Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17541


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Full Text
'naiMii"

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-
i
mm L. NUMERO 4
PARA A CAPITAL E LiCIARES 0\DE 1% lO SE PAG A PORTE.
Por tres mezes adiantados................ 69000
For seis ditos idem.................. 129000
For urn anno idem. '.......*........249000
Cada nuraero avulso................. 9320
TERCA FEIRA 6 DE JANEIRO DE 1874
-i >
PARA I>1\ 1RO i; I OR A DA PROVIWCIA.
Por tres mezes adiantados. .''*. ........ 69750
Por seis ditos idem..............' 139&0*
Por nove ditos idem....... '........ 209250
Por urn anqo idem.................. 279000
MARIO DE PERNAMBUCO.
PR0PRIE0ADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos.no Par*; Gon$alves d Pinto, no Maranh&o; Joaquim Jose* de Oliveira d Filho, noCeari; Ajttonio de Leiuus Braga, no Aracatj ; Joio *ria Jnlio Chaves, no Assti; Antonio Marques da Silva, no Hatal ; Joii Just
Pereira d'AImeida, em Mamangnape ; Angusto Gomes da Silv*, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa dajfenha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo AnUfo ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AUffas ; Alves d C., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Jde Janeiro.

PARTE OFFICIAL
fcioverno da provinoiit.
BRSPACHOS D\ PHESIDENCIA [>J D!A 3 9E JANEIRO
DR 1874.
Anna Joaquina da AssBOipfia. Conce-
da-se por coata do nainisterio da guerra.
Bacharel Alfredo Affonso Ferreira. En-
i.amiuhe-se,
Candida August') Pacheco. Passo por-
taria na forma do estylo.
Tenente-coronel Frederick Vclloso da
Silveira. Fornec-se.
0 mesmo. Forae<;a-se.
Coronel Jose Maria lldefonso Jacorne da
Yeiga Pessoa e Mello. Forneca-se.
() rnesmo. Forneca-se.
Joao Bezerra Dias. De-se.
Jose- Ferreira da Silva. Informs o Sr.
brigadeiro commandante das armas.
Joanna Maria Evaugelista. Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
Manoel Pereira da Costa. Informe o
Sr. commandante do presidio de Fernando.
Oscar Destibeaux. Informe oSr. enge-
nheiro das obras militares.
Tiburtino Jose dos Santos. Sim.
Bacharel Vicente Ferreira Lima. Re-
queira ao governo imperial, a quem compete
arbitrar o ordenado & que se refere.
Re|*artl$ao da poliela.
t.' secgao. Secretaria da policia de Pemambuco
5 de Janeiro de 1874.
N. 13.Ulm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que no dia 3 do corrente nao foi recolhida
pessoa alguma & detencao, e que bontem
l'oram recolbidos os individuos seguintes :
A' ruinha ordem Feliciano, escravo da
viuva Campello, viudo do ter.no de Ruique.
A' ordem do subdelisgado da Capunga,
Manoel, escravo da viuva Carvalbo, por em-
briagaez.
A' ordem do da Magdalena, Manoel Jose
de Araujo, por crime de ferimentos.
Por ofGcio de hontem communicou-me o
subdelegado de Santo Antonio que, as duas
haras da madrugada do mesmo dia, idalina
Porfiria de Almeida Pinto tentou suicidar-sc,
precipitando-se da janella do 2." andat do
sobrado n. 46, sito & rua das Trincbeiras,
daquella freguezia, do-que resultou Gear
bastante mallratada ; que, segundo lhe de-
clarou a paciente, o motive que a levou a
iinmetter somelhante attentado foi' haver
side abandonada por Vicente Alves Barbosa,
r.om qucm vivia ; e que a tal respeito con-
tiniiaem ulteriores deligencias.
0 delegado de Nazareth communicou-me,
por oflicio de 14 de dezetnbro ultimo, que
no dia 7, no districto de Vicencia daquelle
terrao, Manoel Themoteo ferio levemente
com uma faca la a Joaquim Miguel dos San-
tos, logrando evadir-se ; que o respectivo
subdelegado procedca ao competente inque-
nto e o remetteu logo ao Dr. juiz municipal
do terrno.
Deus guarde a V. Exe.lilm. e Exm. Sr. com-
inendador Henrique Pereira de Luceaa, dignissi-
rao presidente da province.0 chefe de policia,
Antonio Francisco Corrtiu de Araujo.
DIARLO DE^ERtUMBUCU
RECIFE, 6 DE JANEIRO DE 1874
\olicias da Europa.
Amanhecea hontem em nosso porto o vapor in
glez Petosi, da linha do Pacifico, trazendo datas
de Lisboa ate 24 do correate.
Dos jornaes e cartas recebidos, colhemos o que
.je segue :
franca
A sentenca, lavrada co processo Bazaine, e
assim concebida :
Em nome do povo Irancez. Hoje, 10 do de-
zembro de 1873, ao primeiro conselho de guerra
da 1." divisao militar,' ueiioerando em sessao se-
cret*, na conlormidade da !ei, foram propostas as
seguintes perguntas :
1.' 0 marechal Bazaine c iulpado de ter, a 23
de outubro de 1870, eslando a frente de urn exer-
cito em campanha rasa, assignado uma capitu-
lacao ?
< 2.- Esta capiluiacao leve em resultado de-
por as armas aquelle exercito *
3.* 0 marechal Bazaine tratou verbalmente ou
por escripto com o inimigo sera ter feito previa-
wente tudj oqueihe prescreviam o dever e a
honra?
4.* 0 marochal Bazaine '; culpado de ter, a 28
de outubro de 1870, eapitulado com o inimigo e
entregado a pra^a de Metz, da qual tinha o com-
mando superior, sera ter esgotaJj todos os meios
de defeza de que dispunha, e sara ter feito ludo o
que lhe prescreviam o dever e a honra ?
< Tendo-se apurado os votos separadamente,
camecando pelo juiz menos antigo em graduagJo,
e dando o presidente c seu parecer em ultimo lu-
gar, o consclho dec.ara.
< A' respeito da primeira perguata :
-nnanimidade;
a A' respeito d& segunda perguata:
vnanimididt;
da terceira pcrgunta:
Sim por
Sim por
Sim por
Sim por
requerida
A' respeito
nnanimidade;
t A' respeito da quarta pergunta.
nnanimidade.
Depois io qae, e alienJendo Wj
pelo commissario especial do governo, na sua ac
cusacio, o presidente leu 6 texto da lei, e tomou
di novo os votos na forma aciraa indicada pan a
ai)pli c Por eoBseiuencia o couseiho :
c Vistos os arugos 209 e 210 do codigo de jus-
tisa militar, os quaes dizem assim :
Art. 210. Tm'i c ,;::: ral ou command::::.'|
Ao tropa armada que cap: iia em cai panlia.rasa
cj)unido.
m 1.* Com a pena dc morte e etautoracao mi-
litar, se o resultal'i da capitulacia foi depdr a sua
tropa as armas, ou se antes de negoeiar verbal-
mente ou por escripto, nao fez tudo ^quanto lhe
prescreviam o 4ever e a hanra.
c %.' Com a demissi.3 em todos os outros
casos.
Art *W. E1 punidu com a pena de morte
com exautoracao militar governador on com-
mandante qae, processado em virto.de do parecer
pado de haver eapitulado com o inimigo e entre-
gue a praca que lhe esuva con3ida sem ter es-
gotado todos os meios de defeza de que dispunha,
e sem ter feito quanto lhe prescreviam o dever e
a honra.
a C>ndemna por unanimidade Francisco Achil-
les Bazaine, marechal de Franca, a pena de morte
com exautoracao militar;
t E visto o art. 13$ do codigo de justica mili-
tar, que diz assim:
Art. 138. Se o condemoado for membro da
ordem nacional da Legiao de Honra, ou condeco-
rado com a medal ha militar, a sentenca declarara
nos casos previstos pelas leis, que elle deixa de
pertencer a L9gia de Honra ou de ser condeco-
rado cum a medalha militar ;
i Declara que Francisco Achilles Bazaine, deixa
de pertencer a Legiao de Honra, e de ser .conde
corado com. a medalha militar.
f Condemoa o oulrosim, nas custas para o es-
tado em virtude do art. 139 do codigo de justija
militar.
< Ordena ao commissario especial do governo
que faca ler immediatameote, na sua presenca,
ao eondemnado a presente sentenpa diante da
guarda formada, e o advirta de que a lei lhe da
viote e quatro hora3 para interpor o reeurso de
revista. 0 presidente H. d'Orleans. Os jnizes
general de la Monterrouge, general barao de
Chabaud la Tour, general J. Tripier, general
Prmceteau, general Ressayre, general de Mal-
roy.
Depois da publica$ao da sentenca o conselho de
guerra com a mesma unanimidade com que con-
demnara o marechal, dirigio ao ministro da guerra
a seguiute peticao de graca:
Sr. ministro.O conselho do guerra acaba de
dar a sua sentenca contra o Sr. marechal Ba-
zaine.
Corao jurados, respondemes as perguntas que
nos foram dirigidas, e nao escutamos senao a vbz
da consciencia. Nao temos de tratar de novo da
longa discussao que nos esclareceu. A Deusj6
devemos dar conta dos molivos da nossa decisao.
< Corao jnizes, fomos obrigados a applicar ami
lei inilexivel, qae nao admitte nenhjima circums-
tancia que possa attenuar um crime contra o
dever militar.
a Mas, n63vtemos o direilo de indicar essas cir-
cumstancias qae a lei nos prohibia invocar ao dar
a sentenca
i Kecordareraos, pois, que o marechal Bazaine,
tomou o commando em chefe do exercito do
Rheno, e exerceu-o no meio de difflculdades inau-
ditas (diflicultes monies), e que nao e responsavel
nem do desastrnso principle da campanha nera da
escolha da linha de operates.
< Lembraremos tambem que no fogo foi em
todas as occasioes o que tinha sido sempre; que
em H my, em Gravelote, em Noissevile, ninguera
o excedeu em valentia, e que a 16 de agosto, pela
firmeza da sua attitude, manteve o centre da sua
linha de bit.tlha.
t Considerai a nota dos servicos do voluntario
de 1831; contai as caenpanhas, as feridas, e as
a'Cdes estrondosas que lhe grangearam o bastao
de marechal de Franca.
( Attendei a longa detencao que tarn soffrido ;
tende em ennsideragao este supplicio de dous
mezes, durante os _qtiaes ouvio cada dia disc at i
rem lhe a honra na sua presenca. e de cerlo vos
anireis comnosco para rogar ao presidenie da
republica que nao deixe executar a sentenca
agora proferida por nos.
t Recebei, Sr. ministro; a seguranca do nosso
respeito. ( Seguem-se as mesmes assignaturas
da sentenca. )
0 marechal Mae-Mahon, ouvido o conselho de
ministros e depeis le duas conferencias com o
duqae d'Aumale, resolveu coraraatar a pena da
morte em 20 annos de detencjio, dispensando as
formalidades da exautorajao, mas conservando-lhe
todos os effeitos.
Poueas horas depois do marechal Bazaine ouvir
ler a sentenca, e qnando suppunha que ella era
irrevogavel pelo facto de nSo ter querido interpor
o reeurso que a lei lhe facultava, escreveu ao seu
advogado o Dr. Lachaud, a seguinte carta. Por
ella se pode imaginar qual era o estado era que
o espirito do marechal se achava n'aquelle mo-
menta.
Meu estimado e valoroso defensor.Antes da
hum suprema, qaero agradecer-vos de todo o co-
racao os esforpos heroicos que tentastes para de-
fender a minha causa. Se a vossa profanda elo-
quencia na defeza da verdade e a dedicacao do
vosso nobre caracter, nao poderam convencer os
mens juizes, 6 porque elles nao podiam ser con-
vencidos, pois qae nos vossos admiraveis discur-
sos excedestes o esforco huraano. Sao appella-
rei. Nao quero prolongar diante de todo o mundo
o espectaculo de uma luta tao delorosa, e rogo-
vos que nao deis passo al?ura em meu favor. Ja
nio e aos homens que peco que me julgaem. E
do tempo c da serenidade dos animos que espero
a minha justiflcacao. Agaardo, flrrae e resolato.
forte da minha consciencia que nao me censura
cousa alguma, a execucao da sentenca. Vosso de
dicado amigo. Bazaine.*
No proprio memento em que o marechal Ba- j
zaine recebeu a noticia da commutacao da pena,
hora e meia da madrugada do dia 12, dirigio ao
seu antigo amigo e corapanheiro o marechal Mac-
Mahon, presidente da republica, a seguinte carta :
a: Trianon sous Bois, 12 de dezembro de 1873. -
Sr. marechal Recordastes-vos do tempo em qae
serviamos a patria um ao lado do outro. Receio
que o vosso coracao prevaiccesse sob re a razao de
estado Teria morndo sem pezar, porque a pe-
ticao de graga apresentada pelos meus iuizes, vin-
ga a minha honra. Aceitai Sr. marechal, a se-
guranja do men respeito. Bazaine.*
A noticia da commutacao da pena foi levada ao
marechal Bazaine pelo seu inseparavel amigo o
coronel Villete. Qnando Villete entrou no quarto
do marechal, encontrou-o recostado sobre o leito
abracado a seu filhinho mais velho, linda crian-
ga de 6 annos. 0 innocentioto dormia.
C;aaudo o marechal vio entrar o seu fiel cora-
panheiro, disse-lhe em voz baixa, para nao acer-
dar o filho : Entao 1 que ha, Villete ?
0 coronel estendeu-lbe a carta que continha o
aviso da commntacSo, dada pelo ministro da guer-
ra. 0 marechal leu a e disse :Pensava que me
viiiham bascar para me fnzilarem I
Depois abracou Villete e pedio-lhe que fosse
descancar. N'aquelle mesmo instante entrava no
quarto a marechala, sabedora ja da feliz nova
que lhe havia dado o proprio presidente da repu -
blica. Ate eatao a marechala nao deixara a ca-
pella da prisao.
Concluidas as oracoes da accusacao e da defeza,
0 duqae de Aumale, como presidente do conselho,
perguntou ao marechal Bazaine se tinha alguma
cousa a accrescentar em seu favor. 0 marechal
com voz Qrme disse simplesmente o seguinte
o Tenho no men peito as palavras HONRA E
PATRIA one me gataram s?mpre na minha vida
militar. Nuaea faltci a esta uobre divisa nem em
Metz, nem em qualquer outra parte, durante qua
reata annos era que servi lealmente a Franca. Ju-
ro-o aqui diante de Christou (apontando para o
cruciflxo qae estava pendeote da parede principal
do tribunal).
Tendo-se dito que, durante o cerco de Metz, o
marechal Bazaine f6ra ao quartel-general do prin-
cipe Frederico|CarIos, da Prussia, oj>rincipeapres-
sou se a fazer a seguinte declaracao e a remelte-
la ao marechal :
r Declaro pelo presente escripto, que nunca du-
rante o cerco de Metz veio ao meu quartel-general
de Corny, o marechal Bazaine. Vi o marechal
Bazaine, pela primeira vez, na tarde de 29 de ou-
tubro de 1870, no momento em que deixou Metz
depois da capitulacao. Berlim, 28 de setembro de
1873. 0 principe Fredei-ico Carlos.
Antes desta declaracao o mesmo principe Frede-
rico Carlos havia mandado espontanearaente ao
marechal Bazaine a seguinte importante decla-
racao :
i Declaro ter em completa estima o mare :hal
Bazaine, principalmente pela energia'e pela per-
severanca com que pole subfrahir por tarito tempo
o exercito de Metz a capitulacao, que, no meu en-
tender, era inevitaveL Berlim, 6 de seterabro de
1873.0 principe Frederico Carlos.*
0 illustre advogado defensor do marechal, disse,
ao apresentar este- dous documentos, o seguinte :
Foram nossos inimigos os prussianos, mas ha
homens honrados entre elles. 0 principe Frede-
rico Carlos e um delles. Grande soldado c horaem
de bem inexcedivel, aquelle principe deu nesles
dous documentos o maior teslemunho que podia
dar da hooradez e da bravura do accasado.
Bazaine vai para a ilha de Santa Margarida. A
fortaleza que alii ha foi construida no temp) de
Luiz XIII e reparada por Vanban. Entre outros
prisioneiros alii estiveram encerrados Omer Tal-
sen, o Mascaro de ferro, o poeta Lagrage Chanel
e o Sr. de Broglie, bispo no primeiro imperio.
De 1841 a 1859 foram para alii conduzidos mui-
tos prisioneiros arabes. Desta epoca data a fan-
dacao alii do cemiterio musulmano.
Merim^e, nas suas Viagms ao Meiodia, deu
grande numero de pormenores acerca daquella
fortaleza, e especialmente acerca do quarto onde
o Homem ia mascara dc ferro esteve por tempo
de 17 annos.
Uma cidade de que falla Plinio, sob o nome de
Vergoansun e de que debalde se procurariam ac-
tualmente os vestigios, existia outr'ora n'aquella
ilha. At6 ao seculo XIV a ilha de Santa Marga-
rida era ura lugar de retiro para os rasnges esta-
belecidos nas ilhas dos arredores.
Era 1360 pertencia a cidade de Grasse.
Em 1617 tornou-se propriedade do duque de
Joyeuse, que delta fez presente ao duqua de Gui-
se, principe de Joinville.
Alguns annos mais tarde, Richelieu apoderou-
se della em virtude de razoes de estado e alii fez
erguer as primeiras fortificapdes.
A ilha de Santa Margarida sustentou dous asse-
dios nos tempos modernos.
0 primeiro em 1635 pelos hospanhoes.
0 segundo em 1676 pelos piemontezes e austria-
cos reunidos.
A ilha fica situada em face de Cannes, nao sen-
do a uma dutancia da costa de mais de dous ki-
lometre-'. A ilha tern dons kilometros de com-
priraento sobre ura de largo.
A fortaleza, que e o maior ponto habilalo da
ilha, actia se no cxtremo este, v.ie da para a pon-
te de Antibes. Na outra extremidade acha-se
um grande jardim fechado, em que ha as mais
bellas laranjas. Alem disso a ilha & fechada por
um bosque de murtas e carvalhos.
Um bra^o de mar separa a ilha da ilha de Sain -
Honore, comprada, lia alguns annos, pelos in-
glezes.
A ilha de Santa Margarida e a ilha Saint-Hono-
re formam o grupo das ilhas Lerins.
Por uma lonea serie de annos, ncs temos
sempre pronunciado contra a pena ae morte, e es-
tigmatisado os governos e os povos que a ella re
cor rem. Pelos mesmos molivos, nos repugnam a
exposicao espectaculosa, e a degradagao militar
feita com todas as formalidades.
Expostos estes principios, so temos de louvar o
gove no francez, que evitou inutil derramamento
de sangue, e o ultimo acto das humilhatoes, por-
que passou Bazaine, ouvindo por uma serie pro-
longada de audiencias publicas, a accusacao mais
bem deduzida de seus actos de calculada fe-
lonia.
Corapareraos os crimes daquelles que entrega-
ram a Prang i a Allemanha, ou pela sua levianda-
de nas declaracoes de guerra, ou pela incuria
com que trataram dos armamen'-os e aprovisiona-
mentos, ou pelas capitalacSes deshonrosas; com
os erimes daquelles qae se fortificaram no alto do
Monte Valeriano para nao soffrerem a humilhacao
da entrega das armas, e assistir inJifferentes a en-
trada triumphal das tropas allemaes pelo interior
da capital.
Commetterara crimes; reagiram contra a auto-
ridade de uma assembled, que nao fora eleita se-
gundo os dietaraes legaes, e so organisada pelo
consentimento de imperador da Allemanha, eslan-
do quasi a terca parte do territono francez occu
pado pelas tropas iniraigas, e unicamente com o
fim de assignar as pazes, e proceder a cobranca
da quantia necessaria para pazar a indemnlsacao.
Os crimes foram grandes.
Nao exigiamos para os primeiro? igual casligo,
exigiriamos para estes igual benevolencia.
Os fuzilaraentos em Versailles mais de um an-
no depois da prisao dos c-immanaes, os departa -
mentos em massa para Cayenna collocaram a
Franca muito longe do estado de civilisarao, era
que este paiz se havia collocado.
Qualquer raudanca politica em favor do partido
bonapartista, encontrara Bazaine em posicao de
ser reintegrado aos seus postos e honras militares
e considerara a capitulacao de Metz, como um
servico de partido.
A assemblea de Versailles ja comecou na
revisao dos orcamentos. Comecou pelo da justica
cuja discussao correu sem novidale.
Comecou-se com o dos negocios estrangeiros, e
a esqnerda pedio primeiro a apresentacao do Li-
vro amarello.
Depois de uma certa explicacao entre o Sr.
Gambetta e o duque Decazes, o governo compro
metteu-se a apresentar o Lirro amtrello no prazo
de 15 dias.
A comraissao encarregada de eiaborar um
projecto de lei eleltoral pergaotou se a sna mis-
sao era mantida, ou so era precise que ella abdi-
casse na coramissao dos trinta.
A assemblea, sob proposta do Sr. Baibie, deci-
dio que todas as quesioes relativas ao exercicio do
direito do suffragio seriam para n future da cora-
petencia da commissao das leis consiitucionaos.
De dia em dia torna-se saliente, na situacao
da Franca, a separacao cada vez maior que se faz
entre a direita e o centro direito. 0 Sr. Savary,
deputado pela Mancha, e secretaric do centro di-
reito, accusado pela Union de ter falsiCcado ore-
Iatorio feito pelo Sr. ,Chesnelong das suas relajSes
com o conde do Chambord, publicou uma carta
de que resulta que se a restauragao monarcbica
falhou, a culpa 6 exclusivamente dos iegitimistas,
e do seu principe.
Esta asercao nao ficara sem resposta. Espe-
ram-se curiosas revelacoes, por isso que o centro
direito nao esta disposto a poupar os seus antigos
alliados.
Parece que mesmo no seio do gabinete ha senas
divergencias entre o duque de Broglie que deseja
couservar pelo maior toafjw poj>ivel a
com a direita, e o duijue Decazes qae e
nino que se deve procurar uma allianca com os
membros do centro esquerdo. Mas, como para
orgauisar o gabinete houve grandes difficuldades,
e provavel que pelos tempos mais proximos se
evitara com cuidado, tudo o que poderia p5r sua
existencia em perigo.
- Corria o boa to de que a exemplo da com-
missao eleitoral, a commissao encarregada da lei
municipal ia igualmeate sr desapossada da sua
missao em proveito da commissao dos trinta.
E" pouco verosimil, mas explica-se pela impo-
tencia em que se vai achar a commissao para
desempenbar a sua missao.
fialretanto a commissao municipal ja comegou
os 4301' trabalhos e ouvio as explicacoes do Sr. de
Brgft.
GsM fez ainda uma vez um quadro assuslador
do esado da Franga; disse que a situacao era
inWlenvel, que as resistencias das municipalida-
desjeWtas je aggravam, que 6 preciso atalhar o*
perfweada vc. mais aterradores o que o gover-
no & pedio o minimo do que podia pedir.
a oommissao constitucional decidio comegar os
sew trabalhos pelo exame da lei eleitoral.
fdlaomeada uma sub-commissao encarregada
de efaminar tudo o que diz respeito aocganisacio
dos soderes pjiblicos.
Esta resolucao foi tomada por IS votos contra
II, o que in liei que foi rejeitada por alguns
membros da direita reunidos aos raros deputados
da esquerda que fazem parte da commissao.
Segue-se tambtm qae, se desde os primeiros
dias, nos difTerenfes escrutinios a que teve de 3e
proceder para se jrgaoisar a commissao as es-
querdas tivessem \omado a attitude que no fim
lhe valeram a nouteaca) dos Srs. Cezanne e Va-
cberot, e assim tivtssem obtido uma representa-
?ao mais jasta dos ilementos de que se compoe a
assemblea, ter-lhe-ii sido faciltornarem-se.no seio
da com miss So os anitros da sit uae io.
\belgica.
A earaara dos refresentantes continila a dis-
cussao geml do orcahento das estradas e obras
publicas.
0 ministro dos negicios estrangeiros apresentou
a camara um project! reguUndo o transporte dos
emigrantes ; o minis'i) da justica um projecto de
modiflcacOes a lei sobfe as extradi^Ses ; o minis-
tro da fazenda um cridito especial de um milhio
de fraucos para o palauo da justica de Bruxellas e
ura credito extraordinrio de mais de 500 mil fran-
cos para o ministerio u> interior.
IVOJA.
0 rei Victor MaoelJrecebendo a deputacao da
camara dos deputados,Encarregada de lhe apre-
sentar a mensagem de resposta ao discurso do
ihrono, aliude ao absenferao que compromelte os
trabalhos parlamentarei na Italia.
Depois de ter agradeddo a deputafao, os senti-
mentos de respeito e Isdicaeao pela sua pessoa,
expressos na meniagm, ajuntou :
Face votos pela oria e felicidade da Italia.
Cumprirei meu devei ate final. Exprimindovos
senhores, as minhas lordiaes felicitates, tenho a
esperaoca de que a (iraara se achara sempre em
numero para deliber r sobre os nuinerosos pro-
jectos de leis que setto submettidos a sua appro-
vacan.
rlura o rei tinha ficado ad-
lenho que cerlo numero do
'strado em assistir a sessao de
Ja na scssiio de all
mirado do pouco ei;
deputados tinham
inauguracao.
Parece, porem, q(e a earaara, depois de ter tide
alguma difficuldadaem se organisar, esta em nu-
mero para votar bs orcamentos, e que ella se
apressa em conciur esta larefa antes das ferias do
NalaL /
A camara dts deputados votou o orcamenlo
da marinha. Ddrante a discussao um deputado
pedio infurmacoVs sobre a estjuadra itaiiana, que
uavega nas costzs de llespanlia.
0 Sr. Sao Boo, ministro da marinha, communi-
cou.4>amafa o nehrtorio do almirante Bro-chette,
emi|Ue so diz qae a esquadra tomou a um Uordal
315liiiulheres e criancas que eslavam encerradas
em ":irlaaena.
Eb seguida a esta communica^io, o Sr. Bonfa-
dinile muitos outros deputados propozoram a se-
guirje mocao :
c k earaara conviJa o ministro a exprimir as
equfagens dos navius italianos em frente dc Car-
tageia os sentimentos de gratid&o do que ella
eslajmimada, pelos servicos por ellas prestados a
hummidade.
A ordem do dia foi adoptada por unauimi-
dada.
-rDevia rea!isar-se no dia 22 de dezembro, um
coaitorio, no Vaticano, para a creacao de car-
deaa e de bispos.
Dl-se que o santo padre pronunciaria por essa
occauao um allocucao quo nao sera mais nova
do me uma nova edicao de todas as suas ultimas
encWicas.
N estava ainda fixado o nuraero de cardeaes
que' se dlsignara sao italianos, a excepcao do arcebis-
po ie Paris, e mais dous bispos francezes, do
patrfcrcha de Lisboa, e tres bispos austriacos.
Se guardas nobres serao encarregados de le-
var is chapeus cardinalicios aos novos cardeaes
eleios nao residentes na Italia.
AvoltadoSr.de Courcelles produzio viva
sens;cao no Vaticano.
-tO embaixador de Italia junto do governo
frawez, o Sr. Nigra, foi recebido pelo rei Victor
Mawel, em audiencia de despedida ; volla para
o set posto em Paris.
Anoraeaeao do Sr. Nonailles produzio uma boa
impnssao em Roma.
~ Lfctima-se ahi o aatigo enviado francez, o Sr.
Fouiaier, mas todos estao satisfeitos com a escolha
do seu successor.
Houve em Florence um meeting para se pe-
dir que os jesuitas fossem expulsos da cidade.
A$ autondades fizeram-os dissolvor.
Fnram-se algumas prisoes dos promotores do
meeting.
SUISSA.
A ultima encyclica do papa tao iujuriosa para a
Allenanha, Italia e Suissa, parece ter produzido
nestt paiz a mais viva commocao.
Oa jornaes aconselham ao governo federal que
romta completamente com a curia romana, e que
ordeie ao nuncio que saia do territorio suisso.
0 conselho federal decidio na sua sessao de 12
de dezembro romper todas as relacoes diplomats
cas torn a curia roraana.
Na sua paiticipacao ao nuncio de sua santidade,
Mr. Agnozzi, da soa resolucao pedio-lhe que fi-
xasse o dia para a sua parti Ja.
0 conselho dos estados e o conselho nacional
suisso devem proceder em camaras reunidas a
eleicao do presidente da cohfederacao e do vice
prasidente do conselho federal para o anno de
im.
INOLATEURA.
0 ministerio inglez vfi decididamente a sua maio-
ria desfazer-se. *
Uma eleicao em Exeter foi ainda em favor dos
coaservadores.
Acham-se completamente aplanadas algumas
conplicacoes, que estiveram a ponto de surgir en-
tre a Inglaterra a Tarquia, a proposito de
Adm.
cues, abandonou o cebelde aos seus propries re-
cursos ; e este teve de se constituir prisioneiro.
Os inglezes conduzirara-o a Aden, e lizeram saltar
Selos ares a fortaleza que lhe servia de resi-
encia.
As ultimas noticias da Costa do Ouro, recebi-
das era Londres, confirraam a retirada dos ashan-
tis para o interior depois do seu ultimo encontro
com as tropas inglezas.
0 inglezes sao, pcrem, atacados em massa pela
insalubridade do clima, e nao eairarSo em ope-
racdes decisivas sem terem primeiro recebido re-
ferees
0 general em chefe sir Garnelt Wolsley esteve
indisposto, mas ja so acha melhor.
ALLEMANHA.
As folhas officiosas de Berlim asse^uram que
o estado de saude do imperador Guilherme conti-
nua a melhorar todos os dias.
Esta noticia 6 de.'tinada a responder aos boa-
tos inquietadores acreditados era alguns jornaes es-
trangeiros.
E' certo, porera, que o iraperador se vio obriga
do a renunciar aos seus habHos e distracqiJes or-
dinarias ; e" seu filho o principe imperial quem o
representara e-te anno nas grandes feslas da caca,
a que nunca faltava do assistir.
Segundo confessa a imprensa ofOciosa, o impe-
rador nao poude ainda retoraar, com a regulari-
dade de outros tempos, o trabalho com os seus mi-
nistros e o cuidado dos negocios do governo.
0 supremo tribunal ecclesiastico, que deve
julgar proximamente o arcebispo de Posen, ainda
que censtitnido, nao tinha ainda regulamento offl
cial para o processo. Esse regulamento acaba
agora de lhe ser decretado.
0 governo declarou que pcrsistira no seu
procedimento contra os bispos catholicos, pois que
de outro modo sacrificaria a sooerania do es-
tado.
0 Monitor allemao publica o decreto impe-
rial que deterraina as circumscripcoes eleitoraes
na Alsacia Lorena. As circurascripcbes sao quinze
c por consequencia muito restrictas.
Sabe-se que a Alsacia Lorena ainda que ter-
ritorio do imperio o nao tem ainda representacao
coramum ; esta, provisoriamente 6 substituida por
dous conselhos provinciaes, de Strasbourgo e de
Melz. Sao estas assembleas que terao de se occu
par do orcamento, assim como dos negocios de ex-
pedient?.
Os membros que fizeram parte destes conselhos
deverao prestar o juramento consiitucional de (1-
delidade ao imperial, e as leis do imperio. Estes
conselhos reunir-se-hao no met de Janeiro.
Sabe-se que o arcebispo de Posen foi citado pe-
rante o alto tribunal ecclesiastico para responder
pela sua persistente desobediencia as leis; .e a
Corresponaenciu provincial diz que os actos que
sao imputados ao prelado implicam a sua desti-
tuicao.
Parece, pelo que dizem os jornaes nltramonta-
nos, que o arcebispo nio coraparecera, mas ao
raesrao tempo, annuncia-se que, para cahir sua
pessoa com a invi.ilabilidade parlamentar, se pro-
pdem a faze-lo eleger por Sohrimin, provincia de
Posen, deputado ao parlamento allemao.
Continua a correr o boato do duello do mare-
chal general conde de ManteufM com o general
vonder Groeben, er." consequencia do qual este
teria sido gravemente ferido : as causas foram as
segmmes f
Na ultima campanha levantou-se um conflicto
de servico entre o general Manteuffel e o seu su-
bordinado, conflicto de que remltou a coodemna-
cao do Sr. vonder Groebena prisao em uma for
laleza.
Como o feld-marechal nao e muito estimado,
noticia deste duello-continuava a servir de pasto a
malignidade publica.
0 Norddeutsch declara ultimamente, por ordeu
do imperador, que tudo o qua se tem dito deste
pretehdidu duello a completamente falso ou pura
invenrao.
Nada se sabe de positivo sobre este ponto.
A Gazela dc Prancfort diz me o duello teve lu-
gar em Herdelberg.
A Correspondencia Allema asscgura que se ef-
fectuou no bosque de FrunewalJ, perto de Ber-
lim.
A Cazeta do Povo aouuncia a morte do general
Groeben.
A Gazela da Cruz ja negou por ires vezes o
duello.
A Gazeta da Allemanha do Norle, declara tao
bem qae se nao realisou por ordem do rei.
A Gazeta da Caledonia conta que i crenca ge-
ral em Berilm que Groeben provocou Manteuffel e
que se houve reconciliacao fora ja sobre o ler-
reno.
Em consequencia de uma interpellacao diri-
rigida na camara dos deputados de Dresde relati-
vamente a publicacao dos decretos do concilio do
Vaticano, nas igrejas catholicas de Saxe, ura de-
putado apresentou uma proposta convidando o
governo a apresentar um projecto de lei regulando
as relacoes entre a igreja e o estado, de modo que
seja salvaguardada a soberania absoluta do es-
tado.
A proposta foi adoptada por unanimidade.
A crise ministerial na Hungria, depois de
ter percorrido diversas phases, indo sempre de
um a outro extremo, parece fmalraente tocar a
uma solucao satisfactoria.
Como era de prever, o Sr. Ghyczy foi reeleito,
por acclamacao, deputado de Korr.orn.
Agradecendo aos seus eleitores, mostrou que a
ruina financeira do paiz era eminente, e qne para
a salvar, seria preciso esforcos perseverantes, e
medidas extraordinarias.
0 Sr. Ghyczy pede que o effectivo da milicia na-
cional, os honveds de que a Hungria se enthusias-
mou, seja reduzida ao striclo necessario para a
sustentacao da ordem no Interior. Reclama alem
disso a refurma radical do systema Jos impostos e
a instituicjio definitiva de um banco nacional.
Alem disso o novo deputado declarou-se promp-
to a obrar em favor de uma reconciliacao entre a
raaioria e a esquerda; porque na sua eonviccao,
cada um destes par lidos separadamente, seria im-
potente para governar o paiz.
Sabe-se que o ministro presidente o Sr. Sclary,
administrador eminente, e do qual todos os parti-
dos pederiam a sua conservacao no poder, tinha
feito depender a sua resolucao da e colha de um
ministro das finances.
0 Sr. Szell, relator da commissao das finaocas, e
sobrinho do Sr. Deal,, tinha sido designade pelo
chefe do gabinete para succeder ao Sr. Kerkapolgi;
mas o Sr. Szell, conhecendo perfeitamente o mal
que devora o paiz, tinha posto por condieao da
0 commandante desU praca exerce sobre al- sua entrada no poder a faculdade de cortar no vi-
Suns chefes arabes dos arredores, que se arrogam vo, e de fazer no orcamento araputagoes radicaes.
o titulo de sult5es, uma especie de suzerania ne
.-.'lianca
de op'i-
cessaria a seguranca da escala em que fluclua a
bandeira britannlca. .
8 tempos a tempos rebentam guerras ems en-
ireestas communidades, as quaes sao muito ex-
ploradas pelos governadores turcos de Hedjaz, que
pretendem transformar em uma autoridade real, o
poler nominal qae exercem na Arabia.
B' por isso que ba pouco o irm3o do sultao de
La&ey, um dos pensiouistas da Inglaterra, se poz
em rebeiliao contra o seu soberano, e se Tez sus-
tentar por algun3 soldados turcos enviados em sen
auxilio.
0 gabinete de Londres, Intormado do perigo
cao do Sr. Izlary. Parece qne outro financeiro o
Sr W'einger se mostra mais accommodaticio, por-
qac se teria offerecido a tomar a pasta das linan-
cas.
Sera, porem, preciso vet corao os partidos se
irao pronunciar no seio da Dieta magvare o qual
sera o novo papel que o Sr. Ghyczy ahi desempe-
nhara.
0 conselho federal allemao na sua sessao de
12 de dezembro adoplou, por unanimidade, menos
quatro votos, a proposta do Sr. Lacker, relativa
a unilicajio do direilo civil.
Os quatro votos, sao evidente os de Meklemburg-
gumas para a propria proposta. Aproveiton
unicamente a occeasiao para declarar qae elU
se reservava a sua liberdade de accao relativa
mente a organisacao judiciaria, o que faz presen-
ts a resistencia da Baviera ao estabelecimento
de um tribunal supremo, unicopara toda a Alle-
manha.
Ao principio a proposta Lasker, tinha tambem
comprehendido expressamente a organisacao judi-
ciaria.
Para facilitar, porem, a adopcao do principio
o autor da proposta retirou essa parte.
0 partido nacional allemao espera natural-
mente veneer mais cedo ou mais tarde quanto ao
tribunal supremo unico.
Muitos governos allemaes iusistcra para que
os trabalhos de codificacao do direito civil sejam
emprehendidos o mais depressa possivel.
Nomear-se-ha brevemente uma commissao para
esse fim.
0 ministro da agricultura, o Sr. de Koeoigs-
marck, retira se ; o vice-presidente do conselho,
o Sr. Campbausen, anuunciou a camara esta de-
cisao. A reparticao da agricultura foi provisoria-
mente reumda a do commercio, cujo ministro e
o Sr. Achemback. Considerava-se, alem disso.
ha muito este ministerio coma uma superfetacao.
tanto mais que os dorainios e as florestas que
formam uma parte notavel do solo, sio da coni-
pelencia do ministerio das financas, e que os in-
leresses mais vitaes da agricultura sao confiados
ao ministerio do commercio.
Na camara dos deputados da Prussia vai-se
discutir uma inlerpellacao, que o governo nao
pode ver com bons olhos. Trala-sedo* bens pro
prios do el-rei do Hanover, que foram seques-
trados, cujos rendimentos, se elevam a mais
de dous miliiues e meio de francos^
Este fundo acha-se entre as maos do governo,
que nunca d'elle deu con las ; ignora-se mesmo
porque ministros 6 administrado, nera que emprego
se tem dado a essas rendas.
Diz-se que se tratou deste assumpto nas deli-
berates da commissao do orcamento.
Sera difBcil ao governo dar a este respeito ex-
plicacoes detalhadas, e limitar se-ha provavel-
mente a indicacoes geraes, ou talvez con.-iga uma
votacao, declarando que nao pode ser admiitida a
iaterpellacao.
A camara dos deputados de Berlim constituio
ja uma mesa definitiva. manteodo nos lugares os
actuaes tt'tulares.
Sabe-se que os dous deputados do Schleswig
do norte, cada vez que sao reeleitos, se recosaa
conslaniemente a prestar juramento consiitucio-
nal em forma de protesto contra a nio execucao
do art. 5' do tratado de Praga.
Desta vez sob proposta da commissao de veri-
ficagao, a camara recusou por dous votos succes-
sivos, e grande raaioria aos dous deputados o di-
reito de toraarera assenlo antes de terem preslado%
o juramento da obrigacio, e ate mesmo de to-
marem a palavra para explicarera seu comporla-
mento.
A questao do casamento civil preoccipa os es-
piritosna Prussia. Em consequencia dosequestro
dos registros, (eilo pela autoridade civil aos ec-
clesiastico* recalcitrants e de se teremsellado esses
livros, nao ha em muitas parochias meio de fazer
os registros dos casamentos, ua c obilos,
o_que esta causando graves inconvenientes, e tor-
nanao nrgenw o regtstro teito prfa mutoridxda
civil.
0 governo apresentou na se dezembro um projecto de lei sobre o casamento
civil obrigatorio.
0 ministro dos cultos acompanhou o projecto
com algumas explicacoes de que resulta que a
lei tem effectivamente por fim tirar ao clero, era
insurreicao contra a* leis do estado, funccoes im-
portantes, qae unicamente lhe tem sido c. nfiada*
no interesse do Estado, e que so pode exercer
com. o concurso do Estado.
0 projecto de lei comprehende 51 artigos. To-
davia sobre um dos pontos mais importantes, a
designacao dos agentes quo serai enca rregados da
manutencao dos registros do estado civil, e da
conclusao do casamento, o projecto nao estabelece
cousa alguma definitiva.
Diz-se unicamente no projecto, que os registros
do estado civil serao contiados a funccionarios
especiaes, chamados Officiaes do estado c;ril (Stan
desbeamtej, nomeados pelo presidente do governo
provincial, e sujeitos a serem demittidos ; e que
sao escolhidos de preferencia entre os funccio-
narios municipals.
Todos consideram esta lei corao meramente de
transiecao, pois segundo se diz, a guarda dos re-
gistros deve ligar-se intimamente ao direito civil,
a obrigacao univtrsaldo servico militar, e a es-
tatistica official do imperio; e por consequencia,
a organisacao definitiva do estado civil e uma
questao federal e que deve ser regulada mais
tarde ou mais cedo pelo conselho federal, e pelo
parlaraento allemao.
Diz-se que o imperador nao queria dar a sua
assignatura ao projecto de lei, e que so se resol-
veu a da-la em seguida a demissao que os Sr*.
Camphausen e Falk pediram, e a um bilhete en-
viado de Varzin pelo principe de Bismark. em que
este declarava, qne neste assumpto se nio sepa-
raria dos seus collegas.
Falleceu a rainha viuva da Prussia, Iazabel
Luiza. Tinha nascido em 13 de novembro de 1801.
era filha de Maximiliano I, rei da Baviera, e ca-
sara por procuracao era Munich a t6 de novem-
bro de 1823, com o rei da Prussia Frederico Gui-
lherme IV, qae fallecea em 2 de Janeiro de 1861.
Era o irmao mais velho do imperador da Al-
lemanha.
A proposta do Sr. Reichesperger dingida
contra o procedimento do governo em relacao ac
clero calholico, foi r -jeitada por 288 votos contra
95.
0 ministro dos cultos fez sobresahir a resisten-
cia activa e passiva que os bispos oppoem as leis
do paiz; defendea contra a arguicao de perseguir
a igreja, arguicao qne qualifica de inexactidao vo-
luntaria, on involuutaria D.sse que fazer a paz nas
circumstancias actuaes seria entregar a soberania-
do estado, e accrescenton que o governo persistiri*
nos principios que tinha adopt ado.
Una segunda proposta do partido catholic-*
pedinJo que a camara .insistisse para coin o go-
verno em favor de nma indemnisacao pecuniariav
para os deputados ao parlamento allemao, tambem
estava dada para ordem do dia.
Era um dos votos do partido liberal que ja se
tem inanifestado mais de uma vez, Unto nas as-
sembleas legislatives do reino como nas dos esta-
dos allemaes, mas de que os clericaes se apode-
raram para fazer uma deraonstracao contra o go-
verno imperial.
0 partido liberal que sempre se pronunciou con-
tra a gratuitidade di raandato de deputado a
parlamento federal, repellio o apoio que os ck-ri
caes lhe queriam prestar.
0 Sr. Lasker propoz uma ordem do dia ui"ti
Simeacava o sen protegido, reclamau em[Schwerni, que segundo a constituicao possue, dous
astantinopla contra uma intervene^ offeasival votos, ede Uecklemburg-Shslilz, e de Reuss, linha
dos seus -interesses. /raais volha ; ao todo quatro.
0 governo turco, dando raato a cstas observa-' Coaflrma-se quo a Baviera nao fez reservas al-
vada, declarando a proposta iuopporluua, porque
constitue uma iuvasau sobre os direito* d_ parla-
mento, que e o unico competente para julgar a.
questao. '.
A ordem do dia foi adoptada por 219 votos cou-
tra 169. ... m
- A dieu mecklemburgueia esta discuundo
um projecto de reforma constitucioual aprcsen-
Udo pelo gran-duque e que segundo a expresno
deste soberano, deve servir ao paiz, como um*
casaca talhada por medida. Mas parece que
Dieta uio quer eavergar a casaca que oeta ja fora


hbUD


t
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\\*\ mj $nii/Ji lu o <
rfytfp de Pefttabueo ferv-a feira 6 de Janeiro de 1874.
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da raoda, pois urn membro da coi
regada do fcxame deste prcjecto
dcclarou |ua>c?Qaia pessistia em querer.
con-tituicao fleore^eftativa,.
No dia seguiate fce.-ta doclaracio o gran duqiie
desviou urn rarajMainfbrYnando a Dieta .pie nes-
sa* circumstilciSvJra instil eontmmr a discus-
sio, e que o governo relirava o projecto, salviS o
atlr taj qual.
uaji-sa de nova a
imp eleic5os, (jr.c
di|^Hrtle um 00 ,'ious
luerdaS re.unidas. O Sr
Itivo, os Sr\ Salmeron, n Emilio Ca?'
immissao encar-(in.
qm mw se do a pwsidMcia .1 ^^^.$25$?,
hr pelo prazo de'cinl-o a .:?. ^'It"?**
lades
Uoup
easo do novamente o
0 folkething din
S de dezembro, d
apcnas conseguir
votos a maioria
polo prazo
a'iiipris;iiilas
.-"Vjs, o. cora faai dados
r fi tioyo minjsterio daup.
SSSSS1?^* >***" ;
-'r.'rfSnda Gonzalez, aq:i.!llo' ho
^/eraacio, osto ao do i
,^- '^rvaial a pasta da fazen
;"rt-o. que laJo ,>6de Hear dosfeito cc
;.ia reuniao daseVtes. Seii sincei-a tl reeancl- blicas,
tia.aoT on sera driia artimanha habflmen;-- pre
paradapaiA evitar por agora m.iiores e mai pro
j' certo,
a pr. m
Frahfa fiaa io isubstituT, vi.-ti quo rr. eritoada
WAlA*K|r4ftS|municipae5 earcciiii de um cor*
niauJu g^al^.jlo inn general ds divisao.^O
Parece terem se compiicado as cousas, quau:o
as coucess<5es de dorkas e ontros mellioramentos
Kxabb fui rvt'L'itc para a pjcsiJi-n^ia por 51
votes.
Como a- ferias do Natal estao proxi aias, nao e
espera debate algum toportaateaaiesJestoepcolia
e lalvez mesmo jBslas tteguaa" se prgt'iiguoni ale a
abertura da assemblea, e a maioria sedeeMe,como
S3 pensa, a nao rcjoitar pela {segunda vcz o orca-
mento.
Depots da visita do ;>rineipe imperial da Al-
lemanha a eorta dlnaniarqueza, correu o boato de
qns o governo attciirtn esma ttUpustn a retrace
der a Uinamarea a ptrtc septtntrional do Schles-
wig em troca das Antilhas dinamaqw,za.'>.
xmws pcrigosT
E' cerio fluo
um Hespauha o papal
DaJCopentiague, poreu), assovora-sa que taes as-
:rcoes nao Win fnnJaraer:to algtim.
sercocs'
WSSIA.
A familia imperial -j i Russia, depois do uma
ionga aosencia, acbM se do novo reunidva em S.
fetcrsliargo para a fosta inaugural do motumento
crijjido a meiuoria da grania imperainz Catlu
riiM 11.
E'ta festa, C'4ebrada a 6 do dezembro, foi de
ama solemnidade imponuute; foi, oirao do eoslti-
me, stiguida *e uma ratista inttltnr, ent qae fi^u-
raram 41 bAaihoes, 36 esquadr<6^, e 120 pepaz do
artilliana.
Ksp^risi *e a fosta* *tua de*e:n reaiisar-se em
S. I'cter-burga por natasifo do ensament-t do piin-
cijie Alfredo da Gran-BreTGuha, coin a filha do
tairreradop.
Nao se conlirina que a rsinha Victoria tencione
a;sisnr a esta festa do familia ; nao anmincia-se
a fmraaca do principe e princeza dt Galles, *
principo imp;rial da Ailcraaalia e da princoca
Virluria.
AnnuD.-.ia se a prowma -vfeita *) imper^lnr
Francisco Jose a S. Petersburgo tm dia 7 *s ja-
fleiro. eoinci findo cos as solemitMades do easa-
ruenio da liin* do irofierador Alexandre, a irran-t
duquoza Maria, cots o principe Alfredo da "Sran-
Di atxtei.
Ksia ciruu.intani'ia, dando a prcsen;a d-j impe-
ra.lnr d'An>tria um certo caracter de inawidatie,
e.tatara a sua^HmilicacJo polilica.
- A gazeta rM<:ial de S. PMerstafgo pUWfca
iinalinertte oTc^to d) traia lii do paz c*.elui lo eu-
ire a Russia e o Khauato de Khiva.
Este documcoto e acoiiipanbado deiamaojrsosi-
Ha dos intHiws, que produziram ?. expoei:*; c
Uel'Timnaram us condicOts da paz.
A fjthn ftfotftl osfon-a .e por donnnsirsr que a
Russia ni\ > i isogue na Asia ceral outra poli-
tica (|mc nao sej- a ArsTK DiticMnlh aostriann foi aftado ^r um de
cret i BttpWal alo o da 21 da j*aeiro.
E-i;-stTiasser.Vi *?rove;tadsp9!s;Rie.tas pro-
vic:a para prbiegtftr os sets Iratttfhos ordioa-
ri's Am ;n!errupca.
A troca de iwtusque teza lidohtrar entre a
AVo%MgrM e a 1'orta AMnana:rHi,iiivainenIe
a-.is mgodos da Bosnia |iarece rer ;io paehalik
lurjo-r..iii-eqnoiirizs pernicj'-sas.
k"'t.>. lue.-uio dip!oflaMea e os MeMtecimautas
qae-rf tuihain pmvocado, liseram nasccr, em lugir
de uir.a iranqucM miis alU-^v.via Mftarf* enire -ohristaos a tnrcis uma
desOKsfianca e uma atwrn-jsulade reciprocas. de
la! niodo que > receum perterbst^oes imeri^rM
Mi agira os depuudis do pariido tcheque na
Butietuia e Moravia, procuratHlo fazsr se eleger, li-
ntma protescado contra a cousfeu-icao crntralista
da Osteilhasia reevsaada>lonirf asscnto na rei-
ca 1'epois dasjillimiw '(Hotooes frz se uma scisao
n.ts lili'iras de;lo partid) : os ultras continuaado
boar grevo ; os n iv., ijue -sfio animados dc
ideas mais iiberaes, dsi;idipa:ii>sc. aiomar parto nos
trabalhos legislaiiros in hatwmfcNa de Vieaua.
Os depuUdos altscnti^tas f..ra:H d.-clar. dos des-
i.iiidos do sou nanduti, -porvoto da camara ; e
v;:o S'! fazer noras ari<;<5es.
A .-.imara dos dopitSadtM ir.a:o adoptou lepois de curia lAhcasSM as cmen-
das que a caraara ds-senhorss tiniia ituroduzido
ca loi sobre o eo>j:res'.iino destiutdo a occorrer a
crise fioanceira.
A crise uKiiist-'-ial ou ar-fes parlameotar to-
eoa a sea terW : n preseu.^ das didieuldades
ca sua luissao, doi>s ierabrs4o gabinek-, o tm-
bMto 4 is fiqaaeas -e < das obrao publicas haviam
c'ad i a sna dea|i6so.
O chui'e'd.. gabittste, deftois de ter expednea
i^ilij nwlnntmi -*...* a ,-,.....-.. ,ia utn nuvo 111!-
nisiro da imem&a, fn,eao iaiperador a oe-
t ssao em massa dc !oios oa Oi:uperad<*r<-i>cas3U aceiinr a demissaa de gun
muisiiT!.. safM'do d;'. uiaioria a [Mssuiudo aiada a
aa Ci'iilian^a.
lufoliziiiet.:-; o.-f. iaioi:ia esta rnuito dividida.;
em pprigo cumihuik.: a amcaca de ver sabir daala
siiua^o cj.iii:-a iin; ::iiiiistorij do coalisao da ex-
f. -.:x csqusr-la c hi: a oxlrama direila, Tez sahir
a mawria d.' mju t>.. ,r, 0 cjEcracar-.se.
AJicw 6isliUtc!*ial dada polo soberaao, fi
acrtluda fuix o gpito ,]ti vic;i 0 rei /
ll-jsolveu-s* .funoar ao seio menM da rnaioiia.
wrtili^gda pej eealra esquerdn, um gabinete de
ia!i-;to libcuil, cuj) -ehofe sera o Sr. Izlorv eu
iaivez inesuw o 8r.t:yczy.
F.dava ao parfiloaciojnl ma programaiaa-
;w, uralico e Sr. Glnc
ellajr esta desenjponhand*
, Mic-Malioa em Franca
u de prorogar i> Mlt quo.
Lomeea se a fallar n'uma rcuaiao da maio ia,
^ueseTealisaraamee'da abertra das cjrtes e na
qank aprescntara o mini>terio o programma aa
pohuca que pnjtendo >eguir, Hxando-se a forma
perrjuo deve Hear urgaoiriade o gpferoo.
i 0 ihe-suuro fjz uma operacao de cudito de
-Jo inilbues de reales, com o banco de, Hespauha.
Nao d CTrto, 'Mma'se torn espalTiado, que o minis-
tro das finam;as, trata ja da recompi>sicao da divi
da. E' pn-vayel quo este imporiante assampto
seja tntfudo sumeste -depois de claboraJgs os res-
pectivos orcameoWs.
Tem-se fallado ua supilitui^ao da manifiipali
Jade do Madrid. Wa propostas pira que aquella
corporaciio seceaipufiba de pessoas.respeitaveis,
esaolhidas entre proprietarios, commerciantes i
mdusiriaes decad.i district jjw nftoieiihain ligu-
rado nunca, ctivameiie mis ttHas-iM(itieas.
Teem havido ajguioas trocas entre os arcctis-
pos c biipoe de algumas dweese*.
iv.riio fa para a hahia de (load o eclebre Vir-
giiu**, qac Unlo tern da-do que fallar a Guropa.
K' certo que era navio criminoso ; mas porijue nao
forain tvgulaies as funiulid.-ides do aprisiouainen-
ta, a He^panlia teade a teyar d Havana, para hu-
mildcBiento fazer a eutroga delle aos anericano*.
A toaodeira serv.o Ihe de basiante. A Hojpaaha
tern Becessidadj, por causa daquelle dislinetivo,
-de acuinpaBiiar no seu li'iumpho o uavio quo fOra
aUeatar contra a sua integridade. 'Os cubaoos oao
oft'ereceram resistencia alguma, como se esperava.
Tireram o jaizo prudi'acial precis* para com-
prelien lerem qua a nietropolo leria d- pagar par
^allo preco qualquet re.-wtencia offerecida. quo se-
ria pairioiica se t,ausa da patna oao ficasso cem
el/ainiiito mais Mmpr< < 0 governo h>>s;)inJiol envicu inrtruceoes a
Colo, rcpesentaatc d> Hespanha, em Washington,
para rcciauiar a respeilo de expedicoes contr-u Cu-
ba, que se prpparain nos Estados-Unidos.
Um conselho militar camposto dos gesneraes
Joze Concha, CaLalero de Itud-i-, UalsaV.eda e
Portilla, foi encarregado do e.xamiuar o project>
de um plaao de campan a apreseuUdo pi^obriga
deiro Lopez Bonato, atiin de lerminar al:nsBrrei-
<;ao em uba.
i Pareco flue o congrisso dos E-taCos-Unidos
declaiouqueu Viiymiuf, nao tiniia o direito do
arvorar a re^peciiva bandeira. Dizem quo o con-
selb.j de ntiaistros em tal decisao reclamou a resti-
tun;ao do bareo e trJpuia^.0 ; tendo o minisiro dos
t-sirangeir-os enviado uma nota neste sentido, ao
ininistm r.mericano em Madrid.
Contmfta o bombardcamento de Cartagena,
que c di-rigido principjilmeale contra as nuiralhas
o fortes. 0 goveroo dispoz no ultimo consellio,
que sccstreite o ctrco da prai;a, para qne estt'ja
em seu pnder no mais breve prazo possiwl.
Aszropas dos'sitianios avancaram para a pra
5-a com grande forca. Deram cma forte descarga
de aililliaria que proJuzio hastante d.iuao nos
pnncipaes pootos. A esquadra fez fogo centra o
forte de S. Julia a.
ila grande confianea na en. rgia e taleutis mi-
iilapcs do general Lopez Domingucz e na sua ex-
pel iencia, esptcialmente per ter este oin\-ial as-'
sistido ao cerco de Sevastopol. A!tribuem-se Ibe
as segui:it-'s pnlavras, pronunciad.is no conselho
de generacs rennidos para the darem conta do e>-
tado das opotajoes, pur occa*iao de tomar po.->?r
do comnaodo Agovn c que o cere cai cwifcor.
i Este genera) dirigjo .duas proclamaroes, twia
xo exi-rclto e outra aos pruprjos sitiados ; a tstes
sliiiqos aeosi.-elita lhcs qua dep->nham a^ arruas, e
abandmiem os que, com as sttas ideas dissoJ*ca-
les, teem levado o luto, as ruinas e a 'desolacao
squeila ci.lade, de si, ante-, tan imporiante.
* 0 giiverno corapreu dous vapnres peqnenos
para a esquidra bloqueiadora. Algumas das no-
v:-s baterias estfw colkicadas a menos de 200 roe
tros tios pontos que devem bater. Diz-se qne so
os presidianos e 03 soldados da Iberia meitram
empenhj em prolongar a defcza. Todos os mais
estao desanimalos. A junta impoe pena rte morte
a qnom fallar de render-se.
ACnal e^ti aberta a b.ateria do brecha. Esta no
baloarte do bairro de auto Antonio a 200 metres
da pane de Madrid.
Houve umagrande oxplosao no interior da
J I.T;;c,1. Todi* n rax-in*.* ofili pnra car ohuMfdiwAf.
-tedas as sortidas dos insnreentes teem si do
repelHdas, ficando muit'-.s prisionein.s
- 0 ministro da guerra telegraph'iu ao general
em ctiefe, felicitande-o em nome d i govemo pela
sua a.tjvidade, dedicacao e energia, e participan-
do-llie quo no dia z" chegaram alii os refureos
necessanos para a conelus.ao das operaoget.
,fws quarenta uomens armados tentaram uma
revolta em Barcelona ao giito de cira arspublica
federal soi-ial. a tropa intervei) e dispersou os
amotinadores, sent combate. A tras juillidade foi
logo restabelecida.
< Nada se sabe ao-cerlo das circumstancias qu<
aeompanharam a victoria de Mordunes, nos arre
dores de Tolosa, contra os carlistas. Parece que
a deu-.ora tem si Jo dcvida a incerteza das Unpas
telegraphieas, que tem soffiido rnuito com os pre-
sentest^mporaes.
Em Riva de Ssfia (Sautander) untrou
se 6 vcnladc que tem sido a sttft alia J HpJidos na- illuminacao
ao soberano,
proteccao qtio U tem sustcaudo a frente K policia I Lisbon.
Im^'WrjSlfca e t'.irto. Falia-se u<\. general
,^a p.onto de se dizer
minisiro das olins pu
note para deseompH-
a mesmn quern afflrme
jreatante e rum as me-
s, ie i tteu r m prouiessas
ajjis. Benma part? instam pela
moJe-^-ao oe r.presentaiites da easa
n.sse, que em tempo obtivera tun
sofio, e Que (Itera um importante
oouiralo e>te qua as edrtes
Debrousse, porem, Julga am
gen j.
A.:f.terrninawl qnesfao do reaulatncnto do
;-.'-tc-Jo passagem do canal de Suez,
;-'c--;'^i internaeiocal esta encairegada de"re-
iiaa transaccao
o Todas as alturas r.a; immedjafaes de .Tolosa
estao oceopadas f-jriemi-nie pelos carlistas, en:on
;. Jv-r. parece perto de ehegar
tntre i.s paries dJverg>2Rtc.
lass sera unifsrrre pan todo's oe navies se-
tuato a-sua tonelage.u ; os navios carregidos'ua-
gato. tan .taxa addicionai de tres fratwos, como
- ^I!C?0 .Prevista em raeao do fuluro desen- j
votriraenfo do transilo pelo caaal.
Gracas a este accorda todos os internes serao
s-a.v.i guards i os.
-MUXCIPADC- DAX'JBLVNOS.
A camara de Belgrade, na sua mensa^m era
esposta ao discurso da coroa, alem da mam/esta-
<;m tie que demos conta nas itet-nores nevista*.
-iliji-a do prjacjpe a autoaomta tfas comtoarias a
mtroduccao de certas rerruaa ad;ninist?ativas; o
'."$!?i-htof'\r pieta liberdade de imprensa.
,,"~ ty&*J.%*. Proressa reaes que se noiam
cos esiados do ba ulvimea.to politic.), como material, ainda ha a!-
tVoTleC0Ui* "-times asitninistrativos d-ou-
JW' ao descobrimento de malbaratacoes,
Lf a ez ex,t.ran' a muJan,;a jninis'eriai que
caba de se realisar.
Trata m e-pecialmente de fraudes e de desWM
fommetttdis na adrainislraeao militar. 0 lamMro
' a guerra inferpellado a st- respeito pela assem-'
mf'?,JTlatlva Je Kragujevacz,'avaliou em um
mimao de piastre a perda para o estado.
Orelatono deeommissSo de inquerito foi sub-
v pel m,n,s*po' a aprecia^ao do skupt-hina
a lloumania a admim-traeao municipal de Bu-
charest pareca ter dado lugar a A camara aomeou uma commissao enearreeada
<:e exammar a questaa e as contas desta admini--1
tracao.
i ---- ----_.,..... ,,^._11,^ p:iU! WiliSl-; eu.uu-
t anuo-3eTon/as consideravei i deste partido em to-
das as povoaeocs proximas.
Em toda'a Biscava estao ignalmeate os car-
t ltstas espattiados, em nticiero de 8:000 nomens
0 bafldo do eura Flix foi batido e disperso
|>e!a coiumna Delautr/>, proximo de Penalva (Ara-
-. Fugio da prisi mitiUr de Madrid o coimnan-
oante Gftttftllla, que eslava Joudemnada
por tomar pane na {usucreicjo cantonal,
responder a segundo coaseSbo de guerra.
*J9 barjfld de Tristiny ela em ccmpleu so-
ui;a<). r
V Falla se n'uma seguaaa victoria de Morioaes
na n
que o
ear a slu
que esta e,
lhore3 inti
menos c sid<
mencionada e
france^a DeBr'
contrncto pr v
deposilo ppem.iario,
reprovaram toJavia
da Ur direii's para :iT o nreferjdo, 6u me3tno
seria posM'yel (|ue a indote condeseendeme e ipi-
pensada beaevolMiiia do minisiro das obras aubli-
cas Ihe flzesso nutr.r essas esperanc^s; por outra
Earte, ha propostas patroeinaaas por um esUdMa,
cje fora do poder, mas 'ijsjas ligacoes iotimas
com o presidenWxtocoOJelho^e nwustros T on-
tros meuiui'us do gabinete, sem fallar aa sua pre-
p in lerancia paTlamenfar, Ihe dia verdadeirh im-
portaneja pessoal. Hefiro me ao Sr. coudo deCasal
Hibeiro, par do rcino. Dizem-me que nao oistan-
te as cornpiieaQdes comqae se lata parajue o.
gabinete se apresente as cortes sem alteracao, se-
rein quasi in o Sr. CarSoso Ave'tno permane^a no pitdf r.
\'ai ter fupdado em Lisboa" um banco./ie po
queuas .acgSes e.modiqo juro, afim Je ser^r do
auxilio aos indivldu.is das classes operaria*. Sao
cooporadoroa os iudividuos das jucsmas Na primeira reuniao, foram represeatadas a se-
guiatcs cooiierativas : Industria social dos serra
Ihciros, iudu.-tiia progressiva de niassas, soe'eda-
de.do colchoairos, suoiedade de consujno Ecotjini-
co Social, socicdad&dfl coosumo Alliaoca Poflilar,
sociedade de consumo Primoiro de Dezemiro e
mais algumas asiocu^oes de trabalho. Fui IJo o
projecto d is e-tatuio.s, cujas principaes .lisposijoes
Sin : accoes d^ 2*0<), emisfces do oiOOO, capital
25.000^)01), presla?ocs de'o 0|0 das arcoes. 0
fundo sera eniprogado em enipreMimos as coope-
rajiyas oxistentes, a fprmacaj de uutras novas, aos
p;queiios estaliek-cimentos deiudus tria, aos pro-
prios acciopistas, e a emprestiinos scbre penliores
e a ac chioas e a outras operacoes baicaiias.
A Sra. Cussacoy Garcia, ispeciabsti em en-
fermidades caaeero-as, e estajejecida om Lisboa,
dediceu a S. M. aVain'ba, uua memoria sobre a
descoberta, quo d ter feiio. bcuralivo do chole-
ra mnrbus. .
t Vao scr medili :adasas df.posi';Cies pelasqtues
se regula owy*.x} dos quaroilenarioi, em harrao-
nia com o parecer da eowjlissao enearregada da
ret'orma de tal serviyo e con a opiaiao da grande
junta de sau-le, reunidas hajalguni tempo quando
iiiittvc em Lisboa serins reeios de que o eholera-
morbus a poderia inyadir. pa reuniao desla oom-
missao J4 ftillei n'uma das iinhas anteriores.
< 0.director do banco lyizilano, em Lisboa, o
Sr. Macieira, foi agraciadojcni a titplo da viscon
da de Macieira, em aUenctfi aos servigos pre-o.ados
ao piiiz ua cono(idgc.M d^divida fluctuante.
P*ra a abertaija tj.as fJrtes, qae so dewe rea
lisar no dia 2 do proximo Janeiro, o governs tem ja
preparado um grande nu|ie,ro de propostas linan-
ceiras e de aduiinistracaoiiue deve concorrer para
a pros peri dade do paiz.
Parece que o govern, francez dirigio ao de
Portugal um pedido, quetem'nor fim obler !scla-
rtcimentos sobre o estidodasuaagrieuitura; sea-
Co o pedido a^inpanliadtdeum .|iies'.ioiMrio, que
foi discutido pelo respocti^congresso. Befere-se
aos seguiiites pontos : As siperiicies cultiva.ias e
nao cultivadas ; os prodncte das diversas cufturas
referidns as superacics 'qiaellM occupamj'ani-
maes de lavoura, qne smao mesmo t.-inpu pro
ductos e inslrumeatos de tabalho ; systemas de
.exploragap, processos .Ie :ultura e alfaias agri-
colas.
c A commissao nomeada lara estudar no Dou-
co, a nova molestia das vinas, concluio o sou re-
lalono pur declarar oue iWjlloxcm onstalrix,
provavelmente jjreexisteute \o Douro, c.m mil ha-
res de seres da fauna portugjeza, se de^envolveu
em consc jueneia dan condifSis excepdoaads em i
one se oncontram as vinhas diquella regiao! Des-
de o didium ijce as vinhas d.i Douro aprespntani
enfraquecimeato nayegeUcao]) menor produced
aggravando-se e-=le enfraquemeno desde 1862.
A pUyllocera tornou-se por i*o cau>a da morte
mais rapida d;w ce->as ja doente\ e cau-a de doeu-
cas para as quo ainda nao esta^im nr ixima das
outras.; \
Foi nnmea.ia nma comiois.-ao compost! dos
Srs. conselheiros Palmeiro Pinto, JoSo B^tkta
Schiappa de Azevedo, J-e Vcnancio da Cos'.a.'jiift-
p.t lori rfn Anaei'fa. T?uno Antonio Porto ellar-
los l-rannseo Joao Hatebues, para que, tend! em
vista a legtslacao quo rege no estraBgeiro, com
respeile a ar jueacao d- navios e examma
disposicSes quo vigoram em Portueal, apr
um piano de medicao que satisfaca as ncce
des a que-c indispensaTel occorrer.
Parece que vai em hreve ser presente 4
nistro da marinha, o Sr. Gorvo.um piano de
ma do service judicial nas provincias ultrs
nas, segendo o qual sera modiGeado o q\z.
tmje em uso.
AOrma-se que a emigrajao chineza d
lies pelo.pnrio da Macoeu vai ce3r por ex*es<'
ordem do ministro da marinha, devendo adjitar-
se atal respeito as providencias tomadas ner"o-
verno inglez em- Hongkong. f
Teve ultiinamente outra reuniao no gaa'nete
do ministro das obras publicas, a commit* cn-
jarregada de preparar a exposicao de vinhft e-
numos portuguezes em Loadres. A idea d*oV
do
coo-
do oLjiajvaiQCJo .le
Mcr examina los os projectd* d.i 2." e -I..'
snro s d-' caiiiinho de fvrro do UourI entrp Pe.-
uaflel eo Pin ao.
Hn rV-sjiectivo minislerio, em conferencla de
ftfjeuheiros portuguezes, ja se tem tratado d;n
qnestio importante da concessao das docs o ou-
tras obras projeetad is, na margem direiti du la-
jo, concessao quo e : pierida por tres. dilfirentes
emprez.s Parece qua nma dellas eonomoda
discordia.
fui ultima Ja a venda dos terrenos da antiga
retotriga, em Setubal. 0 seu praprielario, o Sr.
mnrj*lo GdM-al, etTectuou, a tran-acgao p ir 35
contus de reis em dinheiro, e 2 0,0 dos luoros,
d'e-de o eomeco Ja txplorafao.- A venda fei-se
a um subdito francez, Mr. Dlin. 0 lugar chama-
se Troyaa feni-se nelle eneontrauo preeiosas
antiguid.des soterradas, apezar das excavates
ter.-in sido fuilas muilo ;i superlicie.
Ha dias esparauu-se em F.isbiia a noticia da
que em Goa (India pwtogaeza) se Mob a dado uma
granle desorlem entre a marinhagem da eorve-
ta Infante I). Joao e as praca- do curpo expodi-
cionario. Effecttvaujento o conflieto foi grave, e
poderia ter mais seria< consequencias se nao fos
se a energia de alguas oJB.-iaes que se oppuzeram
a que a guarni'.-ao desembarcasse armada. Ainda
a-.-.m iicaram uinco raarinbeiros feridos e dous
soldados. A corvdta sahio dias depois para Bom-
bairn a fazer reparaooes, afuu do seguir para Lis-
boa.
Um criado chino do guvernauor de Macau rou-
bou a seu patrao tins obje.-tos de prata, arrom -
band.i para Uso uma caixa. 0 crimiposo depois
de fugir, foi preso.
0 govern.) de Macau fretou para ir a Timor a
barca Santa Sanclia, do visconde de Cereal. Este
navio levou material para a construccao do novo
hospital de Timor; 2o:tK)0 palacas para pagainen
to dos empr.'gados, 32 degradados e 27 praoas do
bataUiao de linb i.
t Eis a portaria, que, co.iio dtisse na miqlia ul-
tima correspondence, efeigia o comportamenpj do
Sr. viscon le de S. Januari o, pelo modo como se
iMuve na< reclamagoes dirigidas ao vice rei de
Cantao:
Tendo sido prcsonle a sua magc-lado el rei o
oflJciu do viscon.le de S. Januario, governador da
proviucia de Macau e Timor, com data de 13 de
oatnbrtt ultir.-.o, .>!> n. 181, dando conta da rocla-
macao que dirigira ao vice rei de Cantao, e da
-plena safe'fa.;ao que d'elle obtivera, acerca da
inaudita violencia com que um navio do cruzeiru
das alfandegas de Cantao arrebalara duranto a
nnite uma onibarcacao canegada de opio que S"
a.-hava funleada. juat-i li Praia Grando de Macau ;
manda pela secretaria d'esta.lo dos neg.icios da
marinlia-e ultramar, declarar ao tnesmo governa-
der que vio com summa satisfaeao a maaecra dig-
na e Urine por que so houve em semellr.nte oc-
currencia, defendendo a iuviolabilidade do terri
torio portuguex cootra a oftensa qae Ihe fora :oi-
ta, e alcan.audo d'ella o mais pleno desaggravo,
com;iraze.ndj se sua magestade de igualmeni'J Ihe
signifjear por esta occasiio o louvor que m&tett
pelo acerto enru.lente energia com que seinpre
tem sabido ad ogar e mauler, Bas relacoes com u
governo cliinez, osjustos interesses naeionics.
Pa?;, em 13 de dezeuiaro -de 1873. -Joao de An-
drade Corvo.
0 Sr vjsconde de S. Januario sahio ao dia
23 deoutubro Undo para Uong-Kong ; atiin de
erabarcar no paquete, e seguir p,ua o Japao, on-
do o leva o desempenho Oe m^sao diploiuatica.
Ficou fazeado as suas v.-.zes ao governo do Ma-
cau o rospectivo secretario geral.
Foi coni:edida a exoneiacao do actual supe-
rintendent da emigracaj ciuueza H-irineuegildo
I'eroira Rudrigues.
Em Lisboa, antes-de hantem reunio-.;c a com-
missao d". defeza presidiJa pelo Sr. marquez de Sti
da Baaaeira, estando preseutes a Ires scenes que
a compSem. Becidio-so propor ao governo que
mande proceder a experieiieia aoerca da accao
dos torpedus submariiios e dos tjrpedos de duas
agua, estudo em que de-'e considcrr-se o rai-
da actividado explosiva, a profiindidade da sub
mersao, o volume e peso da c.irga, etc.
rario Gaspar Pereira la Silva. Tinba 77 annos.
Chegou a Ljsb >a o vapor transpurte India {do
estado).
e Em Loanda, cujasnoticiasalcaacamalO de no-
vembra, contiuu.-.va aberta a subseripeao para o
moniimcnto aos'restaurad.ires de OV).
a Notava-se grande aai.na .ao aa commercio do
cafe. A exportaCjao deste genera Jem tornado pro-
porf5es_inesperadiis.
Estao em Lisboa dous representantes da era-
preza nrganisada em Inglaterra para assentar urn
caminho de ferro desde a bahia de Lour.-noo Mar-
ques (possesajp uossa) a nova republica de Trans
waul. J Ivm oonoc.-.-5c3 au^Iu^bs de UUU.is pu-
tencias, por cujo lerritorio devo passar a estrada
de lerro. Se acliarem diulculdades no governo
portuguez, o quo nao e do esperar todavia e de
crer qne o pont > d oartiJa seja do Natal.
Ja nao e passive! abiir a circnla.i;ao no pro-
ximo futudo mez de Janeiro, conn o goveruo de-
sejava a se:^ao do caminho de ferro do Porto a
Braga.
Eis os ultimo* telegramraas aqai recebidos :
Paris 20.-A assemblea approvou a eloi.ao do
general Saussinr. D. sabel do Bourbon visitou
Mac Mahon. Corre o boato na Bolsa de que mor-
rera o imperador Gnilherme.
Londres 22. 0 precurador geral araoricano
dcclarou ofucialm.'nle qua, tendo a (lespanlia pro-
vado que o Virginias nai linha nenhum direito
de arvorar pavilhao americano, o governo da Ame-
rica aceita segundo o protocollo, as conse luencias
da situacio illegal do Virginias.
Madrid, 23. EfTectua-se regularmente a
apresentaeao dos recrutas da reserva. 0 vestua-
rio e armamento fazem-se actiyamento. A nova
municipaldade de Madrid composta do i6 republica-
nos e 6 ra.licaes, tomara posse amanha 0 Impar-
tial assegura qu- o governo deu ainplas faculda-
des ao ministro do interior e' governador de Ma-
drid para assegurar a posse da
i'.,
Hiii".r, e
Sr. -A
-Ha Berro Carril d
11 de dezenibr.j de 18/
huco.^
in. e'Exm.
I
eeq-ian-
a niorle
tendo da
sobre os carlistas.
Foi batida uma outra ptrlida carlista em Vil-
!asca,>x, provincia de Biirgos,;perdcndo a martos e
16 priaoneiros.
0 cura Santa Cruz eotrou dc novo em Franca.
Par um telegrarnraa macdado a 20, de Lm-
dres cousta que o vapor Santiago desembarcou a
expediftao flibnsteira em Cuba. Os rasurgentes
ram 200 *?r,r'''";n,,e,'am m bepanhoes e mata-
.POHTIIGAI..
Nomo corK'pondeute de Listwft escreve o se-
gmnte: -
Coniinua o estado de inalteravel tranquiHk'a-
de do paiz; eoatinda a sdeca e o frio, do qu ja
muitissimo laatimosos aadam os lavradoros, p,ii< a
Jalta de clings regolares Ihes da Juafos recei>:
Novrd;des de grande tomo n.lo ha.
JeDcia on confllao
nos commerciaes, is'.o .:, comprados aos n
tes Essa exppsigao separada da primeira mas
com intlma relate do grande conveniencia por-
que habi!ita_ qs concurrcn'.es a exposicao, a azer
a comparaeao entre 6 viabo genuine sahidi das
adegis do iavrador, pom p preparado pelos lego-
cM.ites, esculhehdo depcis o que mais conta fia r
Parece qne o governo portagae* tem idu'de
a marinha de guerra. Neste se tid'
estao feitas propostas aeompanhadas de int res
sanies-rplatonos, as quaes devem ser present s ^s
curies na proxima sessao. Trata se de duasbr-
vetas e qur.tro eanhoneiras. Afffoa por mj
tos a somraa orcada para a compraou fabrico
te? navios.
a 0 chapto cardinaii:io para o Rvdm. paljiar
:lfa de Lisboa. ]a,dx&f.\h/*ntranv,a^*,LX'
on
es-
posse da nova municipali-
dade. A Correspondennia desmente quo Figueras
peJisse ao governo a doiaissao do capiiao gene-
ral de Madrid. A Polilica annuacia que Figueras
esta docnte e de cama. Corre o boato de discus
soes entre Castellar e Salmeron, presidente das
cortes, acerca da nomeacao dos prclados. A bri-
gada Wcyler alcaugou o bando carlista Santes, e
desalojou-a dos pontos de Ricou, provincia de Va-
lencia, caasando Ihe grandes perdas. Contintia a
persegui-la. Espara-se outro combate. As perdas
do cxercito sao pouco importantes.
cfla de Lisboa, ha'de ser"-I!wrentregaepessoalLn-
teporumguarda-nobre do Vatlcano, o qoaJH-ira
a Lisboi ejrpressatriqnt'e para e*Sa "
;io teve lugar'no consifiori.i, eli
/*ni"rcnlo
qua
f!m. A uqjiea-
.. lebrado a 2f do
correnle. T
No bispado do Por:o vai proce4er-se j Java
ergahisacao de urn regulameoto pa'ra bs cedite-
nos puhlicos. '"
Celebroa-se a U do corrente. a solemnidade
da inaiismrafao do lanco da linha de ferro do l
e aueste, entre a Venda do Da que e a villa de Et-
tffcmnz. Umpareeeram muitos convidados e a *-'
nha foi perrorrida em poueo tempo por uma b*-
.\oticias .
Per via de Lisboa recehemos as seguintes :
ESTADOS I Mil i-.
Um telegramma de Havana diz que o Virginias
comboiado pelo fiiid a Catholica sihio podia
12 de dezembro do porlo de Havana, dirigihdo se
para a Bahia Honda onda deve ser enlrecue aes
amencanos.
Parece pois que a pendencia eutro Hespanha e
America tera uma solucao favoravel.
MEXICO.
Jovellar dirigio uma prodamacSo dando con-
ta da ordem vinda de Madrid para ser entrcue
o Viginius a America e pedindo prudeacia, soceVo
e obediencia a populacao.
ima maehiiu noe pucrrava uaan seis earritaeecs
de 1.- classe. As salas do Casino, em Extremal
fsiaram elegantemtntd ado*n"aaas a *r<.n,r^,
adornadas e firenaradia
das para mif splend do iancA,' oflerecido L KL*a\
convjdadis para aguella fesla. Estavam dispostt
maw dB cem talheoee. 'V'f >^
{ Coatinua a grande affluencia na arfandejk
grande,de Lnboa. de mac inas dflstinada-" a5 H-
-viiha (BeiraBaira) e Poril-
ft coi-'

J1KSPANHA.
Acerra dente paiz e.creve bosso correpon
den:e de Lisboa :
(t Q* nego^ios de Hespanha n.io esUo em mclhor
pe. E a des ordem, adissofueao. a coapleta desor
ganiac'o e anarehia por tola a parie.' As Tac-.-Zes
of ?"rra- psl'i0 em miseravel -iluaeao. Tudo
ih*s f.it, -. niura|-e material; dieipllna*eboa von
taae; annas e municoes de guerra e de bucja, e,
eomtndo, nem por isio as tropas do governo to-
/nam u na situaeao favoravH, e o proprib govern*
SfSSilS'X 6 enerfla para debeJlar o estado de
deserdom que reioa por todi o paiz.
-A,3, .tfs'w""?' a co"fer'^cia celebrada en
co os pr*ideBtes da assemblea e do poder execu-
A pen-
entFe o commandante das
fiaardas mi-aicipaes e o eommissario de poliVia
Hangef, no circo dos cavaDinhos, terminou por
um exripwii to vi^or. pois n goveino flemittm
n iWtimo do lugar para que fdra nomeado e.n
18-jg, cem o fufldameno de qoe soltju cm pres.? jnr'cas de tecidos da i.ov
sem ra?iio para o f,.zer, qnando 6 certa qae o AitoVffre {*kmite|o).
S wn,,"!^iani? d? g^'^.nwniit-Me? md OSr Alberto Meister pedin aoaovern
prendido mluto- mdivrdnflt, sem motiva Wanie. f c*s*Zn narn ^n,,... ,., .^.^Au*?i_e.rn,
i romove-se Um nti abaixo atsigrtod s cm LisMa
pedindo ao governo-a reintegnrao do ex-eommN
conpadecido, e que o bom rone ao 6 9 pnncip I e dio Beeuniarin e obrica-;e a conduzi^*^eftS;
maw earaewristim de oossa indole. hde-se torn- te os>.ageir2S d9^dVBk$tWfa%
beta que se Ihe de logar ou eo.loc .cao equivalent rek). P c0*
a.pre perd-)j porqne tem servieos r!-van!-V a VPoi publicado 0 decrrto
eaua d li(i/eruVIe. 'K,-,.vi,,io f.,11.-, so eni diver-
sos indivfdti,,* ^ar^a 0 ref.-rVdo lugar: um delles, 0
St. Andrad.- Ferreira, (ant/gy j-vnaJista e actual
admmistrador do cousplh de Oeiras); outro, 0
Sr. Fernando Lei, 'iidrjil-iisirador do conselho de
Bcnavente e ainda mitrns mais. Quanto ao Sr.
barao de Zezere. flue 4 o, g-n-yal coaimandanta
das guardas muntcipae-, e qup os nossos leitores
jadeveinconhe-er de tradiccio, frata-sa do 0 ac-
Cortimodar, ua casa militar de e! reJ 6 St. D. Lulz
na qualidade de seu ahidanta de campr, 0 que'
nao devera ser de modo algum mt'Scs ajradaate
,1.,'Ji-; mpanlua-Ferro Carril de Pemambuco,
n I--1''C0/I*'n'af P*" a-realisa.;ao do-nov* edi-
"' U Jesliuado^asylo dps alieu.ulos,. toiqa a liber
5*00 de ofTerecer a V. Exc. a Iptra junta de do-
ito feilo no English Bank of Kid de Janeiro
a importancia dj 861540), que fji quanto ion
deram honteimedas as liuiias da ,ne>ma, compa-
nhia, que -ineeraiaente daseja p >ss /. Exc. eo.i-
seguir realisar 141 util, quao neeessario estabela-
cunento. Ueus guarde a V. Exc-llbn. e Exm.
Sr. Dr. II.-ari(|ne Pereira de Lucena, rnuito dig no
pre-idento desta provincia. Gustavo Adolpho
Sclunitt, gerenie da companhia.
Illm. Sr. Gustavo a lolph Schmi;t, gerente
da companhia Ferro Carril de Pernambuco.
Accuse recebida a leti a de importancia de.....
8tij'iit)(), rendimento das linhas de bonds no dia
30 de dezembro ul'.imo, qua V. S., em nome da
coujpaiiuia Terro Carril de Pernambuco, da qual
e diijno gerente, offereceu em data de 31, com
desi.no a obra do asylo do-ahenados. Na pessoa
de V. S. e em nome daquelles iafelizes a quem se
refers tao geuerosa ofToita, agraJ6cj-a e louvo a
Companhia Ferro Carril por esse inbre mcentivo,
quo poe accordes tantas vontaies quando se
trata de um acto de beneficeucia. Sou eoiaesli-
ma e consideracao de V. S. muito attencioso, vo
neradore criadoHenrique Pereira de Laceni a
Villa de Serinhaem, 16 Je dezembro de 1873.
Illm. e Exm. Sr. -A commissao no.neada por
V. Exc. para agenciar donatives para construec/io
decasa- destinadas as es;clas de instruccao pri-
maria ncsta villa,resp.ndondo aoolficiode V. Exc.
em qae nos da scieucia le semelhaule nomeacao,
vein declarar a V. Exc. que da .aecordo coma
maioria da seus mmibros, oirerece a v. Exc. uma
casa na villa do sermhaem em coadi^oes para qua
possa nella runccionar asescolai da ambos os se-
xos, obngando-se a eommissai a fazer construir
dila casa em prazo breve. Para es-e !im ja se so-
Iicitou da camara municipal 0 terreao neeessario
para euiliweao do semellianta casa 0 por cscrip-
tura publica, e em virtude da autorisacao de V.
Exc. foi feila senielhauta coucessao. Oil'erecenlo,
como Uca dito, a casa para escola de instruccao
primana para ambos 03 sexos. espera a commis-
sao que V. Exc. honrara coin sua pieienca a col-
locaeao da primeira pedra no dia que for desigua-
00,00 quo tera a honra da dar previi sciencia a
v Exc, Ileus guarde a V. Exc. Illm. e Exm
sr.commendad.r Henrique Pereira do Lucena,
digno presiuente da provincia de Pernambuco.
Gisptir de Menezes Vasconcellos de IJrummond.
presidento da commissao ; o vigario Gtnuino G>-
mes Percua, AntonioPeregrino C tateknti de Al
qaerque, ilanoet feres CuMpello Jaeome dU 6aM
Francisco Mam l de Somia Olitetra, Manoel iV'
colao lirgueira finto de Souza, Antonio de Cama-
Iho e Albuquerque. >
4* seccao. Palacioda presiJeaaia doPernam-
imco cm 3 de Janeiro de I87i. iceito e agradeej
a cniiiniss.10 nomeada para agenciar donatives na
villa de serin aem. alira de coasiroi.'-so alii uma
casa do escola publica, o ollerecimento que fez em
data de IG de duzembro ultimo, para a sna custa
lovautar um edilicio, em prop arcoes apropriadas a
servir de escola para ambos os sexos. Coiupra-
zo-uie em louvar a illustre commissao por seoie-
lliaiito rasgo de patriotismo, que levarei ao conUe-
cimeuto do governo imperial, ante quem nao pas-
saui desapereebidas act is de ordem tio meritoria.
ilesta-rae declacar que da bom grado a juiesco ao
couvite da commissao para asm tic A coltocacao
da primeira pedra do tc&rido eiilicie, agnardaa
do 0 aviso do dia, em que devera ter lagar e^sa
solemnidade. I)eos guarde "a Vv. ^.-Henrique
Pereira dc Lucena -Ul.us. Sra. Dr. Caspar de Me-
nezes Vasconcellos da DnimmouJ, vigario Gcnui-
no Gomes Pereira, Antonio Peregrino Cavalcanti
de Albuquerque, Manoel Peres t'aatpello Jacame
da Gama, Fian.-isco Manoel de Souza Oliveira
Manoel Nieolao Hegueira Pint) dc Souza e Anto-
nio da Carvalho e Albuquerqu i, presidente e
inembros da coimnissa) nomeada para agonciar
donatives para uitu escola em Seriiuiaem."
Partida is|.{ Hoatom, as i Ii2
horas da tarde, Urgou de uosso pott* a corveta
Heci'e, coii.luzindo a seu bor.lo S. Exc. Itvm." a
Sr. 0. Frei Vital, que.no da Ua!:a vai oncoBtrar
0 traaspurte Bntfacio, deslmado a transporla-lo
ao Kio de Janeiro ; regressaa Jo aquella corveta
ao oosso porlo.
S. Exc. Rvm." vai acompauhado em sua viagem
ate o Kio do Janeiro pelo Exm. St. brigaJeiro
Hygiao JoseCoelho
SuiciiliitNotiehs de Buiqne dizem que,
em um dos ullimos dias do inez de dezembro pro-
ximo fiudo, suicidara-se ali o alferes da (wlicia
Nomeriaao Jose de Barros, commandante do des-
(acaineato daqa^lla localidade.
O inf.-liz suieida foi levalo a e-sc acto de deses-
pero pelo facto de ter pjrdido aj jogo a quantia
.ie 1.1100*000, pertencenie ao soldo do referido
de.-tacameiito, e nao t. r podido rehave-la, e cousi-
Berar-se deshunrado por issd.
ra um ofii.ial brioso,e so a louetira pode te-lo
levado ao jogo, e do j >go ao suicidio.
A' Uniau. Em 0 seu n. de 3 do co:rente a
mm asseverou ser false o qua dissemos, no
mesmo dia, acerca do ofTerecimento feito, ao Fxm.
bispo, do pala io episcopal, do arsenal dc marinha
a da corveta Recife, para que S. Exc. escolhesso 0
lugar onde preferia licar como prisioneiro.
Podemos assevera a Uniao que nao inventamos
esse olferecimento, nao : elle se dcu, 011 pelo me-
nus laes foram as ordens expedjdas por quem po-
dia da-las. -' f
Para o sul do imperio- Com 3 rece
bidos om nosso porlo levou 0 Pottsi 8fi3 passagei-
Jury da Recife.-Para 0 dia 19 do corron-
te, acha-se convocada a primeira sessao do jury
do Recife, no presente anno.
lastitutu .Y>-e!ieo! e Geoera-
phicu. -Quinta-feira (8) deve haver sessao ordi-
nary, no lugar e a hora do costume.
Scrvico postal.Acha-se ja tuncionando a
agencia do correio da povoagao de Canhoiinho, ex-
pedindo a admiiiistragio re-pectiva malas nos'dias
1, 7, II, 15, 19, 2J e 27 de cada mez.
Fern it (Kio de ftoroittia -Para este pre-
sidio seiuo, no dia 9 do correnle, 0 vapor G*oi da compaubia Pernambucana. "evando a seu bar-
do 0 Sr. coronel Scbastiao Jose Basilio Pyrrho,
commandante uomeado nltima:n^nte.
Dinliciro.-O vapor Potosi fcvoa de
praca para a da Bahia 6O0J0W.
Bonifacio.-Este traosporte de guerra, se-
gundo telegramma da Bahia, entroa hontem nes-
se porto para tomar carvao, devendo a hi demorar-
se ale a chega la da curveta Recife.
\uUc-i:i da corte.-Consta, de telegramma
recebido hontom, que 0 Sr. Dr. Manoel Buarque de
Maco.lo foi exonerado da engenheiro fiscal da es-
trada do ferro do S. Francisco, e nomeado para nm
dos empregos de cathegoria superior da secreta
na do ministerio da agricultura
raria' provi?iaf a da emisda dltimamente auV-
risada, ao*uro do 7 % do anno ; pelo que as pe--
soas inscriptas ja as poJotii receber.
Cliiit Litterario. A nau.'iS, 7, ktrera be-
sSo, da< 1 as 7 horas dn lareV,'em o an Jar *v
s .brado u 7J da rua do llaagel.
Ferimento. Em 7 de dezembro proximu
Undo, Manoel Tbeinotco ferio levemente com uma
fa.adtfa loaquim Miguel dos SaoMs, na district.)
do Vjcen.j.i >i)teriuo le Na/treta. 0 delinqucutr
evadio-ss. mas o in pierito pneedido a respeito
tere logo o dastino c .nveniente.
Reparticao da policia. Bec^mnitnda
1110s a alien.;"11 publica um odilal dessa reparti-
caa, quo vai publieado no lugar oompet-ate, mar
caado um pr^aj para a reiirad* 4a es-ravos r-
Ihidos ,-i casa da dietencao, sob peaa de, Undo 0 pra
zo dado, serem aquelles posios em Jiberdade
Febre nnanrella. -Em flonsequencia d-
ler-se augmentaJo 0 numero de caos de febr-
amarella, dehbemu 0 Sr. Dr. in-peetor da sab.l-
do porlo que, desta data em dianlo fos sem -
cartas de satide passadas com nota de molestia.
Lateria. -A qua so aciia a veada e a SI: a
beneficio da Santa Casa de Miseneordia d. |(.
a qual sera exlrahidi no dii 9 do corrente.
C is.i de deteacao.Movimento de deleBvio do dia i jantiro dc 1874 :
Exisuaia presos 317, entraram 3, sahio I.
existem 319.
A saber :
llaeioaaas 233, mulheres I), esirangeir.s =1
sicravos k9, escravas 0.Total 319.
Alimentados a custa dos cofres pebiieos 2Vi
Movimeat) da enfcrmirii do dia ds jac- .
de 1874.
Teveram baixa:
Sccundo Jose dc Barroi, fibre.
Miguel Prim.i dos Anjos, idem.
Amanci.i, escravo do Lino Perreira aVt SI%B, htei
Hospital Pedro II.-0 muvimeata AbMi
estabeleciinento, do dia 29 de dezembro de 1873
i de Janeiro do 1871 foi n seguinte : existiam '',
entraram 6. sahiram 45 falleceram 18, xiaieii
33.1, sendo : 208 homens e 131 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enf.Tminas nestes dias: .1-
7 l|2, 9, 7, 7, 7 l|2. 8 l|2, |>elo Dr. Beltrao ..-
11, 2 1|2, t 1|2, in 3|4, 12 |2, pelo Dr. Sanu.mi
as 10, 8, 9, 10, 8 l|2, II, pelo Dr. >li...-
quias ; as 8, 8, 8 1(2, pelo Dr. R. Viaana.
Faltecidos.
Joaquim Perreira de Lima ; cachexia taken -
losa.
Joaquim Clemente de Soaza; variolas cur. a
entes.
Maria das Dores ; tnbercnlos pulmonares
Candida Maria Cecilia ; encephabte.
Jose Francisco Maia ; tuberculos puliivin-;
Alltonia Maria do Rosario ; tuberculos p-.i
in on ares.
Vicente Ferreira da Oliveira ; variolas- coi:
entes.
Apulinario do N'ascimcnto : variolas.
Anlouio Francisi;o de Salles ; Sepitito icf
ticial.
Fritz Sclmerr ; febre amarella.
Francisco das Chagas flanotaira ; amolecimc:
cerebral.
Antonio Cameiro de Carvalho : cajhexia ; a
lustre.
Anna Caetana Rib-iro dos Santos ; velhice.
Marcelina de Palia : tuberculos polmonare>
Jose Francisco de Lima ; variolas gangreu
Felix Gomes da Silva ; pbtystca pulmonar
Joio Nabo ; febre amarella.
Domingas ; amnlecimeaio cerebral.
Passsigeirov Sahidot para os [>ortOi .
Europa no vapor inglez Puno :
l.niz Alvi-s Monteiro, Jji^ Januario da Costa
Chegsdos dos portosda Europa no vapor ..
glez Potosi :
Antonio da Fonceca Leite, Francisco Men Jes da
Fonceca, Paulo Fraacisco Pimenlel e Zacarias J
Miranda.
Sahidos no mesmo vapor para os porto* !
snl :
George Jillct, Charles E. Gabaia, William K a-
seng.
Ccmiterip publjeo.-Obiluario do dia
de Janeiro de 1874.
Joao Piulo de Souza, pardo. Pernambuco, ji
annos, casado, S. Antonio ; febre perniciosa.
Candida, branca, Peraarabuco, 3 annos. 15
Vista ; amvarca.
Antonio Carneiro de Carvalho, branco, Perna:n
bnco, 30 anm, casado, Boa-Vista, hospital Ped;
II ; caeboxia palu.Ieza.
Anna Caetana Kibeira dos Saatos, branca, Per
nambuco, 96 anuos, so'teira, Boa-Vista, hosp
Pedro II; velhice.
M.'.rcelina de Paiva, parda, Rio Grande do N
te, 20 annos, solt.-ira. Boa-Vista, hospital Mn
II ; tuberculos pulmonares.
Jose, pardo, Pernambuco, 7 dias, Boa Vi-i 1
espasiao.
t.
Domingas, preto, Africa, (io anno-, solle.:
Boa-Vista, hospital Pedro U ; amoleciuientj
rebral.
Benta, branca, Pernambuco, 3 annos,Boa-Vista
entc-rlte.
Felix Gomes de Souza, pardo. Pernawbuc
annos, viuvo, Boa-Vi-ta, hospital Pedro II : va
ri i!as gangrenosas.
Jose Francisco dc Lima, pardo, Maceid, 33 an
nos, casado, Boa-Vista, bopital Pedro It ; pthy-
pulmonar.
Joao .Nabo, branco, Inglaterra, 28 aoo.is, sji-
teiro, Boa-\ ista, hospital Pedro H ; febre ama-
rella.
Maria, parda, Pernambuco, ,'i-annn*, S. Jo-
variojas.
Antonio Marquos Ayrosa, braaco, Pernambr
27 annos, Boa Vista ; lesao do rora^ao.
Idalina, parda, Pernambuco, 2 annos, Gra-
variolas.
Maria da Paz e Freilas, branca, ignora-sca 11a-
turalidade, 30 annos, solteira, S. Antonio ; pit v
sica pulmonar.
Manoel, branco. Pernambuco, 1 anno, S. An
nio; variolas.
nossa
re^aheceado exls-
tencia jurldica a c,ompanhia bne se organism)
para oaba tocimento tfas agca* flp porfo' Wal-
ter vorts Open, t wivj/jy 'ifinkei] J
1 m camara daRgfitjra de'For foi recistrada
ua mma d> qnro. 1
t T.ai ser apfeS-atada as camaras, na pruximi
se8sa.;,ama pr.qposta ten lenje_ a reguUr as can- baunenjue, de admiaistrador do cewterio puWLo
1 iftecifo, 0 aomeado^paja 0 substjlnir Augusta
dicSes erj qua devem ser feitas as coacassSe*
REVISTA DIARIA.
Felieitaeoes -Por occaslao da inaugura-
cao do lelegrapho snbmarioo para a corte do im-
perfo recebemos os teiegramthas seguintes :
". ? Sxm- Sr- mii'Stro do lmperio ao Dr. Ma
noel de Figueiroa. Ao Diario de Pernambuco,
deeano da imprensa de minha provincia, e acre-
attado orgSo da dpiniao publica, envio proteslos
de sincera amisade, e 'peco qae traasmitti aos
Seus collegas os meus raspeitose* cumprimentos.i
1 A reaaccSo da .Vacua ae Diario de Pernam-
Hue. -Vivas saudacdesjjela realfgacao de tao no
tavel melhoramentu. Caminhemos. Temos deci-
didaraente diante dends um largo futuro.t
Bespondemos da seguinte forma,:
Heuaepto do Diario ao Exm. Sx. ministro do
imperio.0 Diario, agradecido, saiida, em noe
da imprensa pernambucana, 0 futuro do paiz e
a* InstituicjSes patrias.a
Diario a Ncao. Amplexo f>a,teraal pelo es-
pl"pdido tj'iuraotw. Sim, caminhemos f -eja a
divisu*. patria, liberdadee drdein.i
Cemllerio public. -p0r portaria da pre-
si 1-ncia da provjuew. d>< -I docofrerito, Tot ex'ono
rad... a eu bediin, Beltarmino Goncalves de Al-
rado em Lisboa de 2a a 24 de dciembfo.
Aluieida Garret. Esie vapor, da compa-
nhia Progresso Maritimo, sahio de Pnrio para Per
nambuco, pelas escalas, no dia 20 de dezembro
Ville dc Bahia. -De 5 a 6 do corrente era
espeiado em Lisboa, em viacem para nosso
porto, este vapor francez, da liana do Havre
FireQaeea. Eue vapor iiiglez, da finba
do Liverpool, era esperado em'tit boa de 28 a 'O
de dezorabr'o, em viagem para o nosso portp.
Ambrose -Com destino ao Pa'-a e Ceara era
esperado dm Lisboa de 3 a 5 d > corrente, este va-
por da lia'a de Liverpool.
Tele^ramiuascoiuinerciaes.-O dos
Srs. Pmto Leite & Sobrinhos, de Lani^es, em 22
da dezembro as 5 horas e i'J mir.utcis' da ta/de
Ihe NEW L0ND3N & BRASILIA*' BANK
M1TED.
Capital do Banco...........
subscripto..........
pago...............
Fundo de reserva contra de-
preciacao do capital......
BAI.AKOO DA CAIXA FILIAL EM PLRTKXBL'CO KM 31 21;
DEZEMURO DE 1873.
Activo.
Letras descontadas.........
Creditos diversos, ontros ban-
cos e earns filiaes.......
Caixa:
Em moeda corrente.........
LI
1.000.001-
soaooi
450M
40i
Rs.
KMfctNflU
823:727(Hif-
973:377^*7'
3,207:928*810
Pa.siro.
Deposit11> -.
Em conta cor-
rente......
Fixos e
aviso.
por
589:07i*i60
i:082:03U78O
diz :
os _
Mace
9
0 assucar calmi aos pre;os : de 2i a 23 o
branco, da 21/ a 21/6 o louro, e de HjCi "10/9 o
mascavado de Pernambuco.
A bnrracha do Para calma aos nrecos : de
2/6 a 2,'7 1/2 I fiaa, 2/i a 2y'5 a U 1/iO a
l/I I a cabeca de negro.
^reditos diversos, ouiros baa-
cos e caixas filiaes........
Letras a pagar............,
Bs........
l.7l:0Mfc
i,S3o:13UB3f*
1:890*710
3:207:9t8*gM
S. E. dt 0.
Pernamboco, 3 dc Janeiro di 1873.
W. H. Billon,
Acer
schilling robre os precos .
de 92/ a 102/ o da Bahia
Ceara
ede
97/ a 104/ o do
0 do Sr. F. Youle, da Londrcs, earn 23 as 11
horas e 5 rainnlo-. di man ha, diz :
-Wgodai) regilarde Parna nbucoem 9erd3j4,
Parahyba 8 3|8 Maceio 9. frnuxo.
A^caf inascavada dc Pernam pace, nnalida-
de regular, Li.veqi.aul Ji/ novo, frruio.i> "
Pa^idorla pagaiu s.5 .iiu;iii;i as seguntes fjlhas:
Ralnnco do Banco C'ommercUl
tie I'crnamhuce, cm SI de dc-
zczubro dc 1N1S.
ACTJTO.
Accionistas..............'.....
Letras descontadas...........,
Letras caucioiiadas...........
Letras a roeeber
) cafj Qrme h procuradx com alca da I j-..........-" ....
da 92/ a iOo/ o'"** Rio, Vaiores depositados..........",
Xavicr Ca-neiro da Cunha
ce-JWdo 4 cornpVagilV tits girt* u padsmWr1 monto : w w uo vwwcu
Despezas de iastallacao.......''.
Moveis..........
yersascoatas........::;;:;;
PASSIM.
Capital...
Fuudo de rcsorya
mm**
,000:00OJ
%81







Dilrio defr
'emamouco
Dividend js___
DiKconDs..
Div
'W^P^WI^I**-

47:lti*i9l2
307:88i _
16
0 guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira-Pinto.
SEGUROS
MARITIMOS
CQNTR>.0 POflft-,.
.*. coftopftihia Indemriisadora, estnbefecidt
aesta praca, toraa seguros maritimos sobrt
navios e seus carrcgamentos o contra fogo
iWfl|lificio, mercadorias o mobiiias: n*
ruaKBo Vigario a. T4, pavimeiifo mrced.
rernambucana. Stud*
rhenixPemamb
fiona riscos maritimos em
freSB, dinheiro a riscoje fiualmente dc qual-
fWfcnatureza, em vapores, navios & vela ou
RUA DO COMMERCIO N, 34.
Seguro contpa-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOfc
INSURANCE COMPANY
Agente*
SAUNDERS BROTHERS & C.
M Corpo- Santo11
' Para o Rio Gr.
jileiro So^/.
MK
leiro Galgo, carrezou
350 barricas com 37,1
Para a Bahia, a
regou : A, Cordeiro 20 pi pa 3
agoardeote.
Para o Para, ao paiacbo portaguoz Mickae
lease, carregon : L E. de Miranda 200 barriqui-
nhas com 16,317 kilos de assuear branco ; A F.
Balthar Sjbrlnho 200 ditas com 15,887 dUos de
dito.
- Ter$a feira
V!l:rJa,i i>r*_r /
r Sf&SSiiAtit!"
Valladaa.
Olympio', escrava
Fer-
CAPATAZ1A DA ALFANDKGA
Keodimento do
'daa do dfi 5
dia 2 a 3
478*081
1.72/906
VOLUMES SAH1DOS
*?*" KmH-
'nraeira poria.....
>eganda poria.....
rerceira poria.....
'Spriehe0rtCoikaMi '. \
1:550/987
.
846
41
57
335
m
8,017
&V1YJtJ6
NORTHERN.
.... 20,000:00O3WO0
de reserva. 8,OO0:000tW00
Agentes,
Mills Latham & C.
ftUA DA CRUZ N. 38.
CGMPaMA ALLIANCE
seguroa maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:00(W000.
Tama seguro de mercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio de vela e vapore*
para dentro c f6ra do imperio, assim comr
contra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose Conceives Beltrao
-aa do Commercio n. 5, l*andar.
Augusb F. d'Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria deAugusto
F. d'Oliveira & C, & rua do Co nmercio n.
ti, encarr-ga-se de execu^So de onions
para embarquo de prod ictos e de todos os
mais negoci's de commissao, quercommer-
ciaes, quer bancarios.
Decouta lettras, e toiaa dinbeiros a pre-
raio, compra carabines, e saca ;i vista e a
prazo, a" vniitade do tonador, sobre as sc-
iruintes pracas estrangeiras enacionaes :
l.illlli-c'S. Sobru O UNION BANK OF
LONDON', O LONDON' AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.' cliisse.
Paris. Sobre os banqueiros fould
A C, M.VRCUARD ANDRE & C. e A. BIACQUE,
VIGNAL it 0.
Hamburgo. Sobre os Srs. JOAo
Sf.HU BACK & FILH S.
Liisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTlAO JOSE DE
ABREU.
lort. Sobre o banco onl\o do porto
( 0 Sr JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercial
DO para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILIIOS.
Maraaliffo. Sobre o Sr. jose fer-
liEIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
C.ONCELLOS & SONS.
Italiiit. Sobre os Srs. mariniios & c.
Ilin de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
HANQUE BRASH IENNE FRANgAlSE.
ALFANDEOa
rt^ndimenio J dia 2 a 3 .
ilm do dia 5
MAEUTIMO
tas no trapicos
-ca dj dia 2 a 3 .
^ \^ No dia 5
, Na*ijga4HidosDO trap, da ailaniaga
Aivarengas ........
Vo trapiche f^onceicao ....
6
2
1
9
-------
^ I
1ECEBEOOR1A DB RENDAS INTERNAS^ft:
RAES DE PERNAMBUCO
lendimen'o do dia 2 a 3 5:049/837
djm do dia -i 456^083
5.505tf80
Via 4.
Nao houve entradas e nem sabidas. -
Navies entrados no dia 5.
Glasgow, Bordeaux e Lisboa C2 dias,
vapor inglez Violel, de 975 toneladas,'
commaudante Gundersen, equipagem 28,
carga djfferentes generos; a Simpson & C.
Liverpool e portos intermedios 19 dias,
vapor inglez Potosi, de 3,703 toneladas,
commaudante John W. Kail, equipages
113, carga varios generos; a Wilson
Howe & C.
New Yerk 36 dias, palaoho dinamarquez
Gipss-y, de 138 toneladas, capitao Jayme,
equipagem 7, carga dilTerentes generos a
Henry Forster & Q.
Navios sahilos t> mestno dia.
Babia Vapor national dc guerra Recife,
commaodanto capitao tenente Pedro No-
lasco da Fontoura P.' da Cunba.
Portos do sul Vapor inglez Potosi, com-
mandante Kail, carga a mesma que tr-ou-
xe dos portos da Europa.
Buenos Ayres Vapor italiano Aquilino,
capitao M. Jon, em lastro.
ED
- A camara municipal dosta ci lade faz pu-
blico para ce ihecimenlo de quein intrtre^sa^ possa
o arttgo de postura abaixo tran criplo.
Art. 8 Nos primeiros oito dias do mez do Janei-
ro de cada anno, todos os medicos, cirurgides,
pharmaceuticos, droguislas, parl^ra?, sangrado
res, rlentistas e veterinario?, "mandarao a camara
municipal a d.-claracao de seus nouies, natural!
dades e moradan, iti'm de que 11a possa mandar
publicar a lista de toda eslas pessoas ; os inlrac-
tore3 serao multados em t0*.
Paco da camara municipal do Recife, 19 de
dezembro de 1873.
Ttaeodoro M. F. Pereira da Silva
Propresidente.
Pedro de Albuquerque Autran
Secreiarin.
75:336*9 29
41:877/149
117:814*078
De*carregam hoje 7 de Janeiro de 1874.
\apor inglez -Violet -eneommondas para alfande-
ga e mercadorias para o trapiche Con
ceicao.
I'atacho alle nil Johann Curl m3rcadorias para
alfandega.
Patacho allemao Aclie m-ircadorias para al-
taulega.
Barca ingleza Fuzilier mercadorias para al-
fandega.
I.iigre inglez -Rosario -mercadorias para alfande-
ga, kerozene para o trapiche Conceiijao,
para de^pacbar^ e larinha ja despachada
para o caes do Apollo.
Palacho dinamanjuez Katie vane3 para o
trapiche Conceicio, para deapaehar.
Patachodinimarquez Gipsey 'arinha para o
trapiche lionoeicAo, para d^spachar.
I.ugre inhlez Stella bacalliao ja deipaxjhado
para a companhia pernambucana.
Katacho inglez Industry velame e sobresa-
lentfs para deposito no trapiche Barao
do Livramento.
Patacho amencano -Alice-farinha ja despachada
paia o caes do Apoilo..
KngueargentineFo/'inf farinha ja despachada
para o caes do Apollo.
l'a:acho porlug"ez Vandi lagedo para o tra
piche Conceicao, para despacbar.
lmportitcito.
Patacho dinamarquez Gipxy, entrado de New-
V \ C maiiifdstou :
Itinha iOO barris a Souz. Basios & C. 100 a
Fernandes da Costa. Barrica? abatidas 3-000 a
ordem. Breu 100 barricas a Fernandes da Costa
s C Brinqnedos 40 volumes aos consignalarios.
Carros 8 caixas a Cunha & Mania. Uudeeiros
1 caixa aos consignatarios.
Farinha de trigo 565 Darricas aos coasignata-
rios.
Kerozene 50) saeas a Fernandes da Costa.
Mercadorias diversas &MH|praeh gMdaclafl
Herbet.
Rel<>gio 5 volumes aas-iOMmos.
idros 11 caixas aos roesmos.
5SPACH03 DE EXPORTA^AO NO DIA 3 DB
JANEIRO DB 1874.
fara os portos 4o exterior.
NttefflM pbrtgM Lieiro III, pax* Lis-
i -a, carregon : A. Cordeiro 350 sajcos aWPf^gsriaiuiito
i i,250 kilos de assacar naascavado e 50 ditos ooip, t
Pela ihesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 8 do_corrente a ar-
reraatacao do costeio da illumiuagao publica da
cidade de Giyanna.
Secretaria da thesuuraria provincial de Pernam-
buco, 8 de Janeiro da 1874.
0 offli-ial-maior,
_________ Miguel Affonfri KHrreira.
Secretaria oo gymnasio proviuuial de Per-
nambuco, 30 de dezembro de f 873.
Por esta secretaria. e de ordem do lllm. Sr. Dr.
regedor interino.se dedaraa quern intpressar pos-
sa, que no dia 2 de Janeiro proximo vmdouro se
achaabxrtaa matriculados alumnosdeste iustituto
e bem assim se faz publico o artigo 37 da lei pro-
vincial n, 1,124 de 17 de junho do corrnnte anno,
que assim dispde : fkam ^levtdas a iOOJ a paga
trimcusai que devem fazer ao insiituto os alumnos
internos; a 20/ a mensalidade dos meia pensio-
aistas e a 6/ a dos exlerno*.
0 secretano
Celso Tertuliano Fernnvle Qnintella.
Por nrdem do lllm. Sr. cummeudador Dr.
Pedro de Athayde Lobo Moscoso, insiiector da
saude publira, fac) publica a r.-.lagio dos Srs.
medicos, pharraaceuUcos, dentistas e parteiras,
que se acham matrieulados neiia reparii.-io.
Se alguem tiver de fazer qualquer reclamacao,
deve dirigir-se a esta reparti^aj, aie o dia 4 de
Janeiro carrente.
Inspectao de saude publica de Pernambuco, 26
de dezembro de 1873.
0 escwenle,
Jose Eduardo de Souza Landim.
MEDICOS.
Dr. Antonio Gomes Tavares.
Dr. Luciano Xavier de Moraes Sarmento.
Dr. Praxedes Gomes de Souza Pitangi.
PHARMACEUTICO.
Pedro Aureliam da Cruz Muniz. ^^^
Editaln. 112.
Pela inspectoria da nlfan l.-gi se faz pu-
blico que a arrematagao annunciada para
hoje, por obtain. Ill, fica transferida para
as 11 boras da minha do -lis 10 do cor-
reot", & porta desta repartioSo.
Alfanlega de Pernambuco, 5 de Janeiro
de 1874.
0 inspector,
Pabio A. de Carvalh) Hois.
Por. esta reparti'.ao se. faz publico, ile
ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de policia,
para que chegue 40 coubecimento dos se-
nhores dos escravos abaixo declarados, qun
em curto praso devem retiral-os da casa de
deten^ao, sob pena de serem postos em
liber-lade.
B *itafiq,escravo de Jose do Rego Mell".
Bernardo, oscravo de Manoel Gomes
Mendes.
Felippe Carneirol
Rodrigues Cojtipelk).
Sebastiana, escravi'!de Bellarmino Alves
ArOcha. lOT^lilU 3
Secretaria dek policia de Pernambuco, 51
de Janeiro tie lt*74.
sA Pelo secretario,
Franciscd G. da SUM Barroso.
SANTA CASA DA M1SERICOKEIA DO
RfiCIFE.
A Hiuia. junta aibniuiilraliva da santa casa da
Misericordla do Recife, raanda fazer publico que
aa sala- de sua* sessies, no dia 8d*f'jmeiro
pelae 8. horas dc tarde, tern do sor arremaudas a
quern mais vantagens o'.Ierecer, pela tempo de um
i tres auuos, as rendas dos predios em scguida
declarados.
ESTABELECIV1ENTOS DE CARIDADB
Rua deHortas
Casa terrean. 118...... 240/OOe.
Loja do sobradon. 41.....306/000
Irsrvftssa de S. Jose
Casalerrea.Bi.tl....... .. 80i#00ft
PATRIMOJliO DOS ORWiAOS.
Rua da Scnzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209/000
Bbfce das Boias.
Sobrado n, 18 ....... 421*000
Rua da Cruz
Sobrado n., 14 (fechada) .... 1:0001090
Raa da Gula
Casa terrea a. 8S.......8W/0W
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98......, 24UO00
Casa tereea a. 99(fechada) .... 210"
Idem n. 10^.........1
Idem n. 102........241/000
Rua do Rmad da Ro Visia
Case terrea n. 58feehada.....200/000
Rua da Mocda.
Armazem n. 37 (fechado) 606/000
Rua Velba..
Qasa terea u. 44....... 4503000
Os pretendentes devcr.lo aprescntar no acto da
irremalacao as suas liancas, ou comparecerem
icoinpaahados dos respectivos fiadorcs, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for segnxo 0 predio qna; contiyer estabolcci-
mento comrhereial, assim csmo 0 servioo da lkn-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da miiericordia do Re-
rife, 2 de Janeiro de 1873.
0 eseriv&o
____________Pejr.o Ro4riaius de Son: a.
Por esta adraiaislra^ao faf-se sciente aos
conlribuintes dos ariparelhos e annuhlades da
Companhia Recife Drainage, que, enpi virtude da
portaria do. Illfn. Sr. inspector da thesouraria pro;
vincial, de honfem dalada, acha-sa prorogado ale
0 dia 18 de Janeiro proximo future 0 prazo para
0 recoldmento da import meia dos mesmos appa-
reihos e annuidadee..
Me-a do consulado provincial, 30 de dezembro
de 1873.
Antoiiio Carneiro Machado Rios,
Adminislrador.
Consulado provincial
Pela mesa do con-ulado provincial, se faz pu-
blico que no dia 12 do corrente, se principiam a
conlar os 30 dias uteis, marcalo? para a arreca-
daran, independent de multa, dos diversos im-
postos, cobrados pur langampnto, pertencentes ao
anno (in.inceiro de 1S73 a 1874, ficando suj'-itos a
multa, Indus os qua forem pagos depots de fihdos
os refendos trinta dias.
Consulado provincial de Pernambuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
0 adraiaisirador,
Antonio Cnrnnro Machado Rins.
para 0 concerto
podem entregar
do corrente,
pacific mm tM
p*
aspera se aqur/d^fWMoy #**4rflt9 0 dia 16 do
eorMlte, e depoisda derrlora do costume, seguirt
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa,- para onde
recebera passageiros.encomnWndaspcarga a frele.
OS A6i;NTE9
^Vilson Rpwe A C.
14^RUA HO COMMERCIO14
------------------------_....... f .-------------------
-h^ara Lisboa.
dra em poucos dias a bare* portu^
GratidSe. Para alguma ptmea cir"ga qoe the falla.
trata se com E. R. Rabello k C, a rua da Com
mereio n. 48. ____
0 Garibaldi
>.
caMI'AvaiA IUCAM 1.1.1II \
D
NAlTEGAfiAX)A,AAPOR
Portos do sal.
0 vapor Cnizeirudo Sul, osperado dos portos do
none, ate !) do cjrrenic, s.figjiira jura 05 do sul
depois dade|Aprt J co^uime.
Para carga. encommendas, va_lores e passafcus,
trata-sc no escriptorio da agenda, rua do Vigario
n. 7.
------1----------1------------.------__________.
I Oil PA AMI 1 H!t VSII II It A
NAVEaAC40 A VAPOR
PAQUt-TE NACIOXAL
E' esperado ate 0 dia 9 do corrente, 0 seguira
para os portos do norte depoisda demorado cos
tume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
s mais inforaa;dcs, dirjnm-se a roa do Vigario
n. 7, escriptorio do
Pereira Vianna & C.
Agenles.
CuiiMulado proviucial
0 admuiisirad'ir do consulado provincial, faz
publico que a- dw 9 de Janeiro viudouro, se finda
o prazo iriarcado [iara 0 pagamentolivre da multa,
dos impo't"S da awim-i urbana, e de % sobre
a renda dos b>-n< d'-- raiz, r--bitivo ao i. semesire
do exi-rciciu de 1873 a 1874, ficando sujeitos a
multa de 6 / t"'1^ "3 dnlribuintes que pagarem
depois d'aquc-lli- dia.
Cansulad.. Provincial de Pernambuco, 31 de
dezembro de 1873.
0 alministrador,
Antunio C'lmeiro Machado Rios.
INSTTUTO ARCH
PE
lOLOCICO E CEO-
n
]
Ilaverd sessao ordinaria quinta-feira, 8
lo corrente Janeiro, pelas 11 boras da ma-
nha.
OKDESI DO UIA.
1." Pareceres e mais trabalhos de commis-
sot-s.
i. Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 3 de Janeiro
de 1873.
J. SOARES D*AZEVED0,
Secretario perpetuo.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife se faz sciente a quern interessar, que 0
Sr. thesoureiro, no dia^ l i do corrente, pelas 9
horas da manha. no salao da casa dos expostos,
fara pagamento das mensalidades vencidas de ou-
tubro a dezembro, a- anias que se aprescniarem
conduzindo as criangas que Ibes fora-n confiadas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 3 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Obras militares.
A' 12 do corrente, ao nisi1* d'a, tera lugar a ar-
rematacao da reconstruccan de uma parede no
qu'rtd do Hospicio, orcada era 360/610. As pes-
soas que quizerem encarregar se deste irabaiho,
apresentem no referido dia e hora suas propos-
tas na repariicio das obras publicas, onde desde
ja se acha 0 respectivo orpamento.
Pernambu'-o, 5* de Janeiro de 1874.
u engenbeiro das obras militares,
_________Chryssolito F. de Castro Chavea,
Pela administracao dos-correios desta pro-
vincia se faz publico qua foi creada na povoapao
do Canhotipho uuia agencia do corr-io para ondu
se expedira real .s nos dias 3, 7, II, 15, 19, 23 e
27 de cada mez, feehando-se a mala respectiva ao
meio dia.
Admin straf.in do* oorraios do Pernambuco, 3
de Janeiro de 874.
ft administrador
Affon-o do Kego Barros.
Correio geral
ftelacdo dos olijectos reyislradot eaciatenlei-.
t\a administmcao dos'correios desta- fmty
viixcia, para as yessnas abaixo decla-
radas :
Antonio Jnmitiim Ayr.-s d-i Nasoi"Bte, Agus-
to Cesar da Cunh'i, Ani.nna Waria deJesusNas
iinent0. \ntnio da Co LuizOzirio, Francisco Clou-ante, de Albuquerque
Line, Francisco Xavier Oliveira dn MeBezes, Pre-
drico Am lien Rapo vier Saraiva de Araui" "11 >. JuaqckB Cprfeia
Lima, J .se Tavar<;.- P Jo.e Ro I rig lies PeHfotq^
lose Animio da Fonscc.i Sdv*, JjSO Delmlro,ae
Paui^o, escravo do Clemaatina Theodora ] Mmira' Jos6 da Silva Campw, Joaqnlni lose-de
djLftijv" Mall"s- ****
Bfgiio, wcravo do Dr. [I.ourenco Bj-
za*ra Carneiro da Cunha.
1 .Boyxtfeq, ummyi) da Joao Igoacio
d'Aviia.
FWri, escravo de Gustavo L. F. de Men-
-'.,730 dit.t do dito branco ; L. J. S. Guimrraes
. '.01 com 15,000 dil'js da dito mascavado ; Amo
-aiostC. 15J ditos com- 11,8* tftos-'OO''
d:io e '-"W IHos com 18,750 ditos de dito brauco.
vapor in . M. Gregorio & C. 173 saccas com
ijs do algodao
escparo 4b Prancisijp rVeire do
e Ferreira U;i Suva, Jnn5 "loaqaimTa*
relra df 0'iv-ir.i, loaqnirn Itntngues ?avares de
Mell0. loa iui i) Sal-Ad r !' s a d Siqueira Ca-
1u Ife do ft.ju'a Chaves, '
hralcanti'. loa.
Jezoino
Ri)dri(.'iics ViI,-;,. 1, 41-c jcn Jii*iiniana de Hollanda
ie So.i/a an ci Ln-z S," Dr. Matted Ferreira da
.CttBP4:\BIA LUB2MA
DE
LUIlTiM
llaceio, Peuedo, Arucaiei
a Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate 0 dia 6 de Ja-
neiro proximo futtrop vapor Dantas, 0 qual se-
guira para os pnrk>s acima no dia seguinte ao
de sua chegada.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a irete. /
AGENTE3
Antonio Lutz de Oliveira Azevedo & C.
57- Rua do Bom Jesus -57
da carreira da Bahia sega
esse pirto logo qae tenha
pleto seu car.-egainento : trata se
com o capitao Castodio Jose
Vianna, an i rua do Amorun d.
37, cbrrt TJrste frfc3os &C.
Lisboa elr'orto
Sogue viagem muito breve a galera portugueza
Ltsbua, por ja *e achar corn quasj todo 0 ceu car
regwnento tratado- Para a pouca carge que Ihe
fill; e passageiros, aos quaes offerece muito bom
<' muodo : trata-se com Tito Livio Soares, rua
no Vigario n. 17.
MESSAGERIES HARITIHES
I.iiilni iueii!al
-oera-se da Bu opa ate 0 dia 7 do corrente,
nm *os vapoies desta companhia, seguindo depois
da dernora do costume para Bueos Ayres, tocaudo
na lahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para passageiros, enrommendas, etc., a tratar
com
< S AGENTES
Harisinendy A Labille
9 Rua do Commercio 9
MESSAGERIES MARITIMES.
Ltnha mensal
MO GRANDE
Espera-se dos poi tos Jo sul ate 0 dia 9 do cor-
rente, seguindo depois da demora do costu-
me para Bordeaux, tocando em Dakar (Gorte) e
Lisb5a.
Para condJcSes, fretes e passagens, trata-se com
OS AGENTES
Harisniendy A I.abillc
9 Rua do Commercio 9
PRQGRESSO MAfllTIMO DO PORTO
Einpreza portuerise de uavegn-
effo a vapor entre Portugal e
Brasfl.
0 vapor
Rio Grande
Sahira na presente semaha 0 patacho nacional
Helena, tendo ainda lugar para alguma carga : a
iraiarna mo do Vigario-ni 7-______________
i _4kJLIi r
Para 0 referido porto-preieude seguir com peuca
demora 0 brigrle pottogapz Ligeiro 111, de 1'
classe, capitao Nobre, por ter a, maior parle de
sefu carregamento engajado, e para 0 resto que lhe
falta trata-se cuiaos oonsignalarios Joaquim Jose
GoncalveeBellrao & Kitho, airua do CooBiriercio-
a. 5. ___________(_____________^__
COMPANHU PERNAMBUCANA
DE
[VavegacSo costeira a vapor.
FERNANDO DE N0R0NHA.
0 vapor Giquid, com man-
dantc Martins, seguira pars
0 porto acima no dia 9 dc
correnteao meio dia.
Recebe carga, ale 0 dia 8
do corrente, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at6 as 10 horas da
manha do dia da sahida: escriptorio no Forte
do Mattos n. 12.
m
LEttOES.
Grande e importante
Leiteft
DOS
viuhos especiaes abaixo declarados, vindos
das docas de Londres, em frasqueiras,
das eras de 1815 a 1847, osquaes por
sua espocialidade tornam-so recommen-
davois
QUARTA-FEIRA 7 DE JANEIRO
proximo fuluro
A's 12 horas em ponto
no armazem do Sr. Annes.
0 preposto do agente Pestana, competentcmea-
te autorisado, fara leilao por conta c risco do
quern pertencer, dos melhores vinhos quetem
vindo a esie mercado ate hoje
A SABER:
Diversas frasqueiras com superior viuho do Porto.
Ditas com dito dito bourgonhe.
Ditas com dito dito Madeira.
Ditas com dito dito Xerej.
Ditas com dito dito champagne.
Ditas com dilo dito licor.
Ditas com dito dito cognac.
Ditas com dito dito Vermouth.
Vindos da docas de Londres
QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE.
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem do Sr. Amies, em frente da alfan-
dega.

Hoiiriqoe
de Jtlku-
Jiwob, escrafO' d Ignaeio Gmim
{Mia
Lqft, 'fliera^o oVJoSo Anl*>"i 1 ":.
^eir.
Hnria, pserava de '1im--,i
canti.
Brir-
,U1;
|da Silva, iii j.ii ?givti
  • r.
    Igoeriue,
    ' AiloiniKtra^. dornnoto -!de.Peambuoi'
    Janeiro de 1874
    i;vo CaadWo I

    I 10 poi
    . .-.-bar pro.
    iviLi^x
    Cemniundante I.uiz A. To.
    Moslaii.
    - fievacfccpWida 8rpa ale 0 dia 6 de jaaeire
    *WMino|itBf(j,a,depois da pjuaaa dwnora den-
    IW destepojio^taguirftpara os da Babia 0 Rm do
    iaaeso. 1
    Recebe Hraa, saasagfttroa* enoommeaaas e v*r
    lores, para 0 que trau-sa **
    mwfiS&*e.
    46- Run da fibnvweraio 48
    ii'^wji'i mo .oya>i' i'W "fa aB'""'i vi
    lanca Mwma -

    d !*a*o#a*-o em
    1 IUH>CI o mvmmU.
    i-se.ooBi orw-
    : eo Hi agenles da companhia
    w toyo Fllho, escrifilortp, i rna da
    ompanhia Preatmcaaa.
    de
    DB
    6 caixas com 960 bbras de manteiga
    Copenh8gue, marca vacca. em latas
    dt 2 e 4 libras.
    Quarta-feira 7 d corrente.
    &s 11 horas em ponto
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
    conta e risco de quern pertencer, de 6 caxias com
    960 libras de manteiga de C >|.enhague em latas de
    2e 4 libras, ultimainente de-.embaicada3.
    QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE.
    as 11 horas em ponto
    No armazem do Sr. Annes. defronte da alfandeea
    uma cania de ferrApVAa de amarello pan
    menmo, nm Ibear* Mm cotmsioda, nn im-
    portante relogio pmjmpt de mesa, uma caixa dV
    musicadiveraos chroffiets, laMernai, scurreM-
    ra*s, tapctes, am porla-Bcor e diversas loaCaae eaa
    dieiros a gaz, frucleiras no pruneiro aadar
    pateo do ualaon. ,as 11 hotm da tiBitAO
    DE
    uma parte no valor de 5 8199)89' do sobra
    do de um audar da rua da Senzila T-
    Iha a. 82, avaliada cm li:U00VMW. en
    OWffrA-PrtttA iSWCf^RRfirrTE
    * m\i dia
    Por intervene* do agent* Pinto, em ** t-
    riptorio a rua do'B6m Jesos n. 43.
    LEILAO
    DE
    160 saccos com mil ho.
    SSXTA-FEIRA 9 DO CORK EWE
    4s 11 horas em ponto
    0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
    conta e risce de qoenvpertencer, de IW sacco5
    com milho nara'fftctiareontas.
    SEXTA-FEIRA 9 DO ^GnRENTE
    as 11 horas da mauha
    No armazem do Sr. Anne*, defmnte d aV.Hidega.
    LEILAO
    DE
    149 meios de sola, reslo de marca para foliar
    conlas.
    SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
    As 11 l|2 horas da manha.
    O pwpssto do agente Pestana fara MMu, por
    conla, e risco de.qaem pertencer. d* IM rueio*
    de solla. resto ile man-a e para feclur ooaUs.
    SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
    A's 11 horas da manha
    no armozem do Sr. Annes defronte da alfauleg
    LiiiLlO
    DE
    uma laverna na eslrada dos AlQictos n. 9,
    denominada Mangueira
    Sexta-feira do correate.
    O agente Martins fara "leilio, ao correr do otr-
    tello, d'arma?ao, generos e mais perten;a* da la-
    verna acima, em nm so lote, a qual se acha bas-
    tante sortida e afreguezada.
    as 11 horas
    leilao
    4D canastras com albos novos.
    QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
    is 11 horas em ponto.
    O preposto do agente Pestana fara leilao por
    conta e risco de qu-m pertencer de 40 canastras
    eom alhos novos. marca quarta-feira 7 do cor-
    rente, as 11 horas da manha, no armazem do Sr.
    Annos, defronte da alf->ndega.
    LEI'AO
    DA
    laverna da rua do Rosario da Boa-Visti
    11
    QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
    O agente Marlins fara I ilao d'cnnacAo, generos
    e mais pertengas da laverna da rua do Rosario n.
    11, em um ou mais lotes.
    A's 11 i.oras do dia acima.
    LEILAO
    DE
    Uma burra (cofre) 1 carteira, 2 m6cbos, 1
    prensa ou machina de copiar car tas, 2
    cadeiras, 1 mesa e outras obj'Ctos de
    escriptorio
    Quinla-foira 8 (luorr^nte
    As 11 horas da manha
    No sobrado da travessa da Madn- de Deus n. 10,
    primeiro andar.
    POR 1NTERVENQAO DO AGENTE PINTO
    E out uuaqa'
    Ao meio dia vender se-ba o mesmo sobrado edifi
    oado em chaos proprios. ________"
    Leilao
    DO
    Sobrado de 2 Andares e sotSo da. travessa
    da rua da Madn- de Deus n. 10. ediheada
    em chaos nroprios.
    ts^u htn-lwiirt 8 io oorfeiitH
    as 19 horas em ponto.
    O agente Pinto levara a leilao, prec-'dida a eom-
    petente aqiorisaoao, o sobrada da tra"a>sa..da Ma
    dre de Deus n. 10 ; o leilao serA emottado no re-
    ferido spbraOA pojflijc^ias.do.leujo dos oajectos
    * acf)puyl9.___________________________
    DU .
    mo^it o louea
    OUWTA-fEIRA 8 1)6 C0tRENTK
    J fl Hm f^nrfcilio ** flailtlfl 11 lt-
    *r a flip IwttffttMl UJUO IffU""11
    ncia : oc^mprtha.de^avrHIo
    tampos da.pedra my more em
    WU Dm pel>-..'um '-
    rt#o, ma mnh-
    ' > fcrra, a-
    DE
    moveis, louca, crystaos
    e i bras de prata
    A SABER:
    Um piano de Colard ^ Ijolard, 1 m ibilia de ja-
    caranda com 1 sofa, 2 consolos, 2 cadeiras de bra -
    cos e 12 de guarnieao, 3 lancas e 6 pares 4e ccr-
    tinados, jarros e vasos para floras, 1 lustre da
    crystal com 4 bicos, 1 lindo tapete p ira meia de
    sala (grande) casiica> s e mangas.
    Uma on tra mobiiia de jacaranda, 2 escarradei-
    ras, 2 candieiros de pnicelana. 4 vasos para fi-
    res, 1 mesa para escriptorio, 1 esiante e 1 nuppa
    do Rrasil.
    Uma caroa franceza de jacaranda (nova), 2 loi-
    letles, 2 guardas veslidos, 2 lavatories, i secreta-
    ria de charao, caixinhas de dilo, 1 commoJa, I
    mesa de amarello, 1 tocador e camas para me-
    ninos.
    Uma mesa elasiica para 24 prssoas, 1 mobiiia
    de mogno, 1 guarda Iouca, 1 aparador de mogno.
    1 quartinheira, 2 aparadores t irneados. I mesa,
    apparelbos de pnrcelana para cha e lantar, eouos.
    calices, garrafas, compoteiras de Qnocry-tal. flan
    dres, poles e trem de cozinha.
    I vpr. cadeiras ainericanas. rnnsnln* .jahidgs tnj-
    sas. caileira<, nival.nos emuifos outro* "bj^clos
    Quatro sofas de fer o, 12 vasos de terra-cola
    com flare*, i carro de m>o, trem de jardim. ft.-.
    Col eres de prata, -aivas, 1 faqueiro, e muitos
    outros ohiectos de casa de familia.
    TERCA FEIRA 13 DO CORRENTE
    Em Satit'Aiina, ca.-a proxima a rstagao do
    mi-smo nome.
    O Dr. Alvaro Caminlia Tavares da oilva. tendo
    de mudar sue residc-.ncia paia a cdrle, levara a
    bilao, porint-rvenr-ao do agente Pinio, os movvis
    e mais nhjectos acima nvncii.nados, existenles na
    ca-a de sua resid.ncia em Sanl'Anna, onde se ef-
    fecluara a leilan.
    A's 10 1|2 horas em ponto parlira da Mttejn
    do arco dn Santo Antonio, um trem expresso que
    serviri de condu;ao gratis aos concurrontes ao
    leilao.
    prmcipiara a3 I
    ho- a i.
    EM TEMPO
    casa sera tambem vendida era
    podendo ser ex ami
    O I 11 an
    A mencionada
    leilao do dia 15 lo c irreute,
    nada u. s dias 13 e 14.
    AVISO liv HSQs
    = Precisa-se de uma escrava para czinhai
    para uma pessoa, na botica da rua dc Range!
    n.62.__________________________________
    A ma, com ur-
    g
    encia.
    Precisa-se, com urgencia.
    de uma ama para cuzinhar
    em casa de pequena famili :
    na rua do Capibaribe n. 40.
    i
    19
    1
    0
    ,.^>.
    - ..-*--
    *'
    --
    O relojoeiro e donr dor
    Albino Baptist* da Rocfta,
    de volla da Europa, conli-
    niia a enearregarse de
    concertar e dourar relo
    gios, bem co-o ootros
    :*a*t1i oijectos ; rogandoa sens
    aniig-s e freguetes o ob-
    At siquiu de procura lo na rua Duque de
    U Caxins janiig.i rua da Cruzes) n. 32, pa-
    s5? viiuento lerre'i. queoeucontrario promp-
    j^ t... A garanlia do seus trabalhos e fa-
    m, ze Ins por pre;.i- molicos : assim como
    lainuem vtude relogios.
    m
    1
    i
    &
    -a
    m

    Bai
    DE
    reiros
    \ alguitn que nes>a vill i mais cuida cm nrdir
    uas tr*v. as ma-i vis ifit igu oom sinistros lin-
    pojilie s: -ed'.l.ri qi i jja-soa, alvo'de ^u.l^
    entriga*. :iin.)a n'io ((w i n nra de commu
    in .i d i prqvineia. e maBM
    darilon l S Duta,etJ. tuide fui| noa
    fms-.Li i i o oaenw je^eeu otga-
    e a.u ..yio ua i -. cantiBoe a ear po-
    i o -em -i-r iuui^a.. < a .t mioar esu nssera
    **.?h-?;> n i refinale jesnitwow |raJi
    Hi- h i
    |duU5
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    I
    Diario de Pernamouoo Terga feira 6 do Janeiro'do 1874.
    (
    *
    Imperial Institute) de N. S.
    do Bom Conselho
    MHffid frit huefcssrel Antonio Co
    luMhnno Serphieo de Assis
    Cni-Twltto.
    Tem Ingar, neste Ituiituto, no dia 7 de Janeiro
    do carrente anno, a abertura das aulas de ins-
    truccao primaria e secundaria._______________
    CASA DA FORTH
    AOS 4:000#000.
    WLHETES GARANTIDOS.
    A' rua Primetro de Marco (outr'ora rua dc
    Crespo) n. 23 t casas do costume.
    0 abaixo assignado tendo vendido nos seas fe-
    -Hee bilhetes, um inteiro n. 982 com 4:000*000,
    iou* melos n. 1854 com 3004, e outras sortes de 104
    t 20f da loteria qne se acabou de extrahir (81'),
    eoonda aos possuidores a virsm receber na con -
    formiitpdii do costume, sera dsconto algum.
    Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
    Ax 18' pane das loterias a beneficio da Santa
    Casa de Misericordia do Recife (82), que se extra-
    hira na sex ta-feira, 9 de Janeiro do corronte anno.
    PRECOS
    Hilhete inteiro 4*000
    Meio bilhete 2*000
    f PORgAO DK 1009000 PARA C1MA-
    Bilhete inteiro 3*500
    Meio bilhete 1*750
    ilanoel Martins Fiuza
    Prccisa alugar uma escrava de meis
    idade que seja fiel e civilisada para service
    interno.e externo, na rua da ViracSo n. 33.
    ESCRIPTORIO
    . COMMERCIAL.
    109, Rua da Praia. 2.
    IASBOY
    Luiz Felippe Leile & .miao
    Executam por commissao quaesquer ordens das
    provincias do reino, ilhas e provinces ultrama-
    jiCSSfi^a cpmo dp Brasil e outros paizes estra*
    geiros.
    Recebem 4 Cousighacao generos nacionaes, co-
    leniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, allemaes
    do Brasil, ou mesmo de outros paizes, para se-
    rem vendidos no reino ou fora delle.
    Executam ordens para compra e venda de fun-
    doa publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
    da cobranra dos rcspectivos dividendes.
    Promoveuj no mesmo escriptorio, inventarios,
    liquidajdes, causas civeis c commerciaes, appel-
    lacoes e recurs o de re vista.
    Tem os melhores advogados na capital.
    Para os negocios de natureza especial, como
    causas forenses, administracSo de bens, etc., que-
    rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
    a natureza do negocio.
    Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
    quer outros breves apostolicos concedidos em Ro
    ma ou pela Nunciatura em Lisboa, annullacao
    de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
    tribunaes da Santa Se.
    Tratam da arrecadacao de herancas e adminis-
    tracao de bens no continente do reino.
    Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
    to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
    ilhas e provincias ultramarinas.
    Fazem adiantamentos sobre consignacpes de
    quaesquer generos que tenham prompta sahida
    oos mercados inglezes ou allemaes. Tambem com-
    pram aquelles que se offereeerem em condicSes
    vantajosas.
    Fazem transacoes por consignacao ou compra,
    sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
    phosphatos, ou ontros quaesquer, se convierem as
    condicoes de qualidade e precos.
    Dao-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
    Esta ca?a tem correspondencias senas em todos
    os pontos do reino, cm Paris, Inglaterra e Ham-
    remo da siao, ilhas dos Acores e Cabo- Verde,
    e aceita as propostas que do imperio do Brasil
    Ihe forem feitas por correspondencia elTectiva ou
    eventual.
    Na modicidade de snas commissSes, na exacti-
    dao de suas contas e no credito longamente esta-
    beleeido faz consistir toda a garantia de bom aco-
    Ihlmento.
    Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
    ;as de Hespanha.
    N. B.As commissoes sao regnladas pela praxe
    stae praca
    Aluga-se metade da casa da rua dos Quatro
    Cantos n. 16, na Capunga : a tratar na mesma
    Aluga-se um escravo raoco para qoalquej
    servico : na rua do lmperador n. 50.
    Para aboaconservagao
    DE
    VOSSO CABELLO
    Hie e um preventivo seguro e certo contra
    a calvice.
    Elle di e restaura forca e sanidade a* pelle da
    cabeca.
    Elle de prornpto faz cessar a queda prema-
    tura dos cabellcs.
    File da" grande riqueza de lustre aos ca-
    bellos.
    Elle doma e faz preservar os cabellos, em
    qualquer forma ou posi^ao que se dese-
    je, n'um estado formoso, liso e macio.
    Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
    e os.
    Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
    limpo e livre de toda a especie de caspa.
    Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
    cos.
    Elle conserva a cabeca n'um estado de fre*-
    cura refrigerante e agradavel.
    Elle nao e demasiadamente oleoso, gorda-
    rento ou pegadico.
    Elle nio deixa o menor cheiro desagrada'
    vel.
    Elle e o melhor artigo para os cabellos das
    criancas.
    Elle e o melbor e o mais aprasivel artigo
    para a boa conserv8c3o e arranjo dos ca-
    bellos das senboras.
    Elle e o unico artigo proprio para o pentea-
    do dos cabellos e barbas dos senhores.
    NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
    PODE CONSIDERAR COMO COM-
    PLETOSEMO
    TOMCO ORIENTAL
    0 qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
    O CABELLO.
    Acba-se a* venda nos estabelecimentos de
    H. Forster & C., ageutes. E em todas u
    principaes lnjas de perfumarias e bticas.
    jmMgma|Bg
    PEMlES
    Na travessa da rua
    das Crazes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhqres de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma easa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    VAPOR FRANCEZ
    ROA DO BARAO DA VICTORIA
    [. 7Outr'ora Novatf. 7
    Calpdo
    Silva Barroca Kiihos teeui para vend r
    eeu a mazem, a rua do Marquez da OliM *
    *egninte:
    Folha de Flandr.
    Estanho em verguinhas.
    Machioas para Cerv^ja es&Tsseza branca e preta.
    PRESENTES
    Do anno novo
    Oh I v6s MOCOS E MOCAS, que recebestes os
    prssentes de festas do Natal, e que estais na res-
    tricta obrigagJo de retribuirdes taes festas, ide, ide
    correndo ou mandai a
    Confeitaria do Campos
    na vespera do anno nevo, que alii encontrareis
    para ditas
    Retribuicpes, o seguinte :
    Uma rica caixinha ou cestinha com amendoas,
    confeitos, doces, etc., etc., etc.
    I'm fiambre ricamente enfeitado.
    Um bolo inglez idem idem.
    Um pao-de-16 idem idem.
    Um pudin idem idem.
    I'm queijo inglez superior.
    Uma sorpresa sorprehendente.
    Etc., etc., etc., etc, ete.
    Na confeitaria do CAMPOS
    Tao conhecido...
    NURTIMENTO
    MEDICINA
    Preparado poi
    Lanman & Kerne
    para thUiaca
    toda a qualidade
    de doengas, quer
    seja na garganta,
    peito ou bofes.
    Expressamente
    escolhido dos me-
    lhores figadosdes
    quaes se extrahe
    o oleo no banco
    da Terra Nova
    purificadochimi-
    calmente, e suas
    valuarveis propri-
    edades conserva-
    das com todo o
    cuidado, emtodo
    o frasco se garan-
    teperfeitamen-
    te puro.
    Este oleo tem
    sido subrnettido
    aumexamemui-
    to severo, pelo
    ehimico de mais
    talento, do go-
    verno hespanhol
    em Cuba e foi
    pronunciado por
    elle a conter
    MAIOR JORQAO D'lODINA
    do que outro qualquer oleo, que elle tem
    examinado
    IODINO EUMPODFR SALVADOR.
    Em todo o oleo de figado de bacalhdo, e na-
    quelle no qual contem a maior porgao desta
    invaluavel propriedade, e o unico meio para
    curar todas as doencas de
    GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
    Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
    tosse, resfriamentos, etc.
    Uns poucos frascos da carnes ao muito
    magro que seja, clarea a vista, e da* vigor
    a tedo o corpo. Nenhum outro artigo co-
    nhecido na medicine ou scienoia, da" tanto
    nutimento aosystema e incommodando quasi
    nada o estomago.
    As pessoas cuja organisa^lo tem sido des-
    truida pelas affec^des das
    ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
    e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
    pletamente desarranjada, devem tomar
    OOLEO DE FIGADO DE BACALHAO
    DE
    LANMAN & KEMP
    Se e" que desejam ver-se livres e isentas de
    enfermiclades.
    Precisa-se de um cozinbeiro ou cozinheira,
    livre ou escravo, para uma casa de familia, no
    Monteiro : a tratar na rua do Marquez de Olinda
    n. 35.
    Tem sido apresentada ao pnblico
    Durante o espa^o
    DS
    4 0 A N N 0 S.
    DE
    RBISTOL
    Para laoi
    BOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
    de duraque com biqueira, dos melhores
    fabricates.
    SAPATOES de bezerro, de cordavao e de case-
    miri.
    SaPATOS de lustre com salto.
    SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
    prios para banhos, sitios e jardins.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
    francezes e portuguezes.
    Para senhora.
    BOTIXAS pretas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    SAPATINHOS de pbantasia com salto, brancos,
    pretos e de cores differentes, bordados.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
    Para meninas.
    BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOTINADOS de diversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    Para meninos.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
    ABOTINADOS e sapatSes de bezerro, de diversas
    qualidades.
    SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
    Botas de montaria.
    Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
    meias perneiras para nomen<, e meias perneiras
    para meninos.
    No armazem do vapor francer, a rua do Barao
    da Victoria a 7.
    Mobilia de vimes.
    Cadeiras de balanco, de braco, de gnernicoes,
    sofas, jardineiras, mezas, coiversadeiras e costu-
    reiras, tudo isto muito boa por serem fortes e
    levos, e os mais proprios moveis para saletas e ga
    binetes de recreios.
    No armazem do vapor francez, a rna do Barao
    da Victoria n. 7, outr ora Neva.
    PIANOS.
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
    de elegantes modelo?, do: mais notaveis e bem
    conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
    Bldonel, Henry Hers e Ileyel Wolff & C.: no
    vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
    tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
    Perfumarias.
    Finos extractosfbanhas, oleos, |opiata e pos den-
    trifice, agua de flor de laranja^ agua de toilete,
    divina, florida, lavande, pos ie arrez, sabonetes,
    costneticos, muitos artigos deicados em perfuma-
    ria para presentes com frascos de extractos, cai-
    xinhas sortidas e garrafas Je differentes tama-
    nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
    dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
    dray.
    No armazem do vapor
    da Victoria, outr'ora ov

    49 Rua do lmperador 49
    Precisa-se de um caixeiro : na padaria da
    rua de Domingos Jose Martins, no Recife, n. 96.
    Conselho parochial da socie-
    dade propagadora da ins-
    trucQao publica, no Poco
    da Panella.
    0 conselho parochial da sociedade propagadora
    da instruccio publica, no Pdco da Panella, avisa
    aos pais dos alumnos, e a quaesquer outros inte-
    ressados, qne pretendam frequentar as escolas
    dinrnas e noturnas do Monteiro e Pedra-molle, qne
    as respectivas aulas serao abertas no dia 7 do
    corrente mez ; e aquelles qne quizerem matricu-
    lar-se nas mesmas escolas, deverao entender-se
    com qualquer membro do conselho parochial, aGm
    de receberem a gnia de que falla os estatutos ;
    e para isso faz sciente quo os membros do conse-
    lho sao :
    Dr. Jolo Jose Pinto Junior.
    Jose Francisco do Rego.
    Alfredo Jose Antnnes Guimaraes.
    Dr. Augusto Carlos M. de Oliv ira.
    Dr. Jose Tibnrcio P. de Magalbaes.
    Jose Bodrigues de Souza.
    Pedro Americo da Gama Duarte.
    Seeretaria do conselho parochial da sociedade
    propagadora da instruccao publica, em de Janei-
    ro de 1874.
    0 secretario
    Augusto Carlos.
    Collegio de Santa I'rsula
    Para educa^ao de meninas
    Este collegio, estabelecido no edifieio n. 33 da
    rua da Imperairiz,da amanha comeco aos sens tra-
    balhos. A directora, abaixo asiignada, esperajdos
    pais de suas alumna* e do publico em geral, o
    acolhimeato que ate hoje tem merecido, promet-
    tendo empregar sens esforcos no enmprimento de
    sens deveres. pela boa educacao das mesmas que
    Ihe sao confiada*, mantendo assim o credito ad-
    qnirido na pratica de mais de IS aonos de exer-
    clcio.
    Ursula Alexandria de Barros.
    Instruccao primaria.
    A professora da terreira csdeira publica da fre-
    lezia de S. Joa6 'testa cid^de faz sciente aos pais
    le familia, que a matricula de sua eecola se acha
    aberta desde amanha (7).
    CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
    A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri-
    fica a massa do sangue, expelle para fora
    todas as materias e fezes viciosas e impuras,
    regula todas as secre^des, d& vitalidade e
    energia a todos os orgaos e dd forga.e vi-
    gor ao systema aflm de poder melhor resis-
    tir a todos os ataques da enfermidade. E'
    pois este um remedio constitutional. Elle
    nunca distroe alim de poder curar ; porcm
    constantemente assiste a natureza. Portanto
    em todas as doencas constituciomies e em to-
    das as molestias locoes dependente d'um es-
    tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
    ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
    Bristol o um remedio seguro e efficassissi-
    mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
    vrtudes.
    As curas milagrosas de
    Eflerafulaa,
    Vlceras,
    Chagas antiaas^
    ENFERMIDADES SYPHILl'l/CAS
    ERYSIPELAS,
    RHEUMATISMO,
    NEVRALGIAS,
    ESCORBUTO,
    ETC., ETC., ETC.,
    que tem grangeado e dado o alto reuome i
    Salsaparrilha de Bristol
    por todas as partes do universo, sao tSo so-
    mente devidas a"
    UNICA LEGITIMA E ORIGINAL
    Salsaparrilha de Bristol
    NA PHARMACIA CENTRAL
    francez, a rua do BarSo
    ova n. 7.
    Quinquilharias.
    li-ti^os de differcnlcs gostos
    phantazias.
    Espelhos dourados para salss e gabinetes.
    Leques para senhoras e pan meninas.
    Luvas de Jouvin, de no de Estocia e de camurca.
    Caixinhas de costura ornada com musica.
    Albuns e quadrinhos para rettatos.
    Caixinhas com vidro de augmeMar retratos.
    Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
    Correntes de plaque muito bonitas pa-ra relo
    (?ifi9.
    Brineos a imitacao e botSes de punhos de pla
    que.
    Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de :ou
    rinho de cores.
    Novos objectos de phanlazia para cima de uesa
    e toilette.
    Pincinez de c6res, de prata dourado, de tco i
    de tartaruga,
    Oculos de aco Bno e de todas as guarnicfes.
    Bengalas de luxo, canna, com castSes de mar
    nao.
    tiengalias diversas em grande sortiraento para
    homens e meninos.
    Chicotinhos de baleia e de muitas qnalilades
    diversas.
    Esporas de tarracha para saltos de botas.
    Ponteiras de espuma para chamtos e cigarros.
    Pentes de tartaruga para desembaracar e para
    barba.
    Ditos de mar dm muito finos, para limpar ca-
    beca.
    Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
    tes.
    Carteirinhas de medreperola para dinheiro.
    Gravatas brancas e de seda preta para homens
    e meninos.
    Campainhas de mola para chsmar criados.
    Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
    mino e outros muitos differentes joguinhos alle-
    maes e francezes.
    Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
    minhos de ferro.
    Argolinlias de marfim para as criancas morde-
    rem, bom para os dentes.
    Bercos de vimes para embalar criancas.
    Cestinhas de vimes para braco de meninas.
    Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
    criancas.
    Venezianas transparentes para portase jane Has
    Reverberos transparentes para candieircs de
    gaz.
    Estereoscopos e cosmoramas com escoUiidas
    vistas.
    Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
    vidros.
    Vidros avulsos para cosmorama.
    Globos de papel de cores para illuminacSes de
    festas.
    Baloes aereostaticos de papel de seda mui facil
    de subir.
    Machinas de varios systemas para caf6.
    Espanadores de palha e de pennas
    Tesourinhas e canivetes finos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
    Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras douradas e pretas para
    quadros.
    Quadras ja promptos com paysagens e pbanta-
    zia.
    Estampas avnl3as de santos, paysagens e phan-
    tazias.
    Objectos de magicas para divertimentos em fa-
    milia.
    Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
    Realejos barmonicos ou accordions de todos os
    amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
    rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
    vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
    Nova n. 7.
    Medidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
    medir terrenos.
    Brinquedos para meninos.
    A maior variedade que se pode dwejar de todos
    os brinquedos fabricados em diajwotes partes
    da Europa para entretenimento da* criancas tudo
    a precos mais resumidos que e possivel: bo ar-
    mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic-
    oria, outr'ora rna Nova n. 7.
    Cesliahas para costura
    Grande sorumento de bonitos modelos ehegados
    ao armazem do vapor francez, cua do Ba-ao da
    Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
    "Os abaixo aialgnartoa deckram ao respeil
    vel pnblico desta cidade, e com especialidade ao
    commercio, que por motrros, qne so a elles dizem
    respeito, rwolvaraa Uquidar o armazem de agen
    cia na rua do Vigario n. II, por isso, pedem i
    todas a* pessoas que em objectos no memo ar-
    maxea a virem retira4o no praxo de 6 dias.
    Recife, 31 de deiembro de 1873.
    Raymnndo IVraifio de MelJo Junior.
    Pur meu pai Joe II iria Pesiano
    0 prepusto Joaqaim Maximiano Pestana.
    Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de piano? dos mais afaoiados antores,
    como sio : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma ijualidade de pianos sup-
    riore?, mandados expressamente construtr para este clima, o qual os amadoros dos
    bons pianos s6 enconlrarao nesta easa.
    Recebem-so pianos usados em troca.
    Concertam-se e afinarn-se pianos.
    Tambem avisa-se aos Srs.
    concertadores de pianos
    que ha sempre o mais comploto sortimento de materiacs para conccrtar piat.us, com )
    sao: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, corda,
    marfim, etc., etc.
    49 RUA 1IO IMPERinOR 49
    Triumpho da
    SCIEVCIV MEDICI!
    Em tem pos modernos nenhum descubri-
    mento ope uromaior revoluc}8o no modo de
    curar anteriormente em voga do que o
    PK1M.IL DE MCMnl '
    TANTO NO TRATAMENTO
    DA
    Tosse, Crupo,
    Asthma, Thisica,
    Rouquidao, Resfriamentos.
    Bronchites,
    Tosse Convulsa,
    Dores de Peito,
    Expecturacao de Sangue.
    Como em toda a grande serie de enfeimi
    dades da Garganta, do Peito e dos
    OrgfloN da resipiracSo, que tanto
    atormentam e fazem soffrer a humanidade.
    A maneira antiga de curar consistia geral-
    mente na applica$ao de vesicatorios, San-
    grias sarjar ou applicar cxteriormente un-
    guentos fortissimos compostos de substan-
    cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
    cujos differentes modos de curar, nao faziam
    senao enfraquecer e diminuir as forces de
    pobre doente, contribuindo por esta forma
    d'uma maneira mais facil e certa para a en-
    fermidade a destruicfio inivitavel de sua
    victima 1 Quam differente e" pois o effeito
    admiravel do
    PBIH3AL DE ASACAHUIWI
    Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
    ditos soflrimentos ao doente,
    Calma, modifica e suavisa a dor,
    Allivia a irritagSo,
    Desenvolvoe|entendimento,
    Fortifica o corpo
    e faz com que o systema
    desaloje d'uma maneira prompta e rapida
    ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
    melhores votos em medicina da Europa, (os
    entes dos collegios de medicina de Berlim)
    testificam serem exactas e verdadeiras estas
    relacoes analogicas, e ale"m disso a expe-
    riencia de milhares de pessoas da America
    Hespanhola, as quaes foram curadas com
    este maraxilhoso remedio, sao mais que suffi-
    cientes para sustentarem a opiniao do
    PEITORAL DE ANACAHUITA I
    Deve-se notar que este remedio se acha
    inteiramente isento de venenos, tanto mine
    raes, como vegetaes, emquanto que alguns
    destes ultimos, e particularmente aquelles
    que sao dados sob a forma de opio, e aci-
    do hydrocianico, formam a base da maior
    parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
    cilmente se engana a crodulidade do pu-
    blico. A composicao de anacahuita peito-
    ral aclia-se linda e curiosamente engarrafade
    em frascos da medida de cerca de meio
    quartilho cada um, e como a dose que se
    toma e so d'uma colher pequena, basta
    geralmeute & applicacSo d'um ou dous fras-
    cos para a effectuac&o de qualquer cura.
    Acha-se a venda em todas as boticas.
    H. FrostersAC, agentes.
    Unicos agentes nesta provincia os Srs. J*
    0. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
    CASAS
    Aluga-se a casa n. 17 a rua da Moeda, com ar-
    mazem, 1.* e 3.* sndares e setio, pintada e caiada
    de novo, > tudo mais concertado; e tambem a
    pequena casa, sita na travessa do becco da Lama
    n. 3 : traia:se na raa da Cadeia n. 3.
    Quern precisar de nm rapaz poringuez para
    caixeiro de taverna, tanto para a praca, como
    para o matto : dirija se a rua da Imperatriz, loja
    n. K que acbara com qnem tratar.__________
    - Aluga se o andar ua rua larga do Rosa-
    rfo u Si, prjprio para escriptorio : a tratar na
    loja do mesmo.
    A YERDADEIRA TINTA VIOLETA
    S JOSfi FERREIRA DA SILVA
    DE
    | SANTOS NEVES
    <3
    O^
    TS
    Conrintia a vender a verdadeira tinta violeta extra-fina de Montei-
    ro, em meias botijas e quartos, a retalho e
    Emgrosso comvantajoso desconto
    RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 19
    ANTIGO DEPOSITO
    0M1M0IOQ YNM-YHIX3
    DA
    \\ Rua do lmperador 41
    Os proprietaries deste estabelecimento, no intuito de Ihe conaervarem os cre-
    ditos de primeiro neste genero, continuam a esmerar-se na preparacao escrupulosa
    de seus medicamentos, podendo garantir ao respeitavel publico desta cidade e in-
    terior que sao rigorosamente observadas todas as regras pharmacologicas. OuU-o
    sim, que com o mesmo flm acba-se a testa do estabelecimento, tendo a seu cargo a
    inspeccao de suas preparacoes e direccSo do consultorio, o acreditado medico ho-
    i'meopathalDr. Jesuino Augutto dos.Santos Hello.
    Tem todos os medicamentos especiaes para bexigas e os considerados pre-
    servatives : assim tambem, os medicamentos da sua drogaria cm todas as dym-
    nanisacoes conhecidas e mais usadas.
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    Encerado de arnica.
    Pos homeopathico?, para dentes.
    Jeric6, para rheumatismo.
    Matamata ou Jaboty, para tosse.
    Espirito de Hahneman ou de campho
    Plumeria, para mordeduras de cobras.
    Sarracenea, para bexigas ( cu preser-
    Vaccina, para bexigas ( vativo.
    China cruzeiro, para febres intermi-
    tentes.
    Schynus, para angina.
    Calendula, para queimadnras.
    Tarantula, para paralysias.
    Carnaiiba para syphilis
    Consultorio homeopathico
    DO
    DR. SANTOS MELLO.
    Consultas das 11 horas da manhaa l%a tarde.
    Cactus Grandiflora,^ para pneumonias
    ou molestias do coracao.
    9
    Pode obter em poaco tempo com o aso do meihtr dos HutiW I iffimi'h
    HESPERIUHNA
    Faz oito annos qne 6 conhecido este precioso tonico, e & difficil acbar oma pem
    qne, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em seu fa\or, ja .:oma bom eaten.^>
    e apetisador, tomando nm caliz della antes de jantar, on como facilitador da dir <*
    !omaDdo-ie depoii.
    ABASE
    da HESPERIDINA e a LARANJA AMARGA, nao ha am 16 babitante do 13RAS1L (a Urn
    aspecial das iaranjas) qne nlo connect as propriedades medicinaes da donrada fn .
    ora bem, a
    AMABGA
    am sen estado natural tem nm gosto pooco agradavel, e o merito da Hespendina
    liste em reter snas boas propriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como
    EXQinsrro lioor
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA NaCIONAL lS tem nada que >nv*iar n
    melhores importactos enropiag de cathegoha semelbante. Estas, qoaodo mnito, po.:w
    ler gostosas, porem a Hesperidina 6 a combinaclo perfeita do
    AGRADAVEL E SADDATEL
    Para prova de qne 6 nm artigo no qaal pode-se ter inteira confianca, por Mr pert
    innocente, baala dizer-ss que foi pleDamepte approvada e antorisads pel*
    JUNTA OE HYGIENE
    do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaborsc9o do imperio ; ootra
    HESPERIDIM
    0 homem velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    0 bomem doente toma Hesperidina para obter
    SAUDE
    0 bomem debil toma Hesperidina para obter
    Nos bailee as donxellas os mocos tomam a Hesperidina para obter boa er>
    animac2o darante os loocos gyros da
    BARROS JUNIOR A C, i raa do Vigario Tenorio o. 7, 1' andar, reoaberam *
    grande eapeciflco, e venMm-oo noa depositoe aegnintee :
    Joaqoim Ferreira Lobo, raa da Imperatriz.
    Zeferino Carneiro. raa do Commercio.
    Marceliao Joae Goocalvea da Fonie, raa da Cadeia n. I.
    Antonio Gomes Pires A C, rna da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires d- C, caes 23 de Novembro.
    Gomes & IrmSo hotel d* Passagem.




    i):ario de Peraambueo Terca feira 6 de Janeiro do 1874.
    FUNDICAO DO BOWMAN
    RUA DO BRUM N. 52
    (Piassando o ehafariz)
    PEDEM AOS aenborea da enginho e ontros sgrico! vr i, < eajpregad.-n* dt ic
    iftiniimo o favor da ana visita a seu eatabelecimeolu, para verem o novo aortimento
    sompleto qoa abi tern; aendo todo superior em qualidade e fortidao; o que com a ins
    peccio pesaoal pode-sa veriflcar.
    ESPECIAL ATTErfCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
    \7fl.nnrA A rnHflfl rt'ncrna dos mais mo:!erD08 lyatemas eem ta
    W ||Ur09 O rvUttS U U^Uti manbos conveoiemes para as divanu
    tircnmaUnciai dot aenhoroa proprietaries e pan deacarofar algodao.
    Moendas de canna 2*2%'ot ta,D,Dh0,, u>6lbom qae ,qai
    Rodas dentadas para ,niaw"; lg01 e vapor
    Taixas de ferro fandido, batido e de cobre.
    Alambiqnes e fdndos de alambiques.
    IfftAlliniffmntt p,r* mandioca 8 algodlo.l Podendo] todoa
    auwuiiuouivo epiraierrar madeira, f ser movidos a mio
    Rnmhaa (Pr a&a, vaPr
    uvuiucM da pateote, garantidaa........ |oa animaes.
    Todas as machinas **" d*qoe M C08lam" preciw-
    Fas qualquer concerto demehiAi,no' aPM mai raaomido.
    Form as dfl fOrrO tem u melborea e mail baratas existentei do mer-
    RnAnmmanrloa Incambe-ae de mandar vir qaalqner machinismo a von-
    auuumuiOUUttB. u raai comprai por intermedio da peisoa enteQdida, e qoe em qaalquer necesiidade pdde
    Jms prestar aaiilio.
    irados americanos 9 lnalran,eD,0a ,ricolM-
    RUA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARJZ
    Vernizes especiaes para carroa-
    H*-
    PEGHINCHAS
    $6 o n. W
    RUA DO C1ESP0
    m m 3 mm
    gens.
    Fste verniz. cuja falta a.ui tanto sontem
    os Srs. fauricui.t s e possuiilnres de carrua-
    gens, acaba do ch'gnr para seu unico depo-
    sito, VFUNIZ SU'LHFINO PARA C.AIXAS DF
    UKUUAGENS.
    E' urn verniz muito claro e duravel para
    as caixas de carruagens, para todas as de-
    mios, ou para a ultima somente, sobre
    outros vernizes. A superBae secca era 12
    boras, depois das quaes so eipoo ao ar por Proprio para vestidos o qc
    algum tempo, o quo faz eudurecor. e oassa- P*dr8e novos, pelo preco de
    das 15 a 18 horas pdde passar-se
    FUNDICAO DE FERRO
    A' rua do Bario do Trinmpho (rna do Brnin) ns. 100 a 104
    CARDOSO (fc IRMAO
    RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
    genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercSdo.
    VapOreS de for$a de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
    OaiQeiraS de sobresalente para vapores.
    MOenClaS intiraS e meias moendas, obra como aunca aqui veio.
    laiXaS llUndiaaS e batidas, dos melhores fabricantes.
    KOClaS a agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
    KOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
    Relogios e apitos para vapores.
    DOniDaS de ferro, de repucho.
    AradOS de diversas qualidades.
    Formas para assucar grandes e pequenas.
    OoncertOS ncert*m com promptidao qualquer obra ou macbina, para o que teem
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    EnCOmniendaS mand*m v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
    para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
    e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
    litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
    RuadoBarao do Trinmpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
    . a caixa a
    pedra pome e dar-lhe era seguida outra de-
    mio. Dio-se com facilidade Ires demSos
    deste verniz sobre as tintas, em ires dias.
    A primeira demio servindo de apparelbo,
    ajuda a seccar as ultimas demios e produz
    um excellente brilho.
    Veraaias superior seccante para
    carruageus.
    Este verniz 6 da raesma cdr que o ante-
    eedente, mas endurece a secca com mais ra-
    pidez. Emprega-se com bom exito nas
    obras urgentes, e pdde misturar-se com o
    anterior. A duracSo do verniz perraanente
    diminue na proporpio da mistura.
    VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
    JOGOS DAS CARRUAGENS.
    N4o 6" tao claro como o verniz para as
    caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
    gos das carruagens e tambem para as pri-
    meiras deinSos sobre cdres escuras. Pdde
    passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
    podendo dar-se em seguida outra demio.
    Verniz pre to do Japato, superior.
    Para trabalhos era preto de carruagens.
    Produz o preto mais escuro e brilhante, e
    pdde passar-se a pedra pomes 10 horas de-
    pois. Deve dar-se duas demSos sobre um
    fundo preto e cobrir-se com outras duas de
    verniz que se emprega nas caixas das carrua-
    gens.
    VERNIZ PARA COUROS, .BRILHANTE E
    ELASTICO.
    Este verniz, contendo na sua composic&o
    grande quantidade d'uma substancia muito
    semelbante ao azeite denomiimdo pieds boeuf,
    e" o unico que da" flexibilidade ao couro ve-
    Iho envernisado. Em geral basta uma de-
    m8o que deve ser applicada muito ligeira-
    mente, com um pincel depois de ter limpo
    o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
    ca em 1 ou 2 horas, e a* sombra mas ao ar
    secca em 4. Em tempo humido e* inutil tal
    trabalho, por que nilo 6" possival tornar o
    verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
    Verniz para apparelho.
    Depois de ter applicado 2 ou 3 dem5os
    deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
    ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
    no fim dos quaes se p6de pulir com extre
    ma facilicidade. E' essencialraente neces-
    sario cobrir este verniz com duas demaos do
    verniz superfino para caixas de carrua-
    gens.
    VERNIZ SECCANTE.
    i Mistura-se com as tintas de apparelho, e
    sobre tudo com as tintas moidas, para que
    sequem mais facilmente e para lhes dar
    mais consistencia.
    :ontinua a vf mler muito '.'aratap.ua npurafc
    muito dinhciro.
    CASSA LA
    Cbegon esta fazemla,semlolindo.padroe!',even-
    de-ie pelo dimiooto preo de 500 r. o covado, 6
    pechiochal I dao-se amojiraa.
    MKTLXS
    |ue ha de mais gosto.
    _e 400 rs. o covado, k
    pecbincha. 11 i doj-ae amostra*.
    LAS ESCOCEZAS
    Laainfaai escoceias, padrdes bonitos, a 340 rs. o
    covado.
    Dilas com lisiras, padrScs raodernos, a 180 rs. o
    covado.
    Ditas li e seda, padrdes moderaos, a 640 rs. o
    covade, 6 pechincha I t t dio-se amostras.
    ALPACAS DE CORES
    Alpaca* de cores, padrdea bonitos, fazenda de
    Aipae
    1*000 :
    i pa vado,
    bonitos pa
    o covado, 6
    ANTONIO JOSJ DE AZEVEDO.
    Rua Nova n. 11.
    PIANOS.
    Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, Tnovos e
    asados, pelo pre$o do custo de factura.
    Tambem acaba de receber o seguinte:
    OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
    de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
    seja com oleado inteiro.
    MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
    .4NNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
    MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
    tiRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
    TALAGARCA e papel picado para bordar com 15 ou seda.'
    VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
    E muitos outros artigos, e por barato pre$o.
    HAMS IHiliMAI
    PARA
    Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lenc,os,
    meias e todo genero de roupas
    COMO TAMBEM
    Carte de visita, livros. envelopes e toda a qnalidade de
    papeis, clara e exactamenle com o nomc competente da pessoa
    Garante-se dar uma chapa tSo boa como podoria conseguir-se em Londres ou Nova
    York, e affianca-se igualmente que a tinta sera" indelevel.
    You can bet your bottom dollar on that
    Cada chapa como nome da pessoa 6" acompahada de dous frasquinhosdetinta, um
    pincel, oma direcQlo sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
    tinta, custando tudo
    Preeo fixo 30000
    Em letra de mao e gothica 5^000
    \RG01AS VMli\Ii;\>i\S
    PARA CHAVES
    SSo muito cmmodas e possuera as seguintes vantagens :
    Servem para ajnntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lugar para o
    nome e moradia do done.
    Sao facew da abrir e fechar, deixam emrar a raaior chave sem offender a
    argola.
    Sio feitas de prata allemS enSo sSosujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
    argolas de aco, sio muito fortes e bonitas. Cada argola araerioana com o nome e mora-
    dia do dono, aberta na mesma, custa :
    Preco fixo 2^000
    P. LAURO MACPHEBSON
    i\0 HOTEL ESTAMINET
    Rua do Iaiperador n. 32
    TOD08 G8 DIAS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO DIA.
    Como n5o e" necessario dar lustro a" ultima
    demao de verniz empregado nas caixas de
    carruagens e no dos jogos, conv^m da" lo
    n'um local separado aonde nao haja p6.
    Quando a obra urge,- deve pdr-se & sombra
    e ao ar livre depois de secco, isto e, passa-
    das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
    uma esponja humida. Quantas mais vezes
    se fizer isto, mais brilhante ficara" o verniz,
    e mais depressa ss terminard a carruagem
    (em caso necessario tres dias depois da ulti-
    ma demao). Durante as duas ou tres pri-
    meiras semanas deve-se lavar a carruagem
    com agua fresca, depois de ter ser-
    dido.
    Os frascos devem conservar-se sempre
    hermeticamente tapados, o resto do verniz
    nao se deve deixar flcar no frasco, e p6de
    usar-se para as primeiras demSos.
    Nao deve misturar-se com este verniz ne-
    nhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
    de nenhum modo com o seccante. E' pre-
    ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e o
    melhor e servir um piucel para cada Yer-
    niz.
    Deposito unico para o Brasil, Bartholo-
    meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
    rion. 34.
    14000 a 400 o covado, & pechincha I I dao-se
    amostras.
    CRETOiNE
    Cretone em pecas peqaenas. com
    drdes, pelo diminnto precp de 400 rs.
    pechincha!! 1 dio-se amostras.
    Cortes de casemira di cores, a S*C00 cada am.
    Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
    Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
    Fustio branco para roupa de meninos, a 560 rs
    o covado.
    Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
    vado.
    Cobertas de chita adamaseada, a 3*500 rs.
    Colchas brancas e com barra de cores, a 31500
    e 4*000.
    Lencoes de bramante, a 2*000.
    Dites de algodao, a 1*400.
    Toalbas alcochoadas, a;6*000 a duzia.
    Ditas felpndas, a 6*500 a dnzia.
    Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
    Ditos de cassa abanbados, a 2*000 a duzia.
    Ditos de esguiao fino*, a 3*500 a duzia.
    Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*500 a
    peca,
    Cambraia Victoriaa a 3*800.
    Atoalbado adamascade, a 2*000 a vara.
    Dito trancado, a 1*400 a vara.
    FustSes de cores, a 1*000 o corte.
    Chales de merinb liso, a 2*000.
    Ditos estampados, a 3*500,4*000 e 4*500.
    Ditos com listras muito finos, a 8*800 e 6*000
    Esguiao muito fino, a 2*000 a vara.
    Bnm preto trancado, a 2*000 a vara.
    Bramante de algodao.a 1*600 a vara.
    Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
    2*500 e 2*800 a vara.
    Algodio marca T, a 5*000 a peca.
    Dito domestico, a 3*000 a peca.
    Brim de aigodao com listras proprio para carai-
    sas, a 400 rs. o covado.
    N'anzue cambraia de cores mnilo fina, pelo di-
    minuto preco de 400 rs. o covado.
    S6 na rua do Crespo n. 20
    Loja de
    Guilherme & C.
    AHEBCAO
    Precifa-se alugar uma ama de meia idade, po
    rem que seja preta. que nao t, nlia vicioi pem
    ichaque, e r;ue afll.tnro ?u.i arar c c tiiii.-ir ii.i ri.la :c.'- o;-:i.lv 5-j:, ,;.) a.j.arn -a
    j.i Icrn-.i ffr.i.ii
    enn 1
    . r t^P ^ ", :'f'na-'"' -Til:- .vi ... J z,
    sobradoda paa do I'mn Jesus outi\.:;i daCinz,
    n. 20, pruprioj para fstabelecimento ronynetrial :
    a tratar na rua do Mar.jucz dt- olinda 11. 52.
    Escravo liigido
    300^000 de gratifica^ao
    Ausenloa-se desde 0 dia 13 de maio de 1872 0
    preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 10
    annos de idade, e perfeito cozinheiro, alto bastante,
    e bem magro, pouca barba, olhos grander, e muilo
    ladino, consta qne tem pai no engenbo do Sr. Luld
    de Caiara, em S. Lourenco da Malta. Este preto
    foi cozinheiro dos negociantes Adriano 4 Castro e
    Sr. Jose Joaquim Goncalves Baxtos, e Ju!ga-e
    que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
    cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
    as autoridades e eapitaes de campo. que 0 desco-
    brindo, 0 tragam a rua Duque de Caxias n. 01, loja
    de miudezas do rival s*m segundo, que serao gra-
    tiflcados com a quantia acima.
    Na rna do Barao da Victoria n. 36 precisa-st
    allar ao Sr. vigario Andre Cnrcino de Araujo Pe-
    eira, t negocio de seu interesse.
    Descoberlas inedicinaes
    MOFINA
    Esta encoura<;ado !! !
    A^ua !ii;lc via |<> i.kll(-i (!: al ((<> U fltlM.
    .-Mvac na i-m! -i.- >! .'>j, uvifc /i-^i;. (.rnvium, u
    .'aui \ir -<;.. !,:, wiiijUf uc Ca:;u.s n. 36. a con-
    :luir aijatjile'negi.cio -me S. S. w'rompromettD a
    realgar, pe!a terreira charr>ada diaie joinal, em
    tins de ditzmbro de 18TI, e depois .para Janeiro
    i>assou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio,
    e por este motivo 6 de noro chamado para dito
    am, po S. S. se deve lembrar que este negocio e
    te mala de oito annos, e qnando o Sr. sen Sino
    ichava nesta cidade.
    Aluga-se uma escrava
    rna da Gloria n. 146.
    para 0 servico : na
    Aula particular de instruc-
    cjio elementar, naruada
    Ponte-velha n. 101
    Pelippe da Costa Dourado faz sciente aos pais
    de seus alumnos e a todos aquelles que quizerem
    conliar-lhe a edueagio de seus filhos, que no dia
    7de Janeiro proximo vindouro terao comefo os
    trabalhos de sua aula, os quaes consistem em
    leitura de prosa e verso, caligraphia, arithmetica,
    systema metrico. grammatica portugueza, etc. etc.
    * Precisa-se de um caixeiro de taverna de 14
    a 16 annos de idade : na rua do Lima em Santo
    Amaro n. 15.
    Garanhuns.
    Na rna do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
    jailar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
    *os6 Paes da Si I va, a negocio de particular inte-
    esse.
    Precisa-se de uma escravi para cozinhar
    e comprar : na rua Primeiro de Marco n. 23
    oja.
    Aos pais de familia
    A professora particular, abaixo assignada, avisa
    aos pais de suas alumnas e mesmo a todos os che-
    fes de familia, que quizerem conliar-lhe a ednca-
    cao de suas filhas, que no dia 12 do corrente mez,
    principiam os trabalhos de sua aula, onde conti-
    niia a ensinar a Mr, escrever, contar e grammatica
    nacional, inclusive todos os trabalhos de agnlha,
    bem como bordados de matiz, ouro, alto relevo,
    ensina com gosto a fazer flores e trabalhos de cro-
    chet e la, e a aqaellas meninas qae mats se quei-
    tam aperfeicoar, ensina o francez, musiea, piano,
    danca, pois tem para iseo habcis mestres. Aceita
    externas e internas, e espera a proteccao dos che-
    fes de familia, promettendo em compensacao gran-
    de desvello no cumprimento de seus deveres : na
    rua do Cabuga n. 16.
    Portunau Fortes.
    Aula particular de instruc-
    cao primaria
    Manoel de Sooza Cordeiro Simoes previne aos
    senhores pais de sens alumnos, que no dia 12 do
    andante se ha de acbar sua anla aberta em con-
    tinuacio dos seus exereicios ; bem como ao res-
    peitavel pnblico, que continua admittir alumnos
    externos e internos, pensionistas e meio-pensio-
    nistaa : na rna travessa dos Expostos, 2* andar
    da casa n. 16. _______________________
    Aluga se barato nmas mei-aguas novas, na
    lravpsa das Barreiras (becco do Aquino): a tra
    tar n raa do Cotovello n. 25.____________^
    - Pr,.ri-:, vp de um criado : no becco do Pa-
    dr n. 28
    orracha para hmas
    Recebeu a pbarmacia Torres, de primeira qua-
    lidade, por commodo preco, vinda pelo vapor
    Ceard. __________________________
    CASA DO OURO
    4os 4:000^00
    Bilhetes garantidos
    Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
    n. 68, e casa do costume.
    O abaixo assignado acaba de vender nos sens
    muito felizes bilhetes a sorte de 700* em um
    meio de n. 3308, a sorte de 100* em um meio de
    a. 3669, e nm bilhete inteiro de n. 1800 com a
    sorte de 100*, alem de outras sortes menores de
    40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
    extrahir (81*) ; convida aos possuidores a virem
    receber, que promptamenteseran pagos.
    O mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
    vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
    prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
    tirar qualquer t remio, como proya pelos mesmes
    annuncios.
    Acbam-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
    pantidos da 18* parte da loteria a beneficio da
    Santa Casa da Misericordla do Recife, que
    extrahira no dia 9 de Janeiro vindouro de 1874.
    Pireeos
    Inteiro 4*000
    Meio 2*000
    De 1009000 para clmu.
    Inteiro 3*500
    Meio 1*750
    Recife, 29 do dezembro de 1873.
    Joao Joaquim da Costa Leite.
    m
    m
    se
    Roga-se ao Sr. Mariano Alves de Araujo,
    que appareca quanto antes, na rua de S. Gon-
    calo n 29, offlcina de marcineiro, a negocio de
    seu interesse.
    0 INEXTINGUIVEr
    PERFUME
    eelebre agua Florida
    DE
    MURRAY ft LiVIIW.
    Uma pura distilla^ao das mais raras fla-
    res dos tropicos. Conte'm, para assim di-
    zer, quasi o oddr odorifero das flores do
    tropico da America, e sua fragancia e quas
    inexhausta ainda mesmo por continuada
    e/aporacio e diflusao. N'este respeito &
    t.i com para vel a qualquer outro perfume
    qne ha de venda para:
    DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
    DE CABECA, DEBILIDADE E
    HYSTERICOS.
    um certo e ligeiro allivio. Com o bom
    .in, tem conservado sua influencia para
    eima de vinte e cinco annos sobre todos os
    i>eriumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
    ideiico, America Central, e do Sul e nds
    com toda a confianoa o recommendamos
    como um artigo, pelo seu aroma muito de-
    licado, riqueza de odor e permanencia, n8o
    pode ser igualado. Tambem faz remover
    da pelle:
    ASPEREZAS, EMPOLAS,
    QUEIMADURAS DO SOL,
    SARDAS E BORBULHAS.
    Sendo reduzida com agua, se torna uma
    excellente mistura para banhar a pelle,
    dando um aroseado e cdr clara a complei-
    580 nublada, sendo applicada depois de
    barbear, evita a irrita^fio que geralmente
    occorre, assim como tambera garganteando-
    se, 0 cheiro do cigarro desapparece, e me-
    lhora a condicfie dos dentes e gengivas.
    Como ha muitas imitacdes, as quaes n5o
    possuem nenhumas d'estas propriedades,
    deve-se tomar cuidado e contar sdmeote 0
    0 famoso perfume j cosmetico do sul da
    America, cham
    AlilA FLORIDA
    DE
    MURRAY rt IWHAV
    Sa ai-ha a* vemia em todos cxlroguistasj
    ptirfumari_as da muda.
    L hbBh 1
    3>
    i
    PELO BACHAREL
    MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCANTI
    ! o Preservative da ery-
    sipela : para curar com certeza, e
    em pouee tempo, qnalquer ataque de
    erysipela, e prevenir 0 seu reappare
    cimento.
    Este medicamento tambem 6 muito
    poderoso para 0 rhenmitismo.
    * o Regnlador da tnens-
    truacao : para falta, irregulanda-
    de, suppressao repentina da menstrua-
    cao, e dos lochios, assim como para
    todo* os soffiimentos devidos aquellas
    affeccSea. Arabos eites medicamentos
    ja sao muito conceiluados, e procura-
    dos nesta provincia, e na do Rio de
    Janeiro.
    Acham-se a venda somente em casa
    do autor, das 9 horas do dia as 3 da
    tarde, e a qualquer hora em casos ur-
    gentes.
    GRATIS AOS POIiRES
    Rua da Imperatriz n. 14, 2 andar.
    9
    m
    m

    Casa de campo
    Offerece se a qnem quiver fazer os concertos
    necessarios, 0 arrendamento por alguns annos, de
    graca, da excellente casa sita na Porta d'Apua.
    que foi do flnadoDr. Joaquim Pires Carnein M in-
    teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
    ca. A localidade e muito salubre, e a casa muito
    fresca, tem magnifico banho de agua doce em
    frente, e 6 muito commodo visto que 0 trem passa
    lefronte : quern pretender p6de dirigir-se ao Sr.
    Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
    Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Horn Jesus,
    ou ao Sr. Cannan, a rua do i.'ommercio n. 40.
    Aluga-se uma excellente casa na povoacao
    de Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
    des para familia; a tratar com Jorge Tasso. rua
    Amorim n. 37.
    Precisa-se de um meuino com pratica ou
    sem ella, para taverna : na rua Direita n. 45.
    Aluga-se metade de uma casa de familia,
    mulber e marido, sem filhos, so a casal : a rua do
    caes da Dettencao n. 11.___________
    Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
    tica de taverna, e dando-se um pequeno interesse,
    Sue de 0ador.de sua conducia : na rua Duque
    e Caxias n. 22, 1 andar.
    Aiuga-se
    0 sitio da Pontede Ucboa n. 35 : a tratar no me*-
    sitio, ou na rua do Rangel n. 7, ou 2*
    mo
    andar.
    Attencao
    O Sr. Francisco Agostinho Madeira, e ngali
    vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A.________
    Escravo fugido
    Desappareceu ao anianhecer do dia 4 do cor-
    rente, do engenbo Serigi, comarca de Goyanna, 0
    escravo de nome Jos6 Borges. mestre de assucar,
    tendo os signaes seguintes: cabra, idade 30 annos
    pouco mais ou menos, boa ligura, um tanto gross<>
    e espadaudo, sendo 0 signal mais visivel uma
    gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a todas
    as autoridades e eapitaes de campo queiram ap-
    prehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
    genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C., lar-
    go do Corpo Santo n. 19 que serao generosamente
    recompensados.
    Recife, 19 de novembro de 1873.
    Precisa-se de uma ama
    que engomme e faca outros
    servicos domesticos, em casa
    de pequena familia: na rua
    do Capibaribe numero 40.
    Aluga-se uma casa terrea com commodos
    para familia, e tendo gaz e agua encanados, na
    rna Imperial n. 179 : a tratar junto. _____
    O abaixo assignado faz sciente ao respeita-
    vel publico desta capital que continua a recolher
    em seu armazem sito & rua do Vigario n. II, mo-
    veis, fazendas, miudezas e quaesquer objectos,
    para serem vendidos em leilao pnblico, promet
    tendo desde ja aos sens cumitentes, todo zelo e
    probidade, nao so na boa conservacao dos objec-
    tos recolhidos, como no prompto paga,.iento dos
    mesmo, logo que forem vendidos.
    Recife, 1.* de Janeiro de 1874.
    Por meu pai Jose Maria Pestana.
    O preposto, Joaquim Maximiano Peslana.
    Escravo fugidu.
    Fugio no dia 4 do corrente mez de Janeiro de
    74 o preto por nome Ignacio, idade 40 annos, al-
    tura regular, secco do corpo, bigode e Cavagnac
    ralo. cabeca muito pequena, olhos pequenos, falta
    de dentes na frente, rosto secco, tem voz baixa,
    falla pouco, e e carregado no semblante, foi do
    engenho, comprado a D. Felippa i.avalcante de
    Albuquerque, senhora do engenho Tanto Es-
    curo, do sul, comprado em 17 de jnnho do anno
    proximo passado, e dabi para ca se tern occupado
    no trabalho de padaria, deve ter os nos dos dedos
    das maos calejados do referido servico, sahio com
    roupa ordinaria, calca remendada, e costuma an-
    dar com ella arregacada, e camisa por fora 4a
    calca, levou camisa de chita com .listras encarna-
    das, e de algodaozini o, tudo ja usado ; desconria-
    se que seguisse o canunbo do ul para o referido
    engenho ou seus soburbios : pe des policiaes ou as p-ss >as que o encontrarem de
    leva-lo a casa de seu senbur, no Kecife, em Sauto
    Amaro das Salinas, m. do Lima u. 72, que se
    gratiflcara^enerosaineote
    O Sr. Bernardino Alves
    Ferreira
    Tenha a bondade de chegar a Cam boa do Car
    mo n. 3, a entender-se com Jose Miguel Harhosa
    Ramos, a negocio de seu interesse.
    I1IS PUBL1CAC0ES MUSiCAES.
    \. Acabam de publicar-se, e acham-se a
    venda as seguintts musicaa :
    PIANO SO".
    Danse espanhola, por Ascher 25)000
    Arabella, mazurka, por G. W'er-
    theimer 1JW00
    Valsa no Fausto, por Croyzes ljpOOO
    Sonho de uma virgem, por Alber-
    tazzi 1JJ00O
    Anna la Prie, cavatina 17000
    AoClair df. la Lu.ne, por Bussmeyer 1?500
    ESTRELLA 1)0 NORTElu ... ?-7-
    SAUDAgxo ao BAUu|Polkabn,han,e m0(>
    Cricket, por Seixas, offerecida aos
    chrickets club pern.imbucano e
    bahiano 15000
    PIANO E CANTO.
    Desespero, muito lindo romance
    por I. Smoltz 29000
    Non h'amava, romance por Guercia 13000
    Tambem recebeu da Europa grande sor-
    menide musiea para -piano, piano e
    antoudos, methodos, etc. ftc. '
    SAQUES
    Carvalho & Nogut-ira, na rua do A polio
    n. 20, accam subre o Banco Commercial
    de Vianna e suas agencias em todas as ci-
    dades e villas de Portugal, a vista e a prazo
    por todos os paquetes.
    | Odilon llnarle ft Irato %
    0 Rua da Imperatriz n. 82 m
    3f, Receberam um grande e variado sorti- lff-
    'g mento de tran.as de cabello arliQria Ipara W
    Q os penteados modernos que veudem pelo [U
    Q baratissimo preco de 6| cada oma. G
    ozmheiro
    Precisa-se de um bom cozinheiro : a tratar m.
    largo do Corpo Santo n. 19, andar.
    0$
    Precisa-se de uma ama forra ou escrava, qu*
    Cizinhe bem o ordinario para casa de famiiia, t
    seja de boa conducta, pagando-sc 204000 mensaes
    na Capunga. rua das Pernambucanas, casa do te"a, junto a i .itio do Dr. Pereira do Caraie.
    Collegiu de IN. S. da
    Saude
    Pna-a etlia-uciiu das mcuinu*. cs-
    tubclccido na rna Pormout
    I 5.
    A directora deste collegio, abaixo assignad
    scieete aos pai* de suas alumnas, e mesmo :i lodi
    os cheies de faniilia que quizerem ronfiar-iha
    educacao de suas Glhas, quo no dia 7 de janeil
    proximo vindouro comecam os trabalhos di =te ca-
    Uib^leeimento, no qnal se ensina com asseio e per
    fei'.ao, e por escolbidos professores a Mtura de
    prosa e verso, caligraphia, arithmetica, s\.t->ma
    metrico, lingua vei nacula, historia, geogfaphia
    fran;e7, inglez, musiea vocal, piano, desenho. dan
    ca, crochet, lahyrinlho, obras de la, bordados a
    matiz e ouiro, etc., etc. ; nao serao adtniilida-
    mais de vinte alumnas.
    A directora continua a ser zelosa e inc^nsavei
    no cumprimento de seus deveres, e desde ja agra-
    dece em extremo a bondade com que a honram -
    pais de familias, cunliando-lhe a educacao de sua:
    innocentes filhas.
    Roa vista, 29 de dezembro de 1873
    Maria t-'lena da Rocba
    ___________________Directora_____'
    Convida-se
    aos senhores escriptores, litteratos, chefes de re-
    par ticoes e commerciantes a visitarem a
    ENCADERNACAO BRASILEIRA
    a rua Duque de Caxias n. 21, onde verao que -
    este o estaoeledmento que dis^oe dos melhor
    meios e processes para bem servi-los na arte d-*
    encadernar, e o uniro que
    POSSUE A MELHOR
    machina para pautar papel, riscar livros, mappas
    manifestos, Comas de empregados, despachos, fac
    mras, conta* cerrentes e de venda ; enjo trabalfi-
    sera regolado pela seguinte tabetla de preces :
    Papel ppqueno em caixinha.
    Para pautar 1 caixa I40<0.
    Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
    Idem 10 diia- a 400 rs.
    Idem 20 ditas a 300 rs.
    Idem SO ditas a 290 rs.
    Idem 100 ditas a 200 rs.
    Idem 20 ditas a 45' rs.
    Mais de 200 ditas a 100 rs.
    Papel em tamanho Game contas e despachos.
    Por pautar 1 resma I500.
    Idem 10 ;i lj!0.i cada uma.
    Idem 20 a 14.
    Mem 50 a 800 rs.
    Idem 100 a 600 rs.
    Idem 200 a- 400 rs.
    Mais de 200 a 320 rs.
    Outros trabalhos conforms o a'asie.
    A difTerenca em pr>>co do papel liso i
    pautado, no nosso mercado, e muito snperi
    rs. em resma, sendo p< r isso vanlojoso a.
    IMPORTADORES DE PAPEL
    mandarem vir o papel liso para aqai ser p
    podendo assim veuderem mais barato, ga.,
    mais diuheiro, para o que
    GARAiME-SB
    a bondade e limpeza do trabalho, entreg
    us volnmes de resma com a mesma perf
    igualdade que >e tiver r-redido na
    EN AOERNAQAO BRASILEIRA
    21 -Rua Duque de Caxias-21.
    .ra i
    3do
    Sr
    'ado,
    C\B0.
    0 collegio de Santo Antonio, esUbelecid
    villa si i a alertn m dia 7 do corrente.
    a!ok:i o 2* odr <*> sobraik) da
    treita do Hosarin n :<6 : a tratar com o
    da ordein terceir > 1- S Francisco, no cm
    da manna r.t.n.
    PWC4'
    ro de om a
    iin*ni .1- /..'.
    n. 288.
    ! liO-ti ajuroode 1 1|2, p
    -- ga'antia em (
    i iu ou diMja se a rua
    .




    m




    Diarfe'^e^dmt#o-*Kr<;a feuV S de Janeiro de
    It7*
    _^
    Casae Olimlii"
    Aluga sc parquatro mere* cm mais e por ponco
    dinheiro, un* excellent* ctk em Wnda, na rua
    doBomflm n. 21, mnita fresca, cm eomriodos
    para grande famiha, tendo agua e gar encairado?,
    grande quintal ou sitio arliorUado, e com excel
    eute visto para 6 mar a a cidade, apenas olstante
    tres minutos da esta^io do Csroio e noneo-rcais
    sa, na travessa da Madre de Deos n. 8
    Coli^gi ') francez na Capunga
    Mme. Cambrone avisa ao? pais de familia qae
    abrira no I* dc Janeiro do anno vmdouro am col -
    egio francez provisoriamente na Capunga, rua da
    Ventura n. 3u, para o sexo feminino ; alem do
    rancez ensioarse ha ponuguez, inglez, geogra
    phia, hi?toria, musica, bordado,da,nca, etc.
    100$000 de gratificaqao
    Kngonllft Santos !*jnd*s
    Fugio no dia 20-Wte dezomhro, d; engenho San
    los Mende?, comarca de Nazareth, freiroezia de
    Tracunhaem, a e?crava Maria, crioula, 5ff anno?
    de idade, pouco mai; on menos, baixa, grossa, cur
    preta, rosto alqoebrado, p6s seccos e eepanados,
    dedos curtos, cabellos braaeos, canellas finas, tem
    dous signaea eabelludos no oueino, e e bera ladi-
    na. A pessoa qne eatregar esta escrava ou ao seu
    dono, que 6 o senhor do engenbo acima, Lauren-
    tino Gomes da Cunha Pereira Beltrao, ou no Re-
    cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
    ecompensada com a quzntia de 100 J. ________
    e-mprar v iumcmLmiiMiic Olio-
    Precisase alufar uma ama boa coziuueiM,
    forra on escrava : a tratar na riia da lihperatfja,
    casa n. 16, segnndo andar.
    Armada.
    Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
    fallar ao Sr. 2.* tenente Jose Maria Pestana, a ne-
    gacio de sen interesse.
    AMA?
    corona.
    Precisa-se de uma ama para eo-
    ziohar em easa de pouca familia : a
    tratar na ma do Hospicjo n. 46,
    casa qQe tem bolus amarellas na
    AMA
    Ahiga-se
    a casa n. 13 a Passagem da Magdalenha
    ar com J I. M Rego.
    a tra-
    sum mm
    nija.
    Precisa se de uma ama para co
    zinhar era casa d pddoa bttHia :
    a traiar na rua do Hospkio, casa p.
    70, qae teini bolas amarelW* it* Cor-
    AM4
    Precisa-se de uma ama para com*
    prar e cozinhar : na rua do Impera*
    dor n. 79, loja.
    A \f A Precisa-se de uma ama pera engom*
    JA.JM.a. roar; a u-aiar Da Passefo PubKeo D9
    S4, loja. ________________,___________2
    ^
    Ama escrava.
    Precisa-se d* uma ama escrava por ampler,
    que cozinhe e sirva par* vender na rda quandd
    for preciso : a tratar na loja do Pass na rua Pn'-'
    meiro de Marco. _____
    Ama
    Na rua do Hospicio n. 49 precisa se
    de uma ami Hvre 6ti escrava.
    antiga raa d t Cadeia.
    Precisa-se de uma ama que
    saiba cozinhar bem : na rua
    do Varquez de Olinda o. 22,
    Furtaraui dp.l**ififlaMo sfllttn.
    estreitaidotilwlrioina nvnlistf II d
    e seguiote : 1 collele dc merino prcto, 1 relogio
    de onro, deseoberto, com o mostrador de vidro
    {rosso e o interior de crystal, do novo system* de
    ar corda, e corrente preta, tendo no bol;o do
    mesrao collele 50* em dlnheire, sendo qnatro no-
    tas d 10* e dnas de 3*, e mais 1 bilhete de r'rfa
    de relogio. e outros papeis, 1 sobreeasaco de pan
    no preta. contendo 1 Ishoo de pontas amarellas,
    I maco dVchaves, pafwis e om# letra de 800 ou
    qooeiantos iuX rs, riom tfl Areas,ttethMS
    duaes sao os Srs. AnMoln Fr*et^ de AilMqnpr"--
    que Santos e ManM WrtWyml wti&a Cavalcante,
    I eamisde fustfto ooraolioriatte sapposte e">a-
    \%: rewftmietida-se as antortdad** potksiaes, on
    ualquer pessoa a quern ditos objectos forem'offe'-
    fleidoa,>ai.|plinwo dosmesrao*.
    ~wr
    y em'
    iitaarua'
    ! t*a*artt'assfgttiab m/WitM feb'_.
    serrarta a vg| (foutr'ora Brum ) daclara qne de hoje em 9
    inao se respi.nsabili.-a e nempagara debito altum
    ,iojlttafittltf1erh sea nnm-r por crnertr quer qae
    *jai; -dtnro 'sim''scKmj0pa; ^os^sero'dev^dores quo
    6s unicos encarregadbslft Cobranja de itia casa
    afidr Herts "cftieirfw, Elfffaw dfe VaScdncellbs e Joa^i
    FranJflcoMartms.
    Recife, -f de Janeiro' tft \ttli:
    'Antor.fb-fdhijuiittdJVasconceVos.
    Na estrada de Luiz do Rego ou Santo Ama-
    ro das Salinas n. 15, se precisa de ama ama d
    leite sem Blho, paga-se bem._______
    Desappareceu ao amanbeeer do dia 4 do corren- j A ^ff 1
    te, do engenho Serigi, comarca de Govanna, o-es- /I II ^4
    cravo dc nome Jose Borges, mestre de assucar,
    t endo os signaes seguintes: cabra, idadc 30 annos,
    ponco mais oa menos, boa Hgura, um tanto gros-
    so e espadatido, sendo o signal mais visivel uma
    goramana junta do pe esquerdc : r ga se a todas
    as autorilades e capita** de campo queiram ap-
    prehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
    genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar
    go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
    te recompensados.____________________
    Am mm
    Riia da Imperatriz n.
    Vende fazendas para liquidar, por baratissimo preco como
    abaixose ve:_n ..
    Pereira da Silva & Guimaraes tendp em ser um grande depozito de fazendas,
    ,em resolvido fazer uma liqnidarao das mesmas com grande abatinsento n06 .precos,
    com o unico fim dj jpurar dirrheim, para o que convida'm n5o s5 cs seus numerosoi
    freguezes, comoo respeitaveLpublico,- a vir surtir se de mutWs fsasEndas, bJ3 cbaratat
    no seu estabelecimrjntodenominado o1'avaoa rua da Imperafrlz n. 60.
    mani-sc
    a loja de fazendas e roupa feila a rua do Mar-
    quez de Olinda n. 40, os senhores abaixo raencio-
    nados a negocio de interesse reciproco:
    Adolpho Rober Kooper.
    Bento Magalhaes.
    Hermogenes Nunes da Silva.
    Joao Martins Nogueira Santos.
    Miguel Lopes Guimaraes.
    Jose Affonso.
    Miguel Ferrcira Pinto.
    Miguel Aievedo.
    Manoel Tiieodoro do Nasciraento.
    Bernardino Lopes dos Anjos.
    Domingos Mafra.
    Antonio Serra.
    Jos6 do Rego Araujo.
    Jose da Cunha Freitas.
    Jose Ignae o Porto.
    Antonio Moreira Camara
    Zeferin > Domingucs Moreira Junior.
    Joao Raposo de Souza.
    Man> el BaceHar Pereira de Moraes.
    Antonio Aquilino da Costa.
    Arnaud de Hollanda Cavalcante.
    Precisa-se de uma ama para cozi-
    nbar e f^zer peqiieaas cemppas-: ,
    D. Maria Cesar n. 30 (outr'o
    Sensala-nova}.
    O Sr. Jovino Fernandes da Cruz e Joaquirh Cle-
    JB rtente de Lemos DMn^ 9a' HttMzHMo's a rua do
    Coronel Snassuna n. 281,' negocio de'pJrticdlar
    fbteresse.
    X
    Ama de leite
    Precisa-se de uma ama de leite: na ma Dnqne
    de Caxias n. Ill, ou na rua de Hortas n. 15.
    Aliened.
    Escravo fugido.
    Fugio a 26 de dezembro de 1873, o escravo Se-
    bastiao, crioulo fulo, sem barba, com idade de20
    anms, aliura regular, corpo re/orcado, falla um
    ) desi*an-ado; foi aqui vendido em 15 de de-
    mhro de t873 pot Jose" Francisco Pontes de
    so, mnradof na matriz de S. Caetano, fre-
    i:i da Rapoxa, tendo sido escravo de Alexan
    .iibeiri do Sobral, da mesma freguezia ; acha-
    s iiiatricilado un municipio de Caruarti, para on-
    u -e dest-onfia lei fugido on para a Rapoza ; ro-
    g .-e ;v t las as autoridades e eapRitt de campo
    pftreb^osAo de dito escravo e leva-lo ao Recife,
    rn do Livramunto n :8, armazem do Baiza, que
    se! i se -rosamente recompensados.
    I'' '. :ii! lie d-zfinbro de 1873.
    Escravo fugido.
    'ug:o no i i 37 de dezembro da casa do seu ce-
    nhor 1' : o Osirio de Cerqueira, morador na es-
    trada la T i rp, silin das Mangmiras, o escravo
    Mazin...... pr to, 36 ann'-s, pouca barba. tem
    os ded i pe a> do rou, a de ris-ado aznl e um bonet de case-
    mira. e uutfa muda constante de uma camis.
    branei e uma calca de ca emira escura, cujo es
    cravo e nataral do seriao de-ta (iroviucia, e re-
    si lio \< r muita lemuo na freguezia de Ipojuca,
    engeah Queluz, em ompanhia do seu ex senhor
    Francisci. de Sa e Albu-pierqin'. Roga-se a to-
    das .i~ a toridades policiaes e capitaes de campo,
    queiram appreheoder o d to escravo e leva-lo no
    referido s tio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
    se recompengara com toda generosidadj.
    O Sr. Candido G. R. Lima, faca 6 favor vir a rua
    do Duque de Caxias n. 60 A.
    % CmsiillDrio piedieo-cimrgico 5
    6 A. B. da Silva Maia. I
    jf\ Rua do Visconde de Albuquerqne n. m
    Airiar'pavticukr'de primeiras
    lettras.
    Anna Theodora Sihioos avia aos senhores
    pais de snas alumnas, e ap respoitavel publico
    dne se achara aberta sua auU particular de ins-
    truccao primaria, no dia 7 do corrente, na rua
    travessa dos Expostos, casa a. l8r primeiro asdar,
    ohie espera satisfazer aos senhores pais de fa-
    milia, qua Hie conliarera suas filhas, tanto nas
    materias que constituem a sobreJita instruccao,
    como tambem em musica vocal, e no que for
    ebneernente as habilidades de aguiha.
    Rua do Visconde de Albuquerqne n.
    11, outr'ora raa da matriz da Boa-Vista
    n. 11.
    Chamados : a quaiuuer hora.
    Consultas: Aos p br:- gratis, das 2 as
    4 horas da tarde.
    I
    Companhia do Gaz.
    A empreza dogazte*ra a bonra de annrJmciar
    ao publico que recebeu ultimente um esplen-
    dido sortimento de lustres de vidro, candiei-
    ros, arandelas e globos, cujas amostras estSo
    no escriplorio & rua do Imperador n. 31,
    e serao vendidos aos seus freguezes pelo
    preco mais razoavel possivel.
    $aat- 0

    0
    MEDIC0-CIRURGIC0'
    DO
    Dr. Snntu Rosa.
    Rua do Barao da Victoria n. 46, !.
    andar. outr'ur.i rua Nova.
    Consultas das 10 hoi as da mantii ao
    meio dia.
    Chamados por escript" a qnalqu-r hora
    Espccialidades. Partos, molestias de 4f:
    olhos e do apparellio re piratono.

    m
    Aluga-se o sitio Pedra-molle aopedaesta-
    cio do mesmo nom(linha do Caxanga), tem boa
    casa, frni'lciras muiio Wrreim para phntacoes de
    lavonras e hortalicis : a tratar na rua Duque de
    Caxias n. i6. ou na estrada do Caiueiro n. 1.
    Cozinlii-irii
    Precis* se de uma boa cozinheira : na rua da
    Jrriperatm n 37. 1* andar.____________________
    Copeiro
    Precisa-se de am copeiro que seja asseiado :
    na rua da Iti vratriz n. 37, 1 andar.__________
    O abaixo assignto declara ao respeitavel
    orpo do commercio, que nc-ta data tem dissolvi
    do a neudade que tinha na firma do Medeiros &
    Oliveira, Ocando todo o activo < passivo sob a
    irma d is s) ios Pedr i Jose de Medeiros & C.
    !i wife; 2 de Janeiro de 1871.
    Manoel Jacintho de Oliveira.
    Collegio de Santa Ge-
    noveva.
    SS-^iiadoH)spici--oS
    O director Antonio Marques de Amoriin avisa
    aos Illois Srs. pais e tutores de seus alumnos
    qae de segurida f^ira 12 do corrente em diante
    funccionarao a< aulas deste collegio,ond a ma-
    tncula re?pde'iva e-tara aberta deade o dia 7.
    A!u'. =e uma e l.tvar pan ra>a de pouca familia:' ou homem sol-
    teiro : na ta do Marquez de Olinla, casa n. 1,
    s>gundo an r, ^^
    Fugida
    No dia l") de novemhro proximo passado fugio
    da povoa';ao de Goyanoinha a escrava Verencia,
    de idade 18 annos, estaluri menos que regular,
    bem parecida.honita de -orpo,p6s ednles,c6r fula,
    costuma abrir o cabello ao n eio da i-abeca, e os
    conserva g'andes, tem qudmaduras nos bragos, a
    principiar das mnnhecas, condnzio vestidos de
    cambraia. cassa e chita, chalet e sapatos: quem
    leva-la a seu senhor, na povoa ao de Goyanna,
    ou em casa de Antonio R.. a rui do lueio, cidade
    de Goyanna, sera bem recompensado.
    C0ZINHELH0
    1 Quem precisar'alugar am bom cozinheiro, diri-
    ja se a rua do Atalho, junto a cana d'agua, n. 9.
    Tendose desencaminhado a cauteli namero
    G1556B, do poder do hypotheenlnfe, previne
    se ao senhor da casa de perihors, qoe nao entre*
    gue o objecto a ella pertenceota, senao a seu le
    giiirao' dono.
    Pereira da Cunha Irfnaos mudaram seu es-
    criptorio da rua Marquez- de. Olinda m 21 para
    travessa da Madre de D'eo's n. 16, 1* andar.
    Instruccao primaria e
    seeundaria. @
    > Pale da S; Irdade d. 38
    ^ji O professor Thom6 Augusto da Silva fih
    "^ Villai, faz scifnte ans pai- de seus Vk'
    9, alumnos e mesmo a tjdos os chefes f^
    de familia, que qtiizerem confiar-lhe a "'
    *^ de Janeiro proximo vindouru, astarao
    ahertas as aulas. Desde ja, agradece
    em extremn a bondade com que o hon-
    ram os pais de seus alumnos, e garan-
    te cootinuar a ser zelozo no cumpri-
    ,A mento de seus deveres. fl|
    AVISO
    O Dr. Raymundo Via ana, ja restabeleeidb em
    sua saude, contmiia a residir a rua do Vigario n.
    1, 2* andar, onde da consultas do meio dia as 2
    horas da tarde. Recebe a qualquer hora chama-
    dos para object-i de sua proftssio.

    mi;. wm
    lira do BarSo da Victoria n. II.
    Carnciro Vianna.
    i
    A-''este graodB' estabelecimento tem che-
    gado1 tirn borfi sortlrflento de maehinas para
    eostura, de todosos autores mais acredila-
    do trttimarnetttena Europa1, cujas macbinas
    sfeo garantidas por urn anno, e tendo um
    perfeitcf a'VttsfJk'Yian* erlsinar as m'esmas, em
    quatqaer psrte aesta: cidade, como bem as-
    sim cdrtcerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sem despendio algum do comprador.
    Weste estabelecimento 14 mbem ha pertenjas
    para is mesrrtiS rriathirias e se suppre qual-
    ^uefpe^a qae'seja necessario. Estas ma-
    cbinas trabalbam com toda a perfeigao de-
    um e dbus pospotolos, frarize e" borda toda
    qualquer eostura pof fin'a que seja, seus
    precos s8o da seguinte qualidade : para tra-
    balharamao de 30*000, 40900b. 45*000
    e 50*006', para trabalhar com o pe s3o de
    809000; 903000, 100*000, 110*000,
    1209000, 130*000, 1509000/2003000 e
    250*000, emquanto aos autores nao ha al-
    teratjfio de precos, e os compradores podcrao
    visitar este estabelecimento, que muito de-
    ver3o gostar pela vartedade de objector que
    ba sempre para vender, como sejam : cadei-
    ras para viagem, m-alas para viagem, cadei-
    ras para salas, ditas de balanco, ditas para
    crian^a (altas), dita^ para escolas, costurei-
    ras riquissimas, para senhora, despensaveis
    para criancas, de todas as qualidades, camas
    de ferro para homem e criancas, capachos,
    espelhos douradbs para sala, grandes e pe-
    quenos, apparelhos de metal para chd, fa-
    queiros com cabo de metal e de marfim,
    ditos avulsos, colh'eres de metal fino, condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas de
    arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar salas, lavatorios completos, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabelecimento
    que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
    nna ate as 9 horas da noute a"
    Rua do Barao da Victoria n.
    __________22.__________
    l\ao ha mais cabellos
    brancos.
    GVMBRAIAS A 4*, 4*500, 59, 69 7*. J francez muito 'lino a 3*000,. apcoas preciw
    OPavao vendb um magnifico sortimento ;. V metrc'Pa *i^f'AC
    s mais finan camriraias hcaric*is transnn- CnwLES BARATOb
    a 2*, 2*500, 4*,,
    yr.N0AS.-
    A
    Aluga-se para pssara festa um sitio com
    excellente casa de habitant e banho no rio
    ;i frenta desta : quem a pretender, p6de
    procurar A rua de Gervasin Pires n. 24
    Alugam-se
    As casas da rua de Lomas Valentinas ns- 19 e
    32 : a tratar com o ministro da Ordem Terceiri
    deS. Francisco, no consUtorio da mesma Ordem.
    ALUGA-SE
    uma casa na Capunga, ma das Pernambucanas,
    com cuxeira e quartos fora : a tratar na raa do
    Vigario Tenorio n. 31.
    Villa dePalmares
    Vende-se por preca muito haixo duas casas ter-
    reas a rua Nova daquella villa ns. 35 e 37. coin
    grande terreno ate n no,etao alugadas, e dan bous
    juros ao capital emprega lo : a iritar no Recife,
    rna do Cre'po n. 7 \.
    TlaTUHUU JAPONEZA.
    S6e unicaapprovada pelas academias de
    >i'!ncias, reconhecida superior a toda que
    wm apparecido ate" hoje. Deposito princi-
    pal & rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
    quez de Olinda, n. 51, 1 andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    ceiro.
    das mais finas cambraias brancas transpa
    rentes, tendo lOjardas cada peca, pelo ba-
    rato pre^o de 4*, 4*500, 59, 6*, tendo tam^
    bem das mais finas" que custumam vir ao
    mercado, assim como um grande sortimento
    de ditas lapadas e victorias qne vende de 49
    ate 89, sendo fazenda que valle muito mais
    dinbeiro'.
    COM SALPICOS DE CORES A 5*.
    OTavao recebeu um elegante sortimento
    dc cambraias brancas com bonitos salpiqui-
    nhos miu'dinhos de cores, tendo 10 jar J as
    cada corte de vestido e vende pelo barato
    prec.0 de 59, por ser j)echincha, ditas com
    salpicos todo branco sendo fazenda finissima
    a 7*500 e ditas a 5*000.
    VESTIDOS A USO DA CORTE 12*
    O PavSo vende um bonito sortimento de
    cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
    cada c6rte todos os enfeites necessarios como
    sejaflM babadtnhos, entre-meios, rendas,
    requeufes, e vende pelo barato pre$o de 12*
    cada um, assim como, di-os a 2 do julho
    com todos os enfeites a 10*, cortes de cam-
    braias brancas abertas, com listras e larores
    a 6*, ditos fioissimos-a 8*, ditos- die cam-
    braia branca com listras de cores, para aca-
    bar 3*500, e pechincha.
    CORTES BORDADOS A 20* E 35*.
    O PavSo vende ricos cortes de cambraias
    brancas dclicadamcnto bordados, pelo ba-
    rato preco de 20* e 359.
    CASSAS FRANCEZAS
    a 300 rs, o covado
    O Pavao recebeu um grande sortimeoto
    de cassas francezas com delicados padroes e
    cores fixas, que vende pelo barato prec/j de
    300 rs, o covado, organdy branco e lis-
    tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
    nissimo Q16 branco liso e de salpicos, e tarla-
    tanas de todas as cores.
    BORNOUSA 129.
    O Pavao vende um bonito sortimento dos
    mais modernos bornous combonitas listras e
    vende pelo barato preco de 129 cada um,
    assim como um elegante sortimento dos mais
    bonitos chales demerin6 e com listras de seda.
    LAZINHAS A 320
    O Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
    sendo verde e cor de lyrio, pe o barato preco
    de 320 reis o covado, assim como delicadas
    lazinhas de quadrinhos a 280 reis, e" pe-
    chincha.
    Crniiadines a 040
    O Pavao vrnde um elegante sortimento
    das mais bonitas granadines ou gazes de
    seda para vestidos, tendo de todas as cores
    e vende pelo barato preco de 640 reis o co-
    vado e granadine preta com listras de seda
    a 19800.
    Vende-se
    por muito commodo preco excelentes lerrenos
    no seguinies lugares: na Torre, a margem do rio
    Capibaribe e p<.-rto da esta^ao do cminho de fer-
    ro ; na estrada de Buberibe, a margem do rio e
    perto da estacao do caminho de ferro, na estrada
    nova de Beheribc, tambem perto da estacao : a
    tratar com Joao Feitosa, na rua estreita do Rosario
    numero 81.
    Terreno a venda.
    Vende-se um bom terreno no becco do EspimVi
    ro, com lio palmos de frente e trezentos e tamos
    de fundo a traiar a rua de S Goncalo, sobrado
    n: 89, junto a igreja, dfe manha ate as 7 horas e
    a tarde de 4 hora* em diante.
    Jo'o ..'' ne Oliva declara que, por conve
    tii'wia c ivi, r-ial, muda seu nome para Joao
    Narciso .i (Miva.
    Recif.. i de Janeiro de 187't._________________
    A" t 2' an lar do sobrado n. 70 a rua
    Duqne-Is C-ixias, propfio para familia: a tntar
    na loja
    Jo-- Kibeiro da Fonseca
    .' i86 da iha Loyo Sobrioho agra-
    d rm cardialmAnt a todas as pes-
    -.* tapi<>e dipnaram assistir aos
    s ni imo* sutfragi ps di seu presado
    V, .igo Jo>e RibeiM da Ponseca ; e
    - IV lie 0'ivo o eonvida a assislirem
    a missa do >elimo ilia, qnarta-f-'ira,
    ! iia igreja da Madre de Deos, as 9
    div.
    hora* ii
    I,,
    do S- ii '
    a i
    mis-u '
    nor.
    O a
    grad
    pa**
    cli
    con!
    Sllv
    fra
    as |
    ban
    e pi
    nba.
    Sr |irovedtfr~3a~ir'nandade
    ~ s dos Passes, do Corpo Santo,
    > citmiH*!' o art. 93 do eompro
    da prMir < ntas e dar posse a
    Uot mesario.
    :% I !7<'S
    -< lo, i*i i c i (iftarmaceutico,
    ioI.I id. ,l.i ir,. .linina da Bahia,
    aos -rs. medic M
    tend n irado a bem
    ' -. Pws6a da
    ' v. reparados
    . *- J.oi.K
    i i qa.ilqnpr
    Bernar lino da Silva Costa Campos, com arma-
    zem de viveres a rua do Imperador n. 28, faz
    sciente ao respeitavel -corpo commercial, a seus
    amigos e fregneees, admlitio para sen sosio ao Sr. ManneJ Josd de
    Souza Nune, enja sociedade tem de gyrar sob a-
    firma te .".ampos & C. a cargo de qnem Bfea o
    activo e ptwive da extmcta firm Espera, pois.
    o annunciarte contlnuar a merecer a confianja
    qoe todos Ihe tem prodig ili?ado._______________
    Attengao
    Constando que se tem ansentado desta cidade o
    Sr. Salvador de Si ineira Cavalcante com sua. fa-
    milia, levando comfigo os escravos Francisco e
    Aquelma, de que e depo-itario, e que nao o*.lem.
    qneridp re.-tdmr a seu dono, nao obstanle ottan-
    dado de prisao quo routra si tem do Sr. Dr. juiz
    do commercio, previne sf qua mnguero contrata
    negocio algum com dito Salvador, t.'inlente a ue
    escravos. Recife, 3 de Janeiro de 1874.
    ;
    ' ''
    r p
    e cheio do corpo. com um signal, do beico de ci
    ma, parece ser de um lalho, assim como tambem
    tem um pcqueno dofeito em um olho : fuem p
    pegar tenhaa bendade de o trazer na rua d&San-
    ta Rita n. 85. junio. a reliiiagao.
    - Precisa-se d um caixeiro de taveta* de::l
    a l annos de idade : na ma do Lim*,''1*^1*?*!^
    Amaro n 45. __________ ,"!*' "''..ZjTi
    Collegio de S. Sebaetiao
    D Maooela AugusU de Mendnoca MbUq ftajty^
    partiripa ao- pai*, tutor s e i nn iiiiiii1pHii>i lb -
    suas alumnas, que trashrk> aqnelle
    mento do e tui'ai.'ao para o sexo feminino,
    dire-can, para a rua estate do Hisario n
    andar, nil
    Libras st'erlinas
    Vendem Pereira Carneiro 4 C, a rua do Com-
    mercio n. 6
    - Vende-se um cabriolet inglez de duas rodas
    e quatro assenlos, e um excellent^ cavallo para o
    mesmo : para ver na cocbeira a rua da Roda, e a
    tratar a,rua Direita n. 10.,
    Vende-se ra.uitpba.7at0 a armag^o da layerna
    n^ 60, sita a rua Direiu dos A/qbi^os : a tratar
    na padaria jonto n. 66.
    Yende-se
    ama casa tenrea em Oiioda, sua de S. Pedro Mar-
    tyr, d. 6,teolo.8 galas,8quartos giaU'i'S, cozinha
    fora e quintal .grande : q ieni a ^re^nder, dirija-
    se a rua de S. Jn|o n. 37.
    Jfara acabar!
    Rices chape rs para senhora so oa rua Duqne
    da Ganas n. 6't A, loja da asqnina. ______
    VENDE-SE
    Uma armacao de amareiln eoyniracada com
    balcao proprio para quaver sWfjtn : a tratar
    na rua d > Crespo n. 80.
    777^':i-------T^-----
    craToWornetq^im: tS 3?JE baiao ,'tP-? ^ Al.iane, i rua do W
    cjp
    ail.
    V^e se oa alugaae urn piano de aroa.irio
    ^indaender **** ^ ** QiVteis n
    De forca de dous a seis cavallos: a venda no
    armazem de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
    vessa do ''.orpo Santo n. 83. ____________
    Wil-on Howe & C. vendem no seu armazem
    a rua de Commercio n. 14 : *
    O verJadeiro panno de algodao azul amencano.
    Excellente flo de\ela.
    Cognac do 1' qualidade
    Viuho de Oordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades.
    Farinha de naandioca nova
    Teem para vender Joaquim Jose Goncalves Bel-
    trao & Fllho, a bordo do patacho Sapko, cliegado
    de Santa atharina, fundeado defronte do trapiche
    Barao do Livramento; e para tratar a bordo, on
    no seu escriptorio a rua do Commercio n. t!.
    Canariosda Allemanha
    Cheparam pelo ultimo vapor da Europa, per-
    feitos t. mtadores e de cores muito liadas : acbam
    se a vend 1 no armazem Fidelidade, a raa do Im-
    perador d. 14.
    1,'
    Km s.ius armazims i ru, do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 4T,
    tun pare vender por pretjos (Mmmodoi
    rijulos'eucarnados sextavqs para ladrilho.
    Canns de barro para esgoto.
    r.imento Portland
    Cimento Mvdraulicc
    Maehinas de descarocar algodlo.
    MarJiinas de padarii.'
    Polassa da Russia em. barri!.
    hosphoros de'eera
    Sago em garrafSe^-
    Sevadinha eni'garrafiSea.
    Ct'i'ti has em, garr.a.fftes,
    Rliuni n!t vmaica
    Vinho do Porto Velh^ei
    Vinho do Porto supenoT.
    die de -iprdeani, 4m.
    , obbrfoido Scherry.
    ^jjfc.ida slatfeir*
    dohradas ingUiaj.
    onsisofttdo*.
    Vende se baratissimo nm peqivi
    iNiod'uleo, ama peqe|il> cima do mesmo, uma grad^. p
    Mtraqaalmwrrepartiio.',i
    e eoniiniia a receber alumnas pensio^ fater-se eotfLAM'^^aS'ii^ 'f #;JMt*lr
    is, meio pensionistas e extemas, sendo' one' c:js de------
    aberWra ter* lugar no dia 18 de Janeiro cw '
    nte.
    "%.
    ) de
    ji:'l'H
    '. :"",>ri>
    ir 1
    l.i
    itrtbi*- Frbfe^
    o-ini.v 'Jhiito
    .....flh

    rfTT
    'odras. a''
    an-i
    O Pavao vende cfrales a emnacJo de me-
    rino a 29, ditos de merino lisos de todas
    cores a 29500, ditos de merin8estampados,
    muito linos a 49, 'ditos finisshaos com lis-
    tras de seda a 69500, ditos muito fiuos it
    crepom a 109e 129':
    Alffoilito cnrestad a f e 1^980
    O Pavio vende algodlo enfesfado com 9
    palmos de largura, proprio para lenco>
    sendo do mais encorpado qae tem vindo k
    mercado, liso a 19 a vara e trancadoa.....
    15.280.
    AT0ALHAD0 A 1600, 29, 59.
    0 Pavao'veride atoalhadk ffancado com t
    palmos dd lirgbra a 19214 e 19600, ditr
    adamascadb a 29, dito do linho adamasca
    do a 39 e 59-
    S1DA PARA.-.'TE^flDOS
    a 19600 e 29.
    O TavSo vende um bonito sortimento dr
    sedas com listrinhas proprias para vesti-
    dos de meninasede seuhora a I9600'o co-
    vado, ditas Iavradinhtt*-a||o*padrdei sJo
    muito bonitos e vende-se por este preco para
    acabar.
    Rntinas a 55000
    0 Pavao tem um completo sortimento de
    botinas muito-bem enfeitadas para senhora*
    e vende pelo barato prflfco Je 59, artigo qur
    em outra qualqner partecusta ijjelf.
    LENQ0S BRANCOS
    a 29OOO.
    0 PavSo vende lencos brancos abunha
    dos, tanto parahomens como para senhoras,
    a 29 e 255' '0 a duzia, ditos de esguiio
    cambraia de linho t-mbem ab itihados a
    39500, 49, 59, d tos franceies escuros, para
    rap6 a 69, a duzia.
    CAMISAS PARA HOMEMt
    0 PavSo vende ricas camisas com peitf
    de linho bord 10)5 e 129 cadi uma, ditas de linho sun se-
    rem borl das 49, 49500 e 59, ditas con
    peito de algodao muito finas 29, 29500 t-
    39, ditas Me chita lina miudinb a 29, 29500
    e 39,. ssim como grande sortimento de ce
    roulas francezas tanto de linho comndeal
    godao de 19600 ate 39, gr nde sortiment'
    le mci s cru s inglezas" de 49 "to- 89000 :
    duzia
    FAZENDAS PARA LLTO.
    O Pavao tem um grande sortimento d<-
    fazendas pret s para into como sejam : cas
    s s, lAs, ou lazinhas lisas que vende a 40(
    e 500 reis o covado, bombazinas de 19CU('
    ate1 29 o covado, cantao a 19 e 15200
    granadine lisa com listras, cassas e chita;
    todas prctas com listras c salpicos, hwai
    todas prctas e lavradas de branco, mcrin6s
    outrasmuitas fazend-s apropri das, que s
    veudc por menos do que em outra qualque'
    parte.
    MADAPOLOES ENFESTADOS
    a 39000
    O Pavao vende pecasde roadapoiao enfes
    LAZINHAS A 360 O COVADO.
    O Pavao vende bonitas lazinhas transpa-
    rent^ com pahninhas a 360 r&s o covado,!
    ditas ditas indianas com lindos dezenhos,
    tanto em listras como em quadros a 280 rs.
    0 covado, e grande sortimento dealpacase tado com 12jard sa39, dito a 39500, ditc
    lazinhas de 400 a 800 re"is. com 20 jardas a 59, 69500 e 69000, ditr
    com 24 jardas de 59 ate 89 e 109, sendo o
    mais flnos que tem vindo ao mere .do.
    AIgetlaozinho a 49000.
    0 Pavao vende pecas de algodaozinhc
    muito 1 ncorpado a 49, dito a 59 e 69.
    TAPETES
    CORTES DECASEMIRA A 59-
    O Pavao vende um grande sortimento df
    CUITAS DE CORES
    a 20 ', 240, 280 e 320 rs.
    0 Pavao vende um grande sortimento de
    bonitas chitas tanto claras como escuras e
    vende de 200 ate 32 rs., assim como ditas
    com listras ao lado muito finas a 360 e 400
    rs., finissimas percales miudi 11 lias com lin-
    dos dezenhos a 360 e 400 re"is, garantindo
    serem todas de cores fixas.
    COBERTAS A 29, 29500, 39, 49.
    0 PavSo vende bonitas cobertas de chita
    com ramagem grauda, pelos baratos precos I cortes de casemira para calcas, com bonito?
    do 29,2950<, 39 e 49, ditas encarnadas gostos, claros e escuros a 59, ditos de C3,
    fnrradas a 59, ditas defustao branco e de cor 179, 89. at6 109, superiores casemiras fran
    com barras a 49 e 59, ditas de croche" para
    cama de noivo a 69, ditas muito rfcas a 169,
    ditas de damasco a emitaeao de seda a 109
    e 149.
    Fiistiics
    0 PavSo vende fustdes brancos e de cores,
    sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
    mercado. tanto para roupa de criancas como
    para vestidos e roupas de homem, vende
    pelo barato preco da 560 at6 19, 0 covado.
    BRAMANTES
    a 19600, 2,5200 e 29500.
    0 Pavao vende bramantes de nlgodSo com
    10 palmos de largura para lenc6es, pelo ba-
    rato prec.o de 196''0, dito de liuho com a
    mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito
    Cortes dc chita a *9, *?5UO e
    0 Pavao vende cortes de chitas dscuras e
    claras com 10 covadoscada c6rte, pelo ba-
    ratismo preco de 29, 29500 e 39000.
    CORTES DE BRIM A 19400.
    0 Pavap vende c6rte de brim pardo para
    calga, a J9i00. Ditos de cdr, fazenda mui-
    tj) boa, a 19600.
    Jspartiihos a 3^ e 4^0.00.
    0 PavSo vende os mais modernos esparti-
    Jhos, proprios para senhoras e nieoipas,
    los baratissimos precos de 39 e 49000.
    6 69000.
    cez se inglezas,para covado, de 39500 atf
    6d, paunos pretos ede ores dos mais bara-
    tos e mais finos que tem vindo ao mercado.
    por precos muito razoiveis.
    Roupa feita
    0 Pavao, tem constantemente um,grand*
    sortimento de roupas. feitas par a homem, qu<
    yende por pre^o muito era cqnta, como se
    jam :
    Calcas de brim de cores de 25500 ate > J
    Ditas de casemira escura a 39500
    Pali tots, da mesm fazenda a 49500.
    Calcas de brim p*rdo de 29 ate 5fl.
    Hit s de casemin de c6r de 7(5 ate 124
    Ort-s-de casemira preta de 79 te" 140.
    Palitots de panno pret. de 49 ate" 123
    Fraques de pann 1 preto fini de 209 at*
    359OOO.
    Calf s brancas do linho de 49 ate 79.
    CulleU-s de casemira de ear de 39000 a*'
    59000
    Duos de dita preta de 49 ate"k79.
    Cortes de la a 4-:*Mro.
    0 Pavao vende bonitos wrt'< de Irtsitihas
    padroes miudinhos com KM liiy n>rra. tendr
    15 covadoscada c6rte, pelo baratu pr.^>d*
    4a000.
    CORTES DE ORGANM A 35000 e 3500
    0 Pavao vende c6rte de orgndj bmncc
    com listras e quadrinhos, sendo f.iziudp mui-
    Lt0Sit0 ^P61"'0^? b.rancos"e ie c6r> lP,6na- RiP barartissim1si^Vos de 35
    00 0 corte.
    Ceroulas francezas de linho e algodio, para todos os precos e qWNdartes. aasin
    cpmo grande sortimento de meias cruas, camisas, cylennhos, que tudo se ven-le p^*
    pfejQos muitr*2oaveis.
    n.ifc-.iiM'.t:.. rM.tju ...lijuiuai------------' -----------
    ...... r-mi-i .. fl||"l imlfllliril-l. rMO.nh
    f io da algodao da Bahia
    I Tem para vender em
    lose Goncalves Beltrao
    mfercio n. 5.
    Asumcas veSlade
    ve5aaeira8
    Bic.has hambucfoezaa rnvmi este mereaan
    oa rue Marquei de olinda n. 5t
    I L C M'

    SBs

    ^yer:
    I ILEBNEL


    Dwqq-Je frrjwmbwo Terea-jfira Gofofftatf&i tie tfefttl
    fc
    *

    ......' -r
    UNICOS AGEHTES
    A
    Rua do Barao k Victoria n. 28
    Va mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo! I
    Na exposigao de Paris, em 1867, foi concedidu a
    Elias Howe Junior, a aiedalha de ouro e a condecora-
    ,$ao da Legjap de Honra,-por serom as machinas mais per.
    feitas do mundo.
    Rua da Imperatriz n. 72
    Lotirei.40 Fereira llenies (iimiuf ae*
    Declara. aos seus freguezes que torn xesolvi o fuze,- umagran'e liquida^uo, ate .0
    fim do corrcnto anno.
    CAMBRAIAS BRA-NC4S A 3&000$ Ditos. de wIba, a & 3000 e 4*000.
    Vende-so pe^as derambraia.brauca, tapp- Ditos de mas.-a, a 4$Q00,
    da e transpareute, a 39, 3#H)0, 43000 e PERTH! ARIAS EM UQUIDAgAO,
    u200,
    a E. Howo Junior, nos
    da ma chin a de
    cos-
    A
    A roedalha do ouro, conferida
    Estados-Unidos por ser 0 inventor
    Jura.
    A medalha de ouro na exposi^ao de Londres acreditam
    estas macbinas.
    53600.
    LASUSIJAS A 200 RS.
    Vendese lasinbas para vestidos,
    320 e 500 rs. 0 covaoo.
    ALPACAS A GiO RS.
    Vendu-se alpacas do cflres com listras a G10
    e 800 rs. 0 covado.
    GRENADINE A 800 RS.
    Vonde-se granadine preta com listras de
    cores, para vestidos, a 800 rs.
    vado.
    Vende se sabouites de q\iversws taraanbos,
    a liO, 200 e -2i6 e 320 rs.. todo bom.
    Frasco de banha, a 16Q, 320 e 00 rs.
    Frascos com .aguadccoloiiia. a 240 e 320
    rs. cada urn. L oulros muitns extractos. que
    so veude muito baraje para liqujdar.
    TOALUAS A 800 RS.
    Vende-setoalhas felpudas, a 800 rs. cada
    uma. .Le^us.braiicos, a 25)00.0 a duzia, e
    o co-35?00p obuiubados., fazenda que veude-se
    por5fOQO.
    POUPELINA JAPO.N'rZAAlJrSOO. GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
    Vende-se uma fazenda nova com listas, Vende se gravetos pretas, a 500 rs. Man-
    corn 0 noine do poupeliua japoneza, propria tasde cores a 200 rs.
    para vestidos de senhoras, N a l&'sOO'.o co-; Chapeos para baplisados de meninos, a
    vado. Todas estas fazendas suo vcn !i !asno 3J000.
    Bazar Nacional, & rua da I'm per uriz n. 72. j REN'C.AI.AS E Clil COTES A 800 RS.
    CORTES DECASSA A.295 0, Vende-se beugalas 0 chicotc-s, a 800 rs.
    , ,. .- o j m Vendo se c6rtes de cassa para vestidos, cada uma, para iiquidar.
    Gabe-no* 0 daw deanEuncur que a comjHtnbja da5m4qb1na5.de. Howe de Sova- com 1(Kova,jos n *$#' |"
    <**., estabeleceu nestacidade fc raa do Barap da Victoria n. 28, um deposjto e agenda; CUITas'laRGAS A 2iO Rs. GRAN:>E UOfJIDACAO DE ROEPA FE1TA
    *rai, pi em Pernambur.r, oaais orovutcia&se *^$WMf.W^fe^Wftf^ j Vende-se hitas frqncezas, iargas, de cores j Vcnde-se' ceroulas* de algodao, a ijgoO.
    -l dfl Howe. Estas mncnmas sao justamente apreciadas pela perfeigao de seu trsbalho,
    apregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
    a*la. iotroduccao dos maw aperfeicoados apparellios, estamos actualmente babilitados a
    ffsrecer #< ejfl.mc puW'co as melhores macbinas do mundo.
    As vontfflens desias machinas sao as segmntes:
    rria'^lrs.O pubjicu s*H>qr^ ellassao duradouras, para isto prova inconte:
    incontestarej, a
    Howe emsegun-
    li3S, a 246, 300, 320 e oGO^'rs'. o co 0
    vado.
    CASSAS DE CORES A 200RS.
    Vende-se cassas francezas Unas de cores,,
    a 2G0, 320 e 400 |f. 0 covado.
    SAIAS A29000.
    Vende-se saias branfcjs com barras dc co-
    res, a 22000. *
    CHITAS PARA COBE.RTA. A 280 RS.
    Vende-se chitas para cobertasi a 280 e
    360 rs. 0 covado.
    MEIAS PARAHO-MEN'S A 09000 A DLZIA.
    Vende-se meia cruas verdadeiras, pai;a
    boipens, a 690.00 a duzia, a qua! val,
    ?^ci^Qstaftcia de"n\t^& te,ren, apnarecido no mercado machinas
    * ^- .
    S^und^L.CV?..'vi&.o jjia.terw^recisp para.reparar,qualquer desarranjo
    - i^ccirs.Ua ofllljis menor fricrao entro as divjpsas pejas, emenos rapido cstrago
    *. tte.nes.otttras.
    Quaria.-Eonoani opoRtg cmfo se fdra feito a m.8oI
    yciyi,^.ermitte que'se examJW 0 trabaJbo de ambos os fios, 0 que se njo consegu
    ff ccjtas.
    Sexta.Fazem pqpto miudo,n). ^asemira, atravessando 0 fio de am k outro lado, ,89000,
    ff;p ena sejt^y,", ^wn, jodiiiej|r-!o. a tenslio ',aa linha. cozera a faienda rnai^ CHALES DE LV A 800 RS,
    j^ Vende-so chales de la, -a 800 rs. cada
    Setima.Ocompr^^-ele.TaAtdQ ^om a major.facilidade,quando se tem de mudar."1"-
    HtBiha W corn^ar. uoya, epstura. CHITAS HRAS A 4p0 RS.
    OUafii.Muitas.compaubias.de macb4nas.de costura, tem tido.epocas dograndeza e >ende-se chitas hnos de campo largo, fa-
    ?c*4euuia. .Uacbinas .outr'^CKca papulares, sao hoje quasi descor.heci^fts, oujras soffreram, "uda muito boa, a 400 rs. 0 covado.
    sadanjas radicaespaxapoderem.sujstitttir : entretanto a cornpanhia das machinas de'Howe
    -;ptando a opi/iiao de ..Elias Howe, rnestre em artes mechanicas, tem
    s^Wntadfl Otaeu.fabirico, e hoje aao attende a prOcura, posto que faja
    *r.4ia,
    r^da^rnachina acompanha, liTrelos.com instruc?5es em portuguei.
    CHALES DE M.EltllNO' A 2-^000.
    constantemente! Vende-se chales de merino estampados, a
    000 659000.
    600
    SCARES LEITE, IRMAOS
    A'
    do Barao da Victoria n. 2 8.
    macbinas 29, 39, 49000 ^59000
    Ditos de fistras a 5900,0 e 69000.
    BRINS E>f CORTES A 19500-.
    Vende-se cortesde brim de c6rcs epardo,
    a 19S00, para liquidar.
    COBEHtAS DECRITA A 19600.
    Vend-j-se cbbe'rUs do chita, a 19600 e
    29000.
    BRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
    Vende-se brimpardoede coresj para rb'u'-l
    pa de hqmens e meninos, a 400 rs.
    Ditas du linlio, a 19600 e.25 000.
    Camisas de thitas rinas, a JC6U0.
    Ditas do peilo de cores, a $9000.
    Ditas brancas finas, a ivOcO, 390G0 e.
    49000.
    Cajcasde brim pardo e de cores, a 28000
    e 29500.
    Pitas de casemira de cores.e prcta, a 59,
    69, 79 00 e 8C000.
    Palitdtsde alpacas de corps, a 29500.
    Ditos pretos, a ,3^00,0 e 39b'p0.
    Ditos de casemira de cores, a 4$ e
    GjWpp.
    Ditos ditos pretos, a 59000, QQ5QQ
    S9000-
    Colletes de casemira de cores, a 29, 39, t\
    149000.
    Camisas de flanella, de cores, a 29000 el
    29506.'
    AT.i-.ODAO A 49^00.
    VendeTse peras de algoda^, a 49,59 e
    09000.
    CASEdHUA UE-ORA2iiO.
    Veade-se casemira de c res, a 29500 o
    MARAPOLAO A 33000.
    Vende-se pe(.as. de raJapoi'? c-nfestado.
    a390(M).
    Dito inglez, a 49*00,. 59,"6JN 79000 8
    peca.
    iinr
    30^000 e 30#000.
    P0SPONTOS
    Na loja.de-Soares Leite Irmaqs, a rua do Barao da
    Victoria n. 28.
    com,pequeno toque,: Esrjelhos demoldura dourada, de todos
    Lu.-as de. pellica
    20 rs.
    Abotoaduras para collele, grande sorti-
    jionlo-a lift.rs.
    Laiia, de. iinba de marci, a 200 rs.
    :..-mparinas i gaz, da:;Jo uma luz muito
    de cordao imperial, a
    osso para cal^a, a
    >/!, a 19000.
    i>iuia de ,pe^as
    t*0 rs.
    Caixa de botdes de
    600 rs.
    Duzia decarreteis de linha, 200 jardas, a]
    500 rs.
    Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
    Haco de ffta chineza, a 800 rs.
    "aixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
    .Meios adeceos com camafeu, aSOO rs.
    ^arrafa detinta roxa extra>finaa 19000 nel, 19C00.
    Espelhos demoldura dourada,
    os.tamanhos e prejos.
    PEiRFUMARIAS E MIUDEZAS.
    Frasco com oleo Onza verdadeiro, a
    19000.
    Idem comtonico de Kemp, verdadeiro, a
    19000.
    Garrafade aguafloridaverdadeira a 19200
    Garrafa d'agua japoneza, a 190O0.'
    Idem idem divina, a 19000.
    Idem idem Magdalena (novidade) a
    19200.
    Caixa de pds para dentes, a 200 rs.
    Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
    600 rs, e 19000.
    Eqie-coraopiatade Rieger, Rimel e Gros-
    ikk'WJiAS A 49500.
    \ ende so bo4Jnas purasenbiira-e meDinos,
    Ditas de cnfiar, a 2-~000.
    o cova-
    do, p3ra,liquidar.
    CgiXAS DE CORES A 2J0.0O. -
    e 49000.:SeC!XaS ^ CreS P"ra Ci"nJ' 8r^* i^SKH^W^'^ftr
    ' TRANSPARENTESJ.AIaACADEIRAS:A BRAMANTEmA I9CQ0,
    19500. Ven^e-se, braroante com 10 palmos d
    Vende-se tran^parcutes para cadeiras, a. k'rgura, n^'i-a lenses, a 15600 e 29500
    19500, para liquidar. mttro^ K putras m.uitas fazendas propria?
    B05ETS A 500.RS. dq r.Knado, 'que se vende sem rcsefva, dp
    Vepde se boneis de seda para homens, a p're^o para liquidar ate o Qaj,d > ctjrrente
    5Q.Q rs. anno, por isso convem aos compradores ,sor-.
    CHAPEOS A.29500. lirem-se do/agendas barata.s^ para a presen-
    Vende-se chpp^ps de castor para rraninos te testa quo dstf na poita, a" rua da I-nberatriz
    e. homens, a 2950Q ,e 39000. n. 72. Bazir N^ciouol.
    TTT^-
    Agua florida, de Gui^lain,,GrampQS, brincos e rozetas
    para fazer os cabellos pre-
    toa.
    Potes com ditai ingieza, preta, a 100 e
    it;0 rs.
    Caixa de pennas Perry, muito boas, a
    19000.
    Idem idem, a A00 rs.
    aixa deenteloppes tarjados, a 500 ts.
    uom idem forrados, a 704 to.
    - Caixa de papel amisade, beira dourada,,
    SOOirs;
    idem idem idem lisa, a 600 re.
    Duziaidetalberes cabo branco, ;3 B., a
    19000
    Resma de papel pautado, a 49000
    v598t;
    Tdem idemliso, a 29800, 39800 6 5*000.
    ioques-moderoos, a 39000.
    Dusiaa de .peoas de trancas de caracol
    b'?.r,oa, a 4iOOirs.
    Idem Idemiisas, a 2Q0 rs.
    Duzia de sabonetes de amendoa, a
    39680.
    Duzia de sabonetes .de anjioho transparen-
    tes, a 29200.
    Idem idem com Sdres, a-1.9500.
    Sabonetes Glyceriao transparentes, a
    19000.
    Caiu com sabonetes, formato de fructas,
    a 19000e 19300. \m
    Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
    180OTO.
    Fiasco coraagiiade colagne, a 200, 320,
    500 re. e 1#000.
    Extractos muito finos dos melhores au-
    tpres,.
    Lin das e elegantes caixinha* com perf u m-
    rias, proprias para presences, ^dos autores^
    E. Godray,,Rieger, GeUe Ereree, etc.
    Quadros com santos e estampaa separt(-
    A aguia brauca, a rua Duque de Caxlas d. 50,
    acaba de receber nova reraessa da apreciavel agua
    florida para /azer 9s cabellps pretos. 0 bom re-
    sultado colhido por quern tem feito uso inotTensiva preparaqao a tem altamente conoeilua-
    do, e por isso apenas se faz lembrar & quern do-
    vamente deiia precitc e quejra se aproveitar de
    sua utiiidade. Tmbem vejo agua de topasio e
    oleo florido para 0 mesmo u e tio aereditados
    como aquella.
    Voltas- e brincos de grosses
    aljofares de cdres.
    A aguia branca, a rua do Diique dj Caxias p.
    W, receben novas e bonitas voltas 0 trincos de
    grossoo .'Ijofares de c4res, 0 como smpre conti-
    nua a vende-las por prejo commodo.
    Novos diademas dourados e
    com pedras.
    A aguia brauca, a rua do Duque de Caxias n.
    50, recebeu novo soriimento ,ue Iwnitos dide-
    Leques de osso e sandaio, a 29000, 49! das.
    69000. Entrcmeios e babados transparentes e ta-
    Flta de teUadp de todas: a cores e largu-i pados.
    -*?. ; Uma grande taboleta propria para qual-
    tficroscopios com 12 vistas,|a 89000. quer loja.
    Frasco com oleoi p^ira machkia a 4^rs.
    Ra do too da Victoria n. 28.
    ...............
    ^vtiode ftet>hi?lw a 200 rs o
    iia.-'..i.ia, padrifs noVoi, a de rtfaiir gosto qae
    ivmda.ao ro*rcadfli,.j6,na rua do Queimado
    iiiqiada Gi^erra ^j.Farnao^es, ftelo. dimiaa-i
    prb^o e '200 re. o covado !
    Iheguern fregaezes qua se acaba___________
    fcFtoftlia deararuta
    Os vrdadeuros
    Vinhos de Bourgogne
    dourados e com pedras, tanto para meninas
    como para senhoras.
    Colleccoes de traslados ou
    normaspara escrever^ee:
    A-aguia l*anca, a rua Dnque de Caxlas n. '5(},!
    recebeu novas eoHe>c3es ou florma* paraaserfen-
    $as aprenderem aescrever por si mesmo, hoje tao:
    usadas nas aulas e opllegios; e como sempre vou-
    de-aa ppr. preto commodo.
    Meias cruas nnas.paraimeni-
    nas e'senhoras1'
    dourados.
    A loja. da aguia branca,. a rua do Deque
    Caxias n. 50, reewbeu noveiiicnte boniMs. gram-
    pas, ibnnoos a < ruietag. dom^dea > assim como
    bows .diademaa de- ago, e cemo.^n^re conH-
    aua a vende.-los.pqr. trecos. razoaveis
    Luvas depeikca pretas e de
    outtas eOres.
    A Jojada' A^uia.Branca, a rua Duque de Ga-
    xias n. 50, recebeu novo sorlimento de !uw de
    pellica, pretas e da-.wtras tores-
    \gnas Ak:iliiWrtiazuas (las Pe-
    dras 8%idas,
    Villa'Rottca de A^uiar.
    BICAHBQ^ATADAS-SODJCAS
    Analyses do 0i*. Jos* Julio Rodri
    gufd, l*iite ilu *-sv.l;i PMjte-
    hieii il'Llsbnn.
    JEta.esceIleute'3gua.uea4a ,%.qoi .vaata'geoJ no
    padecunentos das vias digestivas, urinanas d(
    estomago etc.; etc.
    Vende-se
    k'hur.-tiuviu e droaaria
    DA
    'Rua'Iar a do IVosario V.
    ' B
    Fazendas finas
    NA
    "ttua i k Swu. 7 A.
    .DE
    Cordeiro Simoes & C.
    E' eita tasa, sem duvida, uma das qne hoje,
    podacom priinazia apreseniar aos seus fregueze>
    urn variudissimc rlimeuto de fazendas iiuas pa
    ra grapJe toilette; assun como, para o uso ordi
    nario de todas as clashes, e por pre;os vantajo-
    sob para os oempradore9, do cojas fazem urn pe-
    queno resumo.
    Mandain i fawndas as c.vas dos preteDdeutes
    para o que tem o pes-oal necessario e dao amos
    tras mediante penhor.
    Cortes de ceda de lindas c6res.
    Ditoa de gorgurao de eflres.
    Grosdeuaple d Uidas as cores.
    Gorgurao brauco e preto.
    Selim Macau preto e de eSres.
    Grosdenaplcs idem idem.
    Veluoo preto.
    Granadine, seda pre|a e coli?masrl de cdres lin-
    dissimat padroes e fazenda da ullima moda.
    Popelinas de lindos padrSes.
    Fild de seda brauco e preto.
    Hicas basquinas tie seda.
    Mautas brafileiras.
    Coichas de seda para noivos.
    Cortes de camhraia brauca com lindos bordados.
    Capellas e mantos para n ivas.
    Itiquissimu sortimento de las com listras de seda.
    Cambraias de cflrci
    Ditas maripoza?, bfam'as e de cores.
    Xansuck ile limtis padrSes.
    Baptisla de pa iroes inui delicados.
    Percalinas de quadros prpto9 e brancos, de lis-
    tras, etc.
    Brius de linbo de ceres, proprios para vestidos
    com barra e lisiras.
    Fostdo de lindas cores.
    Casaquinnos de la e de todas as cores, para se-
    nhoras.
    Saias bordadas para senhoras
    Camisas idem idem
    Veslu.Trios para lm-rnnus
    Diios para MMimd<>s.
    Cupeos.para ditos.
    Toalhas o gnardanapos adamascados de linho de
    cores para mesa.,
    Coichas de I .
    Gortinados bonlalos.
    Camisas bordadas para hornets.
    Meias de cores para homens e meninos.
    Completo sortimento de i-hapeos de sol para ho-
    mens o senhoras, com cabo de martini.
    Merino de cores para vestidos.
    Dili' .preto.
    Atoalhado de. linho e algodao para toalhas.
    Alealhado pardo.
    Brins de linho branco, preto e de cores.
    Setinvde linda* cores e com listras
    Chales de merino de cores e pietos.
    Dito6.de. casemira.
    Ditos de seda preta e de cores.
    Wto de touqnini.
    Camisas da linho.
    Ditas de ch(a.
    Ditas de ilniiflla.
    Ceroulas de brim e algodao.
    Damasco de la de cores.
    Pannos do crochet pin cadeira, sofa e consollos.
    Cofcha3 do dito.
    Tarlalana de todas as cores.
    Espartilhos lisos e bordados.
    Foulard* de seda.
    Casaeos a tricot*
    Rtuisfiortes de vestidos de linlu para senhora,
    de di ersas cores, com oa competentes enfei-
    tos, ultima moda. '
    Casemiras pretas c de c5res, chitas, madapolSes j
    cambraias, parmo. fino prelo e azul, cotlarinhos,
    punhos, gravatas, luvas de pellica, ditas d fio
    de Escccia, brancas e de dore, tapetes de todos
    os tamanhos, bolsas de viagem, etc. etc. i
    Na loja do Passo, rua Primeiro de Marco n. j
    Ay anuga do Crespo,______________________
    v>a i or.^oes como a retalno, por pre^o que admira,
    'isto sna quaMdade ; deoositos nos seguintes Iu-
    Sre e'iM-n;da raa, daa Crozes n 4, a 500-6: a
    i*rA^U!|aHw.
    *-' HT
    _:
    r-ra* <:-asa na- -yilla-4*^
    foerejo, per'preceVnro'
    ^rnios 4 c
    OTDBE
    *,-_.__ do. Com-
    a traf coal Tasso'
    mum
    Cbambertin
    Pommard
    Virits
    Volnay
    Beanne
    Mootbeiie
    Dito Bordeaux em quartoUas.
    Yen_e-sc por barato pro$o
    PARA LIQPIDA^AO __ CWrtTJAf
    MA
    Baa |L-argn do Bwario BS.
    Botica.
    . A loja d"amia. bWBca, a rua Duque de CasiAa
    n. 50, recelieu novo sortimento datjoMas tao pro^
    enradas meias cruasLpara senhora, vtedo ignal-
    mente para pM_R_| e. cuntiniia a veodarlai por
    preeps.coHuno<*i
    Veos ou iimntinbas'|i^eta8? i
    A loja da aguia brauca, a rua do Duque de _a-|
    zias n. 50, recebeu bonitos veoi ou naMinhas
    pret_>4a-s0_ oBmifloras, e outrasa imitacao da
    .croene, e-vende-aa'peloB naratoa .prer.os de It,
    4 a e *00O. A fazenda 6" boa.e esta em perfeito
    estado, pelo que continUa a tar prcimpta extrac-i
    cao
    Perfeita notidade.
    .Grampos com.borbolfitas,, bezouros e gaia-*
    nhotos dourados 6i qolondos.
    A loja. da aguia .b^anca, a rua do Dikjub da
    Caixias n. 50, re_be_ novos grampos eonrbon
    boletas, hezonros- e galwhotrjs, o que o*e: certo"*
    perfeita novid eke. A qnaatidada e pepuena, e
    nor isso em breve, ^(aaabara.
    Novas golHiihas ornadaacpnl
    I pelucia' ou arminno
    A loja d'agnia teanca a ma Duque de Cazias
    SO, receben uma peqnena quantidade de boni-
    I e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
    neitada* rom anntntto, obras eatas tie ranrtG'gorto
    e int'irn-nente novas.
    Caixinhas com p6s dourato
    e prateados, para cabellos.
    Vende-se na loja da Aguia Branca a rut do Dnr
    que de Caxias n. 60. *
    Burtrtissiiiio
    rEantinbks'- com lisfras estanpada? petodiminuto
    eco de 400 rs. o covado.
    D6 COnM lispjas a9stUnada*a,.*QdO o co-?
    vado.
    Gratfadraas pretas com listras de cfires a KOO'rs.
    o covado.
    Means o covado.
    ALnacaaidieqnadcos, proprias pira. vwfidos, a
    450 rS. 6 covado.
    ' WiM'braBco,'tomv,'*ftra'ciil{&sa!#5G0'9'v4i'a.
    Dito trancado a 1*600 a varat
    . ..Dito,tle eor3, Jittfca.pvroi* UW a vjrra.
    PwhimlM
    ' Oiapeos es6i de'scda';'dafc'6- caoaa/r'ttSdQ
    WKJa'TJhJ.-'iito'tu'd* t6 rto* Wd% roa d9" Crfespo,
    loja das 3 notUs da Saiherme A 0-
    Burros a venda
    J. Deirq avisa a seus freguezes que esta em
    viagem par.i as provincias de AlagOas e Pernairi-
    buco, conduzindo excellente tropa de burros
    passara por Penedo; Pilar, CaslanhaGrande,Por-
    tpCalyo- Barrciros, Rio Formuso, Escada, Cabo e,
    provave'ment'e por Santo Amaro. de Jaboatao a j
    Nazaretii ; por isso pode ser avisado ou encon-
    u*ado em qualquer destes iugares.
    Larangeiras, zO de outubro de ,1873._________
    PUMA
    .Chitas a 240 rs. o covado.
    A 240 rs. o covado.
    A 240 rs. o covado.
    So na rua. Duque de Caxias n. 60 A, loja da
    esqujna. ________________________
    Sal (i Cabo Verde
    Ti em para vender Joaquim Jose Goncalves Bel-
    trao & Filbo, a bordo do brigue portuguez Ooa-
    rense, fundeado defrcnte do trapiche CuBha, e
    para traiar no seu escriptorio a rua do Commer-
    cio b 5.____________________________________
    E' seiiipre assiin.
    Quaudo parece ter-se esgotado o reperto^o da
    modas, pela immensidade de artigos de ade
    que ttrn apparecido, eis que os velhos e i ansa-
    veis .corresptndentes da Nova Esperauca, a rua
    Duque de Caxias n. 63, descobrem outros no
    mundo elegante, aonde se conservam escngitaado
    minuciosamente as novas inveni.oes ; remettem
    para a Neva Esperam.a. e autorisam na a dizer
    aos seus freguezes e especialmente ao bello sexo
    que nao creiam-em tal : e para prova evidente
    do que acaba at expor, vejam o que abaixo se
    desoreveA
    MANUAES para missa, com capa de madreperola
    ou tartarnga, tendo no centre da eapa
    uni) pequeno relogio perfeito regula-
    dor.
    CABTEIRA*, no t charutos, port cigarros e ports
    moneys no mesmo gosto.
    CARTEIRAS para notas'com capa de marfim, ma-
    dreperola e tartarnga, com o distico
    ,' Leiubrania.
    BOLSAS para.senhora, o melhor que tem vindo a
    este mercado, de diversos tamanhos,
    ualidades a modetes de nova inven-
    PREDILEOiA
    A' rua do Cabuga n. fl A.
    0 proprietaries da Ireditecla, no iotiiito d
    conservar o bom concetto que teem marerioo do
    respeitavel publko, distiuguipdo o sen estabeleci-
    mento dus mais que negociatn no mesmo genero,
    veem s'-ientiliear aos wus bons frgnezt que pre-
    veniram aosseutorrespondeites uas diversaspax-
    cas d'Europa para Ihes enviaretn por lodes os pa-
    quetes os objeclos de luxo e bt rn gosto, que se-
    jam mais bem aceiios pelas sociedades elegantes
    daquelles paiies, visto aproximsr se o tempo de
    fesla, em que o bello sexo det-ta lioda Vfneza
    mais ostenia a ri(|ueza de suas loillnllee ; e co-
    mo ja recebessem ptlu paqueto franeez diverso
    artigos da ultima moda, veem patentear algun.'
    ii'eotre elles que se tornam mais recummendaveis,
    e.-perand'j do respeitavel publiro a a stuaada
    concurreucia.
    Adere^os de Urlaiu^a os mais lindos qne teem
    vindo ao mercado.
    Albuns coin ru-as eapas de madrepernta e do
    vellud i, srndo diversug tamanhos baraios pre-
    cos
    .ilerecj". s completos de borracha pr pripa para
    Icto, tambeiii se vendem meios a lereco.- muito bo-
    iiilns.
    BotSes (t setim preto e de cores para i-rnato de
    vestidos de cei.bora ; tambem t< m para ilelc a
    palitot.
    Bolsas para senhoras, existe urn bello sirtimeu-
    to de ser.a, de palha, de chagrim. etc, et-\, por
    baratu pie;o.
    Bonecas de todos os tamanhos. lant.i de iouva
    como de .-era, de borracha e de n a>sa ; chama-
    mos a attenjao das Exmas. Sras. para este artig",
    pois as vexes tornainse as criauras urn pnaeo im-
    pertinenlcs por falta de nin olf.i" ,ue as ea-
    tretenham.
    ("amisas dc linho lisas e com pen. s bordadc.3
    para Inmiem, vendem se por preci- commodo.
    Ceronla> de linho e de algodac de .iivers-oi pje-
    cos.
    Caixinhas com mu.-ica, o que ha de m .is iind
    com disticos nas tampas e proprn-s para presti-
    tes.
    ' Coques os mais modernos e de div,r.- s forma-
    to?.
    Chapoos para senhora. Receberan. um soiuinucui
    da ultima moda, lauto para seub. ra, c>mo para
    meninas.
    Capellas simples e com veo para n ivas.
    i.al^is bordadas para meninas.
    Entremcios estampadu* e boidados, de iindxa
    desenhos.
    Escuvas electricas para dentes, ten a proprie-
    dade de evilar a carie dos dentes.
    Franjas do seda prelae de ores, >'\i to ma
    grande sortimento de divercas ItrfiTtn e batata
    pre<;o.
    Fitas do sarja, de gorgurao, de setim e de cra-
    malote, de diversas largnras e b.nita.- cores.
    Fachas de grgurao muito lindas.
    Flores arlificia.-s. A Predilecta prima em cca-
    servar sempre um bello e grande scrtiinento d<-
    tas fio es, nao so para enfeite dos cbcllos, cixo
    tambem para ornato do vestido de iioivas.
    Galoes de algodao. de la e de seda, brancos, t: -
    tos e de divi rsas cores.
    Gravatas de seda para homem e. . Lacos de cambraia e de seda de diversas con
    para senl.ora.
    Ligas de seda de cores o brancas Lordada.-. ( ...
    noiva.
    Livros para ouvir missa, com capas de madre-
    perola, .martini, Os-o e veiludo, tudo que ha da
    bom.
    Pentes de tartaruga e marfirn p .' a alisar os ea-
    belos ; teem tambem para tirar caspa..
    Port bouquet Um bello sortimento de madre-
    perola, marnm, osso e dourados p.-r barato pre.,...
    Perfumarias. Neste artigo esta a ^redilecta btia
    Krovida, nao so em extractos, com. em oleo* o
    anhas dos melhores odores, dos mais afamad.
    fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hytiier.
    Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis roi
    a festa.
    Saias bordadas para senhora, por comtz
    preejk
    Sapatiuhos de la e de setim bordados .para k
    tisados.
    Tapetes. Recebeu a Predilecta nm bonitu s-
    memo de liversos tamanhos, ta\(o para sofac-
    mo para entrada de saias.
    Vestimcntas para, baptisado o quo ha de raell
    gosto e os mais modernos; recebeu a PredileiU
    vende por barato preco, para Hear ao alcanou
    qualquer bolsa.
    Rua do Cabusra n. 1
    Wj8ej|fte
    i :Wnlwto,aiOite>i*mn#wra#a^
    nhecida?, acreditadas garantidas, inclusive,,
    lidade p/opria nara mim"S ou pess as ddVi
    '*Jc;
    da Maflre da
    m
    Deos n. 34.
    GnyW\h*,iuM d*r48%..
    Colbettidoapoo do MS\.
    YeWCffucBiar dj isto:
    Lff^rnnas do Doflm.
    Doqn dK 18181
    Duque do.Porto.
    Refuoa.
    Potassa nova da Russia em mfe'ks'barris.
    YENQE-SE
    I arrendft-sa, no eatado em que se
    rna /reguezla dtiVRemeatos,-
    umi
    Afb-
    rados n. 8, ehao pr.-piOot don 3W palmaa de'
    rants ie 698 dc took*: 03 pnrtep4eBies dirijara-
    CrheOD o verdadeiro de Portland ; barrica?
    ggandes de 400 kilos : no armazem de Tasso Ir-
    mios & ''-. eaes do Apollo.
    Rua do Brum n. 76
    Vende se zieco puro de superior qualidade:
    proprio para cobertas de casas, medindo 111^:-
    mos de comprido e 4 de largo, po,- preeo bbuic
    em conta.__________________________________
    .1\(1ARANH.V.
    Tem para vender Joaquim Jose Gonfaives 3e-
    4o Fiiho I a tratar no seu e-scriptorio a ru
    do Commercio n. 5.__________^________
    Tinlii, eha e fumo
    Amaral Nabuco & C. vendem tintas orisalind
    Lotion vegetale para tingir de pretas cabeilos,
    que setconhece de mais util e commodo, nHo s>-
    no modo de emprega-lo, como no r.saltado que
    so obtem. Cha verde e preto chefado ultimaiuvr
    te, e fumo inglez a frarcex> pa'a cigarros c z
    chimbos : vendem no Basar Victoria, rua ilo p.a
    i ao da Victoria n. 2.
    PORT BO
    e t?manlius
    de lindos gostos
    , especialidades para as noivas.
    CAIXINHAS "com musicas e sem elliis, proprias
    para presentes.
    !E' oulros de iateira novidade.
    E com os meninos.
    ' A Nova Esperap^a, a rua Duque de Caxias n.
    W'T&etjettios1 Iwnecos de borracha lie formates
    inteiramente novos : os meninos muito apreciario
    4*le brintuadOi .
    E verdade.
    Qnalqaer senhora de bom gosto, parece quo
    u5o ppde compietar e sua loiliette, sem dar ura
    4afeetoift;Nova Esperanca i rua do D04ue.do.Ca~
    x^as a 63j pulque 6 a.loja de miudezas que mais
    completo esta em scrtimentj, e que maisnovida-
    'dfe- aprt^ntk iao: publlco em genl.
    Kcom as floristas.
    A N*v* flfperaaca, a rua do Duque de Caxias
    n,,63,,racleu.p6to ultimo *apor, um inteiro sor-
    fimento da' papeis para flbree 1 a eHes.
    Para crianc>.
    1 lAltfwa Bsperanea, a rua do Dufuade.Caxias
    n. 63i recebeu um sortmento de vealuarics d
    casemira e alpaca para crianeas-: modernos e bo-
    nitos.
    lias mesclada.
    Um bc-Ljtj sortimento de las mascladas em co-
    res, recebeu a Nova esperanca, a rua Duque de
    Caxia?n. 63.
    Aviso.
    i iNo-ateriplariode Tbomaz de Aqumo Fonseca &
    C. Suecessores vende-so a retalno vinho da Fi-
    3. Francisco, gueira, das melhores marcas, chegados uliima-
    trrente: na rua da Vigario n. 19 1* andar.
    4TTKNCA0.
    nde-se uma typograpbia bem monttda, c;m
    u machina e ura preto, lado em bora e.-tad e
    po preco medieo: (juem a prettnder, dirija-se
    urrado Torres n. 12, sobrado, I* andar_______
    Boa acquisicao
    Vende-se ou permtrta-se por escravos unii.
    casa construida d novo, tendo Juass.la s_
    seis querlos, com gabinete, sa!a de eu-
    goramar, cozinbaidna, qvartos para familia,
    cacimba com boa agua de beber e um sit:..
    bem arborisado; no ako-da Torre : a tratar
    nesta tvpographia.
    Vende-se
    a tavarna sita a rua do Barao do Triumpho n. ti
    bem afre^nezada : quem pretender dirija-se
    mesma que achara com quern tratar..
    \,i fun%"iu de Cardoso k Irniiio
    run do Brain os. iOO a iOS
    Vendense os seguintes ob-
    jectoe,. pox preQps
    commodos:
    VARAN DAS francezas da ferro fundi .to do dive;-
    e bonitos gostos.
    FOGOES franceeee granges- peq .. aos.
    DITO dito para trabalhar euai gaz.
    BoMBAS fraAcazaads repuxo.
    BANt.OS com pea de ferro, c ... u.
    ella.
    PAS'da. ferro para mM.
    JARROSde ferro para jawbm, gr_.Jt-
    nas.
    MACHINAS uara gelar agna e htoi r '
    !'a e
    ,&tfM>-
    agua em 10 miouto?
    geJapi
    .1. slo eo.
    Farr edificagr-*.
    Vende so porusdeamarelto, r.t.!.(s .U ilo e
    varias outras pecas proprias pira ediiiea <> part
    ver a tratar a rua de S. 6onealo, -o; radu 11. 2?,
    junto a igreja, de man hi ale1 is 10 horaj, e a
    tarde ate as i boras ami

    I___IliGHKl


    -
    Iajaji


    8
    Diario de Pernambuco Terqa feira 6 de Janeiro de 1874.
    v
    S

    JDRISPRUDEWC'A.
    JBelatorio
    A RESPEITO DO NEG0C10 BO MARECHAL BA7.AINE
    EX-COJIMANDANTE EH CHEFE BO EXERCITO
    DO RHENO.
    TERCErRA PARTE.
    CAPITULigAO ( UE 7 A 29 DE OUTUBRO )
    CAPITL'LO VI.
    AS BAJJDF.IHAS
    (Conlinuacao)
    . A orJ.j.n transiuiUiJa pela tuanhu aosgo-
    neraes do artilheria, linha sido communica-
    da por elles aos com nan Juntos dos corpos
    do exercito. EmquaiUo que o general Des-
    vaux so confonuav* c iu ella,. sera hesitagao,
    e d*va immediatanente instruccOes para as-
    segurar a sua cxecugao, outros comimu-
    dantes do corpos, especialmonto o marechal
    Le Bueuf, respouJia que era aecessana uma
    ordem direcla do geueral em chefe. 0 ge-
    neral de Rochebouet, tendo dado conta ao
    general Soleille d'este iucidente, este fez-Ihe
    saber que seriam dadas ordens pelo estado
    maior general.
    Log > que se espalhou na guarda o boato
    de quo se iam tirar as banJeiras, manifestou-
    se enlre a Iropa uma viva commogao. Do-
    minado poresta commogao, o coronel Pean,
    do primeiro regiruonto de granadeiros da
    guarda, despe lagou ello mosmo a sua ban-
    deira, e distribuioos fragmentos ; depois deu
    eonta do quo acabava de fazor ao general
    de Vigada Jeauhiogos, o qual o approuvou
    e denou tambcai ao coronet dos zuavos
    [ proeedesso do mesmo modo. 0 gene-
    ral de divisao Piuaro, sabendo o que se pas-
    sava, prevonio o marechal Bazaine, o per-
    gunlou liie o que se deviina fazor ds ban-
    deiras. quo se tirasse n as tropas. Em fa-
    ce d'esta situacao, q marechal coraraoveu-
    se, epara obstar a um movimento quo po-
    dia abranger o resto do exeroito, o cujas
    consequents o inquietavara, maudou um
    d'estes olliciaes ao estado inaior para orde-
    narquo se flzesse saber ds tropas, com a
    ^6v a t lo um post scriptum a um despacho
    cirodir, relalivo ao service corronte, quo as
    band.-ir.is levaias para o arsenal, alii se-
    ia n ijuoimadas.
    F. ic post scriptum era concebido n'es-
    ie> isrmos, seguudo depoz o coronel Nu-
    gu -.:
    ?oi por erro qu;, dan io-se ordem para
    i Invar as bandeiras para o arsenal, se
    i i -lizer que era para alii sere a quei-
    ). s.
    i circumstancia estabeleceude u.nama-
    peremptoria quo o marechal, nao ton-
    lo nenbuma ordem, conhecia perfei-
    .0 a quo o general Soleille havia
    ittidopela manha aos generaesde arti-
    < ando absolutamente, que se tivesse
    i na ordem relativa as baudeiras, o
    fugues, sorprehendido de que uma
    ;3o tao importante po lesse ser leva
    uheeimeuto do exer ilo do uma ma-
    pouco conveniente, como a de um
    post scriptum, dirigio-se d residen-
    arechal, para Ihe submetter esta
    ao, e redigio, dictada por elle, a se-
    trta :
    >3Aos commandantes dos corpos
    ito.
    ;uai-vos dar ordens para que as
    os regimentos de infautaria do vos-
    trau
    [bar
    da >'
    Sl'n
    ci
    cb-
    got-
    ' N
    Jo e>

    again
    SO : <
    aba
    voss-.
    portn-
    laria
    chef i-
    das.
    pas. s<
    de exeroito sejam recolhidas dma-
    i manhs cede0, sob a vigilaicia do
    ' nman lante de anilheria, e trans-
    lus ao arsenal do Mote, omle a caval-
    .1 depositou as suas. Prevenireis os
    'e corpos que serdo alii queima-
    -tas aguias envolvidas nas suas ca-
    a > levadas em um ca o director do arsenhl as receberd, e ilarl
    iim recibo aos corpos.(Assiguado) Da-
    zainc.
    E' pois manifesto, segundo esta car a quo
    os corpos vao ficar desapossados das suas
    bandeiras, com a convicgao do que serao
    queimadas no arsenal.
    Depois- de ter escriptu a carta dirigida
    aos commandantes de corpos, o coronel Nu-
    guesfez observar ao marechal que lhe pa-
    recia necessario prevenir tambem os g*me-
    racs Coffinieres e Soleille ; o prineiro na
    sua qualidadc de commandante da praga ;
    o soundo como convnandante era chefe da
    artilbaria ; Sim, advenireis o general
    Coffinieres que tern a dar ordens para re e
    berem as bandeiras no arsenal. E' inutil
    dizer-lke outra cousa.
    FOLHETIM.
    L?CSEC1A SOSGr
    MEMQRtAS DE SATANAZ
    Eis aqui a copia da carta redigida, segun- rauito longe de suppor que a capitulagio ia
    do aquellas instrucraos, e que tern igual- ser assignada d'easa meama tarde ; sem isso,
    mente o n. 6J3. teria eu sldbo priraeiro nao s6 a n8o pro
    Dignai-vos dar ordens para que o ar- por a delonga, rots a insistir queascousasse
    sena! de M^jte receba amanha pela maoha praticassem com urgeacia.
    as aguias dos re todos os corpos do exercito. Estas aguias general Jarras a respeito das bandeiras ? Ve-
    serao levadas, euvolvidas nas suas capas, e jamos como aquetla official general depoz a
    em carros fechados ao cuidado da artilha- respeito if este incidente perante o conselho
    ria. Os generaes commandantes de cor- do inquerito :
    pos de exercito recebem instructs a este] 0 marechal eucarregou-me de dizer
    respeito que era pratica, no exercito francez, depois
    Este despacho, como o marechal quiz, nao de qualquer revolugio, queimar as bandei-
    faz nenhuma mencao de que as bandeiras ras e estandartes que tiuham sido entregues
    hao de ser reduzidas a cinzas. Ip6!0 governocahido, e que, na conformida-
    Conclui la a carta, que devia ser dirigida .de d'essa pratica, as bandeiras tinbain sido
    ao general -Coffin eres, pergunlou o coro- queimadas, sem iodicar o numero : que fi-
    uel Nugues o quo era necessario enviar ao' zesso elle prevenir o principe Frederico Car-
    genoral Soleille, com uauiautc de artilhe- los, afun do nuo ser inais tarde accusado de
    ria. tor faltado aos seus compromises.
    Nao escreva ao genertl Soleille, res- 0 general Jarras acrescentou ; que a
    pondeu omarechal, poderia oppdr difficul- sua chegada a Prescati, tendo conversado,
    a" respeito d'este incidente
    com o general Stiehle, este Ihe observara
    que se lhe dizia uma cousa effeetivamente
    Jades. Reservo-me escrever quan Jo chegar. em particular,
    ocensiao opportuoa.
    Sogundo dop)z o coronel Nug les, o ma-
    rechal n9o se explioou de outro modo a res-
    peito das dilliculdaJos que a sua ordem po-
    deria suscitar. Que difficuldades pode-
    ria receiar do general Soleille, sou subordi-
    nado? Nao temoria elle ao contrario, per-
    turbal-o, con aquella nova ordem, dada d^
    eucontro ds instrucc5es que o suinmario
    mostrou terem sido combinadas entre el-
    les? Que significam aquellas palavras :
    qiuuvh chegir occasido opportunn ? Essa
    occasiao ruinca chegou. 0 marechal nSo
    escreveu a esto respeito ao general So-
    leille.
    D'este modo, do conjuncto das prescrip5&es
    da las ate 27 & noite, relativamento 4s bandei-
    ras rosulta, como ponto de partida, annunciar
    se que serao meimadas ; como ponto im-
    meliato, deu se ordem de as inventariar
    para serem entregues aos prussianos.
    Os despachos dictados ao coronel Nugues
    foram exoedidos de tarde das quatro e meia
    para 'S cinco. 0 commandante da guar-
    da d.'u cumprimonio d sua ordem logo
    pela manhS ; o general Joanningros acom-
    panhou co n a sua assignatura a segointe ob-
    serva^ao:
    As bandeiras dos meus dous regimen-
    tos foram destruilas por minha ordem ;
    parti I .-is as hastes e aguias, e os pedacos
    distribuidds aos meus dous regimentos-. As
    ban loiras da minha brigada nao irio para
    Berlin I
    Nobre inspiracSo, que os acontecinaentos
    iam esclarecer.
    E' essencial fazer notar que, segundo as
    ordens transmittidas pelos generaes com-
    mandantos do artilheria, a entrega das ban-
    deiras devia ter lugar no mesmo di* 27,
    emquanto que o general adiou por uma
    ultima or I en esta entrega para o dia seguin-
    te 28. Para que fot esse addiamento se se
    ndo quiz sinceramente queimar as bandei-
    ras; Nada havia comtudo mais urgente op
    quo procder, por isso que o general Jarras
    ia partir para combrnar delinitivamente no
    texto da cipitulagao, e era essencial que pe-
    desse assegurar, com to la a sinceridade, ao
    general Stiehle, quando se tratasse da clau-
    sula relativa ds bandeiras, que ellas tinham
    sido destruidas.
    respon leu que. quando se submetteu d sua
    assignatura a ordem para os commandan-
    tes ile corpos, o connel Nugues lhe obser-
    vara que era muito difficil poder reatisar
    aquella operacSo na noite de 27 para 28, e
    f.>i a esta observa^So que eu lhe disse:
    p 'iiba a data de 28 pela manhS; nao
    julguei que houvesse tanto perigo n'aqoella
    demora, em presvnea das instrucjdes dadas
    ao general Jarras.
    0 coronel Nug ;es, a quem foi commuoi-
    caila a leclara^So do marechal, respondeu :
    Nao me recordo de ter feito aqnell* ob-
    srvaQ5o ao marechal em forma de objec-
    cao; mas e muito possirel e natural que,
    perguntando a h'>ra em qua devia ter bagar
    operajSo, tivesse manifestado aquella idea
    preoccupado como estava de assegurar a-oxa-
    ocuqSo da medida, e rwa tendo de procurar
    o marechal senao para esso am. Parece-
    me que foi elle que me dictou, pouco-,
    mais ou menos, os termos da carta.....
    N'esse raomento, nao ignorava eu a ontre-
    vista da vespoce entre o general Jarxas e o
    general Stiehle; mas ignorava absolutaraen-
    te o alcanco d'essa negociaQSo o ponto a
    que tinha chegado. Em todo o caso, estava
    insolita. Vi muito bem, disso o general
    Jarras, que isto significava que elle nSe
    acreditara.
    Quando se cbegoa d questSo das ban-
    deiras na discussao do protocollo, o gooeral
    Stiehle apresentou de novo a questSo, e jul-
    guei dever repetir-lbe o que o marechal me
    tinha dito. Ainda maisuraa vez, elle ma-
    nifestou pelos seus gestos- uma duvids mui-
    to caracteristica.
    0 coronel Fay, que estava presente a esta
    intrevista, precisou este ponfoy ainda mais
    francamente no sew depoimentfo- :
    Seja embora, disse o general1 Stiehle,
    mas estd concordadc quo tudoquanto nSj
    tiver sidoqueimado tf.6 este moraento 6 ad-
    querido por n6s.
    Seja eomo for, a con-vencSo assignada pe-
    lo general Jarras, estabeleceu o seguinte a
    respeito' das bandeiras :
    As annas, assim como1 todo o material
    do exercrt), consistindo em bandeiras,
    aguias, etc., serSo deixadasem MetzVou
    nos.fortes-, a coramissdes railitares creadas
    pelo marechal Bozaine, papa serem entre-
    gues irnmeJiatamente a cormnissOes prussia-
    nas.
    0 pvojecto de-protocollo d' capitulagSo^
    discutklo a- 26;, entre o general Stiehle, e o
    general Jarras, n*o havia suseitadonenhu>
    ma difficuld'ade, a nSo ser no qoe dizia res-
    peito ds honras miiitares, a ds espadas do*
    olliciaes. As bandeiras eram eonsideradas
    n'aquelle projecto como fazendo parte do
    material de guerra, e deviam ser estregues
    ao inimigo. De maaeira, que a 27, a dis-
    cussSo nao'devia ventilar-se senao a respei-
    to de dous ponto*. 0 marechal tinha a
    certeza de que a-capitulac3o ia ser assigna-
    da n'essa noite. Porque foi, que,. com essa
    Certeza, adiou-para o dia seguinte execu-
    cSo da ordem que tinha escripto o coronel
    Nugues? Nao se lhe ve outra expiicacSo
    possivel que nao seja a seguinte :
    Em virtudada ordem-directa qua-acaba-
    va de se dar aos commandantes de corpos,
    as bandeiras iam entrar no arsenal^-o an-
    nuncio de qua seriam queimadas devia fa-
    zer cessar to Ua hesita^ao em se desapossa
    rein d'ellas esuspeodia on prevenia-da-par-
    27 para 28, jd nSo fioava sonhor da sttua
    cSo ; era o inimigo que ia cortar a quests-),
    a, por pouco gloriosa que fosse uma captu-
    ra em semelhantes condicoes, a soIuqSo nSo
    podia ser duvidosa, uma vez entregue ao
    inimigo; jd se nao podia dUtinguir se
    aquellas insignias tinham sido recebidas por
    um guarda de deposito ou conquistadas no
    campo da batalha.
    Em Berlim tudo setoruava como trophe"o.
    Uma unica ban leira tinha sido o preco do
    combate nos sanguinolentos dias que se
    passaram em volta de Mete, e essa foi uma
    bandeira prussiana, a do 2. batalhao do
    16." regimonto d'infantana. Poi tomada a
    16 d'agosto por um official do 57." regi-
    monto, que fazia parte da divisao de Cissev.
    Quo exito se podia, alem disso, esperar
    do subterfugio, que o general Jarras ia
    tentar fazor aceitar pelo inimigo, perante o
    qual o marecbal Unha conservado a sua
    qualidade de commandante das forcas im-
    periaes ?
    "Com se podia defender, nesta circums-
    tancia, como uma rmidanga de governo,
    quando havia mai* Je' um inez o marechal
    procurava tratarem none'da imperatriz ?
    Serfa o verdadeiro pensaraento do mare-
    chal subtrabir as bandeiras-ao inimigo ? A
    passage seguinte do depoimento' dlo gena-
    ral Jarras deixa alguma duvida sobre este
    ponto :
    0 marecbal disse-me safter que as- ban-
    ideiras tinham sido queimadas, e que- nao
    qucria quo o principe Frederico Carl'os po-
    dtesse suppor qjie elle tinha faltado aos seus
    compromissos.
    Quaes eram esses compromis30s contra-
    Interrogado sobre este ponto, o marecbal- jf ^s corpoa-de tropas teda a iniciativa de
    destruigSo.
    Em virtud'e da ordem do general QofBoie-
    ms, o coronel Girels devia- receber aquellas
    bandeiras, e na conformidade das ptescrip-
    ^pes do general Soleille ia comprebandel-as
    no material qu devia ser-inventariado.
    D'este modo o marechal tinha tornado to-
    das as precau^oes para quo as bandeiras en-
    trassem no arsenal, o para que, reunidas
    n'aquelle estabelecimento, nSo fossemt: des-
    truidas.
    N'estas coRdSgdes, ou a general do-Stiehle
    admittia a asser^So transaittida pelo general
    Jarras, ou a-rejeitava. R primeua. caso,
    podia-se proceder sem estrondo d dastrnicSo
    das bandeiras- No segado caso, uma vez
    ssignada acapitulacSo*.tudo estava prepa-
    rado para asecutar as suas clausulas.
    Se o marechal nSo tivesse annunciado ao
    exercito qua as bandeiras seriam queimadas,
    i f6ra de ."Javida que os corpos tsriam es-
    pontaneatnente procedido d sua destrai'cSo;
    jd ella tinha effeetivamente comecado e so
    foi suspensa diante da.affirmativa do mare-
    chal. 0 marechal tinha tornado na appa-
    rencia ainiciativa d'essa destruicio: mas
    tendo sido adiada a execu^So da ordem de
    POR
    O. Manoel Fernandezy Gonzalez
    SEGUNDA PARTE
    SAVONAROLA.
    (Continuacio do n. 3)
    IX
    EM QUE SE VE COMO OS ADEPTOS DE SAV0HA-
    RO'A DESCOBRIRAM 0 ESONDERIJO DE LU-
    CRECIA, E ATE QUE PONTO LEVOU ESTA A
    DU EZA DO SEU CORAgAO.
    N'aquelle dia, messer Geccone sabira mui-
    ; tanle e de muito mdo humor, do palacio
    da sonh ria, e da sua sala de justica.
    Ato.iiu-ntara at^ a saciedade, apezar de
    berem s-s amigos, Bernardo del Nero e os
    outros quatro accusados de conspira^ao
    para unegrarem Pedro de Medicis no
    Afln-itucado de Florenca.
    < m^> humor do notario nanconsistia no
    a os seus amigos tinham soffrido, mas
    sim em que estes o tinham feito trabalhar
    n:isiadamente, -etrataodo as suas decla
    jfti-s quando eram retirados da roda,
    ."oJ;;J.oo a torrnenta-los de novo.
    Aau'!iencia terminara, nio porque se
    obtivesse depoimento algum importante dos
    reos, m"i porquo se acabara o dia, c o ma-
    gistrado o notario que instruiam o pro-
    cso, nSo queriam ceiar mais tarde do que
    tinham por habito.
    Quan. I messer Ceccone bateu d porta
    j, Pnc. ^- Adrianeta, esta que era uma rau-
    Iber de. vinte e cinco nnnos. morena, rbus-
    ta, mcuante, de olhos e cabellos negros,
    > .arcuciovSalviati,que estava sentado
    tos seus pes :
    0 humem vdm de mao humor ; co-
    ahafA issn pela sua maneira de bater. Assim
    <5 melhor porque me dard um pretexto para
    brigar ctin elle. Esconde-t e nao serd
    necessario que eu te diga onde se oncontra
    ro de uma porta, e desappareeeu por de-
    traz d'elle
    Pouco depois entrou messer Ceccone e
    olhou de um modo brusco para Adria-
    neta.
    Tardaram um seculo em abrir-me a
    porta, disse elle ; aqui chaira a besta. Esses
    soldados malditos trazera comsigo o cheiro
    dos cavallos.
    E's muito ridiculo, meu amigo, repli-
    cou Adrianeta; can^as-me, eafastiasme,
    aborreces-me ; serd necessario por um termo
    a tudo isto. Tornas-te cada dia mais mk
    supportavel, meuquerido Julio ; pega n'essa
    luz, vai dar busca d casa, convenco-te e
    deixa-me em paz. Que idea fazes tu de
    mim ? Parece-te impossivel que te ame,
    sendotu tSo velho e tio feio, nSo e verda-
    de? Tens razSo, porque nem eu set expli-
    car a razSo d'isso ; senSo supponlo. que se
    me metteu no corpo algum espirito maligno
    que se divertea atormentar-me, obrigando-
    me a amar-te.
    Dize antes que e a minha loucura que
    me faz despender um tbesouro em favor da
    uma ingrata. Tens razSo, isto 6 impossi-
    vel, nSo pode contiouar assim : estau louco,
    estou estupido.
    Mas tens olhos ; procura. convence-te
    de que me
    Para mim as bandeiras, repreaentavam a
    patria ; deviam eslar ligado a nossa bonra
    e a uossa coragem ; entregal-as, parecra-me
    uma cousa impossivel.
    a Na manhi seguinte, 28, antes do rom-
    per do dia, reuni os meus coroneis ; fi/.-lhes
    leitura da carta, dei-lbes parte' dos meus
    sentimentos, que elles partilharam, e dei-
    Ihes ordem para queimarem as bandeiras
    na presenja dos seus officiaes, e de me
    trazorem as actas dessa opera^So.
    0 facto foi immodiatamonte consum-
    mado, e foi entio que respondi ao general
    commandante do 2. corpo :
    Meu general, a brigada mixta nSo
    entrega as suas bandeiras a pessoa nenhuma
    e a ninguem eonfia a triste missSo de as
    queimar. Praticou ella me9mo esso acto
    esta manhS. Conservo em meu poder as
    actas desta Iugubre operacSo.
    Dominado por sentimentos iguaes, o ge-
    neral Pe Arr6s, commandante da artilharia
    da guarda, maudou logo pela manbao seu
    chefe de estado-maior, o corouel Mehshior,
    levar as bandeiras ao arsenal, e excedendo
    as instruccOes do marsenal, o general de-
    terminou ao coronel Metebior que as fizesse
    queimar na sua presengr;
    Poucos instantes depois cbegava, na ma-
    nha do 28, ao coronel de Girels, no arsenal,
    a ordem para receber as bandeiras e para
    as inventariar, datada de 27, que vimos
    anteriormente formulada pefo general So-
    leille. Estava retardada vinte a quatro
    boras. B'onde provinha aquella demora ?
    0 despacho destinado ao coronel de Gi-
    rels, que jfi tivemos occasiSo de indicar,
    tivemos occasiSo
    ainda estava- em poder do general' Soleille,
    hidos, uma vez quea capitulacio nSOestava do elle recebeu M generae9. ,fe arti.
    ass.gnada?_ Estas- palavras parecem trahir ,^ f. ronserva(lo durante todo 0 dia
    na pessoa.do 'marechal uma preoccupagao
    muito differente da que elle indicava. Para
    elle jd- se nSo tratava* de salvar as bandeiras
    que restavam ; era necessario desculpar-se
    para com o principe de nao ter podido con-
    servar todas.
    Se se confrontarem a palavras do mare-
    chal Bazaine, apontadas pelo general Jarras,
    com a ordem dadj a 28, pela maahS,
    dquelle official para fazer arrancar a foiha
    do registro em que eftavara onsignadas- as
    prescripgoes-, dadas na vespera 27, com- o
    fim de fazer transportar ao- arsenal as ban-
    deiras para alii serem qnermadas, a inter1
    pretagao que aeabamos de f6rrolar adquire
    \im grande grdo de probabilidade. S6 ella^
    da uma explicagao plausivel da suppressao
    da ordem de 27j anterior d'assignatura da
    capitulacSo.
    Haja porem o-que bouveraesto respeito*.
    quando o commandante em chefe- descia a'
    um semelhante procedimento,-o summario-
    mostra que elle-nao tinha senao uma pala-
    vras proferir, antes de deixar partir o plo-
    nipotenciario qua ia empeohar a bonra do
    exercito, para qua as bandeiras- fossem des-
    truidas pel s chafes de corpts. De mais,
    alguas iam encarregar-se desse cuidado.
    a Q general da I a veaucouuet respondeu
    nestes termos a uma pergunta que se lhe
    dirigio durante instauragao do processo
    dcerea da entrega das bandeiras-pertencen-
    tes aos regimentos da divisao-qua-else com-
    mandava :
    Disse aos porta-bandeiras t lie- ao arse-
    nal, pedireis que as -bandeiras seja-ra quei-
    madas na vossa presenca ; feito' istos volta-
    reis para fazerdes o vosso refatorio. Seas
    bandeiras nSo foram queimadas- na vossa
    presenca, deveis toroal-as a trazsr para
    aqui, e entSo recebereis ordens.-
    As bandeiras -tornaram a voltar, e foi
    entio que eu dei a seguinte ordem :
    Voltai aos vo'ssos regimentos, e com a
    maior publicidade possivel, serao queimadas
    as bandeiras. Torao s6 sobre mkn a res-
    ponsabilidade dr. ordem que vos- dou ; dar-
    me-hois conta da sua execueSo hoj,e mesmo.
    -De tarde, recebi noticia de haverem
    sido-'queimadas-as bandeiras da divisSo.
    Em nSopude precisan, a bandeira do 63 nSo foi
    queimada.
    No depoimento do general Lapasset,
    lemos o seguinte :
    a A 27 de cutubro, ds 9 boras da noite,
    recebi do ostado rmior do-segundo corpo,
    a carta confidancial n. 1,243, prescrevendo-
    me que entregassc d artilharia as bandeiras
    dos nossos regimentos.
    . Deviam ser transpor-ta las para o arse-
    nal de Mete, para alia serem queimadas.
    'Eu nSo podia conformar-me com esta idea.
    aenSo um unico fim, a conservof&o dm ban-
    deira$-
    0 marechal Bazaine procurou expUcar
    ao conselbo a falta de execugio da destrui-
    gSo das bandeiras, com demora prove-
    niente das besilaooes dos commandantes de
    corpos. Nenhum protesto ae levantou dcer-
    ea deste deploravel incidente, a respeito do
    qual so transluzio a variedade.
    Diante da consummac&o definitive do
    desastre, desapparecia, sera dutida, osenti*
    mento desta ultima amargura. Mas, quan-
    do o exercito, e mais tarde a na$ao sou-
    beram da humilhac^o, que, podendo-se
    evitar, tinha sido reservada ajuelles em-
    blemas sagrados, a coosciencia publica, fe-
    iida nos'seus sentimentos mais nobres, pro-
    Ibaria ; foi conservado durante todo o dia
    27 no gabinetedo- general Soleille. Foi so
    a 28 pela manha que o seu ajudante de
    campo o entregouna secretaria de estado
    maior de artilharia; o fez registrar e expe-
    dir para o arsenal.
    0*summario juigou'derer perguntar por
    que naotivo o general Soleille tinha suspeo-
    dido-a expedigSo daquelle despacho. Com-
    parand esta demora das prescripgoes dadas
    aos generaes do artilharia, que estavam- em
    tSo compieta opposigae com a ordem maft-
    dada ao coronel de Girels,. nao se p6de en-
    contrar outra explicae.So senao a seguinte :
    Era necessario evitar que a sorte que se
    reservava as bandeiras podesse descobrir-se
    por uma-revelagao que partisse do arsenal;
    a qual, eselarecendo o exercito sobre a con-
    tradigSo das ordens dadasv compromettesse
    e exito de todo o manejo. Foi pela mesma
    razSo qoe o marechal evitou especificar, na
    Ordem dada ao coronel Nugues para o
    general Coffinieres, qua as- bandeiras fossem
    queimadas no arsenal.
    0 general Soleille deelaroi* boo ter tido
    conheeimento, na noite- de 27, da ordem
    directa do marechal, adver/indo ds tropas
    de que as bandeiras levadas para o arsenal
    alii serianvqevnadas e que a entrega dessas
    bandeiras seria retardada. at^arnaohS de 28.
    Esta circumstancia teve efiectivamente
    oma consequencia feliz. Permittio a alguns
    officiaes, esp^cialmente ao coronel Melchior.
    queimar as suas bandeiras, e ao eoronel de
    Girels desferoir os estandartes eoofiados A
    sua guarda, antes que a assignatura da ca-
    PtulagSo fesse conhecidb^
    Na manhi do dia 28- o marecbal reunir
    em conse*ho os commandantes de
    do exercito e das armas- especiaes. 0 ge-
    neral Jarras-deu conta da suo e nferencia
    bom o general Stiehle, e-deu coBbecimento
    do protocollo da convencSo qae tinua as-
    signado. Nos termos formaes do artigo 3*.
    que constituia, no que-diz espeitods ban-i
    deiras, oroa situagSo nova, ja\ estas se nSo
    podiam destroir.
    0 general Frossard exclamou quando out
    rio ler aqi^elle artigo : Mas-as bandeiras
    serao queimadas I Esta clau-sula nSo po-
    derd ser execitada. 0 marechal, accros-
    centa o-general Frossard, no seu depoi-
    mento, fez-nos saber que tioha julgado de-
    ver suspender a execugao da ordem que
    prescrevia fossem ellas queimadas.
    A resposta do marechal era inexacta ;
    nSo tinha sido suspensa a destruigSo das
    bandeiras, por isso que, annunciando-a,
    nunca a tinha ordenado.
    Effeativamente,. o cuidado de regular os
    detalhes da execugSo incumbia s6 ao direc-
    tor do arsenal ; ora, repetimos, as ordens
    dadas ao coronel. de Girels nunca twerara
    do o notario e guardando a-chavena algi-
    beira..
    Messer Ceccone estremeceu.
    Adrianeta era uma mocetona de c
    pes.de altura, forte, robusta e valente.
    Mais de uma vez messer Geccone, quo
    era um horaemunbo, fera maltratado por
    ella, e por tanto fizera-o estremecer o ma-
    nejo da sua querida feehando-se com elle.
    EntSo que falta oommetti eu ? per-
    guntou o notario.
    Yamos a saber t que grande dama foi
    esta que entrou hoatem secretamente em
    Florenga ? disse Adrianeta collocando-se
    de um modo araoacador diante de messer
    Ceccone.
    Como I uma grande dama ? replicou
    o notario empallidecendo.
    Sim, uma princeza, a rainha de Ro-
    ma.
    Nao conbego outro rei de Roma se-
    nao o papa, respondeu defendendo-se mes-
    ser Ceccone.
    E Lucrecia Borgia 7 Todo o mundo
    sabe que 6 rainha de Roma.
    E esta em Florenca essa excellentissima
    senhora ? perguutou com ar bonacheirSo
    messer Ceccone.
    NSo ceias, nSo dormes, nSo almocas,
    nuDciou-se de toda a sua altura contra as
    fraquezas do marecbal Bazaine, que, podeu-
    do abusar do inimigo com oa seus subter-
    fugios, nao fez mais do que illudir a confi-
    angadosseus proprios soldados.
    Os sentimentos que animavam o exercito
    o'aquella eccasiSo iam encontMPr um digno
    interprete. Vejamos o que diz o eoronel de
    Girels,' e a bonra que rti fallar:
    a A 27 de outubro to- cinco boras da
    tarde, soube que a praga estava (sowpreben-
    dida na eapitulagSo que se negociara para
    O exercift>. Dirigi-me imnaediatamente ao
    arsend para alii cumprir um dever qwe me
    prendia dbcora^io.
    Tinhaaf-me sido confiadbs- oito estan-
    dartes por sete regimentos de carallana e
    um'deartilbaria. Ia dar ordem para se-
    rem'queimadas ; em muito tarde para fa-
    zer de noite esta- operacSo, a qual teve w-
    gar na manha segutote, antes queen podbs-
    se ter recebide qualquer communicagao
    dcerea das bandeiras doexercito.
    Nao julgnei ter necessidade dfc ordena
    para tcmar uma medida que, na' minha
    opiniSo, devia ter sido adoptada pelos co-
    roneis a quem essas- bandeiras perteoeiam,
    se as tivessem tido a^ suo disposigSo.
    No dia 28, entire a oito e as oito e
    meia da manha, meiabora pouco mais ou
    menos antes da destraigao daquelles estan-
    dartes, recebi a noti&eaeSo de uma ordem
    em quo se prescrevia aos- cbefes dos corpos
    que mandassem as sues bandeiras para o
    arsenal; comrounicande-tne esta ordem o
    general commandante em ckefe de artilhe-
    ria previnio^se de que as-bandeiras e tudo
    quan to restava do material r dever iam ser
    conservadas para serem inventariadas....
    A's nova boras, poweo nwioou menos,
    um ajudante major de infantaria veio a mi-
    nha secretariat e apresentou-rae o recibo
    da sua bandeira, dizendo-me t
    Meu coronel, venho-entrega* a mieha
    bandeira, deram-me o recibo ; oms 0 coro-
    nel do meu ragimento deu-me ordem para
    assislir d sua destruigao.
    Mostrou-me ao mesaao tempo a copia
    de uma ordem dada pek via bierarcbica
    ordinaria, aoschefes dos corpos- para man-
    darem as bandeiras para e arsenal, preve-
    nindo-os de qua seriam qneimadas.
    Foi a primeira noticia quo recebi de
    semelhante ordem. Senti uma certa com-
    uiogao ; tomeide sobre a minao mesa a
    ordem complatamente coatraria que me de-
    termina va quo as conservasse, raostrei-a
    ao ajudante major. AqueUe official poz-se
    a ehorar. Pogitei-lhe na6 maoa e disse-
    me :
    '< Meu caro capitao, em prasenga de
    corpos ,juas ordens oppostas, ha para nos uma
    eerta liberdada de acgSo. Eisaqai o que
    vos offerego ; tendes um recibo que vos foi
    dado por um guarda; deve elle ser estranho
    a responsabilidade que tomamos.
    Resti'ui-dbe o recibo ; eu vou autorisa-
    \o a entregar*vos a bandeira, e fareis della
    o que vos agradar. a
    A traz de mim achava-so um official de
    infantaria, que estava na mesma posigao, e
    que eu ainda nao tinha visto. Ambos at
    combinaram e me pediratn lieenca para re-
    flectir por um instante. Sabiram da mi-
    nha secretaria, e voltaraca passados alguns
    miuutos. Pediram-me enUo para irem re-
    ceber novas instrucgoes- do seu coronel-
    Fazei o que vos agradar,. Ihes disse eu.
    Immediatamente depois, e ainda debaixe
    das impressoes desta scena, escrivi ao gene-
    ral Soleille as seguintes linbas :
    injurias duvidando de mim ; nSo vaisao palacio da senuona, nem sahes
    pede-me perdSo e veremos se fo concedo. d'aaui, emquanto me nao revellares tudo.
    Mess3r Ceccone n&o se moveu, porque em Messer Ceccone, que era voraz como um
    outra occasiSo custara lhe a curiosidade abutre, tinha uma forae fabulosa.
    quatro formidaveis pranchadas do capitSo EsUvera dando tormentos todo o dia e a
    Salviati das quaes se nSo esqueceu toda a'justiceira providencia de Deus, senttncia-
    sua vida. Desde entSo absteve-se de passar va-o ao maior tormento a que o podiam
    busca d casa. sujeitar, isto e, a nSo comer quando tinha
    Onde estard elle ? disse rugindo noes- fome.
    ser Ceccone; provavelmente desceu por Mas quem te disse a. u que Lucrecia
    arguraa ianella : vai busca-lo, audd, vai bus- Borgia estd em Florenca 7
    car esse bribante. Eu POT. nto respondo, replicou
    Se elleestivesse aqui nSo se occultria;'Adrianeta. Onde estd Lucrecia 7
    alem d'isso, aquillo jd Id vai, tu perdoaste, J Eu sei Id onde ella estd, nem o que
    e ainda o nSo tome, a ver. o fazer a Florenga ?
    Ceiomos, disse messer Ceccone ati-J Perfeita-nente, disse Adrianeta sentan-
    rando com a capa o com o gorro para-cima do-se e volundo as costas a messer Cec-
    de uma cadeira, c, ientando-se em uma cone.
    o itra que estava junto da mesa ja* posU Deco:rerarn alguns minutoa, durante os
    nara a ceii quaes se ouvio tao s6raente a respiragSo de
    Nao, eu nao ecio, uc-m tu ceius sem messer Ceccone, que esUva irritado e ater-
    me d'es uma satlsfagSo da falta que rado ao mesmo tempo.
    disso Adrianeta levantando-1 Era-lhe deveras custoso vender por fo-
    qu^
    se, e a fome augtnentava formidavslmente
    sob o iufiuxo da tremenda idtia de que
    Adrianeta. lhe nSo daria de comer ate que
    elle satisfizesse a sua curiosidade.
    E! possivel que Lucrecia lorgia es-
    teja em Florenga, mas-eu nSo o sei. Posso,
    porem, averiguar porque tenho d minha
    disposigSo os esbirros da republics. Nao
    me parece justo. todavia, que modeixes sem
    ceiar ate que isso se averigue.
    Adrianeta nSo replicou.
    Convertera-se n'uma estatua.
    Messer Ceccone comegou a vacillar.
    Supponhamos, disse elle, que Lucre-
    cia esta em Florenga, que ou o saiba ; que
    em razSo do meu officio, me veja obrigado
    a guardar segredo sob pena de incorrer no
    crime de alta traigSo, paroce-to que falte ao
    meu dever para satisfazer um cepricho teu?
    Que te importa a ti qua Lucrecia esteja ou
    nSo em Florenga ?
    Para mim nao deve nem pode ter
    segredo o homem a quem consegrei a mi-
    nha vida, a quern sacrifiquei tudo, respon-
    deu seccamente Adrianeta.
    Pois decla ro que nSo sei, e mesmo
    quando soubesse nSo o diria ; nao dovo
    comprometter a minha cabega pelo caprioho
    de uma louca.
    Adrianeta permaneceu callada.
    Tu fazes-me sahir f6ra de mim 1 ex-
    clamou messer Ceccone levantando-se com
    colera e avancando para Adrianeta com o
    punho levantado.
    Nunca se atrevora a tanto.
    Adrianeta levantou-se e olhon com des-
    prezo para messer Ceccone que so encolheu
    e deixou sahir o brago.
    Adrianeta dirigio-se para a porta que
    havia fechado, e metteu n'ejla a chave.
    Messer Cecoue conheceu a sua intenoSo
    e cobrio-se de um suor frio.
    Adrianeta ia deixa-lo fechado e sem ceia.
    Era muito.
    0 notirio perdeu todo o resto do valor
    que o auimava ainda e exclamou :
    Lucrecia Borgia estd no velho palacio
    Scararauccia-, occulta por Rodolpho Gual-
    terio e por sua mulhor Eufrosina Popo-
    leschi.
    Adrianeta abrio a porta e disse :
    . Giovanni traze a ceia do senhor ; a
    lopa quo venha bem quente,
    (Contiuuar-se-ha)
    NJaquelle raomento ouvio-se o ruido de
    umas esporas que se afastavam atravez de
    um dos ap >sentos immediatos.
    Ah I exclam)u messer Ceccone dei-
    xando-se cahir abatido sobre uma cadeira,
    eu bem sabia que nSo estavamos s6s.
    Em Uroca, pirdrn, ceias comigo, re-
    plicou Adrianeta.
    Pode ser que amanha me corteaa a.
    cabega.
    Esse oeceio nao impedio que messer Cec-
    cone ceiasse com a voracidade de um Ibbo.
    Enlretanto Marcucio Sarwati, que sabira
    de casa. de Adrianeta, atvavessava rapida-
    raente as ruas escuras en direcgSo.4 de S.
    Procolo,.onde habitava Francisco Davan-
    zati.
    Oa esbirros de Lucrecia, perfeitamente
    disfargados, vigiavam continuamente e sem
    serem notados, as easas dos amigos mais
    influentes de Savonarola e o convento de
    S. Marcos.
    Um d'estes esbirros vigiava a casa de
    Franeisco Davanzati quando a ella chegou
    Marcucio Salviati.
    Este bateu, disse quem era, a porta
    abrio-se e tornou logo'a fechar-se.
    Um quarto de hora depois sabiram dous
    horaens.
    Um d'elles era Francisco Davanzati, o ou-
    tro, o capitSo de lansquenete3 da guarda
    da senhoria.
    Oesbirro espiSo, que era esse mesmo
    Bartolote que id conhecemos, poz-se era se-
    guiraento d'elles, d distancia e com todas
    as precaugoes.
    Os dous conspiradores exageravara o seu
    zelo por Savonarola.
    Sabiam que este nSo autorisaria uma
    riolencia armada, e obravam por sua pro-
    pria conta.
    Quando ch"garara ao Corso dos Albizi,
    para ram d porta de uma casa grandee ba-
    teram.
    N'aquella casa vivia Francisco Valori.
    Demoraram-sc alii pouco tempo e torna-
    ram a sahir acompanhados de outre ho-
    mem.
    Continnaram caminh.indo, seguidos sem,-.
    pre por Bartolote, e, na oxtremidade da rua
    de Pietra Pians, proximo da porta de Santa
    Croce, bateram em uma outra casa, entra-
    ram^e totnaram a sahir pouco teropo depois.
    Acompanbava-os outro homem.
    Esse homem era Andrea Carnbiut, outre
    grande amigo de Savonarola, que nio eta
    muito escrupuloso em pootos de hoora, por
    isso que, como saberaos, fazia vista grossa
    id libertinagera da sua irma Adrianeta.
    Verdade 6 que a libertinagera era n'a-
    quelle tempo o''estado normal da sociodade
    itatiana, ate ao ponto de permittirem e ate
    mesmo ouvirem os cantares obscenos que a
    gente do povo entoava pelas ruas.
    Os quatro homens retrocederam, percor-
    reram a rua do Pietra Piana aid 4 do Oriole
    pela qual penetrarara na praca da cathe-
    dral.
    No centre da praca pararaaa e conversa
    ram algum tempo em vozbaixa, separando-
    se em seguida.
    Andrea Carabioi carainhou para o Baptis
    terio, Francisco Valori dirigio-se para a
    praga da Annunziata, o capitao Marcucio
    para Santa Croce, e Francisco Davanzati
    para Santa Maria Novella.
    Bartolote nio podia multiplicar-ea.
    Vio-se, pois, obrigado a eecolber am dos
    quatro e seguio Francisco Davanzati.
    Quando chegou d praga de Santa Maria
    Novella, Davanzati metteu-ss pela ma da
    Scala.
    Percorreu-a toda, chegou proximo da
    porta del Prato e bateu em algumas easas
    de aspecto pobre.
    Em cada uma d'ellas permanecou cinco
    minutos, e sabio com homens armados.
    Ah I disse Bartolote vendo brilbar as
    courages e arcabuzes, temos gente armada*
    Contra quem serd isto ? Attencio I
    Francisco Davanzati perdera se entre
    aquelles homens e desapparecera.
    Provavelmente cortara por alguma das
    ruas lateraes.
    Bartolote seguio os homens armados que
    foram batendo em outras porta* augmen -
    tando era numero. Passavaoa jd die du-
    7.entos.
    Em seguida dirigirarn-se park o cenxro da
    cidade e so pararam na praga de Sanfta. Ma-
    ria Novella, onde Bzeram alto, re>^nindo se
    a outros duzentos homons que a)j( eUavam.


    TYP.DO DL\RIO.
    [ContinrAr-itJtd)
    -RVMiprJl'SbftCAJUai.
    i.
    ^



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