Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17542


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Full Text
F
ANNO L. NLMERO 5
r
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PAB.i A CAPITAL l LIGABE U\DU NA SEPAGA POBTE.
Per tre* mezes adiiatodos................ 6JW00
Por seis dit idem. ; .............129000
Pot ura .anno idem...... ,.........349000
tCadt nuiaerQ. avulso................. 9320
UUVTA FEIRA 8 DE JANEIRO DE 1874
PARA DEHTBOE FMU WA PBOVIUC1A.
for tres mezes adiantados.............
lor seis ditos idem..................
lor Dove ditos idem............., .
Pop ura anno idem................ STfOOO
RMMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA 4 FILH0S.
i
Of Sri. Gerardo Antonio AlTes d FiLhos, no Part; GonceJves d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose" de Olireira d Filho, no Ceara"; Antonio de Lemm Brag*, no Aracaty ; Joao aria Jnlio ChaTes, no Assd; Antonio Marque* da Silta, no Ratal; Josi Ja
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silya, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villad*#mha; Belarmino do* Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Aligoas; Aires d C., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no RioJde Janeiro.

parte ornciAL.
Repartiffto da polioia.
1" secgao. Secretaria da policia de Peraambuco
5 de Janeiro de 1874.
N. li.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram reeolhidos a cass de delengaous indi-
viduos seguiirtes:
So dia 5 do corrente, & minha o*dem,
.loao, escravo de D. Francisca da Cunha
ilo Rego Barros, por addar fugido, c Anto-
nio, escravo de Francisco Jose da Costa
Araujo, a requerimento deste.
A' onlem do subdelegado do Recife,
I.uiz Jose Rodrigues da Silva e?Jose Fran
cisco da Rosa, a requisicSo do capitao do
porto, Joflo, escravo de Francisco llibeiro
Pinto Guimaraes, e Andre, escravo de Luiz
Jose da Silva Guimaraes, a requerimento
dos respectivos senhores.
A' ordom do de Santo Antonio, Fran-
cisco, escravo do Dr. Francisco de Barros
Barreto, a requerhnento deste.
A' ordem do da Varzea, Francisco Ra-
mos Pereira, por crime de feriraentos gra-
re.
No dia 6, a minha ordem, Antonio Alves
Feitosa Set to, Jo->j Joaquim de Souza, I.u-
cto Celestino de Torres e Manoel Francisco
Barradas, vindos de S. Antfio como crirai-
uosos.
Por ollicio de 5 deste mez, communicou-
me o subdelegado da Magdalena que, &s 7
horas da manliA do dia antecedento, no In-
gar dos Remedios, daquelle districto, fora
aggredido e levemente ferido, em aua pro-
pria casa, Heitor Barbosa Xayier da Silva,
por Manoel Josd do Araujo. que a tal res-
peito procedia nos termos da lei contra o
deliquenle o qual foi preso em flagrante.
Em data de li do dezembro ultimo,
communicou-me o delegado de flores, q'je
no dis 9. no lugar Sacco do Queiroz, da-
quelle termo, Man>el Baptista de Lima, as-
sassinou com um tiro desfechado de em-
boscada a Francelino da Costa Lima, con-
seguindo evadir-se, e que sobre semeihante
facto procedia nos termos da 4ei.
Em officios de -23, communicaram-me o
masmo delegado e o Dr. juiz municipal do
termo que as dea boras da manna do dia
intejedeote, o a I feres do corpo de policia,
commandante do respectivo destacamento
Sumeriano Jose de Barros, sesuicidara a'.li
com um tiro de espingaada, e que sobre
este facto Gzeram-so ds diligencias recorr.-
niendadas po- lei.
Segundo commanica-me o delegado de
Sao Bento, em ofll&o datado de 25, no dia
20, na povoagao 16 Canhotinho, daquelle
termo, Antonio Alves assassinou com um
tiro de pistola a Francisco Jose Guimaraes;
o delinquent) loi preso om flagrante e prc-
i-edia-se nos torjios do respectivo inque-
rito.
O delegado do Bonito commuuicou*me,
por officio de 30 quo, no dia 20, no lugar
Praia, do districto daquella villa, Jose Joa-
quim de tal, conbecido por Castanha, assas-
sinou com um tiro, desfechado de embosca-
da, a Antonio Marques de Lima, logran-'c
evadir-se; que Antonio de tal ferio grave-
mente com uma punualada a Leviuo Fer
reira da Silva, proprictario do engenbo l.i-
moeiro, do districto de Capoeiras, daquelle
termo, sendo o delinquents preso em fla-
grante ; e que no povoado de Lage Grande,
do mesmo districto, Antonio Thome* das
Merces espancara a Jose Victoriano des
Santos, sendo tambem pre*) era flagrante:
que acerca de taes factos estava procededdo
nos termos da lei.
Por officio, tambem de 20 do mez pro-
ximo findo communuou-me o delegado de
Santo Antao que tendo o subdelegado do
3. districto daquelle termo remettido-Ihe
para recruta o inuividuo de nome Francisco
Borges dos Santos, foi este tornado do poder
la escolta que o conduzia.por seu irmio Joao
Francisco, depois doalguma resistencia, de
que resultou sahir gravemente ferido com
um tiro e duas faoadas Januario Francisco
do Sascimento, o qual falleceu dias depots,
logrando Joao Francisco evadir-se; que a
tal respeito procedia na forma da lei.
0 delegado d'Agua Preta coramunicou-rr.e
em officio do 1." do corrente qae no dia i0
do dezembro ultimo, no engenbo Paiol, to
districto daquella villa, de que e rendr-iro
o Dr. Demosthenes da Silveira Lobo, estar.do
o menor Vicente Felix dos Santos a botar
eanna na moenda, succedeu ser alcanoiuo
pelos rodetes, do que resultou a morte ias-
tantaneamente; que fez-se o competer.te
inquerito o qual foi logo remettido ao res-
pectivo Dr. juiz municipal.
Em data de 3, :ommunicou-rae o deie-
gado de Gamelleira, que no dia 1.% nas
raattasdo engenho ViragSo, daquelle terrrto,
fora encontrado } em estado de putrefacQao
o cadaver de Manool Francisco Lopes ; q^e
fez a competent Victoria e roais diligencias
recommendadas por lei, das quses verificou
que a morte fora ocoasionada por um ataque
de epilepsia, do que o mesmo Manoel Fran-
cisco Lojes soffria.
0 (Weg*?fl m officio de o q t i ; -j) |eleg.i 3.* districto daqiiolio lenuo fora remc li-
do ao respectivo Dr. juiz municipal o
inquerito poliein' teito contra Jo4o Francis-
co, de quem acimo trato.
Sesta data comraunioou/ao o subdelega
do do Poqo da Panella, qae is 2 horas da
tarde do dia 5, Manoel de Andrade, conhe
cido por Manoel ftevo, travaido-se de razoes
com Claudino Rodrigues de Almeida, des-
fecbou neste um tiro de espingarda, de que
falleceu immed'atameoto, -xmseguindo eva-
dir-se o delinquente ; que fez a competente
vistoria e prosegue nos termos do inque-
rito.
Deus auarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
raendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia. 0 chefo de policia,
Antonio Francisco Correia de Araujo.
DURLQDEPERNriMBUGO
Retrosnecto politico do anuo de
1893.
RECIFE, 2 DE JANEIRO DE lS7i.
II
Franca.
(Conclusdo. )
Enoerrada, entretanto, a sessao, e constituida a
commissao permanente dos estylos, a 49 de julho,
os deputados se retiraram para 03 seus districtos,
e a politica, ate entao como que concentrada na
assemblea, distendeu so para todos os lados, e co-
mecou a apparecer mais francaraente nos clubs,
nos jornaes e nos banquetes, onde es partidos se
degladiaram com mais ou meno3 rancor, com mais
oa menos paixiio, segundo as inspiracSes do
momento, e segundo viam, esjes on aquelles, amea-
sadas as suas aspirates, mal entendidos os seus
manifestos e aggredidos os seu3 programmas.
0 paiz achavase calmo e tranquillo; e o gover-
no, vendo execntar-se fielm nte o tratadode 15 d
marqo, e como que anxiliahdo a evacnacao do ler-
ritorio dos diversos departamentos ocenpados pelos
allemaes, e a sua concentraeao era Verdun, ate a
expiacao do ultimo prazo; o governo, diremos,
proseguia activaraente na obra que tomara aos
hombros em 24 de man, e precurava manter a sua
politica na aliura em que a collocaram os aconto-
cimeotos de entao.
Tad), pois, era caltna ; tudo eram regosijos pe-
los triumphos aleancados e esperancas lisongeiras
pelo futuro, qn.indo um estupendo acontecimento,
ao mesmo tempo natural e inesperado, simples e
extraordinario, teve lugar, al-rmando todos os es-
piritos, e, por assim dizer creando uma nova situa
c2o para a Franca.
Esse acontecimento foi pura e si nplesmento a
fusao do3 leas ramos da casa do Bonrbon, a re-
conciliaclo dynastica entre legitimistas e orlea-
nistas, tantas vezes tentada e outras tantas vezes
interrompidi po forca do algum iacidente, qae
quasi sempre tinha por efTeilo demonstrar a inuti-
lidade dos esforcos em prol de ama causa, que pa-
recia nio admittir tranisgencias de nenlium dos
lados interessados no sen desanlace.
A obra dtssa fusao, dessa reconcilia^So nao foi
certaraente fllha do acaso, posto que o sea desen-
lace final tenha >ido uma espeeie de improviso,
resnltaate de uma entrevist.t dos eondes de Paris
de Chambord. em Frobsdorf, perto de Vienna
A'iMntm .
Ha mais do mnitos anno.*, iin i, dooda a rern.
lu?ao de 1848. que diversos homens politicos do
partido legitimists, fiel a realeza de 1830, se em-
penhavam pjr essa combinaQio, sempre abando-
nada, sempre recomecada e em seguida logo des-
prezada.
Ha dous annos, sobre tudo, depois da guerra de
18701871, esses homens recomecaram com mais
ins steneia esse piano auspicioso, sob a salvagaar-
da do pacto de Bordeaux, que tado permittia, e
qae, promettendo ainda a republica, se esta fosse
caatelosa, nao recusava enxarcias a monarchia, se
ella soubesse ganhar terreno.
Servio de ponto de partido para e>sas tentatiyas
a revogaqao das leis de exilio, notada pelos legiti-
mistas da assemblea ; mas essas tentativas jamais
chesraram a um resoltado satisfactorio. por que o
imprevisto apparecia sempre para difTiculta-lo,
ora sob a apparencia do manifest) sobre a ban-
deira branca, ora sob outras apparencias, que ti-
nham sempre por elleito obstar a entrevista, que
devia ser a consequencia da revogacio diquellas
leis.
Entretanto as disposieSes pessoaes dos principes
se tinham modificado, e nem outra explicacSo foi
psssirel dar ao comparedmento do conde de Cham-
bord na ceremonia religiosa havida a 21 de Ja-
neiro na capella espiatoria, comparecimento que
revelou que o conde de Chambord nio era indif-
ferente ao acontecimento quo alii se comraemo-
rava.
Sobre a fusao, real, politica, porem, continnam-
se a gnardar silencio, e at6 pouco se tratou dell a
depois de 24 de maio, erabora para os resultados
desse dia tivessem contribuido os partidos monar-
chists* na csperanija sera davida de uma restau-
ragao que lhes aproveitasse.
Os acontecimentos de raaio, ': certo, flxando
como programma a manutea'.ao das instituicoes
existentes, nao raudou cousa alguma a politica es-
tatuida pelo Sr. Thiers; tnai, por esse mesmo
facto, mantendo a lei dos trinta e o pacto de Bor-
deaux, continuou a deixar aluru a porta a todas
asaspirac5es
Fot entao que o conde de Paris, iospiranlo-se
nos seus proprios sentiraentos, e tendo obtido o
consent de todos os membros de sua familia, so,
sem intermediarios nem negociadores, dirigio-se a
Frobsdorf, onde foi rccebido affectuosamente pelo
conde de Chambord, qae no dia segdinte lhe foi
pag.tr a visita em Vienna.
N'essa entrevista o conde de Paris, fallando por
si e em nome dos seas, disse ao conde de Cham-
bord que, na sua pessoa, nao so ia saudar o chefe
da casa de Bonrbon, mas tambem reconhecer o
principio monarchico de que era elle o represen-
tante, e assegnrar-lhe qae nao encontraria com-
petidores nos membros da familia Orleans.
E asMm, por essa forma, sem mais difflculdades
nem conferencias, realisou se, em um instante e
de um modo mais complete do qae se esperava,
am acontecimento jalgado por maito tempo im
! possivel e que ja tinha dado aso as mais ridiculas
1 e extraordinarias peripecias.
i E assim, pois, foi obtida a fusao, nao essa que
; se esperava e qae devia ser uma aproximacao di-
| piomatica dos dous ramos da casa Bonrbon, re-
-ultante de transacQoes convencionaes; mat sim,
1 e de um modo perfeito, a rcronstituiclo, sem ne-
i nhuma condicio da casa real de Franca, em sua
i unidade, isto 6, o apagamento da data-1830-, o
mcerramento de um parenthesis his tori co, e a
suppressao dasfdesignacSes de legitimistas e orlea-
nistas, para dar lugar a uma so designacao de
rc\li3tas reconciliados.
Esse -fCODtecimento, por tanto, teve um valor
immenso, extraordinario, visto como, encarado
pelo lado politico, significava elle nada menos do
que am aclaramento dos horisontes dos partidos
monarchistas, uma possibilidade de restaaracao
bflnrbODlCJ, embnr.i tiint'a as MpirafRes do pair,
Iq-M nao podia, qae n;o poffe renegar a historia
kIo uliino seciilo, que iiiio podia, nem pode voltar
1 a um passado, qae esta separndi da presents pelas
i datns de 1789, 4814, 1830, 181*, 1852 e 1870.
Nio, esse passado n5o podia, nem pode mais
c iflstttuir-M o prosente da Franc.a ; por isso que
e*se presente 6 ami aspira^ao incessante de li-
berdade^; por isse quo esse presente a consagra-
c'0_das conquistas da grande revolucSo qae pro-
clamon os direitos do homera, e qae estataio, por
assim dlzer, o regimen parlamentar.
A menarc .ia compativel com e3se systems ; a
monarchia liberal, represntativa, capaz de todos
os commettimentos ; essa sim a Franga podia e
pode sopportar, podia e pode admittir, sem quebra
dos seus brios, sem prcjuito dos seas interesses,
sem perigo para as suas conquistas.
E teria, por ventora, esse caracter a realeza qua
acabava de constitun*-se, em sua unidade, em
Krohsdorf?
Ahi estava, sem duvida, a questao. Mas essa
quesiao, posto que parecesse a maioria dos espiri-
tos nao ter sido, nu so actiai lesoiviUa, a multos
se angaroa, todavia, eompletamente liqaidada pala
propria fusao dos partidos, pelo mesmo faeto da
ligacao dos principes.
Foi isto um erro de apreciacao, sem nenhum
fundamento, como os faclos depois se incumbiram
de provar ; mas foi am erro tanto mais funesto-
quanto deu aso a deseomedidas esperanQ.ts, que ti
veram por effeito lancar a perturbacao em todos
os espiritos, e determinar confusoes, que, explo-
radas por todos os partido3 hostis, e nao desmenti-
das e at6 auxiliadas pelos partido? interessa Ioj,
podiam ter levado a Franca as portas da revolu,
Qio, ante a idea de uma restauracao monarchica,
perante a qual ella se devia inclinar, consideran-
do-se feliz por ter merecido a realisa^ao de um es
tado paternal e christio.
Como qaer que fosse, o paiz todo setio-se abala-
do, preoccupado com a entrevista de Frohsdorf;
e essa preoccupacao subio de ponto quando teve
sciencia de ama corres&ondeneia trocada, em Pa-
ray-le-Monial, entre cem deputados legitimistas e o
papa Pio IX.
Nessa correspondencia tratou se, com effeito, da
syntetisar a monarchia tal como a sonhavam cs
legitimistas, condemnando os movimentos dos fieis
do ultimo seculo, e estataindo que se devia regres-
sar as leis funJamentaes do reino, e a desfazer
tudo qaanto foi feito a partir de 1789, isto e, que
se devia retrogradar as leis tradicionaes, a alian-
Qa do estado com a igreja, e a reaccao contra o
espirito e as in-tituif3es moderna*.
E nao flcaram ahi essas disparatadas pretencOes
com que se alarmava o paiz, nao; ellas foram
alem, visto como chegaram a affectar, de um mo-
do todo inconveniente, as relajdes exteriores, no
tocante a Italia.
Com effeito, n'essas aspiraeoes insensalas, che-
gou se ate a envolver o restabelecimento do poder
temporal dos papas, sem se lembrarem aquelles
que assim proceaiam, leviana e inconsideradamen-
te, que a Franca de 1873 nao era a Franga de
1815, que Ja na* existia a santa allianca conserva-
dora e religiosa, e que a Franca licaria sd na es-
tacada, se por ventura tentasse esse passo, entre-
tanto qae teria coetra si, senao maiores, pelo me-
nos as mesmas forcas que, em 1823, ajudaram n'a
na guerra de Hespanha.
Mas, que valiam estas outras sensatas consi-
deracSes para o espirito de partido, sempre apai-
xonado, sempre capaz de sobrepOr-so aos interes-
ses da patria?
Que importava ao) radicaes do absolatismo, que
com os seas exageros e loucuras, determinasscm
uma mudanca nas relacSes existentes entro a
Franga e a Italia, e langassem essa potencia nos
bracos da AUemanha T
Eelizraente, porem, o novo gabinete da Italia,
pa*ooldi'"' .....*a
aguas da politica e o seu antccessor; e, pois esses
exageros nao lhe intlairam no animo, sem duvida,
predisposto, como a maieria do povo italiano, antes
para uma allianga bem entendida com a Franga
do que para uma hostilidade, de concerto com a
Prussia.
Assim, pois, nao teve influencia na politica ex-
terna a manebra dos realistas quand menu, nem
foi ella capaz de determinar essa allianca tao al-
mejada pela Prussia, e que ella tanto deseiou ver
sortir da ida de Victor Emmannuel a Berlim.
Nao, a Italia, a despeito de tudo, mostrou-se
conflanto no tino politico do governo da Franga e
do povo francez, e certaraente andou bem aconse-
Ihada n'esse negocio, visto como todas as suas ten-
dencies devein ser antes para os povos da raga
latina, do que para os gerundinos, sempre avidos
de conquista, sempre meticulosos c refalsados,
sempre involtos nos meandros de uma tenebrosa
politica.
Se estes resultados, porem, nao 3urtiram, ainda
que indirectamente, da entrevista de Frohsdorf,
outros se produziram, que deram lugar a crueis
decepgoes.
Na politica interna, um acontecimento determi-
ne um exaltamento subito dos partidos, que, to
dos a porfia, coraegaram a fazer propaganda de
suas crengas e das vantagens que resultariam para
a Franga era cingir se as ideas de cada ura.
Republica, monarchia eonstitucional, monarchia
tradicional, imperio, tado foi explorado, tudo foi
discutido, tudo foi proclamado como remedio sobs
rano e infallivel para curar os males da Franca I
Entretanto, diante desses movimentos partida-
rios, perante essas lulas jornalisticas, a Franga ia
vivendo como se nao tratasse de si, do seu futuro,
tal era a forga de sua convicgao em que os nego-
cios publicos nao correriam ao bel prazer dos par-
tidos, nao so porque as propria-; divisoes da as-
semblea seriam uma barreira as deseomedidas
pretencoes, mas tambem porque o governo vella-
va, e nao deixaria tentar um golpe de estado, que
produzisse uma situarao anomala e viciosa.
Nao, a Franga industrial, agricola, commercial e
artistica, nao se incomraodou com as latas parti-
darias: teve fe nas instituigoes que a regiam, teve
confianca no governo que a dirigia : e, pois, cat-
ma e pacifica, proseguio nos seus mysterios, sem
se inquietar com a politica apaixonada, sem se im-
miscuir nas locabracoes dos seus homens pu-
blicos.
Estes, entretanto, e especialmente os radicaes,
foram o seu caminho, e ate nos proprios conselhos
departamentaes, abertos depois do enccrramento
da camara, procorararo fazer politica, lavrando
censuras ao parlamento, e dando ligoes de mysti-
cismo revolucionario era diseursos dirigidos as
criancas, por occasiao de exames publicos I
Nada disso, porem, alterou a paz profunda quo
reinava no paiz; e, pois, no meio delia pode a po-
pulate celebrar com festas e illuminagSes, mas
com seria e patriotica emogio, a completa e total
libertagao da patria, o evacuamento do territorio
pelos ultimos soldados allemaes, concentrados em
Verdun, os qoaes deixaram o solo francez na pri-
meira qainzena de setembro.
Assim, pois, no meio de geraes alegrias, mas em
meio de profunda paz e recolhimento, vio a Franca
raiar a sua primeira aurora de llberdade, depois
da invasao e das guerras, que lhe custaram rios
da ouro e formldaveis hecatombes de homens !
E a Franca bem mereceu essas alegrias; e a
Franca mostrou-se digna dellas, credora das ge-
raes estimas, nao so pela sua attitude energica e
moderada no tocante a pciitica, mas tambem pela
probidade com qae desempenhou-sc dos seus com-
fromissos dc honra, pagando 5 railhares de rai-
ses de francos em men~s de dous annos, sem to-
davia compromettor o sen credito, sem difflcultar
as saas fausacgoes de ill a drueoi, e sem ver
deprociar se o sea papoi bar.cario.
Ao saber desse facto, para o qual tao grande-
raente cooperara, o Sr. Thiers, que entao se acha-
va na Suissa, exprimlo o seu contentamento em
phrases repassadas de patriotismo, concluindo por
declarar a compatriots* sens que o futuro da pa-,
tri i lhe inspirava menos cuidados, menos inquie-
tagSes do que a muitas cutras pessoas, e que esse
futuro so pertencia a calms e a moderagao.>
0 Sr. de Broglie e o Sr. Buffet, e ainda outros
homens iliuslres, em seus respectivos commicios
ou circumscripgSes eleitenes fkeram igaalmentc
discursos patrioticos em quo nao s6 pintaram o
acontecimento com as sum cores propriaa, mas
tambem exprimiram a saa confianga no futuro,
em face da tranquillidade do-paiz.
Of partidos, entretanto, a nada disso altcndiara;
e, Iwndo qae os tres mezes de ferias parlaraenta-
res-' Mte tinham sido concedidso, antes para a luta
de qne para o repouso, organisaram novas agita-
fujss, e accumularam peraote a opiniao publics
pstvKemas sem solncao, empregando toda a sua
dipflpraacis em.tratar, nos conciliabulos, das mais
exc^antes questSes, sem se inquietarem com as
inop/tezas que aggravavara, nem com as ancieda-
de3 e nem paciencias que provocavara.
Todos fallatam, todos discutiam, todos se pro-
nuneiavam. 8omente ura homem, e justaraente
aquclle que tinha o dever de explicar-so perante o
paiz, persistia em guardar silencio sobre a entre-
vista de Frohsdorf. Nao, o Sr. conde de Chambord
nao julgsra ainda opportuno manifestarse e dei-
xava que a sua conta corressem versoes eontradi
toriag, a consentia que os emissaries do partido
legilbma, ao voltarem do castello em qae elle se
manSnha segregado da Franga, dissessem uns que
o illi|stre conde estava dispost) a aceilar a ban
deira tricolor e as ideas que ella reprcsentava, ou-
tros qne ells nio se separaria da sua baadeira
brants e do programma que ella traduzia.
Erk isso nada monos do que o indefinido, nada
mends do qae e absardo ; mas como extraohalo,
se por toda a parte ia apparecendo o ab.urdo ?
Poi iiSo foi justamento n'esses momentos de
geral anciedade que os bonapsrtisias fizeram uma
allian{a com os radicaes, offerecendo estes o seu
auxili* ao principo Napoleao para as eleicoe3 de
outubro ?!
E, km face d*essa hilviia allianga, podia so ra-
zoavelmennte deixar de dir valor ao absardo?
E fkllou-se entao de acabar com o provisorio
em raateria do governo, e fallou-se em sahir de
indefinido I E como ? e potque meio, e para che-
gar a que fim ?
A' republica, regular, orgnisada, sem os peri-
gas da instabiltdade e da ^narchia ? Era uma
sotnclo razoavel; mas contra *lla conspiravam os
partidos extremos. V
A* raonarcnia eonstitucional sob a egfde das
conquistas modernas? Era outra solacao razoa-
vel, aas ainda contra esta mostavam se rebeldes
os partidos extremes, sem corttai que o conde de
Chambord oppunha-Ibe a bandeirV branca.
A' monarchia tradicional, corf) tjdos os seus
privilcgios e direttos? Era tambtm uras solacao,
mas esta era impossivel, porque a lla oppnnha-se
a mai.-ria do paiz, que nao podia nem queria ab-
dicar as suas liberdades, depois d ter abdicado a
monarchia de 1830. I
Ao Imperio, com o seu regimen iuthocratico e
o plebiscite ? Nao, que ainda deviao a Franca os
desastres da ultima guerra.
Pars onde, pois, qaeriara os partidos condazir a
Franga ? Ahi estava a oaestao ; e, para solve-la,
niio apparecia am meio, senao atterem-se todos ao
provisorio, senao 4bngarem-sc todos na lei dos
trinta e no pacU rfe Bordeaux, deixando ao tempo
ocuidado deac<1arar a sitaacao.
Nio s{? isto, porem, o que almejavam os psrti-
OOS, qilH todos ((iiorinm tot a crt<; rCSOlviili no
sentido dss suss aspiraeoes* E dahi 03sa ancieda-
de g'.-nl, s quo veio fazer uma diversao o processo
do marechal Bazaine. encetsdo no Trianoa, peran-
te umconselho de guerra e sob a presidencia do
Duqui de Aumale.
Nao foi entretanto essa diversao, posto que no-
tavel, rafflciente para arredar os espiritos aa coa-
iemplafSo dss peripecias que tinham lagar a pro-
posito Ja fusao dos principes, isto e, das reunioes
de Versailles e de Paris, das conferencia* dipioma-
ticas aatre o conde dc Chambord e os plenipoten-
ciarios, mais ou njeno3 volnntarios, idos a Frohs-
dorf, m intuito de obter um resultado que prepa-
rasse a restauragao.
Mas jsse resultado em vao era csperado, visto
camo osilencio do conle de Chambord persistia,
e apenas fora quebrado por meio de uma carta
dirigida ao conde de Bodez-Benavent. deputado do
Herault. E o que disse o principe n'essa carta ?
Apenas mostrou-se resentido de que, em 1873, ain-
da se erocasse contra elle o phantasma do dizi-
mo, os direitos feudaes, a intolerancia religiosa,
uras guerrs loucamente emprehendida em condi-
g5es impossiveis, o governo dos padres, e a predo-
minant das classes privilegiadas.*
Foi robre esse resentiraento; foi notavel esse
raodo di exprimirse em referencia a ideas retro-
gradas, que nao podiam ter mais cabimento. Mas,
a verdade era que essa carta nao tinha, nem podia
ter, valor aos olbos do paiz. pois que nao era
uma ccnstituiffio; e, conseguintemente, a ques-
tao persistia no mesmo pe, e o silencio existia como
d'antes.
Em lorno d'esse silencio os partidos se agitaram,
e a caisa da monarchia cada vez mais se ia afas-
tando do numero das probabilidades, contribuindo
pars isso, nio so os impenalistas, em nome dos
quaes j Sr. Bouher fez um manifesto ao paiz, pro-
nunciando-se pelo plebiscito ; mas tambem o centre
esqnerdo, que, podendo adherir a monarchia em
outras circumstancias, acabara por julga la impos
sivel, e n'esse sentido tambem se maiiifestara por
intermedip do3 seus chefes, os Srs. Leao Say, Feray
e Christofle.
Alem de todos esses adversarios, um havia, o
Sr. Thiers, mais respeitavel, mais terrivel para
uma restauragao realista.
Muitas vezes o Sr. Thiers se manifestars um an-
tigo monarchista ; e para ahi o arrastavam e ar-
rastam as suas opini5es, as suas tradigoes, e to-
dos os habitos da sua vida e do seu espirito Mas
o Sr. Thiers nio podia apadrinhar nraa monarchia
indeflnida ; e, denials, conhecendo as teadencias
do paiz, defendia a republica, porque lhe psrecia
a uniea solugao possivel para a crise existente.
Dahi veio a carta qae, nessc solcmne momento
elle dirigio ao maire de Nancv ; e ns qual se con-
tinha o signal de uma verdadelra resistencia con-
tra a realeza do conde de Chambord com a ban-
deira branca, qae signifies paramente o confisco
de todas as liberdades
Assim, pais, todos se pronunciavam, todos dis-
cutiam. Soraente Mac-Mahon abstinha se de to-
mar parte nesses debates, envolvendo se assim nc
manto que o cobris, na alia posigao a quo fora
chamado.
Essa abstencao, qae nao significava entretanto
ansencia de opiniao sobre a mater's, mas que re-
velava pradencla, tino, perfeita comprehensao da
situagao, a todos pareceu de bom auguro ; e por
isso era geral a confianga do seu governo, e dabi
nasceu a idea de prolongarse os seas poderes,
dando-ss um caracter mais fixo e mais definitive
a aatoridade presidencial.
Essa idea, qne encerrava um adiamonto da
questao politica, sorrio desdc logo a rauitos espi-
ritos, e foi ganhando terreno, maximo depois das
eleigSes do outubro, cuio caracter radical, se nio
mostrou as tendencias do paiz, pelo menos reve
lou uma condemnagao as ideas realistas e signifi-
c mi nma seria inquietacao pelo futuro da Franga.
Anteesiu resultado, alia< esperado, previsto, ne-
cessario, nao desaniraaram todavia os monsrehis
tas, qne cuntiuuaram as suas entrevistas, as suas
raissoes. diplomsticss, no sentido de chegarem s
am accordo com o conde de Cnambord.
Do uma dessas missSes foram incumbidos os
Srs. Chesneloag e Luciano Bran, qae, de volta de
Salzbourg, onde se encontraram com o conde de
Chambord, redigiram e publlcaram as suas im-
pressSes, todas favoraveis a c3se accordo almc-
jado.
. Segundo e3sas impressOes, o rei, por suas pala-
vras, lisonjeava todas as esperangas do grupo ex-
orleanista da caraara, e o Sr. Chesnelong julgara
ter voltado com as mlos cfceias de liberdades e de
promessas.
Os orleanistas bateram pslmas a essa resultado,
e julgaram-se logo no reinado de Astrea, quando
de subito apparecea outra versao, que delioio a
situagao de invio diverso, e no sentido dos almejo-
do centro direito.
0 cheque das duas versoes langou o alarma no-
vamenle no campo monarchista ; e mais do que
nunca tornou-se necessaria a palavra do conde de
Cnambord.
A 8egunda versio, que era a unica compativel
com as ideas e o espirito do conde, foi, nao obs-
tante, posta em duvida; e as illusoes da primeira
persistiam como uma solugao, quando o conde de
Chambord julgoti a proposito manifestar se para
concluir o debate.
E, com effeito, raanifestou-se em uma carta, quo
teve a data de 27 de outubro. e da quM nasceu a
luz para a questao.
0 conde de Chambord disse ncsse documento :
que nao retirava nenhuma de suas dcclaracoes
precedents ; qne nao podia-sacrilicar a sua hon-
ra ; que nao podia senao levantar bem alto a ban-
deira da sua casa; que nao podia nem devia acei-
lar condipoes; que nao offerecia outras garantias
quo nao as do seu principio; e que na o piloto
necessario, o mais aplo para leoar a nao ao por-
to, porque tinha missdo e autoridade pnra isso!
Para o conde de Chambord, pois, a unica mo-
narchia possivel era a de direito divino; era a
monarchia tradicional; era a neescso das liber-
dades conquistadas em um seculo de dores e de
aogustias.
Para a Franca, porum, a unica monarchia pos-
sivel bra a que emanava da soberania nacional,
a querepousava sobre garantias inviolaveis, e na
qual o rei e apenas o regulador dos movimentos
livres do paiz.
Assim, pjis, entre o conde e a Franca havia sem-
pre o mesmo abysmo, infranqueavel, impossivel
de veneer I
Assim, pois, cahiram as nltimas aspiragoes de
monarcma, desilludirimse as ultimas esperangas,
sem mais possibilidade de renascerem I
Mas com essa desillusao, quo devia ser um mo
tivo para a concordia, nasceram, pelo contrario
grandes antagonisms, grandes recriminacoes,
grandes desavencas, que so tiveram por effeito
langar a consternagio em todos os espiritos.
E foi no meio dessa consternacao geral qae a
assembled de Versailles inaugurou os seus traba-
Ihos, no dia 5 de novembro; vendo, desde logo
e do todos os lados, despeitos, irritacSes, descon
lineal, propostas, contra-propostas, tacticase com-
binacSes de guerra, mais ou menos habeis, agitan-
do-se na confusso dos partidos I
Ers um perfeito cahns politico I E o que devia
sahir desse cahos ? Velo-hemos.
A ses'sao de 5 de novembro foi aberta por uma
men3agem do marechal Mac Mahon, a qual foi
recebida dm msnifestas provas de sympathia.
0 illustre presidente da republica deu conta a
assemblea do estado tranquillo dp "*>' : ""-
cua-.ao do t(rlWf? pela- tropas al -^ e do de-
sajo'manifbstado por todas as potencias de vive-
rem era.amistosas relacoes com a Franga.
Depois disso o marechal entron pelo terreno da
politica interior, e, assignalando as lutas dos par-
tidos a qae foi estranho, disse que o poder nao li-
nha a necessaria autoridade e que o govevno nio
estava safflcientemente prevenido para desalentar
as facc5cs.
Em seguida fsllou dos desvios da imprensa, e
da necessijade das reformas municipaes, concluin-
do por dizer : Keflectireis sobre estes fact03 e
dotareis a sociedade com ura poder executivo du-
radouro o forte, que cuide do seu futuro (ds Fran-
ga) e possa defende la.
Apenas foi lida a meosagem, o general Chan-
gamier, como para responder-lhe ao pensamento
politico, apresentou uma proposta prorogando por
10 annos os podares do marechal- Mac Mahon.
Beclamada a urgencia para essa proposta pelo
Sr. de Goulard, e apoiada pelo governo, foi ella
vend la por uma maioria de 14 votos, exactamen
te igual a que derrubeu o Sr. Thiers em 24 de
maio.
A proposta entrou, pois, em discussao, e foi dis-
cutida, entre outros, pelo Sr. Dufaure, que pro-
pcz a sua remessa a commissao dos projectos cons
titucionaes para emittir parecer. 0 governo, po-
rem, propoz que a mocio Changarnier fosse en-
visds a uma commissao especial, eleita para esse
fim.
Findo o debate cahio a proposta do Sr. Dufau-
re, e foi approvada a do governo. Foi preciso
eieger uma commhsao, e esta foi eleita no dia 8
e ficou composta de 8 deputados da esquerda e 7
da direita, sob a presidencia do Sr. de Hemusat.
A proposta Changarnier tinha dous tragos ca-
racteristicos: affectava supprimir a palavra repu-
blica, trocando o titulo, sob que o marechal Mac
Mahon exercera o poder, pelo de chefe do poder
executivo; e tendia a tornar a prorogagao dos po-
deres independente das leis constitucionaes, sem
todavia implicar o adiamento indefinido destas
leis.
Ella evitava o nome de republica; mas crcava
um poder que se lhe assemelhava e que devia
durar 10 annos, embora nio determinasse a esse
poder nem direitos, nem prerogatives, nera altri-
bui'.5es.
Em ultima analyse a proposta Changarnier nem
queria a republics nem a monarchia, nem queria
a dictadura nera o poder do delegacao da assun-
blea, tal como existira ate" entao.
O qne ella tinha e teve em vista foi o vago, o
indefinido, qae se prestasse a todas as possiveis
e futnras cooblna.-oes, a todos as alvitres, a to-
das as exigencias.
Como as combinagoes nunarchicas tinham sido
sem resultado, niio se queria fazer concessoes a
republics. Dah veio, pois, essa proposta, que
recussva a republica o nome, a dursgao e a exis-
teocia, erabora se creasse um poder mal defmido,
isolado e separado do organismo constitncional.
Nao obstante, em torno dessa proposta congre-
garam-se todas as aspiracOes, e bem assim todas
as propostas ; isto e, em torno d'ells, reaairam-
se : nma proposta para a proclamacSo definitiva
da republica ; outra, para ura plebiscito, e outra,
finalmente eraendando a proposta primitive. So-
mente os intransigents dos extremos abstiverara -
se de apresenlar uma proposta.
Desse conflicto, desse choque de interesses di-
versos, multiples, inconciliaveis, nasceu um longo
debate, ura incandescente debate ; depois do
qual triumphou a proposta Changarnier, sendo re-
jeitadas as demsis, e :ndo a proposta preferida a
commissao eleita para estuda-la.
Aqui deviam apparecer e effectivamente appa-
receram novas divergencias, filhas da propria
composigao da commissao.
Em um ponto acharam se todos os aiembros de
accordo -na prorogagao do.s poderes ; mas nao
passe u d'ahi o seu accordo, pois que os dous la-
dos divergiram nio s6 quanto a dume.io dessa
prorogagao, mas tambem q jauto a sua ligagio com
os projectos con>titucionses.
Muitos dias gastou a commissao nos seus tra-
balh0f ; mas, aflnal, nao se podendo entender a
maioria co.n a minoria, nio obstante os osforgos
do govern^, cats ladeapwenton o seu pmjec-
to, e amhos estes no dia l-l foram lidos a as-
sembles, e nouco depois snbineltiilos a disenssio.
0 projecto ds maioria, isto 6, do centro esquer-
do, foi Dreeedido de um exteno relatorio, em que
foi anatysada a proposta Changarnier e apresenta-
das as raz6>i que I *ve a maioria para modifics-la.
Nesso projecto prorogava-se 03 poderes por ciaco
^*
annos, e tornava-se essa prorogagao depondeate
das leis constitucionaes, que deviam ser examhn-
das por uma commissao de 30 membros, eleiu
pelas diversas commissoes da assembles. Bra
isso am modo disfargado de estabelecer a repu-
blica, e como tal foi recebido e considerado.
0 projecto da minoris, feito de accordo com o
governo, prorogava os poderes por 7 annos, e tor-
nava essa prorogagao independente das leis cons-
titucionaes, que eatretan:o deviam ser exsmins-
das por uma com nissso eleita direct imente pela
assemblea. Era isso um modo indirecto de crear
uma espeeie de dictadura, e como tal foi recebido
e considerado pela esqnerda da camara.
Aberto o debate sobre esses projectos, fallon
um grande numero de or* lores, e a discussao foi
calorosa, irritante, e as vezes ate inconveniente.
Por lira de contss fcrsra approvadus os dous arti-
gos do projecto da miuoru, sondo rczeitado o pro
jectoda maioris e bem as^im as emendas oiTere-
cidas ao priraeiro e cujo fim era reduzi-lo, mats
ou menos, as condigoes do segunTlo.
Assim, pois, no lira da dUeussao action se o
marechal Mac-Mahon com os teas poderes proro-
gados por 7 annos, e o paiz sem outras garantias
ijue as qae podem advir da pessoa e do caracter
do marechal, e bem assim de um voto eventnai das
leis coustitucionses.
Apenas se deu este facto, o gabinete apresentou
ao presidente da republica a sua demiss.io, e esta
foi aceita pelo marechal, quo inenmbio o duqae
de Broglie ds nova organisagio ministerial.
0 duque de Btoglie poz-sea campo, e eonsti-
tuio o gabinete pels seguinte forma : Broglie, pre-
sidencia e interior ; Descases, e-lrangeiros ; De-
peyre, jnstiga ; Pourton, instruccio pablica ; Des-
seilligny, agricultura e commercio; Larcy, obras
publi;as; Magne, fazenda Dubarraill, guerra; e
Dompierre, marinha.
0 ministcrio fez a sua aprecenlacio a assem-
bles, e o marechal Mac-Mahon agradeccn a essa
corporagao politica a honra que The conceden de
dirigir os destinos da Franca sem outras restrie-
coes que a sus probidade e a sinceridade do sea
csrscter.
A assembles, pois, nem decretou a republics,
nem a monarchia: constitute uma dictadura, (Un-
do ao general Mac-Mahon o que censurava no Sr.
Thiers e condemnara em Napoleao III. isto c, esta-
beleceu de facto o governo pessoal, contra o qual
tanto se gritou oatr'ora, mas quo parecc, em
certo modo, ir se acclimando na politica da
Franca.
Esta anomalia, pois, que outro nome nao lhe
cabe, tem todavia uma jastiflcacao, que reside na
necessidade de manter e fortilicar os principles
conservadores, tao arraigados no auirao dos fran-
cezes, que difflcilmente se pode atribui fos aos in-
tuitos do marechal e dos seas ministros. Por iiso
ella agradou ger3lmente como meio de prcparar o
futuro, qae se afigurou lisongeiro a todas as opi-
nides. ^_
V'otada a iirozju'a^j.. *i.*- poSor^o, aAmtj^
^cajiou-se com a eleigao da commissao qae tem
de examinar os projectos constitutfonacs ; e esta
Boon composts com varios membros dos centres
da assemblea, predominando todavia o centro es-
querdo moderad >.
Em manto essa commissao nao fizer o seu estu-
do e nao apre-entsr o seu relatorio, a assemblea
tera nataralmente de occuparse nao so com o
Erojecto municipal reUtivo aos maires, mas tam-
em com um projecto sobre attribuigOes policiaes
e bem assim com os pianos financi-iros do Sr.
Msgne.
Todos estes trabalhos js iam preoccupando a
assemblea, que, as ultimas noticiss, m strava-se
tranquilla e confiantc, sem duvida por estar accor-
do BO petsamento politico.
Esse pensamento, mais geralmente aceito. era
que cs sete annos, deixados ao marechal Mac-
Mahon para governsr, signifiesvsm apenas o tem-
po necessario para urdir as ineadas de uma res-
taursjao bjurbonics, embora nao partilhsssem
essa opiniio os legitimistas, qne, nos seus jornaes,
lamentavam profundaraente que nao tivesse sido
aceito o conde de Chambord sem condigOes, como
acontcceu com o marechal Mac-Mahon.
Esses politicos, porem, nao desistirara ainda dos
seus pianos, e pelo contrario tra siiisra e hao de
trsbslhsr pela sua realisagio, as-im como se es-
forgsm os monsrehistss constitucionaes e os bo-
napartistat por verem preferidas as suas respecti-
ve ideas e os seus projectos preleridos.
Quanto aos republicanos, esses argumentam
com os faclos; e, em vista das peripecias do dra-
ma desenvolvido de julho a novembro, chegam a
conclasap de que nao ha governo possivel na
Franca senao a republica.
Assim, pois, de todos os lados renascem as es-
perancas, o a ellas dao lugar o caracter proviso-
rio do governo, e a confianga geralmente deposi-
tsds no marechal Mac-Mahon, confianca que vai
ao ponto de julga-lo incapaz de comraciler qual-
quer acto menos legal e digno, tendo por fim prc-
parar algum golpe do estado neste ou naquelfe
sentido.
Como quer que seja, pois, as circumstancias da
Franga sao melindrosissimas ; e o anno que hoje
comega provavelraente tera de ver produzir-se
acontecimentos, que, sem duvida, influirao no des-
enlace fins! desse importsnte drama politico qne
se represents no centre da Europa, e no qual nao
foi de somenos interesse o grande conselho da
guerra instituido no Trianan, e cujo veretUctum
conderonou a degradacao militar e a morte ura
marechal de Franga -Bazaine-qne resume em si
t< da uma situa.-.io decahida, todos os desastres da
Franga de hontem.
Depois de cumprir esso penosissirao dever, o
tribunal iotercedeu ao presidente da republica o
peruao do marechal Bazaine, em uome dos prin-
cipios de huraanidade, e em nome do passado glo-
riosO dessa valente espada.
Coracode-lo ha o duque de Mageuta ?
E' licito espera-lo e, certo. assim precedendo,
o presidente da republica ganhara muito nos con-
ceitos da opiniao, visto como, seesia condemnou os
erros do homem politico, ha muito que absolved
as fraquezas do soldado, que ganhou o bsstao de
marechal do service da patria agradeeida.
Em todo caso a condemnacao Hears como um
grande exemplo; e Deus queira que elle aprovc-ite
aos homens que dirigem cu aspiram dirigir os des-
tines da Franga.
Italia.
Politica e fiaangas, no que de mais elevado en-
cerram essas duas ideas, ambas complexas, intft-
ressantes, de difficil trato, de sorprendentes resul-
tados : eis os dous polos em torno dos quaes gy-
ra esse ao mesmo tempo, gran le e pequeno man-
do, que se chains Italia, equo tem a rara ha-
bilidsde de attrahir as vistas ds Europa e as at-
tencoes e perplexidades de todo o auiverso ca-
thofico.
Sim, politica e finangas, ou mais simplesmente
politica, pois que este vocabulo tem vaslissima
comprehensio ; foi ainda a tnotix da joven e uni-
Gcada Italia, no anno qne vem de tsconderse nos
urabraes da eternidade.
A nova Italia conta apenas de exi*tencis p'tfi-
lica cerca de tres lustres ; o nesse periodo, a am
tempo loago e carlo, ells achoa se emaranhada.
n os tec idos da vasta rale le negocios que solici-
tam n; cuidados da Europa, cercon com toda a
sorte de difflculdades external c intern*** teve
paixues a combater, desconliancas e reeeios *
tranquillisar, e nma roullidao de probleraas a re-
solver, entre os quaes nao figurava nem figura por
certo em ultimo lugar essa fallada cooxistencia
do papa c do rei em Boraa, na cidado eterna, no
I
c
1
/



v.
K81 -MJ UHM/ii 3(1 8-AgL-T. MHMfe Peraambuca Quiu^feira 8 de Janeiro dc 1874 o 00/J/ J O/T/ll

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y*
4eo do akc*eisiM, quo d'aili 'a<#i os sens riilgorfli?ftfc)Jo o ^nive/.-so,.pjr;todos osi Franks, nip pode accitar nem lia de ^sOKIIM,
milhoes dehoqkuuauie so scnwra nrtsos 4 cadet-1 unmiscnir-se nosscTmitendirtoiiinjeclo de ITHan.-n.
ra d<5 S. Pedro"'^ "U',f ,8*> H'fe. *" Cerrar mvidfts > i|*e sn II
Nesses qUicftfr^fcigS de> vidl, tadependeiitc,
aim, ma? eivas e
oem sempre pole regosuar-se
cruenlas, nun sempre ale
sera sentir os espi
oa fronte. Ainda hi
amarguram a vida,
nas nialhas dessa
pos ido-, e (ue tern
pr sentantes o papa
b >rd na Franca e "
panha.
Entretanlo, a Italia, en sua,
gilante, ?e:npro, larga, e per
clu'gon a urn do*^vjnto< .tiu# almejpvn, pois qu"
nao e hoje em dia uma petencia reconhecida,
mas tambem usna potencia qne tern unn politica
sua, maitas tradirjSes e alliancas eum certo pso
nos negocios do inundo. Kda acha-se presa.jwr
de dares, a Ualia,
com victorias in-
os sens almejos,
gest
paosae Nm
mbara(ada
idoa|Mm-|
is l^ntam re-
>nde da-Gfcam-
urbon niH^-
oo >T: seiuir as '.iidicariies do voi-
driver a camara e maud >
pMsa dizer; e sem ler tVttjas do. v >llai urn* p*i ifedaHftn'Irtfli aaftopos.to da win qucslao
trtica da claricalismo, ella njo pode.quer,er tpmaft rtstxfl*ir lmk>%)flf !**>tOes.
rcsponsabilidade defaefes que de nenhum modo
foitica, seaspxavi-
Inezes gi-nerosa, j.i
a
Itie dizem respeilo.
Qototn* Prujfn, -sim, a eou*a P**jK V1
to cooMffcta Mis seua Imnediatos mWBles nan
6 a aWacada*l3iia,inas*taoabaraa neaBmlidaite
da Austvfa.
A Italia, linaJwnio, j^gando-ee aineacada na
sua esistanria, e waturrij como ja rtissamss, qua
hiH-juearttiadai; onJo Ihe parcce poder en"
tra !oi. Masaasas reoeio* da Italia sao infundadoa.
nem a erivel one os pohttVos itaiianos *e leiihaaa
"cgado^opoaifje ilar valor aos alarraas_u.i par
udo ultrtmi>ntiw tVaaeat, impetonte porsi luejMB
e ainSa mai-> impotante pela saperabundaneia do
libaralismo dos partid.i* daonftinea.
Assim, pois, nenhuie* idoa.eianiante e inie
tadora pode ter surgldo, rro pode surfir i
rigosa red.*, da qual nem mosmo o rei ae
rr^^AuiajaiijiHf- 3or-.ar 5 hia ello ua i*
r>--iiii -'"f, ga ""^'""'" r-nrnpiiffat,! p. diflicil Auireviiiasdousohuranasjekridus; e certaiflanie.
qno dirige as forcas conticentaes.
Ha apenas tres anuos que ella e9ta de posse de
Roma, e que ve o roi no'Ouirinal e o pajia no Va-
ticano ; e enU-etaulo jk arfli.coaittjaa) as inquieta-
S5( peia persistenda desse facto cstupeodo, que
o mundo ainda nao se fariou da miatttK 5
E' que a I'alia comprehende bmn o poder, a
for^a, que e9e facto tern em si ; e sente, e perce-
he com o sen tino almiravel, qne elle e urn solem
ne, ga4jav.-l e t^majwdwf -proi4o >lra o-o*bu-
Iho da Santa niosuia, dan In rUe R.jina cmno capital.
Certo a Italia nai 8C aiov.miM i ale alii, dando
ouvidua aos arrebatami'utos parWarioS, envotven-
do-ea era crises sera nolu^ nem arriiicando per
peUiameale seus maiB easenciaes iuiereiie e a
sua prnnpasi:teocia ; jtiu. EJla te\c o bora sen-
>a cieoio s*guU, posto quo de*e Idierdade para
se a4>roseiitaro,u, esas e\ceutricaa phaotasias, es-
es prograiainas radicaos, i que flzeraffi alarde
al^iias de seua ln'Hiena, entro os quaes o velbo e
rev.fliii-i'inai i i Garibaldi.
A Italia ehegou ao pwaculo dos sous sonhos,
dos projoctJS du ilLit^trejCwaur, p>r meio do sen
Iioih senso pratjQtt, palp da ia soquencia de actos de unia politica muderaJa.
e fiaalnjeatepor uma cerue otHavei babiidade
o;n amoUae- e as circumstancia* t em aniivirar-
se das occasions *ipfK*rtuoati.
Nil i.bsJaote, porera, ilia seote-*e-apprehensiva
pel futii-ro ; e, endo do ti>dos os ladK coat i que
se alavaiitarem am-'agas, tem receio* peia *ua in
tegridade, pe!o sea uaitarismo, e, uas aucias des
s is roceicM, ollia paw to l'W os laa*s lius'-a cap-
t.ir aUiancas que A piauaw a culx-rto de qual-
qiK* fumra tenUtira.
Nrtsse capinr as sympathias euro-.n-as, nssses ro-
reias iwlo fu!un, esta lodo tegrelo da sua puli-
tiea esterua ; mas esse s-'gredo, mosmo eHa nao
;>6W> iwiapooera jamais. oocultar aos e.-piriJi;s re
!le til's na- a irfweritiinc ostudam,(wrque,atfa-
vi!z das .'uas mauifestacpes de Irr.a a pr.:>ligio,
'entem-sc as vilirai.oes do sea |ito, cmho que
J-nuui-iai:do as suas iutimas desroniiaoeas.
Ui Fran-.a, mais do que de outra qualqafir po
tencia, torn ella recejos, coma sc a Franca, auenaa
a > fewfece de sua reiionstitiiicao c ocpawsaQap, u-
Te*4etonpo e meios de uvuiver se ims U'-gocios
extraqtei a sua propria couseiva\;ao.
E" eerte quo na Franca ha efcavsttoa, conlrarios
a unidadi' italiana, e fa'orav.'is a tolia a* tempo
nUdades d* Satua Si; ii cert) ainda que esses
<-!>'iMi!iitos conspiram o hao do omspirar seaipre
p.ir se imp Hen) ; iuas o ijue pod.'in riies, o que
!iii de eodijr, coulraa voatade da inaioria oacjo-
nal ?
E ainJaad'iii!tin:lii.qae 0 eon-la da Cliauibird
venSia a ocoapar o liirono de S. Luia ; o uoe po-
de.a losses elenu'iiio-, qua nesse pri:icipe se eucar-
iiam, cta'.ra os imximos fcitcressos do paiz, que
aj'.iJia a Italia a coustitoir si ?
X3 i, os roceiui da Italia sa > infimdados, e ate
-orli> poulo revelam nail..iagratidao de quo a
F.an-a a'md.i se ao mostron credora.
A Franca e o jjlLado mais mais natural que a
ItaUU pode ilf-sejar. por isso que a Franca nlo tcin
.iiiliuju-.'s pdiiicis que digam respeiU.i Italia. E'
ami'i'um alliado nccos.-ario, puri sso que tempo
I'a vir em que as potencias all':maes hao de
nrisur as lancas contra a lialia, com quo ten)
v.-Hifi contasa aiitslai', coutis queo oJio aifelnao
s:ili< goardar ate que lheaiijiare^auraaopportimi-
i.i te para liquiiar.
Eilretinto, o que faz a Italia ? Voiu-se para a
".up w-iirtrtv innrra-wnu' nui.^s o. Ouiuwrinp da
i'russia e de Francisco Jae d'Austna, cum qu-
ptr.i rrnber nm oscnlo de piz, ipte !)eiis queira
i)5 i s"ja o beijo com quo Judas veu leu o Diviuo
Me-tr.v
Victor Emmanuel, isto ii, a lulia 14 se foi, com
fleito. no anna ftndo, caininho de Vienna a do
Bertira.ela re'Jebea Iras fidrtea allemaes, essas
uiit is d -inonstracoes de amizade quo soem sem-
iireser os erneis engoJos, cam que os lingers lo-
res allemaes acaparam as snas intimas intenco;;s,
os lacos fataes coili q ic Piles sabem atar a3 vie-
liaus, ant^s do ravar-lhes no peito aalaga crimi-
i.osa.
Sim, Beiiim e Vienna, vcftiram so d* galas pa-
ra nospedar o ilkistre chefe da casa de Saboia ;
e. no meiy d is festas corteii", provavelmente se
c:a:iiram o> soherr.nis e os sens ministros des-
-a i-ilitioi qu'-- se li/: grande, mis quo pode ser
iuw'sta .i rial) i.
Victor E-mnan-.iol (>\ a Vienna seliar a recon-
"iliacao d.. ini'.iva da Italia e J-) imperio austro-
tirointrn; foi a Berlim visitar e conversar com
am r.ntigo aWado, como elle o disse. 0 quo se mft;
pois, foi* mostrar quo' as roltias intrigas e injurias
tiubam cessado ; que so existiam interesses com-
mons ; o que a Austria, a Prussia e aTt.ilia se po-
i!eriim entoader em caso do nocessidade
Mas ,t .[an se devia concklvr jessas (temnnstra-
Vi- do appirato ?
Talvz eousa nenhuma, cam5 acon'cpit em
1ST!, mi'ando se dea idenlioa representai-ij entry
s i nperadores de Borlim, de Vhj'na eoe S IV
lersntrrgo ; ma? talvj- tambem alguma cousa do
.'ntcresrante para a politica geral.-corno o s-ippo-
zer3m varios jornae* allemaes e iiahanos, adver-
sos a Franca, e hem assim alguns pernJieos Iran-
cezes tso mal insprrados, qnao choios de mao hu-
nor rtlativamente a politica franceza que ju'ga-
>am aproximada de nma somcao legitimita.
A Franca, a verdadeira Fran;a, liberal re-
.-ectida, nio se prcoceupon, porem, com osses ar-
rtidos de alHascas e combina;3es hostis,pela sim
;.les razio de que tedos esses arrui las nio pas-
saram de rebates falsos, visto como nao era crir !
que em Berlim enidassein de chimeras:
Um erro muito coramum na Europa era e e
]algar-se a Fran.a ora comple'amento perdida e
"aspetente, ora disposta a se de/eneandear nova-
neate, a se deixar levar, por opinions violentas, a
i>das as avantavas pelo poder temporal dos papas.
A Franca, porem, nem esta tao abatida quanto
se a poae julgar, nem tao absolutamente entre-
f ae ao fanatisni) dos partidos qne a quelram con-1
i.zir a aventuras. Ella acha-se em nma phas-5 de
-ecolhimento, e nesse rccolhimento consiste a ;ua
politica toda.
Por en quanto tern muito a quo fazer ; e por
oerto nao deixara de ewar as snas hagas para se
nellas apenas se tratou de trocar iinpressQos
sobre politica geral, do futuro conclave e das
eventualidades que dclle podem sobrevir, e flnal-
monie de otua jwsswel troca de oanSd consultas, se tairto for preciso para o iuteressc da
sppat. J?: ,
Certamente nio foram alem essas eonferencias,
nompodiamir;; por qne, era uliuott anatyw,*
Italia nie node esquecer qne a Fraaca 6 a sua
uat*rl aWada^ bem a>>inj-na de ter reflectido en
que esses jigos da poli'dci'de Berlim podem fa-
zeda correr. o risca de tonnar-se um iivirwneuti
dos designios conhecidesou desconbecjdos da Pii-
>ia, e dee quaes v.-nha ella a ser uma victims,
ccrao, im cert) modo, Hie acoateceu eai 18(56.
ijualo rebentou a guerra auslro-prussjaaa.
A' despetto, porem, d todas cstas rai5e?, a Ua
lia sente-sa perpleXa; e essa proplexidade domiaa-
a ate era sua politica interua, pats qne esU^iga-se
em certo medo, aquella outra, o leta-a a ver na
coexisteocia do papa e do rei em Horn a, uma
ameaea. contra a qual ella se prumume e qua a
itiJuz ate a sattar por ciaia da tei das garaiiUas
dad,.8 ao santo padre, msUtinio oatsoj projeeto,
'quo veio do '872, e qua di respeilo as ordens
relii5io*as em Rotna.
Todos esses facios, todas esses reoesos, todas
essas perplexidades, e, mais ainda, a necessidada
d inanter sua posici) de poteacia de I." ordem,
Obrigara a Itaha. a conrawir awtltados cabedaes
eom os seus exercitos e armada, e a despeoder nio
menores somnaas em armar-sa e a terse em guar-
da contra todas as eventualidades.
D'alii Ihe vom, porem, un mal wnenso. por i*so
flic (TiM docpezas obrigain-na a irazer sempre
dese juilibrados os sens orcamentos, e a ter aasuaa
(iaaneas sejnpre mal paratlas, posto que era me-
Ihor pe do que as da desv As anancas e a iwlitiea, pois, (urani ainda em
1873, a suprema preoecM|Ki0o dos ho in ens pu
bfeoudfl Italia; e nem smnproa poltiwpraticada
pelo gabiaete foi aeoibida pelo parUniento com
IjTntfa i iiMrtfii da que outr'ora d:caw pr.v.is
os CBHaseDOaVinaB, sens amigos.
Em principios do anno, quando apenas eacela-
va-n-sc os debates poMta*. vio >e o ministeno em
Ml-rias difliouJdadesp.tr causa de uma mlerpellv
e*o, quo. contra o seu desejo, M aJraittid* |W
assemblea, n'uia momenlo em que se acHaram
em minina os amigos do gahinete.
Foi o caso que era Milii, Flirenea ettoma Baa-
ram se faaeraes era Isorrra de Napoleao III, faJleci
do, em Janeiro, na Inglaterra, e (jue, nessns mam-
restav>s, quiz a minoria da camara enchergar
uma ulleiisa a repnblica franceza.
D'ahi essas mierpeilacoes foitas ao gabincte, e as
quaes respondeu catliasioricamente o Sr. Lauza,
desiriimdo essa phanlasmagorica offensa, aerivada
de MiaHifestarues de pe/ar, que uada tiveram de
official nem politico, e fazenJo baqucar as ac-
oosacoes, que em certo modo, furiilicaram o oii-
uisterio. .
O qua houvo do curioso nesse jneidente foi que
esras interp.'llai;Ois partiram daesquerJ* da ca-
mara, mauifestaiflcotc BostU a Fraaca, ao passo
que os aecusados erain os inlnislros, era a diroi-
ta da camara, cujos soutimentjs piopeadsm para
a Klliaaca franceza.
Passado o iactdente, a camara proseguio nos
seus trabalti's, e deauta ro3o ia-seoccufwndo com
o projeeto sobra as ordeas religusas, qua alias es-
tava em poder dc uma eooimissao, que sobre elle
devia emiltir opiniao.
Essa ojiiniao era, ate certo poato, conhecida, e
sabia-se que divprgia das vistas do gabinete, visto
como, iicauop: s iquom da lei das garantU".
preteodia a counmssao leva-las atdn, Ipohptud..
a lei suppressiva das ordens raliiiosas as casas dos
geraes das ordens, que pi udenteracntc o gabinete
poupara.
Esta opmiao^contraria a do gabinete, ejsas dis
eusAtos previas, e, mais do que tudo, um certo
abandono, um certo desinteresse dos amigos do
governo em compaTecerem as gessoes, foi produ-
zindo seus naturaes dleits, ate que ameajou se-
riamente a vida do gabinete.
A Italia, nacao deliontera por assim dizer.apro-
xima->e mais"da Inglaterra que da Franca em
seus costumes parlaaientares. Cs itaiianos, a
quem cliamam revolueionario*, mas que so o fo-
ram para coustitiiir sua nacionalfdade, sabom em
ultima analyse, praticar o mais livre da todos
os regimens guardando se de seguir as opi-
nides extreraas. Elles sabem lirar-se dos raaio
res embaracos com um admiravel Dom senso, e
com um espirito politico iue os destingue, quor nos
moidantos mais coafusos, qaer nos act is mais ou-
sados.
0 miulstorio ita'iano, compasto de eleraentos di-
rarf. saiaente, jiois, n ministerio foi levado a
dar a sua domissao; e tanto melhor elle procodea,
qnsnto sutoio djipe ri-toyafffdi) com
para levar ao cabo a lei concernente as
posas.1 ^m
Bali a (1 niMM o roi. oWno Biadir>
ratio coiisbtiiciapBl. quo 6, proctmBotwir
niao d,is arineiaiies |>ors.magens m pirl.
*is Srs. PisanoJIi, iHcasua%ITeriHrfB) Bat
Klianlo-os todfc doa-oordo na nefesgid
ermanenol*ii galii:ieta, iasistio coin xt* a
Iros dt'inissiavarioS'para ftio cootin
estes acajuiesoeram, depots >K se terem
de que teriam o apoio de que careciara,
para o projeeto sobre as ordens ji'l^jiusas, com.
para os fens pianos financoirje.
RPselfifa assim a -rise, e aasapnmdo 9-aatb>
aiao o resultado da lei sobre as ordens religiosas
entraivm em discussio cs projectos oo giverno e|
da commissao e os debata* toftaraui-e iiWmi
santei, ao ponto de chamare'm a atlenplo do por^.
que alias .pfydujia antftsuc^es, que como
mp_r
gas
temia; terminanra p^r nm conflicto nas roasj
seioiaraves ceo'equeaciBs sim, rnas<|o 'leraanloa
uma energica intervea';ao da forca publica.
Ira harmonia entre o imperfelVHUaB
destas cartas resunb. MB^jrt> ni i-
tema uitraraontano, t^KL qua a
fni menus do qne, deMl&fi4uiii do-
ponto de vista, uma a;(4dtfl> as lilyr-
modernas.
istanciadas assim pelo intervallo de nm seculo,
que nao mgim&mamur as ines-
ressfiAe que, paHRnto, Ibseein divena-
iomeotada-, segm^u fallavaa una on ou-
intfMBs postos fm jogn_ji
qut^Hs fosse, poreag, qne e eerio 6
rla do lanto padro caaeou alanaa em to-
paizoa e pii/. de si bro-av:so as respeetivos
ovonios, queaella viram pm f rneeto as resMen
ias do clera e dos ukrainnaianos as leis civis, isto
urn incitammlo a luta .|ue oxiste entr^ os pode-
civil e eaUHiastico, luiaeiupre eru'-l, sempre
jrrivel, por isso que pde em jogo as mais desen-
_ s pauL^jj^jj auis frjieiic iSMjntiyientas^ua
km suhjngar o ootael) 46 hoinen.
E* sem-dnvda laiaentafel e condemaavel que
o incitamento a essa luta dcs;a da cadeira do pon-
liiice, que devia ser oprimeiro a dar o exemplo
ausnetudee de paf. ^a>
Sim, e lamentavPl qne o santo padre, tenha per-
dido a lerabranca dos facto*jpie a ni-toria regis-
tra, e que pretenda que a humaaidade retrograde
para m tevapos da idade media, esqueceudo as
suas raod?rnas eenqolstas, desprez.rado os seus
(Dudas
'6**u"projetos uitferiram pi^eo *m daxiutrai owl* oUsados coiiiinetiimealos.
no sentido de quo ambos foram a expressao d'assa
politkaao mosmo tempo liberal e moderada, da
ime-fcratas proras ja tinha dado a halia.
Nao obstajite os or.tdores da csqiierda ropelli
ram-n'os, alegando que ellos signilicaAram um
pirito de traiiKacQao, ^UOr nao se coinpadecia.
o sou nodo de ver, islo e, com as suas tende
conliecidas para um rompiaiento violonto co
to dos os interesses tradi -iimaes, coin as i-rejasas
com as suscepiibiliijades dos catholic**.
Por outro lado, tora da ca;uara. nao
agradar e-ses proje tos, a aquellas quo vani
r&m na posse do R-irni, um alt mtado, qua esi
pn:j -ctos, quando b-i, loriani Pr raissao agjrawff
A'quell's, o uoveTnW-Maliano m->sirou a Italia
paciiica, firma-ia em sua. existemua, uacHoal, a,
acroditada no exlerwr, justameule p)Na iuapolii
tica moderada; a estos, poiein, aprefcntou-lhes
mosmo governo, o Vaticano livre, jo paler reli
Kiosii do pontidce px-rcendo-se con toda a indo-
pcndeflcia, e as deputu^oos cathol/cas se succi-
den-io era Roma, junto ao papa, e or veiesaaa*-,
do de uma linguagem par mats de p'-a titulo off-,i
siva ao rei e ao sou g<-vrae. /
Esse jjoveroo, qua unhaatravesado,Uutus co-
les, que tiulia passado invdu-n' atravea It}
lau'.as diWaiidades, aao .succuaibio, pohs a ^i
soiii'O as ordens rehgiosas: vio-a pass;u- nas ci-
maras, o leva ainda. a gloria da-proraalgal-i;
mas, (iara mais ua t deram as uas f jrcas. e canio
ante as exigeucias da cioiara ao tocaute dos pjp-
jectos linauceiros do Sr. Sel|a.
0 choque que solfrera pur occasiao de disculr-
*e o projeeto da arsenal era Tareato, tinha s/do|.
apenas ura.preludio dacrise.que os projectos,!!
nanceiros deviam provocar, e flue o oerrubaraui
d i aodor, nao obstanle as uromessas qiia tivpra
d'aquelles que insisliram gara que elle ficasse no
poder.
0 ministro da fazenJa apresealara os seus pro-
jectus e podira u'n accresrirao de receita, tirada
aos impasbis, no valor de triuta milhoes. Estes
projfctos deviam ser Jsinlidos; ma*, a camara
etava impaciento por entrar om ferias, e esta
impaciencia era denoujla ?ela ausencia de muitos
de seus membros, am^os do gabinete, que tinham
sahido de Roma
Apraveitands-se dfete easoj^, a esquerla e
uma fraccao da dir/ila, de quem ja fallamos, se
ligaram e deram urn chrque-matte, no ministerio,
uij na pr.ipna que>tao liuoncira, mas em eousa
quo ilizia respeilo aos projectos do Sr. Salla, na
lixacao da ordem do dia, isto e^ do que devia sar
discutido do prefepracia. r
Os impostos qui .> r Sella prppoz, que jnlgavi
necessarios, e qujfaziam parta do sea syiteraa.
eram repellid is pola es pierd;i,' na farina do seu
costume; e, urm fraccai Ja'diroita, sem fazer
causa coininuin aora a esguerda, ufforeceu ao oB-,
n'istro votar os Jnais urgeutes, e adia/ os demals
para a sessaodenovembro.
0 uiinistro d:< fazenda, vendo. urn lajo nYssa
pro.m-ta, que 0 obrig^ava anvodificar es seus pia-
nos uiiau-.uiro-, resistio .on) qae fossem di-cuti Ids
todos os seus projectos, e, recs^andose a qual-
quer arr-anjo, encontron se comum vuto qae o
desaatorou, visto como lb'7 depJvi los, em 2il
vot-riutes, pronunciaram se contra os seas projec-
"<3 mais em viver. Apresentoa a sua discassSo m rei.
qu-, accitaulo a, (ratou de iho dar successor.
Ahi, porAn. surgiram as difficuldades, sito
como, se na vota. ao, qne dermbara o gabiiote
Lauza, a maior part* dos votos pertenciain aos-
qnerda, repiessntaila par 90 deputados, nao era
menos evidento qua a inaioria lo narlamento era
conservad >ra, eaibora essa maioria estivessf di
vidida raoinentanea e acciientalrnenle.
E n tolaca-o a esqnerda teria siJo charaaaaao
poder se ain la vivesse o Sr. Rattazzi, quo era ho-
inem de conlianca ; mas, tendo raorrido esse emi-
nonte ho-nem, e nao se acbando nas rnesmae'. n-
dicoes o Sr. Depretis, novo chafe da esqutrJ:.,
foi mul proficua a tentativa dos seus amigos.
Em rigor devia >er charaado a gestao dos p;bli
cos negocios run ministerio de coalisao, visto tomo
foi uma coalisao quem derrubou o Sr. Lauza. Fez
se essa lenlativa; mas, tendo ella falhado, fii de-
rraitivamente incumbido do organisar o gabinete o
Sr. Uinghetti, importaole moaibro do partldo con
5r. Sella,
dcixar levar por paix5es partidarias, que ella s do ao goveruo, provocou a demissio do gabinete
:n.'.i:tos, licando sempre flrrao no seu posto.
A s;n propria coinpasicao era um motivo de
coastaotos iliiliculJadcs, visto como uma fraccao
da direita, quo o npoiava sem enthusiasmo, e a
ospierda qus o jjuesraava na esperan^a de substi-
uii-11, muitas vezes sc ligtyam e creavam-lhe mo-
raeatos laboriysoa.
Em seu seio contava elle.. Sr. Sella, espirito in-
tropido, rainistro da fazenda, que toinoa por mo-
ta e.iuilil>rar os orcaaieutos em poucos annos, e
cujos esforcos tendiara seraprc para esse lira, era
enjo intercsse elle orocurava cottar lodas as des
pezas superiluas, nao att'jadendo a coulralic.tas e
zangaodo-se toda a vez .jue o jueriam Ic-'arpara
campo diverso.
SahiJas a's saas viMis e aproprhnl) sa da uma
opportunidadelisongeira, os desaffectos do gabinete
Mtcurarara darlUe um cheque, emonlando um
projeeto do governo, n) qual pedio esta uma pe
qucna qmai'ia para cousj-uir um arsenal militar
em Tarenio.
Mas, o que e curioso e que, contra a vonude
la minislerio, queriam dar-lhe mail do que aUe
pedia.
Ao Sr. Selja nao convinha esja liberalllale, port
que podia ser uma parta para outras ; e taes libe-
ralidades descon:ertavaai p ofundamente os seus
pianos financeiros, iirmaJos na mais restricta eio
nomia.
A camara, porem, insistio no sf-u ponsar ; e o
enchergaudo nesse voloora cheque da-
i-ixr\ nnn-^nii i\ ilaniitjaA <\r\ tr.l\in-ifr>
ria a primeira" a repellir, se por ventura lentas
sem dominala.
Uai ,dia talvoz, n'um futuro aiadi remote, e
possivel que racoBiaistadas as suas forcas, a Fran-
ca rnude do politica e int.'rvonha com a sua pala-
vra ou com a sua espada nas que*toes -jua estao e
bio de ficar peodentes, Mas^qnando chegar esse
ilia, qnandb spat essa hora, nao serio as allianfas
Jo hoje qae a embara-jarao. porque essas alliancas
i oo dasapparaciJo, e ella t':ri o cmiado do sub<-
tA\i\ las par outras, mis coaformes com as snas
vistas e apira;oes.
Demais niloe crivel qae a Italia tenha dasciJo
ate o panto da. ir a Berlim tirmar trat idos que ga-
rautam a i'russia a Alicia, o Veneto ajlemao, fa-
/endo-se assi'nj to instrument) do politico la. forte
fez
lor entrado nos caleulos da Italia. Mas, entao,
pergnntar-se ha, o que foi ella ver era Berlim f
Respondent alzuns espiritos, que se ere'em bem
iafnrmajos : a lulia c a Prussia tem hoje um ini-
migo cororaam, o clerjcalismo, ijue a,taea um i no
seu direita naciana!, e a otttra na organisa;ao sa-
cular do i-A i fd, 4 contra e-se iniraigo 6 ja- ellas
seauem, assin como Se'lfgam a Austria, que, des-
prendida doJ lacos roiaains, desligadi da cmcor-
data, o lovada a uma nufitici reTnrmisla, seqte-se
eavolla n'uma -ra.el luta nlia as iufluencias cle
ricaos.
i'/ aiala, por-n, u' -o lajx entrc as
tres pt'ii'M-, if qu- elle aaoporia furc-isameate
uma inlerveucao fraLceza eai favor do poder tem-
poral il i papa, e el a u rau "' >-,
e tmposslvel, maxi.no ii > e-tado ajftual i F apea,
*mb r : Iti las, os p ileinjsl
Ddaasiite da man;f'i |io so tem fail)
ajarrasr o egptrftos m C
que, nodio subs'equeate foi annunciada a camara
pelo 9r. Lauza.
Na realidade o voto sobre o arsenal de Tarento
nao tinha nenhuma importaacia politica : mas,
teado sido elle a c msjqueaeii da attitude hostil
Jo uraa maioria accidental, e achando o Sr. Sella
um como esfriamento nos feus amigos, que dimi
nuiaa sempre a* ro;eitas que elle pedia, ao pas>o
jue augmentavam as d^spezas ; julgou prudente
o alvHro qae tomou, tanio mais quanto aeonso-
Ihavalhe e33e alvi'.v a necessidade quo sentia de,
dentro eai poaco, pedir nm augmento ie impos
tos da 30 milhoes. ; x. ,,
0 Sr. Sella, pots, prefeno contar as djfljculda
des pelo modo ponj'ae. o fez. tanto mais quanto
niuii piUffeas mais do que as nnanreiras, as-
sim o aeonselhavam W' >)?*?
Com effertO; venlo aprdximar-se o momento em
.no teria de eatrar deXinitiyame:ite em dicussio
a loi sobre as corpora'cCe* religio'as, e scntindo-se
fraco pelo quasi aha idono dos seus amigos, pe-
d.. a as alias coaveuiencii- p.iBticas que, ua elle.
c lesse, o campo a outro ministerio mais forte, on
se rot^mpercsse por nm vuto. quo Ihe desse ep-
xarctas oara veacer .[uaesquer res'hteneia posta?
ae-a M.
E cioiprehonde e bt as rec-ios do gabinete
L'ora desda qun ;lor-.sa o verdad-^iro valor aro-
feri'la lei. hi-nd- r so a que ^ra ella uma lei
e-seacialoieuta p-ditica, muitissimo delicada, e que
di'.ia rcspeitq, nao s6 as condiQaes estatuidas para
o papal) exiswnte a-n Roma, uo eeatro da todas
as instil ue!s ruiigi isas, mis tambem, ate certo
ponto, as relagoes do governo italiano com todas as
patencias catholicas
So o miniated) seexposessea uma crise cm
s mvlBante .disenssao, e de simples intui^ao qne a
sduacao 89 aggravaria ii^mediaUimente, e qne a
politica italiaa fcch; : b>a envelta era nma pc
dades para organisar o miuisterio, e, somen!Je-
pois de quiiza dias da laboriosas :-ombinarojs,
conseguio elle essa organisagao, que foi a ser'sia-
te : Visconti-Veaosta, Scialoja e general Ricotti,
membros da gabinete Lauza demissionario, e os
Srs. Contelli, vigilant a Flnalf, sob a presidai^a
do referiJo Sr. Minghetti.
Esse gabinete, em enjo seib so contam nolaljili-
dades na politica eaas!inanc,as, apresea^u-se im
3e lo.'o a todos os esmiritos como un: garantia se-
ria para a continuauao dassa politica liberal e m>
darada, que tanto dlstinguio o seu predecessor; e
por isso foi elle bem aceito p^la opiniio, que Ihe
auguroa dias longos e venturosjs.
Em sua ascensaa ao poder. oSr.Mingheitiesus
oollega* encontraranvse desde logo eom as mes-
mas dilliculdades que dcrrubmm o Sr. Lauza,
i aggravada por uma verdadeira crise manaUria, fi-
birovinila em consequeocia das superabnndancias
do papel moeda, em qne nadava a Italia.
Sob a ameaea dessa crise, ha algum tempo, ju',-,
gou-se tem pensada a liberdada da emissao do pa-
pal moeda, e chegoo-se ata a emitur bilheies de
hqi franco e mesmode cine onta csntesimos. Km
firimeiro lugar autorisoa-se swaeate o banco !ia-
iano a emittir, depois aos bancos provinciaes, e
logo em seguida, e.poueo a pouco, aos bancos par-
ticularos e ate as souia lades industrials.
A consequeacia disso foi que a, ieguran;a afinal
dasappareceu, e que nma crise perigosa surgio
por forca dos abusos corninettidos, causaudo per-
plexidades ao ministerio, que, toda via, nao ten lo
as caraaras abertas para ihe toniar contas, pois
quo as caraaras se tinham encerrado, achou-se
cojm alguns mezes diante dp si pira estudar os
nieios de attenuar essa crise, aie o confecciona-
mento de n< vos projectos, tendeates a raelhjrar as
liaaucas dopaiz.
Entfetanto, encerrado o parlaraento, e serena-
das as dissensoes polilicas e a crise raonetaria, o
roi "ictor Emmanuel deixou os seus estadns para
ir a Vienna e a Bedim, e incumbindo o principe
l Homberto dos negocios Jo reiao^ erpbosa sem o ca
racier de rpgonte.
Qaaddo S. M. regrejsou, encontrou todos os ne-
Sodos era andamonto, inclusivanieate a execnc.io
a lei sobre ordens rellgiosas,. jiara a qual o go-
vernp ja. tinha expedido as nece-^arios rogularaen-
tos. _
Esles encontravam em sua exeencao algumas
pequenas difflculdades :readas por ama parte me-
bob retleetida da paptllajae ; raa3, aiHda assim,
.foram sen do cumpridas as disppsi53es da lei, limi-
taadfltse os geraes das ordens e.oa prlnres dus con-
vantog a protcstaram contra o acto qne os phvava
do que elles cham-mm patrimonio de suas igre-
jas, e que a lei man lira appHear ao de3envoM
mento da iastruccao publica, a obras de caridaJ.'
e ao culto diviuo.
Foi por essd tempo tambein que a Europa loo
com curiosidadp, e a imprensa cornenton sob di-
versos ponl'S de vista, dnas cartas: unia do san-
to padre ao imperador Gailhenne, condemnaudo a
politica pra?i40 no qaedizia respeito as.iiuestJas.
religiosns, e como que o exhortando a oppor-se a=
ideas do seu goyernu, de qoem o supunha distan-
ciado ; ootra do imperador aosanlo pidre exp'i-
cando a situacao, creada pela rebelliia Jos padxes]
Nao, essa iwbgradacao e impossivel, porque
ella signiiica infraciiio as leis do progresso, as leis
da propria narurcza, e certamente esta em contra-
di'jao cum os dosignios da Frovidoncia, quo creou
oliomom susceplivel de aperfejcuamont>.
Bemais, se algum deve ceder, iwrqua razao ha
de sar a scieneia, o progresso?-1 Porquo pap ha
da ser o empirismo ultramontano, quo se oslonta
como um mai co no meio das sociedades da hoje ?!
Heforme a igreja de Roma os sous costumes e a
sua disjiUna, a&-quo ixan o ou:r.< tem de iucora-
pativel com as ideas de progresso a de apeife?oa-
mealo moral e inlellectnal, e eertamente desappa-
recerio essas reluclancias, essas lutas, que soem
seraore cau#r dft-graeas irremaJiaveis, lancando
os homens oos bracos da guerra civil, de qua nao
raro re-ulla uma escravidao moral, mil vezes peior
do que es*a out-a qua a humaaidade vai rapcllin-
do com e.-furto verdadeiranieiita clirittao.
Kssa paria da legislacao ecclesiastics, obra do
bomem, e como tal susceptivflda aperfoicDftmauto,
est.i immausamenledistaBcia la das ideas uodienias,
que sao obras do progresso, a quo nao e iadiffe-
rente a Diviadadc. r.umpre, pois, modifica-la,
alapia-Ia ao tempo e a* circumsi.-inciais dajorma
a qua cassiai os antagonism -.is entra as leis civis
e as religiosas, de forma a qu e.ses anlagonis
mos mio conlinuem a fumeiUar a desuuiao eutre
os dioioans, causanJo-llies ruiaas sem conlas, e
unia perdicao corla.
0 que se ve hoje. por toda parte, onJe se ale-
vauta a uruz do Radamptor ? 0 aaia.'oaisai), a
dasuniao, o odio, a dasordem e a ruiua da socie-
dade! ,.
Xa Europa, como na America..lavja a aiscordia
religiosa. E quera a fgmenta ? Roma, o Santo
1'adre, a curia romana I
Nao, nao foi essa a religuo pregada pelo su-
blime Martyr du Galvaro I X*>, nao tA essa
dautrina, odienla, rancorosa, esraagadora, a pa-
lavra di Diytuo Me t:e !
A sua religiSo foi de paz.c de atftjr ; e a paz e
o.araor sao incoaipativeis com a .pers-gmgao,
Cora o odio faaatico e com o desprezo, que astenta
a curia romana pelos iotoxesses civis.
E' tempo de que a igreja, por um csfur^O gran-
diuso, quebre o marco quo tem posto ao.pr^gres-so,
e tiarmonise os seus com os interesses civis. as
e outros torn por alvo a felicidade do homera :
forca a pois jue s^ dom as mlos, qae so auxiliem
mutiiaraeute em vez do se guorrearom, que se
completera em vez de se repel^irem.
Se com esse anlagonisino tcm-ise em vista* crear
prababilidades. em prol do poder temporal dos
papas e isto nm erro, porque, dividida em cam-
pas exaltados, a socie.lada do boraens nao cho-
gara jamais a consentir no preJomiaio absoluto
de um lado, e a outra conspiracy sempr_3. dando
aso a quedas repetidas, uue nunca terao fim.
Nai se divorcie a igreja da socidaJe civil ; e
eertamente, se o poder temporal J'J* pap^s deve
ser re?tabelecido, vira islo naturalmaiite, sem aba-
los provocadospor ella, sem odios uein recrimi-
ua-'oes, porquo a sentencael portrn hiferi inn
pre'oiilebunt ahtrtiu eum tem um poder immenso,
o poJer da palavra divina.
Deixe a igreja que o tempo aorra, que a huma-
nidada caminhe, a qua a Italia complete a sua
..!, An1. eoiJSo vrXa vas todas as lentilivas.
Depois, o futuro....... anusi ae conias a OeUs
pertence.
fimquanto nio surge esse futuro, a Italia ca-
rainha, mas, no seu camiphar, nio esqaece de re-
ver se no seu passido.
Foi por isso que em novembro inatignrou, om
Turim, um monumento a memoria de Cavour.
Foi uma festa patriotica. espleadida, interne
cedora I Toda a Italia, no que ella tem de mais
elevado, de mais nobre, de mais illustrado assistio
a inaugurajao do monumento, cujos marm >res,
cujos bronues levarao a posteridado a gr ilia da
lialia una, quo foi o srniho do immortal honum
da genio, riado do roi d s vivos, ha doze annos.
antes que a Italia estivesse de posse de Veneza,
e antes qne Homa fosse a sua capital.
Foi Cavour qnem fez do pe|ueno Piemmtc,
meio arruinado e veucido na vespera, o alliado
ulil da Franca a da Inglaterra, o feliz antogonista
da Austria, e libertadur da Italia ; e tudo isto ella
o fez a luz do dia, sem recorrer as violencias nem
aos subterfugios do despotismo, peAa ailiaoca fe-
ennda de uma realeza popular e do sentimento
narional.
E foram essa realeza e esse senlimento quem
erigio-lhe o monnmento de gratida". qua hoje se
erg ne em Turim, ao lado das imagens dos heroes
da nova Italia -Carlos Alberto, Balbo, (l-oberti, e
Massimo d'Azeglio.
' Foucos dias depois dessa csploncida testa, o
rei Victor Emmanu< 1 abrio o parlauienio italiano,
pronnnciando ura discurso, noqnal depois de de-
clarar quo a Italia estava nas melhores relaeOes
com lodas as poteacias, fez allusoes a sua vtogem
a Allamanha, passou revista nos negouos inter-
nos, e concluio pedindo algurcas leis, necessanas
ao estado.
0 parlamento encetou desde logons seas ipabv
ibos ; id, ao lindar-se o anno, occupava se activa
mente ora Minghetti, depois de ter approvado uBanimeniente
uma moeao ssgundo a qual neon o governo obri-
gado a inserir em todos os tratados que war a
cekbrar uraa clsusuia teniente a snbmeUor a ar-
bitragera quaesquer questcies qae se originetn da
ioterpretacao ou esecacio desies tratados.
Foi esse nm sobre exemplo dado pela Italia a
todas as nacoes, a quem praza aos seos qae elle
aproveite, eslatnlndo de uma vex por lodas a su
pnemacia do direito e da razao sobre a forca brati
e a prepotencia.
Essa salutar medida, nao foi de naturoza a
imiuir ja sobre a sua politica, nem tao pouco so-
hie as financas, objecto principal das locubracoes
do governo ; mas, sera dnvida, ella torn em si
um germen precioso, que pode e deve eontrtbu r
muito para desenvolver aquella n'um sentido li-
sqngeiro, e melhorar estas consideravelraonte.
>or eraqfianto, porem, iste nao se di ; e a Ita
lia lega ao anno que hoje r.omeca os mesmos pro
bleraas que foram a sna preocenpacfto do anno
findo, isto 6, uma politica cheia de perigo? e H-
nancas grandemente compromettidas.
f"ma e outras sao capazes de provoear muitas
crises e ato de desencadear tempestades; e por
I--S0 6 bom nao antccipar juizos, qua dopndem
do fnturo, o que em todo cas > a Deus perte:r;em

K
REVISTA DIARIA.
tatoritlades pullciaes Por porta-
rias da presidencia da provracia de 5 do corrente.
foram nomeados : Francisco Vaz Cavalcanle, de-
lecado do termo da Buique; Manoel Francisco de
Pontes, subdelcgido do districto do Tacaite, do
termo de Caruarti.
Goverou d blspado.Acha-se no exer-
cicio da govemador de bispalo o Rvm Sr. chan-
tre da se de Olinda, eouego Jose* Juaquim Camel-
lo deAndrade.
Preecs uablicas.-Pelo Rvm. Sr conego
"governador do bispado fd expedido a segiiiite
k Palacio da Soledade, 5 de Janeiro de 1874. -
Rvm. Sr. Achad lo no- ""' a na epoca sob.-e ma-
nairaanormal a ponto da sa p.-aar pralicanJo as
mais iuauduas violences, nne nos nwmos puzes
prolestaote's nao toon sido ain la aoraraettidas,
jStrio'spji o oncir in;:!> d s bispos.segandQ m-
,i ni'!o iocl.t'i o pxi'aio
reiidj, flti-3 n'' ui:l ''" corrente foi arrancaOp
prey
"a st
oa re
A ALHiiam mi oaMlftio*atJof
especiaiioentq do clerj), dp-igi( fer.vortsas $npuli-
c.is ao Tola Poferoso, implorart lo a sua divina
cleintncia para q4e ntis liVre 8o t.I. lastimdso A-
iad >i a wugmeflto' ao- nao amailo pastor aquella
fe-iignacao, qae .elle. sahe o. cosiuma tor, para
com essi virtude confundir os seus inimigos, que
sao justaraento os inimigos da igreja de Jesus
GWisto.
. Pelo quo determino que V. Rvaa, colebre
Ofeces publicasesn quakpi'T igreja da sua frogue-
zia, qua nao eiteja interdicta, nos dias 8, 7 e 8 do
Mrrente mez.
Outrosim, cumpre que d'ura cm dianta seja
dada na misa, pelo clerosecalare regtdar, a ora-
c4o Deus, qiu beatum Pelram etc. (pro consti-
Into in crcere, vel in caplivitatej, exeeptuados
flifdias de primeira classe ; omfttioda so. porem,
Macao -Deaf, qui eorda ftdtliuiu, ate qae sela
rnandado o ronlrario.
Ueiik gnardaa V. Rvuja.-Chanirc Jose Joa-
quim C mellode Aiubtde, gover ador do bnpado.
-Sr. vigario da fregnetla do-----b
Em virtude desta ordem teem sido celebradas
preces uos dias G a 7, a terminam hojo.
Camara municipal d Recife.Em
sessio desta corpoia^ai, de hontem, foi exonera-
do, a seu pedido, de oapebao do cemiterio pnbli-
co do Recife, o Rvm. Juvencio Verisono dos An-
jo, aomeado para o substituir o Rvm. Francisco
Luiz de Carvallio.
St>utl America Este vapor, da linha
americana, chegou hontem a tarda ao porto de Be-
lem no Para, o scguio a tarde para S. Tuomaz e
New-Yoik.
Biibiia.-Procolenle do Rio de Janeiro pela
Bafiii cbacou hontem, as 11 boras da mauha, ao
piirto de Maceio, o vapor Bnhia, da companhia
hrajileira. e sahio a tarde para o nossa porto. |
De/a amanhecer hoje aqui. '
Auniversarie.Amanha e odia do anni
versario da declaraca/j feita por 5. M. o Sr. D.
Pedro I dc ficar no Rrasil.
Uruz dc Alma*.Desde houtem acha se
funccionando a aula publica da instruccao pri-
maria, para o sexo feminino, do po de Alma-, na freguezia da Capunga, qne 6 regida
pela Exma. Sra. D. Thereza Emilia de Soaza
Gomes.
Almeida Garret Citegna hontem este
vapur, da companhia Pri gresso Marilimodo Porto.
Nada adianta em nolicias por ter sahido daquelle
porto a 20 de dezembro quatro dias antes do Pj-
fcii/, quo tocou jpgunda-feira em nosso porto.
Transporte Bunifacio.-Tendo havido
am qui piv quo na resjiosta do telegramma dirigi-
do pelo Exra. Sr. corauiendador presidontc desia
pruvinciaao aeu cullega da Bahia, sa4iio d'ahi, no
dia i do corrente a tarde, o transpor-e bras'leif o
de guerra limifucio, o qual clugou hontem pela
manhii ao nosso p >rlo, voltando a larde ajiellt
dastin.', code deve receber a seu bordo o E\m. e
Rvm. sr. D. Fr. Vital, para o coaduzir a cXrie do
imperio.
Itiiihciru. 0 vapor Daniw trouxe para :
Antonio Francisco das Uiagas 2:> CdiOO'i
Joaqurn Jos6 (i)a-;alvej Bellrao;fi Filho 31i*030
Miguel J'se Alves IJQjOOO
Moraes & Mot la 10 if'O)
Seminar!* *Ie Oliada. Inforrnam-nos
que fci nomeado reit-T do gran ie seminar..) o,
Rvm. Sr. SebaslUo Coasiantiuo de Mede.ros por
provisio de ?0 do pissado, lirmada pelo Ex.n. e
Revm. -r. D. FreJ-VRal.
Iustrucoia(priiuaraJ.Dosde hontem, 7,
ac '.a-se aberta a raatricula da escola nocturoa
para adultos, cslabelecida ua Cruz das Almas, pi 1 o
eans.'lho paroshial da freguezia da Graea, filial da
sociedade Propagadara da Insiracc-io Punjir.a. As
passoas qoo a .quizerem frequeular, nao teem
mais que uutonder-se com o ruspeclivo professor.
t$Steieiiade Patriotica O-i/.e de Se-
te 0 leilao dos objectos quo.figuraram
na oxousicio agricola, prMnovida por assa socie-
dade, e a mosmi enarecidos polos respeetivos ex-
positore*, tar;i lugar no club pernambacano, ?o
eaes 42 do Nuverahro, no proximo sabbadA 1J do
correute, pel is 6 horas da tarde.
0 produeto aeste leilao revortera em favor 'aas
ulirag do lyoeu de arles e oUjcjos.
Km trausitn. 0 Aluvid* Girrei trouxt
93 passageiros para o sul do imperio.
Vapor amerleauu.-Hontem as G b^ras
da tarde passou um graalo vapor am-.r!caoo a
vista da nosso porto.
Tribainal d eoaimercio.-Tando sido
enncedida, por este tribunal, a exoneracao. podida
pelo ,-r. Joao da Cruz Mace do, do lugar de eorre-
tor geral da praga da Pcrnauibuco, aeha-se mar-
cado o prazo de sessenta dias, contados de 8 do,
j'-irreiita, oara o< nreteadMite> so UabibUrciB. .;
Mimie Plo Portu^uciE. -r No sabbajo
(l) as C boras e moia da tarde deve ter lugar a
sess.io da asemblea geral ds membros dosU so-.
ciedade, afi.n da ser erapossada a nova lirecloria.,
Pa^adorla de fazenda. Nesta estai.'rO
pagam-se boje as seguintes foi has:
HmpregaJos do reconceameuto, arsenal de ma-
rinha, companhia de aprendizes nuria'ieiros, pra-
cas da prets reformada?.
0* funccionarios qua daixarem de recebei ncsle
dia, so poderao faze-lo do 8 dia util eai diante.
Admiiiistra^au do sorrelo.Acba-ae
funccionando a agoucia postal, ullimamenle eraa-
da, na povoarao da Pimenteiras (hoje colonia
Isabel), sendo as partidas dos estafetas do Recife
para esse ponto nos dias 1, 4, 7, 10, 13, 16,19,
ii, So e 28 de cada mez.
Bencan de iniageui.-----Hoje, peias 4
horas da tarde, tera lugar a benjao da imageai
do Seuhor do Bomftra, que se venera na saa igreja
da cidade de Olinda, scrvindo de paranyiupbos os
Srs. bngadeiro Francisco Joaquira Pereira Lobo,
Antonio Cardoso de Queiroz Foncora, Francisco
Antonio da Silva e conego Manoel Joia Gomes..
Marte.N'a povaacao do Canh'Mnlio, do termo
de S. Bento, Antonio Alves, no dia 20 do mez ulti-
mo matou com um tiro de pistola a Francisc a Jose
Guimaraes, sendo preso em flagraate.
Outra.Jose Joaquim de tal, coifhecido por
<9JutaHka, assassinon com um liro, desfechado de
Cinboscada, a Antonio Marques dc Lima, cm 20.
do mez proximo findo eno lugar denominado P.u
ta, da villa doBonito. Evadio-se ocrirainoso.
Fcriuieiito. Em 20 do mez liudo, uu An-
tonio de tal fario gravamente am uma punlia>aua
a Levino Ferroira da Silva, proprietario da cage- j
n!io Limeira, do districto da Capoeiras do iernio
de Bonito : foi preso e.a Ragraule a deiia4aent.6._
Atteiitado. -Em sua propria casa, lagar
dos Remedios, di districto da Magdalena,as bo-
ras da manhi de i do corrente foi aggredido e ie-
vcraepte Cerido Heitor- Barbosa Xavier da Silva,
por Manoel Jose da Araujo, qae poade set preso
em llagrante. ,
Umiueidio. Cora um lira dssrechado de
erahoscad), as-assi,ua Manoel Baptisu de Lima a
Francjlino da Costa Lima, no lugar denoraiaado
Sacco do Queiroz, do termo de Floras, em 0 de.de
tembro proximo finJo. 0 delinqueate evad>o se
Kspaiicamento. No pwoado de L\$>i
grande, do larmo de Bonito, Antonio Thome Uas
Mercos espancou a Josd Vicloriano dos^Sanlos em
20 do mez uliiraamento Bado, senlo preso era 5a-
grante.
Tomaila de preso. Achaudo-se em po
der da policia, preso como rccruta, o individuo de
nomo Francisco Bjrgos ilas Santos, qae pelo sut-
dolegado di)X" distfielo do termo da Santa Anlao
era d'alli remeitido |iara esta cidade, foi joraado
da escolta qua o conduzia, por .ura seu irraao .aha-
mado Joiio Francisco, quo nao trepidoa em .tr.ayar.
conflicto com aquella.
Tr icados tiros e facadas, de que sahiaao ferioo
lanuario Francisco di Nascimenlo, veio a fallecer
uoucus dias depois, lograram escapar-se osdaas
irmaos. A autoridadoprocede a raspeito Cvufor-
me a lei. ....
Desastre.No angenho Patol, do distnch>
de Agua Prcla. de que e rendelro o Dr. Deinas-
thenesda Silveira Lob>, estandoem 10 da dezem
bro ultimo, o menor Viccnie Felix dos Santos a
polar cannas na raoeoda, 3ucccdcu ser agairado,
pelo rodete, de modo qae sitccarahio instaolanea
nvnte. 0 inquerito que esse desastre occasionou,.
leva Ipjto o compotcnte.destino.
Cadaver.Em estado ja da pulrafacciiu foi
enemtrado a de Mano 1 Francisco Lopos. nas ma!
tas do enganho Viraeao, do termi) de Gamelteira,
em o I" do cormnte.
Os periti'S verificaram ter sido a morlo raolivada
por um accesso epileptico, raolostia da quo tal
individuo soffria.
Inquerito. Teve o conveniente dostino o
que so effectuou pela subdelaga'ia do Santo An-
t;io, I'Diiira J a Fanciscvi, |.io iigura na noticia
aciuia nini'ila la : Toraada do preso.
i'uannict.1 I'elas 2 lioras. da tarde de 'o do
crrreute, Manoel da Audrade, conhochlo ear Ma-..
n>el o-o iravrtnlo-so da raz5a com Clandluo,
R Ingues I Aliurila, no dixlricto do Po,ca da
Panell, desfecnou nests um tiro de espiogarda,
do sual veio a fallecer Immodiatamente. 0 delta-
qii'-nto ev.idio se.
Loteria. A que si acha a venda c a. 83', a
b-naiicio da Santa Casa da Miseneordia doRt
' r.lflM.^I)q]e (RV-, effc-e Igcr.'.e Pinlo
kilao '1 is o).)*taai okfaalea: etc -icscriptono,
existpntos n iprimoM-o andar do aobrado da ira
vessa da Malre da Bans n. 10.. asswi eoaao *
meio dia vendara d mesmo agfenft ,' refetldo so-
brado da doirt attdire* e sotwredifcado em chais
proprios.
No dia 13 do corrente, hayerajedao de rr;.-
veis loiH e eyslajflftm SaartnalirPksa de resi-
denciado^r. Dr. Cammha, para ^e partiri as
10 e meia horas e'aqw>Ue a um dwni expreseo.
Proelamas. -Forana lidos naigr. a do Ro-
sario, one serve do matrii da fregueala do Sanl*
Antonio, ua terea-feira, de JaSeiro, os c
guintes :
I.' deaunciarao.
Antonio Joiio Leal Beis Fiwo com Anna Plrih..:-
ro Jacome.
2." dVnnnciacio.
Antonio Alves de Sauza Fradeque c >m Maria
Barboza Riboiro.
Bellarraino Paroira dos Santos, corn Maria do
Carrao Portella.
Mamaei Uti Fortado, eom BenveraU 4* Pa^la
Cavalcanle
Antonio Machalo Dias, com Amalia dos San'.js
Porlo.
Antonio Gomes Leal Loyo, com Olindina Olym?ia
Magalhaes Leal.
3." denunciacao.
Vicente Farreira da Andrade, com Anna Maria
da Conceiciio.
Bacharcl Duarta Eslevio de Oliveira, coin Can-
dida Eulalia Farreira.
Manoel de Almeida Lima Subrinhn, com
poldina Caroliua Pmtznawer.
Januario Ja Silva Asuni?cio, com Ana* Mar. l
dos Santos.
Casa de detencao.Movimeuto da casa
de detencao do dia 6 Janeiro de 1874 :
KxiaUam presos 323, entraram 6, sahirara '.,
existem 324.
A saber *
Xaeionaes 230. mulheres II. estranged* :~
aseravos ol, escravas 4.Total 319.
Aliraentados a cusia dos cofre onblico* 3*4.
Huspital Pin-tiiRuez dc Benefleeu-
cia. Moviment > das enferraarias n..s dias 21 a
27 de dezembro:
Fiearam era tratamento 40, cntraram 23. gMMam
curados 14, falieceram o, licam exi.-lin lo 44,
Esta da seaiana o Sr. mordomo Francisco J^-t
G-xnes.
Passazreiros. Entrados da Rahta e por.o-
intermedios no vapor brasileiro Dantas :
D?odato Jose da Silva, Manoel J. dos Santos e !
escravo, Sergio Francis-;o das Chagas, Mrae Pau-
liue W. Zadon, Jacob Castilano, Jose Bapluc-I li-
talha, Manoel Jose dfe Oliveira, Joaquim Leup I-
diao de ilarros Neves, Jose Aim de Carvamo. J
Pereira da Costa Culrim, CarloU Maria do Est-i-
rito Santo.
Via*) da mesma proccdencia no Vapor
guerra Bonifacio :
Dr Manoel Caldas Barret".
Vindos dos port os da Europa no vapor portu-
guez Almeida Carrel:
Pivid iHi Gomes e Antonio Riboiro de Far .i-
S. Gaimaraes.
Cemiterio public*Obituario do dia h
de Janeiro de 1874.
Francisco de Borgos Pereira, pardo, Parahj: j.
53 annos, casado. Uecifo hepatite.
Daniel, preto, l'ernarobuco, 7 meies, Boa-Vista
convulsdes.
HiTomida, parda, parda, Pernarabuco, 5 IB',
Recife ; convulsdes.
Ursula Maria Cavalcanle, branca, Pernambuc.
70 annos, viuva, 3ca-Yista. hospita! Pedro II; '-
paJde.
Joaquim Alves de Smza, branco, PerranMc-.',
33 annos, viuvo, S. Jose ; inflaramacao aoo inte--
tinos. .
Maria, parda, Pernarabuco, C dias, 5. Jose ; .--
tano.
b
Joaquim, branco, Pernarabuco, 8 mezes, S. J
menegile cerebral
Jose, branco, .ignora so C mezes, Sanlo MMM
variolas.
Maria, branca,.Pemanabuco, 8 mezes, tfca-V--,-
U ; gastro inlerite.
Thereza Maria do Jesus, braaca, Pernambne'..
50 annos, viuva, Boa-Vi4k ; fibre perniciosa.
Manoel Hilario da Pirva, branco, Pernarabu-
20 annos, snlieiro ; S. Jose ; febre lyphoide.
Maria, parda, Pernainbuco, 6 dias. Sanlo An.'
nio, casa dos ex postos ; taberculos pulmoa.-
Antonio-Francisco Marinlio, pardo, Pernamtu
co, 25 annos, solieiro, Sanlo Anionio ; hepa-
tite.
Agostinho Antonio, pardo, Pernainbuco, 40 ad
m>, solteiro, Boa VisU, hospital Pedro II ; ma
..56i
Ml
pu:
nos,
rasmo.
Leoniza Pereira Patricia, parda, 30 aono*<
va, Boa-Vista; hospital Pedro U ; luberculos
raonares.
Rosa, parda, Pernambnco, 20 mazes, MTW -
vermes ,
Amelia, parda, Parnambuco, 1 aano, b. Jose ;
ariolas. m _.
Felismina Maria de Jesus, parda, Paraambuif
23 annns solteira, S. Jose ; bexigas.
Thareza DineOna de Carvalho, branca, Farahv-
ba, 33 annos, casada, Graca ; febre typhoide.
Christiana, parda, Parnambuco, 11 mazes, &ai>
Antouio ; convulsCcs.
CBRONIPA JUPMliBM.
Tribunal da oommoreib.
ACT A DA SESSAO DE 2 DE JANEIRO PR
1874.
PRESIDENCIA BO BUM. Ml. OONSM-HBiaO A^^tLV*
ttamemn perktti.
A's 10 horas da ir.anha, presentes os Srs, de-
putados secretario 01 into Baslos, Lopes Machad-
a snpplentes, Sa Lei tao c Alves Guerra, S Exp. '
Sr. consalheiro presidonte declaron aberta a se--
sao. ,
Foi lida e approvada a acta da precodec^
,essao.
EXPEDIKSTE.
Foram dislribuidos os livros seguintes :
Diario e copiador de Teixeira Chaves &'.'..
diario de Bernardino Mai.bado Coelho e copiad-. t
de Domingos Teixeira Bastos.
DKSPACHOS
Requerhnenlos :
De Joaqnira Olioto Bastos, Adnano Aiuasto. ii^-
Airaeida Jordan e Henrique Leite Pereira JareV
associados sob a flrma Olinto Jardira & C, pedin-
do qne se archive 0 incluso contrato, enjas copias
juntam.Vista ae Sr. desemaargador flsc:;l.
Servio como secretario ad hoc 0 Sr. Lopes Ma-
chado por iaapedkaento dn Sr. secretario eOacUv
Olioto Bastos. n u^ r,
De Lanrindo Percftiano de Carvalho Sni,
aagociante na cidade do Areaty, solieitaade a
registro da inOlnsa escriptura de dote.RegiaPe
sft e publique-se. .
De Figueiredo & IrmiQ, requerendo bain em
anomeacao de seu ex ealxetro Julio Erailto c>
ijrvalho'.-C'imo requerem.
De Monteiro firegorio & C, apresentaudo a re
nistr) a nomeacilo junta de seas caixeiros.Siui
De Antonio JWves Barbosa Prirao, trasendf ..
ropistro a esertewra junta dc amrisaja> par*
coramerciar.Como pede.
Do Jose Alves Barbosa e Antonio Alves Barbt'-
sa Primo, apresentando para registrar-se 0 con-
trato da firma Barbosa & Filho.-Vista ao Sr.
desc.mbargador fiscal.
Foram despachadaa no dia 29 de deiauMo oi-
limo, pelo Exm. Sr. conselheiro presideute do tri-
bunal, depois de nn-Ja a sossao daquelle dia, t-
versas peticoes nas quaes se peiHa o rogislro 4
noraeacdes de caixeircs.-O tribunal llc*uink<
rido.
No dia 29 de dezembro ultimo, depois do Qu..-.
a sessao, foram apresentados os seguintes livr.i
do ex-corretor desta praca, Joao da Cruz Maeed
dous protocoUos, dous livros da taKes e on ma-
naaL -0 tribunal resolvou que se abraoa aa lenqot..
eompe'ontes a seja passado e publicado 0 edia!
do estyla com 0 prazo de dous mezes.
Ao raeio dia, 0*0 havendo mais nada a dosr
char, S. Exc. 0 Sr. conselheiro presideote ace- ^
rou a sessao.
ENGLISH BANK. OF RIO DE JAttEHifr 1.
(UJIITKD)
Capilal ac^fles d b 20 cada uma
Capital realisado......
i?undo de reserva......
Dcla-pplsfopal pan s-r encareerad';la qual sera extranida no dis 9 do cdwenio
'



500:4W(
100:7^
BALANCO DACAIXA RLIAL EM PWSpi&BQL-.
EM 31 DE DBZBMBRO. DE 1873.
ACTITO. '
Letras dasconladas.............. i,MlfeSM#)*<
Brnprostimos c conias cauxionaOas, il&J+itiMi*
Jonas a receber............... 5ii67U
(aranlias e \-uloros depositadns.. "7o: *>i.
ILeBIiiL
C_jypoo

1

1.

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#?ifc <* WfWM(wco--^^aHtti'feirar8o*da6*!3 ffctfl
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COQUS
plS.............4
saMfemiAv
Titiilos p,n cauio e deposito
Diversas eontas
'............Ix
487:227<6IO
IV.mJrofcJofa, 7* Janeiro de 1874.
F. B. Woxkam^mdm^i'i.
KMHMn*/!^ accountant.
_
Es-trada de forro (to Recife 4
Oiinda e Beberibe.
MOVIMENTO DA CAIXA KM RESUU0 DA OOMPA-
NtfJA DOS T1UI.H0S UaBANOS DO RECIFE A
OU-\UA E. E|RtDK, REU\UVVMrN l AO
MEZ DE DEZEMWO DE 1873.
Entraaas.
Rea*t a :
flilhetes
ligadas, a* aitaccuds do ugatto desva
__ tfgidas rapShrhenta, todaS'as dsord
r Ceaaaares dj oasos d983perdos, comrafluelle
' Alejo Ridriguez, de Santiago, euja llhgua,
cca e musculus faeeaes haviam desapparecido
_oasi cOmptetameate ; tiverara am resnltado.
triumphante, e liom sabido e, quo-' em mais de
riDtemH easos, as enfermidadss externas maw \ euar.
aalignas, foram pernuoantamaote curadas-6m s~ ***cfi0 f. *7*f^Jf!f
salsaparrHha de Bristol
!!>:90ii-i20
3:590*000
691*906
30*000
,--------,--------
Carga e !astro
Espresso
Materials yendidps,
inteirarueata inati-
lisados
Maltas irapostas a era-
pregados
Deposito dos erapre-
gados
Dinhoiro com qae en-
treu o thesaureiro
Saldo do mezde novemb o altimo
oO^OQO
10i99'J
24:216*120
60*999
239*030
7:000*000
26:527*119
1:895*38*
Sahiaas.
Ordenados c.terias:
Movimeato j j
Estacdes
Carga e lastro
Conservacao da lin'.ia
permanente
Omsemclj do trem
rndante
Administracio
uirectoria.
Gerente.
Saa gratfflcacao de
outabro a meado
ie novembro ultimo
Idem deste mez
Forq:
AdTOgado
Procurador
Eseriptono-: .
Pessoal
28:122*502
2:672*SOO
1:692*151
018*325
701*300
1:20I2~00
3005000
200*000
50*000
8j33i
49*3i;00
Credores geraes:
Pago a Auga'to Fee-
derieo drt Oliveira
lden' a diversos por
eontas de raezes
anteriores
Despezas diversas:
Pago por materiaes,
azeite, objecto jpara
o eseriptorio e ou-
iras despezas
Pagaraento de depo-
sits
Said) quepassa para o
mez seguinte
15:1935930
3:426*230
l:19QS88b
7:940*610
19:811*038
221*000
27:792*048
449*854.
28:422*502
Eseriptorio da companhia de trilhos urbanos, 7
de Janeiro de 1874.
0 t'esoureiro,
Luiz Jose Pinto da Costa.
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Sigu-se a tratja da molcstia ate>
a ua >rigt>m.
Uraa enfermidade local, nao pod; ser curada-
simplesmente com am tratamento local. Por
Naotiuoia applicaaat feltai parte afTeelada, pode
radicalmeou curar aj, hemorroidas. I f
O hahho, o roslumedeeorpa, 6 qual e a eatej
primaiwdamolestia'deveseriDadado. Para ess*
liu aa piloJas a^sacaradas de Bristol, o aaii
liaa altarativo vegetal que jamais fot composto, (
jastamente a modicina que 9e deve u-sar.
A ptimx daiveotce 6 quasi;seajpra intariavahi
Vapor inglezViolet -mercadorias para alFani
Pataclw alleiaisHh***dtrt -niareadorias
atfaadega.
Patacho alleraao Aclio mercadorias para i,-
fandega. '
Lugre inglez ^Rotano mercadorias para o tr
piche QanceicAo, para despacbar, e fai
nha Patacho diQjipfr|ueff f- tiipkeij- farinha para ">
trapiche Conceicao. para despachar.
Patacbo aracricaijo Join Rose vario*. generis
para o trapiche Con-ceicao, para de-
pachar.
dinaaarqaae a'ttji> van** para i
i trapiche Coapeicao,: para despachar, i
J.' 11 hkefeieaepa^a-deposlto wtrapieha Vieira
Ratacjio parjogyez. Vnhdu bgeJotnara o tra
pi'tha GoAcaiQi), para despachar.
IjUgre ingle* Sttii't bacalhaa ja despachado
para a companhia- pertfambdeana.
Patacho inglez Jessy bacalha > ja despaaKadq
para o trapielis Concei*"'
VOLUMW SAHIDOB
Nca> ar*a> ik sitletl m%M*#
Nu-di* h A
?ra&n pa ....
iegaada pom.....
Lffatoaira port*.....
a I), ,Qarto pwia .....
Trapiche Conceicao .
B acalhao 2"caixa$ a Joao da Silva lledaf, 3
mentea catisa immediatardssta afflictira molest ja^ M Jo3(5 Goncalvei da Fonte, 1 a Clxnha |BUM[
O esudo normal dos iotestinos e para, logo mu-
dade, racdiante aacca) das pilalas.
A iodigDrtao e a^c?ao .covrtwsa. dj 6j(ado,.pro^
dtiz cmtntpa^io do^enlre. Estes incommodps saWpjrco ^^ { PAix&o-. Manooi d"a Silva Baatc<.
promptamento Temediados coot otu poiaroso. o-bolasR caixas a Marcelino Joae Goa$ale da
& C.
Castanhas 1! barricas a Anlonio. Valenia ;da;
Silva Barroea, 3 a CanhaJrmSos & C. Caw-dt
agente vegetal, os organ* adquirem para logo a
saa cos turn ada elastioidade, pondo-se em estado
de perfeita saude. Desta forma, pois, s3o os
symptomas e a causa da molestia eonjuntamaate
removidos e a!li acabam para sempre. El las vio
mettidas dontro de vidrinhos a por isso consar
vam-se porfjitas em todos os climas.
En todas as eofermidados aggravadas ou pro-
venientes de am estado impuro do sangue, a
salsaparrilha de- Brislal deve ser tomada conjuo-
tamente com as pilalas.
OOMMERCItl
AI4RIT1M0S
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidf
aesta praga, toraa seguros rajriUmas sqbrf
navios e seas carregameatos e contra fog<
em edificios, mercadorias e mobilias: nt.
ruado Vigario n. 4, pavimento-terreo.
COMPANHIA .
Phenix Peruambucana.
Toma riscos markimos em mercadorias
fretes, dinheiro a risco^e finalmente de qual-
^uer natureza, era vapores, navios d vela ok
barcacas, a premies muito modieos.
RUA DO COMMKRCIO N. 34.
Import ay
Vapor ppjtaguezMmeid i Garrt\, eulr
portos da Europa.em 7 do correole a con
a E. Raphael Isabella & C; n*a*fcBlou
Carga de Lisboa.
Azoitouas 1 caixa a Bellrao.tii Filho.
^a
isignadi
'
CaPAT.
Readimeato in
[Ana do dia 7
mm
PANIalGA
1:550*
598*
3'
2:149*270
A*
1:
SERVUa IIABATWO t
\J>araagM descarregada* m trapicba
atfaadaua d > dia 2 a 5
VaMisatracadosno trap, da altandaga
*fB3Si- do^icio: ::*.'.
Vend.tneato do dia 2 a'5V '- ':169*1113
Id^m do'dla'7 lO.OiUObo
......
33:169*3!
*IJ
p
CC
p
? Agradecimento.
S. Kxc. R*,ro. o Sr. D. frei TiUtl Maria
'oncalves de Oliveira,nosso illustra e araado
liisp'*, antes do seu embirqije para a cdrte,
I'oran preso, meencarregou dc agradecer ds
F.tras. familias e a todas as pessoas que oj^0Sr*.j.OAQUlM ?into dafonseca.
visitanam, a bundadc e cortezia que usaram
;
para com elle, e de certificar as mesmas
pessoas qae levaram-no d'entre n6s, rnuito-
piiaborada e sunvna-'nente eoternecido.
Portaiito, co mo me cumpre, corn prazer
afrdee a todos qae durante osupatro dips
'la pris^o douosso virtuoso,prplado, o vtsi
ttrara no arsenal de marinha, e. eu nonie
deS^^c,Avra. assegurp a todos c* visi-
?antes a sua eterna gratrdao reeorfheqi-;
T.snto.
X'aiacio da &ledade,7 de janeira de 187*.
fhansrav Jui-J. CameUod'.Andrade,
Genvite.
\lga*7WS,-sota>s Jrotectoras da Caiao Ca-
thDiica, cemvidam a sa#^,.?qma">s joais
tax* it^ig^rnm mm missa qe
. colebtar ao CQratao mmbmm^ swoaado- dia *4o ommte,'
H.*i*^liipi'isao do noaaa' qawaido patfr
>:\&mm>:'bVaQr*rio, oi'Etn. O. fi-VJi-
Jiwoijvo,ataia.ie1idi6feada.4avpar.segaigS) de,
Seguro contra-foga
FBE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE, COMPANY
Asfeate*
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
NORTHERN.
Capital..... 20,000:0005001
(fundo de reserva. 8,000:00000<
Agcntes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
COMPAMIiT ALLIANCE
aeguros maritimos e terreir
tres estabelecida na Bahifc
em 15 de Janeiro em 187G
CAPITAL 4,000:000000.
toma seguro de mercadorias e dinheiro
co maritimo em navio de vela e vapor*
para dentro e fora do imperio, assim cora>
oontra fogo sobre predios, geoeros e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose- Goncalves Beltrao
rua do Commercio n. 5, 1* andar.
August > F. d'OHveira k L
A casa commercial e bancaria deAugusto
F. d'Oliveira & C.f & rua do Co-nmercio n.
42, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de productos e de todos os
mais negocios de commissio, quer commer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca A vista e a
prazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes praeas estrangeiras e nacionaes i
LoDdrea. Sobre o union bank of
LONDON, O LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1/ classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
dt C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BL*CQUE,
VIGNAL & C.
Hnmbai'iro. Sobre os Srs. joAo
SCHU BACK & FILH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,,
SANTOS AIREU.
Port* Sobre o banco uniao do porto
Fonte.
Doces 3 caixas a Cunlia Irnaos & C.
Feijao 25 saccos a-. Joao Siqueira Ferreira, ;4.0
a Mauoel Ferreira*Cruz, la Cu|hi Irmaos &, C.
Figos 4* ai*a a;.l^ax*9*x>jGaec|s de Araujo.
Fechaluras paraipoHa*3 eakas-a \ianna Cas-
tro & C.
Imagens 2 caixa* a Cunha irmaos di C, 1 a
Manoel Francisco Marques, 1 a Auretio dos-^olos
Coiaobra.
Livros 1 caixa a Walfredo & Sauaa, i de Lai-
Ibacar & C, 1 a Manoel Jose Aatnnes Guiraa-
raes.
Ma.;as 4 caixas a Francisco Ferreira, 2 a Anto-
nio de Oliveira Leite Bastos, 2 a Antonio B. Fer-
reira, 6 a Antonio Valentita da Silva ttarrjca, I a,
Jnse Luii Goncalves Ferreira, 2 a Francisco lose
Alves Guiaiaries.
Peixe em salmoura I barri! a Manoel Ferrejra
Cruz e 1 a ordem. Phosphorus 2 caixoes a Joao
Correia Braga. Pentes de cinfre 1 caixao a Net-
to Campos & C.,,1 a-Manoel Jose Ribeiro.
Queijus 1 caixa aJose Rodrigues do Carvalhp.
SaWinhas 25 barns a Manoel Ferreira Cruz, 30
a Souza Bastos^ 100 a Manoel RodnguosdeFuia.
Salpicoes 4(1 latas a Antonio }. Valanio, 2 caixOes
a Jose RoJrijfaes.de Cirvalho, 1 a Bduardo Leitc
Rosas. Ceiut'utes 1 caixa a A. T. Lopes.
T. albas de luiUp 1 caixao a. Netto Campos
& C.
Viaho 15 barris de quinto a Antonio G, Valente,
50 caixas a Joaquim Monleiro.da Cruz, 38 barris
de quinto, 13 de qurto e 10 de deciuiu a Jos6
Rodrigues de Oaivailio, 2 barris de quinto a Jus-
tioo da Silva Una-Bista, 19 a Jose Guilherme, 29
a Simpson & C, 10 a Francisco Jose Arfvjs Gui-
m rae-, 5e 10 decniios a Francisco Guedes de
Araujo, 3 barris du quarto a. Jose Narciso, 1 a
Bernardo Jnse da Itocaa, 4 a Antonio Jose Coim
bra Guimaraes 3 caixas a Cunha Irmaos & C, 15
a Simpson & C, e 6 a Mainel da Silva Santos
Carga do Porto.
Azeitonas 4 caixas a Jos6 Rodrigues de Car-
valho.
Batatas 25 X caixas ao mesmo.
Cebulas 23 caixas an mesinu.
Mara- I caixa a Joaquim Manoel Madureira-
Peixe salgadu 6 bams a,Jose RoJrigues da (lar-
val ho. I'res mi tu 1 barrica a Antouio Valentim da
Silva iarroca.
Vinho 2 barris de quinto a ordem.
Barca portu.'ueta Jaduh, entrada de Santos em
6 do corrcnte e Ci>nsignada a Thomaz do Aquino
Fonceca Successi.i^s, manifestou :
1'ipis vazias (50 a ordem.
Vapor na ional Dnntas, entrado da/Bahia em 7
do cornanlae c>n>igiiidi a Antonio Luiz dc Oli-
veira Azeved Algdae "I -accns a PereiraCarneiro & C, 21
a Migu>-1 J->se Alves. Aaauear 285 saccos a F.
Oz irio Jc Cerqueir.i, 5 4a ordem.
haruto- 12 caixas a Cunha & ManD, II a
Bourganl & C Ca Duningos Alves Malhens. 1 a
Bernard" Jo-e d'is Hei*. Couros salgados 21 a
Francisco Goni.alve< Torres
. ililtv.2ill s>ceos a 'omingos da Silva Torres.
Saccos vazios 1 volume a Miguel Jo>e Alves.
Hiate americano John Rnse, entrado de New
York em 7 d cwrento e consignado a Tasso Ir-
maos & C, mamfestou :
Adu. las 480 leixes a Amorim Irmaos C., 560
a Beltrao & Filho. Arcos >ara barricas 108 fei-
xes a Aiaorim Irmaos & C., 280 a Boltr5o & Fi-
Ih3.
Banha loo barris a M. Jose TinAc" da Souza,
100 a Magalhies irmao, 00 a Lebre & Rois, 109 a
Pereira da Cuoha Irmaos, 200 a Joaquim J. _ei-
tao & C, 50 a Riiltrao & Filho, 50 a Autonio F.
Corga, -:'0 a MagaJMaes Imw llreu 25 barris a
M. J. Tinocj do S.iuza. Bolachis 200 barricas a
Lebre & RniSj 50 a Pereira da Cunha Irmaos.
Cevada 50 barris a Reury F. & C
Drogas 36 volumes a Harlholon eu fa C
Kerosene 700 caixas a M. J- Tinoco de Sonza,
50) a Pereira da Cunba Irmaos, 20' a Joaquim
Jose Leitao & C., 1.0C0 a Antonio .Francisco Corga.
Mercadorias diversas 100 caixas a Lebre & Rhis,
50 a Pereira da Cunha Irmaos, 2 a Luiz a. Si-
queira, 25 volumes a Mor a ordem. 100 caixa- a Bourgard & C. Iu2 a Sa
Leitao & Coimbra.
Oleo de amend.>a doce 4 caixas a Manoel da Sil-
va Faria & C Oleo da Qga lo dc bacalhao 3 ca'i-
xa< aos mi'sinos.
Pregos 25 barris a Jose da viva Lpvo.& Filhos,
5 a ii Iran & Filho. Papel 2 0 amarrados a Ma
uoel Jose Tmnce de Souza. PiluLas 1 caixa a Ma-
noel Jose da Silva Faria & C.
Tam..a* nara b .rrca 63 birricas a Amorim
Irmaos a. C, Si a Beltrao 4 Fil&o.
j''MIVMffiHTftM-PWIT0.
a .--------------------------------------------.
Navios otkUmdai no (Un -6rf
Santoi^-Sl^ias, brigue paitaguex I Jitiilh, de 251
toneladaan'taphio Manoel. de Amorim Cardia.
equipagem 10, em lastro ; a Thonjaz de Aqui-
no Foncesa S C.
Tefia Nova. 37 dias, escuna ingleza Highflyer,
de.57 taaeladas. c-pitao \V. II. Cross, leiuipa-
Scm ,fate 2,68i larricas om bacalha > ; a
ub.nsloiftucr A ClVi.
Obsercacno.
Nao hou* sahidas:
iaoiot enlrados no dia 7.
Rlade Janei)p,p*l>Bahia-7 aias, seodo 48horas
do ultima,torto, vapor national de guerra Bo-
nifufiio, conmandaate tenente Caairo, Meae-
ZtM. \
Bahia e portos'atorm:dias-9 dias, vapor nacio-
ini,Daat selmo Pereira\ e.|uipagem 22, carga varios
generos; a Artonio b. deO. Azeveao & C.
Porto e S: Vicente-17 dias, vapor portuguez At-
nmd-t Garret, dA 942^on6lada, commandante
Luiz Assenail /Tl*maini, equipagem 49, carga
diffcrentes genera ; a E. R. Rabello 4 C.
New-York- 29 dian palhabote americano John
Rose, de-222 tonelaas, capitao Hiwell, eqaipa;
gem 7, carga differejtes generos; a Tasso Irm-
mao & C. \
Navios sahiioAmy mesmo dia.
Portas dosulVanor pougaez Almeida Ouret,
commandante Thomasai, carga parts da que
trouxedos portos da Biropa.
BahiaVapor nackmal de raiTra Bonifacio, com -
mandaote if tenente Menses.
Obsertagm.
Passou para o sul urn vapir americano.
Aifaud
de 1874
mmm7
de Janeiro
0 inspector...
FahioA. deC.Reia.
wmmmmmmsm
w
DEGIABACOES
SANTA USA D*\ HISiiVlCOUDLA D
134 IVKCWE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do fleeife, manda fewr poblieo qne
aa sala de sna* ses8es, no dia 8 da Janeiro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem aiais vwrta^ne otferec pele tempo de um
a tr>s annos, as rendas dos predios em seguida
leclarsulos^ ._ -
i 9 ESTABEI.ECnfENTOS DE CAWDADE
Rua de ffortas
4 Casa terrea'o. l8,..... 2WaOD0
toja aa sobrado n. 41. ..... 306^000
i 2 Travessa de S. Joae.
Casaterreaft. II. .*^^_.- 201*000
ttii PAimiMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Seozalla Tefha.
Casa terrea n. 16..... 209*000
Becco das Bofas.
Sobrado n. 18.......421*000
Sobrado n. 14 (feaaada) *! 1:006*090
Rua aav Guia
Casa terrea n. 25.......200*000
l llaa aVPilar.
Casa terrea r* 98.......2W*000
Casa tereea &. 99 (fechada) .... 240*000
Idem n. 101........ 241*t00
Idem n. 102j........241*000
Rua do Rosario da Boa Vista
Gasu terrea n. 58fechada.....200*000
Rua da,Moeda.
Armazem n. 37 (fechado) 600*000
Rua Velha.
gftsa urea u. 44....... 450,8000
Os pretendentes dererto apresentaT no ado da
arrematacao as snas uancas, ou compareeerem
aeompaahados dos respeetivos ttadores, dewndo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
qne for seguro o predio qua contiver esuboleci
mento commercial^ assim como o sorvigo da Um-
peza e precos dos apparelbos.
Secretaria da santa casa da miserieordia do Re-
tife, 2 de Janeiro de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues ie Souz a.
lijrtjuca fixa, cluvada 15 melr*
aci'na do, nivel do mar. e, cstaudo a atinus
pbera clara, poder-se ha a>#* ft. milbas
de dtstancia. ""I
A' excep^ao dos navios de guern,. dos
paquetes dB govertio inglez e das da lias
sageries nalidnales francaises *. todoa os
navios que passarero pelo pharol Mgario t
oentavos por tonelada de imposto ae pharol.

Ver a.serie H, n 50; as aarta* ns. 1*3.
1,939 e 2,0*1, e a instruc^o n. 34, pa
gina 30.
GBANO tAC[f40'8BPTKNTRIONAl..
Iteconhecimento das ilhas Gallego e Duron.
OcomrnaniajrteHarris, do Santa Marti.
aviso dis Esfados-Unidos, procurmi iv><
dias 13,14, a W daaaii a 1872 as
ilhas Gallego e Duncan, que ustau collocadas
nas^caafe *m~B 0. M
A- itba GallOgo a 1' 48' N e 1W M' O.
A ilha Duncan ao* 6* 43' 3., e HW
A HhaDnean **+'*Hi wf e 108*
2i'^- .- ,
O reconnecimento nao teve resultadoi; o
tempo era bom, mts veata rra fraeo n
variavel e geraJmente pouco fitora\-4 ao
fim em wsu^ 0 Santa Matin p,*ou pro-
ximamente.pela posican. iadicjia |atfa cstas
ilhaSyj.sem lerJndiciodti terra nu. di- banco.
A' essa observa<;ao, public* la pvia repar-
tiijao de navegar^ao dos EsLvtos-l'nidos,
acrescentaretBfis, quo em 1870, o comman-
dante Truxton passou sobre a posicao da
ilha Gallego a nada percebou. Em 1871, a
escuna de guerra dos Estados-Unldos, Ja-
mestown, procurou as ilhas Gallego, Duu
can, Henderson, Interrogation e Copper,
sem descobrir terra nas posicOes marcadas
para estas ilhas.
AUeracdo na illiiminagdo do pharol flue
laantt de Sandy-Hook (.New-York).
Um aviso da reparlir;ao de navega$ao de
Washington annuncia quo, a contar do !.
de fevereiro de 1873 em diante, as luzcs
do pbarol fluctuante de Sandy
For e.-ta adrainislracao faz-se seiente aos
coatribuintes dos apparelaoa e annuidades da
Companhia Recife Drainage, qae, em virtude da
portaria do Illm. Sr. inspector-da thesonrari3 \?o-
vincial, de hontem datada, acha-se prorogado ale brancas
o dia 18 de Janeiro proximo futuro o prazo para i Hook, amarrado na entrada da bahia de
a recolaimento da importsneta dos mesmos appa-1 New.York seri0 substituidas por duas lazes
relhos e annuidades. ., '
. Mesa do consuiado provincial, 30 de dezembro 1 tos-
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador^_________
Causal ada proviucial
Pela mesa do con-ulado provincial, se faz pa
fDITAEt
V
Para. Sobre o banco commercial
do par\, e os Srs. Francisco gauuencio. d.v
COSTA (S FILHOS.
Maranhjlo. Sobre o Sr. jose f;:r -
REHtA DA 9ILRA J0MIOR.
CearA. Sobre os Srs. j. s- oe va-
COSCEW.OS & SOMS.
-H. *ibre os Srs. marwhos & *?/
laaeira. Sdir.) o ban^o
1WUSTRIAL E liaaCANTH., BJJSPO #M}lQ#kU e 1
BANQBE BAffllJlIlNE.F*aNCAASE.
lii I.IJ

f RA^JA pQWOSWl DE JANEIRO
Pela ihesouraria provincial faz publico
que foi iraosferida para o dia 8 docorrente a ar-
rematacao do costeio da illuminaca* publi :a da
cidade de Gjyanna.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de Janeiro da 1874.
0 offlcialrma,or,
Miguel Affonso Ferreira.
.Secretaria do gymnasio provincial de I'er-
ii .rnbui'.o, 30 de dt:zembro de 1873.
Por enljfcacMlaria, a de ordrm do lllm. Sr. Dr.
regedor intertno,S'i deda^aa quem interessar pos-
sa. que no dia 2 de Janeiro proximo vindouro se
acl.aabertaa matriculados alamnos Je-le iustituto
e bem assim se faz publico o artigo 37 da lei pro-
vincial n. ,12i de 17 de Junho do corrento anno,
que assim di. irimensal. que d-ivem fazer ao insliiuto os^ aluraaos
internus ; a 20* a mensalidade das meia pensio
nistis e a 6* a dos externo-.
O sccieuno
Celso Tertuliano Femandes Qaintolla.
Editaln. 112.
Pola iospuctoria da alfandega se faz pu-
blico que a arrematacao annunciada para
hoje, por edital n. lit, fica transferida para
as 11 hras da manhS do dia 10 do cor-
rct'\ ci porta desta reparticao.
Alfan loga de Pernambuco, 5 de Janeiro
do 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalh > Bels.
TRIBUNAL 1)0 COMMKRCIO.
Ksta secretaria faz constar que fra unia
vaga de officio de corrector geral desta pr -
qa, pela exoqoraQfto conc-edida a Joao da
Crjz Macado, e que o meretissimo tribunal
do commercio desta provincia, em sessao
iie2 do presente mez, marcou o prazo de
sesenta dias, que sera contado da data da
pnmeira publicacao do presente ann ncio,
para oj pretendeutes se habilitarem ao re-
ferirlo lugar.
Secretaria do tribunal do commercio de
Femembuco, 7 de Janeiro de 1874.
O official-maior.
Julio Guimaraes.
AS 3 Vt BOIUS DA TiRDR.
(otacic* ofactaes
KMA.HOS DE EXPORT vA0 SO DIA 8 t>*
JAMSIitO US 1874
?'ca os portm d'-i exterior.
- No vapor inglez Cordovz, para Liwrpjol,
carregou : M. A. Aiidrada ioO sac-as com 18,160
li2kil .> .le.algo.lao ; I. ISasWs v C. 577 dilas com
47.783 \i J.l. d dito ; L. t. S. Gui sace.x-. c .in 77.,300 duos le .issucar ma*ravadrt ;
M. $ -g..r.o >i C. 13 saoca* o,m ,,7|j8 l[J d|tos de
aujoiia -. '
\'h barca brasileira li ip'ukz, pafa Liverpool.,
earregtm : .f. Cut^jntaen i,X> ccq 10 ,0iKl kiljs de afS'.tcar mascavadi.
- Na .(urea ingleza !/.). t*r ftfiaa^.ca*:
regou : i>. Br.)ti!er3 A C. 4.090 saccos rfaj,3ft0.000
kil. d i->U.-ar iik'-bv;i.|ii.
jgiitf igi.-z (i.i.i, p*r a Canal, car
reg.t.l : I. -^1. r C 1,.1-ii i^am #oja-.JW,?50
kibn i a--ucar m .-eav.il.j.
'>; i l igar iu eZ i:-nringfink ra p,,Cadal,
earregm : A Howie & C 2.15-^aooeacpiai,lfi*>l75
hal'a1d*1'fciicar ui*-4a i.|. ^ i
- N. |iati-ii. 11.'; /. 0"' "f H'rinH^ sari p
Cannl. -virr-son : Sm.p- n ,- ... 1 SoJT^ecos cimi
10 ,000 kil > d' H-n.;u ma-cayado. I -
.N iiav.., iu^cz J. Maria, para Wttfafcd,
eaiiu.'.M | H. Itin -i t dt .OOO saccos cim
I ; ,1(00 kdo- *e assucar uii*avai1o.
41,0 ii k'los le a-iic
Vlgodio,-de Maceid sprta com novi Inapecfip rar bail,*. ufciiafiiaiiiafcaii&J.
Has posto a bord^ w^; A. Ctf.^2^ b^r^s.,^
W500
rate da;
1WU(IPkI,||(I|1'
gabi' J^SSja xwifiMOM- M HR*. pre
ma-
A, pre
1 ir
|MV.l.
vior.
.(HM, <-;U->0; |ie>#Si#li
com l,
kHia> i ">'
pWaaa'Hia?
no vapor brasHeift b3| fa,
'itytinX 4 barricas com 3y 17

a ity)J^Bja

auto ac
KLFAr.
j 2 a !
4.a SeccSoSecretaria da presidencia de
Pernambuco, em 5 de Janeiro de 1874.
Per esta secretaria se faz constar, a quem
intaressar possa, que nesta data s8o remet-
tidos a tbesouraria do fazenda para serem
eotregues depots de pagos os dividos direi
tos os titulos pelos quaes foram nomeados
os senhores segiimtes:
Major Francisco da Cu, h Macbadp fe-
drosa, otlicial da ordem da Rosa.
Francisco Epiphanio de Souza, continue
da facwl^adp qe 'Ureito do Recife.
O secretario interino,
Adolpho Lamenha Lins .
' EflIfAi;N.it3. ""
------
Pela iaspoctorta da,aUd-ga so z pu-
blico quo, as 11 horas da manhi do dia 1
do corrente, se ha de arrenp.i.tar livres de
rfirejips e^ijjeitos ao .imposto da capatazia
& porta desta reparlji^o. as mercadorias
abaixo declaradas, que deixarmn desei. des-
pacbadas dentro 'to praso marcado por
editaes ns. 7% 95 a 188. M>
Armazem n. 3.
Uma peca de fla^ellf de la. pezando ^i-'
qtudp real 3 kjlus, no valor de ^ 146
Uma,^t*. d W d,lhq aW H Qfs,
pezando liquido real i kuos, no vaMA de
smmjr-m~-- ~~'
L'Ba^Hla-Je paano delgod?o crii li
derfyiflHaWfoafrlirdm^ real 2
los. no vater de 4JW30X-
W W o .iMi a^ii'*fJa'b*rrt. as C..QJ al em po.
ijo,
r
.ikellaaaa caU* coatondo fru^os
crttTrioaaaWsto aralaea---
r.H.semnuiffo^BSacai

io roopataada.e a'
idoKJaiWKWO. '
blico quo no dia 12 do corrente, se principiam a
contar os 30 dias uteis, marca los para a arreca-
dacao, independente de malta, dos diversos im-
posto?, eobrados por lancamento, pertencentes ao
anno fmanceiro de 1873 a 1874, ficando suje.itos a
multa, todos os que ferem pagos depois de nndns
os referidos trinta dias.
Consuiado provincial de Pernambuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
O admiaisirador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
CoBsutado provincial
O administrador do consuiado provincial, faz
puobco que no dia 9 de Janeiro vindPUro, se find*
o prazo marcado para o pagamentolivre da multa,
dos impoitns da decima urbana, e de 3 % sobre
a renda dos bens de raiz, relativo ao M semestre
do exercicio de 1873 a 1874, ficando sujeitos. a
multa de 6 '/. todos os contnbuiutes que pagarem
depois d'aqaelle dia.
Cansulado Provincial de Pernambuco, 31 d6
dezembro de 1873.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Ver a serie E, n. 3G0, e a carta n. 1,469.
Banco de pedras na cosla da Florida.
O capitao Pennington, ,do vapor Santo
Antonio, communicou a" reparticao hydro-
grapbica de Washington que, aos 30 de
outuliro de 1872, aVll horas e 3 minutos
da manha, passou por dentro de um baixo
de duas milhas de extensao, de norte a sul,
com 18 metros de profuudidade junto. O
mar de leste, mui tranquillo na occasiao,
quebrava continuamente sobre o banco, que
e muho estreito, e sobre uma parta delle
parecia nao haver mais de 2,44 m. a 3 me-
tros d'agua. Estc banco estd siluadi a SO
milhas proximamente ao norte do pharol da
ens' ada Jupiter, e & cerca de 5 milhas da
costa. 0 capitao Pennington julga que este
banco aug n-uta rapidamentc.
Rumos verJadeiros. Variacao : 4 50'
NE. em 18.7 .
IHST TUTQ WEOLOGICO E
.....PEiApiM,
scsao orajnarijrqumta-feira,
)
Havorrf
8
Jo corrente Janeiro, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
1A Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
2." Palestra lilteraria.
Secretaria do Instituto, 3 de Janeiro
de 1873.
J. SOAKES D'AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Saata Casa da Miserieordia do
Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Miserieordia
do Recife se faz seiente a quem interessar, que o
Sr. thesoureiro, no dia 12 do corrente, pelas 9
horas la.mauha. no salao da casa dos expostos,
fara pagamento das mensalidadea vencidas de ou-
tubro a dezembro, as amas que se apresentarem
condu'indo as criancas que Ihes foram confiadas.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do
Recife, 3 de Janeiro de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Obras militares.
A' 12 do corrente, ao meio dia, tera lugar a ar-
rematacao da reconstruccao de uma parede no
qairtel do Hospicio, orcada em 360^640. As pes-
soas que quizerem enuarregar se deste trabalho,
apre-entem no refendo dia e hora suas propos-
es na reparticao das obras publicas, onde desde
ja se acha o respectivo orcameoto.
Pernambuco, 5 ie Janeiro de 1874.
O engenbeiro das obras militares,
Chryssolito F. de Castro Chaves,
Pela administracao dos correios desta pro-
vincia se faz publico qae foi creada na povoa^ao
do Canhotinho uma agenda de correio para onde
se expedira malas nos dias 3, 7, 11, 15, 19, 23 e
27 de cada mez, fechando-se a mala respectiva ao
meio dia.
AdiLin straoao dos correios da Pernambuco, 3
de Janeiro de 1874.
' > administrador
________________Affonso do Rego Barros.
Cupitania do porto de Feriiaus-
baco.
Para sciencia dos navegantes, esta capita-
nia manda publicar os avisos abaixo :
Aviso aos navegautcs.
' N. 4.
AMERICA MERIDIOMLCOSTA OCCI-
DENTAL.
RIO GUA\AQUL.
Luz fixae lampejante em Amortajada.
Recebeu-se aviso actualmente exhibi la de um pharol ultima-
mente constriijdo em Amortajada, ou ilha
de Santa Clara, na entra la do rio Ouay
;i cb '
a-
quil.
A luz d branca. fixa e lampejante, mps-
trando um lanwdo do ouotro sfyfmdos do
duragSo em ealaV'tfanD minuto : elevada
78,m028 acima do nivel dp mar, eemtera-
p.) claro deve ser vista da distancia de ?4
milhas.
O apparelho illuminador e" dioptrico, ou
deleutes, da terceira ordem.
A torre <"branca, e asta* ao cume da ilha.
Posicao: IftlPi If TS L"n8- ^"
24' 30'' OV*1**M**
RnpartigSo Hydrographica do Almiranta-
do, LnnaVaa, 13 da jaaeiro de l78i.{ As
signadoji^ ft^fit^ftk Mr>|grap-
Ver a carta n. 2,139.
Esta" conforiae O secretario da capitania,
Decio d'Aquino Fonseca.______________^^
Mtmt.ft Pio Pnrt,iiguez.
Conselko fiscal.
Sao pelo presente convjdades os dignos fuac-
ciunari .s desta associagao, uitimamente eleitos, a
virem tomar posse da sens respectivos cargos, sab-
bado 10 do corrente mez, as 6 1|2 horas da tarde,
no sala-i d i gabinete portuguez de leitura.
Igualmente -ao. convida los os funcciooarios da
adminirtrMCao limla, para dar aquelles a po-se dos
cargos p.ua que foram eleiios.
Secretaria -lo conselho fiscal do Monte Pio Por-
tuguez em Pernambuc i, em 7 de Janeiro dc 1871
1 secretario.
Jose da Silva R driyues.
Correio geral
Helacao dos objectos regislrados existente*
na administracdo dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Joaquim Ayres do Nascim nlo, Augus-
to Cesar da Cunha, Aatonia Maria de Jesus Was-
rimenio, Ant mio da Costa Correia Leite. Francsco
Luiz Oziirio, Francisco Cavaicaute de A'buquerqiie
Lins, Francisco Xavier Oliveira de Miaena, Fra-
derico America Raposo da Cmiara, Henrique Xa-
vier Saraiva de Araujo Veil >, Joaquim Correia
Lima, Jose Tavares P., Jose Rolrigies Peixoto,
Jose Antonio da Fonseca e Silva, Jose Delmiro de
Moura, Jos6 da Silva Campos, Joaquim Jo-c de
Matlos, Jose Ferreira da Silva, Je Joa iuioi Pe-
reira de Oliveira, Joaquim Rodrigues Tavares do
Mello, Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Ca-
valcante, Joao '".arlos de Souza Chaws, Jezuino
Rodrigues Vieira, Loureuco Justiniano de Qallaa la
e Souza. Manoel Luiz S., Dr. Manoel Frreira da
da Silva, major Salvador Henrique de ^lbu
querque,
AdministratSo do correio de Pernarabucw, 2 de
Janeiro de 1874.
Jose Candida de Barros
Encarregado do rflRistro.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS "K PERXAM-
BUCO 8 DE JANEIRO HE 1871.
Pela admmistracao dos correios desta provin i,
se faz paWico que fni creada uma ageacia
correio, na Colonia de Piraenteiras, h >je den >mi
nada Colonia Isabel, para oude se eipalirao m il*<
nos dias I, 4, 7, 10, i3, 6, '9, 2i. 23 e 2S de
cada mez, fe:liandq se as respeeti'as mala- a-i
meio dia.
O administrador
. Affonso do Rego Barros.
THEM
%W\m D1AHAT1C0
aCPSBXA
SibbadolO do corrente.
cpz. pelo ifv-u tM-anibyra Dr.Germano Fraaeisco
de 'Hivtira ;
O-PIO^IESIPS
lii) BE tttl
Du:
4mz provisoria no cabo d* Santa HaA
(Pnigaay.|
O governo do Uruguay co mniii, {
acendeu-se qo 1/ dei-nn,) I-
luz provisoria q
eatrada 'i Riot*.



Sr. renadte.
Idem-
Srflavio.
Sr Braga.
_0i'. Joae Batiarda.
!pr. Maxima.
a ino.
ilernardino.
'A *\.

"


7
BiMfo
bueo___Quinfe feira 8 de Janeiro da 1874
D. Joaquiea.
Sr. Palva.
Sr. Tauiiao.
N. N.
D. Filomeaa.
D. Filomena.
N. N.
fll.R
N.N.
t'.riada da estalagem
Urn agente de policia
Umearcsreiro
Pilbo d estassjadeiro
Julia Leiurques
loaosa
Um coulinuo
I'm carraseo
Uai taoerdote
Ssldados etc. etc
Aompreza recommenda ao respeiUvel publico,
este drama, como am dos melhore* do sea reper-
lono, e assegura quo ira a seeoa coovenleote-
ente monUdo.
Aiuante 4 trabalbo, como e a ewpreza. a
car* ao resaettavel publics que nan se ao
nnmrinr na eseolha e execucJo das peca*
tambom melhorar o sea theatre
Prindoiara as 8 1|2 heras.
Rio Grande
SaWra na presents seuiana o patacho naeional
Helena., tendo aind.i lopar para algama arga : a
tratar en raa do Vigorto 7. ___
Lisboa
Leilfto
por oceasiao do leilao de movels, 1004a, vidfos e
erystaes quo aHi deve ter lagar, e no dia 14 for
oceasiio a entrega dos mesmos objeetos.
ha de
como
Am k
DOMINGO
pont*.
ena
Beneficio do
*epresentar-se-ha a muito
3 ictos ornados de musica
chistosa comadia em
0 medico a pao.
O papel de medieo, sera feito pelo artlsta Fla
via. .
Continuara 0 esDectaculo com a ana cantada
pelo actor Penante :
0 mascate italiano.
Terminara com a eomedia em 1 aeto :
OS IBMiflS. das mi. m
O Braga pede proteccao a quem nunea In a ne-
gou.
Par* 0 referido porte preteude segnir com ponca
demotm 0 brigue psrtagoez Ugeiim 111, de I*
classe, capitao N'obre. por ler a maior pane de
sea carregainento oagaiado, e para o wsto que Ihe
falta trata-se com ot wsiaaaUrios Joaquim Jose
UoufaKes Beltrao & Fdao, a rua de Commercio
h*_____________________________________________
COMPAMMIA VfcftNAMBUCANA
BE
ftavegacAe CMteirw a apur.
FERN.VNBO BE NOHONHA.
0 vapor Giquii, comman-
dante Martins, seguira pars
e porto acima no dia D dc
corrente, ao meio dia.
Recebe carg*. ato 0 dia 8
do corrente, encommendas,
pasaageiros e dinheiro a frete ate as 40 horas da
manha do dia da sajiida: escriptorio no Forte
do Mattos n. IS.
PARA.
Pretende segnir com brevidade para 0 Para, 0
a ate Ohnda, por ter parte de sua carga, e para
a one Ihe fafta, trata-se com os consignatarios Joa-
quiui lose Goncalves Beltrao & Filno, a rua do
Gomiiiercio n. 6.
10 caixas com queijos flraeogos 10 meias
ditas com- d.tos atarca diamante A 3
Sexia4eira da correlate
is 11 horas da mautva
0 preposto do agente Pestana faci leilSo, poi]
conta e risco de quem pertencer, de 10 caixas eon"
queijos Uameogos e 10 meias ditas embarcad os iitiinsamente, sexta-fcira 9 do corren
te, as 11 boras da manha
Noarraawtm do Sr. Anues, em freate da alfan
dega.
AVISOS DVERSOS
1
1 Vais*-M de
para uma pessoa,
A
uma escrava
na botica da
par* cotinhar
rua dc Sangel
A's 8 horas.
AVISOS MARITIMOS.
Para Lisboa.

Segnlra em poucos dias a barca portugueia
Gratidao. Para alguma ponca carga qae Ihe faKa,
ttata se com E. R. Rabello 4 C, a rua do Com-
mereio n. 48. __________
NAVIGATION COM
mine STEAM
PANY
IMiiha quinzenal
0 PAQUETE
cmera-se aqui, dos portos do sul ate 0 dia 16 do
corrente, e depois da demora do costume, seguira
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde
recebera passageiros, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
WilKon Rowe Jfe C
44RUA DO COMMERCIO14
COHl'AMIIA IIKINII.KIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portoc* do sal.
CRUZHKOB S13L,
0 vapor Cruzeiro do Sul, esperado dos portos do
norte, ate 9 do corrente, seguira para os do sul
depois da demora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio da agencia, rua do Vigario
n. 7.
Williame Crorkes, capitao do brigue inglei
Annie & Lopyer, tendo arribado a este porto com
avaria por alboroacao, precisa receber propostas
para oconeerto do dito navio : os preiendentcs
podem entregar ao mesmo em carta fecbada ate 7
do corrente, no consul ado inglcz. ^^______
20 cakas com castanhas it Lisboa
Sexta-feira 9 do eorrente
0 preposte do agente Pestana faca leilao pr
conta e risco de quem pertencer de 10 caixas cm
castanhas de Lisboa e para fecbar oontas
SEXTA-FEIRA 9 DO C9RRENTE
A'* 11 boras empeato
No armatem do Sr. Annes, defronte da alfandeja
Leilao
DE
19 caiias eom eebolas, para feeaar conas
0 preposto do agente Pestana fara leilao, jor
conta e risco de quem pertencer, de 19 caxias cm
cebolas, para feehar centas
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
no armazem do Sr. Annes,
A's 11 horas em ponto.
PROGRESSO MAR1T1M0 DO PDRTD
Enipreza porlueusc de navega-
oSo a vapor entre Portugal e
Brasil.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Coatmandante Luiz A. To-
masini.
Deve chegar da Europa ate o dia 6 de Janeiro
proximo futuro e depois de pequena demora den-
tro deste porto, seguira para os da Bahia e Rio do
Janeiro.
Recebe earga, passageiros, encommendas e va-
lores, para o que trata-se com
OS AGENTES
K. It. Rabello tV C.
48 Rua do Commercio 48
LEILAO
AlliaiKja Maritima Por-
tuense.
Companliia de Havegac'ilo en-
tre Portugal e o Brasil.
A galera porlugueza Vasco da Gama segue em
poucos dias para o Porto, achando-se ja prompta
grande parte do sen carregainento.
Para passageiros e fretes trata-se com o res-
pect! vo capitao, ou com os agentes da companhia,
Jose de Silva Loyo 4 Filho, escriptorio, a rua da
Companhia Pernambucana.
t!
HOES.
L'EILAO
DE
AlUarwja Maritima Portuense
*ocicdad nuonyma de rcspon-
Aiabilidade limilada.
Capital................. 1,500:000*000
. emissao................ 289:600*000
Esta companhia encarrega-se do servico mari
limo de conduc;ao de carga e passageiros entre os
portos do Brasil e Portugal, com a possivel regu
laridade. para o que possue os seguintes navios
Galera America Barca Maria Carolina
Europa < Claudina
- Adamastor Humildade
Castro II Joven Adelaide
Saudade Admiravel
Fortuna Jpsephina
Vasco da Gama t Vencedora
India Patacho Santa Maria
Belem.
n Lisboa
Sahidas lixas (salvo casos de forga maior
dias annunciados com antecedencia.
Precos os maiseqnitativos.
E' permittido pagar fretes e passagens nos
portos da partida ou do destino.
Aceitam-se commissoes e consigna;oes.
Agentes no Brasil.
Os consignatarios dos navios da companhia.
Escriptorio e sede na cidade do Porto. praQa de
Carlos Alberto, n. 131.
Directores-Manoel Antonio Moreira da Silva.
Florindo Josi Teixeira de Carcalho
Jeiio A ntonio da F. Vasconcellos.
Uma burrs (cofre) 1 carteira, 2 m6chos, 1
de copiar car tas, 2
o outras objeetos de
prensa ou machina
cadeiras, 1 mesa
escriptorio
10,
de
em
As 11 horas da manha
No sobrado da traves?a da Madre de Deus n.
primeiro andar. ..._
[OR INTERVENgAO DO AGENTE PIMO
Em continuaqao
Ao meio dia vendersc-ha o mesmo sobrado edifi
cado em chaos proprios._______________________
Leilao
DO
Sobrado de 2 andares e solao da travessa
da rua da Madre de Deus n. 10, edificada
em ch3os nroprios.
Iloje
as I lioras em ponto.
0 agente Pinto levara a leilao, precedida a com-
petente aatorisacao, o sobrado da travessa da Ma-
dre de Deus n. 10 ; o leilao sera effectuado no re-
ferido sobrado por occasiao do leilao dos objeetos
de escriptorio.
DE
160 saccos com mliio.
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
at 11 boras em pnto
0 preposto do agente Pestaw, fara leilao por
conta e risco de quem pertener, de 160 saccos
com milho para fecbar conta? _.*,
SEXTA-FEIRA 9 W CURRENTS
as 11 horas d& manha
No armazem do Sr. Anna defronte d'alfandega.
leEao
149 meios de sola, reso de marca para feehar
Ointas.
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
As 11 1 floras da manha.
0 preposto do agtfte Pestana fara leilao, por
conta e risco de inem pertencer, de 149 meios
de solla, resto de parca e para feehar coutas.
SEXTA-FJIRA 9 DO CORRENTE
A'sll horas da manha
no arraozem doir. Annes defronte da alfandeg
LEILAO
Ama, com ur-
gencia.
Precisa-se, com urgencia,
de uMia ama para cozinhar
em easa de pequena familia:
na *ua do Capibaribe n. 40.
m. A
0 relojoeiro e donrdor S
Albino Baptists da Rocha, W[
de volta da Europa, conti- f
nda a encarregar-se de S
concertar e dourar relo- w
gios, bem como ontros ^a|
objeetos ; rogando a sens S
amigos e fregnezes o ob-
gequio de procura lo na rua Duque de WL
Caxias (antiga rua da Crazes) n. 32, pa- S
vimento terree, que o encontrario promp- A
to. A garanlia de sens trabalhos e fa- "ML
ze-los por preQos modicos; assim como X
lambem vende relogios. ^m
VIIiliA
DE
Barreiros
A alguem que nessa villa mais cuida em urdir
nas trevas as mais vis intrigas com sinistros fins
politicos, se declara que a pessoa, alvo de suas
entrigas, ainda nao tove a honra de communicar
com S Exc. o presidente da provincia, e menos
dar denuncia do Sr. Dutra, etc. Cuide mais nos
seus sagrados deveres; on ao menos se seu orgu-
lho e ambicao nao tern iimites, continue a ser po-
litico sem ser intrigante, e a dominar essa misera
freguezia com seu refinado Jesuitism) e grande
machiavelismo.
PENHORES
Na travessa da raa
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
I dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se bs mes-
mos metaesepedras.
Simm
All
DO
VAPOH FRANCEZ
RUA DO lt\R.VO DA VICTORIA
tf. 7Outr'ora NovaN. 7
m
m
PRESENTES
Do
anno novo
Oh I vos HOCOS E HOCAS, que reeebestes os
presentes da festas do Natal, e qne estais na res-
tricta ohrigacao de retribuirdes taes festas, ide, ide
correndo ou mandai a
Confeitaria do Campos
na vespera do anno novo, que alii encontrareis
para ditas
Retribuicoes, o seguinte :
Uma rica cmixinha ou cestinha com amendoas,
confeitos, doces, etc., etc., etc.
Um fiambre ricamente enfeitado.
Urn bolo inglez idem idem.
Um pao-de-16 idem idem.
Um pndin idem idem.
Um queijo inglez superior.
Uma sorpresa sorprehendente.
Etc., etc.., etc., etc., ete.
Na confeitaria do CAMPOS
Tao conhecido...
Calcado
francez.
*
Imperial Instituto de N. S.
do Bom Conselho
Dirigido pelo baeharel Antonio Co-
lumbano Seraphlco de Assls
Carvulho.
Tem lugar, neste Instituto, no dia 7 de Janeiro
do corrente anno, a abertura das aulas de ins-
truccSo prirruria e seenndaria.________
DE
uma taveia na estrada dos Afflictosn. 9,
denominada MaDgueira
fitex 0 agente Martins fara leilao, ao correr do mar-
tello, d'amacao, generos e mais pertencas da ta-
verna arima, em um sd lote, a qnal se acha bas-
Unte sortida e afreguezada.
as 11 horas
LEILAO
DE
um terreno cultivado com uma casa coberta
de telba, cacimba com excellente agua,
com 150 palmos de frente e 500 de fundo,
sito em Agua Fria, Beberibo do Baixo
Sabbado 10 do corrente
AS' 11 HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, do sitic e casa
acima mencionados, sitos em Reberibe de Baixo na
estrada das Boiadas
SABBADO 10 DO-CORRENTE
a's 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.______________
CM DA FORTH
AOS 4:000,?000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe
llzes bilhetes, um inteiro n. 982 com 4:000^000,
dous meios n. 1851 com 200*, e outras sortes de iOj
e 201 da loteria que se acabon de extrahir (81*),
eonvida aos possuidorea a virsm receber na con-
formidade do costume, sem desconto algnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantido*
ia 18" parte das loteriaa a beneflcio da Santa
Casa de Misericordia do Recife (82), que se extra-
hira na sexta-feira, 9 de Janeiro do corronte anno.
PRECOS
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
EH PORClODE 1005000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
leilao
LEILAO
COMPANHIA BBA81LE1RA
DE
NAVEGAgAO A VAPOR
PAQOhTE NACIONAL
Hoj,
E' esperado ate o dia 9 do corrente, e seguira
para os portos do norte depois da demorado cos-
tume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informacoes, dirijara-se a raa do Vigario
n. 7, escriptorio de
Pereira Vianna & C.
Agentes.
COJIPASHU
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inha mensal
RIO GRANDE
Espera-se dos pot tos do sul ate o dia 9 do cor-
rcatd. scgoindo depois da demora do costu-
me para Bordeaux, tocando em Dakar (Goree) e
Lisboa.
Para coadiooes, fretes e passagens, trata-se con
OS AGENTES
Marknaeady A Labille.
9 Rua do Commercio 9
DE
jis e louea
jg
0 agente Martins, fara leilao de diversos moveis,
pertencentes a uma familia que mudou de resi-
dencia : uma mobilia de amarello a Luiz XV com
tampos de pedra raarmore em perfeito estado, ou-
tra dita sem pedra, uma cama franceza de ama-
rello, um marquezao, um berco de amarello, um
dito de ferro, uma machina de costura silenciosa,
dous cabides de amarello, um bidel com pedra,
uma cama de ferro, uma dita de amarello para
menino, um tbear, nma meia commoda, um im-
portante relogio para cima de mesa, uma caixa de
musiGa, diversos chrochets, lanternas, escarradei-
ras, tapetes, um porta-licor e diversas loucase can-
dieiros a gar, fructeiras; no primeiro andar do
pateo do Carmo n. 9, as II hora- do dia acima.
LEILAO
DE
uma parte no valor de 5:8199389 do sobra-
do de um andar da rua da Senzala Ve-
lba n. 82, avaliada em 15:0009000, em
1869.
Ao meio dia
Por intervencao do
riptorio a rua do Bom
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
.90, Rua da Praia, 2.
1AS1UVV
Luiz Fclinne Lcile k Irmai
DE
moveis, louca-, crystaes
e obras de prata
A SABER:
Um piano de Colard & Colard, 1 mobilia de ja-
caranda com 1 sofa, 2 consolos, 2 cadeirasde bra
cos e 12 de guarnicao, 3 lancas e 6 pares de cor-
tinados, jarros e vasos para flores, 1 lustre de
crystal com 4 bicos, 1 lindo tapete para meio de
sala (grande) casticaes e mangas. .
Uma outra mobilia de jacaranda, 2 esctrradei-
ras, 2 candieiros de poicelana, 4 vasos para flo-
res, 1 mesa para escriptorio, 1 estante e 1 mappa
do Brasil.
Uma cama franceza de jacaranda (nova), 2 toi-
lettes, 2 guardas-vestidos, 2 lavatorios, 1 secreta-
ria de chario, caixinnas de dito, 1 commoda, 1
mesa de amarello, 1 tocador e camas para me-
ninos. ....
Uma mesa elastica para 24 pessoas, 1 mobilia
de mogno, 1 guarda-Iouca, 1 aparador de mogno,
1 quartinheira, 2 anaradores torneados, 1 mesa,
apparelhos de porcelana para cha e jantar, copos,
calices, garrafas, compoteiras de lino crystal, flan-
dres, notes e trem de cozinha.
Duas estantes de amarello, 1 mesa para escre-
ver, cadeiras americanas, consolos, cabides, me-
sas, cadeiras, lavatorios e muitos outros objeetos.
Quatro sofas de ferro, 12 vasos de terra-cota
com flore3, I carro de mao, tfem de jardim, etc,
Colneres de prau, salvas, 1 faqueiro, e muitos
outros objeetos de casa de familia.
TERQA-FEIRA 13 DO CORRENTE
Em Sant Anna* casa proxima a" estado do
mesmo nome.
0 Dr. Alvaro Caoaiaba Tavares da Silva, tendo
de mudar sua. residencia para a corte, levara a
leilao, por intervened do agente Pinto, os moveis
e mais objected acima mencii/nados, existentes ua
casa de sua residencia em SanfAnna, onde se ef-
fectuara o leilao.
A's 10 1|2 horas em ponto partira da estacao
do arco de Santo Antonio, um trem expresso que
servira de conducao gratis aos concurrentes ao
leilao.
O leilao principiara as It
horas.
EM TEMPO
A mencionada casa sera tambem vendida em
leilao do dia 15 do corrente, podendo ser exami-
nada nos dias 13 e 14.
-----..
0 Garibaldi
p
^k -, da earrei'a da Bahia segue para
^Jk osse pirto logo que tenna com
TSKPjSV pkto sea ear egamento : traU se
11^ com n capitao Custodio Josd
Vianna, on i rua do Amorim n.
> 37. com Tasso Irmaos & C
agente Pinto, em seu es-
Jesus n. 43.
LEILAO
DE
24 duzias de cbapeos do Chili muito hnos
AS 11 HORAS DA MANHA.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta o n>co de quem pertencer, de 24 duzias de
chapeos do Chili muito Qnos
Hoje
8 do corrente
A's 11 horas da manha
No armaxem db Sr. Annes, defronte da alfandega.
Executam por commissao quaesquer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran-
geiros.
Recebem 4 consignagao generos nacionaes, co-
loniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, allemaes
e do Brasil, ou mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou fora delle.
Executam ordens para compra e venda de fun-
dos publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividendos.
Promovew no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidacoes, causas civeis e commerciaes, appel-
lacoes e recurso de revista.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administracao de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a natureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostolicos concedidos em Ro
ma ou pela Nunciatura era Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
tribunaes da Santa Se.
Tratam da arreeadacao de herancas e adminis-
tracao de bens no continente do reino.
Obtem documentor de qualquer diocese, distrlc-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Faiem adiantamentos sobre consignacoes de
quaesquer generos que tenham prompta sahida
nos mercados inglezes ou allemae?. Tambem com
pram aquelles que se offerecerem em condi^oes
vantajosas.
Pazem transacoes por consigna^io ou compra,
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
condicdes de qualidade e precos.
Dao-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta casa tem correspondencias serias em todos
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
burgo, na Africa portugueza, em Macao (China1
reino de Siao, ilhas dos Acores e Cabo-Verde.
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe torem feitas por correspondencia effectiva on
eventual.
Na modicidade de suas commissoes, na exacti-
dao de suas contas e no credito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garantia de bom aco-
Ihlmento.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
cas de Hespanha.
N. B. -As commissoes sao reguladas pela praxe
stac praca _______________^^^^^
COLLEGIO INGLEZ
Antigo colleglo de Nossa Senko-
ra de Belem (Vesuutido) sito
a ma da Aurora n. 39.
No 1* de Janeiro abrirse-ha de novo o antigo
collegio acma denominado, onde se recebe um nu-
mero limitado de alumna?, cuja educagao sera rao-
delada pela que se rec >be na Europa.
A' respeito dos estatutos, ou outra qualquer re-
ferenda, a tratar na rua da Aurora n. 37.
ESTATUTOS.
Art. 1. As directoras Helena Maria Pureell Kiug
e Maria J. Pureell Rawlinson abrirao um collegio
na rua da Aurora n. 37, onde receberao um nu-
mero limitado de alumnas, cuja educacJo sera
modelada pela que se recebe na Europa.
Art. 2.* 0 curso de estudos sera regular, e con-
stara das linguas ingleza, franceza e portugueza,
geographia, aritlimetica, musica vocal, piano, de-
senho linear e dansa, accrescendo a este ensino
o de todos os trabalhos de agulha necessarios a
uma mai de familia.
Art. 3." Admittir-se-hao como educandas neste
collegio as familias honestas e decentes, que o pro-
curarem, e se destinarem ao genero de educacao e
ensino, que alii se pretende dar.
Art. 4." As directoras empregarao todo o cuida-
do e brandura na instruicao das alumnas que ea-
tiverem a seu cargo e Ihes inspirara aquelles prin-
cipio3 de virtude e religiao, que constituent os
unicos sustentaculos de uma educacao proficua,
sem que com tudo ella oxerca inflnencia alguma
religiosa sobre as opinioes das mesmas alumnas.
Art o.* Nenhuma memna sera admittida por
menos dc 700^000 por anno, pagos em trimestres
adiantados, o sem desconto de ferias, nem dias que
ella deixar de comparecer no collegio.
Art. 6.* Por este preco e condicoes relativas se-
rao ensinados as meninas todos os annos de edu-
cacao conhecidos no collegio, como acima ficam
descriptos.
Ari. 7." As alumnas nao poderao receber ou
mandar cartas, sem quo primeiro sejam estas lidas
pela directora.
Art. 8. Os vestidos deverao ser simples e de-
centes, sendo probibido usar de sedas, joias ou
aderecos de luxo dentro do collegio.
Art. 9. 0 enxoval exlgido sera o seguinte :
6 caraisas, 3 ditas de dormir, 4 lenfoes, 4 vestidos,
4 saias, 6 lencos, 6 pares de meias, 2 fronhas, 4
toalhas de rosto, 2 ditas para pes, 2 coberlas, 2
pares de sapatos, 1 sacco para roupa suja, 1 tra-
vesseiro, 4 cama de vento, 1 baht'i, 2 cadeiras para
coser, sendo uma maior e outra menor, lavatorio,
jarro, 1 bacia para rosto e outra para pes, 1 copo
para agua, pentes, escovas para dentes, cabellos c
unbas, thesoura para estas e 6 guardanapos.
Art. 10. A roupa sera lavada e engommada na
casa dos pais das alumnas.
Art. 11. As pensionistas, cujos pais residircm
fora da cidade, serao tratadas no collegio, se por
acaso adeecerem, sendo feitas as despesas com bo-
tica e medico a custa dos mesmos pais.
Art. 12. Os alimentos serao sadios, e as refeicdes
variadas e em sufflciente quantidade.
Art. 13. A lingua ingleza sera a lingua emprega-
da no collegio.
Art 14. As ferias comecarao no dia 8 de dezem-
bro ate o dia de Reis. A semana santa sera toda
feriada.
Para laai
BOTLNAS de bezerro. cordavio, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos merbtres
fabricantes.
SAPATOES de bearro, de cordavio e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto. .
SAPATOES atamaneados com sola de pao, pro-
prios para banhos, *itios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, eastor e de tranja
francezes e portnguezes.
Para senbora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores ditferentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancos.
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, eastor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneira*
meias perneiras para homen*, e meias perneira*
para meninos.
No armazem do vapor franco;, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de brafo, de guernijoes,
sofas, jardineiras, mews, eonversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes <
k vos. e ns mais proprios moveis para saletas e ga -
binetes de reereios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barw
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira,
ltvre ou escravo, para uma casa de familia, no
Monteiro : a tratar na rua do Marquez de Olinda
n. 33.
Precisa-3e de um caixeiro : na padaria da
rua de Domingos Jose Martins, no Recife, n. 96.
Da excellente casa de campo em Sant'Anna, pro-
priedade do Dr. Alvaro Caminha Tavares da Sil-
va. a qual torna-se recommendada por ser bem
edificada, em chaos proprios, e ha pouco imis de
um anno, com 56 palmos de frente, 80 de fundo,
com sotao, quarto fora, gallinbero, casa de ba-
nho com 3 banheiros, bomba e um grande tk>
con 200 palmos de frente e mais de 1,000 pal-
mos de fundos, perto da estacao da linha ferrea,
Ingar muito arejado e aaudavel.
yUINTA-FEIRA 15 BO CORRENTE
As 11 horas em ponto.
P.t intervencao L agente Pt
Em sen escriptorio, raa do Bom Jesus n. 43.
Os pretendeotes poderau examinar as accom-
modates da casa acima no dia 13 do corrente,
Alnga-se melade da casa da rua dos Quatro
Lantos n. 16, na Capunga : a tratar na mesma
Aluga-se um escravo m6co para qualquej
servico : na rua do Imperador n. 80.___________
Sociedade Recreativa Bella
Harmonia.
De ordem do 01m. Sr. presidente, aviso aos
Srs soclos que do dia 11 do corrente em diante
principiam os reereios e ensaios da mesma socie-
dade, de conformidade com 09 nossos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Bella Har-
monia, 8 de Janeiro de 1874.
0 1.* secretario,
Joaquim F. de Sant'Anna.
Aluga-se no largo da Paz, nos Afogados, uma
casa terrea a. 90, com commodos para grande fa
milia, grande quintal com arvoredos e outras mui
tas commodidades.por preco razoavel; a fallar m
rua do Duque de Caxias n. 97, e para ver a men-
ma casa, com 0 sacristlo da matrix da dita fre-
guezia.
Collegio de Santa Ursula
Para educacao de meninas
Este collegio, estabelecido no ediOcio n. 32 da
rua da Imperatriz, da amanha comejo aos seus tra-
balhos. A directora, abaixo assignada, espera.dos
pais de suas alumnas e do publico em geral, 0
acolhimento que ate hoje tem merecido, promet-
tendo empregar sens esforcos no cumprimento de
seus deveres, pela boa educacao das mesmas que
Ihe sao confiadas, mantendo assim 0 credito ad-
quirido na pratica de mais de 12 annos de exer-
cicio. m
Ursula Alexandrina de Barros.
CASAS
Aluga-se a casa n. 17 a rua da Moeda, com ar-
mazem, 1.* e 2.* andares e sotao, pintada e caiada
de novo, e tudo mais concertado; e tambem a
pequena casa, sita na travessa do becco da Lama
n. 3 : trata:se na rua da Cadeia n. 3.
Quem precisar de nm rapaz ponuguez para
caixeiro de tavern a, unto para a praca, como
para 0 matto : dirija-se a rua da Imperatriz, loja
n. 28 que achara com quem tratar.___________
Aluga-se 0 1* andar na rua larga do Rosa-
rio n. 21, proprio para escriptorio : a tratar na
loja do mesmo.
M CMllllllll
Os abaixo assignados, estabelecidos com a loja
de fazendas, denominada Rosa Branca, sita a rua
da fmperatriz n. 56, declaram ao respeitavel cor-
po do commercio que dissolveram amigavel e por
estar findo 0 prazo, a sociedade que tinham na
dita loja, ficando todo 0 activo e passivo a cargo
da nova firma de Azevedo & C
Recife, 2 de Janeiro de 1874.
Manoel Martins de Azevedo.
Antonio Josd de Araujo Braga.
AO COMMERCIO
Uma pessoa que vai fater eohraocas uas, em
Una, Barreiros e Bonito, se incumbe. tanbem de
fazer is que Ihe forem enfidas: a informar na
rna Primeiro de Marco n. 25, loj drt fazendas
dos Srs. Ramos A Irmao
Moleq
ue.
Precisa se alugar um m 1
no> nara a servic 1 domes'
da Victoria n. 38
.<< 12 a
1ua do
14 an-
Bario
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alpbonst
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff it: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extractos.r,banhas, oleos, |opiata e pds dec
trifice, agua de flor de laranja^ agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonete-
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinnas sortidas e garrafas de differentes taroa-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Bar*"
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
phantazias.
Espelbos dourados para saias e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jonvin, de fio de Escocia e de caraurca.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bora de lei garantido.
Correntes de plaqu6 muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitacao e botSes de punhos de pla-
que
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objeetos de phantazia para cima de me^a
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco e
de tartaruga.
Oculos de aco flno e de todas as guarnicoe*.
Bcngalas de luxo, canna. com castoes de mar-
fim.
ilengalias diversas tni givade sorlimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
divertas.
Esporas de tanacha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de lartaruga para deserabaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinheiro.
Gravatas brancas e de seda preta para bom>-i>
e meninos.
Campainhas de mola para oh mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Boron de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimes para braeo de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparent.'? para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidax
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de core? para illuminacoes de
festas.
Baloes aereostalicos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de moldnras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ja uromptos com paysagens e pbanu-
11a.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objeetos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veto com ltndas pecas.
Realejos barmonicos ou accordions do todo* os
amanbos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de menctonar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode doaejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes paries
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a precos mais resumidos que 6 pouivel: no ar-
mazem do vapor francos, rua do Bario da Vic-
orla, outr'ora rua Nova n. 7.
Cestinhas para costura
Grande sortimento de bositos modelos chef ados
ao armazem do vapor francez, eua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora. Nova) n 7.
Gs abaixo assignados dodaram ao rospeiu-
vel publico desta cidade, e com eapeeialkbde ao
commercio, que por motivos, one so a tMm dsem
respeito, resoiveram liquidar 0 armazem do agec-
cia na rna do Vigario n. 1', por isso, pr*-m a
todas a* possoas que teem objeetos no mesmo ar-
mazem a virera relira-los no prazo de 6 dial.
Hecife, 31 de dozembro de 1873.
Raymnndn Reraigio de Hello Junior.
Por meu pai Jose M.ria Pestano
0 preposto Joaquim Maximiaao NeUja.

1


/
Diwio de Pernambuoo Quinte flora 8 de Janeiro de 1874
!'
?
'
BOA DO BRUM N. 52
flttofi d* enguuUo e oairos gncuiiura, e emprfg*<'. de uma visits a sea eitabelecimeoto, para verem o dovo sortimeoto
(Passando o cliafariz)
PEDEM AOS
Uuoismo o favor
iomplet) qoe abi tem; seado todo arjperior en qoalidade e (ortidlo; o qoe com a ias
nccJo pessoal pod#tf vriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQAO
? ttpuroa O rUUaB U ttgua manbos conven/tentes pwa as diveraas
cireomstanciaa dot senhores proprietaries e para doscarocar algodao.
HOBIldftS d8 C&HI1& delodo lmbo8, aa^melDorea qoe aqoi
existent.
para animaea, agoa e vapor.
Eodas dentadas
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fnndos de alambiques.
Machinismos
Bombas
para mandioca e algodao,]
para serrar madeira.
Podendo]todoa
(ser movidos a mao
por agoa, vapor,
on animaea.
Todas as machinas p<^dioefttom>pr6c|"r-
Fas qualquer concerto demtcbkiMno' "p**0 mi """a*0-
FormaS dfi feiTO tem m6lhorei e m,ia b,r,Us exiateotes no mer-
Unonmmandoa Incambe-se de mandar vir qaalqaer machinismo a von-
ouvuiUlUOUUttBi Ude dos clientei, lembrando-lbei a vaoiagem de fa serein
foaa compras por intermedio de peisoa entendida, e qoe em qaalqaer necesaidade pode
bei preciar aaxilio.
Arados americanos 6 iMlram6nt0, ,8ri60lM-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDigAO DE FERRO
4' rna do Barlo do Trinmpho (rua do Bruin) ns. 100a 104
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as ma is modern as e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de fore* de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
vaideiraS de sobresalente para vapores.
AlOGndaS llltCiraS e meias moendas, obra como jiunca aqui veio.
laiXaS IUncliaaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
tvOCiaS Q aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
OOmDaS de ferro, de repucho.
ATadOS de diversas qualidades.
c OnnaS para aSSUCar grandes e jwquenas.
GoncertOS concertam com promptidSo qualquer obra oo machine, para o qne teem
sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mana*am vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
-citasmachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U N D iglO DE CARDOSO & IRMAO.
ANTONIO JOSS DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, ^novos e
asados, pelo preco do custo de factura.
Tambem acaba de reeeber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelbos ovaes para ornamentos de salas.
4NNEIS electricos para curar dores de cabe^a. nevralgias e nerveso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com IS ou s6da.
VF.RDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
Carloes de visila. livros, envelopes e (oda a qualidade de
papeis, clara e exactamenle com o nome competente da pessoa
Garante-se dar uma cbapa tao boa como poderia conseguir-se em Londres ou Nova
York, e arTiamja-se igualmente que a tint a sera* indelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa com o nome da pessoa e" acompahada de dous frasquinhos de tinta, um
pincel, oma direcc^o sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
iinta, custando todo
Preco fixo 34000
Em letra de mao e gothica 59000
ARGOIAS AMMC\^AS
PARA CHAVES
Sio muito comroodas e possuem as seguintes vantagens :
Servem para ajratar as chaves, e ao mesrao tempo sendo chatas, ha lugar para o
nome e moradia do dooo.
Sao face6 de abrir e fechar, deixam enirar a maior chave sem offender
argola.
Slo feitas de prata allema e nSo sfio sujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
jrgolas de aco, sio naaito fortes e bonitas. Cada argola amerioana com o nome e mora-
dia do dooo, aberU aamesma, custa :
fref^flw) 2^000 'V
P. LAURO MAGPHERSON
NO HOTEL ESTAMIIVtT
Rua do Imperador n. 32 ./
TODOS OS DIA8 UTElS DA 9 HORAS AO MKIO DIA.
Vcrnfoes espeeiacs para carrna-
gens.
T.ste vumiz. cuja taltj a ui tanto sentera
os Srs. fnhrioai.t' s e possuidores de carrua-
gens, araba de rhvgnr para sen unico dc|>o-
sito, das seguintes qualidades.
VERWZ SITKRFINO PARA CA1XAS DK
CAJlUUAGLiNS.'
E' um vcrniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
mios, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
horas, depois das quaes se expoe ao ar por
alguni tempo, o que fnz endurecer, e passa-
das 15 a 18 boras pdde passar-se a oaixa a
pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
rnao. Dao se com facilidade tres demaos
deste verniz sobre as tintas, em tres dias.
A primeira demao serviudo de apparelbo,
ajuda a seccar as ultimas demios e produz
um excellente brilbo.
Veraais superior aeccante parH
carruagena.
Este verniz e da mesma cor que o ante-
cedente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgcntes, e p6de misturar-se com o
anterior. A duracto do verniz permanente
diminue na proporpao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGEIfS
NSo 6 tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
raeiras demaos sobre cdres escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 boras,
podendo dar-se em seguida outra demao.
Verniz pre to do Japff o, superior.
Para trabalbos em preto de carruagens.
Produz o preto mais escuro e brilhante, e
pode passar-se a pedra pomes 10 boras de-
pois. Deve dar-se duas demios sobre um
(undo preto e eobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, .BRILHANTE E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composi^io
grande quantidade d'uma substancia muito
semelbante ao azeite denominadopieds bceuf,
6 o unico que da* flexibilidade ao couro ve-
mo envernisado. Em geral basta uma de-
mSo que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois ;de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e a* sombra mas ao ar
secca era 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalho, por que nflo e* possiyal turner o
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no fim dos quaes se p6de pulir com extre
ma facilicidade. E' essenciahnente neces-
sario cobrir este verniz com duas demaos do
verniz superlino para caixas de carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, e
sobre tudo com as tintas moidas, para que
sequem mais facilmente e para lhes dar
mais. consistencia.
Como n5o dnecessario dar lustro a ultima
demao de verniz empregado nas caixas de
carruagens c no dos jogos, conve"m da"lo
n'um local separado aonde nao haja p6.
Quando a obra urge,- deve por-se & sombra
e ao ar livre depois de secco, isto e, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilhante ficara' o verniz,
e mais depressa ss terminal a carruagem
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma demao). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve-se lavar a carruagem
com agua fresca, depois de ter ser-
dido.
Os frascos devem conservar-se sempre
hermeticamente tapados, o resto do verniz
nao se deve deixar ficar no frasco, e pdde
usar-se para as primeiras demaos.
Nao deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
de nenhum modo com o seccante. E' pre-
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e o
melhor 6 servir um piucel para cada ver-
niz.
Deposito unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34.
Aula particular de instruc-
cjio elementar, naruada
Ponte-velha n. 101
Felippe da Costa Dourado faz seiente aos pais
de feus alumnos e a todos aquelles que quizerem
confiarlbe a educacSo de seus filhoa, que no dia
7 de Janeiro proximo -vmdouro terao comefo os
trabalbos de sua aula, os quaes cnnsistem em
leilura de prosa e verso, caligraphia, arilhmetica,
systema metrico. grammatica portugueza, etc. etc.
S.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-st
iallar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
os6 Paes daSilva, a negocio de particular inte
fuse.
Aos pais de familia
A professors particular, abaixo as-ignada, avisa
aos pais de suas alumnas e mesmo a todos os che-
fes de familia, que quizerem conliar-lne a educa-
(;ao de suas filhas, que no dia 12 do corrente mez,
principiam os trabalbos de sua aula, onde conti-
niia a ensinar a 16t, escrever, contar e grammatica
nacional, inclusive todos os trabalbos de agulba,
bem como bordados de roatiz, ouro, alto relevo,
ensina com gosto a fazer flores e trabalbos de cro-
chet e la, e a aquellas meniuas que mais se quei-
iam aperfelcoar, ensina o francez, musica, piano,
danca, pois tem para isso habcis mestres. Aceiia
externas e internas, e espera a proteccao dos che-
fes de familia, promettendo em compensacao gran-
de desvello no cumprimento de seus deveres : na
rua do Cabuga n. 18.
Fortunata Fortes.
Aula particular de instruc-
gdo primaria
Manoel de Souza Cordeiro Simoes previne aos'
senhores pais de seu* alumnos, que no dia 12 do
andante se ha de achar sua aula aberta em con-
tinuacao dos seas exercicios ; bem como ao res-
peitavel pnblico, que coniiniia admittir alumnos
externos e interoos, pensionistas e meio-pensio-
nistas : na rua travessa dos Expostos, 2* andar
da casa n. 16.

i
Attencao.
gVendese a armacJo de fazeodas existentes na
loja de chapeos, sita a rua de de Warcilio Dias n.
61 ; loi. esta que perteneeu ao finado Tranquil!-
no Candido da Silva, a qual se aeha mnim b*m
sorfida e e rauito a uma e ontra cousa, dirijase a roa do Bom Jesus
n. 48, eseiiptorio de E. Burle 4 C que achara
com quem tratar.
Deseja se faliarao Sr. Joao Francisco daCoV-
U; oo Forte do Uatto, armazeni da Companhia.
PECHINCHAS
So o n. 20
RUA DO 0KESP0
m m ,i PftRTAs
contiiiiin vrtidrr'tnni'.o biiroto jnra npurar
muito dtubeiro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda.sendo lindos padrSes, e ven-
de-se pelo diminuto preco de 200 rs. o covado, 6
pechincha 1) dao-se araoslras.
Prpjlrio para vestidos o one ha de mais gosto,
padroas novos, pelo preoo de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I doi-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Usinbu escocezas, padroes bonitos, a 240 re. o
covado.
Ditas com listras, padr5es modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas 12 e seda, padrdes modernos, a 640 rs. o
covade, e pechincha 11 I dio-se amoslras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrSes bonitos, fazenda de
1*000 a 400 o covado, e pechincha t 11 dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
drdes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 dio-se amostras.
Cortes de casemira da cores, a 5 Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de meninos, a 860 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de chila adamascada, a 3*900 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, -a 3*500
e 4*000.
Lencoes de bramante, a 2*000.
Ditos de algodao, a l*40a
Toalbas alcochoadas, a:6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cusa abanbadoa, a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao finos, a 3*500 a duzia.
Cambria lia transparente a 3*000 e 4*500 a
peca.
Cambraia Vbtoriaa a 3*800.
Atoalbado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito trancado, a 1*400 a van.
FnstSes de cores, a 1*000 o corte.
Chales de merito liso, a 2*000.
Ditos estampado^ a 3*500,4*000 e 4*500.
Ditos com listras Quito finos, a 8*800 e 6*000
Esguiio muito fino, a 2*000 a vara.
Bnm preto trancado, a 2*000 a vara.
Bramante de algodao,a 1*600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, a 5*M0 a peca.
Dito domestico, a 3*000 i peca.
Brim de algodao com listias proprio para cami-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzue cambraia de cores muito fina, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
S6na rua do Crespo n. 20
Loja de
Guilherme & 0.
orracha para hmas
Recebeu a pbarmacia Torres, de primeira qua-
lidade, por commodo preco", vinda pelo vapor
Ceard. ___^____________________
GASA DO OURO
Aos 1:0<>0 OOO
Bilhetes garantidos
hua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 700* em um
meio de n. 3308, a sorte de 100* em um meio de
b.3669, enm bilhete inteiro de n. 1800 com a
sorte de 100*, alem de outras sortes menores de
40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
extrabir (81'j ; convida aos possuidores a virem
reeeber, que promptamente serai pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiti
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilbetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmcj
annuncios.
Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
'antidos da 18- parte da loteria a beneficio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, que se
exlrahira no dia 9 de Janeiro vindouro de 1874.
I^recoai
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De lOOftOOO para clmu.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 29 de dezembro de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Roga-se ao Sr. Mariano Alves de Araujo,
que appareca quanto antes, na rua de S. Gon-
calo n 29, officina de marcineiro, a negocio de
seu interesse.
0 INEXTINGUIVEL
PERFUME
A celebre agua Florida
DE
MURRAY Cfc LA\1IA\.
Uma pura distillacjio das mais raras fla-
res dos tropicos. Conte'm, para assim ui-
zer, quasi o odor odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia 6 quas
iuexhausta ainda mesmo por continuada
c/aporacio e diffusSo. N'este respeito e"
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
UESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
DE CAHECA, DEBILIDADE E
HVSTERICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com o bom
.)n, tem conscrvado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
,/erfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
idexico, America Central, e do Sul e nos
u>m toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
cio nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritacao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ibora a condigi* dos dentes e gengivas.
Como ha iuitas imitaroes, as quaes n5o
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar s6.nente o
o famoso perfume i cosmetico do sul da
AmericaT cham
AGIA FLORIDA
DE
MURRAY ft LAYMAN.
Sj acha a* venda em todos odioguistasj
ptirfamari ttta tto moda.
Alnga se o arraazem e o primeiro andar do
sobrado da rna do L'om Jesu-, outr'ora da Cruz,
n. 20, pruprios para estabelecimento commercial :
a tratar na rua do Marqucz de ulindan. 52.
Escrow fipto
300*000 :rbgrr.tifica(;ao
Au-ciiIc)U->"C i"c-ii'- u i.:.i i ; >W ruaii I'Irtu dc Uoliie A.frcdi I.'[il\:scl.i.i lc ... S) u iO
annos de blade, 4 nerfeito coziulieiro, ailu bajtante,
e bem magro, ponca harba, olhos grander e muitu
ladino, con^ta que tern pai no eneenho do Sr. Lulii
de Caiara, em S. Lourenc,o da Matta. Este preto
foi coziubeiro dos negociantes Adriano 4 Castro e
Sr. Jos6 Joaquim Goncalves Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo. que o desco-
brindo, o tragam a rua Duque de Caxias n. 91, loja
de miiidezas do rival sem segundo, que serao gra-
tificados com a qnantia acima. __________
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-s
aliar ao Sr. vigario Andre Curclno de Araujo Pe-
eira, t negocio de seu interesse.
m
Descobcrlas medicinaes
PELO BACHAREL
MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCANTI
I* o Preservative* da erj-
slpela : para curar com certeza, e
en, pouee tempo, qualquer ataque de
ervsipela, e prevenir o seu reappare
cimento.
Este medicamento tambem 6 muito
poderoso para o rheum-ti?mo.
*' o Regroladur da mens
traacao : para falta, irregularida-
de, suppressao repenlina da meostrua-
cao, e dos locbios, assim como para
todo? os soffrimenku devidos aquellas
afleccSes. Anibos estes m'edicamentos
ja sao muito conceituados, e procura-
dos nesta provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-se a venda somente em casa
do autor, das 9 boras do dia as 3 da
tarde, e a qualquer hora em casos ur-
gentes.
GRATIS AOS POBRES
Rua da Imperatriz n. 14, 2s andar.
9

A


%

as -iwy ^^^ ^"^ ^^^ *t"* ^s*
Casa decainpo
Offerecese a quom quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do finado Dr. Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
ca. A localidade 6 muito salubre, e a casa muito
fresca, lem magnifico banho de agua doce em
frente, e e muito commodo visto que o trem passa
iefronte : quem pretender pode dirigir-se ao Sr.
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Cannan, a rua do Pommercio n. 40.
Aluga-se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim b. 37.
Attencao
0 Sr. Francisco Agostinho Madeira, e rogido
vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A.
Aluga-se uma casa terrea com commodos
para familia, e tendo gaz e agua encanados, na
rua Imperial n. 179 : a tratar junto.
0 abaixo assignado faz seiente ao respc ita
vel publico desta capital que continua a recolher
em seu armazem sito a rua do Vigario n. II, mo-
veis, fazendas, miudezas e quaesquer objectos,
para serem vendidos em leilao publico, promet
tendo desde ja aos seus cumitentes, todo zelo e
probidade, nio so na boa conserva^ao dos objec-
tos recolbidos, como no prompto paganiento dos
mesmo, logo que forem vendidos.
Recife, 1.' de Janeiro de 1874
Por meivpai Jjse Maria Pestana.
0 preposto, Joaquim Maximiano PeMana.
Escravo fugido.
Fugio no dia 4 do corrente mez do Janeiro de
74 o preto por nome Ignacio, idade 40 annos, al-
tura regular, secco do corpo, bigodo e Cavagnac
ralo, cabeca muito pequena, olbos pequenos, falta
de dentes ca frente, rosto secco, tem voz baixa,
falla pouco. e e carregado no serablante, foi do
engenho, comprado a D. Felippa Cavalcanle de
Albuquerque, senhora do engenho ^anto Es-
curo, do sul, comprado em 17 de junho do anno
proximo passado, e dahi para ca se tem occupado
no trabalho de padaria, deve ter os nos dos dedos
das maos calejados do referido servico, sahio com
roupa ordinaria, calca remendada, e costuma an-
dar com ella arregacada, e camisa por fora da
calca, levou camisa de chita com listras enearca-
das, e de algodaozinuo, tudo ja usado ; desconfia-
se que seguisse o caminho do sul para o referido
engenho ou seus soburbios : pede-se as autorida-
des policiaes ou as pessoas que o encontrarem de
leva-lo a casa de seu senher, no Recife, em Santo
Amaro das Salinas, rua do Lima n. 72, que se
gratilicara generosamente.
0 Sr. Bernardino Alves
Ferreira
Tenha a bondade de chegar a Camboa do Car-
mo n. 3, a entender-se com Jose Miguel Barbosa
Ramos, a negocio de seu interesse.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da rua e3-
treita do Rosario n. 36 : a tratar com o mioistro
da ordem terceira de S. Francisco, no conistorio
da mesma ordem.
Escravo fugido
Fugio no dia 30 de dezembro, e consta que an
da pelos sitios dos Afflictos e Arraial, o preto
Tito, idade de 40 aunos pouco mais ou menos,
altura regular. 6 bem preto, e tem na cara mar-
cas de bexigas ; levou camisa de cbita verde e
calca de brim pardo ja velho; anda sempre com
um pequeno avental, para encobnr a qnebradnra.
Quem o pegar leve-o ao Caminho Novo n. 108. ou
a rua Nova n. 11, que sera bem recompensapo.
Aluga-se barato umas mei-aguas novas, na
travessa das Barreiras (becco do Aquino): a tra
tar na rua do Cotovello n. 23.
Di-se dinheiro a premio sobre hypotheca,
nesta cidade, assim como aluga-se um moleque de
14 annos : a tratar na rua do Duque de Caxias
n. 44.
Hotel Aguia de Ouro
a rua estreita do Rosario n. 23, precisa de um
bom cozinheiro para o mesmo._________
Aluga-se tres casas com commodos para fa-
milia, sendo duas na Capunga e uma na freguezia
de S. Jose : no pateo de S. Pedro, venda n. 10, se
diz quem aluga.
Sociedade patriotica doze de
setembro
Sabbado 10 do corrente, as 6 horas da tarde,
tera lugar no club pernambneano, no caes 22 de
novembro, o leilao dos objectos que figuraram na
exposigao agricola, e que foram offerecidos para
o dm de apphcar-se o seu producto as obras do
lycea de artes e offlcios. _____
AVISO.
Modista franceza.
Madame Clementine Daura participa ao respei-
tavel pnblico, que a'-handu-se esttbelecida na rua
da Imperatriz n. 19, faz vestidos para passeios,
bailes, casamentos e raptfoado* com a maior prom
ptidao, por prego muiio barato, satisfaaendo Has
proprias casa* a ps-mas que quiterem honra-la
com suas encommendas.
M0F1NA
Esta encouracado I! !
Ajttt mole eui pedm dura
I ,iiito da ale a tut-ii
ft <.'ri'3' l;;i iii'i.!-- iV i Will iiiiAucia,
lart.T ik vir i rua lmcrae ue caxias n. 36, a eon-
:luir aqaeile negycio rcalisar, pela terceira ihamada deste ji-rnal, ere
fms de dezembro de 1871, e depois pan Janeiro,
passoti a fevereiro e abril de 1872, e nada ennprio,
s por este motive e de novo chamado para dito
9m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio e
ie mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho se
ichava nesta cidade.
NOVAS PUBLICISES MUSICAES.
i. J. d'AzevedoIlua\ovu n If
Acabam de publicar-se, e acham-se 6
venda as seguintts musicas:
PIANO SO'.
Danse espanhola, por Ascher 25000
Arabella, mazurka, por G. Wrr-
theimer 1JMS00
Valsa oo Facsto, por Croyzcs 1JK)00
Soniio de uma virgeh, por Alber-
tazzi 190DO
Anna la Prie, cavatina 1C0O0
AoClair de la Li'ne, por Bussmeyer 1?500
ESTHELLA DO NORTE | tl ,, .-,.A
SaudaqAo ao BAniAlPo,kabn,hante m
Cricket, por Soixas, offerecida aos
chrickcls club pernamlmcano e
bahiano 1^000
PIANO E CANTO.
Desespero, muito litido romance
por I. Smoltz 2*000
Non m'amava, romance por Guercia 1*000
Tambem rercbeu da Kuropa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. itc.
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do ipnlk
n. 20, accam sobre o Banco Ccm-ner. i?|
de Vianna e suas agencias em todas ;i ci-
dades e villas de Portugal, a vista e a pr -.
por todos os paquetes.
% Odiion llnarlc k \nX A
% Cabelleirciro fi
Rua da Imperatriz n. 82 0
Q, Receberam um grande e variado sorti- w,
Jf mento de tran'/as de cabello artinVia Ipara W
O os penteados modernos quo vendem pelo 9
Q baratissinio pre?o de 6* cada uma. B
Precisa-se de uma ama forra ou escrava, que
cczinhe bem o ordinario para ea*a de familia, e
seja de boa conducta, pagando s-e 20*000 mensae-.
ua Capunga, rua das Fernambucanas, casa dc so-
tea, junto aj sitio do Dr. Pereira do C?rroo.
Collegio de \. S. da
Saiiilc
Pni'ft eilucarau das iiieniuam, mm-
iabelocido nn rua H-'oi'iuowtt
u 5.
A directora deste collegio, abaixo assignada, faz
seiente aos pai* de suas alumnas, < mesmo a todos
os eheftt de familia que quizerem confiar-llie ;.
educacao d-' suas filhas, quo no dia 7 da j'.n.:-
prnximn vindouro comecam ca trabslhos tests
tabMecimento, no qual se anfina coin asseio e per
fei.at, e por escolhidns professores a leitnra de
pxosa e verso, caligraphia, arilhmetica, f;
metrico, lingua vernacula, hittoria, gcogaphia.
franze7, inglez, musica vocal, piaao, desenh dan-
5a, crochet, labyrinth", obras de la, bordados a
watiz e outro, etc., etc. ; nao serao adanHtidM
mais de vinte alumnas.
A directora continua a ser zelosa einca,.avel
no cumprimemo de ?eu> devere.*, e desde ja agra-
dece em extremo a bondade com que a bnataa os
pais de familias, confiando-llie a educacao dc
tnnocentes filhas.
Boa-vista, 29 de dezembro de 1873
Maria Klena da Rocba
___________________Directora_______
Caiiiara muoleipa! do Cal-
Um regulamento approvado provisoriani.'nto
pelo Exm. presidente da provincia, obriga aos d -
nos de redes de pescaria, aferirem ditas redes a
400 rs. ao metro, que nada mais importa do qu<
cu.-tar a afericao da rede mais de seu valor,ou por
outra custar a aferigio 0 que pode 0 dooo da rede
lucrar no anno : isto e cousa ounca vista ; aferir-
se panno de rede I!! temos visto pelas postura-^
antigas aferir se bitolas de rCde, mas redes e a
primeira vez que vemos. Alem disto, as camara<
municipaes nao podem impdr tribntos, tanto im-
porta tal afericao. Cremos qoe o Exm. presidente.
pelos seus grandes afazeres, nao prestou toda at-
tencao para tal regulamento, que alias vem privar
a licarmos sem peixe, pois ninguem querera ter
redes com semelbante imposto. Boa camara mu-
nicipal ; nao ter a lei do 1" de outubro de 1828,
nao lerem 0 artigo 66 delta...
Aluga-se a cssa da rua do General Seara
(antiga do Jasmim) n. 33, assim coio duas ca-
noas para condncao de materiaes a tratar u.t
mesma rua n. 39.
Precisa se de um empregado com pratica de
escriptorio, boa lettra, solteiro, e que de attestai
de sua conducta : a tratar na travessa do Carioci
n. 2, caes do Ramos.
CONSULTORIO
aa
DR. FERREIRA
Medico operador, a rna larga do Ro-
sario n. JO,
Ami go gabinete de sen pai.
Cura de bydroceles sem injeccao.
Aliprtura de abcessos e extraccao
de derramamentos seroaos pelo aspi-
rador de Potain.
Consultas de 7 boras da manhi ao
meio dia
Chamados a qualquer bora.
Gratis aos pobres.
Aula particular
Secnndino Jose de Paria SimBes, professor par-
ticular dinstnuclo piiniaria, avisa ao respeita-
vel publico e -em espectalidade ao* pais de fami-
"\ que no dia li do onrr^nte esttri aberta ana
ila, na rua da Penha n. J5. m^"> aonde con-
iiniia n exercicio de sea magisteno. 0 mes-
profe-sor promeile maito se esmerar pelo
mo
adimtamento de seus alumnos.
Aluga-se



0 sitio da Ponte de Ucboa n. 38 : a tratar no mas-
mo itio, ou na rua do Rangel n. 7, 1* oa 2*
andar.


I ^1
/

jti^$l*im^\M ^Wirflte'ittfe.'fi '&**Ml&&Wfrt~
\
IMn, !Xj^(***J1*31
-'fcm'amfiiii jg-41 roujta fresc-i, cgm ooaimodoi
. jmm-cmiid&fetRtiia, teada fna' e far ewtenado?,
quintal on sttiu arborisado, e com excel
la; para o mar e a cldade, apenas distante
miectos-da Mario' :anuo e poirco mais
*a*heiros: a tr**ar no armazem de Joao Ro-
am travesa da Madre de fteos n. 8.
IV ci=a-:-e urn
c-mpriir e eoTipii.ir : aa roa doTtfai&uez ta Olio-
[e por poaeo rfa n. it), i. and,.r. '
Precist-je -alugar nma ama boa corinfretn^
forra ou artf: a tratar; s Jgvi dajinperatr-z,
de gratificaxjao
Engenho Santos Mendes
Qfegw ao dia 30 de dexemLro, do eugeshc San
m maai2i, coruarc* de Nazarejh, freguezia de
teWftW, a escrava Maria,-crioula,. 50 annos
Mr, ill If, poueo maw ou menos, baixa, grossa, c6r
jp.iCa.coao alquebrado, pejaacee6 o e*panados,
Mwcortos, cabeUos braaeos, caaellas fiua?, lem
Aaasagnaes cabelludos no anuxo, e e bem ladi
m A.gaesoa qdfen^Mar^Kcscf ava ou ao sell
-tao, Me o senhor do engenho acitaa, I^auren-
w C*m#< da Cuaha Petaira'Belirio, ou no Re-
aMhkfaifo'do Corpo Saato n. 13, andar, sera
arajxB*da com a qu?.aUa de tOBS. ______
Aluga-se
-en 13 a Passagem da Magdalenha
-jff'aem I I. H' Rego. ___
a tra-
esi,veeeu aa-araanheeer-do dia4 io oorren-
**, do eogenlio Seiigi. comarca de Goyatma, o es-
more de nome Jose Borges, meslre de assucar,
.. swk os signaes seguinles: cabra, idade 30 annos,
jiroK-j aiais oil menos, boa flgara, um tanto gros-
e-espai!atilu, sendo-o signal mats visivel area
jiwmi aa junta do pe esquerdc : r ga se a todas
m- aatori Jades e capitaes de campo queiram ap-
frefcender dito escravo e leva-lo ao referido en-
F**e, on nesta praca a CMiveira Filhos & C, lar
8* Corpo Santo n. 19, que -serao fenerwamen-
ja eoompensados.
foandaf.
m
__
Na rua do Barao da Victoria n
Armad^.
_.ao da Victoria n 36, preciaa-se
fallar ao Sr. 1 tenente Jose Maria Peslana, a ne-
gaoio de sen interease.
Precisa-se de unia ama para com-
prar e cozinhar : na rua do Impera-
dor n. 79, Ioja.
4M4
\ \f A Precisa-se de ama ana para engom-
AJSLA mar.- a tratar na> Pmaaio Pn*Hco n.
*. W- __________:________. .
Ama escravo.
Precisa-se de nma ama escrava por aloguarj
qae eozinbe e sirva par* vender na rua quaodo
for preciso : a tratar na loja do Passo na rna W<
meiro de Marco.
^4
Ama
Na rua do H
de uma ana liv
icio n. 49 precisa
u escrava.
AMA
antiga rua d Cadeia.
Preciaa-se de nan ama qae
saiba coziubar bem : na re
do Marquez de Olinda a. i
i
>,
o com saboaria f
iumpho,
diaOM
algarrj
mri qua
0 abalxo asstaoado ifstatelfctf
serraria a vajof fila a rua dollar
(ootr'ofe l>ui* Ularlira' fnfl de
nao se resporffflbnisa e iu''m paga
contrahido em scu mime
seja ; oniro tirajscienliAca ** His dfyMHel qua
osmhic* ftilarfcgadw da tolrilca te' saa casa
sao sens caxeiros, Elpidio de Vasconcellos 4 Joao
Franclco Martins.
Recife, 2 de Janeiro de (874.
__________Antor.ioJoaquimde Vasconctlloi
0 Sr. JviM mtaatdWfli f*z Jaaqarto'Cle-
mente de Lemos Daarta.-sfe etarhadorMrda do
Coronel SuassuM W49i,'4 *|bcio de particular
4aOr*te.'____________________*i'
Awla particularde^primeiraS
Ama
Precisa se de nma, que saiba lajp
eogoramar, para duas pessoas : i rua
do Hospieio n. 50,____________________
Precisa-se de uma, que compre e eo-
ziabe : a rua do Duqne de Caxiaa n.
Ama
M, loja.
mento.
Precisa-se de uma ama para eoci
lias n. 94
e 6 portas em (rente do. Liura*

A AT A D|>ari n? rua ao Duqae Caiias n. 94,
Cbaiuam-se
iiogade fazendas e roupa feila a rua do Mar-
foz de Olinda n. 40, es senhores abaixo mencio-
aados a negocio de interesse reciproco:
Adolpho Rober Kooper.
HctAo Magalbaes.
Jlerraogenes Nunes da Silva.
Joao Martins "Sogueira Santos.
iguel Lopes Guimaraes.
Jose Affonso.
Miguel Ferreira Pinto.
Miguel Azevedo.
ifctcoel Theodoro do Nascimeato.
Bernardino Lopes dos Anjos.
Dcmingos Mafra.
Antonio Serra.
fes6 do Rego Araojo-
Jos6 da Cunha Frcitas.
Ios6 Ignacio Porto.
Antonio Moreira Catnara
Zi'fiTinn Douiingncs Moreira Junior.
4oao Raposo de Souza.
Maatl DaceJIar Ptreira de Moraes.
Antonio Afdilrao da Costa.
Arnaud de II illanda Cavalcante.
Escravo fugido.
ugio a 2i> ile dezembro de 1873, o escravo Se-
casliao, erioulo (ah, sem barba, eom idade de 20
arrjos, allura regular, corpo reforcado, falla um
jfcjceo descau-.ido; foi aqui vendido em 13 de de-
sembro de 8'3 por Jos6 Francisco Ponies de
Asevedo, rr.orador na matriz de S. Caetano, fre-
jm^zia !:> ttnooaa, tendo sido escravo de Alexan
Ht<>. Hi'vir d i Sobral, da m?sma frcguezia; acha-
-a><-.v!>::;Milal(> no municipio de Caruard, para on-
- nfia tei fugido on para a Ranoza ; ro-
is as autoridades e capities de campo
de dito escravo e leva-lo ao Recife,
am uto n -i8; armazem do Ba iza, que

meals recornpensados.
de d"ZPinbro de 1873.
isemi
As i i" ; i 27 do dezpmbro da casa do seu se-
ii i de Cerqneira, morador na es-
T re, sitio das Mangmiras, o escravo
M i'!\tuj 36 ann> s, pouea barba, tern
':-<6tante uniilos, levando vesti-
; lisi-adoaanl e um -bonet de case-
a mu.la ivn-tante de uma camis\
Irwr i i ealca de ca emira escnra, cnjo es
ssaa il do ser'So desta provincia, e re-
'. > emuo na freguezia de Ipojuca,
wl-- Q /., t-rr c iinpanhia do seu ex-senhor
f-r*3' i- :.- Sa e Albuquerque. Roga-se a to
.- i .; it-s pnliciaes e capitaes de campo,
.; a| i.euder o dito escravo e leva-lo no
jr-sfc' i ua rua da Imperatriz n. 32, que
mtv ; '' -j a aim toda generosiladj.
I 'if.?. H
mf ladfiz a
uma boa cozinheira : na rua da
J?. andar.
Copeiro
-isi-:.- denim copeiro que seja asseiado :
as 7.-i da imperatriz a. 37, andar.
at:airo assign i lo declara ao respeitavel
r. (trrtercio, que nesta data tem dissolvi
i ..i^dado qnetinha na firma de Medeiros &
*, ficando todo o activo e passivo sob a
inc. '.,-. aocios Pedro Jose de Medetros & C.
p-vile, 3 de Janeiro de 1874.
Manoel J;icintho de Oliveira
.llegio de Santa Ge-
- noveva.
S -r^a do Hospici--S5
'Sector Antorio Marques de Ami rim avisa
am 'a\iz&L S:%. f.p.s e tutoreS de seus alumnos
3*e *9gu;-da fclra 12 do corrente em diante
IB...... fill a aulas deste collegio,onde a ma-
j baeolivB e-tara aberta desde o dia 7.
A \f i Precisa-se de nma para casa de
aia familia : na rua das Ftores n 9.
ica
ArtlAfl Precisa-se de duas amas, soldo uma
xxsuao perfeita engommadeira, e outra para
servi;os internos, para nma casa de pouca fami'
lia, quer nacionaes, quer estrangeiras, paga-se
bem : a tratar das 9 horas da manhi as 4 da tar-
de, a rua do Barao da Victoria n. 22.
Precisa-se do uma ama para cozi-
nhar e fazer pequenas cooapraa : na
rua D. Maria Cesar n. 30 (outr'ora
Sensala-nova).
AMA
AMA
Precisa-se de uma para coi
zinhar : na rua do Crejpo
n. 20.
Aitia de leite
Precisa-se de uma ama de leite : na rua Duque
de Caxias a. Ill, on na rua de Hortas n. IS.
AIIei](;ao.
0 Sr. Candido G. R. Lima, faca 6 favor vir a rua
do Duque de Caxias n. 60 A.
rd an
4 CoDsaUoriiinieiiico-cirurgico ft
i A. B. da Silva Maia.
Jn Rua do Visconde de Albuquerque a.
Jf II, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
0. n. H.
J Chamados : a qnaiffner hora.
V Consultas : Aos p bris gratis, das 2 as Qj
^ 4 horas da tarde. M
*J rl
Companhia do G-az.
A empreza ilugaztem a honra do annunciaf
ao pultlieo que rwebnu ulttmente um esplepl
dido sortioiento du lustres de vidro, caii'lii:i-
ros, arandflns e gluhos, cujas amostras estiO
oo escripturio a rua do Impera e serao vendidos aos spus freguezes pe4o
prer^o niais razoavel possivel.
m
*
m
m
Anna Tlieodofa trades, a^a" aos senb'ores
ais de auas alamnas, e ao respeivarel publico
a se. achaEa aberta saa aula particular de ia^i
rrjcijaa prtmaria, do nia 7 A6 cbrrerit(J,.na rua
travessa dos Enposlos, casa o. 18, primeiro aadar,
onie espera satisfazer aos senhores pais. da fa-
railla, que Ihcconllarem" *uas alnas, tanto-aas
malertas qae corratituera a s6bredfla- inStruc^Ok
como tambem em rmuira vocal,. e, no que tot
concerriente as nabfliflaBes-de'agulh'a.
tmm
Quem precisar aliigar um bom cozinheiro, dju*
ja se a roa do At^lbo, junto ^caixa.d'agLU, n. 9.
Teado so deseaoirmrraadafiaraKaUacKaero
C1356 B, do poder do hypothecate, preriue-
se ao senhor da gae o objecto a ella pertaacentay -aalaSobaaen lei
gitimo dona: -
Pereira da Cunha rrnj5b rrrndaram sea e3-
:riptdrio"da ma MirquesdeOlmrJi tj. '21 para
tratessa da Midre ds'Deos n^ t6;'l# andar.
Can' aflnP VfflV' (9b> uPbWOV* (9|nvl Jl
Instruct pmmrm e

secimdaria.
m
m
0
MEIUCO-dllillGICO
no
Dr. Santa Rosa.
Rua do Barao da Victoria' n. 46, I.'
andar, outr'ora rna Nnva.-
Consultas das 10 boras da manha ao
meio dia.'
ChamadiK por escripto a qualqa-r bora
Especialidades. Partos. imilestias de
olhos e do apparelbo re pin.tono.
1 Aluga-se o sitio Pedra-molle ao pe da esta-
qSo do mesmo nome(linha do Caxansra), lem boa
casa, frncteiras e mnito terreno para pWnlacdes de
lavonras e hortalicas : a tratar na rua Duque de
Caxias n. 40. ou na estrada do Caiueiro n. 1.
A' Torre
- Alc^-se uma escrava que sabe cozinhar e
'jvogpau casa do pouca familia, ou home.m sol-
*-' on rua do Marquez de Olinda, casa n. 1,
,-aftio aadar.
vu io Jo>e de Oliva declara que, por conve-
^jocxa, commercial, mnda seu nome para Joao
JWft^ci^o de Oliva
Recife, 2 de jaueiro de 1874.
ITa rua do Vigario n. 19,
I. andar, ha para vender:
W em velas e uogias, de auporior qnalidade.
jnac inglez.
sol io Porto.
Viniio do Porto engnrrafado, em eaitaa de dnzia.
V.aias steiriaas inglezas de I *ibra cada ma>so.>
fVIniciras lettrnB, muftiea, piano e
franeer.
dia 22 d" mez proxim > passado, na anla
l* Jticnlar da rua do taraarao n. 3, regida pela
jrofessora Ernesiina Vjctorin.a aos Santos Beran
fat (alu *.^cra) ioram examinadas lodas as aluranas, scn-
do em graminauVa portngaeza e arithm-tica ap
m ;> premiadas: Joi.ia Horiencia Xavier de
, Maria d Negteiaus aa Costa Reis, Amelia
jua das i 'h, gas e Maria Amalla da Cmceicao
silra. As du-a pnmewas edra diMincrao e as
faa* nbimas \' L-uaiiwate. Enlre as pequenmas
Justingi-. ram f SimS^s. Am-'i- loanna Si/ioier B Zulmira Jose
jjfaina dr_A>> qua f> xaminadores os Sra. prv-'r.-sures
MiodoHo e Antonio Bazilio Pr-
,>.-clad>irea .os pais das m-mas,
i- o m.0- pessoas. Depois disto
uUruii no piano pida-.os es-
'PWMIili I mi diittprpii Amelia
;aA. A snpradita pro UlUStkiilttAOS i1fiitayeis paN de
cadao Fora
.Muf'i Arrh..
Ii5.''Barr.i.s .
Aluga-se para pssarn festa am sitio com
excellente casa de habhacSo e banho no rio
a frenta desta : quem a pivtender, pode
procurar A rua de Gorvnsio Piresn. 24.
ALUGA-SE
uma casa na Caponga^ rna das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora-: a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
0 jwnfessor Thnme Augoetoda Sihra"
Villai, faz scwnte aos pais de seoa-
|; alumnus e mesmo a todas os chefesi
de familia, que qji'.erem confiar-lhe a
edncacae de seus viihos, qne no dia ft'i
de Janeiro proxino vindrmro, estarao
abertas as aulas, Desde ja, agraoeoa
em extremo a Iwndade com qne o hen-
ram ns pais de sens alumnos, e garan-
te continuar a ser zelozo no otmi^rr'-
mento de seas deveres.

"^""'IffldHiroAWBf FMWJAS
Afa .
Vende fazendas para liquidar, por baratia^imo prec^ conic
abaixo se ve: & *.
Pereira da Silva & GuimarSes tendo era ser uia^raodedapaailo de faieodas
tem resolvWo fazer unia liquiJai.ao das raesmas coin grande abatimento nos prejos.
com o unico iim dt apurar dinheirr, para o qne conndam
freguzes, com o respeitavel publieo, a vir surtir se
Rua do too da Victoria n. 22.
SOAflAI
*,/ na
InltfM SaaataMOnaVBOi
de muiUs fazendas, boas t bawtii
^o'aet estabefeeimentbdenommado oParaoa rue da Imperatriz t*.TM>7 **
a j f a. r f i
CiMBRAIAS k ?, -49509, 59, 69 79-
0 Dr. Rajmundo Viaana, ja restabelecido em
sna saude, continua a resMir a rnai do Vigario n:
1,1 andar, omfc da-consultas do meio 'dia' as 2
horas da tarde. Recebe a qualquer hora chama-
dos para objecto de sna pr->tis< Escravi tugida.
Protesta-se contra a pessoa que occultou cm
sua casa a escrava Joanrra. que fagio da casa de
sua aenhora na segunda-f-ira S do corrente, e
pede-se a'poiicfa eabs eapittes de campo de a
pr- nderem, tendo ella os Segaintes slgnaes : mu-
lata, baixa, gorda, cabetlos corridos, cortados e
anellados, rx-ifos grossos, denies largos ; levou
vestido de quadros e rhaile branco com barra.,
desbotado: promcite-se boa gratiftcacao a quem
a levar 4 casa de sua senhora na rua da Santa
Cruz n. 28.
Estou fora.
Eu abaixo assignado vou por meio deste
levar ao conhecimento da respeitavel publieo
que nao pwrteaco inais a toja maeonica, por
ter abjurado no dia 4 as 2 3/4 horas da tarde; e
por me parecer que devo alguns mores de men-
salidades, participa a quem intercssar possa, para
vir receber ate o dia 10 do corrente.
Jose Farias lomes.
Precisa-se de uma perfeita cozinheira, nao im-
fiorla que &e}i forra ou ecrava, para easa de uma
amilia estrangeira, paga-sa bem: a tratar na
rna do Bom Jesus n 55, casa de Keller & C.
iozinitfin.
., .m Vianoa.
A* este gran** estabereeimento tem ch-
gatrb um bom sortimento de macbinas psra
coMura, delodosoaoWre9 raais aeredH*-
dos uliimamentena Europa, cujns machinao
sao jarantidus por om mm, e tendo um
perfWtJ^lrirtiste- aewes4rir esmesmas, em
qnatqttBP' parte desta craVrde, como bem as-
siHt"werUi-lM pelo tempo'tatabem d'um
ano sera' despendio algum do comprador.
Neste estobeteoitneirto umbem ba pertenoas
para'asraesfflas tnacbinas* e seswp^re qual-
quer pe$a qm seja neeeisa-rio; Estas ma-
cbinas trabatbam com toda a perfeicao de
urtfe dotwrjos^ontos, frarae e" b*rda toda
qualquer costara por fina que s^ja, seuS
precossao'dsegaiiitequalif,Ade: i*ra tra-
balhar a ra> de 809000, 40900*-. '#59000
e 509000, par* trabalhar com o p?so de
809000, 909000, 1009000, 1IO9OO0,
1209000, 1S090, 1509000J-2009009 e
2509000, emquatO aos auto?es- n5o ba al-
ter a?5Tj 'de preeoe-,' e os compradoFps poderSo
visitar este estalfeieciinento, que muit& de-
verSo-gbstar'pela Tiedade de objctos qoe
ha sempre pawrender, como ssjem : cadei-
ras para viageraj malas para viagem, cadei-
tbs para salasrditas de balanijo, dhas pora
criancfl- (alta9),.dis-para escolas, costurei-
ras riquissrmao, para senhora, de3pensavei
paracrran^as, deiodas as qnalidades, camas
deferro para'btomeraecriancas, capachos,
espelhos dotwados para sala, grandes e-pe-
qaenos, appareteos-de metal para-cba", fa-
quetros com cto de-metal e de marfhft,
dffos avulsos; eoiberes de metal fino, condtei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
crame, tarapas -para cobrir pratosy esteiras
para forrar salas^'lavatorios completoi ditos
simples; objectos para toilette, e ontros mui-
tos artigos qae muitoderemagradara todos
que visitarem este graode estabelecimento
que se acha aberto de^de as 6 horas da ma-
nh ate as 9 horas da nonte &
Ba doBanao-da Victoria n.
__________22^__________
Nao ba niais cabelios
braacos.
TlNTUiflll J1P0IEZL .
86 e unica approvada pelas acadernias- de
sateneias, reconhecida superior a toda que
UB;n appwecido ate hoje. Deposito princi-
pal ft rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1 andar, e em
todas as bolicas e casas de cabellei-
rfciro.
O Pavao vende ummagnifico sortimento
das mais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rato pre$o de 49, 49500,59, 89, tendo tam-
bem das mais finas qne custuaaam vir ao
mercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vemde de 49 fuuito Ooos a 49, Jditos -finissimos com iis
crcpom a 109 e 189. Orvmr\^l
franeez nwrto flnoa 39000, apwias precis*
1, */* metoopara urnlenc^l.
CHAUM *RATOS
a 29, 29500, 49-
0 Pavao vend* tfbales a emitavae de me
rin6 a 25, ditos de meriu6 lisos de todas a-
cores 29500, dhos deflerin6estampados
Precisa-se de am cozinhetro livre oa escravo : a
tratat no hotel de Aplpucos.
V
HOAS.
Villa dePalmares
Vende-se por proce'mnrtoliaixo duas cksas tor
reas a rua Nova daqnella villa ns. 35 e 37. com
grande terreno ate a no.estao alugs-la-, e i ao bons
juroa ao capital empregalo : a r tar no Recife,
rua do Cresi>o n. 7 V
ate 89, sendo fazenda que valle moito ma
dinheiro. aa)i
COM SALPICOS DE CORES A 5f.
0 Pavao recebeu um elegante sortfmento
de cambraias brancas com benitos salpiqui-
nhos miudinhos de cores, tendo 10 jawlas
cada corte de vestido e vende pelo barato
pre^o de 59, por 9er pechincha, dhas com
salpicos todo branco sendo fazenda finissitna
ar-79500 e ditas a 59000.
VESTID0SAUSO DA C0RT 129
t> Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a-uso da corte, trazendo
cada-'edrte todos os-enfekes necessaries como
sejam : babadinhos-, entre-meios, rendas,
requefifes, e vende pelo barato pre^o de 129
cada um, assim como, ditos a2 de jnlho
com todos osenfeites a t09, cortes da cam-
braias-brancas abertas, com listaai e lafores
a 09V dHo finissimos a-89, dko-de em-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39500, e pechincha.
CORTES BORDABOS A 209 E 35$:
0 PavSo veode ricos-eort da cambraias
brancas delicadamente berdaios, pelo ba-
rato preco-de 209 e 359".
CASSAS FRANCEZ.4S
a 300 rs, ooorado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassae- francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a- 040 rs. a vara ti-
nissimo o-branco liso ede salpieos, e tarla-r
tanas de todas as cores.
BORNOUS A 129.
0 PavSo vende um bonito sortwaento dos-
mais modernosbornous combonitas listras e
vende pelo bnrato preco do 129 cada' um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chaleademerin6 ecom listras de seda.
LAZINRAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinbas lisas,
sendo verde e eor de lyrio, pe o barato preco
de 320 rets o covado, assim como delicadas
lazinbas de quadrinhos a 280 reis, e pe-
chincha.
lranndlnca -tO
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais boBkas granadines ou gazes de
seda para vestidos, tendo de todas as cores
e vende pelo barato preco de 640 reis o co-
vado e granadine preta com- listras de seda
a 19800.
AVISO
Bernarlino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de viveres a rua do Imperador n. 28, faz
sciente ao respeitavel corpo commercial, a seus
aroigos e fregue/es; que desde o 1 do rorjente
admiitio para seu so;io ao Sr. Manoel Jose de
Souza Nunei; ouja sociedade torn de gyrar soh a
lirma de Campos 4 C, a cargo de quem flea 0
activo e passivo da extmcta firm* Espera, pais:
o annunciante continuar a mentor a conlianja
que todos 1 lie tem prodigalisado.
Ven por moito comm-wlo pr^co exae leates 'lerrenos
nos aegoinies lugares : na Torre-, a inargem do rio-
Capibaribe e n-rto da est&.ao do c.minho de fer-
ro ; na estrada de Bfheriiie,- a roargem Ido rio e
perto da estacdo do eaminho de ferro, nft estrada'
nova de Beneribe, tambem perto da estacao : a
tratar com Jna.i Feitosa, na rca astraitade Bcsario-
niKiie/o %l.
ao
CoBstaado ane se tem anseatado desta c-idade o
St. Salvador de Siqueira Cawlcaota com sua fa-i
milia, levando c-im-igo os escravos Friaicisco e
Aqnelina, de que e 'tepositario. e que nao os tem
Joerido re-lituir a seu dono, nao obstan'.e p an-
ado de prisSo que' frfntra si tem dr. SK Dr. juiz
do corrrmeri-in. previne se que nragoero ciioIrate<
negocin algnm com dito Salvador, frndente a esses
escravos. Recife, 3 de Janeiro de 1874.
FafaVno dia iO dodezembn de t87$ o es-
cravo de nome Joaquim, de ida !e 3 > annos, baixo
e ehelo do corpo. com um signal no beiCQ.de ci
ma, parece ser jie um talho, assim. como tambem
tem um peqoeno defeito em t olho B quem o
pegar tenba a bondade de o trazer na rua de -Sm>-
ta Rita <>. 85. jnnto- a reflnacao.
Precisa-se d hh caetri> de taverna de .H
a 16 annos de idade-: na rua do tima, am Saatb
Amaro n 15.


'

CoJlegte'ft,S.,Sebstiao
D. Manoela Augnsta de Mendimca vieUo P
partiripa aos pal, Wt"r s e coriespondentes
snas alumeas, qtte ti .nsferio aanaUa estab-'
mento dc educacjin para o sexo'.teuiinino, so:
drreccib, para a ftfa estretta do. R isano n I
andar, oa-ie continua a reivber aliimnas penio
nistas, meio pensinnistas ajteapas, sendo que
-in ah lura teri tugar nodaa n de Janeiro cor
rente.
#9

Ai ,,.i-sf.utnasa-coin ttaiifiiiledattitio, duas
m dinj se a.61ark3a 9^ -'vessa'doa
Terreno k vettia.
Vende-se um bm terreno no becco do fispjnhfi-
rfj.'eora liSpatmns de frieate e trezemtos e tanios
de fiifldo a tranara rmVde- S euncaro; sobradoi
n. 29, junto i 4greja, de manba ate as 7 horas a
a tarde de 4 boras era diaate.
se
3:000i0'0 de apuliees- d>i govern > : a tratar na
Praca do MarqBZ de Herval n. a. cooaos.Sr.-.
Bprijes Si. Ct'sta.
De forca de d-ius a seis cavalkw : a venda no
armazera de Joaqnim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do Corpo Santo n. 25.
Wu-on Rowe & L. vendem no seu armaaem
a rua de Cominercio n. ti :
0 vertadeiro panno de algodao aznl aqtencano.
Excellente fio de\ela.
Cognac de I* quakdade
Vinbo d* Bordeaux.
Carvao d,e Pedra de.todas as quaHdadea.
Farinha de mandioea nova
Tt-em para vender Joaquim Jose Goncalvet Bel-
trio & Filbo, a bordn do patacho Sapho, chegado
de Santa CaifciriUa, fnndeado ilefronto do trapiche
rjarao da Li vraraento ; e para, tratar a bordo, ou
no seu escripturki a rua do Cummercio n. s.
V la annarjfi' do
.-Vtovle-twam bom rwbrMtttW- qnntro
rodaS'-: rm-rua' dV S. (iungato-n. -29, sot
bra-to ao ladw da i^r.i
22
-Vende a taverna da jna l^orial, .on-i*iilcao prc-prid pan
frcflK i'casa n. 25. Vm afreguczaoa e oom pouc-is 'tl* rna d
fund is, projrria para principiante : a tratar na
meson._____________________________
i Venda-se-umbei muito'hdia.comwna carro*
oalt oa-Taiuariiieira a. 4.
amarello envidracada coa
lualqner ngoio : a tratar
ZZ-H------------1--------------1
^0 1
^VaJ.^Ra^ n~
9g ,
Vtnde se o hotel i
tratar no inesmo,
Veade-eto a'iWeVwi sita'ao pat-u oo T>- {o
a t, propria oara principtaniat-evJieuiiaiTi^u-...-
da,: a traur. na mesma._______
Vend* se aa casw *i' Tb#- da vi,jr .j-Tn.-
eifos fo.atr'ora CincaPontes)..n. 9Qf a.
  • Barao de S. Borja (ontr'ora do Seb<>) n. 1 : a
    tratar nmraa do-Rosario n. 50, ora frcntc a roa
    dtrAw^o.____________________
    5f
    ii
    iroi iv our^iiC'ij'
    ^suitif3mo em Pernraanbuco
    ir*venda. na livrarii Eoonomic^, a tin T'
    meiro de Mar?o, na Irvraria fodnstrial, a >
    Barao da Victoria, e na typograpbla'Cwonov.i;;
    a rua estreita de Rosaria q. 42, ftvgp OdH
    ^
    fcai aeus armawns a rna do Aroorun
    M7 e cas: do Apollo n. 41,
    para vender por, precos commodos
    loa tmcaraadns sextavos para ladrilko-
    ? ^iiarro^raeafpjo.
    , ntcr Portland a
    Cimenfo H v4feaujiv'<-
    roc'ar algodXo.
    JliorilBTit *.pRdaria
    laarta da Russia n barrll.;
    i'hrHvilioroH de cera.
    Sag-5 em-garrafT.ii-.
    Stawadinbw emparrafiies.
    UatK-ha- em garrarws.
    Rlium 'la oJmair.a
    Vinho do Pert., ve] > engarrafadd;
    'o Porto superior, dlta.
    -,.r,n>.,j;; >*fu,>xta dfjbradaaiagiesw.
    ..^XcMilll'iffff'
    'Kloj.


    i'0 13,
    . a taverar9tf4#i *,
    Aloga^ae nma-eanoa propria taracarragar trtra Range!) n. 5, ,
    A.;.|a mtWias'AifoHj -raa-Direita n, mi'o como para a \
    IdroAffju : 6!,
    I/ t h '<
    *ms:
    Oil
    I
    f.hM*rtBa, a
    ii itiaats, i a
    \l-ed.\o enfestado a 19 e 19*60-
    0 Pavao vende algodio enfestado oom P
    palmos de largura, proprh) para lensow
    sendo do mais encorpado que tem vindo a*-
    mercado, liso a 19 a vara e trangadoa.....
    19290.
    ATOALHADO A 19800, 29, 59-
    0 P*e>vende atoallfedOff trarvjado com
    palmoadn ttrgura-a 19*00e 1JWOO, dm
    adamascado a 29, dito dtr linho adamasca-
    do a 39 e 59.
    9ED* PA VB9HD09-
    a 19600 e 29.
    0 Pavao veode um bonito sortimento d*
    sedas com listrinbas proprias para vesii
    dos* da meninasede seuhora a l^OtO oco
    vadi?, ditas lavradiahis a -29," os padroes sa<
    muito bonitosse venAe-se por erte prfecp pan
    acabar.
    ltrtiuMao>000
    0 PavSo tem um completo sortimento d*
    botinas- muit* ben enfertadas para senhora.-
    e verrdu pdofoawto preco Je 59, artigo qu-
    em outra qualquer parte ensta 19 o 19-
    LEI^OS BRANCOS
    "a29OO0.
    0 PaVSo veride len^os brancos ab^inha
    dos, tanto parahomeos a 29 e 29500 a duzia, ditos de esguiio
    cam bra ia de- lir.ho t rrrbem ab-inhado5 .-
    39500, 49.59. d toe-JVaneezoB escarea, par
    rape a Gv, a duzia.
    CAM1SAS PARAHOMEM.
    0 PavSi'vendericas camisas com peit-
    de linho bord^das, proprias p ranoivo i-
    10)Je 129 cadi uma,.ditas de linhosan se
    rem i borl -das 49,: *9O0' e W, ditas con
    peito de algodao muito finas a 29, 2if500
    39, ditas dechita flna miudinha a 2% 29500
    e 39, ssim como grande sortimeoto de ce
    roulas francezas tanto de liiibo como de al
    god8o de 19000 ate 39, gr nde sortiment-
    le mei-s cru s inglezas de 40 ate 89000
    dona
    FAZE-XDAS PARA LliTO.
    0 Pavao tenv um grande sortimento d
    fazendas pret-apara hito comw sejam i c>*
    s-s, las, ou' lSzinhas lisas qoe vende a 40(
    8 500 reis o covado, bomhezinasdo i960:
    ate--291 o-covado, eawtao a i& e 1900
    granadine lisa comiltetras, cassas e data
    todas pretascom listras e salpicos, l;i ca
    todas pretase lavradas do branco, merinos
    utrasmuitas faaaod.s apropri das> que s
    veudepor osenasdoque em outra qu lque-
    L\ZINHAS A 360 0 COVADO.
    0 Pavao vende bonitaa lazinbas transpa- perte.
    rentes com palrainhas a 360 reis a^covadis] MADAPOLOESENFESTADOS
    ditas ditas -iadianas com lindos deeenbos.j a 39000
    tanto emlistras como emsquadrosa280 rs., 0 Patio vende pecasik- mada o eovado, e grande sortimento de alpacas e; ta^ coat 121^ s a 3V dito a 39b00, dit
    lazinhasd4O0a8OO reis. | com 20 jardas a 5J 59500 e 69000, dit.
    com 2i jardas de 59"at#89 e 109, sendo o
    CHITAS DE CORES
    a 200, 24" 280 e 320 rs.
    0 PavSo vende um grande sortimento do
    bonitas cbitas tanto claras como escuras e
    vende de 200 ate 32 rs., assim como ditas
    com listras aolado muito finas a 360 e 44)0
    rs., finissimas percales miudinhas com lin-
    dos dezerihos a 360 e 400 reis, garantindo
    serem todas de cores firas.
    C&BERTAS A 29; 29500, 39, 49.
    0 PavSo vende bonitas cobertas de chita
    com ramagem grauda, pelos baratos precps
    de 29, 2950", 39h 49, ditas encarnadas
    mais finos que tem vindo ao mere do.
    Algod&ozinho a 19090.
    0 PavSo vende pe$as de algodaozinhi-
    muito encorpado a 49, dito a 59 e 69.
    TAPETES
    CORTES DE CASEMIRA A S9.
    0 PavSo vende um grande scrtiraento d>
    cortes de casemira para calcas, com bonit-
    gostos, claros e escuros a 59, ditos de 6?
    forradas a 59, ditas defustao braneo e de cor 79, 89, t<3 109, superiores casemiras frar
    com barras a 49 e59, ditas de croche para cez se inglezas, para covado, de 39500 a'.c
    caraa de noivo a 69, ditas muito rlcas a 169,
    ditas de damasco a emitacao de seda a 109
    e 149.
    FusttSes
    0 PavSo vende fustoes brancos e de cores,
    sendo as mais bonitas cores qua tem vindo ao
    mercado, tanto para roupa de crianc^s como
    para vestidos e roupas de horacm,;e vende
    pelo' barato prsgo de 560 ate 19, o covado.
    BRA MANTES
    a 19600, 22O0 e 29500.
    0 PavSo vende bramantes de algodao com
    10 palmos.de largura para lenroes, pelo ba-
    rato precede 196<'0, dit* de liuhooai a
    mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito
    Corte* ikcWUat:, *9&0
    35000
    0 PavSo vende cortes de chitas. asouras e
    claras com 10 covados cada c6rte, pelo ba-
    ratismo preco do'29}' 29500 e 39000.
    CORTBS-DR BRIM A 19400.
    i 0 Pavao vende c6rtes de born pardn para
    cslga, a 19400. Ditos de cor, fazenda mui-
    to boa, a 19600.
    Espartilhos a 3$e.4*0.00.
    0 PavSo vende osrnrtlr31'm0dteftw>j wparth
    lhos, proprios para seohoras e--jnmaiM$^
    pelos baratissimos precis de 33 a 49000.
    paunos pretos ede CDresdos mais bar-
    tos e mais tlnos que tem vindo ao mercado.
    por preijos muito razoaveis.
    Itouutt feitA
    0 PavSo, tem constantemente um grand,
    sortimento de roupas faitaspara riomain, qu>
    vende por preco muito em conta, como it-
    jam :
    Calcas de brim de cores de 2951-0 ate 51
    Ditas de casemiraescura a 39501V
    Palitots dh mesm fazenda a 49500.
    Calcas de brim pardo de 29 ate .'>>.
    DU s de casemir: de cor de 7(5 ate 12A
    Ditas de casemira prala !e 79 te l -5-
    ' Palkots de paOTO prfr d^iate li?
    Fraques de panno pretp %v ** 209 at.
    35904)0.
    Calc brancas de linho do 4j)i ntd 79.
    Collates de easemira depcr d<> arM.-OO aU
    59000 NT
    Ditos.la diu preta de 49"*te T-
    CrteN de Ida *>1NI.
    0 ftvio vende bonhos cort -lrUsinh?s
    padrbi-s miudinhos comt'lindas.i,on,s>. t^odi
    15 covadoscada c6rb?, pr! (ii.-vo-i-
    4900O.r i '
    feo"R*T&BE>ffllil!RT A 39000 e 3S00
    9PatSo vende c6rte de org.noK bmucc
    com listras a,quadiittho6vnd,fft-iud,i mui-
    Ditos muito superiores, brancos e de cor, a 'to Una. paku: baratisa*-p*et;us, .1* 32
    59 e'69000.
    39500 o corte.
    i nob 0!" '
    > Ceroulasfrmcezaa doilinho a-adgwdsrv, para tlo4 ospregMff "qwHtfadr**, . como grande sortimento de meias craas, camisas, colennhos> qoe tudo se vcrr^e pr
    prooos muit r eoeveis,
    .....................'..........i"..........................I "I'm "on..... '-------
    Fio da algodao da Bahia
    Tem para vender
    Jose GoncaJves D
    mercto n. S.
    itr^m
    fa%
    T6m/ip*i>M'
    Asunicas vwdadeiias
    Blohas hambto^uezm ae vm a asWercc'
    M rur Maraiwz deullo4aB.3i
    n"-
    mafrio
    anjx^tn
    'Wlisky.
    am ** '
    >} w


    ILEMl



    I
    }
    r.
    Di&ki M rernadfebubo^ i^iotaj'J^ira S.jfAtfcfanftl db dtoiif!
    IT


    HWE
    i*;.,
    Rua' da Ittiper'at'ri'z'n. 72
    OK
    ecne i
    UNIGOS AGENTES
    A'
    Rua do Barao da Victoria n, 28
    \s mais
    as mais baratas e as melhores do mundo!
    Na exposicao de Paris, em 166T, foi concedido a
    Elias Howe Junior, a medajba de ouro e a condecora-
    5o da Legiao delH6nra,por serem as macJnnas mais per-
    foitas do rnuado.
    Lourcncso Percira MepitesGitiinarae*
    Declara aos seus froguezes quo tera resclvi'o fazer uma gran c liquidarao, ate o
    fim do correiite anno.

    101
    A SABER
    CASIBRAfAS BRASC48 A3bQ0
    Vende-se pecas deeambruiabranca, tapa-
    da e transparente, a 3#, 3&300, '000 e
    55900.'
    llSINHASA200R^ '
    Yende-se lasinuas para,vestiJps, a200,
    Ditos de psfba, a 2. 35000 e 4&000.
    Ditos de massa, a 58060.
    PE11 Fl MARIAS EM UQUIDAgAO.
    Vende se sabon. tes tie diversos tamanhos,
    a lz0,200 e 240>e'32l>rs., todo bom.
    'Vi
    11
    Fazen
    .A.'
    DE
    1
    {y

    NA
    FrMpcp de banha, a 160, 320 e iOO rs.
    320 e 500 rs. o cova-'o. | Frascos com aguadecolonia, a 240 e 320 Gorgurio'braw
    ALPACAS *. (540 RS. rs. eada um. K otrfrostmiitns extractos que *!i.^'?. '
    Vendu-se alpacas de cOres com listras a G40 so vende muito barato para fiquidar.
    e 800 rs. o covado.
    GRANADINE A 800 RS.
    TOALHAS A 800 RS.
    Vende-se tOBlbas felpudas, a 800 rs. cada
    . ., p n__J.j _| Vehle-se granadine preta com listras de uroa. T.encns braneos, a 2^000 'a duiia, e
    A medalha.de ouro,cpnfenda a E. toweJiuuor-, nos ^^ par/ ve3tidos/ a 800 rs. o co- S5J00O Aahthados, fazcnda quo vender
    Estados-Unidos por ser o inventor da
    lura.
    estas machines.
    machina de cos- vado. 'porSffOOO.
    POU?ELINA JAPONEZA A JC860.a < GRAVATAS PRETAS;A 500RS.
    Vende-se uma fazenda nova com listas, Vende se gravstasjjretas, a 50*0 rs. Man
    A medalha de ouro na exposic,io de Londres acreditam' com onomc do poupelina japoneza, propria i tasde cores a 200 rs.
    para vestidos de senhoras, a 1JW00 o co-! Chapeos para baptuados de meninos, a
    yndo. Todns estas fazendass3o vcnti las no 35000.
    Bazar Nacional, a rua da Impcr ariz n. 72.j BENGAT.AS E PWICOTES A 800 RS.
    CORTKS DE'CASSA A 255 0, j Vende-se beligrfias o chicutcs, a 800 rs.
    Vende so cortos de cassa para vestidos, com lO.ovados, a c&SOO.
    CHITAS EARGAS'A 240 'Rs. ' Vpnde-se chitRSfrancczns,Targas, de cOresj Vende-seceroulas de ul&odno, a 15000.
    Cabe-nos 0 dever de ar-Eunciar que *.conipanhia das machinas de/flowe de Nova-
    I >rfc, esUbelectiu nesta cidade-'t rua do, Barao Ida Victoria n. 28, urn deposito e agencia)
    ral, para era Penumbocn o n.ais provinciasse venderem as afamadas machine* de cos-!
    i-.de Howe. Estas macmnas sao justaaneute apreciadas pola perfei^o 4e seu trabaiho, ^ a 240, 300, 320 e 300 rs. o co-0
    wpregando uma agulha mais curta com a mesma quaiidade de linba^ueiqualquer oatra, i Ta(j'0 .
    ' CASSAS DE CORES A 260RS.
    *Ja Introduccao dos maw aperfeicoados apparelbos, estamos actuahnente babilitados a
    'rtwec *o,xara Asrvamioge'ns destasmachinas sao as seguintes:
    frinfftira.O publico fc qiv ellas sio durwlouras, para istp prova incontestavel, a
    vcoinstancit de huuca terem aooarecido no mercado macbinas d Howe em segnn-
    * mlo.
    Srund*.Cck Va o~material preciso para repararqwlqiier desarranjp.
    ToVocirs.Ua nelias menor'fricQio entre as di^^eIsas pecas, e meuos rapido estrago
    yae nes oatras.
    ^darta.Forraam o ppnto como se Kra feito Amao.
    \}Binta,Permitte qne so examine o trabalho deambos ps os,,o qoesenSocoosegn
    J* Ottr#S.
    Scuta.Fazem pontomiado era casemira.Atravessando o 6o de um pntro l&do,
    H""o em segui-'.*, s*^ modific*'p-e a tensao..da linba, cozem a fazenda mai^
    Vende-se cassas francezas flnas de cores,,
    a 200, 320 e 400 rs. o covado.
    SA1AS A 25000.
    Vende-se saias brnncas com barras de p0-
    res, a2?000.
    CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
    a*.
    Setima.0 compressAr 6 leVantado com a major facilidade, quando se tem de mudar
    i tgnibA ao comerer nova costura.
    0itaVaT,-Muitas companbias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeu e
    ra,deftCMt. Machinas outr'ora populares, sao hoje qasidesooi.becida*, outras soffreram
    *adancas radicaesparapoderem substituir : entretahto acompanbia das machinas de epntnUdo o sou fabricp, e hoje nao attende a proeara, posto que faca 600 machines
    *r,fia,
    Vende-se obitas para cobertus, a 280 e!
    360 rs. o covado.
    MEIAS PARA HOMERS A 65000 A DUZIA.
    Vende-se meias cruas vnrdadeiras, para
    bomens, a 65000 a duzia, a qual val
    85000.
    CHALKS DE I A>A 80O RS.
    Vende-se chaies de la,
    um.
    hitas-de linhoja nteeo c&WO.
    Caiittbes-de Hitn9 flnas, a lc Ditas do peito de cores, a'SSOOO, '
    liitas brancns finas, a BJKJ00,' 35000 e
    45000.
    Calcasde brim pardo e de cores, a 2*000
    e 25500.
    Ditas do rasemira de cores epreta, a 55,
    65, 75 00 e 85000.
    Palifdts'dc'alpacas'derores, a 25500:
    Ditos^ia-tus, a 35000 d 35b00.
    Ditos de casemh a. de cores, a
    65000.
    Ditos ditos pmos, a 'EffOOO,
    85000.
    Colletes de casemira de cores, a 25/35
    a 800 rs. cada'4?00O.
    Camisas de ft.wella'.de cores, a 25000 ^
    45
    65500
    CHITAS FkNAS A 400 RS. j 25^00.
    Vende-se chitas finas do campo largo, fa -1 ALH0DAO A 45O00.
    zenda muito boa, a 400 rs. o covado. Ve'nde*se pc^as dc algodao, a
    CHALKS DE'MERINO" A 35000. 65000.
    'to,--5fe:
    A.' 90^000 A
    SGA-KES LEITE, IRMAOS
    A'
    do Barao da Victoria n. 28.
    MCHIHAS PABA COSTURA
    A a;0#000 e 30X000.'
    DQUS POSPONTQS
    Na lojade Soares Leito Irmaos, a rua do Barao da
    Victoria .h. 28.
    peHiea com peqaeno toque
    Lavas de
    . -200 rs.
    .botoaduras para colleto, grande sorti- *
    i>:ato a 440 bs.
    Caixa-iie linha demarca, a 200 rs.
    Lamparinas a gaz, dando uma lua muito
    a, a 15000.
    Ouzia de pci;as de cordao imperial, a
    i0 rs
    '^aixa de botdes de osso para cal^a, a
    HC0T5.
    Duzia de carreteis de linha, 200 jard&s, a
    600 rs.
    Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
    Macn de fita chineza, a 800 rs.
    "aixa de liuba com 40 noveUos, a 500 rs.
    j'eios aderecos com oamafeu, a 500 rs.
    iarrafa de tinta roxa ertra-fina a 19000
    Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
    .60 rs.
    Caixa de pennas Perry, muito boas, a
    1MM1
    Idem idem, 400 ra.
    'ai-xa de enveloppes tarjados, a 500 r.
    . iora idem forrados, a TOO re.
    ^iwa de papel araisade, beira donnada,
    1 800 n.
    Idem idem idem lisa, a 680 rs.
    Dttzia-dataraees cabo braneo, 2 B., a
    Resma do papel pautalo, a 45000
    a 55800.
    Vende-se chaies d* merin6 esfcaropado*,' a
    25, 35, 45O00 e 55000.
    Ditos de listras a 5C000 e 6500 D.
    BMRS EM CORTES AJ 15500
    Vende-se rortesde brim decOresjepapio,
    a 1'5j00, para liquMar.
    COBEHTAS DECHITA A 1500.
    Vende-se coberLs do chita a la<#0 e'
    25000.
    BRIM PARDO E DE CORES A 400 R8.
    Vende-se brim perdo ede cores* oara roi;-
    pa de homens e meninos^ a 400 rs, 0 cova-
    do, para lquidar.
    COLXAS 'HE CORFS A 25000.
    Vende-secolxas de cores para cam3, a 25,
    e 45000.
    TRANSPARENT!^ PARA CA'jLH1A*A
    15500.
    Vendo-se transpartutes para c^deiras, a
    15500, para liquidar.
    BONKTS A 500 RS.
    Vende se bonets de seda para
    500 rs.
    CHAPEOS A 25^00.
    CAgEMiRA DE CORA ,25500.,,
    V'.-ndetse oseniiraiide o-#$j a.25o00p.
    covado. ,
    MAIUPOLAOA :0U0.
    A*ende-se petjas de madapolao cqlesUdo.
    a 35V0O..
    Dttfl ing,Iez. 9 15500, 5-;-, 05 e\75000 f
    peca-
    BOT1NAS A 45300.
    Vende se botirtas para sinhora e meninos, f
    45500, 55 e 65000.
    Ditas.dp'cnfiar, a 22000.
    SapntoSjde ^apete, a 15500.
    Ditos de trariya, a 15800 e 25000.
    m l.i!o Siiton. 7 4.
    DE
    Cordoiro Simoes & C.
    fc' esta ra*a. scm duvida, onia das qna hoje,
    pude cdtKj)rjmazia aprescntar aos sens frpgueze?
    1101 variadi>sini' s< ninu-ntu de fazeudas finas pa
    ra grabile lhilitu-; a--im o>mo, para 0 nso ordi
    nario de tolas as ria-ses, e por prffos vanlajo-
    ?os para 0* Bii>iwaawwn de ruj-< fazein um pe
    lueno resun
    Mandaoi raw s as rasan do- pretendeatey
    para 0 que tem rsroal Dewssario e dao amns-
    Iras owiianie pniioir.
    Cortw de >*Ua 1e imiutt eores.
    Ditos.de g'lnwa" de rures.
    GrosJenai'Ie de u'as .is eofes.
    raneo e pieto
    retn rt di f fires.
    Grosdeoaples ideii' kJeiu.
    Veluda prato.
    Granadine. eda iireta e rolisniasrt de cores JiD-
    dtsnimas padroVM hi- nda da ultima moda.
    Popelinas de limJus p.-utrdcx. _
    Filo de seda liraneu e pre.tii.
    iRicas bas(]uinas ^ seiia.
    Manias b^a^ilel^as.
    Coithas de xda para nnivus.
    Cortes de rambraia branca row liudos bordados
    Capellas e mauto* punt n ivas.
    Riquissimo cortjmenu- -te la> com listras lie soda
    (antbraias de core*
    Bitas miripota.-, brauras e de cores.
    Nansuck de linde? padioos.
    Baptista de padnVs niui delicados.
    l'er,:aliur.s de quadros pretns e lirancos, de lis-
    tras, etc.
    Brins de Kitho de Ci'res, proprius para vestidos
    com barra e listras.
    Ftistjo de ktiidas tut is.
    tlasaquinhos de la e de lodas xi core*, para se-
    nhoras.
    Saias bordadas para senhoras
    ijunisa*-- ifteni idem
    Vestuarios para meninos
    Ditos para baptisadiis.
    Chapeos para ditos.
    Toailias 0 miardanapos ai'aroascados de linho de
    cores para1 mesa.
    ("uichas de I
    Cortinados rx>raado.
    Camisas bordadas para homein.
    Sena do cores para homens e menrcbs.
    Gompleto surtinwntu de chapeos desol para ho-
    Aiens.e nhoras, cum rabodeniarOm.
    Merino de cores para veslidos.
    Dko preto.
    AtOaThado de linho e alpidao pata toalhas.
    Artamado;-pard..
    [Brins de linho braneo, preto e de cures.
    SetHDfle (indas-cores, e com listras
    Chaies de merino fle cores e pt elos.
    Difcs de casemira:
    Dftbsde seda preta e de cores.
    Dito de tonqnim.
    Camisas de linho.
    Ditas de chita.
    Ditas de flanella.
    Cer'oulas de brim e algodao.
    Damasto de' la de cores.
    Pannos de crochet, para oadeira, sofa e consollos.
    Colchas de dilo.
    Tartataba de fodas as cores.
    Espartilhos lisos- e bordados.
    Foulard' de seda.
    Ccafi08 a tricot.
    Rivos cortes de vestidos de linb.) para sennora,
    de di ersas cores, com os coinpetentes eptei-
    tes, ultima moda.
    Caseaiiras pwias e de fores, chitas, maaapoloes
    eaaibraias, paDno fino i^reto e azul, collarinhos,
    anhof, grayatas, luvas de pellica, ditas d fio
    e Escacia, brancas e de dores, tapetes de tedos
    os tamanhos, bolsas de viagem, etc etc.
    J A, antiga do Crespo._____________________

    Espelhos .de moidura dourada, da todos
    06.tamaiihos e pre?os.
    PERFUMARIAS E MIUDEZAS.
    Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
    15000.
    Idem com tonico de Kemp, verdadeiro, a
    15000.
    Garrafade agua florida verdadeira a 15200.
    Garrafa d'agua japoneza, a 15000.
    Idem idem divina, a 15000.
    idem idem Magdalena (novidade) a
    15200.
    Caixa de pds para denies, a 200 rs.
    Idem idem de pos ehinez, muito bom, a
    500 rs. e 1500q.
    Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
    nel, 15000.
    Duzia de sabonetes de amendoa, a
    35600.
    Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
    tes, a 2aoo.
    : Idem idem com Cores, a 15AOO.1
    Sabonetes Glyoetino transparentea, a
    15000i
    Caisa com sabonetes, formato de fructas,
    a 15000 e 15500.
    Cosmeticos, graudes e pequenos, a lO.Oie
    rs.
    Frasco com agaa dexolagne, a 200, 320,
    500 re.ie liJOOO.
    Extractos muito finos dos'iantlhores.-au-
    Idem idemliso, a25800, a800e &9000.ytorus.
    Coques ro*a>erBOs, a*|000v Lindas'elegantes aixjnha>wmperfuma-
    Duzias de pecaa de tranoas de caracol Jias, proprias para presenter, dos I autofea
    trcaca, a 400 rs. \$. Codray, Rieger, GeU4 Frerea^eta.
    !dem idemlisas, a 200ts. : Quaflrcw coin santoa e estampas separa-
    Loques de Osso sandalo, a 25000, *5 {
    &5000. FjitfOTieios e bab^dos transparent!* eia-
    FRa de velludo de todas as cores e,largo- pados. r
    h. Uma grande tabOleta propria' para quttl-
    fficroscopios com 12 vistas.fa 65000. qoer'loja.
    Fiasco cKxmoleopara,rD^chiiiaa4;00rs,
    Rua do Barao-da Victoria a. 28.
    Vende-se chapeos de castor para
    e homens, a 25500 e 35000.
    BB.AMANT* A ;t56 Vcude-ee brarrwiiile com 10 ;:almos d
    largiira, p^ra lcHC^eSi* 15600 e 25500
    ipetro. (iE outras muitns -fazendas propria
    do mercado,-quo se vende sem reserva, dp
    homens, a'prec"* para liquidar-ate o m d > correute
    anno, por isso convem aos corapcadores sor-
    ti rem-sede fazendas baratas, para a preseD-
    rreninos te festaqueestd aaportaj i rua da tmptiatriti
    n. '72. Baz-ir Saoioual.
    Agua florida, de Guislain,. Grampos, brincos e ro?etas
    para fazer ps cabellos pre-
    tos.
    A aguia branca, a rua Duque de Caxias n.50,;pps^ brincos e rozefes "douradOs ;; assim "como
    dourados.
    A loja. da aguia .hra^a^ A rua do Duqne
    axili n. 50, re'eeben nbvamente bonitas gram-
    acaba de receber nova remessa da aprcoiavei agua
    florida para fazer os i cabellos pretos. O bom re?
    ^ultado colhido por quem tem feito uso dessa
    inoffensiva preparacao a torn a! lamente coiiceilua-
    do, e -por isso apeaas se (az lerpbrar a quem nor
    vamente della pVecise e queira se aproveitar de
    sua utilidade. Taoibem veio agua de ;topasio.c
    ole florido para o meamo u "> e tio ai-redi't-dos
    como aquella.
    Voltas e brineos de grossos
    aljofares de coies,
    A aguia branca, a rua,do Duque dj Capias,p,t
    SO, recebeu novas e bonftas voltas e brinco9 ae
    grossos fljorares de cores, e como scriipre coutir
    mua a vende-las por preco eommodo. |
    Novos diademas dourados e
    com pedras.
    A aguia branca, a ma do'Duque de CaiiasoB.
    50, recebeu novo sortimento.de bqnitus di4e-
    ' mas dourados e com pedras, taclo para.mpiittas
    qomo para senhoras.
    Colleccoes de. irasladps: i ou
    t-
    i n'i !
    ......... .~
    Grande jweJiMw a
    covaila.
    wols a

    tas*a IS, padroes aovos e da mai*gofcto que
    i v.i.Jo ao mercado. ko na rua do
    1 ,.,.-...> a\i u.v.MMv, w
    i3, liva.de Guerra ty Earnanues,^eJ diuiiOi
    prejo de 200 rs. o covado I
    Cheguetn freguezes que se acaba_____
    .ffiwtiha, 'a^rararu^a
    Ve.ide-e sopeidrl frtriaNwie ar^Futa, .^aqt*
    ?isto sua q'ualidade ; d-pdsitos b09 segwtates lu-
    gares: rua do Vigario n. 88, rua do Amnrin>*
    58, e travetsa da rua das Cruaes n 4, a 500 rs. 3
    ' braamailio.
    VEN-BE-SE
    rma easa na villa de Barrairc", na rua do Coai-
    ), por pwjo mo-irto: a tratar ccrn Tasse *
    frmaosiC
    %iverdadeiros
    Viflhos de Bourgogcie
    das arew
    Vints
    Volaay
    Beanne
    Montbelie
    Dito Bordeaux era quartollas.
    Vende-se por barato preco
    PARA UQDIDACAO DE C0NTAS
    Rua Larga do Bosarlo 31.
    Botica.
    normas para eserever-se.
    A aguia branca, a rua Duque de Caxias'n. *TSO,
    receben novas celleccoes ou mnmas p&ra as-crian-
    qas aprenderem a, escrever por si me^mo.ihoje, t,ift
    usadas pas aulas e colleci'os; e copip,|erpDft_fen-
    4e-as por pre^o commouo.
    Meias cruaaJ5aas-.paff^we^[,-i
    nas esenfepras;
    j A lqja d'aguia branca, a rua Drrque'de Ga'xlas'
    a. JiO.Teoebett'tioVd swtiWaJto (laflueilaaUo catadas awias eraas para '*enbora, ivia4Q' tgnal.
    ipente para,mealnasr.1a cwMiaa,avendla^ j^r,
    nCoa coffimodos. .
    Veos ou maoftiohais pnefcas-
    A loja da-agma>*rauei; a-rua doDuqae^Ga
    lias n. 50, Tecebea ponitos veos ou Tl%yihai
    pretas ae seda com (lores, e outras a imitajio ck
    Sroefce, a'TendflHas'#aa iaaratoi p*8w'.-W A*,
    fafiiOOa A ifazeoda e boa e esta.ern. perfeito
    istado, pelo que contuHia a ter prdmpla extrac-
    Perfeita novii3
    irampos com borboletas, bezouros ej
    nbotos dfura4Qs,fl QolarM^ri I
    A loja da aguia branca, a rua ,do Poqi
    aias n. 50, recebeu novos parripos coni
    letas, bezouros e gatanbotos.-o'awlde'x^i- .
    rfeita novid de. A quantidaoa "pepneaapui
    ^r ier-o am breve-a acahara.
    novos diademis de aco, e tomo.nompre ,cont
    p a vende-los po* liajQa- jazpa^pis
    LuYas de pellica pretas e de
    ,outeafi,,co,re.
    A loja da Agukt Bmnta, a fuz. Duque .de Ca-
    sJa^.On JiO^racebeu, Apvo,8q|-arAento.de luvv dt
    pejllca,.pre.tas.p ,dfi p^trw cores
    Aguas iUcalimUitziisas m h
    dras SigJttfes.
    ViHaRoucade A^uiar.
    bicarbonatadAs-scd'icas
    inaljses do Dr. .In^e Julio Rodrl
    gues, lente, cbnia jdo^L,isHttn.
    qtammm.MBiWada.porft,vafliagero mo
    Sa?o etc9, etc mf *ge? Yiende-s,e.
    fc'lMM-umeitt^e ,Irogria
    A loja d'aguia branca a ma Duque de Caxias
    SO, recebeu uma pequena qnantidade de boni-
    t B novas gollinhas, trahalho de la e seda, en-
    neitadas com arminho, obras. estas de muito goeto
    e intoiramente novas.
    Caixinhas com p6s dourados
    c prateados, para cabellos.
    Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Du-
    ane de <_axias n. 50.
    i i
    I l I'lll
    Kua lar a do Bosario
    ii iijjiJn'..njj .I'.'di
    . 4.
    M------rr-rr
    '
    simo

    :
    e^o de 400 rs. o covado, U
    \.W& flora,iHe* lasseMpadaa- ai 1*VW .* -iso-
    Granttdinas prelas^orii listra's de cores a 300 rs.'
    .atetia* ^attcadcs.pqopnosiparaivastido.a'iaOasi.
    p.ea,wo>., i
    ' fcBHfc^ran^rjl'lana,'para'tatlcirs1 *fjSSOO'iviia.- uI
    r DtotreMa*).ai.l*00;AaBa. !l
    #im|lii>i^ipliiillHN)ii>rw>ff i q o
    V
    re
    i]
    Chitas a J40 rs. o covado.
    A 2i0 rs. o covado.
    A S40 rs. o eovado.
    So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
    esqujua. ______
    A' rua Ao' Cahite
    0'probrl#mrie',da f'rt'dilect*, w te
    coaiervajr o bom canceito qatietminwaa*#a
    prespeitavel publico, di.-tiuguindo o sen e mento dos mais que n^gociara no mc.vx* y aaraa
    iveetn si-ientificar aos seus bons frcguc-^ veniram aos sens correapondente? ni drtaawa^Haar-
    cas d'Europa parakSes enviarem por tids* --
    rjuetes os objecto? de luxo e bom gosfct, ajp
    jam mais bem aceilos pc!as seciedades
    daquelles paues, visto aproximar se o t:
    fe-ta, em que o bello sexo desta lir.d*
    mais ostema a riqueza de suas toilli!;^ ?
    mo ja recebessem pelo paqucta francta
    arligos da ultima moda, veera paicr.li*^.* >%<*>
    il'enlre elles que se tornam mats rcc. ma
    e.-perando do respeilavcl publico a m
    concurrencia.
    Aderecos de tartaruga os mais nndas-ajia a
    vindo *o meroado.
    Albuns com ru-as eapas de madrcp?7i>Jfcv *
    velludo, -endo diversos tamanhos e basaC* ]
    cos
    derecos complctos de borracha pi\ pih- j
    Icto, tambem se vendem meios aderecos a-3s>.-?
    ilitos.
    Unifies de setim preto e de cores para ys&at Ai
    vestidos de sei.hora; tambem tem para
    palitot.
    Bolsas para senhoras, exrste inn bel! *?
    to de se-ia, de palba, de chagrim. etc, eir,. gmr
    harato preco.
    Bonccas de todos os tamanhos, tr.nto eTs- Jnsb.
    como de cfira, de borracha e de massa ; ;iasaa-
    mus a .iu>'i)'.-ao das Exma^. Sras. para :?
    pcis as vezes toruam-se as erian',as um r.-62
    pertineutes por falta de um obiccto .;s x
    tre'.enham.
    I'aimsas de linho lisas e com peitr.s V
    para homem, vendem se por preeo cofr.mht}..
    Cerotlai de linho e de algodic de divout
    eaa.
    Caixinhas com musica, o que ha de miua-iataat.
    com dislicos nas tampas e proprius psra 11i
    tes.
    C'lques os mais modernos e. de N*MM -'inaa
    tO. y
    Chapto.-para senhora. Receberam uui jo: j^at
    da ultima moda, tanto para send ra, coat* jay-
    meninas.
    Capellas rimplea e com vao para aoiv^?.
    i.al;as biTd;idas para iiienina*.
    Entremeios oianipad.s e hoida.',:, '.-
    dt-senhos.
    R*cu*as eleclricas para denies, tem ft>
    dade de evitar I eaiie dos denies.
    Franjas de seda pretas e do cxres, e.
    grande sortimento de divercas lar-ma.-
    preco.
    Fitas de sarja, de gorgurao, de setim a t
    n ik '.!, de diversas largiras eboaitas e?=>-
    Pachas de gorgurao muito liadas.
    Floras artificiaes. A Predilecta prima aat
    servar sempre um bello e grande sortir:
    ta flo es, nao so para enfeile dos e..btliga> .'-,.
    tambem para urnato de veelido de noivas.
    Galoes de algodao. de la e de seda, braK
    tos e de diversas cores.
    Gravatas de seda para homem e senhors--
    Lacsa de cambraia e de seda do diversas- .-. r-
    para senliora.
    Ligas de seda de cores e Irancas btrl.25*^*>
    noiva.
    Li^Tos paia onvir niissa, cr.rn caps- dfe wti-*-
    rola, marfim, 6s-o e velludo, Uido qua i* ~
    in.
    Pentes.de tartaruga e marfiru oara alt-^r
    bel os ; teem tambem para rirar rappas.
    Pert bonquet; Um bello sortimento d aaaaV--
    perola, marflm, ossoi e dourados por liar;.*.*..---.
    Perfumarias. Neste artqro. esta a Predii^v>sJi
    provida, nao so em extractos, ccnii i at tiSm
    i banhas dos melhores odores,' dos m.ii* a-'TWOi"
    fabricantes, l.oubin, Piver, Sociel; s Bpj^>?.
    Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indi>p,jaa-
    a festa."
    Saias bordadas para .senhora, r,ay; c>
    nre^o.
    Sapatinhos de la e de sttim hordsdaa-^
    tisados.
    Tapetes. Receheu a Pn dikcla um bc-3k
    mento de Iiversus tamanhos, tanio para
    mo para entrada de saias.
    ] Yestlmenla para, baptisado o que ha_dr
    gn.-to e os mais inodcrnos. recebeu a-Prt"
    vunde por barato preco, para Dear ao i!.
    qaalquer boUa.
    Rua do Cabiiga q. 1

    per
    boc
    *

    Siihlo Cabo Verde

    Crheou o verdadeiro de Portland, >. -
    ggaudes de 400 kilos : no armaier-i ^M-Tii> *
    .T' em para ven Jer Joaquim Jos6 Gonc.alves Bel-, maos & ''.. eaes do Apollo.___________
    trao "A Filho, abordo do brigue portngoez Ova- T>n A^ P^nm v TiT
    rense, fundeado defronle do trapiche Cuaha, e liUa CL* UrUIll 11.. i Us
    para tratar no seu escriptorio a rua do Commer- J Yende se ziuco puro de superior tbvjl*a
    5- _____________________________. propriopara cobertasde casas, medinda- "1 -
    mos de comprido e 4 de largo, por r.ri^y-**c
    em copta.
    E sempre assim.
    Tinta, cha e kum
    Quando parece terse esgotado o repcito ~ o da
    modas, pela immensidade de aitifrs n sade
    sue terq apparecido, eis que os velics e lansa- j Amarai jiabuco 4 C. veodem tin las .f;,^ .
    veis correspondentes da Nova Esperanca, a rua LoUon vegetate para tiogir do-prete- ..^ -
    Duque de Caxias n. 63. descobrem oulros no ,,ue se conhece de mais util e comm. i?-. si..
    mundo elegante, aonde se conservam esogitando no mon0 de emprega-lo, como no n-.ilrada ^j-
    miaueiosamenae as novas mvem.oes ; remettem ^ Ql)lem> cha Verde e preto chegado ul:iis*aw:>
    para, a .Koya gsperanca, e auWrisam na a dizer te e furao ^^ e frar..z, ,,ara cigar:
    acs seus freguezes e especialmente ao bello sexo cnimbos : veodem no Basar Victoria, rua
    Sue nao cream em tal : e para prova evidenie ^ ,ja Victoria n. 2.
    o que acaba ae ex por, vejam o que abaixo se;---------------------''----------:------------------
    doscxeve
    MANUaES para.missa, com capa de madreperolaj .
    ou tartaruga, tendo no centro da capa '
    am pequeno relocio perfeito regula-!
    dor.
    nde-seama lypographia *era montad.<
    machina e uni prelo, tudo em bom :
    Srecp modico: quem a pretender, di:
    o Torres n. IS, sobrado, andar

    CAMElRASj,po t cbarutos, port cigarrosa ports n
    moneys no mesmo gosto. po
    CABTEIRAS para notas corn capa demarfim, ma- urra
    dreperola e tartaruga, eom o distico
    Lerabrwca.
    B0lSA& para^nbwa, o melhor qnetem.yindp a
    esfa merca4o, de diversos tamanhos,
    qual|da4es e modelos de novainven-j j Vende-se ou perm uta-se por escni>:
    ..i?.0.".!^, \. t. Qasa construida de now. tendo >li. .-
    fm WgU^ff^'L"*!1! Lis quartos, com gabincte, saia
    Boa acquisic-8>
    fLm zinhas com listras estampadas pelo dimmaW iriteiramente nbros : os meninos muito aprec-iafaO
    i e*pecialidades para a* noiyas.
    CAIXLNHAS com ;rnuslcas ,e sem ellas, proprias, gommar, cozmha fOra, auartos para
    para presentes. cacimha com boa agua ae beber err.: '
    E oulros delBttira novidade. # bem arborisado ; no alto da Torre : n tas.
    'Yl E COm OS meniXlOS.. 'festa typographta.
    jAjaiQva Efi|peraDCfl, a rua Duque de .Caxias n. __----------------------,----------~:-------^--
    \a fUodJ^iU) de. Cantos.; u Ira*-
    esie brinqcedo.
    Chapeos de sol de seda, cabo de cauna. a.^500
    caarrtn, oja das 3 norUs. de Guilherme di C:
    VENOE-SE
    8: no at'tateem.noe ise ac
    TT-
    .-,
    UilarfeWaiaJ"i) artateena/qaaeseach.., tun tW
    kta>frtt0mmQios(RqM4tas, fneflria :><& Afo-i
    g*R*j>& m&^-.WnWwm i**
    ran(e e oo8 de rfund.i : os praver.antos dtnjaBi-
    i aV ^uLpr6'pHet*Yio'ta1 WaTtiei'S'.-TrrtifiedJ
    obrado u. 10. ______-
    KST,4,1!J
    >vas goilinbasornftdaseoitt tan*-* ao,o^wa,AHw> *r* 4* ^omuwr-
    pelucia ou arminho
    Ven^'e se baratis imo um pequeno halcSo da1
    paotfoii, uma pequena baianea de ferro para
    cima do mesino, umajgrade de madeir?, propria
    paraquil:;U'3r r.'iiartiuiento ,ou divisao que queira'
    fajer-se em armazpHi, oumj duziairtelahfas lar-:
    Baaae.amajall,'paad'6leDV't6im) epinb?. todo
    Ja usado, porem eia,bo\ie^ado : aa raa io It.-
    6,verdade. i a rua do Brain ns. tiifl a tflS
    'Qaalquer senhora de bom gosto, pareea. que V enOCrSe OS SegUlUteS
    nao pode completar e sua toillette, jem,daruin, J-^.*^^. ^. ________
    passeio a Nova Esperanca i raa4o 0n<|O|Bje Ca-T jeCIJO^, pOr pie -as. n, ,v3 (porque e a loja de mwdezas; qae mais j mmnAr\a
    mnleto esta em s ripVesenta tfipiibrico- em feral. j VARANDAS francezas de ferro fondido it
    E CPni aS floriStaS, J FOGOBS J&a^ezas frames e pequenoa.
    A NovaEir*rafla, a raaio Duqne *te, Caxias DITOflito para trabalhir com gaz.
    , recebeu.pelo ulfimo apor, um iuteiro spr- B MB AS francezas de repoxo.
    to de papets para Acres 1. 4 feftes. BAN-'fJS eon pea ie fe.ro,
    Para crianga. p&4*1*1,i** raesa.
    A' N*va Esperapoa, a rua da Duqoe.dq Caxias IARR06 de. ftrrp Dara,iai:dinj,.graQdes a parakta
    Mft) .Jiwebflp.
    casemira e afpai
    nitos.
    iSs mesc
    Um botu^sprttmfipto.de Jas mescladas .,*m co-
    res, recebeu a rroVa esperanja, a 'rtia1 'Bnqu^ de
    Caxias n. 03. '
    Zk------------^------1..------------JJ.
    um sortimento de vestuarios de
    ea para cHancas : moderbos e'br>
    cbra roeUa- a
    nas.
    MACEQNAS para gelar agua a fczer gek>; pBtm
    agua,em W minalar uem (aV a -
    Parr edificaQao.
    1 Venae Aapanta.4a.aauvelloi;otoias ao ita
    yarias outras pecas proprias para ediiicacao: parr
    . per e tratar, a rua .de S. Gonealo, -oi ,-ailo rt ff
    AVISO. junto a igreja.- aa manha ale MtMO honw, *
    ; No escript -i 1 de Thomaz de AauiiW .Ponseea 4 j^rdd atea 4-aoraemiJkai-______________
    C. Success*.n-s vende-se a retalbo vihho dA gueira, das,melhorfs marcas, eaagadaa:ulltoia- equatro a*^ti'to e.um asevjliuit *
    raauHit,na;twaf()>.VigriOB..AI) t'.andar, mesmo : para ver na cochaira ari ': -"to. c
    Yende-se
    uma.casa irrrea em Olinda, rua de S. Pedro Mar-'
    t .a,
    Attencao
    tvr n, 6, teo'do 2 saias, 2 quartos grandes, eozinha fora e quintal grande : quem a pretender dirija- n. 60, sita a rua Direita dos Afg
    se a.raa da S. Joio n. 37.___________________ na padaria junto n. 06.__________
    Para acabarl Librae sterlina,:,
    Rieos chapeos para seubora : so na rua Duqne Vendem Pereira Carneiro 4 C, > na ttSass
    fle Gssiss t CJ A, loja da esquina. mcrcio n. 6.



    8
    Diario de Peraambuco Quinta feira 8 de Janeiro de 1874.
    \
    -a.
    JURISPRUBMA.
    -
    Rrlntorio
    A RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECHAL BAZAINE
    EX-COMMANDANTE EM OIEFE DO EXERCITO
    IDO RHENO.
    . TERCEIRA TARTE.
    CAPITULAgAO ( BE 7 A 29 i)E OUUBROl
    C.4P1TUL0 VI.
    AS BASDElftAS
    (Cordinungdo)
    Meu general, alguns officiaes me trd-
    * torn as bandoiras p,ira o arsenal com
    uma ordem que prescravem quo sejam
    cc zestruidas, o que e completamente con-
    drario d ordem que me baveis transmit-
    tido, ha apeuas uma bora. Peco-vos
    para fazer cessar logo que seja possivel
    umaposicdo, que e muito penosa.
    Expedi logo este bilhete, mas o gene-
    ral estava em Saint Martin, e deria esperai*
    a dernora por muito tempo, o que mo im-
    punha uma espectativa verdadeiramente
    dolorosa. Sabi da minha secretaria muito
    agiado. Ndo tinha uma resolucdo fixa pa-
    ra f./.er qucimar as bandeiras, mas em
    pres 15a do duas ordens contradictorias
    aquelle pensaraento agitava se M minba
    cabega ..
    Pelas onze horas, veio o goneral So-
    leille trazer-rae cm pessoa a resposta. Kxpli-
    cou-me a cootradic^ao daqueiras duas -r-
    dens da maneira seguinte :
    Disse-me qua tinha esperado salvar as
    bandeiras, fazendo aununciar pelo plenipo-
    lenciario quo a inu lanca politica as tinha
    fetto destruir, mas que o plentpotonciario
    inimigo se tinha sorrido com ar de incredu-
    lidade, e liavia respondido :
    E' possivel que algumas bandeiras te-
    nham s.dodcstruidas, mas garanto vos que
    nao furaoi todas, e e nocessario conserva
    las
    a Foi em consequencia desta communi-
    caQao fi!ie o marechal deu a segunda ordem
    contraria d primeira : a do conservar as
    ban-1-ir.is. 0 general accrescentou que o
    Inimigo se mantinha muito naquella clau
    sula da convencAo, o que fazia della uma
    condigao expressa.
    Eis aqui qual foi a narracAo do coronel
    de Girels.
    A cxplicacao dada pelo general Soleille
    nao p 'Ha applicar-se a ordem de conser-
    var as bandeiras dirigida ao coronel de
    Girels, qne foi dirigida muito anteriormen-
    te d partida do general Jarras, e por conse-
    quencia a resposta do plenipotentiary prus-
    siano. 0 que se p6 le permittir quo se con-
    clu". e 1ue a demon na dostruicdo nao
    ers accidental ; porque, se fosse assim, o
    pnerfll tc-lo-bia dito, e ndo teria tido ne-
    cessidade de procurar explicar-so, empre-
    can lo razOes cuja inexactiddo flagrante so-
    bresahe da propria data da ordem dada ao
    director do arsenal. Uma das clausulas,
    a mai; penosa da capitulacio, ia pois ser
    execmada em toda a sua integridade. As-
    sim o exigia o respeito da palavra dada.
    Infuietafdo do inimigo a respeito das
    bandeiras.Carta do general Sliehle.
    Ma* pmquanto se conformavam lealmente
    eo confi"->cas do inimigo, dispertadas pelas
    i:.?inu''oes do arechal, iam inflingir-lhe
    uma nl'ima humilhacAo.
    Pelas duas horas da tarde daquelle mes-
    mn dia 2^ de outubro. chegav.i ao quartel
    apnral uma carta, emanada do general
    Stiohle. dwrca das bandeiras, dirigida ao
    Bprmra] Jarras ; carta que este levou logo
    ao marechal. Esta carta desappareceu de-
    pois ; nem 0 marechal, nem o gnnoral Jar-
    ras poderam dizer o que era feito della.
    seja como Mr, a sua chegida excitou uma
    emocao Correu-se a procurar 0 general
    Solpille ; estava ansente, assim como o seu
    chete <\ estado-maior. 0 seu ajudante de
    campo, o commandante Sers, chegou a toda
    a pressa.
    _Encontrei o marechal no seu gabinete,
    depoz este official superior, com o general
    Jarras; parecia muito commovido. Le-me
    uma passagem de uma carta do chefe do es-
    tado-maior do exercito inimigo, concebida
    nestes termos : Nunca ouvi fallar dos
    reg'ilaraentos que invocasse para a des-
    <( truicdo das bandeiras e dosestandartes; zaine nunca quiz destruir as bandeiras do
    ponde pois termo a essa queitna, e fazei- Oxfirjito.
    a me conbocer o numero das que ainda ( filo.o quiz fazer em 26, por isso que nao
    restam. Se o numero me nSo parecerdou n'esso dia nenhuma ordem formal em
    ' sufficientej nenhuma das estipula^6es"da apoio das ideas que se tinham manifestado
    conven^aolerd executada. (no conselho peia manha, por isso otto
    6 marochal deu-me orJem de commu- 'consontio especiainaente qae o general so-
    nicar verbalmente e som demora o couteu- leille permanecesse durante todo aquelledia
    do d'aquella carta ao geneari Soleille, que n'uma inac(;ao muito compromettedora para
    teria de Ihe dar conta das medidas tomadas ser espontanea.
    e de lhe fazer saber o numero das bandei- Tarabom o nao queria a 27, quando, por
    ras qua restavam. Corri a procurar o ge- uma circumstancia feliz, a asaignatura da
    ueral Soleille.^e encontrei-o na volta, a porta capitula^Jo, retardada por vinte e quatro
    de Franca. Respondeume : Poisbem! horas, deixava ainda toio aquelledia para
    e dirigio se para a residencia do mare- reparar a inac^ao da vespera. As or Jens
    chat. formuladas de manha pelo general Soleille,
    0 general Soleille annunciou entao ao ma- sahindo de casa do marechal, nao testemu-
    recbal, e este o declarou formalmente, que nbam senSo urn designioo do as conser-
    tinbam sido leva das u:nas quarenta bandei- var.
    ras para o arsenal. Apezar d'esta aflirma-J Nao o quiz igualmento na tarde de 27,
    tiva, e por um excesso de precaucio, o ma- por isso que avisando os corpos de que as
    rechal formulou a ordefl seguinte ao coro- bandeiras seriara queimadas, adiava a^xcu-
    nel de Girels : j Q8o d'essa ordem para a manhi de 28, sa-
    te 28 de outubro de 1870. jbendo bem que a assignatura da conrenQao
    hon'.em & noito, 27 de outubro, todo o ma-l momento.
    terial de guerra, estandartes, etc., devem Se o marechal Bazaine tivesse querklo
    ser depositados e conservados intactos ate* & queimar as bandeiras, a ordem para ease
    paz; s6 as condiroes definitirss da paz de- fim teria sido dada ao director do arsenal,
    vein decidir a este respeito. Havia um fneio ainda mais simples; era
    Por consequencia, o marechal com-'confiar aquelle cuidado dos cbefes de
    mandante em chefe deturmina da maneira corpos. Uma palavra bastava, e as ban-
    mais formal ao coronel de Girels, director.deiras do exercito francez nSo estariam em
    d'artilheria de Metz, quo receba e guardej Berlin.
    em lugar fechadu as bandeiras que foramj Esta palavra nao a quiz pronunciaro roa-
    ou possain ser entregues pelos corpos; uao rechal Bazaine. O sumraario nSa hesita
    deverd, sob nenhum pretcxto, entregar as em declarar n'esta eircumstancia dolorosa
    bandeiras \& d-positadas, do quilquer parte que o marechal Bazaine faltou ao seq^over
    quo o pedido so faca.
    0 marechal commandante em cbefe tor-
    na o coronel de Girels. responsavel pela exe-
    cu^ao d!esta disposi^ao, que interessa no

    e & houra
    CAPITULO VH
    CAP1EULAQA.0
    A 28 de outubro, pela manha, rcunio- se
    mais alto gra"o a manatengao das clausalas' o eonselho para oovir a leitora das claus-
    da convenQJo honrosa i^ue foi assignada, e alias*da capitulagao.
    honra da palavra dada. & censolho approvuu o p*otocollo e o
    0 marechal commandante em chefe, seu annexe Este protocollo e assim conce-
    Bazaine. b*do :
    Logo que se dirigio esta ordem, o gene- Artigo 1." 0 exercito francea, as ordens
    ral Soleille levou-a pessoalmente ao coronel do marechal Bazaine, ficara prisioneiro de
    de Girels; depois dirigio-se & sala em que
    estavam as bandeiras, e ascontou ; havia alii
    cincoenta e tres.
    N'este meio tempo, o marechal, tranquil-
    lisado a respeito da conservacao das bandei-
    ras, fazia responder pelo general Jarras &
    intimacao altiva do general de Stiehle, nos
    termos seguintes:
    Apressei-me a lovar & presenfa de S.
    Exc. 0 marechal Bazaino a carta que de v6s
    acabo de rereber, datada d'esta manha, is
    onze horas e meia. Estou encarregado pelo
    mai-ecbal do ToS dizer de novo que e" prati-
    ca em Franca entregar A artilheria, para
    sercm destruidas, as bandeiras, depois do
    desapparecimento dos governos que as on-
    tregaram ds tropas. A nossa historia apre-
    senta a este respeito exemplos, que sao des-
    gracadamente muito numerosos.
    Para satisfazer porem ao desejo mani-
    festado por S. A. R., S. Exc. o marechal
    Bazaino deu-me ordem para yos fazer cons-
    tar que nenhuma bandeira foi queimada de-
    pois da assignatura da convenc&o, e que as
    queforam depositadas no arsenal, em nu-
    alguma contra osseus interesses ate* o termo
    FOLHETIM.
    LUCRECIA BOSNIA
    MEMORIASlE SHT1N1Z
    POR
    O. II anoel Fernandez y Gonzalez
    SEGUNDA PARTE
    SAVONAROLA.
    IX
    guerro.
    Art. 2. A fortaleza e a cidadede Maetz,
    com todos os fortes, material de guerra,
    aprovisionamento de toda a especie, e tudo
    quanto e propriedade do estado, serao en-
    tregues ao eiercito prussiano, no esta Jo
    em que estiverem na occasiSo da assignalu-
    re d'esta conveucdo.
    Sabbado, 29 de outubro, ao meio
    dii, os fortes de S. Quintino, Plappeville,
    Saint-Julieu, Queulm, Saint-Privat, assim
    como a porta Moselle (caminbo de Stras-
    burgo) serSo entregues as tropas prussia-
    nas.
    A's dez horas da manha d'esse mes-
    mo dia,' officiaes de artilheria e de enge-
    uheiros, com alguns officiaes inferiores, se-
    rio admittidos nos ditos fortes para occupa-
    rem os pai6es da polvora e para descobrir
    as minas.
    Art 3. As armas, assim como todo o
    material de guerra, consistindo em bandei-
    ras, aguias, pe$as de artilheria, metralha-
    doras cavallos. caixas de guerra, equipa-
    gens do exercito, rauni^des, etc., ficarao
    merode umas quarenta, ser?o entregues a em Metz e nos fortes, deixado? a commis-
    commissSo espociM. IsOes militares nomeadas pelo marechal Ba-
    Devo accrescentar que a artilheria li- wine, para serem entregues immediatamen-
    geira o a artilheria nSo trazem nunca os
    sens estandartes para a campanha. Qusn-
    Vi& cavallaria pesada, tinha-se depositado
    por ordem nos primeiros dias de agosto, no
    arsenal. Todas foram expedidas para Paris
    ant's dobl>queio.
    Na manha de 29, o general Stiehle es-
    creveu aogmeral Jarras para o felicitar, em
    nome do priccipe Fredcrico Carlos, da ma-
    neira porque tinham sido desempenhadas
    as clausulas da capitulac/io relativas ao ma-
    terial. 0 commandante Samuel depoz quo
    aquella carta comecava por estas palavras :
    Felicito-me comvosco mas o general
    Jarras o o capitao Gudin affirrao que esta
    expressao ironico desprezadora se n5o en-
    contrava la". Aquella carta tambem, desap-
    pareceu. Naoe pois possivel precisar nada
    sobre este ponto.
    D'esta cxposiQdo deduz-se invencivelmen-
    te a conclusao seguinte : 0 marechal Ba-
    te a comtnissoes prussianas. As tropas seta
    armas serao. conduzidas em f6rma, segun-
    do os seus regimentos ou corpos, e ena or-
    dem militar aos pontos que forem indicados
    para cada corpo. Os-officiaes voltarao de
    novo livremente ao acampamento para se
    obrigarem pela sua palavra de honra a nao
    deixarem a pra$a sem ordem do commn
    dante prussiano.
    As tropas ser3o entao conduzidas pe-
    los seus officiaes inferiores aos poatos
    do bivaes. Os soldados coniervarao os
    seus burnaes, os seus effeitos.i e os objec-
    tos de campo (barracas, cobertores, raarmi-
    tas, etc.)
    Art. 4. Todos os generaes e omciaes,
    assim como os empregados militares, que
    tenham graduacao de officiaes, que ejjoe-
    nharem a sua palavra de honra por escrip-
    to de ndo empregar as armas contra a Al-
    lemanha, e de n8o procederem de maneira
    EM QUE SE VE COMO OS ADEPTOS DE SAVONA-
    ROLA DESCOBRIRAM 0 ESCONDERMO DE LU-
    CRECIA, E ATE QUE PONTO LEVOU ESTA A
    DUHEZA DO SEC CORAgAO.
    (Gontinuagao do n. 4)
    Bartolote metteu-se audazmente entre el-
    les, e, pjuco depois, soube do que se tra-
    tava.
    Lucrecia Borgia, segun'do diziam aquei-
    les homens, estava em Florenga, ameacava
    Savonarola, vivia no velho palacio de Sca-
    ramuccia, e elles estavam armados para
    cercarem o palacio, assaltarem-n'o e pren-
    derem Lucrecia.
    Isto devia ter lugar & meia noite, e n3o
    havia tempo a perder, porque eram quasi
    onze horas.
    Bartolote esquivou-se, atravessou corren-
    lacio Scaramuccia, chegou, bateu & porta,
    deu asenha, entrou, e cinco minutos depois
    sabia Lucrecia tudo.
    Depressa, um barco junto do pala-
    cio, disse ella ; avise-se o palacio. Pode-
    rini, e esteja tudo prompto. -
    Bartolote saliio.
    Lucrecia chamou Francesco Buotti e dis-
    se-'. he :
    0 dinheiro, a minha baixella, as mi-
    i'h.""- joias, tudo quanto temos de valor,
    para 'entro deum barco que em breve os-
    tard no Arno, nas costas do palacio, e que
    nos -"omnanhera quatro csbirros. Atrai-
    m-n'os, cstaraos am^arados por uma
    ";.' ncia. o srem"o^:'atacados & meia noite
    por .im grande nupero de homens arma-
    E quern foi que nos atraicoou ? per-
    gunton "rancesco Buotti. Nao podo ter
    sido Popoioschi porque esse espera muito de
    l'omt p d Pedro de Ve licis.
    \a percamos tempo, Francisco ; do-
    pois veremos quern f i que nos vendeu.
    Avise-se Rodolpho Gualterio e Eufrosina
    Popoleschi para que se poubam a salvo.
    Francesco Buotti sabio.
    Lucrecia atravessou rapidamente, com
    uma vela na mao, a sala em que se achava,
    murmurando :
    Nenhum do araigos do herege me co-
    nhece o posso engana-los, fazer-lhes acredi-
    tar que mataram Lucrecia ; sim, convera-
    me que se julguem livres de mim.
    Lucrecia retrocedeu em meio de um pas-
    sadicjo que atravessava, e dirigio-se para uma
    ante camara onde dormitava um bomem.
    Lucrecia aproximou-se d'elle e sacudi-o
    bruscamente.
    0 homem poz-se em pe de um modo fe-
    roz levando a mSo ao punbal.
    Ao reconhecer Lucrecia, deixou deser o
    animal feroz, para se transformar no escravo
    humilde.
    Perdao, excellencia, disse elle, se fa?o
    raal a minha guard i; a solidSo e bsilen-
    cio promovem somno.
    Poe a courac,a e o capacete, arma-le
    com uma espada e vai esperar na minha
    ante camera.
    Serd obedecida.
    Lucrecia Yoltou, caminhou durante al-
    gum tempo e penetrou n'um aposento, indo.
    bater a uma das portas que n'elle havia.
    Foi lhe necessario bater tres vezes.
    Oh I como dor me I dissi ella.
    da guerra actual, nflo ficarao prisionBiros
    de guorrt; os ojliciaes e empregados que
    aceitarem esta conligao conservarao as suas
    armas, e os objectos que lhes pertencera pes-
    soalmente.
    Para reconhecer a coragem de que de
    ram prova, emquanto durou a campanha,
    as tropas do exercito e da guarni^ao, e
    tambem permittido aos officiaes que op-
    tarem pelo captiveiro, levarem comsigo
    as suas espadas ou sabres, assim como
    tudo que pessoalmente lhes portenco.
    Foi assim que acabou o exercito do Rho-
    no, victima dos manejos ambiciosos do seu
    chefe ; foi assim que se arrastou na ruina
    do exercito a praga de Metz, quo abaudo-
    nada a si mesmj, teria podiiio opprtr uma
    resistencia prolongada ao inimigo, de ma-
    neira quo podesse esperar o armisticio.
    Foi assim que a Lorena se tornou prus-
    siaiia.
    A campanha de Metz, cujos principios se
    tornaram notareis por uma serie de corn-
    bates, igualmento gloriosos para os dous
    exercitos, continuou depois do 1" de setem-
    bro por uma luta subterranoa. 0 que a
    for$a tinha nobremente comegado, foi a as-
    tucia que terminou.
    Nos term jS do artigo 3" do protocollo, o
    material de guerra, bandeiras, armas, etc ,
    devia ser entregue ao inimigo, Tal era a
    consequencia d'essas nego-ciac6es da ultima
    hora, cujo cheque nao podia deixar de ser
    certo, e que tinlia feito penter is conferen-
    cis decisivas um tempo que teria bastado
    nao s6 para destruir o material, mas inesmo-
    para desmantelar a prara.
    Vimos qual foi a scKte que se reservou ii
    bandeiras ; quanto is armas, ordenaram-se
    medidas para assegurar a sua cons-rvatjao.
    Obstou se a toda a tentativa do "Jestruigao,
    o tendo ogeneral de Berkeine, commandan-
    te da artilheria do 6 corpo, posto nos ulti-
    inos dias, 6ra de servicp as suas melralha-
    doras, foi severamento consurado.
    Antes da eapitulagao espalhou-se o boato
    do quo todoo material seria entregue 5 Fraa-
    5a depois da paz ; que isto estava concorda-
    do com o inimigo. Em presence d'esta
    eventualidade. apoiada em declara^oes- offi-
    ciaes, que nada justificava, por isso q,ue
    nunea se tratou d'ellas na discussao das
    clausulas da"capUula$Ao, o material en-
    trou de novo nos depositor com o maior
    cuidado.
    As tropas sem armas deviao-ser entregues
    ao inimigo. Em Sedan nao so tinha estn-
    belecido nenhuma distinc^io entre os offir
    ciaes e os soldados para a entrega ao inimi-
    go, e todos os officiaes que pr^-feriram o
    captiveiro i aceitacao das condicoes impos-
    tas para regressarem & Franc,, foram guar-
    dados materialmente ato a sua partida. Em
    Metz, ao contrario, o marechat Bazaine cs-
    tipulou quo depois de ter coniuoido os seus
    soldados, os officiaes voltariam de novo li-
    vremente ao campo intrincheirado de Metz,
    sob a condigao de se obrigarem pela sua
    bonra a nao deixarem a praca sem ordem
    do commandante prussiano. Desde 0 mo-
    mento em que o marechal sepai-ava a sorte
    dos officiaes da dos soldados, devia pelo
    menos ter prescripto aos officiae? o seu de-
    ver do uma maneira precisaeexcluido toda
    a diversidade do interpretacdes. Os termos
    da clausula relativa aos officiaes estavam
    longe de apresentar aquelle caractor, 0 que
    foi causa de u na confusao eSectivaraente
    lamentavel.
    Todos os officiaes que obrigaram a sua
    palavra de honra de nao pegar MB armus
    contra a Allemanha e de nao proceder de
    maneira nenhuma contra os seus interesses
    ate" ao fun da guerra, foram autorisados a
    voltar a suas casas.
    0 artigo 253.' do decreto de 1863 e for-
    mal: 0 official nao devo separar a sua
    sorte da das suas tropas. Foi assim que
    0 comprehendeu a quasi totalidade dos of-
    ticiaes do exercito de Metz. Bern longe de
    encarar esta prescripgao salutar eminente-
    mente franceza, porque corresponde ao sen-
    timento da mais dolicada ignaldade, a igual-
    dade no infortunio. 0 art. 4/ abrio a porta
    a todas as fraquezas ; 0 em face de que
    condicao ? Tomando o compromisso de
    n3o proceder de maneira nenhuma contra
    os interesses da Allemanha.
    Esta condicao, incompativel, com o pa-
    triotismo e com os deveres professional da
    carreira das armas, 0 marechal Bazaine
    autorisou os seus officiaes a subscreverem &
    ella. E devemos lameutal-o, porque nao
    foi a unica no decurso da campanha ; mas
    era a mais elevada; e por esla razio, elle
    mais do que ninguem, merece ser severa-
    mente censurado.
    0 artigo 3. do protocollo estipuiava -. que
    as armas e todo 0 material do exercito, etc.,
    licariam em Metz e nos fortes, entregues. a
    commissdes militares creadas pelo marechal
    Bazaine para serem entregues immediata-
    mente a commissoos prussianas.
    Logo depois da assignatura da capitula-
    cao, foram organisadas commissoes espe-
    ciaes pelo commandante superior de Metz,
    sob a presidencia do general Henry. Este
    official general n3o tcve para se guiar senao
    a ordem dirigida ao coronel de Girels pelo
    marechal Bazaine, na manha de 28, por
    occasiao das bandeiras, e na qual se liam
    estas palavras: Segundo a convencio
    militar assignado bontom & noite, 27 de
    outubro, todo o material de guerra, estan-
    dartes, etc., deverd ser depositado e con-
    servado intacto ate a paz, por isso que so as
    condigoes deliuitivas da paz podem decidir
    em tudo. >
    Estavamos todos convencidos de que
    iamos prestar um servigo supremo ao paiz,
    depois o general Henry, fazendo reconhecer
    ao inimigo 0 material que jd nao tinbamos
    de lhe entregar, porque estava senhor delle,
    e que devia, segundo a minha idea e se-
    gundo as phases da guerra, a qual ainda
    nao estava verminada, ser reslituido &
    F-ranija.
    Era isto que se indicava na ordem do
    marechal commandante em chefe ; era esta
    a eonsequoucia- da missao que nos tinha
    sido> conliada, por isso que as commissoes
    nao teriam um fim dcterminado, se n8o
    tivessem tido que entregar um materiel que
    era tornado virtualmente.
    Os dignos officiaes a quern so tinha
    dado a dolorosa tarefa de entregar aos-ven-
    cedores-todas aquellas riquezas, julgaram do
    seu dever defendefc-a ainda passo a pesso,
    forgandb 0 inimigo a aceital-as em detalhe,
    para que n'um dia-, quo elles ainda espera-
    vam, podesse ser obiigaloa entrega4-as
    intpgralmente, ou pelo menos a pagar o 3eu
    valor ; leva ram o sen cuidado ate" ao ponto
    de fazerem um inveatario ; eu-,. pela minha
    parte, partilhava desta mesma opiniao.
    Ninguem poderd deixar de seassociar aos
    sentimentos manifestados pelo general Hen-
    ry. Desgracadamente; ndo eram condieOes
    da paz que deviam decidir da sorte do ma-l
    terial. e em contrario ds declaraQdes do
    marechal, nenhuma resorva se tinha feito a
    este respeito. As suas declaracoes n3o tive-
    ram senao um resultado: o de prolongar
    durante dou? mezes as-amarguras de uma
    operacao, que, nos termos da capitulacAo,.
    devena ter sido immediata^
    As actas officiaes mostram que foram
    entregues ao inimigo s
    1,665 bocas de fogOi sendo 1,136 raia-
    das.
    8,922 carretas.
    3:239,22!l projoctis.
    419,285 kilos de polvora^
    13:288,906 cartuchos de modulo Chas-
    sepot.
    9:696,763 espingardas Ghassepot.
    154.152 espingardas de diversos modelos..
    9:606,769- cartuchos- de- diversos mo-
    delos.
    0 valor deste material e dos diversos
    utensilios de toda a especie, elevava-se d-
    parcel la total de 36 millifles,
    Uma parte da polvora entregue ao inimi-
    go tinha sido fabricada durante o bloqueio.
    A officina da polvora s6 suspendou 0 seu
    trabalho no dia 20 de outubro.
    Quanto ao arsenal de engenbeiros, nunca
    0 trabalho foi suspenso : as compras de
    materias priraas, e a tabricacao, continua-
    ram durante todo o mz de outubro, as
    ordens do commandante superior de Metz,
    0 qual, consultado pelo director do arsenal
    para saber se havia razao para suspender os
    trabalhos, lhe determinou que nada modi-
    Qcasse no andamento do arsenal.
    Vimos como foi suscitada e resolvida a
    3uestao das bonras da guerra. Em presenca
    e um exercito quo tinha a consciencia de
    haver merecido uma melhor sorte, e que
    estremecia com a idea de ter de passar pelas
    rergonhas da uma capitulacio, nao se podia
    desconhecer qae n4o teri* sido justo fazel-o
    desfilar em tdo grande numero, com as
    armas no bra^o, em frente de um inimigo,
    cujo aspecto poderia determinar um movi-
    mento espontaneo e irresistivel de furor.
    Dizemol-o bem alto, Unto as bonras da
    guerra prestadas por um destacamento de
    todas as armas do oxercito francez estariam
    justificadas debaixo de todos os pontos de
    vista, quanto aquella medida, coenprehen-
    dendo todo 0 exercito, apresentava difficul-
    dades e perigos.
    Comprehende-se bem, que perante even-
    tualidades Uo assustadoras, 0 marechal ti-
    vesse renunciado dquella demonstragdo de
    considera^ao para com todo 0 seu exercito ;
    mas devia tel-a aceitado para um destaca-
    mento.
    Se recusou aquelle desfilar, em que 0
    seu lugar se tornaria rroCavel d frente dos
    representantes do seu exercito, foi unka-
    mento pelo sentimento da vergonba muito
    natural qne- devia inspirar-lhe a sua inac-
    ao, e 0 revezdos seas manejos ambiciosos.
    Se, depois do 1* de setembfo, em vez de
    illudir o seu exercito com o aonunek) de
    uma partida que nunca teve hjgar, e de se
    envofver em tramas que deviam chegar
    a engano, tivesse dado uma serie do eom-
    bates; so tivesse feito, em uma palavra,
    tud) qwnto exigia 0 dever e a honra, com
    altivez teria elle desfilado em frente do kti-
    pequeno gabinete que pelo seu aspecto geral
    podia considerar se um toucador.
    Em seguida collocou a vela sobre uma
    mesa de marmore, que estava encostada d
    parede, sobre a qual se viara frascos de
    ouro, prata e crystal e um espelho gigan-
    tesco.
    Senta-te e penteia-te do mesmo modo
    que me penteias d mim, disse ella a Ma-
    rietta.
    A joven poz a vela sobre a mesa, sen-
    tou-se e coinecou a penteiar-se.
    Perdde, minha senhora, masque sig-
    niQca isto T perguntoa ella.
    Tu amas-me, Marietta, ndo e verda-
    de ? disse Lucrecia.
    Oh I sim, sim, minha senhora, com
    toda a minha arma. Tern sido para mim
    uma mdi.
    Pois bem, Marietta, satisfards um ca-
    pricho meu ?
    Umcapricho? Se me pedisse a mi-
    nha vida, dar lh'a-hia.
    Lucrecia estremeceu.
    E para que havia eu pedir-te a vida,
    Marietta 7 disse Lucrecia dominando aquelle
    estremecimento; nao se tratad'isso. Avisa-
    ram-me secretamente de que o meu aoivo,
    0 principe de Tarento, que me nlo conhece,
    que nao recebeu 0 meu retrato, por isso
    que sabes o destino que teve o que era para
    elle, pensa sorpender-me esta noite auxilia-
    do por Rodolpho Gualterio e por Eufrosina.
    Esta nao quiz fazer-me essa pequena traicio
    e avisou-me.
    E porque a quer sorprender 0 princi-
    pe de Tarento.
    Quer ver a impressio qae me causa,
    e eu, pela minha parte quero julgar da in*
    fluencia que alcango sobre o coracjto do
    principe, quando chegar 0 momento da ex-
    periencia. Rppresentaremos uma comedia,
    tu serds para elle Lucrecia Borgia e eu a
    migo.
    0 marechal Bazaine julgou-se e condem-
    nou-se por si mesmo recusando, as- bonras
    militares qne o inimigo concedia ao seu
    exercito.
    Nos termos da capifctlac4o, 0 exercrto, a-
    praga, e os fortes de Metz deviam ser en-
    tregues ao inimigo a 29 de outubro, ao
    meio dia. O- marechaf tinha confiado ao
    commandantes-de corpos o cuidado de-fixar
    0 numero dos officiaes enearregados db con-
    duzir as tropas para os- pontos designados
    pelo inimigo. Em quasi todos os corpos,
    todos os officiaes revindiearam a honra de
    acompanhar as tropas que estavam ds saas
    ordens. Sd 0 marechal abandonou logo
    pela manha 0 seu>quartef-general.
    Ainda que o eommandbdo marechal ex-
    pirava no momento da entrega official do
    eiercito ao inimigo, o seu*dever obrigava-o
    a permanecer ate" ao fim enlre os seus infe-
    lizes soMados, para intervir, no caso de ne-
    cessidadh, em s^ofavor, se porventura oc-
    corressem difficuMades eom o inimigo.
    Pelo menos, abandonando o seu exercito,
    deveria ter deixado-ao seu cbefe de estado-
    maior 0 cuidado de 0 substhoir naquella
    circumstancia dolorosa. Da partida do
    commandante em ehefe. e do seu chefe-de
    estado-maior, resuhouj natoralmente, uma
    grande confusao.
    As tropas tinham recebid, para cadum
    dos dias 27 e 28, a pequena racao de 250
    grammas de-p&o apenas, e achavam-sesam
    viveres no-momento em queficsram pristo-
    neiras. No entretanto fob entregue ao- ini-
    migo, do- que existia taoto- nos depositos
    dos fortes-como nos da eidade, um dia de
    ,farinha*e quantidades proporcionadas de
    toucinho> arroz, sal,, caie, vinho e aguar-
    dente. No dia immediato e nos dias se-
    guintes, os carros prussianos conduziam
    para a eidade soldados francezes mortos ou
    morrendo de fome e de miseria.
    0 principe Frederioo Carlos tinha> annun-
    ciado, & 25 de outubro ao general Changar-
    nier, que, pelo seu cuidado se tinham pre-
    parado mantimentos-para suslentar 0 exer-
    cito e depozasse as armas. Em vez de estipir-
    lar no protocollo que senam distribuidos
    viveres ds suas tropas, logo depois- da sua
    entrega ao inimigo>. 0 marechal esqueceu-
    se dasregras sobre este ponto essencial.
    A porta abrio-se afinal e appareceu Ma-
    rietta envolta n'um manto com uma vela
    na mdo
    Que succedeu, minha senhora ? excla-
    mou Marietta com interosse. Para que me
    chamou ?
    Segue-me, respondeu Lucrecta.
    Vou vestir-me.
    Nao, segue-me e eu te vestirei.
    Marietta seguio a. r
    Lucrecia atravessou rapidamente e em si-.tua aya de conuanga.
    lencio 0 corredor que punha em commu-j Ah I senhora, 0 principe nao poderd
    nicacao o quarto de Marietta com a camara enganar-se
    de Lucrecia. | Tu & formosissima, Maj*tta, e estds
    Aquellas duas mulheres singellamente cada vez mais bella.
    vestidas, uma com nm trajo de velludoi Se 0 prmcipe n8o attender i sua am-
    preto, a outra envedta cm ym manto tam- bigao, enamorar-se-ha da aya tingida.
    bem preto, ambas com volas accesas na mao \ Veremos isso, e essa a expenencia que
    atravessando um corredor estreito, uma quero tontar
    sombria, a outra cuiladosa e cheia dees-, Marietta penteiara-se com simplicidade
    Dsn'> tinham urn aspocto singular e ter- para acabar depressa, e Lucrecia abrio um
    armario tirandodelle um riquissimo trajo
    minha perturbaQao, disse Marietta. Nao
    saberei fallar e sobro tudo como podorei re-
    presentar a magestade que em si resplan-
    dece ?
    __Aduladora I disse Lucrecia ; tu tens
    a magestade da formosura ; alem d'isso 0
    principe tomard 0 teu acanhamento pela
    sorpresa natural de quern se encontra de
    repente na presenca do seu noivo, a quem
    ama, porque como 0 meu enlace com o
    principe de Tarento e" cousa corabinada ha
    muito tempo, e eu vi 0 seu retrato, escrevi-
    Ihe varias cjrtas expressando 0 meu amor,
    e ndo lhe menti. Amo-o, Marietta, o seu
    retrato revellou-me que era forraosissimo
    e as suas cartas deram-me a conhecer um
    corac8o ardente e apaixonado.
    E 0 grancapitao, minha senhora T
    Lucrecia empallijeceu, porem com a pal-
    lidez da colera.
    __ Eu nunca amei esse homem, replicou
    ella; edemasiado altivo ; lutei com elle,
    importava-me domina-lo, vence-lo. Houve
    um momento em que tive por elle um em-
    penho de mulhr e pratiquei algumas loucu-
    ras, confesso; porem resisti, olle venceu,
    fugio d minha inQuencia, eramos deraasia-
    docontrarios para que entre n6s podesse
    existir uma uniao. Foi um relampago que
    passou ; nio me fallas n'esse homem.
    Lucrecia tinha acerteza de que Marie-.ta
    nao abusaria da sua confianga.
    No palacio da senhoria bateram tres quar-
    tos depois das onze.
    0 vestuario de Marietta levara meia bora.
    Nao ha tempo a perder, disse Lucrecia,
    a entrevista 6* d meia noite ; vem.
    E sahio com Mrietta para a sua camara,
    oaqual acabava de penetrar Francesco
    Buotti.
    __Estd tudo prompto, disse elle.
    Lucrecia levou um dedo aos labios, ata-
    Ibando as palavras que sem esta indicajao,
    Buotti iria pronunciar.
    Ouvinio aquellas palavras, Marietta com-
    prehendeu que estava jd alii 0 principe de
    Tarento. .
    __ Bern onviste, Marietta, disse Lucrecia,
    veremos como reprosentirr o papM oedu-
    qoezadola lloumaoia. Vem, senta-te aqui,
    pega n'oste livro, e a divina comedia do
    Dante- ... ,
    Mas ou ndo sei ler, minha senhora,
    "Tucrecia chegou d sua c*.nara, atraves-'completo, que a docil Marifltta comecoua
    sou-a seguida sempro de Marietta, abrio vestir aiudada por Lucrecia
    uma p->rta n penetrou com a J0V9U OCQ UXQ' A-h
    (Continuaa-se-ha.)
    observou Marietta.
    Ndo impoita, finge quo les, 0 adeus,
    fporque poderism sorprender-nos, Eu vou
    elle conheceri logo 0 Dgano pela'observar.
    Lucrecia sahio seguida por Buotti, que
    olbava para ella com espanlo.
    Na ante-camara estava Colombo, o es.-
    birro com quem Lucrecia havia fallado, a-
    mado como um dos homens que dentro em
    pouco deviam assaltar 0 palacio.
    Espreita pelo reposteiroda porta, disse
    Lucrecia.
    Colombo obedeceu.
    Que ves 7
    Vejo a sua aya Marietta vestida como
    uma princeza.
    Ouve, disse Lucrecia ; dentro em
    pouco, gente armada assaltard o palacio e
    penetrard n'elle ; espera-os aqui, por detraz
    do reposteiro da porta.
    Lucrecia fechou silenciosamente a porta
    da camara e tirou sem ruido a chave.
    Toma, accrescentou ella dando a cha-
    ve a Colombo. Quando sentires que se
    aproximam, abre a porta e procura Mariet-
    ta onde ella se tiver refugiado.
    E que farei ? perguntou sombriamen-
    te Colombo.
    Mata-a.
    E Lucrecia sahio seguida por Francesco
    Buotti.
    __Rodolpho e Eufrozina salvaram-se ?
    perguntou ella caminhando rapidamente para
    a parte posterior do palacio.
    Sim, minha senhora, fugiramcomos
    criados para casa de Pedro Popoleschi.
    Visto isso fleam so no palacio Colom-
    bo e Marietta ?
    Sim, a victima e 0 algoz.
    Francisco exclamou com colera Lu-
    crecia que avancava sempre.
    A senhora bem sabe que eu nao tre-
    mo nunca; crei.> que tenho o quer que seja
    dolobo: porem, apezar dos meas annos,
    andava namorado ds cigana. Paciencia I a
    senhora sabe perfeitamente 0 que faz.
    Essa raulher, acabrunhada pela des-
    gra$a, arrependida na apparencia, viveu
    com 0 preco do crime e de irapuras emi-
    seraveis Mticarias. E' um reptil que es-
    mago debaixo dos p&. Avante, Francisco,
    e nem mais uma palavra.
    Chegamos ; basta apenss descer uma
    peqrtia esca la para alcancar 0 postigo do
    palacio que dd p^ra 0 Lungo del Arno onde
    espera o barco.
    Lucrecia e Buotti desceram a. escada e
    Francisco abrio o postigo.
    0 Lungo del Arno estava deserto.
    A noite, como disSemos, estiva muito
    escura.
    Apenas se via ao longe, sobre a Ponte-

    Vc'lha, 0 reflexo de uma luz atravez dos vi-
    dros de uma janella.
    Era a janella onde estavam fallaado Pe-
    dro de Na poles eAngiolinaw
    0 silencio era profundissimo.
    De repente, no meio d'aquelle silencio
    ouvio-se um rumor levee quasi impercep-
    tivel.
    As dozo badaladas da meia noito vibra-
    ram lugubremente.
    N'aquelle momento entravam para 0
    barco Lucrecia e Francesco Buotti.
    Remem com forca, disse este, proa i
    ponto do ia Carragia.
    0 barco separou-se da margem e tomou
    o centra do no, cedendo ao impulso de sei
    vigorosos remadores.
    A' popa, Alem do homem que governava
    0 leme, iam mais quatro homens. Luotecla
    e Buotti sentaram-se nos bancos.
    0 rumor ia crescendo ; parecia uma tem-
    pestadeque se aproximava.
    Remem, remem 1 dizia com voz roue a
    Francesco Buotti.
    E os.'pesi-adores, esperando uma boa re-
    compensa, remavam com todas as fonjas.
    0 rumor convertera-se jd em tumulto.
    Afinal ouviram-se os gritos de :
    Morra a romana 1 morra Lucrecia
    Borgia 1
    0 barco aproximava-se da Ponto Velha.
    Foi entdo que Pedro de Na poles cahio ao
    rio e foi recolhido por Lucrecia qae ndo
    podia crer que tinha salvado semelhante
    homem.
    Retrocedamos alguns minutos.
    Marietta com 0 seu aprjrado ouvido de
    cigana, sentira 0 pequeno rocar da chave
    dando volta na fechadara quando se fechou
    a porta da camara de Lucrecia, e assalta-
    ra-a um terror vago.
    Comecou a parecer-lhe estranho tudo
    aquillo.
    Poz de lado 0 livro 0 percorreu toda a
    camara.
    As portas estavam fechadas i excepcao
    das que davam para 0 toucador e para
    quarto de dormir de Lucrecia.
    Todavia nenhum d'esses aposentos. tinha
    sahida.
    Na camara, havia tres janellas gothicas,
    com vidra^as, que tomavam mteira uma
    parole.
    {Continuar-te-haJ
    "TYP.DO D'ARIO.-RUA DUQl'E DE CAXIXS.
    t




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