Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17553


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Full Text
T
ANNO L. MlERO 16 T ^ IS M

i

-**

PAU4 4 CAPITAL E LUGARE8 XW !%* 8EPAG4POBTE
Por tres mezes adiantados......\. '"' '........
Por seis dito6 idem.........?........ 129000
Por urn anno idem..................94*000
Cada nuraero avulso....., ......... 9090
i '
vj! (flJMtTA
PARA PB> It rOW A DA PFlErC! A
Por ires mezes adiantados..............
Por seis ditos idem .....,. *.......
' Por nove ditos idem
Por urn anno idem.
89759
139500
......
..... ...... 97900O

------' "
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS

i---------------------sri--------------::------"it
.
Sm. erardo Antonio AJwdFilkos.no ParA; Goncalyes d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose- de OliveiradPHho, no Ceara-; Antonio de Leiuu*Braga, no Aracatj ; Jofa Msria Julio Chaws, no Assn; Antonio Marqaes da Silra,boHatal; Jose Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jose" Gomes,najViHada Penha; Be!annino dos Santos Bulcao, em Santo Antio ^ Bomingos Jose" da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar d* alagdas; Aires d C, na Bahia; e Leite, Copqoinho d C. no Rio-JdeJaneiro.

---------
PABTE OFFICIAL.
Cioverno da urovlucia.
KKPEDtBNTE O* Oik 17 Oi OUTUBRO BE 1873.
i: stcfdo.
Oileics :
Ao brigadeiro coramandknte ilas annas.
Transmitto a V. Exc, para os tins convenientes,
a guia junta do soldado Joao Jose Francisco Ca-
valcanle, viado 4a provinaa do Ceara no vapor
Paid, wmo deserter de am dos corpos da guar-
nicao 4*eta pwviacia. .
Ao iwpeotordo arsenal de marinha.Nesta
data ficam expedidas as conveniences ordens para
ier trausporiado a corte, no vapor Paid, o apreu-
diz'da companhia de iiaperiaes mariabeiros de
nome Pedro ; a qae communico a V. S. para seu
eonheeimento e em resposta ao seu offleio de hoje
ditado sob n. 745.
__Ao director do arsenal de guerra. trans-
mitto a V. S para os tins convenientes, o incluso
t*rmo de exatne procedido no hospital railitar
.,; medicamentos vmdos ultimamenle da curie,
<:om destino a pnarraacia do mesmo hospital.
Ao conselho de corapraa do arsenal de
marinha. -Approvo as compras que em sessao
dj 58 de seterabro ultimo promoveu o conselho
de compras de marinha, dos objectos menciona-
dos em sea olBcio de 25 do eiUdo mez, os quaes
*io necessarios para provi.uento do respectivo
aimoxarifado.
_ Ao mesmo.Ficam approvados os contractos
qua em sessao de 23 de setembro ultimo cele-
b'ou o eonselbo de compras de marinha para
fornecimento, no trimestre da outubro a dexembro
deste anno, d- objectos de fardamento e oulros
artigos de aonsumo aos navios da armada, esta-
belecimento* de marinha e para as obras do por-
to, excepcio feila dos oolchSes, para cujo suupn-
uiaaio devera o conselho chamar nova concur-
tenco, vfcto como o preco de 4*600 por que ae
propfie Mauoel FeraanJes da Silva a fornecer
cada um desse artigo e excessivo, porquanto pode
:io ser facilmeate obtido do mercado pela quan-
tia de 4^000, segundo informa a contadona da
ttiaaouraria de Caienda no sea parecer, com que
jucorda o respectivo inspector.
2*. s#cfdo.
Aclos:
0 president*) da provincia, attehdendo ao
.me roquereu o bacharet Carlos Augusto Yaz de
Oliveira, juiz sabitituto da comarca de Iguaras-
a', resulve conceder-lhe um mez de licenca, com
vea'cimeatos na forma da lei, para tratar de sua
siiiide onde lhe convier.
0 presidente da provincia, attendendo ao
qua requereu o alferes Jose Servulo de Borja
liuarqoe, da 4* companhia do 4* bataihao de in
taotaria daguarda nacional deste municipio, e
a vista do quo informoa o commandante supe-
rior respectivo em offleio n. 714 de 14 do cor
nale, resolve que lhe seja dada a guia de que
t-ata o art. 45 do decreto n. 1,130de 12 de marco
!, 1873 para o muuicipio da capital das Alagdas,
onoe vai residtr. .
0 presidente da provincia, a vista do otncio
do' Dr. chefe de policia, n. 1,747 de 15 do cor-
roate, resolve exonerar do cargo de 3 snpplente
.1* subdelegado do distneto de S. Benedicto, 2*
da freguezia de Quipapa, do termo da Panellas,
eidadio Jose Pedro Mascarenhas.
0 presidente da provincia, de conformidade
*om a proposu do Dr. chefe de policia em of-
licio n. 1,747 de 15 do corrente, resolve nomear
.) cidadao Manoel Francisco de Oliveira Amorim
j> supplente de subdelegado do districto de
s. Benedicto, 2* da freguezia de Quipapa, do ter-
mo de Panellas.
Ao Dr. chefe de policia.Remetto a V. S.
a carleira com medicaraentos homeopathico3, que
a este acotnpanha, solicitada em seu offleio de
II do corrente, atim de soccorrer os indigentes
alacados da variola na freguezia da Munbeca,
L-m womo as inclusas instrucgoes. Outro sim,
coacedo a autorisacao pedida pelo subdelegado
dioueila localidade para contractar com Fran-
i sco Bellrao o tratamento dos mesmos indigen-
es, mediante a gratiucajao mensal de 5o*, que
-era reduzida si o numero dos doentes e as dis-
taocias de suas habitacoes forem insignilicantes.
Ao commandante superior do Recife.
Maade V. S. d3r ao alferes da 4" companhia do
h' bataihao de infantaria, Jo$e Servulo de Borja
Jiaarque, a que allude o seu otncio n. 714 de 14
.-.-3to 1,130 de 12 de marco de 1833 para o mu-
ni:ipio da capital da provincia das Alagdas, onde
vai restate. .. .
Ao juiz de direito da 1* vara da capital.
i ransmitto a V. S.. para os devidos fins, as guias
.1o sentenciados, Jeronymo Machado Cordeiro e
Maaoel Joao Coriolano, os qaaes vieram com of-
fleio do presidente da provincia do Piauhy, de 1
do corrente. .
Ao juiz de direito de Palmares.Informe
Vine, si nessa comarca foi in-taurado algum pro-
resso por crime de moeda falsa contra Josd Fa-
t.ricio Gomes, e no caso afflrmativo, envie a esta
nresidencia copia dos autos.
Ao commandante do corpo de policia.
liApoca Vmc. suas ordens, afim de quq sa apre
.ante no tribunal do jury ao respect
dente, a contar de amanha, a forcajdo
emquante durar a presente sessao.
Ao commandaute do corpo de
Coda Vmc- elimiuar do corpo sob sea
a praia Manoel Goncalves do Nascimeni
iulgadojncap*! servlco, segando o
r> 587 de 15 do corrente.
Ao mesmo. Concedo a autorisacio
pale eut seu offleio n. 584 de 14 do corrente para
|wr a grade de ferro e fecbaduras, a qtae allude
o mesmo offleio, podendo despeoder colm isto a
quantia de 60, em qnanto foram orcalos estes
ohisetos e sua collocacao.
Ao mesmo. Expe^a Vmc. as 'suas I ordens,
aam de one o oflicial que commanda o^estaca-
mamo de S. Loureocp da Mitta passe a sd(bstim|r
17 Salfoeiro.
BMecfao.
oafcios: .
Ao inspector da thesouraria de
oiiimanieo a V. S, para os devidoe fins, one a 16
ii corrente entrou no gozo da licenca e yronll>-
ti.rpaWicoda comarca de Itambe, baeharel Joap
Cavaicaate de Albuquerque Uchua. |
Ao mesmoAnnuindo ao que solacitoa o
>uaerinteadente da estrada de ferro do Recife a S.
Knmciaeo em efflcio de 15 do corrente, a atoriso
V. ft. a ouodar pagar a despeza provenie nte de
trimportes dados nos trens da rae.-ma e itrada,
i>or eonu dos ministerjos da guerra e m irinha.
^uranle o mez de setembro nfiimo. como ?e ve
Iguat a thesouraria provincial.
Ao uwauio. lendd approvado os cou iracto*
uue em lesaio de 23 de setembro preterito, cele-
brou o conselho de compras de marinh
lemecimento no trimestre de ootubro a
4MM anoo, de objectos de fardamento e
iimo dos eavios da armada, estab-lecimeni
mariamae para as obras do porlo, om excepc
coleMes, para cujo opprimento determin
seja ehamada nova cooearrencia, attentas
s zoes 4a4a Ha coa^adoria dessa thesouraria
as mum eoneorda v. S. em sua informacao
de oorreate sob n. 571 serie E ; assim lh'o
mnnico para ten eonheeimento e fins oonve
tss.
vo presi-
\costnme,
olicia.
itando
que foi
in otBcio
due Vmc.
fazania.
Ao mesmo. Achando-se satisfeita, com 3e ve
das indasas contas a exigencia contlda em sen
offleio do 13 de setembro ultimo n. 185 serie E,
relativamenle ao pagameato da despeza com os
recrutas e desertores vindos do termo do Brejo.
com destino ao servigj do exercito, tenho a dizer
a V. S. que mande pagar. nao so a despeza do
exercicio corrente na importancia de 77428), mas
tambem a de 394030, do exercicio de 1872 a 1873,
sendo esta sob a responsabilidade da presidencia,
em consequencia de ter-se esgotado para esse fim
o competente credito, conferme se deprehende do
sea dito offleio.
Ao mesmo. Tendo por despaeho desta da-
ta, de acordo com a sua iaformacao de 15 do
corrente sob n. 567 serie E, negado provimento
ao recurso interposto por Americo de Si e Alba -
querqae, pediado serrelevado das maltas em que
incorrea por infraccio do regulamento do 1 de
dezembro de 1871 ; assim o declaro a V. S. para
sea eonheeimento e fins convenientes.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar a Jose" Car-
los de Sa os vencimentot constantes dos prets
inclusos, relatives ao destacamento existentd e m
Aguas Bellas, durante o mez de setemb'o proximo
passado, segund) solicitoa o commandaate supe-
rior respectivo era offleio de 2 do corrente.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Expega V. S. suas ordens no sentido de serera
pagos a Joaquim Luiz Vieira, conforme solicitoa
o commandante superior da Agua Preta em offl-
eio da 9 do corrente, os vencimentos da gaarda
nacional existente na villa de Barreiros, rela
livos ao mez de setembro ultimo, segando iadi-
ca o incluso pret em duphcata.
Ao mesmo. -Em offleio de 14 do corrente o
Exm. bispo diocesmo trouxe ao eonheeimento
desta presidencia haver sido n'aqaella data exo-
nerado, a seu pedido, o Rvd. Juvencio Virissimo
dos Anjos do cargo de coadjuctor da freguezia de
S. Pedro Martyr de Olinda ; o qae commanico a
V. S. para os fins convenientes.
Ao mesmo.-Transmitto a V. S. as inclusas
contas docaraentadas, afim de que mande pagar ao
respectivo fornecedor a despeza feita durante o
mez de setembro ultimo com o sustento e dietas
dos presos pobres desta provincia, recolhidos a
casa de detencao ; conforme solicitou o Dr chefe
de policia em offleio de hontem sob n. 1,752.
Ao mesmo.A Antonio Dominguesde Almei-
da Pocas, mande V. S. pagar, a vista da conta junta
em duplicata que me foi remettida pelo Dr. chefe
de policia com offlcia de 16 do corrente sob n.
1,75J, a quantia de 1112i), despendida desde o 1*
a 17 de agosto ultimo com o fornecimento de
agua e iuz ao quartel do destacamento do termo
de Santo Antio.
Ao mesmo.Providencie V. S. no sentido de
ser paga ao fornecedor Joaquim Pereira da Costa
e Silva a quantia de 664560, consume da relaca/i
e coata junta em duplicata em qae importoa aali-
mentacaa dada aos presos pobres da cadeia do
termo de Bezerros no mez de setembro ultimo,
segundo declaroa-me o Dr. chefe de policia em
offleio de hontem sob n. 1,757.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. 15 exem-
plares impressos do regulamento de 7 do cor-
rente, afim de ter a devida.execucao na parte qae
the tocar.
4' secqao-
Offlcibs: ,
' Ao Exm. Sr. Dr. Augusto Olympio Gomes de
Castro, presidente da provincia do MaranhSo.
Accuso recebide o offleio de V. Exc, de 4 do cor-
rente, e fico inteirado de haver naquelW data as-
sumido a administracao dessa provincia. Apro-
veito a occasiao para assegurar a V. Exc. os meus
protestos de subida estiraa e distincta considers-
cao.
Ao juiz de paz presidente da junta da quah-
ficacJo da freguezia de Maraauguape.Devolvo a
copia da qualificajao qae acompanhou o seu of-
fleio de 12 de julho ultimo, hontem recebido, afim
de que sejam assignadas por toda a junta as res-
pectivas folhas como prescreve o art. 2i da lei de
19 de agosto de 1846.
Outrosim, recommendo lhe qae na occasiao em
que for ella novamonte enviada remetta Vmc as
aclas da installafao e encerramento da junta e Dem
assim as da sua segunda reuniao.
Portarias.
A' lllma. camara municipal do Kecite.ue-
claro a lllma. camara maaicipal do Recife que tea-
do era vista a sua' proposta contida em offleio de
15 do corrente, de c .nformidade com o art. o da
lei n. 129 de 2 de raaio de 1844, reconhejo a uti-
lidade da desapropriajao do trapiche denominado
Pelourinho -sito no largo do Corpo Santo, per-
tencente ao Exm. visconde de Suassuna, por estar
o lo^ildestmado na planta da cidade para nma
praca pablica.
51 seg^ao.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
reqaereram Joao Peieira de Araujo Cardoso e
William James Lindsey, cessionarios da estrada de
ferro do Bebedouro, e tendo em vista as informa-
.3es do engenheiro chefe da reparlicao das obras
publicas, de 29 de setembro ultimo sob n. 355, e
do engenheiro fiscal da estrada de ferro do Recife
ao S. Francisco, de 15 do corrente sob n. 119, re-
solve conceder-lhes permissao para assontar os in-
Ihos da referida estrada na do governo, de inodo a
ligar a estacao de Una a que os ditos cessionarios
tern de construir na villa de Palmares, mediante as
seguintes clansulas:
< 1.* No caso em que o pendor da estrada do
governo, onde os cessionarios tem de assentar os
trihos para ligar a estac4o de Una a Palmares, nio
se preste a esse fim por ser maito forte, e seja
preciso faser-se aterro on excavacao, sera o traba-
fho feito em toda a largura do leito da es-
2." Os trilhos serto assentodos na estrada do
governo, de modo que deixem ao livre transitf* cm-
eo metros de largura.
t 3.' Os cessionarioi so poderio asseutar oi tri-
Ihos na estrada para ligar as duas estacoes de Pal-
mares e Una, com ramificacao para o povoado de
Palmares, depois que tiverera feito, e em estado de
expVoratio, pelo menos 10 kilometros da estrada
de que sao cessionarios.
4.' Os cessionarios deverao apresentar previa-
raenle a planta da povoacao de Una na escala de
1/X> ou 1/500, iodicando as ruas por onde tem
de passar os mesmos trilhos.
t 5.* Fica esta concessao dependente da appro-
vacao da assemblea legtslativa provincial.
Offlclos : .
Ao engenheiro cheie da reparti^lo das obras
publicas.-Aeceiundo o alvitre lembrado pelo ge-
rento da eompantia-Recife Drainage-na infor-
raacio que por copia veio annexa a sua, ae is ao
corrente sob a. 378. pode Vmc. classtficar oorao
de > classe os apparelhos tque foram collocados
nos predios n. 29 e 83 da rua do Imporador en.
14 da rua Frimeiro de Marco, perienceute.^ a in-
lormcUO. Fraacisca Tuomazia da Uncaigao Cu-
nha, da qual e curador seu filho Joio da Cunjia
Soares Gaimaraes; devendo a mesma companhia
cobrar a differenca de preco dos que nio quizeram
sujeitar-w a classe escothida pelo mencionado Soa-
res Ooinwries.
- Ao mesmo. -Representando-me o briaadeiro
commandante das armas qae o apparelbo 6
norte, providencie Vmc. no sentidn;de ser entregue
a mala dessa repartiio a respectiva agenda atf
is duas horas.
Ao presidente da camara municipal da villa
de Cabrobo.Inteirado do que expoz em sea offl-
eio de 30 de setembro ultimo, approvo a delibera-
cao que Vmc. tomoa de prorogsr por raais 3 me-
zes o praso designado pela promotoria dessa co-
marca para a matricula dos es:ravos ahi resi-
dentes.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia de navegacao
brasileira mandein transportar a corte porconta
do ministerio da marinha, no vapor Pmetf'fkpten-
diz da companhia de imperiacs marinheiros, de
nome Pedro,
EXPEDIENCE DO SECRTAR!0.
1.' stccao.
Offlcios: -
Ao brigadeiro commandante das armas.S.
Exc. o Sr. presidente da pnvincia, tendo autori-
sado o fornecimento, ao 9.* de infantaria, de uma
padiola e o concerto de outra; assim o manda
coramunicar a V. Exc, em resposta ao seu offleio
de hontem datado, sob n. 1019.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presi lente da pro-
vincia, tendo providenciido para serem feitos os
concertos de que precisa o apparelho de limpeza
da gaarda da alfandaga ; assim o manda commu-
nicaa a V. Exc, em resposta ao seujoffieio de 16
do corrente, sob n. 1020.
2.* sectfio.
Offlcios: -
Ao commandante superior de Agua Preta.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S. que a thesouraria provincial tem
ordem para pagar a Joaquim Luiz Vieira os ven-
cimentos do destacamento da guarda nacional, de
qae trata o seu offleio de 9 do corrente.
Ao commandante superior da Garanhuns,
Buique e Bom Conselho.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que nesta data foram expelidas is convenientes
ordens a thesouraria de fazenda no sentido de
que trata o sea offleio de 2 do corrente.
Ao Dr. juiz de diretto de Cabrobo.-0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S., em resposta ao seu offlcie de 29 do mez pro-
ximo passado, que nesta data se expedio ordem
ao commandante do corpo da policia para fazer
subitituir por outro o official que commanda o des-
tacamento de Salgueiro.
Ao baeharel Joio Cavalcanle de Albuquerque
Uchoa, promoter publico de Itamb6.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar o recebi-
mentodo offleio de V.JS. de 16 do corrente, em que
participa ter n'essa data entrado no gozo da li-
cenca que lhe foi concedida pela presidencia.
5." tecqao.
Offlcios:
Ao engenheiro chefe da repartioao das obra*
publicas. 0 Exm. Sr presidente da provincia
mania coramunicar a V. S., para seu eonheeimen-
to e em resposta ao seu offleio de 29 de setembro
ultimo sob n. 355, que por acto desta data per-
mittiu a Joao Pereira de Aranjo Cardoso e Wil-
liam James Lindey, cessionarios da estrada de
ferro do Bebedouro, assentarem os trilhos da re-
ferida estrada na do governo, de modo a ligar a
estacao de Una a qae tem os ditos cessionarios de
construir na villa de Palmare"s, mediante a? restric-
coes apresentadas em seu citado offleio. -Mutatis
mutandis ao engengeiro fiscal da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco.
Ao promoter publico da comarca de Cabro
bo.S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S., para seu eonheeimento e, fins con-
venientes ,que nesta data fica approvada a delibe-
racio que tomou o presidente da camara munici-
pal d'essa villa de prorogar por mais tres mezes
o prazo por V. S. designado para a matricula dos
escravos ahi residentes,
Ao superintendenfe da estrada da ferro do
Recife ao S. Francisco.S. Exc o Sr. presidente
da provincia manda declarar a V. S. que acaba
dff autonsar as thesourarias geral e provincial o
dagamento das despezas de que trata o sea offleio
pe 15 deste mez.
Aos agentes da companaia de navegacao
brasileira.-De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, poJem Vv. Ss. fazer seguir amanha
as horas do costume para os portos de sea desti-
no o vapor Pai'd, d'essa companhia, chegado hojo
dos do norte; como solicitara era offleio desta
data.
17 OE JANEIRO
em'one! commandante superior da gaarda naclo-
aal do municipio de Goyanna.
Joio Pacheco de Medtiros.-De-se, nao havendo
liconveniente.
Luiz de Franca Eugenio.lodeferido
! Maurillo de Pontes Lins Sicupira.Informe o Sr.
btrfgadeiro commandante das armas.
Manoel Pedro Ferreira.-Informe Sr. inspec-
\ft da thesouraria de fazenda.
f" rcolina Maria da Conceicao. Informe o Sr.
hefe de policia.
noel Hennitu.es de Miranda Accioli. Passe
ria, coneedendo qainxe dias de Hxnca, com
nient"* na forma d* lei.
Urabelina Francisca da Fonseci.Informe o Sr.
Dr. chefe d policia.
Valdetrudes Priraitiva da Fonseca Telles.-Pas-
sa portaria, coneedendo o praso improrogavel de
trinta dias, contados desta data.
< oiiimitiiilo superior.
QUAKTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
HA010NAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 19 DE
1ASE1R0 DE 1874.
Ordem do dia n. 143.
Olllm. Sr. coronel commandante superior man-
da fizer publico, que o Exm. Sr. commendador
presidente da provincia, p>r portaria de 9 do cor-
rente mez transferio para o servico da reserva, fi-
cando aggregado ao 2' bataihao della os Srs. te-
nenle Joaquim Nicolao Ferreira e alferes Antonio
Francisco de Moraes, do 2* bataihao de .infantaria,
e por outra portaria de 10, tambem do" corrente
mez, nonwou para alferes da 5" companhia do 5
bataihao de infantaria, de conformidade com a
propostt do respectivo major e commandante inte-
rino, ao sargento Francisco Jos6 Guedes de La-
corda.
Rodolpho Joan Barata de Almeida,
Ci. ronel commandante superior interino.
limDeza da companhiaRecife Drainage -, collo-
cado na auarda da alfandega, se acha delenorado,
recommendo a Vmc. que providencie em ordem a
ter o dito apparelho qnanto antes reparado.
Ao administrador Interino dos correioa.De-
vendo seguir amanhi a 4 horas da tarde para os
portos do sul o vapor faro, cbogado twj do* do
despaf.iios da presidencia, do dia
de 1874.
Aureliano Augusto de Souza Cesar.-0 supph-
cante e ne3ta data mandado p5r em liberdade, por
ter sido considerado incapaz do servico.
Antonio Francisco do Carmo. Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Bernarda Francisca das Chagas. -Informe o Sr.
Dr. chefe de policia
Bernarda Vieira da Silva. Informe o Sr. Dr.
chefe de policia para ouvir ao supplieante.
Bazilio Bernardo Ribeiro do Amaral.Informe
o Sr. Dr. chefe de policia.
Bario da Soledade. -Sim.
Companhia de vapores de reboque.-Sim, sem
prejuizo das obras naeionaes.
Candida Luiza Cesar Baptlsta.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Coronel Francisco de Barros do Nascimento.
Encaminhese. _
Henedina Floresta dos Santos Cordeiro.-Passe
portaria coneedendo a licenca pedida, com orde-
nadosna forma da lei.
Iraandade de Nossa Sonhora do Livramento, da
cidade da Victoria Deferilo .com offleio desta
data, a thesouraria provincial.
Baeharel Jose Maximiano Alves Cavalcante.-
Infnrme o Sr. Dr. chefe de policia.
Jos6 de Hollands Cavalcanle. Informe o Sr
Dr. director geral da instruccSo publica.
Joaquim da Silva Costa Certifiqlie-se.
Maria Salom6 de Moara Mattos.-Sim, pagos os
direitos naeionaes. m .
Manoel Pereira Lemos. Informe oSr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Miguel Archanjo da Silva Braga e Bonomo Ro-
sa de Lima Leal.Informe o Sr. Dr. director ge-
ral da instruccio pnbliea.
Taanntr Miguel Joaqoim do Rego Barros.
temlagar o qae requer, em vista da mfor
Capitio Manoel Bezerra dos Santos Jonior.
Informe o Sr. Dr. juiz de direito da comarca do
Bonito. ... .
Soeiedade Beneficenie dee caixeiros despaehan-
tes desta cidade.Passe portaria na forma reque-
rida. .. .
Baeharel Vicente Ferreira Lima Encaminhe-se.
19
Antonio Joaquim dos Santos. Passe portaria
Aiuerico Nunes Cirrta. -Sim, pagos os dweitos
nacioiues.
Basilio Bernardo Ribeiro do Amaral. Inrerme
o Sr. Dr. chefe de policia.
Clementino Jose Rodrigaes. -Informe o Sr. bri-
gadeiro commandante das armas.
Francisca Seraphico de Assis Carvalho. -Inter-
me o Sr. director geral dainstruccao publica.
Irmandade do Senhor Bom Jesus da Via Sacra
da igreja da Santa Cruz. Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Ignacio RomSo de Farias.Concedo o praso pe-
dido.
( oiuiuunilo das armas.
Jt'ABlEL GENBRAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERRAMBCCO, EM 20 DE JANEIRO DE
1874.
0 brigadeire coraraandanto das armas declara
para os fins convenientes, que nesta data apre-
sentaram-je vindos do presidio de Fernando, os
Srs. offlciaes honorarios do exercito, coronel Ale-
xandre de Barros e;Albuquerque,que no dia 13 do
corrente entrcgou o commando do dito presidio so
Sr. tenente-coronel Sebastiao Jose Basilio Pyrrho.
e capitio commandante do destacamento Manoel
Accioli de Moura Gindim, que por doente passou
no dia 22 de dezembro o commando do dsstaca-
mento ao Sr alferes do 2* bataihao de infantaria
Gercino Marlins de Oliveira e Cruz.
0 mesmo brigadeiro doclara igualmente que
approvouos engajamentos qua contrahiram para
sarvir por mais seis anno<, percebend" alein dos
vencimentos que por lei lhe compettr, o premia de
4004010,o soldado d> 4" bataihao de artilhana a
pe addido ao deposito dos recrutas, Csndido de
Oliveira, c 0 -abj de e '.* bataihao de infantaria Tertuliano da Silva Lo-
bo, este a 19, com destino a companhia de caval-
laria desta provincia e aquelle a 7, tado deste
^\'Assiguado.) Maiunl da Cunha Wanderley
Lins. _
Conforme.0 alferes Jose EUziario dnsSantns.
sjudante de orden- interino, encarregado do de-
talhe.
llc|nrtioutt da policia.
t.* secgao. Secretaria da policia de Pernambuco,
20 de Janeiro de 1874.
N 97.Illui. e Exm. Sr.ParUcipo a V. Exc.
que foram recolhido* a casa de detencao, hontem,
os individuos seguintes :
A" minha ordem, VJan'jel Ignacio da Punflca-
cao, Antonio Carl.s Pereira, Marcelino Jose Ri-
beiro e Manoel Pewira de Mattes, sentenciados
vindos do presidio de Fernando.
A' ordem d i subdelegado do Recife, Antonio
Reis, Scrello Jnrante e Juane Afatante, a requi-
sicao do consul italiano. ,
0 delegado de S. LourenQo da Malta, por offl-
eio de 17 do corrente, communicou-mo que lizera
reraessa ao Dr. juiz criminal do respectivo dis-
tricto do inquerito a que procedera contra Jose
Fernandes de Soaia, por crime de ferimentos.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi
mo presidente da provincia. 0 chefe de policia,
Antonio Francisco Correia de Araujo.
DURLODEPERNAJxIBUOU
Betrospecto politico do anno de
83.
REClFi:, 1 DF. JANEIRO DE 1S74.
II
( Conclusao )
Brastl
Continuando a assentar as suas relacSes interna-
cionaes sobre as bases da justica, da benevolencia
e dos multiplos interesses creados pela civilisacao
do seculo e por uma politica pacifica e liberal, o
Brasil vio es'sas relacSes cada vez se tornarem
mais amistosas, em 1873, e, era certo modo, to-
rnarem um caracter de notabilissima satisfacao no
tocante a alguns paizes, com qnem celebrou tra
tades de extradiccao e outros de interesse recipro-
co e de valiosos proveitos.
Todavia, no quadro harmonioso dessas relacoes
houve, ha e ha de sempre existir uma sombra des-
loante, qoe c nma appreheneio dolorosa, que bem
p6de ser calamidade no futaro.
Essa sombra, oriunda de uma politica pequeni-
na e odienta, foi projeetada pela irreqnieta Repu-
blica Argentina, cujes exageros, cujos tentamens
ambiciosos, cujos pianos cxtravagantes e renegados
preconceitos, nao se podem compadecer com as
pralicas nobres e elevadas da politica brasileira,
toda de paz, toda de fraternidade, toda de liberda
de, como abas podem a ei vilisa;ao modema e os
interesses da humanidade.
Pedindo conselho a velhos e despsealveis sen-
da informacao tjmeotos de odio ; apoiando-se nas sombrias pa-
glnas da historia de um passado, qoe, se tem
erros, tem brilhantes acertos; e, flralmente, im-
buindo-se de Uteias reprovadas de pretenciosas
conquistas; a Republic* Argentina vai o seu mam-
nho inglorio, sem se lembrar de qae offende as leis
da honra, os principios salutares do direito mo-
derno, e' a civilisacilo e a MberdadV, foraentando
iatngas e ranccres, qne bem podem produzir tor-
raentas, semeando veetos borraeosos, que bem
podem desencadear terriveis tempestados.
R" o alvo da sua politica, & o sonho de ouro dos
seus homens publico?, a formaoao de am grande
estado ao sul do imperio, composto das tres repa-
blicas que se assentam no Praia e no Paraguay.
Para a realisacao desse sonho todos os meios se
afflgnram bons aos tresloucados estadistas porte-
nhos; e nem ao menos cogitam elles de qne MM*
tem sentimentos repulsivos entre os tres paises,
orinndos sim da mesma tome, mas distanciadM
immensamente por habitoi e costumes, e, mais do
que isso, por odios vehementes, qae nao cesswj
jamals de se ostentar pujantes e cruentos.
Joio Hypollto de Meira Uma. Informe o Sr.l Longe de proenrar *^^ jQ!E**a*'*,
director la reparlicao das obras publicas. )onge fa cimentar uma j^* ?^1g*>r. e be-
j^aquim Qomes de Albuquerque.Informe qSr. j aefoleafe, a coafederac.ao piaiiqa ca^,, Vez como
qae cava raais fundo abysmo entre si e os vizi
nhos, como que se atem ora accrescer aquella re
pulsao, nao s6 pela interferencia nos negocios ia^
ternos do Uruguay t Paraguay, mas tambem pela
pressao que busca exercer nas suas relacoes inter-
oacionaes.
Dahi vem que, em vea de ganhar terreno para
os seas pianos, inspiraoio nma nobre confianca,
e aiimentando salutares aspiraodes, a eonfederacao
so tem conseguido desares e desastres, que a fazem
rugir de colera e desesperar-se no raeio de seus
pretensos esplendores.
Entretanto. o Brastl, qoe sempre lhe tem sido
bom, leal e generoso amigo, e, e ha de coatinuar
a ser o bode emissario das qnedas argentinas, o
ponto attractive dos seas odios e rancores, mani-
festados na imprensa platina e nos actos esturdios
e mesqoinhos de um governo inconsciente e fan-
farrio.
De todos os desastres da sua negrejenta e immo-
ral politica ; de todas as opposicfes qae elta levan-
ta nos estados do sal do imperio, a Confederacao
Argentina lanca a responsabihdade a conta do
Brasil, e, povo e governo, todes os apedrejadores
atiram-nos lama, que felizmente so serve de enxo
valha-las, em vez de marear o fulgarante pavilhao
do imperio.
Em 1873 foi caasa para o insalto e para toda a
sorte de injurias e calumnias o facto da celebracao
de tratados em separado entre o Brasil e o Para-
guay.
Correram os tempos, aplainaram-se as difflculda-
des, e, a 19 de novembro desse anno, a propria
confederacao veio confessar, no Rio de Janeiro, que
ttra insolente sem rasao, que fdra caluraniosa e in-
juriosa sem motivos, quando critieara o acto do
Brasil.
0 convenio de 19 de novembro de 1872 foi cer-
tamente um esplendido triumpho para o Brasil,
pois que n'esse documento n*o s6 foi reconhecido
o direito que tinhamos de celebrar os tratados em
questSo, mas tambem, gnardando esses tratados e
o da alliance em sua integra, conseguimos que a
confederacao obedecesse ao mesmo prineipw, re-
servandose o direito de tratar separadamente, e
com o npoio moral do seu prestimosissimo alliado.
Assim terminou um conflicto, que esteve em ves-
peras de produzir fanestas consequencias; mas
nos nao nos illudimos ante os resullados obtidos,
nem a ealma apparente, que esse acto deixqu, foi
de ordem a enganar-nos, visto como, conscios do
odio que nos votam os argentinos, nio podemos
nem poderemos jamais crer que fosse ou seja du-
radouro am estado de cousas, qae a todos os mo-
ment >s se apresenta pedindo cuidados e attencdes
D'ahi veio que, ha um anno, percebendo nos o
estado dos espiritos, escrevemos estas linhas, em
qae fizemos ver o nosso almejo :
Hoje, qae, embora o convenio de 19 de Uo-
veml.ro, como qne se acham os animos excitados,
os odios exacerbados e as paixdes desenfreiadas;
hoje, qne, nao obstante a nossa longaniraidade e
os bons offlcios que temos prestado, como que se
acham recrudescidas as animosidades ; noje, dize-
mos, mais do que nunca, convem que seja sabia,
circumspecta, tolerante e previdente a nossa poli-
tica no Prata, afim de que nao tenhamos a lamen-
tar algum desastre e soffrer-lhe as cruciante3 con-
sequencias. >
E nao nos enganamos nos receios que nutria-
raos de que fosse ephemera a amisade argentina,
comO ephemeros sernpre foram os protestos solem-
nes desse povo, mais do que nenham ontro pre-
tencioso e insincero.
Nao, nao nos enganamos, e bem depressa tive-
raos disso a prova na recradescencia dos odios e
rancores, em 1873, lego que tornou-se impossivel
a feitura dos tratados definitives entre a confede-
raciio e o Paraguay.
Como sempre, como e" de praxe e de costume,
o cheque da confedera.ao nos foi attribuido; e,
pois, mais um vez. geineram os prelos argentinos
contra nos.e foram-nos assacadas injurias, doestos
e calumnias, a que de bom grado se associa o go-
verno desse pessimo vizinho, creando situacoes
difflccis e incidentes deploraveis, como os de que
ja nos occupamos n'outro capitulo.
Assim, pois, as relacSes entre o Brasil e a Con-
federacao Argentina continuain a ser desgraciosas,
e Deus queira qne nao venham a produzir uma
guerra calamitosa, que de tode o coracao nao de-
sejamos.
Nao quer islo dizer, porem, que tenhamos odii-
terados os sentimos patrioticos, nem que queiramos
a paz a todo trance, ainda mesmo com sacrificio
da honra e da dignidade nacional.
Nao, nio e isto o que almejamos, nem queremos
que o Brasil deixe ir aguas abaixo da politica, com
censuravel indifferenc,a, os tantos saenficios que
tem feito para ser respeitado nos estados do sol.
O que queremos, o que qaerem todos os brasilei-
ros 6 que, sem quebra dos principios de honesti-
dade, sem desprestigio do programma que tradnz
o nosso auriverde pavilhao, seja de paz e de har-
raonia a politica brasileira no Prata, sem deixar de
ser protectora dos multiplos e variados interesses
que alii temos, incluindo-se n'elles as garantias
que reclamam para as suas vidas e propnedades
os snbditos do imperio alii residentes.
Se, porem, a despeito dessa sabia politica ; se,
porem, apezar de uma atitude pacificamente ener-
gica, persistirem os odios e as prevocac5es, conti-
nuarem as praticas altaneiras e offensivas da (con-
federacao ; n'esse caso seja guerra, guerra de nor-
te o nosso grito, e uao trepidemos ua instante em
vingar os brios offendidos, em castigar a insoleacia
e a arrogancia, plantando, com os sons rouquonhos
do canhao, o respeito, que a palavra civilisada nao
etm oodido con^egnir, no Prata.
Quando soar essa fatidica hora, se soar, creia o
governo que nio haverao dissen^oes polilicas, que
sopitera os sentimentos de amor patrio, e que todes
os brasileiros saberao se congregar em torno do
pavilhao auriverde, que representa eincoenta an-
nos de labores em prol da liberdade, para faze-te
tremular fulgente e bello nas ameias dos castellos
d)orgulhoargentino.
Seja, pois, energico o governo, como tem HMH
aqui; offereca a paz e com ella todos os espUedo-
res da civilisacao e as fraganeias do progiesso;
mas, se a regeitarem, aeeite a lava da guerra, e
marche ovante, certo de que quern tem por si a
justica e o direito nao sneeumbe jamais. e sempr*
triumpha de pequeninos inisnigos. ^^
Em todo caso cumpre que estejamos precavajis
para qualquer eventualidade ; e, como qner que
a confederacao searma, armemo-nos tambem. anni
de qne nao nos aebemos desprwenidos na hora
suprema da acc&o.
Sobretudo, ganliemos de todo as syrapathias que brasjieiro
se acham como qne pendidas para nos. Prose-
guindo em uma politica franca, generosa, nperal e
pacifica, mnito poderemos alcancar no Pacifleo ; e,
certamente, ss republicas d'essa banda, o Perd, a
Bolivia, e especialmente o Chile, nao deixario de
corresponder as nossas franqueza e amistosas pra-
ticas.
Alem disso pedem as circumstaueias todas as
attencoei t>ara o Uruguay ; e aqni, como alii, deve
ser a netitica brasileira conciliante e energtca, de
loroia a crear um lodge "
noutro.
Pr paradas as cousas.
nio fomos nos os mieiadores dessa paz, os fan
tores dessa gargenta insaciavel de riquezas e
de homens.
A responsabilidade desse facto ha de cahir toda,
inteira, tremenda, e esmagadora, sobre a Repu
blica Argentina, cujas ambicoes, cujos dislale-
politicos sao o tlagello de alguns povo? do sul da>
America, e cujo odio e a unica sombra qne escu
rece o quadro das amistosas relacoes externas dr
Brasil.
Felizmente, e a despeito dessa sombra. as har-
monias do quadro sao consoladoras, e bom & qne
assim perdurem, visto como, sob taes anspicios, o
Brasil v camiubarem os seus negocios interns*,
se nao com aquelle impuiso e regularidade qne
fora desejavel, ao menos com mesurado passo, qne
denota vida e forca, capazes de graodes desenvol-
vimentos.
Com effeito, em todos os ramos da actividade
manifestsrara-se soberbas energias, lanto na orden.
material, como na moral e inteiectual.
Nos dominios do progresso material fizemos em
1873 inameras conquistas ; e, sem contar o gran-
de triumpho do cabo submarino costeiro, que t-
de um futuro prodigioso para o imperio, registroc
a historia contemporanea factos notaveis de cons-
trucfao de ponies, estradas de ferro, estradas de
rodagem, linhas telegraphicas aerias, e ediflcio?
publicos de varias ordens e para diversos fin?.,
nao so ievados a effeito com o auxilio dos podere?
geraes, provinciaes e municipaes, mas tambem, e
o que mais e, realisados em grande parte pela
iniciativa individual e particular e por meio de
associates credoras dos maiores encomios.
0 espirito de emprezas e de associavoes teve.
era 1873, desenvolvimento qu- a alguns espiritos
pareceu artificial, alem de muito exagerado. Pos-
tas porem de parte quaesquer combinacdes d>
exito davidoso, raaltiplicaram-se aqnellas qne
offereciam vantagens aos seus accionistas, e com
isto ganhou immenso o paiz, que assim vio ir por
d'avante a iniciativa privada, qae i- um notavel
simptoma do interesse do povo pelo eu bem estar
e pelo incremento social.
Uma prova, e prova brilhaote dessa iniciativa,
apresentou a soeiedade patriotic* Doze de Setem-
bro, em Pernambuco, organisando e inaugurando
uma Delia exposicao agricola, que ha de ser fertil
em resultados praticos.
Certamente, seguindo este exempio, as demai?
provinc'as do imperio procuraifio auxiliar por se-
melhante modo a agncoltura do paiz. cujo estado
roclama serios cuidados, nao so dos poderes pa
blicos, mas tambem de todos os cidadao?, que de-
vem olhar para ella como para a principal se nao
unica fonte derivativa da riqueza nacional.
Nao foi essa, porem, a unica exposicao havida
em 1873, nao. Conridado a tomar parte na expo-
sicao universal de Vienna d'Austria, o Brasil nao
se quiz eximir a tao gracioso convita, e, pois, para
alii enviou alguns productos, depois de os ter ex-
poslo no Rio de Janeiro, onde no r do anno de
1873 foi inaugurada uma singella mas intercssante
exposicao nacional.
Quer na nacional, quer na universal de Vienna.
os uxpositores brasileiros colheram sigoificaliva?
palmas, que sem enche-los de descomedido orgu
lho, certamente lhes hao de servir de estimulo a
aperfeivoamentos indispensaveis e a novos corn-
mettimento?, qae cada vez mais facam refolgir na
Europa o nome brasileira, ja hoje alii conhecido c
resptilado.
Na ordem moral e inteiectual tambem maito cs-
minhou o Brasil no anno findo ; e, quando mais
nao fosse, bas'taria relembrar o despertar do espi-
rito public, na malfadada quesUo religiosa, para
fazer caracteri?ar esse carainhar magesloso pela
senda do progresso.
Essa questao religiosa, alarmando as conscien-
cias cathollcas, animando com livuikaw fogos os
sentimentos patrioticos em prol das liberdade?
constitucionaes, movendo odios, excitaodo paixdes,
fomentando illu^oes, desiludindo esperancas, e
creando, em ultima analyse, um estado geral ano
malo para todjs os espirito* ; foi sera duvida nma
alavanca neressaria, util, indispensavel para ar-
rancar dessa .specie de abatiinento em que jazia
o espirito publico, no tocante as cousas da mais
elevada ordem moral.
Ella e, nao ha duvidar, uma questto seria, gra-
ve, difficil, exigente, alarmante e capaz de produ-
zir o mais desencontrado jogo em todos os negocio?
do paiz Mas, por isso raesmo, teve, tem e ha de
ter a virtnde de interessar a todos o? cidadaos.
de os prender ao movimento geral que ella deter-
mina, de os inciur a tomar pane aetiva na gerta-
cao dos publicos negocios, animando de moviraen
tos energicos as rodas do mechani.-mo social, e.
por este mesmo facto, determinaado um progressc
moral, digno de estudo, de reflexao e de respeito
Um outro symptoma de progresso moral encoo
U-a o observador na aspira^ao geral pela instruc-
ao publica em todos os seus graos e qualidades,
e especialmente pela instruccao pnmaria e po-
pular. .
Quer na capital, quer nas provincias, coatinuou
em 1873 esse auspicioso movimento. iniciado an
nos antes, e que e indicativo de um camiahar per-
fectil pela senda da Cfvilisacio.
Ensino Kvre em quasi todas as provincias e obrt-
catorio em algamas; crea;ao de cursos noctur-
nos; fundacao de bibliothecas populares nas cj-
dades e ate nas villas do interior ; edificacao de
casas para escoias ; aprovisionamento destas com
todos os meios de faciliiar a instrnccio : tacs to
ram os tantos meios postos em prahca, taes foram
os cuidados dispensados com jasiissimo e patricti-
co ardor em prol da instruccio primana e po-
E aao ha somente a mencioaar, em tal objecto.
os esforeos desvelos, dos pederes publicos, nio
Tambem a iniciativa privada tomou actWissima
parte em tao transcedente assnmpto, e manilestoa-
se rica de sentimentos, adomada das mais pom-
posas gabs, por meio de ass >dac9es para a a-
sio de luzes, para o demmaoieoto da insirucc*>.
quer raedunte o ensine nas escoias, quer peta fa-
ciiidade da leitura de bons e salutares livroa am
peqaeaas bibliothecas, quer flnalmente per meto
de cmferencias pablicas sobre variados a iaterw-
$antes objectos.
Semelhantes tatamens foram por igual posto*
em pratica retaiivamente a iustrnc^ao secundaria.
e aqui jnsto i one mencionetnos o nome de nor
pernambucano distmctissimo, o Sr. oomiaeire Joao
Alfredo Cerreia de Oliveira, enjee estoreos em
prol da instruccao, apreciados e louvadps geral-
raente, dao nm testemunho solemne do seu amor
ao desearolvimento moral e inteHectnal do povo
ou, quando nida, v
djjposlos os elementos,
E, com effeito, quaado nao bastassem as roe-
didas tomadas anteriorroente, quando fosse esiae-
cida a refonna das academias, a reform* dos eaa-
mes nos cursos superiores e nos de instruecao se-
cen I na, quando fosse malbaratado o seu wnP*"*0
em ver progiedir a instruccio primaria. sem
vida scria sufflciente para recommendaro;#uino-
me a revereneia pnbliea o decreto n. M^
de ou-ubra ultino, pelo qua foram matittuto
commissoes de exaroes em todas winmmi,
existem cursos sopenores de instroc-
t>rganis*dos OSjineio? de'i|e;io, nenham receio de-
vemos ter, porqae somos fortes e temos por n6s
o direito b a Jastica, seguros penhores da favora-
veU eoQceitos na opiniao universal.
t paz armada, em taes condlcoesl bem o sabe-
mos, e uma calamidade, contra a rmal P"***"8
a civilisacao e o progresso; mas, ""
mundo far-nos ha ftuttea, apercebendo-se de que
onde nao
^uirmi essencialmenta liberal, e como tal
ace.ta pela opiniao, a materia do decreto 5.4W
semduida um passo ousado e benebco para -^
desceniralisacio do ensino seenndario, at* ^-^
subgelto a nma especie de tatel* de r"-acls' ^er*
a maioria das provincias, sem cj^ aae (aeiii-
tou immensamente a acquisi^ ae honens intei-
lijentes a sriencia. risto cqrpo nbrlo __, "*"

L
1


J_
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*T
I
tWt M WW.ll 'Mi l Mm 2MMJ$ Pcrnambuco Quarto, feira 21 de Janeiro de 1874. aj
ojhiL)
-
i MM
a fatia d* meios ntiva, mo to
canaeidades,
ppivindai i'fcl
lentoi nosTocosdo nv.nopo-
instraccaa a maita*
*iviam osmag;
Eira admirir
item
Com wsa milHIf B* de ganhar iraiio a socie
date bra erer, da ereacio, era todas as provineias, de es
labetecimeotiis apropriadosji instruccao_secunda
ria, orgsnisad 9 pel
corte; e gaohara a
os paia obrtf ados a
em idade ainda ten
mitia Ihe teniiam fo
daear eoovenientei
e dfctante de snag
rente subka, visto
clo hao de ser
sera conlar qu
^hy par ado pan
t+.idcis no seie da familia.
Tambem no tocanta a instruecao professional, a
appiictrao da scieucia as ar>es industriaes, carie-
hoo e eaminha o Bra-il com passo certo ; e sem
duvida hadecoJj"ej i"imcncf>c MMBBlW '** M1*1-
trnccao, qne faeulta aos sons tilhos grandes meios
do se avantajirem nas carreiras das artes liberaes
e mechanic;.*, e ep<-civmente nas Delias artes,
ood ja comaMM aMMl itiasUMcfiM qneaipaa
do apreoia e respeita.
\^HMh^|fs|jMM[lantfs peripeeias, ojnal o sea estado actual.
iid-> OMias sem tjiuEJQ;. RU'liflSUKt %' H9vfcn. V8 ninguem
imein* debates, irWSMfiP p*"w lta,
orarn eiwr^taitt'J wWias sem TUHttRl; Byiu
dalles, nao.' DeTsdatos primetrw debates, ihVamBP vft-1
n,rcspotao dis^rso-da cnron, nm jaeirs at* "wli
<)>.ultimo*,, iravadit nacaotpo dos orc^vneuj >s m .biCnMtowuitoan Periiambuco, e
VrS oiau Km, quaes serad os
d'a.
in
da.lei concernenle a copslmccao do eamiuho Jy, das #.^i^a^ t^uyiaous, a uritras diocese
ferro estrategico no Rio Grande do Sal; fut'ii gid s por bispos tat faualisados, tAo dominai
sempre o gabiuete (jom as opposieoes liberal e con- pelo ultfaraontanismo romano como o bispo D. Fi
sem,
palrioflHm^K; H HBnao pfccil^Hbfcto dttt cit
As
Htm
mas,
mni'
ve,
1 I' mmr %rft~-
'la paSU de ettrtnge
lura e comwwreto -^ -p----
TlrTa primcira pasta eotroa o 5r. visconae de ares, rregiui
Caravrllas, estadista ^yacta e. caracjex do Jija
Costa Poreira, home* wtliftfcii 4AbEfaadWWn-
iancavei ,.
js dens ministros demtssionanos, depois de
prestartm excellenles servicos ao paiz, scntiram-se
abatidos e doentcs, e pot? deixaram (>s espinboso)
ca/gas para refaaerem, o reliro da vida pritada,
as gastas fdrcas; e o minfsterio, gauhando nos
nbfMpistruc-
a--i barrascos
ellu saiio-si
lirmee iiabali
ti de janeir
) a &>rri|a, e|
da da agriui
Todos es-es i nTmrn-..imidiniTll-ra CCfT^t'l 1ir\--| rff"1-r mail frfcas pj^a, o* e^fcates po
sio mirito, sao ba-tame para dar idea das aspi- liucos, como qae consohdoa o sou prngramuia,
racdes flo' povo bra ileiro; mas, fnrcji e confesar,
qne nio sao iudo, ijuh jwiico sin comparativamen-
te |M)M ECata fazeiye mM cumpre-sjaXeilo^ ^tmla. cojiio. seABpre e a to ios os u.ry^i_sitos sorvio
OTwnnnpto da inflrunrlo tromeHso, eatraor-
dinariameuirt vastt), couiylexo e ioti^ossauto ; e,
n'ua p;iij noyo como o nos so e, u^e.carece4e p3 ,
berluze a I ingos assios, cum'pre ii5o dcfciyalos
nn to iQ?tauk, pur isso qijo.a iu.-lruogao, aleui de
ser, uaia necesridaije ecoRonjica c moral, e unu
grande nai-esslJade politic*.
04es avolvnueuiu inti'tltcl0l do povn, nao h
nega Io, acarreu-e fletfirmina o sea desenvolvi-.
memo material, vis'.o cumft o traUalpi), (Jo i ornoia
instraido e'ineonrparavelmente mais rapiorJ e pro
ductivo do ^n# o. trabalbo sou* metliodo o, sdri
reeras do boqiem ignoraflte.
Heje nma d>s grandes .rriaDes.da. idencia 6
auiiliar a iqAuslria, e. e=ta, 'ofeo irapulio datuel
la, cei'cortioa todos os dja^ flwvosi hwrisQPles por
unde e esyraia, serapro em prQyetfo.da'buiaatu-
da4c.
Se a instruct # ttfn maUancia! 'de' prosperi.da-
iles, uiT c raeuos. oma fonjade moraj, ^ara'.o po
vo, visto como. a esutUlica, tou se itwumbiilj de
demonstrar, e*n Indus os pai*e&j quo o nunicro de
crimiuosos de tod.as as oxd^js e matizes diminae
.-ennpre qiic o aiveTJa ia?truc0o se elova e a ma
dida. quo ella se dcrrama por todos os paatoa.
AJera dissa, u'uai paiz livre como o nosso,, em
qae. todosk o^ cidadaos $o chAniadcis ao gaverno,
cm qae K-dos tem o direjla^ em que a tdno's in-'
cumbeo dQver de partir-iparem! da direrfao dds
paWicos oegocios, compjibeudi3 se. ijue a nvtruc
4,'fo 6 u a preclosa naos>iJad,e fnHtica, qu.a eumr
pre aa.tjslawr por tod is os rapd/is e meios razoa-
veis c joslos.
Lord Forsier Slsse nma V2 na camera do? co^;.
ranns da Ingla^erra : mb>ra o saber oao seja
uma virlod.0, a falta. de edacafid. g iiu>a fran^uew.
e, nas a?peras luta^ da, vifla, q^^m. d rra drtjoraluiente inforiunip, c 6 juf^nuaio conduz
ao vicie, v
Ses'a* palavras h.i urn p*agj^amm.a; q^e con
vcme-tudar. que cum,ire desefiViilVer.Tanl.o maw
qiie totavia oM t>l*|rad^P*l* md^cfl^o,
Nao obstanm, por6m, essa modiucaeao, cmrfo
qnatitoa m?trj.\'ao habiliia o cidaJiiouari, c^cr.-
cer todos os cargr-s publicos, aWfi ft^e 'as portas
d) tntr.A^ 'lp>envo|ve no1* ^spjtjblsa. consc.iencia
narorca raHmdaal, pr.'pitra o cijadao aapaaiDi-
iaiiva wi,vaoX o consci|iiiirJem'cuic .gula-o a fof-
trrccStdns relacSesda eslad.d com a socledade,
i-Ja e, cenduz Io a liberJaJe.
Ka liber dade e, e riao (idle dof^ar de Sex, a su-
i^rpnia aspiracao do pi\'o DrasUc^ri^ que (odds os
lias a busca, I r.l |ucr que seja o pouto de vteta d<-baixo do
q:i4>l se a cacare, quatijiier que seji a forma sob
i ii- vonba tali a tella 3us dTsO^ssfti'v
K<^i7.ini'n!e o governo^dp' p^iz tem comnreTien-
il: i i essa n-iliro aspiragao, e u3q sfi. exhime do dq-
ver di'sali-fazer aos Xecl.-imos da opiniab, a qu i-aiK' consutear no inlercise da spcieifado, corno
fclizinente praticou em 1873, como certaracnic
ha de praiirar no que agora prncca e nos que
?*: Ihe fcguirem.
(y>:ii t-itcttOj de accordo com o parIam"n(o, p"0.-
moroi] e conscguio o govorno aljuma* lois utilis-
sinas e lidcracs, que ?ao c hao ae ser um illnstre
padrao de glorias para a situavip conservadorai
que ha cinco annos so roautem iuBalialaveli da-'
tandii c> paiz com nMabilissimos iju-lhoramenti'S.
Abeito o parlamt-nio a 21 do dezenibrode 1872,'
ao comecar o anno de 1873 arfiava-se ejle funceio-
cand1. e assort foi indo ale 21 de auril, epoca em
cerrarki a piuueira e aberta a scgunda sessSo da
actual IrglstatbCa.
Ao liin dos quatro mezes da tegunda sessao, ha-
veuilu aimla a guns Crabalhos .i concluir, 101 essa
sessao prorogada ale o dia l'i ije seiembro, em
que foi enccrradn com todas as sulcmnidades do
estylo. pronunciando o Impcrador um notavel dis-
curso, no qual, depois de dar conia do estado dos
negocios d:i paiz, pasfou em revi.-ta os mais im-
poriantes iraballios do parlaraento, no longo pe
riodo de oito mezes e meio, que tables futiccionou
essc primelro ramo da sofcerania nacional
Entre esses trabalbos iilgqns se rfesiacam que
sao de mnito alcance e vaulagens incootestaveis
para o paiz ; laes sSo : a rcforma da guarda na-
cional; a croagSo de novo- U'ihunaas superiores ; a
reforaa da lei de promocao na armada ; a eleva-
<-4o do soldo do cxercilo e da armada ; a decreta-
;ao de uma via^ao ferrea pata q sul; os favores
concediJos a lavoura, mediaute concessSes feitas
ao banco do BrasK ; a deerelac.io de garantia de
juros para a construceSo de" vias ferreas nas pro
v.ncias; o melborameuto de veocimentos de algu-
nias classes defunccionarios; duas resolves pro
rogando o orgameoto ; quatro Ieis de flxacao de
forcas de mar c terra ; aaprovacio da innuiheras
peusi5es SoneUes que derramaram o sangue na de-
feza da pajria, e finalmento o orcamento para os
cxercicios de 1873 I87i, e 187% 1875'.
A nova lei da guarda naciouaf realisou nma das
mais justas e gratas aspjrai-oes do pai^, Yisio co
mo extiDgu'o 6 servico de guaruicSo e de p tllcia,
que ianumeras vezas pesou sohra essa millda ci-
vica, alias dtstiuada a auxiliar a defeza do esta-
do e a manatentdo da ordem publica em cir
cumstaacias i-xirorJuiarias.
Era, es3a uma reforma pe.dj3a com. tantp maior
inslaacia quantp della depeadja,:em perto mode,
a pureza ao sufraglo eteitdraL a libmaae do vo-
to pori.sso qua nap raro JarViraa aat(g^ H' d* af
ma compressora contra essa Iroexdatb, de ciara
possante para arrancax o veto ao ciihaaO, qqe' ste
acbava a taer.'eijo^ prepoiaptes de aufeia.
Coax a le\ re^tffl^fi.qu.,aolei>,' WP a Diova lei,
d raj, a*os q'->risQut^ sg abnra/n as maqijfejtacBes
d*, spljerania nacioaat, dosa^sombrada por ei-e
la^a. de um eppctr^ aiarradar. ijue a iratia lnn-
gida ao carrd tictonoso aas'inffaencias vin-ati-
vas e mesquiuhas.
A let de oromocift d s dfl^ciaas da armada, ?a-
tisfez a recpnriecida. eaairMjuiaci^ de adopt'ar, para
a a^re^acao dos s'rS04 e qoseqnaies acce-?of,
rearas aaaldgas ^ qi^c s ohservava no oxercild'
F#i uma. lei al'ameiite ilisia e rnoralisadora,
porqtt,acapa)do .'co'pi o arfjitrio desra'esurado, es-
tat8i9:aormas uaria 4 promoclo, offeree odd eflse-
jp.aara todas'a^ rasoayeijasfiiracSes, sphj o con
.****.ll^jM*pro.''p!fc. faoio de ia-
justas e odveatis prejjftrif;o.;s.
As Feis que etevarant' o sdlao'dd ejefciti) e da.
arraada e oa veaciruwUos de algumas classes df-;
fuoccibnarids^ fi-ajtt igualmcnfe sabla* e Justas,
visto como, atlribu^ujp, raeaqpr sltuaijipi &ses
funccu>nar*is^ ^eamne'rafid'o,'mais equiraitVaiofca
te .14^11^6 q'jw^afoS (Jfat. .*ej.^IVia, tem dado!
ao paiz, como qpe cearam ,oovos lQcentlvog ao*
labores 4c^ b^gliciaio's, sus^Ltaail^-lDes os sea
timenbs patrioticos. emprol do progresso da i&5
roinisiracao e do fnftrerriento das glorias railltari-.
Os interesses economics, qae tanto importa'ra
ao progr*sM sotuali taiabaai< ai-Jiaram eebo..ao
partam-nto., e tmrum aMwdldormfcl iM.aa.in^.
torioacao onthotfada pr revisib das wrifasal-
faad-gaw : Bas**iwi^: emesrwotes ae gr.
dua( isetheraim-ntoilo iifeioi rimiitmi:; nos fan-
r*x on;'di.los amariulia.icrraat nacional, a
prejuiz i das trim^mas do cummer ao d csbou-
E-ii : nas "lausolas d-* um noru acrordo coin a
n-o dn Krasil, ;ifitn de serei.'i amnhaiii e niijuos
onemsos os saus aaprestirawvA lavoura ; Wiwl-
racBte no aatiiiu n>recidft ;a)Constrttota/ d> e^
tra la* de ferro na< provincias, onde ainda e sa-i
sivil a fattaidP'4wfMfarom instraroenl* doadi-
vid ;ld' e dtfnquouL ,
f'in.rliiientc as leis do fwca d* mar e terra, e
as^w d.; onjitmeoto parang snms d 1873a.
187o, oao po'l''nbptofard8apfaebidtis, o daoiw
o rmp.nlir dodnuipoderw r. iareb*r fiyftk
ac thema a niscus*dcs, a ciiorosas mterpclift^'OO!^
que f)F*inrB6pon*hla*d*iia e oaluuaienio p-lo
gi^iwla. ..
Oercade urn mo* depot*, nrvas.e-por ventura
r*i* a*ro* wterp*IUi;dos foram feitas, a, pr.iposito
de. aoontooiiaetiws bavidoa ao lUo da Jaueif", logo
que se deVramou all a n ticia da resignajio Ua
CcHrda d*Hwpaha pela diiiiuede \osta, e da coa
-"Hiifrjlr irriTfl(iB|y'lWi ro*uiiUca em Madrid.
Foi o caso qiK' a redacijao do um jaruai tlumi-
necwo, a Rfftibiica, jutgnu devor illuaua*r. a la-.
clda do sen estoboleemifcuto, UocaadO-ali o re
Itrato do Sr. CasteUar, ergaendo uHia#rttinM.baa
'Wwa Fpublte;iaa com as cores uacioiiaes e scui
a cord* iiu^eril, pondo a verdileira tiandeira
nai-ional em guiza de tapetfp. e ergueudo vivas*
repuldica e morras a unnarchia.
Aoie e te- facto*, graud.-intyile off-insivos das
iuslituiooos jurad-is, aliainenla excitaat-.'s dos brios
do povo flumioense; reTolbu-se lima parte d'uste,
qua so acliava a^gtouierada em frente a typogra-
pliia 4* U-jHtblica, e deu se a prliea do actos
aeaos prudmites e reflexliJos. iuvectivando os
iuHilUdorcs rb* palrias inaUiuicaes, aped/eianda
o edifiiMo e ate pretendeodo qu-brar a reierida
lypegr.ipbia, uo qae todavia foi impedida pela po
lU'ia, que iterveio a tempo no coiiflict>.
' Os pretenses republicano* nao queriam nem
qee*o se uenvsocer do qae a forma de> goveruo
luofliAiehico-reitfewent.iUva tea) fuudas raize* no
corm;*) e os seus confrontos exagerados nao poderao
dearfaifar dos. peitos bra luiks^icasque oseaQ'ibf'ce.ii,acouselbaido-lli-.>
Jeciili vo amor a pattU, e-pela pa.;ria ao. tbroiio.
Ao laacar laos commovidos e prescrutadores
para os pi|Vo*-quo aos cercam ; ao eatudac accu-
radamente as rondi^Ses d villa das sociedades den
origmn hispano'americanas, o ao vor e ao apalji ir
cm eomo cancro sempre a mel-as s-m r.'meJio
possivoi ar^voluyao; ao percorror as pajjinas da
bistoria, e ao senurpung'rn'aim* a durangu.-.tiosa
que tm r^ilado o coraeao de todas .as republ^cas
ajiiig.ts it iu xar do agr*4vr ao ceo le.r ia-pirado aos f>uio
fas d* sua iudepeadt'ocia a bolla e grandiosa
idea de coustiluir as viote estr.-ilas da constella-
Saa hrasileira ea uma monarcnia liberal, capaz
o todos. os origrandeciuniiitos, suscejitivel de to-
dos os meliwramea^os, sosiaes e p Jilicos, sem sa-
tiir d orbaa djs mslUuk'oes fuudaiuentaes, sem
earvcer do c!i .ques uorn de abalos para alcan^ar
a p.,nto culinmantc para que cauiiuliam os povos.
Nao, o l-!ra>:i nao uarece da ser republicana
para,ser livra,-graade q mageslpso,
Nats Hraail; na>> f recisa de revolufoes para
camiohar, pemcardce dos conselios dospretensos
patugyrisUit 4> fntur-i para totaar assento no
aanquetc da civilisacao e "lo progresso.
('.-4iira laoa coose'lbos, coulra as deawnstiaijyes
opiimi*ta$ do* jretensos cepuiijicauos, e que o
povo flamiueBse protestou, e ijue sem duv 1 d:i buo
do proteilar todos os povos. bra'sifeiros, quando
azado Biomento so Hies offcrecer.
UM)vo eatcssos lauientaveis, condemuaveis, no?
pro^estos ffiwiiincnse* ; mas a aggrossao fdra
Uimtwm violeuta, edeinais o govern*) cumprio.o
seudtver, intarviudo a tempo ao conflicto.
EntreUuto essa tntorvencao, quetao util fu aos
republiqjeiros, servio de pretext! a interpellafoes
nas camr.ras, como alias serviram muitjs outros
objfetos, como servio a questad rcligiosa, cumo
servio a eloicio de ura deputado na cdrte, embor-i
tenha sido eleito uni( liberal, o Sr. general Pinbei-
ro (iiiimaraes comj serviram as reiacdes exterio
res, como sorvio, emOm, tudo quanto pareceu a
oppisi^ao que po^ii crear embaraces ao go-
v-rao. i
Desses embarafdsv porcm, como ja o lissemos,
soube sempre goterno tirar se com bizarria e
honra, apoiaado-se em nma mai.-.ria encrgica e
palriojica, que iamai. deixou-o ao desamparo nas
solemues occaside*.
Sim, a sessao pai lamentar foi difflcil, lalxirijsa
cheia de incidenles i e de peripecias; mas foi pro-
ductiva, efll.-az, cheia de resultados praticos e de
magnifieos hrilhos para o parlamentarismo, visto
como alii tudo foi; pa.-sado em revi-ta, tudo foi
estudado, criticado, jntpeccionado, quer na poli-
tica exkroa, quer na politica intcrna, nas fin an
<, oos proce*M* e^onomicos, nos int. resses re-
ligiosos a nas exigen-.ias da ordem material, mo-
ral e intellectual.
Entre os iBvidentek da sessao convem assignalar
o que teve livgar enlje dous illustra*. depntados
polo Km Grande do Sul, os Srs. barao de Man a e
Si'vira Martins, esta acerrimo uppdsiciomsta, ca
pai de neyar pai, agua, luz e ar ao gtuioele,
a^oede 4amb>-m opppsieionista, mas cspirilo cal-
mo, reflectido a cirjiuinspecto, incapaz de fazer
oppofii^ao so por faze Ja, incapaz de, oppOr se aos
mais gnueroso^ toatalmens, so p ;lo f.icu> de partir
a inieiativa d i banctj do- seus adversarjos.
0 banm do vlaua, caractcr nobre e cla'ado,
chew 4eervi{qs ao paiz, e>pirit> activo e eijj.-.
Iirehftiidedwr, homani do vistas largas e da largos
comim-ttinvntos, tiniia doclaiado na camara qua,
iiosto qua liberal, achar-se ilia ao lad i do galiin.:-
te .-.emprft que se tralasseda d.-creta^io de meli-
da^d6interp=sapubj^^loel^e^ai qqs n^o s lives-
siem era maaifosla oppesicao as was rrencas po-
llti*a
0 Sr. Silveira Margins, intt-lllgenoi;i robtista, mas
esplrito ex at ta do e irrequieto, couocaado-se om
oppora) fBond m.'-mt, nao adm.itia a ligacao de
uia liberal com o* conaervadores embora em ca-
30* nxoepcioaaos,
D'-ibi nma acre di>caa ao, d'ahi nm vangloiioso
appella para o cleitorado que os elegera a amboe,
afim de que dissessejqaaf do* dous campedes ser
ria melhor as intencilea do sea partklo.
Aeeita a Hra peio yiottiie barao, ravou-se a
luta perante o eleltorado ; a aste, tafianmadu ee-
los amig.)s do Sr. Sitneira Ma runs, qu nao p
param eatorcos,freriB8iou a sea rerediclumcon-
tra o Sr. bario de Mua, oondemnando a sua alti-
tude n parlaraento.
Foi essa urn resnltado que o paii rfctbeu cmd
?r*unda< ovisiras de pezar, ponrut se haBrtaara a
i eaa #*ostne barii u fcoaiea a.'cess*ria, u
tarnewr probt*oo e dfo, qae sabia boo ar a sua
eadilraoi* rupreveataate daa;i,fio.
.
>cur.>a-*e
*s dpriB
coajeWicies,
\m soa-
hesia* t<'ii;
cas para casameui
vBf_ executandi
dii c.iminii decretava penas.
""Ante tal estado da cohs.is, a opiniio publica dof
pertou irada em &*Taljr*af rtyn ioaam *J|oJgW
oelebradas com oTBTre*rrlllanOT gsrramtte^i-1 fGRtf&ai
tra "S a.-io* do prolasl*, a pedir a ex^ulsao dos
Jesuits!, a quem fora-a e sab attribuidos 03 tactos
occo ridos,, como tilhos de um piano tenebroaof
coocprfado em lioinae espalhado portoda asuper-
ficiu datejra. azd*xi*tem ealbqJicos. ,
II ija ou d-ixe de naver esse piano, o quo certo"
leque a ^uestao f >i iniciada d -pois do concilio do
Vatiesnr), dtis" da proelamitcao do- dogiHw da i-
falUbli tad.! papal, o que, ate eiWao, e antes da in
trodurA-ao raniva dos jo^ius na Brasil, jauviis
hoip-e wgar para t*es luias, para ta> destino^,
para taes a tao exorbitantes pretensocs d i poder
ecclesiastico.
Levados o actos do prelado de rornanibu^ a >
mnhecimento dog podjeres-geraes, estes deixaram
ir as cau*as, (orc^e dizd-l.i, u^n. paucodoscq dos-
meiite, dan Io assim ensejo para quo o bispo do.
Para segqisse as meaoias n .rmas dejprpceder do
sou colloga do Recife, e am, como aqui, couQagras-
e os animos provooaodo mm encrgica Kacga*
por parte da populacio, ju^tamente
seus direftos e regalias. ,
Foi ouiioqfje o cspirilo de partido, asjenhoreart
g'lverno, deo, Iflgar as lament weis scaoas de H de uteis e salutares.
gaijvjte debatjdo, e especialraenje comioettidp.a^. fiir possivel, do accordo com as superabuAdancia's
astute do conselho.de csudo, obteve aQnal Jurat-j do orcarneato.
totalmente desharmonisalf*|~fy||f
soci dademode.-na. fi|lu--
as ossas leis pmleoi HwfsWs da s-
i legislativa. etiaiUV'a-^iSliirmaAi
sujeita ao senad i c ida i camara tempoq*^g
guuda, inspirada manifo-tainouffi no direilo
eleitorai moderno, offerece innumeras garantias as
da so
eleicao
por pr>
dade do
ira douti
o direito d
garantind
proporckpii
o verdadi)ri
0 livre joa das fl i* do aystema
forma ^IBBd^LK.bc
rasileira, noaeTiniaTJrdeiii e
pro^rffljo^reflec^idiil
I (eta**
funte legitima a personalidade juridica do cidadao,
ella tem, entretaulo, uirj defeitd, facil de corrfglr,
am3MW w* |MJpr"senta540 a pa"
ldicutmada d*tw view, a oprregida era outros
juntos da somenosimportancia, essa reforma pode,
dava a Wl da ^prqeo^af, <* paiv por iwo qae ella
sigdiDca, cm ultima analyse, a IitWdaie do voto,
i^a.*^Ue^':lA,,,3 elaivral, a libjtrladade cejira
senlacao, o dirtslto de nValisacao sobra todos o*
neg.cios do paiz, reconhecido no poder legislativo,
e-proaUiiiado pola naeao- imewt,
Volauas essaso-efurmas, que sobro-raiJo recom
meiidaui os sous iuiciad,oras a gratiJao naoional,
idem os po'deres geraes do ref irmas admin is tra
vas no scaud,* desceraraUsadof.
'A-provuicia vivo como qua ativphiada pela
a*js.irpc3i0 qqe de sua scirau* a odrte.
I" utgeute m-lliarar isso ; 6 urgonle dar vida
aprovmcia, nii so iucuiobmd ) a -ua a lminis-
Haca.oae uma injinidade de objectos qua lqdevi-
dtunente se acham dependentes do conlro, mas
lambem a principalmente restabelecendo as as
sembjeis. locae* no pe em que as cullocou 9 I.'gis-
o.Tcadida erayador con^tiluialiB.
A ri jueza puldici tem augmentado, na) ha ne
gala, das circumsiancias ccoaonicodiuaaceiras
raft'tenho mainfosUd i a soinelnante respeito com-
praz)-ina em'assignir'me.' \)S V.'S. amigo attbn
rio-n, veueradjp e criado, HemtqwPertiia-de
J^UCflUI.*........
Ti'U--r;5ui: da ed rte. Em data do
ii toii'iii diz nos da cdrte uin amigo :
a Acaba de serjgraciado, com o titulo de ba-
i da Ipiabas, a*
Cunha Kr jira,
Ceara.
res ftpase asMam (If) a
.4aSr. aMHModado* Jmm*|
I i- fHjeprl*lite oa prorfiS*
oit-s^te1r*^Wfturf l<4s(UUl fedro II : di-.r
Ubea.
, Hartbqlez., prefe^&Q^qOAr^ .aanos, aJ
teira, S. Jose ; ttiiMMV>fr^niiutt^.
WinoHl, p.1rdo;rernainBtteo;,9*'djS?, fioa-Vista ;
(lelaiio. : Z ..."
Anna Kesa da Silv*. branca, Peroambaco, W
annos, viuva lioa-Vn
dose do assumpto, immiscuindo-se naqueslio re-, mdicam melhoras muitd cons'ideraveis. Ma* ainda
:i;;iosa para iWla razor arma de guerra contra
maio no Recife, o a oiura? naorneaos credoras de
cond-mnapao no Para, d.etermiiiando a autoridade
-a inu-rvir copjo fdlo. a 16 d* rnaio. ejn P.eraambu
co, e a conserfar so em aitttnto encrgica cm to Is
parfe.
Ja t-ntio tithara appellado a* rrmandadea di
seiiti-u ;a do poder ecclesiastico para o po lei civil ;
e o assumpt >, subioettida as camara-'vjonde foi lar
s.b aste j.onto de, vi*ta carecemjs de ref .rmas
As industrias, o commercio e a agricultura,
acham se sob.aaiodo anaradas com pesadi'simos
imposlos.
Haumiannadissomos a6a, o ho]o repe'.imos o
seguinlo, sobr.o U\ objecto ;
t fi' indi4p8nsael reCirmar a reparticao do im
Dsto, tornar mais equitanva.a sua desjribuicio, e
mesmu o.jnrar o cidadao da parte do peso que
C mo quer qae atja o Sr.bar.io de Maua, Iwl ao contar qua sao um
*i compromiMo, codauiieou a camara .pia re-
:nava o mandato, e* aaaara Lave de-occup.ir-se
coot) ewe oajt-cta
Wetrsmone, logo qae itceumdt a nfjn wn
eosos pareceras da seccao do iraperia, aos quaes
subspreveu o conscJbo pjepo, acopselhandj o jo-
v.tuo que laandasse suspender as interdicQdes e
i-hamar as bispos a normas mais regalates de pro
cedpr. .
Com erTejto, 0 governo, aceitando a doutn'na do
conselho de esta lo, baixouavis,os dando proviaanto
aos rccursos intcrpostos contra as interdiecoes
lan^-ada- sobre as innaiidailcs do Recife e Para.
gstja decisao, que enchou de jubilo a poiula-
cJo do Recife, excitou as iras do prelacTo, e deter-
mmou-e a usar> de nu.v*s violencias e arbitririeda-
des, nas quaes foi acompanhado pelo bispo do
.rW.i.
Taes faeip.s provocaranj novas int.erpella.soes ao
governo, no parlanierito, e aquelle, mostramlo se
coneHiairto, cHlmo, reflectido e prudente, decltron
que nas leis do paiz tiniia meios pan channr os
bispos ao comprimento ios seus deveres, e qiv
cssas leis^ciiam cumprid,is quaesquer que 'osseiu
as sUu^-op e'as conseqnencias.
, Antaesta declaracao, e vehemcnlemenle deso-
bad.-i'ido pclos bispos^. so cunipria ao governo pro-
ced,*r energicatnenie contra clW; e assim foi fai-
X>, ordeiiando o govorno que, o procurador da co-
rda denuaciasse a o promptor accusasse os bispos
de Penjambuco e'.d* Paral
0 de Pernamfcuco, recusando se a reconhecer a
compcieiicia do iribunal, alias deterroinado pela
constiluicao, d.ixoti que o pronesso correi** a re
Velia, o esle corrcu todos os tramites, at<5 chegar
a propuncia, que sugeitoa o prelado a prisao e
livramento; e o do Par.i, segulndo os mesmos
passos, naluralmeute agaardara os mesmos resul-
lados.
Tal, e o nstado a quo chegou a questSo, qne se
C' nvpi o i.amar rcligiosa :. de um lado o poder
civil escudado na constituibao o nas !ei<, accusan-
do, prendendo, e parecendo perseguir os bispos;
do oulro lado os bispos resislindo com ofamoso
non pouumus, (k'ixanlo-se prender sob prolosto,
a parecendo victimas e mhrtyres, embora sem o
serein de faoti : de um lado a conslituicao reco-
ohecendo a proclamando eomo dogma politico a
necessidade do placet; do loatro Udo a infalibili-
dade papal, desconhecendp e condemnando o jus
cxvrndi cm que assenta o placet, como doutrina
conlraria ao easinamento da i^reja : linalmeBte,
de um o governo exigindo a obediencia do- bispos
m leis do impefio, de quo clles sao snbdilos a
fHnccionarios ; do otitro lado Homa, o Vatlcano, o
papa exigiodo-lbes fiilelidade as suas doutrinas,
a prescrfpgoes do ultimo concilio, e as detcrmina
do syllabus f
E', pois, e sempre a me^ma luta de ontr'ora. de
hoje, e de amanha, isto d, o choque, o antagonis
mo dos dons po.leres civil rebgioso, cada qnal a
querer predominar sobre o outro, cada qual a
querer coniar a victoria deGnitiva I
Entretanto am bos marcharam harraonisados du-
rante Imigos annos I
Eptretanto foi mister quo viesse uma pteyade
de bispos, illustrados sim, mas fanatisados pela
Roma de todos os tempos, para que a desharmonia
apparecesse, para que a luta se estabelecesse 1
E qual sera o resnltado det#a luta 1 ^' ninguem
i dado pn \6 lo, porque a ninguem i peasivei eiir-
cular ate onde pddem chegar os odios, os antag i-
nismos, as paixCes excitaws.
A uni3o, a harmonia dos doas poderes tem tra-
?ido innumeros benefieins ao Brasil. A desnniao,
adeshanuuoia, o aolagoni^mo, e qip'^ja a separa-
c5^ completa, pdde produzjr males iicalculaveis.
E', pois, preciso meditar;maito, antes de chegar
as medidas extremas ; e, pois, indispensavel ser
prudente, caatefoso, sabio, ciicumspecte e previ-
denta, an'-es de ccftar o np gordio ua qaastao.
Por emqnanto vamos caminBando para am de-
ploravel sclij.-ma, e einprordeife trabalham todos
e principahnente os bispos, esqaeeeado-se de qne
s5o subditos brasileiros e ajostrando se apaixona-
dos e intolerantes.
A questao 6 grave, seria, oxcitante e cheia de
fanesttsNsias coasequencias, e, pois, cuoagra Rfe-
parar-e predispor os aoonlecinwulos. cumpre oao
deisa -lahorror a rereUa do tsrapo e das oircam*-
taocia*
Um fenewio esCor^o por fajer. qbegarem o*
dous piHlaresatwi rasoavel areqrdp, seria o me
Ihi.r alviire ; a para Mb cranes qua trabalba o
governo, polo menos tal cousa deixa entrever a
raissio de um eflabaixador hrasileiW) jojita-o San-
ta Padre.
j Nao obstante, seria convepiente regular a con---
tkuiaor da famUw, bane dasoeiede, par meio da
lei* civia Sana convaa*tata estatuir o registry
civil para nascimentos qbilfiij seria. prudanie
decraiar o casaipentaicivU ; seria eaqteiose seea-
Htmifl e*. cem,itere*, Qup|o meaos, crear ceml-
ter io* seen Ura* a pa r eo| ps *a)Mipsaa, j.
E4U* nvsdidas, aha* eietoi*** a'>i*tt oatholicas, eat.uada podaat ppgudjBar
e, pelocontrario, faei*la*B a * E* ainda uecessario, e aqui vai a maior dirli
cnliadij a uma graode exigencia, descriminar os
impostos, a destribnir conveniaatcrnente a sua pcr-
cepcio entre a nacao, a provincia e o municiph.
*E' inquestionavel que; pela forma actual, esta
tudo confundido, resuitando de-ssa confusao nao
sd near prejudicada a pwincU e 0 muojeipio,
ma* tambein Ocar agravada. a sortc do productbr
e do corjsumjdoD que, nap raro,pagam um mesna
impastoire* v*zea posloquesob tilulos diversos.
Isto carece de rcmedte, isto extge cstuda e
salucao, vistp coma e, 'niquo c ioiulrave), como
(Qtolerawl e a sgrta da possa agrianftura, como
irttuleraveis sae ontras muiiaa cousas, qqe s* pren
d*m, proWemasqijc ternos apontado e que est.io ape
dir solueao.
E-.-t.is liniias tern t.-da applicacio na ac(uattda-
d, e ciimpra h3o Cjescurar as io#re*ses a que el-
las se rafcrem. Vai nissQ aliopfs, a dl^nidad"! e
a prosperidaie do paiz, alias bem nbtavol.ftmnMri-
tos noutos l.i vista, cumo ja o fizemos pa\ente.
No meio.dessasprosperidades e pir entre as rJrf-
Ceuldades d3 fatal questai rcligiosa, algumas ca-
lami'lades se. fizeram sontir no anno Undo
Oueromos fallar das pastes e das hjnundacocs
3ao flagellarara algumas provincias c a casital,
izimando vida* preivasasedeslruindograpdes co-
pias de riquaza.
A febra amarella e a variola causaram grandes
males no Rio de Janeiro, principalmente entre os
estrangeiros; e a segunda destas mole.-t as, carp
rerdadelro caracter epidemico, devastou algupas
provincias do n rto e do sul.
Felizmeule ambas livcram corto periodo de ago
dez, a a*i rim do anno linbam declinada considera
valraente.
Granites chuvas torrenciaes prodaz'iram volu
mo.-.i crescitnenlo de aguas em algans rios do sul,
e deram aio a terriveis innundacoes no Rio de Ja-
neiro, S. Paulo e Ria Grando do Sul, e-pecialmen-
te nesta ultima, oude foram innumeros e avulta
^os os prejuizos, apenas suavisados pelos donati
vos e soccorros enviados pela philantropia e cari
dade dis outra* popnlaci3es do iraperio.
Nos dorainios politicos ha ainda a registrar a
eleicao para deputados provinciaes, feiti em quasi
todo o imperio, sem que a ordem fosse pertur-
bad*.
Fmaluiente cumpre registrar que, a despeito dos
motins da cdrte por eausa do republicapismo, e.
dus acontecimentos luctaosos do Recife e do Para
por eausa da quesljo religiosa, e bem assim a des
peito de outros menos sallentes factos, a ordem e
a tranquillidada publicas conservaram-se inaltera
veis, gragas ao bom senso do povo brasileiro e a
attitude energica a patriotica do governo.
A seguranga individual e a de propnedado sof
freram alguns auentados, que cumpre evitar; e
para isso e mister decretar algumas lejs repressi-
vis, e principalmente d pecessario olevar o ruvel
moral, derramaodo o respeilo p3la lei e a inslruc
cao publics, base de toda a prosper id ad->.
Teraws caminbjdo muito, e e" llcito suppdr que
eentinuaremoa a caminbar pela senda do progres-
*0 e da civflinacao; mas e preciso nao copflar ju-
do da chuva e do bom tempo, e sobre tudo e pre
ciso que se moralise a sociedade ; e dos partidos
politicos devc par'ir a inieiativa dessa moralisacao.
" Sem duvida cstamos n'mrja epoca de transicao
politica; a Deus queira aup, retempprando-se np
ombale das paixdes, os oossos. partidos surjam me-
lhor defimdos, com prografntnis mais estudadps e
perfeitos, e capazes de curar seriatnente das poasas
do paiz.
Vai niasp uma granda ex^ueia d Q'stPTO r6'
presentativo, a cuja sombra feliajiente vivcraos,
alliandu o elemento democratico com o aristocra-
tic", congragsaaido. so o povq com o throno, o qqe
d o melhor peniior da estabilidade^de nossas ins-
titnii.oes.
Temos paz e tranquillidada 'interoa*; tfabalrre
mos am pral da paz externa, sem todavia sacr'*"''
car a honra e a digni Jade nacion..l.
assim baaodi|, tepbamca conaanc/a no futnrd,
e certo esta nao desreep'.ira a* nossas esperan;as.
' ...... ijiaijxjumu

caadiawn(9 pataa
jowiigrajaa
Om paiz novo, comoo nqiwkique earaqe deiwan
cj.8 que as*dBrea, (era. avs*iiJide da. "
iao
HBRNAMBDCft
1^!VI8>PA DIARIA.
Termo de Serinhikem -Por portaria da
presidencia da proaipcia, do {9 do corrente. tol
aomeado Antonio PrerjnR OVaJcante de Alpu-
aaarqwe Junior.^v snap>nt* do ju|z.roanlcipal.<
Ae orphios ib ternja de Soriahaem
Hispi-l. 4f>,>*4ipnadas, Ma's donati:
vos nara a* obesa J^jaqw .^M^fct'ijS*0 "v
Illm. eExm. Sr. Mmmendador t)r.rffqrl8P^ f8
_.;. ,r^ira ..b^ueena R*metto a V. Exc. a qnanrta
, saw MIOOO, importan-ia de t^porti|ta*d^aai.^|j',
- poataridade.pelos seplbcaa dasignalps. pa
.** ela#to. te*tio. amW ,crft*) ebri
Ocambioi
t/4 d. froB
ury do m-ilt^. -Aia*thontem-Biu pod*
nar-se a MaMaciadl t* Mfsao da jury da
ife, por sd terem eomparafdo K Juizea da
o, polo qua roran sorteadoa *us o# aaguintes:
1Frt$mii de, Santo Anton*.
1 Antonio de Jams.
erioo Jose daTiff-la Valente.
Joao Josd da Silva.
Freguezia de S. Jose.
Demclrio Rodngues Leite.
Joao Raptista do Rego.
Felix Paea, daifilv^Peraira.
Manoel Tliomaz Pr reira do Rego.
m .. /'gWA?f** *'^oi
Gtementino la FanasBravaros.
Aummo 4aSil.va.Mvatea. ur. F IWanj^HaciJs Pontual.
Candido Jo-6 da Silva Santiago.
**to*j rurt;tt* oure.
Or. Manoel da Macros Barieto.
Fabio de Albuquerque Gau&a>
J laquini do Sa Leiiae.
Josd d-j Sa Leituv
Feline tkunstano Ferreira CoeUio.
Dr. Laurino do Uoraea Piimpiro.
^W'^'a^-i Grqc-q,
Br. Bento lot* da, Costa.
Fnejutziq do Pocd.
Aristides Duarte da Cuaba Ga'ma.
- Foram multa-los era 13/; cada um dos juizes
da facto quo fal.uram
Vapor Ceara.-Em vista de deUberagSo da
presideucia da nro,vineia, nio sabira hoje para o
horte da imperio o. vapor Cemvj, mas sim ama-
nha, a tarde, como 6 de eoslurae,
ViTeiiis^t;Y-6es pruviociacs.Peran-
te ajunla da tbesouraria provincial vao a praca :
no dla 29 do corrente, o costelo da illumiuarjao
publica da cjdade de Goyan.na; no dia *2 de re-
vereiro, os reparos de que precisa a ponio da Es-
cada, or^ados em. !:.;'8i50'd0; c no dia 23 de
sobre
em
ao
A I'uifto.
Conlinuando cm seu furor, alira-s: a Uiui*i
desapiedadaraeate contra S. Exc. o Sr. presidenle
J.da pwuicb, revelanJo c..riversa- que uao ouvi
ram nem assistirara sens red-ictoret, ,e que pare-
cera antes puras invent; da tdj minsos cor-
dciros.
iN.'u) teuaH a prelencao de de.'eader a S. Exx^
mas bom sera que com j prega sempre a Utiao,
*a rf de Cesar.
l plagio de que falla a Uniao todos sabcia
que espentuneamente foi dello eucari egado conw
laioprcgad) da secrejaria o Sr. Darbuza ; c, rffyrj
este 9r. exp HHHVW em coinmentarios ptntoB t
mania t
.Nao d estraaho i U*it lio beat .<-q#qttpo<
jtttv dn-matricnl'i- th>s r <* land" a
abril, a construe?.!* da ponte Pdx> Sangue,
o rio Seriubaem. orcada era 9:o70iOOtrpi'gos
apolices da divida provincial ao juro.de 7%
anno.
Piico <|a a$sejBb|ea.-Achando se ainda
um pauco atrazadas zs obras do edificio do paQd
da assembTea provincial, nio funcemruira atli essa
CorporajSo no corrent6 anao, e sim no primelro
andar do palaceta da camara mnnicipaT.
Curpo de potlcia.-No dia 31 do corrente
vai 4 pra^a, perante a junta da thesouraria pro-
vincial, ofornecimento de faxdamento e ealcado
para o corpo de policia, como melnor se ve do
rospectivo annuacio,
Cnncurso -Estjo era concarso, com o prazp
do CO dia* os oflicips de tabelliaes e escrivies dp
termo de Bfezerros, como. melhor se vera do res-
peciivo edital, que vai publlcado na seccae pco
pria.
Hyitrophohla 0 povoado de Santo Ama-
ro das Salinns ha dias qiie' se aeba amea.cadd por
Icaes damnadqs, sem que.o rcspectrvo fiscal naja
'proviiluriciado a ra-pe'jlo, como deterrrrinal^ certa.
disposicS/s da. mtjniclpa/ldade.'. Ocaso, pnrem, i
serro; urge que esse funccionario cumpra i
sea; dever.
Ho rte rcpentioa.Iloptem.a tarde, uma
crianca, dcasas que se empregam em engraxar
boiai, de nacionatiitade italiana, bb banbarse no
Capibaribe, a betra do Caes 22 de Xdvembro, falle
con repentinameoie sob a acjJo da urn estupor.
Cinduxido o cadaver para o convepto de S.
Francisco, alii foi feita'a vistcria, e depois Ietadb
para o cemjtirio pnblfco.
It inil.'ira da Saude. No dia 2d do
oarre: te, sexta-feira proxirna, deve effectuar se o
hasteameuto da aandejra de ISbssa Seihbra da
Saiide, que se venera na matriz da fregnezia do
Peco.
Queiraarsp-fia por essa occasiao um, tprfo rogo
preso, de artilicio, e havera trem especial para a
volta, as 2 boras da nianha.
Inqnerlto A > Dr.juiz de direito do res-
pectivo di>trirto criminal remetteu 3 delegacia de
S. Louren^o da Malta o que eflectnoq contra Josd
Fernandes de Siuza, por crime de ferimentos.
Caruaru. -Desta cidade nos escrevem a 8 do
corrente :
t Desejandolhes em primeiro lugar boas festas
e melhores cntralas do novo anno, passo a dar
Ihes noticia do iue houva mais importante neste
termo, do principle de dezembro do anno passado
ajd hoje.
* No dia % daqnclle mez, na frcguezia do AHi-
nho e no lugar Bajra de Taijuara, foi morto Joa-
quim Alves Calado.
Ete infeliz, tendo vindo do ccnlro da provincia,
em busca de pruleccao para um f'lho que fora re-
crutado, achava-se naqutlle sitio refrigeranto
sous animaes. Pedro Malheus de Oliveira e seu
cunhado Miguel Rcnicio de Siqaeira, ent.-niJeram
qne deviant apossar se de taes animaes, que eram
dous, tiranJo-os do cercado em qne estavam.
Aquelle infeliz, indo queixar se ao subdcle-
Sado da referida frcguezia, conseguio qoe este Ihe
esse uma patrutha, a qual tepdo cercado a casa
des criruinosos, um destes pode desfecnar um tiro
no dono dos cavallos, matando-o instantaneamente
e pondo se logo depois em fnga.
a Vcio recolher-se a cadeia desta cidade o es
era.ii fugido qua matou a Ezeqqiel de tal, faclo
este que ja live oceasiap de communicar lues.
u Houva exame em Ires aulas desta cidade, ten
do sido approradqa plonaqiente na esc.da rcgida
pela professors D. Anna Joa mina Peres Campollo
umaalumna.pa escola regida pelo professor Josd
Izidoro dos Saot,os dons alomno.*, na escola regida
pelo professor Miguel Arcbanjo de Vendonra os
alumiios JoSo Evangellsfa Buarque de Lima, Odon
Qointeiro de Pontcs e Oetavio Augusts de Sen-
r.uco,
p^rda,
CODV
eotenila
Luia iga-io
n.iinbooo, 60 an
no vantte
Recife
S. Antonk ,
brancti, Per-
ta; adecsso
qoa hMQMftMvafaim.Mdai Mpo^s^y>Vo^^:Ji^>erreira
a>:nm)u unwooaKdebMBtTBM"^ pdr.JWarda- o.iHsaaf-garantiavcarteiappareoeat as q**ida)n raspeila i q#<*que_
Sramara (irmou oprincipiode quatioba o direitu a furtasoaa-d* (MHiUd(-4M rareitaraiBaaaaaM* qnalquer da >aru taaak kimrnt, poin, wia a* -flalaMtMdfcj' r^trtngir o. mi> -* -.
, w, embora no case .uferto iwa a BMkaase.: caoaao da'tot* r^pm.-.vm, W**m a. iuterassa danuiao Augusto de Figueiredo
I 8a.*)utma. ass-Ma nos .priacipk owudtn da immkrafdo. cooveHi a dertacao dag rrmdid*- pi lix 'Li'eutier
tinai'ftDOn, poi*, fioaJa, nio ubstamj a. oao-, auoirt*ds, e cr^tv qWr.'^carjaw.OBtnaQeruaa Hvppo^ia CaaiaiN da AJbpqueaqoe
ir..ve^as da mpreaes ; mas ni" servio para mo- poter-s po*iMW*tatrt.*4*a-lf r*pt*i. Maranhio 2. o| _
aiflir awotacoa JaiSr. da MaUa, qne persistio iSao e,^ poram, saatente s*B.>ta**Wp.de vj*^ >oa dj f Mncex;a'Qaj>|bap>
era aeinr vago o sa lugar na camara, e a-un Ii- .que car?ceraoa da reformas, %>. T-ambaoi,. oa Jpse Si^pficio dd Sa.Eyeve*s-'
era privado o paiz dolanxitio das fuzes'de bio dis-(to'rdam p/djU# ea ordam aihniai-lraiiva urge'qae
Uucki irej.rweutante. >,,, ;, ,--* sVjftm rea^adas algumas reformas, desda muiiu*
Ar...ip^T..T-..r -inm ramiriiji) lilt waaarfiii iiilnnnhni ...
^w^#^w*lmUt}orax,.Qt*tety^'1i*a1W ** Agra, qa raf.irmai da gaatda. nac*n*l,.4i
Mi reprta ni pitrtwrieato b*isileir.i'p.jis wtia,-ra nma roalidada. sumpra levat a ffcitoi a rof^cina
jcerto moro, tocar uo precioso deposito da sob***- d> recjiUiaiuBnto e are/otai-* da lei ebilnraj, adm
iniqo^. an mamfesUcoM di sobeiania uaciooaj
>,t^lar/>Uhid',a%im*< Jn-p -. ex
moaiani'S, qae pa > trepi laraou'n.'
que.pa i trep.i larapi em jif/i
Mi (to.Jo.v; : -.-. 1
i
As actual'* >i^ d.recfUjJain''Utn e eleitoraL aiem Ath.iv'le Lob. Moscnso. Com a rplteiio do*ra<
uJaJtid#IR1t*di'.pelrt i>pinlao pu..l c i, e>i .o sob Wpvos ccnt'ibuintes r/meUu-me V..S. em dv
orden prp^ularidade no teoaBioaes. mais ciiarosjen re os d.u.s |>id>.ro* eVil e nM^ib/o '-- U.-ssi. da c nd iona?,io .dos po.uye?. do estado, de 17 d> c irrmiWrftWviW 0btM inUM--se*Wa,pafriai V Todos sal.em ramo comecoa e-s i iai3,-qpes-rd- (ptWfod..'s l-m procuma to a Sia inn .lieaela osB4*o ao Ryiirao a Carichrdfe, ,lestiim*W A ..bra do
Todas esis medidas, que diz -m assaz claramen- (ram os seus tristes principws, quaes as sitasaeso- abas*. A qoe .iao lugar, e & vetustictd.ido do suas *a-vto de ahenaio?. Hentifrairki ity. egar:mea
3J0W
Jbsi4 Ribeiro Pe*soa de Lacerda
I^oaciode Cuto Jueap.
Lino Antonio SaraPra
3*
mo dia f do corr nfp foi fesiejada em sqa ea-
nella a virgem da Conceieao. Ha muilo, sagando
a opjofaq ger.il, nao se faziam fesias rip boas a tao
concorridas : igreja pintada e deeeatemeate opim
da, mosica de nrehesira a de panoadarta, procis
sao com aepmpanhameato de gfaBdp num to de
ojneraes de guarda nacioital, drversos l.alfles, sa-
valpadas e foep dewta,.foram os elomentae cans-
tijutfvps desse TetfK dedwado i B9edo8alad.r,
sendo que, nao obstante haver millraraa da-davo-
tqs reqnidos, tudo se passoa na mais perteila trad
qpmirattb.
, 0 que, porqm, nps pcrsegua mafe da prasente J
d o hirto de cavallos em grandfl eseala- a a seacs
abrazadora, qpa-ja va(.eattndw grtn#e merttli-
dade no gado vacrsm : e mundo a anslm, a pai*
do bem o mat, UnSriem-se e outros choram
I.oteria.A que se adjia a venda a 8*\ a
peoeficm da igreja deS. Praaciseo do Recife, a
qpal entrabir-se ha no dia 22.
I,oterf a do lto de Janeiro -A 2t.
(492'), corre na qmata^ira/'io eorree*e.
Casa 4 defencao.MvtlkWii>i da a*a
de duteacio So dia HMMaoelre da lift r
Sxistiam preses 8W; entraram it, existam-
34T
A saJrer:
TOcibnaes' %t, BJoWeWs !t, estraBgettea'Bfc
eiravps 4f, escravas 3^Tottri 38T.
Afirnentados a cesta des ebfrea pabltees 232.
Wovlmento da enferiiiaria-io dla i9 de jaaaite'
* !S7i7~
Tiveram 1lta n>
Pran-isco* losd TOfw<^-epi*Wfie. '*'* '
Germann Lope* Pra***, f^ijhB.
Uqofre, est'ravo. de Antonio Dias da rriudada,
cephalargia.
Feliflaiio, est*rayo de Ifnci!CO Rodrfei
Gampelb, syphf.
Bveram alt a
La'iz de Pranpi Tejle*
.fan'oei Pereira 6ms Ceniltertn pufcllert.-Obitaario do dia 1H
de Janeiro de 187V
0 profecto
todos sabeui quo ,/oi parto imiueosu da ardtnte
ifliaginacarrdo 9f. a> Genipt*i.o, qne tambaru *
4s boas c-tihoiic-js, que roaoOhece Uhk'u.
Os feitos de 11 do ru.iio que d-s'i al.iram a.
\jetuitas que com a i'niSo vivem de acconlo per
fato, fiearam item cjjiipcu*ai*s c -in o da II uj
mestao mez. e lumto agradarain a escs ^v.
servos de Ifcus.
E, como quer que seja, fiquem elieo for Cttni-i
Ae quern, perteucer.
O que tern a presidencia coma ptisao daMapo 1
l!uc ventura pode ria S. Exc. deixaf da cx-r
prir ordiuis que kavia recobuto T
E, emiim. p .dcra at/new arguir o gpverao 4c
procipiiado na questao do bispo '1
lie boa fd, niuguem por certo dira, taotp >*#
que esta na consciencia de ludm, que, pur c*-
iesceudencia demasiada do mosmo guverau, de-
rnnroa sa por taut i tempo, e ainda panda o u.
julgameuto ou rkcisao.
Tem razio os da UniHo em se aiiro.ret" laa
descommunalinente contra a guverao quo luer.i
einpregad*t* pubbcoa, qua. s* ajirosaul.uii do pr-
,tos diMCol/crlos nas pra<.as, no* pulpitus, em igri
jas, x ainda mais, in i:npreu>a a mjuria I... a a
caltMuma-lo.
Cumpra e governo o seu dever, e daam qu-
4 Vmio encrespe a juba e ac-tutht o sea dftf*ptrn.
Recife, 20 de Janeiro de 1874.
D.
Srs. rejlattores.\i\ raminbando esta freguezu
de Cajirobd como um brigue desmastraado lar-
aido ao grado de ventas contraries.
Ja nao esta so corapromettido o preasnto eonta
o futnr com a chegada do Dr. jwh muatripai
Jysd de Carvaflro Cesar nessa villa de Cabpuba; e
poucps mezee, qae paroo neste Itijar, urn red*
zido o terreno ; e os povos- 'em desbarennnia aa
sociedade, com enredos e patotas qu* nraiA Mm
desanimado os proprietaries do lugar, por grarja.
por peqaenos, a desharmonisarem-se m sU
{.juiz Cesar idiota ; qne nao as-e\era e qne du,
vive nas calcadas sd fallando mal da vida ptavada.
e quando isto se Ihe fax sentir, rile nega e resafa
ate de si proprio.
Que juiz temos nds senhores, juiz da pi nta pt,
que por meb dp seus pessimos costumes, > bo-
mem da mais infltna camada desta villa nio- lb*
presta a minima attenc-io; e asstm deve ser, *-
abpres, porque qpem faz a iHnstraclod o repri
to com que elle deve tratar a ?i*iedda
Nao teve mais o qae fazer este jms, desiiermo
ni^tu-se com o promoter desta viha o 8r. Or.
Serra, a ponto de preparar-se para ir allroau
to em sua casa com uma surra do chicote, aiaJa
que fosse debjixo de sua cama.e jarou de metia-io
na cadeia, porque senhores descobrto eHe jaiz.
esta prova de sua naturaiidade, provenieat* da
enredps de uma sua smante raparig* ; e romo
nao ppie consegqir este sea intent... aproveibm o
ensajo d sea> maos costumes de prendor wfc
criado do dito promotor Serra, afim df ser vinga
do, e foi logo a casa do del-aado e pedie Ihe pra-
eas para r*mette-lo para o Recife rVnwo recnaa ;
(em nolle de festa do Natal acniteccii este facto)
e o delegado ra-pnndeu-lhe cathiigi.ncaroeBte'e
u.edo de errar, que ella juiz ia fora da lai, obrava
muito mal em ter prendido aquelle rapaz, qne ni>.
Ihe competia essa prisao, pois, quern tinba ordem
de recrutar era elb deleg^ado e que nao Ihe aoon-
tocesse outra, pois isto nao era a. to para hotmtn d*
oons.idera^io obrar, principalmente elle eomo \aa
municipal, aproveitar-se daqnrUa quadra mesqm
aba para vingar-sa de sen coltega-
A vista deste facto pratlcado, tomou ura od**
ao promotor Serra, de forma qne antes quer
ver o diabo do qt.e elle Serra. Disse ellejuix
baviam de comparar elle cam o 5?erra, eornpa
rassem antes elle juiz, com um.onrinol rbeie de ex-
crenienlo; comparou elle muito bem, e >d a difc-
ronja qua ha entre ambos, 6 ser um Serra e ontro
ourinol elieio.
Nio sabamos, senhores, como o presideate dea
passagem para este termo de Cabrohd, tio soceg;--
Oo, sem orgulho.a um juiz tao derapertebido, tm
fagao e sem moralidade, nem mesmo para ran>-
pvir com os seus deveres, que muitas retooldesas
iem passado a elle o f3r. jniz de din-itu eata
man-a por maos feitos praticados em sn jusli^a ;
sd lendo cumpriraento bom para < seus inte-
resses,
0iibta-me que o Sr. 'esar de tres mezes para ir 30 K.-ciie buscar a familia pan
Cabrobd ; dou Ihe um pareprr c-.rnp am sen cor
raligjopano, melhor sera^afranJarM por la mep-
ov>, a vista da planta do terreno tirada poreile ao
termo de Cabrobd; e quando Wnba de vohar, te-
nha sd, para ao daopis nao ncomiiiod.ir a fa
n.ilia, aois uao d tao pouco incommodo veRar
apressado ; ollie 0 cxemplo dos sens eojlefas
Ja Tacaratii : e se nae voltar mais, mande o>
com mil reis de N'os-a Senbora da Assnmprai
que daqui it-vou, dizendo ao seu escrtvao qor
tinha dado an yigario para comprar ornamenio'.
Ate outra via.
Vm cffendido.
Illm. Sr. juiz municipal do termo deCabrebe.
Joao Soares da ^li necessita por certido, a-
seqlaucas pforeridas nos atitos dq revqrw erinw
jnterposb por Francisco Lima de Arauhi ta, a
aitigos deescppijao peremptoria apre mesmo, ao. presidente do jury, em 22 de dovmb
J>rq proximo pass d-, e asentenca i'ada pelo aes
mjo presidepte, em virtude da mesma excepcae :
Sr isso refiner a, y^S, se dkoo mandar ao eaerl-
d respec|ivo que the de" as. certidoes padfdaff.*-
E R JU,-I* Cabrnbo, $ de Janeiro de t#7 V.
Cerbficolqae rayendo ceantps derwBraaen
me e proedsso de ude traia apiaente sMtpa,
Ofl(e*.ci>na ose^ulpTe :
ViSfus dsjaqios, razees do recorrante, etc.
drigue
Uiigar ao
fdureyo
mtadop
ven
em seu
a pronuntra decrelaaa a fl, pjra. idlgar
impnpeedeote. .. pwseqte nrocedtmento
: porquantii, nao existe nos mesmos a^to?,
'4* roiJu-Us, capazes.de farerem gerar a tfca-
cJ 1 dej ter 0 rdo q*derrao assassinar a Vkea%>
quando disparop-i)ie 0 tiro, qne da*
rsente summario, visto como teodo 0
er .-01s liros, errando um, podia tar lib
tfofl, visto como nao t. ve qnam 0 rmpv
nsutoe a t.-ntativa.
ade qua um* 4s ti-stetnnnhas aBrau.
poimento, Ihe ter drto- 0 an>prio fd qaa.
nao afcsaasinou ao diW BtAjju^s, por fcUKdad*
deUa, pois qne a sua mtpneid ra assuai*.
iaas este um.-o dVpoimenXo por -i >6 oao>?-
biente p; ra reaacia, ar.fa*a c
oj.iniao le todos os criininaljstas qoe, a roMNata
jlio> rob p ir si sd naoponstifne prava ronira etla.
uma vez qne esta confissio, nan comefda >a *a-
ie:.-x.'___.. i__._ n,,-.i a tras proivas, visto Como da namreza boinana,
Angasu, "aplnet Cerma, bmnco, Portugal, 28 .^renJer .so e uh inam 8e. eani-llo qiMiaHn
annqs, snltelro, Bna-Vista; beribetL
G-trfld'* Mrhi da &weelqo, preta. Pernvn
litreo, 30 awnos, s.ttira, StJaad'-; tubarcahia
l.muario Josd de Santa
Traasporld i:WHm^nfmnnarm.
^ -----y3L T JannarloJ
l:-B4l.H !oo. Vaiw, cawttd, **; aeiie
^^^ MaHwrf, pardo, Peronmbaco, 7--ate:
I fiatimete da prpslde^cia de PBrnaminimt, 'lp r ennvnlstt**.
19 de Janeiro de 1874. fMmv Jr. Or. Pedro' d
fk6
"mui 1
. J*S' e*nWv, prttn
B->a \'jj|a ;-variolas,
, Gorg Jottb,
tmU. I*>a-Vi*ta
r.4rf" "' ': .. I.U
ioaqnim da Sou*** braoe^ Ria Grandy |&a^r a 2i
bran'en, FngJatprra, 2ft annoll sol !/J^J*"
, H'spttakPedhi II; fabro ama t"0<
itrocjada e tido como um has&He en antea-aoa* am
lauoo ]E pague a mnnirip.iH iili a" caataa em
1 uo a c/mde nno Q e*"'!***" is-d *lvra o> <*
pardo, *,]} ajaBRE ss^ssisasrr
AfttevCilieiMi.foJieiff. !+2*^rt, W*'?***'.
'.Hbr.l^, 24 4*>\#****>HU UH&4+)
.-,. .;ot--i, r+i. Jut^. HiqtMcodaata*pa*r
I'.'iir-i.i ini-rpofta. 1 sntxist r eootra elle a pr >aua>na.4eaefc4a.
i 0 pi-..viiik-iit.i dado pdlopnt mui|ftRB1*H
j dezembro de 1*72.
.1
I
)i


-A-y
"BM&fcia^fl'rWnferoilctr -^^uRnyteiflr JHPTRrVBjrerrOrrUP^flW
fc
noei
Por exeep
da Gosti Ar
direito, o
K. S. C P. i|iw <> excepie:
ofllcro a pmnuociado, em
tftfetfo o**o gripit'eftMAaS^'V
M domes** e.ligc^lelra>Wv*lsa|daefiaeh;a a*
St dos respectivos auto*.
*** p- conformidauVatfartT l do ctfdigo doprffcessu
^Mi#i#l,^fr4 asiMsJfr'e Vdr jWl*tftBUj|i.
am dito arooeMO, tMk t< iattlUta *'
dos merinos autos .-~ nJs v ,,v-*." *i .^
.. Portanto P, utjo p excepimMa roi assim privado
4#cootostar a areiiraijiio e .rdvarsua mn.wne
no crime de qne e accusado haver praticai
nans >bai
ocneia
adoew
Vicente Rodrigues.
a
UN
*ta rif
iluto perfeil
rate nao exit
vasos secrelor
estorva e mat
asdibras. e eaaradmiravel preparacao vegetal dii
OSiUmSmakp^ da tran e aaaa*m
v. >.; ri .a*
>/ ITTAlnV.KXi
**XI&
kit pftesttM
So entrotauto P. que a excepieate, em obedlen
cia a lai e is autoridades, logo .qua ll*e constou na rua
#%W) & 'iein^feiuoevs rec^jtt- JMk,
se a pnsaoTe uTanao direito qua The era conceal- s
curso para o Dt.JBJA dKdireiM* co/nasaa, cemo
80 v8 dos aulosYg: 13 usque a n. 3 o v.
P. que, preps**) *audamktaA> h seu-rdeW
so, codcIumm osHfH, nartaanu no-'Mt 7i da ci-
Uda let de 3 de dezerobrmttVWMj Mt. este judi-
dosamente refonuou o sea anterior desuachq, jul,
gando impiocedente o referMo proeedimento ex
oflkio iuteoiado contra o excepiente, pelo crime,
qua lhe fura impulado, cemo sfl Te de tea desp*.-
cho a fl. -10 dos mesinos autos
,Xo airf.tantoJ,>wr.,Jr: uma mip
dalei, Ib, cbmo 5 antes Tie dresdrnT, par STrnpier
abstraccao, o referido juiz a quo recorre ex-offlcio
-da seu iise deapaono para jo Or. jute mrffcattpsftn
^njftrta,4 r#cuf* ,m% Waade &>?** .WSMJr-
cooipetir. a parte ), is** sub o.jegwjen aWjMfc
le! Jb 3le dezem&ro de 1811. era face da anal;
uaia vez refornwdo pelo juiz a quo o seu de^pacho,
nao devia mai- o recursa do juizo superior ; porque nada entao haveria a
qua fosse, con arme a juridica doutr-
dn 13 de dezeA-SXe I8i^
Portanto P. afjvvogadMjeomo fo
pachu de fl. 3lp*ie fl. Kf^excepi
ra de sultura, que Cora effeclivo, e como seorde-
oava oo linal do meamo ae.-peho.
fvij|iadl *tw"H^ptu aau|]Svfw^ID"
^nmTftKffafoWii>ffyr"""Cr'*^^^rs0
concedido do excep ente, e pronunciando-o ; o que
ja nap tinhajnais logar AmsemftLianie caso, yisto
dTBrtniriTda pela 'desproauuciaTiTin grao fle7re-
P. que este despacln do juiz ad quem para ser
oxecutado dovia, ou estiru aiuJa. Jependente do
respeitave^%lripr-se Uo' jnit a ijao.semo-'qne'nao
podia proseguir-se na acsis.-ieaj contra o aacepi-
ente ; mas no eniretanto querse proseguiroa ac-
casacl.i ern face da urn despacbo, que nao MM
per veueravel ccmenQa mandado cumprir se ? I
Portanto, P. que a accusacao nao pode prose-
guir ;
I." porque o despacln de ptajiuoda proierido
pelo Dr. juiz de direitoa fl 31 dos autos, nao pode
suster os seus devidos effeitos por maoter Irdoio
competente cumpra-se dj juizaquo;
2." porque dito despacho deve'fiep c^nshlerado
nullo e iasubsistente pela incompetencia da accao
criminal, que despronuncia de fl. 30, da rpial nao
cabia recurso ex-ofllcio cm face da citada lei de
3 de dezembro e aviso da 13 de dezembro de
18i7.
Nesles termos, pede-se queseja julgado pererap-
la e insubsistente a presente accao criminal para
0 B:n de se por termj a mesma e absolver se o
excepiente da accusacao inlenlada.
E para que asMin se julgue se, olTereee os pre-
scales arligos de axcopcao pereinptorie, que se
espera serao recebidvs e aliual julgados pruvados
e pagas as custas pnla municipalidade.P. R. C.
da justi<;a. Cabrob6 2i de novembro de 1878.
O advogado Antonio Lopes da Silva Uarros.
KrtavamdaasesUmpillias de 2(JJ r?. tnutiiisa-
-das na forma da lei.
Diga o promoter, e venhara conclsuos. Cabro-
1)4 do noventbro de 1873. Carvalho Cesar.
Vistoe exanunados c este, autos, ete. Racebo
a excepcao apreseataJa, e raando que amdireito
produza todos os seus effeitos, visto como pole sea
conteudo se ve, qae o ex-juiz municipal rece-
beudo em lorma do artigo 69 3." da lei de 3 de
dezembro de .184*, o recursu voluatario inlerposto
pelo excepto, e reconsiderando o seu despacho,
havia usadode um direilo, que lhe era conferldo, e
loortanto, desdo quo de^proauneiou o --excepto,
que e-te ipso jure estava Bvre do crioe,qu era
iinputado ; e portanto oa> podia omesmo.juizmu-
Bicip.il recorrer do seu despacho para o D juij
ds direito da conwrea, por nao hrver letque
ijso determinasie, e ne*te casa, a 4)rinqplo cjr-
renle em direito criminal, qua a tedo slrictis
juris, que deve prewaleear o favorablilia ompli-
undo.
esta porcerto habilitada para
ajujalas tp4os oaaMf latent!
lu,faacTooaesleeSfran^irosT para os estatutos
a^orque
liaRfar estrang
8SPAGH0S Wl RXPOWT
*tduzij|a
Tiaamv-laavoAiffaB*'
corrertaajenle ; a afHJflj**
uma vantage'm e utWdaae
lavocando, cheia de con
duvida
iriuUs, e de (ados osmit.
""Bciante e-suas
deva
.accSo de
airaf pus-
irWia*, ao enmpri-
e promettem en-
irovar qu, entre
fllcientemente ha
nossas innocen
dese
of
qualquer paiz, onde se acharem, o briihante
I mmenlo m mai cnlta e distiimta sociedade.
ula^branvse^i&a^jftnojp.T m r1
A. #t'an#/-"
tMr^4F4
as mercai..
a Wrao por ^Htea n .
a mesma arreraaia^o
fdfmn. 100. 9ff>ciaaM .
Idem n. 10*. fll-Vn .
' *HW ? Maeda.
ttrwazaa a. 37 ejoir.uiieaiic'c \S*BiWhacp t vtt
tflyt.^. iMtoctlMtflf .**> tuVsb
Rua das Larangen-as.
Mitra)iaB,
117 a 118, sa transfere
para o dia 22 do evirt*ta, a* J1 boras da manna.
'JCBtI .aix*xontBn.io irula rrot-
valor, vinda de Llsnoa pelo vaporJ4
a.'Jcse M. doj San-
metleau & C
'"'gtis''2b"TJai -
Sir1
, 3 caJxas a
Pedras 33 volumes a Va"z
ris a Parente v ianna & ||A(w|
Tecidos 1 caixa a ordln'U lib
Vidros 9 eaixas aos consigoatarios,
Bohres, 15 k ordemh
- L4fW|Ur Vtr'terZut, chegado de New-
' nYiHJM1"*" i Compa-
toneladas^ ompi*f

7 a OH
"
entrado era 27 de outuoro de
t
deatatalea
z Valpiraiso,
Ml.
1 caixa de charao com prepares
deposito de cha, avaliada por 80i.
I dita de dito, avaliada por 50^.
,; Allandtoga ife PereramBbco, IV de Janeiro de
1874. ..TMI 3bT
.Ofl-n-i' 0 inspector
____QH|mV-.
cial manda fazer
o dia 29 do
teio da illumi
Secretaria
neiro de 187
Hiosoaniri i -pftfvi
traosferida pa
ematacao do cosi
cidadede (Joyanna.
vincial, 20 de ja
'M. Palbares,
iuterino.
JAR
Para
:arwi> rSlljrMeli
MW6Ttis'llW?^l
com 20,509 drtos
com 4,643 aW
d*ua Ja Mfttu
No bnf ae iftglex tip, para Liven
arn.ro: M La than JC 34'3 siiccas
de cjfaaltaifaaao.
= ilo.iijirhKliapaha< Atortpto, ^pata aroel-
lona,------piiiiliiaap IMaMas com 19,90p
4ii*Mtehi4lwdao.
- No ^mttikdiinin Hnlrrmdtitjiara o canal,
carregou : t, riaummlUta^ SL W>UKi0aU'^ail>
4,8'JO kilos de aJtftrMU, ftaaWiJ -,b ^OTAIAcM
- Na t"iXI.aaiaTlljif Jwll Para Caaa'>
kj|oft#A ff^B^af ,f*>rainfiO
- Na escuna allerna Hong How, para o Rio da
--m : A. -Uyo '3fS iaerioa* cpm
le assucar brnco rr
- ISai*ifctt.porlUfuajft VamJuaama. para
o PftTla, carregou : -M. J. Goacalves ^a-Fofte &
y. barriquiaaasjwm 135 t (2 kiios.de ~as*iwar bpaofiqj
7 da *lva Loyo 4 Pifho 700 Saccos cam S^^OU
Pal* Mlt -dO'CMMNtaf -pfowaeW, *t> fhs-pa
. B**q*DO'a ft do aorente, m prinett** a
cnalat os 30 'iias uteta, arca II ltf WBKJBr.Usaafctor fc lqes>ot aria ofovlit- ab>, indaptitderAe da maita, ^oatfrfwsos im-
de Janeiro correnta, pawnte a junta desta thesou-
*rrpoo|,
C. 50 dil
G 4 &
raria set In de a
_ M7ia 187V*caa>9-9uJeKa*
BuHa,Iftidtm os-qtfa fcreWpagos depois de -fiodoj
pr,>- os Mfrfldw trinu ;dias.
Pao
0 juiz municipal nao podia soccotrar-soaoprin
cipio e no artigo 17 % I."da lei n. 2,013
da 20 de setembn de '871, purque nenhum ef-
leilo inda podia prnduzir sssa lei, que nao estava
ainda regulameutada, e cujo regolamento publi-
cado pelo decreto nuoiero 4821 de 22da novera-
bro de 1871, ao tempo em que o ex-juiz municipal
recorreodo seu despacho, ainda nio produzia ef-
feitos obrigatorios nesta coruarca porque ainda ni
publicado. (I) Assiia, tanto o ex-juiz municipal
recorrendo do seu desp.ioho, como o ex Juiz de
direito iceitando o roourso, obraram iliogalmeate
c lizdram gravaaie aos direitos do excdpto, que
ipso jure ja havia obtido a sua despronuncia, e
';:/ facto devi. gozar da sua liber lade, desda que
a proraotoha poblica nao appellou do despacho
da despronuncia.
Assi u, em virtule dos principio; garanlidores
da liberdade do cidadao, estabelecidos nos %% l."
e II da constituicao do imperio, qne dizeru :
nenhum cidadao pole ser obrigado a fazer ou dei-
xar de fazer cousa alguma ise nao em virtude da
lei; e que ninguem sera sentenciado se nao por
antoridade competente e em virtude de lei ante
rior ; em virtude do qne di' o aviso de 13 de de-
zembro de 1847, todos corroborados pela legisla-
cao civil e roinaua, aesta segunoo o axioma lex
minus gW'iHj perfecla naqualla, segundo Borges
Caruuiro, direito civil porluguuz Introduecao,
parte mganda g 10 sacgao 21, que diz -Se a lei
c estab'-Tecida em favor de alguma, pessoa esta
nao oppde n-illidade, regularraente oact > subsiste
e na auguada parte. quereodo a publicacao daa
leis para serem obrigntorias, o qne e ainda cor-
roborado pelo nosso praxista Pimenta Bueao, por
lleutham e Hciuocio ; recebo a excepcao a vi-ta
das illegalidades contida> na aceitaeao do re-
curso pela ex-juiz de direito, qae axercea func-
^5es quo-a lai Ibe nao craeeJeu, e"so proprias do
egregio tribunal da relacao, e julgo peaempta a
in ute accao, maadaado, que subsista o despa-
!n de despronuncia, e que o excepto seja posto
em-Nbardade, seporal nao eti?er preso.-dando-se
Ida baixa na culpa, e condemnada a municipali-
dade oas custas.
Siia das sessdes io Jury om CsbTotd, 22 de
ttveuvbfu de. Uw3.Ja*6 deOarvallu Cesar, juiz
de direito uterine.
Bra qnanto se eonlinha a respeilo do que pedio
o peticiorrario, a vai por mim subscripto e dou
i e. Vila 4 Cabrobo, 9 de Janeiro de 1871.0
'icrivao, M. lapes de Arauja.
Anacahuita#oal
De cujas virtudes especificas tantos annuncios
appareceram em nossoa jornaes; e uma cornpaai*
cao de vegetaes peiloraea, e nao coaiaa oeataQI
adstrmgeote vaneaoao ou morulmente narcotico.
JE prarada em f6rma le um xarope dellcioso,
otc., e am poderoso e efficaz remedio para irrita-
cio dasfalafies, agina.<, caUrrho, tosse, retlria-
mento, rouqnidao, an*MCC.Ses catharraes, escarroa
da saogaa, e to affectam os orgies da re*prracio.
" direct fie Priilorrrena HinftWina d'Al-
feuglMrque 0' CoqiieUinrsey, coa ,par*uas irinaas I). I.niiieliua J'AlbuijuT-
'quaK)* 6onn4l| Jjrsey i D. Olindina d'Al
buquerque 0' Coooeir Jersey.
JM. l-XyCoM9gdiriiridoi>or Philomena Mi-
nervina d'*lbwio*rHa-/ fianaejl Jawejr *anoaii-
na-se-CoLLEcto da Santissima TBiaoapis.
Act, 2.^ Asialuflinas faanaota oello iastraccac
primaria, secunaaria, religiosa, de ciyjUdB3e, e die
recroio e- pcrndM-
Art. 3.* A instrucgao primaria e-lejlura, s-
cripta, cootaielvlade'/:s qa&tro operacoe*) nocoas
de grammatica portugueam coshira chl e iiro-
<5het.
Art. 4.' A instruccao sgcujjdaritt coraprehande
lingua nacion ria, geographia e arithmetica.
Art. 5. A ia^truc'jao religi'a 6 dada pelo ea-
thecismo ; as alunnas aprendem -dontrina cuis-
ta,etodos oadeveresreligioM^acntnprirp-araom
Deus, seas pais e parentes, a em geral com arao-
ciedade.
Art. 6. A instruccao de civilidade abrange to-
dos os aclos da yida de uma senhora, n relacao
com as pessoas de sua famijia e com a socte-
dade.
Art. 7." A iustruccAo de recreio consta de
desenho, musica, piano e danca.
Art 8.* A instrucoao de prendas reune todos
os trabalhos de agulna, e toda a espeeie de bor-
dados, qua deve saber uma senhora da melhor so-
ciedalo.
II
Art. 9. 0 Collegio admitle alamnas internas,
raaio pensionistas a externas.
Art. 10. A lingua qne ee falls no interior do
Cullegio e a franceza ; e durante as aulas de ingiez
e italiano so se fallara estas lingua*.
Art. il. As alumnas quo estudam francez, in-
giez e italiano aprendem a fallar, escrever e tra
duzir estes idiomas grammaticalmente.
Art. 12. A mensalidade para as intTnas 6 de
iOjOOO, para as meio pensionistas 205000, e para
as externas 5*000, pagos adiantados por trimes-
ires que, uma vez oomecados, consideram se ven-
cidos.
Ar 13. A iosir.i -e\ i das atamnas internas,
remunarada segundo o artigo antecedente, e a
dos arts 3 e 5 ; ias internas e raeio-fiensionistas
team direito a dos arts. 3, 4, 5, 6.7e8 ; podendo,
todavia, quaiquer alumna externa frequentar at
aulaa sup-'ri ires raedtaate a indemnisacao, que
se convencio lar.
Art. 14. A* despezas com iivros, papal, etc' sao.
di: compete!icia dos pais ou correspondentes das
alnmnas, e tern assim a malaria prima de borda-
dus, e estes ixeculados sao propriedade das mes-
mas.
Art. 15. As aulas no Collegio da Sa.ytissim*
Trindadb trabalham daasvezes ao dia-de raanha
das 9 as 12, e de tar ie das 2 t|2 as 5 1|2
Art. 15. 0 enxoval das internas e ao gosto de
sens pais; assim como. a ronpa lavada, engomma-
da e porteocss poi elles serao fornecido3.
Art. 17. As pequenas indisposiooes e molestias
das internas sao tratadas no Collegio ; na graves,
porem, a directors faz avisar aos pais oa corres-
pondentes para providenciarem s bra o tratamen-
to, que pode ser em suas casas, oa no Collegio.
Art. 18 0- feriados sao os das aulas publicas ;
salvo as quintas feiras que, no Collegio, licam des-
linadas a instruccao de recreio.
ant. id. T..das as malarias leccicnadas no Col-
legio da A.\.-iasmA Tiundadp. >5o |)rofessadas pela
directora e suas irinaas, oa outras senhoras com a
aptidao preciia, e que a directora jalgar necessa-
rias.
Recife, 30 de dezembro da 1873.
PAitomeita Minerein* de A. O'Gomull Jersey.
Approvo pire'"toria geral da instruooao pablica
de Pernambai o, 8 de Janeiro de H74.
loao Barbalho UchSa dioaloante.
o palhaoote portuguez ft/w'***,- para
I.isboa, carregou : Silva &ui'uaraif- A C. 2()0
saccos c*ai>ilJDW kltoB da>as6ucw fcranco e 100
ililos com 7,5*0 djtos de difo maseavado.
No ,4ugar.pougnez -Lwv, .paca-S. Mjfuel,
carregou 4- -F- de Almeida 20 uarricas c nii
2.1.66 kilo- de assucar .branco, 30 ditas cam 3,3li
l|J ditos de dito maseavado ; 1. dos Santos e oil-
vuio dius com i^iOJ.ililos de diU-, ii ditas -com
393 ditos ae dito Uranco e 100 barris com 13,300
litros de mel. m
+va os wK'os da irtorw.
P^w%4.' patagrio aaHeriajno /. Ro,
carregou: J. G. Bastos 5 pipas com 2,4|;0 itrrv-
de agnardoate ; A. Oordeiro 90 ditas cu.n 33,60 j
ditos de dita.
Para a Para, no hiato brasileiro 0/i'd,ioar-
cgou : A. Corrdeiro 4 1 barriquinbas com 32,325
kilos da asucar brauco; il. J. A hies oO ditas com
3,592 1|2 ditos de dito.
Para oHio^Jeaode ao Sal. no patachobra-
siieiro Saisejmdes, earrcgou : L. J. Silva IJuima
raes ISO saccos com 11,2 >0 kilos de assucar
J^caoco.
'* Para-o .Rio Grande do Sol, no palaalio i>ra-
sileiro ihtUwi, carregou : 11. li. de O.ivt-ira iunkir
iOa sacco* com :J(AlXto kilos de assucar brauco
Para o Rio Grande da Sul, no patacho nacio
nal Leopoidiaa, carwuou : Amonm Irmans & C.
*)00 barricas com 31,633 1|2 kilos de aawcar
uranco.
Para Mossoro, na barcaca Joao VaUe, car-
regou : Sa L,e>lao &. Irmaos 2 barricas com 178
kilos de assucar branco e 1'tarril com 96 litros
de aguariente.
Aeautelal-vos ecntra tod as as pre-
yaraeiwannioeraes qae envenenam e destreem
o eabt-fTi i Alimentai o com a natricio saudavel
coatida n touico ori^nal eceita*ente tornant
a voltar compri to e forte. pplicai esta mara-
vilhosa preparacao vegfUl, cam a aaoawyaia
il) 0 decreto n. 4824, t>upubicid> em.22 de,
novenliro de 1871, nn une 2H dias aniw>4a
sealenca do reaurso ; ja se re que o ink nao
era obrigado a recorrer, como recorrea.
UCA
C0MMESCI8-
PRACA DO RECITE 20 DE JANEIRO
DE 1874.
AS 3 1/2 HOBAS DA TABDB.
C*t9es ffleiaes.
Assucar maseavado purgado 1X90O por 15
kilos, ho atem.
Assnear americanno purgado 1*800 por 15
kilos, hovtem.
Assucar krato bom 1*750 aor 4i> kilos, hoatem.
Couros -salgados verdes 318 ip. o kilo, hoje.
GamMo sdbre o Porto jW^v 103 0(0 de pre-
mio hoalaa).
ik de Vasconceilos
Presldeme.
A. P. uC IjCTITOS
jMBtarto.
AWllEGA.
^aodiwento do rli> 2 a 19. .
dam do-dil ID. ...
665:3704150
37:5764523
N);U*673
Deacarregam hoje 21 de janeieo de 1874.
Vapor inglez-Fr Oiwwimweadcfrias para-al-
bndga.
Barca ingleza FuzUier canoi para o tran-
che Coaceijio, pan deapask&r, ecarvao
Ja despachado para a compaahia per
Patacho iaHer Cms knetfMo ja *f arhad*
para o trapiche UiaalHQeio
Brlgue auatriaco Bukar -fafinha ja despachada
Ma o cae> Ho A%
j*gatfWPe4 'Ctres winha para deposito
aMMl.ia%etio Barao do Livraueoto, e
LnNlijfcr. Wli tarinha ja despachada para
o caes do ApoMo e mercadorias para al
Mltga.
yaaor aarianal CMrd (eaaartao) generos na-
cionaes para o trapiche da companhia,
;as da divida provpicial a
ssOasqueTO proporeTem'd'esta t
_ jp>aMai .**'*** sesatiea da -mesma
;dterrii!o*ia! tadioadfl aoiraa, pelo
comuetentemente habilitadas.
E para constar se iruta&m pnbliear o
pela Oiorip de Pernambuco.
Secretaria da thesourana provincial, 20
nefro deHB74.
Victoriano losa M. Palnares,
OfQcial maior interim*.
ChiHsulas especiaes para a arrematacao da poute
^ienomlriada Pao Saogue sobre o rio SaVI-
nhaem.
70i,' -M^e-Wtt:
orq J^
iata- p,.
meio dia,
presente
deja-
I.* A ponte denominada Pao Sanguo sera exef
Casate^pwa(t;
Armazem n.
Sitio desocuna
? 4
nn* im......" i
intho Paes <6 lendonca, *
ampi fZl
*>* aJ*H|silMl Iste-aV Hatsasy UN
** f!St^,S!otyXS!
240*000 vicenie Pereira do Rego Jataiar.
Admi; '
Joaquina Leo-
Octmiro deSov-
Rodri-
iStio
Os
uremata
icompan
pagar a
'Pie for
aiento
800*0 sD
500*000
Paraaineirim.
adnJO^i 0 .
s dever io apresentar no acto da
as saas Sancas, ou comparecerejn
daa raapaeityea Uadores, devendo
remio da quantia eao.
p q9awr estabelecj-
fO^aervico da lird
d> misericorflia4q Re-
3fJCQllUtl v mtllnd ItINJ^OvUvy'iIv
QiiJ
Coosuladp proviaaia* de Pernimtoco, 2 de ja-
v MiviiafeifadeT,
Antonio Carneiro Machado Hies
Pela tkeapiAiaaRBBMMial m faz publico,
que na segunda qumzena do-wfrrente mez paga-
se o jura das apolices d* div^a provincial, emit-
tidas pojrrcootaTdo empresjiaiff do l.atfi.OOOiOOO
Secreuria da thesouraria prorinaiai de Pernam-
buco, 15j*e >wein> de-1874. um*
0 official-maior
.____ Miguel Affonso Perreira-
-......li ..... .". i i. 1.1 i
HiuKaTaw ala Mi^Briconliu !
CAPATAZ1A
lioadimenro d<> dia 2
dam do dia 20.
DA ALFaJSOEGA
a 19 11:967*887
.... 610*304
12:578*191
VOLUMES SAHIDOS
So'dla'2 a 19.
No dia 20
?rimeira porta ....
vsganda porta
Tareeira porta
Joarta porta .
lapiche Conceicao
SERV1CO MAR1TIMO
vl>arengas descarregadas no traptch*
alfandega do dia 2 a 19 .
No dia 20
farvusatraeadosno trap, da alfandega
Alvarengas........
So trapiche ConceiQio.....
30,952
148
123
232
732
32,207
78
3
GF-
ECEBBDOR1A DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
.taodimento do dia 2 a 19. 23 488/693
dam do dia 20...... 2 603*285
26:093*978
CONSULADO PROVINCIAL
venlimeoto do dia 2 a
[dam do dia 20 .
19.
130 891*137
4:774*102
cotadn de eonfonnidade com o orca nento e pkn-
tajjuproviidoi pelo Exm. Sr. prcsidente da
vrjrrta, nd "valor de 9:570*.
'ft* 0 atprematante dara principio a obra nospra.
zo de uiit mez e a concluira no de -12 mezes.
1fc* 0 pagamento sera effectuado em -3 pwsta-
cOes iguaes'a proporcao da tabella execotada.
i*.' Parttudi j maisque-nao'se afhar ^p-aifi-
cado seri'ir>gil!ado-pelo pie^ispSe o regirtaritenia
do 3l-tde;JCHh( de 1866 -0 ^ngenneiro chefe, Jor
seTWmreio'Pereira de Magalhae*.
Victoriano Jo*6 34*. Palhares.
0 Illrn. Sr. iosp-vtor da thesouraria provin-
cial manda dinar puWicoqueem ca:uunmento da
ordem doiixiii &r presideule da proviucia, de
14 do corrente mez, pnrante a junta des Ue-
fsoararia, se ha do -arrematar w> dia 12 derfere-
reiro proximo vimi>uro,-o jifl31-03 de que precisa|
a ponte. da Escaila or^ados om 1:384*, como'
00?ta'das claosillas abaixo mencionadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, queiramcomparecer a estareparticao no dia
*cim nienoionado pelo rpeio dia.
E pan constar so maodon fazer puWino no
Qiario deBeruampUK).
Secretaria da4besaararia provincial 64 PeMam-
baco, 20 dajanpico.de 1874. i
Visaoriaae lose'M Paiiiare?,
Ofltowd maior taleriuo.
Clausulas paraosgrtpaaas da ponte da Escaia.
1." Os reparos da ponte da Escada serao feitos
dd conform dade como rospeclivo orc;amento ap-
proval i pel > Exm Sr. preuiddnteidx provincial no
valor de 1:384*.
2.J 0 arrematante dara comedo as obras no
prazo de 15 dias e as concluira no de 3 mesas.
3' A impirUnciadaiarrematacao sera dividida
am doas prestajQoes iguaes, seodo aprimeira paga
quando tiver metade da obra feiia e a seguuoa
qtuudo I'.ooduir os reparos.
4.* Em tad> o mais qne nao esliver espeeiGca-
do nas preseates clausulas, se observara o uuo
dipje o regulamento desta reparlicfc). 0 enge-
nlieirj cbtjfu, JoseTiburcio Pereira de Magaihaes.
Victoriano J. Marinho Palhares.
seccao. Secretaria da preeideneia da
Peraambuco i9 de Janeiro de 1874.=Por esta se-
cretaria se faz publico o edital abaixo tran-eriotn
do juiz municipal em exercicio do termo de Be-
zerros, pondo era cuncurio a serventia vitalicia
dos oiflcios da tabelliaa e escrivao ilo oivel e2
tabelliao e escrivao do orphaos o mais annexos do
lilo termo creados ex vi do decreto de 30 de Ja-
neiro da 1814. Os pretendentes deverao babili-
tar-se ni forma da lei no prazo marcado no su>
pradito edital. 0 secretario interioo, Adolpho
LamcnbaLins.
0 alferes Joao Braz de Vascoucellos, juiz munici-
pal e de orphaos, segnndo supplente em exer -
cicio do termo dc Bezerros annexo ao da Bo-
nit i, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos que intGiessar possa qua se ac^a
em concursoos olBcios de tabelliAo e escrivao des-
te termo, creados por lei provincial do anno de
1871 e fdro civel por portana do Exm. Sr. prcsi-
dente 1a prorlncia de 18 de agosto do anno proxi-
mo flndo de 1873, cjjos offlcios sao os SHgnintcs :
1. Tabeliaode notas, escrivio de orphaos e au
sehtes, capcll'is e residuos.
2. TabeKao, escrtvao do civel a crime.
Os pretendentes devem no prazo de 60 dias, a
eontar desta data, habilitarem-se na forma da lei,
aflm de que sejam providos em taos offlcios nos
termos do decreto n. 8 7 de 30 de agosto de 1851
e n. 4,668 de 5 de Janeiro de 1871. E para qua
chegue ao conhecimento de todos, mand^i passar
o presente e alDxar no lugar mais publico desta
termo.
Oado e passado nesta villa de Bezerros aos 5
dias do mez do Janeiro de!874. Eu Manuel Bo-
erra dos ~antos Jonior, escrivao escrevi. Joao
Braz Vasconceilos.
A junta administraMaaa Santa Casa da Misa.
ricordia da*eie, preoisaWlo teer os concertoe
de-rpie neaeasita* pradio que possue o patrimo-
aioiios oapaaas. arna da Cruz, hoje doUom Je-
pro- aus u. 12, eoninta comqaem m propetiha a rea-
iisarditoa conoesos, roediante carta raoda e al
gans annos de pfaio paaa dmfrnalar; devendo
os qne disao se qnrzerm encarregar, apresentar
suas pnipoMas em rartas feehadas, datldamente
si-lladas, acompanbadas do respeclivo orcame to
nesta secretaria aie o dia 19 de fevereiro via-
douro.
Secretaria da SMa' J8asa,da Misericordia dt>
Recife, 17 de janeirelb 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues ile Souza.
Sao ohamados oe crednres do faHecido sub lite
portuguez Francisco da Costa Bastos, a apres-n-
-tarem au.is cantas dentro do prazo de 8 dias, para
serem conferidas, e pagas dentro das forcas do
espolio.
IleCife, 16 dB janairo de.1874. ___________.
Secretaia>dagyaaaio praiatillM HwnambucQ,
17 de Janeiro de 1874.
Por esta secretajia, e. de ordem do Illm. Sr.
Dr. regedor ifvlttc. sSo ehaaiadas para effactuar
o pagamento ion ultinns trioaastres do anno pro-
ximo passado os p'ais e earrespondentes daquel-
\-.s alumnos iriterrfos, qne ati" esta dati ainda nao
o Qzeram ; assim como se declara que, em vista
do artigo I 3d do regmeato Lnterno deste institutes
o pafamento do alunmos qaer Internos, quer
incie.piftsioiiistas e exienio', sera eflectuado seui-
pre por trimeslres adiaatados.
4itseoretariq,t,
Celso Tertuliano Fernandpj Quintri'
; do correfe de -Pefnambuco, 17 de>
Um.* Ja*e CaMtidp,
. i -. .Ps
TB.0II

teira
21
oeneote.
Aria em
intitulada
de tenor
professor
ta Alvare:
1 jiarlt,
^B|ad||||JpYen Carolina,
Hn>cio o duato
da apflttt-Traviaia, pelo
uimortal poe-
2." parte.
Lindo e pogragado de?parate cooaico, oraado de
canto e danfa, escripto expresswiBeiHe para a<
meninas, intitalado :
^fup par.
3.1 parte.
Boeto ike carkatos da ooera hoapanWa Cam
paaaoiie caaUda pelo Sr. Riosa eaoav Qiba Julia.
i.' parte.
Due to jocoao, intitulado :
P^dia4o feiiiqo.
5." parte.
A lioda e aaaapre appiaudida caaaadia em am
acto ornada de canto e danca, intitulada :
Paulo e Virginia.
Prineipiara as 1(2 hora.
Pracoa os do costume.
Itavera taem depois do espettaculo.
FiftlRlS It
\s mm AwiriTiiiis
iiflR
Yieiiiia
Exposi^ao de
IbtKiS AS NOITES
De 6 hone as 9 lr2.
Entrada 500 rs., as criaaeas nada tern a pagar.
aiHSOS MaRrTlM~
135:663*239
RECIFE DRAINAGE.
ttendiraento do dia 1 a 19. .
'dera do dia 20......
16:153*213
460*561
16:6!3*774
vioyimento n mv
Navios enlrados no dia 20.
New-Port -50 dia<, lagre loglez Becker met, de
223 toneladas, capltao T. Dairymple, equipagem
< 1, carga carvao; a Compaahia Drainage.
New-Yerk 39 dias, barca ingleza talma', de 325
teneladas, capitao Pelersen, equioagem 10, car-
ga varlos generos ; a Johnston Pater 4 C.
Navios sahidos no mesme dia.
Valparaiso barca ingleza Indian Chiefe, capitao
Friend, carga assucar.
Canal lugrj ingiez Uzzah, capitao Tlardner, car-
ga assucar.
Portland brigoe ingiez Jbtir tturta, capitao Jolin
Jones, Carga assucar.
ED1TAES.
*- A camara aauaicieal iaeta cilade manda
pnbliear os artigos de postoras, abaixo trans*'
criptaa:
Art. K. -Fieaiis>kiWdaeatesaHterpio o brin
qaado de aptmdo esta agaa on qnaiquer oatra
aobsUaoia, de qualqnertnaneira que se empre-
Eb oa dnftmaonaa pafarao a multa de 15* e
ffrerao olto dias de prisao.
Art. 71. Pica proMbtda a veada de limasde
theiro \ os infractores alem de as perderem, pa
garto 4* de multa.
Paco da camarn tMs^aipkl to Recife, (7 de
Janeiro de 1874.
' J. ftjjlp Aipnrjdgmue
Poiro de attftfldferque Aritran
IM on L'~-
~$
einientu dalodos e '
far os seguintes artigos'
Art. "70. Pica pr
Jaedo de entrado
nbstancia, de
soffrerio 8 dia*
Art. 71. Fl** pro
.aiaMoai*-,
. saaodo nuoli
penauras da oaaaara
lunicipio o brin
ulra qaalquer
anelra qae se empre
Bllosa#el
int^
Obras militares.
No'dia 24 do corrente, as II horas da manhi,
sera posta em concurrencia a execucao do servi-
fo de desobstrue<;ao do cano de ttfgoto do arsenal
de g'ierra, orcado em 2i0*460; assim como tera
Ingar a arrematacao do material, qne na fortale/.a
do Drum foi substituido. Na repartic4o das obras
pubiioa-, onde sa aclia u orgameok, serao no re-
ferido dia racebidasas proposlas em carta fechada.
Pernambuco, 19 de Janeiro de 1874,
O engenheiro
Chryssolito F. de oai-lro Chaves.
tAHAOOES.
Obras militares
0 abaixo assignado fas publico que a 19 do cor-
rente sera arreraatada a execucao dos melhora-
mrntos precisos na nova sala do conselho de com-
pras do arsenal de gnerra, orjados em 561*470 :
qaem quizer encarregar se delles, apresente suas
Sropostas na repartic^o das obras publicas, as II
oras do ala referido. 0 orcaraento acha-se na
mesma reparticao.
Pernamouco, 13 de Janeiro de 1874.
0 thesou reiro
CHryssohto F d*Cm-ro (-haves .
vends de limas
Banco Commercial de
Pernambuco.
O banco page o segnnlo ilivrvtenilo na
raeao dc 8 % ao i*no ou -2UV00 por ac$ao,
retirtivo ao soicestre Qodo em 31 Je dezem-
' bro de 1873._____________________________
SANTA GASA DA MiSEaUGOKWA DO
RECIFE.
A HI ma. junta administrativa da santa casa da
Waerleordia do Recife, manda facer publico qne
aa sala de suas sessoes, na dia 22 de Janeiro
pelas 3 horas da tafde, tetti de ser arrematadas a
jnern mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
s annos, as rendas doe prestos em segnida
iaolftrados.
ESTABBLBCIMENTOS DE GAR1DABE
Padre Floriano.
"Casi te*ra n. 47 ...... 2 Gineo Pantas
Ca?a tefrea n. 114 ..... 2
. RuadeHortae
Loja do sobrado n. 41.....
Travessa de S. Jose.
Casaterreap.il. ?.,>..
PATRIMONIO DOS ORPHiAOS.
, Rua 4a SeataHa velha.
Casa terra* n. 4d._. .^ ._ .
-JJextu to) DqU'-
^SstmetStm-
,L Rua da Gala
i, I Ca aerraa n. -*.....
1 IWw'tfo^ar-
de I Casa terree n. 98.....
326*000
1#000
201*000
209*000
421*000
I-.0O0I0W
200*000
Foi apprehendido pela suftdebwacia do 1
di'tricio de Jaboatio um cavallo de e6r mellado
quem for seu dono, provan to sua posse, Hie sera
entregue, dentro do prazo de 8 dias, do conlrario
tera o ceuveniente destino.
liisfHiHo Arclre I igiee 6 tieogra-
plic:i iker&aibtteai9.
Ten'Jo o Institato Archeologico e Geogra-
phico Pernambucano de cel-brar o 12 an-
niversario da sua fun lac.au e o 2iu. da res-
tauracdo de Pernambuco no rente Janeiro, pela 1 bora da tarde, no sa-
lao da biblidlheca publica provincial, no
convent') de Nossa Senhora do srmn, sao
cpnvitlados para semelhante effeito cm as-
sembles geral todos os socios que se acha-
rem no Recife, effectives, honorarios e
correspondentes.
Nao conbecendo o Instituto a sedc das
differentes associates populares, Htterarias,
artislicas e de beneficencia que existem nes
ta cidade, tem a honra de convidar pelo
presente elital a cada uma de taes associa-
tes a assistir a solemnidade do dia 27, ou
a fazer-se abi representar. E para conheci-
.nento das corpora^oes ou pessoas que tive-
rem de ornar a sessao com a sua palavra
aut -risada, aqui se transcreve a uliima parte
do art. 28 do reginaento do Instituto :
Se na sala exislem socios ou pessoas
outras quedesejam ler elgumas memorias
interessantes, participam-no ao secretario
a perpetuo, para este prevetrir o president",
o qual da a palavra aos autores das me-
mortas ; a leiturade cada uma das quaes
nao pode estender-se alem de meia h >ra.
Porem nenhuma Riemoria ou trabalho
od le ser apresentado e lido em sessio pu-
tt Mica, sem que antes seja suomettido a
oma commissao de exame para isso no-
mearla, a qual tem voto decisivo sobre a
conveniencia ou inconvenient i da lei-
t tura.
Secretaria do lustituto, 20 de Janeiro de
1874.
J. SOARES D'AZEVEDO.
Secretario pHrn-tuo. _
Em observance.d> art. 1 do rexuUHieoto
de 8 de novembro de 1873, ten de ser arremta-
lo no dia SI do corrente, perante o cofcaelho
de compras do enrpo da policia, o 6*iBWfBSento
de 800 fardas, 800 caloas e 800 bonets do pamo
asnt; 1,00 blnsas da brim pardo. 1,6 X) ealcas
d brim traoeade branco e 1,000 pares de boti-
nas de bezerro francez.
As pessoas qde se propoterem a esta arfema-
togao, compare;am nasta theaonrarta as 11 boras
do dia acirua lodMado
Thesooraria provincial de Pernambuco, 20 de
janairo de 1874.
Victoriano I. M. Palnatea,
oaawU-diftlor iateflne.
Correio geral
Reloc&o dos objectos rqqiiirados ftsiafehtes
na administrofdo dos correio* desta pro-
vincia, jeaa-a as puaoas oMmo dsiofa-
radas :
Autijnio Carwiro Maenado Rias, AOfeto Custo-
ntode Madetros .lonvia, AHtoalo alves de Carv*
Inn Ver-s, Boavanim a erea, CMrfnda fatrasra
CaUwy BmHMo da Silva 'Joeta,^B^u4rt-'Tn|W#
SUirdlra Foniea, aria CarUsH,' ^aBoftate-liMHsW
Boorwho, Praociw^HaMalda 34va OkiMj|M;
Hque S raiva de Araujo Velio, Jose Redrluea
Wrrdlgal, Jvi^r-Ilx dft'efcaJaaWrsld. THasV* *r-
241*000 Itinsde Andrade (2), Jose Austregesilo Rodngaes
Ciinipnnhia Franceza de Ifavega
ijfto a vapor
Ldtiliatnensal entre o
Havre, Lisbon, Pernambueo, Rio ale
Janeiro, (Santos, somente na vol
(a ) Montevideo, Buenos A j res-,
(com baldeacao para oRosariol
STEAMER
Conimandante. P. RokWrt.
E' esperado da Europa, ate 22 do corrente, se-
guindo depois da indispensavel demora para os
portos do sul de sua escala, tocando desta vez aa
Bahia.
Rclativamente a freles, encommendas. passagei-
ros, para os quaes tem excallentes acommoda;oea
por preco9 reduzidos : trata-se com
OS CONS 1GHATAMOS
AUSUSTO F. DOLIVEIRa ft C.
12Rua doCommercioEntrada pela rua
do Torres.
Real coinpuuliia dc paqueles in-
glezes a vap'T.
Ate o dia 27 do corrente, espera-se da Europa o
vapor ingiez Douro, commandante Thwaites, o qual
depois da demora do costume seguira para Bae-
nos-Ayres, tocando nos portos da Batiia, Rio de Ja-
neiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente, espera-se dos port.* d >
sul o vapor ingiez Boyne. commandante F. Reeks,
o qual depois da deinora do costume segnira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretei, passagens, etc., trata-se na agenda
rua do Commercio n 40.
Bal
na
Para o porto aclma mencionado segnira cm
brevidadeo patacho allemio Dem Helder, e falt.in
do alguma carga, receb^-a a fret-;: a tratar com
setts consignatarlos Henry ForsterdtC., rna d>
Commercio n. 8.
Alliaii^a Maritima Por-
tuense.
Conapanhia de Navegacaa en
tre Portugal e Brasil.
A galera portagoeza Vasco da Gam-i segue em
poacos dias para o Porto, achando-se ja prompt*
grande parte do sen carregamento.
Para passageiros e fretes trata-se com o res-
pectivo capitao, oa com os agentes da eompanbia,
Joee de Suva Loyo A Frlho, eacriptorio, a rna da
Companhia Pernambucaoa.
0 Garibaldi
da carTeira da Bahia segue para
ease porto logo qne tenna com
pleto sen car.-egamento : traU s
com o capitao Cnstodso Jo?e
Vianna, on i rua do Amarus u.
37, com Tasso kmios di C
Lisboa
Par* a raterido porto pretecdo seguir com poue*
demora o brtfae poitugaez Ugeiro III, 4n 1'
classe, capitao Nobrejpor ter a maior parte de
sea carregaroente >irajapaVi, a para o resto qne lhe
falu irattse com oa. tonsitimaxios Joaquim Jose
(soncalvesBeltrao dt Filho, a ra* do Commercio
0.5.
PataLteb
1

oa.
to n. 6, seiondo i*^ ^'^ST^S*^






8
ff^^?B*i10ft ^NrtM**- ^d^wm^i^ft4-
fii ,<

I
.
~* Itafrilr ny-i':- -; "- *- "-----------
* *|rcajMr%afueia> flewaJao, 4>t>riin atown e mate lotes, sendo aue
anaaTfr*a umI, deyew 4* dwanfa aqti 44Sho- &uri rasoavel a qiMk
oitMimii Recebe paangjam IMMaM Jfles
oaTareea os meataorea oeaaptodc*; tnft-.nti
fm&*&MMt* IVrto 6imaries : ft metdiYSa-
rio do TriuraphoD.44. __________ i hhisvV '
"--------------r- j_ r_____A^uiiiMjA
0 ageate Manias
a4jfcem perteocer-
perteneas da iota 4>rtfe Hrwta n. 6, em
o a cm* por
JoraMar aarroacio,
t$Meio da diu casa exeeUente Dara J
egocio.
AS lilKtyAg DAWATffH
Hio de JaneSft
Par* porto aeima segue -
' 1 AwrthM 1, n
Ml
!
complete da nMsma, trata-M com
a rua do Marques de Olindft n. 60.
com brevidade o la*
navio de 1* dasse, pei1.
?a CasciD,
Rio de Janeiro
ftj-a oporto meneionado, segnira btevejaewe
o tongue nackmal Piran$ ; e falUudoJhe ainda.
alguma carga, recebe-i, a frete- a >trattr con
Francisco Ribeiro Pmte Guimaraes, a rua do Ba
^^* ---^------
Rio de Janeiro
Segue nestes dias para o porto aoaaoa o brigue
national Galgo ; recebe a frete unvpoaco de car
a oe ainda Ibe (aUa : atoUar com iFiiifciino.
Ribeiro Pinto Guimaries, a rua do Barao do,
TWnmpho n. 96.
moveis, lo$a*, Vidros e
crysteea
;- ^ME. CB J>t K
asllhorasdamanfai
0 preposto do agente Vestana fan leilio, por
oonta e risco de quem pertencer, deuma inobi- r
Ka de jacaranda com tampos do pedra, uma dita
Pacific Steam Navigation Compaq
Linha tjuInzenaJ
OPAQUETE
ILLIMANI
espera-se da Europa ate o dia 25 do eera>eote,e de-
pott dademora do costume seguira parao-sal do
iaaperia, Rio da Praia e costs do Paeifieo, para o-
de recebera passageiros, encomraeodai e dinhei
de aiqarello tarabem com tampos de pedra, d rica
secretaria de mogno, 1 piano mglez, 1 mnhilia de
jODcekmk*wa da padra, imtaabia de ama-
rellfl, 1 goarda loaca fle asnawllo de raiz, i sgnarda
vesUdo de amarelk, 1 guarda roupa de mogno,
camas de casal, de amaneilo e mogno, ditas de
iferro, roavquezas, marqueaoes, cadeiras avuisaa,
quartinheiras, oabides, *panadores, rae-as atasti-
caa e muilofl outros objectos quo se acbarao pa-
tentes no acto do leilio, quarU-feira, 31 do cor-
rente it boras da inaoha, no armazem da
rua *v Vigario Tenorio a. 11.
N. Ii -N'a mesma occasiio vendera diveraos
cfaapeos <> palha, de metis*, de aeda e da China,
para bonui,i. _____________;_____________
on-
eiro
a frete.
Ii
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
RUA DO COMMERCIO
14
COMPANHIA PERNAMBUCAMA
DE
%Hvega^fto coHteira vapor.
MACE16, ESCALAS E PENEDO.
0 vapor fiifttta, com-
mandaade Martins,
seguira para os por-
tos acima no dia 26
do corrente, as 5 ho-
ns datarde.
1 carga ate 0 dia 29 do corrente, encom-
odas ate o dia 30, passagens e dinbeiro a frete
aJ6,as3 horas da tarde do dia da sahida : es-
ripterio no Forte io Mattos a. it.___________
Recebe
COMPANHIA PERNAMBLCAKA
DE
!Uftvega*o costelra a vaper,
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACx
XI, CEARX, MANDAHC E ACARACU*.
0 vapor Ipcjuca,
commandante Uoura,
segaira para os por-
tos acima no dia 31
do corrente, as 6
horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 29 do corrente, encora -
mendas ate 0 dia 30, passageiros edinheiro a fre-
te ate is 2 horas da tarde do dia da sahida :
-scriptori0 no Porte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PER.NAMBUCANA
l*JAvega$So ctmteira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruript,
commandante Santos,
seguira para 0 por-
to acima no dia 28 do
corrente, as 5 horas
da tarde.
Recebe carga, encommcadas, passageiros e di-
i.heiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
sahida: escriptorio no Forte do Matio? n. 12.
nOTIC STEAM NAVIGATION
PANY
I.inlia quinzenal
0 PAQUETE
MAGELLAN
espera se dos portos do sul ate 0 dia 30 do
'orrente, e depois da demora do costume, seguira
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde
recebera passageiros, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
\'k----RUA DO COMMERCIO14
ao correrHo
' fl*Jtt
frtetlo
par 'conta e
#
iflM
fnhi'.ni^a.iaT

.
iCE
Haverd sessfio onjuiaria quiota-feira, 22
4a*orrept8 Janeiro, polas 11 horiUjM-
OMEN DO DIA.
1 Pareceres e mats trabalbos deoau-
2. *
j^tiai*'J|p*tiomem
Acabam de cbegftr granidea factnras bem sor-
Uda de botitus de bezerro, de cordavio, de pelli-
ca. de duraqae com biqueira, de bezerro com bo-
tfies, e com nozes a 9*000 (a escolh- r) por Iff*
vinio graode ^uanlidade por conta e ordem dos
fabricantea : ao armazem do vapor francez, i rua
do Ratio da Victoria foutr'ora -Vova) n. 7.
.q iii

Agente Dia
DE
alguns moveis em man estado, e de am relogio de
h Hibf oionro pa*ra algibeira *
Hoje
As 11 boras da man hi
No armazem da rua do Iroperador n. 18.
0 agente Dias levara a leilio, a reqnerimenlo do
Ilkn. St. Dr. curador geral de ausentes, e par des-
pacho do Exm. Sr. desembargador juix de or-
phaos, os moveis acima referidos, pertenceotes ao
espolio de Juatino Martyr Correa de Mello.
QUARTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as 11 horas da manha
LeiUo
proviilencis para a proxinwfetta do
rsano.
aOtM versa no
3.* Palestra linorana,
Secretaria rlo Instituto,
de 1874.
de Janeiro
TH
i. SOARES D'AZEVEDO,
Secretario perpetuo.


Calcado
francez.

|BtH\XI t*B I li : 1
ESTRADA DE FERRO
do
Recife ao S. Franeisco
Feslas do Cabo e Boj-Vitfem
Domingo, Id' do corrente, atera dos trens ordi-
narios de passageiros, havera os-seguintes espe-
ciaes
MM.
Manha.
Cinco Pontas (partida)
Afogados
Boa-Viagem
Prazeres
Una
Cabo (chegada)
VOLTA.
H.
il
11
ti
11
11
12
at.
00
10
23
39
56
10
DE
20.caixas com genebra Oldton
Qu nta-leira 22 do corrente
A's 11 boras em ponto
0 preposto do agente Pestana, fara leiiao nor
conta e risco de qnem pertencer, de 20 caixaa
com genebra Oldton, desembarcadas ultimamen-
te, na
QUINTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
a 11 laoraai eaa ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte d'alfandega.
LEILAO
DE
PROERESSO MAIHTniQ DO PORTO
Enipreza port^ieiise de navega-
efio a vapor entr.e Portugal e
Brail.
0 vcqyor
ALMEIDA GARRET
< -oniniandante Tomaiiii
Esperado dos porlos do sul ale 0 dia 29, 0 de-
jioa da mdi?pensavel demora neste porto, segui-
ra para Lisboa e P01 to com cscala por S. Vi-
ente.
Para passagense fretes de arga, encommendas
e valores, tratam-se com os
AGENTES
!:. R. Rabello t C.
i8=Rua do Commercio=i8
iouc, crystaes e un impo-
tante adere^o com bri-
Ihantes.
SEXTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
SO
1'rimeiro andar do sobrado da rua do
Marquez de Olinda n. 64.
O agente Pinho Rorges. cempetentemente auto-
risado vendera em leiiao deste dia, 1 rico adere-
co tcdo eravejado de brilhantes, 1 piano de jaca-
randa com excellcntes vozes, I mobilia de )aca-
randa com pedra, 1 guarda roupa, 1 cama Iran-
ceza, divereos quadros a oieo, 1 par de apara-
iores, 1 estante para livros, i mesa elastica, 1
carteira com a competente estante, 2 pares da
lanteroas, 1 marquezio, 2 niarqaezas, 1 guarde
louca, 1 apparelho para almueo, de porcelana, 1
mobilia de amarello, 1 rico santuario de jacaran-
da, 2 pares de garrafas de erystal, para vinho, 1
relogio de parede, 1 dito de prata patente inglez,
1 par de consolos de amarello, 1 par de cadeiras
de balanco de vime. 1 dito de bracos, diversas
cadeiras avulsas, 1 cama de ferro com 0 compe-
tente colchSo, lavatorio com pedra, alem de mui-
tos outros objectos que seria enfadonho mencio-
nar e que lude sera vendido ao correr do mar-
lello. as 11 horas da manha do referido dia.
Cabo (partida)
Mm
Prazeres
Boa-Viagem
Afogados
Cinco Pontas (chegada)
Villa do Cabo, 20 de Janeiro de 1874.
G. Q. Mann,
Superintendente.
H.
11
11
11
II
12
-12
1
15
35
46
00
10
Precisa-se
de uma mulher ja idosa para andar com
monies de 2 annos: a tratar no hotel de
deaux.
uma
Ror-
Moleque.
Precisa-se de um moleque de 13 a 16 annos,
Eiara criado de uma pessoa : a tratar na ma do
mperador n. 28, armazem do Campos,
Precisa-se de am amassador
padaria da Soledade n. 4.
a tratar na
Sociedade Propagadora da
Instruccao publica.
Conselho paroehial de Santo
Antonio
De ordem de conselho parochial desla fregue
j-zia, faz se pnbiico que, ate 0 dia 15 de fevereiro
vindouro, estara aberta a malricula da Escola
Normal para senboras, cujas anlas serao abertas
a 3 do referido mez. Os interessados entenoer-
se-hao para tal lim com 0 Rvm. Sr. presidentedo
mesmo conselho a rua de Hortas n. 2, segundo
andar, on com 0 abaixo assignado a mesma rua,
n. 9. primeiro andar.
Igualmente scientifica-se aquellas senhoras
alumnas que pretenderem fazer exame das mate-
rias do primeiro anno, que poderao dirigir seus
requerimentos ao mesmo Rvm. Sr. pre.-idente do
conselbo ate o dia 3 do dito mez, afim dc Hies ser
designado 0 dia em que deve ter lugar 0 acto.
Secretaria do conselho parochial da Sociedade
Propagadora da Instruccao Publica da freguezia
de Santo Antonio, 19 de Janeiro de 1874.
0 secretaro,
Joao Landelino Dornellas Camara.
LEILAO
< OMI'AMil \ BRASILKIRA
^DE
NAVEGA5AO A VAPOR
Portos do noi'te.
DE
uma mobilia de cereja com palbinha no encosto
(medalhao), guardas-roupa de vinhatico, guar-
da louca, aparadores, ramas francezas, guarda-
comida, 1 santuario, caminhas para cnancas, e
outros muitos trastes avnlsos, canarios de Ham-
burgo, bons cantadores, objectos de ouro e pra
la, relogios de parede, algibeira e cima de mesa,
crystaes e muitos outros artigos do uso doraes-
tic'o
<^uinta-feira 22 do corren'e
A'm 11 horas.
FEIRA SEV1AISAL
Asaim corao : 1 carro americano de 4 rodas com
i assentos, e arreios para 1 cavallo
NA
FElHASEVIANiL
fttBna do Imperador10
pelo agente Martins.
Das 7 ate 9 horas da noite do dia 18 do cor-
rente furtaram de dentro de um quarto que flea
por baixo da torre da capella da Conceicao de Joao
de Rarros, uma caixa de louro em que achava-se
os objectos seguintes : 100* em dinbeiro, duos
letras de SO* cada uma, accitas pelo Sr. DeonUio
Hylario Lcpes, dous cordoes de onro, casaca, calca
e collete do panno preto, tres fronhas e tres toa
lhas : qnem apprebender, ou quem tiver noticia
onde existe este furto, dirija-se ao sitio da capella
referida, a entenderse com Antonio Joio Alves,
que sera recompensado.
Esta fugido o eacravo Jos6, cabra, idade de
15 annos, teicoes mmdas, cabellos froxos, pes
largos, veste calca e camisa branca, gosta do mu-
sica : pede se a policia a sua captora, e gratifica
se a quem o levar a seu senhor, a rua do Hospi
cio n 85, ou a rua do Queimado n. 83,1 andar.
Prec>sa se de um caixeiro com bastante pra-
tica de molbados, e que tenba bom comportamen
to : na rua de Marcilio Dias n. 72.
LEILAO
DE
CEARA'
Commandante Aleoforado.
E' esperado no dia 21 do corrente dos portos do
sul, e no me-mo dia seguira para os do norte, nao
havendo ordem superior em c mtrario.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informac^e.*, dirijam-se a rua do Vigario
n. 7, escriptorio de
Pereira Vianna 4 C.
____ Agentes.
an
LEILOES.
LEILAO
DAS
ferraaens am.**050' ?ofre' "P"'.8. P^ngM da lo-
ja defemgens ^^.a k Mareilio Ra. n. 6,
aotiga rua Direita.

$
louja, crystaes, livros, objecto de electro-plate,
prata do Porto, vinhos, passaroa e ave* do ser-
tao
A SABER:
Um magniflco piano forte, 1 in I'ilia de jacaran-
da, mas8ica, obra de gosto, figuras de porcelana e
vasos para tlores, 1 espelbo oval, grand" e donra
do, quadros, etagers de parede, 2 serpentinas de
crystal, globos, tapetes de porta e sofa, tapetes
para forro das salas, laneas e corlinados, 2 almo-
tadas.
Uma ama franceza de jacaranda, 1 lavatorio, 1
guarda-vestidos, 1 guarda-roupa com espelbo, 2
commodas, 2 cabides e 1 mesa de cama.
Uma mesa para escrever, 1 carteira, secretaria,
I eadeira com parafuso, 1 prenaa de copiar car
tas, diversos quadros, 1 cofre de ferro e 1 ma-
china de csstura.
Uma mesa elastica, 1 guarda-lou.-a, 2 aparado
res, | sefa, 12 cadeiras, 1 relogio de parede, 2
consolos, 1 mesa com abas, 1 lavatorio, 1 appare-
lho para jania-, 1 dito para cha, 1 dito de elec-
tro-plate, 1 porta-licdr, copos, calices, garrafas,
compoteiras de Ono crystal, marquezas, mesas, ca-
deiras e outros objectosjde caaa ae familia.
Uma caixa com ferraraenta, 1 grande bacia de
cobre, 4 tacho, 1 viado manso, marrecas do ser-
tao, rolas e canarios.
Um faqneiro de prata, 1 diccionario de Moraes
e outros livros.
S mais um rico santuario de jacaranda.
TERQA-FEIRA 27 DO CORRENTE
No sobrado da rua da Santa Cruz n. to.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro, tendo de fazer uma
viagem a Europa, fara leiiao, por intervencao do
agente Pinto, dos moveis e mais objectos acima
mencionados, exiBtentes era casa de sua residen-
cia, & rua de Santa Crna n. 10, onde se effectna-
ra o leiiao. "
Principiara as 10 ifl hrw em pontn, por a
Aluga-se um sotao e tambem um quarto,
tudo bem tratado e limpo, a senhoras viuvas on
solteiras, brancas, de bons costumes e sem fan i-
lias : na travessa do Peixoto, casa n. 28, junto a
taverna do Fernando._______________________
Escravos fiigidos.
Nos ultimos dias do mez de novembro do anno
proximo passado fugiram do engenho Guer-
ra, da fregnezia de Ipojuca, dons escravos, o mu-
lato Sabin > e o mulalinho Lourenco, com os sig-
naes seguintes : o primeiro, estatura alem da re-
gular, espaduas largas, sem barba, com fa I la de
alguns dentes de cima na frente, de idade de 30
annos pouco mais ou menos. 0 signal mais ca
racteristico e ter os pes enormemente grandes e
muito largos nos dedos, anda c-omo napagaio dei
tando as pontas dos pes um pouco para dentro.
0 segundo, de idade de 13 annos pouco mais
ou menos, com os seguintes signaes : uma cica
triz sobre um dos olhos, que o obriga a traze-lo
mais fechado do que o outro; as unhas dos dedos
dos pes no sao boas sobre tudo a do dedo gran-
de do pe direito. Congta que o primeiro depois de
estar algum tempo na cidade de Olinda em uma
cocbeira foi para Ingazeira em companhia de
uns almocreves ; e o segundo tern sido encontra
do no Recife : quem os apprehender dirija-se ao
referida engenho, ou a travessa do Queimado em
casa do Sr. Gabriel Antonio de Castro Quintaes,
que sera generosaraente remunerado.
Aos reverendos sacerdotes
A todos aqnelles que quizerem celebrar mlssas
com a esmola de 3*, a comparecerem quinta-fei-
ra, 22 do corrente, na igreja da Madre de Deos.
ii .1l?IK(JI
M^
[ascaras
*n. I
Chegnraaa grandes factaras de macaras
massa. de rame e de setim, para sarem vendidas
por conta e ordem dos tabricantes, o mais barato
possivel, em grandes c pequenas porc3es : ae ar-
.....
i J "Tfiriiaai
xs baa
Mau-.'" t '--1'
e<-
^nitf-ii
Para hoiuena.
BOTINAS de bezerro, cordavio, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, doe melhorea
fabricantes.
SAPATOES de beiorro, de eordavio e de case-
mira.
SAPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de nao, pro-
prios para banbos, aitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e Portugueses.
Para nenbora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores diflsrentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de nhantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differeotes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para laaeiainas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugnezes.
Para meninoi.
BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portugnezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem de vapor francez, a ma do BarJo
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernlcSes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom nor serem fortes e
levee, e os mais nroprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
BIdonel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C.: no
vapor francez, a rna do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfiimarias.
Finos extractos/banhas, oleos, [opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, fiorida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfnma-
ria para presentes om frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas f srarrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Con-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de diiTercntes gostos e
pbantazias.
i^spelbos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e pira meninas.
Luvas de Jouvin, de So de Escooia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada c m musica.
Albuns e quadrintioe para retratos.
Caixinnas com vidro de augmntar ratratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Pn..CM .rcifacao a botSes de punhos de pla-'
que
Bolsinhas e colres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco
de tartaruga.
0 Sr. Joao Paulo de Carvalho e rogado a vir
a rua do Marquez de Olinda n. 53, a negocio que
osenbor nao ignora.
Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
Circular. 0 presidents desta sociedade manda
fazer sciente a todos os sacios que a lunta admi-
nistrativa em sessa"o do dia 18 do corrente deli-
berou que a eleicao para os membros da nova
junta que devera funcciouar no anno de 1874,
seja feita no dia 25 do corrente as 10 horas do
dia, devendo no dia 23, reunir-sc a assemblea
gerl para approvar este sea acto em >essao, as
7 horas da noite, enmprindo declarar que para
a eleicSo, e concedido a todos os socios, quites
ou nao, o direito de votar.
Secretaria da Sociedde Monte-Pio Santo Amaro,
18 de Janeiro de 1874.
0 1.* secretario interino,
_______________Ramao Rodrigoes Chaves.
0 chamado qne se faz a Joao F.vangelista
Gomes, i rna do Duque de Caxias n. 43, nlo se
enteude com o ajadante de despachante da al-
fandega desta cidade._______ ,________
Precisa-se de am criado qne seja de maior
idade : no escriptorio das totena?.
Oculos de aco fino e de todas as guarnicSes.
Bengalas de luxo, canna, com castdes do mar-
fun.
i)engallas diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e ciga r ros
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinbeiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Carapainhas de mola para ch-mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
mJes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestmhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de qnatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para por tas e j an el las
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avnlsos para cosmorama.
Globos de pa pel de cores para illuminacoes de
festas.
Raises aereostaticos de papel de soda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas pafa caf6.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bam.
Tiras de molduras douradas e prates para
quadros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanto-
ua.
Estempas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com llndas pecas.
Realejos barmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difficeis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Hedidas de 40 a 100 raetros,pes e palmos para
medir terrenos.
RUA DO BRDM I. 52
(Paesando o chafariz)
PCDEM MM nnboret de engeDho e ontros agricoltoni. e MttpregadorM de m
bioismo o favor dd oma visita a sea estabeleciaento, para verem o uovo aorlimeoto
oaiDleto qne aba! tea ; sendo todo toperinr em qaalidade e fortidio; o qne con a ins
*c<;io pessoji pode-se veriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUWWT^P
a a wrtfiuc Jfi^OTlQ ^8 mi'8 (o^ierooa s^tbeoa* een ia>
9 O lUUtto U ag U macbos conveuieates paca- ae diveraaa
doa lenhores pr<>pri-tario* e pri deacro^ar algodlo.
Koendas de canna edxb^! w tau,:'Lh0S, il-ml" qM ,,ui
Rodas dentadss ^ n": ag0J e 'apor
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Aiambiques 9 fundos de alambique^
WflAriiTiiaTYina P>ra mandioca e algodao,! Podendo todoa
,u.auilAU101UUO eparaaerrarmideira. f ser movidoa a wOo
Romhaa (p s0i **'
iuuivmo de pateole, garintidaa........ foe aniroaes.
rodas as machinas wn4*v* wprr;
Pas qualquer concerto de m,CDWlis,l,(>'a ** **-
Form as de ferro
Encommendas.
do w*ur~
tem aa melhores e mail baraue eiistentei
ado.
lDcambe-se de auodar vir qaalqner machiiiano I voo-
tade dos clientes, lembraDdo-ihea a vaougea de faxereB
cat cotnpras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qaalqrjer nee atidade pr^n*
bes prestar snxilio.
trades americanos e ****** ***"-,
RUA DO BRUH N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FU1VDICAO DE FERRO
I* na do Barao do Triompho (na do Bran) is. (Hi MM
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas pare w
genbos, as mais modernas e melhor obra que tern vindo ao mercado.
VapOreS de fore* de 4, 6,8 e 10 cavallos.
tjaiQGiraS de sobresalente para vapores.
JlOGnCiaS mtGiraS e meias moendas, obra comoaunca aqni veio
TaixaS jfundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ttOCiaS Q agua COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
tlOdaS QGntaClaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi08 e apitOS para vapores.
DOmOaS de ferro, de repucho.
AJaQOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pawewav
OoncertOS concertam com prompUdao qualquer obra ou machine, pars o que i*-t*
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
BnCOmmendaS man(^am v'r Por encommendada Europa, qualquer machinismo.
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londrw
s com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar ejMBlaV
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
ANTONIO JOSE DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
os que tem, novos e
Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos
asadosv pelo prego do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos liudos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala pnr grande qu^
seja com oleado inteiro.
MAGNIF1COS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ONEIS electricos para curar dores de cabega. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a dnzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com la ou seda.
VERDADE1RA agua de colonia em garrsfas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato prego.


Permute-so
-----------
uma casa terrea na rua do Tambia, com 2 salas,
2 quartos, cozinba fora com quintal, cacimba e
cambrooe, por oulra de iguaes commodos, nas
seguintes ruas : da Gloria, da Santa Cruz, dos
Pires, do Rosario da Boa-Vista, da Conceicao e do
Aragao, voltando-se quantia vantajosa, attenta a
melhona da casa que se pretende : a tratar na
rna da Gloria n. 82. *""'
'1 .0'
0 Sr. CandMb.O. R. Lima; face* ftvof vir a am
o Dnqne de Caxias n. 00 A* < ft h '
HAPAS A1ERIIA1AS
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
Cartftes de visila, livros, envelopes e (eda a qaalidade de
papeis, clara e exactamente com o uome compelenie da pessoa
Garante-se dar uma chapa tao boa como poderia conseguir-se em Londres ou Nora
York, e affianga-se igualmente que a tinta sera* indelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa como nome da pessoa e acompahada de dous frasquinhos de tinta, um
piucel, uma direcgao sobre a maneira de empregar a chapa e urna receita pete fazer
tinta, custando tudo
Prego fixo
Em letra de mao e gothica
PARA CHAVES
Sao muito commodas e possuem as seguintes vantagens :
Servera para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha
nome e moradja do dono.
Sio faceis de abrir e fechar, deixam cntrar a
argola.
Sio feitas de prata allemS enio saosujeitas a enferrujar, quehrar ou abrir ; como as
argolas de ago, sao muito fortes e bonitas. Cada argola amerioana com o nome e mora-
dia do dono, aberta na mesma, custa :
PregO 6xo 25000
P. LAURO MACPHEBSON
INO HOTEL ESTAMNfiT
' Rua do Imperador n. 32
TODOS OS DIAS UTEI8 DAS 9 HORAS AO ME10 DIA
30000
59000
lugar para o
maior chave sem offender a



~rr

"'


DMo de Fenimhiioi^^ iQufli^ iem 21 Mi JweHtoiitoilMi.
r*|
Frederico Pinto & G, con
n. 40, pedeq
devedores o'
rem saldar
dia 30 do corrente mez, tf^lugd/^wfoa
tos de qUe, findo este prazo,
empregarao os meios judi-
ciaes para seu real embolso.
Recife, 16 de Janeiro de
1874. con&s
Attencao.
< i
tcmaval
Na ru tfreita do Rosario a. 35, andar, re-
cebe-se eneommandas de vestuarios Ae qualquer
gosto, pelo figurino e sem elle, pan particular e
para loja. Tern para alogar am grande sortimen-
lo de Tettaarios novos, bordados a seda e a ouro,
comosejam, de principe, pierrots, dominos, etc.
Preparam-se Umbem rieoa bouquets de eravos
naturaes e actiftciaes, capellas e palmaa de flores
de cera e de panno, a ricas bandeijas com boli-
nhos. Todoe estes objectos sao preparados com
muMo asaeio e promptidio, e por muito meios que
ea oura qaahpar aarta.______^^^
i*winnioi.I
jot
mii infl
ma
Z'tl-llM.Ut)b tlVi?.
Am
Accessories

.*T

PEC^NCJHAS
S6 o n. 20
RUA 00 'TtESPO
,r-7
1-1 -
!
continua vru.Ior muito barato psia. spurn!
muito dinUeiro.
CASSA LA
Chegoa esta fazenda.sendo tin
deae peia #4i*VK*
pechiDc|91 dMH
VfiftNS
Proprio para yestidos o que ha de
roes, e t
o covado,!
mail gosto
,:
n. 36 precisa-i
allar ao Sr. vigarW^MfrV Cnrcino de Araujo
aira, t DMocIa de ken interesse.
'Rwufc-r'as
gsta encotrracado !! !
'j&a :u.le iik pr-J.es. ;lu
,.:ul. *,. tgi^:,. rteiri
Com as falsifica^oes que tem apparecido
SAQUES
Carvalho d Nogueira, na ma do Apollo
o. 90, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agencias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, & vista e a prazo
por todos os paquetes
CONSULTORK)
BO
DR. FERREIRA
Medico operedor, a rna larga do Ro-
sario n. 10,
Antigo gabinete de sen pai.
Cnra de bydroceles sem injeccio.
Abertura de abceuos e exiraccSo
de derramamentos serosos pelo aspi-
rador de Potain.
Consnltas de 7 boras da manha ao
meio dia
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
nstruccao elementar
sexo feminino.
Bairro do Recife.
D. Amalia Roxo Lima tem aberto em sua casa
a rna do Bom Jesos (ontr'ora da Cruz) n. 27, 2.
andar, nm curso particular de inslruccao elemen-
;ar para o sexo feminino, em que alem das ma-
terias estatnidas na lei, ensinar-se-ha com per-
feijao, todo e qnalqner trabalho d'agulha, bor-
dado a cabello, a espelho; a fazer crochet, flores de
Sapel, de panno e pennas. Garante-se aos Srs. pais
e familias todo o cuidado e esmero na edncacao
de suas Albas. Durario diariamente os trabalhos
9seolares, coma e praxe, das 9 horas da manha
as dnas da tarde, a comecar do dia 3 de feve-
reiro do corrente anno.
Fugio do engenho Velho, sito em Jaboatao,
3 eseravo Mariano, preto fulo, de 4-1 annos de
idade, ponco mais ou menos, vestido de calca e
eamisa branca ja bastante sojas, esse eseravo e
prognosticador : lem os pea apalbetados, faltando
0 dedo segendo do pe direito on esqnerdo : quern
0 apprebender leve-o a rna do Imperador n. 12,
cartorio do escrivao Augnsto Cesar da Cunha, que
recompensara.__________________
Fugio no dia 13 do corrente do engenho Me-
gao, da comarca de Goyanna, o eseravo de nome
Firmrno, idade de 18 a 20 annos, cor fula, rosto
limpo, tendo falta de dons dentes na frente do
queixal do lado de cima, levando dous chapeos,
um de Manilha, pordo e ontro de pello preto, po-
rem baixo, por ter sido aparado, palitot de alpa-
ca preta, dous pares de calcas de brim branco.
sapatos de casemira e gravata de seda preta, car-
cegon da estribaria nm cavallo com sella e freio,
de clinas e cau a preta, canis preto, e um ponco
magro, secco e pneba por nma mao Quern pe-
gar dito eseravo leve-o ao dito engenho on a pua
do Marquez de Olinda n. 38, escriptorio de Joao
Pereira Montinho, qne sera generosamente grati-
ficado
m CONSULTORIO MEDICO C1RURGIC0 m
0 Dr. Castro Jesus. 0
.JKRua do Quartel de Policia n. 18, 1 andar.Mf
25 Chamados a qualquer hora d* nnila """
i>iiaiiiauv3 a ijuai'iuci liuia u.l 1101 tC OU ^
W do dia. ^
Mt Consultas gratis aos pobres, das 7 as 9 A
2 horas do dia. 2*
Aluga-se a loja do oiUo de sobrado da rua
la itota n. 46 : a tratar na thesouraria das lo-
terias.
Eseravo fugido.
Fugio no dia & do corrente mez de Janeiro de
'4 o preto Igoacio, 40 annos, altnra regular,
seeco do corpo, btgode e Cavagnac ralo, cabeca
muito peqnena, olhos pequenos, falta de dentes
na frente, rosto secco, tem voz baixa, falla pou-
co, e e carregado no semblante, foi comprado a
D. Felippa Cavaleante de Albuquerque, nenbora
do engenho '"anto Escnro, do sul, e dahi para
ca se tern occupado no trabalho de padaria, deve
ter as nos dos dedos das mao* calejados do referi-
do servico ; desconfia-se |que seguisse o carainho
-do sul para o referido engenho ou sens sobnrbios:
pede-se as autoridades policiaes on as pessoas que
o encontrarem de leva-le a casa de seu senhor, no
Recife, em Santo Amaro das Salinas, rua do Li
31* n. 72, que se gratifieara generosamente.
d .Na rna de S. Francisco n.
se ami araa boa engommadeira, pagan
e agradar.
72, precisa-se
ido-se bem
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambncanas,
com eoxeira e quartos fora : a tratar na rna do
Vigario Tenorio n. 3i.
TabelliAo
Cartorio do tabelliao Pires Falcao, rua do Impe-
)adorn. 12, moradia rua do Hospicio n. 26._____
Dinheiro a premio
Da-w ale a quantia de 3:0004 sob as condiroes
qne se convencionar : na rna do Imperador n. 73,
1 andar, se dira quern tem para dar.
Deseja-se fallar ao Sr. Aatonio Pinto da Ga-
ma Peixoto, eu pessoa qne suas vezes faca nesta
cidade, a negocio de sen interesse -. na rna do
Alecrim n. St.___________________________
0 anaixo assignado declara que faz effect!va
a publicaeao, feita pelo Diario de Ptrnambueo de
24 e seguintes de novembro de 1871; para evitar
duvidas, faz ella effectiva Umbem a sent escra-
vos e a qnalqner pessoa sem excepcao. Massan-
gana, 20 de Janeiro de 1*74.
____________ 'Paulino Pim Falcfo.
Preeisu-se
de nm menino brasileiro de 13 a 14 annos de ida-
de, qne teoha ca nao pratica de taverna : na rna
das Calcada n. 62._______________'
Coetureiras de machiaa
Precisa-se de cesturelras one iilbam coser com
perfeiclo qnalmer obra de lf|Ia(e : na rua do
Crespo n. W,
DAS MACHINAS PARA/CdHDBA
.: DE
SINGER
Poraue?

bit*}
-ill .ykMu
I
I
uma
L
ma-
china Singer 61egi-
tima Be nao levar
.


g esta inarca fixa no
braep da machina.

C~."
Para evitar falsi-
fiea^oes notem-se
bem todos os deta-
lheg da marca.
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
MACHINAS DE SINGER
SSo mais baratas.
Sao de does pospontos.
SSo simples.
SSo rapidas.
Sao duradouras.
MACHINAS DE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abainham.
Franzem
Pregam tran^as.
Marcam pregas.
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENLlA
EM
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
49 Rna do Imperador
padrftes novos, Bem preco de 100 rs. o covado, e
pechincha! I I do|-se amoMras.
LASESCOCEZAS
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covado.
Ditas com Ustras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado. j|
Ditas IS e seda, padrles modernos, a 640 rs. o
covaao, e pecWm*a I 11 do-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes hsaitoa, iaaenda de
1#009 a WO o emdoTe poehinchal 11 dao-sa
amestras.
CRETONE
Cretone m pecas peqweaas, com bonitos pa-
droes, pele diminnto preco de 490 rs. o covado, e
pechincha 11 I dlo-te amostras.
Cortes de casemira 4t cores, a M00 eada nm.
Camhraia de Uabeoe cores, a 3M rs o covado.
Ditas pretas para hrto, a 240 rs. o covado.
FosOo branco para roopa da awninos, a 360 rs
ocovado.
Brrm pardo e -aa cores, a 460 e 440 rs. o co-
vado.
Qobertas de chila adamaseada, a 3*500 rs.
rcto lAcituifX
' MANOEL DE SIQCEIRA CAVALCAXTl
i% o PrcscrvaiUvo dai-j:
slpVela : para enrar coin c6ilwa,e
ou. poues tempo, qnalqner ataque de
erjsiprta. e prevemr o seu reappart
eimento.
Este raedicamento tambem 6 muito
poderoso para o rhenniausmo.
o tor dm men*
trmm^mm : para (aim, irreRVilarida-
de, suppressao repentina da menstrua-
cio, e aos loctuos, assim como para
todo* os soffrimentoi deMdos aquellas
affeccSes. Ambos estes meditamentos
ja sSo muito conceitnados, e procura-
aos nesta provincia, a na do Rio de
Janeiro. .Ji .
Acham-se a vend* somente em casa
*> auter, das 9 horas do dia as 3 da
tarde, e a qnalqner hora em casos ur-
gemes.
GRATIS AOS POBRES
Ana da Imperalriz n. 14, 2* andar.
wmmmmmmmmmm
Casa
Vba .m, >,. ^i-*ilrf- Vieiri ^v
--'.." '.v ,iUii aquelle uegoctd que S. S. se ccmproir*UfU a
realisar, pels terccira fhamada dene jornai, trxi
flns de deiombro de J87J, e deooie para Janeiro,
passou i Tevereiro e abril de 1872, e nada euupric.
por este motivo e de novo chamado para dilo
am, pois & ft. se deve lembrar qut este netoeio
de mate de oito.annos, e qaando o Sr. sen nine *
ichava nesu cidade.
decampo

e 4*000.
Leocoes de fcraroante, a 2*000.
Ditas de algodao, a 1*400.
Toamas akocboadas, a!S*000 a dnzia.
Ditas fetpato, a *JJ00 a dnzia.
Leacos ae oassa com barra, a 1*000 a dnzia.
Ditos deoassa abanhados, a 2*000 a dnzia.
Ditos de esfuiio ftnos, a 3*600 a dona,
Cambria*a transparente a 3*000 e 4*500 a
peca.
Cambraia Victoriaa a 3*800.
Atoalbado adamascado, a 2*099 a vara.
Dito tnmcado, a 1*400 a vara.
Fustoes de cores, a 1*000 o corte.
Chales de merin6 liso, a 2*000.
Ditos estampados, a 3*500,4*900 e 4*W0.__
Ditos com listras -muito finos, a 5*800 e 6#000
Esgoiao mnito ftao, a 2*000 a vara.
Brim preto trancsdo, a 2*000 a vara.
Braraante de algodao, a 1*696 a vara.
Dim de linhode 9 e 10 parlmos 4e kifara, a
2*300 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, a 8*000a peon.
Dito domestico, a 3*000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio..paa cami-
sas,a 400 rs. o covado.
Naozue cambraia de cores muito Una, pelo di-
minato preco de 400 rs. o eaNraao.
Si na Tua, do Crespo n. 20
L,oja de
Guilherme & C.
WFerece-se a quern quizer fazer os, roacertos
'jfr!8 12?** a!^!rf'A':rf!r .,, rnecessar'<. rrendamento por algncs annos, de
>lchas braanas e com earra de cores, a 3*300. ^ da exeellente casa sit* na Perta dVAgua,
tca, da excellente casa sita na Perta dAgua,
qae foi do ficado Dr. Joaquim Pires Caraeiro Man
tDiro, passaado-se escriptnra para maior seguran-
ca. A rocttidade 6 muite saiubre, v a casa muito
fresca, tem magnifico baaho de agua doce en
': frente, se mnito commode visto que o trem passa
tofronte : quern preteadar pode dirigir-se ao Sr.
Prancisee Carneiro Monteiro, em ^ipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pmto, na rua do Bom Jesus,
on ao St. Cannan, a rna do Commeroio o. 40.
C0Z1NHEM
Precisa-se de uma perieiu cozinheira, nao im-
porta que se}a ferra ou eserava, para casa de uma
familia esUaageira, paga-e bem: a rtratar na
ma do Bom Jesus n. o3, casa de Keller dt C.
Faz-se aegecio com e estabelecimento sito a
prapa da Iadeaendencia os.32 a 36, com as mer-
cadorias xi.tentes ou eem ellas: a tratar no
mesmo.
o fy
Preeisa-e de uma senhora para con- rJ
tinnar a edncacao deduas memnas (de w\
10 a 14 annos) a eatender-se com o Dr. 'X
Casanova : no largo da matriz de Santo s,
Antonio n. 2. Precisa-se tambem de um V
moco babililado para coniinuaeao dos
estudos de um menino de 12 annos.
JSoQQQ->CSOi>eOaX> fti^i
Precisa ee de uma mulher livre ou eserava
paca -vender cniudezas nesta cidade e sens sobnr-
bios, darrdo fianea : a tratar na rua do Marquez
de Olinda n. 64, 2* andar.
A nova igreja de Nossa Se-
nhora daPenha.
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos) mais af8mados autores,
como sSo : Here, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qt alidade de pianos supe-
riors, mandados expressamente construir para este clima, o qua! os amadores dos
bons pianos sd encontrarSo nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, eastor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RU1 BO IJflPER VllOlt 49
PENHOBES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
m
m
m
m
m
m
m

0 reloiaeiro e dourador
Albino Baplista da Rocha,
de volta da Europa, conti-
nda a encarregar-se de
eoncertar e dourar relo-
gios, bem como outros
objectos ; rogando a sens
amigos e freguezes o ob-
sequio de procura lo na rua Dnqne de
Caxias (antiga rna da Crnzes) n. 32, pa-
vimento terree, qoeoenconlraraopromp-
to. A garantia de sens traLalhos e fa-
ze-los por precos modicos ; assim como
tambem vende relogios.
9
m
*
ALMANAKS
DE
prndofi- offerecidag, para com
o stu pioducto ser levailo a
effeAio parte da obra do ma-
gestoso temple de Nossa Se-
nhora da Penha (em cons-
trucqSo.)
BOHPIGO 25 BO CORRENTE AS 3 HORAS
Nao tendo sido possivel dispor no ultimo leilao
que teve lugar em setembro proximo passado de
todas as prendas offerecidas pelos fieis a bem da
obra do magestoso templo tie Nossa Senhora da
Penha, nem deoutras qne^eem sido offertada
depots d'aquella dau, resolveu o prefeito da Pe-
nha a fazer um ultimo leilao, que devera ter Ingar
no dia 23 do corrente mez, das 8 i|2 horas da
manha ao meio dia, e das 3 horas da tarde as 6.
Pede-se aquelles fieis qne fizeram offerUs, se
dignem maada-las aid o dia 24 ao corrente, para
que possam ellas ser di-postas e inventartadas.
Pela manha e de meio dia a 4 hora da tarde
effe'.tuar se-ha a entrega das 140 prendas, cens-
tando de oaro, prata, brilhantes e mais pedras
preciosas, objectos offerecidos pelos fieis, ja inven-
tariados.
De 3 horas da tarde em diante dispor-se-ha de
mnitos outros objectos ja remettidos, assim como
d'aquelles que remetterem ate o dia do leilao.
Eseravo fugido
Fwgie no dia 30 de dezembro, e consta que an-
da pelos silios dos Afflictos e >rraial, o nreto
Tito, idade de 40 annos -ponco mais on menos,
alUrra regular. 4 cas-^e bexigas ; -levou eamisa de cbita verde
ca4ea de brim pardo ja vemo; aada sempre com
um< pequeno avenul, para eneobnr a qnebradura.
Qaen o pegar *eve-o ao Caminho Novo n. 108. on
a rua Nova n. II, que sera bem recompensano.
Attencao.
Vende-se a armacfto de fazendas existentes na
laj de cbapeoa, ata i rua de de fcareilio Dias a.
4i .loja esta qne pertenceu ao'finado Tranqnili-
no Candida da SUva, a qual se acha muito bem
sortida e e muito acreditada. -Quem pretender
nma e outra consa, dirija-se 4 rua do Bom Jesus
a. 48, escriptozio de E. Burle ,i C. que achara
ccm quem tcatar.
I)
DR. KIM
i
9
At, heme 8. to. 10. a, m & 3 to S P.


m. At rua de Bom Jesus n. 15. 11 to
IP. m.
Em casa das 8 as 10 da manba.e das
3 as 5 da tarde. *i
flna do Bom Jesus n. 15, das 11 a 1
da tarde.
Os-ehaiHados por carta devem sem-
pre ser "diragidos a rua da Aurora nn-
mero.37. ?
Antonio Verissimo Ferreira Gomes, muda
seu nome para Antonio Ferreira Gomes.
Joaquim Baptista de
Araujo.
Antonia Maria do Espirito Santo
Axaujo, Antonio Baptista de Aran-
jo e Francisco Baptista de Araujo,
apradecem a todas as pessoas que
se dignaram assistir as exeqnias
de seu mui prezado espof o e irmao
Joaquim Bapiista de Araujo ; e de
novo convidam a todos os amigos do fallecido a
assistirem as missas do setimo dia, que tera lugar
quinta-feira, 22 do corrente, pelas 7 horas da ma-
nha, na igreja da Madre de Deos, pelo que se
confessam eternamente gratos.
NQVAS PUBLICANS MUSIClfS.
A. J.d'AaevcdoBua !%%>
e acham-se a
Acabam de publicar-se
venda as seguintes musicas :
PIANO SO1.
Daxse espanhocx, por Ascher
Arabella, maslrka, por G. Wer-
tfaeimer
Valsado FAC6TO, por Croyzes
Sonho E cm a vtRGEM, por Alber-
tazzi
Anna la Prie, cavatiaa
AoClair de la Lu>e, pot Busstneyer
ESTRLI.A DO ORTE polkabri]haulc
SAtDA1,AO AO BaHIA (
Cricket, por Seix8s, oilereciJa aos
cbrickets club pernambucano e
bahiano
PIANO CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Sinolt*
Non m'ahava, romance Dpr Guercia
Tambem recebeu da Europa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoados, methodos, etc. etc.
Aktga se a pequena meia-agua n. 71 a ma
de S. Joao, freguezia de S. Jme, com quintal em
aberto, preco de 10/ menial : a tratar na rna es-
treita doBosarion. 17, 1* andar. das 10 as 2 ho-
ras da tarde._____________________________
- Aluga-se uma casa nova, sila a rua Imperial
a. 261. propria. para qnalquer estabelecimento ;
assim como, tem bons commodos para familia, e
com grande quintal nuirado : a tratar na me- r i
rua n. 31, armazem de sal.
l5GO
WOO
iooo
1{4)00
15000
15000
SSOCO
18000
^m^u^
BmBKVDBMD
Anna Candida de Arruda Bel-
trio Filha, Maria de Arruda Bel-
trio, Josepha de Arruda Beltrao
Francisca de Arruda Beltrlo, An-
tonio de Arruda Beltrlo, Bodolphn
de Arruda Beltrao, Francisco da
Conha Machado Beltrao, Pedro de
Araujo Beltrao, Euzebio da Cunha Bellrao, Joao
Antonio de Souza Beltrao de Araujo Pereira e
Laurentino da Cnnba Pereira Beltiao, mulher fi-
Ihos, genro e irmao do fallecido Pedro Bezerra
Pereira de Araujo Beltrao, pungidos da mais acer-
ba dor pelo seu passamento, coavidam aos amigos
e parentes da familia a assistirem aos artos ru-
nebres do setimo dia que lerao lugar na capella
dc engenho Bento Velho, no dia 23 do corrente,
pelo que Ihes ficarao summamente gratos.
E. A. DELOUCHE.
49Rna do Marquez do Olinda- V.:
Acaba de receber um grande -ortimento do '
logins americanos para parede e mesa, de
de 24 horas e de corda de 8 dias. jomdespertai r
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patente inglez verdadeiro in
obertu com ponteiro grande no meio, dos ma '-
nu.dernos e do melhor fabricante de L> ndrrs
Grande sortimento de relogios de prala, prata
donrada, coberlos e de.-cobertos. Ditos de' prat.!
foliada (plaque), orisonta! e patente, de M
preco
Cadeias de plaque e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qnalidades.
Vetdadeiros Vidros de cbristal da Rocha pai
vista cansada.
Vende-se tu>!o por pre^o mais baratc qu.
oulra qualquer parte.
DE
BARTHOLOMEU
o sobrado n. II, sito a rua do Marquez do Herval
e a casa n. 101, sita a rua de Santa Rita : a tra-
tar na rna da Aurora n. 51.
Propriedade de Apzpucos
0 administrador interino da propriedade corn-
mum Apipucos scientiGca aos contenhores da
mesma, qne nao tendo se eflectuado a renniio ge-
ral ordinaria, convocada para o dia 11 do corrente
mez, por falta de numero legal de votos, de novo
os convida a se rennirem extraordinariamente no
dia 25 do corrente, no consistorio da capella de
Apipucos, sendo nesse dia tralados os objectos qne
deram motivo aquella convocacao, com qnalquer
Jose Francisco do Rego Barros.
25Zi S, riT namfcro de consenhores que se apreaentar, segun-
:?2l?a V nL?X nL^r d0 m es'atutos que regem a mesma proorielade.
c, defronte da bica do Rosario, em Olinda : I 4W pSni. a nE, r,..
na rua da Palma n, 42.______
ALUGA=SE
o 2* andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratar no armazem do mesmo predio.
Para bordo
Carnes de vacca, salgadas, (americanas)
em barris, vende-se no armazem de viveres,
Irua do Vigario n. 23.
CHAMADO.
Os Srs. Jovino Fernandes da Cruz e Joaqnim Cle-
menie de L- mos Duarte, sao chamados a rna do
Corouel Suassuna n. 282, a negocio de particular
interesse.________________
Aluga-se o segundo e terceiro andares do so-
brado da rua do Dnqne de Caxias d. }8 : a tratar
a rna do. Bosarig da Boa-Vista n. 40.
Eseravo fugido
Fugio da villa de Panellas, no dia 10 de Janeiro
de 1874, o mulato de nome Ricardo, idade de 28
annos, muito alto a secco do corpo, bigode lino e
Cavagnac lino e curto, cabeca muito pequena, fal-
tam-ihe quasi todos os dentes da frente, rosto
secco, o dedo indicador da mSo direita aleijado,
pes grandes, intilula-se forro, e consta ter seguido
para as partes de Maceio, buscando um bom se-
nhor, ou sentar praca no exereito; rogase as
autoridades e capiiaes de campo qneiram appre-
bender ao referido eseravo e leval-o a dita villa, a
ser entregue ao senhor do mesmo, o major Jose
Cordeiro do9 Santos, on na praca do Recife, a Sa
Ramos & C, que sera generosamente recompen-
sado. ______________
Eugenho Verde na fregue-
zia do Bonito.
0 abaixo assignado previne a quem interessar
possa e especialmente a quem for offerecida nor
venda a parte que o tenente-coronel Antonio Cor
reia Pessoa de Mello possue no engenho acima
dito, que se acha ella snieila a uma bypotheca
qne deve veneer se em 1870. E porque no inven-
lario a que procedeu o mesmo or. tenente-coro-
nel pelo juizo de orphlos do termo do Bonito, por
occasiao do fallecimento de sua terceira mulber,
consegnisse fosse avaliada a reftrida parte pelo
triplo do qne valia, dando pagamente forcado e
antes do vencimento, com uma pequena parte da
mesma, a hypotheca do abaixo assignado, vem
este protestar pela imprensa contra esse aclo,
como ja protestoa perante as justicas do Bonito,
e previne a quem interessar possa que em tempo
opportano ha de fazer valer o sen direito.
___________Miguel Dias de Amoriin Esleves.
CRIADO
Precisa se de nm eriaco que seja asseiado : na
rua da Uniio n. 17.
Aluga-se o 2 andar da rua da' Guia n. 34,
com boos commoaos para familia e lerra#>: a
tratar na mesma rua n. 7.
Pedro Bezerra Pereira de
Araujo Beltrao
Anna Candida de Arruda Bel-
trao, Anna Candida de Arruda Bel-
trao Filha, Josepha de Arruda Bel-
trao, Antonio de Arruda Beltrao,
Rodolpao de Arruda Beltrao, Fran-
cisco da Cunha Machado Beltrao,
Pedro de Araujo Beltrao, Euzebio
da Cunha Beltrao, Joao Antonio de Souza Beltrlo
de Araujo Pereira, Joaquim Vanoel Carneiro da
Cunha Beltrao, Laurentino da Cuuha Pereira Bel
trao, mulher, filhos, genro e irmaos do fallecido
Pedro Bezerra de Araujo Beltrao, pungidos da
mais acerba ddr pelo seu passamento, convidam
aos amigos e parentes da familia, a assistirem as
missas qne das 7 as 8 horas da manha do dia 22
do corrente, setimo do seu fallecimento, mandatn
celebrar nas igrejas Madre d> Ueos, convento de
S.Francisco, N. S. do Carrao, N. S. do Rosario,
matrix de S. Jose, S. Pedro, N. S. da Penha e ma-
triz da Boa-Vista.______ ________
^^mmmmmwmwamxmmMmmmmmmmmummmm
Paurillo de Castro SaBar-
retto.
Austreciino de Castro Sa Bar-
retto, manda celebrar missas nas
matrizes de Nossa Senhora dos
Monies de Una, de Gamelleira, na
capella do povoado da Pregoica, e
nossa cidade no Convento do Car-
mo, sabbado 24 do corrente, as 8
1|2 horas. setimo dia da morte de seu presado fi-
lho Panrilk> -de Castro Sa Barretto; convida a
sens parentes e amigos para assistirem este acto
de religiao e caridade, antecipando o seu eterno
reconhecimento, e gratidao.
Engenho Poco, 21 de Janeiro de 1874.
f- ^ -f-iiTliU 11T I mi I I Si i :WJraj
a loja do Pavao sao chamados os segp
senhores a negocio de sou interesse :
Jos6 Carlos Marinho.
Alizio Telles do b'onza.
Godwfredo de Abr<-n Lima.
Francisco Rosas.
vantagem.
Grande
Aos senhores de engenho.
Um estrangeiro se offerece a^s senhores de en-
genho, nao so para leccionar primelras leUras, co-
mo para ensinar o francez com toda perfeiclo e
assumpto francez, pelo grande conhecimeoto das
maneiras mais faceis de aprender-se. Quem de
sen prestimo sa- qufzev nlilisar node deixar carta
fechada, com eadereco a Mr. B. A. na rua do
forquet do Herval, antigamente rna da Concor-
dia n. 98, primeiro andar, a qnalqner hora.___
Aluga-se, troca-se ou vende *e um sitio na
Boa-Viagem, o tjaal tem boa casa de vivenda, ca-
cjmba e muitas arvores irucUfeias : a tratar na
rfaa Nova n. 43.
Urgencia.
Sao chamados a rna do t'uque de Caxias a
antiga do Queimado, os seguintes Srs. a uej.
que Ihes diz respeito :
Dr. Dias Fernandes.
Jose Antoni de Menionca
Cleto da costa Campello
Severiano Jose de Salles.
Innocencio Rodrigues de Miranda.
Jeio Barros Correia.
Jos6 de Azevedo e Souza.
Pedro Jose Gomes Ratis.
Felix Cantalico Ferreira.
Vicente Joaquim de Miranda.
Joao GomcalvesGuerra.
Candido Gungalves Guerra.
Jacintho Ferreira de Mosquila.
Felix Benvindo de Nascimento.
Jose Tavares Muniz.
Andre h se de Almeida Catanho.
Crialiano da Silva.
Augtiito Simoes Nunes de Souza.
Domingos dos Reis Correia Leraos.
Jo>e Xavier Faustino Ramos.
Casimiro do Reis Gomes e Silva
Fehciano da Fonceca G. de Araujo.'
Firmo Candido da Silveira.
Ant mio Candido de Oliveira.
Henrique Jose dos Santos.
Mathias Lopes da Costa Maia.
Manoel Jos6 de Sonza.
Constando que ha di-
versos pretendentes ao ter-
reno da casa a rua do Bom
Jesus n. 66, pertencente a
irmandade das Almas do
Corpo Santo, pede-se ao dig-
no Sr. Dr. juiz de capellas,
que tendo de proceder-sea
venda do referido terreno,
seja ella feita em leilao pu-
blico.
Offerece-se um moco com todas as babilita
coes para um guarda-livro, o qual sate rail
ascrever crrectamente a lingaa infleza e frince
za : quem de sen prestimo quizer ntilisar-se dei-
xe carta fechada nesta tvpographia com as inidae.
>l W.J. S. 7t~-*-
..
1


^MfccoMeoifcMfri*^^
Aluga
dintieiro.
do BomfrnT it
para krQ(W famdia,
grtnde quintal oa
|
e par poneo
linda, na raa
e>rani>d|is
NfM*i<-anarto,
e TOOl cxrtjl
1
gaeio de aeu totewwe.
ante vista para o mar e a cidade, 'apenas dislante '"'fc^ *!; j*'*to *"* M*ir*eV*
ires mimuos da e dos banhelro? : a tratar no armarem de Joao Ro-
sa, na travessa da Madre dc 0eos n. 8. '*,
100$0GOde gratificaqao
Engenho Santos Mendes
Pugio no dia 30 da dexembro, do eafeoho San
loi Mendes, cBtMrea de Nazareth, frcgueei* de
Traonubaem, a e*enaa. If ariayriujay> 9k+V>
deidade, pouco mais eu meaos, hgTj tannin [irt*:
preta, rosta alquebrado, pes aeccos a jnanfT*
dedos curtos, cabellos *"TrtujiftfiHIlW J0HM
dons siiinaes cabelludos no queixo, e e bera
na. A pessoagflne aafregacgaata escrava ou ao
donoAie e Wen* dreainpho aciraa, Lau
tino Gomes (kfCutflwa-aK ^UjgBBn no fle'
cife, largo do Corpo Santo ii.^^^pEdar, r
ecornpensada com a quantia d
Pr-eisa-e in
cumprar e ootinhar
da n. 40, (. am
m
SE
a crlada ou criado
rna do Marqnei de
ArasKBL ,? .,,.
na ma do Bank, da Vfetartaat Mp praataa-se
Kb If i Preosa se de ama
A MA ****" e-ea*
Us n. 16, I* andar.
ama,
aroa
ou-
Hot-
Precfsa-se. de ama ama, de leite novo, s
Iho, emtora sepals bem : na rua do (
Suassooa n. KM*.
.....
casa n. 13 a Passagem
ar com J. I. M Rego.
%ne
da Magdaimha : a tra-
ils,
ra Mipnr e cmIi
-------------------------------- '
htru%Jtm*mn*Himr&
mm*
-se
milia estimgelra :
o 17.
>ui"i j ." it
d#iPV,
llMYO fugfo
Fttgio; B6 dia S7TdB*wenibro da; casa do 'wu i ?e
nbor Pedro Osario de Cerjueira, moratfor na es-
trada da Torre,- sitio. das SangBfiravo escravo
Maximiano, preto, 36 annos, pouca bafba', tem
bs dedos dos p6- hastante anfms, lerando vesti-
do roupa de riscado azul e on liotet de case-
roira, e ouira mud*, eonstante de uma camisi
Branca e uma calca de ca-emira e.scura, cujo es
cravn e natural So seYiao desta proVfucIa, e re-
sidio p..r muito tempo na freguesia -de Ipojnca,
engeoho Queloz, em companhia do seu ex sedhor
Francisco de Sa e Albuquerque. | Roga-se a to
das as auturidades policiaes e captlaes. de campo,
aueiram apprehender o dito escravo e leva-la .ao
referido sitio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
se recompensara can toda generosiladd.
" HI i Pr*cls-ja M Mis' Tara
Preeiaa-ge de nma.aeypara
N"a Tua do YigarSo n. 19,
1. andar, ha-para vender:
Cera ein velas e bogias.de saperior qnatfdade.
Cognac inglea.
Retroz de P.>rto.
Vinhu do Porta eusarrafado, em caixas de dazia.
Veias steariuas inglezas de 1 libra cada masso.
Collegio de S. Sebastiao
D. Manoela Augusta de Mendonca -Mello Regn
partioipa aos pai, tufiT's e correspeadentes de
atatfllnvriast que transferio aquelle estabeleci-
meiit de edjiuagao para o sexo ferainino, sob sua
dire Q.i>>, p;ir,i a rua estrelta do Rosario n 34, 2*
andar, unfarimrtnua a recfber alumnas pensio-
istas m^i.i pensiofiistas e externas, aendo'' que
?ua abertura tera tagar bo d^a i5 dfl jan"dfo cor-
fente.
C^r.o^r^^ara^y^
4 if Precisase de uma MM
AM \
dar^ontrora Seaaafa vetba).
atrtnhe^:;W tritar
ft)na Martins .''
amT
A|| \ coraprar e cozinhar para cask n*Nn.
lil ft Sifts Vpn :auaUrtoa'
andar.
I'usi
-
AI A
Precfea-ie de uma,
que coz'mhee en
dos anablde,daau_
iraur na rua do Imperador n, >,. ar^kzea
Campos.
PrecTsa-e de bow am*4eV*e, e
paga-ae Banito bem : aa rifiaftdK^pi.
AMA
Precisase de uma ama'para cofioUair em
casa de pouca familia : na rua de Uortas t. !86,
aobradoj
W^ Wifa precisa-sflde
ladeira, pagando-se bera se
Oiranhims.
.. .,j Barao da Victoria a. 36, preeisa-ee
allar aos Srs. Pedro do Rego Cbaes -Peooto e
os6 Paes da Silva, a negocio de particular iata-
fesse
ESCKAVO FtIlDO<
De. rente, do eng:oho Serigi, coraarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borge?, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, poueo mais ou menos, boa figura, nm lanto
grossu e espadaodo, sendo o signal mais visivel
uma t' 'rama na junta do p6 esquerdo : roga se a
tud.is as autorid;ides e capitaes de campo queirara
appreli-'ader lito escravo e leva-lo ao referido en-
genli'i, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpp Santo n. 19, que serio generosamen-
: recornpensados.
FAieruui) d.i Divin ;i EspiriU Sant *
Ols npia Lins Ribciro. directora d'este externa-
I', lit' scienle aos pais de familia que quizcrem
eonfiar lhe a edica.ao de suas fllbas, que no dia
l'o de Janeiro, coineQaMm os trahalh is dos estudos,
l nde a'.ern Ja instrucgao moral, religiosa e curso
primario, ensina-se francez, bordados de todas as
.|.ii!:d,ides, il res de flo de ouro, de panuo, papel,
etc., pian'i e deenho.
Alliancand) tido desvello e applicajao pelo pro-
gresso de suas eJucandai, espera a coadjuva-;ao
do publico e:n g ral e dos pais de familia em par-
licolar, cuja dedicacSo tarabem os caracterisa
-rlarpala-S. Ft*
uma ama boa engomma'
agradar.
Prebisa-se alngar rfma ama para tas'de
pouca familia : na rna:dc Imperador1 n. t$. .*
Ama A rna da Cadeia n'^9, precisa-ae'de
--L"t* uma que saiba eoiinbar para asa |de
apaze* solteiros.
m
% MEDICO-ClRljftGICO
DO
^ Dr. Santa Rosa.
RWde Barao da Victoria n. M,-l.
andar, outrVira ma Nova.
9 Consultas das 10 boras da manna ao
tM meio dia.
J Chamados por escripto a qnalotrer bora' *
9 Especialidades. Partos, mofestias de
j*l othos e do apparelno re>pir<>torio. /*
Aluga-se para pssara festa um iti6 co!m
excellente casa de habita^do e banlio op rio
& frenta desta: qaem a pretender^.p6de
procurar A rua de Ger.vasio Piresn. 24.
0 ...i.. ce r.a*p.';.*..f..|p.(. tr-*.*.*#^*
GABINETE MEDICO' CIRURGICO*' W
do
Or. ( iinslaiicio Poniual.
Rua do Imperador n 8 1 andar.
Consultas das It as 3 datarde, chama-
tr^, dos a qualquer hora, visita e da consul-
\eVatro rod
e i i u 4 assentafca ypfrta#e, rttn perfeito wtado e
com arrej *,;, n*r er^a>rnbricaTfl.tcarros ( a
rna da FlWfmima i. W l*#ie jfe dHtom que n
se deve tratar
proprio para cobertas
mos de comprido e 4
em eonta. it;
.
de' cams, medindo 11 pal
de Unaw.Bor preje mnin
Z&L___________L
'''
Recebeu uUiimlBJByJ \U^iik^t melhor qualidaAiy^^^^e >* preco mui co-
pi 01 tfiomabom eafiDaq ,im e *ral:U
modas, 9JSSmAi*tmmMxiSM^u'
& rtetSSLms. datKT EsIlSi 'iSa
Duque de Caxias n. 63. desoobrenyiolroa no
vrtoMibl
uui|ue uo <,ii3 u. oo, ue3cuurernPOwa. p
mundo elegante, *dH8 " ea,, ? :a*7la9ioHaio
m sdrow gWdeite
' aaadaeperola
o no cenBtoda eapa
Mfcogio-^ertfcilo rtgufa-
ports
ou lartaru
' suaM
dor.
CARRHM^
CARTEIRAS para notas com capa de muOpB, ma-
drajMNMA woaruga, eb Lembrja^u-
BOLSAM jura aakHptm <1m1 *br- eM'rikft% dakenM ttnhos,
taatidedee e o(Waa aawaa Jnvdn-
PORT.MUMIV-.da
/Kia>iaHitaia< piu *m*rm
CAIXLNHAS cuia musicas e sem ellas, proarias
para-amdnle*. '
E osaros d* >Meira aovidada.
E ^m,4)s^etiiitras.
Jateiaameale novos
este brin Jt^virardi8ide.
Qualqaer aeatwira.de bom gaflw, parece ijur
nao pode completar e suiu tniUeUe, timn darnm
passeio a Hqn ttjfafMca iiravda Dawede Ca
zias n. 63, p^Wrae e ttQB|i de mladautf qae mais
eompleto ea cm srtieot., e^ae niais-aovida-
des apresenta ao publico emgerai.
E com as floiistas.
A Nova Bsnanrnca, a Yua do :Duqoe.-de Cia=
n. 63, recebSu pelo ulu'mo vapor, urn iriteiro sdr-
timento de par*is fHM flores 1 a elles.
A "Not;
n. 63,
casern;
nitos.
Vswa ifiriaw^a.
Duque de'Caxtas
d| vestuarios tte
: irnudernos e bo-
I
Alugam-se as duas ca*as oi us. it e 1\ a
rua dos Pocos, na freguezia dos Afugados lendo
carta uma 2 quartos. 2 salas, quinial em aberto;
preco de 85 mensal : para ve> e traur ua rna es-
treita do Rosario n. 17, 1" andar, das 10 as 2 boras
da tarde.
'
tr--
m-
:'
ALUGA-SE
o predio sitio a rua do Barao de S. Borja n. 26,
com fommji is para grande familia, e tendo agua
ega< oncanaJos, grande quintal com arvoredos e
mais cirrmodidades : a tratar na rua da Ponte-
velha n. 75, :om Rocha L?al.
Constaado aos abaixo assignalo acliar se nes-
la praci o Sr. Mano^l Fernandes do Carvaliic. ren-
deiro dos engenhos Rarra e Pregui^a, em Ma-
ir.angnape, provincia da Pa rali > j.,. veem rogar ao
merino o dbzequio de vir enu-nder-se com os
abaixo assigaados immediatamente sobre negocio
iendente aos referidos eageuhos. Rna do Amorim
n. 37, escriptorio.
Tasso Irmaos & C.
Moleque.
Precisa-se de um molpque de 46 annos para
cima, para service de casa de familia: a traiar
na rua a Pilar n. 23, 2" andar
ConsiUorio i:iei!ico-iFnrgico i
DE %
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de 'Albuquerque n.
'Jf 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
y n. tl.
igf Chamados : a quaiqner- bora.
V Consultas: Aos p. bras gratis, klas 2 as
rj 4 horas da tarde.
&
Companhia do Guz.
A empreza dogaztern a bonra <4eiaauociir
ao publico que recebeu tthimertte'^un esplen-
dido sortirnento de lustres devldro, oamliei-
ros, arandelaseglobos, etijas*ao*tras e&tio
no escriptorio i rua do Imperador n. 31,
e serao vewiidos aos seus freguezes pelo
preco mais razoavel possivel.
-- tas gratis aos pobres.
AtleriQao
OSr. Franci-co Agosiinbo Madeira, ercgadoqe
vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A.
S C^DsuHorrO medico
% DO
% Dr. Ilurillo.
^ RUA DA CRUZ N. J6, *. ANDAR. fjl
d Recera-chegado da Eurepa, onde fre- yg
J quentou os bospilaes de Paris e Loadros, .C
^r pode ser procurado a qualquer hora do
*j dia ou da noite para objecto de snar pro- j5
W Bssao. fj.
F\ Consultas das 6 horas da manha as 8 ho- :j*>
m ras, e do meio dia as duas da tarde. M
tf Gratis aos pobres. 'gj
ft ESPECIALIDADES. y
g Moiestias de senhoras, da pelle e dc g
g crianca. Z&
Eu abaixo assignado deslaro ao re9peitavel
publico e com especia'idade ao corpo do commer-
cio que nesla data dei sooiedade ao men cafxeiro
Manuel Juaquim da Cost*, sendo a flrma social
Domingos Martins Gomes & C Recife, "18 de Ja-
neiro de 1874.
_______________Domingos Mart.ns Games,
Pede-se ao Sr. thesoureiro das lut
nao pague, no caso qae saia premiado ,
te,d<> lotcria 84', sendo o dito bilhete inteiro,
3'*37.| Salomao Ferreira de Mag albaes
Las
iiiosclada.s.
Um b.-.nito sortirnento de laVaMsehdas em co-
xes, recebeu '4 Nora esperanca, a rua Duque de
Caxias* r* ,
---------- Ii,------------*_*_,------_----------------------
[Nae ha mk Aeilos
brancos.
Wm JJIPOREZIT
S6 e unica approrada pelas academiw de
scieucias, reconhuoida superior a toda que
tem appareeido ate hoje. Doposito princi-
pal i rua da Cadeta do Recrte, hoje I^h--
^aez de Oliwfa, a,'51, ff? andar, e em
todas as boticas e casas de cshe!lei-
retro._____________' ^^^^
Vende-se ama casa terrea, (ehacforeiro)'
Santo Amaro-das Salinas, rua de Luiz do Hogo, de
it palmos de frentc e ti'i de fondo, com quintal
plantado, o qual tem 900 palmw de (undo : quem
pretender dlrija se a mecma n. 3d.
LI0UIDjUj*O IDE MEUDAS
Hlia da
SOQ
fe9*I0f>97df
Venilfazendas para liquidw,pof bartii^riiio pre^ coino
J.'iSa&aiiose^:
retra da Silva dGuimarSes tend* bjbj ser tyn grande. deoozitu de tazecdes
fazer um. liquida^o das rartMWs M*ri& A^^te L S?rJS
-t>lpurar dmheir paro^i^q^.^gMfn.^o^ i fkk)jjrfierosoi
o respeitavel publico, a vir surti> se demies fazendas, DOsf dtWlitaf
ecimento demroBnatff r---PaVaoa rua da Imperatriz n. 60. .5 i
RAIAS A 4#, 4500, 5, 6J> 7.
iqaMnde um magniGco sortirnento
cambraias brancas transpa-
0 jardas cada pera, pelo ba-
franc
t. V*
rffi&sn&f*
precis*
(rapaii
M.4m.rn*+tm*+n*t e *****
0 ruvao vede algodao twffcstaao coaa 9
paaa
CHALES B^RAIDS
*m-m liUd UO DdraO Ud TlllUlId fl. a. hem das maiS finas, que cusiumam ur ao tiaAm aV,^ta*Uaa nihi Nwaj JuHutWat
Rl l W-I-^tl^llJgiL-. lei&tM -tapa^s e vfct*to qA^Mdale ^ ItW&o ftot%. (Rtos tJhissimos com lis-
* *w* TlUf IICbtIP I rcrfTmT. ;-^ StSirro lawrifta qoe\ane muito maisi'^^d^^a-^^fiaWO, ditos aauito iuaa da
... ... J. Idinheiro. a Papal a ta fiaV
A este grande estabelectn^fr^rtpQ^ha-T jtt y~\ a
gado um bom sortirnento de^Ah|&^i| ]g fc^ikLPICOS DE CORES A 55.
costura, de todos os autoreav oikUi f 4>**a*ecebeu um elegante sorti.nenta .pajqaoa d*krur., pw,**
dos ulumarnentena Europa, cujas machinas de camb/aias brancas com bonitos salpiqui- sendo do mais encorpado ajantttn ^ndo" ao
sao garantidas por um anno, e teodo um hesfcitdinhos de cores, tendo 10 jardis" mercaTro.Tiv.a^Ka^iM^trancado......
perfetto arttsta para enstnar.asjrr/eMA M I*a*cole de vestido e vende pelo Santo ttMO.
qualquer parte desta cidade, como bem*s- pr^o de 55J, por ser pec^incba, ditas 40- ATOAL'giD04.(MOg.a\*pV
gm owa^te^aMtambera :#-Mlpico* toft) braamiahrJof&zfenda finisaiuia. '0 Pavio ^ade atoaAfcado, annaadaYcoai t
^waunpscjmno sem despendio algum do coaTpfWIor. tf|?500 e ditas a 5000. palmos do Ucgtuta a i#00 e 1HM dito
j-fleste estabelecimento t-mbem ha paVtnsas| adaraasoad a 2ft dito do liaaw a laazaaaa-
,,para as rnesnias^nacbinas e se sgippre qual- TESTHHJS'AirTdOiyA rMt"pfc 12# 3oa3?>e58.
jfluer'pec^i iftfe^seja"nece6sa'rio. Cstas raa-1 0 Pavao vende umbonito sortirnento de .-,. ^
; jjbinas trabalbam com toda a perfiigao de cortes de testidos a uso da aartc, traaamlo alDAH a'^tBHWg
A Nora EsrMraataf ^r;!s tod catfa c6rte todos os enfeites necessarioseimtt f a US600 q2#.
63^ f#baaios booewiw de.-brBoa*de foimatos. quatquer crftlara por fii que s:-ja, scus sejam : babadiobos, entre-mrios, rcntias, 0 Pavao vende um bonito scrtimaaa dt
merdaasmaito aaseciarao. toreros sao da seguinte qualidade : -van tra-. requeQres, e vende pelo baratu preco de i-2 das com liatnofaas apriajrias pan aaati-
Whara raio.de 8000e, 40W0* iftOOO ada ura, asstm cclno, -tKioataia do jalbo *os de moHioasaide seiaboaa a 4MCO tr
e 50JJOOO, para trabalhar com o j.-e sao de com todos os enfeites a 109. cortes de cam-r *ado, ditas lavradHarhas-a 2*. os padrdMhtio
805000, 903000, lOOtWlOO, l IOJ560G, braiifs brancas ahertas, com listras e lavi.res wnito bonitw-e-teitoVw^>or aste preddira
120JJ000, 130000, 15vt0O0, 2bOtW0O-e 6, ditns flaissimos a 8JP, ditos de cam-! cabar.
1r i !! ll
rtrmaa^d.
i-wirou, iau#wu, wt;u,-wu e au, uims uuissimos a off. Olios ae cam-: awui'.
2509000, eraquanto aos-umore* rrSo ha al- brata-branca com listras de cores, para aca- iPd
teracSo dejbrecos e os corppradores poderao baP3#50 visitar este'edt
verao gostar pe'la varieda
., qae muito de*
[etjde "dbjectos que
'C^tWRS WHfDADOS A^09 E 35.
^m um
o s
botirws muito -bem enfertadas para sea
I vende peb baedto pre^o Je 59, artifo^u*
0 Pavao vende ricos cortes de cambraias tan outra qualquer aataecaaai <# e
aficas4 fMtcsrhrrrfeflte i
rato preco-da-aoare- 3W.
'CASSIS FRASCEZAS
a 300 rs, ocovado
0 Pavao recebeu um grande sortirnento
de cassas francezas com delicados padroes o > Jw"^ ga^i duzia
cores fixas, qoo vende pelo barato preco de
a 2*0Gn.
0 ^avJo vmto tm^m bramos idMrnhi
doa, tanto paradtornmis eomo pnra senborsi,
a 29 e 295L"0 a niuzia, ditos de esguiac-
cambraia tfe ^fdho t mbem ab-inhados a
39500, 4*, 80,^1 tos frnrceres escuros, par*
eriaslbe-
o se-
Antonio Jose Rodrigues de Senza, em sou es-
criptorio a rua do Crcspo n 6, compra^^Kir bon3
prrcos, escravos das diversas cores, sexos e
idades.
COMPHAS,
Predsarse
de nm crtadrj para todos as servicos
hotel de BorUa^L
a tratar uo
ClWIJ-'l
uma escrava preta, sem filho, queseja sa-
dia e forte, para o servi^o deaasa 4e fami-
lia, a tratar na rua do BarSo de S. 'Borja
n. 99.
' Compra se nm meihudo francez luglez de
OlIendorfT : na livraria Economica, junto ao arco
de Santo Antonio.
Cempra-se um methodo francez a-iaglez de
OHendorff: na livraria economlca, junto ao.arco
de Santo Antonio. _________
Compra se uma carroja para boi, ^u aateja
em bom estado : om Santo Amaru, rua 4o-Lima,
n. 10.
uma parte do itlo OraTeirM, em Reberibe de
baixo, ja cercada, com'900 palmos de frente e 9QC
de fundo. e duas casas de pedra e cal, a margem
do rio, e bastante arburisadas: a tratar na rua do
Commercio u 'li.'esi^wt'n-lodi Titrre'
Liiva k pellica
Amaral. Nabuco f^ C. vendem luva.s do pellica
de cores com toijue de mofo a i $, 155 0 e 25 o
par : no Bazar Victoria, rua do Barao da 'Victo-
ria n. 2. ______ ........
CatechisiBo brasMeiro
4a (bdi^ao
Esta obrinii-i, inooatAstavpkneate uiilissiiiia,
para uso das escolas de amtws os sexos, esta
adoptadacom apTeveKamento em diver*as provin-
cias do imperio e pela direetaria geral da ios-
trne^ao publica desta. provl Contem as seguiatea materias :
Wma idea concisa da desooberta da America, e
especiaimente do Brasd.
1 Noedes de histiria palria, desde 1500 ate a
*poca da Indopendeneia.
Hudiment'-'sde moral ebrvti-e deveres soclaes.
Algumas deflnieocs do codigo criminal.
Direitos civis e polrticos das cidadaos brasi-
leiM8.
Kxposic^o lara sobre a forma de goverao do
paiz, e divisao dos poderes publicos, segundo a
constitoicao.
Estatistica e eeaso geral.
Nocao sobre a religiao do Estado e liberdade
religiosa.
Concisa e clara esposicao com a iudica^io das
producyoes anknaee, vegttaes, uineraes, de cada
provincia, seu desanvolvimento agricola, industrial
e commercial.
A' venda nas soguinias casas :
P.ua do Imperador ns. 73 e 79, rua do Barao da
Victoria n. It e ruae.-ireiia Rosario n. 12.
Preco de cada volume cartonado 14000
urrado Torres n. 12, aubrado, 1 andar
300 rs, o cotsdo, organdy branco e lis-
lado e-de ru*drin4io.aW rs. a van ft-
CAM1SAS PARA UOMEM.
0 Pavao Tcndc ricas camisas com
jpeitc
ha semp." paravanier,.como SQJam: cadei- U Pavao venue ncos cortes de cambraiasjmt outra qualquer patlecasta uf 7H
ras para viagerh, terlfts para viagem, cadei-f*^caS ^^*^^^w>rdados, pelo ba-^ LENCOS BRANCOS
ras par* vakaa, ditas d ialap^o, ditys/para
crianca (iltas>, dlapa|a^scolas, c#s|u|ei-
ras nqaiasimas, para seahoita, deapatiM^eis
para crian^as, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crian^as, capachos,
espelhos dourados pan sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
3ueiros corn cabode metal e de marfim,
itos avulsos, colberes de metal lino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas pata oobnr pratus, esteiras
para forrar Sshts.iaTaloTfos completos, 8itos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acba aberto dede as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute i
Rua do Barao da Victoria n.
__________22^__________
ATTENCAO.
nde-se uma typographia bem montada, com
u machina e um prelo, tudo em bom estado e
po preco modico: ijuem a pretender, dirija-ae a
nissimo 616 branco liso edealpicos, etarla- d* liaho bordidaa, propnas p-Ta noiro
10#e ta cada -ama, ditas de linfeosea ae-
rem 'borl-'das ^ 49560 e W, ditas conp
peito de algodao muito finas a 29, 29500
tanas de todas as cores.
BORROUS A 129.
39, ditas tie chita Gna miudinlw a 29,29o00
0 Pavao vende um bonito sortirnento dos 'e-39T^ssimeomoigrande sortirnento de ee-
mais modernos bornous combonitas listras eroulas francezas tanto de linho comodeal-
vende pelo barato prejo de 129 cada urn, godio de 19600 ate" 9, gr nde sortimenU
assim como um elegante sortirnento dos mais de meis cru. s inglezas de 49 ate* 89000 i
bonitos chales de merind e com listras de seda. duzia.
Ceroulasfr-'ncezas de linho e algodao, para todos os precos e qualidades, assirr
como grande sortirnento de meias cruas, camisas, colerinhos, que tudo se wnde pc*
precos muit i razoaveis.
Veririzcs espeeiaes para camia-
Este verniz. cuja falta aoui tanto sentem
os Srs. fabricanU-s e possiwk>res do carrua-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, das s^guintes qualidades.
VEKNIZ 8UMMBHII0 PAM. CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E'urn verniz rauito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
maos, ou para a ultima somente,
Como nilo e necessario dar lustro a ultima
demao de verniz .eaapregado nas caixas de
earraagens e no dos jogos, eon^m dd-lo
n'nm local separado aonde nao baja p6.
Quando a obra urge, deve pur se a sor&bra
e ao ar hvre depois de secco, isto e, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
nma esponja humida. (Juantas mais vexes
sciizer isto, .mais brilhante ficarA o verniz,
e roais depressa ss terminara a oarruagem
(em caso neeessano trns dias depois da nlti-
i^T madennSo). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve se lavar
ai vml
De forrja de duus a seis cavallos : a venda no
arraazem de Pena Junior C, travessa do Cor-
o Santo n. 25.
Wll-on Rowe di C. vendem no seu armazem
a rua de Commercio n. 11 :
0 verladeiro panno de algodao azul amenano.
Excellente flo de vela.
Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qnaltdadea
VHH3E-ST
Ahi.' i-.-' o armazem da rua Torres n
8, propno i>ar'agUtiUlieladiaiea).: a*tratar
na raa do Marqoez de Olinda n. 1, -segunJo an-
dar.
Taniml3i(}Qa>
Madame Pqiellefpf, modi(* fraofeta.^lam a
hoara dc pmii- ipafao resoertavel ^trMictr'Wn ge-
ral, e eM^''i^mfiataaseus-- dou sna -iM^ala rda AVBatio da'fRioriain.
14, 2- andar, para a mesma rai n. 48, I'apdar,
ent-ada pria ma de Santo Amaro. onde,,eMr^a,
peia ma de Santo Amaro, onde,
me-rr. itr-.tefttn*/* efltjwro, rontitrda "aratflreer
os_wl.tf.re-. de ^ua prj)fls8^o ,
, Aj>^\^^.a^d^,abndwan4a1,-Araa
do.Raraji Ua rVtctw^.cam accvramoa*iea para
graud^ i4imli.;,(AaMr na loja -to, mhmo. pre-
Eiichamcis.
A companhia da eslraaa de fertu '4c compra mais SO enchameis de 30 paknosfda primento e S polegadas de groisara, pwa parte
da linha telegraphica : a tratar ao esctuitario da
cempanbia,
0 gereute,
tJ*a\urentwo.Jos4 de Mm^uia. J
mm*.
wmmm
IIJ.'I! I'UBHIIJ ,ij
filU MM* k &
PRACA BO CORPO SAto^'S. fL
Teem para -vender am.sU Wflw^je;* se-
iguime :
Vcbas e tagias cera, da Libaa.
Vrnbo tno d-'Pftrt.i, em oakas.
Otto Carcavel43 a seccu/em diias.
Ferrageos do Porto.
Lindas las escocezas.
De varios palrdes, e inteirameote modernas, a
360 rs o covado : na rua Primeiro de Marco,
antiga do Crespo n. 13, Joja daa columnas, de An
tonJo-Oarreia de Va'coacaitoa.___________'_
As imicas vordadeiras
jjelun faanabqrgmgaB oae t*m* v>AxtiBtt.^a-
aa rat. Maiqaaz deulinaan.51
Teode-se urn' bora cabriolet de quatro
roJas : oa rua de S. Goncalo n. 29, so-
brado ao lad* da igwja.
Chapeos de castor .para aaeaam : vendem-se na
ruaduB arao da Vwioria n 36.

Uma armacio de
balcao proprio para qua
na rua d) Crespo n. 20.
amarello envidraQada com
ualquer negocio : a tratar
TASSO MAOS k G.
Em seus armazens A rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 4T,
ton para vender por precos commodos
Tijotos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Sachinas de padaria.
otassa da Russia am barril.
Phosphoros de cera.
3agu em garrafSes.
Sevadinha eaa garraloes.
Lentil has ore garraffies.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Parto \elho aogarrafado.
Vinho do J?ortp superior, dUo.
Vinho de Bordeaux, aKo.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas Utglaxaa.
Lkeres flaos sortidos.
Cagnac Gaulbter Preres.
Latas de touciatao inglez.
Barris com repoibo am sahnoura.
rabrai8 lisas ede cores a
240 e 280 rs. ooovado.
outros vernizes. A superficie secca.em 12 '" *-se mvar a carruageir.
boras, depois das quaes se expoe-ao ar por gf agua frewa deP,s de ter ser"
um tempo, o que faz endurcer, e-.passa- rJ r..,^, a
das 15 a 18 horas pode paasar-se a caka a K !nsco**m. conservar-se seraprc-
pedra pome e dar-lhe eiTseguida outra de- tS^TT ^ T ^!3?
mao. Ddo se com facilidade ires demaos JS devedeuar ficar no frasco, e pode
deste verniz sobre as tintas, em treVTuas. ^"^ fra Pr,me,ras demas'
AprimeirademaoserviiMlo de apparelho, nh??A!!! K5E! CmeSte Wt"Z ne"
ajuda a seccar as ultimas demaosTproduz E^STST* ^ T*'^' *
um excellente brilho. 5 r ^ m seccaate: ? P^
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e o
Verniz superior seecunle para
carruagens.
Este verniz 6 da rnesma cdr que o ante-
cedente, mas endurece e secca com roais ra-
pidez. Emprega-se com born exito nas
obras urgentes, e podo misturar-se com o
anterior. A duracao do verniz permanente
diminue na propnrc&o da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o varniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambam para aspri-
meiras demaos sobre cores escuras. Pode
melhor 6 servir um piucel pan cada ver-
niz.
Depasito unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n!34.______
I 0, C. Boyle.
Tem para -veif :
Cognac de Hennessy, superior e verdadetrc.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 Itbras.
lattas
Tedas as preparacSes cbimicas do Dr. Ayer
passar-se a pedra pome passadas 10 horas, j arwazem da rna do Commercio n 38.
podendo dar-so em seguida outra demao. *a^/\*ia iaTi'a a
Verniz preto do JapS*. superior. 'i 1 II 14 4
Para trabalbos em preto de carruagens. "-XI "a.
Produz o preto mais escuro e brilhante, e
pode passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demaos 6obre um
fundo preto e cobrir-se com outras duac de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
Chapeos altos para homem, pello de seda
vtude.se na rua do Vigano n 17, primeiro andar.
pelo baratissimo preco de 8*000 cada nm.
VERNIZ PARA COUROg, .BRILHANTI E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composite
grande quantidade d'uma substancia muito
PUNK
Vende^se um rtco piano noro, muito forte,
e de excel!entes vozes, a tratar na rua do
Barao de S. Borja n. 29. Na mesma casa
tem pan -vender ae uma boa mobilia de
semelhanteaoazeitedenominarJopiedi&w/-, ^SDda'COmpeOTO BS' "" PBrWt
e o unico que dA ftexibilidade ao couro ve-
Fara ^xportaxjao.
Vende se dous mil cocos aeceos com caaca, ou
- centos, por peeco eommodo : no trapeae
Vande-se a Ureaqa da rua Imperial n. 94,, mm.
to afpuezad*pafa.a,terfa. eoaramatto, potendo
0 preten dente e*ttr daatro oitodias para ver se
A' rua de Queiraado
nha ; dao-se amostras
adaoolao francez fino a
n. 43, defroale da Praei-
so na loja de Goerra &
'5^500 e Gjfl a ppca.
Com pequana aujo, e pac|incoa : *6gia r|ia do
lhe agraia, e Uiuba-a raa. wmU.sba armagao ; 0 Q'ieimadoe.4t. |efi.nieWa Pr#c|nln.
J|r%04DflP'in % na raa do Ouelmado n. 13, e,granite pe-,
30S
Gnerra.
Du> euvernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois de ter Timpo
0 couro com>agua-raz. E^poatoao sol sec-
ca em 1 ou 2 boats, e A sambra mas ao ar
secca era 4. Em tempo humido.e inutil tal
trabalho, por que nao 6 pogsiTil tomar 0 .RESiSSSiS tt.'^^ar^SkS
verniz elasticoe seccapia aq rnewiabampo, p;,ra familia, uma deU de oninUl pUntado, 5
Verniz para uppareHio. 1 nr"*~;A TJVfiftgMartit -naliaW *
IWyjJc t[f\ tiu* annlutJa VfSa de Pafonares
4emwraereJr6prioparajardioi.o.iO|i^^^t^ Vpndp-SP
aynaado aa ww4aa Je rampre do *. Xjma, -a plluo Jt'
rpado'TIujperidWr ,pirargiwn ftlltitar Tr : a uma,machina.de encher balfles de.borrac.ba,.caro.i
1 ttjftar na rna lo 6respo,'|bJa n-i'TSftQ'ittfitp an A grosas de IwRracjias : a tcatif na rua nHtm* -w -ea(riz n 63( ,5^ ,Manoe, de ADrea aac670i
woo de Santo Antonio.
desta verniz n'um intervallo de 8,in>r^s. de-
ve-se deixar a obra iutacta por 2 on 3 dias,
no tim dos quaes se p6de pulir oom extra
ma facilicidadje. E' e^qncialmente neces-
sario cobrir eate >eroizefmjflugs4omaos do
rerniz superfino para-caifas de carrua>
gens.
TE.nr'tii opxAiAr^i&.
Mistura-se cotn as hntei de apparelho, e
sobre ludo com.aa^jojas njqi4s j^n^e
seqyem mais fadlmepte e
tijoJfte.iBeArrrae^kem
viua,ca.-a a.!M.
SaltbCaboVerire
Goocarrea Bel-
Qna-
Trem para vem
para'traur no'sea escrfptorw at
^rvutom imtm-+.A itnUa^a/ a.
a tratar na mesas.




*

. -
%

--
I


DiftBfritf'JEtanMortu* jutti &><&&* 21 ^^Wiid^llW11
8
>3ti3j.jUnahKX>e9L b it.
CUSEMCT"
T"! oh nla
I
Wtn B 161
IE

lltttAXlvU
DE !?U
P .81- fc : fil #*
Rua Primeirj de Marco n. 7-1P'
de
Cordeiro Simdes^.O,
.
oiaa, eLiuiitediw a
ib
I MB JtUa;.*'ba*Mia para *. ordioaiw de (odas aa
classes, e pur prevt* vaataioew, das auae* (az oai
^^etpcai^i* Pari., em MNT, fpi concedido ^^^^^
EJJm ppwe Juftipr, a. raedaiha-deGore e a condora- IAJ.PA6A& AftAftRS.
JPA -420ft,
PitM.fejelba,ia-UWOA:e 4900ft, -
.! IWl'MAHU&rEJfc ,LI Vijndu wsaiiuMttteS!^d***rs* taaifohi*^
a MO, 200 e 240 e 320 rs.. todo bom.
k>aaM .de baa^al^ 300 >00 k. fytiffi&f&^W&tffi
FrT^Wi^^^2ioai*i M,a^sJ&rBa
rst oaila urn. E '-----------.--------
E ouieSi rattifi -seMractos que
ii a# .ffc<4 i4*j,>d**oare, poaecram as machina* tnaiaper,-. Veod^seAlpi^jtefioj^.co^liiiif^a.fifOj.iiiiteD^^wto
-UMlte d* w* I GRalfttHf BiaYgM-ftS.' j q (Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. cads
k $or* pa*i Vie#idflS, 800 rs. p,co-r0JOOft abaiubeWp* faaanda, rqvav vender
R*ao batquina:- de eeJa.
I >Cajajlet;d9 etc.
to
T
PfVfMMff..
1 GMAYATAS)
i-raachinas.
.1
i
>A 1*800. GMAlYATAfr PREXAS Aaoo RS.
mWIt com UiUs, Vmidejsegfavataspretas, a .600 rs. Man-
JjftpQ*W4, prpprJA tas de cores a 200 r.
| para vcstidos de seuboras, a t&oOu o cor,; Chapeas para bapMaadas de njeninos, a
I vade. Todas estas faicodas s*o von i hias no 39000.
Baz*r NaejairaU a rqa da taparflfliz ni 72. i RElfeiALAS, E CURIES A. 800 RS.
;'/S:; %/VwVWXf. CQRX.KSIirX*SSAiA)29*0, | YoMlMelbMgri* eabiwto*, a -800 n.
. ,. a u.t. ji&e ai, j,^ **_. A te \ende-fie-tfrlesde,icasa para WsU'lfls, c(la uma, para liquidar.
(^tMsodeTerdVarmero^ A^AO QE ftftliPA A
{Ml. pr t-feRWbbB a ffiaiS prormciasjp Tepd^rem s *|upadas mchinas de coa-; Ye^W ^Umw l^gas^ide,^res -Y*da.W,p>raMto*.de afeodm,, a. t^oo. '
i'. l)ilas du (Miito de cores, a 2*oaO,
:Dilas b.r.wcas. fxias, a 3000, 30i># e
4JSQQ0.
Cal^asde brim pardo e de cores, a 29000
0 2500*
liilas decaaeiniraide cops.e pr^, a.:5*,
m, W 00 e 85000.
Plikalsd alpacnsde-cons, a L295O0.
res, a2S000.
CH1TAS PARA COBERTA A 289 j&i
Vender cbjlas para, cobqrtas,, a ft80 e,
S60 rs.. p co.vadp.
?,eando urpa *$d*ha mi lrt; eata a raesjna. .ojualjdaae de linha q\^e .gualquer .outra, vacj'^,
. rfaintroduc^f* "dos ii^'*|>eiftrr^ad itoroeer eitrae pueo at hwM>res mac&iila* do Iftftndo, Vwda^e cassa^fr^wezas Ouas^e,cores,*
As vcmiagens destas madimaswo as stywntes:. 200, wo.^0 rs. 0 cava.iu.
l>rittai^a*^lM^q*UM^*wadva,paT4 tiiMQmk iocoptestavei, a AIAS,A00^
i mio.
Sepoada..-*- fr.,::*n .a .malarial praci> para reparar qnakjoer desarranjo.
IVsftoira.Ha nell*s aaenor itic&p entro as diversa* peoos, e raeoos rapido eslrago
Quarta.-Formam r> poalo aasno a (&ffcuto 4 mie.
gj^aa twattra*.
Satta.Faaera poato miudai m cta#rora, atravessando o fi.o de am i oatro lado,
. hgo era saguH**, p-ra madi&ilaoaa a tensno da linha, cozem a fazenda maif
ta*.
Setim>-^*arapraiaaf4 le*anUda.com a maior fa.cHidade, quando se tern de tmdar
igaiha'4oori*cr j*oaeostura.
OiU*&.-^JIitag aniappaatiaaa-macbinaa de costura, tfyp tido ^pocas de grandeza e
*cadncia. Haohinaiwitf'oraipopalares, sio boje qrjasi descochecidas, outras soffrernm
aadaacaa radicaesparapoderem substituir : aotfenmtb a companbtn das machinas de Howe
4optando a opiniao 4fe'Bliaa Howa, mestre em artes mechanicas, tem eonstantemeirte
tfinentado o seu fabrico, e hoje nao atteode a procura, posto qne fa;a COO machinas
+v-4fai-
Cad a maebiaa aeamaaabaiiwetoa coiistruccoes em portrjguex.
MEtAg' PARAHbSEKS A Q3Q0.O A'DfZ^., ;Ditos:.'iieKja?aaBiii idu .a'^>' a >Mbi "waw escocexa.
Cpwplutu suri^meiilo do chapeo? de so! para ha-
*tau* bra^kyrap-
, Cones tern c'aiiibraia braoca ; conj ^odos bord:
Rk'.as capeUas e raaotas para noivas.
Bi4uiiu *eda.
.Ca.mpraias.do cures.
Ditasmaripozas, branras, Htas e bordadas.
Namaques.de Hndoa pad(5ee.
Ii.lpU.-Us, padroea deiie^>s.
I'l-rt-aiinas do quadros, pretoa e brancos, listras,
Brip^ de linho de cor, proprios para vestidos,
cam ban a e lislros.
Ricos curies de vealtdo de lioho, com iqfeites da
.ipesma cor, ultima moda.
Iniu.- dv cambiaia de cures.
Fuslao de lindas cirrt.
Saws bordadas para setiboras.
Cnmisas bur*la4as i>ara senbura?, de iinho c al-
Srtiroejjto de luvag da verdadeira fabri:a de
Jouviu. para hnmcus e senlioras.
' Veslnanos para ua.-niiK.s.
0*0* para bapiiiado.
Cl.iip*jv>* [ara ditu.
.".IqaiJips'e gua^gauajps adaraacado3 de Ijnbode
cur, para mesa.
Coftha* ie M.
Curtioadus bordadiM.
GtaaUefoitiuuBU. dc caiui.-as de lii.hu. Ikas e
Uitos: pretos, a 3*000 a 300.
- m


Vende-se meiascrwfts .yerda,deiras, ^ara
bornefls, a 6G0fi & rlwifl, a qua! vaj
89000..
CUALES DEU A 800 "R;s.
, Vende-se chales de. \h, a SOO rs. cada
am.
C4JJJCAS F^ASA 40.0 RS.
Vende-se.cbjtasfloas de. qaqspp largp, fa.-
aeDda,maUo.bqaua..4CW rg^oqpxadp..
CHALES p^ Mi|fi^O'.A,^Q0O.
VepdeTsp cbajes de mciind estajHipado^, a
fc.3&.4*pQ0e{fcQ|tt..
Wtosde.^w a $ift00 ej^ffpp.
BftlJNS EM GORGES A 1#00
Yend,ei#e rim decdres.epardp,,'
a l|lp00,pBra liqjiidar.
COBEkTAS PE CHITA A 19600..
Xau^e-se.coberUft ,dc.cUM^ ^ li^OJ) e
290ftOf
BRIM PARDO E DE CORES A 40.0 RS.
do Bar aa d, ie t o r i a b. Mq
.
_ a
....... i.i. .1...
i.i (.; ijim......

_______
MCH1HAS
A 30#0(K) e 30*000.
POSPONTOS
site Irmiios, 4 rua do Barao da
Victoria n, 2$.
Laraa de poUica cojn.pfiqueuo taauc,: Espelhos demolJura dourada, de todos
:os.taaaaphos e precis.
PIRfUMARIAS E MTUDEZAS.
210 rs.
aboleaduras para colleVe, grande sorti-
centoaiao .
Caixa do linha de marea, 400 r*. Frascocom oleo Oriza verdadeiro, a
Lampacinasr i aaa, daado qina lwmuito 10000.
oa, a 19000. Idem com tonico de temp, verdadeiro, a
Dana;.da aefai aa cordao imperial, a 19000.
UO rs. Garrafadeaguafloridayerda Caixa da botaaaaa cwq para oalca, ] Garrafa d'agua japoe|ia, a 1*000.
00 r. idemideaadiyioa, a 19000.
Duzia de carreteia de lipha, 200 jardai, a Idem idem Magdalena (novidade)
tOO rs. 19200.
Idem idem 60 jardae, a 240 rs.
Maoe d fit chiaeia, a 800 r.
Gaiaa da pas para daates, a 200 rs.
Idera idem do pos chines, muito aom. a
Caixa de linha com 40 novellos, a MO rs. BOO rs. e 19000.
Meios aderecos com camafeu, a 500 rs. Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000 nel, 19<00.
Poles com dita iagkza, preta, a 100 e T\njj da saiaamlfli de ameudoa, ft
160 rs. 39600.
- ^i^q^osV^'gMB^'r^'^~^'y3^mw "^^ $*&&* *-**w tlu^os de sol u 78000
goramar, cozinha fdra, quartos para famifia,' tfanadinas preias com lisrade eflM8a'0-*avr
tea, a 29200.
Idem idem 00m floras, a 19*00.
Sabooetes tJlyoertno transparente,
aMik
Dims ditos pretoa, a a*0OO, *5W
9000. q !
iQolietes fdacaaemka daiieores, a 29, 39-.*
49000
Cmisas,d4bnriia, desows, a 29000 e
29500. ;
Yepflp-(sc,lpecias de,a.Jg^*>, a 49, .59, e
69000.
gasewra m -om**i&m.
VWil'le1 essemka-de-o res, a ^S9S0ft
icpvado.
MADAroUo-A'^BOoa.
Vende-se pecas. dei-awli>pr&e enfestado.
a B9000.
iTito inglez, a .i^500, 59j*9e t|i89J
pqca.
.
BOT1XAS A 49&0O.
Vende-se brim pardo e d^mm.iHr.* a-1 ,Vende se botinas |iiHia>jaiiiuiiaMliilli|||
ipa.de baroense.meuinpv.aAQO cs. Q.ao.vav. a 4^500, 55 e 690ML
do.ipara ^iquidaj.
COLXAS DE GORES A .890.00.
Vepdo-fiecolxasde-cores-pasa camA.^29*.
0 49000..
TRAWSPARENBES P,ARA.CA^F1RASA
\ende-se tran^partjijes ppra qadejr.as, a
19500, para liquidar.
BOKEjfS A5Q0RS.
Veode se booets de seda piira Lomeps, a
5QQrs.
CHAPEOS A 29S0O.
Vende-se chapeos de castor para rrenipps
* homuns, a 2o00 e 39OOO.
-rr-
Bilas depfiae, a 29000.
Sapatos de tapete, a 19300.
Uilos detranca.a IrfSftOse 419000.
BftASAME X .1(9600,
^*ndi8c.lrftla iCfljn, .10 -pajmps
l^rgHW, pa,lejo^, 4,i|j00p e 29500
mttfo. E:OHtras.aitAS .tazwdaa.peqprja
dumercado, que se vende sem.rosarva, de
preci>.,irj|ai^i^quidP. i-AJ^ ,0 fifli.d,' corrnje'
apnp,4MUH0 owv^a^ee^r^g^/sor^^^
4irem-se ,de. le fes^ qufl^aUlina(pasta,.ifjifl dajrnperatria
n. %% Bflawr^acwwai.
------------------
' :' 'ii. ij in. 1. :
1 ,

fina ^V*^***^ -QUO teRi.:WBaiirl'o fazer uma gran^-liqiudadm .AfBSftS.fc. a, cm. dos preteqdentes,
IliUI^IVC irtMTM faro dp corrente aiiap. para o que lem pwsoal neeeesario, e o ataoslras
Vri ftlWaj! JlUaWll I EiaJb ofi -* .biWbl I a ol ,n.,rui j ii., a^daMUe.paw>,r.
;;;,"" T} Um da Barao da Vktork b. 28 : ^X^"r^to^
U maiasimpleB, aa nuisharato* m meBr.do!miMk.l i-iUw^^^'
. Gmwwplea.de kidas.aa cuwi
. GurguraTt brauco, liz'o. de Mrik, prete, ete.
-1 S^ Wftta, f*e^o "e de fcofes. '
Gaoidtaapiea prefc*.
VagajWleio, L .-.,.

buiija.(fc?,i)ara Jiodieps.
Uejas de cures para homeos, meninos e meni
ujejis.e *enhuras.
' M"ft6_de qpRs para vestidos.
Diib prete-; trancido e dito de terao.
Atoalttado de liBbo c algodao- para loaihas.
Aa^liadp pa ilo.
. Daiua-co de la.
trips de Iinho, braaco de cdres e preto.
Seiimde lindas eoree cenvJislrae.
Chales de meriiiQ de cores, e.prelos.
iiIac Ha corln nfoli a an pnrus
' Duos,de.seda nr^aede cores.
' Djtos de wuquimT
^ iamijaide'fehita para horpens.
DUasde tlanella.
'
Ceceulae 4e.liBf ftajgw-"-
'"' 'iOfl9*4e crochet para.spfa, cadeu;as e ^nso-
loa.
encos bordado? e de *A\rintho.
Ichas de crochet,
'aetaama de to4S-.aa cfirw. .
icos cortes de vestidos de tarlatana bprdados
~ pnrtirhos lisos, bordados.
oetard do seda, liddas cures.
eias de seda para senhoras e uieuinas.
Bwas, fiwhjk8idqseda,.e,la .para senhoras.
Bij;q sqrliroento de leques ae rnadreperolas
osso.

ma.
jeo de-seda.
chapeos e ahapeliqas para seafaoras ulii
mira oreta e de cores.
tas,' madapolao, panno 6no preto e aaal, col-
Uriiih'os, punhus de Iinho e algodao, gravatas, |u-
vas de 60 de K-co?sia, tapeles de todos 09 latua-
nhos, U>|ias de. viagem, peilos bordados para ho-
,,Wn'?)s de liiiho br(anco e de c'Sres,Toalhas,
M^pos, etc., etc.
--*
Os proprietaries 1 < 4'M 4IKI,ILK*eI DKS IHHE^ partieipam aos amadores do
urn sortimento de guarmcoes- para costumt
quo receberamum sortimento de gUBrfncoes-par^ costumes aq-ptiap^sia,.para 0 qarnaval.
Assim coiDo esperam pelo primeiro vapor u,raa ,grapde coHecj;|p dp:^urfnps al^ra de m w1r,*0V)^
outros que jd e'acbani no seu estabelecrmento, ; mm **" A ^0 0 covado.
Escusado dxlizer riada em quanto ao bfpTp^gpslo em cpstumers, carnajvajescos, pqis! A 210
ii nos acbamos bem aorod'tados pelas
nfX-Kvr rt-1 ta mA rr ? TOnnct esjuiov
quo nesta casa se tern ietto nos armos antcriores. i
j^------------,_---------ffjg. .._-._ ^ ... .iijiiubjiui ''!. 3JIIBI1 I.H H/i-Mfni if. i |,------:------- )
I
0 nos am
Ba ac|iiiNi#lo
. rs. 0 covado,
86 na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
llll 1 Mil I'll '") '.'illBil
1
W?=T,TTrT7
*
Grl*eou o verdadeira de Puriland ; barrica^
uuk de 400 kilos : no armazem de Tasso Ir
\ Vexjde-seoupermntaTsaporescraviJS uau rl^anziuhas cqraMr^esiajnjjaiasiiodiminjjtq
casa const;uida de nqvo, tendo duass.Ia sa ^ de 4
ldea.idem-1
a^rM# rlrttaais-*
fdem id^mTfsas, a ?^>rs.
K.
Eind^e^ear*es-earmibasaerfuraa *jcaaaoes.; a fn^^yeqaaj^q dir
in; preprtaa^a pMasma^ aaa aatarea ^^j" r^& *W _
Codrav, Rieger, Gelid Freres, etc.
Quadros com saatoa e-estampas sqrjfra-
caeimha com boa agua do beber e um sitio 0 covado.
*jemarborisado; no-aho'da-Terr*: a-iratat-'''*$*^if|ttl0'rye*lft#.aiO
l9tiM
Idem idem.-a-AW rs.
Caixa deenveloppes tarjados, a BOO rt.
Idem idem forraflos, a.TO^rs. 19000. qesta typographia.
Caiia de pafel araisade, baira dowada, Caixa- com sabonetas, formate de frootaa,
wow a mm%kmfm
fdeIdenvidem MaaV'^MfOfTai Casmeticea, arattdes e pequenoa, a 409e >J Bhjos chapeos pan aesaoia: 6
Dnaia deulheres- ea*e brauco, 2 l.r a 300 rs ftWrfn- m-a Jpjada:aggqrna,
I9W* Fraaeoeomaaaadaeolagnara^OOiJM, ^ ve^.Hmiw^tft* daaftitj, ,.
ttearaa de= aarxd naataeVk a Ub*m Koa +Mfm T *. bonrta figura e d,; exeellente conducu, qJ v,v"*"
JZ : f*r^ rT1**9* WPHT.'1WWj raQUvoda^endaeporqueq senhqr retira se para'' Chapeos de sol e> sefc.cabeda eaaaa, *
rtO. ]". f Brtnrates rwito 6f des raffborea aa. f#ra : rambemViiifc^am preu *> -ff Inoos, cada MU uada ao aaa J4>r*ia 4o i^lltt'llllOOeaWaX Ipfrea. *a *..* perfeita engommadeira e coiinha, sem viwaaai J*JiJdMaTDWl8as- tyfrflhy'att
Z ,,: ii.,,,:,,!!..... n,^/.iil|^gr^Proprias para vestidos, a
Fara aG*bai 1 |%?aa^^i,.Va^iat*600a.yar..
raa.Duqae
fdWdat-L
celiinena
.latr^taav cwn-
c} e .cqtj a a
.'.v -udcaa aa
ftcsnleioa. e blades transparep^ae'tt
ft 4\i0 rs.
to-ai Bam da Vkiwia % M ~
eup ac.'wST 1 wnarri .710 uel io^m a lelaoiHa ai
aiuwd a i'.icu dm.u ,iamq uifgrniaUn a
***ftr*gggg^
"1

43, loja de Guerra A Farnande*, pelo mTTiaal- )
1 annha de araruta
Vend^e^iue^arHUfMU ttffMi, taato en
porcoes &.mo a retalho, per preco que adqatai-1
Bres: rua feJF-
; e travessS Stf
libra a retalho.
20 ,e/alal;b e TuJ -up is*
"fftffi6s ^^BOIiigttgne :
0kS ttilh flU^gittf ,oi?nen> 0
oJp t- -cWAqarWMfff! i^u! o
Banaaaatin: en eb ohl el wy .ajeradoa a
-Haidiaaid .iJtw -roq obae.'ii
eb dfiaiUci.. !oe oii>.
BWIhris boo [i
. ; TT-Bnaana
oMaotbehe
'" '
Dito Bordeaux em quartollas.
Vftfyw p,w, baratt) prep
PAHA. IRWUDACAO'DR-CONIAS
HX
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com- fan* ttWligia) do
SSa/?,M'W^:' ''"^P" Trr Botica.
!
U
n. Sr '*;,Wuoui a ; ovilad^
;J8. ata tuaoi u uT .
ceo do Padre Lobato n. 8 A. .stoat
iraaaes ifctfaiijiiiyM.fl^f.a^. i _
vesa da jQjrpo Santa n,ip, -
1
elartv*
paa^eift1aalp)iaJiia>.^u
m'daivaaaa? d4a7~
a rua do Briimns. 100 a 105
rei^k-s3 oa segaiiotea ob-
commoi^MM *^n*^
bda.a^aAa. ^Iira^sxuacetaaaraa1t> ajpaaainai avagijl
Veaa^Hjat*
twnjr,niap
ausira'ji
tdaa
> .^^o^4oDbaCom molU 'fff
rWwij^ja^Ka'WrlW ^peipia,
B-ACRINAS.para gelar agua e faxer ft\*;~*m
aate^eainiupi i mo
aadj.icdK ie
donral Itabawa-fc C. tfe
^_<
KaadafM a* aw-
IIO0O9T1? TITS T.
abgi*F.'f piiiimipui
J0R.NAL DAS FAM1EIAS
Assignatura-1874
ixaooo
Enk-agftTSflq.numero de,Janeiro.
rr^ LfVRARIA FBASCE?A.
GAZRTA JURIWCA
A5Signatura-474
24XQ00
VendeTSqacolleccap de W73 pqr 16*000.
LIVRARIA FHACkZA.
I
i
>.' ma,.jai fialia^aj I I
rjjQtietaflqs o> IfH^lA /* MMOp *
'ar o bom conceito que teem merecjdo do
itavel publico, distinguindu o seu estabeleci-
9 doa mais qua Urfgochro no riianmo genero,
3 iram aos sens cofrespoadentes oa& diversas par-
d'Eurepa para loes enviarem por todos os pa-
qojetes os objeeto* de luxo e bom gosto, qua se-
Jqi mais bem aceftos pelas sociedades < legantea
daqu.elj.es pai.es, vi.-to aproxjmar ae o tempo da
fesia, em que o bello sexo desta iunda Veoeu
mais oJtema a riqueza de suas toilettes ; e co-
ma ja recebessem pelo paquete fraucez diverso
artjgos aa. ultima aioda, veem patenlear alfui>
ff&f tiPyUiPfift rt,f'nam W reaimtoeodaJiata,
.efrieranab flu respeitavel publico
a cosiaouda.
coqeurrencia.
derecos de tartaruga os mais lindos qne teem
lo.aoTieraadft,
lbunscqm ncas cans de madreperola da
velludo, sendo dfversos tamahbos e baraus pre-
cis.
A derecos complelos de borracha pr prios para
luto, tambem se. vpadciA meios a ier--o.s mnito bo-
Hot^es de setim preto e de coref ; e
vesjidM de setbbra ; tambem t--^. ...... e
Bolsas ,para .-enhoras, exjste um bello amtimea-
to de seda, it palha, de chagrim. ex., etc, per
barato'preoJ."
Bpnecas de todos os tamanhos, tan to de louja
eomo de cera, de borracha e de nu.s-a ; chama-
mos a attencao das Exraas. Sras. para e.-4e arujo,
pots as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertihentes pnf falTa de um obiecto que as en-
tre'.enHam.
Camisas de Iinho lisas e com peitoi bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulat de Iinho e de aigodac, de divers^ pre-
50s.
Caixiuhas com musica, 0 que hi de mais liodo,
com disticos nas lampas e proprios para presea-
tes.
Oiques os mais niodernos e de diverts forma-
tes. "
Ohapeos para senhora. Receueratn um sortimenti
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas. t
CaueUas .-iiuples e com veo para noivas.
Uaicas bordadas para nieoiiia's.
Bnlrernero9 estampados e bordados, de Undo*
desenhos.
Es.co.vas electricas para denies, tern a proprie-
dade de evitar a carie do: denies.
Franjas Se seda pretas e de cores, exile ora
grajnde sortimento de diverts larguras e baralo
itas de sarja,.de gorgurao, de setim e de cba-
ujalute, de d^crsasjarguras e boaitas cores.
Ea'cbas de guVg'urao inuito lindas.
Fibres attiflcraes. A Predilecta prima rm con-
servar sempre um bello e grande sortimento di-
Us.flo es,.nao so para enfeite doa cJ^IJos, cotno
tarqbem para ornato de vestido de noivas.
Gajoes de algodao, de li e de seda, brancos,pre-
tos'e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lagos de cambraia e de seda de diversas com
para senhora
Li'gas 3e seda de cores e brancas bordadas para
' (.ivros para onvlr mbsa, com capas de madre-
perola, marlim, 6s-u e vdiudo, tudu que ha de
bom.
.Prates dp tartaruga e marfim para.aJisar os ca-
belbs ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um-bello sortimento de madre-
perola, marooY, osso 0 dojirados pr barato prec/>
;Pe^foinarias..Ng.te.iirt|gc\,esta a Pjeddecta beta
provida, hao so em extractos, comi em oleos
banhas dos melhores odores, dos mai; 3 fa mad' :
fahricantes,- liottbin. Piver, Sociedade Hygienk-a.
oudray, Gosuei e Rimel; sao indisp tfcaveis para
afespu
Saias bordadas para senhora, por commod'
pr?co.
Sapatinhi.- de la e de setim bordados .para bap-
tisjdos.
Tapetes. hec mento de dtverso's tamanhos, tanto para soli co-
ma para entrada de salas.
Vestimenta* para, hapti^ado 0 que h< ika meRkr
gosto e os mais modernos. recelx'u a Pri-dttaeti
vadejTor barclo preco, para licr a. al-^uca
qualquer bolsa.
Rtia rdo Cabuira n. 1

Para a boaconservaQao
BE
VOSSO CABELLO
C
4$M<
&anea
_a, e cabos da roadeh*
irua da huperatrir a.'WJ'to;
EJle e" um pewentivo soguro e certo contra
a calvice.
EUe da e resiaura l'orca e sanidade a ^lle da
cabega.
Ella dp pjKWRlo- faz cessar a queda prema-
tua, dos oabelles.
FU^d&gSandeffiqneza do lustre aos^ca-
Ejle doma c faz preservar os cabeilos, em
qualquer forma ou posicdo que se iie^-
jje',~ii*am estado -formoso, liso e macio.
EUe faz crescar os cabellos bastos e eotnpri-
0 os.
EHe conserva a pelle e^o casco da cabe.a
jlimop eiivre fleioda aespecie de .wm.
rev
Elle prevrne os-cabeflos de se *3pnareia iira
cos.
Elle consewaa nabt^a n'um estado de fres-
watoa, tnaatlaiaa cura reftjiaaraajp/ e agradavel.
a. 56 ioja E$le n3o 6 aemasiadaraante oleoso, gordu-
1
ve^tirarfo^;^8tao alpaca
pai-a iiaeiiirros.
Ricamente mfertadoe pree
yar^an oaa : a rua da ]
rpy*#iiMWMr ,.W lefdfV4W(flfiRadjco. .,,,
reitOS de eSgUiaO OOrdaflpS- Ale nao deiia o menor cheiro desagrada-
#mm*i!^^m* W e^1^^FteOW<.^cabel.os das
"-*** *?" "l^"" '"Ha* iMiiioy a^lle d o melhor e o mais aprasivel artigi
Cftrnaval a .npiiHaftea^eoM^cxawP e axrau^. dos ca-
para eacber !iraa de fcon|cha;jd bellos das senbpraa,
e fc-iaoi, aactundo asit )pms Elle d o untco artfgo p,
"log, e. bar
FerretralblaiaT* XT, i^mSmm
oxim'iii Wiiu uii uinlu anil) m>
I uoli>b A
j

p nito comoioo>.ffw,fe..lante# Mvaapa
o aegninies lugares : na Torre, a margem do oa
"W^Pr1^ "'i'Wli? estacjo do emipht> dq Bpr-'
'ol ,wp de^stafl^daAfci-eatPs.modeiPs UMftoMti ,rbf^;Bararibai imnasa.ialrdf att
MMias para 1814 ifei>
Livi^rJaFmnoeza.
a WaruUn- do m e
i Mta(4o -laHiiahoia'fea. aa. tstrada !-ebodo
M
Feitosaj uf f^WWefta,^. Rosario,
-------'
^'-t> '________

Pnlhinba de porta a 160 s ama.WMJA d ,affi>'JC^'o, cwm>o9la d:e l*caderrai
Folhmha am-dUtea a 400.. ^ de gna?nican, f FuHimhi. lelig.. sa a 400. '.'ioul^J e tatnl^m llavat.no e I mesa de janlarda jaca..,
para limas
Borracha pftKahinae
e*.uperior qualidade vendem :
ftatlaMiJieii i L
iaaspara fa?er limas .,J
aiaa*para unzer uvm&
Bnrlh lorneu j ft
Hr-llua l.arKadflrlMarte-34
_------rrrr.
para o pentea-
os senhoree.
senhora se
0 com-
i
ca e aformosea
O CABELLO.
AchavascdJaaBda noestai)aaariaaentoa de
*r^^ad^.,agBntes. E e-todas.
boticas.
ATTENCAO.
^eade,-se o armazem de m.lhados, sito 4 rua de
e^**jraw>Jlf>ar n *, bem alregneMdo^ aao)o para
a praca-oamo para q roalo, para liqaidar-se turn os
credures : a tralar no mesmo.
Por couimodo preoo.
Yende se uma tasa de taipa com urn torrea*
|>rincipaes lojas de
JHlil, dd filRItt
%
4 C. vendem tlritas orisaHm
raTta'pr^aB prvtes eabeitoa,
etafeettlne-anuiiAid*. nan ao
rio modo de emprega-lo, como no rffi^lade que
te, efnmo ingka,e
chimbos : vendem no
, ao da Victoria n. a.
i vefift-se srfs eaddras a-rvas, da amar/M( :
na rua da Imperatria n. Si A, loja le fa
Bxactomente, caieuladaa pat* Paraaadtuaai ; iapaa, tmW a;eurido a-ta-lo-,' ajflaj itAMieo da ao-la))^ pm 60 oabnoa de frente qOoO de fuado,
Pa,riii Af)igadis,..|*^a.dH ffiMctaiiro do &r, loao com alguns pes le enqueiros novos, foreiro, sito
'-Coireia, quo iudicari quem v6nde. I no Barro : para tratar na rua Imperial n. t5.
tavern* sit* a tuH* R4irr a. ."-h*wafrp*,
zada, tant para a praca rflato pit* o mi
traur na roa aa Praia > 61.
rn^m
' ,'.


*-
8
Dimip de Pemambueo Quarto feira 21 de Jaueb* de WL
JDRISP
t
==ss
u
A KESraTOONBCaClilfo !***>BA*A!NE
EC-COMMANDA.NTi: EM CHErE DO EXERCITO
Q MBESO.
TERCEIRA PARTE.
OMUTOXAQAO ( DE 7 A 29 DEOUTUBRO }'
CAPItULO VII.
AIDIEKCIA OE 18 E OUT.UBftBjfc, ewe
(Co>i R.Existe nos regulamentos militares
Lima circular que prcscreve que se coafiem
as baoatyras d arliluaria.

I'.Entao naojulgastes dever fazer admit-
tir aoinimigo que as vossas bsndeiras jd ti-
nham sido queiniadas ?
R.Ndo pensei Oisso.
PEoi dictado por vos que, a 87 de
outubr j, o genera! Soleitle redigio e expo-
dio a' seguinte ordem :
Aos generaes commandantes do corpo
de. artilbaria do corpo de exereito.
27 de outubro (n. 1,002).
a Tor ordem do mareclial coramandante
em chefe, as baadeiras e estandartes deve-
rio ser enfregnw hoje no arsenal de Metz.
As bandeiras serao envoividas nas suas cai-
xas, cpuduzidas por um tenenle, e acompa-
nhadas por uma escolta de quatro officiaes
inferiores, a cavallu, se forpossivel. Quei-
ra entender se com o commaodante do^ sea
corpo do exercito para que se deem as or-
ders aos differentes regimentos para esse
flm.
Peco vos quevosdirijais ao meu quar^
tel-general, boje pelas duas boras da
tarde.
P.Fazeado armazeaar as baadeiras pe-
lo service especial de artilharia, a vossa or-
dem podia ter alguma cousa de singular, e
parecieis oeafuudir as bandeiras com o ma-
terial ?
R:Queria evitar as commogoes que
podiam produzir-se em cada um dos cor-
pos.
P;Foi, seguado as vossas instrucgoes,
que a 27 de outubro, o general Suleillo re-
digio a seguinte ordem?
Ao coronel de Girels.
^7 de outubro (n. 1,003).
Por ordem do marechal commandaute
em chefe, todos os corpos de exercito de-
vem maudar as suas bandeiras e estandar-
tes. Pego-vos para as receberdes e para as
conservardes ; fario parte do inventario do
material da praga, que uma commissio
de officiaes francezes e allemaes ba de for-
p-,' Drc, fezffejps-pqtor fBie a exeeu-
clo daqaol||'.oWGBKc%i|iipossivel.
R. Acreditava. M
P. As orde|s foram fiadas a 8d. Ti|
Pj noifc.
P. Como explicaia haverera desappa-
racido od^mantos.relativos i dostruigdo qae tambem vos oTfereceu, fazer conduzir um
das baadeiras ? dos vossos officiaes supertows ao tbeatro do*
R. Estavarri em poder do general Jar- aeontecimentos. Lembrai-ros de ter rece-
ras ; era elle que devia conserval os. bido esse dospacho, de que se nao faz men'
P. -~ Vou faier a leitura da ordem que -fat) na \esse rqemuiia jujfifieaUva? ,
havieh dado ao coronal de Girels : R. Mo roe lembro de ter recebido se
Seguado a couveagSo militar assigqada melbante,eoaimuaioacAo
Lentrega dos servigos ao mareclial ?
^residente. Essa entrega de servigo
?ldny) finer parte do vpsso depoimente, mas
dados que tinham pertencido aos, di
too* de exercito de Chalon. faram,
os, que se achavam encerrados em fcge-vos observar qoe deveis depor sem sor
por consequencia, bavieis sido infer- tajerrompido, Mis tardo eu vos farci as
do do desaafre A Sejjg. ti n jipeMlfctas que me parecerera aocesaarias
A relac&o dfco jB-va-traasmiMUa i tA festemuaha. No dia it, o irapcrador
nrti ml iii^iip|iiiPy^piiii|pliiJ^|iiaiiiiili o marechal Bazaiae de que in no-
meal-o commandantc em chefe. Subepelo
hontem i nocie, 27 de dezeinbro, toio o 0 general Pourcet,coramissario do gover-
material de guefra, bandeiras, etc., deveser no. Dissestes ter sido prevenido a 15 de
depositado e conservado intacto at^ a pat; setembro, por um official do estado maior,
s6 as coadigoes definitivas devem decidir que amarechala Bazaiae se achava era Tours,
delle. Por conseque'-cia. o marechal com- Desejariarnos saber o borne desse official,
mandante em chefe determina, da maneira alim de que elle posea aer ouvido pelo con-
mais formal, ao coronel de Girels, director selho.
de artilharia de Metz,' que receba e fdarde' to. Conbeoi primeiramente a residencia
em lugar fecbado as bandeiras que foram ou da marecbala em Tours pela Gazeta AUemd.
forem entregues pelas corpos. Ndo deverd,' Foi so m.iis tarie qoe a saa residencia na
sob nenhum pretexto, entregar as bandeiras casa desdama blanches, em Tours, me foi
ja* depositadas, de qualquer parte que se 'confirmala por um ofOcial, cujo nome in-
Iho fga o peaido. .datarei.
c 0 mareclial commaodante em chefe, I O general Pourcet. Bavieis deelarado
torna o coronet de Girob responsarel da exe- na vossa memoria justificative, qoe por oc-
cugSo desta determina^Jo, que interessa no casido da entrevista em Terriens, do general
mais altograo a conservagio das clausulas Boyer com os cbefes do txsnko allenaeo,
<1a oaveagao bonrosa que foi assigoada, e Mr de Bismak exigiria a entrega previa da>
honra da palavra dad. 0 marechal praga de Metz as autoridades allemas, e isto
commandante em chefe. Bazaine. i antes aV qualquer negociacSo ; era, a act*
P. Vou tamb^m fazer a leitura da carta da coaferencia de 1* do outubro, nfio fazen-
dirigMa pelo general Jarras, em preseoga de do menfio desta coudi$ao, desejariarnos sa-
uma iatimacao do general Stiehle .
< Carta ao general Stiehle.
Apressei-me a levar i presenc1 do S.
Exc, o marechal Bazaine, a carta que de
vos acabo de receber, datada desta maaha,
is onze horas e meia. Estou encarregado
bar se OS geaeraes foram preveardos desta
exigeacia.
R. 0 coramissario oV> governo serve-se
sempre da palavra memoria juetifica-
tiva Devo fazer-Ihe observar que o- re-
latorio mandado ao conselho de inqueriio
pelo marechal do vos dizer de novo, que e nao pude de maneira alguma ser considera-
uso em Franga entregar a artilnaria, para do corno uma memoria justificative, porqpe
serem destruidas, as bandeiras, depois do foi redigido sem archivos, o apenas de me
mar.
R.Naoluieuque fiz dar essa ordem.
0 general Soleille devia fazer queimar as
bandeiras. ^"
P.Quando fostes informado da commo-
yaocausada pelas ordtns que tinheis dado,.
iiao havieis determinado qne se prevenissem
as tropas de que tinha sido por erro, que
se oio indicara que as bandeiras fossem le-
vadas para o arsenal para alii serem quei-
madas ?
H.Quando recebi a carta do general
Picard, datada de 27, preveni immediata-
mente o estado maior para que Bzesse indi-
car que havia sido por um erro, quese nio
tinham1 indicado as palavras para alii serem
queimadas.
p._Mo havieis dado a 27, a seguinte
ordem ?
Dignai-vos dar ordens para que as
aguias dos regimentos de infantaria do vos-
so corpo de exercito sejam recolhidas ama-
aha pela maaba cedo, pelos cuidados do
\osso commaadante de artilharia, e trans-
portados ao arsenal de Metz, onde a caval-
laria ja depositou as suas. Prevenireis os
chefes de corpos de que serao alii queima-
das. As aguias, envolvidas nas suas caixas,
serao levadas em um carro fechadas; o di-
rector do arsenal as recebera" e entregara"
recibo aos corpos.(Assignado) Bazaine. i>
V. n8o havieis mandado um despacho ao
general Cofflnieres, indicando que as ban-
deiras nao deviam ser queimadas?
R.Era para evitar qualquer indiscri-
^3o que podesse dar lugar a explicates
com a autoridade allemS. E aWm disso,
aquella ordem nao tinha sido redigida senfto
com o proposito de indicar ao general Cof-
finieres que elle tinha de abrir as portas do
arsenal, e receber alii as bandeiras.
P. Mas nSo achastes alguma cousa dc
auormal em fazer receber as baadeiras, e
nao indicar aos commandantes o lngar em
que essas bandeiras deviam ser queimadas ?
r. 0 general Coffinieres sabia que de-
viam ser queimadas ; se isso nao foi indi-
cado na ordem, foi para se evitar qualquer
indiscricSo.
desapparecimento dos generaes que as entre-
garam is tropas. A nossa historia apresenta
a esto respeito exemplos, que s gadamente. muito numerosos.
Pdra satisfazer pore"m ao desejo mani-
festado por S. A. R., S. Exc. o marechal
Bazaine, deu-me ordem para vos fazer saber,
que nenbuma bandeira foi queimada depois
da assignatura da convengio, e que as qua
foram rtepositalas no arsenal, em numero
de41,pouco mais ou menos, serao entre-
gues & commissio especial. Devo accrescen-
tar que a cavallaria ligeira e a artilharia oio
trazem nunca os seus estandartes para a
campanha. Quanto cavallaria pesada, ti-
nha-os depositado, por ordem, nos primeiros
dias de agosto, no arsenal, donle foram
expedidos para Paris, antes do bloqueio.
P. Nio tenho que vo interrogar a
respeito dostes dous documentos ; fallam
elles por si; v6s explicai-vos na vossa ie-
feza. Que entendeis v6s por os estandar-
tes e material que devem ser cooservados
ate a paz ?
R. Julgava que a praca ficaria perten-
cendo a Franga.
P. Terra inei; tendes algumas obser-
vagdes a fazer acerca do vosso interroga-
torio?
R. Tenho j dizer que s6 fai ouvido
uma vez pelo conselbo de inquerito, quan-
do devia ter sido chamado rauitas vezes.
ludiquei ao Sr. ministro da guerra a memo-
ria do coronel d'Andlan. 0 ministro diri-
gio-me uma carta, que aqui tenho ; carta
na qual S. Exc. lamenta as polemicas a que
deram lugar os factos da guerra. Quria,
disse elle, que cessassem immediatamente.
Existem desgragadamente muitos escriptos
aoonymos, e 6 impossivel extingail-os. Alem
disso, accreicentou elle, aquelles factos sio
do dominio da historia, etc.
Presidente, interrompendo. NSo podeis
entrar na discussao dos actos do ministro da
guerra ; as quest5es que se hao de debater
hao de vir successivamente, quaado as tes-
temunhas tiverem de ser ouvidas.
Marechal. Disse-se que eu tinha trahi-
do a confianga do imperador. Ora, posso
responder que A minha chegadaa Cassel era
esperado por um ajudante de campo do im-
perador, que me escrevia para me dar um
testemunho da sua confianga. (0 mareotral
t nha os olhos vermelhos, deslisaado-se-Ihes
as lagriroas.)
Presidente. Tem a accusagao algumas
observagdes a fazer ?
0 general Pourcet, commissario do go-
verno. Desejava fazer muitas perguntas
ao marechal Bazaine. Diz-se, n'uma obra
redigida pelo estado-maior do principe Fre-
derico Carlos, que a 7 de setembro, 153
FOLHETIH.
LUCBECU BQSGIA
MEMORIES OE SATfcMfcZ
ft-. Hanocl Fernandet y Gonz alm
SEGUNDA PARTE
SAVONAROLA.
moria. NSo posso pois responder pela sua
exactidSo.
O general Pourcet. Entio- oio podeis-l
responder, nem affirmative, nera- negativa-
mente T
R. Respondo quo se deve referir
acta da conferencia, e nao A miaha memoria
justificativa, qoe nAo tem nada de olficial.
Presidente. Senhores defensores teem
algumas observagoes a fazer T
Mr. Lachaud. Nao, Sr. presidente.
Presidente. Comeg.aremo& na prineira
sessao a iaquirigio das testemunhas. A
primeira testemanha quo serA ouvida ha de
ser o marechal Le Boeuf.
Levaatnu-se a sessao as duas e meia, adia-
da para segunda-feira 10, ao meio dia e
meia bora.
0 marechal Le Boauf apresentourse larda-
do de marechal de Fraaga, mas sent banda,
nem espada.
P. Como se charaa ?
R. Le Bcauf (Edmundo)
P. Queidadetem?
R. 64 auaos.
P. Qual e a vossa profissio?
R. Marechal de Franca.
P. 0 vosso domicilio ?
R. Monsay (Oroe).
P. Conheceis o accusado T
R. Conhego-o desde a canpanba ds
Crimea.
President*. Devo prevenir a testeoui-
nha de que em virtude do meu poder discri-
cionario, dividi o inquerito ear muitas sec-
goes, sobre as quaes as testemunhas chama-
das, quer pela accusagao, quer pela defezah
serao successivamente ouvidas, Boje temoa
que nos occupar do periodo quo decorreu
desde a declaragao da guerra ate- que o ma-
rechal Bazaine tomou posse do commando
em chefe. Fazei o vosso depoimento.
Marechal Le Baaf. 0 marechal Ba-
zaine recebeu a 5 de agosto o commando do
2., 3." e 4." corpos. A 9 foi-lhe confkdo
igualmente o da guarda. Todavia, ate" 12
nao teve mais do que um comma ado su-
bordinado. Foi s6 desde 13 que comegou
a sua responsabilidade. Quando o marechal
Bazaiae eatrou na posso do commaudo em
chefe, o effectivo em homens era de 178,188,
e em cavallos de 30,500. Os corpos do
exercito tinham recebido ordem para terera
sempre oito dias de viveres, mas calculo que
nao havia mais de quatro ou cinco. 0 6.*
corpo estava incomplete ; nao tinha o seu
possoal administrative Tinha-se organisado
par consequencia um comboio auxiliar. A
13 o exercito achava-se na frente dos fortes
Quelen e Saint Julian. -A guarda estava na
reserva. Quanto ao iniraigo havia conheci-
mento das suas posigoes. Devo eu fallar da
iniparador qua o mareclial Bazaine tinha
op^osto algumas difficuldades para aceitar;
Sbservou-lbe que os mareohaes Csnrobert e
lac-Mahon eram mais antigos do que elle,
mas <> imperador quiz passar alem. Quanto
A entrega dos servigos, teve lugar no sentido
porque o imperador o disse : Eis aqui o
effectivo, eis aqui as provisoes; mas ficaudo
os raesraos chefes de servigos, era a elles
que pertencia por o mareclial ao corrente
da situacflo. D'entre aquelles chefes de
servigo, s6 o genera! Jarras fez algu-mas
observagoes. Considerava a missSo um
pouco pesada. Mas cOflBo estava perfeka--
mente ao corrente do service, era in lispeu-
savel, quo licas^e junto do marechal Bazahie.
Nao me consta que o marechal tivesse feito a
rnenor abjeegao & escolha do general J arras-
para chefe do seu estado maior.
O mareclial Bazaine tomou o commando-
no dia 13 pela man ha. Eu fiqoei> sum em-
prego ate 15, e nao poderei dizer o que
se passen desde 13 at^ *5. Sei qp>% a 13
o marechal Bazaine tinha urn peneemento
offunsivo. Era a minha opiniao tambem,
e eu- n*) palia deixar de approvar esse
pensamento. Seria1 ease tambem o pensa-
mento-do imperador ? Nao poderei dkrar
se as ordens do imperador a este repeito
tmham side Mo preeisas. 0* projecto de
retirada subre Chalons, que se attribue ao
imperador, niod oais do que uvn projecto
maP pensado. G'imperador disse-me que-
queria concentrar-se em Chalons, mas nao
sei se o i nperador tinha dteixado ordens for-
maes a este respeito. Sei que durante a
batalha do Broy, o imperador estava no
sea quartel general de Metz. 0 imperador
lamentou aqu -lie cOmbate, que podia retar-
dar a marcha-do exercito. imperador fe-
licitou portanto o marechal Bazaine do wsal-
tado d'aquelle dia.
P:Ifoveis indiaado perfettamente o dia
em que comegpua responsabilidade do ma-
nechal Baeaioe.e comprehendido que era
necessario fazer comprehender o estadb-e
os- projecto* do exercito n'aquella occasiao.
> mareclial! Bazaine tinha, desde 5 do agos-
to, o commando limitado a*s operagdes ia-
Ktares. Eaplicai- ao conselho em que coo<-
sietia esse commando
Ru0 imperador tinha- o peasamento de
former dous- exercitos, um que seria confia-
do ao marechal Mac-Mahon, e o outro ao
marechal Bazaine. 0>grande quartel gene-
ral1 devia subsistir, para se nao- subdividi-
rem> os servicos e hmitar o commando as
operagdes militares. Tbdos os servigos inr-
dependentes d'estas operagdes,. viveres, mu-
niejSes e outrast funccionariam de maneira
a nao embararar os movimentos dos- dous-
exercitos.
P.Nesseperiodo de 5at^ tJfc de agosto
pela manha, varioa o commando.do mare-
chal Bazaine?
R.Perfaitamente.
F.Nio tinha,. n'esse periodo>. ogrande-
estado maior transmittido aos corpos do m*-
rechal Bazaine as differentes ordens ?
R.Sim lembro-rae qoe a t o- impera-
dor quiz fazer um movimento offensivo, ea.
consequencia da derrota de Forbach ; o ma-
rechal Bazaine estava em Saint Avoid, e fci
informado d'aquelle movimento offensivo*
que se preparava. Outra ordem : depois da
retirada do general Frossard de Sarregue-
mines, o imperador mandou dtzer ao gene-
rsl que se concentrasse em Metz, e o mare-
chal Bazaine foi informado d'este movi^
mento.
P.Nao indicou o- marechal Bazaine ao
imperador s linha de Nancy como a mais
conveniente para a retirada ?
R.NAo* aio esUva alii, mas ouvi dizer
ao imperador que o marechal Bizaine lhe
tinna effectivamente indicado aquelle linha
de. retirada.
p.Segundo os documentos q;ie pos-
suimos, parece quo o imperador teria tir
do a ideA do ccear dous centre* de resis-
teacia, um sobre Paris e o outro sobre
.Metz?
R.Nada poderei dizer, e fui raesrao
surprehendido, porque o imperador, ate ao
memento da minha demissao, cootou-me
todas as ordens que dei. Desde o dia em
que fui demittido, isto e a 7 de agosto, o
imperador commuoicou directameate com
os chefes, -e ignore se n'aquelle momento,
deu ordens n'aquelle sentido.
P.Entao, quando elle tomou pOfSf do
seu commando, o marechal podia ter sido
pasto ao corrente d'aquelles movimentos pres-
enptos quer ao 6 corpo, quer i reserva ge-
ral de artilharif? i f T f\i
R. -Na i creio que tivesse aido posto ao fa-
cto antes de t,3fie at>std>. \\
P. Podeisifizer conhecer melbor ao con-
selho, se o marechal Bazaine raxrt>fU; -,
formagdes a respeito das ordens qua se ti-
nham auteriorntente dado aos corpos do exer-
cito ?
R. Creio que aquelles corpos tinham ro,
cebido ordem para marchar sobre Chalons,!
creio que o marechal estava informado d'B-1*
so, mas n&o posso afljnnal-oVI J fUl
P.'D'e.:se raoio nao s6 o marechal Ba-
zaine ignorava qual era o ellectivo do seu
exercito, em homens-, em cavallos, em raa-
tenaes, em provisoes e em mantimentos,
mas que uao tinha sido sufficieirteineute in-
formado a respeito das operagdes que se de-
via n nocessitar. Nao era a v<5s que corape-
tia dar-lhe essa* infornoagoes, quando* dei-
xastea as funcgoes de chefe de estado maior
db exercito T
R.Quando e- estado maior general se
deiuittiu das suas fuuecdes, isso pertencia ao
general Jarras, que tinha feito parte d'a-
quelle estado maiorre que se tornou o* che-
fe do novo commando em chefe; pertencia,
digo eu, ao general Jarras eschrecer o nw-
rechal Bazaine, a respeito de tudo que to-
cav* ao servigo e ds operagSes.
am manifest^ jHBJjtT descontentamento.
A24dejuli& ni euo marechal da
minha chegdaj|htt ; julgou-se dever in-
terprets r a sua panida por Borny como um
stghal da descontentamento. reio que esta
tsrrr- -*: (a2T
I Mr. Machmjd.k teatemunba pdde dtzer
se teve conbecimento de ter o marechal Ba-
zaine didopassos directosou indirectospara
Obter o comuando em chefe?
R.Nao ouvi fallar disso seuao depois
dos acoiuecimeatos.
. presidente.Senhor marechal podeis di-
zer porque e que o plaao do marechal Niel,
que consistia em f rmar tres corpos de exer-
cito, foi abandonado, e substituido pelo que
queria isoiar os corpos do exercito nas dos
outros 1
R.Creio e posso mesmo dizer : estou
to que aquelle piano fui baadonado por
does razoes poiiticas, nao de politicas.de po-
litiea intern*; mas de politicaeaterna.
O marechal Bazaine.QMaado deiiei
Metz,. a 13 nao sabia se o maruahal Le Bceul
chegari* i neite, e nao via iucoaweoiente em>
mudar de opiniao, Nao era para fugir A
presenga do major general que eu me diri-
gia a Borny, mas para lhe ser agcadavel;
isto e, para lhe ceder o meu alojaeaeoto.
A testemunha respondeu que e&ctiTa-
mente o marechal Bnaaine nio tinha nen-
huma razaopara estar em rivalidade com
Tille.
ALDWRCI-. DE 2B* DE OCTCBRO
P.Podia o marechal ter sida posto ao-, 2-. tast-.nunoa. O general Ubrxm.
corrente das ordens daJas k divisao da *&-\(jiria.vuiwi asdisposigoes do imperador a
vallana Fortonr em presenga da occupagao e> ^q ^# dia em quecedeu o commao-
XV

I.fcCOMO LCCRECU SABIAVALER-SEtAliaKII DO
SOBRENATTOAL.
(ContinaacAo do o. 15.)
Savonarola deixAra de ser q reformadpr
tremendo; fora aniqdilado, e'nto si co*
lihecia A si pioprio.
Orava ajoelhado na sua cella, e parecia-
lhe eateril a sua oragao, inefficaz, perdida,
sem um echo nos abysmos do nada. *
Buscava o extasis em qoe con tanta faci-
iidade wbia d'ates, e T&ao" o eoeontm*
Sentia ou julgava sentir o taeuo quedai-
vira na sua alma o espirito prophetice do
que ae julgAra poaaaidor.
Desconfiava de tudo, comegando descon-
fiar de si masino.a :J t.A
Langava o $eri$*tet*o para o parvir, e
o seu pensaroento perdia-ae n'um cahos. no
meio do qual ae crazavam duas malheres.
Uma dellaa loura, a outra pallida como uma
desenterrada.
Procurava no ver aqudlaa duas mulbe-
rea, a vi-as cada vez mais distinctss, tern-
veis e ameagadoras.
N'uma dellas via Angioliaa, e na outra
Lucracia.
Angiolina cahira n'uma loucura tran-
quilla que a domiaava por iotervallos e que
nSo cassava senlo para que a sua alma se
ontregasse, illumiaada pela raz&o, a um
padecimento insupportavel.
Affonso Crespi cumprira religiosaraente
o quo promeltera i Lucrecia por meio de
Pedro de Napoles.
Humilhara-se ante Savonarola ; soubera
chorar; pedira-lhe em nome da caridade
3ue visse sua filha e#J""yeslasse o auxilio
o seu poder sobrenatuVat.
Angiolina morriade angustia.
Savonarola foi ve-la varies uoites.
Levaram-n'o a isso, em primeiro lugar
a caridade, em segundo lugar a vaidade e o
coragSo. -
Angiolina repeUira-o, e nem sequer lhe
fizera a honra de se queixar.
Uma noite, tres dias antes das sceoas que
tiveram lugar na praga da senhoria, quan-
do Savonarola, acorapanhado de Affonso
Crespi, passava pela rua del Cocomero, eat
direccao ao eonvento de S. Marcos, Affonso
de Pa(it-d<-Mousson, e do reconhecimento
na direccao de Nancy ? Sabia elle tambem
se as ordens tinham sido dadas para a des-
truigao das ponies entre Metz e Pont'-A-
Moussoa?
Rv0 marechal' Bazaine devia saber pe
lo imperador, que se tinham ordenado re-
conbecinteutos de cavallaria, mas nao creio
que o tivesse sabidoem eetaihe. Qanto as
pontes era- impossivel destruit-as, antes que
o-exercito- tivesse passado para a macgem
esquerda do Moselle-. Qaero fallar s6mente
das pontes sttuadas entre Pont-a-Mousson e
d praca- de Metz. Derem-se perventura or -
aens para a destruigao das pontes, e por
buem foram dadas ? 0-marechal Le Beni
repete que era necessario esperar que o exer-
cito tivesse passado para a margem esquerda
do Moselle*
Presidente. Nao fello das pontes que pe-
dem tor servido para um movimento doexer-
oito,. mas da ponte que se acha nafrente de
Pont-a-Moussen, e que se deixou de fazer-
saltar quando o destacamento deixado n'a-
quella localidade pelo general Margaritte de-
via retirar-se & aproximagAo do inimigo.
Sabeis porque nio foi dada esta ordem im-
portance, e sa-o- marechal Bazaine deve ser
c>nsiderado-oomo respensavel d'uma negfi-
gencia que facilitou a marcha do inina-
igo? _Jr| j
0 marechal Le Bceuf nao deu. nenhuraa
respesta procisa a esta pergunta.
P.Podeis informar-uos a respeito dosj
motivos que fizeram dar ao 2 chefe do es-
tado maior general as funcgoes- de 1 che-
fe-do estado maior general da exercito do
Rheno?
R.Quandoeu deiiei as funcgdesde ma-
jor general, tornou-se de direito o geuaral
Lebrun o primeiro major general ; ntas
tendo manifestado ao imperador o desejo de
commander um corpo no exercito de Cha-
lons, s6 o general Jarras ficou; major gene-
ral ; accrescentando que elle estava perfeita-
mente ao corrente de todos os detalhes do
servigo, cuja direcgao ja tinha tido.
Presidente. 0' commissario do governo
tem alguma pergunta a dirigir & testemu-
nha ?
0> general Pourcet.Recebeu o general
Jarras instrucgoes para fazer com que lhe
dessem contas- do servigo geral ?
R.Era muito natural que tomando con-[
ta das funcgoes de major general, azesse que
Lhe dessem conta do servigo ; peaso que as
sim se fez.
Presidente. Teem os senhores defen-
sores alguma pergunta a dirigir a. tostemu-
nha ?
Mr. Lachaud.*Desejo que a testemunha
se digne dizer se notou o menor signal de
descoaieatameale no marechal, antes.de ser
investido- no commando em chefe ?
R.Nao, nuaca. Primitivamente, o ma-
rechal Bazaine devia ser investido no com-
mando do exercito da l.orena. Tendo mu-
dado as dispoaigoes, tornou-se simples com-
maodante de um corpo do exercito. Devo
reconhecer que elle aceitou a sua situagao
do ao marechal Bazaine. Nesse dia o-im-
perador tinha assenlado o seu projecto de
retirada sobre Verdun. Oraorechal aceitou
o commando sem fazer objeegoes; foi pai
qoem se encarregon da execugaO do movi-
mento A respeito da concepgao do pro-
jecto nada tenho que dizer -r sobre a execu-
gao posso explicar-me.
Presidente.A-execugao sevi objeetO'de
outra audiencia*. Podeis fallar do estado
do projecto e das- medidas preparatorns.
R.Uma vez qua se corabtoou-o raovi-
mentOy havia medidas a teaaar. Aeredito
na insufficiencia das disposifOes tomadas.
Se se tivessem tornado medidas a tempe
util, nio teriamoa-dado a Betelba de Bor-
ny, que inauguroa os oessos desestres. Sa-
bia-se a 1-2 a noite, qua o nwvimento es-
tava projectado. Tinha dianta de si vinte
e quatro horas; as medidas preliminares
do movimento deviam ter side ordenadas
pelo marechal. Na4nanba sagmato, o mo-
vimento podia ter eomecado as ciaoo horas
da madrogada, enataaoto qua Am ad is dez
horas que uma divisaa comaeou a roe-
ver-se.
f.Qaaes erana- porem. as-owdidas pies-
criptas--?
R.Juigo poder dizer qua se tomaram
muito poucas medtdas vprepatatorias, e se-
gundo a minha idea, essas medidas eram
absolutamante iosuffieieatas para assegurai
a execugao de um movimento tao lmportan-
te como o que se ia executar.
P.Desde 12 1. noite tinheis sido estra
nbo aos-factjs a que alludis, a sA fallastes co-
mo testemunha ?
R.Effectivamente.- eu. aio era sanio
testemunha.
P E' uma inforraacao qua prestastes e o
conselho ouvio-a; mas desejava saber de v6s
que medidas, antes de tonaar posse do com-
man.lo.se tinham adoptado por parte do
estado-maior de que fazieis parte, para as-
segurar a execugao daquelle movi-nonto tao
imaortante deque fallaves ha pouco ?
R.Eu nao fui mais- do que um colla-
borador, mas-posso eselarecer-vos- a respei-
to das ordens que o imperador Unha dado
Tinha comprehendido- que as estiadas erdi-
r.arias e o caminho de ferro nio eram suffi-
cientes para dar passagem a um exercito
de 180,000) homens, e tinha dado eadem
para que se langassam pontes-sobre o Mo-
selle.
P.0 estado-maior tinha indicado. o lu-
gar dessaa- pontes ?
R..Nao creio; isso nao esUva aas suas
attributes, mas competia s6mente ao che-
fe do servico, de cujas attribuigoes- depen
dia a coastrui^ao das pontes.
1'.Foram ou nio transmitudas ordens
precisas .por parte do estado maior general
a esse chefe de servieo,. que era entao o ge-
neral Coffinieres ?
R,Nao posso assagura-le; mas o geae
ral Coffinieres podia esclarecer-vos
esse ponto.
Ultuvvow aav w^*w*v *v > ----- w mttv \ivav *v ^
Crespi parou subitamente e exolamou com Unha desapparecido.
m* tnmnla a AAKarriQ 4 minlLi nnmilarin
janellas fechadas, os florentinos dormiam
profundameute e tudo era silencio e re-
pouso.
Ao chegar i rua del Ciliegio, o vnlto pe-
netrou nella, percorreu-a toda, chegou & de
Servi, desembocou por ella na praca da
Anunziata, atravessou-a, e, cbegando i
igreja do mesmo nome, aveoturou-se pela
rua deS. Sebastiio, deslisando ao longo das
paredes da igreja. -.
Savonarola seguia-o sempre.
0 vulto entrou por uma porta aberta no
muro pegado com a igreja. Savonarola
reconheceu a cerca do cemitorio dp eon-
vento da Anunziata, e entrou sem vacil-
lar. | A|.
; A porta fechou-se apoz elle.
0 vulto qua ate alii lhe servira de guia,
voz tremdla e cobarde
Oh 1 uma alma do outro muado
E deitou a correr como qua impellidO
pelo terror. *cj
Savonarola ficou sd. >ii'i iOil
Para elle avancava um vulto branco, que
nao produzia o mais leve rumor cami-
ahando. i j.a *
Savonarola, que se julgava dotado aioda
Ae um poder obrenatural, nio ae
rou. afllilU
Estava habituado ds visdes que lhe repre-
sentava a sua phantasia enferma Is exaHada,
e julgou ter uma nova Tisin.
Quern te envia ? disse i elle com voz
tranquilla, quando o vulto estava i peque-
na distancia. ft
t- Deus, respondeu o vulto com voz
cavernosa.
Falla e estou prompto a obede-
cer.
Segue-me, disse o vulto voltando-se
Aquelle cemiterio era menos pittoresco
que o de Santa Caeca.
Tudo alii era sombrio e triste, e, com-
tudo, Savonarola nao sentia roedo.
j Julgava-se lavado aUi por Deus para
receber uma rtveUagao, no recinto da
1 De iraproviso, ao dobrar a angulo, de um
magnifico sarcophago, avaagou para eBa
Am outro vuRo brtneo, aas de uma alvura
scintillante.
0 vulto repreaeatava uma mulher for*
mosissima, ataviada com riquissimas joias.
No peito viam-ae-liie algumas raaachas
desangue
Savonarola soltou am gnto e reeuoa.
Acabava de reconhecer Lucrecia Bor-
gia.
I Esta tinha no rosto a pallidez da morte.
I Nio fui eu I nio fui eu I exclaraou
pavonarola juntando as mfios e ajoelhando.
Foram elles commandados por Francisco
minha
cahir,
e segubdo em direcgao opposta d que tra- Valori. Eu n8o quere sangue, na
zia. |consciencia nio cahio, nem pode
Savonarola obedeceu. uma s6 gotta de sangue 1
Fazia luar, mas a sua claridade era pal- Ambicioso disse Lucrecia avancando
hdaeopaca. | para elle.
Eram mais de Ires horas da manhi, as Nio, nao sou ambicioso ; nao fago
raas eslayam completameute desertas, as mais do que defender a caasa do Senhor,
Se eu fosse ambicioso, Florenga obedecer-
uae-hia.
E quem e' o senhor, e o arbitro de
Florenga ? disse Lucrecia.
Florenga governa-se i si mesma, re-
plicou Savonarola ; 6 ella quem elege os
seus magistrados e quem os demitte.
Debaixo da tua influencia.
Nao, sob a influencia do Senhor.
Eu tenho fallado inspirado sempre por
Deus.
Soberbo I exclamou profandamente
Lucrecia.
NAo, nao sou soberbo; ve em mim
o ultimo dos servos do Senbor.
Ejulgas-te illuminado pelo espiri
nrophetico ; e inculcas-te um enviado. de
Deus I Tu is unicamente um possesso de
Satanaz.
Eu I exclamou Savonarola, sentindo
am suor frio inundar-lhe a fronte.
Sim, o espirito de Deus nio pdde pro-
duzir obrasde miquidade. Coaheces-me ?
Ea sou Lucracia Borgia. Estava velando,
quando de repente, homens teas me arraa-
caram aqaillo que s6 Deus pode arrancar
sem crime, a vida. Aquelles homeos ater-
rararu-sedo seu crime, teraeram a justice
dos homens; insultaram o meu cadaver,
despoiando-o das suas reupas, e langarant-
n'o ao Arno. Com tudo, eis-me aqui, Jero-
nymo ; aqui estio as minhas roupas man-
chadas com o m#u sangue. Eis aqui uma
desventurada, morta sem confissao, con-
demnada, vagueando por entre os tnmulos,
sem esperanga, sem radempgio. (J
Eu rogarei ao Senior...
So um repcobo po condemnado, e Deus aSo escuta a oragao
dosreprobos; ouve-a someote Satanaz e
6 ello o unlco que concede a condemna-
g8o. .ii
Quer isso dizer que tambem eu fui
sentenciado? disse Savonarola com ter-
ror.
E 6s tu christio, e As tu catholico, e
duvidas da tua condemnagio, quando pesa
sobre a tua cabeca maldita a excommunhao
do vigario de Jesus Christo ?
Essa excommunhao nao e valida 1
exclamou Savonarola, referindo-se a dou-
trina que dera causa & excommunhao,
Insensato, que disputas mesmo com
a morte, arrastado pela vaidade 1 Ouve o
que Deus quer que eu te revelle, buseando
o teu arrependimento. Retrata te aos pes
do soberano pontifice ; escuta a sua voz
paternal, eumpre a penitencia qua ello te
impozer, e s6 deste modo poderAs ser per-
doado. Pore'rn, se iasistires na tua per ver-
sa heresia, se te obstioares na tua reboldia
contra a cabeca visivel da igreja, e por tan-
to na tua rebeldia contra Deus, aeris con-
demnado.
Nio, eu nao posso ser condemnado
por defender a verdade exclamou Savo-
narola. Nio e Deus quem te envia, som-
bra maldita, e Satanaz que me pcrsegue
com a tentagio do terror. Nio, eu nio
posso ser condemnado por obedecer ao Se-
ahor, que depoz sobre os meus debeis bom-
bros o immense peso de Uma grande
bra. Qlj *VAlk,
Condemnado 1 disse Lucrecia, acabas
de affrontar a misericordia divina ; ji nao
ba redempgao para ti, como nio a hoove
para mim. Vem comigo
A offuscada mente da Savonarola fez-lhe
rer que Lucrecia crescia e dilatava, es-
tendendo para elle a mio crispada e
fria.
0 silen *.io, a solidao, a luz pallida do
luar, o lugar lugubre e pavoroso em que
ft achavam, o vento frio da madrugada si-
illando por entre os tamulos, semelbante
um suspiro sobrenatural, influio tudo de
am tal modo na imaginagio febril de Savo-
narola que, julgando-se presa do demonio
soltou um grito, vacillou e cahio por terra
sem sentidos.
Ao mesmo tempo appareceu por detraz de
um tutnulo o vulto branco que guidra
Savonarola, ate" alii, e a lOz da wa re-
flectia n'um punhal que trazia na mio.
0 vulto aproximou-se decididamente. de
Savonarola.
BilJ
(ont\nuar-se~ba).
Nao, Pedro, nio, disse Lucrecia. Que
se conseguiria com a sua morte t Teria-
mos feito um martyr. Julgas por veotu-
ra que se fosse basunte a sua mode, exis-
tiria ella jd ? Nio, o que se oecessita
sobretudo, e que se retrate, que acabe o
escandalo de um protesto audaz com o ar-
rependimento de quem se atrave a faze-lo.
Vali-me da ficgao da sobrenatural contra
um louco que acredita nas visdes. Reti-
rerao-nos, Pedro ; quando elle tornar A si,
vendo-se neste lugar, acabard de aterrir-ae,
julgard que foi Deus qua lhe fallou por in-
tervengao de uma alma condemnada, o te-
remos coaseguido o nosso fim ; em todo o
caso, resta-nos aiuda a prove do fogo. Va-
mos, elle pode recuperar os sentido, a nio
e pru Jeate que nos veja.
Lucrecia deu o braco a Pedro de Napo-
les e afastou-se com elle, por entre os t u-
mulos, para a porta do cemiterio.
Alii, Pedro de Napoles deapio o audario
Sue o cobria, fez dene um rdlo, e metteu-o
ebaixo do braco.
Cm saguida, cingia a espada qoe estava
encostada ao muro, poz ogorro e a capa, e
deu um manto d Lucrecia que se embucou
iiaIIa
Depois sahiram do cenutorio, daiiaado a
porta aberta.
A fascinagio e o terror de Savonarola ha-
viam sido tin graades, qoe nie recuperou
os sentidos senao uma bora depak do seu
desmaio.
Savonarola poz-se em pe com difficulda-
de, e achou-se sA, entre tuaaulos, ancostado
a am delles.
A lua continuava brilhando pallida a
triste.
0 renlo da manhi tomera-se excessiva-
mente frio, e acalmoa a ewfttagio nervosa
de Savonarola.
(Conliimr-H-blJ
" tYP.f)6 DlARIO-RUiDUQUEfCA*US.
- I




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