Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17545


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Full Text
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i

\
ANNO L. NUMERO 8
P1UA A CAPITAL E LIGABE *DE K&O SE PACi 1 POBTE
Por tres mezes adiaotados................ 6JSH)00
Por seis ditos idem......... .......129000
Por urn anno idem..................24J5U00
Cada. numero avulso......r .......... $320
DIARIO DE
DOMINGO 11 DE JANEIRO DE 1874
PAR A UF.VFBO li I OH A DA MOYINCI.*.
Por tres mezes adiantados.............. 69750
Por seis ditos idem j ............... *S*5o9
Por nove ditos idem.............. 209*50
Por ura anno idem, ...*............. 279000
PR0PRIEDADE DE MAN0EL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
. .
0* Srs. Gererdo Antonio Abesd Filhos, no Par*; Gongalres d Pinto, do MaranhSo ; Joaquim Jose de Oliveira dFilho, no Ceari;
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jose* Gomes, na Villa da
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AJ.
io de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio aria Jnlio Chaves, no Assd; Antonio Marques da Sflta, no Satal; Josd Jut
ia; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos Jose* da Costa Braga, em Nazareth;
Alves AC., na Bahia; e Lei te, Cerquinho AC. no Rio {de Janeiro.

PASTE OFFICIAL.
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I

Uoverna ill prevlncia
despachos da presidenc1a do dia o de jvseir1
de 1874.
Anna Bezerra Cavaleanro da Silva Costa Passe
portaria coniedendo mais tres mezes da licenca,
com vencimentos e contados de 20 de uovembro
ultimo, em vista do term > de inspeccao medico.
Antonio da Costa eSa.Indeferido.
Araerico Nunes Correia. Satisfaca a exigencia
da tbesouria de fazenda.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. -Iafor-
uia o Sr. inspector da thesouraria provincial se
d'entre os docunentos juntos a peticio a qua se
allude, ha algaem que autorisasse os transportes.
Teneute-coronal Antonio Francisco de Souza Ma-
-alhaes. -F.rneca-se.
0 mesrao. Forneca-se.
Bernardina Maria de Jesus. -Requeira ao gover-
no imperial.
Joaquim da Silva Costa.Informe o Sr. director
das oaras eublieas.
Manoel Jordao de Vasconcellos. Deferido, de
eonformidade com a informacao da directoria da
instruecjio publica.
Manoel Joaquim da Conceits.). A' junta de
olassificacao desU capital para toaiar em conside-
racao o que requer o supplicante.
Veronica Maria da Gonceic^o.-Sim.
_ g
Agricio Rodolpho de Araujo Lins. Seja aggre-
gado ao batalhao 24 de infanUria da guarda na-
i.inal do municipio da Escada.
Clarindo Jose Soares.-Inforae o Sr. brigadairo
commandante das annas.
i '.anuto Can dido Ramos. Informe o Sr. briga-
detro commandante das armas.
Francisco de Miranda Leal Seve. Passe porta-
1ia.
Tenente Joaquim Manoel da Silva e Si. For-
neca-se.
0 mesmo.Forneca-se.
Idem.Mem.
Idem. Idem
Idem.Ide.fi.
idem.-Idem.
Joaquim Alvares dos Santos Souza. Informe o
Sr. dire Uor das obras publicas..
Joao Felix Correia da Cunha. Informe o Sr.
Dr. juiz de direito das execnedes criminaes.
Jose Joaquim de Saot'Anna.iodeferido.
Joaquim Facundo de Castro e Silva.Passe por-
i.iria coiicedendo a Ikenca pedida.
Bacharel Joaquim de Luna Miranda Cputo.
Kneaminhe-se.
Jos* Firmo da Silva. -Ficam expedidas as con-
venieates ordens no sentido requerido.
Jose Foliciano da Silva. Concedo to dias.
Tenenle-coronel Sebastiao Antonio do Rego Bar-
ros.Forneca-se.
Tenente-coronel Sebastiao Antonio do Rego Bar-
ros. Fornega-se.
IdemIdem
idem.idam. '
-9
Abaixo assignados habitantes da povoacao de
Vicencia.Em vista da informacao tem lugar o
que requererem.
Antonio Francisco de Moraes.Sim e seja ag-
sregado ao 2.* batalhSo do servico de roserva.
Bernar Jina Maria de Josus. Sim, com recibo.
Compaohia Ferro Carril. Deferido com offlcio
tieua data, dirigido ao engenheiro fiscal da com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco.
Charles Curruthers Johnston. -Como requer
Eduardo Frenton. Informe a Illma. camara
municipal do Recife.
Iguacio Gomes de Almeida. Informe o Sr. Dr.
eliefe de policia.
Jeronyms Theotonio da Silva Loureiro. Infor-
me a eamara municipal do Triumpho.
Major Jose Gomes. Forneca-se
Coronel Jose Maria Ildefonso Jacome Ida Veiga
Pessoa e MelloForneca-se.
Jose Bento de Oliveira..Nio competindo a esta
presidencia tomar conhecimento de actos judicia-
rios, use o supplicante dos recursos legaes.
Joao Jose Gomes.Forneca-se.
Joaquim Nicolao Ferreira. Sim, ao 2.* bata-
Ibao do servico de reserva.
Laiza Maria da Coneeielo.-Sim, com'ecibo.
Luiz Francisco Teixeira.Forneca-se.
Idem.Mem.
Manoel de Carvalho Paes de Andrade Gouvim.
Informe o Sr. bngadeiro commandante das ar-
mas.
Manoel Joaquim dos Santos.Informe o Sr. Or.
t-hefe de policia.
Thereza Maria de Jesus.Indeferido.
Commands superior.
yiiARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACJONAL DO MU.NICIPIO DO RECIFE, 9 DE
JANEIRO DE 1874.
Ordem do dia n. 142.
Keentrando hoje no exercicio do cargo de com
uiauJante superior, que interrompi, desde 17 de
margo do anno proximo findo, para ir a cdrte do
imperio e achar-me occapado em commissao do
ministerio da guerra, sendo tao dignamente subs-
tituido palo distincto Sr. coronel Rodolpho Joio
Barata de Almeida, bem conbecido na corpora-
oio a que penance ; dou disso sciencia aos corpos
daste municipio para os fins coavenientes.
Na continuacio dos afaaosos deveres do elevado
ncargo que me esta confiado, espero ser ainda
vantajosamente anxiliado pelos Srs. coramandan-
les de corpos, oiTIciaes e pracas em geral.
Continuam em vigor as ordens a;e hoje dadas,
emqoaato a experiencia me nao demonstrar a no-
cessidade de serem alteradas ou revogadas.
A ntonio Gomes Leal.
Comiuundo daui armas.
jvMITEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
OE PERNAMBUCO, EM 0 DE JANEIRO DE
1874.
Ordem do dia n. 786.
0 brigadeiro commaadante das armas, faz certo
aguarniflo para os fins convenientes, que segun-
da consta da ordem do dia da reparticle do aju-
tlante general de 26 de desembro ultimo sob o
u. 996, foi o Sr. coronel do corpo de eslado maior
da classe Antcnio Gomes Leal, por portaria do
iniaisterio da guerra de 23 do dito mez dispensado
da commissao que teve de inspeccionar o presidio
de Fernando de Noronha, e elogiado pelo modo
com que desempenhou a mesma commissao, o
qua! reassumio oesta data o exercicio das fuoc-
coes do commando superior da guarda nacional
do muiiicipi-i do fteci'c, conforme participuu em
offlcic hja firmado.
0 mesmo brigadciro jalga "Jonveuiente traa.icre-
ver em segalda, para conhecimento e execucao dos
Srs. commandante? de corpos e ostabelecimentos
militarcs, o offlcio que na dita de hontem Ihe foi
expedido pela presidencia desta provincia.
Seccao 1." -Palacto da presidencia it Pernam-
buco, 8 de Janeiro de 1874.Illm. e Exm. Sr. -
Sirva-se V. Exc. de recommeodar terminaotemen-
te aos chefes dos estabelecimentos e estacSes mili-
tarei a observancia com urgencia do art. 99 do
refulamento annexo ao decreto n. 5,118 de 19 de
uutubro de 1872. que lhes incumbe a omnisacio
c remessa ao director do arsenal de guerra, de
mna nota daquantilade e qualidade dos objecto"
de que devem constar os respectivos fornecimen-
tos para o proximo semesire. <
Deus guarde a V. ExcHenrique Pereira de
Lucena. A' sua Exc. o Sr. brigadeiro commandan-
te das armas.
Havendo-se nesta data apresentado neste quar-
tel genera!, vindo da corte, no vapor Bdhia,o Sr.
cirurgiao mor de brigada Dr. Luiz Antonio Pimen-
ta, determina o brigadeiro commandante das armas
que passe a exercer as funccdes de delegado do
cirurgiao mor de exercito nesta guarnicao, para
cujo enprego foi nomeado por portaria do minis-
terio da guerra de 4 de agosto ultimo, devende o
Sr. cirurgiao mor de brigada graduado Dr. Jose
Zacbarias de Carvalho encarregar-se da enfermi-
ria dos menores do arsenal de guerra desta provin-
cia, como foi determinado em outra portaria de
igual data.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major, Jose B. dos Santjs Mer-
julhao, ajudante de ordens encarregado do de-
tails.
Repartieao da policia.
i.' seccao. Secretaria da policia de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1874.
S. 45.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de detengao os
individuos seguintes :
A' ordem do subdelegado do Recife, o snbdito
inglez William, a requerimento do respectivo
consul
A' ordem do de Santo Antonio, Victor, escravo
do Exm. vise jade de Suassuaa, por saspeita de
andar fugido
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
rneudador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia. 0 chefe de policia,
Antonio Francisco Correia de Araujo.
EXPEDIENTS DA SBCaETARIA DE POLICIA DO A.KNO DE
1873.
Officios a presidencia 2,200
Ditos a diversas autoridades 13,309
Minutas dos mesmos 15,509
Copias diversas 703
Verbas postas em titulos de autoridades 626
Registro dos mesmos 313
Despachos 910
Resgistro dos mesmos 910
Lancamento de recrutas e destrtores 617
Vistos em passaporles 3,020
Extracto para iornacs das partes diarias 604
Lancamento de eutrada e sahida a pa?sagei-
ros 1,050
Pasaportes 550
Registro dos mesmos 550
Termos de juramento HO
Ditos di versos 58
Titulos de nomeacao 9
Verba posta nos mesmos 9
Guias para exame de boteeiros e certiScados dos
mesmos 320
Matricula de boleeirds 18*
Regittro das inesmas 184
Guias para recolher dinheiro 14
Registro das mesmas 14
Mappas estatisticos 30
Borrdes dos mesmos 30
Portarias diversas 150
Inquerito policial 6
Auto de perguntas 52
Corpos de delicto 8
Exame da sanidade 1
42,049
Secretaria de policia de Pernambuco, 9 de Janei-
ro de 1874.
Pelo secretario,
Francisco G. da Silva Barrozo.
EXTERIOR.
os partidos podem fazer conhecidas as suas ideas.
A elle se deve a iniciativa de grandes melno-
ramentos materiaes e intellectuaes, e o progresso
3ue vai tendo a Austria, que a continuar a paz
e que goza, vira a ser em breve uma nacio for-
te pela uniao e gran le pelo seu commercio, artes
e industrial
0 dia 2 passou se em festas d'outra ordem. Mia-
sas solemnes n is principaes igrejas, Te-Deum na
cathedral de Santo Estevao, jantares, reeepedes de
commissoes, espectaculos gratis em todos os thea-
tres da cidade e concertos musicaes.
Em todos os deverlimentos popnlares d isles
dons dias reinon a miior ordem, e nenhumi des-
ordem incommodou as autoridades enearregadas
de velarsobre a onservacaa do socego e tranquil-
lidade publica.
Iguaes festas tiveram lugar na Hungria
0 nosso rainistro e enviado extraordinario
junto a corte de Vienna, o bario de Porto Segoro,
festejou o anoiversario natalicio do nosso fmpera-
dor o Sr. Pedro II, dando um jantar em sua casa,
e para o qual convidou apenas o principe das As-
turia-, D. Affonso, fllho da ex rainha D. Isabel de
Hespanha, menino de quatorze anios, e ainda
educando do collegio austriaco Theresiano, e al-
guns brasileiros.
Somente quatorze pessoas assistirara a este jan-
tar, e foram as seguintes :
0 principe das Astnrias e sen aio, Dr. Manoel
de Araujo Porto-Alegre, membro e secretario da
commissio que representou o Brasil na exposicao,
Dr. Francisco Regis de Oliveira, secretario da le-
gagao, Dr. Martins de Almeida, addido da mesma,
Drs. Rufino de Almeida, Joio Joaquim Pizarro e
Alfredo Lisboa, membros adjunctos da citada com-
missao brasileira, Drs. A. Gabriel de Paula Fonse
ca, Carlos A. Ferreira Penna e Oscar de Bulhdes,
medicos aqui residenies. Apenas haviam tres so-
nhoras, as dos Drs. Regis, RuQoo e Pizarro. No-
ton-se alguma frieza da parte dos con vivas.
0 baraode Porto Seguro vive hoje am poaco re-
tirado da alta socieJa le de Vienna, e apenas ap-
parece nas festas e reunioes officiaes em que a
etiqueta nao Ihe concede dispensa. Parece ja can-
cado da vida laboriosa que tem levado, ha perto
de trinta annos de servicos ao paiz ; e o governo
obraria com acerto dando Ihe descanco e substi-
tute em condicSes de inais actividade. Na Aus-
tria nio deve ter o Brasil um ministro can^ado, e
jaaborrecido da vida diplomatica. E' este o meu
franco pensar, sem que nelle va desconhecimento
dos bons servicos prestados ao Brasil pelo barao
de Porto Seguro.
No dia 29 do passado, pelas dez horas da
manha na capella particular da Nunciatora Apos-
tolica receberam-se por marido e mulher o Dr.
Joio Joaquim Pizarro, professor da faculdade ie
medicina da cdrte, membra adjuncto da commis-
sao brasi'eira da exposicao e D. Josephinft de Oli-
veira Barros Almeida, filha legitima do Dr. Rnfiao
Augusto de Almeida, tambem membro adjuncto
da mesma commissao. Officiou neste acto o se-
cretario do nuncio, no empedimente deste, que se
achava uoente : foram padrinhos, sua altexa, o
dmjno 8o, u dt." Manoel de Araujo Perto-
Alegre, o Sr. Frederico de Rosemhei'Sr sna -
nhora. Honraram este acto com suas presencas, o
Sr. barao de Porto Seguro, ministro do Brasil, o
Dr. Regis de Oliveira e sua senhora. negociante
Nehrer e sua senhora, e os Drs. Oscar BulhOes,
Ferreira Penna, Paula Fonseca, Luiz Al rares dos
Santos, engenheiro Alfredo Lisboa, Dr. Almeida,
addido da legacao brasileira e Dr. Hild Wain, pro-
fessor e director do musea de chimica desta ci-
dade.
Como Ihe annunnei em uma das mirthas ul-
timas carias, tem quebrado muitas casas commer-
cias e hoteis quo se sentiam em difflculdades ape-
nas comecou a escascear a concurrencia de es-
trangeiros nesta cidade, concurrencia que cessou
completamente com o encerramento da exposicao.
0 estado geral da praca do Vienna e pessi-
mo,e o mesmo succede com ontras prajas da Al-
lemanha do Norte.
A. de A.
Correspondencla do Dlario de
Pernambuco.
VIENNA D AUSTRIA, 5 DE DEZEMBRO DE 1873.
Realisouse na noite do dia 1 e no dia 2 do cor-
rente a grande festa do jubiieo de Francisco Jose.
Festejou-se com verdadeiro e espontaneo enthu-
siasmo o 25* anniversario da subida deste monar-
cha ao throno do imperio austro-hungaro.
Na noite do dia 1 a cidade de Vienna apresen-
tou um espectasulo sorprendente. Posso affirmar
sem temer a menor contestagio, que nesta grande
capital nao houve uma so casa habitada que dei-
xasse de por em todas as suas janellas luminarias,
feita com velas de espermacete ou de estearina.
Nos palacios, nos estabelecimentos publicos e
particulares, nos grandes cafes, nas pracas publi-
cas viam-se lindas e engenhosas illuminacoes a
gaz e a luz electrica.
A Ring Strasse, a maior e mais bella rua de
Vienna, rua que nao se conbeceu mais linda nas
maiores cidades do mundo, eslava encantadora e
doslumbjante. Na praca de Schwarsemberg, bem
como na de Santo Estevie, e em outras havia co-
retos com musicas militares.
As cavernas dos soldados (quarteis que sao
magnificos palacios) estavam rica e artitisticamen-
te illuminadas a gaz. Vienna cstava inundada
de luz.
0 povo em massa enchia as ruas. Desde as 5
horas da tarde que se tinha prohibido o translto
dos carros e cavallos pela cidade, e mais de cinco
mil pracas de policia, fardadas em grande gala,
distribuidas pelas ruas com extrama delicadeza
guiavam o povo nas suas entradas. Como em ge -
ral as ruas sio muito largas, e o povo obedece fa-
cilmeate as determinacdes da autoridade, este ser-
vIqo se fazia com ordem e facilidade. Os que sa-
biam as raas tomavam a direita, e o mesmo fa-
ziam os que desciam : no centra os policiaes mao-
tiam a ordem : desta forma ninguem era atrope-
lado, e tornava se bello o espeetacalo, de verda-
deiras ondas de povo a moverem se em sentidos
oppostos.
Nas janellas ningnem apparecia, nao so porque
quasi todos os moradores dos predios estavam nas
ruas, como porque as luminarias impediam o ac-
cesso a ellas. Em alguraas varan las da Ring ha-
via focos da luz electrica.
As 8 horas da noite am viva reprodozido em to-
da a extensao daqnella rua, annancioa que o Im-
perador alii tinha apparecido. Francisco Jose,
trajando de general, tendo a sea lado o filho, her-
deiro do throao, occupava uma carruagera desco-
berta, puxada por dous cavallos : a imperatriz te
guia-o em outra carruagem, porera, fechada : o
povo agglumerou se em torno destas duas earrua-
gens, que mal podiam os cavallos moverem-se, e
FrnL-ticamentc victorlavam o imperador.
A manifestaca> dj povo austriaco ao seu in)-
narcha era liitia do coragao, pois que Francisco
Jose tam sabido conquistar o amor do seas subdi-
tos, raostraalo-se um soberano verdadeiraraente
liberal.
Inve3tido de am poder absolute, Francisco Jose
comprehendeu bem qaaes as ideas e tendencias
do seculo em que vi/a. Nio lutou contra o pro-
gresso e nem se oppoz a liberdade bem entendida
e regrada, pelo contrario poz-se a frente de am e
da outra.
Abandonando o systema de governo de seas
avos fsz-se um imperador constitucional, e con-
seguio reunir em accordo commum vontade3 di-
vergentes no terrene con?titncional om que todos
tarioL do que verdadeiras cjlonias que participem
dos prpfressos da metropile.
0 foverna I>.- das In lias neerlandazas, que resi-
de era Bat a via, e ami especie de vicorei, e tem
uma *rmada e um exercito que bem podenser
invejsdos por mais de um soberano. Esse gover-
nador e assist do por um conselho pnramente con
sultivo, que se chama Conselho das Indias, e se-
can lado por varias directores, que sao verdadei-
ras mimstros, e alem disse nomeia os funcciona-
rios eolooiaes, organisa sob sua responsabilida-
de os or^raentos e, em casos urgentes, pode ate
declanr a guerra e celabrar a paz.
Cada provincia 6 dirigida por um agente hoi-
landez, que, sob o nome de residenle, e um pre-
foito con poderes extensi'sim is. Junta a esse re-
gante hi um oatro inJigena, que, embora eom-
plttaraedte sujeito ao g-ivernador geral, sastenta
ama peqiena ciirte notavel pelo seu luxo.
Os bolliodezes respeitaram os costumes, habitos,
e prejuizordoj inligenas, e, em vez de oltenle-los
em seus seitimentos religiosos, que sao dos mais
vivo*, aisotiaram aa seu dominio os padres mu-
sulmanos, fazendo os partieipar dos lu:ros realisa-
dos pelo sengoverno.
Assim, pott, o governo dessas possessors, sob
apparencias.en certo modo lioeraes, nao passa em
ultima analvst de uma authocracia, tanto mais
dnra e cruel, quanto os indigenas vivem sob o re-
gimen do trabilh) Tornado, por meio do qual a
inetrop.de tem mnse^nido os brilhanies resultados
de que aciina falamos.
Se esse regimen fosse abolidi, e se as condicoei
dessas possess >ei se modificassem, 6 de simples
intuicio que mnib perderia a mctropjle, e ainda
mats perJe.-ia ella se Sumatra e Java proclamas
sem a sua indepedlencia,
De9ses perigos cjraprehendeu a Hollaoda sem
pre a existencia, e tor isso nunca se descurou de
tar alii fin; s respslavois a ordms do governa-
dor geral, coma muiu de outer qualqier inter-
vencao estranha e principalmente corn) meio de
coaler os atchinezes, quer nas suas veleidade* de
indapendencia, quer nas suas correrias por terra e
por mar.
Por am tratado, eelebrado em 1824 com a In-
glalerra, a Hollandt obrigara se a respeitar a in
dependencia dtt Atihin, e por oatro, datado de
18o7, e eelebrado con o sultao desso pequeno es-
talo, obrigou-se estt a reprimir a pirataria e os
latrocinios ; mas, tenlo expirado o prazo do pri-
meiro em 1870, e na- tendo as atchinezes cum-
prinJo o segundo, a rVjIlanda tratou de impedir a
renovacao- do tralado oe 1821. e para isso codeu
aos inglezes as suas possessdes da costa de Gaine,
regalou as suas quest&s de emigracio, e conso-
lidoit a amisade ealre a dous paizes pelo tratado
del denovembro de 1871. cujo arligo primeiro
estabelece aue S. M. briiannica desiste para icm-
pre de jualquor objeccio contra a extensao do
dominio bollaodez en qualquer parte da ilha de
Sumatra.
Em vitta desse tratado, que dava enxarcias
para todas as eventualidades, os atchinezes Bca-
naV .__!.._-..j.m;i4, e. jem^.xe
de uma desforra valente ; e, pois, a opiniao geral
foi era prol dessa nova expedicao, que, ao ver de
todos, devia ser o mais forte possivel, afim de nao
dar enxarcias a novo desastre.
A propesito dos resultados da priraeira expedi-
cao occupou-se o parlamente largamente com os
negocios das possessoes, e uma profunda discussao
esmerilhou o assumpto completamente.
0 ministerio assumio a rcsponsabilidade da
guerra, e discutio energicamente, defendendo um
seu despacho, de 19 de fevereiro, que continha
implicitainente a autorisacao para essa guerra.
0 debate duroa muitcs dias, e so tenninou de-
pois que o ministerio, descrevendo a situa^ao, e,
declarando que o conflicto cessaria logo que fos-
se arvorado em Kraton o pavilhao neerlandez, es-
tabeleceu a questao de conflanca no pedido de
credito para a aova expedica). Encerrado o de
bate, a camara votou o credito pedido, e assim
habilitou o governo a curar desse objecto.
Todo o paiz applaudio o resaltado da votacao,
visto como todos os hollandezes comprehenderam
que ia e vai nessa guerra am interesse vital para
o seu paiz. A guerra tornou se, pois, popular, e o
governo foi desde logo accumulando meios de ac-
cio, de forma a estar perfeitamente preparado na
nora do combate.
Para angariar as sympathias da Europa, a Hoi
landa fez logo constar, e alias cm razio, que
nessa guerra nao se achava empenbado somente o
seu prestigio, laas tambem o presligio da Europa,
visto como, existindo uma especie de solidarieada-
de moral entre todas as potencias que possaem
territories na Asia, o enfraquecimento de uma
dellas soria para as outras uma diminuicSo de in*
fluencia e de autoridade.
E, ou fosse por esse laco, oh fosse por oulro
qualquer, o que e facto e que nenliuma potencia
desapprovou o procedimente da Hollanda, e qua,
pelo contrario muitas tem manifestado os seus
sentimentos de accordo com os do povo neer-
landez.
Alem deste assumpto, que occupou por varias
vezes a attengao das camaras, trataram ellas das
leis de meios e de outros prejectos concernentes
ao desenvolvimento material do paiz, manifestando-
se sempre e a cada momento uma tremenda oppo-
sicao ao gabinete, que entrctanto foi se sustentan-
do ate os fins de agosto.
A esse tempo, porem, elle nao pdde ma's resis-
tir, n cahio ante um vote de descondanca das ca-
maras, chamando o ret o Sr. Van-Lynden para
organisar o novo gabinete.
Este eJadisia empreg^ou valiosos esforcos para
constituir gabinete, nao tendo conseguiuo, desis-
tio do encargo.
Entao o rei pedio aos ministros demissionarios
quo continuassem no poder, e estes acqoiesceram,
a excepga i do .ninistro da guerra, que insistio no
Sedido de demissio, e a quern pouco depois foi
a Io como substitute o general Weitzel.
No dia 15 de setembro, as camaras cnlao en-
cerradas. foram oovamente abertas, pronanciando
o rei. um discurso notavel, no qual, depois de affir
dfcdes*S^"~a^&^^
DIARIO DE PERN 1MBU0O
Retrospecio politico do anno de
1893.
RECIFE, 1 DE JANEIRO DE lS7i.
Hollanda:
Ao abrir se o anno de 1873 o estado interno da
Hollanda era o mesmo dos lias de 1872, isto 6,
auspicioso, quer no tocante a metropole, quer ain-
da ao que dizia respeito as suas possessoes.
Na politica externa nenhuma nuvom ameagava
a limpidez dos horisontes internacionacs. a nao ser
essa peqaena nuvem que alguns olhos descobriam
dos lad)s da Allemanha, mas quo a massa geral
dos neerlandezes persistia em considerar mera
Utopia de espiritos irrequietos.
No meio dessa paz externa e tranquillidade in-
terna os negocios do reino iam seu caminho regu-
lar, funccionaado todas as pecas do mecanismo po-
litico, quando ama triste noticia vinda das Indias
poz em sobresalto a opiniao publica.
Era o caso que ama guerra tinha sido declara-
da ao sultao de Atchin, pelo governo de Sumatra,
e em nome da Hollanda, em conseqaencia de des-
avencas sobrevindas nas inutuas relagoes daquel-
le principe asiatico com o referido governo de Su-
matra.
A ilha de Sumatra pertence em sua maior par-
te a Hollanda, e apenas ao norto da ilha exists um
estado indigena que ate agora tem escapado a sua
conqaista.
Esse estado, denominado reino de Atchin, foi
outr'ora poderoso; mas hoje acha-se reduzido a
ama populacio de 3 milhoes de almas, quasi a
mesma que p issue a Hollanda europea, que, en-
tretanto, traz uma popalacio de 17 milhoes de al-
mas, em Java e Sumatra, jungida ao carro de
suas glorias.
A maior parta dos habituates do Atchin 6 rau-
sulmana e obedece a chefes feudaes, que teem a
sua frente am soberano a quern chamam sultao.
Esse soberano reconbece como sen sozerano e
chefe religioso o commondador dos creates, isto e,
o sultao de Constantmopla, a quern elle em 1808
offereceu essa suzerania, que, entretanto, so Ihe
foi concedida a titalo oflBcioso e puramente no-
minal.
Esse estado indapendente nas visinhancas dos
pequenos paizes sujeitos ao dominio hollandez e
am perigo constante para a metropole, e perigo
tanto maior, quanto de suas possessoes e que a
Hollanda tira todos os recursos para a sua vida e
para os seas progressos.
0 dominio dessas ilhas, de Sumatra o Java, nao
so nenhuma despeza acarretam a Hollanda, mas
tambem produz para os sens cufres cerca de 20
mil contos da rtiis annuaes ; e 6 c no esta rrceita
que os Paizes Baixos tem coaseguido o desenvolvi-
mento da sua industria, o emprehendimente de
grandes obras publicas, e a construe; io de uma
magnifiea r6Je de caminhos de ferro, sem todavia
desenrar se de amortisar a sua divida.
Por estes resultados, pois, bem se pode avaliar
dos esforcos empregados pela Hollanda no sentido
de conservar esses dominios, e dos seas receios
pela perda possivel e provavel da Sumatra, caso
os pequenos principes indigenas viessem a imitar
o procedimente do sultao de Atchin, rebellando-se
atrociniJc a toila a sorto de
ram de imndar u:n enviado
de conseguir algum protectorado efflcaz, que lhes
salvaguanlasse a liberdade, viste nao o terem ob-
tido cm 1868 do snltao de Constantinople sea pre-
tenso suzerzno.
Entretant?, nada tonlo elles obtido dessa mis-
sio; e, por outro lado, continuando as depreda-
55es, que nio podiam ser contidas pelos navios de
guerra holltndezes, e receiando elles pela sua se-
guranca, otandaram alguns enviados a Singapora
afim de vet se oblinham dos consules estrangeiros
quaesquer garantias para si.
Conheceoor deste facto o governador das Indias
neerlandezas, receioso pelas consequencias da em-
preza, e farto ja do mao proieder do seu visinho
do Atchin, declarou-lhe a guerra em 26 de marc,a,
e desde logo craprehendcu operagoes hostis com
as fareas a sua disposicao.
Antes que estes acontecimentos tivessem lugar,
isto 6, em fins de fevereiro, correram na Haya gra-
ves ruraores a tal respeito, chegando-se a dizer
que o governo da metropole, receioso pelo
estado critico de Sumatra, teucionava enviar para
alii ura reforco de 3,000 homcas, a pedido do go-
vernador geral.
A esse respeito o ministro das colonias foi in-
terpellado nas camaras que funccionavam desde
selembro do anno anterior ; e respondeu que o
governo, longe de procurar estendar o seu domi-
nio aa ilha de Sumatra, jaraais tivera outra inten-
cao senao a de viver em boa harraonia com o
Atchin e com os diversos principes que reconhe-
ciam a suzerania da Hollanda ; mas que nao podia
consentir qua a ma fe de um delles abusasse dessa
longanimidade para instigar a revolta as popula-
coes que aceitavam sem murmurio o dominio
neerlandez.
Dadas estas explicates, as camaras e o paiz
aguardarara os acontecimentos, e este3 vierara
cenlirmur as su s suspeitas, visto como a guerra
fdra declarada, como ja vimos.
Poucos dias depois desta noticia, chegaram a
Haya telegrammas das Indias, annuociando que a
expedicio maodada contra o Atchin encontrara
uma forte e tenaz resisteneia, diante da qnal re-
caara, malbaratando-se completameate as ope-
rates.
A cousa passara se assim : a 22 de mar;o tres
navios de guerra hollandezes aportaram a bahia
de Atc'in, e, logo que fandearam, enviaram ao
sultao uma carta em que o governador geral das
Indias, pella satisfac/io pelos ultrages e garantias
serias para o presente e futuro. 0 sultJo respon-
deu evasivamente. e nao offereceu as garantias
pedidas. Em consequencia disso, foi dec arada a
guerra a 26.
A 5 de abril, a expedifio organisada a toda
pressa, contra a fleugma habitual dos hollandezes,
e comp.sta de 4:090 homens, 149 cavallos e 16
caohoes, sustentados por 8 navios de guerra, ap-
pareceu em frente do inimigo, na bahia de At-
chin, e foi recebida por ama chuva de balas, ex-
pedidas de dous fortes existentes na costa.
No dia 8 as forcas tomaram um dos fortes, e no
dia 9 o outro foi abandonado pelos atchinezes, que
se recolheram a Kraton, especie de cidade forte,
cercada de muros, guarnecida de torres, e con-
tendo esplanadas e edificios, entre os qnaes uma
mesqulta ama fortaleza, ambas guarnecidas com
canhde,. No meio de tudo isso esta o palacio do
sultao, do alto do qual elle se mostra ao povo nas
occasides solemnes.
As tropas expedicionarias seguiram logo para
esse lugar, e a 14 tomaram a mesquita, que foi
entregae as chammas.
Animadas por esses successos, as tropas ata-
caram depois a fortaleza; mas ahi encontraram
uma tao grande resistencia, que fnram obrigados a
reeuar, com muitos feridos e roortes, e entre estes
o general Kohlar.
Durante duu* dias ainda foi bombardeada Kra-
ton ; mas, u > dia 17, agravando se a situagao das
tropas. fez se conselho do guerra, e este decidio
que nSo era mais sastentavet a pasigao.
Este resullado foi communicado ao governador
das Indias, que sem perda de tempo determinou a
expedicao que reemoarcasse e voltasse a Batavia,
decidindo igualmente que se organisasse nova ex-
padigao para o mez de outubro, epooa aprcpriada
Sara outra fentativa, por ser o tempo das mongSes
o mar.
Logo que esles acontecimentos foram conhecidos
parle ura cruel
por sua vez contra a oppressora metropole.
As duas ilhas em questao sao antes duas excel- i'na metropole, reiuna por toda a .
lentes fazendas qne enriquecera os seus proprie-'desanimi, e ao mesmo tempo deseps vehementes
e JepredagiJes,-trata-; VazHia de muitas potencias estran -iiras a propo
a Europa, pira~o-flm sit) da guerra com o Atchin, accrescentando que
a situacio das Indias era satisfactoria, que estava
effactivamente bloqueado o Atchin, e qne faziam-
se todos os preparos para a continuagao de uma
luta energica.
Por seu lado o ministerio compareceu perante
as camaras, e ahi foram explicadas as causas da
crise e a impossibilidade que teve o Sr. Van-Ley-
den de c instituir novo gabinete, sendo adduzidas
as razoes que teve o ministerio para acquiescer ao
pedido do rei para que continuasse a gerir os ne-
gocios publicos.
Aproveitando-se do eosejo, o ministerio fez so-
lemnes promessas de apresentar projectos sobre
reforma judiciaria, sobra a defeza do territerio, e
sobre a lei eleitoral, e declarou que proseguiria
na guerra ate que a Hollanda se tranquillisasse
no tocante as suas possessoes asiaticas, pondo o
Atchin sob a sua suzerania.
Em vista disto a camara applaudio o gabinete,
e entrou nos seus trabalh.3 ordinarios, dando aso
a que o governo se desempenhasse dos seus cora-
promissos, quer no tocante aos negocios da metro-
pole, quer aos das colonias.
Os destas, relativos a guerra, proseguiram com
actividade, ate que apparecendo o ensejo da wion-
cao, e achando-se preparada a expedicao, partio
esta de Batavia para o seu destino, a 29 de novem-
bro, levando comsigo todos os meios possiveis para
derrotar o Atchin e a esperanca de plantar em
Kraton o paviihio respeitado da Hollanda.
Consegui-lo-hao os hollandezes ? E' provavel;
mas nao c menos certo que essa guerra pode e
ha de vir a ser o ponto de partida para muitas
revoltas em Sumatra, e, quemsabe ? tal vez para
a independencia dessa possessao.
Era todo caso a Hollanda obraria com pruden-
cia se melhorasse as condicdes da vida dessa uber-
rima ilha, assemelhando-as em certo modo as co-
lonias inglezas da Asia, que tem vida propria
e prosperam sob o regimen do irabaltio livre.
Assiai praticando, a Hollanda correra menos
risco de ver-se despojada dessas possessoes, que
sao a sua riqneza e abase da sua prosper.dade ;
e, consequeatemente, conseguira diminuir as pro-
babilidaies de sua absorpcio pela Allemanha,
porque conseguira ir tendo meios para augmentar
a sua defeza e para preparar a resistencia quando
soar a nora das conquistas do paugermanismo.
Allemanha
A obra grandiosa da unificagao ailema, tao ar-
dentemente desejada, e tao esplendidamente rea-
lisada pela espada dos Zollern; essa obra monu-
mental, qus, em ultima analyse, satisfazendo as
ambicdes da Prussia, serve de pesadelo a Europa
e de orgalho aos povos germanicos ; essa obra
formidoiofa, que e uma ameaca para todos os pai-
zes qui'-flibtem em sua hegemonia elementos
oriundos dajfraga germanica ; essa obra, dizemo,
caminbou 9 Wat caminhando sempre para a sua
perrectibilidade, sem que Ine sirvam de entraves
os diversos modos porque se raanifesta o particu-
larismo allemio nos pequenos estados sem auto-
nomia real.
E, com effeito, que importa ao Sr. de Bismark,
ao braco forte de Guilhsrme H e aos sectarios do
unitarismo allemao as tergiversacSes de alguns es-
piritos, a reluctancia de outros, e os receios de
muitos ?
A obra caminha ; nao sem achar tropeco, nao
sem causar dosgostos, nao sem despertar odios e
rancores; mas caminha sem se deter, como se a
Suiasse uma columna de fogo atravez dos campos
o particularismo.
E o particularismo todos 6s dias perde terreno,
de nora em bora se restringe, de minute em mi-
nute sant< e desfallecer ante a obra da chamada
regeneracao da patria, ante o espectro do unita-
rismo, elevado a cathegoria de dogma politico.
E o Sr. de Bismark sorrise, ao ver a sua obra
proseguir : e o seu maehiavelico sorriso e como
uma selta que provoca os receios da Europa, que
nSo tem, que nao pode ter conQanca nessa obra,
feita a imagem da Prussia, e segundo as suas ins-
titutes e as erencas do poderoso ministro de Gui-
Iherme II.
Mas a obra prosegue, e no anno que vem de
findar caminli-u muito, embora Hcassc ainda a
quem das aspiragoes do Sr. de Bismark, que to
davia nao de f;ias para veneer quaesquer difflculdades que se
lie ante-ponham, querendo paralysar a sua ob a.
E' assim que, vendo elle na religiSo chrlsta uma
forma do resistencia ao unitarismo MleraSo, nao
recua um instante : lanca-se na arena, enrista a
langa e fere o combate, procurando pela tactica.
pela disciplina do seu exercito, pela afoateta do
embate, derrotar o inimigo, que se Ihe aflgura po-
deroso, que elle terae, mas que espera veneer com-
pletamente.
Para conseguir o seu intento, o Sr. de Bismark
serve-sede todos os meios, por que todos os meios
Ihe parecem bons, uma vez que o conduzam ao
fim.
Ha na Allemanha um partido catholico e outro
protestante : elle lanca-os um contra o outro, e da
sua luta se aproveila para aniquila-los ambos.
Ha entre os catholicos uns principios de sizania,
oriundos da proclamacAo do dogma da infallibili-
dade : elle fomenta a desuniao e cava um abysmo
insondavel entre novos e velhos catholicos.
Os ante-infallibilistas ou velhos catholicos mos-
tram tendencias para se constituirem e form.ar nma
igreja : elle os auxilia no seu empenho, faciliia-
Ihes todos os meios, e sabjuga essa sociedade para
atira-la sobre os novos catholicos por occasilo da
suas resislencias.
Os infallibilistas ou novos catholicos erguem-se
ameacadores. apoiados na influencia das ordens
religiosas : elle aniquila estas com ama lei que
obtem, e, para acabar de destruir as resisteucias
clerieaes, arraa-se com novas leis compreuoras ;
e persegae, persegue sempre e por todos os meios
sem se lembrar de que acima de si ha uma opi-
niao publica universal jue o condemna, emquan-
to nao chega a hora do julgamento de Deus.
E a Allemanha ve tudo isto, nio com indifterec*
ca, nao com desprezo, mas como quem se sente
agitar por raultiplas agnnias, e sente-se impotent.-
para lutar com o poderoso ministro de Guilhenne
que tem as suas ordens uma floresta de bayaetas,
qua tem por si um partido consideravel, embeve-
cido com as conquistas modernas da Prussia, do-
minado pela idea do unitarismo, que e a columns
de fogo que o guia atravez da liberdade dos po-
vos I
Pobre liberdade 1 como soffres tu nessa grande
patria ailema I
Quanto serves de escarneo aos que se dizem
teus sectarios em nome do unitarismo allemao.
Como principiou essa idea a ter a sua lealisa-
gao pratica ?... Pelo canhao, pela bayoneta '
Para congregar os povos germanicos em torno
do pavilhao da Prussia, o Sr. de Bismark servi >-se
das suas victorias sobre a Dinamarca e sobre a
Austria.
Para liga-los entre si e recoohecerem a supre
macia da casa dos Zollern, servio- se elle das vie -
torias sobre a Franca.
Assim, pois, para fundar o imperio Allemao ear
vio-se elle do canhao e da bayoneta contra a li-
berdade dos povos germanicos, contra a indepen-
dencia e autonomia dos pequenos estados de um
e outro lado do Meno.
E destruida essa liberdade, e aniquilada easa
independencia e autonomia, o que valem as de-
nials liberdades ?
Para o Sr\ de Bismark, .aa^fDi1-''* .fl^ttBUtna.
a liberdade de eonsciencia, destruind'o a liberdade
de cultos, zoiubando da liberdade da imprensa.
illudindo a liberdade do voto, em uma paiavra,
aniquilando todas as conquistas da revolugao
fran raza e procurando apagar a luz qu* um se
culo de labores tinha feito surgir do catios do des
potismo.
0 povo allemao e, pois, ura povo sem liberda-
des, 6 uma especie de automate ; que se move ao
bel prazer do Sr de Bismark e dos sectarios da
sua doutrina.
Antes de 1873 restava-lbe ainda a liberdade de
eonsciencia e dc cultos, posto que ja ameacada
pela lei sobre as corporagdes religiosas. Agora
nem essa mesma liberdade Ihe e concedida, visto
como leis votadas era raaio de 1873 pelo par-
lamento da Prussia aniquilaram essa liberdade, e
essas leis tendem a generalisar-se nos demais es-
tados confederados.
Estas leis, uma das quaes diz resp?ito a instrnc
cio preparatoria e a nomeacao dos clerigos, outra
estatue sobre o poder disciplinar ecclesiaslico e
crea um tribunal regio para os negocios ecclesias-
ticos, outra ira.a limites ao direito de empregar
medidas penaes e disciplioarcs ecclesiasticas, e
outra tinalmente, regula a sabida de qualquer in-
dividuo do gremio da igreja; estas leis dizemos,
crearam a supreraacia do estado sobre a igreja.
deram ae Sr. de Bismark todas as possiveis en-
xarcias para combater o ultramontanismo, mas ao
mesmo tempo dctruiram a liberdade de eonscien-
cia e de cultos, e deram ao governo prussiano o
direito de dizer aos subditos desse estado ere a mi-
nha doutrina ou morrerds.
E e a isso que se cbama combater o empirismn
romano ( e e a isso que se chama destruir os raio*
do vaticano I e e a isso que se chama proteger o
estado contra a igreja !
Nao, uma tal protecgao a sit razao condemna '
Nao, uma tal protecgao i a do leao da fabala
ao proceder a partilha dos despojos !
.Nao, uma tal protecgao e indigna do seculo, por
que e a negagao da liberdade de eonsciencia, quo-
tanlo imperio vai tendo por toda parte, que der-
rama o seu fluxo benefJco atravez todos os cam-
pos, atravez todas as distancias, atravez de obs-
taculos.
E, para obter essas lets, o que nao foi precise
fazer quantas reluctancias nao foi precise ven-
eer qnantas peripecias politicas nio foi precise*
executar I
Entre essas peripecias figurou, dos fins de 72
aos principios de 73, uma especie de crise minis-
terial, que teve lugar em Bedim, e em virtude da
qual foi nomeado o general Roou presidente do
conselho de ministros da Prussia em snbstituir,ao
do Sr. de Bism rk, que dent a sua demissao.
Qual o motivo dessa demissao, qaal o motive
d'essa crise ; tal foi a per junta que tizeram todos
os jornaes allemaes, tal foi a interrogagio que for-
mularam varios oradores, nos parlamentos dos es-
tados, que todos entao funccionavam.
E todos discutiram, e todos se perderam em
conjecturas, cada qual mais enigmalica, a respeito
d'esta crise, acerca desse alijamento do Sr. de
Bismark, que, tendo deixado o seu ministerio as
voltas com a camara dos sen>>ores, a proposito da
reforma da crganisacao provincial e communal,
se retirara para Varsin.
De volta a Berlim, o Sr. de Bismark. depois de
ama conferencia com o rei Guilherme, den a sua
demissao de presidente do conselho prussiano,
embora continuasse a ser ministro dos ntgeeio*
estrangeiros d'esse gabinete, e chanceller do im-
perio allemao.
Eis o facto estensivo. Qual foi, porem, o seu
alcanco politico, qnaes as suas causas, quaes os
seus effcitos moraes ?
Ahi justamente appareecram os commentaries,
as divergencias de apreciacio, cada qual mais dis-
paratada, cada qual mais inconsequente.
Diziam-nos : a crise nao tem nenhuma signifl-
cagao seria, nem e am cheque para o Sr de Bis-
mark, que, continuando a ser chanceller do im-
perio e ministro prus.-iano, continiia tambem a
guardar intacta a sua preponderant, conliaua a
ser o inspirador de todas as resolucSes. 0 gabi-
nete prussiano era chamado ministerio Bismark,
e conlinnara a ser ministerio Bismark ; e a di-
reccdo sera sempre a mesma, visto como nada
sera raudado, e as reformas liberae? nao setio
loterrompidas; e a guerra contra o clericalismo,
contra Roma, persistlra.
Diziam outro-: e certo que a crise nio tem
Srande'significacao, porque o Sr. de Bismark, nio
jixa de ser o pers nigem mais cou'tdcravel da
mimfliJO




K8L':i UHiaiAl M it (MSHM de Peraambuoo Domiugo 11 de Janeiro de 1874. OHlipT 1 >//!
*
^k.
Allemanha, cuja
Ia sua praemi
houvo cheque ^|r]|Mfrtnei,.pjrque jia-ojioajw
luU osten ministerial tern aBSaliltporlaucia'na. s'itua'eao Oa
Prussia, nao so fJWqW^ general Boon e urn ho-
mem notavel, quo tern uma significacao, mas tam-
oitc rnwwu, ARMkti&M 4mr4>m>, *K%**#*t***n+<**- iustentaeul ,lo tola* as aauacias aid Jo
ao es* ameaaada, nam gadn* osolhoe. o*./f>liajW -M#i*i1*cliiaveli';a paulica.
Trcs djas df p ais dasso aeonQecimento, quo tan to UJ
rejubilou a Franca, Mgumas scenas Itigubres ifvc-
fam lugar pettj de Derlim", raotivadas por iftn facto' tovi
politica para. eomMTi^ pills** ^ettlUartfftitt pW^W^rl^iiplc^n^^^rM^-'^^^^rli^
SIM
es quo s.'
psssar as
romeiter
a ser o
bem pirque esia av
tempo esse general se
leis liberaes, sustcnlad
por outro motive que
que acaba de rctira
presideacia do conse!
A verdade, poiem,
tieipar do ambas as
uada como urn tneio d
aehavam emjogig^te1
leis de qao ja na*'
o Sr. de Bismark, Tjue co
arbitro da polilica altemi, e a ser o resolvents de
todas as diilleuldades que appareciam no tocante
a unifieacao, quo foi comecada, o coiitmuada pela
guerra, mas, que so a politica podia concloir.
E eSSas dilllealdadesTaTn" sempre -apfwreeeftd ,
e sempre demandavam os cuidados do illustre
ehanceller, que, mesmo depois dessa erise, tevc de
oecnpar se com as inherujes afermacap de uni
alto tribunal l jn-tic* rmpertoaf'qa *e queria
crear, e que dovia ser superior a todas,.as* i^ris-
dicoes parliculares.
0 p.'ojecto desse tribunal, aaresentad i pelo mi-
nistro Ua jnstica da Prussia ao eonseltio federal
levava a nniticacao ao ultimo liraite, o tendia
bem poueo tranquillisador- para a Allemanha.
Foi o caso que muitos milhares de pessoas foram,
fdia_ 18, a Friedrrchshain depar cqroas de flores
cada vea raai- agate r'osa, Inter^Rpara Hspcrs.v
la ; mas fel-o fcrot.ilnwHM, fflH) ntvilos e ate
matanio ura doj yjsitanies. E, saoi duvtda, assim
procedea por ordem do governs, que aao podie ver
com bons elhos essa manifestaglo de adhesio a*
Meas repubtiranas,. que taes lonara as nroclaipadasj
?li?|n^ai<#|p'''5,,i ",vi* seriam ** p:)i
k**vmTfBiHi^!ass.is graves o muitipl-*
Mu'*w%!Sft%pherasde Bflrlim uuu
asceodonie d> Sr. 'it*
H*4rt'<:rt*!, iui ifsft rj
mark estava em jogo.
0 clianceiler allemas
sem duvidSWl
promotur dl'ui
wrdale quj a
can) ttnu carl
06 aus seu|
4 em torno
Im quanufl
e;n 181&;^ vartog pantos ds Allewanria, 1 igo iiqj Wm, que s-s mQ.iararu
tornariao oeniro judiciario da Allemanha.
A' isso, porem, se oppdier-aa B*isra, o Wtir-
leinbefrffl a Six?, reivintWjaailb:'* iodepjodtneia.'
<.j|jeraMi MitMKunia lo uas wspeetiwas jurfe-
pradeoetas' flo f|ue nSfll era awHfario ;io diiertu
geral do imperio.
Era a resisteneia do particularistno; mas, mi
precis^ cotenprisar, e, pois, abfiram s novas'
rjaferencias ootre r tstatli (ederados coin o ftm
de chegar a wn aceordo.
Poj isse urn golpe para o Sr. de Bismark; mas,
n'-n foi o primeiro, uemdwl* 6er o ultimo que
tinha d>! so'Irer o sen orgwlho.
Emquatito se iratou de disltib*iir o= Jouros das
victorias, tmfo eoireu bem, eoniro tanfo ia sun-i
cedeHdo em relai.wo a distribuictlo dos miUwes da
indemBUJi^ao franrwa.
Sim, tuilu ia bfMi, e ainda neste lesnpo a Prnssia
w oceupava em desenvoh-er as -snas forcis. por
melo de*a eonrribuiftio, da qual rlivent' e ciyi-
oenta e cineo mil4i5es, foram. InMondad pebj
eon^elho feieral, ao engrwideciincnto d is praca*
f rtes do iniperio, ao passoque ouiras sominas
uao menos irap.irtantes, foram cui^regadaa em
lordficar a* pra^as da Alsaeta da I. >rr.ii:ia. no
intutto de far.ol-'as voltar se contra a Pranr;a,
qmndo por ventura c-tt.tantar una desforra, em
qoe alias nao pode deixar de sonhar.
Tudo, porem, nio cram flores i situacin in
tor a da Priw-ia ; e o proprio SR de-Bismarlt, ia
tfucontrando difiiculdades.iniiito senas, ate no pH-
urio seio do pii-lmnto prus.-iano, onde so io
obrigado a fillar dnas vaaas, par* ixpliear a aas
poslv-ao e para delindar o* negodio-i intcunos; sus-
.1 .'itados ds graves embaraeas.
0 Sr de Hismark, fallon, com effeito, c espti-
i-u'i se tant qua to pil le; mas, atrawz da ana
lingoagem enrgia e habil, deixiu tran as diflhuldndes corn que lalava, Joikcu ontrever
que nao estava sati eoDHPgtflao a omnipoteueiacom qiW sonliant. in is.
liie tidavia Iho perinittia as vezs bcni extranhas
iiberJade< J: liuguagem com referencia aquelle a
quxni^Raet'a Impsvador. t^
eerto i(iie isso era sobejatnente co:npensa lo
se deu M rranca a prodartracao dt seganda repu
blicx
Essa e outras maoiresflM|MrMBem^-
questionavelmente um caraatar garaJjiB Vov|K)
o provam quo a Allemanna woTno snjena, eSISo
e quo os successos militares, o orgulho das victo-
rias e os progressos raateriaes,-quo poderamresul-
tar da guerra, de jnodo nenhum reduodaram em
pro) das condicSes econo.nicas da popUfao&o.
E, por isso, por causa desse resuHado.aegativo
da gaerra, 0 povo se alarmava sem cessar e des
esperava se ao ver todas as candic5os.de existe.a
cia augmentarem de talor, ao passo qtto-o salario
nenhum incremento tinha, e flcando estacionario,
a fazer convcrgirxudi para tteriim^qaa.ajsun 53- .tteixara o opErario estorcerse na njtseria, entbora
vissp o ouro circular o com elle e por causa, delle
de-envolver-se a corrtpo^o.
Era, pois, a problem* social qe se agltava o qe
a martifestava sb todas as formas, deixando ape-
was ao Sr. de Bisraaik o tempo iodi?pensavel para
emprcsar um^'parle da Kidemaisacao franeeaa em
wear, fortalezas, e para prescgnir obtinadamente
na realisacao do sen progrtimma de politica rerigio-
>?a, pronunciando disearsos e usando de medidas
violentas.
SWn, era o probleraa social qne se manifestva ;
em fierlim sob a forma de difffcuWades no atoja
montq dos operarios ; e, n toda a parte, sob a
torma de graves, e de crises dos saterios on das
>uhistencias.
Em Letprig a Inta estabeleceu-se outre os typo-
graphos e os proprietarios das typographias. Foi
nmaluta pacilica, e.que teve nma soiajao razoa-
vel pelo aceordo do todos tw tnteressados; mas, em
Prancfort, ella foi grave, eria, terrivel, vist>como
terminou por deiordens nas mas, e por verdloei-
ras^conas de destruicao, uas quaes fot mister que
hHerviesso a for;a armada, e qae empretrasse
mei-is energlcos para apas!gnar os desordeiros e
resiabelecer a ordem, fazendo fogo, e, depois deste,
recoihendo muitos morlos o feridos.
E nao fot so em Franrfort que isto se deu, nao;
em Maaheira e n'outras ciJades, ellas- 9 repeti-
ram enmo o echo de nma sjranle conspira ;ao,
como o resultado de um piano, fllho das mesmas*
caqsas, oriundo dos iwsmos intereSsesemjog).
Por.nm'p'rocesso orlltiari* de taotica potMiea os
partid* se incrimlnaram reciprocamente, atiran 11
un* sobre os outros a rfspopsabilidade Jossas agi
taco^s. Oi conservadofes accusaram o gov-ni >
d-j'.ijul ir o dt'senvoWmciU-) das paixoes revolo
nionarias pir meio da, sua p (itica nos ite/oeios
religios'-s. Os governistas por sun vez accusapam
os con-'crvadnres, ultrainontanos, separatistas, nio serem estranlws a essas pertnrba^oes.
Averdalc, porem, e que, pdsto que ambos te
nham contribuulo para isso, hie fn nenhum dtlles
a causa primordial des^es acontecimentos, qne re
sidiato'da e imvira em uma situaeao econ(>mica que
cada vcz so tirnava inais difBcH para as classes'
pelo im>lo ciimo se exprimiam nmitos hwn^n-s da ,|Ue vifiam do salario, e com o soffrimento "dos
'irte imperial e do partido iniliinr rekitivamuiile.
..i Sr-de Rwinark, a qaou aUnbuiaaiio pnpel lie
'is i, ua p rlilb* dos despojns, qae fern todo o ca
c-rtotn sido obtidos se> cNu ; mis, o que vaiw-
i-s i, se, a despeito de ado, u Sr. do Bt= uwrk, pro-
-:\2Hi.i n sen camirdio?
Quando muito provavam esses dizerea que, M
I! rlim, hwvi.rn homens que se dntwtavam sob a
io.i.lrencia de unui atnisaibj pruftin-J* ; bicw, i-so-
iHesmo era ainda natural, desde sSq todos so
>|iercetiiani de que, na tirtuosa Allemanlia, la
viava uma orrupcao espaiitisa, que |>arlindo dos
icciemaius, chegava a todas as classes. .
I'ei-se disso interpret tun joro3l alleujao,
'-eroveti as segaintes linhas:
.\inguem Um cimfiaufa. no fW-juv; todos t
in a conviccao de uma oalaslroplie iinininente,
UiW dos inspira um verdadciro terror. Nap ha na
qne
Allofuanha um uuico booiein sctio que se ilfuda
'^^'ehcemos'A"r Pfan^ 'peray^iuMiui --
/Vaig/i veacfH nos mortUmente,.
A vida das sensa.oes, a fobre- de ouro, a ver-
iiijegj sob todos os poiitos de visla, agifaeJo os es-
piriiuJ lint i e:n 1'iitnna,como eni.Biirlinx, e esten-
deudo-.se de.sles lares Jo cofrupcao as prp'vjnpias,
as cidades e a is campos, eis o tritunpho
  • sobrf nos.
    A im.*nora|idide crescente, pavoneando se.
    niesmo nas ruas, na scena, nito unicamente na
    seen inferior, desfin da a envenenar as ideas e a
    r.ipestar os sontiinentos do povo, mas na Scena
    Jo theatros snperiores, n is jornaes. recftptaculo^
    das ma is infauies publicagoos c ,das nolicias de
    escaqdalo ; e as sorJidas eari||a}uras inspiradas
    rndo esjiiiti judaico dos phariseus que salgam
    todo i|itauto tj-.i-ii, as coosas niais uobres o as
    miis sant.is; e tod is estos milhares de cousas
    .- lobeii de ijiin nio polemos faflar ; eis as vin-
    ^-imvjs que a l-Y.m.u lira de nos.
    Falla sedai;orrupc.io.laPrani;a. De aceordo;
    was ao lado de lira corrupcao quo nunca atliu-
    i;ira a nossa, a Franca tern qualidades que nos
    i.iltam completamcnte.
    r^sco, o uma covfegMi ompB* das maiores o das
    nail bellas can a*
    Nos,.ahrimj-t as oHIM ao cspirito de levian-
    Jade t'rancezi, q te engendiviu uo noBso paiz rni-
    IbaMB e milliards de infamiis
    Nao diixamn ontrarla ipie o cspitilo francez
    ' .it de noon; e de elevado. K islo o.que asse-
    gara a Branca a victoria dual. >
    E.eatreUDto, c-inn proisarava o gove'no re-
    'iiediar a esses males?
    Ah I custa dizel-o ... amqpilanJj o senti-
    mento religioso, base de uma moral necesssiria.
    fgide do Terdadeiro progresso, da vorda'liiia ,':-
    iieidade do povo.
    Sim: dostruindo o seutiuiento religioso, pile-
    Jesrespcito as autoridades ccclesiasticas, era quo
    > governo iirocurava tnelhorar essa desgracada
    ~itaacao. E foi disso uma prova o f..cto de tor 0
    governo pru1siano. justamente na occasiao eoa^uei
    sso se diaia, lex-ado ao paclamento do reino o.s
    :?-ijectus de lei, de quo acima nos occup.nnos, e
    que, depois de inuitas divercencias, foram ainmj-
    vados, e Jcnam o ultimo golpe na liberdade de
    .-onscisneia.
    Antes, porem, de entrar no exame dessas mate-
    rias, a segunda camara prussiaua 'occupon-*e
    en urrta qne-ta-i. agitada por um deputado libe-
    ral, o Sr. Lasker, que, conlirmaodo as noticias de
    corrup;ao, nao iremdoa em fazor graves e estra-
    nhas rereJaeoes sobre o abuse, das concessoes e-
    sjbre a admiuisfracao dos eaminhos da ferro
    admirando-ee de que nellas se acuasse envolvido
    um alto fiinccionario, maito favorecido pelo go-,
    verno, ft so*>re o qua! pesavam accusacSes vehe-
    mentes de trafieansias noiaTeis 1
    A Camara Itmitou-se, porem, nomenr a-Tia
    commissao de inquerito. para owopar-secomeste
    "bjecto ; e, sonsente a mstigacues- do Sr. de Bis-
    mark, resolveu que, |twlo quanta dissesse respeit i
    ao* ri.niniios de ferro, fosse tratado d'abi por
    ' diante, em conselKo de minirtros, e nao exclusi
    vanMntd pelo ministro das obras pablicas.
    (juies. cspeeularam os agitadores revolaeiwiries
    e ossocia istas.
    0< srtrialistas, sini; ptr qtre esles viviarn e vi
    vem na Allemanha, e alii nao so sc manifestam
    polas grins, mas' tambetn na iinprensa especial
    qne manti^m. e em toda a sorte de poblksnr^Jes,
    lr meio das quaes buseam fomentar o oJw enire
    as classes c entre os intores^e*, a deslruic\o da
    ptqpriedaJe, e to ta a sorte de deprcdanJes qne
    sdom sujrgerir-se ao espirito violento de um radi-
    c.illsmo sem lirnites
    Sem dftvida essa propaganda seria racnos cner-
    gica, menos violenta, se por ventnra as condicocs
    economicas da Allemanha fossem molbores, se por
    ventnra ellas nao deiermtiassam am phenotaeno
    caracteristico ie taiseri*, qoal e a cmijjrar.ao. em
    iariia esr-ila, em parte tamb. m determinada pela
    dureza do servicp militar.
    A guerra e a conquista tern cjrttinente mil en-
    ma.s j* i'""os
    grante e doaiiaava mjo,
    eonter as disflideueias e
    conttnuava,
    ran
    alley mt
    ridjMfcra
    cjencHBe ji
    a mul^Bcanj
    anfle hon^bi
    uesfeo f^H^r
    Ua nao teve trabal: cm.
    as opiiosifSaa. lloje, p-
    circnmsiancias, a causa
    utilice, nio obelece aOMfeVma pre
    igiosa, mas sim a umj^UMalao icin-
    ontrario, a guerra em jraRf Sr. ompenlia, coatra a igrwi'caWimica da
    o conlra o papa, 0 nmAfM'ra pur-
    uicnte rujigiosa, qua ameaca a igreja em sua
    e conUaua, | constituicao ecclesiastica e nas prerogativas espi-
    I'ortHIo, a Italia, qu-: uao tem
    iu inssoaa uma guorasde HHao^
    rnzadlcoafljBs catholifosj o^H e
    Was I a%iJe.is n.'iii pofcs seas infei
    fde queivr i.-xpftr-se a lervir
    Hnaos do podereso mlnnitro prus
    os acontecjmcotos}
    Agu irdem a, pois, o" futnro", sem desesporar
    (fa logica Tatidica dos fa rtos ; e soBrc tiido (enha
    tnos onlranci etBque,nao,i! iwssivel qne predo-
    mineo motu ia fjtve film le .uotf, visto cotno
    conlra elle se erguem- inagestosas a libe'dade e a
    independencia dos povos, visiojcomo contra elle
    iram as codMoism de I7S*.
    Em quanto isto se passava na-segunda camara,
    occupou-se a primeira com a refwrma d js ariigosj
    cinstoucionae-s referentes as rehcoes eoue o'
    N*alo e *igivja ; e esta raforma foi'alii aprovada,
    ainda a iastigaQoes. do Sr. de Bismafk, que julgou
    convenieme fazer um disouxso, em que se esf..r
    eiapor demonstrar que o partido corjseryador'
    era o culpado pelos progressos do liberalismo,
    por i "aibaracos ao governo. d3va aso ao deseavslvir^
    mento de ideas) que, ?era isso leriam maU diflloi
    j-'e-ta^go.
    Entretanto aproaimou-se a eyoca da abertura do
    ;.iilamento allemio ; e este slWtivament.i foi
    abcrlo a W da nnrco, proauooianlo: o imparador
    urn notavei discurso, em que di.sse que era preciso
    reorganisar o systema de fortiflca.c6es, cuidar de
    erear uma armada, funnar mna lei militar g#ral e
    tratar de divijir a confribni,,"5o dp guerra, /'je
    brevoniente flslaria t-jda paga, gegundo. espfir*va.
    >ii urp.iratad> qua.estava am yjaa deser coficliiijlo
    com a Franca, e qo, apressando a evacuacao d;t-j
    quelki-faiz, Areviava os prazos para o pagaioentoi
    de toda a indemniaacao.
    Com effeito, esse tratado foi assignado poncos
    dias depois; e, como ja vimos n'outro capttulo, deu
    enxarelas a realisaoao de muitos projectos do'Sr.
    de Bismark, nio so porque abraviou o prazo da
    evacuacao, ma- Mmhem pon"-> facilitou a recen-
    cantos para os govaraos ambiciosos ; ma^ iS*i;"."os
    i' i|m. Suinmii *\u iiu.i I-....I. i..u... ~^iliiy
    porque, atinal da /- las e sobre ellas que reeahein
    os encargos e com es'es a miseria.
    E' o que acontece na Allemanha. A ambicao
    creou a guerra e a conquista, o eslas crearara os
    impostos, difflcultaram os meios de vida, abala-
    ram os fundamentos cconomicos e estabelecararr.
    um servico militar muitissimo penoso.
    Dahi, pois, a emigracao; dalii esse expatria-
    niento, para que tudo concorre inclusi amento
    eslas amsrgas palavras, attribuidas a um general
    prnssiano na occasiao do occupar-se de uma caixa
    para os invalidos antes que o ultimo invahdo da
    guerra franceza esteja enterrado, nos teremos
    ouiras guerras sangreHtas, quo farao uovos invi-
    lidos.
    Assim, pois, a emigracao por um lado e as pro
    pagandas socialistas por outro : eis ao quo so pode
    chamar o reyerso da medalha allema; eis ao que
    se pole dar o nome de resullauta dessas forcas
    chamadas glorias mililares, qua todavia sao insulll-
    cientes para roter os alleaiaes na sua patria, para
    dimmnir os S'llfrimentos dos qne nao cmigram, e
    para snpprimir o perigo dasagitacoes interiores.
    Estas foram, pois, continuando, prosegujndo, as
    teotando a sua force e pujanca, no parlamento, na
    iinprensa e na praca publics ; e, nao raro. apre
    ' -ientaram-se com od'.iplo caracter de socialistas e
    relitriosas. v
    I .'mas e antrat, pireai, absorveram todas as a'.-
    Vtncdes, tolas oa cui'lalo1, todas as energias d
    governo, de. lal fjrnn que so tardiamenle Ihe de-
    ram tempo para cuidar dos projectos de que tnta
    ra o imperaior no discurso com que abrira o par-
    lamento allemao.
    Esta falta, fllha desses cuidados, dassas preoccu
    pacdes de t da-; os instantes, Beta por isso deixou
    de provocar desgostos no reiclistag, do qual, por
    falta de trabalhos, ja se tiaham itusentado muitos
    membros, quando de subito, e pouco antes do seu
    encerramento, ferio-se ami batalha terrivel, em
    que o Sr, de.Bismark ganhou mais uma victoria,
    mas da qual o sea orgulho sahte bastante moles-
    tado.
    Essa batalha foi em ultima analyse, o result* 1
    de um carlo mao huaaor, qne existia por toda
    parte ; vis to como se por um lado o governo sen-
    tia-se desgosto-so por ver soar-a hora doencor-
    ramento da sessao, sem terem sido votadas algu-
    raas leis, que elle desejava, a especialaiente a da
    reorganisacao militar, por outro Indo o reicketag-,
    nap estava mais eatisfaito, par isso q:ie, so depois
    de o terem deixado muito tempo desoccapado, Ihe
    'run presentes varies pro^ectas e especialmeute
    os concernentes a iinancas e>.um que ujaia respei-
    to a imprensa, quo achavaae em 3oatrapusicao
    a outro que nesse sentido prepara o proprio lei
    chstag.
    ,, Houtu nrna verdadeira cor.fusar, <", como quasi
    sempre acontece, quando se accamulam muitos e
    tardlos trabalhos, aoabousepor nao se safcefo que
    fazer: e dahi a retirada de muilos membros do
    rekhtlag, e a eonsequente falta te aumern para
    deliberar.
    '. lam as cousas nette pe, quandoo govarno inters
    e|>. e procurou enegar a um aceordo iom oa
    chei'es das principaes fractjpes do, parlaiaeutj a
    com o seu presidehie, .
    SegunJo esse>aceordo o reicksiag yoiaria os ua-
    gociqe mai; urgentes, e deiraria de piir;e a I'ei mi-
    litar e a concernenle a imprensa.
    I'or e-se modo -juigara.il todus p^Jef chsgar a
    cjnclusao dos.irabflnos.sem.incQuve'nier^Cj ^raas,
    uiagiieui calculoa coin os autores do projecto so-,
    b.-e o sello o o cauciooaroon'.o Joj joruaes, projec
    t5 que tinha a venliira fle ser apadr,inha&i pelos
    liberaes naciqiiaas .e polos ealholicos e. foi estei
    project j qa" justamente deu aso i balallu, visto
    conw. loga qne sp ^-alpu de fixar a ordem .do, d>a,
    a^ppareceu e(le, apoiado por um dos eheTes do'par-
    tido catholi e por ura dos principles orgaos do
    partido liberal.
    Nlassa conjnu^iura, o Sr, de,Bimark, -,ao>.',pr*..
    textqde quetigham violaqo o aceordo, toiraoij.par^
    te no debate, e atirou-sa com vjihocia,'nao so',
    sobre os liberaes. :8eui'amigas, mas tambem sobre
    Q uliolico.
    Jloove entao uma di9cassao prolongada. energica
    e. irritante; mas por flm de eonlas a.projacto em
    queatao'foi retir'ado da ordem do dia. e o retifytlig
    ^apenas votou as leis mais urgentes de conforrai-
    dade.com o aceordo celebrado.
    i)?ois d'iss o parlamento foi epcerrado, e o
    chanceoVC allemao retirou-se para varaft), sob o
    Ptefexto dtf incommodados de saude. levando a;
    afma torturada" pelo desgosto que
    'iberaes nacfonaes', iji? ale entao
    ja Ihe nao e tao fa.-il, priaeifialiaenta depots qua
    elle teve a habilidadede accumular contra si roui
    tosap*qa'!U ceaaeqpanaiar de sua*oMica M>%
    gador*
    Com eHelto ; por sua politica religion, o-Sr.
    Uisoiark- aiuiiuu cmira si nao so us catholicos,
    mas tambem os pr.iteitanie^tie o aclj ivammiij-.
    to revolucionario o queria^ fazd lo ii)lfograrlar
    I'or suas phantasias feudaes, sempre promptis a
    ran .scerem quando eUe era conlrariado, o Sr. dc
    B'smark trazia desgos^idos os nacion.aes-liberae.-,
    uma fracf-w d.w quaes apresentaa-se poxant*
    elle com rnostras de independencia.
    Na ciirtc niiiiao, e nao obstaate o viler aao o
    imperador Guilherme dava aos seus|servic)s, o
    Si. do ISisuuirk one i.itiava hosliliJaies, rivalidi-
    3el ao lofluencta, que davam causa as snas Irrita-
    ooes, e Ihe Jornavam inconimoda a oinnipyianciji
    que exercia.
    U'alu, puis, novos desgostos ; d'atti, icm grantje
    parte, as razoas qne o levarara a oxonorar se dc
    presidente do- gabinete prussiano ; d'nhi alnda >s
    que o inlltienciaram para dninittii se de ministro
    dos negoeioi estrangeiros iia Prussia* cargo em
    que foi substiluido pol>8r. d^ Balaa, que exeicia
    as funcodes de representante do impueiu em Bru-
    xelliir.
    0 Sr. de Bismark retrabio-se, pois 3 lajtnam
    por iss-.i os negocios pubucos psriclitaraia. Conti-
    nuaram com aciividade, occupan lo-se o gofcrno
    em executar as lois votadas pelo parlamenf) e
    pelas dietas d s vari-is estados o.rf'deeados, e op*
    cupaudese os partidn disde logo com as eleijoos.
    qu;! liiwiam tor Jugar para o reiclutag.fi uas quaes
    cada ii'tt procarava tor ganho de causi, de firmn
    a i'azer a balanra politica mclinar-se para* sau
    lal.v
    Ja outao lod:is as assemblers ostivam a*erra-
    das, e a vida politica,como ipie se liolia dflpsrsa-
    do, limit indo-so as diicussiies pela ioiprci'a enos
    clubs, por mejo das quaes fazia-sc propaganda.
    Foi por esse tempo que o shah da -Persia- visi
    tou a Allemanhi.o qae alii (innou um trala-Jo) de
    co nniereio, quo f ii bastante vantajosu yara o im-
    pi.-ri i de (I iilaer.ii: II. ..
    Nesse antraquaoto, tando-se raajisalo a fusao.-
    d prmcipes fraaeezosj a lomaudo incrauientb os
    biatji da rt-stauraclo .ni anfflhica i Francii, o
    governo allemio foment in quanto piila mm via-
    geiii de V'ii-.tor Eirmtnuel a Heiiiui, cnu o litn ma-
    nifesto de cjnseguir nma. ailianea cam a Italia,
    para qualqtier eveulualidnde rolalvameute aos
    movioieatos da nacao franceza.
    A imprensa tomoa conta d-.i as a discutili, ao mei'.no tempo em tyte se cocupava
    com uma mgem da 0 lillrariii.: II a Vienna, tendo
    par alvofirmar cada vcz mais a iaconcilia.;5o dos
    dous- imperiiw allomies,* elfacliada dep >is da
    jroerra firauceza.
    A estacao era entao propicia para as recmoilia-
    c/ias, e assim- oentendeu a Prussia, mamlaaio o
    Principe imperial a Copenliagne, com i qne para
    pur u'seih da aotit^do uas,boas cehouea existen-
    tesentraa-Dinaioirca e a Prussia,ait obslauto a
    nao execucao do art. o." do tratad?de Pra^i.
    Hi ioi,i anuos qua a Dinuna'ca reclama <*>r
    essa exec icao, e ha oulros tantes que va -sopliis-
    mad'k a suit direito sobre o Slesvtig do uorle, ruli -
    do p"la Allamaaha, contra a vntile dos povos
    scnn.-linavos qua alii existem, e*!'n;ire prote-t-im
    contra a sua encor oracao no inperio allemax
    Mas o que valia, mas o qus v.alo isso oara a
    Prussia,* fl Sr.de Bismark stpensava Basse tra-
    tado quuid i tmha tempo, e tem sempre ella o ti-
    nha disponivel, e ponsso ia protaaand) a solucao.
    Ivn priaciojo ii anno, o ce:to, o Sr. da Bismark
    enc ia(,a;ido-se com o Sr. Rt\ge-r, lepulado do
    Sleswig ao reiclistag allemao, Wlara^laQ sobra as
    queixas da Diiiamarea, e dera-lbe esperanjas Uts,
    quo ci lovaram a annunciar aos uns eleitores uma
    breve sducio para a questao do ilaswig do aorta
    ,"M-,>r' ** --;urk.iiein senjiire-. tinha Jcjnno
    +Ao Rcjn
    insoLviqaj sem que ueq servissedc enrbargc Via-
    gem do piincipeimperial a Scandinavia.
    Esta viagem,eofii elleito, foi realisada ; e oprja-
    cipe foi bom recebjdo em Copeni gue, e bem aco-
    Undo p<,|asua populaciio, posio que com uma cer-
    ta reserVa. lilha das circurnstancias em que se
    a;havaa Dinamarca em relacio a Prussia.
    Mas essa reserva nio foi "olfea-iva, nau; peb
    diitrario, lioon lanfp mais .i quern do oroiedi-
    mont i i'-rygular a repreliensivo da Prussia, quan-
    to estava em harmonia com o proeodimeuta,do ga-
    binete du Copenliigue, sempre disp.osto a'u^ia no-
    deracao e a uma reconciliaijao, de que ainda deu
    prova entregando a Prussia os archivos Jo Sles-
    wjg Hoestain, de que estiva de posse e pelos quaes
    rei'lauiava a juella potencia.
    . TenJo esse proccdimento, digno, uobrc e eleva
    do, a Dinamarca suppunha aliual poder chegar
    a execucao do art. o. do tratado de 18Gi : mas
    engaoou-sc mais uma voz,. e provavclmantt t-;ri
    aindi de esperar longos annos para ver realisada
    uma aspiracao, alias assente n'um'tratado, queliie
    foi imposto pela forga.
    Entretanto. a Prussia vai continuaud) a impor
    as suas leis, 03 sens costumes, os seus habitos aos
    inhdizes scandinavos do Sleswig do oorte", embora
    enemtre a maissevera reluctancia da parte dessa
    populacao, que so lem uma aspirajao -vollar ao
    seio da mai patria.
    Mas, 0 que vale essa aspiracio ? 0 que valem
    essas reluctancias para a Prussia ?
    Porventura tem ella dado importancia aos pro
    testos.de alguuspov.sque tem a sj.annexado 7
    Porventura a.attitude hostil da Alsacia-Lorraiua
    lem-lba servido do ombara.o ?
    E jahouve miern protestasse. com mais energia
    do que ps alsacianos e lorrainenses, abandonanJo
    em massa o seu torrao natal para nao serein alle-,
    maaa, fugindo aos canass publicos, festejando as
    glorias da.Franca, e sempre e sem desaaimo reve-
    lanlo-so francezes?
    Entretanto a Allemanha nao recua da sui an-
    nexjeao, nem reiuara, embora a iMoseoppi-
    nham os sans proprios inliresses politicos que
    ellii.esqueceu para so ver um interese militar,
    Na Afsacja-torrajna deye tor sido app.'icada :
    coustiiuicib prais/iiana desJe a dau da hoje, ess
    aaad'i 0 cslado de sitio ; m3= certarjiente isso nic-
    modilieaia as ooadicoes dassas-proviacias, que
    hap.de^pontinnar a protestar pacificamente contra
    a spa apoaxaeao, da mesa>a formaaue 0 fizerara
    em agpsto do anno (indo, ijuando oi impossivel
    oonstituir os eonselhos de dislricto.pelo facto de
    as,terem recusado.os respeetivQa msrabros eleitos
    a pregtarjuramenw de Sdeljdaa'e ao.imperador
    Guillieniie.
    Essa reluctancia, esse protesk), e, mais do que
    *isso, a miseria e a corrupgio. qua dominavamj
    Berlicp, e que eram e sao uu*ra'*> da condem-
    nacse ao direito da for&-a.i nada aMoa que 0 an-
    aiyer.-ario de.Sedan, des^a ftagina nigra da hiato-
    rja da Frajica, fosse celeorado na icapiul Jo irape-
    rio alleinao com toda a pompa e bril antismo,
    in4"?nrandose.uma colurnnacpamerhorativa das
    ,vii|i,oias do 1870-18,71.1, .
    Pouco depois dpsse, acqnUYiiBaoto .Yictor Em-
    inanuel foi .recepidp QmB^rlim, ,e*?ida.Je impe-
    rial yestio as, spas meUidres galas' (em hoiKa do
    chefe-da casa de. Sahara, a qpapf mram oierieej'
    das todas.as fwUs,quaa.imagjnfioap,airtoza pode,
    sugganr. Bailes.Jantares, passaios^jev'ialas'roV,
    JUares, espectaoulos, illuminagoe.-, etc., etc., uada'
    ftlton, nada foi osqueeido para 6bsej,uiar 0 rei da
    , 0 quo falroa, para qup as &s(as. fl(ssem.com-
    platas, nao dependia fomenle do irpperador Gui-
    .Ifierme, nem do ;,Sr.de.. Bismark e do povo alto-!
    ijliio. 0 que faltoijii foi a harmonia de vistaa'po-
    lilicas, fim principal dessa Via gem, fomentada pelo
    imperio illemao.
    Nio : essa harmonia de vistas naa, podia, nem
    pyfe. esitir eotre a AJlemaaha e a Italia ; nio so
    pofi}e entre s dous paizes nao ha affinidade de
    espinio. mas lam hem porque nao ha coromunhaq.
    de interesse."
    A (ado loiosq que a Aliemanha qaeira levar ao
    cabo a sua obra, poado em pratica 0 seu printi-
    pj'd iis miehnalidades, ha de forgosamente enca-
    minliar ,se para^i Adriatico, ha de quero'r Trieste,
    que outr'oia fe*;,j)arte da confederaijao germani-
    ca ; fl a Italia, na labe disio, qua. vo .0 foturp,
    nao pole harmonfslf-se com a Alle-nanha.
    AJ6ai disso, na qaa(ao:-que noje parace deter-
    mihtir^um ponto de cootacte entre ps dous paizes,'
    he eausaram os I na'qqasiao religiosa, corn ae idpas politica?, nerq I
    lilham ido osios [ntoresses sao comm---. !
    yj inosiiiu resuimuo, puje aa uuer, wve a vtsna
    pie, pouco'tompo depois, fez 0 imperador Guilher-
    ne~a Francisco Jose, d'Austria, quando, a pwpo-
    iito de ver a exposiijio universal da Vienna, foi pa-
    struraen
    no.
    Portanto ainda, 0 laeo eventual eatre os dous
    izes, oriundri dbs reeeios da Italia pla passe da
    01a, nio pHBnein pode ear da natureza -i-
    mentar nma uniao dos dous paizes, que, em ulti-
    Iy3ea4*-J; apiojre*|M|a .^kmjnha. mm 4
    varna lialiarn) Cdiapieaeiileu isso ta 1 bam
    prfc"nWoTTlmfc!rnw*tao reaTmente Bk*
    nhece a situacao das cousas, que, a despeito dos
    imiaios desej'.s do Sr. Bisnurk, deixou infructifo-
    ra a via|m qua -fe.a, a Berlim, a menos cjue se
    nao quwra consiierar comi rructo a promessa
    prova vel dos dous solieranas do se consullarem
    nos casos supervenionles da politica.
    Omesmo-rasnUado, poJesa diaer, teve a visita
    q
    me
    silo
    gar a visita qua na anno anterior Ihe fizcra 0 seu
    parenm chefe da casa dos H ipsbnrgo*.
    T iinhem por osse. lado 0 Sr. de Bismark ainda
    qoiz-tonlar uma uniao Intima com o lim Jo prepa-
    rar terrenu para 0 t'utaro ; mas a claro qua nio
    a coosegaio, uao so poniou nao e pissiel quo
    Francisco lose tenha csquceido o ; i-_- se passou
    dasde Gistehi ate Sadowa, mais lamliein porque
    contra essa uniao rallitam as mesmas razoes que
    existom para impedir a uniao da Alleuiauha com
    a llali..
    iJe Volta de sua viagem .1 Vienna, 0 imperador
    achou 03 seus esta Jos 1 bra>;os co.11 as lutas elei-
    toraes ; e eslas foram tanto mais vivas quint)
    nas elei.;5es tomaramparle toJos os parlidos, emui
    espseiaimeoie 0 cathokco e 0 hbjralmjtoioaa'.qua
    empeaharam vali guir maioria no iiarlamanlo.
    Em varios poiitos fir.im ensanguentalas as-elei-
    coes ; mas ao terminarcia sc ell is, tinha ganlu Je
    causa 0 partido liberal naeiooal, coaseguiulo apo
    nas os catholicos guardar 0 inasato n'unero de hi-
    gares quetinliam anteriorraeulo no patlamealo.
    A impreusa occupan-so wo esse acnataaimeato];
    r-.m logo se dasviou dalle .para eiuregar-se a toda.
    sorte de cuaineotarios a propisito da carla do
    papa, da que ja nosoacupamos n'outro caj*itulo, e
    da reapasta-qoe Iho dera 0 impera-l-x Guileer-
    me.
    Essas cartas, com euVilo> cinsaram profanda
    sensa.ao, e em certo moJo motivaram uma, recru.
    desteacia'Bo ardor das Iotas rohgiosas,. que cada
    vaz firam toman 1j caracter 111 ai.s assnstadar, em
    face da oaergia>eom jue 0 governo faaia exacutar
    as leis exterminaloras ipie oblivera do parl.-uaen-
    to prussiaao, a contra as quaes reluclavam os pa-
    dres 0 os bispiis catholisos cam uma coragem e um
    valor- qise.s sac-m dar a consakacia do doycre
    0 sonUmeiM rdas prufaadasieiavicvflcs.
    r/iireianto Jeu-sa mais uma modificatjao minis-
    terial no gabinate da Pru^iia, sahinil) n general
    Bojiuao ministro da agrjcultuta, e eulrando o
    Sr. ne lismMfe na qiialidada da chauceUer prasi-
    dante do eonscllus 0 Daande o Sr. Campb.au.sea,
    ministro da fazeada, com i vtce-oresidsuta do mes->
    tno gabinete.
    Essa altorao-io, q-us, sobre certo pa:vto dooisla,
    inliivm uma modiiioayio na pdUiea intaroa da
    I'russia, 110 tocanla as lulas religiose, r-aX^m s
    mcriijsdo Sr. JeUismatk, a .sorvio des Jo logo
    como que de panto do pariiia. para uma i>xfaita.
    lontid ida eatre a politica allema -e a urussiaoa,
    dm-essa alteraci) dincidio, en jcrt j modo,
    a ascaosio ao .threap da Sixonia do priucipe Fre-
    d-.'rico Aui,'uslo Albarti, que suc.ee leu a sen pat,
    j.mio Napomuceno Maria Jose, fallecidj a,i3 do ou-
    tubro, depiMs-de longis e dnlorosos pade.cimeatosv
    Esta muj^uiea ito rei. na Saxon'ta, favoreceu eri-
    denteiaente a politica uniti-ista da Prussia, visto
    como o princijie Fra lorico, fe|d-m;u;acaal.d) axer-
    cit > do imperio, e um d>s mais mtavais, cam-
    peoesdo feleraiisujo allem-io, etoJo^inclinaiL) para
    essa polt|i;a, e som duvi l.v lafluHa para-veocer
    as utiimas r>'luc|ancias di uar-ticularisaja.
    QiundVi sedou 0 facto da asceasao, j+ o:pcioci-
    ) Frederico duigia, em npme dp pai, as Beaocws
    . ui>. n *...* ,,.U 1...1 n v.AaiAAfl I-ill IIA i.l I ^
    0
    dot reino, 0 n'assa
    u.i.
    no
    iu-.lidada e posicao iuflui 1 ella
    nOaenfida onitannu Fot iwojiB |-u. ananas abrior
    set. iMrlamentq da -axonia, votou este uma nw,-
    q5o favoravat a coiUea.cao da um :o.Iigo civil uni-
    forme para tojo 0 imperio, e facilitou assim as,
    vistas do Sr de Bismark, eujis partidpnos na Ba-
    viera e no Wururoberg nao se dascuidaram de
    sagnir 0 masnw caminho apenas se ahriram as
    respectivas assembloas nos prinoioioi do novembio.
    Tambem. na Prussia fii aberlo a 12 ile novem-
    bro 0 land&Lig, seado UiQUtnaido,o m'tnlfiro di fa-
    zanda da fazer a leitura do discurso da eoroi, qua
    alias nao foi bem acaito pelo partido liberal, 0 qual
    dasejava qua olle tivassa sido mais explicilo sobre
    as refarmas que e precisoratroJuzir na legislajao
    civil e qua consigaasse lanniaaato.nento a obri-
    gatoriedaJi do casa'Pento civil.
    Sem ser inteirauwnte da accorlo ;o.n asse pro-
    grainma, a falla do tiir 1110 [01 toJ.ivia bam ex-
    pressa, pois que, nai so fez sentir. qua 0 remllado
    das ultimas eleicoes tinha sido apiirobatorw das me
    di las do governo relativas as Iotas raligiosas, mas
    tambem assegurou que u mesmo governo prose
    seguerla' eomflrmeza no sen systema, qier apre
    ssntando novas medidas, qper fazendo executar
    com energia as quo tinham sido decretadas.
    Logo dooois de constituida a camara, o ministo-
    rio apresenlop-lho os orcameut.os di reino, sendo
    de notar queellcs demonstraram A11 is muito res-
    peitaveis e quo inlicam prosperHal? na* tinan-
    cas da Prussia.
    0 partido uliramonia.10 aprescnian dous projec*
    tos liberaes : um substituipdo 0 syslemt elettoral
    prussiano de dous graos e ires classes, pe'o suffra-
    glo universal a e-crutjhio secreto, ja e-n 1?) para
    as eleijoes do parlamahlo allemao ; e outro abo-
    lindo 0 imposto do sello dos jornaes.
    0 primeiro foi recebi.do pelos liberaes-nae; mass
    e pelos consarvadores iniderados coma uma taclica
    de guerra, ai passo que 0 sejupfo. aeolhlflo com
    -gei'aes applauses, poucos dias depois foi votado
    e adoptado por 339 votos coaU"a b, obletld) 0 as-
    sentimento do governo.
    Jjtnquantp isto sa.passava na Prussia, ahrio 0
    grao dpgpe d$ Bade 6 parlamento do sea estado,
    a, ho discurso qua pronuaeioj, assevero 1 qua 0
    sen governo se esfcirc>,e esiorj-ir-se-hia para a.a-
    pillar, a unrcha natura.1 Jos aegocios conimaus .i
    'toda a Allemanha', sera lo'd.vvia sacrilicir os inte-
    respes puramente pajrttculares'dos ailTcrentas as
    taiis,
    Esta linguagem, quo esta dc .aceordo com as
    aspiraQoes d) partido iihitario, e se harnonisi
    completiimqata comas iddas. e (acus reilisados
    nos.demais astados, couvenceu a mqftos cspiritos
    de-queo unitarismo acha-se em,tlm period) mui-
    lissimo auspiciosa e de que brevemente a uajao
    intima da.to.lps os estaJos teJeraes sera to cojn*J
    pleia quanto o daseja 0 -'r. do Bismark, lao com-'
    plejla quaQlo pole isso convir aos iuleressas da
    gran la patria atlem^.
    Sera, porem, duradou/a^essa uniao ? Hooc opus
    hie Ijtbor e$t 1"
    Alem das causas, qua em Wtn annos antorio-
    rei assiwalamos, a que-aao-de natureza a fotnan-
    t'arem b aeipjaa'tefl'i das'so collossb, qpe se cha-
    ma imperio alleuiio, quiras Ua,. quo, augmentan-
    dojtodpsi os dias de valor,' cjmj..,que nrroem a.
    pbra do Sr. Je BUmark e de Guitberme II
    r. Sap.,e>SfK cansas as qua acima, iadleam?s, isto
    e, 0 socialismo ialernacional com 0 seu poder
    iissotvente, as lutas. religiqsas, sohremodoipfiuep-
    diadoi'as ho animo das popiilac^eS, e sobre 0 peso,
    dos epcargos publicos, e especialmeptQ os impos-,
    fyi e 0 servico militar, que datermmam a e ni-,'
    gracao.e fomentam dezenas de relucta.ncias.
    Veflc^-ls's-ha 0 ir. de Bismark ?
    E' posai^ e algups dirio-e prOvvel; mas a
    "vet-Jade e que devemos aguardar 0 fat'uro, pois
    oule sO elle,/lodera acjacarios mysterlos dessas lu-
    s cnergTcas qua v3d je|a Allemanha.
    '... E^'peni sane Talyc* esse futnro nao esieja
    mai disfante, visto como as ultimas noticias que
    d'alli,ba nada torn de traaquillisadaras, a bera po
    dem apressar solucdes, qae todo? agaardam aa
    CiosOS.
    Essas ultimas notioias-daocono tendn sido dis-
    solvido 0 parlamenlo a|lemao, e dtzem que 0 im-
    p_era.dur GuiUienne se acha gravtmente enfermo.
    0 queiodica a primeira destas no.ticias ? Sem
    diivida um desconcerto n.as.forias parlamcntares
    ije s.usieptavaoi a pohlica do Sr de Bisrork.
    0 que deixa entrever a spganda.? Es-idente
    mante a pbssibilidade de uma mndanca de imp:
    rador. ..
    E, se 0 paiz porsistir na escolha dos m,estpos/
    manJatarios, e sa der-se a seganJa hyp thase da
    mudanca de impT-id >r ; jstoe. se batjqear a
    am rj-mimHoa^.a flMelaaHiainla do 12 mi'ba-
    ou 4 .leguas. ;
    Colonia I/.aUcl. Koi a8.apagiaa do pre-
    sento 11um.ro damos com.-ro a pnMi.a.lo de nma
    minuciosa narratrva' ii festa inhhutaravel dos tra-
    balhos da fundacao da colonia Izabel, em terrenos
    da extincia colonia de Pimenleiras. tirecedida da
    da viagem desde
    e alii, e ac-
    s
    Amor Di-
    RBVISTA DIABIA.
    Pr.iMiotor putilicu. Porportaria da pre-
    sidencia Ja provincia, de 8 do wrreate, foi re-
    movido da cumarca de Tacaraui para a da Boa-
    Vista, 0 promoter publico bacharel Joaquim Xa-
    (aarda aasMslonsal.Per portarias da pre-
    s^rflR%SpnmnerBe'ye ^do corrente:
    Maadou-e aggregar ao 21." hatalhao de infau-
    tarla, do municipio da Escada, 0 alferes Agricio
    Itadulpho da Araujo I.ins, da 7.' companhia do
    119.c batalhao do municipio do Cabo.
    Foram, a son pedido, transfer.dos para 0 servi-
    co da reserva, llcaudo aggregados ao 2." batalhao
    desse servico, 0 tenenta Jose Ntcolao Ferreira a 0
    alferes Antonio Francisco de Moraes, do 2." bata-
    IhTio de inlaularia do municipio dn BeciaV.
    Frcsueziu dn Bon-Vista. Foi nomea-
    do u padr: Augusto Fraakliu Moreira da Silva,
    para suhstltolr na vlgararta de33a fregaczia ao exo-
    nerado, ftvd. eoneao Tbennstoctes Bomao.
    II -is pic ia de a!u'ii;Sos Damos em
    seguida mais daaativos para as obras desie novo
    estabelecimento :
    a llhn. 0 Etm. Sr. 0 nobre appcllo da V. Exc
    aos habitantes desla localidaJe em favor do edi-
    licio, qua, sob a denoiniaceiio do asylo de alie-
    nados emprelienda V. Exc. actualmonte construir
    nessa ciJade, uao podia por certo, daixar de des-
    pi rtar cm seus bons cora;oas, seatimentos con-
    passivos pela desditosa sorte desses infaliaes su-
    geitos a terrivel desgraca da loucura ; e justos
    applauses pala realisagao de uma idea, iilha da
    mais feliz inspJrai;aj do patrioli-ir.o e acrysolaila
    caridaJt de V. Exc. em relacao a essa ciassa da
    iaWizes, a por isso em virtuda da subacripiria)
    que aqm abri, tenho a honra du remeltar a V.
    Exc. a quantia de IOiJ, emqjuanto importa ate ao
    prosente, os diverse* donativos subscriptos con:
    lastm a eonslruccao do menciooado editicio, con-
    forme a lista junta. Diligencianlo obter outras
    assipnaturas para o nie-iiio lim, euviarei em tem-
    po a V. Exc. 0 que de mais cooscguir recolher.
    l)ehs guarda a V. Exc.-Villa de Sariahaem, 31
    de dazembro de 1873 -Ulm. e Bam. Sr. commen-
    daJir Henria.uo lViraira da Lucena, diguissimo
    pirasiJente dasla provincia, Augusta Egydio de
    Castro Jesus, jniz municipal.
    Augiisto Egydio de Castro Jesus 205000
    Vigario Gauuipo -Gomes Pareira 20i09J
    Francisco d; Paula Cavalc.inte Wan-
    derlay 23^030
    Uat anonymo 10*000
    Aotonio da Carvalho e Albuquerque ?#500>
    Mathias Je Albuuujirqrie Melli Junior 3*000
    Luiza da Fran.a Lijanes "jiOOO
    Antonio Alves dos Santos 3S0QO
    Benlo Utiira o*000
    O guardiao Frei Mmoal do
    vino
    Poiix Josj de SatU'Anua
    I-'allx Pacheco da Senez s
    Uai anonymo
    Gabincte da presidency de Pernambnco, cm
    dej.ipa.ro de ;87i.-Ilhn. Sr. Dr. August 1 Egy-
    dio de Castro Jesus.Becehi a quantia de Wt*,
    lestinada a obra do aylo de alienados, com a
    lista dps respectivos ontribuintos, que V.' S. love
    a boada Ic da rematter me em da|a de .11" do de-
    zeiabro' ultimo. Agradecendo, louvo a V. 3. pela
    prestiiposa intervencao quo se dignou de prestar
    para lim lao humanitario, sendo. 0 primeiro a
    coacorrer ; e pecp-lhe iiuy de miuha parte trans*
    mitta aos demais sijnatarios, c mst.intcs da refe-
    rida lista. os maus sontimentos do gratidao por
    seraellianta acto de beneficencia. Son com estima
    e considcragao de V. S., collega muito attencioso,
    venaradore criado-f/rnr/fue Pereira de Lucena.*
    Dliaheiro.0 vapor bresilciro Bahta levou
    para:
    Parahyba
    Natal
    Cear.i
    Para
    - 0 vapor Cruzeiro do Snl levou desta praca
    pana n sul dj imperio as seguintas quanti.is :
    Maee-Yi 30;000i00O
    Bahia 2:3105000
    Bjoda Janeiro 329:323*180
    san,do desta quautia 163:00 )*0 30 para 0 theseu-
    ro Jiac:onal.
    Hooper. Telegramma da Bahia diz tar ahi
    chagad.1 hont-'in, as 11 boras da mnnha 0 vapor
    Hooper da IFesfern Ihelrgraph Company.
    C.illi-^io ii 1 Saiitissiina Trindradlc.
    Com este titulo deve abrir-se a concurrencia pu-
    bliea, no dia 26 do corrente, mais nm estabeleci-
    mento de educacao para as nossas jovens palricias,
    cujos pats lhos queiram proporcionar 0 desenvol-
    vifnento intellectual e moral compalivel com as
    exigeucias da hodierna socieda-le.
    Esse novo estabelecimento deve funccionar em
    uma casa apropriada, no lugar dos Coelhos, e sob
    a direc.-.a-i de ires intoliigciites senhoras, lilhas do
    Sr. Ant Klin Maria O'tonnell Jersey, as quaes com
    pletaram sua e-.lu -acao na Euro[ia.
    Os iuterassados powem consuliar 0 annnneio so
    bre tal objecto, ipserto no lugar proprio deste Dia-
    rio.
    Pagariurla de rnzenilaNe;ia estacao
    pagam-eedioje as seguJutes folls: ..
    Hospital militar,.e todos OS demais funcciona-
    rioi quo riicebem por meio da recibos avulsos, e
    tambem os que dcixaram de rcceber nos dias que
    Ihas foram rnancailos.
    Luso Ilrasileint Havcra hoja, as 7 ho-
    ra* da poile, seasao da direclorij.
    Tribunal do cnpMnercio.Por este tri-
    bunal foi nomeado corrector geral de nossa praca
    0 Sr. Candido Casirairo Gaedes Alc'oforado.
    I'assauicnto -N. sexta-felra a noite deu
    a alma ao Croador, viclima de uma pneumonia,
    q Sr. Jose Francisco de Sailes Baviara, empregado
    da thesouraria de fazanda. 0 finado recommen-
    dava-se por sua piebidale, Ihaneza e ilfastracao.
    ' seu digno irmao, 0 Sr. Francisco de Assis
    descrip
    compaahila dos discorsos pfcinunciad'S na cere-
    monia do ansontaraeDto da jwimeira Brdra Jo edi-
    licio qua alii -a eoastrnc. Bacoinmendrimos e-ses
    trabalhoe aos Icitore*.
    O Sr Ir Silva Rego Sob aslc titulo, es-
    crevao a Consutuic9o,Ao Ceara, 0 segniutc, ern 2!
    do passado :
    iJMn maior satisfacio pablicamoajima rela.^o
    de 3*i9 enminosos, captnrados na a do Exm. Dr. Manoe! da Silva Hego, distincto ex-
    chefe de policia desta provincia.
    E' um documento official do todo a credito e
    importancia, que atesta a aciividade incansavel 0
    zelo inexcedivel desse honrado magistrado daran-
    teo-periodo qte exerceo lao ardue cargo, d qua
    outros ja tem feito sinecura com opp!au:os do*
    liberaes.
    Sao tilulcs dessa ordem que engrandecem 0 me-
    rito do funccionario publico, que afronla o odio,
    0 despeito e as revoltantes injusticas para cumprir
    bom 0 sen de ver.
    Eis a relacao :
    Relacao dos criminosos capturados na pro';at: a.
    durantt a chefutura do Ulm. Sr. Dr. Manoel
    da Silra Rego, desde f, dt jntko de i*12 **
    lioje.
    CBIMES
    Resisleneia
    Fuga da presos
    Falsidade
    Peculato
    HomicKlio
    Tenlativa deste
    Infantccidio
    Aborto
    FerimerHos graves
    Ferimenlos leve
    Ameacas
    Estupro
    Esleiiinato
    Purto
    Furto de animaes
    K mbo
    Tantaliva deste
    Armas defesas
    Tomada de presos
    Deseryao
    Fratrecidin
    Moeda falsa
    Heduzir a escravidao
    Uesobediancia
    ?
    I
    m
    ii
    1
    t
    ;
    u
    !

    n
    *
    I
    n
    i
    t
    :

    3*0 0
    25000
    -25IOO
    25000
    12:00:v*0i)0
    3:0f*fi00
    1:273*360
    6:r>J030'KJ
    Carneiro, adminislrador do correlo da Parahyba,,
    nossos sinceros pezames.
    PunUalaila Em um cstabalecimonl-) de
    bobidas da rua da Florentina' u. >0, na nolle de 9
    do correnJe recebeu 0 Sr. HeiriqJie Jos^ de Pott-,
    tesiuma punhalada, com qua yratenJeu assassina
    10 Antonio J >se Correia.
    Acjiavaso 0 Sr, pohtes no Campo das Prlncezas,
    quando alii 0 foram chamar para tomar cerveja
    oaquelle estabelecimento Franci9co TeixeiraBir.
    bosa, Antonio Jose Corrcia, Pom.ingos Jose. Soaras,
    11 If fonso Jose d. s Santos, Castodio Pinho Porfo.e.
    outros, todo*. conheel los dalle, mas ultimamente
    com alia todas e.n divargencia par questoes que
    entendiara com assooiacfies a qae pertencem, uas
    e outro.
    Reunidis naquelle estabekcimento, travaran) se
    logo Je razoes e quan.dp Pontas menos 0 esperava,
    senta-se aga'rraiTo traicpeirameate por Teixelra
    .Barbpsa e HJef inso dos.Santos, p- ao raesrno tempo
    fai-tdo com uma punhalada no peito por Antonio
    Jose Corre>a.
    Ao clamor das pessoas presentes acudiram al-
    guns sollados da companhia dc cavaUarla, cujo
    iiuprtel fica proximo do lugar em que so deu 0
    d'eBcto e coasegujo-se. effcetuar..a.prisao-de Cor-
    reiji,,IldefQqjo 0 Sacbosa. Poiiio depais a autori-
    dade pjliciaf.tqmpu couhecimento Jo facto e.prd-'
    aeaue em indaga.coes, dilige,a:iando a capturados
    outros qne se evadiram.
    0 Sr. Ponies, estava actaalipante empregaJo.
    como fiscal d^ ttieatro de Sapto Aatopio.' A me-
    dicm.i p mco espera das.u .ferimeato.
    .Vgeneia fiseal da Pa rah y ha em
    Peruaanbizcu. -Comecou nasla estJftSd.fiscal,
    no dia 2 do corrente, a arrecadaoao Ha diz'trhos
    jier ten centos a]tialla pr.ivituia, por intermedia do
    r'espectivo agenfe fiscal.
    Aafmizenagem dos productos da dita p.rovin
    cia no deposito especial contratado como Sr Mar-
    colino deSouza, comecou a fazer-se em 30 de on-
    tubro do~anoo find <.
    Esoola normal. -Do dia 13 do corrente
    em diante acbam-se abertas as matriculas quer do
    curso nqrmal, quer da auta pratica, devendo oa'
    oanlidatos'a nialricala do 1 anno provarem :
    ter reals da 16 annos de idaJe ; ^aber lar, escre-
    ver e contar ; nao ter soffridb conrttma'arle por
    crime offensive a moral.
    ttnvo pli-arul. -0 la PeJra Secca, da barra
    d 1 I'abedcno, provincia da Parahyba, eottoeado na
    pedrad) mesmi name no arreeife da Ponta do
    Malta, disla daquella na loogelude ao o.estede:
    Grocnwicli 3i, if, -00'"; sua altara e de 16 me-"
    tros do mco lumirloso acima da prearaar.
    0 appar>Hio e da /uz branca pjratoria, com
    Couta-se mais vinte e nove presos.que foram n*-
    vainetite recalhMos por diligencias dd meamo f'r.
    chef", e que haviam sido soltos por man dado*
    alsific.idos pelo escrivao da exeencies -STe-
    taria de prlicia do (^ara, 13 de dezernbro de 1*7*.
    0 escrivao, Francisco Matiins de Castro.
    Dints propldoH e dias a/.ia^as -l>i-
    mos n'uni jornai 0 segninte :
    Propicios Aziagos
    Janeiro-i, 19, 21, 30. 3, 21.
    Fevoreiro -7, 8,10. 2, 10, IT, 41.
    Marco -9, 12, trt. 13, W, ?, t.
    Abri'i-3, 27. 10, **, *
    Maio-2, 4, Q, 9, IV 10,17.20
    Juoho-3, 7, 12, 23. i, 40.
    Julho -2. 6, 10, S3, 30. fi. 13,"S?
    Agosto-3, 7, 10. ii, 19. 2. 13,27. :il
    Setembro -6. 13, t8, 30. 13, r* 22, t.
    Outubro13, 16, 20, 31. 3, 9, 27.
    Novembro-3, 13, 23, 30. 6. 23.-
    Dezembro -10, 2D, 27. 13, 17, 24
    I'oesia huiuoristlca. -0 Alto unafayai
    folhadeG^yaz da conw inedita a seeniat^ nraia
    do Bernardo Guimaraes.
    Das cosfellas de Sansio
    Fez Perrabrax am ponUdra,
    Si para coser am eoeifn,
    Do lilho do Salomao.
    Cfoea.
    liema embora a humanidade
    Caiam coriscos e raios,
    Chovam chour.;os a paios
    Nas azaa da tompestade,
    Triumpha sempre a verdade
    Cum quatro toefaas na mao,
    E 0 mesmo Napoleao,
    Sustanlando 11111 raio aceso,
    Supportar nao pode o peso
    Das costellas de Sansio -
    Xos tempios da Muura-torta
    Vio-se um sapo de esjadim,
    Que perguntava em laiim
    A casa da Mosca-inorla.
    Andava tnui galbofairo
    iiizauiii de porla em porta
    Que para malar um carneiro
    Km vez de pegar u'um mastro
    Do nariz de /.or> ustro
    --Fez Ferrabraz um pontoiro -
    Diz a t'ollia de Marselha
    Que a Imperatriz de Mourama
    Ao levantar-se da cama
    Ilavia quebrado uma orelba.
    Ficando maoca a parelha,
    E' isto raui corriyueiro
    N'uma terra em que 0 guerreitv,
    Sem ter medo de ^atrulhas,
    GisU trinta mil agulbas
    So para coser um coeiro -
    Quando Horacio foi a China
    Vender sardinhas de Naules
    Via trezeutos estudantas
    Mettidos n'uma so tina,
    Mas 0 qne Ihe causou mofina
    E lhci'ez grande impressao
    Foi ver do rastos no chao
    Moyses viranlo cambotas
    E Noe caleando as bolas
    Do filho de Salomao
    Coiidcniiiarao a morte. DtUi n
    detnnacoas a morib acabam de ser proferidas p<
    JIos tribunaes frarrcezes.
    Em Tulle um tal Tanritson, por assassin*;.^ :
    roubos ; e nas fyonches-du-Bkote um deserfoi
    chainaJo Danorat, tamb m por crimes de ignal
    Uatureza, porem coromettidos uma so vez.
    Lim ruubu clc alta monta-1 ia ..'-.
    meze# tinhaiu uns sjyjettps alugado uma barraca
    em Mausky (no Cairo), proximo da qual se a:ba
    um negociante de ouro epedras preciosas; a quem
    acablm tos de reis.
    Os ladroesnao entraram pelas porta; nem p?<
    jSiI^IJas : penetraram no interior da casa tendo
    construido um galena de 231 metres dc extecsat.
    Os taes belles visinhls desappareeeram no
    me;rao memento em queo negocitnte r^hbadp. Poderaf Tio toloi seriam ellei, para
    s;e deixarem prender.
    O comic dcRnun.0 feld-marecha! eoa-
    de de It j.m. qqe dnranta tantos annos esteve a
    (rente do minjstcrio da guerra na Prussia, ean
    Uihuindo de uni modo podproso para a reorgaoi-
    saeao militar cohtemporanea da patria do Grande
    FreJ.'rico, acaba de obler.a sua demissao de :ao
    Importante car^o, accedendo e imperaaar Gui-
    lherme as rertoradaa suppltcas qua 0 illaatre ge-
    neral Ihe f.uia. Baserapeahava 0 cargo da mi-
    nistro da guerra desde 3 de dezembro de 1869, c
    susteutou sempre no parlamento as immensas
    vantagans que traria ao paiz 0 tor "Dm exercia
    numeroso, disclplinado e convenientemeftte ics-
    truido.
    0 genial Roon retira so a vida privada no mv
    meato de terminar os sens trabalhos acerca to
    exprcito da confederapSo allemi e dos novo* n-
    tingontes da, (\lsacia e lorena.
    Re.stitul^ao. -Asseverate em Parts qaeo
    Sr. Rouher assignou um contrato com 0 govonrc
    frahcaz, mediante 0 qual 0 museu de armas de
    Pierrefonds, que vale 60^00? libras sterlinas, e o
    mnseu cbinez de Pontaincbleau serao resltthWor
    a ex-imperatriz Eugenia, apezar da resUteneia da
    junta liquidataria. Alem disso sera indemnisada,
    com uma somma de 12 mili.Oes de francos, da
    Rerdas de mobilia a oulros objectos quo soffrea
    da Paris.
    A pobreza ena l.ondres.0 numerode
    Ipobres querBCcberamasylo nos divereos estabe-
    feelmentos de beneflcencia de Londres, na-se*
    jtunda seoiana do rnez de rroverobro ftndo, foi de
    TOi:43t. 0 total dos vagabundos"reccrmidos na
    ijie^ma seraana foi de 635, consistindo em 4W
    hymens, 132 raulheres e V criancas do amt>*s
    os sexos.
    OlreJ dc SI Art.-S. M. 0 primeiro rei de
    Siio, tendo eamptetado 20 annos, tomoa a vetf
    monacal'? retiron-se por algnn dias ?o pg*4c
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    do
    per-
    -Kr^Claavao a Jerusalem.- M-.
    "jerS^K da qaal farao parte postoas axelnst-
    nmente io.ba.rro Saiat.flerouioejiwsos pa-
    dres pariaSns s: Os peregrines parttrafc de Mar-
    *elhs no dia! 13'de Janeiro proximo em-an* vapor.
    Demorar-se-hao alguw dias na \lexaadria, nsi-
    tarao as IrabaihuB'do isthmo de Sum**' seguirao
    para Jerusalem^ oade pormaneaerao _ito dias.
    Dalli visitarao Bethlem, Jeriodj Jordao, o mar
    Morto, o CarmeHo, S. feat d'Acro, Beyrouth, etc.
    O rawesso-lar-S9*a por Sayrna, Athenas, Sioiha,
    Italia e Marselha. A digressao darara 2 meies e
    wio apraxi-oa lam*al*.
    tmicl do canal da Maneha. -As-
    V*mm-qM ant** wwataar o preart-aaa,
    dar-seha prinoipio aos trabalhos, de cade-lado'Oo
    canal da Maueha, para a construcsao da iunelque
    ha de abrir-se lMr bai*o delle. Com o c.iracter
    da easaio, os engenh iroa da companhia que na
    delevaracabo essa. grandiosa obra, abrirao em
    Calais e em DMiWe-J Sum, j)rimeira galena de uns
    dons kilomauw'teextawSo, a na (trofiMdidade
    prejertada, $sn eanheeerem a peesrtiwaaw
    trabalho submarino naa 'radoai 4fue*a
    fiirar v
    ' De'caJa lado do eatseto atolr-se-ha am poco,
    proximo do|iH*i *ir komeqoJJ^k
    Se o trabalho preparatory Jerboas resultados, a
    compan'.ia fara uru appello ao publics para levar
    a effeil? a obra, reaaaeiaado a todos os
    projecus,- qa alada se discuietn.
    Kscola para guardas de prlsoes. -
    Lo-se o secuime na Kalis :
    Uuu parte do conventoda Rsgiaa Gaeli fot trans-
    formado em prusao; a autra e destinada acreage-
    de uma instituicao compleiamente nawa e que mao
    estate em parva algum* da Europa.
    Sabe-s'e o quanto ft tmpoftante ter nas pnSoe*
    -aardas insiruWosnosseas'dlveres e o poder ter-
    "> n'elles a confianca necessaria. 0 governo, am-
    raado pelo bom resuludo qae da a teCoJa de ca-
    rabiaeiros dd Tarim, resolveu fazer aiguma causa
    de semelhante com relacao aosgaaraasdas-arisoes.'
    l>ara e3se dm in-tallou no coavento de Itejina
    Gill uma escola de guar-das para servirem as
    prisoes do reino. Esta eseela pode receber 1W)
    alumnos: ai'taahoeOtD 6 fre-iuentada por IIS.
    Todos elles sahllrSa dos rtgimanto?. barera urn
    contrato por oi(o annos 6 duranle esso period)
    n5o podem ser chamados as (ileiras, seja qual tdr
    a causa. 0 estado assegura-lhes as segumtes
    vantagens : 500 francos por afmo e comet, xeshr
    e casa da hbH#rio.
    Os ahimnos frequentarao a eioola durante sel=
    mczes ; receberi) duraiHe tree luezej uma ins-
    truocio thftorica e bos outros tres uma mstruecao
    pratica, para o que serio raandado^ para aiguma
    casa de deteflcio. Depois disso recebem o titulo
    d? gaardas de prisao.
    O palaclo da exposicao de Vien-
    na, ffh rertodfco de Vienna refere o seguinte
    jcerca do destiflo mie tera o palacio ottde se fez a
    exposicao universal austnaea :
    t Comecaa deaolieio ; tulo desnppare^, ex-
    oapto a galeria dat laaehkus, que foi vendida a
    uma companhia cfe camteaos de ferro, bem corao
    a3 pittoroscas constructs do vice-rei do Egypto,
    os pavilhSe* do imperador c do jury e a rotunda
    com o edilleio qnadrado, s-obre o qaal assenta.
    F*r-9e hlv nesta collossrf pflca circular exposiQoes
    p*rfflaentes e dar ihao espectacalos equestres
    t> outros. As fontss doparque serao conservadas.
    Os restaurantes eatao ji fechados e alguns meio
    dostruidos.
    t Na galeria das machinas, pouco existe do3 ob-
    jectos li expost.. Os dooos dos hueis, que fo-
    rara em grande parte a causa do fiasco Iinanceiro
    di empreza, conlinuam a soffrer" o castigo. Es-
    tlo na maior parte toulmente arruinados. Tu-
    do desce de preoo ; haoitaedes, comestiveis, treas,
    etc.
    0 Nao se paga mais que lb' kreutzers por um
    ca(6 e cognac nos estabelectmealos oale era ne-
    cassario pagar 20 kreuUers sd par am cafe. A
    ridade esta cheia de rapazes ja especaladjrcs acer-
    rimos da Bolsa.
    t A crise financeira e commercial pesa scna-
    inante sobre Vienna. Emfl n, todos estao de ac-
    cordo em que a expos cao fez a cidade mais raal
    do qua bem. Os immensos hoteU Donau. Tiu
    ber, Metropole, etc., estao transformados era ar-
    mazen3 ou sao offerectdos ft venda
    Sinistros maritJmos. -Em um dos ul-
    timos diis do mezpassad), o brigue mglez .1/mil-
    i>, que ia de Oaernesey para Londres, com um
    carreaamento de pe.lras, den do onnostro a ponto
    d* S. QuJntiuo. Do oito pessftat que compunham
    a'tripolacAj, duas podarara alcanQir a terra, po-
    rem as restanles morreram afogadas.
    Dizemjle Nova-York que o vapor Robert-Low,
    empregado pela companhia do cabo submarino
    t-ansatlantico, naufragara tambem ha pouc., roor-
    rendo dezesete pessoas da tripulacao e o capitao.
    Cansas do duello de morte.-O pna
    cine Ghika, m rlo em duello pelo pnncipe >outzo,
    era um mancebo de 23 annos. 0 adversano ven-
    cedor e nomem de trinta e cinco a quarenta an-
    nl!m ciume que nenhum facto justifleava foi a
    verdadeira origem desta desgragado aconteci-
    ,nr?odomingoultim), o principe Soutzo metteu-
    se n'uii) coupe de aluguel e foi estacionar n um
    Ponto por onde sabia que Ghika havia do transi-
    far, indo fazer visita a seu pnmo (.regorio Ulnka.
    1 ogo que Ghika se aproxiraou, >ahio do coupe, e o
    a'sallou imptwisamente com bengaladas, soccos
    e bofetadas, tornando a subir para o vehicu.o,
    maadou partir a toia a brida.
    Alaumas horas depois, mandava Soutzo tambem
    se disp^nsava uaito trabalho aos empregados, que
    ou seriam appiicados a mais proven > ou facilitaria aiguma reducgao no pessoal. Aiem
    dis=o, a vereaijao pouparia dous contos e qumhen-
    t>s a tres contos de reis por anno, que e quinto
    dispende annualmente em obras e concertos nos
    predios urbanos que possue.
    Todas as razoes aconselhara, pois.a raunicipali-
    dade a emprenender a desamortisacao.
    Nemos, porem, que vao decorridjsja sete annos
    e de nenhnm acto tamos conhecimento indicativo
    Junior, Jose
    aaat Jaaqwm
    [EaottKh
    - Viadtfavo b
    Haao'ol Dourad'
    4 de BrUo i
    Rita, Joaqaim n
    Perira,4ose PMawdaa da Crui, Joaa *H"jf
    ohado de Magalhaee, Buavantura Catano dp var-
    valln, Antonio Pinto Alexandre, Joao Gm,*
    tonioJosS dosSaatts Pinto Joio de Moot-a. Joao
    de Carvalho, Iod Antonio, kMM*. Anstides De-
    laee. Antonio Joaqum Martins, Jose
    lage, AntonioJoaqtfW ^runs,^
    Joaquim.
    jtse Alve* da CwlraiiJp, Raphael Archanjo V"z o
    Silva Frederico Pierre a Pedro Bertolmo, Fran-
    cisco' Rodrigues da Costa,' loaquim Francisco Dias,
    Moroira, Df Antonif dos Passos
    e dous
    StM,
    ,.!. J>
    \Rlfp Albuqutrq*, p Ml-

    os -espil
    PIRT
    iverso
    ^^mte, senfcotes, qae
    amorfelidofl *:*>* '^0. c,a,JEfi1
    irin nlaata!p oor Z"' ^ bondade Pivms.
    seumhWmque nb **"* ***
    *-?3^ -Spffi-r'-S
    dor
    Kjs6 da Cnnh'a
    Miranda, ma irmii, 3
    crtade', Afrtoatp
    Horacio Hestsiti'Jof|_
    nio Fernandes Porto, Antonio V;
    brai, Franciseo Monies dn Ponceca,
    polito Soares Oiiveira, Jose" Joaquim Affanso
    maraas,
    - Sahidos nTa 0 nirta no vapof Bahta : ,
    D. abbada Fr. Jose P. Franco i ettado.Fr. Joae
    Marques.'Fr. Jestuno, Theadoro Paz, Tertuliano
    a F. Vieira, Df.Eanoet -Qldai Barreto a 1 drta
    do, J. F. da Sil^' luftNMUjM
    Aras, }(o& Franco da SHva, Mai
    cinlho B. Madwrea, Banedito Sil
    - SttMas para a Una da I
    Giquid: .,.._-.-,-
    Aotooio Gjmes Berra, Miaoal Rodnguos
    N'ascimento, Joaquim Facundo de. Castro e Si
    Candida Augusto Pactoao, Manoel Gomes
    Cruz.'
    partioo < o\m:IIVV 1 1 11
    RECIFE, flDE JANEIRO DE 1874.
    A tlUSAO DO BISPO.
    Os liberakngos da Provincia estao horrivelmen-
    te desapoutados com o resaltadd da diligeacia da
    prisao do djocesano, que alias conlavam nao po -
    dar realisar se sem graves pertnrbac5es da ordera
    publica. .,
    Sattirattos smW de oabs e vmgausas contra
    u: saturatTo.3 semnre ae oatos a vi
    :a! [oiTirrepfuoTe fcdnernenTi aJininii
    "n. vam cheio.- da mais inubaiavel .fqj'Ww'.
    2'. npupailo nri pracji publtct para saborearem,
    D. Pablo Perei
    1 Jesd Pires,|Ja-
    Jorge,
    nando no va^r

    ........

    AMjW14IIUNICI!,..
    sessao extra.ordinarm bm^'bw lajfeiro
    vtam. i
    PHRSWBS.Vm D> S.t. THKODOftO SttVA. .
    Ao meio dtt, prasaates 09 9rs. varaadores Tfcea-
    doro Silva, Dr. Moo, Garaeiro, Neves o Cunha
    Guimaraes, o Sr. presidenta abrio a aassao e lida a
    act* da afttecederfte, foi approvad*.
    Lea-se o sagafnie j i' :
    xpeoibnte : |f.|
    UmwfSciodo Exm. presideate da provioeia, de
    22 de dezawibro uWmn, recommendaado de aovo
    a camara as infornMicoes, com a m0f Brevidade
    pastifel, exigidas em offleio de 31 de outubro ulti-
    mo reiativas ft grande e a pequena lavoara da
    provincia.-lateirada.
    Offleio do administraaor db coraiterio publico
    desta cidade, de 25 do passado, declarando Bear
    sciente tar sido coneedido awamanuense do mes-
    mo cemiterio, Garvasio. J'lreS'Ferreira, 30 diasde
    licenja cont Udos os eas iencimenlos. Iatei-
    rada. ,
    Informacio do cmgenheiro a pettcao de Manoel
    Anselmo Correla de Pigdelfado, aprematante dos
    coaoerlos daeslrada muntoipal da Varna, pedin
    do o pagamento da ultima prestaeao da eu con<
    trato, visto astar a otora da todo coaclutda e no
    caso da ser entregaa deljnitivamante.-Maodou-se
    pagar a referida prestaeao.
    Informacao da contadoria a peii^io do guar-
    diao do coavento de Santo Autonio desta iJldade,
    pedindo o pagamento daqaaotiade 24*6:)0,de fo-
    ros das easas ns. 1 e il da ma da Fiorentma, per-
    tencentes ao patriuiodla da camara.-M;
    Offleio do procurador. pedindo 3er lhe levada em
    conta a quantta do .1S0K)00 que, por or Jem da
    camara, pagou a Jose Augusto de Araojo arrema-
    tantedaobra do novo mercado.-Expedio-se or-
    dem a contadoria neste sentido.
    Outro do fiscal da freguezia de S. Fr. Pedro
    Goncalves, apresentando a relacio das multas im-
    postas a Jos6 PeUeiano Nazanuli, Antonio Jose dos
    Santos, Antonio Paes Pires, Juse Francisco da Silva'
    e Vicente Manoel; o 1' em 30i000, por estar con-
    certando sem licenca da camara. o sobrado a rua
    dos Burgos n. It ; o 2 em lOiOOO por usar de
    ferrio na vara de tanger boi; o 3 em 6*000, por
    estar vendendo no e horas; o 4 em 5*000. por deiiar lixo na rua
    a a pspinha, que traz wraivessdda "& garganta ^f^'l
    ses discolos: ..
    Viendod*|Wittltt-dies^tulfe5a,ft|ziara cmr-
    Tergi;toda!aaiflnia^^rdl^l^aoMM|ocjby
    ttapo,
    sos ptdrooos,
    tte jaroiiaeni* em saa vartigiBaka gaaota
    Poadidas -lodas as vasaa, appellaram para <
    grande parlida da prisao do >bisao, a qaal, coufor
    me escrevca a Reforma, Mrit, pof'adaJaet.asl assiui qui
    segeunles consequeooiaa :
    . A prisao (em de ter flxsomada pMo Sr. Lu
    cena, presidente dismoraJhad* aata ft p6pnla;5,d
    de Hernam'iu'.o..
    da
    desvato na ca?a
    do
    Dave
    nhor, pflrqjlf so^nKficrfpriremo? o nosso o.
    decatholioos, so assim terrmos um temalp digno
    tffi iilMli ll^MMIlHI T't- religiao.qae
    MW prWriallA {JMdM'Mnf ei^inlia*-em que
    consiste a nossa verdadeira feligidade.
    snh^ttiMiftiilfcdaodanca.
    rty8.'Ainstruccio de prendas reuna todos
    ""alhos de agulha, e toda a especle da bor-
    '-' \ dados, que deve saber uma senhora da melbor so-
    Bfedado.
    II
    Art. 9." 0 Coltegm admitle alumnas internas,
    meio pensioaistas e externas.
    -Art. 10. A lingua que se fatla no interior do
    CoHegio e a franceza; e durante as auias de ingiez
    a italiano so se fatlara estas linguas.
    Art. il. As aluranas qne estudam francez, in-
    Sa-
    ver
    '.ilellionalo e fuga.
    No dia li de outubro ultimo, p;vrtiram,lanlea-'
    tiiiaav'.nte deJa cidade.,ora a capital'do Caarft 03
    espera-' eslranguirus Jose" Lilt e Jose do Will, que outrfora
    ve-lb aqui, rem dlvcrsos iugares do cetrtro da pfotin-
    cjjTio cia, se occuparam de vender joiatr
    Estas industnosos. estwngoiros, residiado ealrt
    nos a baslante tempo, tjveram a farahabllidade da
    iospirar toda conflanea ao p>queno commercio do
    dizlam-a O-uktsf 06$ denses. o
    Xessa esjectativa nianilaraiu a^nuocia,r para a
    Curw-Tattles' a'cobtecim'enU's, diante dos qmes ^........_.._ .
    teria de sossobrar o pjesidenta^ da provl^i*^ Sj^*""* q 'ww'n ""P" relates d*
    Ditenilo-se socios, e tendw -tfalxado de coca-
    mertar em Johts, nasrBni depoi* a cxnnra de
    oawavos e d ^IgwBes, cujjm
    aendas msndavam
    *>latw db aaaacanMSaiaxin 'fcii'Bfflc** }>ot di^rsaa vanes efr^nnr no Ceara.
    Urottos, depdn dfc ttaawaBO io(*iado Ultiraamente, inspiradps em mais sontrnventos,
    ient em aa vertiaiaaia -g*al*. eoaeabiBtam planw S6 retirarem de uma vw
    c E' aatural que coayerta-se (o povo) em fa-
    vor do bispo. a qaem a solucjio do gQietno da ex-
    teriorinadps d martyr...
    Estft effl Pernambuco o"Sr. "B. AntoniOj, bisp.o
    do Par.i ; fd para alii com o fun expressoda agf-
    toro povo, caso se t.vesse de efteciuar a prifio.
    ... F. de duas Qma, on oppiie se (o povo) a-pri-
    sao, e nes do lugar, prarteaado oms escandaloso e ravab
    faote estellionato.
    Assim que, ta*w*to pof eraprestiuo a diversas
    flsoas-algumas quantias, busean^o com otitros
    effectuar transae^idfls, e eacarregando-se ao aes
    jBio-teniTio do agenciar na oiipRar.do C^ara a ven
    Ma de iHuapartida de feftcda' d* algodio, qa lbes
    foi confjads, perterfen dade, major Ekiro da S Caldas, Torqaato Augusto
    de O. Baptlsta, e algttns otMros depois de tercm f
    alii realisado a venda1 dessso algodi > e mettido em
    sf toda a iinpor"tancia dellej' partiram no dia 26
    do mesmo met di cidade da Fortaleza para a ca-
    pital do-Para, d'onde ha fundadas suspeitas de ha-
    vereiu segaido para os Eslados llnidos. onde con-
    rarnamenfo de sadgfte, ou ftcompaniw o seu bispo lm ftchar dous amigos.-com osqaaes se corespon-
    at6 aqui, e temos uma procissio era favor do pre- diam LoopoldoEntes, e Felix leak francez.
    * maj ir Elvirp, tendo presentimento do que se-
    de se attender ao que e, a nosso juiio, vantagem
    demonstrada as Cnan?as da cidade e ainda pre-
    cpito legal.
    Ouvimos o outro dia o Sr. Garcia dizer que era
    partidario da desamortisacao. Pois se o e sin:era-
    mente, para que tera estado ha dous annos de bra-
    cos cruzados, sera ao menos abrir uma vez a boca,
    perguntando sequer pelo estado do tombo dos bens
    immoveis do conselho t
    Nao sera oeioso saber os motivos determinants
    de uib esquecimento, mui pouco plausivel. ou ae
    uma opposicao syslematica de quem quer que se-
    ia, quo tem forca e poder para contranar e mtor-
    pecer as diligancias essenciaes, para se entrar
    francaraente no caminho que Untas razoes de ma-
    xima couveniencia estao aponlando.
    Almanaks. -A pharmacia e drogana dos
    Srs. Bartholomeu & C distribue grat.s almanaks
    do corrente anno, contendo chestosas anedoctas,
    uma taHoa de cambio sobre as pracas de Kuropa,
    aoticias e receitas de sumraa utilidade. Aos nos-
    sos asMgoantes convidamos para sesuppnrem
    de um.
    Loterla.-A que se acha a venda 6 a 83\ a
    beneficio da matriz de Barreiros, a qaal extranir-
    se-ha no dia 16. _
    Lellao-Hoje, 12, effeolua o agente Pinto o
    leilao do patacho nacional M iria Emilia, tal qual
    se acna ancorado neste porto.
    Amanha, 13, as 10 1/2 horas do dia, par-
    lira, da estaoio do Arco de Santo Antonio, um trera
    queconluzira (gratis) os concurrentes ao leilio
    de raoveis, lou?a, crystaes, qae deve ter lugar em
    Sant'Auua, casa de residencia do Sr. Dr. Alvaro
    Caminha Tavares da Silva.
    Conforme se acha publicado em outro lugar
    doste Dior to, deve ter lugar no doraingo 18 do
    correnta, o ultimo leilao das preadas offerladas a
    aera das obras da nova Igreja de Noisa bennora
    da Peoha, sendo que tera comeo as 8 i/J da ma-
    nhS at6 a 1 bora, e das 3* ale as 6 da tarde.
    Casa d aiteWf Ot-^Moviraento da casa
    dedatencao do dia SiaMtro de 1874 :
    Existiara presos 324, eniraraoa 3, saniram xu,
    exislem 307.
    Nacionaes 223, moiheres U, estrangelros I*
    escravos 43, escraVas 4-ToW 307.
    Alimeattdoa ft ensU dos cafrea oublicos 233.
    Mwimento da enfcrraana do dia a da Janeiro de
    1874:
    Tevealta: .
    Joaquim, escravo, sentenciado.
    PasHaselros.Viados de Mamanguape no'
    bt Vi^tortaa da toga Toaeano Barreto eifr
    lho< Jose da Silya Leareiro Junior, Aff.m-to Attta-
    Leio e Aoguito da SiWa Hdnteaegro, Manool An-
    o em 'i|00f>, por ter a casi em mao e>tado.
    Mandou se dar sciencia ao procurador.
    Olicio do fiscal di Boa-Vista, dando parte que
    lendo-se expirado o praio de seis metes concedi-
    dos a Joao Baptista Simoes para remover a offlei
    na de serralheiro da rua da Ponte Velha n. 10,
    nio o tem feito ate o presente, apesar de intimado
    para isso.Mandou a camara que o fiscal la-
    vrasse termo de rviflcttentfiat de conformidade
    com o art 50 das postaras em vigor o qui se re-
    imMm iir,u-iir->.-l.ir nara>CixAr u!V..m...... ->
    aM\ camara determinou que o. engenheiro fosse
    examinar o telheiro provisorio, que o arrem itanie
    do novo mercado publieo esta omstrumlo e in-
    f.irmasse seo mesm) telhjtro esta de c raformi la-
    d.icimocalcalo que fora feito por elle enge-
    U Leu-'se o seguinte parecer acerca da petigao de
    recurso da companhia pernambucana de navega-
    ?aAeconimis35o de saude, a quem foi pressnto a
    pcticao de recurso que fez ao Exm. presidente da
    provincia a carapanhi i pernambucana, e de pare-
    cer que se inforrae a S. Exc. o seguinte :
    f. Que a camara conceded a supplicante per-
    missao para construir esse telheiro de que se tra-
    ta, por declarar a companhia que era para depo-
    sito provisorio de materiae?, e que o carvao de pe-
    "dra nao e, nem pode ser considerado. como ma-
    terial, pois na companhia pernambucana elle nao
    tem outra appiicacao, senao como combustivel
    e como tal 6 geralraente c nsiderado.
    2- Que nio ha quem ignore quanto e incoramo-
    do e suffocante o po do carvao de pedra, e seas
    estragos sobre os objectos de mobilia a vestuano.
    3 Qae esse effeito e provado exuberantemente
    pelos que assignaram a representacSo a camara
    municipal, por estarem soffrendo grande incommo-
    de e prejuizo com a poeira do carvao.
    i Que obrigaodo-se a companhia a dem >lir o
    flheiro, logo que lhe fosse intimado pela camara,
    como consta do termo que assignou o gerente, e
    faltar a f6 dos contratas e resistir a ordens legaes,
    e ainda falta de sentimentos huraanitanos, senao
    cousa peior.querer a todo transe sacrilicar osseus
    semelhantes aos seus mesquinhos lnleresses.
    S" Que sen Jo obriga?ao da municipahdade ve-
    lar pelo bem estar dos seus municipes, nio exce-
    deu ella de suas attribuicees exigindo que a com-
    panhia nao deposite naquelle telheiro carvao de
    pedra, pois nao teve licenca para isso, e por tanto
    deve obedecer as ordens da camara.
    6 Qae as poucas delicadas phrases de que se
    serve a companhia em seu requerimento, quando
    diz que a camara so-o que quiz foi prestar servi-
    ces a Geraldo Henrique de Mira.-sao proprias de
    uma companhia que faz um contrato e depois nao
    o campre, obtem licenca para um mister, e depois
    abusa, applicando-o obstinadamente a outro com
    grave prejuizo pabheo, e alem disso oppoem-se a
    orden* legaes: portanto, a camara nio as estraaha
    e as devolve ft mesma companhia.
    Assim nao tendo a companhia razao no que ai-
    lega, nem fundamento algum para conunuar a de-
    nositar cat vao naquelle telheiro, cuja licenca nao
    foi concedida para tal fim, e sendo essa pratica nao
    so incommoda como prejudicial aos raoradores da
    visinhanoa, a camara municipal do Recife, con-iada
    aue exerce justamente uma das suas mais bnlhan-
    tea attribuicSes, como seja a de velar pelo bem de
    sans municipes, esperaque S. Exc. o Sr. presiden-
    te da provincia attondendo a justa representaQao
    dos raoradores da rua do Marquez de Olinda, que
    estio soffrendo em sua saude e propnedades, a as
    razoes que a commissao acaba de expander, ba-
    seada no termo de obrigacao e ma.s documeotos
    juntos, indefiraapretencio da companhia Pernara-
    Upaco' da camara municipal do Recife, em 2 de
    Janeiro de 187i.-Dr. Lobo Moscoso.-Jose Maria
    Freire Gameiro. Foi approvado unanimemente e
    ordenoa a camara qae se reraettesse ao Exm. pre-
    sidente da provincia, copia de3se parecer e mais
    documento3 com a petlcfto de recurso que veio a
    informar. ...
    Pol a informar ao administrador do cemiterio
    publieo, a peti$ao da irmaadadd do Senhor Bom
    Jesus das Chagai.
    Foram deferidas as peticoes: de Augusto de Me-
    new. Albino BaptisU da Roeha, irmandade das
    almas do Recife, Antonio Jose de Oliveira Braga,
    Bernardino Pereira Ramos, Coelho & Granja, Le
    Ubo Josd Meodes.^Francisco
    tenso marlvr.
    o Tomem o#ieHete? tiota do q'ne leyamos dito
    a wft se os #ctos conflrtnarS^ oq n4o nosias
    previsoes.
    Destas pUarras acima do orgao lAeral da cdr-
    te, e proposii atone ate traasortocas pela Provitcia.
    nas vesperas da prisao do bispo, claramnnte se
    oncebc quaes eram. as iatflncCes e grata* espe
    raacas dos honrados provirtc iano, qua conta vam
    inevitavelraente ganhaa partida.
    Apfottve, porem, a Proridsooia deaviar o es-
    perado golpe, e ei los, esses falsos libefaes, de^i-
    pontados e quasi perdidos.
    Era prwciso, porem. dar sa'.isfa^ao ao aso lao
    diversamento aeoiilecido do tme maudaram os taes
    provin'cianos assegurar aos coUegas da Re/orma.
    Em taes apertos (pois que a prisao se effeetna-
    ra com a mafor eircamspeccfto, rapidez e cautel-
    la possireis) vendo mallogrados os seus avidos
    empen*tos os redaetores da Provrncta, annunciam
    que a prisio se fizera cora sorpreza da popula
    cao ; mas, ainda as3im foram infelize3 esses pro-}
    vintianos, pois que o bispo deinorou se na pri j
    prisao dous ou tres dias e durante todo esse Ion-
    go espa$o foi visitado por quantos o quizeratn, e
    as portas estiveram franqueada3 ate o monienio
    do embarqae sem a mais leve manifeslaijSo do
    povo, qae dest'arte deu um solemno desmentido
    aos terrores adredes annunciados por iuiplacavels
    adversariosdn vigoroso e illustrado presidente
    O mais engra?ado e que, como o negocio cor-
    reu paciiicampnte. attnbuam o resultado da boa
    execugao ao Sr. Dr. Quinlino ; entretanto que,
    se o contrario fossa feito, recahiria inevitavel-
    raente a responsabilklade sobre S. Exc. I
    Para elles oq nenhnm merectmento teve a im-
    portante empreza, ou, se valor existe, cabe eslp,
    de pieao diraita, ao Sr. Dr. Qaintino, qno os taes
    provitcim* fern e*ccmla de seu correligionano
    politic^,
    1 rental desespero contra o presidento da
    provincia transpira por todos os poros ; tudo
    aoroveitam, nada Ihes escapa ; at6 o< telegram -
    mas sao analysados, palavra por palavra. nada
    3e poupa. Olio velhe nao dorme. T Ate o Diariode Pernambuco tambem e censu-
    rado, pois qne nao representa a im.jrunsi ; eiitre-j
    taftt'i o Sr. Vrtra -Bella ftgara de representante do
    8essepartido.' *ki'$um~fineatis
    Agora que esta acabada a questio pessoat-ew
    bispo, veremos o que surge.
    ^Os trafegos provincianos, que nao tem princi-
    nioi politico3 a discutir perante o paiz, pre ;isam
    substituir a pessoa do Sr. D. Vital, bispo e.tage-
    rado a (anatico por aiguma cousa, que preencha
    essa grande lacuna.
    A pessoa de D. Vital e mais 4 ou a frades Je
    suitas forneceram Ihes assumptos para largos
    meies de palestra em sua inleressante Provmci';
    para elles, portanto a questao religiosa esta aca-
    bada, desde que foi removida a causa.
    Como esses liberaes de lei nio querem, desde
    j'4 a igreja livre mas o patriotic/) e o mixto do
    gr'nde ICastellar, fque e a pausi reflectida ou o
    slatu q>io do conselbeiroNabuco, esta para elles
    resolvida a magna questao.
    Dlsputaram, honra Ihes seja feita, a palma ao
    jesuita, qae, segundo elles, esta contra a lei em
    terras do Br >sil.
    Em Portugal ha quarentena constante para os
    infelizi's passageiros que ssguem desta parte da
    America para aqnella boa terra ; os jesnitas tam-
    bem sio considerados pelos liberaes da nossa
    terra como uns pestiferados, para os quaes, po
    rein, nao ha remedio possivel. Ou expelli-los, ou
    crucifica-los, nao ha meio termo ; tal e a maxima
    generosa dos liberaes da Provincia. E' preciso
    que os jesuilas acompanhem o bi^po.
    estes" idiomas grannnatiealmente.
    12. A aensaltlade para as internas e de
    4^000, para as meio pensioaistas 20*000, e para
    as exiraas'5*000, pagos adiantados por triraes-
    trw qae, pma vez come^ados, consideram-se ven-
    cidos. |
    Art. 13. A fdsiraccde das alaainas internas,
    remanerada Mgaodo- a ardgo antecedeate, e a
    dot arts. 3. a 5 ; as faWcnas e raeiq-oensionigtas
    teem direito a dos arts. 3, 4, 5, 6,7 e 8 ; podeado,
    todavia, quaiquer alumna externa frequeutar as
    aulas sapfcrrore3 raediante a indemnisaQao, que
    se conveneionar.
    Art. 14. As despezas com livras, papel, etc[C, .0
    e co dos pals ou carrespondentes rapetenciaddsa
    alumnas, e bem assim a malaria prima de borda-
    dos, e esta* executados sao propriBjlade das mes-
    inas.
    Art 18. As auias no ,Collegio d* Srrissut*
    TaisDADE trabalham duas, wezes ao dia-de raanha
    das 9 as 1*, e de tarde das 2 1|2 as 5 lj2.
    Art. 15. 0 enxoval.das internas 6 ao gosto de
    seus pals ;iassim eomo a ronpa lavada, engomma-
    da e pertenees por elles sarao fornecidos.
    Art. 17. As pequenas indisposi'joes e raolestlas
    das internas sao traUdas no Collegio ; nas grarves,
    porem, a directora faz avisar aOs-qoais ou correa-
    pondentes para providenciarem sobre dtrataaea
    to, qns pode ser era saas caaas, ou na Collegio.
    Art. IB. 0* foriaaos sao os das aulas puMcas ;
    salvo as q.uinlas feira* que, no Collegio, ficamdes-
    tinadas ft fnstruccio de recreio.
    Art.-19. Todas as materias lecc*radas no Col-
    legio da SamissiMA Trooab* san p^.fessadas pela
    directora e suas irmias, ou outras senhoras com a
    aptidao precisa, e que a directora julgar necessa-
    rian.
    BeCife, 30 de dezembro di 187;i.
    Philomena Minervina dt A. ffGonatll Jersey.
    Approvo-De.^oria gecal da instruc^ao publica
    de Pernambu 8 de Janeiro de i874.
    Jofio Barbalho UchSa Cavalcante.
    F. d'OMveira & C, a ru,o do Cp/nmercio n-
    *, uucarrega-se de exeeu^ao do ordens
    para ambarque de prododos de todos o-
    mfti n*goei( de Wfpmiss^, qaeroommer-
    clats, quer biicarioS.
    IX-.ooivtt lettras, e toffla diakeiroa m pre
    mio, compra ctHiifMaes, e Msa-d vMta e a
    pralb, & voulade do torrtador, sobre as se-
    guiQtes prajas eatraugeiras e iwoiooaa* :
    Iiudrea. 'Sobre o utuon MMK ok
    LONDON, 0 LONDON AND HAJSEATHi BANK,
    limited, e varias caSas de 1/ classe.
    Parts. Sobre os bo,iiros otn.n
    & C, MA*CUAJID'A* V1GUA1. *'.
    Ilniuburgo. Sobre os Srs. joao
    SCUl HACK & FILE S. i :..k
    Lisbon-----Sobre os Srv FKsax:.\^.
    SANTipS <* mNKA, e StBASTiM) IOSK d:
    ABREV. '. '
    Pori*. Sobre o banco usiao bo porto
    e o Sr. joaquim pinto da fonssca.
    Para. Sobre o banco coswerciai
    do parai, e os Srs. rRANClSCO CAUPWCIO da
    COSTA O: FILHOS.
    Mtaraahao. Sobre o Sr. test fer-
    REIRA DA SIU>'A JUNIOR.
    Ceara. Sobre os Sri. J. s. DE vas-
    .C0NCBX0S & 60NS.
    Rnhia Sobre osSrs. marmuos d' <:.
    Ill*, de Jnn**ro. Sobr.- o \-.co
    INWJS.IRULE UEB.GASTIL, BANCO NACIONAI. e
    BANQUE BRA81UEHKE FRANCAISE.
    Lam capazes de pr3ticar aquelles dous cavalldiros
    winiU'lria, cuja nacienah'dade nnnca foi aqui
    mrn sabida. pois que ora se diriara franeezes, ora
    ammaes seguio-os ate o Ceara, onde nao mais os
    enentrou.
    Const j-nos que a vwnda de todo esse algodio
    por dies effectuado com a casa commercial Cunha
    Freire, do Ceara, saccando esta sobre umacasa
    Wracaiia de Londres pela importancia de 800 li-
    bras.
    Estcsdous estrangeiros sio mdcos: Jose Litl
    de e-tattsfa aclma do ordlnario, cheio do corpo, ca-
    bellos crajpos, com uma cicatris- era uma dab fa-
    ce*, nao real r.feicoado, e traja com algum aceio ;
    Jose do Will, baixo, cheio do corpo, olho3 peque-
    nas, olhar 4aixo, cabellos preto3 e ftorridos, andar
    cambeleantt e traja mai smgolamente : fallam am-
    bas o franee\ e attemao pouc i polido, ou fazera
    antes destas dads lingoas um verdadciro patul.
    0 estellionato por elles praticadj, segando temo3
    ouvido, or?a para mais de 8:00'.):0O0
    E' provavel que taes eavalieiros de indu3tna
    viagem hofk debaixo de suppostos nomes, para o
    que Ihes ni falta ardil.
    (Do Correio d> AssuJ.
    A gratilao 6 o rneis nobre sentimento
    d'alma e sobretudo quando a razSo acssa
    gratidao e um boneficio, que se recebe e de
    incalculavd vantagem e o desinteresse
    acunpanh iu o relevante servi^o.
    Soffrendo do umi cataracta em o olho
    esquerdo, ji nad* eniwrgnva, e, tendo sido
    operado pdc Sr. Dr. Sarmonto Filho, acbo
    me perfeit.irrvujteboin, servindo-medo meu
    olho com soccorro, como e proprio, de uns
    oculos, para tudo quanto e preciso.
    I'or este tao fetiz resultaJo, devido & pe-
    ricia do tao distincto operador, eu com ra-
    zflo me reg-^ijo. e ao Sr. Dr. Sarmento Fi-
    sar sorpreza. d.r.jo meass^.ncWu. 8^.^
    cime^'.s;pHojerxQOF6\'X^tar-me.
    0 merilo real 6 sempre respeitado, e sir-
    va mais este ficto, a que me reriro, para se
    agrupar aos muitos, qne ja" conta em sua
    important clinica o Sr. Dr. Sarmento lu-
    lbo, e que o recommendatn no exerctcio ua
    sua proGssao.
    Recife, I de Janeiro de 1874.
    Jose Francisco Pingeiro.
    COLLEGIO
    DA
    mwmm wmm
    20-l.ua dus
    0 desembargador Bernardo M. da Cost-. Doria,
    nao podendo despedir se de todas as pessoas do
    sua amisade e relacoes, pelo seu mao estado de
    saiide, pade desculpa dessa falta involuntana; no
    fferece-lhes seus fracoa erisos na capi-
    tal do Ceara, onde Vai rosidir.
    Malsaparrillia de Bristol.
    Por certo espago de tempo brilharam a soinbra
    de desesperados e mendaies embustes, numerosas
    salsaparrilha3 d'uma fraudulenta natureza, poram
    a sua existencla finlou logo que se apresentou no
    muod'o e3te grande especifico. Pelo espaco de
    trinta e cinco annos conseeutivG3 tem marchado
    sobre os restos naufragados dos corapetidoresem-
    busteiros, cuja existencia tem sido Concorde com
    os seus incomparaveis triumphos. Tem seguido
    os rastos da molestia d'onde quer e em quaiquer
    forma que se ac-.asse, e sua carrein tem sido;
    marcada com as curas as mais admiraveis, que
    tanto lustre e fama tera dado a arte de carar. As
    escrofulas, as effects do ngado. as febres inter-
    mitentes e remitentes, a dyspepsia, a nevralgia, e
    todas a3 enfermidades ulcerosas e cancerosas, ce-
    dem ante saas maravilhosas propriedades, cora
    a mesraa certeza com que o effeito segue a
    causa. ____ *
    Febre eez8es. Curas adiuira>
    veis.
    0 Dr. Egbert Simms, antigamente um dos mem-
    bros do collegio medico do Philadelphia, e pi-em-
    taraente nm dos medicos o mais popular era Min-
    nesota, escreve a ura araigo e.n Nova Y.>rk, qne as
    pilula* a'sucaradas de Bri*tol estao proditzindo
    raaravilhas naquella regiio em casos de febr3 e
    sezoes. e febres biliosas e Intermitentes. O ex-
    tracto seguinte de suas observaeSes foi publicado
    com a devida permissao do tal amigo, a quem fora
    derigida: -t Como Vmc. sabi\ eu sou mui pouco
    amigo de remedio3 ajinunciados, e prmcipalmente
    pilulas; a maior parte dellas para nada njf^'c,ao
    __j: Joal,rmolhftrp.SplIUlaS
    nao me fcngano, em
    eom ollae so m-
    PVACA DO RECIFE 10 DE JANEIRO
    DE 1874.
    AS 3 l/*OBAS A TARM
    Cotacdea ofilctar*.
    Algoao de Pernambuco I* sortc 7*800 par 15
    kilos.
    Algodaode Mossoro 1' sorte 8JO00 por 15 kilos.
    Akodio -de Go^anna 1* aorte 7*6JO por IS lcii.>
    Assucar mascava-lo purgaio It* 0 por !
    kilos, hontcm.
    ^siucar mascavado bruto bora 1*750 por 1>
    kilos M ^
    Cambio sobre o R o de Janeiro a 30 drr. com
    1 0(0 de descooto
    Cambio-sobra a Bahia a 8 d(v. ao par.
    fiescoato de letras It OiO ao anno, nontem i
    hoje.
    U. de VasconceUos
    Presideate.
    A. P. de LemOS
    SecreQno.
    ALFAXDEC.A
    tendimeato do dia t a 9
    oil, do dia 10. .
    27i.ii4}7J*
    35W0>I38

    Descarregam hoje 12 de jaociro de 1874.
    Barca ingleza Fuzilier varios generus para
    alfandega.
    Barca franeeaa-FecidVana -varios genera* para
    alfandega.
    Patacho dinamarquez Katie varios g'nero-
    para o Jrapfclie Concei^ao, para despa-
    char.
    Patacho americano Mn Rose varios gene-
    ros para o trapiche Conceicao, Dara les-
    oachari e carvao ja despachado p*ra o
    caes do Apollo,
    liiiguo portuguez-rnuiapAo -bagagens para al-
    fandega, e varios geoeros para o tcapiche
    Conceicao. para despachar.
    rtarca inglezi-/W h'bel-bacalhao ja despa-
    chado para o tr-piche C >nceic,4>i.
    Barca ingleza CoastanceUacalha > ia despacha
    do para o trapiche Conceicao.
    Lugre ingiez JJo*aro -. farinha ja de.-pachada
    para p caes do Apollo, e varios geueros
    para o trapiche Conceicao, para de*p*
    cbar. ...
    Patacho dinamar|uez Giptey urinha |i des-
    pachada para o 5- p>nto._
    Patacho allemao Actis i-^rvia.i*-*wwe'
    pHf 1 f mHtttJ Guerra
    Nio se podia desejar raelhores pjlulas para o uso_de
    * -"ias. Sao ha, segundo
    f iioil.j
    toda a
    a pnarmacopea cousa quo
    sa comparar ; nem ist*ainda e mao ; as H-*~r I
    des antibiliosas das pilulas as lornam um remedio
    positivamente inestimavel para a cura das rebres
    biliosas e intermitentes e sezSes. tao communs
    nesta latitude Eu as achei d uma efPcaeia ex-
    cellente na curauvo de febres, calefnos e sezoes.
    Ellas sao tanto tonieas como apenenles, e poaem
    ser administradas cora grande vantagem, naquei-
    les casos em que os purgativos drasticos po'lanam
    ser alumente perigosos. Ellas se acham metti
    das dentro de vidr'uhos, e por isso conservam-:e
    perfeitas em todos os climas. Em todos os cas-.s
    aegravados ou provenientes de ura estado impuro
    do sangtie, a snlsaparrilha de Bristo deve de ser
    tomada coniunctaraente com as pilulas
    |LTHAS0 NA PAUTA DOS *X-0&
    DE It A 17 DE J.XJCF.JRO DR 1874.
    okilo.
    rs. kilo.
    '.|J
    JCACOES #. KBM
    Bonito
    Teve lngar hentera, 1 de Janeiro de 187*. a
    festa de No3?a Senhora, padroeira desta fregue
    zia, por nio ter sido possivel a 8 de dezembro.
    Esteve boa e eoncorrida de nuraeroso povo.
    Nesse mesmo dia, logo depois da festa, benzeu-
    e uma capellinha, construida n i corredor do lado
    esquerdo da matriz, com altar, ladrilho de azulejo
    e caixilho a entrada, na qual cotlocoase nms
    erande e linda pia de baptismo, estiraavel presente
    feito a nossa matriz pelo mm. Sr. Dr. Augusto
    Frederico de Oliveira, ex-deputado geral e impor-
    tante commerciante de nossa capital. ...
    Nao podia o Sr. Dr. Augusto lazer a matriz do
    Bonito mais presioso presente. 05 bonitenses nao
    teem expressoes com que possam bem signiucar-
    Ihe sua gratidao. ,._
    Antes de baptlsarse a pnmeira crfanca, que
    (em observancia as recommeiidaQOes do mesmo br.
    Or) foi um filho de mulher escrava, recitou o
    Revd. vigario a allocut5o abaixo tfansenpta ; de-
    pois da qual, ao som da musica, foi a crian^a bap-
    tisada, subindo ao ar na mesma occasiao diversas
    gyran'dolas de foguetes.
    Digne-seo Sr. Dr. Augusto, aceuar dos boniten-
    ses os mais sinceros protestos de cordial reco-
    nhecimento, por semeihan^te rasgo de gencrosi-
    Bonito, 2 de Janeiro de 1874.
    Sefibores, o pnmeiro dia do anno de 1874 deve
    ser para vos de eterna recnrda;ao, porque e neste
    glorioso dia que lica collpcada era nossa bella
    matriz a fonte pura, e em due hao de ser regone-
    rados os vossos fataros Clhos pelas chrystahnas
    aauas do santo sacramento do baptismo
    Nio menos de quarenta annos talveZ, ssnhnres,
    hJo decorrido, qua neste ameao valle edificou se
    a iereia pirochial desta rotavel comarca, e nesse
    lontto periodo viames servir aadmistragao do pn-
    meiro sacramento da igreji urn vaso, cuja forma
    rigorosaiiente depsftHa *ntra vossos sentimentos
    religiosos; mas Maria Sant.ss.raa, senhores n-ssa
    excelsa padroeira, vendo pouco a pouco Horecer a
    sua casa e nelia permanecer tao improprio obej^c
    to, foiservida, que ura bennmerito peruambiH-au.,
    o him. Sr. Dr. Angusto Frede ico 1e Oliveira, m
    viasse nos da capital esta mimosa pia, preciuw
    presente feito a nossa matriz, pelo que eordialmeiv
    te devemos tributar-lhe nossas horaenagens em
    signal de eterno recohhecimanto : e paraser itei
    mente cdmprida a sua vontade, o pnmeiro bapti-
    sado vai ser d'bm filho de m|,mer e?.cra^*. .
    E1 aqoi, senhores, qae d'ora em diante ""J0^8
    bonitases retabfir m>srao mwtmetMj SS.KI
    S. Joao foi minMtra** Jesue Gariowiwe
    do Jordao -saeranBldm're%eiferWbiJfeJiam
    A abaixo as>ignada, licenciada pelo Exm Sr.
    presidente da provincia, e pelo Illm. Sr. Dr. direc-
    tor geial da instruccao publica, tem estabelecido
    na rua dos Coelhos, n. 20, a poucos passos da
    igreja de S. Gon^alo, um collegio para meninas,
    sob a invocaeSo da Santissima Thindade.
    Auxiliada por saas irmaas D. D. Lan lelina Jer
    9ey e Olindina Jersey, ambas as quaes em com
    mum com a abaixo assignada, re.-eberam igaal
    edueacio, durante quasi sete-aonos, em uibJm
    melhores collegios francezes da cidade do Porto,
    eta oor certo habilitada para transmittir a saas
    alumnas todos os conheciraentos adqumdos nesse
    lonso espaco de tempo. .
    ifhamando a attencao doifillustrados pais de rami-
    lu, nacionaes o estrangeiros, para os estatutos
    abaixo, a annunciante espera merecer decidida
    nreferencia, pois o seu estabelecimento se distm-
    ae nao s6 porque nada pagam em separado pelo
    studo das artes de recreio, corao tambem pelo das
    estrangeiras que, em geral, s
    SEGUROS
    MARITIMOS
    o kil'.
    tonellada metrica
    t
    gae
    est
    linuuas c
    e.iMna a traduzir, ao passoque no Collegio da San-
    tissima TniNOABs se aprendera a fallar e escrever
    correctaraente ; o que se torna sera duv.da de
    uma vantagem e atilidade incontestaveis.
    Invoeando, cheia de confianc, aprotecijao.de
    seus corapatriotas, e de todos os estrangeiros lllus-
    irados a annunciante e suas irmaas, ao cumpri-
    mento dos seus deveres, esperam e promettem en-
    vidar todos os esforcos, afim de provar que, eutre
    n6s existera pernambucanas suffleientemente ha-
    bilitadas para instruir e preparar nossas mnocen-
    tes e araaveis patricias, nao ?6 a desempenharem
    no futuro 0 nobre e respeilavel ministeno de
    mais de familia, como a se tornarera a iui, ou em
    quaiquer paiz, onde se acharem, 0
    namento da mais culta e- distincta sociedade.
    As aulas abrem-se a 26 de Janeiro.
    Philomena Minervina de A. 0' Cornell Jersey.
    CONTRA 0 FOGO
    A companhia Indemnisadora, estabeiecid*
    nesta pra?a, toma seguros maritimos sobrt
    navios e seus carregamentos e contra logo
    am edificios, mercadorias e mobihas: w
    rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
    COMPANHIA
    Phenix Pernambucana.
    Toma riscos maritimos em mercadorias,
    fretes, dinheiro a risco^e finalmente de qual-
    luer natureza, em vapores, navios d vela oi>
    barcacas, a premios muito modicos.
    RUA DO COMMERCIO 34.
    OE 'i A 1/ ar. ii.".<-
    Algodao-emcaroc/i 118 rs. 0
    Algodaoem rama ou la 474
    Assucar -branco t8< rs. 0 kilo.
    Assucar-mascavado HOrs. okilo.
    ouros de boi secens salgados 08S r
    Camo de pedra estrangeiro
    23*000.
    Carooo-de algodao 20 rs. 0 kilo.
    Crim -animM em bruto 300 rs. okilo.
    AUandega de Pernambuco, 10 de Janeiro
    l8o\ conferente A. C. de Pinho Borges.
    0 2conferente-Bazilio B Furlado.
    Approvo.-Alfandega 10 dc Janeiro de W..
    1 o inspector da alfandega
    Fo.bio Alexandrino de Carrai.o Ik.s
    ImportacJto
    Barca franceza Verid-anna, entrada do Haviv
    em 9 do corrente, e c msignada a L. A. MM &
    C, manifestou: ,. ~. .
    Accidos 1 caixa a Joaqnim Pehppe da Loaa, a a
    Mancelda Silva Faria k C. 2 a rranc.se 1 Ma
    nocl da Silva, 3 a P. Maorer i C. Agua>
    de Vichy 6 caixas a Keller & C. Art.gos de na
    gens 2 caixas a Augusto F. dos Santos Pjjrto-
    Batatas 100 gigos a Antonio M Mont, ro 20 a
    A Reis, 300 aos c msignatanos, 200 a Joa
    Josede Azevcdo. 3J0aM. Duarte R)Jn
    Lebre
    quim
    brilhante or
    rHE
    sob a
    d'Al-
    Jose dos Prateres,
    toMrtJea^BTaTP^eira, Joaqaira Bernardino de
    Castro RiosT Jose Correa Braga, Jose Miguel Cor
    rta do Nascimeato, JOsd Correa de Bnto, padre
    Juvencio VeriSiimo dos Anjos, Joaqutm ros
    Hares, Jos6 Soares de Pigueirddo, Josepha Joaqui-
    na Pereira Ramos, Joao Pereira de Lima Dr. Jose
    Joaquim de Souza, Manoel Felix de Sooza Peales,
    conselho da instrucae publica do f oca e Ray rado-
    ESTATUTOS
    DO
    Collegio da Santissima Trindade,
    direccao de Philomena Minervina
    buquerque 0' Connell Jersey, coadjuvada
    por suas irmfias D. Landelma d'Albuquer-
    que 0' Cormell Jersey e D. Olindina d Al-
    buquerque 0' Connell Jersey.
    Art. I. 0 GoHegio dirigido por Philomena Mi-
    nervma d'Albuquerque Ov Connell Jersey denomi-
    na-se-CoLLEato da Santissima TBaiAOB.
    Art. t. As alumnas reo-bem neHe wttruccao
    primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e ae
    recreio e pr ndas. ..,....-
    Art. 3> A instruccao primaria e -le.tura es-
    cripta, cbntabelidade (as quatro operagSe.) nosoes
    de grammatica portagdeta, costara cha e
    C Art. 4.' A instrncc3o secupdaria comprehende
    - lingua nacional, francez, Ingiez, italiano, hlsto-
    ria, geographia e arithmetica.
    Art. I' A instruc5ao religiosa e dada pelo
    thecismo ; as alumna's aprendera doutrina cbn^-
    ta, e tndos os deveres religfosoS a cumprir para com
    Dens, seus pats e pajrentes, e em geral com a so-
    ciedade. ...,_,. -----1^
    Seguro contra-fogo
    LIVERPOOL & LONDON & GLOr
    INSURANCE COMPANY
    A^cntcs
    SAUNDERS BROTHERS* C.
    11Corpo Santo11
    Capital.
    ?urido
    NORTHERN.
    20,000:0005001
    de tWerra. 8,000:00000t
    Agantes,
    Mills Latham & C.
    RUA DA CRUZ N. 38.
    gQCartuxos 1 caixa a Vaz k Leal, 20 BnarJ ;
    de Oliveira. CartSes para chapeos 2 caixa* a m -
    noel Ferreira Pinto. Chapeos I caixa "
    natarios, 2 a J. Christiani & C 6 a toy* Maia ,\
    C. Cerveja 150caixas a T.eodoro Ckranaaaea.
    E noel Alves Barbosa. Envelopes 5 caixas I
    H*L'egumfs^o barris a A. Rogord. Lencos I lard 1 -
    a Ki-ller&C. .m .... .
    Manteiga 20 barris a Joao Joamiim Al\e ^
    35 a Soares de Andrade, 50 a Jose Marcli,a
    Rosa & Filhos, 470 a ordera 10 Aor,i.i i
    34 aos con a J. Patar C. W
    Duarte Rodrigues. Machinist 2 caixas a Ba.
    Oliveira & C. Medicamentos 7 caixas a p Hao
    & C. Mercadorias 2 caixas a Sa Leitao a *-
    brObjectos diversos 8 caixas a Sa LeitaoJ^ Coim-
    bra, 1 a Souza e Sa & C, 9 a.Fara Irimo \ *
    Manoel da S. Faria & C, 2 a <***$ *
    A. Caors, a a Joao Ramos k *$aa*JS
    Irmao, .6 a Parenle Vianna C, i alnj^
    Ribeiro Pinto Gnimaraes, 5 a Josd da ^)
    Filho, 11 volumes aos c.rasignatanos, Jan. 1.
    Bastos. Ocre 6 barricas a ordera.
    Porcelana 12 barricas a orient. 8 a Duarte im
    pos C, 2 a Luiz Jose da Silva Guimaraes. Pre
    So ?0 caixas a M. Halliday A C, la Boargar I A
    C 7 barricas a Vaz Leal. Pianno 2 caixas a I
    Vogeley. Perfumarias 14 caixas a \ ai Junior &
    G 4 a Pa rente v'ianna, 11 a Pereira Vianna &
    Papel par-, cigarros 5 caixas a Joaquim Bernardo
    dos Reis. Idem para embrulho 200 fardos a Jose
    M. da Rosa & Filhos, 9 a Costa Irmao. Idem para
    escrever I caixa a ordem, 10 a Luiz Jos6 da Costa
    Araorim & C, I a Jose de Almeida, 1 aos cons.g-
    natarios, 2 a M. Monteiro & C.
    Sardinha 60 caixas a Juse M. da Rosa 4 Filhos.
    25 a M. Duarte Rodrigues.
    Tiiolos 39756 aos conMgnatanos. Tecidos cai-
    xas a Keller & C. Toilettes 1 caixa a Antonio Jo-
    se Pinto, 1 a Monhard nettler 4 C.
    Vinho 101 caixas a Parenle Vianna 4 C vi-
    dros 6 barricas a Carvalho Gnimaraes u ena
    IU0 caixas a M. Duarte Rodngnes.
    Brigue portagnoz Triunph\ ;ltr>a0T^m^rlde
    em W do corrente e consignado a Thorau de
    l.quno^cecaS,icces^^man,fe;tou.
    lidade
    de
    com as pessoas
    dade. .
    Art. 7. A inslrnccao de
    abraoge
    *\ -.
    a famitae'cdm a'secie
    Art. 6" A instniceSb de civmuaue >*>
    dos os actos da alda^a oma sermor..,_em ffl
    COMPANHIA ALLiANCA
    seguros maritimos e terreb-
    tres estabelecida na Bahi
    em 15 de Janeiro em 18 7 0
    CAPITAL 4,000:000000.
    Toma senuro de mercadorias e dinheiro i
    .rmartlfmo em navio de. rela e Tpo% I JWo. 3J. canastras a ^*SLV*.
    paradetttroefdra do imperto, asatm ,m, ffisSd^gu^ 3 >.,as a n,^ Fdhos.
    Azeite 6 latas a D.ogo Augusto dos ueis.
    ta Cord* 2pac..tes a ^.^J*0-^
    Sne ensacada 5 m. Manuel ^JJJJJB Jtoto
    recreio consta de
    assim 'uotn*.
    jontra fogo sobre predios, genera* e fa
    roodas.
    Agente,: Joaquim Jose Gon^ves Reltrao
    0---------(_--------^,-------
    rua do Commercio n. 5,
    AigWfc mmiti k c.
    A casa 'Vomraercial e bancaria de Augusto
    . Cebolas 33 caixas e -~ =:-
    guimaraes & C. estos 147 ,ij yjj^ *
    Doces I caixa a Jos6 Alves Guimaraes,
    bino Jose de Oliveira.
    t aAJ-
    """" r
    ( whBT^


    /
    uiano

    is
    Ervilhas I caixa a Silva CarvaHto & .C. Esco-
    vas I caixa a Netto Campos & G.
    rechadnrae caixas a Pareate Vianna & C, 17
    a ordem, I curtate a Joio Joan te Carvalho Mo-
    ms, 1 II saccos a Viaaaa Castro & C, 2 caixas
    a M. Haftiflar & C, I a Mauo* Jose de Oliveira.
    Parelto 220 saccos a Rabello, W a Francisco Gue-
    det 4 Araajo. Forquetas de ferro 9 caixas a
    Bcttri4 Filha. Folba de ouia Francisco da Silva, 1 lardo a Antonio Vieira
    Fertos. Feijao 100 saeeas a Francisco da CosU
    Maia, 3i0 a M. JosS Goncjflves da Fonte, 25 a Mi-
    f>Ml Somes do Araujo, "t* a Jose Laps do Aze-
    vede, 3 a Manoel JoaqtMia da Silva Maia, 5 a Ca-
    aba Irmiis & C, 15 a Silva Guimaraes. 22 a Tito
    Livio Soarcs, I iO a Francisco Guedes de Araujo,
    480 a Albino Jose da Silva.
    Gaardaaapos I cataa a Cunha & Mania. Ge-
    oebra 40 caixas a Francisco Guedes de Araujje.
    ambs vaxias Sflcaixasa ordem. Graodebice
    1 sacco a Cunha irmaos & C
    Imagem 1 caixa ao desembargador Franoisco
    D. da Silva.
    Louca 3 caixas a Ferreira Monteiro & C, 73 a
    J. Bodrifo.es de Farias, 1 a Cunba & Mania. Li-
    nho 1 caixa a Netto Campos C. Linda 1 caixa
    aaa raesraos. livros 1 caixa a Parente Viaaaa A
    Compaabia.
    Mdno 1 saew a M. J. Goncalves da Faite. Mis-
    sanga 1 caixa a Vaz & Leaf. Mercorio I caixa
    a Jose de Aievedo Maia e Silva. MarteMo 2 cu-
    nbetes a E. R. Rabello A C
    Nazes 4 caixa a ordem. Nabos em sal 2 barns
    a Cunaa Irmaos & C.
    Palitos 2 caixas a Manoel D. Rodrigoes, 1 a Oli-
    veira FHhos & C
    Objectos diversos 15 volumes a Francisco G. de
    Araujo, 3 a Cunha Irmaos & C Obras de prata
    i caixa a Nogaelra <& Irmio. Oitas de hambo
    I caixa a Jose de A. Maia e Silva.
    Pregos 82 barricas a Parente Viaana & C, 10
    a Carvalho A Nogueira, 36 barns a Joao Jose de
    t^rvalbo Moraes, 28 a E. R. Rabello 4 O, 13 a
    Viaaaa Castro 4 C.
    Quinijuilharias 1 caixa a Joao Pereira da Cunha.
    Bdlhas 3 saccos a Maaoel Jotqaia Lobato &
    Companhia.
    Sardinhas 2 barricas a Manoel da Costa Ribei-
    to. Saotuario 1 caixa ao desembargador Fran-
    cisco D. da Silva. Senteio 1 barrica a M, Jose G.
    da Fonte.
    Talheres 2 cuahetes a Parente Vianna & C., 1
    a Silva Guimaraes 4 C Tremoc 26 saccos a
    Francisco Antonio Correa Cardoso.
    Vinbo 85 caixas a Francisco G. de Araujo, 6 a
    Oliveira Filbos 4 C, 100 caixas e 150 barris de
    quinto a Francisco da Costa Maia, 1 barrH a M.
    Joaqaim Carlos Cardozo, 100 caixas a M. Guedes
    de Araujo, 16 a Silva Guimaraes 4 C, 16 barris
    de decimos aos consignatarios, 20 a lose Jeaquim
    Alves A C, 1 a J. Rodrigues de Farias, 150 caixas
    a Joaqnim Luiz Vieira, 2 a Manoel Aievedo de
    Andrade, 12 a Joaquira Jo>e Ramos, 1 barril a
    Antonio Martins de C Azevedo, 100 caixas a B.
    R. Rabello 4 C, 5 a Cunba Irmaos 4 C, 5 barris
    de quinto a Lebre 4 Reis, 5 a Jose Alves Guima-
    raes, 14 de quinto e 10 de decimos a Braga Go-
    mes 4 C, I a Bernardo Jose Pereira, 6 e 15 eai-
    -xas a Izidoro Bastos 4 C.
    OBSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 9 DB
    JANEIRO DE 1874
    Para os portot do exterior.
    No vapor inglez Cordova, para Liverpool,
    earregou : Keller A C 145 couros salgados com
    1,620 kilos e 100 saccas com 8,073 ditos de algo-
    dio ; A. J. Gomes 200 ditas com 17,599 ditos de
    dito.
    No vapor inglez Fire Quern, para Liverpool,
    earregou : M. Latban A C. 3,300 saccos com
    217,500 kilos de assucar mascavado.
    No brigue inglez G. Armston, para Liverpool,
    carregou : M. Latban & C 7,000 aaccos com
    325,000 kilos de assucar mascavado.
    No brigue inglez Recife, para Liverpool, car
    rogou: M. Lathan A C. 807 saccos com 60,625
    kilos de assucar mascavado.
    No vapor inglez Violet, para Lirerpos!, car
    regou : Simpson & C. 1,300 saccos com Uz,5oO
    kilos de assucar mascavado.
    Na barca ingleza Thomas, para o Canal, car-
    regou : P. Brothers 4 C. 500 saccos com 60,000
    kirns de assucar mascavado.
    No brigue inglez Urzik, para o Canal, car-
    regou : J. Pater C. 5,000 saccos com 375,000
    kilos de assucar mascavado.
    N> brigue italiano N*omi, para o Canal,
    carregou : T. Christiansen 5,000 saccos com
    ^e^tQQ,^^)^de_assucar mascavado.
    carregou: J. PaleTTE grtWMJPA.ggk
    kilos de assucar mascavado.
    Na galera portugueza Lisboa, para Lisboa,
    carregou: Oliveira Filhos 4 C. 200 saccos com
    13,030 kilos de assucar branco e too auos com
    22,500 ditos de dito mascavado ; M. da Silveira 6
    barris com 576 litros de aguardente.
    No brigue portuguez Lrgeiro III, para Lis-
    boa, carregou : Silva Guimaraes & C. 309 couros
    algados com 3,708 kilos ; F. T. BoHho 2 barricas
    e#m 160 duos de farinha de mandioca.
    Na galera portugueza Vasco da Gama, para
    o Porto, carregou : A. Loyo 35 pranchOes de
    amarello.
    No vapor francez Rio Grande, para Franca,
    carregou : Ml P. Lima t barrica com 75 kilos de
    cafe, e para S. Miguel 1 dita com 112 ditos de dito.
    No brigue argentino Volinte, para o Rio da
    Prata, carregou : Amonm Irmaos A C. 450 bar-
    nas com 47,514 kilos de assucar branco
    No lngar portugnez Lima, para S. Miguel,
    carregou : D. A. Matheus I barrica com 75 kilos
    de assucar branco, 1 dita com 30 dilos de farinha
    de mauiioca, 1 caixa com rapaduras e 100 cocos
    (fructa).
    Para os porlos do interior.
    Para o Rio Grande do Snl, no patacho nacio
    nal Leopoldina, carregou: Silva & Cascao 150
    saccos com 11,230 kilos deaasucar branco.
    Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra
    sileiro Salsepuedes, carregou : Silva A Cascao 230
    barriquinhas com 15,068 1)2 kilos de assucar
    . branco; 50 dilas com 1.954 1|2 ditos de dilo so-
    menos e 200 ditas com 11,832 ditos de dito mas-
    cavado ; F. de P. Pires Ramos 10 ditas com 743
    ditos de dito refinado.
    Para o Rio de Janeiro, no vapor brasileiro
    Cruzeiro do Sul, carregou : F. F. Borges 190
    abacacbis.
    Para o Aracaty, no hiate brasileiro Deos te
    Guie, carregou : Costa A C. 29 barricas com
    2,347 kilos de assucar refinado.
    Para Mamanguape, na bareaca Cautelosn,
    carregaram : It. Gome< 4 C. I barrica com 69
    kilos de asucar branco.
    Para Mossiro, na bareaca F. Jardim, carre-
    garam : F. G. A. Maranhao 2 saccos com 150
    kilos de assucar branco ; A. Oliveira 4 C. 2
    barricas com 120 ditos de dito refinado e 2 bar-
    ris com 120 litros de aguardente.
    Para o Rio Grande do Sul, na barca brasi-
    leira Andrade Neves, carregaram : Oliveira Filhos
    & C. 60 saccos com 4,500 kilos de assucar branco
    e 15 burris com 1,440 litros de aguardente.
    Para a Parahyba, na barcaga S. Benedicto,
    carregou : B. Machado Coelho 2 caixas com 30
    kilos de doce.
    Para Macao, na barcaga Triumpho, cirre-
    gju : M. J. Rodrigues 2 barricas con 120kilos
    CONSrjLADO PROVWOAL
    teadaaeoMdoaia 2 a 9
    bftaa-aodiatO .
    7*fttt4M7
    29:8364446
    107:0191133
    RECIFE DRAINAGE
    Hendimcnto do dia i a 9 .
    IdaadodialO......
    7-151755
    1:6234466
    2:J39i2il
    wyimekto bb mm
    J. Pater k C. n. 505 -1 dita idem idem a Johns
    ton Pater 4 C, contendo rotulos impressos e wroK
    os, pesando Itquido legal 16 kilos, no valor da
    Sem marea e sem numero| snibralho idem,
    ignora-e a eoniigoacao, contendo chaves seat
    valor.
    Alfandega de Percambuco, 10 de Janeiro de
    1874.
    0 inspector,
    Fabio A. deCReia.
    mm
    /iCURACM*.
    Navios sahidos no dia- 9.
    !ffacei6 Barca rngleza Dora, capitlo E
    dv-arJ l.e tiras ; om lastro.
    Hha de Per ando Vapor uaciottnl Gi-
    qmd, commaodante Martins ; carga va-
    rios generos.
    Navios entrados no dia 19.
    Santos 35 dias, barca ingleza Wiliam
    James, de 364 toneladas, caaitio David
    Jones, e^nipagem 9, em lastro -, a ordem.
    Porto 49 dias brigue portuguez Trium-
    pho, de 250 toneladas, capitdo Joao V
    de Carvalho, equipagera 15, carga varies
    generos ; a Tbomaz de Aquino Fooseca
    AC.
    Ma.iiangaape 14 boras, vapor brasileire
    Carwipe, da 22 toneladas, commaodan-
    te Santos, equipagem 16, carga algodao
    outros generos ; a compauhia pernatnbu-
    caaa. *
    Navios sahiios no mesmo dia.
    Pari Patacbo portuguet Michaelenec,
    capitdo Miguel d 0', carga assucar e ou-
    tros generos.
    Rio da Prata Sumaca bespanbola Henri-
    que, capitdo Oliver, carga assucar.
    Portos do sul Vapor nacional Cruzeiro do
    Sul, commandante 1." teoente Wadding-
    ton, carga assucar e outros generos
    Babia Vapor ingler Violei, commandante
    Gundersen, carga parte da quo trouxe da
    Europa e algodao que recebeu neste
    porto.
    New-York barca ingleza Elvira, capitao
    Le Chavalier, carga assucar.
    Banco Gomnefebl de
    PernaiBinra.
    ED1TAES.
    Secretaria do gymnasio provincial de Per-
    nambuco, 30 de dezembro de 1873.
    Pur esta secretaria, e de ordem do lllm. Sr. Dr.
    regedor interino.se declara a quera interessar pos-
    sa, que no dia 2 de Janeiro proximo vindouro se
    acha aberta a matriculados aiumnos deste instituto
    e bem assim se faz publico o artigo 37 da lei pro-
    vincial n. 1,124 de 17 de junhe do corrente anno,
    que assim dispoe : ficam ele^bdas a 100A a paga
    trimensal que devem fazer ao instituto os aiumnos
    internos ; a 20* a mensalidade dos meia pensio
    nistas e a 6* a dos externos.
    0 secretario
    Celso Tertuliano Fernandes Quintella.
    n.Edital com prazo de 30 dias
    114.
    Peia inspectoria da alfandega de Pernam-
    buco se faz publico, que achando se as
    rnercadorias contidas nos volumes abaixo
    mencionados no caso de serem arreinatadas
    para consumo, nos terraos do cap. 6." do
    tit. 3. do regulamento de 19 de setembro
    de i860, os seus donos ou consignatarios
    deverao despacha-las no prazp de 30 dias,
    sob pena de. findo elle, serem vendidas por
    sua conta, sem que lhes fique competindo
    allegar contra os effeitos desta venda :
    Trapiche Cunha.
    M XCinco pipasvindas deLis-
    boa no iugre poruaguei j'hiiu, auumi8u
    de junho do anno proximo findo e con-
    das em 16 signadas a nomingos Jon^uim
    Ferreira Cruz. *
    Alfandega de Pernambuco, 8 de Janeiro
    de 1873.
    Fabio
    0
    l.
    inspector,
    de C. Reis.
    Editaln. 115
    O bauco paga o scgundo dividcn-lo na
    razle do 8 */0 ao anno ou 29400 por accdo,
    relaUvo ao seicestre fiodo em 3
    bra de 1873.
    '* *e feverelro die 1873
    OCEAJIO ATLANT1CO SEPTENTRIONAL
    Ausobia df oerracao na ilka Saint-Paul (golfo de
    S. Lonreuco).
    Dm lssebio de eerracio foi collecado aa cosla
    5. O. da easeada itlantica, aa parte meridional da
    ilha de Saint Paul, no golfo de S. Lourenco e a
    1/2 miffn ?r<)tiroamente da estacSo de soccorros.
    Km tempo de eerracio, de aevoeiro, ou duran-
    t* uma eapesude de neve, eto assobio soara
    daraaic 4 neyundas em cda minuto. Poder-se-ha
    firov*veteienU! ouvi-lo da distancia de 10 a 15 mi-
    ht a alraa, e de 3 a minus dnrante um tem-
    poral, tra com vento contrario.
    Var a serie E. n. 26 caius ns. 1437 e 1998, e
    a struci;io n. 3i3, pagina 66
    SAUTA CASA DA M1SERICOKDIA DO
    RECIFE.
    A Hlma. junU adramisfcatrva dasanu easada
    Misericordia do Recife, maada fazer publico qae
    aa sala de suas seseees, no dia 8 de j*oero
    felas 3 boras da tarde, quern auis vantagens efferecer, pelo tempo de am
    a tree annos, as readas -dos predios em segaida
    deelarados.
    ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
    Padre Ftoriado.
    Casa terrea n. 47......201*000
    Cisco Pontas
    Casa terrea n. 11.....2 326*008
    Rua de Hortas
    Casa terrea n. 118,..... 140*980
    Loja do sobrado n. 41. 306*900
    Travesea de S. Jose.
    Casa terrea n. 11........ 201*000
    PATRDlONiO DOS ORPHAOS.
    Rua da Seuzalla velha.
    Casa terrea n. 16. .... 209*000
    Becco das Boias.
    Sobrado n. 18 ....... 421*000
    Rua da Cruz
    Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:006*090
    Rua da Guia
    Casa terrea n. 25.......204*000
    Rao do Pilar.
    Casa terrea n. 98.......251*000
    Casa tereea n. 99 (fechada) .... 240*000
    Idemn. 100. '......WUOOO
    Idem n. 102........241*000
    Rua do Rosario da Boa Vista
    Case terrea n. 58fechada.....
    Rua da Moeda. .
    Armazem n. 37 (fechado) /
    Rua Velha.
    yasa terea u. 44.......
    Rua das Larangecras.
    Casa terrea n. 17.......
    -- Os pretendentes deverao apresentar no arto da
    arrematacao as suas tiancas, ou comparecerem
    acompaabados dos respectivos liadores, devendo
    pagar alem da renda, o premie da quantia em
    que for seguro o predio qua coativer estabcleci-
    mento commercial, assim como a servico da lim-
    peza e precos dos apparelhos.
    Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
    cife, 2 de Janeiro de 1873.
    0 escrirao
    ____________Pedro Rodrigues de Sauza.
    Por esta admioistrafao 6z-se sciente aos
    contribuintes dos apparelhos e annoidades da
    Companhia Recife Drainage, que, em virtude da
    portaria do lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
    vincial, de hontem datada, acha-se prorogado ate
    o dia 18 de Janeiro proximo fntiro 'o prazo para
    o recol'iimento da importancia dos mesmos appa-
    relhos e annuidades.
    Mesa do consulado provincial, 30 de dezembro
    de 1873.
    Antonio Carnevo Machado Rios,
    Adminstrador.
    OCEAiMO PACIFICO
    Ktuminacao batizas do rio Guayaquil
    (G)Oador).
    i) consul francdz em Panatna eommuuicou, que
    se accendeu uma nova lux na ponta Uaadinga, en-
    ds dezam- Alut e bianca fixa, elevada 33 metres acima
    ^io nrvel do mar, e, estando a atmosphera clara,
    poder-se-ha vela da distancia de 10 milhas.
    0 pharot esta sobre. a ponU Maadinga a 1/2
    mnba a leste de Puna, e sna posicao e dada aos
    * 44" e 30T S-, e 82* 13" 0.
    200*000
    609*000
    450*000
    361*600
    Consulado provincial
    Pela mesa do con>ulado provincial, se faz pa
    blico que no dia 12 do cor route, se principiam a
    coniar os 30 dias uteis, marcaaos para a arreca
    dagao, independente de male, dos diversos im-
    posios, eobrados por lancamento, pertencentes ao
    anno linanceiro de 1873 a 1874, flcando sujeitos a
    multa, todos os que forem pagos depois de findos
    on inifnrnli'r rtlll!r QlaS.
    Consulado provincial de Pernambikco, 2 de Ja-
    neiro de 1874.
    ^'-- i 'Hi
    Jlalizas da Arrebentacdo de Mala.
    Boia n. I. Collocou-se uma boia de primeira
    grandeza, com sino, plntada de vermelho, junto da
    ponU meridional di Arrebentacad de Mala.
    Boia n. a. Uma boia de primeira grandeza,
    com sino, e pintada metade vertntlkm, metade
    oranca, a 1/2 do banco e em frenie da emboca-
    dura do rio Hondo.
    Boia n. 8. Uma boia de primeira grandeza,
    com sino, pintada de branco, junto da ponta sep-
    tentrional do banco.
    Balizas da Arrebentacdo de Atacames
    ' Collocou-se uma boia de primeira grandeza,
    com sino, e pintada de branco, na ponta N. 0. da
    Arrebentacio de Atacames, a 0. 3 8. 0. da
    ponta Esmeralda. Dahi marca 3e a ponta da Ga-
    lera ao S. 49 S. 0.; a ponta de Sua ao S. 20* S.
    O, e a ponta da ilha Aguada ao S. 6* S. 0.: a
    120 metres da boia ba 3,-5 de fundo dnrante a
    baixa-mar.
    1* de feverelro de 1873.
    Luz de porto em Mania ou Puebo.
    Igoalmente, accenden-se recentemente uma no-
    va luz de porto em Mania, Equidor.
    A luz e branca, fixa, e visivel, estando a atmos-
    phera clara, de 9 milhas de distancia, em um
    arco de 276 graos : esta collocada na entrada da
    aldeia, ao norte, e sua posicao e dada aos 0* 56'
    46" S., e 83 3' 20" 0.
    Ramos verdadeiros. Variacao : 9 45" N. B.
    em 1873.
    Ver a serie L. ns. 22 e 23; as cartas ns. 1162,
    2125, 2213, 2587 e 2687, e a instruccio n. 363,
    paginas 5,14 e 19.
    AVISOS MARIT1M0S.
    Antimio Caitieiro Machado Bins.
    CAPATAZIA
    Rendimento df> dia 2
    Idea do dia 10
    DA ALFANDEGA
    a 9
    3:591*759
    1:10U540
    4:693*299
    Ho dia 2 a 9
    VOLUMES SAHIDOS
    No dia 10
    Primeira porta ,
    Segnnda porta .
    Tfcrceira porta .
    Qnarta porta .
    trapiche Conceicao
    SERVigO MARIT1M0
    aJvarengas descarregadas no trapichs
    alfandega dj dia 2 a 9 .
    No dia 10
    Na\us atracados no trap, da alfandega
    Alvarengas........
    Up trapiche Conceicao.....
    6 178
    173
    484
    331
    1,532
    8,698
    25
    1
    2
    Ts
    aBCEBEDORIA DS RENDAS INTERNAS GB
    RAES DE PERNAMBUCO
    Rendimento do dia 2 a 9 9.820J569
    Mem do dia 10...... 1.994*807
    11:815*3761 do 88
    Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
    nao tendo sido effectuada a arrematagSo dos volu-
    mes abaixo deelarados, annunciada por edital n.
    112 por falta de concurrencia ao v; lor official se
    transfere a mesma arrematacao para o dia 13 do
    corrente as 11 horas da manha a porta desta re-
    parUcjQ.
    Armazem n. 5.
    Marca RR n. 1431 caixa vinda de Liverpool
    no vapor inglez Jurist, descarregada em 24 de se-
    tembro de 1872, consignada a Leraos A Gueri-
    neau, contendo 156 chapeos de seda simples para
    cabeca, 132 ditos de leltro nao espeulicados, 30
    cbapeos de pello de lebre, 60 ditos de pallia de
    arroz, simples, no valor de 1:3014420.
    Idem n. 144.1 dita idem idem, contendo 144
    chapeos de feltro nao especificados e 380 ditos de
    pello de lebre, no valor de 1:929*984.
    Idem n. 1521 dita idem idem, contendo 126
    chapeos de feltro nao especificados e 180 ditos de
    pello de lebre, no valor de 1:090*440.
    Idem n. 1531 dita idem idem, contendo 372
    chapeos de feltro nao especilicados e 240 dito* de
    pello de lebre, no valor de 1:976*160.
    Idem n. 154 -1 dila idem idem, coutendo 24
    chapeos de feltro nao especificados e 246 ditos de
    pello de lebre, no valor de 1:110*876.
    Idem n. 1381 dita idem idem, contendo 108
    chapeos de feltro nao especificados e 84 ditos de
    pello de lebre, no valor de 631*824.
    Sem marca e sem numero -1 sacco vindo de
    Lisboa no navio portuguez Soberano, descarregado
    em 29 de outubro de 1872, e consignado a J.
    Theodora da Silva, conlendo 9 kilos do impressos
    avulsos, no valor de 10*520
    Marca L. & G A F n. 761 caixa vinda de Li-
    verpool no vapor inglez Murriel, descarregada em
    2 de novembro de 1872, consiguada a Lemos .\
    Guerincau, contendo 20 dazias de camisas de al-
    godao com peito de lioho, 5 ditas ae ditas de al-
    godao com peito de linho, bordadas, no valor de
    943*.
    Idem n. 771 dila idem idem, contendo 10 du-
    zas de camisas de algodao com peito de linho, 20
    duzias de ceroulas de algodao e 10 duzias de ditas
    de linho, no valor de 819*200.
    Idem RR n. 187-1 dita idem idem, conlendo
    238 chapeos de pello de lebre, e roupa usada para
    crian$a, no valor de 1:100*628.
    Idem n. 188-1 dila idem idem, contendo 156
    chapfios de feltro nao especificados e 276 ditos de
    pello de febre, no valor do 1 576*776.
    Idem M n. 209 1 dita., idem idem, contendo
    perfumarias pesando nos frascos 140 kilos, no
    valor de 358*400.
    Idem B travessao sem numero -1 dita idem
    idem, consignada a J. Rego Lima, contendo sebo
    em velas,pesandel7 kilos, no valor de 13*022.
    Idem BS n. 31 dita vinda de Bordeaux no va-
    por francez Gambie, descarregado em 7 de no-
    vembro de 1872, igoora*se a onsignacao, conten-
    do 20 e meia dazias de pares de luvas de pellica
    de qualquer qualidade, no valor uV 314*880.
    Idem diamante L G n. 13 1 dita vinda de Li-
    verpool no vapor inglez Chrysolite, descarregada
    em 3 de dezembro de 1872, e consignada a Lemo3
    & Gnerineau, contendo 112 kilos, lrquido real, de
    brim de linho trancado, no valur de 182*236.
    Idem idem L n. 261 dita idem idem, contendo
    51 kilos de cassa de a'godao com m?scla de seda,
    de mais de 15 fios, no valor de 1:414*383.
    Armazem n. 6.
    Marca RRM n. 206-1 caixa vinda de Sou-
    thampton no vapor inglez Neva, descarregada em
    26 Ab agosto de 1872 e consignada a Lemos &
    Guerineau, conlendo 111 kilos de perfumarias, no
    valor de 284*:60.
    Ideii: u. 2071 dila idem idem, contendo 91
    kilos de pb.'fumarias, no valor de 232*960.
    Idem n. 19b -1 dita idem, vinda no vapor in-
    glez Neva, descarTftgftda- em 25 de novembro de
    1872. e consignada a i^mos 4 Guerineau, contan-
    go 88 kilos de roupa te!!* ^ especificada, de
    'casimira de 15, no valor de (:*J0*.
    Santa Casa da Misericordia do
    Recife.
    Pela secretaria da Santa Casa da ,Misericordia
    do Recife se faz sciente a quern interessar, que o
    Sr. thesoureiro, no dia_ 12 do corrente, pelas 9
    horas da manha, no salao da casa dos expostos,
    fata pagamento das mensalidades vendidas de ou-
    tubro a dezembro, as amas que se apresentarem
    conduzindo as criancas que lhes forani conGadas.
    Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
    Recife, 3 de Janeiro de 1874.
    0 escri
    Pedro Rodrigues de Souza.
    Obras militares.
    A' 12 do corrente, ao meio dia, tera lugar a ar-
    rematacao da reconstruccao de uma parede no
    qusrtel do Hospicio, orcada em 360*640. As pes-
    soas que quizerem encarregar se deste trabalho,
    apresentem no referido dia e hora suas propos-
    es na repartieao das obras publicas, onde desde
    ja se acha o respectivo orcameato.
    Pernambuco, 5 de Janeiro de 1874.
    O engenheiro das obras mrlitares,
    Chryssolito F. de Castro Chaves,
    ('apitania do porto pernainbu-
    co, 9 de Janeiro de IS54.
    Aviso aos navegantejs
    Para sciencia dos navegantes a capitania do
    porto da Parahyba, remetteu a esta i> segulnte
    aviso, que se da publicidade para os devidos ef-
    feitos :
    AVISO.
    Faco saber aos navegantes, que o pharol da
    Pedra Secca da barra do Cabedello deeta provin-
    cia, collocado na peJra do mesmo norae no arre-
    cife da I'onta do Matto, disla daquelle na longitu-
    de ao oeste de Grewich 34", 53* 00" j sua
    altura e de 16 metros do foco luminosd acima da
    preamar.
    0 apparelho 6 da luz branca gypataria, come
    eclipse de minuto em minuto, isto e, dfc seis eel
    pses em 6 minutos, e visivel na distancia de 12
    milhas ou 4 leguas.
    Capitania do porto da Parahyba, 17 de dezem-
    bro de 1873. (Assignado). Caetanc Alves de
    Souza Filgueiras.Capitao do porto.
    Esta conforme ao original.
    0 secretario da capjtania,
    _____^^^ Decio de Aquino Fonceca.
    PUNY
    Linha qninzenal
    0 PAQUETE
    VALPARAISO
    aspera se aqui, dos portos do sul ate o dia 16 do
    corrente, e depois da demora do costume, seguira
    para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde
    recebera passageiros, encommendas ecarga a frete.
    OS AGLNTES
    "Wilson Rowe A C.
    14RUA DO COMMERCIO14
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    _ DE
    Kavegacao" cosleira a vapor.
    MACEIO, ESCALAS PENEDO E ARACAJU*.
    0 vapor Mandahu,
    commandante Julio,
    seguira para os por-
    tos acima no dia 15
    do corrente, as 5 ho-
    ras da tarde.
    Recebe carga ate o dia 13 do corrente, encom-
    mendas ate o dia 14, passagens e dinheiro a frete
    ate as 2 horas da tarde do dia da sabida : es-
    criptorio no Forte do Mattos n. 12.
    Allianga Maritima Por-
    tuense.
    Companhia de rtlavegactto en
    tre Portugal e o Brasll.
    A galera portugueza Vasco da Gama segue em
    poucos dias para o Porto, achando-se ja prompta
    grande parte do seu carregamento.
    Para passageiros e fretes trata-se com o res-
    pectivo capitao, ou com os agentes da companhia,
    Jose de Silva Loyo & Filho, escriptorio, a rua da
    Companhia Pernambucana.
    se-
    Escola Normal.
    De ordem da ^r. Or. director da escbla faz-se
    publico que do dia 15 do corrente era |diante es-
    tarao aberus as matriculas quer do cnrBO normal
    quer da aula pratica, devendo o* candidatos a
    mairicula do primeiro anno satisfazerera as
    gumtes exigencies do regulamento em vigor :
    l. ter idade maior de 16 annos.
    2. saber ler, escrever e contar.
    3." nao ter soffrido conderanaeao por crime of-
    fensivo a moral.
    As matriculas do J.- e 3. anno eneerram se
    impreterivelmente no dia 3 de fevereiro.l
    Secretaria da Escola Normal de Perhambucn
    de Janeiro de 1874.
    0 secretario,'
    __________________ A. A. Gama.
    CAPITANIA DO PORTO DE PERNAMBUCO, 30 DE
    DEZEMBRO DE 1873
    Para sciencia dos navegantes, esta
    manda publlcar os avisos abaixo :
    Aviso aos navearantes
    OCEANO ATLANTICO MERIDIONAL
    COSTA SEPTENTRIONAL DO BIUSIL
    Banco enlre Slanoel Luiz e as ilhas de S[. Joio
    A repa. ticao de navegacao dos Estados-Unidos
    10
    capitania
    escarpado
    dado 40 me-
    do lado de N. 0., onde a sonda tern
    tros jnnto da sna base.
    Este escolho esta no caminho dos navios
    vao do Maranhao para o norte.
    Ver as cartas ns. 1465 e 2148
    100, p3gina 32.
    DE NMCACJO
    Allianga Maritima Portuense
    $ociedade anonyma de respon-
    sabilidnde lintitada.
    Capital.................. 1,500:000*000
    . emissio................ 289:600*000
    Esta companhia encarrega-se do servico mari-
    time de conducfao de carga e passageiros entre os
    portos do Brasil e Portugal, com a possivel regu-
    laridade, para o que possue os sequintes navios :
    Galera America Barca Maria Carolina
    Europa Claudina
    Adamaslor Humildade
    f Castro II a Ji.ven Adelaide
    Saudade f Admiravel
    Fortuna Josrphina
    Vasco da Gama Vencedora
    a India Patacbo Santa Maria de
    Belem.
    Lisboa
    Sahidas lixas ( salvo casos de for;a maior ) em
    dias annunciados com antecedencia.
    Precos os maisequitativos.
    E' permittido pagar fretes e passagens nos
    portos-da parlida ou do destino.
    Aceitam-se commiss5es e consignac5es.
    Agentes no Brasil.
    Os consignatarios dos navios da companhia.
    Escriptorio esede na cidade do Porto praca de
    Carlos Alberto, n. 132.
    Directores -Manoel Antonio Moreira da Silva.
    Florindo Josi Teixeira de Carvalho
    J'oo Antonio da F. Vasconcellos.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    rVavegaefte costetra a vapor.
    MAMANGrjAPE.
    0 vapor Cornript,
    commandante Santos,
    seguira para o por-
    to aeftna no dia 12 do
    corrente, as 5 boras
    da tarde.
    Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
    nheiro a frete : escriptorio no Porte do Matto?
    n. 12.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    tfavegaeao costeira a vapor.
    PARAHYBA, !ATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC*-
    TT, CKARA, MANDAHU, ACARACU' E GRA3JA.
    0 vapor riropami,
    commandante Silva,
    seguira para os por-
    tos acima no dia 15
    do eorrente, as 5
    horas da tarde.
    Recebe carga ate o dia 13 do corrente, encom-
    mendas ate o dia 14, passageiros c dinheiro a fre-
    te ate as 2 boras da tarde do dia da sahida :
    escriptorio no Forte de Mattos n. 12.
    Companhia amerieana e brasileira
    de paquetes a vapor.
    Ate o dia 14 do corrente 6 esperado do norte
    o vapor americano Ontario, commandante Slocum,
    o qual depois da demora do costume, seguira pa-
    ra os portos do sul.
    Para fretes e passagens trata-se com os agen-
    tes Henry Forster A C, rua do Commercio n. 8.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    Navegacao costeira a vapor.
    RIO FORMOSO E TAMANDARE.
    0 vapor Pn ra Ay ba, com-
    mandante Pedro, segui-
    ra para os portos acima
    no dia 15 do corrente,
    as 9 horas da none.
    Recebe carga, encom-
    mendas, passageiros e di-
    nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
    n. 12.
    Lagos
    (Costa d'Africa)
    Da Babia espera-se ate o dia 25 do corrente raez
    a barca portugueza Hercilia, de primeira classe e
    marcba, a qual, depois da demora aqui de 48 ho-
    ras, mais on menos, seguira para o lugar acima
    mencionados. Recebe passageiros para os quaes
    offerece os melhores commodos ; a tratar com
    Francisco Ribeiro Porto Guimaraes : a rua do Ba-
    rao do Triumpho n. W.
    Para
    0 patacbo John Rose segue para o Para se po-
    der engajar sea carregamento nestes tres dias,
    ainda mesmo a fretes reduzidos, a tratar com Tas-
    so Irmaos a C. ate o dia 14 do corrente.
    Companhia Franceza de Navega-
    0o a vapor
    I/inha mensal entre o
    Havre, Lisbon, Pernambuco, Rio de
    Jlonairn, (Santos, Komente na VOl-
    ta ) Montevideo, BuenosAyres,
    (com baldeacao para o Rosario)
    ST KAMI-: It
    \ILLE WE, BAH1A
    Coinmanilante, P. Robert.
    E' esperado da Europa, at6 22 do corrente, se
    guindo depois da indispensavel demora para os
    portos do sul de sua escala, tocando desta vez na
    Bahia.
    Relativamente a freles, encommendas, passagei-
    ros, para os quaes tern excellentes acnnimoaVOr?
    por precos reduzidos : trata-se com
    OS CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. DOLIV'EIRA A C.
    42Rua do CommercioEntrada pela rua
    do Torres.
    Rio de Janeiro
    Parao porto acima segue com brevidade o lu-
    gar nacional Francisco 1, navio de classe, por
    ler a maior parte de sua carga engajada. Para o
    complete da mesma, trata-se com Silva A Cascao,
    a rua do .Varguez de Oliaca n. 60.
    Rio Grande do Sul
    Para o'referido porto segue em poucos dias o
    patacho nacional Salsipuedes, navio de 1 classe,
    por ter a maior parte do seu carregamento a bor-
    do. Para o resto da carga. trata-se com Silva &
    Cascao, a rua do Marquez de Oliada a. 60.
    LE!lOm
    apparelhoi de porcelana para caa e Jaatar, eopos,
    cafices, garrafas, compoieiras de fine crystal, nan-
    dret, potes e tram de cozinha.
    Duas esuntet de amarello, laws* para escre-
    ver, cadeiras americanaa, consolos, ciHaat, me-
    sas, eadeiras, lavatorio* e muitos ontfos objeetot.
    Quatro sofas de fer o, 12 vaso* de terra-cou
    com floras, l carro de raio, trem de Jardim, etc,
    Coltares de praU, salvas, 1 faqueiro, e muito
    outros objectos de casa de familia.
    TERCA-FEIRA 13 DO CORRENTE
    Em Sant'Anna, casa prostma i estacdO do
    mesmo nome.
    0 Dr. Alvaro Camiaba Tavares da Silva, tend*
    de mudar sua residencia para a corle, levart a
    leilio, por intervenrao do agenie Pinto, os moveis
    e mais objectos acima mencionados, existenies na
    casa de sua residencia em Sant'Anna, onde se ef-
    fectual o leilao.
    A's 10 t|J horas em ponto partira da eslacio
    do arco de Sauto Antonio, um trem expresso qu
    servira de conducio gratis aos coaeurraates ao
    leilao. ^ *
    O 1-ilao priiicipiara as 11
    EM TEMPO
    A menciooada casa sera tambem vendida em
    leilao do dia 15 do corrente, podendo ser ex a mi-
    nada nos dias 13 e 14.
    Leilao
    no
    patacho nacional Maria Emilia, de 2tt toneladas,
    pregado e forrado de metal e encavilhado de
    novo (estanque da quilha a bordo) com todo o
    seu mas same e vela me, prempto para navegar,
    tudo em bom e perfeito eatado, como bem po-
    de ser examinado no seu ancoradouro na volta
    do Forte do Maltos
    SEGUNDA-FEIRA 12 DO CORRENTE
    Ao meio dia
    POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
    Em frente da Associacdo Commercial
    0> pretendentees poderie desde ja obrerem
    qualquer iuformaqao do mesmo agente, em i"n
    escriptorio, rua do Bom Jesns n. 43.
    DE
    4 caixas com 100 caixinhas de papehi n
    doce de marmelada
    Terca-feira 13 do corrente.
    As 10 112 horas da manha.
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
    conta e risco de quern perteneer, de 4 caixas com
    100 caixinhas de papelao com doce de marmelada
    SEXTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
    as 10 1[2 horas em ponto
    No armazem do Sr. Annes, em frente da alfan-
    tdega.
    DE
    8 couros inteiros de solla de Lisboa e 6 du-
    zias de cordovao para fecoar cootas
    TERCA-FEIRA 13 DO CORRENTE
    as 11 horas
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, j-or
    conta e risco de quem perteneer, de 8 eouro?
    teiros e 6 duzias de cordovao para fechar raatas
    TERCA-FEIRA 31 DO CORREATE
    A's II horas da manha
    no trapiche da companhia pernambucana.
    LEILAO
    DE
    149 meios de sola para fechar rontas.
    TERCA-FEIRA 13 DO CORRENTE
    as 11 heras da manha
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, i>
    conta e risco de quem perteneer, de 140 r
    de solla para fechar contas.
    Terca-feira 13 do correnae
    A's II horas da manha
    no trapiche da companhia pemambucaiw.
    0
    a
    da carreira da Bahia segue para
    esse porto logo que ten'ha com-
    plete seu car-egamento: trata-se
    com o capitao Custodio Jose
    Vianna, ou a rua do Amorim n.
    37,. com Tasso Irmaos & C
    Para o referido porto pretecde seguir com pouca
    que demora o brigue portuguez Ligeiro III, de !
    classe, capitao Nobre, por ter a maior parte de
    sea carregamento engajado, e para o resto qae Ibe
    a instrnccao n. falta trata-se com os consignatarios Joaquim Jose
    (Goncalves Beltrao & Filbo, a rua do Commercio
    In. 8.
    Agente Dias
    LEILAO
    DO
    patacho inglez Industry, de 102 toneladas
    inglezas e mais sobresalentes
    Segunda-feira 18 do correute
    A'S 11 HORAS DA MANHA
    no trapiche do Exm. barao do Livramento.
    0 agente DIAS, com autorisagao do lllm. Sr.
    consul de S. M. britannica e assistencia do mesmo,
    vendera por conta e risco de quem perteneer, o
    patacho inglez Industry (recentemente arribado a
    este porto em virtude de forca maior e legalmente
    condemnado) comprehendendo casco, mastreacao,
    enxarcias e amarrapao, lal qul se acha fundeado
    na ccrda do Passarinho, junto a bareaca de crena
    do sopradilo Sr. barao, onde os Srs. pretendentes
    poderao desde ja examina-16.
    Em seguida vender-se-ha os sobresalentes cons-
    tanles de velas. cabos, moitdes, baleeiras, nlensi-
    Iios, batris com came salgada e outros manti-
    mentos.
    Agente Dias
    Novo leilao
    DO
    hotel denominado Duas Nagdes, sito a rua
    deMarize Barros, antiga rua do Cord^rii/
    D. 10.
    TERCA-FEIRA |3 10 CORRENTE
    as 11 horas 0 agente DIAS, levara novamente a leilSo, i
    mandado do Dim. Sr. Dr juiz especial do com-
    mercio, 2 consolos, 2 bancas. I srfa, 18 cadeira-
    de guarni';5o, 2 apaiadores de amsreilo. 3 uesa-
    de pinho, alguma uca, trem de cozirha, diver-
    sas hortalices e Joces em conserva (pequena
    qoantidade), tudo existenle no referido bole)
    proprietario paraotindo o arrendamento do esta-
    belecimenlo, torna-se esie recommeuuavel peia
    excellente posiQio em que esituado, nio so para
    continnar no mesmo ranm de negocio que tern
    como para qualquer estabelecimento commercial;
    L
    .EILAO
    DO
    Sobrado de 2 andares e sotao da tVMNM
    da rua da Madre de Deusn. 10, edifirado
    em chaos nroprios.
    Qu lita-Ieif.i !5 A's 11 1t2 horas
    Por intervenclo do agente Pinto, em seu es-
    criptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
    =>
    leilao
    DE
    moveis, louca, crystaes
    e ubras de prata
    A SABER:
    Um piano de Colard & Colard, 1 mobilia de ja-
    caranda com 1 sofa, 2 consolos, 2 cadeiras de bra
    cos e 12 de guarnicao, 3 lancas e 6 pares de cor-
    tinados, jarros e vasos para (lores, 1 lustre de
    crystal com 4 bicos, I lindo tapete para meio de
    sala (grande) castica^s e mangas.
    Uma outra mobilia de jacaranda, 2 escarradei-
    ras, 2 candieiros de pnicelana, 4 vasos para flo-
    ra, 1 mesa para escriptorio, 1 esiante e 1 mappa
    do Brasil.
    Uma cama francesa de jacaranda (nova), 2 toi-
    lettes, 2 guardasvestidos, 2 lavatorios, I secreta-
    ria de charao, caixinhas de dito, 1 commoda, 1
    mesa de amarello, 1 tocador e camas para me-
    ninos.
    Uma mesa elastica para 24 pessoas, 1 mobilia
    de mogno, 1 guarda-louca, 1 aparador de mogno,
    1 quartinneira, 2 aparadores torneados, 1 mesa,
    Da excellente casa de campo em Sant'Anna, pro-
    priedade do Dr. Alvaro Caminha Tavares da Sil-
    va, a qual torna-se recommendada por ser bem
    edificada, em chSos proprios. e ha pon^o mais de
    nm anno, com 56 palmos de frente, 80 de fundo,
    com sotao, quarto fora, gallinheiro, casa de ba-
    nho com 3 banheiros, bomba e um giande sum
    com 200 palmos de frente e mais de 1,000 pal-
    mos de fundos, perto da estacao da linha ferrea.
    lugar muito arejado e saudavel.
    QUINTA-FEIR.4. 15 DO CORRENTE
    As 11 horas em ponto.
    Por inlerYenco fa agenie Pinio
    Em 3eu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
    Os pretendentes poderao exammar as accom-
    modates da casa acima no dia 13 do corrente,
    por occasiao do leilao de moveis, louca, vidros e
    crystaes que alii deve ter lugar, e no dia 14 por
    occasiao da entrega dos mesmos objectos.
    LEILAO
    DE
    uma parte no valor de 5:8199389 do sobra-
    do de um andar da rua da Senzala Ve-
    lha n. 82, avaliada em 15:0009000, em
    1869.
    QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
    Ao meio dia.
    Por intervencao do agente Pinto, em seu e-
    cirptorio a rua do Bom Jesus n. 43.________
    A nova igreja de Nossa Se-
    nhora daPenha.
    DE
    prendas offerecitlas, para com
    o seu producto ser levado a
    effeilo parte da obra do ma-
    gestoso tempK. de Nossa Se-
    J


    *
    --------------- 3J
    r
    n
    __




    >
    -

    Dfario de Penuunbuoo ~ Domingo 11 "de Janeiro de 1874.



    nhora da Penha (era cons-
    trac Domingo 18 do corrente.
    Nao tendo silo possivei dispur n,i ultimo leilao
    qae teve lufv em setemhro pjoximo passalo de
    todas m venlu olferecid.-n pelos flois a bem J-t
    obra df rfc|e$7o fnblo 'mfcs* Scnlior* da
    Penha, neoi de aOtrvF qfcrttem" sidb offertadas
    depois d'aquella data, resolvu o prefeitu da Pe-
    nha a fazer um ultimo leVio, que devera ter lugar
    no dia 18 do corrente asez, das 8 1|2 boras da
    manha ao raeio dia, e das 3 boras da tarde as 6.
    Pedese aquelles Beis que fizeram offertas, se
    dignem maada-las art o dia 17 ao corrente, para
    que possam ellas ser dipostas e inventanadas.
    Pa maaha e de meio dia a i hora da tarde
    effe:tuar-se-ha a entrega das 140 prendas, cons-
    tando deooro, prata, brilhantes emais pedras
    preciosas, objectos offerecidos pelos fleis, ja inven-
    tariados.
    De3 horas da tarde em diante dispdr-se ha de
    moitos oatros objectos ja remettidos, assim eomo
    d'aqnelles qne remetterem at* o dia do leilao.
    avisos DVERSOS
    CASA DA FORM.
    AOS 4:00a*000.
    BILHETES GARANT1D0S.
    A' rua Primetro de Jfarpo (outr'ora rua de
    Crespo) *. tS e com* do coxtume.
    0 abaixo aasignado Undo vendido no* sens fe-
    llies bilhetes, am inteiro n. 1,473 com 4:000*000,
    um meio n. 817 com 1004000, e. ontras aortes de 404
    iSOtf da toterta one se acabou de extrabir (8*),
    convida aos possuidores a nirsm receber na con-
    formidade do costume, Mm desconto algum.
    Acham-se a venda os feliaes bilhetes garantidos
    da 7 pane das loterias a beneflcio aa nutria
    de Barreiros (83), que se extrahira na sexu-feira,
    do corrente mez.
    PRBCOS
    BUhete inteiro 44000
    Meiobilhete 2*000
    KM PORQiO E IOO9OOO PARA CUU.
    Bilhete inteiro 3*500
    Meio bilhete 1*750
    Manoel Martins Fiuza
    vmm
    RITROZEncu.i;
    DAO
    DE
    0 pharmaceatico, Firmino Antonio, scienti-
    fica 0 respeiuvel corpo do commercio. e 0 pn-
    blico em gerai, que neeU daU deixon de ser res-
    ponsalel pnarmaceorico da casa Bartholoraen &
    C. a rua larga do Rosario 34, por ter desde
    agosto do anno proximo passado, pedido a sua
    exoneraciff, ao -Sr. Barao de Santa (.ruz, e, este
    ter cbegado da Earopa, e dispensar desde ja os
    sens servicos, tendo neste sentido ja offlcia-
    do ae Exm. srs. Dr. inspector de sande
    blica, para scmprimento da lei,
    Recife, S de j ineiro de 1874.
    Pirmino Antonio Sotto-Maior Raposo
    pu
    Para se
    obter.
    Cabaciohas para mate.
    Mate em po e em folha.
    ' Cafe" verdadeiro de Java.
    Cha verdadeiro das Caravanas.
    Bolachinhas ostias, para dietas.
    Licores fioissimos.
    Geleias de diveraas qualidades.
    Doces seccos, em calda e ralados.
    Fiambres preparados.
    Pudins e bolos inglezes.
    Xaropes e orchaia de Lisboa.
    Ameodoas e confeitos.
    L'ma pessoa nS tern inais
    que ir logo e logo
    a conXeitaria do Camrog
    94Imperudor 31
    Quern precisar de um rapaz portuguez para
    caixeiro de taverna, tanto para a praca, eomo
    para 0 matto : dirija se a rna da Ioiperatriz, loja
    n. 28 que achara com quem tratar.___________
    Precisa-se de ura negro escravo qne seja
    moco, para servir no armazem de fazendas, na
    travessa do Corpo Santo n. 85. ______________
    Oavallo furtado
    Gratiuca-se a pessoa que descobrir onde se aeha
    um cavallo furtado no engenho Cumbe de baixo,
    freguezia de Igaarassd, com os seguintes sigoaes
    e ferro : russo, tamanho regular, inchacao no
    joelho direito, grande cieatriz no espinhaco, e 0
    ferro BC.________________________________
    Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
    4ica de taverna, que tenha 16 a 18 annos, e que
    de conhecimento de sua conduct* : na rua de
    Santo Amaro n. 2.
    TODAS
    As
    CORTES
    AEULSAS
    Aecessori*
    PARA
    QUALQUER
    PARTE
    DA
    Machina
    Com as falsificec^es qae tem apparecido
    DAS MACHDIAS PARA COSTDBA
    DE
    SINGER
    Porque?
    00
    i
    w.
    Nenhuma ma-
    china Singer e legi-
    tima se nao levar
    esta marca fixa no
    braco da machina.
    5^ Para evitar falsi-
    licacoes notem-se
    bem todos os deta-
    lhes ds marca.
    o
    i
    E
    A dinheiro e a
    prazo!
    A contento das Exmas. familias
    MACHINAS DE SINGER
    Sao mais baratas.
    Sao de dorjs pospontos.
    Sao simples.
    Sao rapidas.
    Su 1 duradouras.
    MACfflNAS DE SINGER
    Sao de dous pospontos.
    Abaiobam.
    Franzem
    Pregam tran$as.
    Marcam pregas,
    Bordam de linha de seda.
    Alcolchoain.
    Pregam cordoes.
    UNICA AGENCIA
    EM
    P1RMBI0
    A CASA AMERICANA
    45 RUA DO IMPERADOR 45
    PECHINCHAS
    S6 o n. 50
    RUA DO CltESPO
    iM m ji mm
    contiuua a vuj.lor nmito br*n p^aapi-.ai
    muito diuiieiro.
    CASSA LA
    Chegoa esta fazenda,9endo lindos padrOfs, e von-
    dese pelo diminuto preco de SOO rs. 0 covado, e
    pechincba 11 1 dao-se amoslras.
    MBT1NS
    Proprio para vestidos 0 que ha da mais gosto,
    padrdea novos, paio praco de 400 r. 0 covado, e
    pechinchaf t f doi-ae amoairas.
    LASKOOCXIAS
    Lasinbas escocezas, padroes bonitos, a 540 rs. 0
    covado.
    Ditas com listras, padroes modernos, a 180 ra. 0
    covado.
    Ditas 12 e seda, padroes modernos, a 040 rs. 0
    covado, e pechincha \ I I dio-se amostras.
    ALPACAS DE CORES
    Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de.
    1^000 a 400 0 covado, e pechincha 1 11 dao-se
    amostras.
    CRETONE
    Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
    droes, pelo diminuto pre^o de 400 rs. 0 covado, e
    pechjocfca 11 1 dio-se amostras.
    GoWes de casemira di cores, a 51100 cada nm.
    Cambraia de linho de cores, a 360 rs 0 covado.
    Ditas pretas para Into, a 140 rs. 0 covado.
    Fustio branco pan ronpa de meninos, a 560 rs
    oovado.
    Brim pardo a de cores, a 400 e 440 rs. 0 co-
    vado.
    Cobertas de TJbita adamascada, a 3*500 rs.
    Colchas bnarcas e com barra da cores, a 3^WM
    e 4*000.
    Lencoea 4o bramanto, a 24000.
    Ditas e algodao, a 1*400.
    Toatbts alcochoadas, a!6*000 a dnzia.
    Ditas Iblpudas, a 64800 a duzia.
    Lenoos de cassa com barra, a 1*090 a. duzia.
    Ditos de cassa abanhados, a 24000 a duzia.
    Dftos de esjguiao finos, a 34600 a dooa.
    Cambria'lisa transparente a 34006 4*500 a
    "Cambraia Victoriaa a 34800.
    Atoattado exlamascado, a 5*000 a vara.
    ttto tranpado, a 14400 a vara.
    -FustSes de cores, a 1*000 0 corte.
    Chiles de merino liso, a 5*000.
    Ditos estampados, a 34500,44009 e WJO.
    Ditos em listras muito finos, a 8*800 e. 6*000
    Esguiao muito fino, a 2*000 a -vara.
    Brim preto trancado, a 2*000 a vara.
    Brammte de algodao, a 1*600 a van.
    Dito -de linho de 9 e 10 pahnos de largra, a
    24600e 2*800 a vara.
    Algeoio marca T, a 8*000 a peca.
    Dito domeetico, a 3*000 a peca.
    Brim de algodao com listras propi.-io pra cami-
    sas, a 400 rs. 0 oovado.
    Nenzuc cambraia de cores muKo> fina, pelo di-
    minuto preco de 400 rs. 0 covado.
    S6 na rua do Orespo 20
    Lojai de
    Guilheime in C.
    Alaga se o arraazam e o primeiro andar do
    sobrado da rua do Bom Jesu^, oulr'ora daCrnz,
    n. 20, proprios para estabelccimento commercial :
    a tratar na rna do Marquez dt olinda n. 55.
    Hscravo fiigido
    3OO?0^0 drgv'.cirio'.c^-j
    Af yul2i.- f-vodi ..orro A..rvdr. ierrc?r..i te> m- '> i io
    annos dc ii'.jde, e^)erfcitooav:iaholro, Mi liasiante,
    e bem magus pouca batfca, olUos grandes e moilo
    ladino, cona rjuetern paiao ervealo do Sr. Lniii
    de Caiara, em 8. Lourwr.^o da Malta. Ete prito
    foi cozinheJro dos nevociatites Adriano Castro e
    Sr. Jose lonquim Goncalves Bastos, e jnlgase
    que esteja alugado em algum hotel ou eaa parti-
    cular nasta- cklade, eomo forro : pedese a todas
    a* autoridades e capittes de campo, que o aoeco-
    brindo, o tragam 4 rua Dnqueda Caxias n. 91, loj
    4a mindezas do rival sem segundo, que serio gra-
    tlflcados com a quantia acima.
    MOFINA
    EstA enoonra^ado 11!
    \zu* mole ana prrfrr* lnr
    T.tnto IA w*^ farm.
    :i - - ri'.'H" u 0*-ted* ':':-''.. ''!* ("viiicr.,
    aro. uc vir i'.-b L"v I'm > -. w 36, a eon-
    ^lurr aqu;lle negoi-i-j qua S. se ecuproaietifn a
    realiw, pela terrolra ckuioda 6>e Mpa'.."
    ansde dweiubrc passou a feyereiro a atril de 1872, e nada cunpno,
    s por este motivo e de novo cbamado para i
    am, pois 8. S. se deve lembrar que este
    ie mais de oito annos, e quandc o ar. at
    ichava nesta eidada.
    H
    oeio
    .o v
    m m
    Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-s
    allar ao Sr. vigario Andre Curcino do Araujo Pe-
    eta, x negocio de seu intcresse.
    CHAM ADO.
    0<8r, Jovino Fernandes da Gruz e Joaquim Cle-
    mente 'de Lemos Duarte, sao chamados a rua do
    CoronelJSuassuna n. 282, a negocio de particular
    interesse.___________________________________
    Novamente se roga a pessoa que no dia 20
    de novennro proximo passado achou uma carteira
    no fiiu da rua Nova, defronte do bilhar da casa
    n. 67, pelas 4 horas da tarde, contendo duas
    letras, uma de 400*, outra de 276*487 e ura fi-
    ca de 20*, e mais sessenta e aotos mil reis em
    dinheiro e outros papeis de importancia, eomo
    ja foi annunciado por este Diario nos dias 21, 22
    e 24 do mencionado mez de novembro, sendo a
    leltra de 400*. aceita pelo Sr. Dr. Pranciseo
    Augusto da Costa, a favor do Sr. Dr. Claudino
    de Araujo Guimarae, vencida no dia 6 de marco
    de 1872, com -os jnros de 1 '/<,; o favor de man-
    dar en'regar dita carteira, na mesma casa n. 67,
    na loja de relojoeiro, ou a Bernardino de Senna
    Dias, oil!' foi quem a perdeu ; o fazeado entre-
    ga de tudo, podera ficar com o dinneiro por gra-
    tiflcacao, e se Hie agradecera, visto eomo ditas
    Jetras e papeis de nada servem a quem achou, e
    aim a quem perdeu, por se ter feito sciente aos
    respectivos devedores.
    FRANCOIS LACOSTE, dnrante a sua estada
    naSnropa, deisa pir seu procurador o Sr. Jero-
    uyrfr.> Belsue, entregue da gerencia do hotel de
    Bordeaux, aUo a rua Primeiro de Marco n. 7 A,
    primeiro andar.
    Recife, 9 de Janeiro de 1874.
    ^C
    lana Oailhermina Aceioli e sens filhos Eneas
    Accioli, Adolpho Aceioli, Gregorio Aeoioli, Manoel
    Aceioli, Henrique de Miranda, Anna Accioli, The-
    mira Accioli e Maria Aceioli, agradecera cerdial-
    mente a lodas as sessoas que se digoaram acom-
    panhar ao cemiterie publico os restos mortaes de
    sua presadissima filha e irmi Iva Minervina Ae-
    oioli, e de novo convidam a essas pessoas e mais
    a seus parentes e amigos para assistirem a missa
    dosetimo dia de seu pa8samento(14 do corrente),
    iue xera lugar na matrix de S. Jose, as 7 boras do
    que
    dia.
    Justine Martyr Cor-
    reia de Mello.
    A sociedade beoeficente segredo
    e amor da ofdem, convida a todos
    os socios e amigos do fallecido
    consosio Jnstino Martyr Correia de
    Mello, para a missa do setimo dia,
    qne tera lugar no convento do Car:
    mo, as 7 1|S horas do dia 13 (terca
    feira'
    Joao Jos6 de Luna Freire.
    Adelino Antonio de Lnna Freire, Umbelina An-
    fosta de Mello Lima, Clara Olyrapia de Luna
    reire, Anna Candida de Lona Freire e Julia
    Augusta de Luna Freire agiadecem as pessoas
    que se dignaram assisdr aos nltimos suffragios
    de seu presado irmao Jolo Jos^ de Luna Freire,
    e de novo os convida para a missa do >eUmo dia,
    14 do corrente mez, que sera eelebrao* Da matriz
    da villa do Cabo, as 7 hons da manhi m
    *Mv*VHe>aBHHMaaaaHBaManv^W!>
    OITerece-se uma aenhora de meia idade pa7*
    ama de todo servicn da casa da homem solteiro:
    a tratar na rua da Assumpcao n. 12.
    49 Rua do Imperador 49
    Descoherlas medicinacs
    VBLQ BACH ABEL
    I MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCANTl
    1* o Preservative Ipelsi: para curar com eerteza, e
    en. ponce tempo, qualquer ataque de
    erysipela, e prevenir o seu reappare
    cimento.
    Este medicamento tambem e muJto
    poderoso para o rbeum^tismo.
    X' o Rrgulndor da meirs
    *truaca.o : pan faHa, irregulanda-
    ue, suppressao repentina da meustrua-
    cao, e dos lochies, assim eomo para
    todo os soRrimento* devidos aquellas
    affecQSes. Ambos estes medieamentos
    I ja sao muito coneeiiuados, e precura-
    dos nesta provmcia, e na do Rio de
    I Janeiro.
    , Acham-se a venda somente em casa
    do autor, das 9 horas do dia as 3 da
    l tarde, e qnakjuer hora -em oasos ur-
    ' gentes.
    RATIS AOS POBRES
    Rua-da Ioiperatriz n. 14, 2* andar.
    A tfk ,XJi\ XX XX iZ> il
    9
    &


    deampo
    OfTerece--se a quom quizer fazer os concertos
    necessarios, o arrendamento por algnns annos, de
    graca, da excellente casa sha na Porta d'Agua,
    que foi do flnadoDr. Joaquim Pires Carneiro Mm-
    teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
    ca. A localidade e muito salubre, e a casa muil
    fresca, tem magnifico binho de agua doce e
    (rente, e e muito commodo visto que o trem pa
    lefronte : quem pretender pode dirigir-se ao t
    Fnoeisco Carneiro Slonteiro, em Apipuco? h
    St. Francisco Ignacio Pinto, na rna do Bom
    o aa Sr. Cannan, a rua do Commercio n. 4
    Vfn-
    21000
    1500
    15000
    mnmmi
    Precisa-se de uma perfeiu oocioheira, nao im-
    porta qne-seja ferra en eserava, para casa de uma
    familia estrangeira, paga-sa bam: a tratar na
    rua do'Bow Jesus n. fe, casa de Keller di C.
    ATTENQJO
    Fac-se negocio com o estabelecimento sito a
    praca da Independencia ns. 32 a 36, com as mer-
    cadorias existeotes ou sem ellas : a tratar no
    mesmo.
    'fferecese nm caixeiro cem bastante pra
    tica de taverna : quem precwar VJuija-se a rua da
    Imperstriz n. 22.
    Aluga-se nna escrava
    casa'. a tratar na rua de S.
    n. 74.
    para todo servico de
    Jorge, antiga Pilar
    a
    Carvao animal
    OA
    Fabrica do Monteiro a 2%
    ^.rroba.
    Os proprietarigs deste grande estabelecimento
    avisam ao respeitavel publico e especialmeute aos
    Srs. re (in adores, que se acham de continuo pro-
    vide* de grande pcrcao do melhor carvao animal,
    nao so para abasiecer o consumo interno da pro-
    vmcia, mais ainda para satisfazer qualquer en-
    commenda para exportacao. Oj pedidos pederao
    ser Teitas a rua-Deque de Caxias n. 28, deposito
    central.
    Sr
    ao
    It.
    AttenQao
    ranchco A'tiaho Madeira, i
    vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A..
    0 Sr. Francheo A*ostiaho Madeira, a roga
    do
    Mm PUBLIC/vGDES BOSiCHtS.
    A J 1 'AzcvedoHuaSavan.li-
    Acabam de publicar-se, e acham-se A
    venda as seguintes musicas :
    PIANO SO\
    Dasse espanhola, por Afvcher
    Arabella, mazurka, p-or G.
    tbeimer
    Valsa do Fausto, p<"yc Croyzes
    SONHO DE UMA VIP^GEM, DOT
    tazzi l*000
    AnnalaPrie, r^gtina JgJjJ
    AoClairdela
    estrella do
    SAUDACAOAf jBABlAj
    Cricket, r x>r Seixas, offierecida aos
    cbrickc ^ ciu5 pernambucano e
    babiai l0
    PIANO EC4NTO*..
    Deses- ^^q^ muito Bndo rornaiice
    P' e L Smoltz
    ".N n'amava, romance por Guercia
    /mbem recebeu da Europe grande sor-
    entde musica para piano, piano e
    Atoudos, methodos, etc etc.
    SAQUES
    Carvalho A Nogueira, na rtia do Apollo
    n. 20, accam sobre o Banco Commercial
    de Viarma e suas agencias em todas as ci-
    dades e villas de Portugal, i vista e a prsz.)
    por todos os paqnetes.
    fi Odiioii Duarte Ir^o |
    Caklleireiro
    Alber-
    LtrtE, por Bussmeyer
    ^TEjp0|iabrilhante l0W>
    1CO00
    -25*000
    15000
    m
    Escravo fugiilo.
    Fugio no dia 4 do corrente mez de Janeiro de
    74 o preto por none Ignacio, idade 40 annos, al-
    tura regular, secco do corpo, bigode e Cavagnac
    ralo, cabeca muito pequena, olhos pequenos, falta
    de dentes c* freMe, roslo secco, tem voz baixa,
    falla pouco, e e earregado no semblante, foi do
    engenho, oimppado a D Felippa Cavalcante de
    Albuquerque, seabora do engenho Tanto Es-
    curo, do sal, comprado em 17 de junho do anno
    proximo passado, e dahi para_ca se tem occupado
    no trabamo de padaria, deve ter os nos dos dedos
    das maos calejados do referido servico, sabio com
    roupa ordinaria, calca remendaita, a oosiuma un
    Qar com ella arregarada, e camisa por fora da
    calca, levou camisa de chita com listras encarna-
    das, e de algodaozinl o, tudo ja nsado ; desconfia-
    se qne seguisse o caminho do sul para o referido
    engenho ou seus soburbios : pe des policiaes ou as. pessoas que o enconlrarem de
    leva-Io a casa de seu senhor, no Recife, em Santo
    Amaro das Salinas, rua do Lima n. 72, que se
    gratificar agenerosamenle.
    1
    2
    0 Rua da Imperatriz n. 82 ft
    Mi Receberam um grande e variado sorti- 'if
    g niento de tran< as de cabello arlirkia Ipara V
    Q os penteados modernos que vendem pelo \i
    } baratissimo preco de Gi cada ama. Q
    C0NSULT0R10
    DD
    PR. F itRElRA
    Medico o^ dor. Mia larga d, lio-
    ima K),
    Antigo (. net Cnra Ac- b>0 vu sem injec^ao. P
    Ab-rtura de abcessos e exirac^an e
    de derramamentos serosos pelo aepi- v
    rador de Potain.
    Consulias de 7 boras da manha
    meio dia
    (.hamados a qualquer nora.
    Gratis aos pobres.
    Ha neste estabelecimento o melbor sortimento de pianos dos mais afsmados autoass,
    eomo sao : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
    riores, mandados- expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
    bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
    Recebem-se pianos usados em troca.
    Concertam-se e afinam-se pianos.
    Tambem avisa-se aos Srs.
    concertadores de pianos
    que ha serapre o mais completo sortimento de materiaes para coqeertar pianos, eomo
    sao: cepos, folba para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, eordas,
    marfim, etc., etc.
    49 RUi UOIMPERIOOR 49
    PENHORES
    Na travessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual fora quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaese pedras.
    VIIiliA
    DE
    Barreiros
    A algnem que nessa villa mais cnida em urdir
    nas trevas as mais vis intrigas com sinistros fins
    politicos, se declara qne a pessoa, alvo de suas
    entrigas, ainda nio teve a bonra de commnnicar
    com s Exc. o presidente da provmcia, e menos
    dar denuncia d > Sr. Dntra, etc. Cuide mais nos
    seus sagrados deveres; on ao menos se seu orgu-
    lho e ambieao nao tdm limites, continue a ser po-
    litico sem ser intrigante, e a dominar essa misera
    freguezia com seu refinado Jesuitism) e grande
    machiavelismo.
    - Aluga-se no largo da Paz, nos Afogados, uma
    casa terrea n. 90, com commodos para grande fa-
    milia, grande quintal com arvoredos e ontras mui-
    tas commodidades, por preco razoavel; a fallar na
    rna do Duque de Caxias n. 97, e para ver a mas-
    .na casa, con o sacristan da matriz da dita fre-
    guezia.
    ii&**&$***&$**
    ft

    m
    ft
    ft
    ft
    ft
    ft
    ft
    0 relojoeiro e dourodor
    Albino Baptista da Rocba,
    de volta da Earopa, conti-
    nda a encarregarse de
    coneertar e dourar relo-
    gios, bem couo ontros
    objeetos ; rogando a seus
    amigos e freguezes o ob-
    seqnio de procura-lo na rua Dunne de
    Caxias (antiga rua da Cruzes) n. 32, pa-
    vimeeto terreo, que o encontrarao promp-
    to. A garantia de sens traballns e fa-
    ze -los por precos modicos ; ;:ssim eomo
    tambem vende relogios.
    Wtf*ftft:&tt**:*fttt
    Musica
    0 professor Manoel Augusto de Meoezes Costa
    toma discipulos de ambos os sexos, tanto em sua
    casa eomo em particular, para leccionar cantoria
    ou qualquer instrumento : quem de seu pre-timo
    se quizer utiiisar, procure-o na rna Augusta nu-
    mero 187.
    m
    Imperial Institute de N. S.
    do Bom Conselho
    Dliigldo pelo bacharel Antonio Co
    lumbano Seraphico de Assls
    Carvnlho.
    Tem lugar, neste Instituto, no dia 7 de Janeiro
    do corrente anno, a .abertura das aulas de Ins-
    truccSo primaria e secundaria.
    Aluga-se uma excellente casa na povoacao
    . de Duarte Goelho, em Olinda, com bons lommo-
    Aluga-se um escravo m6co para qualquei dos para familia; a, tratar com Jorge Tasso, rna
    servjeo : na rua do Imperador n. 90, Araprim a. 3f(
    Na rua da Praia n. 76,. precisa-se deoma
    ama, preferindo-so escrava.
    Ao Sr. chefe da saude pu-
    ^blica.
    Pergnnta-se se pode o filho do iinado Peixe,
    que e relojoeiro, estar com a botica do seu Iinado
    pai, abt-rta e vendendo remedios a titulo de ca.-a
    de drogas ? ?
    Um pharmaceutico.
    Escravo fugiilo
    Fngio no dia 30 de dezembro, e consta que an-
    da pelos sitios dos Afllictos e /rraial, o Dreto
    Tito, idade de 40 aunus pouco mais ou menos,
    altura regular. 6 bem pr<-to, e tem na cara mar-
    cas de bexigas ; levou camisa de ct ita verne e
    calca de brim pardo ja velho; anda sempre com
    um pequeno avental, para encobnr a qu^bradnra.
    Quem o pegar leve-o ao Caminho Novon. i08. ou
    a rna Nova n. H, qne sera bem recompensapo.
    Da-se dinheiro a premio sobre hypotheca
    nesta cidade, assim eomo aluga-se um mo'eque de
    14 annos : a iratar na rua do Duque ae uxias
    n. 44.
    0
    Jayme.
    Podera ser procurado para exerwr os misteres
    de sua proflssSo a rua do Duque de Caxias n
    28, deposito central de pernimarias da fabrica do
    Monteiro.__________________________________
    Oarro americano
    Vende-se nm carro americano, de quatro rodas
    e 2 ou 4 assentoe a vontade, em perfeito stado e
    com arrefjs : para ver na fabrica de carros da
    rua da Florentina n. 14, aonde se dira com quem
    se deve tratar.
    um
    Hotel Aguia de Ouro
    a rua estreita do Rosario n. 2), preci.-a de
    bom cozinheiro para o mesmo.
    A1 loja do Pavao.
    Sao chamados os seguintes senhores, a negocio
    de seu interesse:
    Juvencio Alfonso de Mello.
    Jose Carlos Mario ho.
    Alisio Telles de Souza.
    Godofredo Abrcu Lima.
    Francisco Rosas.
    AD
    'ill..I
    ii
    III
    0 abaixo aseignado declara ao publico e com
    especiaiidade ao corpo do cemmercio, que com
    prou a taverna sita na travessa do Peixoto o. 30,
    ao Sr. Antonio Jose Vieira, livre e desembarayada
    de qualquer debito ou onus.
    _______________Manoel Jose Fernandes.
    AO MHOr
    0- abaixo assignados, estabelecidos com a loja
    de fazendas, denominada Rosa Branca, sita a rua
    da mperalriz n. 36, declaram ao respeitavel cor-
    po do commercio que dissolveram amigavel e por
    estar findo o prazo, a sociedade que tinham na
    dita loja, flcando todo o activo e passivo a cargo
    da now flrma de Azevedo 4 C.
    Hecife, 2 de Janeiro de 1874.
    - Manoel Martins de Azevedo.
    _________Antonio Jose de Araujo Braga.
    Uma pequena casa no becco do fund^o n. 5.
    na Boa-Vista : a tratar na rua da Imperatriz, loja
    n. 8.
    ALUGA-SE
    uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
    com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
    Vigario Tenorio n. 31.
    ft
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    ft
    ft
    ft
    Aviso
    0 Dr. Raymundo Vianna, ja resiabele-
    cido em ?ua saude, continda a residir 4
    rua do Vigario n. 1, 2 andar, onde da
    consultas do meio dia 4s 2 boras da tar-
    de. Recebe a qualquer hora chamados
    para objecto de sua profissao.
    ft
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    ft
    ft
    ft
    ftftftftftftftftftftftftftft
    Balbiua Firmina da Silva Ro>a, prefessora
    particular de instruccA Sr. pais de familia desta ciJade que abrio sua
    escela no bairro da Boa-Vista a rua Velha n
    116, ensina a ler escrever, contar e bordar, bran
    co, la, matiz, froco, missanga, ouro e cabello; pro
    mettendo a todos aquelles que se dignarem hon-
    ra-la conflando a educa ao de suas filha?, cum
    prlr fielmente os deveres inherentes ao seu ma-
    gisterio.____________________________________
    Attengao.
    -Vende-se a armaeao de fazendas existentes na
    loja de chapeos, sita a rua de de Uarcilio Dias n.
    61 ; loj.i esta que pertenceu ao finado Tranquili-
    no Candido da Silva, a qual se acha muito hem
    sortida e e muito acreditada. Quem pretender
    uma e oulra cousa, dirija-se a rua do Bom Jesus
    n. 48, escriptorio de E. Burle 4 C. que achara
    com quem tratar.____________________________
    . Aluga-se um moleque com idade de 16 an-
    nos : na rua da Madre de Deus, n. 5, primeiro
    andar.
    Attencao
    100#000 de gratificacao.
    No ultimo domiugo do mez de dezembro proxi-
    mo passado, por occasiao da missa na igreja do
    Rosario da Varzea, pt-rdeu-se uma pulseira de
    ouro, com o retrato do filho mais velho do abaixo
    assignado, tendo a roda algum esmalte preto e seis
    ou oito brilhantes : quem a achou, se re-tituir no
    engenho Meio, da Varzea, ou na rua do Trapiehe,
    armazem n. 13, recebera 100< de gratificafoo.
    Aluga-se o andar na rua larga do Rosa-
    rio n. 21, proprio para escriptorio : a tratar na
    loja-do mesmo.
    Aluga-se a casa n. 77 da rua de S. Joao : a
    tratar na rua Duque de Caxias n. 44, ou na rna
    go Range! n. 41, r andar.
    Aula particular
    Sccundino Jose" do Faria SimSes, ptuieilut par-
    ticular de instruc^ao pi imaria, avisa ao respatta-
    vel publico e -em especiaiidade aoa pals de L.
    lia, que no dia li do onvnle eatari aberu >ua
    aula, na rua da Penha n. 23, 1 andar, aonde
    u'mia no exercicio de seu magisteno. 0 me-
    mo profe-sor promote niur.o se esmcrar pebi
    adiiniamento de seus aluninos.
    Aiuga-se
    o silio da Ponte de Ucboa n. 35 a tratar nc me-
    mo silio, ou na rua do Ranpel n. 7, f on 2*
    andar.
    Deutscher Iliiollsverein
    General Versaihiiilung
    am 19 dieses Mona is
    DEB SCHBJFTFUEHRER
    ______\V^_0XT0____
    Precisa-se de um caixeiro : na padaria i
    rua de Domingo* Jose Marlins, no Rm-Ua, n. '
    Coili'gio de Saita Irsnia
    Para oduearao de uieninaK
    Este colleglo, esubebcido no eJiGcin n. 32 Aa
    rua da liii|)cra!ri.',da amaulia Cciuei.o aos seus Ira-
    balhos A directors, abaixo as.-ignada, espera los
    pais de >ua* alunraas e do publico em geral,
    acolhimento que ai6 hoje tem niereci.l., prome:
    tendo empregar seu esforr^iis no cumpuineulo d*
    seus deveres, pela boa edura^ao da- ommmm gi.
    Ihe sao confiadas mantendo a-sim o credito ad-
    (jnirido na pratica de maiS de 12 annos de exer-
    cicio.
    Ursula Mexandrina de Barrof.
    Moleque.
    Precisa-se de um moleque para todo service
    de casa de familia: na praca da Independencia ns
    9 e 8.
    COZINHEIHO
    Precisa se de nm cozinheiro
    niz n. 1.-
    na rua do Qardn
    Vende-se a loja de ranileiro da rua da Im-
    peratriz n. 79 ; assim eomo tambem vende se nraa
    easa no becco do Espinheiro, com um bom terre-
    no : trata-se na mesma loja de funileiro a ma da
    Imperalriz n. 79.
    Silva barroca 4 filhos teem para vend
    doOli
    Olind-
    sen a mazem, a rua do Marquez
    seguinte :
    Folha de Flandres.
    Eslanho em verguinhas.
    Uachinas para descarocar algodao.
    Cerveja escusseza branca e preta.
    Fillele para bandeira.
    # Trastes.
    Compra se e vende-se trastes notoa
    e usados no armazem da rua do Im-
    perador n. 48.

    *

    r



    uiur
    1 1g ifflSo;!!0^*! FSff
    a
    js e por poudo
    Pr, cisa-.-c
    cpgppi
    da n.AO, !. andar.
    .0 SlhrqilcZ (Ht
    Alaga J
    dinneiro, urn a i easa em. Olinda, ria niat- preoisase ^Iugar uuia ama boa cozinheim,
    doBouifira 2kJttaifavln09, Jjom, Oommodps *
    para grande faroilia, tendo agua c gar encanados,
    grande ente vista para o ioar e a ci4a.de, apenas distante
    tres minutos da esta-Jw do Carmo e pouco mais
    dos banhoiroj : a ira'iar no armazem de Joao Ro-
    aa, na travessa da Madre de Deos n. 8.________
    10 C$000 de gratifica(jao
    Engenho Santos Mendes
    Fogfo no dia 2 de dwembro, do engenho San
    to3 IpiMw, eoma'rea' de Naiafetii, 'fregfiexia* de
    TracnnhSem. a escrava Maria, crioula, 60 atjnos
    ds idade, pouco 'tmris-oa mebos, foaixa, grosea, cor
    preta, rosto alquebrado, p#3 sec'eos e eepanados,
    dedos cnrUs. cabellos braneos, canellas finas, tm
    dous sjgnaes^Aelludos MJIueixo, e e bem ladl-
    na. M^ssoajueJHtepfl^^scrava ou ao seu
    dono, qoe -vamamW m%ew&jmttM, Lauren-
    tino Gouievda Wpha-Peeeira BelirXo, ou no Re-
    cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
    ecoropenaada com a qpantia de 1001________
    Aluga-sc
    casa n. 13 a Passagem da Magdalenba : a tra-
    ar com J. I. M Rego.
    DesappnVeeu'ao amanhecer do dia 4 do cbrreii
    te, do <-ngeriho Se'tgi, comarea de Goyanna, 0 es-
    cravo de norae Jose Borges, mestre de assucar,
    t endo os signaes segointes: cabra, idado 30 anno*,
    pouco mais ou mcnos, boa Ogura, um tanto grot
    so e espadaiiftb, sendo o signal mais visivel nma
    gommana junta do pe esquerdc r ga se a todas
    as autorUades e capitaes de carapo a.neirara ap-
    prehendi'r dito escravo e leva-lo ao referido en-
    genho, ou ue.-ta praca a Oliveira Filhos & C, lar
    go do Corpo S.ittto n. 19, que serao generosameu-
    te recompensados.
    forra o
    casa n
    ICUO -c 4iu^ai UUid dliid ItUm (."O^IUUCIIU,
    Armada.
    Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
    fallar ao Sr. !. teaente Jose Maria Prst.ana, a ne-
    gaclo de sea interesse.
    Ama escrava.
    Precisa-se de ama ama escrava por alnguer,
    ie eojinbe sirva para vender na na- quaodu
    rpreciso: a tralar M Mja do PaM> la ua Pri
    weirb.de Marco._______________________
    'Ama Precisae 4e am*, que *atbatW^
    do Ho?picio n. KO,
    Precisa-se 4e nnrt,
    engewmar, para duas pe*soa
    Arnnq Preclsa-se de dtlas amis, s$ojB
    xxuxap perfeita engommadeira, e outra'-a'
    servi;os internos, atfe uma casa de pouca fa
    lia, quer nacionaes, quer estrangeiras, paga
    bem : a tratar^B 9 haH da manha as 4 da
    de, a rua do Barao da Vieloria n. 33.
    AMA
    "
    AM Ai
    . PVecTsa-se de uma
    XJnhar : na ma' llo1
    "Na rua do Vigario n. J. buri
    imento terreo, precisa-ie ; de
    is.; mm
    NOtaV^H |$rfc di.M(ioriaA>-Jllprecisa-te
    aflar aos srs. Pedro do Rego Cnavei Peixotoie
    oed Paea di$iiva, a negicfef lie pjirf cnlar into
    -war. |
    revine-se ao semior da casa de pennores,
    ue nao entregue o objecto constante da cantella
    I, 1113 R, senao ao seu legitimo dono, viato ter-ie
    a raesma de.-encaminbado.
    in 'i ii
    5
    MMPBAS.
    nni
    liittA'-eBortritf'^rWS'i-1 sdmfllh*, (^jftd sa-
    ^i forie,, para oaervigo de casa (ft fami-
    lia, a tratar na rua 66 BarSo (Ie 'Si. feor^a
    n. 18.
    i ii
    aj- .1 i'l'ie
    S^WttSL
    uma ama qne ?aifi& coauhar,
    paga-se bem, agradando. m
    do
    Preeisa-se de ama ama de
    idade para JaVar, engommac e
    coifuhar para caia deypdeos
    ?olteiros, paga-le Mti (ajradan
    a tratar na rua do Range! n. 3.
    AMA:
    ito^r^^oAJTooaaae^iU^ioo F C. Suceessores ^MBd<4k)talkd4MWrt ?i-
    gtiaiia-, d*s ntaltaka l inaroaw, :\m^am U
    (anate: -ni^wa d-lV>gihJu'il^ H-m/m:
    kUlli A/il'll'l-----^
    CliaiuaiH-se
    a loja de fazendas e roapa feita a rua do Mar-
    quez de Olinda n. 40, oa senbores abaixo mencio-
    uados a negucio de interesse reciproco:
    Adolpho Rober Koopcr.
    Bento Mairalliae?.
    Hermogenes Nunes da Silva.
    Joao Manias NogiieiraySaaloe.
    Miguel L.ipes Guimarae.-.
    Jos6 Af mirii. r- '<
    Miguel Azevedo.
    Manoel Tiieotipro do Nascimento.
    Bernardino Lopes dos Anjos.
    Dbmingos Mafra.
    Antonio ^erra.
    Jos6 do Ri-gii Araujo.
    Jose da Cunha Freitas.
    Jose IgnaWo Porto.
    Antonio Morelra Camara
    Zef- riu Dmr.ingucs Moreira Junior.
    Joao Kaposo de Souza.
    M*n Antonio Aquinno da Costa.
    Arnaud de liollanda Cavalcante.
    Amn Pfecisa-se de uma ama torfa" oaestra
    a-ma va, para pequena faruilia : na Poa das
    """ n" "_______a______._______
    wmm m m
    mm
    M
    iKia da Imperatriz n.
    azendas para Uquidar, por bara^ssimo pre^o come
    **~ dbaixosere:
    da Silva & Gtrimaries' toado en* ser um gtaade (i*pQtft d feiebdas
    a liquiDa^ao das hmmns com franda abUuw*to nos prt^os
    purar dinlioirc', para o tj^'-cwitllltfrft-'''flW"'W!8S SBtt^'OTtueiOsof
    , corao o respeitaYel Dublico, a v^rtwjia^pNiBWW>aaHwMiw> Imw utaiata*
    ao seu esUl.alaaigicntodefll>fltWBWo-Pvaoa rua da imperatrh n.
    ura
    Htmo fazer ums
    vmt* m %api
    ,,A
    Ricos c
    de Gaxias
    para senhora : so na nsa Duqne
    A, loja di'esririfna.
    {RAUS A 45, 4J5500, 5, 69 "ty.
    rao tende am magnifico sortimedto
    ]m mass Qn cambraias brancas transia-
    rrentes, tendo 10 jardas eada peca, pelo a-
    na, Rari.fi ii \'w\i\?v\ W ^ff^ *., llldJlU DdluU lid iRLUIld lU^..bem oas mms finas qtweuatsraam -rir ao
    I mercado, aasi-n como ura graude sartimento
    de ditas tapadas e victorias o)ua venda de 49
    francez muito fino a 39000, apenas precis*
    1, '/-
    i I If
    0.
    0 Sr. Cand 6. R. Lima, faca e rarar Ti Z^^^^S^H^J!^ t
    > Duque de Caxias n. '60 A. |*M, do
    %
    Escravo fugido.
    Fugio a 20 de dezerabro de 1873, o escravo Se-
    bastiao, cri-ulo fulo, sem barbs, com idade deSO
    annos, ahuia regular, corpo reforcado, falla um
    pouco deS''an>ado; foi aqui vendido em 1$ de de-
    zembro de 873 por' Jos6 Francisco Ponfes de
    Azevedo, mnrador na matriz de S. Caetano, fre-
    guozia da linpoza, tendo sido escravo de Alexan
    dre Fflbeirn d > Sobral, da mesma freguezia ; acha-
    se matiiculado no municipio de CaniarU, para oa-
    do 1"-- nfia ter fugido ou para a Rapoza ; ro-
    ' as autoridades e eaflifcies de campo
    a de dito escravo e leva-lo ao Recife,
    v.imii.nto n 38, armazem do Ba iza, que
    : ! recompensados.
    if' ')< de dez^mbro de 1873.
    EscrajoJagldo.
    igi< no diJ 27 de d)eyiiibro da casa do aeu se-
    ior Pedro Osario de1 Cerqueira, morador na es-
    .. ia T.m\ ?itio das Mangneiras, o escravo
    Maxi mano, preto, .56 annos, pouca narua, ioa
    03 de!is dos pe- t.astante unidos, levando vesti-
    do ro..pa"de ris'ado azul e um bontt de case-
    mir.i, e ouira muda constante de uma camisi
    branca e uma calca de ca emira escura, cujo es
    cravo 6 natural do senao desta provincia, e re-
    ndio pr muito tempo na freguezia de Ipojuca,
    engeuho Q.i.doz, em companhia do seu ex seuhor
    Francisco de Sa e Albuquerque. Roga-se a to-
    das a> a toridades policiaes e capitaes de campo,
    qneirnm appreheoder o d.to escravo e leva-lo no
    referido sitio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
    ^e recofnp"n"ara com toda generosidad>._____
    0ollegk> de Santa Ge-
    noveva.
    SS-Rua do Hospiei=---55
    0 director Antonio Maroiies do Amcrim avisa
    aos Illms. Srs. pais o tutores de sens alumnos
    que de segunda feifa 12 do correntc em diante
    funccionarao as aulas deste collegio, oudo a ma
    tncula respejijva e>tara aherta desde o dia 7.
    Na rua do Yigario n. 19,
    1. andar, ha para vender:
    Cera em velas e bogias, de superior qualidade.
    Cognac inglez.
    Rrtroi de Poru.
    Vinh i do PdMo en^arrafado, em caixas de dnzia.
    Ve!:s stearinas inslezas de 1 libra cada masso.
    = "1 :a das Cruzes n. 26, 2 andar. ahga-se
    um escravo moco c salio, em condicoes de prestar
    ode servigo.
    OBW
    M

    m

    instruccao primaria e
    secundaria. 9
    mm (h S ledade n. m
    0 professor Thome Angusto da Silva
    Villa faz sciente aos pai- de seus
    alumni* e inesmo a todos os chefes
    do familh, i|uo qiiizrem conflar-llie a
    OdncacAo de sens filbos, que no dia_7
    de Janeiro proximo vindouro, estarao
    abends as aulas. Desde ja, agradece
    em cxlremo a bondade com que o hon-
    ram na paia de seus alumnos, e garan-
    te contiiaar a ser zelozo no cumpri-
    mento Je seus deveres.


    *9\ if*--'
    Atten^ao
    Constando |ue se tern ansentado desta cidade o
    Sr. Salvador de Siqueira Cavalcante com sua fa-
    railia, lev.indo enmsigo os escravos Francisco e
    Aquelina, de. que 6 depo-itario, e que nao os tern
    qtftrido re-tituir a seu dono, nao obstante o n an
    dado de pri-ao que contra si tern de St Dr. juiz
    do Cumiiiercio, previne-se que ninguem contrate
    negocio algum com dito Salvador, tendente a esses
    escravos. Recife, 3 de Janeiro de 1874.
    Collegio de S. Sebastiao
    D. Manoela Angusta de Mendonca Mello Rego
    participa ao pai, tutor s e correspondentes de
    suas alniiuias, que transferio aqoelle estabeleci-
    mento do educacao para o sexo feminino, sob sna
    direccao, pan a rua eatrelta do Rosario n 34, 2
    andar, on-le continiia a receber alnmnas pensio
    aistas, mei > peasionistas e externas, sendo que
    sua abertura tera lugar no dia 12 de Janeiro cor-
    rente.
    Escravo fugido
    Fagio de bordfj flo Ivrgdr naclbnal Francisco /,
    o escravo Benedicto, preto. de idade 33 anno,
    mais ou manrts, cabellos r irapinhos, gagueja nm
    pouco quandn falla e niette os pes alguraa cousa
    para dentro quaudo caminha. Kecommenda ae a
    eaptura desse escravo, recompensando-se bem
    a quem o flzer uo escrlpu >rio de Silva 4 Caacao,
    emsignatarios de dito navio, a rua do Marquei de
    Oliuda n. 60.
    4 Ci/iisullorio luedico-cirnrffico 9.
    jj DE -|g
    fi A. B. da Silva Maia.
    m Rua do Visconde de Albuquerque n.
    jp 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
    2 n. 11.
    y Chamados : a qnaiaaer hora.
    V Consultas : Ada p- bras gratis, das 2 as
    y 4 horas da tarde.
    Qompanhia do Gaz.
    A empreza dogaz tem a bonra de annunciar
    ao publico que recabeu ultimente Um eeplett-
    dido sortimento fle lustres de vidro* candiei-
    ros, arandelas e globos, cujasamosti,a&e6ta6
    no escriptorio a rua do Ifiiperador n. 31,
    e serSo vendidos aos seus fregoeiies j>elo
    prego mais razoavel posstvel.
    * C0NSOLTM1)
    MEDIC0-CIRCRG1C0
    DO
    Dr. .Nantrt RtMta.
    Rua do Bario da Victoria n. 46, t,* I
    andar, outr'ora rua Nora.
    Consultas das 10 horas da manha ao
    meio dia.
    Chamados por escripto a qnalquer hojfa
    Especialidades. Partos, molestias de
    olhos e do apparelho re-ph"atoriO.
    barfiaffeftrfeadby D0 alto a*%>p0 : a tratar^^ sem despendio steam do comprador,
    nesta typographta.

    A' T^frc
    Aluga-to para p<:ara fr.Wl am stttft COm
    excellente cssa de habitajao e banhO'Do rio
    & frenta desta: quem a pretender, p6de
    procurar A rua de Gervasto Fires d. 24.
    Vende-se Wp^rtnota^pbr
    casa coustruida da novo
    seis
    .'
    c^cimba com boa agaa du Beber' e nm srSft?
    1
    Bof cliB-
    ate 89, sendo fazenda que valle muito mnis
    dinbeiro.
    (brain Vfann.
    A' esle grande estabelecittento torn C0M SALPICOS DE CORES A 59.
    gado nm bom sortimento de maebmas- pa| opavao recebeu um elegante sortimentt^
    costura, de todos os autores mats acredita- de cambraias brancas com bonitos salpiqul^
    dos ultimamentena Europa, Cajas raachtnas nbo* raludinrjos de cores, tendo 10 jartla*
    sao garantidas por nm anno, e tando rwt ca(fe corte de Yestid0 e vende pelo barato.
    perfeito artista para ensinar as mesroas^ em eQ0 je ^ ^ Mr pechincba, ditas coop
    flualquer parte desta eidada, como bfl as- saipicos ^ brancosendo feada fiiwsima
    tsim 6i*erl8>4a8 ridlo twnpV) tambem d'om; a 7??500 e dita9 a 55^000.
    Vende-s jWf precb 'fritrltd baixo' dn> eajsas ter-
    reas a rua Nova (faqnella villa ns. 35 e 37, com
    yande terren'o ateo no-,est5o alugaBasVe'dJe b^n?
    rbac?c4plBi! empregado : a Water bo Reelfe^
    la'Jo Crespo n,. 1 A.
    Neste estabeleeimento tambem ba pertea^as
    para as me6l* machines- ese supjire qaal-
    quer pega que seja necessario. Tstas ma-
    lm chinas trabalham com toda aperfei^ao de
    um.8 doits pospoHtog; ifrairae e'bordatoda
    qnalquer costura por fine que""ieja, seua requefifos.e vende pelo barato ptec de 129
    preQos sao da seguinte qualidade : p;'r,T tra-'cada um, assim como, diios a 2 da julbo
    Lbalbar a rtftede 309000, W(>00, .59000 com todos seftfeitesa 109; cortes de oan>
    muito .eonpmodo preto Koe nos 8egninles tegares : na Torre, a margem do rio
    Capibariae e pertoda estaiia do cmioho de fer-
    ne ; na estrada de Bebcribe, a wertma do rio e
    oorto da estaeAo do caminho de ferro, aa-estrada
    nrva de Bet>eribe, tambem perto 44 estacao : a
    patar com joao Feitosa, na ma estreita do- Rostirio
    tiimero 23.
    Tettem a venda.
    Vende-se' nA'bon^tferre'ae'fte^bB^co do Espiahti-
    fro, com. 139patmos de frente e^trezento? etamos
    de fundb : aHWaaV a raa-de'S Goncalo, aebrado
    n. 29, ;uaw aiffff- ate as 7 horas e
    a tarde de 4 noras em diante.
    YBSTIDOS ASO&A. CORTE 129
    0 Pavao vende nm bonito sortimeuto -de
    cartes da vestidos a ueo da corte, traaendo
    cada c6rte todos 09 enfeites hecessariosxomoj
    sejam: babadinhos, entre-meios, rendas,
    0 Pttvio i*rrfe Wa#es a eraiacao de mr
    r6 a 29, d*os> de merine hsos dertodas a>
    cores aj 19500, ditW5 de me^ndestafflpado?
    muito inos a ?9', *dis finissimos com 1:-
    traa-deanda a (HMM, GrajKWaplMVti xB9-
    \lsdo enfemtixdo a 19 e tSO
    0 Pavao vende algodao eufestado com f*
    palmos de Largura, propfio para ieafoa
    Made do- mais- encorpado que tem vindo a
    mercado, Hso a 19 a vara e tranijadoa.....
    192S0.
    ATOALHXbtok 19606, 29, 59.
    0 Pavte-vende atoaiad*> trancado com a
    palmos dVrargura a tt^VO' 19600, dit
    adatnastfado at"29, dito de tmho adamasca
    do a 39 659'-
    e
    se
    JBTO.-da apoliees do werao : a tratar na
    do Marquez de Herlal 2, com bs-Sis.
    d COBU. 1
    VENDE-^'E
    a taverna sita a rua do Viscond#e ftmaa' trora Rangel) n. 5, bem afregueeada tanto para o
    mato como para a praca: a tratar aa rua de Pe-
    dro Alfonso n. 61.
    Aluga-se uma casa com um pequeno sitio, duas
    salas, cinco quartos, dons copiares e cozinha (era,
    na rua do Quiabo, nos Afogedos ; quem preten-
    der dirija se a olaria de Manoel Ignacio A villa, aa
    travessa dos Remedios._____________________
    Aula particular de primeiras
    lettras.
    Anna Theodora SiraSes avisa aos senbores
    pais de suas alumnas, e ao respeitavel publico
    que se achara aberta sua aula particular de ins-
    truccao primaria, no dia 7 do corrente, na rua
    travessa dos Expo oo'le espera satisfazer aos senhnres pais de fa-
    inilla, que ihe coniiarem suas filhas, tanto nas
    materias que constituent a sobre lita instruccao,
    como tambem em musica vocal, e no que for
    concernente as habilidades de agulka.
    Vende-se a taverna da rtfe Imperial n. 94yoa.
    di-se sociedad -. entrando eota a aaetade do* ca-
    pital : a tratar na mesma.
    a~ TORSAL DAS FAM1LIAS
    Assifnataro1574 _
    *moto
    Entrfei-se tinnmpwi n> iAOeh'o
    LIVRARIA PHAJTOSZA.
    GABF.TA JURIDKA
    Assignatura 1874
    24JOO0
    Vende-se a collecijao- de 1873 por 16|000.
    LIVRARIA FitAtPiZA.
    e 509000, para trabalba* com o pe sao de
    809000, 909000, !fW900, HOfOW),
    1209000, 1309000, 160900, 200^000- e
    2509000* emquanto- aos autores- nao ha al-
    teraQSo d% pre,-e coaipra visitar estewl&fcimiefttB, qae maito de-
    verSo gostar pela variedadte de objeeios que
    ha sempre parartendet* oomo sejam : cadei-
    ras para viagem, malas para viagem, cadei-
    ras para salas, dita d| bafengo, ditas para
    crianfR- (altas), dites para escola6i cestarei-
    ras ri^rfisJthnas, para tenhora, d6spensaTeis
    para crian^as, de toda& as qualidades, camas
    de ferro para homem e criangas, capachos,
    espolhes dourados para sala, grandes e pe-
    quenos, apparelhos de metal para chi, fa-
    queiros com cabo de metal e do marfim,
    ditos avulsoe,eolheres de metal Gm),.condiei-
    ros para saJa, jarres, guarda-comidas de
    arame, tatapas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar saias, lavatorios completos, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabeleeimento
    que se aeha aberto dede as 6 horas da ma-
    nha ate" as 9 horas da noute a"
    Rua do Barao da Victoria n.
    braias brancas abertas, com listras e tavorw
    a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
    braia branca com listras de cores, para aca-
    bar 39560, e pediincha.
    CORTES lORDADOS A 209 E 359-
    0 Pavao vende ricos cortes de cambraias
    b?ancas delksadamente bordados, pelo ba-
    rato prejo de 209 e 359-
    r
    CA9B.4S FRANCtZAS
    a Mrs; o-ftovado
    OPavSo recebeu nm grertde sortimento
    de cassas francezas com delwados padrdes e
    cores fixas, que vende pelo barato preco de
    300 rs, o covado, organdy branco e lis-
    tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
    nissimo Glu branco lieo e de salpicos, e tarla-
    tanas de todas as cores.
    SEA para yestsos
    a 19600 e 29.
    ' 0 Pavao vende um bonito aer#meHtO d-
    sedas com lislrinlras proprias para ttsb
    dos de meninaae de seuhora a 19600 0 co
    vado, ditas lavradinbas a 29, o padrees si<
    muito bonitos e vende-se por este pwco par;
    acabar.
    Dotlnas at 5 COOO
    0 Pavao tem- um completo septknento dp
    botinas muito bem enteitadas para senboru
    e vende pelo barato pre?o Je 59, artwo q:
    kera ouira quelquer parte custa cjre 79-
    LENCOS BRANCOS
    0 Pavao *6rlel idts fcrancos abainha
    dos, tanto para homens como para senhoras
    a 29 e 29551-0 a duzra, ditos de esguiio
    cambraia de linbo tambem ab^iohados
    39500, 49, 59, d tee franceaes escaros, par*
    rape a G9, a daiia.
    No engenho da Sapucaia, de Reberibe, ha
    bons sitios de lavradores, boas terras de excel-
    lente assucar, commodidade de transporte de ge-
    neros para a praca ; e sobretu lo a moradia nos
    arrabaldes da cidade sao v.intageas que para esse
    genero de vida nao se acham em outra qnalquer
    parte.
    Aos 4:00095000
    Bilhetes garantidos
    n. 63, e casa do costume.
    Acham-se a venda os muito feli es bilhetes ga-
    antidos da 7' parte da loteria a beneficio da
    matriz de Barreiros, que se extrahira no dia 16 do
    ctrrente mez.
    Pre$o
    Inteiro 4^000
    veio 2^000
    De 10095000 para clmi.
    Inteiro 3*;00
    Meio U730
    Recife, 9 de Janeiro de 1874.
    Joan Joaqutm da Costa Uite.
    Vende-se
    nm terreno-em Beberibe de Barxo, rua da Rege-
    neraoao com, f80 palmos de frente e mais de 600
    de fundo : a tratar na travessa das Crazes n. 4.
    Folliiislms para 1871
    Folbtnha de porta a 160.
    Polhinha anedotica a 400.
    Folhinha religiosa a 400.
    Exactamente calculadas para Pernambuco.
    Livraria Franceza.
    Para os capftaes demnos
    The nautical almanack
    for 1874.
    Dando para o preaehte anno todos os dados phi-
    sicos e astronomicos para a derrota do navio, e
    as observacoes no mar.
    Livraria Franceza.
    Aos pais de familia
    A professors particular, abaixo assignada, avisa
    aos pais de suas alumnas e mesmo a todos os che-
    fes de familia. que quizerem confiar-lne a eduoa'
    cao de suas filhas, que no dia 12 do corrente mez,
    priacipiam os trabalhos de sua aula, onde conti-
    niia a ensinar a ler, escrever, contar e grammauca
    nacional, inclusive todos os trabalhos de agnlha,
    bem como bordados de matiz, ouro, alto releo,
    i-nsina com gosto a fazer flures e trabalhos de cro-
    chet e la, e a aquelias meninas iue mais se quei-
    1am apt-rfeiQoar, ensina o francez, musica, piano,
    danca, pois tem para Uso hab< is mestres. Aceita
    externas e internas, e espera a prote fes de fao ilia, promettendo em compehsaijao gran-
    de desvello no cumprimento de seus deveres : na
    rua do Cabuga n. 16.
    Forlanata Fortes.
    Comqanhfa Ferrn^Ottrril em
    Pernambuco.
    Convido a todos os posiuidores de'Bilhdtes da j i *
    passagem n >s carros desta companhia, ainda.exis-, X>OITaCna para limaS
    tentes na ch-cnla^io, com a assignatura tie H. H. n mi ^ /.,; .iu.j
    SWR. Aset-'reas, a traze-fos ao trtwipWBaimlhlol
    nb estTipt'irio da eonipanhia, a rtta do Bfftm, ear
    todos osdlas, On JO fmras da marina aa 3 daHar-
    de, ate" o d'a 15 do corrente, inclusive Jgreve
    nindo, outroiim, que os iitos bffhetes serao re-
    putadon *eW mais tater* para qtfatqnereffefto, a
    partir do 4\i 16 do eorrene m-eiti fllttflte. nra-
    termos do aviso do miniterio da fMoada de 6 de
    agosto do a
    da presidencia de?ta provincia de *d auiukfOJ fj, ~
    1* daesez p oxttno pasado.
    HOfetfe, em Wde Janeiro de .1874.
    Ogeiehte.
    Gosttyo Adulpb.o'Schm.Uz.
    Rua do Brum n. 76
    Vende se zinco poro da superior qualidade,
    proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal.
    mos de eomprido a 4 de largo, por prejo mniu
    em conta.
    PESOS E MEDIDAS
    Balimras
    Cofires de ferro
    Prentas de eopiar carlas
    Vendem-se era casa de
    Hawkes & C.
    Rua do Bom Jesus n. 4.
    Vende-se um rico piano novo, muito forte,
    B de excelleutes vozes, a tratar na rua do
    Bardo de S. Borja n. 29. Na mesma casa
    tem para vender-se uma boa mobilia de
    jacaranda, com pouco uso, e em perfeito
    estado.
    Oleo derifeino
    Dende-se oleo de ncino am latas de 30 libras :
    na rua do Marquez de Olinda n. 1, sesundo
    andar. *
    Borrachapara limas
    Borracha para limas
    22.
    Parr edificacao.
    Vende-se portas de amarello, rotolas de dito e
    vurlas outras pei^as proprias para edificacao. para,
    ver e tratar a rua de S. Goncalo, sobrado n. 99,
    junto a igreja. de manha ate as 10 horas, e a
    tarde ate as 4 horas em diante.______________
    ATT NOM
    ndo-se uma typographia bem montada, com
    maohina e um prelo, tudo em bom estado e
    preco modico: quem a pretender, dirija-se a
    n
    po
    urrado Torres n. 12, sobrado, 1 andar
    De forca de dous a seis cavallos : a venda no
    armazem de Pena Junior & C, travessa do Cor-
    po Santo n. 2S.___________'________^^
    - Wil-on Rowa & L. vendem no sen armazem
    a rua de Coramereio n. 14 :
    0 verfladeiro panno de algodao azul amencano.
    Excellente flo de vela.
    Cognac de 1' qualidade
    Vinno de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades.
    VENDE-SE
    Uma armacao de amarello envidragada com
    balcao proprio para qualquer negocio : a tratar
    na rua do Crespo n. 20.
    TASSO IRMAOS k C.
    Em seus armaiens k rua do Amorim
    n. 37 e caes da Apollo n. 47,
    tem para vender por precos commsdoa
    Tijolos encamadoe sextavos para ladrilho,
    Canos de barro para eafoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydraulico.
    Machinas de descarocar algodao.
    Machinas de padaria.
    Potassa da Russia em barril.
    Phosphoros de cera.
    Sagu em garrafoes.
    Sevadinha em garrafoes.
    Lentil has em garrafoes.
    Rhum da aJmaica.
    Vinho do Perto velho engarrafado.
    Vinho do Porto superior, dita
    Vinho de Bordeaax, dito.
    Vinho de Scherry.
    Vihto da Madeira.
    Potes com lingoas e dobradas inglezai.
    Liceres fifios sortidos.
    Oognae fiaalhier Frares.
    baaw^eloueinho inglez.
    Barris com repolho em saltaoura.
    BOTtNOUS A 129.
    0 Pavao vende um bonito sortimento dos
    mais modernosborrKHrs'edmbonitas listras e
    vende pelo barato preco de 129 cada um,
    assim como um elegante sortimento dos mais
    bonitos chalcs demerin6 e com listras de seda.
    LAHNHAS A 320
    0 Parao vende bonitas lazinhas lisas,
    senrk) verde e cor de lyrio, pe o barato preco
    de 320 re"is o covado, assim como delicadas
    lazinhas de quadrinhos a 280 rcis, e pe-
    chincba.
    >ranadies a 040
    0 Pavao vende um elegante sortimento
    das mais bonitas granadines ou gazes de
    seda para vestidos. tendo de todas as cores
    e vende pelo barato preco de 640 re"is o co-
    CAMA8 PARA HOMEM.
    0 Pavao vende ricas camisas com peiu
    de linho bordndas, proprias p r* noivo
    10;5e 129 cada uma, ditas de linbo sen se-
    rem borl das 49, 49500 e 59, ditas con
    perto de algodao rrrurto finas a 29, 29500 t
    39, ditas dechitafina rrriudinha a 29,29500
    e 99, 'Ssira eomo grande sortimento de ce-
    roulas francezas tanta de linho como deal
    godao de 19600 ate 39, gr nde sortimentf
    le mei s cru-.s ingle3as de 49 ate* 89000 *
    duzia
    FAZENDAS PARA LUTO.
    0 Pavao tem um grande sortimento dr
    fazendas pret s para luto como sejam : cas
    SiS, las, ou lazinhas lisas que vende a 40!
    e 500 r&s o cdvadc, bombaziuas de 1960C
    ate" 29 o covado, cantao a 19 e 19200.
    granadine lisa com listras, cassas e chitaj
    vadoegranadine preta-com listras de seda ~ P"^900 J*"e salpicos, alpaca:
    a 1800 todas pretas e lavradas de branco, mennos
    , outras muitas fazendas apropri das, que s*
    LAZINHAS A 360 0 COVADO. j veude por menos doque em outra qualque-
    0 PavSo vende bonitas lazinhas transpa- Parte-
    rentes com palminhas a 360 r&s o covado, I MADAPOLOES ENFESTADOS
    ditas ditas indianas com lindos dezenhos, j a 39000
    tanto em listras como em quadros a 280 rs.' 0 Pavao vende pacasde aaadapaUo enfes
    tcdo com 12 jardas a 39, dko a %DS00, diu
    o covado, e grande sortimento de alpacas e
    lazinhas de 400 a 800 reis.
    com 20 jardas a 59, 59500 e 6C000, ditr
    com 24 jardas de59 ate 89 e 10, sendo o
    mais finos que tem vindo ao mere do.
    AlgodSozinho a 4rOOO.
    CHITAS DE CORES
    d 200, 240, 280 e 320 rs.
    0 Pavao vende um grande sortimento de |
    bonitascbitas tanto claras como escuras e! j ,- .
    vende de 200 ate 320 rs., assim como ditas ?.PavSo ve?de ** de algodaozmt.
    com listras aolado muito finas a 360 e 400 muito *P* d,t0 a 59 e 69.
    rs., finissimas percales mindinhas com lin-
    r^is, garantindo
    dos dezenhos a 360 e 400
    serem todas de cores fixas.
    COBERTAS A 29, 29500, 39, 49.
    0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
    com ramagem grauda, pelos baratos precos
    de 29,29500, 39e 49, ditas encarnadas gostos, claros e escuros a 53, ditos de 69
    forfadas a 59, ditas defusto branco e de cor' 79, 89, ate" 169, superiores casemiras fran
    com barras a 49 e 59, ditas de crochd para [ cezas 0 inglezas, para covado, de 39500 at*
    cama de noivo a 69, ditas muito rlcas a 169,! 6(3, paunos pretos e de cores dos mais bara
    ditas de damasco a emita^ao de seda a 109 tos e mais finos que tem vindo ao mercado
    TAPETES
    CORTES DECASEMIRA A 59-
    0 Pavao vende um grande sortimento dt
    cortes de casemira para calces, com boni tc -.
    e 149.
    PuatSes
    0 Pavao vende fustoes braneos e de cores,
    por precis muito razoaveis.
    Roapa feita
    0 Pavao, tem constanlemente um grande
    sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao sortimento de roupas fettaspara homem, qu*
    mercado, tanto para roupa de criancas como [ vende por preco muito em conta, como se
    para vestidos e roupas de homem,^e vende jam 1
    pelo barato preco de 560 ate* 19, 0 covado.
    RRAMANTES
    a 19600, 20200 e 29500.
    0 Pavao vende bramantes de algodSo com
    10 palmos de largura para lenc6es, pelo ba-
    rato preco de 19600, dito de liuho com a
    mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito
    Cortes de chita a *9, 29500 e
    94000.
    0 Pavao vende cortes de cbitas ascuras e
    claras com 10 covadoscada c6rte, pejo ba-
    ratismo preco de 29, 29500 e 39000.
    CORTES DE BRIM A 19400.
    0 Pav8o vende cdrtes de brim pardo para
    calca, a 19400. Ditos de cor, fazenda mui-
    to boa,a 19600.
    Espartilhos a U e 4^000. *ooo
    CaIras de brim de cores de 29500 ate"5>
    Ditas de casemira escura a 39500.
    Palitots da mesma fazend a 49500.
    Calcas de brim pardo de 29 ate 5(5.
    Dit s de casemira de c6r de 7|$ ate 124
    Ditas de casemira preta de 79 tti 144.
    Palitots de panno preto de 49 ate" 12f
    Fraques de panno preto fino de 209 at*
    859000.
    Calces brancas de linbo de 49 ate" 79.
    Colletes de casemira de cor de 39000 at*
    59000.
    Ditos de dita preta de 49 ate* 79.
    Cartes de 1ft a IcOOO
    0 Pavao vende bonitos cortes de lasinhas
    padroes miudinhos com lindas cores, tendo
    15 covados cada c6rte, pelo barato preco da
    Da mais nova e superior qualidade vendem :
    Barlb I m\\ k C.
    SI-Rua I-arga do Rosa rio3-1
    Machinas para fazer limas
    Machinas para fazer limas
    *ifrlrw.# 34-Rua Larga do Rosarlo-34
    Lindas las escocezas.
    Do varioe padrdes, e inteiramente modernas, a
    360 rs o covado : na rua Primeiro de Marco
    antiga de Crespo n. 13, loja das dolitmnas, de An-
    tonio Cferreta de Va Asnnicas verdadeiras
    Bichas hambnrgueias uhe Vem a esle mercado'
    na rur Marnad dfe {fflfdajj. Si
    -se nm bom Tanriolet rj?/qTHtro
    0 Pavao vende os mais modernos esparti- CORTES DE ORGANDY A 39tt0 e 39800.
    lbos, proprios para senhoras 9 meninas, 0 Pavfin vende corte de orfandy braacc,
    pelos baratissimos pregos de 39 e 49000.' com listras e quadruihos, sendo fazenda mui-
    Ditos muito superiores, braneos e de c6r, a! to fina. pelos baratissimos precoa fie 89
    59 e 69000. 139500 o c6rte.
    Ceroulas francezas de linho ealgodAo, para todos osprecas e qualidades, assin
    como grande sortimento de moias cruas, camisas, colermhos, que tudo se vende po-
    precoa muit-> r>zoaveis.
    CfMipeos altos para homem, pello de seda :
    vende se na rua do vigario n. 17, primeiro andar,
    pelo taratissimo prtyo de 8#000 cStdanm.
    --''Vtedfe'se^^sas tis ttra _
    orfhutfWa Cmco Poato) n. I
    aritt"d 8. ftWJ,'fbntt,4 d
    eaarna'dp
    rddas : narua de &-<&oncalo n. 29v to- [fraUr M ma do R9sario n. 56, em frente a
    . brado so lade da igreja. > do Aragao
    I 0. G. Byk.
    Tem para veid :
    Oognw de Henneasy, anaarlar e ttMafctrt
    Vinho Kares dasWKIaor^^nilHMdw.
    wSay*8*
    armaiemdartu do Commercio a. 16,
    :kvx:
    I



    rfttf* j^m#ir^%w ^o4wtetf*f AM&
    7

    ..
    kfrnwRi
    Fazendas finas
    UNIGOS ACENTES
    Rua do Barao da Victoria d. 28
    V2 maifi simples, aa mais baratas e as nielhores do mundo!
    Na exposicao de Paris, em 1867, foi concedido a
    Ettas Howe Junior, a medalha de ouro e a cohdecora- j
    q*o 4a Legiao del Honra, por serem as macbiuas mais per. >
    fettasdornuiwte.
    A medalha de onro, conferida a E. Eowe Junior, nos
    Estados-Uoidos, por ser oinyeutor da macbina de cos-
    tura.
    Lonrenc^ Pcreira ItT&iides ituarSies
    Declara aos'seus freguezcs que tem resplviio fazcr uma granJe Jiquida^fto, ate"
    lira do corf cute anno.

    A SABER
    CAMBRAIAS BRAHMS A 39000;
    Vende-se pecas decambfaia Branca, tapa-
    da e transparent, a 3$, 3#500, i$000 e
    53)000.
    LASINHAS A 200 RS.
    Vende-se lasintias para vestidos, u200,
    1 320 e 500 rs. o cova.lo.
    ALPACAS AQ40-RS.
    Vend-se alpacas do cdres com lislrasa OiO se vende tnuito barato para liquidar.
    e 800 rs. o covado. TOALHAS A 800 RS.
    GRA JtACINR A 60* 116. Vende-se toamas. felpudas, a 800 rs. cada
    Vendd-scgranadlnc preta com lislras de'uma. I.engos brnncos, a 2*5000 a duzia, e
    cores, para vestidos, a 800 rs. o co- 3JW00 abainhaJos, fazenda que vende-se
    vado. 'por5g000.
    POOTEll.N'A JAPONt'ZAA 19800. GRAVATASTRETAS A 500 RS.
    Vende se gravatas pretas-,
    Ditos depjlha, a 2, SiflOOO e 4&000.
    Ditos de massa, a 40600'.
    PEllFUMARIAS E LIQUIDACAO.
    Vende-se sabonetes de diversos tanianhos,
    a 120, 200 e 240 e 820 rs., todo bom.
    Frasco de banjja, a 160, 320 e 400 rs.
    Frascos com aguadecolonia, a 240 e 320
    rs. cada utti. EWtros muitos cxtractos que
    estas machiiias.
    Vende-se uma fazcnda nova com listas,, Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
    A medalha de ouro na exposicao de Londres.acreditam.com o nome do poupelina japoneza, propria tasde cores a 200 rs.
    , para vestidos de sen boras, a 10800 o co- Chape'os para boptisados de mcnmos, a
    vado. Todas estas Xazendas sao vcndidas no 30000.
    Bazar Hacional, d rua da Imper um n. 72.' BENGALAS E CHtCOTES A 800 RS.
    CORTES DECASSA A 205 0, Vende-se beugalas e chrcotes, a 800 rs.
    Vende se cortes de cassa para vestidos, cada uma, para liquidar.
    Cabe-oos o detw de aiinuneU*' que a corapanhia das macoinas de Howe de Nova- com j ovndos, a 27500.
    j.-a, astabeleeeu aestd oidade m rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia. cUITaS LAUGAS A 240 Rs.
    **rii, para em Permatobonn g cia*s provinciaese venderem as afamadas macbina* de cos-1 Vonde-sc chitas francezas, largas, de cdrea
    ra de Ho'ffe. ErtaS maewnas sao justamente apreciadas cIa pcrfeicao do sou traba&o, fijJs^ fl- 240, 300, 320 c :KiO rs. o co-0
    * > e*la introduces dos jtiev aperfeicoados apparelhos, estawios actualmeBte babilitade* a j CASSAS DE CORES A260RS.
    "reeer *< exrin; puWieo as memWes machinas do murido. Vende-se cassas. fruueezas finas de cores,,
    As vanfagens destccs rnatMws, sao as segmntes: a mo, 320tar to 0 covado.
    f rieAifa.0 pibMcb saM-^v* ellassa duradonraa, f ara ista prwa inconlestavel, a
    SAIAS A 2-JOOO
    Vende-se saias brancas com
    res, a 23000.
    CHITAS PARA COBCRTA
    I:
    ?


    \
    Vende-*e chitas par cob'ertaS, a 280 e
    360 rs. o covado.
    I.SIEIAS PARA HOMpNS A 60000 A DEZU.
    Vende-se meias cruas ver
    a 60000 a duzia
    raiastanetfi de nunca terem aiuwirecide no mercado raacbiinas d Howe em segun-
    ' BJdO.
    S|iHiida.~^t*.<8 o. awtoriai precisapararepararqualquer deserranjo.
    TarcG*a.T-rlioeilas: nwyiot 4rto&o ptre as diveasas pe^as, e aenos rapid* estrago
    ma Da owtras.
    Qbarta.Formaaa oponto como se (or& ferto i reao.
    ^ointa.-r-tParmitta<|e se eiamine o tmbalfco decrmbos os fios, o que so naooonsegu
    * octras.
    SartOrf-i^aHem post* miudo em casemira, atrawessanrio o fie de um a o^ro lado,
    so am segjiij** saw nodificir-ie a tensao da linba, cozem a fazenda mais
    !etim.0 compres$ " Riiiha ao comber nva costura.
    Oitaers.r-Maitas oompauhias de macbiuas-de -costura, tem tiio epocas de grandeza e
    K-.adeJa.
    -- danoas radicaes parapederem substitair : entretaoto a companbia das machinas de Hove;
    ipiando. a opiraio'deSliaa Howe, mestre *m artes mecbanieaa, tflto eonstantemBBtaj
    scmentado 0 seu *ricov e faeje- no afteade a proeura, posto qe fa?a 606 maehiaaS; -W. .^0. *^0o es^w.
    v- M \
    tit macbiea aann*iih*liTfttoii 00m inatrrMwia* em: nortneaez.
    Rua 4. tie W. 7 A.
    DE
    Cordeiro Simoes & C.
    R' esta cwa, ?em duvida, uma das que hoje.
    pode com primazia apresentar aos seus freguczes
    am variadisgimo sorlimento de fazendas finas pa-
    ra grand* toilette ; asJira como," para 0 use ordi-
    narw de todas as classes, e por prejos vantajo-
    os para os compradore?, de cujas fazem um pe-
    queno resumo.
    Mandam ftzoDdas as casas dos pretendentes,
    para o ane lern 0 pewoal necessario e d5o amos-
    Iras niediante penhor.
    Cortes de seda 4e lindas cores.
    Ditos de gorgurao de cores.
    Grosdenaple de todas as cores.
    Goiforio brailco e preto.
    Selim Macau prelo e de core?.
    Grosdeuaples idem idem.
    Velpao preto.
    Gratradihe, ?eda preta e colismasrt de cures lin-
    . dissimas padrSes e fazenda da ultima moda.
    Popelinas de lindos padroes.
    Pil6 de seda bianco e prelo.
    Ricas basquinas de seda.
    Mantas brasiteiraa.
    Coichas de seda para noivos.
    Cortes de cambraia branca com lindos bordados.
    Capellas e mantos para n ivas.
    Riilirissmio sorlimento de las com listras de seda.
    Cambraias de cures
    Ditaa maripoiaf, braneas e de c6res.
    rtanjuck de lindos padroe9.
    Baplisla de padroes mui delicados.
    Percallnes de quadros pretds e branco?, de lis-
    lras, ce.
    Brins de linho de ceres, proprios para vestidos
    com barra e listras.
    Fuslao de lindas cotes.
    Casaqninbos de Ki e dp lodas a? cures, para se-
    nhoras.
    Saia? bordadas par* senhoras
    Gaiuisa* idem idem
    Ditas brancas finas, a' 2*,00, 30000 rg CSf'
    i *0OOO. ; Chapeos para ditos.
    f Calcasde brim pardo'e de eW*s, a 20006'.Toawas-s gnardanapos atlamascados de linho de
    bairas de CO- e 20500. $&* pra mesa
    A' rua do Cabt Aal A.
    Os proprietaries da 'tirUm*, no iaiuito 4e
    cdnservar o bom conccilo qay respeita^el publico, distinguiBdo p seu estabeleci-
    menlo dos mais que negociam no mesroo genero,
    veem scientiflcar aos sens boos freguezes qua pre-
    veniram aos seus correspondenies nas diw&. par-
    cas d'Europa para lhes enriarem por todes os pa-
    quetes os objectos de luxo e bom gosto, que e-
    jam mais bem aceitos pelas socied;.det elegantes
    daquelles paiaes, vi?lo apron'mar se 0 lempo de
    festa, em que 0 belto sexo desta iinda Veneia
    mais ostent* a riqueza de suas toilleites ; e co-
    mo ja recebessem pels paquele frauccz divers
    artigos da ultima moda, veem pa'.cntear aiguns
    d'entre elles que se lornam mais rccnmuiendaveit,
    esperando do respeitavel pnblico a costumada
    concurrencia.
    Aderecos de larlaruga os mais lindos que teem
    vindo ao mercado.
    Albuns com ricas capas de madreperola e de
    velludo, sendo diversos lamanbos e baratos pre-
    SUANDE LIQLIDACAO DE ROUPA FEITA
    Vende-se ceroulas de-algodao, a 10000.
    Ditas de linho, a 10800s 0 2?000.
    ;.-Camisas de chitas-tfiiirs, a IffOOO.
    Ditas do peilo de cores, a 22000,
    A 280 RS.
    i.las de casemira de cores e preta, a ^rSSdus bordados.
    60, 70 00 e 80000;
    Palit6tsd alpacas de cores, a i05OO.
    Ditos pretos, a 30000 c ZWSOO.
    Ditbs de casermrh- de cores, a 40
    daderras, para \ G0OOO
    a qua} vat
    homens,
    80000,
    CHALES DE LA A 800 RS.-
    Vende-se cbales de'la^ a 300 rs.-cada
    um.
    CHITAS FLNAS A 400 RS.
    Vende-se chita* fwias de camyo large, fa-
    50000, 60500
    M7cbmas.o^tr'ora"VQpuiaros,saor^^ua^ o*m Mfrwam^'1* u;to.boa, a 4,00 rs, 0 covado.
    hahvietoa 00m ingtruepjes em^ portugsai.
    CHALES DE MERUNO" A2JJ000.
    Vende-se cbales de merin6 estampados, a
    i, 30, 40000 C-80VOO.
    DRos de listras a 50OOO* BRINS EM CORTES A 10300
    Vende-se cortes de brifft ^de cOrcs eparth),
    a 10300, para liquidar.
    10600.
    a 10069-6-
    Ditos ^tos pretos,
    80OOO-. ,
    CoWetes de casemira dc cores, a 20, 30
    40000.
    Caarisas de^latiellfi, de core<=, a 20000 e
    20900-
    AE<>Ot)AO A 40000.
    Vende-se p^caVdcafj&ilaoV *0, 50' e
    60000.
    Camisas bordadas para homem.
    Meias de eores para homens e mcuinos.
    Goiuplelo sorlimento de chapeos de sol para ho-
    mens e, senhoras, com cabo de marfim.
    Merino' de cores para vestidos.
    Dito' prelo.
    Atoamaio de linho e algodao para toalhas.
    Atwalhadp pardo.
    Brins de linlio bradco, preto e de cores.
    Setim de findas cOres e com listras
    Chalrt de -merino de cores epteto*.
    DifaaJ de casemira,
    I Ditos, de seda preU e de cores.
    j Dito do touquim.
    [Camisjis de linho.
    . Ditas de chits.
    Ditas' de flanella.
    do Barao- d* Vietoria n.


    30JKWO e 30P00.
    MfiPOHTOS-'-
    r\"a lojade Soares Leite Irmaos, k rua do Barao da
    Victoria m. 2.
    ^a^aa- de peito*a com pequano toqua,; Espelhos de moldur* dourada, de todce
    iOO OB;tamanhos e preces.
    '.r>toadura6 para collate, grande sorti-

    -.-nw a 12tt rs.
    .Msa de. Linba de marca, a 200 rs.
    Lamparinas-4#azvdando uma lux muito
    - ?,at0OOO.
    Dusie de pec^s, de eordao imperial, a
    ; -0 rs.
    jixa & bottes de osso para calc^a, a
    too rs.
    Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
    400 rat
    Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
    Ha -aiis de linha com 40 novello?, a 000 rs.
    Meios aderecos com camafeu, a ft#0 rs.
    THtrafa detinta rora ertra-fina a Potes com dita ingJena, preta,' a 100 e
    6*.
    Cmkv de pennas Perry, muito boas, a
    .0000..
    ideraiidem^ a*O0 ra.
    "aixa de enveloppestorjadosi a 80# re;
    idem idem forradbs, ailOOrs.
    ^iii 1 de papel amisade, beira do arada,
    800 rs.
    dem idem idem Hsa, a 600 rs.
    Duzia de talheres cabc branco, 2 B., a
    69600'
    Resma de papel pautado, a 40006
    50800.
    Mem idem liso, a 20806, 30800 e 50000.
    PERFUMARIAS E MIUDEAS.
    Fragco com oleo Onza verdadeiro, a
    10000.
    Idem com tonioo de Kemp, verdadeiro, a
    10000.
    Garrafade aguaflorida verdadeira a 10200
    Garrafa d'agua japoueza,; a 10000.
    Idem idem divina, a 10000.
    Idem idem Magdalena (novidade) a
    10200-
    Caixa de pos para denies, a 200 rs.
    Idem idem de pos cbiaes, muito bem, a
    500 r. e 10000.
    Pote.com.opiate de Rieger, Rimel e Gnov
    ne!r 190001
    Duzia de sabonetes de amendoa, a
    30600.
    Duzia de sabonetes de anjinbo trauspareu-
    tes,a 20*00.
    Idem idem com fidrc-s, a 10500.
    Sabonetes Glyceriao transparentei. a
    1000.
    C0BRHTA8 DE CHITA
    Vende-se cobertas de cbtta
    2066Ov
    BRIM PARDO E DE CORES'A WJO S:
    Vende-se'brim pardo e de cores, para rou-
    pa de homens e meninos, a 400 rs. 0 cova-
    do, para lfguidar.
    COLTAS DE CORES A 20000.
    Vende-secolias de cores para c-atna, a"20',
    0 40000.
    TRAifSWREIfTES PAHV CADF1RAS A
    10500.
    Vende-se transparoiites para
    10500, para liquidar.
    B0NCTS"A500 RS.
    Vende-se bonets de-seda para
    ! Ceroulas de brim e algodao.
    CASISHHA l>K iC(iH^A< 25aOJ j Damasco de la de cores.
    V-eade-se casemira de c res, a 20300 eiPannc* de crochet para cadeira, sofa e consollos.
    envA Coldias dc dtto.
    wwnm. TarWsma de todas as cSref.
    *UAW*LAAJ--A J?j(JO. Espartilhos lisos e bordados.
    Vndf.'-se epocas de-ii.i.iamiifl eirfestadO. ] Foulard' de seda.
    a 30000. aaqeo j Gasacos a tricot.
    13MM v!Ri<-oS Wtes de veslidos de llnhs para senhora,
    WTO *j de di lersas cores, com os competentes enfei-
    tes, ultima moda.
    i Casemiras j.retas e de cures, chitas, madapoloes
    Dho iaglezi-a ifl00, liSv&T .j
    georii.
    ROTl^iV* A: 43>500.
    Vaude se bouaas fta>ra swiorf e meniuas,
    a 40JWO, .50,ei60OO6.
    DiUs do.euiiar, a 2Jr.no 0.
    Sapatos-de tapete, a lj-ooO.
    Ditos de lran5,-a-108OO 20000.
    cambraias, panno flno preto c azul, collarinhos.
    Suntius; gravatas, luvas de pellica, dilas d fio
    e Escflcia, brancas e de dores, tapetes de todos
    os tamanhos, bolsas de viagem, etc. etc.
    Na-foja do Passo, rua Pruneiro de Marco n.
    A, aqtiga do Crespo. _____________^
    L
    m-mmrt. a 10000,
    Vended'brarrtiarrte com 10 palmos d |
    catieiras, a(larjrura, para"Ifenrti. a ir>00O e 20500
    jmetroi E!outfaiS tncitSs fazrjfidas propria j
    dorhercado,' qtte sevetifie sem reserva, de'
    homens, a preco, para Hquidar ate" o tim <}i corrente;
    'aqno, por ftso conwinfi aos compradores SOP-'
    IIIJ
    Eeoiiomia notavel
    90s.
    Aderecos completos de borracha pr. pnos para
    ltto, lambcm se vendem meios aderecos muito bo-
    niios.
    Bot5es de setim preto e de eores para ornato de
    vestidos de ser.hora ; umbem leni para eoliele e
    palitot.
    Bolsas para senhoras, exisW um bello scrlimen-
    lo de seda, de palha, dc chagrim, etc, el:., por
    barato preco.
    Bonecas de todos os Umanhos, tanto de looja
    como de ceia, de borracha e de massa ; chama-
    mos a aitencao das Exnias. Sras. para este artigo,
    pois as vezes tornanwe as criancas um ponco im-
    periinentes por falta de um obiecto que a* en-
    tretenbara.
    Camisas de linho lisas e com peitos b<.rdados
    para homem, vendem se por preco commodo.
    Ceroula; de linho c de algodSc, de diversos pre-
    cos.
    Caixinhas cum musica, 0 que ha de mais lindo,
    com disticos nas larapas e proprios para presen-
    les.
    Coques os inais modernos e de divernvs fcrma-
    tos.
    Cbapeospara sothora. Reeeberam nm sorlimenlo
    da ultima moda, tanto. para seuliura, como para
    meninos.
    Capellas simples e com veo para noivas.
    lalrks bordadas para meninas.
    Euiremeios cstampados e bordadot, de i;nd'.s
    desenhos.
    Escovas clectjicas para denies, tern a prcfrie-
    dade de evitar a carie dos denies.
    Franjas de seda pretas e de wires, exile on
    yrande sorlimento de divercas larguras e Laraio
    proro.
    Fitas de saija, de gorgurao, do. selim e de eta-
    malote, dc diversas larguras e bonitas cores.
    Fachas de gnrgufao niuilo lindas.
    Flores ai tiiiciaes. A.Piedilecta priina cm cn-
    servar sempre um bello e grande sortinento des-
    las Do cs, nao so para enfale dos tvbrllos, cmo
    tambem para ornato dc vestido de noivas.
    Galoes de algodao. de la e de seda, branco?. pre-
    tos e de diversas cures.
    Gravatas de seda para homem e renhora*.
    Lacos de cambraia e de seda de dltt-rsas cores
    para senhora.
    Ligas de seda de cures e brancas bBWadae para
    noiva,
    Livros para uuvir missa, com capas ce madre-
    perola, marfim, os-o e velludo, ludo que ha de
    bom.
    Pentes de tariaruga e marfim para al^ar o- ca-
    bel os ; teem Umbem para tirar cassa?.
    Port bouquet. Um bello scriimento do madre-
    perola, marnm, dsso c donrados pr barato preco.
    Perrumarias. Nestc arligo esta a Pnddecfa lt
    nrovtda, nao so em extractosj coin jbi oloos
    baahas dos nielhuies odures, dos mais r/amado'
    fabricantes, Loubin, Piver, Suciedade Hj,iri?a
    Coudr'ay, Gosnet e Rimel ; sao Indispcnaav. rr.r
    a festa.
    Saias bordadas para senhora, por c
    preco.
    Sapatinhos dc la e de setim bordados,;
    tisados.
    Tapeles. Recebeu a Predil cla um bou.
    raento de diversos tamauhos, unlo para
    mo para enlrada de saias.
    Vestimentas para, bapUsado 0 que ha i
    gosto e os mais modernos, recebeu a Pre-
    vende por baratu pre;o, para licar ao rk...
    qualquer bolsa.
    Rua do Cabuga u. 1
    500 rs.
    CHAPEOS A 89500. jtiretn-se4e fairendas baratas; para a preseo- YoY 2iSO0O COIIipra-Se Um
    Vende-se chape'os de castor para n enmos teifissta^ue estil na'porta; i rue da Tmperatriz i o e c a a
    e homens, a 23J500 e 30000. n. 72. Barr ??acifjual. Valor Cle OO^OUU.
    0 Memorial Pemambucano para 1874
    custa apenas 20000,
    Com este diminuto preco dispensa se :
    5(10 rs. custj de uma fulhinha.
    20^000 custo de uma Taboa de Camblo sobre
    E* seurprc assin.
    Quando pareee ter-se eegoUdo 0 reperto^odi|dt,anzinha9 com listras estampadas ptlo diminuto ^J^f?^
    modas, peia immensidade qae tem apptrecido, eis que us veihos e ansa-
    veis correspondenles da Nova Esperanga, a rua
    Duque de Casias or 63, desoobrem ontros !no
    mundo elegaate, aonde se constrvam escogitando
    miouciosameuto asjbovas iuven^oes ; rdiuettem
    para, a >ova-Especan>;a. e antoptsarp na a dizer
    aos seus freguezes e especialmente ao bello sexo
    Sue nao creiam errital : e para prova evideBte
    0 que acabi a ex pur, vejaaa 0, que abaaxo se
    descreve :
    BHANfJAES para nrissa, com capa de madreperela
    ou lariaruga, leudo no cestro da capa
    , um pequeno relogio perfeito reguu-
    dor.
    CARTEIRAS, pot cliarutos, port cigarros*' peels
    moneys bo mesmo goto.
    CARTE1RAS para nolas com capa do marfim, mar
    dreperola e tariaruga, earn 0 distico
    Lembranca.
    BOLSAS psra senhora, 0 methor qne tem: viaAo a
    este raereaioi de. diversio*' tamtmhos,
    qjialidades e modelus de nova inven-
    Gaixa cow sabonetes, formato de fruews, HOT **W*^^JT*^"**'*
    tores.
    Lindas e elegantes caiiiubaacOm periuma-
    rlas, proprias para ptesenhjs,, do? autores
    Coques modernos, a 00040.
    ikrriwdei^ag de trancas de catacol
    eranca, a 400 rs. B. Codray, Rieger, GeU4 Freres.etc.
    Idem idem lisas, a 200 rs. Ojuadr Leques deosso e sandajo, a 20OlOOf'AlrTdas.
    (.J6O00. I Entwaleio* e babados traasparentes'e'ta-
    PUA da veHtido de todas a's cores e largo;-Jriaiaa.
    -. ^^ V Umaignande tabolata 1 propria para ^*aV
    tticroscopios com 12 visttS,!*'69000^ (Juerioja;.
    Fiasco ami oliea para'itmhfcnaa4aOTS.
    I!im k Barao d Victoria d. 28.
    _

    .....i
    .^.i i------------
    -




    ia
    que
    . !
    ".assaULipadroesnovos,' e de mais gosto ,
    i viurir/ao .marca^o, sd na tui do' P i^lija $'&*BTr(Sf*M-naWe>; pM' dfmitra
    orec*flte'l09 jovadc>' <
    nep uem fraeneiesf <|e riytaoaka
    |Fdritt!iaJ d^'a-famta
    Vende-se superior farioba do .raruta, tanto, ejn'
    oortSeSCOTil'l a retalh'o, prJ^'breeo qrfe' *dmtA,
    -isto sua qhaliOaa* ; dep3gl1: nossegoimee lu- '
    gares: ruaido Vigario o. Ki'. rua do Amoilm n.
    j8^ travessa da rua das Crores n. 4, a 508 rs. a
    libraaretalho.
    VENDE-SE
    Os verdadeiros
    idi

    0
    cma casa na villa de Barreiros, na rua do Com- [
    merclo, por preco moaico : aTr^lar ceffl TassoT
    lrmaes C
    das D)areas
    _ Chambdrtia jq?
    Fonutard
    Virits
    Volnay
    Beanne
    Mootbeiie
    Dito Bordeaux em quartolias.
    Vende-se pof barato pre^>
    PARA LIQUIDA&AQ DE CONTAS
    NA
    LarSa d rIo 3#.
    Botica.

    nnA ikaa esnecialidades-para-as'nfiivasj'
    a 10000 e 19500. ,CAIXINHAS edm musicas esera. ella* propfias
    Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e. para presentes.
    800 rs. E outros'de inteira novidade.
    Frasoo com agua da colagne, a 200, 320, i JJ oQlft' OS meainOS.
    S00 re. e 1,^00. I A jjova Esperanca, a mar&Nae de Cata.Bi
    EatractOfi muito linos dos melbores au- 63, recenemos bonecas da borracha de formatos
    inteiramente uoyos : os meninos muito aprecia'rSo
    ee brinqUedb,^. .,
    imr gosu
    _ tdinltte,
    pftsseio' a TfbVa EspeTahe> a' hia 'do
    xlas n. 63, porque e a loja de- aiut
    completo estitm 6..rtKiicnij,e qujmai*ovJda-
    dee apresenta ao pulijico em geral.
    E e0 as flw9stau
    A Sova EspeMttCa', a fuaJdb DbqW-Oe'Caxtts
    60, recebeU pel* uttuae vapor, emtBteiro sor-
    defbapaiiipaaaiftwest aeUeajr. v j
    Para crian^a*
    A Nova' ESpettrfca/'a rti* db Dutftfe'de'Cwifls
    r senhora de h
    e com pi eta r e sua
    eco de4O0 re. a covado*
    Ditas com listras- asselinadas a 12000 o co-
    vado.
    OraBadinag'pretas Com lislras tie eores a 800 rs.
    o covado.
    Metins-trancadys prapriesTpar* vostiaa, a 330 rg
    a covado.
    Alpacas de quadros, propVias para vestidos, a
    MO rs. o covado!
    Briaiibraneeytenaypa*a'-e>i;as al*B00a vara.
    Dito tranQado a IjQQO a vaca,.
    Dftoiecoresrl'no--pnroJ a riSOO-a var*.
    Peeiiineha
    Cbaneos de sot de eeda, cabo de canna, a 8^500
    cada'hm, isto todo so non. JCda wa do CSospo.
    tojadasi^ jwrtas. de'GuUherme & Q
    de uma Taboa de Cambio sobre
    jectos, por prejos
    cbt^MOdog:
    'auceeas, de ferru fundido de diver-
    bomtos'Bottos'-
    M*''Kr 12JOO0 custo
    Lisboa.
    itOC.O custo de um livroem branco para assen-
    tos diarios.
    If custo de um regulamenlo do sello.
    3o.500
    0 Memorial Pernambncano, serve
    Para o commeiciu :
    Livro de lenibrau.; s diarias.- Livro de venci-
    mento. Hegistro de leltras Taboas de cambio
    sobre Europa' e Estados- Unidos. Regulamento
    do selto.- Kegulamenlo do correio.
    Para os advugados :
    Lembrancas diarias. Livro9 de contas para
    konorarios.Vencimeutos dos appellos, provimen-
    tos, vista de aulos, etc.
    Para os homens de lettras :
    De Jorrial dtario para relatar acontecimentos no-
    taveis, para as donas de casa :
    De two de despezas. Notas doraesticas, etc.
    LIVRARIA FRANCEZA
    VlARAiNDAS fm
    IS- franeeteW' gralides" e peqner,
    TO dita para tnabailar com gan.'
    moiia e sen)
    .fraaceaas d,e raaupp!.
    'com pea de iero, com
    irr^part'tflesai"
    de-farce'pararjardim, gran
    liACrttoX&S^gelar agjla et^tf'eup ; ItoiJ
    a^WW Sinutoy" artm geloeai1
    P^'6'ftrf0'bar,ttesl"
    IAa08 defame!'ilarafjardrm* graniw epeqn*
    '
    i
    ;i J
    '
    ' uj
    Nao ba- maiS'-catieltos
    trancos.
    Attenqao
    QVende,-se moito baritd a armacio da laverna
    n. OVsna i "rua'Bireita dos Afogadoe : a tratar
    na padaria joato n. 66.___________________
    0
    Vedd6 se por preco conlmodo1 um terreno com'
    W'p^rmosle frente o sesseata de fundo, tendc
    ja alloereesj para duas casas, na rua i de Gervasip
    Pires, defirooto do hospital militar. As pessoas
    Jue preteqderem compra-lo dirijam'se1 a travessa
    as Cfu^esJi. 4, loja de calcados, que ahi acnario
    comqwew tratar.

    itoe.
    Utt>ti&nHo sortiraeMo'de- las mdsisJadasi'e* ed-
    res,' recebeai aiJWra esperahoa, a ruaDuquatdeJ
    Caxiasn. 03.
    Las mescladas.
    ;| I
    "Myrtasda Giasiv-i d* Aoci41 bbjo.ilc
    e*'%'tt!lfeda{t^iil/nil.o .aniw;:'.(to r*
    "o*Mh #' nNlfliU! cWreoh a voruMtoro de Portland'; bafrims
    gg*iea'q>iOflkUi':'no arnmem de Taeso Ir
    .....lift- ii4oiKi6.^a>do?AjK)Jl*
    '-------1--------------- ^'v*M'MdH 3I-------____________________JhuluifcUA. I"
    Terreno a vem}a. 'f M' ^1 tfkWHU 'V%rt^itt,
    e na fctrada deBflberibe, proximo a e-s- C5(ll UU iidllU fClUC"
    i Vende se na e^ada deBeberibe, proximo' a ds-
    t ,iSd db'Porlo daMWeir^'W^iJalrriosde'terra',
    r o patmo ; acba*--.
    ..Jdeira,'.
    i razlo de 11500, it e-SOO
    do-tea meame terrene todw prakto'de da arrores
    f -uctiferas, como sejam : jaqueirasj raangBeiras,
    rjinbeiras, cajueirbsL dendezeiros, etc., etc.' : es
    ireten3ente< -pode'm -'Oftrlgif-s-j ao sitio defronte da
    (stagao acima.
    VENDE-SE
    on arrenda-'se', no estaflo' ern "aw:se' aeha, ttm n-
    Boaa'fregueiia dos RemedioijrfreBamia dosAfe-
    gadas n. '8, ohao 'prpnio, 09Ri-3if palmos' dj
    n-aate e 638 de fuado : os pretepdentes dirijam-
    se' ao seu proprietary na rua (te S. FraiMiseo,
    potpton.10.
    mm 'JsPONEZa,
    Soe unicaapprovada pelas acachmiu^ii1 !
    e^'ceWu;uT0Tiirae*r' de-worto-de ceieiasj'teniftid^'suWHw^ *to*a que
    sernira e alpaea-naralcmotas : modernos ei*r IkM-'^mt^o'.tK^^^ffm^^^
    Chitas a !40 fs. o covado.
    A 0 rs: o covado.
    A J40 rs. o covade.
    Se Wire* Du^ue- de Caxias a 60 A, loja da
    ^m' ___ ., ,
    - -Yfndi-se um cabriolet iMter ie
    s, e um excellfente cavatlapara
    atrp assentdf, e um exceliente caVa'
    po : paVa.vefttacocheira'ArriS ftt
    as
    boticas*#>'
    W^WDfreUa'at 10.
    i i.-
    i ::
    Htol
    la
    Tem siifo aproseiiliiiia m jm'k*
    Duraute o espaco
    DE
    4 0 A N 0 S.
    DE
    RBISTOL
    **,
    CURA OS CASOS MAIS DESESPEU.'.noS I
    A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri-
    fica a massa do sangue, expelle pan fort
    todas as materias e fezes viciosas c it. uuras,
    pegula todas as secrecoes, di vital, iadee
    energia a todos os orgios e di fun;.i vi-
    gor ao systama afira de poder mclli i : .-is-
    lir a todos os ataques da enfermi.l. E'
    pois este um rem4dio constitution... '
    nunca distroeafim de poder curai : . constantemente assitte a natureza. ft i: nto
    em todas as doencas conati/ucioni.v. m :o-
    das-as moleslias locoes dependent*. H-
    tadovicioso e imperfeito dosyni-i .. ^ mge-
    ral, achar-se-ha que a IWM4 '- E
    Bristol 6 um remedio seguro e efli ississi-
    OQjo, possuindo inestimveis e ineont -.a-.7
    . vrtudes.
    ! As curas milagrosas de
    Escrofulas,
    1'leer as,
    ENFERAllDAD5ES* *YPrifS" iCAS
    ERYSIFEUS,
    RHEtJ!ATISMO,,
    NEVRALGIAS,
    ESCORBCTO,
    ETC., ET(L, ETC.,
    rtem geangeadOi e dado o alto renome i
    Salsaparrilha do Bristol
    todas as paries do uni verso, sao tao so-
    mente devidas A
    UNICa LttrTtMK'e ORIGINAL
    Salsogartmu de mistoi
    BA JVARMACiA tENTRAL
    V&AIAOSS IlCrDBTASTES

    Tiiila, cha e fumo
    ATtosaBranca tem os mais lindos ptdroes de* er estahalecer com pouco capital : a trattr na
    u-bpa fazeda, e manda levar nas casas : a rua mesma.
    da Imperatriz n. 36, loja da Roaa Branca.

    f i^tbio Rttstico
    lesuitismb ehi Pemantbuco.,
    ; A' venda na .livrarJa.Eoonomica.A- rua Pri- l*WH W* WW
    meiro d( Matcbl'ina'livKaria IndrMrlal, a rna do A |Roa Branca tem dm rico sortlmento desta earrbras de4 Foda8,prtwriM.par atca*Uw oa
    Barao da TfeToria, e Hi tvporrapWla Cotrfnvrcial fazenda i maudit tevar nas casas a rua da Im- estacae para carregar assucar : a tratar #a fua
    i rua estreHa do Rosario n. 12. Preco 8*0001 poratrtt q. 30; Augusta n. 248.
    Amaral Nahuco & C vende* tidtas efisaline -
    Loiion wgetale park tingir de pretes dbeiios, e
    que se conbece de mais-*tU e commodo, nao se
    ao rnodo de emprega.lo, como no resultado que
    se obtem, Cha verde e preto chejjjado ultimamend
    Ai'Brom' B^tt6a1feBt4--qtiw
    MWmr M sfe* trttB-flB. ^ ..AofJJA 1 Vende-e a xm*$me pertonoas da Uverna
    JgLAy lull paid VGollUO. do pateo do Terco n. 11 propria para quern se qui-
    Bois para carroca,
    Vende-se -dous beis maasos e gardes e duat


    u
    %
    T~


    8
    Oiario de Pem&ffibuoo Domingo ll de Janeiro de 1674.
    =
    LITTERATURA.
    =
    SOCIEDADE PATRIOTICA DOZE DE SE
    TEUBRO.
    MSCURSO PRONTNCIAOO PELO SR. DR. MA-
    NOEL 00 NASCIME5T0 MVCHADO PORTELLA,
    NA ABEKTUUA DA EXPOSNJiO DE PRODUCTOS
    AGRICOLAS, A 2 DE DEZEMBRO DE 1873.
    :Conclusio)
    Sua poderosa rival nvantaja-se nascondirOes
    seguintes : 6 cultivada no proprio, ou proxi-
    mo, lugar do consumo, evitando o gasto de
    transporte, degeneracaO do gonero e outros
    rauitns inconvenicntes aquo esta sujoito o as-
    sucar de canna ; a fabricacSo & feita com tul
    pericia que nao deixa perder utn atomo,
    para assim dizer da raateria extractive : i
    barata a mio de obra na industria europda.
    Fntro n6s d tudo o contrario.
    So podem avaliar os trabalhos edifficul-
    dades com que luta o lavrador de ca.inas,
    desdo ) a'cto do prepsro das terras ate" o
    ponto de rereietter para o mercado o assu-
    car, aquellcs que ?e dedicara a este geoero
    de industria. V iraperir-.ia do trabalhador,
    a imperfeicao do? itistrumentos agrarios, a
    falta de bow apparelho para a parte pro-
    priamente industrial, a escaseez de capitaos,
    a elevacao dos juros, a carencin da oflicinas
    para reparo dos instrutientos, sao cousas
    contiecidas de todos, e nflo merecam que
    sobre ellas me demore para domonstrar que,
    nSo obstante a rtqijeza natural da canna,
    vivo ella em contimn r-oncurrenda com a
    baterraba, cuja. culttira caia vez augmenta
    ma is.
    <'omo, pois, do uma Industria, que luta
    com tantas diflir.iHades, p^deremos esperar
    resultem lucros, que, accumula dos, formein
    capitaes suflTicientes para feeundar novas jn-
    dustias, e emprozas gran liosos I ?
    "E o que diremos da industria algodoei
    ra I Contra essa milita ainda uma dilfi-
    culdale de outra especie, ee o seu dispen-
    dioso transporte do lugar onde 6" cultivado
    o algodao para aquelle dondo ha de ser ex-
    porta lo para os mercados estrangeiros. Nao
    ha aqui quern ignore que as condicOes de
    maxima parte do nosso solo nas provincias
    do norte podem ser classificadas em duas
    zonas, uma proxima do littoral composto
    de terrenos doalluviao; ahi s5o as planta-
    c5i*s do cannas ; outra mais central e pro-
    xima das abas dessa grande serrania que
    acompanha o mar, e ahi sao as plantacdes
    de algodao, se.n fallar dos terrenos de alem
    serra, no altosertao, que sio tambom ca-
    Voaveis dossa produce,o,
    A cultura do slgodio efeita quasi exclu-
    sjvamente por braros livres. 0 facto e de
    facil expUeacao. Diversamentc do que acon-
    rtece-com a canna o cafe, ctla n3o exige
    nem grandes machinas, nem apparelhos
    r-ustosos, nem vastos edificios. r.em reuniio
    de braces ; pode, e de facto e eiercida iso-
    ladamente por cada familia ou individuo.
    Suas funccdes dao eraprego a todas as tot-
    rss, a todas as idades. Seus mais indis-
    pensaveis apparelhos, o descaroc.ador e a
    prensa, s3o instruments de pouco custo e
    de facil repro, estao mesmo ao alcance de
    todes, cada v n os pede tor, quando n3o
    constituent urn ramo especial de industria
    para uso commiira de uma certa locali-
    dade.
    Ainda outra consideracio psra compro-
    var o merito dessa industria 0 lavrador de
    algodao, por isso mesmo que e um brace
    livre e um optimo consumidor comparado
    com o trabalho escravo, cujo consumo 6 mui-
    toli-m'tadn. E- cousa sabida : o lavrador de
    algodao quando tra7 seu producto ao mer-
    cado volta carregado levando em troca
    obiectos importados nas alfandegas onde
    deixaram os respectivos importes. 0 oom-
    nwrrio sente-se activo e animado na raz5o da
    safra do algodao. Cemo ^, pois, que uma
    industria de tanto ntilidade ha de ficar n-
    tregue a seu propri destino sem merecer a
    protc teccai lhe poderia este dar do que all man-
    do-a dos embara^os do seu penoso transp >r-
    te eelevadofrete?
    Se o Estado nao quer verdesapparecer a
    cultura do algodao nas provincias do norfe,
    cum pre que ]& e 3em demora lhe incurte as
    distancias, proraoven lo e auxiiiando a cons-
    truc;ao de vias ferreas,
    E' em vista de eonsidera<;Oes tao vaiiosas
    e comprovadas pela experiencia, que cada
    tez mais ttrrao a conviccSo de quanto im-
    agricultores da provincia de, aem desespe- Dppois do que dau-se por terminado Oi achj,
    rar di acclo protectora do poder publics, que fot sola nisado pela rnusiaa marcial do
    fazerem por si tanto quanto permittirem 9* batalhao da 1* linha, larrando ea, 6 W-
    suas forces, n8o esquecendo o migico poder cftarel Jose* Vicente Meira de Vasconcellos,
    da associacfio. official do gabinete do Knn. Sr presidents
    ii live occasiao de dizer en uma peca da provincia, a, present* acta, a qua! foi
    official e hoje repito que enccrrada em um tubo de vidro com algu-
    Dariam os agricultores acertado passo se mas mpedas brasileiras, depots de extrahida
    se constituissem em uma grande sociedade por mim, que esta escrevi, uma copra da
    com filiaes parochiaes, e com uma direcc3o mesma acta, que foi devidamente assig-
    desua esoola econfianga para promover tu- nada.
    do quanto possa ser util & bonraJa classe a Heiiriquu Pereira de Lucena, Alvaro Bar-
    que pertencem. Elles que se distinguem balho Uchoa Ca ralcante, Francisco do Re-
    p >r sua moralidade, obediencia ds leis e go Barros Barreto, Antonio Francisco Cor-
    incontestavel patriotismo, e que constituem rea de Araujo, Dr. Augusto Carneiro Mon-
    classe productora por excellencia, mas teiro da Silva Santos, Jose" Tiburcio Pereira
    que sao as vezes victimas- de apreciagdes tio de Magalhaes, Luiz Josi da Silva, Chrysso-
    infundada9, quanto injurious, precisam col lito Ferreira de Castro Cbaves, Autriclino
    locar-se na altura de sou elevado merito e de Castro Si Barreto, Antonio Paulino Ca-
    de sua grande importanch para veneer as ralcante de Albuquerque, Joaquim Lucio
    difficuldades presenles e garantir futuro li- Monteiro da Franca, Joaquim Pedro Barre-
    songeiro. to de Mello Rego. Dr. Francisco Pinto Pes-
    Descufpai-me, senhores, se por tanto soa, Sos6 Vieira de Vasconcellos, Sesinando
    tempo tenho occupado a vossa attenjio di- Sergio dos Santos, Fr. Fidelis Maria de
    zendo-vos aquillo que para v6s nSo e" no- Fognano- Fr. Francisco Maria de Vkencia,
    vidade : desuulpai-o ao menos pela inteioao capucbinbo arcbitecto,padre Antonio Mata-
    com que o faro. quias Karaos de Vasconcelfes, Joaquim Cor-
    Sob o regimen constitutional que feliz- Jei.r0 Wbeiro Campos, Carles Camillo- Car-
    inente impera no Brasil, e- sob a garantia ni, Francisco Xavier Oliveira de Menezes,
    das institutes livres que no* regem, n*o ba *?a Bapt'sta da Rocha Baixa Lins, Fran-
    que turner palo futuro do pattt eisco Coroelio da Fonceca Lima, Austrkli-
    Nao nos firite o patriotismo ea perseve- nhno de rrr,)s GalHndo. Alexandre Ucboa
    rauya-no trabalho, que nada teretnos a in- de Gusmaor Izuloro Ferreira BoteJbo, Ante-
    vejar as outras nagots. nic-Josede Lyra, Fr. Estevao Maria *j
    E assim o feliz ucuntccimento fflue era 2 Hucgria, Joa^iim Auguato Xavier da Maiar jde um passado glori)so e immortal, Dias,
    do dezembro do 1825 den ho Braeili segoro Jose;_Alves Caaiello, Victorino JossCarnei-jiyioiras, Camaroes-e RiabelKnhos, uesses pe-
    dos le Flexmau, elegante como minarotos
    scintilantes de Stambul, poetica como
    eoncepgoes de Chenier, e via, e applaudia e
    oommovia-se ante aquelle tnrbilhao do fu
    maafogoque rasgava-lhe os flancos, le-
    vando alem os estimmulos de sua vida in-
    dustrial e commercial, a iniciacao dc seu
    porvir fecundoe largo, a aspiragao de sua
    idea gigante e rispiciosa : a colonisagflo !
    Ha, sim.e que presenles, 6 ciJade gentil
    dentre as da terra do cruzeiro, que a civili-
    sagSo so derra a pelas iJeas ingentes,
    auaes chispas desse sol fulgente e esplendi-
    do que doura-te -s muros, e anima-te roja-te ao progresso ; emquanto n6s, fifbos
    teus, erguemos o Ubaro immortal do tra-
    balho que e a regeneracao agricola e in-
    dustrial.
    ,Mas... cis que ao sudoeste jl se dese-
    ubam os monies. Guararapes, a com elles
    avultam & mentee i historia, guerroiros in-
    domitos pefo rei epela patria, arrnjando
    balas que sibilam, desfeichando gofpes que
    apavoi.ua, despedindo raios quofulnwnain,
    e depois, em oceawo' de p6, de fogo e furoo,
    degla lios em'punbo, bracejando orpo a
    corpo fente Batavra. Menooratrvo quadro I dos
    tergos indios, negros ebrancos, iguaes nos
    sacriGcios, rvvaes no denodo, irmaos na
    crenga, intensos no amor patric, heroicos
    quaes legendarios gregos e romanos.
    Campeiai, campeiai, 6 leroicos brazdes
    penhor do duragSo das nossas iostttuic^es, r0 .Mnteiro, Francisco Affonso F?rreira,
    saudemos hoje iubilosos, declaramlo'abertaiLu,z Bezerra der Vasconceflos, Francisco de
    ' Castro- Si BarreJO, Anton+o Rodrigues da
    Rocha.
    a presents evposigSo.
    Recife, 2 de dezeonbro de 1873.
    Dr. Manoel do N. Machado PorFelUt.
    DORECIFE A PLYIEHTEIRAS.
    f*PARTE. ,
    Paysagens a vaporGuararapesCa k'de
    S. AgostinhoEscada-amelleirs*~\
    Palmares.
    0 honrsdo pernaiwbucano Dr. Henricjie
    Colouia Isabel.
    Ada do assentamerilodapedra angular do
    edificio destinado ao estabelecimento- dit
    colnnia ayricnlaY&sxuL, oude tein-dk
    serem recolhidos e aducados osorpftaoa
    eengeitadosa cargo- da Santa Casa de' de Lucena, qje tantas- provas tens
    Misericordia do Recife. lexhibido dVaffecto a?soa terra e-i-sua ge
    Anno do Nascimentode Nosso Senhor fe-jte J* dandoimpulsoa^mprezas-existentes-,
    susChristo.de mil e oitocentos setenta eif r' trasaud* e levand* outras-a> cabo, ba
    largo tempc- nutria err. mente a erencao de
    tres, quinquagesimo segundo da indepea>
    ilen :ia e do imperio do Brasil, e no reinado
    de Sua Magestade Imperial o Sr. D. Pedro
    II, aos oito dias do mez de dezembro, nes-
    te districto de Pimenteires, perteacente ii
    freguezia e comarca do Bonito, provincia*
    de Pernambuco, os Eitos% Srs. commenda-
    dor Henrique Pereira de Lucena, presidente
    da provincia, e senadores Alvaro Barbalho
    Ucbda Cavalcante e Franoisco do Rego Bar-
    ros Barreto, os Rvais. frei Estevao Ma-
    ria de Hungria, frei Fidelis Maria
    FogQano, vice prefeito doHospicio da Pe-
    nha, frei Francisco de Vieencia, e o padre
    Antonio Malaquias Ramos e Vasconcellos
    vigario da freguezia de Panellas, os Srs, Dr.
    Antonio Francisco Correa de Araujo, chefe
    de policia da provincia,. Dr. Jose Tiburcio
    Pereira de Magalhaes, deputado provincial
    e chefe da reparticao das obras puWicas,
    uma colonia* agricola da- orphaos-e engeita-
    dos. Esse prejecto do-beneraerito-pernam-
    bucano, apes aigumas contrariedades, aca-
    ba de ser reaKsado em odia 8 d* dezem-
    Jjro, com o assentameoto ds 1^ pedra da
    ok>nia em ?imenteiras.
    Era impossivel que no*, como-oatros ro-
    aaeiros do progresso e civilisacSo pernam-
    Stucana, furtassemos & festo do trabalho de-
    aoocratico que lhe abre- novo borisonte &
    .educagao mowd-eintelleetaal, e asaina aspi-
    iragoes que avigora os- membrosv ffioresce
    ia agricultural amplia a industria e-opulen-
    4a a provincia.
    Pressurosos pois fomos-4 festa do traba-
    lho popular r e, das impressoes colhitlas do
    Recife a Ptmenteiras, daserevemos a Hine-
    xario breve quo se passa aler:
    Prestesera apartida. Do seu tubo gi-
    Dr Francisco Pinto Pessoa, deputado pro^S8"168 mach^ a vapor despedia. aquelle
    vincial. Dr. Antonio Paulino Cavalcante de
    Albuquerme, deputado provincial e j,uiz
    municipal do termo de Caruarii, Joaquim
    Pedro Barreto de Mello Rego, deputado pro-
    vincial. Dr. Luiz Jose" da Silva, 'engenheiro
    encarregado la med+cdo das terras publi-
    cas. Dr. Cryssolito de C>stro Chaves, enge-
    nheiro encarregado dos obras militares* na*
    provincia, capitao Joao Jos6 Bibeiro Cam-
    pos, subdelegado de policia do districto,
    tenonte-coronel Austriclino de Si Barreto v6a afiual,. devora o ospago em WFtigiuosa.
    ruidoso annuociar de vdos frenetieos-, que
    rasgam o espa^o e fintaaa a atnosphera
    de nuvens raultieores & lua do sol que asso-
    mava rubro no horiseate. Quo manhal
    que esplendores, que aromas oceaaicos, que
    oonjuncto de primores desprendia a.ature-
    za americana- & 1 de deeeaabro?
    Mas, os romeiros do progresso- haviam
    invadido o trem ; a locomotiva arranca-se
    ao solo, caminha a principio, coore depois.
    piriosa e a obrigac^o em que
    se acham os
    FOLHETIM.
    LUCSECIA B0SQ1
    MEHORIIIS DE SaTaMAZ
    delegado de policia de Palraares, tenente-co-
    ronel Jose dos Santos o Silva, tenente-coro-
    nel Izidoro Ferreira Botelho o outras raui-
    tas pessoas gradas iuo vSo abaixo assignadas
    e numeroso concurso de povo ; procedeu-se
    a bengao da pedra angular do edirUio no
    loca em que tinha do ser collocada, servin
    do de paranynphos os Exms. Srs. presiden-
    te da provincia, e senadores Alvaro- Raxba-
    lho L'ehoa Cavalcante e Francisco do Reg l
    Barros Barreto, e os Srs. Dr. chefe de po-
    licia, coronel Joaquim Lucio Monteiro da
    Franca e frei Francisco de Vieencia, e ten-
    d officiado no acto o Rvm. frei Fidelis, vi-
    ce-prefeito doHospicio daPenha. Em segui-
    da teve lugar a collocac3o da referida pedra,
    que conterd 33 centiraetros de comprimen-
    to sobre 23 delargura e 10 de altura, ten-
    do em uma das suas faces a iuscripcao
    Oito de Dezembroe na outra 1873v
    desQlada como Mazzepa, ou visoes phanta-
    siosas de Hoffman. Naquelle f-eoatico cor-
    rer prescentem-se as francos orvalhadas dos
    rocios nocturnos, os-coqpeiraes baloucareia
    os cocares fieriveis aos ventos oeeanicos, os-
    cordilheiras vacillarem em os fundamental,
    tudo como um immenso kaleidoscopo.
    A espa^os; do orieate, rompia- uma toada
    agreste ; era o ocaano que gacnia, oscillara
    e rugia ao longe-ao desfazer-se em franjas
    espumosas dos comoros areiantos.do contf-
    nente.
    E na desiilada pbantastica. do invento de
    Fulton, a Veneza brasilica. despertava aos
    raios- fcouxos do sol, alastrada pelas- mar-
    gens do seu diiecto rio, dilatada pela pla-
    nura frondente ao poante, reclinada ao
    dorso marulhoso do oceano ao oriento, bet-
    la, risonha, gentil come os arabescos.mosa-
    rabes de Gjanada... graciosa como colri-
    destaes graniticos-que se atinam aos C603
    putilos eomo vossos feitos, eraquanlo a go-
    ra^ao actual desbasta o marmore e cinzela
    pedestaes-oondignos~a vossa faraa e gloria,
    naquella cidade que ora vacille'aolonge en-
    volte-e:n brumas ds-manha : o- Recife.
    HI
    Avftnte, ee* tempo; que dws-devesas do
    su! pendidaao dorse de morro'ingferae e
    escalv,;do em parte, arrimado em'outros, i
    semell^n^a de casttHO feudal': emquaoto
    espleniiente cruz se desenha ens'ce'o a/.ul, e
    o tempo; e a casaria alvadia, e as ruas si^
    naosas, eas choupanaa-rareadas ehumildeaj
    e o Pirapama opulento, e as vaweas dilata-
    das, vicosaa-e fecundtw; e os cannaviaes
    ondulantes e verdes cams um mar, tudo ac-
    eusa que aquella capiala?",ha coiwarca, pre-
    i*nsa a aristoeracia, estava a dizor-nos;
    sou a villa-do cabo !
    E era. Mazzeppa o corse 1 de fuwio e fogo; I
    aeabava onegante de veneer sete leguas em
    uma hjrato, resfolgindoinstantes-, alimea-
    ta>se solvendo no amplo bojo ondascrysta-
    liaas do P:vapama. Ei'rlo farto e prestes a
    partir de navo. Avanta ainda, qe novos-
    horisontes se abrem alaoa.
    IV
    A paysagerft. transmwda o aepocto. A'
    plettura de ~l legoas qua- se estendfe do Re-
    cife ao Cabs,- ladeada ao oFieate- pela ira-
    mensa on da dos coquewas, e a pente pela-
    graeiosa cordilheira dj Guararapes, succa-
    de um oceano de altesssas vagas revoltas
    pooalgum cataclismo iiluviano,.was ima-
    gens dos icontes, monfianhas, oordilheiras
    dttatadas, quo aos vdas impetuosos do va-
    por, fingeranevoentos quadros aLmaginati-
    va inspirada.
    Ei-lo v-eoeido 0 timelimagetn.vivaz de
    eclipse solar e rapida.- Succede-lhe valla
    siauoso : fabricas de assucar saltttam pban-
    tasticas ; espessas mattas ondeiam dos pin-
    earos montuosos ; cbrilram aves em arvores-
    edescampados; mugein bois nasarribana&>
    relinoha:n yiuutoj noa pastios-,. c- pur of^u t
    mas leguas as scenas bucolicas reclamana
    quadros-epintores, emquanto ao occidante
    avultam risonhas as primetras casas da ci-
    dade da E-cada.
    Que de recordaodes a essa oome 1 quo de
    transformaroos da.aldeia indiana e gentil,
    Qnde imaginarac juvenil .tra^ara aquellcs
    amores impetuosos como. as torrectes do
    Ipojuea, ardentas como o sol em pica, ver-
    des oomo a folbagem espessa das mattas,
    iloridas de esperancas mil eomo os- rosaes
    or.valhados era manhaes- nevoentas de estio
    Eia, seris tu ainda aldeia fatidica da Es-
    cada, aquelle ramilhete de vivas e perfumo-
    sas flores espargidas & sombra da ermida
    solitaria, onde a indiana oorria de trope?
    ante a ara santa, e, cemo mosarabe da pe-
    ninsula iberica, nos tempos de crenca pri-
    mitiva, entrava com a voz e o cora^ao
    oragao singela e breve no seio immenso de
    Deus?
    Nao : n8o es mais a aldeia louca e erma,
    que o progresso vestio-te o solo do villas,
    casas, ruas. onde ruid so movimeuto accu-
    sa commercio que avulta e industria que
    desponta. Fugiii te a poesia bucolica, Bs-
    cada, visfio merencoria de annos verdes,
    como te fugimos n6s nas azas de fumo e
    fogo do vapor, que arroja-nos a zorms no-
    vas.
    E nesse aceelorado desliiar o invento de
    Fulton veneta immensa curva, e entrava
    apeVem valle extenso e esgu'ro, e succa-
    dia'ra-s-i as paysagens de mattas-sombrias a
    espessas, fabricas-agricolas, multiplos can-
    naviaea, ate que ao Ibnge, GameHeira, po-
    voagSo do futuro, fkidmsse no etber hori-
    sontal, qual sombra dc nuvem refractada
    ao espa tiva a despertar os iciios daquellas solidoes
    campezinas-l e o radarestrepitoso da*'trem
    a abalar o solo I e o furacao de fumo o
    [jfogo a perparssar raprdb, como meteoro, i
    ]iWiarga da vHla asiomferada !
    E, porque ndo? se ne extremo da linba
    flbnginqua do sul, confundldo o azul do ceo
    com o verde negro dos ca-mpos, assomava
    suoito um pontb luminoso, fiio, ridente,
    fcs'.ivo ? 1 Era a'villa de Pal mares.
    V
    Sfe 10 aunos, snrgias a margem da via
    ferrea, emporio qnie tendias ser deste cantao
    agrisola, comi povoacao sera- nexo, sem
    ordemj desseminadaj desconfradi e timida
    como-aldeia a osconder-se por s-inuosidades
    de solo-.- ha 10 annes, era tua capellinha
    colmada eiiumilde tugurio, onde o Christo
    crucificado- estava adootrinara horoildade,
    pobreza^e caridade?omario rte toda sua
    crenca^-o ji'tao cedo nimorejas fiiros de
    villa abastefla, offereccs aspecto animado,
    mercantil como o setuk), arrojado eomo a
    industria,-
    Grande e nobre ser*' tea progress*. Pal-
    mares, se a par de tea desenvoivimento
    commercial ewninhar teu progresso moral
    e intellectual. Caminba, {anda, vda pois
    ^m teu Kdar continuo, rivaleando cocao im-
    petuoso motor que in>pirou-te vida, aorrna-
    eio e poavir.
    Por ee*aoobojo da looorootiva dtespren-
    dera agediasimo sibilo: do tubo gigaote
    rebentava-negro turbilhio do fumo a toldar
    a atmosphera- de en volta- com chispas- ig-
    beas a rnatisar o ceo. Era finda a viagem
    do Recite a Palaaares, qual sonho pbantas-
    tico em espaco de 3 boras-.
    Pal mares-, pela .nanha-do dia 7, prapara-
    ra-se para duas iestas : a da trabalho, e a
    recep^aododistincto adrainistrador da>pra-
    vincia. 0 muado official alii se aehava,
    eomo o povo enchendo aa roas e pracas -, a
    musica tangia letla e soooroso; as flamulas
    e galhaedetos esvoagam nos-ares; as girando-
    les estrugiam oa atmosphera; os bronaes
    festivaes cantavam despendendo on.las de
    harmoaias asaeonfunidirem com os rurao-
    res do povo e da natureza. Era beUa e
    justa aquella expansao popular a idea que
    o regeaera eao iniciador della, que, do dia
    em dia-, aspa erguer Pernambuco i. fama
    e gloria-
    2.1 PARTE.
    POR
    D. Maooel Farnandeay Gonzalez
    S E G t' ND A PARTE
    SAVONAROLA.
    -
    XI
    A UJUMQk OE DOUS TIGKES.
    (ContinuaijJo do n. 6)
    0' raeu Deus, isto e um sonho terri-
    vel Eu julgava ter amado teu irm3o.
    porque teu irmio tem alguma cousa de
    ti.
    Sim, ambos somos filhos de maldicJo,
    herdamos ambos um sangue impuro, um
    sange de demonio ; odiamo-nos, e ter-nos-
    biamos esmagado um ao outro.se a fatalidade
    me nao tivesse obrigado a occoltar a minha
    exisoncia, fazenda acreditar que morrera.
    Quem representa essa fatalidade ?
    Os Corsini, sedentos de v'mganca pela
    morte de Helena. Que podia eu s6 contra
    nma familia de tigres t Nio tinha ontra
    defezasenao o tumulo, e otumulo servio-
    irio de abri __ Ah I os Corsini vender-me-hao a sua
    vinganca. Para aue sou eu a rainha de
    Roma ? Dar-lhes-hei o que me pedirem, e
    tu, qnerido da rainha alma, poderis erguer
    a tua cabeca resplandecente. Em quanto
    ao rei Fr-iderico, 1o f ai, comprarei o seu
    amor do mesmo moclo que tena comprado
    o perdio dos Corsini.
    Visto, iso, quebras as promessas qoe
    fiziste ao principe de Tarento ?
    Sim, sou tua, unicamente tua.
    Esqueces leu irmio Cesar Borgia t
    Que importa a Cesar que eu me una
    a ti ou a teu irmlo Affonso ? E que im-
    porta Cesar ? Julgas acaso aue igooro que
    estou sentenciada por elle? Julgas que
    nio conheco a trama infame da sua ambi-
    qJo 1 Esqueceste a sua di visa au Cesar au
    nihil ? Elle sonha com a soberania da Ita-
    lia e pretende entrar n'ella pela porta de
    Napoles. N6s os Borgias somos demonios.
    Eu te explico o piano da ambicio de Cesar.
    0 rei Frederico n3o tem filhos legitimos, e
    se os tiver morrerao ; elle proprio morrera
    tambem nomeando seu successor aquelle
    dos seus filhos bastard os que for o esposo
    do Lucrecia. Para isto sera necessario crear
    amigos em Napoles ; depois, quando Lu
    crecia reinar j& e que tenha um filho,
    morrera seu marido, o tio do rei menor
    sera nomeado regente, a crianja morrera e
    o regente, senhor de tudo, far-se-ha pro-
    clamar rei, ainda que para isso necessite
    immolar sua irmd. Uma vez rei de Napo-
    les, pode entao emprehender a conquista da
    Italia. E' este o sonho insensato que pre-
    occupa o espirito de Cesar, mas engana-se.
    Cesar julga-me um inst'umento docil, uma
    pobre raulher, victima sempre dos Borgias,
    submissa sempre aos seus preceitos, e a mi-
    nha maior gloria consiste em ter enganado
    Cesar ; elle conta comigo e eu ajuda-lo-hei
    at^ qoe ponha nas nossas cabecias a corda
    de Napoles. Para isso sera necessario
    americano E ja decorreram, e perpassaram
    os annos voados como nmbrias alvadias do
    tela ao grado das ventanias do sul: mas, a
    historeta do elemento indigena a colonisa.-
    dor; mas, aquella aoncepcao inexperta de
    animo que se abria a voos litterarios ; mas,
    os fervoces do coracio juvenil daqualla
    phrase do existir, esses morrem tarde nos
    torvoliahos frigulos do mundo real.
    veneer um heroe, o gran-capitSo, e vence-
    lo-hemos. 3& uma vez esteve ao meu al-
    cance, menti, fingi-me enamorada d'elle e
    logrei apenas faze-lo vacillar. 'Collocar-
    me-hei ae novo no seu caminho e Gonzalo
    ser, peior, muito peior ; seriao apostolo, o
    propbeta que teria nas suas maos o papa.
    Para veneer Savonarola, 6 necessario en-
    louquece-lo ; os meios para o enlouquecer
    existera em Flcrenca, e esses meios, ou
    antes esse meio 6 Angiolina Crespi.
    Pois que 1 Angiolina Crespi esta em
    Florenca T exclamou Lucrecia empallide-
    cendo mortalmente. Viste-a T Fallaste com
    ella?
    Sim.
    Oh I entao teris sentido a influencia
    da sua formosura.
    Forma de aujo, alma debil, rdla que
    geme, e nada mais. Se tu me tivosses des-
    presado, se Deus ou o inferno nos nao ti-
    vessem dado duas almas creadas para se
    unirem, Angiolina teria sido um instruman-
    to contra ti. Com Angiolina ter-me-hia
    dado Affonso Crespi um thesouro, e um
    thesouro n'estes tempos em que tudo se
    compra e se vende, 6* quanto pode deso-
    jar-se.
    Um thesouro I disse Lucrecia.
    Sim, um milh&o de florins.
    Um milhio de florins I Pois tao rico
    e Affonso Crispi ?
    Possue immeosos estados em Flo-
    renca.
    Lucrecia inclinou & cabeca profundamente
    A jitJm Petf***rt3 O engenho Pdo d'&teo
    Incident* nocturnoB diaAspsoto de
    PinitnteirasA primeira*pedra da eolo-
    ni'o. orplMnalogkaDiseursosAn pro-
    cisdo Kegresso ao Recife.
    I
    Emquaoto as ruas. da villa esperancosa e
    industrial oll'erecia ruidoso e ledo aspecto,
    era S. Exc. o Sr. Dn .Hi P. de Lucena cum-
    pnimentado pelas auloridades da comarca,
    e aos vivas do pove, ao dirigir-se para a ca-
    mera municipal oade hospedou-se com sua
    eomitiva. Alii tauto lunch lhe foi offeroci-
    do, feito innumerosbrindes, demcastrando o
    regpsijo e conteniamento de todos os annos.
    As 4 1/ahoras da tarde, S. Exc, sua eomi-
    tiva e mais uns-80 cavalheiros, encaminba-
    ram-se para Ptmenteiras. 0 solo as porias-
    da villa, e nas immediacies, e mesmo mais
    longe, se ia erguendo em colinas graciosas,
    em montes onropados de verdura, dentando
    o. extremo dohorisonie do poente adg.uns
    cabecos negros e altivos a confundirem-se
    com as nuvens mukicores do por do
    sol
    A caralgada trilhava entao o famoso valle
    do Pirangy, ora acodada, ora a pasio,
    vencendo sempre terreno, emquanto o sol
    aspargindo sua luz ji tibia, frouxa e meren-
    coria, seiade instante ainstante atufando
    nas cordilbeiras do Bonito. Que de scenas
    magestosaspor aque'les desertos af6ra I que
    silencio poetico ao avisinhar da noite tropi-
    cal I que murmurios suavissimos' rebenta-
    dos das profundezas longinquas das mattas
    densas e espessas 1 que espectacufo meren-
    corio o do casalinbo pendido em quebrada
    esousa, ladeado do bananeiral asaetinado,
    or.lado da matta virgem I
    Entao aquelle silencio solemne, interrom-
    pido instantes ao estrepito da cavalgada,
    saudadcr pelo nitrir de alguns nedios e pos-
    santes ginetes, o respondido pelo ladrar do
    cio' do casaf ou da cabaira, recahia de novo
    mais intenso no espago que cerrava os veos-
    da noite proxima. Desta sorte, admirando
    ae perspec&ivas opulentas que se rasgavam
    por toda a parte, aquelle rapida p6r do sol
    alem dos desertos, e palestraodo-se sobre
    os dfestinos pernnrabucanos, lettras e artes,
    haviamos ven---ido 3 leguas.
    Eraji noite, a>nHtoreza aeabava de desten-
    der sea opaco iftperio do crepossulo, em-
    quanto do seio das-aguas, e do fundo dos
    valles iam subindo ondas vaporosas, espes-
    sas e densas. Da fund* arcaria doceo, um
    milharde-estrellas, comecavam a scintilJar,
    contrastamlo com a !uz viva, clans; kiter-
    mittente dhs pirilampo aos contros; de en-
    volta com srumores-das aves e animaes
    .era acodada" procurade abrigo noeturno.
    Tambem a eavalgada er* cbegada ao enge-
    nho Pao d'Ofeo, onde S: Eac. e sua eomiti-
    va foram agaealhados com magnificericia.
    Abi pernoitoo-se por aktaooas horas.
    II.
    Stal rompia-amanha da-dia 8 de dezem-
    bro, S. Exc. o St. Dr. S< P. de Lucena e
    sua eomitiva cavalgavam de novo em direc-
    gao a Pimenteiras. A. la*, aquella bora,
    ondufonte no borisonte r eraseia instantes
    por sobre o tope- -das mattaa-prafundas e di-
    latadas, e, em sua ascensao pelaagrimpas do-
    ceo, -combatendo- as bruovaadW noite, aos
    poucos illuminavopallida o fraaxa os ca-
    be^os-negrejantes ao longe,- os *a*les fundos
    ao perto, as planknes desteadidao do valle
    do Pirangy.
    Partindo de Paod'Oleo as-3:hoas da ma
    nh3r S. Exc. e sa numeresa eomitiva,
    frrJUxas as redeas aos ginetes- que- nitriam e
    galopava-m rompei.do a densidade db nevoei-
    ro, prestes vencemos grande diatancia pe-
    voada do cannaviaes- orvalbad9> pastios so-
    berbss, paysagens gsntis, valles a montes,
    quarvdo, stibito, uia halito potente, como
    fremito eolico, exkalou-se db-seio denso e
    pro fundo das selvas -tmvosas.
    As franjas altissiasasdas okioicasy dss sa-
    pucaiaagigmtes e dos amarellos cor d'ouro,
    ondulavaa no espaooe enviavana a terra
    abundante ebuveiro-d crystal- dea brumas
    da noite e de flores de aeres- perfumes.
    Nas planioies como aos valles, as- gramineas
    selvaticas, sentiram fremitos rapidos a cur-
    var-lbas- as basteas 8oxiveis, emqaanto as
    estreblas, poucas, a-medo Jibrav*m-so no
    puro ether. Naqualte suave agitar-da noite
    equatorial, o espaoo povova-se de ondas
    nevoentas sabidas dos valles- e- das aguas.
    0 ar, agitando-se, rarefaziase da mais a
    mais, cook) lufadas friorentas-tangidas dos
    polos. Os viajoresv emmudeoidos ante tao
    sublime quadro, e igootos da revoiucao q>-*
    murmurava irronwendo 'las flows, estaca-
    ra n era viso de ouaeiro provimo..
    Era .tetapo : paia as bandas d* sul, como
    que -algura phencioeno occorria serio e gra-
    ve, no meio daqvelU natereza esplendida.
    A pmacipio indistiocto, e preseatido apenas
    pelos ventos e eefeos longinqucs, foi-sa di-
    latando aos poucos. 0 que seria ? inqueriam
    os mais curiosos da cavalgada t A manbi
    era, com quantc navoenta e fria, bella : e,
    eaquetlas zonas e-estac&o rarissimos os em-
    bates, atmosphericos. E o ruido longkiguc
    a avisinbar-se asceadente-como fragor par-
    oia 1 I Instantes-depois abalava-se a floresta
    virgem, os galbos seccos estalaram, rompe-
    rara-se ecbos pelas trevas dos liaraes e pelas
    clareiras dos valles alguns povoadores das
    solidoes perpassaram como raios em vorti-
    ginosa carrem.
    xlamou
    de Cordoba cahira. Depois d'elle vird ojpensativa
    rei Fernando de Hespanha em pessoa ; que) Com um tnilhao de florins consegui-
    importa T E' por ventura de uma natureza riaraos os nossos fins, Pedro ; 6 necessario
    ulque nada posa contra elle a mio de urn dorainar tudo a todos, reprirair o coracio,
    Borgia? Depois de Fernando V dAo ha, ter a cabeca fria. Um^ milhio da florins I
    nada a temer. Cesar trabalha para nos. Oh I apoderem i-nos d'eUe I
    confiemos em Cesar, cedamos ao que elle j Para isso 6 necessario a mtnba uniio
    quer, e um dia levanlar nos-hemos como a com Angiolina.
    terapestade, e eu terei realisado a prophecia' Que a mate a fehcidade 1 u
    que ha muitos annos me fez em Valencia Lucrecia.
    uma cigana, de que viria a cingir uma co-, E nao terias zelos ? disse roucamente
    rda. Aiuda-me tu ; a tua alma 6 irmi da Pedro de Napoles.
    minha, conheceram-se e tmiram-se ; des- Zelos por zelos, esposo por esposa,
    truamos tudo para nio sermos destruidos. deixemos correr os successes : eu esposa
    Conta com o meu auxilio, comecarei de Affonso de Napoles, tu esposo deAngio-
    a aiudar te desle ji. E' necessario que Una.
    Savonarola caia ; esse bomem e funesto e Pedro teve que fazer um violeoto esforco
    devemos comeQar por ahi. Estamos no para occultar a sua alegria.
    momento preciso ; se Savonarola nao cahe, Realisava-se o que elle julgara ser um
    nada ha quedetenha a reforms e a reforma impossivel.
    mudari a face da Italia o do mundo. Sa- Aquellas duas mulneres, que eram para
    vonarola seria papa, e se por soberba, ou elle uma so mulher completa, iam perten--
    por um exccs;o deambijio o oio qulzesse.cer-lhe,
    Lucrecia comprehendera. quanta, force
    podia dar-lhe o milhio de florins da -Alfon-
    so Crespi.
    Os Borgias ftinham esgotado tudo e o
    thesouro de Crespi estava em Florenca oade
    nio podia ser confiscado.
    Que iraportava um anno de espera, um
    anno de soffrimento, um anno de zelos, se
    se obtinha uma forca i neon testa vel ?
    E, e necessario confessar, Lucrecia rea-
    lisava todo o seu piano, nao por ambi^ao
    propria, mas por amor de Pedro de Na-
    poles.
    Aoama-lo, havia-o comprehendido.
    Pedro era tao ambicioso como Cesar, tao
    miseravel e tio infame como elle.
    Lucrecia ao ve-lo, amara-o por uma ra-
    zio de sympathia. As suas almas tinham
    as mesmas aspiracoes. Podia dizer se que
    o amor de Pedro Ai Napoles aperfeic,oara
    Lucrecia para o mal.
    Por isso chamamos a esta narrativa Me-
    morizsdeSatanaz.
    0 horror anda ligado ao apellido Borgia.
    Verdade 6 qoe Deus permituo que d'essa
    raca de tigres nascesse um aanto, S. Fran-
    cisco de Borgia, isto 6", Francisco de Bor-
    gia, marquez de [.ombav, duque de Gandia,
    um dos filhos mais esclarecidos da compa-
    obia de Jesus.
    E este santo foi nato de Lucrecia.
    Como encontraste era Florence Angio-
    lina Crespi ? perguntou Lucrecia.
    l^dro de Napoles referio-lbe o que os
    lei tores sabera ji.
    Pois bem, disse Lucrecia, contimia
    sendo o mercador siciliano, Marcello Porta;
    con.tinua sendo o amigo apparente de Savo-
    narola.
    Agora retira-te, deixa-me sozinha, a mi-
    nha cabeca d um cahos e necessito por em
    ordem as ideas. Adeus.
    Pedro de Napoles beijou apaixonadamen-
    te a mio de Lucrecia e sahio.
    _ 0 olhar de Lucrecia seguio-o ancioso ate"
    i porta.
    Este bomem e o meu destino, disse
    ella ; comprehendo agora o que encontrava
    de mysterioso, de terrivel em Bonvinelto.
    Porque foi que o nio amei entao T Nio me
    parecia tio formoso, e a formosura vale
    pelo menos tanto como a alma. Ate" agora
    nao uuha amado ainda, nem havia soffrido.
    [ Continuar-se-ba.)
    E', pois, necessario que domine Pedro de
    Napoles, que o tome corapletamento meu,
    que o desespene, que seja para elle a sua
    eternidade, a seu unico pensamento, o seu
    unico desejo. Angiolina! semproessa mu-
    lher daante de mim I l'nindo-a a elle e
    desencanta-lo. Embriaga o a sua formosura,
    pois bem, quo ella lhe pertenea ; n5o e
    prudente disputar a agua ao sedeato. Con-
    vem-me esse milhio de florins e com tudo
    vacillo. Parece-me que sou escrava d'esse
    homem, e eu nao quero ser escravi ; te-
    nho-o sido ate agora, se-lo-hei por mail
    algum tempo, p.rem um dia erguer-me-
    hei omnipotente, e esse dia nio esti longe.
    Lucrecia dirigio-se a uma porta, entrou
    por ella para uma alcova, despio-se e antes
    de deitar-se apagou a luz.
    Pensa sa melhor nas trevas quando os
    pensamentos sao mais negros do que ellas.
    XII
    DE COMO POR 0UTR0 LA.D0 SE DISPCKHA DO
    DESTINO DE ANGIOLINA.
    Affonso Crispi notara que Angiolina es-
    tava completamente vestida na janella do
    seu quarto, e chamou-lhe isso a attencao.
    Retirou-so da janella da qual observara o
    que se passara nas trevas, junto do palacio
    Scaramuccia, sahio para o corredor e bateu
    a porta do quarto de soa ulna.
    Foi entio que aquella tornou a si do
    terror que Iho causara a queda da Pedro de
    Napoles ao rio.
    Angiolina correu a porta, abrio-a, e, ven-
    do seu pai sombrio e carrancudo, recuou
    aterrada.
    Porque razao estis vestida T disse Af-
    fonso Crespi. Porque razio esti inlacto
    este leito ?
    Foi tio terrivel a inflexio de Affonso
    Crespi e tio so-nbria a expressio do seu
    semblante, que Angiolina cahio de joelbos
    e estendendo os bracos para elle, disse com
    desespero :
    Mate me, senhor, mas salve-o, sal-
    ve-o a elle, se ainda e" tempo I
    Salvar a quem ? outra ignominia
    mais exclamou rugindo Affonso^ Crespi.
    Quem 6 elle?
    Affonso de Napoles, o principe de Ta-
    rento I respondeu Angiolina.
    Que dizes, estis louca ? disse Affonso
    Crospi lovantando Angiolina com violencia.




    Sim,, estou louca ; mate-me, mas ou-
    ca-rae. Mas, para que me ba de matar,
    se elle quer ser meu esposo Ab o prin-
    cipe nio duvida de mim, sabe que estou
    [mra como um raio do sol. Sim, estou
    ouca.... elle deve ter morrido,. soccorra-o
    porque cahio d'esta janella para o rio.
    . Ve se te podes dorainar, para que eu
    compcehenda o que dizes..
    Elle e o principe de Tarento que en-
    trou, por esta janella, descendo de outra que.
    ftca por cima d'esta.
    Ah espera espera I exclmou Affon-
    so. Crespi.
    E, sabindo do quarto desua filha, fechou
    a porta por f6ra a chave.
    Em seguida desceu ao andar inferior e
    chamou o criado encarregado da abrir de
    noite a porta da hespedaria.
    A que horas recolheu o Sr. Marcello
    Porta ? perguntou elle.
    Antes do toque do cohte-fogo, respon-
    deu o criado.
    / Toroou a sahir ?
    Nio senhor; salvo se sahio pelaja
    nella.
    E veio alguem ?
    Tambem nio.
    Toma conta no que dizes ; se te de-
    ram dinbeiro para nio fallar, dar-te-bei eu
    muito mais para que Miss.
    Nio tenho nada que dizer, nem cousa
    alguma que cellar; set unicamente que
    desde que fechei a porta nio entrou nem
    sahio mais ninguem.
    Havia uma tal sinceridade na maneira de
    responder do criado, que Affonso Crespi nio
    duvidou que elle tivesse dito a verdade.
    Toma, disse elle dxndo-lne alguns
    ducados, e nio digas a pessoa alguma que
    esttve fallando comtigo esta noite.
    Muito obrigado, meu senhor, e este-
    ja descancado que ninguem o saberi
    Affonso Crespi retirou-se e o criado en-
    trou para o seu quarto murmurando :
    Quem tem filhas tio formosas como
    este homem, por forca que ha de viver
    desasocegado.
    [Continuar-se-hd)
    ' TYP.DO DIARIO.-RUA DUQUE DE CAXIaS.


    1
    /

    ...


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