pal deve ser Bin stro da igreja anglicaua,
' com a missao tanto de diri/ir a consciencia
dos estudantes como de velar nos mus estu-
dos.
Placid.
expira
lodoo Universe se enlutou n'essa bora,
Fremeu a terra nos occultos eixos,
Param as av. s no seu voo, e as feras
Pavidas quedam !
Que bora solemne de araargura e pranlo
Queexemplo rico de Hcojs fecundas I
A tua morto foi p'ra 1165, d I Christo !
Dadiva immensr.
Pregaste aos homens diviuaes praceitos,
Que praticaste com can Jura extrema.
E esses preceitqs divulgaram logo
Rigidos nuncios.
feu Evangelho dill'undio-se prestes
As mais longinquas regions da terra ;
l.igou mil povos do diversas racas
Vioculo sacro.
'ebalde Cesar, na devssa Roma,
Banio teu eulto, Redemptor dos homens 1
Os eircos vrvam, de pavor feridos,
Martyres firmes I
Nas altas larres de com mil igrejas
Das cinco partes deste vasto mundo,
Eulgura boje vi-ncedora e amiga
l.ucida a Cruz I
Mas, a doutrina que ousinaste ds -Genles
Vivo nos Limbos de ideais anhelos ;
Soam nas naves d* pollutos templos
Baechicos hymnos I
A s vaccas d'ouro da Bethel e Dan
Crguera allares fetneatidos povos ;
Imperam hoje, sem coustraste e peeba,
Sordidos Midas I
>e turba varia, nos sagrados dias,
Aos tempos corre com beato aspecto,
NSo ouveo Christo seus mentidos votes,
Sybaris... tolga !
>"a cuita Europa, dous estados cultos,
Em odio accesos, ha hem poucos vinos
De lutas feras exbumar demeutes
Barbaras eras !
A excelsa Eranga conculeada geme 1
le heroes 0 sangue fecundou-lheos cacnposl
0 iucendio e 0 s D'horridos prdlios !
Eria Allemanha I que paixiio te cega '!
Patria de Schiller, de Humboldt, deGoethol
Cobre teu nome, 1 respeitado outr'ora,
Macula eterna I
lie Pedro a bares, per tufao batida.
Siogra entre escalhos de raivosos mares !
Mas, ego 0 leme dessa nio pujante
Provido nauta.
m tu, perdeste, veneravel Pio !
f> sceptro c a c'roa do real poder,
Uesta-te ainda paternal tbiara,
Bacul'-- forte-
Vue importa i gloria e ao poder da igreja
fiue seja Pedro soberano cm Roma
Aluzromana, neste c.rbe immenso,
Mistica esplende I
Rasguom os povos, em nefario espasmo,
As leis mais nobres do saber humano,
Pizem cordas, despedacem thronos,
Discolos reinem I
Nao d so para Xazer conhecer 0 direito
das mulheres a* instruccao superior que nu-
merosa3 associacOes se teem forinado nestes
ultimos tempos.
A opini3o publica tcolbe favoravehneale
lodasas tjntaiivas parj a.brir as ineainas da
classe media as diversas earreiras para as
quacs sua aptidSo 6 incontev'avel. I'm af-
fectuoso inf-iresse pela s>rte *'as mais po-
bres tem dado naschnento a K multid0'
do instituijws, lodas com o fim dfc" Ibes pro-
curar roeios tie exislencia par uma fducacSo
[especial que possapOl-as a abrigo da n^cos-
sidade e garanlfr-lbe 0 futirro*. Et diver-
sas sociedades d5t> com razio grandw im-
portancia a todas as' questdes bygienicas, fa-
zem publicar obra? uteis em que sao expos-
tosos meios dedesenwriter e fortiticar 6cor-
p<) por meio de exercicios' apropriados as
dilTerentes idades.
VI
0 fim principal que a oBiVfc'rsidadff de
Londres se propde e a prova dos conheci-
mentos possuidua pelos estudSantas que se
apresentam i$ cummissdes de exanie. Etta
nao exige dos candidatos condifSo jlgunja-
de residencia, de vida emcommuon dincipli'
na moral ou religbsa. i>ao irapoe ao' es-
tudante, como Oxford e Cambridge, rittKCOl-
legas cuja soci^.da ie p6de tornar-se emma
'e dissipacoes e deapezas e wrancal-OB JTOS
gostos 0 habitos modestos de sua posigJ|p.
Einfim como hem dizem Mrs. D9to(>-
gcot e Montuci sea propriauniversidade na
distribue instruccAo, fica por isso mais bem
collocada para esigir que se tenha adquiri-
do. Nunca julga epartilha ao mesmo tem-
po ; nao teem espinto de corporagao, near
velhas e ioabalaveis tradicoes; p6de cornj
liberdade acompanhar omovimento da scien-
cia e ate dirigir-lhe a propagagao nos nume-
rosos estabelecimenios que lhe preparan*
candidatos.
A universiilade de Londres, t^ndo por uni-
cojfim os exames e collacao dos grdos, acba-
se por isso 0 centro de todos 09 estabeleci-
rnentos de instruccao secundaria e superioa
do reino britannico e suas colonia3. Encon-
Os alumnos admittidos ao collegia do rei
nio ii<> todos indistioctamente obrigados a
| uma terie da estudos mais ou naeuos pro-
longados. Podem, quando chegam, inscre-
ver-e em uma das quatrodivisOasou depar-
/omwi^oa.Jtheologia, litteratura e scienci a
geraes, sciencias applicadase mediciaa. Au-
nexada ao collegio ha uma escola de ensino
secundario.
As differences acima apontadas, entre a or-
ganisao das escolaa publicas de Ioglaterra 0
Escoss;a se tornam a achar no que respeita
aos collegios e universidades.
0 priocipio qne actuou na creaga.) da uni-
versidaJe ie Londres 4 que a universidades
confere grios, mas no os ensina Assim 4
3uasi nasuniversi ge, ondo as funcgdas dos professofes unifer-
Sitarios sao quasi nullas. As oniversidad 9
da Escosaia, pelo conirario,-ensinaai e coufe-
rem os grios. Em Oxford e Cambridge vi-
mosoj estudantes enclausurados-em seus col-
leges node encontram o systoma tutorial.
Darante 0 primeiro anno ao menos nao fa-
zero mais de que continuar os estudoscome-
gados iios collegios secandarios. AlW veem
s6mente muito oa autores clas-icos e oMtbe-
maticoa. As outras-seieocias estabelecerara-
e ha muito pouco tempo.
AEscossia possuequatroTmiversidades, m
de Saint-Andrews, Gfascow, Aberdeen e
Editnburgo-. Os reitores sao- eleitos por suf-
fragio direcftrdos estudiWteymatriculados.
Os dedes- das faeoldades sao eleitos por dous
annos, plos collegas. Emfinv, a atiroioistra
Jioesua alta-vigitancia sdo confiadaam
tribunal umocrsitafrio, a um senadbaende-
micoe um conselhcgeral. Estecompoi^se
do chancellor, dos uiemb*os do tribunal uw-
versitario e de todos-09 mestres em artes-e
Jue concerne as hnguas, geographia, ver-
ades pobucas e economicas e impressooa
pessoaes recebidas no estrangeiro, ao enve"s
.dos homens e das cousas vivontes.
n do contrario acontece muitas vezes
que 0 fnglez aproveita raonos com sua
granle bagagem do qoe 0 francez com 0
seu pequeno sacco. As iddas geraes sao
quadr scorn compartimootos; uma vez for-
mados pelo espirito, nao ha mais que ap-
plicados para abragar um lanoe d'olhos 0
tod e as partes da um object). Suas ope-
ragdes tornam se mais f.ieeis e promptas,
e se da visio passa & prat ca, elle organisa
sem difSuuldade. Mas tambem quando a
acquisigio dos quadrosgeraes d facile preco
ce, 0 espirito corre risco de tornar se pregui-
goso ; eo caso dos francezes. Muitas vezes
ao sahir do collegio, quasi sempre antes dos
25 annos possue elle quadros, e como elles
s5o commodos, a.-plicalos a todos os ob-
jectos ; desde eritio nada mais aprende,
julga-se sufficiente provido.
Qui1 concluir de un parallelo que pos com
tanta sngaci 'ade os inconenientes resultai-
U?s para os dous paizes do espirito que di-
rege a or^uisagSo dos altos estudo* ? E'
que swa pora desejar que cada uma das
duas liases, conservando sempre as q.iali-
dados que as distinguem, adoptasse da outra
aquellas que lb? faitam. Um estudo mais
aprofundado 0 Berfo dos porraenores-, um
conhecimento real das cousas daria ao es-
pirito framez mais gravilada e forga, eo
espirito ioglez, elivanvlo-seds genaralisagdes-
mats alias e habituand'o-se a lig#r os factos
observ dos a seus princi*pios, tomania raiis
larguez 1 e estensao sem yirder cauat algu
ma de s u a for$a.
VIII
BKSttO ESPECIAL E PRSFiSSIO.NAL.
As uaiversidadei e collegios teem, cvtno
se pode ter visto, por objecto am ensino^e-
racssienti&co ou lilt'^rario, e um ensuto
profvnional preparatorio de certos cirreira*
tspeciwvs, isto-e, ffthoologia, direito, medi1-
cina, engenbama civ^e militar, marinha,
etc.
Digamos primeiro qoe nenhum estabele-
toutoresem meiicina, que tenham qoatro- cimeoto co-respjade em hg'aterraPa nossa
aonos- de exerciclona oniversidade.
Vil
PallaHns fazer um pequeno numerc de
observances n respaitb dos estabeleciracntfcs
de eirs superior a quo aeabo de passar
revista. Era geral serao eilas dirigrdas
nMis- aos- afamnos do qne aos oarintes. Os
estudantes estao sujeitos- a composigoesr i
examej escriptos Queixtim*sealgumas v'
zes de que se rvao faga assim- nas nossas es-
colas-francezas-, eojos curses, sempre facuf-
tativos-, consists id de ligoes- excatkedra dos
||professores~sobre os differeates rmos das
sciencias-que sac ensinadasv Curopre ob-
servar este respeito que os- onviotes de
nossas faculdades nio sao somente, como
na Inglaterra, noogos que tem de eomple-
tar estudes littemrios ou scieiitificos imper-
i'eitamenle aprendidos,
E' a homens feitos, as mais-das vezes a
que ellas sao destiuadiis, e as lio^es so mes-
mo tempo succuletatas e brilharrtes de- nossos
professereso tecot>tFibuide-parai desen-
tra mesmo em Londres dous collegios que
lhe preparam candidates ; 0 collegio da uni-
versidade e 0 collegio do rei.
0 primeiro, fundado em 1830 pelo parti-
do liberal, d um estsbelecimenlo leigo, in-1
teiramente sequestrado a influencia da igreja
anglicana. Aceita alumnos de toda a com-
munho, abstem-se de todo o ensino theolo-
gico e deix.-. ds familias 0 cuidado e respon?-
sabibdade da direcgao religiosa. 0 collegio
da universidade de Londres e uma associar-
gao particular, composts de duasqualidad de membros, proprictarios c doadores. Divi-
di-se em duas faculdades, a dasartes e direi-
to e a de medicina. A primeiracompoe-sa
de 38 cadfiras, a segunda de 18.
As I'aculdades elegern todos os annos o
seu dao quo as governa, convoca e reune
a assemblea geral dos membros do colle-
gio.
Ao collegio da universida 1c estd atmexj.-
do um cstabclecimcnto deinstrucgao secum-
daria, que conta perto de quinhentos es>u-
d'intes externos. Excusado d dizer quo elle
differe dos antigos collegios polo espirito- li-
beral que alii reina e pelo lugar extenso que
Id se <\i ds sciencias physicas e naturiies a
par dos outros ramos de ensino. Alii se
estabuleceu uma cadeirad-1 econovriia politi-
ca, e esta sciencia d ehsinada com muito
bons resultados.
0 collegio do rei d como 0 da uniK-ersida-
dedc Londres uma escola de ensino superior.
Prepara individuos de escolha palra Oxford
e Cambridge ou os dispensa de LA irem. E'
uma instituigao clerical, obra do partidoie-
ligioso, fundada emopposigao ao collegio da
universidade. Sempre fiel ds tradirdes das
antigas universidades, a igreja anglic/jna,
creando 0 collegio do rei, quiz provair que
tanri)em queria satisfazer as exjgenc'ios do
K'olvar e elever ao mais alto ^rio as quali-
dade* que disanguem-o espirito- frawez e
lb insp ira n> 0 amor da verdade,- de beme
do- beUo.
Qoanto aes estudee- qua esigetnda parte
dtes alumnos- um trafcalho regular, se-
gnido e dirigido por professores especiaes
a creagao da escola de altes- estudos
veto rnnis reeentemeute preencher a lacuna
de ha muito tempo apontada. Oatra ditle-
renga a notarentre as-universidades ingle-
zas e nossas faculdades, d que os ustudun-
tes depois de gozarem, como esec4ares de
inteira lfberdade, Ream ahi sujeitos a re-
gras e d uma disciplinabastante-severas : oe
do Franca, pelo contrario, passam sera,
transigao do coustraugiaiento a q^ue os sub,*
inette a vida de collegio d. extrema liberda-
de,.cujos abuses se teus mais de uma vez
deplorado com razao.
Jd indiquei, como actua grandemente
sobre o caracter inglez o espirito que dirige
em geral 0 ensino^ procedendo muito mais
pelo estudo dos faetos e pormenores do que
pelas consideragdes phdosophioas e conclu-
sofs systematicas.
a Em Oxford e Cambridge observa muito
judiociosamente M. Taine, os-estudantes es-
diosos tem.todos os autores latinos^ mesmo
na baixa latinidade, Stacio, Claudiov Manilio
e Macrobe.
Conhecora o grego a fundo ; no coHe-
gio fizeram seus versos gregos, mas nao tem
idea delles. Sabem 0 material da antiga-
guidade, mas ndo percebem o- espirito ;
ndo fazem idea do todo de sua civilisagio,
da ficgao particular de uma alma meridio-
nal e poiy.theista, dos sentimentos de um
atbleta, um artista, etc. A provisao da fac
tos d tres ou quatro vezes mais considera-
vel em um inglez bem edacado. de que no
francez nas mesnias coadjgoes, ao menos n0
escola poliflechnica, & nossa escola normal
superior- : nossa escola central de artes e
pxbricus, ajiossas escol as de minas, ponies
e ccblQadas, que fomecenv todos os aouos
individuos diatinctos d engenharia,' minas,
artitharia, ensino, industria. E' bem sin-
gular que o paiz mais industrial do mundo
teaha'tao pouaas escolas-preparatorias es-
pecratMante das carreiras de industria. A
superioridade, acima apontidsi de nos^se
^aculdades de lettr*s 0 sciencias sobre as unf-
iversidades-de Oxford e- Cambridge, ulo e-
metios netavel no que diz- respeito ao estudc
da direito e medic; ia. Ba- samettte pouco-
tempo que 0 eusine medico foi sujaito a me-
tbedos regaiares eque series- grantias se
estrpuiar.un para ae profissees de medico,J
banco {benchers), ejcolhidos as mais das
vezes pelo suffragio dos membros da socie-
dade denlre os Conselheiros de rei. Nesses
velbos editicics, ha camaras postas A dispo-
sigSo desses homens de lei com eaercicio na
metropole, e 0 aluguel dessas camaras for*
ita a maxima parte das rendas de cada so-
cie'ade Os advogados podem, se quize-
rem, ser sustentados e instruidos nessas
casas, onde elles teem refeitorio, bibliolheca
e capella.
A primeira dessas salas d nas casas de
dir.-ito, com 1 nos collegios univorsitarios
um edificio magniflco, onde todos os dias
d preparado um jantar para os membros da
sociedade nelle tomar parte. Os dignitarios
da1 ordom, os bencher, occupam uaextre-
mi lade deste refeitorio um estrado coberto
por um docel: os simples advogados e os
estudantes sentam-se ds mesas estendidas ao
long 1 das paredes.
E' nessas casas de tribunal que es!8o es-
tabelecidas ca leiras, onde se ensina o di-
reito aos mogos que obtem p'jrmissdo de ae-
rum nellas filiados, depots de um enrae
publico da lingua ingleza, lingua lalina e
firstoria da Iuglaterra. Elles podem ser
cbamados ao fflro, depois de cempletarem
ua sociedade quatro annos de resideucia.
L'm;f d\s obigagOes desta resi lencia 6 do
estudanta jantar no refeitorio tres- vezes por
ter no, ou nove dias por ann>, se pertence
a uma J*sunrrersi lades, e seis vezes por
:ermo, se della? ndo faz parte. 0 aspiran-
te ao foro dove tambem esar pres-mte d
nragao que precede a comiila, d qua se lhe
segjits, e duraotSa todo o iutervallo que ar
iepara. Antigos usos a que os- ingle^es sao
esseicialin^nte afTferrados.
Outra clausuFa,. nao menos esnrupulosa-
menfe observa Jar da que exclue das casas
de tribunal todos osprocuradores,- notarios,
escrevgntes de cbacellaria, escreveates de
alvogad>>5, de proeuradores, etc. 0 pos-
tulant'; dew ser u-n verdadero gentleman,
u n-filho de fain ilia dSstineta, com bastante
Idinbeiro e fazer para nfio descer abaiso do
niv-rl socia'; da companhia que 0 adopta.
Os direiti* que dove pag- r 0 estuda-nte
na iMicasido de chamadfo ao foro stode
cerea de 7003KK)0 que se deve ver jantar ds
dejpezas deiaserjpgftn, dfe jautares regn'a-
mervtares, de ensino publico e eonferencias:
Em aomma, as despezas do mais modest-
estadhnte, depois de quat-o annos de resi-
dence e gastos de aprenJizngetn com o*
praticos que cut's* escolbem para patrouos,
nunca montam rmenos de SrOOWfOOO.
0 nnroero dos estudantes mstrtvidos nas
quatro easas do tribnal e pooco mais ou
menos da 4,000.
Cinco professore? alii ensinam a juris-
prudencia e direito civil e international, 0
direito ddsimmocHs [law of property}, a
lei comnKtm, a equidade, 0 direito consti-
litcional e historia do dsvreilo.
Cada professor ou leiter recebe 0' ordena-
mettendo-se a um txame gtral em que deem
uma prova satisfactoria tie seu saber.
Esta prava d uma iuoovagao que so foi
adoptada depots de viva nente combatida. 0
exame geral, considerado como prova, nio
e todivia obrigatorio. 0 jury coutaata-M
com discernir recompensas e assegurar cer-
tos direitos aos que os fazem com boon.
Deixa se toda a liberdade ans estudairte*
qoe julg'm poder passar sem elle.
E' facil de ver que oeuhuma deltas tres
provas d na vordade seria.
Convi 'ado a dar seu parecer a reKpeito de
systerna, cujas principaas disposigc-* aea-
bo de esbogar, um professor aggregado da
escola do direito de Paris, M. iulesLeveille,
concluio 0 seu voto nestes termos :
S.' se trata d fjrnecer ao foro iudivi-
eirnrgido a pharmaeeutico. 03 professores do de 4:OC5P. 0 esludante d admtttido a
ie se conieutam com dar n ante um aodilorio maia ou menos attento %
iaWrrogam os estudantes, examrnaa~a-os so-
bre o ca compos ig->ei.
Greou-se, em 18581 um coaselho- geral
dn-registro e educaga* medica. 0 direito
do cenferir diplomas ficou exclusiva-mente
reservado ds universidades e collegios reaes
aotorisados po* carta especial. Os estabeleci-
nentos livres, como o Akdersoniam de Glas-
eow.'a universidade cathobcade Dablim, nio
paderam, apeaar de suas reiteradas iostan-
cias, obti-r a awtorisagae de conferir grdos e
Keeoca.
Nossa superioridade, quanto ao ensino
do direito, resulta sobratudo de qpe em ge-
ral na Inglaterra procura-so entretanto mais
formar praticos se parece menos com o nosso eaaioofua-
dado no estudo dos pzincipios eternos dos
quaas dimanaia legislagpos e codigos, cujos
tragos teem side acorapanbadosatravez dos
seoulos e ei" differentos povos, do que o>
saber especial e restristo que podem adqui-
rir os alumnos admittidos a folhear iluranta
al^uns annos calhami^psno gabineta de um
legista. B.ista, com sffeito para que um
DMOcebo obtenha 0 titulo de advogido qua
tetaha frequcutado o gjibinete de um vete-
rano.
Os aspirantes ao fyro acbarn mais extensa
instrucgdo nos estabelccimentos designa^os
em Inglaterra pelo nome de casas do tribu-
nal, cuja origem a constituigio merecempar-
ticular mengdo.
Na dpoca da suppressao da ordem dos
Templarios, os legistas, separando-se das
universidades. onde se ensinava 0 direito
ecclesiastico, estabeleceram-se, com permis-
sdo do rei, pata professar o direito secular
em vastos edificios outr'ora possuidos pe-
los cavalleiros do Templo. Alii se acham
alguns grupos de edificios, pertencentes a
quatro sociedades coniederadas, e chamadas
Cttsas de tribunal. Cada uma deltas teom
seu conselbo de ordem, seus homens do
UCBECIA BOS&IA
MEMW1S OE SJT1N1Z
POR
>. Hanoel Fernandez y GonaIe
QUlNTr"PARTE
LEONOR
(.Continuagao do n. 89. )
V
DI iOMO MICDELOTTO PROSEGUIO NO SEU PRO-
4ECT0 DE VINGAR CESAR BORGIA.
l-assaram annos, e Leonor e Paulo che-
garam i sua primeira juventude sem se co-
nhecerem.
Leonor fora educada como n um convero,-
jorque a velba casa de Arnestevjlle,
para
to,
fora
ella
comprada por Michelotto',
uma clausura. ...
0 aue Michelotto tinha de pervereo, ti-
nba de boa Tonetta, e incutira iddas sas na
alma do Leonor.
Pcem toda a educagao da boa Tonetta
n5r, podera annullar 0 caracter alt.vo que
Leonor herdaracom 0 sangue dos Borgias ;
era violeuta quando a contrariavam, e de
coragSo pouco sensivel.
Estes defeilos, pordm, erm compensados
pela graudeza da sua alma, e pelo soo amor
pelo bello.
Herdara tambem muito de sou pai, de
modo que aos quinze annos fazia versos que
levadosd cdrtepelo Sr. de Arnesteville, al-
cangavam um grande exito.'
Paulo dizia a Michelotto, sempre que o
seu pai postigo levava algcas d'aquelles
versos :
Onde e que esconde a inusa que es-
creve estes bellissimos sonhos ?
Atnigo, respondia Michelotto, ainda
que lhe parega estranho, yssa musa d mi-
nha filha, a quem nao conheccrd sonao
quando tiver assentado a -cabega. Sabe jd
que seu pai e eu conoordamos em casa-los.
Entdo porque espera T dizia Paulo;
tenho jd vir.te annos, e, segunda diz,, sua
filha d dous mazes mais velha do que eu.
Receia que ella seja muito orianta ainda
para a casar*
Minha filha, replicavi Michelotto, d
certamente uma rnulher jd, mas 0 meu jo-
ven amigo d um libertino que, se n8o pro-L
cura emendar-so, pode perder as esperan- r
gas de ser marido d'ella.
Yejamos se Michelotto tinha razio para
assim qualifiMr Paulo de Arnesteville.
Sem Michelotto concorrer para isso, Pau-
lo fora muito roal educado. Quando' mor-
reu sua supposta mfii, seu fiogido pai le-
vou-o para uma casa an.iga, de apparencia
nobre, que allugart na rut de Montmartre,
na qual tinham vivido.
Aama de Paulo gera uma robusta filha
da Bretanha.
0 Sr. de Arnesteville, que se achava livre
de divides, com urria boa renda, e seavmu-
divertia-se
0 estado natural e perfeito do ho-
mem, isto C, o estado mais em harmoaia
com 0 que pode chamar-so felicida.de, 6 fa-
zer tudo quanto ha na vontade. Um gen-
til-homem rico pode e deve fazer 0 que
quizer.
Por isso Paulo se toroou soberbo e iras-
civel.
Aos dez annos ensinaram-n'o a ler e a es-
crever ; aos doze, a monlar a cavallo, a
esgrimir a a danger -, aos deaeseis, seu pai
apresentou-o na cdrte e agradaram tanto ao
rei a belleza e a desenvoltura do pequeno
Paulo, que *lhe conferio a ordem de S. Mi-
guel. Aos dezoito aonos Paulo matara em
duello um marido e fugira com a rnulher
Gastou 0 Sr. de Arnesteville algum di-
nheiro com os secretaries de sua nugestade
valeu-se da protacgao d'este, e Paulo pdde
voltar a Eranga certo de que nio seria
preso.
Deade entao, Paulo, animado pelo bem
que sahira da sua primeira proeza, foi 0 es-
eandalo da corte, uma especie de D. Joio
Tenorio.
Em vao pretendera ella conhecer a for-
mosissima filha de Michelotto.
Esle disaera-Ihe sempre :
: Ndo a conhecerd sendo nos degrdos
do altar, onde devem ser unidos os seus
cedos os cursos mediante a retribua^io de
uns qoarcnta a cincoente mil reis^ Alem
Ida suas liroes publieae os professorera fa-
zem uma cbssamais intima na qaal eses-
tjzdantes vao procurar esrjicagoes 2- eoose-
luos. Os ernolamentcsde admissaoa estas
conferencias sao tambem de uns querenta
a aincoenta miJ rdis pocanno.
Os prograairaas das iigoos publicas. mui-
tofpoooQ frequentadas, em geral, sao bas-
tania restringidas. Comparando aos de
nossasfaculdades de direito. padem-se apon-
tar-lbes impcrtaut-'s laeunas. Mas o^ qoe d
em verdade para admsrar,. dque eoasos jd reduzidos a proporgoas bem mes-
quinhas, os candidatos ao titulo de advoga-
do, so sao cbrigados a f equentar dous.
0 que quizer; por exemplo, advogar peran-
te os tribunaes da chancellaria, poderd mui-
to bem contentar-sc conn a frequencia dos
cursos ue e Nao tem mesmo necessidaie para se apre-
senlar no foro, de fazer um examo : a sua
presenga srjmente na easa do tribunal, a
iua participagao dos jautares obrigatorios,
bastam para- comprovar sua ap'i ldo.
As conferencias particulares estabelecidas
no pensamento de co-mpletar o ensiuo dos
cursos, so tem produzido ate boje, resulta-
dos mediocres. 0 que os estudantes pre-
cisam 0 que se consi Jera mais util, da
pratica, e um saber especial em ramo res
tricto, d uma grande destreza ncs pormeno-
res. Esia ausencia de ideas geraes, esia
indifference pelos estudt s dos principios,
conforme, alids, com as disposicoes 'natu-
rae* do espirito britannico, sao defeilos tao
patentes que nao podiam escapar aos ho-
mens distinctos que cuidam de introduzir
no ensino superioDsdrias reforraas. Ndo e,
com tileito, tornando-se seohores dos prin-
cipios, diziam coin razdo os commissarios
da rainha, qua o estudante aprenle inte-
ressar-sa pelos casos particulares, e a segu-
ra-lo com mais firmeza ?
Os estudatUes podem emfim dispausar-se
da residencia e frequencia des cursos, sab-
duo de escolha, nio d 0 sy sterna i if dez que
jdmais eu recommendarei. Mo compre-
band0 que o futuro legista posse lrmrtar-se
a um dos tres meios de iustrucgdoqne apon-
t-i. A meu ver, deve elle accumuU
los.
Cumpre que estrde por alguui auno;
na escola technica e geral da lagisia^io ;
que depois 110 fim de cada anno passe por
uirr exame publico e rigoroso ; que coroe
einlim estes priuidiros trabalhos com uma
residencia pratica.
Es*n urgauisag^o fuueciona regularmen-
te em l-,*anga e Escossia. Approvo-a plc-
namente.
Objectar se me-haaccrescenta espiritoo-
samente M. -hilas LeveiH-;qujealas inulti-
plas pr.scrifj^Oes que reclamo quanto aos
cursos resid-sucia, seriam contranea ax> livre
ganio da Inglaterra.
a- Limilar-me hei a respotidor qe a hvre
luglaterra eouiamoa bem seus lugistas, aos
banquuetes ecab^lleiras : ora, seria eitra-
vagante que as p*aseripgaes Oveis fosswi re-
pellidas, quando as inuteis e grotescas- sd>
tSo docilmeute a^eitas e soffttdas.
IX
Pelo que praced*se pdde ver qoe cm io
glaterra, como em Franca, a nex-essidade de
fazer participaotes dos-beneficios da instruc
gao as classes que de.ies teem si>io qoas
ssmpre desherdadas, e introluzir ao- mesmc
te:npo ne ensino mais especialmente dasti-
nado as classes superiores da socisdada, a-
reformas-reclamadas pelo- espirito dos tem-
pos, se colloca.n em primeiro lugar ques-
tiVis de que se occupam pensadores a esta-
distas. Mas,- de outro lade da Mancha % eoiuo
entre nds, as considerageea polilicas a reli-
gitjsas que complicam esta nagna questao,
paralysain esforgos que daveriam ter por
'ueico fun provocar seriae lefermas e iatro-
da/ir uteis aperfeigoamanlos. Emcoaritt
3e suscitam discossoes irritaotes s-jbre os
direitos espectivos do estado, d paisde
feooilias e da religiio, emquanta os partidis-
tas e adversarios do ensino gmntuito, obri-
gatnrioe leigo se consommem em cctteu
das apaixonadas a atterais, todos os marfao-
raraentoe qua reclama tanto a instruc;a,
pnimaria como o-ensino classic, sao n&ees-
sariamente adiados. Perde-se lambem todc
0 fructo da-tendenc a garai dos espiri-
tcs para alargar o circulo da iastrucgio' po-
polar e proporcioftar mais digaa subsis^n
cia aos mestres-que estao encarregados da->.-
Av.
(Cor.ldmutr-se-ha,
lherqcelhe gastasse um ceitil,
quanto podia e dizia sornnrjo de um modo destioos.
beatifico : N'nma occasiio em aue.^lichelotto dava
Nai me rccordo de ter si '0 nunca tao esta resposta ao moQcebo,_ dissedhe este :
f6i;z 1 Pois juro4b^ qoe hei de conhece-la
Depois dedesmamado Paolo; foi entregue antes,
aos cuidadosdeuma ya c dc alguns cria-f E eu juro-lheque uio, replicou Mi-
dos, que seesforgavam err. satisfazer todos chelotto.
os seus caprichos para nao serem despedi-"- ,-- Guidado, Uo Boncamp, nio Iheaucce-
maridos quo so tem oncontrado com a
gaiola sem a ave.
Ah I meu sobrinho, se tal fizesses,
qoe magnificas beta ndo arranjaria eu com
a tua pelle.
Deixe-se d'isso.
Pois que 1 julgas que por eu ler seten-
ta annos podes zombar de mim ? Vai bus-
car a minha espada que deixei n'aquelle
canto.
Paolo fei busca-la ; Michelotto tirou-a
da*bainha e disse:
Desembainha a tua.
Para que 1 perguntou Paulo com um
tal ou qual desdem.
Oh 1 tens dd de mim ? desprezas-me ?
Pois alba, se me nSo atacas em regra, vou
dar-te uma sova.
Nada de gracejos, meu uo ; nio os
soffro a ninguem.
0 Sr. de Arnesteville ria-se.
Michelotto empallideceu ; odiava Paulo,
porque era filho de um bom em a quem Lu-
crecia amara ; fixou um olhar sombrio no
mancebo e deu lhe cm golpe de prancha no
hombro.
t>Sr. de Arnesteville continuava rindo.
Paolo, soltod um rugido de colera, pa-
xou di espada e accommetteu Michelotto.
' Este tomara uma ''guards muito baixa, a
guarda dos br'avi italianos ; parava 00m a
eapadae eAm n mio, recuava, sahiadali-
ija, saltava, pahia s>fcre Paulo e ria-se.
' Aqudleriso, pordm, era lugubre, e cm
vto 0 maucebo, queur* agit e des'j-o, pre-
tfndia, tooar-Hie.
0 Sr. de Arnesteville continuava rindo
eada vez mais.
Divertia-o muito aquillo, e a cada parada
tnostrade Michelotto apptauuia, 0 que eaais
SagmenUva a colera do mancebo.
Por ultimo, Michelotto, vendo que Pau-
lo se cangava, Cabin sobre elle, pegou-lhe
na mdo e tirou-lhe a espada com a mesma
facilidade como se 0 fizera a uma crianga.
Jd ves, disse elle, que se lograres
roubar-me Leonor, fa go da tua pelle umas
botas.
Paulo ndo replicou ; sabio da casa, efoi
necessario que Michelotto lbe emprestasse
dinbeiro alguns dias depois, para que se
desamuasse.
Michelotto comprehendeu com alegria
que Paulo, tinha um empenho formal em
c .iihacer Leonor, enamora-la e rapta-la
depois, embora para isro fizeese 0 sacrificio
da sua pelle.
Bom, disse Michelotto comsigo mes
mo ; agora e necessario que se conhegam e
se a mem.
E chamando 0 sobrinho disse lhe :
Chegou 0 moraento desejado por teu
pai e por mim, isto d, 0 momenta em que
te vais unir d minha filha.
E', pordm, oecessajio que se conhegam,
e para isso seria conveniente que se vissem
sem ella saber que a tua prima ; poderia
crer, e nio se enganaria, que era este um
enlace premeditado, e proravelmente oc-
correr-lhe-hia oopor-se. AmanhTi, se 0
dia estiver bora, ireraos passaiar aos jardins
do Louvre ; anda tu por alii, pordm nio
des indicios de que me conheces; bast.1 que
se conhegam os dous. *f!Sl
A qua boras' vai so l.ouvi'e com mi-
uha prima ?
A's onze ; uma bora antes de jantar.
Poisds onze estarei no Louvte.
No dia saguinte amanueueu limpido o
ceo ; era um formoso dia, illuminado pe-
los raios de um sol dcslumbrante.
f.oonor al^gi-ou 99 _mnito quando Mich)
7AWESADE
BOM DISPARATE.A assemblea ,aci-
nl franceza dirigio uma paligao um fulaiu
da tal, pedindo quese estabalecesse por lei.
qae a identidade de pessoa se faga, por
meio de sigiiaes. impriroidos na epiderma de
um d s bragoss feitos pelo modo que jsam
a .guns maiitimas e osfadistas, que em fran
caz sa charaa UUouaye.
O'autor da petigeo diz que essas mar
os entrariam. na of rigagao dos mestres di-
priuicirasletrars, e seria applicada uma pe
ca nos pais que se oppozessem io acto.
cu traiassofn. -<1^ dastruir os signaes execute -
dos.
OBSERVACAO DA PASSAGEM DE VE-
NUS.Segmido lemos nas foi has france
zas, no dia 1. do corrento dee ter largado
de Brest 0 na.vio One, conduzindo a set
bordo 0 pessoal, a material dastinad s a
missao scienliQca. que no dia 3 de juoho
ha de observer a passagem de Venus pelo
disco do sol. 0 ponto de observagio
ea ilha de Campbell, a 109 leguas ao sul
da Nova Zelandia.
Entre o malarial vio tres casas que se
armam e desarmam, e julgadas indispensa-
vois para acautolar contra 0 int-aso frio
que reina noponto d'observacio.
lotto lhe disse que a ia levar a passeio.
Apenas haviam entrado no Louvre, appa-
rocou Paulo.
Passou junto de Michelotto e de Leonoi
e mirou esta com grande interesse.
Michelotto n.tou que Leonor a quem le-
vava pelo br&go, oslremecia, baixava os
olhos e empallidecia.
Paulo mudara tambem de cor.
A alma uogra de Michelotto inuudou-sa
de alegria.
Paulo contiuuou passaudo -em sentido
contrario de Michelotto e de Leonor; de
modo que se cruzavam necessariamente.
Sabes, disse Michelotto, d tercoira vaz
que se eucontraram, que este mancebo me
parece muito impertinente ? Nio set 0 qne
e que me con tem
Leonor nio responded.
A' quarta vez que se eucontraram, disse
Michelotto :
Vamos, porque do contrario fago al
gum desacerto com esse insensato.
E arrastou comsjgo Leonor.
Jantaram e depois dirigio-se Michelotto
d casa do seu primo, na rua Montmartre.
Paulo, que o esperava com seu pai, lc-
vantou-se vivamente e foi ao seu encontro,
dizendo;
Eu nio sabia que tinha por prima
uma divindade ; estou louco, a neceesito
unir-me a ella quanto antes.
- E diga-me, senhor meu sobrinho, a-
be se minha filha 0 arna t
Paulo empall.idaceu e perguntou com
enciedadu :
(Jue lhe disse elle ?
Quo ha vie de diz-ir ? Parecau-lhe
muito impertinente.
/ Conlinuar~e-ha.)
t\f. DOJ UlAWO. -W'a PCQt"S l>E CAXUS