Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17548


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Full Text
ANNO L. KEMEHO if
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PAR* A CAPITAL E LUGARE1 *DE N.IO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantatdos................
Por seis ditos idem..................
Por um anno idem. ................ 2-WM
jCada inimero arulso................. 5?320
QtiWTA FEIRA 45 DE JANEIRO DE 4874
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PARA DEHTRO E FORA DA PROVlliCIA.
Tor tres mezes adiantados.............
Por seis ditos idem..............*
Por note ditos idem............
Por um anno idem...............*.
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309*50
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DIARIO DE PERMMBICO.
PROPRIEDADE DE MANGEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS.
Oi Sr. Oerardo Antonio Aires 4 Filhos, no Pari; Gpncalres 4 Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose" de Oliveira 4 Filho, no Ceari; Itatonio de Leiuus Braga, no Araeatr ; Joao aria Julio Chares, no Assa; Antonia Marques da Silra, no Hatal; Josa Ja
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silra, aa Parahyba ; Antonio Jose* Gomes, na Villa da -laoha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose" da Costa flraga, em Nazareth j
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Allies Aires 4 C., na Bahia; e Lehe, Cerquinho 4 C. no Bio Jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Cavern* 3a provinria
MSP*CH0S DA MESIDKNCU. DO MX 11 OE JXXGffi I
DE 1871.
Ant mio Francisco do Carino. -Informs o Sr.
t>r. chafe da poheia.
Bettrio Oliveira Jt C Defando com officio des-
la data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Clariado J*s6 Slaros.Craceda-se.
Candida Ferreira de Oliveira Campello. Satis-
faca o supplies nte a exigencia da thcsouraria de
hzenda, ean^ida na informacao junU p >r oopia.
Jeanna MJria Evangelista. -Indefariio.
Joaquim da Silva C >-ta.Inleferido, era vi da informacao do engenheiro chafe da reparlicio
das obras pubUcas.
Jose do Garrao Castro de Oliveira. Informe o
Sr. commandaote superior da guarda national do
municipie de Goyanna. ->
Jose Ghrispiniano Rodngues Coelho Braadao.
\ffuard4 o aupplicante credito, visto ter eahido era
Axercicio findo a divida, cuja pagamento reque-
fe|ose \otoaio Guedes da Trindade. Aguarde o
supplieaate credito, visto ter cahido era exercicio
a divida, onto pagament > requereu. ___
Leocadio Alexandre da Conceicao.P*sse por-
taria concedenlo a liseuca padida, com vencimen-
-tos. na forma da lei- _
Tenente Miguel Joaquim do Rjgo Barros. In
forme o Sr. brigadeiro commandaute das armas.
Coninaiiilo das armas.
QU4RTEL GENERAL DO COMMANDO DiS ARMAS
DE PERNAMBCCO, EM li.DE JANEIRO DE
1874.
Ordem do dia n. 787.
0 brigadeiro commandanle das armas faz certo
a tuarnicao para os fins necessarios, que nesta
iata o Sr. major honorario do exercilo Jose
Bonifacio dos Santos Mergulhao, ajadante de or-
dens encarregado do detalhe, eatrou no goso de
vinte dias de licenea na forma da lei, qua por por-
taria da preidencia de 31 de dezembro proximo
pa3iado obteve para trattr de sua sande fora da
caoital. e qae para servir o refarido emprego, du-
ranta o impadimento do dito Sr. major, noraeou o
Sr aiferes do corpo de esudoraaior de 1* classe
J.jie Elisiario dos Santos..,_._..,
(Assignada) Manoel da Cunha Wanderley
Conforme.0 major, Jose B. dos Santos Mer-
tathao, ajudante de ordens encarregado do de-
talhe.
HaTfj.***- 4m polici.
1.' sec;ao. Sccretaria da pohcia de Pernambueo,
li de Janeiro de 1874.
N. 63.Illm. a Kxm. Sr.Participo a V. Exc.
qua foram hontem recoihidos a casa de delengao os
individuos seguintes :
A' rainha ordera, o alienado Franciscu Antonio
l'areira, ate ter destino. .
A" ordem do Dr. juiz de direito do 2." dislneto
criminal, Antonio Jose Gorreia, Francisco Teixeira
Barboza e Ildefonso Jose dos Santos, autores e
cumplices em crime de ferimentos graves.
A" ordem do sabdelegado do Recife, o subdito
portuguez Guilherme da Motta Bastos, a requisi-
.io do respectivo consul.
Por officio de hoje, doclarou-raa qua, nesti data
remetteu ao Dr. juiz de direito de Oliuda o in jue-
rito policial que fez contra Joao Sabino, autor dos
ferimentos praticados na pa?soa de Tneodoro Ga
vaicinte de Lima.
0 sublelegado do i." districto do a. Jose com-
liiuuicou-me, por ofDcio desta data, que, hontem
pelas quatro horas da tarde, a rua Imperial, o bond
n 13 fracturou uma das pernas de Romana Maria
da Conceicao, sendo preso em flagrante o respec-
tivo boleeiro por pessoas dj povo, e que a tal res-
peito procedia nos lennos da lei.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira da Lucena, dignissi-
mo president da provincia. O chefe de polieia,
Antmio Francisco Correia de Araujo.
i
diahiodeper^ambouu
Retrospecto politico d anno de
1893.
KECim, 1 DE JANEIRO DE 1S74.
II
'l'endo concluido o exame dos acontecimentos
-do velho continente, e assignalado os factus mais
notaveis occorridos era 1873 ; cumpre que volva-
mos vistas perscrutadoras para o continente daa
duas Americas, e que aqui, como alii, corapulse-
mos a historia dos sous povos no decurso do anno
que findo u.
Felumente para os povos do continente em que
respirou o genovez C6lombo neohnma das grandes
" quetoes nenhum dos terrificantet problemas que
agttamos povos europeos, lancando-os de continuo
uas contra os oatros, desenvolve na America a sua
pojante accao, em busca de equilibrios fugitivos,ou
a cata de principios que assegurem um estado po-
litico a$3dole de ordinario em bases (abas.
Nao, a America por emquanto ainda nan se es-
torca nas rascas da agoma cruciante que soetn
ser preludios dessas quedas afflictivas que tanto
mal tem feito acs estados do velho continente, nem
tao pouco lhe enlutam a alma gigante esses tor-
velinhos da palxSes Infrenes que, em nome de re-
trotrados prfncipios, enlameiara a humanidade,
obnando-a a chorar lagrimas de sangue sobre as
rotes da autonomias deeahidas, sobre os restos
de liberdades oonculcadas.
Aqui, na America, ha sim vellwdades bellicosas,
qoecomecam a desbrochar; hasonhos ambicio-
09, qua almejam realisar-se; ha despaitos mal
con'tidos que busoam se expandir; ma 6 forca
confessar que nada disso tem vislumbres de aeme-
ihanca con a polKica odienU "
.
e raocorosa de al-
ins* estados enropens, e rouito menos se fllia a
grande eacola em qne apronderam as nacfos do
valbo mundo. .
Nao, nio dominam nos povos amencanos, nem
es odios rancorosos que nao cansam, nem os an-
tagonismos crueis que se eslrangulara, nem as
p2x5es inglorias que devoram as grandes naclo-
naiidades europeas. Aqui felizmente, as relagoes
de esiade a estado i=ao dtversas, e ainda bam que
aaaim o 6 para dr tempo e espaco ao desappare-
cuaeato do irrequieluoio politico de algumas na-
coes cujos partidos nao ces horrores da nefanda luta fratricida, em revoltas
harbsras e sanguineaa, quo sao a chaga podre do
naro continente. ... > j
& rcalmentena vida iniinia Jc caoa enaao aa
AiMriea que oolhar investigador enconlra pasto
kvVocabracoes do espirito, n que este se sente
aeorehtnai'iMtea dissolncao de unlassociedades
iwras cheias de vida e de eleraentos capazes de
Itair umUm Bc6es ricas felizes e respeJUveis.
^5xi owl, e desalante ver, dia a dia, o facho
da auerra civil laacar noe bracos da anarchia tan
meiar todos os germens de grandeia, todos os
irtaLi de riqnm, que podem tornar prospe-
ros a ditosoa muitos povos I
Tal foi, entretanto, no anno findo, o triste qua-
dro que ainda apresenuram alguns estados ame-
ricanoa, quer ao none, quer no centro, e quer no
suj do continente I
E ao passo que isto assira se ia mostrando. corao
que foram mats e mais se desenhando os symp-
tomas pouco consoladores das pendeneias interna-
cionaes que assignalamos ha uiu anno, e qoe vol-
vein ao anno de 1874, se nao mais aggravadas no
norle e no sn>, pelo menos no mesmo estado des-
gracioso em qne os deixou o anno de <872.
Com effeito ; Cuba, o Canada, o Mexico, S. Do-
mingos. e o Haitj continuara a captar cuidados e
attenjSes da Uniao Americana ; na America Cen-
tral nenhnm passo deu a |ue3tao federativa ; no
Pacifico ficou estacionaria a idea de uniio inter-
nacional; e finalmeate os almejos argentinos nao
poderam destender-se ao Pa-ajuay e ao Uruguay,
posto que continuem a esvoacar em torno dessa
idea, que e a mens vellata da Confederacao do
Prata.
0 Canada, possf ssao ingleza a quern dos mares,
nao pode ucm podera jamais ser vista com bons
olhos pela politica amcricana
Ha, alii naquella rica colonia todos os germens
para um estado, e este se ha de formar queira-o
ou nio o queira a Inglaterra, intervenha ou deixe
de intervir a Uniao Americana.
Mas essa intervencao e bem possivel, e para el-
la nSo cessam de trabalhar o fenianismo e o fli-
busteirismo, como qua preparando o futuro, que
ha de ser um cheque a Inglaterra.
Cuba, victima da Hespanna nas Antilhas, nao
cessa, por sen la to, de protestar com as armas na
raao contra o martyrologlo dos sens filhos.
A Hespanha tem hoje em dia um partido entre
os indigenas da ilha. Mas o que vale is30 ? A
luta persiste e ha de durar emquanto houver um
elemento de resistencia ; e esse elemento os flibus-
teirot da Uniao se tem incumbido de outorgar.
Os Estados Unidos trazera de continuo bem pe-
sados os suceessos de Cuba ; e oertaraente nao
hao de consentir que a forro e fogo seja aniqui-
lado o re?to desses valentes insargentes qae com -
batera pela liberdade e independencia da patria.
A qaestao do aprisionamento do Virginius e do
assasstnio legal de varios de sens passageiros, veio
em certo modo aggravar a situacao da Hespanha
na ilha, em face da Uniao Americana.
E' bem (wssivel qne essa questio seja ainda a
luva que obrigue os Estados Unidos a intervir em
Cuba, onde a Hespanha dia a dia vai perdendo em
influencia e energia.
0 Mexico, mais feliz, conseguio melhorar as suas
relacSes com a Uniao; mas ainda assim, perdu-
ram as queixas da sna visinha. e, se mais uma
vez acontecer que a guerra civil levanle o collo no
no infeliz torrao do Mexico, e possivel uma
intervencao americana, e quiea uma anuexarao.
0 Haity e S. Domingos, nao obstante ainda se-
rem livres, sentem desde ja a ihtervencSo da Ame-
rica do Norte, pacifica sim e a titnlo commercial,
mas em todo caso absorgsora, e como qne prepa-
radora de nraa annexapao territorial, para a qual
como qne se estendem os bracos da Uniao, seden-
tos de estreitar a hegemonia yankec as duas pe-
quanas ropublieai, datAe annm ripvnwdis bOT
conlinuas guerras intestinas.
No centro das Ara^ricas, as (inco republicas ir-
mas, Nicaragua, Costa Rica, Guatemala, S.Salva-
dor e Honduras, em vao buscam cimentar um
pacto de uniao federal, com, o fim de cortar as
querellas entre si, e no intuito de fazerom-e for-
tes e respeitaveis.
Era vao, dizemos, porque baldados teem sido os
seus esforcos, e ainda hoje nao raro se chocam os
seus inter esses, inter vindo nmas nas outras, como
se foise isso cousa plausivel e permittida pelo di-
reito dos povos.
Nas republicas do Pacifico mais improficuas
ainda teem sido iguaes e tao generosas tentativas,
visto como a ellas se oppOem os interesses do
Chile, Peru e Bolivia, e nio menos se entrecho-
cam as velleidades da Colombia.'Equador e Vene-
zuela, cujos estados components nao raro preten-
dem se arvorar era arbitros nas questoes inter-
nas dos vizinhos.
Finalmente, no sul do continente, a ambicao
desmedida da Confederacao Argentina continuou
e continua a manifestar-se, hem que se ache im-
potente pela attitude dos visinhos, e-pecialmente
do Brasil, a quem nio pode de modo nenhum con-
vir a sonhada annexajao do Paraguay e do Uru-
guay.
Arabos ester estados proles tarn contra a sua in-
corporacao na Confedera^o Platina; e o Brasil
tambera ha de protestar contra esse tentaraen,
quando mister houver de desembainhar a sua glo
riosa espada.
Para isto nio cessa de trabalhar a Republica
Argentina, ora ostentando direitos que nao tem,
ora se arrogando atlnbuicoes que lhe fallecem, ora
usando de linguagem virulenta que so transuda
insultes, ora finalmente armando-se para a luta,
com uma arrogancia somente comparavel com as
bravatas quixotescas do seu povo vanglorioso e
fanfarrao.
0 Paraguay, a miseranda republica sobre quem
pesam dolorosamehte os desastres da guerra de
1865-1870, e por ora o seu primordial almejo ;
e, para relisa-lo, quer a Confederacao enlaca-la
em sua rede, delimitando-se com elle por meio de
nma linha que nenhumas garantias offerece a in-
dependencia a aulonomia paraguaya.
A tanto arrojo se oppoe e se ha de oppdr sem-
pre o Brasil, cuja influencia e enjo onro tem fo-
mentado aquella independencia e aulonomia,
e ainda ha pooco o fez, garantindo uma e outra
no tratados de 1871
Esses tratados alarmaram a Confederacao, e do-
ram aso a crueis apprehens5es, qua foram em
parte dissipadas pelo Cunvenio de 19 de novembro
de 1872, celebrado entre o Brasil a a Confedera-
cao, no Rio de Janeiro. .
Depots de tal eonvenio, em que o Brasil deixou
patente e seu espirito conciliador a as suas in-
tencoes honestas a sensatas, devia a Confederacy
ir ao Paraguay negociar os seas tratados definiti-
vos de paz, prestandolhe o Brasil o seu apoio
moral. ...
Assim fez a Confederacao ; a o general Mitre
dirigio-se a Assumpcao com o fim de abrir nego-
ciafoes para os tratados, tendo por assittente o
barao de Araguaya, representante do Brasil.
Rejabilouse o Paraguay com a boa nova ; mas
pouco durou essa alegria, porque, apos a guerra
civil alii fomentada pela Confederacao Argentina,
foram interrompidas as negociacpes, e rejatudo
em segaida o esboco do tratado accordado entre
o general Mitre o o governo de Assnmpeao como
meio de por um fim honroso a debatida questao
de limites.
Gomprehendendo que era vanlagem. p_ara o seu
paii tirar de sobre elle a justa accwatao de am-
bicioso, o general Mitre, apoiado pelo barao to
Aragnaya, quiz laser eoncessasa ao Paraguay,
desannuviando os horisontes politicos das caoaai
precortoras de nma gnerra cruel e desoladora.
Sobre taes bases, oorem, nio quiz nem quer a
Confederacao negociar a paz* dennitiva ; a sera
duvida aos seus calculos ambiciosos convem ter
serapre suspensa sobre a cabeca do Paraguay a
espada de Damocles da questio de limites, cuino
uma causa eterna da ameacas e sobresaltos para
todos os vizinhos.
Rotas as negociacdes, nio trepidarara as in-
flaencias argentinas era Linear a conta do Brasil
o seu cheque de Assumpcao ;. e, pois, recrudes-
ceram os odios e rancores, expandindo-se nio so
mente na impreasa, cuja linguagem injuriosa e
proverbial contra o Brasil, mas tambem no pro-
pno governo, cujas praticas insinceras levaram-no
a arraar o paiz desraesuradamente e a ostentar ar-
rogancia ao ponto de, contra o direito das gentes
e os tratados existentes, querer erabaracar a na-
vegacio do Prata aos navios brasileiros s6b" futeis
pratcxtos, taes corao a prisao de um criminoso
politico qoe se quiz effectuar no porto de Buenos-
Arras, ao bordo do paquete CuyaM.
' Felizmente a todos esses actos tem sabido
povo e o governo do Brasil corresponder com dig-
nidade e elevagao de vrstas, no s6 repellindo a
impreasa os ataques da sua irma do Prata e aeon-
selhando ao governo attitute energica e decidi-
da, mas tambem primando o governo ora pe-
dir explicacSes sobre arraamentoj, e reagindo effl-
cazmente, por maio do seu representaote era Bue-
nos-Ayres, contra as pretends do governo
argentino no incidente referido do paquete
Cuyabd.
E' certo que as explicacSes sobre armamentos
foram araistosas, e bem assim e claro que, perau-
te as reclaraacdes brasileiras, apoiadas pelos vasos
de guerra d> imperio, celeu do seu proposito o
governo de Baenos Ayres, embora fazendo reser-
vas sobre a questao de direito ; mas nio e me-
nos evidente que ambos os factos concorreram
para azedar ainda mais do qae ja eram as rela-
c5es entre e Imperio e a Confederacao, cujos
anhelos bellicosos continuara a manifestar-se por
meio de accumulacio de meio* de gnerra.
Ante esse estado de cousa, os viz inhos, inquie-
tados e receiosos, todos entraram tambem a pre-
parar-se ; e d'ahi vem qae o Chile, u Perd, a Bo-
livia, o Paraguay, o Uruguay e o I Brasil ain Ja
trabalham per se arraar, a sem duvida continua
rao a predUpor os eleraentos para nma possivel
guerra, filha dos arrebatamentos esturdios, das
ambictJes ridiculas dabellicosa Confederacao pla-
tina.
Com essa paz armada, com esse estado precario
das relacoes internacionaes soffrem as finan^as,
perdem as industrias e o commercio, deteriora-se o
credito, eabalam-se os fundaraentos do progressos;
mas que importa isso a Confaderacio, com tanto
qua alia possa levar por d'avante os axtravagantes
sonho3 dos seus desmiolados estadistas ? I
Se esies tivessem um resquicio ao menos de
juizo : se Ihes merecasse valor a liberdade e a in-
dependencia dos estados vizinhos ; se lhes capias-
wm mtencops ns principios hnmanfiariof *
conquislas Ja civilisacao ; certo, em vez de pro-
vocarem uma guerra fatal a todos, buscariara
elles de preferencia solver pacificamente lodas as
difficuldades, nao se accommodando com o Brasil,
cuja amisade convem por todos os litulos a "Con-
federacao, mas tambem satifazendo as legjltmas
aspiracoes do Paraguay ; e concluindo amistosa-
mente as pendeneias de limites com o Chile, o
Peru e a Bolivia, cujas queixas e desgostos pe-
sam dolorosamentejobre a politica argenlina.
Longe disto, porem, vao os alvitres dos diplo-
matas e estadistas argentinos, pois que, esquecen-
do as dores intimas da patria, antes do que leval-a
a paz, procuram lancal-a nos torvelinhos damno-
sos de uma guerra devastadora, que so pode ser
funesta a Republica Argenlina. j
Caso rebente essa guerra, o que almejamos nao
succeda, e possivel que a luta fique restringida ao
Paraguay, Republica Argentina e Brasil; mas tam-
bem e possivel que nella tomem parte o Chile, o
Perd, a Bolivia e o Uruguay.
No primeiro caso e licito suppor que, mais for-
te, dispondo de mais recursos, de um exercito
bem disciplinado e de uma armada numerosa,
o Brasil seja o vencedor na luta, e colha, com os
louros da earapanha, a gloria de mais uma vez
resguardar os direitos de um povo fraco o para-
guayo -contra as ambicoes da Confaderacio.
Na segunda hypothese, a questao e mais com-
plexa, e cerumente dependera das sympathias e
alliancas celebradas entre os varios 0
sados.
Para que lado entretanto pendem
thias ? Evidentemente nao e para d
federacao, visto como, quer o Uruguay, quer as
tres republicas do Pacifico, o Cuile, o Peril e a
Bolivia, nutrem queixas serias contra a politica
cartagineza de Buenos-Ayres.
0 Uruguay, alem de ver um phantasma na poli-
tica annexianista de Buenos-Ayres, todos os dias
como que sente a mao de ferro da Confederacao
emaranhar a rde dos seus negocios internos e
pesar-lhe sinistramente nos destinos1
0 Peni percebe uma ameaca seria a sua in-
tegridade n'essa Uo debatida questfto de limites,
Jue ha longos annos se acba insolvida entre os
ous paizes.
A' Bolivia, cujos limites tambem se acnam era
logo, receia a supremacia da Confederacao no
PraU, e percebe que essa supremacia importara
no aniquilamento dos seus direitos ao Chaco.
0 Chile, finalmente, vendo as suas relacoes
cruelmente excitadas pelos devaneios do governo
argentino, nao descoahece as pretencoes da Con-
federacao a Patagonia, ao estreito de Magalhies,
a pois vive apprenensiva e cuidadosa.
Por consequencia, todas as probabilidades sao
contra a Confed-racao, ao passo que o Brasil se
acha em excellentes condicoes de crear alliancas,
a que se nio oppoe de modo nenhum as suas re-
lai'oes internacionaes.
Mas, ainda admittindo que, guardada a neutra-
lidade do Uruguay, o Peru e a Bolivia, por uma
volta irreflectida de accoes, se lancem nos bracos
da Confederacao e queiram combater ao seu
lado, ficara ao Brasil o Chile, cuja pre-
ciosa allianea tem mais valor que a d'aquellas a
Confederacao, por isso que a soroma de energias
d'esse estado represenla muito mais na balanca
da guerra do que todas as energias psruanas e
bolivianas.
Portanto, so on acompanhada, a Confederacao
Argentina, mais do quo o Brasil, tem tado a per-
der na luta a que provoca os vizinhos, embora
aecumule nas sobre outros innumiros moios de
guerra.
E valera a pena sacrificar as belleaas e har-
raonias da paz aes horrores e desgraoas -de uma
guerra, por causa de uma nesga de terra, em sua
maior parte inbospita, inculta e despovoada t
Cremos qne nio, e nessa crenca folgamos estar
aizes interes-
essas sympa-
lado da Con-
Em tal empenbo foram esbocados os tratados de accordocom a maioria dos qne teem estudade
e, conforme" os poderes do mmistre argentino,
ficaramad rroerendam d governo do Buenos- Ay-
res, a quem foram submettidos os protocollos das
confertneias de Assumpcao- ,
. Ja se divisavam uns como symptomas de pax
auspiciosa, quando se divulgou a triste nova da
rotnra de tolas as negociacoes pelo facto de nio
qnerer a Contederacio ceder nem um apice da
linha de limites qne a araWcao levara-a a tracar
no tratado de allianea de 1865.
Entretanto ha via um mno conciliators, e era
esse meio a aceitacio da linha do Pylcamaio, em
vez da do Bermejo, e a nentralisacio da ilha do
Ctrrilo, chare do rio Paraenay, ticando esta sdb
a garantia dos alliadoi de IMS e da republica pa-
ragaava.
a quesfiu de limites paraguay-argentina
lnsislir a Confeioracio na littlia do Dermeja,
com a ilh > do Ctrrilo, linha tracada no tratado do
1.* de maio de 1845, e nada menos do que recu
sar-se a adbesio que ja prastou ao protocollo
annexo a esse tratado, e nada menos do que re-
negar das snas declaraoees anteriores a 1873, e
naaa menos do que pretender fechar o rio Para
guav, pela posse da Hha do Cerrito, aniqailando
assim a republica do Paraguay, contra cuja inde-
pendencia e autonomia a posse d'essa Hha e a It
nba de limites citada e um passo immenso pre-
cursor de outros nio menos formidaloos.
Pelo contrario, a linha do Pylcomaio, com a
neatralisacSo da ilha do Cerrito, e uma solace
razoavel, nio s6 porque da a Coafederaiio maitas

/egoafe de terra, inflingiado assim um casligo as
bellieeSBs intencoes do falleciJo tyranno Lopez,
mas tambem p)r,|ae nao offetide a inJepenleucta
do tJrtiguay e lhe deixi livre campo a regenera-
oio, ttan.iurtlisando ao masino tempo os vizinhos
da Ojnfelera'cio, justamante alarmidos pelos seus
ambicios-js tefjtaraens.
Na aeeilar esta sotacao, so porque ella nao
satisfaz i estulticia de alguns parvos estadistas ;
e, peto Tontrario, per.^istir em pianos alianeiros
para satiSVtzer vaidadese arrogancias iraoertinen-
tes; e m ;jii > politica e huraanamente fallando
apouiaraenK de espirito, vileza de sentimentos.
E esse apoicamento, e essa vileza, foraentando
odios erancoie.s, preparando annas a municfles,
traz inquietos prenuncios de ima'guerra faual ao sul da America,
e desde ia obrigi todos a se arraarem e a viverera
sob o.regimea de uma paz easombrada, que e a
dflend i Cartagn d s Tinaocas.
Sob os auspiciosde uma tal paz, comeca pois o
anno de 1874, qua, Deus queira, melhor queo
sou antecessor, teu.ia a gloria de destruir vios
preconceitos, odi*s raileflcos, e esturdias preten-
c5es, a que sa oppSa aiivilisacao raoderma.
So ha verdadeira grai leza, nbilitaria hierar-
ohia, na intelligencia e n> trabalho, em meio de
todas as harraonias da paijnterna e extern i.
E' forcoso que a Amariva comprehenda iss _>,
e pratique era conse>|uenciauma politica conci-
liante, nobre e elevada, dadto assim aos gastos
povos da Europa, um magnifiV) exemplo, e ofle-
receado-lhe no conjuncto da se\s estad>s a gran-
diosidade de um espectaculo cr\der lie imitacao.
Para desgostos, bastalhe a poltica pequenina,
pratica ta internamente, era cada \stadu ; e, mes-
mo abi, melhor fora, mil vezes forXmais consola-
dor, dstsnlar rioueza de seutiineuto; abundancia
de paciBcos atavios, deslurabraates s>enas de pa-
trioticos esforcos era prol do progress) e da civi-
(isacao. do que viver era lutas estsreis, 6n guerras
civis 6cas de resultados, que taes sio a. praticas
de alguos ,>jv.)s, dignos por certo da raai nobres
e mais grandiosos >lestinos.
Saibara os povos araericanos deserapeniar-se
da sua divisa liberdade e harraonia entre na-
c5es cantinentaes, e protecao reciproca contb as
invasoes, c )ntra as prep ilencias e influenciasex-
ternasa eertamente o futuro lhes sorrira, pir-
que o futuro e dos sabios n d is pacificos trah;-
Ihadores, que carainham com Deas e a liberdade
Estados Unlios
0 grande pait, que se aseenta magestoso na
parte none do continente araericano, os E-ta-
dos Unidos, foi ainda no arMO findo uma esplen-
dida escola para povos e ac<5es qua almejam en-
grandeeer-se sera despei*r rivali lades.
Commercio, industri*, artes, sciencias e lettras
tudo prosperou, (ado prospera na grande repu-
blica quo encbe o ->mndo com os arruidos dos
seus preiT^ssos e com os triumphos do seu ge-
nio errt^fiendatlor.
Ot-ta'lo de paz a tranquillidade no interior, a
matvndo cordiaes relacoes ue amisudc oom n as pdensias do velh.) a do novo continente,_a
Ameriia do Norte vio abrir-se o anno de 1873
sob osmais lisonjeiros auspicios, apenas algum
tanto etremecidos por algumas difficuldades di-
plomatcas peodentes ao lado do Mexico, e ainda
pelos agocios de Cuba, onde continuava a lavrar
a guera esmagadora qae traz a ilha subjugada,
a despito dos almejos da Uniao.
Como Mexico a pendencia diplomatica vlnha de
longe, s a ella dera aso as reclamacoes produzi-
das pea Uniao era consequencia de insuitos irro-
gados : subdilos sens e ao seu illustre pavilhio
em terias de dominio mexicano.
Aniuada por verdadeiros sentimentos de cor-
dura ede amisade, a Uniao formulara as suas
queixas em 1871, e desde jntao trazia entaboladas
negocaooes diplomaticas, sem poder chegar a um
accord) com o Mexico, nao so porque este procu-
rava iirandar os rigores da demanda, mas tam-
bem pirque o seu*estado affiictivo de guerras in-
testinas creava lhe embaracos que em certo modo
iam rdlectir em todos os negocios da republica.
Nes.as condicoes proseguiram as cau*as da con-
tenda ate que, 'mono Juarez, e pacificada a repu
blica mexicana, poderam as negociacoes seguir
regulirmente o seu caminho, em 1873, de forma a
aproximar se de uma solacao hourosa para ambos
os paises, solucao que desde ja e annunciada para
o anno que vein de comecar.
Coin a Hespanha, porem, vao n'outro pe as dif-
liculdades existentes, e ate mesmo, nos fins do
anno, quasi chegam a um rompimento serio e
desaslroso para os dous paizes interessados nos
negotios de Cuba.
Como e sabido, nao tem sido, nem podem ser
indifferentes os Estados Unidos aos tentamens li-
beraes do partido cubano, que prega com as ar-
mas nas mios a independencia dessa ilha pela sua
separacaoda metropole.
Na guerra movida pela Hespanha contra Cuba
desde muitos annos, tern sempre havido um carac:
ter terrivelmente sanguinario e barbaro, nao so
por parte dos exercitos de Castella, mas tambem
por parte dos insargentes, qae nio tem trepidado
em tecorrer a todos os possiveis meios com tanto
que consigam seus intenlos.
Ese desolador espectaculo tocou e ainda toca
o coracao do povo araericano, e demoveu e tem
sempre demovido o sea governo a protestar con-
tra as atrocidades commetlidas, raclamando ao
mesmo tempo providencias no sentido de serem
prolegidos os interesses commerciaes_ da Uniao
naquella rica e fertilissima possessao hespa-
nhola,
Nos principios do anno findo novas e por Ven-
turas mais energicas reclamacoes foram feitas a
Hespanha sobre tal objecio, e ainda essas recla-
macoes se produairam depois de proclamada a re-
publica hespanhola, nao obstando a esse proceder
nem o facto do recoahecimento dessa republica
pelos Estados Uaidos, nem tio poueo as felicita-
cSes enviadas a Madrid por occasiao desse aeonte-
cimento tio notavel. .
Entretanto a Hespanha continuou a deixar cor-
rer a reveHa as queixas da Uniio, e nem mesmo
tinha forcas para laser-se respeltar era Cuba,
onde, a despeito da barbaridade das autoridades
constttuidas, reinava setapre uma tal ou qual
anarchia prejudicial aos subditos e aos rateres-
sas aroerieanoa.
Por seu lade o povo americano- nao cessava,
nem cessou jamais, de enviar socourros aos insar-
gentes cubanos para o fim de maaterem a re vol-
ta, e com esse flm, de continno aportaram em
Caba navios flibnsteiros, idos da America, levan-
do armas e municdes, que valiam immenso aos
pugnadores da autonomia e independencia da
ilna.
Nestas condicoes iam as eonsas, quando, subita-
mente, aggravou-se a situacao, e como que fen-
rarn os ares nns como rumores de guerra entre
os Estados Unidos e a Hespanha.
Foi o caso que, tendo denuncia de que um na-
vio flibusteiro bn3cava Cuba, levando homens,
armas e municoes para os Insargentes, o navio de
guerra Tornado posera-se a espreiu, e, dando
caca. apprehendera o navlo F/rjiiiiew.coberto pelo
pavilhio da Uniio Americana.
A capture fora eftectuada nas aguas da Jamai-
ca, e d'ahi fdra levado o Virginius para Santiago
de Cuba, afim de serem proeessadoi os seas tn-
polantes e passageiros, suspeitados da conniven-
ci com os rebelJes. ^u ,
Com efTeito, alli chegando, entre os jubilo3 ao
partido hespanhol, forara oonderonados i tnorte
varios dos pnsioneiros, sendo logo executados os
cabecas da revolta existentes eatre elles.
Apenas teve sciencia do aprisionamento do Vir-
ginius e da condemnacio dos prisionei os, parte
dos quaes eram araericanos e inglezes, o governo
dos Estados-Uaidos redamou da Hespanha a sus-
pensao da exeeujio penal atti ser explicado con
veaientem ;ute o negocio dj Virginius.
A' vista da exigencia, o governo de Madrid,
segundo atfirmou, expedio um telegramraa para
Cuba, suspendenJo a execucio da sentenca ; mas
iior fatalidade (I) essa ordera foi retardada no te
egiapho, e so alli chegou depois de consumraado o
acta estupido e selvagera do fuzilaraeato de mui-
tos prisioueiros.
Ante esse attentado cruel e sanguinario, ravol-
taram-se os brios do povo e do govern) araerica-
no, e foi opiniao geral que a Uniio devia desde
logo intervir em Cuba tomanJo um serio desforco
das autortdales hespanh)las, que tao mal serviam
os interesses da humanidade e os parliculares do
seu paiz.
Dessa opiniao, porSm, afastou-se o governo arae-
ricauo, iue, posto partilhasse dos sentimentos na-
cieuaes, nao quiz lancar mao de um meio Uo vio-
lento, e procurou obi -r as satisfacdes jue o caso
urgente re;laraava.
Nesta conformidade formulou a uniio um euer-
gico pedido de explicacdes e satisfacdes, e, corao
para ap>ia-las, enviou para a Havana alguns va-
sos de guerra con o li.n de reforcar a armada
alli postada, e ao mesmo tempo foi dispondo de
alguns meios bellicos para o caso de am rompi-
mento definitive.
A altitude dos Estados-Unidos foi entao solem-
ns e magestosa, e as suas energicas reclamacoes
accederam as iras hespanholas, que nio so des-
pejaram suas billis nos jornaes contra a Lniao,
mas Umbem chegaram a ameacar o ministro arae
ricaao em Madrid, accusando-lhe com a remes-
sa de passaportes.
0 governo de MadriJ, porem, melhor aconse
lhado, e depois de ouvidas varias opiniSes, que
todas foram accordes em dar razio a Uniao, defe-
rio as reclamacdes do governo americano, autori-
sando o ministro hespanhol em Washinhton a as-
signar um protocollo, no qual licou estipulada
a entrega immediata do Virginius e dos pnsionei-
ros sobreviventes, e bem assim a punicio das
autoridades da Santiago compromstttdas na con-
demnacio a morte dos outros prisioneiros, Gcan-
do reservada, para ulteriores negociacoes a flxa-
cio das indemnisacoes e outras satisfacdes de
menor monta.
Cessaram logo os rumores de guerra, e a ha-
taanidade como qae respirou quando lhe tirarara
d6 sobre os peitos esse enorme peso. Nao devia,
porem, darar maito o sea regosijo, visto como
estova escripto que appareceriara novas difflculda-
des ; e c>tas enectivamente apparecerao).
Apenas foi assignado o protocollo de Washing-
ton, o governo de Madrid teve sciencia desse fac-
to, e ordenoo para Cuba a entrega do Virginius
"WnVs|MifiaWLuoa. porem, aiarraou-
si t.Mi.i par.to am gritrw. *. desrespeilasdo as or-
dens da metropole, resistio a ordem, assuming
uma attitude violenta, que levou o governador aa
ilha a pedir a exoneracio desse cargo, aunun-
ciando a impossibilidade de cumpnr o que lhe
fora determinado. ...
Nova idea appareceu entao, nos Lstad03 uni-
dos, de uma intervencao armada era Cuba ; mas
ainda dessa vez predominaram os sentimentos pa-
cificos, assignando-se um accordo em Washington,
a solicitacbes do governo de Madrid, com o uua
de espaear por mais dez dias o prazo da entrega
do Virginius. _
Esta concessao feitt pela Uniao. em attencao ao
ustadu da Hespanha, e ao seu desprestigio em
Cuba, foi sem duvida de muito alcance, e poz ex
evidencia os seus sentimentos de amor a paz,
sentimentos alias partilhados pelo coagresso, on-
de, em principios de dezembro, foi rejeitada uma
proposta tendo por lira reconliecer a qualidade de
belligerantes aos insurnenles da Cuba.
D'ahi, porem, nao se pode, nem se deve con-
cluir cousa nenhuma, visto corao, se persistir a
attitude do partido hespanhol em Cuba, e se a
Hespanha nao tiver forcas para se fazer obedecer,
6 natural que os Estados-Unidos venham a inter-
vir nos negocios da ilha, pelo menos para sal-
vaguardar seus interesses commerciaes, c, mais
ainda, para tomar o Virginius e castigar as au-
oridades implicadas no proeesso e conderanacao
'dos prisioneiros. .
Como quer que seja, as difficuldades sao muito
serias, a. em todo caso, o futuro da Hespanha e
perder Cuba, ou porque esta se torne mdepen-
dente, ou porque se encorpore a Uniao Araeri-
Provocandoqualquer desles acontecimentos. a
America do Norte presta sem duvida um graude
servico a humanidade, sem contar quo pratica um
acto de verdadeira politica americana, que e,
que nao pode deixar de ser liberdade e_ harmoma
entre as nacdesdo continente, e proteccio recipro-
ca contra as iny^flfls, contra as prepoloncias e
infiuencias exwrnas
No tocante aos negocios internos do paiz, os
Estados-Unidos tambem lotaram com algumas
difficuldades, no anno findo. -
Uma dessas difficuldades, e alias difficuldade de
valor, foram as invasoes de indios bravios em va-
rios distnetos civilisados da republica, onde ossel-
vagons praticaram toda a sorte da dapredacoes,
mortese latrocinios, pondo em alarraa pacificos
habittntes e ate os afugentando do lar e das la-

toons. .
Contra os selvagens, porera, o governo procedeu
sempre com energia, enviando tropas a bate-los e
subjuga-los, posto que sempre com resuiudos m-
certos. .
Essas correrias de indios sao am verdadeiro pe-
rtgo para os habitadores d-js extremos da grande
republica, e especialuente para os da fronteira
mexicana, onde maitas vexes elles se inlernam, vis-
to como nao so trazera ameacadas as suas vidas,
mas umbem prejadicam os seus interesses e os da
grande lavoura do paiz, que se \6 assim privada
de muitos recuisos peUs raalversacSes dos sem-
06D3
0 remedio, porem, para esse mal depende antes
do tempo e da accao de inflaencias moraes, do
que da forca bruu do canhao e da espingarda,
que nada resolve, pois que nao civihsa, e e pnn-
cipalmente de civihsacao e calhechese que preci-
sam os indios selvagens.
A Uniio Amerieana eertamente se ha de ocapar
deste obiecto, e volundo a praticas mais r.umaaas,
ha de proenrar domar os indios pela palavra em
vez de os querer dominar pela forca brata.
Uma outra difficuldade, mas de outro genero,
teve ainda a Uniio no anno findo, na Luiziama.
Foi o caso que os habitintes desse estado recu-
saram-se a pagar os hnpeetos lancados sobre elles,
resuluado d'ahi lutas anuadas, que termmaram
com muius mortes e peio saque das lojas dos ar-
Felizmente esse acontecimento foi de pouca du-
racao e a ordem resubeleceu-so ante as energi
casmedidas do governo, desapparecendo as diffi-
culdades.
Ainda outras dlffieuldades, e esUs foram as
mais serias, encontraram os EsUdos-Unidos, no
anno findo, em seu cammnar altivo e magestoso.
Foi o easo que, era setotnbro, rebentou em New-
York, e d'ahi se estendea por toda a Uniao, uma
eruel crlse flnanceira, semelhanta a de que foi
victima a Austria, em maio anterior, a cerumente
xoriunda das mesmas causas que prodoziram aqael-
JU. e tendo corao consequencia os mesmos perni-
ciosos resultados,
Derara lugar a crise pandas operators fiaan-
ceiras, e colossaes operacoas da bolsa, facilitada.-
pelo regimen do papel-moeda, existente desde a
guerra de cece-sao ; e foram suas eonseqoeaeias
a desorganisacao e a fallencia de grande ouinere
de esUbele:imentos de credito, a roina de muius
fortunas e Camillas, e a derrota de algumas easas
commerciaes e eslabelecimentos maoufaciureirot
Durante a guerra da cecessao, quer o norte,
qaer o sul da I'uiao, por flu de um bom syste-
raa de impostos, viram-se forcados a recorrer no
papel-raoeda, usando della nao >u os dous go ver-
nos, federal e confederado, raas Umbem autori-
sando a emissio aos bancos creaJos nos diverse*
estados sujeitos as suas respttctivas jurisdiccSss.
Terrainada a guerra, julgaram todos qae esse
regimen acabaria, na>sopela relirada da< notas
do governo, mas Umbem pela obrigacao imposts
aos bancos de trocarem por especies raeUUicas os
seus respectivos bilhetas.
Era face da immensidade dos recursos do paiz e
do credito ilhmitad j do governo, nada era mais
facil do que essa saluUr reform i em pequeno nu-
raero de annos ; mas o governo do general Grant,
ou porque cedesse a pressao da interesses priva-
dos, alias representados ao congresso, ou porqae
fosse iofluenciado por opimoes conlrarias, nao
julgoa conveuiente volur-se para esse lado, e dei-
xou conlinuar o pernicioso regimen do papel-
moeda, nio obsUnte todas as coasequencias de
depreciacao e de agio, qae sio o sea sequito m-
cessario.
D'ahi, pois, nascerara as grandes especulacdee
e operacaes, de que fallaraos. e a crise qne ellas
provocaram, cujos effeilos. ainda hoje resseate a
Uniao.
Mas, nao foram somente essas -ausas quo de
terminaram a crise, nio; tambem para ella con-
tribaio uma causa especial, inherente a Uniao e
toi essa causa a descooGaaca. devida a audacio-
sa iraraoralidade de algumas ordens de indivi-
duos.
A America do Norte, que pode vaneloriar se de
apresentar grande namero de consuramados esta-
distas e negociantes, tao notaveis por sua honesti-
dade, como pela sua intelligencia, umbem codMb
era si fa mo sos falsificadores, e nao menos indus-
triosos roubadores dos dinheiros publicos!
A arte de falsificar titalos era e e cnllivada na
America do Norte em vasUs proporcdes e com no-
tavel felicidade ; e a crise em qaestao coincidio
com a apparicao de grande copia desses titalos.
com a pratica de muius defraudacSes nas institui-
coes commerciaes e de credito, e finalmente com
muitos actos de improbidade e de eseaadalo
desvio dos dinheiros publicos.
A corrupcao tinha chegado ao ponto de nao se-
rem somente individuos isolados os antores desses
actos, nao; Umbem haviam associacoes cheias 4e
ramificacoes e carcadas de numerosos cumplices
que se erapregavam nesse mister.
nsri5s*pubiicos'acbaram-seenvolvidof emtMseri-
m;r,O0 for-tfw a propna magwtraetnra "c*t,
pelo menos com a sua manifesta a proloagada to-
leraocia, nao era estranha ao negocio.
Era Ues circurasUncias, quando os particuures
percebem qae a atmosphera que respiram se
acha infeccionada a semelhante ponto, a anciedade
de todos augmenta, e a crise degenera em panic
e causa os mais crueis desastres.
Foi o que aconteceu na Amarica do Norte : a
crise tornou-se violenta em consequencia dos facto?
iraraoraes praticados desde algum tempo, em con-
sequencia da corrupcao que lavrava, e qae e am
signal deploravel aa soeiedade americana.
Isto, todavia, nio quiz, nem quer dizer one essa
soeiedade esteja completamente desmoralisada e
por t?nto ameacada de decadencia, nio. A raca
anglo-saxonia tem em si mesmo a forca da reaccao,
e, pois, conundo com-'igo mesrao. nao desespera
nunca do futuro, e sabe tirar-se de difficuldades
a forca ue resalucao e de actividades.
As energieas medidas tomadas pelo governo, a
attitude severa da polieia, e a indignacao pubiica.
hao do ser eertamente o espanulh > do roubo e
das criminosas defraudacoes, de que alias ja torooa
conheGimento o congresso e bem assim o parta-
mento especial de New-York, onde se verificou
que ate entre os senadores haviam casos de eor-
rupcio I
A soeiedade americana hade reagir contra isso,
hade sanar esse mal, com a mesma energia coin
que tem sabido se ellevar depois das desgracas da
guerra de cecessio.
0 congresso e o governs teem sido incancaveu
em restabelecer a ordem em todos os negocios da
Uniao; e, no anno findo, proseguiram em sua ar-
dua e nobre urefa, voundo aquelle algumas leis
uteis e salutares, e este camprindo-as e fazendo
execuu-las no interesse de todos.
a divida pubiica decreseeu baslante era 1873, e,
se nio fora a crise referida, sem duvida ainda
mais de^resceria, visto como para tanto chegariam
as superabuodaocias do orcamento
S)b todos os deraais pontos de vista os Estados
Unidos prosperaram em 1873, e disso deu tesle-
munho o general Grant na raensagera que dirigio
ao congresso de Washington por occaziao da aber-
tura dos seus trabalhos em principios de dezembro
ultimo. -- .
Nessa monsagem recommendou o preuaente um
exame minucioso da qaestao financeira e da cir-
culacao, e pedio a decreucio de meios, tendo por
fim a substituicio da ntoeda papel por especies
metallicas, e bem assim recommendou outros oo-
jectos, entre os quaes o pedido feito pela ilha de
S. Domingos de um protectorado efficaz e pia-
vidente.
A's ultimas notkiaso congresso proseguia na sua.
missio, e sem duvida desempenha U-ha com o
criterk) de que Untas provas tem adduzido, coaU;
nuando a conduxir o paiz ao grandioso porvir a-
que e charaado pelo genio emprehendedor e actv-
vo dos seus innumeros habitadores.
Haiti e S. DosssIsbKOs
Em ambas estas peqaenas republicas contuwou
a ainda contmtia o estado de revolu, qua oomo
que se tem tornado chronico. ^^
A* rerotnedes suecedem-se com incrliei e dss-
consotailora rapidez, e sio, por assim dttsr, o *-
tado normal do paiz.
Por todas as previncias reinou e ainda reina a
anarchia, e era S. Domingos espalhou-se a rerotu
cio aos gritos ioabaixo o commercitdeSamana!
abaixo Baez I '
Nio obstante, porem, o commercio nio decaasa,
e a companhia que alngou a aahia do Samaaa
Coi proseguindo sob a acfie protectora de Baer,
qae declaroa a republica em estado de sitio e or-
denou a nomeacao do consarho de guerra para
julgar os revoltosos.
Estes entretanto foram o sen caminho, e em cer-
to modo sio apoiados peUs demonstracdes da ale-
gria da populaciio da ilha.
No Haiti Umbem se derara sceanas lagrjnres,
em qae correa o sangae dos ilhotss, derramaao
em nome da rebelMan. ^^
Nesse esUdo afflictivo das repubheas, um mew
somente se apresenu de resubeleeer-se atti a or-
dem e ser respeiude o pnnciwo d> """W
e a annexacio do territorio aos Rstados-Unidos.
Para isso em amhos o paises se raxvotos, e na
propria Uniio Americana a idea ganha corpoL e
provaveLnenie sera realisada n 0,a\ futuro que a*
deve ester distante.
Mexico
A infeliz republica mexicana, alem de terns
suas relacoes interoacioaaes dificuludas do tasw
da Uniio Americsaa como quwn rive ha tres an-

.



IMWMBii
y^oi j
o
nea^-JJ' s.-. *-
'
Nl.i
r,\ -rmmmm.------
fttf9tt<)e Pemambuco p Quinta feira IS de Janeiro de 1874.
. i
ilH.
8s, tantdda *i-rio- como da- Eui-opa*. desde .eoiTipanhia, eada so- reiwio as du;
SMS
sepegada
taaeSes, tai
qtu o de.*gri
revolucao,
O Mexico
posicad es ]
fuilo, se persistir
axlniliano caiiio,. viclima.da
ibaz. das.tropas dc Juarez.
entretanto para tirar-se dessa
"fe senl dufida ha do -conse-
a orJem de cou-as alii agora
Ire 'd;i'|itrl:
duai- hora*.
.tarda datfuette di, npmero supodor ,y SJX) fml
; shi o.rliveraru presences as principals nai^
existente, e se, bimlcLA^spinto de-revolta, quo
por tanto* annos o vkannou, conseg uir govern,)
do Dr. Tejada manter a ordem c traafftllidade
inierna, e, ho seio .dapaz, atitarse as ooaquistas
da civilisaeiw mndana.
A (roorte de Juarez, desse vulto Ingeod.irio,
enja memoria sera eonserrada etornatpMte no*
festos da democrscia mexiaepa, foi causade.'si-
nistras apprehensdes polo future da sociedade,
nao obstante o cstado rcvottado do pats; sobre o
qoal elle pespu be in cruel acnte.
for ma especie de cornpensaeao, porem, a elei
cio de Lerdo de Tejada dissipou os fecoies, e hoje
parece garantir ao Mexico urn future pacifico e
frndioso.
Na sua ascensao defioiUva ao cargo da magis-
iramrn saprema da ToptHjtlca, ocwrrrda era mis
de 1872, todos os opposicionistas renderam-lhe
preito de homonagem, e o proprio I'orfirio bias,
o mais terrivl dos eafcecas de rebeUiao adherio
ao governo e'tfejada, vencido peta inoderaeao do
presidents, que, apezar da deaaora da adnesao,
nao lancou tnao *e meio alfam para obrlga-le a
depor as annas.
Pacificada arepublica, etdregouse o governo a
obra da recorrstrucviio de todos os ncgocios infer
do*, o^uxUiada nene empeabo t*lo coagresso, vio
abrir se o anno de 1873 sob os mais bellos auspi
ctosde tuna pai profomta,-era-cujo ssio comeca
vafli a pfusper.ir o oommeroio, a indusCria o os
demais ramosda aciiviitade hnmana.
Qaaado o cmtgressowicerrou os sous rabamos,
essa paz centiouaa, e-as sabias Icis atti vatados
iara dsndo s<-ri, mipotso ans methoraiiient> s mo-
*aes c HMteriae*, e fc.cilttaram a missio do presi-
dewte'o mterregno pariaraentar, a4t*-de poota
ilMlao.
Htts& hiterregnogeverao .nao se- deaearou de
proseguir iias Regeciafdds para o realaraent* das
rdheSes dJploraalrtsas -eatre a4*wrtc*ea-na?de9
dafiunipa, e- heir, as-iiu estemlea i saaaeoan pr >
^ndeaeial e prpicfetora por ldo territeri> iia re
pufcnea, consegnindo apzgar em JaJfcco urn
wvin)en: > revoiueioaario alii havido em conse-
yreaciada e^branca de-jmpnstos.
lEfD printipws de agosto deo-a nan raadifica^ao
*m BMOHlei hi, em consaqaeitota- da -relirada de
duos niim-tros, e a reorgamsscao do gabinete
para a reabertMra do-congresso, flBalugar a
tide setembroy depois -de-IS 4iad sess5es pre-
cparfctbvias.
-Na sua inensagem o presidcatc recimmendon
?>ria<> modidas de intcresse pnblico ; e o coBgres-
:>metlea mios a-obra, prtmipndo por disciHir
e approwar unn projta, soparaa igfija, er-iat.iin l-i o f.isamento e o regMro civil,
Todanii i o e^Ubeleoiuieato -de urd- ns monasticas
o direiti de po$f uir bens a-s'-ietitdir>8esirettgio-
sas, e ab.diado o juramerft't
Depois destas inedidas, |ite a paiz acidheu -com
dwaansira^ao da prater, aWvc-se o eongrdtsn ao
exame e e-tudo d;ilis aunuas e outras osacer-
neotes a melhwamentos -matitrias e ouiros servi-
cos publicus, si'Cundando a aceao do governo e a
ioiciaiiva privada, ijhc ia reiiaseondo com a paz
e com a ordem.
As* nilimas noticias a-situac.io do Mexico era
ainda muito grave,; ntas a v.dn e a actividade
caMiRiiavaiu a reftorir, e, sob os auspicios da pac
manif-sUiva-se a gerai -conflanea no futuro.j^ue,
em duviia, pdde aia sitim.
ftUCIFE, I* JANEIRO QE 1874
%4tJciu( don C*t*Uos-I .! f HVH.
AmanhPi^eu hontcm em nasso porfo o vapor
aicerieann OiiVzrut, trazuido ,datas : de New-
York. 41 de lewtabro e do Para 8 do cweatJ.
U.i America-! do 'Njrte taada adtanCa elie as
n ?ticias que reseijeiBo.s por via de Lisbua.
p.ua'
Em i do coOTonte e*crevo nosso correepon
deate de (lelem :
D<'pf is quo iiz escrever a minba aartiaba
loriaadeS da provincTa, g'ranJe numero >te iipjo'.
ciantes a outras pe acto por am lanche de 300 talhere% alem da ma-
numis-ao de djffereotes crianoas mje. jiaquellft
faustoee dia warn a Iue da liber Jude, medianteo
coasorio da eamara annioipal de>4a oidade, da
associatao eoMncipadora dososcravoso da ph-
laoirop'ca do oaesmo oomroeadador Pimenta Boe-
no, quo nessa occasiio oflfertoa a.dtta eamara a
(juaotia dc oteco cootes de reis para tae caridoso
bra.
Em tio poucos dias outras uovidades de
mator monta au tern havido; caosan de bon-
tea para hoje profaada seoaacao a prisao do bispo
dona diocese, noticia esta qne apenrde correr
de bocca em becca, desde o uia 6 do corrente,
sdmente teve o cuhp de exacts % vej^dcira
trirtilado jfc{. 7,031, fllho de Eufemia, ajferava pre e a donaviode vela "*k F-''' inflniUnlli via
* das custou, sobresaltaram por tal WrtWwrl*
los ai:ida os menos eoiupadeci.
guntanO interrogam os homenfl da especiali^ale,
3oi ra se nilo havera meio de cvifti^ibajapcai- os ik-
a g)lwde nurch'a, Qos

J /

K
di Dr. Heraclio Vespa-iano Fiwrk Hijmanoe M Iffi
tort-'SUidHit'lbrk Rainano.libsrtado p.la (uautiftd
2fift0U; r
< ^.*)fi#", dc \ atinos de idaJe^ialrti
r'jladg so^/i^p'jl, filho de hri:i, es:ravoQo-Aa-
idrrgue's'Liina e do D. Maria da Gloria Li-,
ma, libertado por 200*000 ;
Bau^licu^jnijJato, de 6 anaos de idade, ma-
de Maopel Agostmlm dos Santos Lopts e de D.
Francisea T.iseano dos SaptJs Lopea, libertado pols
quantiadc W&WO;
(i Euiowa, inubla, ao 3 aunovde idade, ma|ri-
citiaJa sob Bvlvftt, lillja de Herroenegilda, oscra-
va do Maria do Caraio Lamcira, liberlada pela
quantia do 1C04000 ;
t Maria, mamejura, de 5 anuos de idade, ma-
tricolada Mb n. 1,183, filha de Marcolina, esorava
de D. Marii Thereza de Araujo Potttes, libertada
pela quantia de *200*000.
- A alfandoga reiideu no met de deterabro
quaado se lea no jomaes do.hoja, tapto mais t3:i09A02i, edo 1 a 7 do correqiu 7:851 #*Si.
quaato por se propalar que o Supremo Tribunal
Coin da 11 de lion tern, e
incommodado dos meus
"mbora ainda bastante
padecimcutos, serve esta
qu lidade de sea 3 viccprtdonb>
a At6 hontem ao meio dia, ainda nao transpi-
rava nada acerca da retirada do Sr. Dr. Cunha
Junior, para osnl; corriam versoes desencontradas
acerca de que S :-:<., su eotregaria a adminis-
tra.ao ao sou successor, o Sr. Dr. Pedro Vicente
de Azevedo. que dicem esperado no vapor norte-
americano Siw'A'daMi'/ca, e tanto aseim que o
Cruzeiro do S*l Oatava annunciado para sahir
hontem as 9 horas da noite, fechando a mala no
correio .is O telegrapho clectrico submarine que hoje ha
do communicar para essa e outras provincias, que
ogovorno do Para ticaaos cuid.idos do Dr. Cruz,
nao Iue da a de certo os pormenores de que dou
conta ans seus leitores.
Ouno digo, a:e hontem ao meio dia, nada
tran*pirava sobrc a,presideneia ; ma3 a resolucao
do Sr. Ounha Junior, contra a espectativa, veio
por termo acerca do qtiein licava a frente dos ne-
gocios publicos do Rara ; e ainda mais retiran-
do so boje inesino com sua familia no Cruztiro
do Sul, o eaje embarque resolvi If, tambem hon-
tem quasi ;i noite, vem annunciado nos Jornaes
do dta de hoje para as 8' horas, tendo sido por
sumelhanle rao!rvo-t.-aa>ferida a partida daquello
paqu;le.
Ain la ontra cirempstancia se da ncstas rapidas.
o por asim dizer,-inesperadas inuJancas, e que
tenlo o presidente oxonerado, passado a admi-
nistrajao aoconegoMaaerl Jose de Siqueira Men-
des, l "rice-presidente, este declinandodeassumir
a administr^eao, a pnssou ao :{" vice-presidente,
visto o 2 Barao de SaKtareui, acharse ansenle
na sua easa, na cfclaie aaqaene norae.
Em 8 aeoreseenta esse nosso amigo :
Ainda os mens .ineeininodos de sadde nao
permiHem que me alungne, como Ihe havia pro
mettido ; entretanto, come aq.i eslao vapor nort'-
anwricaao, ijne hojejsegue para essa, provincia,
ahr vl.) as prirja'paes. nolicias do que tem havldo
por.esta capital, depois da-eahida do Cruzeir* do
Sal.
Qnmo ja 9abe, embarcou nesse vapor o ex-
presideote, Dr. BeminKos Jose da Cunha Junior,
s com elle o seu ecretario.4>r. Joao Franklin da
SUveira Tavora
Os jornaes, daado a noticia do regresso do
Dr. Tav H-a, dizera ter ido com -lieonca buscar a
famHia. Mas ^ sapposicao rainha qae este c.ava-
Ibeiro nao voltara basis ao Para, iposmo por me
haver coustado iue .o seu despaeho para aqui, era
pryicipio de carreira ea admioistraQao de pair.
v vice-pr*ideocia do Dr. -tSailhenhe Fran-
-cisco Cruz, enkbara seja por ponces dias, ja tem
dou3 actos que hao merecido a approvacao pu-
bhea : o primiri refew-se a portaria dirigida
ao iospector do thesouro publico, determinaoJo
ihe qae alio faea propor-accao algarna em joizo
seta que primeiro se inline extra -judicial merrte
ao devedor da lueada provincial, quo thes ttca
.marcado o prazo tie dous oaezes, ooatado? da in
tirnacao para saljtfaser as suas dj*ida a bocea
do cofre; o sefqpd4..diz' re^eito a alimentac*"
PWWW^JrP's .MB. em virtMlel e lei provincial
pretendo realisar ami assooUcAo que .tem por
objeetQ apesca de peiie, para oer vendido, me
dianta otaeo taxado, ao ptabUco, garantipdp o go-
verno pelos captaes levaatados o jurd4'10 0)0
aoanap.
xifi ppdoxa,
d!
eerto, lovir a erTaito. este
admmistracao do Dr. Pedro Vicente de Aieveii.T
W deisari de. aueuder a este reejarpo da am
mel(j(irameatQniJavor da populacap, a qoal rip
maito soffre eo, a carestia d n generus, corn e peoulidaao em Jcao ao preco cluvado da carte
verd^ apesar de se !>aver ineorpurado uma conj-
panhra para a eowlucoao do pado m Harajr), quo
em gra| e o qae, abastece este mercado.
* Os Jornaes da oup >sicao, nao ob*taate estea
acto*, aggriderrioDr; Cruz por algumas deinis65eu
e aomeacSes nop nestes dias fez. Nao eao por
emquaiitu de e'evados funecioiiarii.s, eomo se an
ounciava, mas a opposieao em ludo acha ondivo
para aggre lir, uma vez qne o adniinistrador 6
politic pxtremadd aas Jfleiras adversasi, cprao 6
aqnelle doulvr.
. Em lagan do,. Dr. Taxqra, foi noBaadQ4ptq.
nparaents. o djirante a sua au.-encia o Dr. Miguel
Ijpno de Aibuoaerque PfUw, para servir de secre-
tary.
T.-velngar erTectlvamente a inaugnracad do
eabo I'degraphico sabmarlmt *atre a edito e as
^rovinnias do norte, n.. dia f do eorrente ; aqui
O* le>ta eorreu per runt- da rrVpectiva com
yauhi.i e do conmieu lad..r Manuel Antonio f'i-
letila Bur-no, gerenle da Ctinpanbia do Auiozo-
de tnstica aimomana CdnhedmentcrrJa denancia
qcte Ihe fora apresentada contra os respectivos
bispos, complicados na formal desobediencia as
leis do pits e as decisoes do governo.
t Veremos, por consegnfnte, o que se dara com
o nosso .bispo.do Para, D. An(outq,JL vista deste
facto, porque quern vi as harbas dSClsinho -arier,
vai pendo at suns de motM >
A apuracao geral dos votos para depaiados
provmciaes deu o seguinte resultado :
Padro Beoedieto J17 -vx*os.
lUa^ioel Roque -ii6
Mjor Beraardlno I.ameira '|i6
S.ajor Lima 3i< u
Gapitad Lauriano Gil 316 t
Major Geotjl 3A6 t
Tenente-coronel Seixas 346
Or. Pans de Souxa 3(5
Dr. PhHo Creao 3V'5
Dr. Lohato 3iS
Dr. Miguel Lacio 3\S
Dr.JuJiao 3iS
Tenente-coroael Trovao 3U5
Candido Penna 3Wi
Tenepte-coronel Maximiano do Mi-
randa 345 .
Tenente-coronel Barata 3l\
Capitao Joaquim Siqueira tVk >
Dr. (^nlao 8i3
Dr. Guilherme Cruz 343
Dr. Thiago Pinto 343
Capitao Aoreliano Coe"lh 342 <
Tenente coronel Lopes 342
Dr. Santa Helena Magne 342 c
Tenente-coronel Novaes 342 Tenente-coronel Jos6 loQ)' 340
Dr Freitas 338 t
Joao Vk^or 338
Major Chaves 334 c
Dr. Percira de Souw 332
Capitao Delpliirn Portugal 319 a
Do D'iario do "jBram'Pnrd extrahi.mps o so-
guinle, sobre a inauguracao do flo telegrapbico
para a c6rte do inipeuo :
A iqaugtiracao tcve lugar na vastissima esta-
cao,da Amuzoii Sttnm Navigation Compnny, li-
mited, a rua dff'Bolern, onde estava funccionando
a estai.-.io telegraphica. As cercanias deste. irp,merr-
so'edificio estavam todas adornad s. de mastros
com flamulas e bandeiras multicores, de arco.-i
com festoes de Bores, de tropheos e de alleg rri.u:
0 interior do edilicio fdra para este lira decerado
a capricho, e fazia prova dos es/orcos empregadns
pelo benerpertto gerente da .-Im-izon Sleom Navi-
gation Compmy^ o Exm. Sr. corptnendador H. A.
Pimenta Btieno, a cujo nohre conctirso se deve o
esplendor de todas as nossas festas.
O salao da entrada fora o He^tinado para for-
mar a giiiffja de hoara, que fazia as coqtinencias
nriih>r>s da festa, e que fera dada pelo corpo de
policia paraense. No salao de hJnta,.vasto com-
partimento de vinte brar^as de comprimento snhre
dez do largnra, estava a mesa do hanqnete nffere-
cidj pela Western and Brazilian Telegraph Com-
pany, a 350 cavBlhf'iros desta ci lade, represcnlan
tes "de todas as classes de nossa sociedade. En
frente notava-se nm camar.m, decorado com pri-
mor, em que se via ri retrato de Sua Magest.de o
Imperador, e que era destinado a ceremonia com
que a eamara de Berem commemorava tao auspi1-
cioso acoatecimento, dando liberdade a dez erian-
cas escrayas. Commpv a vcr-e anueltns innoiren-
tes cre^turas, que iam receber a liberdade, unifor-
raeoUMu--~*^oa Ip hranfeviicomaflUQ instincti-
vamente agitadas pela magnitude da idefa que as ia
.-f"i J-j onpti-vciro, "Ih.ui-ui com proruiiuu res-
peito para a augusta efllgie do sober.ino americano,
como se elle estivesse presente I No fnado do sa-
lao estava -am formoso trojihd >, decorando om
specimen do cabo submarino, entre bandeiras na-
cionaes, jarros com flores, estaluas allegoricas e
candelabros para a illuminacao.
t Ao lado do camarim de honra preparara-se
outro, tambem elegantemente adornado, para a
banda de musica do Club Philarmonico. Em se-
guida estavam os core"tos para as bandas de .misiYa
de edncandos parahensesda marinha.de infanlaria
11 e da artilharia 5. No salao o nas immediacoes
do ediflcio vastas massas de povo, que victoriava
com acclamacoes festivas os collaboradores Ja
grande festa do trabalh i. No mar, completaodo
as decoracfies treze magnificos vaporcs da compa-
nhia do Amazonas, embandeiradoi em arco e ar-
vomndo em seus topes de honra as bandeiras bra-
sileira e ingleza.
c A's 1 hora* e 6 minntos da tarde telegrapha-
ram do Rio de Janeiro, que havia chegado .i estacao
tolegraphica daquella cidade Sua Mage-tade o 1m-
perad ir. Logo snbiram ao ar na estacao daqui
densas gyrandolas Jo foguetes, emquanto as qua-
tro bandas de musica tocavam o hymno national.
Em seguida tocou o Club Philarmonico o hymno
do Imperador e a banda de edncandos de mariaha
o hymn) inglez God sace te queen. Dos peitos das
pessoas presentes irrompia o entha-iasmo em vivas
ios soberanos dos dous paizes, ligados agora ma-
terialmente pelo interesse deste "grande elemmto
do progresso. Recebido o telegramma deSua Mn-
gestade o'Imperador, o Exm. Sr. Dr. Joao Louren-
co Paes de Souza, presideote "da eamara, fez nn
breve discurso, e, em nome do muuicipio, entre-
gou as carUs de liberdade aos dez libertandos.
Commoveu aquel'a scena, que achou echo em o
nohre coracao do Exm. Sr. commendador M. A
Pimenta Baene, o qaal entregon lego ao presiden-
te da eamara o seguinte ofBcio :
Belem do Para. 1 de Janeiro de 1874. Dims.
e Exms. SrsDm complement*-ralfava a bra d.
no>os maiores a nossa independencia polhica e a
promulgacin da nossa liberal constituicao
Esse eomplemento, Exms. Srs., ja foi iniciado
pela lei humanitaria que decl.irou: ninguem mms-
NASCE ESCn.WO NC -BHASIL.
A escravidSo, qde ainda nao deixa o sol do
Ypiranga brilhareom tbdo seu explendor, em-pou-
cos ami is estara exfincta.
Si, porem, a ^idH das nacoes se conta por se-
culos, a vila hnmana, curta como e, precisa ser
eonvenientemente aproveitada.
t Assim e" qaeftados devemos concorrer para
qne o dia da liberdade chegue o mais breve poi-;
vel a gera'.-ao actual.
a Perrnitti, pois. qae hoje este vosso humilde-l
oneidada, saudapld vosso acto hnmanHaro da
hbertacao de dez innocente*, ponha a vos^a dispo-
sicao a quantia de 5.090*000, para continnardes
na obra raentoria, no vosso empenho de s^eandar
as vistas do aosso majroarrimo Imperador, que foi o
pqrneirp a collocaf-e i freate da-safnU era,E da
d> abohciio da escravidao em a nossa mugestosa
patria.
* Deoa guatde a Vs. Excs.r-l.lku>-. e Exms. Sr*.1
prosidouie e ereadores da eamara municipal dc
Belom. -Mtmel Ant-mio Pim/nt i liuena.i
' temdo o ato da comaienuracao da eamara
n'um livro encadnrqa^o de vdludo verde, bordado
ouro, e que foi assigaado pelas pe-soas preseu
le, qaee>iu o fcanquete, *)h a o/esideBeia do'
Kxin sr, vicepre*i#>iWfl da provincia, trocaod^ao.
duranteeka ipaitos ^rfBdes.
a Bis os nonies e ijaalidade* do libertados:
a Placida, exvtiui*, d<- 8 aqnes 4e iJade, mairi-
uadaaa aifiqqVga *-0. 422, IWia do Bajbina,
escrava de Antonio F* 4 B/ito Is^lez & D Vii
iaia Jacintha da Silveira Brito Initez, libertada
por 3^*tj0;
Ambrosio, iiulalo, de 4 annos de idaje, n-
Iricuhdo sob n. 5,148; ill- ode Ravmivada, escrava
de D. Liberia Maria de Ram e I) Francrtca Maria
de Paiva, kpertado pa- K#h)j
TUcn-ja. de Je-iug, prtt.a, de 3 }i aouos de
idade, matnculada sob n. ?8r.J, filha de Joanna
Jam**, rcrava do Dr. Felippe aaulino de Soiwa
Uehoa, libertada per t00.O0;
Anna, caiafaz3de 7 ana<>s de idade, Biatrieu-
liuticiuH da Itnliia.
Chegu hontem pela manha a corvota braaileira
Recife, trazendo ires dias de viagem do porlo da
Bapia, dopde foi deuar o Exm. e Rvm. Sr. D. Fr.
Vital, bispo de Pemambuco.
Ao obsqtBiedo 4r. commondaale k\ Recife de-
vemos a recepcao do Correio da Bafna, do dia 11
do-oorrente,dOslBal.exirahimos as seguiuttJ oo-
ticias :
A' bordo do .inasppcte Bonifacio seguira
para a corte, no dia-10 do corrente a tarde, o
Exm. Sr. D-Er. Vkal.
O vapor fraiicci D>nuai, da oom|.uhi das
Jliessagerias Mqrttimis, cb^gara,qo> dia 10, proce-
doalo do nosso porto, e seguira a tarde para) Ria
de jlaneiro.
Fallecera na capital, o Dr. Josti Tltomax de
Brito, diiector da caixa tvonoatica-desa praca.
0 caiphio rogulava : subre Lcmdros 26 !|8 a
26 i|2, sobre Paris :iol, a 461, sobre llunburgo
448 a 451 cs, e- sobr.v Portugal 108 %.
Leinos no. Correio :
sexta.-,feira do coweute.
Foi-, lida a, lista dis membr^s.inscriptos na
forma do ui.ii dos esUtutos.
s Approvada, a auta da sessao.arterior, o score-
tari.o leu. pm f-fflcio do Sr Luiz Jlympio acjmpa
uhando nao MJ.a trcs communicates niediauiuiicas
iladas cspqrttaavameute nu grJpo do familia -
duns psychographieas e uma qiiriloio^ica do ele-
vado cspinto guia da assucia/ao spiriiinc.i, como
tuubeai. a aw oiBcio da So/edade espirttisti em
Montevideo, eiu qae pede U;i exemplar do Echo
d:\akmttwuio, para *,bM*theca tpirtfuta, que a
inesma .--ociedadj esta fi>>dand i, proiuU>'iido eiu
coiapwisayao a remessa/e uma pul>,!icacai* p^rio-
dica que tan breve ia so' dada a luz. Ac onpan uu
ao oftjicio o exemplar,' Echo para ser pel a a*so-
eiaftao ;eavia4o a Sxediuk tpiriUstfi de Moate-
Fora? kdasas-i'es eo.niiiunioa^ms ollerecidas
aassuciaeiio e re^bidas ..cqrn e. mais, oatj-a que t' recebida aa sessaq anterior.
JVuceileu-.-e a estulos uie.ilianimicos por uui
medium aiuda (i-incipiaute.
< Fiado ess' trabalb.:, foi aprevtntada a boUa
de beneficcac*
iH
t i 1"*
conarca,
la tltima-
IlEVISTA DIARI^.
Th'sonraria provincial Por porta-
nc d.-pre-'ideHCia da provincia, dtj 31 de dezem-
hm oltimo, foi nomeado o bacharel Jeronymo
SaWli de Castro Accioli, para stil)stitnir interi-
naiiente o lugar de ajuJante do procurador fis-
c.i da th'?sounria provincial.
Tribunsil do Cumnierclo. U Beunilos
nuntem, no salAonobre da AssoQiacpo ICommerrial
Benelicente, 52 n*'joctaiites matrieulados, sob a
presidencia do ExuV Sr. consclheiro .(. Franci-ci
Peretti, o ;ervindo dt. secretarios os Srs. Joaqutm
0. Bastos e Airtonio Jd^-fal Hol, e de uscruta-
dftres os Srs Carlos dt Lcmos e Antonio G. de
Matto?, procedeu-se a elebgo Aa an depntado do
Tribunal do Commercio, p>fa preendhimento ila
vaga tleixada pela ex oner a i>0 vediqa pelo Sr.
Candido Alcoforvlo, foi eleito v?r. Mftnocl Alves
Querra por :W votos, obtendo o St-. Dr. **noel Go
nies de v'attos 21 e o Sr. Jusii Fvai cisA(> de Sa
f.eiiao !.
vaiparaizo Por telegramma da fJnhfa
convt.i ter rTabi sahido para o nosso porto, as 2
oras da madrugada de 13 ilo enrrenie, ovapor
mgloz Vatptiraizo, da linha do Pacifico. Deve
cm-gar imje ao nosso ppMo.
Hooper. Fundeou ante-limitem as 7 Inras e
iin-ia da noite no lainarao, e seguio Ivjjntema tar-
de para a Eunpa, ondo vai receber a sec;aodo do
telegrapbico, que deve ser immergido' entre I Para
e S. Thotnax.
Coinarea do Recifft. Ji seacru ncexer-
cicio de juiz do direito da t' vara destr
o Sr.Dr. Pedro Camello l\s-oi, para o
incnte removido
.\n vi< encalliado. Hontem, pfela mnha,
ehegou nm portador da barra do rio Coyania, di
zertdo achar-so alii enealhado um grande lavio,
de tres ma>tros.
Tendo eonhecimento disso o Exm. ?r. barto do
Livrainento, fez segnir em continente para o ugar
o vapor de reboquo Imperadk, corm todts os
aprestos necessaries, inclusive pessoal.
A bsr-Jo do impcradr foram o Sr. afiidarte da
capitania e o Sr. pratico-mor da barra. [
Dinheiro 0 vapor americano Ontario iron-
xe para :
Joaqnim Joso Goncalves Beltrao &
Pllho
Baltar, MtaflM *C.
Manoel I. Furtatio & C.
Barros Junior 4 C.
Domin'gos da Silva Torres
E a do Bio d* Janeiro
Desastre. Hontem, quando acabiva de ser
eleito depatado do Tribunal do.Commercio, foi
atacado do paralysia no lado direito do corpo oSr
commendador Manoel Alves Gm-rra, pelo que foi
conduzido n'um carro para a casa de sua redden
eia.
Baadrlra.-Informam nos quo deve ser l.as-
teado, na nolle de 23 do corrente, com toda a s0-
lemmdade, o estan tarte de Nossa Senhorada Sau-
do, na mairiz da -fregrtezia do Poco da Panella.
Sfnistro. Ante-hontem, |>elas4 boras da lar-
de, o bond n. 13 fracturou uma perna de Rormna
Maria da Conceicao. Pe-soas do povo pteaderam
em llagrante ao respectivo boleeiro.
><-:iHlx;ielamerso
provrdeneias contra uma mulher desasizada iiqe
mora no Laminhn Novo. o deu i-ara apedrejaros
treiis da via ferrea do Recife a Apipucos, que por
alH correin. 1 r
PropasaHora dia Inslrm-.;,., p
nllca. O conselho superior dessa sociedade de-
ve reunir-se na qninta-ftfra; 22 do corrente, pela*
lG:60i|000
l4:57:t|00i
1:0271,-00
rtMMOOO
2:6001000
dgpsqne a navog tea i trat
lopores.
Parece qae am homem dado a estudos serios e
compeleote ua. materia, o sr. H. Bedart 5e teui en-
tregue a.tao uiil como' humanllaria jovestjaa-
{So.
Ifa vinla aanos estuda elle atteptamenje com-
pacapdo w diversos typos |e vapores quo se dedi
cupt-ao tranaporte do pas$a^tJros ; e urn exme
coflscwBetoeo acerca de todos os. melhornmeatos
adoptados saecessivamapte na coastroosao e ins-
tallacio dos jjaquetes da marcha rapida, 6 levaram
a crer ser facil por d'ora avanto os nav4o ao abri-
go dos abalriiainentos, ua ao menos de evitar ate
certo ponto a vislencia dot cnoqnes.
Para alcancar esso resultado, du Mr. Bedart,
sera preciso collocar-j.naaiomento d largar para
o alto mar um on matt*-tolas ie f*tkinai,4e am
metro e cincoenta centimetros de diametro, nos
pontos altos dos paquetes transatlanticos que sao
as paries fracas dessas iiomaosas ccnstruccoes.
wta preclBla'sera composta de pedacos porta-
teis, aBm de faotlitar 0-oolloca-J.a o relira-la ; e
pode ser coberta com folha de ferro delgada, to-
maudo formas mais ou menus cjliudiieas.
Este systeraa de defensa monstro, diz Mr. Be-
dart, ou qunlpier oulro analogp, ssra a nosso juizo,
de peso e applicacaO possivel, c por certo que oi
i neonvenientes qne elle possa t^-r, serao largameo-
lecompoasadospelas vaatageus que elles infalli-
velmento terao nos abalroanumtos dos navios.
Accresceu a o aulpr da revista que na Russia
jase experimeutou o (lito systenia de facbioas,
quando se exereilavapt os. inpnilores nas niano-
bras d'aboriagera a to4a a vebddade.
Tem Mr. B6dart o cuidado dp observar ,que o
meio que elle propSe nab 8 simptesrhente theorico,
porenj, que ja recebeu a sancc.io da pf atica. Fe-
llz seria elle, se, iniciaqdo a sua idea, podessepur
meio (Julia evitar-se a repetlcao das horripilaulejj
scenas que desgracadamente se Uao succedidosam
grandes iatervallos.
Faz estreawcer o pensar nao so no espanbiso nu-
mero de victiraas,que daatro de um lapso de tem-
po nao largo, os abalroamentos tem feito, mas
tambem nas sceoas descladoras, que naqtiellas
angustias snpremas se passam a bordo do* aavfos,
quanJo j abysmo o araeaca de perto, e se ve a se-
pultura presies a receber ainda vivas dezenaa de
creaturas J^umanas. *
Antidoto ciiatra o cuveiieninento
pelo phosphur-o.A acaJemia das sctencias
do Fran.ua acaba de conceJer o premio. Barbier a
Mr. Audanl cpnjunctaraente com Mr. Personae,
chimico da hospital da piedade era Paris, pela re-
cente descoberla do anlidoio contra o oovenena-
menlo pelo phosphoro. Como qu^4 geraluiente
succcde, foi;o acaso juutoa uma circuwstancia ac-
cidental que forneceu a deseoheru. Um indivi-
duo, pa iulencao de matar-se, tomuu uma grande
quantidade do phosphoros ; julgando se, poreip,
a ac?ao do veneno muito lenta, lembrou-so, do to:
mar proximainen;o 15 grammas de essencia de
terrljentina, a qual como que por encanto destruio
a ac;ao do p!iosphuro.
Esta occurrencia veio ao conlicciutento do Mr.
Audant, quo, invesu'gando o facto, reconheceu que
a terebiut iina destroo a combustao do phospSorol
Mr. Person ne estudoua materia e fez grande nu-
mero de expenencias em dilfereutes animaes, as
quaes coufirmaram o facto.
A efllcacia deste antidoto contra a accao exter-
na do pli jsph ii-.> e conhocida de miiitos annos na
Allemanba, onde nas fabricas os opwarios faaein
uso da esseuc a de tt-rebinthioa, que trazeui em
um pequeno frnsquinho penJurado ao pescoco, pa
ra deste nudo protegerem os ossos da cara da ac-
eao destruidura ilo phnspbofo.
Loteria. A que se acha a venda e a 83', a,
beneficio da matriz de Barreiros, a qual extraliir-
se-ha no dia 16.
Leilao.-IIoje, 13, deve ter lugar o lerlao da
chacara em Santa Anna, casa em que morou o
Dr. Caminha, assim como outros predios na ci-
dade.
Em contiiiuarao e depois de meio dia, serao ven-
didas em nm ou mais lotes o resto das dividas da
massa fallida de Amorim, Fragos i, Santos & C,
conf irrae esta annunciado.
Casa de detencao.Movimepto da easa
de detencao do dia 1$Janeiro de 1874 :
Existiam presos 312, entraram 5, sahiram 3,
existem 312.
A saber .
Nacionaes 226, malheres 12, estrangeiros 26
aacravos 44, escravas 4.Total 312
Alimentados a custa dos cofres Dublicos 335.
Passageiras. Chegalos de New-York e
portos intermedios no paquete americano Ontario :
Ulysses B. de Anirade, Ellen K. Gardner, Jo>e
Maria da Cunha Coulinho, Miguel Izabel
Sahidos no rnesmo vapor para os portos do
sul :
P. F. de Paula Carneiro Uchda, Dr. A. Marsceus,
Antonio Luiz de Barros e 1 criado, Eduard Frv
G. A. Duden, P. Gabriel, Dnmingos F. da Co>ta.
Chegado do Llsboa na barca portugueza
Linda :
Manoel Nieto Cabanes.
Ceiniterio publico.-Obituario do dia 13
de Janeiro de 1874 :
Graciana Maria da Conceicao, parda, Pemam-
buco, 35 annos, solteira, S. Jose ; entente.
Felismina Maria da Conieioao. parda, Pemam-
buco, 18 annos, casada, Boa-Vista, hospital PeJro
(I; variolas.
Adao de Barros, preto, Bio de Janeiro, 35 annos,
(ignora-se ojestado) militar, Boa-Vista ; tuberculos'
pulmonares.
Maria Candida de Mello, branca, (ignora-se a
naturalidade) 56 annos, Santo Antonio ; hepatite
chronica.
lrmao do barao de Tfffe,tendo chegado de M-
iwiis no dia 31, dosombarcailo depoie das 5 .horas
da tafde, e seijJo honUpn dia ^anlilicadp, sq hoie
pude conseguir a leitura desse artigo que nao pq-
MNtilQ

rua do
truccao
0 h iras
)riiqeira
ladaaob a. U\ filha de t->p,ranca, escravi de
Jose Evangvlirta de Faria Manel e li. Francisea d--
Barros Ma.-k-l, libertada pur 300^000.
a Ufsulma, mnbua. de 7 ^ aodue de idulo, ma-
tnculada s..b n. 5,145 filha ie Beraardina, .-sera
va d" D Liberia Maria dt- BaJ-a D. Franeiica
Maria do Paiva, li:erla a p .r .100 000 ;
Valeriano, earafuz, de 4 uuoa Ue idade, roa- J
7 horas da noite, ao "anda'r.do n. 83
Imperador.
Paroehia 'a Bmi-Visla.-0
director da ipciedade Propagadora da r
Pubii,ca,nessa fro^uezia, fara hoje, .pe(
da tarde, na rua do Hpicio a, 0, a sua
reuniao no corrente anno.
'regador, Par. por,Ui!i..df goverpador do
Iwpado, di| do corrente, opt4we 4iWiproviap
do pregiflor o Rvd. pa Ju-.truivi, I'ul.li.u AoMmise fuoc-
oonando esojja- publica prunawa para o sexo-
masc.ul.no ea nv-cturM pra adidteeda Encruji-
/nada do Boannho, regidas pelo professor Manuel
Antouio dp Albuquerque Uauqadp.
T^a^tTeijeaela. Por eu&tmidade ropoa-
Ima do actfM- raurioo MjaouapJo (or aoaaaciado, e.#spaeKeB^ qu
hoje devia terjwgar. oodhui;p Gyjuoasio Drain*.
lICO intuit
A^da d rejlo,-Pela,pespeelivad.
rniniMtracao foi creada uma na povoacaoda Pedra
do piuoicipio d9 Biiiqne, para a qoal se exp d*o
malas nos dias 4, 8, 1% 46, 80, 24 a-J& ^ochaaoV
se api.dla ao raeio.dia,
Chapeos. A' gjrano> fabrica de rqadama
F;l/|ue, a rua Primejro de Marco n, 4, acaba de
clMuar pirclo. de chapo-w de sol de soda, appare
|h*tios 4e prata, Uidopara homem coma par*e-
ohora.
Uui asHsiaald leaI.-Do Diarin de Be-
lem trn crevemos nnprt^nte numew ian aitwo
do r. Jose Paulino Uu<>aia>lu wfutaddo a aeii *a
dada p.-l.;s jornaes de Manaos e de Belem s,.bro
pen irmao, o Exm. Sr. barao do Teffe. Rjjcoinmen-
damns wia leitura
Serla excellence Na revista sclent fica
d. uoia f.iih franewa enconlramus, entre vanos
av-umft is, r- ft-rencia inlen-ssante ao que aHi se
ebaraa msi> sirnpl^ e pratico de alteauar a vi,.-
le icia i. .S ahrtlrn.iiii' ii|i>- UuS uavios.
A bprrofosa aiastroplie do vapor Ville do Ha-
Srs red-ictores. Viotima da sauna pobcial do
subdelegado do 2." districto de S. Jose, Amaro Jos6
dos Prazeres, nao posso e nem devo gnardar olvi-
do ao facto que passo a narrar :
Tendo fallecido no domingo, 11 do corrente, em
nossa casa sita a rua Imperial, hoje Vidal de Ne-
greiros. Joanna Maria dos Beraedios, pobre e sera
onlFcimeoto^ nesta cida le,dirigi-me a-tratar d3n
terro ao parocho da freguezia, que nw deu a com-
petente gnia para o enterramento; faltando, norem,
o vislo da policia, e nao tendo sido a fallecida tra-
ta la por facultativo, fui ao subdelegado para isso
fa-er, allegando Ihe ser ella indigente ; qual nao
fm a minlia admiracao quando send) inal recebi
da pel i subdelegado Amaro, fui posta de pi rta de
sua casa para fora aos empurrdes e maltratada
com nomes injnriosos e ate physicamente i Eutao
conheci que tuda o qae se dizia das arbitrarioda-
d'ts pratieadas por aqnelle snbdelegado, era verda-
de e que a sua sanha inferao-policial vai a!em dos
limites supportaveis.
Trazendo ete facto ao conhecimento do publieo,
chamo a attencao de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia para elle e pecodhe em nome dos mo-
radores do 2.-di-trieto desta freguezia nos Hvre
das persegui';6tis e arbilrariedades desse subdele-
gadn, modelo na pratica de violencias a vida, tran-
quillidade e direitos do cidadao.
Freguezia de S. Jose do Recife, 11 de Janeiro d
P874.
Francisea Maria da Conceicao.
db ser da reda'cead, embora esteja'pnblicado do
lugar que Ihe compete ; o quo prova a minha as-
sercao 6 justameate ter sido o artigo da lie for ma
raandado traascrefer em quasi todos os Joraaes
desta capital II.... Pelo dado so eoahece o gi-
gante-faco muito bom couceilo dot Srs. redacto-
rs da Inbuna, astim como do? damis Jornaes,
para nao poder crer que tivetsein enlouquMUo, e
| que so pela leitura do calumnioso artigo da Refor
ma Liberal do Amatoaas atacassem meu irmao por
uma maneira lao detcommooal!... porque todos
sabem perfeitamente o valor quo tem os artigos
publicado na Refonna Literal do Amazones !...
que e o pclourinho onde se atassalha a hoara e re-
putacao dos caracttres mais respeitaveis, e das fa-
milial mais distincUs de Manaos....
Pedi a redacci) do Grant-Paid a traoscripcao
do desmentido publicad no Commercio d> Amazo-
nos de 12 de dezembro proximo passado, no dia
subsequente ao artigo da Reforma Liberal, e pre-
tendo tazer o mesmo pedido as redaccoes das de-
mais lollias, nao o podende fazer conjunetaraen-
te por so ter podido obter am numero do Com-
inereiod) Amazona* de li de dezembro e ser-me
preciso reraetter o original para ser feita a trans-
crip^ao.
Profundaraente abalado com um acontecimeuto
tio desagradavel, peco ao publico paraense que
su^peada o seu juizosobre et-te faoto infametnente
calumnioso, lembrando se que meu irmao esta-no
Javary a mais de duas mil milbas de. Belem, e aue
precisa tempo, nao para se defender, porque e 'al-
so o qua diz a Reforma Liberal do Amazonas, mas
para explicar o facto com todos os seus pormeno-
res ; eu mesmo que eslou a par de muita cousa,
ponho-me a disposicao dos Srs. rcdaetores, e mais
peasoas que so quizerem orientar e saber a razao
da agqrestao da Reforma Liberal, do Amazonas,
feita a meu irmao o barao do Teffe.
Estoa aboletado no hotel do Commercio,. quarto
n. 21, onde posso ser encontrado das 6 as 10 horas
da manha e das 3 as 7 da tarde.
Para desvanecer a mi impressao, gar an to sob
palavra de honra que esse individuo ipie no dizer
da Reforma ja. ha muito* dias devia estar morto,
gaza perfeita saud i; estsve na enfermaria mi-
litar p r molestias adqucridas.... e'febres inter-
mitumtes.
Do castigo disciplinar. que foi em julho. elle na-
da sof/reu, o quo 6 evidente, porque cntra na cera-
preheusao de todos que niu havia de sercinco me
zes depois do castigo que entras-e para o hospital
i|uando quime dias mais tarde estava perfcitamen
te bum. como e patente e sabido, nlo so por toda a
olHcialidade como pracas de bordo e mais pessoas
que o tem visto.
Ainda ha mais uma razio para eu ailinnar que
e de um iuimigo i.eculto to In esse trama urdido
nas trevas contra meu irmao, e & recahir a accu-
sacao so e unicamenle I subre o barao de Teffe
como comraanJante, cntretan'.o que contra o me
dico de bordo que e obrigado pelo regulameato a
a^sislir aos castigos, nSo so diz u ua palavra I... o
ellese achava presente a bordo. do vapor Parti, Can-
deado no porto do Teffe, onde se deu o roubo no
tuez.de julho I...
Nem tao pouco se diz uma palavra contra os
membros do coaselho de guerra, presididu pelo Sr.
capitao teneute Aives, comiuandaute da ilotilha do
Amazonas; 1. teneato Freitas, commandante da
eo npanhia de aprendizes mariuheiros, e mais
muinbros,entre os quaes olllciaes do bat ilhao de
ai uliiaria, e o Dr. juiz de direito da co nirca, como
auditor !!.... o .-alienJo se perfeilameute que o
cjiniiiandaute uala podia influir no consolbo de
guerra I...
0 fel e veneno de que esta saturado esse artigo,
prova o rancor de inimigos que tem offeusa a vtn-
gar, e nao do hoinous imparciaes e ju-ftos.
Ao virulento artigti da Tribuna n. 53 de 30 de
dezembro alii no, nada respond >, p ir que as insi-
nuacues sao de lal ualuraza mesquinhas e vis, que
dispansam esse trabaiho.
Provada a falsidade do artigo da Rf.fonm Libe-
ral Jo Amazonas, deixa do exisbr a causa, e con
segujntomenle cessa o elTeito.
A vida at.'.u luancha e de gloriis de meu irmao,
um dos bravos e benemerilos da patria, que arris-
cuii a vida pelo boin estar do seus coocidadaos e.m
22 combates II... que e estimado pelos seus ea-
mara Jas e respeitado p^r. toda a m nulia ; que-
sciiipro.fui consi lerado o typo da moderacao niu
poJe ser derribado do pedestal de glorias levanta-
do por seas merecimentos, por uma calumnia es
cripta e publicada n'uma folha como a Reforma
Liberal do Amazonas I!... estipendiada por tres
inimigos, ou para inelhor dizer, invejosos seus.
Belem, 2 de Janeiro di 1874. Josi Paulino con
Hoonhollz.
Eiso artigo publicado no Commercio do Ami-
zonas, de 12 de dezembro:
UU cacs ladraailu a 1 ua
Sub a epigrapheFacto hirroroso vem pubh
cado no pasquim que por escarneo traz o titulo de
Reforma Liberal, um acervo de mentiras capazes
de later perder a pacieacia a um santo, lanlo
cynismo e descaro so se p idem enconlrar em
padres suspeusos de ordens, fraJcs fugMos dos
convontos, etc.
Sad ha quern ignore o que e esse rapaz incur-
rigivel, que foi levado a bordo do Marcilio Dias,
pelo proprio pai, para Ihe assentar praca em
marco de 1872, no porto do Para.
Deixamos do contar-lhe ahistoria desde sous
primeiros annos, em attencao ao respeiiavel ci-
dadao, que infelizmente e pai de um ente para o
qual nao ha um nome jue possa resurair lodo o
cynismo, descaro o raalvadeza reunidos em um so
individuo I...
Cirne Lima, u praca de bordo do transports Jc
guerra Marcilio Dias, (desde marr^o de 1372),
conseguintementc sujeito a disciplina de h ;rd i, o
roubo, foi praticado a bordo do vapor Para, no
porto de Teffe, em viagem para o asseutarcento dos
marcos do le >, e nao como maliciosamente se qucr
fazer acreditar, no porto de Manaos, e a bordo do
Marcilio Dias; o castigo que soffrcu foi conforme
a disciplina militar, o em julho deste anno; a vi-
da desregrada desse rapaz e que o levou ao hospi-
tal, c nao a consequencia do castigo que foi de
200 chibatadas, por differentes vezes, como 6 cos-
tume se pralicar a bordo, e nio 680.
0 cominaudaate e chefe da com nissao de.limi
tes, ti^ha em seu poder o dioheiro para as despe
zas, porque o official de fazenda, permaneceu a
bordo do navio em que e" commissrrio, como era
so sea dever, o qual ficou estacionado no porto
de Manaos.
Ao Sr. barao de Teffe compete responder cathe-
goricamente, e elle'o fara,^m attencao ao publico ;
;(nao a esses salteadores da bonra albeia) entretan-
to como amigo deS. Exc, nao podemos deix.ar de
protestar contra taes falsidades quo sao semprtj
atiradas pelas costas, e em ausencia daqaetles con-!
tra quem sao dirigidas, para haver demora no des-
mentindo, e produzir, ao menus moraentanea-
raente, o effeitodesejado.
( Diario de Belem).
:a a#HAWaan Jpn#mMMe e o system* w
fortalea-'COftra a miamu genoratlara da moteslia.
Ella tem sido univcrsalnumte experimentada pebt
rtpaco de*35 anbos nas Itcalidades infestadas pe
las sezoee feMWimeradlMhki. Porom, os W*
oiguos titeiUMdMW fnidaWpariiBn cooservador
da vida, nio se limitam a uma su classe de enler-
midades ; a sua accao medicinal 6 tao extensa,
corao a das pfaprars mitodwi -da escrofulat de
typo mais horrivel, o caairo dettroidor, at eon-
traecdas das juntas, tendfcs e ommcuIos, o eator-
pecitaeato e congastao do figado, o esCado morbi-
da do estomago e do veatre, a asthma, a toati
convalsa, as eORpcoes, o rhwpjnmo, a dabni-
dade geral, sao subjugadas com aaa rapidez se
furan^a tal. quo assombra os medicos os mais
xaerimentadoa, gracas as suas qoalidadcs suavi
sadoras, curativas e fortiflcanter.
COLLEGIO
20-ftua dos Coellins-20
A abaixo assignada, liceneiada pelo Exm Sr.
presidente da provincia, e pelo lllm. Sr. Dr. direc-
tor get al da instroccao publica, tem ettabekcide
na rua dos Coelhos, n. 20, a poucos passes da
igrcja de S. Goncalo, um collegio para meainas,
sob a invocacao da SANnssjux Tbinoauk.
Auxiliada por suas irmiias D. D. Landetizu Jer-
sey e Olindina Jersey, anibas as qaaw, ess eom-
inura com a abaix-i a*-i?nada, receber am iguai
educacao, durante quasi sete annos, em am dos
melhores collejios francezes da cidade do Port"
esta por eerto habilitida para WaaaaiMlip ia sn.s
alumnas todos os eonhi-ciioentos adquirido* Basse
longo espaco dc tempo.
- Caamando aattencao dosiilustradoapaisdefaEii
ha, nacionaes e estrangciros, para os estasulo-
abaixo, a aannnciante espcra raerecer decMida
preferencia, pois o sen cstalMilecimento se dUlin
gue, nao so porque nada pa gam em saparado pelo
estudo das artes de recceio, como tambem pelo da-
lingnas estrangeiras qm-, em geral, soroente se
ensioa a traduzir, an pa-so qne no Collegio da San -
tissima Ti:iND\Bi se aprendera a fallar e ewrever
correctamente ; o qne se lorna sem duvida de
uma vaniagem eatiidade iocontestiveis.
Invocando, cheia de confiaoca, a proteccao de
seus compatrii4as. e de todos os esirangeiros iuas-
trados, a annoneiani; suas irmaas, ou cainpri-
mento dos seus deveres, t -peram e promellein ec
vidar todos os wfon.Ms, amn de provar que, entre
ads, existem pernan'ibucanas sufucieatemente ha-
bilitadas para instruir a urcparar aossas innueaa-
tes e amaveis patricias, niio so a desemnenharerj
no faturo o nobre e r. speitavel raiaisterio h2--
mais de familia, como a se tornarem a |Ui, ou eiu
qualquer paiz, onde se-ncharem, o brilhante or
namente da- mais euli i <- distineta sociedade.
As-aulas abrem se. a !>> de Janeiro.
Philomena Mine re inn de A.'0" Vnwaalt lorrcj
Piiblifacao a \MtU.
0 abaixo assignado retxirru ao Lxia, Sr.
prasidenta da provincia, para Ihe fazer
certo, do rmo e fregaeeia, era qae deye
procurer os seus direitos, porque nao eoahe-
ce as Autoridades civis e occlesiasticas para
o dito firn, visto nflo saber a que teriao
e fregaeria perterrce -hoje o sea engerrho
Carauba, e tanto as collectorias de Naza-
reth cotno de Pdj d'AlJio, se julgam com
eupplicunte* eppap-ji represeotou a S.- Esc.
., ^r. presidente. 0 spj^Kcaule oio qo-
deodo ter, pieop conhecimeoto das leis que
eoottnuailament* se fazoia e liesfazem,
alterando as freguezias terraos, e na
s^ndo cidadJo de inflma cla-se, e.qu-Teu.-
ilo marcbar com Uida cwlxae rogulaii-
la.le no nunprimaoto dos sans deveres,
iporisso rpcorre a 8." Exc como antortdade
competcnte para daMit.
Engenho Caraiiba, 7 tie Janeiro delJi74.
Joao Marque* Bacalhdo.

PnrA
UM ASSASS1.NO LEGAL.
Eata c a Pfigrapbe do amgo de fundo
Aiiiiuuciu tUeutrul.
Acham-se eutre dos as artistmbas mem-
nas Kiosa, ben conbecidas d'entre n6s,
que veem percorrer todas as capitaes e villas
do norte, onde foram coroalas e cheias dos
melbores triumphos, e de passagem saw. a
edrte tencionam demorur-so nesta eepital-al-
igtins dias, com o fitn de dar doas as^cta-
cuIijs ;. pelo quo desJe ja proviaiiuos ao uus-
.ao publico que quando estas flieninas an-
(teneiareni o seu primeiro wspectaeub,
qeu seri breve, ndo deixem de concorrer
com a sua presenca, segiiro que sahiri sati-;-
fedo da festa quo nos prepanni aaqueUa
moite,
Programma eorlere do espectacub-set/l
ia*nunciado no sw do vido tempo, comotsuiv
bem o Uieatro onde teem de tvaba-
KSTATLTOS
DO
Collegio-da -San tissima Tkmioak, sob a
direceio 'Ie 4'lii' >n>--si.-i Minervina d'A'.
buquerqueO' Council Jersey, ooadjuvada
por suas irmaas I). Landelina d'Albuqoer-
que 0' ConnMl Jorsey o D. Olindina d'A!
buqaerque 0' Cnnnell Jersey.
Art. l. 0 liollegio dirigido por Philomena Mi-
nervina d'Albuqnerqne 6' Coiinell Jersey denomi-
na-se-Collegio n.v Santissdia Tbctbadb.
Art. 5." As alumnas recebem nelle intrucc>>
primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e de
recreio e pr ndas.
Art. 3.* A instruccao primaria e leitura, es-
cripta, contabelidaile (as quatro operacde-") nocoes
de grammatica portugueza, costura chi e cro-
chet.
Art. i. A hrstrnccSo secundaria comprehend*-
-lingua nacional, fraucez, inglcz, italiano, histc
ria, geographia e arithmetics.
Art. 5.* A instruccao religiosa 6 dada pelo ca-
thecismo ; as alumnas aprenlem doutrina cbris
ta, e todos os deveres reJigiosos a cumprirpara com
Deas, seas p&is e pa^-ntcs, e em geral omn a so-
ciedade.
Art. 6.* A instruccao do civilidade abrange to-
dos os actos da vida de uma senhora, em retaea>>
com as pessoas de s;n familia e com a socie-
dade.
Art. 7. A instrneca* de recreio eonsta de
desenho, musica, piano c hnca.
Art. 8. A nutrueeo de prendas reaae todo--
os trabainos de agnlli.-i. e toda a especie de bor-
dados, que deve saber uma senhora da melbor so-
ciedade.
11
Art.'9.- 0 Collegio admitte alnmnas internas,
meio pensionistas e externas.
Art. 10. A lingua que se falls no interior 4>-
Collegio e a franccza ; e durante as aalas de ingiu
c italiano so se fallam estas lingnas.
Art. It. As alumnas que estadam francez, in-
glez e italiano sprendem a fallar, escrever e tra-
duzir esles idiomas grammaticalmente.
Art. 12. A mensabdaJe para as internas e ac
iOxOOO, para as meio pensionisUs 30*000, e para
\s externas 5*000, pagos adiantados por trimes
ires que, uma vez comerados, eonsideram se vec
;idos.
Ar:. 13. A instruceao das alnmnas internas,
remunerada segun lo o artigo antecedents, e a
dos arts. Jeo; as n.teruas e meio-pensionistas
teem direito a dos art<. 3, i, 5, 6,7 e 8 ; podeado,
todaria, quaiquer alumna externa freqoeular a
aulas supiriores rne-liante a indemnisacao, qae
se convoncionar.
Art. li. As desp.-zas com livros, papel, etc' sao
i: co dos pais ou correspondentes mpetenciaddsa
alnmnas, e bem assim a materia prima d borda-
dos, e estes executados sao propriedade das mes-
raas.
Art. 15. As aulas no Collegio da Sactissima
Trlnoadb trabaibam duas vezes ao dia -de manb?
das 9 as.12, e de tarde ttas 2 i|2 as 5 1(2
Art. 15. 0 enxoval das internas 6 ao gosto de
seus pais; assim com > a roupa lavada, engomma-
da e perlences poi elles serao fornecidos.
Art. 17. As peqaenas iniisposicoes e molestix*
das internas sao tratadas no Collegio ; nas graves,
porem, a director.! faz avisar aos pais on corres-
pondentes para proviilenciarem s bra o trataraer
to, que pude ser era suas casas, ou no Collegio.
Art. 18. Os feriados sao os das anlas pubHeas ;
salvo as qnintas feiras que, no Collegio, fleam des-
tinadas a ins true cio de recreio.
Art. Id. Todas asimterias leccicnadas no Col-
legio da Santissdia TniNOADSsao professadas pela
directora e suas irmaas, ou outras senhoras com a
aptidao precisa, e que a directora Julgar necessa-
ria?.
Recife, 30.de dezembro da 1873.
Philomena Minervina de A. ffOmmll Jersey.
Approvo -Otrectoria geral da iactraccao pabMea
d Pernarabu^q, 8 de Janeiro de i"n.
Joao Barbalho Uekoa Cavalctnt*.
COMMERCIO

_
ilARITUIOS

0 deserabargador Bcfaanlo M. da Cosla
Dona, nio podendo lespudir-sode todas,as
pessoas de sun nmisade e n-lacoVs, peitrsen
m&n esta'io de sarjde, rwie descntpa deisa
Cdta involuiit ria. no ei.tanto ufferiice-lhes
sens&aoesiservicos na capital dt> Ceara, oade
vai residir.
An nesSen rfendQailas.
As pessoas arintliis com a slsaptrrilha da
Bristol, e quo resile,n nos li-iinctig .na i|ne rei
nani as febres wtonnilteiitiw esezfios, p lo n real-
ii'a lot-a.
CONTRA 0 WOO,
Acompanbia lndemnisadora, asUbnteanl*
oesta prar;a, toma segnroa mat iUww ***
navios eseus-------~imntitm n iimua Um
>m edilicios, mercadorias e mobjuuMta-
fa-dn Vigario-n. V, pavtnsanto laww.
(win na jt-ures ratormiiieiuw esezoos, p iO<
) ineiitt! jomli.r d-.-sa fofi-rnidade ani u
jUiii irasco deste pider s> t.nic- lenelal s
COMPANfflA
Pbefiix PernambiiWTm.
Touaa rtsoiauiariUiaos eat a>itr>adoAa
flutes, dinheiro a nsoojaiinnlmeBda^i JySlt
roer natureza, em vhpores, navios ?# Tjlwnft
Sarca^as, a pretnios mnito morfiexw.
rua do coiiMERrao s. n.
Augusts F. mitri SC.
ahifeuul A ra* "'ni''ri-Mi e bancana deAui__
da 7n'-'o cslefriose perseveranlj-;tf no seu uso, as for- [ F. d'Oliveira &.C., 6 rua do Con mercio
ns


i'


f


Diario
cfelfi

i

>
raamouco \}i
UiUtd
Telia 15' de Janeiro
de ordens
do tod
commer
42, encarrega-se
para emba
mats m
ciaes,
Deconta unfieiros a pre-
mio, corap' jca a" "vista e a
gwnador. jobre as^. se-
Iras e naSifljaJi >
o ujfojnn&k* of
AND IIANSB5TIC SANK,
asds'de l. clalse.
Paris. Sobre os 'panqfteires fould
4 CV, MARCCARD ANDRIC&C. B '. ItACQUE,
VIGNAL d C.
Hamburgo. Sobre os Srs. joAo
SCHl' BACK & FILH S.
Liab santos & VhBIm? ci sffflVmo JOSS DE
ABR4}1-
Porto. Sobre o b\noo uniao do porto
e 0 8r. JOXQWiTPtSTO DA FONSECli'.
artw.
LOIC
LIMITED, C
Para.
Sobre o banco commercial
DO.PARi^ Ofil Srs. FRANCISCO GAUDENCIO DA
COSTA &P1LHOS.
MaraahSft. Sobre o Sr.-jo&'rrt-?
RE1RA DA SILVA JCWJOR.
^*r, Sobre os Sr'i. j. s. de vas-
CONCELLdSdSONS.
Baaia. Sobre os Srs. marinhos d c.
aM-'fltfHaWAfeh'o. Sobre o banco
ISt&M&i&ti llERCANTlI., GANCO N*AC'tO.TXL 6
banque BRASfLTOwl^tAScAiSi-.
pj*fa rt M.;vajK)K uu
ca/regott : Amorim Irmaos & C. J caixas torn
kilo* de doce j P. Brothers A C, 100 aacca* cqni
I7.WS diies de .algodio j J. Bastos & C 178 ditas
B<.W,3 No navio hespanhol Traciata, para Baxeello .
na, carregou : P. Carneiro 4 C. 101 saecas com
7,lC$iflokde.UKw-- t
m Na. galeca partogaeza Lubot, para o Porto,
CMaegoa : H. J. da C. Sobriaho 650 saccos com
48,750 kilos de assucar hranco.
No paltobote portBfBej Pensamenh, para
Lttfca, tarregoji : B. Olifetra & C. 39 saccos com
2,230 kilos de assucar brano e 270 ditos com
20,550 ditos de dito mascavado.
m$o navio allemao Actiz, para Valparaiso,
carregou : S. Brothers & C 800 saccos com
60 000 kilos de assucar bratfdo.
i 'No brlgtie'poilui|rSay<,Mhr Rio da
Hrhta; earregou: A. Cordwro 579 barrtcas com
39;988 kilos p* assucar branco.
No brtgue nacional Vielorino, para o Rio da
Praia, carregon: A. Lojo MO bwrtoaq com- J,907
kiloide *}sucar braaoo.; M. de Barros 2,oGO co
,cos (fructa). M ,
' Jo'-lid&T**.,
Sul, dI paWftl*
, kft.ffe'WSPrtrfanfor
ya8;-de*sar
nofiiate :brsM|H!
& C 3D barrtqrii
.elf refliado.
o. na' bareic* Lnzitanta, carre-
k Irmio i caMa com 20klltfs'
Segai*ft c&iHfa-fog
THE LIVERPOOL d
INSURANCE
SAUNDERSBR
LONDON A GVbV
ttYv
EftSd C.
11Corpo Santo11
N0RTHRRi\,
Capital. .... 20# Jundo dd' reserva". 8,0O&00$00C'
Agwltes, '
Mitts Lathd1n'&-.
RtlA'bA CRUZN'. 38.
COMFAffBf A; ALLIAMCi
seguros^maiitimos e terreb-
tre'S^taljelecida tia Bahi
em'I5 de janeii-6 em 1870
CAKtAL 4,00:0O3(M)Or'
Toitia seguro de'rhercaflorias e dinheiro
,iico maiitittib-erti'Tiavlo de' vela b vapt)re
para dentro efdra do iWiptiMo,1 assim com<
contra fogO' sobre predtos, 'generos e fa
A#*te :' JoaqtrirB Jo^'Gcmca'h'esBerfrlb1
rui ao'eommei-cio n. 5,1* andar.
PRACA DOREC3FE li DE JANEIRO
DE 1874.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDI.
Cota^ies ofllciaes.
Algoaode t" sorte 7i890 pur 15 kilos, liontem.
Algodao de Maceio 1* sorte (inspec^ao de 1873)
WO por i& kilos' poslo a bordo a frete
de 7|8 e 5 0|0.
Dito de'dito dila (Jospecjao de 74) 8*800 por
13 kilos posto a bordo a frete de 7|8 e
5 0[0.
Algodaomediano (idspeccao de 1873) 8*100por
I'i kilos posto a bordo a frete dff^iSe
5 OjO.
Dito-dito (iospeccSo de 74) 8|- por 15 kilos posto
a bordo a frete de 7(8' e 8 0|0.
Camb!6'-soi)re o Rio de Janeiro a 15 d[v. ao par.
Dedarajao.
Foi aesta data declarada pelo corretjr uue hon-
tem fei as eotseoes de algodao de Maceio, qneo
mesmo liolia em partes iguaes a iaspeccao de
l97Se H74, e 5o somente de 1874 como tiaha
rMado e foi pablicado.
U. do Vasconceilos
Presideote.
A. P. de Lemos
Secretario.
)BSPACH0S
OOIA l^M
DfOfte
ha eom
_ barcjfPa' TAfl do-Mai;
elra' &. B.r1 barrteis-eonr 1W
t V i
dedofce^
Para
carregob : S. Ji
kilbs de' assiM-ftfrniilb.
Para 6 Eeara, wittpfk nalefonit' PirmanM;
carregpa,;. A- orjleiro_ 6. barrios, com 120 }
para'Acarabii,
A. Cordeiro 3 ditis com 210 ditos de dito branfco.
e.lil'barrJs,com900 1itrps de aeuatdenle; T. B.
4ath>doBaros 6 barrica> com 860 kirns de a-su-
irjraffio^' A. QlWejra.a, C A .ditasto* 240
itqs dedjt. ,9 cascos com ?68 Utr6s de aguardep-
E oara ^os'spfo; B.' J. Pe'retfa i lrm5o 2 Uitbs
96 mm de d;tb"e I brffiea com CO kilw de
car bribio'" t-
Para' Macao, flabarcab* Tres /r.mfas. ^anre-
gou: Jt.A. Seria 9 barrfcas com 830 Kilos d
' 'atftiBfe,'fla"arcaca..^jr(fe
rnt; caTreWtf r A-'AFerretra 8 barrtcas com1
kHci3 d' asMeir'braneo. MfM-'aj,
' Para''MijStfro, na barcaci *r
gntt : Silra Reves dt- p1pM'e
de^gtiardente. : T. P. M. Bastbs- lOjBfm
6 klfos deasincar refraado -t-' P. C-Tra^nsf
que-Jiaranhlo i barricas com ISl'-kirw de-assn-
carjraoco e 2 CAPAT
d#ffl'do dia 14
ANUEGA"
6:8f49?!0
838*661
7:640*614
No dia 2 a 13
VOLUMES^ SAHIDOS
No dia *14
4LFANDK0A.
4adimento do dia 2 a 1 -t. .
ida do dia 14
45S.0r>9*249
33.314*227
491:413*476
Descarregam hoji li> ia Janeiro de 1874.
I'atacbo dinamarquez Gipsey aduelas ja des-
pacaadas para o caes do Apollo e varios
generos para u Irapiche Conceicao, para
despacbar.
Hrigue portaguez Tnumpho vanos generos
para o trapiche Cinceigao. para despa-
cbar.
firigue hespanhol Ataulpho xarque ja despa-
chado para terra.
Barca americana James Duvidson farinha
)& despacbada para o 5* pdnto.
fatacho inglez Gem bacalhao ja desparhado
para o trapiche GmceicAe.
Rarca ingleza-7-fletea hibel -bacalhao ja despa-
cbado para o trapiche ConceicAo.
I'atacho allemaoJohann Carl carvao ja despa
chado para o caes do Apollo.
Barca iogleza Fuzilier machinisno para o
trapictie Conceicao, para datpacbar.
Barca franceza Veridiana tijDlos ja despa-
chados para o 5 ponto:
Brizae inglez Maria bacalhao ja despacbado
para o trapiche ConceiQio.
Iiuportiicao.
Barca portagueza Linda, entrada de LisbJa em
14> do eorrente e comigaada a Jose Joaqaim Goa-
calres Beltrao & Filba, manifestou:
Azeite 30 barris a Luiz Joaa da Costa Amorim
k ., 2.j a Caalia Irmaos & C, 33 a Ammmlr
maos 4 C, 30 a E. R. Rabello & C, 10 a Jos6 Fer-
Difldes Lima & C. Agua imineral z caixas a Far-
reira vlaia & C, 1 a Manoel Alves Barbosa. Ale-
crim t fardo ao mesmo.
Broxas 2 caixas ao mesmo.
Cal 20.) barris a Rodrigues & .Martins, 100 a
J.>se.J?.'a.Foaica, -tOO a E Raphael Riballo 4
('.., 50.a iliveira Filhos 4 C. Canlaria i96 volu-
ama* a Ihoataz de Aquino Konceca & Successo-
r's. Cevada'SO saccos a Amorim Irmaos &C, 10
bacrJeas_a Bartholomda 4 C. GeboUs 100 caixas
a D. Joaqaim Ferreira da Cruz, 50 a Jose Duarte
Simoefl.4 C- 30 a Joaquim Jose d'Azevedo e 60
molhos a Silva GuimarAes & C.
Faeallo 50U.saccos a ordem, 300 a Antonio A.
Jacome, 23 a Tasso Irmao 4 C. Figos 1 caixa a
Aatonio 8. Nigueira.
Gradea.de ferro 4 caixas, a ocdam.
In^nasaas. 1 caixa. a Ferreira Maia &. C.
Cagadu.id* varas a ioau Ignagio, de Avila, 121.
railriJa.* Antonio G. de Va-scvoflellas.
Mobilia de ferro 2 caixas a ordem.
Panel de embrolho 2 pacoteai a Jose Fernandes
Lima 4 C. I'aios 1 barril a Amorim. Irmius 4
C. Pedra, 120 volumes a Joao Ignacio de Avila.
120 a *oe. AogUilu da Araujo.
Sariinaas SOOfbarricas a Silva Guiiaarlos &. C,
30ta Antouw Aiiaas Jacome, 25 a Antonio JoSo
FoMado, 23. a Joa< dj Rega Lima, e 30 meias bar-
ricas. a Luiz Jose la ajsu Amorim Filbos. S3r-
03.43 barrfc. a M j itsiro Junior & Fernau le<, 25
a Lhiz io*6 da CosU Asaorim & G. Sabugo 3 far-
dos a Barlh Toueinii.i i barril a Amorim Irmaos & C. Ta-
ils de cobre 1 c.nxa a Barih ilomeu A. C.
Velas t caixas au harao do Livramento. Vinho
i'i pipas e iO barris 23_barrw dn qumto a ilva Guimaracs, 30 a Tho-
mu de Aquiu> Fm.awa & Successures. 4 ao b-
rio do (jivftuni-aio e 8 aocoretas a orie u. Vina-
gi'l ill fans 0* )UMt, a lose Duarte Si-ioei &
G.,4* hmtuoLumiA Siqoira, 6 pipnt e i > bar-
lilos e*5a ordem
,o da New-York
i* H. Frilers & C,
rtmeira porw .
>*gucda fort* -. .
Cbrcetra. pona .
tjuartaparla-, .
fupwka i CoBceigaa
SERVIGO -MARITIMO
il\arbcas descarregadas n trapieha
aJfaudega do dia 2 a 13 .
No dia li
Alvarengas........
"Jo trapiche CnnMic&a ....
14,397
212
138
284
1
1,955
16 087
36
42
tesdos il
que Ihes flpa1
ief fl.'
hereoi so
i, anacadaf-se-ha a
xo ti^aacMv
m&%
X
esouram nrovinoisl de r4raJiHu,co
b, do exercTcte 1872 IW^-lJaW
J0^jrazoJ!mJ^fSfygel.fe,P? f^QBtaj.duaa*Mgo deste, na confc
^MPiWloleltafW'lI \d%Bf doieontencbso as respecti^ guias, stfm de reco
ilpr pjwerileBfcs dos mestaos impostos, certos de qutr nio fiuendol dentro deste
cobraopi judidalmente, publicando -se para isto a relate ds devedores
Secfio do crotenckHo provincial de Pernambuco, 1C de dezembro de 1873.
0 procurator fiscal interino,
Miguel toft de Almeida Permimbueo.
MatfUidos demotes da colliOoria'pmlticlal de Itambi do exerctrio find* d* tB7J a 1873,
tlTOSfO DB DECliAS.
v
I
-tEGEBEDORlA DE RENDAS1NTBRNAS GK
RAES DE PERNAMTOCf3
(tmdinentt do dia 2 a 13. 1*347*816
feat d daft 4 7511126
1& 099*942
CONSULADO PROVINCIAL
vendimeuto-d.tdia I a 13.
Id^ra 114:906*504
3:808*458
118:714*662
RECIFE DRAINAGE,
dendimento do dia I a 13. .
4:411*531
1:261*458
7:4674161
iGViMENTO DA PORT'
Naviosentrados no dia 14.
Bahia... dias, vapor brasileiro de guerra Recife,
commandante capitao tenente Pedro Njlasco da
Fontoura Pereira da Cuaha.
Bahia3 dias, vapor inglez Hooper, de 3,723" tone
ladas, commandante \V. Edington, equipagem
44, em lastrs; a Wilson Rowe & C.
New-York por S. Tbomaz it dias, sendo do nlti>
mo porto 6, vapor americano Ontario, de 3,451
toneladas, commandante G. B. Slocam equipa-
Sem 64, carga varios generos; a Henry Forster
:.
Lisboa-31 dias, barca portugueza Linda, de 314
toneladas, capitao Domingos S. Freilas, equipa-
gem 18, carga differentes generos ; a J J. G.
Beltrao & Filho.
Naoios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Cauhoueira nacional Araguar^,
commandante 1.* tenente Ehsiario C. Carvalho
Portos do sul -Vapor americano Ontario, com
mandante Slocam, carga a mesma que trouxe
dos portos do' norte.
Trenedade(ni Wen Indies) -Barca ingleza Flo-
resta, capitao G. White, em lastro.
Canal Barca inglez* Tiiomaz Daniel, capitao R.
Morton, carga assacar.,
EDiTAES.
Filial ii. 116.
Pela. iospeetoria da alfandega se faz pu-
blico que, nao tenio sido arrematadas as
mercadoriasabaixo deolaradas, annuaciadas
a l'silao por editsl n. 113, por falta de con-
currence ao valor official, se transfere a
mesma arrematacio par* is It boras da
rnanba do dia 16 do eorrente a porta desta
reparticA*.
Trapiche ConceicAo.
Mares M. J. F. G, 100 barricas com cal
em p6, pesaodo brato 5,66ft kUos, tara de
10 7, liqui-lo legal 6,09 kilos, no valor
de 8019866, viodas de Li-.b >a no navio
A'ava Sy/npatkia, descarreg*das em 12 da4 8 Luiz Gomes de Mello
agosW.de, 187 3
Idem J J. C. B. 1 caixa.contendo-iraetas
d-t"rior'tas s^m valor, vinda de Lisboa no
vap >r inglez Valparaiso, descarregjda em
87; de ouuibro de 1873.
Alfandega de Peruamboeo, 13 de Janeiro
d4874.
0 inspector,
Fnbio A.deC. rf*.
Ulltalia a Keller &t:. fa Rabe Scha-
mettM & C.
Secrets is .10 gyaiiM-i-i. pruvifici il de l'er-
oambui>. JO le d-iembro de 1873.
Pjr esta secretaria. e a* ord^m d > Illin.Sr. Dr.
raged of mtiaj.s do--l.iraa quern intoriwsar pos-
sa, que no dia z de jaueiro proximo vindjuro.se
achaabcrla a matriculadj- alainnos dn>te iasUuuaJ
e bem assim se faz pnbliiw o ariigo 37 da leJpro-
vincial n. l,12ide-17 de junhe
que assim disptle*: fle"m eT
trimensal que devemJazacaoiaaUt
intemos; a 20* a mansaUdada dos mala panda
nisia* e a- 6* a dos extatnos.
0 seeretarw
Celso Tertolia'Do Fernandes QointeHa.
YillKderPedrasdaFago/
do Rego
Hjhlcimtiitb
i
7 Joao Camello do Nascimento.
8 Joaqaim Maria Mascarenba Rosadu
9 JosTdOS-Rets SaTeTBr-
10 Joaqaim Francisco Dias Montenegro
12 PrirXKSXS&fL*
13 Jose Francisco de SMka
14 HyginoFefftira da SuVa
17 Gregorio Maqoel Baptista
18 0 rdesmo
19 O mesmo ,.
20 Antopia.Maria Dourada
21 Arohm '
22, A mesma ,.. ,
23 Hifioel Franifei^o'tfo' N?sclmenw
2i Li^iz de Franca Ba'rbo'ja
2$.Hv:~W Fraheisfia" de lesu.s
%'$%(& frWW ae'Wtifees
27 Antoiito Miguef Fraflcfei-b Alves!
28,Cbristovao Goncalves Guerra
29 Man6eV.Gohta.lvft de ,0|lveira
30 Fellsberti} Be'ze'rra Chaves
31 Francisca Maria Barbosa
32 Francisco FirmJnO' de Saht'A'rfna
33 Joaquim Jose" ,da Costa
34 Pradels'c^ Mdijtz
35 Jose Bernardo de Carvalho.
36 Alexandrina Lins Cavalcante
37 A mesma
38 A mesrirav
39 A mesma
40 A mesma
41 Jose Bernardo de C.'.vallio
42 Alexandfma Lin's" Cavalcante
43 Jose Bernardo de Carvalho''
44 AntohloRcnlho'MtftTteiro
45 Bento FeWefifti de: Sdtlfl:'
46 Maft'tel'Prancisco'fle'QnlWbz
47 Manoel Ignacio de Valois
48 Joaquim Gomes da RochB Lima'
49 fcibe*>alino Jo*de-CaiilBo
50 Cosme Joaquin:PeVieia1da,Gdnha
51 Francisco JusliiwOotne?
SS'Jos^loKqWim Freli*
53 Eleodoro Julio de Campos
Timbanba.
54 Joaquim Gomes Cavalcante
53 Jose Calazaww de Soaza
56 0 mesmo
57 Paulino Deodato de Hollanda Cavalcante.
58 Jose Calazancio de Souza
.59 Domingos Dia* de Araujo
60' Luiz Francisco Perefra Paiva
61 Manoel Joaquim do Nascimento
f)i Augusto Cesar de Albuquerque
63 Antonio Dias de Araujo Ga^alcanf'
64 Joao Baptista da Silva
65 Clementino Gomes Travasso
66 Luiz Dias Correia
6rPaute Josf Pereira1 Palma
68 0 mesmo
69 0; mesmo
70 Umhelino Jose de Sanl'Aana
71 Leoaor Maria de Jesus
72 Manoel Jose Baixa-Verde
73 ApoHnario Jose de Oliveira
74 0 mesmo
75 0 mesmo
76 Joao Candido de Mello Lima
77 Joaqaim Rodrigaes de Mendonca
78 0 mesmo
79 0 mesmo
80 Jo?6 Soares da Fonoeca
81 Rosalina Maria de Mendonoo
82 Domingos de Souza Virginio
83 Joao Pereira da Silva
84 Deodato de Oliveira Rocha
85 Domingos Dias de Araujo
86 Umbelmo Jote de Satit'Anna
87 Domingos Dias de Araujo
88 Pedro da Cunha
89 Manoel Jose de Oliveira Mello
90 0 mesmo
91 Apolinario Jos6 de Oliveira
92 0 mesmo
93 0 mesnao
Creanga.
P4 Vicente de Araujo Pinbeiro
95 Antonio Pereira de Lucena
96 Jose Bernardo da'Sirva
97 Joaquim Francisco Cavalcante
98 Joao Candido de Mello Lima
99 0 mesmo
100 Jos,e Bernardo da Sirva
101 0 mesmo
102 0 mesm -
103 Francisca Maria do Espirito Santo
(04 Francisco Gomes de Araujo
105 Joaquim Jose das Neves -
106 Antonio Jose de Sant'Anna
107 Fran;isco de Paula Pires
108 Jose Bernardo da SiWa
t09 G mesmo
110 0 mesmo
ill Joaquina Maria da Conceicao
1IS1 Francisco de Paula Silva
1.3 Vicente de Araujo Pinbeiro
114 0 mesmo
lls Manoel Antonio dr Rocha- Uchda
116 Joao da Paz
117 Manoel Viegas
S. Yicenk-.
118 Joao Antonio de Lima
119 0 mesmo
120 Jose Pereira de G6es Sobriaho
121 Sebastian took de Mendonca
122 Domingos Gomes de tour* Bastos
123 0 mesmo
124 0 mesmo
125 Antonio Jorge Gomes Guerra
126-Manoel Gomesdo Egypto -
1*7 Andre Avdino do Fgypto
m fun Gaede-i AhMfovado
129 Feliciaoo Kodrigues-de Soaza Campos
130 Joao Alee Pereira de-fyT*'
131 Tulentino Guedes ds'Vaseoncellos
132 Manoel Rodrigues da Silva
133 Maria de Nazareth Freire
134 Rutino Vieira da Cnnha
1
1
3*240
3*240
:t*0
1 Jose Bernardo de Carvalho
2 Manoel Leoncio de Pariaa-
3 Manoel de Freita-Bai*o Cordeiro
4 Manoel Florentine- das- Chagas
LfHoeifo.
5 Manoel DomingorDlas'deQdeiroz
6 Manoel Goncalves
7 Joao Baptista da Silva
QUATKO POR CENTO
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3*240
2*460
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5*400
4*320
4*320
5*400
3*140
2*160
2*160
3*240
5*400
4*320
4*320
4*320
6*480
4*120
6*480
5*400
8*640
4*320
4*220
2*160
2*160
6*480
7*360
8*640
5*400
5*400
8*640
4*320
10*800
8*640
5*480
5*400.
2*160
z*s6U
8*640
2*100
2*160
3*240
3*400
10*600
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6*480
25**OD
2*100
2*700
6*480
4*320
4*320
6*480
4*320
3*240
2* 60
4*320
3*240
3*244.
4*320
8*6
4*320
5*460
3*240
2*160
2*160
4*896
3*0
4*800
2*100
Timbiubu
i 9 Joao Felemon de Meneaes Lyra
:10 Francisco Alves de-Sa -
11 Joaquim GHtesi Cavalcante
12 Manoel Juse da Sirva
13 Joio Candido de-Mello Lima
14 AugustoCeiar de llmquerque
! 13 Antonio FraaeehRff df Silva Borge
116 Antonio Jose de Oliveira
17 Ananias da Co-la Lyra
Crnangy
18 ManotH Antonio da Rocha Ucboa
>9 Mareolino Gomes d S,Wa
20 Bellino Brbosa Cordeiro
21 Luiz Carlos de MHI i
22 Henrique Pereira ^valcante
23 Damiio da Grata Lyra
. 24 AaWBto-Vtu da-SU la,.
23 Alexandre Vazda^itta
il*>
ine do correma aaio/-' 'i6 Benigno Tarares Pesaoa do Mello
le**das a 100* a paga t27 Firmlno Jose Dias
lodnatituio os aluranos ;28 JoJo Pedro da Cruz.
4*600
8*01X1
4to2
4*6'
4*000
4*000
2*460
2*400:
2**60.
2*060
2*000
2*OwO
;*ooo'
129 Jose Rodrigteg da Sd*a
30 Joao Ferrefttdl'Sir*.
31 Jjao Ribeird-LeHe
32 Francisco de Barros Pessoa
-a
*34
*?
648
*I94
*324
*810
*162
*389
*|83
*t94
*c97
*129
*097
*097
4064
*0U7
*M9
Si2
*162
*129
*12'J
*162
*087
*064
*064
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*I62
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*359
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*162
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5162
5324
5324
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5194
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5129
5193
5129
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4064
5129
5097
4097
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4259
4126
4162
4097
5034
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4096
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4072
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5258
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5318
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5324
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5162
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2*000
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*128
*128
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4182
4288
5144
5144
5144
5120
5120
5480
*486
5720-
4240
*48s
5240
2*0
*240
*240
4444
5144
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a 120
5120
4120
4120
4426
4420
4T20
4020
40'
4126*
4120
4144
5
33 Henrique L
34 TraoqSliad Vii
33 AnrdHib" JbM Jde"1
36 Manoe! Garcia do
Silva
Mello
12s*
AdMtal
VMM
37 Trajano Dias Correa
38 Lourenco de Baitos Bezerra Cavalcante
39 Demeciano Gomes da Costa
> imi Wm ii Olmiraw n -.
41 Luiz Apolinario da Silva
42 Jose Dias de Oliveira
43 Lourenco de Barros Bozcrra
44 Manoel Pereira Campos ;
45 Joe AntorikJ da Sttva- |w|
46 Jose Joaquim de Sant'Anna
S. Vicente.
47 Candido Alves Cavalcante de Vasconceilos ,
48 Manoel Bernardo de Mendonca
49 Francisco Jose Lopes de Albuquerque
50 Pedro Gencalves de AranjO Coriolano
51 Manoel Barboza tM Widonca
52 Pedro Bezerra- de Oiiveira.Heltrao
53 Jose Leaadro dihSilva MaVroeds f%
54 Joje Lourenco da Konceca Pinho
33 Joaquim Correia da Rocha
5+ Jose Franctsco da Silva
57 Luiz Guedos Alcoforado
58 Manoel Lqp* Lima de. Aguiar
59 Theqtohi d Rineiro de Albuqnerque Maranhao
60 AnftSbLttiz da Silva {
I uJJetsoa da Silva
[aendas Perefra
p Apolinario da Sitva
bcJo' do contehcioso pfo'vlnflil dePernambuco
14611
tmu
2*tW
24616
24400
2*400
2*000
2*000
2*400
2*400
2*1
li
2**0
2*486
24000
2*000
2*860
2*000
18T3.
19 d-.-zombrode
0 l"ofnciai,
Horacio WMfrOi Ptregtino da Silva.
MM n. Hi
2*352
2*352
2*352
4*707
2*332
5*886
-24943
2*352
2*352
34531
34531
24531
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3*381
7*062
4*707
34831
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3*681
3*531
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9*417
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5*886
9*417
55886'
5*886
5*888
5*886!
3*886
5*886'
11*77*
0*417
23*644.
7*062
115772
23*344
299430
5*886
9*417
"-5062
7*062
3*831
45707
3*331
3*531
26352
35531
45707
5*886
34886
45707
4*707
5*886
355 il
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25332
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44707
44707
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4*707
7*062
5*880
9*417
4*707
4*707
25352
2*352
74062
85238
9441'
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9*417
4*707
11*772
9*417
5*886
5*886
25352
2*352
9*417
2*3.2
2*332
3*531
5*886
11*772
11*772
7*062
55886
2*943
24943
7*062
4*707
4*707
7*062
4*707
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2*352
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4*707
9*4 7
4*707
5*886
3*531
25352
2*352
5*2-19
3*488
3*232
2*616
2(616
*W6
2*180
2*.80
8*720
8*720
19*>80
4*360
8*720
4*3*'
4360
4*360
4*3*1
1*616
2*'.i 16
2.6
2*180
2*18
2*180
43!8
S#0
2*180
2*180
w
2*180:
3*80
2*616
Pela inspectoria da alfandega se faz pu-
blicoque, is 11 boras da manha do dia 19
lo eorrente, a porta desta repartiyao, se ha
de arrematar livres de direitos, as merca-
dori89 abaixo deolaradas, apprebeodidas no
dia 10 do me* proximo Qndov ^^^
Uhta caixa de costnra, de Cbarao, com
gitimos donos.eompareca nesta delegdeia, que pro-
vando, Ihes seri> entfc-gurt.
Delegacia de policia do termo de Serinhiem, 5
de Janeiro de 1873.
0 delegado de policia em exercicio,
An?tid9s Florentlno Cavaljante de Albuquerque.
Obras militares
0 abaixo assigoado fa? publico que a 19 do car-
rente sera arrematada a exeencao dos mclhora-
M mentos Drecisos na n>jva sala'do coaselho de com-
preparos de marfim, aval.ada por 10d000. pras dj arsenal do guerra, ercados era 56I44W :
Um cofre de dito para deposito de cha, quem quizer encarregar se delles, apresente saas
com preparos de metal, avaliado por proppstisnarepariicao das obras publicai,* as il
80S000 how do fli*^efeKdo. 0 orcame'nto acha-se na
,, ,'., .^ ... ^. ... mesma reparticao.
Um dito de -ditoWaner, avaliado por Pemambnco, 13 de Janeiro de 1874.
609000.
Um dito de dito, avaliado por
Dous kilos de chi da India,
par8#f32.
609000.
avaliados
0 thesoureiro-
Giiryssohto F. d* Castro knaves.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
, raria de fazenda se faz publico para cenheWmento
Arf*mb*ff dp P^rnamlitrnn 1 \ rlo ianpirn de.l'0lm. intere8Sr. que no dia 18 do torrents,
.."?" rernamtmco, 13 ae Janeiro p^^ 2 boti9 ^atarde) perante a junto da
de l6U.
0 inspector
FaMctA'teC. Reis.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda-se faz publioo para conbecimen
lo dos interessados, que no dia 28 do eorrente
mez sera posto' em hasta publica para ser arre-
matada por quem mais vantagens offerecer a fa-
zenda, a construccao de um deposito d'agua po-
uvel no- edhlcio desta reparticao, bem como a
canalisacao resoectiva.
; Serretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 12 de Janeiro de 1874.
0 secretario da junta
J. Rodrigaes Cardoso.
Banco Commercial de
Pernambuco.
0 banco paga o segundo dividendo na
razao do 8*/0 ao anno oa 23?'*00 por accAo,
relativo ao setoeslre findo em 31 de dezem-
bro de 1871.
SANTA CASA DA MTSERICOHLIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administretiva da santa casa da
Vttserieordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessoes, no dia 8 de Janeiro
pelas 3 horas da tarde^tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens onerecer, pelo tempo de am
a tr s annos, as rendas dos predios em seguida
ieclarados. j
ESTABELEGIVIENTOS DE GARIDADE
Padre Floriado.
Casi terrea n. 47......201*000
Cinco Pontas
Casa terrea n. 11.....2 326*000
Rua de Hortas
Casa terrea n. 118,.....a 240*009
Loja do sobradon. 41.....306*000
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. 11.......201*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalia velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias. >
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .... l:00O*090
Rua da Guia ,
Casa terrea n. 25.......200*000
Rao do Pilar.
Casa terrea n. 98.......2415O00
Casa tereea n. 99 (fechada) .... 240*000
Idem n. 10).........241*000
Idem n. 102........2414000 !
Rua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 58fechada.....
Rua da Moeda.
Armazem n. 37 (fechado)
Rua Velha.
Qasa terea u. 44. '. .
Rua das Larangeeras.
Casa terrea n. 17.......36I490O
Os pretendentes deverio apresentar no acto da
arrematacio as suas liancas, ou comparecerem
tcompannados dos respectivos fladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
roe for seguro o predio quo contiver estoboleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
ife, 2 de Janeiro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
thesouraria, sera posta em hasta publica para
conlratado com quem melhores vanfcgeas ct?4re-
cer a fazenda, a construccao de um deperM d'a-
gua potavei na edificio desta rapanigao, bam como
} a canalisacao respecliva, cuja planla e oreamento
se franqueara nesta secretaria aos preteMentes,
Sine deverao apresentar saas propostos em cartas
ecbadas devidamente selladas, e declarando Del-
ias a residencia e proHssao dos proponentes e os
nomes de seas fiadores.
Secretaria da thesouraria it fazenda de Per
nambuco, 14 de Janeiro de 1874,
0 secretario da junta
______________Jeznino Rodrigues Cardoso.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO 15 DE JANK1RO DE 1874
Malas pelos vapores Mandaku e Pirapamaii
companhia pernambucann
A correspendencia que tern de ser ejfpedida
hoje (15) pelos vapores acima mencionados para
os dortos do sul ate a Arac-ajii, e para os do norie
ale a Granja, sera recebida pela- maneira se-
gninte :
Ma^os de jornaes, impressos de qualquer naU-
reza, e cartas a registrar, ate 2 horas cartas or-
dinarias ate 3 horas, c cstas ate 3 l|2, pagan-
do porte daplo.
0 administrador
________________Alfonso do Rego Barros.
Pela administracao dos correios desta proviacia
se faz publico, que foi criada na povnacao da
Pedra, municipio de '-uioue, unia agencia de cor-
reio, para oade se ..xpeaira malas nos dias 4, 6,
12,16, 20, 24 e 28, fecbaado-se as mala*
tivas ao meio dia
0 administrad'-Tj
Alfonso do Rego Barros.
THEVTRO
SANTO ANTONIO,
Por esta administracao faz se sciente aos
conlribuintes d-s apparelhos e annuidades da
Gowpanhia Recife Drainage, qoe, em virtude da
portaria do Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, de hontem datada, acha-se prorogado ate
o dia 18 de Janeiro proximo futuro o prazo para
e recolitimento da importncia dos mesmos appa-
relhos e annuidades.
Mesa do consulado provincial, 30 de dezembro
de 1873.
Antonio Carneiro Macbado Rios,
Administrador.
Quinta-feira 15 do eorrente.
Grande e variado espectaculo em beneficio do
clarinelisla.
E. P. Reboucas.
DepoU quo os profeasores da orchestra tiverea*
executado uma brilhante ou ertura, comecara <
espectaculo com a comedia em um acto (toda or-
nada de musica)
Discordia de concordii.
desempenhada pelos artistas Bahia e D. Maria Ba-
hia.
2.' parte.
Transcripcao da opera Trovadnr- de Verdi,
escripta para clarineta, por E. Cavallini e execu-
200*000 tada pelo baneficiado.
{ Em seguida o Sr. Candido Filho executant na
606*000 flauta uma boaita phantaisa do sen reperlorio.
3.* parte.
Primeira represeniacao pelo actor J Camara, da
scena comica intitalada :
0 Sr. Jose do Capote
asssistindoa representat-ao do aTravadot
parodia buriesca da opera Trotadori
4.* parte.
Melodia da opera os Puritanos de Laigi Bassi,
executada pelo benehciado.
Principiara as 8 1|2 boras.
0 btnefieiado espera toda a proteccao do res-
peitavel publico peroambneano e desde ja agra-
deee.
Havera trem depois do espectaculo.
Os acompanhamentos de piana s^o feilos peol
Sr. maestro Germer.
4304000
l' Pela mesa do eon-ulado provincial, se faz pn
blico que no dia 12 do eorrente, se priocipiam a
eontar os 30 dias uteis, marcaios para a arreca-
dacao, independence de motto, dos diversos ira-
postos, cobrados por lancamento, pertencentes ao
anno finaneeiro de 1873 a 1874, ficando sujeitos a
roulto, (udus os que forem pagos depois de JhidOs
os referidos trinta dias.
Consnll'l" provincial de Pernambuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
0 admiafeirador,
Antonio Carneiro tfaeft'ado Rios
Escola Normal.
THEATRO
EjMPREZA
I AM V FENANTE
Sabbado 17 do eorrente.
Primeira represeatacao do drama em 6 actos :
A
ouo
Talisman de minha mai.
Pen-onagens.
Coronel Jorge
Sayry xep; tsaotante do- povo
Luiz, velho criado
De ordem da -r. Mr. director da escola faz-se
publico qne do dia 15 do eorrente era diante es-
taran aberu as mairicolas qaer do curso normal
qner da aul i pntiWi devendo o< candjdatos a; Dr Bernard
matpetila do priimnro anno satisfaterem as se- j0ge, criado de Savry
gaintes cxiffwici -s do regnlamento em vigor :
1 ter idad^ mai >r Aa 16 annos.
11 saber ler. nwever e eontar.
3." nao i-t s-'ffiilo eondemnacao por crime of
fensivo a mural.
As matiiulas An *
imprt-l" rivi-|riir:il
Secret-iria d.i E->-.la
10 de Janeiro de i8"4.
Sehastiio
Mylord Harbaer
Bllntun
Inn z Doreerf
Luiza Bertrand
io ?. e -3. anno encerram se Isabel enfermeira
i.o dia 3 de fevereiro.
Normal de Pernambuco,
0 secretario,
A. A. Gama.
Soldados, povo, etc.
A accao passa-se em
BMW.
Principiara trl how*.
Cavalios appreiiendidos.
Aehan-fe legalnente depositados tres ca-
vaUosdMurebendilo- enmn furtados em noder de
Aoleaio Pranrisco Uch:'ia e Antomb Gavnie,
Actoraa.
leraardino.
Braaa.
Flavi-i.
Jose Eduardo.
Lyra.
Oirrea.
Paira.
Maximo.
I> l-'iiouiaaa.
D. F.lomlla.
1). Jaaquina.
Franca, epooa da repa-
wMmm
do dous rassos e am alazaos quem for sens le- aqaadros ;
As & hras
Rapreseatar-se-ha o appla
en 7







-


i
TJwat& Periiambiico Quinfa feira 15" A.-
C0RRE10 DE mil
OU 0
0 PROCESS!) LES1G
ra-*e para brevemento ir a soena a come-
dia em 2 actus escripta peltf actor Penaote^:
Viva a camara municipal
eo domingo dos caixeiros.
Offerecida pelo actor a caixeirada de Pernam-
ttoco.
Ddxa de ter lagar hoje n espectaculo em eon-
Mfoencia da repen'.ina ini'ermidade do arti$ta
Taorino de Mones,
mm
SANTO ANTONIO
Domingo 18 do corrente
Grande e variado eaaeetaculo.
Primeira representacao dada pelas meninas
Rious.
Ordem do espectaculo. .
i.Grande symphonia pela orchestra, dirigida
peto tetelligente maestro
compieto da mesma, trau-se >m Silva & Cascio,
i roa do Marquez de OMnda n. 60.____________
Rio Grande do Std
Para o referido porto segue em poueosdiaso
patacbo nacional SaLiiniedes, navio de i* classe,
Sur ter a maior parte do seu carregamento a tter-
o. Para o resto da carga. trata-se com SiKa<&
Cascao, a rua do Marquez de Oiiada n. 60.
IEIL0ES.
LEILAO
DO
Sobrado de 2 andares e sot to da travessa
da rua da Madre de Deus n. 10, odificado
em chaos nroprins.
Hoje
A's 11 lj2 horas
Por intervencao do agente Pinto, em sea es-
criptorio, a ma do Bom Jesos n. 43.____________
barris com pefassa .desembarcada ultiraamente,
qainta-feira, do correote, as 11 boras d ma-
nbi, no araazem do Sr- Annes, defronie ua al-
fandega. ___________
Leilao
DE
85 saccns com gomma, marca GI
SEXTA-FFJRA 16 DO CORRENTE
A'sli .
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 85 saccos
com gomma, marca G I, desembarcadas ultima
' SEXTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
is 11 hnras em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandegn.
Atteneao
0 St. Francisco Aeosuatao Madeira, e roga do
vir a roa do Duqag de Caiias n. 60 A.
<*= Predsase de coiwheiro ou area quo coil-
nhe bem : no hotel do becco do Padre n 28.
s>
!.A linda avaneira a duetto
Louco de amor.
Em continnacio a wale a dansada pelas meninas:
E muito linda!
E am seguida o Sr. Riosa cantara a muito ap-
plaudida avaneira :
La paloma.
3 A representacao da comedia em 1 acto
ornada de rausica, comoosta expressamente pelo
Dr. Lobato, dlstincto maranhenae
Que par!
*- A scena comi'ca em que tan to se distin-
gue a menina Julia:
OSR. DQMINGDS FQRA DO
5.* e ultimo. 0 sempre arrebaudor vaudeville
em 1 acto ornado de mosica e danca :
Soiree de carnaval.
Principiara as 8 i>2.
Precis os do costume.
As pessoas que desejarem bilhetes antecipada-
mente, podem desde ja dirigirem-se ao escripto-
rio da tbeatro.
Havera am trem que tocou em todas as esta-
c$es da linha do Caxanga.
Da excellente casa de caoipo em Sant Anna, pro-
priedade do Dr. Alvaro Caminha Tavares da Sil-
va, a qnal torna-se recommendada por ser bem
ediflcada, em chaos proprios, e ha pouco mais de
nm anno, com 36 palmos de (rente, 80 de fundo,
com sotSo, quarto fdra, gallinheiro, casa de ba-
nho com 3 banbeiros, bomba e urn grande sitio
com 200 palmos de frente e mais de 1,000 pal-
mos de fundos, perto da estacao da linha ferrea,
lagar muito areiado e saudavel.
HOJE
As 11 horas em ponto.
Por intervencao do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Os pretendentes poderao examinar as aecom-
modacdes da casa acima no dia 13 do corrente,
por occasilo do leilao de moveis, louca, vidros e
crystaes qae alii deve ter lagar, e no dia 14 por
occasiao da enire?a dos mesmos objectos.
LEILAO
LEILAO
Tachigraphia
0 udiygrapho Carlos Palcao, por forca de
seu coatiato, abre o eurso grataito de tachigra-
phia no i.* de fevereiro proximo : a ru Impe-
rial n 151.
Agradecimento.
0 abaiso assignado agradcce ao Sr. Jose Car-
neiro da Cunha, o ter tao deserabaracadamente ap-
prehendido um pranchao que Ihe foi roubado, e
tendo I lie sido entregne pelo mesmo Sr., aproveita
a (iccasian de te asignar de V. S.- Manoel Ra-
mos Coireia.
Recile, 14 de Janeiro de 1874.
Professors.
Para a villa de Palmares, precisa se de oma
pessea com bahilitacdes precisas a ensinar pri-
meiras lettras, franees, piano e trabalhos de agu-
Iha ; a senhora que estiver nestas condicoes e
queira es"te emprego, annuBcie para ser procura-
da on mande tratar no Recife, ma da Cruz n. 16,
armazem.
Retira-se o annuncio, em aue roga-se ao Sr.
}ofi Lopes Machado o favcr de appareeer
no primeirrt andar do sobrado n 12, sito a rua
de Marcilio Dias, a negocio de'int-re-se
AVISOS MARITIMOS.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PANY
liinha qainzenal
0 PAyUETE
V\L,P\R\ISO
espera-se aqui, dos portos do >ul ate o dia 16 do
corrente, e depois da demora do costume, seguira
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde
recebera passageirns, encommendas ecarga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rone A C.
14RUA I'O CQMMERI-.IQ14
Passageiros para Montevi-
deo.
0 navio allemao Hongrong deve seguir para es-
se por to com ^ >uea demora, recebeado alguns
passageiros: a tratar com o oapitao, no anna
zem da rua do Conm-ivio n 4.
0
da carreira da Bahia segue para
esse porto logo que tenha com
pleto seu carregamento: trata se
com o capitao Custodio Jose
Vianna, ou i rua do Amorim n.
37, com Tasso Irmaos & C.
a
Para o referido porto pretende seguir com pouca
demora o brigue portuguez Ligeiro III, de 1*
classe, capitao Nubre. por ter a maior pane de
sen carregamento engajado, e para o resto que Ihe
falta trata -se com os consignatarius Joaquim Jose
Goncalves Belttao & Filho, a rua do Commercio
n. 5.
Coinpitnhia iranceza de JNavega
jio a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisbon, Pcrnaiubuco, Rio de
Janeiro, (Santos, soiuente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(coin baldeaeao para o Rosario)
STKA.flKSt
ConiiMamlnnte, P. Robert.
E' esperado da EuropA, ate" 22 do corrente, se
guindo depois da indispen;avel demora para os
portos do sul de sua escala, tocando desta vcz na
Bahia.
Relativamente a fretes, en&immendas, passagei-
ros, para os quaes tern excellentes acommodac5e.(
por precos reduzidos : trata-se com
OS C0NS1GNATARI0S
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42Rua do CommercioEntrada pela rua
, do Torres.
DE
uma parte no valor de 5:8195J389 do sobra-
do de um andar da rua da Senzala Ve-
ins n. 82, avaliada em 15:0005M)00. em
1869.
Ao meio dia.
Por intervencSo de agente Pinto, em seu es-
cirptorio a rua do Bom Jesus n. 4^____________
LEILAO
DE
moveis, louc,a, crystaes
A SABER:
Um piano novo, uma mobilia de jaearanda com
12 cadeiras de guarnicSo, 2 de bracp, 1 sofa, S
consoloi e jardineira com tampo de pedra.
Um dita de jaearanda, obra do porto, 1 eama
para casal, 1 marqueza, 1 guarda-vestidos, 1
5uarda-lou(ja, quartinheiras, cabide?, marqueias,
sofa de amarello, mesa para jantar, cadeiras
avulsas, 1 rico apparelho de porcelana para al-
mo(o, 1 dito para jantar, eopos, compoteiras, ca-
lices, garrafas para vinbo, pares de lanterna, can-
dieiros a gaz, vasos para flores, liguras, escarra-
deiras, capachos, tapetes grandes e pequenos, e
muitos artigos de casa de familia.
SEXTA-FEIRA 16 DO CORRENTE
as 11 boras da manba
0 agente Pinho Borges vendera em leilac os
referidfi moveis, por ordem de uma familia que
se retiron para a Bahia, os quaes serao transpor-
tados para o \ andar dosebrado da rna do Bom
Jesus n. oO, onde sera effectnado o leitto.
LEILAO
DA
arma^ao, generos e mais pertencas da taverna da
rua Imperial n. ol
Sexta-feiral6 do corrente
0 agente Martins fera leilao, por ordem dos
credores de Antonio Victorino da Rocha, d'arma-
cao, generos e mais pertencas tfa taverna da rua
imperial n. 6', em um ou ma& lotes, sendo o li
quido preducto applicado para pagamento de seas
credores.
A's 11 boras do dia, ni mesma taverna.
ViM*$Wf8$0S
Alugam-se as duas casas sob ns. 22 e 24 a
rua dos Pocos, na freguezia dos Afogados, tendo
cada uma 2 quartos. 2 salas, quintal em aberto ;
pre^o de 8x mensal : para vdr e tratar na rua es-
treita do Rosario n. 17, l* andar, das 10 .As 2 horas
da tarde.
DE
crystaes e objectos de oiiro e
ptata
Hoje
NA
FEIRA SEMANAL
Hi-Hna d;)lniperad!ir-Hi
pelo agente Martins.
LEILAO
Allianca Maritima Por-
tuense.
C>oittpanliia de \uve;unio en-
tre Portugal e o Brasil.
A galera portugueza Vasco da Gam i segue em
poueos dias para o Porto, achando-se ja prompta
grande parte do seu carregamento.
Para passageiros e fretes trata-se com o res-
Jiectivo capitao, ou com os agentps da companhia,
ose de Silva Loyo 4 Filho, escriptorio, a rua ua
Companhia Pernambucaua
Lagos
(Costa d'Africa)
Da Bahia espera-se ate odia 25 dn corrente mez
a barea portugueza Hercilia, de primeira classe e
marcha, a qua), depois da demora aqui de 48 ho-
ras, mais-ou menos, teguira para o logar acima
mencionados. Ri>cebe passageiros para os quaes
offerece os melhores cemmodos ; a tratar com
Francisco Ribeiro Porto Guimaraes: a rua do Ba-
rao do Triumpho n. 96. _____________
Rio de Janeiro
Para o porto acima segue com brevidadfl o lu-
gar nacional Froriciuo I, navio de 1" classe, ?or
ter a maior parts de sua carga engajada. Para 0
DO
resto das dividas activas, d reitos, e acgoes
da massa Cullida de Amorim, Fragoso,
Santos & C.
A saber:
Dr Antonio Vicente do Nascimento
Feitosa
Antonio Alves Ferreira
Antonio Francisco deSouza Maga-
lhaes Junior
Aiituiiio -I. de Siquaira
Francisco de Paula Andrade
Fred, rirn Miguel de Souza
deorge Nestun
Isabel Maria da Costa
Jo6 Alexandre Gubian Verdem (ces-
sionariu)
Bento Jo?e da osta
Jose Cavalcinte Lins
Jose de foarros Lins
Jose do Alencquer Simoes do Amaral
J. P. Adour & C
James livnr
Joaquim Krancisro de Hello Santos
Jo>ii Joaquuu Jorge
Luiz Jose Marques
Manoel Buarque de Macedo Lima
Manoel Antonio dos Passos e
Oliveiia
Manuel Goncalves de Oliveira
Manoel de Azevedb Ponies
Son, Fillios & i. (ailmittidos ao pas-
sivo da fallencia)
Tito Avehno oe Barros
Victorino Josd de Souza Travasso'
Jnao Baptisia i-'ragoso
Jose Antonio de Azevedo Santos
Francisco Francisco de Paula Pereira
Joao Luiz d' Oliveira Azevedo
Manoel Gomes de Souza
Octaviano de Souza Franca
Siqueira & Pereira, Cannllo J. Eiue-
renciano
Ant ui i Joaquim Panasco
Francisco Jose Fernande3 Gitirana
Farias ,\ C. e Francisco da Cunha
Machado Pedrosa
Antonio Joaquim Maduro BrandAo
Francisco Antonio de Mendonca
Pedro Paulo dos Santos
Manoel Luiz Wandcrley
Manoel Pereira da Costa
Joao Paulo da Silva
Joaquim Jose Medeiros
Jo>e Bento Goncalves Carneiro
Pedro Jos6 Costa Castello Branco
Manoel Firmino da Silva
E. V. Wyht
Machado & Souza
Francisco Moreiro Dias
Joaquim Albuquerque ~Mello
Rego & t;., & Irmau
Francisco de Barros Rego
Joao Jos6 Medeiros Carneiro & C.
Joaquim Jose de Mello ^Irmio
0 mesmo
Joaquim Albuquerque Mello
James Oliver
Antonio Marques de Amorim
Lima & C, Martin* & SebastiSo Jose
da Silva, saldo
Mesquita & Dutra
Viova Amorim & Filhos
Joaquim Jose da Silva
Travasso IrmaosA C.
Jloje
Ao meio dia
2:000f'0n
1:0.0*000
1:000*000
2:00 iOOO
1:000*000
600^000
3:000*0110
1:000*000
4:0005000
4:000*0 li
1:000*000
l:S0i)*'H)0
5:00-'*0O"
t:500*(iOH
2:000^000
2:500*000
2:000*000
3:00O*00u
2:000*000
2:0O0*0iK)
3:00-'*000
3:0005000
1:0005000
o:000*000
7:0000Oi
5:0005000
4:2*75201
2:0005000
'2:6895240
2:484*52
2:131*2i0
3:212/000
1195400
1C05000
7:2425910
770*130
281*442
2:8155920
7395000
1455380
2293261
50050*10
346Si8
4613000
1:300*00''
2:024*980
1:140-- 'its
1:170*0 0
1:0005000
2305000
5:410*126
1:134*208
897*150
1:069*170
300*000
18:2045400
62:911*000
4:584*906
4:148*070
95 461*640
3:4883330
51:198*100
IrinanJadedeO.dt) Bom-Parlo,
c.n Otinda.
De ordem da irmao juiz, desta irmanda-
du, sao convnlados todos os irmaos, a" com-
parecer neste consistorio, no dia 18 do
corrente, pelas.iO horas da manhS, aflm de,
reunidos em assembled geral, elegerem a
nova mesa que tern de funccionar no anno
de 187+ a 1875.
Consistorio da irmaudade de N. S. do
Bom-PartoemOlinda, 1+do Janeiro do 1874.
Emilio A. Soares,
Escirvao.
A nova igreja de Nossa Se-
nhora da Penha.
0 agente Pinto, cumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito esuecial do commeccio, le
vara a leilao o resto da divida, direitos e accoee,
conforme a relacao acima mencionada, perteo-
cente a ma-sa fallida de Amorim, Fragoso, Santos
4 C. O leilan tera lugar ao meio dia do dia
acima no escriptorio do mesmo agente A rua do
Bom Jesus n. 43.
leilao
DE
40 rneios barris com potassa nova.
A s 1 I horas on maiiha
0 preposto do agente Pestana, fara leilao
DE
prenrtas effe eeidas, para com
o seu producto sir levado a
tffeilo parle da obra do ma
gestoso tt-mpl Ue Ncs>'a Se
nhora da Feiiha (era cons-
trucqSo )
DOMINGO 25 DO CORRENTE AS 3 HORAS
Nao tendo >iJo pos>ivel dispor no ultimo l"ilao
one teve lugjir em s'lembro proximo passaio de
todas as prendas offerccida'* pelus lieis a bem da
M*sado iiiiipf.-to-o templo de Nossa Senhora da
l euli nen. de outras que teem sido offertada
depois da|uella data, resolveu o prefeito da Pe-
nha a razor um ultimo leilao, que devera ter lugar
dia 18 do corrente mez, das 8 1|2 horas da
manhaao meio dia, e las 3 horas da tarde as 6.
Pede-se aquelles fuis que fizeram ollerta^, se
dignem man.la-las aie c dia 17- oo corrente, para
que possam ellas ser di-postas e inventanadas.
Pela manha e de meio dia a i hora da tarde
effe tuar se-ha a entrega das 140 prendas, ft ns
tando deouro, prata, br'lhantes emais pedras
preciosas, objectos offerecidos pelos fleis, ja inven
tariados.
De 3 horas da tarde em dianle dispor-se ha de
muitos oulros .bjectos ja rtinetiid >.*, assim como
d'aquelles que remelterem ale o ilia do leilao.
Bernardino da Silva Costa Campos, Jose Joa
qnim Casado e Joaj Anselmo Marques, que
faziam parte da lirma social, gyrou ale o L" de outubro de 1873, sob a razao
do Moiqucs & C, de coja sociedade era o prl-
m<"rn socio cominandiiario, declaram ter dis-
solvido essa sociedade no dia acima niencio-
nado em nlacao somente ao socio commandita-
rio comiuuandu porein ella era seu gyro e so
a mesma razao social em relacao aos outros dous
soring solidarios, a ergo dos quaes, e sob sua
responsabiiidade Hca a liquidacao do activo
passivo dos dous estabelecimentos da so.'iedade
at6 o acto da citada dissolucan.
Re:ife, 8 de Janeiro de 1874.
Bernardino da Silva Costa Campos.
Joae Anselmo Marques.
Jose Joaquim Casado.
FRANCOIS LACOSTE, durante a sua estada
na Europa, deixa p ir seu procurator o Sr. Jero-
aymo Delsuc, entregue da gerencia do hotel de
Bordeaux, sito a rua Primeiro de Marco n. 7 A
primeiro andar.
Recife 9 de Janeiro de 1874.
Tendo eu razao valente para declarar como sao
os sobre-escriptos de todas as minhas cartas que
dirijo para qualquer parte do iraperio do Brasil
que me vio nascer, o faco pela presente declara
cao do modo e forma seguinte : Como todas as
minhas cartas sao escriptas em uma folha de pa-
pel e dobradas como offkio, por isso o sobre-es-
cripto e de meia folha separada, contendo oito
obreias pretas, sendo ires intemas segurando o
dito sobre escripto no verso da carta, quatro que
trancam os lados menores do sobre escripto, e
uma grande com as armas de minha familia, que
fee) a o lado grande Assim e que tern sarapre
sido ha 18 annos todas as minhas cartas, e conti-
nuam a ser em quanto me assislir razao para
isto.
Cidade de Olinda da provincia de Pernambuco
do imperio do Brasil, 14 de Janeiro de 1874.An
tonio Lobo Albm tim de Miranda Henrique*.
AO COMMERCIO
0 abaixo assignado, tendo ju-to e contratado a
compra da taverna da rua da Conquiita n. I com
a Sra. Alexandrina Senhoriiiha da Encarnacao,
livre e desembaracada de qualquer onus, se al-
guem se jntgar com direito a mesma, appareca
dentro do prazo de tres dias da data do presente.
Recife, 14 de Janeiro de 1874.
Joaquim Xisto A. Cavalcante.
por
conU^risco de qnem pertencer, de 40 meiosln. 16.
Pereira da Cunha Irmaos, mudaram
seu escriptorio da rua Marquez de Olinda
n. 21, para a travesea da Madre Decs
DE
fazendas finas
Vendese uma liteira nova com comrnodos
para duas pessoas per preco comiqodo : a Ira-
tar na rua do General Seara n. 20, com Guilher
me Daegel._______________________________
Club dos azacrins
Sao convidados os membros desta sociedade
carnavalesca a comparecerem na chapelierie des
dames, rna Nova n. 16, aiim de se toinar as com-
petentes medidas do vesluario deliberado._____
AOTlEMAZEM
fiO
VAPOR FRANCEZ
l>t.
RUA DO BARAO DA VICTORIA
7Outr'ora NovaN.
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
DE
Cordeiro Sim5es E' esta uma das casas que boje pode com pri-
mazia offerecer aos sens freguezes um variadissi-
mo sortimento de fazendas finas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de todas as
classes, e por precos vantajosos, das quaes faz um
peqneno resumo.
Mandam fazendas as cajas dos pretendentes,
para o que tem pessoal necessario, e dSo amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Grosdenaples de todas as cores.
Gorgurao branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e^de cores.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de seda, branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, la, etc.
Mamas brasileiras.
Coites com cambrala branca com lindos borda-
dos.
Ricas capellas e mantas para noivas.
Riquisimo sortimento de las com listras de
seda.
Cambraias de cores.
Ditas raaripozas, branca?, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes delicados.
Percalinas de quadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de cor, proprios para vestidos,
com barra e listras.
Ricos cortes de veslido de linho, com infeites da
mesma c6r, ultima moda.
Ditos de cambiaia de cdres.
Fustao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al
godao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
Juuvin, para homeas e senhoias.
Vestuanos para meninos.
Ditos [iara baptizado.
Cbapeus para dito.
Toalhas e guardanapos adamascados de linho de
cor, para mesa.
Colt-has de la.
Cortinados bordados.
Grande torliimnto de camisas de linho, lizas e
burdadas, para h:nens.
Meias de cores [>iiahomens, meninos emeni
nas.
Ditas escocezas. .
Compieto surtimento de chapeos de sol para ho-
mens e senhoras.
Merino de c6r> s para vestidos.
Dito preto, trancado e dito de "erao.
Atoalnado de linho e algodao para toalhas.
Atoalhado paido.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cdres e preto.
Selun de lindas cores com listras.
Chales de merino de cdres e pretos.
Ditos de ca-emira.
Ditos de seda pi eta e de cores.
Ditos de louquim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de fUni-lla.
Ceioiilas df linho e algodao.
Panuos de crochet para sofa, cadeiras e conso
los.
Lenijos bordados e de labyrintlio.
Culchas de crochet.
Tarlatana de tolas as cores.
Ricus cortes de vestidos de tarlatana bordados
para c6rtes.
E^partilhos li-os, bordados.
Foclard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda o la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas i
05SO.
Daaiasi'o de seda.
Ricos chapeos e chapelinas para senhoras, ulti
ma moda.
C.'ise.nira oreta e de cdres.
Chitas, madapulao, panno fino preto e azul, col-
larinhos, punhos dc linho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, lapetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagera, peitos bordados para ho-
mens, lenctt de linho branco o de cores, toalhas,
guardauapos, etc., etc.
Convida-se
aos senhores escriptores, littera'os, chefes de re-
par tiroes e commerciantes a visitarem a
ENCADERNACAO BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias d. 21, onde verao qae 6
este o estabelecimento que dispoe dos melhores
meios e procesios para bem servi-los na arte de
encadernar, e o uni^o que
POSSUE A MELHOR
machina para pautar papel, riscar livros, mappas,
manifestos, folbas de empregados, despachos, fac
mras, contas correntes e de veada ; cujo trabalho
sera regulado pela seguinte tabella de precos :
Papel pequeno em caixinaas.
Para pautar 1 caixa I*0s0.
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Idem 10 ditas a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
Idem 50 ditas a 250 rs.
Idem 100 ditas a 500 rs."
Idem 20> ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Papel cm tamanho flume, contas e despachos.
Por pautar I resma 1*500.
Idem 10 ;t 15200 cada uma.
Idem 30 a 1*.
Idem 50 a 800 rs.
Idem 100 a 600 rs.
I.icm 201) a 400 rs.
Mais de 200 a 320 rs.
Oulros trabalhos conforme o aluste.
A differenca em preco do papel liso para o
pautado, no nosso mercado, e muito superior a 320
rs. em resma, sendo per isso vantojoso aos Sr*
IMPORTADORES DE PAPEL
mandarem vir o papel liso para aqui ser pautado,
podendo assim venderem mais barato, ganhando
mais dinheiro, para o que
GARANTE-SE
a bondade e limpeza do trabalho, entregando-se
os volumes de resma com a mesma perfeigao e
igualdade que >e tiver recebido na
EN ADERNACAO BRASILEIRA
21 Rua Duque de Caxias21.
Catharina Sio oes da Silva.
0 chefe de divisao Mamede Simoes da Silva
(ausente) D. Anna Innocencia da Silva, Caro-
lina Josepha da Silva Pinbeiro. D. Candida Rosa
Gomes da Silva, D. Gertrudes Maria Gomes, Je-
suino Rodrigues Cardoso, Joao Candido Gomes
4 da Silva, D. Laura Poscilia da Silva Cardoso, D.
Annunciada Maria Gomes da Silva, D. Zoraida
Olympia Gomes da Silva, D. Maria Angelica Gomes
da Silva, filhos, irmaos e netos da faliecida Catha-
rina Simoes da Silva, de novo convidam aos pa-
rentes e amigos a ouvirem as ujissaa que pelo re-
pouso eterno mandam rezar na capella do cemi-
terio publico ne dia 17 do corrente pelas 7 ho-
ras a meia da manna, trigesimo dia do seu fade-
cimento.
Caleiido
fraocez.
',
Vbreu e Li'
<0K
ita Faria de Abreu e Lima,
sens filhos e genro agradecem aos
amigos e parentes que acompa-
nharam ao cemiterio os restos mor-
taes de sen presado rr.arido, pai e
sogro, Joaquim Antonio de Faria
Barbosa, e detnovo Ihes rogam o
obzequio de assistirem as missas do setimo dia,
na igreja do Carmo em Olinda, as 8 horas da ma-
nha do dia 15 do car rente, quinta feira ; e pop
este acto de religiio e caridade de novo se con
fessam eternaraente agradecidos. ___________
'j'tm.
Senhor Bom
e a todas as
'^)*!!i\ ifinriiw nmmmmmt~Haw
Francisco Cornelio de Albu-
querque Almeida.
^j) Maria da Trindade dos
Reis Almeida, mai, sogra,
i ina s. cunhados, sobri
nhos. atilhada e priinos,
cordialmenle agradecem a
innandade do Sintissimo
Sacramento da Boa- Vista e
Jesus das Dores de S Gon-
pesoas que se dignaram a
acompanhar ao cemiterio publico os restos mor-
taes de Francisco Cornelio de Albuquerque Al
meida e juntamente agradecem ao Sr. Manoel
Goncalves Agra pelo obsequio que fez ao mes-
mo linado e de novo os convida para assistirem a-
missas que mandam celebrar no dia 17 do cor-
rente, pelas 6 horas da manha, seluno dia do
seu fallecimento, na igreja de Nns^a Senhora do
Rosario da freguezia da ana-Vista, pelo que se
confessam eternainenle gratos por este acio de
caridade e religiao. ^^
Ladislao Tolentino C. d'Al-
buquerque.
Ignez Lyra da Albuquerque, vinva de Ladis
lao T. Cavalcante de Albuquerque, convida s
srus paremes e aos amigos .e seu muito fjcire
moso e sempre chorado marido, para assistirem
a missa que pela alma do mesmo manda rezar
no dia 20 do corrente, piimeiro anniversario do
seu pas-amento, pelas 7 horas da manha, na ca
peila do hospital portuguez.'____
Silva Barroca & rilhos teem para vend
seu a mazem, a rua do Marquez do 01inri>
seguinte :
Folha de Flandres.
Estanho em verguinhas.
Machinas para deacarocar algodao.
Cerveja escosseza branca e preta.
Fillele para bandeira.
r
Antonio Jose de Abreu Ribeiro e
sens filhos Jos5 Alexandre Ribeiro
e Joao da Cunha Soares Guimaraes
e sua mulher, agradecem a todas
as pessoas que se dignaram assistir
oenterro de sua sempre chorada
esposa, mai, cunhada e irma D.
Aurea Brazelina de Hello Ribeiro ; e convidam a
todos os seus parentes e amigos a assistirem as
missas do setimo dia que tera lugar no dia 16 do
corrente, as b horas da manha, no convento de S.
Frantisco._________________________________
BMHi
D. \nna l.nrreia de Almeida Car-
neiro.
Manoel Jose Carneiro, fe-
rido do mais doloroso sen
timento pelo fallecimento
sua sempre lembrada ecbr-
rada esposa, convida a to-
dos os seus parentes e ami-
gos para assistirem a missa
e Memento que, pelo eterno discanso da mesma,
manda clebrar no saLbado, 17 do corrento as 7
1/2 horas da manha, na igreja da Madre de Deus;
e anproveita esta occasiao para agradecer a todas
as pessoas que, no dia 11 accompanharam ao ce-
miterio publico os restos mortaes da faliecida.
Jds6 jHan:;cI de Barros Wandei ley.
Um amigo dedicado do linado Jose
Mauoel de Barros Wanderley, man
da no dia 16 do corrente, Irigesi-
mo do seu passamento, resar uma
missa as 9 boras daquelle dia no
convento de Serinliaem, pur alma
do mesmo rnado, e convida aos pa-
rentes e am'"is do mesmo linado a assistirem a
este acto pio e religioso.

E. A. DELQUCHE.
il-Rua do Harqnez de Olinda49
Acaba de rece ber um grande sortimento de re
logios americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertador
dos melhores gustos e qualidade.
Relogios de ouro patente inglez venladeiro?, des
eobertu com pnnteiro grande no mein, dos mais
modernos e do melhor faoricante de Lrndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
dourada, eohertns e descobertos. Ditos de prata
foliada (plaqne* ), orisontal e patente, de todo
preco.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lnnetos e oculos de todas as qnalidades.
Verdadeiros vidros de chnstal da Rocha, para
vista cansada.
Vende-se tudo por preco mais barato que em
ontra qualquer parte.
Para 1
BOTTNAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre
de duraque com biqueira, dos melhoret
fabricantes.
8APATOES de bererro, de cordavao e de case-
mi ra.
S.xPATQS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, Jitios e jardins.
SAPATOS de Upete, chariot, castor e de truca
francezes e porluguexes.
Para senhora.
BOTTNAS pretas, brancas e de cores differeates,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, braneos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTTNAS pretas, brancas e de cdres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qnalidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatdes de bezerro, de divers a*
qualidades.
SAPATOS ae tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homens e meias pernetrae
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Baric
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guerniydes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costo-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
levos. e os mais proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Bar*
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modetos, dos mais aotaveis a bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Ateitonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: n<
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, oa-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodes.
Perfumarias.
Finos extractos/banbas, oleos, lopiata e pte dec
trifice, agua de nor de laranja^ agua de toikte.
divina, florida, lavande, pds de arroz, iiboaHea,
cosueticos, muitos artigos delicados em perfnma-
ria para presentes com frascos de extractot, eai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
ohos d agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
pkantazlaa.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para mminas.
Luvas de Jouvin, de do de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixim as com vidro de augmenlar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garanlido.
Correntes de plaqud muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitacao e bottles de punhos de pia
que
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de con-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cinia de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac
de tartaruga.
Oculos de afo flno e de todas as guarnif5es.
Dengalas de luxo, canna. com castoes de mar-
Jengalias diversas mi grande sortimento para
homens e meuiuus.
Chicolinhos de baleia e de muitas qnalidades
diversas.
Espo! as de tarracha para saltos de botas.
Couleiras de espuma para cbaruios e cigarros
Pentes de tarlaruga para desembara^ar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
ies.
Carteirinhas de medreperola para dinveiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
s rueoicos.
Canvainhas de mola para ch mar criados.
Joxos da gloria, de dama, de bagatellas, de dc-
mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes 3 francezes.
lialas, bolvas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas nm
rem, bom para os denies.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Ce.-tinhas de vimes para braco de meninas.
Carriuhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Rcverbcros transparentes para candieiros de
gaz.
Estoreoseopos e cosmoraraas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cdres para illumina^oes de
festas.
Bal.ies aereoslalicos de papel de seda mui
de sobir.
Machinas de varios systemas para caK.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para raangas e lantcTtts.
Tinteiros de lou?a branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ja promptos com paysagens e pbanu-
na.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phau-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos barmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difBceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros.pds e palmos para
medir terrenos.
Precisa-se de um homera para todo o.- ervi
co : na rua da Florentina n. 3, padaria.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
Ihados, de idade de 14 a 16 annos : na travessa
do Queixoto n. 30, taverna.

Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados cm different** partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a pre os mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Ccslinhas para coslura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
10 armazem do vapor francez, cna do Sa-io da
Victoria (outr'ora Nova) n 7._________
Collegio da ('oncei^ao
Hoje, 15 de Janeiro, abrem-se at aulas pra-
paratonas e primaria desto ninhnlmimf Hi. continda a receber alumnos interaoa, saio pea-
sionistas e externos.
Aluga se a pequena meia agua n. 71 a roa
de S. Joao, ireguezia de S. Jese, com quintal em
aberto, preco de ioi" mensal: a tratar na rua es-
treita do Rosario n. 17, 1* andar. das 10 is 2 bo-
ras da tarde.
1


I

-------------------------------------------------~--------------------------"


-tfSffurfce FeftiamDtieo tiQmta leira 15 3d Jaaetfifcto 1874.
v
v*
ra se|iHnrA
XII
Cabacinha |ars'uiatp.
Mate era m I am folha.
Cafe verdaoViro de Jura.
Cbi verdadeiro das Caravanas.
Bolachinhas ostiss, |.ara dietas.
Licores flnissimos.
GaMas de diveraas qualidade*.
Doces secco s, era ca Id a e ralados.
Fiambres preparados.
Pudlns e bolos inglezes.
Xaro|iea e orehata de Lisboa.
Ameadoas e confeilos.
Um pe u*o tern ma is
HO35BDEALC0
*.I
qne ir logo e lgo
* iafeltmrto d* Cam
4-Imperadr-91

HDRTIMENTO
MEDl'dNA
Preparado pot
Lanraan & Kemd
para tfai siaca
toda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadocbimi-
.calmente.e suas
Ivaluaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
caidado, emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tera
sido submettido
a am exame mui-
to severo, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
verno bespanbo)
em Cuba e foi
pronuDciado por
elle a conter
MAIOR PORgAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tern
examinado
IODINO t UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhao, e na-
quelle no qual cont^m a maior poroSo desta
invaluavel propriedade, 6" o unico meio para
cnrar todas as diencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pbtysica, bronchistes, astbma, catbarrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carries ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da" vigor
a todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, di tanto
nutimento aosystema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacao tem sido dcs-
truida pelas affeccoes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
todas aquellas, cuja digestao se acba com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHAO
DE
UNMAN & KEMP
AS
Am
COIU&S
A5ULSAS
Accessories.
PARA
PARTE
DA
Machina
Com as falsificagSes que tem apparecido
DAS HACHINAS PARA COSTURA
DE
O
00
ma-
Nenhuma
china Singer elegi-
S tima se nao levar
SINGER
Porque?
g esta marca fixa no
brac,o da machina.
GO
General VersauimliiDg
am 19 dieses Monats
SCHR1FTFUEHKER
W. OTTO
Precisa-se de nm caixeiro : na padaria da
rua de Domin^os Jose Martins, no Recife, n. C6.
Offerece ss urn caixeiro co n p;aiica de ho-
tel, daiido flanija a sua cooducta : a tratar no ho-
tel de Franca, a rua do Commercio a. 13, primei
ro-andar.
Precis i se le 6WJ a juros de 1 a 1 1|2 0|0,
por espago d; jin anno : a tratar na rua do Cal-
deireiro n. 2i, das 11 horas em diante.
AttenQao.
Para oearnavai
Na rua estreita do Rosario n. 35, andar, re-
otbe se encommoidas de ve^tuarios do qualquer
gosto, pelo figurino e sem elle. para particular e
para loja. Tem para alugar urn grande sortimen-
to de vistuario* noves, bordados a seda e a ouro,
como scjara, de principe, pierrotS, dominos, etc.
Preparam-se tambem ricos bouquets de cravos
naturae* e a:tifi:iaes, capellas e palmas de flores
de cera e J: pawn, ericas bandeijas com boli-
nhos. Todos estes objectos sao preparados com
muito asseio e promptidao, e por muito menos que
em outra qual guer parte.
= Peie-se ao Sr. Lindolpho Olympio do Reis
Campelio o favor de entenderso com Moura &
Martins, em Afogados, sobre negocioque o mesmo
seahor ofio ignora.
Aluga-se o 1 andar do subrado n. lii da
rua d> Coronel Suassuna : a tratar na ma Sete
de Setembro a. to.
Fagio 6 meu escravo Jose no dia 1 de Ja-
neiro de 1874, malato, com idade de 21 annos, tem
falla de tres dentes no queixo superior, cabello
crespo corrido. cor fechada, chap6o prao de raas-
ja, camisa de madapolao, cal
pes curios e achatados, o dedo grande meio aber-
to : qira o pegar, leve-o a seu senhor Sebastiao
Jose Mjndes, nos Afogados, sitio do Boi, que sera
recom:>ensado.
I'reci-a si de am criado : no ho:ei do bee
eo do Padre n. 28.
Moleque.
Precisa se da urn moleque para todo servico de
casa de familia : na prar,a da Independencia ns.
7e 9.
Baile pastoril
Hoje ti, 16 e 18 na rua da Imperatriz n. 44, 1*
andar ; os bilhetes se acham a venda no mesmo
predio das 6 as 8 boras da noite, e tem principio
as 8 1(2.
0 emprezario
Jnao Setelino.
Pede-ge com brevidade metade de uma easa
de familia para am casal sem filhos : quern liver
para alugar dinja-se a pateo do Paraizo n. 5,
que la dirao quern quer.
CRIAIIO
Precisa te de am escravo, forro ou escravo, pa-
ra comora^ e oulros misteres domesticos ; na
rua do Capibaribe n. 40.
Aloi(a-se o armazem da raa do Torres n.
8, proprio para algum estabeleciraento : a tratar
na rua do Marquez de Olinda n. 1, seguudo au-
dar.
Aluga-M, troca-se ou vende-se um sitio na
Boa-Viage-n, o qual tem boa casa de vivenda, ea-
cimba e muius arvores iructiferas : a trater na
rua Btova n. 43.
A
Paraevitarfalsi-
fi canoes notem-se
bem todos os deta-
lhes da marca.
!
X
1
E
c
O
dmheiro e a
A contento
MACHINAS DE SINGER
prazo:
das Exmas. familias
S3o mais baratas.
S8o de dons pospontos.
Salo simples.
Sio rapidas.
Si duradouras.
HACHINAS IDE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainbam.
Fran;:em
Pnjgam tranras.
Marcam pregas.
Bordflm de liuha do seda.
Ali olehoam.
Pregam rorrlfies.
UNIC A AQE'NCIA
EM
45
A CASA AMERICANA
RUA 1)0 IMPEttADOB, 45
40 Rnado Imperador 49
Ha nesle estabolccimontn o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autorps,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supc-
riore?, mandados expressamento ennstruir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 cpconirarao ne^ta casa.
Reccbem-sc pianos usados em troca.
Concertam-si* e afinam-se pianos.
Tambem avfea-se aos Srs.
concertadores ue pianos
que ha sempre oj mais comploto sortimento de materiaes para coi certar pianos, como
s8o: cepos, folhja para os mesmos, cravelhos, parafusos, caste, camursa, cordas,
marfim, etc., etb.
49 RCA llOIJfIP5.R^l'.OR 49
PENHORES
Natravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.

,'JW
0 relojoeiro e dourdor
Albino Baptista da Rocha,
de volla da Europa, conti-
nda a encarregar-se de
concertar e dourar relo-
gios, bem couo outros
objectos ; rogando a seus
amigns e freguezes o ob-
\ sequio de procura lo na rua Daque de
. Caxias (antiga rua da Cruzes) n. 32, pa-
[ vimento terree, que o encontrarao promp-
t to. A paranlia de seus tratrihos e fa- 'iffk
. ze-los por precos modicos ; assira como ?J
r tambem vende relogios. &t

0 professor Manoel Augusto de Menezes Costa
toma discipulos de ambos os texos, tanto em sua
I casa como em particular, para leccionar caotona
' ou qualquer iustrumemo : quem de seu pre-timo
se quizer utilisar, procure-o na rna Augusta nu-
mero 187.
Manoel Martins Pires, em casa dos Srs. E. A.
Burle & C, na rua do Bom Jesus n. 48, tem para
vender machina para tomar massa, dita para
cortar bolachas e cylindro duplo.
Uma pessoa com nahilitacSes necessarias,
prop5e-se a ensinar primoiras letlras e francez,
em algum engenho proximo de-ta cidado : qnem
pre.-isar dos sens servicos, dirija-so a rua de Hus-
picio n. 10, para tratar.
*
Precisa-se
de uma ama, preferindo-se escrava, que
saiba engommar e cozinbar para .casa de
pouca familia : a tratar na rua do Marquez
do Herval n. 19.
Precisa-se
de uma ama preferindo-se escrava, que saiba en-
gommar e cozinbar bem para o servico de nma
casa estrangeira de duas pessoas : a travessa da
Coocordia n. If. .
I Imperial Institute de N. S.
do Bom Conselho
Diri^ido pelo bacliarel Antonio Co-
lnmbano Seraphico de Assis
Carvnlho.
Tem lugar, neste losiituto, no dia 7 de Janeiro
do cui rente anno, a aberturadas aulas de ins-
truccao prim-ria e secundaria.
ALMANAKS
DE
BARTHOLOMEU
Aluga-se um e-cravo moco para qualquej
servico : na raa do Imperador n. 50,
PECHINGHAS
Su'o n. 20
RUA DO CEE8P0
BffT TORUS
h
cdtitiiin n viinlrr muito buralii paia iiijurar
muito dinbeiru.
_. CASSl. LA^
Chegou esla fazenda.seado lindos padroes, e ven-
dese pelo dlminnto preco de 200 r. o covado, e
pecbincha I I I dao-se amostras.
METI.fS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto.
padrSes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I doi-se amostras.
LASESCOCEZAS
Lisinhas escocezas, padrSes bonitos, a 210 rs. o
covado.
Ditas com listras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 640 rs. o
covado, e pechincha I t I dio-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de
14000 a 400 o covado, e pechincha I I t dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas peqnenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminuto preco de 400 rs. 0 covado, e
pechincha 11 I dio-se amostras.
Cortes de casemira da cores, a S^COO cada nm.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
Fnstao branco para ronpa de meninos, a 560 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de chita adamascada, a 3*300 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3500
e 4*000.
Leocoes de bramante, a 2*000.
Ditas de algodao, a U400.
Toal^as alcochoadas, a'6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados, a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao finos, a 3*500 a duzia.
Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*500 a
peca.
Cambraia Victoriaa a 3*800.
Atoalhado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito tran.-ado, a 1*400 a vara.
Fustdes de cores, a 1*000 o corte.
Chales de merino liso, a 2*000.
Ditos estampados, a 3*500,4*000 e 4*500.
Ditos com listras muito finos, a 5*800 e 6*000
Esgoiao muito fino, a 2*000 a vara.
Brim preto trancado, a 2*000 a vara.
Bramante de algodao, a I*600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, a 5*000 a peca.
Dito domeftico, a 3*000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzne cambraia de cores muito fina, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
S6 na rua do Crespo n. 20
Lojssde
Guilherme dt C.

Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-s-
allar ao Sr vigario Andre CUrCino do Araujo Po
eira, v negocio de seu interesse.
^** PEI.0 BACIIARKL
j(2- MAXOEL DE SIQUEIRA CAVALOA.Mi
> o Presertratlvo da ery-
silpela : para curar coin corieza, e
eu. uoue tempo, qualquer ataque de
erysipela, e prevenlr o sea reappare
cimenlo.
Este medicamento tambem e muito
Spoderoso para o rhenmatismo.
** o Rrpjulador da mens
to>s^\o : para falta, irregulanda-
de, suppressao repentina da menstrua-
A cao, e dos lochios, assim como para
V todot os sotTrimentoj devidos aquellas
#affeccSes. Ambos estes medicamentos
ja sao muito conceituados, e procura-
/ dos nesta provincia, e na do Rio de
iBp Janeiro.
Acham-se a venda somente era casa
do autor, das 9 horas do dia as 3 da
tarde, e a qualquer bora em casos ur-
gentes.
GRATIS AOS POBRES
Rua da Imperatriz n. 14, 2* andar.



COZIi\HEIft\
Precisa-se de uma perfeita cozinheira, nao ira-
porla qne seja forra ou e>crava, para casa de nma
familia estrangeira, paga-se bem: a tratar na
rua do Bom Jesu3 n. 55, casa de Kf I'er & C.
ATTENQAO
Faz-se negnrio com o estabelecimento sito a
praca da Independencia n. 32 a 36, com as mer-
cadorias existeutes ou sem ellas : a tratar no
meamo.______________________
Carvao animal
"DA
Fabrica do Monteiro a 2# a
arroba.
Os proprietaries deste grande esiabelpoimento
avisam ao respeilavel pubiico e esi.ecialinente aos
.-rs. renoadores, qne se acham de coniinuo pro-
vidos de grande porcao do melhor carvao animal,
nao so para abasiecer o consumo interno da pro-
vincia. mais ainda para saii^fazer qualquer en-
commenda para exporta<;ao. 0-" pedi Ins poderao
ser feilas a rua Duque de Caxias n. 28, deposito
central. r
Ao Sr. chefe da saude pu-
blica.
IVrgunta-so se pode e filho do finado Peixe,
que e relojoeiro, estar com a botica do sen finado
pai, ab< rla e vendendo remedios a titulo de casa
de drogas 1 1
Um pharmaceutico.
0 arlisla cabelleireiro
Jayme.
Podera ser procurado para exereer os misteres
de sua prnfissSo a rua do Duque de Caxias n.
28, deposito central de pernjmarias da fabrica do
Mont- iro.
Cairo americano
Vendc-se nm carro americano. de quatro rodas
e 2 i u 4 a.^sentos a vonlade, em perfeito estado e
com arrei s : para ver na fabrica de carros da
rua da Florentina n. li, aonde se diracom ouem
se devo tialar.
Precisa se de um caixeiro com pratica de
toverna, que seja bom balcao o de" conhecimpnto
de sua conducla : a traiar no beccj do Pocinho
n. 7.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rna das Pernambucana?,
com coxpira e quartos fora : a traur na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
m
0
4viso
0 Dr. Raymundo Vianna, ja restabele- XX
cido em Mia saude, continua a residir a Q
rna do Vigario n. 1, 2 andar, oode da C
cousultas do meio dia as 2 horas da tar- W
de. Recebe a qualquer hora chamados A>
para objeclo de sua profissao.
Aluga se uma excellente casa na povoacao
de Dnarte Coelho, em Olinda, coin bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim a. 37.
Imperial sociedade dos ar-
tistas mechanicos e libe-
raes de I ernambuco
0 abaixo assignado, secretario do lyc^o desta
sociedade, scientiS^a a quem interessar possa,
que do dia 15 em d ante cstaran abertas as p>a-
triculas das aulas do mesmo lyceo, par- os artis-
tas em geral, seus filhos e > ggregados, que se
quizerem instruir, devendo para esse flm se diri-
girem a secretary da sociedade n< s dias de ter-
ras, quiutas o sal>bados. das 6 a 8 horas da tar-
de; assim como. que as aulas principiam a fuBC-
cionar no dia 3 de fevereiro proximo futuro.
.Recife, 12 de Janeiro de 1ST4.
P. Paulo d"s Santos.
AVISO
Offerece-se um moco de boa conducta que sabe
ler, escrever e ctfltar, que tera pratica de cajxeiro
de enirenho : anem precisar de seus prjetimos di-
rija se a ma da Moeda n. 17.1 andar, que achara
com quem tratar.
r
n
Casa deeampo
Offerece-se a qnm quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
qne foi do finado Dr. Joaqnim Pires Carneiro Hon-
leiro, passando-se escripiura para maior segnran-
ca. A localidade e muito salubre, e a cara muito
rresca, tem magnifico banho de agua doce em
frente, e e muito commodo visto que o trem passa
lefronte : quem pretender pode dirigir-se ao Sr
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipncos, au
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Cannan, a rua do i.ominereio n. 40.
Costureiras de machina.
Precisa-se de cottureiras que saibam cozer com
perfeieao, qualquer obra de alfaiale : na rua do
Crespo n. 10.
Escravo fugiilo.
Fugio no dia 4 do corrente mez de Janeiro de
74 o preto por nome Ignacio, idade 40 annos, al-
tura regular, secco de corpo, bigode e Cavagnac
ralo, cabeca muito pequena, olhos pequenos, falla
de dentes na frente, rosto secco, tera voz baixa,
falla pouco, e e carregado no semblante, foi do
engenho, compradn a D Felippa avalcante de
Albuquerque, senhora do engenho Tanto Es-
enro, do sul, comprado em 17 de junho do anno
proximo passado, e dahi para ca se tem ocenpado
no tnbalho de padaria, deve ter os nos dos dedos
das maos calejados do referido servico, sahio com
roupa ordinaria, calca remendada, e cosiuma an-
dar com ella arregacada, e camisa por f6ra da
calca, levou camisa de chila com listras encarna-
das, e de algooiozin' o, tudo ja nsado ; descinfia-
se que segui-se o caminho do sul para o referido
engenho uu seus sobnrbios : pede-se as autorida-
des policiaes ou as pessoas que o encostrarem de
leva lo a rasa de seu senhor, no Recife, em Santo
Amaro das Salinas, rua do Lima n. 72, que se
gratificar agenerosamente.
Escravo lugido
Fugio no dia 30 de dezembro, e consta que an
da pelos sitios dos AfnVtos e rraial, o preto
Tito, idade de 40 annos pouco mais ou menos,
altnra regular, e bem pr. to, e tem na cara mar-
cas de bexigas ; levou camisa de ci iia verde e
cal^a de brim pardo ja velho; anda sempre com
um pequeno avental, para encohnr a quebradnra.
Quem o pegar leve-o ao Caminho Novo n. i08. ou
a rua Nova n. 11, que ?era Mem recompensapo
A' loja do Pavao.
Sao chamados os seguintes senhores, a negocio
de sea interesse:
Juvencio Affonso de Mello.
Jo>6 Carlos Marinho.
Aliio Telles de Souza.
Godofredo Abn u Lima.
Francisco Rosas.
AttenQao.
Vende-se a armacan de fazendas existentes na
loja de chapeos, sita a rua de de uarcilio Dias d.
61 ; loja esta que pertenceu ao finado TYanquili-
lio Candido da Silva, a qual se acha muito bem
sortida e e muitu a<-re-litada. Quem pretender
uma e outra consa, dirija-s-e a rua do Bom Jc-ns
o. 48, escriptorio de E. Burle & C. que achara
com quem tratar.
Attengao
100^000 de gratificacao.
No ultimo domiugo do mez de dezembro proxi-
mo passado, por cccasiao da miss, n.i igreja do
Rosario da Varzea, perdeu-se uma pul-cira de
ouro, com p retrato do filho mais velhn do abaixo
assignado. tendo a roda algnm esmalie preh> e seis
on oito brilhantes : quem a achnu, se re-muir no
engenho Meio, da Varzea, on na rua do Trapiclie,
armazem u. 13, recebera 1005 degratiScacto.
D. Thereza Maria Joajuina, da Bahia, faz pu-
biico que retirou a procuracao que bavia dado ao
Sr. Severiano Bandeira de Mtllo, ficandn sem ef-
feito qualquer acio praticado por seu anligo pro-
curador, Jesde o dia 2 do mez i resenie.
Seu novo procurador e Joao Rodrigues dc Faria,
rna-do Amorim n. 33._________________________
Cavalios furtados.
Acinose em deposito, no 'urato do Bom Jardim,
um cavallo e uma egua: o eavallo e castanho gran
de, inteiro; o pe es^uerdo branco, uma estrella na
lesta, uma estradasinha ohrigada, de 8 a 9 anacs.
A rgu e rudada sem signaes: quem su acliar coin
direilo, e justiflcando, ser.v niregue. Consla serem
os ditos animaes da banda de Gnarabira.
r
Estd encoura^ado !! !
Aura:* tj'.ntr or a t*drn dura
l'anti (Im an- l|ii# a riira.
Hai'h-j* jm. IIU.'l. Si Ijar- V eV 1(.|
i>.r;s.'i.. iia^riiin-i" ilv N.-iert. -.frm prorhwia,
favot dt, ir .. ru tnujue dt Cxias n. 3^ a eon-
cluir aquolle negbcio qne S. S. se ronprornstien a
realisar, pela terceira cbamada desie jorual, em
tius de dezembro de 1871, e de.pois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cunprio,
e por este motivo e de novo cbamado para dito
Bm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho e
achava nesta cidade.
Tendo-se desencaininhado a cautela n. 1105
B do poder do hypothecate previne-se ao senhor
da casa de penhores que nao entregue o objeclo
senao a sen donn.________________________^_^
Da-se qualquer quan ia sob penhor em uma
escrava que cozinhe : na rua dc Horlas n. 86,
sobrado.
DR. KIM I
At, home 8. to. 10. a, m & 3 to 5 P. /&\
m. At rua de Bjm Jesus n. 15. 11 to
1 P.m.
Em casa das 8 as 10 da mtnha e das
3 as 5 da tarde. 1r\
Bua do Bom Jesus n. 15, das Hal w
da tarde. >jk
Os chamados por carta devem sem- ^S*
pre ser dingidos a rua da Aurora nu- jo.
raero 37. 3?
ATTE\C40.
Antonio Jo6 Rodrigues de Senza, em sen m-
criplorio a rna do Crespo n 6, compra, por bons
precos, escravus das diersas cores, sexos e
idades.
Adminislraijio dos correins de Pernambuco, 14
de aneiro d< 1874.
2^000
Chapeos de castor para homem : vendem-se na
rna do Barao da Vletoria n. 36.
NOUS PUSLICACOES HUSICAES.
L, J. Acabam de publicar-se, e acham-te a
venda as seguintts musicas-:
PIANO SO'.
Danse espanhola, pur Ascher 28SOOO
Arabella, mazurka, por G. Wer-
theimer 19500
Valsa do Fausto, por Croyzes 1^000
SONHO DE UMA VIRGEM, por Alber-
tazzi 19000
Anna la Prie, cavatina 19000
AoClair de la Lu.ne, por Bussmeyer 19500
L'STRF.LLA DO NORTE (n ., ... ...
SaudacAo ao BAHu[Polkabr,lhante **00
Cricket, por Seixas, ofTerecida aos
chrickets club pernainbucano e
bahiano 19000
PIANO ECAJiTO.
Desespero, muito Undo romance
por I. Smoltz 29000
Non m'amava, romance por Guercia 19000
Tambem recebeu da Europa grande sor-
menide mbsica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc.
SAQUES
Carvalbo & Nogueira, na rua do Apollo
n. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agencies em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a vista e a prazo
por todos os paquetes.
% Odiloo Duarie k lna
a
%
Cabelleireiro
0 Rua da Imperatriz n. 82
9, R ceberam om grande e variado sorti- '
V menlo de tran.a< de cabello aiiitieia I para
V os penteados modernos que veimein peio
Q baraiissiino preco de t> eada uma.
9 fX*CKH'CLXttXK*0 tVXX? i
B5SS
CONSULTORIO
DD
1)3. FKRREIR.V
Medico epeii i r, a rna larga do Ro-
s.i-.i.n. 20,
Anligo gabiaele de jeu pai.
Cura de byd'oce'es sem injec^ao. $&
Ah-rtura de abcessos e extraccao ft
de derramamentos serosos pelo aspi-
rador de Potain
Consubas de 7 hi>ras da manba ao
meio dia
i hainad 's a quaii|uer bora.
Gratis aos pobre\
Anla pnrticular
Sernnd'no Jose de Faria SiBSaa, professor par-
lirnlar d-; insirnrcAo-piiiuaria, avisa ao respeila-
vel pubiico e "om especialidade tut iai dp fam:-
lia, que no dia 12 do corrente estara ab.rla n y
;mla, na rua da ivnha n. 2o, I* andar. aonde ft n-
liiiiia n< nneieio de sen magi.-teri". 0 ms-
mo profe-sur pmme'ie innim se e.-merar in'.o
adianUmi-nlo de seus alumnos.
CHAMADlI"
0 Sr. Jmino Ferrandi"! da Trnz eJ".tqtvm fle-
menle de L'mcs Duarte, sao chamados a r. a do
Ci roiiel Suasruna n. 282, a negocio de particular
im^resse.
0 coiii'K'iMigaria da l'rt>gu<-zia ifS.
Antonio do Rwi o ignorando a mnra'a do
Sr. Arcbanjo Rnilanda Cavalcante, Iliad
ja fiill.ir a negocio 'In seu ioterosse.
Taverna
Vende-se uma tivorn.i i ita na rua estreita d<>
Itosario n. 19, prouriaspan prinrtpiante, porter
poucos fundos: a (Tatar na mesma.
'i f.;nsi!llorirr :::cilico
2 130
- r. ISuriiio.
J/, RUA DA^ CRUZX. 26, 2. ANDAR. ^f
8
'i
'g Becem-chegado da Enrepa, i-nde fre- V
.lentou" os hospitaes de Pari* e Londre>, ^
ide s.r pn>curado a qualquer hora do
O dia ou da noite para objecto de sua pro-
i
fv fissao.
Pj Consultas das 6 horas da manhS as 8 ho-
jK; ras, c do meio dia as dnas da tarde.
Jr. Gratis aou pnhres.
i. ES PEG ALIDADES. V,
d Molestias de senhoras, da pelle e de V
J crianca. \k
Para brdo
Carnes de vacca, salgadas, (amcricanas;
em bnrris, vende-s"no armazem de viveres,
a* rua do Vigario n. 23.
Moleque.
Precisa-se alugar um moleque de 12 a 14 annos
para o servico domestico : na rua do Barao da
Victoria n. 38.
Lniz Gonealves da Silva 4 Pinto, a rua do
Marquez de "linda n. 39, preejsam fallar ao Sn
Manoel da Silva Wolta. pois tem ordeosa seu re.-
piito, dos Srs. Severiano Ribeiro da Cuoha A
lrmao, do Leara. _____________
Atten^ao
O abaixo assignado declara que nao foi
flutnr e nm autorisou a pessoa alguma para
f/izer o ami mi io que vem estimpado no
Jornaldo Rerife, do dia 11 do corrente,
dcrca das cartes que, no mesmo jnrnal,
tem sjdo assignadas com o nome Flr>-
rencio.
Iguarassu, 15 de degnmbro de 1873.
Marliniano Jose Ribeiro Pessoa.
Offerece-se uma mnlher de idade para
de casa de homem solteiro : a rna da Assuasf-
cio n. It,

.


-
ihsh* mmtH&btiib:^ mnwffi&n
TnT vro
_i_
_
Casa em Olinda
Aluga-se por quatro aieze* ou mais e Bor poaco
dinheiro, uri extellentc casa cm Olinda, na rua
do Bomum n. SI, moita fresen, com coromodos
para grande familia, tendo agua e gar eneanados,
grande quintal oa Hio arburisado, e com excel
eote vista para o our e a cidade, apenas distante
ires minutos da esta<-ao do Carmo e poaeo roais
doa hanheiros : a tratar im armazem de Joao Ro-
sa, na travessa da Madre de Peos n. 8-,________
100#000 de gratifica^ao
Engenho Santos Mendes
Patio, no dia 20 de deecmbro, do engenho San
Ma Mendes, eomarca de Nazareth, freguezia de
Traeunhiem, a escrava M;.ria, crioula, 50 annos
da kiade, ponco mais on mono?, baixa, grossa, cor
preta, rosto alqoebrado, pe< secco? e e^panados,
dedos curtos. cabelloe braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabellados no queixo, e 6 bera ladi
na. A pessoa qaeantregar est escrava oa ao seu
dono, quo e o senhor do engenho acima, Lauren-
tino Gomes da Cunba Pereira Beltrao, an n Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 aod*r ser4
ecompenaaaa com a quantia do 1001.
cask n. 13 a Passagem
ar oom 1.1. M Rego.
Aluga-se
da Magdalenba : a tra-
Escrow fe*Ho.
i o
Fngio-so dUS7 de ctezeiubro da casa do aeu e-
ii'iot Pedro Osario de Cerqaeira, morarWr na es-
trada da Torre, sitto das Marcgueiras, o eseravo
Maxkaiano, pr> to, 36 annos, pouca barba, tem
os dedos dos pe- bastante unidos, ievando vesti-
do roapa de riscado ami e am bonet de case-
'nira, e ouii mada cm -uute de uroa camisi
'ranaa e uma cakja de ca emira escnra, cujo es
ravo e" natural do sertao aasta pmvincia, e re-
lio per rauito tempo na freguezia de Ipojuca,
-ngenho Queluz, em companhia do sen ex-senhor
ranoisco de Sa e Albn juorque. Roga-se a to-
das as aatoridades policiaes ecapitaes de campo,
queiram apprehender o d to escravo e lova-lo no
referido sitio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
se recompensara com tod a genereiJadj.
Na rua do Vigario n. 19,
1. andar, ha para vender:
Cera em.velas e bogias, de superior qnalidade.
Cognac inplez.
Retro* de Porto.
-Vinho do Porto engarrafado, em caixas de duzia.
Velas steariiias inplez;:- de t libra eada masso.
Atteneao
Constando que sc tem au-entado desta cidade o
Sr. Salvador de Siqucira Cavali-aate com stra fa-
milia, Ievando comsigo os escravos Francisco e
Aquelina, de que 6'depa>ftario,'e que nao os tem
qui-rido restituir a sett dono; nao obstante o man-
dado tie prisao que contra si lem d' Sr: Dr. Jute
do commercio, previne se que ningaem contrate
negocio algum com iito Salvador, tundente a esses
escravos. Recife, 3 do Janeiro de 1874.
Collegio de S. Sebastiao
D. Manoela Augusta de Mendonca Mello Regi
participa aos pan, tutor 8 e correspondentes da
suas alumnas, que transferio aqoelle estabeloci-
niento do eJueacao para o sexo ferainino, sob sna.
direccao, para a rua estrelta do Rosario n 3i, 2*
andar, onde eontiniia a reoeber alumnas pen*io:
nislas, meio pensionistas e oxternas, sendo que
sua abortura tera lugar no dia 12 de Janeiro cor-
rente. ________^_________
Escravo fugido
Fugi i de bordo do lugar uackmal franeisco 1,
o escr.i-o Lenedicto, preto, mais on menos, cJjellos carapinli is, gagueja nm
;>ouco qnando falla e mettc ;os alguma cousa
para dentro quando camii. i.i ^ommet.da se a
captura desse escravo, rccompensando-se bem
a quern o fizer no escriptoi io de Silva &. Cascao,
consignatarios de dito navio, ma do Marquez de
Oliadan 60.
Garanliuns.
Na rna do Bario da Vfr:tria n. 3C, precisa-st
jallar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
^ose Paes daSiha, a DegocicT de partiealar iote-
~esse.
jL CONSULTORIO MEDICO C1RUUGICO Mg
Dr Castro Jesus.
2fltRua do Q.iartel de Policia n 18,
?J Chamados a qualquer bora da
9 do din. JH
pobrcs, das 7 as 9^
0
Prrcisa-se d>
comprar e coiinba
da n. 40, l. andar.
iada ou criado para
a dj Marquez de Olin-
Armada.
Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fallar ao Sr. tenente Jose Maria Pestaoa, a ne-
gacio de sea interesse.
Arriflo Precisi-se de duM ainas, sendo uma
c*ai,**0 perfeita engommadeira, e ontra para
servi^>3 internos, para uma casa de pouca fami-
lia, quer nacionaes, quer estrangeiras, paga se
bem : a tratar da 9 boras da rnanba 4s 4 da tar-
de, 4 rua do Barao da VraUria n. 22. i Att
A ma Precisa-se de._
Amtt peqaena UttUia T;
2. andar. _
Precisa-se de nma pdra co-
^tWftr. na rua do Cresft
tmm:
cmm-sE
uma escrava preta, $em fllho, qua seja sa-
dia e forte, para o servi^o de casa de fami-
lia, a tratar na rua do Barao de S. Borja
D. 29.
[ frastes.
i HI i No pate do Carmo, edtrada
\ \\I \ da rua de Hortas, prtroeiro an-
;TL ill iX dar precisa-sd de -oma cocinhel-
ra para ponca familia, prefere-se escrava.
Precisa-le de'tmiCa.mS
lamilia : a tratar na rw' do "
andar.
Precisa-se de upaa ama .
casa de pouca familia : na rua
sobrado". .. .... .
ar
ortas n.
de nma ama qi
na rna larga do R
_
Precisa-se
e cozinhar :
de ealcado.
Precisa-se de uma ama' que saiba coilnnai1
saiba eompii
osario n. 21, to)a
e enfnmmar, para casa 1e pouca familra
da Cambda do Carmo n, it
na rua
0 Sr. Candida G. R. Liraa,faca e favor vir a are
do Duque de Caxias n. 60 A.
9
d CoBsollorio ffledrcwirargM
g A. B. da Silva Maia.
* Rua do Ylsconde de Albumierque n. \
11, ontrVJra rua ^a matrii da Boa-Vista-"
n: W
Chamados-1: a quaiqner hv>rar
Consultas: Aos p. bTasgrafie,' da f:
i^horas da tarde.
Qompafihia do Gaz.
A empreBa do gat tem- a bonra de annBticiar
ao pttbtico quo rtceb^ll uttfmerrte u m espletii-
dido sortirtfentode lustresrdd Vidro, candiew
ros, arandelasejglobos, cujasambatrasest&o
aw eseiiptorto afrua do Imperador n.- 81,
e-serSo -vendMdS- os seus freguetW3,,pel6'|
preco mais raio^Tel'pbssivel.
CONSULTORIO $
f MEDICO-CIIttJRGICO gf
do m
& Dr. Santa Ko^a 0
Rua do Bar&o da Victoria n. 46, l .
andar, bntr'dra rna Nova.
0 Consultas tias-10 horas -da manhl ad "
meio dia. ^
Chamados por escripto a qualquanbora *
0 Espeoialidades. Partos, molestlas de <&
mi olbos e -do apparelho re-piratorio.
0 *0*^ vmxrn*
A Torw
Aluga-se para pssara festa uni'Srtib com
excelkute case- d babitaoSO e babbb no rio
A freata desta procarsf X rua qe XJefvasio 'Pi'resa.'"Si.
iTT0
.
Aluga-se uma casa com urn pequeno si*i<, duas
salas, cinco quartos, dous copiares a eozmha fora,
na rua do Quiabo, nos Afogedo* ; quem preten-
der dirija se a olaria de Manoel Ignacio Avrtla, na
travessa dos Remedios.
i andar gf
noite ou^
^i Consultas gratis no<
X horas do dia.
O abaixo assignado declar ao respeitavel
publico e cam esp^cialidado ao corpo commercial
que nesta data tern abort; scu escdptOrfo a rua
do Marquez ser procarado, nao sd para negtio tendente ao
mesmo, coino tambem para aquelies que forera re
lativ is ao armazem da rua do Vigario n. 11, cuja
liquidarao esta procedendo.
Outr isim que desta data em diante cessou toda
respousabilidade que o mesmo liana no referido
armazem, o qual passou a portencer ao Sr. pre-
posto Juaqiiim Maximiano i'estana, a cujo cargo e
responsabiidade fica o mesmfl armazem. Recife,
10 de Janeiro de 1*74.
Raymundo Roinigio de Mello Junior.
>ldga-se ama escra.i del, de meia idade.
end-1 bn eozmheira : a tratar ha rua da Santa
aruz n. 2i.
Inquerito polieial.
O abaixo assignado estabelecido com pa-
daria a raa da Santa Cruz n. 3, lendo na Revisla
do Di-iri't de Pt'rnamhuco do dia i3do corrnte,
ama notieia 'iada cem o titalo acima no qnal
se acha c.-u promeuido um individuo de igoal
nome do abiixo assignado, pede aos Illms. Srs.
ledactores deste Diarto o favor de declararem
em sua Revista Diaria, que tal inquerito nao
se entende cm o abaixo assignado, e que de
hoje em diante deixa de osar do nome que ate
hoje usava de Manoel Jose de Araujo, e passa
a asMgnar-se Manoel Jose da Silva Araujo.
Recife, 14 de jaBeiro de 1874.
Precisa se de uma ama do leite, sem fllho:
na rua Direita n. 6S, loja.
Clara H-.-nriqaes drreia de Lmhares, profes
sora particular, que leccionava em Santo Amaro,
esta eat" anno, com aula na rua da Concordia n.
137, onde de.-de o dia 10 de Janeiro esta com
ella aberta para o exercicio de sua profissao : e
ensiaa nao s6, a ler, escrever e contar, lingua na-
cional, escrever e traduzir a lingua franceza, co-
mo tainh-m, geographia universal ; reeebe tam-
bem internas e meias pensionistas, pagaado es
tas o trimestre adiintado. Incumbe-se de dar
mestres de da isa e de lingua italiana e ingleza,
pois contralara para islo mestres cUsmcos. Aquel'
les que Ihe quizerem honrar com sua confianca,
podera dirwir-se ao numero acima menoionado'
antes* de cfiegar a esquina da rua da Victor*.
O annuocio, em que rega se ao >r. Jos* La
pns Macbado o favor de apparecer no primniro
andar do sobrado a 36, sit na rua de Marcilio
Dias, a negocio de interesse, na> f ji com intencie
de prejudicar sua reputae.ao moral, e -aim para
dizer Ihe que a io juelioa, sua aQan^ada da cau
n. < gamento do allugunl; vislo nao sa poder fallar i>es-
soalrriente ao Sr. Machado por estar moraodo fora
da cidaie.___________
AgeQcias de am as dopateo
da matriz de Santo Anto-
nio m 6i-
QTir-m prMsflr de nvw para'casa ""de' preaJt
fanoli". e mesmo para rapz solteiro, como para
andar rom meninos e para tratar de salas. di*i>a
se ao d**!** < acima
Va ru de S. Francis-o n. 72, precha-se
de oma a na boa engommadeira, pagando-se bem
86 ay'radar. Y
No engenho da Sapueaia, de Beberibe, ba
bons sitios de lavradorcs, boas terras de excel-
lente assucar, commodidade de transporte de ge
neros para a prafa ; e sobretudo a moradia nos
airabaldes da cidade sao vantagens que para esse
genera de vi.la nao se acbam em outra qualquer
parte^____________
Coiuqalililta l-'erro Carril em
PcriMtfnbuoo.
Convido a todos os possuidores de bilbetes de
passagemn is carros"desta companhia, ainda exis-
tentes na circulagio, com a assignatura de H. II.
Swft. Aset-i reas, a traze-los ao troeo por dinheiro
no eseriptorio da companhia, a rua do Brum, em
todos os dias, das 10 horas da manha as 3 da tar-
de, at-'1 o dia li> do corrente, inclusive ; preve-
nindo, outrosim, que os ditos bilbetes serao re-
patados sem mais valor para qualquer effaito, a
partir do dia 16 do correnle mez em diante, uos
termos do aviso do miui-terio da lazenda de 6 de
agusto do anno proximo passado e das portariaa
da presidencia desta provincia de 6 de outubro e
30 do mez p oximo passado.
Recife, em 10 de Janeiro de 1874.
0 gerente, .
Gustavo Adolpho Schmitz.
& fe-ji fi|. ir-i I .<*(% i pi- a f i $%%l
-** GAB1NETE MEDICO CIRURGICO
^ Dr. Constancio Pontnal.
* Rua do Imperador n 8- 1 andar.
^r Consultas das 11 as 3 da tarde, cbams-
$ dos-a qualquer hora, visita e da consul-
T, tas gratis aos pobres.
15|t mensaes.
Aluga-se ama casa n- va muito fresca com um
sala, 1 quartos e cosioiia fora, edificada deatro de
dm pequeno sitio na rua da Futidi^ao em Santa
Amaro das Saliuas passaudt a casa n 29, do Sr.
Salduiha, propria para pequena familia ou para
2 on 3 estuduites que queiram estar no reti-
re, e pertodos bonds : a tratar na rua do Livra-
menton. 3i, ultima loja ou no mesmo lugar na rua
do Lima n. 1 >
C6mpriV%
usados "
jdL,perador n.
Be Santo Antonio.
r.iafh*de
jaMd ao areo
,'iu '.siA .
nu^ferr
no Ros;
se
o Rosario, fabrics Wmtm-^riiT
t .um. ii' mil.
VHIMK-
tiouiDiWm "ftr fmmn$
ff
Rtet da Imperatriz n. 60
, SO 0 PM
endas para lKjuidar1, por baratissimo pre aBaixolse^e:
Silva & Guimaraes
liquidacjfo das
rar dinheiro, para o
an m iw*> n aaaa>
teido em ser iuff^tnde'depottti-de fazdodas
mesnas com.gfBnda abatitnejnta nos" prec/)*
quwconvida
^eomo o respeitaveUuWujo.anr iurtir se de mfilDs JaienddtL'boas e barata.
IRodenonfftMnoVfcJravaoa rua da ImpcratrS n. 60.
Chaps desol a fSm
Com 12' as'tes
e
E' muito barato :
la Rosa Branca.
boa seda, e caoos de madeira
na rua da Imperatriz n. So, loja
_
Vestuanbs
I Ricamegie ipfeUaoos,e precosbjrjUs. wao-la-se
kvaftinar6awij;;> rua da Tmparalfiz n. 66 loja
Ha Rosa Branca.
Peitos de e^fmo^oTdaidos
I Isto so na rua daHmrjeratr'iz''d. S6, loja da'Rosa
franco, v:________...:,,,,,.. -^
P Sfflo* nti ArfI^
Vende-se am sitionft Arrafe^ *8gtWsd W
co da Panelte," distahte fla est# da Casa 'Ama-
rellar-Trea'otf quatro;mihmds.'betft'araOrisadb,
*om baixa de capim, agua dB-tehefj;viJoe1fif,"
tasa ainda por acatoar "qaaia firenrader ifirija-sc
4 taverna do Sr. Fernando;' defronte da mesrffa
estacio, qoe indkara
3:000*W;rj de jto^Rces do!Bo\ernoJ: a tratar na
Praga do Marquez '* Herraf n. 2, com os Srs.
gorges ACoste ;:,. ,. ,,,,. ;
t
Macbinas p*r*rJif*ir* fi
diversos tamawrJi VliiBwf MhftWeVoV mil
ii**d|Jb*racha, de
wHnr mil limas
j)or hora : unico deposito, a pharmaeia amerlca-
i4 Ferreli'a Maia 4 C, a roa'Daqde de' Caxias
W;'.-......, _____-
Aag-'Befthfltf&r medicos
I Tnbos dr*:aage;, de diverS6'tdrnaahda e dia-
-Hros : na pharmaeia amerieana" de'^Forreira
lia & C, % ra* Db^iie -de Curias /-
Tavern
Venfie^a tfma tver(i'tenr'litna'ldas melhores
ruas desta cidade, bem afreguezada tanto para a
praga como para o mato, e o motivo dw venda se
dira ao comprtdnr-f quem freteHder, Hole diri-
gir-se a rua Irtfierinl *&
ATT.-
VendeUe trarmaiem de momados, site a rua de
de Santo Amaro n. 8, bem afragnesado, tanto para
a praca como para o mato, para liquidar-se com os
credBierr a tratar no -roesmfc'-
0
Boa acqwisicao
Vende-se oupiermuta-se por escravos uma
casaconstruida de novo, tendo duass.ln sa
seis quartos, com gabinete, sala de pn-
gorrrnrar, cozinha f6ra, quartosipara familia,
'tacwiba com boa agua de beber e um sitio
bem arborisado ; no alto da .Torre : a tratar
nesta typography.
Vende-se
por muito commodo preco exce'lentes terrenos
nos seguiaies lugares : aa Torre, a margero do rio
Capibariba e perto-da Mayia do caminho de f.r-
ne ; na estrada de Reberibe, a margem do rio e
oorto da estacio do caminho de ferro, na estrada
nrva de Beberibe, tambem perto da estae5o : a
patar com Joao Feitosa, oa rua estreita do Ro>ario
tumero23.
JORNAL DAS FAM1L1AS
Assignatura -1874
124000
Entrega se o numerp. da.janeira
LIV8ARIA FANCEZ\.
GAZETA JURIfiICA
Assignatura-1874
241000 .
Vende-se a collectao de 1873 por 16iOW-
LIVRARIA FHACEZA.
For commodo preco.
Vende se araaasa de 4aipa on> um terreno
ao lado, coovlSO paJmos de frente e300 de fundo,
cem alguns pes de coqueifoa iBqv^s, foreiro, sito
no Barro : para tratar na rua Imperial n. 259.
Villa dePalmares
Vende-se por preco muito baixo duas casas ter-
reas a rua Nova daquella villa ns. 33 e 37. com
grande terreno ate o no,estao alugadas, e dao bons
juros ao capital empregalo : a tratar no Recife,
rua do Crcspo n. 7 A. ________ _
~ TKNCAO.
nde-se uma tynographia bem montada, com
u michina e um prelo, tudo em bom estado e
pp preco m-tdico: qaera a pretender, dirija-se a
urrado Torres n. 12, sobrado, i andar
IAfr* 49( 4j?500, 5, 69 7.
um magnifico sortirnentb
braias brancas transpa-
ardaSjCada.,,peca, jjejg ba-
tam-
BAZAR W
Rna do Barao da Victoria n. 22.
A' este grande estabelecimento tem'che-
gado um bom sortimento de maebjnas para
bostura, de todos os autores mats acrecuta-
dos ultimanientena Europa, cujai'machinas
feio garantidas por um anno, e tendo'um
perfeito artista para ensinar as meWs; tfrm^acbrtoirTMtido'rvwde"^ Da'rato
qiiajquerparte des.ta cidade, como bem as- preco de 5?>, por ser pechidchafditas cdttf
sim concma-las pelf/tempo tatobem d um -
anffi) sem despendio algum do comprador,
^este estabelecimento t.imbem ha pflrtenciis
para as-iaesttftS ttitfdhinai'e so s'arjjfce qual-
quer per a que seja necessario. Estas ma-
cbinas trabalham com toda a perfeiclo de
urir'e dous posprmtos, frarfee e borda toda
quzdquer costura por fina que sejal^ seus
pre^os sao da seguinte quabdade.; para tra-
baliiar a mao-oV3fJW60; 40#06, 459000
e 50^000, para trabalhar com* o pe" sao de
805000, 909000, 1009W6, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000, 2009000 S
8509000, emauanto aos autores nao ha al-
teragao de prlgos. ^osteorpradores poder5o
visitar este esturl-feclnitehtiV, que muito de-
verao gostar pela variedade de^ objectos que
ha sempre para Tender;ycohio* sejam':' cadei-
tas para Tiaeem, malas para viagem, cadei-
ras para sills, ditas de Ba!kri?d, ditab par*'
crianca (aKlsJ/ditasipdra 'estfolas, costftrBi-'j
ras riqniss?iMS7"para ieriboTa, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelbos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
3ueiros com cabo de metal e de marfim,
itosavulsos, colberes de motarl-fino, condiei-
ros para sala, iarrc*,* gjrtrrJaHJbmidas de
arame, tampas part tobhr pralos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de*de as 6 horas da ma-
nha ate" as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
22.
francez muito fino a 3906d, apemrs precis*
It; V4 rnrfrp3ra um lencel.
nrtrj ^6 %eW\#W;W*
bjm das toSlrQpils quo cuSumam
mercarjo, assrii como am grande sp(
de ditas tapaila's e victorias que venae'
ate 89, sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro. ^
COM SALPICOS DE CORES A 59-
O PavSp recebeu um elegante sortimento
de cambhias brancas com bonitos salpiqui-
Ohosmiudinbos de cores, tendo 10 jardas
salpicos todo brancd sendo fazenda finissima
a 79500 e ditas a 59000.
VESTIDOS A USO'DA CORTE129
O Pav8o vendd um bpnito sortimebfto de
tjortes de vestidos a uso da corfe, irazencfo
cada c6rte todos os enfeites necessarioscomo
sejam : bat^dmKrJ-f, %rrtMimeifJs,!krendas;
requefifes, c vende pelo barato preco. de 12
cada um, ,\ >im como, aTostadejalK
com todos 0- enfeites a 109, cortes de cam-
braias brancas'afeertas, com listras e lavores
a 69, ditos linlssjmos a 89, ditos de cam-
braia branca -com listras de cores, para aca-
bar 39500, e" peahrotba.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
O Pav3o--vende' Ticos coAes de cambraias
brancas delicadamente bordados, pelo ba-
rato pre^d de^a^^^S!^.
CASSA*'FRANCELVS
a 300 rs, 0 covado
O Pavfio recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vehde pelo barato preco de
300 rs, 0 covado, organdy branco e lis-
tadfj e de quadridnAsa 84 fs. a vara fi-
nissimo fi 16'branco lisoe de salpicos, e tarla-
taniftde todas *s trorW.
BORNObS AvMtki-
chaLes BaRATOS
a J9, 29500, ^
O Pavio* vende cbales a eraftacao de nu-
rm6a2^ditbs'de merij todas a*
padot,
lis
'etfrWl'WWa^ditM d
'muitd^Bnefa 597 -ditosl
29, 59.
tran^adb com
e 19600, div
linhd'adamasoa
mento a.
tr<8-H6WWTf'<500,
AlBiA';arfeSi^ o 19 e 19*8
O PaVSo vetio^ algoalc do com h
pahflOs de largufa, p/bpnb pai Hfoei
serYdb do mais encorpado que tern vindo <
'mleTddo; liso a 19 a vara e trancado'a... .
19S80.
ATOMtfAl
O PavSovetiaeJOHl
palmos de largufa a U
adamirscado'rs^.dito1
dtf-a'wes^'
SEDA PARi!
a i6<
I O Pavio vende urn
sedas com listrinhas propflj para vesti
dos de meninas ede seuhora,.a 19C00 0 co
vado, ditas l'avradinbasa 29; os padroes sa<
motto bonitos evendc-se pof este pii^o par.
acabar. Laun ._
Botiaaaa a K^OOO
0 Pavio tem um completo sortimento d>
botfoas muito bem enfettadas para senborat
e vende pelo barato preco Je 59/4rflfeo qu-
em outra qualqaerpartecustf CVfiV
LENQOS BRANCOS
VWBW."
O Pavao' vende lencos brancos abimb
dos, tanto-para homens como-para-serrboras
a 2e 295Q0 a duzia, ditos de esgniiP
camb'raia de linho Hmbmr abainbados
3950; 49, 59,-d tos francczes escdros, par.
rape a 69, a duzia.
CAMrSAS PARA' HOMEM.
OPavtovttKlA'rlcasVeBrftlsas^com pern
de Brrrife'bord*tfas, ^prpfcs 'p ra 'ttorfl1
110*e<-9-i4aitime;dtr5"de lihKesafl' se
rem bord das a 49; 45500 e 59; ditaScorr
peitode algodao muito -finas -s 29i 29BWr
39, ditas decbita Gna miudinbft-ai'99JsBf$66''
0 Pavio vende um bonito sortimento dos' e 39,'^ssim oomo grande sortitneritir> de w
mais modernosbdrnous combonitas listras e' roulas francezas tanto detlnbo como de al
vende pelo barato preco de 129 cada um, godao de 119600 ate 3j>, -gr nde sortirrwnt
assim como um elegante sortimento dos mais de meias cru.-s ingleaas de 49 all! 890*8''
bonitos chales demen'nd e com listras de seda. duzia
Cereulafc francezas de linho e algodio, para todos os preco* e qualidades, assin
como grande sortimento de meias cruas, camisas, colennhos, que tudo so vende po-
pre^os muit) razoaveis.
Vernizes especiaes para carrua-
Este verniz, cuja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricant'-s e possuidores de carrua-
gens, acaba de cbegar para sen-unico depo-
sito, das spguintes qualidades.
VERNIZ SUPER PINO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, paca todas as de-
mios, ou para a ultima somente, sobre
oulros vernizes. A superficte secea em-12
horas, depois das quaes se expoe ao ar por! 2. 8gU*' f'
Como nao^ e nodestariciar lustro i uhiaaa
demaO'de verniz errrpTegado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, rouvem di lo
n'um local separado eonde nio baja p Quando -a obra urge,, deve por sa A sombra
e ao ar livre depois de secco, isto e", passa-
das 12 horas, lava-so e enxuga-so bem com
uma esponja bumida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mats brilbante tlcari 0 verniz,
e mais depressa ss terminari a carruagem
(em caso necessario tres dias depois d ulti
ma demioj. Durante as duas ou tres pri-
roeiras seraanas deve-se lavar a carruagem
frt.:ca, depois
De forca de dooa a seis cavaUos : a venda no
arraaaem de Pena Junior 4 C, travessa do Cor-
po Santo n. 23.
- Wil on Rowe & C. vendem no seu armazem
a rua de Comm.-reio n. Ii :
O veriad-.'iro p,mo) de algodio aiul amencano.
Exeellente flo de vela.
Cognac da I" qnalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de t)das as qualidades
Aluga-se o 1. and if do sobrado .u. 6
da rua de Tuyuty, caiado.e pintado de novo :
a traiar- na rua da Ponte-Vielha n. lOlt.
- Quem precisar de um rapai portognez para
eaireiro de taverna, tanto par a praca, como
parao matio : dirija se a rua da Imperatriz, loja
n.'S8 qoe achara com rjuem tratar.
Aluga-se o 3. andar do tobralo n 45, a rua
do Barao da Victoria, com accommodac/Ses para
Srande familia: a tratar na loja do mesmo pre-
la.__________________________^^^
Tra>passa se uma easa na rua da Imperatriz,
propria para ijual juer e^tauelecimento : quem
pretender dirija se a rua da* Larangeira, n. 16
venda, para dizw-se as cs.
3 P. P. P:
com a l.'de Fevereiiu
;_ Vende-ST a taverna do pateo do Ter^j a. 1,
prepria para principiante : a tratar na mesma.
Veade.*e a ta^-waa.^ttaf^ rna-Imneria[ n.
42, propria para-BualaaarprHWipiaute por ler
boo*, commodos para familia; t 0 motivo de ven-
der se 6 por ler 0 do*>,dp feiirar-se para fora:
a tratar na mesma.
Para os oaplUes The nautical almanack
for 1874. "
insepha-HenrinuHa ce se t>ara rii^ihar em algum engepto, <;ue nan
aja oiaitn di*int> BiU'-Uaift pratica : z?r utili*ar. dini7sr>FH^dft S.aia Ri|a&a.,89.
Aluga-se Una ea*< mOTla rua I i*pertat
n. 461. propria para -auim como, turn -b com jirande quintHi nwrate : a IraiUr na mesma"
ma n SI. armawm de sal.
OiTweee-w oma moea de hda coadu.cta para
qaa .d- h-mfin folteiro. >,mi,i t>ti anteita : a waS-l
lar uo Pateo de S. Predro a. a,.
*ado9.,06 dadQ4,pJij-
.do nayio, e
^SE
Fni
Daadp para 0 pp
sioos.eastronomicos para. a.
as observacdes 00 mar.
________titrraria Frangegta,,.
BorracJiaupara limaa
Bcmpaeh* paralimas
Borraeba para limas-
Da mais nowa 9 mfm* ^ualidade. vc-ndem .
BrtM*iieti k C.
94 Raa Larga do Rvsario -34
Machinas para fazer limas
Maohioaapara fazer limas
Ma Vendem :
Barlli Jo m C.
34 R-awa-fcarya do Jtitsario-a-i
ViUa dhPoktmres ,
Par l-.WOS vendeo-ae -as dts aa|s de ns. Si j A^ UniCaS VGrdadeiraS
e 38, ajla a rua Mauriljf, de, optimqs. commodcau Bichas hamrurgqa^as qqa-vem^a este awrnado
" SfS**^ ^iWW.'PlwallV0f* 1 rur Matun-JlJlMiiadaji. 51
Mfc'-oafcrfrrt&lf-: na^Somlwiag : na rua de' S..GonjaW n. 29, so-
1, eaa n. II. '^^T%^a 10 ao lada dtf igreji.
Uma armae4o de amarelk) envidraeada com
balcao proj>rio para qualquer negocio : a traiar
aa rua >1- Crespo 11. -20; -
seus arma?an& A rua jdo Anw>rim
n. 87 e caes do Apollo n. 47,
tem.--para, vender por precps comniGdoa
Tijolos encarnados sex^vos para ladrilho.
Canos de barro pafa asgoto.
Cimento Portland.
Cime8tp.HyrlulJcc.
Mactoas de.dfiscarocar algodio
Machiftasdexiadaria,
Pota*. .da, Russia em barri.
Phpspipjos. de.^era.
Sagii em garrafSes.
Sevadinba em garrafoes.
I Lentilhas em garrafoes
Ithum da aJmaica.
Vinlio do Psrto velha agrrafado
Vinho do Porto superior, ^fito
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho ie,: Scherry.
VTrtlto dajladeira..
Potes com liugiias e dobradas ingleta-.
Liceres finos snrti**
. Cqgn^c,Gaul bier: Freres.
Lat.v ii togcij)hp icgle:..
Barns com repolbo emsalmoora.
algum tempo, 0 que faz endurecer, e passa-
das 15 a 18 horas pdde passar-se a caiia a
pedra pome e dar-lbe em seguida outra de-
mao. Dao-se com facilidade tres demaos
deste verniz sobre as tintas, era tres dias.
A primeira demao servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas, dcinaos e produz
um exeellente brilbo.
Verniz superior scceaute para
carrnagens.
Este verniz e" da mesma cor que 0 ante-
cedente, mas endurece esecca oom mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgentes, e p6de miaturar-se com o
anterior. A duracfio do verniz permanente
diminue na proporpSo da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
NSo e tSo claro como 0 verniz para as
caixas das carruagens. Kmpr-oga-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras demSos sobre cdres escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demio.
Verniz prelto do Japfto, superior.
Para trabalups em preto de carruagens.
Produz 0 preto mais escuro e brilbante, e
p6de passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deye dar-se duas demaos sobre um
fundo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, .BR1LHANTE E
ELASTICO.*
Este verniz, conten.do na sua composiQio
grande quantidade d'uma subslaacia muito
semelbaute an azeite dooominado/Had* bceuf,
6 0 unico que da" flexibili lade ao couro ve-
rbp puvernisado. Em geral basta uma de*
mio, qaefdeyftfierariplicada naajto Iigeara-
majkte, com.urn pincel depois deter limpo
0 ooaeo com agua-raz, Exposto ao sol sec-
ea em 1 OU 2 boras,
Os frascos devem conservar-se sempn
hermeticamenle tapados, o resto do verniz
nao se deve deixar ficar no frasco, e pode
usar-se para as primeiras demaos.
Nao deve misturar-se coaieste verniz ne-
nhum outro ingredjente, nem agua-raz, e
de nenbum modo com 0 seccante. E' pre-
ciso lirapar bens os vasos e os pinceis, e o
raelhor 6 ser vir um piucel para cada ver-
niz.
Deposito unico para. O Brasil, Bartholo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa
rio n. 34.
J. 0. C. Doyle.
veir"
Hennessy, superior e venUdelK.
UM
Tem para
Cognac de
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libra*.
Todas as prepara^des chimicas do Dr. Aysr
armazem da rua do Commerrio n 38.
U11 das las escocezas.
De varios padrSes, e Inteiramente moderoas, a
36(1 rs 0 covado: na rua Primeiro de Marpn
anliga do Cievpo n. ll, loja das tolumaasj de An-
j t.inin Correia>de jTaMyinefllna.-
PECBINCHA
Cbapeo* altos para homem, pello de seda
vende se rja rua do Vigario n 17, prineiro andar.
pelo baratissimo.prego de 8*000 cada.am.
Vende se as casas da rua de ViJaJ det-Me-
greiros (outr'ora Ciaeo Poatas) n 90, e darua^o
Rirao de S. Borja (ouU'ora do-Sebo) B. 11 : a
tratar na rua do Rosario n. 56, em freaks a raa
d'l-Aragid.
PESOS E MEBSlTS
oiiiiM:4s
Cofres de fetw
eojw tarte
Hawkes A^O.
Ven4mTe.eaj casa de
e A sum bra masao-ar-j
seoca em,4. Em twrnpo humi.do.e inulil taljBua do Bom Jesus n. 4.
trabalhP- por, que, nao epossival. t rnar 0
vernia elastieo e .seocante ao nies'no tempo-,
Verniz para appnrelhat-
Depois de ter applicado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'umnlervlk*.df> h-ras, de
ve-se deixar a obra inta<-ta p.ir 2 ou 3 u.ao,
no lim dos quaes se pod i.ulir c*on extra
ma facilicidad V.' ('-.si-iivUlinniitrt neefj.
sariu cobi ir eOe \erniz cowluas: demaws "io
Vende-se 11m peo piano imvo, muitoiortt,
e rlfj excelletrtes tozes, a tratar na raa do
I5.tr.no do S. Borja n. 29. Nj mesma "Casa
u. fooi para vernier se uma ba mobilia de
! verniz superhno p^ra caixase de. catrua-;J^*'?ydVc0PCPpog' 4180 e em-ppfcta)
gens. gsaaao^j
VERNIZl SECCANTE. *** Mistura-se com as tintas de apparelho, e aa^aft^* SSea^SIS2Lil
. sobre tudo com as tintas raoidas, v*~ 17" mn I riiii nTShami
,- Vendee amb^^kamM-qantto ^^^ >& facjlmente e paia 1^^2^^_^~"
mais consistencia. L Vcuie-se am seUim inglei em B*W)fiok.
'tado: qaem qaiier aanuncie para tar protoraio.
c
1






1
s
MoM&sB*tukixfoi(k>- -^'JtuiiteMfeii* &uto&a*>ho>ide i\tfk
A
Bwa IWttYlTO
) i
ONIGOS AGEOTES
o da Vicloria n. 28
U mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
K eiposijao de Paris, em 1867, foi eoncecSdo a
*U,ii a 'da "I to pi e r a tr i z a,,
L wi i wi ^ -FFi*a Mm d e s Gii i MM 6 s
Declara aos-sous fregueses, jue tern rfesplviZa -fewer ima gran 'e liquWacao, ate
fira do corrente anno. n
A SABfcR :
GAMftRAu^-BBA9US.iliyowc i ^feffib* **F*ooo 4*000.
Vende-se peoas decatnbraia Branca, 4o|ia- j Ditos de BMssat a-iJMO*
da e traosparente, a 3*. 3500, 4*000 e j fERFUMfiuAS'EM MQUIDAQAO.
t t oifrn i -ww*- 'Veada.se sakonfcte*.de dMeraoa taraeouos,
LASlNflASA 200 RS. I a UOjiSQO. e 24D- ft 0*0 rs. tado bam.
Frasco FrascG5omr<|gBadecak>niava 240 eSif
rs. oada ma. i E-autcos muitus extractoSi^ue
Fazendas finas
:i
weoo.
Vende-se Usiahas pare vestidos,
320 e 800 rs. o cava^.o.
ALfACAS AdiOBS.
EliasHowe Junior, a ftiedalha de ouro e a condecora-
5*o da Legiao de Henray .... o BAA PC n nnn.ln 1 TA i r ti > n ^- .. -
feitas do aiundo.
i
11A medalha de e-ato, conferida a--E. Howe Junior, nos
Eslados-Unidos por ser o inventor
tura.
e 800 rs. o dorado.
GRANADI.NEAOOd RS.
Vende-se granadiae prota com-listras de
cores, para vestidos, a 800 rs. o'CO-
da macbioa de cos- vado.
POUPELISA JAPOflFJlA A 1*800.
Yende-se uma fazpmla nova coni listas,
A medalha de onro na exposicio de Loaches acreditam com o norao da poupolina japoneza, propria tasde-cores s--200rs.
TOALHAS A' 800 RS.
Veudo-fatoaHiearl&Jpuda*, a 800esi cads
uma. Lfnjosbrafleos, e.-SWOO-feduzia,.*
3*000 abauUiad6,;iazenda oue vende-w
por 5jG00.
ORAV.4TA8K RREIAS A 500 RS, ,
\ ende &e grayUs.preUs, 8-.500 rs. I Man?
es-las machiaas.
Cahe-nos o derer de annunoiar qae a eonrpahbia das machinas -de Rove de flova-
aral;>para em Peraambuw> o raais prorincias-se *enderem as-afamadas mafchinas de cos-1
ra dArtJawe. firtas maeomas sSo jnstamente apreciadas pela perfei$ao de seu trabatho,
^"et*ndo urea agarka'mais curta cam a mesma qualidacta delinha que qualquer outra,
H>a-mtraidaecJNdeai** aeerfeieeadoa apparelhos; estamos actuateente habflrtadw a
*waeer wraroo puWiec ^* nMthores machinas do mundo. /
As vaniagens destasinac^ms sdo as segwntes:
/rim****-.O publko saMe qt> ellas sao doradoarasj para .ssto prora ineontestave], a
TOinstaaeia de auuea terem aauarecido no mercado machiaas d Howe
mio.
SBgunda.-fsn\#mo material n#eciso para repararqualquer desarranjo.
Torccira.Ha nellas caenor frieijio eatre-as ditaisas peeas, e menos rapido estiago
aeaaa/oaUs.
A}uart&.Forraam q ponto corao se fdra feito -a Mio.
tfvinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se-nao consegn
Stft.Fazea..ponto miudo.am easeaiira.'atraTessando o fio de ami ontro- lado,
^*) b seguirf*, aara :modi a*.
Setima.OcompressA' e lerantado com a maior faciUdade, quando se tern de mudar
alha ao comtftr nova costura.
Oitav,-,. Muitas companhias de mochiuas de costura, tern tidoepooas da graodeza e
adancia. Machinas outr'ora populares, sic* hoje quasi desaocheddas, oufras soffiwwm
adancas radioaes parapoderem substituir: entrfetaoto a companhia das machinas do Roire
?optando a opinUo de Eli as Hawe, raestre em artes mechanicas, tern oonsfeatferaeete |
aaealado o sea fabrico, e hoje nao attende a procura, posto qae feca '600^ machmas
r dta.
'ada machiaa acorapanha Iivretos com instruc(jfles em portu
para vesUdos de, seoboras, a 1J>n00oco-; Chapeos para hapiisades de raem'nos,,a
vado. Todas estaa.&zaridas sao veaiidas no 3J?000. "
Bazar Nacionaj^, 4- rua da draper uriz n. 72. J BF.NGALAS E CHICOTES A 800 RS.
CORTES DECASSA A50, | Venda-se bangaJas a chieotos, a R00rs.'
Vende-se cartes daossa > para vusJidas, catla-uaia, pa Uouidar.
com lOtovados -arWSOO. |
CHEEAS LARliAS^A 240 Rs. GRAftlifc LTQtlinAgAO DE ROUPA.EE1TA
^ende-se ehitasfr!wicczas,4aryas, do cOres| Vende-s ceroulasdejlgodao, a 4JW00.
fias, a 240,..300,-320 e-atCO rs. o co-0
vado.
,;", CASSAS DECORESA200RS.
Vende se cassas fianceaafc u**as de cures,,
a 2G0, 320 e 400 n.o corado.
SAIAS A 29000.
4 90*00 A
SCARES LEITE, IR
A'
do BaraVo da ;Vitor
ex.
ia n. 2 6
COSTURA
A -3O#O00 e 30^000.
vT SOUS POSPOIP0S
Xalojade Soafes LeiteIrmaos, aruibdo'Barao da
Victoria n. 28.
pelhca eom pequeno toque,; -Espeihos dem>ldura dourada, de todos
em segnn- Vende-se saias brancas oomi barras do -cd-
res,a2000.
CIIITAS PAR A COBERTA A.280 .RS.
Vnde-se cbitas pera *obo tas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARAHOMENS A 0#000A,DU2IA.
Vende-se mtias cruas verdadeirasvf ara
homens, a O0Q0 j a dnliia, *m*l vsl
85000.
CHALES DBtA A 800MRS.
Vende-se cbabes do iia,* a-800 rs. cad*
ura.
CHITAS FINAS A 400 RS.
Venda-se cbitas.finas de caiopo largo/fa-
zeada maito. boa* a 400 rs. .*oado.
CHALES BEMBRiJiO' AttftMb
Veade-se cbales dennerind estsntpaMes. ia
VK 3fti 48000! e*f0|)0. 1/
.Ditos -ile iisu-as a 59000 e dCOOO.
BRIXS EM COktTES A-1J500
Vende-se cortes-.de im deodres epsrdo,
at9o00, para liqnidar.
CQIiiHTAS fiECHl-TA A fr600.
iVmAmmmttoba IdmcHttrnj a $ttt e
29000.
MUM *ARDO EDE CORES A-4000RS.
Vendose brim pardode cores, para rou-
pa de hoDiens e rtieiwaos, 400ts. ivmm-
'doj-paraHqiifrlar.
OObXAS DE-G0ftESA'>28C0.
Vende>secelias da cores" para^cwna;a' 2K
e40O0.
FRANSPAREJJTES PARA CA DEIR AS A
18500.
Vende-se transparent para
19500, paraliquidar.
BONETS A 500 RS.
Vende se bonets de seda para
500 rs.
Ditasde liaho.a. 19800 e'29000.
Camisas de-hiUs. finas, a 19600.
Ddas iiit peito de catas, a 23000,.
Ditas Liancas iiuas, a .29000, 89000 e
49O00.
*ia t.0de8IUr^ii.v71.
ordeiro BifBdcs* C.
' E'Psta-trtsa, snn (Juriaa, nma das qne hoje,
pode com primaria aprMMtar aos-arasi frpgaeio-
am variadisiimo sortiBMnlo- de taeaaas flaaa pa-
ra grande toilette ; as.-im como, para p dso ordi-
nano de todas as classes, e por prefos vatiajo-
so para os campraddres, de cuiaa fazem am De-
'waa-n-sumo. *^
Mandam fozendag as ca?as dos prfltaanittu
para o aue tern o pcs-oal oeeessario e dao araos-
tras mediante penhor.
CoYtes de seda 4e rindas cores.
Ditos de forgurao de cores.
lOraaaaaaatade tedas- as 6res.
Gorguria branco e prato.
Settni Wa'dau preto e de cores.
Grosdenaples idem idem.
VeWopreto.
Graaadipe, eda preta e colisma^rt l4e cores lio-
dissimas padroes e fazrrida da ultima moda.
Popelinas de lindos. padroes.
PH6 de seda branco e preto.
Rkas basqainasde seda.
Waajlfl br6ilras.
Goichas de seda para.aoivos.
Cbftes'de Cambraia branca com'lindos bordados.
Capellas e mantos para n ivas.
Wqaisitmo rtimento de'HH'eom tistra* de seda.
Caiubraias de 6rei
Ditas maripozas, braneas e de cores.
Nansuck, de lindos padroes.
Baptista do padroes mui delicados.
WrnUinas de-quadras pretos e branco*, de lis-
'Iras, etc.
Brios de linho de cores, proprios para vestido?
com barra e listras.
Pustao de lindas cores.
Casaqninhus de- la e de tndas as core^, para ee-
nHoras.
PKEDiLECIa
Saias bordadas para senhoras
Carhisa^ idem idem
Vestuwios para meainos.
1 BMas pan biplHwIos.
X Ciapeatiparaiidiuts.
La)r;as ---------
0 28500.
Ditas de casemira de cores e pratawa58.
68, 79 00 e 89OOO.
Palit6ts.de. aipacas d'ecores, a 28aOO.
Ditos prctos, a 38000 0 38500.
Ditos da casemira de aeres, a 49 u
69000.
Ditos ditos pretos, a 58000, OG0-
89000.'
Colletes de casemira de cores, a 28, Ahi
48000.
; Cami?as de lanoUa, de cores, a 2800O>
2930O.
ALG0DA0 A 480O0.
Vende-se .peaas deaJgadao, a vbVHMUt
68OO0.
GASEtffRA'DE COR A 28500.
Vyrfdc-sc caserrtira^de e tes, a'! 2^300 u
covado.
>IADi:POI.A0 A'38000.
V(nde-sepe.cas' de hl&dapolao erifestado.'
a'39000.
Dito inglez, a 48*V0, '58, '88 e" 7WD0 a1
peca.
BOIhNAS A 4O800.
Vendese-hatrntosparaseafcora eaeniaos,
a i8680, 69 ei^WOOO.
Ditas do cariar, ar28000.
Sapatos de tapete, a,1900.
Ditos do tranca,* 18800 e 28*00.
L-Mas de pellica eom pequeno toque,: 'Espeihos demiddura dourada,
200 rs. os tamanhos e p:.-eoos.
JSFSSL Par* C,,ete' graad 8rti" PBRFUMARIAS E MIUDEZAS.
de cord80 imperial, a
osso para ealga, a
Oaiia de linha de marca, a 200 rs.
Lamparinas igaz, dando uma luzmuito
oara 19000.
Duzia de pegas
iiO rs.
Gaixa de botdes de
*O0ts.
Duzia decarreteis de linha, 200 iardas, a
00 rs.
idem idem 60 jardas, a 240 rs.
tf ago de fita chineza, a 800 rs.
.aixa de linha com 40 norellos, a! 500 rs.
Vleios aderecos com camafeu, a 500 rs.
Jarrafa detinta roxa extra-fina a 19000
Potes com dita ingleza, preta, alOOe
:60rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
-9000.
Idem idem, a 400're.
Caixa de envelappes tariados, a BOO r.
Idem idem forrauos, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira donrada,
800 rs.
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de tatiwses eabo branco, 2 B., a
&8000
Resma de papel pautado, a 48000
88600.
Idem idem Kso, a28800, 39800 e 88000.
Coqaes-nroaVnos, a 38000.
Duzias dw-pe^as '-'de '-trBngas" de earaeol
oranca, a'iOOrs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Leques deosso e sandalo, a "28000: '48
0>0.
Pita de velludo de todas as cores e largu-
iicroseppioscom 12 TisU,s|a 68000.
Frascocom oleo Orua verdadeiro*
18000.
Idem com toniiw de Kemp, verdadeiro, A
19000.
Garrafa de agua florida vcrdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoaeza, a 18000.
Idem idem diviua, a 48000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
18200.
Caixa de pos para deutes, a 200 rs.
Idem idem de jpds chmez, muito bom, a
500 rs. e 18000.]
Pote com opiata; de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 18^00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
38600.
Duzia de^abon^tes deanjinho transparcn-
tes, a 28200.
Idem idem coffi lores, a 19500.
Sabonetes Glyderino transparentes, a
18000.
Caiia earn sabonetes, formato de fructas,
a-48000 e 19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
800 rs.
Frasco eam-agua de ooiegae, a 200, ^20,
900 re. e W000.
Eitractoa'mako Ones dos melhores au-
tores.
Lindas e elegantes caixiafaaa caeaamfiaaa-
rias, proprtas para present*, dos 4ratooss
. tednay, Rieger, belle -*rew^etc.
Quadros com santos e estampas sepeYa
das.
Efllcetneios e -haljados transparerrt?s **t-
padbT'r
^Hfinirgraadeialjoleta prdprla para qajfl-
querloja
BRA&mUTE- A 18*00,
Vondarsebraraaate com .10 paknos
cadeiras, a largura, pnra .Janc/Ses, a 19600 e 29600
J metro. E uutras muitas fazondas prvpia
lo mercado,.que ae.vende sem reserva, de
homens, a pre^i.para liquidar .-atd' o'fia d^conrente,
nnno, por isso convem aos compradores sor-
Toaifeas 0 guardanapos adarnascados de linho df
cores para mesa.
Colchas'de 1%
0*tiriiS"borados.
Omisaa kordadas para homem.
IMne de cures para bomens e meninos.
Com'pleJp sortimento de chapeos de sol para ho
rhense 'seirhonis, com-cabo dernarflm.
Merino de cores para vestidos.
Dito preto.
Aiualhado de linho e algodao para toalbas.
Atealiiado pardo.
Brins de linjio branco, preto e de cores.
Serltti de Hildas' cores e eom listras
Chali* de merino de cores e ptatos.
Djtes da casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Dito de torjqtum.
Camtsas tde'mho.
Ditas Ditas de flanella.
Ceronlas de brim e alfodSo.
Damascb de li de!cores.
Pannos de croehel para cadeira, Sofa e raosWIos.
Gofbbat de-dko.
Tarlatana de todas as cores.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Ca?acos a tricot.
Ribos eortes 'de ve.-Hdos de linho para senhora,
de di ersas cores, com os competeates enfei-
tes, ultima moda.
Casemjras pretas e de cores, etaltas, madapolSes
carabraias, panno flno preto eazul, collarinhos.
Subos','1flrali'9tas,-tava* de pellica, ditas d tto
efEacocia, braneas e de d&res, tapetes de todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc. etc.
Na'ldja do Passo, rua Pnmeiro de Marco n.
A, antiga do Cre?po. _______^^
V
tlh
L
fiiE
EfOHiimia nolavel
u 1 CHAPEOS A 29a00. lirem-se dalazendas baratast para a pcasen- 'Pap 9&ft(\ft (.nmnro on r
Veade-se cbapeOs da castor para *.:nirlos te festa que esta na.porta, a rua da [mDeratriz r01 Z* U Ui' COmpra^Se Um
e homens, a 28500 e 3>000. n. 72. Baav-Hacioaal.
E' serapre assim.
Baralissimo
Quaado parece ter.se esgutado o reperto^o'da rLanzinhas
modas, pela immensidade de ajtiets u ade eco de 400 rs. 0 covado
que tern appareeido, eis qne os virtlc* e ansa-
yeis correspendentes da Nova Esperanca, a ma
Duque de Caxias n. 63
mundo elegante, ai nde se
descobrem oulros no
conserram e&cogjtando o eovado.
valor de 35J500.
0 Memorial Pernambucano para 1874
custa apmas 28000,
Com este diminuto preco dispensa-se :
3f 0 rs. custo de uma fclhinha.
2f JOT0 cuilo de uma Taboa de Cambie sobre
om listras estampadas pelo diminuto, Londres.
s.ocoVado. I 12*000 custo de uma Taboa de Cambio sebre
listras awwiMdas a "11000 0 co-|Llsboa.
2*0(0 custo de um livro em branco para asseo-
A'reaiofiiajl alA.
Os proprieianos da Ireduacta, ao iatoilo it
eeaservar 6 born concetto qne teem merecido ia
respeitavel publico, di.-tiiiguindo o seu estaaataci-
mento dos mais que nr^ociam no men;o feaere,
veem arieaiificac aos ?eus boas fregaecea aaa pra-
vemram aos seas eorr- .spondeotes nas di versas par-
cas d'Europa para'lbes enviarem por todes o*pa-
qneles o objertoj 4e luxo e aum g jam mais bcra aoeitn pelas saciedades elegaoles
daquelles paii.es, vi>u> cproximar w 0 tempo testa, em qae o belle sexo desU linda Veaaaa
mais ostenia a rirraeta de =nas toillettcs ; e eo-
mo ja recebessem pcl^ paquete francez direr**
artigos da uitaaa iiibtLi, veem paleMear
d'entre atlas quo se toutam, mais ne
esperaado do retyeilavel publico a
conenrrencia
Aderecos de tartanif a os mais lindos que'
vindo ao mercado.
Albuns cam ricas capas de madreperaU e d*
velludo, sendo diversus tamanbos e baraios pre-
co s
Aderecos com pletns de borracba pr prioa para
loto.tarubem se vendiui rueios aderecos muito ba-
nitos.
fiotdes de setim prc-to e de cores para oraato da
vestidos de ser.hora ; tzmbem tern para coUate
pal i tot
Bolsas para senhoras, cxiste um bello sortuncB-
to de seda, de palba, de obagrim. etc, etc, por
barato preco.
Bonecas de todos os^ tamanbos, tanto de Ion-;a
como de cera, de borracba e de massa ; charaa-
mos a alteni.ao das Exnias. Sras. para este artifo,
pois as vezes toman; .-e as criao^as um puuco im-
pertinentes por ralta de um obiecto que as ea-
tretenham.
Camisas de linhi lists e com peitos bardados
para boraem, vrnd-.m-.-e por preco commodo.
Ceruulat de linho 0 do algodic, de diversus pi-
cas.
Caixinhas com fit*, 0 qae ha de mais lindo,
com disticos nas taotpas e proprios para presea-
tes.
Coques os mais modci ::os e de diversus forma-
tos.
ChapeV para s< ntn ra. rteceberam um sortimeata
da ultima moda, laoln \>in senbora, como para
me oio as.
Capellas simples e com veo ptfra noivas.
Cal^as bordadas n:>ra meainajs.
Eniremeios estam|T-dcs e bordados, de liadt*
desenhos.
Escovas clectiicas.|i:iia denies, tern a propric-
dade de evitar a rai ie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exi w an
grande sortimento de diver>;as larguras e baraie
preco.
Fitas de sarja, de g<;igurao, de setim e de eta-
malote, de diversas larguras e b^nitas Cores.
Fachas de gorgurao mnito Nndas.
Flores artilicinrs. A Prcdilecta prima em coa-
servar srmpre um bello e grande sortimento del-
tas flo es, nao so para enfcilo dos c.b. Hot, camo
tambem para ornatu d : veslido de noivat.
Galfles deatgodao. de !a e de seda, braacos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas core*
para senhora.
Ltgas de seda de ceres e braneas berdadas p&ra
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madr-
perola, ruarfun, 6s o a velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bel os ; teem tambem para tirar casi.as.
Port bouquet. Um bello sortimento de madrt-
perola, marfim, Asso e dourados por L ratu prteo.
Perfumarias. Neste artigo esta a Pn leak beia
Erovida, nao so em extraclos, come 1 1 oleoi
anhas d<>s melhores odorcs, dos m;- .-ifamade-
fabricantes, Loubin. Piver, Sociedad ii>fejeaici,
Coudray, Gosntl e.iUmcl ; sao hr"' ..v'Ji's para
a festa.
Saias bordadas para senhor.., ; r comm-'-de
preco.
Sapatinbos de la e de sctim bord^u. s .para ba^-
tisados.
Tapetes. Recebou a Predilecta am bonito sorti-
mento de liverso: tamanhos, tanto para sob co-
mo para cntrada de saias.
Yestiinentai para, baptisadoo que ha de melhor
goslo e os mais midernos.recebeu a tredilec'a
vende por barato prejo, para 9car ao alcaace
qualquer bolsa.
Rua do Cabu^a n. 1
f
Ditas aoro
vado.
Granajtlinaa pretas com-lisleas de 4res.a500 rs. tos diaries.
n^WCX5^
e aub risam na
Ra do totu k Vkloria n. 28.
i-Afi -
M
para a .Nova Esperanca,
aos seus fregnezes e especialmeute ao ballo *exo
flue nao cretam em-tal: e para prova evidente
do que acaba ae ex per, yejam o qae abaixo se
descreve :
MANUaES paramissa, com capa de madreperola
ou'tartaruga, teodo no centre da cawa
am pequeno relogio perfeito regufa-
dor.
CARTE!RAS, po t charutos, port cigarros e ports
moneys no mesmo gosto.
CARTEIRAS para notas coti capa deimarfim, ma-
dreperola e tartoroga, com o distieo
Leuibranfa.
BOLSAS para senhora, o rpelhor qne tern vindo a
este mercado, de diversos tamanhos,
qtraridades e rnodelc* de :a cao.
PORT BOUOjDETS de lindos gostos e t?oianhos
... ...n especialidadas para as noivas.
CAIXIMfAS com rriUsicas esem enas, trroprias
para-presentesJ
E outros de inuira noviJade. il
E eom os raenrkos.
o A Wova Esperaaca, a rqa Doqtte de 'CaXlas n.
63, recebemos bonecos de bfrracha-ee- Mrihatot)
inteirarnente noros : os mepiaos muito, aMeciarao
este-brtn^udtfo. "rr~
Evetdade.
,fli||JW(9r*e|*fa,ide -lr<.r^o>-jPWee ^u
aao jMde completara.sua. JqiDelte,. sem .ear um
pftselo VTfo^ts^Wmck'Jnla^^qrJe-deTa
xlas n.m,f*rnm% tefa de. miaszas on****
av^leM3atoatmwrtia^;pniraaiittDviaa-
mm*tF***pWt]^em^eaaV
a dizer o ebviute.
Alpacas de quadras, proprias
4i0r8. o covado.
Brim branc lona,para eak-as a liSOO a vara.
Dito rrancada a ttO0a-vara.
Dito de cores, Iraha pero, 1*400-4 vara.
vestidosj a
Chapeos de sol de seda, caho-de eaana, a'8#300
cada um, isto lado ?6 no n. 20da rua do Crespn.
'loja das 3 portas. de Gailherme A C
\d fiiudigao ik Cardoso & Irmao,
a w d > Brunt ns. 100 a (^
Vende-sc os seguiatea ofo-
,jectos, porpre^os
commodos:
VARAXDA8.fraW*za*'e fertaftmdtda de diver
e bonitos gostos.
FjD^E^,leaaeeiSAad|e8 apeqaenos.
SMI* kM^5?^lhifiii?" gaz-
DcrBrtJAs traacezas ae nspuxo.
MnW-ce* W'ae 4rt>, c**v awlla e sam
'-elet
\l custo de urn regulanlento do sello.
MitSOO
0 Memorial Pernambucano, serve
Para o commercio :
Livro de lembrauc s diarias. Livro de renei-
mento. RegUtro de iHtras Taboas de cambio
sobre Ettropa e E*tados L'oidos. Begulamenso
do sello.-- RegoJaniento do correio.
Para os advogodoa :
Lembrangas diadas. Livros de contas para
hon&rarios. Vencuneutos dos appellos, prbvltnen-
tos, vista de autos. etc.
Para os bomens de letn-as :
De jornal diario para relatar acontecimcBtos no-
la veis, para a j donas de oasa :
De livro de despez ,s. Notas domesticas, etc.
LIVRARIA FRAKCKZA
I om shlii api'i .sciiiada ai publko
Durante o espai^o
DE
4 0 A IS N 0 S.
SJkL.S\P\VHIL.1i\
DE
RBISTOL
ao
fj^lpp'/para jardiaj, gfaaaes e peffue.,
MMttNtt'p%H gar"aua e faWP gelo ? fehtm
agua ernrtO-a^Mts
-
Grande petti-ck tm^^
aaasaJi, .padres-,
-
--.
b
Vets
ionmo
TMJtaade,
*ma: ma Vitario a." 2, raa do amorim aJ
a$ e travesse d*raa daa Crazes n. 4, a 500-rs. a
flbra a-reuioo.
,.J. -
VBNDE-SE
onu casa na villa da (farreiros, na rua do
merck), por preca f*eo: a tratar com Tasc
Yiaiios .de -Bourgogae
jNaiituinin
PoWraard ;p nt
"Wrtis
'IVoHiay
veanne
Monthelie
#tle Bordeaux em quartoilas.
Ycnde-sc par barala preco
PAIU UQUlDA$AO DE GO.NTAS
HA
Com-' B* Lrga lo Raaarlo 34.
Botioa.
A No
aHtt,
" is. pani ft.
Pffirft'wi
a.^,'1 reee* utaWtWtraat*
casemira e alpaca para
nitos.
"19$ iticscla1
i
nbmkmm
r
IB



mi
VENDE-'SE
9xtateodanaiinq ertadrjTHirtifloa tio na /regueiia dos Reuieaio^, freguazia
WarHe e6#8el;tnrft1 bs preterdMa>s
ton -i-
aa-Ar-
Ys Be
lirUimH
MMIM1AS i-#AAaAri
bMb, iftpaseajeto .
pal a rua da Cad
Vende-se por preco commodo um terrenO eom
40 ftalmos de frente o sesseota de tufido,- tendo
ja alifleWies Vara daas cas:.*, na rda '8er*Ml
Plres, aVfrofite do hospital militer. As pessoa*
que pretend rem compra-lo dirijam se a travesta
das Cruzes n. 4, loja de caIc->dos, que ahi aeharao
ccm quern tratar.
Til" '" '.....I-----------1 I .11 Mil I ill I'-----
6bila a4K0 cst.p.envada,, _,
A 240 rs. o covado.
A *4d rs. e-coVado.
Duque de Caxias n. 90 A. k^ 4
- Vende se -Oav <3*brWM in^lex *:* r^a-
qBitreassmtr*,wb esceUente
l*W*ft i pa'i W n* cocbBira a rua
traurarua Direita n. tO.

<".
ggandes
409
Vi
-ftrt
[') W1"!*
'
J^^m^^SSSSSr*1
reiw, fuudoado
araao a. ia, _______i
Fiilhinks para Wl
Folhinha de pnrta a 160.
Folhinha an-nloti'a anOO.
Fhlhlrlha religi,.
Exacuiwrwe <;al.-iila.t;*- ^ara- P*rnamauco.
-LiviariaFranceza.
Oaa-
iwattiio
jf^a^r^4Dabi?gcaV4a
' ^i-se^W^aadasrtrftilfas. iNa roa da fcapsra-
M^etim para vesaido.
fiaPTj
Jfifc^^U proprielario na rai de & MaehM j fjf*1^* ** *&^Jj^tiffiw>SrL
I il f 'i ... ^.u
Fabio Riistico
A'hosa Branca tern r mais liBdow p tit boa faie^lft, e 'manea levar. nas casas : a rta
da (iWRhraii para Into
A'Rosa Branca tem um rico sortimento dXta
fazenda i mauda levar nas casas : a rua da Im-
Jesuitismo era Peraambuco.,pera,m D" %-----T^-------------
Uleo. dc ncino
Dende-se ni.o d^ riejno em latas de 30 lihras :
na rua do Marquei de Oliada n. I, segundo
andar.
CLRA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARKI! HA DE BRISTOL pars-
Sea a massa ilo snn^ua, expelle p*ra (dra
todas as materias c fezes viciosas e impuras,
negula todas hs secre^ees, di vitalidade e
energia a todus o^ organs e dd fori.a e ri-
gor ao systeraa a'.im de pader melhor resis-
tir a todos os atarjiies da enfermidr Ie. E'
pois este um remedio constitutional. EUe
ounca distroe afim du poder curar ; porern
donstantemente a?*isU4 natureza. Portanto
am todas as doenc.is canHitucionnes eemto-
4as as molest ias Ijcaes dependents d'umtt-
tadovicioso e im perfeito do syxtema em gt-
ral, achar-se-ha quo a SALSArAraiLHa di
Bristol 6 um rcmodio se^uro < efiicassissi-
mo, possuindo incstii: v.ms e in -on testa veis
j vrtudes.
Ai'cafas ftiilagtosa* de
EscrofuluN.
liBKaaiB(fe;aaf,
IJJM^UnVADEB 8WBIUWCA8
lUTSireTiAS,
nHElMATTSMO,
NE*-RAIAS,
E5CORWTO,
"'VK:;fNMMENa,
rangeado e dMto o alto reuorne
'arriltedeBrisfiol
por todas as paries do uni verso, sao Uo J
a>enta de*idas i
UNICA J.EGIT1MA C ORIGINAL
4e Bristol
"WKlfrfACfN CWCT1AL
Aim
>*

Tkrta, efca e fwiio
Aaiaral N'ataco k C veadim tintas 'arinhae
Lotion vegetale para tingtfde pretes^ftiDelWL
de malsfSfl
e eornn
irrwOri M
ih.ttr*gi!ri, 4M* waaaaMaaV^aa
(tbi tfe-dD a #rM'Htaao niuwaawe
te.affcmo mgiei e fraveex, aara cigarros
ckaabas :, .vaadem bo Basar vict<
(Jo da Vicloria n. 3.
A' veada na lirraria Ecormmi a. a rua Pri-
m-'iro Bar*) da Victoria, e na tvpngraphia Commeroial
a rua esireua do Rosario n. ti. Pieco 2*000.
r Vawna, rua flu Ba-
Rua do Brum n.76
Vende se ziuco paro de superior iiuilitaii.
proprio para cuberus de casas, mmUmiut 11 pal
mos de comprido e 4 de largo, por prase aaas
wp-coata. ________
l^ira acabir!
Bicos rhan* -s para ^n*"ra *d na raa
da Gaxias a. Oo A loja da esqoiaa.
L*
1


___

f
IKajio de PernanJm<5& rr Qui&& feira IS cte Jare&d de 18T4.


A RESPItTO DO NKGOCIO DO MARECHAL BAZAINE
EXCOMMANDANTE EH CHEFE DO EXERC1T0
00 RUENO.
TERCEIRA PARTE.
CAMTULA6A0 ( DE 7 A 29 DE OCTUBRO V
CAPITULO VII.
AUDIE3CIA DE li BE OUTUBRO.
(Continnacdo)
R.Nao, senhor presidente; as diri-
sdes estavam sempre sujeilas a eventuali-
dades.
P.Eis aqui ama nola encontrada no
ministerioda guerra, e que indica as in-
formasdes quo vos foram transmittidas
para que se executasso o vosso movi-
mento.
R.Sim, devia marchar, mas nao correr
em frente de am rui.n exito.
0 marecbal oppoz 4s instruccoes- de que
falluu o presidente, uma nola coocebida
p, ;o mais ou raeuos nestes termos :
ao oxercito do Rheno! Gabinete do
co i aando e n chefe.
0 general Soleille, interrogado sob' o
plauo de Metz, sobre as raunigdas de arti-
Iharia e de infautaria qu? podia forneoer,
respvindeu : Ja" se distribuiram desde hon-
teua 18,886:000 cartuxos ; a praga conser-
va um mtlh&o. Pelo que diz respeito ao
fabricj local, faltam capsulas fulminantes,
etc...
P.Esta nota foi redigida ao vosso es-
tadu-maior, ou foi-vos ella simplesmente
trausmiHida pelo general Soleille?
R.Nao tenbo disso lembranga ; deve-
me ter sido communicada pelo general So-
leille.
P.Esta revestida com a vossa assig-
uatur.i. Nao rxmsaveis que era de natureza
a Lmcar no vosso exercito uma grande an-
ciedade. debaixo ilo ponto de vista das mu-
nicdes?
R.Uma ligeit a inquieta^ao, quando
muito, por isso que todas- as medi-
disdeviam ser toinadas para reparar o
mat- ... .
p.Sim, mas medulas incompletas.
Esta nota e visivelmente a que foi leva-
da pelo commandante Magnan, e que cons-
tit ia uma raedida mysteriosa.
R.E' a primetra vez que se faz leitura
dessa nota.
p__jjao recebeu tarabem de vOs o
commandante Magnan a missao de fazer
saber ao iraperador que julg-iveis tomar a
direc^o do norte por Moutmedy ; o se-
guinte despacbo parece estabelecer isto
mesmo: .
0 marechal Bazaine ao imperador.
as 5 boras da manha, 19. 0 exer-
ito bateu-se todo o dia nas posicoes de
Saint-Privat-la Montagne ate Rozeneullese
conservou-as. 0 4. e 6." corpos fizeram,
pelas 9 horas da noite, uma Inudanca de
frente, a ala direita para a retaguarda para
conter um movimento pela sua direita que
as massas inimigas tentavam operar com o
auxilio da escuridio. Esta manha,
descer das suas posicoes o2. eo
pos. e o eiercito agrupou-se
margem esquerda
Failly esta" c:ri Vitry-le-Francois; Marga- cio.
ritte com uma divisioam Saint-Menehould. P.A que despacho do
Se o exercito do prineipe imperial cahir em Mahorr respondieis ?
force sobre mim, tomartJ posicao eritm R.Ao seu despacho
Epernayetteims. depaneira quemepeasa ville. /
jimtar aomvosco, ou marcher sobre Pens, P.Porque havieiisdil
se as circumstancias me forcarera a fa- Bar-sur-Aube, quand i
Admirei-me que a marechal Mac-Mabon nao
tivesse aproveitado o caminho do norte, que
ain la estava livre, para me fazer conhecer
a sua situacSo.
P. Havieis recebido este despacho, do-
do o vcasopara oomento 191 ;. 18, as 10 horas, 15 mi-
marechal Mac
datado de Join-
Bisque elle es-
tava em Chalons, donde vos tinha expedido
ze-lo. -
P.A vossa intenc8o de marchar aobre outros dous despachos?
Montmedy e as Hifferentes ordens dadasa R.Nao os tinha racebido.
este respeito, fazem aereditar que aquelle P.A 19 havieis dingido
ao marechal
despacbo foi necessariaraente precedido de Mac-Mahon o seguinte despacho :
instrucQoes para regular a vossa marcha' O marechal Baaaine ao marechal
para *s pracas do norte 1 Mac-Mahon, no campo de ChAlons
R. Essa marcha era o unico meio de
nos juntarmos com o exercito formado em
Chalons.
P. -A 18, ao mew dia, fez-vos expedir o
imperador instructs rreste sentilo, e nesse
Metz, 18 de agosto. Em consequen-
cia de conobates successivos que dei em 14
e 16, a mioba marcha sobre Verdun foi sus-
pensa, e sou obrigado a conservar-me na
parte norte de Metz, pra
de Metz, psra me refazer de
dia, as 5 twras, o "imperador vos mo0i'cdfts. especialmente de viveres. Desie
perguntava ainda se era neeeario deixar esta *anha o ioimigo moatra grandes for-
em Verdun o grande ^uarlel. Estes des- ?as, pie parecem dirigir-ae aobre Bney e
pachos parecem marcarquo a vossa marcha podem ter a mtencJo de atacar o marechal
sobre o norte era uma cousa combinada e Canrobeif, que occupa 8aint-Priva-la-Mon-
que vos esperavam ? tagne, ligsndo a sua esqwerda com Amavil-
R Eu n3o o interpreto dessa maneira. i leres, pome- de apoio da direita do *.
Nao me podiam esperar se na podesse,corpo. _,,..,
ggp r | Estamos-pors de novo na defensive, ate
P. O intendente geral Wolff., a f& que eu saiba a-'verdadeira direcc^o das tro-
peln manhS, dava ordem para dirigir os pes que estao wa nossa frente, e espeeial-
comboios para Montmedy. Quaes foram mente a do exeTcito de r-serva, que se diz
as-iodicacoes porque se deu aquella or-|estareno Pange, margera direita do Mosolre,
^em i as ordens do rei, eujo quartet general estart
R.Ignoro : provavelmente foi em con- j no castellojl'Aubigny. Tran
sequencia do uma eonversa com o intenden-
te Preval?
p.fndependentemente do despach* para
Metz,
Qz
3. Ctir-
de novo na
'do" Moselle, e de Lon-
gu^ville at6 Santoncours, formando nova
lintia curva, que passa pela parte de
traz dos forte* de S, Quintino e de Plappe-
villc
As tropas estao fatigadas destes com
bates incessantes. que nao lhes permittiram
os cuidados raateriaes, e e mdispensavel
d^ixa-las descancar dous ou tres dias. O
rei da Prussia estava esta manha em Re-
zonville com Mr. de Moltke, e tudo mdica
au9 o exercito prussiano vai tentar a pra5a
de Metz. Contindo a contar tomar a direc-
Cao do norte, e retirar depois para Mont-
ntdv pelo caminho de Samt-Menehould a
Chalons,
i tor-
Vou
Moltke, por
soldados fran-
Chalons, se nao estiver muito occupado.
Ho casocontrario, continuarei sobre bedan
e mHsmo Mezieres, para ganhar
fla era Metz 700 pnsioneiros, que se tor-
narao um embaraco no caso de sitio.
propor uma troca ao general
Tgual numero de officiaes
cezfs.
S5ftt raarecbal
Bazaine. Campo de Chalons, em 18 de
2Z, as 8 uoVas e 30 minutos. Am.-.nba
a 3 tolas as tropas que estao debaixo
aalraiuhas ordens" estarfco reorganisadas
o imperador entregue ao commandante
Magnan, n5o havieis dado dquelle offi-
cial instrucpoes para o* marechal Mac-Ma-
hon ?
R.jyao, s*nhnr presidente.
Fez-se a leitura de muitos despachos
do general de "Failly para* o marechal Be*
zaine, dos quaes resulta que este ultimo
dava ordens como commandante em chefe
na tarde de 12. O marechal Bazaine res-j
pondeu que se n8c- record*. Outros des-
pachos estabelecem Cj'ue na mesma data, o
imperador tinha infer made os chefes de
corpos de que devianf de firturo dirigir-se
directarnente ao maret'-hal Bazaine. Um
despacho do general d* Failly. com data de
14, diz:
Recebi a commDWca^ao official da
vossa nomeacSo ; deu-90-toe-ordern de mar-
cher sobre Paris.
Tambem a 14, 4s 8 horas e 50 minu-
tos- da tarde, o marecbal Mac-Mabon tele-
grava ao marechal Bazaine, qoe estava em
Newfchateau com todas as-suas tropas. A.
<5, o miuistro da guerra preveoia para se
darem ordens a to ios os-ganerae* comman-
darrtes de corpos do exercito. Parece que
nao tiobeis nenhuma ordeta ao marechal
Mac-Mabon e ao general d* Failly T
R. Nio, e accrescentc- disso lembranca alguma.
P.Como e" que, na tbrtarxto 15, quando
a situacfo estava assim tao-gmve, dizieis que
os despachos do ministro datguerra vos nfto
chegaram T
R.E' a primeira vez quw oo?o fallar
destes despachos. A 1*,.'estava eu em
Forbach ; affirmo que a H5- aada. me foi
communicado; p6de ser qe tcafa*m sido
dirigidos despachos ao quar-tei-geiiera*; mas
nao me foram communicados.
P.Todavia, alguns despacbee do mi-
nistro da guerra convidhvav-*os- a dar
ordens aos commandantes de eorpos do
exerjito?
R. -O marecbal Mac-Mahon dirigio-vos
de .loinville, a 16 de agosto, um telegrani-
ma, que vos annu ciava os movaaeotos exe-
cutados pelo seu exercito, e a cbegada de
Chalons dos diversos corpos do- exercito. A
18 pela manha, novo despacho-annuncian-
do-vos que, na manha seguinte pela manha
custe o que oustar _aquelres corpos d'e-
xercito eslarao em Vitry., de maeeira a jun-
pache ao imperadore aeministro da guerra.
Tomo pelo caminho de ferro dos Arden-
nes-.
p, No mesmo diay as 4 horas e 15
minutos-, dirigistes ao imperador segando
telegramma, e emfimy is 8 hora9 o se-
guinte:'
O' marechal Bazanw ab imperadbr.
Metz, f ^de agosto, 7eM! Renovo a im-
portancr*dos provimentos-de Verdun ; creio
que nie i necessafio debtar alii senSo
aq^uillo de que eu carecer, se conseguir
ganhar a praee. Chego da pianicie, o ata-
qae era rrwirto vivo. Um pegrmento do 6
soffreu bastante, -lefendendo a-1 henlade de
Saint-Hdbeft: *
p. pfae parece que, no memento em
qve expedieis-aqoelle despacho, igooraveis
que o iniraigo -a'= vossa direita seapoderava
do caminho ie Briey ? Esperaveis portanto
tomar o caminho de Verdun/-perdido a
*el7? "
R. Era--a- mmba impressao do mo-
raento.
! p. A 19, eserevieis ao imperador para
Ike fazer saber o resoludo do combate de
18.- 0 exercito, dtzieis vos, bateu-se todo
o die, e conservu- a soas posicoes; e ter-
roinaveis o vosso despaebo, dizende qpe o
exercito estava cooeeotrado na margem
escjuerda do Moselle. Ha entre o cemeco
e o 6m deste despaebo uma contradiecao.
R. o exercito cooservou as sues- po-
sir oe&, quero diser no momento do com-
bate ; isto 6", nao foi repellido- da* sues
posieoes, mas queria drier que iaraos con-
serval-as constauremeote.
Pi Como concitiais as duas- ideas- de
qae o vosso exercito, que nSo conservou as
suaa posigSes, estava em parte coBeentrado
na marge in esquerda do Moselle r e ia pir-
se em marcha para aicancar Verdiln ?
ft: Estavamos sempre promplos para
desempenhar o- nosso programma, e era-nos
for^oso soffrer todas as eventuahdadss.
P. A 20 de agosto, havieis feito partir
de Metz o guarda fforestal Brevy, portador
de uea despacho. Ess despacho-era res-
posta a um talegpamnaa cifrado> que vos
for>eaviado pelo marecbal de Mac-Mabon,
e que era coneebido nestes termos :
a 0 marecbal 'Mae-Mahon ao marechal
Bazaine.
Campo de -Chalons, 19 de agesto, as 3
horas e 35 roioiitos da tarde.
Se, como creio, for forcado a retirar
proximamente, nao sei a que dislancia me
tar-se a v6s, e promptos a
Paris, segundo o* acootecimefitos. Lmumy
no mesmo dia 18. ao meiq dws telegrapha-
veis v6s ao marechal Mac-Mabon, em Bar>-
le Due: .1-1
Metz. 18 de agosto,. as 10 horas e 5
minutos da manha. S6 esta raanM recebi
o vosso despacho de 16 de agosto. Presu-
mo que o ministro vos teri dado ordens,
sendo as vosss operacfies completamen-
te f6ra da minba. zooa d'acc^ao, actual,
o receio indicar-vos uma falsa direc-
marehar sobre lencontro, e como hei de ir em. vosso au-
xilio sem cobrir Paris. Se julgardes as
eousas de outra caaneira, fazei-m'o saber.
P. a que horas chegou este despacho ?
R. Nao poderei precisar.
P. Teodo encarregado o .commandante
Magnan da missao de informer o imperador
a respeito da vossa situac&o, e de vos
esclarecer a respeito da do marechal de
Mac-Mabon, n8o devia elle regressar de
Metz logo depois de cumprir a sua missao ?
r. Devia voltar o mais breve possivel.
F0LHET1M.
LUuSSCU BOB&XA
UEUIHHftS DE SliTM&Z
POR
segunTTparte
SAVONAROLA.
Xlfl
W COMO SE ACHAVAM XS COUSAS EM
FLORENCE
(ContinuaoSo do n. 9 )
Becessit'va vence-lo, e para o veneer,
.DoedOu para o seguinte e ternvel dilema :
PP 0u estds ou nao favoreeido pela grac.a,
ou es santo ou impostor. Se 6s santo, se
loredSunado, Deus acudird em tua de-
fezaPcom um milagre. Se Deus nlo per-
miue que sejas o represenUnte de um mla-
^rruiKtue^FrancescodePu-
glia;>iisse como milagre, a prova do
armas
nntos da tarde. Mdgpan cbegara esta
noite.
R. Sim, St. presidente.
P. Havieis pedido informa^aes a res
peito do que se passava em f hionville, e uas
immediacies ?
R.. Sim, mas nao recebi essas jif a-
maQOes.
P. As communieasdes entre Metz e
Thionville n8o estavam ainda interrompidas
no dia 19 ; e a 20, as pessoas que foram
ouvidas poderam circular livremente e pe-
netrar em Metz. Como explicais que o
vosso ajudante de campo, enearregado de
uma tao grave missao, nao tivesse podido
chegar ate- a vossa pessoa T
R.O marecbal attribuio esta impossibili-
dade a>demoras quo o imperador fez soffrer
a partiJa do commandante Magnan.
P. Todavia a 2*> mtiitas pessoas errtra-
ram em Metz, sahidas de Thionville } ne-
nbuma vos- entregow coraraunicacdos do
commandante Magnan?
R. Nenhuma.
P. Havieis tido conhecimento deste
despacho, marrdado pelo- coronet Turnier
ao general Coffiweres ?
O despacho lidb annunci* que o comman -
ldante Magnan chegou a -. Thionville e que
os caminhos estavam cortados-.
R. Nao julgo ter tido conbecimento
desse despacho.
PI Mas elle devia attrabir a vossa
attea^jao. Havieis recebido os despachos
que o coronel Coffinieres vos annunciava
n'uma carta, que esta- no process, des-
pachos quo chegaram a-Paris?
r. __ j(ao me lembre quo esses despa-
chos me tenham sido mmea entregues, e
nao ten ho nenhuma idea-de que o pedes-
sem ser.
P. Havieis recebido am despache-em
qoe ereis oonvidado a tomar precau^des
para salvaguardar o caminho de ferro- de
Thionville a-Cbarleville, e nao seria esse
despacho o qoe vos annunciava o general
ColSoicres ?
Rv Recebf, effectivaraente, esse des-
paebjo.
p; NSo devia esse despacbo tranqoil-
lisar-vos sobre o estado do eaminbo de ferro
de Thionville a Cbarleville?" A carta do
coomandante do Thionville foi levada oa
vosae quartel geoeral pelo agente de polien
Flaeaut.
Nao foi nessa> oecasiSo, qjuebavieis coa^
Qado a esse agente diversos despachos para
o mioiatro da gnerra, e para o marecbal
Mac-Mabon ? Aaauneiaveis que estaveis era
Metz para vos prover e municiar, e cont:-
nuaveis sempre fallar de tomar o caminho
do norte. Sem ligar grande importancia
algumas mudangas de forme- que podera
existir nos tres despachos, devo fazer-voe-
observer que contam variantas-muito extra-
ordinaaias. Deste-raodo, ao imperador nao
fallaveis senao do nugmento das forcas do
inimigo. Ao ministro referieis-vos ao des-
pacho-de 19, e fallaveis da intengao em que
esta veis de marchar sobre Montmedy. Em-
fim ao. marechal Mac-Mahon* diueis que
recomeQarieis a vossa marcha,. se a podes-
seis fazer sem compvometter o exercito ?
R. N8o tinha ordens que dar ao im-
peradoF, nem ao ministro, emquanto que o
marecbal Mac-Mahon estava debaixo das
minbas ordens.
P. Osdespaohos podem ter-se perdido,
e, com a forma de aviso, podieis fazer co-
nhecer as vossas resolugdes ao impftradop, e
ao miaistto ?
R. Nao me eecorreu a idea.
P. Mandastes dirigir ao Indepen-
dentc do Mozolh um commonicado em.
que sa dizia que alias coosiderac^es e3tra-
tegicas mantinham o exercito em Metz ?
R. Esse communicado nao foi mandado
por minba ordem, e dernais n3o indica va
de maneira nenhuma que o exercito do
Rheao ficaria indeGnidamente em Metz.
p. A 21 e 22, havieis mandado ao
ministro da guerra e ao imperador os se-
guintes despachos:
O marechal Bazaine ao ministro da
guerra. Metz, em 2fe de agosto, is 1.1 ho-
ras e 30 miuutos da noite. Recebi todos
os nossos despachos ate 19 inclusive. So
difficilmente posso communicar e por meio
de homens a pe isolados, com Thionville
e Verdun. Dereis ter recebido.um despacbo
do imperador e um do marechal Mac-Mahon.
0 estado saoitario do exercito e satisfa torio,
o estado moral i menos tatisfactorio. Neate
momento, onze horas, gfoasas massas prus-
sianas apparecem nos bosquas de Saulny e
de Lorry, a* pequena distancia das nossas
posi^des outras massas occupam as alturas
quo dao para o norte e nordeste de Sauloy,
do lado opposto do caminho de Briey a
Metz. Ha tambem tropas'em frente do 4.
e 6. corpos, do outro lado de Woippy.
0 marechal Bazaine ao iraperador. Metz
22 de agosto. Nada tern muaado. na situa-
c,flo. O inimigo continue a investir-nos, e
intercepta todas as comraunica^des Activa-
mos os trabalhos dos fortes, e 0 seu arma-
mento ; as nossas posiijdes estao protegidas
por numerosas obras que tenbo feito execu-
tor. Eleva-seo total do exercito inimigo a
350,90a bomens.
P. Nao indicam estes despachos, de
maneira nenbama o vosso movimento de
retirada. A 22, o general Soleille prove-
nia-vos, por uma nota muito circumstan-
ciada, que a artilheria e a infarrtaria estavam
coropletamente providas de novo, e que as
reservas estavam completas. Alem d'isso,
trausmittia-vos, sobre oarmamento da praca
e sobre os seus provunentos de raunicdes,
escellentes esclarecimentos. Como julgais
cjue fosso possivrtl concittar estas infonoa-
gdes tranquilisadoras como as que erara tao
desesperadas que eram dirigidas ao impe-
rador ?
PA 0 general Soleille 6 muito bnm
servidor; devia referir-me a suas indi-
cagoes:
P. A 23, dirigistes ao imperador e
despacbo, de quese vai fazer a leitura ?
O' marechal Bazaine ao imperador,
Metz, 23. As ultimas inforraacOes indicam
um movimento do grosso das forces inimi-
gas ; existem nas duas margens do rib Mo-
selle os-exercitos doprincipe Frederico Car-
los, e do general Stern metz. Testemunhas
occulares affirmam ter visto equipagrsns de
ponte entre Ars e Oavelotte. Se as notic'us
acima se confirraareia, poderei'empreheDder
marchaqe preeedenteraente tenho indi-
cado para as fortafezas do norte, afkn de
nada comprometter. As nossas 4>ateries-fo-
ram reopgaaisadas e reprovidas* assim aomo
a infanteria. 0 armamento da praca-de
Metz estd. quasi coeapleto, e deixar ia alii
duas divisees, por isso que ostrabalhos-de
Saint-Julien e St. Qaintin estio loage de
star conelwWos. Q>'- estado moral e saai-
tario das-tropas deixa pouco a desejar. As
vossas perdas foram- tao consideraveis nestes
ultimos combates, que os f,uadros estao
necessidades
P. Este dwpacho e muito importante
para que vos lorabreis do momento em que
elle vos foi entregue ?
R. Sd me foi entregue no dia SO.
P. Isso parece muito singular quando
a 27, o coronel Tornier ainda vos podia
fazer passar correios, e que vos expedio es-
pecialmente o seguinte aviso :
27 e 28 de agosto.O general Ducrot,
commandante de corpo de Mac-Mahon, c"eve
encjnirar-se hoje, 27, em Stenay, esquerda
do exercito ; deve estar prompto a marchar
ao priroeiro tiro de peca. Turnier.
P. Este despacbo, datado de 27, che-
gou ao vo-so quartel general a 29. Tinha
sido confiado ao agente Fiakauh. Come
explicais que o commandante de Thionville
nao tenha aproveitado a occasiao para vos
fazer passar o despacbo tao grave de 2}
expedido pelo marecbal Mac-Mahon?
R. Nio procure eaplical-o. 0 qwe
eu posso assegurar, e que nSo recebi ease
despacho senao a 30.
p. Na vespora do dia em que o coronel
Turnier vos eapedio Flahaul, outro mensa-
geiro, portador do mesmo despacbo, com
ordem de o entregar ao primeiro general
francez que enoontrasse, penetrou em Metz ;
sabers por quern foi expedido e qwal era ?
R. Nao tuiiho' a menor id*u Se o
individuo de que tallais tivesse tik> oma
missao para mim, ter-se-me-hia dirigido di-
rectarnente, e n8o ao exercito franaat.
P. llao, tinha ordem de entregar a
sue mensagem a um general francez ; nan
cireumstaneias em quese achavam, bquella
orJem expftca-se perieitaraeiile. Emfim,
n3o tomles nenhuma recordaf;ao do farto de
que vos fallo?
R. Nenbama absolateioente.
Presidente. Os senbores inembros do
conselbo ouvirao as testerauobas como oa-
viram as vossaa eip'icacdes; ultimamos
a terceira serie das pergunlas que eolendi
dever dirigir-vos ; trataramos da quarta
amanha.
AUBIEXtlA DE 15 DE OCTUB0.
A'audiencia daqaelle dia denlugar a cu-
riosas revela^des. O'marecael Bazaine foi
effectivamente interrogado a- respeito da
quarta parte : raeidentese provisoes da
praca de Metz;
O'Sr. Regnier teve a precaoeae-de fazer
drstribuir aos raembcos do coasetao uma
raemoria justificativa-com o tituk): Ob-
servaeoes acerca do reiaturia a-qual aa
occasiio do seu depoimento, a- testomunha
Regnier pedie lioenee para apreaaatar ao
cofiselho.
Nas suas observagdes? o Sr. Regater pro-
curoa deseulpar-se da ter side imi agente
prussiano.
Ofeonselhc nao so tjoaa ainda proouncia-
do dafinitivaaiente sobaa o poatode saber
pnfranqueeidos ; proverei as
tan to quaato for possivel. se fuaccionavia ao dia- immediate. Este
j p. N*o parece este despacho indicar assampto devaa ser reseWido duraataa sus-
quu vos preparaveis- de novo para mar- peneao da audiencia.
char ? No lugar dastiaado ao coaselbey aota vase
R. 3kn, Sr. presidento. Mr. Renault, prefeito da poliuia; o-almirante
P. Estaveisreselvido naosd pelas in- Saisset. e o* Sts. de-Bastard, Casanne de
formagdes-dadas pelo generalSoUeile, mas pradines, Depreyre, mambros d*semblea
tarabem pelas indicaeoes que bavia resuitado naej qjI ; o director da moeda-; Mr. de
sobre as-disposisdes- da exereito iniiaigo e Leffemberg, procurador geral ju*o do su-
sobre o seu effactivo 1 premo tribiaaal de Paris.
R. Sim, Sr. presidente. Estavam presentes a princes* da Trom-
p. Nao havieis pois resebido nenbuma bestkoi, a duqueza de Manchester, e ma
comraunicacao, de qualquen natureza
anathematisar energicamente o seu procedi-
mento. os sous crimes recahirdo sobre mim.
Todavia, a grande obra ficaria cornecada ; ] vertiginosa pa.xao
saoellesomeu exercito e a minha forC.a ; | Lucrecia que -
sem elles nada posso fazer.
Com tudo, em Roma sabia-se tudo.
Pedro de Napoles amava Lucrecia com.
nao fdra nuaca uma cor-
jteza, respondeu d impaciencia de Pedro de
Savonarola estava encerrado n'um circa-
lo vicioso, do qual nio podia sahir ; a re-
volu^ao ou a n8o revolucSo ; com a revo-
lu^ao, o saneue, sem ella o reUwcesso, os
Meiicis no dominio.
Julgava-se completamente secretaamor-
te de Lucrecia. N3o se faMara cousa algu-
ma do tumulto.
vido guardavam o
que
vos podesse fazer aereditar que o marechal
Mac-Mahon ja" estava em marcha para ir em
vosso auxilio ? .
R. Nenhuma.
p.__As vossas ideas nioestio de accordo
com as notas do general'Coffinieres. Ex-
pedio-vos elle a 23, um despacho, que vos.
fazia conhecer a marcha dj mareehal Mac-
Mahoo. No mesmo dia- expedia-vos uma
commuuicacJiQ-embrulhada n'um charuto,
na qual vos ioformava da sua marcha. Eis
aqui o despacho do marechal Mac-Mahon:
Ao commandante geral em Verdun.
Ao general commandante superior de Mont:
medy. Ao maire de Longueyo: Maodai
ao marechal Bazaine o despacho muito. im-
portante que envio ; fazei com que Ihe che-
gue por cioco ou seis correios, aos quaes
pagareis as soramas-necessaries, por mais
elevadas que possam ser.
a Mac-Mahon a Bazaine :
Recebi o vosso despacho a 19. Estou em
Reims ; encaminbo-me nadireccao de Mont-
medy. Estarei depois deamanha em Aisne,
onde operarei segundo as circumstanci86,
para if em vosso auxilio.
dame Albert Bazaine*
A tribune reservada para o general Appert,
esti occupada por Mr. de Gwardin, pelo
coronel Dalac, presidente da coaselho de
guerra, e por muitos officiaesgeoeraes do
exercito de Versailles.
' A' uma hora e cinco minutos. abrio-se a
sessao do conselbo.
0 duqoe d'Aumale tomou o lugar da pre-
sidencia e declarou que estava aberta a ses
sao ; sendo introduzido ca sala da sessao
o marechal Bazaine.
Pre&idente.Escrivao queira fazer a
chamada das testemunhas.
O commandante Samuel, e Florian res-
poikleram & chamada, quando se iavoiou o
seu, nome.
PresidenteDevo rectiQcar umerro com-
raetlido por mim na audiencia de- bootera :
disse que o despacho expedido pelo marecbal
Mac Mahon a 19, as 3; horas e 15. minutos,
tinha sido transmittido pela reparticio tele
graphica da Metz para o quarrel-general as
10 horas e 35 miautos da raanba ; era
is 11 horas e 35 minutos q.ue. eu devia di
zer- i
.tonhnuarse-na
Napoles:
Esperemos, querido da minba alma ;
nao bumilbemos o nosso amor, envolven-
do-o n'um segredo vergmhoso.
Pedro de Napoles era decididamente des-
gracado com Lucrecia.
A sua uniao com ella era uma dupla ne-
Os oae"o haviam aromo- cessidade para Pedro de Napoles ; estavam
silencio do modo, eolinteressados n'ella a sua ambicio e o seu
LffiL
fa'vonarola via as suas proprias
'llw^prodiccao. do eepirito pro-
phetko^pat. setornaTveneravel aos olbos
da multSio; prodisseraa queda dos Md-
JicreT vindaP a" Italia *e m eMrc,t0
^^Soraa atacava-o com m mifagre.
Tudo parecia favorecer Sajonarola.
Protegia-o a republica, negando-se aen-
via- preso para Roma. .
Dos eonspiradores, em faror de Pedro de
MWicis, dous d'elles foram decapitados e os
restantes condemnados 4 prisao perpetua.
Luc'recU Borgia, esse inimtg-i ternvel
queee occu\t*ra era Florenca, fdra morta,
segundo o acreditavam Savonarola e oa
6US.
Essa gente, disse elle a Francesco Va-
lori. quando este Ihe dou a ooticia da mor-
te de Lucrecia, acabari por fazer-me per-
der a gr ?a de Dous com a sua ferocidde e
os seu instinctos sanguinarios; e, posto|qu
que me no atrevo a separar-me d'ella
mesmo faziam os que tinham dado por
elle.
Temia-se, com tudo, que Roma se aper-
cebesse do silencio de Lucrecia, qua inda-
gasse, que descobrisse o atteotado e recla-
masse.
Nao havia decorrido o tempo necessano
para isso, quando foram decapitados os
eonspiradores em favor de Pedro de Medicis;
teraia-se, pordm, que os resultados appare-
cessem de um dia para e outro.
Os chefes do povo estavam resolvidos a
tudo, e Savonarola via apparecer uma nova
comphcacio.
Decorreu, todavia, o tempo necessano
nara aue em Roma fosse notado o desappa- MarceUo Porta.
?S1 de Lucrecia, e Roma guaroW
silencio. .. .
Savonarola e os seus amigos duiam :
Estao fazendo oesquizas.
0s oito magnificos senbores do conselho,
o raagistradoda justica e o notario Cecco-
ne, acreditaram tambem na morte de Lu-
CrRodolpboGualterio e^mu^Eufro-
moserrada tivesse havidd.
amor.
Por parte de Affonso C-espi, sobreviera,
relativamente a Pedro de Napoles, uma
mudanca completa, que em breve fizera re-
nunciar a Lucrecia e a Pedro do infame pro-
jecto do casamento d'esto ultimo com An-
gelina, que nSo tinha outro fim senio apo-
derar-se do immenso patrimonio dos Albici,
sacrificando apobrejoven.
Ao amanhecer do dia seguinte i noite
do tumulto, Dominico Fanti fdra i hospo-
daria da Buona-Vita, munido de uma cha-
ve para abrir a porta do quarto de Pedro
de Napoles, e levar a este a roupa e os
meios de se disfar$ar para apparecer como
ana viram-n'o su-
bir e descer pouco depois com um embru-
lho debaixo do bra^o ; mas como o julga-
vam amigo do Sr. Marcello Porta, nio es-
tranharam cousa alguma.
Dominico reparou que sobre a raaleta de
Pedro de Napoles,I estava o bocado qoe fl-
cara da escada partida, e disse-o a Pedro.
Notara tambem que a fecbadura J6ra

a^guravam ao mag}^J^T^^^ de disfarcar-se
dro Popoleschi, pa da E ^ E voUo, 4 hospedaria da
haviam salvado *^^tS! poaco depois de nJscer o sol.
ff^^Hi" ^pS?PpJ 0s criados quo o viram
do pala 40 Scaramuccia.
Entretanto Lucrecia. nSo s6 estava escon-
dida. mas tambem disfarcada,. oo velho pa-
lacio Poderini ; n5o sahii, nem consentia
o fizessem nenhum dos sens servos, in-
U'laindo Francesco Rgotti.
Buona-VUd,
entrar n8o es-
tranh-iram, parque nao receiavam cousa
alguma, nada sabiam, e'suppozerara que
Pedro tinha sahido antes sem que elles vies
fe
com,
Pedro encontrou, effectivameute, a
1 chadura alterada, o resto da escada sobre a
maleti, eo que Dominico nao poderades-
cobrir, porque nio sabia a somma de di-
nheiro que Pedro possuia, a existencia na
maleta de uma bolsa cbeia de florins.
Pedro charaou um criado e disse-lhe :
Quando o Sr. Affonso Crespi se levan-
tar, annuncie-me que preciso fallar-lhe im-
mediatamente, e avise-me.
Um quarto de hora depois, voltou ) mes-
mo criado e disse :
O Sr. Affonso Crespi ospera-o.
Pedro desceu, penetrou no aposentode
Crespi, e encontrou-o. s&% pallido ou antes
livido, com grandes olheires e todos os sig-
naes de ter passado uma noite ma.
Aquillo confirmou as suspeitas de Pedro
de Napoles.
Com que direito, disse elle, penetrou
o senhor no meu aposento, forcendo a por-
ta ? Para qae me humilhou, sobretudo,
com uma esmola que eu nao solicitei ?
No sea aposento penetrou o pai e o
amigo. Agradeca isso a ter respeitado mi-
nha filha, porque posso ser ainda sou ami-
go, e como vi que tinha pouco dinheiro,
hz-lhe um pequeno emprestimo, que espe-
ro se di Muito bera, replicou Pedro mais
brando, reconheeo o direito do pai eaeeito
o serrico do amigo, tanto mais que estava
resolvido a fazer-lhe umt proposU que,
sendo aceita, augmentard muito maiso
nosso commum allecto.
__Falle, disse Affonso Crespi, com a ex-
pressao de uma grande reserve.
Vou fazer-lhe oma revellacio com a
qual Ihe pec,o de anteraio que se nlo irrite ;
sua formosa filha ama-me.
Engana-se, replicou broveraente Cres-
Disse-m'o ella mesma, iosistio Pedro
de Napoles com vehemencia.
Quero crd-lo, mas o senhor nao deve
aereditar nss palavras de Aogiolina, porque
nao snbe nem o que sente nem o que diz
a minha pobro filha osta louca.
Louca I
Sim, louca & forc;a de desgrajas
ale'm d'isso, ainda quando nao estivesse
louca, ainda que o a masse com toda a sua
alma, pela minha parte evitaria quanto me
Porque ? perguatou irritade Pedro de
Napoles.
Supplico-lhe que nao tome a inilo
que vou dizer-lhe. Se o pai de Aagiolina
orejeita, em trocr, Affonso Crespi 6 seu
amigo ; a nossa amizade comeja em uma
raz&o commum deodio contra osCorsini.
0 senhor disse muito hem, quando a outra
noite se apresentou a mim : a For meio dos
Corsini, unem-nos o odio, o punhal e a via-
ganc.a; nio Ihe dou minha filha, porem
tenbo a seu respeito projeotos que nos con-
vene mutuamente.
Explique-se.
__Ou^a. 0 senhor abandonou minha
filha cahindo ao rio em consequeneia de se
ter quebrado a escada no momento era que
escutava os gritos de morte que o povo sol-
tava .contra Lucrecia Borgia ; prova isto
que estd em intelligencia com Lucrecia, e
que veio aqui porque Lucrecia veio a Flo-
renca.
Dado o caso de que isso se]a certo,
replicou Pedro de Napoles, Lucreciaji nio
existe, foi assassinada pelo povo, ou, para
fallar com mais propriedade, por Savona-
rola, x .
__ Nio o creio, nem o posso crer. Onde
esti Lucrecia, domina tudo ; certameote foi
avisada a tempo polos seus esbirros. E' fdra
de duvida que foram lancados ao Arno dous
cadaveres, dispersando-se o povo immedia-
tamente ; pordm isso nio prova que um
d'esses cadaveres fosse o de Lucrecia. Ale'm
d'isso, estou lendo no seu semblante que
Lucrecia nao morreu ; se tivesse morrilo,
ve-lo hia desesperado.
Em que se funda para suppor isso,
Sr. Affonso Crespi ?
Em que, unicamente por uma rau-
lher adorada, e em situaclo semelhante
Aquella em que o senhor se eocontrava
hontem i noite, se separa violentamente um
horaera de uma raulher, como minha filha,
que com certeza oembriaga com a sua for-
mosura. e a quem afaga a esperance de pos-'
suir, por intaweniio d'ella, uma fortuna
immeusa, ^aperior & de um rei. So Angio-
mao. Porem os Borgias sao insaciaveis,
teem almas de demonio ; talvez que Lu-
crecia se resignasse a coudemnar-se por
breve tempo, ao tormeoto dos zelos, afim
de apoderar-se das immensas riquezas (k
Angiolina. Tenho a certeza decyie o adi-
vinho, Sr. Pedro de Napoles ; o lobo voraz
unio-se a loba insaciaval, e junt s querem
dar cacaa uma presa importanlev Eu te-
nbo um coraoio duro e infloxival para tudo,
mas o de minha filha e demasiadamente
brando. 0 meu amor obriga-ma a pro-
tege-la e protojo-a. Venhamos a um bom
accordo, Sr. Pedro de Napoles,
Vejamos.
Par tamos da supposicia de que a se
nhor, unido por Lucrecia aos Borgias, e
inimigo mortal de Savonarola. En oieio-e
tanto que, se fdra Deus, condemna-lo-iba
aos eternos suppUoios do inferno. Seduzio
me, converteu-ma em um louco fanaUoo ;
foi causa das desgracas de minha pobre fi-
lha, da minha proscripcSo da Roma, do
confisco de mens bens nos estados pootifi
cios, e quando venho a Florenca am buaca
do mestre, do amigo, nio encootro nem o
amigo nem o mestre, mas sim um louco
incuravel que se arrepende de ter araado
minha filha, que a repudia, que ancolhaos
hombros quando Ihe lanco em rosto as des-
traces que causou. Acredite-me, farei tu
o quanto estiver ao meu alcance para das
truir Savonarola, e isto redunda am provei
to dos Borgias, a quem o senhor se unio.
Ajude-me.
Talvez; continue
Tenho a certeza de que emquanto fee
vivo Manfredo Corsini, serf o senhor obri-
gado a conservar um rigoroso iucognito, e
a nio destruir a crenca da que morr ;u.
Os Corsini sao am grande numaro e
poderosos, disse Pedro de Napoles ; au to
nio poderia lutar com elles ; alem d'isso,
ter-me-biam accommettido i traicao. Ti-
me, pois, obrigado a raorrer, porque morrer
e desappareoer, perder o tioate, a figara,
passar por onlre os conhecktos sem qoe nos
conhevaui, mudar emfim de existencia.
Una nio fosse t8o rica, eu vacillaria, julga
ria que, renunciando o senhor ao amor de
Luc/ucia, e expondo-se i sua vingan^a por
>.ugk)lina, amava esta com todas as forces
foise'possivel a sua uniao comella. Jda sua alma, e talvez
Ibewncedesse sua
Mas o senhor neceesita resaactur,
sem duvida.
Sim, e agora mais do que nunea.
(Continuar-8e-ha.)
TYPDO 01ARIO.-.RCADUQUK UE CAXt^s
'
1
.



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