Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17550


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Full Text
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anno i. nihero \z
+ ?8I'9h.
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I'VIll A CAPITAL E LUG ABES <0.\DE IVlO SEPAfciPOBTl.
Por tres mews 'diaotadoB................ 6#000-
Por seis ditos idem..................12JJ000
Par um anno idem...... ,...... 24^000-
..Cada numero avulso................. 390>
SABB^DO J7 W JANEIRO DE 1874
PARA BfcVIKOE IMA DA PBttVICVCIA.
Pbr tres mezes adiantados.............. 6|r75t
Por seis ditos idem.................. 1395o9
Por nove dilos idem................. 209260
Por um anoo idem. ........... ^ ... 27|t000
RMMBUCO.
f PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FILH0S.


8 Sri. Gerftp.lo Antonio Alves & Filhos, no Peri; Goncalves d Pinto, no MaranhSo; Joaquim Joai de OUveira & Fiiho, no Ceari; Antonio de Leiuut Braga, no Aracaty ; Joio eria Jnlio Chare, no Assd; Antonio Marques da Silra, no Satal; Jose Ja
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silra, na Parabyba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Saato Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Nazareth;
:%

_______________
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagftas; Alves d C., na Bank; e Leite, Cerqoinho d C. no Riojde Janeiro.
("i i ;.
__
PARTE OFHCIAL
II ini.it or io da justipa.
Circular.Minislerio d >a negocios da juslica.
llio de Janeiro, 31 de dez-inbro de 1873.
I'Jm. e Kim. Sr. -A lei h. 2,39o de 10 de se-
terabro do correnie anno so permit!> charaar a
servico a guarda naiiraal, que nao estiver sujei-
ta ao regimen especial do decreto n. 8,019 de
18 den-mrabro de 18i7, nn casos da guerra ex-
teroa. rebelliao, ssJieao on insurroicao, tun quaes
se prooedera nos term w do art. V, i3, V
da referida lei, e na for mi indicada na lei de 19
de seterabro de 18 >0. segundo for o caw e a na-
tureza do ervi;o para quo liver deser convoca
da a guarda naeional.
Cumpre. pois qae V. Exc. dispense deslejado
servico oidinario de qae iratam os arts. 2, I" 86
da lei de 19 de aetembro de 1850, a guarda naeional
qae nelle esliver empregada, e bem assim que
mande dissover os destacammtos fornecidos por
esta railicia em virtu de do art. 87. I* da dita lei
para o service de guarnicao, escoiiasde diubeiros
eeffeatos publieos oa para conJacfi') de presos,
salvo se nossa proviucia for deflciente a forca de
linha on de policia para lal mister, caso em que
uodera ser auxiliada pela da guarda naeional ate
um anno depots da promu'.gacao da lei de 10 de
setembro, se antes de Dado este prazo nao se li-
ver aagmentado a fsrea de linha da provincia on
esta rao se hoover apercebido com a forca po-
licial precisa para o servico das escolias e gnar-
nicees
A6m de que a reeente lei tenha prompta exe-
encao, e a guarda national tique dentro de pouco
tempo isenta do service de policia, cenvem que V.
Exc. irate de corapletar a corpo policial dessa pro-
vincta, e chime a attencao da assemblea provin-
al para a necessidad; de augmenta-lo se elle for
insufficiente ou de erear uma guarda em cada ma-
nicipio ou em cada paroebia, da maneira que mais
conveniente parecer, para subsiituir a guarda na-
i-ional no servico oriioario e de destacamenlo nas
|iovorcdes.
0 governo imperial abstem-se de iadicar a for-
ma porqae deve ser constituida a fon;a policial
das proviacias, visto como nesta materia obram as
i-sembleas provineiaes li vremeaie.
Nao devo, porem. deixar de advertir a V. Exc.
qae a attribmeto jue tern as assemblers provin-
-.iaes pelo art. 11, 2 do acto addkional a cons-
litaicio do imperio de fixar sobre iuformajio de
president* da provincia a fore/* policial respectiva,
nao se limita a de legislar aeerca da orgaaisacao
de corpos pcliciaes com a natureza dos actuaes,
ma3 estende-se a de resolver sobre a creacao de
:_'uardas mnnicipaes, que com a deoominacan de
polieiaes e pedestres tern existido em varias pro-
vincias por lei* provinciaes; e parece que na dis-
I):sicao do citado artigo do acto addicional, antes
cugitaram os legisladores constitaintes dessa guar-
da local, qae e de mais facil alistamenio, mais pro-
pria para o service de policia, e a que melhor se
oode denominar forca policial, do que de corpos
organisados com apparato e discipiinamilitar a se-
memansa dos do exercito.
Para auxilio da dsspeza com o augmenlo da
i'.-rca policial dessa provincia, fica-lbe deslinade
nos termos do art. 2* da lei de 10 de setembro ul-
timo, ena conformiiade das ordens cxpedidas, o
product-) do imposts pessoal e o dos emoluments
e sello das patentes d i guarda naeional que nella
se arrecadar. Se com esle auxilio e com o credi-
ts votado no or^amsnto das despeias provinciaes
para se elevar o corpo de policia ao seu estado
completo, nao for possivel organisar-se a fon;a in-
dispensavel ao servijj da policia, representara V.
Esc. ao governs imperial sobre a quantia que fal-
tar para oceorrer ao excesso da despeza justifican-
do a proposta que hsuver de fazer com o augmen-
lo da forca policial e demonstrando a deficiencia
da; rendas da provincia a vista do seu orcamento
para esse novo encargo, afira de qae o poder exe-
utivo solicite da assemblea geral mais ettteazes
>ubsidios. .....
Oaillustracao e patnoUsmo de \. Exc. espera o
jroverao imperial que V. Exc. empregue a maior
."olicitude em dar cumprimento a estas instruc-
,-., ,i para a execucao da p&rte principal da lei de
(0 de setembro do anno csrrente, com o qae con-
seguir-se-ha eximir a guarda naeional de um ser-
vico tmproprio de sua iastituicao, e prover a poli
cia das pcvoa^Ses do msdo mais commodo e mais
parfeHo.
Dens guarde a V. ExcMannl Anloiuo Duar-
if de Azecedo.St. presideote da provincia de...
Em 30 de dezembro :
Solicitaram-se do minislerio da fazenda iufor-
iua;5es a respeito da lotario dos emolumeatos dos
diveraos termos da provincia de Pernambuco.
Declarou-se ao presidente do Piauby, era solu-
,as a consulta do jaiz de direito da comarca de
tvracuruca, qae Silvestre Jose da Canha Castello
Braaco, condemnado a tres mezes de prisao por
crime de iujurias verbaas, devera sejfuir sem de-
niora para o lermo daquelle nsme, visto ser o la-
gar inoicado na sentence para o eumprimento da
pena.
Foi marcado o prazo de tres mezes para entra-
lem em exercicio os juizes de direito Joao Clemen-
le Pessoa de Malto, remsvido para o led, e Ameri-
co Hilitao de Freilaa Goimaries, removido para
Maranguape, ambaa as comarca? na provincia do
Ceari.
Arbitrou-se em 300iOO) a ajada de costo do
bacharel Theotonio Raymando de Brito, nomeado
iair municipal dos termos reanidos de Cachoeira e
Monsaras, no Para.
Foi iodeferido o reqaerimento de Joio Paulo
Carneiro de Souza Bandeira, tenente-coroael com-
inandante do batalhas n. 39 da guarda naeional
da provincia de Pernambuco, pedindo refsrma no
postode coronal, porna) ter e tempo preciso para
a reforms.
o credrto da verbaObras do minislerio da ma-
rinha, exercicio de 4872 1873.
A' raesma se ordena qae pagae aos juize
mnnicipaes e de erphios dos termos rennidi?s de
Ilapicuni mi rim, e Vargem Grand), e das Barrel-
rinnas, al6m do respectivo ordenado, a gratifiea-
fio annual de 90 UOO.'i ao primeiro e a de 1:150*
ao oltimo.
A' de Pernambuco se communica qne foi in-
deferido o requeriraento do lancador da recebeds-
ria Manoel Antonio Ribeiro, reclamando contra a
de^isio da dita thesoararia que negara-lne o abo-
no dos vencimeatos do sea lagar, relatives aos dias
em qne, na qaalidade de t. jaiz de paz, presidio
os trabatfass da junta de qailiflcacjio dos votintes
da freguezia de S. Jose; nao so por ja ter side in-
deferida a pretencao do supplicante por despaeho
do tribunal do t esouro de 8 de abril do anno pas-
sado, como tambem por,|ue, ainda quando o nil
fosse, a imperial resolucan de consulta do conse-
Iho de estado de 4 de dezembro do referido anno,
nor elle cltada, nio p6Je regular factos anteriores
a sna publicacao nem hypotheses diversas do seu
objecto.
DIA II.
A' thesoararia de Pernambuco se communica que
foi prorogada por tres mezes a licenca concedida
ao 2* oscripturario d.i alfandega da mema provin-
cia, Joio Manoel de Freitas.
DIA 12.
A' thesouraria de Pernambuco se communica
que tends sido presente ao tribunal do thesouro o
recurso interposto pelos negsciantes Carneiro d
Nogaeira da decisao que qualificara de tarlatan..,
sujeita a taxi de 51000 o kilogrammo do art. S36
da tarifa, a cassa de algodao de listra por elles
submettida a despaeho para pagar a taxa de 2,
na forma do art. 5i0 da mesma tarifa, e negara-
Ihes a restituicao dos dircitos, que pediram por
pretenderem reexportar a mercadoria para o por-
to de sua procedencia : resolveu o mesmo tribunal
reformar a decisao r corrida nao so quanto a allti-
dida qoalificacao, qae devera ter tido a de cassa
de algodao, mas tambem quants a reeusa da resti-
tuicio dos direitos arrecadados, porque o art. 620
do regulamento de 19 de setembro do t se a despaebos, ja eonctu'idos, de generos para coo-
sumo, sem a contestacas, que se deu no caso ver-
tente, prevista nos arts. 579 e 598 do citado regu-
lamento, segunds o penaltimo dos qaaes sao pagos
os direitos de importa^ao quando, nao se veriti-
cando a reexporta^io, as mercadorias sao postas a
consumo.
DIA 17.
Circular n. 58 as thesourarias, declarando :
1.* Qae 6 fixada em 31000, a diaria que se hou-
ver de abonar aos empregados encarregados de
trabalhos fora das boras do expediente nas pro*
vinciaes ; sends a de 4JI003, estabeleciJa nas ins-
Iraccdes de 29 de abril do anno corrente, nnica-
mente para os trabalhos dessa natureza, di-tribui-
dos pelo thesouro naeional.
2.* Qae o namero de dias marcados nas Ubelias
de prazos para tomada de contas e sempre corres-
pondente as contas de um anno completo; quando
estas comprehenderem algnns mezes de exercieio,
se pagara a diaria proporcionalmente ao temps qae
a conta representar.
3.* Que as contas importantes nao devem deixar
de ser re vistas, daadose para isso prazo igual ao
arbitrado para a tomada, e abonando-se neste caso
ao apnrador nm terco da gratincac<.o qae couber
ao tomador.
DIA 18.
A' thesoararia de Pernambuco se communica
que foi augmentads com a quantia de 7:7361891,
o credito da verbaObra3do minislerio do im-
perio, para ser applieada aos eoncertos do proprio
naeional que serve de lazareto na ilha do Pina.
Minister!* da marinha.
Em 27 de setembro ultimo :
Foi nomeado o capitao teuente Joaquim Cardoso
Pereira de Mello para exercer interinamsate o la-
gar de capitao do ports da provincia do Maranhao,
com os vencimentos fixados na tabella n. 2 anne-
xa ao decreto n. 4,883 de 5 de fevereiro de 1872.
Autorisou-se a inspectoria do arsenhal da pro-
vincia de Pernambuco a almittir maior namero
de carpiateiros, aflm de oceorrer aos trabalhos ex-
traordinarios do mesmo arsenal.
Minislerio dos iie$ocios estran-
geiros.
Aehando-se terminada a revolucao da provincia
de Entre-Rios, expedio o governo argentino o de-
creto abaixo transcripts, que autorisa a abertura
dos portos da mesma proviucia.
Abertura dos portos de Entre-Ries. 29 de dezembro
de 1873.
Tendo cessado os motivos que originaram o de-
creto de 3 de maio ultimo, ordeoando o encerra-
mento dos portos da provincia de Entre-Rios
0 presidente da republica deereta :
Art. 1." Cessa em seas offeitos o referido decre-
to.
Art. 2. Os que se julgarem com direito aes pro-
ductos da mesma provincia tornados pelos rebel-
des ou por elles alienados, farao uso desse direito
perante as autoridades respectiva*.
Art. 3.' Communiqae-se a quern de direito, pu-
bliqae-se e de-se ao registro naeional.
sabwksts. Uladisldo Frias.Carlos Tejedor.
Luiz L. Dom:nguez. Juan C. Albarracin
Minister!* da fazenda.
'.XI'SDlF.NTE DO T* DC DEZ&MBSO OS 1873.
A thesoararia de Pernambuco se declara, em
lesposta ao oBcio de 11 de nsvembro ultimo, qne
o carirabo que se deria appor no verso de cada
apolice, na forma do art. 59 da lei de 15 de no-
vembfo de 1827, acha-se dbpeosads e nvirtude do
nsvissirao decreto que reorganisou a caixa da
aroerrUaeia
DIA 4.
A laesouraria de Peraambaco ss erdena que,
pr conta do credito da verba Obras publicas
do actual exercicio, ponha a diposicSo 5 respec-
tivaresiteneia a qaaatia de 3:5)0*000, para pa-
ganjalo dss Teoeiment9 do cngeoheiro Victor
rournier.
A' me-ii idem qua absae as procur.idor d-s
1.* tenMte'U jv.oalalldefonso F.-Hppe de Souza o
respective !+ e-vrv o augmento le que trata o de-
.-elo a. 1.105 de 8 de fevereiro ultimo, a contar da
MA 5.
A' preside')-, i do Ceara se dec'ara, em addlta-
Baaatn ao avi=- de 18 de oulubro uitimo, qne o
iraeU o/Q, peas meccadorias ?e* ageolM de ieilio, & devitlo atA qua o governo,
uaando da antorisacao que tern, -oblique e ragaia
uento cooeern-nte i execocio do art It, I tl
regra Is, da lei a 2,348 de 28 'e agetto do cor
raafle Mfte*
A' laesonrarla de MirnAne se eommunlca
quo fui u^-ivuiJs com a qaantU Jo l-.teZjia
daveraa da provincia.
EXPEDIKNTE DO DIA 10 DE 0UTVBR0 DE 1873.
1.' secqoo.
Omcios :
Ao brigadeiro commandante- das annas.
Sirva-se V. Exc. de fazer chegar as mios do sol-
dado do 9 batalhas de infantaria, Joao Barbosa
Coutinho em deferimento do reqaerimento que
veto anneto ao seu oftki) de 18 de junho ultimo,
sob a. 621, a inclusacopia do officio da presidencia
e as inforraacdes em original, a que elle se refere.
Ao mesmo. A' visla do que resolveu o Exra.
Sr. mioistro da guerra em aviso de 30 de setembro
proximo ft ado, pole V. Exc aatorisar o comman-
dante do forte do Earaco a effectuar, ate a quantia
de 1001000, a compra de uma canda parao servi-
co do mesmo forte, a qual devera ser equipada
pelas pracas do respectivo destacaments quando
for preciso usar della, ficando prohibido o contrac-
ts de canoeiro especial.
. Ao mesmo. Exiginlo o Exm. Sr. ministro
da guerra em avis? de 2 do corrente nm pedido
do asilhame preciso para remontar-a pharmacia
dslnapital miiitar, sirva-se V. Exc. de dar sua*
ordeas para que eesa exigoncia seja satisfeita ccm
a possivel brevidade.
Ao mesmo Remetts a V. Exc. o passe, da
Jue tratt o sea offlcio de hontera datada, sob n.
Ao me.m).-Uecomiienlo a v. Exc. que
roaada ex'-'uir da rolacis dss recrulas qne l4in de
*eguir para a corte o ?de noiae Manoel Francisco
Duarte, e qual devera ser alistado em nm dos cor-
pos aqui existentea. _
AO mesmo.Sirvn-se V. Kxc de expedir
suas ordens para que esteja postada hole as 4
horae da tarde, em freote da matrix di Boa-Vista,
uma forca suffl -ienle, tirada de um dos batalnde*
da pruoeira linha, atun do fazer as honras fune
bres ao cadaver do major reform a lo da guarda
nae'enal, Marcelino Jose Lopea.
Ao mesmo. -Dtferminanao o Exm. Sr. ml-
nltre da gaerra em aviso cinalar de 30 de ae-
itkatbro prox1 1>. junto por cosis, qae as re-
particS^, que, am '' -'3 do
Janeiro deste anoo, tern ja adoptado o systema
metrico decimal francez, devem continuar a usar
dalle, assim o commaaico a V. Exc. para a devida
execugao na parte que Ihe toca ; ficando de ne
naum etfeito o que em contrario deliberon esta
preeiieneia em otficio de 7 do corrente. Mutatis
mutandis ao csmmaodante do presidio de Fernan-
do de Noronha, ao director do arsenal de guerra e
ao engenhelro das obras militares.
Ao capitao do porto. Concede a autorisacao
qae, no offleie de 8 do corrente sob n. 158, solieita
V. S. para mandar eacaderaar os volumes de eel
leccdes de leis do governo, e bem assim o alma-
nack de marinha a que allude o citado officio.
Ao director do arsenal de guerra.Commn-J
nicando-me o Exm. Sr. ministro da guerra em
aviso do 1* do corrente haver naquelia data expe-
dido ordem a iotendeneia de guerra para manlar
fornecer a ease arsenal 63 mosqaeldes de 14,8m
coo sabres e bainhas, com destino a companhia de
operarios militares; assim o doclaro a V. S., em
resposta ao officio dessa directoria, sob n. 478 e
data do de seterabro ult.mu.
Ao mernio. -De V. S suas ordens para que
d*ora em diante, darante o dia e a noun, seja ron-
dado o caes Vinte e Dous de Noyembro por apren-
dizes artifices desse arsenal, afira de evitar que
nelle se lancem lixo e oatras immundicias.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. para ser satis-
feito, nos termos do aviso de 6 de julho do anno
passado, o induso pedido, que me foi remettido pelo
Exm. presidente da Parabyba em otlicio de hon-
tera sob n. 2746, de pscas de fardamento para se-
rem distribuidas as pracas da companhia de in-
faniana daquella provincia no anno vindouro de
1874.
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha.Faca V. S. entregar ao senlenciado Ja-
nuario Pereira dos Anios as certiddes e documen-
ted juntos, por elle pedido? para instruir o recurso
de graca, os qiues foram pela presidencia do Ma-
ranhao mandados em officio de 9 do mez proximo
passado.
2." tecqBo.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
qne requereu o bacharol Joaquim Francisco de
Arruda, juiz municipal e de orphaos do terms de
Limoeiro, resolve conseder-Ihe 30 dias de licenca,
com ordenado na forma da lei, para tratar de sua
sailde onde Ihe convier.
0 presidente da provincia, attendendo a pro-
posta do commandante do batalhas n. 28 de in-
fantaria da guarda naeional do_ municipio de Ga-
ranhuns, e a vi->ta da informaeao do commandan-
te superior em officio de 24 do mez proximo pas-
sado, resolve nomear para o dito batalhaoos offl-
ciaes seguintes :
Estado-maior. -Tenente quartel-mestre, o alfe-
res da 1". Martinho Avelino de Alba raerqae.
2.' companhia.Alferes, o sargento Tolentino
Ferreira de Azevedo Bello.
0 presidente da provincia, aUendendo ao que
requereu o alfores do 1* esquadrao de cavallaria
n. 13 do municipio do Bom Conselho, Laiz Tenorio
de Albuquerque Mello, e i vista do que informou
o respectivo commandante superior era offisio de
18 do mez proximo passado, resolve transferi-lo
para a 2' companhia do batalhas n. 27 dc infan-
taria do dito municipio, de conforraidade com o
disposto no art. 54 da lei n. 602 de 19 de setem -
bro de 1850.
Offlcios :
Ao jaiz de direito da 2' vara da capital.
Transmitto a V. S.. para que seja presente a jun-
ta que tern dejulgar em ultima instancia a 15 do
corrente pracas do corpo de policia, o processo
junto do soldado Laurentino Correia de Barros.
Ao commandante do corpo de policia.Pode
Vmc. engajar, sendo idoneo, no corpo sob o seu
commando o paisano Joao Galdino Cardeal de
Azevedo, de que trata o seu officio n. 571 de 6
do corrente.
3." secgao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmitto a V. S. para os devidos fins 2 ordens,
uma de thesouro naeional, sob n. 2U2, e outra do
minislerio da guerra, datada de 2 do corrente.
Ao mesmo.Participo a V. S., para os devi-
dos fins, que foram abonadas as faltas que no res-
pectivo exercicio, e por instos motivos dcu o juiz
de direito da comarca de Itambs, bacharel Joao
Francisco da Silva Braga, nos dias 25 e 26 do mez
proximo passado.
Ao mesmo.Declaro a V. S., para seu conhe-
cimento, que a quantia de 40*000 arbitrada a um
dos agentes recens3adores da freguezia do Brejo,
a que allude a ordem desta presidencia de 12 de
maio deste anno, deve ser paga a Manoel da Molta
Teixeira e nao a Manoel da Motta, segundo foi
mencionado na dita ordem.
Ao mesmo.Mande V. S. entregar ao com-
mandante ou immediate do vapor da companhia
pernambucana, qae tem de segair no dia 15 do
corrente para os portos do norte, o saldo dos di-
reitos da provincia da Parahyba, ahi arrecadados
no mex de setembro ultimo, como solicitoa o res
pectivo presidente era officio de hontem datado.
Ao mesmo.-Communico a V. S, para os
devidos fins, que nesta data concedi ao bacharel
Joaquim Francisco de Arruda, juiz municipal e
orphaos do termo do Limoeiro, 30 dias de licenca,
com ordenado na forma da lei, para tratar de sua
saude onde Ihe convier.
Ao mesmo.Communico a V. S, para os de-
vidos fins, que, segundo declarou o bacharel Jsao
Vieira de Araujo em officio de hoje, deixa de
seguir para a comarca de Bora Conselho, a assu-
mir as funccoes do seu cargo de juiz de direito,
por molestia.
Ao mesmo.Tendo o Exm. Sr. ministro da
guerra, por aviso de 30 de setembro ultimo, auto-
risado a compra, para o servico do forte do Bura-
co ate a quantia de 100J, uma canda que devera
ser equipada, nos casos de necessidade de usar
della. pelas pracas do destaearaento do referido for-
te ; assim o cemmunics a V. S. para seu conlie-
cirheato e Gas convenientet.
Ao mesmo.Csmmuaico a V. S., para os de-
vidos fins, qae a 3 do corrente reassumio o ba-
charel Austerliano Correia de Crasto] o exercicio
interino do cargo de juiz de direito da comarca
de Limoeiro.
Ao precurador fiscal da thesouraria de fa-
zenda.Mande Vmc. com tola a urgencia proee-
der a desapropriacao do terreno aforado ao Vis-
conde de Saassuna, silo ao iado da estrada do
Pombal, com freata para a estrada de Oliada, visto
eemo se acham de posse os herdeiros de Manoel
Luiz da v'eiga, e que .se fax preciso para a
construccaodoediflfiiodesitinadoa faculdade de di-
reito, ficaado em deposito o respectivo valor, aid
qne se liquid-m os liiigios preieodeotes sobre a
posse doe ultimos e o coinraisso do primeirt.
Para sua mrocjSo remetto Ihe copia da infor-
maeao que a resp-ito doij roferidss terreno*. pre--
ton-me o inspector dessa reparticao era officio de
25 de agosto ultimo.
Ao iaspecter da thesouraria provincial.A'
vista do certifteado anneo do director da< o'sras
6ubllcas mande V. S. pagar a Jose Auga'to de
Araujo, ai raporunciade 9:013i718 p oveoi?nid'
varios accrescimoe de obras foitas ua recon-'lf-n#*
cao do theatra de Santa Isabel.
Ao meama.- m officio datado de 30 da se-
tembro ultimo somraameou-me o Exm. Sr. presi-
dente da proviaen do Maraobao haver expedido
as csav-3nlen"s erdena It thaaaoraria daoaaiU
e ajoito ultims, com o sustento dos presos po-
bres daquella provincia, qua so ac >am recolhidos
oa oatt de detencao desta capital.
Ao mesmo.Tendo nesta data autorisado o
capitao do ports, corns solicitoa era officio do 8 do
correan, a mandar eacaderaar varios volumes
las cunv;5es de leis e decisoes do governo, do uso
da repatti^as a seu carizo ; assim o communico a
V. S. para os lias convenientes.
4.' secgao.
flUiresidente di proviucia, attendendo au que
requefav o bacharel Joaquim Pi re* Machado Par
tella, dfcotor geral da instruccio publica, resolve
c.QacyfqHlg tres mezes de licenca, com vencimen-
las na torrfia da'lei.
Olficfes :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia da Pa-
rahyba. Expees nesta data as convenientes or-
dens ao inspector da thesoararia de fazenda desta
proviucia para entregar ao commandante ou im-
mediate do vapor da companhia psrnambucana,
qae la* de seguir no dia 15 do corrente para os
portos do noru, o saldo dos direitos dessa pro-
vincia, alii arrecadados no mez de setembro ulti-
mo ; cams solicitoa V. Exc. em seu officio de hon-
tem datado, que tija assim respsndido.
Jo Exm. Sr. presidente da provincia do Ma-
ranhabtAccuso recebidot os dsus exemplares
da eolMccao das leis e regulamentos dessa provincia,
qae aeompanharam o olli:io de V. -Exc, de 26
de setembro findo, qae fica assim respondido.
Exm. Sr. presidente da provincia do Para,
o recebidos os exemplares do r.-latorio com
Exc. aDrio a 2> sessao legislativa dessa
ia, a que se refere o sea oQicio de 20 de
fiado, que assim fica responddo.i
provedor da Santa Casa. Em resposta ao
le V. S., de 3 do corrente, sob n. 591, tenbo
-Ihe que conceio autorisacao a junta admi-
va dessa San'.a Casa para entregar a Adol-
pho Bermester, si tile quiier receber, a educan-
da ds collegio das orphas, de name Felippa, em
lagar _da que elle requereu na peticao que de-
vo! vo.'
Portarias:
A' illustris3ima camara municipal do Recife.
Communicando-me o Exm. Sr. ministro da agri-
culture, comraercio e obras publicas, em aviso de
30 de> setembro ultimo, haver naqoella data au-
torisado a commissao de pesos e medidas a substi-
luifia das pecas mutilisadas dos padioes metrieos
destnadss a illustrissima camara municipal do Re-
cife, assim o scientifico a mesma camara, em res-
posta a sea officio de 19 de marcs deste anno.
A' camara municipal da villa do Bonito. -
Determino a camara municipal da villa do Bonito
que com urgencia remetta o resultado da apura-
cao da elcicao de vereadores e juizes de paz, ulti-
mamenie procedida nesse municipio, o qae ja Ihe
cumpria ter feito, nos termos do anigo 103 da lei
de 19 de agosto de 1816, visto nao Ihe competir
entrar na apuracio das nullidades da eleicao,
como fez, segundo se deprehende de sou officio de
3 do corrente, com o que procurou eximir-se ao
cumprimento daquella obrigacao; devendo somente
si julga viciada a referida eleicao, representar a
esta presidencia cemo e expresso em aviso n. 1 de
5 de Janeiro de 1858.
A' camara municipal da villa de Agua Preta.
Declaro a camara municipal de Agua Preta, em
resposta ao officio de 26 de setembro findo, que
deix^-de conceder approvarao a psstura que o
acompaohou, por nao ser objecto disss a sua ma-
teria, nos termos do artigo 66 da lei do l.de ou-
tubro de 1828, competindo somente a assemblea
provincial, em vista do 5 do artigo 10 do acto ad-
dicional, legislar sobre impostos municipaes.
A' camara municipal da cidadc de Caruani.
Declaro a camara municipal da cidado da Ca-
marii, em resposta ao officio de 30 de seterabw
findo, que coucedo approvacao a arrematacao dos
impostos de que trata o mesmo officio.
A' camara municipal da villa da Boa-Vista.
Recommendo a camara municipal da villa da
Boa-Vista que rainistre com nrgencia e exactidao
os csclarecimentos constantes da copia inclusa,
aGm de se poder salisfater o que solicitou a re-
particao da estatislica em officio de 29 do mez fin-
do sob n. 2510. -Iguaes as samaras municipaes de
Petrolina. Cabrobo, Salgeiro, Ouricury e Granito.
'6.' secgat.
Offlcios :
Ao eagenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. -Mande Vmc. orcar novaraente a obra
da bomb a no vail ado que separa a estacao de uma
da estrada do governo, consultando previamente a
companhia da estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco si quer fazel-a, e por que preco.
Ao gerente interino da companhia pernara-
bacana.Providencie Vmc. para que o comman-
dante on immediato do vapor dessa companhia,
que tem de seguir no dia IS do corrente para os
portos do norte, compareca n thesouraria de fa-
zenda desta provincia, afim de encarregar-se da
conducr;io dos direitos da da Parahyba, alii arre
cadados; come solicitou o respectivo presidente em
officio de hontem datado.
EXPEDIENTE DO SBCRETARIO.
2.' scegfio.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmitto a V. S. nm
exemplar da lista dos juizes de direito pela sua an-
tiguidade, e segundo a ultima revista. -Igual re-
raessa aos demais juizes de direito.
Ao commandante superior de Garanhuns.
0 Exm. Sr. presidente da provincia mandacom-
fizesse os possuidsres de bilhetes de passagem nos
respectivos carros recoiherem esses mesraos bi-
lhetes, sob pena de nao poderem ser mais resga-
tados, nem terem effeito nos ditos carros ; tu Jo
em observance do aviso do minislerio da fazenda,
de- 6 de agosto do corrente anno.
Aes agentes da companhia de navegaeao bra-
siteira. -0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
da accusar recebido o offljio de Vv. Ss., de hoje
datado, no qual participam que o vapor Bahia,
chegado nesla data dos portos do norte, segaira
atnauhi 4s 5 boras da tarde para os do sul.
OESPACHOS DA PRESIDSNCI V. DO DIA Is DE JASE1R )
DE 1874.
Abdias Bibiano da Canno Salles. -Passe
ria.
Floriano Xavier de Lvra.Concedo
10 dias.
Capilao Francisco Antonio de Assis
forme o Sr. Dr. chefe de policia.
Luiza de Fran;a Eugenia. -Infirme o Sr. Dr.
chefe de policia.
Manoel Pedro Ferreira.De-se.
Pergentino de Miranda Pimentel. -Passe
ria coneedendo a licenca pedida.
porta-
o prazo de
Gtes.-In-
porta-
Reparticao da polieia.
!.' seccao. aecretaria da policia de Pernambuco,
16 de Janeiro de 1874.
N. 79.Illm. e Exra. Sr.Participo a V. Exc.
que foi hontem recolhido a casa de deten^ao o
individao seguinte :
A' ordem do subJelegado do Recife, Luiz escra-
vo de Antonio da Silva Pontes Guimaraes, a reque-
riraento deste.
Dens guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia. -O chefe de policia,
Antonio Francisco Corrtia de Araujo.

EXTERIOR.

Correspondencia do Diario de
Pernambuco.
BUKNOS-ATRES, 2 DE JANEIRO D8 1874.
Cahio na arapulheta do tempo o ultimo grao de
areia do 1873.
Um anno de menos para a vida do homem I
Cahio na mesma ampulheta o primeiro grao de
areia do 1874.
Um anno de mais para a existencia da huma-
nidade t
Diante da tumba aberta do anns qae fiadou,
saudimos o berco do anno qae nasceu.
Na vida da humanidade um anno de mais ou de
menos e cousa bem insignificance, mas na vida do
homem i muit >.
Apreciar a importancia dos 35s dias no primei-
ro caso i bem difflcil, & quasi impossivel, no se-
gunds, porem, 6 muito facil.
Para o homem, a passagem de um dia, a situa-
Qio de cada moments, pods significar o transilo
violento do berco ao tumulo, o principio e o nm
da existencia, o alpha e o omega da vida.
Tera amontoado dignidades e riquezas para des-
pedir-se deltas no moments menos esperado.
Tera trabalhado qaanto humanamente seja pos-
sivel, em qualquer seatido, e se vera declinar so a
borda de uma tumba para ser olvidado no dia se
guinte.
Tera dedicado o labor de toda sua vida para a
organisacao e tranquillidade futura de uma fami-
lia honrada, que, como heranca, queira legar a
sociedade ; e a sociedade, ingrata e injusta cemo
sempre, nao se recordara momentos depois, que
houve am ser que se sacrificoa para Ihe fazer
am beneficio.
Esta idea moitifica o homom e apresenta-se a
sua imaginac.Ui sempre que se trata do tempo ou
da morte I
0 passo de am anno a outro, nao e para o ho-
mem seoiio a aproximanio fatal ao sepulchro ; e
a oscillacao da peadula de Bossuet, que repute
constanlemente estas duas palavras no silenoio dos
tumulos .toujours, jamais lJamais toujours I
Mas, felizmmte, no meio de todas estas nuveos
negras, encontra sempre o homem, como consola-
ciio, duas azas douradas e diaphaaas que o sus-
tenta, queo ampara no vendaval da vida :a 63-
peranca e o amor !
a nossa missiva e
muaicar a V S., para os devidos fins, que por
partaria de hoje foram nomeados os officiaes cons-
tantes da relacao jnota, para o batalhao n. 21 de
infantaria da guarda naeional desse municipio,
sob o seu commando superior, de conformidade
com a prooosta, qne veio annexa ao officio de V.
S., de 24 do proximo passado mez.
Ao mesmo.0 Exra. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., para os devidos
fins, que por portaria de hoje foi transferido para
a 2.* companhia do batalhao n. 29 de infantaria da
guarda naeional do municipio do Bom Conselho
o alferes da l. do esquadrao de cavallaria n. 13
do mesmo municipio, Luiz Tenorio de Albuquer-
que Mello.
Ao bacharel Austerliano Correia de Crasto.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac
cusar o recebimento do officio de. V. S., de 3 do
provincia, para
Jos;'"! f- ae OWM
3 d? jpaio,
%
corrente, em qae partecipa ter nessa data reassa-
mido o exercicio interino do cargo de Juiz de di-
reito da comarca do Limoeiro.
- Ao bacharel Joao Vieira da Araujo.0 .xm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimento do officio de V. S. de do corrente,
em qae diz que por molivo de molestia na pode
aeguir para a comarca do Bom Coaselho a Teas-
sumir as (uneeSes do cargo de juiz de direito.
3.* wcvdo.
Officio : 1
Ao inspector da Ihesouraria provincial.-De
ordem de & Kxc. o 8r. presidente da provincia,
omaiunico a V. S. paros devidos tins qua ueta
6>u foi exonerado Manoel Tavares de Oliveira
gastos, escrivao da eollectoria provincial do mii-
nioipio de Garahnns.
5.' seegHo.
oatcios:
Ao eagenheiro fiscal da companhia < Ferro
Carril de Pernambuco .De ordem do See. o Sr.
presidente da provincia, commuoic > a V. 8., para
sen eoaheeimento, qne o m'smo A desta. a janhs, julbolqaedefsedia ao ultimo de dw
Basta de divagagao, porqae
noticiosa e nao litterana.
Estaraos tinalmente lutando com a terrivel
epidemia do cholera-morbus.
Tanto se fallou nelle que afinal appareceu e cem
caracter devastador.
0 cholera e agora em Buenos-Ayres a palavra
sacramental, a voz de ordem, o santo do dia !
Nioguem se occupa nem se oreoccupa de outra
cousa.
0 alarma produzido 6 tao grande que se ere a ei-
dade n'um estado parecido ao de 1871, quando por
aqui andou a febre amarella. Logo que se sente nma
pequena dor de cabeca ja nao ha duvida de que
seja o terrivel mal. Apenas da-se o minimo ata-
que de indigestao ja se ere qne e o cholera. Por
Sua I quer indisposicao se pensa ser ja um principio
o flagello.
No dia 30 de dezembro foi qae comecoa a se
desenvolver epidemtcamente o cholera nesta cida-
da, matando 42 pessoas I
Noi dias subsequentes tem regulado a mortan-
dade de 20 a 30, sendo os atacados em numero
consideravel I
Entrc as victimas conla-se o distincto advogado
Dr. Zavaleta, cuja morte foi muito sentida.
0 governo, a munlcipalidade, o comraercio e a
populacao, todos por sen turno lomam medidas
preventive.-, para impedira propagacao da epide-
mia.
Deus queira que tal aconleca, e assim tenha-
mos o prazer de ooticiar na mi.-siva seguinte qne
o nefasto viajante do Ganges ja dimmuio o nurae
to de suas victimas, ou aiada melhor que elle te-
nha deixado inteiramente as plagas desta bella ci-
dade.
Emqnanto deste modo uma epidemia assola
desapiedadamente a populacao de Buenos-Ayres,
e ja se faz sentir tambem en outra? prorincias da
republica, le Presidente s'amuse na sua ilba de
Carapachay, o Palermo peqneoo, como classifioou
a Pavipa mal judieiosa e engragadameote em um
artigo editorial.
A maior pane da imprensa tem censiirado ener-
gicamente semelhante conducta do Sr. Sarmiento;
mas um presidente de republica nao se deve im
portar com a grita de imprensa, que nada re-
presenta para elle, e cuja grita de um momnto
para outro com qualquer ordem ou ameafa deve-
ra emraudecer, como aconteceu nltimamente quan-
do houve as taes sessoes secretas do congreiso
argeol.no.
Caba aqni mtieiarraos que na semana passada,
houva um pequeno incendio na casa ea qae resi-
de o Sr. Sarmwuto, na tal ilba de Carapachay, e
por esle raottvo flcou transferida para 3 de feve-
reiro nma gran le festa que elle preparava para o
dia de hontem.
0 governo naeional expedio no dia 27 dous
dacretoe. aos quaes erdena a cons true cia de um.
arsenal de gurrra no lagar den<*mlnads Zaratt. e
a exeeucto das obras do eaea comeoado qo mesmo
togar, para sc -ra alii desembarcados os canhSes
monjtroa rmd <* dot BHades-Umdos qne por or*
fleario arcaavw o dite arsenal, visto nag ^ ;
leva-Jej para HarUa Car:' .
0 governo argentino so cuida em armaraeoto e
mais armaments, em fortificacbes e mais f irtidea
cues, e o Brasil parece dsrtnir o soinno da indo-
lencia, nao prevendo o perigo que araanhi o ha
de ameacar.
0 qae hoje nos custaria apenas um, mais tard>
nos ha de custar dez.
Assim o querem, assim o tenham.
0 ministro hespanhol dirigio ultimamnde
uma noia ao governo argentino julgando-se offcn-
dido por terem alguns jnvens, depois da renmao
Sue houve nesla cidade a favor da independent
e Cuba, ido banqaelearem se no Hotel da Pas,
em um apartamento junto ao delle.
. Ignoramus qual tenha sido a resposta do minis-
tro das relacoes exteriores.
Na noite do 25 do mez proximo passado den-
se facto criminoso nesla capital, que bem moatra
o odio inveterado que ha por aqui contra oa bra
sileiros.
A Pampa assim o descreve :
c Ante-hontem, pelas 11 1/2 horas da noite, na
esquina das mas de Maypd e Temple den-se nm
incidente que deve ser considerado como o resulta-
do da predica reaccionaria de eertos organs da
imprensa, predica que exalta as paixdes e inflarc-
ma o odio na plebe.
t A poucos passes do lugar mencionado se
acha estabelecido um club politico do partido mi-
tr sla.
c Um grupo de individuos passava ao mes-
mo tempo e a hora mencionada pela ma de
Mama,
a Qaatro subditos italianos tocando nma har-
monium, avancavam tambem em direccio op-
posta.
< Passaram pelo club e atravessaram a rna de
Maipii, justamente quando tambem o fazia aquette
grapo de individuos.
Julgou-se que os italiaaos sahissem do dut
(sem reparar que eram estrangeiros), pois, nm
dos do grapo exclaraou : nta sao brasiUirot.
A allusao passou desapercebida para esses pa-
cificos transeuntes, e entao outro do grupo deu
um empurrao no que trazia o in-lrumento.
Os estrangeiros, justamente irritados, se arre-
mecaram sobre o provoeador, porem, entio os in
dividuos do grupo pucharam por seas panbaes e
accommetlerara os primeiros, qae se achavam des-
arma los.
c Dous italianos foram feridos.
tt Nessas circumstancias aendio a auloridade.
< Os criminiaosos fugiram em diversas direr
Odes. Nenbum delles foi captnrado.
Pelas investigates qne se fizeram, sabe-se
Sine sao membros de am club alsinista da meson
regdezia, e qae a maior parte dalles se achavam
em estado de embriaguez quando commetteram a
desordera referida.*
Afinal parece que esta completamente aca
bida a guerra civil de Entre-Rios, jnlgando mnita
geote, como nos, que por meio de dinheiio e mui-
to dinheiro e que o governo argentino conseguk
por termo a Indo.
Depois da ultima derrota qae soffrea o exerdto
de Caraballo, Lopez Jordan e outros chefes da re-
volucao abandonaram o territorio argentino e ap-
parecerara no da republica Oriental, dedaranoo
todos que desejam viver em paz,
Dizem que Lopez Jordan tenciona passar para o
Brasil.
Por decreto de 29 de dezembro fiado, o go-
verno naeional declarou aberios es portos da pro
vmcia de Entre Rios, visto haver termiaado a n-
mentavel revolucao que assolava aqaella rica part*
da republica.
As noticias commerciaes lio desanimadras.
por causa do cholera.
A bolsa esta em plena calma. ou para melhor
dizer em pleno panico.
Tudo se paralysa, quando o medo, esse agents
mysterioso que exercn uma inlluencia active no
systema nervoso, impera.
0 resultado desse medo encontra se boje em i-
dos os nezocios que se fazem na praca.
Os produclos commerciaes soffrem baixa e de-
precia;ao : os descontos tsrnam se difficeis : o
dinheiro comeca a escacear, afferrolhando-o os
seus possuidores: os funds? publics* e as accoe.-
de companhias descem admiravelmonte. A crise
e completa
Os cambios teem sido cotados, sobre a Inglater
ra a 49 1/2 e 49 3/4, e sobre a Franca e Ambere>
a 5 -29 a 5 -3.'i fr. por fls.
0 assucar de Pernambuco tem sido procured*'
no mercado, mas nao tem havido entradas. Os pri-
meiros carregamentos que chegar encontrarao
compradores a bordo.
As vendas da ultima quinxena foram mnito
limitadas, regulando os precos^-de primeira sorte
61 e 62 ps.. de segunda 58, satbenos N e raasea-
vado 45 e 47. f
11/
Do Estado Oriental temes noticias telegrapbicas
ate hoje.
A junta de sanidade resolveu fechar o por-
to para todas as procedencias da Republica Ar
geotioa, por cansa das noticias alarmanlesdo cho-
lera.
0 capilao do porto, oppoz-se dizendo qae nfo
dara cumprimento a tal disposicao sem decreto do
governo, o qual ainda nada resolveu.
Diz-se que no caso de ser fechado o porto, nas
se reeebera nem mesmo a correspondencia.
Falleceu em Montevideo, victiraa de uma hor-
pvel desgraca, o Sr. Adolpho Flores, acreditado
commerciante daquella praca.
Hi
Do Paraguay nada nos consta digns de ser men-
cionado.
IV
Das republics* do Pacifico temos noticias ale 25
de dezembro.
No Chile, o congresso encerrou as suas
sessoes, lendo ficado pendeate a discussao do co-
digo penal.
A virnela fazia grandes estragos em tod* a
republica.
- Estava terminada a linha telegraphica ate
Arancos, tendo-se ja aberto seis wtacbes novas.
- Era Santiago houve uma festa esplendida por
occasiao da inauguiacao do templo da companhia.
Do Perd, apenas nos consta o seguinte, qne
lemos na Patria, de Lima:
Se falls como consa resolvida, quo iii ser
enviada a Inglaterra uma commissao da mari-
nha peruaoa, para receber e condozir ate st
porto os novos eooouracados que se mandaram
coostruir. __fc__
Esta, pois, a nossa armada proxima a receber
nm poderoso reforco.>
Da America Central nada sabemos de impor-
tancia.
DURIODEPEaNAMBUOl)
Itetrospocto politico do ai
InVti.
RECIFE, t DE JA1EIRO, DE \$!\
^
Pateair/aa}
Para a desgr^.^i rpublica do Paragna>: o
anno qae hoLj oo ..oca ann^nca-sc sob iaquMa-
doras appreocia*, sob os mars crueis anafieies
in serlM oomplicai;o!>s exteriores.
Ao flndar se o anno de I87J, tndo rmnuacim
^aria d pax e Je concorqia o sen saccetnr
1 .



rktfo de Pomambuoo sabbado 17 de Janeiro 4e 1874.
f^
aquietadas as iras c cameras w| eaavenio aigena'atfWnsileiro, de.S9 >de seienbr-i,
como que cessaraavas divergeoeias entre 03 allia-
dos, e, pur asjMmjpw, flcon da pe' o tratado do"
I* de maio de flj&a euin e"e dretotwllo* anoexo,
attdficativo daPfWfcagoes da cnbigsa*epublica
Argentina,
Era isso uma esperanga; mas era uraa lisnngei-
ra esperanga que asseutava aa cream de-nue a
Republiea Argentina, quebraado a tepncidade com
que ate entao sustentara a litiha de Hmites do tra-
tado de allianga, voltafia as fWmessas que Btcra,
da ser moderada e razoavel, defta/md outra que
Bio essa liaha de limites, impnasWel de set aceita
peto Paraguay, vi-to como seria seu amejaila*
mento, o mai- terrivel golpe deStoriio na sua au-
tonomia e'indepeodeneia.
Sim, a linlia do Bcrtwjn, cowrp*Bbendedo-se
n'eila a rtha do Atajo ou Cerrilo, en one satis-
faz -mas lodes r-speravam quo, modiaeaaas as circum-
stancias pelo protoenlto annexe an tratado do 1 de
tnaio de I860, se acornmoda-se-essa ambieao com
a Mafea dO Pylconuio, sem a ills* do Cernto, que
, por as Sob 0 influxo d'essa benign* esperanca, foi re-
eebido cm Assnmpcao 0 general Mitre, pleoipo-
leneiario argentin 1, e ainJa sob taea auspieios
foram encetadas novas ncgooiagces para os trata-
do* deflnitvos de paz entro 0 Parag nay as re-
putlicas platinas.
A estas duas republican eevia 0 Brasil facultar
o sea apoio moral n'essas uegociacSe-, e per Ism
Assnmpcao tambem -reeebesa m enviade brasilei-
ro, oSr! Barao de Araguaya, cujos creditos e re-
pntaeao eratn egide aollnolente contra quaeeqner
tentam-'in menus cavalhairosos.
As negociacoes abriram-s- ivalmente logo apes
a cliegada dos plenipoten ;iarios a Assuinpg-ia, e
foram >egnindo sans tranmites, ora paeitieaineate,
on por succassos extraordinarios, as vezes continuaa-
do Mm entrares, embora-seinpre vistas com sen -a
e appre1 onsivos cnidtutes pelos espirilos ealeaos,
que receiavam urn maUogrn, mais de uma vex
annoneiado, mi* logo desmentido.
Sim, mats do uma vez, durante 0 eurso dessae
negeeiaooes, boatos tarriheantas foram levanlados
de serio rompimentn dos negocios, e maU de uma
vei eomo que ouvio-se no contioente sul-ameriea-
no na* como sons procursores de guerra ealre na-
<;8d8 que outr'ora ( nao ?ai nisto^muitO'teoipa)
comhaierani ao lado uma da outra pel* saeta eau
sa da lilievdade de urn povo.
relizmente, porem, predominou 0 bom segso e
o ioter-V'se da humaoidade, e os boatos foram to
dos defiuenti'lus puia .grata noticia de que tiiiliam
sido assignados em AMumpcao os aimejados tra-
tad>ie entro 0 Paraguay e a Hepubli.'a Argentina,
com plena acqniescencia da ministro brasileiro, e
com o-ap'Ho do liruguay, cujp plenipoteDciario
cbegara a A-sumprAc no intaito de sul^crever es-
ses tratadus.
P)uco d*poU 0 sonado argentino fancciooou eni
sessSes secretas, e eutaose disse ijue, tendo sido
aqneUe* iraUdps celebnados coin a clausula ad
referendum da republioa platina, occitpava se
eongresso em e?tuda !os, para ver so conscntia ou
nao ao -eu contexto.
O qne diziam esses tratados niuguera 0 soub<;.
pois que, Hao conviado divulga-los, guardou a di-
plojnacj.* iq.vioiavel >yilk>, esperando uma respos
ta da Uepubhca Argeitina.
Essa resposta, a julg.ir pelo quedisseram 0* jor-
naes [latinos, c.-emos mis qae, nao tardon, 0 -fni
pnra e siinplesmon'.e uegativa do accordo, visto
como a illi resuoodeu a goverao i.araguavo com
um eoiitra-.n.'irtjrimu'icM solire a >|ue
  • de Mini-
    te', uo qual proven esse goverao, com documeutos
    incwtesinveis, que a Hepubltca Argentini uenhum
    Jireit > tinba, nem teia, ao Urritorio que arabiciona
    no Chaco.
    Cnmo quer que seja, ou losse, as negociaooes ft-
    caram rota<, lodo 0 irabalho foiio ate entao ficou
    perdid'i, 0 mail do que nunca se acliaram ensout
    torados os horisontes da pclilica ext'rna do Para-
    guay ; e esu nacao talvez em vespurns de ser nov theatf.) de uma guerra crml e esmagadora.
    Ve la-ha o anno que hojo enmega I E' dHll>'il
    porque a Ropubliea Argentina amda niio se sente
    preparada para a guerra, mas uao e impossivel,
    por>|ua n'e'la so dominam odios e rancores, e e^tes
    bem p dem pruduzir 0 ince.idio, <|uo todos alme-
    jam qne seja evihdo com honra para os interes-
    sados n'essa causa.
    Se a Reimblica Argentina persi-tir nos seas, in
    tent'M pierversos e wvar a guerra ao Paraguay
    certo na do encontrar no seu caminho 0 Brasil,
    enjos tniximos interesses, secundadis p^los trata
    dos de I87i, sao, e n3o podena deixa' de ser, de-
    fender o Paraguay da sanlia do seu vizinbo,
    evitar tuna encorporacao d'esse estado a Republiea
    Argentina, quo e 0 sonho da am'biciosa republiea
    do Praia.
    Teremos entao naa nova guerra do Paraguay
    mas i|iie remedi 1, se laes forem os designios dos
    WtidwtM do Prat 1.
    S^ i.il acont -cor, certo 0 Paraguay lera de sof-
    frer muito ; mas 0 mundo ha de langar a respon-
    sahihdadt de-sa guerra, a respon^abilidade desses
    soffriiiientus, a cunta da ambiciosa Republiea Ar-
    gentina, cujos sonhos desvairados nao se podern
    compadecer c im os principios do direito e da jos
    tica, eujos anlielos ambic osos sao uma espada de
    Damoefcs sueusa sobre a caoeca do Paraguay
    para amquilar-lhe a autonomia e independencia.
    NSo, essa autonomia e independeucia nao seran
    oifendida-i e menosca'badas, porque 0 Brasil ha de
    sater cumprir 0 seu dever, se a fanto 0 lev.tr 0
    arnjo dos argentinos, se elles nao quizerem deci
    didamente chegar a um accordo razoavel, alia<
    indicado no protocollo a que j 1 n >s referimos.
    Aceite a Republiea Argentina a linha do Pylco-
    maio ; aceite a neulralisacao da ilha do Cririlo,
    sob a garantia dos alliados do 1 de maio de 805
    e do Paraguay ; e certamente evitara os males qne
    todos rectum, uao offendendo a intctiridade e in
    dependeneia do Paraguay, e afastando uma guer-
    ra, que so po le ser prejudicial a todos os mais
    vitaes impresses dessa bauda da America.
    Mao 6 e-se, pordm, 0 proeeuimento que parect
    dever ter a Republiea Argentina, aao. Pelo con-
    trario, os sous anliclo.*, os seus maiores desejos sao
    o q'io se npre foram a couquista do Paraguay.
    Para isso aquella tejKiiiliea procura sempre im
    rai>cair- para isso procura ella sempre derrubar 0 actual
    governo da As?un)p<;ao, em >ium niio v6 nem pode
    wr nm instromento seu, em quem percebe que ha
    nunifestas tnudencjas para 0 Brasil, alliado, pro-
    tector nato do Paraguay.
    Hia loram outros, por eerto, os intuilos da repu-
    bliea piatrna, quan.lo fi/mealoa 0 auxrikm uma nu
    va revolts, de que foi theatro 0 Paraguay, no anna
    findo.
    Coin effeito, tendo comocado 0 anno sob pacificos
    auspieiosno tocatta polltica interior, reinatndo
    Saz e traaqnHlidsaena republiea, e, no seio della,
    -so as vinturias da hnsiscaa peta HMUgara.-ao
    celeb rande a ma colnmna ewnmeiaorativa d jura
    mento i coastitureao, e pelo fstabelecimento de
    outrcH raellnrament(;3 nCcis; de subito rebentou
    uma revoita, e nos logos da guerra civil incendiou
    se ants uma vez 0 Pafagoay I
    Do quem foi a culpa? Quem propinou esse
    veaeno a infetiz republiea T
    Ihsserau todos, e os lactos surpram-lhes en
    apoio, que foi a Republiea Argentina a caahaderfc
    do mal, tendo por atvo a qaeda do gorerno de
    Assam ->jao, e a radteacaodos intereses do Prata ua
    republiea.
    O qbe e facto e quo houve uma tentatrva de
    revoita, dirigi la por D. Carlos Rivaroia, e i|ae*t,
    nao obstante ter sido eillado, voltou ao Paraguay,
    acompaabaado 0 gaaera* Mton I
    O qua fae"to, aioda, e que, da noite para n
    dia, os arswraes gentiBos foram d^spejadoa das
    suas arenas, e qua patco deawis whentod a'-revoita,
    de que nos oceupamos, captCneada pelo generat
    Oaballero, 0 aaxsliada pek> consul argentiao I
    O que e facto, ftaahncnta,
    nVi iMHoa, aastn,?t> ilil'jilWaa taatafdWWt^ aaTeferida srada e saos dependenciaa.
    para a construc^ao
    tfdtim.1' zoha 4e3i
    de geae#al Mi^re.r^inirsaife, e, dep ois do cow
    biaar com o piresdenU da repnblira, ordena-
    ram aos eus ^enetaes qne. aiixilia-se:n ao gi-
    verno, t'azenio ledo n passiwi para i|ue os revolt
    tosos nao amrasscm na ci lade eaht praticarsen
    violencias e desordens, e mandaram pdr as ordens
    do^)resi*ente Jovellaoo uma guarda argentina e
    outra brasitecra para o flat da guardaraai a casa
    de sua resiaeQcia.
    Poucodeimis os mialslros afliados roceberam
    duas aatas dos wvolitfaaariaa'Hrinafaa por tar-
    reiro a Caballeco, e, tendo-as raspenJido collectt-
    vam:ala, confereaeiafan com 0 fresMMto Jovel-
    lanos aasentido das medidas ateraar.
    Tinha apenas acabado a confferencia, quando
    snuboram os ministros one os revoltosos se apra-
    ximaaam da 'capital, a foram ao aeu oneonlro, se-
    guitfaa por varios gsasaaas a pelo pessoal de
    suss legaeoes, e, tendo ocewpado uma posicao
    cmrvenientee disnosto todas as cousas, asandaram
    dous chefes militaret pre^oaa to general Ca-
    baHflro de que podiaabrir as besfiMdaies, nni
    camente sobre 0 reewto foHificado, vistoc-imo lodo
    4>veslod Mtfi dos alliados, que se mn*tinham com as ar-
    mm n-rs mSos, assegurando-lhe que nao seriam
    hnttilisadoe as suns trapas s eansmfem essm
    dattsuUi e respeitassem a cHade.
    Aceita a clausula pelo general Caballero, a
    posudas as forcas alliadas aa praca de S Fran-
    cisco, avancararnoHrevo*uso, 0 ataeiram a'praca geiro fntnro. c
    da cathedral, onde se adiava eatrincbeirado o
    govaraaom os seus poticos soldados.
    Duas e meia h jras diirm 0 combatc, encarni-
    cado de pa rte i flarte, a^sietindo i elle nao so 0
    presideate loveHanas, ms tamt)em os nwntstros
    Sotttras e Miranda, todos os inues se nortaram
    como-bravos, seodo farido Sotteras.
    As foroas inimigas furam reohagadas com vi
    .gor, e fugiram debaaoadas, -sendo persegirtdas
    tiessa fuga pelo excrcite do givverao, ao mando do
    ministro Perretra, que, pooeo depots do coiubale,
    chegar de Paragnary.
    A'essa fuga, mi dos grQpos, eapiteneado pelo
    coronel Gotlraru', ao passar eni freate da legacio
    -brasjleira, dingii iiwulttnsas apostrophes ah Brasil
    e ao seu mini-tro alii prosewte. Os soldados bra
    eilerros, que guardavam a i gaeao, Qzeram entao
    fogo para 0 ar, e os revellosos seguiram sen ca-
    minho, vociferando e esbraveiando.
    Deste incidente desagradwrel liraram os ini-
    migos Jo Brasil motivos de qu'-ixa, e a imprensa
    platina levantouuraa terrivel grita, a:cnsand:.-o ter intervido na revoita em prol do governo de
    Assumpcao. Mas averdadu e pie essft imerven
    cao niose deu, e saodisso uma prova palpavol
    as coinmunicagoes do general Mitre ao governo
    argentino, a propusho dos successos da rebelUao.
    Itatid 1 cst* em Assumpcao, e dispersadas as
    Mas forga< pelo exercito legal ao mando I do mi-
    -- tro Perreira, deeahio eo-npletamente -
    t{ 3*. Kxekisw* de quas'nuer outra e:
    le estnttas de ferro,
    1 kdomrtr.-s p;.ra cada
    'BVst.\crla, iia mesma direcvao della.
    dnusaia, aaten, -'nao se estendera a quaiq1
    estrada quo, partindo do mesmo pouto, teuha di-
    reccao diversa, ou que, aproximando-se da iinha
    jda mesma -estrada on atravessando-a, comndo aao
    descarregae ^eneros ou passageiros deatro da
    sons privifcgiaia.
    1 4*. todiMlhaesitierontrosprivilefios, isaa-
    f5es e prsfuAnetas compativeis como ben pa
    blieo e lets plwiririeiaes, com refereacia, naa sea
    linha ferrfei e an prolongatnento, eomo aos ra-
    iftaes quea eoaipanhia julgar eonveniento coaa-
    truir.
    I *. A perda des favores desta lei par parte
    da coaaaaaftia so ten lugar nos casos que foreos
    eimsigaados no respective) contrato, e por agio rao
    tiaaao da presidenaia com recarsa-qaa ao. aiesaio- nio
    cWitfaaofAr.es*piriado.
    9.* "n'a .Nfl*es do Macedo Forjae, Japfi Aagu Li-W>a e I*o Jose do S;i Junior; simriles-
    .uigfirmno de larvalhn>, JoaQniui Alva
    galhaes e Manuel *aCanh'Wi*'oto Gui-J
    *^^^^^*^^^*^^^^f^!K??'^*^!fr???*t?^??^"?^_ ..ffhKWiV^elfcrlnde jdrtmedlo ^de .harmaceutieo.
    TS.m anno pkirmaceulio*.Approvados plena-
    mente, Arthur Angusto fires llalfeld, Aifredo Jose
    #e OUvaira, aaao FernaajjM da Costa Tuibao e
    no 'Vicente Hercondes iameiro ; stinplosmente.
    Ivador Jose" Pereira de. Almeida e Casiariro Auj*
    gusto Cesar.
    0 gaz de madeira da |uz elara, brilhamee que
    Tj'valisa coia a do gaz commuai. Sejtando aos in-
    ^onrtaram, tein felxe rtsgufar ih lerfha pola'iwudu-
    z.r gaz paraaeis coaibustores durante'quatro bo-
    ras.
    Das dirersas substanc'as que se teeta procu-
    \a ese ii,i
    eenho'dJo 1.'
    f Appro
    cn Cduardo C
    Vader de A
    I POS, A
    do Ri-
    al o resuhade da axames de de-
    foi o seguiaee :
    Com djs!incgl6 grie K): hio Au
    reto ; plenamente eom gra0 9
    ami de Campos afeMe, !ancisco
    )e, Lntz FdBppc Qonaaga de Cam
    t Se, eomo se d*z, 0 governo gwal prtted* (*cat Neror de tiduWa e- Ared**P* 'a ; eom
    pralonsar a estrada D. Pedro II para o node da
    provraciade Minas, abandonando a primitiva idea
    de -leva-la a Lagna-Donrada, a projeenda euVa
    minetra pde reseiver a questao, porque vai ser-
    vir aos muuicipies do ceatro que, em virtaJe da-
    quelle piano, ficavam prejudicados.
    Parece aos es'a a lotos os respeitos ami
    emprera digna de animagao e que prometle lison
    S. I'ALI.O.
    Datas ate 6 do correute.
    ' Na capital, no dia 2, em presenea de varios
    iideressado<, f-tram abenas as propostas, eia nu
    mero de qninae, apresentadas psra a prolongs-
    meuto da estrada de ferro de Campinas ao KM-
    Oara.
    Le se no CurreimPanlistano :
    1 Pnndou se em Piracieaba uma escola neetur-
    na, qne e hojo froquentada por mais de 70 discipu-
    1 ir, e de que e professor o Sr. Dr. Basilio Macha-
    do. 0 iaiciador, desse bello cuinmetlimemo foi o
    'Sr. Luiz Vicente da Sousa Qoaiioz, a cujo eonvite
    Iramediatamento adherirara distinctos cidadaos de
    todos- os credos.
    < 0 Sr. Luii Qneiroz esta mouumlo, tambem aa
    mesma cidade, uma importante fabrica de leoidos,
    qne promeKe 0 melhor exito .
    Kelic.tamos Ciira prazer os benemeritos pan-
    listas, qne la > efBcazmente concorrem pa- a o
    desatWolvimento moral e industrial da sympa-
    thica ppivineia qne sarvio4fte* de btirgo.
    Oiz 0 Dterio (I; S. Paulo de 6 :
    Passaram hantem por esta oidade, com direc-
    gio aos municipiis de Campinas s Mogy-mirim, 81
    eoloaos Portugueses, vitido* pelo paqutie alUjinjio
    Argentina ; sendo 12 para a colouia Nova Louza e
    69 para a Nova C Hambia.>
    A presideneia da province approvara oses-
    t.itut is da assocfatcao Propagadora da laslrUcgio
    revoliosos ao I Popular.
    - Sahira a luz,na cidade de S. Joiio do Rio
    Clam, um novo periudico intitulaio Gumio do
    SMta.
    E>s folha pnWiei 0 segainte:
    1 A nossa popniagao cobrio-se hontem, 31 do
    paisado, de Vistosas galas, e raziio love para
    isso.
    cr Erarn 5 horas da t irde qnando 0 distmcto
    engenheiro Paula Souza e seus eompanheiros do
    trabalbos cbegarara com a picada ao ponto termi
    n.il da estrada que deve iigar ei Campinas.
    Ao linear a ultima astatfl, rompeu 0 hymno
    nacioBlre a festa dotral)alho comegon.
    0 povo, o clero, a camara munieipal, inamenso
    niimero de senhoras e cavalheiroi, e os represen
    tantes da imprensa,; ffiuiram entao para 0 lugar
    em que dave levantar so aestagAo, 0 ahi victeru-
    ram o natavel acontecimento. quo fechou para aos,
    com eijaaa de ouro, o anne de 187-t.
    Os Srs. juiz municipal, Drs. Paula Maehado,
    Silv-aLima e Rvm. couego Santa Candida, fdicita
    ram em sen nome e no de seus conlerraneos 0 il-
    luslre engonheiro e sens eompanheiros, os eida-
    laos pie iniciaram e-te grandioso inelh<>rameitto,
    e por Dm a commissao encarreg*la dos trabalhs
    grauhics dae-tr.ida que d'aqni deve seguir p-.ra
    Maito Gmsso, particnlarisando o talentj$<) Sr, Dr.
    Pimenta Buesio, cliefe da mesma c nnmissai.
    0 Sr Dr. Paula Souza, visivelinenle c-nnmo
    vi Id, agradeceu ao muni'-apio; e, como sempre,
    TOodesu e generoso, procurou occultar o mereei
    mento proprto para fazer sobresahir a daquellee
    que o aoompanham.
    < A iunnensa multid o, prec: l.di de duas ban
    das de inusica. foi em seguida aemnpanhar os il-
    lustres engenheiros ate as suas restdencias, o o
    mesroo praticou com o Sr. Mandjaa Valla, presi
    dente intenao da camara municipal.
    A'-iiinte fraaqueim 0 Sr. Marceiiiuo Gerard os
    sens salues; a maior parle da nos-a melhor socie
    dade aili se reunio, c um baile, animado e espien
    dido, foi 0 agradavel remate do dia, do anno e da
    festa. s
    RIO ;>'". JANKIRO.
    Sob a rubriea Parte Official vao por ex-
    tenso diversos actos do governo feraL
    Pelo ministerio dt mar nln declarou -se ao
    de estrangeiros que, se seguir alxuia uavio dt
    no3sa armada c mi m-truccoes de na egar no Me-
    iliterraneo, levara ordem de tocar no porti de
    Taugcr, em attengao as cnuveaieucias apresenta
    das pelo vice consul brasilein naquella cidade.
    0 decrelo do minirteho da t'azenda, n.
    >,j17 do dl de dezembro ultimo, autorisou 0
    transporte de 1,527.02 2lf das verbas do* %\
    3 16 o 17 para do- j 4', 5a, &>, 7, 8, y. It,
    13, 18 e 19 do art. T da lei n. 1,836 de 27 de
    setembro de 1870, quo vigorou no exercicio de
    1872 a 1873 em virtude dus decretos ns. 2,015
    de 23 de setembro de 1871 e 2,"&l de 11 de Ja-
    neiro de 1873 no ministerio da fazenda.
    Pelo mimst rio dos estrangeiros foi expe
    dida a seguinte not.i :
    Kio de Janeiro. Ministerio dos negocios estrtn
    geiros, 23 de dezembro de 1873. -K-tou de posse
    da nota de 19 do corrente, pela qual 0 Sr. Leuo
    Noel, ministro plenipotenciario da republiea frau-
    eeza, a vista da impossibilidade dose coaeluir
    antes do lim deste anno a eonvengio postal. qu
    sc esta ne.goctand cotreo Brasil e aquella re-
    pdblica, propoe a prorogacao da convengao actual
    por mais seis me/es, anm de nao serem inter-
    rompidns as relacoee pastaes entreosdous paizes.
    Em resposta eabe-me communicar ao Sr. Noel
    1 is o governo imperial concorda na prorogacao
    por mai seis mezes, que tindara a 30 do juniio
    ur ximo futuro, contlhoando-se a nbservar qu
    foi ostabelecido- por not a do 25 de novembro de
    tB7t. Neste sentido olllcio ae mmiuerio da agn-
    euDtura, coinm-rcio e obras public**. Tenho a
    n mrnh.i alta conrideragao. Visconde de ..aravtUaL
    f4l4 St. Leon Noel.
    Lemos no Jornal do Commercio :
    F;iHeceu 0 coinmendador Jeronymo Jose Teh
    xeira, um dos mats anngos ntkocraates desta.
    prkga, tpie pelo trabalho o probidade anganara
    a tnais hunrosa reput.ica*que lega a sea tilho o
    $r. senador faroavmo Jose-Terteira ioaior.
    Noticia o Monttor Camptshs, qne faMecera
    era S: Joao da Barra, odistineto engeaheiro Dr.
    fctiiz Martins da Silva Contmho; contava apenas
    38! annos de idade e tinha ja prestado muitoaj
    s-ervieos ao paiz.
    Ld-se na follia referida 0 seguinte :
    Achava-se a carregar ton da barra do Itata-
    >ana 0 patacho Eugenic, e ao ir pira a terra a
    drtia do mesmo p.itacho com 0 capltao Antonio
    Mento, aceihendo se nailos dos
    iiidulto coneeiido pelo presideate Jovellauos, u
    s*ndo dissolvidos os deimis pelo generil Ca
    bullero, que passouao territorio argentino depois
    de pwtestar contra a intervenfao (I) das forgas
    iirasiieiras na ques'ao interna do Paraguay
    Desde entao 0 governo atteve-se em reparar 03
    efdragos materiaes causados pela rebelliao; e.
    tendo cessado de todo os receios de uma nova
    revoita, voltaram-se todos para as conquist.is da
    civdisaeao, no seio da paz e da trauqtiiliidade
    public*.
    So entao podcram cominuar as negociagoos de
    que acima fallamo* para os tratadus de paz, li-
    uiiie.s, commercio e -navagagao eon a-Republic:!
    Argentina ; negoeJja^Ses* (pie ehagaram ao resul-
    tadu nrgativo queja "vnires.
    Esse resultado poz em alarma todos os epiri
    tos 'Um Assnrnp.-ao ; e certamente nSoToi acousa
    para meuos, visto como deixou qua continuas-e
    invslvido 0 maiur problems que aineaoa 0 Para-
    guay, e portanto ensombrado 0 seu futuro pela
    possibilidade de uma guerra cruel e desospera
    dora.
    Deus qaeira, porem, que essa guerra sej:i re-
    mnvida no anno que hojo ceuK-ca ; e i|ue, afinal
    possa 0 Paraguay, sob a egi'le de safitas leis e
    de honest:* tratados, prosexuir na sua obra del
    regeneragao, vendo rasgarem-se formosos iori-
    sontes ao son povo, diguo pr certo de rosperto e
    de attencoes pelos sotrrineotos experimetilados
    em tio longos anuos Je tyranaia e de guorraa
    devastadoras.
    RECIFE. 17 DE JANEIRO DE 1874.
    \oticin<* do Mill do im^eriu.
    Vimos boje cumpletar asorie de u.jucias trazi-
    das pelo vapor inglez Valparaiso, qae aute hontem
    chegeu ao maps porto.
    i-Acifico a am da trata.
    A hiteresssute e minuciosa missiva do u>so
    cdrrespondeme omtem tudo qnanto occorreu nes-
    ses paizes. Chamamos para ella a attencao dos
    leilores.
    MINAS GERAES.
    Datas ate" i do corrente.
    Na noit de 24 par* 23 do dezembro cihira
    sobre a capital um medodho tern "iral aennpa
    nhado de copkwa chuva, que cauai grando susto
    a popuhgao, e fez muitos estragos.
    Nao houve habitagao, diz 0 Diario dc iicnas,
    qne deixasse de soffrer mais u menus as conse-
    qu'encias funestas dos caprichosos elementos. R.^ios
    e boriscos se divertindo pelos a^es, e victimando o
    que encuntravam em passagem ; casas innnda-
    das ; a estrada io Seramenhu obslruida ; muiunos
    desapparecidos; plantagoes submorgi Ja* pela area;
    a gra tide ponte da Baira, obra culossal de pedra,
    deslmida; o graude Cruzeiro, engido a esfurcos
    de Pfei Curiulatio, partido ; mil hares de corticos
    da atielha vugando por ahi aMn. eis 0 resultado
    d.is furias du tao incom nodo huspede.
    a No tneto des- 0 qnasi cataclysmo, por entre 0
    horrivH da tempestade, era bello de verse o hc-
    roismo lutaudo braco a Hraco eom as forgas do fu
    racao I Dommgos, Felicio, Sa vador, Paulo e
    Braz foram os heroe3 dessa noite. Debaixo do
    furor da tormeota, estes distinctos itaiianiis saeri-
    ficaram seu socego, seus com modus, snas vidas
    mesmo, para prevenir qnalquer desastroso acou-
    tecimeatu, qua poderia dar-se a falta das pruvi-
    deacas qne por elles foram toroadas. Ao desa-
    bar da ponte da Barra, no centra da ci lade, nas-
    ceu nm abysmo, oecnlto pela escuridao da noite.
    Era necessario, poia, am pharol que advoritsso o
    perigo. E quem se atreveu a culloca Io, vencen-
    d(j todos os ubstaculos, foram aquelles cidadaos t
    Se nao cnnsegun-am evitar qualquvr catastroDhe,
    porque ningnera seapnixitnoitda porite entao,nib
    imparts I Basta a iirtengao para tornar b'-aeto ina de todo o etogio
    oostamus que na ci lade de Martanoaos es-
    tragos tzmbem nao fera** pottcos.
    ]* Wfeoen no Esp*r MM do Pomba Aaao-
    a Alves llarbosa, um dos mais importantes oari'
    tig fazendeiros do lugar.
    -* la-sd no Hani MMM de 31:
    t No dia 17 do correute mez, no dfetrictftda ci-
    dade do Rh. Novo e fazewta de Pradeteeo Jose de
    AinelBa, fbi tim eserav* deste iisssmado 4 fofea
    de casligos rigorosos, iiifTigidos por Antonio Jesd
    da SSiva Ramos.
    0 delegado de poticia dirigio so immodiata
    rneata a eafefida fazenda, fez *to de cerpo dd
    delteto no'mono e inijoerito pollelal, conseglrin-
    do no dia saguitrte effectoar-so a prlsao do efi
    mlnoso, que acha se recolhido a cadeta e sendo
    piucosaado. a
    a Be Rto Pardo nos escrevera flotibFaado a due-
    da, no dia 31 de'oatdbro nftrmo, ide uid^ raid ha Joe flarboza e alguns raarinheiros e p^balhailo-
    tetRfeneia, passou entre a* pernai de am terceiro.
    qtle CSblo. vbltaodo a vidar poocas .horts debott,'
    vizinha.
    Entretanto a revilta, inklada em 22 da maraa,
    a cpiuneada por CaBnllerp, 'Bdtreiro, Serrano,
    Godoy e outro-, foi segiiindo 0 seu caminho, tend"
    por aJvo claro econfesfadp derrMbar o governo
    a annexar ( Paraguay ii--pub!i.-a Argentina.
    0 governo de ssumpcao, no intuito de delel-
    Jar e>ses plioos. chamon as ar,nas todos os ci-
    dadlos tie 16 a 60 annos, e poz se em campo, in Jo
    0 nnawlro do iulerier, 0 Dr. Bemgno Fcrreira.
    t'.mar 0 com nando do exercito em Paraguay.
    Beceiando o governo queos revoltosos so apro
    xfroassem e entrassem na capital, pedio 0 auxilio
    intend- noia dd aog.^ftmt -hne- Joaqdim 0 SHVs.
    eslabeteeido naquella cidade.
    o Como sempre, caprichoso, atravessou as pe>
    aedas dos oftoei KtlaMmu dous ladivtdaos e dous
    atjaMsMt; qlie fafleeerato> InSlanthneamente, cegon
    afaa^ajsta pessoa, fl, pereOrreado a safa da' in
    , e qne o paquete ar-
    peaalan Republic* foi vista a ratxiear uma- gateta g'aeas aos soecorros que f ram presftdos pelo
    oarregada da petreehos *ellicos para es rewltosoS, ciqad.io Conradd Gomes Caldeira, que conaeguio
    ao paso que 0 governo de Bueoos-Ayre* impetfid wnlfJat resTHbir a ffftk sWssllirtBVias J*ssoa, que
    porsaaitnsdias qua0 foraecedor do governopa^a- s*lW#*m grande abate % desaecordaram corft 0
    guayo embarcasse os petrechosbelticos qae Com- eHoifaeeTeetrleo.
    pratapar ofrUw deste g-iverao, si* o pretext de -' 0 tH/frio-dt A#ftr*ipnbliea Dma lei provin-
    qoe pdiamser apprebondidos pdes revoltosos s* ditf 'T'HHB dB-8 d aflaidnPa de 1873/ antori
    BaireOwt ..i..^i s-ndo o praaMeatedapfovlneia* r.mr-Her a com
    Oe todos estes faetos, pois, tiron a opioiaoar- patrtUa quo orgahisafem b bao de Nogtieira da
    gumanUB eantra a Republiea Argentina, e esta* G*iWa bttrahstrel Je^e^alnHin HagtlMra V.te da
    entretanto nao < expljcou, apezar das reclaraa- Gima, on a quem mais vantagens offerecer, par*!
    S&Vs que ao general Mitre fez o governs de As- a consthfcga* d* uma etrada de 'flrTO tfd iMlh!
    sumpgao, invocaa* a matraiidafe da repoWsea WrtMS eVespdctfvo teV*iaphoeledneo,; qne
    tiado da'ani>mt Sihio-+eAitea'tallTri'fraVbOs, subimlo pel,
    And uio-Caadido de Aieve-io SoJre e Angusto
    go Toscano de Brito ; com 0 grao 8 : Anto-
    de Arruu* BaJirao e Pedro Severn no de
    Ijttlar^ Ion Ojgaat 7 i also fsmelr* da SMva,
    0 grao 6 : Antonio Jacintbo Mendes, Aut)nio Mo
    reira Fortes, Juvencio Lesbio, Jose Agostinho dos
    "Rlfc, .JaVo iodnfueaButra Hocha, Joiio Capis-
    trano fa Cuoha, Amerieo Baptida do Mrllo Bran-
    dao, Joae Evangelista Caraeiroda Cunlia, Augus-
    to Ernesto da Figueiredo, Eogenio ifearique da
    Silva. Antonio Alexandre Poreifa, Gabriel tfiiitao
    de Villa Nova Maehado, Francisco de Paula Oli-
    vatra, Wenoeslao Alves 1Mb d OMveira flello,
    Fiaaeisco Carlos da Silva Cabrita, Antonio Pi-
    nheiro Cangugu, Luiz los6 da Foneeea Costa, <^e-
    tano Pinto da Ponceca Costa, Julio Podrelrt do
    Freitas, Carlos Jos6 de Oliveira Rraga Gross, Luiz
    de Carvalho dello, Honorio Guimaraes Pi nheiro,
    Ayres Pompej 1 arvalho de Souza, Antonio Peixoto
    de Azevedo, Jose Joaquim Lapa do Nascimeuto,
    Jose Joaquin de Qneiroz. Jo-e Maria Teixeira,
    Vietor Dezerra da-Hocha Moraes Arthur Getulio
    das Xayes. AfTonao Glicerio da Cunba Maeiel, Pe-
    dro Jose Vereiane, Eugenii Barbosa de Oliveira e
    Julio Augustu de Aguilar Macltado.
    Approvados simplesmeoto 00m 0 grap 5 :
    Antonio Verissimo de Mattos Junior, Manoel Mo-
    reira Pedroeo, Joao Mari..- de Almeida Portugal
    Junior, Joao Vieira da Cunna, Joaquim Carnoiro
    de vtiranda Horta, Augusto Carlos Lt-gendre, Aus-
    tricliano Honorio de iJarvalho; Joaquim Mariaono
    Alves da C>sta Junior, Manoel Boniuio Fontenelle
    Junior, Joao dos Reis Souza 1'antas Subrinho e
    Joao Maria de Sa com 0 grao 4 : Franceiiuo
    Faria da Motta, Mar*;al Percira E-cobar, Manoel
    Bernardo Pereira Vianna, Jose Antonio Vasques
    Junior, Alfredo Bernardo Can-ogia, Jose Leupoldo
    Belfurt Dttarte, Wenceslao de Oliveira Bello, Car-
    los Xavier de Moraes Pinto, Sergio Joaquim da
    Costa, Torquato Xavier Monteiro Tapajus, Hod >l-
    pto da Cista Tmoc-j, Joa(|uim da ijuata Chases
    F*ria, Francisco Colombo Muntoiro de, Carvalho,
    Nnrberte Alve* Nogueira da Silva, Alfredo da
    Rocha Sa Rego, Jose Maria de Albuquerque Melki
    Junior, Pedro Honorio Nabiico de Araujo, Joao
    J ise da Cruz Camarap e Estacio da Sa Rego ;
    com 0 grno 3: Gregorio Goncalves de Castro Mas-
    raronhas, Francisco Simao ds Fnni-eca, Francisco
    de Paula Guimaraes, Carlos Guedes da Ctista, Joao
    Candul) de Oliveira MurliHBa, Joao Francieco de
    Mhttus Judiee, Antonio llu'ino da Costa vlartms,
    Jo>e de Andrade Pinto, Joaquim Gaspar Teixeiia
    da Cunlia, Sabino Etoy Alvtrn Pesaca, Juse dos
    Reis Silva Pereira, Manual Franklin Nur.es I>ueoo
    ilo I'rado, Arthur Joaquim Pamohiro. Ricardo Al-
    fredo Menina, Eduardo Alfredo Me.nil--s Gon;.alves.
    Estevai Riboiro da Assis Resende, Alfredo Angus-
    to Campos de Paz e Arthur Pio Descbamps de
    Mnluiorency; com 0 grao 2 : Gnilherme Pegaaha
    de Oliveira, v iecnte de Paula Santos, Joaqmm Oso-
    rio daFanceca, Ernesto Autunesde ampos, Fran-
    cisco Cypriaao de Oliveira Murtinho, H.idolpho Co
    roacy da Fonceoa, Fran'-asco Wan Uorell do War-
    nay. J >ao Ernesto R-iducanacbi, Doiningos Gui-
    Hierme Fernandes Pereira, Joaquim Cardoso do
    Castro Men-zes e Souza, Luiz Paula Leal Xabuco
    do Araujo, Fred -ricn de Almeida Albuqaerque Fi-
    Iho, itonjamin Mamsl Amarante, Fernando Carlos
    de Menezes, Pere^rmo Vieira Machadp.da Cnnha
    e Jose Budrigtio* Victti; com grao 1: Antonio de
    Salles Nunes Belfort, Arthur de astro Araujo,
    Aaguslo Qlavo Ro Irigues Perreira, Joso l'heobaldo
    Branlao, Eugenie Alberto Franco, Ntclae Para-
    nttos Polerneira, Severiano Antonio da Silveira
    Junior. Manoel da Jesus Valdetaro, Marianno de -vt-
    meida Torres Junior, Joao Alves Guimaraes Cotia,
    Jose Maria Saldanha Bittenoourt, Olympic Carva-
    lho da Konceca, Pedro de Castro Pereira Sudre,
    Leovelgidio da Silva Prado. Vicente Vargas tie
    \ ulrade. Antonio Dommgues Peri4ra da Grao
    Joao Jisd de Andrada Pinto Junior, \lfredo Soare*
    de \ndrea. Alvaro d-< Mello Couthiho Viltiena, Ma
    noel Jose Amoroso Lima, Carlos Alberto Leal da
    Cnnha, Manuel Marconles do Amaral, Oscar M^t-
    m Biltcncoart, M inoet Martins de Araujo Filguei-
    ras, Manoel Basilb Teixeira Pires, Luiz August.
    Dias ile Faria, Horacio Rodrigues Antanes. Anto-
    nio Gomes dos Santos Lo.ie', Francisco de Lemos,
    J*e Antonio da Brito Bastos, loaquim Antonio
    Alves, Joao Carlos Gontiers, Arthur GuilnermeJJo-
    glie e Alfredo de Aqpion Fonceca.
    H'love dezoito reprovados.
    0 resultado dos exames Onaesdaprimeira ca-
    deira do 2- anno da mesma escoli, foi 0 seguinte :
    Approvad is plenamente como grao 9: Eze-
    quiel Correi dos ^antos, Alfredo -le Paula Freitas
    u Amio Goncalves d-i Farias ; coin o grao 8 : Luiz
    Gflorredo d'E pho da Silveira, Demelrio Nunes Ribeiro, Octavi
    AngusM Lassancc e bacharel Eloy David Benedic-
    to Ottoni ; com o grao 7 : Bento Francisco de
    Sayaa Lobat-j da Bulhoes Carvalho, ugusto Car
    I01 da Silva Telles, Alfredo Hervy da Silva, Ainen-
    co Werneck, Alfredo Henrique Pacheeo, J.is6 Au
    gusto Rr Ortiz Montein e Alfredo Antonio de Silveira Bas-
    tes; con 0 grao 6 : Alvaro Rodivalho ar-ondes
    dus Reis, Norberto Risso de Azevedo, Miguel Ri
    cardo Galvao, Minoel Perreira Garcia Redondo,
    Antonio Peraira Simdes, Olegariu Dia* Haciel, Sa-
    muel Severiano Fcrreira de Aguiar, t.diias TeH
    rado para 0 fabrico do gaz, a madeira e, diaem-nos,
    a mais ecoaomica.
    o Os apparofaos exposlos pelos Srs. Medeiros
    Tavares & Vaa s*o ineoatestaivetmenle de uMida-
    de e de grande van ta gem para pequeais cidades
    do interior, faaeadas, eslabeleeimentoS iadustllaes,
    - aavios, etc. a
    < Tendo Ida i praga as eseravas Maria, parda,
    e suas du.is lilbai menores Firm aa e iulieta, qua-
    si bramas, foram alfiwndas, apriioaira pelo Sr.
    Lniz Alves de Andrada e as outras pelos f-rs. pro-
    vedor e mais menbros da mesa da Saata Casa da
    Misn icordia. Depois de libertadas as criancas, 0
    nsesuw sr. provodor maadou-as admittir como
    asyladas debaixo da protecfio da referida Santa
    Casa.
    res de terra, sossobrou ao entra'r da barra por
    causa do grande mar. Dos trip dantastres atcntr-J,
    caram terra a nado, os outros ticaram lut;.mto
    com as' ondas, animadoS pela capltao 1 a espera
    de soccorro. Foi em soccorro 0 bole do patacbo
    amstsntina Feliz, que ehegou ao lagar do i-
    nistro, onde'ja ha via falleeidoonapnau. Um va
    lente m rtnheiro de terra, de home Jose Aracaty,
    . qde jJMStbn socconros a um do* aaufragos, sac-
    nradd Gomes Caldeira, que conaeguio 'cumbio extenuado de for;as 1 Foi encontrado o;
    cdrpo do eapitaona praw'da Rearo
    Ha dia tt do covVeWa, ^lasniiMlj*. per ac-
    oasiao de nma trovbada acompaotiada de ehuva.
    Nc^lhend i-se paW abrtgar se desta as esersvaa
    dfSr. Dr. C^etaoo TIminai f>Whlro. qne Iraba Joio Antonio de BtWW ISJOIIqdes e
    Bto-dd'feTle.Wravesse a sem do Cimpd/has
    proximidades de S. Domingos e Conceieii>, e gjsr-
    geando 0 Rio-(Jr.inde, va termlnar na cididd da
    Lavrav os wguintes favurea- :
    I 1*. Caraotfa de juros ate 7 % sobre o
    capital maximo de 7,0"(:fJ00<0 0, pur pnwo nao
    ex^eiente a iO 'attnos, na' a sabvencAft de...
    9:0) 00 or kllometro e sefrada coiri|iletamen-
    te acabada
    vain aa ruga de sna' fwends do Saeeo, corria
    adianu: della* um (Martin* aonm Horacio, qu-.,
    a'um relampago e esnmpiddodo trovao, cahjo
    nilminado, nao Ihe ficando no corpo 0 manor
    ve^tgio de (jtteltha inr* 0
    . !aiK0 Cruteiro do Sul da 8. FiiW, cidara se, etiforeando se em uma arvoro prox-aa
    da rasa de naa residencia, o lavrador Pelix- Alve>^
    fla Serra.
    r z-mdo o r. Dr. Ante or Augu>to Ribeiro Goima
    raes hem de luzfdas consideragdes subro oa meins
    prerentivos contra a invasdo de mofeslios petti-
    Irncities. Taudu orado por mais d- uma hora, re-
    servua 0 Sr, Dr. Antea r a cpntinnicSo dV ta>
    !i npoitante mateiia paraSprttxima quinn-feira.
    a 0 resultado dos exames de bonunt fat, n*
    0,,... ~~ j., ,,-. 0 vv!..., ..,.,, vm.-iciu c Facol'Jada de Medicina, foi:
    Mirtius M i-cusi', Tito Augusto Franco da Almei-
    da, Joaquim de Saldanha Marinho Filho, Vicente
    Hitet do Baeellar Piato Guedes e Jose Lopes df
    Gistro Junior ; com o grao 3 : ClauJio Livio d.^
    Reis, Jrne Uloraente G me<, Thenduro Fernanda*
    de Sampaio e Frederico Carneire de Oliveira Soa-
    res; com o gfao 4 : Honorio Gomes da Paiva Cou
    tmho e Lucas Teixeira Sotlza M^igalhies ; com o
    gr4o3: Jorge Furtado da Maadonca, Francisco
    August) de FiueiretJ e Guilharmp de Saldaoiu
    Eloy; com 0 grao 2 : J a |uim Jose Barrao.
    Houvo 13 roprovados.
    < Daixaram da fazer exameSi, dot quaes % ten-
    do tirade pouto para a prova oral, uao compare-
    ceram per doeates.
    a Hontem (8), as 0 boras da tarde, um numero-
    so] grupo de trabalhadnres da villa I-abel (mais
    de duzonws) visratn nclamar d 1 pagad-a- dai coin'
    panhia a importancii da ferias, que diziam ser
    Ihas devidas, tumultuariamenle se dingirani ao
    pole! Console, onie aquefte ompregado se achava
    entao.
    a*enaaiteaderem.s razaas qua o pagador alia-
    gava, levaram-o a forca para o eseriptorio da
    iwmpaahia, na praca da Constituigao, insistiodo
    sempre pelo pagamento.
    Dapois qae 0 pagador afllrmou que tiaaa em
    seu podar dinhairo praciso, mas nao pod a de mar
    memo organisar as guias e rolageaa do pagamen-
    to, e'ncaminharaiu-se os trabafhadM-ea ainda em
    grupo para a estacao da oenaauaia no Ater-
    rado,
    '" 1 Pol para aIN eaviada'ama forca de eavaltaria,
    e so com a presenea della e graCAs' ads e*for;oS 66
    ST Dr. primeiro doiegadajf pie eornjarecem no lu
    gar, eotnegul 1 -dlsp**iar* grtpo. t
    0 restjttadodoe exanos deuomem (8^ na
    cnldade 00 modteiai fd 0 segumte :
    Segundo anno medico: -Approvados plenamen-
    te, Braulio Joaqaim Gomes eThodWu Ram is da
    ^opcega ; approvad** slmplesnenie Outhviaae
    Cbelbo da Silva Jose de StMza'Llma, Jose da Ca-
    nba SoaloMaiur 0 Pio Mattms-- MdrWiea'Atl
    Wa. : .
    do anno pharaiaceatieo : Approtadol
    aoshMnffos one wnrlitiram 0 enrso Be pharma-
    .cia. Em seguida eadfrrio o grao aos dootoran-
    dos.
    * 'Terininada esla coremonia, o Sr. mreclor in-
    hterino pronanciou Km disewso attisdgo ao acto.
    Responderam ao director 0 pharmaceuli Aurelio Augusto Vaz de Mello, como orador do
    seu aaao. e n Dr. Bamiro Footes do Barcellos,
    por parte dos mvos 4 lutofes.
    Pronunciadoo ultimo dtscurao, a Sr. director
    mtermo levantm a sessao, eforara S. MM. Impe-
    riaes eoadazidas a sanida do peno fcmeriai, pel*
    congtega^o da faculdade, com as anesmas cere
    momas com que havJain sido recebidas.
    Os doutores qne tomaram 0 gtao foram .-
    segnlntes Srs.:
    Lniz Augusto Correia de Azevedo, natural d )
    Rii de Janeiro; Gnilherme Pererra da Silva Bel-
    mont, natural de Parnambuco; Joao de Dens da
    Cunha Pinto, natural do Rio de Janeiro ; Antonio
    Dias Ferreira, natural do Rio de Janeiro; D.
    Jos6 de Souza da Silveira, natural do Maranhao .
    s de hontem (/) na fa- j,,^ Redrignes Peixoto. natural do W* de Janei-
    Jose Bazilau Nev-s Gunzaga Fillio, natural
    culdade de medicioa foi 0 seguinte :
    < Segundo anno phannaceutico : Jose Vieira
    Pires e Sebastian Catao Callado, appnvados plena-
    mente ; Luciano Constantino de oliveira, Carleton,
    Venaneio Jose da Silva, Guilherme Barbosa de
    Oliveira e Luiz Augusto de Loyola, approvados
    simplesmente.
    Segundo anno medico. Miguel Archanjo de
    Sant'Anna, approvado coin ilistinccao ; Joao Jose
    de Sanl'Anna Jmior, Mario Nunes Galvao, Ernes
    to de Castro Uornira, Jose Ferreira da Rocha ap-
    provad 13 plenamente; Luiz Hedolpho Duque Es-
    trada Sayao, approvado simplesmente.
    Exame de these de snlBciencia.Dr. Carlos de
    Sa Ltsita, approvado plenamente; Dr. James Ma-
    fadden Gaston, approvado simalesmeuta.
    :< N. B. Prestaram juramento de pharmaceu>.
    ti jo, por nao terem comparecido ao aoto solemna
    om canaequencia de mnlestia, os alumnos seguia-
    tes :
    Rodrigo Lopes de Brito, Gabriel Lopes da Silvs
    Porto, Joao Bastos de Mello Gomes.
    > Retwio-se hontem (7) ao meio-dia a assem-
    ble* garal dos aucionrstas da companhia pastorH
    agrieola e industrial, achando e representadas
    10,760 aec6es.
    I'roceJando-sa a eleigao da direcldria toram
    vutados es >r. | preiidente bario de Maua ; di-
    rectores, barao da Lagoa, Jooquim da Fonceea
    Guimaraes, Joio Ignacio Tavares e Dr. Jos6 La-
    dislao Terra.
    Imperial Associacao Typograpliica Fhimineosa.
    Tuinou hontem posse a seguinte admmistra-
    eao da que tern da funccionar no exercicio de
    I87i a 1875 :
    Met*. -Domiciano Anacleto Parana, presiden
    te ; Pedro Nuno K vares Jaraim, vice presidente
    Francisco J-.se Antanes, 1 secretario ; Antonio
    R. Dias P. de Freitas, 2.- dito.
    a Commissao de beneficencia. -fiernariliso Fran-
    cisco Gungalves, Jose Francisco do Araujo e Sa e
    J. A. do Lima Gomes.
    a Commissao de tensoes. Eduardo Je Oliveira
    Miia, Juse DjoHinger a Wenceslao Antoaio da Me-
    deiros.
    Theaoureiro. Jose Mof eira de Lemos (reeleito>.
    < Commissao permanente de con/a*.Antonio
    Goncalves Ennes, Joao Floriano de Carvalho e Sil-
    va e FUvio do Amaral a VasconoeMos.
    Commistao artutica. Pedro Nuno Alves Jar
    dim, Jo?e Mureira de Lemos e Sabino Auiceto
    Rosas..
    Bibliotltecario. -Antonio Raphael Dias P. de
    Freitas.
    < A mortalidade na cidade do Rio de Janeiro,
    durante a quinzena do 16 a 31 do mez tiftdo, sa-
    gundo boletim do Sr. cmselhelro Pereira Rego
    presidente da junta central de hygiene publica,
    foi a .seguinte :
    ro.
    do Rio de Janeiro ; Francisco Moreira Sampaio,
    natural da -ahia; Manoel da Malta Leitc de
    Araujo, natural do Rio de Janeiro; Joaqaim Ma-
    noel de Oliveira Figueiredo Junior, natural do
    Para ; Alfonso Pereira da Silva, natural do Rio
    Grande do Sul; Luiz Pinto de Magalhaes Siquei-
    ra, natural do Rio de Janeiro ; Julio Cesar Fer-
    reira Braodao, natural de Minas Genes; Paulic i
    Jose Go nes da Costa, natural de Minas Geraes
    Francisco Joaquim Bittencourt de Segadas Viac-
    na, natural -1a Rio de Janeiro ; Autunio Gom-
    de Siqueira Ramos, natural do Rio do Janeiro,
    Jdse itodriguos dos Santo* Filho, natural du R>
    de Janeiro; Paulo Barboza Pereira da. Cunha
    natural do Rin-de Jaaeiro; Lure Atfe* IVreira
    Jdniur, natural do Rio de Janeiro; Honorio R(-
    drigues d- Araujo Libero, natural de Minas Ge-
    Mes ; Augusto Alvares da Cunba, natural do
    Rio Grtnde do Sul; Caetano Ignacio da Silva,
    fhataral do Bio Grade do Std ; ms6 Bernardo tte
    Loyola Junior, natural de S. Paulo; Francisco
    Manoel Guedes de Mira da, natural de Peraam-
    buro ; Jose Joaqaim do Alvarenga Caaba, natu-
    ral do Rio de Janeiro ; JosS Benicio da Abreo,
    nStora! da Bahia : Cesario Pereira Maehado. na-
    tural do Rio de Janeiro ; Fortanato da Ponsec 1
    Duarte, natural de Minas Gerae* ; Lniz Agapit.
    da Veig^a, natural do Rio de Janeiro; Tarqoini*
    Brasileiro Lopes, natural do Maranhio ; Antonio
    Manoel de Axevedo, neural do Rio de Janeiro ;
    Felix Rodrigues Seixa*. natural da Bahia: Jose
    Leopoldo It unos, natural das Alaguas ; Lniz da
    Cunha Moreira, natural do Rio de Janeiro ; Ja-
    venal MartinUno das NeVes, natural de Minas Ge-
    raes; Leoncio' Gomes Pereira de at*s, wrtn-
    ral do Rio de Janeiro; Cernelio Emiho da Ne-
    ves Miwatd, natural de Minas Geraes ; Galdin-i
    Kmiliano das Neves, natural de Minas Geraes ;
    Lewadio Jdse Corretn, natural do Parana; Joa
    llanrique da Silva Cmitmho, nitufsl do Hio-de
    Janeiro ; Miguel Zacarias de Alvarenga, natural
    do Rio de Janeiro ; Virgilio II iraeio de O.ivoira,
    natural io Riode fanefro ; Antonio de Mello Mu-
    ftiz Maia.Batural da l'arahyba do None ; Sergli
    Eustaqdio Ferreira de Oliveira, nataral do Para-
    ad; Bamiro Fortes le Barcellos, natural do Ri>
    Grande do Sul ; ilvetre Dias Ferraz Junior
    -natural de Minas Geraes ; Fr ncieco Pinto Ri
    beim, natural do Ri > de Janeiro ; Sehastiao Gon-
    calves da Silva Mascarenhas, natural de Mina*
    tSeraes; Gustavo du Oliveira fruloy. nataral do
    S. Paulo ; Joio Baptisla Bueno Mamore, natural
    do Para ; Pacilico EsteVes Valladare-<, natural do
    H\o do Janeiro ; Mi^uil Atrhanro da Silva, ns-
    toral de S. Paulo; Manoel de Araujo da Can**
    Alvarenga, natural do' Minas Geraes ; Jos* Hde-
    ifenso de Oliveira Mafra, natural de S Pau-o;
    Aatonio da Costa Pinto, nataral de Minas GVraes
    Cuusas de >*orte. Febre amarella 6, ditasra-i Bduardd oiympio Teixeira, nataral dofctodaJa-
    mrtteaies a lalermittentes 2j, variola oi, e*eirlali-
    nas 3, lymphatites (erysipelas) lO. bronehites it
    pneumonias 17, lubercidos pulmonares 7i, le*oe*l^t'iiral do Rio 'de janei"^" Tnoirtia" Plinentel *'
    organicas do coracio 13, diarrheas Idj allocgoe-i
    do ii.,'1 Io 15, phlegmadas :erabro espinliaes 21,
    cunvulsoes 20, apuplexias e congesloes cerebraes
    to, desastres 5, suicidio I' h imicidio 2, inortos- de>
    nasclment'i 27, outras causas 110. Somma 410.
    p a NaciowUidade.Nacionaes 295, eslTangeirot
    131, ignorala 4.
    aTmjsVfda. Livre 367, escrava 62, ignorada 1.
    Sexo. -vlasoulini 263, femimno 167.
    a Idaies. -Ate 7 annos 120, de 7 a 23'58-; del
    25 a 40 91, de tt a 55 80, mais de 55 47, ignora'
    da 29.
    Lacalidade. -Domicilios 291, hospitaes radtla-
    res II, ditos civis 125.
    Sobre esta estatistica fez o Sr. ceneeffteiro Pa-
    reira Reg > a< seguintes observagoes :
    1/ Que a mortalidade geral gnardou a mes-
    ma propur.;ao que na quraaena anterior.
    2s Qua a da variola e da escarlatma de-
    er e seen.
    a 3. Quo a das outras pyrexias e da erysipeia
    augmentou ainda iue poueo.
    a 4 Finalmente, que 0 mesmo suceedea a res--
    peito das mulestias agudas do apparelho oarenro
    espinhal, o ontTtrio do que occorrea com a das
    do apparaUi raspiratorio.
    c NesU quiuz-ua o calor foi excessivo nos pri-
    meiros dias, Mibindo us grans tharmometrioos a
    16 80' no dia 18; e daminando nestes dias os ven
    tos do quadrante de NO.
    a No dia 19, porem, mudando 0 tempo a so-
    prando sO desceu 0 thermometro a 72 23 conse-
    guintemente ti* menus do que no dia anterior
    coincidindo esta descida com a queda de cbavas
    no currer do dia, marcando 0 pluviometro para
    sua lutalida la 8-.
    Lies le esse dia ate 22 conservaram-se sempre
    os grans therm unetrieos abaixo de 80, a favor do
    duinmio de viragoes de SE e da queda de ehavai
    nas nnites de 20 e 2l, coincidindo na priuieira
    com tmvoada lunge de rumo de NO, acumpanhada
    de felampago* cspaeadbs.
    t No dia 21, porem, subi am logo a 91, e nun-
    ca mais desceram de 83 os-grass the tnomotrieos,
    sendo elles sempre mais altos de man ha e depots
    das 4 boras da tarde pela falta de viragoes a utas
    horas e mais ainda para a rraite, marcando sempre
    o ItierinonT-tro nesta occasiao grans muito elevados.
    . Hmive nesta qum ena quatro dias de chuva,
    17, 10, 20 e 21, indicando 0 pluviometro para ttuti
    tulalidade 30/3m.
    0 dia deraaw mortandade foi odia;W, eni^f Jo rtio de jMein .
    que se derain 44 i*lleenemos e o-da ineaor o tha
    22, era qBa so hoove 13. -;
    < A media da mortalidade geral foi de 26 8 por
    dia.
    1
    Uihiw, natural de Minas Geraes^ Francisco de
    Paula Bueno de Azevedo Macedo, natural do Ri
    de Janeiro ; Antonio Pereira da Barrs Leae^
    natural de Rio de Janeiro ; Joio- Kranctse Sou a lunior, natural do Rio de Janeiro; Joa-
    quim lose de Mune/es Vieira, nataral do Rio de
    Janeiro; ll--nrique Jos* do Carmo Nett>, nata-
    ral do Bio de Janeiro ; Antonio Manuel da Cvaia
    Guimaraes, natural do Rio de Janeiro; Antunt-
    Domingiics de Sa Junior, nataral do Rio de Ja
    neira ; Prfjdenclo Angasto Sozano Brandio, na-
    wral do- Hiu de Janeiro; Jose de Maredv CorJeir.'
    de Negreiros Lobat natural de Mtrtas Geraes ;
    Joao do Nascimeuto Guedes Jnnior, natur*l do
    Rio de Janeiro ; Joao Plinio de Castro Meneses,
    nataral do -io Grande do Sul; Jose Martins
    Carneiro Leao, natural do Rio de Janeiro; Ma
    aoet Monte Gudinho, natural dd Rm on Janeir;
    Ant'iiiio -.aetano da Silva Lara, natural do Rao'da
    Janeiro ; Gennano Augusto da Silva Ghavea,
    natural to Rio de Janeiro ; Franklin Bento t'e
    r-ira Salgado, nataral do Minas Geraes; JiR>e
    Eu.senio de Lemos, natural do Rio de Janeiro ,
    Luiz J use de Alvarenga, natural da Minas Geraes .
    Diogo Fernandes Alvares F->rtqna, natural d-
    Rio de Janeiro ; Alfredo Vieira Barcellos, natu
    ral do Rio de Jan> tro ; Bernardino "sUva, natural
    de'Minas <>eraes; Fernando Alberto ^ieiradt
    Lemos, natural do Ri de Janeiro; Antoam 2a
    earias Alvares da Suva Junior, nataral do Mina-
    Gerae*; Antonio Pumpoo de souza Brasil, natu
    ral do Ceara; Francisco Peregrino- Viriato de
    Medeiros, uat.iral do Ceara ; Guilhroie auouso
    ile Carvalho, natural do Rio de Janeiro; Manoel
    Lnpes Munteiro do Oliveira, natural de S. raulo
    Paul no Cyrillu i.eao da Silveira, natural de Mi-
    nas Geraes; An 1 ndo Ramires Bs>|invel Juuiur
    saliir.il de S. Ptiiin; ioaqiiini Duarte MnrtHibo,
    natural de Matto-Gru Bueno de fans, natural do Rio de Janeir.;; Jor
    da Cruz Loureiro Sampaio, natural do Rw dc
    'Janeiro.
    Os pharmaceutics qne preslaram jurameato
    foram iis Srs:
    Amphiloquio de Araujo Ribeiro, natural do Mo
    Grande d 1 Sul; Antonio Maria Teixeira Juurt
    natural do Rio de Janeiro ; Amonio Luiz de seu-
    za Junior, natural do Rio de Janeiro; Antonio
    Jo*e de Faria e Fonseca, nataral do Rio de Janei-
    ro; Auretmo Angasto Vaz de Mello, naiurarlla
    Maws'(J-'raes; Joao Lopes Bassos Jamor,: aaW-
    Amunio do Souza Canar
    go, -natural de S. Panto.
    - Sa hi ram para rvrnambuco nodia 4; polaca
    tespanhola ff*ger'\ o patacho
    e patacno portufwz
    do Vouji; ft 5,"a barea dita Nosn .%fi*p ** ijl
    Deram se ante-hontem (i^as segaintes raai- jia%areramPHcana *. H. Jmrtmmn j >8,in
    nurmssoos por occasiaoda ceHagSe do grao, na sjm^pxrtia Soberano ; e a a, brsgua matw 0.
    faculdade de medicma : 1 :mtmu-har-i
    Um dos doutorandjus, 0 Sr; Antonio-Di3 Fen-
    reiTa, concedau hberdade as anas escrataa Victo-
    ria, crioda de $4 annos e Theodora, pvrda de -7. /
    1 0 paide outro douturairlo, oSr. Jsd Rodab
    gues dos Santos, em signal- da- regozijo, tambem
    alforriou 0 sad esclftvo pardo da aora-i MaKel-
    boo.
    ESPIRITO-SANTO.
    earn di
    provado
    cad, Gustavo AJolpho da Silveira ; ap
    aiaenta' Jbsd Catlcd dd '^iraelB'ib.-
    Parreira de Oliveira-IMIo Jwtior;
    Mm-
    a Perante numerosa eoacurrencia, fizeram os
    Srs. MedefTus Tavares 4 Vaz, nma expeWeneia 4e
    liiaminaeao por gaz extrahido da madeira
    a m iarmrtas da^arro # coll icaia nma aerta
    0 de tenhs, due sob aaecao donjgo d^au
    stivel qnafimer vai diStillaodOgaz; es## i
    U .m l\ n ^*ir I I I II am MliikTMin 11 Ammo
    A pnmeira conferencia do CMmde kuyf#n0 &Mk> frtt rntffrfte^ia'dV'^n^b^WafJinun f*
    nleaflar, de imde InatmntvffRMsa 'pdrao'ga**
    metro preiiipto para a HFdniinagSo.
    As retortas podwn sar'adaptadas' a fornalhas
    il'ifrr., t'joU oj pedra ; asqui serviram ho.ihjm
    para a rtiperieneia estavam cottocadaft' e 0 um fu
    gii de farro, dos dennmiimdN economlCos ; n-s-
    taJ3*ondrgd'!s afnnhaifne s*rva para produ/.ir a
    aViitlanao e a. mveitada tamb-un para oa my^teres
    da cozntia. A madeira, do que se cxtraluo 0gaz,
    Datas ate 4' do corrodfe.
    Tibham-se reunido a i8 da dezembro
    Jivefsos coftegios qn.9 tiwii olnjur mambros da assembl^a provincial.
    Foram satisfactdrios os exarhes quo-<8't1b-
    i Realisou se Jommgo a setima conferenci>r ra
    Sal 0 illustrado Dr. Joaquim Jose Teixeira prast-
    u a aueneao do attdiforio, discorrando sobraLa- t* na m1 noclttrtta ostabelocida aa
    F-ntM**,<-o fibuliet.i. 41 Mitel.
    - Mb-Mr. aaiouuo-daatierra aeatede *rdnn 11 Vtiiteti-n am Santa Crux 0 temWe'fW
    tratada paM servirpoT aa trss annos como d* ^M^tA pialUdra iM rj>Va'tfia. rBArbflrd-M
    reetor do obServaMrio astroamiioo, o *mmm Jr*8*??, f ^j ilf <^'V"*i metBDroTW
    p^Sasji* Dr: Ennnanael Lteis, one se aeha artaat flrfam Wea fcgialafva provtn, *aJ.
    ifiente em Paris e devora regressar para eata edr- BAilM.
    tdbamazdefevereira proximo, trasendo novas a JFalleceram: 0 coronel Manoel Ma*tet
    Xrtantes iastrumanMs que tem d sdr coBea> mU.lhaM thllii "Hanael Jnraa Far-
    aaaervatorw do CasteUo. ^9^&es 9 UjMlMo.B* Jorgo rer-
    o resultado aos wames do fmotenl (fry-11* r**. e o 1" escripturano di rnesa-aff-ran-
    Pacuidade de Medicna, Jbi 0 segaiate: t 4a proviaoibes Jose Borfat Campos.
    ^i.Tr^h^'jSZZSX ^m.8r.Bl,f,,D.^i Tit,, w^d,
    de Castro ; simplesmente ; Robem Jorge Baddov* )6piali'loi visitado uiias Vttes palb Etm. a
    Cobo, TfKwnaz Teixeira ad Aa*pgao e Amnfie*- RVn. Sr. arcebnpo,
    OlyMpldde Araojojroiivain. > *( Para cumporem ascommissoeadee>
    eii-JUfier e sbse daaM aaada Soaras-; -sinJ :. njowt^ia^i>hHetlla f)f. Ifcrnrtfioftr
    ente: Augusto Pereira da'ttbete.' MnW rtaoo Tounnba ; exainiaadorea Dr. Ciauda-
    dW^rwtaad Ws dd airxdr^aaaro. mlrtr Aagosl* -*4b *o**j* dfrtdar Wiaaa
    Prestaran hamam fwranemo- i^ paaiiiiaMIM 1 wd^rm Frrfl'V#vnin .1. Trriitlin" *h.*m<*mu
    plesmente Jose <5irl* ^rtaades Elias-d toa^ainvha*, por n .0 terem comparecido ante hontem ZTT TP"T""io drTtrgotrr nrana^w
    Candt-lo Soates de Mblretfes. act-i solemne,-era cmsequenela de molestia, oa Y*TKa' *-** "a^
    alumnus seguintes : Arithmetical presidente Dr. Rozende
    V ttfefnrao Hdln Gomes, Joaqtdm M gwl Da Aftrigio Pereira Guimaraes: etaminadofW
    ft^n^^n^^^^V^^B^ ^'hrt,-MaflrH J'q^u^^fWrta>*
    e peqpullo Bello Pnneutel BarbozaMi iCT* ... ,.iv*.. jrau>j
    ^*a presenea* SB. MM. Impartaec, eflbc- *pnfeOP Leopold 1 n Atftinto o'e'frdRa*
    abliti-sa em uma das *:l*s d* pag> da HsMay Tawtiii. ,
    hiiMf^fdi iMttdJ a soianriiJade da ei'Macaa. i^m,4jn^pmi4wta Of. iimoisotaW
    t^^L^Z^TL^'il'!^!^ r1ri^3'tWva; etatn>na*jm9- ^ddnMetv
    mesna oauasiao luramaato de aharmaeeaftee n ...0,, j l ,, -.,
    alnmuos qua cmcloiram 0 coriode pharmaciat KM Ab-xaMra ftetre Maw Bittencobrt e *#
    o A's II 1/2 horas da manhl, SS. MM. Impe-- totiiu da Siiva Teixerra utf Pr6iUs.
    rtae-, for a 01 recehiilasa entrada do paco imu-jriai Algebra-*ffesid?Ote Bf. J*se divas da
    oli cmgregag(fjdos leiitos da ^culdade e cm- IjjhIo exainina4ns engenheiro L^msMmo
    ddzid'M a -au da sulemnida 'e ; t-ndo eccp'-^ah*-.
    I


    "T Tlellii; oxamiiwiores engenrieiro l.-mrswco
    'TsTl lty VS*a5dlB*l*rJ:#^te-.W'Trat.cfcTO
    \
    r
    <* lugares que lues haviam sidu desli iad<3 o Sri
    direct jr mteriau da ficuldade, deu comedo a cere-1 Bat u sa ae Araujo.





    I
    9fin*td*ltaMnflftm> -~ pdentejDr. Jerouymo
    i Msnoel Lad
    Aoreli
    60i
    587
    571
    5b8
    55
    5pt
    531
    524
    50ft
    Historia
    Pereira; exa
    de Oliveira
    Henriqu. ,
    Goograjjaia pfMidiQtt- conselhei'-o Ma-
    Ihias JloBHtSaoipaio ; examjnadores I>rs.
    JAamiro Affoaso Monteko e Oiorico Octavio
    Qdilon.
    Mttflffteapresidente" conselhoiro Elias
    JhaaPedfosa ; eaaniiiiadores Dr. Eftiygijio
    Joaquim dos Santos e padre-mestre Matioel
    Theodolido Ferreira.
    Ko dia 6 do L-urs-ente entrou arribada,
    l>or fajia do manUB$nto e desarranjo no
    velarai.ja bare* auact Aefslomard, proea-
    dcnte de Calhao.
    Q .4 (wet'do Ganret sabio para o Rio de
    I .inejro uo di*.10 e o Cruzeiro do $ul po
    diav
    -r-. W*Sm. Ik-Anna Carquwta, esposa
    doSrjnho de Cerqueira, $e-
    nhor do..engenba C<ele, foi alforriada gra-
    tuitamenOi. a sua eacrava, afficana, de iiome
    l.uzia, de 40 annos da idfdqs e pelo Sr.
    Vntonw Camilte E*reHa a But escrava Ale-
    xandrine, de-l$*atmoe.
    Nj dia 16, do passado.reftoio-w extra-
    ordinwiawmite a camera municipal de Mi-
    nas do iUo de Conies, para apurar os aetos
    dog coifcjgios eleitoraes do 5" districto ; e
    expedio diploma aos seguiutes seniiores vo-
    tados:
    Dr. Bartholomeu Teixeira Paibj.....
    Dr. Olympio Vital................
    Coronet Clements Tanajura.........
    Vigari#J(rto PaflBnhos da Silva......
    Capitio B. "Marians Rio-Grande......
    Dr. Joaquim Manoel Rodrigues Lima.
    Dr. Clemontino Ribeiro CannabraTa..
    Dr. M. de Muura o Albuquerque.....
    Dr. Aristidos Cesar Spinola Zama.....
    Deiiberou a camara que se declarassj na
    acta daquella sessSo que, embora Ihc pare-
    cesse que o juiz de paz.quo presidio provi-
    soriaineuto o collegio eleitoral da villa de
    Chiquo-Cliique era incompetente para isso,
    coi.tudo n8o tomava em separado os res-
    pectivos votos, cuja validade a verificar fica-
    va ao criteria da assemblea provincial na ve-
    riGcagae dos -pnderes.
    Leroos no Dtario :
    Ani4ioBtero{tl} reuniram-se no col-
    legk> S. JosC* 32 membros da Associajao Ca-
    tholica.
    Tendo sido apresentado pela Dr. Silva
    e Almeida o manifesto" aos Exm. bispo de
    Oliada centra as perseguif,oes de quetem
    sido e osldseido victima, e de homenagern
    a sua perseverance e abnegacao apostohcas,
    l'oi unaoimemente approvado.
    Eat seguida procedeu-se na forma dos
    estatutos & eleicao do presidente e membros-
    do conselho director, a qual deu o seguinte
    resultado :
    PresidenteDr. Francisco Jose da Sil-
    va e Almeiih.
    Vi^e-prcsidentes 1, tenfante-coronel
    de engeo^eiros Dr. Fraacisco Pereira de
    Aguiar; e 2, Antonio de Lacerda.
    1* aecretarioDr. Antonio Franco da
    Costa Meirelles.
    2# ditoProfessor Francisco Barbosa
    de Araujo.
    'fitoesoureiroDr. Francisco de Macedo
    Costa.
    a OradorDr. Claudemiro Augusto de
    Moraes Caldas.
    Orodor-adjuntoDr. Gustavo Adolpbo
    de SI.
    ConselheirosDr. Frederico Marinho
    de Araujo, Dr. Antonio Pacitico Pereira,
    Joseph Mawson, Dr. Sebastiao Pinto de
    Carvalho, coinmendador Fedro Ferreira
    Vianna Bandbira, Dr. Francisco dos Santos
    Pereira, Dr. Romualdo Antonio de Seixas,
    Joao Baptista de Castro Rebello, major Do-
    mingos dos Santos Pereira.
    A's 8 boras da no te de 10 docorrente
    o cabra Samuel, escravo do Sr. Goncalo Al
    ves Guimarai's, assassinou com uma punha-
    !ada ao carroceiro Julio Leopoldino de
    Queiroz.
    Segundo diz-se, fora Samuel levado a
    com metier esse crime pormotivos de ciiime
    ile utLa preta sua anmsia, com quem Julio
    travdra tambem rela^Oes ; e ja anteriormen-
    te ao dia 10 deelarara aquelle que bavia de
    vingar-se.
    Cousta tamhem que naquelle dia Sa-
    muel dissera no trapicbe Xixi, on le era
    trabalhador, que ja" tinha ensinado a negro,
    espancao lo-a, e que Julio nesse mesmo dia
    /he pagaria.
    a Com effeito as 8 boras da noite, quando
    Julio se dirigia a sua morada, que era no
    pavimento terreo do sobrado em que mora
    o Sr. Abreu a rua da Conceicao do Boquei-
    rao, o assassiuo, que o esperava, apunha-
    lou-o. A victima apenas tevo tempo de
    chegar ao corredor do sobrado, e ahi ex
    pirou.
    gado e declarando o crime que coraruettera,
    foi Samuel conJuzido para a cadeia da Cor-
    roccao e interrogado.
    f-
    inn.
    OMKii on per
    is unnmm^ftiimml^^nt^Mmrlr seob
    t I t* A'kfeuirir'paiaa eftca?ip de uin-
    rir par*i fa*dla*iaao'ifcowj ***
    a do Recife e do seu rapaicifto, os torrenos tfc
    Peixmho, FratfMO, Rio 4ce, lOraogiiape, Salinas- .
    tudu* os torro^ aauaxot a\ eog.mbos Pau-
    luto tfcmriW r'r rio Mria PariuUa, d* con
    f.*rrnii*o cow a pianU que, a cusU do coatra-
    tanre*, sera levantada pela reparticao da obras
    pahhets,* depot* approvada. pdo presidente da
    provinci.i.
    o 5,1* A conitruir no lugar-Peixinho-om
    vaeto edificio con as neeessams aceommodafSes
    para o matadouro publico, offlciau e aocsorios,
    tudo de conformidade com os piano* e plantas ja
    UvaeUdas ej. roitarlicao dai obras pubNcas, e
    spprovados pela presidenela, os quaes podem scr
    mediticados ou alterados, sob proposia da sobro-
    dita reparticao, pelo pre assirn o en lea ile r- couveainau.
    f *. A coostruir lambem as casas oue forem' Oalo Aaa*a
    precisa* oos logradoaros para resideooia ds wn-
    Siregados, e dos ma'cnantes, oil criadores qae slli
    irem reooiher gados, e para estes carraes em
    diverse* ponlos.
    4.* A faier guranca e solHea, sob a fiicaNsafi* de um enge-
    nheiro da repartifao das obras paMieas.
    < | 5.* A montar e esiafceteeef no maudour^
    machlnas e offlcinas para o derresimeato e prepa
    ro do sebo e gordnras, saiga do conro, preparo d
    cbifres e arredafio do saagae, adoptaoao-M para
    isto o systeraa mats- aperfeifoado e era nso aea
    raatadearos da EHropa.
    6.* A estabeleeer nemalalonro todas os ma-'
    Ihoramentos qae bren aceitos e ado^aaos em
    iden icos estabelecimentos de outros paiie.s ; a
    construir tanques artificiaes, oteradas as- pr^s-
    cripcoes bygienicas, e a orgaaisaro servtfo du ma-
    tadouro com methodo e assew, de mode a nao
    prejudicar a sulubridade pablka.
    a 7. A ter-todos os empregados aue forern pre
    eteos, pajo e cootratados pel* empreza, seodo po-
    fern, o mediooe o fiscal, one percebera*, o pti-
    mewo, a ayrtiacaoao de 2:400J0j0, e o segnndo,
    de 1:800/000, nomeados pelo presidente da pro-
    vmda.
    Mr* Aeamecar as obras do matadouro e ac-
    quisifio dos terrenos para lottradouros no prazo
    de seis mezes, contados da assignauira do presea-
    te contpato e a conelui-Us no prazo de dou* an-
    no?, a coHtar do comeco das obras.
    a No caso de nao cumprimento da primeira
    obrigsfB psgsra a empreza a multa de 2.0004
    e mais 6001 por cada roez que d'ahi em diaote
    decorwr, ate que se coraplelcm sei% qnando po
    dera a pre.-idencia resciodir o contrato, se as-im
    o eatendar cnveaiente, pagando a empreza no
    caso de resclsao, a. multa de 10:000f, alem das
    oHtra* em que liver iaeorrido.
    a No caso de nao eumprimeoto da segunda, pa-
    gara a multa de 1:0 01 e mais SO1.)3 por cada
    raez qae d'aiii decorrer ale 8 mezes, quando po
    dera do mesmo modo ser rescindido o contrato,
    pagando igualmente a empreza a multa de......
    10:600*.
    9.-? A deixar no escriptorio da empreza urn
    qoarto para nelle as-i?tir o empregido da tbasou-
    raria prertncial encarregado da cobranja dais im-
    P'istos
    a 10. A presiaruma Gan^a de 20:000fcses-
    senta dia depois da assignatara da contrato, para
    garantia de cumprimento das cenilico a a que se
    obrigaai, sob peaa da caducidade do mesmo con-
    trato.
    11. A conslrulratn cemilerio uo lugar e se-
    PEKNAMBUGO.
    REVISTA DIARIA.
    fcloeeorrus publicos. Por portaria da
    presidencia da provmcia, de 15 do correote, em
    vista de representacao da auloridade local, em
    qae declara actiar-se grasaando com inteasidade
    a variola m ounrci de Itambe, atacando em
    granJe part a passoas desvalidas, foi nomeada
    uma com u.s-ao, composta do Rvm, vigario da
    freguezia padre Auguto Cabral de Vasconcelios,
    do subdelegado Bal.iuiuo Silveira Villa-seeca, e
    de Antonio io-e uruin Junior, para eDcarregir-
    Si drt li-tiibair sortorros p-ilos mcessiialos.
    Term it de S. Ben to.', Por portaria da
    preti leacia da provincia, de 13 do corrente, foi
    transf.-nd i Jose Bento de Olivetra, de 3* pira
    3* supplente do juiz municipal do tenno de S.
    Baato, e anneado para 3' sapplente Jose Pereira
    Leite.
    M it:rliup mento a lei provincial n. 1,101 de 28 de maio do
    aaao pis-ado, ai-aba o Exm. Sr. co'nineodad*r
    presid Augusto Cesar Peratode* Biras e Evaristo Ja-
    liano de Si, a eoa^truccao de um rat douro,
    com tolas as acemuodacoes e melborameatss
    exislentea na Kuropa, bero como o estabaleeimeuto
    de vastos logr.ilou im, oo.de possa ser conservado
    avultvlo numoro de razes, medlante as- easts
    juntas :
    t 5" seccfio. PaJaeio da presideacia de Per
    nambuco.Recite, 9 te Janeiro do 1871. -0' pre-
    sllenle da pnerraNa, usando da aut jnsaeao cot,-
    tida n> art. 6* da lei provincial n. l.tOI de 28
    de m no do auoo proxi uo passtdo, e depots 4s
    aberta a coaedrvnneia pelo edital de 18 du agosfo
    ultimo, ten lo narid i a lllma camara municipal
    do Reisia, a a em mssao de profes*ioaaas noioea-^a
    para dar p.icir *>bn o loeal inais conveaMatp
    pan a eo-vtroatfa-* du imtadouro
    eidale, e alieiid-nJo a que das
    aprenta*s laa'iarai e fn* aV> ex>^l^ra
    ra h Erarist > Julian-' de 3a a a >aais vanujosai; '%%, e-MUid-rar-sa-ha n
    resrtlw co^ elW c-iitr.itar a ccw-if uceao d > di(a *jnaa ------
    matadouro puidico e a cqai4eae di terrea-*, i^aVde'
    para l'ur^*digd)sde44atl>* a> cia*^- 'ittira* *> mtfadonro-,
    mo da cidado e m;i-va i) do Ro rife, mehaaVaf
    segirn*** n ni na thesouraria proviaeial.
    gundo as condi^des que forem determinadas pelo
    medico, para os aoimaas qua morrerem.
    o 12. A ter o servieo dos logradouros regulado,
    de modo qne a matanca seja feita, guardando-se
    a anliguidade dos gado3 noi mesmos lagradotiros.
    v 13. A ter annexe ao matadouro am peqaen
    losradouro que comparte regularmenle o nume-
    ro de rezes suftkiente para o consumo de uma
    somaaa, devendo a respeciia area ser determi-
    nada pela reparticao das obras publicas
    14. A cercar os logradouros com vallados ou
    cercas nalivas de arvores escolhidas pelo fiscal do
    matadouro.
    g 15. A fazer dons mezes depois da assignatu-
    ra do contrato, entrega ao tbesoureiro da Santa
    Casa de Misericordia da quantia de 10:09 HHOO, e
    de igual quantia no dia em quo assentar a pri-
    meira pedra do matadouro, para auxiliar a cons-
    trucyao das obras do bosoicio de alionados, e bem
    assira a entregar annualmente, emquante durar o
    privilegio a quantia de 1:000|JOOO para o raes
    moiin.
    r 16. A entregar no Bm do privilegio, sem in-
    demnisacao alguma, todas as obras e logradouros
    em estado de perfeita conservacaw a camara mu-
    nicipal do Recife, como propriedade qae Ihe Qca-
    ra perieaceodo d'ahi por dianle.
    Concess5es feitas aos conlratatUes.
    t Art. 2..
    g !. Ficam pertencendo aos contratantes o
    go> exclusivo das reudas do matadouro e logra-
    douros por vinte annos, contados da data em que
    comecar o servi5o.
    a 2.* Fica expressamente prohibido abaler-se
    gado para o consumo da cidade do Recife em on-
    tm qaalqapr estabelecimento, que nao seja o ma-
    tadouro publico a cargo dos contratantes.
    c 3 E' permitlido aos contratantes abater
    no matadouro gados destiuados ao consumi dos
    habitantes das localidades e municipio proximos,
    mediante os precis da tabella lixada no conlrato.
    < 4. E'-lbes concedidu o direito de desap-
    propriacao p. .r ntilidade municipal nos termos da
    lei n. 129 de 2 de maio de 1811
    t 5.* Os contratantes cobrarao durante o pri
    vilegm. de conformidade com o art. 6* 3* da lei
    n. 1,101:
    a Pela matanca, esfoladura e C3quartejamerito
    a" *
    viatb*laa*dbrcaia n niil aala n m^lo
    mea>. JPsermiaMipa bum mi raaaiafio- da tw gal ide
    ' quao tiafriatenamiala, aai aaaiase aaaoa ra la-
    mido pelaeoaatoawa kygaroe, e.qaa vernal nal
    acabar^apra actual matailpuro, ajp estado p* Je-
    se dtea^i(>lkeia^r*" d aasses coslu es
    :deM.voa^iap*a4ft^qnluacao.
    , 0 contrato- ansonaH nw reals soluUs medidas de
    seguranc.a a cumplijla realisac>o do fun mirado.
    Os contrataQtes, passbas de reconiiecido credilo na
    c6rtado, imperio, oflereewn-no as mais aceitavels
    aaraa4ias arsati.sfacao do compromisfos qae con-
    aaMraav para com a proyooi.
    Dliiheiro Os vuores Plraptma e Mandwu
    levaram de nossa pjata para :
    Aoacaiil ^^^ 1:919**^
    Maceio l 66.-O00*K)0
    Parahyba 22:u00*090
    O vapor Vclljmmizo trouxe para:
    London and Brasilian Bank 30:O3O#O00
    Jose da Silva Loyo it Filuo 15.000#000
    Cirece eonearaoxPessoas que viajam
    nos earros da compaubia ftrro Carril, na linha de
    Sante-AflMra, nos'pedeav para ehwwar a-attenttao
    do Sr. gerente .para o earrV.n. (p. que esta sem
    duai venazi^nai o vidraeaa, cauajndo grave in-
    commodqt I
    Merea-ata de Londes.-0 Sr. F. Yoale
    reroeUeu pelo vapor fire Qtteen, de l.ondres, em
    30 do passado o seguinte '.elegramma :
    t Aigodio de Pernambaeo, regular em ser,; 8
    3/4, Parabyba 8 3/8 e Macej69.
    Assuear ma-cavado da Pernatnliuco, qualida-
    de regular, em Liverpool 351/ frouxo.
    i aWJanriiBiprin -Hote a noite aene.sariaasjta-
    do o esundarte da padrosira desto.povoaoaa o-
    aanwii em seguida a* aoveaas,na*quiaen*ra
    es veraasumadiHIecUsanhora da Recife
    l'ubriea ie ttaea U/iitda .viaraai .noatfoi tO artistas para a fabric*
    de flacao e tecidos dft Passagem da Magdalena, do
    propriedade do 8r. ceimneadader Silva Barroca.
    Consta-uos-qap nos. vaeorns fraucez Ville.de
    Buhia e infllat D^uio, a 12 a 23 do corrente, dive
    chegar todo o resto dd" material.
    Para a Earoftavt Com 6 recebidos em nps-
    so porat leteu e Valparaizo 63 pas^ageires.
    Juittas riiialMcadtHras Devem ama-
    nha reunir-se as juntas rewtsom da (pjaaaca^ao
    dos votanUiA em Mis as, (reguezias da provincia.
    \nvas publicacoes.'-Da corte recebemos
    os tsUtatoada associacio dasoecorros a-iovalidez,
    desoiiiiuad* Pretidtmcia ; e da llabia um Mheto,
    coulenio a priiaeira caafeTSMtii>, feita no Lyceu
    de Aries e OlQcio*, soiire a Iupm-tancia e VtHiia-
    de da Hyqieiw, pelo dislincto medico o Sr. Dr. Jose
    da Goes Siquoira, inspector da -aude public a e pro-
    fessor da Faculd^do-de iledteina.
    Agradecemos ambas as ofTerlas
    Desabameotoi-Honiem, as 7 horas da
    manlu, ao comecar do trabatlio nas obras de
    construccio da igreja de Nossa Seahora da Penha,
    abateu um dos arcos da capella-mor, occasional
    do leve ferimento em um dos trabalhadores. 0
    incidente, com quanto nao fosse de resultado mai
    to imp.irt.inte, e. lodavia, de laraeutar, atleutas as
    conoijoes da elifieacao d'aquelle templo.
    Paasameraaa. Em 14 do cc rente falleceu
    em seu eqgaano Rente Velbo, o Dr. Pedro Bezer-
    ra Pereira de Araujo Beltrao. Formado em direi
    to pela academia da Olmda, mereceu do govern*
    as hoora* de dignitario da Imperial ordem da R -
    sa, cavalbeiroda de Cfiri-to e o' posto de teneate
    coronel reformado da guarda nacional. 0 illu>tre
    tinado deixa oito tilhos qae Ihe bao de perpetuar
    dignameote o nome.
    LiOteria. -A que seachaa venda c a 81*, a
    beneucio da igreja de S. Francisco do Recife, a
    qual exlrahir-se-ba no dia 22.
    Casa dt detencao.Movimento da casa
    de detencao do dia IS Janeiro de 1874 :
    Existiam presos 311, entrou 1, sahiram 6,
    existem 306.
    A saner *
    Nacionaes 22'i, mnlheres 12, estraageiros 27
    e'eravos 41, escravas 2.Total 306
    Alimentados a custa dos cofros oublicos 235.
    Movimento da enfermaria do dia 13 de Janeiro
    de 1874.
    Tevc baixa :
    Jo>e Rodrigues da Fonccca, febre.
    Teva alia,:
    Jose Fernando* de Souza.
    Passncelres.Sahidos para a Europa no
    vapor inglez Valparaizo "'
    Jose Maria Cunha Coimbra, James Evinz, I. P.
    Hooper, Jos6 Tnomaz. Jose da Silva e TTrrningos
    Souza Pereira.
    eSriipfr4^ *** atp^sa^.xanB
    flSlilJi-52,parto
    ortador daquella incorapte-
    em
    _ia
    da corte um paoqetqpo
    ta a mapca suAlcit.
    No dia 23 partio p vapor da. companhia Ameri-
    cana u foi eHe o portader dos manlados de ari-
    8 JO.
    Podia haver rattier presteza ?
    Nao aabe e articuK-la da Prommaa, qae dapois
    de lavrada a senftoca de pconuacia se tern de
    pfessar mandados eta duplicata, e tomar todas as
    provideocias que o~easo exigli ?
    Como, pr is, nlo duvida fazer accusacoes tao
    graves ao mais elevado tribunal d>> paiz, sem o
    o menor fundamento, sem o manor crkerio ?
    __ Diga-se a verdade ao-meaos nest a manna ques-
    tao, quo esta hoje preoeoupando o espirito pu-
    blieo f
    Nao se queira fazer palitica de uma causa emi-
    nentemenle social, que nao conhece partidos, e
    que affceta iotimaiuante a todos os cidadaoe I
    Sirva-llies de exomplo a.posieaQ iligaa e eicva-
    da em que se tein sabido collocar o ltenaA do
    B*c*f*> (foe alias. defense as ideas de partido li-
    beral !
    A segunda censura foi feita ao govecao por nao
    ter fe to se^uir o btspj, Jogo depois da prhao.
    Paiii -diz u orgi opposiouisla, haver minifts-
    ttifeiput/liais, ruidotas. e jue pyferjam fei- ew-
    satde conflict os, e por isso o gabemx foi impre-
    Udmte..
    ' Ra aecusaeoea d.? tal ordena que basta, referi-las,
    para se ver a sua improcedeoeta esem razao.
    Nao ha via receio que a ordem publica fosse
    perturbada, ja porque o bispe por act is reilerados
    ha via alienado a affei^ao >da populafao, e ja por-
    que a autoridade se seutia forte, dando execugao
    a uma ordem cmanada* do primciro tribunal do
    paiz.
    Se podesse haver alguma diffiealdade, saria esta.
    no'acto de elIeHor-e a pris;i>; depois disso tu
    da correria sem o minimo perigo, como aconteceu.
    Eniretanto e s.ibido geralmeate que seria^ oro-
    vrdencias foram lomadas em ordem a prevehir
    qualque: emergeneia in.'sparada.
    Diga a Pruiineia o que quizer em seu despeito :
    a execacao do mandado de prisao expedido pela
    auloridade formadura da culoa. e mais um ado
    que caracterisa o tino admioistrativo, a prudencia
    e circumspecgao do lunrado Sr. iDr. Lneena.
    Este jqizo .nao e nasso ; milhares de ietransi-
    genies, adversarios o maoifestaram fraacamente,
    e de modo muiio honroso para o diguo adininis-
    trador.
    Assim como se effeclwoa a prisao de Sr. D. Vi-
    tal, sera a minima alt -ra.-ao da ordem publica, as
    sim lambem temos a mais inabal aval con vie? ao de
    qae o govurno dara solucao a magna questao tao
    livianamente provocada pelos agonies da llieocra-
    cia, qae pretendem substituir a nossa livrecons-
    lituicao politica pelo despo'.ico e anaclironico Syl-
    labus.
    Tao louca e exagerada preten^ao dos nossos bis-
    pos ha de luquoar necassariamanle ; e aquelle^
    que com laula audacia ousaram affrontar e ferir
    a area santa de nossas liberdades, t.?ra > dc ex-
    piar seu attenlado.
    Or arrepeBdimealo sera tardie, mas a iofali-
    livel.
    Nada de iiaprudencia ; nada de precipitacoes,
    e a victoria sera c^rta jiara a causa da civilisaao
    moderna.
    Nestaquestio, senhor^s da Prooinciu, nao po-
    deis dizer u^ia palavra que possa ser aceita sem
    desconlianca. .
    0 publico ja vos conhece ; e sabe que a idea
    que pradoinina era vossos arraiaes 6 a da cspecu-
    lacao politica.
    M kik
    8*900 par IS
    -. da afario
    kilos, hooteat.
    Asaorar Canal i#25 por 15 kilos, bootem.
    Oamaio sataa Loodres a 9t djv. tfi l|i d por
    11000, do banco, naaaeat.
    Cambio aobn Lisboa a 60 e 90 d| v. 103 0(0 da
    premie.
    Cambio sobre o Porto a 90 drv. 102 e 103 0(0
    de premio.
    Couros salgados seceos 888 ra. o kite.
    ti. de Vaecoocetloe
    Presidente.
    A. P. deLemos
    Secretarie.
    CXT_Viatj*>''^- *'i-&Wl
    *#mr^
    r^twm/JVtttK?*??^!^
    PARTS POLITICA
    ^"60
    >020
    *O20
    *020
    1160
    de cadarez UOM
    a Idem, idem, idem de cada carneiro $300
    a Idem, idem, idem de cada porco 5'iut)
    Pelo preparo de miudos e dobradas
    dc cada tjz $300
    t Idem, idem, idem de cada carneiro
    ou porco
    e Pela saiga de um couro
    t Pelo dcrretimento do seboum kilo-
    gramma
    Preparo de um chifre
    Dito de um mocoto
    a Pelo denosito de cada couro, depois
    de decorridus qainze 'lias, coatados do
    abatimi-nto da rez,receberao por dia
    Pela demora de uma rez nos logra-
    douros, por cada dia que exceder de
    quinzts dias (sendo melade para a camara
    municipal)
    o 6. Fica pertencendo aos contratantes o san-
    gue, unhas e residuos do gado que for abatido n >
    matadouro.
    7. Os contratantes poddrao admittir nos
    logradouros gados nao deslinados ao consumo,
    percebendo diariamente por cada cabeca 160 rs.,
    com taoto qae nao prejudiqae ao gado desUnado
    ao consumo.
    a 8 Firtdo o privilegio, e no caso de que a
    camara municipal prefira arrendar a alguem o
    servieo do ipaiadouro e lograd luros, os contra-
    tantes terao prefereucia em igualdade de condi-
    foes.
    tCondicoes geracs.
    c Art. 3 Os contraumes renunciam, para o
    Qm de fazeram r:claraa.v5)s, os casos de forQa
    malor farluitos e nao fortaitos, cogitalos e nao
    cogittdos, executuados os que provier-tm da de-
    mora da desaprooriacjo, nao motivada por elles.
    podendo nesse~caso nbter prorogagio da prazo e
    releramanto das respecti as multas.
    t ^rt. 4* Os coniraianie* p.derao transferir
    os direitos o obrigacfi-ss do presenie contrato a
    individuos cu companbias, precedenlo autorisa
    (ao da presidencia, a pagos praviamente os im
    postos proviQ.-.iaes, dav du pela transfe.reaci.i
    a Art. o. Se o contrato for transterido a uma
    companhia, esta tera a sua se ie m-ta cidade, ou
    pesoa que a represente. e tudas as quesides <|ue
    se su-citarera serao dissutilaae julgadii pelos
    tribaaaes do paiz.
    a *rt. 6." Os cuatrajante-t Qcam sujailos, nao so
    is multas expressamenteestipuladas ne-sla contrato,
    c-m i tambem as. qua.forem pela presidencia de-
    wrmiialano Bgul*raent.i que houver do axoelir,
    as quaes nao excedarao oo wiaxuao a 00*000
    Art 7. Dous ami-is ante* d-. fiadar a pnvi-
    legia, a camara municipal mandara procede* a
    am exame minaciosu bo estado e conservaca > das
    obras do mata loaro e lografljmrus ; e se verificar
    se qaa as mesraas obras nao o-uo bam coo-rr-
    puMioe desfa I *aduit ohwg iri w- ooatfaUatas a fazeram as re-
    tras pMpMetaf bar a arecijiM, e se naalkerem dentro do p-az>
    -V> ax.xdera de me
    aiaia f irmih ladi le al-
    ,. pfatu du privdegio, para o
    nomeipalidade a > g z ., Unto ds
    Como doslogrtl mrn, eu
    JjnlemniMTaeaJgiwn, com > nr-prvd 11 sui qm
    llca sei*. fhnr'uj*eP*r-ira de hnceni
    S. ft*.-- 0 :8f." commendalor presjdenla da pro
    partido coisenviDOR
    RECIFE, 16 DE JANEIRO DE 1873.
    a r-niSAO do fispo.
    Ja tardava que o inioleraule e parcial orgio op-
    posicionisla deixasso dc accusar o digno admmis-
    irador da provmcia pelo facto notavel da prisao
    do bispo D. Vital.
    Era com effeito extraordinario qua, os escripto-
    res da Provincia, acostumados a inverter e adul
    tcrar os faotua, somente com o 6m de censurar a
    eus adversarios, deixassem passar sem reparo o
    grande acontecimenla do dia 2 de Janeiro, cuja
    execucao foi applaudida por gregos e troyanos.
    Decrelada a pronuncia de D. Vital, que p r tan-
    las vezes es (ueceu se que era um funecionario
    publico, que devia obediencia as leis do paiz, que
    jurou mauler e observar, o supremo tribunal de
    justica oidenod sua prisao.
    Todos sabem o modo por que foi executado o
    mandado judicial.
    Quando na corte a Reformn julgava impossivel
    a prisao do bispo sem perlorbacao da ordem pu-
    blica ; quando boaios, adrede espalhados nesla ci
    dad?, faz'am suspeitar que embarafos mais ou me-
    nus serios se opporia nada do legitimo e superior tribunal, eis que inex
    peradamente, com surpreza da populacao, mas
    sem a menor alteracao, sera apparatos, e preso
    aquelle funccionarm publico, que recusou-sc a obe-
    decer as leis e aos tribunaes do paiz.
    Se por um lado este facto revela que a decisio
    proferida pelo supremo tribunal de justija foia
    solucao unica e possivel na grande luta que tao
    imprudenteraente foi provocada pelo Sr. D. Vital,
    qae na sua propaganda nao encontra apoio na
    grande maiorla da populacao pernambucana por
    outro lado revela olgrande tino do illusire inagis-
    trado qne felizmenla preside actualmeute os des
    tinos da provincia.
    Bern sabemos quanto nao scria doloroso aos es-
    criptures da Provincia nao terem tido o prazer de
    ver derraraar-se o sangue brasileiro por occasiao
    de effectuar se a prisao de D. Vital, unico recur
    so que l'.e restavaj.
    Esperavam sem duvida essa supreraa occasiao
    para terem o prazer de dirigir uma censura ao
    honrado almimsirador, ainda que isso cuslasse a
    perturbacao d i oro>in publica.
    Passaram ceriameulc por um profundo desgo -
    to, por uma grande! decepcao I
    Eutretanto nao era possivel. deixar desapercobi-
    do esle facto, e eis que ahi vem o orgao opposi-
    cionista articulando a mais pall id.i e descabida can
    sura.
    Como e cego o olio partidario /
    Unas ordens de consuras foram feitas :
    Uma ao superior .tribunal, que expedio a ordem
    de prisao, outra ao governo t
    lima e outra sao dignas da serem analysadas
    para confusao destos ievianos escriptores.
    Jizera elies :
    t Lavrada a pronuncia no d'a 19, em seguida
    devena ser no ma s breae tempo possivel affac-
    tuada a prisao, de tal sr:e que so la pronuncia
    se d.^veria saber pejo facio di i>risao O mesmo
    vapor que trouxesse o mandado do supremo tri-
    bunal de justica deveria ser o desliuado para
    transoortar o Sr. D Vital.
    Consa diflerente se f z
    E-ta n.iticia a iatairameote falsa.
    Paia lei da 18 da setainuro de 18 38 e decrelo de
    20 de outubro da ISoO va-se a differenca profun-
    da erure o precesao or Uuario e e adtptado para os
    funccionarios privdegiados.
    I'n- sao julgados por prizes singulares, outros
    poi juizes colleelivos, e ciinsaguintemenle em dia
    cert) e deierminado, cooneciue e previsto por
    lod is.
    Apezar do snprema tribunal de justica ter w-
    solvi lo iusuuiar o prucosso do Sr. D. Vital em
    S'gredo, p >r mutivos graves da ordem publica, |o-
    div a o ralatono do nito. u sirteio dos Ires, juiaes
    julg> tires, e tod is us ados preparatorios da (or-
    m-icao da culpa f.ittaia procesaadus ant plena au-
    ditncia.
    Disoreiiillnu qua, nu dia do jul#eto. qua
    leva ligu-a 9 da dezembnt, a Pfk-4^.ceaiec.-
    ipriui queu bi>iw f*eri* prouuqcMpi). ,
    Os j riia-4 ileram notieja da nronnacia, maajwo
    a a;Qniuv..ia, >m e afUrmavaiB, igur*vam *ft
    qua artigo I codigo criminal a, tra)a*al bavia jgl
    ga In ineur-o o liiS|io
    ^UBUeiiOOES PEOIDO.
    Agradecimento.
    0 abaixo assiguado recorre a impreasa para
    publicamente paienie.ir sua e'.oraa gratidao aos
    insignes artistas aos Srs. Xisto Bahia, sua Exma.
    senhora, Joaquim Infante da Camara, Can ii lo
    ?ilho, Conralo Jacaranda e Candido Colas, pelo
    grande concurso, que hontem Ihe prestaram em
    o concerto dado no sou beneucio no tlieatro da
    Santo Antonio.
    As palavra* nao pidem. exprimir oj s9ntimen-
    tos, que se Ihe aniuhun na alma, e so pole offe-
    resfiT-Jhss seus prestun >s em qualquer parte onde
    se acliar.
    ApproVeita a onportnnidade para demonstrar
    sue eterna grali la) ao illusiral) povo parnambu-
    cano, que cmi9ua presenja orn >u hontem o thoa-
    iro Santo AntonioS
    Reeife, 16 da fjvereirOvdo 1874.
    Reaoac^s.
    KLEICiO
    DOS
    devotos quo t> si dc feMtcjai* a
    exci'lin Stouliora da igreja da .11 ml re de IDejis,
    no anno de 199-4.
    Juiz por eleigao.
    0 Illm. Sr. Ricardo \lves da Silva Leite.
    Juiza por e.leicao.
    A Exma. Sra. D. Maria D;gna de Mendonr t Ki-
    beiro.
    Juiz por devocao.
    0 lllm. Sr. Manoal J laqnim da Silva Costa.
    Juiza por devocao.
    A Exma. S.-a. D. Tiburlina J isephioa Mondim Pes-
    tana.
    Juizcs prolectores.
    Os lllms. Srs. :
    Dr. Francisco Isidore Rodrigues da Cosla.
    Frederico Alves Pereira Pinto.
    Francisco Pinto Teixeira Chives.
    Francisco Fernaades Correa.
    Jmzas prolectoras.
    As Exmas*. Sras.:
    D. osepha Narcizo da Costa.
    D. Can lida Rosa Peuna.
    0. .Maria Sealiorinha do Rego Lima.
    D. Anna Maria Pontes.
    Etcriva* por elei^ao.
    O Illm. Sr. Francisco Jose Chaves.
    Escriva por elei;ao.
    A Exma. Sra. D. Maria Juslmi da Silva.
    Escrivao por devocSo.
    0 Illm. Sr. Alfredo de Leraos Araujo.
    Escriva por devocao.
    A Exma. Sra. D. Maria Teophila Gome? de Oli-
    veira.
    Thesoureiro
    0 Illm. Sr. Manoel Moreira Pinto.
    Procnrador geral.
    OHlm. Sr. Carlos da Fonceoa Carvalho.
    Procuradores.
    Os Illm*. Srs. :
    Jo>e de Almeida Reis.
    Antonio Francisco da Cruz.
    Jose Ricardo Mathens Ferreira.
    Manoel da Costa Oliveira.
    Joao Roger11 Nunes da Silva.
    .oao Matneus Moreira Campos.
    Mordomos,
    Os Illms. Srs. :
    Alfredo FrancUco de Sonza.
    Manoel Jose Carneiro Guimaries.
    Jose Antonio Martins Vianna.
    Joao Baptista Pereira e Souza.
    A 'onso Xavier de Macedo.
    Paulino Adnes Jacome.
    Joaquim Paes Pereira da Silva Junior.
    Adolpho August" de Jose Ferreira de Siqueira Braga.
    Jose Fortunalo dos Santas Porto Junior.
    Auti.nio da Silva iUiaos Neves.
    Frederico Antouio da Costa.
    Uordomas.
    As Exmas. Sras. :
    D. daria Isabel de Carvalho.
    i). Maria Clementina de Campos.
    D. Maria (iarmalm-la Vianua.
    D. Laura Leop.ddina de Souza.
    D. Alipia viaria da Assump(ao Ribairo.
    D. Miria Le.ipddma da Cuuha Lages.
    D. Pastora Theo loriea d i Santo*.
    D. Theo-lolina Barbosa de Oliveira Mello.
    D Leocadia Alves Barbosa.
    D. Maru Seidtoriuha d 4 ^ antes.
    Maria (!> Espiritu Santo Freire de Andraoe.
    Poi esta lambem a noticia qne ehreulwa, e em! 'irgoaode l* sorte ?*1800 pr le-kiloa.
    D.
    - ALFANDKGA.
    .tsndimento do dia 2 a IS .
    (dam do oil 16 ...
    5iO.TOi6CO
    39:490*987
    580:273#587
    Descarregam hoja 17 da Janeiro de 1874.
    Vapor inglez -Ftre Quern mercadorias para at
    fandega.
    Barcaingl.ezaMiranda mercadorias para alfae-
    dega.
    Barca iranceu Veridtana mercadflriai para
    arfandega.
    Hrigue portuguez Triumpho vano3 generoa
    para o trapiche Conceicao, para despa-
    char.
    Barca portuguezaLinda -varios generos para o
    trapicbe Conceicao, para despacbar.
    Patacho portuguezOlinda -varios generos para
    o trapiche Conceicao, para despacbar.
    Bri^ue inglez tbo-ia bacaUao ja despachade
    para o trapiche Conceicao.
    Barca.iugleza Fuzilierutacbinisno parao
    trapiche Concai jao, para daspacaar.
    Brlgue aualfiaco -Buhiafarioba ja despacfeada
    para b caes do Apollo.
    Barca americana Jams Davidson farioha
    ja despacluda para o i>- pato.
    D. Amelia R isa de Sa.
    Recife, 16 de novembro de I878-
    O v arifl,
    Padre Automo Mmoel A'Anumptfo.
    ejaaj
    mm
    iMU^HtBltl
    PRACA DO RBUPR 16 DE lANeffiP
    DE 1874:
    4S3 iSHiM^aaiapi.
    Crtas-**'* afnefaeai.
    Iiiaportacitav
    Vapor inglez Fire Queen, entnde de Liverpool
    eat 15 do corrente a consignade a Mills Latnait It
    C, manifestou :
    Carga de Liverpool.
    Arro* 10 saccos a Jose P. da Costa, 100 a Tas-
    sofc-mao&C, 50 a Magalhies 4 Irmao, 100 a
    Tnomaz A. Fouceca & Succesaores, 50 a Jose Joa-
    rnu Alves & C, od a Lima h. Silva, SO a Beltrao
    Filho, 100 a Luiz Jose da Costa Anwrim & C.
    Botoes 1 caiea a Vaz Junior <5tC Bbcoitas 2
    eaix.is a Alfredo P. Barbosa. Barrdaa 20 saccos a
    Fernandas da Costa & C
    Cartuchos 1 caixa a Souza Castro de Almeida.
    Chape04 2 caixas a Monteiro Ov Silva, 3 a Joao
    Christian! 4 C, I a Domingos T. Bastos, 3 a ordem,
    z a E. A. Burie& C Chall caixas a Tasso Irmao
    & C, 8 a Jose D. Minoes 4 C, 37 a Lebre & Reis,
    3 a Tnomaz A. Fonceea 4 Success.Tes,22 a Souza
    Bastos 4 C, 4 a Leio R., 2 a Fraoci>co Gom;alves
    BuIoj e Sa, lo a Fernandas da Costa & C 61 a
    Joaquim Jose Leilao 4 C, 22 a A Frederico de
    Oliveira 4 C, 35 a Luiz Duprat, 8 a Luiz Jose da
    Costa Amorira 4 (1 Calcado 1 caixa a Lyra &
    Vianna. Cerveja 50 barricas ao Barao de Bemllca,
    75 a Miuoel da SUv.i Fan a, iuO a Tasso Irmao 4
    C, 700 a Luiz Jose da Cosla Amorim 4 C. 70 a
    ordem, 75 a Francisco Gon$alves Bastos e Sa, 50
    a Jose M. da Rosa 4 Filnos, 30 a Lima & Silva. 3
    a Kelltr 4 C. Cutillaria 1 caixa a Duarte Irmao,
    2 a M. Ihlliday 4 C.
    Drogas l barrica a 3 caixas a Jose da Silva
    Bamos.
    Espingardas 1 caixa a Souza Castro de Almei-
    da. Ether 1 caixa a C, Atan 4 C.
    Ferragem i barricas a ordem, 50 a Parente
    Vianna & C, 1 caixa a Von Sohstera & C, l a
    Otto Bohres, 2 a M. Halliday & C, 8 volumes a
    Shaw Hawkes & C.
    Fio 3 lardos a Wilson Rowe & C. Flandres
    10) caixas a Parente Vianna & C.
    Louca 143 sigos a Saunders Brothers & C
    Manteiga 10 caixas e 2z barns a Beltrao 4 fi-
    lho, 7 a Jose M. Con.-alves da Rosa cv fnhos, 73 a
    Magalhaes Irmao, iS barris a Cardozo Martins *
    C, 1* caixas a Antonio Ferreira de Carvalho, 20
    barris a D. Alves Matbeus, 15 a Jose D. Sundes 4
    C, 5 caixas a Joaquim P. da Costa, 25 barris a
    Tnomaz Aquiuo Fonceea 4 Successores, 20 a Sou-
    za Bastos & C, 25 a Pereira da Cunha IrmauS,
    50 a Luiz Jjse da Costa Amonm 4 C, 5 caixas a
    Rabe Scmnetleau 4 C, 70 barris a ordem, 50 a
    Saunders Brothers, 12 a Leao Roeha 4 C, 14 a
    Manoel Faria, 6 caixas a Antonio Ferreira de
    Carvalho Mercadorias diversas 235 volumes a
    ordem, 1 caixa a Saundar brothers iC,, 2 a A
    Caors, tii volumes a Cunha & C, 4 caixas a
    Bourgard 4 C, 3 a Silva Barroca & filho, 1 a
    Faria Irmao, a -a I.e.Li > & Coimbra, 1 a Lend m
    Weydmrn. 4 a Vaz & Leal, 1 a Luiz Jose da Silva
    (jaiuiaraes, 7 volumes a M. Hailidez & C, 16 a
    Joaquim^Antonio Pereira 4 C, 1 barnl a Phipps
    Brotbersa CV 1 fardo ao Barao do Livramenio,
    30 caixas a Cuiriia'Sf^Manta, 33 volumes a W. H.
    Wialf 4 ;., 47 a MesqnitaMiardoso & C, 1 caixa
    a secretaria da presidencia, 12r-s a Simpson, 10 volumes a Jose AurHBW-d.>_J'e-
    vedo 4 C, 4 caixas a Amorim Irma-.s, & C, 4 viX
    lumus a Parente Vianna & C-,2 caixis > Boost-I-
    mam 4 C, 2 a Ba>tos Olivelja i C, 5 a uito
    Bohres, I a Alberto Fe.rr ira a C, 2 velumes a
    companhia dc Sauta Tnereza.
    Oleo de linbaca 2 barris a Joaquim Felippe da
    Costa, 10 a Manuel da S. Faria. Objectos do es-
    criptorio 2 caixas a A. Frederico de Oliveira
    &C.
    I'apel 3 caixss a compauhia do teleerapho, I a
    G. Neesen & C. Periuiiiaria 5 caixas a Joao Ra-
    mos & Maohado. Piiaenia i^saccos a Luiz Jose
    da Costa Amorim & C. Presume 5 caixas a Bra-
    ga Sum 4 C. 2 a Beltrao & Filho.
    Queijos 10 caixas a Tneodoro Christiansen, 30 a
    A. Prisco Barbosa, 10 a ordem, 1 a Wilson Kowe
    & C.
    Reudas 1 caixa a E. Isnaty, 1 a Otto Bohres.
    Sallias 6 caixas aos consiguatarios.
    Tapeles 1 caixa a Amaral Nabuco & C. Teci
    dos 10 caixas e 21 fardos a or Jem, 26 caixas a
    D. P. Wild, 29 caixas, lo fardos e 10 volumes a
    Cramer Frey & C, 89 caixas e 12 fardos a Kelltr
    & C, 23 caixas a Burle & C, 5 a Phipp Bro-
    thers .i C, 9 fardos a Babe Schmeileau & C,
    8 volumes a Carueiro &Nogueira, 15 a Mouhard
    Melller & C, 38 caixas, 40 fardos e 171 volumes
    a Brown Thonsun 4 C, 3 caixas, 3 fardos e i9
    volumes a Goucalves Irmaos, 20 caixas a Rodri
    gues Irmaos, 17 caixas, 10 fardos e 27 volumes a
    Alcoforado \ieira & ;, 1 caixa e 11 velumes a
    Mo ileiro Gregono & C, 18 volumes a Saunders
    Brothers 4 C, 20 caixas, 30 fardos e 116 volumes
    aos cou-ignalarius, t caixa a Alfredo Gibson, i7
    caixas a A. Castro 4 C, 8 pacotes e 3 caixas a
    Silva Barroca & Filbo, 8 caixas a Braga Sum a
    C, 20 volumes a A. F. de Olivaira 4 .., 10 a Jose
    L. Goucalves ferreira & C, 3 fardos e 1 caixa a
    Maudes Azevedo 4 C.
    Carga de Lisboa.
    Alfazema 27 saccos a Silva Guimaraes 4 C
    Alpiste 15 barricas a Jeronymo Francisco Fer-
    reira.
    Batatas 100 caixas a Franco da Cunha & C,
    240 meias caixas a Silva Guimaraes & C, 5J a
    D. Fraucisco RainalOo, 50 a Fraucisjo G-mgalves
    Bastos e Sa, 30 a Jeronymo Fraucis o Ferreira.
    Calcado I caixa a cada um dos seguintes: Ra-
    mu, & Machado, Antonio Paiva Ferreira, Netto
    Campos & C, Manoel Nunes da Fouceca, ueudes
    Lobo & C, Satyro Sorafim da Silva. Cominhos 6
    saccos a Silva lUlmaraes 4 C Cebolas 50 cai
    xas a Rosa 4 Irmao, 25 a D. Francisco Rama-
    liio, 50 a Cuusiautmo Rodrigues da Cruz, 100 a
    Fraucisco J.6 Silva Guimaraes & C, 50 molbos
    e 30 caixas a Silva Goimaraea 4 C, 100 molbos
    a Fiau.'u da Cuuha & C uasUobas 2 caixas a
    Rosa & Irmao.
    Drug.is 3 caixas a Manoel Silva Fana.
    F-eijao 150 sar.cos a SHva uuimaraes (% C, 30
    a D. Kranci,co Ramalho. Figo* 5 grades a Anto-
    nio A. Jacime, lo a Franco ua Cuiuu & C, 15 a
    Silva Cm naraes 4 C, 10 a Beltrao ^ Kilhe
    luiuressos t caixa a B.o Uioloueu 4 C.
    Maeella 1 fardo ao mesmo. liercurio 1 caixa
    a Manuel 8. Faria.
    Ocre 3 barricas ao mesiuo.
    Passes 13 frdos a D. Joaquim Ferreira da
    Cruz, 50 audoi e 20t caixas a >Uva Guimaraes &
    G. IVixa 160 barris a Beltrao & Filiio.
    Sardi'inas tiO barris a Silva Guimaraes *Si C.
    50 a 25 netus barris a Jorge Jacome Ta-so,
    23 a Bv Francisco Raiualho, 30 a Fernanda 4
    Iraii.
    I ypos 6 caixas a Manoel da Pigueiria Fria 4
    Fiibos.
    V'wftu oO'banis da ouintne 5 pipas a Silva Gi
    mara.-s 4 C 6 e 6 a E. R. R tliell & V~, L"> a 0
    a J a i Jose Rodrigues Mendas, t barSs a Braga
    Gomes & C *
    V-llas 4 caixas a Sila Guiraari-s 4 C
    X irpa peitora! 3 eaHcas Barthol i nan Viuagre^Lutpas a Wbarris a Ualtra. Fdav
    1 e 13 a Silva Geiataraas 4 C.
    PMaebe partognz (Hindi, entrado do Paato aa
    mestaa data e Coneignade a Joaquim MeaMteea
    Crna, raanHeston:
    Jkasite SO caixas a I Rodrigues Faria. Aae>.
    tonae 200 anceretas n Jose arVatawfra, WliM"
    Jose Goncalves d Foate. Argolas deisrro 1 kar-
    riea a 9a Leitao & Coimbra. Azulejo 55 caixas a
    ordem.
    CaleaaV) 2 caixas a Maaoel Naoas da ffaweca
    & C Caaos de louga 1^00 a B. a Ceaapea IC
    Sememes 1 caixa a Joaquim Jo6 d'Azaveaa. Ca-
    bos de vassouras 31 mofhos ao consigoalana. Ce-
    bolas 4,600 resteasaS. Guimaraes & C Eoeha-
    das 2 barricas ao consignalario, 2 a Farraira Cui -
    maraes & C ;, h
    Feijao 200 saccos ao consignalario, 100 aCardoso
    Manias & C, 100 a Jose M. Palmeira. 99 a Tito-
    Li rio Soares, 50 a Joaquim Jose d'Azeveda, 100 a
    M. Jose Goncalves da Foaie. ti a Bernardino da
    S. Cosla Campos. Folna de lonro 2 fardos a or-
    dem. Fechaduras 2 caixas a Franciaea Alves
    Guimaraes, 4 a Silva & Alves, 2 a M. Oregon**
    4 C. Fareilo 11 saccos ao coaaifoatawn. Fo-
    goes de ferro I a Carvalho 4 Noguetra Ferqoe-
    tas de ferro 1 cnobete a S. Leitao 4 C
    Linha 3 caixas a Basins Oliveira & C.
    Machado 2* caixSesa M. GregoriwfcC.
    Obra de praU 1 caixa a M. Ferr-ira Paato Ma-
    Iheara. Diu de palbata I caixa a Doaiagea Tei
    xeira Bastos.
    Paaao de linho 1 caixa aos mesmos, 1 a M. J
    Teixeira. Pomada 80 ennhetes a Francisco Cue-
    des d'Araujo, 26 a Bastos Oh>eira A- C taHCoa 14
    easxdes a Francisco G. d Araujo. Pregoa So bar-
    ris a S. & Alves, 2 a Ferreira Guimaries 4 C.
    15 a M. Gregorio ill,5 Carvalho 4 Nofucira
    Peneiras 2 caixas a ordem. Perfumadores f caixa
    a Perreira Guimaraes & C.
    Rottta II saccos a Aatosia C doa Santos. 18 a
    Braga Grnnes. Retratos a oleo 1 caixa a Maaoel
    Fernaades da Costa 4 C. Retroz t caixa a Bastos
    Oliveira 4 C, I a D T. Basto.
    Sardfnha 50 barris a Sonza Bastos A C, 56 e
    140 ms barricas a S. Gaimaraes dt C, 100 a
    E. R. Rabello 4 C
    Toucinho 100 barris a S. Guimaraes dt C.
    Vmho 54 barris de quinto e 31 de derimo a
    Joao Jose R. Mendes, t a Fraacisco M. Plant Bar-
    bosa, 3 caixas a Manool Joao Rodrigues Ferreira.
    70 a Taborda (S: Santos. 2't a Cur.na Irmaos 4 C,
    70 barris de quinto a Joao P. Porto, 28 de qaioto.
    II de deeimo e 100 caixas a Beltrae & FHao, 5
    barris a Lebre 4 Reis, n barris de quinto e 10 de
    decirao a Joao Rodrign-*? de Carvalho, II e 15 a
    M. Jose Goncalves da Fonte, 15 e 15 deoitavos a
    M. Gregorio & C, 2 de deeimo a ordem Vidros
    70 caixoes a Bernardino F. Campos 4 C.
    ZSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 15 DB
    JANEIRO DB 1874
    Para os portos do exterior.
    No vapor inglez Cordoue, para Liverpool,
    carregou : A. Howie 4 C. 2i3 saccas com 10,084
    kilos de algodao ; Goncalves Irmao & C. 200 ditas
    com 18,161 l|2ditos dedilo.
    No brigue inglez Rifle, para Liverpool, car-
    regou : M. Lathan 4 C. 221 saccas com 16,105
    i|f kilos de algodao.
    Na barca ingleza Rapida, para Llarrpeol.
    carregou : P. J.Siqueira 8,000 cecos (rructa)
    Na barca ingleza Indi n Chief, para Valpa
    raizo, carregou : A. Loyo 1,509 saccos com 19,1500
    kilos de assurar branco.
    No navio allemao .Icii'z, para Valparaizo
    carregou : S. Brothers ct- C 600 saccos com
    45,000 kilos de assuear branco.
    Na escuna allema Hong Kong, para o Rio da
    Frata, carregou : A. Loyo 38 pipas com 14,400
    lilros de aguardenle.
    No briguo porluguo.*. Sapho. para o Rio da
    Prata, carregou : A. S. Percin 2.000 eo^os
    (fructa); A. Cordeiro 350 barricas com 39,313
    kilos p- assuear branco.
    No brigue inglez Judith, para Lislvw. car-
    regou : T A. F'.nseca 4 C. Successores 50i>sac-
    cos com 37,-100 kilos de assuear branco.
    Na galara portagueza Vatco da Gaina, para
    o Porto, carregou : A. Loyo 116 couros salgado
    com 1,332 kilos e 380 ditos espichados com M60
    ditos.
    Parn os portos do interior.
    Para o Kio Grande do Sol, no patacho bra-
    sileiro Salsepurdet, canvgou : Silva 4 Cascao 200
    barricas com 15,->43 l|2 kilos de assuear bri-nco,
    30 ditas com 3,433 l|2 ditos de dito someaos e 20
    ditas com 2,442 ditos de dito nnscavado ; L. Du-
    prat 20 pipas com 9,600 lilros de agnarieote.
    Para o Para, no hiate brasileiro Olinda, car-
    regou : Amorira Irmaos 4 C. 200 barricas com
    14,913 kilos de assuear branco ; A. Cordeiro 100
    sac:os com 7,690 ditos de dito.
    Para a villa da Penha, na barcaca S. Luiz,
    carregou : J. J. Alves 4 C t barrica com 60 kilo?
    de assuear branco c 2 ditas com U6 ditoi de dito
    refmado.
    CAPATAZ1A DA ALFANDKG rteadimento do dia 2 a 15 dadi do dia 16..... 8:244**i4 1:99UW6
    0:236i07i
    ^ VOLUMES SAHIDOS s*** SEftVICO MARITIMO vlvarengas descirregadas no tr&picha alfandega dj d>a 2 a l-'i No dia 16 -aM.) atracadosno trap, da alfandega Alvarengas .' ..... . 52 4 6
    IECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
    RAES DE PERNAMBUCO
    lendimentodo dia 2 a 15. 18 434181*
    dem do dia 16..... 970J23I
    irMMaa*
    CONSULADO PROVINCIAL
    lendimento do dia 2
    '.dam do dia 10
    a 15.
    121:136*197
    2 665*01
    I23 80U326
    RECIFE
    ttendimanto dn dia 1 a
    'dam do dia 16. .
    DRAINAGE.
    15. .
    91:617*816
    4:889*580
    14:517*396
    S0iMKT0 00 gfiKTlJ.
    Naviossahidos no dia 16.
    Rio Grande do Sul Brigue brasileiro Santelau.
    captiae M. I. Ferreira : carga assuear e aguv-
    dente,
    Liverpoal e portos interraediosVapor inglez Val-
    paraizo, commandante Coulan ; carga a mesma
    que trouxe dos portos do sul.
    Observacio.
    Nao houve entradas.
    EDiTAES.
    C
    ?
    Secreta- ia do gymnasio provtnoial de Per
    nambuco, 30 dedezembro de 1873.
    Por esta secretaria. e de ordem do Illm. Sr. Dr.
    regedor interino,se declara a quem interessar pos-
    sa. que no dia 2 de Janeiro proximo vindouro se
    achaab-rtaa raatricnlados alumnos deste iustituto
    a bem assim se faz publico o artigo 37 da lei pro-
    vincial n. ,12i de 17 de junho do cortnte aaao.
    iue assim di>pde : ficam elevadas a 001a paga
    trimeusai qua d -.vem fazer ao insututo os alamaos
    internos ; a VhA a meosalidada. do* ntoia paosio-
    aistas e a 6* a dos externos.
    0 secetano
    Obo TartuJianoFerqantos QunleRa
    0 Dr. Sebastiao do RegoBarros , juiirie direito especial do coranaercio nes-
    ta eidale do Recife do Pena*nJ>ocu, por
    S. M. oImperador, a quemlaaaa guaxde,
    Papo saber pelo pre**flte, aje noe lermos do
    1 art 11 do leorvt n. 1695 W*a <"**wa de
    fs69, leutro Jo praz-> de* *as, conUd-is da pu-
    1 blicap o d




    ,:P



    Diario de Peratabuco Sabbade 1
    eutu fechadas pare axremattsio por venda
    4a parte do acravo tie Dome Jesutao, da cor par-
    4a, por 200*000 diu parte, sendo o valor total do
    ammo ascravo de 1:4904000. 0 qua! e perten-
    *mtt a massa failida de Mauoel de Sonza Carnei-
    ro Pimpao, e se acha dito oscravo em poder de
    Mauoel Joaquim de Alan.
    E para que chegue ao conhecimanto de
    todot, mandei passar o presente editol, que
    meri affixado nos lugares do costume e pu-
    bficado pelos jornaes.
    Dado e passado nest a cidade do Recife de
    Pernambuco, aos ISdias do mez de dezem-
    Dfode 1873.
    Eu, Manoel Maria Rodrigues de Nasci-
    meoto, escrivao o subscrevi.
    Sebastido do Rego Barros de Laotrda.
    Edllai n 8
    nek inspectoria da alfandega se faz pu-
    blico que nao se teodo arrematado -as merca-
    dorias abaixo declaradas, annunoiadas por
    edital n. 116, pqr falta de concurrent a, 80
    valor official, se trausfere a mesma arre-
    OMla^io para as 11 horasda raanha do
    xiia 19 do corrente, a* porta desta reparti-
    fiio.
    Trapiche Conceitjio.
    Marca M. J. F. C. 100 barricas com cal
    m f>6, pesando bruto 5,660 kilos, tara
    10 ;., liquido legal 5,094 kilos\ no valor
    ds 8019866, vindas de Lisboa no navio
    portaguee Nova Sympathia, descarregadas
    em IS de agosto de 1873.
    Idem J. J. C. B. 1 caixa com fructas
    deterioradas, sem valor, vinda de Lisboa no
    -vapor inglez Valparaiso, entrado em 27
    le outubro de 1873.
    Alfandega de Pernambuco, 16 de Janeiro
    -de 1874.
    0 inspector,
    FabioA. deC. Reis.
    DECURACOES.
    Por eaU admioistraeao faz-se sciente aos
    contribuintea dos apparelhos e annuidades da
    Companhia Recife Drainage, qne, em virtnde da
    portaria do Illm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
    vincial, de hontem datada, acha-se prorogado ate
    o dia 16 de Janeiro proximo future o prazo para
    *j recolhimento da iroportancia dos mesmos appa-
    relhos e annuidades.
    Mesa do consulado provincial, 30 de dezembro
    del873.
    Antonio Carneiro Machado Rios,
    Administrador.
    Banco Commercial de
    Pernambuco.
    0 banco paga o segundo dividendo na
    razao do 8 % a0 anno ou 23J400 por accao,
    relativo ao seir.estre findo em 31 de dezem-
    Uro de 1873.
    Pela adafcattradn dos oornies desu prdvtaeia
    se faz puMico, qae foi crlada na povoacao da
    Pedra, mmioipio de Buiqna, nma agencia de cor-
    reio, para ade -se expeaira mates nos dtes 4, 8,
    12, 16, Jo, 24 e 28, fechando-M a* mates respec-
    tivas ao neio-dte.
    0 administrador]
    _______________iffonso doJkgo Banos.
    CAPITASU B PORTO DE PERWAMBLCO, 30 DE
    BE/.EJtBRO DE -1873
    Para scienoia dos oavegantes, esta eapitania
    manda put41car os avisos abaixo :
    Aviso iior navcgante
    ABCHIPELAliO DECOREA.
    Pedra submerrjida junto da ilka Quelpart.
    0 alawrantado inglez teve avi*o da existeucia de
    nma pedra siibmergida junto 4a parie meridional
    da flha Quelpaft, sobre a qnal prrdeu-se o navio
    russo tiabudca.
    A pedra Naboska e descripta como tendo lot
    metres de cotnprimento com muito fundo em ro-
    da ; nao quefera senao quando o mar e grosso..
    A posicao dada a este perigo e : 32* 89' N., e
    123" 3" EL, o qua a coHoea a 13 milhas da oosta
    da ilha Queiparto. e quasi norte sol com o exlrerao
    S 0. da mesma ilha.
    Ver as c*rtas franeezas n.<- 957 e 1173, e a ins
    truccao n.' 373, pagina 401.
    AMERICA MERIDIONAL PATAGONIA.
    no BSTBEITO BE MAGALttAES AO tWLKJ US PESSS.
    Marts no Estreito Inglez.
    Aos ? de dez*mbro de 1872, no periodo da bai-
    xa ma > oavio Zealous, da esquadra de sua ma-
    gestade, ^.u sua viagem para o sol atravez do es-
    treito Ibgtee, nma bora proximamente antes da
    baixa-mai, foi levado pelo refluxo vindo do sol
    sobre nma i.eJra submergida, com 5,- 181 d'agua,
    qne fica cena de91,438 ao sol de nm ilhote
    proximo da praia oriental; o ilhote flea proxima
    mente a meia m:Lna ao sul da ilha Mid-channel.
    Reeommenea-sfe, portanto, aos navegantes qne,
    quando passarem por esta parte do e-treito Inglez,
    conservera se do lado da praia occidental; e, nos
    navios a vapor, Jregulem a sna marcha de sorte
    que teoham sobre o navio completo dominio,
    guardando em ieibbranca que o Mluxo ptixa com
    violencia sobre o ilhote (junto do qnal o Zealous
    encalhoo), de lado opposto do canal.
    No estreito do! Inglez julga-se que o lluxo e o
    refluxo ccrrem cerca de tres quartos de hora de-
    pois do preiamar nu da baixamar, junto da costa.
    Na entrada septentrional do estreito do Inglez, a
    mare cor re atravez do canal desde a ponta noroes-
    te da ilha-Cavoir; devendo, portanto, haver
    todo cuidado quando seguir para o norte afim de
    evitar ser atirado sobre a costa da ilha Loney.
    Ilha Mid-channel. Perto do extremo meridio-
    nal da ilha Mid-channel ha pedras destacadas, a
    fldr d'agua, que se entendem por algnma distan-
    cia.
    llepartii;io Hydrographica do Almirantado. Lon-
    dres, 14 de fevereiro de 1873.-(Assignado) Geo
    Henry Richards, hydrographo.
    ! n7T9.
    ESTAD6sUNIJ)0S-COLFO DO MEXICO.
    Alteragao \deluz. Ponta Mobile.
    0 governo dos festados-Unidos cjmmunicon qne,
    CORREIO 1 LIU
    OU 0
    0 nBOESSO LESURC
    Prepara-se parabrevenienle ir a seena a coma-
    dia em 2 actot escripta pelo actor Penante :
    Viva a e o domingo dos caixeiros.
    Offereaida pk actor a caixeirala de Parnam-
    boco.
    TBEATRO
    SANTO ANTONIO
    Domingo 18 do corrente
    Grande e varindo espeecacnlo.
    Primeira representacao dada pelas menrnas
    Riosas.
    Ordem do espectaculo.
    1.'Grande symphonia pela orchestra, dirigida
    pelo intelligente -maestro
    faraaetooal Bsmriacs i, navfo la!ctesss, por
    ter a maior parte de saa earga eawaiada. Para o
    eompleto da mesma, trata-se cam Srfva & Gascao
    a raa do Marqaez de Oliada n.66.
    Rio Gr Para o referido pcrto segue em poneos dias o
    patacho nacional Satsimtemt, navio de 1* claase,
    rter a maior pane do sen arregamento a bor-
    Para o resto da carga, trata-se com Silva &
    Gascao, a rua de Marqnei sHe Olinda n. 60.
    Passageiros jmra Montevi-
    deo.
    0 navio allesaao Hongrmg deve seguir para es-
    se porto com ^ouca demora, recebendo alguns
    passageiros : a tratar com o oapitao, ao anna
    iota ia rua do Commeruio n. 4.
    LEILOES.
    SANTA CASA DA MISERICORriA DO
    RECIFE.
    A Hlma. junta administrativa da santa casa da
    absericordia do Recife, manda fazer public que
    na sate de suas sessdes, no dia 8 de Janeiro
    pelas 3 boras da tarde, tern de ser arrematadas a
    quern mais vantagens otTerecer, pelo tempo de um
    a tres annos, as rendas dos predios em seguida
    deelarados.
    ESTABELECIMENTOS DE C.\RIDADE
    Padre Floriado.
    Casi terrea n. 47......201*000
    Ginco Piinlas
    Rua de Hortas
    l^oja do sobrado n. 41.....:i06*0Ut)
    Iravessa de S. Jose.
    Gasaterrean.il.......2015000
    PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
    Rua da Senzalla velha.
    Casa terrea n. J6. 2091000
    Becco das Boias.
    Sobrado n. 18 ....... 421*000
    Rua da Cruz
    Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:000*090
    Rua da Guia
    Casa terrea n. 2S.......200*000
    Ruo do Pilar.
    Gasa terrea n. 98.......241*000
    Gasa teree i n. 99 (fechada) .... 240*000
    Idemn. 10-......... 241*00
    Idem n. 102 y.....
    _ Rua do Rosario da Boa Vi.-ta.
    ' Zasir terreaTrrSofecVrjni -. sf". T
    Rua da Moeda.
    iiliOt.K'
    200*000
    600*000
    Armazem n. 37 (fechado)
    Rua Velha.
    3asa terea u. 44....... 430*000
    Rua das Larangeeras.
    Casa terrea n. 17.......361*000
    Os pretendentes dever ;o apresentar no acto da
    arrematacao as suas lianras, ou comparecerem
    aconpanhados dos respectivos fiadores, devendo
    pagar alem da renda, o premio da quantia em
    qne for seguro o predio quo contiver estabeleci-
    mento commercial, assim como o scrvi^o da lim
    peza e precis dos apparelhos.
    Secretaria da santa casa da miscricordia do Re-
    jcife, 2 de Janeiro de 1873.
    O escrivao
    Pedro Bodrigiifs de Souza,
    JDonsuiado provincial
    Pela me.a do co^ulado provincial, se faz pa-
    blico que do dia 12 do corrente, se principiam a
    contar os 30 dias uteis, marcaJos para a arreca-
    dacao, independento de mtilta, dos diversos im-
    postos, eobrados por lancainento, pertencentes ao
    anno flnanceiro de 1873 a 1874, ficando sujeitos a
    multa, todos os que forem pagos depois de findos
    os referidos trinta dias.
    Consulado provincial de Pernambuco, 2 de Ja-
    neiro dc 1874.
    0 admiaisirador,
    -\ntonio Carneiro Machado Rios.
    Escola Normal.
    De ordem da Sr. lr. director da escola faz-se
    publico que do dia 15 do corrente em diante es-
    tarao abertas as matriculas quer do enrso normal
    quer da aula pratica, deveudo os candidatos a
    matricula do primeiro anno satisfazerem as se-
    gnintes exigeneias do regulamento em vigor :
    i.* ter idade maior de 16 annos.
    %* saber ler, eserever er contar.
    3.* nao ter soffrido condemnacJo por crime of-
    fensivo a moral.
    Aa matriculas do 2.* c 3. anno encerram se
    impreterivelment* no dia 3 de fevereiro.
    Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
    10 de Janeiro de 1874.
    0 secretario,
    A. A. Gama.
    Obras militares
    0 abaixo assignado faz publico qne a 19 do cor-
    rente sera arrematada a execocao dos melhora-
    mentos precisoi na nova sala do conseltio de com-
    pras do arsenal de gocrra, orcados em 561*470 :
    quern quizer encarregar se delles, apresente suas
    Kropostas na reparticao das obras publicas, as 11
    oras do dia referido. 0 orcamento acba-se na
    mesma reparticao.
    Pernambuco, 13 de Janeiro de 1874.
    0 thesoureiro
    Chryssohto F. de Castro (.haves.
    De ordem do Imu. ar. inspector ua tnesou-
    raria de fazenda se faz pnblieo para conhecimento
    de quern interessar, que no dia 28 do corrente,
    pelas 2 horas da tarde, perante a junta da mesma
    tbesouraria, sera posta em haste pnblica para ser
    contratado com quem melhores vantagens offe/e
    cer a fazenda, a constrnccao de nm deposito d'a-
    gua potavel noedificio desta rapartiyao, bem como
    a canalisarao respectiva, coja planta e orcamento
    cefrauqueara nesta secretaria aos pretendentes,
    qne deverio apresentar suas propostas em cartel
    fechadas devidamente selladas, e declarafido nel-
    las a residencia e protissao dos proponentes e os
    nomes de sens fiadores.
    Secretaria da thesonraria it fazenda de Per-
    nambuco, 14 de Janeiro de 1874.
    0 secretario da junta
    Jezuino Ridrigues Cardoso.
    2.*-A linda avjneira a duello :
    Louco de amor.
    Em continQacao a walia dansada pelas meninas:
    Emuitp linda!
    E em seguida o Sr. Iliosa cantara a muito ap-
    ptendida avaneira :
    La paloma.
    3.* A representacao da corned ia em 1 acto
    ornada de ronsica, comooste expressamente pelo
    Dr. Lobato, distinct maranhense
    Que par!
    4. A scena comica em que unto se distin-
    gue a menina Julia: ,
    II SR. O0MING0S FORK DO tl,
    !. e nltimo. 0 sempre arrebatador vaudeville
    em 1 acto ornado de mnsica e danca :
    Soir6e de carnaval.
    Principiara as 8 1)2.
    Precis os do costume
    As pessoas que desejarem bilhetes antecipada-
    mente, podem desde ja dirigirem-se ao escripto-
    rio do theatro.
    ' Havera nm trem qua toque em todas as esta-
    cdes da linha do Caxaoga.
    THEATRO
    DA
    ENCRUZILHADA.
    a contar do dia 15 de fevereiro de 1873 em dian-
    te, far-se-ba a seguinte alteiacao na luz da ponta
    Mobile, a saber:
    A actual luz branca fix a sera substitnida por
    uma luz vermelhd (ixa, exibida de uma torre re-
    centemente cons'ruida no forte Morgan. Este ele
    vada 15,-240 aciqua do nivel do mar, e em tempo
    claro deve ser viska da distancia de 13 milhas.
    0 apparelho illuminador 6 dioptrico, ou de len
    tes, da quarta ordem.
    A torre, que te(n 11,"277 de altura, e pintada de
    prete.
    Posicao : Lat. 30 13' 45" N. ; Long. 80 0' 29"
    0.
    In-truccoes.Os navios que demandarem mais
    de5,"486 J'agua podem approximar-se do pharol
    pel lado occidental ate uma e meia amarras.
    Quando estiverem a meio do canal, e a luz da
    ponta Mobile delnorar a E. 4. S. E., devem go-
    vernar ao N. 4. N. 0. o que cnnJuz, claro por es-
    tinordo da boia tollocada no estremo do baixo
    Middle-, aoM raduuro, em Lower Fleet,onde
    ha cerca de 5."9i3 de profunJidaae.
    T dos os rumos sao magnelicos. Variacao d'a-
    gulha 6" 15' N. B. em 1873.
    Rep.i Licio Hydngraphica do Almirantado,Lon
    dres, 15 Henry Richards, hjdrograplio.
    ^722.
    AMERICA MERIDlONvL COS*A''oCCI-
    DKNTAj*^
    iMZz-itia na ilha Puna.
    Rece_beji> 16 exibida de um plinrol construido na ponta Man-
    dinga, ponta oriental da ilha Puna.
    A luz e Branca (ixa, elevada 32,"918 acima do
    nivel do mar, e em te.upo claro deve ser vista da
    distancia de 10 milhas.
    0 pharol esta Bhuado sobre a ponta, meia mi-
    Iha para o oriente da cidade de Puna.
    Posicao : Lat. 2 44' 30" S.; Long. 79* 52" 30"
    0.
    Luz de Porto na Bakia Mania.
    Tambem, qne uma luz de porto 6 actualmente
    exuibida na bahia Manta.
    A luz e branca (tea, e cm tempo claro deve ser
    vista da distancia de 9 milhas.
    A luz este na entrada septentrional da aldea.
    Posicao: Lat. 0 56" 45" S.; Long. 80 43' 0.
    Esta con forme.
    0 secretario da capitania,
    Decio d'Aquino Fonceca'.
    Commando das armas.
    0 soldado reformado do 3.8 batalhio de infan-
    taria Joao de Carvalho, tem uma carla no quar-
    tet general, vinda da corle. Vcnha receber ou
    mande.
    0 tenentecoronel secretario,
    Francisco Cameilo Pessoa de Lacerda.
    Sabbndo IT
    Primeira representacao
    Nasci:i!enl<>
    A adoracio dos Magos
    Degolacao dos
    Entrada 1*000.
    Principiara as 9 horak
    Havera trem depois C
    Os hilnetes acham se
    tro das 6 horas da tard
    Divertimento pastoril
    de Janeiro.
    do dram.i pastoril
    di) Messias
    COM
    innocentes.
    Morte de Herodes.
    em ponto.
    f. e.'pectaculo.
    a venda na porta do thea
    em diante.
    do
    iVISOS MAMTIMOS.
    Attencao
    0 Sr. Francisco Aoostinbo Madeira, e roga do
    vir a rua 4s Duqus de Caiias n. 60 A._________
    Tachigraphia.
    LEILAO
    -DA
    taverna da rua do Barao do Triumpho n. OJ, de-
    froate do chafariz
    TERCA-FEIRA 20 DO CORRENTE
    0 ageate Martins bra leilao, por aatorisaca o de
    Joaquim Jose da S. Azevedo, e consentimento de
    sens credores, d'armacao, generos e mais perten-
    cas da taverna da rua do Barao do Triumpho n.
    o5, em um on man iotes, a anal taverna se acha
    muito afreguezada, e e a melhor do lugar.
    A's It boras do dia, na mesma taverna.
    LEILAO
    DAS
    ferragens, armacio, cofre, e mais pertencas da lo-
    ja de ferragens da ma de Marcilio Dias n. 6,
    i antiga rua Direita.
    ao correr do marteRo
    QUARTA-FEIRA 21 DO CORRENTE.
    0 agente Martins fara leilao, por conta e risco
    da quem pertencer, d'armacao, ferragens e mais
    pertencas da loja da rua Direita n. 6, em um ou
    mais lotes, sendo que garante-se a casa por alu-
    guel rasoavel a quem comprar a armacao, pois a
    posicao da dita casa e excellente para qualquer
    negocio.
    A'S 11 HORAS DA MANHX
    avisos DVtKSOS
    Pela thesouraria provincial faz publico,
    que na segunda quinzena do corrente mez paga-
    se o juro das apolices da divida provincial, emit
    tidas por conta do empreslimo do i,2C0:000*O00
    Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
    buco, 16 dc Janeiro de 1874.
    O official- maior
    Miguel Alfonso Ferreira.
    THEATRO
    mum DR\MATIC0
    EMPREZA
    Sabbado 17 do corrente.
    Primeira representacao do drama em 5 actos
    A CRUZ
    OUO
    Talisman de minha niai.
    Aetores.
    Remardmo.
    Braga.
    Plavio.
    Jose Eduardo.
    Personagens.
    Coronel Jorge
    Savry representante do povo
    Luiz, velho eriado
    Dr. Bernard
    Jose, eriado de Savry Lyra.
    Sebasliio Correa.
    My lord Harbaer Paiv.
    Blinton Maximo.
    Ignez Dorcerf D. Fllomena.
    Luiza Bertrand 0. Filonilla.
    Isabel enfermeira D. Jaaqnina.
    Soldados, povo, etc.
    A accio passase em Franca, epoea da repu
    blica.
    Principiara as 8 Ij2 horas.
    DOMINGO
    Am 5 boras em panto.
    Representar-se-ba .o applaadldo (drama uje 7
    quadros ;
    mmim mm.
    Companhia Franceza de i\a\ega
    <$!) a vapor
    Linlminensal entre o
    Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio de
    Janeiro, (Santos, somente na vol
    ta ) Montevideo, BuenosAyres,
    (coni baldeacfto para o Rosario).
    VUjjLE 11E B\H1A
    I'ltiiiiuniiiluiile. P. Robert.
    E' esperado da Europa, ate 22 do corrente, se-
    guindo depois da indis pensavel demora para os
    portos do sul de sua ettfala, tocando desta vez na
    Bahia.
    Kelativamento a freles, encommendas, passagei-
    ros, para os quaes tem excellentes acommodacoes
    por pre^os reduzidos : trata-se com
    OS CUNSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. b'OLIvEIBA & C.
    42Rua doCommercioEntrada pela rua
    do Torres.
    0 Garibaldi
    da caVreira da Bahia segue para
    esse pjrto logo que tenha com
    pletolseu car-egamento: trata,se
    com |o capilao Custodio Jose
    Vi.inna, ou i rua do Amorim n.
    37, okrn Tasso IrmSos & C
    Lisboa
    Para o referido portrj preter.de seguir com pouca
    demora o brigue pottuguez Ligetro 111, de 1'
    classe, capitao Nobre, por ter a maior parte de
    ien carregamento engajado, e para o resto que Ihe
    falta trata-se com cs consignatarios Joaquim .lose
    Goncalves Beltrao & Fllho, a rua do Commercio
    a. 5.
    Allianca Maritima Por-
    tuense.
    Companhia de MavegacSo en-
    tre Portugal e o Brasll.
    A gatera portugueza Vasco da Gama segue em
    poneos dias para o Porto, achando-se ja prompta
    grande parte do sen carregamento.
    Para pasageiros e'fretes trata-se com o res-
    pectivo capitao, ou coni os agentes da companhia,
    Ios6 de Silva Loyo 4 IFilho, escriptorio, a rua da
    Companhia Pernambucaoa. ______^^^^
    Rio de Janeiro
    Para o porto mencionado, segnira brevemente
    o brigue nacional Pira[ngy ; e faltando-lhe ainda
    algnma carga. recebe-ja a frete : a tratar com
    Francisco Bibeiro Pintp Guimaraes, a rua do Ba
    rlo do Triumho n. 96.
    Rio de Janeiro
    Segue ncstes dias para o porto acima o brigne
    nacional Galgo ; recebe a frete um ponco de car
    ga que ainda lhe falta t a tratar com Francisco
    Ribeiro Pinto Guimaraes, a raa do Barao do
    Triumpho n. 96. _________________
    L^gos
    (Costa d'Africa)
    Da Bahia espera-se ate o dia 25 do corrente mez
    i rarra portngueza Hercilia, de primeira classe e
    marcha, a qnal, depois da demora aqni de 48 ho-
    ras, mais on menos, kegnira para o lugar acima
    meiici'.nados. Recebe passageiros para os qnaes
    olferece os melhores commodos ; a tratar com
    Francisco Rib -iro Porto Guimaraes : a rua do Ba-
    rao do Trinm|>hoD. 96.
    Bio de Janeiro
    Para o porlo acima segne com brevidade o In-
    CASA DA FORM.
    AOS 4:000#000.
    BILHETES GARANTIDOS.
    I' rua Primeiro de Mar go (outr'ora rua d*.
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
    lizes bilhetes, um meio n. 647 com 4:000j>000,
    e ontras sortes de 404 e iOt da loteria qne se aca-
    bon de extrahir (83*), eonvida aos pussuidores a
    viram receber na conformidade do costume, sem
    desconto algnm.
    Acham-se a venda os felizes bilhetes garantido?
    la 1* parte das loterias a beneticio da igreja
    de S. Francisco do Recife (84*), que se extrabira
    na sexta-feira. 23 do corrente mez.
    PRELOS.
    Bilhete inteiro HS000
    Meiobilhete 2^000
    SM PORgAO DE 1009000 PARA CIMA.
    Bilhete inteiro 3*500
    Meio bilhete 1*750
    Minor! Martins Fiuza.
    0 tachygrapho Carlos Falclo, po" ror^a de
    seucontiato, abre o curso gratoito de tachigra-
    phia no !. de fevereiro proximo : 4 rua Impe-
    rial a 13i.______________________
    Convida-se
    aos senhores escriptores, litlera'os, chefes de re-
    particoes e commerciantes a visitarem a
    ENCADERNAG-VO BRASILEIRA
    a ma Duque de Caxias n. 21, onde verao que e
    este o estabelecimento que dispoe dos melhores
    meios e processos para bem servi los na arte de
    encadernar, e o uniro que
    POSSUE A MELHult
    macbina para pautar papel, risear livros, mappas,
    manifestos, folhas de empregados, despachos, fac-
    turas, contas cerrentes e de venda ; enjo trabalho
    sera regulado pela seguinte tabella de precos :
    Papel pequeno em caixinhas. -
    Para pautar 1 caixa 1*010.
    Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
    Idem 10 ditas a 400 rs.
    Idem 20 ditas a 300 rs.
    Idem SO ditas a 250 rs.
    Idem 100 ditas a 200 rs.
    Idem 200 ditas a 150 rs.
    Mais de 200 ditas a 100 rs.
    Papel em tamanho flume, contas e despachos.
    Por pautar 1 resma 1*500.
    Idem 10 a U200 cada uma.
    Idem 20 a l.
    Idem 50 a 800 rs.
    Idem 100 a 600 rs.
    Idem 200 a 400 rs.
    Mais de 200 a 320 rs.
    Outros trabalhos conforme o a.nste.
    A differenca em preco do papel liso para o
    pautado, no nosso mercado, e mmto superior a 320
    rs. em resma, sendo per isso vantoioso aos Srs
    IMPORTADORES DE PAPEL
    mandarem vir o papel liso para aqni ser pautado,
    podendo assim venderem mais barato, ganhando
    mais dinheiro, para o que
    GARANTE-SE
    a bondade e limpeza do trabalho, entregando-se
    os volumes de resma com a mesma perfeicao e
    igualdade que ?e tiver recebido na
    ENCADERNAgAO BRASILEIRA
    _______21Rua Duque de Caxias21._______
    3 P. P.P.
    com a l.'de Fevereiro.
    Irniandade .< em-Olinda.
    De ordem do irmao juiz, desta irmanda-
    de, sfio convidados todos os iro.aos, a" com-
    parecer neste consistorio, no dia 18 dn
    corrente, pelas 10 horasda manha, afitn de,
    reunidos em assemble'a geral, elegerem a
    n >va mesa que tem de funcciun de 1874 a 1875.
    Consistorio da irmandade de N. S. do
    Bom-Parto em Olinda, 1+de Janeiro de 1874.
    Emilio A. Soarc/t,
    Escirvao.
    A nova igreja de Nossa Se-
    nhora daPenha.
    DE
    premiss ffe'eciuag', para com
    o seii pioducto ser levado a
    effeito parte gestoso tempL> de N^ssa Se
    nhora da Penha (em cons-
    trucqfio.)
    DOMINGO 25 DO CORRENTE AS 3 HORAS
    Nao tendo sido possivel dispdr no ultimo leilao
    que teve lugar em setembro proximo passalo de
    todas as prendas offerecidas pelos Ceis a bem da
    obra do magestoso templo de Nossa Senhora da
    Penha, nen. de outras que teem sido offertada
    depois d'aquella data, rcsolveu o prefeito da Pe-
    nha a fazer um ultimo leilao, que devera ter lugar
    no dia 25 do corrente mez, das 8 1|2 horas da
    manha ao meio dia, e das 3 horas da tarde as 6.
    Pede-se aqnelles Deis que fizeram offertas, se
    dignem manda-las ate o dia 24 no corrente, para
    que possam ellas ser dicpostas c inventartadas.
    Pela manha e de meio dia a I hora da tarde
    effectuar se-ha a entrega das 140 prendas, cons-
    tando deouro, prata, bnlhantes emais pedras
    preciosas, objectos offerecidos pelos ficis, ja inven-
    tariados.
    De3 horas da tarde em diante disporse-ha de
    multos outros objectos ja remettidos, assim como
    d'aquelles que remetterem .ate o dia do leilao.
    Constando que ha di-
    versos pretendentes ao ter-
    reno da casa 4 rua do Bom
    Jesus n. 66, pertencente a
    irmandade das Almas do
    Corpo Santo, pede-se ao dig-
    no Sr. Dr. juiz de capellas,
    que tendo de proceder-sea
    venda do referido terreno,
    seja ella feita em leilao pu-
    blico.
    Oriado e ama.
    Precisa-se de nm menino forro on escravo, para
    servir de eriado e uma ama engommadeira e qne
    saiba cozinhar : trata-se na raa do Imperador n.
    73, escriptorio______________________.
    CRTADA
    Prectsa-se de nma criada para cozinhar: na na
    Direita n. 21, armazem do Pescador.
    Fngfo do engenho Velho, aito em Jaboatao,
    o escravo Mariano, preto fnlo, de 4* annos de
    idade, ponco mais on menos, vestido do calca e
    camisa branca ja bastarite snjas, pse escravo e
    prognosticador : tem os p6s apalhPtados, faltando
    o dedo segendo d> pf direito ou esqnerdo : quem
    o appreh^nder leve-o a raa do Imperador n. II,
    cartorio do escrivao Angnsto Cesar da Cunha, qne
    recompnosari
    - Aluga se o primeiro andar da casa n. 144,
    sita a rna do Coronel Suassnna ; a fallar na rna,
    7 de Setembro n. IS.
    MfiSHO
    VAPOR FRANCEZ
    RUA DO BARAO DA VICTORIA
    N". 7Outr'ora NovaN.
    A 9:000
    Botinas para homem
    Acabam de chegar grandes factnra* bem wr-
    tidas de botinas de bezerro, de cordavio, de peili-
    ea, de dnraqne com biqueira, de bezerro com l)o-
    toes, e cr-m ilhozes a 9*000 (a eseolhtr) por tar
    vindo grande quantidade por conta e ordem do-
    fabrirantes : ao armazem do vapor francez, a rna
    do Baiao da Victoria (ontr'ora Nova) n. 7.
    Mascaras
    Chegaram grandes faetnras de ma*caras de
    massa, de arame e de setim, para serem vendida^
    por conta e ordem dos fabricantes, o mais barato
    possivel, em grandes e pequenas porcdes : ao aT-
    mazem do vapor francez, a rua do Barao da Vif-
    orh (outr'ora Nova) n. 7.
    Precisa-se de nma senhora para con- rv
    tinuar a edncacao de duas meninas (de m\
    10 a 14 annos) a entender se com o Dr. M
    Casanova ; no largo da matriz de Santo '
    Antonio n. 2. Precisa-se tambem de um
    moco habilitado para continuaclo dos
    estudos de um menino de 12 annos.
    I
    lODOQ CSXXOOOQ QQaX0
    Precisa-se de nma mulher livre on escrava
    para vender mindezas nesta cidade e seus sobur-
    bios, dando lianra : a tratar na rua do Marquez
    de Olinda n. 64, 2* andar. _________________
    Escravo fugido.
    Fugio no dia 4 do corrente net de Janeiro de
    74 o preto Igoacio, 10 annos, altura regular,
    secco do corpo, bigude e Gavagnac ralo, cabe;a
    muito pequena, olhos pequtni'S, falta de dentes
    na frente, roslo secco, tern Voz baixa, falla pou-
    co, e e carregado'no >emblante, foi comprado a
    D. Felippa Cavalcante de Albuquerque, senhora
    do engenho <"anto Escuro, do sul, e dahi para
    ca se tem occupado no tnbalho de padaria, deve
    ter os nos dos dedos das maos calejartus do referi-
    do servipo ; desconfia-se |t|ue seguisse o caminho
    do sul para o referido eng^utn un sens soburbios:
    pede-se as autoridade? policiaes ou as ppssoas que
    o encontrarem de leva-lo a casa de seu senbor, no
    Recife, em Santo Amaro das Salinas, rua do Li
    ma n. 72, qun se graliflcara generosainente.
    Sociedade Kropagadora da
    Instrucgao Publica.
    Freguezia d; 5. Jose.
    Amanha as 11 horas do dia, a rua de Santa
    Bita n. 89, havera se>san do conselho parochial
    desta sociedade.
    A CONSULTORIO MEDICO C1BUBGIC0 A
    do *^
    Sr Dr Castro Jesus. %y
    AHua do Quartet de Polk-ia n. 18, 1 andar
    2> Ch.imados a qualquer hora da noite ou*J
    9 do dia. 9
    Q Consultas gratis aos pobres, da? 7 as 9
    25 horas do dia.
    Constando aos abaixo assignado achar-se nes-
    ta praca o Sr. Manoel Fernandcs de Carvalho, ren-
    deiro dos engenhos Barra e Pregui^a, era Ma-
    mangnape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
    mesmo o obzequio de vir entender-se com 03
    abaixo assignados immediatamente sobre negocio
    tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
    n. 37, escriptorio.
    Tasso Inning & c
    g Consullorio medico 8
    8 D0
    % Dr. Ilurillo.
    W BUA DA CBUZ N. 26, 2. ANDAR.
    J Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
    y quenton os hospitaes de Paris e Londres,
    *j pode ser procurado a qualquer hora do
    O dia ou da noite para objecto de sua pro-
    rl fissao.
    F\ Consulus das 6 horas da manha as 8 ho-
    jK\ ras, e do meio dia as duas da tarde.
    s. Gratis aos pobres.
    M ESPECIALIDADES.
    Q Moiestias do senhoras, da pelle e de
    O crianca.
    Urgencia.
    Sao chamados a rna do Duque de Caxias n. 43,
    antiga do Queimado, os scgnintes Srs. a negocio
    que Ihes diz respeito :
    Dr. Dias Fernandes.
    Dr. Joao Coimbra.
    Cleto da Costa Campello.
    Severiano Jos6 de Salles.
    Innocencio Rodrigues de Miranda.
    Jeao Barros Correia.
    Jose de Azevedo e Souza.
    Pedro Jose Gomes Ratis.
    Felix Cantalice Ferreira.
    Vicente Joaquim de Miranda.
    Joao Gomcalvcs Guerra.
    Candido Gon^alves Guerra.
    Jacintho Ferreira de Mesquita.
    Felix Bcnvindo de Nascimento.
    Jose Tavares Muniz.
    Andre Jos6 de Almeida Catanho.
    Cristiano da Silva.
    Auguito Simoes Nunes de Souza.
    Domingos dos Reis Correia Lemos.
    Jo:e Xavier Faustino Ramos.
    Casimiro do Reis Gomes e Silva.
    Feliciano da Fonceca G. de Araujo.
    Firmo Candido da Silveira.
    Antonio Caadido de Oliveira.
    Henrique Jose dos Santos.
    Math ias Lopes da Costa Maia.
    Joao Evangelista Gomes.
    Manoel Jose de Souza.
    Calcado
    francez.
    Para honaeaa.
    BOTINAS de bezerro, cordavao, petlica, Inslre t
    de duraqne com biqueira, dos melhnrv
    fabricantes.
    SAPATOES de beierro, de cordavao e de case-
    mira.
    SaPATOS de lustre com salto.
    SAPATOES atamancados com sola de pao, pm-
    prios para banhos, sitios e jardins.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
    francezes e portugnezes.
    Para senbara.
    BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes.
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    SAPATINHOS de piiantasia com salto, brancos
    pretos e de cores differentes, bordados
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
    Para meninas.
    BOTINAS pretas, brancas e de core* different* -,
    iisa*, enfeitadas e bordadas.
    ABOTINADOS de diversas qnalidades.
    SAPATOS de tranca portugnezes.
    Para meninos.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
    ABOTINADOS e sapaldes de bezerro, de diver
    qualidades.
    SAPATOS de tranca francezes e portnguezes.
    Botas de montaria.
    Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneir..-
    meias peraeiras para homen-, e meias pcrneir
    para meninos.
    No armazem do vapor francer, a raa do Barto
    da Victoria n. 7.
    Mobilia de vimes.
    Cadeiras de balanco, de braco, de guerni.ot".
    sofas, jardineiras, mezas, conversadelras e costu-
    reiras, tudo isto muito bom por serem fortes b
    levo3. e na mais proprios moveis para saletas ega-
    binetes de rerreios.
    No armazem do vapor francez, 4 raa do Barao
    da Victoria n. 7, ontr ora Nova.
    Por nao se ter reunido numero legal de ir-
    maos no dia 11 do corrente, afim de ter lugar a
    eleiclo da nova mesa regedora da irmandade de
    N. S. da Boa-viagem, sao convidados de novo os
    irmaos, por antorisacio do Dr. provedor de capel-
    las, para doming 18 se reunirem no respectivo
    consistorio e proceder-se a dita eleicao.
    Ulysses Vianna -"<
    . Secretario,
    r
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
    de elegantes modelos, dos mais nctaveis e bem
    conhecidos fabricantes ; como sejam : Alpbonse
    Bldonel, Henry Hers h Pleyel Wolff 4 C.: no
    vapor francez, a rua do Barao da Victoria, on-
    tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
    Perfumarias.
    Finos extractos. banhas, oleos, opiata. e pos den
    trifice, agua de ilor de iaranja, agua de toiltte,
    divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonete*
    cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
    ria para uresentes om frascos de pxtractos. cai-
    xinhas sortidas c arrafas de mill rill tama-
    nhus d'agua de cologne, tudo de primeira qu.ili-
    dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Con-
    dray.
    So armazem do vapor francez. a rua do Dsr.'i
    da Victoria, ouir ora Suva n. 7.
    Quinquiiharias.
    Artigos de phantazins.
    ^spelbos dourados para sala- e gabinetes.
    Leques para senhoras e para meninas.
    Luvas de Jouvin, de Qo de Lscoc> e de camurca
    Caixinhas de costura ornada e it. mnsica.
    Albuns t ijuadrinl.Ts pa:a relratnr.
    Caixinhas com vidro Jt iufni-ntar ictratos
    Diversas obras dc ouro bom de let garantido.
    Correntes de plaque muito bonitas para relo-
    gios.
    i:n .cr .m:!acu'. > boioes de punhos de ]>'.*
    que
    Bolsinhas e colres de seda, de velludo e de cor.
    rinho de cores.
    Novos objectos de phantazia para cima de mesa
    e toilette.
    Pincinez de cores, de prata dourado, de ac/'
    de tartaruga.
    Oculos de ajo fiuo e de todas as gaarnicoes.
    Bengalas de luxo, canna, com castoes de mar-
    faa.
    Jengalias diversas em grande sortiraento para
    homens e meninos.
    Chicotinhos de baleia e de muitas qualidade'
    diversas.
    Esporas de tarracha para saltos de kutas.
    Pocteiras de espnma para charutos e cigarro*
    rentes de tartaruga para desembaracar e pra
    barba.
    Ditos de marfim muito finos, para limpar ca
    beta.
    Escovas para roupa, cabellos, unhaa e para den-
    tes.
    Garteirinhas de medreperola para din eiro.
    Gravatas brancas e de seda prett para homen?
    a meninos.
    Campainhas de mola para ch mar criados.
    Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do
    mino e outros muitos diiTerentea joguinbos alle-
    mies e francezes.
    Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
    minhos de ferro.
    Argolinhas de marfim para as criancas morde-
    rem, bom para os dentes.
    Bercos de vimes para embalar criancas.
    Cestinhas de vimes para braco de meninas.
    Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
    criancas.
    Venexianas transparentes para portas e janeUas
    Reverberos transparentes para candieiros 6V
    gaz.
    Estereoscopos e cosmoramas com eseoihida-'
    vistas.
    Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
    vidros.
    Vidros avulsos para cosmorama.
    Globos de papel de cdres para illuminaQoes de
    festas..
    Baloes aereostaticos de papel de seda mm faeil
    de subir.
    Machinas de varios systemas para cafe,
    Espanadores de palha e de pennas
    Tesourinhas e canivetes flnos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lantenaas.
    Tinteiros de'lou^a branca, modeto bonito bom.
    Tiras de molduras donradas e pretas para
    quadros.
    Quadros ja promptos com pa^sagens e pnanta-
    ua.
    Estampas avulsas de santos, paysapens e pban-
    taxias.
    Objectos de magicas para divertimeutos a fa-
    milia.
    Realejos pequenos de vek) can linda.* necaa.
    Realejos barmunicos on accordions de todot os
    amanhos, e outros muitos artigo- de qninqnlka-
    rias difflceis de mencionar-st:. No armazem do
    vapor francez, rua do Barao da Victoria, ontr'ora
    Nova n. 7.
    Medidas de 40 a 100 metros^es e pahwe para
    medir terrenos.
    1


    il


    <1
    r
    *-
    I
    u
    3fetio dd Pemambueo Sofctado 17
    WUmJ A
    r jjfcra se
    obter.. ft
    :
    SODAS
    Cabacinfeis para ma
    Mate em po e em folha.
    Cafe verdadeiro de Java^
    Chi verdadeiro das aialft.
    Bolachinhas ostias, pan dietas.
    Licores flnissimos.
    Geieias de diversas qnalidades.
    Doces seccos, em calda e ralados.
    Fiambrei preparados.
    Podins bolos inglezes.
    Xaropes e orchata de Lisboa.
    Amendoas e eonfeitos.
    I?ma pessoa nSo tcm ma Is
    joe ir !* e logo
    14
    uKhm'H !'
    AVISO
    FredeHco Pinto & C, com
    loja de fazendas e roupa feit j
    a rua do Marquez d'Olinda
    n. 40, pedem atodos os seiis
    devedores o obzequio de vi-
    rem saldar suas contas ate o
    dia 30 do corrente mez, eer-
    tos de que, findo este prazo,
    empregarao os meios judi-
    ciaes para seu real embolso.
    Recife, 16 de Janeiro de
    1874.
    Agencia de leiloes.
    0 abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
    blic, quo tendo aberto o sea escriptorio de agen-
    cia de leilees, a ma do Marquez de Olinda a. 64,
    primeiro andar continua a receber moveis, lou-
    faxeodas, obras de ouro e prata, predios, e
    i qoantos objeetos se lhe remetter para serem
    vendidos em leilao publico ou em particular, a
    vontade de seas committentes ; e como qaer que
    o sea novo estabelecimeoto se ache o melhor pos-
    sivel localisado, alem do que olTerece as melho-
    res proporcoes para a boa conservacao dos ob-
    joctos que tenha de receber: o abaixo assignado
    ooespromette se nao so a empregar toda activida-
    de, teio e poatualidade no cnmprimento de sens
    deveres como mesmo seus pagamentos serao fe-
    lios com a costumada promptidao que lhe 6 co-
    ahecida.
    Recife, 17 de Janeiro de 1874.
    __________Raymuado Remigio de Mello Junior.
    i Costureiras de machina.
    Precisa-se de costureiras que saibam coser com
    perfeigio qualquer obra de alfaiate, para traba-
    fharem uma loja : na rua do Crespo n. 10.
    Am
    CORE.S
    mm
    E
    Accessor^
    PARA
    OUUUR
    PARTE
    DA
    Machina
    a 11
    PEGHINCHAS
    S6 o n. 20
    RUA DO 0BESP0
    loja m a mm
    continna .'Writer ffiuito.hamto para apu.-at
    CASSA LA
    Chegou esta fazcnda.sendo lindos padroes, e vea-
    Com as falsifica<;6es que tern apparecido
    O
    CO
    DAS MACHINAS PARA COSTDRA
    DE
    SINGER
    Porque?
    ma-
    Nenhuma
    china Singer e legi-
    SJ tima se nao levar

    a esta marca fixa no
    & braco da machina.
    CASAD0 0UK0
    Aos 4:0000000
    Bilhetes garantidos
    Aua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
    n. 68, e oata do costume.
    0 abaixo assignado aeaba de vender nos seus
    muito (elites bilhetes a sorte de 7nOi em um
    meio de n. 1596, e um meio de n. 2075 com a
    sorte de 100*. alem de ouira* sortes raenores de
    iO<000 e *)*000 da loteria quo se aeabou de
    extrahir (83 ; convida aos possuidores a virem
    receber, que promptamente serai pagos.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
    vel pnblico para vir ao seu estabeleciuwnto com-
    prar os muito felizes billietes,que nao deixarao de
    tirar qualquer Hreraio, como prova pelos mesmc t
    annuncios.
    Acham-se a venda os muito felires bilhetes ga-
    rantidos da i' parte da loteria a beneflcio da
    igraja de 5. Francisco do Recife, que se extrabira
    ne dia 22 docorrente mez.
    Precos
    Inteiro 4*000
    Meio 2*000
    De tOOSOOO paw clma.
    Inteiro 3*500
    Meio 1*750
    Recife, 16 de Janeiro de 1874.
    _____ Joao Joayuim da Costa Leite.
    Pereira da Cunha Irmaos, mudaram
    seu escriptorio da rua Marquez de Olinda
    n. 21, para a travesea da Madre Deus
    fl.16. ______________________________
    Atten^ao. j
    Para ocarnaval
    Na rua. streita do Rosario n. 35, andar, re-
    cebe-se erteommaadas de vestuarios de qualquer
    gosto, polo Jigurino e sem elle, para particular e
    para loja. Tern para alugar um grande sortimen-
    to de vesrmvios novos, bordados a seda e a ouro,
    como sejam, de princips, pierrots, dominos, etc.
    Preparam-se tambem ricos bouquets de cravos
    naturaes e actifliiaes, capellas e palmas de flores
    de cera e de panno, e ncas bandeijas com boli-
    ahos. Tods estes objeetos sao preparados com
    muito asseio e promptidao, e por muito menos qua
    pm ontra qaalqaer parte. _____________
    SAQTJES
    Carvalho & JVogueira, na rua do Apollo
    n. 20, ace am sob re o Banco Commercial
    dades e villas de Portugal, i vista e a prazo
    por todos os paquetes.
    CONSULTORIO
    DD.
    DR. FERREIRA
    Medico operador, a rua larga do Bo-
    sarion. 20,
    Antigo gabinete de seu pai.
    Cura de nydroceles sem injeccso.
    Abertura de abeessos e extraccao
    de derramamentos serosos pelo aspi-
    rador de Potain.
    Consnltas de 7 horas da manhs ao
    meio dia
    Chamados a qualquer bora.
    Gratis aos pobres.
    Instruccao elemeritar do
    sexo feminino.
    BaVlrro do Recife.
    D. Amalia Roxo Lima tern aberto em sua casa
    a rua do Bom Jesns (outr'ora da Crui] n. 27,2.
    andar, um curso particular de instruccao elemen-
    tar para o sexo feminino, em que alem das ma-
    larias otatnidas na lei, ensinar-se-ba com per-
    feicao, todo e qualquer trabalho d'agnlha, bor-
    dado a cabello, a epeHro; a fazer crochet, flores de
    papel, de panno e pconas. Garante-se aos Srs. pais
    de familias tudo o cuidado e esmero na educa;ao
    de suas fllhas. Durarao diariamente os trabalhos
    escolares, como 6 praxe, das 9 boras da manha
    as duas da tarde, a comecar do dia 3 de feve
    reiro do corrente anno.
    Paraevitarfalsi-
    ficacoes notem-se
    bem todos os deta-
    lhes da marca.
    t
    o
    j
    A dinheiro e a prazo!
    A contento das Exmas. familias
    MACHINAS DE SINGER
    S2o mais baratas.
    S3o de doos pospontos.
    Sao simples.
    Sao rapidas.
    Sa i duradouras.
    MACHINAS IDE SINGER
    Sao de dous pospontos.
    Abainham.
    Franzem
    Pregam trancas.
    Ma ream pregas.
    Bordam d linha do seda.
    Aliolchoarn.
    Pregam fordoes.
    UiVICA AGENCIA
    EM
    de-se peb diminuto preco de 200 rs. o covado, e
    pechincha 11! dao-se apiostras.
    wJEnss
    Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
    padroes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, e
    pechincha 11 f dol-se amostras.
    LAS ESCOCEZAS
    Lasinhas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. o
    covado.
    Ditas com listras, padroes modernos, a 580 rs. o
    covado.
    Ditas la e seda, padrSes modernos, a 640 rs. o
    covado, e pechincha I I I dio-se amostras.
    ALPACAS DE CORES
    Alpacas da cores, padroes bonitos, fazenda de
    1*000 a 400 o covado, e pechincha I 1 I dao-se
    amostras. i> *I
    CRETONE
    Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
    droes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
    pechincha 11 I dio-se amostras.
    Cortes de casemlra da cores, a B#t0 eada um.
    Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
    Ditas pretas para luto^ 240 rs. o covado.
    FustSo branco para roupa de meninos, a 560 rs
    oovado.
    Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
    vado.
    Cobertas de cbila adamascada, a 3*500 rs.
    Colchas brancas e com barra de cores, a 3*500
    e 4*000.
    Lencoes de bramante, a 2*000.
    Ditas de algodao, a 1*400.
    Toalbas alcochoadas, aj6*000 a duria.
    Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
    Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
    Ditos de cassa abanbados, a 2*000 a duzia.
    Ditos de esguiao linos, a 3*500 a duzia.
    Cambria iisa transparente a 3*000 e 4*500 a
    Ml
    Cambraia Victoriaa a 3*800.
    Atoalhado adamascado, a 2*000 a vara.
    Dito tra&cado, a 1*400 a vara.
    Fustfes de cores, a 1*000 o corte.
    Cbates de merino liso, a 2*000.
    Ditos estampados, a 3*500,4*000 e 4*800.
    Ditos com listras muito finos, a 5*800 e 6*000
    Esguiio muito fino, a 2*000 a vara.
    Brim preto trangado, a 2*000 a vara.
    Bramante de algodao, a 1*600 a vara.
    Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
    2*500 e 2*800 a vara.
    Algodao marca T, a 5*000 a peca.
    Dito domestico, a 3*000 a peca.
    Brim de atgodao com listras proprio para cami-
    sas, a 400 rs. o covado.
    Nanzuc cambrau de cores muito fina, pelo di-
    minuto preco de 400 rs. o covado.
    S6 na rua do Crespo n. 20
    L.oja de
    Ghiilherme & C.
    Nft rua do Barao da Victoria n. 3 allar ao Sr. vigario Andra Ctircino dc Araujo Pe>
    eira, e negocio de sou interesse.
    Pi.1.0 tUCUAU^L ^J
    MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCA.N'TI
    1* o Preservatlvo da ery- a*
    slpela : para curar com certcua, e ^5f
    en, ponce tempo, qualquer ataqne de g*
    erj'sipela, e prevenir o seu reappare ^S
    cimento. .A
    Este medicamento tambem e mnito ,*GB
    poderoso para o rheumatismo. (Qk
    *' o Regulador da mens 'CP
    truacKo : para falta, irregnlarlda- ^
    de, suppressao repentina da meostrna- VX2?
    clo, t aos lochios, assim como para d&
    todos os sofTrimentot devidos iquellas V
    affeccSes. Ambos estes medieamentos X6
    )a sao muito eonceituados, e procura- XP
    aos nesta provincia, e na do Rio de xj)
    Janeiro. ^
    Acham-se a venda somente em casa *
    do antor, das 9 horas do dia as 3 da V
    tarde, e a qualquer bora em cases ur- jtt
    gentes. W
    GRATIS AOS POBRES ,g>
    Rua da Imperatriz n. 14, *> andar. 'KB
    &' rSft iDi '/O^.iCttii/tA Ah /Ps rifx tf* ^
    Casa de campo
    Offerece-se a quern quizer fazer os concertos
    necessarios, o arrendamento por algnns annos, de
    gra$a, da excellente casa sita na Porta d'Acua,
    que foi do finado Dr. Joaqnim Pires Carneiro Bi in-
    teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
    ca. A localidade 6 muito salubre, e a casa muito
    fresca, tern magnifico banho de agua doce em
    frente, e e muito commpdo visto que o trem passa
    defronte : qnem pretender p6de dirigir-se ao Sr.
    Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
    Sr. Frantisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
    ou ao Sr. Cannan, a rua do I'ommercio d. 40.
    Escravo fugido
    Fugio no dia 30 de dezembro, e consta que an-
    da pelos sitios dos Afflictos e >rraial, o nreto
    Tito, idade de 40 annos pouco mais ou menos,
    altura regular, e" bem prtto, e tem na cara mar-
    cas de bexigas ; levou caraisa de chita vi-rde e
    calca de brim pardo ja velbo; anda sempre com
    um pequeno avental, para encobnr a quebradnra.
    Quern o pegar leve-o ao Caminho Novo n. 108. ou
    a rua Nova n. 11, que ?era bem recompensapo.
    MOFINA
    Esta encouracado!!!
    *y;ir :i\i.le rn prclrn !tir;
    tui.l i Un ii(e !*< a (lira-
    It^a-e i"'n M. ^t^^'it>'^^tnt^l t!^ *
    w'lp.Jv ua .-..iu : Jt" NZ*f!l VU ptVflfll*,
    Srror i:- vir u rua im.jiii de Caxias n. 36, a oon-
    ;luir aquolie uegotio quo S. S. se couipruiieUeD *
    realisar, pela terceira ebamada deste jomal, em
    tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou a fevereiro e abril de 1872,e nada enmprk.;
    e por este motivo e de novo chamado para dito
    dm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
    ie mais de oito annos, e quando o Sr. sea SUM m
    %chava nesta e idade.
    COZIMTCHU
    A CASA AMERICANA
    45 RUA DO IMPE11AD0R 45
    40 Rita do Impcrador 49
    Ha neste estabelecimeoto o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
    como sSo : Herz, Fleyel.Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
    riores, mandados expressamente construir para oste clima, o qual os amadores dos
    boos pianos s6 enconlrarao nesta casa.
    Recebem-se pianos usados em troca.
    Concertam-se e afinam-sc pianos.
    Tambem avisa-se aos Srs.
    concertadores de pianos
    que ha sempre o mais comploto sortimento de materials para concertar pianos, oomo
    sfio: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
    marfim, etc., etc.
    49 RITA IIOIJtEPEft&lBOR 49
    Precisa-se de uma perfeita cozinheira, nao im
    porta qne seja farra ou escrava, para casa de nma
    familia estrangeira, paga-se bem : a tratar na
    rua do Bom Jesus-a. 5K, casa de Keller & C.
    ATTKNCSO
    Faz-se negocio com o estabeteriroento sito a
    praca da Independencia ns.32 a 3C, com as mer-
    cadorias existentes ou sem ellas a tratar no
    mesmo._______________________
    Garvto animal
    Fabrica do Monteiro a 2$ a
    arroba.
    Os proprietarigs deste.grande e'tabeleeimtnto
    avisam ao respeiuvtl pubiicn e e.sperialmcnte aos
    Srs. reliuadores, que se acham "Wcoatioao pro-
    vidos de grande por?ao do iuelhor caivao animal,
    nao sd para abastecer o consnmo inJerno da pro-
    vincia. mais ainda para satisfazer qualquer en-
    commeoda para exnorta-;ao. 0- pedidos poderao
    ser feius a rua Ouque de Caxias n. 28, deposito
    central.____________________
    Ao Sr. chefe da saude pu-
    blica.
    PergunU-sc se pode o filho do finado Peixe,
    qae 6 relojoeiro, estar com a botica do sen finado
    pai, abertae vendendo remedios a titulo de casa
    de drogas ? 1
    Um pharmaceutico.
    A' loja do Pavao.
    Sao chamados os seguintes senhores, a negocio
    de seu interesse:
    Jnvencio Alfonso de Mello.
    Jose Carlos Marinho.
    Alisio Telles de Souza.
    Godofredo Abrcu Lima.
    Francisco Rosas.
    Attengao.
    na
    Vende-se a armacio de fazendas existentes
    loja de cbapeos, sita a rua dc de Varcilio Dias n.
    61 ; loj esta que pertenceu ao finado Tranqnili-
    no Candido da Silva, a aual se acha muito bem
    sortida e e muko arreditada. Qnem pretender
    uma e outra cousa, dirija-se a roa do Bom Jesus
    n. 48, escriptorio de E. Burle & C. que achara
    com quern tratar. ___________
    ALUGA-SE
    uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
    com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
    Vigario Tenorio n. 31.
    Aluga se uma excellente casa na povoacao
    de Duarte Coemo, em Olinda, com bons commo-
    dos para familia; a tratar com Jorge Tasso. rua
    Amorim n. 37.
    Attengao
    lOOj^OOO de gratifica^ao.
    No ultimo domingo do mez de dezembro proxi
    mo passado, por occasiao da missa na igreja do
    Rosario da varzea, perden-se uma pulseira de
    ouro, com o retrato do filho mais vel ho do abaixo
    assignado, tendo a roda aigum esmalle prel e seis
    ou oito brilhantes : quern a ach<>u, se re-tituir no
    engenho Meio, da Vaizea, armazem n. 13,receberA 1005 de gratificagao.
    I>. Thereza Maria Joainina, da Bahia, faz pu
    Wico qne retiroa a procuragao que havia dado ao
    Sr.SeverianoBanoeira de M. Ilo, ficando sem cf-
    ferto qualquer acto praticado por spii antigo pro-
    curador, desde o dia 2 do mez presente.
    Seu novo procurador e Joao Rodrigues de Faria,
    rua do Amorim n. 33.
    Da-sequalquer quan ia sob p'nhor em uma
    escrava que cozinhe : na rua de Il.rtaj n. 86,
    sobrado.
    DR. KIM
    Os abaixo atsittnados avisam que desde o
    dia 31 do dezembr dissolveram a sociedade qne
    tinham na loja de Marcilio Dias n. 64, ficando a sccio Hachado en-
    carregado do aetivo e passivo e o socio Saraiva
    pago de seu capital e hacros a livre de toda a
    responsabilidade.
    Recife, 15 de Janeiro de 1874.
    Saraiva t Macbado.
    PENHOKES
    Na travessa da rua
    das Crazes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    eompra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    Precisa-se
    de uma ama, preferitido-se escrava,
    saiba engommar e cozinhar para casa de
    pouca familia : a tratar na rua do Marquez
    do Herval n. 19.
    m
    0 relojoeiro e donrdor H
    ' ^^?lfc Albino Baptista da Itoeha, 5&
    Sf 1t/J5 lle volla da Furopa, conti- 2ft
    9
    nda a encarregar-se de
    concertar e dourar relo-
    gios, bem coao outros
    objeetos ; rogando a sens
    amigns e freguezes o ob-
    ne de
    pa-
    vimento terreo, que o encontrarao promp-
    to. A garantia de sens trabnlhos e fa-
    ze-los por precos modieos ; assim como
    tambem vende relogios. Wt
    jgL sequio de procura- lo na rua Duqne
    2 Caxias (antiga rua da Crozes) n. 32,
    ft
    m
    Imperial sociedade dos ar-
    tistas mechanicos elibe-
    raes de Pernambuco
    0 abaixo assignado, seeretario do lyceo desta
    sociedade, scientifica a quem ialeressar possa,
    que do dia 15 em diante t-starao abertas as ma-
    triculas das aulas do mesmo lyceO, para os artis-
    tas em geral, seus filhos e ^ggregados, que se
    quizerem instruir, devendo para es.se lim se diri-
    girem a secretara da sociedade nos dias de ter-
    cas, qnintas e sabbados, das 6 as 8 horas da tar-
    de; assim como. que as aulas principiam a fuac-
    cionar no dia 3 de fevereiro proximo fnturo.
    Recife, 12 de Janeiro de 1874.
    P. Paulo dos Santos.
    m
    At, home 8. to. 10. a, rn & 3 to o P.
    m. At rua de Bom Jesus n. 15. H to
    1 P m.
    Em casa das 8 as 10 da mtnha e das
    3 as 5 da tarde.
    Rua do Bom Jesus n. 15, das 11 a 1
    da tarde.
    Os chamados por earta devetn sem-
    pre ser dingidos a rua da Aurora nu-
    mcro 37.
    6

    KOHS PUBL1CAC0ES MUSICAES.
    A. J. d'AzcvcdoBualovaB.il.
    Acabam de publicar-se, e acham-se i
    venda as seguinlbs musicas:
    PIANO SO*.
    Danse espamiola, por Ascher 2f00o
    Arabella, mazurka, por G. Wer-
    theimer l?f500
    Valsaho Favjsto, por Croyzes 15W00
    Sonho de uhia virgem, por Albcr-
    tazzi 19000
    Anna la Trie, cavatina 15*000
    AoClair de la Llne, por Bussineyer IJ50"
    ESTRELLA DO NORTElp |k b nh j^,
    SaudacAo ao Bahia (
    Cricket, por Scixas, ofTereci-la aos
    chrickels club pernambucano e
    bahiano WHO
    PIANO C CANTO.
    Desespero, muito lindo romance
    por 1 Smoltz pjtN
    Non m'amava, romanco por Guercia 15000
    Tambem rucebeu da Kuropa grande or
    menide musica para piano, piano e
    antoudos, methndos, i tc. <-tc.__________
    Taverna
    Vende e uma taverna i ita na rua estreita do
    Rosario n. !9, proprias para principiante, por tor
    poucos fundos : a tratar na mesma._______'
    mi m
    o sobrado n. 11, sito a rua do Marquez do Herval
    e a casa u. iOl, sita a rua de Santa Rita : a tra
    tar na rua da Aurora n. 51.
    Enchameis.
    A companhia da estrada de ferio de Olinda,
    compra mais 50 encliamiiis de 30 palmos de cou-
    priinento e o poleiiadas de grossura, para BM
    da liuha telegraphica : a tratar no escriptorio cempanhia.
    0 gerente,
    Lmirenlino Josi de Miranda.
    OtTerece-fe uma mulher de idade |>;>ra anu
    de ca=a de aom*ni <(,lleiro : a rua da Assumr
    gao n 13._______
    0 INEX nMGWVEL'
    PEEFDB
    Collegio da ( oncei^ao
    Hoje, 15 de Janeiro, abrcm-se as aulas pre
    paratonas e prim:iria deste estabele'-imento, qa<
    contiuiia a receber alamnos internos, meio per.
    skinistas e extfrnos.
    Aluga-se a pequi-na meia-agua n. 71 a rua
    de S. loan, 'regnezia de S. Josd, com qnim.-il em
    aberto. preen de 10^ mcnsal : a tratar na rna et-
    treita do Rosario n. 17, 1 andar. das 10 as t he -
    ras da tarde.
    Aluga-se o l. andar lo subrado n. a
    da rua de Tuyuty, caiado e pintado de novo :
    a tratar na rua da Pnntc-Velha n. 101.
    Qnem precisar de um rapaz porwnej: para
    caixeiro de tavern, tanto para a pracn. ei
    para o matto : dnija ?e a rua da luiperatiiz, loja
    n. 28 aue achara ciim nuem tratar.
    Alnga-se o ;;. andar do sobralo n h\ a rua
    do Barao da Victoria, com aceommoilariW para
    grande familia: a tratar na loja do me>mo pre
    dio.
    Traspassa se uma casana rua aa Im, walriz.
    propria para qual iuer c.-Uqeleciment.i : mwtn
    pretender dirija se a rua das Larang-iras, u K
    venda, para dizer se as condigdes.
    Para krdo
    Carnes de vacca, salgadas, (americanas;
    em barn's, vende-se no armazem de viveres,
    drua do Vigario n. 23.
    Moleque.
    Precisa-se alugar um moleque de 12 a 14 annos
    para o servico domestieo : na rua do Barao da
    Victoria n. 38.
    ALMANAKS
    DE
    BARTHOLOMEU
    Alnga-se o andar e lojas do sobrado n.
    31, sito a rua da Aurora, com grandes accommo-
    dacdes para numerosa familia : a tratar com Jose
    Ignacio Avila, na rua nova de Santa Rita n. 49,
    ou na obra do paco da assemblda.
    Moleque.
    Precisa se de nm moleque Dara todo servico de
    casa de familia : na praca da Independencia ns.
    7 8".
    Precisa se de uma ama para comprar e co-
    zinhar para casa de homem solteiro : na rua Di-
    reita n. 8.
    Caixeiro.
    Precisa-se de um caixeiro com pra'ica de mo-
    Ihados, de idade de 14 a 16 annos : na travessa
    do Queixoto n. 30, taverna.
    Ladislao Tolentino C. d'Al-
    buquerque.
    - Aluga-se iina casa nova, sita a rna I priat
    n. 261. propria pan qualquer eskibele.-immto
    assim d'Oio, tern bons com oodos para tan .ia. .
    com grande quintal rnuraJo : a tratar na in*
    rua n. 31, armazem de sal.
    Aluga-se um ejeravo moco para qualquej
    servico : na rna do Imperador n
    i) par
    Precisa-se
    de uma ama preferindo-se escrava, qae saiba en-
    gommar e cozinhar bem para o servico de nma
    casa estrangeira de duas pessoas : a travessa da
    Concordia n. II.
    CRIAWO
    Jose Teixeira Peixoto.
    Desejam-lhe fallar?na rna do Bom Jesus n. 81.
    Precisa-se de um homem para todo o jervi-
    to : na rua da Florentina n. 3, padaria.
    AO COMMERCIO
    o abaixo assignado, tendo justo e contratado a
    compra da taverna da rna da Conquista n. 1 com
    a Sra. Alexandrina Senhorioha da Encarnac4o,
    livre e desembarajada de qualquer onus, se al-
    uem se julgar com direito a mesma, appareca
    entfo do prazo de tres dias da data do presente
    Recife, 14 de Janeiro de 1874.
    Joaquim Xlst,. A, Cavalcante.
    Deutscher Huelfsverein
    General Ver-ammlnnc am 19 ten. dieses Monats
    n. Leiden 4 C
    im Lokale der Herren
    Der Schriftfuehrer.
    W Ottn.
    Precisa-se de um escravo, forro on escravo, pa
    ra compras e outros muteres lomesticos; na i .ntnnin Ia.a
    rna 'do Capibaribe n. 40. -A.n,<51 i0i6 Rodr'ue8 de Senza, era seu es-
    *~, v----- --------!-----------------__,criptorio4rna do Crespo n 6, compra, por bons
    UUuga-se uma casa terrea com quiut..l ulan- precos, eseravos das diversas cores sexos e
    tado e commodos para familia, na rua do Bum idades.
    I Successb, defronte da bica do Rosario, em oirada :
    I a tratar na rua da Palraa n. 42.
    Adtninistracio dos correios de Peraambuco, 14
    do aoeirode 1874,
    Cavallos furtados
    Acham-se em deposito no Cnrato do Bom Jar-
    dim um cavailo e uma egoa ; o cavallo e casUnho,
    grande. inteiro, o pe esquprdo branco, uma estrel-
    la na testa, uma estradazinha obrigada, de 8 a 9
    annos : a egoa e rudada, sem signaes : quem se
    aci.ar com direito e justlficando, lne serao entre-
    gue. Consta serera os animaes da banda de Gua
    rabira.
    i- K5,e,i>yra e Albuquerque, viuva de Ladis-
    lao T. Cavalcante de Albuquerque, convida a
    seus parentes e aos amigos -e *eu muito extre
    moso e sempre chorado niarido, para assisiir.-m
    a missa que pela alma do mesmo manda rezar
    no dia 20 do corrente, pi imeiro anniversario do
    seu pas>amento, pelas 7 horas da manha, na ca-
    pella do hospital portuguez.
    _ Offereae-se um moso com todas as habilita-
    tes para nm guarda-livro, o qual s.iLe rallar
    escrever correctamente a lingna ingleza e franco-
    za : qnem de sen pre-tirao quizer utilisar-se dei-
    xo cam fechada nesta typographia com as iniciaes
    Aluga-se o armazem da rna do Torres n.
    8, proprio para algura estabelecimento : a tratar
    ua rua do Marquez de Olinda n. I. segundo an-
    dar.
    d "~A'n8*-Wi troca-se ou venu.-.-e nm ittiu na
    uoa-> iagem, o qnal tem boa casa ue vivenda, ca-
    eiraba e mnltas arvores jroctiferas : a tratar na
    rua Nova a. 43.
    Monte-pio portuguez.
    (Directoria)
    Oe ordem da directoria sao convidados os so-
    cjos desta instituicao para se reunirem em assem-
    bled geral, domingo 18 do curreote as 10 boras
    da manhi, no Gabinete P.ituguez, para se eleger
    o preaidente do consflho fiscal, visto nao ter acei-
    taoo o referido cargo, o s->rio que foi eleito
    Secretaria, 14 de Janeiro de I87i.
    0 seoetario,
    ________Joaquim Xavirr Vieira Ligo.
    , VENDE-SE
    on arrenda-se, no e6tado em que se acha nm -i-
    Uo na freguezia dos Remedios, freguezia d.ts Afo-
    gados n. 18, chlo proprio, com 349 palnws de
    rrante e t>58 de fnndo : os preiei.derttes dirijam-
    se ao sen proprietario na rua de S. Fran.-isco.
    sobrado n. 10.
    Fiilhiiihas para 1874.
    Polhlnha de porta a 160.
    FottMnbaanedorica a 400.
    Folhinha religiosa a 400.
    )~
    Monuum
    E. A. DELOUCHE.
    49Rua i]< Uarquei de Olinda4$
    Acaha do rereber um granda sortimento de r~
    Ingios amerieanos para parede e mesa de 1% liaras e >le corda de 8 dias, com desperudor
    ' s nulliores g.sti.s e qualidade.
    Relogios u> euro patente ingl^z verdadeiros, des-
    ciberhi com ponteiro grande no meio, dos -lais
    iii! demos e do niellior faoiiiantc de h ndres.
    Grande soi tiirento dc refc f.i'is de prata, prau
    doiirad.i, ci)lwins e descoben>s. Uils de prata
    I foliada (plaque), oriental e patente, de todo
    I preco
    Cadei.-is de plaiiue e de ouro.
    Lrretos e nenins de todas as qualidades.
    V* uleiros vidros de ciinstal da Rucha, para
    j vista ; nada.
    j Venrte-se Indo por preco mais baratc que em
    outra qualquer parte.
    a- l..j. do I'avao sao chamados os secainir-
    senlure> a <-w d sen interesse :
    Jose Man., iarmo* Meudes.
    Jose Carl, Marinbo.
    Alizio Tell-s d couia.
    GoU<*fred.. de Abreu Lima.
    Francisco Rosas.
    1 Prftrisa-e d^ um cauetro : na nadarta d*,
    rna de Douungos Jose Martins, no Recife, a. If.


    otate &mmdb^^$a*k& u+*&***&vm

    Casa fm'OHftda
    Aluga-so por tfuaub mz ou pats e por pouco
    dinheiro, nrna excellent* casa efeQIinda, na rua
    doBoinlmi n. 21, inuita fresca, com oommodoe
    .para grande familia, tendo agua e gar eoeanados,
    grande quintal ou sitio arborisado, e com excel
    ente vista para o mar e a cidade, apenas dislante
    tres minutos da e^taelo do Carmo e xpoeeo raais
    dos banheiros : a tralar no armazem de Joao Ro-
    M, na travessa da Madre do Deos n. 8.________
    100$000de gratificaqao
    Engenho Santos Mendes
    Fogio no dia 20 da dezembr* do engenho San
    tos Mendes, comarca de Nasareth, freguezia de
    Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, 50 aaaos
    d idade, pouco mats ou meuos, baixa, grossa, cor
    preta, rosto alquebrado, pes seccos e espanados,
    dedos curios, eabellos braneos, canellas finas, ten
    dous si>:naes caljglludos no uoeino, e e bera ladi
    na. A pessoa qqe eotiegar esl* escrava ou ao sau
    dono, qoe e o senher do engenho actma, Lauren-
    tioo Gome* da f.anta Eereiia Bataio, an no Re-
    cife, largo do Corpo Saato n. W aadar, sera
    ecompeusada com a quantia de 1001.____
    Precisa-se de
    comprar e coiinliar
    da n. 40, |. a
    .....
    opa eriada ou criado para
    na rua do Marquez de Oliq-
    Armada.
    Na rua do Baric- da Victoria n 3*, preetsa-se
    fallar ao Sr. 1 tenente Jose Maria Pastaaa, a ne-
    gacio de seu interesse.
    A tv-ioa Precisa-se de duas ainas, aenda imt
    aJU<*" perfeita engommadeira, e oatra para
    servijos interaos, para nma casa de pouca fami-
    lia, quer nacionaes, quer estrapgeiras, pan se
    bem : a tratar das 9 horai da maohi as k 4MM-
    de, a rua do Barao da Victoria n 22._________
    f9*l
    AM A fir
    Precisa-se de waA,
    ma rua do'
    Cnwpo
    A M 4 da rua do Hortas
    [\ JJJ. l\ dar srpci.sa se,de
    ra para pouca tarn
    Carmo
    is, primeirb
    uma
    prefere-sa escrava.
    Precisa-se de ama ama para casa de
    tarmlia : a tratar na rua do Irnpsrador n
    andar.
    fffr
    Aluga-;
    cast n, 13 a Passagem
    ar com J. I. M Rego.
    da Magdalenha
    a tra-
    Precisa-se de nma ama pan ooJehar em
    casa de pouca familia: na rua de Marias -. 86,
    sobrado. A
    Tinla, ch* e tomo
    Amaral Naiiac.0 & C vendem tints? urisaline
    Lotion vegetate pan tafir de prete* eabellos,
    que se conhece de mais util e commod.i, niio so
    no mode de mprega-lo, como no resnltado que
    se obtem. CM verde e preto cbagado ultimatneo6
    te, efumo ingfez e fraoeex, para eigarros e ^a
    chimbos : vendem no Baaar Victoi'
    i So da Victoria n. 2.
    Victoria, rua do Ba-
    Rua do Brum n. 76
    - Vende se zinoo pnro de superior qualidade.
    proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal
    mos de comprido e 4 de largo, dot preta mnito
    Ricoi chapeoajK* aanaora : s6 na
    it ami**.M^topuU lawwsy
    roa Duqne
    YENiM^!
    u
    Precisa-se ae uma ama que saiba comprar
    na rua larga do Rosario u, H^ loja
    Escrw fogHo,
    Fngio no dia 27 de dezeuibro da casa do seu se-
    nhor Pedro Osario de Cerqaeira, morader na es-
    trada da Torre, silio das Mangueiras, o escravo
    Maximiano, preto, 36 annoa, pouca bari)a, tarn
    os dedos dos pe bastante unidos, levando vesti-
    do roupa de riscado azul e um bonet de case-
    mira, e outra rouda consuata.de uma camisi
    branca e uma calca de ca-emira escura, cujo es-
    cravo e natural do serllo fiesta provincia, e re-
    sidio par muito tempo na fregueria de Ip _
    engenho Queloz, em corapanbta do seu ex-senuor
    Francisco de Sa e Albuquerque. Roga-se a to-
    das as antoridades policiaes e capitaes de campo,
    queiram apprehender o dto escravo e leva-lo no
    referido silio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
    se recomppnsara con* toda generosiJads._______
    Na rua do Vigario n. 19,
    1. andar, ha para vender:
    Cera em velas e bogias, de superior qualidade.
    Cojrnac inglez.
    Retroz de Porto.
    Vinho do Porto engarrafado, em caixus de duzia.
    Velas stearinas inglezas de 1 libra cada masso.
    Collegio de S. Sebastiao
    D. Manoela Augusta de Mendon?a Mello Rego
    parti<:ipa aos pats, tutor s e correspondentes de
    suas alumnas, que transferio aquelle estebeleci-
    mento do educajio para o sexo feminino, sob sua
    diroccao, para a rua estreita do Rosario n 34, 2"
    andar, onde continiia a receber alumnas pensto
    nistas, meio pensiunistas e externas, sendo que
    nua abertura tera lugar no dia 12 de Janeiro cor
    rente.
    e cozinhar :
    de calcado.
    Precisa-se de uma ama que a>ba coaianar
    e engommar, para casa ie pouca familia : aa rua
    da Cambda do Carmo n. II.
    AMA
    \M
    Precisa-se de nma ama para cozi-
    nhar : na rua Direita n. 26.
    Precis**e depauc.fna para to
    ztnbar e engommar : na rua de Hot
    tas n. 16, andar.____________'
    Ama de leite
    Precisa-se de uma ama, de leite novo? saa> Q-
    Ipojuca, I bo, embora se pague bem
    Saassuna n. 296.
    , Vanda m .lajfc.da.ntadav sita a ru^j^reiia
    n. 9, prppoa-paaaffjncipiaato: a,?ar.a*jek-
    ma.
    o
    Vendese a armad dataveraa n. 11 do largo
    *Tee. gaWnta^e a cootinaacioi do aaea*-
    menui do predio : a trataf na- ntesnia.

    i liquid aoao m nwam
    NA
    Hfea da Imperatriz n. 60
    0 0 PMO
    [y enfo fezendas para liquidar, por baratissimo preco qoiic
    \W IiS3fcaiio se ve:
    \ A-eira da Silva dGuimaraes tendo em -aer antajia^a dap aait;i de tazendai,
    tem retoixidlD fazer uma liquirlajao das mosmas* car>aatiaa. aaaaani'aatai wm&+-preyos.
    cam o oaioo Qm detpurar dinbeirc, parn o que eMwdway ado-aAoc oMarnamerosot
    frffmm^ como o respeitavel publico, a vir surtir se de muJtj& fazejidas, boas ebatita*
    noseu-esiabelecimentodenomhiado o-w-Pavaoa rua da I*peraleiz o. 60.
    Escravo fugido
    Fugio de bordo do lugar nacional Francisco 1,
    o escravo Benedicto, preto, de iJade 33 annos,
    mais ou menos. cabelios carapinhos, gagueja um
    pouco quando falla e mette os pes alguma cousa
    para dentro quando caminba. Recommenda se a
    laptura desse escravo, recompensando-se bem
    a quern o fizer nc ^scriptorio de Silva & Cascao,
    con^iimalurios do dilo navio, a rua do Marquez de
    Olindan 60.
    na rua do Gorocel
    AUencao.
    0 Sr. Candido G. R. Lima, faca e favor.vir a am
    do Duque de Caxias n. 60 A.
    jj Consultorio medico-cfrnrgico g
    i
    A. B. da Silva Maia.
    Rna> do Visconde de Albuquerque n.
    11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
    n. 11.
    Chamados : a quaiqaer bora.
    Consultas : Aos p. ben gratis, das 2 as
    4 boras da tarde.
    PPl\
    nos seguJnies
    CaoibmbAe
    na; na estra
    oorto da'ei'wcio
    nrva de Be
    patar com Joao1
    n men? ,31,),
    Jo do caminho de fer-
    $i a nfflfgfem do ri^ e
    ,o de-'feht), na estraida
    tamhem perto da estaeao : a
    osa, iia rua"estreitn do Rosario
    BAZAR
    Roa do Barao da Victoria n. ft.
    Di
    HSnWifO 11 Ira i
    Sal do Gabo Verde
    m para vender Joaquim Joa< Gencalves Rel-
    i" rmb'; a bonfo do brigu% porluguez Opa-
    rense, fundeado. defr.onte do trapiche Cuaha, e
    panmaw i!f.WW9*.* rt a Pmm?r-;
    | Chapeos k sol a
    Garanhuns.
    F : Sarao da Victoria n. 36, precisa-se
    jal! :r..> do l'.t'go Chaves Peixoto t
    *o:-i' Suva, a negoi-if- de particular inte
    a;_______________________________________
    ii abaixo assignado declar ao respeitavel
    pal m e cam espeeialidade ao corpo commercial
    Sne sta data tem abert > seu escriptorio a rua
    o v..rqucr deOlinda n i>i i andar, onde Bade
    sc; iMucnr.i |.i, li.ui so para negoeio tendenta ao
    nv-iiio, !; > tiriihoin pnra aqn-lles que forem re
    Ir'/.i? i .trmazem da rna do Vigario n. ll.cuja
    li'iui esta procedesdo.
    Oisir s.'u quo dust;', data em diante ccssou toda
    respoc- Unliilad'! <\ to a inosino tiuha no referido
    armo"\n. o qoai I'ass.m a tu rU'iicer ao Sr. pre
    post" J.i.. jiiim U-iximiaitD IVslana.a cujo cargo e
    raspoosablidade Bea o mesmo armazem. Recife,
    10 de Janeiro de l"7i.
    IV.ymundo U.'tnigio de Mello Junior.
    Qompanhia do Gaz,
    A empreza do gaz tem a honra de annunciar
    ao publico que recebnuultimente um esplen-
    dido sortimento de lustres de vidro, candiei-
    ros, arandelaseglobos, cujas amostraseslao
    no escriptorio .& rua do I m per a lor n. 81,
    e serdo vendidos aos seus freguezes pelo
    pre^o mais ra?oayel possivel.
    i
    i
    i
    *
    Com 12 aslese boa seda, e cabos de madeira
    E' muito jbaral^ : ua'roa da Imperatriz d, 56, bja-
    da Rosa Bfanca.
    VeBtiiariofi de fustap e alpaca
    para meninos.
    i Ricameate jnfeiUdos e precos baratps, mapda-se
    levar nas casas: a rua da lmpeyaJrizn. 56 loja
    da Rosa Branca.
    Peitos de esguiao bordados
    a 1^200
    Isto si) na jua da Imperatriz n. 56, loja da Rosa
    Branca.
    CO
    MEWCO-CIBIKCICO
    DO
    DrJ Sunlit Rosa.
    Rua do B; rao da Victoria n. 46, 1.*
    andar. outr'ora rua tfova.
    das 10 horas da manna ao
    1
    ft
    ft
    ft
    ft
    I
    Ift
    ft
    i ft mmtfB&m &m*i*
    k Torre
    Aluga-separt pssara festa um sitto com
    Consultas
    meio dia.
    Chamados por escripto a qnalqner hora
    Especialidades. Partos, molestias de
    olhos e do apparel ho re.-piratorio.
    excellente casa
    & frenta desta
    procurar A rua
    de habitagao e banho no rio
    quern a pretender, pode
    de Gervasio Ptres n. 24.
    Clara Ui-nnques Correia de Linhares, profes
    3ora particular, que leccionava em Santo Amaro,
    esta esf anno, com aula na rua da Concordia n.
    137, ondederde o dia lode janr-iro esta com
    ella ab'ita para o ozercicio de sua profis>ao : e
    eastita nao so, a ler, es-crcver e contar, lingua na-
    cional, escrever e traduzir a lingua franceza, co-
    ino taiuh-m, geographia universal; recebe tam-
    bem iut^rnas e n eias pensioni>tas, pagando es
    tas o trimestre adiintado, Incumbese de dar
    meatre* de da :sa e de lingua italiana e ingleza,
    pois coutratara para isto mestres clas-icos, Aquel
    les que Ihe quizerem honrar com sua confianca,
    podem dirigir-se ao numero acima mencionado,
    antes de cnep*r a esjuma da rua da Victor a.
    Una oessia baailitada para forrar salas
    tanto d i esteira eno tapetc, e unborn mobilias
    tanto sinsjH'a comiestufada, ofirece os seus ser-
    vicos : a tra'tr ua rua da Paz n. 7.__________
    ESClUVO FUGIDO.
    De-app^receu ao amanhecer do dia 4 do cor
    rente, do enrr nho Serigi, comarca de Gnyanna, o
    escravo de noma Jose Korgjs, mentre de assucar,
    tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
    nos, pooc i nin > ou menos, boa figura, um tanto
    grosso e eapddando, sendo o signal mats visivel
    uma gomma na junta do De esquerdo : roga-se a
    todas as antoridades e capitaes de campo queiram
    apprehenler 'Ito escravo o leva-lo ao referido en-
    getiho, op nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
    go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
    te recoioiippiados.________________________
    Exlmiiii i dDivino Espiritu Sanli
    Olympia Lins Ribeiro, directora d*este externa-
    to, !a< seiente aos pais de familia que quizerem
    couti;ir Ihe a ed-ica.-aa de suas filhas, que no dia
    15 de Janeiro, coinecaram os trabalhos dos estudos,
    onde atem da instruccao moral, religiosa e curso
    primano, ensiiia-se francez, bordados de todas. as
    qualidades ft >res de flo de ouro, de pauno, papel,
    etc., pian e de>enho.
    Afflancando t"do desvello e applicajao pelo pro-
    Sresso de suas educanda*, espera a coadjuvacao
    o public > em g-ral e dos pais de familia era par-
    ticular, r.uja dedicacao tambem os caracterisa
    Alugain-se as duas casas sob ns. 22 e 24 a
    rua do< Poeos, na freguezia dos Afogados tendo
    cada uma 2 quartus. 2 salas. quintal em aberto;
    preco de 8| mensal : para ver e tratar na rua es-
    treita do Rosario n. 17, I* andar, das 10 as 2 horas
    da tarde.
    ^recisa-se
    de um moco qne tenha pratica de servir as mesas
    nos hoti-is: a tratar no hotel de Bordeaux.
    e
    0 abaixo assignido tem a honra de convocar os
    seas eoraparoe ianos da ftrguezia do P650 para
    ama remiao. qne devera ter lugar no domingo 18
    corrfiii*, no larg da matriz, a6m de tratar-te
    de object tirg^nte.
    Rr-cif, 1 de j .neiro de 1874.
    \ itonio da R-ha AceloH Lins.
    ~Francis.:o'
    Coiuqanh a Perro Carril em
    Pkrr aa tub uco.
    Convido a tot os os possuidxres de bilbetes de
    passagem n is cairos desta companhia, ainda oxis-
    tentes na circulaifio, coin a assignatura de H. H.
    swft. Aset-! reas, a traze-los ao troco por dinheiro
    no escriptorio da companhia, a rua do Itrum, em
    todos os dias, las 10 horas da manna as 3 da tar-
    de, ale o da 15 do corrente, inclusive ; greve-
    nindo, outrosim, que os litos bilheles serao re-
    pulados sem mis valor para qnalquer effeito,.a
    partir do dia 10 do corrente mez em diante, nos
    termos do aviso lo niioi-terio da fazenda de 6 de
    agosto do anno proximo passado e das pnrlarias
    da presidencia de?ta proviocia de 6 de outubro e
    30 do mez proxino-passado.
    Recife, em 10 le Jaueiro de 1874.
    O geiente,
    Gustavo Adolpho Schmitz.
    5 GAB1NETE MEDICO CIRURGICO'
    m do
    Dr. Coiistam-io Pontaal.
    "~ Rua do Imperador n 8i 1 andar.
    1' Consultas das 11 as 3 da tarde, charaa-
    ^ dos a qualquer hora, visita e da consul-
    l tas gratis aos pobres.
    0 fHfiitfi I f *i' fRUfJfff
    15^ mensaes.
    Aluga-se uma casa n< va muito fresca com um
    sala, t quartos e eosinha fora, ediflcada dentro de
    um pequeno sitio na rua da Puodi$ao em Santo
    Amaro das Salinas passand i a casa n 29, do Sr
    Saldinha, propria para p^queoa familia on para
    2 ou 3 estud iiites que queiram eslar no reti-
    re, e perto dos bond* : a tratar na rua do Livra-
    mento n. 31, ultima loja ou no mesmo lugar na rua
    do Lima u. to
    Sitio no Arraial.
    Vend#/sa.n sijip, no Arraial, freguena do P6-
    co da Panefla", distante da estaeao da Casa Ama-
    rella, tres on qnairo minutos, bem arborisado,
    com baixa de capim, agua de beber, coxeira, e
    casa ainda nor aeabar quem pretender dirija-se
    a tavema-do Sr. Fernando, defronte da mesma
    estagao, gge indicara.______________________
    Cairnaval
    Haebiaas para eocher litaas de borracha, de
    di versos tamanoos e feitioi, enchendo rail limas
    por bora : umco deposito, na pharmacia amarlca-
    oa.de Ferretra Maia 4 C, a rua Duque de Caxias
    ATTENQAO. ~
    Vende ?e o armazem de moinados, sito a rua de
    de Santo Amaro n. 8, bem afreguesado, tanto para
    a pra^a como para o malo, para llquidar-se com os
    credores : a tratar no mesmo.
    Boa arqnisicao
    Vende-se ou permuta-e por esoravos uma
    casa construida de novo, tendo duass.la sa
    seis quartos, com gnbinete, sala de en-
    gommar, cozinha fora, quartos para familia,
    cacirnria com boa agua do beber o um sitio
    bem arborisado ; no alto da Torre : a tratar
    nesta typographia.
    A' este grande estabolocimento tem che-
    gado um bom sortimento de machinas paaa
    costura, de todos os autores maie acredite-
    dos ultimaraentena Europa, cujas machinas
    sao garantidas por um anno, e tendo um
    perfeito artista para ensinar as mesraas, em
    qualquer parte desta cidade, como berojas-
    sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sem despendio algum do comprador.
    flSeste estabelecimento tambem ha pertencas
    para as rnasrnas machinas e se suppre qual-
    quer pera que seja necessario. Estas ma-
    chinas trabalham com toda a perfeicjk) de
    um e dous pospontos, franze e borda toda
    J qualquer costura por fina que seja, seus
    precis sio da seguinte qualidade : para tra-
    balhar a mao de 303000, 409000, 459000
    e 509000, para trabalhar com o p6 s5o de
    809000, 909000, 106*000, 110900O,
    1209000, 1309000, 1509000, 2009000 e
    2509O00,emquanto as autores nio ha aK
    teracao de: pregos, e os compradores poderao
    visitar este esuhelecimeato, que muito de-
    verao gostar pela variedade de objectos que
    ha sempre para vender, como sejam: cadei-
    ras para viagem, malas para viagem, cadei-
    ras pa/ salas, ditas da balanco, ditas para
    criangj (alias), ditas para escolas, costurei-
    ras nqnissimas, para senhera, despensaveis
    para criancas, de todas as qualidades, camas
    de ferro para homem e criancas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    quenos, apparelhos de metal para chd, fa-
    queiros com cabo de metal e de marfim,
    ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
    ros para sala,- jarros, guarda-comidas de
    arame, tainpas para cobrir pratos, esteiras
    para forraf salas, lavatorios completes, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros mut-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabelecimento
    que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
    nlia ate as 9 horas da noute a*
    Rua do Barao da Victoria n.
    22,
    &*MBRAIAS A 49, 49500, 59, 69 79..
    0 Patao vande um magnilico sortioiento
    daa maia finaa cambraias brancas transpa-
    NMtey, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
    rato preijo de 49, 49500, 59, 69, tendo tarn
    bera das mais finas que custumam vir %>
    aifcado, assiencoma uiugrande sortimento
    de ditas tapadas e victorine qne. vaocieie 49
    ate 89, sewdo *rtenda quevawmnito majsj
    dinheiro.
    COM-SALPICOS DE CORES A 59.
    francezj *mito .fiftO^ ^9009* .afejjai, precia*
    i, *l\ tnetrw para-ana leriedf.
    C&a^a*l5rtKAT0S
    a 29, 29500, 49.
    0 itaSria veode.chalea a aiaitaeto ie nie-
    tuj4 a rdJtQs.de,/iwwt tiffs
    cores a 29500, ditos de merino estampados,
    wuiw ^poaa-49^ dtos fwtssirao* cam &
    tres de seda a 69500, .ditos. maito fiuos ..d>
    crepora a 4%9*A9fo
    avio vende algodio eufestado com 8
    0avAo recebeu um elegante sortimerda(*** dlagadj. pramo, paaaj taffe*
    de cajnbraias brancas com bonitos salpiqnl- ?ep4o do.wa,is encorpado^nelem.Wd..af
    jjjbosmiudinhos de cores, tendo 10 jardas ^w. hsoa 19 avaraetrancadoa.,...
    cada corte de vestido e vende pelo barato >H
    precp de 59, por ser peehincha, ditas com
    salpicos todo branco sendo fazenda finiaaima
    a 79500 e ditas a 59000.
    JOKN.ll, UAS FA.M1L1AS
    Assignatura -1&74
    HM000
    Botrega-se o nnmero de'Janeiro.
    livraria franceza.
    gazeta] juridica
    Assignatura-1874
    211000
    Vende-fse a colleccaokie IK7S par 16*000.
    LIVRARIA FKACKZA.
    in
    i-r-
    COMPBA*
    Por comitiaodo preqo.
    Vende se uma tasa (de taipa com um terreno
    ao lado, com 60 palmos de frenle e 300 de fundo,
    com alguns pes de coqueiros novns, foretro, sito
    no Barro : para tratar na rua Imperial n 2ii9.
    CIIUPKA-^E
    um* escrava preta, sem til hi, que seja sa-
    dia e forte, para o service de casa de fami-
    lia, a tratar na rua du Barao do S. Borja
    n. 29.
    Compra se um methodo francez inglez de
    Cltendorff: na iivraria Economica, junto a'b.aflco
    de *anio Antonio._____________ _.
    Comprase um inolbodo fraaai e iuglei de
    OIlenJorfT; na Iivraria econumica, junto ao-arc^
    de Santo Antonio.
    Compra-&e
    Diafios a einco mil reis a arroha : na rua larga
    do Udsano. fabfiq^^garns_a_n._________
    Va ru
    S.
    n.
    pre
    rtdo-s
    reci-a-se
    de nma -x >a noa engommadeira, pagando
    se aitrad-ir ___^_
    \LUGA-SK
    o pre flo -iin> a rua do Barao de S. Borja o. ?;
    com '' -on t n >r i grande familia, e tendo Bgua
    e ga '< ''' g ande quintal com aryon-d >s e
    mais <- Mum iait : a trataf Da sua daTonte-
    velh i '"':. o fi M-ie*a.-I>al.
    casa
    mom moca da kda.o(iara
    - > tciro, snndo-estrwfeiW : atta-
    v fWdro d. 3.
    Carro
    ameneano
    Vende-se nm carro amcricano, de quatro .ffodas
    e 2 u 4 assentosa vontdde, em perfeito estado e
    com arrei s : para v rua da Fiorennna n. 14, ann le se dira com quem
    >e deve natar___________________________
    - Vende seuntaliWta no*a--com commodq*'
    para tar na. roa do Geaoral Soara % ^O.taoi Quti|-
    inb Diieg-k_________________________"'_
    VemWse
    uma taverna sita no MonHro, com poucoa fua-
    do
    ioptia para pnncipiaate; at tr*arnajaifinst- estadO'; quem
    \> ifciiteiro. rmdo.
    Vende se

    taverna oem air
    2^U0l)
    uma taverna bem afrrgueiddn
    para a pra;a, propria. .uar.si p.iu.vw rondos, nu naadv iiHnaaadalddio^uw-.; Chaaeas dw castor (,M-a
    que n 68 : a tratar nrnteM.
    Borracha paifa limas
    Bormcha paralimaa
    Borracha paia limas
    Da mais-nova e superior qualidade vendem :
    Birth Itira & C.
    34-Roa I.arfja. du Aosatria34
    Machinas para fazer limas
    Machinas para fazer limas
    Machinas para fazer limas
    Vendem :
    Built km & c.
    :<1-Kua Larga do Rosari<-;* 1
    VEST1BOB A US^ DA OMffiJ 129
    0 1'avao vende um bonito sortimento de
    cortes de veslidos a uso da corte, trazendo-
    cada c6rte todos os enfeites necessarios coma
    sejam: bab.-xlinhos, entre-maios, rendas,
    requefifes, e vende pelo barato precp de 129
    cada um, o-wtra como, di-e a 2 de julho
    com todos Os enfeites a 109. cortes de cam-i
    braias brancas abertas, com listras e lavures
    a 69, ditos linissimos a 89, ditos de cam-
    braia branca com listras de cores, para aoan
    baT 39500, 6 peahincba.
    ATOALHADO A. 19600, 2f, 59-
    ' f> Pavia vtndaatoalbado trancade com
    palmos de largura a 19200 e 19#00, diu
    adamascado a 29, dito de hnho adamasca
    doa3e59.,
    CORTHS BORBADOS A 209 E 359-
    0 Pavao vende ricos cortes de eambraias
    brancas delicadamante bordados, pelo ba-
    rato pre%o de 209 a 359.
    CASSAS FRANCEZAS
    a 300 rs, o covado
    SEDA PARA. VESTIDOS
    a 19600e39.
    " 0 Pavao veads um bonito aortioaento a.
    sedas com listrinhas proprias para vasti
    dos de meninas e de seubora a f 9609 o co-
    vado, ditas lavradinhas a 29, os padrdes air
    muito bonitos e veode-se por esta precp par*
    aeabar.
    BotInaa a &500*
    0 Pavao tem um completo serUmento d
    boaioas muito bem enfaitadas para senaoraj
    e vende pelo barato preco ..'e 59, artigo qu*
    em outra qualquer parte custa >.9e 79.
    LH^Og BRANCOS
    0 Pavao vende lencos braneos abaJnha
    a 29 e 29500 a dnzia, ditos de esguiao
    ab'inhados *
    Villa dePalmares
    Vende-se por preco mnito baixo dnas casas ter-
    reas a rua Nova daquella villa ns. 35 e 37. com
    grande terreno ate o no.estao alugadas, e dao bons
    faros ao capital empregado : a tratar no Recife,
    rua do Crespo n. 7 A. ____
    TTKNCAO.
    4
    /
    l
    nda-sc uma typographia ben montada, com
    m.icbina e um prelo, tudo em bom estado e
    pre?o modico : quem a pretender, dirija-se a
    earoliraja de linbo tambem
    0 Pavao recebou um grande sortimento j 3^00, 49, 59, d tes francezes escaros, pan
    de cassas francezas com delicados padrdes e r8p^ a 69t a duzia.
    cores fixas, que vende pelo barato pre$o de
    360 rs, o covado, organdy branco e lis-
    tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara ti-
    nisaimo CM branco liso e de salpicos, e tarla-
    tanas de todas a cores.
    BORNOUS A 129.
    0 Pavio vende um bonito sortimento dos
    mais modernos bornous combonitas listras e
    vende pelo barato precp de 129 cada um.
    CAMISAS PARA HOMEM.
    0 Pavao vende, ricas camisas com peito
    de linho bord^das, proprias p-ra noivo *
    105 e 129 cada ama, ditas de linho sen se
    rem bord das a 49, 49500 e 59, ditas con
    peito de algodio. matte finas a 29, 29500 e
    39, ditas de cnita fina miudinrw a 29,29500,
    e 39, asstra como grande sortimento de ce
    roulas francezas tanto de linho como de al
    godao de 19600 ate 39, gr nde sortiraaou
    assnn como um elegante sortimento dos mais de meias cru<.s inglezas de 49 ate" 89000 J
    bonitos cbalesdemerino e com listras de seda. duzia. .
    Ceroulas francezas de linho e algodio, para todos osprecps e qaalidades, assin
    como grande sortimento de meias cruas, camisas, colerinhos, que tudo so vende po!
    precos muito razoaveis.
    urrado Torres n. 12, sobrado, i8 andar
    ViUa de Palmares
    Por 2:200*. vendem-se as duas casas de ns. 51
    e 52, sitas a rua.JUurily. de oplimos commodo*
    para familia, nma d.-llas de quintal plantado, S
    quartos, 3 salas e gr anile cozinha, e custnu mais
    do preoo acrna deelarado ; sao construidas de
    tijuio e madeira e bem conservadas : na mesma
    vijla, cafa n. 51.__________________________
    VendR-s as segninte* casas terreas :
    Rna do Padre Fl Tiano n. 35.
    Rua-do Fogp *. 22.
    feeoada Bmba a 5.
    Recco do Pad re Lolalo n. 8 A.
    Recco do caei da Cadeia Nova qs. 3 e 5.
    Travessa,dV.C->rpo,aaiMap. 10.
    Largo do LivrAmeato. sobrado n. 37.
    A tratar-w- lure" armo. v^nrta n. \.
    Vatt>M um eiivlieate ravsllo para c. lft: para ver na cocboira a rua da Roda, e a tra-
    tar na.rua Direita n. to.
    Borracha
    para lima*-.
    eu ultiniainente a pbarmacia Torres, da
    Sr qualidade, e svnde ix>r preco inui oca-
    ; na rna Direita n t:(5 ___________
    ftlYOfS
    Vende-se um casal de pavoes : para ver tra-
    jIlt-aft'aa^BO.-aa & De forca de dous a seis cavallos : a venda no
    armazem de Pena Junior C, travessa do Cor-
    pO Santo n. 28.___________________________
    Wil on Rowe & C. vendem no seu armazem
    a rua do Coramercio n. ii :
    0 verladeiro p man de algodao azul ameneano.
    Excellente flo de vela.
    Cognac do 4* qualidade
    Vin'w de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades _____
    VENDE-SE
    Uma armacao de amarello envidra^ada com
    baicao proprio para qualquer negoeio : a tratar
    na rua do Crespo n. 20.
    TASSO IRMAOS&C
    Em seus armazens i rua do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por precps commodos
    Tijolos encarnado sextavos para, ladrilho.
    Cano* defcarro para esgoto.
    Cimeata' Portlaad.
    Cimedto Hydraulico.
    Machinas do descarocar algodio.
    Machinas de- padaiia.
    Potassada Russia en barril.
    Phoapboros' de, eera.
    Sagi em garrafBes.
    Sevadinha era jrarrafoas.
    Lentil has em garrafoae.
    Rhum da aJmaica.
    Viabo do Porto velho engarrafado
    Vinho do Porto superior, dito.
    Vinbo d-Bordeaaa, dito.
    Vfthwde* ftcheTTV-.
    Vinho da Madeira.
    Potes eom bogaas e dobradas inglaaas.
    LiMre teas aortidns.
    Cognac Satuhier Freres.
    Lata< de toncinho inglez.
    Barris com rep-dho em salraotira..
    VeutfeJae am s<4iHn thglez
    quizer annniicie
    em muito bom
    para ser procu-
    Lindas las esoocezas.
    DararioaiaaJrtes, e inteiramente moderaas, a
    360 rs 0 covada1: aa rua Prhneiro do Siarco
    aoJfa-do Crespo n. 13, tola das columnas, de An-
    tonio Correia de Va^cnacafles.______________
    As imicas ?erdadeiras
    Btbhis hamburptezas qae vem a eawaiercado-
    na rut Hirirortz d uflnda n. fli
    Vernizes especiaes para carrua-
    gm.
    Este verniz, cuja falta aiui tanto sentem
    os Srs. fabricant- s e possuidnres de carrua-
    gens, acaba de chegar para seu unico depo-
    sito, das seguintes qualidades.
    VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
    CARRUAGENS.
    E' um verniz muito claro e duravel para
    as caixas de carruagens, para todas as de-
    maos, ou para a ultima somente, sobre
    outros vernizes. A superCcie seoca em 12
    horas, depois das quaes se eipae ao ar por
    algum tempo, 0 que faz endurecer, e passa-
    das 15 a 18 horas pdde passar-se a caixa a
    Como nao e necessario dar lustro a ultima
    demao de verniz empregado nas caixas de
    carruagens e no dos iogos, convem dd-lo
    n'um local separado aonde n3o haja po.
    Quando a obra urge, deve pAr-sa a sombra
    e ao ar ltvre depois de secco, isto e, passa-
    das 12 horas, lava-sc e enxuga-se bem com
    uma esponja humida. Qunntas mais vezes
    se fizer isto, mais brilhante heard 0 verniz,
    e mais depressa ss terminal a a carruagem
    (em caso necessario tres dias depois da ulti-
    ma demao). Durante as duas ou tres pri
    meiras semanas deve-se lavar a carruagen:
    com agua fresca, depois de ter ser-
    dido.
    Os frascos devem conservar-se sempre
    hermetioamente tapadas, 0 resto do verniz
    ver
    pedra pome e dar-lhe em segu.da outra de- ngo M deve ueixai.-ficar no frasco, e pode
    rnao. Dao se com facihdade ires demios usarse M imeiras aemaos.
    deste verniz sobre as tintas, em Ires dias., Nao ^eye mismrar.se coni este verniz ne-
    A pnmeira demao servmdo de apparelbo, nbum outf0 jngredieDtot nem agua-raz, e
    ajuda a seccar as ultimas demaos e produz ^ Benhum m0<\o ^ 0 seocante. E' pre-
    um excellente bnlho. i ciso Hm ^j^ ^ vasos e w pinCois. e 0
    Verniz superior seccante para)
    carruagens.
    Este verniz e da mesma cdr que 0 ante-
    cedente, mas endurece e secea com mais rar
    pidez. Emprega-se com bom exito nas
    obras urgentes, e p6de misturar-se com 0
    anterior. A duracdo do verniz permanente
    diminue na proporpaP da mistura.
    VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA" OS
    JOGOS DAS CARRUAGENS
    N8o 6 tap claro como 0 verniz para as
    caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
    gos das carruagens e tambem para as pri-
    meiras demaos sobre cfires escuras. Pdde
    passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
    podendo dar-se em seguida outra deroin.
    Vernic pre to do Jupflo. superior.
    Para trabalhos em preto de carruagens.
    Produz 0 preto mais escuro e brilhante, a
    melhor I servir um piucel para cada
    niz.
    Depesito unico para o Brasil, Bartfaolo
    meu d C, Pernambuco, Rua do Rosa-
    rio 11^34.____________________________^
    J. 0. G, Doyle.
    Tem para ven :
    Cognac de Hennessv, superior e verdadelrc,
    Vinho Xeres das melhores qualidades.
    Bitters de Angostura.
    Whisky.
    Cha preto em lattas de 10 libras.
    Todas as preparacdes chimkaa do Dr. Avar :
    armaiera da rua do Comzaarrio n 38. ____
    PECHINCHA.
    Chapeos altos para bomem, pello de seda
    vende se na rua do Vigario n I", primeiro aadar
    pdde passar-se a pedra pomes 10 horas de- pelo baratissimo preyo de 8<000 cada am.
    pois. Deve dar-se duas demaos sobre um veade se a tarema sita a roa Imperial n
    fundo preto e eobrir-se com outras duas da. 41, propria para qualquer principiante par ter
    verniz que se emprega nas caixas das carrua-. fc^rTer ^A^r^S^fcS;
    gens.
    a tratar na mesma.
    PESOS E MEMDAS
    Bulan<;>i
    C^fres te ferro
    VERNIZ PARA COUROS, BRLLHANIE Er
    EU9TIC0.
    Este verniz, contendo na^ua composigSo
    grande quantidade d'uma substancia muita!
    iemelnaiiteaozeitedpnoraiiidi*pi>(f5*(Eu/",j
    6 0 unico que dd flexibilidade ao couro ve-
    Ibo envernisado. Em geral aasta uma de- :
    m8o que deve ser applicada muito ligetra-1 PTen^S dfi COMtlT CiUlSS
    mente, coiwwo.piiiwt deppis de ter limpo Vendem-se em easa de
    0 couro com agaa-m. E*posto ao sol sec- HftTelrPft &. f
    ca em 1 ou 2 boras, e i sombra mas ao ar J*aVr>ivvo ** v^.
    secta em 4, Em.tompo huaw^v. it*ii.tal- R** do Bora Jesus n. A.
    traballio. por que nao e p-tsaivai t rnaro
    verniz Hastico e seccante. ao me*o tempo,
    ---:------
    h>ofie,a
    ruadoBarlo da Victoria n 36.
    vendem se ua
    Verni* para nppMrelho.
    Depois de ter apylicado 2 ou 3 demaos
    deste vhiiiiz 11'um intervalio. da.8,h^cas.de-
    ve-se detinr a obra intaitepur 2 oa adiss,
    no r*m .ins qimos s pdde paHc earn extra
    ma faciltcidtd v E' ftssfincialmnnta
    sario wwbaiCfeMB vs*ni verniz sup4(i1liick,p^rojiiasv m ca
    Keo&<
    YEAlAnSCWaNraa
    Mislura-ae com asvauitaa do
    sabn* tudo. or** a* tits *nonl*s
    Vende-se um bom cabriolet de aus*rons^qBPra..rBnii9 fofihaetite- a ptfn;
    rodas t aarua dff H. Gonjalo a. W, so-rnak consistencin.
    bra 10 aolachrda ignja.
    miniBi
    VenaVMCwm rico piano n<'v<, muito forte,
    'xevHpotes vozes, a tratar n roa do
    S%irtfi'AlS'.,.thuja n. 2J. H iBwrna casa
    tem para vender se uma boa ibiiInIu de
    1 imffiUMiMf* WWW uso, e em p rfeito
    astads*
    .....U'J........
    ..... i" ^.
    la eixpoifcaeao
    lif*-* Vepdft se rtpos mil cacos serco-coin casca, ou
    qua- ans eentos, por preco commodo : no trpcoe
    dta* Guerra._________r____
    1 Ven^^#tfsJj|bW,ialei' m muito boaTae-
    ! udo : quem quuer aonuncie para er orocurado.

    -

    L


    V
    Hi
    r'.'f-.S
    1*
    L

    Diario vie PemaaibiHto Sakterfo 17 iMbuunttcn. 1H4.
    I
    ^
    i
    Dl H0WE
    Rua do Barao da Victoria o. 28
    va mais simples, as mais baratas e as melhores do Brando!
    Na expose** de Paria, em 1867, toi conoedido a
    Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
    cio da Legiao de floora, por sefem as machinas mais per
    feitas do ranndo.
    A medalha de ouro, Conferida a E. Howe Junior, nos
    Estados-Unidos por ser o irirentor da machiaa de cos-
    tara.
    ~A medalha de ooro na exposic^o de Lend res aoredftam
    eata* machina*.
    908000
    Nota-
    agencia
    Oabe^Mw o deter fle annaaeur que a comtiptthia das machinas de Howe
    k; BStabelecedUeste; cidade *rroa do BarJo da Victoria n. 48, aradeposfto
    *rali para *ift Pterotaabuflo o Klais provinoias se ve'nderem as afamadas machinas de cos-
    ?t 6 Howe. Estaa macnmas sao jastamerrte apreciadas pela "perfe^Ao de sea trahalho,
    ^le|anA oma agalha mats ctttta com a mesma qaahdade de linbaque qualquer outra,
    -Hk intrtdacco' *w to* aperfeigosdos abparelhos, estAmos' actaalmente habilitados a
    *arecer eVataa ptiWicb as melhores macmaas do mendo.
    Ah vtitftotftoto destas macfcnas sao as seguintes:
    friAra.0 publico a&m qiw cries sao duradouras, para isto frora inoontestavel, a
    Ta?3taaeia de i*oca tecem aaat 'lo.
    Sejjwida.Akftea d material precis par* repararqoalqur desarranjo.
    Tarceu*a.*tta aellas menor friojio entw as diTersas pecas, -e menos rapido estrago
    tfue m$ outras.
    Quarta.Formam e ponto come se fdra feito i m*o.
    atfflMBt
    Se.Faaem ponto raiudo en casern**, atrateasando o fie de am* outro tado,
    (ojo era segak'v am modiiicar-se a teasao da linha, eoiem a faienda ftiais
    a. i
    Setima.-0 eompresaA*- i terantado com a mator faciHdade, qoandb se tern de medar
    afana ao odnsecar no** costara.
    OiUvs.Muitas eompanhias de machinas de costora, tem tido epocas de graudata e
    cadenew. Machinas eatfora popalaree, sao hoje qttasi descochecidas, oatras sorTroram
    tadadcte radieat*parapderem sa-bsiitoir i eatretarrtO a companhia das machines de Howe
    <4o\iMBdo a opiai*o de-flias Ho%e,cmesfre em arteS mechanicas, tem oonstante*nte
    tcmeatadoeseaabTio9j e hoje rieo'attefide a procura, postoque faca MV m*ihas
    Had* mac^eomjDanhalit*fctoscomiflstrucCd em portagaex.
    a m>om a 904000
    MCHIHAS PARA d
    A 3O#O0K) .041^.
    V1 /mm qvMNVM
    Na lojade Soares- Leito Irmaos, a tua do Barao 4a
    Victoria n. 28.
    pollica com peqaeno
    1
    ii
    LIQU1DAGA0 M FAZENDAS
    toque,, Espelhbs demoldara dourada, de todoa
    [ os tamanhos e pre^os.
    para collete, grande. sorti-
    Rua da Imperatriz n. 72
    Lavas de
    100 rs.
    oen^Tmn. *""" ***** **** "~ "MRFIBttlllM E MIUDEZAS.
    Caixa de linha de raarca, a 400 rs. Fiasco com oleo Onia verdadeiro, .
    Lamparinas a* gazh daodo urn* ku inuito 1^800.
    oa, a 19000. (,' j Idem comtonico de Kemp, verdadeiro. a
    ijoo.
    Garrafa dc agaa florida verdadeira a 1J200
    DE
    Lourenfo Pereira Nendes Guimaraes
    . Declara aos seas fregaezes que tem resolvL'o fazer ama gran'e liquida^ao, ate e
    fim 'do corrente aaao,
    A SABER:
    de cordao imperial, a
    ossq para oalja, a
    lii.ha, -200 jardas, a
    Duzia de pe^as
    HO rs.
    Caiia de botdes de
    W0 rs.
    Duzia de carreteis de
    *oo rs.
    Idem idem 60 jardas, a 2i0 rs.
    Maco de tita chineza, a 800 rs.
    Caixa de linha com 40 norellos, a 500 rs.
    Meios aderecos com ca.-nafeu, a 500 rs.
    Garrafa detinta roxa extra-flna a 19000
    Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
    160 rs.
    Caixa de pennas Perry, muito bcas, a
    (9000.
    Idem idem, a 400 rs.
    Caixa de enveloppes tarjados, a 500 n.
    Idem idem forraoos, a 700 rs.
    Caixa de papel amisade, beira dourada,
    800 rs.
    Idem idem idem lisa, a 600 rs.
    Duzia detalheres cabc branco, i B., a^
    19000
    Resma de papel pautado, a 19000
    1 59800.
    Idem idem liso, a 89800, 39800e 59000.
    Coqaes modernos, a 39000.
    Duzias de pe^as de tranoas de
    iranca, a 400 rs.
    Idem idem lisas, a 200 rs.
    Leqaes deosso e sandalo, a -29000, 49
    69000.
    Fita de vollado de todas
    tr.
    Garrafa d'agua japoaeza, a 19000.
    Idem idem divina, a 19000.
    Idem idem Magdalena (novidade) i a
    19200.
    Caixa de p6s para.denies,'a 200 rs.
    Idem idem de pds chinez, muito bom, a
    500 rs. e 19000.
    Pete comopiata de Rieger, Rimel e Gres-
    nel, 19-. 00.
    Duaia de aabonetes de amendoa, a
    39600.
    Duzia de sabonetes dewuijinho transparen-
    tes, a 29200.
    Idem idem com fldres, a 19500.
    Saboneles Glyccrino transparentes, a
    19000.
    CAV1BRAIAS BRANC\S A 390002
    Vonde-se pecas decambraia branca,- tapa-
    da e transparente, a 39, 3^500, 49000 e
    59000.
    LASINHASASOOR^.
    Vode-se lasinhas para vestidos, a200,
    320 e 500 rs. o cova ALPACAS A.640RS.
    Vende-se alpacas de cOres com listras a 640
    e 800 rs. o covado.
    GR4NADINEA800RS.
    Tende-se granadine preta com listras de
    cores, para vestidos, a 800 rs. o co-
    vado.
    POUPELINA JAPONFZAA 19800.
    Ditos de palha, a 29, 39000 e 49000.
    Ditos de massa, a 49000.
    PERFLMARUS EM LIQUIDACAO.
    Vende-se sabonttes de di versus uinaoho*,
    a 120, 200 e 240 e 320 rs.. todo bom.
    Fresco de banba, a 160, 320 e 00 rs.
    Frascos com agaade colonia, a 2i0 e 380
    rs. cada urn. E eatros moitns exiractos que
    se vende muito baroto para liquidar.
    TOALHAS A 800 RS.
    Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. eada
    uma. I.en;os brancos, a 290U0 a duzia, a
    39000 abainbados, fazenda que vende-se
    ' por 59000.
    GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
    Vende-se uma fazenda nova com listas, j Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
    com 0 nome de ponpelina japoneza, propria tasde cores a 200 rs.
    para vestidos de senhoras, a 1900 o co- j Chapees para baplisados de meninos, a
    vado. Todas estas fazendas sao vendidas no 39000.
    Caixa com sabonetes, formato de fructas, Bazar Macional, a* rua da Imper ariz n. 72. j BENGALAS E CHICOTES A 800 RS.
    a 19000 e 19500. CORTS DECASSA A 295 0, Vende-se bengalas o chicotes, a 800 n
    Cosmetioos, graades e peqaenos, a 100 e; Vende se c6rtcsde cassa para vestidos, |cada uma, para liquidar.
    com 101 ovados, a :>9500.
    800 rs
    Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
    500 rs. e 1JOO0.
    Kitractos muito finos dos mtlhores au-
    tores.
    Lindas e elegantes caiiinhas com perfuma-
    earaeo] rias, proprias para presentes, dos autores
    E. Codray, Rieger, Gelle" Freres, etc.
    Quadros com santos e estampas separa-
    das.
    Entremeios e babados transparentes e te-
    as cores e larga-- pados.
    Uma grande taboleta propria para qua!-
    Microscopios-com 12 vtstas,fa 8W00. qaer loja.
    Frasco com oleo para maehiiiftac400 rs.
    M do Mu da Vittorta n. 28.
    3
    .MfiMOMAL PEIIMMBl
    u
    Baralissimo
    do Barao da Viotoria n. 28.
    200 rs
    0!
    Grande {U'chindia a
    eovado.
    '^ss ja, paJrdes aovo?. e de mais eosto qae
    ? uvindo ao mercado, so na ma do Queimado
    i3, loja de Guerra & Fernando*, pelo dnnlaa
    Drep> de iOO rs. o cevado J
    -heguem fre^uezes qne se acaj>a
    iFarinha deararuta
    Veade-ss superior farinha de ararou, tanto em
    porfoes como a relafhi, por pre?o qae ndmira,
    /isiosaa qaalidade ; iepositos nos segninteS'lu-
    am: raa do VlgalHo a. 36, ma a Awnrirt n.
    w, e alivessa 4* ma das Cruzes a. i, a 300 rs. a
    abra a retalho.
    -SE
    ama caa na villa de Barreiros, aa ma do Coaj-
    mercio, por preco modiee: a tratar com Tasso
    Irmfmt-C
    Os Ycrdaddros
    Vinhos de Bourgogne
    das marcas
    Chambertin
    Pummard
    Virits
    Volnay
    Beanne
    Monthelie
    1 Dito Bordeaux em quartollas.
    Vende-se por baralu prec-o
    PARA UOUIDAQAO DE CONTAS
    Rua larga 4a RoMarlo 31.
    Botica.
    EcMMMua iiolavel
    Por 2^000 compra-se
    valor de 35^500.
    0 Memorial Pcrh'anibucaho para,
    ctista epcrias 2^000,
    Com este'diminuto pre^o di^ppnsase :
    3* 0 rs. curto die ama folhinha.
    * flOo* cu3to 4e uma Taboa de Catribioo*m; .^hapoos de spj de seda, ftabo de caana,,a 85*500
    Lqndres. I cada ami ''to tado w ho n. W"darro"a' do Crepe,
    2*000 custo de uma Taboa de Cainbio sobw Ioia 9 3 n'orfes/deSdHnihriB's .
    Liaboa.
    UH1
    i74
    rtaniifitias cb'mliVtr'as estampaiis' Jela"diminuto
    ecoae 400 rs. o covado.
    MMNHMMi aJsetrfeda* a>4fW0-o co-
    vaJo. .......
    Granadinas pretas com listrasAe cores a 500 rs.
    o oovaeo.
    Metros Irancados proprios parai'v*?tr*),,a,3lW rs
    ocMb.
    AInacas 5'i0 rs. o covado. t
    "Brim branco, Ibna, para calcas a'li5O0 i vara.
    Dito trjmta^iflWi'vVfa.
    Wto-de1 r3re, KMifa'.paro, !a 1 #400 a vara.
    WutHa
    Sa fHH&fto* dc Cwter AirffluO,
    jiruadoBronrnslOOaf^S
    Ve^fefee 'ftTi^pfiatts ob^
    jeetos, por pre coftaaodos:
    2I0CO-oasto de nmlivroem braaco para-assor-
    tos diarms.
    M custn de nm regolamento dosello.
    35AI5O0
    0' Memohal PernaffilMMano, serve
    Para o'Commercio :]
    Livro de lembranr; s Farias. Lkro de venci-!
    mento. Begistro de ltlcas Taoeas de cambfc '
    s dosello. R$ulamehto do correio. r ^_,.
    Para os adv.gados : VARA-NDA* rrancezas-^d* Miro fnndido de diver-
    Dembrancas diarfas. Livros de eontas para ^fiP_<. j*. bonitos;go>to^.
    honorarios. Veocimentos ds appeUos, provimea- 7 j r'*S("eie9 fcraaaes e peqtieaos.
    tos. vista de autos, etc. 'T0 d,t0 Para trabaHuK- erMgaz.
    Para os hi.mees de letlras : o!*'vBnf fraBcezas de reonxo.
    Dejorhal diarid para relatar acontecimeatos no- BAN0S cdm pea de fo.ro, com aaolla e sea
    taveis,para a* doaas de casa- 'SUfcs'B e-a-.. -:
    D6 ittTOde despez.s. .Notas domesticaa, etc. n ,rro.pira ^'i ,.'
    LIVBARIA FRANCI-ZA JARBOS de ferro para jardim, grandes e peque
    ----------------=ij na9.
    fi\4\ ACHi.NAS para gelar agua e fazer gelo ; gelam
    i agna. em tO mimrtoy uen gejo em
    CH1TAS LARGAS A 240 Rs.
    Vende-se cbitasfrancezas, largas, de cores
    fias, a 240, 300, 320 e 360 rs. o co-0
    vaiio.
    CASSAS DE CORES A 260RS.
    Vende-se cassas francezas finas de cores,,
    a 260, 320 e 400 rs. o covado.
    SAlAS A 25000.
    Vende-se saias brancas com barras de cd-
    res, a20O0.
    CdiTAS PARA COBEUTA A 280 RS.
    Veode-se chitas para cobertas, a 280 e
    rs. o covado.
    &' PARA'HOMENS A 6000 A DL'ZIA.
    Vende-se m<:ias cruas verdadeiras, para
    homehs, a HJOOO a duzia, a qual val
    8JT000.
    CHA'LES DE LA A 800 RS.
    Vende-se chales de la, a 800 rs. cada
    am.
    CfirTAS FINAS A 100 BS.
    Vende-se cbitas finds de campo largo, fa-
    zenda muito boa, a 400 rs. o covado.
    CHALES DE MERINO" A 2.J000.
    Vende-se chales de merino estampados, a
    2$, 39, 45000 e 5*000.
    Ditos de listras a 5r000 e 65000.
    BRINS EM CORTES A 1S00
    Vende-se cortesde brim de cdres e pardo,
    *liQZ00, para liquidar.
    W, COBERTAS DECHITA A 15600.
    5;Vende-se cobertss de ehita, a 15600 e
    29000.
    BRtM PARDO E DE CORES A 400 RS.
    Vende-se brim pardo e de cores, para rou-
    pa de homense meninos, a 400 rs. 0 cova-
    do, para liquidar.
    COLXAS HE CORES A 25000.
    Vende-se colxas de cores para cama, a 25,
    e 45000.
    TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
    15500.
    Vende-se transparentes para cadeiras, a
    15500, para liquidar.
    BONETS A 500 RS.
    Vende-se bonets de seda para homens, a
    500 rs.
    CHAPEO&A25500.
    GRANGE LIQUIDACAO E ROL'PA FEITA
    Vende-se ceroulas do algodao, a I50OO.
    Ditas de linho, a 15600 e 25000.
    Camisas de ehitas finas, a 15600.
    Ditas de peito de cores, a 25000,
    Ditas brai.cas tinas, a 25000, 35000 e
    45000.
    Calcasde brim pardo e de cores, a 25000
    6 25500.
    Ditas de casemira de cores e preta, a 59,
    65, 75 00 e 85000.
    Palitdlsde alpacas de cores, a 25500.
    Ditos pretos, a 39000 0 35a00.
    Ditos de casemira de cores, a 49 e
    65000.
    Ditos ditos prelcs, a 59000, 69500
    85000.
    Colletes de casemira de cores, a 29, 39 a
    49000.
    Camisas de flantllo, de cores, a 25000 e
    25500.
    AL'.ODAO A 49000.
    Vende-se pecas dc algodao, a 49, 59 e
    65000.
    CASEMIRA DE COR A 29500.
    Vende-se casemira de ci res, a 25u00 a
    eovado.
    MADAPOf.AO A 35000.
    Vfende-se pejas de madapolic enfflUHi -.,
    a 39000.
    Dito inglez, a 19990, 59, 65 < "rf">0
    pcea.
    BOTINAS A 4950!
    Vende se botinas para sen ho.
    a 49500, 55 e 65000.
    Dites de enliar, a 29000.
    Sapatos de tapete, a 19500.
    Ditos de tranc,a, a 19800 e -_.
    WtmM.
    ,00.
    BRAMANTE A 15600,
    Vende-se bramante com 10 palmos
    largura, para lencoes, a 15600 e 25500
    metro. E outras muitas fazendas propria
    j do mercado, quw se vende s^m reswrva. de
    nreoo, para liquidar ale^ o Giu d lurreale
    I anno, por isso convem aos compradores sor-
    ! tirem-se de fazendas baratas, para a presen-
    Veode-se cbape"os de castor para nreninos' te festa que esta na porta, i rua da Imperatriz
    e homens, a 25500 e 39000. n. 72. Bazar Nacioaal.
    Aos seafaoFes tftedreos
    Cr5e6^ o^erdadelro de Portland ; harrtcar' Tabos drainage;, de WePsoytaaiaaliii e dia
    ggaadra fe WO kilos: no armazem deTMso fr Wetr'es : naphanriacla aiMr^aoa de fWiar
    mitt* & ,.. caes do Apollo.
    ifaia A Cj;^ rua ttaquejfaia n. 67.
    Chitas a 240 rs. 0 eovado.
    A 240 rs 0 covado.
    u.n.w. n* j A 240 rs. 0 covado.
    esSaa. ^ xias n- n A- tei*':*'
    Vende-se nm cabriolet inglez de daas rbda*
    e quatro assentos, e um excelleute cavallo para 0
    meemo : pata ver na cocheira a rua a Rjda. e a
    tratar a rua Din-ita n. 10. ___________ ^
    Oleo de ricino
    Dende-se ol-o de nciuo em latas de 30 libraa :
    aa rua do Marq'uez de Olinda n. I, Jegoodo
    andar.
    DOS PREMtOS 0;
    7.
    PARTE DAS
    ss. ?mm. \s.
    PWMS.rNS. PM3MS. NS.
    491024
    3i
    40
    41
    42
    7
    74
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    1102
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    1, 84
    LQTERIAS CONCEDiftAS^ft l.tt rtfc^IltoiC^.^WMEW^. Pll MflHUIZ DE BfflRElR09, CTT1HH)A EM 16 PE JANEfRODB |#4
    NS. .PREMS.iNS. PREMSviNS. PRkMSiilNS. BREW. NS. PREMS.
    u
    PREMS.
    ii

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    8
    Diario de Pemambueo Sabbatio 17 de Janeiro de 1674.
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    JURiSPRUDENCIA.
    ------1-------------------------------->_----------------.-------.----------.----------L.
    Relatorl*
    A RESPEITO DO HKUOCtO DO MARECHAL BAZAINE
    EX-COMMAXDANTE EM CHBFE DO EXERCITO
    DO RHENO.
    TERCEIRA PARTE.
    CAPITULACAO ( DE 7 A 29 DC OUTUBRO )
    CAPMUI.O VII.
    AUOIENCIA DE 15 DE OUTUBRO. I
    (ConUmiagao)
    P.Htvieis recebido um despacho do
    general allemio Stiehle, indicando-vos quo o
    governo alleiuSo tinha concedidonove passes
    para .medicos luxemburguezes que deviam
    jbandonar Metz f Quanto vos foi entre-
    gue a carta do general Stiehle ?
    R.No dia 25, pela manhi.
    F.Nio havieis not vio que o estado no-
    lniuativo comprehendia apenas sete psssoas,
    e que todavia a carta que diraanava does-
    tado-maior prussiano dava o numero de
    nave T
    R Aquelle numero eneon'.ra-se tsmbem
    ua frente da conta luxcmburgueza.
    P.E' muito para surprohender que
    aquelle numero de nove, coincida tambem
    exactamente con o que se ia passar, e qu
    um semelhsnte auxihVi tenha sido para fnci-
    litar a sabida de duas pessoas, envolvidas
    com os medicos'?
    R.Eu nio podia prever este aconteci-
    mento que ia seguir se.
    P. Seja como for, o facto 6" quo no dia
    seguinte, um personagem, pnrtador de um
    volume envolvido em um lenco, se apresen-
    tou nos vossos postos avanca dos, e qu-i vos
    foi leva do pelo c;ipitao G.ircin. Es>e per-
    -onagein era o chamado Regnier, quose vos
    apreseatou como onviado de Hastings. Ha-
    vieis acolhido as propostas que vos foram
    feitas por aquelle desconhecido, e havieis
    eutrado em conferencias com elle. Mos-
    trou vos elle o passe prussiano que lhe ti-
    nha permittido chegar ate junto de v6s ?
    R..Nao, senhor presidente.
    P.Tivestes com essse individuo duas
    entrevistas, a 25 e a 26 de sete nbro ? Ti-
    ver'rnn essas entrevistas lugar na presence
    de testmunhas ?
    R.0 coronel Boyer esteve presente, em
    parte, a essas entrevistas:
    P.Por quern se dizia enviado esse per-
    ^onagem ?
    R.Disse vir da parte da imperatriz
    P. Estsis bem ccrto disso ? e que pede-
    is vos mostrou ?
    R.Moslrou-me photographias n'uma
    das quhes estava a assignatura do principe
    imperial.
    P.Nao fallastes da vossa corresponden-
    ts com o principe Frederico?
    R.-Nio.
    P.Havieis recebido nessa occasiao duas
    cartas, pelo menos, do principe Frederico
    Carlos. Nao fallastes dessas cartas, mas
    foi traduziudo-as, que perguntastes Re-
    gnier se o governo real reconhecia outro
    governo que nao fosse o do imperado-1
    R.Nao apresentei essa questio a Re-
    gnier.
    P.Regnier mostrou vos o passe que ti-
    uha de Mr. de Bisraark ?
    ..R.Sim.
    P.Nao vos fez elle umpedido?
    R.Pedij-rae a minha pbotographia,
    mas eu nao a tinha ; entao pedio-me para
    pdr a minha assignatura aa lado da do prin-
    cipe imperial.
    . p, _e elle disse vos que essa assignatura
    seria a prova do poder que tinha de v6s ?
    R. -Maseu nao lhe dei nenhum poder.
    P.Hegnier int-oduzio-secom o auxilio
    de uma assignatura, pondo a vossa ao lado;
    v6s parecieis outorgar lhe um poder novo.
    encarrega lo de uma missao em resposta d
    missio que elle tinha vindo desempenhar
    junto de v6s. Dovieis receiar dar a esse
    individuo uma autqridade que elleniodc-
    via ter, dar as suas palavras e aosseusactos
    uma autoridade preciosa para elle ?
    R. Naoliguei nenhuma importancia a
    essa assignatura.
    p._Devo fazer-vos observar que ella foi
    a consequencia. Todavia, tinheis pao para
    vinte dias, biscouto para dez, e forragens
    para quatorze. As outras provisoes falta-
    vam na mesma proporcio, e nao vos resta-
    vam viveres senao para vinte e sete dias.
    daquelles a que chamaes viveres completos.
    Havieis dito, e Regnier repetio que nao po-
    dieis, sem grande difficuldade chegar a 28 vossos esforcos com os sous.
    de outubro. i A 25 do setembro, havieis. dirigido o
    R.Nao dei essas infofmaeoes- a Reg- primeiro despacho, no qual expunhieis a
    oier. vossa situacjlo do uma "maneira muito stJto-
    P.Pois bem 1 o que eu terei a honra maria, e a 21 de outubro havieis enviado
    de vos fazer notar e que nao havieis tido segundo, que chegou #t Tours a 25. Nao
    receio, entregando a vossa assignatura a tendo Mr. Gambetta podido tomar conheci-
    Regnier de dar uma autoridade as informa- mento delle, porque era escrlpto em cifra,
    Odes que die poiia obter n'uma conversa- da qua! nio tinha a chave, dirigio-o ao go-
    $io e repelir depois. vernb da defeza, em Paris, pedindo que fos-
    . 0 marechal nao respondeu. 0 presiden- se traduzido. A cifra empregada..era a do
    to continuou : exerciio do Rheno.
    P.Regniisr pedi^-vos autonsaoSo para Esse despacho no voltou de Paris senao
    communicar corn o marechal Canrobert e o a 17 dedezombro, muito tempo depois da
    general Bourbjki? capitulajao de Metz; era concebido nestes
    R. Sim. Sr. presidente. .termos:
    P.Havieis oonsentido. Em differentes occasifies, tenho manda-
    R__Consenti; aquelles senhores tinham do bomens de boa vontade para dar em Pa-
    tido a liberdade de aceitar ou do recu- ris (e em Tours) noticias do exercito de Metz.
    sar. Desde entio a nossa situagao tem peiorado,
    p,Que resultado, debaixo do ponto de e nuuca recebi a meoor eommunica^ao,
    vista da defeza de Metz, da honra do nam de Paris, nem de Tours. Seria cem-
    oxereito. da salvaglo da patria, que resuha- tudo muijo util saber oque se passa na
    do, digo eu, esperaveisda missao confiada capital, por isso que dentro em pouco a
    ao marechal Canrobert, ao general Bour- fome me ha de forjar a tomar u;na resolu-
    baki ? cio nointeresse da Franca e do exer-
    R. Julguei. no interesse do exerc'fo,; Clt0.' u ...
    que era conveniente entenierem-se com a Na) seencontra nosregu^s nenbam ves-
    imperatriz regente, e pedir-lhe instrucgdes U10 de w\raf *enla"vs feitas pot v6s
    reiativamente ao exercUo do Rheno, e i Para vos ^f. efn commmica|ao com o
    praca de Metz | gverno &* defeza- nacional, Foi a estas
    P.-Havieis ponsado que mm communi-! *"?* remes*qe se limitaraw os vossos
    cacao tao vaga, como a que fez Regnier. e, esfor^s- ^teudeis o contrano, mas
    circumstancias tao graves vos dava o direito cooselb? ouwd s testenaunhas.
    em do autorisar um marechal de Franc,a ou rae Porem ,UH,a obsera0o, que me paroce
    ter o sou valo
    recia-se-vos um m^io escellente
    em relac/j'js coiftTours e Paris, e nao creio
    que odnimigo tivosse opposto a isso o menor
    obstaculo. Quando o general- Boorbaki
    sahio db vosso eampo para se dirigir a
    Hastings, bavieis-lhe dado a missao de en-
    trar em r*la56es com o governo da defeza
    nacionai, de lhe dar parte das vossas
    jinten^Ses, e de reeeber as suas instruc-
    recusou, o
    es-
    R. Nao, Sr. presidente, eu nao tinha
    entio qae entrar envrelacoes co-nn o governo
    da defez-a nacionai, por isso qoe esperava
    que, por intermedio da imperatr* se empre-
    hendessem negociagoes-de paz. Alem disso
    era inuti! dar instructs-; o geoeral Bour-
    baki, quc-e um homem muito iatelligent,
    sabia perfeitamente o que devia fazer.
    P. Sim, mas nao o havieis eon v id ado
    a fornecer ao governo da- defeza nacionai
    indicacoes sobre a vossa situacio militar, e,.
    em uma palavra, de entrar em vosso nome
    em relates com elle,. nio debaixo- do ponto-|
    do vista politico, por isso que o nio querieis,
    mas debaixo do ponto de vista militar, ou
    Vista da patria, como
    o
    Permits*-
    e paroce
    general commaudante de um corpo de ,ler. sou valor" A .2i do setembr.., <*&
    exercito a abandonar o p.sto que Ibeiinha rec
    sidoconfiado?
    (0 marochal fez um signal de assenti-
    meuto.)
    P.0 marechal Canrobert
    general Bourbaki consentio ?
    R.Sim, Sr. presidente.
    P.Todavia, pedio vos uma ordern
    cripta ?
    R.Foi unicamente no dia seguinte que
    elle me fallou de uma ordem escrip\a.
    P.E havieis dado uma ordeifi com data
    de 15, que era concebida assim :
    Tendo a impernlriz chamado junto da
    sua pessoa o general Bourbaki, comman-
    dante da guarda imperial, e" aquelle official
    general autorisado a dirigir-sc junto de sua
    raagestade.
    0 marechal commandante em chefe.
    Bazaine.
    Metz, 15 de setembro de 1870.
    Exists entre esta ordem e a qus encontro
    reproduzida no vosso livro sobre o exercKo
    do Rheno uma variante que tem o seu va-
    lor. Diz ella : sejaudo ter junto de si. Nio insisto,
    mas conheceis perfeitamente que estas pa-
    lavras estio longe de ter o valor da expres-
    sio :
    Tendo a imperatriz chamado que se
    erjeontram na ordem verdadeira.
    R.Nio po;so explicar como esse erro
    p6de ter apparecido no meu irabalho ; mas
    dignai-vos permittir-me uma pequena ob-
    servacio ; essa ordem nao 6 de 15, mas
    de 25. Foi a 25 que a entreguei a
    Bourbaki. Demais, nio tem isso impor-
    tancia.
    P.Havieis pensado era vos as^egurar
    que se um genera! francez sahia do vosso
    campo para as linhas mimigas, seria auto-
    risado a atravessa-las de novo para regres-
    sar?
    R.Nao tinha nenhuma seguranca, mas
    acreditava que poderia voltar.
    P.Havieis procurado, antes de dar
    uma semelhante autorisac,ao ao commandan
    te da guarda, esclarecer-vos sobre os
    rasultados que poderieis tirar dessa via-
    gem?
    R.Julguei que haveria um accordo, e
    quo, por intermedio da imperatriz, pode-
    riamos obter um armisticio.
    Presidente. tinha que vos interrogar
    sobre a natureza da missio que havieis dado
    ao general Bourbaki ; seri isso assumpto
    das perguntas que vos hio de sar apresen-
    tadas no comeco da proxima sessio.
    Senhor marechal podeis retirar-vos.
    AUOIENCIA DE 17 DE OUTl'RRO.
    Presidente.Vou, Sr. marechal, inter-
    rogar-vos a respeito d.is relates que ha-
    vieis tido ou tentado ter com o governo da
    defeza nacionai, sobre as communicates
    que lhe havieis dirigido, e icerca dps meios
    de que fizestes uso para combinar os
    P, Tinheis pois mais inforroacfios do
    que n6s suppunhamos. Derieisconh ceros
    esforcos de resistencia feitos pelo governo
    da defeza ?
    R. Os joroaes allemies nio fallavam
    desses esforcos. De mais, nio nos podia-
    mos fiar nelies para estar perfeitamonte in-
    form ados.
    P. Nio havieis recebido no fim do se-
    tembro um despacho trazido pelo agente
    Risse ?
    R. Nio.
    P. Em fins de outubro nio havieis fal-
    lado a um coronel a respeito dos provimen-
    tos de Thionville, manifestando a in'tenjao
    de os ir tomar ?
    R. Nio me lerabro da data dessa con-
    versacio. Nio creio ler tido a intengio de
    ir a Thionville para me munreiar, mas
    para sahir do circnlo em que estavamos
    encerrados. Tive sempre a inlenr^io de me
    dirigir sobre Thiouvite. .
    P. Nio destes inMrucgOes para pdr o
    exercito em march a do l.* de oulabro ?
    R Sim, senhor presidente, mas nio
    wa para me rmmiciar.
    P. Como eonciliais a idea de por o
    exercito em nrarcha com a outra idea de
    que depois de Sedan, nio linheis ma ne
    nljunsa esperan^a ?
    R. Essa ultima idea foi ama idea que
    eu emttti depois, cjuando redigi o meu re-
    latorio, mas quando chegamos ao fun de
    setembro, julgava poder executar o meu
    movimeoto, tendo sernpre em c mta os ein-
    baraos que o inimijp)offerecia.
    P. Eese movimento nio terta sido o
    resultado de uma convencjio ; nio-so ligav;
    FOLHETM.
    LU&BECXA SQE&I4
    mmw SATANIZ
    POR
    O. Ma no cl Fer aandez y Gonz alez
    SEGll ND A PARTE
    debaixo do ponto de
    era do vosso dever.
    R. Nio lhe fiz nenhuma recommenda-
    cao nesse sentido, disse que me louvei nolle;
    e elle pro vou pela sua. maneira do proceder
    que eu tinha razao.
    P. Nio se 4rata. de relasoos politicas
    com o governo da defeza nacionai, mas
    parecia necessario fazer-lhe conhecer a vossa
    situacao militar. Ouando annuistes, pelo
    vosso sUencio, a que i a guarda nio fosse
    empregada na ausencia do general Bourbaki,
    devieis contar com osen regresso. Privaste-
    vos effectivameute de um concurso precioso.
    R. Nio sabia. qjiando voltaria, mas
    contava com o seu regresso.
    P. Que communi cacdes havieis recebi-
    do do governo da defeza national ?
    R. Nenhuoas.
    P. Nio havieis recebido a- 13 de sa-
    tarnbro um despacho ?
    R. Nio.
    P. Ha uma testemunha que o conselho
    ha de ouvir. Na vossa ordem de 16, havieis
    definido o governo da defeza national como
    poder executivo. Conhecieis o decreto da
    convocajio dos eleitores ?
    R. Nao.
    P. Mas perdid ; o Courtier do la- Mo-
    selle, que havieis recebido, continha o de-
    creto.
    R. Nio se p6da fazer obra por um
    jornai.
    P. Coraparando p. noticia dada pelo
    Courrier de la Stosele com as noticia trail-
    das mais tarde pelo general Boyer, podieis
    acreditar na existencia de uma assembled ?
    R. Nio ; se tivesse existido uma as-
    sembler, estaria ella em via de formacio ;
    teriamos tornado as suas ordens. Sabiamos
    o que se passava pelos jornaes allemies.
    em cousa alg-umi aos incidentes Regnier e
    Bbyer ?
    R. Nao.
    P. Nio sabieis nada das negoeinooes
    entaboladas era Ferrieres ?
    Ki Conheeiamoi asvwgensde Hk Ju-
    lio Kavre, pelas-narrac6osq;00 se faziam nas
    folhas aliemaes-; sabiamos vagamente que
    naqudla epoca os prussiano* exigiam Slras-
    bur^o, e tres miibares.
    P. Tendes tido conhecimento das ten-
    tativas de negocia^oes feitas pra invocaro
    apoio das potentialestrangeirao?
    R. Tivemos-igualmente conhecimento
    dellas |)los jornaes allemies.
    P. Conhecendo essas negotiates,
    fizestes o- que vos p*eserevia O' regulamen-
    ,to de 1863, isto er fecilitar essas negociaQoes^
    prolongandoa resistencia,e tomado o vosso
    exercito mais active-?
    R, Dei constantemente ir*c-trac{6es para
    reunir maniq6es e viveres.
    P. Has nio pensaveis que seria neces
    sario secundar as negociacoas, dando is
    -operates militares um caractar mais serio,
    e mais geral ; desto-modo, asopdens dadas-
    para as batalbas de- Poltie e de Bdllevue nio-
    parecem kidicar a iatencat de ordonar uma
    accao geral, mas aoeontrario- uma especio
    .de pequena guerra.
    R. T-inhamos mais de +S'.,i*0O feridos ;
    Os Iocaes 90s medicos quasi quo faltavam ;
    nio podia ordenar grandes ogtra^oes, que
    'teriam tido em resuftado augmeotar 0 nume-
    ro dos enferraos, e passado algum tempo
    esta riamos- red uzidos- a impotencia.
    P; Besse modo, julgavMS que nao
    iseria util- facilitar aa- negociacjies, que era
    preferivel nao ordenar opera^ods serias>
    que teriam. podido oustar moita gente, quo
    era melhor nio fazer mais do que tenta
    tivas ?
    R. Sim, Sr. presidente; pensei qu
    era melhor conservar 0 exerciio intacto, afim
    de que elle pod esse sempre ser util ao pciz.
    P. Todavia note que nio havieis to-
    rnado nenhuma disposicao para libertar 0
    vosso exercito ; preparaveisvos para nego-
    ciar e permanecer na inaocio, esquecendo
    que 0 mais firme apoio de uma negociaQao
    e" a energia ?
    R. Eu nao podia fazer nada mais na
    ignorancia era que estava do que se passava
    em Franca, e na ausencia de notiaias de
    Tours e de Paris.
    P. Quando se considera 0 numero de
    combatentes que se achavam is vossas or-
    dens, e as operates railitaros dos. dous ulti-
    mos mezos, perganta-se se havieis feito
    quanto de vos depende, e se realmente nao
    havia direito a osperar de vos mais serins
    esforcos ?
    R. Esperava sempre que uin exercito
    de soccorro mocbegasse do lado dos Vosges.
    P. Nio haviel* recebido a 29 dejsetem-
    bro um tclegramma
    con<>ebido nestes termos
    Ferrieres, 29 de setembro de 1870.
    0 marecbal Bazaine acceitara a rendi-
    5io do exercito que se acha em frente do Metz
    com as condigoes que ha de estipular Reg-
    nier, fuudadas nas instruccdes que tiver do'
    marechal.
    Depois de ter recebido este telegramraa,
    cuja gravilade vos nio podia escapar, es-
    erevieis ao general Stiehle uma carta ex-
    traordinaria, da qual vos nio recordo senao
    a seguinte passagem:
    Respondo-!he (a Hegnier) que a unica
    cousa que eu podi 1 fazer era aceitar uma
    eapitula;ao com as honras da guerra, mas
    que nio podia compreheader a pragana
    capitulacio.
    Qua entendeis por bonras da guerra T
    R Queria dizer a condijio de que o
    exercito sahiria com armas e bogagens.
    P.Aquellas palavras honras de guer-
    ra nun -a tiveram esse smtido exacto;
    referem-se a f.'isas triste honras, a essa for-
    analidade dolorosa que havieis recusado no
    momento da capitulac,ao.
    R. 0 meu pensamento nao se appliou
    de uma mantira tio precisa ao sentido das
    palavras quo empregava; queria aponas
    apa?par 0 terreno'. e preparar-me para uma
    recusa. 0 meu ftm era obter informajoes
    a respeito (Jo quisucceleu com 0 general
    Bourbaki, e sobro 0 resultado da sua mis-
    sao. 0 resto nio era mais do que uma
    tactica da minha parte.
    P.Todavia nao vos ferio a precise
    terrivel das palavras de que se- servio Mr.
    a"c Bismark ; a reiidigao do exercito que se
    acha em frente de Metz. Nao se trata agora
    aqui de palavras mais ou menos vagas;
    trata-se de um despacho official conservado
    no* archives do goveruo de BerUm, e ao
    qu 1 havieis respondido com um despacho
    escripto. Ceno e que vos nio affec-
    tou a gravidade do vosso procedimen-
    to?
    R.-N'ao lhe liguei uma grande impor-
    tancia-, nao via senao urn meio de palpar
    0 terreno.
    P.Mas nac havieis pronunciado,. diri-
    gindo-vos a Mr. de Bismark a palavra ca-
    pitulacio?
    SAVONAROLA..
    (Coutinuacio do n. 12 )
    XIV
    A PROVA DO FOGO.
    Todas as noites, por espaco de quinze
    dias, ei.trou Savonarola na hospedaria, e
    de todas ellas sahio sempre desesperado.
    Angioliua, nio 0 conhecia, repelha-o e
    'esprezava-o.
    Tudo atormentava Savonarola.
    Entregara-se de novo ao seu amor, e esse
    amor nio podia ter esperan^a.
    Torturava-o a sua consciencia.
    Via Angiolina desgracada e nio podia
    tazer calar a sua consciencia que lhe bra-
    dava : & tu a causa da desgraga de An-
    dolina. ,
    Aeicommunhio do papa pesava sobre a
    cakefia de Savonarola e fazia-o tremer.
    Elle nio protestara contra 0 papa, mas
    sim contra 0 homem e 0 vigario de Christo
    lancara o sen anathema sobre 0 irapio que,
    vatendo-fe do um sophisms, atacava 0 ho-
    mem como chefe da igreja.
    Savonarola duridava.
    0 catholico antigo cxtstia no novo protes-
    ,D9avonarola respeitara 0 dogma, mas
    at*wa-se *5tabelecer, relativamonte ao
    :;ontificado, doutrinas que nio podiara dw
    xar da ser considoradaa como bereticas.
    Demasiado'o sabia Savonarola, e ousara
    nrftgar aquellas d-mtrinas, julgando-se pre-
    *deUnado, inspirado, enviado por Deus,
    cheio do gra$a e oograndecido pelo espirito
    Com tudo, uma multidio de acontci-
    mentos s de desengaoos 0 haviam ieito
    vacillar no sea erro.
    gfcfjig rj^r'-itwente quo Dei ;>.
    permittir 0 crime como um meio para che-
    gar ao bem.
    E tio corrompidos estavam aquelles tem-
    pos, tal era 0 espirito da epoca, e tal era a
    exacerbacio dos animos e das paixdes, nio
    s6 em Fforenea e no resto da Toscana, co-
    mo tambora em toda a Italia, que esses
    raesmosaquem Savonarola levantara da
    abjeccio, em nome da virtude, da digmda-
    de e da caridade, nio encontravam outros
    meios do regeneracio senio 0 fogo e 0 san-
    gue. ...
    Esperava-se um desenvolvimenta, uma
    transformacSo social e, como dissemosja,
    estava-se em pleno renascimeoto.
    Savonarola sentira a necessidade de um
    novo edificio, e consagrara-se i sua cons-
    truccio com todo 0 seu talento e com toda
    a sua alma. Porem .to ver que s6 podia
    ernpregar materiaes velhos, corroidos, po-
    dres, vacillou, duvidou e julgou se aban-
    donado por Deus. ...
    Como vimos, estava envolvido n uma
    rede cujas malhas 6ram muito fortes para
    que as podesse romper.
    Sonhara, e ao despertar do sonho, encon-
    trou se perdido.
    Teve roedo ; nao se atreveu a romper
    com os sous amigos, due desnaturalivam a
    sua id<$a, que eulodaVam-a, que ensan-
    R. Era um i*?o que eu preparava- (sen-
    sacio prolongada)
    P. -Aquelles termos da vossa carta-ap-
    plicavam.se a uma capitulacio; depois-de
    29 de setembro, podieis sem duvida contar
    com outro resultado. Fago notar o perigo
    a que vosbavieis-exposto. Julgais quo a
    vossa sitoaQio vos autorisava a discotir se-
    melhante convenj^o ?
    R.Era 0 unieoque ignorava 0 que po-
    dia fazero geverno legal, isto e, o governo
    da defeza. A minha situacao era por assim
    dizer sem exemplo; nao me louvava senao
    aa miaba consciencia. Nio tinha nenhama
    noticia do governo legal, enao pi>dia- de
    Trente para um governo lnsurgente. Nada
    oxistia.
    P.A.Franjaeontinuavaa eiistirl Po-
    dieis ves esperar^ neutralisando as vossas
    for^as, que 0 inimigo neutralftsasse umigual
    numero de sold ados 1
    R.Nio houvo nada disso ; nada de
    facto a esse respeito, mas teriamos proce-
    dido da melhor maneira.. no interosse do
    paiz.
    p.Independentemente dos valentes cha-
    fes collocados i>frente do.vosso exercito, 0
    que tornava esse exercito precioso- para o
    paiz, conprehendia elle quasi todos os
    quadros do exercito.
    R.Oi quadros estavam muito
    dos.
    p;Mas etam muito sUperiores aos que
    se podiam formar nos depositos* Recordo
    os termos da vossa convencao, e pergunto-
    vos se nao dissestes a Regnier que o que
    pedieis, era qu 5 0 exercito sahisse com as
    honras da guerra ?
    R.Nao dei nenhum mandato a Rog-
    sier.
    P.Ha semelhanca entre 0 que repete
    Regnien, e o que havie^ proposto a Mr. de
    Bismark.
    Pergunttrei se havieis ceflectido que a
    neutraiisacao do vosso exerciio, tal como
    estava no fim do mez de setembro, deixando
    ao inimigo a sua liberdade de accjio, ia in-
    teiramente coatra o fim que tinheis indica-
    do na conferencia do mez do agosto, e per-
    mittia ao inimigo dirigir mais 200,000 bx>-
    dalldo de Ferrieres.lgjens para 0 coracio da Franca.
    R.Nuoca foi minba ioten^io neutrali-
    sar 0 exercito ; queria chegar a um armis-
    ticio geral, para poder appellar para os po-
    deres constituidos do paiz.
    P.Eis-aqui porem as palavras qua ha-
    vieis pronunciado por occasiao 4a vossa
    conferencia com Regnier: Se podermo*
    sahir com %rmas e bagagens, isto i, Com-
    jkelamenle constituidos, manleriamot a
    ordem no interior, e fariamos respeilar at
    claitsulaa da convencao. Pergunto-vos, se,
    por estas palavras, vos na\> acbaveis ligado
    para concorrer com o inimigo, afim de
    corabater, os outros exercitos francezes?
    R.Nunca foram essas as ramhas inten-
    r;6es.
    P.Eu creio qoe isso nunca esleve na
    vossa intenjio, mas em fim aquellas pala-
    vras existem.
    R.Nunca tomei Hegnier a serio.
    P.Todavia pozestes pysto a vossa assig-
    natura ao lado da do priaeipe imperial; de-
    pois Mr. de Bismark. tend vos tolegrapha-
    do-relatrvamente & rcissio doSr. Regnier,
    havieis respondido a esse tetegramma. IHo-
    p dcis pob dizer que-o nio nao tomavesa
    serio.
    JV.Oueria simplesmonte eonbecer se o
    governo da regencia podia tralar como
    govwno allemio. Nuoca pensei noutra
    cousa.
    p.Sio duvidoque teneis repeHwooom
    todas as vossas forcas aquftlla interpretacio,
    mas, eralim, nao deviws vo antewr o que
    podia resultar da eonfereutia do Sr. Regnier
    >:om o governo altemao ?
    j R.?ji leal em tolas aa-minhas pala-
    vras, e nao proeurei seaio suspondor
    a-guerra, provocando um armisticio ge-
    geral.
    P Era essa tacucao >osco peiisamento ;
    mas nem p:*-isso deveria deixar de lembrar-
    vea as pa avrasque havieis proferido.
    ( A audieneia foi suspansa as duas boras
    e raeia, e rdeomecou is duas h >ras e qua-
    renta e cinco-rniuutos.).
    Bit Nio vistes regresaar o geoeral Boor-
    baki, e nunca mais ou*istes fallar do Sr.
    Regnier ; nao havieis coocluido disto, qe
    ji nio havia raotivo para-eoucluirama coa-
    ven^ao militar nos teroiaa da missio qoe
    havieis confiade ao general Bourbaki ?
    - R.Sim, Sr. presidente.
    . P. Havieis recebido a 7 de outobro
    um despacho do general Guffinieres, conce-
    bido- nestes termos-:
    BlatZi 7 do outubro te 1870.
    <* Devo inforowr a V. fcxe. da skoacio
    dos recursos em viveres dacidadade Mete.
    e dos armazeosda prafa.
    As autori lades civis iodaram-aae qus
    ha trig so para dea dias. Os armaeeas da
    pra$aiio cootom desde esta manaa mais
    do quo 832,4.7&ra$oes do pie ; ora, o nu-
    mero dos racionados sendo- de 160,000, ji
    nio tamos pao senao para cioeo dias.
    . Se V. Exc julgasse a proposito mdazir
    a rafaa de pie a 300 gramasas, poderiames
    viver- ainda otto dias, elevaodo a rscao de
    carne a 1,000-gr^mmas. Sou forcado, com
    grande sentimeuto a fazer entrar no consumo
    a leserva dos fortes. E' necessario aceres-
    ceater que a cidade consume uas 350>
    qaintaes por dia A fus&o desses recursos
    con os nosos, poderia, pelo menos, fazec
    gat-.har um dia. 0 3. corpc possue ons
    200 quintaesdo tarinha.
    ". 0 general commandanto superior, Cof-
    fMe res.
    muda-
    em nome da pureza do dogma, da inviola-
    bilidade e da inalterabilidado da igreja.
    Entretanto no caminho de Roma para
    Florenca andavam sempre enviados secre-
    tos. I
    Mudara tudo para Savonarola.
    Os seus sequazes, a" excepcao de poacos,
    ou tinham desapparecido ou se escon-
    diam.
    Parecia que tudo era inimigo de Savona-
    rola.
    Agentes do duque de Milio em Cremo-
    na, em Bolonha, e mesmo em Florenca,
    preparavam tudo para um golpe em favor
    do Pedro do Medic is contra a republica.
    Entretanto Francesco de Puglia pregavi
    violentamente contra Savonarola na igreja
    de Santa Crocce.
    Chamava-lhe herege, scismatico, falso
    propheta, e excitava-o a que se prestasse i
    prova do f)go para provar a ve^dade da
    sua doulrina. .
    Savonarola julgava contrario a sua digoi-
    dade responder a Francesco de Puglia, e
    contrario a" sua fe chamar Deus a jauo por
    meio da prova do fogo.
    Pela sua parte, frei Dominico de Peschia
    desafiava frei Francesco de Poglia para uma
    controversia publica sobre a doutrina de
    Savonarola, da qual se escusava 0 francis-
    cano, dizendo : Que, depois de se hater
    No mesmo dia, havieis dirigido aos com
    mandantes dos corpos do exercito uma carta
    na qual lhe expunheis que se apcoximava
    0 momanto em que 0 oxercilo do Rheno
    ia achar-se talvez na situacao mais diffitil
    que nunca soffreu um exercito francez. Pe
    dieis aos commandautes que vos uzessem
    conhacer, por escripto, depois de um rxamt
    maduro.e muito profundo, a sua opiniio
    possoal sobro o que haria afeaar. (Esta
    carta acha se reproduzida textuakaente no
    relatorn io general de Rcviere, no capitulc
    1 da te^ceira parte. J
    Eis aqui como os comraandaatos de corpos
    respondent & vossa ordem ( 0 escrivab faz
    a leitura do aviso dos commandantes de
    corpos, 0 qual coaclue com uma transac
    eio com 0 inimigo j.
    (CotUinuar-se-lta,
    gURompTtomelles era affroatar 0 marty-|^nado com a p^^^fo^"
    ... j-----. ^nkacAPco-'trma de Savonarola, fosse feita pelo fogo,
    dar-se a conhecer co-
    um miseravel,
    no, dosprestigiar-se,
    mo um impostor, como
    submergir-se no lodo da degradacM.
    Os seus sectaries haviam aceitadode toda
    a sua doutrina unicamente duas ideas : a
    da liberdade e a da porincacio dos cos-
    tumes. ...
    Todavia, tinham-n'as comprehendido a
    seu modo; haviam escolhido. para chegar
    i sua realisacjo, um caminho completa-
    mente opposto ao pro -edimento
    era inutil toda e qualquer controversia.
    Frei Dominico, excitado pelo seu fanatis-
    mo, respondeu as iosinua6es de frei Fran-
    cesco de Puglia, publicando as tres conhe-
    cidas conclusoes em que se fundava a nova
    doutrina de Savonarola, declarando que es-
    ta va prom pto a sustent4s por meio da
    prova do fogo.
    Nem frei Dominico, twm Franceseode
    de paz 0' Puglia erara homens capizes de retroootw
    dTcaridUe que Sa'von.rola pregava | 6e modo que o .^^f^SJL
    Osseussectarios. como dissemosja, mais serio, a Savonarola nio achava raoiode
    logicos que Savonarola, queriam a regone- .evttar aquHl, P^ gfi'do Poafio co-
    raiio pelo unico meio possivel. peU 4as-; Com tudo. frei P'"^ Je Foghaco
    trSio de tudoquaoto si oppunhaVella. mefiou a rnrsar V^^^^^S.
    Nos prim-ir^temr^do^risUaoismo, de Peschia e. firm, noaea ***%*++
    Savmaro tena sido Stn vuho grandiose zia por tod- aparte qua a sue V"**"
    ^oseugenio, peto seu talento. pelo se com Sajonjr^; ^ desjjahyo.
    oSseis seculos depois. oonsegoira tio de ardor, para quo SaTOWfola w fcwaaae
    -'mr
    'r-se escomroune^r pelo papa, com ell?
    Havia n'aquelle franciscano 0 quer que
    fosse de heroico, e inotilmente Savonarola
    admoestara severamente frei Dominico para
    que desistisse.
    Em um d'aquelles dias os priores da li-
    berdade, 0 magistrado da justicae os outros
    membros da compaohia, partidarios secre-
    tos dos Medicis, o por tanto inimigos de
    Savonaroh, haviam tido uma ceia, na qual
    por entre os viohos espumososo asiguarias
    succulentas, detidiram fazer todo o possivel
    para que a prova do fogo tivesse effeito.
    __Se Savonarola subir & f gueira, diziam
    elles, e certo que se abrazard ; se nio su-
    bir, per lord 0 prestigio entre os seus sequa-
    zes e teremos oocasiio de promover um
    tumulto contra elle, no meio 'do qual po-
    deremos prende-lo.
    Entre elles havia quem opinasse que 0
    deviam raatar, aproveitando para isso o tu-
    multo.
    Assim, pois, o governo estava disposto a
    usar de todos os meios contra Savonarola.
    A senhoria, querendo sahir quanto antes
    d'aquella situacao grave, mandou escrever
    pelo noterio Ceccone as tres conclusoes de
    Savonarola, convidando a que as subscre-
    vessem aquelles quequizessem sustenta-las
    com a prova do fogo. -
    Nio nouve poder humano para evitar que
    frei Dominico de Peschia assignasse imrae-
    diatamente.
    Faltava, portm, obrigar frei Francesco
    de Puglia, autor da proposta da prova do
    Bra isso uma ompreza demasiado diffi-
    oil. _
    0 franciscano repetia que frei Dominico
    nio se podia comparer com Savonarola,
    nem no que valia pelo seu talento, nem. na
    doutrina, e que par tanto so com olla.'subi-
    ria a foguoira, nio tendo nadajguTver com
    frei Dominico.
    Assegurou-se a freL^rr4ac.>sco de Puglia
    que nao se veria ob%ado a subir i foguei
    ra ; que 0que agqueria era fazer publico
    que SavenaralafjQiaia a expertencia e aban-
    douava a etbJurn dos seus religiosos, e que
    itdoo caso/do qne se nio povlesse evitar o
    facto, se JShjJoutraria meio *9 1ue n* 'osse
    lv do/effeito.
    !tt ore o mesmo qua preparar uma
    I T?rantar-?-bia 0 espanto?c c^ff-'-o,
    Gheio de raaterias combustiveis, em torno
    do qual se agruparia uma multidio immen-
    sa, ivida de emoQoes ; diminuir-se-hia o
    prestigio de Savonarola,fazendo-o apparecer
    sacrifioador e nio victima, e reduzir-se hia
    tudo a que o populacho de Florea^a se reu-
    niria para ver um cad&falso que nio devia
    funccionar e duas communidades de frades
    em procissao : a dos dominicos de S. Mar-
    cos e a dos franciscanos da Santa Crocce.
    Comtudo, nio se p6de alcan$ar de frei
    Froncesco de Puglia senao que assignasse
    uma declaraclo, na qual manifestava que
    estava prompto a suhir i fogueira com frei
    Jeronyrao Savonarola, se este quize6$e sub-
    metter-se a prova do fogo ; e que se elle
    consentia n'isso, ere por excitagao dos mag-
    niflcos senhores do governo de Florenca.
    0 franciscano tinha ja medo, e esse mo-
    do ia convertendo-se em terror, i medida
    que 0 assumpto se tornava mais serio pela
    obstinacao de frei Dominico.
    Para a prova do fogo offerecia por seu
    turno 0 seu companheiro Giuliano Rondi-
    nelli, com 0 que nSo fazia mais do que
    imitar Savonarola que consentia afiaal em
    que frei Dominico se submetesse a prova.
    Rondinelli foi chamado pela senhoria, e,
    nio sem gran le resistencia, assignou aiinal
    0 compromisso.
    Pelo convento de S. Marcos assignou-0
    voluntariamoote frei Marianno e Ughi.
    Tal era a corrupcao d'aquelle tempo, que
    0 governo da republica nio se envergonhava
    de urifir um tragia-infamaf que devw derra-
    mar sangu, innocente e p6r em perigo, por
    um aecidente qualquer, a salvacao da re-
    Wablica.
    ' Nio faltaram, comtudo, alguns membros
    do governo que desapprovaram enorgica-
    mente este procedimeoto da senhoria, 0 en-
    tre elles Carlos Caoigiani, que disse com
    umaltivo desdem, que aquelle assumpto
    era uma lute de pregadoros, que devia ser
    l-vado a Roma, onde se canonisam os san-
    tos, e nio devia ser tratado de modo algum
    n'um palacio onde era mais proprio discu-
    tir acerca da guerra e do diithuiro.
    Girolamo RucelUi, outro membro do
    conselho, accrescentava :
    Pareoe-me que com este fogo se quer
    aegociar alguma cousa ; o que importae

    prescind ir
    da cl'Jada.
    ' lea e pensar na concordia
    bo : :.. .) iulp rar
    J
    "ty"1 no l .:.:y-atA DUQtJa ie taxus.

    a cidade com essa prova accenda-sa a fo-
    gueira, mas attenda-se a cidade a nio aos
    frades,
    Chegou a vez de fallar a Giovanni Canac -
    ci, 0 qual, commovido, e com as lagrimas
    nos olho* pronunciou estas preciosas pala-
    vras :
    Quando vejo cousas como estas, nio
    sei se deseje a vida ou a morte. Certamen
    te que se nossos pais, fuodadores da nossa
    republica, tivessem acreditado que aqui se
    tratariam semelhantes cousas, a que havia
    mos de ser 0 vituperio de todo 0 mundo,
    ter-se-hiam envergonhado de fazer o que
    fizeram. A nossa cidade eucontra-se n'uma
    situacao em que tudo e temor e desaccor
    do. Por isso, peco i senhoria quo livre a
    no sa cidade do um tal estado, seja qual
    for a prova necessaria para isso.
    Por ultimo, um tal Vespucio desappro.'oo
    energicamente 0 procedimento da senhoria,
    censurando-a, porque usavade meios iodig
    nos, proprios de gents miudae bastard*,
    que serviam tio s6mento para dar livre
    campo as iniquidados dos malvados. Ima
    linguagem tio ;franca e desusada, maaitos
    tava sobejamente quantos homens digoos
    se escandalisavam com 0 procedimanto da
    senhoria.
    Assim, pois, a prova do fogo tornara-ae
    inevital ; queriam-u'a o papa 0 a senhoria
    a todo o custo. Pelo aue diz remain a
    Savonarola, estare profundamonte indunado
    contra 05 sous advorsarios, quo aooobri
    o espirito da partido sob uma falsa apparoa-
    cia de zelo religioso ; estava persuadido 4e
    que os franciscanos nio tinham hartals
    valor pasa *ffrootar a prova.
    Conhecia a iotriga eseoua-se aavolrido
    n'eiU e impatonto pare a deatruir.
    Duvidava do si mesmo, 0 sen peooa-
    meoto estava envolto n'um oabos.
    Orava, buseando a greca qua julgava
    te-lo inspiredo, o qoe saapartara 4 alto pa-
    las suas culpas.
    Tudo ere coufusSo e receio em Sav
    fola. \
    Por isso, panha 'tia prateca tudo qaakfo
    estava ao s?u slcance pare, que a prova i4^
    tivesse lugar, >
    fCoBtsnoar-oe-ka.)


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