Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17546


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Full Text
-----------------------------------''****
ANNO L. NIHERO 9
fARA A CAPITALS LIGABES OXDE Kl 8EPA6A '-**
for tree meees adiaotados............
JrW.sejs ditos idem............
for urn anno idem..........
Cada numero avulso .


129000
2W00
#320
TERCA FEIRA 43 DE JANEIRO DE 1874
f)T PABA DEXTBO E FOB A DA FBOVlUCI A.
Por tres mezes adiantados...........
Por seis ditos idem...............
Por ftove ditos idem...............
Por urn anno idem................
69750
1335Q0
909250
279000
DIARIO DE P
PROPRIEDADE DE MAKOEL FIGUEIROA DE FARIA ft FILHOS.

I
**a*
1
I
I
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i
"r
0, Sr. GerardoA*tonioAlvesd Filhos, no Pari; (kmcalves d Pinto, no Maranhlot Joaquim Jose de Oliveira & Filho, no Ceara; Antonio de Leruus Bra*a, no Aracatv ; Joao aria Julio' Chaves, no Assd; Antonio Marques da Silva, no Hatal; Jos< Ja .
Pereir. d'Almeida, em Mamanguape ; Augusta Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Ph; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antto ; Domingos Jose da Costa Braga, emHaxareth,
^i 1 !._*._ ll.n. c D.U1. Tnltd rAtMtnmkn A C ra\ R in Mo I nirn

PARTE OFFICIAL
GOTOanNO H\ PROVirtCVV
Seceao. *\Palacio da presidencia de Pernarabuco, Recife, 17
de desembro de 1873. .
0 presidenle da proviacia, para a boa e regular cxecugao ao
contracto celebrado em 20 de novembro ultimo entre a junta admi-
nistrate da Santa Casa da Misericordia des(a cidade e Agra 4 C.,
estabelecidos com casa mortuaria na mesma cidade, resolve, em vir-
tade da lei provincial n. 1,131. de 17 de junho flndo, expedit 0 pre-
sente __
Regulamento :
Art. 1*. De acordo com 0 contracto celebrado aos 20 de no-
vembro ultimo entre a junta administraliva da Santa Casa da Mise-
ricordia desta cidade e Agra & C, em virtude da lei provincial n.
1 121, de 17 de junho do corrente anno, ficara os mesmos Agra &
C. exclusivamente obrigados a fazer 0 servico mortuario e de carroi
funebres na mesma cidade, durante 20 annos, contados do 1 do
mez andante, e a floalisar ao de dezembro de 1893, e mediante
todas as condicdes estipuladas naquelle contracto, approvado por
esta presidencia em 11 de novembro proximo passado, com as se-
suintes modifleacftes.
Art. *- Deverao es ditos Agra & C. tornar effectiva a obnga-
cio que contrahiram de indemnisar a Paula & Mafra da i.nportancia
do material do seu estabelecimento de carros funebres, na conforrai-
dade das disposicoes vigentes, depositaodo logo que for arbitrada a
quantia da iodemnisacao, aGra de sr esta mais promptameute rea-
Art. 3. Para garantia na translajao do dominio, da posse 0
entrega do material, uteasilios e animaes empregados no servico
mortuario, que aquelles empresarios deverao effectuar, sem inJemai-
sacio alguraa, e em perfeito estado de conservae_io a Santa Casa da
Misericordia, serio elles obrigados a proceder com a possivel brevi-
dade a um arrolamento circunstanciado e exacto de todos esses
objectos, inclusivamenle os que deverao haver do Paula & Mafra.
Art. 4. Esse arrolamento sera feito com assistencia de algum
preposto da junta administraliva da Saau Casa da Misericordia e
mediante approvacab desta ; a qual remettera immediatamente uma
copia auttaentiea do mesmo a presidencia.
Art. 5*. Nesse arrolamento serio descriptor minuciosamente os
ditos objectos, e dados os seus va'.ores separadamente, segundo a
comnnm e geral"estimaeao, afim de que se possa proceder a respec-
tiva indemmsaeao a dita Santa Casa da Misericordia, em qualquer
dos casos de lubitituicao, deterioracao ou extravio delles.
Art 6*. A fian-;a a que estao obrigados aquelles empresarios
-era prestada por escriptura publica com hypotheca de bens de
raiz, sitos nesta cidade, de superior v dor a mesma Ganca, segundo a
respectiva espeeialisaeao, a qual sera logo inscripta na registro com
petente, on, alias, pelo deposito de apolices de divida publica, tambem
de superior quantia a dita iian;.a.
Art. 7". No caso de subrogacio autorisada do refendo con-
tracto, os* ditos empre-ario* (ieara > sempre immediatamente obriga-
dos e principaes responsaveis pelo seu pontual e integral cuiipri-
mento para com a junta adraiaistrativa da Santa Ca?a de Mise-
ricordia. .
Art. 8\ Os empresarios mandarao pubucir pelos jornaes desta
cidade, imprimir 4 srta cnsta, e collocar permanentemente no seu
estabeleciinento. em lugar visirel, e nas secretariat dos cemiterios,
as tabellas por elles convencionadas com a junta administraliva da
Santa Casa da Misericordia, e abaixo transcriptas; assim coma sio
obrigadis afornecer precisamente os objectos raencionados em cada
uma d^llas, sem alteracSo alguma, sob pena de pagarem para a
Santa Casa da Misericordia, pela primeira vez a malta de 100^000,
i 0 dnpl* no caso de reincidencia.
Art. 9*. As paries iateressadas, no acto da apresentacao dos
objectos declaraoos na tabella que houver sido por eilas convencio-
oadas com os empresarios, teem direito de deelarar-lhes ante duas
testemunhas fidedignas que os nao acceitarc por nao sersm da classe
ou qualidade desigpada na referida labella; bem como de recusar-se
ao respectivo pagamento, si nao for attendida a sua recla-
macao. ...
Art. 10. Si por occurrences taes resuitar a demora ou pre-
juizo no servioo mortuario, os empresarios serio obrigados a
niulia do artigo 8 desle regulamento.
Art 11. Os coches ou carros destioados a coaduccao dos caaa-
veres para as igrejas, para serem depositados nos cemiterios, de-
verio estar de espera antes da hora designada a ports da casa, ou
da igreja, d'onde devera sahir 0 enterro, sob Jpena da metade da
raulta a que se refere 0 artigo aciraa.
Art. 12. Nos casos de epidemia 03 empresarios serio obri-
gados a augmentar immediatamente todo 0 meterial ate entio exis-
iente afim de poderem supprir com promptidio e regularidade as exi-
gencies do servioo mortuario e conduccio dos cadaveres; podendo
tambem nestas emergencias fazer substituir com os objectos desig-
aados em qualquer das tabellas de superiores valores as faltas dos
das outras de inferiores, sera que, todavia, possam exigir maior pre^o
do que 0 correspondenie ans da classe pedida.
Art. 13. Por casos de forga maior, para eximir os emprezarios
do pagamento de qual tuer das prestafSes, ou At pane dellas, a que
se obrigaram para com Santa Casa, em virtude da decima condicao
do respectivo contracto, dever-se-hao entender unicamente quaes-
quer accidentes, indepedentes da vontade delles, que, mediante sua
tencao ordinaria, vigilancia e previdencia, nao poderam impedir ou
obstar.
Art 14. 0* emprezarios deverSo ler par canduccio dos carros
funebres boleeiros, vestidos de libre" preta e decenteraente agaloada,
e com uma chapa de metal amarello, contendo a sua firma social.
Art. 15. Todos esses boleeiros serao matriculados na reparti^ao
da policia, onde receberio um titolo dessa mairicula, dec]arando
seus nomes, idades, natnralidades e estaddos, 0 qual elles trarao com-
sigo, para ser apreseatado quando Ihes for exigido por qualquer au-
loridade policial ou pelo administrador do cemiterio.
Art. 16. Pela infraccao do art. 14 os emprezarios pagarao a
inulta de 504000, e no caso de reincidencia a de 100/000 ; bem
como pela do art. 15 soffreram os boleeiros, depois da entrega dos
cadaveres quo conduzirem, a pena de 5 dias de prisao, e 0 duplo des-
se tempo reincidindo.
Art. 17. Para os enterros deverao os emprezarios ministrar gra-
tuitaraente declaracoes impressas, em duplicate, a pessoa encarre-
sada delles e qne se responsabilise pelo pagamento da respectiva
despeza ; n'ellas se deaigaarao : 2*. 0 nome o 0 cognomo do linado,
sua nararalidade, idade, condicao civil, estado, profissio, molestia
de que falleceu, lugar e numero de sua morada ou onde 0 corpo
se acha depositado ou devera s^-lo : 2* 0 dia e hora em que de-
vera partir 0 enterro, e 0 cemiterio a que e deslinado ; 3 a classe
da tabella que houver sido escolhida e designada.
unico.Eslas declaracdes serao datadas e as3lgnadas pelos
mesmos emprezarios e por aquelle encarregado d 1 enterro, ficando
a 1* via dellas em poder deste e a 2* no d'aquelles.
Art. 18. Obtida a licenca do parocho da respectiva freguezia
para a inhnmacio de qualquer cadaver, a autoridade_ policial pora
aella 0 seu visto, sem 0 qual a camara municipal nao podera dar
a guia, de conformidade com suas posturas.
unisoNo caso de infraccao do artigo antecedente, 0 boleei-
ro sera preso por 8 dias, e no de reincidencia portS dias, apenas
faca entrega do cadaver a poru do cemiterio.
Art 19 A innta da Santa Casa da Misericordia acordara com
os emprezarios sobre 0 estebelecimento a 4esiguacao dos objectos
que elles deverao ter para 0 servico mc^aario, segundo as idades,
tfexos e condicdes das pessoas fallecidas.
Art 20. Pica somente permittido aos parentes e amigos das
pessoas fallecidas, as ordens, confrarias, etc., a que as mesmas per-
tencerem a conduecao dos cadaveresa mio, mas nao aos hombros
nets em eabe$. \aMhttm* ntn ...
Para os cadaveres que forem condazidos aos eermteoos pelo
rio se guardara a mesma deceneia, p'rocedendo, porera, autonsa-
cao escripU da autoridade policial, que declarara qual 0 conductor
e 0 numero da cn6a, bole ou outro qualquer barco, que os de-
vera conduzir.
(Assignado) Henrique Pereira de Luetna.
N. 1
1
Importandia
Antonio PerreiradeAgniar, em Goyanna;Joao Antonio Machaeo, no Pilar dw Alarfu 1 Alves d C, na Bank; e Leite, Cerquinho d C. no Rio|de Janeiro.
___________ -Jl.---------------------------------------------.-------------------------------------------------------
100*000
2.
50*00)
30*003
20*000
10*000
504000
30*000
20*060
10*000
2.
3.
4.
Imporlancia
160*000
80*000
TABELLA
Conducgao di cadaveres adultos.
classe. Carro puchado a 4 cavallos decentemen-
te ajaezaios e cebertos de manias de pan
no preto orladas de galao e franjas, caixao
coberto com um grande panno de velludo
preto com borlas nas pontaj e orlado de
galao e franjas de ouro. 0 carro tera cu-
pula e cornijasupportada por columuas de
uma das tre3 ordens de architectura (joni-
ca, corynthia e composita) com relevos e
dourados. .
classe.Carro puchadoa dous cavallos decente-
mente ajaezados, cobertis de mantes de
panno preto, caixao coberto com panuo de
velludo preto orlado de galao de palheta
amarella com borlas da mesma cor. 0 car-
ro sera mais simples do que 0 de t* classe
nos relevos e dourados, com cupula, cor-
nija e columuas da ordem dorica ou jonica.
3.* classe. -Carro puchado a dous cavallos e cai-
xao coberto de panno de velbutina com
galao ou franja de palheta branca e borlas
da mesau qualidade. 0 carro sera mais
simples do que 0 de 2*. classe.....
4.* classe.Carro simples puchado a dous cavallos e
caixao coberto com panno preto de la orla-
do de fazenda branca.......
5". classe.Carro simples puchado a dous cavallos
e caixao coberto com um panno preto de
li, teado somente umi cruz branca no meio.
Havera tambem para cada nma dessas classes carros pintados
de preto sem douradjs, e alem das ditas classes havera carro de
luxo a aprazimento da3 partes e cujo prefo nao podera exceder de
200*000, incluiulo 0 aluguel do panno ; e carrosde caridade, que
poderao ser mais simples que os de 5' classe.
Os carros para donzellas serao iguaes na fdrraa e no prego va-
riando somente nas cores e ornatos.
Parvulos.
1.* classe.Carro semelhante ao de 1" classe para
adultos, send) 0 caixio apropriado ao car-
ro e tudo pintado de cores tambem apro-
priadas...........
2'. classe.Carro semelhante ao de 3* para adultos,
com cores e caixio apropriados.....
3\ classe.Carro mais simples que os da 2* classe,
com caixio apropriado.......
4.* classe.Cairo e caixao mais simples do que da
o' classe...........
Alea destas quatro classes havera tambem carro de luxo, cujo
preco nao podera exceder da 100*003. 0 carro de luxo e 0 de 1'
classe, tanto para alultos, como para parvulos, tera boleeiro e cria-
do, 0 preco da coaduccao e vestuario dos cadaveres que se acba
rera fora das freguezias de S into Antonio, Recife, S. Jose e Boa-Vis-
ta sera augmentado com 5 por cento por cada kilometro.
-m TABELLA N.J.
ArmicSo} de ecas
l.> classe.Eca com tres estrados, copula, ugura-.
emblemas, guarniclo de velludo, panno lino,
galoes de ouro on prata eutrefinos, trinas
bordadas a oure e enfeites dourados ou
prateados, crepes, penachos.....
chsse. -Ega com tres estrados, flguras, emblemas
guarniclo de velludilho, panno fino, galoes
de ouro ou dd prate entre&nos, trinas,
crepes..........
classe.Ega com dons estrados, guacoicao de vel-
butina, fazenda de la, galoes de palheta,
trioas volantes........
cla3se.Eja com umestrado, guarniclo de fazen-
da de IS, com simples adornos de volantes e
galao de palbeta falsa.......
5.* classe.Eca com estrada guarnecWo de baeta,
volantes, galoes de baixo preco .-
A'.em dessas classes podera 0 contractante, a aprazimento
partes, armar ecas ou cenotiphios de maior preco.
TABELLA N. 3.
Armacao de igrejas
I.' classe.Hrimeira guarnicao de velludo, paono
lino e ealoes, emblemas, franjas de ouro e
prate entrefinos em cada altar lateral .
2.1 classe.Nas capellas-mores......
3.* classe Em cada porta.......
4." classe.Em cada tribuna ou pulpilo, inclusive
colcha...........
5.* classe. No cdro por cada colcha.....
0 form das paredes de igrejas sera feito pele preco que 0 en-
carregado do funeral ajustar com os contractantes, attenta a natureza
e quantidade de tela que se houver de applicar.
2.* classe.-Primeira guarnicao de velbutina, fazenda
de la, galoes e emblemas em cala altar la-
teral ...........
Idem.Nas capella-smores.......
3.* classe.Em cada porta.......
4/ classe.-Em cada tribuna e pulpito, inclusive
colcha .'..........
3." classe.No cdro, cada colcha .
TABELLA N. 4.
Vestuarios dos cadaveres
Adultos.Habito de alpaca fiaa, das divorsas ordens
religiosas .... .....
Habito de alpaca de qualidade inferior .
Habito de alpaca mais ordinaria
Habito de metim........
Vestuario da Conceicao ou da Soledade, fei-
to de seda, com galoes e reudas entrefinas .
Vestuario de setim papel, com galoes e reu-
das de palheta........
Vestuario de cambraia com galoes de pa-
lheta .........
Habito de morim branco.....
Parvulos.Vestuario rico de S. Miguel ou Santo
Urbano.......... 60*000
Vestuario de S. Jos6 ou S. Joao 30*995
Vestuario do Menino Deus..... 20*000
Os mesmos vestuarios, sendo de qualidade inferior, por metade
dos ditos precos, e sendo de setim ordinario, com galio de palheta
falsa, pela terca part* dos mesmos precos.
TABELLA N. 5.
Maudes w
1.' classe. -Forro de panno Boo preto guarnecido de
bordados de metal dour ado ou prateado.de
galao entreQno com emblemas mortuarios
classe.Tudo como na 1* classe, mas de qualida
de inferior.........
classe.Forro de panno preto, guarnecido de ga-
loes de palhetas, simple3 ornatos -
classe. Forro de alpaca preta e galoes or-
dinaries ..........
classe.Forro de metim ". ...
classe.Simples madeira com os seguintes tema-
nhos: -de 0, 50 a 0" 80 '. .
DeO-, 90 a 1,30.......
De 1,40 a 1,80........, 6*000
Os ateudes de qualquer das ditas classes terao dobradicas na
tampa e tranquete ou aldraba.
0 aluguel dos eaixdes para conduccoes dos cadaveres a mao pa-
ra 0 cemiterio, ou depoaita-los em igrejas, sera de quatro a dezesei?
[mil rels para adultos conform" a ornameatecSo, e para parvulos de
dous a oito mil r6is.
I
20*000
10*000
u 1-
Importancia
18*000
21*000
6*000
9*000
3*0 X)
12*000
16*000
4*000
6*000
2*000
Importance
16*000
12*000
9*000
7*000
60*000
25*000
10*000
7*000
Importancia
80*000
60*000
40*000
20*000
10*000
3*000
4*000
rtrfc
. M
DIARIO DE PERNiMBU(JO
Bell
de raodo a nao des-
entre os diversos ele-
mspachos da pusidrncia. do dia 10 OB ianbir ) i data dirigido & theaouraria de fazedda.
de K f Folipr.fi Antonio de Morses.Informe
Amalia Roro Lima Uetnettido ao Sr.
l>r. diretor geral da instruc^o publica pa-
ra attender & supplicante, nes termos da sua
informa^ao de 16 de dezembro proiimo
undo,sob n. 856.
Antonio Farreira de Araujo.Inform o
Sr. Dr. chefe de policia.
Anna lgnz da Silya Ramos.Passe por-
tariaconcedendo a licence requerida, com
YODcimentos na f6rma da lei.
Or. Antonio da Vasconoellos Menaxas de marca de Caruard.
Brummond.Deferfdo corn offlcio desta
iportaria conoedeudo a licenca pedida, com
o' rencimentos na forma da lei.
Sr. inspector da thesonrtrria de fazenda, ( Jos4 Joaquim Lopes Pereira GuimarSes.
tenlo em vUtao decreto que creou as co-.Indeferido.
lonias railitares. Jose" Joaquim de Sant'Anna.Sim, com
Henrique Bernandes de Oliveira Junior, recibo e nao havendo inconveniente.
Como requer, devendo apostillar no pra-
so de 45 dias improrogaveis.
Jos6 Fernandes de ALneida.Indefe-
rido.
Bacharel Jose Elysio de Carralbo Couto.
Informe o Sr. Dr. juiz de direito da co-
Jo^ Ribejro de VasconceUosPasse
Laurentina Maria do Fspirito Santo. In-
deferido.
Manoel Joaquim dos Santos.Informe o
Sr. Dr. chete de policia.
Maria Isabel de Mello Moura.ktforme
o Sr. director geral da instruccAo publica.
Miguel dos Anjos. Encaminhe-se.
Paula 4 Hafra.Indeferido.
peeto politico do anuo do
1893.
REttF!:, 1 DE JANEIRO DE 1S7>.
Atiautro-flungria.
A Euwpa contlnila aolhar com interense e ca-
riosidadia para os possantes esforQ)s qiift emprega
ii mnny'i'1 auslro Iiungara, no scaiido de har-
raonifSf' as diiersis hacioaahdidoi qiie a com-
pdom, e que tolas mais ou minos, reslamam por
uma autonomia, se nio la) longa e ampla eami^a
de que goza a Huagria desde 1866, ao inunos tao
extensa quant) for possivel,
truir a cobesa) aecessaria
mentos da monarchia.
Safazer tantas e t5o extremal ambicoes ; con-
tenter tantos e tao ardenles desejoi de autono-
mia ; harmoni^ar tanios e tSo contrarios interos-
ses ; tera sido o diQT:il problema da. Austria, que
entretanto nao ceisa de trabalhar pela sua ss-
,a5*- A A
8 problema, p>r isso mesmo que depende de
multiplas circumslancias, por isso mesmo que este
sujeUa a co participacao de muitas vonudos que
se contrariam, apresenta phases diversas, evolu-
cSes notaveis, que as veres fazera prever nma so-
lucio immediate, mas que allnal conduzem a um
resuttado negativo.
-^fve um lado combatem oela centralisaQao os al-
lemaes.que entretanto formam a min^ria da Cis-
leittainia, por outto advogam o federalismo os
tchecos, nolacos, slovenos dalroates e tyrqlezes,
qua coislitaem a maioria desse membro do impe-
rio dualista.
Se estas diversas nacional idades, fazendose
mutuis e reciprocasconce3s6es, chegassem a um
accords e snstentasiera-no no seu proprio inte-
resse, e claro que o problema seria simplilicado e
teria for^sameote de jer solvido pelos poderes do
estado, qne nao poderiam recuar perante as exi-
gencias de uma maioria compacta e disciplinada.
Mas infelizmente nao tern sido possivel obter
esse accordo entre os diversos elementos slavos da
Austria ; e, pjis, d'ahi resulta esso e?tado de ebu-
lijito em uue vive a ra marchia de Francisco Jose,
e da qual ainda nao se pdde tirar, no anno que
vem de volver ao occaso dos tempos.
Nao era. parem, somente na Austria que essa
lute se ostentava, nao. Tambem na Hungria ella
se abservava enire hungaros e croatas, estes pug-
nando por uma maior extensSo da sua autonomia, e
aquelles defendetdo o pacto dc uniao existente, no
interesse da maior influencia da Hungria nos n-
gcios do imperio.
Mais feliz do qu a Cisleithania, a Transleitha-
nia pftde todavia resolver o seu problema no anno
de 1873, conlenlando se os croatas com um novo
pacto de uniao, que, sem quebrar a harmonia do3
dous elementos nos interesses communs, Ihes deu
todas as franquias possiveis no tocante aos inte-
resses privates.
Ao abrir-se o anno de 1873 achavam-se func-
cionand* nao so o reichsrath austriaco, mas tam-
bem todas as dietas dos diversos estados, que se
ocenpavam dos negocios sujeftos as suas respecti-
va* alfadas, conforme o pacto federal e os accor-
dos em que repouwara as restrictas franquias
deixadas as provincias.
No reiclisrath um assumplo do maior interesse,
da maior importancia prendia a attenjao de todos.
e especialmenle a do governo, que o tinha na
conta de um remedio infallivel para muitos males
da monarchia, oriundos das pretences fedaralis-
Us : era uma rcforma eleitoral.
0 govern-1, cruelmente embaracado pela reluc-
tancia das nacionalidades, que muitas vezes dei-
xavam de euviar os seus representantes ao reichs-
rath, e assim dilBcultavam e ate impossibilitavam
o funccionamento dessa assembl.va. teaton e con
seguio, em 1872, uma retorma eleitoral, que se
limitou a autorisar a elei>;ao directa todas as veze3
que as dietas provinciaes recusassom nomear os
seus respectivos delegados ao reichsrath.
Foi um passo ou3ado e que muitos despeitos
| levantou entre as fraccSes da camara ; mas o go-
verno nao desanimou, e conseguida a reforma, ap-
plicou-a na Galitzia, c nao tevc de que arre-
pender-se.
Feito o ensaio, e animado pelo successo, o go-
verno, apenas se abrio o reichsrath, apre?entou
uma reforma mais ampla, tirando a todas as dietas
direito de elegerem os seus representantes
iiuella corporacao. e estatuindo a eleir^ao directa
para ella.
Sem duvida o projecto do gabinete Auersperg
nao era completo, visto como nio exlinguia a elei-
eao por grupos de interesses, por cidade9 e por cor-
poracSes, substituindo o pela elei?ao simple9, por
parochias e segundo o algarismo da populacao ;
mas ainda assim nao deixou elle de encontrar as
maiores difllcutdades, filhas de uma opposirao sys-
tematica das nacionalidades intransigentes.
A lute no parlamento afigu-ou-se desde logo
terrivel, nio so porque o ministerio tinha contra
si a Bohemia e as outras provincias, desde muito
encapotadas n'uraa abstencao expressiva, mas
tambem porque (inha na estacada os polacos, com
os quaes todavia elle tentou chegar a um accor-
do, entabolando negociacoes.
0 gabinete proraetteu aos -polacos toda a sorte
de garantias para 'a sua autonomia, para a sua
naciooalidade, com tanto que elles pelo menos nio
aban a reforma eorria o risco de nao ser votada por
falta de numero.
Os polacos, que alias eram contrarios a eleicao
directa, na qual viam um meio de preponderant
para o centralismo allemao e uma ameaca para
elles na Qalitzia, mostraram se conciliante;; mas
quizeram que o gabinete passasse das p.lavras
aos facto9, mas exigiram que, em vez de promes
sas, elle tratesse francamenle de realisar as pro-
mettidas franquias provinciaos.
Desde entao tornou-se impossivel o accordo, e
os polacos abandonaram o reichsrath, recusando-
se a tomar parte na discussio e no vote do pro-
jecto do gabinete.
Xs difficuldades cresceram em vista desse pro-
cedimento; mas nem por isso o ministerio re-1
cuou, e allnal conseguio a reforma, que era o
ponto capital de sua politica.
Em quant* as peripecias deste drama se desen-
volviam em Vienna, outras nao menos interessan-
tet tinuam lugar em Praga, cuja dieta protestou
contra a eleicao directa, sendo acompanhada nessn
prote9to pelos polacos alll residentes, que, em
meetings importantes, vociieraram contra o que
chamaram acto arbitrario do governo.
Entretanto na Hungria os partidos cada vez
se iam encaminhando mais para um accordo, que
o ministerio Slavy esforcava-se em concluir, usan-
do de uma linguagem moderada e conciliante to-
das a9 vezes que liana de maaifestar-se na camara
de PestU. <
Todavia esea linguagem nio foi sempre de natu-
reza a acalmar as exigencias, e estas chegaram a
por o ministerio hungaro era crise. a proposito da
creagSo do banco nacional, que, em certo modo
ettava dependence de um accordp com o banco
austriaco. ., .-_,
Este banco, sob a intervene^ do governo da
Cisleithania, tinha feito os seus oiBrecimentos
para o accordo : mas ponco depois retirara os,
em riste de dimcutdades sobrevindas do lad. da
Huagria. D'al grande acrimonia contra o gabi-
nete Slavy, que aflual conseguio apasiguar os
aniraoi exaltados sob promessa do arranjo
do, modiflcando-se todavia pela retirada do mi-
nistro do interior, que foi substituido pelo conde
Szaparry, pertencente ao partido Deak
Pouco depois destes acontecimentos, e, quando
as diversas nacionalidades se concertavam e com-
binavam meios de guerra contra o gabinete da
Cisleithania, encerram-se todas as dietas provin-
ciaes e bem assim o reichsrath, depois de terera
votedo, aquellas as leis peculiares a cada uma, e
este as referentes a Cisleithania.
Entretanto abrio-se, no dia 1.* de maio, o gran-
de certeme industrial e agricola de Vienna, a
exposieao Internacional, sendo celebrado o acto
com uma pompa roagestosa, digna nio s6 da
grande e feconda idea que a tinha produzido, mas
tambem da esplendida corte de Francisco Jose, ja
eatio povoada de elevados personagens politicos,
e de notabilidades scientificas e artisticas, e bem
assim atopeada por muitos milhares de estrangei-
ros, que de todas as partes correram a visitar o
monumental cdificio dos campos do Prater.'
Alii tinham-se dado as maos as artes, as scien-
cias, as lettras e as industrial de toda a sorte, no
intuito civilisador de ostentarem os progresso3 de
todas as naroes, estabelecendo uma concurrencia
indispensavel a novas tentativas, a novos esforcos,
que ponham sempre em actividade o espirito em-
prehendedor.
Foi uraa festa esplendorosa essa exposigSo : e,
sem duvida, sera fecunda em resultados praticos
para a humaaidade, que tem sempre alguraa cou-
sa a ganhar nesses certaraes pacificos, em que
as armas de combate sao os instrumentos do tra-
balho, dirigidos pelo sol da intelligencia.
Previamento convidados pelo iraperador Fran-
cisco Jose, varios soberanos reinantes e diversos
principes estrangeiros foram a Vienna visitar a
exposieao, e alii receberam acolhimentos estron-
dosos, que procuraram muitos e repetidos dias de
folgares a soberba capital do imperio austriaco.
Alii conversou Francisco Jose" com o seu pa-
rente da Allemanha. Guilherme II, nao sem que
se lembrasse dos resultados crueis da campanha
que term in ou em Sadowa, e que Hie aniquilou a
iafluencia sobre os restos do esphacelado imperio
germanlco. Alii recebeu Francisco Jose o seu re-
cente amigo. da Italia, Victor Emmanuel, a quem
outr'ora fora obrigado pelas circumstencias a ce-
der o Veneto. Alii, linalraenle, achou-se Fran-
cisco Jose em contacto com o soberbo czar da
Russia, de quem a Austria sempre se arreceia
com a incarnacao que 6 do unitarismo da raca
slava.
Sera duvila, nas conferencias trocadas entre si,
esses soberanos se occuparam da politica ; mas
esta cerlamente nala ganhou com esse fraterni-
sar principesco, parque as muitas e reciprocas
desconfiancas nao deram aso a formacao de via-
culos capazes de proteger a paz europea
Nao foram esses, porem, os unicos principes
que estiveram em Vienna; tambem alii foram ou-
Iros de menor cathegoria, e entre estes os princi-
pes reinantes da Servia e da Roumania, aos quaes
Franrisco Jose" acolheu com mostras da maior
sympalhia e amisade, ao poato de despertar ciu-
mes no sullao de Constantinopla, que, sendo suze-
rano desses principes, vio no proeedimento da
Austria uma especie de cheque ao seu amor pro
prio, e por isso se alarmou, pedindo esclareci-
menios que, sendo satisfactorios, reraovoram nas-
centes diffljuldades.
A' Vienna accorreram pressurosos todos aquel-
les que tinham um tal ou qual interesse em visi-
tar a exposieao, e bem assim tod )S quantos amam
as festas e os prazeres pelo uaico motive de go-
za-los.
D'ahi uma agglomerarao immensa de popula^io
arabulante ; e, por esse mesmo facto, um notavel
encarecimento em todos os meios de vida e um
notavel descquilibrio nas condiroes economicas.
Estes factos, augmentados por um descomroedi-
do ardor nas transac^oes e em toda a sorte de es-
pcculacoes, nao podiam deixar de prodnzir resul-
tados funestos j e estes realmente appareceram
sob o duplo e pavoroso aspecto de uma crise mo-
netaria e commercial.
Os jogos na bolsa, as arriscadas operacoes com-
merciae), o arrojo das especulacoes industriaes ;
tudo contribuio para accelerar a tempestade que
desde algum tempo ameaca va Vienna, apresentan-
do-se sob o aspecto de falta de numerario.
De repente o raio fendeu a nuvem e precipitou-
se : appareceu a crise immensa, terrivel, esinaga-
dora. Mais de cem casas commerciaes e bancarias
quebraram em um so dia I E esse desastre, re-
fleclindo-se em toda a Austria e na Hungria, ar-
raston 4 destruicao muitas fortunas, ao desespero
muitas familias e ao suicidio muitos individuos.
0 governo interveio na desastrosa crise, e auxi-
liou tanto quanta pode, nos limites das leis, e na
ausencia do parlamento, o restabelecimento do
credito e a facilitacio das transaccdes.
Nesse empenho foi elle auxiliado pelos bancos
sobre viventes a crise, que todos, ligando se ao ban-
co nacional, tomaram medidas energicas, no intui-
to de nelhorar a crise.
Este, com effeito, foi pouco e pouco serenando,
8 dous mezes depois achava-se quasi extincta,
gracas aos cuidados geraes era promover o resta-
belecimento das condicoes normaes da bolsa e das
tr ansacQdes msreantis.
A situa^io politica, porem, e que parecia pou-
co satislactoria, visto como receiaram-se demons-
tracoes hoetis ao gabinete, e a cada momenta pro-
curavamos federalistas abrir byecha por meio das
manifestacbes ruidosa nc sentido de suas ideas.
Entretanto prseguia na Hungria a reconcilia-
cao dos partidos, e as nacionalidades aggregadas
sob a coroa de Santo Estevao, cada vez se apro-
ximavam mais de um accordo, gracas a moderacio
eao tino politico dos ehefes raagajares.
Foi por esse tempo jus tame ate que os jornaes
austriacos occuparam-se das violencias comroelti-
das na Bosnia contra os christaos, e reclamaram
do governo uma medida que tivesse por effeito
proteger os subditos da Austria e especialmeate os
seus consules naquella provincia turca.
0 governo interveio eftectivamente no assurapto,
oenviou ijTurquia um memorandum reclamando
uma salistagio e vanas medidas tendentes a des
truir o abuso. E aTurquia, reconhecendo a pro-
cedencia das redamac5es, pouco tempo depots re-
solveu a pendencia no sentido das reclamacoes
austriacas.
Ao tempo em que se produiiram essas recla-
macdes, abriram-w as dietas de Agram e de Pesth
sob os suspicion do accordo celebrado pelas suas
delegacies para o quietamento dos croatas, e logo
ambas entraram no exame desse accordo, que all-
nal foi approvado com plena saiisfaoao dessa na-
cionalidade, que assim vio coroados os seus esfor-
cos em prol da revisio, no sentido liberal, do pac-
to que a ligava a Hungria, a cujasleis ctvise po-
liticas o i'nperador acaoava de assimilar os con-
Qns militares chaoudos provincias confinanas,
que ale entao viviam como que segregadas da
coraraunhao politica do imperio.
Entretanto o gavenw, autorisado pelo impera
dor, dissolveu o reichsrath, e convocou os eleito
res a elegerem novos deputedos de accordo com a
lei da reforma eleitoral, devendo veriCcar-se a
eleicao no correr do mez de outubro, de forma a
que a 8 de novembro podesse ser instellado o novo
reichsrath.
Desde logo os partidos pozeram-se em carapo, e
por toda parte dominou a a?itacao eleitoral, como
signal deura interesso vital para a politica do
paii. Comecaram os meetings, as reunides eleito-
raes o as discussdes; emGm todos os meios de
accao foram empregados, especialmante pelas di-
versas faccdes siavas, cuJQ maior interesse estava
a-
em derr tar o governo e dar incremento as idea.'
federalistas.
Em qnanto estas lutas serviam de preamoan a*
eleic5es, o governo, como meio da applacar A
iras provocadas pela sua attitude conservadora, e
no intuito de facilitar o triumpho dos seus amigo*.
rescindio o contrato pelo qual tinha ce lido aos
jesuitas o privilegio exclusivo de ensinar a theolo-
gia na universidade de Inspruck, reservando-se
desde entio o direito de nomear os professor e>
como era pedido pelos liberaes.
Esta medida apiainou com effeito muitas dial
culdades nas eleicoes e contribuio para dar gaaho
de cau>a aos amigos do gabinete Auersperg, que
em graude numero triumpharam nos escratimo*
de outubro.
Ja entio tinha sido instellado em Agran o novo
ban do'reino* da Croacia, sendo inceuda a orgam
asaclo da dministracao autonoma desso pair, se-
gundo o novo pacto de un gria, emcujo mister se e.npenhou |M com to-
da a sua actividade e lino reconhecido.
Dias depois desse facto, que encheu de iubilo.-
os croatas. reunio-se a 't de novembro o reicho-
rath de Vienna, e, depois de uma sessao
proparatoria, aguardou a abertura solemne do
parlamento, a qual tere lugar, segundo os estjrl.
no palacio impeial, para onde se dirigiram todw
os deputados no dia 5, designado para essa cere
monia.
0 imperador, no meio dos esplendores da sua
ciirte, da nobreza do imperio e dos diplomata."
presentes era Vienna, pronunciou um notavel dis-
curso, em que reclamou a attencSo do reichsrath
para uma longa serie de medidas economicas, f-
nanceiras e political, congratulando se pela pax
interna e externa e pelo alcance politico das risJ_-
tas de soberanos que recebeu durante a expoti
Sa0- ,
Entre a3 melidas apontedas como credoras a
solicitude do parlamento. o imperador mencioaon
as que diziam respeito a ultima crise financeira e
a consolidacao do credito, as qne se referiam ao
equilibrio dos orcamentos, a reforma do regula
menta do baaco nacional, a revisao dos imposes*
directos e indirectos, a reforma dos eodigos civil
e criminal, e Qnalraente a regularisacao das reU-
f5es entre o estado e a igreja.
Foi um vasto programma, para cuja reaiisacio
era indispensavel muito trabalho, muito esforce e
muito patriolismo. Mas havendo tudo isto na as-
sembled, os deputados pozeram maos a obra, co-
megando por disculir e votar nma mensagem es>
resposta ao discarso do imperador, resposta qwo.
em certo modo, foi uma praphrases dosse l-
curso, mas uraa paraphrases laudatroia.
Em seguida o reichsrath discutlo o projecto do
governo relativo a crise monetena. e por esse pfo-
jecto habilitou o governo a conlrahir um empres-
tirao metellico de 80,000 florins, como meio d*
facilitar as transaccbes, meio paralisados por falta
de moeda metallica.
Logo depois o governo apresentou os orcamen-
tos do imperio austro-hungaro, demonstraado air
saldo de muitos railhoes, embora para esse rosol-
tedo, que nio passava de flcticio, conUibnisse o
producto de uma emissao de titulos de renda e o*
depositas da caixa central.
De posse desses trabalhos a assemblea entrou
a examma-los e bem assim os pianos financeira*
propostos, como que se preparando para os voter
e para auxiliar o governo a solver as difficulda-
des linanceiras de par com as politicas e religio-
sas, que trazem o espirito publicoprcoccupado.
Com effeito, a Austria nao so luta com diffieal-
dades linanceiras, mas tambem com difficuldades
politicas e religiosas. Estas nao sao tao vehemen-
tes como na Allemanha ; mas, em todo caso, sio
de natureza melindrosa. visto como nao se limitam
a discrepancia entre infallibilistas e anti-infallibi-
lisus, c cliegam ate a luta entre o estado e a igre-
ja, prctendendo esta sobrepujar se aquelle.
Para remediar a esse mal o governo tenciooa e
ha de apresentar alguns projectos de lei ao reteht-
ratb. tendo por fim comer o clericalismo nos rv
zoaveis limites do poder ecclesiastico, sem toda
via romper a tradicional uniio entre as duas *o-
ciedades civil e religiosa, uniao que ainda <* osasi-
dirada na Austria como indispensavel 4 (elicidade
dos povos, flm real a que ambas se dirigem.
As difficuldades flnanceiras provem principal-
mente da pesadissima divida da Austria, que ab-
sorve uma parto consideravel das suas receitas ;
e nao mnos sao devidas as despeza* enormes a
que e ella obngada para manter, no convenieaSe
pe" de importancia,* um resoeitavel exercito qua e
ao mesmo tempo a egide da sua paz interna o
escudo da sua posicao no continente europeu.
Quanto as difficuldade? de sua politics interna.
provem eilas da luta, one tantas vezes temos as-
signalado, entre os federalistas e centralists, Wo
e, entre os elementos slavos e o elemento allemao.
todos a quererem o predominio de suas aspira-
c5es.
Harmonisar essas aspirates, cedendo ao que (
possivel ceder sem quebra dos interesses da com-
munhao austro-hungara ; tal e a solucio quo a
todos os espiritos roctos se apresenta, tal e a op
niio que vai achando apoio na Cisleithania, cujo
futuro dependente certamente de um accordo que
ponha terrao honroso a essas lutas esterei? em que
se perdem taatas forcas e energias.
Esse accordo nao foi possivel no anno de 1873,
mas pode se-lo no que hoje comeca ; nem e licito
desesperar delle, porqae, aftual de contai, e isso
uma imperiosa necessidade.
Como quer que seja, porem, a Austria lega ao
anno de 187i os mesmos difBceis problemas, que
desde annos a trazem apprehensiva, e qae sio
uma como trlplice espada de Damocles, sobre a
sua cabeQa.
Desviar os golpes dessas forcas dissoiveales do-
ve ser o segredo da politica austriaca ; e, torn da-
vida, ao gabinete Auersperg sobra patriotisnao o
dedicacao para conseguir tao assignalado triam-
pho.
Dinamare*.
A suprema aspiracao dos povos diiuraarquoao*
foi ainda, no anno flndo, e provavelmoato ****>
ainda durante longos annos, a volte do Sleswig *
norte aos bracos do reino tcandiaavo, a quem ati
elle violentemente arrancado pela \llemanha, eas
nome do direito da forca, em que sabe priroar
imperio seu visinho. ^^
Depois de sua participacao na guerra dos triada
ahnos, a Dinamarca soffreu desaalres sobre detaa
tres, que suceessivamente Ihe foram arraacaaao
pedacos de territorio, rednxindo-a ao que etta t
hoje, e a uma oopulac,io de 1:700 mil nabitaa***-
Era primeiro lugar perdeu ella as suas poaiea
s9es de alem Sund ; depois perdeu varias pao-
vincias norueguoases ; logo em seguida soparou-s*
d'ella toda a Noruega ; e Cualmeate, com a parts
albma do antigo Caersoneso cimbrioo, pwdom
ella cerca de 100:000 dinamarqueze* do 3l*o*rif I
Como resultedo dessa* perdas sucoesswaa
esmagadoras, a Dinamarca reduzio-se a bb ft
queno reino, que vive como que soparadada
cemmunbao europea, como alias o exigem as eur-
cumstancia* de sua siuueio. ,
A Dinamarca do hoje ja nao e a de oulr on
ja aia e a Dinamarca do tempo da guerra do*
ducados, qua prooccopava as chanceflariaH aat-
ropeas. c dava materia para as discuaaftas da iaa-
prcn tretanta, e apesar dos seus desastres, a Diaamarea
torn ainda uma certa importancia, r**uUaata *"
passagens do Sund, que sao os P*nUQ*i*9* dja
norte.
Sob o poato de vista da pol({jc* nierior a it-'
~~r
mini
!




fi------

de Pcrnambuco j Terqa. feira 13 de Janeiro de 1874:.

namarca latnbmi sente snas lkft*% ?!MNNM
tia$, vendo atir no seu sew, no sea proprio
parlamento, fiJjiirM quesfees sociJes, "polBicatf e
economic*--, tjWWutccapstn as grandes c5c*
ao coirtinente.
Nao obsla^(jp|aracfr) viqlenta da Noruega,
b a saa posterior figacXo aatonomica com a Suecia,
a D namarca esforca-se para river e vive sempre
em harmonia com aoudtw paiira, ertaudos da
mesma raca, e seii mivida- fedadoe para os mas-
mo& deslinbs.
Para essa amkade tern oontrihuid o os lares eon-
sanguineos dos piincipes reinanCes mis duas mcoes,
e certamente Christiano IX Rio deixara da ci
mentar essa amizade, em que re-ponsa a traftquil-
lidade dos povos scaadinaves.
Casando duas de suas (Unas, uma com o her-
deiro da coroa britannica, e outra coin o herdeiro
da coroa moscewita. o rei daBinamarea certamente
teve em visla amparar as bases da independcacia
do sea reino ; mas essas brilhaates unioes, nem
por isso, serviratn para desviar as desgrajas que
aternrentam o paiz, nem lao poaco poderam ainda
determinar uma solucao da questap do Slesw ig
do norte, pela execueao do art. 5 do tratado de
Praga imposto pela Allemanb* victoriosa.
Para chegar a esse ro.-ultalu o goverao dina-
raarquez nao tera cessado de empregar osforcos^
mas estes tern sido sempre inuteis peranto a atn-
lude da Allemanha, a quera faz muila couta rater
aquelle territorio, que em ccrlo modo arredonda
a saa fronteira.
Sem fazer estas reflexoes, seia mesmo ter em
eonta o patriolismo do governo, os dinamar^uezes
foram-se desgostsndo com os cheques do gabinete
oessaquesli); e d'ahi ama especie de mao eslar
geral'e de angustia cruel, quo foram e sio habil-
meute explpradas pelos inlernacionatistas, 'por
essa BeTta infernal, fcnjo programme ceaSiste em
aproveltar ?e d todas as perturbacoes mofacs ou
materiaes dos povos para estabclecer o seu domi
nlr neTasto.
A internacional, pois, apnveitand) se da sitaa-
eio anbrmal da feinamarea, fez alii a saa entrada,
e desenvolveu-se extraordinariameite e em pouco
tempo, (Jonquistando adherentes nas cidades, e
mais particularmeate entre os pequeaos agricul-
tures, a quem proraetteu a aboticao da forca que
os rnantmha na eondlcao de deptmdencia. por
meio da rtestruicao do capital, e por meio da di
vi' Em 1872 essa horretida a-sociaeao conseguio
lizer mUitos meetings emuitas reunifies socialista-,
nas'qtiats pregarim snas doutrinas negativas da
ordero, da hbenlade e de todos os lireitos da so-
-iedade moderna.
Sataiolhe, porem, o governo ao.oncontro ; e por
meio da debandada de am meeting, e por meio
de varias prisoes, effectuadas entre os ehefes dessos
uitins, consegaio rJstabelecer o imperio da lei,
e deteriflinar uma auspiciosa reaceao, auxiliada
p'elo bom senso do povo.
Com effeito, nao furam sometile as Pircas gnter-
ifamentacs que (letermitiarain essa reacv'no, nio ;
i unborn para elfa contribuiram os ejforfjs in'di-
vidnaes dos c mse.mdores, qae, a idea revornfla-
naria, oppozefam a idea de ref-irhtts gradtttes e
raSjareis, fundaudo assoeiacies da succorros mu-
tu'os, du amparo a veltiice, de soccorros arts doen-
ii's e enfermos, para enmpra dos objectus de
.irimeira necessiiaife, e linalmentn pjra edillcacao
Ik alojamentos especiaes para os o'perarios.
.V:io obslante, porem, a internacional nan des:s-
ti dos seus intnitos selvagens ; e, estahelecendo
(i seu quartet general na Jullandia, procura por
fdos os meios stt3citar novas qreoei, novas desor-
lens, aprovcitando-se da que.-tio agraria para
Je-wivelver suas tendeneias anarchica"-.
Sua tactica smsistrt, agora prineipaluiento, em
xpHNr as liscus0"s anlentes' do jiarlamento,
i'sfb<*!ecendii a 'luesta j social, fob jiretex'to de
|iWst!*upotitiea.
Oni'i tolos os pli.'e* ootmitucionae<, a IWna-
uiarra V'i\\ o seu pirl.iHMfll^ (ormato de duas
'.amaras. n bintlslhimj, ui canttra alia, e o Folke
tUing. oa eAirafa haixa ; e, pflta propria natnreza
l' *ca systems de goivrno, ni dous partidos se
ditido a opinia.i : o c.onservador, omposti) de na-
ionaes-liberaes, dos jrrandes ;pV.jirietarios, e do
'tiamado terceivu ptrMfa ; e s radical, chamado
'tguerdi reunidi, cujo progratnnla e -extentao do
s'l/frngie, e mtgmenta du infliteHcin do T-lkelhing.
Sste partido, furmado em 1870, e resultante de
ima fusao eatreA lot oamponeze*, iHitr'oia ligtados aos liberaes na-
i'i fluencia real no pai, ao pentode amea^aro equi-
librio dos poderes, representados pelo rei e pelas
duas camaras, destruiodo assim < principio geral-
nenle aeeito de que o freio de uma camara alta,
.-'oat da do pacto fundamental e das ideas conser-
vadoras, e indiipensavel no mechanismo das insti-
tuicdes -Lonslitucionaes.
Animado por essas ideas, em que de certa for-
'ua pesa a infjuencia da Internacional, esse parti-
do, desJe a saa organisacao, nao cessa de mover
uma gaorra atroz contra o governo diuamarquez;
". ainda em 1872. deu disso testemunho logo ao
abrirse a sessao parlamentar de setembro.
Receiaiid > um conflict seri, e esperando da
u-jaodo tempo nm apasiguamento nas paixSes,
oxcita'das pt;la ultima eleicao, o rei conscntio no
adlameato da sessio para dezenibro, e assim se
lez. huo obstante o despeiti da esquerda rcunida.
'EiH'dez'jinbro foram etljctivamente abertas as
'amaras; e, com) previra o gabinete, tnostra-
t am se bsanimos meuos agitados, posto que a es-
luerda rennida continu*s-n a tnanter com todas
as furcas o sou programma, alias apoiado, foraj
das e^ura-*, por uma escola polilica, que negava
i necessuladcj dos exercitos permanentes.
Xestas condicoes abrio-se o anno de 1873; e,
logo em janerro, o governo, que divergia desse
mo lo de ver as cousas, e ipxo considerava indis-
peasaveis alumas inedidas no sentido de accres
oiUMs mMitares e reconstruct de fortilicacoe-
pedio um angmonto fios on.-amootos da guerra e
4a tnarruha, e apresentou um project) onsignan
do nnj systerna do deTeza para substituir as forti
licacSes de Copenhague o para por as c'oStas da
Ufaamarca ao abrigo de ^uaf-juer tcntativa ar
Ao?po>icao, cujos intuitos eram, so nao annul-
lar, pefo meijos dimininr a imporlaneia da aiilo-
ridade central em lodes os ranios da vida politica,
receben corn descontiau.'a essas propostas, e nao
inenos desconliada se mostroa para com um uu-
iro proiecto do governo, relative as escolas pu-
blicas, emfeora esse prejecto, ircpirado pelos pnn
DipTos tfberaes, tendesse a realisar reformas. pelas
*iuaes etla reclaraava, havia 10 annos.
Essa fejcao hostil da oppojicSo n^o desanirrfon,
porem, o gabinete, quo nao trepldou em deixar
eatrever aos sous'adversarios a possrom'dade de
utfta dbsolueio, se por ventrfra levassem por d'a
vrnte os sens pianos \le guerra.
Aote essa ameaea desfarcada, a opposicao exat
;ru-se, e desse exaltimento nascea nnla moyao,
qae, depots de Idtgos debirtes, foi mcralda'na
w-espMU a falla do throno, e que signlficava hada
meuos do qrae uma eeusota ao governo por ria
'.sMar Berlaroente da qtiestao di Lleswig e por
* dar ao Folketbing a TOftaencia necessaria no
jiechanismo politico.
Aate'e^U a'tRfBde, definitivanieote bostil, vaci
larara todos na escwia do meio de que lancaria
mSo o governo para mantfesttr se : ou Deja de-
miss^o do gabiaete, ou pela djsso^So do parla-
meWo, ou pelo Mdu'-fuo e consequeste desprezo
dado a meneagem a camara'pepaiar.
'Ogewrno. poreflB, Te8ot*eu-se por este oitimo
meio, para Isso Kaseoa-se irlo so na nteasngem
da camara aha, que era diametralmente opposta
a da segunda camart, miatarrfWrn na opiaiao de
^-lojeOBserralwes, qae ttnyiavara pela ma-
iWI?*j1Io; eftfrn^rio feutire% tres factores de
; so oj(3ei>Afitatm in%tit 1\>uco depois deetes acMieermentos, q.ae tive-
r#n fsigar em iftH, eacerraram-se ss trabalhos
-^egislativos, litoitandose as camaras a rotaras
lefi*Olisj>enavel; afiiMg todss as dtfis-pefas
-Ttites governo Se ;efmea*a.
-4 vlaa politic*dwr^maa-se em segiiida por la-
doGAsdijtrKtos eriffftpujOa r&tto, e o governo
iBirtloa-sti'aieHVj^jeBleam farheatar o desen
voWWotttc -moral e mafertal do 'flak, sem eescu
sar^d?le*ra^oftlaTiacioBal, qae era e (
oJgiWrtes d-tu-toaependefleta.
Wesae entrequanto, o governo, flrraando-se na
lef fnn*wieta! e n'uma sentenca do poder jadi-
;iarlO'^0e coiW'?mn^a hliiltos membros da Inter-
aaeiWftf; Wba umdeereto ordenaado a dissblu-
;io^laieiecao din^manjueza d'aqaella associacio,
expodio tolas as prectsas ordens para a eieea-
<#> doiifl ifoofeto. .
Foi um golpe iremendo para a crudelrssfma.as-
o4M*l3 Moia tofoff ^a.to mais necessa'rto;
rfhrproseguir nos seas perver-
.' saa Hbdlrfna'Ti eriVenenando
awlgr3ffli;^a eatSo dedieados ao
deoWenW'wryatrfa.
engran-
.ina.
esse tempo snrgio entte os governos da Di-
e da Saeeia e fforoega oma iraportante
isagens do Sund, a q
ligoa abosa eonxideracao.
as-1
aarffrc-
qtilfcio a proporfto das passagens do Sund, a qae
a Hnamarca semyre ligoa afiosa eonxideracac
Fat o easaque fofoioa-se em Malnwe ama
^ce^tf^W'^nwe^K?, yep*
nawarquezes jolgarain-seouondiajs cm.eiB di-
feitos, 'ttfe ditiaiifexdnsivos, conformtfts' emljift-
itciles do trahdo de W37......"'
Por sea, lado o. governo sueco. objector q,
desde o resgate do Sundalle, qua valea a Diiu-
marca uma iademnisa'cio 'de TO ratlhoe's de rix-
dallers, a pilotagem ftcoa livre, pordendo essa poj
teacu o direito de raonopolio.
Depots detoogos debates, em quo a imprensa
das daas napoes tomoa parte saliente, chegaram
ellas, porem, a om accordo, segundo o qual os
pi lotos de c-ada uma Hearam com o direito exclu-
sive de navegar nas aguas de seas respectives
paizee.
Assim, pois, f.u solvida uma qaestio, que. por
algnm tempo, tronxe o cspirito publico igitado ;
e este tranquillisou-se, e o paiz estava realmeote
calmo auando o rei Christiaao, de volta de ama
diggressao que fizera a Alletnanlia, eutroa nos
sects estados, e reassumio em Capenbague a direc-
cio dos pablicos negocias, conferida aa sua au-
sencia ao principe real.
Entretantoaproximou-se a epoca da abertura
do parlamenta, e os chefes da esquerda rennida
julgaram coaveniente proceder a uma reuniao, e
realmenle fizeram-n'a na Jutlandia, foco principal
da Internactonat, e ahi resolveram.gucrrear a to
do transe e governo, negando-lhe ate os orcamen-
tos, setantofosso necessario para obriga-lo a did-
xaro poder ou a reconhecer a intluencia exe'usiva
do Folkethiug sobre o Landstiog e sobre o poder
executivo.
Os resultados d'essa reuniao aao passaram des-
aprcebidoj ao governo, e este se preparou para a
luta, dispondo os seus elemantos de rewsteacia.
No dia 7 deoatubro abrio-se com elfeito o par
lamento ; eoreideixou de proauaoiar o discur-
so dos e-tylos, nao so corao meio de evitar uma
repeticao do qae se passara na sessao anterior,
como tambetn para dar aso a que a discussao ca-
pital se eaterreirasse no campo dos or. imento*,
como alias era proposito da esquerda reunida do
Fotke thing.
Constituida a mesa, que Qcou composla' de mem-
bros da esquerda ; logo ao dia segutnte ao da
abertura d >s trabalhos, a opposicao mauifes:ou
clara e resolotamenta a sua intencao de rejeitar o
orcamento, e, emquanto nio fazia, apresentou uma
mocao de disconlianca, ao gabinete, que se mostra-
va firme no sea posto.
Entrando em discussao essa mocan, o presiden-
te do ministerio fez se ouvir, e declarou formal-
mente qae o governo dissolveria a camara, se por-
ventura o orcamento fos'e regeitado.
De nada valea a declarac2o do gabinete : a mo
rao foi approvada, e a camara occupou-so logo
com a discussao do orcamento.
N'cssa discussao o ministerio reiterou a sua de-
clara^ao anterior; mas a opposi;ao a nada atten-
deu, c, denois de i dias de acaloraios debates, re-
jeitou em primeira leitura o projecto de orcamen-
to, recusando assim meios do governo ao gabine-
te, e collocando-se n'uma attitude iaconstitucimal
Perinte essa attitude agressi'/a o rei nao recuou
e assignou o decreto de dissoluelo, que, no dia
seguint.', foi lido a camara pelo presfaente do ga-
binete, o conde de Holstein-H dsteimberg.
A opposi.ao, que ja esperava por isso, nao so
desconcertou, e, contan>lo voll.ir em maioria, se-
parou-se aos gritos de viva o rei, cioi i consti-
ittifiiu!
As novas eleiooes foram marcadas para li de
novembro, e oparlamentoconvocadopara 4 de de-
zembru. .
Desde. log) comegou a fermentagao das paixoes
ja de si incendidas, e, governo e opposicio, todos
pozeram em aclividadc as suas forca* no intuito
de ven !c-rem o pleito eleitoral.
Esle vctilic.iu se na dpoca fixada, e, nao obstau
te todos os esforg is do aovefnn, deu maioria a
opposigao, que so inebriou com o triumpho, no
qual vi j ama approvaeao clara da sua attitude
ua camara e dos principles defendidos no seu pre
gramma.
A's ultimas noticias tolos aguariavam anciosos
a abertura do parlamento, roceiande pela sorte da
Dinarmaca ; que realmente se acha n'uma crise
das mais crueis, vende o principio da autoridale
desrespeitade e o poder publico em perigo.
E isto c tanto mais lamentavel, quanto a admi-
nistracao da Ditiamarca e tao correcta, rto pro-
lii losa, tao economiea, qne, nio obstante as crises
pohticas, o paiz nio foi fragolla lo por desastres
tlnanceiros, nem tao pouco a riqueza deixou de
aitgmentar sob a accao protsjtora das caasas or-
dinarfas, entre as qaaes figura a exploracao do
soto.
Sim ; e altamene deploravel que tao grande
erise esteja a pesar sobre a Diaamarca, como qae
ameacamlo todas as suas liberdades, essas pre-
eiosas liberdades, conquistadas, por assim dizer,
sem violencias, era oi.enta annos de patrtoticos
esfercos.
? Qae mais podem quercr os dinamarquezes do
que todas estas garautias: liberJade de imprensa
c de palavra; liberdade de reuniSo e de associa-
cao ; inamivibiKdade e responsabili lade de todos
os funceionarios ; service militar obrlgalorio, po-
rem suave por circamstancras especiaes ; inde -
pendencia religiosa ; suffragio universal, e larga
e amplissima administrar.io municipal ?
Nio, a Dtnamarea, cm vez de se deixar abater
pelo soffrimento ; em 'ez de se detxar corr>MBper
pela doutrina perniciosa da Internacional, de quo
a esquerda reunida esta dando o triste exemplo,
deve instruir-se, fortlficar-se e memorar na des-
grnca, qae 6 a melhor de t das as escolas.
Nao obstante apejuenbez de seu territorio, o
honesto e laborioso povo diriarriarquez pode e deve
olTerecer a Buropa o nobfe espectacolo de am
povo que busca na allianca da ordem com a li-
berdade nm supremo retneifo para seus males,
stipport3ndo o infortunio com reslgnacao.
Para isso, o que o povo dmamarqaez deve fazer
e grupar-so lealmente em terno ilomroao, procu-
ra ndo no accordo dadynastta com a nacfw, na
pratica sincera do systema constitueibnal, o pe-
nhor seguro da sua felicidade.
Suoi'iii e Xarue^a.
Para os povos scandinawjs da Suftcia e Norne-
gaenncerreram calmos e tranruillos os dias do
anOo que vem de findar.
Ncabum dds sonbos de Tina lo rei Carlos XV
teve aindaa realisacao que aquelle i lustre sebe-
rano Ibe quiz dar; mas e inqUestienarel qae a
idea faz a sua gestacae.e provavelntente n'um futu-
re que talvcz n5o este^ fonge, esses sonhos te-
nhatn a saa sancfao pratica, nao so pela rrnima
ttni.lo dos dons reinos sngeitos a eoroa de Oscar
II, mas tambom pela eefligacao des tres povos scan-
dinavos no intereso commum da stia existencia
politica.
E.dizemos brevemente talvez, pOrque, sabKtos
come sao os desej m do; paagermanisme, cenheci-
das como sio as ambiciles da Prassra; too sera
para admirar que esta potenoia se lance aos aza-
res'de uma guerra dj c/iHtraista no norte ;e. pois,
determine ao supremo intere'sse da cWisei*va;eao
qae estreite ama oniJo que a natnreza preparou,
e que so a desharmonla das nomens tem impedrdo
de r*lisar.
Sdb opontede vista dssa uniao, especialrrlente
entro a Sdecia e a Noraega, a potitica do rei Os-
car nao tem desmentide a do seu aateeessor.
nesse empenho e elle acomp^nhado pelo partido
liberal unionista, que trabalba activamente em
ambos os paiies por v*hs estreWsdos'ii'nrfla nfieS-
ma e s<> organhaclo,
Os governos des dous reinos eonservaram-3e
sem nteraplo no anno Undo aVaVes'se 'es^eaado
em de'snolver o elemente militar e em fortificar
fas suas costas, como *Mm se arraoela e nm ini-
migotertivel, sempreTWestes adesSseaar omb.fte
traicoeiro.
Esses esfofgos dos geveraos forara seeundados
pehi popala^ao ttos reinos, ^ue, tada vet nls'*e
incitnam para a Russia, c'qrao queru *asca nra
iJrtpi qae asprtfteja eu qualquer emergenela ea-
tamitosa.
Ainda Desse empenho os secandaram os parla-
raerrtos de Staekoimo e de Garfatlania, ambos os
quaes vataraia os meios neeetrsarios a defeza do
' sera se des^rafemo^tiritar dos assBmptos
sernehtes ae temM1Mm*to materiai e mo-
ral, nem tao pOtco dos orcardetrtos ordinaries.
Em maio elfectuou-se a ceremenia da oroa do rei e da ratorja da'Sneela, 'otn ateio de poinae-
sissiraas festase'de eiloro%as nvaeoos 'nas matti-
ddes que sio enthasiast'tfSS pela dyaastia de Ber-
oardotte.
' Depois deste facto nada mais occorreu de nota-
vel na peninsula seaodtnava, a nao serera as elei-
fdes que tiveram lugar em seMnlbro, e aas quaes
o partido radical perJeu muito de sua iuflueueia,
qpe em graiHle/patte passoa pars os arraiaes cou-
serva4ore.
Ao flndar-se o anno gozavam oa dous reinos de
paz e de tranquillidade, e no seio deltas iara pros*
peranJo a sorabra das suas institui^oes.
Deo* queira que esse estade perdure, eque essa
paz nao seja perlurbada pelo ccHosso aiienaio,
aempre vigilante, embora ocaapado era eoosolidar
as suas cooquistas dos ultimos annos. at
fcEtflSTA. DURIA.
Bemeomc^ou esta serie de espyttMttes-pela. da? vilvnlas.
rapresentacio do Curreio de Lyuo, ou o pr I essn
I-esurc, efcjo desempenho correu reftutaTmonte sob*
Mo os pontos de vista. (Vie 'a6milanlii.> d>
ensftte e este se rompeuetnMB *8 suas ybri
; l.twaaiKl* averir .! Reelte. SH>** I'eranto a arte o a critica, e aeus esforcos
0 Sr. coronel Antonio Gomes Leal, commandant*" %or| devidamente premiadop.
superior da guarda nacional do municipio do Re-
cife, reMsumio o erercicio dwno cargo. mmt
IllustiafAe lu-apAnhola eameri
ana.-^Acana de chegar o n. 46 dost* impor-
tante jornal rnadrileno, trazendo, eflitre outras gra-
vuras, o retratp de Emilio Caetellar.
Ferrn Carril de Pernamltuco.-Ter-
miaa qninta-felra (t.">i o prazo mareado psfit prcsi-
dencia da provincia para os reoplhimentos dos
bilhetes de pa^sagem, nos catros Ha companhia
Ferro Carril, ficando elles sem valor algum dessa
data em diante.
Rio Grande do \arte.Hecommenda-
nios aos leitores a transcripgao que hoje fazemos
de am artigo do jornal Conserva&n; do Rio Gran-
de do Nerte, acerca da prisio do chefe de umgru-
po de assassinos, que ha mais ,de tres annos tra-
zia em sobresalto oshabitantes do centro do Rio
Grande eiParahyba.
Este assignalado sorvi^o, se oatros rtuitos ja
niobouvesessem, bastana para' reeommendar ao
governo imperial e impor a gratidio dos rio-gran-
denies o Sr. Dr.' Jose Antonio Gorrea da bilva,
actual chefe de policia dessa provincia, a cujos
esfucras e bem combinados pianos c devida tao
vantajosa diligencia.
Prolonga uteutu da via ferrea de
"S."Francts.Daraos em seguida dous ofti-
cios sobre este assumpto :
Maeei Sr.Passo as maos de V. Exc. a copia do oflicio
que nos dirigio a camara municipal de Garanhans,
e que por engano deixou deacompannar omen
ultimo oflicio. Apreseatando a V. Exc. assegu-
rancas do minha consideracao e anlisade, faeo ve
tos para qtie V. fc.se. neste anno, qtle agora co-
meca, seja muito feRz, co.itinuantlo a felicitar a
provincia que tao dignamente 'administra. Deus
gnarde'a V.Exc lllra. e Exra. Sr. commeadador
Henrique Pereira de Ltfeena, digniss-majpresi-
deiite da provinciadeTernambuco.-i/. .1/.dasilea
Continho, engenbeiro em chefe.
' Camara municipal da villa de Garanhuns, Si-
de setenlBro de 1873. -IHras. Srs. A camara des-
te munieipio, possuida de acrlsolada satisfaeao,
tem a subida honra de levar ao conhecimento de
Vs. Ss. que com indisivel reconhecimento e sain-
ma gratidSo aeeita estremecida a olfarta praeiosa
quo Vs. Ss. cavalheiresamente acabam de Ihe
fazer >1a esmerada copia da phnta q^ue levauta-
ram desta viHa, em que se ve o projecto de um
novo e bem delineado arruamenlo, (|ue inquestio-
navelmente muito aformoseara esta crescente vil-
la, que tio irregular e d-tfonnetmnte se la extea-
dendoa falta de uma planta, e muito seria para
desejarqne ell.i pod-sse ficar desde ja descripta
sobre o terreno qu* tem do abraager sob a sabia e
intotligente OfrMcfio de algum dos prestimosos
raemBros qu^ cencorreram para a stia confeccio,
ou que pelo mmos a'saiba comprehen lor e dar a
execuca), para que1 pira o fuuiro nao possa seT
alterado o bello pensamento que o presidio.
Em verdade 15) assigiiahdo e espenuneo
servico, qae Vs. Ss. aeabam de prestar geuerosa-
mente a esta villa, e o testemtnbo mais solemne,
lnei|uivo*e e assas significative do quanto Vs. Ss.
se interessam pelo progrosso material desta loea
lidade, qne, votada ao esqaecimento, nao obstante
a amenidade do seu delicioso clima, forca d con-
fessar, principiou a inostrar tendenuias de desen
volvlmento depois e so depois que Vs. Ss., como
verdadeirus apostolos da civilisacao^ vieram aqui
praticamente demon?trar que semi a illustraeao
que profusampnte orna as distinctas pessoas de
Vs. Ss. so nao pode riser em perfeita e cordial so-
ciabilidade.
t S, pois, Wta camara, agradeoendo com a
maior effu-'ao dos sentimentos d'aliaa tao mimosa
quao necessaria ntferta, que eonstitue o seu maior
tnenumenlo, por assignalar a estada entre nos do
iliustrade edistincto pessoal da empreza-Couti-
nho, que siabe conquittar asm3iores e mais
bem merecidas sympatttias, torn ao aaeajno temp*
a satlsfacao de asseverar a Vs. Ss. que envidara
tudo paraspte a propiciosa inspiracio de_Vs. Ss.,
sc torne em realidade e lenha Gel execucao.
n E esta camara, compartilhaudo sinceramente
do sentimento geral, pela prexima relirada de
Vs. Ss., que teem de prosegnir nos itnprebos ira-
balh'-s de sua ardua missae, faz os mais ardentes
votes para que, gotan-io de crescente prosperida-
de, --in breve voitom a por em excoujao egran-
dioso pensamento da nova via de communicacao.
-Deus guarde felizmente a Vs. Ss. lllms. Srs.
Drs. Luiz da Uocba Dias, Hermillu Alves, Jose
Privat, Plinto Soares, Bernardo Camara, dignissi-
mos inspector geral, chefe de seccio e mais enge-
nheiros da empreza Coutiubo,Jose daCoMa
Dourado, presidente da camara ; Martmho Ate-
lino de Albuquerque, vereador ; Eulalio Epht-
genio Ae Freitas VUlela, vereador ; Narciso To-
bias de Souza, vereodor Antonio Paes ,de Lgra
Junior, vereador supplente .
Companhia commerelo e eoloni-
sayao. -Recebemos do Rio da Janeiro o pros-
pect) desta companhia, ali organisada com o capi-
tal de dous mil contos de reds, divididos em 10,000
accoes de 200^000 ; agradecemos a remessa.
Kseriptorlo commercial. Continuam
a marehar regalarmente as transaccoes do escrip
torio commercial dos Srs. Luiz Pelippe Leita & Ir-
raao, estabelecido a rua da Prata n. (99, segundo
andar, em Lisboa, do qual por mais de umi vez
nos temos eccupade nesta Reeista.
Esses senhores nao se encarregam somente de
negoebs forenses, mas sim tambem da ordens com
mereiaes e consignacoas, qaar para o reino de.Por-
tugal e quer para a Franca, Inglaterra, Belgica e
Allemanha, onda tem correspondences zelosos e
actives; bera como de fjrnecimentos de petrechos
belhcos, tanto para a anna de artilharia e de in-
fantaria, como para a de cavallaria; garantindo
esaeto camprimento das encommendas e modici-
dado nos preoos e nas despexas, o quo Ihes aeaba
de adquirir ou foruecimento de uma grando en
commenda para o governo portuguez.
Mais uma vez recommendamos esse escriptorio
commercial aos nossos amigos e leitores.
.I'.lminlstracao dos eorrelos. Fo-
ram ultima mente nomeados agentes dos correios:
em Olinda, Manuel Ignacio da Silva Braga ; na
I'eJra, Joaquim Brasilino da Silva ; e em Ouricu-
ry, Leooadio Pereira de Carvalho.
Colle^io Ci>ra^>.ai> de Jesus.
Neste estabelecimento, site a rua do Hospieio n.
79, de propriedade e direccao da Ex ma. Sra. D
losepbina Bemvinda da Gunha Souto Maior, co-
me.carao a funccionar as aulas no dia 12 do cor-
rente., .
Suciediwle patriotira I K!nhro.Nao se tendo podido coaclair flo lia
do cerrnte, o leilae dos objectos, que ngura-
ram na exposic.'.o agricola, da z de dezenibro do
anno passado, co nt in ua elle hoje, as 6 horas da
tarde, no mesmo lugar.
Companhia hrailrira de nave
gaciio 0 augmento do numero de viagens
mensaes dos vapoces desta companhia, para o
norte ..do imperio, so deve come^ar no mez da
aljril proximo.
Vapor Ontario Este vapor, da compa
nhia americana, entre NewYork e o Rio de Janei-
ro, sahio do Pra para o nosso porto, no dia 8 do-,
eorrente, a tarde.
Vapor Ceara. E'este vapor da :ompa-
rthia brasileira, qae deve /aaer a segunda viagem
do eorrente me*, ao norte do imperio, sahindo da
edrte na qoiata feira, (|3j, .
Sociedade dos .VrtistasHeehani-
eos e mtcracs. No dia 15 do eorrente,
(quinta feira), comeram as taatneqias das aalas
do Lyeo deSta sbtiieaade, para os artistaj em ge-
ral.^ens IHkoseag'gregatJos/tBS'vjm'db- 6s' tfabaffios
lectivos teremepmeco A3 de'teVereiro proximo. '
Arremataeao prommfajrW'vm
Vttentado No districto de Preguica, do
termo de Agua Preta, Jose Alvos de Oliveira,
dia 3.do eorrente, dirigfo-se a easa de lose
Monte Carvalho, e ahi, (fipois dtflarir gravernente,
com ima facaaa a Jose, escravo de Jose do Mon-
te, a este assassinou e ferio levoaiente a Joanna
Martlfda Beaieieae, sua propria raallier, a quern
havia treaiBezcs, abandonira. por julgal-a infiel.
Evadiose; e .a antoridade prosegue nas avert-
gnacoes nflcesaarias.
I n quer I to. Pela subdelegacia da Magda-
lena, foi remettido a Dr. juiz de direito do res-
pective dtsirTcto criminal, o qae'se efftctuou con-
tra Manoel Jose de Arrujo, autor dos ferimentos
praticados na'pessoa de rfeitor Ba'rbosa Xavier
da Silva.
. Caasas do duello de morte.A noti-
cia, que sob este tltulo publicamos em nosso nu-
mero qoterior, foi truncada, ievendo ser lida da
seguinte forma:
0 principe Ghika, raarlo em duello pelo prin-
cipe Soutzo, era dm mancebo de 23 annos. O
adversario vencedor e homem de 33 a 40 annos.
Um ciuine que henhu'm facto justiflcava, foi a
verdadeira origera deste desgracado aconteci-
nlento.
No domingo ultimo, o principe Soutzo, met-
leu-se n'um coupe de itnguer, e foi estacioaar
n'um p mto por onde sabia que Ghika havia de
iransitar, indo faze.r visita a seu prime Gregofio
Ghika. Logo qae Ghika se aproximou, sahib do
joupe, e o assaltou improvisamente com bengata-
das, soccos e bofetadas, tornando a subir para o
vehiculo, mandou partir a tod a a bri la.
a Alguraas horas depois, mandava Soutzo, cora-
rnuntcur ao infeliz mancebj, quo estava a sua dis-
posicae, e apontava as suas testemanhas, que
eram, como elle, dous antigos drflciaes do exercito
da Roumania.
0 rnaliogrado principe logo dnvtou as suas
testemunhas' avfstarem se c6m as do seu adversa-
rio, sende uma o prineipo Gregdrio Ghika e
Edmond Cortazze, tambem seu prime.
Logo quecenstou a morte de um dos duellis-
tas, foi passado mandado de captara contra o
principe Soutzo e centra us padrinhos,
Proclatnas. Foram lidos na igreja do U >
sario, quo serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, Uo dia li de Janeiro, os seguintes :
i.* denunciacao.
Jo-6 Sampaio Coelho, corn Paulina Pinto.
Joao Rodrigues Vianna Bayma, cdm Ollndlna
Pereira Has tos.
Domingos Jos6 Antunes Guimaracs, com 'Maria
Alexandrina X ivier Gitirana.
Jose Feliciane Pertella, com Salvina Leoncfa da
Rocha
Manool Fehppe do Cinno, com Laurianna Maria
Soares.
Mirandolino Amanso Martins, com Maria Isabel
de Paula Pinto.
Antonio Alves da Costa, com Amelia de Jesus
Ponte.
Balthazar, com Brisida "Maria dos Prazcres.
Goncalo Felix de Souza, com Paulina Maria da
Cenceicao.
-'.-' denunciacao.
Antenie Jose Leal Reis Filli >, com Anna Pinhei-
ro Jacotne.
3.* denanciacao.
Manoel Jxu Fartado, com' Benvenuta de Paula
Cavalcaiite.
Antonio Guimaracs Leal Loyo, com Olindina
Olympia Alves Leal.
Antonio Alves de Souta Fradique, om Maria
Barbnza Bibftiro.
Bellarmiuo Pereira dos Santos, c^tn Maria do
Carmo Portella.
Antonio Machalo Dias, com Am ilia dos Santos
Porto.
I.oteria.-A que se acha a venda e a 83", a
beneficio da matriz de Barreiros, a qaal extrabir-
se-ha no dia 16.
Loteria do Rio. A 112.' (i6I),deve ser
extrahida na corte, a 16 ou 17 do eorrente.
I.i'ilao. Hoje, (13), deve ter lugar o leilio
laria da Coheeicao, b'ranca.Krnaitil.
co: 36 anno*, c.fsada-. Gfaca'; phtvsica pulmdnar.-
Luiz-Ca.eiano-de Melle, panto,- Pemambuca, 60>
annos, casailo, S. lesi; pjitysica pulmonac
10
Maria Francelina da' Costa Figueira,' branca,
i ignora-se a nataralidade) 33 annos, casada, San-
ta Antonio; gastra Hepatite.
Adelaide, branca, (ignora-se a nataralidade) 10
%ias, Santo Antonio ; eapasrao.
Jos6 Francisco de Sales Bariera, pardo, I'arahy
*a, 50 annos, easado, S. Jose; hepatisacao pulroo-
Itr.
Miquelina Mafia do Rosario Sacramento, preta,
Pernambuco, 60 annos, soltelra, Boa-Vista; mo-
lestia do coracao.
Thorns/. Rogers, branco, America, 18 annos, sol-
teiro, Boa-Vista; febre amaralla.
Qaiotino, branco, Pernambuio, 3 annos, Recife ;
diarrhea.
Hareal, hranco. Perttarabnco, i annos, S. Jose :
variola.
11
Joio Vieente, branco, Portugal, i2 annos, sottei-
ro, Boa-Visla; bronchites.
Henry William, branco, Allemanha, io annos,
selteiro, Boa-Vista, hospital Pedro 11; febre ama-
rella.
Joaquim Fernandes, preto. Africa, 90 annos, sol-
teiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; vemice.
Ambrosina da Conceicao, parda, Pernambuco,
25 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II;
variolas.
Dmbelina Adelaide Duarte Nunes, ift annos,
viuva, S. Jose ; cancro uterine.
AnnaCprrea de Almeida Carneiro, branca, (ig-
nora-se a baturalidade) 50 annos, casada, Poco;
cancro no seio.
Francisco Cornelio de Albuquerque Almeida,
bianco, Pernambuco, iSannes, casade,Boa-Vista ;
Drbnchites.
Deolinda Canlida de Souza, branca, Pernambuco,
30 annos, soltelra, Boa-Vista; cancro no seio.
Aurea Brasilma de Mello Ribeiro, branco, (Jg-
nora se a neturabdade) 33 annos, casada, Santo
Antonio; minegite.
Luiza Maria da Conceicao, parda, Pernambuco,
30 annos, viuva, Recife; tuberculos pulmonares.
Joio, pardo, Pernambuco, 8 dias, S. Jose; es-
pasmo.
Joanna Maria dos Remedies, preta, Pernambu-
co, 36 annos, S. Jose ; variolas.
Manoel, pardo, Pernambuco, 15 dias, Santo An
tOnie ; syphilis.
M'laesouparia 12 DE JANEIRO DE 187*2.
Requftrimentns :
De Frederico Ulysses de Almeida e Albuquer-
que, procurador de Joaijuim Soares de Pinho.
De Manoel Figueiroa de Faria & Filnos.
De Antonio Pacilico Simoes do Amaral, procura-
dor de Henrique Soares de Azevedo.
De Joao Rodolphe Gomes.
De Antonio Duarte Cardeiro Vianna, procurador
de D. Hermenegilda Candida da Fonseea Soares.
De Antonio Carlos de Pinto Borges.
De Francisco de Paula Correa de Araujo.
OfU-io :
Da presidencia, mandando entregar ao almoxa-
rife do hospital militar a quantia de 300^000.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, etn 12 de Janeiro de 187V.
0 secretario da junta,
Jssuino Rodrigites Cardoso.
' i L ___________ I__________L-ia
riaprovittfral.
*ooper.-Esto vapor inglez, saUo da "Bahia,
para o nosso porto, no satibado & noite. Deve che-
gar hoje aqol
Sacra eolera -Hontem foi saspenso, se-
gundo nos infornriratD, o Rvd. Vicente Ferrer, vi-
gario da'.frefeaezta'ao Poco, 'pelQ Tacto de ter*'en
^oramettdaao e acbhtrjimhaflo 6 cadaver de um in
diriduo qug fiira irmao de uma '
dicta pelo prelado dibeesano.
irmandade lnter-
Asstm, pois, continua a sacra eolera^ do prelado
prisionelro, e d'esta vez por meio do seu prevosto
o Rvd. Camello I
Bern haja-lhe 0 ribme I
G-rmnaslo dramatlco.De volu desoa
viajem a Gotaqna. acha se entre n6s, com aebm-
p^dhla(Jradiial&,'que diifge, oftsteija'do defer
Penan te.
PVopondQ-se .a offerecer-nos uma serle dje"eit-!
pectac&Ios de dramas de jreputscao ffltla, tt'e^S
taeatro, 6 dMpresamir que me nao falte o faror,
tpublko.
de moveis, annunciado por idterveoeao do agente
Pinto, devendo partir as 10 Aft honw em ponto,
o trem que servira de conducelo aos concurrentes
a Sant'Anna, casa em qaevtfcesidk) o Sr. Dr.
Caminha.
Outro. Depois d'amanhii, (15), havera leilao
de predios, em o escriptorio uo mesmo agente, a
rua do Bom-Jesus n. 43.
Outro.Em conlinuacao e depois-de meio dia
d'aquelle mesmo dia, venders o mesmo agente o
resto das dividasda massafatlida de Amorim, Pra-
gozo, S intos <$if,, conforme esta annunciado.
Casa de detenc"ao.Movhnonto da casa
de dctencao do dia 11 Janeiro de 1874 :
Existiam presos 307, entrou I, existem 308.
A saber :
Nacionaes 22i, mnlheres 11, estrangeims'JS
escravos 47, escravas 3.ToUl 30S.
Alimenudos a eusta dos cofres oublices 234.
Movimento da enfermariado dia 11 do Janeiro de
1874 :
Teve baixa :
Jose Fernandes de Souza, indigastao.
Hospital Pedro II. O movimento deste
estabelectmento, de 3 ao dia 11 de Janeiro de 1874
foi o seguinte : existiam 133, entraram 32, sahi-
ram 20, falleceram 4, existem 136, sendo : 211
homeus e 134 mulheres.
Adoertencia.
Foram visitadas as enferraams uestes dias: as1
8 1|2,10,8 1(2, 9 1r2, 9, pelo Dr. Bettrao ; a
1, 12 1|2,12 ItS, 12 8, pelo Dr. Sarmento; as 8 VfL
8 i|2, 8, 9, 8 1|2 pelo Dr. Malaqnias ; as8 112, 9,
8 M2,9, 8 1(2, 8 l[2, 9, pelo Dr. R. Vianna.
Fallecidos.
Ursula Maria Cavalcante de Albuquerque, he-
patite.
Ago'tiHho Antonio, marasrao.
Leonor Ferreira Patricio, tuberculose pnlmo-
nar.
Cypriano, scirrose hepatica.
Mariano Parefrai monar.
Gallen Armand, febre amarella.
WelscWcjf, febre amarella.
Josepha, "variolas confluentes.
Anna RSJdKgues da Silva, ferida penetrante.
Cypriano Francisco Cardoso, variolas confluentes.
Henry Wegen. febre amarella.
Joaqoim Fernandes, velhice.
Ambrosina da Conceicao, variolas confluentes.
Hospital Portuguez de ftencflcen-
rta. Movimento das enfermarias nos dias A a
10 de Janeiro:
Existiam 44, entraram II, sahiram curados
blleceraml, fteara existitado 36.
Esta de semana o ST. mordomo Jose Lopes
Alheiros,
Cenalteplo puhlteo Obituario do dia 8
de Janeiro de 187*.
Sebastiae, pardo, Pernambuco, 18 mezes, Boa-
VisU; convulsoes.
Manoel Antonio do Nascimento, preto, Mara-
ahao, ignora-se a idade, oasado, S. Jose; congestSq
cerebral.
Anna Rodriirnes da Silva, parda, Pernambuco,
26 annosj. casada, Boa-Vista, liospUal Pedro IF;
um ferimenfo penetrante.
Cypriano Francisco Car'dozo, pardo, Pernambu-'
eo, 34 annos, solteiro, Boa-Vista; variolas.
Francelina Maria da Conceicao, parda, Mara-
nhab, (8 annos, cazada, Boa-Vista bexigas.
Clara, branca, Pernambuco, 6 annos, Boa-Vistta;
bexieas
Franc&jsp, pardo, Pernambuco, 9 raezes iJoa-Vis-
ta; convulsoes.
Pelicia'tiVpirdo, PernambOco, 7 annos, Boa-Vis-,
la; tuberculftse.
' Josepha, escrava, preta, Peraambaco, 20 annos,
solteira, Boa-Vista ; bextgas.
Felix, escravo, preto, Pernambaco, 30 annos,
solteiro, Boa-Vista ;' bextgas.
Maria, branca, Pernambuco, 2 annos, Recife, va-
riolas.
Iva Minervina Accyoli, branoa, Pernambaco,
28 anaos, solteira, S. Jose ; encephalite.
Josepha Maria da Conoeicao, parda, Pernam-
buco, 12 ann is,' solteira, Graca : bexigas.
Antero, escravo, preto, Pernambaco, 35 annos,
olterro, Boa-Vista ; bexigasi
9
Maria, branca, Pernambuco, 18 mexes, Boa-Vis-
ta; anazarca.
Januaria, branca, Pernambuco. 15 mezes, Reci-
fe ;'%exigas.
, Ursulina, preta, ignora-se anaturalidade, 8 annos,
Boa Yista ; gastro erila,'
Mareienilla, escrava, parda, 7 aainoe, Santo An-
<0i|p; rheumatismo t
[oef Jose 'Finza Lima,'hranco, ignora-se, a
"'^Me 10 ahnos, 'esao,^l%^o; infrefJo
nazarea do coracao.
Joaquim Antonio de Farias Barboza, branco,
78 annos, easado, S. Pearb Martyr; insueiBiencia
13,
^USUCACOES k
/lo iHKspeitavel piibllco. ()
0 bom saccesso As uma empreza torna
orgulhoso ao encarreg^do della, e ate os
sous descenleDtes; como acontece hoje
com o Sr. .lose Alves'Barb)sa Junior. Em
algum tempo, no fdro de Porto Calvo, Jose
Alves Barhosa, pai, foi feliz, tratou de uma
execucao, e com toda fdctlnlade entrou na
posse de um bello engenho, nada dissedos
hBMem da localidade; boje porem, o tilho,
ndo podertdo fazer outro tanto em Porto
Calvo, ferio-se no seu orgulho, eclama con-
tra tudo o contra todos.
Chegou ao meu conhecimento u.n eserip-
to assfgnado por Jose Alves Barbosa Junior,
ftlho de Jose Alves Barbosa, de Pemambu-
eo, a respeito de negocios tendentes ao en-
genho Caxoeira, no qual poz em ikrrida o
illibado procedimeuto do tenento-coronel
Izidoro Camello Pessoa de Siqueira Caval-
cante, e descarregou a sua bilis sobre* o
muito iligno e justiceiro juiz municipal do
Porto Calvo e mais pessoas rospeitaveis da-
quella comarca.
E' aquelle escripto
para os que conhecein
Barbosa, e sabem a
drtts veze* pHabnelado aa'Parattyba e ne*u pro-
vincia, p.ic crime de homioidie, e recent -mi-u.-
pelo barbaro assa*sinato dc Lmcio Alves, p.ir nu-
de fesu'ino Alves, onlrO chere de "lira Dando inimig >
do'bando MmiiosH&b, rom n t^HI se^atia, ha len-
gos annos, em Inu horrivel'o eacarnicada, por
odio implacavel de familia.
0 Dr. chefe de policia, Jose Antonio Correa da
Siha, qne, nos eito mezes de sua adrbinistracao, -e
tem mostrado infatigavel na captara de criminosos,
lancou suas vistas para o estado deploravel das
nossas eomarcas centraes, iofestadas por bando
de faednoras.
Desenvolveu a maior sagacidade e energia eo>
providencias bem combinadas, dispensou os desta-
camentos apparatosos, qua nada tinham podido
coaeeguir, e confiou ao cabo de policia Jose de
Banda, promovido a furriel per diligencias ante
riores, em que mostrara nma rare pericia e uma
coragem calma, digna de admiracao, a mais difflcil
das medidas policiaes.
Jose de Banda ia lutar, nao so com um homein
de instinctos perversos, mas com nm bando disci-
plinado; nao ia hater-se, como valoroso sol dad <
em campo raso, mas embrenhar-se pelos sertoes.
exposto as intemperies do ar, as privacdes de todo
o genero; ia talvez ser victima das emboscadas
dos faccinoras e dos traicoeiros denies da easoavel,
ia seguir as pegadas de Joao Limao e de seus com
panheiros, sera qne estes o suspeitassem, descobri-
los mi sens antros, e com algnns poucos homci/-
de confianca capturalos e entrega-los a accao da
juslira.
E desempenhou a sua commissao grave e peii
gosa com tanta fiablltda.ree valor, qtte o tornam
digno das maiores recompensas e da josta adrai -
racao da todos es que sentem os males publicos c
desejam sinceramente renara los.
.No liigar^lenominado Granadeire, do tern,
Imperatriz, comarca de MareridaHe, Joiejde Banda
apparece inesperadamente Mi face de Joao Limao
e intima-lhe em nome da jastica que se renda.
0 clavinnte, a faca de ponta, armas eseolhidas r
de fina tempera, a cartnxeira que cingia. com 21
eartuxos embafados e qne fariam invaja ao mai-
habil pyrotheenico, foram pecas inuteis diante d*
solemne intima;ao do curajoso agente policia,!.
Joao Limao tentou ainda per am jnstante ser mi
se daquelles instrnmentos de destruicae, ma', re-
conheceu que qaatquer tentatlva seria frostrala
tentou fnair. mas a fuga nao Die era possivel
Passaram logo de suas aiaos tintas deaangu
para as maos do valoroso soldado, e ja vi) cami-
iili-i do Rio de Janeiro, para serera presentes ao
ministro da juslira, as aperfeicoadas armas do fa-
innso cabecilha.
Xem um ferhnento, nem oma gotta de sangu^
maculou a tarda de Jose de Banda, e ficon mm-
vido o grape Limdosinho.
Se. tracando estas linlias, louvamos o intrepid)
sagaz executor das medidas policiaes, e nosso d>
ver render homenagem ao di-ticcto magislrado
Dr. Jose Antonio Correa da Silva, por sua perseve-
ranca, no meio de difBealdades, que pareriam in
venciveis, em extinguir os grnpos de erimihosu-.
qae traziam em sobresalto os remotes serioes, pel.-
piano bem ordenado que concebea e pelas acer-
tadas medidas irae tomoa, para que se eHc execu
tasse de raodo tao vantajoso para sens eredites -
para a tranquillidade da provincia.
0 Exm. presidente, em rrcompensa do assigna
lado scnico qae Jose de Banda aeaba de prestar
promoveu-o a sargento da comparrtna de policia.
unica demonstracao de publico reconhecimer:.
que Ihe podia dar, mandanao-e tambem louvar e ordem do dia.
Emquanto Jose de Banda prendia a Joao Lima
e a ontros eriminosos iolportantes, co.no noticia-
inos em nosso numero passado, o subdelegad d
districto de S. Miguel da cemarra de Pao dos Fer-
ros captarava tambem os autores do barbaro rr i
ticinie de 14 de novembro na povoacao do Frade.
termo de Jagoaribi mirim da- provincia do Ceara.
0 Dr. thefe de policia, cujas ordens neste pont-i
encontraram ainda fid execucao, p com a maior brevidade a redainarao do seu roBe-
ga da provincia visinha.
Aceite o Sr. Or. Correa da Silva nossas singer-
felicitacoes pelos briihantes fruMos qae tem ei>l;il
em sua admini-tracae polieial.
(Do Conservator*
uma pe^a iraportante
de perto Jose Alves
maneira pela qual
elle entrou na posse do engenho Ca-
xoeira.
Sr. Barbosa Junior para que se envolveu
naquelle negocio? Deixe que seu pai vd
ainda a Porto Calvo prometter, pedir e ro-
gar aquolles, que poderetn intluir na liqui-
ilagao do arrendamento, que contratou com
o muito honesto tenente-coronel Izidoro,
assim como fez com os membros da familia
do finado Lourengo Jose das Neves, e do
tambem linado Ignacio de Mello da Silva
GusmSo, estes ja tlesvalidos, na liquidacao
que fez do debito da casa de Caxoeira, em
favor da casa de Ferrecosa, ou antes e so-
mente em seu proprio favor.
Nao vaiem hoje os seus amigos, Sr. Bar-
bosa Junior, apesar de serem elles de ac-
cordo coon os do Sr. sea pai, o que pro va
MM oora^eragao nao degenerou, porque
as pessoas cota que se tem de haver s5o ou-
tras, as ctrcumsiancias sao differentes, e seu
pai e bena conhecido em Porto Cairo.
Avanto Sr. Barbosa Junior, 'mvective as
pessoas, e o f6ro de Porto Calvo, que mais
logo verd o publico de que pirte esta a
arazao.
Queirara Srs. redactores dar publicidade
* estas lmhas do seu coristartte leitOr
0 justiceiro.

tlieulrul.
Acham-se entre n6s as artistmhas meni-
nas Riosa, 'Mm conheci'das d'enlre n6s,
que veempereorrer todas as oapitaes e villas
do norte, onde foram coroadas e cheias dos
melhores (riurtiphos,^ depWssWgem ^para a
cdrte tenctortam demorar-se nesta capital al.7.
guns dias, com 0 Gm du dar dous especta-
culos ; pelo que desde jd previnimos ao nos-
so publwo-qUw quando tstas tneriinas an-
nunciarem "0 seu rjrimeiro espectaculo,
s'era {we've. Que nao deseja concorrer com a
stia presenca, comparecendo sakira satisfeito
da festa que nos prepar^m naquella noite,
Pfegrdflrrnae Ordem do especfa'culo sera
annunciado no seu de vido tempo, coma tam-
bem o theatro onde teem de traba-
[bar
Rio Grande do Horte.
NATAL, H DK OEZKMBRO.
Joie Limae, chefe do grapotlenomtnado Limao-
tinho, que trazia em sobreaalto os babiteotas do
alto sertao, desde a eomaroa do Caloie do Rocha,
na Parahyba, ate ss da Pao dos Fer ros e Maiorida-
de, nesta provincia, esta recolhido a Cadeia poblica
desta cldade.
Era talvez a mais difflcil empreza qaea polida
tinha a realisar.
Nao se trauva de um crimiaoso vulgar, de tun.
assassino isolado e dispondo de seusMcos recur-
sos para escap.ir a accao da jastica.
-Bra nm chefe de banda, preWgldo pela coadas-
cendencia criminosa de algnns e pelo terror de
todos, cercado de numerosos sequazes, penotraado
impunemente nas, cidades e viHas, eacontrando aa-
salbade aqui e alb, autor de mdrtOs atteritaaos
[*) Por afDuencia de raaleria aaixou de
ser publicado a mais dias.
I'arn a fbsta d *S#1udiade *i
tem de crlchrtir-ac n l^roja
da Poce an unat de lH71
Juiies por eldcao.
0 lllra. Sr. Prandsco Joaqnim ftibelro de B1 lit
A Extna. Sra. D. Amalia Alves Macha! H .
liday.
Juiz por devocio.
0 lllra. Sr. Satyro Seraflm da Silva.
Juiza per Uevaeao.
A Exma.'Sra. D. Maria Carnta de Barren 1 -
reira esposa do Illm. Sr. Joaquim Caadi 1 P
reira.
Juizes protectore*.
Os IHms. Srs.:
Bonifacio Maximiano tte Mattes.
Francisco Ribeiro Pint/Guimaraes.
Juizas pntectora-.
As Exraas. Sra;.:
D. Anna Corrda de Almeida Carneiro
D. Rosa Ooncalves de Jesus.
Escrivaes por deieai.
0 illm. Sr. Miguel Jose da Motta.
A Exma. Sra. D. Raymunda, esposa do Illm Si
Francisco Baptisia de Anndda.
Escrivaes por devocio.
0 Illm. Sr. Jose Camello do Rego Barros
A Exma. Sra. D. Cecilia, esposa do Dim. Sr \x.t
Mavignier.
Thesou reira.
A Exma. Sra. D. -Maria Idalina Fiuza.
Proouradores.
Os Illmos. Srs.:
Jose Antunes Guimaraes.
Bento Joaquim de Miranda Henriqaes.
Antonie Pedro Cavalcante de Albuquerqur.
Dr. Manoel de Figudrda Faria,
Jose de Vasconceilos.
Genuino Jose Tavares.
Procuradoras.
As Exmas. Sras. :
D. Maria Josepbioa, esposa do Illm. Sr. Dubcir-/
D. Maria, esposa do lilm. Sr. Or. Celso TerluWan
I'ernaodes OuinteHa.
D. Emilia Hallyday, esposa do Illm. Sr. Fran'.--'
Goncalvea Matte.
D. (iudhormina, esposa d) Him. Sr- Antenie Fer
naades da Gosia.
D. Angelica Bernardina de Miranda Belera
D. Elvira Alves Maehado.
P'-ecurador feral.
0 IMm. Sr. Jese Ctemeatiae- Haorsaue 4a Silr-
Mor demos.
Os-iMaiea Srs. :
Dasembargador Francisco Domiagoes da Birrs
Dr. Alvaro Tavares da Silva Caminha
Antoaio Jose Gomes do Qorreio.
Joao Maria Cordeiro Lima.
Tiborcio Valeriaao Baptisia.
Jose Theodoro de Senna.
Merdomas.
As Exmas. Sras. :
D. Lifcaaia filba do Illm. Sr. Manoel Modiug.ie- .'.
Silva.
D. Anna Maretoaiiia do Rega.
0. Anna Isabel Ramos 4a Ceu.
D. Joanna, esposa do Bin. Sr. Aibia o Jr~- u
Sirva.
D- Candida Rosa Carndro Mealeiro.
D. Mariana, espasa do Biaa. Sr. Jose Felippe .Very
da Silva.
IVco da Panella, 17 de maroode 1873.
Aasignadoo ooadiaier pfo-aaroebo,
Padre Vieente MmriPtrrtr 4e alufari-yo-
a
Olco pure medicinal de
de rmealhfto de
KeaasM.
Tanto 0 agado, coaio os pulaades, acbam se e\
postos e sujeitos a sereaa consamidaa-por aoa en
term idade, e'ambos estes orgaos podem ser enra
dos mediants 0 mesmo trateaaento.
Os jcrnaes do mediciaa aoa wseaacam-que nada
ha, come 0 oleo de agado dvtaeaHiBa, para <9
molestias do Bgado. Porem. dado mesmo qae a
auteridade mediea se & nservasse muda, os facte-<
fallariam por si mesmos.
Dentro do espaco de mai pooeo tempo, mailo*
casos de consumicao do Bgado, anm onaliieaeV
pelos priocipaes medicos, foram aaraoas coaa e
oleo pnro medicinal de Sgado 4a aaealbao ae
Lanman 4 Kemp.
Nao nos ate, a M*, deWdlr senos eases afi-
cionados, 0 flgado se achava ou a*o niceradc
0 certo d que os medicos assim 0 certui-
eam e tanibtm qne os doeates se paieram'feMK
Comtudo, aoonselhariamos a 'todos qae' Ho
deixa'sem para atMasa aora a tlwaiaiP'WH
renedw, am ebnsidefa saahdiciaaaa; saaapre, attedwna vans qua se
apresentem os symptomas de flesarranjos pn'rru-



~ '


- -
J
\



.

de Pernampueo Terca ftlfa 13 de Janeiro de 1571
0 oleo pan i
de Lanraio &
todas as lojas
nio se deterioi
k|rflB LMR
Tfgftoltcm alguj*
Agua Florida de Marray
Lanninii
A verdadeira prova da genuidade e pureza de
qualyw* am perfume extrahido das flares con-
MHilfHiilHHl|i iiIiiim i minium ii quando exposto
a influencia do ar.
0 aroma, dortvado deoleos eliiuiicos, desvaaece
em breve e deixa apos de si am eheiro por certo
mat poato agradavel, porem, aquello qua e obtido
uadante adeituacai de frescas e odoriferas ilo-
res, se apara e apirfeicoa pelo contaeto do ar, e
por c mseguiatu a sua duracSo e d; maior espaco
de tempo.
Ei9, por isso, qae a agua ..Florida de Murray *
Lanman,foniiaudo uma concentrada prodaecao das
mais raras floras do sul, apanhadas durante o
zeaitb da sua florescencia, e major fragrancia, nio
-..> possue a fn*,uidao d'uin ramaihete, mas
tambem e indestractivel e inexlmguivel, a nao ser
a excepcao de lavagora de leaco, aoterierraenta
humedecido na rnetma. *rf* -
COLLEGIO
DA
UWSm TW1ADE
20-Rua dos Coelhos--20
A abaixo assignada, licenciada pelo Exm Sr.
presidents da provincia, e pelo Illm. Sr. Dr. direc-
tor mi at ifcsooeoao publiea, tem estabelecido
na rua dos Coelhos, n. 20, a poucos passos da
igreja de S. Goncalo, um. collegio para meninas,
sob a invocacao da Saniissima Thwdade.
Aaxiliada porsaas irmaas D. D. Landelina Jer-
sev e Olin*oa Jersey, ambas as qaaes, em com-
mum com a abaixo assignada, receberam igual
educacio, durante quasi sele annos, em um dos
raelhores collegios francezes da cidade do Porto,
esta por certo habilitada para transmittir a suas
alumnas todos os eonhecimentos adquiridos nesse
longo espaco de tempo.
Chamaudo a atteoc^o dos illostrados pais de fami*
ha, nacionaes e. astcangeiBos, para os estatatos
abaixo, a annunciante espera merecer decidida
^referenda, pois o seu estabelecimento se distia-
goe. nio se porqae nada pagam em separado pelo
estudo daa artes de recreio, eorao tambem pelo das
l'.nguas estrangeiras que, em geral, somente se
angina > tcaduzir, ao passoque no Collegio da San-
tissima TaixoAB.v se aprendera a fallar e escrever
oirrectameate; o. aHer.39-torna senx devida de
umaivaaJaaem e utilidade ieoontestaveis:
Injieoanfc, eheia da .confianc*, a proteceao de
s>us comparwtaf e de tedos os estrangeiros illtts-
trados, a annunciante e suas irmaas, no curapri-
tneuto dos seus deveres, esperaro e promettem ea-
vidaertadoa os asfcrcosj afim de provar que, eatne
nos, existem pernambucanas sufficientemente ha-
fcilitadas para insttnir e preparar nossas innocen-
tes e amaveis patsicias, nao so a desempenharem
no futuro o nobfe e resneitavel ministerio de
mais de familia, como-ase- tornarem aqui, on em
qualquer paiz, onde se acharem.. o brilhante or-
namento da mais .eulta e distincta socLedade.
* As aulas abrem-se a 26 de Janeiro.
Philornena Minervina de A. 0' Connei! Jersey.
wata-fogo
rM UpftrtJQL & LONDON* GLOfc
INSURAMGE CHPMV
SAUNDER9 BROTHERS A C.
ll^-Cfflrpo Santo11
Capital..... 30,000:0009000
fando de reserva. 8,O00:0005OOC
_^ ^ Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ N. 3*.
o Canal, ear-
eom 450,000
.....'"
Pti^
=*?
=;
a o Canal,
com 375,000
o Havre,
3eguros
ESTATUTOS .
DO
Cotlegio da Santissibia Trixuaoe, sob a
direcjao de Philomena Miaervioa d'Al-
buquerqiie 0' Connell Jersey, coadjuvada
por suas irmaas D. Landelina d'Albuquer-
que 0* Connell Jersey e D. Olindina d'Al-
buquerque 0' Connell Jersey.
Art. l. 0 Collegio dirigido por Philornena Mi-
nervina d'Albuquerque 0' Connell Jersey denomi-
nateCollegio da Santissima Trinoade.
Art. 2." As alumnas recebem nelle initruccao
primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e de
recreio e pr-ndas.
Art. 3. A instruccao primaria 6 -leitura, es-
-.pta, contabelidade (as qua'.ro operajoes) nocoes
de grammatica portugueza, cosiura cha e cro-
chet.
Art. 4." A instruccao secundaria comprehende
- ingua national, francez. Inglez, italiano, hisio-
rta, geo?raphia e aritbmetica.
Art. 5> A iostrocgao religiosa e dadi pelo ca-
tuecismo ; as alumnas apreniem doutrina chris-
ta, e todos os deveres religioso? a cumprir para com
Deus, seus pais e parentes, e em geral com a 90-
nedade.
Art. 6. A instrncfiao de civilidade abrange to-
dos os ados da vida de uma scnhora, em relacio
com as pessoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7.* A in3truccio da recreio consta de
desenho, musica, piano e danca.
Art. %.' A instrucqao de prandas- reuno todoa
cs trabalhos de agulba, e toda a espacie de bor-
dados, que deve saber uma senhora da maWior so-
ciedadc.
II
Art 9." 0 Collegio admitte alumnas internas,
i elo pensionistas e externas.
Art. 10. A lingua que sa falla no interior do
Collegio e a francaza ;e durante as aulas de inglez
e faliano so se fallam estas linguas.
Art. M. As alumnas que estudam francez, in-
glez e italiano aprendem a fallar, escrever e tra-
duzir este3 idiomas grammaticalmente.
Art. 12. A mensalidade para as internas e de
'.0JOO9, para as raeio pensionistas 20J001), e para
as externas 5|009, pagos adiantados por trimea-
;res que, uma vez comecados, consideramse ven-
?idos.
Art. 13. A instruocJo das alumnas internas,
r imunerada segundo o artigo antecadente, e a
doa arts. 3 e 5; as internas e meio-pensionistas
teem direito a dos arts. 3, 4. o, 6,7 e 8 ; podendo,
todavia, qualquer alumna externa frequeutar as
aulas superiores mediante a indemnisacao, que
se convencionar.
Art. 14. As de3pezas com livros, papel, etc' & .o
i> co dos pais ou correspondences mpetenciaddsa
alumnas, e bem assim a materia prirna de borda-
dos, e estes executados sao propriedade das raes-
mas.
Art. 15. As aulas no Collegio da Samumjiv
Trindadb trabalbam duas vezes aodia-de manha
GOlPANlIi ALUANCA
maritime^ e terree-
tres estabdi3cida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro,
itco maritimo em navio de vela e vapore*
para dentro e fora do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, geaeros e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jos^ Goncalves Beltrio.
raa doCommereio n. 5, l*andar.
Aipsh f. fmm & c
A casa commercial e bancaria deAugusto
F. d'01irira&C, a rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de grodoctoa e de todos o-
mats negoeios de coramissaft, quercommer
"ciaes, quer bancarios.
Deconta le'ttras, e toma dinheiros a pre-
Jpio^ compra cambiaea, e saca a vista e a
prazo, & virtade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
L,endrc. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LOKDON ANB HANSBATIG BAMli,
umbkov e -varias casas de l. olasse.
Paris. Sotort^ost banfluejros..foulb
& C, MARGUARD ANDRE & C. e A. BIACQUE,
VICNAL & C.
Haaaburgtt. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILH S.
Lliboa. Sobre os Srs. FONSBCAS,
SANTOS & VlAiiN'A, e SEBASTliO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do porto
e 0 St.. JOAQWM PINTO DA FONSECA*.
Para. Sobre o banco comuicciAi;
DO PARA, e OS SrSu FRANCISCO GABOBSae DA
COSTA & FILDOS.
Maranhao. Sobreo Sr. joje fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. J. s. de vas-
CONOELLOS.& SONa.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Bio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTJL, BASCft NaCIONAL 6
BANQWE BRASILIENNE FRANQA1SE.
PKACA DO RECIFE 12 DE JANEIRO
DE 1874.
Aa 3 1/2 HORAS DA TAEDB.
Cotce offioiae*.
Assucar mascavado purgaio 14930 par 15
kilos, sabbado.
assucar mascavado bmto bom 1^200 por. lt>
kilos, sabbado.
Assucar mascavado de Goyanna 1*300 por 15
kilos, sabbade..-
Assucar de.Maceid regular 1*970 por 15 kilos,
pesto bordo a frete de 23( e 5 Q|0, sab-
bado.
Algodao do sertao 1 sorte 8*000 por 15 kilts,
sabbada
AlgodaB'-de aiaaao I* sorte 8000 por 15 kilos,
hoje.
Cambio sobre Londres a 90 djv. 25 1[2 d, por
1*000, sabbado.
Dascoato de letras 12 OiO ao anno, sabbado.
ii. de Vasconceilos
Presideote.
A. P. de Lemos
Secretarto.
Na barca ingle
regou : J. Pater
ki los de assi
Na b;
carregou:
kilos de ai_
Va ijnwliilwiilr Otfiisou, para o Canal,
ou : Simpson & L. 5,000 saccos com
kiloa.de assucar mascayada.
Uoa ao assosar mascavado.
TCa baroa iogtata Ardow^para o CanaJ, car-
regou r R. 9tmramettaa 4 C. 8,120 saccos com
384,000 kilos de assucar maacavadp. -
No navio inglez SteUat para.Cl, carre-
Eou : S. Brothers & C. 4, ilos de assucar mascavado ; A. F. da S}ilva Bei-
ris 1,666 ( com 124,950 ditos de ditc
NaJjireairaactaa iliuricien, para
carreg)U : Harismendy 4 Labille 131 saiicas com
11,200 kilos da ilydin
No bnfue ponqgnea 0*m, pBra-Usfcoa,
cacnNHM: AqwiR(:-lriBaw k-.(L 400 aaccos com
30.090 kilos de assucar mascavado.
No palaabtte portugnae BtnuumtK nara
Lisboa, carregod : Amorim Irraaos. G> 200 sac-
cos com 15,000 kilea.d* aaeueer- aiftcjwado ; l>.
J. S. Guunariea 1,000 dito* con 75,000.ditos de
dito.,1..: .
Na.galera portuRuau IMo*. paw: Lw4w,
carregou : Amomkiw*.e. 4 C K*:aBCcos com
7,500 kilos de aasacat. ma#cav*o> a 100 ditos com
7,500 ditos dAdaaTbrauca,; H. J. da^C. SobraAo
350 ditos com 26>85a.ditos da.dUae 150 ditos com
11,250ditoade cLto mascavado.
Na galera.portaguaxa VascpduGama, para
o Porto, carregoa: L. J. S. Guimaries. tyM). aac-
cos com i25,0U)!) kiles de assucar. mascavado ; A.
Loyo 3.500 ditos com 217300" ditos de dito.
Nobrigue nortuguez Lijaro Til, para Lis-
boa, carregou : L. J. alva Guimaraais 1,000. sac-
cos com 82,500 feitos de assucar raascaTada:
No lngar portngaez IHma, nara S. Miguel,
carregou: Carvalhe- -Nogaeira 115 barricas
com 13,200 kilos de assucar maseavad* e 80dnaa
com 9,345 ditos de 4te braae*,.
No brigue argentino Votvnte, para oRio da
Prata, earaetoa-: Amerte-- Irmies 4 G. 200 bar*
nas com >fc&iH|2.W# de assucaf hwo
No brigue nacionat Viclorino, para o Rio da
Praia, carregoir: A. Loyo 850 barrieae com 72,611
kilos de asswear braneoe 5 ditas^eaa' <09 drto*
de dito mascavado.
Ne navio inglez /. Maria, para Portland,
carregou : H. Forsier & C 2,500'saeeos coav
187,500 kilos dt.a*ucai;masiva4e.
No navio dlnamarquez Katee, para Njw-
Ywk, canrefBu : H. Forter & C. 4,200^ saccos
c.-n 318,000 kites -de assucar mascaxado.
Na navro dinamarnuez Gipsey. para Itew-
Y-Mtk, carragw: H. Fwter & C. 500 saccos oot*
37,500 Arilos de assucar mascavado.
Para at portos do inttnm
Para o Rio Grande do Sul, no patacho naci.
nal Leopold***, carreuou.: J. R Fdrreira.400 bar-
riquinhas cam 33,970 t|2 kilo!: de aasftcar branco.
Pars o Rfe Grande do Sul, ne brigue bra-
sileiro Santetmo, carregou : Amorim Irmios & C.
500-barricae earn 37,608 lit-fcilo* de aasucar
braaeo,
Para o Rio Graade do Sol, no patacbAbca-
UtfnwMtaBMfcj cargou : L. J.-S- Goamafiies
50 barriquiaha? earn 1,51 1(2 kilo3 de assucar
branco. .
Para o Rio de Janeiro, no vapor brasiieiro
Gruaeira i<* Sul, carregou : A. J. da Silva 1,500
cocas (IraetaA.
Para o Aracaty, no hiate brasiieiro Due U
Guie, carreaou. G. ue Mattos Irmaos 6 barris com
480 litres de met'
Para Para, no hiate brasiieiro Olinda, car-
regou : Amwim Irmios 4 C 50 barriers eoav
3,762 l(*kitos da- assaear hcaaco.
- Para Mossnro, na brrcaca Veronica,, car-
regou : J, J. da Foaseea 5 barns com MO'tttros de
mel.
Para Mwao, aa. barcaea. Tret Irmaos, car-
regou : J. A. de AtbnquerquB 9ca?cos com 3,312
litros de agoardeate.
CABAIAZIA DA ALFAUnBGA.
Rendimenta df dia 2 a 10. V^?*SS
:d8* da dU la..... 1:0> 1*898
WOTlMtNTO WL BQgrO-
Navio enlrado no din 41.
Terr*-Jlova32 dias, patacho inglpz Gem,
de 198 toneladas, capitao George Bar-
trey, equipagem 8, carga 8,070 barricas
com bacalbao j 8 Saun &C.
Observa$Ro.
Kao bouve saahidas.
Navio enlrado no dia 12.
Terro-Nova35 dias, brigue inglez Maria,
d 228 toneladas, capitao Dexter, equi-
pagem 12, carga 3,500 barricas com ba-
calhao ; a Johnston Pater & C.
Observardo.
Nio houve sahidas.
HI I J Mil l
EDJlRte.
Secretaria do gyranasio provincial de Per-
nambuco, 30 de dezembro de 1873.
Poresta secretaria, e de ordem do Illm. Sr. Dr.
regedor intrino,se declara a quem interessar pos-
sa, que no dia 2 de Janeiro proximo vindouro se
aoha aberta a matrieula dos alumnos deste instituto
e bem assim se faz publico o artigo 37 da lei pro-
vincial n. 1)124 de 17 de junlio do carrente anno,
qne assim du>p5u : ficam ele\ trimensal que devem fazer ao instituto os alamnos
inlernc* a 20* a mensajidade, dps raeia pantio
nistasea 6jl'a dos exteree*:
0 seeretane
Ceiso Tertuliano Fernando* QuiateUa.
1
IgURXMEl
iwmii ill it m ji^M-M'i'i ub 41-
i* ie>aca* o reepactiro orcamentc.
Pemambneo, 5 de Janeiro de 1874.
0 tngenhMBo das, obras militares,
Ch^AelJaVJdei Castro Cbaves,
y.lftlHl^'H'JW'Vi"
C'apitania do porto pernanabn-
ca,de Janeiro de 1894.
Aviso aos navrftantcs
Para scieneia dos navegantes a capitania do
porto da Parahyba, remettea a esta o seguinte
aviso, que se da poblicidada para os devidos ef-
feitos :
AVISO.
Faco saber aos navegantes, que o phaioi da
Pedra Secca da barra do Cabedello desta provin-
cia, collocado na pedra do mesmo nome no arre-
cife da Ponta do Matto, dista daquelle na longitu-
de ao oeste de Grewich 34*, 53' 00" ; sua
altura e de 16 metres do foco luminoso acima da
preamar.
0 apparelho e da luz branca gy pa tori a, como
eclipse de minuto em raiouto, isto e, de seis ecli-
pses em 6 minutos, e visivel i na distaocia de 12
milhas ou 4 ieguas.
Capitania do porto da Parahyba, 17 de dezem-
bro de 1873. (Assigjado). Caetano AJves de
Souia FHgueiras.Camtao do porto.
Esta conforme ao orifinal,
0 secretario da capitania,
Decio de Aquino Fonceca.
i Couimauda lasanuns,
t chamado a comparacer no quartel-
general o sotdado csformado d > 8* batalhao
de iufanterfa, Jbse"Francisco da Silva, para
objectoque lhe diz respoUo* o qual, segui.-
do infonnfBS do Sr. comiaandante do
Asylo de Invatides, seguio da cdrte para es-
ta provincia. Si com effeito nella reside,
e por qualquer uioUno naa possa compare-
cer, iudiquu o lugar da sua. inoradia.
Secretaria do comman to das armas de
|,Pernambuco, 12 do iaaeir-s de 1874.
0 tenente-coronel secretario,
Francisto Camello Pessoads Lacerda.
Pela thesouraria provincial *3 hi publico,
que por falta de licitantes foi transierida para o
dia 15 do corrente a arrematacao de cesteio da
illuminaeio publiea da cidade de Goyanna.
Secretaria-.da Ihesouraria provincial de Pernam-
[buco, 10 de Janeiro de 1874.
0 official-maior
Miguel Alfonso Ferreira._____
De ordem do Illm. Sr. inspector da thosou-
raria de fizenda se faz publico para conhecimen
to das interessados, que no dia 28 do corrente
mez sera posta em hasta puWica para serarre-
matada por quern mais. vantagens oSerecer a fa-
zenda, a construccao de um deposito d'agua. po-
tavel no edificio desta repartioao, bem como a
canalisacao respectiva.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 1J de Janeiro de 1874.
0 secretario da. junta
J. Rodrigues Cardoso.
ALFANDEGA.
Asuaimento do dia 2 a 10. -
Idem do dia 12 ....
359:760*138
47:9681293
407:728*431
das 9 as 12, e de tarde das 2 1)2 as 5 1[2.
Art. 15. 0 eaxoval das internas 6 ao gosto de
5-jus pais j assim como a roupa lavada, eagamma-
i\ a perleaces por elles serao fornecidos.
Art IT. 4s peqaenas indisposicoes e molestias-
>!aa internas sao tratadas no Collegio ; nas graves
porera, a diroctora faz avisar ao3 pais ou corres-
pondentes para providenciarem sibre o tratamen-
lo. que node ser em suas casas, ou no Collegio.
Art la. Os feriados sao os das aulas puBlicas
salvo as quintas feiras que, no Collegio, fleam des
tinadas a instraccSo de recreio.
Art. 19. Todas as materias leceionadas n Goi-
iegio da Samtissima Tbinoade sao professadas pela
directora e suas irmias, ou outras seahoras cam a
lptidao precisa, e que a directora julgar necessa-
rias.
Recife. 30 de dezembro da 187a.
Philornena Minervina de A. (TGonnell Jersey.
Approvo -Directoria geral daiostruoeao publwa
if. Pernambu o, 8 de- jaoeiro da i*74.
Joao Barbalho UckSa Cavalcante.
Descarregam hoje 13 de Janeiro de 1874.
Barea ingjeza Fuzilier mercadorias para al-
taadega.
Patacho aoericano Je-ltn Rose varios geae-
ros para o trapiche Conceicao, para des-
Dachas.
Hrigue pbrtuguez Trmmpbo vanos geqero3
para o trapiche Conceicao. para despa-
chac
Rarca ingleza-#* Isabel -bacalbao ja despa-
chado para o trapiche Gmeeicio.
Barca ingleza-Constancebacalhao ja despacha-
do para o trapiche Conceicao.
Bxijue uiglez Maria bacalhao ja edspechadq
para o trapiche Conceicao.
Brigue hespanhol Ataulpho xarque ja despa-
chado para terra.
Vapor nacionai -Pirapama varios genaros oa
cionaes para o trapiche da. companhJa
pernambucana.
Vapor nacionai Cmunpe generos nacionaes
Dara o trapiehe Travasso.
Barca franceza Veridiana talhas para o trapi-
che ConceicSo, para despachar.
Patacho dinamarquez Gigsey varios generos
para o trapiche Ooneeirao, para despa-
char.
Patacho dinamarques Katit varies g-tuaroa
para o trapiche ConceicSo, para despa-
; char.
Lugre inglez Rosarto mercadorias para al-
faodega, gaz e fariaha )k despachada para
o trapiche ConceicAo e caes do Apollo.
OOMMERim
SEGUROS
MAIITHOS
08OTBA 0 FOGO.
Ar^npanbi* Ind^mnisadora^ej
aest*vp/as, toma aaguros.rmajittmas
navioa e seus carregarmentos e contra fogi
m "JiffTfn*i. mercadorias e mobilias t tu
rua do vTgario n. 4, payimaala Mmo^
COMPANpU!
Piienix Pernbnnfcr,
Toma nsoommtittm em rroimairaa
frtea, dinheiro a riscojs un&lmento da qual-
5:7051197
V04-CTWI SAHiDOS
Noaia,2ai0.
No dia 12-
Pruneira porta.....
Jegunda porta ......
Tbrceira porta.....
! ijuarta porta......
;rtapiche Conceicao -
SERVICO MARITIMO
U\arenfas descarregadas no trapicia
alfandeca do dia 2 a 10 .
No dia. 12
Ma\i js atracados no trap, da altasdega
Alvarengas........
Vo trapiche Conceicao.....
8,698
187
460
213
2,411
11.669
28
Esoola Normal.
De ordem da Sr. Dr. director da escola faz-se
publico que do dia 15 do corrente em diante es-
tarao abertas as matriculas quer do curso normal
quer da auli pratica, devendo os candidates a
matrieula do primeiro anno satisCazerem as se-
guintcs exigencias do regulamento em vigor :
1 ter idade maior de 16 annos.
2.* saber ler, escrever e contar.
3.' nip ter soffrido condemnacao por crime of-
fensivo a moral.
As matriculas do 2.* e 3.* anno eneerram se
impreterivelmente no dia 3 de fevereiro.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1874.
0 secretario,
1 M A- A. Gama.
E. F. IfebQUijas.
Depois qua os protp^vv da orehastfa tiverem
executado uma brilhawe ou-ertura, comepara <
espectaculo com a comedia em um.aclo (tada or-
nada de musica) -X^- ^t^
Discordia da. comeorflp.
desempenhada pelos artisia.Bahiae D. Maria Be
2.* parte.
Transcripcao da opera Trovador de Vrdi,
escripta para clarineta, por E. CawRini e cxecn
tada pelo bineficiado.
Em seguida o Sr. Candido Filbo executara na
flauta uma boaita phaataisa do sen repertorio.
3.* parte.
Primeira represeniacao pelo actor J. Camara, i*
sceoa comica intimlada : r
0 Sr. Jose do Capote *
asssistindo a represonlacio do uTravadot
parodia Luriesca da opera 'Trooadof
4.a parte.
Melodia da opera os Poritanos de Luigi Uatsi.
execntada pelo beneficiado.
Principiara as 8 1(2 boras.
220 beneficiado especa toda a proteccao do re--
peitavel publico pernambocano e desde ja agra
Sece.
llavera treni depois do espectaculo.
AVisn nMRmim.
Banco Commercial de
Fernambitct).
0 banco paga o segundo dividendo na
rnM do 8 7 ao anno ou $400 por accao,
relativo ao seinestre Undo em 31 de dezem-
bro de 1&73.
2011000
326^000
240X000
3065000
36
1KCE8EDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
teudimento do dia la 1). 11 815*376
dem do dia 12..... 2:058*11$.
13.873*492
GONSULrADG PROVINCIAL
Aeadimeoto do dia 2 a 10.
Idem do dia 12
107:011*099
3:849*088
110:840*187
RECIFE DRAINAGE.
deudimenio do dia 1 a 10. .
Idem do dia 11......
2:337*221
721*765
T078*986
Importacao
Vapor nacionai Cururipe, entrado de Maman-
guape em 10 do carreate, e consignado a eompa-
nbia pernambucana de navegacao costeira por va-
por, manifestou:
Algodao 70 saccas a Adriano Castro & C, 4* a
Joao Pernaodes Lopes. Assucar 57 saccos a Saun
ders Bmtnera & fc L
Couros 380 aRabe Schamet^eau 4 C.

Patacao iaglez Gem, entrado ds Terra-Nova em
11 dj correoia e consignado a Sauader* Drothers
& C, manifestou'.
Bacalhao 3070 barricas aos eousignatarios.
S40VIMEWXO E TRANSAG^dJlS GOMMERCUK >A
PRAQA DO RECIFE NA SEMANA DE 5 A 1ft
DE JANEIRO DE 1874.
Qamhm.
Sobre Londres -a 90 d/v, 26 3/8, e 26 1/2 parti.
cular, e 26 1/4 e 26 1/8, do banco.
Sobre Paris a v(sta 367 por franco, do banco.
Sobre Portugal 90 d/v, 455 o reich marc (do,
banco), e a vista 436 djto.
sobre o Porto-109 por cento de preuup, a
vista ; e tOl e IQ2 per cento a 90 d/v. i
Sobre Lisboa103 por cento de premio a 6fl ayv.
Desconto de letras. 10 e 12 por cento ao
}enda de genei,.
Algodao de primeira sorte -7*
grammas.
Dito do sertao, 8* idaao.idm
Dito de Goyanna, 7*600 idem idem.
Dito de Ma^eio, yriiaeira sorte (nova ininac.
posto a bordo a frete de 7/8 e 5 por cento -a,'
e 9* por 15 kitograciQjas,
. Mediano8jjjr)b Id'e'ib, idem, idem.
Dito da- Parahyba.. prutteif* sorte, postq Uordo
a frete de 3/4 e 5 par cento-8*330 por t&Kito-
SANTA CASA DA MISERJCORDiA DO
RECIFE.
A lilma. junta admiaistrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer puMico que
aa sala de suas sessdes, no dia 8 de Janeiro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tr: s annos, as rendas dos predios em seguida
deelaradoa.
ESTABELECIWENTOS DE CARIDADE
Padre Floriado.
Casa terrea n. 47.....
Cinco Pontas
Casa terrea n. 11.....
Rua de Hortas
Casa terrea n. 118,.....
Loja do sobrado n. 41. .
Travessa de S. Jo6.
Casa terrea u. 11....... 201*000
PATRIMQNIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......2<)9*O0O
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ....... 421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n 25.......200/000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98.......2415000
Casatereem. 99 (fechada) .... 2405000
Idem n. 10).........241*000
Idem n. 101........241*000
Rua do Rosario da Boa Vista
'Case terrea n. 58fechada.....200*000
Rua da Moeda.
. Arroazem n. 37 (feebade) 600*000
Rua. Velha.
Oasa terea u. 44..... 450^000
Rua das LaraDge#ra3.
Xasa terrea n. 17.......361*800
Os preiendentes deverao apreseutar no acto da
I arrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
laoompaHha^osdos respectivos fiadores, devendo
pagar alom da renda, o premio da quantia em
quo for seguro c predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da saota cisa da misericordia do Re-
cife, 2 de Janeiro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rcdrigves de Souza.
CAPITASIA DO PORTO DE PERNAMBl'CO, 30 DE
DEZEMBRO DE 1873
Para scieneia dus navegantes, esta capitania
manda publlcar os avisos abaixo :
Aviso aos navegantes
OCEANO ATLANWCO MERIDIONAL
COSTA b&PTKBTNONAL DO BR.VSIL
Banco entre Manoel Luiz e as Unas de S. Joao.
A reparticaone navegacao dos Estados-Unidos
assignala um banco a meio do canal entre o banco
Mauoel Luiz e as ilhas de S. Joao, a 1 4' S., e 46
52' 0. Ha 9,-1 d'agua sobre elle; e raui escarpado
do lado de N. 0., onde a sonda tem dado 40 me-
tro* j unto da sua base.
Este eseelho esta no caminho dos navios que
vao do Maranhao para o norte.
Ver-as cartas-ns. 1465 e 2148 ; a instruccao n.
plOO, agina 32.
1* de fevereiro de 1873
OCEANO ATLANTICO SEPTENTRIONAL
Amobio de ceiracao na ilha Saint-Paul (golfo de
S. Lourenco).
Um assobio de cerracao foi collocado na costa
S. 0. da enseada atiantica, na parte meridional da
ilha de Saint Paul, no golfo de S. Lourenco e a
1/2 miiha proximamente da estacao de soccorros.
Ein tempo de cerracao, de nevoeiro, ou duran-
te uma tempestade de neve, este assobio soara
durante 5 segundos em cada minuto. Poder-se ha
provavelmente oixvi-lo da distaacia de 10 a 15 mi-
lhas em calma, e de 3 a 6 milhas durante um tem-
poral, ou com vento contrario.
Ver a serie E, n. 26, caitas cs. 1437 e 1998* e
a instruccao n. 353, pagina 56
____
OCEANO PACIFICO
Illuminacdo e balizas do rio Guayaquil
(E |uatior .
0 consul francn em Panama, communicou, quo
se accendeu uma nova luz na ponta Mandmga, en-
trada do no Guayaquil.
A Inz Mmnm fixai elevada 33 melros aeimi
do nlvel do mar, e, estaodo a atmosphere clara,
poder-se-ha ve-la da distancia de 10 milhas.
0 pharol esta sobre a ponta Mandinga a 1/2
milha a leste de Puna, e sua posicao 6 dada acs
2* 44' e 30; S-, e 8* 13' 0.
PftHY
Liuba quinzena!
0 PAQL'ETE
sspera-se aqui. dos porto^ do s# ate o dia 13 d.
corrente, e depois fla demora do costume, seguir*
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para ond*
recebera passageiros, encommendas e carga i frefc*
OS AGENTES
Wilson Rone C
14RUA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\ategarao costeira a vapar.
MACEl6, ESCALAS PENEDO E AhACAJt .
0 vapor Manddhu
commandante Julio
seguira para os por
tos acima no dia i<>
do corrente, as 5 uo-
ras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 13 do corrente, enooni
mendas ate 0 dia 14, pasiagens e dinheiro a trait
ate as 2 horas da tarde do dia da sabida : a-
criptorio no Forte do Mattos n. 12.
Allianqa Maritima Por-
tuense.
Campanula de lavegacia eo
tre Portugal e Hraail.
A galera portagueza Vasco da Garrt 1 segue en
poucos dias para 0 Porto, achindo-se j: prompu
grande parte do seu carregaraento.
Para passageiros e fretes trata-se com o-ras
Eectivo oapitao, ou com os agentes da compaoaia
ose de Silva Loyo 4 Filho, escnptorio, a rna da
Corapanhia Pernambucaaa._________________
0
Balizas da Arrebentacdo de Mala.
Boia n. 1. Collocou-se uma boia de primeira
grandeza, com sino, pmtada do vermelho, junto da
ponta meridional at Arrebentacao de Mala.
Boia n. 2. Uma boia de primeira grandeza,
com sino, e pintada metade, wm*M, raetade
branca, a l/ do banco e era freme da emboca-
dura do rio Hondo.
Boia n. 3. Uma boia de primeira grandeza,
com sino, pintada de bianco, junto da ponta sep-
tentrional do banco.
Balizas da Arrebentacdo de Atacames
Collocou-sa uma boia de primeira grandeza,
com sino, e pintada de branco, na ponta N. 0. da
Arrebentacao de Atacames, e a 0. 3* S. 0. da
ponta Esmeralda. Dahi raarca se a ponta da Ga-
lera ao S. 49 S. 0.; a ponta de Sua ao S. 20- S.
0, e a ponta da ilha Aguada ao S. 6 S, 0.: a
120 metros da boia ha 3," 3 de funlo durante a
baixa-mar.
por 15 Mo-
Brigue-'tagUt Mown* eat/ado de Terra-Nova na
imjamaaiaja 0 (jpisifuna'o a Johnston Pater & C-,
ntanifeWra r
' Bac)h*t;350O barricas aos c msignaUrios.
JgSPACHOS Dfi BXPORTACAO NO DIA M) DE
J^NilRQ miT*>,.
Para os jjo^^.w^ff^^, ,
rio vapor ingJez Cordova para Liverpool,
faarrefoo : Amorim Irmaos 4 C. 3SO couros sal
ados com 5.200 kilos e 4 barricas com 234 1(9
M & QwmWH Ml Occos
awucar m iscavalo ; F. R.
%t^
dllos de aito branco.
kilogramma8.
Dito bruto-1*750 idem, idem, idem.
Dito regular1*70J idem, idenj, idem.
Dito, do Canal-l*M).i4m. iJem, ktem
Dito hruen^iWP^WHIiU^.f^MNr1
Entmdmib fQiHWr+tt-vfyim
AJgudaot,M3 sac4|.
(Estas, nttfm, s^at^wiaJ* ie sikbaioWj
de Janeiro)
Ex,
Vwtas
Para Liverpopl -
saccos. de-assucar l
Para 0 Canal -.O.fffi^ftfuy vww tyX*'
vado.
I'M \F3ffS3Utt?*ESl
mascavado.
f*oi*ss a^lamii
Para0 Para7t5bartjieade asan
JfVa a Maruii r altJatqta^. d
. Ram n 0 barriaas com
tez Jcftey, para Liverpool,
)00 sacaos com 150,090 kilos
Vrzik, para 0 Canal, car-
B. 5,000 saccos com 375,000
ezx Constanca, para o Canal,
atrsgo*TTiuA J. C ,1M0 saoew com 420,00u
Hiloi da assuoar mascavado.
lgftdae,f>>8P
Por esta admiaistracao faz-se sciente aos
contribuintes dos apparelhos e annuidades da
Corapanhia Recife Drainage, que, em virtude da
portaria do Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, de hontem dal^Ja, acha-se prorogado ate
0 dia 18 de jausiro proximo futuro o prazo para
0 recolidmento da importmcia dos mesmos appa-
relhos e annuidades.
Mesa do eonsulado provincial, 30 de dezembro
de 1873. '
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.

da carreira da Bahia segue par
esse porto logo que tenha com
pteto seu carfegamanto : trata-s*
com 0 capitao Custodio Jos*
Vianna, ou i rua do Amorim a
37, com Tasso Irmaos & C____
Lisboa
Para 0 referido porto pretenie Sc-giiir com pouca
iemora 0 brigue poitugiez Ligeiro III, de !
classe, capitao Nobre, pur ter a maior parte d
3eu carregamento engajad.?, e para 0 resto que lhf-
falta trata-se com os con.-ignataaos Joaquim Jos^
GonjaivesBeltrao & Filhc.'araa do Commerci..
n. 5.__________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
\Issvesaclo costeira a vapor
MAMANCUAPE.
0 vapor Coruripe
commandante Santo
seguira para o por
tu acima 10 dia 12 di
corrente. as 5 bora
da tard encommendas, passageiros e di
escriptorio no Forte do Matto
1* de ffeverciro do 1873.
Luz de porto tm Mania ou Puebo.
Igualmente, accendeu-se recentemente uma no-
va luz de porto em Mania, Equador.
A luz ii branca, fixa, e visivel, estando a atmos-
phera clara, de 9 milhas de distanoia em um
arco de 270 graos: esta collocada na entrada da
aldeia, ao norte, e sua posicao dada aos 0 56'
46" S., e 83* 3' 20" 0.
Rumos verdadeiros. Variacio : 9* 45" N. E.
em 1873.
Ver a serie L. ns. 22 e 23 ; as cartas ns. 1162,
2125, 2213, 2587 e 2687, e a inslrucjao n. 363,
paginas 5, 14 e 19.________________________
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PER-i
NAMBUCO.
Esta secretaria faz publico que nesta data foi
matriculado no respectivo livro de matrieula de
commerciantes 0 Sr. Francisco Mamede de Al-
meida, cidadao brasiieiro, de idsde de 49 annos,
domiciliado e estabelecido nesta praca com sua
casa de negocio de eomraissoe* de assucar e ou-
tros generos, a rua do Torres n. 12.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 12 de Janeiro de 1874.
0 offlcial-maior
Julio Guimaraes.
Recebe
uheiro a
a. 12.
carga,
frete :
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.Yavegacii costeira a vapor.
fARAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC.
TY, CEARl, MANDAHU. ACARACC' E G&A.WA
0 vapor Pirapama.
commandante Silva
seguira para os por
tos acima no dia It
dc corrente, as "
boras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 13 do corrente. ancotu
mandas ale 0 d:a 14, passageiros e dinheiro a ff*"
te ate as 2 horas da tarde do dia da sahiJa
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.________
"fc^
llto tto Penedo, sftpi inspecfi|o -,7*a00vj|^r 15
kilograramai. .
Assucar mascavado purgado-1*900,. wjr jj^ anno flnanceiro de 1873 a 1874, fieaado suites A
Cons Hi a do provincial
Pela mesa, do con-ulado provincial, se faz pu-
bUfiO, contar oa 30 dias uteis, marcaids para a arreca.-
dacan, independent a da multa, dos divorso* im-
postbi, cobrados por lanca*nto, perteocentes ao
multa, todos qs que forera pagos de4>bi deffndos
ot EofortdMs tf ioia **
Consulado provincial de Pernambuco, 2 d# ja
neiro de IfWfcr
raiBisirador
Ant Rios-
mmtm C** da llsserieordia do
Pela secretaria da anja Casa.da Misericordia
~"ta soyreiro./no dia ifio. cQrrente,
i manfij(. no'satto da casa dm
aranwnto das mcnsalidades vaacj.
fubro a dezembro, as amas q
f on dui\ a do ticf^pc^ ^ue
Tit
m*~v*-mmi*n*m
I apraieatem no roisrida dia e bora suas
[tas na reparticio das obras publicas, on*e Itm
THEATRO
mm mi4TiG0
EHPBKKA
LIMA PEN\NT
iuinta-feira 15 do oorrent
Primeira represenUcao do grande e, apnaaatpsa.
Irara* am 5 actqs, p 1 quadros traduzido 4u tran-
lez pelo arusta hxas^leifo Dr. Germauo Ptaofiiafto^
^IIIWB^lBat.
WEIO M LliO
Principiara as 8 1[.2 horas.
TlltTM
TO ANTONIO.
Al* o aa li do corrente es per ado
tapjraakericano OMario. comnnaals
ttoiftta-feira 15 do corr| VS^LXT"'*
Mmi* e variado oaaaauauteaa Isaosaela on
MM
clarloatiits.
Companhh Franceza de Wavega
0o a vapor
Linhainensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio a
Janeiro, (Saotos, somente na vol
ta ) Montevideo, BuenosAjros
(com baldeaeao para o Rosario
STEAMER
VUJLE BAUliV
Commandante. P. Robert.
E' esperado da Earopa, ate 22 do correate, -.-
guindo depois da radisp -nsavel demora para Os
portos do sod de sua escala, tocand.i desta ver aa
Bahia.
Relatjvaraeuto a fretes, encommendas, passagei
ros, para os quaes tem eicellentes acoftitnodajw-
por precos reduzidos : trata-se cm
03 COSSIGKATARIOS
AUGUSJO V. DUUVEIRA A C.
42Rua do QpannerctoEntrada pela rus
do lorrfB,

Conipaahia americaaa e braaWw
de papeies a vapv.
Para frfttas a pa3sagsa trau-sa (WWlin.
tea Heary Forster A C, rua doComaereio n.8.
/
I1EGIVEL
.....


r
"-!
4
;
de Pernaiqbuco -- Terca feiia IB do Janeiro da 174.
COMPAJffflA PERNAMBUCANA
BE
ftvega?* cateiraa vapor.
RIOFOKMOSO' ITABUKDiRt.
0 vapor Pa rakyba, torn-
rr.andante Pedro, segni-
ra para os portos acima
do dia 15 do correntp.
as 9 boras da noite.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
a frete : escriptorio no Forte do Mattos
G
gos
(Costa d'Africa)
& i Bahia espera-se ate o dia 5 do corrente mez
% Jjirca portugueu Hercilia, de primeira classe e
MWha-a qual, depois da demora aqui de 48 ho-
ras, mais on menos, jeguira para o lagar acima
meocianados. Recebe passageiros para os quaes
oJhreoe os melhores commodos; a tratar com
Fraacisco Ribeiro Porto Guimaraes: a rua do Ba-
rao Para
O patacho John Rose segue para o Para se po-
tter engajar sea carregamento nestes ires dias,
aiada mesmo a fretes reduzidos, a tratar com Tas-
o Irmaos & C ate" o dia 14 do corrente.
Bio de Janeiro
Para o porto acima segne com brevidade o la-
gar nacienal Francisco I, navio de 1" classe, por
tar a maior parte de soa cargs engajada. Para o
compieto da mesma, trata-se com Silva & Gascao,
a ma do Marquez de Olinda n. 60.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto segue em poacos dias o
patacho nacional Salsipuedes, navio de i* classe,
por ter a maior parte do sea carregamento a bor-
on. Para o resto da carga. trata-se com Silva &
Cascao, a raa do Marquez de Olinda n. 60.
LEILOES.
leilao
44 do corrente, as II boras da maaM, no anna
zem da raa do Vitario Tenorio n. 11. Na mesma
occasiao vendera uma poraao de maeos de Jnnco.
LEILAO
DE ... mtmmrin* I
149 mem de sola para fccnar eontas.
TERI^FCIRA 13 DO CORRENTE
as 11 boras da manhi
0 preposto do agente Pestana far* leilao,) r
conta e risco de queni pertencer, de 149 meio
de solla para fechar eontas.
A's 11 horas damanha
no trapiche da companhia pernainbncaiia.
SMLk
he
moveis elouea
ao correr do marteUo
Quarla-feira 14 do corrente
SENDO:
Uma forte mobilia de jacaranda, nsada, 1 dita de
amarello a Lura XV, com poaco nso, 1 cama
francezade jacaranda, 1 dita de amarello, mar-
qnezdes, marqnezas, 1 mesa elastica de ama-
rello, diversas commodas e meias ditas de ama-
rello, cadeiras avulsas, camas para menino, 1
importante carteira [de amarello com estante, I
grandes armarios, lavatorios, bercos, aparado
res de amarello, 1 rice cofre (prova de fogo), 1
ber?o de jacaranda e oatros maitos moveis que
serao vtndidos ao correr do martello, pois sao
de nma familia qne se relirou desta provincia
pelo agente Martins
No armazem da raa do Iroperador n. 48 as 11
horas da manha do dia acima.
moveis.
DE
, louqa, crystaes
e obras de prata
A SABER:
Cm piano de Colard & Colard, 1 mobilia de ja-
caranda com 1 sofa, 2 consolos, 2 cadeiras de bra
..as e 12 de guarnicao, 3 lancas e 6 pares de cor-
tinados, jarros e vasos para Mores, 1 lustre de
crystal com 4 bicos, 1 Undo tapete para meio de
sala (grande) casticaes e mangas.
Umaoutra mobilia de jacaranda, 2 escarradei-
ras, 2 candieirus de poicelana, 4 vasos para Mo-
res, 1 mesa para escriptorio, 1 esiante e 1 mappa
do Brasil.
Uma cama franceza de jacaranda (nova), 2 toi-
lettes, 2 guardas-vestidos, 2 lavatorios, 1 secreta-
ria de charSo, caixinhas de dito, 1 commoda, 1
mesa de amarello, 1 tocador e camas para me-
ninos.
Uma mesa elastica para 24 pessoas, 1 mobilia
de mogno, 1 guarda-louca, 1 aparador de mogno,
1 quartinheira, 2 aparadores torneados 1 mesa,
apparelbos de porcelana para cha e jantar, copos,
calices, garrafas, compoteiras da fino crystal, flan-
dres, notes e trem de cozinha.
Duas estanies de amarello, 1 mesa para escre-
ver, cadeiras americana3, consolos, cabides, me-
sas, cadeiras, lavatorios e muitos outros objectos.
Quatro sofas defero, 12 vasos de terra-cota
com flores, 1 carro de mao, irem de jardim, etc,
Colberes de prata, salvas, 1 faqueiro,- e maitos
')ntros objectos de casa de familia.
Hojc
V.m Sant'Anna, casa proxima
mesmo Dome*
0 Dr. Alvaro Caminha Tavares
de mudar sua residencia para a
leilao, por intervened do agente Pinto, os moveis
e mais objectos acima mencionados, existentes na
casa de sua residencia em Sant'Anna, onde se ef-
fectual o leilao.
A's 10 1|J horas em ponto parlira da cstacao
do arco de Santo Antonio, um trem espresso que
servira de conducao gratis aos concurrontes ao
leilSo.
O leilao principiara as 11
horas.
EM TEMPO
"^A mencionada casa sera tambem rendida em
leilao do dia 15 do corrente, podendo ser exami-
nada nos dias 13 e 14.
LEILAO
DO
Sobrado de 2 andares e sotao da travessa
da rua da Mad re de Deus n. 10, edificado
em chaos proprios.
Qu nta-leira 15 do corrente
A's 11 lf2 horas
Por intervencao do agente Pinto, em sea es-
criptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
?
a* eslae,So do
da Silva, tendo
cOrte, levaraa
Da excellente casa de campo em Sant'Anna, pro-
priedade do Dr. Alvaro Caminha Tavares da Sil-
va, a qnal torna-se reeommendada por ser bem
ediQcada, em chAos proprios, e ha ponco mais de
um anno, com 56 palmos de frente, 80 de fnndo,
com sotao, quarto fora, gallinheiro, casa de ba-
nho com 3 banheiros, bomba e um grande sitio
com 200 palmos de frente e mais de 1,000 pal-
mos de fundos, perto da estacao da linba ferrea,
lugar muito arejado e saudavel.
QUINTA-FE1RA 15 DO CORRENTE
As 11 horas em ponto.
Por inler\en0o do agente Pinto
Em sen escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Os pretendentes poderao examinar as accom-
modates da casa acima no dia 13 do corrente,
por occasiao do leilao de moveis, lonca, vidros e
crystaes que alii deve ter lugar, e no dia 14 por
occasiao da entre^a dos mesmos objectos.
ham da fflhra, satdo 4:5841906
Mesquiu Dutra 4:148*070
Viuva Amorim & Filbos 95 46U640
Joaqufm Jose da Silva 3:4581330
Tratasso Irmiosft C ol:l98#C00
Ouinta-feira IS do corrente
Ao meio dta
0 agente Pinto, cuinprindo o mandado do lllm.
St. Dr. juiz de direito especial do commercio, vara a leilao o resto da (Hvida, direitos e accoer,
conform? a reiacio acima mencionada, perten-
cente a massa fallida de Amorim, Frajroso, Santos
& C. O leili) tera lugar ao meio dia do dia
acima no escriptorio do mesmo agente a rua do
Bora Jesus n. 43.
=
agente
A nova igreja de Nossa Se-
nhora da Penha.
DE
Jrendas offerecklas, para com
o seu producto ser levado a
effeito parte da obra do ma-
gestoso tempk* de Nessa Se-
nhora da Penha (era cons-
iruccfio.)
Domingo 52 do corrente.
Nao tendo sido possivel dispor no ultimo leilao
que teve iugar em setembro proximo passado de
todas as prendas offerecidas pelos fieis a bem da
sobrado magestoso templo de Nossa Senbora da
Penh -" nem de eutras qne teem sido offertada
depois d'aquella data, resolveu o prefeito da Pe-
nha a fazer um ultimo leilao, que devera ter lugar
no dia 18 do corrente mez, das 8 1)2 horas da
manha ao meio dia, e das 3 boras da tarde as 6.
Pede-se aqnelles Gets qne fizeram offertas, se
dignem maada-las ate o dia 17 ao corrente, para
que possam ellas ser dispostas e inventanadas.
Pela manna e de meio dia a 1 hora da tarde
effe-tuar-se-ha a entrega das 140 prendas, cons
undo deoaro, prata, brilhantes emais pedras
preciosas, objectos offerecidos pelos lieis, ja inven-
tariados.
De 3 horas da tarde em diante dispdr-se-ha de
muitos oatros objectos ja remetlidos, assim como
d'aquelles que remetterem ate o dia do leilao.
AVISOS DVERSOS
YAPOR FRANCEZ
RCA DO BARAO DA VIGTOMA
if. 7Outr'ora NovaN.
Calcado
fraacez.
case-
pro-
CASA DA FORM.
AOS 4:1
LEILAO
DE
uma parte no valor de 5:819-5389 do sobra-
do de um andar da rua da Senzala Ve-
llia n. 82, avaliada em 15:000$000, em
1869.
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
Ao nicio dia.
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
cirptorio a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
DE
Leilao
DE
4 caixascom 100 caixinhas de papelaocom
doce de marmelada
Terca-feira 13 do corrente.
As 10 1)2 horas da manha.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quera pertencer, de 4 caixas com
100 caixinhas de papelao com doce de rmrmelada
is 10 1[2 horas em ponto
No armazem doSr. Anues, em frente da alfan-
____________ Idega.
DE
8 conros inteiros de solla de Lisboa e 6 du-
zias de cordovao para fechar eontas
Hoje
4s 11 horas
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 8 couros
teiros e 6 duzias de cordovao para fechar eontas
TERQA-FEIRA 31 DO CORRENTE.
A's 11 horas da manha
no trapiche da companhia pernambucana.
Agente Dias
Novo leilao
DO
hotel denominado Duas NaQdes, sito a rua
de Mariz e Barros, antiga rua do Cordoniz
n. 10.
crystaes e objectos de ouro e
prata
Quinta-feira 15 do corrente
NA
FEIRA SEMANAL
16Rua do ImperaddrH
pelo agente Martins.
LEILAO
DO
resto das dividas activas, direitos, eaccoes
da massa fallida de Amorim, Fragoso,
Santos & C.
A saber :
Dr. Antonio Vicente do Nasciraento
Feitosa
Antonio Alves Ferreira
Antonio Francisco deSouza Maga-
Ihaes Junior
Antonio Jose de Siqueira
Francisco de Paula Andrade
Frederico Miguel deSouza
George Neston
Isabel Maria da Costa
Jose Alexandre Gubian Verdem (ces-
sionario)
Bento Jose da Costa
Jose Cavalcante Lins
Jose de Barros Lins
BILHETES GARANTIDOS.
I' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
llzes bilhetes, um inteiro n. 1,473 com 4:000^000,
um meio n. 817 com lOOiCOO, e outras sortes de 40*
20a da loteria qne se acabon de extrahir (82'),
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume, sem desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantido;
la 7* parte das lotenas a beneBcio da mitriz
de Barreiros (83), que se extrahira na sexta-feira,
do corrente mez.
PREQOS
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2/i000
EM PORgiO DE 1003)000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 3*800
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Seas
Para hw
BOTINAS de beierro, cordavao, peHica, Jnstre e
de dnraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de beierro, de cordavao e de
mira.
8APATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pan,
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de Upete, chariot, castor e de tranca
francezes e portugneies.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cflres dlfferentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugneies.
Para nieninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portnguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homens, e meias perneiras
para nieninos.
No armazem do vapor francez, a raa do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gnernicSes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto mnito bom por serem fortes e
levos. e os mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a raa do Barao
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar mnito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extract03,Ebanhas, oleos, |opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja^ agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dra.
francez, a rua do Barao
ova n. 7.
FUNDIfjAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM R. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seahorei de eogenbo e oatros igricaltoica, e fimpregadorea de m
ininiimo o favor de uma visits a sea estabelecimenio, para verem o novo sortitMDto
'-omplato qae sbi tem; sendo tado superior eat qaalidade e fortidio; o qae com a ins
mccIo pessoal pode-se verificar.
ESPECUL ATTENgAO AO N(IMERO E LUGAR DE SUA FONDigAO
faporese rodas dagna r.r^S.T^^S^i
itrcnmstaocias dos senbores proprietary* e para desearocar algorilo.
Moeiidas de canna del?d08 0Itimana. M.miaores qae q
ex is tem.
para animaes, agna e vapor.
Rodas dentadas
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnes o fundos de alambiques.
Haehinismos
Bombas
para maodioca e algodao,]
e pira terrar madeira.
2:000*000
1:000*000
1:000*000
2:000*000
1:000*000
600*000
3:000*000
1:000*000
as 11 horas da manba
0 agente DIAS, levara novamente a leiUo, por
mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do com-
memo, 2 consolos, 2 bancas, 1 sofa, 18 cadeira3
degoarnisao, 2 apaiadores de amarello, 3 mesas
de pinko, alguma inca, trem de cozinha, diver-
sas hortalices e doces em conserva (pequena
qoantidade), tado existente no referido hotel,
proprietario garautindo o arrendamento do esta-
belecimento, torna-se este recommendavel pela
excellente posicio em qne 6 situado, nao so para
cootinuar no mesmo ramo de negocio que tem,
como para qualquer estabelecimenio commercial'"
LEILAO
Moveis,
DE
vidros
e loucas.
QUARTA FEIRA 14 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA.
O preposto do agente Pestana fara leilao por
conto e risco de qoem pertencer, de uma mobilia
de jacaranda com tempos de pedra, nma dita de
amarello, um piano inglez de jacaranda, nm
guarda vestido de amarello, meia commoda de
dito, nma cama de jacaranda, para casal, uma dita
deanogno, uma dita de amarello, marqnezas.
raaraaezoes, camas de ferro, qnadros, mesas re-
dondas, consolos de amarello, quartinheiras, ca-
bidet, aparadores, e outros muitos objectos qua
se acharao patentee no acto do leilao, quartafeira
Jose do Alencquer Simoes do Amaral
J. P. Adour & C.
James Oliver
Joaquim Francisco de Mello Santos
Jose Joaquim Jorge
Luiz Jose Marques
Manoel Buarque de Macedo Lima
Manoel Antonio dos Passos e
Oliveira
Manoel Goncalves de Oliveira
Manoel de Azevedo Pontes
Son, Filhos 4 C (admittidos ao pas-
sivo dafallencia)
Tito Avelino de Barros
Victorino Jose* de Souza Ttavasso
Joan Baptista Fragoso
Jose Antonio de Azevedo Santos
Francisco de Barros Bego
Francisco de Paula Pereira
Joao Luiz de Oliveira Azevedo
Manoel Gomes de Souza
Octaviano de Souza Franca
Siqueira & Pereira, Camillo J. Eme-
renciano
Antonio Joaquim Panasco
Francisco Jose Fernandes Gitirana
Farias & C. e Francisco da Cnnha
Machado Pedrosa
Antonio Joaquim Haduro Brandio
Francisco Antonio de Mendonca
Pedro Panlo dos Santos
Manoel Luiz Wanderley
Manoel Pereira da Costa
Joao Paulo da Silva
Joaquim Jose Medeiros
Jose Bento Goncalves Carneiro
Pedro Jose Costa Castello Branco
Manoel Pirmino da Silva
E. V. Wyht
Machado & Souza
Francisco Moreiro Dias
Joaquim Albuquerque Mello
Rego 4C..4 lrmao
Francisco de Barros Rego
Joao Jose Medeiros Carneiro dt C.
Joaquim Jose de Mello Irmio
0 mesmo
Joaquim Albuquerque Mello
4:000*000
4:000*000
1:000*000
1:500*000
5:000*000
1:500*000
2:000*000
2:500*000
2:000*000
3:000*000
2.000*000
2:000*000
5:000*000
5:000*000
1:000*000
o:000*000
7:000*000
5:000*000
4:247*201
2:000*000
2:689*240
2:484*52"
2:151*240
3:212*000
119*400
100*000
7:242*940
770*130
281*442
2:845*920
739*000
145*580
229*261
500*000
546*498
464*000
l:300*00u
2:024*980
1:149*418
1:170*0<0
1:000*000
250*000
o:4IO*126
1:134*208
897*350
1069*170
300*000
Maria Guilhermina Accioli e seus filhos En
Accioli, Adolpho Accioli, Gregorio Acoiuli, Manoel
Accioli, Henrique de Miranda, Anna Accioli, The-
mira Accioli e Maria Accioli, agradecem cordial-
mente a todas as pessoas que se dignaram acom-
panhar ao cemiterio publico os reslos murtaes de
sua presadissima filha e irma Iva Minervina Ac-
cioli, e de novo convidam a essas pessoas e mais
a seus parentes e amigos para assistirem a missa
do setimo dia de seu oassamento (14 do corrente),
que leia lugar na malnz de S. Jose, as 7 toras do
dia.
Justmo Martyr Oor-
leia de Mello.
A sociedade beneficente segredo
e amor da ordem, convida a todos
os socios e amigos do fallecido
TOnsouio Justino Martyr Correia de
Mello, para a mis.-a do setimo dia,
que tera lugar no convento do Car:
mo, as 7 1 j2 boras do dia 13 (tt-rca
S^^BB8BjHBJBjH|SBJ^BJJBSS&
Joao Jose de Luna Freire.
Adelino Antonio de Luna Freire, Umbelina Au-
gusta dc Mello Luna, Clara Olympia de Luna
Freire, Anna Candida de Luna Freire e Julia
Augusta de Luna Freire agiadecem as pessoas
que se dignaram assistir aos ultimos suffragios
de seu presado irmao Joao Jose de Luna Freire,
e de novo os convida para a missa do s.etimo dia,
14 do corrente mez, que sera eelebrada na matriz
da villa do Cabo, as 7 horas da manha.
Catharina Sin oes da Silva.
0 chefe de divisao Mamede SimSes da Silva
(ausente) D. Anna Innocencia da Silva, Caro-
lina Josepha da Silva Pinheiro. D. Candida Rosa
Gomes da Silva, D. Gertrudes Maria Gomes, Je-
suino Rodrigues Cardoso, Joao Candido Gomes
da Silva, D. Laura Poscilia da Silva Cardoso, D.
Annuneiada Maria Gomes da Silva, D. Goraida
Olympia Gomes da Silva, D. Maria Angelica Gomei
da Silva, filhos, irmaos e netos da faliecida Catha-
rina Simoes da Silva, de novo convidam aos pa-
rentes e amigos a ouvirem as missas qne pelo re-
pouso eterno mandam rezar na capella do cemi-
terio publico no dia 14 do corrente pelas 7 ho-
ras e meia da manha, trigesimo dia do sea falle-
cimento.
Precisa-se
de nma ama preferindo-se escrava, que saiba en-
gommar e cozinhar bem para o service de uma
casa estrangeira de duas pessoas : a travessa da
Concordia n. II. ___________
ATTENGAO
Josepha Henriqueta de Miranda Barros offere-
ce-se para ensinar em algum engenho, que nao
seja muito distante desta praca, para e que tem
bastante pratica : qnem de sen prestimo se qui-
zer ntilisar, dirija-se a rua de Santa Rita n. 89.
Precisa-se de uma ama de leite, sem fllho:
na raa Direita n. 68, loja.
Na rua de S. Francisco n. 72,
de uma ama boa engommadeira, pagan
se agradar.
precisa-se
ao-se bem
0 pharmaceutico, Firmino Antonio, scienti-
fica o respeitavel corpo do commercio, e o pn-
blico em geral, qne nesta data deixou de ser res-
ponsalel pharmaceutico da casa Bartholomeu &
C. a rua larga do Rosario 34, por ter desde
agosto do anno proximo passado, pedido a sua
exoneracao, ao Sr. Barao de Santa Cruz, e, este
ter cbegado da Enropa, e dispensar desde ja os
teas servicos, teudo neste sentido ja offlcia-
do ao Exm. Srs. Dr. inspector de saude pu-
blica, para cumprimento da lei,
Recife, 9 de jineirode 1874.
Firmino Antonio Sotto-Maior Raposo.
Aluga-se uma casa nova, sita a rua Imperial
n. 261. propria para qualquer estabelecimento ;
assim como, tem bons commodos para familia, e
com grande quintal murado : a tratar na mesma
raa n. 31, armazem da sal.
Pereira da Curias Irmaos, raudaram
seu escriptorio da rua Marquez de Olinda
n. 21, para a travesea da Madre Deus
o. 16. u. i*
ay.
No armazem do vapor
da Victoria, outr'ora No'
Quinquilharias.
.lrtigos de differentes gostos e
pliantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Lnvas de Jouvin, de flo de Escocia e de camurca.
Caixinhas de cosiura ornada com musica.
Albuns e quadrinlios para retratos.
Caixin;;cis com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitacao e botoes de punhos de pla-
que".
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cdres.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de a^o e
de tartaruga.
Oculos de aco flno e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de mar-
fitn.
Jengalla3 diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembara$ar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beja.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den
tes. .
Carteirinhas de medreperola para dinheiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para Chamar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes joguinhos alle-
mSes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, torn para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricaa vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cdres para illumina^oes de
fesus.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf6.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de lonca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras donradas e pratas para
qnadros.
Qnadros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia. *
Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos barmonicos on accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difficeis de menctonar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se node desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
s precos mais resumidos qne e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Cestinhas para cosiura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, cua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Podendo]todos
ser movidos a mio
por agui, vapor,
de pateute, garantidas........ |ou animaes.
Todas as machinas e mn d*qne ,e CM,Dma p"^-
Pas qualquer concerto de macbL3i8Dao prec "" remmido.
Formflg Hfi f6IT0 lem meU>orea e nuia baraUs existentes no aer-
KnnnmmATlffaa Incombe-se de msndar vir qualquer machinismo I ton-
QUtUlllUlrJUUas, ude dog dienteg> lembrand0.lhet a vantagem de hmm
mas comprst por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer oecessidade pOce
has prestar taxilio.
irados americanos e in,lrD^JeDto, *.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
4' raa do Barao do Triompho (rua do Bruin) ns. 100a 104
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra compieto sortimento de ferragens e machinas para 1
genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cayallos.
U&lGeir&S de sobresalente para vapores.
M.OenaaS lllteiraS e meias moendas, obra como unca aqui veio.
LaiXaS IUndiaaS e batidas, dos melhores fabricantes.
LlOClaS U agua COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogiOB e apitOS para vapores.
DODlDaS de ferro, de repucbo.
ArauOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pwroenas.
Concertos concertam cm promptidlo qualquer obra ou machina, para o que tetm
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mandam vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
I
Iffll
ANTONIO JOSfi Df AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
os que tem, novos e
Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos
asados, pelo prego do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ANNEIS electricos para curar dores de cabega. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARGA e papel picado para bordar com la ou s&la.
VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato prego.
Cozlnheira
Aluga-se uma na rua do Bom Josus n. 87, pri-
meiro andar.
FBANCOIS LACOSTE, durante a sua estada
na Enropa, deixa par seu procurador o Sr. Jero-
nymo Delsnc, entregue da gerencia do hotel de
Bordeaux, sito & rua Priaierro de Marco n. 7 A,
primeiro andar.
Recife, 9 de Janeiro de 1874.
HAMS AMERICANA
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanaposjencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
Gartftes de visila. livros, envelopes e loda a qualidade de
papeis, clara e exaclamente coin o nome compelente da pessoa
Garante-se dar uma chapa tio boa como poderia conseguir-se em Londres ou Nots
York, e affiance.-se igualmente que a tinta ser indelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa com o nome da pessoa 6 acompahada de dous frasquinhos de tinta, um
pincel, uma direcgao sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
tinta, custando tudo
Precoaxo 3^000
Em letra de mio e gothica 59000
ARGOLAS \1AIilCA?iiVS
PARA CHAVES
Sao muito commodas e possuem as seguintes vantagens :
Servem para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lugar para o
nome e moradia do dono.
Sao faceis de abrir e fechar, deixam entrar a maior chare sem offender a
argola.
Sao feitas de prata allema e nio slo sujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
argolas de ace, sao muito fortes e bonitas. Cada argola amerioana com o nome e mera-
dia do dono, aberta na mesma, custa:
Prego fixo if^OOO*
-
<&
P. LAURO MACPHEBSON
:i\0 HOTEL ESTAfflNfiT
Rua do Imperador n. 32
TODOS OS DIAS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO
DIA.
-14 M
r



3-jtfio de FeroambucA-trt TJefi^ teira 13 & Janeiro de 18?4
^



CabacinhafrflWhiatp.
Mate era po e em folha.
Cafe verdadeiro de Java.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Bolachinhas oslias, j,ara dielas.
Licores Qnissimos. [ *'
Geleias de diversas quaHdade*.
Docea seccos, em calda e ralados.
Fiambrea preparados.
Padtas kotos intfexes.
Xaropes e orchata de Lisboa.
Amendoas e confeitos.
Urn* pes*a uo tern mais
que ir log* e l>ge>
A e*nfoitarla do Caairas
A
Precisa-se de am caixeiro com bastante pra-
lica de taverna, que tenha 16 a 18 amios, e que
de conheeimento de sua conducta : na rua de
Santo Amaro n. 2.
A&ULHA2
Accessorrs
PARA
NovameBte se rofa a pessoa que no dia SO
de novembro proximo passado achon uma carteira
no fim da nn Nova, defronie do bilhar da casa
n. 67, pelas 4 horas da tarde, conlendo duas
letras, uma de 4004, outra de 1761487 enmfi-
ca de 204, e mais sessenta e tanloa mil reis em
dlntoelro e outros papeii de importancia, cnmo
ja foi annunciado nor este Diario noe diat 21, 22
e 14 do mencionado mes de novembro, sendo a
lettra'de 400*. aceitt pelo Sr. Dr. Francisco
Augusto da Costa, a favor do Sr. Dr. Claudino
de Araujo Guimaries, vencida no dia 6 de marco
de 1871, com os juros de 1 */! favor de man*
dar entregar dita carteira, na mesma casa n. 67,
na loja de relojoeiro, on a Bernardino de Senna
Dias, que foi quern a perdeu ; e fazendo entre-
ga de tudo, podera ficar com o dinbeiro por era-
tificacao, e se lhe agradecera, visto como ditas
letra* e papeis de nada servem a quern acbou, e
aim a quern perdeu, nor se ter feito sciente'aos
respeewras devedores.______________________
COZINHEIRO
Precisa-se de urn cozinheiro : na rua do Cordo
niz n. i.
NURTIMENTO
MEDl'dNA
Preparado pot
Lanman & Kemd
para thi si aca
toda a qualidade
de doen^as, quer
seja na garganta,
peito ou bofcs.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado cbimi-
.calmente.e suas
I valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tern
sido submettido
aumexamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
sxaminado
IODINO EUMPODER SALVADOR.
Em todo o oleo de flgado de bacalhao, e na-
quelle no qual contem a maior porcao desta
;nvaluavel propriedade, e o unico meio para
"urar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Pbtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da* vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da" tanto
nutimento aosystema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacao tem sido dcs-
truida pelas affeccoes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHAO
DE
LANMAN & KEMP
Se e que desejam ver-se livres e isentas de
dnfermidades.
Convida-se
aos senhores escriptore9, litteralos, chefes de re-
particoes e commerciantes a visitarem a
ENCADERNACAO BRAS1LEIRA
a rua Duqne de Caxias n. 21, onde verao que e
este o estabelecimento que dispde dos melbores
meios e procesaos para bem servi-los na arte de
encadernar, e o uiuco que
POSSUE A MELHOR
macbina para pautar papel, riscar livros, mappas,
manifestos, folhas de empregados, despaclws, fac-
.uras, comas cerrentes e de venda ; en jo tr aba I ho
-era regulado peia seguinte tabella de precos :
Papel pequeno em caixinhas.
Para pautar 1 caixa IJOCO.
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Idem 10 ditas a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
Idem SO ditas a 250 rs.
Idem MO ditas a 200 rs.
Idem 100 ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Papel em tamanho flume, contas e despachos.
Por pautar 1 resma 1*500.
Idem 10 a 1*200 cada uma.
Idem 20 a I*.
Idem SO a 800 rs.
Idem 100 a 600 rs.
Idem 200 a 400 rs.
Mais de 200 a 320 rs.
Outros trabalho* conform* e ajnste.
A differenca em preco do papel liso para o
pautado, no nosao mercado, e muito superior a 320
rs. em resma, sendo por is?o vantoioso aos Sre
IMPORTADORES DE PAPEL
mandarem vir o papel liso para aqni ser pautado,
podendo assim venderem mais barato, ganhando
mais dinheiro, para o que
GARANTE-SE .
a bondade e limpexa do trabalho, entregando-se
os volumes de resma com a mesma perfeicao e
igualdade que se tiver recebido na
ENCADERNACAO BRASILEIRA
21-Raa Duque de Caxias11.
Dentscher Huelfsvereiii
General Yersaiiinilung
am 19 dieses Monats
w. otto
Precisa-se
rua de Domingo*
M
na padaria da
80 Recife, o, 96,
PARTE
DA
Machina

Com as falsificac,des que tem apparecido
M :
n
DAS HACHUAS PARA COSTUBA
DE
SINGER
CO
3
Nenhuma ma-
china Singer e legi-
tima se nao levar
Porq
uer
a esta marca iixa no
rjg bracp da machina.
Paraevitarfalsi-
o.
05
fi canoes notem-se g
r
bem todos osdeta-
lhes da marca.
c3
O

I!
A dinheiro e a prazo!
A Contento das Exmas. familias
MACHINAS DE SINGER
S3o mais baratas.
S3o de dous pospontos.
Sao simples.
Sao rapidas.
S3 duradouras.
MACHINAS DE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abainbam.
Franzem
Pregam tran^as.
Marcam pregas.
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UJSTICA AGE NCI A .
EM
A CASA AMERICANA
'& RUA DO 1MPERAD0R 4$
49 Rua (lolraperador 49
Mm^^m
J.fSK&i'
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamades autores,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Ofierece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este elima, o qual os amadores dos
bous pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais completo sortimento de materiaes para conoertar pianos, como
s3o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RCA HO IMPElt All OR 49
PENHOEES
Natravessa daraa
dasCruzes n. 2,-pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
m#m&#.mm*m&MM&
A/. Henr/. do Sup/. -Arch.',
do Univ.*.
A.*. Socie.*. Mac.-. Cor.'. Llr.'. e Pop.'.
do Esp.'. Rit. Brasi ao val da rua Direita
n. 112.-., faz sciente aos sens associados qua
vai por em exocucao em sessao de assemblaa
Serai quarta-feira, 14 do corrente mez, as 6 horas
I tarde, e dahi por diante, o decreto de SO de
novembro do anno proximo passado.-.. aqnelles
que nao qutzerem ser nelle comprehendidos, de-
vem entender-se com o thesour. T. de B. e
Silva.'. V.-. R.-. de Janeiro de 1874.-.
0 secret.'.
A.*, de J.-.'BandAira.'.
m
m
*
*
i
S
I
%k vimento terrea, qoe o encontrarao promp-
mL to. A garantia de sens trabalhoa e fa-
*K re-los por pregos modicos ; assim como
tambem vende relogios.
mx*mmxi**#mmwm#
0 relojoeiro e dourador
Albino Baptista da Rocba,
de volta da Enropa, conti-
nda a encarregar-se de
concertar e dourar relo-
gios, bem como outros
objectos; rogando a sens
amigos e fregueces o ob-
sequio de procura lo na rua Dunne de
Caxias (antiga rua da Cruzes) n. 32, pa-
m
m
m
m
Husica
0 professor Manoel Augusto de Menezes Costa
toma diseipulos de ambos os sexos, tanto em sua
casa como em particular, para leecionapcantoria
ou qualquer instrument : quern de sen prestimo
se quizer utilisar, procure-o na rna Augusta nu-
mero 187.
Manoel Martina Pires, em casa dos Srs. E. A.
Burle k C, na rna do Bom Jesus n. 48, tem para
vender macbina para tomar massa, dita para
cortar bolachas e eyllndro dnplo.
Uma pessoa com babilitacdes necessarias,
propoe-se a ensinar primeiras lettras e fraoeez,
em algnm engenho proximo desta cidade : quern
preeisar dos sens servicos, dirija-se 4 rua do Hoe-
picio n, |0para traiar.
*
Imperial Institute de N. S.
do Bom Conseliio
Dirisldo pelo bach are I Antonio Co-
lumbano Seraphleo de Assis
CarvIho.
Tem lugar, neste Instituto, no dia 7 de Janeiro
do corrente anno, a abertura das aulas as fns-
trnccao primaria e secundaria
ALMANAKS
DE
BARTHOLOMEU
PECHTOCHAS
'20
CftESFO
j pom
eohlinnn s vrndw muito barbto pat it apurai
muito liiulicno,
CASSA LA
Chegoa esta fazenda,sendo iindos padroes, e ven-
de-se pelo diminuto preco de. 200 rs. o covado, 6
pechincha I I dao-se. ainostras.
METLNS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto.
padrdes novos, pelo prefo de 400 rs. o covado, e
pechincha I t t doi-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Lisinbas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. 0
covado.
Dita* com listras, padroes modernes, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padrSes modernos, a 640 rs. o
covade, e pechincha I I I dio-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrSes bonitos, fazenda de
1^000 a 400 o covado, e pechincha I t I dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I dio-se amostras.
Cortes de casemira di cores, a 5*X0G cada um.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de meninos, a 660 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de chila adamascada, a 3*800 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3/500
e 4*000.
Lencoes de bramante, a 2/000.
Ditas de algodao, a 1*400.
Toalbas alcochoadas, a:6/000 a dnzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados, a 2/000 a duzia.
Ditos de esguiao flnos, a 3*500 a duzia.
Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*500 a
Mi
Cambraia Victoriaa a 3*800.
Atoalhado adamascado, a 2*000 a van.
Dito trancado, a 1*400 a vara.
Pnstoes de cores, a 1*000 o corte.
Chales de merin6 liso, a 2*000.
Ditos estampados, a 3*500,4*000 e 4*500.
Ditos com listras muito finos, a 5*800 e 6*000
Esguiao muito fino, a 2*000 a vara.
Brim preto trancado, a 2*000 a vara.
Bramante de algodSo.a 1*600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
2/500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, a 5/000 a peca.
Dito domeslico, a 3*000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cam!-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzuc cambraU de cores muito flna, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
86 na rua do Crespo n. 20
Loja de
Guilherme & C.
r Ataga-se o armaiem e o priraeiro andar do
sobrado da rua de Bora Jesus oulr'ora da Cruz,
n. 20, proprios para estabelecimenifl commercial :
a tratar na rna do Marqncz dt ulinda n. 52.
FiigMo
300^000 -ac-ntiiiica(;ao
J>mrmm'im inMn Jfc'tt-JnsH-1 d- i's'-
praj de liouic AtfrcdCj repmMMn m to 3d a i0.
annos de idade, ( perteito cozinheiro, alto bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos grander, e muito
ladino, consla uue tem pai no engenho do Sr. Lulu
&e Caiara, am S. Lourenro da Malta. Este prcto
foi cnzinh"irq dos uegocianus Adriano 4 Castro e
Sr. Jose Joaquim Goncalves Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algura hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capities de campo. qne o deaco-
brindo, o tragam a rua Duque de CaxiaS n. 9!, loja
de miudezas do rival sem segundo, que serao gra-
tiflcados com a quantia acima. ______j
M0F1NA
Est4 encouraqado !! !
Afiua uixtle -if pclrn tiara
K'auC< U att- (cue n ffura.
IKljl-ic *. li;in. M >.>""> V"-* d* d'.l
; .'* na ui- <- o> ->.''...'f,'ti >idt* ftnttmrnm,
Uvor de vtr .i tua uinjue >is ijxias n. 36, a coc-
cluir aqueik n< realisar, peia Urceira diamadd desto jornal, em
6ns de dezembro d; 1871, e ilepou para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada enmprk,
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deve lembrar que este netocio
de mais de oito annos, e qunndo o Sr. sea Mho
chava nesta cidade.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-st
allar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe
eira, v negocio de sen interesse.

Desoob^rlas medkiaaes
9

fa
m
m
9

C0Z1M1EIR.\
Prectsase de uma p'erfeita cozinheira, nao im-
porta qne seja forra ou escrava, para casa de uma
familia estrangeira, paga-se bem: a tratar na
rua do Bom Jesus n. 55, casa de Keller & C.
ATTENCAO
Paz-se negocio com o estabelecimento sito a
praca da Independencia ns. 32 a 36, com as mer-
cadorias existentes ou sem ellas : a tratar no
mesmo._____________________' _____________
Carvfto animal
OA
Fabrica do Monteiro a 2$ a
arroba.
Os proprietarigs deste grande estabelecimento
avisam ao respeitavel pubiico e especialmente aos
Srs. refinadores, que se acham de continuo pro-
vidos de grande porcao do melhor carvio animal,
nao so para abastecer o consumo interno da pro-
vincia, mais ainda para satisfazer qualquer en-
commenda para exportafao. Os pedidos poderao
ser feitas a rua Duque de Caxias n. 28, deposito
central.
PELO BACH ABEL
MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCANTI
o Preservativo da ery-
slpela : para curar com certeza, e
em pouee tempo, qualquer ataque de
erjsipela, e prevemr o sen reappare
cimento.
Este medicamento tambem e muito
poderoso para o rhennwtisme.
%' o Resjnlador da mens-
truaeao : para falta, irregulahda- g
de, suppressao repentina da menstrua- '
(So, e dos locbios, assim como para
todos os sofTrimentoi devidos aquellas
affeccSes. Ambos estes medicamentos
ja sao muito conceituados, e procura-
dos nesta provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-se a venda somente em casa
do autor, das 9 horas do dia as 3 da
tarde, e a qualquer hora em cases ur-
gentes. W
GRATIS AOS POBRES
Rua da Imperatriz n. 14, 2* andar.
Casa de campo
Offerece-se a quern quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellente casa sila na Porta d'Agua,
que foi do flnado Dr. Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro, passando-se escriptnra para maior seguran-
ca. A localidade e muito salubre, e a casa muito
tresca, tem magnilico banho de agua doce em
frente, e e muito commodo visto que o trem passa
lefronte : quern pretender pdde dirigir-se ao Sr.
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Cannan, a rna do Commercio n. 'i0.
Attengao
0 Sr. Franci'co Acostinho Madeira, e roga do
vir a rua do Duqne de Caxias n. 60 A^_________
NOVAS PUBLfCACOES MUSICAES.
L. J. d'.tzevi'dollua !\ova u. f f.
Ao Sr. chefe da saude pu-
blica.
Pergunta-se se pode o ftlho do flnado Peixe,
que e relojoeiro, estar com a botica do sen finado
pai, abt-rta e vendendo remedios a titulo de casa
de drogas 1 ?
_______ Um pharmaceutico.
0 arlisla eabelleireiro
Javme.
Podera ser procurado para exercer os misteres
de sua proflssao a rua do Duque de Caxias n.
28, deposito central de perfumarias da fabrica do
Monteiro.
Escravo fugido.
Fugio no dia 4 do corrente mez de Janeiro de
74 o-preto por nome Ignacio, idade 40 annos, al-
tura regular, secco do corpo, bigode e Cavagnac
ralo, cabeca muito peqnena, olhos pequenos, falta
de dentes ca frente, rosto secco, tem voz baixa,
falta pouco, e e carregado no semblante, foi do
engenho, comprado a D. Fdippa <"avalcante de
Albuquerque, senliora do engenho Canto Es-
curo, do sul, comprado em 17 de junho do anno
proximo passado, e dahi para ca se tem oo.cupado
no trabalho de padaria, deve ter os nos dos dedos
das maos calejados do referido servico, sahio com
roupa ordinaria, ralca remendada, e costuma an-
dar com ella arregacada, e camisa por fora da
calga, levou camisa de chita com listras encarna-
das, e de algodaozin o, tudo ja usado ; descrnfla-
se que seguisse o caminho do sul para o referido
engenho ou seus soburbios : pede-se as autorida-
des policiaes ou as ppssoas que o encontrarem de
leva-lo a casa de seu senlwr, no Recife, em Santo
Amaro das Salinas, rua do Lima n. 72, que se
gratificar agenerosamente.
Acabatn de publicar-se, e acham-se a
venda as seguintts musicas :
PIA.NO SO".
Danse espanhola, por Ascher 29000
Arabella, mazurka, por G. Wer-
theimer 1^500
Valsa do Fagsto, por Croyzes 190 vO
Sonho de uma virgem, por Albcr-
tazzi 19000
Anna la Prie, cavatina 19000
AoClair de la Lune, por Bussmeyer lr&XMt
Estrella do sorte jPolkabriihante 19000
Sauda;ao ao Bahia (
Cricket, por Seixas, offerecida aos
chrickets club pernambucano e
babiano 19000
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 29000
Non m'amava, romance por Guercia 19000
Tambem recebeu da Europe grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc.
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
n. 20, accam sobre 0 BaDco Commercial
de Viauna e suas agencias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a vista e a prazo
por todos os paquetes.
0iiX^^I QQQQQdQO CSSQC-JR
SJ Odilon iliiarlc k lrwd %
I Caklleirciro
0 Rua da Imperatriz n. 82 0
%, Rtceberam um grade e variado a.rii- jf,
Q mento de tran.a< de cabello artifli it Ipat
il baratissimo pre^o do G# c. CONSULTORIO
DD
1. FKRREIRA
Medi-o oper-J -. a ma larga do P.o-
n. in.
Aniifo ca a pai.
Cura de bydroct i tea inji erjo
Abfitura de abcessos e ex.rai
de derramamentis ;eroso pelo tepl-
rador de Potain.
Consulias de 7 hcras da MMfeiM
meio dia
Chamad s a qualquer
Gratis aos pobre?.
Escravo
fugido
Fugio no dia 30 de dezembro, e consta que an-
da pelos sitios dos AfDictos e ^rraial, o Dreto
Tito, idade de 40 annos pouco mais ou menos,
altura regular, e bem pn to, e tem na cara mar-
cas de bexigas ; levou camisa de chita verde e
calca de brim pardo ja velho; anda sempre com
um pequeno avental, para encobnr a quebradnra.
Quem o pegar leve-o ao Caminho Novon. i08. ou
a rua Nova n. II, que sera bem recompensapo.
Da-se dinheiro a premio sobre hypotheca
nesta cidade, assim como alugase nm moieque de
14 annos: a tratar na rua do Duque oe Caxias
n. 4i.
. Aluga-se um escravo m6co para aaalouex
servico : na rua do Imperador n. 50.
Carro americano
Vcnde-se nm carro americano, de quatro rodas
e 2 ou 4 assentos a vontade, em perfeito estado e
com arreios : para ver na fabrica de carros da
rua da Florentina n. 14, aonde se dira com quem
se deve tratar. ____________
AO lira
0 abaixo assignado declara ao publice e com
^speciaiidade ao corpo do commercio, que com
prou a Uverna sita na travessa do Peixoto n. 30,
ao Sr-Antonio Jose Vieira, Uvre e desembaracada
de qualquer debito ou onus.
________________Manoel Jose Fernandes.
ALUGA-SE
uma casa aa Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
*$$&*$* $ $*$**
I Aviso I
K 0 Dr. Raymundo Viauna, ja restabele- )3(
B> cido em sua saude, continiia a residir 4 1 rua do Vigario n. i, andar, onde da K
*k consultas do meio dia as t horas da tar- Wt
de. Recebe a qualquer hora cbamados M
^ para objecto de sua proflssao. 2
Aluga-se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim. b. 37.
Imperial sociedade dos ar-
tistas mechanioos e libe-
rals de Pernambuco
0 abaixo assignado, seeretario do lyeeo desta
sociedade, scientiftca a quem interessar possa,
que do dia 15 em diante estarao abertas as ma-
triculas das aulas do mesmo lyceo, para os artis-
tas em geral, sens filhos e sggregadoa, que se
quizer em instrair, Jevendo para esse fim se diri-
girem 4 secretaria da sociedade nos dias de ter-
cas, quintas e sabbados, das 6 as 8 horas da tar-
de; assim como, que as aulas principiam a fuac-
ciouar no dia 3 de fevereiro proximo future.
Recife, 12 de Janeiro de 1874. ,
P. Paulo dos Santos.
A' loja do Pavao.
Sao chamados os seguintes senhores, a negocio
de seu interesse:
. Juvencio Affonso de Mello.
Jose Carlos Marinho.
Alisio Telles de Souza.
Godofredo Abnu Lima.
Francisco Rosas.
m:
m
hi-ra.
Aula particular
SecunJIno Jose de Paria SimSe*, professor par-
ticular de inslruccio pi imaria, avisa ao respeita-
vel pubiico e cem especialidade a"* | ais de fanv-
lia, que no dia 12 do corrente estara ab-Tta ua
aula, na rua da Penha n. 23, 1* andar, aond Bon
tinvia no cxercicio de sen magisteno. 0 mes-
mo professor prome'te muito se NMr pe!">
adiantamento de seus alumnos.
Aiuga-se
o sitio da Ponte de UcMa n. 35 : i tratar no mes-
mo sitio, ou na rua do Rangel n. 7, 1* oa 2*
andar.
ILIItMI
Uma pequena casa no becco do fundao n, 5,
na Roa-Vista : a tratar na rua da Imperatriz, loja
n. 8.
?- Precisa-se de um caixeiro com pratica de
toverna, que seja bom balcao e- dd conlQctmento
da ua conduct^ ; a trMar no becca do Pocinho
P,7,

Balbina Firmina da Silva Rosa, prefessora
particular de instruccao primaria avisa aos Illms.
Sr. pais de familia desta cidade que abrio sua
escela no bairro da Boa-Vista a rua Velha n.
116, ensina a ler escreyer, contar e bordar, bran-
co, la, matiz, froco, missanga, ouro e cabello; pro-
mettendo a todos aquelles qne se dignarem hon-
ra-la conflando a educa^ao de suas filhas, cum-
prir Gelmente os deveres inherentes ao seu ma-
gisterio._________________________
AttenQao.
* Vende-se a armacio de fazendas existentes na
loja de chapeos, sita a rua de de Marcilio Dias d.
61 ; loja esta que pertenceu ao finado Tranqnili-
no Candido da Silva, a qual se acha muito bem
sortida e e muito acreaitada. Quem pretender
uma e outra cousa, dirija-se a rna do Bom Jesns
n. 48, escriptorio de E. Burle & C. que acbara
com quem tratar.
(loll; gio de .Santa Irsula
Para educa^ao de nirninas
Este colleglo, estabelpcido no edifici'i n. 32 da
rua da Imperatriz, da amanlia comedo aos seus tra-
bathos. A directora, abaixo assipna^la, espera dos
pais de suas alumnas e do pubiico > in geral, o
acolhimento que at6 hoje tem merecido, promet-
tendo empregar seus esforcos no enmprimento de
seus deveres, peia boa educacao das mesmas qua
lhe sao confiadas, mantendo assim o credito ad-
quirido na pratica de mais de 12 annos de exer-
cido.
Ursula Alexandrina de Barros.
Moleq
ue.
Precisa-se de um moleque para todo servico
de casa de familia : na praca da Independencia ns.
9e8.
CHAMADO.
0 Sr. Jovino Fernandes da Crux e Joaquim Cle-
mente 'de Lemos Dnarte, sao chamados a rna do
Coronet.. Snassuna n. 282, a negocio de particular
interesse.
Aluga-se a casa n. 77 da rua de S. Joao : a
tratar na rua Duque de Caxias n. 44, ou na rua
do Rangel n. 41, 2 andar.
Atte
n^ao
100#000 de gratificacao.
No ultimo domiugo do mez de dezembro proxi-
mo passado, por occasiao da missa na igreja do
Rosario da Varxea, perdeu-se uma pulseira de
ouro, com o retrato do filho mais velho do abaixo
assignado, tendo a roda algum esmalte preto e sets
ou oito brilhantes : quem a achou, se restituir no
engenho Meio, da Vaizea, ou na rua do Trapiche,
annazem n. 13, recebera 100^ de gratifica?ao.
Cavallo furtado
GratiQca-se a pessoa que descobrir onde se aeha
um cavallo furtado no engenho Cumbe de baixo,
freguezia de Iguarassti, com os seguintes sigaaes
e ferro : -russo, tamanho regular, inchacao no
joelho direito, grande cicatrit no espinhaeo. e o
ferrpRC. ^
Preciaa de um negro escravo que seja
mOvO, para servir no armaiem de fazendas, na
travessa do Corpo Santo a. 25.
0 cooego vigario da freguezia de S.
Antonio do Recife, ignorando a morada do
Sr. Archanjo Hollands Cavalcante, lhe dese-
ja fallar a negocio de seu interesse.
Taverna
Vende-se uma taverna s ita na rua estreita do
Rosario n. 19, proprias para principiante, por ter
poucos fnndos: a tratar na mesma.____________
- Aluga-se no largo da Pax, no* Afogados, uma
casa terrea n. 90, com commodos para grande fa-
milia, grande quintal com arvoredos e outras mui-
tas commodidades, por preco razoavel; a fallar na
rna do Duque de Caxias n. 97, e para ver a mes-
ma casa, com o sacristio da matrix da dita fre-
guezia.
Consnltorio medico
DO
Dr. Harill*.
RUA DA CRUZ N. 2, ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaea de Paris e Loadree,
node ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
flssao.
Consultas das 6 horas da raanht 4s 8 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobrea.
ESPEQALIDADES.
Molesuas de senhoras, da pelle e de
erianca.


*-
i '.


.'

Oiario 4&?(Xix*B**LQ* Itop-fcte Id to Jfeiii* .e^Hato*.
"
Casa em Olinda
Aiaga-se por quatro ftietes ou mais e por pouco
dinneiro, ue* exeellenfe eisa em Oliada, na roa
do Bomflm n. fl, muila fresca, com coaunodos
para grande familia, tendo agua e gaf eneaaados,
grande quintal ou sitio arborisado, e com excel
ente vista para o mar e a cidade, apenas distante
tres minutos da estacio do Carmo e pouco mais
dos banheiro? : a tratar no armazem de Joao Ro-
8a, ia travessa da Madre de Peos n. 8.________
100#000 de gratificaqao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San
103 Mendes, comarca de Nazareth, freguezia de
Tracunhaeni, a escrava Maria, crioula, SO annos
de idade, pouco mais ou meuos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alquebrado, pes seccos e espanados,
dedos enrtos. cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabelludos no queixo, e e bera ladi-
ca. A pessoa que entrefar esta escrava ou ao seu
dono, que e o senhor do engenho acima, Lauren-
tino Gomes da Cunha Pereira BeltrSo, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo a. 19, andar, sera
ecompensada com a quantia delOOt. _____
Aluga-se
easa a. 13 a Passagem da Magdalenha : a tra-
ar com J. I. H Rego. ____
Desapparecen ao amanhecer do dia 4 do corren-
te, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o es-
cravo de nomc Jose Bocges, mestre de assucar,
t endo os signaes seguintes: cabra, idade 30 annos,
pouco mais ou menos, boa flgura, urn tanto gros-
so e espadaiido, sendo o signal mais risivel ama
gomma na junta do pe esquerdc : r ga ee a todas
as antoriiades e capitaes de campo queiram ap-
prehend-r 'iito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, "U uesta praca a Olivcira Filhos & C, lar
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
td recompensados. ________
Chainani-se
Freds*** a>
comprar e eoiinhar
da n. 40, I* aadar.
uma criada ou erteib para f
na rua do Marquez de Olin-
Precisa-se alugar uma ama boa cozinheira,
forra ou escrava : a-lratar na rua da laperatrit,
casa n. 16, stffnado andar. i _____
Armada.
Na roa do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fallar ao Sr. 2.* teaente Jose Maria Pestana, a ne-
gacio de seu interesse.
A mas Precisa-se de duas amas, sendo uma
-tviuao perfeita engommadeira, e ootra para
servijoa internos, para uma casa de pouca fami-
lia, quer nacionaes, quer estrangeiras, paga se
bem '. a tratar das 9 boras da manna as 4 da tar-
de, a ma do Barao da Victoria n. 22.
AMA
Precisa-se de ama para co-
ziofaar : na roa do Crespo
a. 20.
Na rua do Vigario a. 5, pa-
iinwnto terreo, precisa-se de
uma ana que saiba cozinhar,
paga-se bem, agradando._____
A rno Precisa-s* de uma ama forra ou escra-
-a-m<* va, para pequena familia : na rua das
Flores a. 13.
A M As
war
COMBE
uma escrava preta, sera filho, que seja sa-
dia e forte, para o service de casa de fami-
lia, a tratar na rua do Barao de S. Borja
n. 29.
I Trastes.
9
Compra se o vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua do Im-
perador o. 46.
Atteict*.
a ioja de fazendas e roupa feita a rua do Mar-
quez de Olinda n. 40, os senhores abaixc mencio-
nados a negocio de interesse reciproco:
Adolpho Rober Kooper.
Bento Magaibies.
Hermogenes Nunes da Silva. .
Joao Manias Nogueira Santo?.
Miguel Lopes Guimaraes.
Justi Affonso.
Miguel Aztvedo.
Manoel Tbeodoro do Nasciinento.
B.rnardino Lopes dos Anjos.
Domingos Mafra.
\ntanio Serra.
Jose di*Rgo Araujo.
Jose da Cunba Freitas.
Jose Ignacio Porto.
Antonio Moreira Camara
Zeferinx D.uaiugucs Moreira junior.
Joao Ra-wso de Sonza.
Manoel Baccllar Pereira de Moraes.
Antonio Aqnilino da Costa.
Arnand de Hollanda Caralcante.
0 Sr. Candido G. R. Lima, faca e favor vir a arn
do Duque de Caxias n. 60 A.
d Consultorio niedico-cirargico
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
il, outr'ora ma da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiquer hora.
Consultas: Aos p> bras gratis, das 2 as
O 4 horas da tarde.
Companhia do Gaz.
A empreza dogaz tem a honra de annunciar
ao publico que recebeu ultimente tun esplen-
dido sortimento de lustres de vidro, candiei-
ros, arandelas e globos, cujas amostras estHo
no escriptorio 4 rua do imperador n. 31,
e serao vendidos aos seus freguezes pelo
prec/f mais razoavel possivel.
I CQNSULTGRIO I
MEDICe-CIRURCICO I
do m
Dr. Santa Bnnn.
Rua de Barao da Victoria n. 46,1.*
Escravo lugido,
Fugio no dia 21 de dezembro da casa do seu se-
ahor Pedro Osario de Cerqueira, morador na es-
fada da Torre, sitio das Mangueiras, o escravo
Maximiano, preto, 36 annos, pouca barba, tem
os dedos do3 pe- hastaate unidos, levando vesti-
do roupa de riscado azul e urn bond de case-
mira, e outra muda constante de uma camisi
branca e rmii calca de ca-emira escura, cujo es-
cravo i a.iln'-al do sertao desta provincia, e re-
.iuio pof mui o tempo na freguezia de Ipojaca,
eageomi Qu!jz, em companhia do seu ex-senhor
Rram'te i d- Sa e Alhuqcifrque. Roga-se a to-
d is a^ a-it >ri'iad'js policiaes e capitaes de campo,
queii'iin :i|iprehendcr o d to escravo e leva-lo no
refeuJ i *uio, ou na rua da Imperatriz n. 32, qne
ee recoint"nsara cam toda generosidad>.
Na rua do Vigario u. 19,
1. andar, ha para vender:
Cera em ns'as e bogias, de superior qualidade.
Cognac inglez.
Retroz de Porto.
loh > ii i'orlo en^arrafid). em caixaa de duzia.
- stearinas inglezas de 1 libra cada masso.
Uteii^ao
CoBStaado que se ten: ausentado desta cidade o
Sr. Salvador c i Siqueira Cavalcante com sua fa-
milia, levandr comsigo os escravos Francisco e
Aq!i:-liua. de que 6 depositario, e que nao os tem
nori-ititair a seu dono, nao obstante o man-
dado de prisao que contra si tem d Sr. Dr. juiz
5o Conjniercio, previnese que ninguem contrate
aegocio alguin com dito Salvador, tendente a esses
eseraWn. Recife, 3 de Janeiro de 1874.
Collegio de S. Sebastiao
D. Mauoila Angusta de Mendonpa Hello Bego
participa ao- p. i, tutor-s e correspondente3 de
soas alumnas. que transferio aquelie estabeleci-
mento dc eiu agao para o sexo feminino, sob sua
direccao, par* a rua estreita do Rosatio n. 34, 2
andar, onde coniinvia a receber alumnas pensio-
nistas. meiu pensionistas e externas, sendo que
sua abertura tera lugar no dia 12 de Janeiro cor-
rente.
Escravo fugido
Fajrio de hordo do lugar national Francisco 1,
' escravo Benedicto, preto, de idade 33 annos,
ffiais ou menos, cabellos carapinhos, gagueja um
pouco quando falla e melte os p^s alguma cousa
para Ueutro ijuaudo caminba. Kecommenda se a
captora desse escravo, recompensando-se bem
~ quern o fizer nc escriptorio de Silva & Cascao,
oiHignatarios de dito navio. a rua do Marquez de
Olinda n 60.
Garanhuns.
Ni rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-sf
radar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
;?5 Paes da Silva, a negocio de particular inte-
Previne-se ao senhor da casa de penhores,
que nao cntrc^ue o objecto constante da cautella
C, HI3 B, aaaao ao sen legitimo dono, visto ter-se
a mesma de-encaminhado.
fCONSULTORCO SlRDICO CIRVRGfCO ^
Dr Castro Jpsus fgi
jfttRua do Quartet de Policia n. 18, 1* andar fii
S Chamados a qualqaer hora da noite ou"5
W do dia. 49
Consolta= gratis ao5 pobres, da3 7 as flnj
*ty
' "
V^NBIS.
---------- : w
Vende-se a loja de fonileiro da rua da Im-
peratriz n. 79 ; assim ooffio Urabem vende-se uma
easa no Iwcco do Espinheiro, com ntn bom terre-
o-: tratase na tnesma Ioja de funileiro a roa da
Imperatriz n. 79.
i'......
Aviso.
No escriptorio de Thomas da Aquino Poaaeca A
C. Successores rende-se a retalho vinho da Fi-
gueira, das melhores marcas, chegados ulUma-
mente : na rua da Vigario n. 19 1* andar.
LIQUID ACAO DM ffflmi
riz n.
60
PifAO
BAZAR LMVERSAL
Rua do Barao da Victoria n. 22.
Vende ft^eendas para liquidar,por baratissimoprecaeomc
abaixo se ve:
Fepaira da Silva A Guimaraes tepdo em ser um grand* depoeito i/t fazendas
tem resolfh| fazer uma liquidagjji das mesmas eom fraode abatiaaaato aos prec/>s
com o unico. flm di apurar dinheiro, para o que convwam ate s4 o aeu aumerosoi
freguezes, comb o respeitavel publico, a vir surtir-se de aauitj* iazeadas, mm e beratai
no sen esiabelecimento denomjriado o Pavaoa rua da Inperatriz a. 00.
M
Vende-se
3:000*000 de apolices do governs : a tratar na
Praca do Marquez de Herat n. i, comos Sr.-.
Borges & Costa._______________
Boa acquisicao
Vende-se oupermuta-se por escravos uma
casa construida detiovo, tendo duass.la sai
seis qniirtos, com g*lxinete, sa!a de,en-j
gommar, cozinhafora, quartos para familia,
cacimba com boa agua do beber e um sitio
bemrberisatJo ; no alto da Torre : a tnrtar
oesta typographia
Camefro Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado am bom sortimento de macbinas para
C.VMBRAIAS. A 49> W500, 59, 69 79.
0 Pavao vende um magnifico sortimento
das mais teas eambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada pec,a, pelo ba-
rato prego do 49, 49500,59, 09, tendo tara-
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende tie 49
at 89, sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 59.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
francez rautto uoo 3lft0ft, anenas precis*
CHALES BAMtOfi
29, t9500, 49.
0 Pavao vende cbales a emitacip dem
rino a 39, duos de merino boos de toda* at
cores a 29600, ditos k myimi anaminjga,
muito Gnos a 49, 'ditos fintssknos com Us
tras de sed* a 69500, ditos mHto fiuos d*
crepomalO*e 139.
mJaU*enfnainnn .at t98*
0 Pavao vende algodSo eufestado conj ft
cosiura, de todosos autores maisacre&U-i^ ~, "w.eT *<**> ~.u.Cuiy! 0 Pav5o ,endealg(Ml8o eufaaiado e^ b
dos ultimamentena Europa, cujas ^^^^S^^lTL^^tf^- ^?os^elargura, Voprio para .JajH^
sao garantidas por um anno, e tendo -|^0D^^e7tiSTv^po &l.**** 6UC0T^9 ^ *" -^
VHia dePalmares
:
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tjmbem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertenc^as
para as mesmas machines e se suppre qual-
quer pec,a que seja necessario. Estas ma-
andar, outr'ora rua Nova.
Consnltas das 10 horas da manba ao
raeio dia.
Chamados por escripto a qaalquer hora
Especialidades. Partos, moleslias de
olhos e do apparelho respiratorio.
I
m
1
1
m
A' Torre
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellence casa de nabitagao e banho no rio
& frenta desta: quem a pretender, p6de
procurer k rua de Gervasio Pires n. 24.
ATTEMO
Aluga-se uma casa com um pequeno sitio, duas
salas, cinco quartos, dous copiares e cozinha fora,
na rna do Quiabo, nos Afogedos; quem preten-
der dirija-se a olaria de Manoel Ignacio Avdla, na
travessa dos Remedios.
No engenho da Sapucaia, de fieberibe,..ha
bons sitios de lavradores, boas terras de -excel
lente assucar, commodidade de transporte de ge
neros para a pra;a ;, e sobretudo a moradia nos
arrabaldes da cidade sao vantagens qne para ease
genero de vida nao se achara em outr* qualquer
parlc.____________
CASA DO OURO
Aos 4:0009000
Bilhetes garantidos
iina do Barao da Victoria (outr'ora Sova
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
antidos da 7* parte da loleria a benefiuio da
rnatriz de Barreiros, qne se extrahira no dia 16 do
c^rrente raez.
Preeos
Inteiro 44000
Mein 2^000
U 1009000 paraelmn.
Inteiro 3*500
Meio 1/750
Recife, 9 de Janeiro de 1874.
Joao Joaquim da Costa Leitt.
Aos pais de familia
A professora particular, abaixo assignada, avisa
aos pais de suas alumnas e mesmo a todos os che-
fes de familia, que quizerem confiar-loe a educa-
g5o de suas Glhas, que no dia 12 do corrente mez,
principiam os trabalhos de sua aula, onde eonb-
mia a ensinar a ler, escrever, contar e grammatica
nacional, inclusive todos os trabalhos de agulha,
bem como bordados de matiz, ouro, alto relevo,
ensina com gosto a fazer flores e trabalhos de cro-
chet e la, e a aquelias menicas que mais se quei-
lam aperfeijoar, ensina o francez, musica, piano,
danca, pois tem para isso habcis mestres. Aeeita
externas e intemas, e e.;pera a protec0o dos cha-
fes de faii.ilia, promettendo em compensacao grar.-
de desvello no cumprimento de seus deveres : na
rua do Cabuga n. 16.
Fortuaata Fortes.
\ eode-se par prejo muito baixo daas casas ler-,
reas a rua Nova daquella villa ns. 35 e 37. com
grande tcrreno ate a no.estao alugadas, e dao bons
juros ao capital empregaido : a tratar no AecifeJ
rua^aCreipon. 7 A.
Vende-se
por muito commodo preco excellentes lerrenos
nos seguinies lugares : na Torre, a margem do rioi
Capibaribe eipa^P da ostacao do caminho de fer-;
ne ; na estraoa "de Beberibe, a margem do rio e
oorto da estagio jJocarpiuho de ferto, na estradai
nrva de Bwaribe, tambem perto da estacao : at
patar com JoaoFeitoaa, na ruaeetreita do Rosario.
tmiero 23.
VNDE-^E
a taveroa siu a rua do Visconde de Iahauma iou-
tr ora Raogenn.5, bem afregueaada tanto para o
mato conoiparaa pra^a : a tratar na rua de Pe-
dro AffoasQ [|1 _______
Veooe-se a taverni da rua Imperial n. 9i,ou
da-se socMdade, entrando eom a metode do ca-
pital : a tratar na mesma.
J0RN4L DAS FAMILTAS
Assignatura074
124QQ0
Eatrega-se o numero debmiro.
LIVRARIA FhANCEZA..
GAZETA JUR19ICA
Assignatura -1874
Vende-se a colleccao de 1873 por 161000
LIVRARIA FRAGKZA.
Por commodo prego.
Vende se uma *asa de taipa com um terreno
aolado, com 60 palmos de freate e 300 de fundo,
com alguns pis ae coqueiros novos, foreiro, sito
no Barro : para tratar na rua Imperial n. 299.
Uf Vende-si a taverna do pateo do.Tereo n. 1,
prepria para princlpiante : a tratar na mesma.
Vaada-se a taterna sita a rua imperial n.
42, propria para qualquer principiante por ter
bons commodos para familia; o molivo de ven-
der-ae 6 porter o dono de retirar-se! para fora:
a tratar na mesma.
Vende-se ou faz-se outro qualquer negocio
com a Ioja de eal;aioj na travessa da rna das
Cruzee n. 2 : a tratar com o seu proprietario An-
tonio de Paiva Ferreira, na rua do Livramento
ns. 1 e 3.
Para os capitaes depavios
The nautical almanack
for 1874.
Dandp para o pressnte anno todos o= dados phi-
sicos e astranomicos para a derrota do navio, e
as observagoes no mar.
Livraria Fraaeen.
Rua do Brum n. 7*5
Vende-se ziaco puro de superior qualidade.
proprio para cobertas de casas, medinaollpal
mos de comprido e & de largo, por prejo mnitc
em conta.
horas do dia.
:^0t*i^***0|
0 abaixo assignado declar ao re?peitavel
publico com espeialfdade ao corpo commercial
que nto data tern aberto seu escriptorio a rua
do Marqaez de Oliala n. 6i 1 andar, onde pode
serproenrado, nao so para negocio tendente ao
rawmfl, eemo taiabem para aquelles que forem re-
lativ is ao armazem da rua do Vigario n. H, cuja
liqai la^So esta procedendo.
Qutriaim, que desta data em diante cessou toda
respuusabiildad.) que o mesmo tioha no referido
armaaem, o qual passou a perteucer ao Sr. pre-
posto Joaqnim Maximiano Pestana, a cujo cargo e
rMponsiblidadp fica o m.spw armazem. Recife,
10 da Janeiro de 1S7L
__^^______Ray;n:inatTBpmigio de Mello Joninr.
Instcuccjio publica.
0 prcf,js3or de iqstrnccHO primaria da.ft' eadai-
da 'r.guezJa da Boa-Vjsta scientifica ao aeoae-
res pais oe famfli*, e a quem convier possa, qne
as aas dasaa,eaa>ira ettao atiextas desde o dia 7
da c*rente. cu>)4 exercicias. sio das 9 horas. 4a
tr.auto as z da tarde. como delecmio* a lei A
jedaJM c*deira 6a/ o>cpd da*oa-VisU n.
, ^la^lerre^,-___________________
Aluga-se ama escrava del, de meii Mate,
.ando boa cozinheira : a tratar na roa da Santa
C-a* n. %. -.
i omquiiliiti Ferro Carril em
Pernambuoo.
Convido a todos os possuidores de bilhetes de
passagem n s carros desta companhia, ainda exis-
tentes na circulajao, com a assignatura d^,H. H.
Swft. Aset-Treas, a traze-los ao troco por dinheiro
no escriptorio da companhia, a rua do Brum, em
todos os dias, das 10 horas da maoba a* 3 da tar-
de, ate o dia 15 do eorrenfe, inchisive ; preve-
nindo, outrosim, que os Jltos bilhetes serao re-
putados sem mais valor para qualquer effeitp, a
partir do dia 18 do eorrnte mez em diapte. uos
termos do aviso do mini'terio da fazenda de agosto do anno proximo passado e das portanas
da presMenoia desta provincia de 6 de outnbro e'
30 do mez proximo passado.
Recife, em 10 de Janeiro de.1874-
O gerente.
Gusuvo Adolpho Schmitz.
vv
**
Vende^e um sellim inglez em muito bom es-
tado : qnem quirer annuncie para ser procuraflo
PESOS E MED1DAS
l.itiillrpS
Coir es de ferro
Prenoas de eopiar arias
Vendem-se em casa de
Hawkes A C.
Rw do Bom Jesus, q. 4.
prec^o de 59, por ser pechincha, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda finissiau
a 79500 e ditas a 59009.
VESTIDOS A USO DA COBIt 1^9
0 Pavao vende um bonito sortimento de
, cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cMnas trabalham com toda a perfeigao de j cada corte todos os enfeites neoessarios como
um e dous pos|>Qntos, franze e borda toda sejam : babadinhos, entre-meios, rendas,
qualquer costurapor fina que sejn, seus requefifes,e vende pelo bando prego de H9'
pre?os sSo da seguinte qualidade : por tra-]Cadaum, assim como, diios a 2 de juiho
battiar a mao de 809000, 409000, >9000 j com todos os enfehes a 109, cortes de caic-
e 509000, para trabalhar ,com o pe sao de braias brancas anertas, com listras e lavores
809000, 909000, 10O#O, 1103008,, a 69, ditos fiobsimos a 89, ditos de cara-
1209000, 1309000, 15O9000, 2O0J000 e braia branca com listras de cores, para aca-
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teraQfio de preeos, e os compradores j)oderao
visitar este esttbilecisaenlo, ;que muito de-
verSo gostar pela variedade de objector que
ha sempre para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para alas, ditas de balanco, ditas para
crianga (altas), ditas para eseolas, costurei-
ras riquiasinias, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cbi, a-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheros de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampaa par* cobrir prates, eatairas
para forrar salas,lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute a*
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Parr edificacao.
Vende-se portas de amarello, rotolas de dito e
varias outras pecas proprias para edificacao: para
ver e tratar a rua de S. Gongalo, sobrado n. 29,
junto a igreja. de manna ate as 10 horas, e a
tarde ale as 4 horas em diaotft.
ATTENCAO.
nde-se uma typographia bera montada, com
machina e um prelo, tudo em bom estad o e
preco modico : quem a pretender, dirija-se a
D
PO .
urrado Torres n. 12, sobrado, andar.
VAPORES L0C0M0VEIS.
De forja de dous a seis cavallos : a venda no
armazem de Pena Junior & C, travessa do Cor-
po Santo n. 25^_____________
estad*.
Venderseum rico piano aoro, muito forte,
e de excellentes vozes, a tratar na rua do
Barao de S. Borja n. 29. N mesma casii
L GAB1NCTE MEDICO CmURGlCQ ^ff *a^Wlft'-*Rr-P9HC0' Dr. Constaneio PontunJ
Rua do, Imperador a. 8i 1 aadar. i
* Consnltas das 11 as 3 da tardo, chama- '
- dos a qualquer hora, visita e da consul- '
tas gratis aos pobres.
0 (F*|rf$** $f0r$$3?f!rfffff
15^ mensaes.
Alnga-so uma casa ncva onlt lreca conrU^Jfl,
ala,U qoartoeeo*nha rora, ediflrada dlstr
am pequeno sitio na rua da PurnJi jao am
Amaro das Salinai passand) a casa n 49
Saldanha, propria para paquena familia
2 ou 3 estudwifes qne '(ia?(ram e?tr
Oleo dericroe
Dendo-se (A<-o de ricino em latas da 30 libra* -
na rua da Marques da Oliada n. 1, aagoaaot
Borracka para Infitf
ii Boiracka para Hmts
JJ Borracha para Hmaa
Da nafs nova e superior qualidade vendem *
BirlNwtt A C.
ro, e perto dos hood*;_: a tratan na. rua to Livra- *'-'Raa Largu du Untwrto 31
mento n. 31, ulrtma laja ou bo trtesmn
do Lima n. M
ja' rtra 4e utjuty, caiado o^i
a tratar na, Quem precisar de am ragaj ,
caneln) da uoma, UMa m*
para o maUo : dirija-M-trmadia
a. 2S que achara com gseoi |att%
WlNon Rowe & C. vendem no seu armazem
a rua de Goaunercio n. 14 :
0 verdadeiro pan no de algodao azu! amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
VENDE-SE-
Uma armacio de amarello envidraQada com
baloio proprio para qualquer negocio : a tratar
na rua do Crespo n. 20.
TASSOIRMAOS R
Em seus armazens & rua do Aaiorim
u. 37 e caes do Apollo u. (7,
te para fender por preeos commodos
Tijolos encarnados seitavos para ladrilho.
Canos de barro para ssgato.
Cimento Portland.
Cimento HydrauliK.
M^ffhi^aa de descaro^ar alg^ao.
Macbinas de padaria.
Potasa da Russia ora barril.
Phosphoros 4a cam.
Sagii em garrafSes.
Sevadinha em garrafoe?.
Lentilhas em garrafdss.
Rham da aJmaica.
Vinho do Perto velho angarrafado
Vinho do Porto supafaar, dito.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho da Scherry.
Vinho da Madura.
Poles com liogaas e dohradas uigiwaa-
Lieeres fiuos ttrtiAot.
Cogaac Gauihiar Freraa,
Latas da touciajioj iapaa.:.
Barris com repolho an saimoura.
bar 39500, i pecbincha.
CORTIS BORftApOS A 209 E 359-
0 PavSo vende ricos cortes de eambraias
brancas. delicadamente bordados, pelo ba-
rato prego de 209 e 359.
GASSAS FRANGEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande 60rtknento
de cassas francezas com dslicados padrdes e
cores fiias, que vende pelo barato preco de>
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-j
nissimo G16 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
mereado, yap a 19 a vara e tcancadoa.
190.
ATOALHADO A 1600, 29, 5*.
0 Parao vende atoajhjda trancado coil
palmos de largura a U*00 e 19690, ditc
adamascado a 29, dito de linho adamaaca
do a 39 e 59-
SEDA PARA -VESTIDOS
a 19900 e 29.
'< 0 Pavao vende um bonito sortimento d
sedas com listrinhas proprias para vest,
dos de meninas e de seuhora a 19600 0 co
vado, ditas lavradinhas a 29, os padrdes sic
muito bonitos e vende-se por este preco par*
acabar.
Botlnas a 6if
O Pavao tem um complete sertknento d<
botinas mnito bem enfekadas paraseohora.
e vende pete barato preco Je 59, artwo qu-
em outra qualquer parte cuata 09 e 79.
les;os jyuscos
a-29900.
0 Pavao vende leogos fcrancos abaiiiUa
dos, tanto paranomens como para seahora*
a 29 e 29500 a duzia, ditos de esgaii
cambraia da linho tambem abainoaics j
39509^ A9l*,d4eslranczesscuTa,p4r{
rape" a 69,dzia.
vtmmrn a 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos.
mais modernos bornous combonhas listras e
vende pelo barato preco de 129 cada um,
assim como um elegante .sortimento dos mais
bonitos chalesdemerin6 e com listras deseda.
CAMISAS PARA
0 Pavao vende rieas stmi&as com pe:'.
de linho bordidas, proprias pva doivo
10(5e 129 eada uma, dates dte Who sac se-
rera bordadas a 49, 4?TS09 S9, ditas con:
peito de algodao muito finas a 29, 29500
39. ditas dechita fina miudinha a 29, 295O0
e 39, issirn como grande sertimeoto de ce-
7 4.ZIXH \y, A 320 2rou^8 franceaaa tanto de linho como de a.
0 Pavao vende bonitas laziahas lisas,; foda.de 600 a 39, |r*nde swtimen:.
de meias cnus inglezas de 49 at 89900
duzia.
FAZEB0)AS PARA LUTO.
0 Pavio tem um grande sorttsaento d*
sejam : ca
sendo verde e cor de lyrio, pe!o barato preoo
de 320 reis o ccvado, assim como delicadas
lazinhas de quadrinhos a 280 reis, e" pe-
chincha.
Granadines a 640
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes de
seda para vestidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato prego de 640 re'isoco-
fazeadas pret^s para late como
s?s, las, ou lazinhas lisas que vende a 40<*
e 500 reis o covado, bombazinasde 1960v
ate 29 o covado, caatio a 19 e 19264
granadine lisa com listras, cassas e chiu:
va'deeFan*adine pretalomlfistras dewda todas pretas com listras e salpicos, aipaoa.
a 19800. .todas pretas e lavradas de branco, meruw.
; outras muitas fazendas opropri das, foe s<
LAZINHAS A 360 0 COVADO. j veude por menos do que em outra quaiqa*.
0 Pavao vende bonitas lazinhas transpa- parte-
rentes com palminhas a 360 rcis o covado, MADAPOLOESENFESTACOS
ditas ditas indianas com lir.dos dezenhos,
tanto em listras como em quadros a 280 rs.
a 39000.
0 Pavao vende peoasde madapoiio ooic*
o covado, e grande sortimento de alpacas e tfldo com 12 jardis a 39, dito a 39509.. ddc
Lazinhas de 400 a 800 rois. com 20 jardas a 59, 5950 69996. 40l
com 24 jardas de 59 ate 89 199, sendo o<
CHITAS DE CORES
a 200, 240, 28U e 320 rs.
0 Pavao vende um grande sortimento de
bonitas chitas tanto claras como escuras *
vende de 200 ate 32n rs., assim como ditas
com listras ao lado muito finas a 360e 400
rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 e 400 re"is, garantindo
serem todas de cores fixas.
COBERTAS A 29, 29500, 39, 49.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
mais fiaos que tem vindo ao merc-da.
llgodaMiuho a *,
OPavJo tende pecas de algodaozinxi
muito encorpado a 49, dito a 59 e 69.
TAPfTES
CORTES DE CASEMIRA A 59-
0 PavSo vende um grande sortimento di
com ramagem grauda, pelos baratos preeos cortes de casemira para caicas, com booiVv
Ditos muito superiores, brancos e da cor, ajto fina. pelaa' tiatrtiiamaa pr^m de S9
59 e 900. 199500 o corte.
~Tu
escooeaa^.
De yariAa p^|r?to% tntrframAHtn mnHawiw,
360 rs o oovadp : n rua Primeira da Marco
---------- aatiga do Crajtooi. Wa MAelnnfisfi|>apa fazerhmas towej*rrafa,
~ ^t^ ^SBJS^LMafW^f^#i^m^| Asiinicas vetOadeiraa
jr limafiL
nrt 3W-Rua Larya do Rosario-34
Bichaa hamaangaataa
~TW rur
yeataartaaiarttdo-
de 29, 29500, 39 e 49, ditas encarnadas
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor
com barras a 49 e 59, ditas de croche" para
cama de noivo a 69, ditas muito rlcas a 169,
ditas de damasco a emitagio de seda a 109
e 1*9.
Fustdes
0 Pavio vende fustoes brances e de cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mercado, tanto para roupa de criancas como
para vestidos e roupas de homem ,Je vende
pelo barato preijo de 560 ate* 19, o covado.
BRAMANTES
a 19600, 25200e29500.
0 Pavio vende bratnaotes deigodc com
10 palmos de largura para lencdes, pelo ba-
rato preco de 19600, dito de liuho com a
mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito
Cartes dechita a *9. *9ft*0 e
3JOOO.
0 Pavio vende cortes de chitas escuras e
claras com 10 covados cada corte, pelo ba-
ratismo preco de 29. 29500 e 390U0.
CORTES DE BRIM A 19400.
0 Pavio vende cortes de brim pardo para
calca, a 19400. Ditos de cftr, fazenda mui-
to boa, a 19600.
Espartilhos a 3e 4#000.
.0 Pavio vende os mais modernos esparti-
ihos, proprios para sen horas e meninas,
pelos baratissimos preoos de 89 49600.
gostos, claros e escuros a 59, ditas de 69
79, 89, ate 109, superiores casemiras frar
cezdse inglezas, para covado, de 99590 att
6)5, paunos pretos ede cures dos mais bars
tos e mais finos que teen vindo ao mercii
por preeos muito razo ;veis
Roupa feita
0 Pavao, tem constantetnente urn grandt
sortimento de roupas rertaspara homem, que
vende por preco muito em coota, come se-
jam :
Caicas de brim de cores de 29M9 ataa*
Ditas de casemira escura a 39590.
Palitots da mesma fazenda a (9800.
Caicas de brim pardo de 29aoi8JL
Dit s de casemira de car de If aat 129
Ditas de casemira preta de 7> rte* 14#
Palitots de panno preto de 49 iti fly
Fraques depannupretefina de 299 aU
859000.
Calces brancas de linho de 49 st679
Colletes de casemira de cor dl 99000 au
59000.'
Ditos de dita preta de 49-atd V#v
CTarieade la a 99#9.
tf Pavio vende bonitos cortes de UMnkat,
padrdes raiudinhoa com liodas oema, tendc.
15 oovados cada oorte, peloaarate peeead*
49099v__
CORTES DEORGmlfSK 1.99900 e 89900.
O Pavao vende eorto rtn nfgaiulj m*aam>,
com listras e quadrinhos, sendo fazenda ml
Ceroulas francezas de liaho a al^odio, para todos os preeos a qualidades,
cdmo grande sortimento da meiaa cruas,
preeos muit.iraaee
eusisas, ct4ennho, qee tidtj m

Chapiot ato Mrs honnvp6tta.-.U,****
rodea : aa rua de 3. tftmcato
fcrado ao lade da igreja.
Vamta-ae-.aa.MMsdaiaa VMaf dK.
gririM(outr,aCmBoBUUa 96, aiaraUto
Bari* A* S. Botia traur na rua do Rwario n. 54, aa Mt a eua
do Ara|la.
J. ;. fi. Dajle.
Vinko 5Ler
- Bitters da
- Wtuaaar-
*aan-6
anaaaem da nu da
smwiorerda4aw;

I ILEBREl

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Diario de PernaaibuGo -^ Teixja ft&a 1^ dftot^iro d* 1*?4.

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-*
DE
fiois mwm
SOARES LEITE, IRMAOS
UNKSOS ACENTES
Rua do too da Victoria n. 28
Rua da Imperatriz a,
0B

\a mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposicab de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
gio da Legiao de Hours, per serem as machines mais per.
feitas do mundo.
Loarenco Percira Mendes Guimaraes
Declara aosseus freguezes quo tern resolvlio fazer uma grande liquidagao, ate o
fun do cor rente anno.
A SABER :

A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidcs por ser o inventor
tura.
CAMBRAIAS BRANCAS A 35000*
Vende-se pecas decatnbraia branca, lapa-
da e transparent, a 3$, 3500, 49000 e
59600.
LASINHAS A 200 RS.
Vende-so lusinhas para vestidos, aiOO,
320 e 500 re. o covado.
ALPACAS A640Bi.
Yende-se alpacas de cores com lislras a 640
e 800 rs. o covado.
GRANADIiSE A 800 RS.
a E. Howe Jmiior, nos i Vende-se-granadine preU com listras fe
cores, para vestidos, a 800 rs. o co-
da machina de cot-' vado. '
POCPELINA JAPOiNtZA A 19800. )
i Vende-se uma azend nova com listas,;
A medalha
eslas machines.
A
Cabe-os o deter de ar.nunciar que a companhia das machines de Howe de
Ditos de paWia, a 29, 89000 49000.
Ditos de massa, a 49000.
PERfUMARUS EM UQLIDAQAO.
Veode 36 sabonetes de diversos tamaubos,
a 120, 200 340 820 rs., todo bom.
Fraseo de banha, a 160, 310 e 400 rs.
Frascos com aguadecownia, a 240 a 826
rs. coda urn. E outros inuitos oxtractos que
se vende muito barato para liquidar.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. cado
uma. l.encos beancos, a 29000 a duzia, *
39000 abainhados, fazenda que vende-se
por 69000.
GRAVATAS PRETAS A 400 RS.
Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-

Fazendas finas
1st
nactunas. _
9$000
de oaro na exposicab de Londres acreditam, com o nomo da poupeliaa japoneza, propria tasdecores a 206 rs.
para vestidos de senboras, a 100 o co- Chapeos para baptesades de merinos, a
vado. Todas estas fszendos sao vondidasno 39006.
Bazar National, & rua da Imper ciz n. 72. i BENGALAS E GHlCOTES A 669 RS.
j COAXES DKCASSA A 295 0, Vende-se beugaiss e chicotes, 800 rs.
Veude-se cdrtes de cassa ruin vestidos, ( erne a companiua ds machines '*-icom t$l *** Hafeeleceu ******* *> Bo da Victoria n. 28, am deposho a agenda twiWS LARGAS A 240 Rs. ! Oftf,, para em Pemambucr, o mtis provmwas se venderem as afamadas macbinas de cos- ym^sc chrtf.s francclaSi *Rrgag) de cdres j Vendo-secereulas' de algodfiu,< 19000.
*ra Howe. E*tas macninas s*o justamente apreciadas pela perfeicfto de sea trabalho,
c^Tegaado uma agulha mais cwrta com a mesma qualidade delmha que qualquer oatra,
wilt urtnjducso dos mv apefrlei^oados apparemos, estamos actualmente babiHtados a
rtoer a* &nu publico as melhores machinas do mundo.
As wmtag&ns destas ma/Mnas sao as segmwbes:
fricwira.0 publico sabe^u* ellassao dradouras, para isto prova incontestavel, a
'ffnimtnw de nunea terem apoarecido no mercado machmas d Howe em segun-
'm4a.
Segmad*.Csttaai o material preciso para feparat qmdqcer desarreojo.
Tferceira.Ha nellas manor friccio aatre as diVersas pec,as, e menos rapido estrage
^aa aas oatras.
Ooarta.Fornaam a ponto eomo se for* feito I mio.
fmateiPermitte qaa sa examine o trabalho de ambes os fios, o qne se8o consegn
sovtras.
8ata.-Fazew panto mrado era caseneira, atratessftBdo 0 fio de am i outro lado,
V?fe em segcid*. aam medittftar-ae a tensao da linha. cocem a fezenda mais
Setima.0 compress^ e ievaatado earn a maior 'fecilidade, qaando se Vem de modar
a ifelha ao eome^ar aora cortura.
Gitav-a.Muitas companhias de macbinas de cosmra, tem tide epoces de grartdexae
Mwhaeta. Machisas outr'ora paputeres, sao hoje quasi desconbecidas, outras soffrewm
.Bdanaas radieaespafaipederera subetit-uir : ent'retantc a companhia das macbinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mastre em arts mechatficas, tem oonsttmteraeBla
nfmentado o sea fabrico, e hoje nio attende a prooara, posto que face. 600 macbios*-
24*0,-860, 320 e 880 rs. o-oo-O
Trta maohma
K
livretos com instrucoees em portuguex.
LITE, IRMAOS
k'
rao da Victoria a. 2S.
!%
MCMAS PARA COSTURA
DOUS POSPOMTOS
Na lojade Soares Leite Irmaofi. 4 rua do Barao da
Victoria a. 2S.
iaras de pellica com pequeno toque
fV8 rs.
fcbotoadafas para ooSflte, gran*e aorti-
ento a!20 rs.
Caixa de tinha de marca, a -200 rs.
Lamparinas i gaz, dando uma luz muito
*>, a 19000.
Duzia de pecas de cordio imperial, a
440 rs.
Caiza de botdes de osso para calca, a
00 re.
Otttm de carreteis de liiiha, 960 iardas, a
#68 re.
Ham idem 66 jardas, a-948 re.
llaco de*ta chineza, a 08 re.
aix%.'ftelism* com Wnmellos, fc'BOOra.
!Hek aderegos conVeatt8feiB,a 508 re.
'{
V
G8rrM detiftiUt WKa eWfa4aaa f9oo Del, *9006.
Espelhos de moldura dourada,
os.tamanhos e pre^os.
PERFVMARIAS E MJCJDEZAS.
Fr-asco com oleo Onza verdadeiro, a
19800.
Idem com tonico de Kemp, verdadeiro, a
19006.
Garraia de agua fiorida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divma, a 19000.
Idem idem Magdalena /notidade) a
19200.
akada pos par* dentes, a 860 re.
Idem idem de pos cbinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pdte gowi opiata de Sieger, Rknel e Groa-
fias, -a
vado,
CASSAS DECORKSA260RS.
Vsnde-se oassas franoozas finas de cores,,
a 2G0, 320 e 400 rs. o cewado.
SAIAS A 29000.
Vende*se -saias bmnoas com barrcs de c6-
res,a2006.
CUITAS PARA OSSCRTA A 2 RS.
Vende-se nhilas paFa cobertas, a 280 e
360 rs. o -covado.
MEIAS PARA H0MKS A 69000 A DUZIA.
Vende homens, a 6900O a duzia, qua! *al
89000.
CHALES BE LA A 880 RS.
Vende-se chafes >de la, a "800 rs. sada
urn.
CHITAS i^ASA406ftS.
Vende-se chitas'&Ras de eampo largo, ia-
zenda muito boa, a 400 rs. oeovado.
CMAI.KS BE MERINO' A 2^000.
Veude-se cbales tie merind estampatbs, a
29, 39, 49000 e 39000.
Ditos de Hstrase 59000-e<9000.
SHINS EM-CORTES A 19500
Vende-se cortesde brim deedres epardo,
a l^SOO, para liqwidar.
CGBEMAS SE CHITA A 19600.
"VeBde-so coberts deebita, a HM8a> e
29000.
BRW PARBO.L !>L CORKS A 4 00RS.
Vende-se brimaerdoedeoresi,.pararou*
pa dciiomense meuinos, a-680 rs. o oova-
do, pa*a liquidar.
COLX.AS DE CORES A 29000.
Vendasecol\asd2 cores jra cama,.-a 29,
e498.
miiwijiiiiHiiMHy par aca deiras a
*>50O.
Vende-se transtutrontes poa codeine, a
19500, ^para liadr.
BONBfS A 500 RS.
Vende-ee bohets de seda-para homena, a
500 rs.
Wtas de liafeo, a 19600 e2W00.
Camisas de -ebitas iinas, a fftiOO.
Oitas de peito de cores, a 25000,
Ditas braocas finas, a 2%W()0, 39606 e
69000.
Calcasde'4jfim pardo e de cores, a 28600
e 29500.
Ditas decasemira de oases e preta.a 59i
69, 7!'00-e 85000.
Palitdts-de alpacasdeeoies, a 29508.
Ditos ipwstos, a 39606 e 39&00.
Ditos de casemiru de cores, a 49 e
69000.
Ditos ditos pfetes, 59600, -89506
89000.
CoHetes de casemire 49000.
4 Camisas de ilanella, -do cores, a 29600 e
29500.
ALG6DA0 A 49000.
Vends-se pecas de dlgodao, a 49, 59 e
69000.
CASKMIRA m. COfc A ^9580.
Vende-se caseiiiiri-de c.Tes, a 29o00 o
fcovado.
MAMP!.*0 A 39000.
Venda-se pecas de-inadap6Tao enfestado,
6 39000.
Ditoanglez. a'49480, 59, 6"9e 79000 a
pe?a.
BOTfWAS A '4>50fl.
Veoda-se botinas-para sfnhOrae meninos,
a 49500, 59 e C.ffOOi.
Ditas de enfiar, 949000.
Sapat -s de taptte^-a 19906.
Ditos-de franca, a 4&800 e 29888.
NA
\: de larcon. 7 A.
DE
Cordeiro Simdes & C.
E' esia casa, seffl duvida, uma das que hoje,
pode com prinmia abresemar ao9 sens freguezes
urn variadissimo sorUmenlo de faxendas finas pa-
ra Hraode toilette; assira como, para o uso ordi-
nario de todas as classes, e por prefos vantajo-
sot para os cempradares, de cujas fazem um pe-
queno resume.
Mandam fazendas as casas dos pretendentes.
para o que tem o pes.-oal necessario e dao amos-
tras mediante penbor.
Cortes de seda de lindas cures.
Ditos de gorgnrSo de cores.
Grosdeoaple de todas as 6res.
Gorgurao branco e preto.
Setiro Macau preto e de cores.
Grosdenaples idem idem.
Vetadd preto.
Granadine. seda prera e coiisDiasrt de- cores lin-
dtssimas padroes e fazenda da ultima moda.
Popellnas de licdos padroes.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de seda para uoivos.
Corttsde cambraia branca com lindos bordados.
Capellas e mantos para n ivas.
IliquKsimo sortimento de 15s com listras de serla.
Casabreias de cores.
Ditas maripozas, brancas e de cores.
Nansuck de lindos padrdes.
feptista de padroes mut delicados.
i^ercalioas de qnadros preto9 e brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de liaho de eOnts, proprios para vestidos
com barra,e listras.
Fuslao d*e lindas cores.
Casaquinoos de la e de todas as cores, para se-
nhoras.
Saias bordadas para senhoras
Camisas idem idem
Vestuarios para memoes
Ditos para baptisadus.
Chapeus jara dHos.
Toalhas o guarianapoe adamascados de linho de
,eore* para mesa.
Colchas de la.
Cortmados bordwdos.
Camisas bonladas para homem.
Mflias do cores para homens e mouinos.
Compteto sortimento de chapeos de sol para ho-
mens e seohoras, com cabo de marflm.
Merino de cores para vestiaos.
DRo preto.
AtstMuao de Imho e algdao para toalhas.
Atealhado pardo.
Boas de lino braaco, preto e de cores.
SeW de liadaS cares e com listras.
Cha4cs'de merino Ditus de caseiBJFa.
ditos de seda preta e de ceres.
Mo de touquim.
Csmisas dfc linho. s
f>itas de -chita.
Mas de flanella.
Cferoulas de %rni e algodao.
Damasco de Si de cores.
IfannbS'de crochet para cadeira, sofa e consollos.
Golckas -de dit'o.
Tarlatana de todas as cores.
Esparufhos lisos e bordados.
i*oulard' de seda.
Casacos a tricot.
*iios cortes -de vestidos de linlu para senhora,
de di ersas cores, com os competentes enfei-
tes, ultima moda.
?ambraias, paano flno preto e azul, collarinhos,
punhos, gravatas, luvas de pellica, ditas d fio
4e Esoocia,. brancas e de dfires, tapetes de todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc. etc.
. Na loja' do' Passo, rua Primeiro de Marqo n.
A, anOfr *0 Cifcspo._____________________
BRAMA5TDE A 19600.,
Vende-6e bramante com 10 paknos d
!nrKura, ,para leiicdes. a 19800 e 29506
metro. E outras rau&as fazendas propria
do mercado, qne se vende sem reserra, de
^preco,;para liquidar ale o fiai d) cerrente
awio, por isso convem^os compraderes sor-
CHAPEOS A 29600. ] tirem-se ^e fazendas boratas, .para a presen-
Vende-ee ch*pd* de castor ^ara neniwas te fosta qu^esta na porta* & rua da Imperatria
PREDllECiA
A' ran am Cabstsr*. n I A.
Os proprietaries da PrHifoela, no intnito it
consej-var o bom coaceilo que term mereciao 6o
respeitavel publico, distinguindo o sen ertabeleci-
mcn'.o dos mais qne negociam no mesreo geaero,
veem scientifiear aos sens boos fregnwes que pre-
veniram aosens eorrespondentes nas diversas par-
tas d'Europa para lhes enviarem por todoa aapa-
juetes os objectot de Inxo e bom gosto, qoe se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
iaquelles paizes, visto aproximar sc o tempo d*
festa, em qoe o bello sexo desla linda Vnexa
mais ostenia a riqueza de suas toillettes : e co-
mo ja recebessem pela paquete frances divers >
artigos da ullima mods, veem patenlear algut*
d'entre elles que sc tomam mais recommeiKlavris.
esperando do respeitavel poblico a eostumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos qne teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e da
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos
COS.
pre-
Aderecos completos de borracha
lo,1
niios.
It, to, tarn
cos completos de Dorracna pr pnos para
ibem se vendem meios aderoros muito i
T.
i e homens, a 29500 e 39000.
de todos?
n. 12. dJazir Reekruai.
E semje asan.
j
Baralissimti
Onaado. par^ce ter-se ecgoudo o Feperto^o da | rLan zjnhas com hstras eslampadas pelo diau'nuto
dita ing!ea, preta, a 100 e
moHo boas, a
Poles com
188 rs.
Caitt depennasPerry,
>9680.
'Warn idem, a 480 rs.
Calta de enretoppes tariadoa, a 888 rl.
Idem-idem forrados, 'STa^rs.
aifa depapelamisade, heir* doHrada,
880 rs.
fdem Mem Mem tiea, a 600 rs.
Dtma:demmer ieabtj bwoeo, ft.,11
wPPOO
Resma de impel pauUdo, a 49880
<*M60.
Mem mtftso/amo*, t98X>0e'59088.
imodrnov*;S96<>0.
!,e'pc,as de tnmeas de earaeol
Idem W#.tis, a SO* rs. __ .
m de osso e sdndalo, 29000, 49
Duzia de sabonetes de amendoa,
39600.
Duzia de sabonetes deanjinho transparen-
Idem idem com fl6res, a 19500.
Sabotwias Giycermo transparentei, a
MM.
Ca%a com sabonetes, formato de fructas,
a 49098 a 19989.
Gosmeticos, graudes e pequenos, a 180 e
80% m.
I Prasce com agaa de eolagne, a 480, 820,
580 rs.e 1,5600.
"EttrlStos cmnito fuses dos mrlbores au-
8M88t
Eindaseeteigames caixinhaacom perfnma-
i^.propriaa para prosawtos, *> autwas
K. Cddray .Weger, Oelm fraraa, eta.
JOda-dhMf Tm sa^to^e'asMnptt '^epatV
dvs.
Entremeios e batados transparentes e ta-
elargu- pados.
Bmagfarideuboleta propria para qual-
ios com 12 ristasja 69000. quertoja.
todas
as eores
Modas, pela immensidade de artigos te
vis eorrespondentes da Nova Esperanto, a rua
Deque de Caxias n. 63, daseobrani o'uiros do
mundo elegante, aonde se eonservam eecogitando
raiouciosa'monte -as novas tavern, oes ; remettem
para a Nova Esperan';a, e autorisam na a dfWr
aos sens fregnezes e especialmente ao beKo sexo
queicao ereiam era tal: e para prnva-avidoste.
do que acaba aeieapor, vejaai o que abaixo se
descpeve :
MANCaES para missa, ctfm capa de ma&VSperola
ou tartaruga, tendono eeitrodacapa
um ppqueno relogis perfMto regula-
dor.
CARTE!RAS, pot charutos, .port cigarros e ports
moneys no mesmo gosto.
CARTE1RAS para notts com capa de marfim, ma-
dreperola e tartaruga, eom o dlstieo
Lemknanfa.
60LSAS para senhora, a melhor qne tem vindo a
eete mercado, de diversos tamanhos,
ijualidades e modefos de nova'Mren-
cao.
POR?'BOUOjUETS de imdos ostas 0 tpraaaaos
espeeialidadee para as noivae.
CAJXINHAS com musicas e sera eflas, proprias
para presenles.
E outros de inteira novidade.
E com os meuinos.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caiias 63, recebesaos boneeoa de borracha de formatos
inteiramente novos: os menioos m'ulto apreciarao
estfe DnnqoMb.
ade. ecode 4fl6Vs. oco^-aflo.
Ditas con? listras WMKM&uf ft 1#08 o c-
vado.
GfaBadtaas.pretas com ttskas de eiroe a 360 rs.
-0 covado.
Metmstrancados proprios para vestido, a Sit rs
b ^Mvado.
Alpacas aeqaadroo,' proprias!'ptta restHosy a
4*6 rs. o covado.
GbapeGs 4e sol de eda, cabo de e*aaa, a 8*o00
oada -um, isto iudo se oo n. 20 da rua do Grespo,
loja das 3 Dortas. de -GailtierDie & C
% ifi
lM a6<8l641iMi8ft.1S.
'> nniii.. i-----mtttn num. inn nu i. mi m
*****
^;o--
a 200 rs
CO*,
Oma 4a, i padroes-, noww. -o 4maie awto
praeo de 280 rs.'o eovddo f ^
'Jiegnem froguozos que se acafca
k'ende.selaqparlor farlnba de ararota, U
fdes como a htillio, j>or preco ,qrie
o 1 quaiidsW; MeMrWt'negt
nm: ram to'Vlfirla it. to, im*ea :AaaMtm.
58,e trawssa da rna das CnuaasL 4, a 800 rs. a
ismaretaJho.
-------
VENDE-SE
nm> rua na villa de flarrairos, as nut do Cobj-
mereto, por preeo roodlco : atraur com Tasso
mimic
m it
fit
Vmhos de Bourgogiie
tewtw
Chambertin B*b *
Volnay
Beanne
Motrthelie
Di to Bordeaux em quartoilas.
Yendc-se por barato preeo
PARA UQUIDACAO DE CONTAS
MA
Larga do Rettstrio 84.
Botica.
vt!ttlai3e.
jQaalfloer saohora da .bom jgoao,
nio pode complefar e sna'fcmler
passeio a'Nbra/EspeTanfa'atua
lias n. Wi-porque'e a-'Jsj
etwpMa 'arta'm. aorteanb, ^mmmtHamiiai
des apresenu ao publico ionxjeral.
E comiw florfBtais.
*ifovaJp*njta,'A trtti;do,%8te'88J Caxias
m. 63, rawmeo-pelo urnnw *, maoateiroaar-i
timento de papeis para norss-t ats*.
Paracri
Ai*o^peMca,ifc>raa. .
n. 63, receben um sortimento
caseraira e alpaca para criancas
Wtos.
Um boiutosprumanta-de las
'ASStOrt, NrJVst'Bsperitica, 'I
n.m.
VmtiMe os s^gtimties wb-
jectos, par pie(jos
eofiimodos:
VARAMDAS francezoB als farm fuadido de diver-
. e boBitos gostos.
mmBmHrmemm wpwo.
asiNCOS torn pa *> fe.ro, oom nwiU e sera
PEb de ferro para mesa.
JARROS de ferro para jardim, graades e pecpre
use.
MACHINAS para gelar agua abater**); cekm
_______ aj|S|,om40miBfliy .ajam^tem
Vende-se por preen coinmodo um terrono com
40 pihnos de frente o sestenta de fundo. tendo
ja aic^rcesjpara duas easaa, na rua de fierwaio
fires, defrrjkSe do aospual .rnilitar. .As passjoas
epretendoreiH eowpra-lo dirijam se a travessa
las Cruses n. 4,.lojade calcados, que ahi achamo
icom quern traar.
l
J,
......
li;iM> Hi
YENDE-SE
......
ten-
rate a 6IP8*ae nsadw
fopriassrio na
Siaoaeu an
soaradon. 10.
Franeiseo,
Folhinhas para 1874.
Folhinha daporta a 160. .
Polhinha anedotica a ftW.
Polhinha religioa a-4x10.
rBractsmeMe calooJadas-ipara PermunUosa.
LivraHa'Franceza.
Hit-ha -mfettftflos
>
I
rua da'tadeia ,ao
,r%hSf.n?itl, -
as boticas e
m.
Ecanamla nolavel
Por 2^000 compra-se um
valor de 35JJ500.
O Memorial Pernambucano para 1874
custa apenas 29000,
Com este dirninuto preco dispensa-se :
500 rs. custo de uma folhinha.
404000 custo de uma Taboa de Cambio sobre
Londres.
11*000 custo de uma Taboa de Cambio sobre
Lieboa.
2*000 custo de uui livro em branco para assen-
tos diarios.
ti eusto de um regulamento do sello.
' 3S^S00
0 Memorial Pernambucano, serve
Para o coamercio :
Livro de lembranc.s diarias.- Livro de venci-
memo. Registro de lettras Taboss de cambio
sobre Europa e Estados- Unidos. *egulamento
do sello.- Regulamento do correio.
Para os advugadot:
Lernbrancas diarias. Livros de contas para
honorarios.Vencimentos dos appellos, provimeb-
los, vista de autos, etc.
Para os homens de lettras :
De jornal diario para relatar acontacimentos no -
tveis, pass as donas de casa :
De livro de deesezas.- Notas domesticas, etc.
LltRARIA FRArtCEZA
Boloes de ratsa preto e de cores para ornat
vestidos de sei.hora ; umbem tem para rolled e
palilot.
Bolsas para senhora?, exists um bcuo strtimen-
to de seda, de palha, de chagrim. ete, etc., per
barato preco.
Bonecasde todos os tamanhos, tanto de >ou.a
como de cera, de borracha e de massa ; eaasjm-
mos a aitenf ao das Exmas. Sras. para este ariigc.
pois as vezes tornam-se as eriancas um poacv lm-
pertinenles por falls de um obieclo ijoe as *r-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordsd -
para homem, vendem se por preco commode.
Ceroula* do linho e de algodic, de diverse^ pre-
^08.
Caixinhas com n.usica, o qoe ha de mais !ind
com disticos nas taropas e proprios para prfsea
les.
Coques os mais modernos e de ifarawsa forrca
tos.
Chaoeos para senhora. Receberam um sor.imeL.
da ultima moda, tanto para seuhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Caicas bordadas para n.-.-uinas.
Eniremeios estampados e bordados, de liod>
de?enbos.
Escovas electricas para dentes, leni a p.r,-!
dade de evitar a caiie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, cxi to ma
grande sortimento de divercas larguras c barM
pre?o.
FUas de sarja, de gorgurao, de setira e de r a
malote, de diversas larguras e bonitas pores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Flores artificiacs. A Predilccta prima em c n-
servar sempre um bello e grande sortimento del-
tas do es, nio so para enfeile dos cbHIos. cosso
tambem para ornato do vcslido de noivas.
Galoes de algodao, do la e de seda, brancos. pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhora-'.
Lacos de cambraia e de seda do diversas area
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordudas pan
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de mac: -
perola, marfim, 6s o e velludo, ludo que ha O
bora.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar M v
bel'os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madr-.-
perola, marlim, osso e doorados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bea
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, l.oubin, Piver, Socicdade Hypkntca.
Coudray, Gosuel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por eommoo-
preco.
Sapatinhos de la e de selim bordados .para bap-
trsados.
Tapeus. Recebeu a Pr< dilecu um bonito ssrti-
menlo de Jiversos tamanhos, tamo para sofa e-
mo para entrada de saias.
Veslimentas para, laplisado o que ha dc melt... r
gosto e os mais nadeBsm. raeaken a Predilecta
vende por bartto pre;o, para licar aoalcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabuga n. 1
Tom sido apreseulada ao publk-M
Durante o espa^o
DE
4 0 A N N 0 S.
DE
RBISTOL
ao
CUBA OS CASOS MAIS DESESPF.RAD05 N
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pm
Qca a massa do sangue, expeile j*ara lor.
todas asmaterias e fezes viciosas e impuraa,
regula todas as secrecies, dd vitafiaSSM
energia a todos os orgaos e dii force e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis-
fir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Ella
nunca distroe afim de poder curar ; portm
constantemente assiste a naturezo. fortanto
em todas as doencas conslilucionties e em to-
das as molestias locoes dependent* d'um er-
iadovicioso eimperfeito do systema emge-
ral, acbar-se-ha gue a SALSAPARRitna i*
Bristol e um remedio seguro e ellica -iss-
ino, Dossumyoinestimaveis e incontcs" ;v
ATtudes.
As xu ras milagrosas de
A'2aO.B.ovado,
gana'tua Duqae de Caxias n. 60 A, Rua da
^^P^' -----------
Vender .um.cabriotet
a,ausiw assentos, e.um
ver na cocheira
u. 10.
mande
8jHikj*^rle
Team para *>*; mto*j> r>do 4o bejgna
rente, Tundaado defronte do tra
para tratarno sen escfiplbrio 4 rua
clon.5.
las tam vestidos
Na. rua da Impeia-
dpftra ve8tido.
S^ahaTe' *Kfmh^mmmm^mmt^m^^M^mm\
n
cTesuitismo em Pernambuco. |
tem um rico sortimeato dasta
manda levar nas casas : a rua da Ia-
o. 66.
- i
*A' vends as livraris Ecoani-a, a rua Pri- V eilde-SO
meiro de Marco, na livraria Industrial, a rua do am terreno em Beherihe de Baixo, rua da Re?e
Barao da Victoria, o,na typographia CotbmefClal neracSo com 100 palmos de frente a mais 4ee00
a rua estreita do-Rc*rio a, Preco 1*000. da ftmdo ; I tratar M wress* das Crwas n. 4.
Inersa,
C'hfl;a antipt*,
ENFBBMtDADES SiPHllAi 1CA!*
mmmuis,
RHBU8UTISM0,
JtERALLA*.
CSCORBUTO.
ETC., ETC., rBTC,
quelem.gracgsssioe dado oalto renome
fNlftaparrilha de Bristol
pof todas as paries do universo, sio tab c-
mefite devidas i
UNICA LEGIT'IMA E ORIGINAL
'vflha de Bristol
NA 'naARMAfilA CBKTflAL
_wifa^
V

Tkte, cblefumo
Amaxal Nabuco A C. vendem tioias orUaline
Lotion vegetale para tingir "de pretes esballso,
que se conhece de mais util e commodo, nio at
ndmodo J aprefada,.irao *o tmMt ..-Cka verda-a, m*> (***>. m
iwlex ,e .unc0t, .para cigarros a ea-
cwmhos : vendem tttflBisar fiMMrla', raadoBa-
ilo da Victoria n. 1 _______
Bois para carrO^a,
Vende se dons bois mansos e nordos e dua
iarrot'a* de 4 rodas, proocias para o tr balbo da
estocao para carregir assucar : a -ate' na roa
Aagnsta a. 148.__________^ '______
Jfara acabar!
Ricos chppeos para senhora ; -son. imDvi
de Gaxias n. 60 A, loja da asquina.
r
i
*r~~



""
--
I
8
Diario de. Pernambuco Terqa feifa 13 de Janeiro de 1674.
LnTERATBEA,
c-Uaia
DO RECIFE A PIMENTEIRAS.
2a PARTE.
Xindo Palmares -0 engenho Pdo d'Oleo-
Incidente nocturnoE' diaAspect-) de
PimenteirasA primeira pedra da colo-
nia orphanalogicaDiscursosA pro-
. cissdoItegresso a o Recife.
(Conclusflo)
III
Os ligeirissimos veados, as leoninas cutias,
as pacas graciosas. dorninados de pavor,
aos saltos gymnasticos e prodigiosos, atraves-
saram como avalaache furiosa mattos e
descampados. Seguia-so-lhes ap6s outra
avalanche de homens o aniraaes em perse-
guigdo aos fugitivos doudos de terror e
pasmo. Estava explicado o incidente da
noite : era umo simples cagada de indianos,
pacificos dos habitadores dos casali-
t.
nhu., qua viramos antes as^estados nasque-
brad.is i sombra das selvas.
Passado aquelle turbilhdo possanto deho-
mens e animaes, qual densa nuvem a vendar
instantes a face'de astro scintillante e vivo,
a natureza amoricana retomou seu aspecto
calmo, solemne e formoso, emquanto a ca
valgada gabpava em direcgdo a Pimenteiras
Ainda nao era nnda o sol, ^ certo C mas
j.Jr. horisoote orioutal, umacoino faxa acar-
raiuada comegava a dostender-se pelo ponto
rlonde prestos viria assoraar o disco formoso
erutilo'-do aslro rei. A natureza, a liiz
respertina, bocejava do despertar somno-
lcnto : a lua desmaiava alem dos pincaros
agudos das cordillieiras sertanejas de Gara-
nhuns e do Bonito ; as estrellas, tremulas,
cscondiam-se d'entre os cumulus; as flo-
restas virgens, mondadas aos rocios e em-
baladasds auras da manha, bambaleavam-se
no espago ; as aves principiavam a trinar e.
a esvoagar d'entre a espessura : o dia ia
romper.
0 vallo sinuoso do Pi rangy em sua opu-
lencia florestal. como e:n amplissimo sce-
nario, revelava a soiva do seu solo, a luxu-
fiante vegetagao de suasquebradas, a riqueza
de sua floricultura. Surgira de todo o sol.
A paysagem ate Pimenteiras, offerecia pouca
v-?!':."i)te aoque havemos descripto. Apenas
no fim do quadro, afguns cabegos mons-
truosos, toucados ainda dos nevoeiros da ma-
nha : trogos de brumas transmudan-lo se
em gottas crystalinas p{jU bobre os campos
e fl"r,,V.^ e casaes em maior numero ao
avisinhar-se da colonia.
Pimenteiras, situada no viso deum monte,
e banhada aos pes pelo Pirangy, offerecia
entao perspectiva difficil de esquecer-se. Do
sope de moute ao seu curae, era um esten-
dal immenso de hornens, inulhere*. mem-
nos 3,000 pessoas seguramente alii posta-
das a saudar o honrado e distincto adrainis-
trador da provincia. No cimo do monte,
sobresahindo aquelle vivaz kaleidoscopo de
todas as cores do arco-iris, destacava-se o
burel do exemplarissimo ministro doChnsto:
frei Fidelis I
0 poder civil quo assumia o monte, e o
poder religioso que baixava das alturas, se
vieram fuudir em um viva estrondoso, so-
noroso e immenso, por Deus e pela patria,
viva irromptdo de 3,000 boccas a prol do
benemcrito pernambucano o Dr. H r.
de Lucena. Assim, a povoagao de Pimentei-
ras o seus suburbios, inscrevia seu voto de
zrati ido pela installagao da colonia agncola
orphanalogica : e o poder religioso, auxi-
liando aquelle nobilissimo desideratum,
inspirava-so conscientc na rehgido que e,
quo deve ser a paz, a uniao, a beneficencia,
o prosjresso, a civilisagao condigna ao se-
cufo XIX.
Recebido S. Exc. pelo mui digno capu-
cbinbo. por numerosos cavalheiros, e pelo
povo que o victoriava, atravessou por sobre
nu nerosos arcos de folhagem, bandeiras e
"albardetes, ate o recinto da capellinha hu-
milde, mas ornada de festoes, onde foi dita
a missa. Apos essa homenagem ao Omni-
potent-), visitou S. Exc. e sua comitiva, ds
sau.lacdes populares, o recinto da colonia,
co.nbinou a planta do futuro tomplo das
casas dos orpbaus e do engenho modelo o
erguer para o cafe, o algodao e a canna.
Ad-.ptado o piano da colonia, segundo a
de Mettraj^ Pimenteiras, em breves annos, dedicando-vos fraternal amor, sd anhela o
situada e* a peniosula fQcmada pelos rios*vo6 eagrandecimetrto politico, corraspon-
Pirangy e TOBedouro, ladeada pelas serras deute A grandeza de vosaa alma, a" nobreza
do Espelho e a d) Praia, vendo perpassar-lhe de yossos sentiiBentos.
a via-ferrea-cuie a deveid ligar ao Sao Fraiy Se m&is d'uma erapreza emprehendeis,
cisco, sera" um dos ponlos amis importantes com as quaes manifesto sert que a Pernam-
da provincia de Pernambuc*. Consumida buco acompanha a marcha civilisadora dos
a manha naquelles estudos, &s S boras da povos cultoa, esta, (pie acabais de fundur,
tarde, ao om..da musica do 9." de liaba, e collocando a primoira pedra do templo do
de immenso povo, teve lugar o assentamento Senhor, que promoverd esforcos para a sua
da I.' pedra da futura colonia orphanaio- prompta realisagao, e" do mais subido me
gicade Pimenteiras; ap6s o que, foram rito, por serumaemprezapuraraentedemo
recitados varios discursos (2), nointervallo craticn, cOm a qual se abnra um novo ho-
dos quaes langia a musica e applaudiam os risonte a uma parte desvalida da sociedade,
ouvintes e dvtonavam as girandolas. a iofancia orpha, que se ate* boje so podia
Fechou o' circulo dos oradores o bene- contar com a protecc&o do- estado na ma-
merito minfetro d-! Cbristo : frei Fidelis. nutencfto de seus primeiros dias, e nova-
A' face do- ceO j& estrellado, da povoacio'. mente o recursos da rudimeotal instructs)
que se illuminara, a vozeloquente e ungidaprimaria, de vos>asmaos recebehojea mais
.do missionaries altei;ou-se potente sobre o pbi Ian tropics das instituigoes na qual torfio
silencio dos homens 0 da natureza. A pre- a vasta instruojSo- moral, de artes, de in-
dica inspirada, cxnq.uanto arrojada pelas!dustries e da poderosa agrfcultura.
imagens, colorida jwlos -qatdros videiites, I E' um monumento bistorico que gravard
elevada pelo assumpto, icalava de impeto em na menrofia dos ossos contenporaDeo9, e
os aaimos popolares. Ao appello que fez 0 lembrard as geragSes vindouras 0 vosso
benevolo pastor, para-qvie 0 povo no dia'nome, a mblimidacto do vosso anireto-e a
seguinte fosse ds mottas rttv o rnadeiramento illustracdo de vossa admitiistrac&e.
para 0 templo e a casa oMk orphSos, respon- J A condiglo essencial1 para que a liberdatle
deu-lhe um sim unnuime- [santa e bella como Dau*a incutio no espi-
E, por isso, no dia segaiute, ao pino do rito da buma%idade possa engraodecer 0
meio dia, a mais original de- quantas pro- homem, e a educacio dos povos. Edacar 6
cissoes temos visto, se escotnw pelas encostas instruk", e morabsar, 6 despertar 0 brio e 0
fronteiras d colonia, descia e sobia urantes, amor & dignidade pessoal pek) amor aetfa-
ate parar na cbapada donde fie ergaerao(balho, como quato homem se illu$tra, se
todos os edificios da sublime krstituicao de
Pimenteiras. A'frente da colomoa vinha*o
missionario envolto no seu burel r a musica
do 9." seguia-se-lbe logo tangendo uma
marcha triumphal; e depots -500 a 500
homensconduzindo aos; hombros innumeros-|
madeiros cobertos de fidhageco, flores, ffa-
mulas e bandeiras.
Sublime e raro espectaculo aqueile, dar-
dejado por um sol brilhante, por raeio de
uma natureza opulenUi, com a .mira'em um
fim utilissimo, santo e mages.toso oomo a
civilisagSo e 0 progres>so. Abeogoados se-
jam aquellesque, daudo tregoas 4s lides do
governo, volvem os olhos para as suares
instituigdes que acalentam as dores; da exis-
tencia, iufondem esper0';a e fe no porwir,
e rasgam paginas d historia do be> do
bello e do iusto.
IV
A* tarde do dio 9, S. Eic. oDr. H. P. da
Lucena, os romeiros que o aeompanbaran
dquella peregrinagao^ os cidadaos que abri-
Ihantaram a festa do trabalao, progresso e
civilisagSo, seguindo-quasi omesmo itiie-
rario pelo engenho Catende, voltaram a Pal-
mares e desta vilia ao Rfccifo.
Encerrando, poreia,.estas breves pagmas>
cumpre-nos ainda o dever de, em nosso* no-|
me, e, no de todos d comitiva, tribmtac
ennobrece, cumprwdo a pen* que ljheftra
imposta pela queda do primeiro homem ;- e
se regenerando como aconselhara 0 Homem
Primeiro,.* Homem-Beus, rehabilita-se para
a graga infmita.
Nao fizestes somentea nossa provincia dar
um noberrimo passo civilisador, com elle
mover-se-bflf^ todo o imperio. Deste f6eo in
sondavel de- loz expandirdo claroes que
irao intlmr nas-outras prerincias.
E mais venerando 6 o Sketo, povqpe com
elle n3o sobrecarregastes 0 povo do novos
onus, nem aearretastes sacrificios aos col'res
ppovinciaes.
Com que contareis para tao arduavqudo
sublime e grandkea emprexa ? S6 e tao
somente com esta Srmeza de querer qpe se
robustece nos animos dos heroes, dos bene-
meritos da patria, aetivada polo patriotis-mo
que aquelle respeitavel ancido, que vos deu
0 ser, vos ensiaou desde o balbuciar das
prinaeiras palawas? Ab 1 JaYvejo que se
vos despertou a idea desta gigantesca em-
preza 0 sentimeuto d'uma poiitica liberal
em sua pratica, vos-ncorajou a realisa-la a
conlsanga na sacro-sauta religiao que tao
sabianwnte vos iofuodira em vosso cora-
gdo aquella a- queen deveis a existtn-
cia.
Nae phantasio, senhores; sao os factor
mos um voto de sympathia e gratidaa ao^que enderegam rainbas palavras.
povo de Palmares e Pimenteiras e aos ilius-
tres cavalheiros, que proporcionarauvnos
magnifica hospedagem, recepgao brilhante e
estrondosos applausos & idea rutila, que da
pbantasia gravou-se realidade i
Guiado pelos dictames de vossa conscien-
|ia, fineastes a crua ; e ]d vedes, e vemos-
que della partirao raios que fazem florescer
maravilhosos productos.
Instituida a eseola artistica,. industrial e
da provincia e do Estado.
Recife, 10 dedezembro de 1873.
M. P. de Moraes Pinheiro.
prol da colonisacdo 8gricola orphanalogica agricoU, della emanarao centenas de tubas,
'. -1. nnii nnp fnrpa natural dnc cupfACCriQ P flA
*
* *
Discurso proferido pelo Dr. Augusto ar-
neiro Monleiro da Silva Santos*
Senhores.Havendo um dos nossofril-
lustres litteratos, o Sr. Manoel P. de Meraes
Pinheiro, elaborado um bello discurso para
ler por occasido desta solemnidade, senos
incommodos de sua excellentisstma senho-
ra, 0 inhibira poder comparecer: desejan-
do porem que tivesseis conhecimento da-
quelle importante trabalho litterano, m-
cumbi-me de servir-lhe de org8o manites-
taiordeseus pensamentos: mas antes de
incetar a sua exposigdo, concedei-me que
dinia a S. Ere. 0 Sr. presidente da provin-
cia alaumas palavras dictadas pelo regosijo,
de que me acho possuido nesta occasido.de
importantissimo passo de progresso por de-
mais bonroso para a nossa provincia.
Exm. Sr. Or. Henrique Pereira de Luce-
na, permitti que, despindo-me da etiqueta
de linguagem que determina 0 alto cargo,
V. Exc, de delegado de b.

que, por forca natural dos successes, e da
gratidao do$ povos,- apregoarao a fa ma de
'quo sois digno-e qi como vosso amigo
lh'a muito admiro.
* *.
VI.
que exerce
o Imperador, use das expressdes chans e
sinceras d'um amigo de longa data, qae,
Discvjfso do Sr. Dr. Jos6 Tibmtio Perma
de Magalhdes.
Meus senhores.N'um dia festive como. e
o de boje, a. colloea$ao da psimeira pedra
do edificio da eseola agricola nesta colca'ia,
6 uma prova beix significative do nosso
scnttrrwillto religioso.
Em.quanto aqui se festeja com canticos
solemoes e harmouiosos a realisagdo de tao
nobre idea, la no collegiodos orphdos um
grupo de pequeuas creatures enviam. com
toda a effasdo de seus infaatis coragoes ao
Deus. de Israel uma viva o tocante oragao,
bemdizendo o nome daquolle que atravez
de mil obstaculos n8o tern umso raomento
dfiscuidado do seu bem estar.
A nobre otelkidea da aqui se estabele-
cer uma eseola agricola para aprendisagem
dos orphaos-desvalidos, ndo precisaser pre-
conisada, porque ella p6de-se dizer innata
nos coragoes bem formados.
Como e sabido, o eosino no collegio dos
orphaos limita-se s6mente d iostrucgdo poi-
LUCBECIA BQB&I
MEM0R1AS DE S1T1N1Z
POR
D. Manoel Fernandez y Gonialea
SEGUNDA PARTE
filha,
maria, e par easa razdo ease pio estabelcci-
mentose resente de ndo ter ainda ahi pene-
trado o ensino da agriculture, artes eolfi-
cios. A necessidade do ensino das artes e
officios, era ha muito sentida pelos mui
dignos merabros da Santa Casa de Miseri-
cordia ; porem a dificiencia de meios enti-
biaram tdo nobre idea, a ponto de quasi a
esterilisar.
Foi n'um desses momentos de perplexida-
de, n'um desses momentos em que os sen-
timeutos de caridade lutam com a falta de
recursos, que am vulto, dotado de um co-
ragdo todo humanitario e de ndo somenos
sentimentos, reio em auxilio desse pio esta-
belecimento, e por sua vez envida todos os
seus esfjrgos, appellando tambem para os
sentimentos religiosos dos Rvdms. capu-
chtnehos, residente9 nesta provincia.
Essa beneftca interverrgdo ndo se fez es^f
perar: 0 alpha desta idea vds aqui 0 vSdes ;
0 omega vos apontard a futuro'que ndo serd
remoto com os fructos da semente que ora
aqui so planta sob tdo lisongeiros auspi-
cios.
N'uin-estabelecimento pio, eomo e 0 col-
legio dos- orphdos, bavia necessidad>e de se
montar 0 ensino da agricultura, d's artes e
officios, porque sem esses elementos o fim
dfesle estabetecimento ado seria completo.
Como complemento da iostrucgdo primaria,
a educagdo dos orphdos sem arrimo resen-
tia-se desse meio do vidfc; sahindo aiuJa
cedo-desta casa pia; estes jovens, sera amor
ao trabalho, sem-arte e sem oflicio, poucos
se tornorao uteis d sociedacte, que quasi
sempre- lhes e bastarda.
0 germen do trabalho inocwlado desde'a
tenra idnde, produz'sempre bor resaltados,
mormenSe se elle fdracompanhado dos sen-
timentos religiosos. 0 amor ao trabalho;
adquirido|desde a adol'escencia do individuo
& soberana fonte da sua independencia- e
do seu bem estar e por consegointe a base
da sua felierdade domestica perqne elle
coojura os vieios em face do util e do
bello.
Eis, senkores, 0 principio vital sobre que
repousa tao nobre ide"ar e que por si s6 se-
ria capaz de regenerar o mundo, porque o
amor ao trabafeo purifiea e ennobrece 0
homem, e pelo amor somente ao trabalho
que vemos muitos individuos por seus pro-
prios-esfjrgos elovarem-se- as cumiadas do
poder e da riqueaa ; e" ainda p^lo amor ao
trabalto, esse regenerador> esse propulsor
por exaellencia.-q-ue vemcs-surgir, como por
encanto,-tantos sentimentos- humauitarios,
tantasemprezas-uteis, tantoscommettHnen-
tos nctaveis em todos os ramos da vida so-
cial.
0 homem qna nao conbace 0 amor do
trabalbe e um parasita, e" uma especie de
zang80i 6 uma vepdadeira excresceooia da
sociedade. Nestas condigces o homem ndo
e util a>si nem ae- proximo, .porque- o agui-
lhao da necessidade torna-se-lhe um pesa-
delo, qpe o faz toolbar no torvelinho-dos vi-
cies eda libertinagem, de envolta-com 0
manto da miseria- em toda sua bedion-
dez;
Se porem o homem desde a sua infancia
6 ijuiado por mdo berafazeja e conduzido
pela senda do trabalho com. passo fimne e
constants, elle chega a gozar. da pat-inuma
do coragao, visto eomo o amor ao trabalho
0 abroquela das-vicissitudes- do tesapo e da
miseria.
Eis-aqui, senbores, em que se resume t8o
applaudida idea, fazendo-se aqui estabelecer
uma eseola mixte de agiculturav artes e
offieios, e fertil como e a regido da antig^
CO loot* miJitsr do Pimor.toiras. Oftrf.ada de
vales, rios e mootes, de uma primavera
eteroa, de um. clima ameno e com facil
access d capital por meio de umalinhc
ferrea, tudo isto concorreu para ser aqui o
poato escolbido para ser aqui o ponto escc*
lbtdo para a consecugao de tdo util estabe-
leeimento.
Oatr'ora etta uberrima regiao era o fdo
de perversosquedesconheciamasleisdo tra-
balho e por: essa razao 0 governo estabele.-
eeu aqui.uooa colonia militar com 0 fiia de
extiuguir tio ruira semfente de tdo bello so-
lo. Actualraente sem caraeter militar, por
ser extincta essa colonia, jazia esse sdlo no
esquecimento. apezar de alguns presiden-
tes terem-se lerabrado de estabelecer um
ot como
DO
SAVONAROLA.
XII
POR 0UTR0 LXDO SE DISPUNHA
DESTINO DE aNGlOLINA..
(Coutinuagdo do n. 6)
Affonso Crespi voltou para 0 seu apo
sento, acabou de vestir-se, pegou no pu-
nhal e subio ao segundo andar, P"and0
defronte da porta do aposento de Pedro de
Napoles. ,
RatftU e ninguem lhe respondeu.
Apalpou enotou que a chave estava pela
parte de dentro da fechadura.
P So mdicoulhe que se Marcello Porta ou
Pedro de Napoles bavia sabido, ndo fOra
certamente pela porta.
NSo comprehendia tambem como Pedro
de Napoles entrara pela jauella uo qnarto
de sua filha, a ndo ser com uma inteogao
deliberada e traidora.
Affonso Crespi tornou a baler e ninguem
lhe respondeu.
Era fora de duvida que 0 quarto estaya
deserto, porque de outro modo Pedro de
Nap-lps teria respundido.
Affonso Crespi tinha comsigo
aposento de soa filha.
E' muito comnum, disse elle comsigo
mesmo que as chaves das hwpedarias sir-
varo em todas as portas. Expenmante-
mCoBeguio com algura esforao,
chave que estava por dentro na
e experimentou a do quarto que nao deu volt a.
Nao taporta, murmurou AQonso
Crespi; a chave e forte e servira de lustru-
xnento para arrombar a fechadura.
E, introduzindo n'elja a ponta do punhal
logrou quebrar o obstaculo que impedia que
a chave desse volta.
A p nao conseguio cousa alguma, porque 0 apo-
seaiu estava cooopletamenie as escuras.
a chave do
tirar a
na fechadura
sua filha
Crespi desceu ao quarto de sua
abrio a porta e vio cahida no chdo Ange-
lina sem sentidos. t
Outro qualquer pai teria soccorndf) a ti-
lha, mas Affonso Crespi pogou na vdlaque
ardia sobre a mesa e tornou a subir ao
aposento de Pedro de Napoles.
Entao encontroa sobre a mesa a cabelleira
preta com que 0 mancebo se disfargava, e
sobre a cama 0 traje de que se ser via para
apparecer como Marcello Porta. Sobre
mesa via-se mais a mala aberta e um fresco
de crystal envolto em uma pouca de seda
preta, contendo um liquido incolor e es-
pesso. ,
Affonso Crespi apressou-se em largar 0
frasco, e esfregou os dedos contra a roupa.
Alem disso, havia mais um punhal curto,
cuia lamina tinha uma rneia oana.que estava
cheia de uma materia viscosa.
__Santo Deus 1 exclamou Affonso Crespi,
que homem i este Pedro de Napoles I Que
fera I .
Affonso Crespi coutinuou a sua inspecgdo
e encontrou na mala uma bolsa que conte-
ria, quando muito cem florins deouro.
Que pobre estd o bastardo J murmurou
elle; serd necessario emprestar-lhe algum
dinheiro sem que elle nol-o pega.
Na mala ndo havia nada mais, mas na
algibeira do trajo que estava sobre a cama,
encontrou a fianga de Marcello Porta, hrraa-
da por Savonarola. r"M M" *, l -j.
-- Pelo qae vejo, 0 homem e conhecido,
intimo de frei Jaronymo ; muito bem.
E tornou a metter na algibeira a Bangs.
A janella estava aberta e Affonso Crespi
examinou-a. ,
No peitoril encontrou seguros os ganchos
de uma escada de seda, qiie estava partida
um pouco mais abaixo.
Diabo 1 diase comsigo mesnio Affonso
Crespi, a altura 6 respeitav^, e esta janella
esta exactamente sobre 0 centre do no. O
canal do Arno e profundo e a sua corrente
mui rapida ; pode muito bem ser qu 0 Sr.
Pedro de Napoles tenha perecido. m.
como a
nucleo de emigragdo, idea que nunca pode
realisar-se.
Estava, porem, reservado a S. Exc. o Sr.
presidente commeqdador Henrique Pereira
de Lucena crear este estabelecimeuto, ndo
com aquelle esplendor que desejava 0 seu
nobre coragdo ; raas com a modestia que
lhe perraittem os tenues recursos de que
p6de dispor.
Em auxilio de tdo bella idea, ndo se de-
moraram, a convite deS. Exc, os mui dig-
nos capuchinhos do hospicio do Nossa Se-
uhora da Penba, cuja abnegagdo e interesse
pela religiao estdo bem patentes n'esta pro-
vincia.
Em todoi os tempos esses verdadeiros
apostolos estiveram sempre promptos a au-
xiliar a eausa publica, e sem terem ambi-
gdo ao poder, coopereram poderosamenle
com a pafervra sagrada e com 0 exemplo
para a proeperidade do Brasil, conciliando
assim a religido com 0 estado em todas as
fdrmas e preceitos.
Praza a Dei que a semeate que ora se
se.neia produza' sazouados fructos e que
esta idea se torne uma realidade, porque
entao, um dia virtt que uma nova geragdo
de homens laboriosos e amantes- do traba-
lho, aqui no meio-d'estes risoohos prados,
ha de bemdizer 0 nome d'aqueHe que hfio
raede eraera recua perante as difficuldades,
quando a razdo e o coragdo lhe dizem :
avante.
Discurs&do Sr. Dr. Jose Yicetlib Meira
de Vasconcellos.
SenhoresEis-nos aqiii inuitos, rennidos
como queemfamilia, para presenciarmos um
acto em si muito simples ed primeira vista
pouco importante, como seja a collocacdode
uma pedra.
Mas qual a razdo, porque brilha nos-sem-
blantos de todos os que aqui se acham pre-
sentes uma e viva luz de alegria? O'qae
esplicaesso perfume de interesse, que tres-
cala de t >das as physiouomias em porlia
com 0 aroma qne se despfende da bella e
raagestosa natuveza que nos rodeia e esta-
sia?
Sed que este acto, apparenteraente msig-
ni&cante, envolve em si, como em chrysali-
de, uma magnificencia, por outre, um pro-
gresso? Ou seremos por venture n6s 0 lu-
dibrio de uma impressdo desconhecida e i\-
la&?
Nfto senhores, ado somos victima de uiaa
illusao. Esta pedra que vemos, symbolisa
a construcgdo da um risonho futuro para
leates desvallidos, despresadas da sorte,a
I quern 0 bondosissimo Jesus Christo dirii
com ternura : Yenite ad me, pueri.
Viviam os oephdos e os eogeitados uma
vida de esterilidade e de consuoipgdo, com
desproveito para si e para a- sociedade qua
mais tarde havia de recebel-os como cida-
daos.
Um pensamento luminoso, reio da celes-
te caridade, sorgio em uma dessas cabecas,
em que as grandes ideas despontarn como
strellas, para ao depots encarnajem e se
tornarem realidadese eis randada a pers-
pectiva ennoitecida do futuro mesquinho
I d'aquelles infelizes, que, orpha^ ou engei-
tados, s6 nos podem merecer -rompaixao
amor.
.Id sabeis, senhores, que fallo do Exm
Sr. Dr. Henrique Pereira de Lucena, dig-
Knissiroo presidente d'esta provincia, a quem
s6 se deve esta festa e que parece por seus
dctos haver adoptado como divisa as seguin-
tes palavras de um illustre escriptor fran-
ez:
La personne humain, voila I'objet de
mon amour el de mon culte.
Gragas ao Exm. Sr. commonJador Luce-
na, Srs Pimenteiras vai ser Mettray, de-
vendo-lhe os orphaos intelizes e os expostos
desventurados um beneficio immenso, incal-
culavel, que registrado nas paginas da bri-
lhante historia desta provincia, serd mais um
trophee, que assignalard uma importante
conquista nas pugnas da perfectibilidade.
E tenharnos fe no futuro que nos despon-
ta roseo, porque Deus esparge rosas sobre
nosso anillado e magnifico ceo. E' sobre
tudo contemplaodo este ceo que nos cobre
as cabegas, a n6s pf rnambucanos, a nos
brasileiros,.que nos-occorre d mente aquelle
sublime versiculo de David.o rei propheta :
Cosli enarrant gloriam Dei.
Fagamos, pois, todos nos fervorosos votos
para que em breve seja uma esplendida
realidade, de modo a ensoberbecer esta pro-
vincia e a civilisagdo, a obra boje encetada
sob os mais animadores auspicios.
E acreditamos que assim succederd.
A excclsa mdi de Dens e tambem mai mi-
sericord iosissiraa de todos osjfieis, essaa ogusta
e suavissima Virgem Maria, cuja purissima
conceigao a igreja boje celebra, dard setva
ao solo, para que germine, floresga e fructi-
fique a preciosa semente que lhe 6 boje con-
fiada.
Os esforgos d'aquelle, que tudo envida
em prol de uma idda, como esta, ale*m de
util, piedosa, reunidos aos do Rvm. frei Fide-
lis, sempre incangavel em promover obem da
humanidade, ddo-nos direito a tudo espe-
rar, inspirando-nos edificante animagdo e
eonsoladora confianga.
Eis, Srs., a expressao rude e desalinhada
dos sentimentos de que e^tamos possuides e
que sdo sem duvida mais vivo* e completos,
poderaos garaotir-vos, do queestas palavras
ha pouco aqui por n6s escriplas.
Deseulpai-nos por vos bevermos roueado
attengdo e tempo, abusaodb de vossa bon-
dade.
Piinenteiras 8 dedezembro de 1873.

T
Senhor.Nocentro desta natureza augusta,
'ante uma idea ingentee realiseda, permit-
ti que prestes-rememore factos, que o pas-
sado estreita;>e no presente funde : um de
homem, que sonha ; e outro de homem que
pensa e obr, de um ettremo o poeta e a
pbantasia ; do outro extremo 0 politico, que
coneebe e executa.
O primeiro, baverd 15 annos etoprelien-
dera nos vdos imaginarios vasar auheros
fe"rvidos, tragando. no seu sonhar primei-
ro, a regeneraode popular pelas- lettras,
assoctagdes e mxtuoaffecto -r a regeneragdo
partidaria pela historia, pela poesia, e pela
litteratara ; a regeneragdo agricola pelas es-
colas, fezendas medelos, e coionisacao.
Er.tretanto o segundo, 15 annos tambem
haverdy emprehendera a regeneragdo-popu-
lar pelos factos, cumprindo as leis ;. pelos
exemplos algando 0 libaro da justice ; pelas
realidades esplendidae, e administrativas,
que gravam nomes em marmore com sua
historia.
Aquelle, primeiro,- nas aspiracOes artisti-
cas, tragdra amplos quadros, quo-sedusem ;
mas que perecem. Este, o segundo, fir-
mado nas realidades substanciaes da- vida
positive e dos commettimentos arduos e
proveitosos a si e i sociedade, tragdra, e
com enargia executara rasgos, qae notabili-
sam ; obras, que perduram ; monumentos.
que honram e glorificam.
As conoepgoes do primeiro, Se., grava-
das em folnas lytographadas,. lembrada?
por instantes, e esqueeidas mcontinentes,
voaram das mentes, apagaramrse das- me-
morias, e, como folhas soltas-ao oapricho
dos ventos, perderam-se de todo na iramen-
sidade do ambiente fluido. As cencepgoes
do segundo, elaboradas, planejadas com
firmeza, erealisadas-eom tenacidader a uns
co mover do, a outros inspirarao, e a mui-
tos determinardo juizos graves e justos.
E' que, Sr., ao primeiro, definira Chart-
tenthon, quando diz: 0 poeta perscrelo
das estrellas qual o eaminho indioado ptau
dedo do Senbor; eequanto aoeegando, ao
politiee, compete revolucioaar, realisando
aspiragdes que fubjem, satisfazendo oni-
nioes que dispontam se>ias> e reflectidas
encaminbando tendencias que su'gem jus-
tas, razoaveis, nobres, e progressisaas.
E' por isso que duas vocacdes eernambu-
canas, cursando a mesma faculdade, visan-
do os mesmos fins, dispondo de recursos
oppostos, calcando sendas invias e diversas,.
atravez de tao largos annos, aqui, d face
destanatureza opulenta e virgeaa vem encon-
trar se em amplexo estreito e intimo.
casual ? E' muito possivel que Pedro de
Napoles tenha alcangado a margem, porque
e forte e valente. Mas, porque razdo ndo
voltou ? Quem sabe ? Sd amanhd poderei
formar um juizo qualquer com mais acerto.
Affonso Crespi desceu, penetrou no seu
aposento, abrio uma area, tirou della uma
grande bolsa cheia de ouro, tornou a subir
ao quarto de Pedro de Napoles, metteu
aquelle ouro na mala, fechou esta, tirou
da janella 0 resto da escada, que poz sobre
a mesa, fechou a janella, sabio do aposento,
fechou a porta, desceu e entrou qo quarto
de Angiolina que continuava dejsmaiada.
Mas Angiolina nao estava s6.
A duqueza de Urbino, sentada sobre o
tapete, tinha nos joelhos a cahega da joven,
e esforgava-se por fazel-a recuperar os
sentidos.
0 capitdo Cristobal de Villoslada estava
de pe junto da duqueaa tendo na mio um
jarro de prata cheio de agua, de que a du-
queza se servia para rociar 0 rosto do An-
giolina. 1
Deixe ahi 0 jarro e saia, disse a
queza a Villoslada.
Aquelle poz 0 jarro no chio junto da
duquez* e sahie. -j r -j
Feche a porta, disse a duqueza a
Affonso Crespi.
Este obedeceu e voltou para junto della.
0 senhor 6 uma fera, disse Izabcl, e
estd matando esta pobre menina.
Essa raiseravel deshonrou-me, repUcou
sombriamente Affonso Crespi.
__Foi 0 senhor a causa disso. Quem
foi qua a collocou ao lado de Savanarola T
Quem armou com ella um lacq ao duque
de Gandia? Quem deu motivo a qae a
encontrasse 0 gran-capitdot 0 senhor,
Savanarola e Lucrecia. E ainda se queixa,
Crespi? Ainda falla n'uma desh6nr qua
naoexislio? ..-
Toda a gente sabe que Angiouna esteve
perdida "durante quinze clias.
Ninguem 0 sabe, per q
para, que Angiolina recuperasse os sen-
tidos.
C* desmaio era profondo e ten87.
Quer casal-a I exclamou Affonso Cres-
pi ; com quem t
Espere parece-rae que torna a si;
|saia para que ella 0 ndo veja, porque per-
deria de novo os sentidos.
Crespi sabio, voltou paxa 0 seu quarto e
esperou.
Ao cabo de meia bora; laabel empurrou
a porta e entrou.
Alfonso Crespi offereceu-lhe uma ca-
deira.
Isabel vinha extremamente pallida.
Nao me pergunta pelo estado de sua
filha 1 exclamou ella.
(CoKtWt,uar-so-ha)
teve Deus compaixdo
sombriamente Affonso
0 sabe,
1 fuga; as minbas
ue eu occul-
amas julgam
e^iTklnto qaCS^quando eUe qu'e ella partio na sua companhia.
^Pi^X^ouJ. mas |4 Sabem-n'o aquelles queiavorecer.m
au?deDo1 cheira-me 4 traigio, por isso a sua fuga, os que acornpanharau., <* qae
aueS^dasde soda sao muito fortes a guardaram. canalba mfame gente mi-
2agul!uam1femtres pessoas. Para" que sera vel. esbirrbs quo contam tudo quanto
BttJLTSJ^^ CrT'adopto sua filt
^51o7S?&S b%U de'Napolese'e declaro-lhe que a levo com.go, ay.
portanky nw<|itoi^Q|.. ascerd esta traicdo c

ue
*avoniifc? ;'ftw iito. w*
ia iraicao caso-a. ,./ .-h
acctdvtito1 Entretanlo 0 daquez^ft^ :6. Wlgencia
Se morreu,
della, replicou
Crespi.
Oh I que ferocidade de lobo ^disse
vivamente Izabel: sua filha ndo morreu,
nem raorrerd por emquanto, asseguro-lhe
eu; dcixei com ella as minbas aias e
venho fallar seriamente comsigo. Se ama-
nhd ndo houver perigo em que ella siga
Jornada,' levo-a cemigo, e 0 senhor ndo
a tornari ver sendo depois de casada e pro*
tegida por um marido.
Quem e esse homem"'.
Um dos patricios mais ricos de Yeneza,
Cosme Caracciolo, senador dos Centos da
Senhoria -de Veneza.
Mas que motivos a levam a crer que
Cosme Caracciolo pode ser 0 esposo de
Angiolina? ..
Ha dous annos, Co3me Caracciolo loi
i Roma, faaando parte de uma embaixada
de Veneza que tinha por alvo dispor 0 papa
em favor de Pedro de MWicis, expulso pelos
floreotinoe. Cosme e filho d'nm antigo
amigo de meu marido e foi visitar-nos
em nome de seu pai. Angiolina est,va
comigo e Cosme Caracciolo enamorou-se
della perdidamente. Dias d*pois disse-me :
Senhora, julga que posso sem loucura
aspirar a felecidade de aer esposo dessa
deidsde quo fc-n ao seu lado t As mi-
nbas damas sao todas formosas, rephquei
eu ;" 4 quat dollas se refere? A'quella
que a aoOmpanbava qo? dia da minha pri-
meira visile. Pois renuncie d ella, por-
que jd estd promettida. Caracciolo em-
pallideceu, 0 que me deu a conhecer qua
estava louoamenteapaixonado por Angiolina,
(e ndo insistio. Pouco tempo dspaJs, voltou
para Veneza com a embaixada. de que fazia
parte.
E 6 esse 0 anico fundamento que tem
para acreditar que Cosme Caracciolo estd
disposto a ser 0 maridc de minha filha ?
Em dous annos que tem decorrido desde
entao, Caracciolo que e joven, formoso,
nobre, rico e senador, deve ter jd ca-
sado.
Engana-se; Cosme Caracciolo nao ca-
sou ainda, e se ndo se casar com Angiolina,
ndo se casard nunca.
Como sabe isso, minha senhora 7
De vez em quando Caracciolo escreve-
rae uma carta, na qual me falla com paixao
Je Angiolina, perguntando-me sempre se
estd jd casada. Todas estas cartas sdo tris-
tes e apaixonadas; parece que 0 tempo e
a distancia augmentam, em vea de extinguir,
0 amor de Caracciolo. Eu ndo fallei nunca
dessas cartas nem-a si, nem a Angiolina,
porque acreditava que a reforma do padre
Savonarola, se realisaria brevemente, e que
Angiolina seria entao a esposa de um grande
homem. As cousas, porem, mudaram;, en-
ganamo-nos acerca de Savonarola, que nao
e tao grande como julgamos. Foi Vencido,
e a sua esnosa serd a fogueira ; alem disso
sobreveio 0 rapto de Angiolina, a sua re-
tengao infame por Lucrecia Borgia, e, gra-
gas & gen'rosidade e ao valor do gran-ca-
pitao, sua filha nao foi despedagada por
aquella infame. Todavia, Angiolina tem 0
coragdo dilacerado; 6 necessario curar-uYo,
dar-lhe um amor que ambiciona, protegel-a,
e fazer com qufe esse amor n8o seja tio fu-
nesto para ella como esses que tern julgado
sentir ate* agora. 0 senhor perverteu sua
filha, e comtudo a sua pureza salvou se
milagrosamente, apesar da perversdo do sen
espirito. E' um anjo, cuia excessiva sensi-
bilidade estd excitada, padece a loucura do
amor ; porem, depois de casada com 0 bo-
mem que amar, serd uma esposa honosta
e digna.
Deve confessar que e" uma desgraga
minha filha ter nascido tdo sensivel, tio
parecida com sua mdi.
Ndo me fa He em sua mai, Affonso;
0 seu amigo e meu excellente esposo, fal-
lou-me mujtas vozes (io sua esposa. Era
como Angiolina, sim ; mas diga-me, encon-
trou acaso no senhor um marido digno, um
marido a mante?
Senhora 1 exdamou Affonso Crespi
como qtie protestandof
0 senhor na sua mecidgde foi um dos
mancebos mais devassos de Roma ; possuia
um bom patrimonio, era patricio e bavia
estudado leis, theologia e canones, porque
apesar da sua vida porvertida, tinha amor
pelo esludo. Aos vinte e cinco annos, de-
pois de empenhadas jd as rendas de todo.
quanto possuia noe estados pontificios, des-
terravam-no de Roma por diffeiengas que
teve ndo sei com que cardeal.
E' a minha historia que me esticon-
tandc, mas de um modo exagerado.
Nao Crespi, estou o accusando ; sinfn
dever as molest a l-o, mas oxijo que me o.ao
interrompa. Obrigado a sahir de Rory.a c
dos- estados do santo padre, veto fi'xar a
sua residencia neste emporio das artes e
do saber. Em Florence,, conheceu Leooor
de Albici, mais formosa que Afngoliaa.
mais joven do que ella, e muito mais pro-
pensa ao amor. Havia muito tempo que
os Albici haviara sido destenados do 00-
minio da Toscana pelos Medicis. Efiec-
tuou-se, porem uma transacjao entre aquel-
las duas poderosas familias, e, como indem
nisagao da soberania do grio-ducado de
Toscana, deram aos Albici immeosos terri
torios, dos quaes, por uma success* de
herancas chegara Leonor a ser a ultima
herdeira. Podia ser corsiderada como uma
princeza, que um dia reivindicaria, talvez,
0 seu direito ao grdo ducado de Toscana.
A consciencia da sua elevada posigio, con-
trapesava em Leonor a sua propensdo para
o amor ; os que consider* como iguaes,
nao preenchiara as aspirteoes da sua alma.
Todos os principes da Italia a pretender*m
para si ou para seus fllhes. Leonor rejei-
tou com fria altivez todas aquellas prcten-
goes. Dos mancebos tnfartores d ella em
posigio, e que poderiara satis&zer a sea
necessidade de amar, defendia-a oseu orgu-
lho ; so 0 senhor teve 0 privilgio de a
enlouquecer, e foi sua esposa. Mas a sua
alma, Affonso, estava gasta e envilecida.
Senhora 1
Pedi-lhe que me ndo interrenpesse.
Supponha que ndo sou eu quem lhe fall*,
mas sim a sna consciencia, e continue es-
cutaodo. Interessa-me muito a sorte de
sua filha para que evite uma luta comsigo,
seja qual for a transeendeocia dessa luta.
Affonso Crespi, vivamente eootrariado, in-
clinou a cabga sobre 0 peito 9 continuou
escutando.
[Continuorse-tia)
" TYP.DO DIAftlQ,RUA DOQUE DE CAXla^,
f

t

i
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\
i



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