Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17599


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Full Text
i
I

AS'KO LXIX
DOMINGO 12 DE FEVEREmO DE 1893
NUMERO 35
DIARIO
PERNAMBGO
PBOPBISBADE BE M1H9E& FISSIBOA BH FAE1A & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mczes adiantados.
Por ti es ditos vencidos .
Por ;im anno aiiantado .
I.Jcm idem vencido.
6$000
-241000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DK PUBLICACOES NA FRAN-
(,A E INGLATERRA
Os Sra Amede, Prince & C, residentes em Paris34 me le
Provence.
PARADOS LOGARES ONDlfi SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 13J1500
Por seis ditos vencidos. i5$500
Por um anno adiantado. 27000
dem idem vencido. 3l|000
TELEGRiUAS
U&W PSIICWAB SO 2IASI3
MADRID, 10 de Favereiro.
m Xerez e Barcelona coniinuam os
tamult. s ; e m roproduzem cada vez mais
violentes.
PARS, lOdeFever-.iro.
Causou' sensjao em toda a Fracya a
eondemnaojta da Gando Fernando de Les-
epe.
A mprensa u_aai:ii: "36 que ser pcr-
doudj.
Ojha'.era cresas o Marselhs.
LONDRES, 10 de Feverciro.
. ji preso o banquciro B kers, accasado
de fraudes.
NEW-YORK, 10 de Fevereiro.
O go erao dos E3tados-Unidos mandoa
realisar n ccsupicSo do archipelago de San-
dwich ,
E c Honolu' de3eiabarcaram tropas ame-
ricanas, sendo enthusiaaticaniente receta-
das pela popuI&cSo.
O ministro Stjveus declarou, que Har
risos secadia ros desejos do povo; e accla'
aado por est eurou de dii-igil-o.
Foi destruido por um incendio o Hospi-
picio de Alienados de Hampahire.
Esto slnistro deu anda logar marte de
40 enfermos do mesma Hospicio.
ARTE OFNCIAL
co n. lo. 7 de hontem datado, e teado em vista
os papis aqu juntos que di-volvereis, recjm-
mendo-vos que informis quacs as pragas do
Borpa de marinheiro3 oacionaes que se acbam
recolbidos actualmente na casa de D tengo.
Ao Insoec'nr do Thesouro do Estado.O
governador do Estado manda communicar-vos
que, em 8 do corrente, reassumio o exercicio do
cargo de ju z municipal o de orpbaos do muni
cipio de Cabroo, o cidado Fortunato Frao
cisco dos Santos, c informe participo^ em i ffi io
de igoal data.
Ao mesmo.De ordem do Sr. governador
do Estado, envi vos em additum^nlo ao officio
de 24 do comente os papis refativjs Uaulda-
cao das multas impostas pela reparticao doOb-as
Publicas a Alfredo Firmo de Olivelra arrematan-
te das obras das pautes de Gatendes e Pu San-
gue. Entre esses papis, que es d volvereis op
portnnamente e.sto incluidos 03 competentes c r-
tifieados passsdos pela referida r;'parigo, as
petiges do arrematante, informacOes desse Tae-
souro, do Ooras Pablicas da 5 secgo desta se-
cretaria.
Ao raesm?. O governador do Estado,
manda communicar-vos que, em 22 do corrente,
assunio o exercicio do cargo de juiz de direito
do municipio de Bom Jardlm o bacharel Manoel
Tobia3 do Reg Albuquerque, conforma pirtici
pan em alucio de Igual data.
O Sr. governador do Estado, mana deca-
rar-vos que na peticao do bacbarel Joo Augm
to de Albuquorque Maranho, eobre a qual w
sa vessa informaco n. 1062 de 17 do orren'.e,
xarou i:oje o seguate despacho :
So tem lugar o que requ^r.
Ao mesmo.- O Sr. gsvernador do Estaco,
manda declarar vos que, em vls'a de vossa n
formago n. 1095 de 24 do crente mez, laneju
oap-tigao dos juizes do Superior Tribunal de
Jastig, D.-8. Antonio Domingos Pinto e Maaoel
Caldas Barreto, c seguinte despacho:
Aguardem a votago da verba ne:e3saria
pelo Coogresso Co Estado.
Ao mesmo O governador de Estado man-
da coaimuniccr-vos que. em 23 da corrente as-
assumlo o exercicio do cargo de juiz municipal
e de crphaos do municipio de Bom Jardim o ba-
cha'el lote Cavalcante de Albuquerqoe, confor-
me participou em oflicio de igual data.
Ao mismo. O Sr. governador Estado, man
da coxmunicar-vos que, m 10 do corrente, as-
sumi o exercicio interino do cargo de juiz de
direito do municipio da Boa Vista o cidadao
Cbrispiniano Cbnspi m Cclho Brandao conforme
participou em officio de igual data.
Sr. administ-ador dos Correice.O Sr.
governador do Estado, solicita-ves informaco
acerca do.as'umplo da inclusa peticao que a de-
volvereis oppartunamen.e do subdelegado de po-
lica de Tacara l sobre adiantamento de diebei-
ros feito pelo sen antecesser Jos Pereira da Sil-
va a diversos estafetas dr.quella linba.
Capil) Jos Carlos Vital, F. P. Boulitreau.
Maooel Clemente da Costa Sa.tcs, RuQno Jos
Cardozo, Mario Ferreira Bailar de Mello, capitSo
Lucio de Slqueira Campos.Iuforme o Sr. Dr
contador.
Eoedino Gancalves Ferreira da Luz.=~Volte
ao Sr. Dr. con.ador para mandar verificar s
nao tem pago nos exercicios anteriores o alu
guel da casa naj condicOes da do supplicante, e
principalmente o referente aquelle que diz rec-
peito a barreira de Caxaoga.
Virgilio Graciiiano da Cunha Cavalcanti.Ao
Sr. Dr. contador para os devidos tios.
J. s Antonio Faia.' & CDr. Ayres de Al-
buqnerque Gamae outros e Manoel Gomes Sa
raiva-Haja vista o Sr. Dr. procarador fiscal.
Jos Hygino de Miranda.Ijforme o Sr. D\
administrador da Recebedoria.
Majar Jos Elia3 di Oliveira. Ao Sr. porteiro
para entregar ao interessado.
'ove-io do Estado de Peraaui
bneo
EXPEDIENTE DO DU 28 o", N'OVEMBRO DE 1892
Actos :
O governaor do Estado, rssolve omear o ci-
ladSa Sebastian Casado Li^a para exercer o
cargo de escrifo da Co;lectona da3 .endaa do
SstaJo no municipio de Villa Bella, cande
I53im exonerado o que actualmente occona dito
"ar^o.Commi^icou se ao inspector do Tnesou-
:o o Estado.
O govemalor do EjUdo, resolve comear
delegado Iliterario:
.itonio Marques de A'buqnTqco LiuVaK-ants
do difluido de Buique, que se acba vago : e Ao-
tont j Loureoco da ocha do de Gameeira de
Biique em substituto do actual que fica dis-
pensado.Communicou-se ao inspector geral
da inat jcqio paoliea.
O poveroador da E-tado, resolve nomear o
.bacbare Antonio Freir pira exercer o cargo de
delegado do districla Iliterario de Sani'Agueia
de Peaqueire, em substuicao do actual que Oca
exonralo.C.'Jiaunicou-ie ao inspector geial
da instruccSo publica.
O governador do Estado, resolve prover
Pedro Pe-eira da Silva ni serventa vitalicia do
lli io de Io escrivao privativo do crims no mu-
qicdio desta c ."."ai.Cammuocou-Be ao Dr.
prtfeito.
Sr. commandanteda 2- districto militar.
Conforme solicita o Dr. juiz de direito do V
dletricto caminal ea v.ffijio de 23 do corrente,
roga-va que va3 dignis expedir as oecessarias
ord?-;3 ao Beotido de ser recolbido ao estado
maior de um dos carpos da guaroicSo dese Es
i o bacbaiel Manoel do Nisctmento Pantes,
ca itu bonorario do exercito, em cumprime:to
la llena de 3 meze-i e 15 dias de prisSo simples,
vi-o uluo cao ciispO; o qo^rlel do corpo de po
Ucia i-e a ommo la{9es que a iseo se prestara.
Communicou-- ao juiz de direito do 4- distric-
10 mi'itar. _
&oDr. qnestor policial.-Em additameolo
B, 0B 9 corrente, recommendo vo3
que panh.ie-- a d^i sifiae do Sr. contra almirante
inspector do Arse I Marinba, qnando requl-
sitad a. as erafias dj c rpo de raarinueiro- oa
Cionaea Giapar >'e C?rv-jlno. Manoel Martioho,
Antoaio F-anciseo da Silva lo Alv s de
Castro, recolhidas Cva de -Det-ntao, qns de-
vem seguir para a capital lederal disposigao do
cb fe do estado maior general da armaa.
Commnnicon se ao inspector a Arse al de Ma
Sr. presidente do Superior Tribunal de Ju>
tica.Pa a eatisfsier o que solicita o ministro
da iastica em avl o de 11 (o corrente peca ^os
em addtameoto a meu cffic.od3 9de Se'.em
bro ultimo que me iafarmeis si possive! func-
ciona- o juiz seccional deste Estado em um do:
pavimentas de predio oceupaao pela magistratu-
ra local. ., ,
Ao presidente do Superior T.-ibanal de Jus
tci.Providencie para que seja extrabida co-
pia do processo do sentenciado Manoel Bezerra
das Neves de que trata o requerimento junto e
demai3 papei3 que o instruem 03 quaes ser-me-
hao opporiunamente devolvidos.
Ao commandan'e do corpo de Polica Re
eiooal.-Teudo se recolbido boje a esta capital
oSr. capito Au3trlclino Paes Barreto a quena
em boa hora foi co.liada a ordem incunvencia
de re~hassar ao3 grupos de facionoras que infes-
taran) as ribeiras do Moxol e Navios, recom
mendo-vos que o mandis elogiar em ordem do
dia pelos relevntisnmos servicos qn3 acaba de
presiar a causa da orJem e do prs ligio da au-
toridade.
Outro sim, man'Jae dispensar de todo servio
por quatro das as pracas desse corpo que act.m
panbarama uelle oficial. .
Ao commandante do Corpo Policial.-Ten
do se recohido a esta capital as pracas dea3_e
corPo qoe sob o commando do capito Anstri-
clino Paes Brrreto baviam seguido em oingen-
ca para o alto se-tao. recommendo vns qoe as
mandis elegiar em o-dem do dia peles s-rvicos
Ue acabam de prestar e qpe as d-speisis po-
qaatro iis de todo o seivico a sjne sao oariga
d8- Ao Sr. Ral ^e A'vila Potspeia director do
.Diario Official..-0 gobernador fente pelo
officio "de 18 do correute de toTerdesaswinWo
o exercicio do carge de director t"o .Diario Ofi-
cial, rgradece vos a fineza da comEnnicacao e
congratulase comvosco pela voesa escolha para
o dito cargo- i .-....;..
EXPEDIENTE DO DB !
Oficios :
Ao (jerente da Cumpanhirf Per-iambucana.
O governador do Est^'o malt
cebimento do officio em qu
exped cao a 30 do corrente do
cisco, para a Babia e escala e
mandar e Rio Formoso.
Sr. Dr. questor policial.
do Estado inteirado do ass
(G'cMftnuagao)
SeccSo 3."
Sob_e varios iacidentes do precesso
Art. 124. Os juizes davero declarar se easpeito3 o poderao
ser recusados no3 ca=os inJicadcs no art. 61 do Col. do Processo
Criminal.
Art. 125. Observar-se-ha, auanlo as EospeisSes e recusnOes,
o disposto nos arts. 61 a 66, 69 a 71 do Cad. da Processo Crimi-
nal ; 247 e 251 do Reg. n. 120 de 31 de Jane.ro de 1862 ; e il da
lei n. 2033 de 20 de S embro Ce 1871.
Art. i!6. A prescripcSa da accao penai e da condetnnaco
rege se pela disposica dos art. 78 a 85 do Cod. Penal.
Art. 127. A acgaa para verificar a re3po-sabilidale das em-
pregados pblicos prescreve dentro de oito busos a contar da
data do crime.
Ari. 128. O reo allegar a prescripcSo por peticao acompa-
nhada dos documentos que entender necesarios para a proya
della. Ouvida a parte coctrari?, a autoridade competente pro-
rlra a sna decisSo-
Art. 19. O promotor Publico tambem dever requere! a.
Art. 130. Sao competente! para conbecer da prescripcao e
julgal-a :
1." O Juiz de Distric'o e aa Juntas Municipal quanto ios
crime8 a que se refere o art. 42 2. da lei.
2.* Os Juizes de Direito.
| 3. O Tribunal Superior quanto o proce330 estiver sub
met'ido a sua jurisircao.
4. No caso do 2. allegada i. prescripcao, a autoridade
precessante remetiera ao Juiz de Direito o piooesso da aegao cri-
minal que bouver iniciado.
Art. 131. Nao poderao querellar por injuria os que reciproci-
mente se injuriaretn.
Art. 132. O reo oppor a compemacao das injurias por meio
de excepcao da qual o Juiz da Culpa lomar connecimeaio sum-
jarijmea'.e, ouvindo o queixo;0 e, rec bila a prava em termo
comaium ambas as partes, que iao excederi da dez dias deci-
dir o incidente atin-l.
l.o 8e for procelate a excepcSo, o juil nao aceitar a
queixa. do qae haver recuno nos termas do art. 57 n. i do Reg.
d. 4.824 de 22 de N-vembro do 1871.
2. Se a excepcj for rejeitada o processo seguir os aeos
termos ulteriores.
Art. 133. A prova da verdade ou no'-oriedada io aclo im-
putado pessoa offeniida, no3 casos da an. 3'8 do Cod. Penal
ser apreciada na loisa plenarlo como materia de delesa ; e n5o
interromper a fo-maga da culpa.
Art. 134 Os rjs poiem livrar-se :
l.o Solios.
2.u Afianfados.
3. Presos.
Art. 135. Livram-se sollos os ro3 que nao "orem vagabun-
dos nos crimes a que o5o esteja impasta pena m.ior de:
l.o Multa at cem mil ris.
2. Priso simples al 3is mezes com multa correspondente
a me'-aie do tenpo ou sem ella.
3. Rerluso a' seis m ze3 cora multa torospandeate a me
tade do t.poou sem ella (art. 406 do Cod. PpnM'.
4. Tren mezes de ca3a de correceo ou officuas publicas.
Arl. 136- Sao ser permutida a llanca :
!. Nos crimes cajo mximo da pena for prisSo ctllular, ou
rccln35o por quatro ou mais anno3.
2. Na tentativa e complicidade dos crimes quanlo o mxi-
mo da eaa de priso cellolar e de rec'usao, feito o desmonto
legal, for idntico ao da antarior (Dec o. 1.856 d3 lo de e-
temb-o de 1869).
3. as crimes de resistencia on oppo=icao por qualquer
modo a execa^So de ordens legaes das autoridades competentes
quanda da resistencia ou appeilaco resulte nao effectuarse a di-
ligencia, ou soff erern os officiaes encarregalos da execufio al-
guma oBensa da parte dos resistentes.
4.* Aos qae ama vez quebraren] a fiaoga concedida pelo mes-
rao crime de que ainda nao eatejam livres.
Art. 137. A Banca pode prestarse em qu,!quer termo do
processo icclusive em grao de ippellaco urna vez que seja o
crime recoibecido por afiancavel.
Art. 138. Para se arbitrar o valor da Banga dehmtiva eal
culsr sena por dous peritos, nomeados pelo juiz, o valor do dai-
no causado e das :usta3 do pro.esso at os ltimos julgados o a
tudo se acre3;enur urna quantia proporcionada pena e pos-
sibiliaade do criminoso, regulando se o jaiz se as penas n o es-
ceierem de um anno palas regras segnntes :
i. a a da de reclaso ser avaliado no valor de ciio a
vicie tostOes. ,
a.o cala d;a de priso cllular no de viote a quarema tes-
toes. .
1. Se ca-!a urna deesas pena3 exceder de um anno o jutz
aog-oentar o calcula teado en attengao o excesso do lempo, e
de uiaaeira que a liaaga cj seja lllosoria para o rico nem imp03-
sivel para o p bre.
2o 3e qualquer das penas lrauxe' comsigo B08p asao ou
perda dos direitos civf ou polticos o ju'z pjr sobre a? quanlias
cima calculadas out-a de 50 i lOOOOO.
3.o Se a pena for nicamente de multa excedente de 100J
a quantia a acreacenlar se ser equivalente a importancia da mes-
ma multa.
Art. 139. T^r logar a Bunga provisoria nos termos da legls-
la3o em vigor.
1. Sao competentes para conccdel-a :
1. Os juizes de districto.
2. O qnestor de polica.
3. Os juizes de direito,
4. O presidente do Tribunal Superior nes casos em que lbe
competir conceder fiengas definitivas. (Dec. de 15 de Abril 1&
1834 art. !. 3."
Art. 140. A autoridade que co .ceder a nanga provisoria far
m seguida citar o rea e as testemunhas abonadoras para que se
apresenrem perante o juiz competente para concede: a rjirg de-
flnitiva dentro do praso da dorago da fianga provisoria sob pena
de julgar-se quebrada a dita Ihnga. l3to ser certificado cum-
pridamente pelo escrivao em seguida ao termo da anga provi-
soria.
Art. 141. Fiado o praso concedido ao reo para prestar a
fianga definitiva e nao comparecendo elle,o juiz, ouvidos o Minis-
terio Publico e os fiadores, por sua decisSo nos autos julgar
quebrada a (ianga e rcmttter copia aulhentica da sentenca ao
Concelbo Municipal atim de promover a respectiva cobranga.
Da mencionada decisa cabera recurso voluntarlo.
Art. 142. As te3temunbi8 abonadoras do reo iHangado pro-
visoriamente spplica-ee o disporjto no art. Oi do Cdigo do Pro-
cesso Criminal.
Art. 143. A di3pos:$3o do art. 42 da lei de 3 de Dezembro
de 1841 extensiva a qoalqaer juno oa tribunal que tiver de jul
car definitivamente o reo afiangado.
(Contintia).
Frrata* da Para do Begmlamenlo 6 le org-
nica da mt lulmlura do Enlodo
Ao art. 15, 4. em vez decom rrcurso3 necessari03 e cis-
poQgjvolea secom recurso necesario, esuspensivo.
Arart. 16 3.'em vz deque o sejam-leia-se-quer o
;niim
Ao mesmo art. 16 g 2. em vez de-multa al 30O00Oleia-
semulla at 305000. u ,., M
Ao art. 20 Io d. IV em vez de-da sua subst.iu'gao re-
ciproca demais de una vagaleia-seda BUbstituigo reciproca
de mais de orna vara. .....
Ao art. 21 2. em vez de ser feltal'ia seser feito.
Ao 3.- do cit. art.os suas sessOeslei seas sias ses-
B6e3o titulo da teceo 3." r-m vez de-dos juiz de direito-leia-
sedes juizes de. direito-
Ao art. 27 n 5?rovedoria
ra de residuos. ... j..i.
Art. 23 na 7.' liabao desta junsdicgao-leaseo de3ta,
n 1 II TI *1 1 f*f lf)
Ao art. 32 n. 11recursos necessarics despachos de pronun-
cialaia-ecrecursos necessarios dos despachos de pronuncia
Ao art. 5i 1-- n. IIIA reforma de autorlea-seA
forma de aotos. ...
Ao art. 60-parte da discus^aol2ia pe parte
Ao art. 62dipcnibilidadeItia se dispoDibiltlaae.
Aoart. 72 3.- empregadodiga-se empregados.
' Ao 8-- do mesmo art.das instruyeslea-se
\fl\CCCtQS
Aoart- 86-rendimento ao officioleia-serendimento
officio.
Aoart. 90-aos juizesleia-sedos juizes.
Aoart. 91ao3juize3 lea ce-dos juizc 8.
Ao 1.- linha 2.-ear. selloleia-seem selloslinba
ao recebimento,leia sedo recebimeoto.
Ao art. 64accre.-cente se :
unico-03 mus empregados sao nomeados
do Tribunal. .-
Errata*da parle *." do Htg. a le n. lo
Ao art. 94 em vez de previstaleia-septeveoia.
Art. 97 linha 5-' intruir lelainstituir.
Art 98 S 2.- linba 3. em s?guida as palavascod'go pe'
nal-accrescenle-se-guardada a di-posio do art. 274 do mes-
mo col. -(o mais ermo se acba).
Art. 99 auxilala,leia-ee-aux'lial-as-
ri 101promoto lersepromotor.
Art. 103-das camaras-leia-sedas duas C3mara3.
Art. 110a di-posto leia-se o disposto.
Art. 113-linha 2.' na audien iilea ee na ausencia.
Art. 115 -1-* 2.'grande furlo leasealgum graede tur
to_i. 3.civilleia-se civel- ,.
Art- 1171-* 5.-de suas i-cumstanciaslea-see
suas circum8iancias.
Art, ii8-8 2.-o r leia-se o reo.
Art. 118 3- iefine numerariolea sesummario.
Art! 125-1862lease 1842.
Arl. 127dentraleia-se dentro. ^^_^_^____
UE
Recebedoria do Estado de
Fernambiico
DESPACHOS DO DIA 10 DE FEVEKEIBO
1893
Pereira & C Francisco Antonio dos
Santo3, Sociedada Rafoaria e Destillagao
Pernambuca aInforme a Ia Beoyaa.
Jlo Pacheco da Silveira e Manoel Fal-
cao da Menezes.Informe a Ia secgSo.
Dr. Luis Frederico Oodeoeira,Infor-
me a Ia seccSo.
O porteiro,
Jos Luiz Mneeio Cavalcante Filho.
EXTERIOR
EUROPA
Blgica
A cmara dos representantes re3okeu em ses-
sao de 26 de Jan* iro encelar a discusso da re-
viso da Coostituigo no dia 28 de Pevereiro
prximo.
Desde j prev-se que os debates a re3peito
dessa importan'e qoesto ser&o maito animados.
llalla
e rc.-iuosleia-3eProvedo-
re-
na discusso.
dar ins-
do
7.'
^fla Presidente
de

ommcaicastes a
vapores S. Fran-
inlmb. para Ta
^astura policial
2.a SacgSoN. 35 Sjcretaria da Qucs
tura Policial do Estado de Pernambuso, 11
de Fevereiro de 1893.
CidadoParticipo-voB que foram hon
tem recomidos Casado Detenao os se-
guintes individuos :
A' ordam do subdeleg da da freguezia
da Santo Antonio, Jo5o Francisco de Al-
meida e Francisca Maria da ConceiQSo,
por embriaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado do l. dis-
tricto de S. Jos, Jos Pereira de Lima,
por crime de ferimentos.
A' ordem do subdelegado da Varzea,
Eugenio Gomes da Silva, como gatuno.
-HontBm, das 3 para as 4 horas da
man'bS, os ladros penetraram, ror meio
de arrombamento, nr casa de residencia
do cidadSo Fiancisco do Re o Barros,
estrada dos Remedios na freguezia de
fogadoB, e subtrahiram doua bhs con-
ten do roupas de hoaem e Beahora, os
quaes foram encontrados vasioj. as pro
ximidades d casi.
O sobdeleg .do respectivo deu a tal
respeito aa neceasarios providencias,
__ O Bubdelerpdo da freguezia de
Santo Autonio, dirigic-me em data de
hontem o tffioioabaiso, r-iferenta a pa-
trulha que tem sido mantida no Largo do
C rmo \>nr'. g^r atio- d s oficinas ia ty-
pograt.hia da Gaztta da larde.
t Subdelegada de p >li- ia da freguezia
de Santo Antonio, em LO de Fuvereiro de
1893.
t Illm Sr.eprrando nti Gazeta da
Tarde de boje, ao artigo de redaojSo
que forca alguma estaciona as immedia-
na-
ver i -
Sr. governador ,
de vosso ofli- y5es do edibeio em que uquelle jornal tem
as suas oficinas, Bpresscme em declar.^r-
vos que nao e em cumprimento as vossas
ordens, tcomo ainda a pedido do Sr.
Qraciliano Martina, um dos redactores
daquelle jornal, tenho mantido dia e noitc
patrulhe com o fim de observarem e pre-
venirem qualquer ameaga a referida folha.
Rematto-voB junto um abaixo assig-
uado dos moradores do Largo do Carmo
e adjacentes, por onde se evidencia a
permanencia das referidas patralhaB
qnelle local, alem de pessoalmente
ficar que ellas cumpram as vossas ordens.
c Saade e fraternidade.- Illm. Sr. Dr.
Julio de Mello Filho, mui digno Quee tol-
do Estado.-O subdelegado, francisco de
Assis Ferreira MagalhSes.
Os attestados a que se refere o sub
delegado foram publicados boje na Revista
Diaria do Pernambuco
Communicou me o delegado do mu-
niaipio de Beierros, que na noute de 18
para 30 do carrente foram os larapios
caa de residencia do cidadSo Antonio
Paes da Silva LindoSo, no logar Boa-Vista
e depcis de espancarem brbaramente e
amarrarem nSo s aquella cidadao como
a mulher e a um filho de 14 annos de
idade, saquearan a casa e conduairaro
tudo quanto nella existia, inclusive dous
cavalics que Be aahavam em un cercado.
Para descobrimento dos autores de to
brbaro crime tem a autoridade procedida
a diversas diligencias e j effeotuou a
priso de Joaqaim Jos Lins da Silva,
contra quem ha vehementes indioioa de
ter sido um dos delinquentes.
O subdelegado do 2o dis'.ricto da
Boa Vista apprehendeu em mo do di
versos deeordeiros 3 facas de ponta, 2
compassoa e 1 estoque.
__ Entraram em exercicio as segnntes
autoridades policiaes :
No dia 9 do corrente, Joaquim Fio-
rentiso de Goes Cavalcante, delegado do
municipio da Victoria, na qualidade
Io supplente, e capitio
Paes Barretto, delegado
L'moeiro-
No dia 10, Francisco
vafeante, subdegado do districto
pucos.
Ao Dr. Alejandre Jos Barbosa Lima,
nui digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Irineu Gorgonio
do municipio de
de Siqueira Ca
de Api-
Ttaesouro do Estado de Per
nambaco
DESPACHOS DO DA 10 DE FEVEBEIBO
DB 1893
Bacharel Eutropbio Gongalves de Albuquerqoe,
bacharel Antonio Frederico de Siqueira Cava-
cau-e.D*. Manoel Enedino Americo Duarte da Gama, Fieiden Brothers, Dr.
Jos Soriano de Souza, Jos Espendlio Xavier
de L-ma, Beraldo Gomes de Bntto.-Ioforme o
Sr. Dr. contador.
Fielden Brothers.Ao Sr. Dr. con.ador para
mandar escriplurar.
Antonio Fernande3 Xavier rieLima.Hija vis
ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Baro Jdo L'vrameoto (2).-Informe a secgao
do contencioso.
Jo5o Gongalves Torres e rsula Cezioa de An-
drade Lima.Certifique se. .
Manoel Falco ie Menezes, Gertmdes Mana da
Ronceicao Ueito Francisco Pi Barbosa e Anna
Mara di Luz.Informe o Sr. Dr. administrador
da Recebedoria.
DE8PACH0S DO DIA 11 DE FEVEBEIRO
Com a aolemoidade de esty'o, abriu-ae no dia
2o 'e Janeiro a sesao do parlamento italiano,
seado logo annunciado que o governo ser in-
terpelado na cmara a proposito da qaes'ao ban-
ca"3- ., .
Effectivamente a 27 appareceu a interpellago
que deu logar calorosa discusso, s.nio apre
sentada urna indicago afim de que o parlamen
to nomeie commisso de eeu seio para inquerir
a respeito dos escndales bancarios de que se
oscupa actualmente a opinio publica na capital.
O marquez de Rndini combateu a indiesgo,
declarando que ara necessario respeitar a divisio
dos poderf s, i o intervindo o legislativo no que
de competencia Co judiciario-
Apezar da habilidade com que o illustre de-
putado conduziu o Eeu discurso, entretanto a
impresso nao lhe foi favoravel, attendendose
s aecusages que pesam sobre muitcs ex-mi-
nistros.
O presidente do conseibo declarou, em ses33o
de -8, que o governo somente deseja qu6 se
apure a verdade fobre os escndalos bancarios
afim de que sejnm punidos os eulpades.
Oavidas as deca ages do Sr. Giolitli, a cma-
ra resolveu suspender at Abril a discusso so-
bre e-ie a.-snmpto.
O ioqaerilo relativo aos desfalques do Ban
co Romano prova que os ministros, anteriormen
te ao gabinete Giolitti, gastavam as eleigOs
8ubs:uii s que diariamente Ihes fornecia aquelle
estafeiecimento.
Crisp declarou peremptoriameole que jamis
leve parte em semelbaotes escndalos.
Sua Magestade Humberto I conferencioa cem o
marquez de Rudini e Crisp, a respeito destes
tristes fados.
Aggravoa se nos ltimos dias a siluago do
ministerio italiano.
O Sr. Giolitli teria vontade de se desembar-
gar do min'stro do thesouro Sr Grimaldl qae na
questo dos bancos provocou commentanes os
mais eslraoboi ; parece que tambera nao esta
b;m com o ministro dos negocies estrang^iros
Sr. Bro, sendo que por a:cumutof3' imminen
te um graede ocflicto entre o governo e o Va-
ticano por causa da nova lei que prohibe acs
ministros do culto celebrarem o casamento reli-
gioso antes do casamento civil.
O senado acomp.iobar o Vaticano nos seu3
protestos. .
A imprensa em grande maiona, reprova 03
projectos Hoanceiros do governo.
Por este motivo e dada a di3sidenc.a existen-
te no gabinete, assevera se que o Sr. Grimaldl
pedir demisto de ministro do tbesouro, sendo
substiuido pelo Sr. Scncico.
Em rodas polticas rne;mofila se com insis-
tencia em prxima crise ministerial, j pela fra-
ca maiuria de que o governo dispora na cmara
dos deputado?, cm ama situngo difficil.
Mas nao lm fundamento o boatos que corre-
ram com insistencia, noticiando divergencias no
gabinete italiano e crlse latente, pois 03 jornaes
governista?, autor'zidos pelo ministro do tbe-
souro, desmentem que elle esteja divergente com
os roilegas de gabinete.
O ministro da marinba seguiu para ap-
les, afim de visitar a esqualra qae parte para
Taais. ,
O governo mandn construir alguns cruza-
dores e torpedeiras de al'o mar.
Em Palermo 600 camponeze3 invadiram a
povoigSo de Termlni, afim de apoderarem se de
terrenos municipaes.
A polica empenbou se desde logo em conler
os amotiaados, que cffereceram resistencia e fo
ram batidos aHial.
Foi um verdadeiro combate que durou alga-
mas horas, resultando 7 morto3 e 20 feridos.
Enviaram-3e reforgos para caler os bandidos
na Sicilia.
A divida publica itsliaoa cugmentou no ul-
timo semeestre de 45 milbes.
Em circuios officiaes falla se que o governo
renovar as reclamagOes sobre es suciessos de
S. Paulo.
Realisouse <^m Messina um meeting de
protesto contra a suppresso das universidales
uliaa's.
Os anarehists levaram a eueito no ala 27
um at'entado audaciosissimo.
N'uma das portaras o Quirinal conseg.iram
collocar um bomba de dynamite, que explodso,
cansan io no palacio avartas de algama mpor-
aN4o bcuve felizm nto nenbuma de3graga pes-
80 V'-pTrad'o successo. entretanto, causn
ernae alarma e a ebefatura da polica imciou
logo inquerito, p^ccedendo mesmo a algumas
or oes D-eveniivas.
Foi votada urna verba da 4.000 libras es
I terllnas, para a construego de urna igreja no
Vo ser empregados n'estis obras 14.000 cpe
rarlos.
A crise financeira do releo complica se de
modo a causar serias apprenensOes.
Ainda a 24 os jornaes noli:iaram que a impor-
tante casa bancaria Guernni, que tem a sua sede
principal em Roma, suspendea os .-eus pagamen-
tos.
Ssta calamidade a resultante da corrida n'es-
tes ultim:8 das estabelecida.
O governo, entretanto, mandn affixar boletn*
port do edifico do banco, declarando que ofi
depsitos e-to garantidos.
A imprens:: nao cansa de aconselbar calma t
porulago, afim de evitar noaores males.
Na succursal do Banco de aples em Roma
foi descoberio um desfalque de dous e meio n-
IbOes de liras.
O director d'esse importante estabeheimento
de cedita fugio ; o caixa foi o nico qae se pode
prender.
Esta noticia prodnzio grande sensago em te-
da a Italia.
Desmentem se os boatos sobre emtssSo duele
do Banco Romano, cujo presidente foi preso.
E' igualmente inexacto que as letras- vencidas
d'esse estabelecimento sejam de acceite de cir-po-
tados, bomens polticos e escriptoree.
Em frente ao Banco Rom-no de NapoUs. re-
unic-se enorme muilido exigindo a restituig&c
dos depsitos.
O governo assegurou que o fundo tle reserva
acha-se intacio e responoia pe'as emisOes.
Di-.-r ni is que pelo Banco Romano respnden-
os bens dos directores.
TrabaIh i se pela effectivldade da fuso de
outros bancas, por j terem fusionado os bancos
Nacional Toscano e de Crdito Toscano no Barjo
da Italia, entrando com o capital de 100 milbeB
de liras.
O desmentido sobre as duplas emissoee
nao tem razo de ser.
A veracidade de.- .e heto nao sofie coulestz
gOes.
As agencias no estrangeiro protestaram Iettras
de 40 depntado3 e senadores e 4 escrlptorea,
aecusades de devedors cmplices nos desfal,
ques.
Fugio o gerente Cncioiclo, do Banco de ap-
les e consta qoe embarcou para Buenos Ayres.
Diz a imprensa que os outros baicos emissc-
res lm tido administracSo honrada.
O deputado Colrianni tem sido muito feli-
citado por haver denunciado ca cmara os es-
cndalos baacarioB.
Ao numero j crescido dos cracks, rcune-es
agora a fallencia do Bauco Iodustnal.
A syndicancia aos bancos comegou-
Os jornaes j disem, que apezar dos sinceras
desojos do Sr Giolitti de apurar a verdade. este
venlicago ou inspecgo ser muito superficiaL
E' sem duvida em juizo muito precipitado.
No entretanto a polica dea busca as casas
dos Srs. Taulongo, direc'or, e Lazzaronl, secre-
tario do Banco de Romo, curaplices nos desfal-
ques ltimamente desccenos e apprehendeu
d.cumentop valiosos ; e consta qae o governu
ao parlamento autorisago para serem processa-
dos po '-o commum 03 deputados e senadores
acensados de coparticipsg&o.
Nessa busca foram apprehendidos vanos do-
cumentos que cpuSprefloettem muitos homeoa
politieoB, geralmente respeusdp_s-
Foi preso o Sr. Monzelle, etuector ua sec-
gao do commer io e industria, do ffirtleriqj
agricultura, por complicidade nos desfalque
bancarios ; e sendo interrogado, responden qae
era certo que diversos ex ministros, deputados
e senadores linhamcumplicldaie nos escndalo*
ultimamtnte descobertos-
Demittio-se o S'. U. Ratlazzi, secretaria
geral da casa civil d.> rei Humberto.
Em circuios bem infirmados d'z-se que este
exonerago motivada nos e3candalo3 bancarioe
de que cumplice aquelle alto funcciodario da
cora.
Foi expedida ordem de priso contra o ot-
ra) Nicotera, ex ministro do interior no gabine-
te Rudini, por haver sido demonstrada a sut
complicidade nos escndalos bancarios.
Au.'tnen a a propagan 1a contra as caixas
econmicas
Esperase de um momento para outro eme
corrida geral contra estes e=tabelecimentos.
Tem se por cousa assente que o principe
de Galles asslstir s bodas de prata dos res de
Itali?, parecenJo trmbem resol ida a visita dos
la pera ores da Allcmanha e d'Au3triae dos re
de Portugal, por essa occasio, corle de Roma.
0 embaixador italiano em Paris responden
satisfacto'iamente ao governo, quanto s acensa-
gOes que lhe Iizer3m a re3peito dos escndalos
do Panam-
F.P. Bonlilreau.-DA018?3Dr. contador pan | mone Paoicolo igual a catheinlUeS. "tersbur-
mandar escriplurar.
igo.
Santa S
O consistorio de 16 de Jineiro foi o primeire
acto das g'ande3 festas com que se vai celebrar
o jubileo episcopal de LeSo XIII.
Talvez a mi3sa do quicquagessimo aniversa-
rio lhe exceda em pompa e magestide; mas s
singela e curta cerimonia em que o santo padre
abri naqueile dia aos quatorze novos cardeaea
a3 portas i!o sacro collegio ser cantada entre oe
mais importantes deste anno.
Nunca em consistorio algum o nomero das
promogOes ao eardinslato fra tao grande, etaa-
bem nunca o pipa dera ao elemento estrangeire
I3i larga parte.
Dos quaiorze c?.rdeaes ltimamente nomeados,
apenas seis pertencem a Italia, a aber : monse-
nbores Guarino, Mocermi. Malagola, di Pietro,
Prsico e Galimberti. A Franga est represen-
tada por dois arceblspo3, monsenboresTbomas,
de Rouen e Meignan, de Tours; a Allemaobapor
monsenb r Krementz, de Colonia e monsenhor
Koops, de Breslau ; a Inglaterra por monsenhor
Voughao.de Westmister; a Irlanda por monse-
nhor Logne, d'Armagh ; a Hespanha por monse-
nhor Sanz y Fores, e a Hungra pelo seu priman
monsenhor Vaszary.
Segundo a formula in pectore reservan:u3i,*
papi reservn do3 outros cardeaes dos qaaea?
um ser provavelmente um bispo francez.
Seria supeiuo insistir no valor dos novo
membros do sacro collegio e de urna lista que
rene os nomea de monsenhor Galimberti.odis-
tinctissimo nuncio de sua santidade em Vienna;
de monsenhtr de Pietro, que as difficeis neg-
ciagOes entaboladas entre o Vaticano e a chan-
cellara allem, quando foi a quesio do sepie-
nato, se tornoa notavel por sua finura e enge-
nho; de monsenhor Meignan, o eminente exe-
ceta; de monsenhor Vaughan, o fundador da
colleVio de missi^narios de Mllhill; e de moa-
sechor Vaszary, o hbil adversario do Sr. risxa,
na qoesto da Caltukampfhuagaro.
Na dia 17 pela manb leve lugar o consistan*
para a imposgo d:s chapeos aos nevos car*
eses.
A cerimonia esteve imponente.
O papa foi mnito victorlado.
Diz-se que este anno :er a Rosa d'Onre
enviada a archiduqueza Ma-ganda, sobrinha ds
imperador d'Au&tria, Francisco Jos.
Chegaram 03 peregrinos da Alsacia e Lo-
rena.
O governo est prevendo para garantir a or-
dem.
Os carleaes norte americanos eflorecern
banquete aos cardeaes ing'tzes.
Eatre os discursos, foram cenito applaudidcs
oa doB eminentissimos Vaugham e Logne. .
Est averigua :o que no Banco Guernni b-
nha S. S. em deposito 1 1/2 milbOes de lyras.
S
\

I
- .
-

-----, Mil., filil -m,
iwi >' ij ..-asa \m
ie
>> /- -



2
Diario de Pernarabuco Domingo 12 e Fevereiro de 1893
INTERIOR

SUL DO BRAZIL
Estado do Klo tirando *m Sal
>ata al i do correte :
A Cnxa Econmica fechoa o ses balango a
31 de Jaouiro com m galio de depositjs na im-
portancia de ii.lii561.
-isou de correr a lotera do Estado por
ter o ihesourei-o Tbomaz Antonio Oliveira rece;
H\io intiui gao de rescisa do sea contracto fei'
toaonltime da do governo do Dr. Fernando
Abbott. iislo seado resgataioj o? Li'.hetes
vendidos.
O no ;o ibesaoreiro Jos Joaquina Silva Azeve-
o espera comegar breve o irdbalho da extrae*
gto.
A Folba Nova pablicou no da i o dis-
curso cot que na asstmbla dos representantes,
odeputado Arthur Piato R.CDasaudau ao Dr.
Julio de Caatilbo no acto da saa posse como
presiden'.c do Estado.
Noticias do jaras localidades do Estado
aflrrm.i) reinar pleui paz.
N Gipital o commercio reaoiina-se, notndo-
se moviiuento n s transag.s de compra e vea-
Urna commisso de allemes, inclusive os
jedactores das toabas aliems, acompaobou a
vinva do commendador Frederico Hoensel, que
u p ia:io p-dir ao Presidente jastiga do
srime do i.* de Nivembro.
CDr. Juo de Castiibos receben bena a com-
' ao e prcmetteu fazer boa justiga.
D'za Federagao, orgo oficial, qoe
coegam coticias annoncianio a imminencii da
invaao aoa emigrados e accreacenta textual*
mente que o govoioo nao t epidara em ser sa-
hume de energa e co agem.
Carta publicada no Rio Grande asaegu-
ra ter havido tenuuv de assassinato contra o
Dr. Cassal, qnando se diriga para o Algrete-
O capnao Theopbilo Varella, commlssio*
sadd para syadicar da verdade sobre o deoon-
ebdo assaaamato do italiano Joao R-zzo, ebegou
da campanba, tr zea Jo o cadver motilado, que
ni ser entregue ao cnsul respectivo.
Este, auxiliado pela colonia, far o sepulta*
siento com solemnes exequias.
O Clnb Vitorio Emanuele II reaolveu fazer
grande reunio da col: ii italiana para tratar
Se -s uoapto urgeate.
Foi assasainado o jovem Oswaldo Miranda
Castro, lbo de di tincta familia.
O crime attnbuido a Patricio Bruce, furriel
I baialbo d eogenheiros, que se acba pre-
sa
Por ocasio da banqoete offerecldo ao
presidente do Estado, pro:czio profunda im-
re-sao o seguiote tpico do discurso do Dr.
astilbos:
Sou homem honesto, sempre cuuapri o de-
ver, nunca tratii a Repblica, nunca ordeoei
videncia ao deve nem a proteg.
* Como que essea patricios inft-lise?, que fo-
rana naeus aualeoa pessoaes e meas companbeiros
aa a audacia di ciier e escrever que san fera,
degolador de criauga?, homem ran:oroso e
ale.
O tRio Grande ju!<*a:;do alluso do Dr. Cas-
SiSos, disae bo"tem nunca ter duvidado da ha-
scraoilidade pessoal do presidente do Estado ;
-xas o fazia responsavel, como ebefe de partido,
de todo es aros orimino.-os occorridos, aps os
Sccessos deNovtmbro.
A todos os juizes de direito do Estad) o
dente cv'eregiu lircnlar telegraphica n
tocando o concurso da m gistratura para a boa
li-'cgo la socieiade e estricta observancia e
jpplicago das Iris.
Estado de H Pan o
Datas &< 3 do comente :
O intendente de finanzas Pennaforte Mendes
aadou distribuir es gratificages dos primeiros
metes de exercicio tiaquelle cargo a familias pO-
Corre com erande insistencia que a 4 ser de-
jefto mo armada esse intendente, porque no-
jmou para ihesourpiro e reerbedor da samara
jBQei al dous lesaflectos ao gnverno.
Ha re.eio de prandes conflictos.
A Ibeaouraria de fazenda aflxou aviso de
.* arando que nao troja notas dilacerada?, em
jMOto do receber do Rio de Janeiro notas no
Grande p'O'idencia. sm duvid-i 1
Os pro j rtrftSs da fabrica de auiagem sai
Saoi' una e a nstrra em nublicages feilaa.
qoe enfraram a Ivan .:.>.; em Santos, sein pa
gsr<'m dtreitos loaceiro.
Installaa a s obles Tiuaicir.sl 31,
anccrnnrt i 2 I F verel :a:,sitios.
Foram approva ias uir.nimemen'e com grande
/ovar as con'.as da cunar .
Sob a epigrapbe assisainato, refere o Diaria
Popular de antebontem :
A 20 do paeaado, no arraial do Bom Jardim,
cermo de Franca, em urna venda, dense um
jjrave ixnflicto entre gamas pesaoas quepa
estravam babism o su o da caona.
Dep-rs de longa discos ao entre os contende-
m, bouveatn t:rotaliem q.j tai morto Jas
ar*iliano P. :;.. com aiversos tiros de garu-
aba e facadas.
S-ndo ti-mbem gravemente fafido Antonio Vi
de tal, coa uai tiro de arrucha na;;pei
o
Capital Fe :eral
Litas at 4 do crrante :
. am nomeades a 3 do corrente enviados ex-
jaardioarios e ministros plenipotenciarios na
aisso especial jon'.o ao gaverao do Celeste Im
perio.os Srs. almiranie J's da Costa Azevedo
o de Ladario) e D.-. Jos Gurgel do Ama-
/alent, actualmente representante do Bra-
lil oa laalria Haagria.
O Sr. senador Francisco Raogel Pestaa
aceitn o logar da vice presidente do Banco da
Bepnblica do Brazil, leoda eaa mente qae urna
Insti'.Dicfto em prova e qus precisa do auxilio de
dos os bf-ns repiblleacos.
Aos directores Barroso Fernandes e Gul-
as aes Jnior do Banco Ea-issor de Pernambu
co, que a proposito d -s notas falsas descobert?,
Ivaviam sido presos, foi concedida babeas cor-
le;, coja Bentenjja damos:
Vimo3 estes autos, ttc. O pacientes Anlo
aio L^rrjso Fernandrs e Jas Pereira Guimares
Jnnior, directores da Caixa Filial do Banco Emis
sor de Pern'imbuco, a:h m se presos desde 24
oe Janeiro a o, no quartel do regiment poli-
cial desta capital, por mandado expedido pelo
Dr. tuo pretor da 1* pretoria, em virtude de re-
presentarlo do Dr. 2o delegado anxiliar, exara-
i em reatorio com que eocerroa o iaqaerito
aberto sobre a fabricao de notas daquel.e bao
so, e consequenle introdcela dellas na circula
ja.
Os mandados de prisao dos pacientes, sem
efrminarem a di-po3io do cdigo penal em
jo?. :q::ella autoridade consideraos incursos,
aie:cionaram o crime de falsicagao de notas
4o referido banco.
O rela'orio da auloridade policial, sem deter
-.linar a disposico legal em que pensa lacursWj
m pacientes, parece aUribair Ihes a co partici-
pc&o directa, quer no fabrico, quer na intro-
ucjo d-.s referidas notas ; assim an8lysandoa
prova dos autos, refere as circunstancias da se
jelh ngi das armas dos pacientes l?ncadas as
actas verdadeiras e falsas, e anda as aasigna-
Juras nos meamos em differentes actos pblicos,
conforme o exame a que f z proceder por pe-
ritos : nao ter o director Barroso denunciado a
polica a existencia de notas falsar, senao qnando
j Fe t nlia conbecimento do sen gyro na circu
licao ; ter -citado a? que Ihe eram apreeenta-
das, substituindo-a? por outras verdadeiras e
pedindo segillo aos apresntantes; e Analmente
i do depoimeoto da principal autor da empreza
criminosa, declarando que deixava em braoco o
ugar da asEigaatura do director para ser preen-
cbido depoia.
Qoanlo ao paciente Jos Pereira Guimares, o
reatorio nenhuma circumstancia ou fa:to positi-
vo menciona o que indique a sua cnlpabilidade.
Pela informago prestada em officio de 30 do
mez fin "o, o Dr. sub*pretor considera lrre asa-
reis as provas, existentes no ioquerito policial,
da cnlpabilidade dos pacientes polos crtmes de
fabrico e introdcela de moeda falsa da circula-
ci, sem .inda precisar a disposico da le, em
qoe julga-os iecureos.
Os pacientes allegaran soffrer constrangimento
Ilegal, por lerem sido as p iaes decretadas con-
tra o dsposto no art. 13 3. da le o 2.033 de
20 de Setembro de 1871.
E verificando que a representacSo do 2.- dele-
gado de polica sobre a necessidade ou conve-
niencia da prisao preventiva des pacientes, nao
tai demonstrada no referido reatorio e tao pou-
co reconhecida pelo despacha, que a determioou,
lioailando-ae o Dr. sub-pretoaa fazer simples re-
ferencia a preva dos autos; que o depouMUto
dos demais acensados, autora* do crime de fa-
fcrtc?cja> da aotis do allu.tido tao, ninbena
referecMla lasaos nomes doapeeieate; ame se
mostrandagaco algaaa eoire os facca cod
fesiadM por ni e ostros, de moda a irjfe*ir-ae
A responsalMlatde dot- mesmoa, nao baveado
depoimentos ostros se testsanuabas, que jureo
de selencia propna;nao asado a ex une proce-
dido as setaa falsas candadeote do, maneira a
assegurar que as Bnnai dos pacientas foram alH
lanzadas por seus proprloa pannos, desde que
03 peritos, afrmuado a varabilidade e iacerte
za com que o paciente Barrse faz eua signa
ura, acharam quasi apagadas as eristentes na-
quellas notas; nao bastalo a seaaelhanga que
recanheceram caire urnas e oatras assigr.a'uras
e parecer Ihes de idntica punho, por constituir
abjectivo do fls.fl a lor a porfectibilidade na
iraitacao ; nem se ten la gaar iaio :.esse exame
as regras e nnocipi >a de direito, c niestada van
tajosaaaen'.e pelo) pacientes a aapacidadj profis
sional dos peritos, aggravada pelo mo estado de
um delleso tabelliao Rimo-, impossibilitado do
txer.icio do seu cargo.
Comprovda a allegado dos pacieatea, de te-
rem sido pe-surosos em denunciar polica o
apparecimeato ni circu cao dessas notas, nao so
pelo proprio reatorio do D;. 3/ dt-logado auxi-
liar, affimaodo que as primeras notis falcas fo
rara aprsenla :as na repartigaa central da poli
cia por Antonio Barrso Fernaades, como latr-
bem po- har ieoBonstrado por raeio de corres-
pondenci*- t-ocala entie elles e os directores da
C'ixi Matriz do mesmo Banco d: Pernamboco,
no livro copiador, exh'biio em auiiencia d ste
]Uizo,"e cuja aotbenf.cidada nos era duvidosa
explicada a razao porq;c r ;beram notra falsas,
sabendo que o er^m, substitaindo as por verja
deiras.
E, consiaeranda ma;s, que o fado criminoso
da fabricigo da no:a3 do B.nco Enissor da
P rnamDUCo, foi praticado no Est do de Minas
Geraes, conforme as diligencias procedidas, con
stantes dos autos; e po: isso com.natente a jus
lija e:iadoal respectiva para delle couhecer;
tanto masqae os autores confesso- alli resiiiam.
Jalgo o deduzido n pego dos pacientes, para
deferi'-as mandan o qu,' se passa o competente
alvara de soltura, e.aa seu fivor; cusia3 ex cama
Desta despacho recorro para o Tribunal Civil
e Criminal para onde o escrivo remettera os
autos com i mxima brevidade. Po, 2 de Pere-
reiro do 1893.Andr Cavalcauti de Albuquer-
que.
Foram declarados em dispoaibilidade, nos
termos do art 6- dasdi?p.'iice- transitorias da
constituiQa, at qua sej un aprovei a los os seus
servigos oa aposentados com o ordenado a que
tiverem direito :
O desembargado* Francisco Rodrigues Pe-saa
de Mello, visto ter sido annullalo o acto do go-
vernador do Estado do R o G-aade da Sal, que o
nomeou para o Tribunal da Rek-go do referido
E--i-do ;
O j:iz de di*ei o da coruarca d? Bilalaes, no
Estado de S. Paulo ;
O bacharel Jos Manoel da Azsvedo Marqaei
vi lo nao ter sido contemplado n i organis c,ao
juiiciana do reeo Estado.
O Ju'z e diraiio da eenarea de Cieapava, ain
da do mesmo Estado, de S. Paulo, b icharel Mi-
guel Bernardo V. de Anaorina, visto na ter Ido
approvei'ado na o*gan s.'jao judiciaria daqoeile
Estado.
Foram transferido* ; o cipito do 3- es-
quadro da 10- regiment de cavalla*ia, JoSo
Jos de O iveira Freitas, pa-a o 4* esqaadro do
5- da mesma arma ; e deste para aquelle, o ca
piiao Joao Jos da Luz.
Foram transferidos tambem na arma de infao
leria : para o Io batulhao, o tenente do 4- Alii
no Das Ribeiro; para o 4" o tenente do 29-
Fraucisco de Mesquita Saldaoiaa e para o 29-. o
tenente do 1- Pedro Lnurival.
Autor3CU se ao inspector da alfandega do
Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, a dar
posse e exercicio ao thesoureiro ltimamente
nomeado para esse cargo, Laurentino Pinto de
Araojo Crrela, ticando loe marcado o praao de
60 das para prestar a respectiva fianza.
Foram declarados sem effeito os decretos
que haviam posto em disponibilidad-? os desean-
bargadores Francisco Te.xeira de S e Manoel
Caldas Barretto, aproveialcs na organis -cao ju-
diciaria do Ert.do de Pernambuco
Estado da Babia
O eorenel Enpbrasio Das, commaadante do
16 de infantaria, e sua of&cialidade visitaran*
oDr. Ruy Barbosa.
Era esperado a cada momtnto, vindo do Ra
di-, laneiro.o busto em prata que o partido fede-
ralista vi cfferecer ao m smo Dr., ac qual ser
ofjaria lo tembem rico cartao de ouro, cravejado
de Drilhantas, segundo corre.
O P lytbeama ser preparado condignamente
p a aolemnidade.
Os mimc3 consta que sero entregues na pro-
:: :na semina.
O .Icb Tiradentes resolveu mandar urna
commis:5o ccraprimentar o Dr. Ruy Barbosa e
entregar-ltie o diploma de socio honario.
li-laiiva-uente ao casamento do padre Ven-
tu*i, o vigario cipituhr ja tamoa procidencias,
aflm de ser ponido com aa penas cannica?.
Fallecen o inglez William Morriss^c, contra-
mestre das officina3 do Periperi.
A alfanlpga teve em Janeiro o rendimenlo
federal de 1.678:83i'30.
O (h?fe da segaranga aliou a ida aa Cam-
pestre pa*a o prximo sabbado, levando urna
forca de 30 pracas ''e nba, sob o commando
da tenente Pedra no 16.*
Falleceram, na fregae:ia de Aracs, termo
de Alagoinhas, o illustrado vigario Jaao Barbo-
sa Navaes ; na villa do Conde o capito Antonio
de Sooza V1. eir, negociante; e na (ilade de
Amargo:- o Sr. Antonio Pe.-nles de Souza I .
at a minha symoa'b'ca visinba de defronte, com
seu aornso eusantidor nos labias cor da rosa
le.'d' os socios o clobu com sua habitual aai
ra:icA.j at oj cjix :iriahas das ve i la', ostentin-
io dU-:u en >*a -s-nravate* :ulo ten aaiado
n'eslas stsai aa dus s*iicsa verdaleira roda de
fjrtuna, ei qae o sjaipito-co eas al^mo, o
anjoinspirador.
A eaodega boje deve ser grossa. A< minhas
leitorss qu agaardem o que tenna da diser n'es
se snntid) ni prox mi cbraaica de domingo, em
que pretendo da.- minuciosamente as impressOas
do Carnaval.
0 principal acontecimeoto de' semana fo' in-
conteatavelmeate a astra do Sr. Loiz Hermana.
Assisti-a, e, conquauto acbasse que algumaa
da sor'.es de prestidigigio nao foram fetas
com a aptid&o que era para esperarle de quem
de. to grande fama vem rodeado,sou de opinilo
que n&o foi-se mal na sua priunem representa
qo, especialmente aa ultima parto do especia-
cula eaa iua a mulher impalpavel despertou os
mais justjs anplausos da parte dos espectado-
res.
Nao deixarei de mencionar o lindo pageuJ do
Sf. Hermano, que e3tava vordal iramente en-
caot idor, desempanhando o seu pap-l com urna
gra(*i e galba da inexcediveis.
Realmea.et o pagem eslava perfeitamente se-
ductor 1 e ele era capas de -;nli j fazer o suc-
cesso da noite. A sim, o Sr. Harmann nos seus
espectculos nao deve nunca esquecer o seu a-
rahen'e e sympatblco auxiliar.
A semana pas3ada terminoa com dous espect-
culos : u n de prestidigitacio no Tieatro d.; Sac-
io Anto io e ou'ro dramat'co do Tneatro Chilel
JeCaxa g-o amado arraballn da nossa socie
dade elegante.
Tivc bilhete para amb)3 e a laitora talves se
admira que eu diga-lhe qua eu d'ellas nada pos-
so contar, pois nao fu' a aenbum.
Como nem sempre esteu liapMto pa*a o rui
do e gosto mais de passar as somnolenlas horas
do domingo a re?pirar o pe-famo d03 arvoredos
do campo, mesmo para melhor retemperar o
espirito a luetas da seman I me fji paa a
min'ia paetica cidade de Jabaato a deliciar a
vista cono aquel es campa-- qua se rasgam diinte
da vista, cbeos de urna doce belleza, a alongar
0 dbar p aquellis serros abruptos, com seU3
seculares rochedos ergoid03 p.ra oco, chaios
de urna pues a melancoci que tanto bao faz
s almas sobado.as.
E 14 paasei o domingo nlheio ao3 t'ueatros, ao
ho" orinho da cid ido, com a a ma enlevada na
contenplago do que v.-rda tairamente bello e
digno de admirago.
Diro que sou multo romntico I
Srja euibora I
Os boatos riz-ra n das saas l'es':. smma.
Quem se deixasse levar palo que diziam 03
palestradares da roa la I .porador-----
Felizmente es boatos foum depr ssa, como
um sonbo mao, e acabam se-mp'e n'ums gastosa
gaigalhadi.
Se nao fossa a"3im... o individuo mais paca
to diste mundo nao ousaria atrav\-sa- desassom-
brado as ras doct. cidade em cujas esquinas
vio sa encontrania mi!he;-03 dos taes. qae &
s maanea da f bula dos ovoa, innUiplicam se
icem urna rapidez verdaderamente assombrosa
A imp-easa gastan a samina em assunaptas
sam grande importancia,
A Provincia teve a fcl!z lem' ranea de abrir
um concurso de i leas sobra urntuamaqu-.
off-recido aos leilores
Tave o mau apoio ; aciio que se deve tenia r
a'guma cou-a para .aa os joraaea nao se occu
1 pem exclusivamente de poltica. Tudo tem seu
[limite.
E no raa3... vou tratar de tomar a ohha
i pa te no Carnaval.
Emquanto se diverte esquece-sc da vida e u*
1 quecar se Ja vida dar pouco apreso aos seus
males.
Ainlaque... a nvnha parte seja apocas na
expectativa.
A's lcitoras... bom Carnaval.
Manoel ArZo.
CU MICA D4 feEUNk
Cbe^ou afinal o Carnaval.
Ca-a qual se prepsra para melbor pandegar,
esquecendo por; Iguns momentos as grandes vi-
ci8situdes da vida, es seu? naos qua.-tos de hora,
as suas prov3Q6es e lodo o cortejo de miserias
desta ruim existencia, 'Ujas alegras sao sempre
como o claro do crepsculo qu: se esvai as
sombras da noite.
As ras adornam-se de galas, enfeitam-se, o
povo commenta com orna alegra verJadeira, e a
satisfaco parece pairar em todas as frontes, o
sorriso em todos os labios.
E' o da do Carnaval. A leitora sorve de certo
lentameata a sua aromtica cbi:ara de caf, sor-
rindo a seus p nsamenios ntimos, prelibaodo o
goso de 33sistir o desdar da "a.:carada, papa-
gueando mil cansas, inventando mil historias,
distribuiodo versinhos de espirito, joroaesiebos
carnavalesco' e gargalhando sempre e sempre.
O socio do club pensa como ha de imprimir mais
espirito, f:zendo experiencias sos, monolo-
gando e experimentando a agilidade das pernas.
Oa rapazas trocistas premeditan] scenas de ef-
feito, sonbam com os bail s carnavalescos, com
a Juventjde, com a Commercial, e ja sentem-se
reclinados qua-i na braco de orna gen'il morena,
de olbos negros, offoscaiores e elctricos, pi-
sando de leve, como o v6o brando das aves ena-
moradas, por sobre a macia alcatifa, entre os
jorros de luzes rodeando tudo de orna onda
cbystalina.
Finalmente os joraalistas (esses qae quasi
sempre teem o peior q.inb&o em todas as fes-
tas; os joroalistas aam o lapis, agacam aobser
vaco aflm de colber aqui, alli, alm, por entre
o borborinho do povo, por entre a massa confu
sa de multido entbusi staa nota esseocial com
que am nba dar conta ao pub i:o do aconte-
cido.
A animaco, pois, reina em tudo, absoluta-
mente em todas as rodas, em todas as classes,
desde os que babltam os sumptuosos palacios,
at a plebe miseravel que nao sabe com que
amanhS comprar o negro pao de cada da.
Pelo menos aqu pela mloba boa ra a cooaa
tem excedido a e.r ctativa de um sujeito pouco
exigeBte, como soa eaeu, nascido e criado na
solitaria Ingazeira, coja quiatitude bemaventu
rada, cuja paz invejavel (com excergo do tem-
po em que me metteram entre a cruz e a cal
deirinha) cuja paz invejavel. ia ea dizeado, in-
fluio para fazer-me um genio amigo do silencio
e pouco propenso s festas continuas.
E' assim qae isto por aqu tem sido am Deas
nos acoda : os festeiros andam na pona n'uma
animacfto incansavel, andando cima e abaixo,
n'um vai-vem interminavel e inintnrromp do.
Desde o meu lndispeosavel visinho da direita,
religiosamente medido na saa aprnmada carila
O iadiv'dualismj dova Ber posto da
lado.
A Repblica tem absoluta necessiJ de
de dividir-ae em partidos, mas em dous
gran les partidos com idoias definidas,
com programmr.s qu? sa impon bam
conciencia do paiz.
D'ab partir o cornejo do fuacciona-
rnento normal da Repblica, e as cousas
irSo aeguiado a sua e7oluc2o lenta e na-
torsl, concorrondo para a vordade das
instituios as qae ora nos regem.
E nos nao temos tiecessidade de mais
de dous grandes partidos apoiados pela
maioria do paiz, que revesu-do se no po
dor, despertem a gloria de melbor servir
a patria e Rapublica, seguindo cala
um o caminho p-.ra onde o Ievam as suas
ideiaa.
O que signiEca essa m->nb de peque-
nos grupos affa6tadoB do verdadeiro ideial
que ota deve guiar-nos a todos ? Por
acaso nesses manejos d- campanario,
ne33a poltica da aldeia entra em conta o
interesas collectivo, tom-ae em monte n.
realisayilo da verdadeira ideia repub'ioa-
nn, na sua sigaifbacjlo genui..amonte pu-
ra ?
Nao! fi' preciso qae oaia um se
compenetre desta verdade, que o povo
mesmo a reconbeca afim de que n3o con-
tinu a cahir eos grosseiros e-ros a que
o tem levado a m comprebensSo dos
seus devores, a pouc. intuicSo dos bsus
direitos. E' praciso, impres?indivel
que a naci em peso comprebenda essas
verdades, rujo desconhe jimento a tem
arrastado a tanto3 exaassos que poderiam
ter sido evitados.
A ideia como base de um partido o
que nos deve servir de norma contra os
pequeos agrupamemos polticos qae pul-
lulnm a esmo n > paiz, aem visar um fim
determinado sem urna hom'ogeneidade de
vistas que se torna impresmndivel no mo-
mento actual.
Uesapprejana os grupos aem aignifisa-
(Sea para dar lugar aos grandes partidos
em formacSo.
Manoel ArSo.
L1TTERATURA
Recuerdo
(ConclusSo)
Correram os tempos. Dona aonos se
pasBaram depois que, ao som da Latig ge
i'amour, qae t mesma toe;vas, j rdate-
me am amor que nSo me destes, nm af-
fecto que nao me dedicaste 1
E nesse mesmo salSo, teatemanha da
tu; promessa nesse mesmo salSo em qae
te jurei am affecto qae nSo correspondes-
tes qae estamos agora, e, como n&quelle
da saudosiasimo, t tambem estavas sen-
tada ae piano !
Ah 1 J nao tocas a cLangage d'amour,
a tua prdilecta, pois esse lindissimo tre-
cho de msica lembrava-te am juramento
nao cimprido, ama promesaa nao satis
eita I
Eacolheste ama outra msica mais
propria toa situado e os tons elevantes
da Da fleur ea flear de Bachmann en-
chem o ambiente do ten Bailo I
Oh 1 Sim 1 E emjuanto, ao tocares,
peaaaa talvea que aa a avaainba deesa ma-
aies qae voas de ssasorado em namorado,
te amanta em amante, esr raaaatado nes-
se mesmo divn, em qaa deste o tea pri-
meiro beijo dd amor voei na minha imagi-
nacio de sonho em aooho, de illusSo em
illusSo, como o colibr qua Bachmann
supposera a voar de fiar em fior !
Ao vibrar expresaivo daquellea sons ti-
rados a ui e all das notas mais bellas,
mais sublimes da teclado, ea aootnpanhei
o meu pasando desde qae conheoera !
Reoordei-ma des primeiros das aps o
teu juramento, das tnas palavras, dos
teas olhares, dos teus sorrisoa, dos teus
do8?jo8, que safistis todos-camo o escravo
obedece ao seu senhor!
Ah 1 Gimo oste3 cru.-l 1
Bem fazias em tocar De fleur en toar
por que ella se applioava a ti mesmo, pois
teu caracho tem paasado da amar emaaa r
se amar o que santa ta vaidade, o teu
coquettismo !
Oh, pbalena dourada doa meua suspiros,
porque nao ma quizastes ouv.r, porque
nao me quizeste attaader ?
Tariamos sido tSo tazea !
*
E hoje, s no mau quarto, vivando d-.s
minhas recjrdagoas, das minhas lembran-
<.;, j aaao oug'i o tea piano, que d'antes
tanto dedilhavas, porque t, oh pobre
ave desgarrada, ha mui'o que elevaste o
teu voo para bam longe e rostes 'asar o
teu nih > bem distante daquelle que s
poiia gozar da felicidade ao tea lado e
com as tuas caricias 1
J cao ougo a tua voz argentina, j nSo
vejo o teu sorriso divino e j nao meainto
mais fascinado pelo fogo do teu olhar tao
beo !
O tea sorriso, o teu olhar e a tua voz
vivem ornante na minha inagina$3o onde
estao gravadas indelevelmente!
E o anico som da piano qua ouco ago-
ra o do pia o da visinha do andar de
cima, que toca certa marcha em funeral,
como se, de proposito, quizeaso indicar-
me com a sua msica tristissima o fu-
neral deete affacto immenso, talvaz o ni-
co da minh*. minha vida, dedicado a mi-
nha infeliz creatura que qual louca ma-
riposa ae ceix in fascinar pelas luzes do
fausto e das riquezase ahiqueimou as suas
pobres azmbas di&phanas 1 Sim !
E que impora que se feche um cora-
gao sob urna lousa fra ao som d'uai
funeral, quando se nSo pode ser mais fa
liz resta mundo ?
K', pois, por iaso que ea ao sepultar o
mou corago sob o gelo da indifferenga e
do esquecioaento, pela ultima vaz me re-
cord daquca que bem podia ter-mo
feito feliz.
13_.1__93.
Henrique de Burros.
DURANTE A FOLGA
Bel da Madurez a
E' um typo dus ruus e Lisboa, afamado e bI
li reralmente conheci lo, e a quem o licor dt
No ds para fazer discursos rimados acerca de
todos os aaootecimentos importantes.
Per isso ho de saborear a seguinle veridi:a
narrativa do jc'.gamenlo em polica correclotu'
a qua foi suhmettido o pobre do rei, que alias
nao paisa d'utn benemrito, pois contnbue
nao s para o desenvolvimeolo da agricultura
nacional ccnsumindo-lhe o vinbo, mas tambem
para alegrar o povo disfargando-lhe as maguas
com seos commantarioa de p quesrado.
O Rei da Madurez era acensado de embria-
guez e dea ibediencia s autoridades. 0 juiz
perguntou lhe:
Jaiz: Como se cnatna e ex que se oc-
cupa?
Rei da Madureza:
Pedro UpUita Ferro,
O R;i la Mjdureza.
Dr. Pencuda mor
Da ..i) ; portugueza.
Juiz : Porque foi preso?
Rei da Madur-.za Por estar fazendo estes
verses ao Ma ujinbo, qua se FUicldou n Li-
moeiro:
Na cadaia do Lixoeiro
E.-;....u a canella por inteiro
Um gatuno verdadeiro,
Qae mais nao rouba o campanheiro.
Juiz: (sornaJo) Edepoi.,?
Rei da Madureza: DapoU o polica embirrou
commigo, b eu ent&a li-lhe estes versos:
O polica um malvado 1
Qaer lovar-me empanJeiradol
Nao te 1 d do d^sgragado,
Quer dar-lbe co'o terfiado 1
E vai elle diz-me :
A I tu faz3 versos contra mim !
Pois vaos j p ira o estarim t
E em vez de mand;.r-me embora,
Pregou commigo na Boa Hora.
E aqui tem vossa excelleccia
Como foi a oceurrencia.
O mereti amo juiz, que doudo pelos nephe
baia-, absolveu o Rei da Madureza.
Iiico da Innocencia
Elles eram mmto elicados um para com o
ou'ro. quaado tlnbam qualquer discuss&o; e
quando chegavam a se condozir oais abena-
mente, era sempre com um prefacio o mais ela-
bo_aiament pnlido.
Outro da deu-se ia o entre elles :
Peco-te despulpa, querida, porm, deves
realmente estar engaada. Foi...
Nao. meu amado, ests errado. Foi...
Nao, minha cara, sei melbor. Eu nao...
Com effe'to, marido, ests engaado,
completamente engaado..
< Bem, visto qu; sabes talo, j se v qae
ea...
E's l quem sabe todo; ea simplesmente di-
go...
Nao sabes nada disto, ests erraba...
Naste ponto as vozes iam se alterando um
pouco e a Olbinha que estava a brincar com a
boneca no canta da casa, poz-3e de repente a p,
pnxou petas ombas dizendo :
E' tempo de me por ao fresco. E den
tres grandes passos para a porta.
Pai e m olharam para ella e depois am para
o outro : foi o bastante para elles.
A discussao acaboa.
En Indo o Suero
Um avsrento tentn solcidar-se.
Amarroa ama corda na bandeira de ama por-
ta, p ssou o brago no pescoco e dentro em pou-
co comecou a espernear.
N sso entra-lbe no qaarto o criado e corta a
corda.
O homem salva se.
No fim do mez, ao fazer as
o avarento desccota lhe ama
Mas porque esse descont, mea amo ?
E' o importe da corda qoe cortaste quando
eu me estava enforcando.
Mas qae ha-ia ea eotio de fazer?
Desalal-a..
CONCEPCAO DO PARLAMENTARISMO
Luiz XVIII tinba ama maneira espirituosa de
deflnir o rgimen parlamentar.
Elle perguntav: aos seas ministros :
Os senbores teem a maioria ?
Sim, respondiam elles.
Ento vou passeiar.
No dia eeguinte fazia a mesma pergun'a e se
elles respondiam negativamente, dizia :
contas ao criado,
pataca no salario-
Est tem, eolio podern ir passeiar.
PIADAS
Mas preciso una dscanco
Nada Un Jesaancj distingo.
Cerno-ente, dos boas caitos
que se descance ao domingo.
Reliet o que isso ma ida
nao actn que seja bamaaa.
Eoto r-'prova o repouso
de um dia n ..di semana
Eprovo. NSo a:bo ju:to.
't repellado herejas.
Quero o trabalbo ao domingo
e o descanco. aos outros das.
HIST )R1C0
N'imjaotjr qae a imperalriz Mara Tbereza
deu a alids personageas de cortes estrasgeiras,
seontecen qae a sobarana abede:endo a certas
I-la que ato queremos amlvsar, se dignou dei-
xar ouir ceno assab o pouco parecilo com os
sons da urna harpa eoliana.
Ao ouvir estes ac-'entos, un joven alteres.
a4s A: v iba eslirpa, qu: sa a:hava na me3a,
tomou a cansa por soa coala e se aucoo aoa
pi di iinp-ral'iz pedindo-lbe desaa'pa pela
sua ioiempe'ana de linguagm.
Benevolente como sempre, a m de lo II,
am g* de Pampjdmr, disse, mas deala vez em
liagacen venacula :
Estis perdoado, Sr. corocel.
K no da seguinle o alteres recebia a sua pa-
tete da, coronel, g'ac isa este vol au ven,
que nao figura a no menu 1
N'UM DOMINGO DE CARNAVAL
Um soj-ito vai a urna casa cuja doaa conhe-
cida pela sua proverbial so.'io:ce.
Ao velo servir-se pela segunda vz de filhs.
dir. lhe i soabora :
O', seu Antonio, olhe que isso nao
inhime.
E' meihor do que inhuma, D. Milcca !
E o paniego servio-se pela teraeira vez.
Ap-
E' inexactoEstamos autorisadus a decla-
rar que destituida da fundamento a aaserco
do Conmercto de I'ernaaabuco da honteaa,
de haver o Sr. Dr. que lor declarado a urna com-
missao do del) Cavalueiros aa E'poca que nao
podia res.Jnsa'nilisar se pela coodseU de tena
auxiliares, que poderiam maoifastar se em op
posicc s criticas, a qae dera a mesma autari
dade o sea assen'.imenio.
O refer lo jora:.l foi mal info malo a resp.i ,
ecertamenie nineuem acreiilar qua l-oavees;
o Dr. ques o falto aquella declarago, caja
veraiidada alias o proprio Commarcio e Pc-
namouco p5a em ciuvida.
Carnaval C0m.e5.rn hoja as tradisioaaee
diverroes arnavalescas, esta riien!e testa que
i;i-aa'e tres dlaa tumo attrabemquinto delicum
o espirito publica.
Faustosa e o acorrido o carnay. 1 deste a no
p--cmette nos um eapleodid 1 folia gragas a ani
raaco que reina no salo dos deb que sao mui
toa e revestidos das mais lio.as e looffenaivas
crifeas.
As diversas socledade' raer uivas. alem des
:es,ab-em 03 sc-us vastos e ricos ealOes a sen
convidado, onde aa realiaarao festivos bailes.
. blido completamente os gros-airseselvti-
cos brioqsedos de igna, lau< c, etc. m 'ace
dos eoerelcaa med. s nest seo ilo adoptad;;
peto D Qiestor Policial, a; familias poderac
calmamente parcorrer todas 38 raaa des'.a cida-
de, algumas das quass ac'aam se netamente
adornadas
Como previamente j foi puolicado tod~- as
anoridades pa i iai s e aeus suoplentes estara
em exercicio aiaultaneu nos -eferidoa das para
garanta da oallerabilidade d: o*dem nublica.
O qaa cumpre qae c: ;a um ciladio, a st-u
turno, .iib'e era nao 1 romover desordena, ti
s em beneficio ia livilu^l. sean p.ira tranquil-
idade commum e realca a fest do deus do riso
e da galbofa, e do tcnilruanle e fQnambul'SCO
deus Momo.
Lj-cen de Artec c OiBe'oi -Na dia 16
do corrente ter lug r a abertura das antas des-
te estabelecimento de edu;aco artstica, etni-
tando ela3 dass-guintes materias assim distri-
buidas :
t codaira uo portuguez n ofeesor Francisco
Solano de Magalbea. toi03 o-; das, das 7 as 8
horas da noite.
1* cadeira d: ,artuguaz profassor losa Marce-
lino da Casta, nos mesmos das e horas.
2 cadeira de-Borlagaei D*. Jesuino Lopes de
Miran la, S'-guaJas qa?.rlas e sextas, das 6 is 7
horas.
F.-aueaz-D.-. PeiroGelioUchdi Cavalcan?,
tarcas, quartis e 3ex aa, daa 7 8 horas,
GeometriaI>r. Traj.ino Alipio Temporal de
Meodonfia, segundas, terjas e qaarta3, das 7 3
8 boras.
Msica vocal e iaslrum^ata! Profesor Fran-
cisco de Paula Neves Sjixa3, segundas e quin
tas, da3 7 s 8 horse.
De8enbo linearProftssor Luiz dos Frazere3,
tergas e saxtas, das 7 s 8 harrs.
De3enho, citase figi/VasPr^fesscr E. Gadault
quintas-feiras, das 6 s 8 horas.
PaiiagemProfessor Odon Tucaman, excar-
Oes campestres aos domingos.
As matriculas con'inuarra aberta- at o fim do
mez.
Clnb f-rnaTaliBcoCa-ailielrofi da
EpocnaEse distincto club en-'iou nos han-
ki um lin'oe'eliaado ca.-to comprimeataa-
do-noa p o c.rnaval deste anno.
Por iie finesa, sonfe ^aaao-aoa 3*uaa-
mamen,>" gratos.
Club Carasvilcaco Pal andr P-la
directora desse club sa convidados oa demais
clubs carnavalescos para v:s:arem a sua sede,
rea da Aurora o. 13, qua e-:tar o-nada com
esmero.
O mesmo club percorrer s raaa durante os
fes das de carnaval.
vapor Trvnt -E-*e vapor sabio do Rio de
Ja era no dia 9 s 10 ho as da manh, e nSo no
dia 10, co;no por engao foi publicado.
Isto sabe-se por telagramma recebiJo pela
agencia da Mala Real Iagleza.
Instituto Benjamn Conetant A
abertu'a solemne desse instituto ter tugar no
dia 10 do corrate pelas il horas da maoba.
Ao illusira ra;or, Dr. Ayres de Albuqaerqoe
Gama, somos gratis pelo convite que teve a ti
nezade enviar-no?.
Coaselbo LltteraroEm sesso de 10
de Fevereiro da 93, sob a presidencia do Dr.
Inspector Garal da Iaatrueco Publica e p-esen-
tca os D.s. Rigueira Costa, Mota, Franco de S,
Barbosa de Ara ajo. Luiz Porto Carreiro, Cicero
Perigrioo e prcfessore8 Fra oso, Cyrillo e Se-
bastian Brando, foi aberla a sesso.
O Dr. Inspector fez a distribuigo das saecaa
do conselho e incumbi s mesmas da fiscalisa
gao das escolas da capital, ficando a i.'secco
encarregada de Bscallsar as da freguezia do Re
cife, a 2.* as da de -acto Antonio, a 3.* as da
de S. Jos e i.* as da freguezia da Ba-Vista.
Foram, em seguida, lidos os segointes pare-
ceres :
3.' Seccjio Relator Dr. Cicero Perigrioo, dan-
do parecer sebre a petijio da profess-ra Fran-
cisca Mara Suma h Miguis, reqaerendo grati-
ticacao de mrito, concluindo que nao est no
caso de ser attendida. Approvado.
Da mesma eeccSo e relator, dando parecer
sobre a petico do Dr. Jos Soriano, requeren lo
a computago da gratiSaagao de mrito em sua
jubilaj-ao concluindo que est no caso de ser
attendldo. Approvado.
Da mesma se. gao. Relator Dr. Motta, sobre
a petigo do Dr. Francisco Jaciotbo de Sampaio
requerendn a computago da gratificagSo de m-
rito na jubilago, e a ,.;iticogao pro labore,
concluindo qae est no caso da ser attendldo.
Approvado.
Da mesma seceo e relator Dr. Reguei-a
Costa, sobre a pet gao da 'p-ofesaora D. Fran
cisca Mara da Anunciago r, qu rendo jubilago,
cooclalndo qae est a: caso de ser attendida,
provando a incapacidad^ o. gando o art. 179.
Da "am receoe relator, sobre a petigo
da professoa Aluxand '... Marques Mascarenbaa
de Sooia, reqaerendo a gratificagao de mrito,
conclua io qae nao est no caso de sar atten-
dida. Approvado.
Da mesma seceo e relate.* sobre a petigo
do Dr. Jos Dlntz, reqaerendo a computago da
gratificagao d < mrito em saa jubilago, con-
cluindo qae est no caso de ser atteniido.
pro vado.
Foi appreasntado am additivo assignado pelos
professores SebastiSo B-ando, Fragoso e Cyrillo
e Dr. Barbosa de Araujo no sentido de ser con-
siderado como memoro hanorario do conselho o
Dr. Jos Diniz.
O Dr. C cero Peregrino requereu que aa es-
tendease tal honra aos Dra. Jos Sonaao e Sam-
paio.
>- naervellleneeE' urna alta novi-
dada que acaba de receber a Tr-tviata, estele-
cimeoio receatemente aberto ruada Imperatrii
n. 80 pelos Srs. Teixeira Bastos a IrmSo.
Q espalbo maravilhoao sendo aspirado em
sua superficie, prod.iz ama imagem sorprenden-
te, que nJo pote ser lera casa algom suppaata
palo aspirador, est fra de toda presupp03-
Experimentem.
Ha de concordar comnosco, loga qua o ospa-
lo lhesrefli;ta urna imagem que nSo pan^avam
encontrar.
E' cousa mesrao do carnaval, e aquellea Srs.
sao dignos de brevet d'raveotiaa pela Mea,
que ai non vpra, beae trovata.
o CaladorEsse ;lub f z 003 bontem che-
gar as maos o seu orgo no presente carnaval.
Vem mesmo come il faut.
E' calaga a aler.
CsMamenio civilForam arfixido3 n > da
9 e 11 da corrala eJita;a de prjolauj'3 d; ca
3amento dos saguintcs contranentei:
Segundos
Jaaquim Rib-iro di Binas com D. Maru Al-
ves de Barros, moradores aa f-eguez;a do Poja
a Panelh.
J0S0 Valente di C-uz coin D. aria da An-
cunciaco de \lbuqi'-qua M.dto, mora loras na
[p gnesia da Boa-vista,
Primeiros
Joaiuim da Roana Valsnie com D. Olindina
0.haba Perreira Bisto.s, moradoras na fregu.z.i
da Boa Vista.
Germano BernarJo o* P.-izares com D. Me-
na Armina da Gonceigo, moradoras na Iregne-
z a da Graga.
Benedu-:o Casar de Ani-:de com D. Annaa-
ci da Maria da Triadade moradores na fragu;-
zia da Boa Vista.
Foram hoja lldoa 03 saguintes proclamas
de casamento :
Primeiros
Da Mano-l Ualii Cavalcante *om 0. Ama
Joaquina Barbosa, soitetros. Elle, residente
fregoezia ne S. Jo3. lls a de Jaboato.
^ Da Jos Alve.* da Sil' 1 ana com D. Miria do
Carmo ?ereira Paulo.-residentea frrguezia de
S. Jo-. Ei:e BOllelro, ella viuva.
FaileclmentoF.lo.eu bontea tarde o
S-. coranatoiailor PrancicoJoao e Sarros, qu^,
ji pela familia a querr lgalo, ja pelas excel-
te:,tes qua idanes qua exornavam ana passoa.
era geralmente bemiuito c cau3i!erado.
O fallecido sccumbio a urna ocloro3e, conira
%us foram imp-oricuos todos os cuidados de ana
tamitia, e oatava 78 r-n io^ de exisleocia.
O commendu-i-.j-Bar,* 3 foi ligara saliente do
00830 commercio. endo o :capa lo < lagar te di-
rector Ca caixa ii-1 do Bin:,) da Pemimbn.
Para ts p- ;oi qua quizerem acompanbal-o
ultima morada, aCBam-aa hoje carros no Ca-
jueiro, residercp do seo digao tilbo Dr. Barros
Sobrinho,
Par :i irreparavel qao sensivel aarda s:>
tilamente coadolenciamoi sua familia.
O r-'bilomomuM \ esaa disdocta socie-
dade sg-aiecemoa o .ar:So que tave a tinosa de
en1 iar nos.
Hoao -Na noi:e de a :' hiat n*, por volta
da 4 hn-?s d> maob, os iad'fiss : rrombaram, 4
estrada los R*madioa, a casa d i re Idea :a do
Sr. Par : co ''o RegoBirros, tubtranindo de
IS dics titis cectendo rou,.as de *iomcm e se-
an ora.
t'atri foicm enronIrados vasios as cir-
cun- O sur delegado resp-cuvo deu as prcv dancias
BJ-igida. ,
jZisu* ;:i' Atnelier Maoda dia-
tribuio bontem o pr-meiro numero un pe-
ridico assim intitulado.
Agradecidos.
'ploma de medico Acba se c: 2c-
retara do Gaverno, remelti-do pelo Dr. director
da Facutdade da M-dicina do Rio de Janeiro o
diploma do Dr. Jos Octavio de Fr as, aiim de
ser-lhe tn'regue, depois de assigna.!a rm pre-
aenca do Exm. 3-. Dr. Barbosa L'ni, gpver
oadordo E-tada.
Iilmpexa completaO Sr. Antonia Paes
da Silva, re3:dente no municipie da Beierros foi
urna victima no dia 29 do crrante do- incaasa-
veis amigos da proprlelade alheia e d: urna
forma espanosa.
Os la trOea penetra am-iha em casa, levaram*
ludo que i traba, inclusive dous cava'las que se
achivam num cercado, o no final dis coatas
aiada o espaoca.am bain iramente amarrando o
em seguid-, asairn como a sua mulbereum
filho.
A autoridad- respectiva tem procedido a deli-
gencia no intuitode diacobriroa auto-e3 do br-
baro crine, tendo j tffectuado a pria o de Jca-
quim Jo.- Luiz da Silva, sobre quem recabia
indicios de ter sidn nm dos delinquentes.
Autoridades pollclaesEn'.raram em
exercicio as seguales r
Joaqaim Florentino da G:as Cav.Iaan'e, na
qaaiidade da Io sapplente do cargo de delegado
do municipio da Victoria, no d\ i 9 de. corrate.
Nj dia 10, Francisco da SiqneiraCfalcante,
subdelegado do lisiricto de Apipaao*.
o dia 9, o capito Iriaen Gorgonio Paes Bar-
re'o, delega o do municipio de umoeiro.
Companbla de Beberlbe-0 Sr. Dr.
gerente dessa compa-rhia dirigi a carta afra
escripta ao Sr. commanlante da cnmr-anbia de
banabeiros pedin'lo-no3a sua publ cidade :
Recife, 11 de Fevercira de 1893.
Iim. Sr. commaada :te di companbla de
bombeiros.
Continuinto a ser demasiado, sapa.lluo o
gasto d'agua que a compaabia de bombeiros por
V- S. dirigida, gasta nos incendios, ult' .nen-
ie, sem provei'-o, mas umi vez reclama invi-
dencias a V. 3- atlm ce qua nao contina'. p33
estado da coa-as com grave prejoiin pa*a esta
conpanbia.
Esta companhia Do recasa agai pa-a a ex-
lincgio dos incendios, mas nao pid' o'rmitiir
qae se gaste da mais sem provai'.o, co 1 por
tolos testemunbado, como varbalaen' j recia-
mei a V. S
Para b na sa avaliar o qaanto foi enarena o
gasto d'agua no iac adi de ante han' ri basta
dizer que a qaantidade at'ingio, do c in go 3 6
boras da maob, a cam metro.' cbicos por ho-
ra, ou quasi metade da quaatidide total que do-
rante o mesmo espago de tempo toda esta cida-
de consom ro* cbafarizes e peunas d'agua as
boras de maior consumo.
Creio que suficiente citar esse dado bem
caracieristico do esbanj menlo d'agua.
Esparo qua V- S. toma em considerago esta
minha ro-lam gao, pois tenho o lever de garan-
tir o aba3tecimeato d'agua a populago daata
cidade, mxime em poca da secca como pre-
sentemente.
Com estima e considerago de V. 8. atiento
venerador e obrigadoCaiilimo Mam8de Aives
Ferreira.
Proolaietlo de "inzan em Ollnla
Chamamos a attengao dos nossos leitores para a
publicago que fazemos na secgo competente
de um coavite feito papulaco pela Ordem 3
de S. Francisco daquella cidade, incluso no pro-
g-amma onde se acba inserido o itinerario da
procisso de Cinzas, qu: rara brilhante, alten-
dendo aos esforgos enp-egados pelos promoto-
res desea festa.
Exames preparatorioComcgam no
Jia 15 do corrente, ;10raora- da a nh, os
exames de portuguez, ffancez, g:ogr?ph:a e ari-
ibmatica dos al-mnos que par m:tivj rJe moles-
lia pnmda.Qaoo3 flsiramemDczambro prximo
passado^estaa-lci alias i isa as aaqnella poca.
E3s.e3esamai reallsa s;bai ran jiificio da
Faculdade de Direito.
Cla> Sete Eatrellas-Esae club, qae
tem a sua sede ra laaparia! a. 133, iam bem
abiriea'passeio as tras 1.3 do carnaval.
Bopltsl Portugus Sn'.rou de -amana
o malo-cao Antonio Pinto Mendes.
Tribunal do Jury- d < Bectfe Tem de
ser instaljada zmanh :. 1* seaso or 'inaria des-
ta Tribunal, qae fanecioaar sob a presidencia
do Dr. Jo& Julio Rajju'ira Pinto de Souza, juiz
de direito do idistricto criminal.
Foram sorteados afim de servirem na mesma
se83o os Vguintesjuiz >3 dr factos :
\ Fregoezia do Recife
Balthaza' Jok des Reis Goavela.
jssm 1







^

**-?*
***


Diario de Pernambuco Domingo U _de Fevereiro de 1893
3
lomioges Aastriclvioo finfn.
Freuu:|lii de Sanio Amaro
Jos da Silva Perora.
Jos Francisco Mamedo de Oliveira.
Jos de Oliveira.'
Gustavo Pereirt de B'iUo.
Fraocis :o Xavier C '.ho.
Leoncio Olyrnpio Coi ves >ioa Santos.
M:'Qoei Venancio da Cosa Barros.
Pedro Francisco de Paula Baptista.
Jo Luz Sainado.
Dr. Manuel Flix lir.irana.
Jos Pereira da Silva.
Jte ae Aaujo ezar.
Fregueiia da S. Jos
Joo de A-aojo Jc-zar.
Maxim j de Almeida Silva.
Silvestre Marques a Silva Ferrao.
Candido Jos d,' Ges Talles.
Adol;ho Octaviano Leal Ferreira.
Luiz Francisco Ribeiro da Silva.
Alexandre dj- San 05 Selva.
Fegu- zia da .'oa Vi-:ta
"* Jos Francisco de Paula Rumos
Albino Antonio M. Barreto.
Francisco Gomes Carlello.
Vicente Ferreira de Albaqacrque Nasciuiento.
Benedic.o Luiz dos Sauto-t Almeida.
Dr. PjxeJes Jjmejde Suoia PUan a.
Mancci D ..mingues da Silva.
Fregurzia da Graga
Jos Au^us.o d.: Mello.
Joaiiuioj hug-nio Ferreira Gomes.
Leonardo S:Iiulel.
Manocl Joio d Amorim.
Jcs du Cruz Freitas.
Freguezia de Afafc dos
Demelrio Cunniro Rjdrigues Compeli.
Artbur de Arc.u]o.
Jos Corola de Amorim Fi!ho.
C ub 'arnavaleici Bcataa do Be
cife-.Nj pr;me:ro du este iluo percorrera as
ras seguiuU : _
Guar^.oos, Pihr, largo do Arsenal, C'uz, ca-
dea, pou' 7 de :>etembro, C". ;pj> P^C "a Ia"
depon tncia, Cabug, No a, ponta da 'ioa Visia,
Imperatriz, Mitr-.z, GUa. pj'co Sania Croz,
Atalbo, Con c&o, :>-<,< M.ciel Pinbriro, Hos
picio, Principe, oro a. poa'.e S;a l Praga daRepab;.o ponte Baarqae de Macedu,
Apo lo B-uua, Occidente e Gjarjr,pe3.
No terceiro da as eguin'es:
Goararapes, Tiradentjs, Ba, Apollo, ponte
Buarquc Haced [mi rador, Crofpo, Quei
mado, Haneei, Penha, Direita, paleo do Terco,
Vida! de Negreiros, Augusta S Joo, Concordia,
Flores, u moca do Carmo, Njva, Cabug, p 1 ate
7 de Se emboa C d-a Cuz, Pilar e Boa rara-
pes.
A ra ra que o club t-.m a sie e;ti endi-
tada e .l.u niada a uo.le.
Clubi.r u.in o-Dimos acoatinuagao
da relacao dos clubs que liveram periisi pa-
ra percorrer as roa:; d ;'a capital liuraoieos trez
das do a j
107 Cud Beatas em progresso.
Tr-z corsgoss.
F,l,.az5-s.
bampaiada*
Ramainete.
Dota li D Z'-mbro, maraca'..
L,-.rso ta* Cinco PontaaUrna com-
mis.-fu de iboraa enoarregiu se do p. eparo
desela! ata ipre.eoulodemoao un-
ponenc do rao te os ires ias do carnaval.
Ba;i ira arcos, folhageos, pao >e :oo, pon
te pe lam n gao a gaz e a giorno, II
tinentos de genero pilherlco, fogos de bengala
tudo bavera.
a ig.a commissao nao tena poopado esorgos
para que j largo da Cl 1 0 Po Itaa seja no pre
sent carnaval o ponto d.i convergencia do pu-
blico em geral, o especialmenio das socio 'a I .
carnavalescas a amante! do den.: Momo.
ra*age!roa Sabidos para o puI no
vapor naccn^l Pera.mbuco :
Mane 1 M'scarc-nbas, Pe ro de Almeida, Fr n
cisco M. da Fonseca, Antonio Pereira daCosU,
Dr. Arihu Leal Ferreira e snasenbora.Gi
di Si. N Pilta D-. PranciBco L. G
eicnido, ". Webber, Antonia lloaro, Joio
Evangelista, S?n gao Je Mattos, Tbereaa da
ApresenUfiao, Antonia S. G. de Aicncar. Dr. A)
varo de Mello C. le V.lbeu-.. Monoei Levj, ca-
pitj Valentim Cuiu e 1 criado, 15 pn.(.;3?, 1 ea
tete, J Antonio do A. Barcellos, Artbur Br-
.cello--, 1 KOlner e l Libo.
bei;M-KITe .a -.-t.ai m seiculntea
Amaub :
Peo etle Gosmao, a II horas, ma Mr-
quez de JMild y 18, de 1 cana com lencos ava
liados -
Terca eira:
Pelo agente Oliveira, as 11 horas ra do
Imor-r dor n. 39, de cmi ca0a ca Soledade.
Pelo ate U Gasmao, as 11 horas, no trapiche
Livrau eoio, de 27 barricas e 2-3/1 :om -
Pelo gente SHveii, as 11 bor.13, rt Imper.. lor n. 39, de om -obrado a ra Coronel
Seaseuna. .
iMsa ra*l Sorao ceiearaasi.
A's 8 e 1/2 hora.-, no povoado da Boa Visgem,
na mst.U da Boa-Vista, e no engeubo Utioa da
Bai\o e Ribeiro.i 10 horas, pela a,ma c
Ma-ia Amelia Alve3 da Silva ; \s 8 no-as, 038
matizos da Viciona. Escada e iloa Vista ; e na
capella do engenho Cachoeira, s 10 horas, pela
alma de D. Mana Tueodolma de Barros Costa ;
s 9 horas, na capella doengoolio R.boirao, pela
alma de D. Mana Amelia Al ves da Silva.
Terca feira :
A's 8 horas, ra Igreja do crmo, em Olinda,
pela ilms dr Liberato Maciei Puta ; s 8 bo-a?,
na mesma groja, ola alaia de l. Delmira Eu
lalia de Oliveira Maciei.
Inspectora do ." dlatrlcto naavl-
(IcDo-Reci'e, 10 'o Fevereiro de 1892.
Bole'lm meteorolgico
Boros Term. cent\- Barmetro Tetuo do
Malaqnla* ontrn s 9 1/4 da manb e &?nio
s 11 uo-as.
SimOes Barbosa entrn ta 9 I/i da maoha e
sabio s 10 1/2.
Berardo ect ouas II l[\ da manb e sabio s
11 1/2 horas.
Aroobio arqaea ntrtia a* 9 1(2 da manbl e
sanio s 11 horas
Lopes t>essoa entrn s 8 i/i horas da ruanD'
e sabio s II.
Vuira da Cuto: a Qlrou 9 12 da manb
e san o a= 10 3/4.
Bastos de Oliveira entrn s 9 1/2 da manb e
sahio s 10 3,4 horas.
Tavares de Mal o entrn s 9 3|4 da manb e
sahio 10 3/4.
0 ajndante ent" u s 6 1/2 da manb e sahio
3 o 3|4 ho:a da tarde.
botera do Etado do firoPara-
A ". s-rie d. 57.* Iberia des=e Estado, cujo
premio grande de 600:000*000, ser extrahid
nc da 18 de Fevereiro (sabbaio).
i.o. ra do Salado do ceara A 6.
sene da 2.' lotera deste Estado, sen lo o premio
graaJe le 13:000*000, ser impM-ri.cimanle
extrahida no (ta 18 de Frverelro (sabnado).
a O. serie da 8" lotera c asa Balado, sendo o
ir Dio grande de 600.000*000, ser n-preieri
velaente txtrabi la no dia 15 de Feve:eiro(quar
la feira.
1 loe os Mneles deasas loteras acbampe
venda na Casa lo oro, a ru: 1) Bario da Vic
tona n. 4 ', pcrlencenle a J. o J >a uim da uos
ta Leite.
liOierla do Balado do Crao Para-
Por lelegramma recebido pela Casa do Ou^o, de
Joo Joaquina da Costa Leite, sabemos seren es-
les os Dameros premiados aa 1/* erie la "j" lo-
tera cxt-ahida no dia 11 de Pev-reiro te i893.
5321 240X00*000
813 10:000*'JOO
o96o 6:000*000
248 2:000*. 00
625 2.000*000
78.8 2 00.1*000
363 i:"00*'W)
12M 1:0003000
4.20 1:000*000
60S1 1:0 0*000
3i8 1:000*000
7058 i :000*000
7463 1:000*000
8298 i:000*0.0
Approxima'j8P8
1:200300)
1:. 00*000
800*00.1
800*000
400*000
400*000
fog'iin'.es nume
5317
108
109
i 10
111
112
5320
5)21
812
814
5964
5966
Eslo premids com 300* os
" 5322 5323 5324 5325 5326
5323 5329 5330
Eitao premalos con 200* os eeguin'.eo cume-
<*03 : .
811 812 814 815 '.o 817
818 81' 820
! o premiados com 100* os seguidles ame-
,, 5962 5963 5964 5966 5967
5968 5369 5970
T dos i nmeros terminado: em i esto pr.:-
> 00*.
To 'os os u eros teralnsdos m 3 esiao pre-
uiauos c u 100*.
\ e gui He lotera corre no dia 18 de Fevereiro
como ,1 no d 6.0:000*000.
CeaatMerlo publico bilaario do da 10
di F tereiro:
J .ci'th Tbeotonic de Merca i." Peroamboco,
5 annoa, viuva, S. Josc, coogestao cen ora!.
G.-: Sobu Poroambnco, 58 aaoos.
solteiro, R i'", roagesto cerebral.
Rita Migdalena daPaz, PernamLoca, la
ra. Graea, hymatose potmooi .
x, PernaubacO; 6 metee, S. los, deliu
Virginia, Peroambaco, 7 meses, S Jos,
lo.
Brgida, Pernambuco, 8 das, Recife. ttano.
flercoltno de Barros, Pernambuco, 22 anoos,
:ro. "oa Vista, qu- imadu.a io1 rn .
los 1 qolm aa Silva, Peraamba. -, 23 annos,
, B.a Vista, lirygile.
Juvtiicio Btzerra des Sal i' b ico, 2b
,solteiro,Boa-Vista bemplegia .-.qutrda.
Aatonio Gomes MoDtei-o. Rio G- !.; do Nor-
te 32 anoos, viuvo, Boa Visla, pnum
J E Flix da Coso, Parahyba,28 ...no;., casa-
do B a Vista, tubercnlas pnlmoaares-
Manoel Severino, Perr.axbuc- ,2 otos, Ooa Vis
'a, Invlabilidad
Oliveira & C. e Diarios : de Abra otes &
C., do Banco de Pernambnco e da Rudri-
guett, Ssntoa & C.
DESPACHOS .
PetigSes : m
De Antonio sia Costa C^nea Leite,
Adolpbo Pore ra Oarneiro, Antonio Mu-
s Machado e Joaquina Jos Qongalvea
BeltrSo, aoo os componentes da firma Pe-
reira Carneiro & O., adiada as sesBSea
paseadas padiado o archivamecto da pro
roga$8o do aeu contracto social.Archi-
ve-se, dSo tomou parte o Sr. deputado
BeltrSo.
De Ignacio Pinto dos Santos Sazes e
Francisco da Rocha Pasaos Lina, adiadas
as sesBSas passadas, solicitando a nomea
9S0 de avaliador commercial.Gomo re-
querem.
De Vaaconaellos, Gruimara-.-B & C, da
cidado de Macei, pedindo o arohivamen-
to de sea disjracto social.-Sej archi-
vado.
De Jos Joaquim do) SantoB Lima e
Jlo Jacintho Calador, socios companentes
da firma Sntos Lima & C, pedindo o
archivamento do sea contracto social.
A>chive de.
De Agoatinho Cndido de Souza Ri-
boiro e Eduardo Augusto Ferreira dos
Santos, socios componentes da firma Agos
tinho Ribeiro & Santos, Dedindo o ere i-
vameuto do sea contracto social Defe
rido ca forma do parecer.
De Domingoa Manoel Martina, pedindo
o registro de su. firma individual.Ra
gat o-ae.
De Heorique da Suva Moreira, Jos
Joaq.sim de Oliveira G n$.ives a Alfredo
Erckener, socios componentes da irna
Jor-'ira, Oliveira & v> pedindo o ar-.b-
vameuto do sea contrasto social. Archi-
ve '.8.
Dos muaiEw pediudo o registro de ana
firma social, conforme os exemplares jun-
tos Seja regiprada.
De Antonio do branles Qouveia e
JiJto do Abr^ntesde Qouveia, socice coa
ponentca da firaa Abrantes & Ca pedindo o
registro de eua firma BOOial.Cerno ra
q-'.erem.
Dj Rodrigues Sntos & ^a pedindo o
registro da sna firma social.Registre-'.
Pelo tdministrdor do tr^picie alfande-
gado Nogueira to ppreseatado o mapp.
demor.strativo do movimonto, relativo ao
2o eemostre do anco passado.--Seja ar-
chivado.
P..-1 > administrador do ?rapioho lfan
dvg^do Livraaiento foi *.prostdo o
mappa domonatiati^o do moviaonto rela-
tivo ao 2o aem-3 re do nnno pesiado.
Archiva-se.
Pelo Dr. secretario foi feita a bitnra
. lo s do cfficio que em data do 18 do
corroute Ihe dirigir o presidie da junta
doa c rreciores desta praga, 110 qual pede
que & lferetiiaima Ju^ta sa diguo de de-
clarar faa rtina. vigora a portara, a.i-s o
determinado no iffi-io de 19 de Mrco t
1891: coa-) Umbem o p&reoerqne em: to
que foi adiado na o.sso passada.R s
p ndn-je de eonformidade com o parcer.
Nada mais hnvendo y- tratar o Sr. pre-
b cen te eneeiTon a sestao as 12 hor^j do
i'i:i.
m.
t.
arad (a 0)
6,'6 736- 46
27.*6 -57-33
27*8 7S6-.88
S;,-8 759',32
27,i 755-,U
Temperatura minima 26 00.
Temperatura mxima 2S,5l).
Evaporaao em 2i horas ao sol
4,tri.
Cbuva nulla.
6
9
12
3
6
vapor
19,20
19.54
20.02
19,5%
18,74
HutAt
dadt
75
71
73
71
"0
7,m7, a sombra
Junta CaMMNlal do Estado de
P ernam!>uco
ACTA DA SS3O DE 3 DE FE-
VEREIRO DE 1893
Presidencia do Sr. deputado Joaquim Olinto Bastos
Secretario Dr. Soares d'Avellar
A's 10 horas da manir foi aberta a ses-
80 estp.ndo presentes os Sra deputados :
commendador Lopes Machado, BeltrS-o o
Figueiredo. faltando sem participa^So o
Sr. deputados e coronel Paula Lopes.
Lida e approvada a 4>cta da sesaSo an-
terior, procedeu-se, a leitura do segainte.
BIPID1BNT
Officios :
D Junta Jommercial da Fortaleza,
dnt*uO e .7 do mea fiado, aecusando o
reesbimento da rela^ao dos conmercian-
tes matriculados nesta junta, durante o
semestre de Julho a Dezembro do anno
findo.Para o archivo.
L)a mean-a Jant*, dat*do de 19 do
' mesmo me* communicando que em vir-
tuda do realamento le 16 de Dezembro
I ultimo, que a reorganisoa e do qaal en-
! viu um exompiar, foi ella reinsallada no
i. ,
osf.ri
Jess Chriatocoo
e S^ de nicia Owlte at 10 h. e *0 m. da manha ; |
SK coni nterruffiOes ue SSE at 7 b. e 50 m. dal
tard,- ; SE com interrupges de ESE at meia
V'.ocidade mia de eolo oa.m per ae-
guudo.
Nebulcsiaie media 0 00.
Boletim do porto
Pra-mar ou
baixa-mar
P. M.
B. M-
P. M.
B. M.
O.as
lio. as
Altura
1145 da
6-17 da
0-45
7-06
m.
t.
da m.
i'.a ni,
1-84
0-94
1-65
0-92
10 de Feve:.
10 de
11 de
11 de
ca>-.dc DeteneoMovimento des pre-
sos da Caca de Deteneo do Recile, em 10 de
Janeiro de 1892.
Existiam 4< 2, entrar; a 6, sehiram 4,exis
em 404.
A saber:
Nacionae 370 mulberet 17, estrangeine 17.
TU.. 404.
Ar^acoado? 368.
Bou, 348.
Doenies 17.
Loncos I.
Lencas 2.
Total 368.
Movimento da enfermara
Teve baixa:
Antonio Jos da Hora.
Tiveram alta:
Moncel Carneiro Fer eir.
Galdino David dos A0J09.
Antonio Gomes de Oliveisra. conbecido por Boc-
ea de Veibo.
Hospital ?edro II -O movimento d'esse
eslabelecimento a cargo da Santa Caza de Mi-
sericordia do Recife, do dia
o segainte:
Enistiam
Entra ram
Dire.-c&o do vente ESE com itlerrupces de E j.. 5 'aquella mez. Acense se a re-
cepejo e arebive-se.
Da Junta Commercial de 8. Paulo, da-
tado do 19 de Janeiro, communicando que
no 6i 2 dosse mea, foi solemnemente in-
atallada a mesma Janta creada por de-
creto do 28 de Setembro altitso. -Acca-
se se a rccspcSo e archive se.
Da Ju?ta Commercial de S. Salvador,
datado de 20 de J.ne;ro, commar.iokad5
qua om 22 de Novembro ultimo fora
re leita a turma de deputados a qual
componhe se a!m dos commerc anies An
tomo Jos; Rodrigues e Jos Jacintho Ro
drigues Teixeira, do oommercianto Aa
gasto Silvestre de Farisa, que tendo sido
por act; do governador do Estado do 10
do m amo mez, comeado presidente, to-
mou pojsa dass? cargo em 18. Aceda-
se rAcepc?.o e archive so.
,.'a mesma junta, datado de 21 de Ja-
neiro, aecusando a recepjao do doata jun-
ta, em que se lhe dea seiencia da reelei-
cSo e poeae doa deputados Joaquim Joa
Gonsahea Beltrao e commendador Joa-
quim Lopea Machado.Para o archivo.
Das inspectoras commerciaes de Ma-
cei e Parahyba, datados de 24 e 2o de
Janeiro, dando conta doa trabalhos effe
ctuades nc aecurso do anno prximo fin-
do. Archivem se e informe a secretaria
na parte que se refere ao agente do lei-
lSes Edirinio Ferreira Noves.
Da junta dos correctores, datado de
31 de Janeiro, dando seiencia dj numero
de cotacSes havidas durante o mesmo
mea. Para o archivo.
Da mesma junta e de igual data, re-
metiendo o boletim das cotacBes, relativo
a semana de 23 28.Archive-se.
Foram distribuidos rubrica os seguin-
tea livros : Diario o Copiador de Moreira,
10 de Fevereiro foi
657
28
------685
22
8
57
------ 685
Foram visitadas as enfermaras pelos seglo-
Barroa Sobriaho entrou fr 7 3/4 da manha e
sabio s 9.
Sahiram
Falleceram
Existem
Nota." dor-eatimento
VIVA A BEPCBLTCA !
DCS E LIBE DAD !
A dinamite
J^sos Gbristo nao coidemcou a riqaea ; cen-
d.mnou sim o bomem -
iiais Ucil um camello passar pelo fondo
a nji; a;iiiaa do qae um rio.- salva- tfl .
j|-.m poda coodemnar a riqueza, pois que o
Deus a den 00 homem, toda esta riqusima na-
torera, em ani.aes lerrestes e aquaticos para
elle ee nutrir delle?, como rio fructo de grande
parte da vegetagao, e a entra para as diversas
constrocefiee da uecessidade do homem, e tudo
qu esta assim sobre a face da trra como em
so* entranhai e at cima do solo para os di-
versos usos que de tudo isto faiemos.
Nao otrabalho o castigo orieinal da falta, pois
quo foi o homem posto no paraso das delicias
para ortal o e cuhival o, e delle gosar. etn-
d^mnaco foi a ardoo ao pesado trabalbo, que
resoltara, como resoltou, da lucta do homem
contra o homem, no despe-dlcio de torgas cu-
manas applicaaaa dest.-uico de outras torca,
forjas todas estas que puderam ser tac .'rnente
empregadas contra a natureza, para doaial a e
eugeilal a ao nos -o servigo; como alada foi con-
cedido ao homem, ao recber o primeiro
meiros preceltos do reador.
Nao foi, pois, a riqueza qu
demnou, mas o bomem rico.
Nao toi.-ppis, o trabalh) dado ao homem em
condemnac&o, mas o .store j do trabalbo, que
proJuz o suor com que depois da culpa, teve o
homem de amassar o seu pao.
Masa culpa devia ser re;ie';.i i: fai a pro
measa : e foi comprida I
E foi o proprio filho de Den3, o propno Deu.
que restaurou do declogo esquecido pela cor-
rupcao da humanidade, o amor dos homeos
pelo amor ne Deus,na ublime 8enl?nca Vos
todos sois Irmao3.
Mas 1893 aonos da preiiea do evangelho, nao
fez do. homens irmaos.
E cala vez meaor o amor du homem pe i
amor de Dos, porque cada vez nitor o amor
a riqueza ; uSl) riquez' commum bmanida-
de ou cada nago, mas a riqueza de cada um,
aquella que Jess Chri3to condemcou I
No entanlo, raro sera o homem na christanda-
de, desde o do catbolicismo al o da ultima das
sellas cbrislaes, que, podendo, deixe de consti
luir sua fo'tana. deixe de ser ri:o.
E nem se lembram, nrm os ricos, qu.1 cada da
mais acc mulam seus baveres, nem os pobres
que deligenciam accomula: capilaes, n.ngaera
se lemb'ra daqueila terrivelcondemn gao : e sao,
somos todo3 christaos.
Ah I Esta prodigiossima riqueza, consis
'ente na naturesa vegetal, animal, mineral, nao
pertencp a bumanidade, nao pertence ao homem,
nao pertence a cada pait a cada povo oa nac&o
qce a oceupa : pertence a milbares de individuo)
que a possaem como propriedade, cada um em
maior ru meaor parte.
Para sujeitar a natureza ao nosso servgo,
preciso luctar contra ella, servindo-nos de anas
proprias torgas e das nossas.
Nesta luta nos tiramos deila instrumentos cada
vez mais poderosos para mais e maieres produ-
ctos della alcangarmos.
Destes productos nos consumimos urna parte e
da outra fazemos os taes instrummentos, para
continuarmos na luta contra a mesma natureza,
e novos e cada vez maiores productos de'.'a ar-
rancarmo8.
Desde que porm a immensa riqueza natural
00 da natureza deixou de ser :ommum huma-
n'dade, e foi retalbada entre centenas de milba
res 00 milbOea de individuos, esta riqneza, o p-i-
meiro instrumento do trabalho, o solo, desde eo-
tao, digo, o dono deste instramento nao carecen
mais de emprebender trabalbo algum, luta algu-
ma contra a naturesa, por que empreeoo oeste
miste: ou tarefa os irmaos qae de alguma par-
celia do solo nao sao senbores.
Ora, oa desberdados das naturaes riquezas, do
solo, sao obngados a trabalbar no solo albeio, e
por tanto, recebendo do seu dono o salario que
elle loe quer dar.
Mas como tofo o producto nao se coasome e
necessario delxar parte para convertel o em ios
trumanto de prodaegao, o dono do solo e do tra-
balho qae os operarios ou joroaieiros flzeram
nelle, guarda urna pane de'e prodocto para sea
alimeolo, ;onta, para instrumento de nova pro
duegaa, e com a outra paga o i irnal de seos ope-
rario?.
Ora, "orno is sentengas de Ch-isto cada um s
as sabe para ensinal as aos outroa, e oao para
usar dellas ou praiieal aa, o eeohor d) solo es
quece de que irmio doj jornaleiro), (pas qae
esquecido j eslava desde qua fez se seonor do
soloj e das tres partes em que divide o produ.tJ
do irabalbo dos operarios, reserva urna grande
parte para passar com a sua familia, como om
miior ou menor principesinbo a oo'.ra para
augmentar seus cipi aes, na maior quaalidade
que pode azel o ('nilrumeuto do t'abalbo) e com
a outra pigaosala-io aoi operarios, o redazinda
i m'is Kiigoioante jagamia, aem lembrar-ee,
nem dis'o Me vir mente algum coi lado de, se
com o mesquiobo salario o misero jornaleiro se
possri noi',e vestir, morar e repousar noile.
Ma-, 'o. os senbo'es do solo, 3ln desta ri
qoeza, todo anno a.rumolam caDltaes sobre ca-
nille?, do proiucio do l-ablbo dos eperarics, os
seus BlbOJ U03 hardam as torras, outros os cap
laes em dinheiro. Aojadles chamaro oa desher
dalos p>ra culuvarem os seus campos e Ibes
pagam salarlos ; os out'os alugam os cap laes,
30'io instramento do irabalbo, a qujm queira
emprebender jualquer maior 01 menor alta 00
p qu na iodustria. Estes cb imam liada opera
rios para o trabalho nestas emprezas, e do luc-o
pigam pequeo salario a estes operarios, o qual
s Ibes d fida miseravel, ragam o a;ugael do
capital, chamado juros do dinheiro, ao seu dono.
Mis, como a co:iegao do jornalero misera
ve s o quem nao 1 ole. par qua'qaer meio,
sabir de ta desgragi. Ass'm, uns procura n aa
hir desta classe por lodos os crime:, com g m lo
pelos mus pequeos, ao qae perfeiiaraente favo
rece a seta, milit-ole do B'azii, do poaUtfliaio,
ou ia negigo de Deus, do seu temor e amor e
do 'i 'ti' Bto, quem a s. lia odeia out'os cu
ram 0 l'Zil o bonradamenie, por ou^os meios,
egar, e antes couciliando-oa com Chrisio e
com a sna dootnoa.
E' as: m que um se edocam pira exercer ar-
ndosas, como a da msica,
da inl ra, a iramica, a das letras, medici-
na, a a Jo.acia, magistratura, a ca reir da fa-
. ii ;. da marinos, a milicii, jjra.nsmo eo
comme.'Cio, etc., etc.
a edneagio qa9 habilite pan estis e ou-
trai Bemrlbaotes carreiras.custa sara, demaDd.i
tofina para ea a- e capital .naior ou menor.
B, anexar de aerem aempre orecarlas, a ?
careles 'U O;c:p<'g0es. n) vida io> tiiha?, nem mesmo a quem as rxer
c m.
S a herango ga-ante a viuva e a prole, : o
capital garante a vida.
l'ahi essa voracidade, este ardor para fszer
[or.ana, nao 0 de quisi toda a gente desta
f -'.o de amitos da dos p^oleta^i a ojos
i, : um espiritoe pacien la.
1 du que se pss8a iras a civilis^sao
.i proir.sjjs de todas ascoasas,
aovas nec 33 ades de ledas a clases.
Por calotea qu? ? j.m a3 descoberlss, pelas
qor'E ee augmenta cm facilidade a proda gao
augnrniam se lambem p.ra mais as necersid-
desoa civtaacSo. A familia das classeslim-
paioa noires da America ou burguezas da Ea
r pa acoBtom*>daa a passar com certas i-ommo-
didd-se decencia, ca la vez nspiram miis hur
ror a bi as cheles p;-la miseria em que elles tem
de deixal-aena viuz e na orpbandade.
D.bi o esquecimento de Deus, da sentenga de
Christrj Maie fcil um camello passar pelo
fondo Je urna agolas do que um rico salvar-
se.
Obi hora.!-----que cada d:a m;i? inspira a
miseria, a qje nao ea sujeilo quem poseue
bons capilaes.
O proletario aue triste, qae miseravel condi-
go Nao geni". E' empregado no traba'ho
como o i-avallo e o bo!. Destes t.'atam bem os
Beca tbores, para tem produzirem elles e te
reta longa vida ; dos jomaleiros quo christao
se lhe d mais no qae um mihometno, a ; bu-
dista, um b'b u, um positivi a ?
Nao delles que cura a goveniago social e
so para emp egar meics a conlel-os na euj-ngao
do sala. .0; s para reselver-se urna cousa que
cbamam problema social o do cspital e dotra
balbo.
Nao ce lembram q3 todo o trabalho asaenia
soore o slo, o qual sen o propriedade social,
nao p'e ser empregado nalle om capital priva-
de, :-ara dar lucro a quem san dono cb ma se.
Nao se lmbn m que f a forga do homem iu-
telieclnal ou cernorea o trabalbo tem direito ao
produ to ; qu1 tolo o trabalbo ou enp:ego das
forcaa iiutnraes que o homem foj -ita a seu ser-
ve;, nao (em vclor algamque tem valor o
irauulho do boxt-m.
Nao se lembr^m que se a socielade civil uo
tivesse 8 do despej da da propriedade do solo,
neuhum edividuo sena seahor do capital; e o
peculio qne pela economa accumu'asse do 3fu
salario social, nao teria onde empregal 0.
O tal problema tem urna solugao :
TUDO E' DO ESTADO.
dell ; porque sao elles que por sea malefi in-
fluencia suaientam e derramam 1 como princi-
pio a necessidade de assentar o papa na cadeira
de rei, com o governo de om povo I
E co.n ianti habilidade o fazem qae a genis
mais p.a do catbolicismo, com toda a piedale
adherem e ajudain a realisagao dest ideia; de
modo qo- d:fBcil conbecer quem o faz de pura
te, quem porbjpoc ida e ia'.eresse.
E' es a. a bypocrisia paua, este espirito di
paganismo que domina na soneJ. de christa, de
pissar vida gosiosa custa dj trabalho do pro-
lectario ; e; ta a causa da doulriaa de Cbnsto
dafraternidde eotre o; horneo?,nao ser nts
aocilades cbrislaes, nao ser em aegao.
O paganismo anda como era ; a igreja, quero
dizcr.cs padres em regraquerem diabeiro bstanle
para passar bem e para deixar s suas familias,
pois dos p cprios dos catbolicos.mui'.os tem filbos,
outros ses que nao sao dos miseros proletarios, que tra-
baljam para nos outros, como borros e bois, ca-
recem de diebeiro, e mais diabeiro, e mailo, e
mui'issimo, porque todos temos razio de passar
bem e a com fausto de deixar a njsscs herdei-
ros bons melosde vida.
Por isto cada dia mais que d'anles, o Deus, o
verdadeiro Deus, mesmo d'aquells que tem san
tas magens. e vo missa, e at dos qae se cou
lessam, e at de multes padres, o verdadeiro
Deus o diuheiro; pois icios", uns moiio da boa
fe, outros nao sei porque ou como, sabem o gei
t> de cocailiar Deu*, o seu Cbrisio e o co, cb.m
I riqueza, de modo que muitos ricos e ricas que
Srf confessam, no voltam para casa apu-aodoem
diobe.ro seas bens e o dividindo com os pobres,
oa propagando o socilismo e congregando socie-
dades ou partido socialista, poudo o dinheiro a
lal serv.o.
Ali! A polavra de Christo nao teve effei'.u!
Os hom na se dtvorso mais que 'jn'es.
Os proletarios arranc~m da natureza, nao s o
pao c-o qta! Ihes toca o mais negro, e o v.nho
que nem para elles a seda e o linbo e o algo-
nao, o Caf, o cha e o mate, como o cbuuabo, a
plvora, o (rro, o bronze, o cnvallo pura susten-
tar ls exercitos e matar o iuimigo...
E que remedio tem O proletario seco trab-lhar
Indo Isio f Os exercitos que os prcletarii b
tusteotam, cem o feu irabidho, nao 880 :
para matar os exerdtoj inimige s ; eao tambem
par.i coute!-s no Irabalbo pelo -alario misero.
Mas mandarn; ees nar a !er a todo o mundo.
Njs eocolas prinii-rits easinam-se os rudimentos
de tod. as sclencias e artes.
Os brutos proletarios deixan de o ser: ab-em
os olbos ; rfto homens e na>. podem viver como
porros. Tr-m multe es e Hlhos, molheres e filbos
ce homens, que nao poJem ser bichos de ruma.
Nao seremis mais inrtrunientos do trabalbo
dos seuho;es, porque se dizem seobores do capi-
tal e do sclo, oiiem n'o agora !
r Mas tiles lem es (xerci'.03.
E nos a dinamite.
Qae p- idemos nos em que todas as eidades
se desniti ecem t -
Qae interesae temos o'esU ordero socia e
|Ue vivemosvCJ.no eavallos pelo trnbaibo, como
porcos pelo tratamenlo, ci-mo c^s ('as pragas
pela miteria ?
Que perdemos em eos cbama^em anarebis-
las?
Somos perverso- ?
Nao o seifio tiles comnosco mais anda ?
I Bi t(Tensa a Deus?
E elles o lemi ao Infer o o rice quondoamonloau -iqueza com
o irabalbo nosso e fobre o 'o'o commum ?
Mas te tos enfoicai. ?
Hio >Je e iforcar priaiiro muitcs inuocenti a
para peg rrm cm de nos, e cadaom Ibes cusUr
borriveis vindictas.
Eu nc anarenise, uo fago propaganda.
Mo no o caso r_ como o caso .
Os bypocritas embaracurao at ao lim d'este
semlo es cminbos de Jess Christo.
A .tynamite es varrer, fazendo voarem as bar-
reiras pratica da huxana, da santa ''outrina,
em milbares s milhes de horriveis estilhassos.
Cada um pense ; e Icrabre-se que o3o ha
exercito que possa cem urna bemba de yna
mi'e.
QuunJo o pr.!e!ario era brulo, scrxpre doma-
do, passava bem, pess^va cerno om porco eem
cbqoeiro.
II je sene -e um hem m com vida de um por-
co.
E' om bomam que neda lem que perdr com a
mor'.e ; que na vicia, diaote a'esta ocieda e. ne-
da, gorda, alegre, feliz, fina, plida elegante
figura como cSo sem dono.
Par.', que ensinara": o pobre a 1er ?
Para que as esoolsa es scienrias todas ?
A^ora ba urna e3colba :
Ou o socialismo, oa o drro"ameoto (I'ebrale-
mcni) social.
Rede, 8 de Fevereiro de 1692.
A/fonso de Albuqucrque Mello.
a,
H nriques da S v.
IA, 2i
NOVENA-TERGV-FJEIRA, 21
Cnaigas de C-'-xane
Osear 7>aBD3.
Alvaro Magalhes.
Taci!oCorreia de Anj).
M.na Nrzareth Monieiro.
Clementina, zeta do S-. Francisco Pereira
Silva.
An'.onieta Ganclves P reir
6." .NOVEN\-Q^RTA FEIRA 24
., Soreiros
Os 11 ms Srs. :
Fernando Pereira da Silva.
Francisco Mara de Ba-ros.
Antonio Saidanba.
EJaardo Pinto de L?rno3.
Dr Jos Hugo Grngalves.
7 NOVENA-SEXTA FEIRA, 23
Negociantes residentes em Caxang.
Os Illms. Srs.:
Coronel Jos Clement'nc
Mano.-1 Licio Marques.
Jcs Gureel do Amara'.
D&ziderio de Oliveira.
Frederico Cai-valbei'a.
8' NOVENA EXTA-FEl
Solteras.
As Exmas. Sras. :
D. Mar na Gongalves.
D. Maria do (.'armo Lio; Jaldas.
D Albertina Leil.
D. Laura da Silva Loabo.
D. Clara Senes Gingulves Pereira.
D. Elvira Magalbes.
9." NOYENA-SABBADO 25
D dicada as gentis coloras pela commis^o di
festa
A commisso.
Festa lo Caxang
A commiisSo da festa de S. Frand.co de Pac-
a no povoado de Caxang toma a Iibe.rdid tf
pedir as Exmas. Sras. que quizerem acompa-
ubar a Dand ira qae lera luaar n> da 16 de
corrente mez, o ob-equio de se apreen areri
vestidas de branco para que aci ..un
se revista ce maior b:'!har,'.ismo.
Oatrofim, a commisstoconvida aoa moraii
reo a illuminarem a frente d- l s ea tas d
.e as novenas, piincipalmente DO dia
deira.
A co mis'S1.
A humanidade
ha de
Todos temos direito edu.ago e ao traoa
Iho. ., ,
A ::iedade civil solidaria.
1 solidaria.
Nao o quer^m ? Em balde : a lucia
crescer, encarnecida, ardente o terrivel.
O que sao em todos os tempos as guerras de
nCo a nago, a gue ra ci vi. ?
K luta de meia? Mas o I-ndo de dinhti
ro: de sajeitar 0 homem ao homem. um povo
a cu'ro pira os prlncipaes dos vencedores pas
sarem melhor o faut03-.imente i custa do traba
Ibo dos vencidos. Aquellas mesmss comegadas
e fu^tmiadas porcapncho; como a nossa uo Pa-
raguay, tem esta ongein ; sao anda para lber
isram seas elasses ou povo3 inteiros de outras
classss ou de outros povos qae os lem sobo
jugo em :eu servigo.
Padera, cesde que na Cruz Crisio se lara com
s;u tremeQ.io e volutario aupplicio a sublime
legnnda: ,.
Vos iodos eos irmaos -podera desde e,tao
ser o socialismo .fundado e estabelecido onde
fosse sendo trioaiphante a suLlime dtutrioa.
Mas jb I desgrafii! qunn'o 03 pagaos os mais
lerriveis e crueu perseguidores d03 ebristos,
o3o tiveram mai3 sollados para langarera as
calleras da izeite a ferver os tieia c os conve-
lidos san'a f.-ateraal ioutriaa ; quando, solda-
dos olficiaes, I0J0 o povo, muitas damas distinc-
raa' distinctos cavalheiros, todos convertidos e
se eflerecerum ao martyrio e a morte, desde en
(ao lodos os grandes da '.trra, na poste da go-
vtrna-ao e das pujaagas d)s cargos, veodo-se
perdidos, tingiram se e fizeram-se chistaos.
E Hcaram nos postos, e eniraram para a igre-
ja e Jocinaram nella. Depois neram aliauga
cora os res barbaros, conquistadores da Euro ja,
e 03 res se rjzeram enrala is.coasiliaodo os hy-
ro;rits cbrisios, qae entrarum para igreja, o
cargo de rei com a hamildade evanglica.
.0 cargo, pregou Chriato, nao como at
aeora para ser servido ; mas para servir.
\ h'ypocnsia teve tanta torga e inilaer.cia, pois
que nao devo cner poder, na Igreja, que che-
boj, esta a tolerar as fogueiras da inquisi-
co E o padre catholico, que em Tribunal
com outros condemnava ao fogo a donse la ou a
be la espo?aque resista a sena apetites, (azia
atravessir as cbammas, amarrada em urna vara.
a imagem de Cbpstj e cheg;!-a a bocea abena
da desgrasada, dando sabida a borrn gritos,
prevocadoa pelas lavaa ardeate3 do piche sobre
a lenha, iofhmmada I
Ah e nc ba um u ? I
Ah I e nao ha um inferno.
Eistoainda naotuio! porque os bypocri-
tas pa03 que baviam entrado para igreja e os
fcoutrosbYP arritas, verdadein pagis, que sem-
pre lhe succederam, tanta aaencia tiveram
sempre na igreja, de chegaram a fazer do papa,
do vigario, do representa te de christo, d;quel-
le cordeiro pacitico, um rei I.....
E isto anda nao ludo, porque anda depois
delie despojado desta de graga, a, nhum papa
loma passe do papado sem couvir em trbainar
com os outros grandes da i o tbrono de S. Pedro ; e faz ae coleta em iodo
orbe catholico com o oome de dioheiro de &
Pedro, para eateflm.
A razio desla insistencia porque o papa sem
threno de rei, est captivo do re de liana ;
como se Jess Chrisio nao tjvesse sido subdito
de Cesar, nao fosee julgado e condemnado a
cruz por seus magistrados.
E esleve elle c ptivo nunca r
NSo cumprio perfeilameate a sua misso !
N^o pregou aquellas verdades todas que 1
ludacioso...
0 Sr. Albino Meira, redactor de um Coraario
qae ee publica n'e8tacaplUI, intitulado Gazeta
ua Ta-de veio ante-bontem com urna enorme es
tirada, por urna das columnas a'aquelie jornaleco,
injuriando o Exm. Sr. Dr. Governador do E3ta
do, por ter este pracado mais um dos muitos
actos de justiga em sua adniinistrago, qual o -Je
ter 'ein'egrado no locar de avaliador vitalicio da
faz ida o S:\ majo: eom< ae. Dpes deSiqueira,
demetlido escandalosomeue pela celebre junta
governativa.
N'esta fatdica estirada do celebre presidente
do Senado vem nns pe^ acinbes que podemos
chamar de ouro; diz o audacieso Sr. Albino
Meira: A ordem se bi dada, deve existir na
secretaria, fadl ser ao Sr. governador mandar
publical-a, mais adiunte: Piis nj eviden-
temente inverosmil, que tal ordem fosse dada ?
Ainda mais : Pois ha quem acredite, que a jun-
ta governativa tivesse baixado ena secretaria
urna ordem concebida n'estes termes : s se pu-
blique a lei depois que for demittido F...
Ora, quSo audacioso esse Sr. Albino Meira,
em vir aflirmar pela imprensa que a a ordem
oo foi dada por nenhum membro da ex-junta go
vernativa!
V o publico que a ordem f )i dada pelo Dr.
Jos V ceo'.e Meira de Vasconccllo3, e do theor
seguinte, conforme 3e l no Diario de Percam
buco de hon'em:
Urgente.Atlengo A secretaria s mande
publicar a le tornando vitalicio o logar -"e ava-
liador privativo da fazeoda, depois que houver
sido publ.cado o acto da nomeugio do novo func-
cioario e demissao do que eslava servindo.
Em 19 de Fevereiro de 1892.Afira.
Por ahi avalie o publico sensato do quanto
capaz es.-e Sr. Albino Meira.
II de Fevereiro de 1893.
Argemiro.
Ao cnim cij
Os ab?ixo 'ssigna .'os dedsrom ao comrsereii
que dissolv^ram a..ierivemeate desde.) dia 1 ll
corrente mez, a aociedade que i h a na Dra-
gara Popular alta i ra do Dr. Jaaqulm Naba c
(Capunga) n. 27, B qual girava snb a firma f
Selva & Sobrteno, reiir.-ndo-3'i o socio At -xia-
dre dos Sanios Selva, pano esilisfeito 'S!
capital, ficando responsavel pelj o a.iivo e pas-
s vn da dita firma o socio Luiz Jciv n S Iva
ReciHil e Fevereiro d- !8>3
Al xandre des Saniis Selva.
Luis Juventino S^lv...
01ili3a""
VeamTel Oitn Ferceir,, <*
Seraphko padre ~\ Frailis^
Proiisao de ^irza
De ordem da Meza Regodora d'esta ve-
aeravel Ordem, convido todas r,s corpa-
rat;5ea r-1 giosas, as autoridades oivis e
militares, ao clero diocesano, rs corpora-
boa civis, r.o coaimercio e a1 pov;i em
gtral para no da 15 do correnta aa 2
horas -a tarde acompanhar a s.l-mne pre-
cisado 'i cinzas, quo sahir do ncssJ tri-
plo com t. maior esplendor o ie?r.ncin pos-
sivel, parcorrendo o segainte itiaerari :
Ao sahir ru; do Bispo Job inbo, pitea
do Ar paro, ra do Dr. Correia d A'aur*
ra 13 de Maio, parte s.il da ra i S.
B Setembro, parte nort3 dr- ra de S. Bea-
to, r.:a de S. Pedro martyr, laihi 8 'er-
reia, ptteo de S. Pedro Apoclo e
mo, ra ae S. Francisco recolhcr-:o.
occujando tibana sagrada api o reco-
Ihimento da referida procis-So ) Rvdnj.
padre Anselmo Batulha.
A Me3a Regedora agradec anteaip-da-
mente todoa os fiis que coccorrerint
com bous obaloB, caforgos o compwec-
ment pessoal qara o brilhantismo du acte
e elevacSo de nossa oanta religiao.
Olinda, 6 de Fevereiro ci 1893.
O secretario.
ManoeZ Jos ci Castro Vi'.lela.
t
entraram para a Igreja e nanea mais sahiram Ma-or Julio Kaicao.
Testa de Caxang
Distribuido das commistoes que teem de
abri'hantar as noites das novenas da fes-
ta do glorioso S. Francisco de Paula em
sua igreja de Caxang no dia 26 de
Fevereiro de 1893.
i.' N0VENA-SEXTA-FE1RA, 17
Sonaos
Os lilms. Srs. :
Dr. Fraucisco Pereira da Silva.
Miguel Macedr.
Artbur de Moura Ribeiro.
Antonio M. Pereira Vianna Jnior.
Dr Francisco Altino Crrela de Arjojo.
2.' NOVENASABBADO, I
Gommercia:tes de Caxang
Os Urna. Sr8. :
Antonio Martins Monteiro.
Francisco Pereira de Lvra.
Joaquim Gama-
Jos Machado.
Cioilo Liopoldioo Mo a.
3.' .NOVENA-DOMINGO, 19
Os Illms. Srs.
Joao Gomos.
Jos Oliveira Guimaraes.
Antonio Justino.
Francisco Bapliala.
Miguel Coelho de Almeida.
Joe da Costa Lima.
Pompeu Pacheco.
4.* NOVENA SEGUiNDA-FEIRA, 20
Moradoreada Vanea
Os lllms. Srs.:
Adolrbo Silva.
Professor JjOH Felippe de Car voltio.
Luis de Franga Marques.
Francisco lalo de Barro
L-8 Hlhos, as oras, os neto3 e os sobrinbos dt
Francisco Joao de Barros, fallecido hontem s i
bjras da tarde, cenvidm nao s as pes.oasd
sja amisade como as da o fallecido para acoav
p;nharem os seus reslos mort3ea que r-ahirc
bcie as 10 bcras da manb da roa do ;.ajaeire
n. 6 (residencia do Dr. Barros Sjbrinho) par I
miterio Publico.
Carros ra do Imperador.
Nao ha convites especiaeS;_________________
A o publico
Jos Luiz de Freitas, solteiro, maior propi
tario, do lugar de Pombeiro, d? Iicguesia de
Pombeiro, do conselho de Felgueiras, por -ele aa-
nuncio faz publico que de boje em diante se is-
signar .'os Luiz Alves de Freitas. E pars qo
che gue ao conhecimento de todos, assim o pu
Fegueiras, 1 de Janeiro de 1893.
Jos Lu z Alves de Freitas
Rs
Agencia Havao
Esta agencia tem a honra de infermar ao pt
blico e ao corro commercirl em particular que
at segundo aviso a TARIFA applicala pete
AGENCIA HAVAS na transmisso dos lelegram-
mas privados ser a segoiale-:
Franga
Hespanba
Portugal
Blgica e Suisea
Allemanha, Hillan !a e Italia
Inglaterra e Austria
Nova-York
O eoderego e a assignatura, seja
comprimento, sao contados emente por Dual
PALAVRAS, quando esliverem PrfJ'Xv^'?'
cistradose representados por um LONVbNUU-
NAL iodicado pela aGENGIA HAVAS.
E' ama combioagSo econmica que
ofJerecida nicamente pela agknua
Recife, 11 de Fevereiro de I81M.
H. Thiemonge,
Director.
qual
2bU
wsm
2*576
21-
256*.'
265A:
3,iK
for a
pode ser
HXVAS
Minha Espera^ija
Felicito meu especial anrgo Antonis
Franoieco da Grna, pola Qptuna aooeiUoac
de seus bona cigarros, denominados
Mioha Esperanza, bem acceitos e proen-
rados at em Londres, d'onJe tem viodc
a.-icommendas por seus apreoiadores.
Jlen especial amigo deve estar satisfei*
cissimo com o resaltado dos seus esforgoe
em oseditar \eens ,bons cigarros e tornar
assim'Conheoido no estiangeiro um. pro-
ducto da nossa patria.
par*bena relo resaltado c-blid..
Manoel Fr ancuco de Barros Rtgo

MinuflO
-ir-Xw



Diario de Peruaaibucu Domingo 12 de Fevereiro de 1893

Peitoral de Cambar
O honrado vice-cnsul p rtuguez em
Pararagua, estado do Paran, Sr. Joa
uim Soares Gomes, vio sua digna esposa
curar se pelo Peitoral de Cambar, de S.
Soares, de na grave tese bronohial,
que bavia resistido a innmeros medica-
mentos receitados.
Vende-se as pharmacias e rogaras a
20500 o frasco e 24$0OO a duzia.
' agente a Companhia de Drogas.
Ensillo particular de
lingu
as
\
O bacharel America Fernandos Trigo
de Loureiro, professor particular de in-
struccSo secundaria, provisioaado pelo
tonaelho geral da InstruccSo Publica do
Eit'do de Parnambuco, tem aberto, ra
casa do sua residencia, ra de Marcilio
Dias, n. 120, 2- andar, um curso theor-
eo e pratico das linguaa nacional, latina
e franceza, das 10 horas da manhl ao
aieio-dia, para estudant.s, que pretende
rem prestar dellas exame
Para commodidade, porui, de empre
gados do commercio, ensina tambem a
estes, daa 7 horas da aouta em diante,
as lioguas nacional e ranc z ; consisti
do, o ensino destas linguas, neat; outro
eurso, em analvao explicativa dos pre-
citos gra-xmaticaes, ou theoria da gram-
matica de cada umi dellas e exercicios
praticos, indiepensaveis para bem fallar
9 celias eBcrever perfeitamente.
PropSj-se igualmente eminar as
jneamas tres linguas, esum como gjogra-
phia, por collegios e casas particulares,
a pessoas de ambos os sexo3, em horas
e dia3, para isso convencionados ; para o
que, po ser procurado na mesma c-;sa
% qualquer hora do dia.
FEIM. Di CAHBiBi'
Urna pessoa da familia do Sr. Jos Car-
aeiro da Silva Reg, da Babia, soffna ha
xuito tempo de urna ic'ommoda tosse
asthmatica que resista a todo tratamento
medico ; tomando porm o Peitoral de
Cambar, de S. Soares, ncou curada em
poaco tempo.
Vecde-se a 20500-o. frasco e 24J00 jjr]
duzia oas pharmaeias e drogaras.. J
E' a gente a pompanhia de D:ogas.

nseignement de la
lengue portugaise
etrangers.
Le bachelier Americo Fernandes Trigo
ie Loureiro, prof. asear partculier da lau-
gues, ayaat equis, pendant une anne,
|u'il a et on Rio de Janeiro, la pratique
e l'en'ignemnnt de la langue portugoisa
i etrangers, par une methode de son n-
vention mema, a onvert, chez lu, 1
7se de Marciiio Das 120, secoad etarge,
an cours praiique do cette langue pour
ceas, qai veuillent spprendre la parler;
en devant, les p etendents, a voir la con
naissance de leur grammaira nationale, et
aavoir parler, au moius, la langue fran-
caise, pour pouvoir prendre, en celle-ci,
les lecons coavenables Taporentissage de
Rlic !.
L'on poorra trouvir, pour ce l, chez
3ui meme, quelque heare de !a journe.
----------------^etsec-'
Denles arlflciaes
Sob pressSo elastici. e tpreeeSo pneu
Xfctica systemas novissircoa teste estado,
pelo cinrgifo dentista Numa Pompilio,
ra BarSo da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da raanha s 3 da tarde.
PETMAL S G&H6AB&'
A Exma. Sra. O. Joanna Ferreira
Cardoso, moradora em Pelotas, Rio Gran-
de do Sul, tmha urna sobrinha que soffren-
do bastante de dores no peito e costas
com tosse desesperadora, ficou curada
pelo Peitoral de Cambar, de S. Soares,
que ie vende as pharmaci. s e drogaras
a 2500 o frasco e 24,5000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Collegio de Nossa SeDhora
da Penha
Ra da Imperatriz n. 2 (2* andar)
As anlaB comgarSo a funecionar a 9
de Janeiro. Ensioa-se primeiraa lettraB,
portuguez, franca?, geographia, muBca,
piano, desecho e todos os trabalho s de
agulha.
Piiar
O Sr. Thomaz Lencina, filho adptivo
do Sr. Vicente Sini5es Filho, estaacieiro
em Sarandy, Rio Grande do Sul, prioei-
piou a soffrer de urna tosse impertinente
que nunca pf'de ser combatida, declarando
se depois urna tcrrivel tuberculosa pulmo
nar. Teudo sido tratado pelo Ilustre
mediio militar Dr. Medeiros, sem resul-
tado algum, foi depois consultado em
Sant'Anna do Livramento, o haoil medi
co Dr. Fialho q-e lhe rcaeitou o Peitcral
op Cambar, de S. Soarer, que curou o
radicalmente, livrando-o assini de urna
morte certa.
Vende-se as pharmicia3 e drogaras a
2|J500 o frasco o 240000 a duzia.
Ea a Companhia de Drogas.
Fabrica Tig'e
Por motivc3 j bem coah'c d '8,
eos dos ntssos cigarros pe. 1 a
seguintea :
(Milhe.ro)
Bohemios,
Goysz, amarrados,
Dittoa, embutidos,
Colados, desfiados,
Fi6r deTJespcnha,
Pedro Affonso,
< Decoutos
At 24 roilheiros 10 0|Q de 23
ros para cima 15 0q
Fabrica Amor
(Milhelro)
Namorados,
Cata Ficres
Goyaz, aaiairA 03,
Desaioa, fita embutida,
Desfi dos colados
P Realidade
D. E. Castellar
Descontcs
O mesmos da fabrica Tigre.
R-cife, 20 do Janeiro de 1893.
Viuva Loreja & 01 veira.
Peitoral de Cambar
Urna pessoa o familia do Sr. Jos Car-
ueiro da Silva Reg, da Babia, soffria ha
muito tempo de urna incommoda tosae as-
thmatica que reaist'a a todo t.v.tamjnto
medico ; tomando, poim o Peitcrol de
Cambar, de S. Soarep, fisou curada cm
pouco tempo
Vndese a 230O o frasco e 24^000
a duzia na pharmacias e drogas.
agenie a CompaLLla de Drogas.
COMMERCIO
Isa Coumcrclnl de Pernam-
baeo
OOTAg^BS OFFICIAKS DA JUNTA D08 COR
RETOBES
fraga d> Recife, 11 de Fevereiro de 1893.
Cambio s.bre Londres a 90 d/ a 13 1/2 d. por
]/000 do banco.
Na Bolsa offereceram vender:
25 Acetes do B neo da Bolsa do valor realiaa-
do de 40/ aa pa*.
0 presidente.
Candido C. G. Alcoforado.
0 steretario,
Amorim Jnior.
CaaMt
PRAgA DO RKCJFB
Os bsncoa abriram com a taxa de 13 1/4 so
are Londres, snbindo no correr do dia para 13
) e 131/2 haveodo movimento reguiar.
Em papel particular bouveram negocios a 13
1/1.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
s bancos abriram comas taxas de 13 3/8 e
43 1/2 obre Londres.
Cotace* de genero*
Para o gricultor
ASSCAR
Cristalisado......* a 8O0O
Cainas por 15 kilos. 7*800 a 8*000
3ranco dem dem .... 7*400 a 8*500
Scmenos, idemdem. 4*500 4*700
Mascavado dem idem 3*500 a 3*700
eruto idem idem.....3*500 a 3*700
Broto melado......2*600 a 2*7<>0
ae'.ame idem idem .... 2*300 a 2*400
Algodo
Nao coBstou negocio.
E' prcvavel que este prodni'o baixe o preco,
evido a sabida do cambio.
Alcool
?or pipa de 180 litros 270*000.
Agurdente
?or pipa de 480 litroe a 165* >00 nominal.
Coaros
Seccoa salgados na base de 12 kilos a 600 cAl
7enda.
Verdes a 370 ris nominal.
lABtLLA DA8 ENTRADAS Dfc A88COAR B AL-
godXo
Mez de Fevereiro
os pre-
ser os
10^000
108000
lOt'OO
95000
930QC
9.000
a Ihei
i(!.:coo
10,9000
1050^0
105000
95000
9*000
9$ )00
95000
Entradas Assn-car Sacros 36601 4154 5732 16907 9726 73120 Algodo
Estrada de Ferro Central. dem de S. Francisco dem de Limoeiro . Das i a 10 1 a 10 1 a li 1 a 10 i a 10 1 a 8 Saccas 1340 3127 386* 1257 704 4965 15254
O Dr. Manoal dos San'os Moreira, 1"
promotor publico, pode er procurada no
1' indar (sala da freDte) do predio n. 81
ra do Imperador.
Hel
Por pipa de 480tic; 95*000 nom nal.
Borracha
COtt 83 z 52*000 por 15 kilOF.
arnanba
Cote se de 7.-0 '.) a 12*000 por 15 kilos nomi-
ial.
- Bsportae&e
aSCIFB, 10 DS FEVBBIHO C i ti'3
rara o ex'.f.ricr
Nj vapor alenla Valparaizo, para La
boa, carregaram :
M. L'.ma & C, 203 saccas coa 15,172 tilos
de a!, ; ij
P^ra HamUurgo, carregau :
R. Brothers, 60 rceos com 5,403 kilos de cera
de caraabt e 519 cou-os seceos salgados pe-
sando 6,213 kilos.
Na vapor nglez Edicto:, para Liverpool,
carreearam :
J. Fueraemberg & C, 503 saceos com 30,000
kilos de carosos de algodao.
R. Brotners, 125 saceos com 11,250 kilos de
cera de carnauba e 194 saccas com 20.003 klios
de algodo.
No vapor nacional Tagas, para Monte i-
do, narregou :
L. A. da Costa, 4,00) cocos frueta.
No vapor austraco Sieut YstvaD, para
T.ieste. carregaram :
Abe Ste.n & C, 48 couros seceos salgados pe-
cando 570 kilos.
Para Iha de Somo Turq lia, carregou :
Antonio K ragane?, 264 ce uros seceos salgados
pesando 3,168 kilos.
Na escuna portugaeza Feiticeira, para
[iba de S. Miguel, carregou :
F. de Morats, 10 ba.ris com 900 litros de
agurdenle.
Vara o interior
No vapor nacional Jatobi, para Rio de
Janeiro, carregaram :
J. Baltar & C, 350 saceos com 51.C0J kilos de
assucar branco e 227 ditos com 13,620 ditos de
dito masca vado.
J. Loyj, 2,000 saceos com 120,000 kilos de
assucar Dranco e 1 000 ditos com 60,0JO ditos
de dito mis avado.
M Maia A C, 32 saceos com 19,061 kilos de
railho.
Para Pelotas, carregaram:
A. Tabo.da 4 C, 10' saceos com 37,500 ki'03
de assucar branco.
P. A'.ves & C, 2t0 saceos com 15,000 kilos de
assucar Dranco.
I. Baltar & C, 12 latas com 180 litros de oleo
de ricino.
No v por nacional Maranbo, para Rio
de Janeiro, carregaram :
II. Cbaves, 500 saceos com 20,000 kilos de
assucar branco.
L da Coftta, 5,000 cocos frueta.
F. B. de Oliveira, 945 saceos com 56,700
kilos de assucar branco.
Para Paraoagu, carregaram :
E. C. Bellro 4 Irmo, 300 saceos wm 12,000
kilos de assucar branco e 700 ditos com 42, ditos de dito masca vado.
Para Desterro, carregaram :
E. C- Beltrlo Irmlo, 50 saceos com 3,0.0
kilos de asfucar branco.
-- No vapor nacional Goyanna. para Santos,
carregaram :
J. Baltar & C, 50 oarris com 4,500 litros do
*lcool, 210 saceos com 12,600 kilos de milb
Peitoral & Cambara
O respeitavel anci&o Sr JoSo Coelho
de Qieiroz, moridor no Rio Bonito, es-
tado do Rio de Janeiro, ha 30 annos que
soffria dia e coite de umn tosse tilo rebel-
de que nao he clava o menor allivio, e
usaado o Peitoral de Cambar, da S.
Soares, o Boffrimento desspparecea com
pletaa-ente.
Vende-se as pharmacias e drogaras S
25500 o frasco e 245000' a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
UmMl,P6 Laxativa d,Vichy
Peitoral de Cambar
O Sr. Bernardo Jos dos Sautos impor-
tante taaendeiro, no Cerrito, Rio Grsude
do Sul, sobando se ha seis annos soffienio
de urna gravissiiaa tosse com abundantes
escurres de sangue, conseguio curarse
com o Peitoral de Cambar, de S. Soa-
res, que se vende as pharmacias u dro-
garas a 25500 o frasco e 245000 a du
zia.
E'a gente a Companhia de Drogas.
-----------^=ssseo-----------
iixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
tianoel Cardoso Junio?
tpprovado em 2 geral a digna junta de bygiene do
,;; .': ..ro.
te Elixir de eomposico toda vegetal pre
!o segando as regras pharaaceutcao.
pelos autores moderaos e do reto
ieaUBca unto no pu2 cou.-.
o es'rangeiro.
lir c o producto nao so do grande e?
d) das acgc'S pnysiologicas das SQbstancis
stj tamaem patiiologicas,como tambem o re
IsslmuK saa appiicacSes nos div^r.-o;
de tebrea de loado palustre,
i .. ::' i B \ na [rande epldem
!e boxigas < i890 a 1891 mais urna vti de
a si3 eficacia ; pois do principio do
Bimptomaa a besi^a abona, eem .c
M mala adiaiitados a bexiga passa a ser om
ioanca febril vulgar a presentando pequeas lo
oetacSesque coma coatinuaco doEAii
i ,'..;: yem sem todava apreseatar recelos d
0 lanto ttesiados poblicalos no L>iu.io Ai
taco* c Gadta da Tarde provam o |W
;, :-.=0;. de febre smarella o ecUo a
isentando pbenotneno^ tao na?a7il
sos v Q.--..i cidaJe do Recife do Rio '
0 poaco rece o causa a febre amarea
io staodo o doente coai vomito preiu
uloeoaestea ltimos periodos entone
:s ario a spplicac&o em alta dose, dea
latjs a annex
Rete Elixir ja cenbecido do pu^;"o e de ux
le numero de dignos mdicos .. *aenta
lo par.: eombater os diflerentea neomaj^' to
iracter febril.
multo tempo tlvemos occaaiSo de faic
. a uas fi-brea erysipellosaa e com t5c
ob2 resaltado qu<; ueamos admirados de tao al-
es truenos.
Pela pra'.ici chegamofl a ooniteeer ca nos
;:aqaes ae febre crysipelloca ou erysipeila oom<
algi bou ''.'a aecessarii o uso de 10 dia
lo Elixir.
Nos grandes acotniaod03 da serilioras, meas
... >, gravid aos cases de parto coi; fe
. um resultado multo certo esciuro e
iposicj ; nue oio offe
:.. xir >im Liosto :m .':.
aa tabelia nfra.
os ds'Gii;ia;03 mdicos que desej *
Elixir em su;; clnica nao g<
Mjjcitan m casa rescripgo, mas sim fa;c: i
pplieacao era ba'Qioaia comes caaos que dse
larem combatar, certo de que o medicamento i
ie comoosicSo innocente para n oiganismo po
nais rag que s^:a.
iio:S de asar
k'a flaneas at um annoO golas de 2 em I
:r i .: ama oo bar aas ce s^ri ceia .
. 'i .
mo i i .:.: 18 gi .
Da 3 a 10 uono> em diaute, 40 gotas etc.
Estes rtoses devem semprc ser appcadaa ea
Cria.
Dcpoalto*
Gompatbia de Drogas e Productos CtumwUi
ftecie, rea do iarquei de Olinda n. 23.
Pbarmacia, ra Larga do Rosar
> \v.%\ rui BJtrau i ii \ i
300 ditos cocc 18,1)00 litos de assucar Oran:)
30J di os coai 18,000 ditos de dito mascavado.
E. C. Btltrao 4 Irmo, 100 arncas wm....
6 OJO ilos de aasucar branco.
No vapor naciooil S. Francisco, para
Cear, canegaram :
A. 0. S.a.O.i &t C. 20 barris eom 903 litros
de naagre.
J Bailar, 30 barricas com 3 03 kil03 de aesu-
car braaco.
Para N ilaL car.-egaram :
J. Souza, 60 caixas com 1.380 k. las de sabao.
E. U Bellro fc Irmao, 32 uarncis coa 1,320
assucar refinada.
Para Aracaiy, carregaram :
P. Aivej & 0., 4 barricas com i\3 kilo? de
a.-sacar relLio e 1(0 dilaa com ,693 ditos de
dito branco
F. t:drifiu-3 & 0 30 sacc03 com 1,000 kilos
milbo.
Para Maco, earreearam :
E. C Bellro & l.-mo, 3 barricas com 303
silos de mocar branco.
A. D. SimOes & C, 5 cixas e 3 garrafes
com i:0 uros de genebra.
No patacho oactoQal Rival, para Rio
Grande do Sul e Pelotas, carregaracu :
Amorim I mS-js &C, 803 saceos com 60,375
kilos de assucar branco.
No biate nacional Victoria, para Moro-
lo, csTegon :
i. S de Seixas, 25 caixas com 023 kilos de
sabo.
Na barcaca 3orreio de Nitjl, para Nta!
carregaram :
J. de Micedo, 10 bani com 450 litros de vi
nbo de ca u'
C. Frates, 40 baris com 2,580 litraia: vi
uagre.
A. Machado & C, 1 fardo co n 95 ki os de la-
mancos.
Na barcaca Raziaos, para Mamanguape,
carregarem :
A. Macbadi 4 C, 1 fardi com 95 kilo3 de ta-
maocos.
?anSaSa Alfa&tices
BKHAIU DH 13 A 18 DE FSVEREIBO OB j.lUS
AlcooJ (litro 5.0
Algodao em rama (kilo) 673
Arroz com casca iac) ic5
Assucar retinado (kilo J 600
Assucar Dr^rj (ail?) 460
A3sucar mascavado (kilo) ... j3
Bagas de matiionas (o) i00
dorracha de leite de m?..;??.b. (Liic) 1^31x1
Gachaca...... 313
''Ioaro3 seceos espcba-ioa (t:'Io) 590
Gouros soccoj salgadc-a (kilo) 530
3ouro3 verdes (kilc) .... 340
arofios de algodao (kilo) 35
arrap&teira (sementes) (kilo. <0J
.lacio (kilo)....... 403
Jalt' bom (kilo)...... 4x300
Uaf. rostolho (kilo) (xooo
Cale moido (kilo)..... 1400b
arnaba (cera vegetal) (kilo) 400
Cera em velas (tilo). ... C40
Canna (agurdente) (litro) 343
Gal (litro)...... io
rarinna de mandioca (ti;) r 10:
Genebra (litro)...... 450
raxa (sebo e.n rama ou coado) (kilo) 600
Folhas medicioaea do qualquer qua-
lidade (kilo)...... 200
Mel dj tanque (litro) .... uo
Mimo (kilo........ 105
3emente de carnauba (kilo) ... 60
sola (meio)......, 44500
Nacional
1. 33.
Pii.-micu
;. S
Pbarmacia Alfredo Ferreira, ra do Bario d
na a. 14.
Pia:macia Martia3, ra Duque de Caxias o
Pbarmacia Ribeiro praca Miclel Pinheiro 22
Para qualquer informaclo sera encontrado c
uIj: na ra o Rosario Estreita n. 17.
Os nosios frascos sao quadrados e cont go-
.as. N'um lado teem grvaloElixir ante febril
i no outroManoel Cardoso -Pernambuco, e to
Jos os prospectos sao assignados por Manoel
lardoso Joaior, sendo falsos os que nao forex
jzsignaij,
N. 159
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Re.-ife, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada sade.
Faltara com um dos maiores deveres se nao
iesse por meio desta carta agradecer lbe o be-
aelicio que acaba de lser me iiv.-ando d
garras da raorie o meu albo Florismundo, de 12
aono3 de idae, o qual acaado s*. prostr do no
eiio da cama, com urna grande febre que d't-lie
nao se separava lia mais de quatro das, j lendo
esgotado o que poda lazer em remedios, lude
me era bldalo, aguardando nicamente a hora
prxima da morte; cnto ltmbrei me do tee
cc".ct.-iluado anti febril, que lesa salvado innu
meras pessoas, e mmedlaUmenie ine escrevl
padiodo q'je as maudasse urna dse, a qua!
veio, e trutei de ipplicar conforme marca o 1
.eceiiuarie. Na segunda d?e elle ja nao vi-
riava, na quarla a feb'" ja diminuir, e a t:
coai que elle se a.bavj, quasi rxa, apresent...
fe cog) indo par.i ama clara. Na 1
desappareceu, ap:esentando-e oesse mesmo dia
j 8 qo a; ; lab la- ; I ladJ o imao ;..
QOTamente buscar e coatianei a applicar-lue, e
boje acba-ab cu ti bo restabelecido, devido
anicamente ao seu Vneflco elixir.
Peco lbe que aceite ie mim e dos mi bos
os meus sinr.eros prolesioa ue estima e co:..-
aeo, pelo beneficio que acaba de fazu* me coto
i en elxir, salvando o dito meu lilho
No aula sou
De Vnoc. amigo a criado.
Jcaquim Juvenci de Aliueida.
Collegio de Santa Lucia
Ai anlas deste esi.-bolejimeoio de in
stiuceSo, p*ra o sexo femenino, acha se
iunciionando a raa dj Livr-.mento a. 22.
Kjcebe-33 alumnss interoas, ssmi intrr-
vas e xternas.
A directora,
Auna do Reg Brrelo de Ahneida.
Instituto ernam mcano
DiRBCTOB
Bach re Virginio Marques C. Leo
63 -Ra du Hospicio G3
TELEPHONE 570
As aulas deste estabelecimento i-'e ini^ucjio
primaria e scuatiaria reabrir-se baa 00 dia 7
do corrao'.e.
R-cife, i de Janeiro de 189J.
A TSICA circunclusa
Nao so se curar radicalmente medanle
o uso de Peitoral de Anacahuita lodosos
casos ordinarios de tosse crnica, broachi-
tes, calarrhos, ashma, ele. mas sim la ni
bem mesmo quando a molestia baja aliv-
iado seria meu lo os orgaos da respiraco,
seus progressos podem se alalhar peio es-
paco de anuos iuleiros, e a applicuco do
remedio proporcinala um alivio instan
lauco e indefinito.
Nao ha necessidade de abrigar ou ler o
menor receto relativamente aos seusclTei-
tos, mesmo duraule os periodos mais a-
vancados de debilitado.
Na sua elaborada eomposico nao cn-
tra opio, ncm acido prussico, nem a.sli-
monio, nem oeuhuma oulra droga nau-
seabunda, e sim tao smente composlo
e preparado Ja extraern dos suecos d'u-
ma arvoru balsmica do .Mxico, a qual
pussue aspropriedades asmis admiraveis
e curativas, e as suas curjs sao realmau
le maravilhos as.
COMO GARANT 1 contra as falsiica-
coes observe-se bdui qu8 os nomes de
Slearina ero velas (kilo; .... l'OOO
liitaio.ua (kilo)...... 10
Tabuas de amareiic em prancboes
(dutia)........ 15 i
inellaBGattt
la eeral
Oa dia 1 a 10
[dem de 11
Renda do Et%do
Co dia 1 a 10
(dato de 11
-
pcl>:
FfiAEE!R> O 1893
Ajfattttfo
tOJ 2U285
38:35U37i
130.093/503
19:63 5 65 J
5il:35i'539
149.7133
691:3(34812
eganda secco da Alfundegade Pernambuco,
11 de Fevereiro de 1S93.
O cliefe daseccSo,
Manoel Antoniuo de G. Aranba.
O ti'.e30ureiro.
Plorencio Dominu ;. da Silva.
RECEBEDO (IA DO
Do da 1 a 10
Idee^. dn 11
ESTADO
28:01035&
1:310/366
Do du-- 1 a 10
Id.;, Je 11
UECLFE DRA1HAGE
9.320;72i
13C2S!1G0
9*8,51169
13 950*289
Jiovlmeato o Porto
Navios entreds no dia 11
Santos e escal>i10 das, VapDr aliemo Valpa-
raso de li'ij loop'adas.cotnmaodanteH Han-
sen. equinagetn 35, carga varios geaeros, a
Bor&telmann & C.
Havre e escala21 das, vapor francs Villa de
Buenos Aves de 1231 toneladas, coaiuian-
dante A. Tnoaiaz, eqnipaEem 31, carga varios
eeoeros, a Augaite Labile.
Ncw-Gastie84 as, barca noraegaense Erna
de 484 o:e!adas, capitj G. Aa-tersen, equipa
gem 11, carga earvao le p?ara, a Wilsoa Sons
Minaos e eacala il das, vapor nacional Mar-
hc*del999 toneladas, eoromao-ante Gal-
inerme de ''astro, equipayetn 61), carga vano3
gneros, a Pe/eira Carneiro & G.
Navios .sahidos no mesmo dia
Marselle e escalaVapor iigle Ebcc, com
mandante J.mes A. ilurray, carga varios ge
eros.
ParabybaVapor ingbz EJitor, commandiate
J. K. Tbomson, carga varias gneros.
BarbadosBarca io^leza Livinia, capito Ja-
mes Miiichell, em lastro.
Mercado Municipal de S. loa
0 1aj7.1ns.nto deste mercado no da 10 tit
Fevereiro foi o seguinlc : Entraran
38 DOis pesando 4.6 j l iloft.
724 kUos de peiio a 20 ris 14/430
6 dita3 com camurO- a 100 ti. tOO
17 eompart. com marisco a 103 ra. 1*700
43 logares a 200 rs. 8*600
7 sainos a 200 rs. 1*100
2 ditas com feijo a 200 rs. *400
33 cargas de farinba a SCO rs. 6*600
Lanman e Kemp venhatn estampados
em deliras transparentes uo papel do li-
vrinho que serve de in vellorio a cada
garrafa.
Acha-se do vonda em todas as boticas
e drogaras.
Peitoral i El
O respeitavel anci2o Sr. Ignacio Tei-
zeira Machado, criador no Poto Novo,
Rio Grande do Su!, saffria ha 17 annos
de aethma, com accessos terrive3 em to-
d(.3 os qcartcs de la, e sem nunca obter
melhoras com muitos tratamentos que
usou curou-83 radica n-ente com o Peito-
isl de Cambar, de S. Soares, que ae
vende as ph.-.rmacias e drogaras a...,
2*500 o frase) e 2450'0 a duzia.
hj' agenta a Companhia de Drogas.
EDITAES
uc
Edital n. 11
las|"."^"o de escolas
daS.
Santo
Ajs Srs. protesv.ires das tra^uezia
Fre Pidro >.:e ilvea do Recifo
Antonio, S. Jos, e B Vista.
O Dr. inspector geral da astrocclo pu-
blica, manda declarar a todos os Srs. pro-
fesores publio-ia das freguezi.is de S. Fr.
P--dro 9os5 Ivs do 'ieeifa, Sioto Anto-
nio, S Jos o Boa Vista, que em cutn-
prim nto ao disposto no "art. 2' ~. II, do
R:gulameato di 18 da Janeiro di I83i,
comaictteu ao Conceiho L iterarlo o ea-
o :;3 de iuspe^cioaar a? escolas pablica|
das indica-isa fwgueaiw, puo modo oj-i
gniote :
Frcgueaia u; 3. Fre Pedro Gloagalvea
da Rcife, soba ioapooySo da 1* BoecSo,
cumposta d.s Dre. Eseqaiel Wennei de
Si. L'iij da Costa Fcrror^. Porto Carre
ro e profeeeor Fra.ei cj Carlos da Sil'S
Fragoso.
Freguua de Santo Aiton-o, 2-1 ssc;". >.
c >mpost djfl Dr.'. Manoel Barbosa de
Ara.; Joaqam Aatoaio Je Castro Lia-
reiro e prafeaaor Soba liZo BraodS).
Frogaesia de o Jobo, :.a scelo, coca-
posta doa Drs Jo&o Bip'ista Regaeira
Coeta, C.cjro Od.n Peregrino da Silva e
J lo Feliciano da M-itta Albaqaerqte.
Fregosaa d- Bja-Vist, 4a sscqIo
composta d D.-. Aatonio Ja3tico d.- Sea
no pr.;fesivres Cyrlllo \ugusto da Sil^a
Saat'ago e S;:si,I. Brando.
Tal trabalho sari deaecip abado por
cada ama daa diversta acc^aa o conco
!h'>, ooorj r on por cda mimbro in
d'vidua!me^*.:,1 como ruelhor ajeordarea
entra ai e lb.es aconselharam o zil) e de-
d oacjto ao eervieo do lisiado.
Secretaria da astrocclo Pj'oiica d'
Estado do Pern.^buco, 11 da Fevereiro
te 1893.
O secretario,
Pargritmo Sara'.va de Araujo Ga'uZ. ,
00
nha ; o teresiro andar em turi.o igual ao
segando, mediado de frente tres metros
oitenta o cinco centmetros, e de fundo
dez .cetros trinta e cinco centmetros,
editeagao antiga, e como se ache em
completo estado de ruina, tanto que se
acha inhabitado, foi avahado em Ola cont
e duzentos mil reis.
Pertence a Jos da Sil?a L iyo & Fi-
Ihoj e vai a praa por execuyao que Ihea
move a Fazenda desta Estado.
para quo conste prsaou-.'o edital que
ser amsado e publicado, aa forma do
eosturne.
Dado e passa lo nosta cidudo do Rioifa,
da Pernambaco, ao3 G da Fevereiro de
1893.
Eu, Jos da C-st- R>o Lim^, esers-
vao sulacre 7.
wos JuliSo R P. de Souza.
Edilal n, 10
Marca o praao de 33 dias ao professor Jo-
vino Rodolpho de Oliveira.
De orem de Sr. iaapeetor garal lago
const. r ao professor Juvino Rodolpho de
Oiiv ira, caja oadeira foi traniferida sem
seu prejuiso, da vii'a de Correntes para a
da G-amelIeira, ana he fiea mrcalo o
praao de 50 di;.s, para traoa a
u iva sede de su eadora o i Boamir o
ezercieio do sau cargo.
Secretaria da IagtraccSo Publica de
Peroambnco, do Ferereiio de Sd3.
O secretario,
Dr. Perje-.lino ?araiua de Ar upo Qa/vao
1 KC
Po" urden flamesa regedora : irmanda-
1j de N. S Saoi'Anaa da dre de D u sao
eonvldadoa :.odj= o- aossos raiSjs pira no da
13 i coi i te reuni.- no nono on3lorio.
2tura3 da tarde, para i corpo-adoi :r."a:s
a'ompjobar a orocisEio da cnia na cidaJe de
01 a qoe para est : -.o fomos convida los.
a-i.- uai trern e^peciil es 3 /i iora-.
Ilu da 3deia a. o '..
u ihefoorcira,
C impoa Jun' ir.
De orden o [Um S Dr. inspector
do Thesooro e 3 a virtade da aatorisaola
de S. Ekc o Sr givernador da Estado,
fayo pub'ic; que ajinta de fazenda co
mesaio Tncsouro recebe at c dia 28 de
Fevereii'o oroximo vindoaro, propostas
por oartea techadas, para o foraeoimeato
d? nedicamentoa e utencilios p ra a Casa
rio Dala cao de;e Estado no cjrrenta
ezercioio ; Bervicdo da base
o abate de
sobre
R g dirt
di
Joj J.i-o
Soas, jiia d; diraito
Eita-i> ?.- arabjjj
Fas Sibi p;;-: pr -: .-.
ias i .y- si hids arran!
quam mais dar ata pr^ya
juizj dapo;3 da auieaca
dia visite e un do co.'raat3
P.ito
Paseada
de
do
que riado3 os
er par vead \ e
publica deojte
reipecti^a no
mez o .obra-
do da tros andares ra do Amorim, fre-
oesia do Raaife n oincoant e quatro, o
qaal tam no p*v manto terreo duas por
tas e u-iii aaelia da frente, pequano
quintil mirado, em eazlo ; o primiiro
andar cjm daas portas da raase, viran-
da da tarro cor.- .1*. duas salas, pequeo
esp3> qua serve da coainha a um sucva>
osegundo andar^om daes j&ncllas de fren
te, duas sa!.s, uai quarto e um paqueuo
espado tambem interno que serve de cosi-
2 cargas de mho sec?o s 800 rs. 400
cassuas com galllabas a 3U i m. h
i ditas com frucias diversa a300rs. 00
1 ditas de Itrsr.js a 300 rs 4300
2 ditas com muco tarde a 300 rs. 600
2 dita de macacbeira a 300 rs. 60
ditas de bacaua a 300 rs. f
7 ditas com louca a 300 rs. 2*103
4 ditos com verduras a 300 t. 13/800
1 dita de batata a 300 rs. 300
& dias de wplaocia a 300 rs. 1*200
0 ditos eom taaba a 410 24*0 0
6 cargan coa -!;,-_ 500 : 30J0
32 columnas a 600 rs. 19*200
7 compartimentos com fressnras
a 60> r. 420C
48 cilios Com '- adas ele. & 600 ra. 28*80;
29 ditos de 1700 rs. 20*300
II dos d6 BBineiro a '.* 1U00C
8 ditos a 7 0 rs. SI60C
43 talbos a 20C0 86*0OC
Rendin^ento do dia 1 a 9
2o60;0
2 28740j
-.043*480
P eco; do dia:
Gara verde de 480 a 723 reta 0 fcile.
Suino de 723 a 1* ris idem.
Carnetre de 900 a ris idem.
Farinnalfi 400 a 480 ris idem
Htlhode 500 -x S" ris idem
l?aa5o de \l B U400 idem
Vspoira* aura- .
Mez da Fevereiro
or '........ Una.............. 12
Sul.......... Szenllstron........ 12
Sul.......... Tramandihy....... 12
Europa...... Tagas............. l
Norte....... Maranh'tO.......... 12
Sul.......... Rosario............ 13.
Sul.......... Jacuhype........... 3
Sul.......... Trent............. 14
Su!___...... Manos........... 16
Sul.......... Cantillo........... 16
Sul.......... Planeta........... 18
Norte........ S. Salvador........ 18
Sul.......... Sorata............ i 8
Europa....... Medoc ........... 21
huropa....... Clyde............. 22
al.......... Olinda........... 23
Norte........ Alagos............ 2o
6 c.', dada na arrematecao ai.feril-
os pregas d) resp3ctivo formulario, exis-
teata neati repartilo.
As propootas p'jdi-So ser procedentes
des:i Estado ou dos Estados viiinbos da
Pa-uhyb ., Aiagoas e Pa'ii para onde se
mindam affi.iar editaa3, evendo os S.f.
propoaentes habilitsr-se pravifm a carta de abono do pesaoa idnea, que ga-
r-uU a BseeocSo do contrajo.
Abertas as propostsB no ultimo dia do
prazo cima determinado, far preferida a
qu'i maior vo.'.r.gerjs cffaracar.
Secretaria do Ta33ouro di Estado de
P.-rcamb-oo, 3t de Janeiro ds 1893.
Servindo de secretario,
3oaqu:>n Lucii o de Sioueira Vartjao.
Blsckburn Neodham & C, a?cent:s de
Lfoyaa Londres, toado rnstracgSea pa-a
venier a galera iogleza rew.~. of Aus-
tria, com saus mastro3, verges^uteadilios
e partenc s, tal qual s echa ensilhada aa
praii da Marag>gy (Estado de Abgoas)
i^ualmenta os salvados qaa estSo deposi-
tados na Alfanleg.i deste oslado, con.i-
dam o& preteedeates para csaminaram o
dito navio seu3 pertances e salvados am
do appi'33entarem propostas para compra
que serSo recebidas em seu es-riptorio o.
13 ra do Coaim-reio andar, al o dia
25 do corrente.
Outrosim quaesquer informagSas rela-
tivamente a este assumpto serSo promp'.a-
mente satisfeitas no mesmo escr'pt irio.
Recife, 10 de Feverairo de 1893.
B.'ackSurn Needhaa & C.
Sul.
Sul........
Seguranza........ 25
Thames.
26
Mez de Foveiero
Europa...... Valparaso......... 12 aa
Sul......... Tagus............. 13 a
Sul.........Ha anhdo........ 13 aa
Sul......... V. de Buenos-Aye.. 13 as
Europa...... Rosario........... 13 as
Norte........ S. Francisco....... 14 as
Europa..... Trent............. 14 as
iil......... Una........... 13 s
Norte......Afanoi........... 17 as
Europa ... Sorata,............ 18 as
Sul......... S. Salvado)........ 19 as
Sal......... Camilo........... 19 as
Norte....... Planeta........... 20 as
Sul......... Uedoc............ 21 as
Sul......... CiyaV............. 22 as
Norte........ Olinda............ 24 as
Norte....... Seguranza......... 23 as
Sul......... Alagos........... 26 as
Europa...... Thames............ 26 a
9 il. 1
1 h !
8 h. |
S h
2 h. 1
5 i
12 b
4 a.
S t:.
2 t.
5 b.
4 i
4 c.
2 b.
12 b.
oh.
4 b
5 h
1 b.
COMPANHIA TKIL1I 'S URBANOS DO
RECIFE A OLINDA E BEBERIBE
Proclsuo de Clnzaw
Ni quarta-feira prxima sero.e meio dia em
dianieeai horas da tabella, expelidos trens
exiMordina.-ios para aqoellas pe.soas que qui-
zerem ajsi'ir a procissao de Gimas em Olinda.
Eaeripiorio do gereute, 11 de Fevereiro de
1893.
O gecnte,
A. Pereira Siuo:a.
Jmzo dos Feitos da
Faze.idadj Est ido
Ko dia 21 do c>rreote i 11 ho.-ae da
q;: l us salla das audiencius, peralte o
Dr. Jais silj3tituto dos Feitos da Fusea
'da, vai a pra^a para ser fsrrr-matada por
qu'jm maior lanea offareser raetada da
olaria n. 50 da ra do Coronal Lam: nha,
freguezia da Boa Vista, a quai tem apa-
as urna porta larga de frente, e est as-
santada sobre pilares, tem um sotSo em
extremidad? do lado da frente, eom pa-
anenasjaaellaa, mediad; da frent? 64
metros e sateeta esntimet'Oi e da fundo
13 metros e 40 centmetros, vaads
pela quantia d? 40OJC00, dita m=;ad3 da
olaria.
Reeife, 10 da Fsvereiro do 18)3
O 2* solicitsdor da Fazenda,
Tranquilino dos Santos C Branjo.
Sociedadei
(loio BeaciceateJosVacliinistas
SSo coo^i lados todos oa associados da Gsti-
tu'co atiuia denomn:.da, pira sessiodett-
"rabi! pora! na p-oxlma qainia feira 16 no
andante, para tratar orlantes assumtos.
Recife, 10 deFavert>iro ue lb9J.
O secretaiio,
Jorga Passarinho.
C C. B, R.
De ordem do ptesidente des'-e co'1, caavido
ao peblico e as o:iedades carnavalescas para
iMtarem a sede deste club sua des Soarara-
pea q, 51.
Secraaria do club crnava!es;o Pealas do
Recife, em 11 de Fevereiro de 1893.
O I* secretario,
S. O. A. Bu^bCef.
.
WTi
... *.-i
.i .i
-......
mam
MUTUAW l
'


r
v
Diario tte Pernambaco Domingo 12 le Fevereiro de 1893
i
HAMBUR&Q
EMPRESARIOS
&
i) pOpl!....'
tabelecimeata fabril
.%*
S2
franqu-
VALI .~: AS Das fest i coi tea de
s diversas eeoc.O"ea .o respeitav
a recreativo, ainda est3 anno
durante as folias C \RNANA-
Domingo 12
Segundis
do c
oa mais esplendiera
Bailes,
Bail
i
g>

i oasa e il mauna
da mu i .
S.
Bailes
aiorn
^JkTGTSTXISrO
ab ;
servio folladas e I, oche i peles precos da
as Es .;.". lias que s dignaren vis'ar o es-
NICA KNTH4DA 8 ;AHID
Rur<
da
Fl
si na n.
20
i boa rdem lo ssrvico era gei rtas noies de ( a raga-se ao
.. ir imniedit.-.mente <>; regados que servi-
.. a pr pria commodidade dos seohorea visitantes.
loa os las oridadea olieiaea e municipaes.
ENTRADA GERAL *$tt00
a m ii a ita
_ i ,'j beb tas a Unihs dorante este ''\RNA7AL
i re ivo i:. .tpr.-.arios qie promptaamnta atteade-.So a toda a
risitaata indo pira Cal &m jioootr ios na porta
Instituto Bemjamia Consfo.nl,
19 de Janeiro de 1893
Pela societaria deate Iaetituto e &* or-
Jem do Dr. Reitor, se declara a qaem
interesan1 possa, de confcrmiada com o
disposto nes artigos 9 a i3 do regu la-
ment de 16 do sorrente rasz, que as ma-
triculas p-.ra os divorsoa curaos eatSo
aberas desdo o di i 3 do corrate mes
at 15 a Fevereiro prximo.
A matricida no primsiro de quaq.er
dos curdio normal, comaiercial e de pr-
ticantes de obraB publicas, l p ideri ser
feita mediante peticSo so Dr. Beitor do
IciBt tato o instruida com es seguate* do-
cumentos ;
l.sCortidSo de epprovueSo no exame
de admisaao de que ratam os ;-.rt'goa 8 do
decreto rlesta data e 71 do j citado Ke-
gulamento.
2 Oortidao do idade maior do 18 an
nos para os matric.ilandos do sexo ni-scu-
lieo e 16 pjra 03 do sexo femeno.
3Poma corrida para es alumu-s de
jxo m: calino e attest'.do de moralidad->
para ara .s os sexos, paseado por autori-
dada p. Iiiial ou administrativa do distrio-
to etn c ir o p ieionario.
4.-'atteattido medio) da qao alo 8)'
ira mol-Mita oontagioca, era defeito pny-
sieo que impossibuite de exercer o ma-
gisterio, sendo c,u esta segur; la xi
ca ruft!c-sc nicamente aoe matriculados
o oarso normal.
A matricula, pore.ii, do 2., 3.- e 4..
annes s^-r requerida ao vioe-Reitor do
respectivo ears), in trada a petijao co.^
ob c?rtiri a ;>r va materias
b pi -- -' mhecimeu-
t: da t..xa.
A matrieala do curso preparatorio s:r
leita mediante petioao ao Dr. Beitor c
inatraida sjmente coa certido de idade
mai tar pag-k na repartioSo CTtcpetecto a
q:e n e termes do artigo 13 do j citado
Rsgoiameato ser igual a qua p;>gsai oj
alumcos do curso annexo a F*euldade de
rireito, nardada porm, a crd^m lgica
das materias da qaa tr*ta o rae3mo re-
glame t .
O S3Cr-.-tr.rio,
CJs'i Tertoliaao Fernatdea Qu^ntea.
Companhia Fabrica
de Estopa
Os accionistas eSo coa
viciados a fazerejji ft o
da 15 de Fevereiro, a ul-
rirna entrada de 10 so-
lo
ore o capita!,
por aegao no
Pernambuco,
cautelas prompf.as pata
fim, no dia 90 do
reate.
Recite, 14 de
de 1893.
Thomaz C. Griith
ou 2()|000
Banco de
ticaiido
este
cor-
neii'o
Dr
ecor secretario.
Companhia
DE
Fiao e Tci los dePernaiUoco
I' ga-te de t io crtenle em dia ate o i! i vi
o do Bpgca4a semestre do aono finJo,
i de ii.~7. por cen'o ao anno, ou cin-'o icil
or acc&o, no escno'o-io da conpann:a,
roa do Ron Jesjs n. 4, prlmeiro andar.
ttecife, 20 d Janeiro de 1893.
O dircolor ccr'.rrio.
Jop j So '
iem. ii s .
par.'. . N 5
i '
I
OS EMPBEZARI03,
Braga $ fernandes.
DERBY CLUB
Y

a
M NS'J
realizar-se
i' Oh
PHAO
em SO d
e
Feverei vo de 181) J
MEO -CONSOLAgAO SOT metros.
elassifioae3o oo:;
4010 '.) a >
Aaimaea de Pernambuc que
prad >s do Racife PRi:.UOS :
indo e 2vrJ0OO ao ter-
355 motros. Aimaes pungs ,e
primeiro, 5'JOOO ao aegunio e
S

8
EO -PiADOP IRSASIBaOANO-J
pellodos. premios: 50^000 ac
25f000 ao teroeiro
aF %BOEXPERIENCIA1.200 metros Anirop.es de Peraambuo que
. t .!; jaib em distancia superior a 800 motros em 1832.
e r m tido victoria co prado Pernambucano. PREMIOS : 250^
ao primeiro, 5 JOOO o segundo t 25500O ao terceiro.
iaBOHIPPODBOliJ 00 CAMPO GRANDE 800 metros. Ani-
maes de Pernambaco que nao tenbam g.%nho e:n maior distancia
de tros nos prado do R-c't.-. prkmios : 200.5000 ao pri-
meiro, i i segundo e 20' 0 ) ao terceiro.
i' 'E9 -BBAZL1.800 metros. Aoimaes de Pernambuco. PPBMtOa :
a l: .,;, iro, 25000D ao sguado o 1003 "'00 ai tercairo.
,* ; \.?iO -Aj-L'-IACAO -950 metros.Animaos de Pernambaco qu-i nao
tenbam ganbo <.m distancia anperior a 1.050 metros nci prados do
Beoife. prkmos : 2j0^003 ao primeiro, 40^000 ao segnado e
1000 ao teroer .
EO VELOCIOADE 800 metros. S.oima'8 de Pernambaco qi
sdj Beeii em 1892 e93. prsmios: 200:;
aedo e 20^000 ao terceiro.
etCO OONULUSaO 00 metros. A- da Percaasbaco que na
i di icia ,'erby e Prado, PREMIOS :
| Oa : 401000 ao 20J00O ao terceiro.
OBSERVACOES
Curs
4nnexo a PacriMh de
Direlto i) Bece
Ptla secretaria do Curso Annexo M
taz. pabl d ordei: do Sr Dr. director
iDteriau cae matricula para as divei-
s^.3 so.Ua ; paratorias do misma curso
e tara i bei..... oantar c 15 de Pevereior
io referido ms, devendo ter
1 de
o d'spost
Baoco Popular
Teroeiro dividendo
3 Srs. accionistas s3o convidados a
vir recebir o tarceiro dividendo, relativo
ao sem.stro de Julio a Dez;rcbro flndo
na raiSo di quatro por cento sobre o va
lor realisado das respectivas ai(\'s.
iecife, 17 de Janeiro de 1893.
Albino Narciso Maia,
D:re.;tor secretario.
Banco Popular
Assainbi geral ordinaria
D ooaformi :^'Je co a a artigo 2j doa a
os, sao C3!iv.daju3 oa s^aboret accionistas a
reaoirem ae em aaaembla geral ot loara, no
palacete da A-sonacSo Commercial Benefi
os segn ia leira 20 >-. Fevere ro prximo, ao
m'io dia, aai de examioarem e deliberaren]
sobre as cor.tas aa adm n^'.r.igai, par
e relatoric, proceden io se en: i>e al la a el
a.> dos meijb-os d:- coacetbo li-::ul e uo; rup"
penles.
Recife, 3i de Jmefro de 1893.
Al.';'; o H ciso Uaia,
Director Btcretorlo.
lug ir a ..bertura as

eos
i
; t.
a snin aea
: Py
. ; j [o i 'ente na
secretara o
5o do c;iigo de
s nao prd.iao 88
A.tlan< e P: i i. Brasil
itieu e
Trii

rever
o
,-e no ITxjerii:
aal: a no
Marga de conformidade com
oo art de Janeiro de 1891.
Os pretndanles doverao apresentar
su.-.8 p-'ic5es na Secret-.ria da faculdade.
podeado ser requerida a matricula por
series ou por aulas avu'.sas (arts. 450 e
467 d > decreto citado) s^cdo porm ne-
ces8iio que os candidatos matricula da
primc'r serie :
1 teah&m pelo menos 12 annes de
2 cxLibam certificados de estudos
primarios do i.- grao, ou obtenbam no
propri curso approvajao em todas as
materias dsquolles eptudos,
3. trovera ter sido vaccinados.
A peticio para a matricula deve de-
clarar o nome, fiiiayaOj naturalidate e
ida e de alumno e ser acompanhado da
eonbeairaento que p:-.)ve ha ver p?.go na
AJfandega desta oidado a taza annual
t ama aula. 6*000
Paudaaa. 950C0
Para tres ou mais. 12^000
O curso de estudos ooasta das segua-
les m-'.erias .
Portugaez
Lr.tim.
Fn.ncez.
Ingles.
Mdthematija elementar.
Physica e chimica geral.
Ge graphia.
H itoria Natural.
Historia Universa!.
Historia do Brasil.
II duas caleiras de
mentar :
O alumno mr.tr;culado
Juizo
da Fa-
Batbemp.tica e!i-
no curso tem
preferencia na admissao dos exames, nao
rica (bridado a exhibir o c irriculun vita
regalam ^nto e
de que trata o art. 460 do
fica ssento do pr.gamento da taxa de
5f5O0O pel.s inscripsao p^ra cada prepa-
ratorio, pagamento a que sao olrigados
os alumnos eatranhes, nos te:mos do art.
461 ,.o citado decreto de 2 de Janei.'o
de 1891.
Secretoria do Curso Ancexo F-.cul-
dede de Direito do Recife, 3 de Feve-
reiro de 1893.
O secretario,
>2o Telesph ro a Silva Fr -

sil nao c ti tari icb i ia.
rhvClub 9 do Fevereiro de 1S'3.
O SEOBETABIO,
Reqo Medeiros.
C


ra d

ICo
27 do t
i

com oa
7 \ ''
i 19
O dired a
Jos- Joo de Amorim
Companhia Exportado-
ra e alcool e agur-
denle.
Q chamada
rJ.;- com-
. convidad s < a so io-
t:..da do
2?,o do 5 \. a 5
it4de iar^
! la tarde.

s
Vig
ecc
Ca .
tracBl
meso
Be
I 5 (
:'
. de 1802, re'a-
ista da'
r, de :c,u. l effi i s eo
ido.
I 3e Feverei o te 183.
Antonio C. doaS ntor.
SecvotaJo.
Rita .:. 57.
4 de F -rci.-cj de 1893
Fts a da Costa Maia,
nte.
Jr M. S. on-
ceicao dos ftli ires
i la om
8C-P "
o .1 j e i > I 0. 81, :l
o r- -o
Cjavi'.orio, ti Jo t >relro I
L deMoraea,
Scrct^rio.
Clab I Icr, aeio Bede
Previne- e aos Srs. s ci
que terca-feira 14 do cr-
rante lera lugar o sarn fa-
miliar do corren te mez e pe-
de- se o com p re :imen t > de
todos os socos cos sua ex-
cellentiFsimos familias
lecife, il de Feverei o
delS93.
Francisco de Souza
Reis.
Secretario.
dos Feitca
ze da
Iserivi Torres Baadelra
Depois dr. audiencia no dia 17 do an-
daute, ?ao a praa p.r vecd > as aegnin-
tes casas, perforadas por exec.'yo da Pa-
seada do Estado.
Bscife
Sobrado a ra do Tuyuty n. 15, cam 13
metros di fundo, 6 metros e 10 ceutime
tres de largura, 3 portas do frente, arrui-
. ado, avallado era 508, e perteooente a
Luis Aoto,.io de J u6.
Santo Antonio
Casa a ua de Pedro Afjnsj n. 7_ com
2 portas da frente, em caixae, e pequeo
aotao, 4 metros do frente, 10 ineroj e 20
centmetros de fund av.-.iiada en 1:500..;,
pertencente a Algonez Cabra) & C.
S. J;s
Casa porta o j.-nelia, 2 salai, 2 quartos, quictal
pequeo o 1 telbeiro que serve de coainha,
4 metros e 22 centimetroj di fre te, 12
Tietros e 10 ceatimotros de tundo, avalla-
da por fc'0f( perte..cente a Rita AccieH
do Reg.
Cpsa a ra Imperial n. 260, com porta
o janella, 2 saLs, 2 qiartos, cosi-'.ba fra,
quintal e.a aberto, 4 metros e 80 centme-
tros de largura, 10 metros o 40 centime-
tr.'S de fundo, av. liadp. em 850S, psrten-
cante a J s Grnrgio de Azevedo.
Boa-Vista
Parte que possae Jos Caraeiro da Cu-
nna, no preiio a r a do Coronel Lameuba
n. 50, com porta de frente, em oaxSo, so-
bre pilares, 64 metros e 70 centimefroa de
frente, 13 metros e 41 centmetros do fun-
do, avahada dita p'rte em 300$.
Casa a ra do Coronel Lsm'inha n. 50,
com urna porta args da frente, servindo
da olaria, 12 metros de frente, e 30 ra-
tros de fundo, avaadi em [1:8005, p r-
tencentc a Jos Tavares d Silva.
Oiaria a ra a Glorian. 137, a qual
tem um i boa cssa de vivenda, com 28
metros de frente e '23 de fundo, avalla-
da em ?:000|5' pertencente a Blanoel dos
San os Bi-rrca.
Grraea
C:saa est.'. ce B-j'.m n. 9, coc 3
2
c
gal (tes om sotS cok 2
j c II sioha '' i ; jquen
sitio com i fervores fructferas,
:ga de largara 7 metros c 30
centmetros, e da fundo 16 metros e 6 oen
tros, avallada em 2:00">i5; pertencente
Dr. onio Vicente do Nasoimento
Feit03a.
Cara ;. traversa Feitoas o. 9, com 2 p-
cclla8 e um>. p rta de r> >, 2 Balas, 2
qoartos, em terre .
proprio, qaiotal em abei 7 metros e 30
ceatirr-': ros de i ote itros e 1C cer.
na, quintal em aberto, 4 metros e 25
centmetros de frente e 12 metros e 10
centmetros de fundo avallada em 1805
pertencente a Mara Fraacisea da Con-
ceijao.
Casa a na da Matriz n. ^, coa urna
porta e 2 janellae de frente, 1 porta no
citao, 2 salas, 4 quartos, cosinba arrui-
nada, telbeiro e quintal pequeo, 9 me-
tros c 20 centmetros frente e 6 metros e
90 centmetros de fundo, arruinada, por
2255000 j feito o abatimento da le,
pertencente aos heroeiro3 de JoSo Ijua-
co do Reg.
Ci.3a a rui da Poeira n. 6, com por''n
e jacella de frento, 3 janellas no oit?o do
lado do sul, 2 salas, 2 qaartoa, cosinha
fo'ra, quintal murado, aotao interno, 4
metros o 70 centimetr jb ds frente, 9 me-
tros de fundo, avaliada em 4005000 per-
temen'.e ao padre Frauciaco Luis do Car-
valbo.
Casa R estrada di Podra Mola n. 9,
com porta o jnella de fronte, 2 silas, 1
qaarto, cosinha fora, qur.tal om aberto,
em terreno proprio, 4 metros de trente e
12 metros e o centmetros de fundo ava-
liada em 2'05000 pertencente a Bernab
Lins Caldas.
Rjcife, 1 de Faveraro de 1:93.
O solicitador,
Phomeno G. Corroa de Araujo
Curso Annexo Fa-
culdade de irefto
do Recito
De ordem do Sr. Dr. director interino,
faco pubhco que de.vendo ter lugar na
scgt:nda quiazena do corrate mez os
exames de tufficiencia e os fiaes par?, es
estadantes que por motivo de molestia
provadaj.Ho tanham podido comparecer
s provas do fim do anno preceder,te, nos
termos do ur.ico <'o art. 451 do decreto
232 II de 2 .: J....oro de 1891, aerao
admtiidos a caaes exames todos aquelles
que, inserptes em Novombro fiado, dei-
xaram do comparecer p;-r aquelle mo-
tivo.
A contar desta data at o dia 11 do
corrate aerSo recibidas na secretara da
Facldad-j ts p ^o::-'ttevidamenti docu-
mcn-adtiS ero -sttsstado raedico, dea que
i se acharc-m ueaif a condi\5e3.
Secretara do (Jurso Annexo Facul-
dade do Dreito do Recife, 4 do Feverei
rodo 1893
O secretario,
J. T.-lesphoro da Silva FrsgCBO.
Companhia exp!oradoura de
productos cal ci reos
Oa 5-.-nhj.-f3 accioaistaa sao convidados a rea-
isar-'m i s< sta entrada da capilal social na ra
za, de 100/fl i u 20*000 por aegao. no escripU
ii da compa (lia, sita no cae.* do Apollo n- 73.
dentro do praso de 30 das.contados Jesia dati.
Recife, 30 de Janeiro de 1893.
J. Cardoso Ayes,
Servindo de spcre'.ario.
tutos que deverSo deide ent3o reger a
corrpanhia ?
Ser cesta mesma assembla apreciado
um projeo'o da directoria, no sentido daa
tres qncatSes indicadas, e nomeada ama
ou mais coromisSes para orgadiaar q pro
jecto, caao nSa expr ma a directora a
opinfto roaia geral ficando incumbida do
aem plan definitivo em tal sentido.
Segando a le urna tal aaaembia geral
para que fonecione, deve ser representada
pelo menos por doaa tercos do capital ac-
cial.
Escriptorio do gerente, 7 de Fevereira
do 1893.
A. Pereira Shnues.
MARTIMOS


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iiesouro do Estado
Perflankieo
D^ u. r do III a. S D >:J
TI n 4o Eaiaco P< .. mi seo, lasp 1 bli
te na pi ixima segonda '. l^i lo
repa tigi os p-if-a 1 d :!'
:i.
Pagadoria do The=oaro do'-: 1 Pernam-
baco, 11 le F:vreiro He 1S93.
O e- -iva pesa,
Alfredo G eson.
j i ia nte, 2nooitSo, 2 p r ar.,
a'.etaa, i -tes, 4 qaart 8,
oa dj faado,
tencente a Aquili
ada era 20 S, | sr-
Tnom CaboatSo.
Confnria de Bene-
dicto
A corflmi3=5o administ-ava dla eoofraria
eoevda s euj iruios para, piranntados, a9
Bifltirt-m a mi-sa qoe manda ieia.- pelo irmSo
px presidrut- Anioaio Lj'renco do Espirito
Sanie, no dia 45 di i reate, 30.* dia do sea
pajsamon'.o, to, e bem assim a sua familia e amigos do fi-
nado.
Capi olo da COfrar de S. Beae.'ito, 10 de
Fevereira de 893.
(Jijases \. do Espirito Santo,
Secretario da cornmisso.
London & Brazilian
Bank Limited
Aviso
A contar do dia 1 de Janeiro da 1893,
o Londoa & Brazilian B=ak, Limited abo
nar juros em canta corrent* de mov-
mente a razSo de 1 y,0 ao anno, at Ba-
gando aviso.
Recife, 23 de Desembro do 1892.
W. H. Bt7to.
Gerente.o
ianta Gasa
Osisaa para alagar
re.na da Sauta Casa alogam se aa 88
/uinlfii casis :
B;'Cco do V'Tss n. 13, soDrado
le^; :o Burgos n. 2. casa terrea.
dea do Burgos n. 27, idem


ndar a E;trac'a Boal
pavimento torreo
Sobrado de
da Torre a. 6 0
tem l ; irta e 2 peal I a do fre te, jeOei-
oitJJ s, 2 salas, 2 qaart s, ooai
jpar .. I ;;bb .om rilares,
o tu ar saperior com 2 ja 1 por-,
-a:d ,'-... 2 salas, ?< qaartos,
siti em abert cacimba, a lo em
3.0C3>. perte .a Fraoc'sea icr 20
lio.
P cq
Cisa no largo de Ap'puc"-3 r. 33 cem
porta e janella. 2 salas, 2 qiartos, cosi-
nha fora, qnintal oerc tros e 10
centmitros de frente, e 10
ros da fundo, avaliada om 40.S
' a Damingoa da silva ui-
na C n Firte u. 22, c m poria e
janella, ".' salas, 2 quarto?, caait-ha inter-
B.. rigues Oa
01 ;i ti i, t Trilho- Urba-
nos do Recife a Olinda
Bebe ri he.
Asseabl] Geral Exlraordioarb
1 CONV03A9AO
De aceordo cam a ant ir aaeSa a e sol-
titei, e qae mr> foi cada pela eaaembla
geral ordinaria bontem reunida, convoco
extruorlinariBmeatd o: Srs. tc^ionistas
ara umn reaniSo o da 22 do correte
ao t-:oio la, no escrij n_'ai
1 considerad aiti-
vamente resol .-das a? seguint- les :
1 a o \ a iaterpretaoSo qae aficr.1 de
ve ir da m o praso d. -
o privilegio ?
'.a o privilegio 'o? dispensado paioc
Sr. :.c.iontas qual o modo pelo qual se-
r feita a nossa reorgsnisacao ?
3' Rsolvido eate modo qn'.es 09 esta-
Para o Porto e Lisboa
B:rca porlBgnesa
1 ova l.i-Ie
Recebe carga a f ete para sabir o cais breve
poesivel. viso cjne ji teui engajada parte lo seu
rarreajento : -, lidiar cera Amorim I-rcaos &
CiOipa
Para lha d S.
Miguel
Escuna portagneza Feiticaira
Segae com a brevidade par ter parte
do carregamento prompto; pata o restante tra
la-se com Antonio M. da Si a, ra da Compa-
obia Per:iatnbucrna ns. 8 e 10.
Aviso ao oavegantes
PHABOLETE CHAPEO VIRADO
Estado d:> Para
De ordem do cipitSo do porto deate
Estado tao pub.co :. que no i'a 19 do
cnente mez ser inaugura io no Estado
do Para o novo pharo'to, denominado:
Chap ; virado situado no exrerco rei-
tings sorloeaic na panta do mc8mo nome,
de iuz encarnada fisa, visivel 13 milhaa
de distancia ; es sotad:-, sobro columna de
torro pintada de branca, sendo a casa a
mesai.; do antigo pharolie tambem pin-
tada d-. branco, fican-o elle na latitude
1, 7,' e 30" e na longitude de 5. 18 3
40" O. do Rio de Janeiro, 48, 23,' e
50" O. de Qrreenwich, 50, 49/ e 5" O.
da Pars, contorne tudo oi communcado
pelo c.mmaadante do transporte Madsi-
ra em telegramma expedido de Belm
datado de "non! m.
Capitaoia d<> porto d: Pornambuao 10
de Fevereiro de 1893.
O secr^t^rio interiuO,
Manoel Jos de Castro Vilelia.
Trieste, Fieme e s portes do
Mediterrneo
OvaporSzent Ltram
esperado do sul at o da
10 do mez correte, sahir
depois da pone i demora
ne ees sari a para os portos
cima para onde recebe
c rga
Trata- e com os consig-
natario?.
Johnston Pater&-Q.
18-Ra do C 9smMi PeneieeiM ss i-
I $\
Viagem airect i Penedo
O paquete Sinimbu'
Cjmmandante Lobato
St-gne nodia (3 de Fe
vereiro s 4 horas da lar-
' de.
~-- Recebe carga, encoc
mrr.das, passagens e :
nht-iros 6. frote, at i. 1 ora da tarde de
dia 13.
ESCRIPTORIO
Aa Caos da Companhia Pemarnbucanc
n. 12
GanfaiUila Poraaiiiifleana b-
Viagem directa anos
O paquete Gojanna
Commandante Pinto
Segceno dia 14
do correte 8 i
seras da tarde
para o porto ci-
ma (ndicaflo.
(?cebe cirga, encommsndr;!?, pa^sageos e di-
nh iro3 a frote, at 1 hora da larde do dta
da partid;:.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pcrnambucana
n. 12
CHARGKURS REUNS"
Cc32pAs3bSa Franerzt
DB
Navegis vapor
ia quinaecal entre o Havre, Lisboa
Peracmbaco, Babia,
Sant
O VAPOR
Ville de Buenos-fVyres
Cciunanc1f>.nte Thomaz
^> E' esperado da Europa at c
_,:.'-. -. 11 eFevereiro, segnindo
8 da demora
Baha, Rio de Janeiro e Santos
fiste v.;po? entrar no porto
n-? Importadores de carga pelos
se mha, qneiraai epreseatar dentrc
:ias irga dae al varen >
: ccnjDai.fci" njf
p por estravios.
se carga, encommendas pa
c -es '075 escellenUis accomn>odarCvs
* atar coa o
AGENTE
Auguste Labille
9-RUA D COMEBCIO-9
MUTILADO, j

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-'
*-
~-i


MMM|
6
Diario de Pernambuco Domingo 12 de Fevereiro de 1893
The United State? and Bra-
zilM. S. S. G.
O vapor inglez Elsie
E' esperado de
New-Ycrfc at o
dia de Fe-
Ivereiro.segnindc
tlrpois da demo-
ra necessaria para
Bahc.i, Rio de Janeiro e n os
Para carga, encommendas, e passafteoa e di-
nheiro a frete trata i m os AGENTES
O VAPOR AMERICANO
Seguranza
E'esper-ado ios portoa do sul at
odia '-F ve-tirofegoiod:
necessarU
larauho, Para, aarbados, .
Tkon YrHi
Para carga, passsgi encomme das a di
nheiro a f.ete irata-se cenaos
AGENTES
nrj Forst ;-r & C.
8-BUA DO COMMERCIO 8
H
Io a-udar
CempaibiaPera tucaaad^ Na-
vegafie
PORTOd DO NORTE
ttmahyba, Natal, Maco, Mossor, Araoa
f ty e Cear
O piquete
S.Francisco
Comm: -.rante Estoves
Segu no da 141
rente a? 3 horas
de.
j
da
tar-
Nao proceden do esta
a!tdadeacomoartn::
B:a isenta de teda a raapoi sabilidade.
?ara passagens, (retes aceommeadas
ta 3? coa os
AGENTES
Pereira Cameiro Se C.
6mmRua do O m-r. 6
1 r-"W
Companhia de Paquetes
Brazil Orien'al e Diques
Fluctuinres.
O DMU
Tra nandahy
E' e perado nes-
is poneos dins
dos portos do sal
gpgumdo depois
da demora necea-
Baria para
Rio de Janeiro, Rio Gv nde do Sul Pelo-
tas e Porto Alegre
para onde recebe carga
Este vapor tem ptimas acommodacSea
para paseageiros e Iluminadora lea eleo
trica.
Para rea, passagens, encommendas e d:-
nheiro a frete tratase com os
AGENTE3
A mor i m Ir naos & C
3Ra do B G Jeeua3
tm\ H Ma Fifi"*
Leilo
De i caixa maca triangulo S no centro as ponas n. 248 com 122 pecas de algodao li-
so avariados d'agua do mar a bordo do vapor
Trent.
De 7 pegas de brim parte de urna caixa coro
avaria d'agua salgada, vindas pelo vapor ame-
rlc.no Vigilancia.
Seguoda-fe/r, 13 de Fevereiro
A's 11 horas
armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por infervenc2o do agente
No
Gusmo
Leilo
De 27 barrica maro O I & 7 e 25 meias
ditas marca G I & 8 can cimento ave-
riado.
Ter^a-fera, 14 Jo frrente
A'S 11 HORAS
No trapiche Livramento
O Agente Gosmo, autorisado far leilaa das
barricas com cimento cima mencionadas ava-
rladas da agua do mar vindaa de Hamburgo co
navio Ara.____________ ___
Agente Oliveira
irVrdgos de Caro e ootros:
ecebeu a N .va Esperanza bonito aor-
tiraanto
Finas lamparinas para quartos e san
loarioa.
L-ques ventarolas para adornos de
S .l.'i.
Noves gusmigSes para toilots, jarros,
een'ros -e mesa, port oar'S.-s em vidros
de cor p. Uandieircs o jarros. -^
E maltas outros artigos d fantazia e
gesto que a bem conraecida caa.i Pedro
Antones & C, procura catiafezer a sua
boa i guezia.
63 Ra Duque de Caxias
Nova Espei-an^a
Leao
Rpcb carg ere ranindas. passagens e di-
utiros arete t. II io.-* da tarde do diada
par'ida. _____
ESRIPTORIO
Ao Caes da Ornea-'na Pernembucp^a
D. 12
Gompanhlj Pernambuco de i\a-
vegifo
PORTOS DO SUL
Iteeii, Pendo, Iraqji eBia
paquete Una
Comnandante Carvalho
Si gira no da 15 e Fe
Iro as 4 fieras da lar
de para os portes tetad!
. c los.
Recibe carca ene emendas passagense d
nheiro a Irete t as boros da tarde do da d.
partida. __
ESCRIPTORIO
Ao r.c.iz da Companhia Pernambucanc
n. 12
O
O
nar
Pacifln 8131 Hptio ii-
& riiAITS ()? MAGELLAN LINE
Paquete Sorata
E' esperado dot
portos do sul at c
Jia 1S lc Fe-
- -- fretro : da 'avtl de
mo ira L'. com escala por
Lisboa.. Bordeaiax e f*lymontfc
Pu:- carga, passagen?, encoumendas i di-
nnr; 'o a frete : 'tratase com os
AGENTES
Sons 11, Limite
>MMEBCIO10
10 -RUi
Uoyd Brasileir*
PORTOS DO NORTE
O paquete Maranho
Comm Gruilherme de Castro
E' esperado dos
portos do norle
: o dia 11 da
|Janeiroeeguindo
depois da demo
ra ceceseana para
Mecis. Baha. Espirito-Sauto c Ra t
Janeiro
As encommendas a acebidas at 1 bsra
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barboss
no b.rgo do Corpo Santo r. 11
Recebe carga a nald^ar nc Ro aara Sanios, Cacana, Iguape, Psranaraft, Ac
oiin?, S. Francisco, Ita'jahy, Santa Catharin
ftk Grande, Pelotas e Porto Alegre.
Para carga, icomme-.-InS, passagens e val o
res tratase ccmo3 AGENTE.
O paquete Tagus
Oommanda'ite W. 8n>ith
E' esoeradoda Europa dos js
1 ou l* de Janeiro segnindo
lepota da indispensavel demora
Bahia. Rio di Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayrsa
?ara carga, passagens en;omm-';nda3 e i
i "iro a frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Trent
Comir-andatit i W. H. Mikar
E' esprraa dos portos do
sul a'- o dia 14 de Feve
reiro e*?Diodo depo'3 da
d nectestria para o
Di importante sob-alo de 2 andares, cito i ra
d'Coroi'.I Suas.iuna n. 149. fnguezia de S.
Jo-, em per'eito estado de censervagao, com
3 ponas oe frente, janeIla3 no oiao, saletas,
terrajes, quintal murado, coz nu;, agua e g,z
encanados e raai dona dcpc-idoacias cem
fiuie para a ra de S. Jcao armazem de mo-
lhado3 no andar terreo, e rendendo mensal-
mente 16D000.
Tere -felra, 11 do correte
A's i 1 horas
No armas m roa do Imperador n. 39
O agente Olivara, por mandado e com assis
tencia do Exm. Sr. Dr. ju'z competente, e a re-
querimemo do Sr. Dr. curador de orpbaos, le
vara a Itilio o importante sobrado de.ni.-
rea, a ra do Coronel ?uassuna D. 149, tend-j
no prlmeiro andar 3 parias do f.-cnte, varenda
da ferro, 2 j ir ellas para a rui de S. Jco, 4
quar os, coZ!ui:a.extera, sale'.a Je eng ^mmado
terrajo, etc. ; e segando andaritambea com 3
portas de frente, 3 ditas para a ra cima, 2
ditas do lado r> sto, 2 salas, 5 quirtos, trra
co eoberto, c.z Dha externa, quintal mu.ado
com porto, e mvs duas depended ias com
frent; pira a roa de S. loao, teado uma d'ellas
port. e jan Ha de frent e a outra porta e.
mente.
Os Sr?. pretenrlenles d s le j podero exami-
nar dito prpdio.
rl
PQ
tu
o
t
i Mara Amelia Aive da Uva
Antonio Das lfea da S-UVi e seos Hlhos, D
Mna Bezerra de An.'r ule, o Baro e a Birone
za de Caxang, o commendador Proctuoso Das
Al?e3 d. Silva e sua oaulher, Joao Felippe de
Souza Leo o sua luulhe-, Jos Felippe Alves
da Silva e sua :duIi r, Rita de Cassia Alevs da
Silva, Loarenco Btm ra Alves da S Iva, Manoel
de Siqueira Alves da Silva e sua muier, Manoel
Cysnei os da Cus:.-, R/s e sua molher Jos Er-
nesto Perei.a L ma e sua molber, profundaren
te gratos a todas as pesaoos que e dignaram
acompaobar a sua ultima morada os restos n or
taes de sua eitremcidamnlher, mi, nela, tiiba,
ora, rraaa e cuabada D. Mara Amelia Alves da
Silva fallecida no povoado da Boa-Viagem, no
dia 7 ao correte, onvidam a oos os parantes
e amigos a assistirem as missas do 7- oa que
sero resadas na matriz da Boa-Visia, na segun-
da feira, 13 do co.-renle, s 8 i/2 horas da ma-
Dha.
Haver tambem misaa na matriz !. Gamei.-ira
e as c-.pellas do-, eoge 'ho3 U loga de Baixo e
Rib '>" sendn 'tan rw tO b ras d i munbS.
i
t
arla Aauella Al\e da s.-iva
Manoel Gom.'a de Barros e Silva, sua
mulber e fllboj, Antonio Su aridino de
Barros e Si'va e ; ua mulher, Leonor
Francisca de Medeiros e Thf o;olloda
Pessoa Cavalcante convid; ni aos seos
prenles e amigos para assistirem a uuaa missa
que mandam celebrai na capella eogenho
Ribeiro, na segunJa feira 13 do corr- le, seti
mo dia do pasameu.o de saa pnmt s.-oriuba
Mana Amelia Alves da -uva. l)ede i a grade-
cem a todos aquel les qua comparest.n m a este
aclo relieio~o'
Marta Tbeotiol.'na do Barro* Co*.ia
Balibazir Cvalcante d'A.'uquerque, Jase
Francisco de arroda Falco, M..oe! Dfis de Ar-
ruia Falco, s,:as aulheres c Blbos e J.o Gus-
tadlo de Bar,">;3 Costa agradecer) do intimo ('ci-
ma s pesa.as qa~^ e Jigoaram ;;compaabf r os
restop mortae? de soasemp'e !em!;r.dacurrti3d,
lia e iroaa Mana Tu odolina de Ba ros Costa, e de
novo convid..m a:spare tese amigespara aifisli
rem s missa que msniarn rez?r s-'ganda feira,
stimo dia de seu passamerato. na capella to ene-
nbo Caroeinnh.', i3 10 huras, e as roatiiiea
da Victoria, Eicala o Baa Vista o R^cif s 8
horas da manh, ^ desde ja se :jaf sa:n tter-
narnent'* lerartt-ciio.
Antonio "-uro uo Btge U. rulu
Um sob inbo e a iigj ao tina.o Antonio
Pedro do R'go Barrtlu.convidu aos pa-
rentes t a mito: do meimo, para asi-
rem a urna missa que, p.io seu eterno
repouso, manda celebrar na nutriz do S:u'.o
Antonio desta ciJade, segnnd a-taira 13 du cor-
rente, pelas 8 boras da naanh,. s- li.uo ala do
sen filecimpnto.
t
Amas
No Kspiniero,
ra
da
Hora n. 21, precisase de
urna cosinheiru e urna ^ria
da: paga se be n.
A
a a
da
S. V.cente, L^s Palmas, Liaboa, Vigo c
Soothsx
Esta companhia scooita por prejos ra-
zoaveis para Valaaraiao at Abril, pasas-
geiros com este destino, por via de Bue-
pos-Ayres e estrada dos Andes.
Tam'jem acceita pasaa^eirea ira Ncv-
York, via Sont'iampton, por espacial ar-
ranjo com a Corop">nhia Alleasand Lloyd,
podando demorareo-so na Europa caso
dcejrerr.
BedoeeSo ^os pregos das pase&geos
U3
Leilo
De
200 barricas com fariah: de trigo
L americana marca P P & 3
No trapiche Baltar
Quarta-fclra, Id do corrente
A's 1 kor s
O Agec Gusmo. antori.-ado fsr leils da
mercaaoria cima mencionada.
AVISOS DIVERSOS
Precisa se de um caixe'.ro ; na ra da Im-
peratriz n. 5o taverca.
'30
A : -Oicfl -' 42
Parn&mbnco.
:.- idas,'.".. w
AGENTES
lori
S.3Baa da unas i H. 2
Compinhia de Navegao Norte e
Sol
O vapor nacional
Cimillo
Commaudante Oliveira
E' esperado dos portos do Sul
at o dia O de Fevereiro se-
guindo di poij da demora indis-
__'p(usa\" para
Rio de Janeiro, Rio Grande do Su! Pelo-
tas e Porto A!e-gr3
Para carga, passagens encommendas e valo-
res trata se com os
AGENTES
Pereira Carueiro i C.
6 RA DO COM&IERCIO 6
1- andar
Precisa e
voltc mestico de orna
Men Mariies
O paquete Mdoc
pateo do Carmo o. 7, 2- andar.
de oms ama oara Bervtco do-
casa de p'quena familia ; no
.4os que sofiV;m
vista
Escolente oortimento de oculoe de pin-
ccez da vidros lo crystal e cuma, pro
prios p>ira. homena e senhoraa receberam
Pedro A tunes k C.
RU V DUQUE DE CAXI.V3 63
Teiephone 514
Alerta rapnzeada!!
Ao Carnaval
O Aaeelmo, a ra do Duque de Casias
D. 25, resolver, este anuo, qncimai- tdos
os seas vestuario > presos sem compe-
tencia. A' par do um sortim'iuto enorme
de trajas de todos ca gestos, tem cabel
leiras, BMoarss, luvas e todos os uten-
c lius para os festejos do DeuB Momo.
Ao Anselmo rap^zeada !
Attn Urna pessoa que desoja 'stabelec-r se com fa-
zenda? era algumas das mas, 1 ''e Marco. Du-
que de Casias e Ba:a da Victoria, pede a al-
guna nrg eiaate que queira desfaze se de sea
etbelednento, pata apparecer na ra do Ca-
bug'i n 12. iuj-i. ^fim de trata-. _________^^
elraira Eulalia de Oliveira MaJi.!, seus 3-
lhos e entealos agraiecem de corafiSo a ;oia-
as prssos.; que visilaram sea Soado eaiosa e
pai, Liberato T. da M M R C, dar te j tefl
]oe estove no leito, nao a pe soas que
se dignnram seompaabar .3 ls r a i ; e
S8p raraqui toda) comparecim mi-sa ;o se
timo dia de s:-.u passamento, que ter lugar na
ig'eja de N. :' "mo einOind', pela; 8
horas da mrnlr" 3 rti 14 do correte.
Precisase do urna ama para o e v
domestico de urna cssa de pequea fa-
milia :a tratar na ra da Icperatril a.
24, Io ands.r.
ama
l Pre'.iiN d a*ra sma 'a-^'^rra"
; urna cnar.ga ; a trata: a ra do C.bi^ :. 14,
I de meio dii a 2 bori b.
Juna
P.ecisa sideumt ao e saiba pent< ar nma
Beuhora, cortar e coier ; na roa do Corredor do
Bisao a. 51.
Precisase de nn:; ama pa a cosnh
do Correaor no Bispo n. 51.
; n. ra
-4.D1
Precisa-fe le orna ama : .ra cosioh
de Pedio AtTanfo v. 70.

C(JSINH1R0 O COSISHEIUA
Precisa e ca ra da Casa Porte o. 5, poga-se
bem agradando.
A padaiia ao Pcmba! moe milho pira ca
vallo do P:ado a 30 rs. por kilo.___ _____
Aiug.-8a urna boa cTsacalada e pintada de
novo, mu to fresca, com agna, gaz emuites coro-
modoa a roa do Hospital Pedro 2- ; a tratar all
com J, M. ^eis, das 8 s 11 da manb
Precisa se de urna
ra Dtreita n. 78.
;:ma para oaeniuo :
Cosnheiro
Precica-ae ele um coslnbei-o ou cosinbelra,
para esa de familia a tratar na ra Dujue de
Caxias n. 84.
Roubo
ilujei Medetruj, >oasoi de ns. 1 9 e 87 89 do E up-est.mo nacional
de 1879, teodo per.do doze coupons de joros
rela.ivos o. i trim-strj de Ontobro a Deiembro
ile 1892, do u. 5-, previne ao St tu soureiro da
Th .-jurara de Fazeida, que nao pague os ditos
coupons aquetn quer que seja que oa aprsente.
Reci'e, 13deJ-,'i-.-o te 1893.
Presisa-sa de um Dom
nheiry, e de um cope ro ,
Imperatrizo. 3. 1 ;.nda'-.
cojinneiro ou :osi-
a tratar na r i a
AMA Precisa-se de urna para cr nQar e
para ouiro3 servidos ioleroos, que apr ente at-
lestado de boa coniucta e pernocte e casa dos
patree ; na ra da Au-o-i o. 67, an! r terreo
Ao commercio e ao
publie
3
O
PORTOS DO SUL
paquote Planeta
Commaradante J P. Machado
E' esperado dos
pi.. tos do sul atl
o di s jela-
ieiro seguindo
'depois peque
na demora pari
Parr.hyba, NAal, Oear, Aarra^So, Ma
ranhSo, Psff, Obidoe, San'arm e Ma
naos. /
I s encomrti'endas s:rSo recebidas &\ l hora
'j tarde d.o dia da aahiaa, no trapiche Barbes;
no largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, pasa-. ; enso- ndase di-
Ohero a frete trata-se Coa. -< AGaiSTES.
PORTOS DO NORTE
O naquete
S. Salvador
Commandarate Joiio Mara Pessoa
E' esperado dos
pe nos do norte
at 19 de Fe-
vereiro seguinde
depois da demora indispeaaav^ para
Macei, Babia, Vi.itoria e Rio de Janeiro
Becebe carga a baldear no Rio de Janeirc
E' esperado da Europa
o dia
at
arg;
s, C
para Santos, Canana, Iguape, Paranago, Anto
nina, S. Francisco, Itajaby, Santa Calharina, Rio
Grande-lo Sel, letbtase Porio-Alegre.
As encommendas serio recebldas at l hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao laJS i do Corpo SaBto n. 11.
Aos 8ra. carregadores pedimos a aa *.. ara a clausula 10* dos conheciraentos, que:
o caso de haver alguma rectamaco contra i
companhia, por avaria ou perda, deve ser feits
por 'scripto ao agente respectivo do porto di
descarga, dentro de tres das depois da finali
saij.
21 de Fevereiro de 1893
egaindo depois da Indispensavel demora pa
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay
res
Previne-se anda ao 8 Srs. recebedores de mer
adoriasque oseattender a reclamacOes por
fulas, que forem reconhecida na occasio ds
iescarga dos volumes; e que dentro de 48 ho
ras a contar do dia da descarga da= a.varengas,
leverao fazer qualquer reclamajao concernen-
tes a volumes que porventura tenham segoio
para os portos do sul, atim de Bsrem dadas i
:?mpo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apreseratar
em na vespera da chegada do vapor para toraa-
nm as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas c di-
nbe> :o a rrete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle &C.
42Ra do Commercio 42
Manoel Menezes pa-tcipa ao romraercio e ao
publico, que para fias commerciaes, desta data
em diaute passa a asslgnar-se Mauoel Menezes
Scbiapps.
Recite, 30 de Janeiro de 1893.
Manoel Menezes Scniappe.
Josinheiri
P.-ecisa-se de urna na ra do Apollo n. 18, ai-
mazem.________________________________
kJo si nheiro
Precisa-se de um bom cosinbeiro ; a tratar na
ra no Commercio c. 44. escriptorio.
Fazemtres anno^
Qa pedimos aos mora ores do pateo do Car-
mo para enfeita-em as frentes de soas esas nos
tres das do carnaval, j qo^ n*o baqoemse
encarregue .esta fesla narnavales a. Esperamos
ser attendiios.
03 apreciadores.
Yeode-
se
EILOES
Agente Oliveira
Leilo
Da casa terrea sita ra da Soledade n.
10, confronte z igreja
Com 1 porta e i jaoellas de frente, 2 sallas, 3
quartos, cosinba fora, quintal murado, cacimba
com boa agua em terreno proprio. i
Terca-er.'a, 14 do corrente
A'a 11 horas
No armaiem ra do Imperador n. 39
O Agente Oliveira, por mandado e assistencia
do Exm. Sr. D joiz de direito de orpbaos a
requerimento do tutor e inventariante dos bens
da finada D. Serafina Mana do Nascimento A vil-
la, levara a leilaa a casa terrea cima descripta
pertencente aos menores filnos da mesma linada.
Os Srs. pretndeme* desde j poderlo exami
nar a referida casa.
Ou cede se muito em con a um habite de ir-
mao terceiro franciscano, com os competentes
cordOes e j usado ; a quem assim convier diri-
ja-se a ru. Direita n. 45 (Recife) das 9 oras da
manha ao meio dia, que se dir com qnem se
trata^_______________________________
Profe^80^ particular
Precisa-se deum para leccioraar meninos em
um eagenho aonexo a via frrea de S. Francis-
co, dando se preferencia a um hornera casado e
de maior idade. Para nformacOe.- em Cusa de
Lopes & Aratjo. ra do L'.vromento.
Yende-se
Por 700*000 um carrinbo de duas rodas com
quatro asenlos, com cavallo e areios, todo em
perfeilo estado : a tratar na ra Ba-o da Victo-
ria n. 63, Ia a-der, oo no Poco da Panella com
Dr. Rowiineon.____________. _______
Aos empalhadores
Palba de prime ira qualidade ; vende-se ra
do Amorim n. 52, 1' andar, prego sem compe-
teneia.
Pedreiros
as obras da nova fabrica da Torra precisa-se
de pedreiros. __^^_
Gosinheira
Precisa-se de urna que cosinbe bem, pteferin-
do se que durma em casa do; patre- ; a tratar
na roa da U ao n. 5.
Roubnram do bilhar Luso Brasileiro,
na neue de 8 para 9 do corrente, 8 ter-
nes de b lisa d< m.-rm para bilhar (24
bolles) e rea de tima duzia de cerveja
PiceaE, iio8w colheres de metal fino e
urna ba-'.ia de estanbo : roga se a quem
for offerecidoa ditos objectoa o favor de
apprehendcl-o c participar ao dito bilbar
qne se recompensar generosamente.
tioinheiro
Preeisa-te d- um bom cosinheiro ; na ra do
Pay-'anda' n. 19.
Al I
Precisa-se Ce orna arca que sa:bj lavar
jommar : na ra da Madre de D.'iis n. 3.
MamdaCooceicfio Lutnachl Miguis
. d 'Frsrg L. (licuis G 'roen' n.
lofaute L. Miguis, Carolina Candida
Migo i onte aF ; loa Praocisca
Pereira Bsatss, av, tos,
mos ^gradec.-m sos parantes e amigos que se
dignai-am aeompaniir aacemiterio psrsslos
mortaes de sua neta, .-ibrin'ia, rmi opima,
Elvira PVaaciEca Poreira Basioi; c -rovo
or.'vd.m o' mesm-i para sais irem na grrja
de N. S. do Tere. i cidade as misa que
por s|ma :!a me i celebrar as 8 horae
d : ': ', i -, i :aio- .
Amonio "edro do Bego Brrelo
D. Maria OIrapia < Gu a arre-
to, 6eus fiihos e genro, sum
peuhorad is a todos os -i' .t i e
ros q Bserem car'd >so obse-
Bjoio '!>.' a.:,:iip mh ir
rada o corpo d-, s n >doi.:t ado esposo, pl e
e en
A oa
P cc!8- se de urna ama para cesinhar: na ra
da P-alma u. 68.________________________^
Amj para eosiflhar
Precisa se de urna
a -i
AilK
t
que ssiba casiobar
.. trata ;;o ateo da
acamlo
ma
Precisa se. de una ^ma pa;a co3nb; na ra
Vlsconde d l< p.r, :a ( A; oile) n. 1, se
ord a andar.
jna
Atten^o
Precisa-se de um criado : na ra da Pilma
numero 68.
Ao commercio
Os abaixo assignados declaram ao commercio
que disolveram amigavelmente desde o dia 31
de Desembro de 1892, a sociedade que tinham
no estabelecimento roa da Imperatrlz n. 88,
retirando se o sucio O: a a Jos da Silva, .-a'.ia
feito de seu capital e lucros ; tacando responsa
vel pelo activo e passivo o socio Alfredo Lopes
Femantes.
R.cife, 9 de -vereiro de 1893.
Alfredo Lopes Fernandes.
Othon Jo da Silva.
Criado
I-IttlSH de nm criado : na ra Duqoe de
Caxia3 [n. 68.
Subde'egacia do Peres
8 de Fev reiro de 1893
Nesta subdelegada a.'ha se depositado um
cavallo alaSo, apprebendido neste districto no
dia 14 de Janeiro prximo passado, e por nao
ter apparecido reclamacao alguma vj serr
me'.tido ao juiz de aoseutes, para 03 Has conve
Dientes._________________________________
Caixeiro
Precisa se de um menino de 12 14 annes de
idate para caixeiro, qne d fiador de sua con-
ducta ; a tratar na padana da roa do Brum nn.
mern 62._______________________________
Criado
Precisa -se d'um menino para vender e fazer
outros seivicos de casa, de 12 a 16 annoa de
dade, tratar na raa Direita n. 3, 1." andar.
A 7 mala
RA DA IMPERATRI_ N. 80
Tem leques de gaze d? tres a cince mi ris,
ultima modaj_________________________
Cosinheiro oa cosinheira
Precisa-se com urgen Ma de cosinheiro ou
coeioheira, oopeiro oo copeira ; a tratar na ra
do Apollo n 8,1- andar, das 11 s 4 da larde.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro que tenba pratca
de molbados e que d fu do- de saa conducta : a
tratar na ra Coronel So3ssuna n. 149.
Cas
a
Aloga-se urna nova e limpa casa com 2 salas,
3 quartos, cosinba fra, quintal e boa cacimba :
na travesea do Principe n. 5 A : a tratar na roa
da Moela n. 21.
Compra-se
Urna casa contendo um ou dous quartos, nos
balrros de S. Jos ; trata ee no Largo do Merca-
do n. 7, taverna.
sog-o, Antonia Pairo do Reg o o ; e le
novo os co'-ividam para assiatin s
pelo sen eterno eotaio se 5o '"' ?bra tas na
matriz do Cabo, as 7 i r \i fl dia 13
d crreme, stimo cojo ooseqta aotecipam dea e j o sea eterno i
aeradeeimento.__________________i
'-;'>! L.iitt-tnH> Muc- 1 F;llo
Gentil Corroa '" Gj--,ao. Julia C mida de
Maciel GflRmSo e Ju:-i 'anuda da Mi-anda Ma-
ciel, agrao'eceua d. intimo u'alma a'odas as'
Besanas qup visitaran ao sen sogro e p;i Lioe- >
rato Tibortioo de Miranda Haciel Ra:.. Puta,
dudante a sua enfermidad?, assim como toa j
Revms. pad-es, cenfrarias. i-randa-ies e amigos
qoe se dignaram a.'crapauhar o sen m'.erro. et
deade i aa coovidam para BsaisHrei amissr:'
do stimo da de seo in'aaato passamento a,
qual ter-1 lcsar i:i igreja da N. S. do .armo em
Olinda, s 8 horas da m_nh do dia 14 do ccr-
rente.
Preck:-:e de ucr i ta
larga do Ro:ario c. 33. 2-
que cosate
andar.
na ra
Criado
Precisa-se de m criado de 14 16 aunos de
idade ; ca roa do Paysandu' 0. 19.
Goi iba
Compra se un qoalejon1 quantidade
do Coronel Suassuna o. 2i2.
na ra
bo
' acoes
,-ae de todas u:- oaofiea ; d raa do C;
.9 oa de -nyusto do tteto.
Moedas brasileiras
Comprase de. 800 ra., 1*000, 2*000 no centro
t moeda ca ra do Cabuea n. 9. loia da Au
gusto do Reg.
mm
Divdida em vinie series em
cada urna das quaes o
premio maior de
25;00pOOO
A extrac^o da l serie effectuar se-ha
Cust
Veiidem se
dr^ vigsimo 1|000
em todos os estabelecimentos
lotricos.
rUNOiCAO
44RA BAKAO TRIMPHO- M
/lachinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacsp
Arados.
>--
r^^n

m
i


~

i



)
n
iario de Pernambuco Domingo 12 de Fevereiro de 1893
GUER
PAR
RTICOS A' MODA ESPECAMELE R2C0MMBIDADQS
-
LO, R.1XSI. ci la iE^a-at, dLS
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Agua de Colonia Imperial branca, Alambreada, Aimlsoarada, para lenfa. Bapoeett, I
Crema aaponacfra para barba. Creme de Morangoa e Creme de Pepinos, para dar (meara e avalataSlt,
cutis. Btilboida criaia;iisaJa c flu la para dar lastro aos cabello* barba. Agua Athernienaa Atoa 1 amaleas!
m culpados de cabcca. Agua de Chypro e Agua de Cedrato para o toucador. Aleool da Coohlearla a t|
Agriao .Jados da boca. Perfumea para o lenco : Hellotropio branoo, Imperial Roseo, Primar efe
Beapai i c.i. Jieky.RenascimentoBraslelro. PdeCyprlaparadaxalfeal
' '' '-'"'i ^ ^~ a.cuaHeKeuionlenne,EicelleDcc.Hydravlparaat
"li"^"'*"*"*~*~*-.?..-.!"....
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jra das Molestias da Pobreza do Saofjue. NSo negrece os delitos
P.1IZ. colliHc c, 49- Ru da Maubeuge, o em as pbarmacias
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la C::afi/i)?, Cteos
h/a e Fsrro, bisrr.uthc
ilcitrio, Jerebenthina, (' HBHHH
As QKfiGEAS S*CRTf,
de medicina (1?3:.>) e ijue adoptarara-sa eos !'
maia rebeldes aern fatigar os estomac*:
A SNJECQAO FORTN sempre m
' fNJECCO
'Wyg!e/!/ca a Preservadora
-.-. sem causar
accidente a.'gum.
.; ae obtiveram a approvar;5o da .Academia
oes. Curare as moloat-ias secretas,
sais delicados.
lata como o complemento da medicacSo.
. .'3J")S1
l\rios orr: Pernarntuoo : 7RA Cfl M. da SIL"V A jV
INI......MI IMIIIIIBIIIIlMliLWLlLWLWLWMLlll
^SlPE PHENiCADOl flLYCO PHENICO
oo D' DCLAT I DOC DCLAT
Tosse, Catarrhcs, G-rippe, Bron- | I Antisepti"o poderoso, Hygiene do
hites, Ti->a, Coqueluche, etc. ^fjr toucador.da Bocea,Curativos, etc.
0. Avcnue Victoria, Pa-'is, e PliBpmacias
/ERS3A0EIRAS PILULAS do D" BLAUD
."- vregam-se coto ptimo xlto ha mala ae so iso pela makir parte dos FacultaU-
?93 Francezes e Eatrangelros pan a cor Oa ANB/tIA, CBVOMOSB (rtm atrntiUmm) e a
.i'wnnfd da nina*.
A iisercao no novo Codea Frunce*, outroalm o tacto de uarer a Jaurt orsiyium y atraen
- eriflsa'lo a eO.'cccl 'estas miulaa, autorisando-lbes a venda, escusa qualquer encomio.
69 -metra et'ta axlilr asi t km fe limtar n*b atr.-H* m atea iQsU km strn.
DESCOK7FIBl^-BE OS 1Pv;TA9B8
SOT; 4 Vt-dttrtfPllulai do O' Rlaud ato n randa- rcnlo tm 'raaoot f/t f>#c>
r/e 200 e fOO PHaltt, mu ntnot por mlaou.
ti BJS, 8, UA PATBIWB. DSPOSITOS XX TOPAS AS .crpaas PHABMACUfl
NAPISMEO
jEsriamentos Dores C
ACHl-II TOOAB A mRl>i
(EXi'A-SE ^ A'OTJ-'SP'fiTURA, cor ? :
I r M *
CORA SEGURA das MOLESTIAS SCfAS
Uedalha de Prsta na Expotieo Universal d* Barzelona em 1888
Medalha de Onro, Paria, 1885. Diploma de Honra, Paria, 18M
3Tnjec?o de
AVA KAVA
DO D0UT0R FOURNIER
BLENNORRHAGIA8
8PERMATORRHEA8, CY8TITE8
URTHRITES, CORRIMIENTOS
Satas enfermidades, recentes ou antigs, curam-se radicalmente em alguns dias,
era segredo, sem rgimen nem tisanas, e sem cancar nem perturbar es orgos digestivos.
KxjA-ee sobre cada pilula, sobra aada eaiza, mobr* eada rotulo,
a assrjnarnra AwAim*^
PARS, 22, Pra?a da Madeleine, 22, PABIS
ORAS
ALIMENTO fyAS, CRIANCAS
Par.
preju
Se T>C.
ra;
> uS, 63. roe Vibhiio.
E UOe CONVALESCENTES ^mi*
cujos cfTeltos debllltaatsf
P.aeabont do A.rabef
receU<-Mi-no tai^bera
carece. de forticante
Dpositos i.\i Tobaa" is'piARM/.VjAa oe uiiarx) mtkWO
&RA&EAS IDE
RRO TROUETTE
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V
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#\V^
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3?
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Venda por atcalo em Par: E. TROUETTE, 15, ru 2 l
Deposito em PES.V/t.VBITO .- Corr.panhla He Drogaa
a as principies Pl a-ma us e Drogaras.
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^les-Industriels.
jduct i Chimie
RMldi
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D1.0GA1A IMTIOLOIEO
PROPRIrTAfQOS
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PIt&ritia9iities
IMPORTAORES E EXPORTDRES
DE
D, ogas, productos ch micos, e especialidades piartuac: utieas
Grande deposito de tintas, leos, ver
nzes para carrua^ens, pineeis e artigos
para photogTaphia.
.Agentes de ^ os preparados d ju-
ro beba de BarthoL meu ifr C.
YENDAS EM GriOSSO E A YRKJO
P r e 9 o s sem c m etencia
X
4
0
En
m
H
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ACTIVAS
PLLLAS
DE BRISTOL
VEGETAES
ASSUCARADAS
m SEGURAS
' -
H
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VIGOR DO CABELLO
DE AYER
Preparada
physl ii -. R]
enei
, -
Hitd^r^^ tolegr^pMco- -i
TE EPHOIN*7 N. 50
Ciamsidc s a queJqiiftr hora cta noite
pela campa elctrica.
ANJOS
Para as procissoes ac-
ce.tnm-se mediante ajuste,
c eanas para anjos de pro-
cisse-i, ve-findo-se coofor-
me o gosto de quern qui
zer trata' m O lida,
ua do Coi ercio, antigo
Quatro Caa-"os. i 1.
SSP:^' F i .- 0S

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- a ONCNO O O a 13 rl H CO TJ >
Ra das Larangeiras n. 4
Para este j bem co.ihecidn e.n de vinhes MmJm de chegar BOWM mar-
oas de viuhos do xataa. o geutrob. ^ .o & jam :
7inhos da Re^l Companhia Vincola do
.
....

. ...
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: .1
p. :.
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ral. Baile da
B. ............
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as .: .'...'....i-.
.
L-. i:.t. i<5..
Hf VUItK.
ONicn Gan8B8
ids ... Ja-osa CaW *
:-.s'neo
Importante proprie-
dade
Vende fe um grande sitio bem loca'isadoJ
distaed.) desta cidaoe viute roiantos em caminbo
de ferro. crn moita3 e?colhidas e variadas ar i
v res fructferas, duas grandes biixas decapim, |
vasto er'eDo para plaota^oei, e ootro taDto para '
pr^slrgeii de doze vaccas de leite, seis graodes
viveiros para criar peixes, um coqu- iral de cer-
ca de 500 roqueos, lres grandes cacimbas com
! boa agua patavel, loio cercado e marginado pelo
no i'apib ribe, com bim porto para carga e
descarga de mercaderas.
: A casa 6 muito espago'a, andar terreo, an-
jdnre "ande soto coatendo 8 salas, lOquartos
' e cosinba, as dependencias consiam de 4 quar-
to? p;Ta criado!1, i estribara segura para 3 ca-'
vatios e outra para 4 vaccas. galliubeirj fechado,
ca3a para pomos, tres baius para cavallos le
corrida ou outro qiMquer miser, grande co
! ebeira para carros, banheiro. latrinas interna e
externa. E' iropria pa;a urna fabrica ou para
algum agricultor que queira pausar parte do
I anno afastado das candirs i gricolas, por ser
i urna h; lii'.aco fresca, amna e confortavel : a
[tratar na -ua de Mtco n. i7, t- andar, ou no
; largo da antiga assi mb.a n. 21, Forte do Mallo,
ermasem.
i_________________________i_____________________________________
i cdr,up< m : ra, e
*cr seu vl rJaute. resci-
'liento.
Esta apurada e csceliente preparaci
Imilla o melhor remedio at no)(
Tonhecido para os dUtrentes defeltos i.
abelladura, merece a iotiina atteco -Je
.- pessoaa que t$m do a Infelk
lade de perder em pacte este maia
>rnamento aatnral da physlona
l !om seo emprego nteiligente tem-s
onsegnido n saltados realmente
ente Em moitos casos porm
sempre, a proprla calvicie tem sido cura i
lermanentemente.
Bempreseconsegne fazerparara ;
\beUo; <'iuiiuauto quo pacatopeNtea
das sennoras, S o objecto mala nti
u- airraiiavi-1 .iiie se i> PSEPRADO l'KLO
>H J C. AYER Si CA ,
Lowell, Mass., Kst.-Uuidos.
'las b anaarinlio e r*.
aaaaruu
DSaFOSaTO 6ICKAT
att ion i final!
Recebemos frnnde sortimento de obraa
de vimes, como eejm :
Oeatoa de divenoa tarsnbB oropria
pa a carrGr> a.
ROUPEIuOS.
PAPEL. IROS.
LINDAS CADEIRAS.
Ima slreiiade : rio 11. 9
ijas Me ae.. .. i.
Vinl.o Ma uro
Pritpr para mes
Pelo ultimo vapor recebemos ame im-
portante remes3a do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tcm vicdo
a este morcado.
S ceate estrbeiecimento se encontra.
Ea Bstntta i Rosario 19
Pocpas F endes dbC
SEMESTPS OTAS
Hortalic,; s e Flores
a Eslreiti do lsm n. 9
Pocas Mendes i C.
PASTILHAS
De AKSELWI WEKTRUZ
CN3
e3
RANDE
^! i
jt/WBitS
* ROUOJATHOV
hwiai
rxj
r=3
&i
PQ
Norte de ^ovtug'al
ChampagneAlto Douro- -
Real Cognac de v'inio.
Cognac Moscatel.
Vinho do Porto
Lires e, etc
Aos senhores de eogenho
TJrm p"csoa cora bast^^'e urlica ^p admini^
o, pla o e safrejar eQg:i:o, eocarregr.-e
desie mifler, medtaute ajuste ou contrato, dan no
garanta e sua pasoa ; quem pretender dirija
se ra de Matbia3 Ferrei'a (0 inda) 53, pri-
meiro andar.
A Predilecta
Viera& ( rrvalho
Convida-se as Exmas. familipa e a" pa-1
blico para darem nm pasEeio oeste novo*
estab^lecimeto que acaba do Korir-se I
com c denomiaac&o cima ond encuntra-
r2o um completo eorti .'ento ce artigos de
rco^a pbantasia, perfumarisi e m'udeaas
que ha de BM chic.
Nao perdis :; visita.
PRESOS BARATISSIMOS
ti
IRMAOS
ns. 100 a i 04 e ru
2:86 OOOO
Por tj 'iminuta quantia ver.de-se ama casa
de pedra e cal. ro i 86 pulmos de frente e 208
de fun lo, 'las, ootroa tan-, quarlos c mais
um que serve para despensa, dous portes, um
de ferro para a entrada e outro de madeira para
o lado do rio, coeibba f a, grande quintal ar-
borisado, pfrio do baobo e da eslaco da liaba
frrea.
Tem mai. n el jante cblet, estriDana 'ara
dous csvallos e um commodo para criado.
E' reediti da nove, em terreno proprio,
muito fres- e eitu -a\ en urna localidade to
pitoresca quo s a, nada deve fazenda.
Vende-se mais, e pelo nrejo que se convenci
nar, todo o papl de forro precl-o e avelloac'o
para dita casa, feito no io de Janeiro, especial
mente para ella um rico espelbo com moldur
dourada h moderno, urna estante para livros
tambem para escripia, um lavatorio, dr-zquadro
com tinas pintura? oleo.
Todos esses objectos sao novos : a tratar na
ra 89, antipa Imperial n. 6i L.
O MICROBIO
DA /
flennorrhMaia
p radicalmente diiiquilado pe^empreg da
JDET
IHJECCAO
DEPOSITO OERi
PASTB, Soulevard X>enJb>. 7, f&JT-ie
Vi WoO/cia jue serve ,'e mbruUio a oidi
iin da Mnjercaf Cttdct.
stsUtK :m issai ai rrlaopa(s,Paarsuc:5i i* Braril.
I
7 A lisa dd lab
QUINA RAGOUCY
S DA exoaUentaa raaultadoa
. .em todoa oa caaos da Alfil* S DflELIOtK ,
h QUINA RAGOUCY!
MH rapummmlt tu BonQAB
4 ka aaar HRIMCM n MKt ss EITMftllk
t >asaaaal:aMaaAl9,ll. mlnifaisaa, afa. b
UTa*a.K
% ua Baro do rriuniph
do Visconde de Itaparica ns 8
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cav. llosdoe melhores fabricantes.
CALDEIRAS muftitibulares para L, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS aa mais solidas e me' >r< a do morcado.
TABLAS de ferro Habido oravadi.L aldeads fot.,- o de todo- os tmanbos
RODAS D'AGUA pura cubos de laaeua s totta!. de ferro.
RODAS DENTADAS de espora guiares do diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e boceas < ui aalhas para assentamentos.
BOlBAS DE REPUCHO sem -, vlvula de bronae.
CHUMACEIRAS narafasos e s que se opsa daseja-- p\* dng'lhoi, str'
de ferro e Obraa Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda u qualquer peys lt> machinismo tanto de fe!
ludido como batido-
EN ARREQAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medite oa.
ommisaSo rasoavel, qualquer maohinismo e CONTRACTAM apparelbos para Ua*
as, para fabricar de 100 a 300 sacos de aaaucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos a responsabilisamase pelo bom trabalb
l O que tem. um hbil engenheiro :.ugle pratict, alm de doa um dos aooi
rmibbre heiro.
Cerveja Filsen
HA IJiSlLlJDE
.
Luiz M. Ribeiro GuiuiarSes, successor
de Alheiro, FernandeB & C*, como nico
importador, &caba r?.e receber esta bem
conhecida oerveja attestada como a mais
pura, hygiecica e ao mesmo tempo a mais
peitoral ae todas as cervejas fabricadas
na AHemanha e como tal recommendada
pelas sumidades medicas nos principaes
paizes da Europa, India e Australia.
Kua da Imperatriz 42
TelephoiieJ7S
FabrcaTae^slo
A^rtS e iiy.yjias ^m
todas as qaaiidades
Soda water, giager, ale, Hmao, lar^nis, cora
o abacaxis.. eraradina, eroslles franlic i
; auniha hortel-';imenta etc.. la.
: II A-'JAES DO uAPIBARlOK
O Remedio mais effica e t
Seguro que se tem descoherto ule I *
hojo para ex^llir os Lombrigas.
ROLQLAYROL FRERS
Flora Pern mincana
FABRICA
DE
Vinhes demesa s mc-icmses,
i unios
Lid. lentes
Friiibu., etc. tic.
Formlos approvada pela Jauta de
Hy
sfi ira &
LI ( EIK0
28-RA DO BEMJTI 128
Passagem d S'agd
DEPOSITO PROVISORIO
2 Ra d? Iaipcaliz I
i .indar
DescoDio van'ajopo
PERNAMBUCO
Fabrica de lquidos al
c olicos
DE
eloSo Ferrcl?a da posta
Ra da Madre de Deus n. 10, em Per
c&mbuco
Formulas approvadas pela junta dehygiene
Neste bem montado esiabelecimeoto encontra-
r'o'os fregaezes, qoer da capital oo d rora, o
que pode haver de melbor em i.quidos naci-
naes, como sejam :
Vinhos tranco e uaio, caiu.j nipaoo, vinagre
branco e tinto, e geneoras de dierentes qoali-
dades.
Todas estas mercauonas se tecommendam por
sua boa qualidade e sao garantidas
Desejando o propietario ueste e:Ubelecimen-
to i resolvido vender a presos muito razoaveis e re-
cebe qualquer encommenda para fra do Estado.
Comprase qualquer qoantidade de botijes.
fr.scos e garrafas vadas.
Professor
Um homem de maior id de, sufli ieLtemente
babillta4o e com looga arattea de enbino, pro-
poe se a leccionar primeiras letras, inclusive
fcrrammatica e irilbujetlca, em qoalqoer eoge-
\bo : quem precisar 'lirija carta c^m as miciaes
u. F. ao Caminbo Novo n. 48.
HVaiaBsMiPaBaBLHHPaPstVBVeSBaM
i
i mmiMO
se=ss
,...,-j.. -


Diario de PeriMimbaco Domingo 12 de Feverein> de 1893
AOS FUMANTES
Desejaes nao ter azia qu.'ido famaes?
Usae por algam tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qor desfiados.
raboroac lamo desfiado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois i80 dir-vos-hei se foi oa nao ntil o conselho.
Compre notar que os Hvgienicos sao fraqainhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRANCA situada na roa Larga do Rosario n.. 2 A.
Um apreciador.
Usa i tambem o arbmst'coi
M HIUB DE:
HM1TE NOUVEAUTE
Saias de S'.uo (ii&t;o.
o
Blusas de surah de todas p
ore 8.
ci
Matines do surah, linons e
sambras ricamente guarne*
taita,
f
Cintos argos de seda p-;
tenhora, alta novidade.
t
Escolha monumental em le
queet ventarolss de penaaa c
de gzes.

Grande variedade eia vest
-os para crea1 gas.
Noviaade em creps, ciche
miras com seda e velludo Rus-||
>o de todas as cores.
Grande variedade em musae
ine Bande, linons, orgacdys ^
ev utines.
ijiia e entonos p-.r..
cer vestidos.
guarna
>
Sedas brancas, pretas o de
cores, capellas fuas de cera e
pellica para noivas.
>
Colzas de seda e de renda.
Sortimento completo eoxc- cortinados de fil de phanta
'/aespara baptis&dos, vestidiohc ala.
3 toucas de seda e spatinhcs.lj
a Ricas capas de seda e ca-
Bonecas finas, ricamente I jbemira pretas, guarnecida de
vestidas, e que fallam. renda e vidrilhoa de todos ot
c tamanhoa.
Faixas para homem.
11 Completo so'.timento de fa-
Grande sortimento de p.-rKi.": endas para loto.
Camisas de surah para de
aoite e de dia de todas as eo
.-es de linho e aaias bordadas.
c
Camisas bordadas e peitilhos
de phantasia para homem.
c
Nova remessa de guarda pos
ie seda cAida* e sedi pa
Iba.
c
Ccstames de Jersey, cascmi-
as e brins para meninos de 2 a
10 annoB.
ct
AU PAR&DISDESDAMES
Ra BarSo da Victoria n. 83
Hua Ba*o da Victoria38
N,
TELEPHONE
Praieleiras
139.
oc
ESTANTES
Para sales e gabi-
netes.
5 tamanho por
3&500
T&iuem se ve de
cada par a 5C0, 6C0,
700, 800 e 900 reis.
Na Lojadas Lhtras Azeso
Ra Duque de Caxias D. 61
Ailip Mfk Is Cajrtta
Veade-sa diversos utensilios, e mach
nimoa, inclusive carca do meit kilo me-
tr da trilhos Dcsauvilie Ra de L re-
do Reg r. 14, Sfi.nto Amero,
Objectos an-
tigos
Vende se urna percao de
pratos amigos e exque i-
tos, LS&im como copos, c-
lices, e algn- objectos de
meial principe, bem como
urna cacleira alta decouio
bordada, c urna pequea
malla de couro.
Na ra do Commeicio
n 1 (Olinda), se dirquen
vende..
Vndese
Urna barcaca bem construida, com torca de
40 caixas; traase na ra da Imperatnx n. 2,
u rea Forinoaa n. 15.
tt
DE
DPDS2L,X^XGJk
Ra Raro da Victoria i.
Loja de quadros
Mad&oie Gerard avisa aos seus u>
-'osrimoa reguezes, que recebeu 3 Paria
>m grande e veri do uortimecto da ._>-
;as de chevrea'ux, de prrnaisM "ce! '
dea castor etc., ett>.
queris ter em vossa mesa manteiga in
suepeita de acido brico ou de margarina,
usai nicamente da manteiga Brete! Fro
res, !at?s encarnados ou verdes, qne pela
ana superior quahd&ie conta nm successo
de 16 annos, e qu sendo a preferida es-,
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta fccreditada manteiga at-
tinge &nuua!mente a dois milhOes reaea
tos mil kilos.
Vende-so em todos armaeens de estivas
e casas da retalho, desde 1876.
Doce de caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feit a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado n. 28, na '.dade
de Olinda,
Nao se vende a re-
talho.
Taverna
^i
Vndese at verna da ra do Rangel n. 67,
com pouco3 fondos, propria para principiante,
o motivo da venda o seu dono achar-se doen
te ; a tratar na roa das Cruzes n. 9, segundo
aedar.
Vendas
:. Vender se s casas n. 1 sita roa da Paz e a
de n 2 na travessa da ra das Flores : a tratar
na roa Duque de Csxias n. 6. ^___
Tleialhos de algodao
VeDde se na trapiche Vianna, no Forte do
Mallos.
59
Aguas de Bem Sande-
Yilla Flor
Fout Sa te
Aicolinas, gazozas, ferruginosas e
lithicas
Contra a despepsia eoutras enfermidades do
estomago e intestinos, eapeciaes no tratamento
dos engorgi'amentos e canculos do flgado
VENDEM
Cuimaraes 8? Valente
nicos recebedores
i c 6Larffi do Corpo Sanio4 e C'
CASA D
No intuito de bem ervir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
os L0VBE, a par dos de igual nature-
Cal VFgem de Japaribe
Para o fabrico de assucar | 1
Avisa-se aos consumidores, que o preeo i 1 I 1W
foi reduzido nest. data para 6J0OO por -* VKJl
barrica.
Deposito no armazem da Companhia I
Esplcradora da Productos Calcreos.
Caes do Apollo n. 73.
Recife, lde Fevareiro de 1893.
za as principaes pravas da Europa,
mantendo sempre o mais importante e
jbem escolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmente de Paris e
on-
8abo russo
Aprov^do pe'a Exma. junta de hygiece
publica da Capital Federal
MOSQUITOS-Exitar sar mordido friccionan I
do antes de dsitar-se.
PAR > CASPA e ootras molestias de cabeca. \
PARA BANHOSUrna (ricio gerai antes d-,
entrar Da banbeira, ou a qoarta parte de um vi-
dro dentro do banbo, refrigrame que toniflea J
o systema nervoso e conforta como por incanto. :
t.Qconiri se i venda na pbarmacia G. Marni >
d C, ra Duque fie Caxias n. 88.
RA
06. MAR$0 N,
(Antiga do Crespo)
TELEPHONE 158
Ect nomia familiar
Prafa da Independencia 27 e 29
Officina de chapeos
DE
TECID0S M PHAN-
TASIA
3 i;.> impossivel de se descrever t,
;v v .c variedade de tecidos de divenat
_. j AJuVJu w Vi i *3ga-se ao publico em ger! e principal-
Ncsta acreditada i fficina encontra-se um] ?eBte Exnaaa- fam a finesa de v-
pessoa' habilitado para concertar, tiDgir e | u*awM
lavar chapeos para homens ; retorma se e j LOU V WL
enfeita-se chapeos para senhoras e meni-
nas pelas ultimas modas.
Na mesma officina encontra-se sempre
chapeos de todas as qualidadas para ho-
rneas e senhoras, assim como tem um
variado sortimento de chapeos para sc-
nhoras pelo prego de 10(5000 ; sem com-
petencia I! tem formas para chapeos de
senhoras de ultima moda chegados da Eu-
ropa
FOLHETM
HELENA
::::.;:::::::::::: .
POR
I"1 CHARLES REBHD
Pra^a da I*.dependen-
cia ns. 27 e 29
u
O VALLE DE VACLDSE
CContinuago)
Talvez, murmurou a condessa. Todo
o mea desojo era que voltasses de todo
ptra junio de mim, e eu apresearei quan-
to pader o dia em que me deves ser
restituida.
Em seguida, mudando de repente de
conversa:
- A toa Sra. Montarieux estima-te
milito, minha flha. Convexa retribuir-
Ihe essa amisade.
Com muito goto, responden He-
lena ; sim, e'la muito boa e muito ama-
?el.
Seu filho possue a mesan naturesa
distincta, dise negligentemente a cen-
des8.
Menos rno semblante, p T.derou a
moja, elle um bonito rapas.
A condessa rio-se, beijandoa na testa e
replicn em tom de certa alegra :
Vamos, meu coracSo, veste-te e
vem cumprir tuas obrigagoes para com
teu pai ; elle j deve ter Be levantado
para (ornar caf.
Com effeito, o conde, sentado defronte
da janeila de seu quarto, urrava em um
i rande cachimbo indico, e beba a breves
goles o quente e saboroso caf que aca-
bavam de servi-lfae n'uma taya do JapSo.
Levantou-se vendo entrar sua filfas, re-
ceben lhe os cumprimeatos, saudou e sen-
tou-se depois dellas o haverem feito.
D-me licenca, disse elle tomando
o cachimbo; um mo habito de mar-
timo, pelo qual eatarei continuamente abri-
gado a pedir desculpa s ssnhoras. .
Concedo-as nma vez por tod*8, re-
sponden a condessa bregeiramente.
Fsse marido, que nSo tomava a liber-
dade de accender o seu cachimbo diante
d esposa sen pedir-lhe Iicenga, nSo con
i.entiria que se descutisse urna e das
suas vontades, que sabia impor com ex-
trema delicadeza.
EntSo, minha flha, achas te bem
aqui ? disse elle ; encontro-t com um
magnifico semblante ; seria o ar da a-
nhS que te deizou assim corada como
urna rosa.
O prazer de ver me junto do se-
nhor que me d esta semblante extra-
ordinario talvez, respondeu Helena ; nun
ca me julcuei tao feliz como esta manh
quando acordei.
O conde contemplou-a anda um mo-
meato, depois disse a mnlher :
Jf Ti veste razSo em ir bscala ; em
breve ser opportuno sabir do convento.
Ah meu pai, j oxelamou Helena
corando. Mas interrompen-se logo e bai-
xou a cabera confusamente.
Socega, minha flha, tespondeu o
conde, irs anda brinsar no convento das
religiosas benedictinas, eu te prometto;
esperando te divertirs aqui em liberdade
como pequea pensionista que s ; brinc*
com teu primo, corre atrs das borboletas,
e paaseia quanto quiaeres, desde manhS
at noite, eu o permitto.
Helena a principio nao se aproveitoo
&ua 1/ de Marcp n. 20
francisco (argel & ir.oo
TELEPHONE N. 158
Esteiras da india
Branca e de fantasa de no vos desenlio o
para forros de soalho, completo sortimen.3
ao LOUVE
Francisco Vergel l Irmio
Ra 1 de Marco a. 20A
TELEPHONE 158
/fbjectos de gosto pan-
presentes
a nesvd artigo grande escolha no
LOVRE
d'essa liberdade; curante os primeiros
diaa conservava-se sempre ao lado de sua
mai, e nao ousava quasi levantar os olbos;
mas emfim, a familiaridade do cavalheiro-
snho a poz vontade.
Este tomn logo o tom da boa amisade
que ordenava eeu parentesco; tratava-a
como cam, rada, e a obrigava a rr das
sass travessuras. Quando ella estava ten-
tada ao salao eatre a Sra. Moatarieux e
Ba mSi, entretida no trabalho da tape-
caria e evitando tomar parte na conversa
9S0, elle vinha pa:- traz d'esse pequeo
circulo, chamando-a em alta vez, arran-
cava-lhe o trabalho das mSos e a airas-
tava, dang .ndo, para o terrajo. Marcel-
Una ira sempre o terceiro entre oa dous
jo vena e nSo deixava de reprehender em
voz baixa o cavalheiro quando assim se
apoderava de sua prima ; esta, porm, to-
mava a sua defesa, e acabava rind ;-se e
divertiedo se com quem a impacientava.
EntSo o mancebo sentava se parte om
um livro na mao, e segua com os olhos
essa encantadora menina que com o vesti-
do arregazado e os cabellos em desorden
corra e folgava como um rapaz, no ar-
dua.
A familiar amisade que Helena paten-
teava a aeu primu nao pareca citeuder-se
a Marcellino no Montarieux ; anda que
estivessem junto todo o dia nSo se arris-
cava, a fallar- he e elle tambem, de sua
parte, guardava para com ella a maior
reseiva. Entretanto no fundo da alma
parecia-lhe que aquella mancebo da ar se-
vero era muito mais amavel que o traves-
so com quera tanto briocava. Q laoto a
Marcellino ha va cimprehendido que tor-
nara se perdidamente; apaxoado por ella,
e julgava-se inteliz no dia em quo a le-
vassem de novo para o convento.
Cerca de seis semanas assim
fm das ferias se approximava e Marcel-
lino tornou-se tristonho. NSo foi mais
caga, e fingi querer aprender o revers-
ao, procurando assim um pretexto para
passar as noites por detraz da cadeira da
condessa, a dous pasaos de Helena, que
Lbordava sem levantar a cabeca, pareoendo
enlevada em seu trabalho.
N'este cornejo a Sra. Montarieux pro-
poz urna tarde um passeio para o dia se-
guinte a urna herdade sita margom do
bosque
E' um lugar completamente ras tico,
disae ella, mas onde ha bellas aguas, e
estes mogos terSo o prazer da pesca, se
nSo se dispuze.em a cagar. Eu reaervuva
este passsio para o dia de Todos os San-
tos, oBo posso, porm, gurdalo para ease
dia, porqoe o Sr. conde deaeja partir ama-
cha sem falta.
E' com grande pezar meu, disse o
conde, mas convm que estejamos em
p## p0r eEtes das, afirn de mandar o
cavalleiro para o collego.
A esta declaragSo Helena mudou de
edr e baixou a cabega, porque senta as
lagrimas subirem-lhe aos olhos.
Ora, poie, estSo acabadas as nossas
ferias, exclamou o cavalleiro, voltando pe
para o joven Montarieux, com um longo
suspiro. Ah I meu caro Marcellino, t
ficas, e quanto por isso te julgo feliz !
Muito feliz balbuciou este sem Ba-
bor o que dizia.
Sabio logo para que nao percebessem o
estado de pertubagSo em que ficra.
No din seguinte pela manhS as duas se-
nhor b metteram-se em nm carrinho com
o conde e Montarieux, emquanto os rapa-
zes seguiam atrav z dos campos com as
espingardas ao hombro ; elles haviam pro
mettido chegar i'riineiro, e, logo que o ve
bienio parou diante da herdade, Helena
ios turnes para cranlas
De todas as idadea encontra-se grana-,
rtimeato no
Louvre
Ohapeos e capotas
'timas novidades de Pa:is recebeu .
_________Lotnre_________
tlrinaldas, ieqaes e chapeos
de sel
O? phr.ntasias -icabam de chegar p;.ra
LOUYRg
cortes de lajinho, eda
e algoio
Ricamente enfeitados, tem r-;cobid ul
ament o
131
nJQ
se passa-
rarr. A donzelU de Blanquefott come-procurou-08 com a vista, mas nSo estavam
goa entSo a chorar oocal ament, porque o anda no lugar ajustado.
A caga os ter demorado, disse Mon-
tarieux, andam sem duvida pelas colinas
e sabe Deus a que horas volverSo.
Heleda volveu Be suspirando, cheia de
anciedade. N'aqnelle momento ella com-
prehendeu que a presenga de Marcelliao
participa va muito do prazer que lhe esta-
va promettido u'esae passeio. Esta espa-
cie de descoberta causou-lbe tristeza e
confusSo. Sentn se de parte, e poz-se a
examinar em segredo o que de espantoso
repousava em sua alma.
Emfim os rapazes appareceram, e o ca-
valleiro dase com um ar triumphante, col-
losando a bolsa na mesa sobra que se
acbava dispoata a refeigSo :
Eis emfim caga! um coelhioho
que matei l em baixo as alfazemas. Se
nSo fosse este Vlarcellioo estar contraria-
do teria derrubado tambera de pasaagem
alguna volateis, que se achavam na mar-
gena do rio, elle nSo quiz ir >...
Estava impaciente por chegar, disse
o joven Montarieux, olhando involuntaria-
mente para Helena.
Jantaram ao ar ir livre, diante da her-
dade debaixo de urna d'essas amoreiras
seculares, plantadas por ordem do minis-
tro de Henrique IV, e a que os aldeSes
provincianos chamavam aindu as Sully.
Depois de jantar os pais cortinuaram a
conversar em roda da mesa, e os rapazes
toram passear no campo que desder at
ao Sorgae.
Helena seatou se ao p de um velho
salgceiro e emprehendeu urdir urna cesta
com nm feixe de junes que apanhra
margen? do rio; o cavaHeiro esteve a prin-
cipio aocegado ao lado de ana prima ; maa
cansado de sua inagSo empoleirou-sa no
tronco de um lamo recentemente cortado
e em p n'uma das estremidades diverta
se em balen -ar se elevando-ae e deixando
se oahir pausadamente com a cabeca levan-
^apas, jersevs e visitas
tastos inteirameate novos acaba de re*
:sber
ecias brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
iendo despachadas o totea u irnos das.
LOUVRE
Libras >ier!i
:jd-se na loja ds jolas de Auguriod)Reg
fe C. rea do Cabppl Q. 9.
tada e oa bragos estendidos como um dan-
carino a bar fl fixa.
Marcelliao sentado na relva, prxima
do salgueiro, arrancava oa talos de junco
que cresciam em roda de si, e es entre*
gava o Helena -em dizer palavra.
Vejam c cavalleiro disse de re-
pente o conde, eil-o dangando na ponta
de um galbo 1 E um moto continuo este
rapaz.
Depois accrescentou, drigind:-ae Sra.
Montarieux :
Eu prefera ter na minha familia
nm mogo como seu filho. Sempro me-
lhor do que um diabrete assim.
A estas palavras Montarieux e sua ma-
Iher entreoolharam-se involuntariamente
com o aorriso nos labios e as faces purpu-
ras de satisfagSo. A condessa voltou os
olhos para Marcellino, e dase tambem:
E' nm mancebo perfeito e que hon-
rar a sua familia... f
O conde offereceu urna pitada de rap
a Montarieux e o aasumpto deu se por es-
gotado n'eate ponto.
Quando o cavalheiro ac bou do dangar
dirigi se para Helena, dizendo-lhe :
Empresta me eate lindo cesto, pri-
ma, excellente rede para eu ir j pes-
car no rio.
NSo, reapondeu ella, quero enshel-o
de flores e de frutos.
E onde vai colher isso ? Quanto a
flores e frutos eu apeoas vejo par aqui
amoraa selvagens, e f :ias florionas ama-
relias que crescem l em b'ixo na relva.
Vimos eata minhS lindas florea, dase
entSo Montarieux.
I*V verdade! j nem me reoordava
disao, exclamou o cavalheiro, batendo pal-
mas, O' prima 1 se aonbesae que lindo
jardim descobrimos per.o d'aqui...
(Contina)
Typ. do Diario, roa Duque de Caxias n. 41

MUTILADO
"^T
I
%>
'
f



Full Text
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